Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09129


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Full Text
AVIO XXX7I. NUMERO 178
Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 68000.
v i
QUINTA FEIRA 2 DE AGOiTO DE 1888.
Por anno ailianlado 19$000
l'oi'le franco para o subscritor.
EMCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE'
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronvmo da Cosa.
PARTA i)u.s(.uiuitH>>.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguaras.su, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso.Una, Barrciros,
AguaPrela, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos oscorreiospartem as 10 horas da manlifia.
PARTE OFFICIAL.
EPHEMERIDES DO MEZ DE A30STO
1 Luaeheia as 3 horas e14 minutos da larde
9 Ouarto minguanle as 7 horas e 4 minutos da
tarle.
16 La nova as 8 horas da tarde
2a Ouarto crescente as 8 horas e 16 minutos da
manhaa.
31 La cheia as 6 horas e 38 minutos da manhaa.
PREAMAB DE HOJE.
Primeira as 5 horas e 18 minutos d<- manhaa.
Segundo aa 5 horas c 12 mininos da tarde
ADINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Belacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: trras, quintas e sabbados as 10 horas.
Jtlizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; qnartas e sabbados ao
meio dia.
Governo
da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 31 DE JILII0 DE 1860.
Ofikio ao Exm. presidente da Parahvba.\
vista do oflicio de V. Exc. de 23 de julho'uliimo,
son n. 80, oflicioi ao chote de polica para proce-
OIT..S pesquizas e averiguarles, afim de saber-se
se livre Rosalino Manoel Dias, que se acha pre-
so nessa provincia e por aquelle magistrado me
fot declarado, como V. Exc melhor ver do o-
la 10 junto por copia, que solicilou a remessa do
nnlia o fallecido capilao do porto deela provincia,
capilao de mar c guerra Fernando Vieira da Ro-
cha, constante da relacao junta.
Relacao a que se refere a porlaria supra.
D. Mara Candida Lurnarhi da Rocha.
I). Mara Proropio da Rocha.
D. Maria da Conreico Lumachi da Rocha.
Nicolao Pedro Vieira da Rocha.
Fernando Vieira da Rocha.
examinar flual a causa deesas novas criticas,
tssa causa nao p. smenle o drsejo de a"
segundo pens, mais profunda e mais seria.
DIAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Rufino; Ss. Abdon c Seen mm.
31 Terca. S. Ignacio de Loyolla fundador.
1 Quarta. As cadeiras de S. Pedro apostlo,
2 Quinta. N. S. dos Anjos; S. Estevao p. m.
3 Sexta. Inveneo do corpo deS. Estevao.
4 Sabbado. S. Domingos de Gusmo fundador.
5 Domingo. Nossa Senhora das Nev?.
micas., Jirt1 insti
radar ;! cluso o
ENCARREGADOS DA STJBSCRIPCO NO SOL.
Alagoas, o Sr. Claudino Faleao Dias; Baha,
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Si.
Joo Pereira Marlins.
EM PERNAMBCO.
O proprietario do ni.vmo Manoel Figueiroa da
Faria.nasua livraria praca da Independencia ns.
rumenio de poder exterior: a essa con-
pponho a historia moderna da Inglator-
opponho tambern em Franga a guerra de Hes-
F.xpedienle do secretario do governo.
lia presentemente em odos os espiritos escla- panha em 1823, a expcdiro'da Vor5aTe de Ala
rec.dos. urna preoecupacao grave c involuntaria, 'mandadas pela restaurarn o cercodeYnver .
como se sen.issem por todos os lados que o go- expedirn de kSS^TAS^SJSS^
u-rnoaclual levado csrolhe, urna de dos ac- | o deserto e at Harreos pela mm.archia de 1830

estado dos negocios do imperio S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, transmiltindo ao Exm.
preso para esta provincia por ser isso convenien- presidente do Maranho o oflicio que pela serr- algum
te para esclarectmento da verdade. ,ana de estado dos negocios do imperio lhe di- fazer.
Dito ao Exm. presidente do Maranho.Trans- r''d commanicando terem sido approvados pe-! Si a
"a cmara dos senhores depuiados as eleires de Janeiro de"8(rsi''e"p'rV,osvsiemTi-
!t!r!f!-"?."-!hrWw*qfl5L,aP~T,,.ca ; (le Da.c,B.ca 1"p imperador quer levar
millo a V. Exc. o oflicio incluso que pela secre-
taria de estado dos negocios do imperio lhe di-
rigido, communicando terem sido approvadas
pela cmara dos Srs depulado3 as eleicOcs de
eleitores de duas parochias dessa provincia.
Dito ao commandante das armas interino.
Tde V. S. mandar abrir assentamento de praca
ao recruta Francisco Luiz de Siqueira, que fui
considerado apto p no consta do lermo annexo a seu oflicio de'hon-
tem, sob n. 814, providenciando V. S. para que
elle seja vaccinado.
Dito ao raesrao.PJe V. S. mandar abrir as-
sentamento de praca ao paisano Silviuo Francis-
co de Oliveira que, oflerecendo-se voluntariamen-
te para o servico do exercilo, fui considerado
apto para isso, como consta do termo de inspec-
co annexo ao seu oflicio de 28 do correnle, sob
Dito ao mesmo.Mande V. S. abrir assenta-
mento de praca ao recruta Joo Francisco Car-
nciro dos Santos, considerado apto para o ser-
vido em 7 do correte, visto que nao apre-
senlou isencao legal dentro do prazo que lhe foi
concedido por despacho de 16 deste mez.
Dito ao mesmo.Mande V. S. receber por um
offieial de confianza, bordo do vapor Tocanlins,
que segu hoje de tarde para o norte, e recolher
ao hospital militar para 3er convenientemente
tratado, o cadete BenvenuU da Silva Nogueira,
que adoecera era sua viagem do Rio de Janeiro'
para a provincia do Cear.
Circular ao chefe de polica.Transmuto por
Copia a V. S. para seu conhecimento e expedicao
dis convenientes ordens as autoridades policies
o aviso expedido ao presidente da provincia do
Piauhy em 6 de junho ultimo declarando que o
tlecrelo n. 243^ de 16 de julho do anno passado
smente relativo ao numero de lestemunhas para cnefe de Do1
.. *. t lili." I'
nos n tomamos mu letigiosa. Citaiei apenas nmlact
Z nr/ P 'T" ? "rw das palavras veSM urna tribuna em Vienna em 1859 eVe'e'ssa
,dc So -,'"pen pa:- Ea, en,re,a"X>., Ti buna houvesse fallado era favor da n a Aus
as reflexoes, que tomamos a lil.erdade de'tria nao teria ousado atacafo Piemonte
,>, f: i ,,.. I Proviso e prevenir pela guerra o
paz foi solemnemente escolhida em 5 de
a aclivida-
Se hou-
se cssa
a Aus-
de im-
congresso pro-
posto pnlo pela Inglaterra.
A carta Imperial do 5 de Janeiro de 1860 con-
a tranca, | vida a Franca para a aclividade parifica ; um
o estado grande bem spinelhante convite, visto ser a pro-
cera- va inconleslavpl de que a vonlade soberana to-
cousas: p. da parifica. Mas como os negocios s se fazem
poda dar entender a rom geguranra, o estado incerto e duvidoso da
8 r i umr/noahiqdP l?,TU3 qUC, -""'""ICnr Europa.ira dos negorios a actiWdade quo hes
cZ, n!o cmTc\. umVn^rnl.Vp83^ f1"* : **** ."* MTSSlSSSS
vinca, lendo resolvido desanojar a Vmc. aLim \ les que receiam JSSSJSSSH o^seu N""' *"* "^ '0d '
Ih o manda communcar para seu conhecimento. desenlace '
assim o manda declarar t. Exc. cm resposta ao ; essa declara'c.to nao indica que o chefe
sen offi. .o de 2^ deste mez. scnlio pessoalmente que havia chegado
Dito ao inspector da thesourana de fazenda.- siao de entrar em urna nova ordem
it oriem de S. Lxc. o Sr. presidente da provin- como a guerra da Italia
ca, transmiti a V. S. as onze inclusas ordens,
sendo 9 do thessuro nacional, sob ns. de 110 a
113 e de 115 a 119, e duas do ministerio da guer-
ra datadas de 21 do frrente, bem como um ofli-
cio da secretaria de estado dos nogocios da fa-
zenda de 18 do citado mez, e varias das circulares
de ns. 40 a 52.
Di lo ao amanuense da secretara do
pro-! conquistadora.
nao so e multo simples e fcil a sua execuco,
como que pode trazer militas vanlagens ao paiz.
Moslraem seguida que a lavoura nao flea desfa-
vorecida c balda de recursos do crdito, como se
tem pretendido.
A redueco das emisses nao Iraz portanto a
diminuidlo da produreo. e nem lao pouro o
desequilibrio entre a expnrtacao e importaco. A
extraordinaria emisso pelo contrario que', aco-
rogoando emprezas mal calculadas e despezas
imprudentes, occasiona o augmento da importa-
cao, a emigracao do ouro para os paizes eslran-
cuja discussao ficen encerrada em sessao de
u approvado e vai commisso de redaeo.
Tendo urna s discussao a pedido d Sr. La-
mego, o projeclo n 44 deste anno, approvando
a pnalo annual de 1.080g concedida a Caro-
lina Cecilia Campos de Oliveira, rom emendas
dos Srs. f.amego e Pereira Pinto pedindo
pensao comer da data do decreto odopta'do
commisaao de rrdaeco.
O Sr. Vinato pede a
aflm de poder votar com
14.
que a
a
uns pselarecimentos,
conscpncia a favor do
serva ; no futuro anda Ihes abre
i exoeeiativH pr"ei1en|p ori"lor anto desconheca p historia
de mais avultadas emissoes. urna vez que repou? "s SST S qUe '0,8?* dS servi"
zem sobre base metallica. e nao faz mais que fa- ?' mZS?L f, d"S T*0 a,lecido Sr Vc~
dro lerreira de Oliveira. Lsse distincto olRcial
l>i sempre reputado um dos mais illustradc
Despachos do o* 31 de ici.no.
/e^iicrimeiifos.
1009 Antonio Maria do Espirito Santo.Pela
rcparlirao da polica expedio-se ordem para ser
removido c marido da supplicinte para a casa de
delenro.
1010.Antonio Maria da Concecao.Pela re-
partico da polica se expedo orde'm no sentido
em que requor a supplicante.
1011.Andr Mentor de Carvalho.Apresenle-
se no quariel do commando das armas para ser
inspeccionado.
1012.Candido Antones Correa, soldado do
corpo de ,.olicia.Dirija-se ao Sr. con.mandante
do corpo de polica.
-Fr Eurco de Sant'Anna Roque, prior
mal; acalmem-se p arreferam se
aqunlles que as estimam e esperara.
Temos algumas vezes felicitado o nrvo impe-
rio pelas suas diflerencas com o primeiro impe-
rio, e quizeramos que ellas so multblicassem.
Reconhecemos que a vontide interam ;nte paci-
Oca da carta de 5 de Janeiro de 1860 urna des-
sasditrerenras. Possa ella realisar-se !
Nao porque desconfiemos da persistencia da
vonlade imperial ; mas os aconlccimentos sao
multas vezes mais fortes do que a vont;de do ho-
m. Ora, devemos confessar que os aconteci-
acrescentamos
nosso pensa-
o imperio liberal a paz.
Saist-Makc GiRAnniN.
[Le Journal dea Dbala.)
INTERIOR.
KIO DE .IVMilito.
ASSEHBL A GEIUL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM 4 DE JULHO DE 1860.
meulos europeos nao parecem presentemente to-:'''suencta do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti
mar urna direceo pacifica: Elies sao externa-
mente confusos e de urna coofusao que pareca
chamar naturalmente o emprego da forca. At
devemos dizer que a fon;a j comrrou i sua obra
do convento do Carrao de Goianna.-nfonntTV^ sS! C c ns^ Z S. EurS". c m '
cumslaticindamente n Sr n mnninn.i w i. -......... .. .v""a"' i d I ""' turopa com
cumslanciadamente o Sr. juiz municipal do ter-
mo de Goianna.
1014.Francisco das Chagas Pereira, capilo
da guarda nacional do Brejo.Informe o Sr Dr.
ira.
os processos de que tratar o art. 205 do cdigo
no processo criminal Iguaes copias
loram enviadas ao presidenta da relac
de direito e juizes municipaes da provincia".
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de Garanhuns.Em resposta ao que me
communica V. S em seu oflicio de 7 do cadente
mez, lenho a dizer-thA,que deve V. S. represen-
tar-me, caso se negut a coUecloria desse termo a
satisfazer as despezas precisas com o sustento do
reerntas e vencimentos dis pracas, que os con-
duziran para esta capital, afim de que possa eu
providenciar como convier
Dito ao commandante do cerpo
Dt'tlaru a V. S. em addilanionln .lo
de polica.
j meii iiiiii-io de
"o do correnle, que a forra que mandei apresen-
lar ao chefe de polica para ir ao termo de Ca-
ruar, deve ser compnsta de 33 pracas e com-
Diandadas por um ollicial.Communicou-se ao
chefe de polica.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Remitiendo por copia a V. S. o aviso de 13 do
correnle em que o Exm Sr. ministro do impe-
rio, communica liaver solicitado do ministerio da
fa/.enda, a expedicao das convenientes ordens
para que nessa Ihesonraria seja posta disposi-
tjo desla presidencia a quantia de 1:178508o" rs.
para pagamento a Francisco Antonio Corroa Car-
doso, das despezas feitas com o encaoamento
d'agua para a cozinhe e cavallaricas do palacio
do governo, quando nelle residiram SS MM. II.
e com um Danheiro de cobre prateado do servi-
co do mesmo palacio, recommendo a V. S que
mande entregar essa quantia ao director interino
da reparticao das obras publicas.Communicou-
se ao director interino das obras publicas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar sob rainha
1015.Francisco Manoel Maciel, vigario v
s do aviso rrcSuezia de Marangnape.Informe o Sr. inspec-
acao, juizes! lor aa "Psuuraria de fazenda.
1016.Godofredo Heoriqaes de Miranda, pra-
licante da Ihesonraria de fazenda. Informe o
Sr. inspector da ihesouraria de fazenda, ouvindo
o administrador da mese do consulado
- 10UL^Ism4 AiQavel Gomes da Silva.Infor-
me o Sr. inspector da llicsouraria de fazenda, ou-
vindo o administrador do consulado.
1018.Jos Domingues Codeceira.Deferido
de conformdado com a iuformaeao oxarada no
verso.
1019.Jos Silvano Hermogenes de Vascon-
celos, promotor publico do Cabo.A lliesonra-
n.i de lozcrida tem unicn. r.ra errmar n^-
m enio requerido.
1020.Marcolino Frauciscoda Lnz Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
1021. Salvador Ilenriuue de
tantas causas de guerra? Como e que ao mes- l
mo lempo os espiritos aventuremos nao se dei-
xariam fascinar pelos projectos, pelas illusoes,'
de l.acerda.
As 10 horas e 3|4 da manhaa, o Sr. presidente
abre a sessao, oslando presentes 31 Srs sena-
dores.
I.ida a acta da anterior, approvada.
O Sr. secretario d conla do segurte
EXPEDIENTE.
Um aviso do ministerio dos negocios da fazen-
pelas novas Iransposiroas da caria europea, quan-! 0, remellendo um dos autograplTos da resolco
do todos os paizes parecem agitados; pois nao sei'<3a assembla ger "
empregam mais nes-
da que fermenlacao ? Ha novos principios e novos
direitos que querem ter seu logar e sua classe no
mundo. Disseraro depois de 1848 que as ideas
desfaziam aordem e que os exercitos a refaziarn.
Tliiham enlo alguma razo de se quexarem das
ideas que eram empregadas em Iransfornar a so-
ciedade ? As ideas nao se
sa obra inl
ras sob cssa
forma rev
Odio s idea
do repouso.Oh I nao odiemos, as idns, f
que nao podemos destrui-los ; procrenos antes
-mprega-las convenientemente e diriji-las da
inesma sorte.
Tiromoa Juuii limilus Ua nnn 0.1.1, c d oraem;
temos presentemente doutrnaros da ronquista
ou da anexac.no. O que outr'ora era c caprixo
da toreo, hoje urna mxima de geographia e de
_ ral, que autorisa o governo para
conceder aos herdeiros do fallecido Allonso Jos
de Almeida COrle-Real a remisso de parte da
divida proveniente do irrendamenlo do rinco
do Satcan, na provincia de S. Pedro ; na qual re-
solnjo S. M. o Imperador consente.
Outro do ministerio dos negocios da marinna
enviando um dos aulographos da resolucao da
Ptrasae iustant iiieiieenie (I i -la.........".....iKiiinuiiu que o mar-
anotas hria^estonrrM '>-"0 *Jo fir.ado o,ef de esquadra Pedro Ferre-
notas ten. o seu m if podor! p^isTcmar^P o" n'0"0", dC S6U- ^ss:""^-
i pois a cmara eo paiz sabern quao amarguri-
que e urna ex-
celiiam naquella poca ; na qual resolucao S.
o Imperador, consente.
De ambos tica o senado inteirado,
communicar cmara dos depulados.
>.:.>.,.,.,..,.. ... uttuisu ua sessao mais 8 Srs
senadores.
ORDEM DO DIA.
M.
e manda-sii
cao publica.
1022Thomaz Antonio Ramos Zeny, secreta-
rio da repartirao das obras publicas.Informe o
Sr. direclor das obras publicas.
C0MMA\D"USARUAS.
Quartel do commando cm Pornambuco, na cidade fio
Heeife, :l de julho de 1860.
ORDF.M DO DIA N. 426.
O coronel commandante das armas interino
determina que na manhaa do dia Io de agosto,
se passe revista geral de mostra aos corpos mo-
vis do exercilo e companhias soladas existentes
responsabilidade os vencimentos do mez de iu- "es,a ?uarnico pela ordem segnnte : as 6 horas
nho ultimo do promotor publico da comarca do a. comPa,'ll!;' ^ a,nli"s. as 6 1/2 ao 8o balnll.o
Cabo, bacharel Jos Silvano Hermogenes da Vas- ,' '"'1,llaa. ^ ao 9" e as / 1/2 ao 10, lodos
conccllos, que assim me requereu, allegando nao mPSf>ia ; 8 1, a conipanlua fixa de
liaver crdito para esse pagemeolo, que conside- l cava!'',r!a e, a0 balalhao de arlilharia a p
10 destinado a sua alimentaco. ; "-cidade de Olinda.
Dito mesmo.Tomando em consderago o que n"ado. Anlonw Gomes Leal.
me requereu o juiz municipal a de orphaos do !
termo de Santo Anto, bacharet Antonio Joaquim
Ruarque de Nazareth, autoriso a V. S. a mandar
pagir sob minha responsabilidade os vencimentos
daquellejuil relativos aos mezes de abril a jv-
iiho deste anno, visto ser essa despeza concer-
nente a sua almienlaro c nao haver crdito pa-
ra ella.
Contina a discussao, adiada pela hora na ses-
Ilenrique de Albuquerque, elhno ogia sao anteredenle.do art. Io e seus paragraphos da
secretario interino da directora de nstrucrao pu- Alm da confusao dos acontecimenlcs e das ProPosico da cmara dos depulados, declarando
V .:"!:".-ru)e Sr" dlrector S,al da insiruc-1 ideas, anda ha oulra causa de guerra un Europa; |(lup banco do Brasil e suas caixas liliaes soo
a desconflanra reciproca. Todas as potencias ol,rigdos a realisar suas notas em moeda met-
lica vonlade do portador, com todas as emen-
das ipoiadas.
OSr. Ferraz (presidente do conselho) acha-se
como bem roiuprehende o senado, na necessida-
do responder em primeiro lugar a algumas ex-
probraces que lhe dirigi o Sr. Souzs Franco.
Esse nobre senador exprobrou-o por nao ter
apresentado urna exposico de motivos da le cm
discussao, por se ter limitado questo jurdica
por ter pretextado molestia para recusar-se a
discussao.
Conforme. Pedro Gomes d'Oliveira, alferes
ajudante de ordens do commando.
EXTERIOR.
Napolco escrevia a seu irmao Luiz que se
achava na HollanJa : > s deveis comprehen-
der que cu nao me separo de meus predecesso-
res. o que desde Clovis at a commisso de sal
do a exoneraro que pedio o Dr. Bernardo Ma-I varo publica conservo-me solidario em ludo, e
diado da Costa Doria, de lugar de auditor de que o mal que dizem por excesso de satisfacao tribuna para responder'
Dito ao mesmo.Constando do aviso do minis-
terio da guerra de 4 do correnle ter-se concedi-
querem a paz, segundo creio ; mas tolas ellas
artnam-see rotan fundos para o exercilo ou pa-
ra a marinha: nunca a famosa mxima ti vis pa-
cem, para bellum foi tomada mais letra. At
que ponto poderemos crerqu* esses preparativos
de guerra consolidaram a paz ? Al que ponto
as cidades europeas podero soffrer o fardo de
urna paz to militar ? Por ventura nc havera
um meio de mar essa desconflanra
sal, que causa de tantas
didas.
precauroes
univer-
despen-
Eu vejo pessoas de boa f e de cilena que es-
lio persuadidas de que a desconfiar.ca universal
em grande pane devida ao silencio que o r-
gimen actual de nossas assemblns pol ticas an-
No est nos estylos do nosso parlamento fa-
zer o ministerio a exposiro de motivos da le
que prope. Na Inglaterra d-se esse eslylo,
porque la nao ha, como entre nos, commissoes
leslalvez que nossas proprias institu coes im- 11"e se ncarregam de estudar e explicar em saus
poem mais ou menos s duas tribunas do sena- Pare.rert's os motivos das leis.
do e do corpo legislativo sobre as questes do Nao adopta a opnio dos que entendem que o
poltica exterior. A imprensa falla, verdade,' rami.slro dcve estar constantemente na tribuna,
quer a imprensa diaria, quer a imprensa de bro! PM''icando ludo, respondendo a lodos as objec-
churas, e al falla tanto mais iivrernenle das '-"^ ; deve riSurar antes como chefe que dirige
questoes exteriores, por isso que falla menos das I .embale, do que como combteme. Se por si
qnesloes interiores Mas a palavra dos iornaes c *_:se encarregasso da discussao. diriam que nao
guerra nesta provvncia, sendo nomeado para o
substituir nesle lugar o Dr. Antonio Francisco de
Salles, assim o commnnico a V. S. para seu co-
nhecimento.Communicou-se tambera ao com-
xnaiidinte das armas, e ao exonerado.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legaes a
follia junta era duplcala, mande V. S. pagar os
vencimentos, a contar de 13 de junho prximo
passado a 13 do correnle mez, do commandanle
do destacamento de guardas nacionaes da villa de
Garanhnns. Jacintho Ferreira de Mello, confor-
me requisilou o commandante do balalhao o 28
daquelle municipio cm oflicio de 15 deste mez
])eu-se sciencia ao commandante do balalhao
supradito.
Dito ao commandanle do corpo de polica.
Maride V. S. dar baixa ao soldado do corpo de
seu commando Candido Antunes Correa, visto ter
finalisadoseu engajamenlo. como se ve de sna
informac&O de 30 do correnle, sob n. 302.
Dilo ao inspector de sade publica Para
cumprimento do aviso, por copia inoluso, expe-
dido pela repartico do imperio em 12 do cor-
rente, informe Vmc. qual a despeza que dcve
accarretar a tmpresso das guias fornecidas por
essa inspectora para pagamento das taxas mar-
cadas no artigo Io da tabella annexa ao decreto
ii. 1959 de 22 de agosto de 1857.
Porlaria.O presidento da provincia, confor-
mando-se com a proposta apresenlada pelo le-
iienlc-coronel commandanle do balalhao u. 35 de
infantaria da guarda uacional do municipio do
Brejo, e a que se refere a informaco do respec-
tivo commandanle superior de 10* do correnle,
resolve, na conformidade do art 48 da lei n. 602
do 19 de setembro de 1850 nomear ofciaes do
mesmo balalhao os cidadaos seguinles :
Eslado-raaior.
Tenenla quarlel-mestre o alteres porta-bandeira
Regino Cordeiro Falco.
Altores secretario o Io sargento Jos Alves Mar-
nho Falco.
Alfereres porta-bandeira o Io sargento Joao Gon-
galvesde Araujo.
1' companhia.
Capito o lente da mesma, Jos Magalhes da
Silva Porto.
Tenente o alferes da inesma Joo Marques Pe-
reira.
Communicou-se ao respectivo commandante
supercr.
Dita.OSr agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor mande dar passagem para a
corle, por conla do miaisterio da marinha, fi-
das brochuras nao subsllue as tribuna:) legisla-
liras; falla -lhe a aulorid,.de. A palavra de urna
assembla vai direito a um fado, a um; deciso.
A palavra da imprensa tem menos efT'ilo: tem
seu genero de eflicacia, e ninguem osl mais per-
suadido disso que nos; sem isso, estaramos ca-
lado; mas ama eflicacid longiuqua, irregular,
Imprevista, e cujos elTeitos ninguem ple calcu-
lar. Se, pelo contrario, houvesse em laris urna
tribuna ingleza ou
jberiam melhor en Londres
ipde receiar ou esperar da
contra os governos que me precederam. conside- I tribuna prussiana, sa
ro-o como dito no intuito de me ofTender. Nos I em Berln o que se
quizeramos que essas bellas e judiciosas palavras Franca.
estnessem presentes ao espirito de lodos aquel- Falei na tribuna prussiana: vedo o effeitoque
les que diffamam as instituicOes que leve a Fran- prodiizio n'AUemanha e na Europa o discurso de
ca desde 1814 at 1848, e que maldizcm o gover- M. de Viucke. Declarou a lodos a siluaco da
no parlamentar, seiio por excesso de satisfacao,' Prussia : cerlamente que a tribuna prussiana nao
como dizia Napoleo, ao menos talvez com a'in- I o governo prussiano ; mas o governo prussiano
tenco de o cortejar. Pensamos que se enganam j nao pode separar-se completamente c a tribuna
com essa esperanca. Si verdade que a Franca prussiana.
leve durante mais de trinta annos algumas ins-
lem amigos. Como soldado sempre se achou na
frente, e al servio de trincheira ao propro Sr.
Souza Franco, quando eslava no poder.
Os oppositores do projeclo defendem por c-
prehoe por espirito de opposigo um systema
delfeclivo e ruinoso, um systema contrario ex-
periencia, contrario s theorias, contrario aos
principios anteriores do propro nobre senador
pelo Para.
Exige esse Sr. senador que se explique quaes
os meios pralicos de execular o projeclo. Essa
exigencia teria lugar em outro qualquer lugar
que nao no senado, onde todos sabern rnui bera
quaes sao csses meios, pois elles esto indicados
no projeclo.
Todos reconherem que ha depreciaco do meio
circulante, e que essa depreciaco' provm da
superabundancia do papel dos ba'ncos em con-
cumilancia com as notas do Ihesouro.
O orador abunda em argumentos demonstran-
._ que fa-
vorece-los para podorerr. sahirda stuaco emba-
razosa em que se arham.
Nada no projeclo obrigalorio; olle lera por
fim somente estimular os bancos a tomarem as
medidas necessarias para eviiarem a ruina.
Nao admitte a opinio do Sr. Souza Franco,
quejulga que o melhor remedio para a siluaco'
financeira seria a retirada das notas do ihesou-
ro. Se o governo relirasse
circularo todas essa
bancos, que nessas
so anleparo.
Depois de responder a algumas outras objec-
es, o orador passa a tratar de urna materia, em
que entra com repugnancia ; falla dos novos ban-
cos creados pelo Sr. Sou/.a Franco.
Faz largas consideraces, censurando a organi-
saco fraca e sem garantas desses bancos.
Responde sobjecces feitas a alguns paragra-
phos do projeclo. Tratando da neressidade dos
fiscaes, contestada por alguns Srs. senadores, o
orador faz a exposiro dos males a que do luger
a ignorancia, o deleixo e mesmo a malversaco
na adminislraco dos bancos
Nao trata do banco do Brasil
cepeao.
Quando se legisla, cumpre dizer toda a verda-
de sem medo de ollender susceptibilidades; po-
de ser isso urna advertencia salutar aquellos que
seafastam dos devpres que lhe sao proscriptos.
Adopta as emendas, oft'erecidas, excepto ao do
Sr. Baptista de Oliveira, a primeira por ser des-
necessaria, as outras por contrariaren) as vistas
do projeclo.
O Sr. Ilaplisla de Oliveira, depois de llrevps
consideraces, pede eobiem do senado a retirada
de suas emendas.
O Sr. D. Manoel nao estando acostumado a
contentar-pe com dar un voto symbolico em ma-
terias importantes, nao pode deixar de tomar
parte na discusso.
Tem em primeiro lugar de fazer um reparo so-
bre a marcha que tem tido a discussso do
jecto.
Passou elle em primeira discussao sem dbale
algum, porque se promelleu que se lhe oflorece- |
ca urna emenda Substitutiva. Dahi provieram dous I
resultados, llcou o senado impossihilitado de!
ventilar a questo na 1.a discussao ; ficou a ca-
mar dos Srs. depulados redolida a nao ler mais '
que urna discussao sobre esta materia, que no-
"' !"" e"3 om r;"-in dessa iminensiiiode de
emendas, que a teem mollificado e alterado.
Censura, como impropria de um ministro e do |
parlamento em geral, as numerosas citares de
que fez uso o Sr. presidente do conselho. '
Repelle como pergosa a doutrina sustentada
pelo mesmo Sr. presidente do conselho a respeito
da reclroalividadedas leis
Nenhum contrato pode rescindir-se sem mu-
tuo consenlimenlo das parles contratantes. Seo
governo julgava necessano aos interesses pbli-
cos a resciso du contrato com os bancos, e alte-
rar as suas bases, devia entrar com elles em um
accordo e nao impor-lhes novas obrigaroes sem
consulta-Ios.
Esses bancos, por certo altendendo aos allos
interesses do estado, nao se recusaran! por cer-
to a esse accordo, anda que lhe cuslasso algum
sacrificio.
O projeclo contm pois urna violago dos con-
tratos.
Depois de varias outras consideraces, o orador
lermina por se achir fatigado, r'eservando-se
nossa armada, tanto
os da
que o governo o oceupou
mullas vezes em commissoes estranhas a sua
prohssao: (Apoiados )Os seus servicos dalam da
poca da independnncia, c o nradoi'aiipella para
o juizo da cmara seas peticionarios merecen
ou nao o favor que i.npclro. (Muilos apoiados)
O Sr. Pereira Pinto, lamenlando que o uiar-
pro-
para em oulra oecasio discutir mais amplamente s, promover os iiler-sses dessa
a materia do projeclo.
Vota contra o art. 1
Dada a hora, o Sr. presidente declara adiada a
discussao, e d para ordem do dia da seguinte
sessao a conlinuaco da discussao adiada, e as
outras materias j designadas.
I.evatita-se a sessao s 3 horas e 5 minutos da
tarde.
se-
des foram os ltimos lempos da vida desse llus-
tre servidor do estado, pela injusta apreciado de
um grande fado de sua carreira poltica rae-
mora os relevantes servigos prestados por esse
digno militar (innitos apoiados) ao Brasil, desde
a sua independencia, em empregos da mais alta
jerarchia, o estado de penuria a que (con redu-
cida sua familia, sendo at necessario que o sen
funeral fosse feilo custa da generostdade de
seus camaradas da armada ; e faz um appello ao
espirito de reclido da cmara, pedindo que
se pague a familia do honrado Sr. Pedro Fer-
reira de Oliveira a divida de reconhecimenlo ern
que o paiz se acha constituido pelos grandes e
importantes serviros que por esse finado gene-
ral lhe foram prestados. (Apoiados.)
Entra em discussao o projeclo do senado n.
111 do anuo passndo, mandando passar caria do
naluralisaco a Antonio Maximiao de Figuei-
redo.
O Sr. Miguel de iraujofa?. algumas conside-
rar-Oes conlra o projeclo e as emendas, lembran-
do a inconveniencia de taes concesses, com
que se barateara os nossos direitos de nacionali-
dadp, e pelos quaes principalmente os subditos
porluguezes, se habilitan para os empregos p-
blicos.
A pedido do Sr. Jacinlho de Mendonca, tem
una s discussao; e, sendo adoptado com 94
emendas concedendo igual favor a diversos es-
lran:oiros residenles no Brasil, vai commisso
de redaeo.
Segunda parte.
Er.lra em 2a discussao a proposl3 do governo
fizando a forca naval.
O Sr. Jacintho e Mendonca comeca dando ra-
zao ao governo em querer no parlamento ns po-
Sicoea definidas : nao o acoinpanha, porm, na
preleocAo de exigir apoio sem condices. Se por
um lado o governo nao deve aceitar imposicoes.
POJ outro lado tambern nao podem as cmaras
conceder-ltie can,, b,on.a.
Desde algum lempo que em nosso paiz os ho-
mens se teem subsiiluido aos principios cdhuum
ministerio, nao fui um principio vencido na lula,
foi iira ministro que adoeceu ; sobe um outro mi-
nisterio, nao urna idea nova que se levanta,
a conlinuaco do programla anterior que os no-
vos ministros esperara desempenhar melhor.
tslas consideraces fizerira core que o orador
na organisayo do actual gabinete, nao deixando
de considerar os caracteres das pessoas que delle
fa/ern parte, todava nao fizesse depender o seu
voto de adheso ou repulsa das rclares que o li-
gram a essas pessoas. Esperou, pois.
O Sr. presidente do conselho em um dos seus
ltimos discursos no senado antes de subir ao ga-
binete se havia mostrado to ao fado das neces-
sidades da provincia que o orador represeuta, o
lao seguro nos meios que curapria empregarpara
remedia-las, que elle assenlou nessa expectativa,
para que nao se dssesse jamis que se nao mos-
trou disposto a acoinpanhar aquelles que quzes-
niusma pro-
vincia.
Hoje o ministerio j tem lempo de ser conhe-
cido. e, se uui roinpimerito anticipado nao poda
ler origem seuo em preven^es, urna absteuco
p le agora ser lomada por cobarda.
O orador dir, pois, o que peusou e pensa do
ministerio, qual o poni era que lhe pretende
dar o seu apoo, e at onde 3lcancar esse a-
poio.
Entra ento na apreciaco da nossa poltica ex-
terna era relacao s quesloes do Rio da Prata, e
declara-se promplo a prestar ao governo era sc-
melhanle aasnmpto um apoio franco, decidido, e
at mesujo enthusiasla. Segundo pensa, a nos-
sa posico par com os visiuhos desse lado do
imperio falsa.
A ausencia do nosso pessoal diplomtico na-
quellei eslados, se bem que substituido por iuie-
rinidades, coincidindo com a retirada na nossa
tiluices funestas ao seu reponso. a sua prospe-
ridade, a sua honra, si ella deixou-se ir mais
que voluntariamente pelo declive fatal dessas ins-
tiluicoes, de quem a culpa, afinal de cotilas, se-
no da Franca que aceitou, pratcou, sustenlou
esse rgimen durante mais de trinta annos?
O anno passado, duranle a guerra di Italia, a do e-sl f'1f'o. Se fosse possivel ueste objecto re-
Prussia, por nao ser austraca, paree a nao ser i rorror a CJtperiencia, como na physica ou na chi-
mis germnica ; isto ao menos o qu > lhe cen-> m,ca- Pe(>,'ria que se retirasse. da circulaco
surar os tentonistas exaltados. Este atino, a 8ranac por^o do papel dos bancos, e ver-se-hia
Prussia lano mais germnica quanlo ella se se" va,or n" se rfstabeipcia.
aecusar as insliluires que duraram tanto tempo, em Pars, ao i
nao s pela liberdade, mas anda com a liber- '
dado.
Aqullo que abaixa lodos, nao eleva ninguem.
Si a Franca obrou nial em pralicar durante trin-
ta annos as instituirles parlamentares, esse o
peccado de qualquer paiz. Quem, pois, se ex-
ceptuar desse peccado ? Podem arrepender-se,
sobre ludo si o arrependimenlo um bom calcu-
lo ; ninguem pode absolver-se. O que quer di-
zer aecusadores que foram nossos cmplices?
Salvo si aquellos que nos aecusam sao mogos, e,
como na fbula, digam acerca do peccado que
nos laucam era rosto :
Como o teria feilo, si ainda nao era nascdo?
esses desejamos que vvam muito tempo afim
de que possam corregir-se do genero de orgulho
mais liberal, isto menos austraca. Supponde
por um instante alguns discursos desse genero
tempo que em i.ondres e
Berln, e ludo se esclarcela. Cada um ronliece o
segredo do vizinho ; ninguem mais curioso,
nem desconfiado. Mirabcau dizia um Jia que o
silencio de Seyers era urna calamidad! publica.
Nao quero dizer que o silencio da tribuna fran-
ceza seja urna calamidade europea. seria li-
sonjear muito o corpo legislativo e o sena-
do ; nao pensamos nisso. Digo apenas que
esse silencio urna das causas de incerteza
dos espiritos e das cousas na Europa, l'lgo-o tan-
to mais francamente, quanlo folgo em icconhecer
que o governo francez nao se embaraza om fal-
lar, nem tmido ou lento em fazc-lo. Ello sa-
tisfaz lealmentc a necessidade que ten a Europa
de conhecer as inteucoes da Franca. Falla com
clareza e autoridade, eu o confesso do todo o co-
raro. Entretanto falla alguma cousa na orches-
Ita. Concordo, se o quizerem, em que o inslru-
v''ido. mcnlo, cuja ausencia indico, tem muilas vezes
Nao queremos, quanlo a nos, entrar em urna tocado mu alto e que os ouvidos delicados po-
controversia sobre o mrito e os defeilos do re- [ deram accommodar-se ao seu silencio. Entrelan-
gimen parlamentar. Ha muito pouco tempo to esse silencio tornou-se inopporlun). por que
que esse rgimen cahio para j ter encontrado elle se presta obscuridade, incerteza, con-
todos os meios de justiQcar-se. Nao ha systema jecturas multiplicadas. Com toda a seg'irinca po-
de phlosophia ou de poltica que nao tire a me- de-se dizer do um governo parlamentar que ha
tade, pelo menos, de seu mrito da experiencia cousas que elle nao ha de fazer. A isto se op-
dos dofeilos do systema que lhe 6 opposto, e que poem o estado dos espiritos no parlan: ento. Pelo
tem substituido. S o lempo pode dar cssa | contrario, de um paiz que nao tem parlamento
experieuca. Portanto nao eslou disposlo a dis- quedelibere sobre todas as quesloes do interior e
que o mais propro da mocidade e que a toma
to fcilmente intolerante, o orgulho de nao ter
cutir o bem ou o mal dasiosliluices parlamen-
tares. Prefiro procurar curiosamente a razo
porque pareceo opportuno a algumas pessoas at-
lacar de novo as insliluires de outr'ora : nao
que me queixc muito disso. P re tiro que o go-
verno parlamentar seja crilicado e censurado a
ser esquecido. Seja o que for, parece-me bom
do exterior, nao se pode dizer que ha cousas que
elle nao far. Podo fazer ludo. Grande vanta-
gem, diro,Sim, mas nao vos admiris de que
essa vantagem seja para a opinio eu-opa urna
causa de desconfianza.
Poder-se-hia concluir das reflexoes c/uo se aca-
ba de lr que o governo parlamentar um po-
E qual o remedio a esse mal ? O poder executi-
vo.que tem obrigaeo de velar incessantemente
pelos interesses pblicos, nao pode flcar manie-
lado com as iracas razos que apresentam os de-
fensores da opinio contraria. Nao pode ficar
desarmado em fare de urna siluaco que pode al
compromelter a ordem publica.
A lutella, que o orador enlende, que o gover-
no pode exercer sobre a sociedade, nao n in-
gerencia immediata e directa nos negocios indi-
vduacs, a suprema insperco e fiscalisaco dos
interesses geraes da sociedade ; um principio
proclamado por todos, e pelo propro Sr. Souza
Franco, em sua obra de economa poltica ; a
lutella cm sentido lato, tulella que deve o eslado
a lodosos cidadaos; tulella, que quer dizer lis
calisago, tulella, que quer dizer prolecco.
O orador mostra que nos paizes onde ha cir-
culado mixta, o excesso de papel nao augmen-
ta um ceitil a massa do capital circulante, que
nao produz outro resultado seno o deprecia men-
t do meio circulante.
Passa a combater as objecces que dzem res-
peito a retroactividado do projeclo, a violagao do
direito de j)ropriedade.
Concesses provisorias e temporarias nao cons-
tituem o direito de propriedade de que falla a
constitiigao.
O poder administrativo lera duas partes distnc-
Iss: urna a contenciosa, outra a graciosa; es
privilegios dos bancos sao concesses graciosas,
sao favores que podem ser revogados.
Isto que se vai pralicar com os nossos bancos,
tem sido praticado em outras nacoes sera excitar
essas reelamnges; e mesmo entre nos muitas
leis-se tem decretado que importara a suppres-
sao de direitos anteriormente existentes.
Defende o projeclo da objecro do inexequibi-
lidade, e mostra com lurgas consideraces que
CMARA DOS SRS* DEPUTAOOS.
SESSAO EM 15 DE JUNHO DE 1860.
Presidencia do Sr. conde de Baependy.
Abre-sc a sessao com 60 Srs. depulados.
Lida a acia da anterior, approvada.
O Sr. Primeiro Secretario d conla do
guinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do ministerio da fazenda, enviando forca naval que all cstacionava, poder ler urna
o aulographo da resolucao da assembla geral | sigilicaco diversa daquella que esleve as in-
legislativa dispensando as leis de amorlsaco 't teuc.es do governo.
Pa- O orador prouuucia-se abcrlamentc contra a
poltica egostica que tem sido aconselhada, e
pela qual deviamos limitar nossas relaces cotn
os visinhos do Prata a relaces puramente com-
merciaes. Semelhante poltica importa o abando-
no de 40,000 Brasileiros que teern no Rio da Pu-
la seus interesses, e at suas vidas cxposlas to-
dos os dias a violentos assallos.
O orador recorda aqu a recusa da ralificaco
do tratado em que eslavam empenhadas por par-
le de um dos eslados do Prata a sua palavra de
naco e a sua honra de governo. Faz sentir tani-
bem a iuexplicavel demora na retitirar.o de ou-
tros tratados, e conclue dahi que esles e oulros
tactos justificam a qualficaco de falsa que den
nossa posico no Rio da Prata.
Era seguida pergunta ao governo se sabe que
o Sr. Burro est ou nao disposlo a seguir a pol-
tica adoptada para comnosco por seu anlccessor,
o Sr. Pereira.
Urna medida relativa marcaco do gado, lo-
mada por este ultimo presidente", e que occasio-
nra grandes clamores da parte de lodos os es-
Irangeiros residentes no Estado Oriental, foi sus-
pensa pelo Sr. Berro.
O orador deseja saber se essa suspenso ser
definitiva ou nao.
Rcferindo-se de novo ao tratado de 4 de setem-
bro de 1857, observa que o nico resultado at
hoje collado com cssa negociarlo foi a differenca
de 400:0009 que deixaram de entrar como direi-
tos de importarn das xarqueadas orientaes para
os cofres do Brasil.
Na confeceo desse tratado, que o orador aecu-
sa de iniquo, procedeu-se como de ordinario se
procede entre nos, isto 6 sem o estudo de conhe-
cimento necessario da quesio. Acredilou-se
que as xarqueadas orientaes cora as da provincia
do Rio Grande bastavam para o consumo do im-
perio. Esqueceu-se que por meio da fraude os
xarques das de mais provincias do Prata viriam,
buscar a naturalisaco na provincia privilegiada..
para terem assim entrada no imperio.
O resultado est boje patente ; o governo ori-
ental acaba de crear imposlos de exporlaco so-
bre o seu xarque. De tudo isto nao resuliou se-
no o prejuizu da induslria do Rio Grande do
Sul.
Depois de mais algumas7 considerado o ora-
dor recorda, spoiendo-se cm medidas lomadas
irmande do Senhor dos Passos da cidade do
rchybuna.A archivar-se.
Outro oflicio do ministerio da fazenda, envian-
do o nuppa das operaces occorridas na sccgo
da substituirlo de papel-moeda al 31 de maio
do correte anuo. A' commisso de orca-
menlo.
Dous requerimentos do provedor da Santa
Casa da Misericordia desla corle e Jos Francisco
Xavier do Castro Jnior, pedindo aquelle isen-
rao do imposto sobre as carrocinhas destinadas
a couduzir cadveres, e este urna gralificac.au
pelos servicos que prestara cmara no impe-
dimento do respectivo porleiro. A's commis-
soes de fazenda e de polica.
Sao lidos, postos em discussao e approvados
os seguinles pareceres :
Da commisso de fazenda, resolvendo que D.
Mafalda de Castro Filgueiras, D. Maria de Cas-
tro Filgueiras e D. Candida Maria Filgueiras so-
bre sua peiico recorrara ao governo pelo mi-
nisterio da fazenda ;
Da commisso de marinha e guerra, resol-
vendo que sobre a pretenco do brlgadeiro ba-
ro do Cajahiba se pego pela secretaria de es-
tado dos negocios da guerra as informacoes ne-
cessarias ;
Da commisso de penses e ordenados tres,
resolvendo que seja ouvido o governo sobre asi
prclenQes de Jos Ribeiro Soares, porleiro da
faculdade de medicina da Baha, de Jos Joa-
quim Umbelino de Miranda Jnior, Joo Rodri-
gues dos Santos Mello, Firmino Jos da Rocha e
Jos Duarle Nunes.
Sendo julgados objectos de deliberagao, vo a
imprimir para entrar na ordem dos trabalhos
dous pareceres das commissoes de pensos e
ordenados e constiltces e poderes, approvando
a penso annual de l;200$a D. Auna Joaquina
de Mello e Albuquerque e reconhecendo cida-
dao brasileiro a Jos Guncalves da Silva.
Lido e apotado um requerimento do Sr Pci-
xoto de Azevedo, pedindo que se obtenha pela
secretaria de marinha algumas informacoes do
governo relativas ao sold das piacas de pret.
etc., etc., adiado em consequencia de pedir a
palavra o Sr. ministro da marinha.
ORDEM DO DIA.
pTrimeira part.
Procedendo-se fi volado do projeclo n. 21.

v\
.."
ILEGVEL
'


(*)
pelos esti
1 *

.''
O ARIO DE PEftBAnBCO. Q 1NTA FEIRA 3 Dfe AGOSTO DE 1860.
dos do Piala, a nccessidade de uiua ta-
l.ido
Vieira
, c aporto ouiro lequerimento do Sr Das do essus cxpicsses podem .mvulver un.a cen- Piulo, Dos naide a V. S. fago, em 15 de de- franrezes capturados em navios chinezas sero
, pedindo que pelo ministerio do imperio sura. zembro de 1817. Candido Baplisla de Oliveira,: resliluidos. haveudo orovas. aos seus nrnorie-
rifa especial para aquella provincia. Ja Coram
iniciadas! launas dispusieres a tal respeito ; hoje. ^ alcance copias da represonlago de alguns he-1 Mas, erufira, o nobre dep liado disse que nao
porm, el las se tornam muilo mais urgentes, por gocianles da Grauja, no Cear, ao presidento da lem em vista censurar-me; ileclarou que o que
quo nossas circumslancias peioraram. mesma provincia, etc., adiado em consequen- i deseja ter esclarecimenlos p;ira que na confecgo
Entram o eiito propriamante na discusso da ici* ao nod'r a Pa>avra o Sr. Aguiar. j do orgaraento ou na discusso delle possa apre-
proposta lo flxaco de torgas de mar, declara I O Sr. Alcntara Machado, fundamenta e man- sentar suas ideas flnanceiras e ver se consegue
que esli disposl a volar pela torga pedida, e i Ja a ",esa um requerimenlo. pedindo que o de- diminuir o dficit quep Sr. ainistro da fazenda
que anda normis votara se mais se solici-i crel 2'90 do 30 de selembro, sobre o regula-, annunciou que havia. Fico Siitiseito cora cssas
lasse. menlo do sello, seja remedido commissao de explicagos.
ntrete nto ha na proposta uro artigo com que consliluigo e poderes para que interpon ha o seu I Quanlo ao requerimenlo ju j declarei a V.
nao podo concordar ; o que so retoro aulori- parecer sobre, elle.
E apoiado e posto em discusso, ficando, po-
rm, adiado em cunsequencia de pedir a palavra
o Sr. piesideule do conselho.
ORDEM DO DA.
Pedido de documeulos.
Entra m discusso o requerimenlo ofTerccido
pelo Sr, Sampaio Vianna em sessao de 12 do
correle.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr. Fer-
sago coiiredid ao governo para crear as pro-
vincias companhias de menores navaes. As cir-
cunstancias do Rio Grande nao comportara mais
este contingente.
Ella edneorre j em muilo larga escala para
o rocrulaWuto, porque queni forneca soldados
para a cavallaria ; concorre em nao pequea par-
te para amainha nacional ; se a isto ^ ocres-
ceotat as companhias de menores o resultado ser '
que all |no escaparo ao rccrulamento noni s reir de Aguiar. ...
enancas Sr' errara de Aginar declara que achan-
Refere-se depois no que no seu rclatorio diz o do-se presente o Sr. ministro respectivo cede da
Sr. ministro da mariaha relativamente ao mellio- palavia.
ramelo do porto e barra da provincia do Rio 9 Sr- Sarama : Sr. presidente, eu nao de-
Grande. S. Exc. parece dar a esses trabalhos SCJ oecupar a alinelo da cmara com a discus-
uma dilficuldade invcncivel. sao desle requerimenlo ; apenas pedi a palavra
Pelo que respeila barra concorda o orador Para dizer ao seu illuslre autor, mou collega pela
emquo de fado sao os trabalhosdifflceil ; uao os provincia da Baha, que tendo oxereido o lugar
julga, porm, impussiveis. neni er que devam Je "'nislro da marinha em 1837 a 1858, estou
prornpto para dar-lhe todos os esclarecimenlos
que ello entender convenientes a respeito dos
contratos de que falla.
O Sr. Sampaio Vianna : Estou certo disso.
O Sr. Saraiea : Eu desojava, e al roes-
bor termina fazendo 'alguns reparos rea-1 mo recebia e agradeca como ora grande favor,
contrato da rebocagem da barra do Rio 'lue "re Reputado, a imilacao de oulros, ven-
que Ihe parece nao ler sido enlendido Wasse todas as quesldes possiveis a respeilo
ser abandonados. Em relago ao porto jolga en-
lao que ludo se resume em um dispendio do di-
uheiro 0 nao grande ; sendo que alias o governo
aduna para isso o auxilio dos habitamos do lu-
gar, que mais de urna vez j se lem ollerecido.
O ora
livos uo
Grande,
iiicoiive
simples
pe. con trillador segundo as inlenges do governo. i desles contratos, porque queria dar a cmara
O Sr. rresidente do Conselho agradece o apoio mais urna prova da lealdade de minhas monges
que offerece o Sr. Jacinto de lleadonca, e com o e Uo zel com que proced na confecgo desses
nal o governo rauito se lisongeia. Coucorda nos niesmos contratos. (Apoiados.)
ientes para o Brasil do una palitica do Sr- Sampaio Vianna : Estou muito certo
retacos commerciaes no Rio da Prala. s?"
Ella furfaria "o imperio a estar sempre de arma i O Sr Paes Brrelo (ministro da marinha):
ao hombro para defendrseos nleresses. alm de | Sr- presidente, nao pretendo oppor-me ao ro-
uo ser a poltica que de
luiros em circumslancias
ous nleresses. aiem ue i r/*"--"*>i >" H"-reuuu u|ji>"-""- -
jve ligar a paizes fron-! qerimeiito do nobre depulado pela provincia da
como aquellas em que "ahia Reconhego o direito que lem todos os
membros desla casa de peilirem esclarecimen-
los e informages a respeilo dos diversos ramos
do servigo publico ; e pela minha parle eslarei
sempre prompio a dar cmara lodos os escla-
recimenlos, todas as informages que ella julgar
necessaris para couhecer como esseservieo fei-
lo na repartigao a ineu cargo.
(Jualquer que seja o lim que o nobre depulado,
aulor do requeimenlo, leveem lista apreseiitan
nos achamos. Seria um systema do reprelu'n^i- i
vel improvidencia
Explicando depois a retirada de uossa forga na-
val no Rio da Piala, dizque as violencias, contra
as quaes justamente reclama o Sr. Jacinlhodc
Meminiiga, se deram sempre, mesoio quando l
eslava ni a nossa esquadra e os uossos agentes di-
ptomalicos. Enlieaiilo o governo conserva sem-
pre all alguma forga ;,e alm disso o puni cm ,
que se acha .. que de lfoi retirada nao distan- d0*0.! ra,,ll e'"ra se possa enxcrgar nesse re-
te o o seu auxilio pode ser ulilisado em qualquer ^ qoerimcnto, e sobre ludo nos termos em que es-
cireamslaocia. j,a concebido, nao dire urna hosiilidade, mas o
Uuanto retirada do nosso agento da Confodo- 1.ueLr 1lle 8f dc desfavoravel ao ministro da ma-
racao Argentina nada lem ella com os nossas re- <'"' '''. euo0 deixaria passar seni observacoes...
laces com aquclle estado. O nosso ajenie no 6r- Sampaio V luana :O alcance do reque-
fruguay retirou-se lambem com I cenca antes nB*en,10 "H1'0 /erso.
das ultimas occurriucias.
Pelo quo se podo couhecer da
orador acredita poder alliimar q-
est disposto a seguir para com o Brasil urna po-l hre depulado.
hiica mais cordala e melhor que a de seu ante- i ?r P'esidentc, quera ler o requerimenlo do
V w* .-i -i i. .t ... i i ii ii -, .-----.. ov tMOV uuo
as inlences o "!" Parece necessario reclamar algumas explca-
me o Sr.'Berro Soe8 ua reconhecda lealdade e friuqueza do no-
nobre depulado, evirque S. Exc. nao se satisfaz crreme anno chegava
i Exc. e a cmara que nao me oppunha a que fosse
pprovado.
O Sr. Oclaviano faz rcssjlUr daquella dis-
cussao um fado, de que nao ii esta a nica ma
nifestagoo, e para o qual chaina a attengao do Sr.
presidente do conselho ; esse fado o desaecor-l
do, a falta doinlimidade que reina entre o go-
verno e a maioria da cmara, d^saccordo e falla
de iulimidade que se turoo lano mais sensiveis,
quando o Sr. presidente de c.tnselho havia pedi-
do (oda a franqueza aos amigos do gabinete.
E'de certo eslranhavcl que um memoro tio
proeminenle da maioria, como o Sr Sampaio,
Vianna que faz parle at da commissao de or-
ganicnlo precsandode iuforraagot-s sobre materia |
tao grave, que o governo lhe poderi* dar parli-
culaimenle, so soccorra a lequerimentos pro-,
prios da opposigo.
O orador pede por isso ao Sr. presidente do
conselho que se ponha fian:amenle a testa da .
maioria, para que nao parega, como se pode
concluir do modo por que a discusso lem corri- j
do que S. Ex. espera da por da couhecer o pen- i
smenlo da maioria para entn acompanha-la.
O Sr. presidente do conselho : Responde ao
Sr. Oclaviano que todas as vezes que os partidos |
se nao acham bem discriminados, verifica se o
phenomeno que se acaba de notar, e quo alias
desaccordo, que se diz existir eolia os membros
da maioria, se observa lambem entre os da op-
posigo. E' inexacto que existo divegencias
enlre o governo c as commisses de oreamento
ellas teera coufercuciado con, toda a franqueza .
com o governo. Do quo se tem passado nao se
pode concluir que o apoio d maioiia nao seja |
muito sincero.
O orador faz depois algumas consideraees so-'
bre a malcra do requerimenlo, e termina pedin-
do no Sr. Sampjio Vianna qce letire o seu ri-
qoerimento, alias mais proprio de -um opposi-[
cionisla.que o governo dar-lhc ha todas asinfor-
maees que carega.
O requerimenlo retirado j pedido do aulor.'
Pedido de informales
Em seguida entra em discus.;ao o requerimen-
to ofTerccido pelo Sr. Peixotc de Azcvedo, na
sessao de 15 do correnle.
O Sr. Paes Barreta ( minislro da marinha ] :
Sr, presidente, como sao mui troves as informa- !
coes que o nobre depulado pela provincia Je I
Mato-Grosso deseja, julgo conveniente presta- j
las sem demora.
O Sr. Franco de Almeida : 1" mellior.
U Sr. ilinistro da Marinha : O nobre de-
pulado deseja saber em primero lugar a quanlo!
monta o descont feilo nos solios das praeas de.
prel da armada, em virtude do disposl na le;
li. 540 de-28 do oulobro de 1818.
Informo ao nobro depulado que al raaio do \
zembro de 1817. Candido Baplisla de Oliveira,. resliluidos, havendo provas, aos seus proprie-
Sr. Jacmtho Roque de Sena Pereira.J larios.
No anno seguinlc o mesmo ministro expedio as Matadoiro piblico. Malaram-se para o
instrucgoes era virtude das quaes devia ser regu- consumo da cidade no da Io do correle 99
lado o servigo da companhia de invlidos da ma-1 rezes.
MORTALlADE DO DA Io '.
Julia, branca, 5 annos ; escarlatina.
Manoel, pardo, 6 das ; espasmo.
Joaquina Maria da Conceigo Leal, branca,
solteira, 12 annos; escarlatina.
Virtuoso, pardo, 3 mezes; espasmo.
Maria, preta, 7 annos; angina.
Antonia Maria da Conceico, preta, solteira,
63 muios ; deanhea.
Maiia, parda, 5 mezes: convulges.
MariannaCoelho dos Sautos Portugal, branca,
casada, 42 annos; crysipela.
Frederico, branco, 2 annos ; liepalilo.
Jacob, preto, escravo, solleiro, 19 annos- ery-
sipela. '
Horacio Joo de Mallos Xavier, pardo 8 an-
nos ; lisico pulmunar.
Hospital de camdade.Existem 61 ho-
mens e 53 mulheres, nacionaes; 7 homens es-
trangeiros, e 1 escravo, total 122.
Na tolalidade dos doentes exislem 37 alienados,
sendo 30 mulheres e 7 homens.
l'oram visitadas as enfermaras pelocrurgiio
Pinto s 7 horas minutos da mauhaa. pelo
Dr. Dorncllas. s 8 horas da manilla, pelo Dr.
Firmo as 6 horas da larde dchonlem.
rinha. No art. 9o dessas inslrucces se declara ,
3uo a companhia de invlidos especialmenle
stinado para a guarda do hospital de marinha I
o dos presos sentenciados que Irabalham nasj
obras do marinha- e que exislem na pnso : de-
vtndo lambem fazer a polica e limpeza de seus !
quarteis Eis aqui o servigo em que so emprrga a I
companhia de invlidos, a qual, como o nobre i
depulado lera visto do mappa que aeompanha o
relalorio, compe-se de trinla e lanas pracas.
Nao sei se o nobre depulado est satisfeilo
com as informages que acabo de dar ; se pro-
cisa ainda de alg'um esclareclmento, estou prornp-
to a presta-lo.
O Sr. Peixolo de Azevedo: Reservando para
depois da publicagro do discurso do nobre minis-
lro dizer alguraa cousa, apenas farei agora algu-
nas observacoes sobre urca das informages que
acaba de nos dar.
O nome de invalido parece que exprime a im-
possibilidade era que se acha alguma praca de
continuar a prestar servigo, ou no exordio ou
na marinha. Ora, nao podando o governo orga-
nisar convenientemente o asylo de invlidos,
cerno S. Ex. acaba de nos informar, em conse-
quencia da exiguidade da quanlia arreeadada, eu
pedira a V. Ex. que dispensasse a esses invlidos
do servigo era que so achara empregados ; que
so llies desse urna consignago qualquer, coiuo
que urna ponso, para que elles possam subsistir,
visto como concorreram para esses ceios 0 lan-
os conlos que exislem. Andam alguns mendi-
gando pelas ras da cidade o necessario sus-
tento...
O Sr. ministro da Marinha: Elles leem
quartel, rago e sold ; portanto, se audam men-
digando
Balanccledarcccita e despezada c-
mara municipal do Recifc no mez
de juuhode ISGO.
RECE1TA.
Saldo em 31 de maio prximo pas-
sado ..........
Exercicio de 1859 a 1860.
Imposto de aferiees, n. 3
pelas ras e porque querem.
"O Sr. Peixolo de Azeaedo : Talvez fosse mes-! Imposto de corde'aces e licengas,
mo conveniente que se desse baixa a esses lio- | n. 237 a 263 ....................
mens, se Ihes faciltasse transporte para suas dem de 500 ris por cabeca de gado
provincias, dando-se-lhcs urna pequea pensao, | vaceum n. 3. *. ,
para que elles no seu paiz natal possam usufruir I Idern de capim de plaa, n. 3 .
em descanso aquillo para que concorreram. | Iderq sobre fogo artificial, n. 48 a 58
{'! Sr. Depulado: Muilos preferem islo. dem de eslabelecimenlos di fre-
O Sr. Peixolo de Azevedo: Como" disse, guezia do Recite, n. 419 a 454
aguardo a publicagao do discurso do nobre mi- dem de ditos de Santo Antonio n.
nislro para formar difnrilivamenle o ireu juizo a 31 a 442........................
respeito. dem de ditos de S. Jos n. 105a 109
Indo proceder-se votago, reconheco-se nao : dem de ditos da Boa-vista n. 189 a
haver casa, pelo que o Sr. presidente declara en-1 191...............................
cerrada a discusso e manda fazer a chamada. dem de ditos dos Afogados, D. 14 .
Dada a ordem do dia, levanla-se a sessao s dem de carros de passei n. 258 -
1S9S103
3:750S250
109^100
duas horas da larde.
PERNAMBUCO.
cessor.
A medida relativa marcaco do gado foi com Cm P?"." 5P,as de certos contratos felos pela
cffeito suspensa, e o govenio oriental nomeou 'epa'Ueao da marinha de 18o7 para c, mas que
urna commissao cujos resullados nao podem dei- i ewge copias aulheniicasdesses conlralos...
xar de ser-nos tavoraveis. '* Sl- Sampaio Vianna :Naturalmente...
O Sr. Ministro da Marinha :... quera obser-
var que o nobro depulado julgou conveniente exi-
gir que se doclarasse os nomos dos individuos
com quem esses conlralos forain celebrados, pa-
receodo dar a entender quo so procura occultar
esse descont a quaotia
O governo em pregar todos os meios suasorios
para chamar o Estado Uiieni.il no cumplimento
de sii promessa quaulo aos tratados, e s era ul-
timo caso lngara mao deoutras medidas.
Depois de mais algumas consideraees sobre a
tarifa especial para o Rio Grande o sobre o con-
trito do rebocagem, o orador oceupa-se com a
anloiis.ieo relativa companhia de menores,
dizendo que O governo usar deila como for con-
veniente, a quo looge de ver em tal medida um
prejuizo para as provincias onde for eslabeleci-
da acha que dola se pode tirar muilo bous resul-
tados.
O Sr. Peixolo de secadaCaz tambem algumas
eonsiderac&es relativas a este ultimo poni, acom-
pauhando ao Sr. presidente do conselho.
A discussSo lica adiada pela liora
A ordem do dia para a sessao seguinle :
Discusso de reqiierimenlos, e, se houver lem-
po, das materias anteriormente designadas, tanto
para a primeira como para a segunda parle.
Levautou-se a sessao.
de I08.-527S039, sendo 92:408*119 arrecados aqui
na corte, o o excedente as irovincias de Per-
iiambuce, Rio-Grande do Sul, Para, Cear Mato-
Grosso, Maranho e Babia.
Ouer o nobre depulado saber em segundo lu-
gar se lem lido cumprimento a disposicao da mes-
ma lei, mandando arrecadar un proveilo do co-
fre dos invalido os sidos atiazados dos deser-
tores, e dos morios ab intestalo, quer seja ofli-
esses nomos, podea soppor que algum mysierio ( caos do marinha, quer porten.o a outros em-
i existe nesses contratos, e quo ha algum iuleresso
, em evitar que sejam elles publicados.
Declaro formalmente ao nobro depulado que
nao ha myslerio algum a respeito desles conlra-
pregos da armada, e, 110 caso iiiirmativo, qual a
soruma arreeadada.
Direi ao nebro depulado que se tem feilo esta
arrecadacao ; que, segundo consta das informa-'
..., .... ,jo,0.iuji6uui a espeuu uesie contra- arrecadagao ; que, segundo consta das inrorma-
los, ora da miuha parto o neffl da parle do non-; coes quo me l'oram transmittidas pela contadoria
rado depulado pela provincia da Baha, que lao | da marinha, monta a somma arrecadada na er-
dignamentc oceupou a pasta da marinha durante
os anuos de 1857 e. 1858. [Apoiados.)
O Sr. Saraiva:V. espero que as discusses
cada dia me deem ra/.o. (Apoiados.)
O Sr. Ministro da Marinha :A nobreza do
i
le de sol ios alrazados dos desertores a I7:790$750
dos sold dos fallecidos ab intestalo a 2:O06$733.
Pelo que diz respeilo s provincias, nao posso
I"
precisar agora em quanlo importa cada nina das
summas arrecadadas, porque, segundo as inl'or-!
seu carcter tao couheclda, o o zelo com que macos que me foram dadas, acl.au.-se todas ellas
ene adminisirou os negocios pblicos tao pa-, euglohadas.
lenie que ou nao adianlarei a este respeilo urna j Pretende ainda o nobre depulado saber qual
i so palavra. (Apoiados.) o juro acumulado em virtude do art. 18 da lei
I i'eio quo loca aos actos por mim prahcados.de-1 n. 1.040 de 14 de selembro de ls59 sobre que'
claro anda ao nobre depulado autor do requer-1 quanlias tem sido elle contado e de que datas
provincia.loleirada.
Oulro oflicio do ministerio da fazenda, envian-
do a copia do otcio, que om21 do maio lhe di-
rigir o presidente da Baha, relativamente a al-
guinas medidas que reclamavam os habitantes de
e.ciias localidades daquella provincia perseguidos
pela fouie.A commissao especial.
Oulro oflicio do ministerio da guerra, de
mmediatameutc na discusso da materia, pare-
cen do-me que conseguir! desfazer as desconfian-
Cas e suspcilas du nobre depulado, so que as
tem. (Muilo bem.)
OS;-. Sniuia:llavemo-nossaiiir muilo bem.
(Apoiados.)
O Sr. Sampaio Vianna diz que nao ha muilos
dia
REVISTA DIARIA-
Hontom deixou o aquartelaaiento desla pra-
ca o 3" batalbo da guarda nacional desle muni-
cipio, sendo neile substituido pelo 4o da mesma
guarda nacional.
Devenios ao publico a declaraco de que as
seiscenlas ledras, que em oulra occasio noticia-
mos exislirem na caixa filial para serem realisa-
das no dia 3l) do passado, foram effeclivamento
pagas lodas nesse dia, com a excepgo de duas
somonte, que eslavam firmadas por pessoas que
liaviam fallido antes do vencimeuto das que he
diziim respeilo.
E' esla urna circumslancia mu lisongeira para
a nossa praca, apezar das difliculdadcs que a si-
luagao lem creado.
Quando as operages mcrcanlis sao sustentadas
em semelh'anle p "de pontualidade, sem embar-
go de urna criso notavel ; quando o crdito assim
se manlcm, talvez com sacrificios, a probidade
ainda alguma cousa, e os principios de honra
nao esto banidos da socedade, era que taes ef-
feitos se prodnzem.
Comprazemo-nos perianto por esse fado, quo
aqui consignamos scieucia do publico
Por portara de honlem foi nomeado guar-
da da cisa de deten gao Manoel Joaquim Goueal-
ves Leal, em viiiude do arl. -18 do regulamenlo
provincial de 1855.
Km su a solictude pela provincia, que lhe
foi confiada, S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia visilou o o-tabeleciiiienlo particular de ins-
truceo, denominado Nossa Senhora do Bom
Conselho, leudo licado satisfeilo do son estado,
segundo no-lo informam.
Para complelar o pagamento da despeza
feita com o sustento dos presos pobres no exer-
cicio prximo' passado de 1859 a 60, abri S. Exc.
um crdito supplemenlar de 0:0005.
No dia 29 do passado, em sessao ordinaria
.i -i .11 : p i
-I d.
as informales que pede. A re;;pcilo do asylo de
invlidos digo eu no relalorio :
Para a fuudaeao desle eslabclecimenlo do-
lerminou aquella lei que concorram rom um dia
de sold lodas as pregas de pret, os officiaes ma-
nnlieiros e marinheiros de todas as classcs ; e
loe ao mtsmo fin se appliquem, eniquatito nao
do 600.-0009.A. commissao de fazenda.
oiro requerimenlo de Manoel Rodrigues dos
Santos, Jo>c Luiz do Araujo Barros o Elimino
Correa Dantas, pedindo niellioraineiiio de orde-
nados.A commissao de peasoes e ordenados
Huiro requerimenlo de atareos Antonio Moii-
teiro di Silva, pedindo admlssao ao examo e
matricula do pnmeiio auno da fjculdado de me-
dici
A susceptibilidade extrema do Sr. raiuislro
marinha o induza fazei semelhanle pergunta. OI ieiidendo-s
lequenmento apresentado nao tem por lim sus-
citar de modo algum urna discus>o odiosa, e a
todo o depulado ussiste o direito de pedir as in-
formages de que carecer para esclareciiuenio dr
seu voto. A vista do oslado linanceiro do uaiz o-
,,.., ,,!.. ,1.,........: i n <>,lii ......-..,.,/>
Iragoes, talvez se possa computar em 10;000 ;
' podo ser consideravelnieule au|;meniado, se, en-
0 que 0 as\ lo deve ser destinado nao s
aos marinheiros e soldados, mas lambem aos offi-
ciaes e oulras classes que delle se quizercm uli-
lisar, so izer com que cuntribuam lodos os bene-
Ociados, como judiciosainento opinou um de
mens ilustrados antecessores em seu relalorio
do 1855.
Mas o edificio, ainda quando lenha de ser
levantado na chacera da Arinago em Nilherohv,
comprada por conta dos cofres'publicos por..
20:000}. em virtude do aviso de 13 d
igual ao sold da reforma que obleve ; e a apo-
seuUdoria concedida a Feliciano Cavalcanli de
Souza ; autorisando o governo a mandar abonar
a Frederico Sauer Broon o ordenado correspon-
d ote congrua quo actualmente percebe cada
parodio do imperio e os vencimentos, que na
pioporgao do augmento que tem lido a mesma
congrua, deixou do percebor al hoje.
Sao igualmente julgadoa objeclosde delibera-
gao e vao a imprimir pata entrar na ordeui dos
irabalnos, os seguintes projectos :
Arl. I." Fica o governo aulorisado a alterar
o quadro Jos officiaes da armada na parle rela-
tiva as classes de capites de mar e guerra, ca-,
pitaes de lragala, capites lenles e primoiros e
segundos lenles.
fi 1." O numero de nfficiaes superiores das
referida classes ser elevado a mais qualro ca-
l colhidos para esta obro, s se conseguir a sua
srpiesiJe^:,'ira:::r^o :x:^!-it,u- ^ ^-- % s
discusso se acaso o nobre deputado nao coroe-
Casse o seu discurso dizendo que receiava, pelo
modo ponjue me exprim, que d'aqui por dianlc
ningiiem pudesso fallar nesta cmara sem licenga
do ministro da marinha, chegando at a recetar
que o regiment provisional vigorasse no reciulo
da cmara dos Sis depulados.
Tudo quanlo a esle respeilo expenden o nobre
depu lado poderia ser sublime ; mas foi o contra-
rio.
O Sr. Sampaio Vianna :Escreva-se esta a-
monidade mais do Sr. ministro da marinha ; o
contrario do sublime quer dizer o ridiculo.
O Sr. Ministro da Marinha :Conlestei por
entura ao nobro deputado o direito quo lhe as-
tj 1." O numero dos primeiros e segundos
lenles sei reduzido, supprimindo-se dez pri-
meiros e 90 segundos teuentos.
Arl. 1 Picara revogadas as disposicoes em
contraria.
Pago da cmara dos depulados, 16 de junho
do 186o. Jesuiuo La mego Costa.
< A assembla geral legislativa resolte:
Art. 1 Fica o governo aulorisado a mandar
admiltir a despacho livres de direilos iodos os
objectos que. /pretil piecisos a empreza incumbi-
da do esgolo das aguas e asseiu publico da cida-
de do Recie, cuniratada enlre a provincia de
Pernanibuco e Charles Luiz Cambronne.
Pago da cmara dos depulados 16 de junho
do lftbO.-l'erreira do Aguiar.Viscoiide do Ca-
uaaragibe,Pinto de Campos.J. Cavalcanli de
Albuque.I). Souza Leo.S e Albuquerque.
A. de Oliveira.F. C. Brandao. b
E liJa, poaid em discusso e approvada, urna
redacoa approvaudo a pensao anuual de 1-0803
r. concedida a DACarona Cecilia Campos de
Uveira, viuva do oliefe de esquadra Pedro Fer-
reira do Oliveira. /
O Sr. Lu: Carlos, depois do algumas consi-
derages acerca de alguns assassioatos perpetra-
dos era S. Rorao, provincia de Minas-Geraes,
offereco um requerimenlo pediudo iuformacoes
ao goveruo sobre o eslado dos respectivos pro-
ca'ssos instaurados naquelle termo, coa especill-
oags das causas que possam existir para que
nao leudara progridido.
Apoiado o requerimenlo, posto em disevssao
c approvado.
pitaes de mar e guerra, dez capiles de fragata e ,ges ao governo ? Nao fui o prmeiro a reconhe-
v inte capiles lenlos. Cet esse direi.o e a declarar que eslava prompto
para dar inmediatamente lodas as informages
que o nobre deputado quizesse? Aondo est aaui
a oiTensa?
O Sr. Sampaio Vianna :Foram os termos e
os modos porque o nobre minislro se exprimi.
O Sr. Ministro da Marinha:Nao ser licito
a um ministro pedir ao depulado que exije Infor-
mages sobre os actos de sua aduiinistragao, que
manifestando com franqueza o seu pensamento
declare so tem alguma suspeila, alguma descon-
Banca a respeito do modo porque esses ados fo-
ram praticados, porque elle nao (era duvida em
explicar os seus ados, e dar lodas as informaces
que forera necessanas? (Apoiados.)
Nao sei, pois, a que veio fallar o nobre depu-
tado no regiment provisional seuao pare repetir
urna phrase que em urna das sesses passadasi
escapou ao nobre depulado pelo Rio de Janeiro conselheiro Candido Bapiista'de'oiiveira
em seu soccorro um auxilio extraordinario.
A razao, portanto, porque se nao tem cons-
tiuido o asylo de invlidos, apezar dos desejos
do governo, quo a quanlia para esse fin arre-
cadada.em vii lude da disposigiio da lei de 1818,
ainda nao suificieute para se comecar a obra.'
Exisle, verdade, um regu'amento expedido
por um dos meus Ilustres antecessores, o Sr.
conselheiro Zacharas de Ges e Vascoucellos
creando urna commissao e encarregando-a dessa
conslrucgao ; mas o nobre depurado comprehen-
do que nao ha vanlagera nenhuma em comecar
urna obra que deve ser importante, e deixa-la
logo depois espera de nevos recursos para dar*
lhe andamento.
Eu enleudo que o corpo legislativo podia vil
em auxilio desle estabeleciraenio, consignando
todos os annos alguma quanlia para a sua cone-
Iniccao, sem esse auxilio diflicilmente ser reali-
sada a benfica iniengflo da le de 1818.
Per ultimo qur o'nobre deputado saber qual
o serico prestado actualmente pelas pracas da
companhia de invlidos, o a leglslacao por que
regida. '
Sr. presidente, no arl. 10 da lei de 6 de marco
de 1845 se determina o seguinle : Os marinhe'i-
ros em goral. que por niolivo de servigo se inha-
bilitaron! para conlinua-lo activaraente, scro
conservados com seus venciraei los nos arsenaes
e eslabelecimenlos da marinha cm que aluin
servigo possam prestar, Os inUiramenle inulili-
sados conservaro seus vencimentos e se rao re-
colhidos ao asylo de invlidos de exordio al
que urna lei permauente regule a sua sorle e
daquelles.
Em virlude desla disposigao, creio eu, o Sr.
minis-
que
iolaa Jo Cubiimt.
Portuguez de Leilura, foram eloitos os seguintes
senhores, para comporem o couseilio dclibera-
livo :
Presidente,
Domingos Jos I'erreira Guimares.
lu Secrelaro,
Francisco Ignacio Ferrera.
2" Secretario,
Manoel Soares Pinhciro,
Conselheios,
Jos Jcroriymo da Silva.
Joo Loi/, Ferrera lbuiro.
M.Jos Barbosa Guimaies.
Daniel Jos Pereira Lima.
Jos Joaquim da Silva.
Pedro Jos da Cosa Caslello Branco.
J. Ferrera de Araujo Guimares.
Joaquim I'erreira Valente.
Jos Luiz de Sooza Ferrera.
Antonio Baplisla Nogueira*
francisco du Silva Cardoso.
Manoel Ales I'erreira.
Jos Joaquim de Lima Baiio.
| Jos Duarlc dos Nevos.
Commissao de contas.
, Bernardino Gomes de Carvalbo.
Francisco Joo de Barros.
, Manoel Antonio Uonleiru dos Sanios.
i Do 1." de julho do anno passados a 30 de
'junho do correnle, foram capturados pelas auto-
ridades polieiaesda comarca do Limoeiro 39 cri-
minosos Ol3 dosertores, instaurando o delegado
j 31 processos por difTercnies ciimes.
Se lodas as autoridades Doliciaes do interior
procedessem com aaclividade c zelo do delega-
do dvssa comirca, lenle Jos Antonio Pesia-
ra, corlo que os crimes nao se reproduziriam
n aquellas paragens.
Acha-sc no exercicio de subdelegado do
polica da freguezia de Sanio Antonio, o Sr.
Manoel Ferrera Anlunes Villar-a, que reside na
ra larga do Rozarlo n. 42.
Hoje sobe scena, pela lerceira vez, a
opera o Barbeira de Serilha, no Iheatro do San-
ta Isabel, pela campanilla lyrica italiana.
. Tki.eliuimio atlntico.Na gazela do ser-
vigo unido da marinha e guerra na Inglaterra,
achamos as seguintes noticias, relativamente as
dem de cariocas, n. 125 a 126___
dem de oulros vehiculosdcconduc-
gon. 100a 102 .................
dem de curraes de peixe, n. i .
Mullas pelo fiscal do Rccife. n. 73
a 90..............................
dem pelo dito do Saulo Antonio
n.29 a31 ........................
dem pela delegada n. 96 a 131
dem pela subdelegada de S. Jos,
n. 7..............................
dem pelo regulamenlo de 26 de
tgostode 1851, n. 242 a 295..
dem pelo regulamenlo de 27 de
julho de 1852, n. 14 ............
Ribeira de S. Jos, n. 29 a 31 .
Ditana Boa-Vista, n. 15 ..........
Talhos dos agougues, D. 26 a 35___
Cemilerio publico n, 9..............
Exercicio de lc-58 a 1859.
Imposlos de eslabelecimenlos da
freguezia do Recite, n. 458 a 465
idem de dilos de Santo Antonio, n.
5s i a 580........
dem de ditos do S. Jos n. 146 ..
Mullas pelo regulamenlo de 26 de
agoslo do 1851, n. 451 a 462 ..
Exercicio de 1857 a 1858.
Imposto de eslabelecimenlos do
Reoife n. 458 a 462..............
Mullas pelo regulamenlo de 26 do
agosto de 1851 n. 3s7 a 391.....
Exercicio de 1856 a 1857.
Imposto de ostabelecmentos do
Recie n. 487 a 441..............
Multas pelo regulamenlo de 26 de
agosio de 1351 n. 201 a 295......
Exercicio de 1855 o 1856.
Imposlo de eslabelecimenlos do
Roctfe n. 133 a 436..............
Multas pelo regulamenlo de 20 de
agosto de 1851, n. 309 a 372......
Exerdcio de 1854 a 1855.
Imposto de eslabelecimenlos do
Recite n. 416a 417..............-
Mullas pelo regulamenlo de 26 do
ogocto -i- iscm, ii. ;;t> u -idu .
3:8755250
6520000
263400
1023000
443000
12;000
6gOOO
2j)00l)
18000
12-^000
1S$000
5$000
94*006
303000
505g000
10S000
4$S00
3j}000
34lc876
671^250
3:6976GO
1:5963200
traduziram os labios de um dos mais dislinclos
administradora de Pernambucoo Exin. Sr. Dr.
Ambrosio Leilo da Cunhafoi a inauguragao
da irmandade da Misericordia do Recite, no dia
29 de julho de 1860.
O senlimento sobretudo agila-se, vive e com-
move-se, em dias como aquelle, quando, como
na alma nobre de um hornera, luz urna idea
grandiosa e pura a insculpir-f e em urna popula-
gao inteira, e tal foi a palma colhida por S. Exc.
no seu discurso conciso, lacnico, limado, irra-
diado de ideas nobres e elevadas, graciosas e pu-
ras, bellas e sublimes.
O senlimeulo agila-se, aviva-se e commove-
se, quando enunciada a idea, burilada dos ni-
mos, e frvida nos corages, a voz sagrada re-
produ-la com impelo, com enlhusiasmo, com
amor, em um templo singlo e pobre, augusto e
divino, sagrado e christo, e tai foi a roroa co-
lhida pelo pregador o Rvm. frei Joaquim do Es-
pirito Sanio.
Para, porm, sentir-se. agitar-se, e commo-
ver-se, como nos no dia 29 de julho, s palavras
sagradas do pregador, e s ideas luminosas, un-
gidas do amor do prximo, abengoados por Deus
e pilos homens, do Exm. Sr. Dr. Ambrosio Lei-
lo da Cunha, preciso era l estar, ltenlo, cal-
mo e compungido.
Sim, ltenlo, calmo e compungido, porque o
verdadeiro orador nao falla para ser lido, mas
para ser ouvido. As linhas quo passam sob os
olhos do leitor nao sao mais do que chos eufra-
quecidos da eloquencia que se cxlingue medi-
da que se alfasla.
Quando Demoslhenes, dizem os chronic-is, por
suas vehementes Philipinas, abalava al as pe-
dras de Alhenas contra a domuago Macedni-
ca ; quando Mirabeau, com os olhos em fogo, o
brago erguido, fulminando seus adversarios com
o gesto, a voz. o olhar, Irovejava do alto da tri-
buna da Consliluinte, o abalava as bases secula-
res da socedade franceza, nao era enlo para
leitores que elle falla va, era para ura audi-
torio.
A commogo que agilra os nimos o discurso-
de S. Exc. esleve prestes a arrancar as lagrimas
a predica do orador sagrado, se outro genero de
eloquencia nao as zera derramar abundantes a
mais de dezenasde espectadores, um coro ang-
lico, celestial e myslerioso.
O coro que ainda naquelle dia memoravel veio-
nos arrancar da mudez e do silencio, era um
composto de 50 vozes infaulis, frescas, puras,
harmnicas, que com o incens e a myrrha pai-
raram sobre os esperladores, subi abobada
de templo, e ennovelando-so era raios do
luz, purpura e ouro, subi al ao Ihrono do
Deus.
Abengoado seja. pois. aquelle que entre as co-
lumnas da mmorlalidade e da gloria dotou Per-
nambuco de urna instituigo pura e nobre, santa
e divina, virtuosa e chrisla. E' por isso lam-
bem que aquelle a quem a industria repudiou a
razo, a poltica matou a intclligencia, a poe-
sa eclipsou a imaginago, e o amor empal-
lideceu a vida, rompe o silencio e a mudez,
e o prodama benemrito no presente e no fu-
turo.
E' que lambem
sao immortaes,
eternas.
o geuio, como a caridade,
o bein, come a lerdade, sao
M. P.
GOUMNA 2S DE JULIIO.
I
DRSPBZA.
Aluguel do Pago, n. 2..............
Folha dos ordenadosa, u 17 e 18 ..
Jury c eleiges, n. 18 .............
I Limpeza das ras, 11. 57 a 174......
Conservago do calgamenlo, e es-
tradas municipaes, n.T a 77 ....
Mata louro publico, n. (jS a 74......
Evcntuaes, n.51....................
Extraordinaria aulorisada pelo go-
verno n. 38 ....................
Azeile paraluzes da casa de deten-
gan, n. 7........................
Cemilerio publico, n. 9 ............
Saldo em 30 de junho de 1860 a sa-
ber :
Em um recibo passado por Antonio
Ramos, Ihosoureiro da irmandade
do Espirito Santo, por cunta das
despezas que fez com os preparos
da mesma igreja do Espirito San-
to, para a rccepgo dcSS. UM. II.
Dito passado par Angelo Custodio
dos Santos, por cunta da cera que
l'orneceu
A lidceletoral.que est prestes abrr-se, vai
suscitando o ardor de paixes polticas que se
revelara por loda a parle. Dividida em fraeges
mais ou menos numerosas, a opinio de cada cir-
culo eleitoral realha-se em lanas banderas
iaOOO 1uaillos sao S nleresses poslos em jogo. Tal
, a situago melindrosa do imperio inleiro as ves-
peras da grande campanha leiloral.
Os symplomas que a situago offerece, desco-
me a agitago febricitante com que as pretences
opposlas se aliram lula. Em Goianna, como
era lodos os crculos, os espirites preocupam-so
de impaciencia por ver prximo o da em que a
urna eleitoral pronunciar o seu verdict. Em
Goianna, como era lodos os crculos, lodos os
nleresses sao compromellidos na sorle da lice.
Ha, todava, entre as pretenges que se deba-
lem em Goianna, urna singular e notavel. dilTc-
renca entre os meios de acgo com que ellas se
armam. Se urna parcialda'de sustentaoseu em-
ppuho com honeMidade e por meios legilimos,
dispondo dos recursos que lhe offerecem asaym-
paihias de um grande partido, ha oulra que nao
teme neiu treme por arriscar e por em jogo as
armas ignobeis e vlissimas da calumnia torpe,
da impulagao difmame, da intriga baixa e do
lodos os st-ntinienlus perversos que o frenes po-
Mlico capas a diaperlar.
Servida por agentes immoraes, que durante sua
ir )79*fiRg i '"o dado provas de quanlo valem e de quao-
iv..Moog ,0 sao capazPS> ,oda fai.(;ao j0,a a ll0nra e a Jjo,_ -
nidade como jugara ura punhado de ouro. Inh-
bil c impotente para triumphar em urna lide hon-
rosa, escassa de recursos e de sympathias quo
um pequeo e insignificante numero de exalta-
i-b,wf,iidos l,ao ",e Pde '""crecer, ella nao duvida de
1 isfow 1 comprara ma8 leviana probabilidade de irinm-
pho pelo manejo torpe dos meios reprovados.
(Juera quer que por um momento refleciir so-
bre a siluago poltica de Goianna, se couhecer
de porto os caracteres que a suslenlam, conhece-
ra para logo que una fargo um grupo de exal-
tados despenados, que adherem causa que de-
penden), para por esle meio e pretexto de lula
poltica infamaren) as reputacoes daquelles quo
nao commungam nem pactuam com o crime o
com a immoralidade.
Quaes sao os lidadores dessa cansa celebre !
Lm Machado, um Virialo, um Braga, um Noro-
nha e oulros. O prmeiro tem odio aos juizes
que o processaram e condemnaram. O segundo
morre de despeito e desespero por nao haver
conseguido que o digno juiz Dr. llircano Maciel
julgasse contra a prova irrecusavel dos aulosem
una queslo de nullidale de inventario. O 1er-
ceiro um reo coudemnado, que vive fongido
20*000 ;
12^000
39O6O
OSjJOOO
105000
I,
20000',
I
otooo i
20J000 j
sgooo i
165000 i
I
45000
63001;
400-50110
2:5049607
540b
HOcOSOj'
3928940
13S96
2619720
785720
1:571*136
4,318i79
lorneceu para o mesmo aclo 300000 porsubtrahir-se pena que lhe foi imposta. No-
'm "l;'s............................ 5:601500/ ronha sempre o celebre Noronha. E assim por
dianle.
16:272^889 1 de laes ca-aderes que se ajuda a causa, quo
. ==; forrado calumnia e de iutnga se querimpr
Cmara municipal do Recite 13 de julho de heroica G( ianna. Tanlo se rebaixaram os bros
1860. O procurador,
Lopes.
Communicados.
f'm.m nnX,rn;0v?ue, reCOnhCCme"l0S qUe S" I 1*^^*5*^
fazem no ocano Atlntico para se encontrar urna iruecidades e templos
,mn d.^^lr Vw e8iaelpr 'elegrapho Mudos e insensives encaramos os movmenlos
a Europa viuenca : O vapor guorreiros dos povos que se abatem, dos vido-
dias esperado em Southamplon, liosos que se erguem
Fox lodos os
para ser appropriado ao fim de examinar a
Jorge Vctor Ferrera ( iradiccionaes de Goianna que venha esta faeco
ganhar a palma do triumpho? Nao o eremos.
Nao o devemos crcr. Os brios goiannenses nun-
ca sero avaliados.
Tem-se por vezes provocado esses misera-
veis deiraclores para que, acedando a responsa-
bilidadc legal de suas pulidas mpulages, expo-
nham um nomo (qualquer que seia) o desprezo
Eodio da opinio sensata. Sempre debalde I
m s nao lera a coragem de expor se e comba-
ter descoberlo. sempre por meios tortuo-
sos, sempre capa do anonyrao, sempre vilmen-
te, que procede a faego.
Pois bem Aceitamos a discusso sobre os fac-
tos de Goianna, oude quer que a colloquem os
chefes dessa cruzada da immoralidade. A lgica
dos fados se ha de esmagar, e s com os fados
combateremos.
Vamos lalvez entrar por miudezasque convina
das lutas/q4ese Iravam, nao publicar pdr amor alguma repulago es-
\ htaiii^iirarao da irmandade da Mise-
ricordia da cidade do Rccife.
Mudos e silenciosos contemplamos os progres-
sos do,espirito humano, quando aqu se alira
elle sulcando os mares cm azas de vapor, alli
sbilla rpido como o rao pelos montes e valles,
leoslas e pianolas, e acola refunde melaes, er-
lhor mancir'a d eslabelecer-Ve t a'commimi" Su tu-^TS l^"6 "^' ^SC ,"" faraPaua ">as j <\ o arrojo dos adversarios
. urna commuui- bala, premia-se o vicio, e as paixoos ruius, solfas
Sm sfitlSl Ju?it Iui,alerr f a Ame- as redeas, galopara phreuet.cas pela superficie
""i'i,J Jldmiu" das lhas Faroe, Irlaudia, e dos mares e das ierras.
Mudos e silenciosos contemplamos as nuvens
no calor da discusso...
O Sr. Sampaio Vianua :De que esse nobre
depulado eslava ulcerado como eu pelo mesmo
motivo.
O Sr. llinislr* da Marinha:-0 nubre depu-
aUese noanerir,e2ne.riIUen,0 m qwe me arcceu I-------- """- "''" "-"ua
que se poaena enchergar urna censura a actos rador que V. S. passe com urgencia a fn
sPenr pPafnSarodePS1aheofrrnLrP,CaSSC !"! *5f! -. iS praVs/d
O Sr. Sampaio Viaatta ;Os termos e o mo-
do porque fallou.
O Sr. Ministro da Marinha :Por ser minis-
tro de estado peusa o nobre depulado que nao bal-
de usar flo direilo que lem qualquer membro des-
la casa de jrguntaT aos seus collegas cm que
ecDlldo se derem lomar suas expresies, quan-
Iro da marinha em 1847, expedio o aviso
passo a ler:
Convindo empregar no servigo da guarda dos
gales que existem na priso da ilha das Cobras
os invlidos da marinha quo se acharem em es-
tado de prestar tal servigo, manda S. M o Impe-
ruiar
-, dando
o caminando da mesma ao ofQcial que ora esl
encarregado da administrago dos presos dita ilha,
o Io tenenle do exlinclo corpo de arlilliaria da
marinha Hermenegildo alachado ao Nascimento,
Ocaudo ellepor isso dispensado de qualquer ou-
lra commissao alm daquolla ; a designando para
servir s suas ordens na referida companhia o 2
tenenle do menso corpo ;os Brrelo Pereira
Groenlandia.
O Fox ser eommandado pelo capilo de mar
e guerra Alian Yuung, companheiro do capilo
de mar e guerra 11. Clintoch. Antes d-i sabida
do Fox de Soulhamplon, o major daquella ci-
dade, tenciona oHerecer um grande banquete ao
commandanlo.Young, em teslemunho de seus
eminentes serviges na descoberla do deslino do
I'ranklim.
1 A,,Td,!Fao d? capilao de mar e *"ern Sr
Leopold M Clinlo h, tendo somenle ordens para
examinar a profundidade do mar na lnha pro-
posla. resolveram es promotores da empreza re-
commendar ao Fox, deslino crusador arelico
sob o commando do capilo de mar e guerra
Alland, a particular incumbencia de examinar
se a Iinha pelas praias do norte realisavel e
de determinar og pontos mais convenienles para
colocar-3e o cabo ; assim como a melhor locali-
dade para um termino no norle da Escocia
1 T<^ 80EfcB* D;v chiha.A Gazcta de Londres
ue o de junho ullimo publica urna ordem data-
da de 7 de margo, declarando quo, no caso de
noslilidade com a China, a Inglaterra e a Fran-
ca obrarao em estricta conformidade com as
leis martimas, o que as tornaro applicaveis s
potencias neutras. Nos navios destas potencias
a bandeira de qualquer urna dellas cobre as
mercadonas nimigas, excepto contrabando de
guerra.
As mercaduras neutras, excepio as de con-
trabando de guerra, nao sao sujeilas captura
debaixo da bandeira inimiga.
Ao* subditos inglezes c francezes, durante as
hostilidades ser concedido negociar em todas as
parlas da China, e todos os beos o mercadorias,
que nao sejam contrabando de guerra, e em
bona/Ue prouriedade de subditos inglezes e
acastellando-sc nos horisonles, rugindo o mar,
encapellando-se as vagas, correndo em furia as
ventanas, ribombando o irovao, luzindo o raio,
o negro o co, cntenebrecerem-se os polos,
desatarem-se as procellas, e a humanidude tre-
mer.
Mudos e Insensives, encaramos andaos, os
lempos idos em que o riso era cordial, os grace-
jos facis, o amor vivo e intenso, as esperangas
fecundas, a agitago prazer, as ideas claras, os
senlimentos profundos, as alegras deleites, o
mundo santo, puro e bello.
Mudos somos para a industria porque degene-
rou ella era cal e lijlo ; silenciosos para a po-
ltica porque baqueou no til; mudos para a
poesa porque rasgou-a a decepgo ; silenciosos
para o amor porque envenenou-o a descreuga, a
corrupgo e a dor larga e profuuda. A raz3o, po- lenta tao cynicameiie!
chega a provocar-nos pela imprensa, a reciiun-
nagao ser violenta como o ataque e nao saber.
respeilar conveniencias. Timn.
O miseravcl calumniador do dislincto Sr. l-
ente-Coronel Kelly contina em sua obra de
aboeanhara lodo o Iranse a esse brioso militar.
Para tal cerbero nao ha nada a que se elle d5o
: o justo e o honesto sao noges, que elle
rom, que repudiou industria, a inlelligenria que
illuninou poltica, a irnaginaco que erapalli-
deceu poesa, o corago que estragn o amor,
nao matou o senliraenlo c o bello, a verdade eo
bem, a religo e a caridade.
O senlimento sobreludo agila-se, vive c com-
move-sc, quando sobre os brasidos de paixes
violentas de poucos annos, quando sobre urna
phalange de nomespresidtnciaes sum nome, sur-
ge una inteligencia clara e illuslrada, um ca-
rador independenle, dislincto e enrgico, um
nome singlo e glorioso, e ergue-se vulio syra-
pathico e luminoso cima dos nleresses laca-
nhos, das paixes ruins e nefandas, dos vicios
arraigados e innmeros, e desprende os lat*os, e
sola a voz, e commove a alma e o corpo int-
inaces que ordena deoer, exige a caridade, e
quer a religio.
Esse dever, essa caridade, essa religio, que
desconhece em sua insania caracleristica."
Depois do que se ha oilo em deslrugo dos seus
aleivcs, por mera allengoao publico, e nao por
merecer o miseravel calumniador urna resposta -
depois do pulverisadas as cavillages com quo'
recheiou essa nona hera, que bem desenvolve o
papel que reprsenla ; depois de nao haver sa-
luda possivel para as suas rccriminaccs, cuja
ongem mu transparente para tornaren)-so
ellas assaz conhecidas, ei-lo ahi de novo emba-
ncado na hera, sem sahir do mesmo terreno do
aecusagoes vagas e falsas, com que sempre se os-
lilil i I ,,-, (H'nip.n,..!.
Quando o homem nao cora, nao se poja de na-
da, lambem a nada recua ; ou, como vulgar-
mente se diz, quem nao lem vergonha lodo o
mundo seu.
Baldo de meios reaes, recorre o referido syco-
phanla meros inventos de urna cabega exalta-
da por influencias extranhas ; na defllciencia do
principios, quando nao exaclos, ao menos plauai-
veis ou especiosos, em que faga assenlar as suas
aecusagoes eerebrinas, ludo lhe lidio, tudo
serve para consecugo de seus fins, tudo final-
mente elle emprega para islo, desde a mentira
mais miseravel al a calumuia e a detraegao mais
revollanfes aos diclames ainda de urna honradez
mediocre.
Nesta situago, apezar de achar-se tudo quan-
lo foi avangado, j iirospondivelroeule relulado
00 Dtarto de 26 do passado, inventa o miseravel
detractor agora urna oulra variante s suas ac-
ILEGVEL


DIARIO DE PERNABM7JCO. QUINTA FEIRA i DE AGOSTO DE 1569.
tai
cusaroes, nessa historia do ordenanza do Sr. te-
ncnle-coronel Kelly, rom a qual mistura o Sr.
capilo Guaran. Ainda desta vez mentio o m-
seravel, o mentio despejadamente, porque a re-
ferida historia nao passa de um sontio, de uro
pesadello de que fui accommetlido mesmo acor-
dado, como velho costume seu
Todo esse artefacto de urna cabera mal inten-
cionada, todas aquellas situagoes all descriptas,
repetimo-lo, sao falsas, c Albas de un despeilo,
que se revela de ludo quanlo acha-so cscripto no
famoso communicido.
Sim, tudo falso, e para prova-lo invocamos
o leslcmunho do predi*o "Sr. capilo Manoel Lu-
ciano da Caniarjp&uaran, a quem to inconve- Pr'
nipnlcmentD-ttouxc a balha o calumniador. vl^e' ,.
Nao trSTduvida. o homcm O ni luco : a lu- E Por rto admiravcl, que o illustro adversa-
do se alira sera n.edir-lhe o alcance. Mas ser na. entendesse a significado do conselho a
po=sivel que assihi esleja cada passo a ser abo- rcspeilo da vaidade. pois S. S. que tan alilaio
canhado o superior por um alevoso subordinado lem-so mostrado, que lanas I117.es lem diltundi-
lem feiloda detraeco a mais d. 1"e d-scorrendo sobre o presente, descortina
vesse o uesejo de tornar-rue celebre pouia luzer Augusto l'aler Cesar, alteres da oJtavu eoinpa-
como alguem plagiar, escrever prosa e verso e< nhia.
assim passar por caparidade. I Francisco Pacheco Soares, lente da sclima com-
E' demasiada modestia do meu adversario di- panhia.
zer que apenas balbuca a lnguagem quo "fallo Francisco Augusto do Oliveira Barros, tenonle
perfeilamenle : todos conhecem o sal, que S. S.' quarlel-meslre interino,
possue para um charco ; lodos sabem que S. S. Sebastian Paes de Souza, alferes da primeira com-
suslenla urna discosso em qualquer terreno, e
sempre cobrindo a fronte com os. laureis da vic-
toria, portanlo nem tanta modestia, pode ella
ser considerada como vaidade, e sobre esta o
meu illulre adversario deve recordar-se do pen-
samenlo de majame E. de Girardin f7n nom-
ine qui n'apnint de vanili est bien puissant au-
"un homme que les vanits seule fonl
pnihia.
Symphronio Olimpio de Quciroga, lente da
sexta companhia.
Antonio Osario Moreira Das, lenenle-ajudante.
Francisco Ferreira Gomos de Menezes, capilo da
oitava companhia.
Por muitos afazeres dcixou de ser publicado
com ocommunicado de Sobral, o seguinle ac- | sol, 4 fardos flos de" vela, 3 ditos fatenda de li-
cordo: I nho ; aos consignaiarios.
O Dr. AgoslinhoErmelino de Leao, do consellm 154 ranos de ferro ; ao dir-ctor da companhia
do Sua Migestadc o Imperador, commendador de Beboribe.
5 l;n iins o 1 cana li Ue sabugo e rusas ru- t para u.ue ahogue ao toiihreimenlo de lodos
bras, \ caixa vidros; a Joo Souiu k B. i mandei passar raa-es que sern publicados pela
1 fardo plantas medicinars ; a Joo da Silva mprensa e affixad>s no* logare. do costume.
Paria Cidade do Recife- de Pernambuco, aos 26 de
1 caisa rosas rubras; a Joao Bapltsta Eia- julho de 1860, 39." da independencia e do impc-
goso. j rio do Brasil.
1 caiaa balatas, 1 barril azoitonss, 1 sacco Eu Manuel Mara Rodriguedo Nascimenlo, es-
peunas, 4 coaixos; a J Lucio Tavares. I crivao o snbscrcvi.
Brigos inglez Isabella, vindo de Liverpool, | Anselmo Francisco Perelli.
consignado a Patn Nash & Companhia, man- i Perante a cmara municipal desta cidade
feslou o seguinle : I irn praca nos dias 6, 8 e 10 de agosto prximo
1 barrica ferragens, 4 fardos fazanda de la, 4 vindourn, para serem arrematados por um anuo,
caixas calcado, 2 caixas cobre de caldeireiro, 1 : as seguintes rendas municipaes :
dita folha de cobre, 7 ditas cassas. 14 ditos e 17 Imposto de affericocs
fardos fazenda de algodo, 10 caixas chapos rte dem de 5TJ0 rs. por cabeca de gado
dem de medidas de farinha
dem sobre, mscales e boceteiras
film. Sr. Ur. juiz municipal de Pao d'Alho. e a
requerimento de Manoel Ribeiro de Carvalho e
Caelann Agapito de Sauza por execuco que mo-
rem a Herminio Delphinn do Nascimenfn Lima,
certificamos que fomos ao lugar de Lameiros para
avaliarmos um silw nesle lugar rom 553 bracas
de testada e meia legua de fundo, do qual lera o
mesmo Herminio urna parle, e lbe damos o valor
de 8& rs. a braca. Villa de Pao d'Alho, 7 de jn-
Ihode 1b6i.Alexandre Barbosa da Silva.Joao
Anasiacio Camello Pessna Jnior.
E assim serio as ditas bracas arrematadas a
anee olfereccr no dia e
I? LHI.-H i hora cima indicado.
presi-
da ordem de Christo e desembargador
denle da relaco de Pernambnco.
Foco saber/io conselho municipal de recurso
da cidade qo Sobral, provincia do Cear que,
preiiViVo dTreguiar"discpiia"do corp'o"a~qe per" IM8a*i"ta fi T" somente falla a lingag-rB^senilo presente neste superior tribunal da rela-
1 do ridiculo ? Nao o cielo o peior ceg aquelle cao um recurso que da decisao proferida per es-. goso.
por um h'imemquo ..
vile das falsidades asmis requintadas a arrn3 futuro-nao comprehende o alcance de. um
favorita das suas incessiutes ncrepaces, com conselho dado por um individuo de ntelligenc^ <
40 toneladas carvao, 15 caixts c 34 fardos fa-
zenda de algndo,3 caixas roiudezas, 7 ditos fa-
zenda de liuho : a Soulhal Mellors & Compa-
nhia.
1 caixa fazenda de linlio
l:5(ilS000'
1:701;000
202511OOI
5189^33
502f000!

podero
antes dos
a J. B. Fra-
tence ?
E' forra que cesse esta situacao abusiva, tanto
mais qu'anto sobre islo ja o governo imperial pro-
videnciou por meio do aviso de 4 de oulubro do
anno passado, publicado na ordem do dia do exer-
cilo sob numero l'6, o qual aqu incluimos para
aviventar a lerabranc.a do sycophanta.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da
guerra, era 4 de outubro de 1859.
Illm. c Exm. Sr. Acontecendo que alguns
ofli'-iaos do exercito esqnecidos dos deveres que \
llu's san impostos pelas leis e regulamenlos mi-
lilares, apresentam-se rauiUs vezes pela impren-
sa, ora censurando seos superiores, ora discutin-
du objectos de servido militar ; e nao podendo
resultar de scmelhante procedimento se nao o:
nfraquecimento da disciplina e respeito, sera o
qin> a fua armada nao corresponder ao nobe
fim de sua crea^ao : cumpre que V. Ese. faca '
constar em ordem do dia, que trnar-sc-ha dig-
no da mais severa censura, independentemente
das penas da lei, toda a praca do exercito, qual-
quer que seja 1 sua caih-'goria, que recorra ira-
prensa para provocar conflictos e desrespe.itar
seus superiores, devendo os militares que se jul- !
garem offemlidos em seus direos, representar j
pelos tramites legaes, ao governo imperial, que a '
nenhuiu faltar com a devida Justina.
Dos guarde a V. Kxc. Sebasliao do Reg
Barros.Sr. bario de Suruhy.
Ao Exm. Sr. commandante das armas, zeloso
como na observancia da disciplina, na oanu-
tenco da subordinaco, cumpre mandar syndicar
do procedimento irregular desse subordinado,'
que assim infringe a lei e planta a osubordinaco
pormeios to inobeis.
que nao quer ver.
No tendente 1 educacao respondo a S. S. que
nao Ihe sou inferior : mas quanlo s represalias
cedo-lhe a palma.
Quanto a variedade de assignatura respondo a
S. S. que en appareci para responder ao adver-
sario que assignou-seUra do povoe nao ao
Sergipano, e se o tenho feito 6 porque julgava
ser o mesmo individuo: desde, porm. que S.
S. declara serem dous os individuos cabe-me di-
zer-lhe, que dividam germanamente aqmllo que
S. S. julgou ser s para si, devendo nesta dis-
triliuicao haver toda cautela, olim de nao repe-
tir-se a scena passada entre Abel e Coin.
Estamos no diz* tu, direi eu; as proposicoes
que S. S. avancou relativamente ao Dr. Fiel nao
foram provadas, e portanlo como S, S. nao quer
apparecer com a fronte descoberta, nao dar-lhe-
hei mais resposta.
Oufro do povo.
ERRATA.
No communicado publicado no Diario de lion-
tem, em vez deJoo Dias Pereira de Mello
devo ler-scJos Ledo Pereira de Mello.
dem por p de coqueiro
Aluguel da casa da ra da Florentina
Id>-m de talhos dos nenugnes
Os que prelpnderem arrenialar, nao
licitar sem que tenham apre?pnlado
indicados dias as habililacoes dos seus fiadores.
Paco da cmara municipal do Recife em sessn
de 30 de julho de 1860.Manoel Joaquim do
Reg e Albuquerque, presidente.Manoel Fer-
reira Accioli, secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 28 do crreme, manda
fazer publico, que no dia 9 de agosto prximo Tu-
turo, perante a junta da mesma thesouraria se
ha de arrematar a qurm mais der, o imposto de
E para que chegue a noticia de todos, mando
ao porteiro do juizo affixe o presente no lugar
do costume, c que passo a respectiva oerlido.
Villa de Pao d'Alho. 10 de julho de 1860.Eu
Benedicto Manoel Carneiro da Cunha, escrivo no
impedimento do escrivo Rangp| o escrevi.
Francisco Teixeira de S.
Declaracoes.
se conselho interpozeram, Jeronymo Jos Fi-' 70 barricas barrilha ; a J. A. Moreira Uias.
gueira de Mello, Jos Bezerra de Menezes, Anto- 6 caixas biscoitos ; a Tasso & Irmo.
nio Viriato de Medeiros Jnior, Galdino Francisco 1 caixa la fiada : a Henrique & Azevedo.
Linhares, pola nao admisso o excluso da lista 49 gigos e 5 barricas louea, 1 dita amostra ; a
geral dos votantes desta freguezia, dos cidados G. Kalkman A Companhia.*
indicados na relacao que untaram, nelle por es- 2 caixas cobre de caldeireiro, 3 barricas irra-
te tribunal se pro'ferio ; accardo, cujo theor 6 o gens, 1 dita pregos de cobro ; a Brander Bran-
seguinle: : dis. ,,..., ,uj. .. ,,:..
Accordo em relaco. ote -Que feito o sorleio 14 caixas e 38 fardos fazenda de algodo, 2 2sr,00. sobre cabe,; de gado vaccm qo fr con-' ,0, 0 ZL Tb.,x oecla ads md EL
o relatorio do eslylo do provimenlo ao presen- catMS chapeos de sol dedilo ; a N. O. Biober & 'sumido durante o triennio de 1860 a 1863. nos selho "-- ^'^r\r^Ur!V^1l\mimSSi
}l^S^^^c^VT^Mwi^nt^m\^SS^a,mt i a ,- J n,1',.",'p0S '! R^'F'''m"S0, Agna-PrctaeSeri- de 4 do mez prximo, vista de propostas ern
les da Usa, de fulhas nove u.^ue folhas vinle e t* fardos e 32 caixas fazenda de algodao, 2 nh.iem, servindo dbase a essa arrenialaco os cartas fechadas acomoanhadas das amoatras do
dnns, sejam Incluidas na li^la dos volantes da caixas roupa, 14 barricas tintas, 3 ditos solphalo preeos oRerecidos por Francisco Alves de Miranda qil0 eouber na osibilidade entregues iieas'e ttta
freguezia do Sobral ex-causa, segundo se roque-1 uno, o ditos pedra hume; a Mells Sathau & Com- ; Vaiejao, istii 2:5009, pelo importo do Rio Por- t s 11 horas da manha "
nioso e Agua-Prela e 500j pelo de Serinhem,!
Subdelegara do Recife, 30 de julho de 1860.
Existe rernlhidn na casa de detenco, um pre-
lo de nouie Pedro, que diz ser escravo de Jos de
Moraes Gomes Ferreira.
Ignacio Antonio Borges.
Conselho do compras naiaes.
rcr a folhas.
Recife 14 dejulho de 1800.Leo, presidente ]
Gittrana.Silveira. Silva (Jomes, vencido!
em parle.
E mais se nao continha era dito accordo aqoffl
transcripto, ao qual o referido conselho dora in-
leiro cumprimenlo, fazendo incluir na lisia dos'
votantes da freguezia do Sobral, os cidados em !
numero de setecentos e noventa e qualro, cojos'
nomes, idades, piolissoes c estados, sao os que
abaixo se seguem.
E assim cumpram sem contradieco alguma.
_ anhia.
2 barra inho branco, 10 caixas cobre de cal-
deireiro. 50 Harneas barrilha, 6 barricas pregds
de cobre, 44 pecas de cabos, 14 volumes de fa-
zenda de algodo ; a C. J. Astley.
25 fardos e 9 caixas fazenda de algodo. 2 cai-
xas dit.- de liuho ; a James Crabtree & Compa-
nhia.
357 barras de ferro, 61 feixes forro em barra, junta no dia cima mencionad!
82 voluntes diversos objectos ; companhia da com suas proposias em carias f
A Franca e, a igreja cutliolica.
Quando se ru lia para todos, quando so cscre-
vc p'ira joruaes, que teera de ser lidos pelo
ro
zen
ou
opinio, que haja tal clareza em exprimir as dade
Ideas, que o publico, principalmente o publico
Correspondencias.
Srs. redactores:No intuito de fazer desappa-
recer alguma mpressao pouco favoravel que tai-
vez tenha causado una arguico menos bem pen-
sada e injusta, que fora a esmo atirada contra o
Sr. majos Ignacio Vieira de Mello, na qualidade
de Io tabellio de notas desta cid
urna correspondencia em vosso co
Charo amigo* A febre cleitoral j por iqui
ra recruoecendo, e Irazeudo esta nossa Ierra
um ccrio desalinlio que convm nivelar, appli-
i.ando-se quanlo antes os calmantes da impron-
sa, que o meio mais seguro e ellic.az de fazer
invalidar as negras ambiedes geradores d'anar-
chia ; porque ha certas pretencoes, que quando
nao sao acompanhadas de alguma ulilidade so-
aite por forca de ''i'1', decahem desapreciadas, Picando injuslifica-'
onceiluado Dia- vc'5 'OS olhos das rnaiorias ; o eolio eslou con-
rw de 17 do crreme, assignada pelo Sr. Anto-1 cencido, que um bom servco ao publico fazer'
nio Jos Gurjao, do Cariri, apressamos restabele-' conhecer as maohas de cerlos agiotas polticos,'
cer a verdade do faci, a que deu ella luar. as- \ (luc faltos do habi'ilaroes, que os rorommende
s seMagans'
s palmeiras, '
derradeiros I
re pira jornaes, que teera au ser lulos pelo cer a verdade do laclo, a quo deu ella lugar, as- ; 4UU unos uo naiu'iiacues, que os re
utido, e tratan lo-se da Franca c de Roma, di- sasmente adulterado e a geifo pintada com eflres: Ue alguma sorte, fazom como algn;
endo-se que reciprocamente necessilaui urna da nimiamente olTensivas do carcter de um func- da oceania, que nao podendo subir s
jotra, necessario, segundo a minha humilde cinnario publi o, mas ain la assim a forca da ver- doccpani-as para colherem os seus
com o seu magnnimo poder deixa ristrel
mente vr ao liavcz o despeilo, e a raiva com que
pobre de conhecimenlos, de que fai;o parte, co-'. eslava possuido esse Sr. Gurjao, quando prestoi
dcsabafo de seus interesses moi sacrificados pelo peso da
h va bom o sentido, sobre que se bases esta
mulla proti'cco entre a Franca e Roma ; para
que ninguem se convenca, que esta proposieo
deve ser lomada em um sentido absoluto, e que
a existencia de Roma, mesmo no temporal de-
pende absolutamente da V'J;| ('a Franca: por-
quanto, sensivel dize-lu, ainda nao dista mili-
to da nossa poca aquello lempo de provaco,
em que urh .prineijie, que dizia ser catholico,
prendeu o Pontfice Romano ; mas os scysmaii-
cos e protestantes tiraram-no das mos deste e
o restituirn! aos seus estados.
Longe e bem longo de mira escurecer o quo a
catholica Franca, como lilha primognita lera
feito a favor da igreja na sua V; robustecida pela
illilslraco de um clero respeilavel, na sua obe-
diencia igreja, nos seus tbesouros, nos seus
exercitos em proteger aquello asylo sagrado e o
patrimonio dos orphaos e das viuvas : a Franca
6 in 'ontestavelmente a nacao que mais tem sa-
bido ser DI lia da igreja de Dos ; porm 6 misier
que a Franca purifique a nodos da sua historia,
b misier que o lilhu primosenilo oo ceda de
seu amor filial por iosligacao c conveniencias de
laes infnrmacoes em
contrariados.
Eis o facto : Em um dos dias do mez de maio
prximo passa.lo, apresentou-se em o carlorio do
Sr. Io tabellio Vieira de Mello, Secundino Ri-
beiro de Mello e Manoel Antonio de Caslillia,
convidando-o ir a povoac.o de AlagOa Secca
em distancia tres o meia legoas passar urna es-
criplura de hypblheca; pois all cstavam as pes-
soas que linh >tn de nella figurar inclusive ura
hornera do serto ao que fora respondido por elle
que nao odia ir em consecuencia da grande in-
vernada que desabava e possimus carainbos, o
ento aconselliava que ou'proeurasse outro ta-
bellio, ou trouxessem os competentes procya-
ces quo passaria mesmo no carlorifl.
Pssados porm 3 ou 4 dias, justamente a 29
apresentiram-se de novo os aicsims Secundino
o Castillia para o fim indica lo, "ste como hypo-
thecante por si, e como procurador de sua mu-
lhcr, e aquello como procurador de Antonio Jos
[Gurjao, que. linlia licado em Alagoa Secca es-
pera do resultado : ainda o Sr. Vieira hesitou ;
porque achaudo-se um lano incommodado era
fructos : homens laes, meu amigo, sempre fo-
ram os damninhos roedores da sociedade.e con-
tra os quaes nos devemos prefinir para nao ser-
propria indolen-
cia : devemos ser enrgicos e ter resignaco,
si-mpre que se tratar de nossos sagrados direi-
tos polticos para repellir das urnas esses ma-
niacos, quo querem a forciori representar o
povo ; quando ellos collados, faltos de mrito
nao saliera era coudutir-sc a si nos precellos
sociaes.
estrada de ferro.
62 caixas e 88 fardos fazenda de algodo, 11
caixas dila delinlio, 310 barricas do cerveja ; a
Adamsonll & Companhia.
16 caixas de cha ; ordem.
35 barricas pregos de ferro ; a Roth & I>-
lioulac.
1 caixa cha; a E. Fenton & Companhia.
1 caixa e 1 fardo fazenda de la, 1 barrica e2
caixas ferragens, 50 feixes pas de ferro ; a Isi-
doro Hullevay A; Companhia.
2vuliinies fazenda de liuho.de la, de algo-
do e chapos de sol de seda ; a Arekughct &
Companhia.
23 caixas e 3 fardos fazenda de algodo ; a
J. Ryder & Companhia.
1 barril azeite de peixe ; a John Carroll.
100 caixas folha de Flaudres, 22 caixas. 8 far-
dos fazenda de algodo; a Barroca & Me-
deiros.
2 caixas chapos de palha ; a Chrisliani & Ir-
mo.
JJ caixas fazenda de algodo, 2 ditos camisas
do la ; a II. Gibson.
3 caixas fazenda de la a, 8 dilos e 2 fardos dila
do algodo, 1 caixa chapos ee sol de seda, 1
dila fio de algodo; a A. C. de Abren.
1 fardo lio de vela ; a S. P. Johnston & Com-'
panhia.
16caixas fio branco c de cor, 20 ditas linha, '
tudo annualmenle. devendo ler lugar as habilila-
coes nos das 2 e do referido mez de agosto.
A arromalaco ser feita por lempo de tres an-
nos a contar do 1." de julho do correle anuo a
30 dejunbo de 1863.
As pessoas que se propozrem a esta arrema-
laco comparecam na sala das sessoes d mesma
pelo meio dia,
Criadas.
qualquer de seus irmaos, & quem est revestido ; sua saude, o sen lo a cscriptura nimiamente ex-
de autoridade para aconselliar, e nao contompo-! lem-por demandar a Ironseripco de duas pre-
nsar com n sua hedionda ambico. A Franca no curaces, via-sc ssni impOtSlDlIitado de assu-
Biomenlo om que, con lesceadendo com o seu inir io aturado trabalho, no entanto Secundino
alliado d'alin do Alpes foi connivente na sua vendo que suas instancias eram de tal, e dese-
usurpaQ&o das provincias da Emilia: a Franca,! jando ardentemente que o Sr Ignacio Vieira fos-
digo, ecclypsou, lalvez sem o pensar, o direito se o tabellio, nao s pela pratica, preste/a e re-
A proposito, temos aqui uragenuino boni- 1 dita fazenda de algodo, 12 barris tinta, 9 v-
tensephrenetico candidato sasembla geral, lumes ferragens, 1 caixa com caixe para pali-
Diversns
llendimenlo do dia 1
(} primognita ca gloria de defensora da igreja
calbolira.
Consider bem a franco, que s conseniio na '
annexaco das Rornagnes, se leve parlo nos-
sa scandalosa usurpaco, que.tornar tenebrosa'
o pagina da historia do seu autor, se consenlio,
digo eu, era de alguma sorte veujero direito de
sua primngenilura, as Romagnes, pelo prato de- '
Ienlilha, Saboia e Niza, nao lera de ver no seu
irmo comprador a raansido de um Jacob, mas I
Os impos e perniciosos planos de um Absalo.
Permita a Providencia, que a Franca sempre
seja una Franca gloriosa ; porm nao se esq le-
ca a Franca, que anda quando nao houvesse
Franca, a igreja de Dos sempre existira ; por-
que a igreja immortal, como o -cu autor, e
nao assim a Franca.
Nao ha muilo returabou na Italia um grito e
'rito foi o
daceo, como por que linha elle na qualidade de
escrivo privativo de registrar a mesma escrip-
tura com 1 maxinM passtvel brevidade, procurou
o Sr. padre Francisco Guedes Ferreira de Brillo,
para vir fallar-lhe aura de aceitar este trabalho
a que effecli va mente viudo aquelle padre a este
lira, teve o mesmo Sr. Vieira de pralicar este
trabalho, afrontando os seus incorumodos, prin-
cipiando as 11 horas do dia e terminou as 5 e 1/2
horas da tarde, oslando presentes ao encerra-
ment, e as assignaluras convenientes, o mesmo
Sr. padre Cueles, e os Srs. Jos Antonio (ou-
calvas de Mello, emolrio Jos Pinto, Antonio
Bezerra da Cunha e Henrique Luiz Pereira de Ly-
ra, todas pessoas caracterisadas, e que podemos
sera niedo de errar, o confiado em seu carcter
e dignidade invocar seu lestemunho em trbulo a
ver 1.1 le e em refuiico da injusta arguico do
este grito foi o deliberdide. Mas que lyrannns I Sr. Gurjao do Cariry, cujas pessoas informam que
crain e ainda sao esses que, iraziam o trazem os! iram Secundino entregar ao Sr. Ignacio Vieira |
poros escravisados! Todo o mnn lo sabe quem
Todo o mnn lo sabe
"ells sao. Entretanto esses homens de f raorla
nao quizeram exceptuar de sua obra nem o pro-
prio vigario de Jesus-Chrislo ; amargurando os
dias de sua existencia tem assentado que Pin IX
se recolha dentro de nm palacio, e quem sabe !
lalvez dentro de urna masmorra, e all seja
guardado como Principe deposlo ; e quando li-
vor de ir San-Pedro dizer niissa v escol-
tado, ou como estado mais proprio de un
prisioneiro ou para que o povo desengaado
dessa cphemera liberdade, cujos apostlos sao
os primeiros em violar os seus foros em de-
trimento dos Iludidos, o nao levem de novo pa-
ra o seu vaticano, e Ihe digara : Meu Pontfice e
Re tirai-nos das garras desles libertadores da
poca, inimigos da verdadeira liberdade.
Eu eslou convencido que a catholica Franca
j mais consentir que o Pontifico de sua reli-
gio seja subdito de algum principe.
Poim a Franca nao exclua do nnrecro desses
principes 11 seu mesmo mouarclia ; pois mais
glorioso a 11 in soberano defender a outro inrte-
pendenle, do que avassalado, e o vigario de Je-
ss Christo duplicadamente merecedor desta
proieicDo.
Nao se Iluda a Franca, pois hontora coiuba-
tendo-se na Lombardia, boje na Sicilia, arua-
iiha em aples, depois em Veneza lenha l-
timamente o dissabor de ver laucado da cidade
eterna o Suramo Pontifico: uo se Iluda, pois,
applaudida hoje amanha ser ludibriada ; e
Birva-lhe de exemplo o procedimento sclvagem
desses Irezonlos revolucionarios, que saliendo
que al *
cito fruncez sobre Roma se atrevern! entrar nos
estados romanos ; e lance suas vistas para o in-
sulto de que ltimamente foi victima o seu con-
snl as ras de aples por um bando de revol-
tosos.
Mas quem poder, dir a Franca, quem poder
resistir a minha espada? Sim: a espada france-
zalerrivel; porm os grandes males s se
curara com grandes sacrificios ; c alm dislo a
Tranca deve temer estas complicaces, sabendo
des le muilo que a amisade, que Ihe diz tr sui vi-
zinha alem do Mancha parece nunca ler sido de
coraco : e anda que a catholica Irlanda possa
dar umjazigo para esse oigulho nacionalisado,
de quem desde muilo victima, sao com tudo
acoulccimcnlos, que por una cada successiva
podera acarrelar sobre a infeliz humandade la-
mentaveis desgracas.
C. 1. C
Eleiccseui Sergipe.
Leal curapridor do que prometi passo a dar
ao Ilustre adversario urna succinta resposta.
Nao rae coube o brevet d'invenlion, estou lo-
davia consolado, j que tambera nao coubd ao
adversario.
Se emilli um pensaraento tnui conhecido de
S. S. (o que nao alfirrao. nem neg) tambera S.
S. fallando sobre as mathemalicas do Dr. Fiel,
nao fez mais que reproduzir o dito pelo Dr. Ca-
lasans n'um artigo intituladoIdeas polticas-
publicado no Correio Sergipense no mez p. p.,
isto porm nao admira, porque as iossas intel-
igencias por demais cutas nada podem produ-
zir por si. Se o Dr. Fiel, tem como malhcraali-
ca sua eleicjio, e se eu defendo-anao sei como
possa desesperar da situacao, tanto mai3 quanto
a julgo fundado no bom senso e criterio dos Es-
tancnos.
S. S diz que com esta discusso eu procuro a
celebridade; nao sei se isto exacto, pois que
at aqui tenho vivido na ob3curdade : se eu ti-
uma quanlia quo nao souberam a quanto monta-
ra para salisfa/.er lodas as despe/.as de distri-
buido, sello proporcional, salario de escriptura,
registro, que foi a 31, e copia sem que o mesmo
Sr. Vieira fizesse a menor reflexo seno de gra-
ve incommodo que soffria at aquella hora.
A despeilo porm da verdade deste faci o Sr.
Gurjao do Cariry, que nao compareceu no carlo-
rio, que nao presencian, que lalvez mal informa-
do, o que sem duvida enealbado em A4agda Sec-
ca e contrariado na presteza de sua jornada, diz
em sua citada correspondencia que tora impe-
rativamente extorluida a qnantia de 8O5 por um
simples registro de urna escriplurav dando as
circunstancias expostas!!....
Nada mais diremos, o publico que aprecie o
desejo e o alcance que modelou o procedimento
do Sr. Guijo do Cariry, em procurar ferir ao
concoito do Sr. raajor Vieira de Mello na pratica
de seus deveres como tabellio. e nos aguarda-
mos o resultado da syndicancia oeial a que se
vai proceder de ordem superior para desla sorte
firmar o erro e a precipilaco em que inconsidera-
menle cahio o fallado Sr. Gurjao.
Sou, etc.
0 Juslo.
N&zarelh, 23 de julho de 1860.
que tem praticado c vai platicando quanlas arli-
quinadas praticou Dora Quixole, o c pena se o
uo fizerem representante da naco era alguma
comed 1.
Verifica-se a verdade do que venho de dizer
era nina folha dessa capital, de 2 de marco ul-
timo, em que um senhorverdadeiro bonilen-
se que todos nos conhecemos como verdiideiro
raneante, que despeilado por se Ihe nao dar
importancia, e vendo cahir no ridiculo a sua
louca prclenco, larga-se dos seus cuidados, e
escreve a carta publicada na mencionada folha,
pela qual com a mais burlesca declamadlo, fal-
ta verdade despejadamente, fazenlo imprimir
no animo do respeilavel publico tactos que nun-
ca succederam ueste tormo, com o fi ni de des-
acreditar as autoridades que alias eslo bem
cenreituadas nesta localidade.
O Sr.verdadeiro boniteuseest pensando,
que o circulo do Bonito alguma aldea de In-
dios em que qualquer avenlureiro pode fazer
fortuna, mas engana-se completamente, porque
o povo tem bastante senso para se nao deixar il- .Rendimonto do dia
ludir com falsas apparencias do dignidade node
s existe o capadocismo.
Asseguro-lhe, meu charo amigo, que existe
aqu, como as demais freguezias, urna qunsi
conformidade de peusameuto, para que seja ga-
rantido o voto livre, que s assim poJeremns
chegar ao desidertum da elcico ; e j bem ve
que sendo assim como esper3-se, os eleilores
scro os cidados de mais importancia das diffe-
rentes localidades, ]ue ho de escolher para re-
presentroste circulo algum. homcm dislincto e
benemrito da patria, que com dignidade v re-
presentar o circulo que o elegen, e nesla cer-
teza desprezamos soberanamente toda e qual-
quer provocacao, sem todava deixarmos de le-
var a consideraco do respeilavel publico a ver-
dade dos factos que por aqui forem succe-
d endo.
At outra vez, c disponha da vonlade de quem
se presa ser, seu constante amigo,
O .mao do Bonito.
Bonito 16 de abril de 1860.
tos de fogo ; a Prente Viaiuia & Compa-
nhia.
1 caixa amostras ; a Seve Filhos.
Consulado geral.
Rendimonto dodia 1..... 695j361
provincias.
3SS80
Despachos ile exportacao pela me-
sa to consulado desla cidade n -
dia 1 de agosto de imiO
Rio da PrataPolaca hespanhnla Sanio Anto-
nio, A. Irmaos, 20 cascos cachaba.
Havre-Urigne francez Bellem, Tisset Freres,
122 saccas algodo, 699 couros salgados.
Hecettedoria de renilas internas
E para constar so mandou nllixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 30 de julho de 1860 O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria pro- 1
vincial, em cumprimenlo da ordem do F.xm. Sr. '
presidente da provincia de 12 do corrente, e de;
conformidade com o 15 do art. 26 da lei do or- j
camenlo vigente, manda fazer publico que no dia '
- do agosto prximo futuro, perante a juma da j
mesma thesouraria, se ha de airenia'ar a quem 1
por menos fi/.er, a obra a fazer-se na parle do
hospital Pedro II, que tem do ser concluida, ava- ,
liada em 50:16S58lM).
A arromalaco ser feita na forma da lei pro-
vincial n 343 de 4 de maio de 185 i, e sob as clau-
sulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que so propozevem a esta asrema-
laco, comparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no da cima declarado, pelo meio dia, e |
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo .Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 23 de julho de 1860. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremataeSo.
I.'1 A obra ser principiada um me/, dpuis da
arromalaco, e concluida no prazo de 18 me/es.
2 O arrematante ser obrigado a altender as
observares tendentes a boa execuco di obra,
feita pelo engenheiro encarregado da obra.
3.a Ser obrigado a receber para empregar da
obra todos os malcraos, portas a grades, etc.,
que exislirem feilas, pertcncente ao edifico, pa- .
ra o que indagara quando lenha de construir una
porta, caixilhos, grade de ferro,, ele se laesob- i
jeclos exislirem feilos.
4.a O pagamento ser dividido em cinco pres-
1 tacoes iguaes, correspondentes coda urna a cada
I quinto da obra que seja terminado.
5." Doscoiiiar-se-ha em cada prestaco que te-'
I nha de receber a importancia dos objeclos que
I por ventura tenha empregado periencenle ao:
edificio, lirados os preces de cada um del les, do |
; ornamente junto, para o que preceder ao paga-
mento un (testado que scien ti fique ao governo
quaes os ditos objectos que foram empregadosj
na parle a pagar.
6." bservar-se-ha para ludo o mais dispopto
geraes de Pernambnco
Rendiento dodia 1..... 7il2S0 na lei provincial, n. 286Conforme = O secre-
==:=z=^=: tario, Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Consulado
1 .
provincial.
.... 1:857*105
Movimenlo do porto.
a.

n~
c
3
c
Horas
3
tmosphera.
y CA 09 CO 1
% V Direco. < te y. 0
V e is =3 1 1 Intensidade. 1
Centgrado.
i
o
Publicacoes a pedido.
Caixa filial do banco do
Brasil.
E.M 31 DE JULHO DE 1860.
A caixa desconla letras a 10 O/o, lo",a saques
sobre a praca do Rio de Janeiro e recebe dinhei-
ro ao premio de 8 O/o ao anno.
Alfaudega.
Rendimento do dia 1.....11.1915827
00 ce . -I
"-I -4 00 00 0 00 -4
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Fahrenheit
I Hygrometro.
T*3
o
Barmetro.
c
B
V.
pe
A noite clara com grandes nevoeiros, vento SE,
veio para o terral eassim amanheceu.
OSCILLACAO DA HARR.
l'reama
Obser
de 1860
30' da manha, altura 0.50 p.
i{" da tarde, altura 7.50 p.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda desla provincia manda fazer publico, de
COUforUitiiaGe cun a> mtleoa o., iboacmrn nacio-
nal ns. t>8 e 09 de 26 de junho ultimo, que no
dia 10 de setembro vindouro se far concurso
nesla thesouraria para preenchimento de mais
nina vaga que ha de praticante na mesma, e ou-
tra na recebednria de rendas internas desta ca-
pital. Os que pretenderom ser admiltidosao ran-
curso, devoran apresentar nesta secretara seus
reqnorimentos instruidos dos documentos que
provera: 1." terem 18anuos completos deidade:
2. eslarem lvres de culpa e pena : e 3." um
bom procedimento
Os exames neste concurso versarn sobre lei-
lura, analyse grammalical, orthographia, e ari-
thmlica, al a theoria das proporcoes inclusiva-
inenle.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 20 de julho ne 1860. O oiTnial maior
interino Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
O Or. Ernesto de Aquino l'onseca, cavalb iro da
ordem de Christo, juiz de orphaos do termo do
Recife, por S. M. o Imperador, que Dos guar-
de, etc.
Fuco saber aos que o presente edital vircm,
Une por este jnizo lem de ser arrematado por
venda a quem maW der. na porta da sala das au-
I diencias, e lindos os dias da lei, as sejointes pro-
priedades :
L111 sitio de trras denominado Allemo, com
' alfrumas fructeiras, extremando pj^a frente cora
a viuva e
a parle do
o sitio Ttiacho da Estiva, pertent

r as 3 h 5 ua larae, auura .OU p,
Observatorio do arsenal demarinha 1 de agosto
Viscas Jumor.
Movlraento da alfande;
Volumesentrados com fazendas .
com gneros .
Volumes sahidos cora fazendas
com gneros
ja
96
87
------ 183
Editaes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, manda faer publico, quedo dia 2 do cor-
rente por diante pagam-se
empregados provinciaes, ve
Iho prximo findo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
tiambuco, 1. de agosto de 1860.O secrelario.
A. P. da Annunciaco.
Os abaixo assignados, olliciaes do terceiro
( balalho da guarda nacional oeste municipio, ao
lm do exercito do Pontfice um outro exer- Jcixarem o aquartelarnenlo era que se acham,
vem por meio aa imprensa dar um teslemunho
solemne da sua gratido o eslima aos lllms. Srs.
Icnenle-coronel Francisco de Miranda Leal Seve
e major Antonio Bernardo Quinteiro, pelo cava-
Iheirismo e urbunidade com que sempre os tra-
taram durante o aquarlclameto, sera quebra da
disciplina que ninguem sabe melhor manter en-
i Ir seus subordinados.
Os abaixo assignados, pois, protestara a mais
affectuosa sympathia e dedicaco aos cidados
que se lecm feiio credores da consideraco e es-
tima publica, nao s pelos servicos que ho pres-
tado, se nao tambera pelo modo porque teera
exercido os diversos cargos quo Ibes ha confiado
o governo na guarda nacional e na polica.
Aceitera, pois, os lllms. Srs. tenenle-coronel e
major as expressoes siucerasde nossos sentiraen-
tos e a seguranca de que sempre achiro nos
abaixo assignados, amigos leaes e dedicados.
Recife,31 dejulho de 1860.
Silvino Guilherrae de Barros, capto da segunda
companhia.
Jos Marianno de Albuquerque, capilo da quar-
la companhia.
Joo da Silveira Borges Tavora, capilo da quinta
companhia.
Antonio Jos da Costa e Silva, capto da sexta
companhia.
Benjamn Viraos Dulra, alferes da stima com-
panhia.
Joao dos Santos Porto, capto da terceira com-
panhia.
Luiz Pereira de Paria, capilo da primeira com-
panhia.
Antonio Jos Leopoldino Aranle3, alferes da s-
tima companhia.
Manoel do Nascimenlo Silva Bastos, lente da
quarla companhia.
Antonio Jos Mauricio, tenente da lerceira eom-
panhia-
Jos Pedro das Neves, alferes secrelario.
Francisco Antonio de Assts Goes, tenente da pri-
meira companhia.
0 Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direito especial docommercio nesta ci-
dade do Kecife e seu termo, provincia de Per-
nambuco, por S M. o Imperador, a quera Dos
guarde, ele.
Fac.o saber aos que o presente edital virem, e
delle noticia tivercm que no dia 18 de agosto
do corrente anno so ha de arrematar em praca
publica deste juizo e sala das audiencias os bes
seguintes : diversas pecas de obras de piala com
o peso de 2352 oitavas a 300 rs. a oitava, ris
750>00 ; 33 inneelins chatos com 200 oitavas a
5$ a oitara, 1:00Gg; 2 rosarios com 8 oilavas
ambos por 40$; 110 aunis com pedras e sem el-
las pesando7 oitavas a5J a oitava, 370J; 15 pares
de argolas cortadas cora 16 oitavas a 49 a oitava,
64j>; 11 ditas de llagran ;ora 8 oitavas a 4J a
oitava. 32; 85 pares de argolas lisas com 18 oi-
tavas a 49 a oilava, 72]} ; 4 comas de filagran
com 22 oitavas a 5ft a oitava, 110J ; 5 medalhas
com o peso de 7 oitavas a 4# a oitava, 288 '. 1
cruz para rosario com 2 oitavas por 89; 3 casso-
letas com 6 oilavas a 69 a oitava, 36J ; 4 varas
e meia de cordo com 32 oitavas a 4g a oitava,
102
126
------228
Descarregam hoje 2 de agosto.
Barca francezaVille ae Boulognefazendas.
Briguc inglezIsabelladem.
Brigue portuguez Amalia ceblas, batatas e
feijo.
Brigue portuguezSoberanodiversos gneros.
Importcaao,
Brigue porluguez Soberano, vindo de Lisboa,
consignado a Thomaz d'Aquiuo Fonceca, mani-
nifeslou o seguinle :
100 caixas batatas, 1 dita massa de tomates,
carnes e lingual de porco, 30 barris carne en
saccada, 25 ditos loucinho ; a Jos Alves da Sil-
va Guimares.
20 barris linguicas. 100 caixas batatas ; a Luiz
Jos da Cosa Amorim.
80 caixas balatas, 16 barris peixe ; a Antonio
Agostinho de Almeida.
50 caixas batatas ; no capilo.
3 ditas 1 oratorio e 4 iraagens com perlences ;
a Jos Moreira Lopes.
1 caixa chinellas de orello ; a Silva Bibeiro,
5 dias ditas de dlo ; a Joaquim Pereira
Arantes.
2 ditas, molduras, cutellos de ferro; a Anto-
nio Joaquim Panasco.
140 caixas batatas; a Antonio Hcnriques Ro-
drigues.
100 barris loucinho : a Joao da Silva Regadas.
50 caixas balatas, 50 ditas ceblas; Malta &
Irmaos.
199 saceos farello, 60 barris vinho, 25 dilos
azeite doce ; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
300 barris cal, 2 rafeas cora cria ; a Francisco
Severiano Rabcllo e Filho
135 barris azeite, 40 ditos chourQos. 10 ditos
vinagre, 55 ditos e 12 pipas vinhos, 7 saccas cera
era grume, 10 caixas cebollas, 20 ditas balatas,
300 saceos semea ; a Thomaz de Aqoino Fon^-LLeiras sendo urna de coral com 160 oitavas a 5$
ceca. J a oitava, 8O0J>; 15 pares de brincos cora 26 oilavas
loucinho, 2 caixa;; bataneas deci- a 4$ a oilava, 110g, importante osmesmos objec-
herdeiros de Jos do Monte l.inmjpfio
nascenle na linha de sul a norte do marco da es
trada al o riacho Passo da Ibura e dito sitio Es-
tiva, e pela parle do norle, ao poenle, com ier-
ras do engenho Ucha, tendo 2,380 palmos de
frente e 4,000 de fundo, com duas casas de taipa
cobertas de telhas, avallado por 5:0005000.
Ura terreno de mallas capoeiras, denominado
Cacimbas, no mesmo lugar da Ibura, extremando
com trras de Jos Rodrigues de Oliveira Lima,
avallado por 1:5003.
Outro terreno de maltas capoeiras, denomina-
Objectos.
Tara o consumo do arsenal, e navios..
Brira da Itiissia 30 pecas.
Cobre de 20 a 21 0/, cora a competente prega-
dura 300 folhas.
Dito de 26 a 30 O/o, idem dem 200 folhas.
Fio de vela 50 libras.
I.ivros mappas 4.
Dilos pautados de 200 folhas 10.
Ditos ditos de 150 folhas 15.
Dilos dilos de 100 ditas 20.
Ditos ditos de 50 ditas 20.
Lapis 12 0 u/i as.
Lona ingleza, estrella, de ns. 1 a 4 100 pecas.
Paos de lacre 50
Plvora grossa iO arrobas.
Dila fina 10 arrobas.
Pranches depiroba, polumuj, elauba, guarabii,
ip, macarauduba, coboraluba, jnlajahy, sicu-
pira, tapunha. ^rapinhapunha, olanuim, man-
glo e na falla de pao carga ou pao d'oleolOO.
Paralusos de metal de 1 a 3 pollegadas lOgrosas.
Irados de 5, 6 e 7/8 20.
Vergalhes de ferro redondo, de 4, 5 e 6/8 CJ.
Para as obras do porto.
Cemento claro de Bolnuha 1,000 barricas de 10 a
12 arrobas cada una
Pinho do resina lti.OOo ps.
Podras em cubos preparada para calcamen-
to 6.000.
De igual forma lem o mesmo conselho de con-
tratar em dita sesso o fornecimenlo, por lempo
a decorrer at o liui de setembro prximo, de
dietas para os navios da armada e eslabelecimeii-
los de inariuha, sendo compostas dos seguintes
objectos :
Aramia, lelria, assucar branco refinado, bola-
chinha, cevadinha. cha, gallinha, maiileiga, ta-
pioca, vinho de Lisboa.
Sao as condices para a efl'ertuacao dos con-
tratos qur acerca da acqui.-ico dos objeclcs do
: material, como do fornecimenlo das dietas, su-
[jeitarem-se os contratantes a mulla de 50 O/o do
valor do que nao enlregarem da qualidade e na
quantidade contratados, alm de carregarem com
excesso do preco no mercado, se o liouvcr, por
; motivaren) estas fallas ah raenrrer-se o serem os
inesmos contratantes pagos da venda 011 forneci-
menlo do mes, logo no posterior. Acresce, cer-
! ca do fornecimenlo, que toem os contratantes da
' apresentar fiadores, assiguarem com elles os
I contritos na mesma occaso.
Sala do conselho de compra? navaes, em 28 drt
julho de 1860.O secrelario. Alexandre Rodri-
guas dos Anjos
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
los seguintes :
Para o 4." balalho de arlilharia a p.
1 bandeira imperial, 1 porte para a dila, 1 has-
tia para a dila, 1 capa de biihi para a dila.
Quera quizer vender laes objectos aprsente as
suas propostas em caria fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 6 de
i< isla prximo rindonro.
Slj uas .sessoes do conselho rdminislra--.
para fornecimenlo ilo arsenal e guerra, 30 do
julho de 1860
fenfo Jo f.niripnna Ltn,
Coronel presidente.
francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Relacao dos oOicios de interesse parti-
cular, exsteoti-s ns administracao do-
Correio, que tem de pagar o porte
para spftiurem os srns destinos.
Auna Francisca Leal de Castro.
Alfonso Alves do Rogo Villela.
Aristides Ballhasar da Silveira.
Antonio da Cosa Mello Luna.
Antonio Jos Das Nones.
AntOUO Maria de Castro Delgado.
Antonio Manoel Ksto.
Antonio Silveira S Itarreto.
Antonio Teixeira PeixnlO.
Antonio Vctor de S Brrelo.
Rento Jos de Albuquerque.
Bernardo Jos Martins Pereira.
liento Jos l.amenha Lins.
Bellarmino dos Sanios Bnlco.
Clemente Fran'ilino Tavares.
I Carlos Estoves Freilas Guimares.
Frederico Jos Veckenhagem
Francisco Alvos Oe Oliveira.
Francisco Eduardo Benjamn.
Francisco Manoel de Faria.
Ildefonso Cavalennli Rittancourt de l.acerda
Ignacio Fortunato do Espirito-Santo.
Justina Francisca de Jess.
Juvilo Arniinio de Rarros Corra.
Joaquim da Cruz Lima.
Joaquim Jos dos Santos Araujo (2).
Joaquim Jos Tavares de Souza.
Joo Eduardo Chauvin.
Joo Francisco Colho Biltancourt.
Joo Pinlode Lemos.
.e os oidenndos dos do r,oscnns0i em dil0 |ogBr da rb,ir3i que extre- Elias Baplist da Silva e Angelo Francisco Lar-
01 S mel e Ju" ma com ierra do mesmo Jos ltodrigues, avalia-i neiro.
do por 1:500.
Oulro terreno de maltas capoeiras, junto a la-
goa denominada Zumb, no sobredito lugar da
Ibura, o qual extrema rom o sifio Estiva, e cora
Ierras de Affonso de Albuquerque, avaliado por
; 2 OOOgOOO sendo o tolal do valor do silio e Ierre-
i nos annexos a quanlia de 10 OOOjOOO : lodas es-
las propriedades situadas na freguezia dos Afo-
i gados ; sendo o dito sitio e mais terrenos per-
tencentes a viuva e herdeiros do finado Antonio
Alies Ferreira, e vai praca por delerniinaco
deste juizo, a requerimento de Antonio Pereira
de Oliveira Maia. credor hypothecario do referido
casal.
Joo Bezerra de Salles c Xilderico Cicero
Alencar Araripe.
Joo Paulo de Miranda.
Joo do llego Barros.
Jos Anacilo do Nascimenlo .
Jos Cyriaco Ferreira.
Jos Faustino de Barros.
Jos Joaquim de Almeida.
-Jos Raymundo de Carvalho.
Jos Rodrigues Araujo Porlo.
Jos Rufino de Barros.
Jos Theodoro Azevedo.
Lino Augusto de Carvalho
I Leoncio Jos Joaquim.
Maria Joaquina da Pt-nha.
. n. ai II la I lili I I a on 1 runo.
A primeira prac.a em 31 do corrente. a segn- ; Fprreira c obre.
la|dita era 3 de agosto a tercera dita era 7 do ; Mabrcolinft Ev8nge|lsla da Paixo,
raesrao pelas 11 horas da manha depo.s de l.n- | Marf0,no da sjlv(1.
da a aud.enr.a do Illm. Sr.Dr._juu de orphaos. Mnnop| Mo Gomcs.
E para que chegue so conhecimenlo de quem u J(IS1-, Gonca|VM
intcressar possa mandei lavrar o presente que!
ser affixado no lugar do costume, e publicado I
pela imprensa.
Dado e passado nesla cidade do Recife, capital
da provincia do Pernambuco, sob meu signal e ;
sello deste juizo, que ante mim serve, ou valha ,
sera sello ex-causa, aos 6 dias do mez de julho do
anno do nascimenlo de Nosso Senhor Jess Chris-;
lo de 1860, 3J0 da independencia e do imperio !
' do Brasil.
(2)-
128J ; 5 varas e meia de tranceln-, cora 23oilavas Eu Jo5 Facundo da Silva Guimares, esenvao
a 4 a oitava, 92; 2 varas de collar com 7 oitavas escrevi.
a 4jj a oitava. 28* ; 10 resplandores de ouro com Ernesto de Aqoino Fonseca.
21 oitavas a 5jj a oilava, 105#; 6 cadeias de col- O Dr. Francisco Teixeira de S, juiz municipal
da cmara do Pao d'Alho por S. M. o Impera-
dor, etc.
lele com 39 oitavas a 53 a oilava, 195$ ; 8 adere-
eos de ouro completa com 60 oitavas a 55 a oi-
tava, 340&; 100 pares de rosetas com 118 oilavas
a 5J a oitava, 5909: 35 meios a terecos com o
peso de 139 oitavas a 53 a oitava, 695$ ; 30 pul-
50 barris loucinho, 2
maes ; a Jos Marcelino da Rosa.
1 caixa livros; a Guilherme Carvalho & C.
50 caixas e 1 fardo hervas niediciiiaes, vidros
e caixinhas ; a B. Francisco de Souza.
1 caixa garrafas, 1 dita potes, 1 fardo flor de
sabugo e retalhos de pellica; a Joaquim M. da
Cruz Correia.
150 caixas batatas ; a Antonio AgS3tinho d'Al-
lmeida.
tos na quantia da 5.5429600 ; 1 casa terrea sita
na ra das Larangeiras n. 19 da freguezia de San-
io Antonio do Recife avaliada em 2:500a, os
quaes bens sao pertencentes a Joao Paulo de
Souza, e vo a praca por execuco que Ihe enca-
rtucha Miguel Archanjo do Figueiredo e nao ha-
vendo lanzador que cubra o prego da avaliaco,
sar a arremntacao feita pelo pteco da adjudica-
co com o abate da lei.
Manuel Lopes de Barros.
Manoel do Nascimento Segundo.
Manoel Paula Ferreira
Manoel Rodrigues da Costa.
Manool Saturnino da Cunha.
Dr. Pedro de Altahyde Lobo Moscos.
Roberto Pereira Duarte.
Tiburrio Hilario da Silva Tavares.
Yicencia Maria do Livramento.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
Faso saber aos que o prsenle edital de 20dias I w1lh#la nPfilA in *W lKitiS
de prego c tres pracas virem, que por este jui- i LUlIlIUcl UCMIC Jd ti UUWtt
zo, findo que sejam" os dilos pregues e placas, '
tem do ser arrematado a quem mais der e maior
lance offerecer, no dia 6 de agosto vindouro, s
10 horas da manha, em casa das audiencias, 82
bragas e meia de trra, do sitio de Lameiros, que
foram penhoradas a Herminio Delphino do Nasci-
menlo Lima, em execuco que ihe move Manoel
Ribeiro do Carvalho e Caelano Agapito de Souza,
cujas bracas sao as constantes da respectiva ava- i quintas e domingos, no lorreo da aKandega, e
liacio, existente em poder e enrtorio do escrivo nos sabbadns at as 11 horas da manha, na re-
que esta subsereve, a qual do theor seguinle : sidencia do commissario vaccinador, no segundo
Nos abaixo assignados. nvaliadores juramenta-1 andar do sobrado da ra estrella do Rosario nu-
I dos em observancia do respectivo mandado do ; mero 30.
de 10,000 e 2o,ooo da
emissao do banco.
Vaccina publica.
Transroisso do fluido de -braco a braco, as



(*)
Arsenal de guerra.
O arsenal de guerra precisa costurar as pecas
de frdamela, que abaixo seguem, quem pie-
tender pois. manufacturar ditas pecas de confur-
m i Ja de cura o aviso do ministerio da guerra de
17 de margo ullimo. aprsente suas propostas
em carta fechada na direcloiia do raesmo arse-
LIARIO DE PERRAMMICO. QUINTA FEIRA
na Je renJas internas guraes, em cumplimento
dos 2 e 3 do arl. 37 do regulamenlo de 17 de
maryo desle auno, pelo presente avisa aos do-
nos, gerentes ou procuradores d>' lojas e mais
casas ommeraiaes do bairro do tecife, que con-
tiuua a fazer o lancamento do imposto de 20 por
cenlo, pelas ras da l.ingueta, Torres, becco do
Abren, ra dos Tanoeiros, do Trapiche, praga do
coramercio e ra do Vigario, para quo leoham
nal no dia 6de agosto pcoximo futuro pelas 10 promptos os seus recibos, papis de trato ou de
horas da manhaa, as quaes devem precisar o arrendanienlos para screra presentes e por elles
menor preco do feilo de cada peca de farda- Sl,r feito o processo do mesmo lancamento na
ment, bera como apresentar liador idneo. forma do art. 3 do regulamenlo de 15 de junho
falcas de brim branco. ... 1CC9 1k '^ VBc^0C?e/a de PerJnai1'buco3 deJu_
Ditas de panno mesclado. ...... 7 [ e 18u0-Josi 'eronymo de Souza Limociro.
Camisas de algudaozinho. 1 Q
Ar|enal de guerra de Pemambuco 30 de julho
le 1860.O amanuense.
O
amanuense,
Jodo Ricardo da Silva.
abaixo apianado lanradoj da recebedo-
A cateara municipal desla cidade faz sesso
ordinaria no dia 6 de agosto prximo vindouro e
soguinles, at se rompletarem 6 sesses pelo me-
nos. Secretaria da cmara municipal do Recife
30 de julho de 1860 O secretario,
Manoel Ferreir Accioli.
se fazendas por todo preco.
No ra do Quciuiado n. 51
Cassas finas a 240 rs. o covado, ditas muito
rnaly de cores fino e lavrado
THEAT
DE
COMPAI\IIIA LRICA DE G. M.RMGELI
Quinta feira 2 de agosto
12.a recita de assignatura c sevta para os camarotes da segunda serie
Representar-se-ha a opera em 2 actos de Rossini :
Vigauo n. ly, de diversas obras de uaar-
cineit ia : sexta-eira 3 do corrente, as
11 horas.
Leilao
SEM LIMITES. .________.
Purre Palis, desejando acaba con I j?tm dTuru.^3. dhe d,ua? ias1 e 3 baTados'T 5^!
,ua officina de m,,.cier. fara' ^^^^S^^Tt^gVl
por intervencao do agente Costa Carva-1 f e /20 rs. o covado, casemira para calca a 4
Iho, de todas as mobias e ferrament.i!gilos co^oSo 1^,*? briV 17,0<5' man:
e mais utencios de sua officina : sexta- 755 fSjMSSVS?Ltt
feira o de agosto as 11 Iioras em
na ra dos Gunrarapes n. (JO.
ina a 440 rs., %,,al] Uo tures
, W rs o covado, lenco com bico fino a
, mais abaixo a 500 rs., dito !a 180 rs.
entestada de 2 larguras a 800 o covado
1?, dito
casemira
corte de
ponto i i,?*:,' ,"as ? B* e ma,s 1uo o comprador pro-
, curar ha de achar nnr moli .ii.;, ...,
LEILAO
Sabbado 4 do corrente.
NA
achar por muilo diminuto preco.
P^f JV.> fi/g/g. *J1m W*'_a u> c 1
Vendem-se os biilietcs como de costurae.
m iW\,H,
Principiar s 8 horas em ponto.
Avisos maritimo
C0IP.4MIU PEIMWCASA
DE
;ac.lo cosera a vapor
segu para os portos do sul de sua escala no din
5 de agosto s 5 horas da tarde e recebe carga
al o dia 3 ao rae o dia ; passagens, encommei-
das edmlieiro al odia da sabida ao meio dia :
escripiorio no Forte do Maltos n. 1.
Leioes.
AS 11 IIOHAS.
O agente Camargo fara' leSo po*
autorisacao de urna familia que retira-se
para forada provincia, do seguintc :
Urna mobilia, guarda roupa' dito de
vestido, mesas, banc.-.s, cadeiras, la- [M
vatorios, espellios grandes, candela- |
bros, camas, louoa de porcelana para ; *?
jantar, relogios e outros objectos que i *
se tornara enfadonho mencionar: na'||
ra do Pilar ultima casa amarella
pertencente ao arsenal, defronte do
Sr. inspector de marinha.
A sociedade Orihodoxa e Litleraria"
Amor a Caridad* suinmamenlc penhora-
aa pelos obsequios que recobeu do Rvuid.
^r. padre mestre proviucialdoconvento de
.'tossa Senhora do Carmo e ao lenle
coronel Francisco de Miranda Leal Seve.
Dr. Antonio de Menezes Vasconcellos d
urummond e major Jos Antonio Barbo-
sa agradece cordialmente a estes senho-
res e a todas as irmandades que se dig-
naram concoirer para o bnlhantismo da
Deneao do seu padroeiro prolestando-lhe
a sua eterna gralidao.O provedor,
Graciano Jos Rodrigues Ferreir
"mmmt
Ferreira.
lin caltriolel c cavallo.
O agente Hyppolito, autorisado pelo
Sr. visconde de Lemont, fara' lelSo do
seu cabriolete cavallo cora os compe-
tentes arreios, visto o mesmo senhor
ter-se mudado para o Recife e nao Ihe
ser mais nocessario.
O cabriole! esta' em perfeito estado e
fuantoao cavallo bastante conhecido:
(tiinta feira 2 de agosto as I 1 horas em
ponto na porta do seu armazem na ra
do Imperador n. .15.
Batatas-a 80 rs. a libra, e arroba a 15920 :
na taberna da estrella no largo do Parai/.o ... li.
vendem-se auas cabras de leile, aue costu-
mam criar meninos ; em Santo Amaro das Sali-
nas, casa junto ao sobrado do Sr. Cardoso
deT t '"sg d Arantes vendem-se borzeguins | VTe%0S. ti 2. 5. 1". 20j e 3S, com aV
mm*^
c^
O provedor da sociedode Orihodoxa' i
I-ilteraria Amor a Caridade manda con vi- 2
dar a lodos os socios
\'"-
Hode MoSrSi m/M 2mer,oaDO aorrspeilavel publico que lem um completo sor-
Drecode SiI S IIH CfA008quC SC Pde enconlrar. "sim como lira retratos pelos dimii,uto9
bandeira amriL. ntJ0?' '!"" as C0.mPeenles caixas ; na ra do Imperador onde lera a
hora araencana- mesrao '^^m enana a tirar retratos podendo ser procurado a qualquer
Avisos diversos.
3050ctAcc T jio 0 vapiica
Aracaty
Hiate 5ergi/jano ja lera parle da carga, para a
resto irala-se cora Martius A; Irmaos : ra do
Madre de Dos n. 2.
Para a Parahiba, a barraca Dous de Julho,
-iieslre Joao Pedro da Silva, a arrogar no trapi-
che do algodao : os canegadores podem enten-
er-se com Juao Jos da Cunha Lopes, na ra da
-ruz n. 15, segundo audar.
Quinta-feira 2
II
de agosto.
Sao convidados os senhoies socios effectiroa
para comparecerem domingo 5 do correte, as 10
horas dll ,allna)li a,im de r,.undos om ^
eleUo empossarem wnselho ltimamente
Secretaria da AssociacSo Typosrraphica Per-
nambucana, 2 de agosto de 1860.
J. L. Doi aellas Cmara,
Io socrelario.
Precisa-se '
para se reunirem
y- em assembla geral no dia Io de agosto
as 3 horas da larde.0 escrivao,
Manoel Francisco de Barros Re"o
mmmmsm mm mmmm*
.X. "seeo-ng"m"ia*se co,n prompdaoe
aceio, quera precisar procure por baixo do con-
vento de S. Francisco, loja da esquina que vira
Sirte.0 das PriDcczas- ^athari c-
Hoje 2 de agosto, pelas 7 horas da noile
na consistorio da igreja Sania Cruz, lera de oro-
cfder-se a elficao da nova mesa que lem de re-
ger a umandade de Sam'Anna, do anno corrente
ac anno vindouro, por isso convidn-se a todos os
irmaos que comparecam a hora designada
Jeremas de r.urvaihn
- v'" "
urna inulher porlugueza para
ana de casa de puuca familia a "
do Rosario da Boa-Visla a. 27
Jeremas de Carvalho Brandao^subdito por-
ugoez, relira-se para o Kio de Janeiro.
Olierece-se
Ira lar na ra
sobrado.
Francisca Solano Ferreira
e urna ama : no pateo cipa ao ^WT^lb^9^!^^
Ueh. l-dro, segundo andar, por cima
da lojade marcineiro.
loja de calcados
O hiale
sageiros :
Aracaty.
Vdela recebe
carga a frote c pas-
a tratar com Caelano Cyriaco da C. M
ao lado do Corpo Sanio n. 25, pnmeiro andar.
Riode Janeiro,
salie na presente semana com a carga que lem
a bordo, o patacho nacional Venus
resto, irata-sc na ruado Rrum n. 10
ra com Manoel Jos de S Arauio.
Rio
para o
ou na pra-
do Janeiro.
"palhabole Artista segu com brevidade.
recebe carga a freto e passageiros ; a Iralar com
Caelano Cyriaco da C. M. ao lado do Corpo Sanie
n 25, pnmeiro audar.
Bahia.
O hiale Santo Amaro anda pode roceber car-
pa ; a tratar >-om Caelano Cyriaco da C. M ao
lado do Corpo Santo n. 25, primeiro andar.
Acarac.
O palhaboteSobralense racebe carga a frele
tratar com Caelano Cyriaco da
Corpo Santo n. 25," primeiro
Una (U Pcnlia.
O agente Antones autorisado pelos credores
de Jos Casimiro de Gooveia, far leilao da ar-
ma.-.io. calcados, couros e mais pertences da
brm afreguezada loja de calcados, sita na ra
da Penha n. 5, dando principio s 11 horas em
poni
LEiLO
Ouinla-eira 2 de agosto.
O agente Carilargo far lei-
lao de urna porco de barricas
de sardinha,defronte da est-a-
no mencionado dia s 11 ho-
ras em ponto.
LEILAO
Os Srs. acadmicos
q
Sr
d
dita taberna faz ver ptla segunda
aos Srs. devedores da mesma que se nao
vierem saldar as suas cantas at o dis 4
do corrente que serao publicados os
seus nomes por este jornal e recebida
judicialmente.
A pessoa que annunciou
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRtfifAO DE E- KERVAW
Este hotel collocado no centro de urna das capitaes importantes da Europa, torna-se de randa
nhradercoTa7ni^ commodos e confortavel. Sua posicao
metade da dita mei- "ma das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estarces de caminhos de ferro, da
, Allemanhae Franc.3, como por lera dous minutos de si, lodos os theatrose diverlimentos e
U corrolor Tui)iii'inil)*'i 1a|eraJ!sso>smocl'cos p^os convidara *
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao. flamengo, inglez e por-
paraacompanharastouristas, qur era suas excurses na cidade, qur no reino, nur
para toda a Europa, por presos que nunca excedera de 8 a 10 francos (3J200 4#000 )
liialquer, poraia. '
Durante o aspado de oito a dez mezes, ah residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seu filho o r. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal) e os Drs. Fehppe Lopes
Nello, Manoel de Figueira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muitas ou-
tras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
! a mei-agua no principio do aterro" dos Afolados
t que annunciaram para vender e
soio publico d. 7, sem se e
cianle, pois perlence-Ihe a
agua, pordeixa de sua lia.
circunstancia que possa aparecer vista se ah
nabiiitado: qoem de seu presumo precisar oro-
cure na praea da Independencia n. 40.
Aviso
precisar
de 800^,' a juros sob hypotbeca m urna bens'd'
casa, dirija-se a esta ty ,->ographa que a loJ).s os -
aira quem deseja fazer este nepocio agosto t'S. Ju" de orpha9- Rocife 2 de
- Era um dos das da semrna proxim.'pavi. i"
se
Joaqnim Antunes da Silva, inventarianle dos
casal do finado Antonio Jos Maciel, avi-
credores do dilo casal, para tratar
e passageiros ; a
C. M. ao lado do
andar.
Para Lisboa
vai seguir viogem com a maior presteza, com a
carga que tiver a bordo, o brigue porloguez So-
neraoo ; os proiendenles carga o passagens
oirijam-se ao consignatario Thomaz de Aquino
ronseca, na ra do Vigario n. 10,
dar, ou ao capil.io na prac.a.
primeiro an-I
COMPANHIABRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Paran, commandanle Torresao (
n!Uid ?pera-se a lods os momentos dos
T. ,?,!."rle- p,,ra seg,,ir Para ei, Rah'
Vi Janeir0 : a sua demora suppe-se que
Urna taberna.
PELO AGENTE
UOHOA
O referido agente autorisado pelo
; Exm. Sr. Dr. juiz especial do commer-
! co, e requerimento dos depositarios da
mawa fallida de Jos Francisco Rodri-
gues da Costa, fara' leilao da dita taber-
na sito na ra Nova n. 63,constando da
| armarao, gneros e movis: sexta-feira
3 de agosto, as 10 horas da manhaa, na
mencionada taberna.
da, um prelo entregou um
no, Z HTS ,34' aucnJn >uc a Sa
porum oulro prelo cscravo dessa casa, e saben-
?;? "i chr.*ada d0 referid0 craro que nao .
v*rSlkCfrou'80 alKuns dias ai"1 de larga- p,r" Tesld0- com n covados cada
>erseavinha* buscar, e como at o presente cor,c. nq'US3imos padroes,
exigido, por isso se hfoTS 2^500 l
rendem-se na ra do Queimado, loja n. 18 A.
esquina que volla para a ra eslreila do Rosario!
Vende-se um piaao em conla ; na ra do
Imperador n. 67!
Vende-se urna escrava cora JC anuos de
idade : na ra nova do Pires n. 1, em frente do
(( hospital militar.
- pratica e d.i fiador a sua con- Na ra da Guia, taberna n. 9, vende-se um
tStiiSS P".^a da Boa-Vista se ^q^comoflicio de calafate, seravciosnera
Aluga-seuma escrava pa-a codnhar ecom-i I I /* S" n rv .
Dreripaara ffjs p-uc" ir"1'a ,M1" "a*l' >Hua Direita----1 1C.
i b, pnmeiro andar.
Os presos de todo o servido, por dia, regulara de 10 a 12 francos ( 4!f000 4500.)
i\o holelenconirara-seinformagoes exactas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro.
CONSULTORIO
n. S, na ra da Imperatrh: n. 53, loja
,.~ AluSa;se urna loja no principio da ra de i
Hortas : a tratar na ra do imperador n,
Precisa-se de
que tenha bastante
um caixeiro
para taberna.
DO
oseoso
9
i MI)A fiA GLORIA, GASA DO F'LTi\DlO 3
Clnica por ambos os systemas.
- Pede-se ao Sr. J. G V. qe Ivnha a bonda- i
de de pagar os ordenados que deve a Antonio J. e
t'iJ5,-S.'5?a.'* ""."""no por ex:,P
e decan ndo
tenso nesle Diario
tem de pagar.
Precisa-se de urna ama d; leite
Jardim junto a fabrica de clcheles.
OITerece-se um criado
por
os juros que I
na ra do
Pal i! os do gaz,
om massos ; vende-se rauilo barato
porcoes como a retalho.
lano em
0 Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa e de tarde depois de 4 I
' f. a..p1ar;ldos para curar an"ualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou om
oras,
ras
as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
por escripto em que se declare o nome da
Approvciteni a oecasi'o.
E chefrado loja da diligencia, na ra do Quei-
mado n. 65, um grande sortimento de balaios,
Ricos rolares debrilhaues ^!(S-
rao ; na ra do Queimado.
65.
de-se
loja da dili-
gesso cr e preparado, de todas
Jos
e os melhores medica-
C01IPAMIH MUSILEIRl
DE
MOT1IS ITO.
O vapor O'jnpock, commandante o capilao te-
jiente hanta Barbara, espera-se dos portos do
norte ale o da 10 do corrente mez, quando de-
ve seguir para Maci. Bahia e Itio de Janeiro
Kecebe-se desde j passageiros e engaja se i
carga e encommendas que o vapor poder condu-
ir, sendo despachada cora antecedencia at a
< tPnra*Ae sua cheada : agencia ra do Trapi-
uie n. 40, esenptono de Thoraaz de Faria. I
Em frente da alfandega.
Sexta-teira 3 do corrente.
; d2Eu Ant"nps- far leila ^ lugar aciraa
designado, sem reserva de preco de 12 barricas
comserveja, barris com excellenie loucinho e
urna porco de barricas cora rauilo boas bolachi-
ntias ingresas Principiar s 11 oras em ponto
LEILAO
Vaccas de leile e garrotes.
Sexta-feira 3 do corrate.
O agente Camargo fara' leilao no seu
armazem na ruado Vigf.rio n. 19, de
excellentes vaccas de leite e garrotes, ni
horas em ponto. ___
.ni up neo p
variado sorl.menlo de joias modernas. Collares
de bnlhantes, aderecos, pulseiras, alfinnlcs ar-
golas cruzes cora fios de pero as, aunis, ele
da,' te ele"' COraeS'perolas' rubins. esmera-
Correntes
senhoras.
sultanas, modernas, para
Relogios
lo ao sobrado do Sr. Cardoso.
Compra-se um moleqne peca, prefere-se
que saiba cozlnhar: na ra da Pra'ia n. 5.
DreyfusA Souchois, joalhei-j3^---
ros de Paris.
19Ra do Imperador19.
Primeiro andar.
ellL2 h"/Ve ParliriPar a respeilavel pu-
blico doala cidade, que chegaram cora um neo e
Frontispicio
propriedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at
gencia aoulra qualquer horado dia ou da noile sendo
pessoa, o darua eo uumero da casa.
mpttorpuc M?2 '}W "'1 foren? dS ur.ncia- as pessoaa residentes no bairro do Recife poderao re-
melter seis bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou loia de livros do Sr
Vogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha. J
Nessa loja e na casa do aiinnnciante achar-se-ha constantemen
nentosbomeopathicos ja bera conhecidos e pelos precos seguintus:
Botica de 12 tubos grandes......... 105000
nitosde2 ditos........... tKMMfl
ni.osde36ai.os...........; ; ; sy9J
n! C S...............25*000
Ditos de 60 ditos............ OsOOO
Tubos avulsos cada um....... K00O
Frascos de tincturas........,.'.'.'."' 26000
Manoal de medicina homeopahica pelo Dr. Ja'hr trdu'zid'o
em porluguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,....... 20*000
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario'. '. '. lOgflOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
es ooo
DO
de todas as qualdades, ouro
homens e senhora3. tudo or
Zoavris.
dourados para
precos muito ra-
LuauFliia Amalia l'inio ,%.
co Ribeiro Pinta Guimares e
meida Nunes Lima, agrade:
mente a todas as pessoas que
assistir aos ltimos sufragios
seu raui presado marido, con.
Manoel Jos di AI meida Nun
11
C0WAMI4 mMlBUCAU
DE
Navegacao costeira a vapor.
o vapor Iguarass, comroandante o segundo-
nn?nt!i Alve8JMoreira. segu viagem paia os
portos do norte de sua escala at o Cear no
da 7 de agosto s5 horas da larde.
Recebe carga para o Cear at o dia 2, para o
i^i fia,ia 3' A?S', Nalal e P"hib ns
X) AGENTE
CAMARGO
lara leilo em seu armazem na ra do
Venda de urna casa era
01 inda.
Vende-se a casa terrea da nado Amparo n.
42, bem conslroida de pedra e cal, assobradada
para traz. tem 2 salas e 2 quarlos, e quinlal
vende-se rauilo barata a iralar na ra de Santa
luid n. t>.
Aos 20:000&
Bilhetes inleiros, meios e quarlos da segunda
lotera que vai ser extrohida no Rio de Janeiro
para as obras da malriz de S. Jone de Pemambu-
co. chegados pelo vapor francez : vendem-se na
loja de fazendas de Leile & IrmD, ra da Cadeia
do Recife n. 48.
A. Beranger, gubdilo francez, vai com a sua
familia ao sul do imperio, a Iratur de sua saude
Offerece-se urna parda para ama de leite a
qual nao tem filho, e lem muito b'om leite na
ra do rilar n. 6, ao p da igreja.
m c,0.-ren,c mn lor '"g" a fasta de
Nossa Adorada Mai Sanlissima Senhora do Car-
, mo Jo tronlispicio, pala manoira seguintc :
As o horas da tarJe do dia 3 ben/or-se-ha a
unagem. e ueste mesmo dia as 7 horas da noile
i se levantar a bandeira.
Na vespera ao meio dia duas bandas de msi-
cas loca ao diversas pecas, composlas pelos ha-
bis proessores e meslres das mesmas.
llavera vesperas, festa e Te-Deura, sendo os
oradores o pregador da capella imperial o Illm
Rvm. padre mestre Lino do Monte Carmello e o
actual prior do convenio o Rvm. Sr. Fr Manoel
de Sani'Anna. Finalisando o acto cora um lindo
e variado fogo d vista. Rogase a todos os se-
nhores joizes, ihesomeiro, e a quem competir
que para tornar mnis solemne o acto, queirairi
mandar repicar as igrejas era que exercerera es-
tes cargos por occasiao da bencao da Imagem no
da Ja qual ser annunciada "por una girando-
la de rogo ; e aos moraJures do paleo do Carino
queilluminem a frenle de suas casas as naitea
de 4 e 5. ornando as suas janellas com colchas
no domingo.
ASSOCIACAO
DE
Soccorros Mutuos e Lenta Emancipacao
dos Captivos.
Domingo 5 do corrente dever ter lugar a reo-
oiao da assembla geral da mesma sociedade,
como dispoe o"art.l9do9 estatulos.de ordem do
Sr. presidente sao convidados todos os senhores
socios para que se dignera >Jo comparecer as 10
horas do dia. Ignorando anda
lho o motivo poi
ciraenlo urna inslit
baixo dos melho
alguns socios de reconh'ecido pieslimo e de gran-
de capacidad.!, depois da organisaco do novo
conselho, parece vollarem as costas,'em um lem-
po que o conselho mais que nunca, lem desen-
volvido a prnlrcc caridosa aos socios indigen-
tes, se aproxima o aniversario e temos de dar
cumprimento ao art. 59 do capitulo 12 : o mes-
mo Sr. presidente manda declarar, que em ses-
sao do conselho de 22 foram escolhidos e appro-
vados socios protectores, de conformidade com o
art. 12 do regiment interno, os seguimos Srs. :
O Illm. cRvin. Sr. padre provisor do bisnado.
Publicacao Iliteraria.
A raonarchia constitucional e os libellos pelo
l)r. A. David Vasconcellos Canavarro, vende-so
naii'rSna .ns' C 8 da Pra^a da Id'pc,ndencia,
a 15000 cada cxemplar.
Sineeridade.
Um moleqne pe?a, bnleeiro e alfaiate. de ida-
t It "."."!' '.'i'1:0 ,de.13 ann.os- i eacravo peca
raarinheiro, 2
oe 7 annos. co/.inheiro e bom
ar e Jos
a loja n.
m que
Preciso.
Precisa-se alugar duas escravas de bons cosfu-
mes, que saibara lavar, engommar e conhar
para casa de pouca familia : a tratar na ra da
Cruz do Recire armazem n. 63, junto aos fundos
da malnz do Corpo Santo.
O abaixo assignado lem justo e contratada
com oSr.Joao da Costa Campos, a compra de
seu estabelecimento silo na ra das Cruzes n 24
por isso qualquer pessoa que tenha rcclamacao
Tazer seja no prazo de 3 dias, a contar da data
deate. Recife 31 de julho de I860.-Joo Gon-
calves.
Joao da Coala Campos tem justo e conlra-
Udocom o Sr. Joao Goncalvcs a venda do seu
eslaJKiJeciaenlo silo na ra das Cruzea n. ti.
Francisco Jos Tacares da Gama.
O Illm. Sr. commendador e inspector da alfan-
dega de Parnambuco Benlo Jos Feroaodes de
Ba rros.
O Illm. Sr. Domingos da Silva Guimares.
O Illm Sr. Luiz da Veiga Pessoa.
Secretaria da Associacao de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipaco dos Captivos em 31 de
julho de 1800.
Albino de Jess Bandeira,
1." secretario.
Aluga-se na Capunga, lugar da Baixa Ver-
de, urna casa terrea cora 4 quarlos. 2 salas e co-
zinha tora : quera a pretender, dirija-se ao sitio
deJoaquimPereira Arantes,
i7iCl"'sla!",';q'")se 1,l<,r vender o'engenho
AlgoJuaes. declaro pelo presente, que ninguem
faca negocio algum com o di.o engenho visl^
que se acha era demanda. Is.o ped'e um'dos
r\ c 11^. Uordeiros.
us bis. Julio Gomes Vill
Leonardo Radiche, dirijam se .
20 B, da ra do Crespo, para o li
nao iguora.
dpTn,nihUd0 D.l,bof,U[. proprielario da eraprera
4 uo correnle, continua para Jaboalo a carreira
do respectivo oninibus. s horas do costura/.
lemTo tSSSt Fran!!i!c0 Cornelias declara que.
dasCh/'i eCal dea0 Dr- F^ncisco Joaq.iira
irmn. r- de.(-u|ra annuncianle e seus dous
wSSJSTV* FC,8C0 Dornellas e Marianna
"S Co?ce'?ao: s5 os nicos e legilmos
herdeiros, e prelendendo Francisca Rosa Augus-
ta Carneiro da Cunha ser a hcrdelra do mesmo
aeao, por instituicao em testamento nuncupali-
n&E'V Sff'' !r3la ,le haD'l''ar-se no juizo mu-
nicipal de Ohnda ; a islo se lem opposto e con-
mua a oppor-se, protestando pelo presento con-
tra qualquer acto da mesma prelendida herdeira
d pendCnCi'"Ti Zn'tJ? T ir,a a In" ?m lal 1uaIidade. ou corao leslamenteira, o que
uepenaenc.a ns. 13 e 15, que achara com quem f Para que ninguem contrate rom ella o., 1
tratar.
O
abaixo assignado, pelo presente declara ao
publico e a quem convier, que sua sogra D Isabel
Mana da Cunha, lera cassado os poderes confe-
.0cf,rn0h;ra!a0 basUn a Albino Jos Fer-
reira da Cunha, para arrendar o enaenho Dous
cfirnL0lSUad "? terra de SerinheSm? perten-
""'11 casal "lando o mesmo abaixo as-
signado autorisado pela mesma sua sogra. a con-
tratar qualquer negocio de arrendamenlo com o
ESLTC?**. Sernh'aem dejulho de 1860.
Antonio Fernandos de Albuqaerque Cmara.
que ninguem conlrale com ella ou com
qualquer oulro sobre os bens do mesmo uado
Jeao, tanto mais quanto Ihe consta que niuilos
bens movis, e entre estesa maior parle da gran-
de hvrana que o mesmo deo tinha, lem sido
extraviados. O annunciante o seus irmaos jamis
consentem no esbulho de seus direilos heredita-
rios cuja defeaa livrai al ultima instancia, e
sendo nullo qualquer contrato em taes circuns-
tancias felo sobre os mencionados bens ; o raes-
mo annunciante protesta assim fazc-lo julgar e
ir busca los onde quer que elles se acharem.
zinhei?oae cVeiio" "' ,05 *]' um bom co"


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 2 DE AGOSTO DE 1860.
Ensino de musica.
Offerece-se para leccionar o sol fojo, como tam-
bera a tocar varios instrumentos; dando as li-
coes das 7 horas s 9 l[2da noile : a tratar na ra
arga do Rosario n. 9.
GOMPJlWIA
LOTIltl
PA
swwwa.
i Terceira parte da quinta lote-
ra do hospital Pedro II.
Estabelecida cm Londres
CAPITAL
Cine mAUftcs de UfevftB
esterlinas.
Saunders Breit'.iers & C" tcm a honra deln-
rmar aes Srs. negociantes, propietarios de
rasas, e a juera mais convier, que cslo plena-
mente autorisados pela dita companliia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de lelha e igualmente sobre os
objcctos que coutiverem os mcsraos edificios'
qucr consista em mobilia ou em fazendas de
.qualqu adade.
Estas peonas de difforentos aualidades, sao fa-
bricadas de ano de prata refinada de primeira.-
tempera, e sao applicaveis a lodo o tamanho de |!
lettra. Proco l>ri00 cada eaixa e pennas de onro
pelo mesmo autor com ponta de diamante, que
teera a grande vanlagom de nao estar sujeitas a
crear ferrugem o conservndose bem limpnssfiol
de dura\io infinita, deposito era casa dos Srs. i
Guedes & Goncalves ra da Cacfeia n. 7.
l)r. Carneiro Mouleiro aproveilando da i
proporeo que tem para mais fcilmente
executar << traballios de pari, e acoose-
Ihado pelo feliz resultado que lem oblido
era multiplicados pirtos laboriosos, tem
feito sua especialidade sobre este ramo
para o que poder ser procurado a qual-
quer hora, na ra do Rangel n 16.
Nos.felzes bilheles rubricados pelo abaixo as-
signado foram vendidas as seguintes sorles :
2626 10:0C0j Em 2 quarlos.
2037 4-000 1 mein.
E muitos outros premios do 20(tg, 100.} e 50$
P. J, Lo y me.
Rio de
wraga da Independencia n. 22
Acham-se venda os bilhetes, meios quar-
tos da segunda lotera da matriz de S. Jos da
; cidade do Recite, cuja lista se espera at o dia
13 de agosto prximo vindouro.
Sanios Vieira.
J. Luiz Ribeiro, cx-ajudante do engenheiro
da va forrea do Recifo a S. Francisco, propoe-se
| a demarcar ierras e levantar planta das meslas,
levantar engciiho d'agua a temada e toda e qual-
quer obra hydraulica tendente as mesmas : quem
quizor utilisar do seu presumo, dirija-se u ra
Imperial, casa da viuva de M. J. de S Braga,
n. 67.
Rio de Janeiro.
Praca da Independencia n. 40.
Acham-se exposlos venda os bilhetes da se-
gunda lotera da matriz de S. Jos ie Pernam-
buco, cuja rxlraec.no deve ler sido em 28 de ju-
lho, viudo as listas pelo vapor que aqui se espe-
ra era 13 de agesto.
P. J. Layme.
Luiz Antonio Pinto
de sua saude.
vai ao Ataeaty tratar
Lotera do Rio de Janeiro.
Piimeira lotera da igreja de
N. S. da Conceico de Ara-
caj.
Fo vendida a sorle de 20:000 era miarlos n.
120 na praga da Independencia loja r. 40.
P. J. Layme.
Aluga-te urna boa casa terrea uo S. Jos
do Manguinho. quasi defronte da igreja: trata-
se na ra do Brura n. 16, armazem de Manoel
Jos de S Araujo.
Tendo-se annunciado que os dias de praca
[Diario dePernambuco n. 170 de 24 do correte)
para ser arrematada a escrava Aquilina, perlen-
cenle ao casal da finada D. Mara Rosa d'Assump-
CO, sao os dias 27 e 31 do torrente, e 3 de agos-
to prximo vindouro ; convem e de direitoque
dita escrava estrja prsenle nos mencionados
das, aflm de que os pretendentes possaro ajuizar
do preco a que podero chegar, visto ser o seu
valor de l:6008,prcco pelo qual fui partilhada.
Julio Levy, subdilo francez, retira-se para o
Rio de Janeiro.
O solicitador do juizo declara era resposla
aoannunciodo Sr. Sebastio Jos Gomes Penna,
que a casa da ra da Taima n. 27, erija venda em
praga se tem annunciado, pertencente ao exe-
cutado Jos Ilygino de Miranda, r nao ao dito
Penna, pois que foi por aquelle devedor dada a
penhora, e tem sotao, entretanto que a do dito
Penna nao tom, segundo informan) os olTieiaes do
juizo. Recife, 30 de julho de 1860.
F. X. P. de Brilo.
Aluga se um sitio grande
1
Lices
JOIVS.
9
i

3
ti
V \J t, x-, ,;,
SOCIED.VDE
Instituto Po e Lillcrario.
De ordern do Sr. presidente scientifico aos se-
nsores socios, que amanha, quinta-foira, have-
r sesso do conselho director as 3 horas da lar-
de, depois da qual [as 4 horas] ha ver sesso da
assembla geral, em continuacao da de quinla-
feira passada.
Secretaria do Instituto Pi e Lillcrario 1." de
agosto de 1&60.
a. R. Pimeola.
1.' secretario.
Aluga-se urna criada portugueza
para o servico interno de tima casa de
por saber rozinhar, lavar e engommar ;
na ra do (Jueimado n. loja.
Hotel Trovador.
44Ra larga doRosario44
Aluga-se um quarto no hotel Trovador, milito
bom, bastante arrjado. alumiado a gsz, da-se
tambem comida para fura e recelie-se assignan-
tes, ludo por um mdico preco e cm qualquer
hora acha-se comida prompta ; no mesmo hotel
precisase de dous moloques paraconduzir labo-
leiros.
Desoja-se saber de prenles ou familia de
Joaquitn Jos Pereira de Turros, casado com lo-
sepria Maa Rodrigos, que residiam em Olinda,
pelos annos de 1820 a 18z2, livoram tres lilhos, cousas T^VpeasTtrTTo^iecimeiito pralico do
ura foi para Portugal c -
propria
familia,
a tratar
Aviso aos Ihesourciros e
chefes de ir manda ce
Acl ando-se prximo o lempo de algumas
igrejas feslcarera osseuspadroeiros, Jos Pau-
lino Ja Silva com fabrica de fogosem um terreno
da ra Imperial, avisa a todas as irmandades e
contrarias religiosos, e a quem pessa mais iule-
ressar, que tem effccUvamcnte prompto um gran-
de sorliraento de fogos do ar, tanto com bombas
rr.iuii.is como de bombas roaos, foguetocs para
salvas com bombas extraordinarias, os quaes
vendem-se em gyrandolas ou sollos, conforme o
rosto do comprador, mandando-os couduzire
queimar como cosluma, [ior proco mais barato
Jo que o que se cosluua comprar. Este osla-
bi'loeimcnlo offerece ao comprador muito maioi
vanlagem, nem s pela superioridade 0o fogo
que boje geralmente conhecido, tanto na capi-
tal como no centro, completa eoniniodidade do
proco o promplidno, obrigando-se o 8;inuricianle
por qualquer avaria que possa haver, fa/endoum
abate no proco, quan lo por acaso nao saia como
O afianza, declarando aquellos que os quizor
comprar em gyrandolas ou em broqueis, dove-
ro avisar tres dis antes, se for em quanlidade,
para se preparar e armar, e sendo em pequen?.
porc.no, avisar do vespera ; e para mais facili-
tar ao comprador, no caso de n.io querer ir casa
de sua residencia, poder entenderse no largo
do Panizo com o Sr Jos Pinto de Hagalbies, e
na ru.i Direita. loja de ce^a confronte a sachris-
lia do Tereo du Sr. Diooizio Hylaiin Lopes.
CASI
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIBA leudo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e excellcnles ac-
commodaooes para muito maior numero de hos-
pedesJe novo se recommenda ao favor c lem-
branca dos seus imigos e dos Srs. viajantes que
visitera esla capital; continua a prestar-lhesseus
serviiose bons olficios guiando-os em todas as
Seraphim & Ivmao, com tojas de ouri-
ves na ra do Cabuya ns. 9ell, sorti-
das das mais bellas e delicadas obras de
ouro, piala e pedias preciosas; vendra
barato, trocam e receban para fazer-se
qitaesqitcr joias com presteza, a tonta de
dos pretendentes, e se responsabilisam pe-
las ijiidlidades.
Antonio Joaquim Vidal desoja filiar com os
H'.ms. crs. Jos Antonio Pereira, Joo Francisco
da Costa Barradas, Francisco das Chigas Caval-
canli Pessoa, ou algucm que Ihe porlencer, a
negocio de nossos inleiesses, queiram fazer o
favor procurar-me na loja de ferra{;ens n. 56 A
da ra da Cadeia do Recife, de Vidal & Bastos,
ou aiiiiunciem aoude se Ibes poder fallar.
O consulado suisso incu;nbido pe-
lo enviado extraordinario da confedera
co Suissa, no Rio de Janeiio, com a
missao de tirar um contrato exacto de
todos os aducaos suissos residentes as
provincias deste districto consular, sen-
do as de Pernambuco, Parahyba, Rio
com
excellente casa de vi venda, com todas as
commodidades para familia, no \u
da Caa Forte : a tratar com
prietanos, N.O. Bitber & C.
rgar
os pro-
d primeiras ledras, poruguez, latim, francez e
inglez, em casas particulares : na ra da matriz
da Boa-Vista n. 34.
Pede-se ao Sr. A. F. M. o favor de vir sal-
dar nao s os 50-5 de troca por rolfa de um relo-
gio assim como o importe de miudezas compra-
das na loja d3 boa fama ; se nao saldar os dbi-
tos uestes 4 dias ter de ver seu nome por ex-
tenso e mais alguma cousa ....
No primeiro andar do sobrado da ra das
Cruzes n. 39, das 6 As 8 horas da manha, achar-
se-ha o bom pralo de coseos de niilho para com-
prar, assim camo tambem das 11 horas at o
meio dia o bom pralo de iletria ; vende-se tam-
bem banha muito fina para o cabello.
Na livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia preeisa-se fallar ao Sr. alfe'rcs Thon: Go-
mes Vieira Lima.
Urna prssoa (bogada ha pouco da Europa,
offerecc-se para rozinheiro de qualquer casa : a
tratar no becco do Abren n. \.
Precisi-se de una ama secca : no palco do
Terco n. 26.
O empreitoiro da va-forrea precisa, no en-
genho Setubal, de dousliomens para vigiaren) os
animaos durante a noite ; sendo porm respon-
saveis os mesmos vigas por qualquer furto ou
extravio que haver possa enm os mesmos ani-
maos : offerece a paga de 1S0 por noile a cada
via.
APPfOVAfiO E AlTOBISVC\0
DA
UDElll IMPERIAL tj| RfEQCHA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
nUUEDBP
ELECTRO MAGNTICAS EPISPATCAS
Para scrcm applicadas s paites affectadas
sem resguardo nem incommodo.
O Sr. thosourciro das loteras manda fazer pu-
blico que se achara venda lodos os dias no es-
criptorio das mesmas loteras na ra do Impera-
dor n. 36, c na casa eommissionada pelo mesmo
Sr. thesoureiro na praca da Independa ns. 14 e
16 os bilhetes e meios da quinta parle da quarta
lotera do Gymnasio Pernaiubucano, cujas rodi>s
deverao andar imprcterivelmente no dia sabbado
11 de agosto prximo futuro
Thcsouraria dns loteras 25 de julho de 1860.
O escrivao, J. J/. da Cruz.
IjConsuItorio central homcopalliico|j
ijriftiQJClj6UUiD'v:v^o I
<# Continua sob a mesma direcrao da Ma-
@ noel de Mallos Teixeira Lima," professor @
^ em homeepalhia. As consullas como d'an-
h tes. Z
i CS
| Botica central lionicopalliica 9
IDR. SABIiVO 0, L PUMIO-1
@ Novos medicamcnloshomeopathicos en-et,
x| viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
@ Estes medicamanlos preparados espe-
^ cialmente segundo as necessidades da ho-
@ meopathia no Brasil, vndese pelos pre-
@ eos conhecidos na botica central horneo- s
g pathica, ra de Santo Amaro [Mundo No- !
v) a 6- %
No dia 27 do corrente, pelas 6 horas da t?r-
de, desapparece da ra da Cadeia do Becife ura
burro prelo, carregado com 3 saceos do tarinha :
quera o liver pegado, fara favor leva-lo ao en-
genho Can.assary do Sr. Miguel Augusto de Oll-
veira, a quem pertence. ou nesta praca a Manoel
Ignacio de Oliveira & Filho, no largo do Corpa
Santo n. 17, escriptorio.
M##@@ K9 Kf@;
^ Dr. Augusto Carneiro Monteiro da
Jj Santos, medico operador e parteiro pode ?
ser procurado na casa Je sua residencia @
$ na roa do Rangel n. 16. 8
*>> .r 4> i:? .:, -G '- > '-- <7> o o '\
i
AS CHAPAS MEDICINAESsao muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as pro\ineias
, deste imperio ha mais de il annos, c sao afamadas, pelas boas curas que se tem oblido as enfer-
Grande do Norte e Ceara pede por is- midades abaixo escripias, o que se prova com innmeros alicatados que existen! de pessoas capa-
to a 10 ios os suissos existentes as ditas z" e S^^^ra^M^im^mNm^ ob.crn se urna cura radical e infal.ivel em
provincias de advertirem este consulado Modos os casos de tnflammaeo [cansacoou falta de retpirafo), sejara iuternas ou externas, como
dosseus nornes respectivos, idade, lu- j d. f'Sado bofes, estomago, baco, rins, ulero, peito, palpitado de comeao, garganta, olho's, ery-
Pir nnde nawram dia da rheo-ada I flp,,|as' rneumatismo, paralysia e todas as affeceoes, nervosas, etc.. etc. Igualmente para as dif-
g..r onde nasceram, uia na ciiegada ferentes especies de tumores, como lobinhos, escrfulas etc., soja qual for o seu tamanho e pro-
neste imperio, prOBSiaO e residencia .fundeza, por meio da suppuracao sero radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por
actual. aCOIDVaiihadOS dosseus ttulos ,h*beu fdisl.nctos facullativos
df !f encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
ae- ; fazer as t.ecossarias eiplicacoes, se as chapas sao para homcm, senhora ou cranos, declarando a
ivros docon-^ molestia em que parle di corpo existe, se na cabeca, pescoco, braco, coxa, perna.'p, ou tronco do
corpo, declarando a circumforencia : e sendo inchaVo;s, feridas ou ulceras, o molde do seu tama-
n- i"'10 fm um pedaro depapel e a declaraoao onde existem, afira de aucas chapas possara ser
1 emambuco 2o de julho de I 8G0. j bom applicadas no seu lugar.
O gerente do consulado, F. L nden. Ptle-Se lliantlai*
Nt ra da Saudade, casa de sotao ) As chapassero acompanhadas das comp'etenles'explicaoOcs e tambem de todos os accesso-
rios para a collocacao dolas.
em seu cscripto-
da larde.
accmpanl
respectivos se tiveram, para serem
vidamente registrados nosln
suLdo.
de duas janellas, ha
moleque cosinheiro.
para a.ugar um
os outros Qearam aqu,
chamam se l'ilippe ura, e o oulro Vicente, e for-
maram-se ambos em d'reito : a pessoa que sou-
ber (ara favor dirgtr-se ra do Qucimado n.
18, loja de U. R. de Carvalho.
PBl fllfii: aldra do portugutez c do Bslez falla-se
na casa o hespanliol o francez.
de
Preeisa-se tic urna
ama pura eozinbor e com-
prar para urna pessoa*
0 j'i'u de direito aposentado.'...., e abaixo
assignado, propoe-se [corno ultimo recurso!....
dentro da esphera de suas nabitacoes] exercer
a nobre o sublime proQssio dp 'advocado ou
seja especialmente no fOro e tribunaes destaca-I *
piUl, ou .soja do de qualqu, dos termos e co- lia FUS CSrClta dO KOSaFlO
marcas do provincia. As pessoas que se quize-
rem utilisar de seus traeos nrstimos, o podero
procurar em lodos os dias que nao forera santos,
ou feriados, desde as 9 horas da mauhaa at as T rsa ru'1 da Ca.d?.ia d" '*',? -18; I'"metro
3 di tarde, na casa de sua actual residencia na I ,'",a.r' Prec"-S fallar ao Sr. solicitador Manoel
ra outr'ora do Collogio e boje denominada do Pereiril de Mgalhoes.
Imperador n.i2,e, extraordinariamente, em oulro HACA.
qualquer da c hora : assegurando a lodos qunu-
tnj se dignaron] assim honra-lo e favorecer, nao
s toda diligencia e desvelo no desempen'lio de
tao importantes devores, senao tambera urna il-
limitada gralido. Oulro sim, (permilta-se-lhe
declarar raui explicitamenle) que patrocinar i
w 21, primeiro andar.
Nao tondo havido audiencia do Illm. Sr. Dr.
I juiz dos feilos dafazenda, no dia 26 j tica transferida para a de 2 do prximo me/, de
. agosto, a venda da casa terrea rom solio sita na
ra da Palma n. 27
avahad-i por 2;800#, penho-
a Jos Ilygino de Miranda,
graiis a quem quer riue nao esteja as circuns-
tancias de remunerar seus serviros.
Jos Francisco Arruda da Cmara.
O Dr. Joo Perreira da Silva mudou-seda
ra do ltangel para a do Livraraenlo n. 26, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, defron-
te de sua antiga habilaco. A grande pralica de
auscullaeo reconhecd.i por quasi todos os seus
collegas desta cidade loma-a recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmoes e do cora-
cao ; assim como para verificar o estado de sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
ha feito com bom resultado em o exercicio de
mais de 20 annos, se julga habilitado para prali-
car toda e qualquer operaro cirurgica por mais
delicada e difcultosa que soja.
t DENTISTA FRANCEZ.
; Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
r+ rangoiras 15. Na mesma casa tem agua e *i
T p doiiiico. M
rada pola fazenda
como fiador do ex-colleclor da Boa-Vista Antonio
Geraldo de Carvalho. Recifo 27 de julho de 1850.
G solicitador, V. X. P. de Brilo.
1
%S
ee
n
Dentista de Pars.
15-Rua Nova15
Frederico Gaulier. cirurgio
H
m
i
Hoga-se
aos Srs Jevedores do estabele-
cirnento Jo fallec Jo Josda Silva Pinto, o ob-
S3 y van la n. 25 ou oa rja do Queiraado loja
D. 10.
dentista, /
'j faz todas as oporaeoesda suaarle e col- Og
loca denles artificiaos, ludo com a-supe- ,,:
rioridade e perfoico que as pessoas en- ^
> tendidas Ihe recohecem. a?
{jj! Tem agua e pos denlifricios etc. S
= OSr Francisco Aranha de Souza tem urna
carta no escriptorio de Manoel Joaquim Ramos e
Silva, na ra da Cadeia do Recife
Uoga-seaos Srs. devedores a firma social
Je Leite & Correia em liquidarlo, o obsequio
Je mandar salda seus dbitos na loja da ruado
Oueimado n. 10.
Alerta!!!
r'ugioilo quartelde cavallaria no dia
21 do correte raez, um cavallo alazao,
pequeo, de crinas grand.s e marcado
no quarto esquerdo com on, 23: quem
o ti ver retido em seu poder e mizer ler
a bondade de remette-lo aquelle lugar,
sera* gratificado conscienciosamente.
O abaixo assignado declara ao
publico que desde o dia 15 do corrente
legio do Sr. leronjmo Pereira Villar.
llecife, ndeJullio 1860.
Manoel Francisco Coelho.
Engomma-se e lava-se com per-!
feicSo : na ra das Agoas Verdes n. 96.
gencia dos fabricantes america-
nas Grouver & Itaker,
Machinas de coser: em casa d'i SamuelP.
'olinston & ra da Senzala Nov. n. 52.
jio, que
vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
aulladas das competentes explicares e tambem de to
Consultas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confanos, o
e se achara aberto lodosos dias, sem excepoao, das 9 horas da manha as -2
i9i
Silva i

m
:>
DO PA RTO 119
Prccisa-se de urna ama para casa de homcm
solleiro : na ra Direita n. 61.
Aluga-se o segundo andar d casa n. 55,
na ra do Imperador, tem grande sala de frente
com potlao para ooito, alcatifada e forrada de
papel todo novo, tem 6 bons quartos, sendo 2
com janellas para o oilo, tem boa sala de jan-
lar, cornha e 2 grandes quartos para pretos r.a
sobrecoja, tem cacimba e um pequeo quintal, a
casa est pintada de novo e com aceio preciso :
a fallar com Candido Themaz Pereira Dutra, na
ra de Apollo.
Quem precisar de urna ama que saiba enzi-
nliar e coser de portas adentro, dirija-se a ra
da Cruz n. 18, segundo andar.
Attencao.
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
m na w
Grande e novo sor^jment de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos preeos.
Do-se amostras com penhor.
i1-'
O Dr. Casanova pode ser procurado a
qualquer hora em seu consultorio homeo-
palhico em Pernambuco
30UUA DAS CRUZESEO
No mesmo consultorio acha-se sempre
grande sorlimento de medicamentos em
tinturas o glbulos, os mais noves e bem
preparados, os elementos de hom'opathia
O juiz de paz do 2." districto da froguezia
de Santo Antonio da cidade do Reeile faz ver ao
publico, que elle mudou os dias dai audiencias
do mesmo juizo para as segundas e quintit-foi-
ras a 1 hora da larde, visto que o Dr. juiz de di-
reito docommercio transferio as sua:; audiencias
para as iiuartas feiras
as.1
agg
Sipop du i
DrFORGT
JARABE DO FORGET.
Kste xarope est approvudo pelos mais emim ntes mdicos
Icomo sendo o mellior pura curar constipacoes, losse convulsa
aO'eci;es dos bruaobios, ataques de peito, Triunfes nervosas e insomnolencir.s: urna
pela maiib, e outra noile so sulticieiites.
lempo o doente e o medico.
U dspusili) uo ra larga do Rosario, Mica de Bailholomeo Franeiico de Souza, n.
ile Paris,
e outras,
>:olberada
O licito de>te excelente xaropc satisfaz SO mesmo
16.
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de i saias S
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phaulazia
de cores o
Romeiras de fil de seda preta bordadas $
Visitas de grosdcnaples prelo bordadas
com froco #
i Grosdenaples de cores com quadriuhos
covado 1S200
Dito liso preto e de cores, covado 8
Seda lavrada preta e branca, covado 1S e 39OOO
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros 18500
; Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes 10800O
1 Ditos de ditos de cambraia e seda, corle 16}000
, Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
dioes, vara 1*000
1 Manguitos de cambraia lisos e bordados 9
I Tiras e entremeios bordados s
Maulas de blonde brancas e pretas 5
i Ditas de Ci de linho pretas 9
Chales de seda de todas as cores 9
Lencos de cambraia de linho bordados g
\ Ditos de dita de algodo bordados fi90O
j Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado 9
Casemiras idem idera dem 9
Gollinhas de cambraia a 640
, Chales de touquim brancos 9
| Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualidades 9
i Enfeites de vidrilho francezes pretos 6
de cores 3&500.
I Aberturas para camisa de linho e algo-
I do, brancas e de cores 9
i Saias balo de varias qualidades 6JJOO0 i
Tafet rOxo, covado g500
, Chitas francezas claras e escuras, co-
I do 528OI
, Cassas francezas de cores, vari $500
i Collarinhos de esguio de linho mo-
1 demos $800
Um completo sorlimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos fraccezes finos, forma moderna
Um sorlimento completo de grvalas de
seda de todas as quididades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao brancase de cores
Dilas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivasmuito Boas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Dasde seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par '*
Ditas de seda idem idem
Um sorlimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para senfcoras,
homens e meuincs, de lodas a6 qua-
lidades
Corles de collcte de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda roxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sap'dtinhnsde merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Sclira preto, encarnado e azul, proprio
para forros, cora 4 palmos de largura,
fazendamova covado
Setim liso de todas ascoros covado
Lencos de gorguro de seda pretos
Relogios e obras de ouro
Corles de casemira de cores a
8j>50<<
9
8
9
S
9
S
18601'
832b
18200
2$C0('
icoot
9
9
8
2850
9
25000
18000
18600
9
I
9 1
5JC0O
Quem tivtr direito as casas terreas da ra da
camboa do Carmo n. 3-2, c travessa das Flores n.
27, queir3 dedarar por osle jornal no prazo do
8 dias, ou vir ra do Imperador n. 41, pois es-
tao justas para se comprar.
Aluga-se a loia do sobrado da ra do caes
que segu da casa de delcm.ao ao gazomelro : a
tratar no mesmo sobrado.
Pelo juizo dos feilos da fazeuda provincial
se bao de arrematar em hasta publica, a quem
mais der, os lu n* s< guintcs :
Ca\a casa terrea na ra do Bom Costo n. 19,
froguezia dos logados, com 18 palmos de frente
e50de fundos, com pequeo qumul em aberto,
c cm chaos foreiros, avallada em 509.
Outra dila na mesma ra, com 18 palmos de
frente e50 de fundos, com quintal cm alerto, e
em chaos foreiros, avallada 1 m jog, cujas casas
form peuhoradas por execui;o da fazenda pro-
vincial contra os herdeiros de Joaquim Cactano
da Luz.
Urna casa de taipa na ra de Motocolomb,
froguezia dos Alegados n. 64 A, ci m 25 palmos
de trente e 32 de ecmpiinunto, com cozinba na
sala de dentro, e em chaos foteiros, cm mo es-
tado, avahada em 7('S ; cuja casa foi penhorada
por oxecuco da fazenda provincial contra Jc^i
Alvos.
l'm terreno na Caponga, onde existi a casa n.
41 H, (om -iG 1(2 palmos de frente e 23 ditos c'o
fundo, em aberto, e sem beneficio algum, ava-
llado em 20(18 ; cojo terreno fui penhorado por
exoruco da fazenda provincial contra Justino
Alvos da Costa.
Um terreno no lugar denominado'Baixa Verde,
froguezia da Boa-Vista, onde existi a rasa n. 31
A, a qual tom 62 1|2 palmos de frente e 102 1[2
de fondos, com alguna arvoredoa de fructos e ca-
cimba, cercada pelo norte, e a frente, avahado
rm 20C'8; eujo terreno foi penhorado por execu-
cao da fazenda provincial contra a viuva de Ma-
noel Domingues Moreira.
Urna rasa terrea na ilha do Remedio n. 21,
junto a da do visre.nde de .'uassuna, com 30 pal-
mos de frente e Cl 1|2 de fundos, em solo pro-
cuja
Ra do Brum (passando o chafariz.)
^4o depoiUo deste esta\>e\ccisaeuto sempve \va g?ai\ae sorlimeiilo de me*
cavi'sao paea oseageuliosde assue&v a salser:
*Ia:'i:n$ levapjr mi lernas, deolpe cti-nprido, iconorucas de combustivel, e deSacillimo assento ;
lj las d'agua de ierro com cubos le raideira largas, leves, fortes, e bem balancada';
Gimus de ferro, e portas d'agua ura litas, e serrilhas para rodas de madeita ;
Mjalas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Mjias moeaJas com rodetas motoras >ara g 1a, cavallos, oubois, acunhadas em aguillices dcazs ;
TaiKis de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Par j e bicas para o callo, crivos e portas de ferro para as fornalhas ;
Ala n'jijues de ferro, moinhos de mandioca, Fornos para cozer fai inJia ;
Koletal Jentadas de todos os tamaitos para vapor, agua, cavallos oubois ;
Aguittrfet, bronces e parafusos, arados, eixos e rodas para carrosas, turmas galvanizadas para purga." etc.,etc.
D. W. Bowman confia que'osseus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia tjue elle tem do mechaismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde *" faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica ^^ Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a voatade de cada comprador, e de fa^er os concertos de que podero necessiiar.
prio, sem brmfeilorias, avaliada rm 3:00(l# ;
casa foi penhorada por execucao da fazenda pro-
vincial contra Joo Itapiisla Soares, e hoje per-
lencenle ao Ex.n. visconde de Suassuna.
Urna casa com um pqueno sitio na ra dos
Possos n. 39, com snflicientc commodo para pe-
quena familia, e em nao estado, avaliada a sua
renda annual ira 72$ ; cuja renda foi penhorada
por execucio da fazenda provincial contra os
heideiros de Joo l 1 jt-1a de Souza Ionios.
Um carro de 4 rodas cora todos os srus per-
lences n. 41, em hora estado, avallado em 600$ ;
cujo carro foi penhorado porexecuiao da fazenda
provincial conlra Augusto Ficher."
Os pretendentes comparre/.m as 10 horas di
mauhaa do dia 2 do moz de agosto, na casa das
audieni ias, que a ultima praca.
Leocadia Morena lie .Menclenca e seus tl-
Ihos agradeccm cordialmente a todas as pes-
soas, inclusive lodas as praca do primeiro
balaiho de infantaria da guarda nacional
que voluntariamente composeram a guarda,
que se dignaram assisttr aos ltimos suf-
fragios pela alma de seu mui'presado ilho
e iinio Luiz Francisco Moreira de Mcndon-
ca, e aos que acompanharam o seu corpo
ao cemiterio, e pedem desrulpa as pessoas
de sua amizade que nicamente por cs-
quecimonto deixarara de ser convidadas.
NO
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (par urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,............ 10#000
30 carioes para os ditos banhos lomados era qualquer tempo....... 1515000
,*D,,0S dito dito dito 1 ...... 8000
r u* i 4#000
nannos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos preeos annunciados.
Esto redcelo de procos facilitar ao respeitovel publico o gozo das vantagens que resultsm
da rrequencisdeumesiabeleciraenio de urna utilidade incontestavel, mas que infelizmente nao
estando era nosse* hbitos, anda pouco conhecida e preciada:
Gabinete Porliiguezde
Leilura.
Sao convidados os senhoies rnembros do con-
I seibo deliberativo para se reunirem na sala d.s
t sessoes quinla-feira 2 de agosto, as 6 horas da
larde, para o fim de empossar-se o novo conse-
lho eleito em sesso de 29 do corrente.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
em Pernambuco aos 30 de julho de 1860.
A. B. Nogueira,
1. secretario.
V. Grandin,
RELOJOIRO
agraciado com a medalha de bi'onzc,
na exposicaouniversal de
Paris de 1855,
concerta relogios de lodas as qualidades, princi-
palmente os chronomelros francezes, suissos, in-
glezes, por procos n ui rozoaveis; lamhem ven-
de relogios de ouro e prata, assim como obras de
ouro ; no seu estabelccimento da ra da Cadeia
do Recife o. 10, onde pode ser procurado.
Acha-se justa e contratada a venda da ta-
berna sila no largo do Paraizo n. J8, pertencente
a Custodio Colaco Pereira Jnior ; se alguem se
julgar com direito a impedir este negocio, com-
pareca na mesma taberna, no prazo de 3 dia?.
Recife 28 de julho de 18CO.


(6)

DIARIO DE PEF WAMBUCO. QUINTA FEIRA 2 DE AGOSTO DE 1860.
r
ATTENCJkO.
Na ra do Hospicio n. 32 conlinua-sc o fornc-
cer comida cora muilo accio e promptidao, pelo
barato prrro de 309 mcnsaes, almoeo e janlar pa-
ra uraa (us.soa que chega para duas ; c lodos os
domingos ha mo de vacca.
Preci3a-se de urna ama para cozinhar e
comprar para urna casa de pouca familia : no ar-
mazem du Luiz Aunes defrontc da porla da al-
fa ndega.
Aluga-so na ruado Deslino n.4. um mole-
que cozinheiro, copeiro, e lambem compra.
Olfeiecc-se urna mulhcr para ama de casa
de pouca familia ou de hornera solleiro : a tratar
na ra do l'harol n. 6.
Quem precisar de urna criada, lilha das
Ilhas dos Acores, que ensaboa, engommaeco-
zioha, e faz tojo o servido de casa, dirija-se a ra
da Imperatriz, loja do Sr. Puggi, a tratar com a
mesma.
Kstando em litigio a propriedade do enge-
r.ho These, sita no termo do Bonito, c constando
que alguns moradores tratara de fazerplantacoes
de caf em trras da mesma propriedade, para
que em lempo algum nao possam allegar em seu
favor a ignorancia, o abaixo assignado prolesia
por este annuncio contra tal procedimento.
Manoel Antonio Soares da Fonseca.
Precisa-se de um caixeiro que tenha prati-
ca de taberna e d fiador a sua conducta : a tra-
tar na travessa do paleo do Paraizo n. 16.
Agencia de passaporle e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passado para den-
tro c fra do imperio porcommodo preco e pres-
teza ; ua roa a Praia, primeiro andar n. 47.
O abaixo assiguado, encarregado da desin-
' :,"io como deve constar aos senhores inspeclo-
tes de quarteiro, pela circular do Illm. Sr. Dr.
chele de polica aos senhores subdelegados, a
qual dalaJa de 10 do maio corrcule, faz scien-
le aos senhores inspectores, que logo que se dc-
rem casos de angina, escarlatina e ouiras moles-
tias que grassam epidmicamente, aviscm ao
mesmo abaixo a.ssiguadu para mandar proceder
5 d'siufecco como por ordem superior foi deter-
minado.Jos da Piocha Paranhos.
Alugam-se 2 escravos para qualquer servi-
co, o liante o dia someute : na ra do Seve, casa
terrea junto ao sobrado de cinco varandas.e vizi-
r.ho agrande casa que se est fazendo para o
Cvmnasio Provincial.
Compras.
Compra-se escravos de ambos os sexos de 12
a25 anuos, para fra da provincia, se liverem boa
finir o forem sadios/paga-sc bem : na ra Di-
i i; i, no escriptorio de Francisco Malinas Pereira
da Costa n. C6.
4 Compram-se quaesquer numero
do Diario de Pcrnambuco de 1823 a
1833, cstejam ou nao certas as c leo
QOei ou faltem nmeros : na livraria n.
(i e 8 da praca da Independencia.
Compra-se ouro em moedas de 20g brasi-
lcirap, e 169 portoguezas : no psi-riplorio de Ma-
noel Ignacio de Oliveira & Filho no largo do Cor-
- mo.
_ Compra-se un escravo de meia idade que
nao tenha vicios e achaque, e que sirva para o
S n o cuerno do urna casa de familia aira-
Na taberna sita na ra da
Imperatriz n. 2,
vende-se fumo novo deGararhuns, em rolos ou
a rela-lho. bem como loda a qualidade de gene-
ros, ludo por precos mais baratos que em outra
qualquer parte.
Vende-se um escravo de meia idade, ro-
busto, de boa conducta, bom para qualquer ser-
vico de casa ou campo ; na praca da Boa-Vista,
botica n. 22.
Camisas inglezas de algodao
riscado.
Na ra da Madre de Dos, loja n. 36 A, ven-
dem-se camisas inglezas de algodao riscado tran-
cado, muito grandes e de superior fazenda, pro-
prias para escravos a lj$500 cada urna.
Vende-se um moleque moco de bonita figu-
ra, ptimo serrador e canoeiro :"a tratar na ser-
rara da ra da Praia n. 5'J.
Vende-se um violo cora um melhodo de
Carulle ; na ra da Imperatriz n. 60, loja.
Armaco.

Vende-se urna armaco com pouco uso, serve
para deposito de massas, e lem balcao de araa-
rello ; lambem se vende urna balanca de colum-
na de lalao, propria para botica eoutro qualquer
elabelecimcnlo ; na ra di Imperatriz n. 82.
Vende-se verdadeiro coral de raiz, na ra lar-
ga do Rosario, passando a botica, a segunda loja
de miudezas n 33, rap de Lisboa, e muitas
mais qualidades de rap ; assim como muitas
miudezas muilo em cotila ; c s vista do com-
prador se dir o preco de ludo.
Cheguem ao barato
O Pregui.;a est queimanJo, em sua loja na
ra do Queimado n. 2.
Pecas de bretanha de rolo cora 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cal-
5a, collete e palitots a 9G0 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparent muito fina a 35, 49, f>,
e 69 a pec,a, dita tapada, com 10 varas a 59
69 a peca, chitas largas de molernos e escollados
jtadrdea a 240, 260 e 280 rs. o covado, riqu-
simos chales de merino eslampado a ?J> e 89
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 99 cadi um, ditos com urna s pal-
ma, muito finos a 89500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 59, lenc.es de cassa com barra a
100, 120 e 160 oda um, meias muito finas pa-
ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidade
a 39 e 3*500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberu a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5$900 a poja, e a 160 rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1,
19200 e 19600 a vara, dito preto muilo encor-
pado a 19500 a vara, brilhantina azul a dOO, rs.
ocovaJo, alpacas de difiranles cores a 360 rs. o
covado, cesemiras pretas finas a 29500, 39 e
39500 o covado, cambija preta e de salpicos a
m nova
Loja de miudezas na ra
vendem-se Lias para bordar da mais fina que ha
a 795OO a libra, lvas de 3Jda enfeitadas parae-
nhora a 29, ditas de algodao para hornera a 320,
nonecas de choro a 440, 500. 640 e 800 rs., bo-
tdes de osso a 240 a groza, ditos brancos do louca
a 140, ditos de cores a 160, bolsas pira meninas
de escola a 59500 e 69, tesouras finas a 1S e
2g800. facas oitavadas a 2,-f80, ditas cravada3 a
35, ditas de cabo de bataneo, dous botoes.a 69500,1;
a.duia, caivetes finos a 1J600, ditos a 29800,'
grozas de penna de ajo da lanca a 19200, ditas
de maozinha a 19100. tinte iros proprios para via-j
gera a 320, obreias de col 1 .1 100 rs., resmas de
papel de quadrinbos a 4ffc00, caixinhas de papel
sortidas em cores a 1$, litas de quadrinrios a
800 rs., fo'has de papel ai rendado e anvelopes fl
210, ditas com flores a 1i*>0, penles de alisar de
baleia a 210 e 280, ditos de borracha para bichos
a 440, ditos truvessos par: meninas a 640, ditos
de massa para atar cabello a 900 rs., ditos vira-
dos a imitacao de tartaruga algCOO, ditos doura-
dos alg800,' ditos de alisar de borracha a 600 rs.,
ditos de bfalo branco paia bichos a 280, ditos 1
1 para alisar a 500 rs., linha do gaz branca a 800 e !
lj, dita preta a 900 rs., m'ada de linha de peso
a 120, linha para marca a 20 rs., fitas com col-
cheles a 500 rs. a vara, pega de galao de linho
cora 10 varas a 19500, dito de bico com 10 varas
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para Tender era
leu armazera, na praca do Corpo Santo d. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres.
muilo DroDrios Dar este clima.
jPechincha sem igual!
C7" Vendem-se superiores camisas de
fusliio edilas de madapolao muito fino a
2.', cortes de casemira ingleza de quadri-
nbos de superior qualidade a 4ft530 e 59,
cuteles feios de gorgorito de seda e ditos
de fusto a 39500 e 4i>, calcas de brim de
cor a 4J. cortes de superior barege de se-
da a 209 e as modernas victorias de al-
paca de seda para vestidos de senhora a
700 rs. o covado, lambem se vende saias
balo muito boas de mueselina e ditas de
madapolao a 4$500e 5$, gollinhas de li-
nho a 640 rs., de todas estas fazendas
existe uraa pequea porcao que se vende
por este preco para acabar : na loja de
Augusto & Prdigao ra da Cideia do Re- |
cife n. 23 3|
mwssmms ase msmsmtm$m%
Arados americanos e machinas
a 600, 800. 19 e IglO, dnasde renda a 600, 800. Daia lavar rouna em pata Hp 5 P !.
900 e 19300, babados do Porto a 120, 140 e 180, f ""rroupa.cm casa de S>. V. Jo-
avara, pecas de tranca de a de caroc a 60 rs., I hnston & C. ra daSenzalan. 42.
fitas de seda lavrada de largura de 5 dedos cora
pinta de mofo a 320. ditas linas a 6S0 a vara, cai- !
REMEDIO INCUMPAKAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacftos po-
dem testeraunharas virtudes desle remedio in-
comparavel e prorar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo c mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdessascura maravilhosas
pela lelura dos peridicos, que lb'as relatam
lodos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
della sao to sor prendentes que admirara os
medico mais celebres. Quanlas pessoas reco.
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer 1
amputacaol Dellas ha muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
subraetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, medante ousodesse
preciosoremedio. Alguraas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
te resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti.
carem suafirraaliva.
Ninguem desesperara do estsdo de saudc sa
livesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindoalgum tempo o
menlratatoquenecessitasse a nalurezd domi.
cujo resultado seria prova rincontestavelmenle
Oue tudo cura.
Ounguealo e atil, mais particu-
larmente nos sesuintes casos.
xinha com grampas a 60 r?., loucadores de Jaca-
randa 9 2960O, ditos a 39200 e 4g. vlsporas a 900
rs., cartas finas porluguezis a 29700, ditas finas
francezas a 2g800e 3J800 a duzia, anvelope sor-
lido em cores a 19280, lanparinas para Ires me-
zes a 60 rs., dilas para seis mezes a 100 rs., sa-
patinhos do merino prop'ios para baptisados a
1g200, borzeguins de lia a 800 e 900 rs., ataca-
dores chatos de algodao a 60 rs., dilos rolicos a
100 rs gravatinhas a Tinaud ? 19100. .
Alcatifa.
Campos & Lima, na ra do Crespo n.
16, tem para vender alcatifa com 4 pal-
mos de largura de muilo boa qualidade
e propria para alcatifar, salas e igrejas a
800 rs. o covado, dinheiro a vista.
(hilas
1 1 roa do caes que segu da casa de deten- 500 rs. a vara, e oulras nimias fazendas une se
cao ao gasmetro, na casa assobradada fc'nar- f.r nni*ni an mmnr,j, a a* 1 j -
gera do rio. tara patente ao comprador, e da todas se darao
gera
_ Compra-se um sobrado
lo a dous andares e sotao, sendo em boa ra da
freguezia de Santo Antonio, e tendo sufBcientes
commodose quintal trata-se na ruado Lam-
nenlo n.29, segundo andar.
Coiii])ram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e trocam-se escra-
v -, na ra do Imperador n.-79, primeiro andar.
de um andar c so-1 mosiras com penlir.
Vendas.
N iode-sc 1101 escravo perito cozinheiro
:.. de bonita Ggura c boa conducta, d-se a
alo ; na ra larga do Rosario n. 2 i, segn-

w^-
Loja de oarmore,
Ra Nova.
? reguezeseao publico em geral, que re-
ibi'ndo por lodos os paquetes fazendas
',1 i-, moda*, acabara de receber entre niui- S'
los artigos o seguinte :
\eude-sc;uma negra fula, bonita figura,
mo.;3, cozinba, engomma soTrivelniente e costu-
ra, c lavadeira, e quem a comprar se dir o mo-
tivo por qu se vende : na ra do Brum n. 16, ar-
mazem de Manoel Jos de Si Araujo.
para engento
Fundi^o de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
; tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerla-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
largas, francezas, riquis-
simos padrocs, a 240
rs. o covado,
leudo entre ellas miudinhas, c de quadros, de
mni lindo gosto ; na ra do Queimado, loja n.
18 A, esquina que volla pira a ra estreila do
Rosario.
Bolinas de Mili.
A 13$000
o par do bolinas para homem, sendo de pcllrca,
cord#ve, bezerro, e de pellica gaspiado dt-cou-
ro de lustre : na la do Crespo, loja amarea
numero 8.
Grande peeliincha.
Para acabar.
Covado a 200, e 200 rs.
No armazera da ru.rdo Queimado n. 19, ven-
de-se chiti. franceza Cua, cores fuas, a 200 rs. o i
covado, cambraia miudinha a 20b rs. o covado ; I *
por a fazenda ser muito barata nao se dao amos- \ \
tras ; venham antes que se acabem.
JEm casa de Rabe Sclmettan & \
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Ilamburgo.
i\ovas sementcs de hor-
talice,
rindas no vapor Portugal chegado este moz:
vende-sa naloja de ferragens na ra da Cadeia do
Recife n. 5G A, de Vidal e; Pastos.
PotassadaRossia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de uperior qualidade, assim como lambem
cal virgem em pedra: tudo uor Breos muito
razoaveis
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res.
Cortaduras.
Uores de cabeca.
-Jseoslas.
dos membros.
tuferrnidades da cutis
em|eral.
Dilas do anus.
Erupces e escorbti-
cas.
Fislulasno abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchacoes
Inflammaeo doflgado.
Iuflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Qucimadelas.
Sania
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
GRANDE SORTIMENTO
i'i
Fazendas e obras feilasj
iGes&BastoJ
KA
e armazem
DE
Vende-se este ungento no estabecimento
goralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, llavana c llespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contem
urna instrucc,o era prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pliarmaceutico, na tua da Crun. 22. em Per-
uambuao.
I Champanha. I
9 Campos & Lima, na ra do Crespo n. J>?
^& 16, lera para vender urna porc.o de gi- ^
ff gos com champanha de superior quali- ^
ajfe dade a 209 o gigo. j^
Vestidos ricos de blonl para casamento.
Ditos de gorgurao de cores, tecidos com
velludo em alto relevo=a du'qucza de
Comberland.
Hilos brancos bordados para soire.
Ditos ditos de cambraia.
Ditos de cores de phantasia.
Ditos de cores de moirantique.
manteletes, chales ronds o peregrinas
de velludo egrosdenaple prelos.
Rournus de cachemira de cores e de se- |
da de cores. *>
Bedouines para sabida de thealro. al
ij liapelinasde palha de Italia e seda. gp
H Calcado para senhora do afamado abri- ^
rS "cante Jolly. J^
j^ Dito para meninos. ^g
{ Casavcqno de l para meninos de ambos c
%gi os sexos 9|


rio
Neste armazem de molhados con-
tinua-se a vender osseguintes gneros abaixo mencianados de superiores quelidades e mais barato
-a quilquer parte, por serem a maior parle delles recebidos em direitura por conta
. muilo ndvos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de lf700 a 3J: e a vista do gasto
d > n. loja em trente ao Preguica, recebeu co-11"^ o freguez zer se far mais algum abalimeulo. I
Novo gosto.
Francisco Pereira da Silva na ra do Queima-
i n. 9, loja em frente ao Preguiea, recebeu co-
1 : las de novos padroes e vende a' 2J cada urna.
Aos amantes da
boa funiaca.
i
Na ra do Cabug n. 2P>, ha um grande e va-
riado sorlimenlo de charutos, sendo os afamados
lanceiros, suspiros, saudades, havaneiros, gua-
nabara etc., pelo diminuto preco de. 2$500 por
cada caixinba conlendo 50 charutos.
Sapatos de mar-
roquim.
lia um grande e variado sorlimente desla fa-
zenda que se vende por diminuto preco, por
sdrem um pouco anligos.
Contra a gonorrhea.
Injec^o Brou.
Em 6 dias de tratamenlo, as vezes mais tarde,
muitas mais cedo, se obtem urna cura segura sem
haver necessidade de recorrer ao emprego de
lodas essas prepararles monstruosas de que a
copahiba e as cobobas formam a base, as quacs
sao muitas vezes perigasas e sempre nojenlas ;
vende-se a 55 o frasco : na praca di Independen-
cia n. 22.
Vende-so um terreno cora um telheiro no
fundo : a tratar no Campo Verde, na segunda ta-
berna.
Allencao a pechincha pa-
ra acabar.
Carne salgada ingleza e americana a
160 rs a libra, e toucinbo americano
piimcira qualidade a 200 rs. a libra e
alli inca-se a qualidade tanto de urna
como de outra e se pode procurar des-
de as G horas da manbaa ate as 8 horas
da noile, de ve durar pouco pelo barato
preqo'que se vendef no armazem de
Andre de Abreu Porto, na ra do Tra-
piche Novo n. 14.
dos proprietarios.
Manlciga ingleza c franccia
perfeilamente flora mais nova que tem viudo ao mercado de 60 a
se far algum abatimenlo.
800 rs. a libra e cm barril
QacVJos \amci\gos
Qucjo prato
os mais novos que exislem no mercado a 1 a libra, em porgo se far. abatimenlo.
A.n\eix.as vaucezas
em 1Qlaor.(le'1 1'21ibra Por 13500 rs., e era campoteiras de vidro conlendo cada urna 3 libra
por ovpUUO.
Muslavda ingleza e raneeza
em frascos a 650 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
VerAadeiros figos de comadre
tu caixinhas de 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a lj600 rs.
Biaeninha ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4$.
Potes vid vados
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1$000 rs. cade um.
Xmcndoas coneitadas pvopvias para sortes
de S Joao
a 13 a libra e em frasquinhos, conlendo 1 lt2 libra po: 2$.
Cn preto, byson e pcrola
os melhores que ha neste mercado de 1^600, 2^ e 2j)500 a libra.
Macas em caixinlias de 8 libras
conlendo cada urna differenles qualidades a 4^500.
Palitos de denles lidiados
em molhos cam 20 macinhos cada um por 200 rs.
TCiJoio vancez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e Vvancczas
era latas e em frascos deSiiffercntes qualidades.
Presuntos, cnonri^as e paios
o mais novo que lia neste genero a 480, 60 e 720 rs. a libra.
"Latas de hoiaeiiinna de soda
de differenles qualidades a 1#600 em porco se far algum abatimento.
Tambera vendem-se os seguintes gneros tudo recentemente chegado e de uperio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maQa de tomate, pera secca, passs, fruclas em calda, amendoas, nozes frascos
com amendoas coberlas, contentes, paslhas de varias qualidades, vinagre branco Bnrdeaux'proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidads.gom-
ma muito fina, ervilhas francezas,champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermacetebarato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeiledoce purificado,azei-=
louas muilo novas, banha de porco refinada e outros muito gneros que encoolrarfio tendentes a
molhados,por isso promeltem os proprietarios venderem por muito menos do queoutroqualquer,
prometem mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco praticas como
e viessem pessoalraente ; rogam tambem a lodos os saohores de engenho e senhores lavradoies
queiram mandar suas encomraendas no armazem Progresso que se lhes affianca a boa qualidade e
o acoadiciouamento
Na ra do Queiitiad) n. s
40, frente ainarella.
Grande e variado sortimento de sobre- y
casacas e casacas de pannos finos pretcs raa
o de cores a 289. 30j e 35^, palctots dos g
mnsmos pannos prelos e de cores a 28j, ci#
20J 225 e 253, ditos de casemira msela- 3p
dos de superior gosto a 163 e 185, ditos ffl
das mesmas casemiras saceos modelo $
inglez 105,125, 14 e 15. ditos de al- <3
paca preta fina siccos a 45, ditos sobre- v
casa tambera de alpaca a 7$, 83 e 9-5, di- $
tos de merino selim a tOj, ditos de me- O
| ri de cordao a 93. calcas pretas das %.
* mesmas fazendas a 55 e 6, colleles pa- 3>
6 ra luto da mesma fazenda, palctots de M
2 brim trancado a 53, dilos pardos e de
6 fustao a 4 e 5$, calcas de casemira de
cor e pretas a 75, 85] 93 o 10, ditos das
^ mesmas casemiras para menino a 63, 7-5
5 e 88, ditos de brim para homem a 85,
' 355OO. 49 e 53, ditos brancos finos a 55,
i CjJ e 79, ditos de meia casemira a 45 e
6 55, colletes de casemiras preta e de co-
l res a 53, e 65, ditos de gorgurao de seda
g brancos e de cores a 55 e 63. dilos de
i velludo prelo e de cores a 93 e 108, ditos
l de brim branco e de cor a38, 33500 e49,
5 palitots de panno fino para menino a
l 158. I69 e 188, ditos de casemira de cor
; a 73, 8 e 9, ditos de alpaca a 3o e 33500,
e sobrecasacas de alpaca tambera pa.-a me-
J nio a 58 e 65, camisas para os raesmos
l de cores c brancas a duzia 153,1W e 208,
\ meias crues e pintadas para menino de
todos os lmannos, calcas de brim para
os mesraos a J3500 e 35, colarinho de li-
nho a 69000 a duzia, toalhas de linho pa-
ra mos a 900 rs. cala urna, casaveques
de cambraia muito fina e modernos pelo
diminuto preco de 129, chapeos com abas
de lustre a 58, camisas para homem de
todas as qualidades, seroulas para ho-
mera a I65, 205 e 259 a duzia'vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaquela e coletos ludo por 108, co- j
j| bertas de fusto a 69, toalhas de linho ^
g para mesa grande a 7-9 e 89. camisas in- tf*
j| glezas novaraeute chegada a 363 a duzia. %
Na fabrica de caldeirciro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabo, e na ra Nova, loja de
Fazendas finas e
roupa feit.
Augusto & Prdigao.
Com loja na ra da Cadeia do Recife n. 23
vendem e dao amostras as seguintes fazendas :
Cortea de vestidos de seda prelos e decores.
J 'Cortes de dilos de barege, de larlalana e dega-
K I ze de seda.
y Cambraias de cores, brancas e organdys.
^ j Anjuiuhas para saias, saias balao, de' clina, ma-
>| dapolao e bordadas.
Lencos de labyrinlho do Aracalv e francezes
I Chapeos amazonas de palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Eofeites de troco, de vidrilho e de flores.
Penles de tartaruga, imperatriz e outros goslos.
Manguitos e golas, ponto ingiez, francez e mis-
san ga.
Vestuarios de fustao, de la e de seda para
enanca.
Manteletes, taimas e pelerinas de differenles qua-
lidades.
Chales de touquim, de merino e de la de ponta
redonda.
I.uvasde pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de bload, mantas de dilo, capellas e
flores solas.
Sinluroi's, camisas de linho e esparlilhos para
senhora.
Perfumaras finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e palelots de panno prelo
e de cor.
Palctots de alpaca, de seda e do linho.
Calcas de casemira de cor, pretas e de brim.
! Camisas de madapolao, de linho inglez e de laa.
I Seroulas de linho e de meia.
Malas, siccos,apelreixos para viagem.
Chancas para iuvernos, botinas de Meli e oulros
fabiicanles.
Chapeos do Chyli, de massa e de feltro para ho-
mem.
Charutos manilha. havana Rio de Janeiro e
Babia.
Amendoas coneitadas para sor-
45--Ra Direila-45
Esteestabelecimento oTerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por -
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaes. .... 10#000
Ditos aristocrtico...... 9#000
Ditos burguezes........ 7#000
Ditos democrticos...... 6.S000
Meio borzeguins patente. 600
Sapa toes nobreza....... 6#()00
Ditos infantes....., 5#000
Ditos de linha (o 1|2 bateras). G6'000
Ditos fragata (sola dupla). 5$000'
Sapatos de salto (do tom). 6000
Ditos de petimetre...... 5,<000
Ditos bailadnos....... 5,S'500
Ditos impermeaveis...... 2.S500
Senhora.
Borzeguins primeira" classe(sal-
to de epiebrar)........5$000,
Ditos de segunda ciarse (quebra
cambada). ..,...,. $800
Ditos todos de merino (salto
dengoso).........4i'")00
Meninos e meninas.
Sapatoes de forra. ...... -ii'000
Ditos de arranca........ 5^500 <
Boizeguins resistencia-i^' e 5s800
L0JAD0V4P0R-
Grande e varalo sortimento de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas finas c perfumaras,
ludo por menos do que em outras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOTVAY. -
PI LULAS HOLLWOYA.
Este lnestimavel especifico, composlo Inteira-
mente de berras medicinaos, nao contm mercu-
rio, neto alguma outra substancia delecteria.Be
nignoraais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ; '
inteiramente innocente em suas operaces e ef\
feitos; pois busca e remove as do.en.p3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e ienazes
queseiara.
Eutrc railhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios. *
As mais afflictas nao. devem entregar-se a de-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
edicazes effeilos desta assombrosa medicina, e
prestesrecuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo era tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
(
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(raalde).
Asthraa.
Clicas
Conrulses.
Debilidade ou extenua-
{o.
Debilidade ou falta de
foreas para qualquer
censa.
Oysinteria.
l)or de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
I>|las no ligado.
!)iias venreas,
^"xaqueca
Herysipela.
pebra biliosas
Pebret intermtente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesa. ,
Ictericia.
Indigestos.
Iiiflammaces.
Ir r eg u la ridades
menstruacao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucfo de vertre *
Phlysica ou consucp
pulmn ar.
Retencao de ourii.
Rheuraatismo.
Symptomas gocunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (nial).
5 V ^J L"??,t.?!?ao-dA?.1,f|te de S. Antonio, S. J0S0 e S. Pedro e
tambem pora presentes az$o frasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, ra
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto preco de 140 is. a libra.
Sabao do deposito do Rio
de Janeiro.
Vendem por preco mdico, Almeida Gomes,
Alves & C. na ra da Crdz n. 27.
Grande pechincha
Cassas muito finas francezas, covado a 240 rs.,
assim como chitas francezas a 200, 240 e200 rs.:
na ra do Queimado n. 44 ; a ellas, que se
acaban.
Vendem-se essencias para tirar nodoas de
gordura, cra, etc., etc., em panos de 15a, sedas,
sem alterar a cor nem o tecido : na loja de ca-
bos, no largo do Corpo Santo n 21, esquina da
ra do Encantamento.
ende-sel
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas,
Biscoutos.
Emcasa de Arkwight &. C, ruada
Cruz n. 61.
Vendem-se
Relogios de enro.)n .
SelliBsinglezes.. .(Patente.
No escriptorio do agente Oliveira.
Urna casa terrea com
sotao.
Vende-se urna casa torrea em chaos proprios,
sita em Fra de Portas, lado da mar grande,
na do Pilar n 53 : a tratar na ra do Brum o.
16, armazem de Manoel Jos de S Araujo.
da Cadeia do Recife n. 48.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigaro n. 3, um bellosorlimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinlio com M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
*ros, chegado da Europa, as garrafas ou as ch-
andas na ra larga do Rosario n. 36
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 c. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous :aval-
os. e relogios d'ouro patente inalezes
Vasos, figuras, pinhas e
globos de louca para
jardimeportes.
Vendem-se por preco commodo, na ra do A-
morim n. 41.
Para liquidar.
Na loja que foi de Claudiano Oliveira
a ra da Cadeia do Recife n. 55, ven-
de-se upn Jas de muito bom gosto e por
menos de 8euglo para lqiJYdar-se, os
treguezes encontrar um bello sorti-
mento do que bom e t>*. Vendem-se estas pilulas no estabelecimenlo *
eral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sal, Havana e Hespanha.
Veudem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, coHtem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22. em Per-
Tamb o-
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguinte medica-
mentos :
Rob L'AtTecteur.
Pilulas contra sezoes. ,*
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway. ,
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas
12Iibras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
Pro. o
Vendem-se libras sterlinas, em
casa deN. O. Bieber& C. : ra da Cruz
n. 4. \
*cc c^E*ct^raiocj5CJciO'A
i
i
i
Seguro coaira Fogo
COMPAKHIA
LONDRES
AGENTES
|G J. Astley & Conipanhia.
5
e
para
6
i Vende-se
| Formas de ferro
purgar assucar.
I Enchadas de ferro.
| Ferro sueco.
I Ac de Trieste.
S Estanho em barra.
| Pregos de composico.
Brim de vela.
! Agurdente de Franca,
I Palhinhaparamarcineiro:5
I no armazem de C. J. As-a
| tley A C. |
?* oeoemo ;?;
Vendem-se carneiros gordos e baratos; na
ra do Cotovello, padaria do leo do norte.
t
-T"


DIARIO DE PERNAMBL'CO. QUINTA FEIRA 2 DE AGOSTO DE 1860.
DE
eiLQi'fi&sri i fnmm si utm.
Sita na na Imperial a 118 e 120 juato a fabrica de sabo.
DE
SebasUo J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
,, qftLcslo^b,t'1-Cm,Cnl.haiSe?pre ProP10,3 alambiques de cobre de d.lTerentrs'dimencoes
(de 300 a 3:0005) simples e dobrados.para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contino
para resillar e desti1"
melhore!
de todas as unm;"'., perome. e repucno tamo ae cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze deicdas as dinqencdeseitiopara alambiques, lauques ele, parafusos de brouzc e
ferro para rodas d agua,portas para fornalhas e envos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
i-ja o:iiuu?| simpu-s e uuurauos, para oesuiar agurdente, aparelhos destilatorios contno
sillar c destilar espinlos coin graduagao at 40 graos (pela graduacao deSellon Cartieri dos
res systcmas boje approvados e conhecidos nesta e utras provincias do impario bombas
as as dimensoes, esperantes ede repudio tanto de cobre como de bronze e ferro torneiras
part
e pa
ro na
e.deseniprnhandose toda e qualquer encommenda com presteza e peieicao ja conhecida
ra corniiiodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acha-
na ra .\ova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommeudas
Trapiche de depsitos, al- ^lillllii|ll||li||||-||pnppipipit^
(*>
?f/ftr\
335*3
3BB&8
Largo da assemlila
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijao mulatinho milito novo com 6 al-
queires, ariuha de mandioca de diversas quali-
dades, niilho, trelo superior em saceos muilo
graudes, arroz do Maranho, cera de carnauba,
couriuhos curtidos, sola e palhade carnauba, tu- 3S$
GRANDE ARMAZEM
do por precos eommodos e em grandes porcoes
ou a retalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
UKICA VERDADEIRA. E LEGI
TIMA.
ggs
S33
^2773)
S>3
Ra Nova n. 47, junio a groja da Con-
ceicdo dos Militares.
Acha-se na direcoao da oflicina deste acreditado
;K4Ss
arraozcm o hbil S^SSs ,
Grammacaingle-
za de Ollendorff.
Novo metliodo para aprender a 1er,
a cscrever e a fallar inglez cid C mezes,
. obra nteiramente nova, para uso de
i<|$c i todos os estabelecimentos de insti uccao,
%< [ pblicos e particulares. Vende-fe na
g|g j praea de Pedro II (antigo largo do Col-
V&S legio) n. 37, segundo andap.
85 aitista Francisco de ssis Avcllar^antigo conlra-mC7trc" dTf.dleddo S
Manoel Jos Ferreira. O respeitavel publico continuara
'cobertos edeseobertos, pequeos e grandes, do
encon- gggs oufo Patente ingles, para homem o senhora,
ik<$ dc um uOS melhores fabricantes de Liverpool,
g| trar em dito armazem um grande e variado sortimento de roanas
Sgg^g teitas, como sejam : casacas, sobrecasacas, fraques, paletots de panno 555- : o,nd.?s R6.1.0 ,,!llimo l"* inglez : em casa do
gg| lino, ditos de casemira de cores, de merm, bombazina alpaca preta SIS
|g e decores, ditos de brim de l.nho branco, pardo e de res. Lh-^ m
SALSA BARRILIIA
DE
J85
le cures, calca*-.
^ de casemira preta ede cores, ditas de merino, de princesa, de brins f
g| P^do, brancoe de cores, collttes de velludo preto e decores, ditosde I
33S f??rffurao, ditos de setimpreto e branco, ditosde merino para lut.
3m ditos de fusto branco ede cores, paletots, casacas, aquetas, calca
S! e collietes Pai'a meninos de a 12 annos, camisas, seroulas. chapeo
^ e gravatas pretas e de cores, libres par* criados, i'ard
g*f a guard* nacional da capital e do interior.

lamentos
uto
s
peos
Para K<
v<4
Soulhall Mellon C
Admiraveis remedies
i v americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
com esles remedios. Sao tres medicamentos com
Fazcndasporbaixos procos Graixa em beeips esebo
Ra do Queimado, loja
de i portas n. 10.
Aiiula restam algumas fazendas para concluir
a liquidadlo da linna de Leile Correia, asquses
se venden) por diminuto prego, sendo entre ou-
tras as seguales:
J Chitas de cures escuras e claras, o cuvado
a 100 rs.
Ditas largas, francesas, linas, a 240 e 2C0.
Riscados trancezesde cores Qxas a 200 is.
Cassasde cores, bous padrdes, a 240.
Brim delinho de quadros, covado, a 160 rs.
H; un trancado branco de linlio muitobom, va-
a, a l;i i 0.
C irles de calca de raeia cascmjra a 2$.
. Ditos de dita de casemira dc cores a ";;*.
rtiiiio pelo fino a :l e it*.
I as de cores, finas, para homem, duziaa
1800.
Gravatas de seda de cores e pretas a 1J.
M lias lir.uicas linas para senlioia a ;i.
Hilas ditas muilo finas a 4$.
is cruas finas para hornera a -i.
Cortes de colletesde gorgurao de seda a 2.*.
Cambraia lisa Qna transparente, peca, a ig.
Seda pela lavrada para, vestido a ljGO e '2$
le vestido de seda preta lavrada a IG9
jos de chita a 100 rs.
Laa de [adros para vestido, covado, a 5G0.
Peitos para camisa, um, :.!20.
Chitafranceza moderna, lingindo seda, corada
0 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
ais tos para senhora a GO rs.
5 bordadas finas a 2g500.
1 ilhas de linho para mesa a 2.3 e 4.
Camisas de meia,uma G!0rs.
Len s le seda para pescoco de senhora o
cado New Yoik, aegam-se obrigados a prevenir ^
o resdtilavel publico para desconfiar de ahumas
~~r>~ **" 1 lenucs n.laroes da Salsa Pairilba de Bristol,I
"l j!1en.e..!?_M8,.??-??!?6es e a r,lal)l -' na que hojflse vende neslo imperio, declarando a
todos que sao elles os un os proprielarios da re-
caita do Dr. Bristol,tendo-llie comprado no an-
no (16 1856.
Casa nenbuma mais ou pessoa alguma lem
Idireito de fabricar a salsa pairilhadeBrislol, por-
I que o segredo de sua preparado acha-se so'men-
fl 0>UUU. le em poder d<_s referidos Lanman A Keinp.
Para evitar engaos comde.'apreciaveisconibi-
nagoes de drogas pernicio as,as peBSOu que qu-
das de Itayindo Ca'r" zerem c.omPrar o verdadciio devem bem observar
los Leile i Irmao, ra os seguintes signaes, sem os quaes qualquer ou-
da lmperalriz n. 10. ira preparaca falsa;
1* O envoltorio de fora est gravado dc um la-
do sob urna chapa de ac, Irazendo ao p as se- \
guiles palavras :
ra do Brum n. 1G, armazem.
Ferros de en-
gommar
econmicos
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
Progresso na cidatle dt Vicloria
DE
Francisco Xaxier de Salios Cavalcante de Almeida
NO
As melliores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wbeeler &Wilson
Cura lodasas enfermidadesescropluilosas.chrc-
I nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de maca
humores, purifica o saogae, renova o systema;
promplo o radicalmenle cura, escrophulas.vene-
;reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeccoes do figado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes*
molestias d'olhos, difficuldad das regras dss
mulhetes, bipocoodria, venreo, ele.
Pihuas reguladoras de Rad-
way
para regulansar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, nteiramente vegelaes favoraveis
em lodos os casos nunca occasiona na uzeas no
lmperalriz n. 10,
Vista.
Neste estabeleci-
mcn!o vendem-se as
machinas desles dous'
j autores, moslram-se a
f^' qualquer hora do dia ou
v da nue, e responsabili-
\f samo-nos por sua boa
qualidade o seguranea :
no armazem de Fazeoas
do Raymundo Carlos
I.eite & Irmos ra dt
inligamente aterro da l'.oa-
10
J
I
). T. LANMAM v. KEMP
SOL AGEKTS
N. 69 WATER STREET.
New-lLorl.
2~ O mesmo do oulro lado u'm um rotulo e
papel azul claro cen a firma e rubrica dos
prietarios.
3"
Pateo da Fera.
O nroprictario deste eslabelecircento, como se acha com um grande o completo soni- I
ment, tendente a molhados, ferragens e miudezas convida porlanto a lodos os moradores M
desta cidaJe da Victoria, senhores deengenho e lavradores queiram mandar suas IR dorcs Jo V(,n,re. dses de t a 3 regularisarn, de i
encommendas no Progresso do pateo da Feia, pois so abi encontraro o hora e barato, gs
visto o proprietario estar resolvido a vender, tanto em grosso, como a retalho, por menos 2S
do que em oulra qualquer parle como sejam : |p
Latas de marmelada de 1 2 libras a lOO, frascos com differenlcs qualidaJes de doce p
por 20000, latas de soda cometido nove qualidades a 2000, azeitonas muilo novas, ^f
passas de ditas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2>C00 rs. a garrafa, licores 5
francezes de lodasas qualidades, cliampanlie, conhaque Je ditas, lou^a fina, azul.pinlada, ^
c branca de todos os padroes, ameixas em compateiras e em latas a ICOOO rs. a libra \
latas de peixe de posto por 2000 rs banha de porco relinada, ararula, fatias, bolachi- W.
nha ingleza, biscoitiiibo, eoulras mais qualidades de massas linas, massa de tomate em P companhados de instruccocs impressas quemos-
a 8 purgara. Estas pilulas s5o elTicazes as allec-
roes do figedo, bilis, dor de cabera, icleriria, in-
digaslao, e em todas as enfermidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, relen-
ces, flores brancas, obfitrucedes, histerismo, etc.,
sao do mais promplo ell'eito na escarlatina, febre
biliosa, febre arcarella, e em todas as febres ma-
ignas.
.ses Ires importantes niedieamenlos vem a-
^ latas e a retalho, lelria, macarrao, talharim a 800 a libra, verdaJeira gomma de aramia ^ Iram com a maior mionciosldade a maneira de
: applica los em qualquer enl'erniidade. Eslao ga-
rantidos de falsificarlo por s liaver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leile
& lrmo, na ra da lmperalriz n. 10, nicos
agentes em Pcrnambuco.
1 em <^s :--------- -------- -------......., > UUu a nuk, uiuaueira gomma ae ararula, <
pro-'S in.st'nf0de.ldasaS(lualidai,eS'e: M a imperaJris, e de tartaruga de 9-S000 a lSXiOO cada um, tranca e franja de seda, fe- iS
irma *M c,aJoras de broca, pregos em quantidado de todos os tamaitos e qualijades e oulros S
5 Cu rs.
I >< brancos bordados para baptisar crian.',
a 5J000.
Cortes decalca do casemira preta o 6#.
. ilos de merino com franja de seda a 5>. | Op
de caiga de riscado de quadros a 800 rs-1 <(
Ra da Senzala Xova n. 42.
Neste estabelecdmento continua a haverum
comapletosortimento de mocadas em<-iasmoen-i
das para eu3enho, machinas de vapore taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
Para Jl
Sobre a rollia acha-se o retrato e fir__
do inventor C. C. Bristol em papel cor de rosa. -^ Quitos objectos que por se tomar enfadonho deixa de os mencionar,
4o Que as ilireccoes juntas cada garrafa ^7^mmMMWK3\Myi^MM/^7^XMYMm'/
tem urna phenii semelbante a que vai cima do ^^*'^fi,aw^tw^^*'*W*^*WW.A1!
presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio do Janeiro ra da Alfandega n. 89.
, Babia Germano & C. ra Juliao n. 2.
| Pcrnambuco no armazem de drogas de J. Soum
C, ra da Cruz n 22.
Gulla-pcrdia.
i verde para vestido de moaUria, cova-1U MESV2,?I? f^T010 d .
. X i'erneiiai e sjpalos de guita-percha
do, 1--- I.
Lencos brancos de cambraia, a dazla, 2#.
CAL DE LISROA,
n iva e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deio do Recite n. 38, primeiro andar.
DELICIOSAS EI.NFALLIYEIS.

rmenle borracha.
Loja de marino re.
&vggmm
i- .-=: ''
U--J~y^>bA_f -.t:-r>/'''.>-- .
Pastilhas vegetaesdeKemp
contra a s 1 o ni bri ga s
approvadas pela l-.xm." inspeccao de esludc de
Habana e por muilas outras juncias de bygiene
publica dos Esladus Unidos e mais paizes da A-
merica.
rarantidas como puramente vegetres, agrada-
da\ois;i vista, doces oo paladar, sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causam
nauseaa, nem sensuces debilitantes.
Testerauuho exponlaooo em abono das pasti-
llas de Kemp.
n SfS. D. T. Lanman e Kemp.Port P>y-
. ron 12 de abril do 18j'J. Senhores. As pas-
tilhas que Vincs. fazem, curaram meu filho ; o
pobre rap.iz padecia de lombrigas, exhalava um
cheiro fedito. linfas o estomago lidiado e con-
tinua comichao no nariz, lao magro se poz, que
eu tema perde-lo. Nestas circumstancias umvi-
sinho meu disse que as pastilhas de Kemp li-
nham curado sualilha. Logo que soube disso
comprei 2 vidros depaslilhas e cora ellas salvei a
vida de meu filho.
Sou de Vincs. seu amo agradecido.
\V. T. Floyr.
Preparadas no seu laboratorio n. :i6 (iold
Street pelos nicosproprietatios D. Lanman a
K'jinp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em todas as boticas das
' principaes ciladesdo imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 8>.
Babia, Germano & C, ra Juliao n 2.
."; "
\
("'KEMP NEVJSDRK)
PILULAS VEGETAES
ASSLGARADAS
m mmm,
NEW-YORK
O MEL1IOU REMEDIO COM1ECIDO
vul-
as e moendas
Braga Silva iC.tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A,um grande sortimento
de tachase raoeedas para engenho, do muilo
ffirt [ [ acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
f~.. | -. ""' mesmo dc osito ou na ra do Traniche n A.
~-\-------p Em casa dc N. O. Bieer dt C.,
Un- ;4wfc'- succossoics, ra da Cruz n. i-, vende-se
Vinho Xerez em barra.
Cfiampanha em caixas de 1 dUzia da
acreditada marca Farre & C-, vinho
de superior qualidade.
Conhac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
, Ferio da Suecia.
Ac de Mi lao
Bnlhantcs de todos os tamaitos.

Farinha tle mandioca.
Vende-se farinha do mandioca, superior quali-
dade, vinda do Maranhao, pelo hiale a Rosa el
brigue escuna Graciosa : nos armaxens do Ha-
cliado Forte do Maltes, largo daAssembla.
vros.
76 Ra Di cita
no
gios
Suissos
Em casa de Schafleillin & C, ra da Cruz
38, vende-se um grande e variado sorti
n.
70.
\endem-se livros em branco com lodosos ris-
cos necessarios para escripturaco por partidas
deliradas esimples, encardenaco franceza ham-
l burgueza e nacional.
Da lio e razo.
Borrador.
Caixa.
Registro de letras.
Abecedario.
Copiador do carias.
I- um erando sortimenlo de livros avulso em
diversos tamanhos, cdemelas para lembraicas
linla de todas as coros, lapis, penoas linas, iiu-
iros, papel luanco o azul de lodasas qualida-
Vendem-se barricas com bolachinha
Iza a 2j) a barrica : no armazem de Luiz Antonio,
: Aunes Jaeome, defronte da porta da alfandega,
Vende-re urna esclava de bonita figura que'
engomma, cozlnha e lava ; a tratar na ra do i
Hospicio n. 3 i.
Vende-se urna casa terrea de pedra c ca
de porta e janella, na ra dos Possos n. 21, fre-
guezia dos Afogados, leudo eommodos para una
pequea familia, o com porta e janella no oilao
do lado do nascenlo, que olha para um terreno
perlencentea mesma casa, que pode dar urna ca-
a Almanak de Cusli- |ss^f *.
Iho para 1861. Sandal-
grande samnri
DE
Fazendas e roiina feia
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joaqoim Rodrigues lavares dc Helio
REA O QUEMADO N. 39
i.m sia loj.v de ql'atro POR1AS. uiiraraua, lano e in loro e iircimas, como em liy- 'aKeiecimento ou fabrica, com porto atraz, muilo
T.m.,m,,mla.....,l ,-j P,,lheca : quem a pretender, dirija-se aos Alo- boa vista : a fallar com Victorino Francisco dos
lem un) completo sortimento d3 roupa feta, gados, na ra de S. Miguel n. 86, que achara com ; Santos, na mesma. casa envidracada com frente
azul ao p do porlao de ferro.
Aeabam de chegar dc f.isboa estes intercss.in- e^
]_ tes almanaks, e vcndfm-se na livraria eennomi- "
ca ao p do arco de Santo Antonio; lambem se
vendem celleccdes completas dos mesmos, a pre-
os eommodos, na mesma livraria.
1(~ VeBde-seum lerreno na ra Imperial com!
O palmos do fenlo, proprio e promplo a odill-
Ki'cebeu-se novo soitimenio de boni- 3
tos loques e br-iceletes de sndalo >
LOJA DE MARMORE.
f
sinha. tendo o quintal porto de 3(10 palmos dc r-se, com Iodos os fundos ou parle como con-
fundo, pagando um ora diminuto, livre e desem- venha ao comprador, proprio para qualquer cs-
baracada, tanto em foro e dcimas, como em hy- Libelecimento ou fabrica, com porto atraz, mu
Escravos fgidos.
Pugio da padaria do Giqui nmescravo de
lime Sevorino, conhecido por corda de couro,
de annos dc idade, puiico mais ou menos,
crioulo, e levou vestido calca e camisa de aigo-
dao azul e chapeo de palha ; pertenceu ao en-
genho b. Caetano, de propiiedade do Sr. Manoel
e convida a lodos os seus freguezes e todas as 1ucin tratar.
pesseas queJesejarera ter um sobrecascco bem ; i i n i Vendem se saceos com farinha de I ?iIDpi0 earner..Lea.o ; roga-sc as autoridades
feito.ouum, ca.^ oucolletc, de dirigiese a \ \ \\\ JQ Jg B0r(ledU\. "S*". ditos com fardo de Lisboa c l^?Z^!^Zl^^^
este eslabeleciinento que encontraro um hbil "",V UKj WWIWVOAs mdho, per menos prero que se vende Fugio o escravo ae no
artista, chegado ullimamente de Lisboa, para Era casa de Kalkmann lrraaos&C, ra da em outra parte : na ra (lollanpd n
desempenhar as obras a vontade dos freguezes. Cruz n- 10. encontra-se o deposito das bem co- (J2 armazem '
J lem um grande sortimento de palitois de ca- "hecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
Bichas de Hankrgo'
'semira cor de rap e outros escuros, que se ven- e Jos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
, dem a 125, oulros de casemira de quadrinhos deau,f- Tem as seguintes qualidades :
Contra consiip.ia.es, ictericia, a fecres do figado,^ raai.s fina 1ue ha no mercado a 16?, ditos, De Bradeilbui'ff fl'tTeS.
febres biliosas, clicas, uid'igesloes ', de merino setim a 123?, ditos de alpaka muito |, F|. D
enxaquecas fina a 6?, ditos francezes sobrerasacados a 12, :," ,P
Hemotrlio.das, diarrhea, doencas da ; ditos de panno fino a 20, 259, e 30, sobre- T Qlu
pelle, n pees, e todas as enfermidades, casacas francezas muito bem feitas a35#, cal- "ars;,ux-
SfS?1?' D0.ESTAD0 IM,;LK0 0 'cas feitas da mais fina casemira a lO#, d las de ^r.,SC' .
/ o.OOO caixas deste remedio consonimem-se; brim e de fustao por prego commodo, um grande t**V h0"lle'
annualmenler sortimento de colletes de casemira a 59, dhos de | "T "S^ fcM .
Approvado pefaTakulde deUmXna are-\T!l LT' Pr Pre comraod' um P,e Oldekop fe Mareilhac.
comnldado cmoo mais v.lioso uZTo Z ZrT ES *T fi "* ", ,
.,./ ,Io ,n. M -. ."""' ., apurado a 25, ditos de borracha a 2500, cha- 5t- Juhen Medoc.
CLtZti ?J T '"''- PM d"sl' ""'superiores 10. j,s d. CLa.c, Uovil,..
lr;:Z^^^ Na mesma casa ha para
Sherry em barris.
eir em barris.
Cognac em barris qualidade fina,
cam s que ; cgnac em caixas qualidade inferior.
Sodr & C.
1\ua estveita do IVosavio
jme Cesaiio, idade do
vinte e lanos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforrado, bons denles e ima-
; dos, cabra escuro quasi negro, barba na pona do
; queixo, olhos avermelhados. peinas um pouco
arqueadas, lilho do .Sobral Ccar) ; porlanto
1 roga-se aos capilaos de esmpo, s autoridades
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o apprehcndan c o levem a sua senhora, no
i caes do Ramos, sobrado encarnado, que serio
' gratificados ; e se protesta contra quem o livor
acoutado em sua casa,
l'ugio houicni 15 do corrente, pelas 8 horas
: da noile, do sobrado defronle do viveiro do Mu-
talho como por atacado.
IP1MIBS1PDMS
*J------------- J W .-.,!,,.. 1,JII. O
, ..tos francezes a 89, ditos grandes do nan-
TlTESfi n M ir \a0a 45' ura comPItl ^mMlo0 de gol i I as e *hetrl
Sao agradareis ao paladar seguras e elT.cazes! manguilos, ,ras bHorda,laSi e enlre mJog Madeir
m sua operacao, e um remedio poderoso nara a : ..; u u .
juventude. p!be dade e velhice. P P I Jf P eollennhos de meninos e Iravessei
, f .i i iros Por preco commodo, ca
Lea-se o tmelo que acompanha cada caixa,
pelo qual se ficar conhecendo as muitas curas
*&^FJ*****>:A^f^^lte'taSta para senhoras, ditos
......pa
crava viera do serlao e fora comprada pela mes-
ma senhora no comente auno ao corrector Tupi-
nanib: pede-so, pois, a polica ou a qualquer
oulra pessoa que dola liver noticia, bajan) de a
MARCINIRO E MOLDEDOR. aPP"^r;e leva-la ao sobrado da ra do Impe-
radorjanliga do Collegio) n. 81, no primeiro an-
IlUa dos (ili;il';ir;i|H'> n. GU, dar- 1Me spra recompensado o aprchensor.
i tem ptimas raobilias para vender a preco com- ~" lu8o no dia 19 de junho prximo passado,
modo, e encarrega-se de qualquer encommenda (Jo.enSpnll Bom Successo do termo de Seri-
Lea-se o folhe.o que acompanha cada caixa. I m,im para balsado de cranas e parfl I Cerveia branca. ,
a89.10*el29, ncoSlenSosdecambraiadapotassa fl^QU gj IQUCIJOS MW IlUIlO frCS-
lisos par
i jjoijH, tlitas muito ln.as a j9. Anda tem um
Acham-se venda em todas as boticas das1
& Companhia ra do Cruz n. 22. I
Vendem-se duas escravas com j principaes cidades do imperio,
habilidades,bonitas lisuras e muito mo- DEPSITOS.
cas : naVua Nova n. 52. J Ci de Janeiro, na ra Alfandega n. 89.
11,-. no Ikt-La i Babia, Germano & C. ra Juliao n. 2.
JT AI dll Y iict Pernamb
Vende-se o engenho Torrinha distan-
te d sta cidade duas leguas por tena,
te;o terreno para dous mil paes oor an-
no e boa casa de vivenda assobradada
boas obras, tem embarque no porto dis-
tante do engenho Ii2 quarto de legua
do rio Parabyba eem menos de 3 horas Z P havendoeQlre c
restinho de chales de toquim a 308, corles de
vestido de seda de cores muilo lindas e superio-
res qualidades a 1003?, que j se vendern) a
150$, capotinhos pretos e manteletes prelosde
...-u ^. ... ricos gostos a 20, 255 e 309, os mais superio-
buco, no armazem de drogas dc J. Soum res chaIes de CjSemira 6S{ d'os> rauho finP0
&C.. rus da Cruz n 22. 8 ea 10, toalhas delinho de vara e tresquar-
Peclnncha sem
Na ra do Vigarion. 9, primeiro andar, vende-
se muito superior potassa, chegada ha poucos
dias do Rio de Janeiro, em barris de 4 arrobas, e
a proco muilo commodo.
BELOGIOS.
de objeclos de seus officios, a qual ser execula- .n'laen|. escravo Dame), preto fula, crioulo, dc
da com delicadeza e promplidao. lda co, bem espigado, cabeca pequea, feitoes regu-
lares, bem feito de corpo, ps c mo's seccas o
bem feilas. Esle escravo procurou ao Sr. P. V.
Bulelrou, rendeiro do engenho S. Joao do Cabo,
igual.
Superiores cortes ee chita larga ranceza-com
se vem a cidade: quem o pretender di-
rija-se a Joao Jos de Medeiros Correia
C que dir' quem o vende.
as e oulras de quadros muito modernas de
11 covados cada corle pelo baratissimo preco de
2fi500: na loja do sobrado amarello nos qualro
cantos da ra do Queimado n. 29 de Jos Morei-
ra Lopes.
tas. adamascadas, muito superiores a 5$, ditas
para rosto delinho a 1?>, chitas francezes desu-
Vende-se emeass de Saunders Brothers 4
C.praca do Corpo Santo, relogios do afama
do fabricante Roskell, por precos eommodos,
caes desembarcados agora. pa" tornPrar-e naoquerpndo o dono vende-
i j i ii i lo, mandou busca-lo, e na chegada dospoitado-
( i>o armazem de Manotl Joaquim de; res, o escravo desappareceu ; }ula-se que an-
jOliveira i C., em frente a travessa da;(3ara o dito escravo as visinhancas da vflla do
Madre de Denx i-na An CcrAo? n tft Cabo- ou do wesm0 engenho S. Joao, ou do cn-
1 genho Barbalho, onde tem muilos conhecidos,
llllllA ftniAi ,|A ,,(,,, a pois que frequcnlava esses lugares quando foi do
IflIllO, rrOZ UCClSCaC jSr.JosX.vierd.Roch. W.ndcrley. hoje mo-
farinha a 280 rs. a^cuia.
I rador no engenho Serrara : Pede-so os autori-
dades de polica do termo do Cabo a captura des-
te escravo, o aos capites de campo ou qualquer
e lambem trancellins e cadeias para os mesmos. I numeru"* "* eS,rC"a' ^ ^ ** *"**** IIT^ TJr^tt^nl^'10 C K" *2 e"_
d..iini. numero i*. genho Sernnha de Sennhaem a seu senhor Fran-
eexcellenie gosto. Vende-se urna escrava cnoula de 16 annos cisco Manoel Wanderley Lins, ou nesta cidade
penor qualidade, lano escuras como claras a ._ Vende-se urna casa terrea construida dc ti- de idade, cose, engomma, lava e cozinha, sa- fo Sr. Manoel Ahes Ferreira, na ra da .Moeda
200,280,320, 400 e 440 rs. o covado, ricas jo', chaos proprios, que rende 12$ por mez, no | da c de boa gura, garanlindo-se a boa conduc- n. 3, segundo andar.
casemiras para calca, colletes e palitotsa 4 o co- i SP/jJ .l"yJ*?lD.?fP??,ftJ??^111 ffi,i!.*r I !..e-aAT?rtmdo:se cs.Ur Rrav;ida ;.a '"* na ra Fusio na noile "de 27 do corrente o negro
vado, e ura completo sortimenlo de
das, e ludo se vende por preco barato
possivel aqui se poder mencionar nem _
parte della?, no enlamo os freguezes chegando e I ?mI,0u? l'T : Suem Prnder, dirija-se 24 annos, com urna cria de 4 1|2 a 5 annos. par- i urna calca de casemira velha' e um pilclot de
'5 "'.!"?f0.*0Aa.no' Pa(l,nD-18, que selhe da clara; na ra da Cadeia do Recife n. 56, leja : riscadinho tambera velho : roga-se a quem o
querendo comprar nao rao sem fazenda.
I ir quem o dono.
de ferragens.
1 pegar, de leva-lo ra da Cruz do Recife n. 64.
MUTILADO I


()
Variedades.
Carta do visconde de Kikiriki
a' su* ESPOSA
A viscoiulessa do me sino titulo.
I
Valha-mc Deus, viscondessa,
Coro as suas calurrices,
Nio dirci que sao tolices, *
Mas que so, sempre diroi,
Lina cousa que cu c sei.
II
A priminha desconfia
Que cu ipnho c um derrigo,
t E que esse, mcu eiligo,
Queni os mcus passos nie prende,
E o meu velho peilo accende.
III
lVis saiba que nao ha tal,
E que 6 isto grande asneira ;
J nao acho quem me queira,
Eslou que nenhuma bella
Corre por mi ni janella.
IV
Iloje os velhos nao sao moda
Nos toilettes das damas :
Aquelle que calca lamas
Por causa do deus Cupido.
Passa por doido Tarrido.
V
Altos negocios d'estado
Esli na minha gaveta :
Talvez iulgue que isto pota,
Mas alirmo-lhe, primiulia,
Que a prepria verdadinha.
VI
Bem sei que segredo em boca
De mulher, diz o rifo,
E' cebo cm nariz de cao.
Eu peco a minha priminha
Que me deseulpe a gracinha.
VII
Apesar do tal adagio
Que me melle muito medo,
ltomperei o meu segredo,
E vou mcll-lo, priminha.
Na sua linda boquinha.
VIII
Mas nao de taramella,
Olhe que o negocio serio :
Vou salvar o ministerio.
Que eslava quasi a cahir,
Se lhe nao fosse acudir.
IX
Tela polica secreta
Eu eslou encarregado,
De salvar a nao do estado,
Que lhe aflirmo com bem magua,
Que hoje est fazendo agua.
X
Torera, lhe torno a pedir,
Por alma dos seus prenles.
Nao de com a ligua nos denles,
Veja o que faz, nao se espele,
Alias me comprometi.
XI
Eis o caso : encarregado
Eui em honra da nacao,
D'uma importante missao :
Saber os nomes inteiros
Dos taes falsos moedeiros.
XII
Ha quem di/, que os laes amigos
Sao Portuguezes nos ossos,
Porm, estes, c os uossos,
Dizcm que sao eslrangeiros
Ou, par outra, Brasileiros.
XIII
Eu julgo que nesta sucia
Enlrom senhores de c,
E scuhorzinhos de l,
Mas levar a cousa ao cabo,
Aqui torce a porca o rabo.
XIV
Nos passeios, nos cafs,
J ninguem Disto 86 cala,
V. nimia gente que falla,
Sem ler vergonha, ou ter medo,
Os vai aponlando ao dedo.
XV
O Agapilo da baixa,
Com documentos na mo,
J quiz salvar a nago :
Todos os das aliga
ministro da jusiiga.
XVI
E tomou-o sua conta,
izcndo delle o diabo,
J se sabe, cm menoscabo,
Diz at que o Ferrozioho
Vai feilo ueste joguinho.
XVII
Ninguem, priminha, acredita,
Faga tal o Ferrozinho,
Talvez que seja atadinho,
Mas, fallando-lhe a verdade,
E' homem de probidade.
VIII
J ve, pois, a viscondessa
Qual a minha misso ;
Tcnho s costas a nago,
Hei de rasgar este veo,
Lira-la de tal labo.
XIX
O Agapilo na baixa,
E o Kikiriki na alta,
Daremos gabo da malla ;
Eu c por mim nao desisto,
J que eslou meltido nisto.
XX
J mesmo se indicam nomes :
Dizem uns que entra fulano,
Oulros dizem que cicrano,
E at em beltrano fallara,
E atinal nao se cal mi.
FOiLllETIJl
XXI
Mas sejam, prima, quem forera
Estes grandes romiles,
Se acaso sao Oguroes,
Tanto melhorjpara o caso,
Ver que vai ludo raso.
XXII
Eu bem sei que nada fago.
Que mesmo nada farei,
Mas porira deilarei
Nos olhos do pobre povo,
E por Cm nada de novo.
XXIII
Uio de haver trinla processos,
Pronuucias e reos culpados,
Ilao.de haver tambora jurados,
E os grandes traficantes,
Pastearlo como d'antes.
XXIV
A jusiiga sim tem rede.
Mas rede de arrastar,
Pois-que s sabe pescar
Chicharrinhos e salmees.
Porm nao os tubardes.
XXV
Apesar disso protesto
Que jamis descangarei,
E para prova farei *
Espalhafalos formaos,
Dando busca nos quinlaes.
XXVI
J fallei com certa bruxa,
Que com Herrmann aprendeu,
A qual dar-me prometteu.
Jase v por bruxaria.
Os taes nomes qualquer dia.
XXVII
Se consigo desta vez
Destapar os laes amigos,
Que bombsticos arligos.
Nao nao de, alm das lcaos,
Apparecer nesses jornaes.
XXVIII
Hao de canlar-me de certo
Os algibebes da presa,
E na lyra sonorosa,
Mas d'um polo a outro polo,
Os pinlasilgos d'Apollo.
XXIX
De certo que desta vez
No Pantheon vou entrar;
Nesle sjgrado lugar
Melle a patria agradecida
Seus hroes no flm da vida.
XXX
J v, pois, a viscondessa]
Qual a minha missao,
Devo pois ficar ou nao ?
Ou entregar o paz
A' sua soite iufeliz ?
XXXI
Qualquer pitriola eximio,
Islo qualquer dos taes,
Aos deveres conjogacs
Frofere a patria querida,
Da por ella a prnpria vida.
XXXII
Tenho-lhe exposlo, senhora,
Os motivos por que fico :
Bem sabe que tifio sou rico,
Quando apparecem taes postas
E' crime virar-llie as costas.
XXXIII
Rogo, pois, viscondessa
Que viva mais socegada,
Deixe fazer a cagada,
E por Deus nao me atrapalhe,
Nem se esquenle, era me ralbe.
XXXIV
Adeus, queiida metade,
Adeus, meu amor perfeito.
Coluda este respeilo.
Alias, encanto anudo,
Temos o caldo entornado.
Carla da viscondessa de Kikiriki
A SE l" ESPOSO
o Visconde do mesmo titulo.
I
Cyra c por estes sitios,
L'm zum-zum que assusta a gente,
Ha quem diz que brevemente
Apparece oque nao tarda.
Nova edico de beruarda.
II
Mais corroela e augmentada,
Com lindas notas ao texto,
Mas nao sendo anno bissexto,
Desconfi, meu rato,
Nao passa de maranhao.
III
E' verdade que o povinlio
Nao pode com (anta albarda,
E se ao nariz a mostarda
Lhe querein fazer chegar,
A cousa pode estalar.
IV
Falla-se em novos tributos
Para inlcresses materiaes,
E se espalha que sao taes,
Que levam couroe cabello,
Al mesmo ao tornozello.
V
O proprio jumento paga,
O jumento que at agora
Picara sempre de fra,
Nao fazinm d'ellc caso,
Por causa do seu atrazo.
VI
O povo nao le gazelas,
E nisto o julgo feliz,
Nao sabe pois o que diz,
Quem d'interesses materiaes
Escreve nesses jornaes.
MI
Debalde, visconde eximio,
Dom Gustavo c companhia,
Deila abaixo a livraria,
Abriudo os olhos ao mundo
Com seus arligos de fundo.
imEsrMtr>rmr'ms:m.
POR
PAULO DE KOCK.
XXII
Urna casa infame.
(Continuaglo.)
A moga entrn no corredor escuro e eslreilo no
fundo do qual havia urna oseada, allumiada por
um candieiro que dava fraca luz ; os degros da
oseada eram escorregadios, e o corrimo hmido.
Ccriselie experimonlou um senlimento de des-
goslo entrando nessa casa ;achava que para ho-
tel de Taris eslava ella muito mal tratada; po-
rm era muito larde para mostrar-se diflicil;
pensava ser sempre melhor dormir n'uxa esta-
lagem nial afreguezada do que ao relente Sc-
Cio, pois, a sua conductora, que foi subindo a
escada,*parou noprimeiro andar, abri urna por-
ta, atravessou um quarlo escuro, abri outra por-
ta e fez entrar Ceriselte em um grande aposento
bem iluminado, onde havia muita gente.
Ceriselte fkou estupefacta vUta do quadro
que linha aos olhos ; a companhia em que se
achava era toda composta de mulheres ; porm
havia una mais idosa que as oulras, de enorme
corpulencia, que eslava sentada n'uma vasta pol-
trona d'ondc pareca dictar ordens. As oulras
mulheres, a maior parle das quaes eram mocas
trajavara esses toilleles do baile comprados n
Templo (1) no genero do da moga que eslava na
ra ; algumas eram bellas mas todas tinham co-
res desmatadas, olhos embagados, olhar cynico
modo desarranjado ; urnas eslavam sentadas no'
chao em ruins tapetes, outras encostadas em mo-
vis, c a gumas negligentemente deitadas em um
divn velho cheio de nodoas. Ao entrar Cerisel-
te, deram todas um grito de admiracao e filaram
nolla olhos quasi ferozes, ao passo que a gordu-
cha matrona murmurava com voz cultural e
sem se mecher:
O que que nos trazes ahi, Berenice?
Trago-lhes urna rapariga chegada ha pou-
co... que nao conhece Taris ; eslavt procura de
um hotel para alojar-se... pagando. Pcdio-me
() Vide o Diario n. 177. -------
(1) Em Franja, urna especie de Belchior do
Rio de Janeiro.
c?
que lhe indicasse algum, fi-la subir aqui. Agora,
veja o que quer fazer.
A resposta de.Berenice foi acompanhada deges-
tos que Ceriselte nao poda ver. porque aquella
que lallava (cava por detraz della. mas essa pan-
tomima foi perleilamenle comprehendida pelas
pessoas da casa, e urna rapariga alta e loura de-
salou n urna risada dizendo s oulras:
Ah I queda um hotel honesto 1
Mas essa jovialidade foi logo reprimida pela
matrona que deitou um olhar encolerisado sobre
a moga da nsad exclamando com voz de stentor.
Cala-te 1 Tomara eu ouvr aqui alguem rir-
sel E o que tem isso de risivel? Entao a mipos-
nha casa nao honesta l Ento nao pago os im-
los e a minha patente ? Sente-se, menina ; deem
urna cadeira menina, em vez de estarem ahi
como uns estafermos Vamos, andera I
Algumas deseas mulheres, apresenlaram urna
cadeira Ceriselte ; outras, o um signal da sua
matrona, tomaram urna posigo mais decente. A
maior parle aproximou-se cora curiosidade para
exarainarem a recera-chegada.
No meo de todas essas pessoas de seu sexo,
Ceriselte sem saber pelo que, senta um vexame,
um receio, que a mulher fazia mil estarces para
dissipar por meio de mil aTagos. Chogou at a
adocar um pouco a voz para fallar-lhe.
Nao de Taris, menina
Nao, minha senhora, sou de urna aldeia ao
pe de Nemours.
Oh 1 Nemours, a trra das ameixas, disse
urna morenita cogando-se com ar de satisfagao.
Como tola esta Pamela 1 Tours quo' a
torradas ameixas I Mettes-le a fallar em geo-
graphia eso serves para matar pulgas 1 Nunca
liaba vindo a Pars, minha menina ?
Nunca, minha senhora.
Veio para ver alguns prenles, amigos, ou
para empregar-se em alguma casa ?
Nao, minha senhora, nao conhego ninguem
em Pars, nem venho para empregar-me.
Entao vive dos seus rendimenlos, ora esti-
mo e fulicilo-a, por que um estado que ambi-
ciono ; quando tiver juntado algum cobrinho, re-
lirar-me-hei do commercio e irei viver dos meus
rendimenlos.
Porm, minha senhora, eu nao vivo dos
rendimenlos...
Entao nao tem rendimenlos ? Traz corasi-
gp toda a sua fortuna ? faz mal, menina, im-
prudente em Paris, pode ter mios enconlros....
Estao l voces a rir... Desculpe, menina, sao mo-
gas, s pensam em folgar. Pamela, acabas ou
nao?
Que qnislla I
Est bom, s delicada, quando nao levas
hypothese na ceia?
Ceriselte deitou de opo um olhar sobre todas
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FE1RA 2 DE AGOSTO DE 1860.
vrn---------------
Agorrado ao credo velho
O povo nao pesca di.sto,
E tantas cousas tm visto.
Que agora, primo, nio er
N'aquillo mesmo que l.
IX
Eu mesma que pass) os dias
A devorar os jornaes,
De certo nao cdlho nais :
Uns aecusam, outros defender,
E a final nao se entondem.
X
Se isto hojo me sucrede,
A mim, que aprend francez,
Que far ao porluguez,
Que sentado ao refeitorio
S solelra o reportorio.
XI
Uns queimando insenso podre,
Fazem rir a gente seria.
E quem entende da lria
E nao quer passar por tonlo,
D-lhe o devido descont.
XII
Outros cobrem d'mproperios
Os actos ministeriae,
E exageram-se denuis,
Promovendo assim c rizo.
Da genle que tem julio.
XIII
A nossa letra redonca
E' a tigclla da casa,
Onde qualquer vai e vasa
Os cscarros das paixies,
E o lixo dos palavroes.
XIV
Apczar de ludo isto
E d'outras cousiohas mais,
Que pdem ser easu.ies,
Talvez que nao haja tsta'lo,
E nao trabalhe o batallo,
XV
Mas lavra grande desgosto
C as provincias do norte.
Al mesmo o deus Mavorte,
Traz cadnha de fastio ;
Eu as fardas nao me fio.
XVI
O elctrico, visconde,
Aonunciou cidade,
Passra sem novidace,
O contrato Salamanca,
Que por quera nos desbanca.
XVII
Eu sempre o esperei assim,
Pois o negocio era serio,
Cahiia o ministerio,
Se Dom Jos, sem egual,
Na questao ficasse nial.
XVIII
oraras mil ao Deus d'Affonso,
De D. Joao, D. Diniz,
Portugal vai ser flei?,
Desde o Tejo at ao Douro
Vairaiara edade d'oaro.
AIX
no mesmo dia o visconde
Ha-de em Lisboa almogar.
Ha-de no Porto janlar,
E ha-de noite, havendofrio,
Beber ponche no Roci.
XX
So nao fra D. Jos,
Esle nosso salvador,
E que nos tem tanto amor,
De Portugal que ser a ?
De fossil nao passaria.
XXI
Deixemos gritar quem grita
Contra os caminhos de ferro,
Com laes gritos nao me atierro,
E a favor dos taes ciminhos
Empenho os meus pergaminhos.
XXII
Os pas da patria fizeram
A vonlade a D. Iberia,
Bem dizia a minha Egeria :
Aquillo que tem de ser,
Tor forga ha-de succeder.
XXIII
O gallego c da casa.
O senhor Jos Nababo,
J bufa que tem da jo,
J vj torcendo o nriz
Aquillo que se lhe diz.
XXIV
E o gallego tem razio,
Pois D. Iberia brilfcu,
Nesse arranginho g.-nhou,
E o que d'aqui sahirS,
Pelo lempo se ver
XXV
O senhor das Tulherias
Conjuga o verbo annexar,
Se D. Iberia imitar
O quizer, na contradanza,
Lhe estamos primo na panca.
W XXVI
For falta de linhas frreas
E' que o janota europeu
Nos nao tirava o chapeo,
Nem nos vinha visitar,
Nem nossas libras tarar.
XXVII
Sobre os moedoiros falsos,
Que do lanto que fazer,
Pouco lhe posso dzer,
Porque nao avarico nais
Do que se l nos jornaes.
XXVIII
Muito se falla e se mente,
E tamben muito se intriga,
Porm por mais qu E se taja, ninguem ousa
Entrar no fundo da cousa.
XXIX
Esta questao meln Irosa
E' urna grande meada,
Tarde ser desfiada,
Porque diz certo calurra
Que um joguinho d'empurra.
XXX
Ninguem quer a caiapuca
Na sua cabega postn,
Porm por causa da posta.
Agoniara-se as comadres
E descobrem-se as "crdades.
essas mulheres que a rodeivam, algumas das
quaes estavam fazer-lhe gestos graciosos e dis-
se a mulher gorda :
A senhora mestra de collegio?
Justamente, minha chara, tenho um colle-
gio burguez e mesa redond... Olhe, chegou a
proposito, porque vamos cei,r... Minos ainda nao
veio ?
Anda nao.
E necessario que perca esso coslume de nos
fazer esperar todas as noiles 1 Quero ludo isto
aqu muito direilinho. Se d'aqui a cinco minu-
tos, elle nao tiver chegado, ramos ceiar... Est
alu jogando n'algum botequim aquelle peralta,
hade voltar chalo como um prato.
Minha senhora. disse Ceriselte que quera
ver-se hvre daquella compj.nhia, agradero-lhe
muito, mas nao quero ceiar, nao tenho fume ;
eslou muito caneada. Setnesse a bondade de
dar-me inmediatamente um quarto...
Ah I nao quercomei? Entao ja lhe vao pre-
parar um quarto... Mas em primeiro lugar deve
dar-me cinco francos, pur que nao aloje ninguem
por menos.
Ceriselte tirou da algibeira una moeda de cem
soldse deu-lh'a. E,ta tomou-a dizendo :
Est bom. Ola, la Jumisse I (2)
Urna especie de criada porca e decrepita appa-
receu na porta da sala gritando :
A ceia est prompta I
Est bom ; estamos espera do Minos ; de-
xa os pratose sobe ja ao quj rio andar o quarto-
sinho azul de que nunca nos servimos. Creio que
l ha urna cami ?
Ha, mas nao tem lenges.
Pois ponha-lhe lengoespara mademoiselle.
Vamos, era dous tempos e tres movimentos,
avie-se.
L vou. />
Relirando-se a criada, disse a mulher gorda a
Ceriselte :
D'aqui a pouco est ludo prompto ; porm
porque nao quer ceiar comnwtfo ? Nao lhe cus-
laria mais ; um convite que lhe fago.
Fico-lhe muito agradecida, minha senhora,
raasser-me-hia impossivel lomar alguma cousa.
Janlei larde e bem no Palais noy al.
Jantou no Palais Ruyal em botequim ?
Sim, senhora.
E sozinha ?
Oh I nfio, cora um mo;o que me trouxe de
Saint Cloud no seu carro e i quem ia procurar
amanhaa ao meio dia.
(1) Deizamos o nome mesmo em francez, por
que (todos concordaro comnosco) achamos um
tanto exquisito em porlugue2, chamarmos a urna
criada Iclricia.
xxxT---------------
Tassei a semana santa
Sem o menor dissabor,
Vi as casas do Senhor,
E aos cnticos sagrados
Assisli nos Congregados.
XXXIII
Vi lavar os ps lavados
A dose pobres tambem,
Smenle a gente que tem
Costella moura ou judia.
Nao faz caso desle dia.
XXIII
Muilos Judas, meu visconde,
Nao de carne, mns de palha,
Foram voz de canalha
Esle anno jusligados,
E pelo povo queimados.
XXXIV
Queimam-se os Judas de palha,
Mas nao os de carne e osso ;
Tenho na mesa o almogo
Adeus, visconde ; nao sei
Quando a vista lhe porei.
CARLOS HERRMANN.
t o t i c ia biographica.
C'est un de ses types que
Ton esl heureux d'ofliir
sesconleraporainscom-
rae ou noble modele, et
un ulile exemple.
Portrait oe Mr. Bus.
Duas palavras de nlroducgSo.Osprimeiros an-
nos.Mocidade.O bosque de Footainebleau.
O encanto dos passaros.A familia de Or-
leans.Uerrmann as Tulherias.Vinte ecin
co annos depois.O duque de Montpensier.
Reminiscencias.As primeiras empalmagoes
Dupuytren e Roberto Houdin.A medicina e
a arte.
Esta curiosa historia do prestigiador que o in-
vern passado tanta bulha fez emLisboa.no
Porto, e nomeadamente em Coimbra, exirh-
da quasi toda de um jornal hespanhol de boa fa-
ma a Correspondencia. Todava, algumas par-
ticularidades e anedoctas inieressantes accres-
centei ao que escreveu o Sr. D. Pedro Fernandez
pelo saber por outras vias, e por quecreo que
os meus leilores lero com curiosidade ludo
quanlo se refere esle homem extraordi-
nario.
Nasccu Herrmann era Hannover, em 1821 de
pas honestos, dando a conheccr, desde a edade
mais tenra, imagmagao viva e ardente, engenho
nolavel, eintelligcncia precoce, como ainda hoje,
logo pelo olhar deuuncia. Desgragas de familia
obngaram a sua a abandonar o slo natal, viudo
eslabelecer-se om Paris. onde o futuro presiiga-
dor foi obngado a dedicar-so ao estudo da tue-
decina. Mas, como lodos os verdadeiros artistas
o esludanle aborreca as aulas, a nalureza inqui-
eta prefina divagar pelos campos com meia du-
zia de companheiros travessos como elle. L'ma
larde, Herrmann e seus collegas, deram comsigo
no bosque de Fontaineoleau.
Era no raez de maio : as arvores frondosas ser-
viam de asylo aos alados cantores dos bosques:
a verde relva malisada de flarinhas. conviJava a
escutar, recostado neila, o concert harmonioso e
caprichoso das aves: urna suave brisa refrescava
as cabegas dos jovens expedicionarios, sufTocados
pela carreira e pelo calor. Recostaram-se, pois,
soDre a mole alfombra do campo, prestando at-
lengao ao canlo dos rouxnes ediscorrendo de
vez em quando sobre o passado e sobre o fu-
turo.
Eu quero ser pintor I dizia um que estudava
pnarmacia.
Eu quero ser poelal exclamava um advo-
gado in /en.
Eu quero ser ministro! acuda um thcologo
em ve-lo-hemos.
Eu quero ser passaro disse Herrmann ex-
lasiado com essa msica divina que os anjos de
certo ensinaram aos rouxnes.
E quando mais entretidos estavam com a en-
numerago de suas esperangas e de suas ambi-
goes, vio um ao longe urna nuvem de poeira, dis-
Unguindo ao mesmo lempo meia duzia de mag-
nificas carroagens, que se drigiam ao sitio em
que os, mancebos se achavam.
E a libr da casa imperial l gritou o primei-
ro, poudo-se de um salto em p>~._ r-
Ser talvez Luiz Filippel disse outro. levan-
tando-so tambem.
Trepemos s arvores para v-los melhor 1
propoj Herrmann, e querendo dar o exemplo
subi como um macaco urna das mais corpolen-
las, e acocorou-se entre os ramos.
Os companheiros imilaram-o n'um abrir e fe-
char d'olhos.
Era com effeito o entao adorado rci dos France-
zes, o monarcha popular, a melUor das repiibli-
casr acompanhado da bella e santa rotuna Mara
Amelia, e de todos os seus filhos, incluidos os
menores, os duques d'Aumale e de Monlueiisier.
> inha tambem madama Aaelaide, irraaa de el-
rei, esua supposta nympha Egeria, emuipoucos
criados. r
J o disso antes: o dia eslava magnifico, o sol
ostenlava-se esplendido; coraegava realmente a
primavera depois de urna larga serie de dias tris-
tes e chuvosos. O logar da scena era um dos
mais pitorescos esombrios do bosque de Fon-
lainebleau tao abundante em sitios deliciosos.
Luiz Fihppe mandou parar as carroagens
apeou-se primeiro, deu o brago rainha e res-
pirou com delicia aquelle ambiente perfumado-
no entretanto, a sua numerosa familia saltava
egualmente para o campo, e livre das torturas
da etiqueta, corra alegre e boligosa por entre os
pinheiros e os alamos.
Os filhos do monarcha de julho. eram entao
anda crcancas; o duque de Orleaos, o mais ve-
lho, tmha apenas 18 annos; e o duque de Mont-
pensier, o menor, s 10 ou 11.
Tinham parado os principes debaixo de urna
arvore mraensa, que forraava com os copados
ramas um bello docel, sobre as augustas cabegas
de repente ticaram attonitos e pasmados. Pare-
ca que lodos os passaros da creago se haviam
Todas as raparigas da casa desalaram rir e a
matrona saecudo a cabega dizendo :
Ah I que lempo levou para dizer isso I Foi
o seu namorado que a trouxe a Paris. Nao ?
Censetle abaixou os olhos e nao respondeu pa-
lavra. A matrona conlinuou : oh I meu Deus !
nao ha mal nenhum nisso 1 Nao tenho nteogao
de ralhar com voc. Nos nao somos susceptiveis
por essas bagatellas. E onde deve encontrar
amanhaa esse mogo ? Se nao conhece, neces-
sario cuidado era nao se perder.
A pessoa a quera tenho de ir procurar deu-
me a sua morada, lornarei um carro e irei pro-
cura-la.
Sim, ser mais prudente ; como se chama a
menina?
Ceriselte, minha se hora?
Ceriselte, s?
Sim minha senhora.
Muitas das raparigas pozeram-se chasquear,
dizendo :
Vejam l que nome dislinclo.
Isso nome de fruteira I
Eu prefera chamar-me batata cosida.
certo que batata cosida ficar-te-hia mui-
to bem ; replicn a matrona. Ceriselte um no-
me como Coleta, Rosinha...
Senhora estamos cora fome, queremos ceiar.
Esperem 1 e o tratante de Minos que nao
apparece 1 Ahi vem Trinca-denles.
Enlrou no quarlo um caozinho preto, da raga
dos galgos, abanando a cauda e foi esfregar o
focinho no vestido de cada urna dos raparigas,
com um grunhido surdo que era a sua maueira
de exprimir o. seu bom humor; depois sallou
paraos joelhos da donada casa, o poz-se lam-
ber-Ihe as mos, a barba, o nariz, de modo que
a dona da casa vio se obrigada a repelli-lo com
a mo para por termo aos affugos que ameagavam
ir-lhe aos olhos.
Est boro, basta, Trinca-denles s mais
amavel do que a boa peca do leu amo. Ora, gra-
gas i Deus, que chegou 1
Entrara no quarlo um homem de seus quarenta
e cinco anuos, pouco mais ou menos, mas anda
com modos de rapaz. Esle senhor tinlia bonita
figura, era bem fito de corpo e poda ser bonito
de rosto ; mas o abuso de urna porgao de cousas
lhe deteriorara as feigScs, tanto que era neces-
sario examina-Io por muito lempo para ver que
fra bonito rapaz. Os olhos bastante graudes
eram fundos, as magaas do rosto salientes, as
faces irrogadas, a ausencia dos denles linha-a
cavado ; emOm o nariz comprido tornra-se, na
exlremidade da cor de beterraba, o que fazia um
contraste desagratfavel com a pallidez mrbida
do seu rosto.
O trajar do Sr. Minos annuncava ura ex-leao
reduzido um estado que nao queremos dizer.
dado rende: vous uaquelle roble secular ; porque
ao mesmo tempo resoavam os trilos do canario,
os gorgeios do rouxinol, e os diferentes cantos
de todas as aves I
Logo sorpresa succedeu um movlmenlo tu-
multuoso.
Vamos apanh-lost gritou o principe de
Joinville, o mais inquieto e o mais intrpido do
todos osirmos.
Estasjpalavras foram acolhdas com urna accla-
macaogeral.
N'um instante, o* principes, incluindo o mal-
aventurado duque de Orleans, pozeram-se em
mangas de carniza, e Ireparam por difireles la-
dos arvore, onde, apesar do terrivel alaque, se
conlinava a ouvr o brilhanle concert.
Joinville foi o primeiro que descobro o autor
de tao maravilhoso canto, que nao era outro se-
oao Carlos ID'rrmann, que com um adiniravcl
talento de imlac.ao tinha conseguido remedar,
juntos e separados, os passaros que pouco antes
ouvira cantar.
Cuslou-lhes a crer, aos filhos de Luiz Filippe,
que um rapaz s produzss' aquella mullidao d
sons: mas quando lhes nao reslouduvida.es-
ta foi substituida por sincero e rdanle en'thu-
siasmo.
Leraemo-lo o pap, para que o ouga I dis-
se o impetuoso Joinville, e deixando-se lodos es-
corregar pela arvore, com a mesma rapidez cora
que tinham subido, conduzirarn em triumpho o
joyen estudanle aonde el-rei, a rainha e madama
Adelaide se haviam sentado a descancar, depois
de um curto passeio.
All, em sua presenga, ao ar livre, exeeutou
Herrmann pela primeira vez, o seu concert
improvisado, perante um dos primeiro* monar-
chas da Ierra. O xito foi prodigioso: suas ma-
gestades e altezas obrigaram-o a repetir os seus
cnticos improvisados, como mais larde devia
w iVlS; M" Publico- elicitando-o pela sua rara
habilidade, e convidando-o a ir s Tulherias
oilo das depois, para p3tentear novas proras
d ellas.
. \onJn e cinco annos mais larde. a 3 de margo
delSoO, encontravam-seo duque de Montpensier
e o prestigiador Herrmann, era um salao do pa-
lacio real de Madrid. O celebre artista tinha sido
chamado pela rainha Isabel II, para executar al-
guns dos seus jogos e experiencias mais notaveis
e em ura intermedio, felicitado expressivamente
pelo principe de Orleans, recordava a este a
aventura do bosque de Fontainebleau.
Como! exclamou S. A., o senhor o demo-
nio que tanto nos divertio aquella larde?
E o duque de Montpensier cornegou a contar,
aos que o rodeavam, com toda a exacldoo, as
particularidades do feliz encontr, que revelou
urna das habilidades do Herrmann.
Esle, no collegio, tinha aprendido algumas ou-
tras. laes como jogos facis de maos, e innocen-
tes empalmagoes, e na noito que foi s Tulherias
fez alarde de todas ellas com grande applauso
dos augustos expectadores, que lhes deram repe-
lidas provas da sua benevolencia.
Esle primeiro ensaio fez reflexionar Horrmann
profundamente a respeilo do futuro, que se lhe
nao anlolhava auspicioso, cm razao dos poucos
haveres de seus paos, que por successvos revo-
zes tinham cahido em pobreza, de modo que mal
podiam sustentar as despezas, que occasionava a
carreira de seu ilho mais velho, o qual linha,
alm dislo, mu pouca afteicao pelo esludo da
medicina. Resolveu, pois, animado de um pon-
saraento invcncivel e generoso, abandonar as li-
gues do sabio e Ilustre professor Dupuytren, pe-
las de Roberto Houdin, Bosco e outros celebres
prestigiadores.
O resullido foi maravilhoso: era pouco lempo
Herrmann aprendeu a fazer multas sortes com
extraoriinaria hmpeza c agilidad?, causando
admiracao a seus mestres as suas ptimas dispo-
siges para a arte
Passando rpidamente pelos annos de apren-
dizagem e dos primeiros trabalhos, iremos cn-
conlra-lo na poca dos seus primeiros trium-
phos.
II
Viagens c trumphosDe Londres Itussia.Do
Brasil Portugal. Res e principes.Lisboa,
Porto e Coimbra. Presentes e obsequios.
Condecorago.Ancdotas. Ura suicidio em
urna loja de barbeiro.Vanlagens da sua pro-
fissao.Magnetismo.S. M el-rei de Hespa-
nha.Magnetismo.Caridade.Noticias do fa-
milia.Seus matrimoniosMad^^^sellp Ro_
salie Levy.Dezeselo irmos.uniciusao.
O j famoso professor permaneceu em Ingla-
terra de 181 a 1850, dando em Londres mais de
quatrocentas represenlagoes: em 1849 deu urna
era Dublin, em presenga do vce-re de Irlanda e
de alguns individuos da familia real.
Em 1850 trabalhou egualmonto perante a fa-
milij real da Prussia, o em 1851 leve a honra de
dar algumas sesses no palacio do imperador da
Austria, ni presenga de Sua Magestade e toda a
sua corto
Era maio do mesmo anno repeli os seus tra-
balhos na presenga da mesma augusla pessoa em
l raga ; em julho deu novas represenlagoes era
Dresde, na presenga de SS. MM. el-rei e a rai-
nha de Saxonia; era agosto trabalhou era Vero-
na, dianle do marechal Radestki; no dia 5 de
oulubro deu urna representi'-o era Munich
achando-se presente S. M. o rei'de Baviera ; a 29
do mesmo mez, achando-se em Stuttgard Iraba-
Ihou no palacio de SS. MM. o rei o a rainha de
\ urleinberg.
No dia 4 de abril de 1852 den urna representa-
cao a S. M. o impfraJor da llossia, no seu pala-
cio de invern; e duranle cerca de um anno per-
maneceu naquelle paiz, dando um numero con-
sideravel de represenlagoes. Quem o lem visto
irabalhar sabe que cada* reprcsentar.ao de Her-
mann urna ovagoEm 1853 trabalhou em Var-
sovia dimte do marechal Paschewitz.
Em 1855 leve a honra de dar una represedta-
gao no palacio do rei da Hollanda, e pouco depoi
no de S. M. o rei de Dinamarca.
Em margo de 1853 represenlou no theatro de
Bruxellas, era presenga de el-rei Leopoldo, e no
palacio real, peranle toda a corte.
Empreheudeu depois urna viagem America,
percorrendu Buenos-Ayres, Montevideo e Para-
guay, o finalmente todo o imperio do Brasil.
Em junho de 1858 trabalhou dez ve/es dianle
de S. M. o Imperador D. Pedro II.
Trazia urna calca de brim pardo, justa, quo de-
senhava-lhebem as formas, mas suja e nodoada.
As botas, que tinham a prelengao de terem sido
engraxadas, ha muito que m'ereciam reforma.
Tiazii um colete amarello, abotoado at o pes-
cogo para oceultar os mysterios 4a camisa. Va-
se anda um collarinho pre'o mais brilhanle do
que as bolas; mas havia ausencia absoluta de
camisa. A ludo islojunle-se urna casaca azul,
bem cortada, bem feila, que desenhava perfeila-
raente as cideiras, mas.que eslava extremamen-
te exlragada e pareca nunca ter recebido urna
s escovadela. Cabellos louros, penteados com
prelengao, com sua estrada bem aberta, um
chapeo ensebado posto peralta, e urna benga
linha na mo ; cara de brigador, meneios pre-
tenciosos, caminhando lodo dengoso as ponli-
nhas dos ps; eis, sem tirar, nem por, a ver a
efligie do Sr. Minos," que ao entrar atirou-se
sobre o divn, eslendendo as peruas e gri-
tando :
Eslou desvanecido 1 Venho da ra Caumar-
tin... Fui levar Djjnira at casa, tinha-a to-
mado na porta SoMarlnho I Que passeiata di-
vertida I
E a proposito de que vais levar as outras
raparigas? replcou a matrona de mo hu-
mor Que necessidade nlias tu de le fazeres
guia de Djanira ? Entao julgas que te sustento
para isso ?
Tois, muha querida, era necessario 1 An-
tes de ludo sou cavalleiro francez Acabava o
espectculo na Torta S. Martnho. Eu ia passan-
do e vejo Djanira sahir loda pimpona, flamante
mesmo... Depois vejo-lhe no encalgo um Ihaga-
lh, algum supraniiraerario esfarrapado, sera lu-
vs, ora, vejam. Disse c com os meus boides :
One coaquista rels que fez a Djanira 1 Roubam
a rapariga I Quiz cerlificar-me da causa e fui
seguindo os dous. Cora etteilo, o tal palerma
offereceu-lheo brago, mas quem dissecarro !?...
eu sabia bem que Djanira nao teria animo para
recusa-lo. Mas o tal sum es fui segue-a de por-
to, eadevinhei que a eslava aborrecendo ; ella
recusou-lhe o brago e aperlou o passo. Ento o
sujeito inquisilou-se e foi-sc adianlando. Forte
paspalho 1 se quera fazer isso, alugasse um
carro Eu peguei no troco com a cousa, fui a
Djanira e offerecl-lhe o meu brago ; ella reco-
nheeeu-me, ficou contentissima cm o encontr.
O sujeiio subi a serra e poz-se a resmungar.
Eu comecei a assobiar ello perfilou-se comigo
e leve a audacia de dlzer-me : Com que direito
loma o senhor o brago da senhora com quem
toraei amizade no theatro. Pois ella pode lim-
par a mao parede com a amizade, disse-lhe
eu ; v andando, meu charo senhor, que nao
queremos trla....
Mas o (om de caguada com que lhe respond
Em Lisboa, no invern passado, trabalhou na
presenga de SS. MM. el-rei D. Pedro V. do Senhor
. Fernando, e de toda a familia real.
Era Madrid, onde agora se acha, j tem sido
recebido duas vezes no pilacio real, tendo traba-
Ihado peranle S. M. a rainha D. Isabel, de quera
tem recebido inequvocas provas de benevolen-
cia.
Em toda a parte Herrmann tem prendido a at-
lengodas pessoas mais qualillcadas, pola perfei-
cao do3 seus trabalhos e raras qualidades do seu
corago generoso.
Em Montevideo, o publico abandonou madama
Lagrange. cantora querida e predilecta no Brasil,
para correr ao theatro onde Herrmann dava as
suas represenlagoes.
Nos seus albuns lem-se innmeros documen-
tos incontcslnveis da habilidade com que executa
os seus milagrosos exercicos, e urna infinidad
de arligos de lodys os jornaes das Ierras que tem
percorrido, nos qiHes, entre muilos elogios, so
nota o maior que seXnde fazer a ura artista
commemorar que elleXaltrahe o publico.
_ Em Lisboa, no Porto", e em Coimbra,'anda es-
tao bem vivas as recordaces de Horrmann.
Em toda a parte, depois dos soberanos, as pes-
soas mais notaveis de cada paiz, tem-o chamado
a suas casas para a iminr o seu assombroso ta-
lento, enchendo-o de obsequios e de dadivas.
Em Lisboa foi recebido em casa do Sr. D. Po-
dro do Rio, commssario regio dos theatres sub-
sidiados, no palacio dos Srs. duques do Palmel-
la, cm casa do Sr. Luiz de Mello, e n'outras de
pessoas da primeira sociedade. S. ti. o Senhor
D. Fernando brindou o insigne prestigiador com
um rico e fino punhal de damasco, cravejado
de pedras preciosas, e a senhora duqueza de Pal-
mella offereceu-lhe um rico jarro e bacia de pra-
la de exquisito lavor, e urna aboloadura comple-
ta de brilhantes.
No Porto foi recebido as principses casas, e
alguns cavalheiros da cidade invicta mandaram-
Ihc urna cordado ouro de muito valor.
Em Coimbra o enthus>asmo foi tal, que se njo
pode delle fazer nem urna paluda dcscripgo. A
academia offereceu-lhe urna medalha d'ouro.
Em Madrid est aconlecendo o mesmo. Herr-
mann foi j recebido nossales dos marquezes de
Narros e do Villaseco, dos duques do Fernn Nu-
nes. dos Srs Garca Sanches. D. Carlos Caldern
e D. Manoel Alvarez. Por deferencia, o hbil pro-
fessor nao quer nunca receber dinheiro por ses-
ses particulares, aceitando s os presentes que
lhe fazem. O Sr. Garca Sancho presentcou-o
com uns ricos boles de punhos com perolas e
pedras preciosas; o Sr. Caldern enviou-lhe urna
magnifica aboloadura de brilhantes para collctee
camisa, e os duques de Fernn Nunes uraa ca-
deia do relogio.
No Brasil recebeu Herrmann, entre outros pre-
sentes de valor, os arreios completos para ajae-
zar um cavallo de marcasellim, freio, redeas,
loros, estribos ludo de prata. trabalhada com
muita delicadeza, que o famoso prestigiador of-
fereceu a el-rei I). Fernando, o qual se dignou
aceitar.
. S. M. F. o Senhor D. Pedro V houve por bem
agracia-lo, condecorando-o com a medalha de
ouro do primeira classe, pela perfeigao dos seus
irabalhos e rasgos de generosidade para com es-
tabeleciraenlos pos, como se v do honroso di-
ploma que lhe conferio.
Vou agora referir algumas ancdotas antigs e
modernas da vida de Carlos Herrmann.
Certa manha de 1856, um individuo paludo,
alto c delgado, enlrou em urna das principacs lo-
jas de barbeiro de Biuxellas, e pedio que lhe G-
zessem a barba dpressa Naquelle momento,
lodos os ofliciaes estavam oceupados, e o dono
do estabelccimento para agradar ao desconhecido
freguez, pegou elle proprio na navalha, e fez a
requerida operagAo de escanhoar os queixos do
cidido apressado.
Terminada sobreveio cora um pretexto fut,
una acalorada discussao, e o desconhecido,
n'um nstente de desespero, langa mo da nava-
lha, dando com ella um enorme*golpe na gargan-
ta, do qual brota o sangue aos golfoes.
Figure o leitor a scena que so seguida. Os
que estavam as raaos dos barbeiros pozeram-se
de p. com as caras ensaboadas e as toalhas ao
pescogo. A mulher do mestre acudi bulha, e
leve um desmaio serio, emquanto o marido ber-
rava por soccorro, como um possesso. No entre-
tanto, Herrmann, pois era elle o desconhecido,
levaotou-sc da cadeira onde jazia inanimado, e
limpando o sangue com urna toalha, perguntou
socegadaraente quanto devia, emquanto punha o
collarinho, que lhe occullava a gargsnla inclu-
me. Tinha sido ludo urna brincadeiri, e nao
tardarara os circumstantes a persuadirem-se da
verdade.
Em Londres, ia pela rus urna pobre mulher
cora urna enorme cesta cheia de ovos, no brago.
Um individuo bem vestido approximou-se d'ella
e pedo-lhe meia duzia d'elles, pagando sem re-
gatear.
Porque vende os ovos tao baratos, mulher ?
diz-lheo mysterioso personagem.
Vendo-os pelo mesmo prego que os demais,
responde a boa mulher admirada.
Mas nem todos os ovos valem tanto como
estes, e fallando assim, o desconhecido, quebra
ura e tira de dentro urna libra.
E' possivel ? I exclama atnita a vende-
dora.
E nao s esle, conlinuou o sujeito, cada
um encerra urna moeda egual. E quebrando os
cinco que lhe restavam successivamente, d'elles
tirou outras tantas libras.
A pobre mulher nao sabia o que devia pen-
sar ; de repente poz a cesta no chao e cornegou
a descascar ovos como urna desesperada. Ne-
nhum continha seno a clara e gemina, mais ou
menos frescas. Vendo perdidos todos os seus
haveres, a triste cornegou a chorar amarga-
mente entre o riso e o escarneo dos expecta-
dores.
Quanto valiim os ovos que voc levava
na cesta ? perguntou-lhe o individuo em questao.
Meia libra, pouco mais ou menos respon-
deu a infeliz, solugando.
Pois ahi lem as seis que eucontrei na meia
duzia que comprei.
E Herrmann alTaslou-se entre o assombro dos
circumstantes e as bengSos da vendedeira, que
julgava estar sonhando.
_______ ____ {Continuar-se-ha.)
exasperou o sujeito. Injuriou-me, ameagou-me,
propoz-me um duelo, rae disse que havia dejes-
lar amanhaa no bosque de Bolonha, coro duas
testemunhas, espadas e pistolas... Ah ah I ain-
da tenho vonlade de rir I.....
Meu senhorzinho, d3se eu ao tal sujeito,
podem vir dous, tres ou quatro contra mira.
Traga pistolas, espadas e espadoes I.... Para
miro basta-me um rabo de coelho e esfrego a
t >dus. .. Oh I com esla o sujeito ficou furioso e
abri o chambre. Eu j sabia que a cousa havia
de acabar assim....
Mas parece que leus na testa um arranhao
que parece de bengala?
E' que talvez bati com a bengalinha quan-
do i levanlei para o tal marca de judas!
E voltasle a p ?
Calcanlibus, amiguinha.
Parece-mo que Djanira devia pagar-to o ca-
briolet pelo servigo que lhe fizesle..
A rapariga e'slava sera chelpa.
Mas tu devias ter dinheiro / Dar-se-ha caso
que comesses todos os leus sidos ?
Nao comi, roas joguei-os e pozeram-me a
ver jurar lestemunhas no jaquel.
Quo jogo esse? Alguma nova invenrao
para Iimpar as algibeiras 1
E' um joguinho muito bonito ; cora da-
dos.... mas, com os diabos, tenho fome e farei
honra ao banquete..... Mas o que vejo ? Uraa
recrula 1 fructa nova.. Chega-te c, pequea
quero azer-te inspeegao.
Era Ceriselte que se drigiam essas palavras
mas a moga olhava admirada e nao se mechia ;'
a gorda dona da casa que havia ura momento
fazia signaes que Minos nao comprehendera, dis-
se-lhe logo :
Cala o bico. Minos 1 Tagarellas como urna
pega .1 A menina andava procurando um hotel
para passar a noite e encoritrou Berenice na ra
que a trouxe para minha casa, onde quero que
seja tratada com todas as atlenges, devidas ao
bello sexo. Emendes ?
Terfeitamenle Tenho toda a minha galan-
laria aos ps de mademoiselle.
Est bom, ella nao precisa. Procura guar-
dar um bocadiuho para mim, com quem s muito
traante !
E pode-se saber o nome dessa linda a-
dulta ?
Ei-lo que comega com os seus seus termos
empoladosl Mademoiselle chama-se Ceriselte...
Ests contente.. .
Prefereria que se chamasse morznho......
Deixa-tc de bobageos, larimbeiro 1
("onfinar-se-/ia.)
> 4
PERN. TYP, DE M. F. DE FARlA. 1860


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