Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09144


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Full Text
II XXXVI. NUMERO 193.
.....
Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.

/'
TERCA FEIRA 21 DE AGOSTO DE 1860.
Por anuo adianfado i9$000
l*orte fraoco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA. SUBSCRIPTO' DO NORTE
1'AKllUA l>Ui> LOKI.LIU.-..
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna' e Parahiba as segundas
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima; e sexlas feiras.
.- ., 01 S. Antao, Bezerros,Bonito, Caruaru, Altinhoe
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o Garanhuns as trras feiras.
Sr. A. do Leraos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Ol- Pao d'Alho, Naz'arelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
reira; Maranho, o Sr. ManoelJose Martins Ribei- queira.lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
ro Guimares; Piaul.y, o Sr. Joo Fernandes de1 0r'c"r>'e E.x-nas S""1,?3'^"*-
., i Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barrciros.
Aloraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos ; Agua Prela, Piraenteiras e Natal quintas feiras.
Amazonas, o Sr. Joronymo da Costa. '/Todos oscorreios partern aslO horasda manho
EPHEMER1DES DO MEZ DE AGOSTO.
1 l.ii.i chcia as 3 horas e 14 minutos da larde.
9 Quarto minguante as 7 horas e 4 minutos da
tarde.
16 La nova as 8 horas da tarde.
23 Quarto crescente as 8 horas e 16 minutos da
manhaa.
31 La cheia as C horas e 38 minutos da manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 8 horas o 30 minutos da manhaa.
Si-gundo as 8 horas e54 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quartas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dis
Segunda vara do civel; quartas e sabbados a urna
hora da larde.
PARTE OFFICIAL.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. S. Bernardo ab. doulor da igreja.
21 Terga. S. Joanna Francisca v.; S. L'mbelina
22 Quaria. S Timctheo ab.; S. Fabriciano m.
23 Quinta. S. Felippe Bcnicio; S. Liberato m.
24 Sexta. S. Bartholomeu ap. ; S. urea v.
25 Sabbado. S. Luii Reide Franca f.; S.Jeroncio
26 Domingo. O Sagrado f.oracao de Marit.
Governo da provincia.
EXPED1ESTE DO DA 18 DE ACOST DE 1S60.
Oflicio eo Exm. Angelo Thomaz do Amaral,
prosiilcnle do Para.Accuso a recepco do ofli-
cio que V. Ere dirigi era 8 do crreme com-
municando-mc haver naquclla dala tomado pos-
ee do cargo de presidente dessa provincia e apro-
vello a occasiao para retribuir a V. Exc. os sous
obsequiosos ofterecinienlos, achando-me sera-
jiro prompto a cumpnr su as ordens, quer sejam
relativas ao servico publico, quer ao particular
de V. Exc.
Hito ao provedor Ja santa casa de misericor-
dia.Ficam expedidas as convenientes ordens
para le screm apresenlados dous dos africanos
existentes no arsenal de marinha. afira de seren
ompregados no hospital de caridade, conforme
requisilou V. S. em sen oflicio de 11 do corren-
tia. Quanlo, porm, a troca dos africanos exis-
tentes ii i santa casa, que V. S. solicita na segun-
dj parte do citado oflicio, lenho a dizer-llie que,
coi vista do oflicio do inspector do arsenal de
marinha, por copia incluso, nao pode ella ter lu-
gar ; devendo V. S mandar por a disposiro do
chote de polica os incorrigiveis para screm pu-
nidos correccionalmcnle na forma das lcis.Ex-
podio-se ordem ao inspector do arsenal de ma-
rinha.
Dilo ao commandante das armas.Respondo
ao^seu oflicio datado de 17 do correnlc, sob n.
b'Jb, declarando que pode \ S., nao s mandar
I r om hasta publica, para sercm arrematados,
os 10 cavallos da companhia fixa de cavallara,
queso acham incapazos de prestar servico por
achacados e doenics, mas tambem autor'isar a
remonta dos referidos cavallos.Communicou-sc
a thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de informar acor-
d que pede Genoveva Luiza de Jess no incluso
requerim rnto.
Dilo ao mesmo.Queira V. S. informar sobre
a materia do incluso oflicio do Dr chote de polia
de 17 do crrente, sab n. 1,129, que me devol-
ver.
Dilo ao chete de polica.Transmiti a V. S.,
rara os lins convenientes, copia do oflicio que em
17 do correnlc me dirigi o engenheiro fiscal da
estrada do ferro, o o oiiginal da communicariio
do a cmara municipal de Ulinda prestado anida | liel & sua poltica ja seguida em circunstancias
a informarlo que exigi esta presidencia em 6 do anlogas, propoz aos gabinetes de Vienna, Paris
corrente sobre o deslino de 1:0009000 que segn- e Londres a neutralidade do seu paiz, a qual, ac-
do consta foradoada por Sua Magestadc o Impe-jceita pelo primeiro d'esscs gabinetes ia ser're-
rador para os reparos da bica do Rosario da mes- conhecida polos uniros quando tiveram lugar os
ma cidade, rocommendo a referida cmara mu- acontecimontos de 27 de abril,
nicipal quecom urgencia satisfaga aquella exi- [ A' accao diplomtica substituiu ento a accao
gencia, como lhe cumpre. : revolucionaria preparada polo governo piemon-
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro. tez, assim como a chegada a Florenoa, na ves-
Convm quo Vmc. ministro ao chete de polica pera do dia 27 de abril pola manho e a noile,
todos os esclarecimenlos o inforraacoes que obii- j de individuos que ento estavam ao servico sar- I eTmo"partVem todos os vossos sofrrimentos No
ver acerca da desavenga que leve lugar entro o ; do, c que vioram dirigir a revolucao e tomar o intimo do meu coracao agradego aos numerosos
subdito inglez John Gooding e um cidadao bra- commando das tropas do gram-ducado.
sileiro, da qual resullou a morte desle, segundo! O nosso augusto pai, o gram-duque Leopoldo
Vmc. declarou no oflicio que me dirigi era 17 do II, achou-se tambem de reponte em face de exi-
oorrenle. gencias imperiosas da revolucao. Comprehen-
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO KO SUL.
Alagos, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlins.
EM PERNAMBLCO.
O preprietario do NiMO Manoel Figueiroa d
Faria.nasua livraria praga da Independencia na.
6 e 8.
po' muito lempo permanecer pervertida ; essas
mudancas que o erro e a intriga produzem na
vida das nagoes, nao podem ter consequencias
duradouias ; e a nossa virlude, exaltada com as
dores que a annexacao vos prepara, ha de asse-
gurar-vos raais tarde melhores deslinos.
Pela minha parle, queridos e muilo amados
loscanos, conservo do mou trisle desterro a lem-
branca de todos os lestemunhos de afleicao c de
respeito, que recebl entre vos ; assisto de longe,
amigos que todcs os dias me do provas de inal-
leravel adhesao aos meus inleresses, e da sua
confianca no futuro.
Dia chegar em que termino
por mez, sondo quime para o uso particular do
presidente c 15 para o da secretaria do governo.
Portara.O presidente da provincia, alten-
dendoao que lhe requereu Alexandre dos Sa-
uda. Todava desojando evitar discordias in-
testinas, appellou para o nisrquez de Lajatico,
que a voz publica indicava como o homoin mais
acceilavel para proporcionar urna conciliarao, e
tos Barros, resolve conceder-lbc licenca para em- : o encarregou da formacao de um novo ministe-
pregar ora urna canda, que livor de mandar cons- rio, confiando-lhe a atuludo da polilici interior
iruir para seu servico, 29 curvos de sicupira, que e exterior que lhe parecesse mais conveniente
fez conduzir para csia capital, devendo ser esta em tao graves circunstancias. O marquez de
portara aproselada ao Sr. capitio do porto in- 'Lajatico acceitou a niisso, o sahiu do palacio
terina, afim de mandar considerar sem effoito a Pilt com o encargo de cumpril-a.
apprehcnsao feila nossa madeira. o silio e os conselhciros que adoplou para cor-
DitaO Sr. agente da companhia brasiloira dos responder ao aclo de confianza do seu soberano,
paqueles a vapor mande dar transporte pora a foram a legaco de Sardenha o os chefos da in-
llahia, por conla do ministerio da guerra, ao sol- surreico que tinham alio seu quartcl-general.
dado Francisco de Paula Nunes e sua mulher. Ali deliberou-se o pedido de abdicacao de S. A.
Communicou-se ao commandante das armas. I. c R. o gram-duque Leopoldo II"; e o mar-
DitaO Sr. gerente da companhia Pernambu- | quez de Lajatico, que mandado pelo principe
cana faca transportar para a provincia das Ala-
goas, em um dos vapores da mesma companhia,
os objectos mencionados na relaco junta, os
quaes lhe scrao apresentados porparle do ins-
pector de marinha, devbudo a despez de trans-
porte sor paga naquclla provincia.
Relago a que se refere a portara supra.
200 chainins de cryslal.
13;4 e 2 3/8 em urna barrica.
1 grosa de pccuihas de pavios finos, era7era-
brulhos.
1;2 dita de massinhos do mocha.
30 bracas do mechas oslreitos com 70 jordos.
30 ditos de ditos largas, cora dilas jardas.
devia dellender e sustentar a sua oulhoridade,
Dos documentos publicados ltimamente pelo
dictador da Sicilia, houve um que foi lido com
vivo inleresse.
Fallam nolle mais os sentimenlos do homem
do que as ideas do general e do estadista.
Com salisfocao o trasladamos, para que soja co-
ntiendo dos leitores.
E' urna carta dirigida s senhoras caridosas le
Palermo.
Ei-la na integra :
Convencido de que pratico urna boa aceo,
vou propor-vos um acto que deve ser agrairvel
para almas lo generosas, como as vossas.
Dirijo-me a quem eu conheco bom na hora
doperigo... n'esses momentos* supremos sois
lormosas pela ira e sublimes pelo patriotismo ;
sabis despresar, na furia dos combates, oscrueis
a que elle so refere, relatando a dcsavenoa hovi- 4 irasqiiinhos com azeite para relojoeiro, de on-
da no lugar denominadoPoroentre o* subdito! 5 cada um.
z esponjas grandes.
inglez John Gooding e um cidadao brasilero, do
qne resullou a morte desle, segundo declara o
mesmo engenheiro.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Parlicipando-me o coronel Antonio Gomes Leal
em oflicio de liontem, sob n. 249, que noquella
dala reassumira o exercicio do lugar de director
do arsenal de guerra, passando o major Jos An-
tonio Barbosa, e o lente Jos Iguaaio do Ue-
deiros Rogo Monleiro a exerceram, este as func-
coes de cncarregado do laboralotorio pyroto-
clinico, e aquelle o emprego de aydonte da di-
recloria: assim o comoiunico a v. S. para seu
conliecimcnto.
Dito ao mesmo.Estando nos termos k-gaes as
relacoes e prots juntos, monde V. S. pagara
Simplicio Jos de Mello os vencimentos relativos
aos mezes de maio o junho desle auno dos guar-
das nacionaes destacados na villa de Pesqueira,
conforme requisitou o respectivo commandante
superior em oflicio de 4 do citado mez de junho
e de julho ltimos.Communicou-se ao res-
pectivo commandante superior.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. pagar a Felippe
Cavalcanli de Alouqnerque, conforme requisitou
o chote do polica om oflicio de honlem sob n.
1,127, a quantia de 45960 rs. despendida no mez
do julho ultimo rom o fornecimento de luz para
o quartel do destacamento da Victoria, como se
v da conla jnnta em duplcateCommunicou-
se ao chete de polica.
Hilo ao mesmo.F.m vista da conla junta, a
que se refere a sua inforraacao de ll do correo-
te, sob n. 829, mande V. S. pagar a Miranda &
Aasconccllos a quantia de 499140 rs.,'em que
imporiam difterenles objectos comprados pelo
inspector da saude pnl>lica> para o expediente a
seu cargo.Communicou-se ao inspector da sau-
de publica.
Dilo ao mesmo.A' Simplicio Jos de Mello
mando V. S. pagar, conforme requisitou o com-
rnaodante superior da comarca do Brejo em ofli-
cio do 5 do corrente, a importancia dos venci-
mentos relativos ao mez de julho, dos guardas
nacionaes destacados naquella villa, urna voz que
esloj ira nos termos lgaos a relaco e pret jun-
tos. Communicou-se ao commandante superior
respectivo.
Dilo ao mesmo.Ao delegado do termo do
Ex mande V. S. pagar, como solicita o Dr. che-
lo de polica no oflicio constante da copia junta,
a quantia de 79000 rs. despendida com o concert
do armamento das pracas da guarda nacional
destacadas naquelle termo.Communicou-se ao
cholo de polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. recolher a csse
arsenal o africano livre de mime Manoel, que lhe
ser apresentado por parle de Antonio Egydio da
Silva, visto que este nao quer continuar a u t Ii
sar-se dos serviros do mesmo africano, que ha-
via arrematado.Communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda e ao curador dos africanos
livros.
Dilo ao commandanle do corpo de polica
rde V. S. mandar engajar ao paisano Francisco
do Assis Campos Cordera, que, segundo consta de
seu oflicio desta data, sob numero 336, e allesla-
do a elle junio, foi julgado apto para o servico
do corpo de seu commando.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Nos tormos de sua informacao de honlem, sob
numero 332, mande V. S. "pagar a quantia de
I6O9OOO em que, seguudo a conla que devolvo,
imporiam dous livros que venderam Nogueira do
Souza & Companhia para a casa de detenc,o.
Communicou-se ao chete de polica.
Dilo ao mesmo.Restituindo a V. S. o requo-
rimctilo a que se refere a sua informacao de hon-
lem, sob numero 356, e no qual os emprezorios
do illuminaco nesla cidodo de Fielden Brothers
pedom o pagamento da quantia de 4149000 pro-
veniente do gaz consumido na casa de delongao
at 30 de junho ultimo, o autoriso a mandar ef-
octuaresse pagamento, visto nao haver inconve-^
niente, segundo consta da cilada informaran.
Dilo ao mesmo. Tendo terminado a licenga
que gozava o fiscal da illuminago a gaz, Fran-
cisco Rophael de Mello Reg, e reassumindo hon-
teu as funeces desso emprego, segundo me
comniunica em oflicio de 17 do correle, assim o
communico a V. S. para seu conheclmento.
Dito ao mesmo.Inteiradodo contedo de sua
informacao do honlem, sob nuraeto 354, recom-
mondo a V. S. as necessarias providencias para
que de conformidade com as ordens em vigor se-
jam pagas pela collectoria de Pao d'Alho em vis-
ta dos competentes contas asdespezas feilas com
o fornecimento dos presos pobres da respectiva
cadeia.Communicou-se ao chete de polica.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que me requi-
sitou- o chete do polica, em oflicio de honlem,
sob numero 1128, recommendo a V. S. que man-
de pagar a Jos Antonio Ferreir Vinhas, a quan-
tia do 339000em que importa o aluguel da casa
que servio de quartel ao destacamento da Ca-
punga no trimestre vencido no ultimo de junho
prximo findo.Communicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao capilo do porto. Fago apresentar a
Vmc. para ser inspeccionado o recruta Antonio
Francisco. Communicou-se ao chete de po-
lica.
Dito a cmara municipal de Oliada.Nao len-
190
nao julgou fallar sua honra, encarregado-se de ""cnanos estrangeiros, e animaes enlhusiasti-
trazer a nova proposta. camente os corajosos fllhos da Italia para que
O pedido de abdicacao, formulado no proprio morra"> o sejam livres.
momento em que o prncipe acceda s exigen- Con" em vs, encantadoras damas de Paler-
cios antes propostas pelos autores da revolucao, mo ao revelar-vos um acto de fraqueza. Senho-
collocou-o em urna d'essas posicoes supremas ; ras- eu- "e sou um soldado ja veterano dos dous
em que s permittido tomar o conselho da sua '' mundos_, chorei, e chorei lagrimas muito senli-
proprla dignidade cuja deflesa implica os inleres-
ses reaes da naeao.
S. A. 1. e R. recusou acceilor aquella injurio-
sa proposla, e depoisde protestar peraule o cor-
po diplomtico conlra a violencia que se lhe ta-
a, lomou o nico partido possivel ni sua si-
tuaco o de relirar-se do seu paiz onde se lhe
impeda o exorcicio da sua authoridade sobera-
na, e onde estova interdicto do publicar os seus
decretos.
Os successos da gerra trouxeram os comsigo o
armisticio, e os preliminares de Villafranca, os
quaes expressamente consentidos por S M. o
re de Sardenha, dizera que os soberanos afasta-
dos pela revolucao voltariam aos seus esta los
respectivos para formar parto de urna contede-
S. Exc. o Sr. presidente da racao italiana, que fazia entrar a nacao no direi-
communicar. ao conselho ad- lo publico europeo.
3 thesouras curvas de atinar.
6 cscovinhas do limpar amarellos.
1 corda com 20 biabas do compromento.
12 cordinhas com 5 dilas de dito, londo
jardas.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao conselho administrativo do patrimo-
nio dos orphaos.-
provncia "manda
ministralivo do patrimonio dos orphUo? que por
despacho de honlem conceden dous mezes de li-
cenca com vencimentos, ao Dr. Joao Jos Pinto,
professor de saude do collegio dos orphos, para
tratar de sua sade.
Despachos do da 18 de acost.
y7iierimcri/o.
1284.Alexandre dos Santos Barros.Passe-se
portara concedendo a licenca para fazer uso da
madeira, ficando sera effeitoa apprehenso.
1285 a 1287.Augusto Forreira Pinto, Candido
Aulran da Malta Albuquerque e Florentino Cy-
priano da Costa.Informe o Sr. inspector da the-
souraria do fazenda.
1288.Cosme Jeronymo do Nascimento. Nao
tem lugar em vista da informacao.
1289.Ignacio Mana da Conceico.Informe
o Sr. Dr. juiz de direito da comarca do Bonito.
1290Joo Antonio da Silva Possoa.O sup-
plicanle ser altendido quando houver opportu-
nidade.
1291.Bacharel Joaquim Jos de Oliveira An-
drade.Declare para que lim quer a licenca que
pedo.
1292.Jos Pacheco Leilc.Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
1293.Joaquina Dolphina do Mello.Informo
o Sr. director goral da inslrucco publica
1294.Mosquita <& Dulra." Comparecam os
supplicanles a hasta publica, em que mandei por
o dominio til do terreno, a que alindera.
1295.Padre Manoel Paulino de Souza.O
supplicante pode recebera congrua corresponden-
te ao mez de julho : quanto ao mez de junho es-
pere que haja crdito.
1296.Patricio Jos de Oliveira.Informe o
Sr. director da colonia militar de Piraenteiras.
COIMANDODAS ARIAS.
Quartel do commando das armas
em Pernamnuco, na cidade do
Itecife, SO de agosto de I86O.
ORDEM DO DIA N. 4.
O coronel commandante das armas faz publico
para sciencia da guarnicoe tira conveniente, que
a presidencia concedeu'por portara de lido cor-
rente, sobre parecer da junta militar de saude
tres mezes de licenca com vencimento na forma
da le, ao Sr. alteres do 9o balalho do intenta-
ra Manoel de Parla Leraos, para traiar-se fora
da capital.
Assignado.Jos Antonio da Fonseca Galvo,
Conforme.Antonio Eneas Gustavo Galvo, al-
teres aiudaote de ordens iuterino do commando.
Ento cora o nobre desejo de destruir a causa
de anligasdissences, c para tirar todo o protex-
to aos revoltosos S. M. I. o grom-duque Leopol-
do II abdicou livremenle a cora a 25 de julho,
e a Europa quasi inteira reconheceu-nos como
soberano legitimo de Toscana.
Desde csse dia litamos investidos de um direi-
to sagrado, c dedicamos esta nossa existencia
oo nosso muilo amado povo de Toscana, cujo
futuro se achara garantido pelas sabias medidas
de liberdade interior e federal contidas no pro-
gramma de S. M. o imperador Napolco-
O tratado de Zurch assignado por S. M. el-rel
de Sardenha, veio depois dar nova cousagraco
aos dircitos reconhecidos em Villafranca. mas
entre os preliminares de Villafranca e as esti-
pularles do Zuricli offereceu-se um novo suc-
cesso".
As autoridades revolucionarias de Toscana, es-
cravos doceis do ambicioso governo de que pre-
ceda a sua illegal origem, tinham j feilo a con-
servaco de urna assembla destinada a votar
arbitrariamente a annexacao da Toscana
monte.
Desta maneira, pela confuso de todos os prin-
cipios de direilo publico, um governo obrigado
pela palavra e assignatura do seu rei, seno a
preslai-nos o seu apoio, pelo menos aguardar
para comnosco urna estricta neutralidade, desco-
nheceu os deveres sagrados da sua posico, a
ponto de suscitar conlra o restabelecirnento de
das... Foi esta o fraqueza. Ouvi qual foi a causa
Nao chorei vendo as desgranas e ruinas a que es-
teve condemnada esta bella cidade, nem vendo
os reslos dos edificios derrocados, ou os cadve-
res de lanas victimas... nao, senhoras, tudoisso
vi com olhos enchulos ; mas as lagrimas turba-
ram-me o olhar, quando deparei com orphos
conderanados a morrerem do teme! No asylo dos
orphos 90 creancas sobre 100 pereciara por falla
de alimento I Urna nica ama eslava amanen-
lando quatro dessas creaturas feilas imagem de
Deus.. O que deixo de dizer ser adivinhado polas
vossas almas generosas, seguramente j entriste-
cidas com esta noticia.
Muitas vezes me desped dos difterenles po-
vos onde tenho estado ; mas a despedida mais
custosa ao meu coraco ser a que me separe de
vos, e do re3to da povoaro de Palermoser
bem trisle para mim essedia. Mas tenho espe-
rance que o pesar ser suavlsado por vos, que
sois a mais nobre parte desse povo. Espero e
confio, que essas creaturas innocentes e desam-
paradas, expulsas da sociedade humana, e sobre
asquees a infamia pesa mais polo acaso do que
pelo intento, condemnadas a urna vida de vergo-
nha e de miseria, ficam desde hoje entregues aos
cuidados malernaes de senhoras a quem me li-
gar toda a minha vida um sentiraento eterno de
estima e gratido.
G. Garibaldi,
O protesto do duque de Modeoa, nao menos
importante do que o do duque de Toscana, que
hontem publicamos. Aprecia as differentes pila-
ses porque passou o seu estado durante a guerra
da Italia e posteriormente ao convenio de Villa-
franca. Queixindo-se do Piemonte, allude ao
suffragio universal, que precedeu a annexacao, o
qual considera como um aclo injusto e illegal,
que lhe arrancou a soberana, que herdra dos
ao Pie- seus antepassados, e afinal protesta contra ludo e
appella para as nacoes.
Em seguida publicamos este documento :
Protesto do duque de Modena.
Nos, Francisco V, archiduque d'Austria, prin-
cipe real da Hungra o de Bohemia pola graca de
Deus, duque de Modena, Reggio, Mirandola,*Mas-
sa, Carrara, Guastalia, etc. etc.
Os acontecimenlos que occorreram nos ltimos
nossa autoridade legtima, urna manifestaco fac- dias dc-abiil de 1859 no gr-ducado de Toscana,
EXTERIOR.
cosa, cujos fruclos devia colher : e emquanlo
que o imperador Napoleao, fiel s suas promes-
sas, dirigi perante o corpo legislativo c perante
a Europa, cunselhos de moderaco e prudencia
ao seu real alliad >, este, aprove'itando a presen-
to do exercilo francoz. que aos olhos do mundo
tinha feilo passar por complico das suas usurpa-
cues, na sua poltica invasora e astuta, cujo ter-
mo devia ser a annexacao !
Em presenca de semlhantes fados nao nos
permitlido o silencio. Devemos protestar, e pro-
testamos cora todas as tercas de nossa convie-
rto contra actos completamente nullos em prin-
cipio e era suas consequencias.
Protestamos conlra a violaco dos tratados,con-
tra os indignos manejos reprovados pela cons-
ciencia publica.
Protestamos contra o emprego desses novos
procedimentos de usurpago territorial por meio
dasassemblas popnlares, que se se admitlissem
e a atlitude da Sardenha, hostil as nossas ideas,
lendo-nos impedido de concentrar as nossas Tor-
cas militares, afastando-as desta parte do ducado
limitrophe aos dous estados, protestando a 14 de
maio de 1859 contra a iniqua usurparlo dessas
provincias quo o governo piemontez verificou
imraedialamente depois da sabida de nossas tro-
pas.
Os acontecimenlos da guerra na Lombardia, a
revolucao j consummada em Parma, a eminen-
cia em que eslava a das legacoes, a violaco por
parte das tropas francezas, do nosso territorio
pelo lado da fronleira da Toscana, obrigaram-nos
a retirar com a maior parle das tropas quo esta-
vam no resto dos nossos estados, convencidos da
impossibilidado de manler-nos como soberano
independente face a face com inimigos immensa-
mente superiores em numero e em meios.
A faeco revolucionaria, dirigida o sustentada
por todos os modos polo governo sardo, veio der-
no direilo das nacoes, aniquillariam todos os n a regencia que tinhamos creado por decreto
Nao rae longo a guerra da Italia, e hoje a Eu-
ropa presta anda muila ntlcncao aos aconteci-
rnentos d'aqucMa poca : a annexacao dos Esta-
dos da Italia Central, considerada como um
facto consumado, a pesor dos prostestos dos an-
tigos soberanos.
F.sles documentos que ha muilo foram publi-
cados, e que por falla de espaco lomos deixado
de reproduzir, vo agora entrar as nossas co-
lumnas ; sao dignos, porque mestram as ideas
dos principes desthronados.
Protesto do gram-duque da Tos-
cana
Oreada, 24 de marco de 1860.
Ha muito lempo que, no doloroso periodo de-
corrido desde 27 de abril de 1859 al agora, te-
mos esperado que o verdadeiro amor da patria,
que o senlimenio do justo e do honrado, que o
respeito dos tratados, que a palavra do sobera-
no, obstariam correnlc da obra perturbadora
que debaixo do pretexto da telicidade da Italia.
est a ponto de compromellel-a da mais seria
maneira ; temo-nos cuidadosamente abstido de
inlervir u'este grave debate, no qual julgamos
que a primeira palavra que leriamos de dirigir
ao nosso povo, seria a de um completo esqueci-
menlo pelo passado, e de mutua ventora pelo
fuluro.
Alas os actos verificados pela hbil conspira-
cao, que sombra do Ihrono da Saboya, desen-
volveu o seu manto a toda a Italia Central, e sa-
crificou a urna ambicio dynaslica ludo que ha
de mais sagrado na trra, impoe-nos o dever de
levantar a nossa voz de soberano italiano, e de
nppellar para as potencias europeas, nao s pelo
inleresse de nossos direitos violados, como pe-
los dos nossos queridos toscanos, e pelo da na-
ci inteira.
Quando, nos primeiros dias do anno de 1859,
as dissences da Franja e da Sardenha de urna
parte e a Austria da outra, chegaram ao ponto
em que se devia olhar como provavel o rompi-
meuto das hostilidades, o governo gram-ducal,
fundamentos em que asseulam a independencia
do cada estado, e o equilibrio da sociedade cu--
ropa
Appellamos para lodosos soberanos da Euro-
pa, pesso.lmente interessadosna nossa causa.
Appellamos pora a reclido do imperador dos
francezes, que nao podo ver sem profundo pezar
o exilo dessas emprezas cjiminosas consumidas
sombra do seu nome e da sua espada.
Appellamos particularmente para todos vos,
amados loscanos, que durante mais de um secu-
to tendes gozado, sob o governo da nossa fami-
lia, de urna prosperidade, de que deveis com
juslica estar orgulhosos, porque era a vossa obra,
posto que resullava da vossa fidelidade, e do
vosso oftecto pelas iosliluices.
So se conseguio nos uliimos deviar os vossos
nimos, e sorprehender a vossa boa f, foi per-
suadidos de que a annexacao ao reino de Sarde-
nha vos toroari mais fortes, e protegera mais
seguramente a vossa independencia.
Desenganai-vos sobre esle poni.
Para defender a sua independencia contra vi-
siohos pederosos, nao lera a Italia mais torga do
que a accao moral do direito publico, ou o ac
curdo da nacao inteira. Mas este accordo, por
de II do junho de 1859; e um consistorio pie-
montez so apoderou desde logo do poder, collo-
cando-se lesta do raovimento.
Ento dirigimos de Villa-franca a 22 de junho
de 1859 um segundo protesto no qual faziamos
menco das expoliacoes comraettidas pelo gover-
no de Sardenha em prejuizo dos nossos dircitos
de soberana, rcterindo-nos asdeclaracesj enjil-
lidas sobre a nullidado dos actos de qualquer go-
verno ou poder que nao procodesse de nos, e
que fossem por elle publicados nos nossos esta-
dos ; tambem dirigimos o nosso appello para as
cortes amigas e alijadas.
Tendo o armisticio de Villa-franca posto termo
s hostilidades entre a Austria e a Franca, as po-
tencias belligeranles coucordaram nos prelimina-
res de paz, que foram em seguida concluidos
pelo tratado de Zurich, com estipulaces solem-
nes, tanto no primeiro como no seguudo : o res-
tabelecirnento da nossa soberana foi explcita e
inconteslavelmente concordado, de maneira que
os nossos direitos recebara urna completa e ante-
rior saneco.
Todo o mundo sabe como o governo francez
embarajou com os seus actos e suas interpreta-
-ccs a possibilidade da nossa restaurarlo, e como
tanto lempo" desojado,'vos masmos o lomis ira- i g?/ern.0 sar< inda que signatario do tratado
possivel, tomando part na formacao de um es-
tado central queja excita as justas' desconaocas
de urna parle da Italia, e prepara um funesto an-
tagonismo. Separis a nagao em vez de mi-la,
e no dia em que a ambigo ea violencia quize-
rem intentar 110 meio dia o que se verificou no
centro, a guerra civil destruir novamenle as
nossas bellas comarcas, e a desgracada Italia se-
r victimadas invasoes.
So a Providencia parecia ter reservado a nossa
nacao, entre todas, para niisso gloriosa de
approximar os membros da patria commum inau-
gurando a confederacao italiana, era a vos, tos-
canos, a quera eslava encomraendada esta trete.
Pelo contrario, com a annexacao rindes a ser
membros do um estado novo, cujo espirito par-
ticularmente administrativo e militar, nada tem
de commum com a grandeza das nossas recorda-
ces ; e Floreura, a cidade das artes, a rainha Ili-
teraria da Italia, nao ser de hoje em dianle
mais do que a cabera de um departamento pie-
montez.
de Zurich, continuos deslealmente por meio dos
seus orgos e dos seus representantes, a dispor
do nosso estado para assimitha-lo ao seu.
O recente decreto de annexacao, que se teve o
cuidado de fazer apparecer como consequencia
das volaces de um suppostn suffragio universal,
e que eslendendo-se at a Emilia, abraca tam-
bera os nossos estados, augmenta a serie de ac-
tos injustos e illegaes, pelos quaes se chegou a
arrebatar-nos a soberana que herdamos dos nos-
sos antepassados, quando elles a exerceram du-
rante muilos secutes; soberana que ero conse-
quencia de acontecimenlos anlogos aos actuaes,
foi no tratado de Vienna de 1815 reconhecida e
reintegrada era favor da nossa familia pela Euro-
pa inteira, que felizmente ento se colligou e
triumphou da revolucao.
Julgamos pois, cumpnr nm derer dos mais sa-
grados, protestando como o fazeraos perante a
Europa conlra semelhante acto, que destroe to-
dos os nossos dircitos, depois de se haver basea-
do na violencia, e tendo-se aproveiUdo das vic-
Mas, gracas a Dos, a razo do poro um pode 1 toas de urna potencia tillada para chegar a ao-
vo engraudecimenlo concordado ha lempos, e
preparado por meios fraudulentos e engaosos ;
contra um acto baseado em um principio opposto
a todo o syslemo dynaslico ; contra um aclo, fi-
nalmente, que falta na sua execHco a toda a ga-
ranta de boa f, concebido, seguido e executado
pelos mesmos que excluirn! a votaro a favor do
poder legitimo e preexistente, pelos que em nu-
merosa terca armada, mantida constantemente
nos nossos estados, empregaram a mentira e a
intimidaco para exercer urna completa pressao
sobre o voto popular.
As tropas fiis acompanharam-nos pera o ter-
ritorio de S. M. o imperador da Austria, quo as
accolheu de urna maneira generosa e hospilalei-
ra ; essas tropas quo nao cessara de guardar-nos
urna f e urna adhesao inabalaveis ; o numero
de pessoas dislinctas que pela sua emigrado vo-
luntaria proleslaram contra a mudanca do domi-
nio verificada nos nossos estados; o numero to-
dava maior dos que soflreram priso, vexaces
de toda a especie, e a perda dos empregos," ou
que deram exponlancamcnte a sua demisso dos
seus cargos pblicos, expondo-se antes s pri-
vacoes do que renegarem dos seus principios,
ou a fallarcm aos deveres de subditos fiis ; o
affastamenlo de quolquer parte que se tomasse
as condicoes acluaes, na parte que se refere
grande maioria das classes raais elevadas de Mo-
dena e ao clero ; finalmente, as frequeules ma-
niteslacoes de fidelidade que tiveram lugar nos
campos, apesar da violencia activa para imrae-
dialamente as reprimir, sao outras lanas provas
de que esse pretendido suffragio universal, a que
a usurparlo sarda attribuc urna apparencia de
legalidade, s o resultado dessa perfidia e des-
sa oppresso que, desde o principio, distingui-
r m a conducta do governo piemontez e dos seus
adeptos.
Esta declaraco solemne, que tambem fazemos
pelos nossos successores, tem principalmente
por objeclo, protestar contra qualquer ataque di-
rigido aos direitos de soberana que possuimos
por ordem de descendencia, e que foram sancio-
nados c garantidos pelas potencias europeas.
Protestamos contra as expoliacoes commetiidas,
contra as usurpacoes consumadas, conlra o suf-
fragio universal adoptado ou simulado, contra os
prejuizos que temos soffrido ou possamos sotuer,
e finalmente contra as perdas a que possa estar
exposla a parte fiel dos nossos subditos, era con-
sequencia desses actos injustos e illegaes.
Queremos recorrer e appellamos para o apoio
das potencias que gorantrom os tratados, cortos
como estamos de quo nao admiliiro nunca, nom
o direito do mais forte, nem a thooria do sup-
posto suffragio universal; posto que tal princi-
pio, aioda que applicado agora a um estado pe-
queo, enjos direitos sao, comtudo, lo sagrados
como os dosmaiores, podera em seguida, por a
nalogia, eslender-se a oulras nacoes, e atacar
desta maneira a existencia de todas as monar-
chias da Europa.
Penetrado dos sentimenlos do nosso devor para
com os nossos subditos Deis, declaramos alinal
que as adversidades nao nos faro nunca renun-
ciar os nossos direitos de soberana sobre os nos-
sos estados ; e convencidos de que cumprimos
assim o encargo que a Divina Providencia nos
coutiou, aguardaremos os teluros aconlecimen-
los com a firme esperance de que a juslica de
Dos pora tormo s machinacoes de que sao vic-
timos os estados e os povos, "assegurando um dia
o triumpho da boa causa.
Vienna, 22 de margo de 1860.
Francisco.
A Gazela Prussiana contm um artigo sobre a
questo da Saboya. Depois de haver recordado
as diversas phases que esta questao tem percor-
ndo, analysa a ultima monsagem do conselho
federal de 25 de junho, que faz conhecer as pro-
poslas da Franca, que consistem na cosso da
linha de Meille'ric at Ferret, com a obrigaefio
reciproca de nao haver navios armados no lago
de Genebra, comprometlendo-se a Franca a nao
construir forlicacoes dentro de cortos'limites.
O arligo contina nestes termos :
Ignora-se se a Franca ainda est disposia a
fazer as concessoes que ltereceu em maio pas-
sado, roas v-se claramente o molivo por que
nao podem tranquilisar a Suissa. O limite do
territorio neutralisado pelos tratados de Vienna
parte do Canto de Valais, junto do grande S,
Bernardo, contorna o declive sudoeste das mas-
sas monlanhezasdo Monte Branco, d'onde sahe-
a Dora-Balto3, afluiente do Rhonc. Nao longe do
lago Aix toca a fronleira l'rancozo, e segu depois
a corrente de Rhono at Genebra. Um golpe de
vista quo se lance sobre a caria, prova que pos-
suindo esle territorio, a Suissa teria em seu po-
der a entrada da parte meridional do lago de
Genebra, e possuiria desla parte, no caso de
guerra, urna vantajosa linha de defeza.
A linha de Maillerie na garganta de Ferret,
qve a Franga lhe olloreco, est pelo contrario
desprovida de lodo o valor. Maillerie lica situado
na costa do sul do lago de Genebra, quasi era
frente de Vevey, um pouco ao oeste do ponto
onde toca o limite do lago do Canlo do Valais.
A garganta de Ferret cutre o Monte Branco e o
grande S. Bernardo. Urna linha entre esies
dous pontos accrescentaria ao Canlo de Valais,
no seu limite oesle, umaestreita linguela de ter-
reno ; mas lodo o lago de Genebra, desdo Meil-
lerie al fronleira do Canlo de Genebra, fica-
ria Franga, e o territorio do Canlo de Genebra
seria inteira O segundo o o lerceiro ponto do oftereci-
mento francez pode menos ainda ser considerado
como concessoes. A Suissa j fez observar que
nao tendo a Franga adquirido os territorios de
que se trata seno com a qualidade de territorios
neulralisados, a Suissa lera desdo j pleno direi-
to a essas pretendidas concessoes. Aceitando
urna semelhante conccsso, a Suissa nao foria
maisdo quo submclter-se obrigaco onerosa
de nc ter navios armados 110 lago de Genebra
Nao se torna necessario insistir na impor-
tancia das quesles suscitadas. Para a Suissa de
saberse ella ficar de posse dos meios quo lhe
permitiera inanler pelas suas proprias torgas a
sua neutralidade e a sua indepencia, ou se a sua
neutralidade consistir para o luluro nicamente
na obrigago reciproca de se abslerem as poten-
cias de qualquer ataque conlra o territorio
suisso.
Do jornal denominado o Movinxenio traduzi-
roos o seguinte manifest do general Medici:
Sicilianos I Beuni-vos causa da liberdade
e da independencia, que urna causa commum
a todos. Vos, os primeiros c os. nicos, tendes
encelado a luta contra o oppressor; tendes cora-
batido valorosamonte e tendes vencido.
As vossas armas eslo abengnadas. Nos,
voluntarios dos combates que teom illustr?,1o os
campos da Lombardia, corremos ao meio dt "s,
chamados pelo nosso dever.
J temos combatido junios, combate&ios
ainda e venceremos, porque estamos unidos.
Valorosos mancebos, filhos de......reuni-
vos como voluntarios para a defesa d patria e
da liberdade, como nos somos.
Garibaldi, nosso chefe supremos, mandou-
me para junto de vos. S o seu nome o nosso
programma, o a garanta de lodos. Alguns
dos meus oflkiaes eslo, de aecrdo com as vos-
sas autoridades nimcipaes, encarregados de ros
alistar.
Somos todos soldados al ao (ira da guerra.
Correi em grande numero, rindo engrossar as i-
loiras do meu exercito, e eu serei orgulhoso de
ros commandBr. Nos lomaremos inteiramenle
livre esta antiga e glorios. Ierra, que vos vio
nascer.
general da provincia de Mes-
Animados do um nico principio, consagra-
remos agora o paci de solidariedade junio de
Elna reconhocemo-lo junto do Leo de S.
Marco para quebrar os ferros do eslrangoiro que
o agrilhoam, e veremos fluctuar na capital 3-
gloriosa bandoira tricolor.
O commandanle;
sina,
General Medici.
Escrevem de Vienna Gazette de Cologne:
A duquoza do Tormo, os ministros do gro-
duque de Toscana, autorisados para esse fin
por aquello principe, e o duque de Modena, con-
cluirn) urna convenco relativa aos futuros
acontecimontos da Sicilia ; foi dirigido um pro-
tocolo que os principes interessados sssignaram.
Este prolocollo foi communicado nossa
corle, assim como ao governo pontificio. Em
consequencia dos acontecimenlos de aples,.
nao se communicou corle dos Dos, Sicilios.
Mr. Bulobine lem lido neMcs uliimos dias
muilas conferencios com o conde de Bechberg.
Tem-se pretendido espalhar que o embaixador
da Russia declarara em Vienna, que o seu go-
verno estar prompto para nes pedir, de aecr-
do com a Prussia c a Austria, a propagago da
insurreico siciliana as Calabrias.
A duqneza regente de Palermo nao foi menos
explcita no seu protesto, feito por occasiao dos
aconlccimenios que tiveram lugar naquelle du-
cado, durante a guerra da Italia. Depois de ha-
ver enumerado todos estes acontecimentos, e as
causas que motivaram a sua retirada com o jo-
ven duque, appella para as nacoes, fundamen-
tando o seu protesto no suflrogo universal, que
justificou o aclo da annexacao. Eis o dooumen-
lo a que nos referimos :
PROTESTO DA DUQUEZA DE PARMA.
Nos, Luiza Maria de Bourbon, regente dos
Estados de Parma, em nomo do duque Roberto I:
Em presenca dos fados que acabam de ve-
rificar-so nos estados do duque Roberto I, nosso
muilo querido filho, o parlicularmenle em pre-
senca dos vossos pretendidos populares, emitli-
dos ilegalmonle nos dias 11 e 12 de marco cor-
rente, e da usuroaco dos estados, consummada
pela sua annexacao a outro eslado visinho ; con-
sideramos como um dever sagrado formular do
novo nossos protestos solemnes
Protestamos desde logo conlra o pretendido
direilo de deciso proclamado a favor dos povos :
novo ardil posto em accao para subtrahi-los
obediencia dos govornos constituidos ;
< Contra o procedimonto de S. M. el-rei da
Sardenha para obter a todo o custo em seu favor -
as manifestagoes dos povos do ducaio ;
Contra a violencia imposta pelos agentes do
governo piomonlez a respeito dos povos parme-
zos.
Ha tempos que conhecemos os verdadeiros .
sentimenles dos habitantes do ducado. Temos
numerosas provas de circumslancias memoraveis
dorante a nossa regencia, c especialmente nos
ltimos annos. Os seus sentimenlos sao o do
affeclo autoridade do seu paiz e de fidelidade a
seu legitimo soberano. Dobaixo da intimidaco
da ameaga, sob a corrupeo da intriga, sob a
presso do lorror, em consequencia dos juremen-
tos do rei Victor Emmanucl, que se imposeram
sob pena de destituicJo aos empregados pbli-
cos ; em consequencia da desanimago geral,
produzida no lapso de nove mezes de incerteza
dbilmente sustentada ; por todos estes meios se
pode nicamente arrancar a um numero conside-
ravcl do individuos a manifeslacao de um suffra-
gio falso.
Esta manifestago, obra do cslrangeiro, con-
Irarii aos inleresses permanentes dos povos, as-
sim como aos direitos da soberana e independen-
cia do eslado. nao lem nenhum valor moral, o
por conseguintedeclaramo-la nulla o de nenhum
efteito.
Protestamos lombem conlra a annexacao dos
estados de nosso filho muito amado aos'domi-
nios do casa de Saboya, annexacao acceita e cos-
turaada; e protestamos igualmente contra os
aclos, accoilagao e posse dos ditos estados, as-
sim como contra qualquer que teuha contribuido
com os seus conselhos ou com o seu auxilio pa-
ra fortalece -la e efteclua-la.
Esla annexacao urna violago flagrante dos
tratados europeos, de todos os principios do di-
reito das gentes, e da inviolabilidade dos estados
e das coros.
Esta annexacao nao poderia ser reinvidicada
como urna consequncia legitima da guerra, e re-
joitamos quaesquer razos falsas indicadas pelo
governo piemontez, apesar do sentido dos trata-
dos, puramente defensivos que exislcm entre o
ducado de Parma o a Austria, desfigurando os
fados para Irazer o ducado condico de poten-
cia belligerante no conflicto creado entre a Aus-
tria de urna parte, a Fianga e o Piemonte da ou-
tra, c procurando tambem um titulo apparenle
para conseguir o seu lim de conquista.
O mundo inteiro sabe perfeitamente que,
desde o momento em que a guerra so declarou,
a nossa conducta irrevogavel e os nossos esfor-
gos perseverantes nao tiveram outro fira mais do
que salvar a iudcpendedcia, e o bem-estar dos
nossos povos, guardando urna atlitude neulcal.
Esta neutralidade, tal como no-la promel-
liara os nossos Iratados, mas sempr verdadeira.
a legitima, foi violada pelas tropas do Picmonio.
Protestamos ento c sabanos dos nossos estados,
que os nossos protestos nao foram sufficicntcs
para proteger os direitos sagrados do nosso filho.
A nossa neutralidade apoiou-se em razes
solidas de facto e de direilo, que serviram para
fazer reserva no tratado de Zurich dos dircitos
do duque de Parma.
O direito do duque Roberto aos estados de
Parma amigo, reconhecido, confirmado c com-
pleto.
Foi garantido pelas potencias europeas nos
tratados de 1813 e 1817 ; recebeu a confirraago
implcita do rei de Sardenha nos tratados iolor-
uacioiiaes concluidos desde aqnella poca, e es-
pecialmente no tratado do paz estipulado enle a
Austria e o Piemonte, a 6 de agosto de 1849 ; ao
qual pelo art. 5. foi obrigado a adherir o duque
de Parma, como definitivamente o fez. Este di-
reito, segundo os principios reconhecidos e sus-
lenlados at agora na Europa, nao pdc substi-
tuir-so por um outro pretendido direito de suf-
fragio popular ; c menos ainda pelo direito Ili-
mitado que tiveram os povos de dar-90 um so-
berano estrongeiro.
Por consegunto, a oterla dos ducados de-
Parma que o governo piemontez procurou para
o rai de Sardenha por meios revolucionarios, a
sua acceilago e annexago consummada pelo de-
creto do rei Victor Emmanuel, a 18 de manjo*
de 1860. sao actos de urna culpapel e odiosa
espoliago, em detrimento de nosso querido ^
lho, o duque Roberto I- e de seus suecussores.
Mi, tutora c regento, nos, protestamos do
novo no inleresse de nossa dynaslia e dos esta-
dos de Parma contra lodos os actos impostes que
acabamos de indicar, bem como contra suas con-
sequencias.
Esem examinar as oras condicoes da Italia,
como o podessem fazer as potencias enropjs,
pelo art. 19 do tratado de Zurich, appellamos
para as indicadas potencias ; reclamamos o seu
apoio e entregamo-nos com coufianca sua equi-
dade, bem como justiga de Deus.
O prsenle protesto ser notificado a (odas as
potencias signatarias dos tralrdos do 1815. e 1817,
e a todas as demais corles amigas.
Zurich, 28 de marc,o de 1860,
Lnt'ia.


(*">
i
^
lnstrucfoes de Garibaldi os seus
represen la ntcs.
A Secilia sacudindo o jugo da oceupago militar
bourbonica que pesara sobre ella ha onze annos,
torna a essa plena soberana em'que a constiluio
a revolugo de 1848 quando depois de ter procla-
mado a queda da dynalia dos Bourbons chamava
um novo principe ao Ibrono, c os seus commis-
sarios eram recebidos junios dos goveruos de
Franca Inglaterra e Sardenha, ea-sua bandeira
saudaram pelas duas marinhas mais poderosas do
Mediterrneo.
A violencia das armas trouxe de novo lha es-
se govemo bourbonico illegitlmo de direilo cou-
deranado pela conslituicao do paiz, e que de tac-
to nao era seno a mais monstruosa tyrannia.
As noticias de Messina, chi-gadas a Marselha
pelo Phaee, comlirmam o que se tem dito sobre
a situaco actual d'aquella cidade. Garibaldi
chegou efectivamente no dia 13 ao campo de
liarcellona, onde se reuni ao coronel Mcdici,
cora urna columna forte d'uns 5:000 homens.
Logo que constou a chegada do dictador, o
general napolitano Basco, abandonou a cidade a
frente de 4:000 homens, conduiindo tres pecas
de artilberia, para se dirigir ao seu encontr.
Ha muios das que se tinham activado viva-
mente em Messina os preparalios de deffesa, pre-
vendo-sc um ataque que pareca immineiile, e
que o general Clary, commandanic da cidadel'ia
era de opinio que so esperasse. Mas o general
Basco nao pensava da mesma maneira, porqiio
um verd.deiro .nachronumo no raeio al civil.-'Profano tomara offensiva dirigindo-se a este
sacio actual, a ponto de ter chegadoaser prover- Sf.'i J2"-m?..'-^ le,efgraph,JTESf"
bial na Europa olcialmente cora urna ordem formal do partida
Esse direilo cssa faculdade de regular osseus', Confln- 1ue o cnsul de Franca protes-
.oprios destinos que s a violencia Unha arran- ?u,""i" .?,,l*"JMmbar,,2"!n em MeS"
pioprios destinos que s a violencia tinha arran-
cado ao nosso paiz, recobra-os hojo por urna le-
gitima reivindicado.
Ero Janeiro de 1848 entra va na Secilia, por seu
propno o generoso impulso no moviraento italia-
no ja comegado dous annos antes em Roma, na
Toscana e no Piomonle, e do qual tinha lido af-
fastado al enlo a poltica auslriaca c dcspolci
de Fernando 11 de Bourbon.
Naquella poca nae iam na Italia as ideas mais
alm de um syslcma de reformas, e de raelhora-
uientos locaes para os dtlTerentes estados italia -
nos, e nao passavam do projeclo de urna liga oh
conederacao desses estados indcpendenles e li-
vremenle constituidos.
as suas consequencias a revoluto italiana
appoiava-se ento nos seguinles principios :
1." Roslabelecimenlo da constitulgo de 1812
que 03 Bourbons tnham jurado pii'mciramcnle,
violando-a depois, o que lhes tinha juridicamen-
le eilo perder o throno.
2. Antouomia seciliana e separago da lha da
coroa de aples.
J. O vicio solemnemente manifestado de for-
mar elle tambera parle da liga .ou confederacao
italiana, como estado indepoudente sob o seu pro-
prio rei.
Desde aquella poca os acconteciracntos e as
opioides teera avancado muilo na Italia. A na-
cao, aspirando a recobrar a sua posico e asua
importancia propria na Europa, frmava-se pri-
rneiro na idea de urna confederarlo de estados,
como o nico meio que podusse' ento conduzi-
laao seu lim, como urna pisase intermedia, e de-
dos que vencen-! desembarcados, eiu ju.iui-j
re* deredores fazenda.
5. Que as nomeaces de conimissarios, seja
P'ira embarcar em na vi >s da armada, ou pira
s rvir os corposo estabelecimenlos navaes, te-
r.e lugar, nos termos do .irt. 3o do aviso de 9 d
ttmmmn de 1845, segundo a ordem da aotigui-
'iade. pelas quitacoes de suas contas ; devendo
para aquelle lim ser islo levado pela conladaria
ao conhecimento da intendencia da corle, me-
dida que taes contas se furetn prestando.
0. Que a paasagem dos officiaes de fazenda de
uns para oulros navios, oorpos e estabelecimen-
tos navae fique dependente, nos termos do capi-
tulo 38, art. 5 do regiment provisional de 20
de junho de 1796, de ordem expedida pela se-
cretaria de estado, precedendo as convenientes
informaoeee acerca das contas e responsabilidade
dos meamos offlciaes, sendo assim entendida a
parte 2* do art. 15 do plano que ecompanhou o
decreto n. 1,940 de 30de junho de 1857.
7." Que nao admissivel que uns commissa-
rios fiquem em caso alguro, pelas contas de ou-
tras.
8." Que seis fiis de 1" classe mais antigos,
que em virttide do aviso do 1 de julho de 1858,
serviam de commissarios, fossem nesla classe
considerados exiranumerinos, urna vez que ti-
vessem as habililagues miircadas nos 1, 2o e
4o do plano j citado ; devendo ser preferidos
aos demais fiis da 1" classe para os lugares de
commissario e oscrivao da 3* classe, regulando
entre elles, para a preferencia, o niaior mereci-
mento, o era igualdado de circumstaocias, a an-
liguidade.
9." Que aexcepgo destss, fossem exonerados
e desembarcados, par prestar contas, os fiis
que serviam de commissarios.
10. Que distribuidos os eis segundo as suas
alguma certeza, que a deputago, em respectivas classes, e propozesse o augmento do
das concessoes cuja exlensao ignoramos, ei numero dos offlciees de cada urna deltas no caso
do offereciraenlo da hberdade de acgo deixada a j de nao bastarem para o trrico
Sicilia, pede allianca deffensiva. Urna allianca 11. Que cxtincios os fiis de commissao. fos-
offensiva e deffensiva comprehende-se. mas urna : sen propostos dentro elle3os que por suas habi-
all anca puramente deffensiva e pouco nlelligi- htagoes podessem ser contemplados na Ia ou 2a
ve!. Deffensiva contra quem ? E o que e que classpsem que houvesse ialla
se deffendera 1 A torga das cousas conduzir o 12. Que quaodo os coirmissarios desembarca-
overno napolitano a urna allianca completa se dos esliverem prestando contas al a sua ultima-
nao poder obter a sua allianga deffensiva, e se a cao, ou acharera-se impedidos por outro motivo
MARIO DE PERHAMBUGe. TERCA FEIRA 21 DE AGOSTO DE 1860.
ToT
sina sera causa ou motivo sufficiente, como se
espalhava que teria lugar no caso de chegada
das tropas napolitanas. A populaeao de Messina,
vivamente commovid, pedia um refugio a bor-
do do navio Descartes, massuppunha-se que nao
podessem ser attendidos todos os pedidos por falta
de sufficiente espage.
Parece corlo que Garibaldi organisa cruzeiros
eolre aples e Messina. A insurreigo do Vo-
loce, j nao offereca duvida, ncm tampouco a
captura feita por este navio, dos dous transporle
Elba e Ducadi-Calabria, encerregados do ser-
vico entre Messina, Catanea e Palermo .
Escrevem de Turin o seguiote :
Ha tres das que chegou a deputagao napo-
litana ; foi recebida com a maior polidez ; mas
naoconsta que al aqu entre em ajuste algum se-
rio. Tudo quante a opinio publica podo conhecer
com '
Iroc
apparelho mauobras e derruas do
nares ,
navio.
O artigo 142 manda crear opporlunaraente
era alguns dos postos martimos do imperio
aulas onde se ensinem estas materias.
Esta disposicao foi cumprida com relacao
provincia da Babia. v
Por aviso de 0 de setembro do anno prximo
eliciddde Ihe esl cumiada, resolvido e.m sua
sabedoria fazer urna viagem com Sua Ma-
gostado a Iaperataiz -algumas provincias
do norte, foram escolhidos os vapores Ama-
zonas. Paraense, Belmonle. e Piroja, pertencen-
les estago do Rio de Janeiro, para formar a
esquadra que, ao commando do vico-almirante
baria e Tamandar, acorapanhou os Augustos
passado m**doU-M es blerir T i v" 1? candar, acorapanhou os Augustos
de Bunrm comraandante de bngue desempenharam os seus deveres em lio honrosa
commissao que Sua Magostada o Imperador os
maodasse louvar.
A crvela Bahiana, que em 22 de Janeiro do
anno proximb lindo laigou deste porto com os
guardas marinhas. concluio essa viagera de ins-
truegao ; bem como o vapor Jequilinhonha que
leve a bordo os aspirantes a guardas marinhas
durante as ultimas ferias. A corveta D. Isabel
Austria se mostrar impotente a seu favor. A
dynastia, para se salvar, deve inexoravelmente
tortiaj-se nacional, o unir-se sinceramente em
todas as eventualidades da Italia.
Um dos embaracos do gabinete de Turin a
resistencia que lodos os dias necessario oppr
nao havendo commissario as circumstaocias de
embarcar, preenchara a sua falta, servindo na
qualidade de commissarios extranumerarios os
platicantes addidos ao almoxarifado de matinha
da corte.
13. Que no uso desta a lorisagao, limitada aos
vesso prepara-la para alcancar era um futuro i .'.''' n"--------.- v "" uppui i
mais ou menos prximo sua completa unifica- i t,rtssa"|."ue exercem sobre o espirito publico casos de urgencia, se preCraos addidos em quem
rao..... urna mu Udao de homens animados sem duvida concorrerem os requisitos do art. 16 mandado
Boje antev a esperauca de chegar muito mais' exc-'Ueules intenroos, mas cuja inlelligenria ; observar pelo decreto n. 1940, com allenco ao
promplo a esse supremo 'lim dos seus desejos. {'"Uca' e sciencias das cousas pralicaveis nao maior mereciraeulo, o, em igualdade de circums-
Por outro lado esse prnjecto de confederacao U!,"l,er'1.1, sullicienlemenle o patritico enthusi- lancias, maior autigu dade naquella reparli-
asmo. N esta lula, o conde Cavour obrigado a cao.
despender forras, que sao para sentir. Nao ha I 14. Que os pralicantes que, em virtude dos a-
pessoa alguma conhecedora da verdadeira natu- I visos de 19 e 21 de agosto do 1858, serviam na
reza das cuneas, que avalie bem o Italia c a Eu- qualidade de commissarics, leudo as exigidas ha-
ropa, que uao veja a dilficuldade que exisle em bililacoes. fossem tambem considerados commis-
anntxar o reino de aples, e o mais que ha de sanmexlranumerarios, e, no caso contrario exo-
aconiccer ; mas lorna-se necessario a essas pes- nerados. lendo a mesma f referencia para o acces-
i e fortuna para prohibir aos ; so a commissarios e escri-'aes de 3" classe os seis
alguuias tentativas, talvczj eis de Ia classe mais antigos. quo em viitude do
. avis do 1 de junho de 1858 serviam de coramis-
guanlo a annexacao ra Sicilia nao parece sanos,
que na actualidade offereca invenciveis ditficul-I 15. Que verificada a falta dos escrivaes, seja
oaues. tal e a opimao dos homens cojo juizo prcenchida por pralicantes addidos contadoria
tem una incontesiavel gravidade. Todava con-, da marinha.
vem respeilar rauito os sentiraenios locaes ; tal-1 16. Que as disposige assim estatuidas a res-
vez conviesso acceilar urna especie de autonoma, peito dos commissarios, sejam anplicadas aos cs-
lHi-0ner <1Ut U" creado t conslituicao de crivaes.
.-._ \ ,17- Que nos navios de pequeo porte, e aue
begundo informaroes, que me nao parecem nao podem accoramodar convenientemente um
uesiituidas de (undamento, muito provavel que commissario e um escrivo distinctos embar-
mJ?5??*5 um oslaln, orgnico. O general La- quem um escrivo do leneira classe, ou extranu-
nonciere, opesar dos recelos que tinha a respei- merario na falla d'aquellc. e um fiel de primeira
io ae um Dom xito, conseguio melhorar o exer- que far as vezesde corainis<>ario '
l'.c i ^ "80 te,n. pdlda fazer cousa alguma I 18- ^e desembarcassera, afim de prestar con-
oessoa. MmSuJfi* n",frma';ao referida por las os individuos que exerciam cumulativamente
issoa urnpelenlM encarregadas de examinar s funecoes de commissaiio e escrivo, para se-
P\lr ni T?SaS- i < rem emPr^aJos segundo a classe a que perten-
Mr. Depietis, quo foi mandado a toda pressa cessem no corpo.
para a Sicilia, um niembro do parlamento Deste modo acha-3e reslabclecido o pensamen- i
mu.to considerado, e que est em grandes re- lo orgnico do decreto n. WiOde^deTK de 17,8 5?,"
tacoes de am.sade com Garibaidi. O conde Mi- i 1857. restauradas e convcn.eulemente explicadas o da Juirtfde lil n h ,^l de lf'
ni- I mDOrlanlr. lannai^S. H. 1; .... ,....:.."' aa 1.uaila de ] >" o da quinta de 73, o o da
ou allianca que ha doze annos agradara u satis-
fazla o sentimeiito publico, boje urna impossi-
bilidade material e moral depois do rumpimento
to decisivo das cortes de ltoma e do aples
com a causa e cora toda a idea nacional desde a
desapparigo dos pequeos estados que formavam
o centro da pennsula italiana.
E evidente quo a Italia desejando e querendo soa-^ "-""
urna existencia livre e independente no meio das Bnr* alUdOl
nagdes modernas, nao tem jamis do que um '
nico caminho de salvai.o ; agrupar-se em
torno dessa gloriosa monarcliia de Saboia que
em si tem personificado a vida, a torga o a digni-
dade nacionaes. Fora dessa nica vereda nao
se encontrara mais do que o dominio renascen-
te da Austria, a barbaridade de cgos e crois
governus, a discordia e a debilidade dos peque-
nos povos abandonados as suas disseusoes in-
reslinas, c as intrigas e a influencia do eslran-
geiro.
O mesmo sentimenlo que impedio a Lonibardia
para saudar com jubilo o triumpho dos exercilos
alliados, que a laucn nos bragosde el-rei Vctor
l'.mmanuelquc levou a Toscana, as Legacoes e
ds Ducados a volaren expontancamente a" urna
sob o sceplro daquelle principe magnnimo, esse
sentimenlo que hoje inflamma os coragoes de
todos um grande povo desde os Alpes at do l.v-
libo, o mesmo que anima a Sicilia.
A Sicilia agora, seiiliura de si propria, deseja
e quer como sempre ser Italiana, e por isso
affastando qualquer idea de separago poltica
individual, que eslivesse em desaccordo com a
nova poca e com as novas necessidades, aspira
a formar parle dessa gloriosa mouarchia nacio-
nal, que a Europa civlisada v levantar hoje, e,
que sada com jubilo como um novo cimento
de ordem, de equilibrio, de Iranqnilldade e do
progresso do mundo.
A Sicilia, co.locada de novo pela violencia,
dehaixo do jugo do governo napolitano, nao pn-
deru ser no futuro como foi no passado ; mais
do que um perigo permanente para a paz da Ita-
lia n da Europa.
Esse outr'ora j pareca insuperavel a maneira
que separava moralmente a lha, dos Bourbons
ue aples, como se pode acreditar em urna re-
conciliario possivel depois dos ltimos aconle-
cimeulos, depois dos horrores da guerra actual,
quando o governo napolitano deixou recente-
mente o paiz nadando em sangue, saaueiado e
destruido ?
a Sicilia Coladamente constituida
de guerra.
deniT de.,umnos marcado pelo presi-
vemo. P^"001- segndo as ordens do go-
1A UCrtf dl?nM raezrj Foi en"rregado de
'-loo > tenente Manoel Ernesto de Souza Fran-
diosa CUJ Carg U lradusao dos compen-
naleraifHa Pr^Pl.flcaa0 da casa ncssa-
na, rornecidos os instrumentos e cartas indis-
r^oTrne ^^ dia 16 *&t
ac.heperenca d'esta habilitar o governo a
recarao" em PnlS que 8ua'menle a"
CORPO DE OFFICIAES MARINHEIROS.
ue accordo com o parecer do conselho naval
Z2E2TI? avis de 7 de dctobro do anno
prximo findo, quo estes offlciaes, aceitando lu-
gares de patrOes mores, creados por lci. ou do
mestres das ITicinas de velas o de apparelho dos
arsenaes, nerdem os que oceupam no respectivo
quadro. E isto urna consequencia do disposto
MKa. dn/?n0 q,e baixou com o decreto
nZ.9 de 20 de fevereiro de 1858.
-ira classiflcago, ltimamente feita dos indi-
viduos que ficaram perleucendo ao corpo, nao
orara incluidos os julgados incapazes. No en-
tretanto, leem alguns d'ellcs lempo de servico
que os recommenda a urna reforma, cerca d'o
que anda nao se deliberou.
Com o aviso de 13 de Janeiro do corrente anno
wai?ULr,!tf?' f gU"d0 as quaes de l,rlmeo tenente Francisco Freir do Borii" s"-
-nVfor i,08 eXTeS dB qU5 Uala. arU ^ lema Garao- se achava empregada na explora-
rc f0.r,d0 P|ano- Ass"", nao depende mais o cao do rio Paran, terminou a sua commissao
oSSJo d CXeCUtV0 Para SUa d("i"i^adMUalmeoccuParei quando tratar ua^S
A%fe^^ -P-ontado a ne-
vindo de navio-chefe, assim o resolv, mandan-
do-lhe fazer os concertos necessarios, quo im-
portaram em cerca do nove contos do ris.
Os motivos que justificara esta medida sao
valiosas. Em primeiro lugar nao devia deixar
perder-se um navio, que. na opinio de um de
meus antecessores mais competentes, o pri-
meiro devela da armada, o o que levou com
brilho o nosso Paihio a differenles portos da
turopa. Nao devia deixar que ficasse desapro-
veitado e apodrecendo, quando anda serve para
o esludo decenas manobras eexorcidos defogo,
que s a bordo de grandes vasos se pode fa-
zer. Finalmente, devia-so ao chefe da estaco
naval do centro, para arvorar a sua insignia
dentro do porto do imperio raas frequoriiado
lavlos de todas as nagoes, um vaso digno
da marinha mrcame, cujo desenvolvimento es-
guerra CMla P"10' 'ga0 4 da m8rinha d
du.T'11" qu-6 allrahe nalu"lmente os indivi-
osmarmhCr?a0paraaTlda do mar- e PrePara
os manohairo. que raais tarde guarnecom vo-
untariaraenle os navios do estado, quando este
lhes offerece certas gantias. que,! nao esland
ao alcance aos particulares, compensao do algum
dsci0plana.m Cldade dS ***** 0B riores d"
.nmn80! qUH na co"eni'te organisago das
comp.nl.ias de aprendizes marinheiros e do cor-
po de un peres marinheiros devemos basear
nossas mais lisongeiras esperangas. O hornera
adulto, que se affei a certa vida, que sobreludo
sent irresisUvel atlracgio para o lugar em que
nasceu, que nio acha encanto na vida do mir
nunca ser marinbeiro. Os orphios e devaldo
convenientemente educados desde tenra idade'
mesmo os adultos que espontneamente se ali!
tam, esses sim.
Creadas em todas provincias do litoral taes
acha-se agora com os guardas marinhas em va-' ,.naS em. toda P.rorincws do litoral taes
gem de longo curso, e deve tocar successivamen-1 ffiKSft desenvolvldo quanto fr necessario
le era Pernambuco. New-York, Angra Horla m i?10 de 'mPer,aes. eremos os viveiros do
Pona Delgada. Plyraouth, Porismouth, Antuer- I ESAS?1! 6 qU6. 8?l nece^lamos. Esta
e Lisboa. Z,L I Jj1*"0'd s completado coraii tnscripgo ma-
ruima, cujas grandes difculdades nao desconha-
go, comprehendeudo todos os homons da vida do
ar. favorecidos pela isengo e privilegios do
pia, Ostende, Chrbourg e Lisboa ; e, segundo
jcommunicacoes ltimamente recebidas, j havia
! chegado a New-York.
O governo imperial resolveu rcduzlr diviso
do Rio da Prata corveta Imperial Marinheiro
e vapores Parnahiba t Mear i m, e estacionar os
oulros vasos, que alli se achavam na provincia de
Tanta Calhanna.
Por este modo houve consideravel reduccao
na despeza. sem prejuizo da vigilancia que as
aguas do Prata, devemos exercer pela natureza
das relagoes commerciaes e polticas que entre-
temos com os povos que lhe sao ribeirinhos-
por quanto, em qualquer eventualidade, to'
prximos como esto, podem aquelles vasos
achar-se lodos reunidos com facilidade.
A polica de ticosa frooteira pelo lado do Rio
Grande do Sul exiga na Lagoa Meirim alguma
forca e as causas desta exigencia sao obvias :
seg.iiram para alli, pois, os vapores Fiuminer.se
e Apa.
A canhoneira Mearim que, ao commando do
) tenente Francisco Freir do Borja Sa-
DIZES MARINHEIROS.
A forca effectisa do corpo de imperiaes ma-
rinheiros como se r do mappa n. 10, de
1,373 pragas. comprehendendo o estado maior e
menor, os officiaes das companhias o as pragas
de pret. Excede a respectiva lotago de 1 offi-
ciol e de 105 pragas de pret.
Enlendo que o governo deve estar autorisado
a crear tantas companhias, quenlas forem neces-
sanas para que s este corpo d a guarnigao de
maunhagem da armada. Este arbitrio, que tem
o seu limite na lei do fixagao de forga, nao eleva
a despeza, uera o numero dos recrutas ; por-
quanto, augmentando o de imperiaes marinhei-
ros, diminue na mesma razo o das pragas de
mariiihagem recrulada c voluntaria ; c por outro
lado assim substitue-se urna torca irregular e;^- ..,iUS ub
movel, por oulra regular e fixa, cujos servigos da sua elevada posico
que uiiai quindo oceupei a vossa allenco com
as capitanas dos portos ; mas, como enlo disse,
obngadosa prestar algum servigo na marinha de
( Coninna-M-Aa. )
PERNAMBUCO.
sao recoohecldamente proferiris, a importan-
cia d'esle corpo, o principal elemento de uossa
Torga naval, lera sido to bem demonstrada por
meus antecessores, que a este respeito me julgo
dispensado de entrar em novas considerages.
A companhia de imperiaes marinheiros da pro-
fiucia.de Matlo-Grosso, segundo o mappa n. 12,
tem a forga effecliva de um oficial e 10G pracas,
superior de 2 pragas no estado completo. '
A forga das companhias de aprtndizes mari-
nheiros da corte, e das provincias da Baha,
Pernambuco, Para, Santa Cathanua e Matlo-
Grosso, acha-se delalhada no mappa n. 11.
O estado effectivo da primeira de 178 pra-
sena um
loni
iera-
coatraseneo paterno no movimento de a
goe de assemilhago q^ue arrasta todo o reino
da Italia. Soria demasiado dbil para resistir
por s s ao ataque de qualquer grande estado,
e ver-se-ia exposta a ser presa do dominadores
estrangeiios. Atm disso a eleico de um rei
que a governra separadamente, seria um ger-
men do dfficuldades e coraplicages infinitas,
altendendo ao invencirel odio popular coulra a'
actual casa reinante do aples, e os zelos o
desconliangas que a eleigo de ura prncipe de
outra casa creaiia entre as grandes potencias eu-
ropeas.
Com o voto nacional hojo tao altamente ma-
mfestado pelas povoaces da lha, acbam-se,
pois, de accordo todas as consderacoes que a
diplomacia costuma respeilar, aflu de que se d
satisfaccao a Sicilia com o prompto reconheci-
menio da annexagao que ella proclamou; s cie-
rnis parles da Italia reunidas sob o sceplro da
casa de Saboya.
Esse voto, que foi ao primeiro grlo da revo-
lucao imitado em Palermo de abril, foi tam-
m ,L!fU0 d SWtn das l,andas sicilianas
que resistiram por espago de dous mezes s tro-
pasi reaes as montankas da ilha esse voto suou
cuian e esses quatro dias em que as bombas, a
melralba e o incendio devastavam e devoravam
t alermo ; esse voto a nica concluso das con-
tinuas, uniformes e arrenles mensagens que de
todos os pontos da ilha chegam a Palermo.
A concordia reina na Sicilia como em 18 8
creveta-se em lodos os povos e em todas as
nasses, sem excepcao alguma ncm diflerenca.
O auxilio fraternal e natural que os Italianos
aas provincias continentaes s ordens do general
oaribildi, e em nome da patria commum, leva-
rain ai insurreicao da ilha, esse auxilio nao fez
mais do que assegurar o triumpho do grande
uiL*lT l unidaJe, era cujo nome se tinha su-
iZ n lr,":i'' 0pela 1aal loJa ella 'em rele-
jado, os voluntarios do continente, que vcram
derram ,r o seo sangue ilha. deven! ter-so ad
sZiln f er,C0,,lrd1r oella to vivo e ooderoso
sentimenlo nacional unitario
-emi^T1'' qu tc",,a de reunlr-se urna as-
oemblea do representantes em Palermo para re-
primir em forma legal o que quer e deseja a Si-
cilia Provav.lmente tambera ser convocado
o poio nos seus comicios, afim de so pronunciar
por meio do soffrasio universal, como se pral-
cou na Toscana e na Emilia. Ern qualquer dos
casos, o resultado nao deixar a menor du-
^ i i 1 ,
Tal o fim, tal o carcter real da presento
ffi do governo provisorio da Sicilia, expli-
,lon-,T J'.u' C0B,P,cnder ao governo, junto
do qual estis acreditado, accresceotando todas
as causis e todos os esclarecimentos, a que vos
u.ar o vosso elevado patriotismo. H
O governo napulit.ina nao deixar do empre-
ar lo Jos os seus esforcos para desflgurar os I
rnirt6 cCCT"lar calun"s sebre calumnias1
contra a Sicilia. Tratai altenlamente de as des- :
l^m ln' G 1 aPres(,ntar a verdade tal qual as-
onde^ rA derf,ui maneJos secretos que
podei por em pratica um aovorno essencial-
aicnie corrompido e desleal. g essencial
do JonfaTnm31'?'''**3 reeeberes os nmeros
ra do Pr^'a-^.,end0 os aclos da "^'"do-
ra ao general Garibaldi desde a sua chegada
hira,MirPP?rV.P,,,,,r,t-r prcciso- fazci ~br-
uma revolu ni"eCe^'dade8 1ue eompanham
urna revolugao sanguinolenta em um naiz aue
purlanio lempo tem estado entregue urna br!
i.l^^'^-i'.en.u paiz ,
guel Aman, que acceitou um ministerio na ul-
tima conbhiago siciliana, de outru Miguel Aman
igualmente envolvido nos negocios pblicos,
aquello qno formou urna ropulacao litteria com
as suas 1 esperas Sicilianas, com'a sua Historia
ao dominio musulmana na Sicilia, e outros tra-
ballios orientalistas. Durante o seu longo exilio,
trabalhou multo em Pars no catalogo dos ma-
nuscritos onenlaes da biblioteca imperial.
L um humera de muilo talento, de rara fir-
meza, e da mais rgida prohijado poltica. Os
acontecimenlos quo liverara lugar no seu paiz,
resolvern) no abandonar por algum ttrapo as
indagacoes o trabalhos a que eslava procerendo.
_ Pensa-se que Garibaldi quer agora a annexa-
gao, mas nao quer um commissariado lo pode-
roso. Oulros para prevenir os perigos interiores
e extenores, querem a annexagao immedata.
Ariiari, e os seus colegas, procurara atenuar o
choque u estes partidos, e evitar os inconveni-
entes que se ternera, prestando ao servigo do seu
paiz a 5ua influencia o a sua capacidade".
[Jornal do Commercio, de Lisboa).
importantes disposiges da lei que haviam cabido
em olvido.
Resta, porm, completi-las com osregulamen
los de que trata aquelle decreto no seu arl. 26
para o servico dos officiaas do fazenda a bordo
processo da venficaco das habiliticoes exigidas
pura a sua admisso no lorpo
a lientamente.
1 do aviso de 0 de fevereiro aos commissarios e
neis actualmente alcancidos, colhem-so as nc-
cessanas mfurmages para verificar-se a soturna
d esses alcances, e como se deram elles, atim de
providenciar-se sobre o modo porque deva ser a
fazenda publica indomnisada, e promover-se a
sexta do 3 ; sommando todos 77 Dragas, in-
clusivo officiaes o inferiores, o faltando-lhes
para o seu estado completo 525 officiaes, infe-
riores e pragas de pret.
As raesmas causas, que j vos tem sido apon
- ladas, acluao ainda desviando os menores que
Disto me oceupo devora compr este corpo e as companhias.
A repugnancia que leem os pais e tutores
Tendo deserapplicada a disnosicin ro rt 1 8 a^...P.T?nC,,U leemos pais e tutores a
do aviso de 0 u? feverefro 'aoSm^ io '"^tl^ ^ ?"AVZl!t* ^
est confiado, e ao deleixo, lorc coufessa-
lo das autoridades que devia'in auxiliar o
respectivo alistamento so devo em grande
parle, atlnbuir o nao su ochar esto completo
lenho expedido as convenientes ordens aos pr-
ndenles das provincias para que providencien)
pumcao dos alcancados que por ventura a mere- de modo a completan; ren^Uedo^mbo'm na
ra o quarlel geral do corpo de imperiaes mari-
RELATORIO
.\[:rcsciita K'isiativa na quarta sessao da de
cima legislatura, ii
secretario d'estado du<* negocios
da iiariiilia, Traucisco Xavier
Vaes Brrelo.
(Conlinuaco.)
CORPO DB OFFICIAES DE SAUDE.
O quadro, quo apenas se acha com falta de um
primeiro cirurgio, compreheudel cirurgiao-mr,
2 cirurgies de esquadra, 0 de diviso, 20 primei-
ros, 40 segundos, 3 primeiros pliarmaceuticos c
/ segundos.
O servico e a disciplina exigem que os nicra-
bros do curpo de saude nao permanecara longo
empo as estacoes navaes, principalnculo nos
liospilaes e enfermaras; convm que spjam
removidos em cerlos e determinados prazos.
Estas e outras disposicoes, que a experiencia tem
aconselhado, fazera necessaria a reviso do re-
gula memo provisorio n. 1,931 de 30 de setembro
de 18j7.
CItPO DE OFFICIAES DE FAZENDA.
Assim como o governo se deve mostrar severo
na exigencia do cumpriuento de deveres, impor-
ta que seja rigoroso na garanta dos direitos dos
empregados. Para isso ordenou-sc a organisaco
de tima escala geral que sirva do guia as pro-
mocoes; mas esse trabaloo, que deve ser feito
segundo as legras establecidas no aviso de 9 de
abnl ultimo, bem como a organisaco do livro
meslre, tem encontrado dilicitldades' que anda
nao poderam ser removidas de lodo, poraue a ca-
da momento se levantara duvidas acerca'de anli-
guidade entre diversos officiaes, da maneira de
contar o lempo de servico de cada um, e al das
idades e nacionalidades Je alguns.
Outras medidas foram tomadas com o fim de
pelo ministro e melhorar este ramo de servico, taes como as con-
tiras nos avisos do 7 de junho, 19 de julho 26
de agosto, 7, 23 o 26 de novembro do anno pr-
ximo lindo, e decreto u. 2577 de 11 de abril ulti-
mo, lodos snnexos ao presente relatorio.
O numero de officiaes le fazenda, lixado no ci-
tado rcgulamvnto de 30 de junho de 1857, nao
se acha cm relago com as necessidades do ser-
vico.
nheiros, na corle, os aprendizes comprehendidos
no arl. -23 do rcgulamento mandado executar pe-
lo decreto n. 1,517 de 4 de Janeiro do 1S55, e
ellectivamente alguns j teera sido remetlidos.
.Nao leudo a companhia de imperiaes marinhei-
ros de Mallo Grosso officiaes de fazenda, or oc-
casiao de dar-so escrivo c commissario a com-
panhia de aprendizes, resolveu-se que estes em-
pregados servissem em ambas ascompauhias li-
cando estas reunidas em um s corpo, comm'an-
dadas pelo mesmo official, e com um s regula-
mento, o do corpo de imperiaes marinheiros, no
que lhes for applicjvel.
Pela lei u. 1.0 3 de 15 do setembro de 1859 es-
t o governo autorisado a crear, desde j, mais
urna companhia de imperiaes marinheiros na-
quella provincia,' dando-lhe a organisaco com-
palivcl com o servico especial a que destinada,
naoexcedendo o seu estado completo a cera pra-
cas de pret. Aguardo ioformaedes da presiden-
cia, a quera mandei ouvir, para deliberar.
BATALHAO NAVAL.
A torga effecliva deste corpo acha-se especifi-
cada no mappa n. \j. itm augmentado, mas
anda nao paassa de 441 pracas, fallaudo-lhu 775
para o seu estado completo.
Do limitado numero cTeslas muilo se resenle a
disciplina e iuslrucco do. corpo, porque, sem-
pre destacadas a bordo dos navios, nao podem
propria da
Lomo sabis, o quadro dessea empregados com-
poe-se deScommissariis e igual uumero de es-
crivaes e liis. Entretanto para os nossos navios
de guerra, armados e por amar, transpones, cor-
, pos de marinha, companhias de aprendizes mari- eceber em Ierra a educaio militar
f nheiros e aprendizes artfices, cslabeleclmentos I "finlaria do mar.
navaes e algumas coramisses, sao necessarios
6/ commissarios e 69 escrivaes. Este numero, j
superior ao que se achu estabelecido no respecti-
vo quadro, nao ainda sufficiente, visto como
nao se pode deixar de contar com as faltas que
ceristaiilemenle se do, motivadas por doenga e
assim que urna seri de raeu.da ,7,u Hm riizem riilrVL^0 S^"^ autorisado para am-
respeito, team sido recentemente tomadas. Aqu f, di pensavel nr^^''CS de !az;"'da' e sedo
consignare! aquellas, que por seu maior alcance Mt"cl^tJV^i!^t9''>t^nle? do
mTSSST 'raZJaS a C"h0ci"ie", du c->h. SSSmlVSUmT'" Coram,3sarios e
Ainda nao tinha um triennio de promulgado o xaEd?ie^TnVCovemme'l,e' eSlabelenda' ^'
decreto n. 1,940 de 30 de junho de 1857, c j ha-' F' muii, ,i,mri a-
via sido alterado em pontos essenciaes, por ar conlrar idS..^ ^ *?*'"KW en_
sosditados pela urgencia do momento, sobred 'me se n^A rpelMt?Mle habilitados,
versas hypotheses. Chegou, por ve es, a des- I v orhmrn.^" J Cer aqU,e"eS emPregos pro-
apparecer a dislincco entre cada urna das tres I o, ?,! ?." v'ens que soraente
classes de cada um dos tres grupos de que se l didas PrlenCera ao ^ar0 Poderu ser cwice-
:*sru^aa3B/jL fazera e^ffunc-
sar.oem virtude de urna medida geral, ealTas I ^rAT i c/ :conf-a-e-lhes valores con-
nneces to dislinctas de commissario e escrvi" ^ilIZifJ11}!*"^*.'*.** forne-
foram accurauladas em um s individuo. A este 2L5 SSf"-.**. armai!a .'"nentacao diaria.
l outro se reunia, e era a nomeaco de prati-
Achando-se o corpo as condices de ter urna
quarta companhia, determinci a sua creago om
9 de abril ultimo.
* ,*------------- ...."a M n iMIJl.'II((ir,H.
uevem, pois, ser homem probes, zelosos e habi-
litados para o servigo a que se destinara.
E por isso que nao hesito em chamar
I I1C rado i i .,.-.-. -
cantes do almoxarifado, sem as necessarias ha-
bili agoes, que a.inlendencia fazia, investindo-os I iHMtfa"da*aUn"ra^Jr^i!! l'm Cnamar a ?0SS
do funecoes de commissarios e mesmo de escr?-! vo ,ue^ tome i5 ,1^.. ^"T^'0' ^^
vaes. Por outro lado a accao Bacal ,. I ,t lomels alguma providencia no senl do
.juste, de comas dos corara^ 8 ^Z\ ram e pstera"S dil* mcia-es ,u8men,ad^
to elicaz, em prejuizo da fazenda pubtica coPpublico as necessidades do servi-
Lste estado nao podia perpeluar-se, e paro por-' CORPO nF OFFir irs nr v. .tT.n.
lhe termo foram promulgados os avisos de 9 e 17 : \ fii, i r? V'FIC--AE,S DE NUTICA,
de fevereiro do corren te an no. Dispoieram elle linY.n ti?cfes ."alternos da armada con-
1. Que rigerosamente applicavel aos escri- bnmlnr^l """ Ut'!1S ?.retani' CD 8eral'
vaes e aos commissarios a disposiee d I tcn^o a, h%iih,ne-a,0r W^MI porm na0
parto do 16 do titulo 5. do alvar de 7 de a- I 1 ,, ''ab'l 'aoes oigidas pela lci para subi-
noiro do 1797. e que. prtanlo, nenhum deve-lo- aue aosa Pf'os uPeores, permanecero nosem
brar o resto de seus sidos, e rais vencimen.os. Alguns csTudntes^ia^l^'H3"1- v w
nem ser noraeado para novo embarque, sem que litados com o L^f'a de raar,,nha' habl-
esteja concluido o ajuste das cfcul a 'que dlr. ^n^^S^^s^ S^Sl
. das contas a
conjuntamente assistir.
2." Que desembarquen! os eommissarios alcan-
g>dos afim de se proceder tomada e verificago
de suas contas, inclusive os que, tendo comeca-
dapresta-las, nao as houverem concluido.
3." Quede conformidade com o art. 16 do pa- %
pratica do mar, sero um valioso contingente
mn," r!?e?,.ar a d0S 'iegUuds lenles, hoje
muita reduzda.
o 1L^e|gUl^aolT'l0 que bai50u com o decreto n.
.163 do Io de maio de 1858, dispoz no arl. 140
quea nenhum indiviroo confira a escola de
K^^t7^^^^^^;\^^ Possam .er;m7uas^on,a;: me.de dos
eieps remedios. Pimplos e ener- sidos que lhes competirem, a qual s lhes ser
giros remedios.
exc|innl1nrn'0ra,nPnJ'r-VOSJ 1ue informis com
clllr sso Kverno "a8 disposiges que
observardesa respe l0 da causa italiana, tanto
i'a p 'C8CS COmo D" Piniao Pu"
entregue, quando, tomadas as contas, t) reco-
nhecer que nio devem elles cousa alguma.
4. Que na forma do titulo 6o, art. 2o do citado
alvar, que nao se enlende comprehendido na
declaragao do art. 27 do mencionado plano, os
"-**- ss&en v SffSL^'VSSgJUS
esphenca, nogoes fundamentaes de astronoma
pnysica, pratica no uso da bussola. do chrono-
metro e do sextante, e perreilo conhecimento
aosprocessos empregados na determinago da
atitude e da lougilude no mar, sendo as longi-
idas tanto das indicages do tempo
CORPO DE OFFICIAES DO CULTO.
Consta este corpo de poucos officiaes sacerdo-
tes ora nomeados peja secretaria de estado ora
pelo quarlel general, sem futuro ncm vantgens
bem definidas.
Insisto, cora o meu antecessor, na necessdade
de ser renovada o aatorisacao, quo psra organi-
sa-lo, havia f=ilo conferida'ao governo em "urna
le annua, e que conseguiniemente caducou. Re-
pulu-o da maior importancia.
O sacerdote nao pode deixar de entrar na or-
dem social como um dos mais indispensaveis
sena0 o primeiro elemento da civilsaco.
O homem. em qualquer posico em que se
acn, carece do auxilio desse ministro de Dos
quo lhe ensina as grandes verdades do christia-
nismo. Doli necessita sobro tudo o marinheiro
nessas horas solemnes de eminente perigo que
tao frequenteraente se reproduzera na vida do
Uceano, em meio da lula dos elementos, para
robustecer-lhe a f, sem a qual nao ha accao.
ue muilo valor podem ser a sua patarra e
exemplo no estado de afrouxamenlo da disciplina
que se vai notando em nossa armada.
FOIICA NAVAL.
O eslado da forca naval o quo consta do man-
pa n. 9. r
Cornprchende ella 62 navios. Armaro3 esto
54, 22 ro vela e 32 de vapores, sendo 17 de ro-
das o lo a hlice, representando a forca de 3,058
cavallos, e montando todos 328 boceas de foo.
Desarmados acham-se C de vela, 1 vapor do ro-
das e 1 a hlice.
As difirenos que se noiam no mappa a que
rae estou refenndo, relativamente ao que vos foi
presente o anno passado, provem de se haverem
encorporado ao quadro alguns navios novos, de
terera sido condemnados oulros, dando-se desli-
no differcnle a diversos:
A guarnigao activa compe-se de 796 officiaes
da armada e classes annexas. o de 3,365 pracas
de marinhagem o de pret dos corpos de mari-
nha: ao todo de 4,161 offlciaes e pracas de ma-
rinhagem e de pret. A forga existente pois
supenor -lxada era 365 pragas de pret. Este
"cesso, que j existia em parle o anno passado,
o devido entre outras causas necessidade de
guarnecer os navios que de novo se encorpora-
ram armada, o os quo deixaram o estado do
desarmamenlo em que se achavam. Ainda as-
sim, a differenga entre o estado effectivo e o com-
pleto de 216 offlciaes e pragas de marinhagem
e de pret.
O movimento a forga naval aprsenla os se-
guimos factos notaveis.
Tendo Sua Magestade o Imperador, dominado
do paternal interesse quo toma pelos povos cuja
Os dous principis elementos que conslituem
torca naval sao, o vaso de guerra e o mari-
nheiro.
Quanto ao primeiro longo estamos de o pos-
suir tao forte como o quer o decreto n. 667 de
b de janeiro de 1850.
Como vistes, dos nossos cstaleiros apenas sa-
bio, no penodo deccorrido da vossa ultima reu-
riiao a esta parte, um hiato, c esse mesmo. cons-
truido era Pernambuco, posto quo pareca leras
proporces de um bora navio, nao est,' princi-
palmente na mastrsacSo, sent de defeitos, que
exigam e ainda exigem novas obras.
O Curumb, bem acabado, nao lera todava
urna marcha effecliva correspondente nomi-
nal. Este vapor foi construido no cstabeleci-
mento raPona de A reapelo risco e sob as
vistas do arsenal da curte, com cerca do 80 ps
de compriraenlo, o calado nunca superior a 3
palmos de agua.
As cauhoneirasa >apor ltimamente construi-
das na Europa^nclusire as duas feitas em Fran-
ca Belmonte e Puma/tita, leem os paies tao
mal collocados. que os geueros sao logo arrui-
nados pelaliumidade: foi, pois, tendo-so ouvido
o conselho naval, o primeiro constructor do ar-
senal e o inspector deste, necessario mandar
rebaixar as cobertas avante, comegaiido pela
leahy, que enlo se ochava em fabrico.
Os estaleiros do eslado nao podem construir
cora a necessana rapidez os navios, de que ca-
recemos para substituir os que deixara de fazer
parle do quadro effectivo da armara. Isla voem
principalmente da falta de operarios habis, da
diluculdade de obter madeiras as coniices de
seren empreadas, da leutido com que se faz a
acquisirao du restante material necessario, e de
minias outras circunstancias, que de vos sao
conhecidas.
Seremos toreados, em muilas occasies a
mandar construir na Europa, como j lomos
cito, e nem sempre cora inleiro successo. Fe-
lizmente a industria desenvolvo-se no paiz, c
entre oulros estabolecimentos particulares, figu-
ra o da Pona d'Ari, convenientemente
montado, para encarregar-so da construeco de
qualquer navio. Agora mesmo acaba ello de
propor-se a con.trucco de urna das duas corve-
las a vapor, do que vos lallei quando tratei ro
arsenal da coi te, obrig.indo-so a dal-a prorapta
no praso de um anno.
Nao pens que devamos deixar inactivos os
nossos staleiros, antes acredito que, ao menos
como escolas de construeco. devem elles existir
sempre, anda quando a industria privada sirva
mais barato; masacho que se deve combinar os
dous systemas; assim servir um de correctivo
aos vicios do outro. A industria privada, sem-
pre mais activa, porque move-a o lucro propriu
o nao esl adstrcla observancia de mil dispo-
sicoes que a le eslabelece, como garanta ra
boa gesto dosdinheiros pblicos, e que lornim
o servigo mais caro, activar os estabelccmen-
tos do estado. Estes, por sua parte, nao tendo
interesse na mperfeicao de suas obras, antes
todo o crnpcuhoem faze|-as normaes, lmilaro,
o mais possivel, a tendencia dos estabclccimcn-
tos particulares a augmentarem os seus lucros
cora prejuizo da perfeico dolas.
Parece-mp, pois, de toda a conveniencia cons-
truir esses dous importantes vasos, um no arse-
nal da corte, e o outro sob as vistas d'esle n'a-
quelle estabelecimenlo. Por semclhante modo
se pode instituir um mil parallelo entre o trba-
me feito por arrainislraco c por empreilada,
que habilite o governo a deliberar conveniente-
mente quando lenha de fazer outras conclruc-
coes.
ii... PQ,i:..i roram visitadas
.WIH.Z ifi1"" eoa\Hm 1ue overno esteja Pinto s 6 horas
habilitado com um crdito extraordinario sul-
cientc; de outro modo nunca se completar o
quadro da forga naval, estabelecido no decreto
n. bG7 de 26 do Janeiro de 1850.
Os recursos ordinarios do orcamcnlo mal che-
gam para a conservago dos navios que possui-
mos, e conslrucgo de alguns pequeos vasos
destinados a substituir os que se vio inulilisando,
e que sao indispensaveis ao servigo e polica dos
nossos portos e costas. Entretanto ningnom
resconheco a necessidade que sent a nossa ar-
mada de algumas fragatas e corvetas de 1.a or-
dem do systema mixto. Para blelas deve o
governo estar autorisado a despender annual-
mente urna somma de 1,200 contos, al que se
complete o numero de taes navios, marcado no
mencionado quadro.
Adoptada esta medida, feriamos no fim de 8
ou 10 annos urna esquadra, seno poderosa, ao
menos capaz de attrabir-nos algum respeito
como nago martima, o ficajiamos em todo caso
habilitados pira contar com as probabilidades de
successos, quando, em qualquer emergencia, a
nossa forca naval fosse chamada aintervir.
As causas quo difficullim a acquisigo de
possoal para a armada sao bem conhecidas, e j
vos teem sido oxpostas pelos meus ante-
cessores.
Tivcram em vista combat-Ias os decretos ns.
1,46o e 1,466 de 25 deoutubro de 1854, e n. 1 591
do 14 de abril de 1R55. Mclhoraram a cond'icao
das pracas do corpo de imperiaes marinheiros e
da marinhagem da armada ; e facilitaram com
vantagens e premio o alistamento dos volunla-
rl- :-.raas nao 0,lin6iram todas essas causas de
difficilima remogao.
Disporaos de urna limitada populaeao martima
que solicitada pela marinha mercante com em-
penno, d-lhe preferencia.
Resta-nos, por ora, o recrulamento, a que
alias anda recorrom as outras nagoes mais adian-
tadas ; entretanto nao fornece elle os marinhei-
ros do que precisamos, e isso se evidencia no
mappa n. 14, que demonstra os recrutas apura-
dos durante o ultimo anno. Convem que se re-
crule de modo a nao contrariar as necessidades I
REVISTA DIARIA-
Ante-hontem teve lugar, na ordem tercen de
S. Francisco desta cidade, a festividade de N. S.
daAjuda, padroeira dos novigos da mesma con-
traria, como haviamos dito em nossa Revista de
sabbado.
A igreja achava-se simples, mas elegantemen-
te ornada c a concurrencia nao fallou para abri-
llantar mais esse acto solemne de veneracao
Mai do Deus.
Por essa occasio e antes de comecar a festivi-
dade, procederam-se 3 prolisses e' urna entra-
da, era vista dos estatutos da casa, com a solem-
nidado requerida.
Execulou-se a missa de Campo da honra, c O
Te-Ueum, do Lima, ambas de composigao do pro-
fessor desse nome, sendo dirigida a orchestra pelo
hbil profressor o Sr. Ilermogenes.
Louvores, pois, ao Sr. Antonio Pereira de Fa-
n'a, mui digno mostr de novigos, que, em urna
poca como a actual, pode cumprr com esse de-
ver, de maneira to satisfactoria, de accordo com
os seus irraos de mesa, e de noviciado.
Por portara de hontem foi noraeado guar-
da do consulado provincial, o Sr. Justino Ansbcr-
to de Souza.
Hontem reunio-se o jury desta cidade, mas
nao funecionou por falta de uumero legal de jui-
zes_ de facto.
pratica anliga, por isso nao admira a sna
reproduego.
Foram concedidos dous raezes de licenca ao
Dr. Joo Jus Pinto, medico do collesio do's or-
phos.
Falleceu no domingo p. passado o Sr. Joo
Ignacio do Rogo, chefe da segunda seccao do
consulado provincial.
Parles da estrada de Ponte de L'cha acham-
se em rao eslado, de maneira que o transito
tem-sc lomado senao dfficil. ao menos em situa-
co pouco conveniente.
Ao passo que isto assim, ha alli um sitio, as
immediages daquelle do Sr. Gibson, cujo dono
d a quem queira urna porgo de caliga, a qual
servir sera duvida para o aterro de que esl ca-
recerora a referida estrada.
Islo posto, fazemo-loscieulc quera possa cor-
rer a obngacu desse reparo, para que seja apro-
veitada a presento occasio de realisar aquello
concert sem grande dispendio dos cofres p-
blicos.
Por impossibilidade do respectivo serren-
tuariu, ordcnoii o governo imperial que fosso
posto concurso o lugar de escrivo de appella-
ges e aggravos do tribunal da relaco deste dis-
iriclo.
Passageiros do vapor Tooantins, sa hido pa-
re os portos do sul:
Manoel C. de Mello e 1 criado, Francisco Xa-
vier Pereira de Brito, Joaquim Alvcs da Costa
francisco Jos Strete, soldado Francisco de Pau-
la Nunes e sua mulhcr, desertor Antonio Augus-
to de Aguiar, 12 recrutas para o exordio, Podro
lomes de Oliveira, Francisco Gomes Torres D
Joaquina Torres da Costa, Joo Piulo Damas, Ma-
noel da Silva Lagos Jnior, Henrique da Cunha
todngucs, Pedro Xavier Ferreira, Florencio Ka-
lisco, Justino Esteves Alvos e 21 escravos a eu-
l regir.
Nos das 19 c 20 do corrente foram reco-
thidos casa do detengo 8 homeus e 1 mulher
sendo 7 livres o 2 escravos, a saber : 2 ordena
do Dr. chefe de polica, 1 ordem do delegado do
I." districtu, 3 ordem do subdelegado de S.
Joso, 1 ordem do de Santo Antonio. 1 ordem
do da Boa-Vista e 1 ordem duda Capunga.
Mataooiho publico. Mataram-se para o
consumo da cidade no dia 19 do corrente 100
rezes,
No da 20 ro mesmo 102.
MOKTALIDAOB 00 DIA 19 0 CORRENTB :
Manoel Gomes da Costa, tatuco, solteiro, 17 an-
uos ; febre typhoido.
Carlota Elida Barbosa da Cmara, branca, casa-
da, 17annos ; hydropecardia.
Manoel Barbosa, parda,sulteira, 21 annos; phty-
sica.
Jos Vieira da Silva : branco, casado, 30 annos :
eolito.
Maria Jos Ermelinda de Figueirodo, branca, viu-
va, 55 annos ; phthysica.
Francisco Xavier.das Nevos ; branco, solteiro, GO
anuos ; congcslo cerebral.
Jos Francisco das Dores, pardo, solleiro 60 ali-
os ; urceras carcimo matoro.
20
Antonio Ferreira da Silva, branco, casado, 40
annos ; phthysica
Jos Joaquim Alfonso, branco, solteiro, 27 an-
nos ; hydropecardia.
Joo Ignacio du Reg, branco, casado, 61 aunos ;
datele*
Thereza, prela, solleira, 38 annos ; ascile.
Maria ro Corago de Jess, braaca, 65 annos ;
dyarrhea.
Francisco, pelo, cscravo, 50 annos ; angina.
Hospital de camdade. Exislem 60 ho-
mens c 54 mulheres nacionaes; 7 homeus es-
Irongeiros, el mulher cscrava, total 122.
Na totaliradedos doentes exstem 37 aliena-
dos, sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Dorncllas, s
lo Dr. Firmo
tem.
e 1[2 da manha ; pelo Dr.
as
horas e da manha," c pe-
5 horas da tarde de hou-
CHRONICA JUUICiARIA.
JRYDORECIGE.
4.a SESSAO JUD1CIAHIA.
PRESIDENCIA DO SR. PR. JlIZ DB DIREITO INTERINO
I>A 2 u VARA CRIMINAL,
ACOSTINHO ERSIELINDO DE LE.O.
Promotor publico, o Sr. Dr. Francisco Leopol-
no de Gusmo Lobo.
Escrivo, o Si: Francisco de Paula Esleves Cle-
mente.
As 11 horas, presentes na sala do jury o Sr.
Dr. juiz de direilo da 2.a vara, Dr. promotor pu-
blico Gusmo Lobo, e escrivo privativo do jurv,
procedeu-se a chamada, e verifico-se esiarein
presentes os Srs. jurados :
J.oo Francisco Pontos.
Dr. Felippe Nery Collaco.
Francisco Rufino Corlea' de Mello.
Joaquim Tavares Itodovalho.
Angelo Custodio Rodrigues.
Francisco Antonio Cavalcanti Cousseiro.
Francisco Antonio de Brito.
Foram multados em 20$, por cada sesso cm
que nao coraparecerem, osseguintesSrs. jurados
que, sendo notificados na forma da lei nao
compareceram :
Antonio Carneiro Machado Ros.
Francisco do Paula Cavalcanti da Sllreira.
Manoel Julio da Fonseca Pinho.
Luiz Jos Nunes de Castro.
Foi dispensado de servir na presente sessao t>
Sr. Bernardino Ferreira da Cruz, que allegou
justo impedimento, provafido estar enfermo.
Expediram-se novos mandados, afim de serem
notificados os Srs. jurados supplentes que foram
sorleiados para preencher o numero legal.
Levantou-se a sessao 1 [2 hora da larde.

X


DIARIO Dg PBRWABMUCP. TERCA. FEIRA^ 2T DE AGOSTO DE P3TO;
(AMARA MUNICIPAL i)() MUI L.
3a SESSAO ORDINARIA A OS 7 DE ACOST
DE 1860.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
Prsenles os Srs. Rogo, Oliveira,Mello e Pinto. '
fallando com causa o Sr. Franca, e sem olla os
maisSrs.,abrio-seases3ao,efoilidae approvada a
ca da antecedente
Foi lido o seguinte
EXPEDITENE.
Um ofcio de Jos Thomaz Cavalcanli Campel-
lo, juiz do paz do corrente anno do 2. dislricto
da freguezia dos Afogados, communicando que,
Sor icr de aquartelar como offieial do 4. bata-
o da guarda nacional, passara o exercicio da
vara ao juiz Io volado.Inteirada.
(Litro do vigario interino da freguezia de S.
Jos, remetiendo o mappa dos baptizados que
houve na mesma freguezia, no semestre de Ja-
neiro a junlio desle anno Ao archivo.
Oulrodo procurador, informando a petico de
Joaqun) Lobato Ferreir.i, dizendo que o sotao
que existe na casa n. 1 da riboira do S. Jos, do
patrimonio desta cmara, perlence mesma
casa, eno ao arrematante dos seus alugueis.
Declarou-sc isto mosmo por despacho na po-
licio.
Oulro do fiscal da Boa-Vista, informando que
com quanto o lugar na ra dos Pires onde pre-
tende Antonio Fernandos da Silva Beiris estabe-
lccer podara, nao soja designado para este fim,
todava, enlendendo esta cmara que da situa-
r o de tres fabricas ahi nao resirlla prejuizo pu-
blico, permittio que Domingos los da Cunha
Lagos situasse a sua nesse mosmo lugar, junto
da qual pretende o supplicanle cstabelecer outra
Iudeferio-se.
Oulro do tnesmo, nao se oppondo a que Mi-
guel Archanjo de Santa Anna, levante dentro do
seu terreno, no sitio que foi da extincta fabrica
de Saciee locidos, lelheiro para guardar rnate-
riacs, una vez que fique retirado do alinhamcn-
to da ra.Concedeu-se.
Outro do mosmo, informando que nao havenJo
Mmocl Joaquim da Cunha succedido na olficina
de ourives que houve na loja do sobrado n. 19
da Praga da Boa-Vista, e julgava sento de pa-
gar oque ficou a d'-ver de impostas inuni:ipaes
o dono que tora da mesma olficina, em face do
regulamento municipal de 26 de agosto de 1851.
Defatio-sa.
A' proposito, o Sr. Rogo disse que, parecen-
do-l!ie una exlorso o exigir-se da pessoaquese
cstabelece em urna casa impostes que (cara a
dever outro que oceupra com eslabelecimonlo
difl'i'rcnte d'aquclle do seu successor. requera
que se expedase ordem ao procurador, para,
sempre que os donos de eslabeleaimentos sujei-
tos ao imposto municipal do 2$ e 4} deixarctu de
pagar no lempo prescriplo na lei, ou at ao fim
de cada anno municipal, fazer a cobrane.a judi-
cial, afim de que nao se accuinulem impostos e
mullas por dous, Ires e mais anuos, que venham
a pesar sobro os que succedercui nos eslabeleei-
menlos : bem como que se ordenarse aos liscaes,
que quando lizerem as collectas, as facam com
todas as circunstancias de mudanca (alinela,
morlo do dono da casa de neg io, e quaesquer
outras de que possam ter conhecimeuto.Foi
isto approvado.
Oulro do fiscal de Santo Amaro de Jaboalo,
communicando que nao comparecer nesta c-
mara no dia 30 do jolho ultimo, nem dora cumo !
priment ao que Ihe fra ordenado por ollicio de
"2 do mesmo mez, por achar-se doenle, mas logo !
que melhorasse, cnniprirta,Que se olliciasse
de novo ao fiscal para declarar se j hivia dado
execucio ordem a que se refere.
Oulro do fiscal da Varzea, communicando que
no mez de julho se malaram 16 rezos para o
consumo na mesma freguezia.Ao archivo.
Foram ajiprovados dous pareceres da commise
sao de edificaces, um sendo de vol que se
concedesse a Jos Joaquim Alves, liceoca para
edificar urna casa na povoaco dos Apipucos na
mesma drecoao d'uutra que se rcedilicou junto ;
e outro concedendo o pedido na primeira parte
do requcrimenlo de Jos Ribeiro de Brilo, e ne-
gando a segunda.A' roquerimento do Sr. Oli-
Teira, resolveu-so que se olliciasse presiden-
cia, podindo-lhe expedisse suas ordens para que
a sentinella postada no caes de 22 de novembro,
em virtude das providencias solicitadas por esla
cmara, nao consulta que so facam ah despejos,
lavangens de Toupas etc.Mandou-se expedir
ordeiu ao procurador para fazer as despezas in-
dispensareis pola verba respectiva com os ob-
jectos precisos s eleicOes de juizes de paz e ve-
nadores.
Despacharam-se as pelieoes de Antonio Fer-
nandos da Siiva, Joo Augusto Henriquo da
Silva, Joaquim Lobato Ferreira, Luiz Francisco
Soulo, Miguel Archanjo do Santa Atina, Manoel
Joaquim de Souto, c levanlou-sc a sesso.
E i Manoel Ferreira Aecioli, secretario o subs-
crovl.llego o Albuquorque, presidente.llego.
Mello.Oliveira.Garaeiro.
terrea arrendada animalmente
por...............................
dem 26. Isabel do Reg Barros, ca-
sa terrea arrendada annualmcnle
por..--...........................
dem 28. Guilherme Pereira Canejo,
casa lerrea arrendada annualmen-
te por.............................
dem 31. Thomasia Maria do Rosa-
rio, casa lerrea arrendadada an-
nualmenle por...................
dem 35. Joanna Rodrigues, casa
terrea arrendada animalmente
por...............................
dem 36. Francisco Gomes do Oli-
veira, casa terrea arrendada an-
imalmente por....................
dem 41 D. Maria Euphrosina Lo-
pes, casa terrea arrendada annual-
menle por........................
dem 43. Gregorio Francisco de Je-
ss, casa terrea arrendada an-
nualmente por...................
Ra das Mangueiras.
N. 6. Manoel Vicente do Nasci-
mento, casa terrea arrenda an-
nualmente por....................
Ra di Boa Hora.
N. 2. Antonio Jos de Souza Gui-
mares, casa terrea avahado an-
nualmente por....................
dem 4. Hordeiros de Francisco Al-
ves dos Santos, casa terrea ar-
rendada annualmente por........
dem 6. Francisco das Chagas Sal-
guoiro, casa lerrea arrendada an-
nualmente por ..................
dem 8 O mesmo, casa terrea urren
dada annualmente par..........
dem 17 Manoel Martins de Carva-
lho, casa terrea arrendada an-
nualmente por..........., ........
dem 18. Nossa Senhora da Boa-
Hora, casa terrea arrendada an-
nualmente por....................
dem 24. Viuva e herdeirosde Joo
Francisco da Costa, casa terrea ar-
rendada annualmente por........
dem 25. Joanna Francisca da Con-
ceicio, casa terrea arrendada an-
nualmente por....................
dem 6. Antonio da Sitreir Lias,
casa terrea arrendada annualmcn-
le por............................
dem 31. Herdeiros do Estevo Ca-
valcan de Albuquerque, casa
lerrea arrendada annuclmenlepor
Kua do Cabra!.
N. 6. Viuva e herdeiros de Manoel
Cavalcanti de Albuquerque Mello,
casa terrea arrendada annual-
mente por.......................
dem 17. Francisco das Chagas Sal-
gueiro, casa lerrea arrendada an-
nualmente por....................
dem 18. Trancisco Ribeiro Pari
Jnior, casa lerrea arrendada an-
nualmente por....................
dem 22. Jos Jacintho Pari, casa
terrea arrendada annualinentepor
dem 2i. Joanna Germana do Sa-
cramento, casa terrea arrendada
annualmente por..................
dem 33. Simplicio, casa lerrea ar-
rendada annualmente por........
Ra do Jogo da Bolla.
N. 9. Antonio Joaquim Rabello
Pessoa, casa terrea arrendada an-
nualenlo por....................
dem 5. Herdeiros de Polycarpo
Jos das Noves, casa terrea arren-
dada atinualmente por............
dem 8. Antonio Francisco do Oli-
veira Iloselles, casa terrea arren-
dada annualmente por............
dem 13. Joaquim Teixoira Pinto,
casa terrea arrendada por........
dem 22. Maria Pelippa dos Santos,
casa terrea arrendada annualmcn-
le por.............................
dem 23 Joao Mara dos Santos
Pinto, casa lerrea arrendada an-
nualmente por....................
dem 21 Antonio Alves Valougo,
casa lerrea arrendada annualmen-
te por.............................
dem 25. Manoel Vicente do Nasci-
menlo Viegas, asa terrea arren-
dada annualmente por............
dem 26. Joao Esteres da Silva,
casa lerrea arrendada animalmen-
te por.............................
dem 27. Antonio Martins Duarte,
casa terrea arrendada annualmen-
te por............................
dem 28. Jos Jacintho Pavo, casa
lerrea arrendada annualmente
por..........................'.....
60J030
48^000
72O0O
36*000
48*000
48*000
48*000
95*030
60*000
1203000
48g000
96*000
963000
72*000
48*000
141*000
121*000
60*000
200*000
81J000
48*000
69*030
1203000
303720
81*000
9CJO00
96*000
36*000
43*000
8000
483000
48*000
48*000
SjCOO
60*000
96*000
Cousegueio propagar em gi.inuu escndalo, em-
boca seja urna avenado muito torpe, e enlo para
esses coitados, nao podemos deixar de ter a mais
tocante piedade, porque vemos, quo e'ls servem
de instrumento, velheeos e egostas, que tudo
explorara e desfigurara pura chegarem ao ponto
que almejam.
Temos a vista nm peridico qaw por acaso nos
veio as mios, e nelle deparemos tora um aitigo
em quo seu autor pretende desconsiderar o Illiu.
Sr. Audr de Abreu Porto, j o cnvolvendo nao
sei em que sociedade de arronjat. j declarando
que este senhor, da noile para o dii appareceu
com urna fortuna colossal; ero rerdade, se esse
caridoso senhor do arligo coramunicado, ou o
quer que seja, nao tivesse s era vlsla produsir
effeito, se quizesse dar-se ao irabalho de indagar
a origem dessa fortuna quo se suppdo fabulosa,
em vez das amabilidades que dirigi ao Sr. Por-
to, principiara por conessar, que esta fortuna
alias muito mediocre, o fructo de 14 annos do
trabalho de um homem activo e intelligenle, que
aborreseodo a preguica oo tem poupado seu cor-
po a Cadigas, afim smenla de nao ser pezado a
sociedade.
Sequizessem dignamoete entrar, na apreciacao
de lio decantada fortuna, nos demonstraramos
cora os documentos mais authenlicas, a fonle
muito legitima, e muito honesta da fortuna do
Sr. Porto, que inimigos gratuitos e disleaes len-
tam (se bem que debalde) obscurecer e infamar.
Temos nossas apprehonses, sobre o fon com
que actualmente se lenta denegrir a repulacao
do Sr. Porto; stm, quando honrados o prestrno-
sos cidados, delles se lembram, para um dos
lugares da eleico que se vai proceder, nao de
admirar que invejosos e despeitados liguem-se
para dcsconsidera-lo ; o que por certo nao ser
mu fcil, porque o povo gracas. a experiencia que
tem lido vai dando o decido pezo a certas/yun-
nhas que rechcadas do mais fdfo orgollio, julgam-
se com dreito ludo, menos-cabando depois o
homem do povo, a quera lalvez rendesso a mais
nauseabunda bajulaco. Os elos qne nos prende
ao Sr. Porto, sao os da fraternal e desiuleressada
amisade, e nao trepidamos em avanzar que, se o
boru filho, esposo, irmo e amigo, so <> ter digni-
dade, honra, firmeza de carcter e independen-
cia, constitue o individuo digno deuica votacao ;
ns, desde j hypothecamos o nosso voto ao Sr.
Andr Porto, acompanhando de mui hora grado,
esses prestrnosos cidados, quo leem em mente
votare mui concienciosamente, no mesmo senhor
j para juiz de paz, j para vereador da cmara
rannicipal.
Um mari'imo.
MoiliMenu da alfkuaopt
Voiurces enlrate* com fazendas l5
> com gneros 72
Volum-s*ahidos cora fazendas 116
com gneros 270
iV
387
38S
Descarregam hoje 21 deagosto,
glezaBoni
Barca inu'.ezaJonh king objectos para a es-
Barca ingtezaBonitamercaderas.
Mana
irada.
laas, capilno L Bruce, equipa
tro ; a A T-urknes.
ffavio sahido no mesmo dia.
ni 9, e:n los-
presidente da provincia, manda fazer publico,
que vai ocamente praca para ser arremtalo
_ icondifeesj annunciadas, lendo lugar a arrema-
I
w
5 I
Hora
Barca mglezaMary Warroll idem.
Brigue inglezIsabellacannos de ferro.
Brigue inglezLondoncarvao.
Brigue braseiroAlfredodiversos gneros.
Consulado greral.
Rendimentododi 1 a 18\ 13:801*32
dem do da 20....... 553j506
14:357*830
5 *
Atmospkerm.
pa-
sa
Direcco.
Intensidade.
e
PI
-<
> O
= v.
^I 35 V\
U a !
Diversas prowlncias.
Hendiraento do da la 1S. 1:0025136
dem do dia 20....... 89J519'
1:091*655
Despachos sa do consulado desta eldade n -
dia SO de agosto de ISttO
LiverpoolPatacho Atrevido, James Ryder,
& C, 88 saccas algodo.
Lisboa Brigue porluguez Tarujo & Flhos.
M- J. Ramos e Silva, 500 couros salgados.
GenovaEscuna sarda Amissinn, Basto & Le-
mos, 500 couros salgados.
Recebedorta de rendas internas
geraes de Pernamnuco
Rendimentododiala 18. 19:0795858
dem do dia 20.......4:131*720
o
OS
-4
til
C
Centgrado.
Reaumur.
Ij \ Fahrenheit
2 I Ht/gromelro.
8t
pr
*
Pi
O
33
O
r-
C
O
>
tacao ao dia 25 do eorrenle.
E pora constar se maudou affixar o presente e
publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de Pcr-
nambuco 17 de agosto de 1860.O secretario.
A. F d'Annunriaco.
O pe. Innocencio Seraphieo de Assis Carralho.
juiz municipal supplente do civel e crime da
primeira vara nesta cidade do Recife, provincia
de Pernambnco, em virlude da lei, etc.
Faoo saber aos que a presente caria rirem.em
como Paulo Gaignaux me fez a pelieo do Iheor
seRiiinle :
Oiz Paulo Gaignaux, que tendo de propr ac-
cao ordinaria aos herdeiros de J. Chardon, para
haver a importancia da letra de 1:400, que sen-
do aceua por Amalia de Figueiredo Brito. Ihe foi
endosada por dilo Chardon, e roja quantia foi
depositada por dita Amalia, e estando ausentes,
ce e em lugar nao sabido, os filhos do dilo Chardon.
j que sao Emilio Chardon, j emancipado e Jo3o
Qhardon, que ainda o nao est, e que aqui te-
j presentado por sen curador, requer a V. S. que o
. admita a justificar as mais ausencias, em lugar
o ierra f w\LJl"^ W' ve",oSE' VC1 P" nao sabido, afim de que jnlgada se proponha a
o lerral e assim amanheceu. compleme accio. na qual se expor a pedido.
Prenmir ae 7 E^WA^ttii a sendo as cilaces para todos os lermos da causa
i reamar as 7 h 18 da manhoa. allura 6.70 p. inclusiva a execucXo
s 2
3
I
Barmetro.
lo de 1860
VlSKAS J'lNlOR.
Editaes.
23.211*578
Consulado provincial.
Rendiraento do dia 1 a 18. 17 786J247
dem do dia 20.......1:126*891
18:913*141
Ihe delira.-E R. M.'Mi-
guel Jos de Almeida Pernambnco, procurador.
Nada mais se eonlinha em dita poticao aqui
copiada, na qual dei o despacho seguinte :
! Distribuida. Justifique. Recife 20 de julho de
1860.Seraphieo.
Distribuico.A. Snraiva.Oliveira.
Mais so nao eonlinha em dila peticao, despa-
Pelo presente sao convidados comparecer
na casa das sesses da cmara municipal s 10
horas da manhaa do dia 25 do correte, os cida- cho e distribuico, depois do qu o autor jsfi-
daos guarda nacionaes abaixo declarados, que ; ficante provou "a incerteza do lugar e residencia
am recurso para esto conselho, das dos supplicados, avista da prova lestemunhal.
de
Pablica^oes a pedido.
tConinuar-se-Aa.)
33 SESSAO ORDINARIA AOS 8 DE AGOSTO
DE 1860.
Presidencia do Sr, llego e Albuquerque.
Presentes os Srs. Rogo, Mello. Gameiro e Oli-
veira, fallando com causa o Sr. Franco c sem
ella os mais senbores, abrio-se u sesso, e foi
lid.i e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o seguirte
EXPEDIENTE.
l.'in ofiicio do fiscal do Poco, communicando
que achando-se aquai tellado como alteres da l.'1
companhia do 4." balalho da guarda nacional.
c assim privado Jde exercer as funcees do seu
emprego, se servisso a cmara do solicicitar a
sua dispensa do aquartelaniento.Oue se solici-
tasse.
Outro do engenheiro cordeador, dizendo que o
abate fazer no proejo da arremalaco da ponte-
zinha do Luca, Ihe pareca dever ser de 92(200.
poisque, importando as 36 estivas com as d-
monses do ornamento era 18)*, as que o arre-
matante emprgou na obra, sendo mais linas,
islo lendo de 4 4 1(2 polegadas, nao podiam
a.....r mais de 31*200, escudo 4 estivas impor-
iavara em 140fSOO, que lirada daquella quantia
cima, licava a dllerenca de 39(200, que julgava
dever ser abatida da importancia total do orca-
n! 'ii'.o.A cmara confornuiu-se, e maudou fa-
zer o pagamento com este abate.
Outro do cdado Thomaz Antonio Maciel
Nonteiro, communicando ter entrado no exerci-
cio do cargo de subdelegado do Io dislricto da
freguezia da lja-Visia, na qualidade de Io sup-
plonle.Inteirada, e que se respondesse.
Oulro do juiz de paz mais votado da freguezia
da Varzea, aecusando o recebimenlo do ofiicio
que a cmara |he expedir para a eleico de
juizes de paz e venadores, e dizendo que o seu
estado physico nao Ihe permitlia presidir aos
trahallios da mesma eleico.Mandou-se res-
ponder quo passasse a junsdiccio ao immedialo
era votos
Tevo lugar a segunda praca para arremataco
cuantes.
Desparharam-so as peticoes de Francisco An-
tonio d'Oliveira, D. Joanna Maria dos Sanios
Mello, Joz Gnncalves da Cruz, Luiz Gomos Sil
vario, Molla & Irmao, Tertuliano Ernesto de
Moraes Carvnlho, e levantou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira -Aecioli, secretario a es-
crevi.Reg, p. pBarata d'Almeida.Mello
Oliveira,Pinto.Gameiro.
COLLECTORUE OLINDA.
Allorarao IVla no laucanieutoda deci-
ma urbana da collcctorio de Olinda
pitia o anno de 1800 a 1861, pelo
eollector Manoal Jos de Azevedo
Amoiini.
Ra da Bica d. S. Pedro.
N. 1. Joaquim Lopes de Almeida,
Timn e a Ordem.
111
Cremos ter provado com evidencia nao s que
falsa a inaputacao lanoada familia do F.xm.
Sr. coronel lolo Joaquim da Cunha Rogo Bar-
os, de guardar em Pedregulho ao criminoso
Luiz Maricela, como lambona que este mi3eravel
instrumento do crime Tora manejado por mo
superior que den machina automtica o movi-
menlo impulsivo.
Versa em Goianna, muito repelida e autorisa-
da por fados, a opiuio que formamos de Luiz
Maneota. Babe-se por ahi geralmentc, e re-
diz-se cada canto essa historia horrivel em que
vai compromellida a honra de quasi urna familia
inleira. Soja verdadeira ou falsa a verso, in-
dicios claros a aulorisam.
Dizcmos verdadeira ou falsa. Habituados
respeitar sempre as legitimas conveniencias so-
ciaes, Minea seremos o primeiro atirar urna pe-
dra ao idolo de barro. E' com este generoso ca-
valheirisrao que presamos de responder aos nos-
sos rsfaimados adversarios.
Ha, entretanto, um tacto bem original para
de Goianna.
O criminoso Luiz Maneota, guarda-cosla de
Pedrosa em 1858, conli lente de Machado, feitor
de Bujari c privado de Pereira Jnior, nunca
em lempo algum se abrigou em Pedregulho.
Existe ahi um Luiz, natural do Maricota, a quena
por isio cognominam Luiz de Maricla Mas,
esta urna outra individualidade que nada de idn-
tico tem cora a primeira.
O Luiz, natural de Maricota, Irabalha de pu-
blico no engenho Pedregulho, frequenl.ado avis-
ta por lodos. Laborioso, honeslo e incapaz de
crimes, este Luiz um pobre hornera que todos
conhecera e recouhecem nada ler de commnm
com Luiz Maricota, o criminoso, o assassino de
Marlinho, o guarda-costa de Pedrosa, o confi-
dente de Machado, o privado de Pereira Jnior.
Era lalvez preciso fazer saliente esta explica-
cao. que emtempopole ser verificada, para que
dasappareca um qui-pro-quo que seria bem des-
favoravel aos honrados proprietarios do engenho
Pedregulho.
SOBRE O TMULO
DF.
D. Carila Elida Barbosa da Cmara,
fillia do finado negociante Fran-
cisco Jos liarnos.
JaljtnuB-ai m.iiipf, olla ma um ajo,
Jnli it'.i!ii-u i di liTf.i, ti l<> i.'- ;
Kr.i nuil ii'it i do etniar l Kra urna oslrella a eiotillaf ;i'm reo.
Grio > Baaaat.
Carila viveu na trra,
Como vive a planta, a flor ;
Sua existencia incompleta
Foi um poema de amor.
Como a roseiraque o Norte
Derrubou sobre o areial,
Foi Carlota airemessada
Sobre a lousa sepulchral.
A trra foi-Ihe madrasta,
Crestou-lhe o vico, e a cor;
Sua morle prematura
Foi um idillyo de dr.
Encheu ?. Ierra de aroma,
Enchendo o mundo de luz ;
Foi o Genio da virtude,
Solucando aos ps da Cruz.
Foium ostro peregrino,
Oue brilhou um s momelo ;
Meteoro luminoso,
Quo correu no firmamento.
Foi um anjo de candura,
Um lypo de perfeico ;
Foi urna nota sublime
Do hymno da criaco.
Coitada viveu na Ierra,
Como vive a planta, a flor;
Mas, hoje vive de Graea
Entro os anjos do Senhor.
E eu, que saudei o anjo
Em seus das de ventura,
Vim plantar esla saudade
Sobre a sua sepultura.
Precos correntes dos principaes gene-
* ros e produeces nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 20 a 25 de agosto de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdente ..",.. caada
dem caxaca......
dem do cana......
dem genebra......
dem idem.......botija
dem licor.......caada
Recife, 19 do agosto de 1860.
E.
dem idem....... garrafa
dem restilada e do reino caada
Algodao empluma 1." sorte. arroba
dem idem 2." dita ....
dem idem 3.a dita ....
dem em caroco .....
Arroz pilado...... arrba
dem com casca..... alqueire
Assucar branco novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeite do mamona .... caada
dem de raendoim e de coco.
Borracha fina...... arroba
dem grossa......
Caf era grao bom..... arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca. ...
dem moido......
Carne secca ...
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em po
dem idem era velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem regala......
Chifres........
Locos seceos......
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes ....
dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba .....
dem seceos......
Espanadores grandes. um
dem pequeos.....
Esleirs de preperi .... urna
Estoupa nacional..... arroba
Farinha de araruta ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijo........ alqueire
960
500
610
800
280
960
320
800
7$8')0
6$SO0 I
5$S00!
1$950|
3S3C0
3S600
43800
260
l?600
2$000
7g000
4$000
7g500
4p00
5J00G
9$600
4$000
lg600
9gOGO
13$000
2*500
IgOOO
3&000
5$000
43000
220
400
140
300
deciscs do conselho de qualificaco. afim
serem inspeccionados por junta medica.
Sala das sessocs do conselho de revista 20 de
agosto de 1860 O secrelario do conselho, Fir-
tnino Josa d'Oliveira.
Pedro Alexandrno Ferreira Flores.
Felisberlo Ignacio d'Oliveira.
Este vio Jos da Molla.
Francisco Solano d-a Cru.-. Ribeiro
Joao Francisco de Pon tes.
Miguel da Molla da Silva Paula.
Joo .lovino d'Almeida.
Antonio Joaquim do Nascimenlo Barros.
Antonio Jos dos Santos Alves.
Hormelindo d'Oliveira Passos.
Jos Angelo Pereira.
Manoel de Carvalho Couto.
Antonio Alanasio de Arnujo.
(llemenlino Goncalves de Faria.
Joao Jos de Carvalho Jnior.
Antonio Pinto de Azevedo Rpzerra.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, comniend.ador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, e
que produzio, e feto-me os autos conclosos, pro-
fer a minha sentenca do Iheor, verba c maneir.a
seguinle:
A' vista das tcstemunhas de folhas6 3 folhasT
julgo prorada em lugar incerto a ausencia de
Emilio Chardon e Joao Chardon, e mando por
isso que se passe cartas de editos, com o prazr
de 30 das para seren ellos citados, segundo foi
requerido a folhas 2, e pague o justificante as
cusas.
Recife 8 de agosto de 1S60.Innocencio Sera-
phieo de Assis Carvalho.
Atteudendo ao que cima fica cxposlo, mandei
passar a presente carta de ediles com o requeri-
do prazo de 30 das, por meio da qual chamo.
cito e hei por citados os ditos supplicados, para
todo o contheudo na pelieo aqui transcripta:
portanto todas as pesso.as, "prenles, amigos eco-
Dhecidos dos referidos supplicados Ihes facam
certo de que por este juico ficam citados, para
todos os lermos da aeco competente, afim de
que dentro do referido prazo de 30 dias eompa-
recam iiosl juizo pora allegarcm o que fr a
juiz de dimito especial do coramercio desta ci- bem de seus direitos, sob pena de revolia, c para
da provincia de Per-
por S. M. I. eC. o Sr.
dade do Kecife, capia
nanibuco e seu tormo,
D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
Faoo saber aos que o prsenle edital virem e
delta noticia liverem, que no dia 5 de selembro
desle anno se ho de arrematar em praca publi-
ca desle juizo, na sala das audiencias, s escra-
vos seguintes:
Rosa, de naci, dade de 35 anuos, pouco
mais oumenos, pela quantia de 400JHM10 : Julia,
crioula, idade de 3i annos, por 5003000 ; Cv-
priano, idade de 10 anuos, por80090O, os quaes
escravos sao pertencentcs a Joao Paulo de
Souza, e vo praca por execurao, ([iie Ihe
encaminha Antonio Bezerra de Menezes Lvra ; e
que todos tenhom notioia, c ao couhecimento
delles possa chegar, mandei passar a presente car-
la de editos, que ser allixada no lugar do cos-
lume e publicada pela iiuprensa.
Dada e paseada nesta cidade do Recife de Per-
nambuco. aos 10 de agosto de 1860.Eu Joao
Saraiva do Aranjo Galviio, esenvo o snbscrevi.
Francisco Seraphieo de Assis Carvalho.
O Dr. Innocencio Seraphieo de Assis Carvalho.
juiz municipal supplente da 1.a vara da cidade
do Recife de Pernambnco por S. M. o Impera-
dor, que Dos guarde etc.
Faro saber que em virlude da recoramendacao
do Exm. Sr. presidente da provincia, datada de
nao havendo Unoador, que cubra o preco da ara- 13 do corrente mez. convoco extraordinariamente
liacao, ser e arremalaco feila pelo'preco da j conselho municipal de recurso para o da 26 d,
adjudieacao com abale da lei. mesmo mz, afim de tomar conhecimeuto das
E para'uue chage so couhecimento de lodos I 'clamages desaltendidas pola junta do qualifi-
mandei passar editaos que sero publicados pela caS* < freguraia de S Fre Pedro Goncalves
! esla cidade, a qual terminen os seus trabadlos
j depois do incrrramcnlo das sessoes ordinarias do
: referido conselho. As sessoes serao feilas em
1 una das salas da cmara municipal, e os traba-
! Ihos comerarao as 9 horas da manlia, devendo
imprensa e afilxados nos logares do coslume.
Cioade do Recife de lVrnambnc, aos 17 de
agosto de 1860, 39. da independencia e do impe-
rio do Brasil.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo,
escrivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretli.
O Dr. Antonio Epaminondas de Mello, offieial da
imperial ordem da Rosa e Io juiz de paz do Io
dislricto da freguezia do S. Sacramento do bair-
ro de Santo Antonio do Recife, etc.
Faco saber que achando-se designado o dia 7
de selembro prximo futuro, para a eleico de
juizes de paz do Io e 2o dislricto desla freguezia,
e de toreadores desle municipio, segundo as or-
dens da presidencia, que me foram communica-
jS pela cmara municipal, e em cumprimenlo
os interessedos apresenlar os seus recursos nos
primeiros cinco dias da reunio do eonformidar'e
com o decreto n. 511 de 18 do mano de 1847.
Dado e passado tiesta cidade do Recife de Per-
nambnco aos 14 de agosto de 1860. Eu Joao Sa-
raiva de Aranjo Galvo, escrivo o cscrevi.
Innocencio Seraphieo de Assis Carvalho
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zend.a desta provincia, em cumprimento de or-
dem de S. Exc o Sr. presidente da provincia,
man la fazer publico que oslar em hasta publico,
peranlo a mesma thesouraria, no dia 25 do cor-
* ) : do disposto no art. 92 da'lei n. 387 de \9 de Jrenle raM. horas da larde, o aforamentode
' agoslo de 186, devem os eleilores e snpplcnles I dous terrenos de marinho, outr'ora alagados, sob
desia freguezia em n. de 58 nella residentes, Ins- 37^ e 377 entre a ra do Brum e a do caes de
comparecer as 9 hora.? do supradilo dia, em o' Apollo, contiguos as casas do commeBdador Jos
corpo da igreja matriz desla freguezia afim de se! l'ereira Vianna e Mosquita & Dutra. Os prelen-
organisar a mesa parochial, iicaudo os que dei- denles podero comparecer no dia e hora de-
er, sem motivo legitimo, su-1 signados thesouraria onde se ard a arremata-
400^
l.fOCO
33200
13600
xarem de comparecei
Sr.
Correspondencias.
casa lerrea arrendada aannalmen-
te por............................ 1683000
dem 3. Filippe Nascimenlo de Fa-
rias, casa terrea arrandada annu-
mente por........................ 120JOOO
dem 7. Jos Antonio de Matfos
Peixolo Guimares, casa terrea
arrendada annualmente por...... 36#000
dem 8. Orphos filhos de D. Ignez
Maria da Trindade, casa lerrea ar-
rendada annualmente por........ 723000
dem 13. Antonio de Almeida Go-
mes, casa terrea arrendada annu-
almente por...................... 72#0C0
dem 14. Manoel Vicente de Mo-
raes, casa lerrea arrendada an-
nualmente por.................... NfQW
dem 17. Fortnalo Cardse de Mo-
raes, casa terrea arrendada an-
nualmente por................... 144JO00
dem 22. Joaquim Lopes de Almei-
da, casa lerrea arrendada an-
nualmcnle por.................. 9f5OeO
dem 25. Luiz Jos Gonxaga, casa
Srs. Redactores. Tendo sido publicado em
seu jornal de hontem urna lista para juizes de
paz da freguezia do S. Anlonio em que, nella
vem incluido os nomes de tres distinctos, ofii-
ciaes do balalho a que lenho a honra de per-
Icticer, os quaes sao os lllms. Srs. major Clau-
dino Benicio Machado, capiles Miguel Jos Al-
meida Pernambnco, e Jos Luiz Pereira Jnior
enche-me de orgulho, e prazer por ver os nomes
destes tres dignos cidados appresenlados pelo
volante desta freguezia para a eleico popular
que deve ler lugar a 7 de selembro vindouro.
Os relevante servicos que bao prestado esses
dignos officiaes, e as simpathias que gosam no
batalhao a qne pertencem, se tornam credores
de meu voto e de todos os meos companhclros.
Sinto nao poder appresentar e dar tambem o
mou voto ao dislinclo Sr. capilo Frederico Lo-
pes Guimares por nao ser morador nesta fre-
guezia e que, como os outros seus companheiros,
la sabido captar a nossa estima e considerarlo.
O guarda nacional de S. Antonio'.
Srs. redactores.Ha pessoas lao pobres de es-
pirito, que s pelo desojo de tagarellar, nao se
pojara em servir de echo, de quanla injuria e ca-
lumnia, apraz empregar intrigantes o invejosos,
que certos da facilidade cora que em nossa trra,
admitie-se lodosos boatos absurdos, ludo envi-
dio debaixo da irresponsabilidadc, do dizera,
voz publica etc., para que se julgue verdade, o
que nao pa3sa da maisnojenta e rcvollanle raen-
tira ; conhecemos mesmo algumas dessas pessoas
que regozijam-se extraordinariamente, quando
ALJLOCUCA'O
Recitada junto a jazij;o do
Manoel Ramos de Oliieira.
Senhores.
Porque vos reuns, cobertos de luto c com o
coraco Iraspassado de amargura, nesle recinto
de morle, nesle umbral da eternidede? porque
em vossos semblantes se estampam a dr e a sau-
dade, que se refervem em vossos coraecs atri-
bulados'?! porque laucis sobro sia morada o
fri olhar nascido da mais dura realidade? I
Porque mais urna esperance, d scipada pela
fouce extermnadora, cabio nos inst ndaveis abys-
mos das sombras,porque exlinguio-se mais
urna luz, que comecava a raiar risonha para o
futuro, grande como as aspirac,es de um coraco
fervente de enlhusiasmo e biilhanto como a ima-
ginario sabe crea-lo quando se couta com suas
tarcas c vontade.
Sim ; mais um alhleta as lulas desta vida
transitoria, mais un filho dedicado das sciencias,
mais u->a alma transbordando de e^perancas, ca-
bio ferida pelo sopro creslador da norlo!... Foi
mais urna goila do presente, que piogou no c-
lice da eternidade!......
E quera esse coraco impodernido, que olhar I
indifferenle para esla scena grandiosa ; quem que '
de dentro do tonel do cynismo rir-so-ha vendo
glido c inanimado um joven, ha pouco lo cheio
de vida como qualquer de ns ? quem de entre
vos, senhores, que nao sentir agora o pelo com-
primir-so impresso de urna dar icabrunhante,
quem que desconhecer a necessidade de dizer
comsigo: morto?l..
E sabis o que comprehendera estas duas pa-
lavras? Oh se o sabis 1___ Coinprehcndem a
dr intensa e esmagadora porque teem de passar
seus pais, que cheios de amr e de saudade en-
vi,aram-o longe do ninho da familia, a beber os gr-
meos de um futuro certa as fonus da sciencia ;
mas, ah qne recebero era pou:o a noticia de
que sao findas suas esperancas, de que mora a
mais sensivel porcao de si propricsl Oh terrivel
decepeo para os coraces paternos "
se
v"
filho
e um tnanceuo que soulie ganhar as sympa
dos extranhos. As lagrimas sao ara tributo que
devemos aos virtuosos, quo nos deixam neste
mundo Ingrata.
Eu, pois, respeilo a vossa dr ; sinlo coravos-
co,eu que perd tambem um d; quelles poucos,
que deixando o mesmo solo, rieran confraterni-
sar-se nos mesmos fins ; mais no entanto rae re-
signo :curaprio-se urna le imprescreplivel,
inalleravel e eterna, ante a qual a religio nos
forca a curvar a caneca.
Dos quiz mais ur escollado em seu reino,
chamou esle, e o anjo voou eleinidade.
Eis resolvdo o problema.
Agora resta-nos chorar, resignar-nos c orar
por seu eterno descanso.
Recife, 18 de agosto de 1860.
_______ Por J. de Sou :a Filho.
Fumo em folha bom. arroba
dem idem ordinario. ...
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ...
dem dem ordinario ....
Gomma polvilho.....
Ipecacanhua......
lenha era achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros. ...
Madeiras cedro taboasde forro
Louro pranchoes de 2 custados
Cosladinho .."...
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhtico pranchoes de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a40p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem era obras eixos de secu-
pira para carros.....par
dem idem rodas de dita para
ditas........ >
Mel........caada
Milho........alqueire
Pedras de amolar .... urna
dem de filtrar.....
dem rebolos......
Piassava em molhos
Sabo.....
Salsa parrilha. .
Sebo em rama. .
arroba
cento


urna
um
urna




>
um




lg600
33000
235GO
73000
153000
93000
73000
1G3000
6SC03
33-200
253OOO
23500
1360G
123000
33000
93000
6S000
8-CCO
235OO
43000
23240
1S600
293000
IO3OOO
Senhores, c forcoso chorar e soL'rcr, quando :
finado um amigo, que soube prezar-nos, um 1 Sola ou vaqueta (meio
que soube extremar airelos por seus pais, xapioca
mancebo que soube ganhar as sympathias \ '
. um
. libra
. arroba
.
. urna
. arrba
Unhas de boi...... cento
Vinagre........ pipa
Pao brasil......, quintal
453OOO
163OOO
53OOO
83OOO
103000
3O30O0
300
2350O
800
9S00G
1S120
200
120
253OOO
10$000
3S0C0
3#200
g3C0
5O9OOO
10*000
COMMEftCiO.
Alfandega-
Rendimento dodia la 18. .
dem do dia O .... .
811.-1411863
6.0773280
217.819*142
MoTimenlo do porto,
riavios entrados no dia 19.
Rio Grande do Sul17 dias, barca nacional Ma-
rianna. de 245 toneladas, capilo Jos Fran-
cisco Praca, equipagem 12, carga 12,000 ar-
robas de carno ; a Manoel Ignacio de Oli-
veira.
.Vamos saludos no mesmo dia.
Rio dn PralaPolaca hespanhola India, capilo
Juan Pl, carga assucar.
Portos do sulVapor nacional Tocanlins, com-
mandaole o primeiro lente Pedro Hyppolito
Duarle.
Navios entrados o dia 20.
Rio Grande do Sul 20 dias, patacho nacional
Arapelty, de 170 toneladas, capito Francisco
Xavier Gomes Ornetlas, equipagem 9, carga
9,700 arrobas de carne ; a Manoel I. de Oli-
veira .
Baha0 das, brigue inglez Aden, de 419 tcae-
300:Je'lctsa mulla roinminada no art. 126 50 n. 2
da citada lei, cojos nomos se seguem :
Eleilores.
Os Srs.
Coronel Domingos Affonso Nery Ferreira.
Dr, Angelo Ilenriques da Silva.
Tenenlo-coronel Sebastin Lopes Guimares.
Dr. Antonio R.angel de Torres Bandeira.
Dr. Antonio Epaminondas de Mello.
F. 111 prega do publico Castao Pinto de Veras.
Escrivo Joaquim da Silva Rogo.
Alteres Caelano Jos Mendes.
Vigario Venancio Henriquo de Resonde.
Capito Firmino Jos de Oliveira.
Major Claudino Benicio Machado.
Tenante Silvino Guilherme de Barros.
Proprietario Manoel Antonio de Jess Jnior.
Propiielaro Jesuino Ferreira da Silva.
Capito Joao Athanasio Botelho.
Empregado publico Joao Manoel de Castro.
Tenente-ceronel Rodolpho Joao Barata de Al-
meida.
Propietario Antonio Luiz dos Santos.
Alteres Joaquim Francisco de Torres Gallindo.
Tenente Francisco de Paula Machado.
Coinmercianle Joaquim da Molla e Silva.
Empregado publico Joao Pereira da Silveira.
Ariista Guilherme I'inheiro Rosa.
Artista Anlonio Francisco Goncalves.
Ariista Jos Luciano Cabral.
Alteres B irilioloineu Guedes de Mello.
Empregado publico Marcolino dos Santos Pi-
nhero.
Alfeies Francisco Lucas Ferreira.
Supplentes.
Os Srs.
Capilo Antonio Augusto da Fonscca.
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
Dr. Anlonio Jos da Costa Ribeiro.
Tenente-coronel Justino Pereira de Parias.
Empregado publico Joao Francisco Bastos.
Capilo Jos Luiz Pereira Jnior.
Dr. Joo Francisco Teixeira.
Dr. Joao da Silva Ramos.
Brigadoro Joaquim Bernardo de Figueiredo.
Dr. Deodoro L'lpiano Coftlho Catanho.
Dr. Francisco Ferreira Martins Ribeiro.
Escrivo Florano Correa de Brillo.
Dr. Jos Flix de Brillo Maccdo.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Empregado publico Manoel da Silva Ferreira.
Capilo Flix Francisco de Souza Magalhacs.
Dr. Carolino Francisco de Lima Santos.
Commercianle Francisco Antonio de Brillo.
Commerciante Antonio Jorge Guerra.
Proprielario Jos Francisco Carneiro.
Proprelario Jos da Fonseca e Silva.
Commercianle Severiano Jos de Moura.
Artista Domingos Nones Ferreira.
Capito Francisco de Souza Reg Monleiro.
Artista Francisco Jos Correa de Queiroga.
Commercianle Caelano Silverio da Silva.
Anisla Rufino da Costa Pinto.
Commercianle Silverio Joaquim Muniz dos Santos.
Commercianle Joo Panlo de Souza.
Artista Jnaquim Milito Alvez Lima.
Assim tambem convoco a todos os cidados I
qualilicados votantes nesta freguezia, cujos no- I
mes foram inscriptos na lista allixada na referida
matriz, para pessoalmenle comparecerem a dar
seus votos na forma do art. 100 da mesma ; ob-;
servando-lhes, que nao sero amittidas as se-!
dulas dos volapis que nao comparecerem pes-
soalmenle, baa como as que contirerem nomes |
riscados. alterados ou snbstituidos por outros, j
como cxpressaroenle declara o art. 50 desta lei, e I
quo sero multados na quantia de IO3OOO, na
forma do art. 126 7o os quo sera motivo legal
deixarera de comparecer.
E para que a todos conste, mandei fazer o pre-
sento, que ser offixodo nos lugares mais pbli-
cos desta freguezia e publicado pela imprensa.
Recife, 4 de agosto de 1860.Eu Joaquim da
Silva Reg, escrivo que o escrevi.
Antonio Epaminondas de Mello.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm Sr,
cao. Secretaria da thesouraria de fasenda de Per-
nambuco 13 do agoslo de 1860.O oflicial matar
interino, Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commondador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, e
juiz de dreiio especial do eommereio nesta ci-
dade do Kecife e seu termo, provincia de Per-
namhu'o, por S M. o Imperador, a quem Dos
guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem,
que requerimento do Jos Luiz Pereira Jnior.
acha-se aborta a sua fallencia, pela sentenca do
Iheor seguinle :
A vista da poticao do tullas 2, oni que Jos
Luiz Pereira Juntar, commercianle estabelerido
com taja de fazendas e roupas feilas na roa Nova
desla cidade n. 4(>. expoe ter cessado os seus pa-
gamentos, declara o mesmo commercianle cm
oslado dequobra, c lixoolormo legal da existen-
cia desla, acontar do dia 28 de junho prximo
passado Nomo curadores Oseaos os credores
Timm Monsen & Vinassa, e depositarios inle-
rinus Flix Sauvage s Lompanhia. F. prestado
pelos primeiros o juramento do estylo, e pelos
segundos assignado termo de deposito, o escri-
vo remetiera copia desla sentenca ao juiz de
paz competente para a apposico de sellos, que
ordeno se ponbam em lodos os bens. livros e
papis do fallido
Depois do que publicada a presente nos ter-
mos dos artigas 812 do cdigo commercial e 129
do regiilameuto n. 738 se darn as mais provi-
dencias que os mencionados cdigo e regulamento
presrrevrm.
Recife 4 de agosto de 1860.Anselmo Francis-
co Peretli.
F. mais se nao eonlinha em dila sentenca aqui
transcripta : e para cumprimento da mesma
convoco a lodos os credores presentes dos falli-
dos para comparecerem na sala dos auditorios
no da 22 do corrente me* s 10 horas da ma-
nha. alim de s proceder a nomcoco do depo-
sitario ou depositarios, que ho de receber o
administrar provisoriamente a casa fallida.
I" pata que ehegue ao conhecimeuto do todos,
mandei passar editaos, que sero publicados pola
imprensa e afiixados nos lugares designados nos.
sobredilos artigos teima declarados.
Cidade do Recite, 17 de agoslo de 1S60.
Eu Adolpho Liberato Pereira de Oliveira, es-
crevenle juramentado, o escrevi.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O reverendo Jos Leite Pitia Oitigueira, juiz.
de paz da freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves da
cidade do Recife, faco saber cm additar.aento ao
meu edital de 4 do corrente, que por ofiicio da
freguezia em data de 17 do corrente, me foi com-
municajo que nao podendo o conselho munici-
pal de recurso terminar os seus trabalhos antes do
da 7 de selembro, e por conseguinlo astar promp-
la a qualificaco para servir na preseule eleico
dos juizes de paz e vereadores, daviam ser con-
vocados os cidados qualilicados o anno passado
nos lermos dos avisos de 5 do jolho 6 e de 28
de agoslo de 1848 ; sendo que para constar a to-
dos os cidados que estiverera nestjs circuns-
tancias, mandei passar o presante que ser afli-
xado no lugar do coslume e publicado pela im-
pronta. Freguezia de S. Fr. Pedro Gancalvcsdo
Recife 18 de agosto do 1S60. E eu Innocencio.
,da Cunha Goianna, esemao o subscrevi.
Padre Jos- Leite Pillo Ortigueira.
Deciaracoes.
Foi apprehendido no poder do preto Jos.
cscravo de Joao Baptista da Costa, um cavalle
castanho, que dte preto confessou haver furta-
de, e se acha depositado por ordem desle juixo :
quem se julgar com dreito, comparega. que pre-
vendo, Ihe seri entregue. Delegacia de polica
do Io distado do termo do Recite 14 de ogo&l
de 1860.Peona Jnior.
-.T-l


C*)
MARIO DE PERNMiBCCO. ^ TERCA FHRA H M AGOSTO DE 1860.
Pela adminlslraco'do correio desla cidade de .mci* varo W ; toalhas de bnra .
se faz publico para filis convenientes, que em vir- me'a 120 ; colches de panno cheios de
lude do disposlo no art. 138 do regulamento ge- travesseiros do mesmo panno e la 60.
ral doscorreios de. 21 de dezerabro de 184 ,e art. '
9 do decreto n. 785 do 15 de maio db 1851, se
proceder a consuma as cartas existentes nesla
de vara e
l*60;
adminislracao, perlencenles ao mez de agosto de
1S39, no dia 3 de setembro prximo, as 11 horas
da manhaa, na porta do mesmo correio, e a res-
pectiva lista se ach desde ja exposta aos inle-
ressados. Administrado do correio dr Pernam-
buco 17 de agosto de 1860.O official papelista,
Ismael Amavel Gomes da Silva.
Conselko administrativo,
0 conselho administrativo, para fomecimenlo
do arsenal de guerra, em cumplimento do art.
22 do regulamento de 14 de dezembro de 1852,
faz publico que forsm aceitas as propostas dos
sen-hnres abaixe declarados.
Para fomecimenlo do arsenal de guerra.
Manoel Francisco de Mello :
200 moios de sola cora a marca T a 3a800,
I.uiz Borges de Cerqueira :
5 arrobas de lio de algodo a 780 n libra.
Jos Baptisla Braga :
50 calimbos de n. 10 a 10600.
20 ditos de 11. -2 a 320 rs.
25 ditos do n. 1 a 160 rs.
10 arrobas de chumbo em lenrl a 4^725 a
arroba.
Autonio dos Santos Oliveira & C :
1 arroba de rame de lalo do n. 15 a 700 rs.
3 libro.
2 du/.ias de tornos de mao a 8$ a doria.
4 lenges de ferro do 22 a 24 libras cada um e
4 ditas de dito de '2 libras, 2 ditos de dito de 1
1/2 arroba, e 2 ditas de dito de 2 arrobas lodos a
raio de 930 quintal.
4 duzias de limas chatas de 14 pollegadas a
BffaOO a duzia.
Joo Josa llibeiro Guimares :
10 mjlhoiros do pregos caixaes a 2j300 rs. o
milneiro.
4 duzias de limas meia canna de 4 pollegadas
de n. la l^ a duzia.
4 du/.ias de ditas ditas de 6 pollegadas de n. 2 a
1$500 a duzia.
du/.ias de ditas dilas de 8 pollegadas de n. 3 |
B 2 a duzia.
4 du/.ias de ditas ditas de 10 pollegadas de n. 4
a 3*200 a duzia.
j duzias do dilas dilas de 12 pollegadas de n. 5
a 5; a duzia.
4 duzias de ditas chatas murgas de S pollega-
das a 7.5 a duzia.
2 duzias de dilas meia canna murgas de 6 pol-
li gadas lija duzia.
2 du/.ias e meia de ditas meia canna ditas de 8
pollegadas a 7 a duzia.
2 duzias de dilas meia canna ditas de 4 polle-
gadas a 2$400 a duzia.
3duzias de ditas murgas chatas de 4 pollega-
das a 49800 a duzia.
Jo.lo Jos da Silva :
i duzias de ferro de galopa coin capa, sendo de
2 pollegadas a 5$700 a duzia.
4 duzias de ferro de plaioas de 1 1/2 pollegadas
1 -Ir/ti)') a duzia.
8 duzias de ditos de 1 li pollegada a 2}1()0 a
duzia.
1 duzia de comparos de ferro cora 6 pollesadas
por 5IO0.
1 duzia de ditos com 8 pollegadas por 30.
1 duzia do ditos om 10 pollegadas por 3570O.
2 duzias de grosas moias caimas de 8 pollega-
das a :t a duzia.
2 duzias de ditos de 10 pollegadas a 48 a duzia.
8 duzias de verrumas linas sortidas a 580 rs
a duzia.
6 sertas de vnlta a 650 rs
4 duzias de linloes de 4 pollegadas a 25000
a duzia.
5 duziaa de ditas de 12 pollegadas a 5$ a duzia.
3 duziaa de limas triangulares do 8 pollegaJas
a 2?8U0 a duzia.
4 duzias de dilas ditas de 12 pollegadas a 6jS a
duzia.
Santos Oliveira & C.
Objeotos de metal.
Chaleiras de ferro estanhadas 2 ; bules grandes
do folha 4 ; colheres de metal do principo, para
sopa 24 ; colheres de dito pequeas para cria 24 ;
bules dedito para officiaes 2 ; essucareiros de
dito 2,
Objectos de louga.
Cepos de vidro 12 ; pralos azues 24 ; chicares
e pires, cazaes 24 ; bacas de roslo 12 ; ouri-
nes 18.
Quera quizer vender tees objectos aprsente as
suas propostas era carta fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 24 de
corrente mez.
Sala das sesscs do conselho administrativo,
para fomecimenlo do arsenal de guerra, 17 do
agosto de 1860.
liento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereir-t, Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Conselho administrativo.
O conselho ndminislralivo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tcm de comprar os objec-
tos seguintcs :
Para provimeulo do armazem do arsenal de
guerra.
Ferro sueco qumlrado de 7/8, quintaeslO ; dito
de dilo de 6/8, quinlaes 10: 5 cadinhos de n. 2;
limas meia cannas de 14 pollegadas, duzias 4 ; di-
ta chatas de 12 pollegadas, duzias 4 ; ditas mur-
gas meias cannas de 6 pollegadas, duzia 1 : ditas
murgas meias cannas de 8 pollegadas meia duzia
tarrachas para bancadas K1; parafur.os de n. 13,
grosas 10 ; barril com K) canacas e azeite.
doce 1.
Para os armazens de arsenal de. guerra, fortale-
zas, companhias d-e cavallaxia e menores do
mesmo arsenal.
Vassouras de palha 400 ; vassouras de un-
to 100.
Quera quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 27
do frrente toez.
Sala das sesses do conselho administrativo'
para fomecimenlo do arsenal de guerra, 17 de
agosto de 1860.
fien (o Jos Lamenha Lis,
Coronel presidente.
Francisco Joaqiim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Pela adminislracao do correio desla cidade
se faz publico para conheci-nento de quem con-
vier o artigo 10 das instrun oes de 16 do dezem-
bro do anno passadoArtigo 10 As cartas se-
guras deverao alera dos roais requisitos exigidos
pelos regnlamento3 ser fe:hadas cora lacre de
urna s>3 cor, em dous ou riis lugares visiveis,
e os fechos sellados coro sinete particular do uso
do segurador, tomando-se quaesquer oulras cau-
telas que a experiencia for indicando como ne-
cessarias, e forera ordenadas pelo director geral
dos correios. Adminislracao do correio do Per-
nambuco 20 de agosto de 1860.O administrador
Domingos dos Passos Miranda.
dem do Sr. JoSo Quirino de Ajjuilar, 110
armazem dos Srs. Antunes Guimares
&C, no largo da Asembla n. 19, de
"80 caixas de serveja as quaes serao
vendidas ao correr do martello.
THEATRO DE S. ISABEL.
COIimiH LYMCADEGJWMI
pnnicira serie
Quarta feira 22 de agosto.
15.a recila de assignatura e oilava para os camarotes da
Representdr-se-ha a opera em qualro actos de Verdi :
i tbojotm
Quinta feira 23 de agosto.
16.a recita da assignatura c oitava paca os camarotes de segunda serie
Vendera-se os bithelcs como de costume.
Principiara s 8 horas em ponto
Avisos martimos.
Para o Assu'.
O briguc Alfredo segu no dia 21 do corren-
te : para carga o passageiros, trata-se com Tei-
xcira. Basto, S & C, l3rgodo Corpo Santo n. 6,
segundo andar.
Para Lisboa,
segu impreterivelmente no dia 22 do corrente
o brigue portugnez Soberano : para o resto da
carga e passageiros, trala-so com o consignatario
Thomaz de Aquino Fonseca, na rua do Vigario
n. 19, priraeiro andar, ou com o capilo na praga.
Para o Rio Grande do Norte e
Ass ,
e passa-
"2 quinlaes de ferro redondo inglcz de 2/8 a 9j segne o hiale Reberibe : para carga
0 quiaUl. geiros, dirijarn-se a ra do Vigario n.
SqontMf de dito dilo inglez de 3,8 a 9*000 o ftj0 Grande (I O Norte
l lintal.
O conselho avisa aos mesmos vendedores, que
devora recolher os objectos comprados no dia 22
do corrente mez, na secretaria do mesmo conse-
lho, s 10 horas da manhaa.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 17 d
agosto de 1860.
'francUeo Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
e Ass.
Vai sahir com a carga que liver, a barcada
Rainha dos Anjos al 24 do corrente, ainda re-
cebe carga a frete commodo : a tratar na roa da
Madre de Dos n. 2, ou com o mestre no trapi-
che do algodao.
REAL COMPANHIA
so que fez para seren re- Anglo-Luso-Brasileira.
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
Conselho de compras navaes.
tui addiiaraenlo ao annuncio de hoje. acerca
dos contratos pelo fornecimento de diversos ob-
jectos para as obras cargo do arsenal de mari-
nhl, manda mais o conselho fazer publico, que
em sessao de 23 do corrente, tambera contratar
o fornecimento at o Om de setembro prximo,
sob a formula constante do mesmo annuncio, c
COOdicgoes soba mulla, e pagamento nelle men-
cionadas, dos objectos abaixo declaiados fazendo
parte das ditas para os navios da fazcuda c en-
fermara de mariuha.
Objectos.
Aletria, araruta, assuc3r branco refinado, bo-
lachinha, cevadinha,cha, maniciga, lapioca, vi-
Dbo de Lisboa.
Secretaria do conselho de compras navaes, em i
la do agosto de 1860. secretario, Alexandre
Rodrigues dos Anjos.
Conselho de compras navaes.
J en lo de elfecluar-se os contratos pelo fome-
cimenlo, at o fim de setembro prximo, dos ob-
jectos abaixo declarados ; manda o conselho fazer
publico, que isso lera lugar na sessao prxima, em
23 do corrente mez, vista de propostas recebi-
das nesse dia ale s 11 horas da manhaa ; cerlos
os prelendentes que os contratos effectuam-se com
as clausulas de serem sempre esses objeclos for-
necidos de prompto, de qualidade boa, e na por-
go que for sendo precisa, sob pena, na falta,
de haver a fazenda a mulla de 50 O/o do valor de
cada um ; bera como ler lugar a entrega de lij-
lo e cal, no caes do arsenal de marrana, e dos
outros objeclos, as obras do porto ; o mais de
serem os coutralanles pagos do foruucimento de
um mez, logo no seguinle.
Objectos.
Para as obras do arsenal de raarinha.
'fijlo de alvenaria grossa.
Cal preta.
Para as obras do porto.
Pedra de alvenaria.
Dita de cantara bruta.
Sala do conselho de compras navaes em 18 de
agosto de 1860.O secretario, Alexandre Rodri-
gues dos Anjos.
Correio geral.
Rcla?ao das cartas seguras existentes na adui-
nistracao do correio desta cidde parados senho-
res abaixo declarados : w
Clemente de Araujo Lima Jnior.
Eneas de Araujo Torreo.
Filtppe Daltro de Castro.
Gonsalo da Silva Forte.
Joaquim Fclicio Pinto do Almeida.
Jos do O' de Almeida.
-Manoel Soares de Albergara.
Arsenai de guetra.
-Nao se tendo realisado a arrematac.o das cos-
turas j annunciadas, o lllm. Sr. coronel director
manda de novo publicar, a quem pretender cus-
tura-las, aprsente suas proposlas em carta fe-
cnada na directora do mesmo arsenal no dia 20
do corrente, pelas 10 horas do dia, devendo ditas
proposlas precisar do menor feitio de cada peca
ho irdameDl* aPresen,e "ador idneo e reco-
Ine-las no prazo de 35 dias.
Pegas.
Caigas de brim branco.... 1069
Camisas de algodiozinho. 140
araAarn"eDn!ed,e gUe"81 de 8*0sl de *>. O
Joo Ricardo da Silva.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguintes :
Para o fornecimento do hospital militar.
Lenges de brim 200 ; camisolas de brim com
8 palmos de roda 150; cobertas de chita 30 ca-
misas de meia 48 ; fronhas de brim cora 4 pal-
iaos de comprimenlo 100; guardanapoj de brim
_0 vapor Brasil, espera-se dos poriosdo sul do
dia 14 a 21 do corrente, e seguir para Europa
depois da demora do costume : para passageiros
e eneoraraendas trala-se com os agentes Tasso
limaos.
Para a Baha.
A veleira e bem couhecida sumaca nacional
llortenci, pretende sahir cora muita brevida-
de, lera parle descu carregamento prompto, pa-
ra o resto que llie falla trata-secom os seus con-
signatarios Azevedo & Mendes, no seu escripto-
rio, jua da Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
Va seguir nestes poucos dias por ter
urna parte da carga prompta a veleira
barca Recre, para o resto da carga,
passageiros e escravos trata-se com Ma-
noel Francisco da Silva Carrujo, ra do
Vigario n. 17, primeiro andar.
Para Lisboa sahe imprelerivclmente at o
dia 15 o brigue Tarujo & Filhos por ter parte
descu carregamenio prompto : quera quizer car-
regar ou ir de passagera, dirija-se ao consignata-
rio na ra da Cadeia do Recite, escriptorio de
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Para o Rio de Janeiro
Abarca nacional Clemcnlina, a sahir cora
I brevidade ; para o resto da carga c passageiros, a
tratar com Guilhermo Carvalho SC, ra do i
. Torres. i
Para o Porlo lera a sahir at o fim do mez
o brigue Amalia I : quem quizer carregar ou
ir de passagem, para o que tem excellentea com-
modos, dirija-se ao consignatario, na ra da Ca-
deia do Rccife, escriptorio de Manoel Joajuim
Ramos e Silva.
grande sitio na estrada da Victoria'
com 143 palmos de frente e 4 de fun-
do, com grande casa de viveda de pe-
dra e cal, com 40 palmos de frente e
70 de fundo, acabada ba mezes, com
2 salasjj^flrfnete, 4 iiuartos, cosinba
fora<^cocheira, estribara, casa para
pretos, cacimba, com boa agua para
beber e bomba, murado pela frente e
cercado pelos lados com cerca de limao,
excedente banlio e bastante arvoresfiu-
tieras.
m dito
na mesma estrada com 180 palmos de
rentee mais de 1,000 de fundos.com
grande casa de taip. aind nova, com
bastantes arvoredos, banlio, trras mui
boas para plantacoes, todo cercado de
madeira, baixa para capim- e muitas
outras commodidades que escusado e'
mencionar, podendo desde ja os preten-
denles entenderem-se com o agente ci-
ma para explicacOes.
Na mesma occasiao sera' vendido um
cabriolet com os competentes arreios:
terca-feira 21 do corrente no armazem
do mesmo agente na ra do Imperador
n. 55, as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Dina casa assobradada.
PELO AGENTE
PESTNNA.
i./.Teldoo*en,e au'orsado pelo Sr. Dioeo
?,. 50SU F li ? C*ed)['' far leil5 sexta-feira 2J do cr-
reme, as 10 horas da manhaa. no seu eslabele-
cimenlo na ra dasCruzes n. 21, constando
. DA
Armagao, gneros e mais utoncilios perlencen-
les a taberna, mobilia, apparelhos e mais ob-
jectos de sua casa de pasto, 1 escravo de meia
idaue proprio para todo servco de uma
e mais pertences, que ludo se" achara
na occaiio do loilo.
SUSPIROS.
Chegou nova remessade superiores charutos suspiros das fabricas d* fardo-jn
se vendern era porges e a retalho : na ra da Cadeia do Recite n. 15 J0ja do
e Lima, que
OSBRTM EiMlISKglM
.^43
cara,
patente
Avisos diversos.
ns lfc8, 189 e 100 de lerga. quinta e sexta-feira
deste mez era que o Sr. Jos Goncalves Malveira
diz em seus annuncios ser eu administrador de
suacocheira da ra do Imperador, e que aquel-
las pessoas.que se julgassera credoras da referi-
da cocheira se apresentem no prazo de 8 dias
para realisarem seus dbitos c serem pagas, a*-
sim como que os alugueis que me sao deved'ores
me nao sejam pagos, sob pena de pagarem se-
gunda vez, o abaixo assignado respondo aos an-
nuncios do Sr. Malveira com os documentos abai-
xo declarados, escriplos por seu proprio punho
reconhendos e sellados ; isto para que o respei-
lavel publico faca ojuizoque merecera os annun-
cios do Sr. Malveira.
Recebi do Sr. Antonio Jos Pereira La"o a
quantiade 1:0003, por conta da cocheira que lhe
tenho vendido pela quantia de 15.450, mediante
a juros que for correndo em proporro que con-
vencionamos. Pernambuco 26 do marro de 1859
Rs. 1:000.Jos Goncalves Malveira.
Recebi na mesma conformidade a quantia de
50M por conta. Pernambuco 6 de julho de
1859.Rs. 500.Jos Goncalves Malveira.
Recebi do Sr. Antonio Jos Pereira Lagos a
quanlia de 500$ por conla da cocheira. Recife
30 de dezembro de 1859.Rs. 500.-Jos Gon-
galves Malveira.
Alcm deste dinheiro j recebido pelo Sr. Mal-
veira, tem recebido mais para seu pagamento
desde 7 de julho de 1859 at 20 de julho do 18G0,
em alugueis de carros o tratos do eavallos pelos
precosos mais baixos que foi possivel fazer-se-i
lhe, sendo que os tratos de cavallos Iho lancei'
em sua conta por 1 dia e noile, na importancia
t o,*' eonB 2-00 'Iue recebcu era dinheiro '
laz d:7l que recebcu por conta da cocheira
3ocnrae vendeu- Pernambuco 16 de agosto de
"MI.Antonio Jos Pereira do Lago.
ATTE\(I0.
Os abaixo assignados. socios da casa sita nesta
cidade na travesa do Ouvidor, junto a cocheira
do Sr. Augusto Fixer, eslo promptos a presla-
rem-se a lodo servigo pertencente a sua ofRcina
de sorgueiro, correeiro o pintor, as quaes serao
lenas com promplido o aceio, e por prego cora-
modo; assira fazem sciente a todos os Srs. donos
de carros de aluguel e de cocheiras. Recife, 13
de agosto de 1860.Joao Cesar de Mello.Luiz
Antonio da Silva Aicantara.
Attenco.
Quera precisar de um criado brasileiro, ainda
que seja para fra da provincia, o qual entende
de bolceiro c d fiador a sua conduela: quem
precisar dmja-so ra da Gloria n. 61.
Guilherme Elle, artista de Bcrlim, chorado
receoteraente nesta praca, e estabelecido na na
da Cruz do Recife n. 21, primeiro andar olVere-
ce-se para concerlar pianos, c tambera afinar le-
lo dirainulo prego de5). 'v
Camas de 'ferro porluguezas de 15. 20** e
em casa de Julio & Conrado.
25
Julio Conrado,
fazem sciente aos seus freguezes. q
gara de mandar fazer toda e qualquer obra ten-
dente a alfaiale, pata o quo tem contraalo em
sua casa uro perfeito mestre chegado de Paris no
ultimo vapor o qual recebe os ltimos fiaurinos
de la em la das para execugo de sua proiissao.
ilua do Qucimado n. 48.
Julio & Coorado parlieiptm aos seus freguezes
que tem sempre promflo grande sortimento de
roupafeita como sejam, casacas, sobrecasacas,
calcas e collctes. e paletotsde panno o brim tan-
to para hornera como para meninos, e mandara
tazer toda e qoalquer obra por medida.
Ollercce-se uma
familia ou de hornera
Rita u. 97.
Antonio dos Santos Ferreira retira-se para
lortugal, assira como avisa as pessoas que tem
penhores en; sua mao de os tirarem, quaiido nao
a. vende-los para seu pagamento, isto no
ptazo de8 das.
Precisa-se de uma pessoa
andar com uma carrora de boi,
igualmente era alguni servico
quizer, falle com Antonio Leal
Em conta.
Vende-se no lugar de Loreto um sitio em tr-
ras proprias com 131 bragas de fundo e 56 do
frente, cujo sitio se acha cercado, e com duas
frentes, urna para a estrada publica e outra para
a igreja, tendo mudos ps de coqueirose de ou-
tras fructas, e tica muito perto da estrada de fer-
ro : quem quizer fazer negocio pode dirigir-se ai
ra do Amorim n. 33, segundo andar : para ver o
hilar com Maxiraiano Barboza da Silva, morador
no mesmo lugar do Loreto.
Vendom-sc coqueiros pequeos para plan-
tar : na rus Jas Trincheiras n 29.
Vende-se ou permuta-sc por casas nesta
cidade, um sitij na Estancia que lera de frento
1,600 palmos, e fundo na raaior largura 1,100; a
casa de vivenda de frente tem 121 palmos, 12
salas, sondo uma de 50 palmos e as mais de 5,
17 quarlos grandes o pequeos, tem mais tres
casas pe quenas, sendo urna ao p do viveiro do
peixe, 2 curraos de galo o porcos. senzala par.i
pretos, qu3rto para f->itor, armazem para guar-
dar, estribara, 6 cacimbas, sendo 2 de 30 pal-
mos de bocea, de -.goa de beber, 2 grandes bai-
xas para espira, 1 est plantada e pode dar capim
para 2 cavallos. tem alicerec de frento prompto
para 9 casas, e 1 tcm oilao prompto cora 100 pal-
mos de frente para a ra de H.-nrique Dias ; a
fallar no mesmo sitio, ou na botica da ra larga
do Rosario n. 31.
Vendem-se calcas do casemira por 7J in-
clusive fazenda ; na ra Nova ti. 67.
Vendera-se paletols de casemira de 10 para
cuna ; na ra Nova n. 67.
Attenco.
Vende-se na ra do Trapiche Novo n. 14, ar-
para casa de pouca, rnazera de Andrade deAlem Porto, carne de por-
: ni ra de Santa co americana, dita de var-.ra. or rtm!n.iin= r,_
ericana, dita de vacca, por diminutos pre-
Joaqun Vieira oelho, agradece cor-
dialmente a todas as pessoas que se dig-
naram acompanhar o cadver de seu muito
presado irmo Xisto Vieira Coelho, ao seu
ultimo jazigoe lhes protesta sua gralidao
por tito earidosn arlo.
Joaquim Vieira Loellio convida a lodos
os seus amigos para assistirem a urna mis.
sa que tem de colebrar-so por alma de seu
charo rmao Xisto Vieira Coelho na igreja
do Divi.io Espirito Sauto, no dia qnaila-
fera 22j1o corrente as 6 horas da manhaa.
na livraria n, (j e 8 da praca da
Independencia precisa fallar ao Sr! .Ala-
noel Antonio Pinto da Silva.
ama
solteiro : i ra de Santa
1 eos, era barris de 200 libras a 30 o barril, o
urna grande porgo de cobre velho coraposicSo e
caninas de cobre, uma porgo de bronze tra-
vs, e grande porco de tabeado de piiho e do
carvalho, ludo se vende por lodo prego para aca-
bar, por estar liquidando o seu negocio, e igual-
mente vinhos do diversas qualidades e outros
muitos gneros.
a ~ Ven(1e-se urna cxcellente barraca de lolaeo
de 00 toneladas, construida de araarello e sicu-
pira, nova e muilo veleira ; quera a pretender,
dirija-se ao armazem da ra da Cadeia do Recito
A.nton'Lrereira Baalos com de- n. 36, que achara cora quem tratar.
seus deve- Vende-se nina carteira de louro, nova e in-
saldar suas yernisada : no paleo do Terco n. 28, defronte da
fabrica do charutos.
que sirva para
e empregar-sc
no silio : quera
do Carros no seu
sitio na estrada de Joo Fernandos Vieira
do Maiimiinho.
perlo
O agente Hyppolito fara' leilao por
autorisacao de uma pessoa que se pre-
tende retirar para lora da provincia de
uma casa assobradada na ra Imperial
i Oj -0, a qual tem os commodos neces-
itarlos para qualquer familia numerosa,
, para nformacoes o agente cima esta'
\ habilitado a dar, podendo os preten-
dentes examina-la desde ja : tereji-feira
121 do corrente, as 11 horas
na ruado Imperador n. 35.
Amonio Jos Pmiieiro, Jos Seri
Cordeiro de Castro Jnior e Raymundo
Clemeiitino Valenle, agradeccm cordiai-
menie a lodos Oseus amigos que tiveram
a bondade deassislir aos ltimos suffragios
e acompanhar o fretro Je seu muito
presado amigo e comprovinciano Manoel
Ramos de Oliveira seu ultimo jazigo e
aproveilam a occasiao para podirem aos
mesmos o comparecerem s 7 horas da
raanha de sexta-feira [2 i do corrente] na
igreja de N. S. da Penha para assistirem
missa do stimo dia, que ahi se devo cc-
lebrar pelo eterno reoonso de sua alma.
Mao leudo a casa commercial que
gyrou nesta prac* sob a razao Amaial
Al ves & C, transaccao algumafeita por
meio de v les ou letras scceitas co;n a
mencionada firma ; assim o faz publico,
entretanto se alguem se julgar credor
da referida casa por algum destes ttulos
os devera' apresentar no prazo de 8
dias para serem verificados. Recife 21
de agosto del 8 GO.
psito na ra Direita n. 30, roga aos
dores que tenham a bondade de vir
COOtas al o dia 30 de setembro, do contrari
passarao pelo desgoslo de verem seus noraes por
extenso ueste jornal.
Vende-se uma excellenle balanca romana
i de duas conchas, propria para balco,* por preco
commodo : na ra Direita n. 30, di-posilo.
. 7 ? f11-10 Ue Anlonio '-eal de Barros, na es-
trada de Joao lernaudes Vieira, perlo do Man-
Iguinlio, tcm muito bom capim
manda-se levar a quera quizer
lera um capado muito gordo e grande par,
vender. r
Na serrara de Jos Ignacio Avlb, na ra
nova de Santa Rita, ha 100 eixos Je aicupira para
vender, propnos para embarcar para fra do im-
peli ; tambera ha uma porcao grande de enla-
mis de qualidade de 22 a -26 palmos
para Iraveiar ou coberta de casa.
para se vender, e
no mesmo silio
Pccliiliclia
proprios
ltimamente chegada do Ass,
prego : no largo da Assembla
de Antunes Guimares & C.
ASSOCIVCAO
DE
Soccoitos Mutuos c Lenta Emancpaco
dos Captivos.
Pelo presente se faz publico que o actual con-.
seibo da mesma sociedade resolveu celebrar o
primeiro anniversario no dia 16 do setembro pro-!
xirao, memoriando esse acto, com a liberlacao
da menor Romana,escrava de D. Joanna.residcn-
; te na ra da Fundigo da freguezia da Boa-Vista
j no valor de -S0>, para o' que esl promovendo
I de entre si e dos dignos socios protectores a
i eoadjivacao para a eficacia desse dever umani-
j lao. O mesmo conselho alenlo a certas illu-
socs que alguem procura dosconceituar a iusli-
tuigao manda declarar que na caixa da socieda-
de nunca foi recolhida por pessoa alguma, quer : sembla n. 19, armazem
livre ou escrava, quantia alguma para serappli- &Companhia.
cada Itberdade desta ou daquella pessoa, apenas
o seudesenvolvimenlo lilha soraenle da insli-
tuigo.
Secretaria da Associagao de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipagao dos Captivos era 20 de
agosto de 1860.
Albino do Jess BanJeira,
1. secretario.
sem giiu
Ra do Queimado n. 51, loja
da liquida^ao.
Vendem-se cortes de vestidos cora 2 e 3 baha-
dos.de cambria branca, que j se veuderam a
afoOO, vende-se boje a 4f, dilos chegados lti-
mamente bordados a matiz muito finos a 5$, di-
tos de duas saias que se venderam a 10 e 9$, ho-
jo vende-se a 7#, cortes de colletes de gorguro
rauto linos a 3$, dilos a lj>600, dilos de velludo
muito bom a 5 e 6JJ : cheguem, antes que so
acabera.
Vende-se um cabriolet americano de 4 ro-
das, pintado de novo, sem arreios. c um cavallo
ptimo para sella ; para ver, na cocheira do Can-
dido na ra do Hospicio, c tratar na ra do Quei-
mado n. 65.
\ ende se a mclhor taberna do paleo do Ter-
co n. 21, por ter muitos commodos para amil'a
e ser urna taberna boa para a trra e malo ; tam-
bera da -so sociedade a qualquer rapaz hbil en-
trando com seus fundos.
Palha de carnauba
por baralissirao
n. 19, armazem
Milito
Precisase tomar a juros a quan-
tia de 1:000^', dando-se por hypotlieca
dous predios na cidade de linda : nesta
typographia se dir' quem precisa.
NlilM 3>@ 99-99*9%9 \ o?.no Cyriaco Ja C- M- laa"n do Corpo Santo
Aracaty.
Segu rom muita brevidade, por
carga o hiale Vdela, pira o resto
ter parle da
trata -se com

O abaixo
LEILAO
DE
Paia o Cear, Maranhao e
Para.
Segu cora muita brevidade o veleiro e bem co-
nhecido patacho nacional Alfredo* por ter par-
te do seu carregamento prompto : para o resto
da carga e passageiros, trata-so com o consigna-
tario Caetano Cyriaco da Costa Moreira, no seu
escriptorio, largo do Corpo Santo, ou com o ca-
pilo Travasso no trapiche do algodao
para Macei e Sao
Miguel dos Cam-
pos.
A barcaga Douradinha segu at o fim da pre-
sente semana, por ter ja grande parte de seu
carregamento prorapto : esl atracada no trapi-
che do algodo.
Ter^a-feira 21 do corrente.
O agente Uchoa fara' leilao por des-
pacho do lllm. eExm. Sr. Dr. ju2 es-
pecial docommeicioarequerimento dos
credores e curadores liscaes la massa
fallida de Jos Francisco Rodrigues da
Costa das dividas pertencentes a mesma
massa no seu armazem na ra do Vi
o n. 20. Ao meio d
assignado estando a fazer n- S
ventano por morte de sua mulher pede a j*
quera se julgar credor de seu casal, que
em ponto W aprsente suascontas c aos que sao seus S
deredores que venham saldar as suas. v
Z.^^^<-.nncisco Gmes de Mallos Jnior. 2
Fornece-sealmoco ejantar por mez, o mais
baraio do que em outra qualquer parte, com aceio
e promplido : na ra da Guia n. 54, casa parti-
cular : na mesroa casa acha-se sempio comida
prompta a qualquer hora que se procure.
Anlonio Pinto Querido de Almeida Jnior
subdito portuguez, relira-se para fora da
vincia.
ia em ponto.
iga-
LEILAO
i n. 25'
Antonio Custodio Moreira faz sciente ao res-
peilavel publico que deixou do ser caixeiro do
>r. Jos Baptista llosa, desde o dia 18 do cr-
reme ; c igualmente agradece o bom tratamonto
que receben do mesmo Sr. e toda mais familia.
Quem precisar de uma ama para cozinhar
dirija-se a abobada da Penha n. 29.
Precisa-se allugar uma escrava
de dous meninos : na ra do
12, (para casa de eslrangeiro.
pro-
DE
Leiies.
LEILAO
DE
O agente Hyppolito autorisado por
uma pessoa que se pretende retirar pa-
ra fora da cidade, fara' leilag de um
Peixe secco.
O agente Costa Carvalho far leilao por conta
de quem pertencer de uraa porgo de peixe sec-
co : quarta-feira 22 do corrente, s -11 horas em
ponto no seu armazem na ra da Cruz n 9
LEILAO
O abaixo assignado declara, que no dia 19
de julho prximo passido, na cadeia de Olinda
aonde se achava presa sua mulher llosa da Cu-
nha, pela roputaco de tentativa de motte na pes-
soa delle abaixo assignado, por soduccSo della e
porenlo ignorar o fado criminoso da "imputaca'o
assignara-se no fim de meia folha de papel'er
branco. e entregara este papel o assignatura a
dita sua mulher. Hoje. declara sem effeito lal
assignalura, o protesta contra qualquer artefaclo
que com tal assignatura sepossa urdir contra elle
para obngar sua pessoa e bens, declarando desde
ja, que nada deve a pessoa alguma, e nem lem
autorisado a quem quer que seja a exeicer actos
prejudiciaes, nem que lhe Iragara obrigares de
pagamenlo.
Arsenio Antonio Carneiro Cunha de Miranda
para tralar
Trapiche-Novo n.
na ra
escrava que
casa do pe-
llo ussel
Madama Appoline

DE
UOVEIZ.
Quinta-feira 23 de agosto.
O agenle Costa Carvalhp far leilao no dia ci-
ma de uma porgo de trastes existentes em seu
armazem na ra da Cruz n. 9, s 11 horas em
ponto.
LEILAO
Quarta-rfeira 22 do corrente
s 11 horas em ponto.
O agente Uchoa fara' leilao por or-
pnmeira costureira da casa de
Es Madama Millocheau, tem a honra de par-
@ licipar ao respcitavel publico, que se acha
& prompta para satisfazer a qualquer en- @
commendaconcernenlea sua arte, assim fc
como ricos vestidos para casamento, bai @
le e soire, fcitosa ultima moda, e ptima
$ perfeirao: as pessoas que de seu presumo 2
se quizerem utilisar, podem di-igir-se &
m ra da Imperalriz n. 11, priraeiro andar.
#@@@ @ @ @@@@
Peco attenco.
Jacinlho de Almeida e Silva faz sciente ao Sr
Vctor Antonio do Sacramento, que desiste da
hanga que deu da sua casa sita na Capunga onde
mora Theodoro Jos Tavares, amanuense da se-
cretaria do governo, pois que o dito empregado
de1860 aCC COm'8' Rede 2 d0 agosto
Srs. redactores.-Sirvam-so Vv. Ss. indagar
do autor do annuncio, que hoje sahio no Dia-
rio chamando T. das C o lllm. Sr P F e de
declarar ao p desta, se o referido annuncio se
entende com o abaixo assignado, que
Seu criado,
Pedro da Rocha Filgueiras.
Estamos autonsados a declara, que o annnncio
.1 m' b 8 Rerul,u acima. "ao e entende
com o lllm Sr. Pedro da Rocha Filgueiras, mas
m com o Sr. P. F. S., desla cidade
A redaego.
uZ. ~wIn,BallingereHeDrJ' Noakes, subditos
inflezes, retiram-se paro fra do imperio.
Empatia de cama rao e
bom-bocado.
llavera as quartas-feiras, sextas e sabba-
dos, das 11 horas da raanha em diaiite, empa-
das de camaro e bom-bncado muilo bem feitos
e com o niaior aceio, a 500 rs. cada empada : na
ra do Encantamento n. 12, Io andar.
O abaixo assignido participa aos seus fre-
guezes que mudou o seu armazem de gneros
seceos e motilados que tinha na ra do Kangel
para o paleo de S. Pedro n. 6.
Alluga-.se uma casa terrea e sotao, no pa-
teo do Terco n. 30, propria para qualquer esta-
beleciraenlo, visto ser relicada de novo : tra-
tar no escriptorio de Barroca & Medeiros
da Cadeia n. 4.
Precisa-se alugar uma preta
saiba cozinhar c Tazer o servico de
quena familia : na ra das Crzes, era Santo An-
tonio n. 41, segundo anddr.
Antonio Sallesse, subdito francez, relira-se
para fora do imperio.
Precisa-sede uma ama quesaib comprar,
cosinhar e engommar, para casa de duas a tres
pessoas : na rua Augusta sobrado n. 7 cera gaz a
porta da esrada, logo depois da travessa do Ma-
risco ; paga-so bem.
Precisa-se alugar uma cozinheira : na rua
Nova n. 21, loja.
Maria Joaquina da Silva Manta, previne que
ninguem faga negocio com seu filho Zeferino Fer-
nandes da Silva Manta com a casa terrea da rua
do Pilar n. 2t, visto a mesma ter paite na dita
casa.
Barato sem igual a 240
o covado.
Laazinhas de cores proprias para vestidos a
doze vmtens o covado : em casa de Julio & Con-
rado, rua do Queimado n. 48.
Attenco.
Vpndem-se paletols de alpaca prelaedeco-
Tes a3*. challys ondiados. fazenda muilo fina a
640 rs. o covado, carabraias do cores a 320 e a
500 rs. a vara, sapatos de borracha a 2j>300 o par
na rua da Cadeia do Recife n. 50 A, loja de Lo-
oes & Miranda.
j "T.-VeDe*8e a cas,a lerrea com sotao na rua
das Cinco Ponas n. 45, que rende mensalmente
20S, foreira, d para ura excellenle predio e
para qualquer estabelecimento que se queira a
fallar com o Lima (agente da Parahiba) no Fo'rle
oo Mallos, que lem os competentes poderes de
seus donos para a negociar.
novo do Cear, saceos grandes: no largo da As-
do Antones Guimares
Farinhade man-
dioca
de diversas qualidades. entre ellas uma superior
para mesa; no largo da Assembla n 19, ar-
mazem de Antunes Guimares & C.
S inleressa s senlioras.
Chegaram de novo as bellas o desejadas pul-
seirasde coral, fingindo uma cobrinha, encasta-
das em ouro : as lojas de ourives de Seraphim
& Irmo na rua do Cabug ns. 9 e 11.
Loja do Ramalho
Rua Direita n. 83.
Agulhas francezas o 200 rr. a caixa. grampas a
200 e 400 rs. o mago, colxetes a 60 rs. o carlo,
pentes para alizar finos a 240 rs. fila para eoz a
240 rs. a pega, dita de linho verdadeiro a 100 rs.
a pega, thesouras finas para unhas a 400 rs., ditas
para costura com aro envernizado a 400 rs., ba-
ralhos de cirtas francezas ferro com a beira dou-
rada a 500 rs., pfcnles para atar cabello a 160 rs.,
pentes de macas virados tambera para alar ca-
bellos Ig4i0 rs.. oculos de aro do baleia muito
finos a la rs., ricas redomas de vidro com py-
ramide o como Cruxificado a 640 rs., linha do
gaz com 48 novellos a caixa a 900 rs., escoras
para denles a 160 rs., babado do Porlo peca com
30 varas a 2gi00 rs e vara a 80 e 200 rs.,' Iran-
cinha de seda propria para enfeitar vestimenta
de menino com vintc e lanas varas a-2g rs. a
pega, e vara a 120 rs. dilas de linho com 25 varas
a 13 rs, a pega, galo de linho a 100 e 120 rs.
a vara, franjas de linho a 140 rs. a vara, penls
finos para lirar piolhosa320 rs., trancinha de li-
nho de cor a 100 rs. a peca, meias muito finas
paI2Dhora8 a 43 a duzia, dilas oarahomens
sou rs. tambera a duzia, papel do diferen-
tes cores para os namorados a l| rs. a resma,
meias tinas para meninas a 20 rs. o par. dilas
?fJia ?tnniD0V 20 rs- Par- Binhas finas a
oOOe 640 rs., ditas de traspasso a lj) rs., man-
quitos muilo finos a S| rs., e fiadores de linho
para espartilho a 100 rs., colheres de metal para
UO, 200, 320 e 500 rs. a vara de largura de um
palmo, pentes de iravessa para meninas a 640
rs. botoes para punhos a 200 rs. o par, meias
pretas para senlioras a 280 rs. o par, bicos da
1 ha de dous deos al 1 1|2 palmos de largura ;
abm desle sortimento tem mais objectos que so
vendem muito baratos ; nao se engeita dinheiro.
Carnizas francezas brancas
e de edres.
A 16:ooo ris duzia.
Na rua da Madre de Deus n. 36 A. wnde-e
ura resto do camisas francezas brancas o decores
pelo diminuto prego de 169000 a duzia, ditas d
meia a 500 rs cada uma.
Vende-se um.boi de trabalho, mango e gor-
do : a tratar na rua da Guia n 9.
Vende-so uma preta esces'crava com uma
cria, esta de idade oito annos e aquelle de vinte
seis, sabendo lavar e conhar ; a tratar no Hos-
picio n. 28, das 3 horas da tarde em dianle.


Roga-se a Sra. D. Joaquina Caralcanli de I
, Na rua do Imperador n. 40, loja deFran-, Attpnpr
Albuquerque, arrendataria do sitio de Tygipi, cisto da Silva Cardaso, precisase [altar com o AllCIlyaO.
pertencenle a Emilia Suzana Ja Silva Vasconcol- Sr. Antonio Vieira, lio da Sra. D. Anna Joaquina Offerece-se um moco para caixeiro de cobran-
los, o obsequio de mandar trazer na praia do Cal- Xavier, qnc mora na provincia das Alagoas, e \ cas. 1ual d^ fiador de sua conducta : quem do
deireiro n. 2, o importe de um anuo de arreuda- net0 "o Sr- capitao mor Joo Marques Bacalhao, spu prestimo se quizer utilisar, deixe carta fecha-
menlo, vencido cin abril do correnle auno ; pre-! Ja fallecido, a negocio de sen particular interesse. i da com as iniciaes M. V. S. nesta lypographia,
vine-se a mesma senhora que so uestes 3 das! Os abaixo assignados, socios da casa com-
no o fizer, ser obrigada pelos mcios judiciaes, mercial nesta ciaadesob a razo Amaral Alves&
nao s para o dito pagamento como pata entre-, c-i lendo nesta dala por mutuo accordo convin-
gar as chaves, por ter a mesma senhora soblo- do ud retirada da mesma sociedade dos Srs. Jos
cado o arrendamenlo contra a expressa letra da de Alenquer Simoes do Amara!, eclaram ao pu-
escriptura do mesmo. ; blicoecom especialidade ao corno do commer-
Precisa-se de urna ama para casa de pouca cl0> 1U0 contina a referida casa commercial as
familia : na rua do Hospicio n. 34. suas transaccocs e todo o seu activo c pessivo
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 21 DE AGOSTO DE 1860.
Precisa-se alugar urna olaria que ?.aI.rcoSf,101sa^lidad? uOS S0S'l0S Alv.es Guma
u miii .1= millaca .11. o. uesia ivpograpl
ou annuncic sua morada para ser procurado.
Sincero agradecimento.
Inflaniraac&o do estomago.
Sendo a gratidao ura dever sagrado, eu faltara
a elle se nao reconhecesse o beneficio que rece-
bi das chapas medicinis do Sr
. Ricardo Kirk,
_ j. ouuuj Anca uuima-, morador na rua do Parto n. 119, e com a appli-
raes & Salomn, c sob a razao social de Alves cacao deltas fiquei inteirauente bom, sem dor
sin Ao Ikfifl ni>m mnirfn mtun .i ..,.,., ,-.,<>_______s.
eohabai.p1.proP,..a,;Joloacl,.r^SSriVLS!a,,'1,f16!r- W,5^SaOTaMS38
uruno e avenara : annuncie ou man-1lo^ de Alenquer Simoes do Amaral. de estomago que solTria ha dous anuos. Livre.
de sua morada nesta tvnopranhia. .os ,Ves da Silva Guiraaraes. ; portanlo, dos incommodos que padeca, prove-
- Os abaixo assignados decluam que desde o' l "omburger como procurador do Sr. Charles mate da dila moleslia, s mo rcsla dar grapa a
dia 13 do correte Guilherme Carlos Monteiro dos ; T? cm Pa.ris' D.T' 6 8!,D-Cer0, Vne^^o ao autor de (ao
Santos dcixou de ser seu caixeiro os de edWs ~~ ,.ba,xo asslRnf,do! ,endo ei, "a-nova nlil remedio-.-Jopo Antones da Costa.-Kua do
.gus^aM! ais h. zz^iasfcsrA e s* mmmmmm
sssPz&ffz sisi.s 'm1:;' ss^zrjfl: sr*6 quc
M para presentaren, seus ttulos dodia de 16 do 1 ^"^ diU ''^ornin-os da Roa.
crreme em dtaute, cm suas casas rua da Cruz I m "0"nn"os da Rosa-
n. 10 c Praca do Corpo Santo n. 13; A|uga-se por dOJOoO mensaes o 2o andar da
Manoe'l de Rezendo llego Barros vai a pro- i casa da rua IniPerial 169 com comraodos para |
vincia do Cear promover urna cobia.-KM, encar- Sra"do lamilla a tratar no Io andar da mesma.
rega-so de qualquer negocio de que 'o'queiram
encumbir, e a que possa dar cumprimento duran-
te os poucos das que all prefender deraorar-se.
Aluga-so urna casa no Campo Verde, pro-
pna para paJaria, fabrica do chapeos e lypo-
graphia, os ares coirespondem aos da Europa,
quem se adiar doenle immediatamente ficar
boro : na segunda taberna no mesmo lugar.
Furtaram um par de lanlcrnas usadas, de
um carro que se achara dobaixo de um lellieiro
no caes do Ramos: a quetn forem ofTerecidas, as
poder tomar, ou quem porventura as tenha com-
prado, querendo restilui-las, recebendo onue por
Offerece-se para lecconar osolfejo, como tam-
bera a tocar varios instrumentos ; dando as li-
;oes das 7 horas s 9 Ii2 da noite : a tratar na rua
'le Roda n. 50.
COMPAM1IIA
Estabelccida em Londres
i&i8f|(j) m m%L
CAPITAL
iae? milliues de UliYas
esterlinas.
Attenco.
^ Amelia Elodia Lavenre compctcntc-
fe.mente licenciada tem aberto na rua do
Lirramenlo n. 19, segundo andar, urna
" aula para o sexo feminino, onde eniina
^ primeiras leltras.francez e certas prendas, 9
j& bem como coser, bordar etc.e para com- al
modo das pessoas que moram fora ou ?
mesmo dentro da cidade, recebe alum- |j|
nas internas, pencionistas e meio-pen- S
cionistas pelo preco que se convencionar. I|
Hft'iaffwwff W!WM*;mmm
.; Ofi*erecc-se urna mulher para cozinhar o
diario de urna casa : no pateo do Collegio, hoie
orara de Pedro 11 n. 4.
Escrava por aluguel
Quem liver urna cscrava e quizer alugar p3ra
o servido interno de urna casa de pouca familia,
paga-se bem na rua do Queimado n. 43, loja do
ATTENCO.
Pela ultima vez convi-
damos a todos os deve-
noelde Maltes Teixeira l.im,i professor ZI HnrPi l maceo falrll Ha
*i em homeopailna. As consultas como d'an- % UUI t5 Ud Illtlssd IdMllld UC
No botequim da aguia d'ouro,
ua rua estreita do Rosario1
u. 23, confronte rua das
Larangeiras.
fornece se almoco jaotar por mez, manda-se le- |
var em casa, o raais barato do que em outra j
-qualquer parte ; assim como das 7 horas da ma- 1
nh.ia em diante ; tem lodos os dias papa de fa-i
rinha do Maranhao e aramia : no mesmo esta- ,
^- .v.uu icainui-iii, receuenuo oque por belecimenlo acha-se comida sempre prompta a
rilas livor dado, o Tara no mesmo caes do Ua- : ll"nl1upr I>-t.i que se procure ; assim como faz-,
mos, armazem u. 10. : se toda encommenda que se fizer, e todos os do-
17 -* -. i m-v ^-v .1^ ^___ I minjos e dias santos haver mao de vacca das 3
Juisiiio ce nnjsic8.;i,oras,ji"r'ad,ugadacmdianie-
^Consultorio central liomcopatliicoj
1 fUliillICt. I!
Continua sob a mesma direcco do Ma-
rs)
NO
O 1'^ ^*^ J3E. im JS
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias conseculivos. ,........... 10$000
30 carles para os ditos banhos tomados em qualquer tempo....... 155000
15Dll0S dito dilo diio ...... 8000
R7 ...... -lOOO
banhosavulsos, aromticos, salgados esulphurosos aosprecos annunciados.
Estareducco de precos facilitar ao respeitavel publico o gozo das vantagens que resultara
da rrequenciadeuraestabelecimento de urna utidadeincontestavel, mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada.
tai\Wfh \j^^ JJJpjIT^TTsT-
DE
Na rua da Sania Cruz n. 2S, se precisa da
urna ama de leile, sem lilho e sadia, para criar
urna menina recenlemente nascida ; assim como
urna escrava para cozinhare rngommar com per-
feirao, ou mesmo una mulher Torra.
Altenco.
*
Offerece-se ura mo^o para caixeiro de escripia
por partidas dobradas para qualquer casa de ne-
gocio, ou mesmo para caixeiro de qualquer ar-
mazem ou de rua, tem boa letra, boa conducta,
pelo que d fiador: quem do seu prestimo so
quizer utilisar, annunce por este jornal para ser
procurado.
I 9 O Di. Prxedes Pilanga transferio sua
M residenciada ruada Imperalriz n 12, para @
i a mesma ran. 78. onde continua no exer- S
'3 cicio dc sua profissao medica. : -,
JOIAS.
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaquim Francisco dos Santos.
les
Seda dequadrinhosmuito fina corado
nfcites de velludo com froco pretos c
de cores para cabeca do senhora da
ultima moda
Fazendas para vestidos, sendo sedas, la
e seda, cambraia e seda tapada e
transparente, corado
Luvas de seda bordadas e lisas para se-
nhoras, homuns e meninos
Lencos de seda rOios para senhora a
2JO0O e
11 Claudiano Oliveira, a vi-', 1uS^JSSuivnlu de scda
Chapeos franeczes forma moderna
ef ronte Ao V>ecco Aa Congvega^ao lctvevvo \evi\c.
vo
;ualquf "alidade.
^:;-;^32s@c@@@@<
1 ugai-
os pro-
Saunlera Brothers & C." tem a honra deln-
rmar a<-s Srs. negociantes, proprit.tarios de
:asas, e agera raais convier, que estao plena-
raente autorisados pela dita conipanhia para
luctuar seguros sobre edificios de lijlo epe.j'"lI'!i,ga'se um sitio grande com
ira, cobertos dc telha e igualmente sobre os' pvrrllenlii casa ce vivpnda rnm torta* ...
Ctoa que coniiveremusmesmos edificiose CXC ,. ?,'. COm t0.aS as
r consista em mobilia ou era fazendas de commodidadcs para lamina, 110
da Caa Forte : a tratar com
prietanos, N.O- Bicber : C.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & rua da Senzala Nova n. 52
O Dr. Casaera pode ser procurado a 3JP
qualq.ucr hora cm seu consultorio liomco-
palhico em Pernambuco
30RUA DAS CRL'ZES30
No mesmo consultorio acha-se sempre
a n ,1 ... S; ----------" ---------7 ~- ue loaas as quainiades
S liOtlCa CCntral llOmCOpallllCa S'pnrv CilIcIV/m-nccnncdA Chapeos francezes forma n
|| Do 1 adMMdMJI U!5 SCUa llt-| Lencos de gorgurao pretos
|DR. SVBliVO 0, L- PIMO-i bitos no prazo de 3 dias^SoaStS^qu^^
i? Noros medicamentoshoraeopalhicos en- M' 1__ t ~ Tafel roxo o covado
<| viadosda Europa pelo Dr. Sabino. S! 1111(10S OS (lliaCS ICFaO O >Chilas f^neczas a 260, 280. 300 e
H Estes medicamanlos preparados espe- S1 Cas?a francezas. a vara
^cialmemesegnndoasnecessidadesda ho-g tleSOSlO UC SCreill Ca-
meopailiia no Brasil, vende-se pelos pre- &> V
.<* eos conhecidos na botica central horneo- llliOOS Plill 11 til flPlfK
g patbica, ruadeSanto Amaro (SIuodoNo-gj111CIU
i seus nomes no mesmo
Figueiredo
Estas pennas de dilTerentes aualidades, sao fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e sao anplicaveis a todo o tamanho de
lettra. Preco 19500 cada caixa e pennas de ouro
pelo mesmo autor com ponta de diamante, que
Diario. -
Irmao.
Recife 2o de agosto de
186o-
Casas.
atratar na ta-
Alugam-se duas casa terreas
rg ] berna grande da Soledade.
Na rua Direita n. 22, precisa-so de um ho-
rnero que cnlenda de todo o servico de refinaco.
Roga-se aos devedores de aluguel dc carros
da rocheira da rua da Paz n. 13, o obsequio de
mandaren) pagar os seus dbitos na raesma co-
cheira cima.
IgOOO Setim prelo azul c encarnado proprio
para forros cora palmos dc largara,
o corado ljCOU
Cascmira lisa de cores 2 larguras, o co-
rado 2$000
Chales de merino bordados, lisos c es-
tampados de todas as qualidades ^
g Seda lisa preta e de cores propria pa-
ra forros com 1 palmos de largura, o
2S500 covado 1;500
Ricos corles de seda pretos e dc cores
9 com 2 saias e de babados 9
89500 Ditos de gaze e de seda phantasia S
2j000 Chales de louquira muito finos jj
9 I Grosdenaple prelo e de cores de todas
9 I as qualidades 9
6500 Seda lavrada preta c branca 9
9320 Capas de Gl e visitas dc seda preta com
,500 fror. |

all
DE
T*
fiff
9
A empreza da illummarao agazdcsta cidade, faz scicnte a todas as
pessoas que collocaram candieiros de gaz cm seus casas, e aos que preten-
den! ainda collocar, que tem resolvido baixar os precos dos globos de vi-
dro para 1$500, 2fj e 2$500 os mais linos <|ue se pode fabricar, os pr ten-
dentes acharao no armazem da rua do Imperador n. 31, um comple-
to sortiuiento a sua escollia, assim como candieiros, arandelas e lustres
ebegados ltimamente, de gostos variados e do mellior que se pede de-
8eJar- Rostron Rookcr 4 C,
/ gentes.
Dentista de Pars.
f 15Rua Nova15
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
g faz todas as opcracesda sua arte e col-
j> loca denles artificiacs, ludo com a supe-
H^ rioridade e perfeirao que as pessoas en-
l tendidas Ihc reconhecem.
Tem asna e pos denlifricios etc.
I
Jos dos Sanios Ramos de Oliveira faz sa- ,
ber ao respeitavel corpo do commercio, que leu-
do ficadn a liquidarlo da oxtincta firma de Ra-
mos & Silva a seu cargo, julga nada dever ten-
dete a mesma : e se alguem se julgar credor, i
aprsente suas conlas no prazo de 3 dias para ser i
embolsado. Recife 17 de agesto de 1860.
CASI LISO-BRASLEIHA*
2, Golden Squarc, Londres.
J. G. OLIVKIRA tendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenlcs ac-
commodacoes para muito maior numer ode hos-
, pe-desde novo se recommenda ao favor e lem-
m branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes que ~,Na.r"a ?" .Prai? 13- dpspja-se fallar aos'
-* visilm esta capital; continua a presUir-llicsseus Srs- /os,c g serviros o bons officioa guiando-os em lodas as mcnl Lcila0 a no80C1 de seus mteresses.
S j ^3l,Tc J.r^TU 1conl,ecimie", Pra,.i(i? d0 i Precisa-se alagar um sobrado de 1 ou 2 an- I
= O Sr Francisco Aranha de Souza tem urna paz, etc.. alera do portuguez e do nlez talla-se dares. em bom estado, com quintal, nos bairros '
caria no escriptono de Manoel Joaquim Ramos e na casa o hcsranhol e francez. da Roa-Vista e Santo \nlonio r quera o liver
Silva na rua da Cadea do Recife dirija.se ruc do Crc 25; '
Aluga-se a loj do sobrado da rua I rape- DITHll rCflfOlll
d?La'D!n o"1""0 me8mo sob"do-0UMrua rl I flUA Lo T til AL s@@?.*@@e@
iin. J.B. en I an i # O Dr. Azercdo Pedra, ha pouco che- $$
ado dS sf la noel Buaruur.^ M nedno 2', '" ^ '" "DSC C lti\K f lel publico que acha-se prompto a qial- |
1 i if quer hora cm sua residencia rua da Ira- $
I)! peralriz, sobrado n. 88, segundo andar,
e de sua anliga habilacao. A grande pralica de
iscultacao reconheeida por qaasi lodos os seus
pliegas desla cidade lorna-o recommendado no
lj i^nostico das molestias dos pulmoes e do cora-
jo ; assim como para verificar o estado de sau-
le 'ios nscravos que se desejara comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
ha feito com bom resultado em o exercicio de
miis de 20 annos, se julga habilitado para prati-
i- te la e qualquer operarao cirurgica por mais
cucada e dillicultosa que seja.
t DENTISTA FRANCEZ. 2
^ Paulo Ga[gnoui, dentista, rua os La- 5
^ rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e *
4 p denlifico. **
~ t Ai. A-iAAAAX 4. XXXXXX lililU?
Casas para lugar.
Aluga-se um armazem e solo na rua do Brum
n. 34, proprio para qualquer esUbelecimenlo ;
tratar no escriplorio do Uarroca & Mcdeiros rua
da Cada n. (.
Precisa-se fallar ao correspondenlo do Sr.
Joao Florentino Cava'canti de Albuquerque, na
iivraria ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
prestar os recursos de sua profissao ; na
mesma casa d consultas gratis aos po
C5 bres.
APPOVACIO E AITORISACAO
ACDEBll IIPEsal U HEDIClNft
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
Seraphim & Irmao, com tojas de ourives na
rua do Cabug ns. e II, surtidas das mais
bellas e delicadas obras de ouro, p'ata. epedias
preciosas; vendem barato, trocam e recebein pa-
ra fitser-u quaesquer joias com presteza, a ton-
tade dos prctendentes, ese responsabilisam pelas
(nulidades.
Jos Leopoldo Bourgard, brasilciro, rai ao
Rio de Janeiro.
Hospital Portuguez de
Beneficencia em Per-
nambuco.
Precisa-se de um cozinheiro lirre ou sujeito :
quem es ti ver as circunstancias de contratar-so
dirija-se ao mesmo hospital, ou nuuncie para
ser procurado.Manoel Ribciro Bastos, 1." se-
cretario.
O Dr. Joaquim de Aquino Fon-
seca, tendo regressado com sua familia
do Pv co da Panella ao Recife, continua
a dar consultas medicas, na casa de sua
residencia, na rua Nova n. 14, das 6 as
9 horas da munl.as, e das 5 as 5 da tar-
de,e fora destas horasoccupar-se-lia cem
os doentes de sua clnica, comooutr'ora.
Precisa-se de urna ama de meia idade, que
saiba cosinhar c que de conhecinicnto de sua con-
ducta : em foras de portas rua do Pilar, n. 113.
Na rua Velha n. 61, precisa-sc de um cai-
xeiro pequeo que tenha as habilitacoes neces-
sarias para taberna.
Henrique Luiz de Campos, Portuguez, se-
gu para a Europa.
A pessoa que annunciou precisar de quatro
a cinco coritos de rs.. dando por spguranca um
predio dc dobrado valor, nucir vir a esta'lypo-
graphia, que achara com quem tralar.
&SS@@ a;:; SS@gg;*
I O Sr. Joaquim Ah-sf
J Conti acadmico do primeiro anuo, queira '-'-,
ir como se Ihc tem pedido por vezes a rua S
S da Cadeia do Recife n. 23. S
Seo lllm. Sr. P. F. se quer pou-
par a desgostos e a maiores sacrificios
e encommodos, baja de apparecer lioje
mesmo a satisfazer os seus compromis-
os na T. das C. Se o nao fizer por este
aviso, sera' amanhaa advertido em ter-
mos mais positivos.
O jgente de leilOes Francisco Ig-
nacio Pinto pode ser procurado das 9
as 4 horas da tarde cm seu armazem,
rua da Cruz n. 51,
Cs abaixo assignados declarara ao
publico e cssencialmenfe aos seus reguc-
zes que o Sr. Antonio Joaquim da 'sil-
va Biito, deixou de ser seu caixeiro des-
de o dia 17 do correnle miz de agosto.
Haymundo Cirios Leite & Irmao.
Digo eu abaixo assignaJo, que tendo con-
tratado com o.Sr. Manoel Antonio dos Santos
Ic-rreira para ser meu procurador, e como por
motivos justos me noconvem mais que elle do
j boje em dianlc nao faca c era disfaca per ini-
' nha ordem, por isso mando scienlifi'ca-lo pelo
'Diario* para constar ao publico.
Manoel Flix Rodrigues da Costa.
Offcrccc se una ama para casa de pouca fa-
milia ou de hornero solteiro: na rua do Pilar
numero 57.
Vai segunda vez a pra?a nos dias 21, 25
28 do concille, depois dc fiuda a audiencia do
lllm Sr. Dr. juiz de orpbaos, a escrava Aquilina
pertencenle aos bens da finada D. Maria Rosa de
Assumpcao.
m
m
I <> i
mmm
ELECTRO MAGNTICAS EPISPTICAS
DA
OVINCIA.
.. Ihesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se acham venda todos os dias no es-
criplorio das mesmas loteras na rua do Impera-
dor n. 36, o na casa commissionada pelo mesmo
Esta fabiicadacaba de estalele er rifa cidade
um deposito e seu rap, o qual se Pcoolrar
effeclLvaniente a concurrencia do respeiavel pu-
blico, cm casa de Domingos Teixeira Basto, na
rua da Cadeia n. 17 ; o fabricante desejando tor-
nar populrnosla capital c provincia a industria
de que lancou mao, resulve-se a estabeleccr-lhe
o prero de ljj200 por libra ; o proprietaro desde
j'i ronta que os apreciadores dcste genero nao
dcixariio dc concorrer para que saiam coroadas
as esperanzas que nutre de ter preferencia o seu
rap a outro qualquer, afianzando desde j que
cad% vez mais o aperfeicoar, e a experiencia
prorar aossenhores lomantes a isenro dequal-
quer elogio a este rap ja couhecid em oulras
provincias.
. f' j UU1 S 10 P*31 u ;aor n 3b, c na casa commissionada pelo mesmo
longe desta cidade, com tanto que tenha Sr. Ihesoureiro na praca da Indepencia ns. 14 e .deslc imperio ha mais de 22 annos, e sao afamadas, pelas boas curas que se lera oblido as enfar
casa de viv. nda, arvores de fructo e fi- 1Mas Shorasda mauhaa s 6 da larde, os bi- m'dades abaixo escripias, o que se prova com innmeros attcslados que existem de pescas cana
que prximo ao banlio salgado, tempe- i lhe-cs ? meios d-a U-Uima parte a primcira ? pri"
rado ou doce, e o queira alugar diri-
ju-se ao largo do Terco casa t rrea nu-
mero ").
Para serem applicadas as partes alTecladas
sem resguardo nem incommodo.
AS CHAPAS MEDICINAESsao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas
: ni eir da segunda lotera do the.itro de Santa
Isabel tujas rodas deverao andar impreterivel-
mente no dia 25 de agosto do corrente anno.
i Thesouraria das loteras 11 de agosto del860
O eserivao, J. il. da Cruz.
1
Rua do Brum (passando ochafariz.)
No Acpo/Ato desle eslabeleeimeiilo sempre \ia gvaude sorUmeiito de me
'iiau'ismo para os engeuVios dc assucar a saber:
-Macliinas de vapor modernas, de golpe cumprido, ;cono*micas de combustivel, e defacillimoassento ;
Rodas d agua de ferro com cubos le madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas ;
Canos de ferro, e portas d'agua>tra ditas, e serrilhaspararodas de madeira';
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Metas moendas com rodetasmotoras,)ara agua, cavallos, oubois, acunhadasem aguilhoes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivose portas de ferro para sfornalhas ;
Alanbiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Rojetas dentadas de todos os tamanhospara vapor, agua,cavallos oubois ;
Agailbaes,btonzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc
D. W. BowmancoQfiaqueosseusfreguezes acharao tudo digno da preferencia com
iue o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderP necessitar.
zes e de dislincces.
Com estasCiiAPAS-ELEcrRO-HAcNF.ric.A-EPispwTicAS obtem-sc urna-cura radical e infallivel em
todos os casos deinlammaeao [cansacoou falla de respirando), sejam internas ou externas como
do ligado botes, estomago baco, rms. ulero, peilo, palpiacao de coraciio, garganta olhos eri-
sipelas, rheumatismo. paralysia e todas as affecccs. nervosas, ele, etc.* Igualmente para u df
crentes especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc.. seja qual fr o seu tamanho e nrn
Kr^d^n^s tSBSSf ^ radCa'raCnle rp.dW,seado o seu uso acense.hadoVor
As encomraendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, tendo todo o cuidado a
fazer as necessanas explica.oes, se as chapas sao para hornera, senliora ou enanca, declarando a
molestia em que parle di corpo existe, se ua cabeca, pescoco, braco, coxa, perna.'p, ou tronco do
corpo. declarando a circumferencia : e sendo inchacoss, feridas ou ulceras, o molde do cu tamn
nho em ura pedaco de papol e a declaraco onde existem, aCm de que as chapas puunw
bem applicadas no seu lugar. r F *eT
Pde-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapasserao acompanhadas das competentes explicaccs e tambem dc lodos os imw.'
nos para a collocacao dellas.
H
Conste nt,


i
C alfaiate de Paris, tendo transferido a sua
^ residencia para a rua do Imperador n. 2,
roga a lodos os seus amigos freguezes e a
@ lodas as pessoas em geral, que o quizercm
jj honrar com a sua freeuezia que hajam de q,
& o procurar d'ora eu, diante na dita casa. O 2
@ mesmo annuncia que prepara vestidos a
m amazonas para senhoras montarem a ca- )
i 5
O abaixo assignado declara que o Sr. Anto-
nio Dias Souto no tem gerencia nenhuma
seus negocios.
Recife 17 de agosto de 1860.
Jos Ferreira Alves.
cm
Compras.
Gompra-te ouro de 20$ e 16\s': na
rua da Cadeia do Recife Lja de fazen-
das d. 51.
Compra-sc um escr.ivo qne saba cosinhar
e que seja de bonila figura : em foras dc porlas
rua do Pilar n. 113.
Compram-se 2 libras dc banha dc cobra
cascavel, paga-se bem : ua rua Uireita n. 06.
Compra-se um sellim inglez com algum
uso : na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica.
Vendas.
jio, qu
Consullas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, em seu ean-inhi
ie se achara aberto lodosos dias, sem excepcao, das 9 horas da manhaas 2 da tarde.
119 Rua do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
Aluga-se por muito com modo preco, po
lempo da feeta, ou annualmenle, urna excellente
casa na Passagem da Magdalena entre as duas
ponles para ver na mesma casa, a tratar com o
Dr. Ignacio Firmo Xavier no paleo do Paraso
n. lo.
Precisa-se de lomar a premio 4 a 5 conloa
de res dndole um predio de dobrado valor
quem pretender annuncie para ser procurado.
. Tu Bel,zano Adolpho Percira dos Santos
lenha a bondade de apparecer na rua do Queima-
do n. 4b.
Oof&cial da secretaria do governo
que devedor ao casal do finado Cae-
tano Pereira Goncalves da Cunha, quei
ra dirigir-se a rua Direita n. 68, afirn
de solver seu deb jo, do contrario vera'
leu nome por extenso, pois ja basta de
espera.
i ~ ??ctra;se ,cbr,e a B'hia P ca*a Ar-
kwngUSC., rua da Cruz n 8i,
, Engomma-se e lavase com per-
fecao: na rua das Agoas Verdes n. 96.
Na taberna junto ao sobrado novo do Sr.
Figueiroa vende-se massa de tomates a mais no-
va que ha no mercado, peixe sovel, chegado no
ultimo navio dc Lisboa, o chouricas a C00 rs. a
libra.
Casemiro Antonio Gongalves Vieira, vai
Baha, tralar dc seus negocios.
Precisa-se de urna pessoa habilitada para
na quahdade do criada acompanhar urna senho-
ra desta cidade para o Rio dc Janeiro : quem se
julgar no caso, dirija-se rua do Trapiche n. 13
onde achara com quem Iralar.
h-2Srr0r de ?D?c!'h0 iue precisar de um
hornera pratico na administrarlo de engenho fei-
ardSflanrr,S,0 VUDl* "^ da melh" "
T,mhf UCC-80: annuncie Pa" ser procurado.
Tambem enstna as primeiras leltras as horas
*ri?s,*/,.rla de.San' Amaro atraz da fundi-
1 k pr"C1Sa de un: "** o que
- que tambem ea.rega pies na Ireguezia.
Na rua da Cadeia do Recife n. 16, primeiro
andar, vendem-se 2 escravos mocos dc muito
boas figuras, e 2 cscravas prelas que sabem fa-
zer alguma cousa do diario de urna casa.
Ligoidaco por lodo preco
Na rua do Queimado n. 51,
loja de fazendas, para
liquidar.
Cambraia de cor a 200 rs o covado, dita m,-s
fina a 240 o covado, alpaca de cores de lodas as
qualidades a 280 o covado, casem>'ra a 3S00 o
corte, lencos de lodas as qualidades, chitas de
todas as qualidades, chaly de todas as core
manguitos egollinhas, enfeilespara senhora. sa-
palinhos para meninos, colleles de velludo, case-
miras Dnas, chitas francezas de todas as qualida-
des para acabar, cortes de vestidos brancos cora
3 babados, ditos de-2 saias que j se venderam
a 10, hoje vende-se por lodo prego, brim braneo
e de cores por todo preco para acabar, corles da
bnm delinho, colleles de fusto, meias para se-
nhoras o homens, tudo muito barato, por lodo
prego para acabar. F
#<[ 9Si9Q @@ @@fS
W Recebeu-se calcados para senhora
W gostoda corle de Luiz XV, na
Loja de mar more.
. JN# g ##
vende-se um escravo de meia idade. ro-
busto, de boa conduela, bom para qualquer ser-
vigo de casa ou campo ; na praca da Boa-Visla.
botica n. 22.
Na rua da Utiio, ultima casa do lado cs-
querdo (vindo da rua Formosa) ha urna porgao de
obras de labyrintho viudas do Cear.-perfeila-
mente trabalhadas, as quaes se vendem por ata-
cado com o abate de 10 0|0 sobre os pregos j
bstanle mdicos, porque se vendem tambem a
relalho.
se


(6)
DIARIO DE PERWAMBUCO. TERCA PEIRA 21 DI AGOSTO DE 1860.
Grande admirado
aSodrC.
Vendem-se raaras, o que de admirar neste
lecpo : na ra eslreila do Rosario n. 11.
23
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto & Perdigao.
Com loj na ra da Cadcia do Recife n.
veuiuii e dao amostras as seguintes fazendas:
Cortes de vestidos de seda pretos e de cores
Corlea do ditos de barege, de tar'.alana e de gaze
de seda.
La i.braias de cores, brancas c organdys.
Anquinhai para gatas, saias balao, de dina, ma-
dapnlo o bordadas.
Lencos de labyrintlio do Aracaty e francezes.
Chapeos amazonas de palhi e de seda para se-
noras e meninas.
EGfi'iiesde froco, (Je vidrilho e de flores.
Pentes de tartaruga, imoerairiz e outros gostos.
Manguitos e gollas, ponto inglcz, (rancez e mis-
la c de seda para
do
sanga
Vestuarios de fuslao,
crianna.
Manteletes, taimas e pelerinas de dilTerenlcs qua-
lidades.
C! ales de louiim, de merino e de 15 de ponta
redonda.
1- vas de pellica brancas, pretas e de cores.
A -lidos de blond, maulas de dito, capellas e
flores solas.
Sinlurou, camisas de linho e espartilhos para
senhora.
ForTumarias finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas] sobrecasacas o palelots de panno preto
e de cor.
Palelots de alpaca, de seda e do linho.
C : is le casemira do cor, prelas e de brim
Camisas! de madapolao, de unho inglcz c de 15a.
S r.mas de linho e de meia.
Halas, saceos, apelrcixos para viagem.
i. incas para invern, bolinas de Meli e outros
fabricantes.
rus do Chyli. de massa e de Miro para ho-
rnera.
Charutos roanilha, havana, Rio de Janeiro e
Baha.
Mu i lo baratas.
C tas franrozas padies escures e fixas corado
2 II e280 rs.
inhas de linho para menina e senhora a
610 c 13.
Pcntesde tartaruga a imperalriz de 10J a 15$.
C i misas de fuslao, ditas de madapoln para ho-
iiiam o meninos a 2J.
' res do casemira inglezas superior com qua-
drinhos a 43500 e 5.
Saias de madapolao a mussclina para seuhoras
o meninas a 45500 e 5.
Do (odas oslas fazendas exislem pequeas por-
oso ven Je por osles baixo preoo para aca-
lar-.-e.
Vende-se nina boa casa de sobrado em
Olinda, sitana ra Nora n, 19, tem excellentes
commodos e bnm quintal; e com os cor.certos
ltimamente fei losase acha quasi que novo o
predio : qem precisar, dirija-se a Manoel Gon-
calres da Silva, ra da Cadeia do Recite.
OhCheguem
as fazendas baratas na ra
do Queimado n. 51, que se
vende por todo preco para
acabar.
Como sejam : chitas francezas escuras a 240
rs., ditas inglczas muito finas a 200, 180, ICO,
120 e 100 rs., cassas de cores fixas a 210 rs.,
dilas a 200 rs., colletes de fuslao a 160 rs., gr-
valas de seda a lj e 500 rs., pecas de madapo-
lao finos a 2J50 rs. dilo 2J>, duzias de colari-
nhos muito fino a 640 rs., cortes de brim de li-
nho a lj)500 rs., finalmente ha mnila pechincha
sendo a dinheiro para liquidar e nao se pode
mostrar as fazendas por nao se poder ser muito
extenso, cheguem a loja que est com a labo-
letado liquidarlo
Cheguem ao barato
O Pregula est queiraanJo, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de brelanha de rolo com 10 varas a
2$>, casemira escura infestada propria para cal-
cha, collete e palitols a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 3$, 49, fctJ,
e6a pec,a, dita tapada, cora 10 varas a 55 e
63S a peca, chitas largas da molernos e escolhidos
padroes a 240, 2G0 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino estampado a 7)e 85>,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 9? cadi um, ditos cora urna s pal-
ma, muito linos a 85500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5&, lencos de cassa com barra a
100, 120e 160 c.Ja uro, meias muito finas pa-
ra senhora a 45* a duzia, lilas de boa qualidade
a 35? e 3$500 a duzia, chitas francezas de ricos
desanos, para coberla a 2S0 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5900 a poga, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a I,
19200 e 15600 a vara, dito preto muito encor-
pa lo a 15J300 a vara, brillantina azul a 400, rs.
o covado, alpacas de differeutes cores a 360 rs. o
Ademira
A 8$ o corte
de bareje de laa e seda com folhos e de lindos
gostos para acabar : na loja de Antonio Luiz dos
Santos & Rolim, na roa do Crespo n. 13.
Vende-se superior leite : na ra da Impe-
ralriz n.34, taberna.
Seuieas de Lisboa
a 4f o sacco : no caes da alfandega n. 7.
Milho novo.
Vendo :. mi'ho a
Cadeia do Recife n. 3.
o sacco : na ra da
Tachas para engento
Fundico de ferro e bronze
DE
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para tender em
leu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
ilguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres.
muito Droprios para este clima.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Potassa da Rassia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecldo e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, ora
Francisco Antonio Correia Cantazo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, aSSm ede.uPe'qualidade, assim como tambera
como se faz e concerta-se qual-
sp^s^sisa 5ss^s G&msvaamm
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Vende-se um arreio para cabriolot, cm
meio uso : no caes do Ramos n. 10.
Vcudc-se mol de superior qualidade, em
barris de 5." ; no trapiche do Ramos n. 10.
Arcos para pipa a 3#a roda, gra-
sa era bexigas, sebo em paes e rama
propro para sabao e para composicao
n. 16.
lAos Srs. ourivesl
Na ra larga do Rosario n. 24 acha-se
a venda ura sortimento completo ullima-
mentechegado de Paris, de ferramentas
para o trabalhc de ourives, as melhores
que teem apparecido no mercado.
cal virgem em pedra: ludo por creeos muito
razoavei
NA
e armazem
DE
Grande pechincha.
Para acabar.
Covado a 200, c 200 rs.
No armazem da ru.i do Queimado n. 19, ven-
de-se chita franceza fiua, cores fixas, a 200 rs. o
covado, cambraia mindinha a '.200 rs. o covado;
covado cesemiras pretas finas a 2*500, 3* e E!^:B.tt^"*~
33MH) o covado, cambna preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e outras niu'nas fazendas que se
far patento ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
Era casa de Rabc; ScLmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Trumann de Hamburgo.
V
ile mitidezas na na
DlreiaN. S5, onde tem
o lampeao do gaz,
1 n-so bandejas finas a 1, I52OO, lOO, 2,
-. i 11, 2:110o, 2$800, 3200. 4 e b$, bengalas do
na linas a 2} e 1^500, grvalas pretas de se-
i > *, ditas le cores a 13, allineles em
nhas muito Hno3 a200 e280 rs., litas pro-
para enfeitcs de vestido de seda a 00, 500
: 'i 10 rs. a varo, franjas de seda de cores a 320,
6 10 cSOO rs. a vara, turas de fio de cores
par 1 h mem, brancas, a CO, ditas de cores aG
di 's le seda enfeitadas par senhora a 2},
do trancas de velludo dos mais niodVnios
' ha para senhora '. 5)500, i!ifo>-4e'Uas de
Seda 1 .'7r-l, ditos para meninas de tranca de
\ ido a ijr,0f), ditas de. fita de seda a J, luirs
' >edi para hom^rn a ($100, tesouras para unhas
I i S 11) rs., dilas pata costura a 1$, rolchetes
1 j !. linlios a 12"', escovas para cabello a 11.
ditas para roupa a l))200, trancas de caracol de
I nho, peca grande, a 230, meias cruas para ho-
1.. a a 2f400, dilas a [$800 e 5j, dilas brancas
a 2S ") e 3J20J, dilas linas de coros a 2|800, di-
lara meninos, decores a 2.J600, ditas lina
brancas de meninos 1 3)800, ditas para meninas
a '-. 10 a duzia, botoesde soda para casaveque
a -: 1 duzia, tinta de carmizin lina a MH) rs.,
1 11 le rnelal principe paraassucar a 400 rs.,
dil is para cha a 800 rs. t duzia, llnteiros e ariei-
ros tinosa 1, raitinhas do papel sorlidas em
c res a 1), Jiius de quadnnhos a >t00 rs laa pa-
ra bordar a mais lina que ha a 7;500 a libra, ata-
ros chatos de algodao a 60 rs., dilos rolicos a
109rs., peales de borracha para bichos a"4IO,
1 Lravessos para meninas a GiO, ditos de bu-
branco para bichos a 280, dilos para alisar a
500 rs., ditos de borracha para alisar aGOOrs.,
de osso a 240, ditos de louea brancos a
i '. ', Utos de cires a 160, botoes de madreperola
Gil a 800 rs. a groza, (velas para calcas a 100
rs., c iixinlias de papol de cor a 800 rs., cairas de
1 de cola a 100 rs. linhas de poso a 120,
d.' 13 de caneca encarnada a 120, fitas labradas
d largura de'5 dedos com pintas de mofo a 320
s vara, galo de linho a 1 0 a vara, bico preto
i !i a 12!), 200, 320, 400 e G00 rs. a vara.
paodos para miMiinos, de diversas qualida-
des, mais barato que em oulra qualquer parle,
L ecas de carnifica a 500 rs., dilas de chouro a
140, 500, 800, 15500 e 2-j
Km casa de Jair.es Crabtree & C. n. 2 na
r : 1 da Crus, ven Je se a champa nha muito a fama-
acreditada, da marca Augusto do Burin,
1 vinlio muito superior o ni caixas c gigos,
em garrafas o meias ditas.
Sabo do Rio de
Janeiro.
Vende-se no armazem de Francisco L. O. \-
sevedo, na ra da Madre do Dos n. 12.
Charulos do Rio
de Janeiro.
Superiores charulos do Rio de Janeiro : ven-
deni*se em grosso o a retalho : no armazem de
1 ineisco L. O. Azevedo na ra da Madre do
Dos n. 12.
Para colchoes.
.Vloal'naJo de linho pardo propro para col-
1 es : vende-se na ruada Cadeia do Recife n,
43, loja de Leite & Irmo.
Borzeguins para senhora
a tres mil rs.
Ainda existe ura resto dos borzeguins para se-
nhora sem defeito ou arara alguma a 33 o par :
na ra da Cadeia do Recife n. 48, loja de Leile
&. Irmo.
dos ptoprielarios.
V
Mwm
Neste armazem de molhados con-
liniia-se a vender os seguintes gneros aballo raencianados de superiores qualidndes e mais barato
Jo queem oulra qualquer parte, por serem a maior parle delles recebidos em direitura
por conta
MsuUciga inglcxa e franceza
perfeitamente flora maisuova que tem viudo ao mercado de 640 a 800 rs. a libra e em barril
se farualgum abatimenlo.
Que! jos lamengos-
muilo novos rocontemonte chegados no ultimo vapor da Europa de 1S70O a 33 ea vista do gasto
que o freguez lizcr se far mais algum abatimenlo.
Qncijo nrato
os mais novos que existem no mercado a 1 a libra, em porgao se far abalimento.
Ameixas francezas
em latas de 1 1[2 libra por 1S500 rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 3;00t).
Mnstavda ing\eza e franceza
em frascos a 60 rs. e em potes franceza a 800 rs. cada um.
Veraadciros ngos de comadre
m caixinhas d S libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1J600 rs.
Bolacninna ingleza
a mais ama que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4J,
Potes \idrados
de la 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a lfOOO rs. cada um.
iVmendoas confeladas pronrias para sorles
de S Joaa
a 1S a libra e em frasquinhos, contendo 1 1[2 libra po: 2j.
Cn preto, nyson e perola
os melhores que ha neste mercado de 15600, S| e 2)500 a libra.
Macas em caixinhas de 8 libras
contendo cada urna dilTerenlcs qualidades a -5-?500
Palitos de dentes \ichados
em molhos cam 20 maciuhos cada um por 200 rs.
Ti joto f rancez
proprios para limpor faca a 200 rs.
Conservas inglezas e francezas
em latas e cm frascos de differenles qualidades.
Presnntos, c\vouvieas e paios
o mais novo que ha neste genero a 480. 640 e 720 rs. a libra.
Listas de lialachinna de soda
de differenles qualidades a 1*600 em porcao se far algum abalimento.
Tambora vend'-ru-se os soguinte's gneros ludo recenlemenle cheeido e da
s qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito nova, marmelada do mais afi
GRANDE SORTIMENTO
DE
lazendase obras feilas,
luoja
[Ges&BastoJ
i Na ra do Queirnad ) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre- s
i casacas e casacas de pannos finos pretos (
l e de coros a 28#. 30J e 35g. palctots dos
> raesmos pannos pretos e de cores a 28$, <
j 203 229 e 259, ditos de casemira msela- |
i dos de superior gosto a 16| e 18j, ditos j
das mesmas casemiras saceos modelo
I inglez 103,12S, 14 e 153. ditos de al- j
j> paca preta fina saceos a 4, ditos sobre- i
|E casa tambera de alpaca a 7$, 83 e 93, di- !
P tos de merino setim a 10a, dilos de me- i
ri de eordao a 93, cairas pretas das ]
mesmas fazendas a 5# o 63, colletes pa-
m luto da mesma fazenda, palelots de \
brim trancado a 5$, ditos pardos e de ]
fuslao a 43 e 53, calcas de casemira de 1
cor e pretas a7j}, 83", 9J e 10$, ditos das ]
^ mesmas casemiras para menino a 6$, 7$ 1
e 83, ditos de brim para homem a 33,'
33500. 43 e 53, ditos brancos finos a 53,
6 e 73, ditos de meia casemira a 43 e
53, colletes de casemiras preta e de co-
res a 5$, e 63, ditos de gorgurao de seda
brancos e de coros a 59 e 6$, ditos do
velludo preto e de cores a 93 e 103, ditos
de brim branco e de cor a 39, 3g5O0 e49,
palitols de panno fino para menino a
153, 163 e I83, ditos de casemira de cor
a 73,8 e 93, ditos de alpaca a 33 e 3S500,
I sobrecasacas do alpaca tambera pa.-a me-
nino a 59 e 69, camisas para os mesraos
de cores c brancas a duzia 15$, I63 e 209,
meias cruss o pintadas para menino de
todos os tamanhos, calcas de brim para
os mesraos a J$500 e 33, colarinho de li-
nho a 69000a duzia, toalhas de linho pa-
ra mos a 900 rs. cala urna, casareques
de cambraia muito fina e modernos pelo
diminuto preco de 123, chapeos com abas
de lustre a 53, camisas para homem de
todas as qualidades, smolas para ho-
mem a I63, 203 e 259 a duzia, restimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaqueta e coletes ludo por 109, co-
bertas de fuslao a 63, toalhas de linho
para mesa grande 1 "3 e 83, camisas in-
glezas uov.imenlechegada a 36 a duzia.
REMEDIO INCUMPARAVEL,
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharcsde individuos de todas as nacoes po-
dem teslemunhar as virtudes deste remedio n-
comparavel e provar em caso necessaro, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramente saos depois de haveremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
della sao tao sor prndenles que admiran; 03
medico mais celebres. Quanlas pessoas reco_
braram com este soberano remedio o uso de seua
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitacs, onde de viam soffrer a
ampulajao 1 Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das tacs pessoa na
enfusao de seu reconhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisaulenti-
carem suafirmativa.
Ntnguem desesperara do estsdo de saude sa
iresse bastante conflanca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentrataloquenecessitassea natureza dora.i
cujo resultado seria prova riucontestavelmente '..
Quetudocura.
O ungento e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas
Cairabras
Callos.
anee res.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos raembros.
Enfonndades da cutis
erageral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
Inchacoes
InOammacao doflgado.
Inflaniuiarao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
QHeiniadelas.
Sarna
Supurarnos ptridas
Tinha, em qualquerpar-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articularles.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., C3da bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
Hacer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambu.10.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, ura bellosortiraento de relogios
de ouro, patente inglez, do um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
rariedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Jspirilo de vinho com 44
45--Ra Direita-4S
Este estabelecimento offerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaes..... 10,s000
Ditos aristocrticos....... 9$000
Ditos burguezes........ 7$000
Ditos democrticos...... 6S000
Meio borzeguins patente. C$500
Sapates nobreza....... 61000
Ditos infantes....., 5$000
Ditos de linlia (5 1|2 bateras). C$000
Ditos fragata (sola dupla). 5$000
Sapatos de salto (do tom). CjjOOO
Ditos de petimetre...... 5f$000
Ditos bailarinos. ,...... 5^500
Dilos impermeaveis...... 2^(500
Senhora.
Borzeguins primeir classe(sal-
to de quebrar).......5$000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). .,,...,. IfSOO
Ditos todos de merino (salto
dengoso)......... 4p00
Meninos e meninas.
Sapatoes de forrea. ...... -i,$000
Ditos de arranca........ 5f500
Boizeguins resistencia i e 5^800
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas e perfumaras 3
ludo por menos do que em entras parles : na-lo-
j3 do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0WAY.
PILULAS HOLLVVOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria Be
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarraigar o mal na compleicao mais robusta :
inteiramente innocente em sas operares e ef-
feitos; pois busca e remore as doenca3 de qual-
quer espeeie e grao por mais antigs e ienazes
que seam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que ja estavam as portas do
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forras, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais alllictas nao devem entregar-?e a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
efflcazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestesrecuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
Kros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andaa na ra larga do Rosario n. 38.
Ra daSenzala Novan. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston A C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeciros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chirote para carros, e
montara, arreios para carro de um e lous .'aval-
os. e relogios d'ouro patente inilezes
Obras de ouro e pratal
Na fabrica de caldeirciro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabao, o na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porcao defolhas
de zinco, j preparada para telhados, c pelo di-
minuto ureco de 140 rs. a libra-
[Novas sementes de hor-
talice,
vindas no vapor Portugal chegado este mez':
vende-sa na loja de ferragens na ra da Cadeia do
Recife n. 56 A, de Vidal & Bastos.
Vendem-se essencias para tirar nodoas de
gordura,cera, etc., etc., em panos de laa, sedas,
sem alterar a cor nem o lecido : na loja de ca-
bos, no largo do Corpo Sauto n. 21, esquina da
ra do Encantamento.
res
uperio-
ais afamado fa-
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas.
Biscoutos.
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Vtk
Acha-sc a venda por procos commodos
pjj ura completo sortimento chegado de Pa-
vj rjs o Porto, de obras do ouro de le e
^ prata de todas as qualidades de gostos os
Mj> mais modernos e hbilmente fabricadas :
j no estabelecimento de Francisco Gomes
*t de Mallos Jnior, ra larga do Rosario
jf i.
j:
genuino
Acaba de chegar doste superior vinho em an-
coretas de 10., que serve ot para doentes por
nao ter mistura alguma, e proprio para casas
particulares : na ra do Vigario n. 19, primeiro
andar.
COMJIISSAO
ESCRAVOS
bricanlede Lisboa, macade tomate, pera secca,pasas, fructas em calda, amenioas nozes frascos
com amendoascoliertas, eonfeites, paslilhasde varias qualidades, vina"n '
pa
ma
sp
gre brauco Bordeaux,proprio
lonas muito novas, banha de porco refinada e outros muito gneros que encontrarao tendentes
molhados, por isso proractlem os proprietarios venderem por muito menos do queoutroqualnuer"
promelera mais tambera servrem aquellas pessoas que mandarem por outras poucopralicas como
o viessera pessoalmente ; rogara tambem a lodos os sanhores de engenho e senbores lavradores
queirara mandarsuas encommendas no armazem Progresso o acondicionamento au"
Brim preto.
ARMAZEM DE ROUPA FEITA
4S W li WSDJIM)
Defronte do becco da Congregagoletreiro verde.
O mus suporior brim trancado de linho lodo
preto, que tem vindo a este mercado, lauto em
qualidade como pela seguranea da cor: vnde-
se nicamente na ra da Cadeia do Rocife n. 48,
loja de Leite & Irmo.
Corles de chita.
Na loja de Leile & Irraao, na ra da Cadeia do
Recifo n. 48, vendem-se cobertas de chita de
lindos desenhosa 2$ cada urna.
Meias-de seda para me-
ninos .
Superiores meias de seda de peso para meni-
r.os de todos os tamanhos : vendem Leite & Ir-
mo, na na da Cadeia do Re.'ife n. 4P, a 2*500
o par.
Casacas de panno preto a 30-5, 35$ e
Sobrecasacas de dito dito a
Palelots de pauno de cores a 20#, 25,
30o e
Ditos de casemira de coresal5 e
Dilos de casemira de cores a 1% e
Ditos de alpaca preta golla de velludo a
Ditos de merino setim preto e de cor
a 83 e
Dilos de alpaca de cores a 3500e
Ditos de alpaca preta a 3J50O, 5, 7 e
Ditos de brim de cores a 3*500,49500 e
Ditos de bramante de linho broncos a
41580 e
Calcas de casemira preta e de cores a
8J>, IOS e
Ditas de princeza e alpaca de cordo
pretos a
Dilas de brim branco e de cores a 2*500,
48500 e ^^
Dilas de afiga de cores a
Ditas de casemira a
40:000 Colletes ao velludo decores muito fino a
3ag000 Ditos de casemira bordados e lisos pre-
tos e de cores a 5$, 5A500 e
35&000 Ditos de setim preto a
22B0OO Dilos de casemira a
lflOTO Dilos de seda branca a 5jje
12000 Dilos de gorgurao de seda a 5$ e
Ditos de fusilo brancos e de cores a 3 e
9000 Ditos de brim branco e de ;ores a 2 e
5*009 Seroulas de linho a
90OO Ditas de algodao a l600 c
5&000 Camisas de peilo de fuslao brancas e de
cores a 29300 e
6#000 Ditas de peilo e punhos de linho muito
finas a
12&000 Dilas de madapolao brancas e de cores
a1#800, t e
5J.000 Dilas de meia a 1* e
Relog'os do ouro patente e orisonlaes
5*000 Ditos "de prata galvanisados a 258 e
3*000 Obra^ de oaro, aderecos, pulceiras 8 ro-
5J50U i setas
10*000
6*000
5S000
3JJ500
6000
6000
3500
2$500
2S500
2*000
2*500
5$000
2*500
1S600

30*000
*
Loja de miudezas
NA
Ra da Cadeia do Uecife u. 11.
Ha ura completo e variado sortimento de miu-
dezas, queso vendo muito mais barato que em
outra qualquer parte, como bem seja :
Capachos para entrada de porla a 200 rs. um.
Luvas de seda pretas e decorosa lg o par.
Gollinhasde linho para senhora a 1* urna-
Ditas de linho finas a 12* urna.
Manguitos finos o gostos modernos a 153 o par
Curdas para violao a 80 rs. urna.
Gollinhas e pulseiras de vidrilho de bonitos
gostos.
Molduras douradas para quadros e guarnicSo
de sola. *
Estampas das principaes notabilidades da Eu-
ropa em fumo e floridas.
Perfumaras dos melhores fabricantes.
Enfeiles de vidrilho a imperalriz *
Franjas de seda, laa, linho e algedo, gostos
modernos.
Luvas de pellica de Jouvin muito novas *
Fios de coral para enfeiles de pescoeo de crian-
zas *
Meias de fio de Escocia para senhora, e de car
prra menino %
Raralhosdo cartas de apreciagao *
Pennas de perry muito finas *
Alfineles francezes dourados. brancos e pretos
para costura,
Linhas do gaz e carretel de lodos os nmeros
e cores.
Agulhas francezas e inglezas de todos os n-
meros.
Tiras linhas, compasse mais pertenecs para
escripturacao.
Navalhas de GuimaraesP & coracao.
Urna linda caixa de msica, e muilos outros
objectos que se vendem por baralissimo prego.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthoia.
Clicas
Conyulses.
Debilidade oueitenua-
cao.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysintera.
Dor de garganta,
do barriga,
-nos rins.
Dure/,) novontre.
r-nfermidades noventre.
Has do ligado.
Dita
s venreas.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflanimaces.
Ir r eg u a ridades
menstruacao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchasnacutis.
Obstruecao derertre
Phtysica'ou consimp
pulmonar.
Retencao de ourii.
Rheuraatismo.
Symptomas secunda-
iiua lai'ga do Rosario d. 20
segunde andar.
Nesta casa recebem-sc escravos para serem
vendidos por commisso por conta de scus sc-
uhores. Afianza-seo bom tratamento. assim como
as diligencias possivois para que os mesmos se-
jam vendidos com promplidao afim de seus se-
nhoros nao soffrerem empale na venda delles.
Nesta casa ha sempre para vender escravos do
differenles idadesde ambos os sexos, cora habili-
dades e sem ellas.
Milho superior.
No armazem de Manoel Joaquina de Oliveira &
C, era frente a travessa da Madre de Dos, ra
do Codorniz n, 18.
Pechincha em roupa feita por um dos me-
lhores artistas nacionaes, na ra da Imperalriz
n. 60, loja de Gama & Silva : calcas de ganga
franceza muilo bem foilas a 2g500;* ditas de brim
de linho a 2*500, ditas de dito a 2$, colletes de
varias qualidades, palelols de panno fino sobre-
casacos, dilos saceos, ditos de alpaca preta eso-
brecasacos, assim como roupas grossas para es-
cravos, asquaes se vende muito em conta.
Grammaticaingle-
za de OliendortT.
Novo methodopara aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de nstruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
mimm
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patento inglez, para homem a senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
ivndns pelo ultimo paquete inglez : em casa de
oSuthafl Mellor kc*
Sebo e graixa.
Sebo coado e graixa em bexigas : no armazem
de Tasso Irmaos, no caes de Apollo.
Vende-se um cavallo melado bstanle gor-
.. do e muito bom andador, proprio para senhora,
nho epregat largas a 38* a duxia : na loja de por ser muito manso e bonito a tratar na ru
Goes Si Bastos na ra do Queimado n. 46. I do Queimado, loja n. 13,
. nos
v-nxaqueca Tumores.
B^uysipcla- Tic0 doloroso.
,eore biliosas. Ulceras,
rebret intermtente. Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
neral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
torios os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Venc;em-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contm urna inslrucco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O doposito geral em casa do Sr. Soum
pharrnaceutico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
namb o-
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguinte medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contrasezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DlaSands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande aortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a medite
pre o
Vendem-se libras sterlinas, em
casa de\. O. BieberA C. : ra da Cru
n. i.
i Segur conlra Fogo l

rara
Por 700$.
Vende-se urna preta da Costa, de dado do 40
e lanos annos, boa quilandeira e cozinheira :
no becco Largo n. 2.
Camisas inglezas.
As verdadeiras camisas inglezas, peilo de li-

para
LONDRES
AGENTES
gC J. Astley & Conipanhia. |
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Enchadas de ferro.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Estanho em barra.
Pregos de composico.
Brim de vela. 6
! Agurdente de Franca,
i PalhinhaparamarcineirorS
i no armazem de C. J. As-
IJPft\ mi. i ,M
Vende-se um excellente carro ingles, novo
e perfeilo, com assento inferior para pagens, e
com todos os arreios para um e dous carallos
a tratar na ra do Cabug. loja n. 3 A.

"i '. i '
'


DIARIO DE PEBNAMBUm TERgA FE1RA 2) PE AGOSTO M 1860.
DE
SAMtEEKABCA i ElBIffi BI f If 18,
Sita na ra Imperiald 118 e i20 justo a fabrica de sabo.
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre prompios alambiques de cobre de differentes dimences
(de 300 a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espiraos com graduocao at 40 graos (pela graduocao de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
de todas as dimences, asperanles ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, tornelras
de bronze de iodas as dimences e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas paraornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos, camas do ferro com armacao e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engcnlo, fulha de Flandres, chumbo em lencole barra, zinco em lencol e barra, lsnces e
armellas de cobre, lenccs de ferroalato,ferro suecia inglezde todas as dimenses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos arligos por menos preco do que em outra qualquer
parte, dsempenhando se toda e qualquer encommenda com presteza e perteicao j conhecids
e para commoddade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acha-
ao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encormendas.
DELICIOSAS KIINFaLLI VEIS.
00


GRANDE ARMAZEM
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos ostamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase meias moeudas, taclias de ferro batido efundido de lodos os lmannos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ricini, portes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultivaJoies, pontes, -aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
Lotes e todas as obras do machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pelos
de.swhos ou moldes que para tal fira forera apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
_ jleciraenlo na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. Gmoradia do cai-
.eiro do estabelecimento Jos Joaquira da Costa l'ereira, cora quem os pretendentes se podem
..tender para qualquer obra.
Pastilhas vegetaes de Kemp i l
contra as lombngas f
approvadas pela Exm.* inspeccao de esludo de 2
Habana e por rauilas outras juncias de hygiene |v|
publica dos EslaJos Unidos e raas paizes da A-! gggig
merica.
Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
Acha-se na direccao da oflicinadeste acreditado armazcm o babil fe
Garaniidascoroopuramentevegetaes, agrada-1^ "'^^uco de AttU Avdlar, antgo wntra-meitre do fallecido gg
daveis vista, doces ao paladar.lio o remedio f M*DOel JSe Ferreira- respeUavel publico continuara' a encon- lS
infallivel contra as lombrigas. Ho causara !s r?r em d,t armazem um glande e variado sortunento de roupas |><1?
me
//y
itVfcN-
S3&E
"///^
SVSKSs
"-J'S '
infallivel contra as lombrigas. IfJo
nauseas, nem sensacoes debilitantes.
Tesiemunho expontaneo em abono das pasti
has de Kemp.
Srs. D. T. Lanman e Kemp.Port By-
SSM *eita8 cmo sc|am: casacas, sobrecasaoas, fraques, paletots de panno 01
$S|>| no, ditos de casemira de cores, de merino, bombazinai alpaca preta ls
$&% e decores, ditos de brim de bnho branco, pardo e de' cores, calcas i*
e^ de casemira preta ede cores, ditas de merino, de princesa, de bri'ns pS
ron 12 de abril de 1859. Sentar*. As pas- ||| pardo, brancoe de cores, colletes de veliudo preto e decores ditosde S^-
t.lhas que Vmcs. fazem curaram neu filho ; o g| gorgurao, ditos de setim preto e branco, ditosde merino para luto ^
pobre rapaz padeca de lombngas, balar, um. 9B ditos de fusto branco e de cores, paletots, casacas, aquetas, calcas W
cheiro fedito, tinha o estomago inchado econ-!=> lk..------,,.;, a., ia'_____ J,"l"tld>> taifas gra
cheiro fed.to i.nha o estomago metado econ-, ^ e colhetes para meninos de 6 a 12annos camisas
tinua comichao no nariz, tao magro se poz, que 333 ^.V. j tumi, camisas
eu lemia perde-lo. Nesias circumstancias umV W% S P $ f t ^, l,b/ Par* -nados
sinho meu disse que as paslhas Je Kemp li-j ^ a 6"arda nacional > caPltal e do interior.
nham curado suafilha. Logo que soube disso j ^p Apromptam-se becas para desembarga dores, lentes, juizes de di- ^g
coroprei 2 vidros depastilbas e com ellas sslvei a S^S re,to municipaes e promotores, e vestidos para montana. Naon^ra- P&
=||| dando ao comprador algumas das roupas eitas se apromptai ao ou- ^
^ tras a scu gosto, quer COta fazenda sua ou do armazcm para o que S
&i^ tem escolbidos e habis ofliciaes, dande-setoda e qualquer roupa no S^Cs
^^S da convencionado. ^e^
vida de meu filho.
Sou de Vmcs. seu
Fazendasporliaixosprccos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda reslam algumas fazendas para concluir
5 liquidaQo da lirmade Leile& Coneia, asquae
u vendein por diminuto prei;o, sendo entre ou-
;ras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
al60rs.
Dilaslurgas, francezas, linas, a 240 e 260.
ltiscados franeczesde cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padres, a 240.
Urim deliuho de quadros, covado, a 160 rs.
liriin tranrado branco de liaho muito bom, va-
a, a 15J000.
Corles de caira de mcia casemira a 2g.
Ditoa de dila de casemira de cores a 5-J.
Panno preto fino a 3j e 4.
Moias de cores, finas, para homem, duziaa
800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1#.
.\ieias brancas linas para seuhora a 3g.
Uilas ditas muito finas a 4$.
'Jilas cruas finas nara hornera a 4.
Cortes de collelcsde gorguro de seda a 2.J.
imbraialisa fina transparente, pega, a 4^.
Seda prela lavrada para vestido a lj>GO0 e 2g
Cortes Jo vestido de seda preta lavrada a 1G#
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 5G0.
Peitos para camisa, um, 320.
Chitaraucoza moderna, liugindo seda, novada
ra 400 rs.
'ntremeios bordados a 200 rs.
Cjraiselas para senhora a 60 rs.
is bordadas unas a 2$500.
ilhaa li:i!io para musa a 2j e 4^.
Camisas delmcia, urna 0!0 rs.
Lencos de Iseda para pesclo de senhora
rs.
Vestidos brluicos bordados para b aptisar crian
a 5J0OO.
Coitos declina do casemira preta a 6?.
iles de racrin com franja de seda a 5&.
Cortes de dalcade riscadode quadros a 800 rs.
ferino verde para veslido de monlaria, cova-
'.o. 1*280. !
Lencos bra'ncos de cambraia, a duzia, 2J.
CAL DE LISBOA,
nova e muilp beni acondicionada : na ra da Ca-
leia do Uecifen. 38, primeiro andar.
Ferros de en-
gorumar
econmicos
a 5#000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no arma/.em de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leitc & Irmo, ra
da Imperatriz n. 10.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New York, I.
M. Singer & G. e Wheeler &\Vilson.
M <&jL Nesle eslabeleci-
S y^\ ment vendem-se as
L Jfc%}l machinas destes dous i
* autores, moslram-se a ;
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-dos por,sua boa!
qualidade e snguranna :
no armazom de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irraos ra da
Imperatriz n. 10, anliamenle alerro da Boa-
\ista.
AGENCIA
riiLOW-ilOW,
Ra da Scnzala Kova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haverum
ccm8.pleJc8ortjn2enl^jljLnio_endas emeiasmoen.
das para eugenho, machinas de^vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos ostamanhos
para dt
amo agradecido.
W. T. Floyr.
Preparadas no seu laboratorio B. :<6 Gold :
Streel pelos nicosproprietarioH D. Lanman e 36^i
Kemp, droguistas por atacado em NewYoik. 1^?^^^
Acham-se venda em todas as boticas das! Ss'cw1*
principaes cidadesdo imperio.
DEPSITOS J|
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89. fp
^fen^w^iis..! Progressona cidade da Victoria
& Companhia ra do Cruz n. 22.
Yinlio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrniaos; C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
ohecidas marca dos Srs. Branden!1 urg Frres.
e dos &rs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor_
dcaux. Tem as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
St. Estcph.
St. Julien.
Uargaux.
Larose.
Chteau Loville.
Chaleau Margauz.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma
vender:
Shcrry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris quaade fina.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
DE
casa ha para
Francisco Xavier de Salles Cavalcante de Almeida
NO
Palco Aa Feira.
O proprietario deste estabelecimento, como se acha com um grande o completo sorti-
mento, tendente a molhados, ferragens e miudezas convida portanto a lodos os moradores
desta cidade da Victoria, senhores de engenho e lavradores queiram mandar suas
encommendas no Progresso do pateo da Feira, pois s ah enconiraro o bom e barato,
visto o proprietario estar resolvidoa vender, tanlo em grosso, como a relalho, por menos
do que em oulra qualijuer parle como sejam :
Latas de marmelada de 1 2 libras a 1400, frascos com differentes qualidades de doce
por 23OOO, latas de soda contendo nove qualidades a 2JJ0O0, azeitonas muito novas,
passas de ditas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2;$000 rs. a garrafa, licores
francezes de todas as qualidades, champanhe, conhaque de ditas, loue,a fina, azul,pintada,
e branca de todos os padroes, ameixas em compaleiras e em latas a 1*000 rs. a libra
latas de peixe de posto por 2&000 rs., banha de porco refinada, araruta, fatias, bolachi-
riha ingleza, biscoilinbo, eoulras mais qualidades de massas finas, massa de tomate em
lalasea relalho, letria, macarro, talharim a 800 a libra, verdadeira gomma de araruta
insenso de todas as qualidades, espiritov de cravo, canella, e alfazema, verdadeiros penles
a imperairis, e de tartaruga de 9r>000 a 0#C00 cada um, tranca e franja de seda, Te-
chadoras de broca, pregos em quantiJade de todos os tamaitos e qualidades e outros
muitos objectos que por se tornar enfadonbo deixa de os mencionar,
S3
55. Pacional,- Tachas emoendas
M ^ffj'sr-^r
4 vi
Relogios
Suissos.
Em casado Schafleillin&C, ruada Cruz n.
38, voud-seum grande e variado sorliraeulode
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, meioa clironomelros, de ouro, prata
donrada etolheadosa ouro,sendo estes relogios
do3 primeiros fabricaulesda Suissa, que se ven-
deiopor presos razoaveis.
Alteoco
Vende se na ra da Cruz n. 48, urna
dtvidajulgada porsenteaQa, o devedor
dizem que tem loja em nome de outro
na ra da. Imperatriz, cu jo devedor
chama-se Antonio Jos de Azevedo,
Rival sem segundo.
Na ra do Queimado n. 55 de-
fronte do sobrado novo, lo-
ja de miudezas de Jos de
Azevedo Maia e Silva, tem
para vender os seguintes
artigos abiixo declarados:
Caixas de agulhas francezas a 120 rs.
Sapalosde tranca de algolo a 1J200.
Ditos de la s $800.
Cartoesdealfinctes linos a 100 rs.
E Dilos dito de Jacaranda, al $600:
Phosfiltoros em caixas de olha a 120 rs.
Frascos de macassa perola, a 200 rs.
Facas e garfos muito finos, duzia 3J300.
C.irles de clcheles do superior qualidade, a
fO rs.
Caixas colchntes balidos, a C0 rs.
Caixa de obreias muilo novas, a 40 rs.
Fiascos do oleo de babosa mjilo fino, a 600 rs
Dilos ditos para fazer o cabello corredio, a
19000.
Sapatos de la para enancas, a 200 rs.
Pares de meias cruas para" meninos, a 160 rs.
Tares de luvas de cores fio de Escossia, a
320 rs.
Pares de meias para meninos, a 20.
MaQos de granipos muilo bons a 40 rs.
Agulheiros de raarfim a 160 rs.
Caivetes do aparar pennas a ICO rs.
Grvalas de seda muito Qnas, a 600 rs.
I hesouras do costura mullo finas, a 500 rs.
Ditos para unhas idem, a 500 rs.
Franja de 15a para vestidos, pega a 1J>000.
Magos de tranca de laa muito fina, a500rs.
fetilho de seda para enfeite de vestidos, peca
a 18000.
Vende-se urna armagao de amarello para
qualquer estabelecimento, toda envernisada e
envidracada : a tratar na ra Nova o. 19, loja
GiiANDE SORTIESTO
DE
Fazemlas e roupa feila
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joapini Rodrigues lavares de Mello
ROA DO QUEIMADO N. 39
EU SLA LOJA DE QIATRO POMAS.
Tem um completo sonimenlo de roupa feila,
e convida a lodos os seus freguezes e todas as
pesseas quedesejarem ter um sobrecasaco bem
feilo, ou um caiga oucollelc, de dirigirem-se a
este estabelecimenlo que encontrarao um hbil |
ariisia, chegado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar es obras a vontade dos freguezes.
J tem um grande sorlimento de palitots de ca-!
sentir cor de rap e outros escuros, que se ven-'
dem a 12!?, outros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a 165, ditos:
de merino stima 12$?, ditos de alpaka muilo'
fina a G=?, dilos francezes obrerasacados a 12$,
ditos de panno fino a 20, 2555, e 30, sobre-
casacas francezas muito bem feitas a 35, cal-
gas feitas da mais fina casemira a 10, ditas de
brim ede fuslao por prego commodo, um grande
sorlimento de colletes de casemira a 555, ditos de,
ouiras fazendas por prego commodo, um grande ,
sorl'utento de sapalos de tapete de goslo muilo:
apurado a 235, ditos de borracha a 2500, cha-!
pos de castor muilo superiores a 16, dilos de se-
na, dos melhores que tem vindoao mercado a 10, j
dilos do sol. inglezes a 105, dilos muitos bons a
129, dilos francezes a 8iS, ditos grandes de pan-
ao a 435, um completo sonimenlo de gollinbas e j
manguitos, tiras bordadas, e entre raeios muito .
proprio para collerinhos de meninos e travessei-
ros por prego commodo, camisas bordadas que!
serven para batisado de criangas e para passeio
a 85, 10 e 1225, ricos langos de cambraia da
linho bordados para senhoras, ditos lisos para
homem por prego commodo, saias bordadas a !
3o00, dilas muito finas a 535. Ainda tem um !
restinho de chales de toquim a 30, cortes de
veslido de seda de cores muilo lindas e superio-1
res qualidades a 10035, que j se venderara a
150, capotinhos pretos e manteletes pretosde
ricos goslos a 20, 2535 e 3035, os mais superio-
res chales de casem ira eslampados, muilo finos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
las, adamascadas, muito superiores a 535, dilas
para rosto de linho a 135, chitas francezas de su-
perior qualidade, tanto escuras como claras a
2G0, 280, 320, 400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para caiga, colletes e palitots a 435 o co-
vado, e um completo sorlimento de outras fazen-
das, e ludo se vende por prego barato, e que nao
possivel aqui sa-poder mencionar nem a quarla
partedellas, no entanto os freguezes chegando e
querendo comprar nao irao sem fazenda.
Na ra do Vigarion. 9, primeiro andar, vende
se muilo superior potassa, chegada ha poucos
das do Rio de Janeiro, em barris de 4 arrobas e
a preco muito commodo.
Parahyba.
Vende-se o engenho Totrinha distan-
te d>st;i eidade duas leguas por tena,
tem terreno para dous mil paes por an-
uo e boa easa de vivenda assobradada e
boas obras, tem embarque no porto dis-
tante do engenho 1|2 quaito de ligua
do rio Paravyba cem menos de o horas
se vetn a cidade; quem o pretender d-
rija-se a Joao Jos de Medeiro.s Correia
& C que dir' quem o vende.
lm cosa de N. O. Biccr & C,
successores, ra da Cruz n. 4, vende-se
Vinho Xerez em barris.
Champanha em caixas de 1 duzi da
acreditada marca Farre & C-, vinho
de superior qualidade.
Conhac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
Aro de Miiao
Brilhantes de todos os tamanhes.
RELOGIOS.
Yende-se emeasa de Saunders Brothers &
C.praca do Corpo Santo, relogios do afama
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambemirancfillins e cadeias para os mesmos,
deexcellente uosto.
Loja das seis portas em
lenle do Livraraenlo.
Roupa feila barata,
Paletots saceos de casemira escura a 4, ditos
de alpaca preta a 4, ditos de brim pardo a 3g,
camisas brincase de cores a 2 dilas de 'uslao
finas a 250O, paletots de panno fino, ditos de
casemira do cores, calcas de casemira prela e de
cores, colletes de velludo o de seda, um comple-
to sonimenlo de roupa feila, que vende-se por
todo prero.
Loja das seis portasen)
frente do Livramento.
Covado a 200 rs.
Chitas francezas largas de bonitos goslos a 200
rs. o covado, dilas eslreita?, padroes n iraitacao
de laazinhas a 160 rs. o covado, cassas de sal pi-
cos brancos e de corea a 210 o covado, meias
para meninas e meninos a 240 o par, chales de
merino estampados com barra a 2, lengos bran-
cos com barra de cores a 120 rs., dilos com bico a
200 rs.: a loja esla aberla al as 9 horas da
uoite.
Cortes
Braga Silva & C.tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A,um grande ortimento
de tachas e moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw a Iratar no
mesmo de osito ou na ra do Trapicho n 4.
NICA VERDAD2IRA.E LEGI
TIMA.

.^2 :^m^
Venda.
Yendem-se tros predios na cidade de Olicda,
sendo um sobrado de um andar na ra do Am-
paro n. 36 ; urna casa terrea com bom quintal
na ra do Bom Successo n. 14; e outra dila ter-
rea com quintal na ra dos Quatro Cantos n. 17 :
trala-se na loja u. 62 da ra Direita desla cia-
de do Recile.
Vendem-se 42 acedes da Caixa Filial: na
ra Diretla n. 66, escriptorio de Francisco Ma-
tlas Pereira da Cosa.
Vende-se bolachinha e biscoilo de soda a
1 a lata, presuoios para fiambre a 500 rs. a li-
bra : na ra da Imperatriz n. 54.
Vende-se
a cocheira da ra da Imperatriz u. 37 : a Ira'.ar
na mesma.
Vendem-se carneiros gordos e baratos : na
ra doCotoveo, padaria do leo do norte.
A 4#000 rs.
F.irelo de Lisboa novo ; ra ru do Vigario a.
19, primeiro audar.-
Por metade de scu valor, vende-se urna fa-
brica do fazer velas de carnauba : na rna c'e
Agoas Verdes n. 46, segundo andar.
Adiiiiraveis remedios
aniericanos.
Todas as casas de faniUia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devem eslar prevenidos
com esles remedios. Sao tros medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prorapto alivio deRadway.
a.
Instantneamente alivia as mais aceibas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor Je
cabesa, ncvralgia, dianhea, cmaras, clicas, li-
lis, indigeslao, crup, dores nos ossos, contusCs,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, relec-
rao de ourina, ele, ce.
Solutivo renovador.
Cura Iodas as enfermidndesescrophulos.is,cr-
nicas esyp hliticas; resolte os depsitos de maos
humores, purifica o sesgue, renova o syatema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.voLC-
reo, lumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeeces do figado e rirs,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras is
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pihuas reguladoras de Rad-
way
para rcgularisar o systema, equilibrar a circula-
rlo do sangue, inteiraufile vegetaes favoravtis
em todos os casos nunca occasiona nauzcas ne
dores de ventre.dses de 1 a 3 regularan;, de i-
a 8purgam. Estas pilulas sio efDcazcs as alec-
joes do figado, bilis, dor de cabera, ictericia, ir-
digestao, e era todas as cufermidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reteC-
coes, flores brancas, obslrucves, hisleiismo, etc.,
sao do mais prompto effeilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, c em todas as febres nsa-
ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de insirucroes impressas que moa-
iram com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer en.'ermidade. Esiao g;-
ranlidos de falsificarao por s haver & venda r o
armazem de fazendas de Raymundo Carlos L'i'.e
& Irmo, na ra da Imperatriz n. 10. uii.es
agentes em Tcrnambuco.
Escravos fgidos.
SALSA KMUILlll
a 2*500,
de chitas largas, francezas, com 11 covad.os cada
corte, riquissimos padres : na ra do Queima-
do, loja n. 18 A, esquina quo volts para a ra
estreita do Rosario.
Velas perfeitas.
Vendem-se caixas com espormaeele a 620 a
libra, e a relalho a 640: na travessa do paleo do
Paroizo n. 16, casa pintada de amarello.
Remedio sem igual, sendo reconhecidos pelos
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumalis-
mo, enfermidades do figado, dyspepsia, debilida
dade geral, febre biliosa e nlermiltenle, enfer-
midades resultantes do emprego de mercurio,
ulceras e erujeoes que resullam da impureza do
sangue.
CAUTELA.
D. T. Lanman iS Kemp, droguistas por ata-
cado New York, aegam-se obrigados a prevenir
o resdeilavel publico para desconfiar de algumas
tenues iuiitac.6es da Salsa Panilha de Bristol,
que hoje se vende nesle imperio, declarando a
todos que sao elles os uniros proprietarios da re-
ceita do Dr. Bristol,lendo-lhe comprado no an-
no de 185G.
Casa nenhuma mais ou pessoa alguma lem
direito de fabricar a salsa parrilhadeBristol, por-
que o segredo de sua prepararlo acha-se somen-
le em poder dos referidos Lanman & Kemp.
Para evitar engaos com desapreeaveis combi-
nares de drogas peroicio-as.as pessoas que qui-
zerem comprar o verdadeiro devem bem observar
os seguintes signaes, sem os quaes qualquer ou-
tra preparaca falsa;
1* O envoltorio de fora est gravado de um la-
do sob urna chapa de ac, trazendo ao p as se-
guintes palavras :
D. T. LANMAM & KEMP
SOL AGEKTS
N. 69 WATER STREET.
2' O mesmo do oulro lado tm um rotulo em
papel azul claro cem a firmaTj\rubriea dos pro-
prielarios.
3o Sobre a rolha acha-se f> retrato e firma
do inventor C. C. Bristol en/papel cor de rosa.
4o Que as direc^oes juntas cada garrafa
tem urna phenix semelhante a que vai cima do
presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro ra da Alfandega n. 89.
Bahia Germano & C. ra Juliao n. 2.
Pernambuco no rmazem de drogas de J. Soum,
C, ra da Crui n 22.
(f'KEMP Nl?EY.^0TlK)
PILULAS VEGETAES
ASSUCARADAS
NEW-YORK
O MELUOR REMEDIO COMIECIDO
Contra conitipafes, ictericia, affeccoes do fijado,
febres biliosas, clicas, ind'igcstes
enxaq uecas.
IIemorrhodas; diarrhea, doencas da
30,000 rs. de gr
tifleaco.
Na noile de 6 do correle fugio um escravo Jo
Dr. Joao da Silva Ramas, de sua casa da roa N -
va, oqual tem os signaes seguintes : cabra, alto,
secco do enrpo, cabellos carapinhos, peroas iiln
tanto selladas, e alguma cousa abrrlas, ps gira-
dos e grossos, dedos dos ps um pouco abeilos,
com lodos os denles da frente, sem cicalrizes de
Inelle iruncfta c 'tn iinc, uupuies.c todas as cnRrmidades, gulares, a barba comer a desponlar, de idJe
P-lr ann ^"^ DOIESTA1)0 ""'P0 D0 2 anuos, pouco mais bu menos, ladino, amiga
70,000 caixas deste remedio consommem-se | de baiano e fumador ; ele cabra -foi escravo do
annualmenle!
Remedio da nature/.a.
Approvado pela falcudade de medicina, e re-
Sr. Simplicio Cvalcanli de Albuquirque, Jo
Buque, donde fugira para esta cidade, aonde
senlou proa no corpo de polica com o neme de
Jos francisco de Assis, lindo depois dado boixa
|C0mmendado como O mais valioso catrtico ve- em marro do^corronle anuo por se haver prova-
getat de todos os conhecidos. Sendo estas pilu-, do sua escravido, foi vendido ao Dr. Hornos, a
) las puramente vegetaes, nao conlem ellas ne- i 1ucm MlaTa strvindo de boleeiro : quem o
'nhom veneno mercurial neta algtim outromine- 'ach/''' Pode.enlr(,Sa-l,ni? ru, Nova, no primeiro
; ,.T ^^ *" i andar por cima oa cocheira do Adulidio, e cnt'.j
I ra; estao bem acondicionadas em caixas de folha reeebera a promcitida gratificacao.
i para resguardar-se da humidade. Fugio no dia 19 de junhoproximo passado,
Sao agrada veis ao paladar, seguras e efTicazes d? (,ng<'110 Bom Successo do termo de Seri-
en cno ,-- j* j nhaem, o escravo Daniel, t.relo fula, rrion o, ie
^m sua operagao, um remedio poderoso para a dadc 0 anno8i pouco m, ou Dlcno'Si nllll> 'ec.
Juveniude, puberdade o velhice. | co, bem espigado, cabeca pequea, feicdes regu-
Lea-se o folhelo que acompanha cada caixa, I lares, bem feito de corpo, ps e maos sectas o
Fitas e flv
cinto.
Vendem-se na ra do Crespo n. 7, loja de miu-
dezas.
Fitasparabouquet
Vendem-se na ra do Crespo n. 7, loja de
miudezas.
sao os nicos fabricantes e proprietarios.
Acham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Ci de Janeiro, na ra Alfandega n. 89,
Bahia, Germano & C. ra Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
& C. ra da Cruz n. 22.
res, c escravo desapporeceu ; julga-se que an-
dar odilo escravo nas visinhancas da villa do
Cabo, ou do mesmo engenho S. Joo, cu do er.-
genho Barbalho, onde tem rr.uitos conhecidos,'
pois que frequentava esses lugares quando foi co
Sr. Jos Xavier da Rocha Wondcrlcy, hoje mo-
rador no engenho Serrara : Pede-so as autori-
dades de polica do lermo do Cabo a captura dcs-
Ic escravo, o aoscapilaes de campo ou qaalauer
: pessoa que o conhera, de pega-lo e levar oo r.i.-
Vendem-se du3s grandes carroas de duas j genho Serrinha de Serinhaeni a scu senhor Pran-
rodas, muito fortes toda de sicupira, sao novas cisco Manoel Wanderley Lins, ou nesta cidade
propriasde engenho e para o que foram feilas e j eo Sr. Manoel Alves Ferreira, na ra da Mocda
quaesquer oulros servidos por pesados que se-: n. 3, segundo andar.
jam, Irabalham com tima ou mais juntas de hois, | Fugiram do engenho Cana-Braba, r-m 22 do
carregam muilo bem 25 a 30 saceos com assu- oulubro de 1859,os escravos seguintes : Claudtno,
car, oplimss al para a estacao das Cinco Ponas cabra, alto, bom corpo e bem sadio, poura barba
conduzirem para o Recife os ossucores dealti
quera as pretender dirija-se ao pateo do Terco
n. 27, segundo andar, que se faro negocio.
Vende-se urna caldeira de ferro batido com
7 1|2 a 8 palmos de bocea com canno e torneira,
juntamente 2 resfriadores proprios para alguma
pessoa que queira bolar fura desla provincia al-
e s alguma roda da bocea, representa ler de
30 a 35 minos de idade, c lem o dedo mnimo de
um p corlado. Fillppa, mulata, clara, baixa, e
corpulenta, com bastantes marcas de Lexigas no
roslo, coze e engomma soTrivel, e entei.de lam-
bem de cozinha, lem de idade 22 a 25 annos :
quem os pegar leve-os ao dito engenho, ou nesla
guma fabrica de sabo em ponto pequeo ; ad- I pract, & ru da Cadeio do Recife n. -48, escriplo-
vertc-se que ludo ainda est em perfeito estado : '
quem pretender, dirija-se a ra do Brum n. -14,
a tratar com Francisco Jos de Alencar.
Vende-se doze cadeiras de Jacaranda e tres
bancas de amarlello, eduos grodes paro jonelas,
tudo em bom estado, por diminuto preco: na ra
da Cruz n. 21.
45
/.
I MUTILADO I
Borzeguins
Ra Direita 45
6,000.
emessa de borzeguins dem-
cratas puros, pequea.
a ra Direita n. 68, existe um
bonito escravo, moqo, de nacao, para
ser vendido para esta praqa ou alpum
sitio, por estar acostumado nesse ser-
vico. -
rio de Belarmino do Reg Barros, que se gratifi-
car generosamente.
No dia 12 do crenle fugio da padaria di
ra das Cinco Pontos defrnnle da matriz nova da
freguezia de S. Jos, o prelo Pedro, de naeao,
que reprsenla ter 40 annos, estatura regular,
magro, barba no qucixo cora alguns cabelles
broncos, com falta de dous denles de um lado
da parle de cima ; levou chapeo de feltro ussdo
copa baixa, palelot de brim escuro, calca de ca-
semira branca usada, falla muito explicado. Este
escrovo foi arrematado em 21 de julho, em tra-
ca publico pelo Illm. Sr. juiz dos frites da fazen-
da inlerino, por execuQao contra o senhor do en-
genho Paulista, a quem pertencia o dito escravo ;
consta que lem andado em Apipucos nos arro-
baldes dos sitios do Illm. Sr. tenente coronel
Carneiro Monleiro, ou major Maia, ou no silio do
Illm. Sr. deposilario Ferreira, onde possou a
fesla. Pedcrsc s autoridodes policioes corpo do
pedestres e copitaes de campo a captura do men-
cionado escravo, levando-o mencionada poda-
ra ou a seu seu senhor Joaquim da Silva Lopes
na travessa da Madre de Dos n. 18.
4?<
?pM.*


()
DURIO DE PERNAMBUCO. TERCA fEIRA 21 DE AGOSTO DE 1860.
Litteratura.
Sergipe e as suas > as de coiiinuiiii-
caco martima.
Tenho pensado ltimamente, nao seise bem,
cnpregar o meu escrever das horas vagas em al-
aiuda entao capital da provincia, longos mezes
se volveram, sem que na embocadura do Vasa-
barris, passasse um barco trazer, ao menos, a
farinlia trigo, de que ella tanto precisava, e
que creseidos procos mandara vir de Larangci-
ras, ou da Estancia, a 1.a seis leguas e a 2.*
dezde distancia.
Por falta de meios de transporte, de confisnea,
gura .isstinipto sempre ulil. Apartado do todi3 i. ,-~ ,, .
...... K y.... v .... ou pela extrema difficuldade, ou, por ventura
inliiliiljados, quepis flices de urLfl hltera- ;.;,-i-. -.
. impossibilidado de mover os pouco existentes, a
tura ora coraero. se produztr ; d esse disseriar caregl, c a iomc
i dioso, que nos leva a poca ; a'esse per-
c a tome escancaravam assuasraeda-
nhas faces cada momento e a cidade j lao
iler do lempo em cousas uiglorias ; desse traba- desftla cada v
litar sem inicios; ou dessa colheita de fructos pe-
cos, eu procurare! lambem pensar e tratar da
provincia do Sergipe, da trra em eujo seio eu vi ,
. .v ,.' ,. mas secnas, se bem, que em menor escalla, por-
u lUZ, **1 f*>'> nract.1 rannhi iimi nrnn.n I
rez mais, Iranzia-se de dr na re-
presentacao de taes tragedias.
Na Estancia c Larangeiras, davam-seas mes-
emcujo seio eu cresc., receb, urna precio- I quc mais riquas lhes prodigaIisou a Ml"
sa educacao e o pr.nc.pio de urna vantajosa ins- lodavia_ os mcrcados desfallr(.eram.se von;
trucrao, da Ierra por quem lao destello em amo- dia.se muiUs mc, bem
res nao recusare perante sacrilicios para abri- crescdos "
Uiantar lhe os das, amenisar-lho as magoas, e rnn, -.ii,.i.A:i .
. '. tom estabelecimenlo dos vapores da compa-
cumprir a rainha musi, concorrendo com a pe- nhia SanU Cruz> Q commerc0i tes ex{._
draaccommodada aos meus hombros para o edi- lava 0 ultirao alenl0f viviflca.gCi recebe alma ,
ficlo do sua gloria. agricultura despe os toscos trapos, que a envot-
Nada posso para conseguir tal fio. ; quanlo va-; via> c a mseria lao C3pancada j leria desappa.
lho se.-o; mas. ao menos, compro o dever de recdo, nao ser a tyranna crise. ingrata Qlha
filho, sendo amoroso para com aquella que me da rregularidade das estacos, em que dorida-
semo demai; revelo-lho o intimo da minha mente de eslorec a provincia.
alma; abro-lhe as ultimas dobras do meu cora-
gi ), e ella devo ser satisfeita.
Se da pureza das rainhas intenroes surtir algu-
ma ida proveilosa, bem que seja acollada ;
bu) que por ella lenha um goso a minha peque- j fusa0 dos scus pioduclos.
na provincia. Por oulro lado, esta lao importante porr.ao do
O echo do recem-nalo nao e nnr "orl" -
A companhia Sania Cruz, foi o baslo poderoso
e firme que arrimou o infantil commercio de Ser-
gipe, to envelhecido pelas contrariedades ; foi a
salva-guarda da agricultura quo murria na pro-
por certo raui au-
condemuada um triste ostracismo, nao
leudo dos seus mais avanlajados passos. seno
O silencio tem condemnado mullas cousas, por- nolcias aduUerada3 pela viagem de me.
territorio brasileiro segregada das grandes capi-
ui.el; mis, ligado a outros echos, pode lhes jaes
dar incremento, e alguma cousa conseguir.
que nccessidaJes pressivas nao se calam, grilam,
gritara sempre, grilam muilo al que se assatis-
azom. E um adagio bem sed ico nos revella a
soguintc verdade: quem nao pede, Dous nao
ouve.
Ser osse o meu arant-propos as conside-
rscoes que hoje publico, ou que no futuro Dzer.
*
(.loando em Janeiro de 1855 a companhia de
Santa Cruz de paquetes vapor,mandou aos portos
da minha provincia o sen primeiro barco, Sergi-
pe que al entiio passra os seus das no maior
estado de abatimcnlo, n'elle reconheceu um aviso
do um futuro fagueiro ; o o novo vehculo de
; igrosso foi recebdj na maior e mais udizivel
satisfarn. O seu presagio nao lhe mentio.
Autos desla poca, largos c longos aunos pas-
siram-se som que algn) desses tyrannos dos
obstculos da industria visilasse os nossos por-
los; e quando um ou oulro lhe apparecia, era
para transportar algum presidente, ou arrancar da
sempre acabrunhada Sergipe os seus infolizes fi-
I >s, destinados .1 satisfagan dosimposlos desan-
gre, de que diziam precisar a patria.
I! pena que o nosso governo s se lembrasse
mandar-nos esses vehculos quando quera
desmamar algum administrador principiante, ou
augmentar o exercito e a armada.
Formou-se a companhia Sania Cruz, hoje in-!'1" Vlr,uJcs do q" de anal>'sar Piados,
corporada Bahiana, e Sergipe, apezar do estado Dopl0,s d.as co"ilJeraCoos que viemos de fazer,
erico do seu commercio e lavoura uestes tres cuusldlioes verdado.ras, conscicnciosas, incon-
Ullimos anuos, tem feilo longo caminbo na estra- lesle,s' 'loosupporraos, se Sergipe podesse di-
da do progresso. I reclmenle communicar-se com todos os pontos
do Brasil?
progresso.
Dous vapores sabidos da Baha, cora intcrvallo
do quinzo dias, locam successivamente no Rio
Real, VaM-barrU, Cotinguiba, Rio do S. Frran-
cisco e Maoei.
As vanlcgens desla, a.'guma vez imponlual li-
nha do vapores sao innmeras, e quom tiver vi-
sitado Sergipe de 1854 c a visitar agora, porcer-
! [lie reconhecer a longa distancia que entre
Caas duas tao prximas pocas se descreve.
D'antes o acanhado commercio do Sergipe
nerc dos venios, das mares e dos riscos de suas
Brasileira lena os da Bahianua e Pernambucaua,
nao seria vanlajoso, como natural, que esla ulti-
ma ua sua viagem para o sul chegasse ao Ara-
caj, como aquella chega & Macei, muito prin-
cipalmente quando os paq jetes brasileiros nao
locam em Sergipe ? Nao ser isto conceder tan-
to urna e tao pouco outro,estando cstasduas
provincias as mesmas circumstancias, e preci-
sando egualmente dos meamos auxilios 1
Sergipeioconteslavelment) muilo lucraria.se os
vapores da companhia Pernarabucana chegassem
at l, o Peruambuco tambera por sua parte mui-
to aurfera.
A Cotinguiba, crcio, que mais do que qualquer
desses portos do sul, em que tocara os vapores
da companhia Pernambuca na abundante de as-
sucar; neste porto a companhia podia annual-
mente fazer importantes ijanhos : productivo,
rico, muito rico, e s precisa de auxiliares.
O commercio de Pe rnambuco e o de Sergipe
muilo ganhariara com este consorcio ; esteper-
tencendo exclusivamente ao da Balua, libertar-
so-hia de um jugo assz pesado e caprichoso, e
livre. e com vontade marcha ria mais poderoso e
desassombrado ; aquolle alargando a sua esphe-
ra de accao multiplicara as suas relacoes.se ex-
creera era melhores proporr,3e3.
Pernambuco, alera de ajudar a sua pobre irma,
que muilo medrara, o que merece o seu apoio,
porque muito a syrapathiss, colheria cerlos ein-
numeraves fructos.
Em um dos num eros de:ste jornal j flz ver a
necessidade, que lera S crgiae de libertar mais o
seu commercio, de estende-lo, ao menos al esta
cdade tao rica, tao leal e progressisla. Sor in-
til reproduzir a verdade que urna vez disse, e
que todos reconhecem e quedevem pratlcar.
Alm disto, todos sabem, que, deencommodos
eextraordinariosdspeniostrazem as viagens da-
quipara Sergipe e vice-versa ? As vezes temo-las
de quinze a trinla dias, e a que se faz daqui para
a estancia, v. g., triplicadamente mais cara do
que para a Baha, que lhe Rea alm.
Sahidos desla cidade, seguimos para as Alagas
ou para a Baha, onde lemos de esperar os vapo-
res da companhia Santa Cruz, que alguma vez
fatalmente tardam ou nao reilisam a sua viagem,
ou parlem na vespera da nossa chegada, e entao
eis-nos obrigados urna longa demora, que ne-
gligente e incommodantesoffremos; eis-nos obri-
gados despezas extraordinarias, que nos desani-
raam segunda.
Ha sempre urna tal ou qual raiva do viajante,
que parle do norte para Sergipe pela Bahia, ao
das arles pafSar os scus porlos e correr al6ra- Psra dePois
voltar ; parece mesruo urna anomala.
Os mesmos inconvenientes se observan) as
viagens para o Ro de Janoio ou para qualquer
outro ponto do imperio de Sergipo e para Ser-
gipe
assim, que chegando eu este anno Bahia,
sahindo da Estancia, um da depois da partida do
vapor brasileiro para o norte, estive em risco de
perder o meu anno acadmico ; porque o outro
s passaria quinze dias depois ; o entao, com
urna demora, felizmente de pouco lempo, que
^passando o Milford-Haven da companhia Anglo-
luso-brasileira, corr na maior anciedade com ou-
tros collegas ultima chamada daFaculdade, que
cora uns qualro das de mais nao nos quereria
por filhos um anno inteiro, ou nos condemnaria
mendigar um phlysico privihgio da gorducha as-
semblageral.que, suppondo fazer-nos um gran-
dsimo favor, gralha, gralha muito, enfeza-se,
ameaca-nos, prolela os seus trabalhos, e, a final,
se nao lemos algum prente ou padrnho ah sen-
tado, seremos proscriptos da Faculdade por todo
um anno.
] zes, cahiudu no desalent do suas forras, quasi
que se barbarisava ; corria na corrupcio dos seus
hbitos, manteudo inviolavois os mos, porque
I nao os sabia emendar ; e alheia aos movmentos
[do progresso lalvez viesse ser a vergonha do
nosso imperio.
A cammunicacao constante e directa da Baha,
ie indirecta do Rio de Janeiro, do Pernambuco, e
outras importantes cidados do Brasil, realisada
i pelos vapores da companhia Santa Cruz, tem si-
j do, por corlo, o director e transformador dos 1103-
; sos usos e coslumes. E se ainda nao temos a ci-
rilisaco de nossas mestras, eu aflirmo, que um
| transumplo approximado, ao menos, temos da
Baha.
Finalmente, bom visivel e inconlpstavel o pro
Igresso, a que leoui
I de Sergipe nos cinco ltimos annos.
A cdade da Baha tornada de mais fcil acces-
I so Sergipe, as suas pequeas Cidades buscam
tudo copiar da Bahia : a architectura modela-se
l pela mesma forma ; a pintura alliaprendida, a
j marcenara, todas as arles, as modas, tudo alli
que vo mais fcil e proveilosamenle buscar.
Todava a erapreza tem alguma vez abusado, e
graves inconvenientes a provincia tem soffrido.
Nao os narramos ; porque masgoslaraos de apre-
que diramos, se a companhia brasi-
(lera so dgnasse de mandar ao Aracaj os seus
! vapores, ao menos urna vez no mez ?
Nao a barra do Cotinguiba um malstron, que
tanto assuste ; os vapores lalvez passera era ou-
Iras peiores.
Depois, possivol que Sergipe eternamente s
se communique indirectamente com os outros
pontos do imperio ? Nao se ter um da do rea-
lisar a communicarao directa, porque nao so a
urlica logo '?
Todava, se ternvel parece a barra de Colingui-
rasas e arenosas barras uao consegua senao por i,, n-,^ ,).* .. T
. ... ," na, nao poderao os vapores ancorar alguraas ho-
delongas de das e as vezes de mezos, realisar. ra(. r,-,r, ,n_ .u; ~..-t. j
; ras tora d ella, e ah receberera ou darem ao Ta-
inas compras o venias no mercado dominador da por de rtuoquc
Labia.
Os passageros desesperavara mullas vezes as
couco hospitaleras praias do Sacco e Mangue Sec-
po. Mosqueiro, Aracaj o Barra dos Coqueiros
Aracaj) oque Irouxerem ou le-
varen) com dostiuo Sergipe ?
A nossa assembla geral bem poda attender
esla sua necessidade e salisfazo-la : e bom con-
lente por certo eu seria, se tal beneficio visse fruir
Repelidos das e duplicadas noules, passavara a .,.:;, t c ,
. .ia provincia de que sou natural. Se nao se faz por
vista das barras, em fronte de erra, e o qucc'Mi, j..ii. j ,.
'. H Ia"a de pedido, e se que o pedido de um seu fi-
i.i.ii-, mullas vezes sem alimentos, sem aguada, n,/,i, .,i.i;j f .
_ | "10 pode ser atlendido, eu o faco de corarao ; e
bem desojo, que urna assembla patritica, il-
luslrada e amante do seu paiz.eu e a rainha pro-
ccienuados de forcas e pelos soffrimentos enfure-
cidos.
Mutas outras vezes virara suas cuslosas fortu-
nas afundarem-se nesses lerriveis sorvedros, ou
boiando uasoudas, pararera arruinadas as cos-
tas, e bom felzes muilos foram quando as suas
vidas, respeitadas, nao se extinguirn) no mortal
torbillo, que lhes roubava tudo.
Edi 1853, na cdade de S. Chrislovao, anliga e
FOLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
RESENH& WtRITIWA.
XXX
Si v.nnio O relalorio do Sr. ministro da mar-
vincia possamos alguma cousa dever para eterna-
mente bemdizer-mo-la.
Com ludo ainda vive urna esperanra, o confiar
nclla o conforto que nos resta. Esperemos
pois.
A provincia das Alagas quanto aislo mui
bom ajudada, alm dos vapores da Companhia
nos sorprendeu ; cumprc, porm, que confes-
semos que nos morlilicou extraordinariamente,
nos sensibilisou por tal forma, que nao podemos
descrever.
Nao nosso primeiro senlimcnlo que os offi-
ciaes da armada nao tenham podido ainda con-
seguir a reparaco que lodos reconhecem que
lhes devida: ellos sao homens dedicados sua
patria, de una abnegacao e generosidade toda
no imperio, e sem interesse para quasi todos os
eus lugares importantes.
Bem desejara que tudo isso mudasse ; que urna
sabia e protectora determinaco fizesse juslira
provincia, que tanlo a implora ; que ella, posta
em parallelo com as suas irmias podesse voar na
estrada do progresso ; e que o Brasil na ventu-
ra dos seus dias podesse regosijar-se por ler tao
digna filha.
Os meus desejos sao pequeos, porm louva-
veis ; e se licito assim desejar, bera possivel,
que eu seja ouvido.
Recife 11 de agosto de 1860.
U. L. Azevedo d'Araujo.
ERRATA.
No artigo Direitoe moral inserido no Dia-
rio do 18 do crtenle, columna Ia, linhas 45, em
vez de difforencaleia-se deffinicSo ; co-
lumna^, leia-se assim o segundo periodo__ a
moral nao poderia prescrever os deveres do ho-
racm para com Deus e para com sigo, sem ao
mesmo tempo prescrever os seus deveres para
com os seus semelhantes ; a mesma columna,
linhas 72, era lugar de ouvir leia-se viver;
a mesma columna, linhas 81, onde se 16 sem a
vida leia-se sem duvida ; na mesma co-
lumna linhas 103, em lugar de notoriolea-sc
externo ; columna 6a, linhas 26, em lugar
de e qualidade natural leia-se de equida-
de natural.^
Sua ascenso recta de 142. 55', e sua decli-
naco boreal de 11.
Sem brilho acha-se reduzido ao de urna estrel-
la de segunda grandeza, e sua cor consideral-
raeule lvida c amortecida.
30 de julho.
Nao vimos a sobredita estrella as noiles de |
28e29
Pdera, porm, dado ainda algum descont
para algum excesso ou qualquer outro erro em
nossas determinarles, concorrer ambos aquelles
elementos, embora em todo o caso o primeir0
muilo fracamente, para os efieitos a que nos le-
mos referido. A estrella nova pode nao s estar
com effeito & urna distancia do globo muito me-
or que a das estrellas mais vizinhas, como
por estarem nubladas as proximidades 1 m -___,. mM ,__. '
r i mu provavel; mas tambera ser ao mesmo teni-
do norisonte, na regiao onde ella apparece. po 0 se movimentc proprio muito mais consi-
Tera-se j lomado difficil observa-la, nao s deravel do que os que se tem observado em al-
por que seu movimento retrogrado a aproxima guma daquellas denominadas fixas, e que os tem
cada vez mais aos raios do sol, como Cc3 dito, bem prodigiosos. Arcturnus, por exomplo, se-
mas lambem por que tem diminuido de brilho c gundo Arago.percorre periodo 21 leguas em ca-
Variedades.
de grandeza.
Hoje apenas podemos ve-la com o luneo, es-
lando alias o co regular, e apenas um pouco
mais esclarecido pelos ltimos reflexos da luz
crepuscular; por mais que nos esforrassemos
para deslingui-la a olho n, nao o conseguimos,
era alinha-la com outras.
Somente podemos notar que se acha a uns 9o
pouco mais ou menos a Oessudoeste de Reguos,
e na direccao de urna linha tirada pouco mais ou
menos por entre (delta) e (thla) de Leo, e que
passa porRegulus.
Acha-se reduzida ao aspecto de urna estrella
de menos lalvez d6 4a grandeza.
Io do Agosto.
Hontem nao observamos a mencionada estrel-
la, algumas nuvens no-lo impediram.
Hoje apezar de estar o co mais ou menos
limpo na regiao em queaquelle astro deve adiar-
se nao nos foi possivel descobri-lo, mesmo com o
lunelo, por mais qeu nesse senlido empregasse-
mos deligencias; eremos poder da-la como de-
sapparecido ao menos para os nossos olhos, e
para o fraco instrumento com que o temos ob-
servado.
Comparando agora as ascenroes rectas e decli-
naces daquclla cstr.ella da noile de 18 para c,
e notando as suas dfferenras do urnas para ou-
tras, para mais ou para menos, temos os seguin-
tes resultados :
decl.
13
12
bor.
15'
35'
11 25'
23............\
2i............\
25............)
143a
142
40-
55'
11
11
ir
10'
5'
O-
Os progrossos da civilisaco, alguem j escre-
veu, cre3m por toda a parle novas relacoes entre
os homens ; multplcam incessantemeute os la-
ros de suas affeices e interesses ; e impem so
governo o dever de estabelecor entre elles cora-
municaces mais facis e frequenles ; de appro-
ximar por meios mais promptas e exactos as dis-
tancias que os separam ; de abrir s suas rela-
res vias raais directas e commodas ; emflm de
satisfazer & todas s exigencias das suas neces-
sidades, e al smente de suas conveniencias. A
sociedade recobe a vida e o movimento pelo con-
tacto perpetuo das ideas e aeces dos que a com-
pem.
Em taes circumstancias, qual o contacto de
Sergipe com Pernambuco, Rio de Janeiro, e ou-
tros importantes ponlos do imperio?
As noticias pelo meio indirecto de trausmisso
veera ordinariamente de Sergipe com ura mez e
raais ; e quando aqu chegam tantas vezes to
caneadas c esbaforidas os jornaes pelas datas, a
que pcrlencem, nao querem referi-las com receios
de j nao parecercm noticias.
A provincia de Sergipe quasi que esquecida
Entretanto, senhores, eu me animo a ponde-
rar que nao custa ou em prejuizo de urna cor-
poragao que lem a seu cargo defender os gran-
des interesses do estado, a integridade do impe-
rio e a honra nacional, e que sempre que tem si-
do chamada a defeza de to sagrados objectos
lem dado brilhantes provas de patriotismo e leal-
dade cora e ao paiz, que se devem fazer eco-
nomas. (Apoiados.) Entendo antes, que mesmo
Estrella nova.
(Continuago.)
20 de julho.
Nao podemos hontem, em razodo mo estado
do co, observar a estrella de que temos tratado.
Hoje achamo-la no prolongameuto de (gamma!
e de (ola) da constellaco de Leo, muito pouco ao
norte do ponto em que elle se encrusa com o de
(bla) da mesma constellagao e de Regulus.
Sua ascencao c de 145 e sua declinaro bo-
real de 12. 35'.
Seu movimento pareco pois diminuir em ex-
lensSo. O seu brilho conserva-so pouco mais ou
menos o mesmo ; mas sua cor como que se lem
tornado mais branca.
22 de julho.
Hontem lambem nao nos foi possivel, por mo-
tivo indenlico, observar a sobredita estrella.
Hoje se bera que cora alguma diBiculdade, e I
com menos precisao que as outras noites, po-
demos marcar-lhe a posic,!o.
Acha-se no prolongamento de (theta) do Leo,
e de Regulus ; uns 6 pouco mais ou menos dis-!
taute desla estrella o uns 12 lambem pouco mais;
ou menos distante de (gamma) daquella constel-
laco.
Sua ascencao recta de 143 40', e sua declina-
cao boreal de 21. 25'.
Daqui resulla que seu movimento de ante-hon-
tera ou de hontem para c foi retrogrado, ou em
sentido inverso ordem dos signos zodiacaes. Se
continuar assim, deixara estrella de ser visivel
dentro em poucos dias por aproximar-se aos raios
do sol.
Quanlo a seu brilho e cor confirma-se o que ti-
ca dito na observado de 20.
25 de julho.
as noites de anle-hontem apenas vimos a es-
trella nova alravezde nevoas mais ou menos es-
pessas.
Hoje vemo-h no prolongamento de urna recta
que tirada de um ponto a menos de 1. ao occi-
dente de (gamma), vai passar por (ta) ambas de t.
Leo ; e no seu eucrusamenlo com .oulra que lira- uiima nhcprvi'r
da de uns 3/ ao sul de (delta) da mesma cons-UlUma obscnaCao-
tellacao, vai passar por Regulus.
Est alera disso no prolongamento de (x) de
Virgo, e de (rho) da sobredita constellaco de
Leo.
Sua ascencao recta de 144. 15', e sua decli-
narlo boreal de 11." 10';movimonto directo.
Tem dimiuuido de luz; emquanto anda se
possa considera-la do priraeira grandeza, comtu-
do j brilha menos que Regulus ; e sua cor est
incontestavelmenle mais branca. i enwaclidoes em nossos alinhamentos e posicoes
26 de julho. i ttribuidas a mencionada estrella, j as interpol-
A posieao da estrella nov8 hoje no prolonga- j laces de que temos usado em relago s noites
K.diVio,haUrad"de(nuda*r,l,del,r"Por|eiquenao a observamos. Mas estes defeilos
(gamma) de Leo, e no seu encrusamento cora ou- ., .- .,
ira t.rada de 3.a pouco mais ou menos ao norte nao P"dem ser era tdo caso la0 "nsideraveis
de (bla) desta constellaco por (delta) da mesma.! que afTectem em geral as direcees que temos as-
Com Saturno e Regulus, de cada um dos quaes signado aos seus movimentos, nem s por si ex-
InliJiSu? ?." U mCD0S 6" forma um lrianSu-: pilcaran) a grandeza e as variares destes.
lo isocelles, de que oceupa o verlico.
Sna ascenso recta de 143.a 40', e sua decli- Reslar-nos-hiam para esse fim, ou o movimen-
vimMto^VtroV^ da 'Crra Cm SUa orbila'ou da
Parece-nos boje ainda mais bem aventado o' ProPria eslre,la-
que por ultimo disseraos sobre a dimnugo de
seu brilho, e varjaco de sua cor para branca.
26............
27.....
Differcncas de urnas para outras, pora mais ou
para menos :
ascene. rect.
De 18 para 20.... 32 1[2 mais
20 22.... 40' menos
22 25.... 11 1(2' mais
25 26 35' menos
26 27.... 45
decl. bor.
20'
35
5'
5'
5'-
Segundo os dados cima exposlos, o movimen-
to da estrella nova foi ainda directo na noile de
18 para a de 20, retrogrado da de 20 para a de
22, oulra vez directo da de 22 para a de 25 sem
levarmos em conla as inlerpellares) e finalmente
oulra vez retrogrado dahi por diante at a nossa
Daquelles quadros vo-se demas que as diffe-
renras das ascences recias e declinar;es des te
segundo periodo de nossas observaces, nao apre-
sentam mais de urnas para outras noites a mes-
ma uniformid1^ que notamos as de 12 a 18.
Para isso podem ter contribuido, j algumas
27 da julho.
Mas o primeiro, por si s, para produzr as
poaices deslo astro taes dislocaces apparentes
Hoje acha-so a mesma estrella aproxmadamen-' no curio espar-o de 24 horas, nos toreara a sup-
ro m-,,Parn1ra1n?lS dC uma.1Dlha lrada de P- po-lo dentro dos lmites de nosso svs'tema plae-
co mais ou menos 2. ao oriente de (delta) de
Leo, por Regulus ; e no ponto em que a mesma
se encrusa com o de (xi) de Virgo e de (rho) da
mencionada constellaco de Leo.
lima recta tirada da estrella nova por (ta) des-
ta constellaco, passa a 1.a pouco mais ou menos
O occidente de (gamma) da mesma.
Acha-se alem disso pouco mais de 7.a distante
de Regulus, e um pouco menos de Salomo.
prova ; curtiro com resignaco todas as morli- : com graves sacrificios, devenios procurar manlor
ficaros que softrem com a p'rolongaQo do sialu I esta corporac,o no p de salisfago o prosperida-
quo ; mas nao desmonliro jamis os precedentes I do necessaria, para que nao arrefocam nclla os
nha.Discusso do orQamento da marinha. que os Ilustrara, que os tem elevado na eslima e estmulos do patriotismo e dedicac. que cons-
Discursos dos Srs. depulados Franco de Alraci-
da e Casimiro Madureira.
consideraco publica, que os torna credores do
juizo honroso que se faz no Brasil da nobre e
muito deslinda corporacio que perlencem.
Lamentamos este celo em atlengo ao paiz,
tjuando o cscriplor publico se consagra ao es-
tudo de urna materia, ao triumpho de urna idea quem ello mais prejudicial do que aquelles.
til ao paiz, rcalisaro de urna medida de gran-; Foi o ultimo golpe de desmoronamenio de nossa
de alcance para a felicidade da naco, suas pa- j marinha de guerra, e por cada cem conlos de
lavraa sao s vezes prophelicas, parecem insp-| res annuacs que hojo se poupa assim s desp-
radas pela Providencia ; porque o lempo se en- zas do estado, se gastar amanha mil ou mais.
carregade justificar as suas previses. Todava sera vantagem, sera se poder dar vida esse ca-
nada mais natural do que isso. O que se assemelha I daver galvanisado.
i revelaco, nada mais e do que o en'eito deste Eslo desvanecidas todas as esperancas ; nao
cstudo acurado que ello faz dos homens o das ha f por mais robusta que seja, que possa re-
cousas, e que lhe traz despertado um como que sislr to repelidos excmplos dessa indilTerenca
scxlo senlido, que lhe d lino e perspicacia ad- singular por tudo que se refere marinha, que
miiavcis. i vai lavrando em nosso paiz, o que nao compre-
Aiuda hontem, por assim dizer, mostravamos, hendemos ; quando todo o paiz recorda cora or-
na nossa ultima Resenha, um desacorocoamento f gulho os servicos que ella lhe tem prestado, a
profundo, que conlraslava singularmente com a \ unidaie que lhe deve, o respeito sua soberana
confianza que cm nos devera ler produzido o re- quo ella he lem garantido, a represso desse n-
lalorio do Sr. ministro da marinha, e as palavras fame trafico de Africanos, quo por nossa vergo-
por elle pronunciadas em resposta ao Sr. depu- nha durou mais de um quarto de seculo, qual
lado Franco de Almeida. Mostramos nossa incre-j ella gloriosamente se associou, multiplicando os
dulidade era que ainda na presento sesso se fi- cruzeiros, o por conseguinlc os seus Irabalhos,
zesse jusliga distincla officialidade da armada, as suas priva;5es.
c entio pronunciamos estas expresses : Embora I Nao abandonaremos o nosso poslo ;
E a marinha, novamentc illudida em suas porque a causa que abracamos infeliz ; por is-
nobrese legitimas aspiraces, chora comnosca| so mesmo deveremos redobrar de estorbos, crear
este triste resultado, lamenta a indifferenca que recursos que nossa imaginadlo pouco frtil ditli-
encontra onde deveria achar inlercsse, e toda se culta produzir. A perseverancia a primeira vir-
cnlrega de novo esle abatimeulo, que nao de lude humana, e cora ella o homem mais larde ou
hoje, quo lem sua razo de ser em causas de I mais cedo Iriumpha.
profundo desgoslo, que j todos conhecem, e que A nossa causa est ganha na opinio geral; o
fcilmente poderam ter sido agora removidas. I mais queslo de lempo; porm queslo que
Podo ser que estas linhas saiam luz extern- ] por si mesma mais importante do que ella, como
poranoamente ; que ainda nos ltimos das a as- o mesmo lempo j tem demonstrado, e se encar-
sembla geral de um solemne desmentido s nos- regar de provar al a ultima evidencia,
sas previ3es; que o Sr. ministro da marinha se! Por isso mesmo quo esta indifferenca esl dcs-
moslre coherente com o seu relalorio; seja o granadamente estabelecida como regra, a armada
mesmo homem que ali admiramos, o que n5o ouve com indescriplivel prazer, com profunda
quera envolver-se no rol do muitos de sous an- gralido as palavras pronunciadas por vozes ge-
tecessores, que podiam ter feilo o bem, e dcixa- nerosas, quo nao se deixam abafar, e que advo-
ram crescer o mal gam sua causa.
Talvez os leilores do Diario nesla grande ca- Neste genero devenios transcrever aqui o sc-
pilal as tivessem dcbaixo dos olhos na segunda guinle trecho do discurso pronunciado pelo Sr.
feira passadi, quando enlrava no porlo o Cruzei- Bezerra Cnvalcanti, deque tinhamos conhecimen-
ro do Sul, pelo qual recebemos Jornaes do Com-' lo ao mesmo tempo quo d'aquelle resultado:
mercio da corte, em que deparamos no de"28 de Entrando ua materia do orcamehto tia mari-
julho as seguintes linhas : nha, e envolveudo-mc nessa sera alhelaj qui-
o O Sr. D. Manoel justifica e offereco o seguin-1 zera poder comec.ar por ampias consideVaces em
te requerimento : '; favor do pessoal da nossa armada ; vejo-me po-
Requeiro que a proposicSo que augmenta os rm embarazado pelo argumento quo nalural-
venciraenlos dos officiaes da armada seja dada I mente se me ha de oppr, tirado do mo estado
para ordem do dia de amanha, o discutida do das nossas financas. Provavelraente se me dir
prefeieucia quaesquer projeclos sobre lote-
ras.
E' apoiado e regeilado I
4a e 5a torara adoptadas, e indicadas por
como necessarias ; esperaremos que o
infelizmente j se vC que esto resallado nao
N
>^-]K^
quando os cofres pblicos lutam com um dficit
consideravel, nao a occasio propria de empre-
hender melhoraraentos imporlantcs, e quo de-
uiadaiwm grande augmento de despeza,
ttuein o seu grande mrito.
Esta consideraco tanlo mais procedente
quanto o nobre ministro da marinha em seu re-
lalorio nos diz positivamente, como o lera dito
j scus antecessores, que o estado da nossa ma-
rinha dcsanimador, que nao se acha ella satis-
feita, e antes vai retrogradando. E' um faci j
mais do urna voz citado e reconhecido, o empe-
ulio que mostrara muitos officiaes de marinha
em deixar a sua profisso, procurando entregar-
se oceupaces estranhas, cu solicitando mesmo
a sua deroisso. porque lhes nao oderece vanta-
gem o servico do estado.
Este facto bem significalivo denuncia um mal
grave, que quanlo antes cumpre remediar, se
nao por considerarles de outr ordem, mesmo
pelas prcscripccs do verdadeira economa ; por-
que qundo a nossa armada eslver desorgauisa-
da pelo abandono de urna eficialidade, dilitcli-
mo ser reorganisa-la. e muilo mais costosos se-
rio os sacrificios que para isso teremos de fazer;
aerescendo anda, que nao sendo esse um objecto
em que se possa improvisar, lutaremos com os
inconvenientes da impericia, que, como se sabo,
sao sempre irremediaveis.
Portanlo, do accordo com o relalorio do nobre
ministro da marinha, na parlo cm que so oceupa
desla materia, entendo ser de urgente necessida-
de revera lei das promoces e nielhorar os ven-
cimentos actuaes da armada. O relalorio nesla
parte digno do patriotismo e illustraco do no-
bre ministro. ***
O Sr. ministro da marinha oceupa-se larga-
mente em seu relatorio do corpo dos officiaes de
lateada, dizendo que elle, & quem eslo confia-
dos to importantes interesses da fazenda publi-
ca bordo dos navios do estado, nao pode deixar
demerecer a mais acurada attenco do governo
imperial.
Depois de expr varias providencias lomadas
para destruir os abusos que se linham introduci-
do na execuco do regulamento em vikor, expe-
dido apenas ha tres annos; o que justifica asss
o que dissemos na nossa sexta Resenha, de que a
reforma j careca de reformo, S. Exc. aceita a
maior parte das bases que presentamos entao, c
que consisten):
1." No augmento do respectivo quadro.
2." No augmento dos poslos, sendo elevada a
mais alta cathegora u car ito de mar c guerra.
3.a No augmento dos vcncimentos.
4.a Na exigencia de habilitaces ; pelo menos
do curso das aulas de commercio.
5.a Na suppresso completa de empregadosde
commissao.
6. Na impossibilidade de prover-se o corpo de
Al1,
S. Exc.
tempo lhe do a convieco da conveniencia das
oulras medidas.
E' preciso que urna classe to importante offe-
reca estmulos suficentes para ser procurada por
um pessoal habilitado.
Estes estmulos sao as honras, e as gralifica-
eesem todo o paiz constitucional.
Atlendcndo-se cathegora destes emprega-
dos, nao muilo querer que o chefe do corpo se-
ja um capilo de mare guerra, c que esle posto
superior seja um alvo que se dirijam s nobres
ambices do seu pessoal.
Cora o simples facto do augmento dos postos
de capites de fragata e capites de mare guer-
ra, se consegue egualmente o augmento de ven-
cimeutos proposto, melhora-se sobre manoira a
surio desla classe de servidores.
Assim, lodo o commercio de 1" classe depois
de cinco annos de embarque, neste posto deve-
ril passar capito do fragata, e preenchendo as
mesmas condicoes depois, a capilo
guerra.
Somos muiciosos das honras militares, que se
barateara de urna maneira que lhes tira todo o
prestigio em nosso paiz, depois da organisaco
actual da guarda nacional; nao rc-lamariamos,
porlanto, que aquellas fossem conferidas, senao
consideraremos isso como justo e vanlajoso ao
servico publico.
Nao muilo que um empregado de fazenda
bordo, probo, zeloso, subordinado e intelligente,
depois de trinla ou mais annos de seivigo no
mar, possa chegar aquella posico, para ga-
zar, ao menos, da reforma que ella lhe pode ga-
rantir, que de 1:4405000 por anno, venetmen-
los inferiores aos quo conseguem em sua apo-
senladora os de trra de cathegora egual ; mas
que, entretanto, nao estragaran) sua saude cora
as mil privacocs que se enconlra na vida passada
no ocano, a que raros homens, de forte tempe-
ra, podem resistir.
Alm disso fundamo-nos nos excmplos de ou-
tras naces martimas para propor isso, como a
tario e urna distancia da trra relativamente
to pequea, que se nao pode admiltr; ao passo
que tambera o segundo s por si, considerando-
so mesmo a dita estrella na regiao das fixas mais
prximas, lhe altrbuiria urna velocidade de mo-
vimento igualmente inconcebivcl por suas desco-
munaes proporres.
;o da marinha, delalhados no programma pu-
blicado pelo ministro em data de 21 de raaio de
1850.
Sobreludo raister que o governo seja mui
escrupuloso nessa admisso ; que faca investi-
gar previamente com toda a attenrao. o procedi-
miento do prelendente, suas qualidades pessoaes
etc., para nao fazer nomeaces, como rauitas
que ho apparecido, e que tem recahido cm pes-
soas iucapazes de trazer as dragonas de official
da armada, e o bolo d'ancora.
Hoje entre nos estas nomeaQes, como mutas
outras, se fazera por solicitaces e empenhos, e
o ministro mal informado por um amigo quem
deseja servir, se compromelte sem pensar em
tal.
Eis a razo, tambera, por que nos pronuncia-
mos to vehementemente contra a promoeo dos
fiis para o quadro do commissarios c escri-
ves.
Admitle-se para esle lugar gente de toda a
qualidade, que, elevada depois cathegora de
de mar e official, envergonhaessa dignidade.
Elles, ou devem fazer um corpo parte, ou
convm que nao lenham organisaco, e sejarn
scolhidos, romo oulr'ora pelos commissarios,
cuja confianca devem merecer.
Estas sao "as ideas que temos respeilo ; nao
sao novas, e j as apresentamos por mais de
urna vez; porque todos os dias nos firma-
mos na persuaso da proficuidade de sua'adopco
Nao podemos resignadaraente ver o corpo de
fazenda to mal constituido, encerrando cm seu
seio caracteres que orebaixam.
E' preciso reergue-lo posico quo lhe com-
peto, bogando mo dos meios que temos ex-
poslo, com os quaes se conseguir o fim dese-
jado.
da segundo, a 61a do Cysno perto de 18, etc. etc.
No entretanto a nos simples curioso uestes
materias, nao dado entrar era semelhantes cal-
culos, nem tirar consequencias de tal ordem.
Por demasiado escrpulo e cautella nunca
fallamos de urna circumstancia, que era todas as
noutes de nossas observaces desde a priraeira
ultima lempos parecido notar na estrella a que
nos referimos, e que a verificar-se nao s seria
mais um poderoso indicio da sua proxiraidade
relativa ao nosso globo, mas ainda bem estudada
pelos astrnomos, poderia trazer grande esclare-
ciraento difficil questo da constituiro physica
das estrellas em geral e s das suas formas, e
natureza de sua luz.
Tem-se-nos figurado constantemente ver na
sobredita estrella, nao s um dimetro aparente
apreciavcl.mas at um forte abatmenlo elliptico
na curva da parte superior ou oriental de seu
disco, como se d'ahi por dianle este se achasso
em obscuridade e o astro em phase; o quo daa
razo s conjeturas de Ricciol, Boulliaud, e
outros astromonos, que j desde o seculo XVII
para explicaren) o apparecimento e desappareci-
menlo, accrescmo e diminuirlo de luz dcstas
estrellas novas, e das variaveis de curto periodo,
suppunham-as com effeito era parle luminosas e
em parte obscuras, e dotadas de um movimento
derolaco em torno de seus centros.
Tem-nos parecido at, e sobretudo na ultima
noute cm que observamos a estrella, que a sua
parte Iluminada tem successivamente diminui-
do, apresentando urna phase cada vez mais pro-
nunciada ; assim como que a perpendicular ti-
rada sobre a linha que lhe une as ponas, nao se
dirige para o sol, e sira muito mais para norte, o
que provara que a luz da mesma estrella pro-
pria e nao reflecida daquelle astro.
Porm, infelizmente, por mais seguras que
nos parecam as observaces a que alludimos, nao
podemos comludo dal-as por plenamente averi-
guadas, porque nao temos grando confianza no
franco poder amplificativo do lunelo de que nos
temos servido. E se aqui as consignamos por
fim, smenle no iutuito de chamarmos para esse
lado a atlenco dos astrnomos ou de outros
quaesquer observadores mais perspicazes c ar-
mados do melhores instrumentos.
O que damos como fra de toda duvida o
movimento proprio da mesma estrella, maox ou
menor, do que o que resulta de nossas delermi-
naces, mas em lodo o caso muito consideravel ;
e isto ainda urna circumstancia muito digna de
nota, pois que at hojo nenhum se reconheceu
nos oulios astros da mesma especie de que faz
mencao a historia da astronoma. Ao mesnos
as duas estrellas novas bem observadas, e mi-
nuciosamente descrplas.a de 1572 porTyco-Brahe
c a de 1604 por Kepler e Galileo, torara comple-
tamente immoveis, nao obstante ler sido a pri-
raeira visivel durante 17 mezes, e a segund
durante 15.
Diremos por ultimo que a estrella nova actual
contnuou a apparecer-nos sempre no luneto.quas
sem irradiacao e scntillaro, e principalmente
as ultimas noules; ao contrario do que se
observou as sobredilas estrellas novas de Tyco-
Brahe e de Kepler, que foram notaves, alm do
mais, por sua scotillac,o superior das mais
estrellas.
(Publicdor Haraanhense.)
N9 dscusso do ornamento da marinha dous
discursos dispertaran) nossa atlenco, um por-
que revela estudos profundos do assumpto, pro-
nunciado pelo Sr. Franco de Almeida, que nesla
sesso tem sido o mais valenle justador da ma-
rinha, e outro pela sua singularidade de ideas,
Hespanha, onde a mais alta calhegoria de che- proferido pelo Sr Casimiro Madureira.
fe de diviso, a Franga, onde de chefe dees- Naquellc, oceupou-se extensamente o seu au-
quadra, a oglateira de capilo de mar e lor em chamar a attenco do Sr. ministro para o
guerra. estado de monte-pio da marinha, e depois de
Assim como nesla ampliaQo do quadro, os descreve-lo com suas proprias e desagradaveis
officiaes de fazenda teem um melhoramento no- cores actuaes, como tanibem o fizemos nos 10 e
tavel, urna garanta de futuro satisfactoria ; as- 12 nmeros do tereciro volume do Brasil Afari-
sim lambem a exigencia de hablii->e.oes urna timo, publicados em marco do anno possado, e
garanlia para o estado imprescindivel, um cadi-' na nossa penltima Resenha, escriptos em que
nho que apurar o pessoal aspirante s honras S. Exc. se appoia, propoz as diversas providen-
da classe, que a nobililar, e lhe dar bordo 'cas que ali apresentamos consideraco da go-
uma posico suslentavel com decoro junto dos : verno, que sao indispensaveis para sustentar es-
officiaes de marinha e dos officiaes de saude.
Nao por demais, pois, que os candidatos aos
lugares vagos de officiaes do fazenda lenham o
curso da aula do commercio, que abrange co-
nhecimentos que lhes devem ser familiares, por-
que forcosamente precisaro delles cada mo-
mento. Com estes conhecimentos estarlo aptos
fazer um servico legular, gerir os intetesses
da fazenda com ordem e economa, evitar
as fallas em que todos os dias incorrem
agora.
Era Franja exge-se al para admisso um exa-
pessoal na classe dos deis, d,a qual nao hnreria me, que versa sobre conhecimentos de (Iterar
accesso. llura, de ireito, de legislado e de odroinislrar
la ulilissimainslituico de beneficencia, que sen
tiraos nao ver implantada lambem era nosso
exercito, no que cuida o Sr. ministro da guerra
segundo o deelarou na cmara.
Alm disso fez valiosas considerares para pro-
var que o centro da estaco do norte nao deve
ser o Maranho, e sim o Para, consideros que,
geographica o politicamente fallando sao de urna
verdade incc-nteslavel, e aconselham com effeito
esta mudanca de serie de est8Q&o.
Esle discurso ha de ser publicado opporluna-
menlc no lu^ar proprio dcsteDiario, e entao o
publico esta Ilustrada capital ha de apre-
ciadlo e reconhecer que, nos elogios que lhe
fa/.emos, Picamos a nem do seu ment re3l.
Resta moslrarmos que as )das do Sr. Casimiro
d Madureira sao singulares. Basta para isso re-
petir as pafavras deste Sr. deputado, que pouco
mais ou menos sao estas :
Os inspectores dos arsenaes de marinha,
nao devem ser officiaes da armada ; porque el-
les nao sao constructores navaes, nem enlcndem
de madeiras ; e a prova disso est em haverem
classificado o cedro como madeira reservada ;
por conseguirte convm que sejam tirados da
outra classe mais habilitada.
Grande prova de ignorancia, com effeito 1
Nao sabe o Sr. deputado que o official da ar-
mada faz um exame na academia, de coDStruc-
Co naval ; que, pela sua pralica no servico, ad-
quire as habilitaces precisas sobre as qualida-
des de madeiras, para saber applica-la, habilita-
ces, alias, hoje ao alcanco de lodos?
Nao sabe, lambem. que nos arsenaes ha cons-
tructores encarregados do servico especial que
lhes compele, que sao apenas fiscalisados pelos
inspectores, e nao dirigidos por elles as obras,
salvo se teem provado serem imperitos, ou
se se querem subordinar um triste papel?
Nao era melhor manifestar claramente seu
pensamenlo. e dizer que este emprego, exercido
em trra conveniente oulra classe, que, como
j haremos dito vai invadindo ludo ?
Talvez S. Exc. ambicione a administraco do
arsenal de marinha da Bahia ; esl no seu di-
reito, e nao vemos razo para que um bacharel
intelligente como S. Exc. nao possa ser inspec-
tor delle ou dos outros; assim como ministro
sempre da repartic&ot assim como pode ser cora-
mandante da estaco, lendo seu lado um
official de bandeira, secretario, commandan-
te de navio, com um immediato respons&vel,
etc., ele.
Alm dos exemplos que nosso proprio paiz
lhe subministrara, S Exc. se poda firmar nos
precedentes da Inglaterra, ondo sua aita aris-
tocracia competa de direito os coramandos dos
navios, embora o que ella menos enteodesse
fosse de marinha ; no systema seguida no tem-
po da convenci franceza em que so collocava
um Jean-Bon-Sainl-Andr, representante do
povo, junto um lente Vllare Joveuse, no-
meado almirante da armada naval do oceaao,
para o dirigir, o que deu em resultado a famosa
campanha naval de prairial anno 2.a, era que
aquelle energmeno, depois do combate do 13
prairial, obrigou o tal almirante improvisado
abandonar a sua esquadra, o fugir ver-
gonhosaraenle dianle da esquadra do almirante
lowo.
E' verdade que as duas potencias citadas co-
Iheram dessa experiencia os mais funestos re-
sultados ; vram sua marinha anniquilada ; mas
aproveilaram a dura licao que ella lhes infrin-
gi, e chegnram magnifica posico maritima
que hoje admiramos.
Ser bom, lambem, que lenhamos nossa li-
eo ; as dores alheias nao ameslram tanto como
as proprias, para chegarmos ao mesmo- resulta-
do ; porque, facam o que fizerom, o Brasil nao
podo deitar de cumprir o seu deslino, ha do ser
por torca urna potencia maritima respeitavel, ea
marinha noile ha do gozar da influencia que lhe
querem enfraqueccr. E. A.
PERN. TYP.DEU. F. DE ARIA. \W.
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vn
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-M.
T-


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