Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09149


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Full Text
km XIXYI. NUMERO 198.
Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
SEGUNDA FEIB1 27 DE AGOSTO DE 1860.
Por anno adiantado 19000
Porte franco para o subscritor.
EN CAR REGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE
Tarahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o'Sr. Manoel Jos Martins Ribei
ro Guiraares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Tari, o Sr. Justino J. Ramos;
Ama/.onas, o Sr. Jeronvmo da Costa.
l'Aii I I HA UUS LOHKt-lUa.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
lguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezcrros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as ijuartas-feiras.
Cabo, Senhem, Rio Forraoso.Una, Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natalquintasfeiras.
(Todos os correios partera as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ DE AGOSTO.
1 La cheia as 3 horas e 14 minutos da tarde.
9 Quarto minguante as 7 horas e 4 minutos da
tarde.
16 La nova as 8 horas da larde.
23 Quarto crescente as 8 horas e 16 minutos da
manha.
31 La cheia as 6 horas e 38 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Pmeiro a 1 hora e <2 minutos da manhaa.
Segundo a 1 hora e 18 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TBIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do comraercio : segundas e quintas.
Relacao : tersas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeiri rara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda varado civel; quartas e sabbados a qma
hora da larde.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. S.Jos de Calazansfund. das escolas.
28 Terca. S Agoslinho b. doulor da igrpja.
29 Quarla. Degolaco de S. Joo Baplisl.
30 Quinta. S. Roza de Lima americana v.
31 Sexta. S. Raymundo Nonato card. c.
1 Sabbado. S. Egideo ab.; Ss. Josu e Gcdeo.
2 Domingo. Nossa Senhorn da Penhn-.S F.slpvo.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIpg.0 NO 8*JL.
Alagoas, o Sr. Claudino PalcSo Das; Batta,
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Si.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietao do diario Manoel Figueiroa d
Faria.nasua Imana prara da Independencia ns.
6 e 8.
PARTE OFFICIAL
Guvorno da provincia,
EXPEDIENTE DO DU 21 1>E AGOSTO DE 1860.
Qificio ao Exm. presidento da BahaTcndo
expedido nesta data ordo m para que seja remulli-
do V. Exc. o Diario de Pernambuco, em que
se publica o expediente desle governo em com-
pcnsaco do jornal official, que recebo dessa
presidencia, sirva-so de providenciar para que a
remessa dcsse jornal seja feita com a mesma re-
gularidade, que recommeodo na do Diario de
Pernambuco. Iguaes aos presidentes do Para,
Maranho, Goyaz, Cear, Rio Grande do Norte e
Parahiba.
Dito ao baro da Vera Cruz.Sciente, pela sua
C >mmuuicacao de 22 desle mez, de haver a mesa
da Santa Casi do Olinda entregado lodos os boas
sob sua adminislracfio commwso enviada pela
desta cidade do llecife, para os recober, em vir-
tude de ordein rainha, agradcco V. S. o servico
quo assim preslou pobresa, procurindo fazor
com que o pensamcuio do governo executjndo a
ledo 13 di! oulubro de 1831. fosse bem comprc-
hondido pela irmaniade da Misericordia de Olin-
da, cuja mesa regedora bem proceleu, corres-
pondendo aquellas vistas sem a menor duvida
e m vontale.
Dito ao commandanle das armas.Faro apre-
sorilar V. S., para ser inspeccionado, recrula
Manoel Gomos de Amorim, e assentar-lhe logo
praca. no caso de ser considerado apto para isso.
Omraunicou-se ao chefe de polica.
l)to ao inspector da ihesouraria do fazenda
Communico V. S: para sua sciencia eexecuco
que em data de honlom profer em um reque-
menlo de Mosquita i Dulra e o commendador
Jos Pereira Vianni, pedindoa suspensfio da or-
dem pala qml mandoi por em arrematado o do-
minio til dos terrenos do marinha entre a fun-
dico dos primeiros e urna casa do ultimo, a li-
ceura para recorrer de dociso em contrario para
governo gcral o despache constante da copia
junta.
Dio ao mesmo.Reslluindo V. S. o reque-
menlo, a que se referera as suas iuformaces
dn 25 de junlio e 23 de agosto desle auno, sob
ns. 63i e 878, e no qual o capito do 8 bata-
lio de infantaria, Joaquim Cardoso da Costa po-
do o pagamento da quanlia de 83j830 rs., em
quo importa a ctape por elle abonada, quando
delegado de Tacaritu'. ao desertor do 2" balalho
da mesma arma, Eustaquio Pereira de Souz?, o
autoriso a mandar elfectuar esse pagamento, vis-
o l." supplenie do raesuio su-ueleguo.Com-
municou-se ao chefe de polica.
DESPACHOS DO DIA 24 DE AGOSTO.
fequerimentos.
1361 Antonia Jacintho Borgos J se ex-
pndio ordem a thesouraria de fazenda para pagar
ao supplicante.
1362 Antonio Jos de Souza Cousseiro.Te-
nho deferido.
1363 Antonio da Cunha Oliveira.Informe o
Sr. director do arsenal de guerra.
1364 Candida Mara da Conceico. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
iliaco a lamosa proclamaco-
Adriatico.
Desda os Alpes ao
municipal de recurso ler remeiiido ao juiz de paz
presidente da junta, nos termos 4o art. 37 da le
regulamentar das cleicis, as listas das recia-
macoes altendidas, para serem os uomes dos re-
clamantes incluidos no livroda respectiva quali-
ficacao, nao possa V. S. ignorar esta circums-
lancia, visto parte os despachos do raesmo conselho pela for-
ma declarada no aviso n 145 do 5 do oulubro
de 1857, devo V. S. convidar para as prximas
eleices todos os cidadao* que estiverem con-
templados na lista da qualilicacao,e se os predilos
cidados se acham como eloitores mencionados
as respectivas actas, cojas copias Ihedeve ler vmZ?t5ZrZ!^^ do oniteur acerca da Polonia, pubcado'duran-
remetlido cmara municipal, do rigoroso do- ., ,, ." c, ? iS j^! I te a guerra da Crimea
ver de V. S. convoca-los sem arbitrio" algum do "^frme Sr. director interino das obras Te^o p.?0"1S: dizando un. que Napoleo
sua parte, como determina o aviso n. 10 de 15 |K iiec '
de Janeiro de 1848, para a formacao
Teme a Blgica urna nvaso franceza, porque
se recorda daquelle famoso congresso de Paris,
no qual se fallou do Roma e aples, sem se es-
quecer da Blgica, tendo pretendido o conde Wa-
lewski dictar leis a Bruxellas ; mas governada
cnto por um ministerio clerical, soube respon-
der com um solemne jamis come um minis-
terio la Margarita no Piemonle teria respondido
Mai piu ao que tfco pedisse a Saboya ou Niza.
Teme a Russia porque a questo polaca est
unida italiana, e lem disso recorda o protesto
Teme o Piemonle, dizando uns
1366- Ignacio de Farias Ribeiro.- Informe o *e d.eleraTDa sua carreira, outros suspeilando que
aa mesa commandanle sunerinr da marda narinnal ,in 1ucira a Toscana para um da sua familia,
paroehial. a quera compete a decsao do fado m "nTc de \ zareth 8 I Ha lar"bem quera, segundo o Conslilutionnel
da mu Janea do domicilio daquelles cidados, e;
de que trata V. S. em seu j& citado despacho.
por isso que, pelo aviso n. 362 do 31 do oulubro
de 1856, Iho sao extensivas as disposices le-
gislativas sobro a orginisaco das juntas de qua-
(Qcacao, a quem cbmpele decidir semelhante
quesio, como foi declarado era avisos de 4 o 20
de junho prximo lindo. E para evitar conflic-
tos, que por ventura se possa dar na occasiao era
que se procuro ventilar essa queslo, como pon-
deram os referidos cidados, julgo conveniente
declarar-lhe que nao pode volar lias delibera-
roes, qui'houverem de toraer a mesa paroehial,
lio somonte o eleitor a quem ellas disserera res-
peilo.
Dilo ao promotor publlro da comarca de Ta-
carai.Remello a Vine, o oflico junto por co-
pia, que me dirigi o juiz de paz dessa villa An-
tonio Jos da Cunha Cavalcanti, communicando-
mo que a junla do qualficaco dossa parochia
remetiera esta presidencia urna copia falsifi-
cada da lista do3 cidados qualiGcados volantes,
como consta da certido annexa, passada pelo
escrivo que servio perante mesma junla afim
de que, fazendo-se desapparecer do archivo da
cmara o lvro da qualiQcaco, e requisilando-
so urna copia da que enviara a presidencia, fosse
por ella feila a chamada dos volantes as prxi-
mas eleices. E sendo este facto criminoso de
urna immoralidadc tanto mais reprovada, quan-
do pralicado por urna corporanao, a quera a
le tora incumbido funecocs importantes em re-
lacao aos dircitos polticos do cdadao. recora-
mendo a Vine, que, procedendo todas as dili-
gencias necessarias, procure syndicar da existen-
cia do facto, trazendo ao met conhecimento o
to nao haver inconveniente,segundo csnsla da ul- resultado de sua* diligencias, ifim do se poder
tima das citadasioformacesCoramuuicou-sc ao
commandanle das armas.
Dito ao mesiuo.Em addlamento ao meu offi-
cio de 20 do correnle leulio a dizer que pode
V.S rcraclter sob minha rcsponsabilidade ao
collecior de Tacaral nao a quantia de 2 000$,
como se ordnou u'aquello ollicio, c sim a de
.U003 por V. S. indicada em sua informado de
liontem sobn. 883, devendo esta quanlia ser en-
tregue ao 2." lenle do 4." batalhao de arlha-
ria a p, Jos Francisco de Azevelo, designado
polo commandanle das armas para leva-lo seu
destino, e quem se abonara o quantiUlivo nc-
cessario a forragem de urna besta de bagagem
em vista das dispos^es em vigijr.
Dilo ao inspector CO inteirado pelo ollicio de V, S. de hontom, sob
:t. .T'D, de achar-se no exercico de direcior das
niecjs navaus, desde 21 do correnle, Tra-
j rao Augusto lo Carvalho, nomcado para esse
em prego ; Qcando assim exonerado o conira-
mestre dos carpinteiros, que o exercia interina-
mente, e bem assim achar-se o referido construc-
tor incumbido de leccionar nesse arsenal geome-
tra pratica, do cujo servico foi despensado o 2."
lenente-reformado da armada Manoel Antonio
Viegas Jnior,Communicou-se ao inspector do
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Exijo de V. S. que com bre-
vi lade me indique as providencias que julgar ne-
cessarias para regularisar o servido interno da
enfermara de marinha a cargo desse arsenal, e
remediar as fjltas votadas no oTieio junto do
chefe da divisio naval, que me devolver, o re-
oonbecidas por V. S. emsua informacao ao mes-
mu annexa por copia Communicou-so ao chefe
da divisao naval.
deliberar ulteriormente, como for de lei.
Dilo ao juiz do p^z mais votado da freguezia
doTacaratu Oonstando-me que Vrac. deixara
de piiblicar a lista gerl dos cidados qualilica-
dos votantes nossa freguezia para ss prximas
eleices do juiz de paz e vereadores, como Ihe
cumpria, nos termos do art. 9 i da le n. 387 de
19 de agosto de I87, ordeno-lho que, com a
mxima brevdade possivel, me informe se-
melluulo respeilo, declarondo-me nao s os
motivos que o impossibiliiaram de cumprir o
preceilo da lei, como tainbcm porque nao Irou-
xs-os ao conhecimcnlo desle governo, para pro-
videnciar como entendesse conveniente
Dito ao director das obras publicas.Annuin-
do ao que me requeren o sentenciado Manoel Jo-
s do Canto, e leudo ern vista a informacao do
chefe de polica datada do hontera, e sob n.
1,115, recomraendo a Vme. que mande entregar
o que so lhe esliver o dever de seu jornal como
srvenle empregado nas obras da casa de de-
tenciio.
Dilo a cmara mnnicipal de Tocaralii.Infor-
me a cmara municipal de Tacaral cora a m-
xima brevdade possivel : 1. se o juiz do p3z
que tem de presidir s eleices de juizes de paz
e vereadores, publicou com antedeucia legal a
lisia dos cidados qualilicados votantes, como lhe
cumpre, nos termos do art. 91 da lei n. 387 de
19 de agosto de 1816: 2." No caso aflirmativo,
se a referida lista foi copia authenlica exlrahida
do respectivo livro de qualilicacao : 3." se essa mmtos. sera capturar o alTecto da ninguera.
devido lempo ao preditojuiz
municipio de Nazareth.
1367 Irmandade de N. S.
Ao Sr. thesoureiro das loteras para altcnder a
supplicante; fazendo correr a lotera, a quo allu-
de em Io lugar nas que devera ser cxlraliidas no
semestre prximo futuro.
1368Joaquim Cavalcanti de Albuqucrque
Mello. Informe o Sr. inspector da thesouraria
provincial, ouvindo o administrador do consu-
lado.
1369 Jos Francisco Pereira. Apresenle-se
no quarlel do commando das armas para ser ins-
peccionado.
1370 Joo Maa de Mello.Apresenle-se no
quarlel do commando das armas.
1371 Jos da Costa Brandao Cordeiro. In-
deferido.
1372 Januario Constancio Monleiro de An-
drade.Informe o Sr. commandanto superior
interino da guarda nacional do municipio do
Becife, tendo em vista o que se delerminou era
ofcio de 25 de fevereiro do anno prximo pas-
sado.
1373 Joaquim Fraucisco de Paula Esleves
Clemente.Nada ha que deferir.
1374 Padre Jos Procopio Pereira. Como
requer.
1375 Luiz de Albuqucrque Marauhao e ou-
'ros, Ficam expedidas as ordens convenientes
em vista do que allegam os supplicanles.
1376 Manoel Jos do Cauto. Dirija-sc ao
direcior interino da reparlicao das obras pu-
blicas.
1377 Olegario Martins de Torres Bandcira.
Passe.
1378 Palatino Augusto Barbalho Ikha.
Informe o Sr. Dr. promotor publico desta ca-
pital.
do Bom Parlo 'tenna recei de urna convenci que tonda a re-
clamar a Genova ou a Sardenha em compensa-
do da annexacao da Sicilia ao Piemonle.
Teme Roma, rccordamlo-se do opsculoO
Papa e o Congressonao esquocendoo passado,
nem as tentativas dos jovens, era as alternativas
da dialctica imperial, o porque em fim, se sabe
quem mais mauhas ha, Urde ou nunca as per-
der.
Teme aples, porque feita a reforma e publi-
cada a conslituigao, se augmentou o desconcert
e a ajuda nao vera nem moral nem material, por
isso a monarchia padece um translorno tal, que
nao provavel se restabeleca em breve.
Teme a Sicilia, porque Garibaldi expulso da
Dalia central pela influencia de Napoleo, er
que promelteu ao rei de aples, que a Iba tor-
nara ab seu poder.
Concluiremos o caminho que temos seguido,
dizendo que Malta, as ilhas Jnicas, Grecia e
Constantinopla lambem o lemem.
Faremos, pois, ponto em duas observagoes :
1." E' grande honra e gloria para um impera-
por nao ser amado do ninguera, temido de lodos,
nao obstante a sua declarado de paz e protesto
de amisado ?
Quando toda a Europa acede leme Bonaparle,
nao racional suppor que trabalhem para reu-
nir-se cora o fim de evitar o perigo commum ?
[Regeneralion.)
COMANDO DAS ARMAS.
o u artel do commando la armas
em Pernambuco, ua cidade do
Becife, 85 de agosto de I86O.
ORDFM DO DIA N 6.
O coronel commandanle das armas faz publico
para conheciraento da giiarntco e devido elfeito.
que approvou o engajamento que hontera con-
irahiram para servirem por mais seis aunos, nos
termos do decreto e regularaenlo do Io de raaio
do 1858, os soldados Francisco Dias, e Roberto
Pereira Duarte, da Ia companhia, e Joao Fran-
cisco da Silva, da 5a, todos do-10 balalho de
infantaria.
Assigoado. Jos Antonio da Fonscca Galvao.
Conforme. Anloniv Eneas Gustavo Galvao,
alferes ajudanle de ordens interino do com-
mando.
Muiias pessoas couliece o orador, que reconhe-
cera defeilos da lei existente, e que agora nao sa-
be porque raaao se oppoem ao projecto em dis-
cusso.
Ha um nico meio de explicar lslo ; o rereio
de quo passe j a medida, e que elles nao sejam
os seus execulores para distribuircm os circuios
a seu sabor; porque esses homens dando ludo
por si o nada pelos oulros, nao podem consentir
de bom grado que oulrem proponha e execute
urna medida importante.
Se a opposicao se acha disposta a envidar to-
dos os seus esforcos
, rio, participando que S M. o Imperador se digna
receber no paco da cidado, urna hora da tarde,
a deputacao do senado que tem do comprimenlar
o mesmo augusto senhor no dia 29 deste mez,
anniversario natalicio da serenissima princeza
imperial a Sra. D. Isabel.Fica o senado intei-
rado.
Dous ofGcios do 1 secretario da cmara dos
uepulados, acompanhando as proposiees d mes-
ma cmara : 1.a Approvando a pens'o animal de
400$, concedida a Podro Jos Cardozo ; o 2.a au-
lorisaudo o governo a aposentar Silvano Fran-
para obstar a passagem do cisco Aive3 ora o ordenado que percebe na'qua-
projecto, lambem o governo de sua parte nao re- li.iade de membro da junta vacinica da corte.-
Vao a imprimir no jornal que publica os traba-
Ihos do senado.
O Sr. Vallasques oferece o spguinte requer-
INTERIOR.
EXTERIOR.
Xapoleo III e a Europa.
E' uro facto innegavel, que o actual imperador
dos francezes tem conseguido fazer-se temer de
Dito ao mesmo.Em vista de sua informacao
de '-M do correnle, sob n. 360, o autoriso a ad-
mittir na companhia de aprendizes desse arsenal
o menor de nome Joo Francisco Regs, procc-
deudo-se a respeito pela forma indicada em sua
citada informacao.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista da conla junta, mando V. S. pigar a
quanlia de 58$, proveniente do excesso de es-
pezas com as cern camisolas, que foram forne-
cidas casa de detenco pelo arsenal de guerra,
segundo consla de ofiicio do respectivo direcior
datado de hontom, sodii. 251.
Dito ao capito do porto.Ilaja Vmc. de infor-
mar sobre as obsorvacoes constantes da copia
junla, feitas pela com'adoria da thesouraria de
fazenda, com referencia ao officio de Vmc. de 28
de Junho ultimo, requisitando movis para a
nova casa, era quo funeciona essa capitana.
Dito ao juiz de direilo interino do Limoeiro. '
Tendo ouvdoo conscluoiro presidente da relacao
sobre o objeclo de sua consulta, feita em ollicio
do 1 deste mez, e conforman io-me com o seu
parecer, declaro a Vmc. que sendo os promoto-
res pblicos considerados partes nos processos,
em que inlervem (art. 221 do regulamenio n. 120
de3i de Janeiro de 18121 e havendo Vmc. func-
cionido na qualidade de promotor publico em
varios processos, acompanhando c promovonio
a aceusacio em seus termos da formacao da cul-
pa al o oflerecimenlo do libcllo. claro que nel-
les nao'pola servir como juiz por ser contrario
ao direito qu seja Vmc. parle o juiz no mesmo
processo.
Dilo ao juiz municipal supplenie do termo do
Limoeiro.Versando a consulla quo fez em seu
cilicio de 13 deste mez sobre materia de juris-
dieco das autoridades judiciaes, acerca do que
devem ellas decidir aprecindo os casos oceur-
rentes, e applicando as leis, deixo resolver as
dundas que suscita, por-nao serem ellas da na-
tureza daquellas, a que se refero o art. 495 do re-
gularaenlo n. 120 de 31 do Janeiro del8i2 ; c
era vista do que dispoe o aviso n. 70 de 7 de
fevereiro de 1856, cujocumprimento lhe recora-
mendo, devcVmc. proceder respeito conforme
as leis, dando os recursos que couberem para os
trihunaes superiores.
De conformidade com o citado aviso, devolvo
a Vmc. o seu referido ollicio.
Dito ao juiz municipal da prlmeira vara desta
cidade.Remetta-me Vmc. com brevdade, afim
de serem transmitidas ao Exm. presidente das
Alagoas, copias aulhentcas dos documentos fin-
dos do presidio de Fernando comprobando a mor-
te dos sentenciados daqueDa provincia, Manoel
Florentino de Luna o Manoel Joaquim Dourado.
Dito ao juiz de paz presidente da junta de qua-
lilicacao de Pao d'Alho.Nao tendo V. S. con-
vocado para as prximas cleiQcs os cidados
Luiz de Albuquerque Maranho, Manoel Tho-
raaz de Albuquerque Maranho, Anlouio Ber-
nardo Kibeiro Moura e Antonio de Barros Cor-
rea, eleilores dessa parochia, a pretexto de nao
S'totii all qualilicados, por se lerem mudado
"para oulra freguezia, como se v do despacho
proferido por V. s em um requemenlo que
nquelles cidados untaram representado que
trouxeram ao meu conheciraento, e qual veio
annexa tambera urna certido, da qual consla
que foram elles altendidos no recurso, que in-
lerpozeram da deciso da junta de qualilicacao
cmara expedio no
paz todas as da ordens, que lhe incumbem na
forma da le para as eleices, a que se tem de
proceder.
Portara.O presidente da provincia, attenden-
do ao que lhe requereo o commandanle superior
da guarda nacional da comarca da Boa-Vista, em
ollicio de 21 de julbo ultimo, resolve que pas-
sem a servir na 5.a companhia do balalho n.
48 do infantaria da guarda nacional do munici-
de Cabroli os cidados Honorato Ribeiro Gran-
ja, Manoel Orsiuo Granja e Jos Fraucisco de
Goveia Lima, Horneados, o 1. para o posto de
capilo, o 2." para lente, o o 3." alferes do
4.a companhia do mesmo balalho, devendo per-
lencer a esta Pedro Eufrazio da Silva, Manoel
Gomes de S Jnior, c Francisco Pereira Lima,
nomeados para aquella companhia, licando assim
i alterada a portara de 19 de junho desle anno.
: Commonicou-sc ao commandanle superior res-
pectivo.
Dita.O presidente da provincia, tendo em
vista o que representou a cmara municipal do
Recife em ofiicio de 22 de correnle, sob u. 78,
resolve approvar provisoriamente o seguinle ar-
tigo de postura.
Art. nico, nimguem poder condusr cal pe-
las mas da cidade e estradas do municipio, sem
ser coberta de mauera que o vento a nao espa-
lhe : os infractores soffrero a multa de 10# rs-
a qual ser dobrada nas reincidencias.Remel-
leu-se copia desla cmara municipal do Recife,
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o professor do instrueco ele-
mentar do collego dos orphos, padre Jos Pro-
copio Pereira, resolve conceder-lhe tres mezes
de licenca com vcncimenlos para tratar de sua
saudc.Fiseram-seas convenientes communics-
ces.
Dita.O presidente da provincia, conforraan-
do-se cora o que propoz o chefe de polica em
olficio de 22 do correte, sob n. 1149, resolvo
considerar vago o lugar de sub-delegado de po-
lica do destricto de Una, e nomeia para exer-
celo-o major Paulo de Amorim Salgado Jnior.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-sc com o que propoz o chefe de polica em I
ollicio de 23 do correnle, sob n. 1,15i resolve
nomear o alteras Jos Antonio de Albuquerquo
para o cargo de sub-delegado de polica da fre-
guezia de MubecaCoraraunicou-se ao chefe
de polica.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-so com o que propoz o chefe de polica em of-
iicio de 22 do correnle, sob n. 1,145, resolve
exonerar a Mauoel Martins do Reg Farias do car-
go de 1 supplenie do sub-delegado dodeslnc-
to de Taquaritinga, no termo do Limoeiro, por
assim convir ao servico publico.Communicou-
se ao chefe do polica.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se cora o qne propoz o chefe de polica em
ollicio de 22 do crrente, sob n 1,151, resolve
exonerar o alferes do 8* balalho de infamara
Jos Francisco da Costa Estrellas do cargo de
sub-delegado de polica do destricto de Copoei-
ras, 110 termo do Bonito, visto ter o mesmo al-
feres de rccolher-se ao respectivo corpo.Cora-
municou-se ao chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia confornian-
do-se cora o quo propoz o chefe de polica era
ollicio de 22 do correle, sob n. 1,148, resolve
nomear o coronel Manoel Pereira Paes Barrlo
para o cargo de sub-delegado de polica do des-
tricto de Tamandar do termo do Rio Farinoso,
que os excluir ; o porque, deveodo o conselho i o o capito Manool Xavier Texeir* da Molla para
Na mesma Franca, o sacerdote, o frade, o ca-
tholico, o legilimisla e o revolucionario o ternera ;
e a razo porque, de quando era quando mani-
festa ideias adversas a todos ; urnas vezes bem,
oulras contra o papa, as corporaces religiosas e
a liberdade, que quer dar a toios, menos aos
francezes.
No exterior, o imperador dos francezes te-
mido desde a Mancha aos Pyrcneus, desde o Rlie-
uo at aos Alpes.
A Inglaterra, Hespanha, Portugal, Austria,
Prussia, Gemiana, Russia, Blgica, Italia, etc.
etc. Mas quem sao os seus amigos na Franca e
na Europa "?
Su nao sao em Franca os especuladores nao sa-
bemos o.ide cncontral-os.
E porque se teme Napoleo 1(1 ?
Ser pelo passado, porque fallou de urna ma-
neira e obrou de oulra : porque proclamando que
o imperio era a paz, declarjva a guerra ; porque
protestando tornar a sustentar o Santo Padre em
lodos os seus direitos de soborano temporal,
ajudou o condo de Cavoura revolucionar a Bo-
lonha ; porque saudando o imperador de Austria
com o nome de cavalheiro, preparava a campa-
nha da Lombarda? ele etc.
Teme-se presentemente, porque nao se sabe
qual seja das suas duas dstinctas polticas a que
trata de levar a effeito, inquietando a Europa com
factos contradictorios e dilliceis de compre-
hender.
Teme-se pelo futuro, por ter Bonaparle fixa-
do corto principio quo pode leval-o mais alera
do que espera.
Elledeclarou e escreveu que a lgica dos fac-
tos inexoravel, c confessou -a sua impotencia
para oppor-se aos allenlados da revoluro cm-
quanto nao perturbem o seu imperio.
Teme a Inglaterra a Bonaparle, nao obslante
as suas prosaessas do amisade.
Os inglezes, unnimes descenfiam dallo. '
O tractado de commercio, a reduccao do exor-
dio, e a alliaiiQa, nao baslam para tirar esto
lamor.
Quanlo mais o imperador repele paz, paz
mas a Inglaterra teme urna prxima guerra, e
fortifica as costas, disciplina os voluntarios, pre-
vine meios de defensa, como se no dia segunte
lvesse de ser invadido o Reino Unido.
Depos da Inglaterra vera a Hespanha com al-
guna tanlo de temor a Napoleo.
Teme a Hespanha que o imperador queira con-
quistar as fronleiras do Ebro e as ilhas Baleares,
para fazer do mediterrneo um lago francez ; e
aos que allegam o affecto de Napoleo a nago
hespaohola, respondem os peridicos de Madrid
que tanibem amava a Italia, e o amor lerminou
com a conquista de Niza e Saboya.
Ternera os portuguezes um pacto secreto com
a Hespanha, em .virtude do qual, cedendo esta
urna porco do seu territorio Franca, se com-
pense com a absorpcao de Portugal.
Este temor o fundam os peridicos de Lisboa
no pacto de Plombieres, receando uraa segunda
ediaio na pennsula ibrica.
Ternera o imperador os allomes, porque iquer
fazer desapparecer os pequeos principados da
confederaco, estando de accordo, ou polo me-
nos, tendo procurado a Prnssia para engrande-
cer, a cusa de oulro ; e sem embargo.
A Prussia teme egualmcnte Napoleo III, que
ha ura anno cruzava os Alpes por um idea e de-
pos so viu o resultado da idea. ,
O seu temor que Bonaparle se enamore do
Rheno, esperando o momento deapplicar aquello
rio a poltica do P.
Teme a Austria, rTao obstante a paz de Villa-
franca, porque sabe e v como se r.umpriu all o
estpuladOj resoaudo sempre ao ouvido do aus-
cuar um passo ; o governo, auxiliado pela ruaio-
a.cuja sincera adheso agradece, tambem lan-
zar rao de todos os meios ao seu alcance para
que a medida que se discute se converta era le
do paiz.
A medida de subida importancia, espera que
ser approvada, ficando aos alrapalhadores a res-
ponsabilidade de lerem consumido em vo o
lempo do senado combatendo uraa lei necessa-
ria. Vota contra o requermento.
O Sr. Souza Franco hesilava se deva ou nao
continuar a sustentar o seu requemenlo, visto
nao se lerem anda produzdo razocm contrario,
a que o orador respondesse.
O Sr. presidente do conseiho veio lira-lo do
embaraco, e facilitar-lhe a larefa. S. Exc. to-
mando parle nesta queslo de ordem, veio de-
monstrar a sua importancia ; portante nao de
estranhar que o orador lome segunda voz a pa-
tarra para sustentar o seu requermento.
Senle que o Sr. Nabuco, a quem smente o
Sr. presidente do conselho so dignou responder,
nao so ache no senado ; mas anda mesmo que
eslivesse, n3o podia m3is caber-lhe a palavra.
Portanto o orador v-se na dupla obrgaco de
lomar a palavra como autor do requemenlo,
coma para occorrer em auxilio do nobre sena-
dor pela Baha, que nao pode fallar mais.
Espero com tudo o Sr. presidente pela respos-
ta, que em occasiao opporluna esse nobre sena-
dor lhe ha de dar ampia e satisfactoria.
Ninguem dir que o orador respondendo ao Sr.
presidente do conselho quer tomar lempo ao so-
nado ; a auloridade sabranceira, o lom enr-
gico e solemne com que fallou S. Exc tornava
necessaria una resposta.
Nao procedo o argumento do S. Exc. quando ,
confronta a opiniio do Sr. Nabuco a respeito do 1
ment, que apoiado e approvado.
/fejueri'mento.
Reqneiro urgencia para que com preferencia
a outra qualquer materia, entrera era ultima dis-
cusso na primeira parte da ordem do dia se-
gunte, as proposiees vindas da cmara dos dc-
pulados aulorisando o governo a mandar matri-
cular e admitlir a fazerem exame das materias
do 1. anno das faculdades de direito e de medi-
cina varios esludantes.
O Sr. D. Manoel motiva e manda mesa o se-
guinle requermento :
Requeiro que o projecto relativo ao art. 6
l da constituico, approvado j em primeira
discusso, seja dado para ordem do dia de 30 do
correnle, e discutido de preferencia quaesquee
projectos sobre loteras.
E' apoiado e rejeitado.
O Sr. Yasconcellos enva mesa o seguinle
projecto ;
A asserabla geral resolve :
Artigo nico. A garanta concedida ao capi-
tal addiccional de 1,200.0003. que a companhia
de commercio e navegacAo do Mucury foi auto-
risada a levantar por emprestimo dentro ou fora
do imperio pela le n. 1,011 de 8 de julhode 1859.
lera a mesma natureza que a garanta concedida
ao capital da estrada de ferro de D. Pedro II.
Paco do senado, 28 de julho de 1860.F. D.
P de Vasconcellos.
Fica sobre a mesa para ser examinado.
Comparecem no decurso da sesso mais dez
s enhores senadores
PRIMEIRA PARTE DA OBDF.M DO DIA.
Entra era discusso a redaceo das emendas do
RIO DE JANEIRO
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM 27 DE JULHO DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti
de Lacerda.
A's ti horas da manhaa, depos de feita a cha-
mada, o Sr. presidente|abre a.sesso, estando pre-
sentes 31 Srs. senadores.
Lidas as actas de 25e 26 do correte sao >p-
provadas.
O Sr. 1. secretario d conla do seguinle
EXPEDIENTE.
Um officio do presidente da provincia de S. Pe-
dro do Ro Grande do Sol, remetiendo um exem-
plar da collccco das leis e resolucoes da res-
pectiva assembla provincial, promulgadas na
sesso do anno passado, comprehendendo os ac-
tos, regularaentos e inslrucces expedidas pela
presidencia da mesma provincia.E' remclldo 1
commisso de assemblas provncaes.
Fica sobre a mesa redaceo das emendas do
senado proposicao da cmara dos deputados,
que declara que o Banco do Brasil e suas caixas
liliaes sao obrigados a realsar suas olas em
raoeda raetallica vontade do portador.
E' recebida cora agrado a offerta que fez o offi-
cial-maior da secretara do senado de um missal
para servir no acto do juramento da Serenissima
Princeza Imperial a Sra. D. Isabel.
O Sr. Presidente diz que se val proceder no-
ineaco da depulaoo, que na forma do ostylo tm
de ir fecilicilar a*S. M. o Imperador no dia 29
desle mez, anniversario natalicio de S. A. Impe-
rial a Sra. D. Isabel ; o em seguida sao designa-
dos pela sorte para a mesma deputacao os Srs.
Queroz Coulinho, visconde de Sapuchy, baro
de Muriliba, visconde de Maranguape, Cunha Vas-
concellos, viscondo de Albuquerque, marquez de
branles, Nabuco de Araujo, Araujo Ribeiro, Dan-
tas, Baptista de Oliveira, Silveira da Motta, vis-
conde de Suassuna e Souza Ramos.
O Sr. D Manoel justifica e ollerece o segunte
requermento :
Requeiro que a proposicao que augmenta os
vcncimenlos dos oficiaes da armada seja dada
para ordem do dia de amanha, e discutida de
preferencia a quaesquer projectos sobro lo-
teras.
E' apoiado o rejeitado.
Comparecem no decurso da sesso mais quatro
Srs. senadores.
03DEM DO DIA.
Continua a discusso adiada pela hora na ses-
so antecedente, do requermento do Sr. Souza
Franco, propondo que seja remellda i commis-
so de constituico a proposiQo da cmara dos
deputados alterando alguraas disposices da le-
gislaco eleloral.
Sr. Ferraz (presidente do conselho) pondera
que o seu amigo o nobre senador por GfJraz j
impugnou com valiosas rozes o requermento
em discusso ; esse mesmo nobre senador dei-
xou entrever que o Um do requermento nao
oulro seno prolelar a discusso. Portanto o ora-
dor julga quo nao lhe era preciso tomar parte
nesta discusso, e nem o deva fazer para nao dar
azo a urna discusso de protelago.
O Sr. Nabuco porm fez era apoio do requer-
mento algumas consideraces quo e o orador nao
pdedeixar sem resposta."
Argumentar com os mesraosprincipios deque
o Sr. Nabuco so servio para combater um requo-
rraenlo idntico, que se offereceu para 3 diar a
discusso do projecto que regula o art. 6 1 da
constituico. Eutao S. Exc. disso que o discur-
so da corea recommendando a soluco desla ques-
tao, e a resposta dada pelo senado a esse tpico
importavam um compromisso ao senado para nao
adiar nem tergiversar na discusso de to impor-
tante materia ; S. Exc. foi anda alera, o disse
quo sendo essa medida destinada a terminar um
conflicto que ha rauitos annos exista, nao podia
ser por mais lempo adiada. As palavrasdo no-
bre senador calaram no animo do senado, e o re-
quemenlo foi rejeitado.
Como se esqueco o nobre senador de seus
principios nesta questo, queso acha nas mes-
mas circurestancas ? Esta necessidade tambera
se acha consignada no discurso da corea ; tam-
bera o senado recouheceu que era preciso lomar
providencias sobre elia.
Tambem nao sabe o orador porque razo se ha
de mandar o projecto commisso, se ainda so-
bre elle nao se inslituio discusso alguma, so ain-
da nao se lhe fizeram objeccoes, nem se propo-
zeram emendas.
Em 1.a discusso trata-se da utilidade da ma-
teria ; e ninguem contestar que a materia do
projecto utl ; nenhuma contestaco pode ha-
ver a esse respeito ; o proprio Sr. Nabuco, reco-
nhecendo que a lei eleloral existente m, raos-
tra a necessidade de sua reforma.
Disse o mesmo nobro senador que o senado,
como ura corpo conservador, nao so deva dei-
xar arrastar na torrente reformista.
Do quando data, pcrgunla orador essa tr-
renle reformista? Quem recorcmendou essas re-
formas, quem se pez testa da propaganda re-
formista, escrevendo cartas aos presidentes de
provincias, mandando pleitear pola ira prensa a
causa das reformas. Nao foi de certo o actual
gabinete; a obra j eslava encelada.
adiamento do projecto sobre o art. 6 da constitu- \ senado proposicao da cmara dos deputados
a que hoje sustenta a respeito deste. ,,e dec|ara qil0 0-banco do Brasi sua^ caixa3
liliaes sao obrigados a realisar suas notas era
forcar a intelligencia do senadora'
mesma maneira sobre quesloes di-
Exc. quer
pensar da
versas.
Era preciso pmeiro mostrar a paridade entre
as duas quesloes, o que S. Exc. nao fez.
A falla do throno, exprimindo-se a respeito
daquelle pmeiro objecto, emprega as pala-
vras urgente ;e fallando desle, aconselha
raoeda melaliiea vontade do portador.
O Sr. Sousa Franco olTerece a scguute emen-
da :
No 3 do ait. 1 diga-se em lugarde trocar
suas notas por raoeda de 011rotrocar suas olas
por ouro.Salva a redaceo.
E' apoiada e entra conjunclaraenle emdiscus-
apenas que se lomera providencias para por co- sao, linda a qual. approvada a redaceo e reiei-
bro aos abusos. Nao ha pois paridade entre as iaja a emenda, alim de serem reictlidas as
queslo. .... ,, emendas cmara dos deputados.
Deraais. a coroa aconselha providencias, isto SEGUNDA PARTE DA ORDEM DO DIA.
algumas reformas leves, alguns loques parciaes Contina a discusso adiada pela hora na ses-
nale e nao essa medida, que importa a sua ; sao antecedente do requermento do Sr. Souza
completa revogacao. Franco propondo que seja remettida commisso
U rador tem ouvido dizer que o Sr. presidente de constituico a proposicao da cmara dos de-
do conselho se esforca por fazer passar esse pro- pulados quoaltera algumas r
jeelo no senado, debaixo da presso de maiora ''
da cmara dos Srs. deputados que impe a S.
Exc. como coudico de approvaco do projecto
bancario na cmara a approvaco da retornia
eleloral no senado,
disposices da legis-
lado eleloral.
Concluida a discusso, rejeitado o reque-
menlo e prosegue a primeira discusso da referi-
da proposicao.
O Sr. Dias de Carvalho entende que era bem
ras do hornera de
iu conservarse si-
Respe a muito a cmara temporaria, esse ra- (lencioso. aceitar sem observadlo tod.-s as raedi-
mo popular do poder legislativo, que conta em | das do governo O orador e'seus amigos
A ameaQa nao est dcclarada.raas tem todos os facil actualmente gozar das honr
visos de que se realizar ; servico por servico. ; mCrito, pois que para isso basta
que
teera lido a infelcdade de oppor-se s medidas
do gabinete receberam do Sr. presidente do con-
selho a patente de alrapalhadores. Assim, aquillo
que elles considerara um dever de honra, qua-
lificado de atrapalliaco.
Nao sabe o orador se ha algum novo dicciona-
rio que mude inleiramente o sentido das pala-
vras. Sabe quo era oulros terapos as quostes
importantes eram largamente discutidas no sena-
do, sem que tal procedimento fosse lachado de
atrapalhago.
O governo quer dar solugo a longa serie de
quesles indicadas na falla do throno, como se
isso fosse possivel no curto espaco de quatro
mezes ; nao sendo isso possivel, o governo quer
que o senado vol ludo silenciosamente. [O Sr.
presidente do conselho protesta contra esta pro-
A lei eleloral tem j passado por sobejas re- posiro, e trocam-se apartes animados entre S.
formas, mas o perigo est sobreludo nas refor-' Exc. e o orador.)
mas'futuras, quo so f a rao por certo de 4 era 4; O orador julga que lera guardado lodas as
anuos, no fim de cada legislatura, para os arran- ] conveniencias, como seu costme. Mas o Sr.
jos eleiloraes. j presidenie do conselho incommoda-se com a
Como dar como provado a utilidade daquillo | discusso, nao quer resignar-se s condiroes do
que. o orador e oulros mujtos entendem ser nao syslema representativo:
seu seio muilos caracteres nobres, e distintos ta-
lentos.
Mas esses manejos partem de cerlos homens
que abuso do sua influencia, que acenam a uns
e oulros cora a reeleico, e a outros ameaQam
com a derrota.
Nada mais do que isso era preciso para o ora-
dor redebrar de esforcos para fulminar o projec-
to em discusso ; esses esforcos tero um duplo
fim ; matar no senado a reforma eleloral e fazer
cahir na cmara a lei bancaria, esse cdigo
monstruoso, que o orador considera um contra-
seoso e urna immoralidade.
O Sr. Nabuco podia ainda responder que a
queslo do art. 6 da constituico nao nova,
milito anliga e j moilo cstudada, ao passo que
a reforma eleloral apenas de dias.
s nulil como pernicioso ?
A questo nao esl em saber quem fonm os
primeiros que pregaram ou promoveram as re-
formas ; fossera elles quem fossem, bem certo
que preciso oppor um dique a essa torrente re-
formista, que amea^a levar de rojo emsua furia
at o raagestoso edificio de nossa constituico
poltica.
O Sr. presidente do conselho disse que n op-
posicao quer deixar pendente a discusso do pro-
jecto para delle servir-se quando estivor no po-
der como instrumento de dominio. O orador
aceita osla confisso, que desoja fique consigna-
da ; o projecto actual urna arma perigosa nas
mos do governo, e fique consignado, quer para
sieso para si esta arma mortfera. A vsla des-
tas palavras do Sr. presidente do conselho espora
que o senado unnimemente o sem hesitar rejei-
tar o projecto.
E que garanta tem o actual gabinete mais do
que qualquer oulro para que se lhe confie essa
arma ?
O senado nao deve confiar armas to pegosas
a gabinete nenhum, seja on au digno da sua
confianca.
Tendo respondido ao Sr. presidente do conse-
lho, o orador passa a expender novas rozes para
justificar o seu requermento. Pondera que mu-
co lempo resta ao senado para discutir as leis an-
nuaos, que nao podem deixar de ser votaaas,
mormente a de fixago de forcas, pois na emer-
gencia em que nos podemos achar de qualquer
conflicto com os estados argentinos, o governo
nao pode flear privado dos meios legaes para
sustentar os direitos c a dignidade do im-
perio.
A lei eleitoral, porm, um assumpto que em
vez de ser urgente dee ser discutido com toda
a lenlido, estudo e cautela, como se tem proce-
dido 11 j Inglaterra nas poucas reformas eleiloraes
que all se teem tentado. O orador discorre ain-
da largamente insslndo pela necessidade do seu
requermento.
Dada a hora, o Sr. presidente declara a discus-
so addiada, e d para ordem do dia da segunte
sesso :
Primeira parte at ao meio dia.
Discusso da redaejo queso acha sobre e me-
sa, e as outras materias j designadas.
Segunda parte.
Conlnu3co da discusso addiada.
Levanta-se a sessao s 3 horas da tarde.
SESSAO EM 28 DE JULHO DE 1860.
Presidencia do Sr. M. 1. Cavalcanti de Lacerda,
A's dez horas e 50' da manhaa, o Sr^presdeo-
te abre a sessao, estando presentes 33 Srs. se-
nadores.
Lida a acta da anterior, approvada.
0 Sr. Io secrelario d conta do segunte
EXPEDIENTE.
Um aviso do minUterto dos negocios do irope-
Logo que urna medida nao immediatamente
votada, que alguem se levanta para fazer qual-
quer observaco, logo se atlribue isso intenjo
de prolelar.
Passando materia, o orador historia a marcha
que leve a reforma eleitoral de 1855. Mostra
como essa reforma tnha a seu favor una opinio
formada no paiz, e como as cmaras, confiadas nu
sincedade com que o chefe do gabinete decnto
cuslumava desempenhar as suas proraessas
linham dado o seu a-sensu medida.
Entretanto essa lei foi votada com demasiada
celeridade, esem que o governo tivesse os dados
positivos suflicientes para a sua boa execuco.
Era natural que a lei se resentisse dessa falla,
e que apparccessem em sua primeira execuco
muilos tropeos e queixas.
Entretanto percorreodo todos os relatnos de
1855 al hoje, todos elles sao unnimes em re-
conhecer que as eleices a que se procedeu pela
nova lei correro tranquillas e regulares.
Islo basta para justificar a loi existente, c a
desuecessidade desui reforma.
O defeito de nossas eleices est quasi todo
nas qualificaces e nas eleices primarias. Para
remediar os males que d'ah provm nao se acha
urna s providencia na nova lei.
Nao ha petices, nao ha represenlaqes que
ni ostrero a necessidade da nova lei: ella veio
simples e nua da cmara dos Srs. deputados,
sem um documento em que se baseasse a sua
necessidade : o senado nao ha de jurar nas pala-
vrasdo actual ministerio, quando todos os seus
antecessores dizem que a lei existente -boa.
O orador nao concebe meio termo nesla ques-
to ; ou ha de se voltar loi anliga, ou ficar-se
na que ora est em vigor.
Abunda em consideraces mostrando que a lei
nova tem graves inconvenientes e nao sana
nenhum dos inconvenientes da lei existente.
Vota contra o projecto.
Dada a hora o Sr. presidente doclara adiada a
discusso, e d para ordem do dia da seguinle.
sesso.
1.a parre at o mtio dia.3.a discusso de
varias proposites da cmara dos deoulados au-
torisado o governo para mandar admitlir ma-
tricula e exame do 1, anno das faculdades de
direito e de medicina do Imperio a diversos
esludantes; e as outras materias j desig-
nadas.
2.aparle.Continaco da discusso adiada.
Levanta-se a sesso as tres horas e cinco
minutos da tarde.
SESSAO EM 30 DE JULHO DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti de.
Lacerda.
A's 10 horas e 50 minutos da manhaa o Sr.
presidente abre a sesso, estando presentes 3X
Srs senadores
Lida a acia da anterior approvada.
.'. \


(2)
IKtttlfO DE PEMMfBBOCO. SE'}0?E>A FDFR 27 DE AGGST6 DE 1860.
Nu ha expediente.
O .S>. (Jaeiroz Coutidlio' participa que a de-
pulago encarregada de felicitar a S. M. o Impe-
rador pelo anouversarie natalicio da screnissiraa
princeza imperial havia cumprido easa misso, e
que elle como orador da mesma deputaco pro-
nunciara perante o mesmo augusto seuhor o se-
guale discurso. Vide Jornal de 30.)
Ao que S. M. o la>pecador se dignou de dar a
seguidle resposta :
con o maior prazer que recebo a mani-
feslaco dos senlimenlos de amor e lidelidade
que o senado consagra a oinn e minha fami-
lia.
O Sr. Presidente declara que a resposta de
S. M. o Imperador recibida com muito especial
agrado,
Comparecem no decurso da sesso mais alguns
-Srs. senadores.
PRIMEIRA PARTE DAOREM DO DIA.
Entram em 3a discussao, cada urna por sua
vez, e sao approvaas sem debate para subir
sanego imperial, as seguintes proposiges da
cmara dos deputados autorisando o governo
para mandar admittir ; Io, matricula e exame
do 1 auno da faculdade de direito do Recife a
Manoel de Andrade Harlios Vallasques ; 2,
matricula e came do Io auno da faculdade de
medicina do Rio de Janeiro a Jos i'ereira da
3a, a matricula e exame do Io auno da mesma
Costa Multa ; faculdade a Sergio Jos de Oliveira
Santos.
Segue-se a 3a discussao da proposito da mes-
ma cmara autorisando o governo para mandar
matricular e admittir a exame do Io auno da fa-
culdade de direito de S. Paulo a Eduardo Mei-
relles Alves Morcira.
O Sr. visconde de Abael oflercce as seguintes
emendas.
1." Depois das palavras Eluardo Meirelles
Alves Morciradiga-se e a Hcnrique Antonio
Alves de Carvalho.
2.a Era lugar do aprsenlediga-sc apre-
sentcm,e em lugar delhediga-seIhes.
Paco do senado em 30 de julho de 1860.
Visconde de Abael.
_ E' apoiada, e onlra conjunctamcnle em discus-
sao, concluida a qual, passa a emenda.
Tem lugar a 3a discussao do proposito da dita
camora autorisando o governo para miiudar ma-
tricular no 1 anno da faculdade de medicina do
Rio de Janeiro a Fabio Sizino Bastos da Silva.
Vera mesa as seguintes emendas :
.< 1.a E a Ezequiel Alfredo dos Santos Ribeiro,
feito o extrae de historia exigido pelos estatutos.
33 de jultio de 1860. Vasconcellos. Das de
Carvalho.
2.a Emenda addi'iva. E tambero a mandar
matricular no 1" anno da faculdade de medicina
da Babia o cstudanle Marcos Antonio Monteiro
da Silva, e adiuitti-lo a facer acto das malcras
do dito anuo, moslrando-se para isso habilitado
na forma da legislado era vigor. Pago do se-
nado, era 30 de julho de 1860. Almeida o Albu-
querque.
Sao arabas apoiadas e entrara ccnjunctamenle
cm discussao com a proposito, linda a qual pas-
io as ditas emendas.
Passa-se discuso da proposigo da referida
cmara autorisando o governo, para mandar ma-
tricular no lanno da faculdade de direito de S.
Paulo a Pedro Lui/. Rodrigues liorta.
Sao offerecidas as seguales emendas;
1.a Igual favor se couceda ao cstudanle Mi-
guel Pguelrda de Paria., para fazer o ultimo
exanie que lhe falla dos preparalorios.c ser addi-
miliido a fazer acto do 1" auno jurdico, que es-
t ouvindo. Salva a redacto. Paco do senado,
30 de julho de 1860.J. A. de Mirauda.
2.a Additiva. E' o governo aulorisado a
mandar admittir a matricula c acto das materia,
do 2" anuo da faculdade de direito do Recites
depois de ler sido approvado no das materias do
Io armo, o estuilanle Ernesto Julio Bandeira do
Mello, moslrando-se para isso habilitado na for-
ma dos regularaentos. Pico do senado, 30 de
julho de 1860.Dantas. '
Sao apoiados e entrara cm discussao conjunc-
tamcnle cora a materia principal; c encerrado o
debate passo ambas as emendas.
Entra era 3a discussao a proposicio da sobre-
dita cmara autorisando o governo para mandar
matricular e admillir a exame do 1" auno da fa-
culdade de medicina da Baha a Thomaz Louren-
co da Silva Pinto.
O Sr. Almeida de Albuquerque fez a seguinle
emendas subsiiluilivas :
Pica o governo aulorisado para fazer matri-
cular na faculdade do medicina da Babia a Tho-
maz Lourenco da Silva Pinto, levando-sc-lhe era
conta os exames preparatorios feitos na faculda-
de do direito do Recife.Paco do seuado, em 30
de julho de 1860.Almeida e Albuquerque.
E' apoiadii, o entra conjunclamente em discus-
sao, liada a qual passa a emenda.
O Sr. Presidente declara que as emendas offe-
las e approvadas era 3a discussao das propo-
sitos aobre os esludantes Eduardo Meirelles Al-
ves Muro-ira, Fabio Sisino Bastos da Silva, Pedro
Luiz Rodrigues Iloria, e Thomaz Lourenco da
Silva Piulo lero a ultima dfscusso na seguinle
sesso, Picando reservada para depois de sua ap-
iro.a'.ao mi rejeieo a volaeao final sobre a ap-
provac&O das proposices.
SEGUNDA PARTE DA ORDEM 1)0 DA.
Contina a 1' discussao, adiada pela hora na
sesso antecedente, da proposicio da cmara dos
deputados qu altera algumas disposices da le-
gislacau eleiloral.
O Sr. Yascor.ctllos acha-se maravilhado com
o silencio que guardara os mernbros do gabinete
e a maioria que o apoia : nem mesmo depois do
discurso do Sr. Dias de Carvalho se resolverao a
tomar a palacra e acudir ao reclamo da miuora,
ellos a quem coire o dever de defender o pro-
jeeto.
O orador sempre entendeu que so dees toda a
COnsideracao as minoras, quaudo conscienciosas
exprimen) verdades que, se nao podem ser con-
testadas pela palacra, muito menos pelo silencio,
O silencio o recurso dos que nao tem razo e
iam-se na forca numrica.
" silencio entre nos nao pode ser erguido em
syslema, porque importara a morle do systema
reprcsenlatico.
O que se receia com a discussao ? que esta lei
naoseja volada este anno ? Este icceio ir.-
fuudado, pois o poder executivo lera o direito de
prorogar, pelo lempo que julgar conveniente, os
trabathos legislativos.
F.sse procedimento pois nada mais significa se-
rian o desprezo pela voz da minora. Erabora
leona fallado ura s orador impugnando o pro-
jeclo, esse orador pedio explicages que ainda
nao foram dadas, produzio objecces que ainda
nao foram respondidas.
Se o illuslre estadista marquez de Paran se
crguesse hoje do tmulo em que repousa, como
nao se encheria de sorpresa e de justa indigna-
cao vendo essa lei, que tantas fadigas lhe cuslou,
cahir agora aos golpes de seus proprios amigDs,
daauelles que o auxiliararn na adopgo dessa idea.
Ouereria esse dislinclo estadista fazer urna
simples experiencia ? Nao por Certo : a lei de
reforma eleiloral de 1855 tinha urna alta signii-
cagao poltica. Ella leve por Dm a allianga de
todos os liomens honestos de todos os partidos.
O dislinclo estadista comprehendeu que nfio era
chamando oshomens ao banquete do orgauen-
toque essa allianca se podera operar ; compre-
hendeu que para esse flra o melhor meio era
decretar urna reforma ha muito lempo reclama-
da pelo partido que mais Bidente se mostrava
das latas eleiloraes, decretou a lei da eleicao
por circuios.
S o desejo de apagar at o ultimo vestigio
dessa allianca poderia dar lugar a propor-se urna
le que nao s altera, mas revoga a lei exis-
tente.
Nao se tem mostrado ainda quaes sao os in-
convenientes praticos da lei existente ; nao cxls-
tera fados que prove-m a necessidade da refor-
ma; os rclatorios j lidos pelo Sr. Dias de Car-
valho na sesso antecedente fazera das elei-
coea feilas pelo novo syslema o mais pomposo
elogio.
O nico que apona a necessidade da reforma
o o relatorio do actual Sr. ministro do imperio,
roas nao ajusliga ; parece mesmo, pelo que dol-
i se deprehende, que o governo est em du-
vida a este respeilo. E ser decoroso ao senado
era ossuuipto de tal gravidade approvar urna
medida sera ter eselarecimentos ?
A quera-principalmente corria a obrigaco de
combaler este projeclo I ? Era por certo a esses
que era l8o5 combalerara cora tanto vigora re-
forma eleiloral como inconstitucional ; eram es-
ses que deviam ser os primeiros na estacada pa-
ra combaler um projeclo quo amplia as incom-
patibilidades. Mas esses nao s guardara silen-
cio, como al abandonara seus assentos reti-
ram-sc logo que entra em discussao esta' mate-
ria. Como explicar este procedimento? por ven-
tura o que era inconstitucional enlao nao ago-
ra ? ou eslarao tambem esses senhores raellidos
na are da allianca de Moyss para nao explica-
rem o seu procedimento, para se nao resalva-
rera da incoherencia ?
Mas essa allianca de inleresses, pequeos em
relagao gravidade da materia, nao deve pre-
ponderar a ponto, qve por amor delta os sena-
aoros que em 1855 combaieram a reforma elei-
loral hoje se conservera silenciosos e abandonem
as cadeiras para ireni-se distrahir : o quo disto
eeoonclue_e que esses nobres senadores eoten-
dem que nao devem ao pai* explcago alguma
4e seu procedimento.
O orador nao se propoe a demonstrar quaes
sao as vantagens da eleigo por dislricloa. Essa
demonstracao j est feita em nosso parla-
mento e nos parlamentos estrangeiros: O que
quer assignalar de um modo solemne qun
nao cabe ao senado alterar urna lei sem a
mais leve explicago dos motivos que aconse-
Iham a reforma.
O orador mostia que a excellencia da eleigao
por circuios est demonstrada e recoohecida no
paiz e fora del le.
Entretanto o projeclo actual entera urna al-
teraco profunda desse systema; uma tenta-
tiva muito pronunciada para voltar ao antigo
syslema, aos lempos das lulas o dos desregra-
nunlos dos partidos.
Nao seta verdade a proposigo que sa fora
do senado, que embaragos eleiloraes de alguns
caudidatos occasionara a presente lei? O ora-
dor nao acredita fcilmente nesses boatos, roas a
insistencia -era que o Sr. presidente do couse-
Iho promove a passagem da lei d torga a esses
boatos.
O Sr. Presideute do conselho, com ura tora
que o orador nao qualilicar, porque nao o tenba
casa, j disse que a lei passar. Passar, sim,
porque o governo j dispoz os seus elementos,
e a discussao est vedada no senado. Mas fique
S. Exc. certo que anda ha de vir tempo em que
esse jugo que hoje se impe aos oradores da oppo-
sico, ser sacudido, e a discussao sera Iivre.
U projeclo era discussao desvirta completa-
mente a lei existente: com o alargamenlo dos
circuios a influencia individual ser anniquilada
e substituida pela influencia do governo.
A opiniao dominante em um districto eleiloral
poder ser abafada pelos dous outros que se lhe
incorporara.
A lei de 1855 parece ter salisfeito completa-
mente a espectativa publica; os beneficios que
della se esperava se tem realisado: havia queixa
do que a cmara eslava cheia do raembros do
poder judiciario; hoje, entre cento e tantos de-
putados. apenas se acham 17 juizes de direito.
Qual a razo por que a lei cletoral desagrada
cmara dos Srs. deputados? nao tem I assenlo
tantos dislnctos talentos? e porque desagrada
ao gabinete? nao tem ello encontrado all lao de-
cidido apoio? porque pois o governo trata essa
cmara com tanto desdora?
Se cmara dos depuiados approvon a nova
lei, foi isso devJo s instancias do governo. A
prova esl no procedimento do Sr. ministro do
imperio a respeito da emenda que all foi oflere-
cida prohibindo oos deputados accitarem cargos
pblicos durante a legislatura de que forem
mernbros.
Mas todas estas consideracoes sao nada em
comparagoda autorisegao que se d ao governo
para marcar o numero de eleitores em cerlos ca-
sos. A limitacao vaga que se pc a esse arbitrio
pode ser illudida, e o governo fica munido de
urna arma poderosa para fazer as eleicoes a seu
talante.
O orador, depois de largas considerages nesle
sentido, termina dizendo que o Sr. presidente do
conselho nao se deve fiar mais nessas adheses
passageiras, lilhas do inleresse do dia, do que
no apoio conscicncioso daquellesque sempre mi-
litaran! com S. Exc. : A arca da nova allianca
lera o engodo do man eleiloral ; mas, passada
a eleicao, as cousas raudaro de face, e o Sr.
presidente do conselho para o anno se ver obli-
gado a resignar o poder, dizendo cora o poeta
latino :
los ego versculos feci: lulitaller honores.
Vola contra o projeclo.
E' ollerecido o seguinle requeriracnlo :
Peco que se convide o Sr. ministro do impe-
rio para assislir a prsenlo discussao.Vascon-
cellos.
O Sr. D. Manoel abunda em considerages im-
pugnando o requerimento em discussao.
E apoiado, e entra era discussao, suspensa a
da materia priucipal.
Dada a hora, o Sr. presidente declora adiada a
discussao, e d para ordem do dia da seguinle
sesso :
1" parle, al ao meio dia.3a discussao de va-
rias propositos di cmara dos deputados, auto-
risando o governo para mandar admittir matri-
cula c exame do Io anuo dasfaculdades de direito
e de medicina do imperio a diversos esludantes;
ultima uiscussSo das emendas apreseuladas na
3" discussao das que sao relativas a Thomaz Lou-
renco da Silva Piulo, Eduardo Meirelles Alves
Morcira, Pedro Luiz Rodrigues Hurta e Fabio Si-
sinio Bastos da Silva ; 2a discussao do projeclo
do senado regalando os dircilos provenientes de
residencia de que trata o artigo 6 l da consli-
tnicao.
V parle.Continuaco da discussao adiada.
Levuutu-so a suaso as 3 horas da tarde.
recommendando aos representantes procuras
conservar a harmona da familia parahibana.
A Boile foram presentes em palacio toa** *e
senheres deputados, onda encontrarais aaa
bella e escoliada reuaio das pessoas man gra-
das da capital.
O presidente e sua digna consoitc foram i-
cansaveis em obsea,oiarem sem distinc.ao a lo-
I dos que so dignsram tomar parte nessa reuniao,
qne pareca nao constar de homens que com-
. mungao principios diversos, e as vesperas de
I eleigoes para que se preparara.
A reuniao esleve brilbanle e bastante anima-
i do, era urna fesla de familia.
Segu nesto vapor o r fieiva, digno chefe de
polica desla provincia, que vai ah medicar-se,
visto terein-se agravado os encommodos que
soirria.
Desojamos a S. S. prompla e feliz viagem ,
que breve torne para exercer o cargo que dig-
uaraento oceupa.
23
Somos infelizes com os vapores, estamos sem-
pre sujeitos a pressa das senhores coraraandan-
les de taes barcos. Mas o que se Ihes ha de fa-
zer quandoteera elles a desculpa de falta d'agua
uo porto ?
A lal pressa foi causa de urna falta que
devia ter encontrado no recebimenlo da an-
terior, na qual me refcii eu ao Imparcial que
publicou o discurso do presidente da assembla
provincial, e a resposta do da provincia: quan-
do mandei para o correioo numero desse jornal,
j era tarde I
Quero supprir a falta que nao foi mnha, e sira
filha da pressa de outros, transcrevendolno cor-
po ds presente ditos discursos: ei-los.
Illm. e Exux. Sr.X asserabla legislativa
provincial summamente penhorada da louvavel
e poltica harmona, que felizmente renou en-
tre ella e o governo da provincia que sempre se
dignou de honra-la com o seu forte e leal apoio,
dislinguiodo-a cora o maior aprege e considera-
gao, acaba de resolver sob indicago de um
de seus mernbros a mauifestagao sincera e
solemne de seu reconhecimento para cora a ad-
minislragao actual, do cuja illustrac.o e djjni-
dade espera os mais sinceros e etticazes esforgos
pelos verdadeiros e legtimos inleresses da pro-
vincia, que teem a honra de representar.
Nesta confianga, e ainda na conviegaode que
s por accordo, e mutuo auxilio podem os dous
poderes concorrer por seus actos para a prosperi-
dade do paz, a assembla provincial lera a hon-
ra de vr por si mesma perante V. Exc. manifes-
tar-lhe com a maior franqueza e siuceridade oe
seutimentos de quo se acha possuida.
Parahiba 15 de agosto de 1860.Filippe De-
nicio da Fonseca Galco.
O Sr. Silva Nunes digoou-se responder nos
seguintes termos:
Penhoram-me profundamente as expresses
de benevolencia da asserabla provincial.
Agradece cordealmenlc o auxilio e apoio
olficaz c decidido, que liouve por beui prestar-
me, e desejo que os Ilstrese honrados depu-
tados, de volla a seus lares, tratera de promo-
ver exclusivamente os inleresses bera entendidos
da provincia, para o que devem so harmonisar
todas as ideas, para a que devem convergir na
maior uniao e com a maior calma todas as virtu-
des, lodos os esforgos.
Assira o espero, e estou cerlo que na sosso
do aano vindouro nos congratularemos recipro-
camente pelos benficos e importantes resulta-
dos que colher a pronuncia dessa poltica, ni-
ca que enlendo devenios todos seguir as cir-
cumstancias actuaes.
Palacio do governo da Parahiba 15 de agos-
to ^le 1860.Luiz Antonio da Silva Nunes. a
La prova mais robusta do hora caraiuho que
levara os negocios pblicos esse procediraenlo
expontaneo e unnime de nossa assembla.
Antes de passar odiante cumpre-mo chamar a
allenco de quem inleressar possa para um acto
do irjqualiicavcl grosseria de que foi victima o
O Sr. Silva Nunes era resposta breve e pieci- rianiente esaperceidos. lslo se d laulo as
sa agradeceu as expresses assai lisongeirae. iprovincias, como na corte; o a imprensa da edr-
cssa prova lao alta do apreco e contlanga qt 4e, como a das provincias,* nimiamente tolerante
acabava de recobcr da asembla provincial, para os pequeos aDusos
raauifestou seus bons desejos pelo bem estar da Quando em todas as provincias do imperio se
provincia, que eslao justificados por seus aetoa, aohavam organisados com regularidade os parli-
reCOaamcndando aOS renresenlnntns nrnniruaaai dru). iu sa nnmkni;.... .!.___j_____.- __ __
doa, qe se combatiam alternadamente no go-
verno e na opposigo. ensinava-se na corle urna
doutrm nova, que se anounciava come eminea-
leraenle social e civilisadora.
pa o indifferentismo poltico, que se traduz
pela ondescandencia mulla dos homens pbli-
cos, a respeito de todos os actos do governo,
anda mesmo contra suas piuies. Pregou-se a
concihacao dos partidos, como a ultima expresso
do bem estar social e a percursora de urna paz
octaviana. r
Para um estado, cuja forma de gocerno exige
para a sua boa direccao o trabalho harmnico de
-------------------s-~ ..VM,.,V uaiuiUliibU uo
dous partidos, do governo e da oppbsigao, o in-
eo outro cora urna raorte que se diz ler sido ca-
sual ; e o termo de Iogazeira com ura crirae de
eepancamento. Na povoacao dos Afogados, su-
burbio desta ctdade, deu-se um crime de fe r-
menlo grave.
A polica de differenles pontos da provincia
capturou alguns criminosos.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia foi, no
dia SI do corrente, vizitar os trabalhos da se-
gunda secgo da estrada de ferro, que tem de
ser aberta ao transito no dia i de dezembro. S.
Exc. foi at villa da Escada e voltou no mes-
mo dia.
Demandarsm o nosso porto, durante a
semana, 1! erabareages mercantes, cora a lota-
gio de 8,032 tonelladas. Sahram, durante o
mesmo espago de tempo, 10 embarcagoes mer-
cantes, com a lolaco de 5,007 toneladas.
Renderara, durante
- a mesma semana: a
j.--T~.------'.~.P'.,yw ".' ppwtf u v in- alfandega, 52:666jl21 res ;o consulado ee-
d.tfcpen .smo poltico e um elemento de dissohi- ral 3:1805223 res ; a recebedoria das rendas
? *de more' .Mas adou,'" a ensinada geraes internas. 9:0579234rcU -^o consulado
pelos jornaes da corte, era proclamada no paila- provincial. 6:6003721 is.
nenio, era nnsli em nmiii.-, n.n.n.. _._:-._ r
ment, era posta era' pratca" as alias regioes
sociaes.
O ensino e o exemplo. que vem do alto,
seguido quasi sem reflexao. Em pouco lempo
os partidos acharam-se dissolvidos, e sobre as
suas ruinas ficou em pee sobranceira urna nica
insiituigao, que foi o governo.
Hoje, pois, uraa iniquidade accusar-o a
imprensa provinciana por ter acceilado o ensino
e o exemplo da imprensa eortesa. Deixai que
o paz se reconstilua como eslava e como deve
estar; deixai que se desacredite a doutrina do in-
diferentismo poltico; deixai que se reconheca a
necessidade d'essas duas forgas. que nos paizes
livrescharaam-segovernoe opposigoeveris
que a imprensa provinciana saber preeneber a
sua nobro misso.
Pelo que respeita a situagao actual das cousas
em Peruambuco. a aecusago feita pelo Regene-
rador e completamente injusta e infundada A
adrainislragao doExm. Sr. r. Ambrosio Leilao
da Cunlia est ainda em principio, e os poucos
actos de seu governo revelam \ parte deS. Exc.
muito conhccimenlo dos negocios, muito tino e
grande desejo de prestar os seusservicos a esta
provincia.
O movmcnlo geral da alfandega, durante
--------------- p----- ">hol uutaiue Sorteadoo os
o mesmo espaco de lempo, foi de 3,817 volumes,!e Sil va Gomes
a saber : volumes entrados com fazendas, 83:
cora gneros, 1,907 ; total dos volumes en-
trados, 1,990. Volumes sahdos com fazendas,
1.127 ; cora gneros, 700 : total dos volu-
mes sahdos, 1,827.
Falleceram durante a semana 5-i pessoas, sen-
do : Uvres, 16 homens, 14 mulheres e 13 prvu-
los : escravos, 3 homens, 4 mulheres e 4 pr-
vulos.
Recorreute, Anysio Salalhiel Carneiro da Cu-
nta ; recorrido, o conselho.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Figueira do
Mello c Silveira.
Deram provimento.
Recorrente. Anysio Salatbiel Carneiro da Cu-
li ', recorr'do. o conselho.
Relator o Sr. desembargador Lourengo San-
Sorteados os Srs. desembargadores Figueira
de Mello, e Silva Gomes.
Negaran) provimento.
ecorrente, Jos Joaquina Lopes de Almeida ;
recorrido, o conselho.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira e
Figueira de Mello.
Nao toma rara conheci ment.
AUGRAV DE PETig.iO.
Aggravanle, Francisco Luiz Caldas ; aggrava-
do, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Figueira de Mello-
ados os Srs. desembargadores Silveira,
REVISTA DIARIA-
Sabbado anda nao levo lugar a abertura
dos trabalhos da presente sesso do jury desle
termo. '
Temos ouvido fallar que no dia 21 deste
dera-se, para bandas do sitio da Bocio, um con-
tacto entro soldados do 9 e 10 btalho de li-
, nha, do qual resultou o ferimenlo do corneta-
mor desle, e de um soldado chamado Frederico.
i daquello btalho.
I E' preciso que a exaelidao ou veracidade desto
boato se verifique ; preciso que soja svndcada : tiago.
essa noticia <>m ei n., ?... n.*..'.......I .?....
Negou-se provimento.
BECIRSOS CR1HES.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Manoel Joao da
Silveira.
Relator o Sr. desembargador Figueira de Mello.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Go-
mes, Lourenco Santiago e Silveira.
Improcedente.
Recrreme, ojuizo ; recorrido, Alexandre Jos
de Andrade.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargidores Gitirana,
Figueira de Mello e Silva Gomes.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Filippe Alves
do Espirito Saulo.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Figueira de
Mello. Lourenco Santiago e Silva Gomes.
Improcedente.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Joao Cavalcan-
U de Albuquerque.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
casa noticia em si, pira que nao fiquem sema
dcvida punigao actos to reprovados, se que el-
les liveram efiecliva existencia.
Pedem-uos para lembrar a conveniencia da
collocagao de um lampeo no largo da Soledade
na entrada da estrada de Joao de Barros ; visto
quo essa localidade exisle mu obscura pela dis-
tancia, que vai dos existentes all entre si, aceres-
PERNAMBUCO.
RECIFE, 25 DE AGOSTO DE 1860.
S SEIS HORAS DA TARDE.
Retrospecto semanal.
Durante a semana tivemos noticias da
pa pelo paqi
panhia anglc
vincias do
mesma compa....
O Jason, que sahia de Lisboa cinco dias de-
pois do Extrcmadure, pouco adanla de novo.
A emprezade Garibaldi ia por dianlc. O dic-
tador da Sicilia tinha conseguido apossar-so de
Mellazzo e de Messina, que as forgas reaes ainda ,
conservarara-se na ilha. O ataque de Messina os actuaes, c por conseguinte torua-se aquello
fora renhido e causara perdas consideraveis, Pn, obscuro, tanto mais quanto para isto anda
tanto as tropas reaes, como as do dictador, conrreui a casa saliente para a ra quo ah exis-
le, e o respectivo muro.
| Igual lembranga fazem-nos com relagao ao
, hm da ra do Pires, onde pela altura da casa do
; br- *eg reclamada a collocaco de mais ura
candieiro; porquanto ha grande distancia entre
que se diz Qcra ferido 'cora seu lho.
Garibaldi preparav.i urna expedicao de 10,000
omensde suas melhorcs tropas para ir cora ; a.n oxcepcao, quo na madrugada de '24, quasi a
Informa-nos lealemunha ocular alera de to-
itb chefe de polica desto
Silva Neiva.
Ichaca-se S. S. na agencia onde fora
........-.x- ..K..o para
ellas dar desembarque no continente. Dizia-se
que o desembarque seria nos Estados Pontifi-
cios, e que dahi seguira a expedicao para a-
ples.
Constava que Francisco II se dirigir ao re
Vctor Eramanuel, seu primo, pedindo-lhe que
servissedo intermediaria enlrc elle e Garibaldi,
alira de que este se abstivesse de revolucionar
o continente. Tambem se duia que, em virlude
desse pedido, Vctor Eramanuel mandara a Ga-
ribaldi ura emissario solicitando a sua aquies-
cencia a um armisticio de seis mezes, c que
coniquanto nao houvesse noticia do resultado
desta embaixada, suppunha-se que (aribaldi nao
consentira em demorar a marcha da revo-
luco.
Entretanto as cousas iam tomando ura cara-
nh) muito favoravel a Francisco II, cujos actos
continuavarn a manifestar de sua parle e since-
ro desejo de mjnter a nova ordera de cousas. A
provincia Dr M J "ejo ue manter a nova ordera de cousas. A
* i sublevagao da guarda real contra a constiluico
pagar a
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE TER-
NAHBUCO.
Parahiba, 15 de agosto de 1S60.
Nao esperava hoje pelo Tocanlins que esl a
barra, serei por tanto lacnico.
Passou era terceira discussao o projeclo que
aulorisa o presidente a subvencionar a compa-
nhia pernanibucaiia at a quanlia de seis contos
de reis.
Disse na anterior quo a assembla provincial
tinha actualmente mais coofianca nessa compa-
nhia, que sob a gerencia de u u cavalheiro des-
tnelo, pois bera essa conlianca den lugar a
prompta adopcao de autorisago de que lhe fal-
lei. A medida foi da.assembla, nao perlence a
este ou aqulle individuo, todos s deputados
a excepcao de um ou oulro concorrCra com seu
valioso apoio em favor de subvenyo, a glora
perlence a toi'os.
E' um beneficio de que poder trazer bascan-
tes vantagens para a provincia.
O Sr.Silva Nuuoscontinua na senda do impar-
cialidade que encetou, sem ainda ter merecido a
nieiur censura dos jornaes que represenlam as
parcialidades.
Foi riomeado chefe da primera seccao da se-
cretada do governo o r. Antonio de Souza Car-
valho, mogo honesto e intelligente, e que per-
lence a parcialidade que representa na provin-
cia o partido liberal do paiz.
E' mais ama prova de iinparcalidade do Sr.
Silva Nunes, que para os cargos procura to so-
raente a honeslidado e inlelligencia.
Segu nesle vapor o Dr. chefe de polica que
ah vai Iratar-sc de certo encommodo que sof-
fre : fazeraos votos para que volte S. S. o mais
breve possivel nteramenie restabelecido.
Escrevo-lhe lao somente para nao deixa-lo
sem noticia, e antes do acabar devo informa-lo
que os seus Diarios sotTrem uraa grande demore
no correio desta ctdade; por que o numero da
estafetas diminuto, e da-se preferencia no
numero aos jornaes da provincia e correspon-
dencia ofFicial. E' sabido que o actual admi-
nistrador do correio procura bem cumprr seus
deveres, e empenha lodo3 os seus exforgos em
bera servir o cargo que oceupa; mas v-se tolhi-
do por falta de recursos.
Bora sera que o seu jornal pedisse, a quera
compete, providencias, para que nao conlinuem
seus assignanles do interior a sotTrcr a falta de
entrega de jornaes, o que correr necessaria-
mente para diminui-los.
,. -17-
O alvgarciro do novo telegrapho fez-se andar
atropellado com signaes de vapores ao norte e
sul, quando s demandou nosso porto o vindo
da ultima direego.
Obseryou a capital desta provincia um fado
talyez virgem no paiz, o comparecimento no pa-
lacio da presidencia, da assembla provincial,
que se linha reunido para a sesso de encerra-
mento, que era seu norae e era nome da pro-
vincia, agradeceu o modo franco e Ilustrado
por que sao regidos os negocios pblicos.
O digno priraeiro secretarlo offereceu a con-
sideraco da assembla urna indicaco motiva-
da para que a assembla em corporagao, por
intermedio do seu presidente, lizesse patente
ao digno administrador a salisago e jubilo do
que esleve ella possuida pelas provas de cons-
tante harmona e confianga que dispensou S.
Exc. durante os trabalhos legislativos alm do
aprego com que so dignou considerar lodos os
actos da assembla que subram a sanego.
Estiveram presentes vinte e tres deputados e
nenhum se quor so oppoz a indicago, que foi
approvada unanimimenle, comparecendo a urna
hora da larde lodos os vinte e tres deputados,
que tinham a sua frente o digno deputado padre
Galvo, presidente da mesma.
Na sala do docel, ante a efigie do imperador,
o Sr. padre Galvo por si e como interprete fiel
dos sentiraentos da asserabla pronunciou um
bollo e resumido discurso, expresso verdadeira
de seu pensar o dos demais deputados.
agem para seguir uo fbeantfna, para essa
eiJade e o immediato desse vapor, quando o dig-
no agente fez ver ao dito ollicial que o Dr. Nei-
va segua no escaler do vapor, que mais bem
equipado facilitara melhor transito. Esso Qui-
cial grosseiramente se oppoz a ida do Dr. Neiva
no escaler, ao que o agente repellio cora o dig-
nidaJe que lhe propna, fazendo sentir que ha
recommendacoes especiaos da gerencia para dar-
e facilitar-so coramodo e agasalho as pessoas
gradas e importantes, quer por si quer por seus
cargos.
O Dr. Neiva nao obstante o prompto effeilo do
observagao do digno geme nao quiz acompauhar
a esse ollicial e seguio era oulro escaler; sendo
que passou por outra decepgo vendo voltar pa-
ra trra a sua bagagem e seus criados, por causa
da maldita pressa, qne cega aos Srs. coraman-
dantes anciosos de ehegarem a melhor porto.
Consta-me que S. Exc. o presidente, dera suas
ordens para que factos tacs so nao repro-
duzam.
Cumpre observar que o digno conimandante
do Tocanlins ia muito doenle, nao podendo por-
lanto responder por fallas do seu irrno o ira-
raedialo.
Una diligencia importante foi rcalisada a 13
do corrale ; os doas escravos do Rvm. vigario
Gamillo de Mondonga Furlado, Joaquira e Rufi-
no, pronunciados era crirae e lenlalva de mor-
le, foram capturados, havendo pequea resisten-
cia de um delles que sabio levemente ferido e
um guarda nacional.
Esta diligencia, para a qual o Sr. Silva Nunes
dora ordens positivas, tira fado muito signifi-
cativo e concorrer por cerlo pora desacorgoar
a ouiros criminosos de fama e ihronica desses
escravos.
L de juslca que mencionemos dous nomos
dignos, de pessoas que dirigram e auxiliararn a
diligenciado Ur.Jos lavares da Cunlia e Mello,
juiz municipal de Campia e o coronel Eufrazio
de Anuda Cmara.
Actos taes honram aos agentes da aulordade
publica.
O Sr. padre Camillo pode agora'ter a certeza
de que lodos os seus escravos eslo eulregues a
acgo da jusliga.
O nosso mercado receben na ultima semana
202 saccas com algodo, que obteve de 6g800 a
05900 por arroba.
Nao houve entrada de assucar, e os couros fo-
ram vendidos a 8$000.
Esl carga no nosso porio ura navio hes-
pauhol.
DIARIO DE PERUAMBUCO
O Regenerador, que vie a sonhar cora elei-
coes, aecusa a imprensa provinciana por uraa
pretendida subserviencia aos presidentes, que
sao, a julgar pelo que diz o collega, os arbitros
supremos nos pleitos eleiloraes.
A imprensa provinciana esl envilecida, tem
chegado mxima degradagao moral; porque
acceita a situagao creada e pregada pelos jornaes
cor leaos; porquo nao lem querido atacarinjusla
e inconvenientemente os presidentes de provin-
cia ; porque, finalmente, nao se deixa guiar
pelos odios e malquerencas do Regenerador.
Essa aecusago do Regenerador principal-
mente dirigida imprensa da provincia de Per-
nambuco, cojo actual adminisl.ador nao pessa
das sympathias do collega. A imprensa pernam-
bucana lem com effeilo comraettido o gravissimo
neceado de julgar o Exm Sr.'Dr. Ambrosio Lel-
to da Cunha. nao segundo as in3piraces apai-
xonadas do jornal cortezo, raassegunlo os
actos de S. Exc. no cuito periodo de sua adml-
nistrogo.
A pecha de subserviencia aog accenos do po-
der, se ha provincia sobre quem possa serlanca-
da, nao de cerlo a de Pernarabuco, cujos fillios
distinguem-se pelo seu acrisolado amor da patria
eda liberdade. A historia tornece ao Regenerador
mais de urna robusta prova d'esla verdade.
Pernambuco nao recebe lieges do coracero
cvica. A imprensa poltica d'esla provincia
sempre que o exige o bem publico, nao lera dei-
xado de censurar os actos da adminislraco seja
ou nao em anno de eleigoes. '
O Regenerador deve lembrar-se da nobre e
porfiosa luda, quo suslenlou a imprensa pernam-
bucana contra a administragao, as ultimas elei-
goes de dous senadores por esta provincia.
O povo brasleiro, ou por si a propria i'ndulo
ou pelo habilo contrahido durnnte o longo domi-
nio do rgimen colonial, prc pens obedien-
cia, ao respeilo s auloridados. D'ahi vem, que
asrebellioes sao commumeule muito dOlceis de
roalisar emuito acois de comprimir; d'ahi vem
que os ados do governo, quando nao trazem o
cunho da llegahdnde manifesta, passam ordina-
* -- 0------- .w... ....... u vi/ii.n
ia ser punida com a dissolugao da guarda.
A qucsio da Syria eslava"a ponto de ser do-
rmitivamente regulada pela diplomacia europea,
leudo desapparecido o antagonismo qua a este
respeilo se manifestara entre a Franca e a Ingla-
leraa. Tinha chegado a Paris o consentiraento
da Torquia para que a questo fosse resolvida
diplomticamente. No dia 27 do raez passado
celebrou-se na mesma cidado a conferencia para
regularem-se as bases da intervengo, e no dia
30 deviam cssas bases ser assignadas pelos em-
bajadores das diversas potencias convocadas pa-
ra esse lira.
A Franca o a Inglaterra preparavani-sc enlre-
lauto cora armamentos para a expedicao.
Na Irlanda manifestara-se cora grande pro-
nuneiaraento o desejo de independencia daquel-
la ilha, c o governo inglez cuidava seria-
mente nos raeios de impedir qualqucr movmen
lo popular nesle sentido. Fallava se al era por
a lilauda era estado de sitio, e linham-se rea-
lisado algumas prises dos apostlos da inde-
pendencia.
Da He3panha, urna das noticias mais impor-
tantes era que corra all que Luiz Napoleo
pretenda que aquella nago fosse elevada ca-
thegoria do potencia de primeira ordem. Esse
desejo de Napoleo de um grande alcance po-
ltico. Dos estados de origen latina, dos que
professam a religio calholica s um, que &
Franco, reprsenla nos conselhos da Europa co-
rno potencia de primeira ordem, de sorte que os
inleresses da raga neo-latina e os da religio ca-
lholica encontrara sempre contra si a maioria
dos votos nos couselhos internacionaes. En
t hora, achavam-se completamente apagados os
lampeos do lira da ra do Pires a chegar ao hos-
pital militar, todos os da ra do Desterro al lo-
car no corredor do Rispo, c os do Campo-Verde.
E' sera davida alguma esta una grande falla
da parle da empresa respectiva, cuja altencio
solicitamos para esse servico, assim como a au-
lordade competonle nao deve deixai passar
desapercebidas taes infraecesdo regularneuto.
Por aviso do ministerio da mariuha de 6
do crrenle, foi recomraendado presidencia da
Baha que, expedisse suas ordens com toda a ur-
gencia, afim de que sejam substituidos os mas-
tros da crvela Januaria quanto antes, para
que possa ella chegar ao Rio de Janeiro era lem-
po de poder ser preparada para seguir Europa
como navio escola, para que fra destinada.
Foi acertadamente escolhida nao s pela sna
marcha superior, como por ser urna das nossas
mais bellas crvelas.
Ante-hontera tarde entrn para o mos-
queiro o vapor do guerra inglez Ardent, que na
vespera chegra do Rio do Janeiro e tundeara no
lamaro.
E' o mesmo que rocenlemenlo oqui estovo.
Foram rccolhidos no dia 24 do correle
casa de detengao 3 homens livres e 1 escravo ;
sendo 3 ordem do r. chefe de polica e 1 do
Dr. delegado do 1" diatrielo desle termo.
Lista dos bapiisados havidos nesta freguezia
da Roa-Vista, do 12 25 de agosto do correte
anno:
Luiz, braneo, nascido era 5 de ogoslo do anno
passado, lho legitimo do Dr. Luiz Rodrigues
Villares e Amelia Idilina de Oliveira Villares.
Jos, braneo, com 4 mezes e raeio de nascido, fi-
Iho legitimo de Joao de Oliveira Lima e Mara ]
da Concoico Pereira Rapo/.o.
Silvino.branco.com 4 mezes de nascido, filho
natural do Thercza Mara da Conceigo, sol- :
teira.
Joanna, parda, com 3 mezes de nascida, filha na-
tural de Felippa, cscrava.
Mara, branca, cera -I anuos de nascida, filha na-
tural de Jos Antonio de Oliveira c Alexandri-
na Naris.
llermina, branca, com um anno de nascida, fiiha
natural de Jos Antonio de Oliveira e Alexan-
drina liara da Conceigo.
Amaro, pardo, com 8 annos do nascido, filho na-
tural de Isabel Hara da Conceigo, solteira.
Amelia, branca, cora 2 mezes do" nascida, filha
legitima de Manoel Pereira Lopes Ribeiro e
Maria da Conceigo Costa.
Rosa, branca, com"3 mezes. de nascida, filha le-
gitima de Manoel do Moura Rolini e Idalina
Espinla de Moura Rolim.
de nasc-
o Espin-
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana,
Figueira do Mello e Silva Gomes.
Improcedente
Recorrente, ojuizo ; recorrido, Bonifacio Boa-
ventura dos Santos.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
Lourenco Santiago e Figueira de Mello.
Improcedente.
APPF.LLACES CHIMES.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Miguel Gomes
da Rocha Gaviao.
ConGrraada a senlenca.
DILIGENCIAS CRIMES.
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellacoes crimes :
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco An-
tonio Bandeira de Mello.
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco de Barros.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Fer-
rara.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Ferreira
da Silva.
Appellanle, o juizo ; appellado. Jos, escravo.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Leo Papa de
Santiago.
Assignou-se dia para julgamcnto das seguintes
appellacoes crimes :
Appellanle, Francisco Barbosa de Almeida Cas-
tro ; appellado, o juizo.
Appellanle, ojuizo; appellado. Benedicto de
Souza.
Appellanle, o juizo; appellado, Joao Francisco
da Silva.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Pin-
to de Sooza Ramos.
Appellantc, Antonio Soarcs de Medeiros ; ap-
pellado, ojuizo.
appellado, Manoel Fer-
appcllada, Avelina dos
Napoleo, assira como todos qs homens pol-
ticos da Europa meridional, reconhecem a ne-
cessidade de uraa intima anic de lodos os po-
vos da raga neo-latina contra as tendencias de
predominio e de absorpeo ,que existe da parte
dos povos'da raga slava. no sentido desta
uniao que tero obrado Napoleo.
Ura dos seus actos, que revelara esto pensa-
mento, foi o do auxilio que preslou Sardenba
e a influencia que continua a exercer no sentido
da uniao e independencia da Italia, at aqu sem
froi pela diviso e pela presso que sobre ella
exercia a Austria.
Creraos, pois, que os sacrificios que impe
Hespanha a sua cathegoria de potencia de pri-
meira ordem, podem vr a ser largamente com-
pensados para o futuro.
Os negocios polticos era Portugal iam mal.
Os ltimos incidentes da recusa do rei sanccao
da lei dos vnculos, e da aecusago fela por*D.
Carlos de Mascarenhas, ao presidente do conse-
lho, era virlude de ler sido noraeado ministro
da guerra o teenle-corouel Garcez annunciavara
urna criso poltica- imrainente. Fallava-se na |
retirada do ministerio e subsequenle dissoluco r mina,' ,, .
da cmara dos deputados i ,-eonarJa afana do Carrao, parda, solteira, 2o
O resto da expedicao do Angola tinha por Ora i annIIs; congeslo cerebral,
seguido parasen destino, sob o commando de! "" Hospital de caridade. Existem 56 ho-
mens e 53 mulheres nacionaes; 5 homens es-
, dfi trangeiros, e 1 mulher escrava, total 115.
Na totalidadedos dnpnips evisipm 37 al
... filho le-
gitimo de Joso Joaquira Ribeiro c Joanna Ma-
ra Ribeiro.
Joaquim, braneo, nascido cm 26 de outabro do
armo passado, filho legitimo do Antonio Igna-
cio da Silva o Thereza Leopoldina Jacome da
Silva.
Manoel, braneo, com 4 mezes de nascido, filho
legitimo de Joaquim Jos Tavares e Alexan-
drina Maria da Conceigo.
facelioo, pardo, cora 15 dias de nascido, filho le-
gitimo de Antonio das Chagas Ramos o Maria
Belizia da Paz.
Maria parda, com 7 aooos de nascida, filha legi-
tima de Belarmino Antonio Vanos e Alexan-
drina Mara da Concecao.
Matauouro publico. Mataram-se para o
consumo da cidade no dia 25 do correnle 110
rezes,
Mortalidade do da 25 do cbrente :
Manoella, prela, escrava, solteira, 30 anuos; tu-
brculo pulmonar.
Mara, preta, 7 mezes ; tolano.
Maria do Jess, branca, viuva, 43 annos; escar-
'atina.
Appellanle, o juizo
nandes.
Appellanle, o juizo
Prazeres.
Appellanle, o promotor; appellado, Francisco
de Souza a Cosa.
A appcllaco civel :
Appellantc, a" irmandade do Sacramento ; ap-
pellado, Antonio Marques da Costa Soares.
distribuices.
Ao Sr. desembargador Figueira de Mello, o
recurso de eleicao :
Recorrente, padre Vicente Ferreira de Albu-
querque ; recorrido, o conselho.
Ao Sr. desembargador Silveira, o recurso
de qualiicaco :
Recorrente, Romualdo Correia de Mello ; re-
corrido, o conselho.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, a car-
la teslcraunhavel:
Aggravanle, Basilio Alves de Miranda Varojo ;
aggravado, o juizo.
O recurso crime :
Recorrente, Antonio Cyrillo de Queiroz ; re-
corrido, ojuizo.
O conflicto de jurisdiccio enlrc o delegado da
comarca de Mossor. e o juiz municipal da
mesma.
As 3 horas da larde cncerrou-se a sesso.
Gommunicados.
sua alloza real o principo D. Luiz Phlippe.
O paquete Brasil, que trouxe oito das ,
viagem do porto do Rio de Janeiro, pouco adi-
antou tambera s noticias recebidas na semaoa
passada pelo Cruzeiro e depois pelo Tyne.
Na asserabla geral continuavara a ser objec-
lo de grandes discusses o projeclo barreado,
na cmara dos deputados, e o da reforma eleilo-
ral, no senado. Mas o projeclo bancario linha
sido approvado, e restava apenas ser approvada
a sua nova redaccao cora as emendas e addigdes
do senado ; e o projeclo de reforma eleiloral ti-
nha passado era segunda discussao, c esperava-
se que antes do Ora do raez livesse passado em
ultima discussao.
Em ambas as cmaras tratava-se das les an-
nuas, e apesar de se ler alfazado ura pouco a
sua discussao, cria-se que seriara votadas.
Assira, a presente sesso do corpo legislativo
parece uo ter sido to pouco proveilosa ao
paiz, como foram as precedentes da legislatura
que ora acaba.
Dentro da baha do Rio de Janeiro tinha nau-
fragado o brigue dioaniarquez Ernesline, e 50
milhas a S. E. do Cabo-Fro o patacho porlu-
guez Soberbo. Aquelle eslava carregado de ca-
f e este de carne e de graxa ; aquello ia partir
para a Antuerpia e este ia de Buenos-Ayres para
Bacana,
Tinha fallecido de febre amarella na provincia
do Espinlo-Saulo o baro Pfuhl, director da co-
lonia de Santa Leopoldina.
Da Baha nada trouxe de importante o pa-
quete.
Pouca3 noticias tivemos do interior da
provincia durante a semana.. Sao era geral de
pouco inleresse.
Os termos de Ouricury e Ex figurara na esta-
tislica criminal, o primeiro com um assassinato
Na totalidadedos doentes existem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelocirurgo
Pinto s 6 horas e 1/2 da manha; pelo Dr.
Doroellas, s oito horas da manha, e pe-
lo Dr. Firmo as 6 horase 1|4 da tarde de hou-
tem.
Falleceu urna mulher de congesto cerebral.
CHRONICA JUICIAHIA.
TRIBUNAL DI RELAQfiO.
SESSO EM 23 DE AGOSTO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. COXSELHEIRO ERMEL1S0
DE LE.O.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. desembargadores Figueira de Mello,
Silveira, Gitirana, Guerra. Lourenco Santiago,
Silva Gomes e Caelano Santiago, 'procurador
da cora, foi aberta a sesso.
Passados os feitos e entregues os distribui-
dor, procedeu-se aos seguintes
JULGAMENTOS.
RECURSOS DE ELEigES.
Recorrente, Joao Ferreira dos Passos e Silva ;
recorrido, o conselho.
Relator o Sr. desembargador Figueira de Mello.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Go-
mes e Lourengo Santiago.
Negaram provimento.
Recorrente, Domingos Jos de Saboia e Silva :
recorrido, o conselho.
Relator o Sr. desembargador Silveira
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Go-
mes, e Gitirana.
Deram provimento.
TIMN E O LIBERAL PERNAMBUCANO.
IV
A discussao agitada sobre os factos de Goianna
que temos instruido com documentos authenli-
cos cuja legalidado nao ha por em duvida, vai
mortificando aos nossoa adversarios. Acrrimos
era seu odio, elles nao cedem ura palmo de ter-
reno senao custo de um pleito quo por Um os
desmascare.
Dspondo de infinitos recursos, e nao recuaudo
dianle da immoralidade, ellos urdein todos os
dias oovos uicios de acgo. A vergonha da der-
i rota vale para elles um estimulo, um incentivo,
, que os alira lula com mais dcsassorabro e des-
, PeJo.
Onde j se vio tanto desfagaraenlo ? Onde a
immoralidade se revelou mais cheia de audacia ?
Entretanto, sao os nossos adversarios que ousam
proclamar-nos : os fautores da immoralidade I
Ao passo que os eraprazamos para urna discus-
sao decorosa, regular, era que soganhasse a ver-
dade, postas um lado as recriminages violen-
tas que nao esclarecen! era elucidara os factos,
ao passo que acompanhamos cora certa ordem de
successo a serie dos aconlecirnentos, os nossos
adversarios tramara em^egredo o manejo torpe
da calumnia, e voltando sempre sobre o mesmo
terreno creera-se fortes, repetindo o que j foi
desmentido.
Protestamos que nao levaramos por dianle a
analyse dos fados, sem que urna pr'Ova irrecusa-
vel robustecesse cada urna de nossas proposices.
Sabe o publico se o temos feito ou nao, e'com
cantagen ou sera ella.
Por nossa parle, a discussao vai sendo conti-
nuada com certa calma e assenle em provas. So
por ventura descarreiaraos uraa ou outra vez
desla linha de conducta, valha-nos por desculpa
o modo acinloso c provocador com que os adver-
sarios iniciam o pleito.
O insulto o o doeslo grosseiro sao armas igno-
beis que, deixando livre a defeza quelles contra
quem sao manejadas, deshonrara sem rehibilila-
g.lo possivel quelles que os vibrara. Quando os
nossos adversarios, adulterando os factos, enge-
nham as mais infames aecusages contra cidados
conspicuos o honestos, nao sao elles os sacrifica-
dores, sao as victimas do sacrificio. A verdade
sobrenada por fim flor das paixes, c a calum-
nia desmentida expe o calumniador indigna-
go da opiniao sensala.
Deixcmos que os nossos adversarios cao o seu
caninho. Deixemo-los que colham as suas glo-
rias cusi das reputages alheias. Aquelle quo
longo de conquistar uraa repuligo, farla-se cora
ameagar a de outrem, d mostras claras de que
nao a inveja, s porque nao a eslima.
O Liberal Pernambucano levanlou um poste
de crucificago. A redaego do Liberal tam-
bera responsavcl pela immoralidade doscommu-
nicados que abre as suas columnas. Em face
da opiniao publica o da opiniao illustrada, a res-
ponsabilidade legal nao vale lano como a res-
ponsabilidade moral. Desta nao se podo dsso-
brecarregar o Liberal Pernambucano I
Ou o Liberal communga as ideas do commu-
nicante, e avilta os brioso a dignidade do partido
liberal de Goianna, ou se nao aceita os seus
principios, vende a soldariedade das ideas tro-
co do algum miseravel estipendio. Se ha ahi
mera condescendencia, o partido liberal de Goian-
na renega a soldariedade com o centro di-
rector.
Coliocado pela forga imperiosa dos aconleci-
menlos era uraa condigo excepcional, o Liberal
Pernambucano nao pode e nao dove deseniolar
a bandeira da tolerancia sem trahir si mesmo,
sua misso e ao seu dever. Se ha na provin-
cia um partido liberal, lodo liberal da provincia
s
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tero direilo de aer represeulado no ceir direc-
tor de encontrar nelle um esteio firme e um
apota seguro.
Ao contrario, ludo phanlasraagoria, por que
nao ha delegados quando nao ha outorganles
Quando o Liberal Pernambucano falla era Do-
me do partido liberal, refere-se smenle ao gru-
po de urna ou outra fraeco da prorincia ? Nao.
Logo aoeila a solidariedade com todos os liberaos
da provincia.
E se assim, como tolera o Liberal que en
-suas columnas verse urna discusso calorosa so-
bre os factos de urna comarca importante, sem
que consagre urna patarra edictorial esse plei-
to ? O silencio do Liberal Pernambucana d
bem claramente a entender que a redaccao do
orgo do partido nao commnnga era aceita so-
lidariedade com os com mullicantes.
_ Se o Liberai nao communga as ideas e os prin-
cipios do communicantc, transvia-se de sua ele-
vada misso quando ao commuoicante abre as
suai columnas.
Perianto, ou o Liberal responsavel por seu
silencio cm materia transcendente, ou respon-
savel por seu indifferentismo, inspirado polo livor
ou pelo amor do ganho.
Todos compre^eiidern que o Liberal Pernam-
bucano, dizendo-se o orgo directo do grande
partido liberal da provincia, deve-se provincia
inleira.
Como orgo poltico, vivendo a vida do parti-
do, tirando delle a sua forra, os seus rucios e a
sua importancia, o Liberal no est lias condices
de qualqucr oulro orgo de publieaco. Elle nao
pode sem grando rcsponsabiidade. e justa reser-
va, Aderece campo largo s discussoes polticas.
0 Liberal sustentado para ser o orgo do!
ideas e de priucipius, e nao como urna empreza '
particular que, dcsliiiando-se servir de vehcu-
lo a todas as ideas, aceita todos os principios, j
communga todos os credos, ainda que sobre al-
gn) ponto tenha opinio formada.
Sorprende-nos, pois, que o Liberal Pernam-
bucano assm se desrareic de sua misso polti-
ca, Irahindo si mesmu e ao partido, silencio
(lo Liberal revela a nao solidariedade com o cora-
municante. Logo, nao deve o centro director do
partido liberal permittir que eni seu seio se
erga uin poste de trocid aco que sacrifica ao mir-
lyrio, c sem escolha, asmis honestas repula-
ri-s.
E' um conservador que filia toLiberal cm no-
nio do partido liberal. Quando este nao tem um
orgo, que vele escrupulosamente por seus ule-
reases, preciso que so levante urna voz extra-
nha clamar por seus direitos.
Ni bocea de todos [j o disse um Ilustrado e
DOtavel defensor da liberdade). tem a verdade o
mesmo direilo ser respeitada. Soja portanlo
um conservador ou soja um liberal quem falle, a
verdade sempre a verdade. E ei-la ahi est I
Nocossao communicantc do Liberal de in- '
sullar grosseiramente aos mais proeminentes ca-
racteres de Goianna. Aggrediudo as autoridades
locaes, aggrediodo tolos sem distineco e sem '
escolha, o communicantc ousa appellidar de mi-I
scraveis, venacs o corrompidos todos quantos
nssignarsra o protesto, que vio luz no iario
de Pernambuco!
Entro o< Irezcntos nomos que Gguram abaixo
do protesto, os ha tambera de liberaes que se
vGom assim offondidos e insultados pelo orgo,
que os deveria representar e defender da aggres-
eo, todas s vezes que usassem-de um direilo,
de urna liberdade conforme a lei. E' ou nao res-
ponsavel o Liberal Pernambucano por este in-
sulto?
Sao, por ventura, os liberaes que assignaram
o protesto, liberaos apostatas, corrompidos, que
tenham quebrado a solidariedade do partido? O
facto .lo haverem assignado um protesto era abo-
no da reputaco do alguna magistrados ronslitue
os asignatarios conniventes com esta ou aquel-
la poltica do paiz? Sao. por ventura, os liberaes
insultadores do proQsso que nao podem expri-
mir um voto Je adheso ao magistrado, digno
deste nome, sera que incorram nos odios do cen-
|ue dirige as ideas.
Reconsidere o Liberal a sua marcha, volte-se
para o passado de hontein e cumpra o seu devor.
dem por devocao : os illms. 3ra! Lu: Moreira
de Mendonc'.i, Custodio Antonio Guimares,
Luiz Bandeireu
Escrivas por elcsico : as Tilmas. Sras. D. Maria,
esposa do lllui. Sr. Antonio Joaquim d'Almoi-
da Cruz ; D. JoJinna Evangelista da Silva.
dem por "devoc.o : as tilmas. Sras. Jeronima
Samico de Lyra, D. Joarma Francisca de Me-
nczes.
Juiza perpelua e bemfeitoro : D. Francisca de
Paula dos Prazeres, esposa de- Moa. Sr. len-
le Jos Lucio Lins.
Juizcs e juizs perpetuos: os flhm. Srs. alteres
Antonio Moreira de Mendonca, tenente-coro-
nel comreendador Manoel Joaquim do Reg
Albuquerque, major Anaclelo Antonio Jos de
otaca, Icnenle-coronel Manoel Lucas de
Araujo Pinhoiro, tenente-coronel Manoel Ig-
nacio Bricio; as Ilimas. Sras. D. Joanna da
Natividade Mesquita, esposa do Ulm. Sr. Anto-
nio Botelho Pinto de Mesquita ; 1). Francisca
Monica de Lima, esposa do Illm. Sr. Francisco
Tavarcs ; D. Helena Rosa de Ramos, D. Felis-
mina Rosa dos Prazeres, esposa do Illm. Sr.
Marcelino Ribeiro de Souza, Joo Miguel Tei-
xeira, juiz perpetuo.
Joao ae Brito Correia.
Prazeres 17 de abril de 1860.
DIARIO D ERNABMO60. gfGHEIDA FEIWA yr PE AGOSTO DK r3W.
Srs. habitantes da freguezia de S. Jos, eis a
verdadeira chapa conservadora para juizes de
paz, acceilai-a :
l)r. Joo da Costa Ribeiro Machado.
Tenente-coronel Jos Antonio Pinto.
Manoel Fcrreira Accioli.
Capilo Manoel Joaquim Ferreira Esleves.
PARA VEREADORES DA CMARA DO RECIPE :
Baro de Muriheca, agricultor,
Baro do Livramenlo, proprietario.
Padre Joaquim Raphael da Silva, empregado pu-
blico.
Manoel Colho Cintra, engenheiro.
Commendador Antonio Marques de Amorira, ne-
gociante.
dem Antonio Pires Ferreira, proprietario.
Jos Marques da Costa Soares, negociante.
I)r. Joaquim de Souza Reis, advogado.
Dr. Ignacio Nery da I'onceca, medico.
Un volante de S. Jos.
PARA JUIZES l)E PAZ DE S. JOS'.
Antonio Nobre d'Almeida.
Manoel Ferreira Accioli.
Manoel Joaquim Ferreira Esleves
Eduardo Frederico Bancks.
O mesmo volante.
Publicaces a pedido.
Lcmfero para juizcs le paz la fre
Kiie/.ia do Santo Antonio aos ci
lataos seguintes :
Pri.noiro dislricto.
Dr. Antonio Epaminondas de Mello.
Commendador Caelano Pinto de Veras,
Rajor Antonio Bernardo Quinleiro.
Capito Miguel Jos de AlmeiJa Pernambuco.
Segundo districtO.
Commendador FirminoJos d Oliveira.
Tenente Cimillo Augusto Ferreira da Silva.
Dr. Angelo Henriques da .Silva.
Atieres Caelano Jos Mondes.
Para juizcs le paz la freguezia
A.'. S Jos.
Dr. Abilio Alvaro Harlios de Castro.
Dr. Joo da Costa Ribeiro Machado.
Eduardo Frederico Banks.
Antonio Moreira do Mendonca.
Um colante.
JLcmhro aos votantes la fresue/.ia
le S. Fr. Pedro (omalves loRe-
eife, para juizes le paz, os cida-
daos segnintcs
Para o 1." dislricto.
Padre Jos Leile Pitia Orligueira.
Manoel Luiz Gonealves Jnior.
Jos Pedro das Neves.
Joo da Silva Parias.
Para o 2. dislricto.
Ignacio Antonio Borgos.
Joaquim Jos Santa Anua Barros.
Antonio Henriiues Mafra.
Estevao Jorge Baptista.
Por um volante.
Remello a Vmc, para sua intelligencia e exe-
cucao. na parle que Ihe toca, a inclusa copia do
aviso imperial de 28 de Janeiro do correnle an-
uo, expedido pela secretaria d'estado dos nego-
cios da justica, pelo qual S. M. o Imperador hou-
ve por bem declarar, que fura dos termos em
que residirem os chefes de polica deve-se con-
servar a pratica de seren expedidos os alvars
de tulla corrida pelos juizes do direilo c munici-
paes.
Deus guarde a Vmc. Palacio de Pernambuco,
29 de abril de 1843. Carao da Boa-Vista.
Sr. juiz de direilo da comarca de Goianna.
Illm. e Exm. Sr. Levando ao conhecimento
de S. M o Imperador, com o seu officiQ de 2 de
setembro do auno prximo lindo, o que na mes-
ma dala dirigi a V. Exc. o presidente interino
dessa relacao, tive ordem do mesmo Augusto Se-
nsor para declarar a V. Exc, cm resposla, que
ora uos termos em que residirem os chefes de
polica, deve-se conservar a pralca de serom ex-
pedidos os alvars de tulla corrida pelosjuizes
de direilo e municipaes ; corapetindo s autori-
dades civis ou criminaos, peranlo as quaes al-
guem so deva mostrar sem culpa, o exigir as fo-
Ihas corridas as capilacs das provincias ou das
comarcas, como julg.irem preciso.
Os chefes de polica nao devem ser, nem con-
voa que sejam, os magistrados privativos para
tal expedico, em Inda a provincia, como quer o
sobredito presidente interino ; pois que, convin-
do militas vezes a qualqucr individuo moslrar-sc
sem culpa, em ura ou mais lermos, lhe seria mu
dlfieulloso e demorado o expediente, qne de-
pendesso de recorrer ao juiz chefe de polica na
capital da provincia.
Deus guarde a V. Exc. Palacio do Ro de Ja-
neiro em 28 de Janeiro de 1843. Honorio Her-
itetlo Carneiro Leo. Sr. presidente da pro-
vincia de Pernambuco. Cumpra-se. Palacio
d.! Pernambuco, 21 de abril de 18i3. Baro da
Ea-Vista. Conforme. No impedimento do
efficial maior. Francisco Xavier e Silva.

Eleico de juizes e jaizas, escrivose
escrivaas, qne ho de festejar a glo-
riosa Sant' Auna, na capeila de \ossa
Senhora dos Prazeres, de (uarara-
pes, no anno de 1861.
Juizes por eleico : os Illms. Srs Manoel Alves
Guerra, lente Jorge Vctor Ferreira Lopes.
dem por devocao: os Illms. Srs. Adtonio Fran-
cisco das Neves, Luiz Antonio Biierra Mello.
Juizas por eleico : os Illraas. Sras. I) Mara,
esposa do Ulm. Sr. Caelano d'Assis Campos
Lopes ; D. Maria Jos Jess Muniz, Qlha do
finado Jos Mara do Jess Muniz.
Juizas por devocao : as Ilimas. Sras. D. Ignacia
do Freilas, esposa do Sr. Luiz Antonio de Frei-
tas ; D. Anna Colho da Silva.
F.scrives por eleico : os Illms. Srs. Ignacio Pe-
dro das Neves, Francisco Pedro dos Neves.
Brigue hamburgusAsiadem.
Barca americanaftolden Hownarroz.
Ba-rca inglezaJonlv Kiagferro.
Iinpertaco.
Galera americana Golden Horr, nd do-
India, consignada a Benry ForsterAC, manr-
festou o-seguiute:
21674 saecoa con arroz, 13410 fardos rotira^
aos consignatarios.
Consulado gcral.
Rendimenta-dodia i a 24. Iff9li*an?>
ide> o <. 25.....: ; ^3gg.
17:2373101
vz s?Scr:,n,arr.:,M,,,c,!o ^ ^zi^** ^^^ ^
w
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 24.
dem do dia 25. .
1:607916
56760
1:66*5676
Becebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dial a 24. 26.5683958
dem do dia 25.......1.068*753
27:7377K)
Consulado provincial.
ttendimento do dia 1 a 24.
dem do dia 25.
21:066*547
302*302
24:368849
PRAGA DO RECITE
5 DE AGOSTO DE 1860*
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------
Sobre Londres saccou-se de
23 1/4 a 25 3/8. e 251/2. e so-
bre Paris a 380 rs. por f., re-
Algodao ----------
Assucar-----------
Agurdenle-------
Couros- -
Arroz----------
Azeitc doce- -
Bacallio-------
Balalas-----------
dos saques.
Enlraram 182 saccas, venden-
do-se o superior de 8;000 a
8?2l)0 rs. por @, e o regular
*a 7600 a 7*800 rs.
Apenas urna on outra venda
se efertuou para consumo, por
conseguinte os procos sao no-
minoes.
Poucas vendas a MHM0OO a
pipa.
Os seceos salgados variaram de
212 1/2, 230 rs. por libra.
Vendeu-se a 2g90 rs. por ar-
roba.
Vendeu-se 3 2}400 por galo.
Retalhou-se de 9/000 a 12j
rs. a barrica, Picando era depo-
zilo cerca de 4,000 barricas.
Venderara-se a lg200 rs. por
t. arroba.
Late----------------Vendeu-sede63SOO a7j000 por
arroba.
Cha----------_ Idem de 160 a l900 rs_ por
libra.
Carvao depedra- dem de 19?50O a 2tj000 rs.
tonelada.
cerveja------------Vendeu-se de 3$S00 a 5700
rs. porduzia de garrafas
Carne secca------A do Rio Grande do Sul ven-
deu-se de 3J700 a 4?*600 rs.,
c do Rio di Prala de 2C600 a
3.0t'0 rs. por arroba, (cando
era ser 45.000 arrobas da pri-
p..,i meira, e 25.000 da segunda.
Fannha de trigo O mercado est supprido com
11,900 barricas, sendo 2,800
deRichmond, 1,400 de Pliila-
dclfia 70J de New-Yotk, e
7,000 de Trieste, tendo-se re-
tallado de 20-jOOO a 21*000
rs. a primera e segunda, 20*
rs. a terceira e 2tig0!)0 a 23>
rs. a ultima.
Vendeu-se a 5*000 a sicca.
dem a 1*000 por arroba.
munidos de documentos legaes.
E para que todas tenham ecienor, mandeipas-
areduaes, que- serf affixado9-nos lugcres-do
coslume e publicados pela imprensa.
Recite de Pernambuco 25 de agosto de 1S0'
O secretario da rolaeo Domigos ATonso Perwira
o escreveu.
Agottinh* Brmelino de Leo.
& Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da deCbrislo, 9
" \ dlIe,to special do rommercio deslaci-
crAdc do Rccire de Pernambuco e seu lermo
por S. M. I. eC. que-Deus guarde ele.
Paco saber aos que o-presenle edilat virem, o
delle noticia Uvercm. que por este juizo so autoa-
ram,processaram e pendsm uns autos de execuco
de senlenea, entre parles exeqnente Jos Peres-da
Cruz como Iiqui.iat.irio dacxlincta firma Peres-*.
Vaaconcellos e executados-D. Gertrudes Anglica
Joaquina Pereirn, Jos Joaquim Pereira, D. Ati-
gehea Bernarda Pereira e Manoel Ferreira Ramos
como administrador de sua mulher. e Francisco
leneira Baslos, como administrador de sua mu-
tilo, v,uva, nihos e genros de Tinado Manoel Joa-
quim Pereira ; e da mesma execuco consta que
1m.oenc,a de22deagoslo do'correnle anno
de 1860, por parto do referido exequenle, fora
feto o requerimento de audiencia dotheorse-
guinte :
Requerimento.
Aos 22 de agoslo de 1860. nesla cidade do Re-
cite de Pernambuco, em audiencia publica, que
aos fcitos e parles dava o Dr. juiz de direilo es-
pecial docommercio Anselmo Francis o Peretli,
nella pelo solicitador Joaquim de Albuqnerque e
Mello; procurador do exequentn Jos Peres da
Cruz, nos presentes autos de execuco de sen-
lenca que inove contra os execulados D. Gertru-
des Anglica Joaquina Pereira, Jos Joaquim
Pereira, D. Anglica Oernarda Pereira, Manoel
l-errer? Ramos como administrador de sua mu-
bei, e Francisco Teixeira Rastos como adminis-
trador de sua mulher, filhos e genros do nado
l Joaquim Pereira fra dito que aecusava
.-.-.., .M'-.-Tir un rjuncu estabeleciraentos de cidade. esem as \**^\l%ZmZ^ *" S"Va
B*- dem 41.Francisco Gnsdea de Ara.
350S00O
ou conaicoes que era toe caso sao indispen
veis.
Socretaria da SmIB' Casa da Misericordia d' n. i't'"-------T"-"............ 400*000
Recife2i de agosto de UrSO -O eserivo ? "Y^* 44-T.sso- & Irmao... ..... 16(*000
Francisco Antonio Cavalrawi Cousseiro. N 1fi ui.-jHC d" /isscmb^!t-
iiinta ndmif>i.iM*i rf. ..h.^ a. i1.- O.! iBranco
guiando por 25.000 S o valor a enhon h i fTh"- ^ ^ q"P aCCU,iaV"
Dita de mandioca
Feijo
Ierro------------
U tllglez t ctiuvu-su uc 0$
a 6*000 por quintal.
A de llaraburgo em botijas de
280 a 290 rs-, c a de Hollanda
cm frasqueira a 0;000 rs.
A ingieza vendeu-sc de 275 a
a 285 por cenlo de premio so-
bre a factura.
A franceza vendeu-so.de 560 a
600 rs. por libra, e a ingieza a
1*000 rs., Picando em ser 1,800
barris de ambos
-Vendeu-se a 1*700 rs. por ga-
lo.
O branco liespanbol vendeu-se
a 300 rs. a libra, e o amarello
de 130 a 140 rs.
Obteve de 7*500 a 8*000 por
arroba.
Vendeu-sc de 110* a 125*a
... piP'1-
Mnlios--------------O de Lisboa branco de 230* a
270*000 rs. a pipa, e tinto de
160; a 270*000 rs.
Desconlos Regularan! de 10 a 15 por cen-
lo ao anno disconlando a
caixa filial cerca de ICO contos
de reis.
Fretes---------------Do assucar para Liverpool a
10' do algodo a 16.
Gcncbra------------
Louca--------------
Manteiga--------.
Oleo deliohac.i
Sabo .
lo I Toucinlio -
Vina:
:re-----------
Correspondencias.
A actual polica le Papacara.
Sis. redactores.E' sabido que toda vez que
um cidado nomeado para qualquer emprego
publico, de polica principalmente, nasce desde
logo a esperanza de melliorarem as cousas. Se
0 novo lunecionario. bera corapreliendendo seus
devores, desempenha a misso de que lhe fize-
ram cargo, nao s nada fica restando porco
da sociedade que o cerca, se nao tambem'se
torna digno de applausos, de encomios. Mas,
so em rezdisso, eslrca sua carreira com execs-
sos, vendidas, abusos de poder, nepotismo etc.,
etc.. alera de se constituir indigno do lugar que
oceupa, carece de prompio reparo, afim de obviar
talvez perdas, conllictosc al mesmo catastro-
phes ce.
Este ranu tosco prembulo, Srs. redactores,
cnl.-iida-so cora o actual subdelegado de polica
desta freguezia,refere-se directamente ao Sr. An-
tonio Goncalvcs de Mello. Esse senhor, recen-
lemenle nomeado para administrar a polica des-
te lugar, deu principio por onde alguns costu-
mara acabar.
Seu primeiro passo tem revelado a mais ob-
via c qualillcado parcialidade. Prende e sola
sem discripco. conservando o tronco sempre
repl-clo de pacficos cidados s porque nao
comando com elles Ulvez para seus finsme-
ramente eleitoraespretende ver-so. por meio
do terror os converter em cgo instrumento de
seus uistinclos. A amcaca de processo. priso
cadea, recrulamento etc., a arma favorita qu
sabe manejar. A tudo quanto prente ou adlic-
rente ameaca descorapoe, insulta, -promette
prender e--processaj-. ^___
Nao certaraete assim que se conquista po-
vo para delle obter-sc suffragios ; ao contrario
un tal comporlamento, exacerbando o pai, o fi-
Iho, o neto, o irmo, o prenle, o compadre, o
amigo, o alliado, cada vez os tornam mais lea-
zos em seus principios, olhando o empregado,
seu perseguidorcom olhos do indignago, ain-
da mesmo cusa das mais penosas privacos
ele. etc.
Acaba de recrutar e reraetter para a cadea
je Giranliuns o guara nacional Joo Bezerra
da Silva, que todava eremos ser remido pelo
competente superior. Nao hesita cm obrigar a
guardas naconaes a se prestaren ao snico da
polica sera precedencia de requisico aos 'seus
chefes. como expresso ni lei excepto oro caso
repentino.
Devendo sera duvda ler noticia se nao mesmo
sciencia otlical das Ilustradas providencias
esse respeilo tomadas pelo nosso integro admi-
nistrador da provincia o Exm. Sr. Dr. Ambrozio
l.eitao da Cimba, prescinJiido della afaslando-su
inteiramente, est ingerindo-se nos negocios e
disciplina da guarda nacional e pralicando o que
lhe suggere, ou lhe mandara fazer, segundo di-
zem e mesmo parece.
E ser desta maneira que o Sr. Antonio Gon-
calves pretende satsfazer as benficas vistas de
C. Eic o Sr. presidente da provincia, e do digno
e iraparcial Dr. chefe de polica ? certamente que
nao. Srs. redactores, noque acabamos de re-
sumidamente relatar respira a verdade que urna
syndlcanciao demonstrara.
O lito do Sr. Antonio Goncalves superar a
eleico da freguezia, sem para isso dispor dos
precisos muios. Como um allucinado grita pelas
ras desta villa que ha do vencer sempre as elei-
foes, embora o tenente-coronel tenha qualifica- I
Jopara a guarda nacional lodo o povo da fre-
guezia : o qun menos exaelo, por quanto, mon-
lando o numero de votantes a 2,oo ou perto
dlslo, o alistamento para o servco activo da guar-
da nacional apenas chega a mil cento e tantos.
Corram as cousas bera ; respeite-se o direilo
do cidadao: nao so praliquem araeacas nem ex-1
torcoes do direilo slheio, nao se empreguc a!
for;a publica se nao nos casos que n le ha de- i
terminado ; nao se exercilem violencias ; con- I
sinta o Sr. Antonio Gonealves que cada .ura li-
vremente e sera coacqo* preste seu voto como i
quera le o o gnverno e venca a eleico quaudo
quizer, que seremos contentes ; mas,'como pro-
pala e pretendenao ; assim conr.orrer direc-'
lamente para urna conflagracao. Imploramos, pois. 1
1 proteccao do governo no sentido de, pelos ca- |
nacs competentes mandar prevenir o actual sub-
delegado desta freguezia, afim de que cumprindo '
restriclamenle seus deveres, nao ultrapasse a or-
bita de suas atiribuices. dar-nos-hemos por!
muito satisfeitos so assim perdermos opleito
eleitoral__ --------.------------------------------------__________.
Esperamos porlanlo que S. Exc. integro como ros "e" o M^d? ffn' K7,.^?5y,*,"
L6 5-*J!!^?/T?Wtonclr*> SiSffiS!Mir^ o terral e asean amo
OSCILLACAO DA HAR.
Preamar as 11 h 6' da manha, altura 6.20 p.
Baixamar as 5 h 18' da tarde,altura 1.80 p.
Observatorio do arsenal de marinlia 25 de agos-
to de 1868 Vikcas Jusjor.
A junta administrativa da irmandade da
Santa Casa da Misericordia do Recife, manila fa-
zer Relente a quem intevessar, que desta data ero
dwnlo nao ha de tolprarqtie os inquilinos 011 ar'
remalanles dos predios peMenceates o patrimo-
nio da mesma irmandade, beam alteraroes nos
repartimenlos das respectivas casas, seni autefi-
sarjao expressa da mesma junta ; sob pena de
seeem os infractores compellidos, mesm> antes
de espirar o prazo do arrendamento, a por ludo
no-estado primitivo ; e para que nao se alegue
ignorancia, manda fazer publico a presente de-
liberaeao.
Seeetaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife24 de agosto de 1860.O esenvo.
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
300J6CO
600)066
l:60000O
sem assignados oslo dias da lei ais credores in-
certos, e se passassem os respectivos edilaes ; o
que o ouvido pelo juiz, bouve a penhora por ac-
cusad?, oslO dias por assignados, c o mais por
deferido na forma requerida, depois de mandar
apregoar pelo porleiro do juizo Jos dos Santos
torres, que o fez na forma do esljlo ; e o presen
le exlrabido protocolo das audiencias, a que jun-
te! o mandado e termos de penhora, que se so-
guera.Eu Adolpbo Liberato deOliveira. escre-
venle juramentado o escrevi.En Manoel Maria
Rodrigues do Naseimento, escrivo o subscrevi.
Emais se nao continha em dito requerimento
le audiencia aqu copiado, em vrlude do qual o
1 escrivo que este subscreveu, mandou passar
c presente cdlal com o prazo do 10 dias, pelo
qual e seu iheor chamo, ciio e hei por citados os
credores incerlos dos execulados, para que den-1
tro do mesmo prazo apresentem a opposicio que '
livereni : ludo com a pena de revelia. Pelo que I
toda e qualquer pessoa, prenles, amigos 011 eo-1
nhecidos dos credores incerlos dos execulados,
ospodero fazer scicnles do que cima tica ex-
poslo. e o porleiro do juizo Jos dos Santos Tor-
res affix^r c publicar o presente nos lugares do
costume e ser publicado pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Rerife do Cer-
; nambueo, 25 de gosto de 1860, 39. da indepn-
I dencia e do imperio do Rrasil.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Naseimento, es-
! crivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
[ O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz do direilo especial do commerco nesla ci-
dade do Recife e seu lermo, provincia de Per-
nambuco, por S M. o Imperador, a quem Dos
guarde, ele.
Paco saber aos que o prsenle cdlal virem, e
delle noticia liverem, que a requerimento de Ja-
mes Ryder & C. acha-se abena a fallencia de
Siqueira o Pereira pela sentenca do tlieor se-
grate:
Attendcndo ao que expendem James Rvder &
C na sua petic.o de fls. 2, lendo em vista as
0 lancador da refebedoria de rendas
internas geraes tendo concluido o
lancamenlo do impost sobre lojas,
casas de dcscontos do Bairro do llc-
eife, pela presente avisa aos senho-
res abaixo declarados, afim de que
em tempo apresentem os recursos e
rcclaniacocs tjuejulguem a bem de
sendireito; que seus estabelccimen-
tos foram, para o dito imposto, col-
eclados na razia seguinte:
Caes da Alfandega.
\. 3.Joaquim de Paula Lopes___
dem 3.Vicente Ferreira da Costa..
Ra da Cadea.
N. 6.Fragozo & Vale..............
dem 7.Guedes & Gonealves......
1:500g0f:0
1:5009000
dem 6.Joo Jos de Pan_.
Idfiu 10.Grandin..................
dem 11. Antonio Jos de Oliveira
Id-era 12.Baltbar & Oliveira.......
dem 13.Manoel Moreira Campos.
dem 18.Luiz Lassieur............
dem 23.Augusto & Perdigo......
dem 26Castro Moura & Goneal-
ves...........................
dem 28 A.-Gurger & Irmao!.!.'.!
dem aO.Honteiro Lupes & C.....
dem 48 A. Belarmino do Reg
Barros.......................
dem 52. 52 A -Mills i.aVhan&'c!
Mem 53 A.Alvaro e Magaihies..
dem 50 AVidal & Bastos........
dem 5S.Joao Antonio Pereira da
Rocn.............................
dem 60 A.Joaquim Cavalcanti de
Albuqnerque Mello o Filhos......
dem 62 B. Francisco Gomes de
Oliveira..........................
dem 62 CJoo Querino de Agui-
Idem 84.Francisco Antonio Correa
Cardozo ...........................
Ra da Cruz.
N. i e 4 A.N. O. Bieber & C...
dem 5.Gustav Bousset & C......
dem 5 ABorott&C..............
dem 7.Joo Carroll..............
dem 14.Thomaz Teixeira Bastos..
dem 17.Joo Praeger & C........
dem 18 e 18 A. Cacanaes Dubourc(
& C................................
dem 30 e 30 A.Joo da Silva Pa-
rias ...............................
dem 41.Antonio Jos Candido de
Souza............................
dem 47.Amonio Jos Paulo de
Carvallio ..........................
dem 57 a 57 A.Henrique & Aze-
vedo .................,............
dem 6').Fortunato Correa Cardozo
Ra da Litigela.
... N. 2.Antonio de Souza Moreira
seus vencimeiitos, e sendo publico c notorio, que Pinto..............
a firma de Siqueira o Pereira, de que fazem par; i Ra'do Torres
te Antonio Jos de Siqueira, e Francisco de Paula N. 20 A.Joo Galis
Pereira esiabelecido com loja de fazendas na dem .Guilherir.e c'n'r'v'a'bo'&"
ra do Crespo desla cidade n.. .. tem ressado os! Ra do Trapiche,
seus pagamentos, declaro a mesma firma em es- N. 12.Luiz Pueche...
lado do quebra. e fixo o termo legal da existen- dem 22 e 22 A Blandin Aiii'
ca desta a contar do dia dezesei3 de junho pr-
ximo passado.
Nomeio curadores fiscaes aos credores James
Ryder & C.'\ e depositarios interinos aos credo-
res abe Schmelhau & C.a ; e presta lo polos pri-
meiros o juramento do esljlo, e pelos segundo
assignado ler.uo se deposite, o escrivo remetiera |
iuuu liui oiiuud. *- ^u pvin.,iu ur us. ii-iri'i t^iii vista 3S
vendeu-se de 55600 'ellras junUs, que deix.nram di ser satisfeiios em
> iHikl 4IM1Q l'nii.in m,1,,- a -.., i i>..t.1!Al. *. .,,_;, ......
c.
Movimento do porto.
A'ni'io entrado no dia 25.
Macei 48 horas brlgue nacional Novo Almi-
rante, de 261 toncadas, capilo os Ma-
noel Carduzo, equipagem 13, em lastro; a
Tasso & Irmo.
Rio de Janeiro 6 dias vapor inglez d"o guerra
rlente, commandante Parish.
i
i
tu
B
Horas
Ci
e
5
3
Atmosphera.
Direcgo.
9
I
Intensidade.
c
tx
cr.
=
si
* C
Mi rr
.' 5:
copia desta sentenca ao juiz de paz competente
para a posieo de sellos, que ordeno se iionliam
em lodos os bens, livros, e papis dos fallidos.
Feito o que, e publicada a presente nos termos '
dos artigos 812 do cdigo commercial, e 129 do
regulameate n, 738, se darao as ulteriores pro-
videncias, que o referido cdigo, e regulamenlo '
prescrevem.
Recife 23 dejulhode 1860.Anselmo Francis-
co Peretli.F. mais se nao continha em ilila sen-
lenca aqui transcripta dos respectivos autos da
fallencia, dos quaes consta haverem sido nova-
mente nomeados para curadores fiscaes os cre-
dores Sauvage & C.,,1 e para depositarios interi-
nos D. P. Weld & C", e em rnmprimcnlo da
mesma sentenca convoco a todos os credores
prsenles dos fallidos a fim de comparecerem na
sala dos auditorios no da 29 do correnle mez, e
se proceder a nomeaco de depositario, ou de-
positarios que ho de receber, c administrar pro-
visoriamcn'e a casa fallida.
E para que chegue ao conhecimento de todo-;
mandei passar edilaes que sero publicados pela
imprensa, e afiixados nos lugares designados nos
indicados artigos cima referidos.
Recife 25 de agosto de 1860.Eu Adolpho Li-
bralo Pereira e Oliveira, escrevente juramen-
tado, o escrevi.Eu Maneel Maria "
Naseimento, escriv.io o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
l'.odrigucs do
Dedaracoes.
03
Cent'jraeio.
o
o
a
~S- -~
(Si
I
Reaumur.


-I
Fahrenheil
5
00
ce
CJI
ai
o
Hygrometro
Barmetro.
> R

c
S
>
y.
por equidade ouvir-nos e prov-
se dignar
denciar.
Basta por ora, Srs. redactores, vollaremos se
a necessidade urgir. Tenham pois a bondade
de inserir em o seu conceiluado jornal estas tos-
cas lionas com o que obrigaro ao seu servo e
criado
O amigo da ordem.
.'''''Vi P.id.ei.^"osl de 18(i0-
COjMMERCIT-
Editae&
Caixa filial do banco do
Brasil. .
EM24 DE AGOSTO DE 1860.
A directora resolveu, em consequencia do
avullado numero de letras aoceber, que nao
haver descont no dia 30 do corrate mez de
agosto.
Alfandega.
Rendimento do dia 1 a 24. 250.318JJ030
dem do dia 25......- 5:384g9l9
255.7029949
Mov ment da alfandega
Votumes entrados com fazendas
com gneros .
Volumes sahidos com fazendas
> com gneros
275
367
642
Doscarregara hoje 27 de agosto.
Brigue inglezMercuryfazendas.
101
367
------468
Pela inspeceo da alfandega se faz publico
j que no dia 29, depois de meio dia, se bao de ar-
I remalar porta da mesma repartico, sendo a
, arrematarlo livre de direilos ao arrematante, as
seguinles mercadorias, vindasde Lisboa no navio
Sophia, entrada cm julho proximq passado, aban-
donadas aos direitos pelos negociantes Azevedo
'Mendes :
MF <98-l fardo com 98 libras de flores de
borragem a 500 rs. a libra, e 40 libras le parie-
laria a 200 rs. a libra.
Alfanoega de Pernambuco, 24 de igoslo de
1860.O inspector,
Bento Jos Fernandes Barros,
O Dr. Agostinho Ermelino de Leo, do conselho
de S. M. o Imperador, commendador da ordem
de Christo, desembargador da relacao de Per-
nambuco.
Faco saber, que pela presidencia da provincia
me toi transmiltido o aviso do ministerio da jus-
tica de 4 do correnle mez, que, considerando
vago o offlcio do segundo escrivo de ap lellacoes
e aggrayos da relacao desla provincia pela im-
possibilidade do serventuario Manoel Peres Cara-
pello Jacome da Gama, S. M. o Imperador, man-
da, de conformidade com a resolueao Je seceo
da Justina do conselho de estado d 5 de marco
de 1853, e decreto n. 817 de 30 de igosto de
1851, que seja posto a concurso o referido of-
cio ; devendo os pretendentes comparecer dentro
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguinles :
Para o quarlel general.
Bandejas pequeas para copos 2 : copos de vi-
^dropara agua 2 jarra de barro para agua 1 ;
ps quarliuhasl2.
Para guardas.
Bacas de louca 3 ; copos de cidro para agua 5 ;
castioaes com laniernas 3 ; quarlinbas 10; the-
soura I.
Para a companliia de aprendizes menores do
arsenal de guerra.
Simos de Nantua 20 ; Economas da Vida Hu-
mana 50; granimalicas da lngua porlugueza por
Castro Nuncs 20 ; arilhmeticas pelo Dr. Collaco
20; resumes da doulrina christa 100; cartas
de A B C 50 : taimadas 100 ; traslados de cur-
sivo 20; traslados de bastadmho 25 ; translados
bastardo 30 ; traslados de A B C 30 ; lapis, du-
zias i ; creoes em forma de lapis. duzias 6 ; pau-
tas 50: peonas de ganro 400 ; papel almaco, res-
ma 1 ; tinta preta para oscrever garrafas 6 ; fe-
chaduras de dilTererre modellos para carleiras 4.
Quem quizer vender taes objeclos aprsente as
suas propostas era carta fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 3 de
setembro prximo vindouro.
Sala das sesscs do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 24 do
agosto de 1860.
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.N
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
A junta administrativa da irmandade da
Sania Casa da Misericordia do Recife, tendo nek
cessidade de conhecer a todas as pessoas que es-
to^encarregadas da auiamentago e desamamen-
taco dos expostos, pelo presente avisa asmes-
mas pessoas, que do dia 1. a 8 de setembro pr-
ximo futuro devero comparecer na respectiva
casa, das 9 horas da manha por diantc.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do
Recife 24 de agosto do 1860.O escrivo,
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
A junta administrativa da irmandade
dem 46Rnslron Roocker & C...
dem 48 o 3 A.Os mesmos......
Praca do commercio.
N. 5 A.Luiz Amavel Dubourq.....
dem 6 B.Teixeira Bastos, S & C.
dem 27.Linden Wld & C.........
Ba do Vigario.
N. 9 ACarvalho Rogo & C........
dem 11 Jos Maria Pestaa......
dem 12Manoel Baptista Barboza.
dem 17Francisco Ribeiro Pinto
Guimares.........................
dem 19Vicente Ca margo........
Travessa do Vr.irio
N. 3.-Jos Francisco Ferreira.....
Roa da Madre de Dos.
N. 5. Ramos & Irmao..............
dem 10Leal & C.................
dem 10 A Brito Quoiroz..........
Travessa da Madre de Dos.
N. 3 e 5.Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo ..........................
dem 15 Gonealves Roza & Irmo
Ra dos Burgos.
N. 31.Manoel Jos deAmorim___
Ra do Codorniz.
N. 4.Luiz de Pinho Traveseo......
dem 6. Francisco Piros............
dem 12Antonio Joaquim Goneal-
ves Braga......................;...
Ra da Lapa.
N. 10.Antonio Maria & C..........
Ra do Amr.rim.
" 7.Antonio Lopes de Oliveira...
dem 17. Viuva de Jacintlio de Sou-
za Couto..........................
dem 19 A.Miguel dos Anjos.....".'
dem 29.Justino Pejeira do An-
drade..............?..............
dem 32, 40 e 42.Valonea"& C...
5003000
400*000
24ild00
30O;j0l>0
400$'>00
7OO5OOO
500*000
500*000
400*000
350*000
150*000
5005000
3603000
1:8005000
500a000
500j000
400*000
400*000
250*000
550;000
6503000
1.300*000
41)0*000
2508000
600:000
40t)$i 100
633*000
1:000:000'
200*000
400*000
S003'K)0
400*000
300*000
1 lOOOgOOO
600000
800-000'
1:000>000'
3009000
2i000O
200*000
964000
84(0
200J000
250*000
150*000
1:8005000
1:OOC*0000
250*000
400*000
180*000
200*000
300*000
300*000
agosto de
dem 21. Palmeira & BeltrSo___
dem 26.Joo Ignacio Avila......
L Ra do Coala.
S. 2.Francisco Jms Coelho........
Itlem 12 A.Luir. Pinheiro Tavares.
Ra d Senzalla Vellia.
dem .Jos Amanriu dos Santos..
n .1 Rua da S*"*!' Nova.
iV 14.Joao Jos Mendes...........
.. Becco Largo.
ft. 7.Jos Ferreira Alves.........
m o Ruo d* Guia-
N. 3.Jos Pereira da Silva........
dem 7 A.Bruno Alves Barboza da
Silva.......................
dem 62.Dr. Francisco Luiz Cor-
rea de Andrade...................
Rua do Apollo.
N. 10.Manoel Gonealves d'Oliveira
_ Rua do Brura.
Ns 1,3 e 5.Joaquim Francisco de
Mello Santos......................
Idera 13.Villaca Irmao Andrade
Laigo do Arsenal.
N. tiJoaquim Paes Pereira da Silva
dem 6~Iridoro Pilet..............
dem 8.Anselmo Jos Duarte ci-
drim..............................
dem 10.Andi Barboza Soares!!!!
dem 10 A.Justino Francisco d'As-
sis & C.............................
,o^cebedoria de Pernambuco 22 de
1860.
O lancador,
Jos Jeronymo de Limoeiro.
-~Pela adniinistraco do rorreio desla cidade
se laz publico para conhecimento de quem con-
vier o artigo 10 das instrucroes de 16 de dezem-
bro do anno paseadoAtifo 10 As cartas se-
guras deverao alem dos mais requisitos exigidos
pelos regulamentos ser fechadas com lacre de
urna so cor, em lous ou mais lugares visiveis,
e os lechos scllidos coro sinete particular do uso
do segurador, tomando-so quaesquer outras cau-
telas que a experiencia for indicando como ne-
cessanas, e forera ordenadas pelo dir< ctor geral
dos crrelos. Administraran do correio da Per-
nambuco 20 de agoslo de 1860.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Santa Casa da Misericordia do
Recife.
A junta administrativa da irmandade da Santa
Casa da Misericordia do Recife, em cumprimenlo
do artigo 146 do compromisso de 27 de junho
ultimo, manda fazer publico, que no dia 30 do
crreme, pelas 4 horas da tarde, na sala de suas
sessoes, ir praca para ser arrematado quem
por menos fizer o fornecimento dos vveres abaixo
declarados, polo lempo que decorrer do dia da
da arrematarlo a 31 de dezembro do corrento
auno, a saber :
Carne verde, pao e bolacha, pesando o pao 4
oncas, fannha de mandioca, manteiga franceza
assucar refinado, cha, ca. arroz pilado, touci-
cinho, azeile doce e da carrapato, vinho linio e
branco, vinagre, sag, aletria, macarro e ta-
l hera.
A arremataco ser Celta por propostas dirigi-
das a junta, em carta fechada e sob as seguinles
clausulas especiaos :
1.* Que o arrematante prestar flanea idnea
2.- Que os vveres sero da melhor "qualidade
l que houver no mercado.
500S000 I S?rreLiyif da S'1n'a Casa da Misericordia do
I Recite, 22 de agosto de 1860.O escrivo, Fran-
cisco Antonio Cavalcanti Couseiro.
Conselho alininistratiov.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem do comprar o objecto
seguinte :
Para a provincia do Rio Grande do Norte.
20 arrobas de estopa de embira para tacos de
pera.
Quem quizer vender tal objecto aprsente as
suas propostas cm caria fechada na secretaria do
250.3000! conselho s 10 horas da manha do dia 29 do
4O0S000! correle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra 9I de
de 1860.
Benlo os Lamenha Lins,
Coronel presidente..
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
O novo banco de
agosto
2503'100
6i)0?0i)0
1:000.3000
400000
500J0 0
300*000
210S000
500*000
200:000
3008000
300*000
4503000
3503000
COlcOOO
300*01)0
200*000
150.3000
120*000
191:000
120C000
240*000
199J0O0
24030OO
4OO3OG0
novo
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para seren re-
colhidas desde j as notas
de 10,000 e 2o,oo o da
emissao do banco.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem e contratar para o
rancho da compaiihia dos menores do arsenal de
gu*rra. durante os dous mezes de setembro e ou-
lubro prximos vindouros, o seguinte :
Pao de 4 oncas. bolacha, cha hyssoo, caf em
grao, manteiga franceza, assu'-ar refinado, carne
verde, dilu secca, farinha de mandioca, feijo mu-
lalinho ou prelo. loucinho de Lisboa, azeite doce
de Lisboa, vinagre do Lisboa, arroz do Maranho
bacalhao.
Qiera quizer contratar os gneros cima de-
clarados aprsenle as suas propostas em carta f-
chala na secretaria do conselho, as 10 horas da
manha do dia 29 do correnle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para foroecimento do arsenal de guerra. 22 de
agoslo de 1860.
Benlo Jjs Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
______________Coronel vogal secretario interino.
IEATRO DE S. ISABEL
COMPANIHA LYRICA DE GJMUNANGELI
Terca feira 28 de agosto.
17.a recita ta assignalura e nona para os camarotes de primeira serie
Representar-se-ha a opera em quatro actos de Verdi :
Vendem-seos bhelos como de costume.
Principiar s 8 horas em ponto
Avisos martimos.
COMPANHIA BRASILEiRA
. da irmandade da "'.ac"u" nr~ w.u .^^.u.. <.
Santa Casa da Misericordia do Recife, para obviar "?,perajne8U!,!Che8adV aTghencla rJ" 2lo.TP-
questes judiciaos, manda fazer publico, que so- CB8 40- "'P1"" <1 Thomaz de Pana,
licita na conservaco dos bens patrimoniaes da
Santa Casa, tem rsolvido nao permlir que os
proprielarios de casas contiguas as da mesma
Sania Casa, abrara janellas eoculos sobre os le-
Ihados desta ; e desde j protesta nao s empre-
gar os meios legaes para prohibir de futuro a
pratica de semelhante abuso, cerno tambera usar
do direilo queche assiste de mandar tapar as ja-
nellas e oculos que se tenham aberto sem auto-
DE
PAOUETES A VAPOR.
O vapor Cruzeiro do Sul, commandante o
capilo de mar e guerra Ge'rvazio Mancebo, es-
pera-sc dos porlos do norte at o dia 31 do cor-
renle mez quando deve seguir para Macei, Ra-
bia e Rio de Janeiro.
Recebe-sc desde j passageiros e engaja-se a
carga e encommendas que o vapor poder condu-
zir, sendo despachada cora antecedencia al a
espera de sua che|
che o. 40, escripto.......*_.. -v. ......
Para o Cear, Maranho e
Para.
Segu com muita brevidade o voleiro c bem co-
hecido patacho nacional Alfredo por tersar-
resto
escriploiio, larso do Corpo Sanio, ou com
pilo Travasso no trapiche do algodo
o ca-
Para o Ass e Aracaty.
O hiele Beberibe por j ler alguma carga ; para
a resto e passageiros, trala-so na rua do Viga-
rio n. 5,
nhecido .
le do seu carreganienlo prorapio : para o .
da carga e passageiros. trala-se com o consigna-
tario Caelano Cyriaco da Costa Moreit, no seu
COSP.VMil.1 BR4SILEIB4
DE
MffilKW TOD1.
O vapor Oyapock, commandante o capito tc-
nente Santa Barbara, espera-se dos porlos do
sul at o dia 29 do correte mez, quando deve
seguir para Parahyba, Natal, Cear, Maranho e
Para.
Recebe-se desde ja paaeafeiros, encomraenda3
e engaja-se a carga que o vapor poder condu-
ir sendo os volumes despachados com antece-
dencia at a vespera de sua chegada : agencia rua
do Trapiche n. 40, escriplorio de Thomaz de
Farie.
. *; V '


e-


(1
DIARIO DE PfrftrUMBUCO. SEGUNDA FEIftt 4? DE AGOSTO DE !60.
Aracaly.
Segu cora muita brevidade, por ler porte da
carga o hiato Fed Caetano Cyriaco da C. M. no lado do Corpo Santo
n.S*
Para Lisboa sahe impreterivelmcnte al o
dia 15 o brigue Tarujo & Filhos por ler par
de seu carregamenio promplo : quera quizer car-
regar ou ir de passagem, dirija -se ao consigna
rio na ra da Gadeia do Recite, escriploro de
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Porlo lem a sahir at o fim do me?,
o brigue Amalia I : quem quizer carregar ou
ir de passagem. para oque lem excellenles cora-
modos, dirija-se ao consignatario, na rua da Ca-
deia do Rerife, escriploro do Manoel Joajuim
Ramos e Silva.
O brigue brasiloiro Imperador, recebe al-
guma carga a (rete para o Rio Grande do Sul: a
lar crjra Amorioi Irnios, ra da Cruz n. 3.
Para a Baha.
Pretende seguir veleira e bem contienda su-
":nac nacional llorlencia, neslts 8 dias, lem a
seu bordo mutade do seu carrogamento, par* o
resto que Ihe falta Irala-se coro os consignata-
rios Azwedo & Mendes, no seu escriploro, ra
da Cruz n. 1.
caixas cora apparclhus para cha o oulras multas
pecas avulsas como sejara urnas, salvas, galhe-
teiros, palileiros, linleiros, chaleiras de electro
pratiada de superior qualidade e apurado goslo :
1 terca-eira 28 do agosto, era seu armazem rna
do Trapiche n. 38.
lOTDKDEflIlI
f I Terca-feira 28 do correte
As 11 horas em ponto
LEILAO
DE
Urna escrava boa cosinheira,
2 cabriolis com uui caval-
lo, um carro e una junta
de bois para oarroca.
Antunes far leilao em seu armazero, ra do
Imperador n.73, sem reserva de preco, dos ob-
jccloscima mencionados; bera como" de varios
movis existentes em dito armazem.
Principiar a hora indicada.
Avisos diversos.
DE
COMPADIA
DAS
ageries imperu
Al o da Io de setembro espera-se dos portos
Jo sul o vapor rancez Kstremadure, comman-
daole Trollier, o qual depois i'a demora do cos-
lume seguir para Bordeaux tocando era S. Vi-
cente e Lisboa, para nassageiros, enr-ommendas
tic, a tratar na agencia ra do Trapiche n. 9.
Precisa-se de G:0003 a juros cora toda se-
guranza, a contento, pelo lempo de 5 mezes, com
boas firmas ou cora hypothcca em bens que cu-
bra o emprcslimo : na ra da Matriz da Boa-
Vista n. 13.
Advcrle-se aoSr. alferes que lhe nao tica
bera frequenlar quulidianamente corla loja fran-
1 cesa, onde demora-se por muilo tempo, enlre-
lendo-se a requestar para o segundo andar da
casa fronleira ; procedimenlo este que tcm sido
por mullos ubservado, apezar do seu disfarce
com a leitura do Diario. Se o Sr. alferes lera
em vistas o matrimonio, bera deve saber qual o
meio legitimo jue para isso convem em pregar.
>ao menos e de notar a longanimidad do logis-
la, prestando sua casa aos manejos desse con-
luisiador.
Na ra Ja Concordia n 12 faz-se toda e
qualquer escnpluracao commercial, tanto por
partidas dobradas como simnles, seja qual for o
lempo e a desorden em que se achem.
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
msm m
Hefrontc do boceo da Congregado letreiro verde.
Seda de quadrinhos muilo fina corado
nfeites de velludo com froco pretos c
de cores para cabeca do senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo sedas, la
e seda, cambraia e seda tapada e
transparente, corado
Luvas de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, homens e meninos
Lencos de seda rdxos para senhora a
2j000 e
Mantas para grvalas e grvalas de seda
de todas as qualidade;
Chapeos francezes forma moderna
Lencos de gorguro pre'.os
Ricascapellas brancas pira noivados
Saias bailo de todas as qualidades
Tafet rxo o covado
Chitas francezas a 260, 280, 300 e
Cassas francezas, a vara
IgOOO Setim preto azul e encarnado proprio
para forros com 4 palmos de largura,
o corado
9 Casemira lisa de cores 2 larguras, o co-
vado
Chales de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Seda lisa prela e de cores propria pa-
ra forros cora 4 palmos de largura, o
covado
Ricos cortes de seda pretos e de cores
com 2 saias e de babados
Ditos de gaze e de seda phanlasia
Chales de touquira muilo finos
Grosdenaple preto c de cores de todas
as qualidades
Seda lavrada preta e branca
Capas de fil e visitas de seda prels com
froco
9
$
2S500
%
85500
22000
I
9
5500
320
$500
15600
2$000
18500
I
9
I
5
lem
O Sr. Luiz Antonio Barbosa de Bnlo
urna carta na praja da Boa-Vista o. 28
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
ra do Vigario n. 22 : a tratar na loja do mesmo.
Jernimo Joaquim Rodrigues, subito por-
tuguez, retira-se para fra da provincia.
Julio Conrado,
fazem sciente aos seus freguezes, quo se encarre-
gam de mandar fazer toda e qualquer obra ten-
dente a alfaiate, paia o que lem contralado em
sua casa um perf-ilo mestre chegado de Pars no
ultimo vapor, o qual recebe os ltimos figurinos
de 15 em 15 das para execuc.ao de sua profissao.
Ra do Qucimado n. 48.
Julio 4 Conrado participara aos seus freguezes
que lera sempre promplo grande sortimento de
roupa teila, como sejam, casacas, sobrecasacas
calcas o colletes, e paletolsde panno e brira, tan-
to para hornera como para meninos, e mandam
fazer toda e qnalquer obra por medida.
Bernirdino Antonio Pereira Bastos com de-
posito na ra Direita n. 30, roga aos seus dere-
dores que tenham a boodade de rir saldar suas
contas at o dia 30 de setembro, do contrario
passaro pelo desgosto de verem
extenso neste jornal.
seusnomes por
SYSTEMA MEDICO DE HOLL WAY.
PILLAS HOLLWOYA.
Este inestima ve 1 especifico, composto inteirz-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nein slguma outra substancia delecteria Be
nTrn.fw lena infanci". e compleico mais
delicada igualmente promplo csegu.o para
desarre.gar o mal na compleicornailrobusta!
inteiramente innocente em suasoperaces e ef-
fettos; pois busca e remore as doeEc.s'de qual-
J5UC egt0 P0rmais"i8as exenazes
JSS^^ de ??ssoas cu"das com este
medio, multas que j eslava* as porTas da
morte, preservando em seu uso /.
recobrar a saude e forras, depois de ST
do intilmente todos o. ouKremed/,eDla"
As mais aftlictas nao devem entregar-^ a de
sesperacao ; facam um competente enso dni
Accidentes epilpticos. "
Alporcas.
Ampolas.
[Areas (mal de).
[ Asthma.
i Clicas
! Convulsoes.
iiiflamniacoes.
ueDihdade ou extena-! i r r
cao.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
i de barriga.
aa nos rins.
Dureza noventre.
es-
COMPAMIIA
fERlUMBtil
DE
Caixeiro
Precisa-so d:
l\a\egacao cosleira a vapor "?s'sS
a sua
um rapaszinho portugiicz que
tnha alguna pralica de fazendas : na ra da
Iraperatriz n. i.
u3lo de Craca e Mello raudou
a ra da Concordia n. 12.
da Cunha Reis lem urna carta
O rapor Iguarass, commandantc o segundo na rUnir "e"Bado n- 28> l"imeiro andar,
tcnente Joaquim Alves Morcira, segu viagem Uuerecc-se urna pessoa para cozinbar em
para os portos do norte de sua escala at a Gran- sua ?asa a comilla de pualquer pessoa: quera
ja no dia 6 de setembro as 5 horas da larde -precisar, dinja-se a ra da Palma, ni
Recebe cama paia a Granja no dia 25 e 27 ojampeao do gaz.
Acarac 28, Cear 29 e 30, Aracaly 31, Macad
no Io de setembro, NStal 3 e 4, Parahiba dia 5
Passageiros, encommendas o
meio dia : geren-
at ao meio dia.
dinheiro a frelo at o dia 6 ao
cia no Forte do Malto n. 1.
REAL I! 0IIP A MI I \
DE
Paquetes ioglezes a vapor.
casa que
Pedimos ao Sr. Harnangeli que por espe-
cial favor conceda qu o Sr. Mariolli represente
na opera que lera de ir scena no dia 7 de se-
tembro. (Juatro assignanlos decadeira.
Na ra da Praia n. 2 existe urna carta para
o Sr. Joaquim Ignacio da Silveira, viuda de
Maceo.
Na 10va lJa na rua "treita do Rosario n.
Jo, estabelecinienlo de unilciro, recebe-sc qual-
querencemmenda, e se aprompia com a mnior
brevidade, c se vende ludo por preco commodo.
1T
Deposito
NATURALLE DE VICHY.
na botica franceza rua da Cruz n.22.
Diletantes altendei.
Quando o vosso gosto se desenvolve
pelos sons liarmoniosos de uma voz que
tanto vos embelesa, quando o pisar gar-
boso de uma prima dona no palco de
Santa Isabel tanto desnfii a vossa sym-
patia e plTeicao, quando finalmente
um jardim de flores parece surgir
trra em que ella pisa, e cujo matiz
; tanta apreciavel se torna, justo que! Eneraidadesnoventre
j de mistura com estas flores aromatisadas j Zll venreas'.
I pela natureza se confundan! aquellas Enxaqueca.
'que sendo produzidas pelo artificio na-! Her)'s'pela.
;dadiminuemde valore que nao to ^35*.
. menos dignas de se ollertarem. L' pois I veriam-se
| na rua da Santa Cruz casa n. 28 aonde! geral de Londres"n.
encontrareis os mais bem acabados bo- i .UlJos 3 boticarios
encarregidas de su
na e Hespanha.
as bocetinhds a 00 rs. cada urna
Febre de toda a especie.
Golia. _
llemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigesioes.
,----vwuuamaa ui 11.11 .jeill aeauaClOS DO- i .>'V"J" "' "
I quets de cravos, para cujo fim sois con-l do'sffi",
;vida los a ver, quando menos para ad- Vendcm-se
egularidadesde
menstruaro.
Combrigas de toda
pecie.
Mal de Pedra.
Manchas na cutis.
Obstruc^ao de ventre.
Phthisica ou eomsump-
'.ao pulmonar.
Relencao de ourina.
ftheuniaiismo.
Symptomassecundarios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
A'enereo (mal).
pilulas no eslabelecimento
224, StranJ, e na lojo de
droguistas e outras pessoas
sua venda em toda a America
p
a exposi-
Fugio desde o dia 13 do crrenle mez o escra-
yo I.uiz com os signaes seguales: crioulo, cr
tala, alto e bem fcilo do corpo, gago bstanle
e tem o dedo mnimo do p cortado, natural'
do scrlSo do Cear : quem o pegar, leve-o a seu
I I senhor na rua Direita n. 112, u na rua de Apol-
Aie o dia 2!) espera-se da Europa um dos va- ; lo n. i3, armazem de assucar, que ser recom-
pores destacompanhia, o qual depois da '
. demora
do costume seguir para o Rio de Janeiro locando
na Babia : pira nassageiros ele trala-sc com os
agentes Adamso
Novo n. 2.
peusado.
mson Howio & C rua do Trapiche
B
&
iode Janeiro,
DE
aeao a sai.
sciente a todas as
e aos que preten-
A empreza da illumtnacao a gaz desfa cidade, faz
pessoasque collocaram candieiros de gaz em seus casas,
dem ainda col locar, que tem resolvido baixar os preces dos globos de vi-
dro para l^oOO, 2$ e 2^500 os mais finos que se pode fabricar, os pr ten-
dentes acharao no armazem da rua do Imperador n. 51, um comple-
to sortitnento a sua escolha, assim como candieiros, arandelas e lustres
ebegados ltimamente, de gostos variados e do mellior que se
seJar- Rostron Rooker & C,
agente.
pode de-
mirardes a perfeicao, Esta'
cao na mesma casa.
Perdeu-se na noite de 22 do corrente, no
caminho da estrada de Luiz Vieira at a rua da
Conccicao, na Boa-Vista, um mantelete de vel-
ludo preto : a pessoa que o liver achado e qui-
zer resiitui-lo, receber 103 de gratificacao, na
rua da Cruz n. 4.
Attenda-se.
Algunsdos credoresda firma commercial Silva
& Motta leudo no Diario de Pernamliuco de 8
do corenle me/, um annuncio do socio Eslevo
dellas, conten urna inslruccao em port ucz pa-
ra explicar o modo dse usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa de Sr. Soum phar-
meceuuco, na rua da Cruz u. 22, em Peruana-
buco.
ELOGIO E AGRADECIMENTO.
Forte iu ll i mitinea o na fcoeca dO. es.
touiago,
Soffrendo eu por longo espaco de seto annos
uma forte tn/lammaro na bocea do estomago
que bastante aflliccao me causava por me tirar
quasi a respirarao, e tendo feito quanlo foi pos-
sivel paraobler melhoras, ludo foi baldado, c rc-
rorrendo s chapas medicinaes do Sr. Ricardo
Kirk, escriplorie na rua do Parlo n 119, cora
y
Jos da Molla, declarara que nao teem renuncia- i las llve a 'elieidade de me adiar inteiramento
bom no curio espaco de 30 das, pelo que mere-
ce de cerlo lodo? os mcus elogios, nao s pela
rapidez do curativo, como por nao causarera in-
commodo algum nem precisaren! de resguardo.
Manoel Antonio de Freilas
Rua de S. Jos n. 75, Rio de Joneiro.
Aos dilcctantes.
A alguns dias que se acha nesla capital a Sra.
Magdalena Itruccione, canto.a italiana de mrito
distincto, e que de passngem nesla cidade desrja
mostrar aos dileclanles o seu talento artstico.
Sra. Brurcioni depois de
do nem renunciara seus direilos sobre os bens
particulares de ambos os socios da dita firma
pelas obrigacoes solidarias conlrahidas em nome
della.
Josiah Wawls, subdito inglez, relira-se pa-
ra o Rio de Janeiro.
OITerecc-se um moro para caixeiro do es-
cripta, loja, ou armazem, excepto taberna outra
qualquer arrumacao, e da fiador a sua conduela.
PeJe-se ao Sr. Dr. Jovencio Alves Ribeiro
da Silva que digne-se vir rua da Cruz n. 32 re-
ceber uma carta vinda do Cear.
O abaixo assignado declara que no dia 19
ANOYAflLO E AlTORISACiO
DA
mtmmk mumm m msmtu
E JUIITA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
a barca nacional Clcraentina sahe
dade : para o reslo da carga e passa
ta-se com Gnilherme Carvalho & C
Torres.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se acham & venda todos os dias no es-
criploro das mesraas loteras na rua do Impera-
Leiloes.
Compiiiiliia Iiidcmuisadorii
Para cumprir a disposir;ao do art. 19 dos esta-
liitos da companhia de seguros martimos Indcm-
nisadora, proceder-se-ha no dia i9 do correnle,
pelas 11 horas da manhaa, na praca do corpo do
commercio, venda em leilao publico de 15 ac- ,
roes da mesma companhia, em tres toles, sendo o
1." de os. -2-2G a 230 ; o 2." de ns. 21 a 245, e o
3." de us. 361 a 365.
LEILAO
r..meira
parle da primeira lotera do collegio de N. S
: do llora Co:.selho do Recite, cujas rodas devr
I andar mpreterirelmenle no dia 12 de setembro
, prximo futuro.
; Thesouraria das loteras 25 de agosto de 1860
O escrivao, J. M. da Cruz.
Roga-se ao Sr. cadete do -i.0 batalhao de
arlilharia, Victoriano Marinho Palhares, que ve-
| nha pagar na loja de sirgeuiro de Libanio Lopes
Moreira, urnas obras de cabello encastoada, que
i deve ha um anno e 5 mezes, e se assim nao o
i Ozer lera de ver o sen nomo sempre nesla folha.
. de papelera branco, e entregar este papel e s-
', signatura 'i dila sua mulher. Hoja declara sem
| eHVilo laljssignatura, e protesta contra qualquer
! artifaeto que com tal assignatur se possa urdir
| contra elle para obrigar sua pessoa e bens, de-
clarando desde j que nada deve a pesso algu-
' raa, e nem tem autorisado a quem quer que seja
! a exercer actos prejudiciaes, nem que lhe tragara
obrigaro de pagamento.Arcenio Antonio Car-
: nciro da Cunha Miranda.
ELECTRO MAGNTICAS EPISPATICAS
Boroil k C.
curdo Mirk
Para serem applicadas s partes aTectadas
sem resguardo nem incommodo.
desle
muilo conhecidas no Rio de Janeiro
AS CHAPAS MEDICINAES sao muiio ct r10 de Janeiro e em todas
imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se lera oblido
raidades abaixo escripias, o que se prova com innumeros altcstados que existem
zes c de dislineroes. '
arisam ao respeilavel corpo do
mudaram o seu estriptorio da rua
Recite n. 5 para-a mesma rua n. 0.
Sitio para alugar.
Na Capunga Nova contiguo ao sitio do Ur. Ja-
cobina, e em frente da rua que ra ter a S. Jos
do Minguinho, esl para alugar-se um sitio com
bastantes arvores fructferas, pequea baixa de
: capim, excellenle casa assobradada, que tcm
' commodos para grande familia, cocheira,
Na corte, onde es mostrou por ranas vezes quanto valia o seu t-
lenlo.
Esta dama sabo que Pernambuco tambera a
patria das bellas artes ; que aqui, como em todas
ascidades cultas do mundo l.imbem se anima e
segalardoa o verdadeiro meiito, e que a arle
musical lera aqui lao numerosos como iulo3
apreciadores.
A uma artista conhecida, com inconlestav.-l
mere, menlo nao posstvel, que falle o desejo do
apresentar-se diante de um publico lio
apreciador do verdadeiro bello.
A Sra. Bruccioni tenciona, pois, segundo no<
commercio que fons,a. dar brevemente um concert, e confia n.
da Cruz do
justo
DE I B ri
1 excellenle. vacca lurioa.C
Quarta-feira 29 de
O
agosto.
agente Cosa Carvalho far leilao no dia ci-
ma em seu armazem na rua da Cruz n. 1 de uma
cxcelltnte vacca turina com garrotes muito no-
va, as 11 horas em ponto.
Dentista de Pars. I
15 Rua No va15 1
FredericoGaulior, cirurgiao dentista, 5
faz todas as operacesda sua arle e col- |g
loca denles artificiaos, ludo com a supe- 5
riondade e perfeicao que as pessoas en- M
tendidas lhe reconhecera. \5
Tem agua e pos denlifricios etc. ?|
. caval-
nas ehfer- lance, casa para criados e para bauho : a tratar
de pessoas capa- na rua Nova n. 56.
Com estas Chapas-flectro-siagnetica-f.pispasticas oblcm- se uma'cura radical e infallivol nm Sf-1-'-,>'LS>S' ^? f?^p>ss*f
s de inflara cao cansaco ou falla de rMn.wt c:,m ->-n/s ou oxlernas com" |*'y-"i,*^*'e'v' &^*to*.|
garganta, olhos, ery- $ | jOflSliilll>. @
ferentes especies.detumor... ^o^^C^ot^rX^' fXSi ?
Kre feto. SSSSST SCrS radCa'mC "te eXlrP8d0S- end SPU US aelhadVpor
f.. ,AS eDCOmmc,ldas1.das provincias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
!^r.?:s lecessanas expl.caroes, se as chapas sao para hornera, senhora u crianca, declarando
oslo dos amadoresdesla capital, esperando
merecer a proleccao e acolhimenlo que elles cos-
luniam prestar na exhuberanle generosidade a
todos os artistas que aspiram allrahir a sua si-
lencio, e conquistar a sua svmpathia.
Se agradar, oxal que .ira I seum s applauso
collicrdo elegante publico Pernambucano ser
maisura laurel precioso que adornar a'coroa
lyncada artista, mais uma liorna sua vida mais
um momento de encanto na laboriosa e diflicil
carreira que percorre.
maro {cansaco ou falla de respiraro), sejam interni
do (gado bofes, estomago, baco, rins, tero, peito, palpit'acao de coraciio
sipeias, rheumalismo, paralysia e todas ?s aflecces.
"f" llf em I" parl? d0 C0'P e.'!'sle. na cabeca, pescoco, braco, coxa. perna/p, ou tronco do
corpo, declarando a circunferencia: e sendo inchaeos, ferdas ou ulceras o molde do se.tama!
V^!.!.a5.de j)|j,pel e a declaraao onde existem, afim de que as chapas possam ser
nho
bem
em
applicadas no" seu
Pde-se mandar

i
' vir de qualquer ponto do imperio do Brasil. @@@
ros pa'aS SS^o SS*1"*" "*' ComPelenles expHcacoes e tambera de todos os accesso-1
.; Consul;as a lodas pessoas que a dignarem honrar cora a sua confianca, em seu escrinto- !
Jio, que se achara aberto lodosos das, sem excepeao, das 9 horas da manhaa"s 2 da larde.
alfaiate de Pars, leudo transferido a sua
residencia para a rua do Imperador n. -52,
roga a lodos os seus anligos freguezes ea
todas as pessoas em geral, que o quizeretu
honrar com a sua frevuezia que hajam de
o procurar d'ora em diante na dita casa. O
mesmo annuncia que prepara vestidos a
amazonas para senhoras monlarem a ca-
vallo. ^
gg@@@:
Borba.
Quarta-feira 29 do corrente.
NA
Rua Direita o. 24,
PRIMEIRO ANDAR.
Antunes autorisado por uma pessoa que so re-
tira para fra da provincia, far leilao na rua
Ifireita n. ti primeiro andar, de toda sua mobi-
lia de Jacaranda e mais pertences de uma casa
de familia, e tambem de
Urna koa escrava.
Principiar s 10 horas em pooto
LEILAO
DA
Parte de um ex-
cellenle sitio
em Santa Anua.
Segunda-feira 21 do corrente ~~ Prec8a-se de uma atna forra
Antones autorisado pelo S, Serrlo Pereira' ~J? EJS **** ^S,1
da Silva como administrador de sua mulher, fa- luaao l'nperador anttga do Collegio
i leilao em seu armazem na rua do Imperador' n- **
&oP!,^ S L- Os credores de Manoel Martins de
iilha por falleciraenlo de Isabel Rainha dos An- i u'lveira levem suas coritas no armazem
sedS7retUe %iMTJ? """f'i "f 62 pal'l de N"neS & Irm5 aim de 8ereul COO-
uus ue irente e ol de fundo, coslnha fora, co- firlJ.,
cheira. estribara e muilas fructeiras. Princi- Ier,as e ParTa* COm o que produzto a
Estabelecida em Londres
$& ii tm.'
CAPITAL
Cinco milluoes de libras
ster\inas.
Saunders Brothers & C. tcm a honra de infor-
mar aos senhores negociantes, proprielarios de
casas, e a quem mais convier, que eslao plena-
mente autorisados pela dita companhia para ef-
fecluar seguros sobre edificios de lijlo e pedra,
cobertos de lelha, e igualmente sobre os objectos
que conlivcrem os mesmos edificios, quer con-
sista em raobilia ou em fazendas de qualquer
quahdade. '
Precisa-se fallar com o Sr. Miguel Aloian-
drno da l'onseca Gal fio a negocio de seu intc-
resse : ni rua do Queimado n. 61.
Um moco chegado ha punco de Lisboa so
oiiereceparaensinar em algum engenho a ler,
escrever. contar, e gramtica latina e franceza :
qncm precisar, dirija-se loja de louca na rua
larga do Rosario.
John Piaqfouad, subdito brilannico, vai ao
Ilio de Janeiro.
Joaquim de Miranda retira-se para o Rio de
Janeiro.
Rua do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
A sabida que tem lijo este rap prova sua boa
1 qualidade, nao desmentindo assim a qualidade do
fumo de que c feito, colhido as immediacoes da
cidade a que deve seu nome na provincia Giam-
Par : deposito, rus da Cadeia n. 17
Aluga-se uma prcta crioula, moga, escrava,
para o servico de uma casa, e fazer as compras
na rua, com lodas as habilidades precisas : q'iem
, pretender, procure na rua Imperial n. 54, que
l achara com quera tratar.
Precisa-se de uma pessoa para fazer uma
escripia por partidas dobradas : na rua do Ran-
gel n. 11.
IQAO
ou
na
piar sll horas em poni.
Leilao
As 1 i horas em ponto.
Soulhall Mellors & C f.rao leilao por interven-
$ao do gente Francisco Ignacio Pinto, de duas de competente.
venda em leilao.
O Sr. Paulo Francisco de Uezen-
de queira apparecer no escriploro de
Nunes & Irmo, e ah entenderse com
todos os seuscredores a negocio de que
Smc. nao ignora, e nao o fazendo o
mesmos credores recorreraoa autorida-
Rua do Brum (passando o chafariz.)
^io e\oz.Uo desle eslabeleeimento sempre lia grande sortimento de me
enanismo nara os engenhos de assnear a saber:
Machinas de vapor modernas, degolpe cumpriclo.jconomicas de combustivel, e dePaclimoassento;
ltodasd agua de ferro cora cubos le madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;
Cannos de ferro, eportas d'aguaiara ditas, e serrilhas para rodas de madeira';
Moendas inteires com virgensmuito fortes, e convenientes ;
Meta moendas com rodetasmotoras/iara agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhOes deaz ;
laixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares e bicas para o caldo, crivose portas de ferro para asfornalhas;
Alambiques de ferro, raoinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos oubois ;
AguilhOes, bronzes e parafusos, arados, eixos e odas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
le o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podere necessitar.
* o
* .
o o o o
o o o
e o s
u l>r. Joo Ferreira aa Silva mudou-se da
rua do Rangel para a do Livraraento n. 26, so-
brado do Sr. Manoeltfuarque de Macedo.defron-
e de sua anliga ha.bitaco. A grande pralica de
auscultarlo reconhecida porquasi todos os seus
collegas desta cidade lorna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmes e do co-
raco ; assim como para verificar o estado da
saude dos eseravos que se desejam comprar.
Pelo crescido numero e variedades deoperacoes
que ha feito cora bom resultado em o cxerc'icio
de mais de 20 annos, sojulga habilitado para
praticartoda e qualquer operaco cirurgica por
mais delicada o dfflcultosa que seja.
TrTTTTTTTTTTTTT-*TT-TTT-V7
t DENTISTA FRANCEZ. 1
K Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- 3
> rangeiras 15. Na mesma casa lem aeua e <
^ p dentifico. 2
> <>
Estas pennas de differenles qualidades, sao fa-
bricadas de ac de prata refinada de primeira
tempera, e sao applicavcis a lodo o tamanho de
ettra. Preco 1500 cada eaixa e pennas de ouro
lelo mesmo aulor com ponta de diamante, que
crem a grande vantagem de nao estar sujeitas a
crear ferrugem e conservndose bem limpas s.io
de duracao infinita, deposito em casa dos Srs.
Huedes* Gonc alves rua da Cadeia n. 7.
"--"
'**\ *


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FE1RA 27 DE AGOSTO DE 1860.
Precisa-so de urna ama capaz para casa de
pouca familia, de poitis a dentro : na ra di
Roda d. 54.
Attenco.
Offerece-se ura 111050 para caixeiro de escripia
por partidas dobradas para qualquer casa de ne-
gocio, ou mesino para caixeiro de qualquer ar-
mazn! ou de ra, tem boa letra, boa conducta,
pelo que d fiador: quem do scu presumo se
quizer utilisar, annuncie por este jornal para ser
procurado.
al Porluguez de
Beneficencia era Per-
nambuco.
Trecisa-se de um cozinheiro livre ou sujeito :
quem estiver as circurostancias de conlratar-sc
dirija-se ao mesmo hospital, ou nnuncie para
ser procurado.Manoel Ribeiro Bastos, 1. se-
cretario.
= OSr Francisco Aranha de Souza tem urna
carta no cscriptorio de Manoel Joaquim Ramos e
Silva, na ra da Cadeia do Recife
Ensino de msica.
Hospit
Attenco.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 15 da
ra do Vig.irio : a tratar no caes de Ramos n 2
andar terreo, ou ra Augusta n. 9f cora Pr-
xedes da Silva Gusnio.
Uomualdo Alvos de Oliveira, ad
yogado provisionado pela relaeao, en-
carrega-se de qualquer defeza crime no
jury, ou perante qualquer autoridade
Bem conhecido no paz lia 10 annos co-
mo escriptor publico, espera merecer
confianca, visto que, quando preciso
defender qualquer pessoa, nunca tre-
pidou e jamis trepidara'em frente de
dilTlculdad.s. Fara' tudo quanto esti-
ver ao alcance de sua acanhada intelli-
gencia para defender seu cliente.
Achando-seo jury funecionando, ofle-
rece-se paia encarreerar-se de quelquer
defoza : toda e qualquer pessoa pobre!
que nao poder pagar e nao quizer su- '
2001000. I Fazendas por baixospre?os
geitai se ao advogado dos pobres, elle o de,llcs. pomas e ps g
defender' gratuitamente como de rea JSXSWX
Fuglo do engenho Quands, em Santo Anto,
no da 18 de maio doanno prximo passado um
escravo de nome Luiz, de idade de 23 a 21 an-
nos, com os signaos seguintes : 6 cabra, de esta-
tura regular, baixo, quando se ausentou no ti-
nha barba ucnhunia, cabello a especie do de ra-
lo, tem um pequeo geito as pernas para dentro
eum signal na ponta da lingoa do lamanho de
um earoro de goiaba que o atrapalhn um poucc
quando Talla, e lem seoslas bem cic.(Irisadas de
chicles; este escravo fui da villa da Saboeiro,
comprado ao Sr. Domingos de Souza Barros, e
ha Dolida delle estar acolitado em urna fazenda
cima da dita villa 201egoas : pede-st, portanto,
a i-niJinr;: do dito escravo, e quem o pegar leve-o
a seu scuhor no dito engenho, ou no Recife a
Bernardino Francisco de Azcvedo Campos, no pa-
lco do Carmo, que se gratificar com a quaulia
de 2O0J.
Escravos fgidos.
Desappareceram no dia 19 desle mez, do en-
gatillo Diamante da freguezia de Ipojuca, os se-
guintes escravos : Simplicio, crioulo, de 30 a 35
anuos, altura regular, cor pouco preti, lem bons
ps grandes, sendo um dellcs
docoipo, e andamio um
Ra do Queiniado, loja
de 4 portas n. 10.
Anda reslam alguinas fazendas para concluir
* liqmdacao da firma de LeileA Correia,as quaes
se vendem por diminuto preco, sendo enlre ou-
tras as seguintes:
Chitas Ue cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscadosfrancezesde cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Br!mUanVDiC!1br,qUadI0^ OV'd?J 116 "" CaLc!8' "evralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
, tr^"ad0 branco de linho muito boni, va- li:. t-.w___...
a iSOOO-
Admiraveis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senbores de enge-
nto, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
com estes remedios. So tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as priucipaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor dt j
coslume.
Ollerece-se para leccionar o solfejo, como tam-
bera a tocar varios instrumentos ; dando as li-
ndes das 7 horas s 9 li2danoile : a tratar na rus
da Roda n. 50.
Ao araanhecer de liontem fi
lio no Pombal, um cavallo castanho
sem signaos brancos, tem os cabellos das pern
e maos ruivos, o p direito um pouco grosso, di-
nas e cauda compridas, 6 inleiro, est carnudo c 1 ~~ Precisa-se de lomar a premio dous contns
muito bem feito de corpo, lera um nico ferro ,de reis dando-se um predio de dobrado valor:
n anca, representando um R, anda a passo e ,luem pretender annuncie para sor procurado,
muito espantado : quem delle souber ou o liver ~- O Sr. Belizario Adolpho Poreira dos Santos
, e mette-se a cantador
Era CluantO nao faz a vi.'irem ^' comprado ao fallecido A-'touio Jos Patricio,
que pretende pode ser procurado" no' ?-ue lr.0 > J^i da Madre de Dos.
ugar de sua residencia ra Direita
igio de um si- 7 Cada pela ra da Penha, ou no es- : Rraudes c os juanetes be
srissa I ss*d?Dr- D'Tmod -* I smbhks.
aoAlmeida. ra do Imperador.
| lino, cabra, de 30 annos. altura regular, bastante
n. i choio do corpo, pernas um pouco arquiadas, ps
m salientes, tem pelo |
bexigas, e falta de den-
rio de carpina
53@@@@w
m
pegado lera a bondade dirigir-so ao dito sitio
prximo ao do Exm. viscondo de Suassuna, do
iado opposlo, onde tem um lonco de mimo na
frente com portao, que ser recompensado.
Prccisa-se de urna senhora honesta para
morar em una casa de pouca familia, smente
para fazer companhia : a pessoa que quizer di -
rija-so ra de S. Bom Jess das Crioulas, casa
u. 17, que achara com quem tratar.
Preven cao!!!
Estando a findar os frescaesqueijos de Serid,
as excellentes maraas e a bolla manteiga refina-
da em frascos, previne-se aos amantes das ditos
gneros que venham a elles corr presteza para
depois nao h.iver queixa no armazem da ra
estreila do Rosario n. 11.
Alugi-se por 30JJ mensaos o segundo andar
do sobrado sito na ra Imperial n. 169, com 6
quarlos, 2 salas, solao corrido, muito fresco e
V tem excedente vista tanto para Ierra como para o
mar, bem como para a estrada de ferro, qua
passa no fundo do quintal: a tralar no primeiro
andar do mesmo.
O agente de leiics Jcse Cypriano
A ntunes tem estabelecido o seu arma-
. zera e escriptorio na ra do Imperador
n. 73, casa que oulr'ora oceupava o fi-
nado Marcolino de Rorja Geraldes onde
pode ser piocurado das 9 as 4 horas da
tarde.
Na livrai'ia n, G e 8 da praca da
Independencia precisa fallar ao Sr. Ma-
noel Antonio Pinto da Silva.
Madama Appolinc
@ Roussel, primoira costureira da casa de
g Madama Millocheau, tem a honra de par- @
@ licipar ao respcilavel publico, que se acha ft
prompla para satisfazer a qualquer en- @
commendaconcernenle a sua arle, assim S
@ como ricos veslidos para casamento, bai @
@ le c soire, fcitosa ultima moda, coplima &
perfeicao: as pessoas que de seu preslimo @
se quizorem utilisar, podem di-igir-se i $$
ra da Imporatriz n. 11, primeiro andar. @ i
t*U&3&$&& Si SfcS @@g !
Por se ignorar a moradU dos senhores I
w abaixo mencionados roga-so aos mesmos dirigi-
reui-sc loja da ra da Cadeia do Recife n. 64,
> negocio que Ihe diz respeilo :
Jos Joaquim Dias de Oliveira.
I.uiz ds Azcvedo Maia.
Joo lluarlu de Oliveira.
Joaquim Fernandez de Azevedo.
Francisco Peroira de Carvalho.
Jos Augusto Toixeira.
Manoel Poreira da Suva.
Antonio Joaquim do Oliveira.
Jos Luiz do Azevodo Main"
Jos Antonio de Azcvedo Mallos.
Manoel da Silva Maia.
Jos Ildefonso de Souza Reis.
Jos Joaquim da Rocha.
Vicente Aguido da Cosa e Silva.
Antonio Ignacio Brendao.
Antonio Peroira da Rocha.
9 o^ o Sr. Joa(|iiim Ah s |
- Conti aradomico do primeiro auno, queira
rd ir como se Ihe tem pi Jido por vezes a ra
' da Cadeia do Recife n. 23. S
@@@@@
Vai segunda vez a praca nos dias 21, 24 c
28 do correle, depois de linda a audiencia do
Illm Sr. l)r. juiz de orphos. a escrava
pcrlencenle aos bens da finada D. Mara
Assumpco.
R^: ,:;:: .;c ^s; KS@g;
tonha a bondade de apparecer na ra doQueima-
do n. -16.
ro ; foi comprado ao Sr. Barode Alhalaia. I.uiz,
crioulo, de idade de 28 annos, de boa altura, cor
fula, olhos grandes, lem bons denles e limados
as ponas, pernas um pouco,finas, ps grandes
e achatados, sendo bem espadando, os cabellos
um pouco annelados, quando falla nao lem boa
pronuncia por gaguojur pouco, lem as nadegas
Sacra-se sobre a Baha : era casa de Ar- I cicalrisadas de surras que fem levado ; foi com-
kwrigbl& C., ra da Cruz n til. i prado ao Mithias Guedes da Gonseca, hoje mo-
jT3:'.iaftfi3a gaaga^jt,yaf rador na cidade da Victoria levaram roupa de
9C1B9 QRflB9RflKgnH|1 a|god5o ol> ^. Jevaniio mais que iJar:tm>
ffl Wlf*lf*i&fi H j^quotas e calcas de chita prcta, a fazenda de um
-* vwvllvwvi ^-jj j s padro, caigas de brira pardo c camisas 3e
Amelia Elodia Lavenre compctcnle- M j brelanha. c tambem levaram espingardas : quem
mente licenciada tem aborto na ra do
9000
Cortes de calca de mela casemlra a 2J.
Dilos de dita de casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3j> e 4.
cIenaS Je cores' finas, para honiem, duzia.
800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1J.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito finas a 4$.
Ditas cruas finas para hornera a 4g.
Cortes de colletesde gorgurao de seda a 2f.
Cambraia lisa fina transparente, pega, a 4.
Seda preta lavrada para vestido a lfcCCO e 2g
Cortes de veslido de seda rela lavreda a 16jf.
Lengos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 50.
Peitospara camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, lingindoseda, covado
c sapatei- a 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$E00.
Toadias de linho para mesa a 2 e 4$.
Camisas de meia, urna 640 rs.
lis, indigestao, crup, dores nos ossos, contuses,
queimadura, erupcocs cutneas, angina, relen-
C.ao de ourina, ele, ele.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.vene-

GUARDE SORTIMEMO
DE
Fazendas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-i J0a,lU'M Rodrigues TavarCS (le McO
tumores brancos, afecces do figado e rins,
sos
erysipclas, abeessos e ulceras de todas as classes|
molestias d'olhos, ditficuldade das regras das
mulheies hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o syslema, equilibrar a circula-
do do sangue, inicuamente vegelacs favoraveis
em lodosos casos nunca occasiona nauzeas ne
Lencos de seda para pesclo de senhora a dores do venlre, dses de 1 a 3 regularisam de 4
"ff'SSSJ1*"*0* bordados para baplisar crian- a 8 purgara, listas pilulas >ao efficazes as'afec-
^ Livramonlo n. 19, segundo andar, urna *|>
a aula para o soxo fominino, onde ensina "^
^p primoiras lcltras.francez e certas prendas, |
3> Dera crao coser, bordar etc.e para com- ^
jj, modo das pessoas que morara fora ou
^ mesmo denlro da cidade, recebe alum- M
nas internas, peocionislaa e meio-pen- ^
cionistas pelo preco que se convencionar. ^fe
PILUUS PAULISTANAS
05 PRIMEIROS OliPURATIVOS.
Todas as molestias tem urna tendencia de im-
pureza do sangue, soja machucadura mais insig-
nificante, e que cause urna dor de que pouco
caso se faz, Guantas enfermidades morlaes re-
sultado do coiiiusoes, tiros, facadas, quedas, ele.
etc. Para livrar de qualquer mio resultado dc-
ve-se lomar logo que se poder 3 a 6 pilulas n.
2; passadas 3 horas a mesma dse dasden.l,
repetir cada 12 horas da mesma manoira, pelo
lempo de 36 horas. Vejara este exemplo que
abaixo segu.
os approhender, leve-os aodito engenho ou nes-
ta praca a Gabriel Antonio de Castro Quinlaes,
no bceo do Peixe Frilo, que ser generosamen-
te recompensado.
I'ugio no dia 13 do correnle moz a prcta
oscrava Ignacia, crioula, idade de 35 annos, es-
tatura regular, cheia do corpo, a cara marcada de
queimadura de logo, levou veslido do chita de
lustras encarnadas e branco, chales de merino en-
carnado liso, eslava era casa do Sr. Guilhorme
Bessone Almeida, na ra da Roda n. 47, para ser
vendida : a pessoa que approhender, leve ra
do CabugA, loja n. 1 C, que ser griiGcado.
Joo Francisco Fernandos de Caslro
ra-sc para Europa.
?as a 5*000.
Cortes decalca do casemira preta a 6$.
Chales de merino com franja de seda a 5$
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
ir;,-. ......,i____.____,:j. j_ _________ _____
ies do Ogado, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digestao, e em lodas as enfermidades das mu-
flieres, a saber : irregularidades, fluxo, reten- de merino stima 12>,
lo l280Ve Par8 ?CSl ^ momaria' cova-1 Ss;nr!f.b:ancas' Uf ruc,:oes. histe.ismo. etc., | fina a 6, dilos francezes sobrecasaad a 1
RA DO QUEIMADO N. 39
EM SLA LOJA DE QIATRO TOniAS.
Tem ura completo sonimento da roupa feila,
e convida a todos os seus freguezes e lodas ss
pencas que desejarera ter um sobrecasaco bem
feilo, ou umi calc,a ou collete, de dirigiiem-se a
este eslabelec;ment que enconirarao ura hbil
ariisia, chegado ullimamenle de Lisboa, para
desempenhar as obras a voniade dos fieguezes.
J tem um grande sonimento de palilots de ca-
semira cor de rap e outros escuros, que se ven-
dem a 129, outros de casemira dequadrinf.es
da nais fina que ha no mercado a 1G?, diles
ditos de blpka muito
Lencos brancos de can.braia, a duzia, 2.
Gf* Recebeu-se novo sorlimento de $
bournus bedouines para sabida de thea-
tro na
Loja de marmore,
reti- i
Pateo de S. Pedro u. 6, arma-
zem de gneros seceos e
molhados.
V'cndo-se neslo novo eslabclecimenlo saceos
com farelo de Lisboa, familia de mandicca, mi-
di, feijo muliiinho o preto, gomma de mandio-
- Compra-s um selyndro paia padaria : na ca, arroz de casca c dito do Maranho de aupe-
3 por delraz da igreja de Sania rior qualidade, doce da casca da guiaba, vinhnido
. ,. : Perto em garrafa do melhor que podo haver no
ai oralojio de Jacaranda, mo- mercado, manloiga ingleza e franceza, banha de
cnvidracado, de 4 palmos poreo emlatas, bolachinhas de soda de todas as
sondo obra mu | qualidados, cerveja prela e branca da melhor
je3 & lrmao, na ra da Imperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
^jj*m
Compras.
Na noile de Sania Cruz desle anno fui alirado
com um tiro de pistola, a bada entrou-me no poi-
lo esquerdo alravessando-o ; applicaram-me as
intuas paulistanat, di-ilei sangue por cimaeicanno
por baixo, e graras a oslas milagrosas pilulas sal-
vei-me da morle que deveria levar-me a se-
pultura. Froguczia da Cuti^ 11 de agosto de 1S59
Joaquim Bodrigues.
Depositario o correspondente, na ra do Parlo
n. 119, no Rio de Janeiro.
$#*}# mmm se
J O |)r. Azevedo Podra, ha pouco che- @
*5 gado nosta capital, faz scienle ao respei- @ I
fl lavol publico que acha-se prompto a qual- I
quer hora em sua residencia ra da Im- !
peralnz.^pbiado n. 88, segundo andar, !
3J preslar os recursos de sua profiss'o ; na
3 mesma casa d consullas gratis
0 bres.
se*** Rila.
Compra-se
derno, de Iros faces,
pouco mais OU menos de altura,
perfeiU. Tambem se compra um selira para se- I marca, quoijos flamegos frescaos,"conservas in-
nhora, de boa qualidade, que esteja em bom uso : i glezas e os mais gneros que se vendem por menos
quem pretender dirija-se a ra Nova, loja de "
marmore.
Coinpram-se moedas de ouro de 5?, 103
cSmo a a P S dos de corcs' de moiranlique egro-rre na
Vendas.
|6
&5
Novo sorlimento
Loja de marmore.
Escravos flor.
aos po- m
m
para casa de
pendencia n.
W ^> < <> ., <&*
Alguma senhora branca, viuvn, de bons
costumes, sem familia, que queira morar em
companhia de oulra soltcira, pagando a quarta
parte do aluguol da casa, dirija-se I-ora de
Porlas, ra do Pilar n. 15.
Precisa-se alugar urna escrava
piuca familia : na praca da Indo
38 se dir quem a pretende.
. == Evaristo Mendos da Cunha Azevedo, lendo
sidonomeado gente de loiles pelo integro tri-
bunal do commercio, faz scienle ao publico as-
sim como ao respeitavel corpa do commercio e
a seus amigos que o arharo sempre disposto o
oxerceras funecocs de scu cargo com energa e
zelo, podendo ser procurado na ra do Vigario
n. 22 todos os dias das 8 horas do dia s 6 da
tarde.
Dcclara-se que o annuncio do casal do fi-
nado Caotano Poreira Gonoalves da Cunha, nao
se enlende com os Srs. ofDciaea da secrelaria do
governo quepodiram a explicaco do mesmo an-
nuncio, advorio-se porm que s se concede 3
dias parase declarar o nome do devedor, seo
mesmo naosalisOzer scu debito.
A lusa-se urna casa situada no heceo do
2 escravasde 16 annos, engommadeiras insig-
nes, 1 dita de idade 28 annos, oplima cozinheira
por 9008, 1 nioleque de idade 2'J annos, 1 mula-
linho de 12 annos por 900JJ, 1 escravo para en-
genho por 9005,1 muhtinho alfaiale e bom cria-
U novo sortment das acostmadas do, de 18 annos, 1 negra de 40 annos por 350^ :
camisas inglezas, peito de linho e pre- i na rua de Agoas Verdes n. 56.
gas largas, sao mais finas e de melhores
de camisas inglezas na loja
de Goes & Basto.
gostos a 5S.S a duzia, e barato.
Bolica.
Barlholomeu Francisco do Souza, rua larga do
Rosario n. 36, vndese os segnintes medica-
mentos :
Rob l'Aflocleur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegotaes.
Salsaparrilha Brislol.
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dilo.
Ellixir anii-asmalhico.
Vidros de bocea larga com rolhas, de 2 onc;as
e 12 libras.
Assim como lem um grande sorlimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
;proco.
Vende-se compendio de philosophia pelo
Recebeu-se novo soitimenlo de cha- SJ?
pos de seda e palha da Italia para se- S
nhoras na gj
Loja de marmore.
Vende m-se
saceos com boa farinha dji mandioca a 4j500 ca-
da um, ditos do Porto com feijo preto, arr.arcl-
lo e vermelho al4, 12 e 9g, cal de Lisboa em
barris a 4jj, dita aos alqueires a lg600 : na rua
do Brum n. 18 e 66, armazem deassucar.
sao do maispromplo efTeito na escarlatina, febre dilos de panno fino a 20, 2i>>, e 30, sobre-
biliosa, febre amarella. e cm lodas as febres ma- casocas francezas muilo bem feilas a 35, cal-
,g"as- ?as feilas da mais fina casemira a 10, dilas ci
Esles tres imporlantes medicamentos Tem a-1 brisa e de fuslo por preco commodo, um grande
' "amPcom im?imK-6? {"P"'8"8 1ue mo?- sorlimento de colletes de casemira a 5>, dilos rfc
iram com a maior mmuciosidade a maneira de ,,, (,. '
| apphca los em qualquer enfermidade. Estao ga- | fazendas por preco commodo, um grande
. rantidos de falsificarlo por s haver venda no i sorlitr.enlo de sapatos de lapele de goslo muito
irm-"?m de azc"das de Raymundo Carlos Leile apurado a 2$?, dilos de borracha a 2*500, cha-
peos decaslor muito superiores a 16*, dilos dse-
da, dos melhores que lera viudo ao mercado a IP.
dilos de sol. inglezes a 109?, dilos rcuilesbons a
12??, dilos francezes a 89, ditos grandes de pan-
no a 49, ura completo sorlimento de gollinhas e
manguitos, tiras bordadas, e enlre raeios muito
proprio para collerinhos de meninos e Iravessei-
ros por prego commodo, camisas bordadas qi:e
srveos para batisado de crianzas e para passeio
a 8??, 10 e 125, ricos lencos de cambraia de
linho bordados para senhoras, dilos lisos para
hornera por prec,o commodo, saias bordadas a
3J50O, ditas muito finas a 5#. Ainda teso ura
reslinho de chales de toquim a 30, cortes de
vestido de seda de cores muito lindas e superio-
res qualidades a 1003?, que j se venderarn a
150, capotinhos prelos e manteletes preosde
ricos gosios a 20, 25J5 e 305, os mais superio-
res chales de casemira eslampados, muilo fino3, a
8 e a 10, loalhas de linho de vara e ires quar-
las, adamascadas, muilo superiores a 59, dilas
para roslo de linho a 15?, chitas francezas de su-
perior qualidade, lano escuras como clarfs a
200, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
caserairas para calca, colletes e palilots a 49 o co-
vado, e ura completo sorlimento de ostras fazen-
das, e ludo se vende por preco baralo, e que nao
possivel aqui se poder mencionar ncm a quarta
parle deltas, no enlamo os freguezes chegando e
querendo comprar nao irosem fazenda.
USICA VERDADFIRA E LEGI
TIMA.
PILULAS VEGETAES
ASSLCARADAS
NEW-YORK
O MELHOR REMEDIO CONHECIDO
Contra consiipaoes, ictericia, afecrdes do figado
febres biliosas, clicas, tnd'igestcs
enxaquecas.
Hemorrlioidas, dianheo, doencas da
pelle, irupces.e todas as enfermidades,
PROVENIENTES DO ESTADO Ull'l KO DO SANGIE.
75,000 caixas desle remedio consommem-se
annualmente!!
Remedio da natiirr/.a
Approvado pela fjlcudade de medicina, e re-
commendado como o mais valioso catrtico ve-
I gelal de lodos os conhecidos. Sendo eslas pilu-
las puramente \egetaes, nao contem ellas ne-
nhum veneno mercurial nem algum oulrotnj'nc-
ral; eslao bem acondicionadas era caixas de folha
para resguardar-se da humidade.
Sao agradaveis ao paladar, seguras e efficazes
em iua operacao, um remedio poderoso para a
juventude, puberdade e velhice.
Lea-se ofolhelo que acorapanha cada caixa,
Rccqbou-sc novo sorTimelo d bo*^"jS Pe'o qual se ficar conhteendo as muilas curas
W los bordados e enfeiles para senhoras na B j milagrosas que lera effetluado. D. T. Lanman
8 L0ja de mariHOre. & KemP' droguistas por atacado era New York,
fmmmmwMimtmmgm s5o-- unicos.fabricaiiiesepropnetarios.
SALSA BARI1ILHA
DE
-,-r.
Attenco.
@Coiisullorio central liomeopathicos
1 IPSEHMiBTO. 1
Continua sob a mesma direceo do Ma- C$
noel de Mallos Teixoira Lima," professor
C-J1 em homeopalhia. As consultas como d'an- g
K- les. padre mestre Fr. Francisco de Monte Alrerne do
a A .i na ^l'inluro. nos Alliiclos, acabada do pouco com : Iiio de Janoiro, a 5 om brocl.ura : na rua do Ca- ** PJ d_? ra das C'nco Po.nlas 3,8 PT
faltosa de duas las/tro, quar.os 'e cosinha fora quinlM l".g, b.ja do jolas n. 2 A, e na rua estreiia do \ 2? .*^ft? *??' l? Po quente s
com alguna arvoredoa do. fructo e cacimba d'agua ltusarioi lypographia commercial n. 12.
de beber: quem pretender dirija-se rua do Vi- lima Oml
gano n. 11 ou a estrada dos Afilelos sitio do Sr.' Van ,a .. ^ ... .
major Anlunos. Vende-se urna casa de podra e cal no ahnha-
= A senhnr nna nacen.. >.. ^-..-.5 monlo da rua da Aurora,em Santo Amaro, com
imm\rsggi Eraa c?; iizi\^TieJVti ianii% com 60 pal-
roceber urna muala que tinha fgida e querendo c rP"a, ?ulnlal- te"do dl,
sal-dossa mula.a falle na ruado Crelpo loja ^^i.^'o^^
Precisa-se alugar ou comprar um bilhar :: ,ars sc Paular,
quem o livor dirija-se rua do Qucimado n. 30, I /kx71C\ r/\0 CanllA
I que achara com quem tratar. I J\ \ ISU dUS SCUllU "
No boceo da lloraban. 30, cosinha-se para
horas da manhaa todos os dias e mais superior
do que em oulra qualquer parle, fabricado com
as melhores familias possiveis e fabricado por
um perito padeiro chegado ha pouco do Rio de
Janeiro; assim como tambem massas finas de
dilTerentes qualidades, tanto doces como agoa-
tendo dila casa 3 'salas, 3 aleo- das c bolachas miudinhas proprias para chii e se
a prelos : na rua das aprompla qualquer encommenda que se faca com
tem coquefros pequeos : promptido.
wmmmm en mmm&M
19 Rt-cebeu se novo sorlimento de boni- S
5> tos braceletes de sandado na <&:
1| Botica central homcopalhica
dr. sabino o, l pinho- i Gravador e
I foja com acco e limpeza e manda-so janlares
I aquellas pessoas que encommendar.
ja Novos medicamenloshomeopalhicos en- g.
/Jfj viadosda Europa peloDr. Sabino.
q Estos medicamantos preparados espe- ^
q cialmenle segundo as necessidades da lio
^ meopa'.hia no Brasil, vende-se pelos pre-
^ eos conhecidos na bolica central horneo- S
g palluca, rua de Santo Amaro (.Mundo No- %
@ vo n 6. z
Aluga-se um sitio grande com
excellente casa de vi venda, com todas as
commodidades para familia, no lugar
da Caa Forte : a tratar com os pro-
prietanos, N.O. Bieber & C.
Agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Balter.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnslon & rua da Senzala Nova n. 52
^S O D- Casanova pode ser procurado a n
a qualquer hora em scu consultorio horneo- >
palhico em. Pernambuco ffi
30-RA DAS CRUZES30 B
\p No mesmo consultorio acha-se sempre
^| grande sorlimento de medicamenlos era |g
t tinturas e glbulos, os mais novos e bem ttp
preparados, os elementos de homeopathia jf|
LASA LISO-BRASLEIRA,
% Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAlendo augmentado com to-
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-
commodac.oes para muilo maior numero de hos-
pedesIn novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
visitm esta capital; continua a prestar-lhesseus
servi^ose bons ofBcios guiando-os cm todas as
cousas que precisen, conhecimenlo pralico do
paiz, etc.: alm do porluguez e do nglez falla-se
na casa o hesoanhol e francez.
Quem ttver um sitio perto ou
longe desta cidade, com tanto que ten lia
casa de vivenda, arvores de fructo e fi-
que prximo ao banho salgado, tempe-
rado ou doce, e o queira alugar diri-
ja-se ao largo do Tenjo casa tfl'rea nu-
mero 33.
dou-
rador.
res de engenho.
Vendem-se duas carrocas com seus porlenres,
para carregar aasucar; atratar na rua da Cruz
primeiro andar.
Loja de marmore.
sao os
Achara-se venda em lodas as boticas das
priticipaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Rio de Janeiro, na rua Alfandega n. 89,
Bahia, Germano & C. rua Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soura
& C rua da Cruz n. 22.
Attenco
Vende-se na rua da Cruz n. 48, urna
divida julgada por sentenca, o devedor
dizem que tem loja em nome de outro
na iua da Imperatriz, cujo devedor
chama-se Antonio Jos de Azevedo,
n. i.
KJ
lia rulos
(t | Grava-se o doura-se em marmore lellras pro- \
p.'is para calacumba ou tmulo a 100 rs. cada
urna, o annunciante aprsenla seus trabalhos
nos tmulos dos Illms. Srs. Virios, Dr. Aguiar,
Guerra, Tassoe em outros mais rua da Caixa
d Agua n. 52.
Alugam-se 5 pretos
o serviyo aqui na cidade, sendo annualmente:! Vende-se urna escrava crioula'de muito
quera precisar dirija-so a rua do Imperador n.' bons costumes, ptima cozinheira e sofTrivel en-
39, entrada pelo becco do botequim do Paiva, j Rommadeira, e cose alguma cousa : a Iralar na
segundo andar, das 6 s 9 horas da mauha ou : rua do Pilar n. 52.
na praca do Corpo Santo escriptorio n. 5, das 9
s 4 da larde.
Sodri C, tendo grande sorlimento de cha-
rutos, e desojan lo acabar com os mesmos, avisa
] aos seus freguezes e ao publico em gcral, que
proprios para todo est torrando por lodo e qualquer preco
Relogias
Suissos.
Em casa de Schafleitlin & C, rua da Cruz n.
38. vende-se um grande e variado sorlimento de
, relogios de algibera horisonlses.palentes.chro-
|nometros, meios chronomelros, d ouro, prata
idourada efolheado6a ouro,sondo osles relogios .
dos pnmeiros fabricantes da Suissa, que se ven- \ Cartesde alfineles finos a 100 rs.
sem s
Na rua do Quciraado n. 55 de-
fronte do sobrado novo, lo-
ja de iniudezas de Jos de
Azevedo Maia e Silva, tem
para vender os seguintes
artigos ab'iixo declarados:
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapatosde tranca de algodo a lj>200.
Ditos de laa a lj>600.
doro por prerc-s razoaveis.
Guarda livros.
Pessoa habilitada a exercer este cargo, pro- j
poem-se a tomar conla de qualquer escripluracao
saja qual r o eslado cm que so achc, e pr
qualquer dos systemas usados. Quem precizar
dirija-ee para informacoes a rua da Cadeia do
Recife a. t>0.
j&t&e&e @@@ @@@@,
O abaixo assign.ido eslando a fazer in- ,
& ventano por morle de sua mulher pede a @
# quem se julgarcredor de seu casal, que 2]
@ aprsente suasconlas c aos que sao seus :
deredores que venham saldar as suas. SI
# Fnncisco Gomes de Mallos Jnior, i
SSS 3
Hecebeu-se novo sorlimento de boni-
tos vestidos do phanlasa na Tfc
B Loja de marmore.
\endem-se tres bois para carro, muilo
mansos e gerdos : a tratar na rua da Soledade
numero 46.
Caixeiro.
Precisa-se de um menino para ir sor caixeiro no
mato perto desta praca : quem tiver, dirija-se a
rua do Queimado n. 39, loja de fazendac.
Lembranca.
O Sr. Francisco Augusto do Amaral, carrocei-
ro, morador em Santo Amaro, c o Sr. Jos An-
tonio Raposo, lambem cerroceiro, morador na
Soledade, quoiram ambos vir a rua do Codorniz
n. 18, a negocio de scu inleresse, islo neslos 3
dias, Ondosos quaes nao vindo serao vetados
em suas casas. Recife 23 de agosto de 1860.
O abaixo assignado como se acha bstanle
doenle, e quer tratar de sua saude, motivo que
vende a taberna : quem prelender compra-la, di-
rija-se ft mesma, no paleo de S. Jote n. 5J.
Manoel Ignacio de Arruda.
Recbense novo sorlimento de pele- J
ees ries e enfeiles Clotilde na Qi
U Loja de moviwore. B
nemmsm mmm %&w&%mm
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez, roupa foita, roiudezas finas e perfumaras,
tudo por menos do que em nutras parles : na lo-
ja do vapor na rua nova n. 7.
Vende-se urna escrava crioula,
ainda meca, robusta, boa cosinheira,
doceira, engomma bem, lava, e cose
liso : quema preiender dirija-se a rua
Augusta casan. 19 de dous andares, se-
gundo andar.
Escravas.
Vendem-se duas escravas chegadas
ltimamente do norte no vapor Igua-
rassu': na rua do Queimado n. 59, lo-
ja de fazendas.
Recebeu-se novo~soriimen(o~ de vesti-
<*) dos para noiva na c&
f Loja de marmore.
Vendem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cru*
n. 4.
Em casa de Mills Satliam & C.
rua da Cadeia do ttecifen. 52, vende se
Vinho Xerez e Porto engarrafados de
aupetiui i|uttIdodo.
Meias linas de algodao para senhoras e
homens.
Lonas inglezas,
Camisas de dito.
Tintas preparadas a oleo (em latas).
Sulfato de ferro.
Pedra hume.
Azarcao.
Alvaiade.
Sal amargo.
Vendem-se dous bons relogios pa-
tentes suisso, sendo um de ouro com a
competente corrente de ouro de le tu-
do com rrutto pouco uso, por precos
baratos de admirar, em razao do dono
possuir onze presentemente : no pateo
do Terco taberna n. 19.
Espelhos de columnas, madeira branca, a 1500.
Dilos dilo dejacaiand, algGOO:
Phosphoros em caixas de olha a 120 rs.
Frascos de macass perola, a 200 rs.
Facas c garfos muito finos, duzia 35500.
Cartesde colchetes de superior qualidade. a
40 rs.
Caixas clcheles batidos, a 60 rs.
C.iixa de obreias muilo novas, a 40 rs.
Frascos de oleo de babosa m jilo fino, a 600 rs
Ulin n'l0S para fazer cauel, corredio, a
Sapalos de 15a para enancas, a 200 rs.
Tares de meias cruas para'mcninos, a 160 rs.
oe% do luva8 de cres fio de tscossio, a
320 rs.
Pares de meao r -----:..uo, u *w.
aiagos de grampos muito bons a 40 rs.
Agulhciros de roarim a 160 rs.
Caivetes de aparar pennas a 100 rs.
Grvalas de seda muilo finas, a 600 rs.
Thesouras de coslura mullo finas, a 500 rs.
Ditos para unhas idem, a 500 rs.
Franja de laa para vestidos, peca a ISOOO.
Magos de tranca de laa muilo fina, a 500 rs.
retilho de seda para enfeite de veslidos, peca
a 1#000.
Vende-se um excellenle escravo com idade de
19 annos, sera defeilo algum e sabe caiar com
toda perfeisao : a pessoa quo o prelender diri-
ja-se ao psleo do Carmo n. 1, a iralar com o
Sr. Joaquim Manoel Ferreira Souza.
Vende-se a tab*rna da rua de Santo Amaro
n. 28, bem afreguezada para a torra, por seu do-
no relirar-se para fra da piovincia a tratar de
sua saude ; qnem prelender, procure na mesma,
que ba de achar com quera Iralar.
Remedio sem cual, sendo rcconliccidcs pelos
mdicos, os mais mnenles como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumaiis-
mo, enfermidades do ligado, dyspepsia, debida-
dade geral, febre biliosa e intermitiente, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e ernrc,oes que resuliam da impureza de
sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman & Kemp, droguistas por aia-
cado New York, aegara-se obrigados a prevenir
o resdeitavel publico para desconfiar de algumas
tenues imhacoes da Salsa Panlha de Brlstul,
que boje se vende neste imperio, declarando a
lodos que sao elles os unvos proprielarios da rc-
ceita do Dr. Bristol ,Iendo-lhe comprado no au-
no de 1856.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lera
direiio de fabricar a salsa parrilhadeliristol, por-
que o sagrado de sua preparado acha-se somon-
te era poder d )S referidos Lanman & Kemp.
Para eviiar engaos comdefaprec'aveis combi-
nacoes de drogas pernicio-as.as pessoas que qui-
zerera comprar o verdadeiro devem bem obsenar
os seguintes signaes, sem os quaes qualquer ou-
lra preparacao falsa;
1" O envoltorio de fora esl gravado de um la-
do sob urna chapa de ac, trazendo ao p as se-
guinies palavras :
D. T. LANMAM & KEMP
SOL AGEKTS
N. 69 WATER STREET.
New-York.
2' O mesmo do outro lado lera um rotulo cm
papel azul claro cem a firma e rubrica dos pro-
prielarios.
3 Sobre a rolha acha-se o relralo e firma
dotnveniorC. C. Brislol em papel cor de rosa.
4o Que as drec$es juntas cada garrafa
lera urna phenix semelhanle a que vai cima do
presen,eannuncifttrosiTos.
Rio de Janeiro rua da Alfandega n. 89.
Bahia Germano & C. rua Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soura
C, rua da Cruz n 22.
y*
Recebeu-se novo sorlimento de boni- U
tos leques de sndalo na ffi
Loja de marmore.
Vende-se um casal de escravos, sendo o
preto de Angola de idade de 39 annos. e a cabra
de idade de 32 annos ; vendem-se por preco
commodo, na rua Direita n. 3.
Fumo de Garanhuiis.
Vende-se as Cinco Tontas, casa do rancho
o. 142.
Vende-se um bonito cavallo, novo, bom
andador de sella e cabriole!: na rua da Impe-
ratriz c. 17.


(6)
DIARIO DE PERHAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 27 DE AGOSTO DI 1860.
23
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto k Perdigo.
Cnm loja na ra da Cadcia do Recife n.
ven lera e dao amostras as seguintes fazendas:
Cortes do vestidos de seda pretose decores
Gortei do ditos de baregc, de tarlatana e de gaze
do seda.
Canbraias de cores, brancas o organdys.
An i'iinlus para saias, saias balo, de clina, ma-
dapoln e bordadas.
Lencos de lakyrinlho do Aracaty e francezes.
Chapwaa amazonas de palha e do seda para se-
nhoras o meninas.
Bnfoitesde froeo, de vidrillio e de flores.
Pe nos do tartaruga, imoeratriz e outros gostos.
tanguitos e gollas, ponto inglez, francez e mis-
sang.i.
Vestuarios de fusto, de la e de seda para
crianza.
U ni teleles, taimas e pelerinas de difercnles qua-
lidades.
Chales de loujim, de merino e de l de pona
redonda.
Luvas de pellica brancas, prelas e de cores.
Vestidos Je blond, maulas de dito, capellas e
Sores solas.
Sintirdes, camisas de liuho o esparlilhos para
sen liora.
Perfumara* finas. siiboneles e agua de colonia.
Cisneas, sobrecasacas e paletols de panno prelo
e de cor.
Paletols de alpaca, de seda e de linho.
C ilc is .o casemira de cor, prolas c de brim
Cuni-i* ile madapolao, de linho ioglez e de 15a.
Seroulas de linho e de meia.
M ilas, saceos, apelrcixos para viagera.
Chuicas para invern, bolinas de Meli e outros
fabricantes.
Chapeos Jj Chyli, de massa e de [-Uro para ho-
roero.
Charutos manilha, havana, Rio de Janeiro e
Baha.
Mu i Lo baratas.
ditas fmnceiM padrdes escuros e fix3s covado
240 c 289 rs.
' ilanhas de linho para menina e senhora a
640 c 13-
Pones larlaraga aimperatriz de 10$ a 153.
('. > misas de fusto, ditas de madapolao para ho-
mi'in e meninos a 2$.
us de casemira in^Iezos superior com qua-
driuhoa a 4g500 e 5.
Siias de madapoln o mussolina para senhoras
e meninas a 4j5O0 e 5*.
lie lo las eslas fazendas cxislem pequeas por-
s o se vende por estes baixo proco para aca-
ba r-se.
CAL Ltt LISUA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
No sobrado defronle do chafariz da Soleda-
de ha para vender 300 espanadores de difieren-
tes lmannos e boa obra.
*3-Cheguem
A demira!!
A S o corte
Pianos
as fazendas baratas na ra
do Queiraado n. 51, que se
vende por todo preco para
acabar.
Como sejam : chitas francezas escaras a 240
rs., ditas inglezas muito unas a 200, 180, 160,
120 e lOOrs., cassas de cores fixas a 210 rs.,
ditas a 200 rs., colleles de fusto a 160 rs., gr-
valas de seda alce 500 rs., pecas de madapo-
lao finos a 2*500 rs. dito 2*. dzias de colari-
nhos muito fino a 640 rs., cortes de brim do li-
nho a 1&500 rs., finalmente ha milita pechincha
sendo a dinheiro para liquidar e nao se pode
mostrar as fazendas por nao se poder ser muito
extenso, cheguem a loja quo esl com a tabu-
lla do liqudaco
Cheajuem ao barato
O Pregula est queimando, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de brelanha de rolo com 10 varas a
29, casemira escura infestada propria para cal-
ca, collete e palitots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom goslo a 480 rs. a vara,
dila liza transparente muito na a 3$, 49, SO,
e 69 a pega, dila lapada, com 10 varas a 59'e
69 a peqa, chitas largas de mo lernos e escomidos
padres a 240, 960 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino estampado a 79 e 89,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
: delicada a 99 cadj um, ditos com urna s
ma, muito finos a 89500, ditos lizos com fran-
> jas de seda a 5*, lencos de cassa com barra a
100, 120e 160 c.ida um, raeias muito finas pa-
ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidade
a 39 e 39500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberw a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 59900 a poca, e a 160 rs.
o covado, b'im branco de puro linho al*,
15200 e 19600 a vara, dito prclo muito encor-
pado a 19500 a vara, brilhantina azul a 400, rs.
o covado, alpacas de diTerentes coros a 360 rs. o
covado, cesemiras prelas finas a 2*500, 3t e
39500 o covado, cambria preta e desalpicos a
de bareje de laa e teda com fainos e de lindos
gostos pitra acabar : na loja de Antonio Luiz dos
Santos & Rolitn, na ruado Crespo n. 13.
Milho e farelo.
Vende-so na travesa do paleo do Paraizo n.
16, casa pintada de marcllo.
Tachas para engento
Fundico de ferro e bronze
DB
Francisco Antonio Correia Gardozo,
tem um grande sortimento de
0 w w No bem conneci(Jo e acreditad0 deposito da
tachas de ferro findWo, aSSim rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo goslo, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres,
muito proDrios Dar este clima.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: cm casa deS. P. Jo-
hnston dt C. rua da Senzalan. 42.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
Vendc-se um escravo de meia idade. ro-
busto, de boa conducta, bom para qualquer ser-
vico de casa ou campo ; na prac,a da Boa-Vista,
botica n. 22.
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de uperior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: ludo joor oreos muito
razoaveia
Arcos para pipa a 5$ a roda, gra- \
xa em bexigas, sebo em paes e ramaj
proprio para sabao e para composicO'
de velas de carnauba : na rua do BrumLl]
n. 16. 1
m^mmm tmvm mmmmsi'
|Aos Srs. ourives*
Na rua larga do Rosario n. 21 acha-se
a venda um sortimento completo ultima- a> 3
menle chegado de Paris, de ferramentas j| 9
para o trabalho de ourives, as melliores a> I
0 que teem apparecido no mercado. j| ^
mmmmmm mmm mmm
Grande pechincha,
Para acabar.
Covado a 200, c 200 rs.
No armazem da rua do Queimado n. 19, ven-
de-se chita franceza ua, cores flxas, a 200 rs. o1
covado, cambraia miudinha a 200 rs. o covado;
por a fazenda ser muito barata nao se dao amos-
tas ; venhara antes que se acabem.
Em casa de Rabe Scbmettan &
GRANDE SORTIMENTO
DB
Fazendas e obras leitasj
luoja
IGes&BastoJ
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharesde individuos de todas as nacrjes po-
dem lestemunharas virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle Qzeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramentesosdepoisde haveremprega-
do intilmente outros tratameutos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascura maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'aa relatam
todos os dias ha muitosannos; ea maior parte
della sao to sor prendentes que admiran; os
medico mais celebres. Quantas pessoas reco_
braram com este soberano remedio o uso do seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputado I Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Alguraas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge-
dor e oulros magistrados, afim de maisautenti-
carem suafirmativa.
Niuguem desesperara do estsdo de saude sa
livesse bastante confianc.a para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentrataloquenecessitasse a natureza domai
cujo resultado seria prova rincontestavelmente !
Que tudocura.
O ungento e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
45--Rua
Direila45
NA
e aYuuvLem
DE
500 rs. a vara, e ouirasmuiias fazendas que se C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
far patente ao comprador, e de todas se daro elegantes pianos doafamado fabrlcan-
amostras com penhr. t Laja de laiudezas na rua
Direila N. o lampedo do yaz,
n i in-se bandejas finas 1-j, IJ00, I.30OO, 2.
5,i 1!. 2j600, 2J800, :tr>2)0, .90 5, bengalas de
Cinni Unas a 2J e 1$500, grvalas pretas de se-
tifti 1 1*200, ditas de cores a 1$, alflnetes em
caiiinhas muito flno3 a200 e280 rs., lilas pro-
M"i 1- para enfeites de vestido de seda a 400, 500
'. G 11 r*. 1 v ira, franjas do seda do cores a 320,
'> I I, ') II) e 8i)l rs. a vara, luvas de fio de cores
pira hornera, brancas, a OD, ditas de cores a 610.
ditas tesela enfeiladas para souh ira a 29, eo-
lias de velludo dos mais modernos
q 1 l 1 pira senhora "1 5J500, ditos de fitas de
> 11 ,1 i(500, ditos para meninas de tranca J?
vlln la 1 IgOO, ditas de lila de seda i, luvas
d sn 1 u ira horaem a 13400, lesouras para un has
li.i i 1 S ..) rs., ditas para costura a 13, clcheles
li irlalin'ios a 10, escoras para cabello a 1?>.
p.ira roupa a 1^200, trancas de caracol de
, pega grande, a 2^!), meias croas para ho-
!;i). ditasa .; > l 1 o 58. ditas brancas
a 2.IJ 13>2f)0. ditas finas de cores a 2#80O, di-
'; ira neninos, decores a 2j0, ditas finas
n:i!i >< de meninos 1 3*800, ditas para menina-:
1 \ 11 a duzia, 1 alo 'S de seda para casaveque
1 321 1 duzia, tinta de esrmizin lina a ")00 rs.,
1 i) le metal principe paraassucar a -OO rs.,
din para tli a 800 rs. a duzia, llnteiros e ariei-
1 1^. caiiinhas de p.ipel sorlidas em
1 1 1 ', ditos de quadnnhos a 800 rs iaa pa-
11 I. a mais lina que ha a 73500 a libra, ata-
ca I iros 'nas di- algodo a 60rs., ditos rolicos a
] i, paes de borracha para bichos .1 140,
I rossni pira meninos a liO. ditos de bu-
f.il i tu nmo para bichos a 280, ditos para alisar a
5 11 i; ditos i" borracha pan alisar a600rs.,
- le osso a 2'ii) ditos de louca brancos a
i i I, ditos de c ires 1 160, boloes de madroperota
li 1; 1 801 rs a groza, fiveiM pira calcas a 10l)
r> i lixiohas do oapel do cor j S')l) rs., caixas de
oVeia de 1 ni 1 a 100 rs. linhas de peso a 120,
diUs de cabeca encarnada a 120, Otas tarradas
di largura le 5dedos com pintas de mofo a 320
ATO SO NOPROG
DE
c=
tinua-se a
do que em
dos propriclarios.
Neste armazem de molhados con-
vender os seguintes gneros abaixo mencianudos de superiores qualidades
oulra qualquer parte, por serem a maior parte dalles rocebidos em direit
e mais barato
ora por conta
Manteiga lng\cza e
perfeilamente flora mais nova que tem vindo
se far algum abalimenlo.
franceza
ao morcado de 640 a 800 rs. a libra e cm barril
IJ 1, galio d^ linho a 1 il) a vara, luco preto
I seda a 120, 200, 320, 100 e 600 rs. a vara.
brinquedos para meninos, de diversas quada-
d-i, miis barato qie em outra qualquer parle,
li 1 n'M- le camurga a 500 rs., ditas de chouro a
410. .->>. 800, 19300 o 25
Wnde-se por molico preco, urna mesa re-
donda de Jacaranda, com lampa de marmore : na
rua Jj Praia u. i", typographia da Orden.
Vendosenarua do Trapiche Novo n. 14, ar-
mazem de An Ir de Abreu Parlo, carne de por-
co americana, dita de vanea, por diminutos pre-
e is, em barris de 2J0 libras a 3* o barril, o
u ni grande porco de cobre vclho composi^So _e
cavilhag 1> cobre, ama por^ao de bron/.e e tra"-
v -. 1 grande porcao de tabeado de pinho e de
carralh, luda se vend por todo preco para aca-
lur, p >( oslar li |uidanJo o seu negocio, e igual-
mente rinos de diversas qualidades e oulros
ni iit >s gneros.
Meias de seda para me-
ninos .
Superiores meias de seda de peso para meni-
nos de tolos os tamanhos : vendem Leite & Ir-
uno, na rua da Cadeia do Recite n. 4^, a 2|500
o par
Camas de ierro porluguezas de 156, 20S e
52: om casa de Julio & Conrado.
Vende-se um siiio na Passagem da Magda-
lena, margem do Capibaribe, com urna grande
casa toda murada, com caes, umitas arvores de
sos frucios : a tratar cnm Joo Manuel Ito-
drigues Valenca, no mesmo ltigar.
Vende-se urna casa terrea em chao proprio,
ni pateo do Torco n. 22 quein pretender, din-
ja-so >,psma para tratar.
Vende-so urna assignalura de cadeira para
o reato das representacocs lyricas : na rua do
Trapichen. 18, escriptorio.
Vonde-so orna preta ouilandeira do meia
id ule uu pga 010 ls. poi (11a i|uom a |/k.i
(jer .-j*-ae 3 rua do Passeio Publico
Charutos
Imnilha.
A 70*000 o milheiro e a 8J000 o cenlo: no
Dar Pernambucano, rua larga do Rosario o. 30
Camas de ferro de
patente.
Na loja de ferragens de Thomaz Fernsndcs da
Cunha. na rua da Cadeia n. 44, vendm-se as
maia porfeilas camas do ferro de duas cabeceiras
pura casal, e tambem para solteiros, de diversas
targurjs, seu preco o mais commodo possivel.
Quei jos Yaueugos
muilo novos recentemenle chegados no ultimo vapor da Europa de 1J700 a 3& ea vista do gasto
que o freguez lizer se far mais algum abalimenlo.
Qncijo pvato
os mais novos que existem no mercado a 1# a libra, em porco se far abalimenlo.
iVmeixAis raueczas
-m latas de 1 li2 libra por 1^500 rs., e era campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 3*000.
Mnstara itigleza e (raneeza
em frascos a 610 rs. e era potes franceza a 800 rs cada um.
Y evdaiieiros gos de comadre
m caixiuhasd 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1J600 rs.
BoiacUinia ingieza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4.
Potes vidrados
de 1 a 8 liras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1000 rs. cada um.
iVtaendoas cou citadas proprias para sor tes
de S tfoao
a 13 a libra e em frasquinhos, conlendo 1 1[2 libra po: 2}.
C\i preto, Viyson e perola
os raelhores que ha neste mercado de 1^600,2# e 2JJ500 a libra.
Macas em caixinlias de 8 libras
contendo cada urna differentes qualidades a 4500.
Palitos de dentes lidiados
;ra molhos com 20 macinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo rancez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e raneczas
em latas e em frascos de differenles qu-ilidades.
Presuntos, cliouricas c paios
o mais novo que ha neste genero a 480, 610 e 720 rs. a libra. .
lautas de bolachinna de soda
de differentes qualidades a 15600 em porcao se far algum abalimentlp.
Tambem vendem-se os seguintes gneros ludo recentemenle
! Na rua do Queimad) Q. ]
46, frente amarella.
K Grande o variado sortimento de sobre- 1
i casacas e casacas de pannos finos pretos 5
H e de cores a 28$. 30j e 35$, palctots dos |
i> mesmos pannos pretos e de cores a 28$, g
ff 20$ 22*e 25),ditos de casemira msela- |
ffi dos de superior goslo a 16$ e 185, ditos |
i'F> das raesmas casemiras saceos modelo |
| inglez 105,125, 145 c 155, ditos de al- |
w paca preta fina saceos a 45, ditos sobre- k
3C casa tambem de alpaca a 7$,8$e 95, di- S|
9 tos de merino selira a 10J, dilos de me- I
|| ri de cordio a 9$, calcas pretas das a
5 mesmas fa/.endas a 55 e 6$, colleles pa- 1
|ffi ra lulo da mesma fazend], palctots de |
SJ brim trancado a 5$, dilos pardos e de 1
ai fustao a 45 e 5$, calcas de casemira do a
X cor e pretas a 75, 85", 9$ e 10$, ditos das J
$ mesmas casemiras para menino a 6$, 75 S
W e 85, ditos de brim para homem a 3,
| 35500. 45 e 5$, dilos brancos finos a 55, !
6$ e 75, ditos de meia casemira a 45 e j
W 55, colleles de casemiras preta e de co- '
S res a 5$, e 65, ditos de gorgurao de seda J
|B brancos e de cores a 55 e 6$, ditos de j
S velludo prelo e de cores a 9$ e IOS, ditos '
li de brim branco e de cor a35, 3g500 e45, !
na palilots de pauno fino para menino a \
l| 155, 165 e 18-5, dilos de casemira de cor \
o> a 7$, 8-3 e 9$, dilos de alpaca a35e3$500, (
g| sobrecasacas de alpaca tambera pa.-a me- \
o niuo a 55 e 63, camisas para os mesmos c
<8 de cores e brancas a duzia 15$, I65 e 205, 1
^ meia3crues e pintadas para menino de j
f) todos os tamanhos, calcas de brim para
os mesmos a 1$500 e 35, colarinho de li- j
nho a 65000a duzia, toalhas do liuho pa-
ra maos a 900 rs. cala urna, casaveques
de cambraia muito fina e modernos pelo '
diminuto preco de 125, chapeos com abas '
de lustre a 55, camisas para homem de '
3fi todas as qualidades, seroulas para ho-
Sj mem a I65, 205 e 255 a duzia, vestimen-
* tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
t calca, jaquelae coletes ludo por 105, co-
H berlas de fustao a 65, toalhas de linho
para mesa grande 75 e 85, camisas in-
glezas novamentechegada a 36$ a duzia.
wmmmm enais m~
Na fabrica de caldeirciro da rua Imperial
junto a fabrica de sabo, e na rua Nova, loja de'
ferragens n. 37, ha urna grande porcao defoliias
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto preco de 140 rs. a libra
Vendem-se essencias para tirar nodoas de
gordura, cera, etc., etc., em panos de laa, sedas,
sem alterar a cr ncm o tecido : na loja de ca-
bos, no largo do Corpo Santo n. 21, esquina da
rua do Encantamento.
Alporcas
Caimbras
Callos.
ar|ce res.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
emgeral.
Ditas do anua.
Erupces e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdadc ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
Inchaccs
InQammaeo doflgado.
Inflamniacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquerpar-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Este estabelecimento olerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins mperiaes..... 10^000
itos aristocrticos....... O.sOOO
Ditos burgueses........ 7$000
Ditos democrticos...... .sO
Meio borzeguins patente. 6^500
Sapa toes nobreza....... 6$000
Ditos infantes....., .sOOO
Ditos de linha (3 1|2 bateras). C(000
Ditos fragata (sola dupla). 5$000
Sapatos de salto (do tom). 6#000
Ditos de petimetre...... 5$000
Ditos bailadnos. ,...... 5#500
Dilos impermeaveis...... 2^500
Senhora.
Borzeguins piimeir ciaste (sal-
to de quebrar)....... 5$000
Ditos de segunda cla$se(quebra
cambada). .,,...,. 4^800
Ditos todos de merino (salto
dengoso)......... 4#500
Meninos e meninas.
Sapatoes de forca. ...... -i.sOOO
Ditos de arranca........ 3$500
Boizeguins resistencia 4^ e 5,$800
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todo3 os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Ilespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instrueco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na rua da Crun. 22. em Per-
nambu.10.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas,
Biscoutos.
Emcasa de Arkwight & C,
Cruz n. 61.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na rua larga do Rosario n. 36.
RuadaSenzala Novan. 42
Vende-se emcasa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um edous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes
mmtmnmm mmm mmm
Obras de ouro e prata 1
^ Acha-so a venda por procos commodos gy
^ um complolo orlimenlo chegado de Pa- al
rs o Porto, de obras do ouro do lei e a,
prata de todas as qualidades de gostos os j
p mais modernos e hbilmente fabricadas : 2/
gj no estabolecimenlo do Francisco Comes Jr;
de Matlos Jnior, rua larga do Rosario 5>>
mkmmm >wm mmmmm
Vinho genuino.
Acaba do chegar deste superior vinho em an-
coretas de 10., que serve ot para doentes por
nao ter mistura alguma, e proprio para casas
particulares : na rua do Vigario n. 19, primeiro
andar.
CASA
chegado e de uperio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chounca muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pas'as, fructas em calda, amendoas, nozes frascos
com a
para
;na m
spermacele barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeiledoce pur'icado.^izcr^
lonas muito novas, banha do porco reQnada e outros muito gneros que encontrarlo tendentes a
molhados, por isso proraeltem os proprietarios venderem por muito menos do que outroqualquer
promelem raais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem poroutras pouco praticas como
'iessaio pessoalraente ; rogam tambem a lodos os sonhoresde engenho e senhores lavradores
queiram majidarsuas encommendas no armazem Progresso aue se Ihes aflianca a boa qualidadee
i acondiciouamento
Barato sem igual a 240
o covado.
Lazinhas decores proprias para vestidos a
doze viutens o covado : em casa de Julio &. Con-
rado, rua do Queimado n. 48.
Palha de carnauba
ltimamente chegada do Ass,
preco : no largo da Assembla
de Antuues (iuimaraes & C.
COMMISSO
DE
DE
ESCRAVOS
por baralissirao
n. 19, armazem
Milho
n. /,
ARMAZEM DE ROLPA FEITA
4DM&D!BII!1M>
L6irOQlG (lU betuo tltx Goiigrognoolotroro vr/rde.
Casacas de panno prelo a 30, 35 e 4OJO00
Sobrecasacas de dito dito a 3g000
Paletols de panno de cores a 20#, 25#,
30 e 35*000
Dilos de casemira de cores a 153 e 22j000
Ditos de casemira do cores a 7Je 1230(0
Dilos de alpaca preta golla de velludo 3 12g000
Dilos do merino setim preto e de cor
a 8S e 9*000
Dilos de alpaca de cores a 3500 e 5J009
Ditos de alpaca preta a 3JS500, 5, 7 e 9*000
Ditos de brim de cores a 3500, 4j|500 e 5000
Ditos de bramante de linho brancos a
4500 e 6000
Calcas de casemira preta e de cores a
. 9,10J e 12#000
Ditas de princeza e alpaca de cordo
pretos a 5g000
Ditas de brim branco o de cores a 2#500,
4g500 e 53000
Ditas de .anga de cores a 3$Ono
Ditas de casemira a 5500
Colleles do velludo decores muilo fino a
Dilos d casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 5j, 5*500 e
Dilos de setim prelo a
Ditos de casemira a
Ditos de seda branca a 5g e
Dilos de gorgurao de seda a 5jJ e
Ditos de fustao brancos e do cores a 3g e
Ditos de brira branco e de cores a 2 e
Seroulas de linho a
Ditas de algodao a 1*600 c
Camisas de peilo de fusto brancas e de
cores a 2*300 e
Ditas de peilo e punhos de linho muilo
Gnas a
Dilas de madapolao brancas e de cores
a 1*800, 8* e
Ditas de meia a 1* e
Itelog'os de ouro patente o orisonlaes
Ditos ae prata galvanisados a 25* e
Obras de ouro, aderemos, pulceiras e ro-
setas
10*000
6*000
5000
3S500
63>0O0
6jjOO0
3*500
2$500
250O
2O00
2*500
5g000
2*500
1J600
%
30*000
*
novo do Cear, saceos grandes : no largo da As-
sembla n. 19, armazem do Antunes Guimares
& Companhia.
Farinha de man-
dioca
de diversas qualidades, enlre ellas urna superioi
para mesa ; no largo da Assembla n. 19, ar-
mazem de Antunes Guimares&C.
S inleressa s senhoras.
Chegaram de novo as bellas o desrjadas pul-
seirasde coral, finsindo urna cobrinha, encastoa-
das em ouro : as lojas de ouiives de Seraphim
& Irrao na rua do Cabug ns. 9 e 11.
Velas perfeitas.
Vendem-se caixas com esperraacele a 620 a
libra, e a retalho a 6 0 : na iravessa do pateo do
Paraizo n. 16, casa pintada deamarello.
Preslem altenco.
Na praca da Boa-Vista n. 16 A, ha para ven-
der cerveja branca, a raelhor que pode haver
nesle genero o de bom paladar, garante-so ao
comprador a sua qualidade ; vende-se a 320 a
garrafa, o meias a 200 rs ; nao ha pessoa ne-
nhuma que vista da qualidade dcixe de com-
prar.
Vendem se 5 Iraves de lour sendo 3 de
40 palmos e 2 de 30 : quem precisar dirija-se a
rua da Praia n. 9.
Rua larga do Rosario n. 20
segunde andar.
Ncsta casa recebem-se cscravos para serem
vendidos por commisso por conta de seus sc-
uhores. Alianca-se o bom tratamenlo. assim como
as diligencias possiveis para que os mesmos se-
jam vendidos com promplido afim de seus se-
nhores nao sofirerem empale na venda delles.
Ncsta casa ha sempre para vender escravos do
difierentes idades de ambos os sexos, com habili-
dades o sem ellas.
Vende-so a posse de alguns terrenos de
marinha j beneficiados na Iravessa do Monteiro,
por detraz da rua da Concordia, com 30 palmos
de frcnle e 150 de fundo : os pretcndenles en-
tendam-se com seu proprielario na rua larga do
Itosario, podara n. 18, porto do quartel.
Pechincha em roupa feita per um dos me-
Ihores artistas nacionaes, na rua da Imperatriz
n. 60, loja de Gama & Silva : calcas de ganga
franceza muito bem foitas a 2g500;* ditas de brim
de linho a 23500, ditas de dito a 2g, colleles.de
varias qualidades, paletols de panno fino sobre-
casacos, dilos saceos, ditos de alpaca preta e so-
brecasacos, assim como roupas grossas para es-
cravos, as quaes se vendem muito em conta.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramenre nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instrueco,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
Loja do Ramalho
Rua Direita n. 83.
Agulhas francezas o 200 rr. a caixa. grampas a
200 e 400 rs. o maco, colxetes a 60 rs. o carto,
pentes pora alizar finos a 240 rs, fita para coz a
240 rs. a peQa, dila de linho verdadeiro a 100 rs.
a peca, thesouras finas para unhas a 400 rs., dilas
para costura com aro envernizado a 400 rs., ba-
ralhos de C3rtas francezas ferro com a beira dou-
rada a 500 rs., pentes para alar cabello a 160 rs.,
pentes de macas virados tambem para atar ca-
bellos lg40O rs.. oculos de aro do baleia muito
finos a lo rs., ricas redomas de vidro com py-
ramide c como Cruxificado a 640 rs., linha do
gaz com 48novellos a caixa a 900 rs., escovas
para denles a 160 rs., babado do Torio peca com
30 varas a 2S400 rs e vara a 60 e 200 rs., tran-
cinha de seda propria para enfeitar vestimenta
de menino com viole c tantas varas a 2J rs. a
peca, o vara a 120 rs, dilas de linho com 25 varas
a 1* rs, a peca, galo de linho a 100 e 120 rs.
a vara, franjas de linho a 140 rs. a vara, pentes
finos para tirar piolhosa320 rs., trancinha de li-
nho de edr a 100 rs. a peca, meias muito finas
para senhoras a 4* rs. a duzia, dilos aarabomens
a 2J800 rs. tambem a duzia, papel de differen-
tes cores para os namorados a 1* rs. a resma,
meias tinas para meninas a 240 rs. o par, ditas
para meninos a 200 rs. o par, gollinhss finas a
500 e 640 rs., ditas de traspasso a 1J| rs., man-
quilos muilo finos a 2* rs.. c Dadores de linho
para espartilho a 100 rs., colheres de metal para
tirar ossucar a 20 rs., blcos pretos de seda a
140, 200,320 e 500 rs. a vara de largura de ura
palmo, pentes de Iravessa para meninas a 640
rs., boloes para punhos a 200 rs. o par, meias
pretas para senhoras a 280 rs. o par, ticos da
Ilha dedous dedos at 1 1|2 palmos de largura ;
al'ni deste sortimento lem mais objectos que se
vendem muito baratos ; nao so engeila dinheiro.
Pecliihcha sem igual.
Rua do Queimado n. 51, loja
da liquidac/io.
Vendem-se corles de vestidos com 2 e 3 baila-
dos, de cambria branca, que j se veuderom a
55500, vende-se boje a 4*, ditos chegados lti-
mamente bordados a matiz muito finos a 5j, di-
tos de duas saias que se vendern) a 10 e 9, bo-
je vende-se a 7*, cortes de colleles de gorgurao
muilo finos a 3*. ditos a lj600, ditos de velludo
muilo bom a 5 e 6* : cheguem, antes que se
acabem.
Vende se urna escrava de naeao,
ciuitnndeira, para fora da provincia :
para ve-la na casa de detencao e para
tratar na rua na rua de Ilortas sobrado
de um andar (juasi junto aos Martyrios.
Era casa de Borott & C, rua da Cruz do
Recife n. 5, vende-se :
Cabriolis americanos muito lindos.
Charutos de Havana vordadeiros.
Fumo americano de superior qualidade.
Champagne da priueira qualidade.
Carne de vacca o de porco em barris multo
frescas.
Licores de diversas qualidades, como sejam,
Chery, Cordial. Muit Julap, Bitters Whiskey,
sal a parrilhaem frascos grandes.
'fCMM 00 Seguro contra Fogo
COMPANHIA
LONDRES
!
para I
i
N. 9.
Francisco Pereira da Silva vende coberlas de
chiia para cama a 1$800 o lences de brim a 2S:
na-rua do Queimado n. 9.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dosmelhores fabricantes de Liverpool,
ivndos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSuthall Mellor &C"
Seboegraixa.
Sebo coado e graixa em bexigas: no armazem
de Tasan Irmos, no caes fle Apollo
Na rua da Unio, ultima casa do lado es-
querdo (vindo da roa Formse) ha urna porco de
obras de labyrinlho viudas do Cear, perfeila-
mente trabalhadas, as quaes se vendem por ata-
cado com o abate de 10 Odj sobre os precos je
bstanlo mdicos, porque se vendem tambem
retalho.
:
3
AGENTES
gC J. Astley & Companhia. I
S Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
I Enchadas de ferro.
I Ferro sueco.
9 Ac de Trieste.
I Estauho em barra.
Pregos de composico.
* Brim de vela.
I Agurdente de Franca,
I Palhinhaparamarcineirorj
I no armazem de C. J. As-5
% tley A C. S
Feijao novo.
Vendem-se saceos com feijao novo a 8* o sac-
ro s na Iravessa do paleo do Paraizo n. 16.
Vende-se um boi manso e gordo, proprio
para tnbalharcm carrosa : no corredor do Bispo
sitio ao voltar para o Campo Verde.
Em casa de N. O. Bieer & C,
succegsores, rua da Cruz n. 4, vende-e
Vinho Xerez ein barris.
Champanha em caixas de 1 duzi da
acreditada marca Farre it C-, vinho
de superior qualidade.
Conliac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
A90 de MilSo
Brilhantes de todo? os tamanhos.
Vende-se una escrava crioula de idade de
39 annos poueo mais ou senos, sabe coiiahar o
diario de urna casa, lava de sabio o lajnbem
quitandeira; na rua da Praia da carne secca nu-
mero 9.
y
t
-r-sr
ILEGVEL


DE
Sita na roa Imperial n 118 e 420 jauto a fabrica de sabao
DE
Sebastia J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimeno ha sempre promptos alambiques de cobre de differentos dimenc6e de 300 a 3:0000) simples e dobrados.psra destilar .guariente. hSSTSSSSSrSSSi
para resillar e destilar espirito* com graduacao at 40 graos (pela graduacao de Sellon Cartier] dos
me hores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
de todas as dimencoes asperantas e.de repucho tanto de cobre como de bronze e ferio, torueiras
de bronze de iodos as dimencoese feos para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d agua.portas para fornalhas e cnvos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encamis camas de ferro com armacao e sera ella, fugoes de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas! espumaderas cocos
para engerido folha de Flandres. chumbo em lencole barra zinco em lencol e barra lsncesf
arroellas de cobre. lenccs de ferroe latao,ferro suecia inglezde todas as dimensdes, safras,tornos
e follas para fcrreiros etc., e outros muitos arUgos por menos preco do que em utra qualquer
parte, dcsempenhando se toda e qualquer encommenda com presteza- e pereicao i conhecida
epara commodidade dosfreguezes que se dignarera honrarem-nos com asuaconfianra acha
ao na ra Nova n. 87 loja de ferragens pessoa habilitada par. tomar nota das encomiendas
PUMO DE PER1UMBUCO. SEGOWOA FE1RA 27 DE AGOSTO DE 1860.
DELICIOSAS K1NFALUVE1S.
SO

GRANDE ARMAZEM
38*3
FUNDIC
Seus proprietanos oTerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em sen reconhecido estabelecimeno a saber: machinas de Vapor de
todos os tamanhes, rodas d'agua para eagenhos todas de ferro ou para cubos de madeira. moen-
dase ruciasmoendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os lmannos, guindastes, guin-
fcC.b0BI a' "tt?" au,lh0CS e b0CCas Para *>">>. machinas para amsa\ man-
dioca e para descarocar algodao, prendas para mandioca e oleo de rete!, portes aradaria rn
lumnase moinkos de vento, arados. cultivaJoJes. pontes. ^aldeiras e tanques, boias alvarenaaV
botes etodas as obras de machinismo. Eiecuta-se qualquer obra seja qual fr sua natureza ocios
des belecimento na n,. do Bru, ; 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65moradia do cai-
xeirodecstabelecirrfentoJoseJoaqaimdaCostaPereira.com quem os pretendentesse nodem
eitender para qualquer obra. av P0Qem
Pastilhas vegetaes deKemp
contra as lombrigas
approvadas pela Kxm.' inspeccaode esludo de*
Habana e por rauitas outras juncias de bygiene!
publica dos Estados Unidos e raais paizes da A-' '
merica.
Garantidas como puramen te vegetaes, agrada-
daveis vista, doces ao paladar, sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causara
nauseaa, nem sensaces debilitantes.
Testemunho exponianco em abono daspasli-
has de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp.Port By-
ron 12 de abril de 1859. Senhores. As pas-
tilhas que Vmcs. fazem, curaram meu filho ; o
pobre rapaz padeca de lombrigas, exhalava um
ebeiro fedito, linha o estomago inchado e con-
tinua comichao no nariz, lao magro se poz. que
eu tema perde-lo. Nestas circumstancias timvi-
sinbo meu disse que as pastilhas de Kemp i-
nbam curado sua filha. Logo que soube disso' s
Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
6vW
fr/y/y-
*ffff-
SvSJS
ffvKt
8vCC
S
STSSS
2^5g
JOIAS
Seraphim & rmo, com tojas de ourives na
ra do Cabug ns. 9 11, sortidas das vais
bellas e delicadas obras de ouro, p'ala. epedias
preciosas ; vendem bara'o, irocam e recebem pa-
ra fazer-se qu-iesquer joias com presteza, a von-
lade dos pretendentes, ese responsabilisam pelas
cualidades.
Pede-selodaieDco,
Na loja da aguia de ouro, ra do Cabug n. 1
B, veude-pc ludo por baraliasimos preces para ii-
quidar, assim como sejam :
l'ranjas de seda do lindos padrees a 160 20C
320, 400, 500 c 600 rs. a vara.
Ditas de linho a 120, ICO, 200, 240 c 320 rs.
Ditas para cortinado de boleta e sem elle c
Ditas para loalha a 100, 120 e 160 rs.
Dilas de laa muilo lindas proprias para enfei-
tar roupoezinhos de meninos a 300 rs. a pora de
4 1|2 varas, galaozinhos tanibcm para enfeite a
40. 60, 80 c 100 rs. a vara.
Fitas niuito lindas para cinleiro de menines
ou para lacos 3 600, 800, I; el$200.
Dilas do cascarrilhas para enft'ito de vestido a
lOO, 2jo00 c 3g500a pet^a de 10 varas.
Ditas lavradas e lisas de ndtis padroes a 80
I, ICO, 320, 400, 500. 600 e 800 rs.
, Bicos do soda brancos e prelos de todas os
larguras a 120, 160, 240, 32G, 400 e 500 rs.
Ditos de linho a 40, 60, 80. 120 e 160 rs.
cni"aLdc lludo abertas e de lindo gosto a 40C,
ouu, 000 e 800 rs.
Ditos lisas de (odas as larguras a 10, 160, 200
300. 400, 500, 600 c 800 rs.
Ditas de linho com clcheles a 400 rs. a vara
Bufiadores de ssda a 280, di:os de linho a 00 rs.
lioioes de todas as qualidades a 120. 160 240
e 100 rs. a duz.ia. '
Pontea de tartaruga 3 imperaltix a 8, 9 e IOS
ditos lisos a 35500. ditos travessa a 3, ditos d
massa virados imitando tarbrusa a 100, ditos
lisos a 200, 400 e 5W) rs., ditos Iravessa para mc-
nin a 800 rs., dilosdo borracha a 1 e IjjoO.
Trancas de linho e de la de caracol a 60 80 e
12 a pega.
Rosarios brancos e de cores do cornalina a 2S
>oo'naS CU' Indag 1>ara cl'fiPcos a 15600 c
Capellaa brancas para noiva a 6 e 8g.
Fioa de coral verdadeiro a 1.
Roslas e brincos pretos a 1^230 a duzia.
Burrazinhas bronzeadas proprias para cuardar
clijfcios de circumstancias a 3, 4 e 5y.
Thesourase caivetes muilo finos de lodos os
precoa.
Boneclaa de cera e de loses muilo lindas, ca-
lungjs de choro e lamborzinhos para enancas e
outros mullos mais objeclcs que se torna enfa-
donho a mencionar, que visla do freguezse far
lodo o negocio.
Ferros de en-
gommar
eco 0111 icos
a 5^000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazeo-
das de Raymundo Car-
los Lcile & lrmao, ra
da Imperalriz n. 10.
As melliores machinas de coser dos mais
afamados oulores de Neu-York, I.
M. Singer & C. e Wheeler &Wilson.
Neste eslabcleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noie, e respousabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguraBr-a :
no armazem defazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irraos ra da
imperalriz n. 10. antigamenle aterro da Boa-
A.GKTSCIA
\
FIN0ICO LOW-MOW,
RuadaSenza!aKovan.42.
Neste estabelecimeno continua a haver um
comapletosorlimento de moeudas e meias moen.
daspara"eu8enho, machinas de *apor rtaixus
de ferro batido e coado. de todos os tamanhes
cara di
SEL060S.
Vende-se cmcasa de Saunders Brothers A
C.praga do Carpo Santo, relogios do afama
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
etsmbemtrancnllinse caeias paraos mesmosi
deeicellecte nosto.
Attenco.
o
>endem-se as obras de folha da loja da ra
Direit n. 102, por menos de seu valor conforme
esl no balango : quem pretender diiiia-se a
mesma loja.
eoropre 2 vidros de pastilhas e com ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floyr.
I Preparsdas no seu laboratorio n. 36 Gold
Street pelos nicosproprielarios D. Lanman e
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em lodas as boticas das
principaes cidadesdo imperio.
DEPSITOS
: Rio de Janeiro na ra da Alandega n. 89.
Babia, Germano & C., ra Juliao n 2.
Pernarobuco, no armazem dedrogas-de J. Suum
& Compaiibia ra do Cruz n. 22.
Vinlio de Bordcaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frrts.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor_
deaux. Tem as seguintes qualidades :
De Branden!)urg freres.
St. Eslph.
St. Julien.
Marga ux.
Larose.
Chlcau Lovillfl.
Chateau Margine
De Oldekop <& Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc
Chateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira cm barris.
Cognac cm barris qualidade fina.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
Potassa nacional.
Na ra do Vigarion. 9, primeiro andr, vende
rtt^a'!nSUpJ0r,0r 1013888. chegada ha poucos
oas 00 10 de Janeiro, em barris de 4 arrobas, e
a prego muitocommodo.
Parahyba.
Vende-se o engenho Torrmha distan-
te d.sta cidade duas leguas por tena,
tem terreno para dous mil paes por an-
uo e boa casa de vivenda assobradada
boas obras, tem embarque00 porto dis-
tante do ecgenho i|2 quatto de legua
do rio Parahyba ecm menos de 5 horas
se vem a cidade: quem o pretender di-
rija-se a Joao Jos de Medeiros Correia
^ C que dir' quem o vende.
Acha-senadireccaodaofficinadeste acreditado armazem o hbil K6S
$m artista Francuco de Assis Avellar, antigo contra-mestre do fallecido l
^| Manoel Jos Ferre.ra. O respeitavel publico continuara' a encon- HJ
^ trar em dito armazem um grande e variado sortimento de roupas ^^
^ ieitas, como sejam: casacas, sobrecasacas,fraques, paletots de panno |
W, ha* dA,t0S df. caemira de cores, de merm, bombazina alpaca preta t^
^ e de cores, ditos de bnm de linho branco, pardo e de' cores, calcas ^
^ de casemira preta e de cores, ditas de merino, de princeza, de bnns ^
HH pardo, brancoe de cores, colletes de velludo preto e decores, ditesde S^
m r??rguao ditos de setim preto e branco, ditos de merino para luto HP
HH ditos de fustao branco e de cores, paletots, casacas, jaquetas, calcas US
^ e colhetes para meninos de 6 a 12 annos, camisa, seroulas. chapeos
3^5 e gravatas pretal e de cores, Ubres para criados, faldamentos para lf>-
jSgjj a guarda nacional da capital e do interior. p|^
Apromptamse becas para desembarga dores, lentes, juizes de d
(\ tilliniriniif n n^.^Atn..... n___al J___ _

^zsya .. -1-----------------------tJ"i .me, ji
1^ re,t^' raunpaes e promotores, e vestidos para montara. Nao agr- u&
^ dando ao comprador algumas das roupas eitas se apromptarao ou- ?/c<3
^ tras a seu gosto, qur com fazenda sua ou do armazem para o que W9
H| tem escollados e habis officiaes, dando-setoda e qualquer roupa no I
w5 da convencionado. iujs.
^^ dia convencionado.
illilllilillll-lilflllillll
MfS
I Progresso na cidade da Victoria
DE
Francisco Xaxier de Salles Gavalcante de Almeida
NO
Pateo da Feira.
O propietario deste estabelecimeno, como se acha com um grande o completo sorti-
mento,. tendente a molhados, ferragens e miudezas convida portanto a lodos os moradores
desta cidade da Victoria, senhores de engenho e lavradores queiram mandar suas
encommendas no Progresso do paleo da Feia, pois s ah enconlraro o bom e barato,
vislo o propietario estar resolvidoa vender, tanto em grosso, como a relalho, por menos
do que em oulra qualquer parle como sejam :
Latas de marmelada de 1 2 libras a 1-iOO, frascos com differentes qualidades de doce
por 25000, latas de soda contendo nove qualidades a 2#0OO, azeitonas muilo novas,
passas de dilas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2^000 rs. a garrafa, licores
rancezes de todas as qualidades, champanhe, conhaque dediles, louca fina, azul.pnlada,
e branca de todos os padres, ameixasem compateiras e em latas a lPOOO rs. a libra
latas de peixe de posto por 2000rs., banha de porco refinada, ararula, fatas, bolach-
nha ingleza, biscoitinlio, eoutras mais qualidades de massas finas, massa de tomate em
latas e a retalho, letria, macarrao, talbarim a 800 a libra, verdadera gomma de ararula,
insenso de todas as qualidades, espirilov de cravo, canella, ealfazema, verdadeiros penles
a imperalris, e de tartaruga de 9#000 a OCOO cada um, tranca e franja de seda, fe-
cbadoras de broca, pregos em quanlidade de todos os tamanhos e qualidades e outros
muitos objeclos que por se tornar enfadonho deixa de os mencionar,
Tachas e moeudas
Braga Silva &C,tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A.um grande orimento
de tachase moendas para engenho, do mullo
acreditado fabricante Edwin>Maw a tratar no
mesmo de osito ou na ra do Trapiche n 4.
LuvasdeJouvin.
Na fabrica dn chapeos de sol da ra Nova, es-
quina da camboa do Carmo, recebeu-se pelo ul-
timo vapor franeez um sorfimenlo de luvas de
pellica da bem conhecida fabrica de Jouvin &
companhia.
Vendem-se carneiros gordos e baratos: na
ra do Cotoveo, padaria do ko do norte.
Cerveja indiana
Vcnde-sc a verdadeira e superior qualidade de
cerveja iu'liana, cousa nunca vinda a Pernambu-
co : no armazem da ru eslreila do Rosario nu-
mero 11.
fiorzeguins
45 Ra Direita 45
6,000.
Nova remessa de borzeguins dem-
cratas puros, e' pequea.
Vendem-9e duas grandes carrocas de duas
rodas, muilo fortes toda de sicupira," sao novas
proprias de engcuho e para o que foram feitas e
quaesquer outros servicos por posados que se-
jam, trabalham com \iniq ou mnis juntas de bou
carregam muilo bem 25 a 30 saceos com assu-
car, oplimas at para a estoco dos Cinco Pona';
conduzirem para o Uecife os ossucares dealn :
quem as pretender dirija-se ao pateo do Terco
n. 27, segundo andar, que se far negocio.
A 4#000 rs.
Farclo de Lisboa novo ; na ra do Vigario n.
10, primeiro andar.
Attenco.
Vendem-se queijos londrinos muilo frescosf^ie
superior qualidade, e couia nunca visla : ns ra
estrella do Rosurio, armazem n. 11 ; quatto aj
prego segredo.
Na cocheira do largo do Arsenal n. 4, ven-
dem-se l3cavollos para carros, por preco coin-
tuodo e um dito bom para cabriolcl.
Machinas de costura.
N. O. Bieber & C. Succcssores avisam ao pu-
blico, que no sou armazem na na da, Cuiz n. i,
estao exposlos venda as melhorea machinas do
costura que at hoje leem vindo a este mercado,
as quacs possuem lodos os melhoramenius oh li-
tados al esla poca sem ter os defeilus que < m
oulras se nota, assim sao de conslrucr im| lis
e focililar o uso A costura feto por ostns ma-
chinas nao teem igual cm obra de mi, um pon-
i bonito e forle, alem de que alinham e foem
de todos os modos, cada caixa de coatojs repre-
se^la um lindo toilele para gabnele de senhora.
Igualmente ha machinas para selleiros, ole. Os
precos sao mdicos, o o Sr. Birmingham, enee-
nheiro, ensina o uso das machinas e todas as par-
ticularidades da conservado de sua coastrueco
no acto da compra.
Em casa de N. O. Bieber & C. Sucrossores,
ra da Cruz n. 4, acha-se i venda um grande o
variada sorlimenlo de ferragens finas, otras Je
lanoeiro e perlences sem lim por usos dumrsii-
cos, productos todos da industria norle america-
na, assim como :
Arados de diversos lamanhos.
Moliilios de milho.
Machinas para cortar copim.
Grades.
Machinas para descaroar milho.
Cultivadores e ferros de engoromsr econmicos
Vende-se um escolente sitio no lugar de-
nominado Peres, disimile desla cidoJe, pouro
mais de legoa, com grande casa de laipi anda
nova, diversos arvoredos de fruclo. Undo UO
palmos de frente e mais de 1,000 de fnndo, (fo-
reiro ao engenho Perfs, porm muilo em cunta,]
Ierra para plantacoes, baixa para capim, banli'
pelos fundos, muilo proprio para s all passarc
>erao ; a elle, freguezes, anles que alguem mi is
seguro o compre, pois muilo barato por se ren-
dar porprecisao ; um dito no mesmo lugar, po-
rni de maior valor por ler lodas as obras de cal
c lijlo, sendo urna grande casa ha pouro aca-
bada, com 44 palmos de frente e 70 de fundo, A
janellos de frente envidrooadas, 2 sa'as, 4 qusr-
los, gabinete, cozinha independente, casa para
prelos, cocheira, eslribaria, cacimba de boa agua
para beber, e banho, bem plomado com gosiu de
diversos, orvores fructferas, ludas novas, r jar-
dim, assim como um cxcellcnle cabriulet de dos
rodes com orreios em muilo bom estado, exeellente cavallo ou soin ello: quem pretender
qualquer destes objeclos, dirija-se a ra Imperial,
rasa n. 40, a qual tambem se veude ; pudendo
ser procurado das 6 s 9 horas da manbaa, e dos
5 s ti Ja Urde.
Veode-se um molequinho de bonita figura
e'mui sadio, de idado 7 annos, pouco mais ou
menos, proprio para aprender qualquer oDcio
na ra da Manguiiio, osa n 11, na Ba-Visto.
Escravos fgidos.
Fugio no dia 19 de junho prximo passado,
do engenho Bum Successo do torno de Seri-
nliaem, o cscravo Daniel, preto fula, trioolo, de
idade 20 annos, pouco mais ou menos, silo, sec-
co, Lera espigado, cabeca pequea, feices regu-
lares, bem feto de corpo, ps e raaos sei ros e
bem feilas. Esle cscravo procurou ao Sr. P. V.
Bulolrou, rendeiro do engenho S. Joo du Calo,
par o comprar, e uo querendo o dono vnde-
lo, maudou busca lo, c na chegada dos pi Mado-
res, c cscravo desappareceu ; julga-se que an-
dar odilo escravo as visinhanens da villa do
Cabo,ou do mesmo engenho S. Joao. ou do en-
genho Barbalho, onde lem muilos conheridos,
pois que freqnenlava eeses lugares qsando foi no
Sr. Jus Xavier da Ro. lia Wandorloy, hoje n;o-
rador no engenho Serrara : Pede-so os autori-
dades de polica do Irimo do Cabo a capturo c% g-
tcescravo, o aoscapilaesde cajnpo ou qnalqurr
pessoa que o cooheca, de pega-lo e lova a n-
genbo Serrinha de Serinhoeni a seu senhur Pn n-
cisco Manuel Wanderley Lins, ou ncsla cidde
po Sr. Manoel Alves Ferreira, na ra da Moeda
n. 3, segundo andar.
Anda continua a oslar fgido o escravo de
nome Cosario, idade de 20 e Ionios annos. punco
mais ou meaos, csiaiura mediana o refoicado,
bnns denlos e lin ados, esbra oscuro, quasi re-
gro, barba na pon'a do queixo, olhos avermc-
ihados, perras um pouco arqueadas, filho do
Sobral (Cearj para onde suppe-se 1er seguido .
porlanlo. roga-se aos cnpitacs decampn, au-
Inridades policiaese qualquer pesoa que o potri
approhender, levom-o .?sua senhora, no raes do
Ramos, sobrado encarnado da esquino, que seio
generosaracnie gratificados ; assim como igu, t-
meote se protesta, rumo o lei drlermina, con-
tra quem o livor amulado ora sua rosa.
Dos premios da ultima
Ni. PREMS.
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5
6
7
9
12
l
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NS. PREMS. SS. PREMS. NS. PREMS.
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27
28
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34
35
37
40
41
4
45
49
10.;
parle da primeira e primeira da segunda lotera, concedida a
Santa Isabel, extrahida em 5 de agosto de 1860.
beneficio do thealro ti
e
>l 2
56 3
73 4
74 5
77 7
78 15
79 17
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94 96 34 36
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16 51
17 52
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NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.UNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.
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9 __ 79
12 __ 83
13 __ 85
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29 ^_
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35 _
53 __
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91
97
10$
O
10
Pernambuco:Typ. de M. F. de Faria.1860.


r*>
DIARIO DE PERNAMBUCO. 2= SEGUNDA FEIRA 37 DE AGOSTO DE 1860.
Lilteratura.
Dona Ja o i n t ha.
Um escriplor illustce, noseculo passado, pouco
Ipecido hoje, anda que prenle de Voltaire,
de Flotian, escreveu um poema era prosa,
intitulado Gonralo de Cordova. Esse poema co-
i ai esta invocado (derc-se sempre inro-
cer Itlguem no comeco de ura poema ; ao menos
era o uo no outro tempo):
Castas nymphas que banhais as trancas dos
i asas louros cabellos as ondas do Guadalqui-
iluvel votur para a cidade, noue, escoliada
por sernelas, bandolins e coros, que celebravam
a mais incomparavel belleza !
Dizcndo estas e muitas outras cousas, a tor-
tuosa Hespanhola passara urna agulha sobre um
(ear, o compunha machinalmenle um lecido mui-
lo ligeiro, com Qosde algodo Untos em essencia
de bano. Dona Lucinda nao sabia bem o que
estar fazendo ; mas necessario que a gente se
distraa quando nao tem mai dstracres.
Tinha comcrado esso Irabalho em outro lempo,
anles do decreto do principo centra os exercicios
de ualaro, e fot" a urna idea do coquellerie que
Ihe posera a agulha na mo ; porque esse de-
ere, tic. )
'lorian tinha esludado rauilo a Hespanha, saba (eito encantador a nica cousa que pode domar a
at um pouco do hespanhol, mas nunca o fallava, preguira em una mulher de Sevilha e em mui-
para provar melhor que o sabia perfeilamenle.
A' forra de laboriosas pesquisas feilas na historia
da Ikspauha tinha descoberto urna poca muilo
remota en que as mogas se banhavam castamen-
te as ondas do Guadalquivir.
O fado verdico. O Romancero que de ludo
filia, cita esse coslume das mocas de Sovilha e
discamponezasdas margens do Guadalii.d'onde
se deriva Guadalquivir, que muito mais bar-
ra inioso. Era a edado de otiro da Hespanha, to-
das as bellas Hospanholas pas3avara sous das,
ora as ondas do Guadalquivir, ora nos tanques
dos jsrdias regios de Madrid. A terrivel guerra
c a horrivel balallia que custaram a vida ao ulti-
mo rci dosGjdos.naoliveraraoulra otigem seno
esse costume do bello sexo hespanhol.
O joven rei avisluu Lucinda, por apellido a
Cava como David Bcthsab; ficou immediata-
meote perdido de amores, e tanto que perdou
completamente a razo. E a Hespanha! o o
Iragaol e Castalia I excepto Troya que nao exis-
ta, o amor lem deitado ludo perder. Lucinda
baahava-se, como dizem o Sr. Florian e o fo-
rr.ancero, e esse banho deu era resultado a bata-
tn de Guadalquivir que durou tres dias, segun-
do dizem os historiadores hespanhoes, o que
q ler dizer seis horas em franecz.
Ura rei sabio, chamado Fernando, tanda reflec"
lido sobre as desgranas causadas na Hespanha
i tas nimphaa do Guadal juivir e outros ros vi-
si thos, biixou ura decreto que prohiba a nala-
50 s nymphas dos seu3 oslados, e ordenava a
lo 113 que so vestissom de una maneira decente
para nao coraprometterem mais o descanco pu-
blico com balalhas que duravatn Ires das. As
nymphas de Florian receberara es3c edicto com
una alicrTio muilo natural; sua simples e ingenua
C [uclleria se aceomuiodava rauilo bem com um
coslume palriarchal que por intervallos tinha em
resultado batalhas de Godos, o que sempre rego-
-ji o amor proprio das Helianas. Em Scvilha
anda fui raaior a afflieeo, por causa da visinhan-
ra do Guadalil.
Grando eus o que ser de nos? excla-
maran! as nymphas hespanholas. Onde iremos
banhar as trancas dos nosso3 cabellos? e que
costume ratera jamis esto do que o rei nos dcs-
apassa lo violentemente ?
V. sahiam noite, enrollas em mantos rabes,
t sc-ntandu-se as margens do Guadalquivir, como
as Judias sobre o Euphrates, chorarara. (*] Sevi-
Iha liavia perdido a sua alegra, c o atino a sua
primavera; eslavam suspensas as serenatas ; o
amor desterrava-se.
O que seria da Hespanha, esse paiz das galan-
a ras, dos namoros, e das finezas ? Para evitar
u:n mal cahia-se era um flagello ; felizmente a
Providencia relava.
Dona Jacnlha, lilha de um rico publicano de
Sovilha, era urna deseas nymphas que baiihavam
as trancas de seus cabellos negros (ou louros,
como est oscripto em Gonralo do Cordova1, as
ondas do Guadalquivir; o decrelo do re liuha-
llie roubado, como a tantas outras, os seus que-
t i los hbitos, e como todas suas formosas iruias,
tinlia-se ella retirado para um toucador obscuro,
0 ge di a.
Quem moca, bella o hespanhola depressa se
enfastia de gemer. O desejo de agradar um
aguilho muilo vivo, que expello os mais rebel-
des do fundo do seus retiros.
Dona Jacintha cessou, pois, de geraer e pensou.
A mulner quando est aborrecida e pensa, tem
chegado ao termo do seu aborreciraento. Ha
Untos recursos no genio feminino O nosso, que
so ni lo dizeraos, o mais nobre, bem indigente
comparado com o seu !
Sera duvida, dtzia comsigo dona Jacintha,
ti tvia muilos encantos nesse exercicio de nym-
phas. sob 03 jasrains do nosso bello rio I Quan-
las conquistas nao fiz eu era una s noile Como
era feliz ouvindo esse concert de elogios que se
elevara das duas margens Como rae era agra-
l' Super lamina Babylonis slelimus et levi-
tas mulheres do outros paizes. A idea era esta;
sahindo das ondas do Guadalquivir, dizia ella
comsigo, ser bonito cobrir-me da cabera aos
ps cora este tecdo de malhas; reservo esta
sorpreza s minhas cotnpanheiras. O marfim e
o bano se associam tao bem I
Quando acabou o seu Irabalho, suspirou, como
so fra Irabalho perdido. Havia no fundo da ga-
lera do conde, seu pai, urna bella estatua anliga,
urna irmaa mais nova da Venus do Praxtleles
Dona Jacintha olhou, poz o ouvido escuta, e
achando-so s nessa galera, s com quadros e
raarmores, pegou sorrindo ao seu Irabalho, de-
scmbrulhou-o em toda a largura, c subindo
um banquinho, envolveu com C3sa rede ligera a
estatua amiga, Qxando urna das malhas na testa,
na divisfio dos cabellos, do modo qua o rosto fl-
cava mararilhosamento encaixithado as dobras
negras, e lodo o corpo desapparecia, trahindo-se,
sob o resto do veo. Dona Jacinlha desceu do
banquinho para julgar o olfeito desae toilette da
estatua do longe. A galera recebia luz de ci-
ma, luz que tao favoravel e tao mysleriosa.
O marmore da estatua se tinha encarnado ; a
vida radiava sobre o pedestal. Com que graga
divina ossa filha de Praxiteles sorra em seu qua-
dro de tecdo I Como todas as formas finamente
Em Hespanha s os pobres leem a telicidade
de nao trabalhar.
Minha querida Qlha, quanlo Irabalho nao
havia de dar-te isto I
Um anno, minha mi.
Um anno oh I meu Deus I [o tua mai nun-
ca trabalhou um s da I Tu vales mais do que
cu, minha filha.
Nao creii, minlia mai, valho monos ; flz es-
te Irabalho por um capricho de coquellerie.
Assenta-to s mil mararilhas, Jacinlha |
Nao me canso do olhar-te. Esls adoravel as-
sim I
Acha, minha mai?
Onde copiaste isto ?
Invenlei, minha mi.
No teu espirito?
Sem duvida.
-- E quo nome das isso, minha lilha?
Ah minha mi, o baptismo s depois do
nascimenlo. Aiuda nao Ihe del nome. Qucr Vmc.
ser a madrinha dcsle filho do meu espirito?
Pols nao, minha filha.
Pois de um nomo ; mas um nome esco-
llado...
Nodifllcil... j que as Caslelhanaslem o
seu manto, justo quo os Caslelhanos tenham
sua mantillia.
E' isso I dsse Jacintha sallando de conten-
te urna mantilha, fiz urna rnanlilha O norae
encantador I Muilo obrigado, madrinha 1
Dona Jacintha abri a porta, e dando o braco
sua mai sahio.
As duas Hespanholas caminhavira com passo
truraphante; a mi principalmente ia orgulhosa
como a mi de Christovo Colombo, ou do Fer-
nando Cortez. Dona Jacinlha acaban de fazer
urna descoberta muilo mais preciosa do que a
America e o Mxico ; tinha descoberto a manli-
iha I Era urna revoluco para a Hespanha f A
ciozeladas do seu corpo se revelavara amorosa-; mantilha ia enchugar a's ultimas lagrimas quo a
mente sob as traicoes desse veo Dona Jacnlha
bateu palmas para se applaudir si mesma e ex-
claraou :
Oh 1 como eu licaria bella assim !
Teodo admirado quanlo baslava, despojou a
estatua desse veo, que lisonjeara tambera a sua
nudoz radiosa, o curolveu-so si mesma para
admirar-se om ura grande espelho veneziano.
Oh! des3a vez soltou ura grito de felicidade que
batalha de Guadalquivir e a queda da ultimo rei
dos Godos fizeram derramar. Dona Jacintha ap-
pareceu d'ahi a pouco na ilha das acacias e tai
saudada como o sol ao nascer, sob as columna-
las do templo do Quito, pelos adoradores do as-
troDeus.
Toda a mocidade deSevilha, quo passeava com
a negligencia do costume, leve um cheque o on-
dulou sob as errores como um rio acolitado por
fez tremer a estatua no seu pedestal! Dona Ja-] um vendaval. Por felicidade a galantaa hespa-
Cintha achou-se mais que adoravel ; seus olhcs ] |lhola j4 impunha, nessa poca graves deveres
prclos brtlhavam como duas estrellas sob o man- j aos homens; ninguem chegou rauilo perro de D.
lo d'Erobo, a deusa da noite ; sua tez illurait.a- ] jachiiitha; a multido conservou-se era distan-
va-se, seu corpo desenhava-se com urna graca i cia e fcz ura circui0 respeitoso em lomo da man-
encantadora, como nunca tivera, raesrao aps os
exercicios do Guadalquivir.
A febre da coquellerie subi cabera de Dona
Jacintha. Um da de demora fra um secuto ;
para que perder um secuto, quando se mora ?
A Alleuanka em liiilia recta.
Bade e a Floresta Negra.
Com a invenco dos caminhos de ferro, o ho-
mem adquiri azas de passaro, e, como que para
se vingar da immobilidade a que estava outr'ora
condemnado, abusa presentemente dalocomo^o.
Pars conla hoje urna consideravel populaco
fluctuanle que chega lodos os dias, afira de con-
templar os seus espleudores e saborear as suas
gracas e os seus prazeres. Os Parisienses retirara-
se para deixar passar cssa multido admirada,
e em rirtudc do systema das compensos, vo
visitar pangeos incgnitas. Hoje nao se encon- "aue renerrusein
i...:. ~ i ii que a repercussao da nossa confusao, pois as
traria cm parle algumi aquelles genios sdenla- ., v
rios que riviara calmos e tranquillos no lugar em e,"oeS dS carmnhos de fe. se alguera ll.es
que haviaui nascido. Agora lodos viajam com 0Teret:e uma oioda de ouro para pagar o logar,
urna celeridade que parece prodigiosa, e que lira fazem a toda a pressa o calculo n'uma ardosia e
toda a verdade, toda a verosimilhanga e toda a parecem duvidar do resultado da operaco.
signicagao s relages de viagens escripias por!
aquelles que s conheceram a rapidez das dili-1 A lcllra alleni aqueainda parlecipa um pouco
la ouira poule audactosa que se ergue nesse mes-
mo lugar e que no prximo mes de selembro li-
gar sem soluco de continuidade os caminhos
de ferro francez e allemo.
A Allemanqa o paiz da complicaco. Os flihos
da Germania parecem detestar o que simples.
Para nos convencermo3, basta esludir o systema
monetario. O troco de uma moda de 20 fran-
cos entra pelo reiuo das fraccoes, c por mais for-
te quesejam em malhematicas, impossivel sa-
hir-se bem. Os proprios Allemes soffrem como
gencias.
Nossos antepassados, como homens prudentes,
dos caracteres gothicos, uma ora complicado
Se os camponezes allemes nao escrevessem me-
punham seus negocios em regra, e fanham o \ "lor 1ue os camponezes francezes, suas cartas
testamento, quando, por ura motivo qualquer, i dormiriam nos archivos do correio e nunca che-
era-Ihes preciso perder de vista o campanario de gariam aoseu destino. E asfechaduras allemSas
suaalde.a. Seus descentes rodeiam presenlemen- J qilc mechanismo complicado Sao orna(Jas '
te a Europa, sera lhes importar de maneira al-;.. ornauas ut
guraa esse luxo de precaucoes. Jantara tranquil-1 llnSoelas' de molas. elc- etc., que faz admirar,
lamente em Pars, e no dia seguinte almo^am na I Essas fechaduras da0 entrada para quarlos onde
Allemanha. se veem camas forradas, nao com lences, mas
Com effeito, sao sufflcientes algumas horas!com 8uatdaDaPu pequeos que mal cobrem os
para ir Strasbourg, e d'ahi roar uma das es- colchOes. E' justo dizer que ao se porem mesa
taces thermaes, que, apenas chega o vero, at-1 encontram-sc os lentes nos pralo3 modo de
Irahema s, quaes novas sereias, s pessoasdoen-1 guardanapo
les e caneadas, e al aquellas que gozara de uma
perfeita sade.
Entre todas essas estates, Bade oceupa um
as ras alleraas as casas sao numeradas como
em Franja, mas os nmeros nao se seguem. Os
lugar deslindo. Seria, decerto, uma tarefa insi- Pares e os impares se confundem e misturam-se
como as bolas do lolo no sacco. O n. 40 est
muitas vezes collocado entre os ns. 21 c 91. O
n. 2 est algumas vezes entre os ns. 17 e 175
pida repelir, depois de todos, o que se tom dito
em todos os tons dessa cidade do prazer, a pro-
posito da qual os chrouistas enthusiasticos reu-
niram lanas methaphoras. Quero simplesmenle
arriscar a euuraerac/ao de alguna detalhes. fuleis ToJo3 csses dclalhes Puers desesperara os Fran-
se o quizerem, porm capazes de dar a verdadei- cezes. e so querem pedir explicacoes, acham-se
ra physionomia dessas veredas batidas, muilo cnto em preser/fa de pessoas pedidas e servigaes'
melhor do que as indicacoes que formigam nos forzoso rcconhee-lo. masque os espantara cora
syllabas exquisitas. Os Allemes parecem ter en-
tilha.
A mora ficou senhora de seu3 passos, de seus |
movimenlos, o aproveilou a sua posico para
golido o alphabeto e ler uma indigesto, para
aquelles que nao entendem a sua lingua. S pro-
1 nuneiam as consoanles. Quanlo s vogaes que
sao para as palavras o que a meloda para a
msica, absorvem-as e nao querem da-las.
Insistimos, porm, sobre este ponto, os Alle-
mes sao todos bons, servicaes c hospitaleiros.
livrose nos manuaes dos viajantes.
Slrasbourg uma grande cidade fortificada,
flanqueada por uma cidadclla e por um muro que a
rodeia. Tudo isso conhecido ha muilo. A agu-
lha de sua calhedral 6 o poni culminante do
lodos 03 monumentos do globo, visto que ella
(em mais desanove palmos (4 metros} do que a
grandepyramide do Egyto (1). Isto tambem sa
bido ; porm o que nao so aprende em nenhum
livro a historia dessa pequea colonia de cu-
riosos que chega lodos os dias calhedral para Assim, em Bade, na hospedara da corte dt Bade,
ver o milagroso relogio dar meio dia, e seguir que frequeotada por pessoas de dislincro s
detalladamente a rcvolugo das rodas, os vai e '
Era desnecessario deslumhrar Sevilha iramed'ia- vilhanas ; seus olhos pora nada olhavam, afim
por acaso os creados francezes eslo ausentes, os
crescentar um luxo novo coquellerie das Se- \ **?? ? ST 'T^T. ^ I creados allemes fazem esforcos desesperados Pa-
xem-se por meio de molas nesse momento so-
se
ra vos comprehender e satisfazer os vossos dese-
tatnente. Quanlo uma mulher hespanhola for- i de deixarcm aos olhos dos outros toda liberdade I torane do meio da. Nada tao curioso do
xa um projocto. nao ha para ella dia seguiule. do contemplaco ; seu andar toraou um carador observar como essa mullido de visitadores que J_ \ hospedara da corte de Bade k uma
Nessa mesma tarde, na hora em que o sol Ilu-
mina horisontalmente os rubios das granadas e
as estrellas de martitn dos jasrains. Dona Jacin-
lha pedio sua mi que a acompanhasse ilha
de magestade voluptuosa, quo nunca tora Terc-
iada por uma tnica de algodo; seus morimen-
tus, imagiuados pela circumstancia, annuncia-
vam j a aurora desses passos hespanhoes que o
luran- m0rada muito aPrasivel- Os quarlos sao alegres,
bem claros. Foi construida no lugar de um con-
sorrir, e accetou o
das acacias, em que o povo e a nobreza passea- som irritante da castanhola ia desenliar em Cas-
vara habilualmente. A raai, que se afigia por ,lella e no Aragao, para embriaguez dos sentidos e
ver a lilha tao triste depois do decreto do rei, fi-! feitico dos olhos.
A mi parlilhava o trumpho da mantilha, sua
filha, e nao so enganava presumindo que esso
toilelte, lo graciosamente inventado, derla no-
cessariamento ler em resultado muitos pedidos
de casamento. Os partidos apresentaram-se em
multido no dia seguinte; orara todos dignos de
ser aceitos, mas foi necessario fazer-se uma es-
cou contenlissma rendo-a
passeio ilha das acacias.
Dona Jacinlha veslio o traje da sua poca, troje
vulgar e modesto. Anda nao exisliam as manu-
facturas de Manchestor, Lyo e Dublin. Um ves-
tido muilo simples, ou, para melhor dizer, urna
tnica de algodo arerraelhado, pouco apertado
eis em que se cifrara o seu trajo. Felizmente
Dona Jacinlha era lo bera esculpida pela nalu-
reza que seu corpo divino saba mui bem corrigir
as imperfecos do seu vestido. No momento de
sahir de casa, Dona Jacinlha desembrulhou o seu
grande veo de malhas estreilas e envolveu-se vo-
luptuosamente nclle, como faz o horisonto ce-
leste depois do por do sol no vero.
A mi olhou para a filha, junlou as mos co-
mo se orasse uma madona ; lia-se-lhe nos
olhos o xtasis.
Minha querida filha, disse ella, quem te fez
esse bello prsenle .'
Eu mesma, minha querida mi, disse Ja-
cinlha, vollando-so uas ponas dos ps, como
uma dansatioa da opera moderna.
E' obra tua, minha filha?
Sim, minha obra ; quem rico precisa 1ra-
balhir.
te odia e a noile a Strasbourg vindos dos auatro
pontos cardeacs. Liles esto ahi, cora os olhos
fitos no mostrador, e chamando as personagens
que vera urnas depo3 das outras lomar parle
nessa estrepitosa ceremonia. A curiosidade dos
visitantes, na reaiidade mui grande, parece an-
da maior se a-compararen! com a impassibilida-
de do sacrislo, que, ha muito insensivel vista
desse prodigio, explica-o, commenla-o era fran-
cez c allemo cora uma fleugma que preciso ver
vento celebrrimo na historia. Em uma de suas
annexas, se acha o tmulo de Montecuculli, fe-
rido morlalmente diante de Philipsbourgd, du-
rante as guerras do Palalinado.
A administrarlo do estabelecimento thermal
de Bade lem-se vido sempre com uma grande
inlelligencia e arraujou-se de modo empregar
as perdas dos jugadores na crearao de estradas,
dejardins, de palacios, de passeios, de campos
Ha dous annos que a cidade creou corridas de
cavallot que atlrahem os sportsmen de Franca,
da Inglaterra e da Allemanha. Seu hippodromo
est em moda como os de Epsom, de New-Markel.
de Pars e de Ctianllly.e no futuro mez de selembro
os corredores vito desputar premios de um valor
consideravel.
Bade lem um thealro no qual se representara,
nao pecas tomadas aos thealros de Pars, mas co-
medias, proverbios e operas inditas, deridas aos
poelas e aos compositores mais eslimados do pu-
blico. sAssim, durante a estaco em que entra-
mos, novas pecas, interpretadas por artistas de
talento, sero ofterecidas aos baohistas em uma
salla decorada ao gosto de Luiz XV, em quanlo
se abre o grande iheatro, que se est constioio-
do presentemente ao p do salino de conversa.
A floresta Negra, mui prximo da qual esta
Bade, j se sabe, o alvo dos passeios e das
excurses dos banhislas e dos tourietas. Esla
floresta da Germania sem duvida alguma a mais
bella amostra de verdura que se pode imaginar.
A copiosa vegetaco de seus pinheiros e de seus
carvalhos intercepta os raios do sol e conserva
cm suas profundidades sombras e pitlorescas
uma frescura agradavel e benfica. Em quanto
os passaros cantara no cirao das arvores, as cas-
catas e as pequeas torrentes murmuram pe'.o
musgo e tbrmam juntos ura concert que dura
noile e dia. Por isso, as numerareis avenidas
da floresta Negra sao incessantemente atraressa-
das por caralleros e pessoas em carros que nao
caogam de respirar aquello ar puro.carregado dos
Perfumes saudareisda floresta, Bhabitanies da-
quellas paragens nao sao mais aquelles selragens
que acredtavam no dabo e nos feiliceros, que
velhas legendas hariam collocado as ruinas que
juucain oslo e as profundidades dos despenha-
deiros. Elles sao mui civilisados, e sorriem gra-
ciosamente para os passeiadores. Preparara-lhes
ramalheles de flores e sorvetes de cerejar bravas
que valem os de Torloni. Apenas lobrigcm uma
cavalgada ou algum trem, virgenzinhas term 4
nicas, ornadas de cabellos louros e de corpnhos
de veludo prelo, ceream-ro, e veem offerecer
com tenacidade a sua mercadera. Quando des-
ce a noile, essescamponezes accendem tochasde
resina e escollam os tres que operam entfhj
uma marcha ao claro de arenles. As tochas
nao se apagara seno quando os viajantes moro-
sos alcancara o primeiro bico de gaz da cidade.
A antiga canc_o que aconselhava que ningucra
fosse a floresta Negra, acha-se hoje era completo
desuso. Pode-se l ir sozinho sem correr mais
perigo 00 que as aleas do bosque do Bolonha.
Nos sitias mais retirados, eucontrar-se-ha taires
cabritos montezes que fugiro de terror ao ou-
virera os passos de alguem. Eis os nicos mons-
Iros que ha para receiar nessa aprasivel cidade do
Bade quo o vapor collocou s portas de Pars.
Gisi.wo Glaidis.
(Le Monde.=H. Duperron.)
ao corpo, porque anda nao exista o espattilho, colha, com auxilio de um conselho de familia,
porque dona Jacintha nao quiz tomar uma ini-
ciativa, quo todavia de diroito Ihe caba. Esco-
lheram o raais rico, porque o mai bello era po-
bre ; era ura fidalgo muito nobre o feissimo cha-
mado Y Fuentes Y Espadromas, que recebia, to-
dos os annos, dous galies.
Foi uma bella descoberta para todas as mocas
em espeetstiva de marido. O trajo de dona Ja-
cintha lornou-se o Iraje nacional do bello sexo, e
foi a origera de innumeraveis casamenlos.
Casavarn-se com todo o enthusiasrao ; e pode-
se dizer que a mantilha depressa reparou os va-
cuos que linhara sido feitos na populago hespa-
nhola pela batalha do Guadalquivir. O paiz foi
povoado de novo.
para fazer uma idea. Elle ao- mesmo lempo re- I *** corridas e de teatros. Se os jogos era Ba-
ojociro, astrnomo e mechanico, e descorre so- de lem realisado ha dcz anr>os lucros enormes.
lOiLilE/im
ORIGINAL DO
Ufe
SI
DIARIO DE
IA MA
PERNAIflBUCO-
De que dependen] a felicidade e a desgrana de
uma naco !
Nert.
bre essas tres sciencias cora tal facilidade, con-
fanos c calma que nada o poderia perturbar;
ao depois, quando o relogio cala-se, elle o
imita.
geralmente depois de semelhanle sosso, que
os Francezes entram na Allemanha por Kehl,
passando pela ponte de bateis, mui perto daquel-
(1). Parece-mo quo o autor deste artigo enga-
na-se, e quer afumar justamente o inverso do
quo diz, pois no Quadro comparativo da altura
dos principaes monumentos, que vem no atlas 1856, 49,000 o em 1859 mais d
de Barbier du Bocago, a pyramide de Cheops,
que a mesma a que se refere o autor, tem mais
desairare palmos (i metros) do que a flecha da
cathedral do Slrasbourg.
(N. do traductor).
XXXI
Sumario. O relatorio do Sr. niinisro da
marinha.
Desd que nos dispozemos analysar o bello
relatorio do ministerio da marinha, formamos o
plano de oceuparmo-nos dctalhadamcnte deste
Irabalho, dando-lhe toda a importancia e desen-
vulvimcnto que merece.
Era a occasio raais azada para novamenle re-
capiiularmos todas as nossas ideas sobre a admi-
nistrarn dcsle rarao do servico, afira de fazer
prevalecer algumas, quefossem consideradas dig-
nas de apreco pelo governo imperial, e pela as-
sembla geral.
Nao temos que;ido perder a opportunidade e
elle havemos sacrificado a tariedade, que pren-
dera mais algum iulcresso estas Resentas, e
Ihe chamara ura maiscrescido numero de apre-
ciadores.
Nao podemos, porm, alongar-nos por estes es-
pacos infinitos ; as divagacoes nos sao vedadas;
estamos circunscriptos pelo positivo da materia,
que muitas vezes uos prende a peona pela rao-
t, iionia, e nos faz receiar perder esla alteuco
que temos dispertado, e que, mais que ludo, te-
memos sacrificar.
Vamos proseguir hoje em nosso traballho se-
manal, estando justamente n'um destes momen-
tos crueis para o esetiptor, era que elle nao en-
centra uma inspira^o, se v embaracado de ura
modo singular, e nao sabe como cumprir o dever
que contrahio.
Por mais que nos esforcemos para vencer o
desalent que nos domina n'alma, a desesperan-
za que nos vai no coraco, elle transpira em lo-
dos os nossos escriptos, que j parecem uma la-
meniago de3agradavel.
E' que nao cedemos ninguem em amor da pa-
tria, e deploramos que, conhecida a crise assus-
tadora por que passa a marinha ; se deixe o tem-
po marchar sem approveila-lo para a Conjurar,al
que o sacrificio fique completo, ese diga consum-
malum esl.
E quando-a situaro se aprsenla no sul e no
nerle carregada, quando nurens sombras se er-
guem no Prata e no Amazonas, e lalvez esteja re-
servada marinha corlar o ngordiodasquestes
complicadas pela diplomacia, deploravel que,
por uma insignificante economa annual, se nao
desirua este abalimento, que predomina na olfi-
cialidade, e que um mal, um perigo para a nos-
sa causa.
Um mal, ura perigo para a nossa causa, nao
os dias rareando, deixando vacuos quo nunca se
podero preencher. Enlao talaremos com a im-
pericia, erabora regislemos actos de herosmo so-
lados, sem nenhiiraa utilidade para a patria.
E por Iludir este poni, llevemos confessar
que, estamos de accordo com um dos nossos
mais distinctos generaes que diz que, o nico
meio do regenerar a nossa marinha consisle era
uma guerra exlerna em que levemos uma boa s-
ra ao principio, e cm um horaom forte, sera peias
de orramenlo, nem de ncnhunia oulra especie ao
seu patriotismo, inlelligencia e boa rontade.
A guerra oxlerna, bem habis sero os pilotos
que dirigera a nao do estado, se a conjuraren]
cora dignidade ; ella se approxiraa rpidamente,
e s a poderemos evitar preparando-nos na paz,
raostrando-nos proraptos entrar na tata cora
elementos que uos gnranlara o triurapho, o ura
delles justamente a deslruico do desconlenla-
menlo que todos couhecem.
Mas ondo est o humera de que necessi-
taraos?
Deus permita que elle se revelle era tempo 1
Nao contestamos que os officiaesde nutica, na
falta de oflkiaes subalternos da armada sejam
uteis, e prestara, em geral, bom servico, como de-
clara o Sr. ministro, que larabem confessa que,
nao tendo a maior parle delles as hablilacoes
exigidas pela le para subirn aos poslos supe-
riores,permaneccro nos era que se achara at que
as adquiram.
Porm, porque nao se repara esta falla de offi-
ciaes subalternos pela maneira conveniente ? .
Nao um contrasenso que, na poca cm que o
governo imperial julgou conveuiente lllusirar a
sua marinha, o para isso exigi mais preparato-
rios aos aspirantes, e augmenlou um anno ao
curso, seja justamente quando concedeu mais
franqueza admisso dos officiaes pralicos, que
nenhuraa inslrucro possuem, e, na gencralidade
dos casos, fazora uma triste figura bordo, e sao
um anachronismo vivo e palpitante?
Actualmente j existem oitenta pilotos na ar-
mada, e a marcharen as cousas como vo. nessa
classe recrular a marinha de guerra os seus fu-
turos comraandaulcs c generaes.
Nao queremos officiaes de marinha doutores ;
mas tambem nao o desejamos smenle com os
rudimentos necessarios para saberera pralica-
menle dirigir um navio de um poni outro, Is-
to basta para a marinha mercante ; mas pouco
para a marinha de guerra, que tem exigencias
imperiosas quem enropre ceder-se.
O verdadeiro lypo do otllcial de marinha de
guerra definido pelo capito de fragata Or-
tolan, no prologo de sua interessame obra Di-
plomacia do Ma, que traduzimos e temos publi-
cado, as seguinles expressoes:
O hornera domar aquelle que possue, no
mais alto grao, o conheciniento da parte especial
da diflicil profisso do mar; que junta uraa
theoria refleelida, e ao nivel do estado aclualdas
sciencias exactas, uma pratica esclarecida, ad-
querida por uraa longa navegaco ; que simul-
tneamente, todas as-vezes que so loma neces-
sario, bom official e bom marinheiro ; que do-
tado emfim, deste taclo particular, indispensavel
as circumstancias criticas, para o tornar apto
escolhersem hesitaro o bom partido ; (acto in-
do do marinheiro, o quo o transforma por assim
dizer em um enle parle.
Estas qualidades diversas sao as que o oflicial
deve possuir anles de ludo.
" As outras nao sao, relativamente ellas, se-
no secundarias. Era uraa patarra, deve ser pri-
meramente horaem do mar na verdadeira accep-
rao da profisso.
Porm, sem deixar de ser homem do mar,
pode-se possuir conheciraenlos variados. Alm
das sciencias exactas, a arma da marinha se liga
muitas sciencias. Ha uma sobretodo, qua
com esses lucros que durante esse periodo rae-
lamorphosearam a cidade o converleram uma al-
deia ignorada e perdida na exlremidade da flores-
ta Negra, em uma morada encantadora que pode
comparar-sc s mais bellas residencias de Fran-
ca o da Inglaterra. O solo que oulr'ora pouco
valor tinha, vend-se hoje como nos bairros ele-
gantes de Paris. A eslatistica estabelece com a
eloquencia dos algarismos a grande voga de Bade.
Em 1800, apenas contava-so, durante o anno,
1,555banhislas. Em 1850,conlaram-se 30,000; ora
60,000. Bade
poderia dizer: Quo non ascendam.'- (2)
missdes e obilos produzem no quadro da ar-
reada.
Ao par e passo quo os candidatos diminuem,
essas reformas, e demisses se multiplicara.
Lcmbramo-nos que, de 1815 1850, a acade-
mio de marinha era lo procurada, que o gover-
no imperial se va obrigado limitar o numero
das admisses. Entretanto era tal o rigor exerci-
do nos exames alli que, de 24 aspirantes admit-
lidos em 18(5, apenas quatre poderam sahir da
academia no fim dos tres annos de curso 1
Actualmente nao ha mais rigor do que ento,
(2) Aonde nao chegarei?
(N. do traductor.)
elle esl inteiraraente reunida, n dos principios existe ainda p intrnalo, que deve ser raanlido,
que devem regular as rolaces de passo nao s porque convem edueacao militar, eomo
passo.
Recrulando o sou pessoal em tal tonte, poder
nunca um oflicial de nossa marinha realisar este
typo ?
O tempo dos Jean Bart.e dos Ruyter j passou ;
nao estamos no secuta XVII, era que, apezar do
atrazo da poca, Luiz XVI se vi^obrigado com-
primir os uobres que sorriam das maneiras gros-
seiras e incivis do pnmeiio, que entretanto,.era
um hroe coberlo de servicos, que mereceu que
sua provincia nalal (Dunquerque) Ihe elevasse
uma estatua.
tancias, devemos preparar a nossa marinha con-
venientemente.
Nao porcerlo, com a officalidado no es-
lado actual, que devemos esperar dola grandes
feiios. Esludem-se as causas que alfasiam da
escola de marinha a mocidade applicada de nos-
so paiz ; dcstruam-se os desgostos que cada dia
fazem apparecer um claro no quadro da officia-
lidade existente ; porque este o nico meio
que a razo aconselha para fazer parar a deca-
dencia do pessoal que havemos provado existir,
e que todos que eslo envolvidos nos ne-
gocios da marinha conhecem perfeilamenle.
Depois expe o Sr. ministro que, como oar-
porque ura incentivo para os provincianos pro- ligo 1 2 do regulamenta da escola de marinha
curarem esta profisso. Porm, o que vemos ?
Tem a escola de marinha apenas 37 aspirantes,
repartidos 15 no primeiro anno, cinco no segundo
e 11 no terceiro.
Assim, a turma que tem de sahir no anno pr-
ximo ser de cinco guardas manabas, se forem
approvados os alumnos agora matriculados no
segundo anno, e regulando as vagas do quadro
annualmente de 12 a 15, v-se que impossivel,
j nao dizeraos completar o grande desfalque de
officiaes subalternos, que ora existe na razo de
2|3, porm ao menos conservar o numero ac-
tual.
E vale pena manter um estabelecimento im-
portante, como a escola de marinha, que laz uma
d setenta a oitenta contos, que
poique e3ta oflkialidado falle na hora suprema ao
seu dever; roas porque suas fileiras se vo lodos l nato, indenivel, que se denomina o sexto senli-
0 official comraandante de um navio de guer-
ra, segundo o autor j citado, est revestido de
uma especie de carcter representativo da sobe-
rana do estado que perteuce ; lem por misso
permanente, sustentar em longinquas plagas, a i Puri8"ll\ corai
honra do pavilho ; seus actos sao muitas vezes espeza annua
da espheradas retacos inteoiacionaes ; frequen-, le.m ura V** Pessoal para u colher esto ins.g-
emete o obrlgado' obrar^r ai s, a falla de "'"nto resultado ? Nao sena uma sensata eco-
dUado a'eaelte mmo este orgao acre coherenlei porm pode ser que eslejamos cm
I erro.
Por isso Mr. Guizot pronunctau estas patarras ; Nao se illudam os que altribuem o fado do
na sesso da cmara dos depulados do 1 de; pouco empenho hoje manifestado pela mocidade
margo de 1844, sendo ministro dos negoeios es- j esludicsa, ou pelos pas de familia em procurar
trangeiros, as quaes mostrara a responsabilidade I a escola de marinha para nella educar seus fi-
que pesa sobre o oflicial de marinha, o discern-! thos ao augmento dos preparatorios exigidos;
ment que deve harcr na sua edueacao, o cuida-, nao.
do indispensavel na admisso,garantas certas! Este, arrefeciraento repentino, substituido ao
para o paiz. ] ardor d'oulr'ora. oriundo de causas naturaes,
Por ventara nao tica aquatrande patria, em funda-se na experiencia adquirida de que a hon,
quanto que os nossos rnarinhfeitys transportara a rosa carreira da marinha de guerra, nem tem
pattia sobre nossos navios qalro mil leguas ? incentivos quo fallem s nobres aspiraces, nem
Nao existem inlercsses gerae* empenhados ere
seu proceder, era suas aeros T
Nao existem neste slo trio,la e cinco milties
de francezes, sobre cujo dos]
destes inorinheiius, que vdp|h qualro mil ta-
guas de seu paiz, pode exercer uma influencia
decisiva ?
Nao podem elles dispor cm um momento, por
um nico acto, do destino da patria, do paiz, da
guerra, da felicidade e desgrana destes trinta e
cinco milhes de homens?
Por ventara no Brasil se desconhecem estas
verdades?
Nao fazemos esla injuria aos diversos adminis-
tradores que a nossa marinha tem lido. Como,
porm, explicarmos o fado anormal desta inva-
so de pillos inscientes, contra a qual sempre
uos temos pronuuchdo ?
Sabe-so perfeitamente que a academia, de al-
guns annos para c, nao forma o pessoal neces-
sario para supprir as vagas quo a reformas, de-
ao inleresse legitimo do homem.
Note-se que, quando fallamos no corpo dos
officiaes de naulica, nao nos referimos seno
um nico passo essa chusma de pilotos sem principios, nem edu-
caco, que se tem admitiido na armada ; nunca
alguns rstudanles externos da escola de ma-
rinha, habilitados com o respectivo curso, que
ltimamente tem sido admittidos na classe dos
officiaes subalternos, adquirindo a pratica do mar,
que, na optaio do Sr. ministro, que tam-
bera a nossa, sern um valioso contingente para
augmentar a dos segundos tenentes hojo redu-
zida.
A' estes esludantes s falta a educaco mili-
tar; nao pequea cousa, mas pode ser adqui-
rida por elles com a boa vontade com que en-
trara para o servico.
Repeliremos ainda aqui um trecho de nossa
stima Resenta, que vem proposito :
Agora que gozamos as doruras da paz, e
nao somos impellidos pela urgencia das circums-
raan.la crear opportunamenlc era alguns dos por-
tes martimos do imperio aulas onde se ensine
um curso de pilolagem que, por ensaio roandou
por o dito artigo em execuro na provincia da
li ilua, encarregandn o primeiro lente Manoel
Ernesto de Souza Franra de ler o dito curso, pa-
ra habilitar os officiaes da marinha mercanle, e
que espera que de lo til nsliluico se coln
grande resultado, o que, se for confirmado pela
experiencia, habilitar o governo estabele-
cer outras em pontos que egualraonte as re-
clame
Na reforma operada na escola de marinha,
por sem duvida uma das mais felizes inspirages
do Sr. ministro Saraira o ter adoptado a indica-
cao destes cursos que lizemos.
Elles foram creados definiliramenta em Fran-
ja desde 1681 por Luiz XIV, pelos planos apre-
sentados pelo mmorlal Colbert, tendo sido o pri-
meiro cstabelccido em 1639 por Luiz XIII : sao
ali conhecidos pelo nome de escolas de hydro-
graphfe, e enconlram-se era quasi todos os por-
los martimos da l'ranra em numero de 40, onde
gratuitamente se prepara a mocidade que se des-
lina marinha mercante de longo curso ede pe-
quea cabotagem.
Eslo dirididas era quatro classes, conformo a
importancia dos portes, e regulara se actual-
mente pela ordenanza de 7 de agosto de 1825 e
diversos regulamenlos da mesma data.
Alm dos quarenta professores existem dous
examinadores, que tem o vencimento de 6,000
francos por anno, e que eslo frente deste ser-
vico, e que, cora dous officiaes superiores da ma-
rinha, formam a commisso de exame dos can-
didalos.
Sao immensos os beneficios que a Franra tem
lirado desta grando instituirn, beneficios que
compensam asss as despezas que ella faz com
a cxisleneia de tantos cursos, pagos pelo tho-
souro.
A Inglaterra o os Estados-Unidos possuem
tambem suas escolas especiaes em alguns por-
tas.
No Brasil ellas sao de uma necessidade palpi-
tante, e convm que sejam multiplicadas por
considerarnos polticas de grande alcance.
Nao falta era nossos conqdados vocaco para
a vida do mar, era sao elles improprios para
ella, nem inferiores varios povos que nella
teem ganho celebridade. Ao menos esla
a nossa optaio, que assenla em fundamen-
tos raui solidos, procedentes do estado obser-
vaco.
ERRATA.
No artigo do direilo criminal, puhUcado no
Diario de 24 do passado, deram-se os seguinles
erros:
Columna segunda, linha 62a, ande dizseys-
mlica, la-seschsma.tico.
Columna segunda, linha 72a, onde dizesto-
quemos, lia-seestaquemos.
Columna terceira, linha 22a, onde diz univer-
sidade, la-seunidade.
Columna quarla, linha 70a, onde dizembuti-
das, la-seembatidas.
Columna quarla, linha 76^, onde dizimpossi-
bilidado, l-a-seimpassibilidade.
Esla vocaco, porm, nao tem sido aproveita-
da, encontr para desabrochar muitos obstcu-
los, que somente naturezas privilegiadas po-
dem resistir, e quem perde com isso a nossa
nascente marinhi mercante, digna de animarn
o auxilio, ainda que com sacrificios ; porque s
seremos grandes quando ella, como a americana,
a ingleza, e a franceza, apparecer era todos os
mercados do mundo conhecido, levando os pro-
ductos de nossa industria e do nosso ubrrimo
solo, e fazendo tremular em todos os mares na-
vegaveis, thealro de suas grandes operaces, a
nossa bandeira gloriosa.
Uma vez estabelecidos os cursos regulares de
navegaro na Baha, Pernambuco, Para, Ro do
Janeiro' e Rio Grande do Sul, por emquan'.a, o
depois nos deraais portos, teremos quebrado
uraa das principaes peas que ella hoje tom i
seu desenvolvimenlo, decretaremos a sua eman-
cipaco.
Para estes cursos afftair cortamente ura pes-
soal morigerado, que faz hoje iramensa (alta ,
esta marinha mercante, 'que jaz entregue quasi
toda estrangeiros ignorantes, pesseal que, por
nao termos eslo e outros cursos em, quo possa
adquirir inslrucro que Ihe d uma profisso
honrosa e ulil, corre para as [acuidades de di-
reilo e de medicina em um numero extraordi-
nario para as uccessidades do paiz, creando
grandes difficuldades para o governo, e amea-
cando o nosso futuro ; porquo nao pos-,
sivel empregar-se todo elle proficuamente, n^ra
augmentar indefinidamente o funecionalismo
publico, tornando-o uma profisso.
D'ahi provra estas lutas intestinas que obser-
vamos, cortos males que tanto nos aflligo.
Iramos longe, se fossemos dar o desenvolvi-
menlo que carece esta imporlanlisiuia questSo,
que tambem nao estamos habilitados i dis-
cutir.
As inslrucQoes provisorias para a aula mandada
crear na provincia da Babia em 9 de selembro,
pelo actual Sr. ministro da marinha s po-
dem ser julgados pola experiencia por que pas-
sara.
Todava a lerceira condr.5o exigtca para a ad-
misso, que prescrove a habililaco de tres an-
nos de pralica na vida do mar com aproreila-
ment lalvez deva ser modificada ; porque ilitH-
cilraente ser por ora prcenchida entre nos, o
arredar um certa numero doprelendenles.
Tambera suppomos til que a inslrucro da
escola de pilolagem, como em Franca, se di-
vide em i'ous- cursos, um para os alumnos prin-
cipiantes, outro para os discpulos mais adan-
lados.
Estas modficores, porm, e outras adequadas,
sero provavelmenlo propostas pelo digno ofli-
cial escollado pelo Sr. ministro para o ensaio na
Baha.
Temos dito quanto nos parece sufliciente so-
bre o ponto do relatorio do Sr. ministro de que
ora nos oceupamos, e portanto aqui fiaalisamos a
presente Resenha.
E A.
I PERN. TYP. DE M. F. DE FAMA. 5\
V

ILEGVEL


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