Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09124


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Full Text
v
AflflU I1IY1. nufflCAU 173.
Por tres mezes adianlaiios 5$000.
Por tres mezes vencidos C$000.
^
SEXTA FEIEA 27 DE JLHO DE 1860.
Por anuo adiantado 19^000
Porte trauco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE"
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lcmo3 Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fcrnandes de
Muraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronvmn da Cosa.
PARTIDA UU.1 LOUUt.lU.1.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Naz'are'.h, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lng-izeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os cnrreios partem as 10 horas da manha.
EPHEMERIDES DO MEZ DEJULHO.
3 La cheia a 1 hera e 47 minutos da manha.
11 Quarlo minguaDte as 3 horas e 38 minutos
da manhaa.
18 La nova as 12 horas da manhaa.
25 Quarlo crescente as 3 horas e 20 niatos da
manhaa.
PREAMAB DE HOJE.
Primeiro aos 5 i minutos da manha.
Segundo nos 30 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TBIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do comraercio: segundas e quintas.
Relaco : terjas feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do comraercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados ao
meio dia.
*
PARTE OFFICIAL
Governo da provincia
EXPEDIENTE DO DIA 25 DE JLHO DE 1860.
Officio ao commandanle das anuas.Mande V.
S. por em liberdade, se anda nao estiver rom
piara, o recrula I.ouronco Gonjalves de Oliveira,
visto que, como guarda nacional do nono bala-
lhao de infantera do municipio de Olinda, se
presta com promplldo ao servijo, segundo de-
ciarou-DlO O respectivo com mandante superior eni
officio de il do corrente. Communicou-sc ao
referido commandanle superior.
Dito ao tnesmo.Pode V. S. mandar abrir as-
scntamcnlo de praca aos recrutas Candido Jos
dos Prazere3, Antonio Cuulinho do Nascimcnto, '
Antonio Luizde Sanl'Anna, que foram conside- i
rados aptos para o servico em inspeceo de sade, |
remetiendo ao inspector do arsenal do marinha
para sor addido campanilla do aprendizes, o de'
nom<> Luiz Leonardo dos Sanios, visto ser menor
de dezoilo annos.Communicou-se ao inspector
do arsenal de marinha.
Di'oao niosmo.Pudo V. S. mandar abrir as-
senlamonlo de praca ao recruta Pedro Teixoira
do Aojo, que foi considerado apio para o ser-
vico, como consta do tormo annexo ao seu offi-
cio de hontem, sob n. 788.
Dito ao mesmo.Mande V. S. inspeccionar de
sade, o assentar praca no caso de ser julgado
jilo, a Marcelino Francisco da Silveira Lessa, que
so offerece para servir no exercilo.
Dito ao mosmti.Mande V. S. por cm liberda-
de o recrula Jos Cupertino, visto ser guarda na-
cional do primeiro balalhao de infanlaria desle
municipio c prestar-se com promptido ao servi-
or>, alui de ter bom comporlamcnto, segundo
me declara o respectivo commandanle superior,
em ollkio desta data, sob n.119.Communicou-
sc .ni commandanle superior.
Dilo ao mesmo. Verificada a identidade do
l --na do recruta Cyrillo de Mello Ferraz, mande
V. S. pd-lo em libeidade, visto ter provado isen-
cfio legal, segundo se o do documento junto.
Dito no chefe do polica. Para providenciar
no sentido que V. S. solicilou em olficio de 1 do
correnle, sob numero 1,010, necessito que V. S.
determine o numero do pr.ioas que se faz noces-
sario, para cflVeluar-so a transferencia dos presos
'lu' alindo cm seu citado officio.
Ii, >> ao mesmo Remollo por copia a V S
para sen conliecinieuto, o officio que me dirigi
o ngente fiscal interino da llumtnaco a gaz, em
20 do correnle, relativamente aos lampeos a que
se refere o de V. S. de 38 de junho, sob n. 881
Dilo ao conselhciro presidente da relaco.
Transmiti por copia a V. S. para seu coheci-
mento, o aviso expedido pelo ministerio da usu-
ra i m 0 de junho prximo findo, declarando
quaes os eniolumonlos que compolem aos conser-
vad!.res do commercio.Igual ao presidenle do
tribunal do commercio.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
A minha ordem de 20 deslo mez, expedida em
atteneao ao que me pondoroii o inspector do ar-
sendl de maiinha que linliam algnns empregados daquellc arsenal
ltimamente nomeados para oblciem seus titules
c mandando-OS entrar logo em exercicio, poras-
sim convir ao servico publico, nao isenla nem
podia sentar a essos empregados do pagamento
do .'lio 9 dircilos exigidos por lei, que deve ser.
arerbado no ordem desla presidencia, que Ibes !
servir de titulo provisorio para que passam re-
rbor seos vencimoiitos ; o que intuitivamente
re deprendido da ordem do thesouro de 1G de
Janeiro de 1851 porV. S. citada em seu officio de
21 do orrente. relativo a esse objeclo, que lenho
nssim respondido. Remelleu-se por copia ao
!Clor do arsenal de marinha.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. pagar sob mi-
nha responsabilidade os vencimentos do n,ez de
j.miIio ultimo do juiz do direito da comarca de
Pao d'Alho, Dr. Manoel Teixeira Peixolo, visto
nao haver crdito para esse pagamento, que me
foi requerido por parte daquclle juiz.
Dito ao mesmo. Aitondendo ao que me re-
quereu o promotor publico da comarca do Li-
moeiro, bacharol Jos Antonio Coelho ftamalho,
nutoriso a V. S. a mandar pagar, sob mili ha res-
ponsabilidade, oque se llie esriver a dever de
seus ordenados, a contar de 28 de abril al o
ultimo de junho lodo dosto anuo, visto nao haver
Crdito para esse pasamento que concernenle
alimentacio daquelle bacharel.
Dito ao mesmo.Tomando em considerarlo o '
(fue nie roqocreu ocarcereiro da cadoia da villa
O" Brejo, Claudino Jos Carneiro, c nao havendo
crdito para pagamento do seu ordenado, venci- I
do nos mezes do Janeiro marco desle anno, au-
loriso a V S. a mandar effecluar esse pagamento
sob minha responsabilidade, visto serosuppli-1
cante pobre.
Dilo ao mesmo. Considerando destinadas
aluiienlacao dos vigarios as soas respectivas con-
gruas, e nao havendo crdito para pagamento das
que venceram os da freguezia de Papacaoa Joo
Clemente da Rocha, acontar do junho do anno
prximo passado a junho ltimamente findo, o
da de Ipojuca, Firmino Jos de Pigueiredo, nos
mezes de abril junho ullimos, e o da do Ilama-
rac, Genuino Gomes Pereira, al maio desle an-
uo, auloriso a V. S. a mandar efTectuar esse pa-
gamenlo sob minha responsabilidado, conforme
requoreram os mesmos vigarios.
Dilo ao mesmo.Visto que, segundo consta de
sus informarlo de hontem, sob numero 745, nao
lia duvida no pagamento da quantia de 30400,
em que importa a forragem que, nos papis que
devolvo, pede o capilo Jos Joaquim de Barros
para una besla que conduzio a sua bagagem da
comarca da Boa-Vista para esta capital, auloriso
a V. S. a mandar ell'ecluar esse pagamento.
Communicou-se ao commandanle das armas.
Dilo ao mesmo. Transmiti a V. S. a folha
dos ofiiciaes de primeira linha e pret dos corne-
tas, rlarins e tambores, empregados no mez de
junho prximo findo nos corpos da guarda nacio-
nal deste municipio, afim de que, estando nos
termos legaes, soja paga a sua importancia, se-
gunda me reqoisiloii o respectivo commandanle
superiorem officio de horilem, sob numero 118.
Communicou-se ao commandanle superior.
Dito ao mesmo. Tendo de desembarcar por
haverem completado o seu lempo de servico. o
foguista Jos Mara dos Santos, o o segundo' ma-
rinheiro Jos Pedro Langlois, ambos estrangeiros,
o da guarnioao do vapor Victmdo, segundo me
Ociaron o commandanle da diviso naval em of-
ficio de 21 do corrente, sob numero 129, aulori-
so a V. S. a mandar pagar sob minha responsa-
bilidade oque por ajuste de coritas se estiver a
ttever a essas pracas, visto nao ter ainda ebegado
a ilislribuico do crdito para esla provinciano
torrente exercicio Communicou-sc ao comman-
danle di diviso naval.
Dito 3o mesmo. Devolvo a V. S. os papis da
divida, de que pede pagamento JosJoaquim de
Souza, o a que se refere a sua informacao data-
da de 23 do correnle, para que mande pagar, nao
s a importancia do fornecimenlo de agua e luz
relativo ao mez de Janeiro desle anno, urna vez
que o peticionario aprsente duplcala dos res-
pectivos documentos, mas tambem a dos suppri-
mentos feitos nos mezes de julho a oulubrode
1859, liquidando-se a do exercicio de 1858 a 1859
nos termos da circular de 6 do agosto de 1847,
visto que lodo o fornecimenlo foi feilo ao desta-
camento da cidade de Olinda, que havia sido
chamado a servio para coadjuvar a tropa de pri-
meira linha.
Dito ao inspector da thesouraris provincial.
A quantia de 229&750 rs. em que importara os
vencimentos da escolta da guarda nacional, que
condusio os criminosos do termo do Brejo para
esta capital, nao deve ser pago ao capito Fran-
cisco das Cliagas Pereira, como declarei cm offi-
cio de 21 do corrente, e sim a Simplicio Jos de
Mello segundo tequisitou o chefe de policia em
dala de hontem o que communico a V. S. para
seu conhecimento.Communicou-se ao chefe de
policia.
Dito ao commandanle o corpo de policia.
Accuso a recepcao do officio de V. S. datado de
hontem, sob n. 291. remetiendo a relaco norxi-
nal, por mim exigida das pracas engajadas no
corpo sob seu commando, do Io a 23 desle mez ;
e, em resposta, tenho a encommendar-lhe que
mande V. S. recolher ao corpo todos os recrutas
constantes da mesma relaco, que se aeham des-
tacados no interior da provincia, subslituindo-os
por pracas mais antigs no servico, e que, de ho-
je em dianle, nao taca destacar recrutas, c os
conserve no corpo por lempo sulfieiente para ad-
quirirem a necessaria disciplina, como convem.
Dito ao mesmo.Faca V. S. aprosenlar quan-
lo antis ao chefe de policia oito pracas ooruman-
dadas por um inferior, afim de escoltaieni cri-
minosos de niorle do tormo do Caruar para esta
capital.Coainiunicou-se ao chefe do policia.
Dito ao mesmo.Pode V. S. engajar para o
servico do corpo sob scu commando ao paisano
Themoieo Francisco de Oliveira, de que trata o
seu officio de hoje.
Dito a adniinislraco dos cslabelcciraenlos de
caridade.De conformidade com o que solicilou
o director interino da faculdadc de direito, man-
de a administrarlo geral dos estabelecinientos de
caridade recolher ao hospital de earidide o sr-
venle d'aquella repartija O tilias Francisco de
Souza Barros, que se acha completamente doudo.
Dito a camars municipal do Bonito.Convm
que a cmara municipal do Bonito inlerponha o
seu parecer acerca do projecto n. 18 da asscm-
bla legislativa provincial, por copia incluso.=
Igual oo respectivo juiz do direito c cmara
municipal deCaruai.
Dito ao juiz municipal da 1* vara.Remella
Vine, com a maior brevidade possivel, para cura-
primenlo de ordons imperiaes copia da deciso
desse juiso proferida no summario instaurado
contra Manoel de Souza l.lmi, de que trata o seu
officio de -23 do correnle.
Dilo ao do termo de Pao d'Alho.Informe Vmc.
com urgencia sobre o que expende o comman-
danle superior da guarda nacional desse muni-
cipio no officio constante da copia junta.
Dilo ao administrador do corrcio De confor-
midade com o que solicilou o commandante su-
perior da guarda nacional dos municipios do Bo-
nito e Caruar f.ica Vmc. encaniinhar por inter-
medio da agencia da povoaco de Bezerros, e nao
pela do Bonito, como al agora, a corresponden-
cia desta presidencia com aquello commando su-
perior.Communicou-sc ao referido comman-
danle superior.
Dilo ao bacharel Vicente Jansen de Castro c
Albuquerque.Cumpre que Vmc. entre quanlo
antes no exercicio de seu cargo de promotor pu-
blico da comarca doTaoarat, para onde foi re-
iiiiUi^ijOJ do Flores.Communicou-se ao res-
pectivo juiz de direilo.
Dito ao director do arsenal de guerra Pican-
do inleirado pelo seu officio do 2i do corrente,
sob n, 219, de haver fallecido no dia anteceden-
te o menor da companhia de aprendises desse
arsenal, Vicente Ferreir d'Assuinpco, recom-
mendo-lhe que faca alistar em scu lugar o mais
antigo dos addidos mesma companhia.
Dito ao capilo do porto.Pelo seu officio de
23 do correle, sob n. 141, fiquei inleirado de
haver fallecido no dia 20 no hospital do arsenal
de marinha, o recruta Antonio Francisco da Sil-
va.Communicou-se ao chefe de policia.
Dito ao mesmo. Faca Vmc. apresentar ao ins-
pector do arsenal de marinha, afim de ser alis-
tado, coma addido, na companhia de aprendizes
marinlieiros o recruta Nicolao Leoncio Dativo,
urna vez que, por ser menor, nao pode servir na
armado, conforme Vmc. pondera em seu officio
de hontem, sob n. 112.Communicou-sc ao ins-
pector do arsenal de marinha.
Portara.o presidente da provincia, annuin-
do ao que requositou o inspector da thesouraria
de fazenda em officio n. 7-l de 23 do correte,
resol ve designar os profossores do Gymnasio pro-
vincial, bacharel Antonio Rangel do Torres Ban-
deira, e Antonio Egido da Silva para examina-
dores no concurso, a que se lem ue proceder na
mesma thesouraria, para prcenchimcnlo dos lu-
gares vagos de pralicantes : sendo o Io dos no-
meados para lelura, anilyse grammalical o or-
lliographia ; o o 2" para arithraelica al a theo-
ria das proporcoes inclusive; e ordena que neste
sentido se expecam as convenientes communi-
cacoes.Communicou-se ao inspector da ihe-
souraria de fazenda.
Dita.O presidente da provinvia conforman-
do-se com a proposta do chefe de policia de 19
do corrente, sob n. 981 resolve nomear o bacha-
rel Amaro Joaquina Ponceca de Albuquerque,
para o lugar de 5supplenle do delegado' de po-
icia do 1 districto do termo do Rtcife.Com-
municou-se ao chefe de policia.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se rom o que propoz o inspectoi do arsenal do ma-
rinha em officio n. 244. de 2 do corrente, resolve,
do conformidade com o disposto no aviso da repar-
licaode marinha de 20 de maio de 1856, nomear
a Augusto Cesar Carneiro de Mallos, para o logar
de aponlador dos operarios das obrss do melhora-
menlo do porto. Communicou-se ao inspector
do arsenal do marinha.
Dita.O Sr. agente da companhia pernambuea-
na de paquetes vapor mande dar transporta pi-
ra a provincia da Parahiba, na primeira oppor-
tunidade, ao desertor Joo Monleiro da Confia e
aos criminosos Joo Francisco Calisto e Ciernen-
lino l.ins de Araujo, escollados por tres pracas do
corpo de policia, sendo as passagens pagas na-
quella provincia. Communicou-sc ao chefe de
policia e officiou-se ao commandanle do corpo de
polica para fornecor as pravas que teem de es-
collar os criminosos.
Dita.O Sr. gerente da companhia pernambu-
cana mande transportar para o Rio Grande do
Norte, no vapor Iguaratt, urna prensa, um sel-
lo, & boias c livros, que se acham na capitana
do porto desta provincia com deslino d'aquella.
Communicou-se ao respectivo presidente cao
capilo do porlo desta.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao secretario goral da secretaria de es-
lado dos negocios do imperio De ordem de S.
Exc. o Sr. presidenle da provincia, solicito de V.
Ese., para serem destinados biblolhera publi-
ca desta provincia, a remessa nao s de urna col-
lecco dos relatnos apresentados aSsembla
geral legislativa pelo Exm. ministro e secretario
de estado dos negocios do imperio, como tambem
dos .4 lines do parlamento brasileiro. Igual s
domis secretarias de estado.
Dito ao commandanle das armas. S. Exc. o
Sr. presidente da provincia, manda declarar a V.
S., que nesta data indefirio o requerimenlo do
soldado do 8." balalhao de infanlaria Fernando
Jos dos Santos, sobre que versa a informacao de
V. S. de hontem, sob n. 780.
Dilo ao commandanle da diviso naval. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar V. S., em resposta oo scu officio de 23 do
correnle, sob n. 131, que approva a deliberadlo,
que lomou V. S., do fazer partir o vapor Viamo,
que tem de ir concertar no Maranhao, de conser-
va com a crvela Unido, afim de aproveilar o
pralico para ella contratado, economisando-soas-
sini os dinheiros pblicos.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
S. Exc. o Sr. presidenle da provincia, tendo sub-
mettido considerarlo do governo imperial o of-
ficio, que V. S Ihe dirigi em 16 do corrente,
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Apollinario b. m. ; S. liborio.
21 Terca. S.Chrstina v. m.; S. Francisco Solano.
25 Quarta. S. Tiago ap.; S. Christovo ni.
26 Quinta. Ss. Symphronio e Olimpio mm.
27 Sexta. S. Pantaleo medico ; S. Sergio m.
28 Sabbado. S. Innocenco p.; S. Nazario m.
29 Domingo. S. Anna Mi da Mi de Dos.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcSo Dias; Bahia,
Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlins.
EM PEBNAMBL'CO.
O proprietario do diario Manoel Figuciroa da
Faria.nasua livraria prac,a da Independencians.
6 e 8.
sob u. 63, acerca do que se propoz o luperinten-
denle da estrada de ferro, relativamente ao certi-
ficado de entrega do aterro substitutivo do via-
ducto da Cabanga, assim o manda roinmunicar
V. S., em resposta ao seu citado offic o.
Dito ao director geral da instruecu publica.
Do ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, remeti V. S., com deslino a" biblolheca
publica, alguns excmplares dos re; torios com
que diversos presidentes abriram a assembla le-
gislativa desta provincia, e alguns bahncos e or-
cimentos da receila e despeza provin:ial com os
respectivos appensos; deixando de ir oulros
tnuilos, que nao exslcm disponiveis no archivo
desta secretaria.
Nesta data se solicita do soverno geral a re-
messa no s dos relatnos dossonhores minis-
tros, como tambem a dos Annaes do parlamento
brasileiro, conforme requisita V. S. cm sen offi-
cio de 13 do maio ultimo, a que S. Exc. o Sr.
presidenle da provincia, manda responder.
Despachos do dia 23 de julho.
feqnerimenlos.
936.Alexandre Americo de Caldas BrandT>o.
Itometlido ao Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial para mandar restituir na form i da lei.
937.Alexandre Augusto de Frias Villar, ma-
jor do Io balalhao de artilharia da guirda nacio-
nal.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
938.Antonio Luciano de Moraes lia Mesquila
Pimental.Indeferido.
939. Antonio Alves de Carvalho Veras, como
procurador do vigario Joo Clemente da Bocha.
Nesta data se expede ordem A thesouraria de
fazenda para o pagamento requerido.
9(0.Capilo Basilio d'Amorim Bczerra, di-l
redor da colonia militar de Pimenteiras. De-
se-I he.
9I.Claudino Jos Carneiro, carcereiro da ca-
doia do Brejo.Dirija-se thesouraria de fazen-'
zonda, quem so expede ordem pa-a o paga-
mento requerido.
942.Firmino Jos de. Figueiredo, vigario da '
freguezia de Ipojuca,Dirija-se thesouraria de
fazenda.
943.Francisco Cavalcanti de Albcquerque.
Nao tom lugar o qae requer o supplicante.
9-ii.Francisco Antonio da Silva Cavalcanti.
porleiro da thesouraria provincial. Remetlido
ao Sr. inspector da thesouraris provincial para
mandar passar a certidao requerida.
9 5.Francisco Xavier Alves Pimentel. Em
vista do parecer da inspeceo de saco, nao lem
lugar.
9G.Francisco Jos Rodrignos Roas.Infor-
me oSr. inspector da thesouraria de "azondq.
9 17.Hermenegildo Fcrnandes de Souza Lobo.
Espere que baja crdito.
948.Genuino Gomes Pereira, vigario da fre-
guezia do Ilamirac.Dirija-se thesouraria de
fazenda.
949.Jos Francisco Barboza da Silva Cuma-
r Passe-se patente.
950.Bacharel Jos Antonio Coelhi Ramalho,
promotor publico da comarca do Limoeiro.Di-
rija-se thesouraria de fazenda.
951.Jos Thom, sentenciado. Informe o
Sr. commandante do presidio de Penando.
952Joo los Pereira de Faria, amanuense
da alfmdcga.Nao lem lugar o que requer o sup-
plicante.
953.Joaquim Mililo Alvos de Lima.Infor-
me a cmara municipal da villa do Cabo.
951.Luiz Leopoldino Arsenio Baiboza. In-
formo o Sr. inspector da thesouraria do fa-
zenda.
955.Manoel Teixeira Peixolo, juiz de diroilo
da comarca do Pao d'lho.Dirija-se i thesoura-
ria de fazenda.
95G.Manoel Alves Guerra.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
INTERIOR.
Rio ni-: .ivvi.iHo.
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA
CMARA DOSSRS. DEPUTADI1S.
SESSAO EM 11 DE JUNHO DE 1860.
Presidencia do Sr. visennde de Ca naragibe
[vice-presidente.)
A's onze horas da manha. feita i chamada,
adiase prsenle numero sufficicnle de Srs. de-
putados.
Lila a acta da antecedente, approvada.
Comparece o Sr. conde de Baepend.,-, e oceupa
a cadoira da presidencia.
O Sr i." Secretario da conta do wguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do ministerio do imperio, enviando
o requerimeuto cm que a mesa adninislraliva
da santa casa da misericordia da cidade de Ouro
Prcio, da provincia de Minas-Geraes, pede ao go-
verno imperial um auxilio em favor da mesma
sania casa, por nao seren sulficientcs os recur-
sos dequedispoe para occorrer s denpezas ain-
da as mais urgentes.A' commisso de fazenda.
Oulro do mesmo ministerio, Iransmillindo,
com os competentes documentos, a copia do de-
creto pelo qual S. M. o Imperador liouve por
bem conceder a D. Carolina Cecilia llampos do
Oliveira, reparadamente com sua fJlhn D. Ade-
lia Carolina de Oliveira, a penso annual de
180S. sem projuizo do meio sold que perce-
be.A' commisso de pensos e ordenados.
Oulro do primeiro secretario do senado, parti-
cipando que por olficio do ministerio da Justina
conslou ao mesmo senado que S. M. o Impera-
dor houve por bem sanecionar as resolucoes ap-
provando as aposentadortas concedidas aos jui-
zes ae direito Jos Gaspar dos Santos Lima e o
conselhciro Jos Thoma^ rsobuco de Araujo com
os honras de desembargadosInleirado.
ous das presidencias das provincia.! de San-
Paulo e da Babia, enviando exemplarjs dos do-
cumentos pertenccnles aos relatorios com que
firam aberlas as sessoes ordinarias de corrente
anno.A archivar-se.
Outro de Jos Pereira Tirares, remitiendo 130
excmplares da Memoria sobre a sericicultura no
imperio, escripia pelo mesmo.E' recebido com '
agnido o manda-se distribuir.
Urna representato da cmara municipal da
villa de Gc-remoabo, pedindo que seja alterado o
decreto n. 1,814 de 27 de agosto do 1856, na
parte que desligou a freguezia de Sanio Antonio
da Gloria pora o collegio do Joazeiro.A' com-'
missode estalislica.
Um requerimenlo de Jos Joaquim Barbosa ;
Araojo, pedindo despensado lapso de lempo pa-
ra naluralisar-se cidado brasileiro.-A' com-'
misso de consliluigo.
Oulro do Miguel Henriques de Paiva e Jos'
Louren^o de Brito, moradores na provincia do
Piauhy, pedindo que sejam relevados do paga-i
menlo dos juros decorrido3 no porioda de urna1
appcllaco_de adjudicaco das casas, afim de1
sera sua importancia applicada oluco do1
capital da fazenda e cusas.A' commisso de
fazenda
Sao lidos dous pareceres das commissoes de
fazenda e de instrueco publica : o primeiro con-
cedendo tres loteras, segundo o plano das da San-
ta Cosa da Misericordia desta corle, em beneficio
da officina de gravara em crysial pettenccnle a
Serafim da Fonseca e S, eosegunco, autori-
sando o governo a mandar matricula as aulas
do primeiro anno da Faculdade Jurdica do Re-
cife, o bacharel em lettras Joaquim Antonio* Al-
ves Conti.
_J
Sendo julgaos objeclos de deliberacao, vao a
imprimir para entrar na ordem dos trabalhos.
t' lida, posta em discusso e approvada sem
dbale a redaeco de resposta falla do throno.
O Sr. Presidenle declara que vai oQiciar ao
governo, pedindo a designaco do dia, hora e
lugar em que Sua Mage.'tad se digna receber a
deputacao encarregada de apresentar ao mesmo
Augusto Senhora resposta falla do throno, pa-
ra cujo fim nomeia S. Exc. os Srs.: Cunha Fi-
gueiredo, Nebias, Saraiva, Serra Carvalho, Au-
gusto Correa, Dias Vieira, Silva Mirando, Manoel
Fernandos, Henriques, Duarle Brando, Garca
de Almeida, baro de Mamanguape, Augusto de
Oliveira, Souza Leo, Barros Pimentel. Costa
Moreira, Fernandos da Cunha, Augusto Chaves,
Torres Homem, Francisco Campos, Cruz Macha-
do, Deltino de Almeida, Abelardo e Oliveira
Bello.
Em consequencia do requerimenlo do Sr.
Brandao, approvado em sesso de 9, relativa-
mente a caresta dos gneros alimenticios, o Sr.
presidenle nomeia para o commisso que tem de
interpor seu parecer aos Srs. Serra Carneiro,
Salles, Viriato, Manoel Fernandos, Garcia de Al-
meida, Henriques de Almeida, Calheiros, Perei-
ra Pinto, Coelho de Castro, Cunha Mallos, Delfi-
no, Abelardo, Lamego, Barros Pimentel c Jacin-
thode Mendonga : c ao Sr. Damas, para substi-
tuir interinamente o Sr. Mendes Costa na mesma
commisso.
ORDEM DO DIA.
Fixaro das forras de Ierra.
Contina a segunda discusso do artigo Io da
proposla do governo que fiza as forcea de Ierra
para o anno linaneciro de 1861 a 1362
O Sr. Reg Barros (ministro da guerra) :
Sr. presidenle, eu nao teorionava fallar hoje:
desejava ouvir mais alguns Srs. deputados, para
ento fazer um apanhado do que ellos livessem
dilo relativamente firaco das [oteas de terra,
que por parto do governo tive a honra de sub-
metter consideraco da cmara, c nessa occa-
so responder s observaces que hoiivessem
feito. Mas o ultimo discurso proferido pelo no- '
tire depuiado pela provincia do Rio de Janeiro
lirou-me desse proposito.
Foi esse discurso de natureza lal que julguei
conveniente fazer quanto antes dcshpparccer a
m impresso que sem duvida havia de causar,
nao s no animo da populaco, como tambom
no da cmara dos Srs. deputados, contra o mi-
nislro da guerra.
Se cu nao livesse conhecimento particular do
nobre deputado pela provincia do Rio de Janei-
ro. que pessoalmente me trata com tanta affa- j
bilidade, diria que muito de proposito quera fa- !
ser com que o exercito ficasse descontente com
o ministro da guerra, muito principalmente os
ofiiciaes, e entre elles os dos corpos de cavalla-
ria, lalvez por existir a maior parle as nossas
fronleiras. Foi esta a razo porque cu nao
quiz por mais lempo demorar a minha resposta,
nao sa esse nobre depuiadp^.como tambera ao
lluslre deputado por M.ito-Grosso, membro dis-
sidentc da commisso de marinha e guerra. Eu I
os acompanharei nesta discusso, segoindo a
propoata : locarei nos differentes potitos della, e
depois fallarei a respeito dos oulros objeclos
apresenlados por estas dous illuslres deputados.
Nao s o nobre deputado por Malto-Grasso,'
como o honrado membro pelo Rio de Janeiro,
Dotaram que eu linha excedido forca actual- .
mente fixada
O nobre deputado pelo Matto-Grosso, membro
dissidenle da commisso de marinha e guern,'
principiou dizendo que, leudo examinado com |
lodo o cuidado a proposta apresentada pelo go-
verno, nao linha concordado com ella em todos
os seus pontos ; o que sem duvida deixava crer
que com effeilo o nobre deputado applicava toda
a sua altenco a osla mesma proposla.
Os Srs. Varanhos e Peixolo de Azevedo:
Peco a palavra.
O Sr. Ministro da Guerra : Mas o nobre de-
putado por Mallo-Grosso aflrmou que o ministro
da guerra linha pedido 2 000 homens alm da
forca existente : lalvez por ter eu pedido 18,000;
homens, e ser a forca actual de 16,000, enlen- i
desse que havia esse excesso.
O Sr. Peixoto de Azevedo : Est engaado
V. Exc.
O Sr. ministro da Guerra : Se o nobre de-
putado por Mallo-Grosso comparar a forca ped- ,
da cora a forca fixada para o anno lianceiro ;
prximo futuro, ver que nao ha esse excesso de i
2,000 homens que nolou. No anno passado o
governo pedir 16.000 homens para circunstan-
cias ordinarias, e 24,000 para as extraordinarias,
nao comprehendendo as companhias de pedes-
tres cujo numero de pracas de pret de 1,680
0 Sr. Paranhos: Eu pela minha parle o
disse.
O Sr. Ministro da Guerra: Eu eslou por
ora respondendo a nobre deputado por Matto-
Grosso.
Se S. Exc. attender bem, ver que no anno
passado, fixando-so a forca ordinario de 16,000
homens, exceptuando os* pedestres, que sao
1,680, a forca extraordinaria subi a 25,680; e
que pedindo agora o ministro da guerra, como
forca ordinaria, 18,000 homens, inclusive as
companhias de pedestres, e para casos extraordi-
narios mais 7,000. vem a ser o total das pracas
que so Gxar o de 25,000; e portanto a proposta
do governo, em vez de incluir 2,000 pracas de
mais, d de menos que a lei do anno pa"ssado
O Sr. Peixoto de Azexedo d um aparte.
O Sr. ilinistro da Guerra : O que eu desejo
e que o nobre deputado moslre onde est o ex-
cesso do 2,000 homens.
( Trocam-se apartes entre os Srs. Peixoto de
Azevedo e Cunha latios. O Sr. presidente re-
clama a atteneao.)
Eu quizera q'ue o nobre deputado exhibisse os
seus clculos, mostrasse que arilhmethica a
sua, quando, depois de comparar a forja fixada
o anno passado com a proposta actual do gover-
no, conclue que ha um augmento de 2,000 ho-
mens. Eu j prover que semelhante augmento
nao ha, visto como na proposla eslo incluidos
1,680 pedestres nao englobados na determinarlo
da forca de linha como agora, mas fazendo a ma-
teria de urna disposico especial da proposla do
anno passado, a qual realmente pedio, nao 16,000
homens, mas 17,680 para os casos ordinarios.
Se houve agora excesso, foi de 320 pracas de
pret somonte, se so fizer a comparaco para cir-
cunstancias ordinarias.
Com islo concordou o nobre deputado pelo Rio
de Janeiro mas, nao obstante, esse mesmo no-
bre deputado aflirmou que linha havido o excesso
de mil : nao sei como explicar esse exces-
so, visla dos algarismos que tenho exhibido, e
que deixam ra de toda a duvida o quo acabo
de asseverar.
Veja pois a cmara que os nobres depulados'
exprimindo-se por essa mancira, nao fizeram
mais do que manifestar o desejo de ferir o mi-
nistro da guerra, edeixar snppor que o ministro
da guerra s quera augmentar despezas, apar-
tando-se do caminho seguido pelos seus ante-
cessores. Poder-se-ha crer que nao fossem le-
vados por outro motivo.....
O Sr. Peixolo de Azevedo : Eu declarei que
dava o meu voto pela forca proposta.
O Sr. Ministro da Guerra: O honrado
membro dissidente da commisso devia bem
estudar e examinar a proposta antes do sepa-
rarse dos seus collegas paja emiltir semelhante
proposic.no.
O Sr. Paranhos: Eu disse que as cir-
cunstancias extraordinarias V. Exc. pede 25,000
homens, emquanto que a proposla anterior pe-
dio 24,000, sendo 5,000 guardas aacinaa*s des-
tacados, o que na lei vigente se reduz a 4.U00.
Notei islo sem oppor-me ao augmento pedido
pelo ministerio.
O Sr. ilinistro da Guerra : O nobre depu-
tado nao fallou em guardas naciouaes. E' certo
que o nobre depulado era todo o seu discurso li-
nha algunia cousr em seu pensamento, mas o
exprimi por outra maneira.
Portanto, v a cmara que fui mais parco no
pedido deste anno do que suppocm os nobres de-
pulados.
Sr. presidente, a forca existente est dividida
em forca movel e forca fixa, leudo differentes or-
ganisaces que qualquer militar deve conheccr
como desvantajosa. O que querdizer uji corpo
composlo de artilharia o infanlaria, cavallaria e
infanlaria ? o que rosulta dessa diversidade de
armas ? que proveito podem dar as companhias
do pedestres organisadas como se acham?
Disso o nobre deputado, membro disidente
da commisso, que os companhias de pedestres
nao sao forja de linha. Mas todas as Oxacea
de forcas de Ierra dizera que essas companhias
sao definha.
Domis, eslo organisadas sob o mesmo regula-
raenlo das tropas dessa especie, leudo somente
a grande des-anlagem, apresentada em meu re-
lalorio, de poderem ser em vriude da lei com-
mandadas por paisanos ou por ofiiciaes reforma-
dos. De mais a mais sao companhias destaca-
das, sem escola, sem centro, sera organisacao, e
sem fiscalisaco indispensavel.
ludo islo forma confuso lo damnosa que
no meu modo de ver nao pode continuar sem
trazer grandes inconvenientes. (Appoiados.J
Foi por estas razes que ped cmara que rae
desse aulorisajo para nrganisar os corpos fixos
e essas companhias de daquella maneira quo jul-
gasse mais conveniente ao servico publico e s
circunstancias de coilas provincias.
Mas aqui o nobre deputado, membro dissiden-
te da commisso, fez um trocadilho por lal ma-
neira que cu nao pude coiuprehender o que elle
quera dizer.
O Sr. Peixoto de Azevedo : Coslumo ser um
pouco obscuro.
O Sr. Ministro da Guerra : O nobre depu-
tado pelo Rio de Janeiro desoja saber qual a or-
gauisaro q'uc o governo pretende dar a essa for-
ca. Direi que a organisacao dos cerpos do pe-
destres deve ser tal que venham a formar um
corpo com mais ou menos companhias, leudo um
centro, um commandanle, dislrbuido-se em des-
tacamentos para difiere ni es pontos, e oslando su-
joilo fiscalisaco necessaria.
Peiguntou o nobre depulado polo Rio de Ja-
neiro so eu quera empregar os pedestres como
torca provincial. Nao posso f.izc-lo, porque an-
da depende qualquer resoluco nesse sentido de
urna inlerpretico a respeilo" dos corpos policia-
es, cuja organisacao querera uns que pertenca s
provincias por cujos cofres sao pagos, emquanto
oulros cnlendem que deveni pertencer ao gover-
no, Picando a sua despeza a cargo dos cofres ge-
raes. E' urna questo de grande alcance, em
que se trata da inlelligencia de um ailigo cons-
tilucioiial, e nella nao quiz entrar. (Apoiados.)
E' queslo importante, porque, como existe,
o governo tem lodos os encargos sem ncnliuma
vanlagem.
Vamos agora, Sr. presidenle, ao art. 4." 1
Combatendo esle ailigo, como que se quiz dar
a entender que o ministro daguerra pretenda
collocar o governo em posicao de exercer o mai-
or despotismo sobre o paiz", engajando forja es-
trangeira com desdouro das tropas nacionaes ; e
como que se procurou com esludado empenho
langar contra elle o odioso de semelhante offon-
sa aos bros nacionaes. Se essa lo foi a iuten-
co, esse pelo menos o resultado nccessariodis
consideraeocs que foram allegadas.
Nesse intuito, revolvendo o passado, o nobre de-
putado, membro dissidente da commisso, re-
cordou o que aconleceu com a forja cslrangeira
existente em 1830, o tambem com a que foi con-
cedida em 1837 ou 1838, no lempo do meu mi-
nisterio : e at mesmo trouxe a terreiro o en-
gajamento por mim feilo na Europa cm 1850,
por ordem do governo ; c baseado as informa-
cues que Ihe deram, narrou o fado de orna com-
panhia de pontoneiros que nao sabia (rabalhar,
nem para alravessar urna sariga : e ludo islo
para que, senhores ? Sem duvida para mostrar
as vistas, as conlradcces, o pouco zelo da par-
te do actual ministro da guerra nestas circums-
lanscias 1 Mas quem conhecer de mais lempo
ao aclual ministro da guerra ha de fazer-lhe a
devida juslica.
contra mim urna denuncia ao senado de Ilaiu-
burgo,..
Note o nobre depjlado que essa tropa veo pre-
parada, fardada e armada de maneira a saltar
em Ierra e a entrar logo em servijo de campa-
nha. Tive noticia mesmo de que o Sr. general
Antero. ento commandante das armas da corle,
que nao era muito afleicoado a tropas eslrangei-
ras, se havia admirado de ver csses corpos raa-
; nobrarem no Rio-Grande. Nao quero dizer quo
; lodos os soldados do corpo de pontoneiros que
eu conlratei, esvcssem bastantemente hablila-
i dos para o servijo respectivo ; mas o nobre de-
putado devo saber que lodos csses soldados obe-
deciam ofiiciaes, o que csses eram verdadei-
ros pontoneiros ; dous delles al pertenciam
nessa qualdade diviso austraca que eslava
em Hamburgo.
Esses dous ofiiciaes queriam casar-so; nao po-
dendo porm faze-lo por uo terem o polrimonio
que ah se cntende necessario e a lei exige nes-
se e em oulros paizes, correspondente posijo
em que os collocavara as su is palenles, resol-
vern! dar baixa, e eu tive a fortuna de os con-
tratar naquella occasio ; com elles conlratei
oulro muito hbil, que aqui tem preslado at hoja
muilos bons servijos. O digno commandanle da
escola militar pode alicatar as habililajes o ca-
pacidade desse official.que foie anda o instruc-
tor d'aquella escola, exercilando os alumnos no
servijo dos p'onles, que mandei buscar ao Rio-
Grande do Sul, onde existiam nao approvei-
tados.
Mas, disse o nobre deputado : a Essos solda-
dos dispersaram-se, insubordinaram-se e nao
existem hoje. Ser culpa do quem os foi enga-
jar na Europa ? Quereria o nobre depulado que
essos soldados, acosluraados na Europa amar-
chas regulares por caminhos feitos, chegando
aqui se habiluassem aos nossos usos e coslu-
mes, o podessem immediatamente fazer o que
faz a nossa tropa, scompanuar os soldados na-
cionaes em suas marchas por mos caminhos,
por sorras, calcados ou descaljos ?
O Sr. Pei.vito de Azevedo: Logo os soldados
estrangeiros nao serveni para o nosso paiz.
OSr. Ministro da Guerra : Lavrou o des-
gusto entre elles, parlo dos ofiiciaes se separa-
ran!, e o corpo se foi dssolvendo. Nao sei
quem deu causa a esle aoonteciincnlo, nem que-
ro indaga-lo.
Portanto ve o nobie deputado que as minhas
opinidea nao sao qoe baja corpos de eslrangei-
ros orgauisodos no nosso exercito,' simplesmen-
te quero que sejam adroitlidos alguns estrangei-
ros nos corpos nacionaes.
Mas disse-se : isto nao novo, lem-sesem-
pro engajado estrangeiros, e ento para quo pe-
dir agora essa aiilorisaro? A razo clara ;
cifpeo.0 que a lei conlenlia esta faculdade para
que os estrangeiros que quizereui fazer parte do
nosso exercilo condec m as vantagens que I lies
sao concedidas, e al porque lalvez muila gente
nao saiba que. podemos conlratar soldados es-
trangeiros para o nosso exercilo, o que isto
urna novidade tal que poderia crear embaracos
ao ministro, e compromelt-lo em dillkuldades
com o exercilo.
Quiz eu pois que esla idea recebesse toda a
pnblicdade de urna declarajo legal, quiz nao
j menos dar um incentivo a esses cslrangeiros
para se engajarem no nosso exercilo, lornando-os
cidados braznros. Note a cmara que nao ca
ao livro arbitrio delles seren cidtdos brazilei-
ros; nao, necessario que tenham dous anuos de
servijo sem nota alguma ; conseguinlementa
esl da parle do governo ver se laes soldados
sao dignos ou nao dessa graoa.
E pergunto eu ao nobre depulado : nao temos
tido nos soldados estrangeiros qoe eslo hoje
cidados brazileiros ? Pergunto mais : se um
esirangeiro naluralisado cidado brazileiro con-
lralar-se PTa servir no nosso exercilo, nao po-
avancar nos poslos ? nao poder mesmo
O Sr. Peixolo de Azevedo : Eu nunca inter-
prete! as intenjes de V. Exc. pelo lado mo.
U Sr. Ministro da Guerra : As boas pala-
vras e o ar risonho com que se di/.em as cousas,
altenuo de alguma forma as aecusaces ; mas
os eleitos para quem nao Otila para as phisiono-
mias sao muilo mos.
Permita a cmara que cu acompanhe ao Ilus-
tre deputado em todas essas pocas. Em 1830,
quaudo enlrei para o corpo legislativo, aprsen-
le! aqu urna emenda para que os corpos de es-
trangeiros fossem dissolvidos e os soldados dis-
tribuidos pelos difTerenles corpos .lo exercilo.
O Sr. F. Octaviano ; Apoiado ; V. Exc.
deu nessa occasio muilas proras de civismo
(Apoiados.)
O Sr. ilinistro da Guerra : Essa emenda pas-
sou, e lendo-se dssolvido os corpos de estran-
geiros, tendo-se excluido do exercito os ofiicia-
es cslrangeiros que nao haviam recebido feridas
no servijo da nossa independencia, e mesmo os
ofiiciaes inferiores, cabos e auspecadas, que nao
podiam entrar nos corpos do exercilo brazileiro,
foram os soldados disseminados por esses corpos.
Desde eniao at boje lem sido cosime engaja-
rem-se estrangeiros para o nosso exercilo. [A-
poiados.) Ha mesmo um aviso do Sr. Bellegar-
de, quo ninguem dir que desoja cscravisar o
Brasil, decidindo em 1855, quando ministro da
guerra, que cm consequencia da lei de 1830 po-
diam ser coutratados cslrangeiros para os corpos
do nosso exercito.
Ojiando fui ministro da guerra cm 1837 ou
1838, eslando era revolujo a provincia do Rio-
Grande do Sul, um nobre depulado, que tam-
bem nao linha em vista escravisar o Brazl, pro-
poz aqui quo se creassem corpos de estrangeiros,
e eu como ministro oppuz-mn a essa idea, e
declararei que smente como facultativa eu acei-
tara, por ser urna prora de confianca que me
deixarU a liberdade de fazer o que nlendesse,
pois nao quera torcas estrangeiras para comba-
ler a Brazileiros. (Apoiados.)
Mas, tendo sido approvado esse projecto, dei
providencias para que so fossem conlratar na
Europa somente ofiiciaes e individuos proprios
para se crear urna companhia de pontoneiros,
mineiros e sapadores.
Quom sabe o que um exercilo, reconhece a
grande vanlagem de corpos tacs. [Apoiados.)
Sem duvida o meu patriotismo nao cnega a essa
exageraco de nada querer do eslrangeiro. Sahi
do ministerio, e as cousas ficaram sem anda-
mento. J v o nobre deputado que nao sou
apaixonado do corpos estrangeiros.
Quando fui em 1850 para a Europa contratar
cslrangeiros, contra cuja forca havia eu volado,
nao fiz mais do que cumprr urna commisso
para a qual havia sido nomeado pelo governo;
mas posso asseverar ao nobre depulado que fiz
lodoso possivel para escolher gente boa. gente
que, segundo as info.-mares que colhi, pode-so
servir utilmente ao paiz, muito maisattendendo
a que tinhamos guerra com urna potencia cs-
lrangeira.
Devo. dizer cmara que muito soffri nessa oc-
casio, tive de vencer immensos embsrajos, e
.at o cnsul geral de Buenos-Ayres apresentou
chegar a ser official qual pois a novidade ?
ser porque esla idea foi aprcsenladi pelo actual
ministro da guerra? querer-se-ha lomar o aclual
ministro da guerra odioso ao nosso exercito ?
O Sr. Peixoo de Azevedo :Nao apoiado ; V.
Exc. nao dev6 ir as inlcnjes.
O Sr. Ministro da Guerra :Eu digo que esla
medidas as circunstancias do Brasil de gran-
de necessidade. e o vou demonstrar. A cmara
sabe os esforcos que lenho feilo para conseguir
pracas pelo meio do recrutamento ; tinha nesse
mco muitas esperanjas, c ainda as tenho, nns
nao para conseguir promplamente as substitui-
jes de todos os soldados que houvessem com-
pletado o seu lempo de praja.
Dei com effeilo baixa aos voluntarios que esto-
vara nesse caso ; julguei dever cumprir a pala-
vra e a promessa de meus antecessores (apoia-
dos) ; e entendo mesmo que este procedimento.
bem conhecido, far com que muilas pessoas
procurem engajar-secom mellior vonlade no nos-
so exercito (apoiados), para que o nobre depula-
do nao podesse outra vez vir dizer-nos que os
soldados deserlores servem bem ao paiz no ser-
vijo dos fazendeiros. (Apoiados.)
O Sr. Peixoto de Azevedo :Nao quero dar
apartes ao nobre ministro, responderei depois a
esse cavallo de batalha.
O Sr. Ministro da Guerra :Digo aos nobres
depulados que mandei suter por um pouco essa
ordem de dar baxas, porque com effeilo os cor-
pos iam Picando em meros cascos, principalmen-
te os do sul, esperando que o recrutamento pro-
siga, pois tenho insistido nelle, para enlo con-
tinuar a dar as devidas baixas nao s aos volun-
tarios como aos recruiados que liverem finalisado
o lempo.
Ora, havendo esse desfalque nos difTerenles
corpos, enlendi que devia apresentar essa idea
de engajamenlo de estrangeiros para pouparmos
alguns bracos preciosos lavoura, e podermos mais
fcilmente preencher a forca do exercito. Julgo
que a inlcnco justifica bem a medida. (Apoia-
dos.) Ser islo um crime na opinio do nobre
deputado, mas jul^o que eslou justificado.
Atienda bem a cmara ao estado aclual das
cousas, e veja que qualquer eslrangeiro natura-
Usado pode alistar-se e seguir os postos. (Apoia-
dos )
O Sr. Peixoto de Azevedo :Nesse caso deixou
de ser eslrangeiro, cidado brasileiro.
O Sr. Ministro da Guerra:E o que eu di-
go ; depois que o eslrangeiro serve no exercilo
dous annos sem ola, pode ser cidado brasileiro
e seguir os poslos. O que haver nisio de novo ?
Nada, seno levanlar-se celcuraa sem motivo
algum.
Quanto ao praso de dous annos, este o que
se exige para a naluralisaco dos colonos, e se
estes gozam de tal favor, porque nao gozaro dol-
i os oulros estrangeiros que servirem no exer-
cito? Pode o eslrangeiro ser bom soldado, acabar
seu tempo de servijo sem nota ; pode nao que-
rer-so entregar aos Irabalhos do campo, e mesmo
nao ter officio algum, mas pode ter gosto pela
vida militar, pode querer seguir a carreira das
armus; e neste caso porque havemos de despre-
zar seus serviros ?
Senhores. deixeraos o nosso patriotismo para
eoiisa de mais ponderacao (apoiados); o eslran-
geiro que serve com dignidade, sem nota, ao
Brasil, deve ser recompensado. (Apoiados.)
O Sr. F. Octaviano :O que se prova com o
nosso cnsul em Liverpool, que nem brasileiro .
O Sr. Pinto de Campos:E o teen te-coronel
Joo Guilherme de Bruce? Que official brasileiro
o tem excedido na dedicajao pelo paiz ?
O Sr. Ministro da Guerra ;Parece-roe, Sr.
presidente, que tenho justificado esta medida que
tanta bulha tem feto. Nao tenho podido bem
conhecer o numero de estrangeiros que existem
alistados no exercito. Julgando ser necessaria


00
DI&tilODfc PfeWiAMfclCO. SEXTA FE1RA 27 DE JULHO DE 1860
Vjmos pureiu discutir
hincar mo desta medida, naD Uve todava lera- ltu- escolher a dedo
no de pedir informaces sobre esse numero para esta materia. .
apresenta-la cmara ; sei apenas que aqu na Nao era Sr- Pre'idcntc oobre -jepuiado pe-
co, te, nos dous outres corposque exiatcm, ha o Rio Janeiro ornan proprio jara azer-me
triuta c tontos: na polica tambera os ha. e me emelhante aecusacaoi ; o notare deputado sabe
persuado que no Rio Grande do Snl ha alistados mullo bem que a le de protr.ocoes (e nao regnla-
algunscslrangeiiosque quando fr occasio sa- ment), a let de 1850, d'ique nos poslos su-
bero bater-se lo bem como qualqucr Rio Gran-, penores a promoeo otc ser (cita melade por
dense merecimento e melade por anliguidade, ontigui-
Out'ra disposieoqucchamou a altencfio do no- dado bem entendido, o que o nobre depul'do
bre deputado pelo Matlo-Grosso foi a que se re- confundi por mais de urna vez cutre aquellos
ferc ao ? 2o do arl 5o da proposta. Admirei- me da ob'servoco (cito pelo nobre deputodo a O Sr. Luvae Silva :Ale Dao diz slo.
este respeito, porquaulo a transcripeo deste i Sr. Mxnxtiro da Guerra : Moslrarc ao
paragrapho nao seno a mesma que o nobre de-, nobr deputado s ao.
putado, como membro da commissao de marinha I se desndem desde logo, para
e guerra, apresenlou o anno passado. Este anuo
acha o nobre deputado iuintelligivel esse para-
grapho, nao o achou porm o auno passado 1 s-
lo prova que o nobre deputado censura pelo pro-
zer de censurar e sem se lembrar do que lem
praticado....
O Peixolo de Aztvedo:Pode ser.
O Sr. Ministro da Guerra:... porque, se t-
do
evitar ao nobre deputado o Irabalho de pedir a
palavra e do fallar.
Diz o 2 do art. 5o da lei :
Os postos de primeiros lenles e copiles
sero conferidos por antiguidade, e os do majo-
res, iciientes-coroneis e coronis metade por n-
tiguidado e metade por mcrecimenlo.
D'oqui os nobles deputados deduziro a opi-
nio que cuiiltirom a este respeito ; mas nao
" an-
vesse combinado a proposla deste auno cora a -- ,
anno passado, vera que as palavras empregadas comlnnnrao eslo disposico cora a do arl. 4.
nesso paragrapho sao as mesmas em urna e ou- tecedente, que diz
Ira proposta. Mas o desejo de censurar ao mi-
nistro da guerra faz con que ludo quanto parle
Ncnhum official poder ser promovido ale o
posto da capitn inclusive sera ler as habililaccs
deste ministro seja mo para o nobre depulado.
No 3 so diz que a graliiicaco de que traa o
paragrapho antecedente ser conservada omquan-
lo as pracas nao forem sentenciadas por crimes
que llies faca perder o lempo do servico. Diz o !
nobre depulado que i.-io j ha relativamente
deseroo : verdade; mas ha oulros crimes, aos ,
quaes conven dar o mesmo Ccstigo, e por isso
nao deve continuar a graliiicaco E nao ser
preferivel declarar isto? nao a melhor nianei-'
ra de mostrar ao soldado que deve cumprir exac-
lamente cora os seus deveres, para que nao se
expouha a essa punico 1 Eu entendo que esle
uin modo de concorrer para prevenir cortos a<-'
tos desreglados, e por isso nao vejo em que seja
inconveniente ou ,dt snecessario incluir esta dis- j
posiro na proposla.
Creio que nada mais se disse, segn jo me re- '
cordo, cora referencia a li\ n_ao do forcas de
Ierra.
Passou depois o illuslrc depulado por Malto-
Giosso a consideraces de oulra especie. Disse
que eu tinha tido tira procedimenlo brbaro or-
denando a rinda do um official do Maranho pa-
ra esls corle, expondo-o a estT aqu sem casa, e
que depoisinandei-o vollar aquella provincia. Co-
rno o nobre depulado nao especificou o laclo,
nao posso bem responder-llie. Por um aviso on-
terior a> minha adminisirooo os officiacs que es-
lavam cora parte de docnle tinhara desoffreruma
nspceco desande na corto. Para algumas juntas
de saode (perdcose-uic a franqueza) nao 6 doon-
te s quera nao <|uer; por isso um de meus il-
lustres antecessores delerminou que as inspec-
ces de sade fossem aqui feitas, que todos os
ofTiciaes que eslivessom com porte de docnle pa-
ra aqui vicsseni passar pela inspecoo de sade.
Creio que o ollicial a quera o nobre depulado se
refere era um desses ; para aqui veio, c julgado
em bom e perfeilo estado pela inspecco de sn-
marcodas nos regulamenlos do governo, e dous
anuos do exercicio em cada posto, nem lei ac-
cesso aos poslossnpcriores sera ler completado
Iros anuos n'aquelle em que se achar.
Porianto, esses ofTiciaes que chegam al capi-
tes com os estudos, pain subirem aos poslos su-
periores devem ser escolliidos, nao s por inere-
cimenlo, mas pela antiguidade que a lei quer.
O Sr. Lima e Silva :I.eia o regulamenlo.
O Sr. Ministro da Guerra :Eu nao dou
muita importancia ao regulamenlo quande tenho
a lei, que diz que para officiacs superiores a pro-
moeo seja feita melade por antiguidade e mela-
do por mererimenlo, e desses oficiaes subalter-
nos qu icnli.iiii o curso de stias armas.
Islo nao viuha agora ao caso, foi s para res-
ponder ao aparte do nobre depulado que adiaulci
estas observares.
E' preciso notar que a lei de 1850, c o regu-
lamenlo 6 de 1851, desenvolvendo essa idea.
Mas sabe o nobre depulado pelo Rio de Janeiro
como se pronioveti at 1857 ? Nao se deu atieu-
eo alguma a esta clausula.
O Sr. Paranhos :Qual clausula?
O Sr. Ministro da Guerra :Essa de promo-
ver melade por antiguidade e metade por raere-
ciraento. Havia oito vagas, por exemplo, para
seren proenchidos por mcrecimenlo; todos li-
nham nierilo, erara promovidos por 8 merocimen-
lo : liana doze vagas a serem precnchidas se-
gundo o principio da antiguidade : nao liavin nin-
guem de mereciinento, erara todos promovidos
por antiguidade.
lucillo, piecnchl duas vagas por merecimenlo e
urna por antiguidade, nj resultando perfeito
equilibrio pela razo j dada a respeito do nu-
mero das vagas de majer no curpo deenge-
nheiros.
Na infanlaria havia tren vagas; tinham sido
promovidos anteriormente por merecimento 20
ofTiciaes c por antiguidade 17 : atlendi puismais
a esse principio promovemlo a 3 por antiguidade,
equilibrndose assim os dous principios.
Em visla do que tenho cilo, peiguulo acama-
ra quem que deu melhor inlelligcncia a lei,
cu, que execulci o regulanenlo do Sr. Coelho,
ou, o que se infere rouit) bem do scu arl. 6,
para nao deixar correr cono tinham corrido as
promores de 1650 at 185', estando na adminis-
li-.-eiin, repilo, o mesmo nobre deputado que me
combale ou os que impugnara aiutelligenciaque
lenho dado ? Eu entendo que a inlelligencia que eu
dei lei a mais lgica, mais benfica para o
exercilo, c a mais justa.
Se o nobre deputado julga que a lei assim nao c
cxeculada como deve ser que era cu nem ou-
lros mcus antecessores a comprehendemos bem,
aprsente urna disposico nais clara, e cont que
aprova-la-hei, sejulgar que a juslica nclla pre-
valece. '
Isto quanto aos poslos su periores; vamos agor-i
s patentes subalternas.
chegou a dizer :de que serv6
canica para o artilheiro?
O Sr. Paranho* :Eu nao disse isto, nao po-
da dizer scmclhante disparale.
OSr. Miuitlro da guerra :Entao reliro o que
disse. Mas entretanto quizera que o nobre de-
putsdo me explicasse como o artilheiro, tendode
osludar tao smenle o primeiro e o segundo an-
no da escula central, aprendera mecnica, se
no segundo auno essa sriencia nao fosse leccio-
nsda?
O Sr. ?aranhos d um aparte.
O Sr. Ministro da Guerra :Eu argumento
com o que otivi, e vista do raciocinio que aca-
bo de fazer, a minha observacao bem fundada.
Por lauto essa seperaco foi a que mais im-
nressonou o nobre deputado.
O Sr. Varanhos:E V. Exc. nao me perdoa
essa grande falta
O Sr. Ministro da Guerra (rindo-se : Per-
do, porque, quando era particular se trata com
un id i vid uo que mostra bondade em suas ma-
neiras, deve haver reciprocidade. Mas nao sao as
bellis palavras, lorno a dizer, que deraonslram
us boas iuleiiQesdos individuos (Apoiados), sao
sim as consequencias que dellas resultara. ( a-
poiados.)
Perianto pareco-me cscusado insistir mais
uesla materia depois de haver fallado tao bri-
o estudo da me-1 palavra au Sr. depulado, que igualmente a pedio
a favor. .
O Sr. Paranhos : Enio peco a palavra con-
tra pera responder.
O Sr. Presidente : Nao o pode fazer por j
haver fallado a favor. Tem a palavra o Sr. FranC
cisco Campos.
Alguns Senhores : NSo est presente.
O Sr. Presidente:-Nao estando presente o
nico orador escripto contra, lem o Sr. Paranhos
a palavra para responder, preferindo assim aos
mais aenhores que a pediram no mesmo sentido
O Sr. Varanhos responde ao Sr. ministro da
' guerra, e, comegando, faz observar que, se, como
' dissera S. Exc, nem sempre as boas palavras
provam o bom querer de quem as profere, tam-
bem por outro lado as physiouomias carrancudas
e o lom austero nao raeliem medo a ninguera.
Em seguida insiste as observares que fizera
no seu primeiro discurso, cora o intuito do pro-
mover a discusses, explicando-as, que Ihe pa-
recern) nial comprehendidas, e reforjando as
que niio julga satisfactoriamente respondidas.
Entrando de novo na questo da reforma das
escolas militares, completa a parle de scu dis-
curso que fra obrigado a interromper pcloadi-
A cmara sabe muilo aem que depois da le lhanleinenle o nobre deputado pelo Maranho,
das promoees, e pelo arti;o que acabei de citar cujo discurso un chefe d'obra. (Apoiados '
E justo que por esta occasio se d uui pe*
queno esbogo de sua vida.
Carlos Dickens nasceu em Porlomonlh a 7 de
fevereiro de 1812. Destinado por sua familia
jurisprudencia, ainda joven, comecou a praticar
no escriplorio de um advogado, leudo concluido
seus brilhanlcs estudos no collegio de Rochester.
Alli passou dous annos, mas o demonio das let
Iras nao o deixou tranquillo ; elle abandonou a
chicana e seguiu a carreira litlcraria. Comecou
a escrever as revistis e jomaos ; o sob o psu-
donymo de Doz publicou no Morning Chronicle,
os seus piimeiros ensaios serios, que colligidos
sob o titulo de Scenas da vida ngleza, raos-
Irava-se desde logo a medida do sen genio pro-
fundamente observador.
A sua publicaco de Bleak-IIousc, pintura
salyrica do enfado motivado pelos processos, na
qual, o ex-joven advogado nao deixou, como e
natural de por vezes salpiscar algumas passagens
com certa dse de bilis, nascida de dous anuos
de pralica, e outra ubra intitulada Davy Copper-
lielil comecaram senao o crdito de que boje
goza, so menos corla attenco publica para cuen
o autor principiante.
Foi depois desea poca al hoje que elle tem
amamenlo da hora, procurando mostrar, era res- publicado, em folhetos mensaes ou hebdomada-
nao po i,iin ser promovidos de alteres al capi-
laes, dahi mesmo para cima seno aquelles que
livessem estudos; por consequencia aquelles que
Agora passarei a ura ponto em que o nobre de-
pulado por Malo-Grosso procurou censurar-me.
O Sr. Peixoo de Azevedo : J disse a V. Es.
nao os livessem, ofTiciaes alias carrega Jos de bous j que o nao considi-rei individualmente.
servicos o de anuos, (cariara semprc para um
lado, sem espuranga do melhor futuro.
.0 que fez pois o meu illustrado antecessor?
Pedio qu para os corpos de cavalUria e infanla-
ria as promoees se fizesem 2|3 por antiguidade
c 1|2 por esludos; nao houve ah o nem desco-
br cu limito algum. Enlcudendo ser mais justo
mais equitativo para o exercilo, fui buscar a an-
liguidedo de entre lodos os ofTiciaes, onde ella
exislia.
Havendo ofTiciaes com dezenas de annos de
servido eque nao tinham tido nma s promocn,
o que fiz ? Parlindo desse precipicio .... cu vejo
que oslou talvoz abusando da paciencia da c-
mara ; mas necessario que eu faca conhecer
cmara, a quem nos ouve, e a quem ler o dis-
curso do nobre deputado, que o actual ministro
d-i guerra nao quer preterir e nem tirar direitos,
O Sr. Ministro da Gceria : Quando se apre-
sentam consideraces geraes sobre ura assumpto,
necessario ler muito tonto nellas, para que se
nao lornem pessoaes ; entretanto acredito que o
nobre depulado nao se referi a mira, como
disse.
Aflirmou o nobre depulado que em Malo-
Grosso os corpos de artilliotia nao eslo arma-
dos. Posso declarar ao nobre deputado que nao
sei disse. O nobre depulado esl cerlo que o go-
verno lem mandado para all, nao de agora,
grande quanlidade de armamento e raunicoes.
O Sr. Peixoto de Azevedo: Apoiado.
O Sr. Ministro da Guerra : A diculdade
das condueces lem feito com que tnuilns cousas
se percam eoulrasse eslragucm. Tenho mandado
para Malo-Grosso grande porrao do objeclos. Se
lem sido os qoo l lem ehegado arrecadados nes-
se barrac o de que falln, a razo que nessa
provincia nao ha ainda os edificios necessarios
coma inlelligencia que di lei, a lautos e lo
benemritos officiacs.
Mas o que fiz eu em visla do arl 6. da le de para osse fim.
Qxacao de forcas do anno passado, que manda Embora acredite na palavra do depulado, nao ,
que as duas armas, cavallaria c infanlaria, a lenho sciencia dessa ordern do dia de que nos
promoeo se faca 2|3 por antiguidade e 1)3 por falln.
estudos? Eu vou uizer. Havia na cavallaria O Sr. Peixolo de Azevedo :Eu a li para que 1
nove vagas de capitaes, dtvendo-se promover' se dsse providencias.
2|3 por antiguidade e i3 pir esludos ; sendo! O Sr. Ministro da Guerra : Estou cerlo de
E noie a cmara que essa inlelligencia f.ii dad. j irez a terca parte de nove, promov tre/. por eslu-' que, se esse ollicial fez semelhanlc ordem do dia,
urna prova de sua incapacidade, pois diversa
idea se nao pode formar de um ollicial que de-
clara em ordem do dia que onlroo provocara nao
agradecendo o perdo da provocaeao. Mas de
nobre depu-i tildo isso nada lera sabido o ministro da guerra.
e assim
marquez
pelo proprio minislio qne iuiciou a lei,
, execnlada tambera depois pelo nobre
: de Caxia.e, de cujo ministerio fez parte o nobre
deputado pelo llio de Janeiro oceupando a pasta
dos negoeos eslrangeiros. Ora, se o nobre de-
pulado que fazia parle desse ministerio, minisle-
dose seis por antiguidade.Assim lamben) proced
para precnchimeuto das vigas de lenles nessa
arma, como as de capitcs c lenles na de in-
fanlaria
Nao comprehendo bem como
de, leve de voltar. Eia-aqui o barbara, o muilo i noque era solidauo, entenda que dessa forma
brbaro procedimenlo do ministro da guerra I
O Sr. Peixolo de Azevedo : V. Exc. refere-se
a mi ni ?
O Sr. Ministro da Guerra: Sim. sonhor...
O Sr. Peixolo de Azevedo :Sobre que ?
O Sr. Ministro da Guerra : Em relaco ao
neto brbaro de mandar vir um oficial do Mara-
nho para a (Orlo, e depois manda-lo rogressar
aquella provincia.
O Sr, Peixolo de Azevedo:Nao sei se V. Exc.
quera o mandou vir para aqui.
O Sr. Ministro da Guerra :Enlr elanto quem
ler o seu discurso ha de julgar que o ministro da
guerra um brbaro.
Quinto outra observacao de nobro depulado,
du dover dar casa a essa ollicial...
O Sr. Peixolo de Aze'pedo : V. Exc. quem
o diz ; nao tratei deste assumpto.
O Sr. Ministro da Guerra :Nao digo eu que
elle censura sem lalvez querer? (Biso.) eseja-
feria-se a lei, porque razo nao disse ao seu col-
lega :V Exc, infringe assim a lei ?Lembrou-
sc smenle de o dizer ao actual ministro da
guerra !
Mas o Sr. Coelho, esse Ilustre general, cuja
perda todos nos deploramos, vendo que essa in-
, lelligencia poda dar ensanchas a muilo arbitrio,
: calenden que se devia adoptar o principio do
equilibrio, e eclo em 1857 apresentou aquellos
arligos que o nobre depulado tus leu hoiitera. O
nobre deputado, porm, csqueeeu-se sera duvi-
da de ler o arl. o\", pelo qual se v que o pensa-
menlo piedominanle do Sr. general Coelho foi o
principio do equilibrio,principio que eslava muilo
desvirtuado em consequencia do arbitrio com que
j se entenda a lei. Euiao no art 6. exprimi
todo o pensaraento, e o seguinte :Scmpre que
; o governo em qualquer promoeo entender que,
: alm da melade das vagas que obrigado a
| preencher pelo piincipio da antiguidade, nao ha
sufflcicnl
lado, vista do arligo claro da le do anno pas-
sado, pode dizer, como disse no scu discurso,
que a promoeo dos suba temos da arma de ca-
vallaria c infamara s devia ser feita por anti-
guidade, c nao por esludo.'...
0 Sr. Paranhos : D um aparle.
O Sr. Ministro da Guerra : O nobro depu-
lado, oorrendo a lisia dos officians, disse que eu
O Sr. Veixolo de Azevedo : Eslou convencido
disso.
O Sr. Ministro da Guerra : NSo admira que
os oulros olliciaes vivara intrigados com ellos ;
quem poderia viver em bom accordo com scine-
I Ihanie commandante ?
O nobre depulado, q lando aqu chegou, leve
a bondade de proi'utar-me o dar-mc informaces;
saltei de ura para oulros. O nobre depulado nao j aqu mesmo li, nao sei se em folhas desta capi-
tn) ora suas mos docuu.enlos que o polernm tal, so as do Malo-Grosso, a oxp-isieo de cerlos
guiar ; era necessario vei se alguns dos quoeli- fados, a respeito dos quaes manJei ouvir as au-
minei cstavam doenles, em processo, flnalmen- loridades lcaos.
le se eslavam as circumslancias do entrar em Julgo que o presidente da provincia nao otaron
proposla, segundo as informaces que o governo mal, visla da talla de olkiaes que all ha, em
linha Eu poda sallar un ou oulro numero pe- .mandar os que indicou o nobre depulado para
posta ao Sr. Gomes de Souza, que essa reforma
lera defeilos graves, opnio em que alias o ora-
dor nao est era unidade, como affirniou o Sr.
ministro da 'guerra, mas na qual ao contrario
a:ompanhado por muito boas auluridades.
A discusso tica adiada pela hora.
A ordem do dia para a seguinte seso :
Eleico da mesa, e as materias antcriorracnlc
designadas.
Levanta-se a sesso s 4 horas da tarde.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Em urna das sessc-s do consclho director da
nslrucco publica, foi volada a medida de ser o
exercicio diario das aulas de instrueco elemen-
tar urna s vez, o nao duas como sempre se pra-
licou e ainda cosiume actualmente.
Mas essa medida, cuja necessidade foi rer.onho-
cda, tomou n'aqtiella volac&o um carcter de cn-
| saio ; pois que foi ella consagrada parcialmente,
islo autorisando-sc directora geral da ins-
trueco publica a pralica-la para com as aulasque
'; enlendesse conveniente.
Nao entraremos no dcsenvolvimenlo da vanta-
gem prllca, que delta pode provir; masa sua
execuco nao pode deixar de ser proficua, com
relaco principalmente aos meninos, ao passo
que regularsar o syslema, fazeudo cossar o n-
tervallo que ora d-se nos exercieios diarios, in-
lervallo que o grande inconveniente do ens-
no ; iiitorvallo linalmente que desiota os proces-
sos, iranslorna a marcha seguida nal materias
ensinadas, e occasiona inconvenientes, que reu-
nidos ciispiram contra a boa ordem dos Iraba-
Ihos, e consequenlemenle aniquilam o progresso
diit alumnos, como di buquorque n'uroa disserlacao j publicada neste
Diario o anno passado.
Essa rodiico ou modificaeo do modo pratico
actual do eiisiuo ainda aconselhada pela hy-
giene.
nos, essa mullido de rumances, que alteslam
nao s a sua fecuudidade como o seu genio, o
que se intilulara : a Balalha da vida, os Terapos
crilicos, o Grillo domestico, o Relogio do mostr
Humphrey, Vida e aventuras de Martrz Chuzz-
lewl, Baruab Kudge, ele, etc.
Sua grande repulaco fundada na apreciado
do seu tlenlo data*de 1737, e (arlos Dickens
desde ento foi comparado a lotd Ryron depois
do seu Childe Harold, ou a Waller Scoll depois
da publicaco do W'awerley.
Segundo dizem, o celebre romancista inglez j
possue cem mil francos de rendas obtidas pela
maior parlo, cora asna penna ; membro influen-
te da associaco de soccorros aos Iliteratos e ar-
tstico desgraciados do scu paiz, elle pode gozar
na posse de sua fortuna do ntimo prazer das al-
mas grandes e generosas, oceudiudo aos seus
collegas infolizes.
O brigue ingtez/saie/a,vinda de Liverpool,
Irouxe a seu bordo o seguinte passageiro :
Francisco Cordeiro Cinira.
O brigue nacional Fluminense, sabido para
o Rio de Janeiro, conduzio a scu burdo o seguin-
te passageiro :
Antonio Rayraundo Paiva Lima, sua senhora
e um filho menor, O. C. da Assumpco, Joo Se-
verino Franco do Nascimento, Alcxandre Bc-
zerra de Menozcs e Francisco Flix Nog.
O brigue nacional Eugenio, sabido do Rio
de Janeiro, conduzio a seu bordo os seguimos
passageiros :
Jos Manoel Alves dos Santos e dous escravos
a entregar.
A crvela a vapor nacional Vianuio, sabi-
da para o Maranho, conduzio a scu bordo os se-
guimos passogeiros :
Antonio Jos Gomes do Correio e sua familia.
Matadouho publico :
Malaram-sc no dia 26 do corrente para o con-
umo desta cidado 65 rezes.
MORTALIDAOE DO DIA 26 DO CORnKNTB :
Mauocl, prelo, escravo, 6 mozos, convulces.
Ignacio Joaquim Evangelista, pardo, casado, 21
airaos, escarlatina.
Leonor, branca, 13 raezes, anazarca.
la razo de oslaren) privados de accosso e pola
necessidade de ir buscar aquellos que tinham es-
ludos e deviam preencher o lerco das vaga?, co-
mo prescreve a lei.
Creio, senhores,
lei a verdadeira ; mas, fe ella nao clara
so lhe a que se julgar mais conveniente ; mas
nao sodig.i, como disse o nobre depulado, que
i individuos em numero sullicienle que ora seu
va, como o nobre deputado, que os officiacs Uves- i conceilo eslojam no caso de ser escolliidos por I essa inlelligencia por mira dada foi em projuizo
sem morada nos quarleis ou mesmo que se Ibes mercciniento, e lenha por isso de exceder o nu- da classe militar, pois j mostrei a-dilferenca
pagasse casa ; mas isto nao tem acontecido. S>- mpr. dlS 'luti (orem promovidos por principio da que havia enlre o principio da antiguidade e'o
o nobre depulado apresentar alguma disposico antiguidade, enlender-sc-ba que o excesso dos do mcrocimonto. Procurando equilibrar um e
para que se d casa a lodos os ofTiciaes, ler-me- promovidos por osle ultimo principio reprsenla oulro principio, nao mereca que o nobre depu-
ba ao seu lido ; em quanlo islo nao se d, nao "> 1ue deviam s-lopor merecimcnlo, ele. Quer do dissesse que eu linha preterido setenta lu -
crimine a quem nao deve criminar, era amim|'zer: quando cilo o calculo, o ministro nao los olliciaes. Se nao ronhecesse perfeitamente
encontrar enlre os officiacs o numero preciso
para promover por merecimcnlo, v escollier
entre OS mais anligos e os considere como leudo
o requisito do morcciraenio. Qual foi pois o
peusamenlo do governo ? Equilibrar os dous
principios de antiguidade c mcrecimenlo, como
prescreve a lei.
OSr. P. Octaviano :Apoiado. para nao dar
depois lugar reaeco.
diversos pontos, urna vez que nesses lugares
turnavam-se necessarios. Os lomeados deviam
ir immediatamenlo ; esle um assumpto em
: que tenho adiado grandes dilTiculd'des e que
que a inlelligcncia que dei me lera Irazido grandes dosgoslos. Desejo que
d-1 cada ura esleja em seu posto: o ministrada
guerri ha decumprii o seu dover.
nem aras meus Ilustres onlecessores.
Censnrou-ir.e ainda o nobre depulado por ler
ou di terminado que o commandante de urna ,
companhia que tambera tivosse oulra sob seu
c.ommaudo s recebesse a gralificaco de urna, o
que a espeilii da oulra fosse dar conlas ao llie-
souro ou ao assstente general ; e acrescenlon o
nobre deputado :para que dar essas conlas, se
nao sao pagas ?Sonliorcs, o que ha a este res-
peito nao somonte obra minhi ; o nobre general
u Sr. marquez de Caxtaa em 1855, creio eu, or-
denou que os olliciaes que commandassera mais
de urna companhia apenas recebessem a gralidca-
co de enramando da sua companhia, o que as
despezas feitas com as oulras companhias fossem :
pasas por ineio de conlas regularmente proeessa-
das, nao se pdenlo exceder ao que esl estabe- !
beleci lo para laes despezas.
meu Ilustrado antecessor, parece-mo que
no anno passado, revogou esse aviso, determi-
nando que se pagassem lanas vezes a gratifica- '
cao respectiva quantas fossem as ojmpanhias.
Como havia nisto cortos inconvenienles, cu nao
nao li/. mais do que restaurar o aviso do nobre :
marquez do Caxias.
Eis-aqui tirio quanlo ha a esse respeito, c que
eulrctaiiio servio de ponto de aecusago ao illus-
lrc depulado por Malo-Grosso 1 Faco votos pa-
ra que nao d elle tao fcilmente ouvidos s in-
formaces que lhe fornecein, e cuide primeiro de
indagar se sao exactas...
OSr. Peixolo de Azevedo : verdade 1
O Sr. Ministro da Guerra : Parece que de
proposito do uis.informaces ao nobre depu-
tado...
OSr. Peixoto de Azevedo : Eu mostrarei 3
V. Exc.
OSr. Ministro da Guerra :O que fi/. eu na
promoeo que publique! ? Nao segui esse prin-
cipio apoiado pelo nobre ministro dos negocios
eslrangeiros de enio a que agora o cmbalo, e
nem tambem eingir-me lilleralmente opinio
du Sr. general Coelho : enio o que liz ? Vou
mauifosl-lo, e peco cmara um pouco de at-
leneo para a iniulia juslilicaeo.
Havia urna vaga de mareclial de campo, que
sendo proenchida ezcom que se verLflcasse urna
de coronel no corpo de engenboiras, leudo sido
elevado a brigadeiro o brigadeiro graduado que
exislia n'aquelle corpo.
Essa vaga (oi prceuchida por morecimento,
que era o principio prejudicado, lendo-se as
promoees anteriores feito seis coronis por an-
tiguidade e cinco por merecimcnlo.
No estado-maior de 1.a classe nao havia rasa
e por CPiiseguinle uo pode haver promoeo;
mas, note a cmara que o principio de anligui-
0 nobre depuUdo, poderi? suppr que suas pa-
lavras linham um lira oceulto.
A' vista disto, senhores, pens que tenho jus-
tificado o meu proceder peranlo a cmara. [Hu-
los apoiados ).
Vou agora Iratar das reformas das escolas mi-
litares.
-Sr. presidente, quando o corpo legislativo hon-
r,ui-mc com a sua conliarca ( porque cu enlrei
para o ministerio antes do serem votadas as leis '
aminas ) dando-mc auloi'isacao para essa c ou-
lras reforma?, a primeirji do que julguei dover
oceupar-roe foi a da escon militar pela influen-
cia que tem sobre a disciplina e inslrocco dos'
Porlanlo nao crimino a quem fez essa altera-
cao : e fique rerlo o nobre depulado de que, lo-
go que o governo receba as inforni3eoes que offi-
eialmenln exigi, dar a3 providencias necessa-
rias para que. cessem quaesquer abusos que ba-
jara occorrido. Pique tambem convencido o no-
bre depulado, como militar que [eu tambem o
sou, bem que reformado), saiba do mesmo modo
o exercilo, que as vistas do ministro da guerra
actual sao smenle que a lei tenlia execuco im-
parcial e se faca jas tica roela, sendo ejslribuida
segundo o merecimento dos individuos, e nao
conforma a qualidade das pessoas. [Apoiados,
muilo bem )
Quando o corpo acha-sc repleto pola nulrico
diaria, requor algum descauso; c sem este, sao Hara, preta, 2 annos, espasmo,
inconvenienles os trabalhos da inlelligencia, as-, Gil Pereira, branco, casado, -15 annos, diarrha.
sim como a applic-ico do espirito era semelhan- Joanna Maria da Conceico, parda, sollcira, 35
te oslado nao pode" deixar" de alleclar a saude. anuos, ataque de garganta.
Mas quando esse elTeilo se nao produza. sempre I Josepha, exposta, 18 me/es, um lumor.
Lucrecia Maria, prela, solleira,30 annos, gastro
hcpalilc.
Eleodoro, branco, 6 annos, angina.
Manoel Jos de Almeida Nones, branco, casado,
38 annos, dilataco erse d'aorla.
Feliciano, pardo, escravo, 4 anuos, hepatile.
Marinha, parda, 7 anno?, escrava, escarlatina.
Hospital de caiiidadk.Existera 63 ho-
mens e 60 mulheres, nacionaes ; 7 homens es-
lrangeiros, o 1 escravo, total 131.
Na totalidade dos doentes exislem 37 alienado?,
sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Pinto s 7 horas c 50 minutos da manha. pelo
Dr. Dornclla?, s 7 horas c 50 minutos da ma-
nha, pelo Dr. Firmo as 5 horas da tarde do
hontem.
olliciaes ( Apoiados
que lenhamos tropa
dos ).
Dmdoo Sr. presidente a palavra ao Sr. Peixo-
to de Azevedo para responder este declara ce-
d-la. O Sr. Paranhos a reclama por have-la
lambeni pedido para o mesmo fim.
O Sr Presidente: -O Sr. Peixolo do Azevedo ,
nscrevcu-se para fallar contra o artigo em dis- triliuirido para dcima
cusso, e o Sr. Paranhos a favor : a cesso por- turna os eus morado
condices essenciaes para tanlo, que o primeiro faz da palavra, nao pode
reg,lar. ( Muios apoia- aproveitar ao segundo por haver aind aura ou-
Cuidando logo disso, j sabn a cmara que,
segundo o costme, consu tei os homens enten-
didos, c que por consegu! te nao podia esquecer-
me do nobre deputado. 7.u nao goslo de eom-
mssos numerosas : escedhi pois duas pessoas
muito versadas nessas mi lorias, que foram Ion-
Ios da escola, e, leudo vinjado era pai/es cstrsn-
geiios, virara com seus pnprios olhos o qio alli
ha de melhor, alm do qi.e sabiam pela lclura
dos mais acreditados autoi ;s.
Cora elles formei urna :oramissao ; reunimo-
nos urnas poucasde vezes, formulamos um pro-
ddae prevalecer mais as promoees anlerio- jecto, sobre o qual depois eonsullei nao so o llo-
res: tinham sido os coronis promovidos ; I bre depulado pelo Rio de Janeiro, como o honra-1
ntiguidado e 5 por mere- I do membro cojo brilhante discurso sobre lal ma-
" equilibrio loria a cmara levo o prazer de ouvir.
desses, 7 o foram por a
cimento. E'claro que o principio do
nao foi muilo atlcndido. Eu porm nao pude
remediar a falla, pois, como j disse, nao havia
vaga.
Na segunda classe nao houve vaga para coro-
nel. Nos corposde arlilharia lambemnio houve
vaga ; entretanto havia dous promovidos por an-
tiguidade e ura por merecimenlo ; mas, nao
O Sr. Ministro do Guerra:Nada poder
mostrar que nao estoja aqui nessas ordens que le-
nho citado.
Sr. presidente, nada direi a respeilo de perse- havendo vaga, nao se promoveu.
guiro por mira exereida contra o exercilo, del Noscorposdecavallaria houve urna vaga de
querer lirar-lhe a forca moral, era (Ira desses pa- i coronel, havendo seis promovidos1' por antigul-
lavres que nada significan). Quem fosse mate- dade e dous por irerecimenlo ; ja so v que nao
vol podia dizer :Como cruel o actual minis- houve abuso fazendo-se um coronel por merec-
Ira da guerra nada faz a bem da classe militar! i menlo, como mais faria para satsfazer ao prc-
nao eslabelece um monle-pio, nao instilue col- j ceito da lei que manda equilibrar os dous prin-
lcgios para educaco dos filhos dos officiacs.E cipios.
a proposito, admirei-rae de que o nobre deputa- Eurinfantaria nao ha numero determinado de
do fallasse na necessidade de estabelecer colle- coronis, e por isso nao promov tenenlc-coronel
gios, intrnalos para os filhos dos officiacs, quan- j algum, nao julgando isso preciso, Vamos aos le-
do o nobre depulado nao quera que houvcsse nentes-coroueis
na escola cenlrtl intrnalo por causa do calor, e Havia duas vagas quando fiz a proposla de le- razos que hontem o nosse nobre collega pelo
demais obrigsr-so a um estudo (oreado ; como ncnles-corones no corpo de engenheiros : e quer Maranho expz. O que poceria eu dizer de me-
uo soffreriam essas pobres crianzas, filhos dos'ver acamara o que havia nesta clas-e de uffi- lhor do que elle.
officiacs, com as razes do nobre depulado de caos do corpo de engenheiros? Havia 1 i por' O nobre depulado disse que linha lido opare-
que nao deve haver intrnalo por causa du nos- antiguidade e 6 por raerecimenio- 9 dilerenca,: cor de urna commissao de pessoas habilitadas/
pois, era de 8 como sehm MM. Leverrioi, Poucelel e oulros
Para preencher as duas vegas, seguindo o que que oram conirarios a essa neparago ; mas cer-,
determina o arl. 6 da lei, nao procurci promover lo que, apezar disso, esse parecer nao foi appro-
um por merocimeulo e oulro por antiguidade, vado.
porque assim (leavam as cousas no mesmo osla- O Irabalho dessa commissao fez de alguma ma- i
do ; mas, segundo a inlelligencia que dou lei neira desvairar-se o nobre depulado eolhar cora
,do 6 desetombro o ao regulamenlo do Sr. Coe-
Consultei igualmente os directores dessas mes-
mas escolas e a oulras pes.'oas habilitadas.
Oblidos lodos os esclarecirnenlos, tornamos a
reunir-nos, combinamos nulamente, e visla das
nbservacos judiciosas que nos foram feitas, al-,
lermos o nosso piimeiri projecto. Anda em
conselho algumas alteracis se lizeram, e anual
lodo o Irabalho foi presente corda, e depois de
approvadn leve a competente execuco.
Com effeito, notei que c nobre depulado pelo
Rio de Janeiro havia encarado com desfavor a-
quella reforma e pelas suas expresscs, pela sua
analyse, vi que alguma coi sa odesgoslava, prin-
cipalmente a separaco do cnsino da analyse o
mecnica fm dous anuos, segundo o lerceiro,
quando na escola central reformada exislia a ca-
deira de cab'ulo no fegundi e a de mecnica no
lerceiro. Julgamos porm, apezar da opinio do
Ilustre deputado, que era ulil a separaco pelas
tro orador contra.
O Sr. Varanhos pela ordem) : $r. presiden-
te, o nobre ministro da guerra respndeu-me, e i
ao deputado pela provincia de Malto-Grosso ; d- i
se por lano una controversia enlre p nobre mi-
nistro da guerra, o depulado que oralem a hon-
ra de dirigir se a V. Exc, e o nobre deputado
pela provincia de M llo-Grosso. Na forma do re-
gimcnlo, assim eu corao o nobre deputado pola
provincia de Malto-Grasso temos o direita de
preferir podiudo a palavra para responder.
O Sr Presidente : Conscrvando-se sempre a
alternativa dos discursos.
O Sr. Paranhos : Peco pois a V. Exc que nao
mo prive desse direilo. porque desojo d ir in con-
tinente a rcsposla a que estou obligado para cora
o nobre ministro da guerra.
O Sr. Presidente '. O arl. 153 do regiment
deve ser entendido de accordo cora s disposico
ulterior, que estabelecou a alternativa ntreos
oradores inscriptos pro ou contra a materia em
discusso.
O Sr Piranhos :Bem ; sujeilo-me sempre
deciso de V. Etc., ainda mesmo quando estou
convencido de que a sua deciso nao a mais
conformo ao direilo que nos reg nesla casa,
mas nao posso deixar de insistir nesla occasio
pelo que parece-mo da maior juslica e conven-
eme ordem de nossos dbalos.
OSr. Peixolo de Azevedo pela ordem) : Eu
e o meu Ilustre collega o Sr. conselheiro Para-
nhos estamos collocados em tima posigo espe-
cial nesla questo, e para que esse meu ilustre
collega possa responder j ao nobre ministro da I
guerra, eu cedo-lho a primasia.
O Sr. P-esidenle :Se o Sr. depulado quer fal-
so clima ?
O Sr. Peixoto de Azevedo : V. Exc. zanga-sc
com os meus aliarles, senao eu lh'os daiia.
O Sr. Ministro da Guerra :Mas proponha o
nobre deputado urna lei creando esses collegios,
e ter-me-ha a seu lado. Ouvi dizer que havia
na casa um projecto a csso respeilo ; pedi mesa
que qnizesse mandar procurar esse projecto ; de- j llio. prcenchi as duas vagas por merecimenlo.
sejo rev-lo o opresonlar minhas ideas relativa-
mente a lal assnmpto.
Quanlo ao monte-po, direi ao nobre depulado
que tenho trabalhos a eslo respeito ; que nao me
esqueeo da sorledas viuvas e dos filhos dos mi-
litares ; tenho eslo ohjccto muito em vista...
O Sr. Peixolo de Atccedo :Digo a V. Exc. o
mesmo que me disse:ter-me-ha ao seu lado.
O Sr. Ministro da Guerra :Nao tralei deste
objeetn no meu relalorio por nao querer fazer os-
tenlaco destas cousas, porque nada linha ainda
concluido ; s apresenle nquillo que eslava ulti-
mado ou prestes a ser publicado. Descanse pois
Satisflz a razo do equilibrio.
Quanto ao corpo de oslado maior de 1.a classe
nao houve proposta alguma. Na 2.a classe ha-
via duas vagas, das quaes urna foi proenchida
por antiguidade e outra por merecimcnlo.
Na arlilheria nao havia vaga, e na cavallaria
havia urna de lenenle-coronel. Havia nove offi-
ciacs Horneados por anliguidade e dous lo so-
monte por merecimenlo ; e pois o syslema do
equilibrio, o syslema de melade de un e melade
do oulro chegou a este cstsdo. Mas havia nove
officiacs por anliguidade e dous por mereci-
menos bonignidade para a reforma, chegando a
dizer hnnlom que cu tinha deixado o que havia
de ruim Da amiga escola, e emendado pars
peior.
O Sr. Paranhos:Eu niio disse islo.
O Sr. Ministro da guerra.:Eu lornei nota das
palavras do nobre depulado. Multas vezes se diz
' o que se nao desoja, levado pelo fogo da discus-
so o pela vontsde... (nao sei se assim rao deva
exprimir) de ferir o ministro da guerra sem ra-
zo alguma.
Mas preciso notar que a escola Polytechnica
de Pars, creada desde 1794 pelos mathemalicos
mais notaveis da Eoropa, corno I.a-Grangc, La-
militar como o nobre depulado. rois; e como houvcsse urna quasi ignaldade.
Parece-me que al aqui lenho respondido Ion- de 13 officiacs por anliquidade c 12 por mereei-
to ao nobre deputado por Malo-Grosso como ao ment, promov ura por merecimenlo e oulro por
nobre depulado pelo Rio de Janeiro sobre algu- j anliguidade porque eslavam igualados os dous
lar, lem a palavra. se porm nao quer ceda da
palavra, que eu a darei a quem competir. O Sr.
deputado nao pude designar neste caso o orador
que deve fallar era seu lugar. (Apoiados.)
O Sr. Paranhos pela ordem) :Nesta discus-
so acompanha-nie alguma infelcidade. Na ul-
tima sesso eu julguei que tinha sido o primeiro
qu tinha pedido a palavra ; entretanto Uve de
fallar depois do Sr. Gomes de Souza, c cm
una hora muilo avancada : ento nao pude
concluir o meu discurso, o d'ali resultou que o
nobre ministro emprestou-me proposices que
realmente deveriara induzir a S. Exc. n'mandar
lavrar o decreto de minha deraisso de lente da
escola militar da corte...
OSr. Vresidenle : Peco ao nobre depulado
que se cinja questo de ordem.
OSr. Paranhos :V. Exc. ouvio as aecusaces
que me fez o nobre ministro da gnerra, as insi-
nuaces que dirigi contra mira ; c assim, no in-
leresso, mesmo da materia que se ach em dis-
I cusso. mporlaque eu responda ao nobre minis-
I tro, e V. Exc. t-nleiide o regiment por maneira
Iqun mo priva de um direilo que eu julgo incon-
lestavol. Creio pois que islo o caso era que,
semnonhuma oflcnsa a V. Exc, a quem sempre
o oslado da repleioo traz comsigo una displi-
cencia, que ligando-se ao objecto do opplicaco,
s aprsenla um resultado negativo.
Obviar esses inconvenientes capitaes de im-
portancia para a nossa nslrucco elementar, o
com este (ira foi sem duvida volada pelo consclho
a referida medida. Cumpre portantoque seja ella
realisada, mesrao sob o ponto de vista em que
foi votada.
Informara-nos que para a ra de Joo Fer-
:ian les Vicira ha um entretenimento, que con-
correm varios eslrangeiros; os quaes dos sabba-
dos para os domingos, ah permanecen) at ao
romper do dia, oo passo que nelle fazem grande
alarido, ai eiicommciidae.es finados.
Cora isto nao pequeo iucommodo fazem aos
vizinhos ; c se Ibes licito divertirera-se, se n'is-
1 lo csto no seu direilo, tambera o eslo os vizi-
nhos exigindo que se os nao incommodc por tal
forma.
Diverlir-se ncommodando nao equitativo,
por isso conveniente que tal diveitimento res-
: lrinja-sc proparedes razoaveis.
Alguem da "ra supracitada reclama pela
; falla do. illuminaeo, que alli ha, apresentando
; como juslifkaco dessa queixa o sor aqu lia ra
alguma cousa remla do centro da cidade, o por
, conseguinio preslar-se fcilmente, no estado es-
' curido em que existe, a prlica de crimes, co-
mo j ha lido lugar.
Parece que a rcclamacao razoivol, raormeute
sendo aquella ra de tranzito. Alm disto con-
as e imposlos de oulra na-
res, lem direilo luz que
peden) ; o neste sentido informam-nos que urna
ropresenlaco j foi enderecada presidencia,
que mandou informar reparlic&O das obras pu-
blicas.
llonlom reunio-sc o consclho director para
apreciaeodo vol dos examinadores no concur-
so da cadeira de francez do Gymnasio.
Esse vol classificou os concurrentes da ma-
rinha seguinte : Os Srs. Antonio los de Moracs
Sarment e Dr. Jorge Doradlas Pessoa em pri-
meiro lugar; O Sr. Hippolylo Gadault cm segun-
do ; e os Srs. acadmicos llormillo Duperon o
Americo Nclto do Mendonca em lerceiro.
Os membros do consclho, apezar de divergen-
cias, combinaran) cora a elassillcaoo pela maio-
ria do votos.
Nao podemos deixar de consignar nina censu-
ra classifieaco, que se nao parcial na cons-
ciencia dos dignos membros do consclho, por lal
todava averb.ida pela do publico que leslomu-
nhou o aclo. Se somonte lomaram por base a
prova escripia, aferrando-so assim malerialida-
de da leltra das instrueces, que. tambem recom-
mondam consideroslo da oral, nao procedoram
racionalmente, porque quera mal responde,
quem mal balbuca o portuguez e d copia ver-
bal de ignoraras oousas mais iriviaos da gram-
mtica franceza, jrnois poderia oceupar ura lu-
gar indevido, que com ludo llio foi assignado
sem ustica.
Temos noticias do Caruarti cora data de 22
do eorrenle.
No dia 18 alli ehegSra o promotor publico no-
meado, bacharel lezoino Claro dos Sanios Silva,
alguma cousa doenle de ophlalmia.
Fallecer o secretario da cmara municipal.
O Dr. juiz de direilo deixou aquella cidade pa
Communicados.
o nobre deputado ; tenho esse assumpto de que (oi proenchida no principio prejudicado. doplado o que queran) os membros dessa com- i es0JO ac,lar' c" d% "PP)1" da declsao de v-
Iralou muito em visla; lenho lano amor classe i Na infanlaria havia duas vagas de lenenles-co- missao. ainda mi* Ilustrados maihomM,. r.nm Exc, para a casa, t eco a V Exc. que consulte
mas consideraces que apresentaram. Tratarei
agora d.s promoees.
Se do fosse ocosturao que tenho de nunca
dar apartes, ou nao poderia deixar de d-lo ao
Ilustre depulado pelo Rio de Jaueijo. Com ef-
feito, a impresso que poderia causar o seu dis-
curso seria lal que o ministro da guerra que pro- merecinfenlcTl, havia" differenca dea fa'vor'do
principios; oitendi ao principio da antigui-
dade, principio que sempre foi prevalecendo
sob a odmnislraco de todos os meus anteces-
sores.
missao, ainda que lunwvnii uimiBiuaucva. IjUiii .
elles nao concnrdou o general Vaillonl, que ento
era ministro da guerra e quo deixou os cousas no
mesmo estado.
Alm disso, na Blgica e em oulros paizes se
sogueo mesmo syslema quo adoplei, depois de
mujlos esludos e observaces de tima commissao
muilo habilitada, depois de discusses no conse-
selho de ministros depois d<> ottender experien-
Qusnlo a majores, havia no corpo de engenhei- cia das naces mais civilisadas e amostradas nes-
cedesse como aiigurou o nobre depulado nao de-
vera continuor testa da repartico. Em ver-
dade o minislro da guerra que prelere setenta o
Untos officiacs de urna classe, nao eei quanloa
de oulra, que vai de enconlro a ura decrelo ex-
presso, que marcha cm opposico lei, nao de-
ve continuar a fazer parle dos conselhos da
coida.
E porque esse humen) assim procede lao arbi-
l trjame ule 1 Poro proleger lllrw a um nu on-
ros 3 vagas, c havendo por anliguidade 13 e por
merecimenlo. O que fiz eu ? Promov dous por
antiguidade e um por merecimento; ese os dous
principios nao ficoiam equilibrados, proceda isso
de ser impar o numero dos promovidos.
No corpo do estado maior de 2." classe havia
duas vagas ; havia quasi ignaldade de cada lado,
e nao preieri a ncnlium dos lados.
Na arlilheria nao havia vaga de major; em ci-
vallaria havit tres vagas deste poslo. Como ha-
via 1/1 nfltoino* nnr niiniiitail n ft nr mpfPor
sas materias.
Tendo pois o apoo de lantas capacidades, sou
desculpavel no que fiz, e nao mereco as censuras
que ipresenlou o nobre depulado.
O Sr. Paranhos d um iparle.
OSr Ministro da guerra:Tamei algnmas
olas do discurso do nobnj depulado ; pode ser
que rae engaarse, ou nc> ouvisse bem; lo de-
sagradavcl foi a impresso que em mira causa-
rom as suas palavras. Muito estimara pois que o
nobre deputado explicasse as suas ideas.
S.o2unct.o n* rola auolnmei. o nobre depulado
so por ventura me cabe ou nao a pa-
lavra.
O Sr. Presidente : 0 regimenlo d3pe que as
quesies de ordem, que occorrerera durante a I
sesso de coda dia, BAjam decididos pelo presi-
dente at que acamara, a requerimento de qual-
quer dos seus membros, em occasio opporluna,
os decida definilivamenle. Assim pois nao ad-
miliida appellflco da deciso do presidente para
ser imraediatamente decidida pola casa.
A inlelligencia que dou oo regimenlo tem sido J
aquella que constantemente se lhe lem dado des- '
de queso estabeleccu a allernaliva entre os ora-
dores. (Apoiados.)
Anteriormente os Srs. deputados fallavam na
ordem por que pediam I palavra ; mas, depois a
cmara, jnlgando nao ser conveniente urna dis-
cusso, por essa forma, delerminou que a um
discurso proseguio oulro contra. orai ulli-
mo discurso proferido (oi a avor da materia em
discusso. c. conseguimemenie nao posso dar a glaterra.
ra esta capital, a (ira de restabelccer-so de seus
incommodos.
O cscrivo de orphos, que interpozera recurso
da pronuncia do juiz municipal, nao leve provi-
monlo ; o por isso conlnua preso esse funecio-
nario.
A comarca no dentis flcava sem alleraco no-
tavel.
Hoje ha concurso para o precnchimonlo de
vagas de pralicanles da thesouroria do fazonda.
Por equivoco dissemo3 honlem, que os
dous soldados, de que Iralamos nos lionas es-
cripias sobro o recrulamenlo, hoviam sido ohi-
balados, quando foram castigados com armas ;
visto quo acha-se suprimido o castigo corporal
do exercilo.
No dia 2") fundeou em nosso porto o vapor
de guerra Piroja, j.1 mui conhocido aqui por ler
feito parle da esquadrllha imperial que acompa-
nheu SS. MM. ltimamente.
Veio do Rio de Janeiro com escala pela Babia,
Aracaji, Macci, d'onde S3hio onte-honlem, dei-
xan Jo em socego a provincia, deve brevemente
seguir paro o Para, era cujas aguas vai servir.
Seu aclualeommandante o Sr. Io lenle Fran-
cisco Gomes da Silva ; navio oppropiiado na-
vegaco fluvial, e (oi, como se sobe, o explora-
dor do Ro de S. Francisco, do Pendo pe vos-
i;o de Pironbos, lendo a subida honra de irans-
porlar numerosas vezes S. M. o Imperador.
A lisia dos premios da lotera publicada
hontem da terceira parte da quinta do hospi-
tal Pedro II, e nao do Sacramento da Boa-Vista,
como sabio.
Caalos Dickens.L'Unirers Illustr publica o
seguinte ortigo: Nao ha duvida que Pars a
primeira cidade cosmopolita. Em certas pocos
do anno pode muilo bem romparor-sc a urna
mmensa albergara, onde nao ha hospede, que
nao seja recebido.
Das qualro parles do mundo o genio, o tlenlo,
a industria, a fortuna o a belleza correm em
mullido a Pars; e pade-se dizer que ludo que tem
um nome no mundo, passeia nos boulevards, ou
nos Campos Ely.'cos.
Foi tambem alli que se deixou ver Carlos Di-
ckens, o mais popular, e ao mesmo lempo o
mais celebre romancista contemporneo de In-
A tlcfcza doSr. Manoel Pereira eonlic-
citlo por Manoel Calioclo.
No dio 1G do corrente foi a barra do tribunal
do jujy o Sr. Manoel Pereira, e nao lendo quem
o deendesse, fez elle a contrariedade, nao cora
extrema desvantogem. Na replica o dislnclo
promotor Iralou de descarregor sobre elle tre-
menda aecusaco c concluio deixondo impressio-
nado no espirito dos Srs. jurados de que Pereira
ora de fado criminoso como lal roubador do es-
cravo de um tal Uarinho por queixa do qual es-
lava preso o Sr. Monoel Pereira ha 11 mezes.
O Sr. Romualdo Alves de Oliveira, que enio
se ochava na sala do jury, venlo era pergo a
sorle do Sr. Pereira, levado pelo sentiraenlo de
huraanidade,que sempre o domina sem ler lido o
processo, tomou sobre seus hombros o defoza do
Sr. Pereira, e desenvolver questo de tal modo
e falln cora tal gello, que levou ao espirito do
disuclo conselho, do presidente do jury, do au-
ditorio emfim, de que Pereira era innocente, a
ponto de ser ouvidode todos com respeilosa at-
tenco, conseguinio a unnime absolvico do re-
ferido Pereira. Depois de linda a d-^fza foi o
Sr. Romualdo coinprimcntado por militas pessoas
lano lillerarias como das galeras que o abra-
oavam.
O Sr Pereira que ao expr o fado de sua pri-
so conservava -se sem a menor commoeo de-
pois que o Sr. Romualdo Alves de Oliveira fez a
analyse restrospecliva dos circumstancias ate-
nuantes do supposlo crime de roubo de escravo,
o da pungente situaco cm que o via, fazendo re-
flectir cum sua voz commovendo no espirito do-
illustrado conselho, a innocencia do seu cliente ;
o Sr. Pereira o seu filho choravam extraordi-
nariamente.
A eslrea do Sr. Romualdo Alves de Oliveira no
jury desta cidade foi demasiadamente feliz. Nao
sendo elle formado, apenas escriptor o 10 an-
no?, e a 2 anuos quo particularmente advoga,
oblove urna palma gloriosa.
li' elle um verdadeiro tribuno, c lodo qualquer
preso pode confiar sua defea a elle perante o
tribunal do jury ; porque se elle nao vendo nem
estando informado do crime e sua.s circunstan-
cias, defendeu com tanta vanlagera, o que nao
far lomando seb sua responsabilidade a defeza
de qualquer preso? Deve sahir-se cora dupla
ou tripla vanlagera.
O Sr. Pereira deve eternamente ser grato ao
Sr. Romualdo Alves de Oliveira.
Desculpe o meu amigo Romualdo se lhe ofren-
demos suo modeslii.
Recite lSde julho de 18G0.
I'm jurado.
Publicares a pedido.
O discurso do Sr. Villcla Tarares.
O Diario do llio de Janeiro, cuja redocc-o
muito respeito csupponho incapaz de urna des-
leoldade, aprecinu mal o discurso quo por occa-
sio de discutir-so o orcamento relativo 5s des-
peras do ministerio d impesio pronunciei na
camero na sesso de 3 do conenle. O Diario,
sem duvida mal informado, poe na minha bocea
propositos que nao profer, e empresta-mo
pensamentos que nunca lve. Minhas opinies
polticas sao bem conhecidas; e se a moderaco
lhe parece nm erro c al um crime, permuta o
Diario que, com a devida renta, me aporte do
sua opinio.
O meu discurso ser publicado no Jornal do
Commercio ; prometi nao lhe alterar nem mo-
dificar o menor cousa, e cnlo o Diario ver a
injuslico que praticou contigo, lalvez s pelo
prazer de ferir-me.
O deputodo VHiela Tavares.
[Jornal do Commercio, do ttio.)
Ni cmara conlnuou o dbale do primeiro
arligo da lei de eleices; fallou o Sr. Paranhos
no senlido das ideas ministeriocs. Continuando
a discusso do orcamenlo, o Sr. Villela Tavares
prontinciou um discurso que lhe fas honra como
horaem poltico e como orador eloquenle.
O Diario faz observar no seu numero de hoje
que ambos, esses senhores pcrlenceram ao par-
tido liberal, e os aprsenla como transfugas,
mas concedendo indulgencia ao Sr. Paranhos..
procura ridiculaiisar o Sr. > Hela Tavares, dando-
a seu geito conla do discurso do digno deputado
O Oiart'o parece querer que os polticos hoje,
em 1860, vo collocar-se as posigoes de 1848,
e nada lendo aprendido em doze annos de lie
ces, nem ao menos vejam qnao diversas sao as
/ i


<*
circumstanrias do paiz. So na redacto do Dia-
rio ha qucm as3uraa semethante posir/ao, olhe
em lomo de si, e veja quantos o acompanham
e pcrguntn ao seu collaborador Eugenio Dupra-
do rujo rompimento fo tan terrivel, cuja silen-
ciosa retirada lao airosa, se ludo nao esl muda-
do, se emfitn dozo atino* passando sobre as pai-
xoes pulitieas, nao as devem ter acalmado, se
*m doze annos de experiencia dos hotnens e das
cousas nao 6 raui natural que os mais ardenlos,
sede ba-l procediam, nao reconhecam quo,
salvos os grandes principios polticos, h3 lugar
madureza e prudencia do patriotismo.
mw. [Regenerador.)
IO.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
EM 2i DE JUI.HO DE 1860.
A caixa descorita letras a 10 O/o. toma saques
sol.re a praga du Ri.> de Janeiro e recebe dinhci-
ro ao premio de 8 0/y ao anuo.
A directora resolveu, em conscquencia do ex-
traordinario Homero de letras a reeeber, que nao
Iiouvesse descont no di a 30 do crreme mez de
ullio.
AlTumlega.
Bendimento do da 1 a 5. 225 7815981
dem do da 26.......Ii.567j>6i7
2i0:352630
>Ioviinnto da alfandc
Volamos entrados cora (a/.endas .
com gneros .
Volamos saludos com fazendas
com gneros
_a
5
189
------194
99
245
-----3
Dcscarregam hoje 27dejullio.
Barca francesaVille de Boulognefazendas.
Brigue portuguezTarojo & l'ilhodiversos g-
neros.
II. iie americanoJosepb Grcccidem.
Importarlo.
Vapor portuguez Brasil, procedente dos por-
tes da Europa, m.inifcstoii o segninte
15'lcaixas batatas, 40 ditas rap; a Thomaz de
Aquino Fonseca.
71 barris manioiga, 17 ditos e 11 cestos cebo-
las; a T isso iX Irmos.
200 caisaa batatas, 50 ditas ceblas; a D. P. de
C impos.
I lata carne de porco ; Pedro Martina da
Silreira.
1 caixa ronpa ; a Thomaz Mullcr.
20 ditas ceblas; a Francisco Antonio do Ma-
ga I !i,i es Bastos.
20 ditas ditas ; a Manoel Joaquim Ramos c
Silva.
2 ditas e 1 embrulho ; a Johnslon Palor
Si C.
50 fardos; a James Crabtree & C.
100 sii as arroz; a Soulhall Mellors.
2 ombrullios; a C J. Asliey & C.
1 dita ; a James Ryder t C.
1 caixa; a Linden Wild & C.
1 dila; a orlem.
dem em toros ...
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranchdes de 2 custados
Coslad'nho. .......
Costado........
Forro........t
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhlico pranchoes de dous
custados......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dora idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos desecupi-
ra para carros.....par
dem idem rodas de dila para
dilas.......
Mel......
Milho.......
Pedras de amolar. .
dem de filtrar.....
dem roblos.....
Piassava em inolhos .
Sabo........
Salsa pardilla* ,
Sebo em rama.....
Sola ou vaqueta (meio) ,
Tapioca ......... a
Unhas de boi....., cento
Vinagre......
Pao brasil .
urna
um
urna




>
um

l



i 2$ JIJO
3$OO0
9000
88000
6^000
255O0
4g000
25210
18600
213000
148000
458000
168000
5g000
10^000
103000
MARIO BE PERWABMUCO. y.XTA FEHU y DE JULHO DE m.
caada 30SOOO 30C
alqueire 23500
urna 800
um 9S00C 1812*G 200
libra 120
arroba urna arrba 258000 108000 33000 35200
cento pipe quintal 8300 505000 105000
13 nwrcu uo lfc67 ; a G. u.i mivji Uuimarfs
Letreiro1 dito amostras, Indo no mesmo na-
vio e entrad na mesma dala ; a Siqueia &Pe-
reira. *
2 Iriangulos1 dito amostras, vindo de Ham-
burgo no brigue hamburguez Elbe, enlrado em
24 de fcvereiro de 1857 ; a ordem.
Diamanto Iravessao NOB& C-1 pacote amos-
tras, vindo de Hamburgo na polaca dinamarque-
ZK? M". entrada em 13 de uiibo de 1857 : a
r. O. Biebpr & C.
NOB 5945 e 59(5-1 dilo amostras, vindo do
Havre na barca franreza aCarliagene, entrada
em 16 de junlio de 1857 ; a N. O. Bieber & C.
G& Cl dilo amoslras, vinda de Hamburgo
na escuna dinamarquesa Mar.rarelh, entrado
em 19 de junho de 1857 ; a M. J. llamos e Silva.
>l dito amostras, vindo no mesmo
na mesma data ; a ordem.
aeran mllalo em 6-3, e
cia.
no duj.lo na mnciaVn-
navio e
LAS 1411 dito amostras, vindo de Hamburgo
W escuna belga Olline, entrada em 2o de janeim l'i de'agosl
moA1- 2'f Fic* in,oir:""'"le prohibido o costu-
...;- i ZPrSm fgueiras nesla cidade dor oc-
S d" fM,"W"e> S. Antonio.S Jo.lo e Ss
earo, e em outros quaesq.ier das: o contra-
cXu'"* mU"a de 2' C0 d"P'0 n8 rei"
Art, 3.0 pic)| rev0ga(j0 0 nr( 9 do titulo 11 "da
ConformeAntonio Leite de Pinho
cioli." ~ 8ecre,ari0- Manocl I>rroira Ac-
wtZ*S Illm' 8r' insPec|0' da Ihesouraria pro-
";J' e,m cumprimpnlo da ordem do E.vra. Sr
presidente da provincia de 12 do crrele e d
r?'"lad'! COm 15 d0 arl- 26 da lei do or-
camenlo vigente, manda fnzer publico quenodia
1857 a L~A do^MY......"" ""i"'*""," ,, "K"810 Prximo futuro, peranle a junta da
, AcLLti'SSSi. vindo de ir,m- pno7rM,tTera-obr?aadrrrPma,'1r 5
burgo nobrigoe hamburguez Amazone,,. e, Irl I hospT.:, vd' [f n,lr em'de ^"^ "i" ?"* d
do em 28 de m.rCo de 1856 ; a Schaflieim 4 C. liad, em 50 IfiS^ m d "' C0"cl"lJa. V-
kJl t1 embrulho amostras, vindo de Ham-
iJ^q'J*"'" f "'^"Xa P""'Ca de feinambu-
ct> 18 de julhfrde 1860-0 secretario interino,
salvador Henrique de Alboquerque.
vimento do porto.
I.elreiro1 dilo amoslras, viudo de Hamburgo
no bngue AmazoBe, entrado em 28 do marco
de I8a7 ; a Schafheiilin & C.
NOB-1 dilo amostras, vindo da Havre no bri-
8iis: francez Tanipico, entrado em 9 de Janeiro
oc ISoi : aN. O. Bieber & C.
JI-PVP 8-1 caixa amoslras, viudas no mesmo
a\io, entrado em 5 de Janeiro di 1858 ; o J F.
Prenle \ianna.
AGI embrulho amostras, vinilo do Havro na
h uaSS" J rn dlr187 ; a L'ilnl & C
M & C1 dito amoslras, vindo no mesmo na-
Vl\n a?0 iem -17 de j"lh" de ,S37 ; or,icm-
iiuiJ 8011 caixa amoslras, vinda do Havre
na barca (ranceza Parahyba, entrada em 19 de
agosto de 18o7 ; a N O. Bieber & C.
pelo meio da, e
junta, no da cima declarado
competentemente habilitadas.
I E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario. "" t
Secretaria da Ihesouraria frovinrial de
nambuco 23
Per-
Consulado
Rendiraonto do lia 1 a 25.
dem do dia 26. .
feral.
16:2996752
I423405
Navio entrados no dia 26.
Liverpool47dias,barca ingloza Mary Worroil.
de 253 loneladas, capilao I. Robertson. equi-
l'agem 11, carga fazendas e rnais g. eros ; a
Paln Nash & C
dem 38 dias, brigue inglez Isal.ella. de 217
toneladas, capilao Webster, equipagem 10
carga fazendas e mais gneros: a Patn Nash
& c.
Navio* sahidns no mesmo dia.
Rio de JaneiroBrigue brasileiro Fluminense
capilao Jos Joaquim Bernardo, carga diver-
sos gneros
AracalyHiato brasileiro Dous Irmaos, capi-
lao Jos Joaquim da Silveira, carga di Aren-
les gneros.
Rio de Janeiro-Brigue brasileiro Eugenia ca-
piiao Joa.jmtn Estanislao de Medeiros carea
assucar e mais gneros.
MaranhaoCrvela nacional niao. romman-
dantoocapilao de fragata Jos Mara Giihardo
dem-Crvela a vapor nacional \iamao
commandante o 1." lente Mamcde Slmoes
de Almeida.
de julho de 1860. o secretario
Antonio Ferreira d'Annunciarao.
Clausulas especiaos para a arrematado.
1. A obra ser principiada um mez dpois da
arrema.a-ao. e concluida no prazo de 18 mezes.
a O arremalanie ser abrigado a attender as
ob^ervacoes tendentes a boa execucao da obra
fela pelo engenheiro encarregado da obra.
. Sera obng.ido a reeeber para empregar da
obra todos os maieriaes, portas e grades, ele
que existirem feites. pertencenle ao edificio pa-
B travessao 11075-1 embrulho "amoslras. vi,,- i ^J^iJutfi,'"ffT r8""" "e c do de Hamburgo no patacho dinamarquez Hara !.' -l,os' ? ade de fcrro- clc se ia ob-
enirado en. 26 de setembro de 18.7; a T. Momse, J i.S "'S"rom f",,os-,
o; Vinassa. "nm 4.a O pagamento ser dividido
I.etreiro-1 dito amostras, vindo do Havre no < -"^ '?""*'* 'Pondonlcs
bngue francez Cear, entrado em 21 de selem-
>ro de 18o/ ; a Henrique 4 Sanios.
Conselho adminlstratlvot
O conselho administralivo, para romeamente
do arsenal de guerra, tcm de comprar os obiec-
tos seguintes : '
Para a colonia militar de Pimenteiras.
Lences 24 ; camisolas 12 ; barretes 12 ; fro-
nbas 2f : colchoes vasios 12 ; (ravesseiros vasios
12; loa!has24 ; cobertores de papa 12 ; cami-
sas de laa 6; ceroulas de laa 7 ; lijellas de fo-
lba12; pratos de folha 24 ; bules de folha ou
de louca 2 ; chicaras de folha 011 (e louca, ca-
zaes 24 ; colheres para cha 12 lalheres ; ouri-
ns de ziiieo 6 ; copos de folha 12 ; livro de 100
iolh.-is em braneo 3 ; papeletas impressas 200.
Qucm quizer vender laes objectos aprsente l nio,
ss suas propostas em carta fechada na secretan*
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 30
do correte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecirr.ento do arsenal de guerra. 23 de
julho de 1860.
Denlo Josi Lamenha I.ins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Caixa filial do banco do
Brasil.
Resolveu a direcloria da caixa filial
que de setembro prximo em diante nao
setao admittidos a descont titulas, cujos
venciraento se realisarera em urna mes-
ma data, quando o numero delles r
mcompativel com a respectiva cobran-
ca em um s dia, o que manda fazer
publico para que os sicuatarios do con-
venio de 6 de fevereiro prximo passado
satisfazendo ao art. do raesmo conve-
tomem as providencias necessarias
era ordem a conciliar os prazos dos di-
tos titulos com o servico da mesma cai-
xa. Recite 13 de julho de 180. O
chele da contabilidade, Ignacio Nunes
Correa.
Va ccina publica.
Transmissao do fluido de braco a braco as 1
nlas-e domingos, no torreo'da alfan'dega, el
nos sa liba dos ait
em cinco pres-
cada urna a cada
quinto da obra que soja terminado.
Iiescoiiiar-se-ha em cada prestarao que le-
Diversas provincias.
Rudimento do dia 1 a 25.
dem do dia 26. .
Desrpachos do vportaco pela nie-
sa ilii eonsalado dosta cidade n
da-3tt do jullin de IHli
LiverpoolBrigue inglez Bello, James Ryder
; C., lS2sacro3 assucar mascavado.
Cvportaco.
Rio de Janeiro, brigue nacional Fluminense*,
de 286 lonela las, conduzio o segninte : loo
barris e 50 pipas vinho, 327 sarcos feijo, 31) bar-
ris (oucinho, 36 pacas de cabos de Cairo, 2 ca-
no < livros, 1 caixi fazendas, 78 saccas algoddo,
35!) saceos e 1(11 barricas assucar, 73 saceos car-
setembro de 1857 ; a Schafheillin & c.
Abt 43 0 44caixas amostras vindo do Ha-
vre na barca francez. r.onle Boger, entrada em
/ oe iiovj:mbro de 1857 ; a ordem.
l'D 14521 caixa amoslras, viuda do Havre na
barca iranceza Azu*. entrada em 7 de setembro
de 1857; a T. Uumsen & Vinassa.
Letreiro1 embrulho amostras, vindo no mes-
mo navio, enlrado em 28 de marco de 1860 a
Itoclia Luna Goiraataes.
S 19941 dilo amostras, vindo do Havre na
barca iranceza Tuspao, entrada em 6 de fove-
"rSi*8.: a.J- Fragoso.
Of iZSI1 caixa amoslras, vindo do Havre na
barca iranceza KLuiza Hara, entrada em 13 d
Janeiro de I808 ; a Cals Irmaos.
D1ICW1 embrulho amostras, vindo do Ha-
vre na barca Iranceza Emma Malhilde, entrada
em 0 de mato de 1857 ; a ordem.
l" &C1 dilo amoslras. vindo do Havre na
barca Iranceza Conle Roger, enlrado em 17 de
julho de 48o, ; a ordem.
Armazem n. 8.
SS1 canastra amostras, vinda do Porto na
barca poriugueza l'lr da Maia, entrada em 16
de fevereiro de 1855; a Sebastiao Jos de Souza.
bem marca1 caixa amostras, viuda do l'orlo
na barca poriugueza Flor da Maia,). entrada :
era 16 de fevereiro de 1855 ; a Jos Manoel dos
Santos Bastos.
Sera marca1 dila amostras, vinda no mesmo
navio e entrado na mesma dala ; a ordem.
JP 200-1 dita amostras, vinda de Hamburgo
" ?nf'f Hanorano, entrado em 13 de agos-
to de I806 r a ordem.
qnaes os diios objectos que foram emproaados
na parle a pagar.
6. Obserrar-se-ha para ludo o mais disposlo
na le provincial, n. 286 Conforme = O secre-
tario, Antonio Ferreira d'AnnunciajSo.
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria de fa-
zenda dnsta provincia manda fazer publico de
conlormidade com as ordens do Ihesouro nacio-
nal na. 98 e 99 de 26 de junho ultimo, que no
da 10 de setembro vinJouro se far concurso
nesla Ihesouraria para preenchimento de mai
urna vaga que ha de praticante na mesma, o ou-
1ra na recobedoria de rendas internas desta ca-
pital. Os que prelenderem ser
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, que na
data infra foi competentemente malriculado a
Sr. Antonio Bolelho Piulo de Mosquita Jnior
na qualidade de corretorgeral desta praca.
Secretaria do t-ibnnal do commercio de Per-
as 11 horas da manhaa. na re- nambuco 25 de julho de 7860
,sidencia do commissario vaccinador, no segundo!
andar do sobrado da ra estrella do Rosario nu-
i mero 30.
1 A adminislraeao geral dos estabelerimenlos
do c.andade manda fazer publico que nao lecdo
havido licuantes para as rendas das casas abaizo
declaradas, vao de novo A praca as mesmas ren-
das com o abale da quinta parte, no dia 6 do
correnli\ na sila de suas sessoes, pelas 10 horas
da manhaa.
Bairro do Becife.
Ba do rilar n. 74.
Bairro de Santo Antonio.
Ba do Padre Floriano n. 45, ra larga do Bo-
sano lojas ns. 26 e 2( A. ra do Cabug loias n
1 B 1 C, e 1 I), ra da Boda ns. 3 e 5, roa Nova
n. otl, ra do Fagundes n 32, ra de Santa The-
reza n. 4.
Adminislraeao sroral dos estabelecimenlos de
candade 19 de julho de 1860.O escrivao inte-
rino. Justino Pereira de Faria.
Conselho administrativo.
O conselho adminislratiro, para fornecimenlc
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguimos :
Para a escola do 8." batalho de infanlaria
de liaba
6 resmas de papel almaco ; 400 ,.ennas de gan-
co ; > caivetes ; 72 lapis : 6 garrafas de tinta
preta para escrever ; 6 libras de areia prela ; 20
Os exames nesle concurso versarao sobre lei-
tura, analyse grammalical, orlhographi.a, e ari-"
Ihmetica, al a llieorla das proporces inclusiva-
mente.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco 20 de julho ne 1860. O oiT.rial moior
interino Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
pro-
O Dr. Ernesto de Aquino Fonseca,
ordem de Christo, jniz de orphaos
Becife, por S. M. o Imperador, qu
de. ele.
Faco saber
cavalli ro da
do termo do
o Dos guar-
F
noiie clara n principio, lornou-se
chuvosa, vento S, e assim amanheceu.
nauba, 40 pipas cachaca, 1 caixab espanadores, pPaam,- .-0SCJ^45*0 da ar.
.'l il meios de sola. i b3
Ilcuebadoria do renilas internas
Kraes de Pernambuco
Rendimento dodia 1 a 25. 46:8683361
dem do dia 26....... 736|792
nublada e
Armazem n 7..
S/ri1 caixa viuda do Havre
ceza Belcm, entrada em 3 de "
a ordem.
aosque o presente edi'.al virem
que por este juizo lem de ser arrematado por
venda a quem mais der. na porta da sala das a-
nelas, e lindos os dias da lei, as seguales pro-
na barca fran-
julho de 1857 ;
47:605^153
Consulado provincial.
u?-i.il.l.v_;\U da 5IAHK.
ar as 11 h54' da manhaa, altura G'Od
lar as 5 h 18' da larde, altura 1.8"p
1 ioraral0rl0 d arsenal de marinha 2 de iulh j
Je lsl Viecas Jijmor.
Ren limento do dia I a -2>.
Ide:n do dia 26. *. .
57:00 fcil!5
698J938
57.703-5113
caada
arroba



900
500
610
800
280
960
320
800!
736^0
6S600
Pautados precos dos principaes gne-
ros e produeces nacionacs,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 23 a 23 de julho de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxaca.......
dem de cana......
dem gencbta......
dem idem.......botija
dem licor.......caada
dem idem.......garrafa
dem resillada e do reino ,
Algodao em pluma 1." sorle
dem idem 2." dita .
dem idem 3.a dita .
dem em enroco .
Arroz pilado ......arrba
dem com casca alqueire
Assucar braneo novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeile de mamona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina......arroba
dem grossa.......
Caf em grao bom.....arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca .... >
dem moide.......
Carne secca. .
Carvao de madeira .
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas.
Charutos bons ....
dem ordinarios .
dem regala.....
Chifres......
Cocos seceos.....
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra cortidos um
dem de onca......
Doce de calda......libra
dem de Goiaba
dem seceos......
Espanadores grandes. um
dem pequeos......
Esleirs de preperi .... urna
Estoupa nacional.....arroba
Farinha de aramia .
dem de mandioca ,
Feijao........
Fumo em folha bom .
dem idem ordinario .
dem idem restolho .
dem em rolo bom ,
dem idem ordinario,
tiomma polvilho .
jpecacanhua.......arroba
Lenha era achas grandes cento
dem idem pequeas. ...
O Dr. Anselmo Francisco Pereili. commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo e
juiz da direiio especial do commercio nesla ci-
dade do Recite e sea termo, provincia de Per-
nambuco, por S M. o Imperador, a quem Heos
guarde, ele.
de
Fa<;o saber aos que o presente edil al
pnuiica uesie juizo e sala das audi
seguimos : diversas pecas de obras
o peso de 2352 oitavas a 300 rs. t
-SOjCOO ; 33 trancelins chatos com
virem.e
e noticia liverem que no dia 18 do agosto
do crreme auno se ha de arrematar em praca
le juizo esala das audiencias os bes
s de prala com
a oitava, reis
01 200 oitavas a
o a oitava.IHNnt; 2 rosarios com 8 oitavas
ambos por 403; Uo anneis com pedras e sem el-
las pesando74 oitavas a 5g a oitava, 3703; 15 pares
de ,,rg,,las cortadas cora 16 oitavas a 43 a oitava.
oij>, 11 ditas de filagran com 8 oitavas a 4 a
oitava. 323 ; 85 pares de argolas lisas com 18 oi-
*V2j?*ltMa7^.; coroas dn laSran
com 22 oitavas a 59 a oitava, 110*; 5 m-dalnas
eom o peso de 7 oitavas a 43 a oitava. 283 1
proz para rosario com 2 oitavas por 8}; 3 cazo-
letas com 6 oitavas a 63 a oitava, 363 ; 4 varas
e meiade cordo com 32 oitavas a 4$ a oitava,
i^; o varas e meia do tranceln-, com 23oitavas
-3 a oitava, 923; 2 varas de collar com 7 oitavas
priedades
Um sitio de Ierras denominado Allemao com
algumas fructeiras, exlremaudo pela frente com
cho da Estiva, pertencenle a viuva e
)arle do
reo da es
i lio Es-
rom ter-
. ,.alnios de
frente e 4,000 de Tundo, com duas casas do taina
. vinda de Lis- coberlas de lelhas, avahado por 5:000-*tiOO.
de setembro de 1853 ; a Feliciano Uin 'erreno de mallas capoeiras, denominado
Cacimbas, no mesmo logar da Ibura. extremando
l-!rn-' lala com 8 libras de alfazema, va- con> 'erras de Jos Itodrigucs de Oliveira Lima
lor 30 0;o 13. avahado por 1:5008.
hr ?ra i'o-S-PZ1 < s-jo, vinda de Liverpool; a S. P. lobos- do Descanso, em dito lugar da Ibura que extre-
ma com ierra do mesmo Jos Rodrigues, avalia-
Armazem n. 8.
Barca poriugueza Mara Jos
boa, em 1. de setembro de 18
Jos Gomes,
dras para escripia ; 24 lapis para os mesmas.
Para o 9 batalho de infanlaria de linha.
101 covados d" hnllaiida de forro.
Para os sentenciados do 10. batalhao de linha.
Brim braneo, varas 7 1/2 ; olgodaozinho, va-
ras 7 1/2 ; esleirs 3 ; manta 1 ; chapeo 1.
Para o meio batalhao de caradores da
vincia da Parahiba.
5 cornetas de loque ; 1 cordao para as dilas ;
1 boccal para as ditas.
_ Para a companhia de cavallaria de lihha.
70 pares de luvas de algodao.
Pata a Ia companhia de pedestres da comarcada
Boa -Vista.
1 sinetn rom as armas iniperiaes e distico da
companhia.
Para o armazem do arsenal de guerra.
3 caixas com vidros de 18 a 20 pollegadas ; 2
rame de latan de n. 11.
O'iem quizer vender laes objectos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada, na secrelaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 27 do
corronte mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fnrnerimetito do arsenal de guerra 20 de'
julho do 1860.
Denlo Jos Lnmcnha Litis,
Coronel presdeme
I-rancisco Joaquim f'ereira Lobo,
Coronel vojjal secretario interino.
Dinamerico Augusto do Bego Rangel.
No impedimento do official-maior.
Na delegacia do 1. dislriclo desla cidado
existe depositado um sacco com farinha, que foi
apprehendido no poder de um prelo que ofterecia
em venda, por baixo proco, pelo que suppe-se
ter sido furtado : qucm se julgar com direito ao
mesmo, compareca, que provando, lhe ser en-
tregue. Delegacia de polica do 1. districle des-
la cidade do Becife 21 de julho de 1S60.Pennj
Jnior, delegado supplenle.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para screm re-
eolhidas desde j as notas
de 10,000 e 2o,ooo da
emisso do banco.
Caixa filialdoban-
co do Brasil.
lesejan-
A directora da caixa filial
do conciliar quanto seja possivel os tn-
tereses do commercio com os da mes-
ma caixa, roga novamente aos Sr.
comraerciantes que iguram como soeios
de firmas sociaes estabelecidas ntsta e
n'outras piaras visinhas, que com esta
estao fin immediatas relaees, sesirvam
mandar a referida caixa urna copia de
seu contrato social, extrahido do regis-
tro do tribunal do commercio, e nalal-
la suas circulares, contendo nao f as-
signatura individual de cada socio e o
modo porque cada um assigna a razao
social, como a declararao dos nomes dos
socios que podera fazer uso da mesma
firma ; assim de facilitar a apreciacao
dos titulos que llies forem oflerecidos a
descont, ficando certos os mesmos se-
nliores de que nao serao admittidos ti-
tulos com firmas collectivas, que nao
constaren) pelo modo indicado. Recife
lodc iunho de 18GO.O chefe da con-
tabilidade, Ignacio Nunes Correa.
ton ft C.
Diamante JN50 portas de ferro para fogea
pesando 25 arrobas, valor da arroba 3,J200,30 0/ barricas com grclhas para fogoes, pesando 38
arrobas, valor da arroba 3-J200. 30 0/q I2I600.
Patacho nacional Santa Cruz, vindo do Cea-
r, em -29 de mareo Oe 18J5 ; a ordem.
30 o/lrC-K" bah"S decouro vasio3, valor de 1,
Brigue portuguez Viaiante. vindo de Lisboa,
em 2, de maio de 1856 ; J. S. L. Bastos.
JASLB1 caixote com 25 vidros, contendo 81 *'> Ferreira,
do por 1:500-3.
Outro Icrreno de mallas capoeiras. junto a la-
gos denominada Zumbi, no sobredilo lugar da
Ibura, oqual extrema com o sitio Estiva, o com
Ierras de AfTonso de Albuquerque, avahado por
: 2()U0j000 sendo o total do valor do sitio e terre-
nos annexos a quantia do 10 OOOjOOO ; todas es-
tas propriedades situadas na rreguezia do3 Afo-
1 gados ; sendo o dilo sitio e mais terrenos per-
tencentes a viuva c herdeiros do finado Antonio
THEAT
.1^
libras de medicamento composto, valor da libra 2-3 rs 30 0/o 164}.
Barca ingleza Medora, vinda de Liverpool,
em II de junho de 1856 ; a ordem.
C3 potes dn louca ridrada, pesando 36 libras
valor da libra 200 rs.. 30 O/,) 7*20.
Mem idem : a J. da C. Bravo.
B & B1 barrica com 7 arrobas e 24 libras do
e vai .1 praca por delerminacao
juizo, a rcquerimenlo de Antonio Pereira
de Olivara Maia. credor hypothecario do referido
(MS,'l I .
A primeira praca em 31 do enrrente, a segun-
dafdita em 3 de agosto, a lerceira dita em 7 do
mesmo pelas 11 horas da manhaa depois do fin-
di a audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos.
E para que chegue ao cnnhecimenlo de quem
DE
.a 4|a oitava. 283 : 10 resplandores de ouro'com
5S200,1 iffl.*!? a oUI. 105-3; 6 cadeias de col-


cento

>


igooo
3J500
3$600
4^800
2600
1$600
2000
7S000
4J000
7S500
43-500
53000
93600
43000
18600
93000
13g000
2g.J00
igono
33000
53000
43000
250
400
50
300
IO3OOO
500
400
18000
ete com 33 oilavas a 53 a oitava. 1053 ; 8 adere-
eos ue ouro completos com 60 oitavas a 53 a oi-
tava, 3103 ; 100 pares de rosetas com 118 oitavas
a oja1 oitava, 590; 35 meios aderecos como
peso de 139 oitavas a 5} a oitava, rJ955 ; 30 pul-
ceiras sendo urna de coral com 160 oilavas a 53
a oilava. 800j); 15 pares de brincos com 26 oilavas
a 4;> a oitava, 140g; imporlanlo os mesmos objec-
tos na quantia da 5:5125600 ; 1 casa terrea sita
na roa das Larangeiras n. 19 da fregnezia de San-
to Amonio do Becife avahada em 2:500$ os
fuaes bens sao pertencentes a Jo.io Paulo' de
Sooza, o vio a praca por execucao que lhe enca-
minha Miguel Archanjo do Figueiredo e nao ha-
vendo lancador que cubra o pre^o d-i avaliac.o
sara a arremalaeao feila pelo proco da adjudica-
cao com o abate da lei. *
E para ojio anegue ao conhecimonto de todos
mandei passar edilaes que serao publicados pela
mprensa e amxados nos lugares do costume.
Cidade do Becife de Pernambuco, aos 26 de
julho de 1860, 39. da independencia e doimoe-
rio do Brasil.
Eu Manoel Mara Bodrigues do Nascimenlo es-
crivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
Pela inspeccSo da alfandega se faz publico.
rezina de pinho. valor da arroba 15,30 0;o75750. Iinleressar Possa mandei lavrar o presem
arca poriugueza Constante, vinda de Lis- ser5 affixado no lugar do costume, e publicado
110a em la de ianc.ro de 1856 : a Policarpo Jos Pela imprensa.
La?leia ,, ^, ^ Dado o passado nesla cidade do Becife, capital
AM J2, ,lt 2 barricas comraizde dllha ras- l da Provincia de Pernambuco, sob meu si"nal e,
pada, pesando 16 arrobas, valor da arroba 8g, 30 sell dcsle J"'o. que ante mim serve, ou valha l
"I. ,' iSPm S,'ll ex-causa. aos 6 dias do mez de julho do i
l alacho nacional Amelia, vindo da Baha em anno Oo nascimenlo de Nosso Senhor Jess Chris-
4 de abril da 1856 ; a Timrn Momsen & Vinassa. l> do 1860, 39 da independencia e do impe-io
Diamante L1 embrulho com um livro ora do Bras'l-
braneo paulado, pesando 6 libras, valor da libra i Eu Joo Facundo da Silva Guimaraos
130, 30 0/0 85O0.
Barea ingleza Linda, viuda do Liverpool em
4 de outubro de 18>6 ; a ordem.
S. G.1 btrril razio, valor 30 por cento, 15.
Barca poriugueza cGratido. vinda de Lisboa
em 29 do maio de 1856; a Thomaz de, Aquino g'iarnican da escuna idota.a "sabe
Fonseca. I Pao.
o escrevi
esenvao
Ernesto de Aquino Fonseca.
Pela inspec?ao da alfandega
por um atino o fornecimenlo de
se contracta
races para a
r :
rs,e0h,odea?rPemr,en,e 'T' ^ ** me cial manda fizerpb ico que a
SLTJS* ,de1.3rrema,ar e.m hasta publica, sendo imposto de 2J",00 sobre o gado v
arremalaeao livre de d.re.los ao arrematante, as : dono municipio do Cabo fi ir
segmnles mercadonas, j annunciadas em edital dia 27 do cor ente
de 30 dias.
Armazem n. 7.
NOB1 pacote amoslras. vindo do Havre na
P.1 barril vasio, valor 30 por cento, I5.
Barca ingleza Medora, vinda de Liverpool em
21 de dezembro de 1856 ; a ordem.
1'.1 barrica com 39 Irascos, pesando 78 libras
de conserva de hotlalica, valor da libra 270 30
por cento, 21-3060.
Barca porlugusza Gralidao. vinda de Lisboa
em 8 de fevereiro de 1858 ; a Francisco do Frei-
ta3 Gamboa
Letreiro. 1 embrulho com figuras e lettras
abrdarias do autor Castilho, valor 30 por cenlo,
Alfandega do rernambuco, 25 de julho de 1860
O inspector,
Bento Jos Fernandes Barros.
uT*J? Iilm/-Sr/ in?P.eclor da Ihesouraria provin-
a arremalaeao do
vaceum consumi-
transferida para o
o presente e
E para constar se mandou aflixir
publicar pelo Diario.
Gustavo-lVem 9 de^ve'rViro de I naSuc"^ de ft-*** de Per-
1857 ; a N. O Bieber & C.
DP 21001 caixa amostras, vinda do Havre na
. barca franceza Cont Boger, ora 21 do fevereiro
'! de 18o7 ; a Schafheillin & C.

alqueire
alqueire
arroba




i|80fl
300
33600
3g000
23500
73000
15S00O
9S00O
7S000
163000
63000
33-200
253000
23500
13600
IB & C 2o, 262 embrulhos amoslras, vinda-
de Hamburgo na escuna americana John, ens
Irada em o de margo de 1857 ; a II. Brunn & C.
2 Iriangulos1 parolo amostras, vindo no mes-
mo navio, entrado na mesura dala ; a ordem.
Diamante B 871 embrulho amostras, vindo I
de Hamburgo no brigue dinamarguez Anna Ma- '
na, entrada em 3 de fevereiro de 1857 ; a N 0 '
Bieber & C.
NOB1 dilo amostras, vindo no mesmo navio
e entrado na mesma dala ; ao mesmo.
Letreiro1 dilo amostras, vindo do Havre na
barca franceza Emma Malhilde, entrada em 6
de maio do 1857 ; a M. J. Ramose Silva.
BS & CFIG 451 caixa amoslras, vinda do Ha-
vre na galera franceza Olinda, entrada era 19
de dezembro de 1857 ; a Burle Souza & C.
Letreiro1 embrulho amostras, vindo do Ha-
vre na barca franeeza Venesuela, entrada em
. lho de 1860.O secrolario.-
A, V, da Annunriago.
A cmara municipal desla cidade manda
publicar para ronhecimenlo dos seus n.unicipes
e devida execucao a postura abaixo transcripta
approvada pelo Exm. presidente da provincia. '
Paco da cmara municipal do Recite em ses-
sao de 23 de julho de 1860.Gustavo Jos do
Bolaixa.
Assucar braneo.
Caf em grao.
Arroz do Maranhao.
Bacalho.
Carne-verde.
Dita secca.
Toucinho.
Farinha de mandioca.
Feijao.
Agurdenle.
Azeile doce para comida.
Dilo para luz.
Dito de coco.
Vinagre.
Vellas do spermacete.
Dilas slearinas.
Dilas de carnauba.
Sal.
Lenha em achas.
As pessoas que se quizerem contratar o dilo
fornecimenlo apresenlem as suas proposlas em
carta fechada at e dia 25 do crreme.
Alfandega de Pernambuco. 14 de julho de 1860.
O inspector
Denlo Jos Fernandes Darros.
Direcloria geral da instruccao
publica.
GOHPANIII& LRICA DE G. MRINANGELI
RECITA EXTRAORDINARIA
Domingo 29 de julho (dia de grande gala.)
Annivcrsario c maioridade de S. A. I. a Senhora D. Isabel
Logo que S. Exc. o Sr. presidente da provincia se apresentar na tribuna, cantar-se-ha o
hymno nacional, c depois ser representada a opera em dous actos de Bossini :
Os Srs. assignanles scr.io preferidos
vendidos os bilheles como do costume.
Avisos martimos.
:t s 3 horas do dia 20, e dessa hora em diante serao
REAL COMfASIIIA
mtfflsk rmamm
DE
DE
Paquetes inglezes a vapor.
Al odia 29 desle mez esperase da Europa o
vapor Tyne, commandante Jelicoc, o qual depois ,
da demora do costume seguir para o Bio de Ja- i
neiro, tocando na Baha : para passagens etc., i
tratase com os agentes Adamson, Howie & C. I
ra do Trapiche Noo n. 42.
IVavegaco coseira a vapor
O vapor Persiiiiija, commandante Lobato,
segu para os portos do sul de sua escala no dia
5 de agosto s 5 horas da t8rde e recebe carga
al o dia 3 ao meio dia ; passagens, encommen-
das edinheiro al odia da saluda ao meio dia ;
escripiorio no Forte do Mallos n. 1.
COIP.-iMIIA rERYMlBlCAYV
Reg pru-pre-sidente.-JUnoe. >V,Sira *-*. f^SA* ffX&iT^*W
do crreme, de conformidade com arl. 3. 10.
CDIMMIIJL
DE
DAS
Quarta seccao.Palacio do governo de Per-
nambuco, em 20 de julho de 1860.
O presidente da provincia, lendo avista o que
representou a cmara municipal do Recifo em
offlcio de 18 do corrente sob n. 69, resol ve ap-
provar provisoriamente os seguintes artigos do
posturas:
Art. 1." As casas de laipa que so conslruirem
ou reconalroirera as povoacoes das freguezias
de S. Lourenco da Malla, S. Amaro de Jaboalao,
Muribeca e Varzea, tero 12 palmos vivo de al-
tura, n.a frente, da soleira ao alto do frechal, as
portas 9 palmos de altura e 4 e 1[2 de largura,
easjanellas a mesma largura;, os infrnemrpe
eixnriiroA
Messageries imperiales.
At o fim do mez espera-se do sul o vapor
francez Navarre, commandante F. Vedel, o qual
depois da demora do cosime seguir para Bor-
deaux tocando em S. Vicenlo e Lisboa, para pas-
sageiros, encommendas ele, a tratar na agen-
cia ra do Trapiche n. 9.
Cear.
O palhabote Sania Cruz segu nesles dias ;
treguezia de Una, Taquaritinga, Itapis- para o resto da carga, trala-se com Caetano Cy-
uio-Formoso, que tambera se achara, a naco da C. aolado do Corpo Sanio n. 25, pri-
n. 4 da lei n. 369 de 14 de maio de 1855, creado '
4 cadeiras de instrucijo primaria para o sexo
masculino, urna em Grvala, outra em Timbaba,
outra em Vicencia e finalmente outra em S. Vi-
cente, o Illm. Sr. -irector geral manda fazer, pu-
blico, marcando o prazo de 30 dias a contar da
dala deste, para a inscripto e processo de habi-
litado dos opposilores na forma das inslruccoes
de H de junho de 1859, nao s para estas nova-
mente creadas, como para as cadeiras do mesmo
sexo vagas do Pilar de Itamarac, Salgueiro,
Buique, '
suma e
Navegacao cos eir a vapor.
O vapor lguarass, commandante o segundo-
tenenle J. Alves Moreira, segu viagem pata os
portos do norte de sua escala at a Granja no
dia 7 de agosto s5 horas da larde.
Becebe carga para a Granja e Acarac nos dias
27 e 23, Cear 30 e"31, Aracaly no dia Io, Ass
no dia 2, Natal no dia 3 e 4, Parahiba no dia 6
at ao meio dia. Passagens, encommendas e
dinheiro at o dia da sahida ao meio dia : escrip-
iorio no Forte do Mattos n. 1.
>
Para o Aracaty
sahe 'o veleiro hiato Dous Irmaos ; para carga.


(*)
MAMO DE PBRflAMBCO. EXTA FEIRA 27 DE JULHO DE 18M.
Para Lisboa.
Vai sahir dentro de poucoa dias o brigue por-
tuguez Tarujo & Filhos: quem nelle quizer carre-
gar 011 ir de passagem dirija-te ao escripiorio de
Manoel Joaquim Ramos e Silva, ra da Cada do
Recife n. 38, Io andar.
Porlo.
Espera-se por estes dias o bem conhecido bri-
gue portuguez An'elia I, o qual logo dopois de
sua descarga regressar para o Porto, em lastro,
quem no mesmo quizer carregar ou ir de passa-
gem dirija-se ao consignatario, ra da Cada do
Recife n. 38, Io andar escnplojfo de Manoel Joa-
quim Ramos e Silva.
Rio Grande do-Sul
e Porto-Alegre.
Segu com toda a brevidade o patacho nacio-
nal Venus : para o resto da carga que Ihe fal-
la, trata-sc na ruado Brum n. 16, armazem de
Manoel Jos de S Araujo.
Para
Aracaty
Hiate Sergipano ja lera parle da carga, para a
resto trata-se cora Marlius & Irmos : ra do
Madre de Dos n. 2.
Leiloes.
LE l LO
Sexla-feira 27 de jullio.
O agente Costa Carvalho,
far.'i IcilSo no.dia cima, do resto das mobilias
que Acaram por arrematar na ra Nova n. 65,
sem cxoepro de prero, o mesmo agente espera
que o referido leilao soja eonrorrido pois que r.
prero porque tem de ser entregue nao deixarao
de ser arrematados.
LEILAO
DE
Milla, femigcos. viulio
c
Ilenry Forster & C. farao leilao por
intervenrao co agente Hyppolito da Sil-
va e por conta e risco de quem perten-
cer de gigos com champagne, grande i
(fuantidade de movris, cutierias, ferra-
gens, cognac e wisky em Larris e ou
tras muitas raiudezas que sero paten-
tes aos senhores arrematantes : sexta-
leira 27 do corrente ao meio dia em
ponto no caes do Ramos armazem de
farinha de trigo.
1
{ktrnamluica-tiA.
De ordem do Sr. presidente, sao pelo presente
convidados o senhores socios ^ffectivos, para que
se dignem de comparecer domingo 29 do corren-
te, s 1-0 horas da manhaa em ponto, afim de
reunidos em asscmbla gcral procederem a elei-
?5o dos novos membros que tem de funecionar
no anno social de 1860 a 1861.
Secretaria da Associaro Typographca Per-
nambucana, 25 de julho'de 1860.
J. L. Dornellas Cmara,
Io secretario.
Dcclara-se e m additamento um annuncio
acerca da arrematarlo de urna oscrava peranle o
juiz do ophaos, perlencenlc n heranra de D. Ma-
ra Rosa d'Assumprao, que a dita escrava parda
clara, excedente costureira, est avallada era
1.600. e jA foi parlilhada.
Precisa-se de um homem solleiro que te-
iiha pralira do fabrico de vinagre, para dirigir
urna bblica fura da provincia ; quera se adiar
nestas condires e quizer, dirija-so a esta typo-
grapbia.
Na livraria ns. 6 e 8 da pra^a da Indepen-
dencia precisa-se fallar ao' Sr. alferes Thoic Go-
mes Vieira Lima.
James E. B. Spears, engenheiro machinis-
ta, vai ao Rio Grande do Norte sentar um vapor,
e deixa cncarregado dos negocios de sua casa o
seu caixeiro o Sr. Joaquim Jos da Paixao
Santos.
Teixeira Basto, S d C. participara a esta
iraca, que durante a ausencia do socio Joo
Francisco da Silva Nortes, Ac com procurago
da sua casa o Sr. Francisco Jlo de Barros.
= Quem no domingo 22, achou ou pegou um
cachorrinho que suppc-se ter sabido pela porta
pelo discuido de quem, sahindo, e deixou aberta,
pode entrega-lo na ra do Rangel n. 21, pois o
clozioho o folguedo de urna menina doente de
molestia incuravel, mas sem embargo disso se
Ihe dar o achado e se Ihe Acara multo obriga-
do ; cujos signaos do caoznho sao : cor de te-
Iha, todo baca, grande, orelhas cabanas, cauda
lina cconic muito : faz-se este annuncio para no
pegar algnma molestia que ter altrahido, sem
fuereo caso, tica livre ininha conciencia.
SOCIEDADE
ARTES MECIUMCAS E LlItERAES
DE
PERNAMBUCO.
Nao se tendo podido realisar a eleico da nova
directora as duas reunios para isso convoca-
das, convido anda esta vez a todos os socios ,
compareccrem pira o mesmo Ara, po dominga
29 do corrente, as 12 horas em ponto da manhaao
i na casa das sessoes ; ad ver lindo que, a conti-
nuar a mesma omisso da parle dos socios, se-
rei conslrangido por lodos os respeilos a usar dos
meios postos ao mcu alcance, para corrigi la.
Oulro sim, declaro, que leudo terminado no dia
20 do corrente o anno do exercicio da actual di-
reccao, nao haverio sessoes ordinarias da socie-
dade era quanto nao se elegerem os novos func-
cionaiios.
Direcloria da sociedade das Artes Mcchanicas e
Liberaes de Pcrna.nbuco 21 de jullio de 1860.
J. Borges Carneiro,
Director.
Piecisa-se de um cozioheiro; na ra do
Imperador n. 75, piimeiro andar
- Aloga-se una cxrellenle sala e dous quar-
f
2?00no
Charutos suissos graudson a 4J ocenlo e 35;} o milheiro, ditos veveysans a 4$ o cenlo e.3j#
o milheiro, ditos vevey-flns a 4* o cento e 32$ o milhetro, ditos suissos a 48 o cento e 349 o mi-
lheiro, ditos fgaros c, Agaros l j 5} o cento e 455 milheiro : na ra da Cadeia do Recife nu-
mero 15, loja do
Centro cominercial.
A. W. Osborns retratista americano avisa ao respeitavel publico que tem um completo sor-
imonlo de espelhos os mais ricos que se pode encontrar, assira como lira retratos pelos diminutos
procos de 2#, 5$, 10$, 20$ e 303, com as competentes caixas ; na ra do Imperador ondo tem a
bandeira americana, o mesmo tatnbem cnsina a tirar retratos podendo ser procurado a qualquer
hora.
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A NKEG0M E-KERYAND
Este hotel collocado no centro de ums das capiaes importantes da Europa, torna-sede grande
Attenco.
o
Os credores da loja do trastes de Manoel An-
tonio dos Passos Olivelra & C- sao convidados a
apresenlarem seus ttulos no escriotorio de I. P.
Adour & C, na rus da Cruz n. 40, al o flm do
corrente inez para se proceder ao balnco.
Vende-se urna canoa aberta, propra para
carga c descarga de quaesquer objoclos, sendo a
dita de boa constrticc.o, c juntamente maleiras.
estando mui propra para olaria por pegar 3,500
lijlos de alvenara grossa, pois j foi experi-
mentada : a tratar com Joaquim Jos dos Santos,
era seu eslaleiro em Fura de Portas.
Perdcu-se um maco de receitas de botica'
dos seguinles senhores : Antonio Henriques de
Miranda Ribeiro, Manoel L. Goncalves Jos
Duarte e outras : quem livor achado e quizer res-
tituir, pois de nada Ihes pude aproveitar, entre-
gue na prara de Pedro II, ou Collegio, ao Sr.
Duarte, na loja de livros ,
Precisa-se de 1:600$ a juro por tempo de
um anno.com hypolheca em propriedade : an-
DDDcie, ou trata-se com o Sr. Dionizio, loja de
cera, na ra Direita, que dir o negocio.
Joaquim Pinto do Barros acha-se proviilo
no emprego de solicitador dos auditorios desta
cidade, nao s pelo Exm. Sr. presideole do me-
retissmo tribunal do coramercio, como polo Exm.
Sr. conselheiro presidente da rclaco, para cu jo
fim j pralicava a rO annos com "urna pequea
inlcrrupro: quem pois de seu presumo se qui-
zer utilisar, dirija-sc a ra da Concordia n. 37.
Na ra Direita n. 22, precisa-se de um ho-
mem para oservico de relinacao, prefere-se quem
cnlenda da proAsso.
Queijos do sellad.
Ra estreita do Rosario n. 18
Vcndem-se queijos do sertao muito novos, re-
centenientc chegados, os melbores que se pode
encontrar no mercado, queijos do reino os mais
novus que possivel, assim como superior mar-
melada e doce de guiaba, vinho do Porto engar-
rafado, nianleiga ingloza, dita l'ianceza e massas
para sopa, de tudas as qualidades, todos os g-
neros os mais novos que ha no mercado, e com
a vista dos fregueies se far todo negocio.
Aviso.
los: na ra do Imperador n. 75, primeiro andar, .valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua
Precisa-sa de orna ama que engorme e co-
zinhe : na tua do Hospicio n. 34.
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 1 annos,
chegado ltimamente; na roa da Praia n. 82
O Sr. Antonio Aniceto da Silva, que esleve
no engenho l'iuienleiras na freguezia da Escada,
queira mandar pagar urna letra da quaulia de
i "92>9C6, vencida em 10 de junho prximo pas-
| sado, na ra do (Jueimado n. 18, loja de M. R.
de Carvalho. Por se ignorar sua morada, faz-se
o presente annuncio.
Na ra larga do Rosario, taberna n. 31.
aluga-se una sala de um primeiro andar com 2
quarlos, projiria para escripiorio, em una das
ruos principaes do bairro de Santo Antonio.
Alugn-se um mulatinho de 16 anuos para
comprfs e recados, e proprio para pagem ; na
ra da Penlia n. 17, segundo andar.
Aluga-se um sitio no fundo da fabrica de
sabo, na ra Imperial, com casa dentro, e seus
arvoredos, e proprio para plantar: a tratar na
ra Imperial n. 5.
Alerta!!!
Fugiodo quartel de cavallara no dia
21 do corrente mez, um ca vallo alazao,
pequero, de crinas grand s e marcado!
no quarto esquerdo com o n, 2o: quem
O agente Costa Carvalho far leilao no dia aci- '. o ti ver retido em seu poder e quizer ter
a bondade de remette-lo aquclle lugar
sera' gratificado consciencioamente.
William Cay, subdito brilainco, retira-se
para o Rio de Janeiro.
Amelia Augusta da Silva Costa faz sciente
ao respeitavel corpo do commercio e a quem
mais interessar possa que vai proceder a inven-
tario nos bens que Acarara por fallecimento de
seu mando Jos Domingues da Costa, e por isso
devem a presentar suas conlas correntes no prazo
Terca-feira 3! de julho.
ma no seu armazem na ra da Cruz n. 9, de una
escrava de nacao, bonita Agura, a qual ser en-
tregue pelo maior preco que for achado.
Principiar s 11 ho'ras.
LEILAO
posicao e
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estages de carainhos de ferro, da
Allemanhae Franca, como ,ior ter a dous minutos de si, todos os theatrose divertimentos; e,
lra disso, os mdicos precos convidara
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, paraacompanhar as tojrislas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por presos que nunca excedem de 8 a 10 francos(38200 4#000)
por dia.
Durante o aspago de oito a dez mezes, ahi residiram os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
ro, e seu filhoo r. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Felippe Lopes
Nelto, Manoel de Figueira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e murtas ou-
tras pessoas tanto de um, como de oulro paiz.
Os precos de todo o servi.o, por dia, regulam de 10 a 1 2 francos ( 43OOO 48500.)
No hotel encontram-se ir;formac,es exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro.
CONSULT
RI
DO
JA
DE
Um sitio.
A requenraento de JoSo Antonio
(Joelho por si e como cessionario de Jo-
s Joaquim Pinto e por despacho do
Exm. juiz de orphaos, o agente Hyp-
polito da Silva ara' leilao de um sitio
na estrada nova da C&punga, fazendo
esquina com a estrada da Torre, com
algumas fructeiras, cacimba com tan-
que, trras proprias para plantncfes.
tres casas terreas de taipa coberta de
telhas: sabbado28 do corrense as 11
horas em ponto no seu armazem na ra
do Imperador n. 55.
Avisos diversos.
Bichas de Hamluirgo'
Sodr &C.
\\\u\ estreita Ao Hosario
numero 11.
Aavisa-se aos senhoros barboiroz desta pro-1
vincia e das provincias visinhas, como sejam Pa-
rihiba, Rio Grande do Norte, Cear c Alagoas,'
que no seu estabelecimento existe sempro un |
grande deposito de bichas de llamburgo, e que
vendem-se por preco muito mdico nao s a rc-
talho como por atacado.
O empreiteiro da via-ferrea precisa, no en-
genho Setubal, de dous homens para vigiarem os
animaos durante a noile ; sendo porni respun-
saveis os meemos vigas por qualquer furto ou
extravio que haver possa com os mesmos ani-
maos eflorece a paga de lj280 por noile a cada
viga.
Offerece-se um homem para feitor de si-
tio, para o que tem as necessarias habililacoes :
a tralar na ra da Senzala Nova, taberna n. 20.
Urna das herdeiras das Ierras denominadas Pi-
rangae Regaladas, situadas outr'ora no termo de
Iguarass e hojo do Recife, que foram de Jos
Carneiro de Carvalho da Cunha o que por merto
de Henrique Poppe Girao tio dessa herdcira.cons-
lituissc tambem nerdeira dessas Ierras, protesta
proceder judicialmoF.tc contra quaesquer obras
que por ventura se tenham feilo nessas trras e
mesmo de madeiras que deltas se tenham lirado,
pois consta que para esla cidado j veio una
barcaca com travos, nao pensem que essa her-
deira est desapercobida, e bem assim dos lucros
que dessas trras lenha lirado quero dellas osf
entregue, visto que nao eslo divididas porque
ainda nao se fizeram as competentes partilhas.
Recife 18 de julho de 1S60.
Attenco. I
i Curso pratico e theorico de lingua fran-
@ ceza por urna senhora franceza, para dez @
;:^ mocas, segunda e quinta-feira de cada se- @
i$ mana, das 10 horas at meio dia: quem 'J
5 quizer aproveitar pode dirigir-se a ra da >
^ Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos igl
adiantdos.
S@@@> @S@ @@@ @@@Qi
Constantemente
compra-se, vende-se e troca-se escravos : na ra
Direita n. 66, escripiorio de Francisco Malhias
Pereira da Costa.
Compram-se moedas de ouro de 20#: na
ua N ova n. 36, loja.
ItfaaB-aBSMMBiflgMMMMlfl UMB
WLices de francez M
piano. S
MMadcmoiselle Clemence de Hannetot
de Mannevillecontinua a dar licoos de ag
U francez o piano na cidade c nos arrabal- Q
Jg des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar, ai
Na ra Nova n. 18, ha sempre para vender
grande porefio de lijlos de alienara grossa e
lapamenios de diffcrenles larguras; msnda-sa
botar em qualquer porto ou qualquer mar por
sor a olaria a margom do rio ; quanto a qualida-
do do barro e tamaito da forma estar j conhe-
cido nesta cidade.
fiS
S>Sg> @@@
Migue
do imperio.
Jos .Vives vai s provincias do su I
9 Vende-se umi preta mora, sadia e de i
@ bonita Agora, que lava e engomma bem :
@ na ra da Cruz n. 27, segundo andar.
@@@@ @@ **$
Bichas hambuiguezas.
Sodr & C.
Ra estreita do Roeario n. 11.
Avisa aos senhores barbeiros desta provincia o
das provincias visinhas, como sejara, Parahilia,
Itio Grande do Norte, Cear c Alagoas, que no
seu estabelecimento existe sempre um grande
deposito de bichas de Haniburgo, e que vendis
por prero muito mdico, nao s a retalho como
por atacado.
Vende-se urna crioula de bonita Agura cora
idade de 18 annos : na ra do Hospicio n. 15.
AOVA GUI TilEORIC.4 E PR4TICA
DOS
i. MM Hoscoso,
WWm MITSUMI S ffiff SM1I1.
MUA >AGLORIA,GASA KOFUXDAO B
Clnica po ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscos.o d consultas todos os dias pela manhaa e de tarde depois de 4 Inoras,
de 8 das. ridos os quaes se nao rosponsabilisa Contrata partidos para curar ainualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou loutras
por qualquer conta que possa apparecer. Recife propriedades ruraes.
42 de iulho de 1860. os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
. gencia a outra qualquer huraco dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
\ff0110n (!<' lOIlOPS pessoa, o darua e o uumero da casa.
- -, ,ll-,u "^ "-iiuio. fjos casos que nao forera do urgencia, as pesspas residentes no bairro do Recife poderao re-
Arphclim Jos da Costa Carvalho, tendo obtido metter seus bilhetes a botica lo Sr. Joiio Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
do merelissimo tribunal do commercio, nomea- ; Nogueira de Souza na ra do :respo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa di annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medica-
mentoshomeopathicos ja bem''.onhecidos e pelos precos seguinles;
m-
I Modista.
Juizes
municipaes
phos.
e de or-
ean de agente de leiloes, avisa ao respeitavel
corpo do commercio desta cidade e a todos a
quem possa interessar, que tem aborto seu ar-
mazem na ra da Cruz n. 9, onde o acharao sem-
pre prompto para o doseropeiiho de suas func-
coes, esperando do mesmo corpo do commercio
e amigos do annunciante toda a proleccao, asse-
gurando-lhes ser solicito no desompenhode seus
deveres.
O abaixo assifjnado declara ao
publico que desde o dia 15 do corrente
deixou de ser prol'essor de latim do ccl-
legio do Sr. Jeronymo Pereira Villar.
Recife, 17 de Julho 1860.
Manoel Francisco Coe'dio.
O abaixo assignado, cncarregado da desin-
fecto como deve constar aos senhores inspecto-
i res de quarteirao, pela circular do Illm. Sr. Dr.
i chote de polica aos senhores subdelegados, a
iqual datada de 10 de maio corre rile, faz scien-
te aos senhores inspectores, que logo que se de-
| rera casos de angina, escarlatina e outras moles-
tias que grassam epidmicamente, avisera ao
mesmo abaixo assignado para mandar proceder
desinfecto como por ordem superior foi deler-
Bolica de 12 ubos grandes", .'..".."..... 10$00O
Ditos de 2 ditos,.............. 15000
Ditos de 36 ditos.............. 20090
Dito de 18 ditos............... 25SO0O
Ditos de 60 ditjs. -............'. OjjOOO
Tubos avulsos cada um....... .... 1S000
Frascos de tincturas........,...."" 2S000
Manoal de med cia homeopa'.hica pelo Dr. Jahr traduzid'o
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,....... 203000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10$000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 68000
Hoje 27, as 11 horas, na sala das audien-
cias, depois de Anda a do Sr. Dr. juiz de ausen-
tes, se ha de arrematar o resto do espolio do fi-
nado capitao Domingos Alves Branco Muniz Bar-
do.
Offerece-se um caixeiro portuguez com pra- ruinado.Jos d Rocha Paranhos.
tica de loja de ferragens ou outra qualquer visto I Gal)lnele particular, aonde se ensinam n-
ter boa letra, tira coritas o cobra na ra, e est [ terpotndamenle as sciencias e bellasartes se-
a par de qualquer negocio por sor j antigo : S"'.ntes Par? oapproveitamenio dn-ocdsde, di-
quem pretender, dirija-se a ra do Imperador
n. 81, loja, que se dir quem .
DEPOSITO DE PIANOS
FORTES
o 1). Anna Ermelinda doArruda Machado *E
. faz scien'e ao publico em geral e com 3
B especialidade a suas froguezas, que mu- **?
3 dou o seu estabelecimento de modista r
g da ra Nova para a ra do Queimado n. K
H 10, onde trabalha com a maior presteza
? possivel, assim como recebe por todos os jj,
"J vapores Agurinos os mais modernos de ^
Pars, lano para bailes como passcios e tneatros, o bem assim declara que aceita jg=
Meseravas de 12 annos para cima para en- ou
sinar sua protisso. ^
mmemmm vmm nmmmmm
Declaro a lodas as pessoas que comigo tem
transaeces, que durante a minha ausencia desta
cidade, as nicas pessoas encarregadas das in-
cumbencias de minha casa sao : minha niulher
D. Francisca de Lagos Ferreira Costa e os Illms.
Srs. Francisco Casado da Fonseca c Francisco Cor-
nelio da Fonseca Lima, meus sogro e cunhado.
Malaquias de Lagos Ferreira Costa.
PERFUME PARA SENHORAS.
Acaba de chegar do Rio deJaneiro esla inle-
ressante obra, o vende-se na livraria econmica
ao pe do arco de Santo Antonio.

lAUnWDl
DOS
rgido por I. Fachinetli, na ra Direita n. 89,
primeiro andar, em todos os dias uteis, das 6
horas da tarde al as 10 da noite. Scicncias :
lingoas italiana, grega e frapceza, grammslical-
raerile, 1er, escrever, traduzir c fallar. Bollas-
arles : piano e cantoria italiana pelos melhores
methodos, rabeca com sua competente escola de
Antonio Joaquim Vidal desoja fallar com os ; arco- viola0' "secutado & imitac.io do piano, con-
H'.ms. Srs. Jos Antonio Peroira, Joo Francisco i faponlo severo com fuga? e caones, ensrnar-se-
da Cosa Barradas, Francisco das Chagas CaVal- : ha. modo dc ,af'nar .robeca om differenles ma-
canti Pessoa, ou alguem que Ihe pertencer, a "e,ras Para os hi,rraonlcs. u? Paganini. Re-
Aluga-se um bom escravo para todo o ser-
viro do urna casa : a tratar na ra da lmperatriz
loja de fazendas n, 4.
cebem-se quaesquer coraposiedes a fazer, qur
thoatraes, qur ecclesiasticas, e para qualquer
iustrumento.
Sexta-feira 27 do corrente, depois da au-
diencia do Sr. Dr. juiz municipal da primeira va-
ra ser arrematada urna casa e sitio no caminho
novo da Solcdade, j cora abatiraenlo do valor
dado, por execuco de Francisco Alves Monieiro
Jnior contra Antonio Joaquim Pacheco Basto ;
aul lima praca.
ru3 dos Guarara-
npc
dar: roga-se-lhe. pois, que a venha receber. ou Vonde-seum terreno na ra Imperial com
que indique onde se Ih a deve mandar entregar, no palmos de frente, proprio e prompio a editl-
negocio de nossos inlcre3ses, queiram fazer o
favor procurar-me na loja-de ferragens n. 56 A
da ra da Cadeia do Recife, d6 Vidal & Bastos,
ou annunciem aoude se Ihes poder fallar.
I. Woddel, cidado americano, vai para fira do
imperio, levando em sua coropanhia sua senho-
ra e 2 Alhos.
O Sr. Adelino Ildefonso
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMENTO
Ra Nova n. 25, esquina da Gamboa do Carmo.
bem
de Siqueira e Al- I B aul llnra
buquerque lera urna carta vinda da provincia de | Vende-se a refrnacao da r
^nyn' r"af Im,?rador 75; 8e8und0 a"" i pes n. 40 : a tratar na mesma.
por isso que ignora-se a sua morada.
Precisa-so dc
' car-se, com todos os fundos ou parte como con-
JH. um* ama Para casa de P,uca venha oo comprador, proprio para qualquer es- I quaes fazem urna
familia, que salba cosinhar e engoromar : a Ira- tabelecimento ou fabrica, com porto alrni. muito '
tarna praca do Corpe Santo n. 17, loja de cabos.
Precisa-se de um criado ; na ra do Col-
legio n. 75, primeiro andar.
Attenco.
Offerece-se urna ama que cozinha e engomma
perfeitameote, para casa de mogo solteiro ; a tra-
laC.n.i ra niro.U
boa vista : a fallar cora Victorino Francisco dos
Ssntos, na mesma, casa envidrajada com frente
azul ao p do poriao de ferro.
Paulo Francisco de Rezende vai ao Rio do
Janeiro a negocio.
Precisa-so lugar urna negra para todo o
servico de casa : na praca da Independencia n.
3fi. sp dirA nnpm nrolonda.
Nesle estabelecimento acha-se um completo sorlimento dos melhores, mais elegantes e mais
construidos pianos de que ha noticia.
No mesmo estabelecimento exislem, chegados hipouco da Europa, alguns pianos de machi-
nismo do melhor gosto e de maior perfeico do que quaesquer outros, os quaes nao gmente se
prestam pelo seu machinisno a toda as pessoas que sabem msica, mais aindn quelles que igno-
ram esta arte.
Alm destes pianos existem tamh?m no mesmo estabelecimento, harmnicos ou Seraphina, os
bella ligrcao sendo tocado em sala com acompanhamento de piano, e tambem
produzem excellentes efeitos harmoniozos em igreja ou capella, tambem ha melhodo e rausica-
adquada3 ao dito instrument). Espera-se que o respeitavel publico e os amantes de msica nao se
demorem em munirera-se d lio excellentes instrumentos, cujo preco alias razoavel, e de cuja pers
feigao incontestavel.
Ni mesma casa a fin m-se e eoncauani-se pianos com a maior perfeico possivel. Na mes-
ma casa existem chegados ha poueo da Europa lindas msicas do melhor gosto possivel edo melhor
compositor da Europa] ______
DE
Murray e Lanman
A que tem achado mais acolhimcnlo nc
publico! Ycude-sc 20,01)0 duzias
dc frascos por anno.
Esta agua encantadora exlrahe-se das diversas
Aoresque se encontram no paiz onde Ponce de
Len e Soulo iam procurar a fonte dj juventude
e lerna.
D aos lencos um cheiro muito agredavel e
refrigerante, augmenta a belleza da culis, des-
truindo as sardas e mais manchas que de costu-
me atacara o rosto. Aconselhamos as pessoas
debilitadas pelo calor do verao do usarem desta
agua em banhos,.pois (em ella a virlude de fa-
zer recuperar as ori;as perdidas pela transpi-
rarlo.
Para evitar ser engaado por falsificarles de-
ve-se procurar aAgua Florida de Murray e
Lanman, e averiguar-se se o envoltorio e rotulo
Irazem o preAxo de Murray e Lanman.
E' fabricada esta agua nicamente pelos pro-
pietarios D. T. Lanman e Kemp droguistas por
atacado, 69 Water Slreet, e 36 Gold Slreet. No-
va-York.
Acha-se ,i venda om lodas as boticas e lojas
de perfumaras do imperio, em Pernambuco loja
de Luiz Antonio de Siqueira, ra da Cadeia.
OlTerece-se um portuguez para limpar ar-
voredos de qualquer sitio : quem o preHenderdi-
r O abaixo assignado como liquidalario da
flrma social de Joiio Adriano de Mello Dutrs &
C, declara ao respeitavel publico que nesta dts
constituid por seu bastante procurador na pro-
vincia das Alagoas a Manoel Jos Leonardo, para
cobrar todas as dividas perlencentes a mesma
Arma, amigavelmonte ou judicialmente. Recife
25 de julho de 1860.Fulgencio Jos deOliveira.
7^
das por todo preco.
Ra do Queimado numero 51.
Cortes de vestido de duas satas bordados a 8$,
dito de tres babados dc rambraia bordados a
a 5:500, ditos de dous babados c de tres a 5?,
corles de cassa chita IS800, roupos feitas de to-
las as qualidades, cheguem antes que se acabe.
Antonio Anaya, subdito peruano, relira-se
para Europa.
Aluga-se urna das melhores casas do C chang : a tratar na ra da Paz n. 42.
Precisa-sede urna prela rara vender fazen-
da na na ; a tratar na travessa dc Bom Jess,
no Recife, n. 20.
1 DENTES |
I ARTIFICIAES.
Ra estreita do Rosario n. 3
3 Francisco Pinto Ozorio collocn denles ar- @
titiciaes pelos JoussystemasVOLCANITE, gi
$ chapas de ouro ou "platina, podendo ser @
@ procurado na sobredila ra a qualquer @
m hora. *
Attenco.
Constando ao abaixo assignado que um tal Mi-
guel albardeiro de ponas, quo nao adiando quem
Ihas compre porserem peioresque as de camur-
sa, pois que o mesmo nunca soulie o que fazer
ponas, as manda vender por meninos e pessoas
grandes, dizendo que sao feitas pelo Domingos ;
porianto o abaixo assignado faz sciente aos se-
nhores donos de carros de aluguel o parliculares,
que o abaixo assignado uo manda vender suas
ponas por pessoa alguma, c s as vende em sua
casa na praca do capim defronto do Sr. Dr. Sa-
bino.Domingos Jos Machado.
A pessoa que anntinciou encar-
regar-se le roupa para lavar em um si-
tio da Capunpardefronte do Sr. Atan-
tes, nucir dirigir-se a ra das Cruzes
n. 20, segundo andar.
ATTENCiO.
Roga-se com muito enca~ecimonto ao 5en/tor
quo achou no dia 23, no largo do Hospicio, um
librelloTraviataem francez e italiano, queira
ler a bondade de restitui-lo seu dono, cujo no-
me se l na primeira pagina impressa do raesmo-
librelto, ou ento entrega-lo na ra da Uno
penltima casa direita.
Deseja-so fallar com o Sr. Chrslovao de
S.-ntiago do Nascimenlo: na ruados Martyrios-
n 36. N
-- Na ra Direita n. 120 aluga-se um meieque-
de idade de 14 annos, proprio para qualquer ser-
vido de urna casa.
Precisa-se de urna ama sacca : na ra de
Agoas-Verdes u. 45, casa terrea.
.-'


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA fEIRA ~V> DE JULHO DE 1860.
Ensino de msica.
OITerece-se para leccionar o solfejo. como tam-
bera a tocar varios instrumentos ; dando as li-
gues das 7 horas s 9 1[2 da noile : a tratar na rus
arga do Rosario n. 9.
COMFANHIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
Precisa-se de uuia ama
que saiba lavar e engoinmar,
para tratar de dous meninos
que andain na escola : na ra
da Madre de Dos n. 36, pri-
meiro andar.
O arrematante da taberna que
j fot do Sr. Paulo Francisco Rozendo, si-
ta na rua da Impeatrizn. 5V, outr'ora
aterro da Boa-Vista, roga a todos os de-
vedoies dadita taberna que tenliam a
bondade de virem a mcsrna satis-
i fazerem os seus dbitos at o dia 50
CUtO ttiWloeS de libras do corrente, e aquellcs que assim nao
CSterWaS fizerem. ser0 Poicados os seus nomes
Saunders Brothers & C. tem a honra deln-
rmar aes Srs. negociantes, propietarios de
casas, eaguem mais convier, que cstao plena-
mente autorisados pela dita companliia para
efectuar Beguros sobre edificios de lijlo epe-
dia, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que converem os mesmos edificiosr
quer consista em rnobilia ou em fazendas de
iualqu alidade.
CAPITAL
e usara' dos meios judiciaes.
Funileiro.
Precisa-se de um bomem capaz oque
de iador a sua conducta, para admi-
nistrar urna loja de funileiro, pereita-
mente sortida, sendo necesario que en-
tenda alguma cousa do oflicio, da se
iiterease vantajosouma vez <|ue teja sol-
teiro: na rua ireita n. 45.
D-se SOOjJOOO a premio sobre hypolheca
de urna c.isa ; quem quiter annuocie, ou dirija-
so a esla lypographia, que se dir quem faz esle
negocio,
urna casa terrea na rua da Cuia n. 1C, cora uro I & @@-
bora quintal que deia para a rua de Apollo, pro- 1 <* Dr- Joao Pedro Maduro da I'unseca de
Aluga-se
pria para qualqucr eslabelecimenio de qualquer
um dos lados, por ter a vanlagem de licar em
lugar de esquina; a pessoa que lhc convier. pode
dirigir-se ao aruiazem Progresso, no largo da
l'enlia n. 8.
No sitio do Arraial, de Marcelino Jos Lo-
pes, ou em sua olaria na rua do Cotovello, alu-
ga-se urna escrava para o servico de casa.
/
de W.SCULIY | !~~^i
PENNA DI AC
Estas pennas de difforcnles qualidades, sao fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e sao applicaveis a todo o tamanho de
leltra. Prego 1 j'jOO cada caixa e pennas de ouro \
pelo mesmo autor com pona de diamante, que
tocio a grande vanlagem de nao estar sujeilas a
crear ferrugem e conservando-se lera limpassao
de dura'ao infinita, deposito em casa dos Srs.
.Guedes & Goncalves rua da Cadeia n. 7, e por
atacado com o inventor Guilhcrme Scully, pro-
fossor de catligraphia na rua do Imperador n.
75, sobrado.
l)r. Caraeiro Monleiro aproveitando da $'
proporgo que lem pira raais fcilmente
execular ostrabalhos departo, e aconse-
C:& I hado pelo feliz resulla Jo que lem oblido @
9 ira multiplicados partos laboriosos, tem @
foito sua especialidade sobre etle ramo <$
@ para o que poder ser procurado a qual-
0 quer hora, na ruado Rangel n 16. A
9&9S 999 999 9 99 999 998 9
Desappareceu boje 25) d-. rua larga do Ro-
sario defronlc da taberna n. 5(1, um cavallo cas-
tanbo, da frente aberta, tpele pequeo, cauda
curta, novo e pequeo, sera sigoal nenhum de
foriJa, com cangalha e cabresto: poil.nilo ro-
ga-se a polica e aos Sis cocheiros que delle
soubcrem leva-lo i casa cima ou a seu dono
Joaquim Coelho l.eile, no engento Bella Rusa
que ser gratificado.
Aclia-se em negocio a casa terrea
n. 8 sita na rua de S. Joo da cidadede
linda, se alguem se julgar com direito
a mesma appareca na rua estreita do
Rosario n. 15. ca torio do tabelliao Cos-
ta Honteiro.
m rolla de sua riagem a Europa, acha-se @
B morando na rua do Brum 0.18, promplo a
exercer a medicina e cirurgia operatoria, @
S 'i qualquer hora que o procurem, e das 9 f
9 '' 10 horas da manhaa o encontrarlo sera- @
pre em casa. *t
&&999&G9&9 S9
Aviso aos thesoureiros e
chefes de irmandade
Achando-se prximo o lempo de algumas
igrejas festejaren) osscuspadroeiros, Jos Pau-
lino da Suva com fabrica de fogos em um terreno
da rua Imperial, avila a todas as irmandades e
confrarias religiosos, c a quem possa mais inte-
ressar.que lem ell'eclivamcnle prompto um gran-
de sorlimenlo de fogos doar, taulo com bombas
miudas coma de bombas rcaes, Togueloes para
salvas com bombas extraordinarias, os quaes
vendem-se emgyrsndoias ou sollos, conforme o
goslo do comprador, mandando-os conduzire
queimar como cosluma, por preco mais barato
do que o que se cosluma comprar, lisie esla-
belecimenlo offerece ao comprador muilo maioi
vanlagem, nem s pela superioridade do fogo
que boje geratmente conhecido, lano na capi-
tal como no centro, completa commodidad" do
preco e promptido, obrigando-se o annunciante
por qualqucr avaria que possa haver, fazendoum
abale no preco, quanao por acaso niio saia como
o afianca, declarando quelles que os quizer
comprar em gyrandolas ou em broqueis, dov-
rao avisar tres di'S antes, se for em quanlidade,
parase preparar c armar, c sendo em pequea
porco, avisar do vespera ; e para mais facili-
tar ao comprador, no caso dp nao querer ir casa
de sua residencia, poder enlender-se no largo
do Panizo com o Sr. Jos Pinlo de Hagalbaes, e
na rua Direita, loja de cera confronte a sachris-
tia do Terco do Sr. Dionizio Hilario Lopes.
OS1 LSn-BBASLEIRA*
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVKIRAtendo augmentado, cora to-
mar a casa contigua, ampias e e.xcellenles ac-
commodaedes para muilo maior numero de hos-
pedesJe novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esla capital; continuas preslar-lhesseus
serviros e bous olficios guiando-os era todas as
- Uaymundo Joaquim Rodrigues, subdito por,.cousas que precisein conheciraento pralico do
luguez, retira-sc parao Maranhao. t ". --,.
! paz, etc.; alem do portuguez c do nalez talla-se
- Ojuu de direito aposentado !.....c abaixo ; na casa o hospaiihol e francez.
assignado, propoe-se (como ultimo recurso!...
deniro da esphera de suas habilacoes] exercer ------- l'l*P*l"sl^O IIP 11111:1
a nobre o sublime prolisso de advogado; ou C^JSU SV> U\j I1U
seja especialmente no foro e tribunaes dcsla ca-i
pilal, ou seja no de qualquei dos termos e co-
marcas da provincia. As pessoas que se quize-
rem ulilisar de seus traeos prestimos, o podero
procurar era lodos os dias que nao forem sanios
ou feriados, desde as i) horas da mauha al as
3 da tarde, na casa de sua actual residencia, na
rua oulr'ori do Collegio e boje denominada do
Imperador n.42,e, extraordinariamente, cm outro
qualquer da e hora : assegurando a todos quan-
los se dignarcra assim honra-lo c favorecer, n.io
s loda diligencia c desvelo no desempenho de
lo importantes deveres, seno lambem umail-
limitada gralido. Outro sim, (permilla-se-lhe
declarar raui explcitamente) que patrocinar
gratis a quem quer que nao esleja as circuns-
tancias de remunerar seus servicos.
Jos Francisco Arruda da Cmara.
- O Dr. Joio Ferreira da Silva mudou-seda i
rua do Rangel para a do Livraraenlo n. 6. so- : P^e^fe^&sC' P^^^^fS^S^f
brado do Sr. Manoel Buarquc de Macedo, defron- *|
ic de sua anliga habiaco. A grande pratica de v
auscultado reconhecida por quasi lodos os seus
collegas dest a cidade torna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmes e do cora-
cao ; assim como para verificar o estado do sau-
de dos esclavos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces i[ue
ha foito com bom resultado em o exercicio de
mais de 20 anuos, se julga habilitado para prati-
car tola e qualquer operacao cirurgica por mais
delicada e difllcultosa que seja.
t DENTISTA FRANCEZ.
^ Taulo Gaignoux, dentista, rua das La- ^<
;- r.ingoiras 15. Na mesma casa tem agua e <<
>* denlifico. *<
^A4.1A ti.JLt.mtA ILi.i.AXXi.XX.i.i.XiXy
- floga-se aos Srs devedores do estabele-
cimento do fallecido JosdaSilva Pinto, o ob-
sequio de saldaren seus dbitos na rua do Col-
eg venia n. 25 oa na rua do Queimado loja
n. 10.
ama para cozinhar e com-
prar para urna pessoa*
na rua estreita do Rosario
ir 21, primeiro andar.
Na rua da Cadeia do Reaife n. 38, primeiro
andar, precisa-se fallar ao Sr solicitador Manoel
Pereira de Magalhes.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, medico, lem
Dxado sua residencia nesta cidade, no paleo do
Paraizo n. 1G, que faz quina com a iravessa de
S. Francisco, e ahi offerece os seus servidos me-
d'cos : as pessoas que se dignaren) honrar com
sua confianza, tanto no interior como para (ora
da i i. ule, e a qualquer hora.
: .u e-.r.fli *-* o.t.^j e\-a ct trac B .t. cbw otr
Denlisla de Pars.
g 15-Rua Nova15
^y. Frederico Gautier. cirurgiao dentista,^
M faz todas as operacies da sua arte e col- ^
loca denles ariiliciaes, ludo com a supe- gj;
rioridade e perfeicio que as pessoas en- ^
tendidas Ihe recohecem. *>
Tem agua e pos denlifricios de. 5^
= OSr Francisco Aran ha de Souza tem urna
caria no escriptorio de Manoel Joaquim Ramos e
Silva, na rua da Cadeia do Itecife
JOIAS.
Seraphiin & Irmo. com lajas de ouri-
ves na rua do Cabugd ns. 9e II, sorti-
das das mais bellas e delicadas obras de
ouro, prata e pedias precises; vendem
barato, irocam e recebem pera fazev-se
quaesquer joias com presteza, a vontade
dos pretendentes, e se responsabilisam pe-
las qualidades.
Nos dias 27 e 31, e 3 do asosio, depois da
audiencia do Illm. Sr Dr. juiz de trphos, ir
praca a escrava Aquelina, pertenctnlc ao casal
da finada D. Maria Rosa d'Assurapro.
Aluga-se urna casa em Apipo os com com-
modos para grande familia, csirinaiia, casa para
prelos, ele. ; assim como oulras mais pequeas
beira do rio com agoa de beber dentro do sitio,
e mais oulras vuntagens : quem pielender, diri-
ja-se ao mesmo lugar, a fallar com a viuva
Villar.
Precisa-se de um cozinheirc : na rua do
Imperador n. 75.
Precisa-se contratar um portuguez para (al-
tor de um engenho na freguezia d) Scrinhem ;
na la da Penha n. 6, loja.
O Sr. acadmico Joo Jos de
Moura Ma/jalhaes, tem urna carta, na
Aluga-te um sitio grande com
excellente casa de vi venda, com todas as
commodidadcs para familia, no lugar
da Caa Forte : a tratar com os pro-
prieta nos, N.O. Bieber & C.
Precisa-se de800g, dando-se hypolheca em
urna casa ; quem liver, annuncie para ser pro-
curado.
Precisa se alugarum sitio : a tratar na rua
do Crespo n. 23.
Wannel Johnson e Peter Cable reliram-sc
para Kuropa.
Quera precisar do urna ama para casa de
homem solleiro ou mesmo com pouca familia,
dlrija-se a rua do Rangel,na lojajunloao arma-
zem de farinha n C2.
Os abaixo assignados comprado-
resida ma$sa fallida de Claudiino Oli-
veira fazein scientc aos devedores de
contas de livro e lettras vencidas da
mesma massa, de virem satisfazer seus
dbitos na mesma loja, no prazo de 15
dias, e esperam que ditos devedores llics
poupem o dissabor de recorrerem a
meios judiciaes. Recife23 dejulhode
18G0.Figueiredo & Irmo.
Alugam-se o segundo clerceiro andares da
(3
Aos diletantes.
ynrraa
DA
Na rua da Santa Cruz casa n. 28, a-
zem-se ricos boque ts de era vos para ol-
leras.
Precisa-se de urna ama nacional ou estran-
geira para todo o servico de urna casa de peque-
a familia, exige-se q'ue saiba particularmente
engommar a fallar na loja de chapeos de sol do '
Sr. Joao Falque na rua do Crespo n. i.
T Zn m Uma SeCCa : PMe0 d I blC" q"C Se acl,Un Venda ,0d0S (,S dias n0 eS"
_T i.JL* .. .... a. u a cr,Plor"'das mesmasloleiias na rua do Impe.-a-
_ A pessoa na rua da Moeda. que snnunciou dor n. 36, e na casa eommissionada pelo mesmo
no Diario de segunda-eira n 169 precisar de Sr. thesoureiro na praca da Independa ns. 14 c
200g a premio sobre penhores de ouro. procure 16 os bilhelese meios da quinta parle da quarla
na rua Direita n. 106, que se dir quem faz este lotera do Gymnasio Pernmbocano, Cujas rodas
|deverao andar imprelerivelmenle no dia sabbado
PROVINCIA.
O Sr. thosouriiro das loteras manda fazer p i-
negocio.
No dia 27
do corrente, tem de'llde a8sl prximo futuro
/:..,!- _.. i:____ j_ I Thesouraria das loteras 23
ser arre matado, inda a audiencia do 0 [ 7. ^ de uUw t-
Sr. juizdc paz do primeiro districto da
'reguezia de Sao Frei Pedio Goncalves
do Keci'e, que tera' lugar as 10 horas
do dia, uma marqueza, urna mesa de
jantar, tres consoles, dozecadeiras e um
lavatorio, tudo de amarello, avallado
tudoem 9i, penhoradosa Manoel Jcw-
APFROYACiO E Al]T0WSA(!.\0
DA
rua das Cruze. n 42 segundo andar, j ~ ^S^'uSSSi 'HSSk^ZS I flmm Gomes de Souza e Cast,' P exe
- O consulado suitso incumbido pe- na loia da mesma. '"'" I cucao de Fortunato Ca.doso deGouvea,
lo enviado extraordinario da confedera-
cao Suissa, no Rio de Janeiro, com a
missao de tirar um contrato exacto de
todos os cidados suissos residentes as
provincis deste districto consular, sen-
do as de Pernambuco, Pars-trvba, Rio
Grande do Norte e Ceara', p^de por is-
to a todos os suissos existentes as ditas
provincias de advertirem est; consulado
dos seus nomes respectivos, idade, lu-
gar onde nasceram, din ca ebegada
ueste imperio, prolissao e i-esidencia
actual, acompaubados dos seus ttulos
respectivos se tiveram, para serem de-
vidamente registrados noslivros docon-
sala do.
Pernambuco 23 de julho de 18G0__
O gerente do consulado, F. Linden.
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
rs
DA
TI
PROVI
Furto.
Em a noile de 18 do correle furlarao do Enge-
Selubal, no Cubo, ume avallo russo, descarnado e
nteiro : lem a cara, beicos e os 4 's brancos, e
na anca direita o seRuinle ferro G I' 11. Esle ca-
vallo pertence ao empreileiro da Vit-frrea. Re-
commenda-se a aclividade da polica ; assim co-
mo d;-se uma gralificar.ao quera o pegar e le-
va-lo ao supradito engenho.
ELECTRO MAGNTICAS EPISPATICAS
Para serem applicadas s partes afectadas
sem resguardo nem incommodo.
AS CHAPAS MEDICINAESsao multo conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincia*
deste imperio ha mais de 2.1 anuos, e sao afamadas, pelas boas curas que se lem oblido as enfer-
midades abaixo escripias, o que se prova com innmeros alicatados que existen! de pessoas capa-
zcs e do dislinccops.
Com estas CiiAi'.vs-ELEc.Ti\o-MA(;Nr.ric.A-F.i-is?ATicAS obtem se uma cura radical c nfallivel em
todos os casos de inllammacao [cansaroou falla de respira gao), sejam internas ou externas, como
do ligado, bofes, estomago, har-o, ring, ulero, peilo, palpitacSo de coracao, garganta, olho erv-
Y rua da Saudade, cafa de sotao sipelas, rheumatismo, paralysia e todas as affeccoes. nervosas, ce., etc. Igualmente para as dif-
de duas ianellas, lia para alugar lun : wcllp-5 pfties de lumores, como loliinlio--, osciolulas ele, seja qual lor o seu tamanho e pro-
molcuue cosinlieiro unde/a. por meio da suppuracao serio radicalmente extirpados, tendo o seu uso aconselhado por
",u I kiitoto. habis c dislimtos facullaluos r
Hoga-seaos Srs. devedores i firma social | As encommendas das provincias devem ser dirigidas por escripto, leudo lodo o cuidado de
de Leite & Correia em liquidacao, o obsequio 'I2Z1T ?-s l,e^;'cssarias explicaedea, sp as chapas sao para humero, senhora ou crianca, declarando
de mandar sabia seus debilos na loja da ruado
Queiraad.o n. 10,
molestia em que parle d> corpo etlslc, se na cabeca, pescogo, braco, coxa, perna.'p, ou tronco do
corpo, declarando a circunferencia : e sendo nchacois, feridas ou'ulceras, o molde do seu tama-
nho em um pedaco de papel e a declaradlo onde existem, afim de que as chapas possam ser
bem applicadas no seu lugar.
Pdc-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
As chapas serao acornpanhaJas das competentes explicacois c lambem de lodos os acceso-
rios para a collocacao deltas.
Consullas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua confianca, era sen cscriplo-
no, que se achara aberto lodosos dias, sem excepcao, das horas da manhaa s da larde.
PARTIDAS DOBRAMS
LICES PRATICAS
Duas vezes por seuiiiiia
Quarlas c sabhados s 7 horas da noile
RUA NOVA bOIIRAO N. 15.
1M. I (iiiscia de Urdciros, continua a dar
lices da referida materia em sua casa nos dias
e horas cima indicados. Tamben) ir ensinar
nos estabelecimentos e escritorios diquelles se-
nhores que desejarera assira aprender, nos dias
que ronvencionar.
CONSUCTORIO MEDICO-CIRIRG1CO
no
Bv. Ignacio Firmo Xa\icr
N. 1G-Palco do Paraizo-N. 16.
Consullas todos os dias, das 6 1|2 horas as 11
horas da manhaa, c das 3 1\2 s 5 1 pi da larde.:
As pessoas pobres que se dignarem recorrer a I
seus ofliclos serao attendidos gratuitamente; as-:
sim como gratuitamente se lhes dar muitos dos
remedios precisos para o seu eslabel ;cimento.
ugeucia dos fabricantes uimerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa dn SamuelP.
Joanston & rua da Senzala Nov n. 52.
W O Dr. Casanova pode ser procjrado a *
?vS qualquer hora em seu consultorio homeo-
pathico em Pernambuco
"P 30RUA DAS CRZES30
Xi> No mesmo consultorio acha-se sempre
S rl|nde sorlimenlo de medicamentos era
g unturas e glbulos, os mais nov s e bem
35 preparados, os elementos de hom;oiiatha
..se -Ase se .ny/jim waeg*
JA DI'ARTO
PERTO DO LARGO
,S# ^E

DA CARIOCA.
mm.
m ata i noiaw
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com penhor.
Terceira parte da quinta
do hospital Pedro II.
Nos bilhetes rubricados pelo abaixo assignado
vendern) se os seguinles premios
N. 202G 10:000,$ 2 quartos
e oulrosde 2003 e 100. A garanta dos 8 por
cenlo pasa na praca da Independencia n. 22,
aondo se acbam venda os bilhetes, meios e
: quarlosda quinta parle da quarla do Gymnasio
Pernambucano.
Santos Vieira.
Precisa-se de uma ama para cozinhar so-
mente, em casa de pouca familia : no Recite, na
rua da da Crua n. 31.
Xa rua da Imperalru n. 37, pede-sc enca-
recidamente s pessoas que devem alugueia Je
carros, uuevenharn ou manden quanto antes pa-
gar ; se nao querem ver os seus nomes ueste
Diario,
Rua da Impcrairiz i. i
Previne-80 aos antigos freguezes que ha na co-
cheira da rua cima bous carros c cavallos. lam-
bem se tratam cavallos e curara, empregando-se
para este lim todos os preccitos veterinarios, tu-
po mediai.le paya conacienciosa.
Ha para alugar na rua Direita, no sobrado
n. 32, un andar: a tratar com a proprielaria, no
segundo andar do mesmo.
Piecisa-se de urna ama para cozinhar cm
nma casa de pequea familia : a.tratar na rua do
Cabug loja n. 11.
Precisa-se de uma escrava para O servico
externo de una casa de pouca familia e que saiba
cozinhar: na Praca da Boa-vista n. 7.
A viuva 'Celestino Covn, subdita Cranceza,
relira-se para o Rio de Janeiro.
No oia 27 do corrente, pelas 9 horas do di.,t
tem de serem novamente arrematadas na porta
do Sr. juiz de paz da treguezia de S. Jos.1, M
caixas com sabao, pesando liquido CO libras,
avahado era 120 rs. a libra, sendo bom sabao,
penhorado a Prancisco Avilla Mcndunca, por exe-
cu>.o do Ignacio de Souza Leo.
No dia l do corrente mez de julho fugio a
escrava Maiia, crioula, de estatura baixa, e secta
do corpo, cabello rente, levando vestido de chita
preta com untas brancas e baca preta : quem a
pegar, leve rua da Palma n. 25, que ser re-
compensado.
Precisa-sede 4a 5 rontos do reis a premio
com hypolheca em un sobrado de dourado valor .
quem pretender dirija-se esla lypographia para
saber quem taz esle uegocio.
Aluga-se uma boa casa terrea em S. Jos
do Manguinho, qua defronle da igreja : traa-
se na rua do Rrum n. 1G, arnizem de Manoel Jo-
s de S Arauio.
Aluga-se o terteiro andar do sobrado o <7
da rua da lmperalriz c as tojas do mesmo ; no
segundo andar, das 1) horas do dia s 3 da orde,
es s@@
gCoDsiillorio central .homcopathico^
Continua sob a mesma directo do Ma- SJ6
$ noel de Mallos Teixeira Lima, professor @
C em homeopalhia. As consultas como d'an- t-
jf tes. {^
i
li
T
n
mm^
S irop du
DrFORGET
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Roraeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples prelo bordadas
cora froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
corado
Dilo liso prcto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1JJ e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmus
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda degazo trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e sea, corte
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
-" Na livraria n 6 e 8 ela prara^dal droes, vara
Independencia precisase fallar ao Sr. "nguitos de cambraia lisos e bordados
.. l I Tiras e ntremelos bordados
Manoel AnIonio Lsteves, (jue fot almo- Manas de blonde brancas e pretas
xr i le de Fernando. ,)llas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
| Lencos de cambraia de linho bordados
, Ditos de dita de algodao bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idem
Goltinhaa de cambraia a
: Chales de touquim brancos
j Ditos de merino bordados, lisos e es-
! lampados de todas as qualidades
Enfees de vidriUio traucezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e da cores
Saias balao de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vera
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
L'm completo sorlimenlo de ronca feita
JARABE DO FOKGET.
Kste xaiope esl ap rovado pelos mais emim ntes mdicos .le Pars,
icoiraVseiido o mcllior para curar vonslip,-i.;oes, losse convulsa e ouir; -.
aQecces dos branebios, auT es de peito, irrilacAes nervosas e iosomnoleacias: nma :olberada
pela manila, e outra i noileltao sufticieiiies. O ilcito desie excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o medico.
U dspos'uo na rua larga (lo notario, botica de Darlhotomeo Francitco de Souza, n. 36.
s
s
1
9
5
1*200
I
3*000
1*500
10*000
161000
1*000
9
*
9
9
S
800
*
*
S640
I
l \* III f I I
Rua do Brum (passando o chafariz.)
^io ileoozVlo deste cstalielceVnicnto semnre \ia grande sortimento de me-
c mlsaa para os eagenhos de assncar a saljer:
.\IacYin3S Je vapor mo lernas, dejjolpe cumprido, e'conomicas de combustivel, e defacillimoassento :,
RoJas d'agua de ierro con cubos le tnaJeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas;
Caos de ferro, e portas d'agua jara ditas, e serrilhas parar-odas de madeira ;
MoeaJas nteirascom virgensmuito fortes, e convenientes ;
.Meias rnoeadas com rodetas motoras >ara agua, cavallos, ou bois, acunbadas em aguillioes dcazs ;
Taivas de ferro fundido e batido, e de cobre ; 1
Pares e bicas para o calJo, crivos e portas de ferro para as fornalhas;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Roietas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos oubois ;
Aguilhes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D. W. Bowman coiia que'osseus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechauismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas otras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o c ito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a Yontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderP necessitar.
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
colletes, calcas de muilas qualidades
de fazendas
Chapeos francezesGnos, forma moderna
Um sorlimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fusto brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas paranoivasmuilo finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Dilasde seda para menina, par
Linas de lio de Lscocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu^as de
seda bordadas, lisas, para renhoras,
horneas e meninos, de todas as qua-
lidades
Cortes de coele de gorgurao de seda
de cores
Ditos de velludo muilo Cnos
Lencos de seda roxos para senhora
Marquezitas ou sombrinlias de seda com
molas para senhora
3*500 j Sapalinhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de coresdeduas largurasmui-
to superiores, covado
Setim preto,encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Setim liso de todas ascores covado
Lencos de gorgurao de seda pretos
Ftelogios e obras de ouro
Corles de casemira de cores a
i DR. SABIM 0, L PIMO-!
e?ooo
gsoo
5280
*500
SSO0
9
bjUU

*
s
s
*
15600
3Ml
19200
*70l
2$0('
ljOOt
9
*
2c50
*
2S"00
1*000
1*600
9

5*000
Clica central liomeojialltica
Do
Vi
I
9
Novos medicamenloshomfopathicos en-
'> viadosda Europa pelo Dr. Sabino. j*
^> Eslcs medicamaiilos preparados espe- 1a
S cialmente segundo as necessidades da lio- i
S meopalhia no Brasil, vndese pelos pre- '
3
eos eonhecidos na botica central homeo-
#
xo
Assignalura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para uma pessoa)
tomados em 30 dias conseculivos. ,........... 1O000
30 canoas paraos ditos banhos tomados em qualquer lempo....... 159000
15 Di,os dito dito dito '.i.... 8J000
7* ...;.. -1*000
Banhosavulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos precos annunciados.
Esta reduccao de presos facilitar ao respeilavel publico o gozo das vantagens que resultara
da frequencia de um esubelecimento de uma utilidade incontestaVel, mas que infeliimente nao
estando em nosso hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada;
' :- -.*
S pathica, rua de Santo Amaro (Mundo No- Z
I 1 6- h
Fundico de lypos em
Lisboa.
A administraba geral da imprensa nacional de
Li.'boa, proseguindo perseverantemente no em-
pei.ho de dar o maior desenvolvimenlo sua
fundico de lypos, veni apresenlar boje no ra-
me consciencioso dos senhores lypographos do
imperio do Brasil um copioso supplemento ao
Spccimen publicado em principios de IS'J.
Execulado com aquella perfeico e esmero que
acreditaran) a primeirapublicacao,a adminis'.ra-
co lisonjea-se de que esle supplemento sei
apreciado nao s como um documento honroso
para a lypographia porlugueza, raas lambem co-
mo um tesli munho insuspeilo dos es forros que
ha feilo com aolifilufle e boa vontade para ele-
var a imprensa nacional de Lisboa cnlhegoria
de um cstabeleeirccnto typogrannico de primei-
ra orden?.
Contera o supplemeiilo que ora saiie luz, cm
13 paginas de folio, i8 diflerentes caracteres or-
duiaiios e de phanlasia desde corpo 6 al 592,
uma colleo.ao mui bella de hieles de diverso Je-
seoho [corposS, -1,6,8, 10,12e 16), e urna pri-
morosa serie de clcheles 110), gravodos polo
famoso Marcellin Legrand, e fundidos em 4 pin-
tos, variando na largura cnlre 16 e 584 pontos.
Quasi todos quelles caracteres sao fundidos
com esmero em malrizes provenientes das acre-
ditadas oflicinas de Laurenl & Deberny e Batten-
berg, de Pars, Ilaennel, de Bi'rlim, e oulras, e
alguns gravados expressamente para este esla-
belecimento, como por exemplo, os corpos 14 c
16, caracteres ordinarios, devidos ao buril de
Anbert, e os grandes lypos para cartazo*, corp s
368, 416 e 592, abertos por ai listas portup^ezer.
Na sua escolha, a quepicsidio um goslo se .ore,
leve-se principalmente cm vista satisfazer s ne-
cessidades da lypographia. Os clcheles c fleles
gystmaticos, alem da elegancia do seu desenlio,
sao de um emprego ulilissimo, como se procu-
ren demonstrer em uma pequena esposi o
que vai ser distribuida por todas as oficinas iy-
pographicas.
A administrado geral da imprensa nacional Je
Lisboa, esperando que o supplemento ao seu
Specimen mereja o elogio das pessoas entendi-
das, aOianca que nao descansar, procurando in-
cessanlemeiile altender a todas as exigencias -jue
lenham por alvo o progresso da arle.
As condlcoes da venda sao as que repetidas
vezes se teem annunciado, garanlindo-se toda a
promptido e regularidadc na salisfacao das en-
commendas, por mais avulladas que seam.
Agentes da imprensa nacional de Lisboa no im-
perio do Brasil, no Bio de Janeiro, Francisco
Teixeira Bastos ; em Pernambuco, Aniorim r-
maos; na Baha, Espinheira & Companhia ; no
Maranhao, viuva Rocha Santos & Filhos ; no
Para. Harona & lrmos.
@@@i s iMiimi
Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva ^
Sanios, medico operador e parleiro pode
m ser procurado na casa Je sua residencia
9 na na do Rangel n. 16. '.<$
9m999 99 99f ^@3
Precisa-se alugar uma prela que engommc
e fa;a o mais servico de casa do duas pessoas :
na rua do Araorim n. 33, segundo andar.
Precisa-se de um cont de ris, a uros,
dando-se hypolheca em bens de raiz : quem li-
ver anoaacje para ser procurado.


(6)
DIARIO DE PER UMBUC.
IRA 7 DE JCJLWU l)K 1860.
ASSOCIACiO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Seita-feira a nole leri lugar urna sosso ex-
traordinaria da assemblea geral, para tralar da
npprovaro das conlas do trimestre findo.
Secretaria da Associacao Popular de Soccorros
Mutuos S5 dcjulhodel860.
Bernardino de Sena Ribeiro.
1 secretario.
Antonio da Costa e Silva Maduro, in- i*
ventariante o lestarncnleiro do tinado sen 3>
pai o Sr. Miguel Antonio da Costa e Silva j
convida novamenle a todas as pessoas I
que so julgarem rredoris a appresonta- S
reon os seus ttulos ua travessa do Corpo *>
Santo n. 'i lojadc cabos, para conclusao ^
do inventaro, no prazo do 3 dias da pu- 9
-J'. blicaciio do presente, alm do que elle ir.- jg

n-
m
&
vcntarianle nao so rcsponsabilisa. Reci-
* i-iiuu .i
julho de 1860.'
Na escuda do sobrado da ra do Imperador
ii. SI liaver leite puro a 321) a garrafa, de 7 1/2
lioros da manhaa em diaele.
Gabinete Porluguez de
Leilura.
Por ordem da directora do Gabinelo Portuguez
do Lcitura convido a todos os senhores accio-
uislas a reunirem-se domingo. 29 do corronte, na
sala das sosses do mesnio Gabinete, pelas 10
lioras da manhiiu, aflm do que constituida a as-
sembla geral em sesso ordinaria, tratar do que
dispoo o art. 3 dos estatutos e seus paragraphus.
Secretaria do Gabinete Porlugucz de Leilura
nui Pernambuco aos 2"> de jullio de 18G0.
Manoel Jos de Paria.
1. secretario.
mgyyi.n *=*
.ompras.
Compram-se travs de qualidade
Coral.
Vende-se verdadeiro coral de raz, na ra lar-
ga do Rosario, passando a botica, a segunda loja
de miudezas n 38, rap de Lisboa, e muitas
ma8 qualidades de rap. ; assim como muitas
miudezas muito em conla ; e s a vista do com-
prador se dir o preco de ludo.
FogOes econ-
micos.
Vendem-se fogocs econmicos de ferro batido
de ditlercnles tamanlios, tendo cada um o seu
competente forno para assado, e caldeira para
agua quenle, os melhores qne possivel encon-
trar, chapas par3 foges, portase grelbas para
ditos, bolincles de bataneo para navios, urna
moenda para engenho deassucar, tudo por ba-
rato preco : ua ra do Bruta n. 66, armazem de
assucar.
Cheguem ao barato
O Pregu.;a est queiroanJo, em sua loja na
na do Queimado n. 2.
Pecas de brelanha de rolo com 10 varas a
'2$, casemira escura atestada propria para cai-
ra, collete e palitols a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom goslo a 480 rs. a vara,
dita liza transparente minio fina a 39, 4$, 55P,
e 69 a peca, dita tapada, com 10 varas a 59 e
69 a peca, chitas largas da molernos e escolhidos
padres a 240, 260 o 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 7)e 89,
ditos bordados com duas palmas, fronda muito
delicada a 99 cadi um, ditos com urna s pal-
ma, muito finos a 89500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5#, lencos de cassa com barra a
100, 120 e 160 cjda um, metas muito finas pa-
Pianos
NA NOVA
Loja de miudezas na ra
DireaK&S,
vcndem-selas para bordar da mais fina que ha
a 7j500 a libra, luras de se la enfeiladas para se-
nhora a 2j, ditas de ^lgodio para homem a 320,
bonecas de choro a 440, 500, 640 e 800 rs., bo-
les de osso a 240 a groza, ditos brancas de louca
a 140, ditos de cores a 160, bolsas pira meninas'
de escola a 5-500 c 6), tesouras finas a 13 o
21800, facas oitavadas a 2?3O, ditas cravadas a
3$, ditas de cabo de balanc i. dous botos,a 6&500,
a duzia, caivetes finos a" Ig600, ditos a 2800,!
grozas de penua de ac de lanca a 18200, ditas |
de maozinha a l${00, tinteiros proprios para va- | j
gera a 320, obrcias de cola a 100 rs., resmas de 3
papel de quadrinbos a 4#3(0, caixinhas de papel a
sorlidas em cores a IjJ, ditas de quadrinhos a J
800 rs., folias de papel arrmdado 6 anvelopes a |
210, ditas com flores a 161, pontos de alisar de
baleia a 210 e 280, ditos di borracha para bichos 3
a 440, ditos tnvessos para meninas a 650, ditos 3
de massa para alar cabello a 900 rs., ditos vira- j |
dos a imilacao de tartaruga a lg600, ditos doura- *
dos a lg800,' ditos de alisar de borracha a 600 rs., f
ditos de bfalo branco para bichos a 280, ditos,
para alisar a 500 rs., linha ( o gaz branca a 800 e ^ 8
13, dita prela a 900 rs., miada de linha de peso g y|-airgt-ir| asa sarasa a ,aa.3^
a 120, linha para marca a 20 rs., files com col- a*^.*3.?,?$33S3 SR ^S9B!398i2$
cheles a 500 rs. a vara, peca de galio de linho j ,-
cora 10 varas a IS500. dita Je bico com 10 varas1 ~~ Atados americanos e machinas
a 600, 800, 1 e IgiOO. d.tas de renda a 600, BOO, pata lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
900 o 1S300, babados do Po-to a 120, 140 elSO.f _, ,
e de i palmo', quera tiver dira se a ra senhora a 49 a duzia, ditas de boa qualidade
'. c .k ____ _____ ii w,nn Jim. .Mi r..n......i. .;___
ordem terceira de S. francisco para
tratar.
Coinpra-sc ouro em moedas de 20J brasi-
leras, e iGS porloguezas : no escriptorio de Ha-
noel Ignacio do Oliveira ; Filho no largo do Cor-
snto.
Cotnpra-se escravos de ambos os sexos de 12
a 25 annos, para fura da provincia, se tiverem boa
lis i e forem sadios. paga-so be ni : na ra Di- covado, cesemiras prelas linas
reiia, no escriptorio do Francisco Malinas Pereira
da Cosa n. 66.
Coinpr&m-se es-
cravos .
Compram-se, veiiJom-se e trocam-se escra-
vos, na roa do Imperador n.J79, primeiro andar.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
leu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, s
muito DroDriosoara este clima.
wxammmasets msmm
Peeliincha sem igual.
X S27* Vendem -c superiores camisas de g
f fustao edilas do madapolo muito fino a %
2.', corles de casemira ingleza dequadri- ?y>
nhos de superior qualidade a 4fi;530 e 5#, J$j
^ colleles fritos de gorguro de seda e ditos 5g
D de fustao a 33500 o 4, calcas de brim do ^
^ cor a 4J, cortes de superior barege de se- S2
da a 20j| e as modernas victorias de al- aflij
paca do soda para vestidos de senhora a |
700 rs. o covado, tambera se vende saias balao muito boas de mueselina o ditas de 3|
madapolo a 4S500 o 5j. gollinhas de li-
nho a 640 rs., de todas eslas fazendas llg
existe urna pequea porcao que se vende
por este preco para acabar: na loja de
Augusto & P'erdigao ra da Cideia do Re-
cife n.23
V
Alcatifa.
a vara, pecas de tranca de laa de caroc 60 rs.,! hnston & C. ra da Senzala n. 42.
fitas de se'di lavrada'de lari;ura de 5 dedos cora ; ^sffii,ua*s,a;Ba ajra^Ea ja^j-ME-
pinla de mofo a 320, ditas filas a 610 a vara, cai- mJBiJSiMiiiMU-^&SsK WiwitMiwt
xinha com grampas a 60 rs., loucadores de jaca- ^
randa a 2#6u0, ditos a 3}20(i e 4g, vtsporas a 900 ^
rs., cartas finas porluguezas a 2^700, dilas finas sM
francezas a 2,$80Oe 3j800 a duzia, anvelope sor- I *?
tido em cores a 1280, lamparinas para tres me- <>!
zes s 60 rs., dilas para seis mezes a 100 rs., sa- ffci
patinlios do merino proprios para baplisados a < ,'J
13200. bor/eguins do 15a a 600 c 900 rs., ataca- | ^
dores chatos de algodao a 6G rs., ditos rolicos a 3j
100 rs gravatinhas a Pinaud a 19400.
?
REMEDIO INCUmPAKAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacoes P9-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiraraenle saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencer dessascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos unnos ; e a maior parte
della sao to sor prndenles que admiram Os
medico mais celebres. Quantas pessoas reco_
brarara com esle soberano remedio o uso de seug
45-- Ra
Direita-4S
Esteestabelecimento oTerece ao pu-
blico um bello e rico sortiment por
presos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins itrperiaes.....10^000
Ditos aristocrtico*......9#000
Ditos burguezes........7#000
Ditos democrticos.
bracos e porna3, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam solrcr i Meio borzeguins patente,
amputacaol Dellas ha muitas que havendo dei- Sapatoes nobreza. .
Ditos infantes.....,
xado esses asylos de padecimeutos, para seno
suhmettercm essa operaeo dolorosa foram
curadas completamente, medanle o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfuso de seu reconhecimenlo declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de mais autenti-
caren! suafirmativa.
Ninguem desesperada do estsdo de saude so
'ivesse bstanle conianca para eusaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mcntratalo que necessitasse a natureza dom&i.
cujo resultado seria prova rincontestavelmeule
Que tudocura.
O ungento e til, mais particu-
'armente nos sesruintes casos.
Campos & Lima, na ra do Crespo n. /
16, lem para vender alcatifa com 4 pal- ^
mos de largura do muito boa qualidado |3
e propria para alcatifar, salas e grojas a a
800 rs. o covado, dinheiro a visla. ^
"7
?ndas.
Bolinas de Mi li.
Na loja d>> Burlo Jnior & Harlins, na ua do
Cabug 11. li, existo um completo sortimenlo
ii -' i calcado,recobidos polos ltimos navios do
Havre, assim como sapalos finos para dansa, do
Qcsmo fabricante, c outros calcados grossos para
o invern, o muilo bons charutos da tahia.
i .1 "1 -
I ra ,1 ~
e 3^500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenos, para eobert a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5&90 a poca, e a 160 rs.
o covado, b'im branco de puro linho a Ift,
19200 e 19600 a vara, dito prelo muilo encor-
pailo a I950 a vara, brilhantina azul a 400, rs.
o covado, alpacas do differenics cores a 300 rs. o
a 2*500, 3tfe
39500 o covado, cambtia prela e de saneos a
500 rs. a vara, e outras muitas fazendas que se
far patente ao comprador, e de todas se daro
amosiras com penhr.
Urna casa terrea com
so icio.
Vende-se urna casa terrea em chaos proprios,
sita em Fra de Portas, lado da mar grande,
ra do Pilar n 53 : a tratar na ra do Brum 11.
16, armazem do Manoel Jos de S Araujo.
Milho clrelo.
Vende Jos Luiz de Oliveira Azevcdo, no seu
armazem na travessa da Madre de Dos n. 5.
Vcndc-se|uma negra fula, bonita figura,
0)0(3, cozinha, engoraras solIYivclmente e costu-
ra, e lavadelra, c quem a comprar se dir o mo-
livo por qu se vendo : na ra do Brum n. 16, ar-
mazem de Manoel Jos de S Araujo.
1
fazendas baratas.
, Potassa da Rossia
! E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadoia do Recite n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
. e desuperior qualidade, assim como tambem
. cal virgem em peira: tudo Dor creeos muito
razoaveis
para engenno
Fundigao de ferro e brouze
DB
Francisco Anlonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
||quer obra tanto de ferro fun-
tlido como batido.
Ra do Queimado n. 19.
Chitas francezas miudinh;s a 220 rs. o covado.
liberia.
Corles de hiberla com U covados a 2}500 o
corte.
CobcrtiS,
loberas de chita chinen a 2#.
La a O.O.
La para vestido, pelo baralissimo preco de 320
rs. o covado.
Chales.
Chales de merino eslamp.idos a 2j}500.
Cassa rnusselina.
Cassa musselina para babados. cim 10 varas,
muilo finas (que se venda a 5}5C0) por 4# a peca,
selim do todas as cores.
Cuita miudinha.
Chitas miudnhas, cores f.xas, a 160 rs. o co-
vado.
Ricos cortes ele seda.
Cortes do seda superiores, prelas e do cores, a
60$000, cambraias prelas finas a 500 rs a vara.
Loncos brancos.
Lencos para algibeira a 2;$ a duzia.
Em casa de Rabe Sel mettan & ga
C.rua da Cadeia n. 57, vendem-se^ a PUS dO Queitliad ) 11.
Alporcas
Cainibras
Callos.
anee res.
Cortaduras.
Dores decabeca.
das costas.
r<*S membros.
Eo'ermidades da culis
em geral.
Ditas doanus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Pistulasno abdomen.
Frialdade ou falta d
cilor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchaces
Inflammaco dofigado.
Inflamniacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Malos das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraeocs ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado,
das articulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Ditos de linlia (5 1|2 bateras).
Oitos fraita (sola dupla). .
Sapa tos de .alto (do tom).
6*000
6|500
c.sooo
5.S-000
CsOOO
5^000
6*000
P
1
a/eniiase obras filusl
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cala bocetinha contm
urna instruccao em prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
pharraaceulico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambu.io.
1 mmmzmmms-^m^s^WfiiM
NA
e aTmazeift
DE

elegantes pianos doal'amado fabrican-
te Traumann do Hamburgo.
m
<4to
Peeliinclia.
G1UNDE SORTIHMO
A 200 rs. o covado.
Armazem de fazendas, ra do Quei-
mado n. 19.
Cambraia d cor miudinha muito fina, fazenda
peeliincha a 200 rs. o covado, para acabar.
i
i>r.
Fazendas e roupa ieiia
NA LOJA E ARMAZEM
DE
Joi.ijiiiui Rodrigues lavares de Mello
RA DO QUEIMADO N. 3'J
l'I si A LOA DE Ql'ATRO P0R1AS.
Tem aro completo sonimenlo da roupa feila,
c convida a lo los os seus freguezes e todas as
pessoas quedesejarem ter um sobrecasaco bem
foito, ou urna calja ou collete, do dirigirem se a
osle estabeleciment que encontrarao um hbil
artista, chegado uhimamenle do Lisboa, para
deenipenliar as obras a vonlade dos freguezes.
3 tem um gromlo sortimento de palitols de ca-
semira cor de rap e outros escuros, que se ven-
dem a 125, ouiros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a 16S, dilos
de merino stima 129, ditos de alpaka muito
fina a G9, ditos francez.es sobrerasacados a 12&,
dilos de panno fino a 20, 2555, e 30, sobre-
casacas francezas muito bem feilas a 33, cal-
as feitas da mais fina casemira a 10, dilas de
brim ede fustao por pre^o commodo, um grande!
sot li ment de colletes de casemira a 55), dilos de
outras fazen.las por preco commodo, um grande
sortimento de sapatos de tapeto de gosto muilo
apurado a 29, ditos de borracha a 2500, cha-
peos decaslor muitosuperiores a 16, ditos dese-
lla, dos melhores que lera vindo ao mercado a 10,
ditos do sol. ingleses a 10$, ditos muitos bons a
1 1C, dilos franre7.es a S9, dilos grandes de pan-
no a 43, um completo sortimenlo de gollinhas e
manguitos, tiras borda las, e entre meios muilo
proprio para collerinhos de meninos e Iravessei-
ros por preco commodo, camisas bordadas que
servem para balisado de criancas e para passeio
a 89, 10 e 129, ricos lencos de cambraia da
Unho bordados para senhoras, ditos lisos para
hornera por prego commodo, saias bordadas a
3o00, ditas muito finas a 59. Ainda tem um
restinho de chales de toquim a 30, corles de
venido de seda de cores muito lindas e superio-
res qualidades a 1009, que j se venderam a
150, cap-itinhos prelos e manteletes pretosde
ricos goslos a 20, 259 e 309, os mais superio-
res chales de cjsemira eslampados, muito finos, a
83 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
tas. adamascadas, muito superiores a 59, ditas
pira rosto de linho a 19, chilas francezas de su-
perior qualidade, tanlo escuras como claras a
200, 280, 320, 400 e440rs. o covado, ricas
casemiras para caiga, colletes e palilots a 49 o co-
vado, e um completo sonimenlo de outras fazen-
das, e ludo se vende por preco barato, e que nao I
40, frente arnarella. ^
^} Grande e variado sortimento de sobre- |b
35 casacase casacas de pannos linos prelos 5
jj{ o de cores a 285. 30j e 35$. paletots dos |g
tj* mesqjbs pannos prelos e de cores a 283,
|| 203 223 e 25,ditos de casemira msela- |
AS dos do superior goslo a 163 e ^S, ditos
jfo> das mesmas casetniras saceos modelo
li inglez 10, 12J, 14 e 15. dilos de al-
za paca pr.-ta fina siecos a 4, dilos sobre-
Ite casa tambem do alpaca a 7J,8! e 9, di- ?^j
**j los de merino sotim a 105. ditos de me- O
ri de corJao a 9J, calcas prelas das 9K
mesmas fa/.endas 5 e 6$, colleles pa- ift
ra luto da mesraa fazenda, paletots de al
brim trancado a 5$, ditos pardos e de jl
fustao a 4 e 53, calcas do casemira de s*
cor e prelas a 7, 8] 9j e 103, dito das S
?$ mesmas casemiras para menino a G3, 7 9|
^ e 85, dilos de brim para hornera a 3-5, i
39500, 4 e 5$, dilos brancos finos a 5, ||
3J 63 e 7, ditos de meia casemira a 4 e *P
8 5, colletes de casemiras prela e de co- :\*
Neste armazem de molhados con-
tnua-se a vender os seguinles gneros abaixo mencianados de superiores qualilades e mais barato
do que era oulra qualquer parle, por serem a maior parle delles rocebidos em dreilura por conta
dos propnelarios. v
Mantcga ingVcza c rauceza
perfeilameiite flora mais nova que tem vindo ao mercado de 60 a 800 rs. a libra e cm barril
se far algum 3balimcnto.
Qucjos fVaiucngos
muito novos recentemenle chegados no ultimo vapor da Europa de 13700 a 33 e a vista do gasto
que o freguez zer se far mais algum abalimenlo.
Queijo prato
os mais novos que exislem no mercado a 1 a libra, em porco se far abatimento.
A.meixas raueezas
em 'Sl,ase ^ 1l2libra porlSSOO rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por o-JOt).
Mustar&a inglcza e trauceza
em frascos a 640 rs. e era pole3 francesa a 800 rs cada um.
Ver&aAciros figos Ac comadre
ra caixinhas de % libras elegantemente enfeiladas proprias para mimo a 1J600 rs.
BolacYnnUa ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e era barrica com 1 arroba por 4$.
Potes viAvaAos
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1)000 rs. cada um.
A.menAoas confeitadas \>vo\mas pata sovtes
de S Joao
a lg a libra e em frasquinhos, contendo 1 1[2 libra por 2.
Cha preto, liyson e perola
os melhores que ha neste mercado de 1600,2 e 2500 a libra.
Hacas em caxinlias de 8 Vibras
contendo cada urna differentes qualidades a 4500.
Palitos de denles licuados
em molhos cam 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijoio vaivccz
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e francezas
em latas e em frascos de diflerentes qualidades.
Presuntos, cnouricas c paios
mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
Champanha.
g Campos & Lima, na ra do Crespo n.
?& 16, lem para vender orna porrao de gi-
.^ gos com champanha de superior quali-
i| dado a 203 o gigo.
nm^
mws mm mmmzimm
23
po sivel aqui se poder mencionar nem a quarla i
pane della?, no entanto 03 freguezes chegando e Latas Ac \>o\$\CUVll\lY Ac SoAa
querendo comprar nao irao sem fazenda. de diflerentes qualidades a l60O em porco se far algum abatimento.
]NOV3S SCQlGfitOS (li4 IOF'_____^mbpm vendem-se os seguinles gneros tudo recenleraente chegado e
de
tal i ce,
vindis no vapor sPorlugaU chegado esle mez:
vende-sa na loja de ferragens na ra da Cadeia do
Recite n. 56 A, de Vidal & Bastos,
Vende-se urna parda muilo boa cozinheira e
urna negrinha de 11 annos, linda figura : na ra
Formosa, segn Ja casa terrea se dir quem ven-
do ; na msma cisa so vende urna urna de jaca-
rauda jara ossos.
upeno-
resa 5$, e 6, dilos de gorguro de seda
brancos e decores a 53 e 6$, ditos de Pi?
5} velludo prelo e de coros a 93 e 10, ditos !
" de brim branco e de cor a3, 33500 e4, Hjg
P palitols de panno fino para menino a 5
jg; 15, 16 e 18, ditos de casemira de cor Jm
$ a 7J, 8 e 93, ditos de alpaca a 3e33500, m
jg| sobrecasacas de alpaca tambera pa.-a me- jg
Si nio a 53 e 6-3, camisas para os mesmos 5
de cores c brancas a duzia 15$, I65 e 20, f%
meias crues e pintadas para menino de gg
todos os lamanhos, calcas de brim psra W
3 os mesmos a 1500 e 3," colarinho de li-
fnho a 6000aduzia, toalhas de linho pa-
ra mos a 900 rs. cala urna, casaveques
p de cambraia muilo fina e modernos pelo
|| diminuto p'eco de 12, chapeos com abas
5? de lustre a 5, camisas para homem de
M todas as qualidades, seroulas para ho- |i
5. mera a 16, 203 c 25 a duzia, vestimen-
1| tas para menino de 3 a 8 annos, sendo s|
calca, jaqueta e coletos ludo por 10, co- %%,
bertas de fustao a 6, toalhas de linho j^j
para mesa grande i 7 e 83, camisas in- .jj
S glozas novameiite chegada a 363 a duzia. fw
Vendem-se carnciros gordos e baratos; na
ruado Colovello, padaria do leao do norte.
Milhoa5500.
Vende-se m'lho novo do Mamanguapc a 53500
0 sacco 110 armazr m de Francisco L. 0. Azeve-
do, na ra da Madre de Dos n 12.
Firelo.
Vende-se superior fare'.o de Lisboa vindo no
Tarujo II a 4500 o sacco do 96 libras: no
armazera de Francisco L. O. Azevedo, no seu
armazem na ra da Madre de Dos n. 12,
(EM1MJT(D.
Superiores charutos de Simas ; vende Jos
Luiz de Oliveira Azevedo, no seu armazera na
travessa da Madre de Dos n. 5.
Na fabrica de caldeirciro da ra Imperial,
junto a fabrica_de sabo, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande poreflo de folhas
de zinco, j preparada para lelhados, e pelo di-
minuto preco de 140 rs. a libra.
Sabao do deposito do Rio
de Janeiro.
Vendem por preco mdico, Alrr.eida Gomes,
Alvos & C, na ra da Cruz n. 27.
Vende-se ou permuta-sc por urna escrava
1 bonito moleque proprio para lodo e qualquer
servico : na ra da Prala, serrara n. 55.
Grande peeliincha
Cassas muito firws francezas, covado a 240 rs.
assim como chitas francezas a 200, 240 e260 rs.:
na ra do Queimado n. 44 ; a ellas, que se
acaban.
Vendem-se
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto & Perdigo.
Com loja na ra da Cadeia do Recife n.
vendem e do amostras as seguinles fazendas
Cortes de vestidos do seda pretos e decores.
Corles de ditos de barege, do tarlatana e dega-
ze de seda.
Cambraias decores, brancas e organdys.
Anquinlias para saias, saias balao, de clina, ma-
dapolao e bordadas.
Lencos de labyrinlho do Aracaty e francezes.
Chapeos amazonas de palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeites de froco, de vidrilho e de flores.
Pentesde tartaruga, imperatriz e outros goslos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez e mis-
sanga.
Vesluirios de fustao, de la e de seda para
crianza.
Manteletes, taimas e pelerinas de difforenles qua-
lidades.
Chalos de touquim, de merino e de l de pona
redonda.
Luvasde pellica brancas, prelas e de cores.
Vestidos do bload, mantas de dilo, capellas e
flores solas.
Sinturoos, camisas de linho e esparlilhos para
senhora.
Perfumaras finas, sibonetcs e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletots de panno prelo
e de cor.
Paletoisde alpaca, de seda e de linho.
Calcas de casemira de cor, prelas e do brim.
Camisas de madapolo, de linho inglez e de la.
Seroulas de linho e de meia.
Malas, saceos, apelreix.is para viagem.
! Chancas para inveruos, botinas de Meli e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli. de massa e de feltro para ho-
mem.
Charutos manilha. havana. Rio de Janeiro e
Babia.
Arneadoas confeitadas para sor-
tes de S. Antojo, S. Joao e S. Pedro e
tambera pora "(fresentes a 2$ o frasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, ra
da Cadeia do Recife n. 48.
Ditos de petimetre......\ 5.s'000
Ditos I> lilurinos.........s'500
Ditos impermeaveis......2$500
Senhora.
Borzeguins primeir classe(sal-
to de quebrar!1.......5#000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). ..,...,.; -5>800
Dilos todos de merino (sallo
dengoso)......... 4J500
Meninos e meninas.
Sapatoes de lorca. ...... -ii'OOO
Ditos de arranca........35500
Boizeguins resistencia 4| e 5^800
L0J4 DO VAPOR.
Grande e vanado sortimenlo de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas finas e perfumariaSj
tudo por menos do que em outras parles : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEHA MEDICO DE HOLLOWAY.
PTLDLAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composlo Inteira-
raenle de hervas medicinaos, nao conlm mercu-
rio, nem alguma oulra substancia delecteria.Be
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
6 inteiramente innocente em suas opera^oes e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e icnazes
irueseam.
Entre milhares de pessoas curadas com esle
remedio, muitas que j estavam as portas da
morto, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos osoulros remedios.
As mais alRiclas nao devem entregar-se a de-
sesperarao ; facam um competente ensaio dos
efficazes etleitos desta assombrosa medicina, e
prestos recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo cm tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enformidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas (mal de).
Asthma.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou extena-
cu o.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Oysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Oilas no ligado.
Ditas venreas.
Eiixaqueea
erysipela.
Pebre biliosas
Pebrelointernilenle.
essencias para tirar nodoas de
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa-: 8ordura. cera, etc., etc., em panos de lia, sedas
sem alterar a cor nem o tecido : na loja de ca-
bos, no largo do Corpo Sanio n. 21, esquina da
ra do Encantamento.
bncanle de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pasas, inicias em calda, amendoas, nozes rseos
.com amendoas coberlas, eonteiles, pastilhas de varias qualidades, vinagre brando Bordean*'nr0nro
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de lodasas qualidades ora-
ma muito lina, emlhas francezas.charapagne das mais acreditadas marcas, cervejas de' ditas
spermacete barato, licores francezes muilo finos, marrasquino de zara, azeitedoce purificado azei-
louas muilo novas, banha deporco refinada e outros muilo gneros que enecntrarao tendentes a
molhados, por sso promettem os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer
promelera mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem por outras i.oucopralicas como
e viessera pessoalnrtnte ; rogam tambem a todos os sonhoresde engenhe e senhores lavradore3
Fumo de rolos.
Ra do Cordoniz a. 8.
Vende-se fumo em rolos a 8$ a ai'roba, sendo
sua qualidade muito boa, quer em grandes ou
VfSSSSSSSS enCOmmendas a0 "ma"m '^ ^ se ^ .no. .- boa "qualidade e : p.q4e.i po'r^oes p.ra'fechar contad .".E^S
*al se Jiralvinitfi.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater& C, ra
do Vigario n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 44
Ufaos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na ra larira do Rosario d. 36.
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relosios d'ouro patente injilezes
Vasos, figuras, pinhas e
globos de louca para
jardim e portees.
Vendem-se por preco commodo, na ra do A-
motira n. 41.
Vende-se um prelo de 22 annos, crioulo,
oflicial de carapina e boleeiro ; na ra do Hospi-
cio, casa de Thomaz de Aquino Fonseca, das 7 as
9 da manhaa, e das 3 s 6 da tarde.
Para liquidar.
Na loja que foi de Claudiano Oliveira
na ra da Cadeia do Recife n. 55, ven-
de-se fazendas de muito bom gosto e por
menos de seu custo para liquidar-se, os
freguezes encontrarao um bello sorti-
mento dq fiup. p hnm p haratn.
'. ;'.'
Febreto da especie.
Golta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infla mmaee?.
Ir reg u la ridados
menstrnacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal do podra.
Manchas na culis.
Obstrucco deverlrp
Phtysica ou consin.p
pulmonar.
Retenco de ourii.
Rheumalismo.
Symplomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs-. cada urna
dellas, contem urna instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
uamb o-
Botica.
Bartholoraeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguinte medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetacs.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas
Ungento Holloway.
Pilula3do dilo.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, do 2 oncas i
121ibras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o aual vende a mdico
pre. o
Vendem-se libras sterlina?, em
casa de N. O. Bieber & C. : ra da Cruz
n. 4.
i
6
(contra febresj.
Seguro contra Fogo
COMPAHHIA
f
1
LONDRES
AGENTES
J. Astley fe Companhia.
Vende-se !
para
| Formas de ferro
purgar ffssucar.
Enchadas de ferro.
| Ferro sueco.
A 90 de Trieste.
8 Estanho em barra.
I Pregos de composico.
! Brim de vela.
I Agurdente de Franca,
j Palhinhaparamarcineiro:!
I no armazem de C. J. As-|
I tley A C. i
**M**n***NsB MI(aMBflBflDI*
Felles de guar,
proprias para flores a'tiflciaes e outros enfeiies :
.-onriom,eo ni rnn rt Tm, R 97________
6

6
S
i
'


DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 37 DE JULHO DE 1860.
DE
tki&mkm i riFEf o(0 be ntu
Si la na ra Imperial n 1 i 8 e 120 jualo a fa trica de sabao.
1
DE
Sebasliao J. da Silva dirigida pop Francisco Beliuiro da Costa
Lcsl?.^,,,?b,('let'in!en,0Iha,se'Pl}re Pfon'P'os alambiques de cobre de d.lTereates dimencoes
(de 300 a 3:000$) imples e dobrados.para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos
para resUler e destilar espirites com graduado at 40 eros (pela graduar-o do Sellen CarUcr dos
mclhores systemas boje spprovados e conhecidos nesta e oulras provincias do iZori? bombas
de todas as dimencoes, aspenmie3 ede repudio tanto de cobre como de li
de bronze deiodas as dimencoes e eitios para alambiques, lauques ele
ferro para rodas d'agua.porlas para fornallias e crivos de fe ir o lubos de
Lronze e ferio, lornciras
parafusos de bronze e
a uc Cubre e chumbo de Iuf':*s
par, eng.,,1,0 folha de Fl.ndres, chumbo em LencoTeiR JBfSTSSgffS'toStftSSl
aiToellas de cobre, bances de ferros latao.ferro suecia inglez de lodas as t*UZEtiJTt
e folies para forreros etc. e ouiros minios artigos Por menos preco do que em outra qualque'
P ;^",I'"f"!l? Uda e ^^uer enrommenda com presteza eperfeico j cfficide
tpara cotomodidade dos fregueses que se dignarcm honrarem-nos com S sua conanca acha-1
tao na ra Nova n. 37 loja de ferrage.is pessoa habilitada para tomar nota das
Ferros de eu-
gommar
econmicos
a 5#000.
Esles magnficos fer-
ros acliam-se a venda
no armazera de fazen-
dis de Hay mnudo Car-
los Lcile & lrmo, ra
da Impcralriz n. 10.
,&,&,&,>
W&i
Trapiche de depsitos, al-
fandegado n. 19.
"Largo da assemMa.
Ha cotitiniiaineiite para vender nesle trapicho

GRANDE "aRMAZEM"'
un
DE
s93
S5*>3
3BS
i
ras
na Nova n. 47, ;imto a igreja da Con-
ccietto dos Militares.
Acha-se na direccao da oflicina deste acreditado armazem
Grammalicainge-
za de Ollendorff.
Novo inetlioduptra aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezo,
obra inteiramente nova, para uo de
g todos os estabtlecimentos de instruir; o.
i^gg pblicos e particulares. Vende-te'mi
Ifl P de Pedro II (antigo largo do Col-
\$& leS'o) n. 57, legando andar.

encomnieiidas.
dores.
CAL DE LISBOA,
nova c muito bem acondicionada :
deia do Recife n. 38, primeiro a
de c,asTra Pretf c.de c6re*' ditas de &, de princeza, d
'S ?!I:Jlra"C10.eJde.C?''CS' C!Utcs. de veliudo P,el e decores, d.tos'de
brins g^gg
americanos.
=H>f a guarda nacional da capital e do interior.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
ho, fazendeiros, etc., devein estar prevenid -
PUj com estes remedios. Sao tres medicamentos com
dicazmente as principaes tno-
Wk Apromptam-se becas para desembargadores, lentes, uizes de di- *<* T q"aes se cuta
Sgf ^e.to mun.cipaes e promotores, e vestidos para montara. Noapra- ,Mtai-
=gS dando ao comprador nlgumoi dusroupas eitas se apromptarSo ou- ^ PrOIptO a1TO (le Radwav
^ ras a seu gosto, quer com fazenda sua ou do armazem para o que *M
$%% tern escollados e habis odictaes, dande-setod.......'-
He?; da convencionado.
Instantneamente alivia as mais aceibas dores
a e ciualquer roupa no >^<5 e cura os peiores casos de rheumatismo. dor Je
^ciias por msxos procos
Uua do ^ueiinado^ loja
de 4 portas n. 10.
AinJa reslam alguiuas fazendas para concluir
a liquidado da Qrmade Leile& Correia, asquaes
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas do cores escuras e claras, o covado
alGOrs. .
Dilaslargas, francesas, linas, a2ie2C0.
Itiscados francozesde cores xas a 200 is.
Cassasde cores, bous padroes, a 2-iO.
Brim deliulio de quadros, covado, a 160 rs.
B^ii tranoado branco de linlio muito bom, va-
a, a 19000.
0 utos de cal^a de meia casemlra a 2,$.
Ditos de dita do casemira de cores a 5$.
Panno prelo fino a 3 e i";.
Ueias do cores, finas, para homem, duziaa
1:S00.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas linas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito finas a 4$. \
Ditas cruas finas para homem a g.
Cortes de colletesde gorgurao de seda a 25.
Cambraialisa fina transparente, pe^a, a 4j).
-'! la preta iavrada para vestido a 1^000 e 2g
'. utos de vestido de seda preta Iavrada a 10p'
Loncos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chitafranceza moderna, ingindo seda, covaija
ra 00 r?.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a G 10 rs.
'Jilas bordadas linas a 2C00.
Toalhas de linho para mesa a 2j* e 4JS.
Camisas do meia, urna GOrs.
Lencos de seda para pescoro de senhora o
560 rs. i
Vestidos brancos bordados para baplisar crian-
ras a SiOOO.
'Cortos decalcado casemira preta a 6$.
Chales de merino com franja de seda a 5$.
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs-
Merino verde para vestido de nionlaria, cova-
do. 1*280.
Lencos brancos de cambraia, a duzia, 25.
Cabri'let
novo c moderno : vende-se na ra do Hospicio
numero 21.
f KLICIOSAS E IXFALUTOIS.
va em beehiffas esebo
A
SU
v)
C38T
Loja de naraorel
Roa Nova, i
af$ Paria & C. avisam aos seus numerosos ;". freguezes cao pdico em geral, que re- SI
Oendo por lodos os paquetes fazendas
bVs de moda, acabam de reetber entre raui- i
% 'os artigos o seguinle : g|
^ Vestidos ricos de blond para casamento, m
55 Ditos de gorgurao de cores, lecidos com g
velludo em alio relevla duqueza de M
Comberland.
W Dilos brancos bordados para soire.
o Dilos dilos de cambraia.
^g Dilos de cores de phanlasia.
i>3 Dilos de cons de moiranlique.
|jj Maiildelcs, diales ronds c peregiinas =
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas.
Bisco 11 tos.
Em casa de Arkwight i C, ra da
Cruz n. Cl.
rasa
4f/Bf
y'-^hm l\- : ;:C:L.:: ^
As mclliores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
Rf. Singer & C. e Wheeler & Wilson !
Progresso na cidade da Victoria 1
DE
Neste eslabeleci- i
men'.o vendem-se as'
machinas desies doosl
autores, moslram-se s |
qualquer hora do dia ou j
da noiie, e responsabili- i
Francisco Xaxier de Salles Cavalcaute de Almeida
NO
Pateo da cira.
Cao de ourina, etc., ele.
Solutivo renovador.
Cura lodas as eafermidadesescrophlosas chro-
I meas esyp hlilicas; resolve os depsitos de n aos
| humores, purifica o sangue, renova o syslema:
a prompto e radicalmente cura, escropl.ulas veno-
j reo, lumores glandulares, ictericia, dores de os-
O lilis.
m sos, tumores brancos, sferedes do Ogado
m erysipelas, abeessos e ulceras de todas as dasse
g molestias d'olhos, difliculdade das regras das"
R? mulheies, hipocondra, venreo, etc.
O proprietaiio deste estabelecimento, como se acl.a com um grande o complet sor-
rricnio, lendenle 11 molhados, ferragens e miudezas convida portanto a todos os moradores
Pilulas reguladoras de Rad-
way
i.^
no armazem de fazendas
do Haymundo Carlos
Leite i limaos ra da
~i fmperatriz n. 10, amigamente aleo da Boa-
ai Vista.
11-
de velludo e L'rosd
se-
enaple prelos.
?fj Dournus de cachemira de cores o de
da de cores.
Chapdinasde pxlhd de Italia e seda.
?J Caigado para senhora do afamado fabri-
*5> cante Jolly.
$H Dito para meninos.
*P Casaveque de la para meninos de ambos
M os sexos.
SK
Calcado francez
barato.
quslidade e seguran?!.: B l a""*- A*lf&aho aradores queiram mandar suas @f Pa regularisar o ayslema, equilibrarcircula-
g encommendas no I rogresso do pateo da Feia, pois s ah cnconiraro o bom e Laraio ^3 5odo ""S"0. nUramenle vegetaes favoraveis
mt visto o proprielano estar resclvido a vender, tanto em grosso, como a relalho. por menos f Pm lodos os casos mnc* occasiona nauseas ne
j^j do que em outra qualquer parle como sejam : p dores de veulre, dses de 1 a 3 regularisair. de 4
t Lal0S de marme,ada >e 2 libras a 1400, frascos com differentes qualidades de doce p a S Pur8m. Lslas pilulas sao efficazes as ffec-
y Tor 2^000, latas de soda contendo nove qualidades a 2000, azeilonas muito novas "
m passas de ditas, vinho de todas as qualidades do 500 a 2->000 rs. a garrafa, licores
H francezes de lodas as qualidades, cliampanhe, conhaque dedilas, louga fina, azul,pintada
^ e branca de todos os padroes, ameixas em compateiras e em latas a 1?000 rs'. a libra'
*g latasde peixe de posto por 2*000 rs banha de porco refinada, ararula, fatias/bolachi-
f^ nba mgleza, biscoilinbo, eoulras mais qualidades de massas finas, massa de tmale em
^s latas e a relalho, latra, macarrao, talbarim a 800 a libra, verdadeira gomma de ararula
g msenso de lodas as qualidades, espiritov de cravo, canda, e alfazema, verdadeiros penles

Bolinas de siliin branco e prelos para senhora.
Ditas de lustro para homem a "000.
Ditas de dilo para senhora a 3-3.
dilisde dilo para menina a 2*500.
Hilas lodo de duraqne para senhora a 2$.
Hilas de setim biuco a ij.
Sapates inglezes de vaqueta para homem a 5j.
Dilos de lustre rom borracha para homem a
Dilos de dilo para menino a 3?J
Dilos de Nantes de bezerro para homem
3;5('0 ; na ra do Cabug n. 16

m
i
a imperailris, c de tartaruga de 9;>000 a 1O5JC00 cada um, irania e franja de seda, fe-
M cbadoras de broca, pregos em quantidade de todos os lmannos e qualidades
e outros
m

0L0WM0W,
^ Ra da Scnzala Kova n. ^2.
Neste estabelecimento continua a haverum
rs1n^l:1^1',!1''i',',,i';''',''n,!aSemeaSm0Cn- Ch02d0 loi^a diligencia, na roa doQuei-
iho, machinas de vapor e taixas madon.C.um grande sortimenlo de balaios
bonitos, fortes e baratos para compras, para eos-
lora e para guardar roupa, assim como muilo
lindas ceslinhas para meninas trazerem no bra-
co, dilas para se mandar proseles, ditas pan
se terem com fructas em mesa, dilas para- lalhe-
res, c oulras muilas obras
Approveitem a oc-| Tachas emoendas
casio.
Parinha de mandioca.
de ferro balido e coado. de todos os lmannos
liara Jl
m
i- =
(ila-pera.
orn
gr. liccebcu-sc novo sorlimcnlo decapas >,
5;- perneiras e sapalos de gulla-perdia vul- #
Loja de raarmor. ^
Vende-se umescravo perito cozinheiro, bo-
niia flgura e moro, de excellenle conduela : na
ra larga do Rosario n. 26, segundo andar.
Braga Silva & C.tera sempre no seu deposito
da ra da Mceda n. 3 A,un grande sortimenlo
j de tachase mocedas para engenho, do muito i
| acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
mesmo de osito ou na ra doTrapicbe n 4.
Em casa de N. O. llieer & C.,
successores, ra da Cruz n. i-, vende-se i
Vinho Xerez em harria.
joes do Cgcdo, bilis, dor de caboea, ictericia, in-
digestao, e em lodas as enfermidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluso, relen-
coes, flores brancas, obslrucces, histerismo, etc.,
sao do maispromplo effeito na escarlatina, 'r.'bro
biliosa, febre amarella. e ero lodas as febres ma-
ignas.
Estes Iris importantes medienmeulos vem a-
conipanhados de insiruccocs impressas que mos-
tro m com a maior miouciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esto ga-
rantidos de falsilicacao por s haver ven:!;, no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Lcile
ilrmao, na ruada Impcralriz n. 10, nicos
agentes em Ternambuco.
Para o Santa Isabel.
Vende-se farinha de mindioca, superior quali-
dade, viuda do Maranhao, pelo hiale llosa e! cl'Su loja da nova Orna um rico e com-
briguo escuna Graciosa : nos armaxens de Ma- P"'1" sortimenlo do filas de chamelote, oque
diado & Dantas e Anlunea Guimaraes & C, no tem. vindu dc mclhor a este morcado, lano em
Forte do Maltes. laro da Assemblta.
',
que com a visir os
compradores verao : na ra do Queimado, loja Cfiampanha era caixns de 1 duzia da
ua iligeiKia n. 65. i-. ,
acreditada marca Farre & C-, vinho
ir'i.
fefe
LUU!
Paslilhas vegetaes deKemp
contra as lombrigas
approvadas pela F.xm.' inspeccao de esludo de
Habana e por militas oulras juncias de hygiene
publica dos Estados Unidos e mais paizes da A-
rceriea.
Garantidas como puramente vegetaes, arada-
daveis vista, doces oo paladar, sao o remedio
infallivel contra as lombrigas. Nao causam
nausea?, nem sensagocs debilitantes.
Teslemunho exponianco em abono das pasti-
lla s de Kemp.
Srs. D. T. Linman e Kemp.Port Ry-
ron 12 do abril de 18.39. Senhores. As pas-
lilhas que Vmcs. fazem, curaram meu flho ; o
pobre rapaz padeca de lombrigas, exbalava um
cheiro felito, linha o estomago inchado econ-
tinua comicliao no nariz, lao magro se poz, que
eu lemia perde-lo. Neslas circumslancias um vi-
sinbo meu disse que as paslilhas de Kemp ti-
nham curado sua lilha Logo que soube disso
comprci 2 vidros depaslilbas e com ellas salvei a
vida de meu flho.
Sou de Vmcs. seu amo agradecido.
W. T. Floxjr. s
Preparadas no sen laboratorio n. H6 Gold
Street pelos nicosproprietarios D Lanman 9
Kemp, droguistas por atacado em New York.
Acham-se venda em lodas as boticas das
principaes ciladesdo imperio.
DEPSITOS
Rio de Janeiro na ra da Alfandega n. 89.
Babia, Hermano f C., ra Juliao n 2.
Fernamb'ico, no armazem dejrogasde J. Suun!
& Companhia ra do Cruz n. 22.
Marmclada
Na ra Direita n. 6, vende-se para liquidar a
ljj a lata com 2 libras.
Parahyba.
Vende-se o engenho Torrinha distan-
te d sta cidade duas leguas por trra,
tem terreno para dous mil paes or au-
no e boa casa de vivencia assobradada e
boas obras, tem embarque no porto dis
tante do engenlio 112 quarlo de legua
do rio Parahyba eem menos de 5 horas
se vem a cidade: quem o pretender di-
rija-se a Joao Jos de Medeiros Correia
C que dir' quem o vende.
WWSfflte
Vende-se em cas de Saunders Broihers &
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama
i \ do fabricante Roskdl, por procos comniodos,
e tsmbemtrancrdlins e cadeias para os niesmos,
deexcellenle costo
UftlCA VERDADEIRA E LEGI-
TIMA.

-r;
(^KEMP' NUEViYOP.K)
PILULAS VEGETAES
ASSLCARAI'VS
l7?^
de superior qualidade.
Conhac em caixas de 1 duzia.
Vermouti em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
Ac de Mi lao
Brilhantes de todos os tamaitos

elogios
1118SOS
gosto como em qualidade, proprias para bou-
. quels cinlo o lacoa de vestido, de loda-= as .-o-es
o da largura de 2 dedos i um cont, e nor bara-
tissimo prero i vista de suas qnalidades : na na
do Crespo, lujado miudezas de tres portas nu-
mero /.
Vende-se um n^gro rnbudo
e sadio, se ni
8. v,c,os' C0!n n!u,la Ptica de Irabalho de na I iria
b* na praca da Boa-Vista, casa n. 5, primeiro andar.
Sndalo.
m
i
au
Recebeu-se novo soilimenio de boni- ci'
Ern casado Schafleitlin & C, ra da Cruz n.
38. vende-se um grande e variado sortimenlo de
relogios ae al^ibeira hoiisnnlaes, patentes, chro-
no -
i
d
dt''50v.!nH'n'''OS r?zoavnis-, Vende-se urna escrara que sabe engonim
\ende-se a obra completa em 11 voluntes muito bom, lava c coziuha : quem a quizer di-
na ra do Cabug n. riji-se a runda Praia n. 12, ou a ra do [tinge!
n. 29, que far negocio.
Na loja ao pe do arco de
Santo Antonio.
de laa c seda com 3 baba-
SALSA BARRILHA
Cortes dn vestidos
dos a 2o$00-
Dilos de cambraia e seda a 12?.
Chales de merino com palma a CJJ.
Hilos de chaly muilo linos a 6?.
da historia ecclesiaslica
10, loja.
Vende-se iimsellim inglez, usado, em mui-
lo bom estado : na ma do Queimado, loja de
ferragens n. 13.
Vende-se a casa de 2 andares, sila na 1ra-
vessa da matriz de Santo Antonio n. li : quem
a pretender, dirija-se a casa n. 15. defronle da
igreja do Corpo Santo.
MilKo e fardo a 4$500
Na taberna da eslrella, no largo do Taraizo nu-
mero 14.
- Vende-se urna negrota de 16
Remedio sem igual, sendo reconhecides pelos "Janguif
Cl
mdicos, os mais iminentes como remedio infal-
livel para curar escrophulas, cancros, rheumaiis-
mo, enfermidades do figado, Jyspepsia, debilida-
j daJe geral, febre biliosa e iniermillenle, enfer- |
i midailes resultantes do emprego do mercurio,
ulceras e erupcoes que resuliam da impureza do Cortea de'vestidos de seda, fazenda de go slo
sangue. "OJOOO.
CACTFL4 P-*?a9 de esSuiao de algodao 3*800 ; e oulras
n t Tnmn l- "i muilas fazendas que se deixam de annunciar por
JJ. I. Lanman Kemp, droguistas por ata-: nao haver le-
NEW-YORK
O MELHOR REMEDIO COMIECIDO
Contra constipatSes, ictericia, afecedes do figado,
febres biliosas, clicas, xnd'igestcs
enxaquecas.
Hemorrlioidas, diarrhra, doencas da
pelle, upres.e todas as enfermidades, ,
rnovENiKXTKs oo estado uifi'ro do sAxciE. sivw Yorkt ^gam-so obngadosa prevenir;
75,000 caixas deste remedio consommem-se i resde|lavel publico para desconfiar de algumas
annualmente!'
Remedio la natureza.
Approvado pela falcudade de medicina, e re-
s com golas, o par 5?.
Chapelinas muito novas para senhora a 185.
Brilhantins do vara de largura, covado C0 rs.
Laa c seda para vestido, covado 640 rs.
Crosdenaple de todas as cores, covido lfSOO.
Setas de quadros, covado 1)200.
Dilas a l.
avos pecas,
Vende-se urna meia agua, no principio do
alerro dos Afogados, passamlo o viveiro do ..lu-
niz : a Iralar no Passeio Publico n. 7.
Escravos fgidos.
Fugio oescravo de nou:e Cesaiio, idadede
vinte e tantos annos, pouco mais ou menos, t.--
atura mediana e reforrado, bons denles e ima--
dos, cabra escuro quas negro, barba na pona do
roi1P' 1ucix. olhos avennelhados. ponas um ponen
arqueadas, filho do .Sobral [Cear] ; portanto
roga-se aos capitaes de campo, s autoridades
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o apprehcndam eolevcm a sua senhora, no
caes do Ramos, sobrado encamado, que serao
gratificados ; e se protesta contra quem o liver
acoulado em sua casa,
I'ugio iionlem 15 do corrente, pelas S horas
da noile, do sobrado defronle do viveiro do M11-
unpo.
Viiilio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos&C, ra da i
,--------------- "5"'".-i "uv iji,n.-iii cuas ne- ......-...- ...u.o uu fonvn m^uina lem
m veneno mercurial nem algum ouiromine- l,'reil de fabricar a salsa parrilliadeBrisiol, por-
; eslao bem {condicionadas em caixas de folha 1ue feor^l de sua preparado nclia-se somen- \
lenucs iiiiitacOfis da Salsa Pairillta de Bristul,
que boje se vende nesle imperio, declarando a
lodos que sao elles os unios proprietarios da re- Cruz n- 10. encontra-se o deposito das bem co-
commendado corroo mais valioso catrtico ve- ceila do Dr. Bristol ,lendo-lhe comprado 110 an- nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
gclal de todos os conhecidos. Sendo eslas pilu- no d6 1856. je dos Sis. Oldekop Mareilhac & C, em Bor.
nao con lem ellas ne- ^asa nenliuma mais ou pessoa alguma lem!l3eaux- Tem as seguintes qualidades :
De Brandeaburg frres.
St. Esleph.
St. Julicn.
^ra sua operoQao, um remedio poderoso para a nac,5es de drogas perniciosas,as*pesso8s que qu- ,aTBanx'
Juventude. puberdade e velhice. zerem comprar o verdadeiro devem bem observar arose"
Lea-se o folbelo que acompanha cada cai\a os eguinies signaos, sem os quaes quahiuer ou- > eaU ,oville-
pelo qual se ficar conhcccnJo as muilas curas lra preparaca falsa; |Chaleau argaux.
milagrosas que lem effectusdo. D. T. Lanman J* envollorio de fora esi gravado de umla-| De 01(1 ckop (fe Mai'eilhaC.
& Kemp, droguistas por atacado em i\ew York, ,a0_so" "ma chapa de ac, trazendo ao p as se- Sl Juhen.
Cortes
las puramente vegelaes,
nhum
ral
para resguardar-se da bumidade.
Sao agradiveis ao paladar, seguras e efficazes
le em poder dos referidos Lanman cv Kemp.
Para evitar engaos com desaprecia veis combi-
0 os nicos fabricantes e proprietarios.
Aham-se venda em todas as boticas das
principaes cidades do imperio,
DEPSITOS.
Hio de Janeiro, na ra Alfandega n. 89,
j Babia, Germano & C. ru Juliao n. 2.
Pernambuco, no armazem de drogas de J. Soum
Pechmcha sem
igual.
Superiores cortes ee chita larga franceza com
muito lindos padroes, havendo entre ellas miu-
dinhas e oulras de quadros muito modcm'as de
o ,ovaJos cada corle Pel baralissimo preco de
2*500: na loja do sobrado amarello nos qualro
cantos da ra do Queimado n. 29 de Jos Morei-
ra Lopes.
casa hi
guinies palavras :
). T. LANMAM & KEMP
SOL AGlNTS
N. 69 WATER STREET.
New-Yotlc.
2S O mesmo do outro lado tem um rotulo em
papel azul claro cem a firma e rubrica dos pro- ; Cognac em barris qualidade Gni,
pnetarios. | Cognac em caixas qualidade inferior.
3o Sobre a rolda acba-se o relralo e firma Ceneja branca,
do inventor C. C. Bristol em papel cor de rosa.
Que as direcces juntas cada garrafa
St. Julicn Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Vende-se 1 escravo marinheiro de gaverno, 1
moleque de 13 annos, 3 dilos para todo servico. ,
1 escrava cosinheiri por 900-*, 1 dila por .J00.?i 2 niz, a escrara parda de come Raimunda, perien-
auas nabilidosas : na ra das Aguas Verdes nu- cenle a Sr.a I). Isabel Raimunda dos Santos I'i-
,0- nheiro, com idade de 20 anuos, estatura regular.
levando vestido novo de riscado encarnado, r-
selas as orelbas, spalos de marroquim verde
e urna irouxa com a sua roupa do uso Esta es-
crava viera do serlao e tura comprada pela Hus-
ma senhora no corrrcr.le anuo ao corredor Tupi.
namb : pede-se, pois, polica ou a qualquer
, ouira pessoa que ada livcr noticia, liajam de a
UC Cnila franceza liara VeSlUlo PPndere leva-la ao sobrado da ra do m[(-
G>fKClf\ rador enliga do Collegirj 11. bl, no primeiro an-
a ~$Dv)J. j dar, que ser recompensado o aprchensor.
Vondem-se na ra do Queimido, Ioia n. 18 A, Conlina a estar ausente desde o Io do cor-
esquina que volla para a ra estrella do Rosario, i p,"le Pardo Rufiano, offinal de carapina, dado
23 annos, anda calcado, traja palelo pardo, sem
AlmIlK (16 CaS'll- fcn s V" o pesr,.1m-o *f?%
Aujoran. 44, quesera recompensado.
Tugio no dia 19 de junho prximo passado,
do engenho Bom Successo do termo de Seri-
nhaem, o escravo Daniel, relo fula, crioulo, de
idado 20 anuos, pouco mais 011 menos, alio, sec-
co, bem espigado, cabeca pequea, feicoes regu-
lares, bem feito de corpo, ps c maos seccas c
bem feilas. Este escravo procurou ao Sr. P. V.
Buldrou, rendeiro do engenho S. Joao do Cabo,
para o comprar, e naoqiierendo o dono vnde-
lo, mandou busca lo, e na chegada dos parlado-
res, c escravo desappa^eccu ; julga-se que an-
dar o dilo escravo as visinnancaa da villa do
do mesmo engenho S. Joao, ou do cn-
Barbalho, onde lem muilos conlirridns,
lho para 1861.
Acabara de chegar de Lisboa estes interess.m-
les almanaks, e vendem-se na vraria econmi-
ca ao p do arco de Santo Antonio ; lambem se
vendem colleccoes complelas dos mesmos, a pre-
oscommodos, na mesma livraria.
i\a ruadalmperalrizn. 2,
Vende-se superior manteiga ingleza a {j[ ^
1^280 rs.,rlita franceza a (JiO rs., cha'jgenho B,
superior a 2.SV00 rs., boladiinlias^liitas R&ifi lue fretjueUra essea lugares quando foi
as as qualidades proprias para
'cha' a JjfGOO s. a"
tem urna phenix semelbanle a que vai cima do
presente annuncio.
DEPSITOS.
Rio de Janeiro ra da AlfanJega n. 89.
Baha Germano & C. ra Juliao n. 2.
Pernambuco no armazem de drogas de J. Soum
C ra da Crui n 22.
Venda de predio.
An la em praca pelo juizo da primeira vara ci-
vcl, para ser vendida, urna excellenle casa terrea
na ra do Aragao (freguezia da Boa-Visla) de n.
31, a qual tem 32 palmos de frealee80de fundo,
cozinha fra, quintal murado, cacimba proprh,
chaos foreiros ; cuja casa vai praca para pa-
gamento de credores, e se acha livre desemba-
rcada : quem a protonder, pode ir rer, e logo
sei4_anniincjado ajt'a d.i nliim otaca
Para de'lod
ala, latas com pe-
ras, ditas com ameixas, ditas com pece-
gos, ditas com gtnja a 900 rs., gigos
com champanhe das melhoies marcas
alliartcando se a qualidade a 20$, vinho
xerez a 1$G00 rs. dito Madeira a 2|, di-
to do Porto a 1^280 rs., dito a 1#600
rs., dito fino a 2f, dito Bordeaux em
garrafas e caixas de 1 duzia de supertot
qualidade a 12^', conservas inglezas mui-
to novas a 800 rs. o frasco, toucinho de
Liboanovo a 520 rs. a libiv, vinagre
branco a 400 rs., se garante a quahda-
Sr. Jos Xavier da Ro ha Wandcrley, hoje mo-
rador no engenho Serrara : Pede-so as autori-
dades de polica do termo rio Cabo a captura des-
te escravo, o aos capilaes de campo ou qualjuer
pessoa que o conheca, de prga-lo c levar ao en-
genho Serrinha de Serinhaenia seu senhor fran-
cisco Manoel Wandcrley Lins, ou ncsla cidade
?o Sr. Manoel Alvos Ferreira, na ra da Hoeda
n. 3, segundo andar.
Fugio no dia 20 do corrente o preto escra-
vo crioulo, de nomo Pedro, iiade de 2(1 a 22 an-
nos. cor fula, alto, secco, bdcas grossos, est
aponlando a barba, quando anda alira com as
pernas para o lado, foi vestido de calca amarella,
desmaiada, camisa branca, chopeo de'massa pre-
ta de copa alia, lem oficio de marcineiro ; ro-
ga-se as autoridades policiaes ou capilaes de
campo a apprehensao do dito escravo. e levaram
ao seu senhor na ra eslreita do Rosario n. 31,
loja de marcineiro do Sr. Jos Morcira da Silva,
...... i..------en*


()
DlAKIO DE PtKNAMbLCU. 3E.AIA rtmn 5/ un jiuiu ur. iwu.
Lilleratura.
0 que Gcnebra protestante fez do chris-
tianismo.
[Concluso.)
Extracto da Santa
Biblia.
Trainera o Oe 1805.
O prophela Micheas
innuncia que o Mcssas
nasceri na ppquena ri-
dnd da Belhlem. Do
\\ nasecr o dominador
Isrool : sua origera
i. d unta aos mais anii-
lompos.-> (II, 2.)
Os "'lagos cliogaram
-rusalem, c pergun-
taram : Onde esl o ro
dos .ldeos, que c nas-
cido? pori['ic vimos sua
estrella no Oriente, e
vientos render-lhn lio-
menagem.(Math, II, 2)
Elles acharara o Me-
nino com Naria, ana
Mii, c renderam-lhe
honienagem, prostran-
<)o-se em sua proseu-
ra.n (Malh. V. II.)
Ora, a vida eterna,
coolieccr ti, que s
O nico verdadeiro
Deas, e Jess pelo
Chriso, que enviaste.
' Jo, W1I, 3.)
Allendei por vos, e
por lodo o rebanho, so-
bre que o Espirito San-
io vos cunstituio bispos
para governardes a
egn ja do Senhor, que
elle adquirid pelo seu
proprio singue. (\ct.
XX. 28
Tomai as mosmas
disposiedes, que Jess
Chrislo lomou : o qual
lo a imagem de
Deus, nao olhou como
nma rapia egualar-se
a Deus. (i'lii!, II, 5, 6 )
Extracto da. Santa
Biblia.
Traduccao ac 1723
De ti nascer ol-
gueni para ser domina-
dor era Israel : c sua
crigem 6 da antignida-
de desde os dias eter-
nos.
Onde est o rei dos
Jadeos, que nascido .'
porque vimos sua es-
trella no Oriente c vie-
mos adora-loi>
Elles acharam o Me-
nino com Mara sua
Mai: ao qual adoraram
laneando-se por trra.
E a vida cierna
que elles to conhe^am
nico verdadeiro Deus,
e aquelle que enviaste,
Jess Christo.
.. Para governar-
des a egreja de Deus,
que elle udquiriu por
seu proprio sangue
IIaja entre vos o
mesnio sentimenlo, que
houve lambem em Je-
ss Christo : O qual
lendo a natureza de
Deus nao julgou que
fosse nelle urna itsur-
paro o ser egual
Deus.
A nobre profisso de f do apostlo S. Tho-
maz transformada na verso de 18t> em
urna simples exclamagao de sorpresa e alegra
Eis aqu o texto de S. Joo, cap. XX : Hespon-
d 1 bomas, et di.rit ei: Domine meus el Deus
meus, profisso de f, que o Senhor recebe e
confirma Ora, a versan adultera de Genebra
di/. : I"nlao exclama Thoniaz : Meu Senhor /
nebrense, ha un laclo, que domina lodos os
mais, pnrm que authenlico : durante os qua-
tro anuos, que gaslovanios em Iheologia, e salvo
o uso que eramos obrigados a fazer do antigo
testamento para aprender um pouco de hebreu,
traduzindo perlo de cen psnlmos, durante essrs
qualro annos de estudos, repilo, nao se abria a
biblia em nossas aulas: era um livro intil e
deseonhecido ; em oulros termos, ella rao entra-
va nos cursos, e, salvo seu uso como ihema de
lingnagem, podia deixar-so de possui la. Aigu-
rnas reies sem duvida fallava-se nella, j para
mostrar-nos algumas bellezas poticas, ou movi-1 evangelho lhes trazem ?
mentes oratorios, j p'ara apoiar os dogmas da
religiao natural, como o de nina resurreii;ao e de
um julg amento futuro ; a nao ser isto, nada mnis.
E quanlo ao novo testamento em particular, co-
mo uiuitos d'entre nos sabiam o grego, e pro-
sumia-se que os outios souhessem, este livro nao
apparecia nem como curso de linguagom, neni
de outro modo. Nao hara mais oulro curso de
dogmtica chrislaa, nem bom, nem mo ; era o
desmo puro, c ouzo quasi dzef que, salvo a
franqueza que ahi nao tinha lugar, era um deismo
impudente. (2)
Desgostosos dcsle systema bastardo, muilos
ministros, entre oulros Mrs. Bost e. Empeylaz,
senliram-se altrahdos para a egreja calholica.
O socinianismo, diz Mr. Bosl, utn systema Io
chao, lao falso, lao nimigode todo o sentimenlo
elevado; e por oulro lado a religi.io do Roma
ufferece um systema to completo o to clstico,
admilte lao bem a f em um Salvador, procla-
ma de tal modo % doulrina da cruz, que senlimo-
nos arrastados para ella. Muilas vezesiamos S.
Germano, nica egreja romana, que havin cnto
em Genebra. Gostavamos tanlo do perfume do
incens I___Todj a poesa desta communhao
olTuseava-nos, c muilos annos passamos.com-
batidos pelo altraclivo, que sobre nos exercia es-
la egreja, e pela averso que inspirava-nos sua
idolatra. Lenibro-me que mais tarde, depois da
formaeao da egreja livre, Empeylaz eslava ainda
por tal modo dominado por urna inclinnco para
esta egreja romana, que fallava-nos della inecs-
sanlemenle ; n que fatigado, eu llie disse um da :
Pois bem fazo-te catholico, e acabe-so com
islo. (3)
Para fazer face As exigencias do lempo c favo-
recerem o schisma causado em Genebra pelos !
meihodislas. os pastores socinianos imaginaram
um meio singular para por lim as controversias
suscitadas por sua doulrina. Debaila do pretexto
de paz, caridade, e de concordia em um espirito
christo, como elles dziam, resolveram banir
toda a discussao sobre os qualro nonios, que
lhes era ni odiosos : o primeiro era a divindade
de Jess Chrislo ; o segundo, o peccado original ;
apostatar a f.ea lolcraucia em adoptar positiva-
mente o erro.
Ficemos reduzldos a perguntar-nos onde esl
o christianismo nessa egrejr apstala, que se
gaba de le-lo apurado ? Finalmente, s o
que cusa dar o primeiro passo na carreira,
iamos dizer, do crime ; mas o mesmo, tanto
vale a cousa como a palavra, e que maior crime,
com offeito, do que o perjurio e a falsidadc ? !
E' entretanto de Genebra r uo em grande par-
le nosvem essas nuvens de alfarrabistas e pre-
dicantes, que seduzem-nos s populaces. Que
O jue lhes tlaro elles
em Iroca da f que procuram lirar-lhes ? Elles
mesmo em nada cree,ro O que fjro os catho-
reis e imperadores lazerem bi9pos como fazem
prefeilos, de recusar a estes a aculdade de obri-
gar e desobrigar as conscienms.
Prisionciro em Fonlaiuebleau, o Papa Pi V/I,
lutdva anda contra o imperador, e entretanto
nao possuia mais na Italia urna polegada se quer
de terreno. Em que o seu poder espiritual se acha-
va cnto enfraquecido ? Em que foi menos ar-
dento a anliga lula entre o espiritual e o tempo-
ral ? Por ventura Po VII em Roma, principe
jio gnso da sua independencia poltica, teria sus-
tentado a conienda melhor do que a suslenlou
Pi VII prisioniro e despojado dos seus estados?
As quesles, que se lecm sustentado entre os
Papase os soberanos da Franca, nunca lverara por
icos dessas iruncadnl biblia, das quaes desap- motivo o principado temporal do3:inesmos Tapas;
parecern) a divindade de Jess Chrislo e o chrls- e nunca estes dcxaram de ser amigos da Franca,
tianismo, para darem lugai i um syslemn de sono quando ella se quiz eslabelecer e reinar
loulrina, que nesies tristes lempos em que na Italia em tempes de Carlos VIII, f.uiz XII, c
vivemos, a mais desprezivel e odenla de todas
as formas, que o espirito do mal lem tomado no
cerebro dos sectarios ? Guirde Deus, em sua
misericordia a Franca 6 preserve-a de tal rcli-
gi5o Sciia preciso" que os catholicos fossem
assaz culpados para que a mo divina de Jess
Christo, que dirige a egreja, os abandouasse is-
sim raiva dos sectarios audciosos, que os cir-
cumdani.
A. M. Jeanneret.
( Monde S. Filho ).
Da situacao da Franca c do papado na
Italia.
E* nosso intento neste ira lalho demonstrar )
situacao da Franca e do papado na Italia ; e se-
| ja-nos licito comecar por estas duas concluses,
a que pretendemos chegar:
Ia Quaesquer quesejam as apparencia?, quaes-
quer que sejam as circumslat cas, nem Roma se
pode malquistar com a Frauda, nem a Franca
cgualmentc se pode malquistar com Roma : por-
qnanto Roma tem neces9idade da Franca na Ita-
lia, assim como lambem a Franca tem ali neces-
sidade de Roma.
2a A corte de Romarorm.iis obstinada que se
lenha mostrado em nao querer adoptar as refor-
mas precisas na sua admini-traco, fir final-
mente consentir ncllas ; e s por este meio
que poder reivindicar a sua influencia sobre as
populaces que est em risco de perder.
A prime.ira deslas duas concluses assenta a
do reino da Sardenha, somos sem hesitar desie
partido, por pequeo que elle seja. Nao Igno-
ramos que grande a difncutdade. A annexiQo
da llomagne complicou tudo. A santa s se
acha espoliada ; como rcconcilia'-so eom o espo-
liador? O rei da Sardenha acceitou a annexa-
cao da llomagne; como reverle-la ao Papa ?
Nao queremos arrogarmo-nos a pretencao de in-
sinuar como tudo islo se pode fazer': somente
devemos asseverar que do inleresse da Sarde-
nha reconcilar-se com a santa s, c adoptar a
poltica dnGioberli, de Manzoni, e de Balbo, is-
lo a poltica que pretenda chegar lberdade
da Italia pur meio da uniao-de lodasas forcas e
de lodas as grandezas da mesma Italia, e' que
entre essas forcas c grandezas milito contara rom
Roma e com o papado, quem essa prmeira
escola de liberaes italianos, longe do
como um obstculo unidade italiana, conside-
rara pelo contrario como um dos meios maisclD-
Fraucisco I. Enlao o Papa, ni qualidade de
principe, combaleu at mesmo usando das ar- | cazes para essa unidade.
mas espiriluaes para defender e reconquistar a E'verdade que existera na Italia, se bem me
sua independencia italiana, para garantir os seus posso exprimir, duas especies de unidadeuni-
eslados. Alexandre VI fez liga com os Venezia- dade material, e unidade moral,
uos, com os Ilespanhoes, e rom os Allemaes,; A unidade material assemelha-se nossa cen-
afim de arrancar a Italia do dominio de Carlos tralisjco franceza : pouco caso faz das indepen-
VIII que a havia fcilmente conquistado. O mes- dencias locaes, que encara como obstculos e
mo fez Julio II contra Luiz XII. j embaracos. O seu poni de mira aunlfor-
Nao foram somento os Papas, que por fins do midade. Niio fallis aos partidistas deste genero
seculo XV e principios do seculd XVI se esfor- de unidade, em respeilar as soberanas locaes.
Caram por subtrahir a Italia do jugo da Franca : Um exercito poderoso, urna reparlico especial,
os principes italianos, grandes c pequeos,tire- un.a caxa central, eis as suis aspiraces, eis a
rain lambem nesse empenho muila parle. E nem seus olhos o ideal mais perfelo do verdadeiro
e para admirar essa conspiraran universal dos estado de cousas. Para elles em quanlo a Iia-
Iialianos contra nos, urna vez que a Franca nessa lia, de norte a sul, de esle a oesle, nao possuir
poca reinvindicava ac mesmotempo o ducado de! um s regulamento administrativo, linanreiro c
Milao e o reino de aples, islo a Italia do militar, a unidade da Italia nao ser completa,
norte e a Italia do sul. Os Italianos queriam en- A unidade moral menos exigente, menos
lao repellir do seu solo, aquelles, a quem deno- syslematica. Quando un paiz qualquer tem
minavam barbaros; nao foram, porm, bem suc- |a mesma origem, (alia a mesma lingua c proles-
cedidos; por quanlo tendo necessidado dos Iles-
panhoes c dos Allemaes pan repellirem os Fran-
cezes, mais tarde liveram necessidado dos Fran-
cezes para repellirem os Ilespanhoes.
S a unidade da Italia pJe firmar a sua inde-
pendencia, dizem por ahi. Bem sabemos que
cada eslado d3 Italia alternativamente tem pro-
curado fundar essa unidade em seu proprio pro-
veto.
Os Venezianos nislo se empenharam, o pa-
pado o tenlou no lempo de Julio II, e os Ilespa-
nhoes quasi o conseguirn] nos scculosXVIe
XVII, quando se li/.eram senhores do reino de
sua base na historia da Frai ra, e do papado de m,_;
mais de mil annos a esta p.Vte, na experiencia|*!&*_ ??.^*.fJ?*<.P?!*?"l,R-
o tercelro. a Juslcacao pelos mrito, de ^^^l^ que de 1830 ^g
Chrislo e pela graca efficaz ; o quarlo. a predes- a ^ g. I ^ ^ nf*
tiiim-rio.
Por um regulamento de 1817, que nunca foi
abrogado, estes arligos de una paz fraudulosa c
mi a Deus I supprimindo as palavras, Ihe diz, ; sacrilega foram concordados pela companhia dos
p i "que ellas sao um obstculo absoluto inlre-
mui significativa da expedicae de Roma empre-
hendida pela repblica franceza de 1849, e na
oceupacao continua pelo imperio, ha dez annos.
A segunda se funda no tcslemunho de todas
em com
pan que trate de sua reforma, nos
generosos esforgos de Pi IX que em 1816 e
1847 lentou essa rerorijja, enlao interrompida
pelo espirito rovolucionario, finalmente as re-
presciilaces de dez annos, feilas pelo governo
sa a mesma religiao, mas que em vtlude de sua
historia, e da disposicao particular do espirito
nacional, se v parlilhado em differenles esta-
dos, os partidistas da unidade moral procuram o
mais possivcl assemelhar cnlre si esses estados
dtlerenlcs, nunca pretendendo atlingir unfor-
midade. A unidade moral para produzir grandes
cousas nao tem necessidado de degenerar em
unidade material. Desta verdide nos olerece
um glorioso excmplo a historia da Allemanha
em 1813 o 181 Foi pela unidade moral que
ella se tornou indeper.denle. Em 1818 quiz subs-
tituir esta a unidade poltica ; mas sem que
intervenc,ao alguma cstrangeira a conlrariasse
nesse proposito, ella foi todava mal succedda
rem, a sua supremaca italiana no seculo XVIII,
em que a Austria se apoderou do Milanez.
Chegou a vez da tentar o Piemonte a mesma
empreza. Elle nao mais italiano do que o eram
os Venezianos dos seclos XIV e XV, nem do
que o eram os Papas, que a datar do seculo XV
Icern sido lodos elles Italianos; porm, c mais
forte do que Veneza, porque possue na Italia pelo contrario estamos na persuasio de que o ,
limbase continental mais larga e mais solida ; 'posto que nao o lenha moslrado nesles ltimos
tambera mais poderoso do que o papado, que lempos. Porm a questo esla : Qual o gene-
descanca sobre chelea electivos, ordinariamente ro de unidade que Ine mais adaptado f A uni-
por S. Pedro, com lodas as vossas forreas em soc-
corro do meu povo romano, afira de que eu ros
possa lambem soccorrer nesta vida, e depois
delta no diado juizo final. (1)
O cuidado, que tinha o papado nessa poca de
conservar boa harmona e intelligencia com os
Carlovingianos, ainda mais patente se torna n'uma
carta que o Pipa Eslevao III dirigi Carlos Mag-
no, c a seu (rmo Carlomano, no cometo do seu
reinado. De inimigos que eram dos Francezes, os
Lombardos nrocuravam larnar-se seos amigos.
Fallava-se nos casamonlos de CarU>3 Magno c a
filha de Dder, rei dos Lombardos, e do filho
deste rom Giselle, irmaa de Carlos Magno. Es-
levao III snpplicou a este ultimo que renuncias-
se essa allianca.
A diplomacia da pora de entao nao era mtiilo
considerar( polda ; e pois Eslevao III tratou abertamente es-
so projecto de casamento como urna inspiraeao
diibolici.
Que erro, meus amados e muto Ilustres fi-
Ihos, grandes reis, que erro este que se apo-
derou de vos, e que mal se pode exprimir? A
grande naco dos Francos, que est cima de lo-
dasas oulrasnaces, a vossa real familia, tao po-
derosa e to nobre, mancharem-se n'uma allian-
ca com a rara prfida e impura dos Lombardos,
que nem ao menos se conla no numero das na-
ces, o de quem passa por cerlo haverem sabido
os leprosos ?! (2)
Apezar das supplicas e das amearas do Papa,
Carlos Magno desposou a filha de Didier ; porm
repudiou-a logo no fim de um anno, e derrotou
o reino dos Lombardos.
O augmento do poder espiritual e temporal dos
Papas data da allianca delles com os Carlovingia-
nos, e da doslruirao do reino dos Lombardos. D'a-
hi por diante a Italia ronseguio fundar-se um po-
der cssencialmente laliano ; mais larde appare-
ceram as repblicas italianas, o pde-se dizer
sem hesitar que durante toda a edade media ape-
zar das frequentes invases dos Cesares da Alle-
manha, a Italia devu a si propria toda a sua ac-
lividade.
Foi esse o lempo da poesia, que floresreu com
Pelrarcha e com Danle ; foi lambem o lempo em
que renasceram as bellas artes. verdade que
foi egualmente o lempo de muilas guerras dra o
discordias.
A essa poca agitada das repblicas, succedeu
a poca dos principados italianos, que muilas vc-
ZfS chamaran) os eslrangeiros em soceorro das
suas ambieoes e rivalidades. Foi assim que se
chegou aos seclos XV c XVI, quando os eslran-
! geiros tomaram na Italia urna preponderancia de-


tiVinVi"tcnorcs- As. d.",?s PfnW>S ** i cisiva. A prepoi^ncia al dos Ilespanhoes se fir-
1813c 18i8demonstraram Allemanha qual era ; dep0ja ,i3 jorro,,, dc Francisco I em Pava,
o poder c forca da sua unidade moral, e quaes da conquista de Roma pelo condeslavel de
deviam ser tambera os seus limites. Rourbon em nome de Carlos V. o qual, prohbin-
Nfio queremos dizer que a Dalia nao seja mais' ,|0 o? regosjos pela victoria
propria para a unidade do que a Allemanha -
alcancada sobro o
que della se aproveilou a
! nexaro e subordinacao de Roma Turin. O que
flexao ganhariam com islo Franca, a Europa c mesmo
la traduccao no poni de vista legal, ena e, em I liomenagem do coracao, exclama elle algores,
rolaran s ordenancas coclesiaslicas do Genebra,' caridade e o amor da paz, sao as chaves da abo-
utii delicio debaixo deduas relaeoes
1.* Como una vwlaco das ordenancas eecle-
- as, que, determinando a doulrina, conser-
vara o dogma da Sautissima Trindade ; (I)
2.'' Porque um falso material em escriptura
aulhenliea: esta (raducfio levo por nico (i ni
apoiar as mudaneas introduzidas na instruccao c
bada do christianismo As palavras, que ma-
dama Roland pronuneiou camiuhando para o ca-
da falso, poderiam ser aqu parodiadas, e o que
ella disse da lberdade, pojer-se-hia applicar
caridade de Mr. Cheneviere : O' caridade quan-
los erimes leem sido commcllidos em leu nome!
Hoja a companhia aecusa de schisma aos pro-
na liihurgia de 1807 ; o que punha os editores as testantes que della se separaran) para fugirem s
inaos da justica. suas heresias. Nao tratamos de lomar a defeza '
Pondo de parle algumas raras excepres, a rol-: dos separatistas genebreuses ; mas seja-nos per-1
com os reis da Franra, ora com oulros principes
da Europa ; mas essas lulas dziam rcspeilo un
camenle queslo anliquissima entre o espiti-
lual e o temporal ; porquanto nao s o pontfice,
como o chele da christandado, quera submctier
os reis e os principes le chrislaa, ou mesmo
le ecclesiaslica, o estes resistiam urnas rezos
com razo, oulras sem ella ; como tambera os
res c os principes de sua pa le queriam submel-
consi-
tes
da
confederacao antes do que pela ambieo e por
meio da annexaco: por quanlo*, se ella se nao
realisar, s Deus' sabe que futuro estar reserva-
do Italia, abatida urna e muilas retes pelo es-
pirito de resolugao c d conquista. Recahir no
dominio do eslrangeiro que Ihe levar a oppres-
so em vez do repouso. Perdendo o nove centro
que procura, nao possuindo mais os centros lo-
caes que possuia alC enlao, viria ser a preza do
, primeiro que o oceupasse. e que aoroveilaria a
ter os bispos eos sacerdotes dos seus estados as \cu ,,e| pr^or da nov'a ^-^ spn)P
lecc.o de sermes impressos desde o mciado do
seculo passado pelos pastores genebienscs, olio-
rece somente incerteza e obscuridade sobre a
i.almeza e pessoa do Salvador. O maior numero
dos pregadores nao fallou delle, c os oulros ex-
Drimiram-se di urna maneira vaga e toda soci-
niana. Possuem-se 17 sermos do Amadeu l.ul-
lin, ;) de Antonio Achard,30 do l.aget,28 de llo-
milly, 8 de llochemont, 28 do Muchon, 16 de
Reyiaz, 12 de Juvenlin, 16 de Claparcde, 12 de
Joo l.ccoinle, ele. ; nesles 197 sermes prega-
d pelos pastores de Genebra durante mais de
meio seculo nao ha um s, onde se encontr una
l r.ofissoo de f sobre a divindade do Salvador! 1
Entretanto os nssumptos tratados em muilos des-
discorsos eneamnharara naturalmente os
oradores fallar delle, se a crenra deslo dogma
e-tivesse em seos coraces ; e convir-se-ha que
os oiivintes christos loriara sido mais edificados
i desenvolvimenlo dos mysteros fundamen-
i.ies da religiao, do que por engenhosas desserla-
Qes sobre a saude do corpo, sobre a amabilidadc
mittido pcrgunlar companhia, rollocando-nos
em seu terreno : O que um schisma ? Nao
a scparaeo, que fazem os sectarios, abjurando
os principios fundamentaos da f, e isolando-se
da communhao da egreja? Quaes sao por con-
seguinte os schismaticos do calvinismo ? Nao
sao aquelles, que, lendo suscitado duvidas sobre
o cbrislianismo, acbaram por nega-las, os auto-
res inflis da verso de 1805, do calhecsmo, e
dessa promessa o liosa, que prohibe aos ministros
pregaren os dogmas do christianismo, contraria !
exigida pelas ordenancas, contraria ao jura-
mento que devem prestar ?
A asserabla geral do clero do Franca dizia
em 1780 : A divindade de Jess Christo a
lnlia immutavel, que separa semprc o simples
deismo do chrislianismo Com cleito, tira i a
divindade do Salvador, desde enlao nada mais ha
na religiao, que repugne ao desta. Os myste-
ros ieam apagados, os milagros dcsapparecem,
o proprio nomo de chrislao urna va palavra,
que s tem um valor ideal, visto como Jess
chrislaa, sobre a arle de encarar os objeclos pelo Chrislo apenas urna crealura como as oulras.
favoravel, sobre a arle de extrahir o bem do : Assim os ministros de Genebra j franquearan)
o limite immutavel ; deram a mo aos deislas,
aos inimigos da l, e romperam nao s com a
egreja calholica, mas anda com lodas as socie-
dades christas.
Segundo a expressao de Mr.Cheneriere o chrs-
Dial, etc.
Nos cursos particulares dc religiao dados aos
estudantespelos professores, ha um silencio ab-
soluto dos dogmas vitaos do christianismo.
" Quando Mr. Mouod e eu, diz Mr. Merlo d'Au-
bign em um discurso pronunciado em Edmbur- I tianismo nao mais do que um mylho e a eren-
go em 1845, frequentaranos a academia de Ge- ca dos cerebros exaltados. Por que veto elles
i lira, havia um professor de. Iheologia quelimi- depois disso fallar-nos de opinies antigs, de
tava-se a dar lices sobre aimmorlalidade da al- observanlismo, de exageraco, de anliga theolo-
nia a existencia de Deus e outros assumptos des-' gia ".' Com urna lal algararia, se os levar at o
h genero; quanlo Trindade, nella nao se cria i atlteismo puro, c dc reforma em reforma, ver-
ah ; em vez da biblia dava-nos citaedes de So- se-ha que ludo tero reformado. J esto as
noca e de Phio ; Sneca e Plato erara os dous cousas muilo adanlaias, e a exignidado de seu
;.los, cujos escriplos apresentava nossa admi- symbolo um assumpto de escndalo ale em
sua propria communhao. Da-se esla conduela
vonladcs e decretos seus mais ou menos justos,
e os bispos e sacerdotes resistiam apoiados pelo
Papa. D'aqui se originaram Irequentes dispulas ;
mas que nada tinham com o Papaprincipe,
nem com a inlegridade dos estados da sania s.
Quando o Papa Innoccncio 111 ordenou a Felp-
pe Augusto que repudiasSd Ignez de Merania
para viver com a sua primeiro mullier Ingelburge,
fallou como pontificc, como depositario do poder
espiritual, e nao como prncipe.
(.londose travou a lula entre Fclippe o Bello
e Bonifacio VIII nao so Iralon dos estados Oa
santa s, mas sim do direito que Fclippe o Bello
so. arrogara de impor sobre o clero, e do direito
reclamado pelo Papa de romear os bispos na
Franca, sem nlervenco do rei. O espiritual
procurava elevar-se cima Jo temporal, o tem-
poral procurava elevar-se licima do espiritual;
porm do principado-ponlTical nunca so fez
queslo.
Quando Luiz Xlv lulou egualmente contra o
Papa, quando fez proclamar pelos bispos da Fran-
ra os qualro famosos arligos, que conloen a
doulrina da egreja gallieana, essa lula era com o
pontifico, e nao com o principe residente em
Roma.
Trazcmos memoria estos tactos, por que ha
muilo quem supponha que se o Papa perdesse o
seu poder temporal, cessaria de ser independen-
te, e cessariam como por e acanto essas lulas en-
tre esse poder c o poder espiritual. Nada disso
. Pode reuito bem ser que na Italia o Papa,
como principe, se veja mudas vezes embaracado
no exercico de seu poder pontifical pelasne-
cessidades da ordem temporal, da mesma sorte
que o principe, sendo pon fice, se veja tambera
embaracado nao poucas vezes no exercico do
se inquietar
a Italia ?
A Franca teria um subdito do rei do Piemonte
como o chefo espiritual da sua egreja, se o Papa
continuaste a residir em Roma.
A Europa calholica receberia eneyelicas con-
tra-assignadas pelos ministros do re da Sarde-
nha ; e se transferira para Tarn o punho dessa
famosa espada de S Podro, cuja pona, como
dizem, alcanca a todo o mundo. Domis seria
esle o meio Brdenle de reslabelecer as antigs
lberdades da egreja gallieana, o recahir-se por
assun dizer no verdadeiro schisma.
Quanlo Italia, o que viria a ser de Roma se
o Papa a abandonaste ? E ella o que lucrara
vendo lornar-se n'um museu o seu mais antigo
raeao.
< Quanlo aoensino, diz ura oulro ministro gc-
(1) L-se as ordenancas de 1076, arl. 6" :
Pour viler tous dangers, ct que ecluy qui!
esl receproir n'ait quelque mauvaisc opinin,,
il est requs qu'il proteste de teir la doctrine des
sants prophlcs ct aposlres, com me elle esl com-:
prinsedans le Vicil et Nouvcau-Testament; de
I aquella doctrine nous avons un sommaire en
m stre calchismo (dc Calvin).Arl. 14. Je pro-
o norae de systema mais liberal ; chama-se isto
marchar com o seculo, o que indubilavelmenlc
esl mais em moda do que caminhar com Jess
Christo. Felicitam-se de serem moderados c
loleranles. como se a moderaco consistisse em
Papa, foi o primeiro
ponto de abusar.
Os Ilespanhoes possuindo, o condado de Milo
e o reino de aples, influan) de urna maneira
imperiosa por toda a parle a que chegava o seu
dominio. Veneza achava-se impotente, e engol-
phada nos seus prazeres marchara pouco a pouco
para a decadencia. Foi enlao qne os Papas, os
quaes com repugnancia se haviam suhmettido a
esse ascendente da Hespanha, vollaram as suas
vistas para a Franca ; mas a Franca no fim do se-
clo XVI lulava lambem com esforro contra o
poder hespanbol ; eso foi no reinado do Henr-
que IV que ella recobrou a sua independencia c
a sua forra.
A dalar dosse reinado os Papas poderam ochar
na Franra apoio conlra a Hespanha, c delle se
aproveilaram, assim como oulro3 principes ita-
lianos (3). Elles nao desojaran) que os France-
zes se apoderassem da Italia, porm desejavam
encontrar nos Francezes protectores conlra a ly-
ranua da Hespanha. IConlinuar-se-ha).
(1) ligo Pelrus apostlas... qui vos adoptivos
babeo Olios, ad defendendum de manibus advor-
sariorum hanc romanara ciritatem o populuiu
inihi Deo cornmissiiui, sedcni el domum, ubi
secundum carnem requiesco, de conlaminatione
gen'.ium emendam, rastran omnium provocans
dileclionem, adhortor.... Prtostale ergo populo
meo romano, mihi a Deo commisso, prcesidia
totis vestris viribns, ut ego Potros vocatus Dei
postolus ni hac el in die fulun cxaniiuis vobis
alterna impendam palrocinia. .. (Sekrbuch der
Kircheageschichle, ron Gieselcr, lii II, pag. 30.)
(2) Quod corte si ita esl, hoc propre diablica
est iramissio, el non tam matrmonii conjunctio...
Quoe estenim.proecellentissimi filii.magni reges,
lalis desipienlia, ut penilus vel diii liceat, quod
vestra proaclara Francarum gens, quiesuper ra-
nos gentes cintel, el tam splendillua ac nobilissi-
ma regalis veslne potenlica proles, prfida, quod
absit, ac fulentssima gente l.ongobardorum pol-
liiatur, quie inn'imero genlium neququam com-
putatur, de cnjusnaiione ct leprosoiura genus
orir cerlum esl. [Lehrbuch der Kirchengeschi-
chte, von Gieseler, l. II, p. 31.)
(3) Enronlre n'uma coilecco de cartas inod-
las de Henrique IV, qne araba dc publicar o
principe Calitzin, um trecho curioso sobre a po-
litiea daquclle monarcha com a sania s .\ al-
Se a Italia prefere a sua unida- llanca da egreja, de quem sou o filho mais velho,
s!.UriL*."?m?lcaUC "1 ^^LftTSr Id0 Plilica a ,ud0 maiS- J;' "asante forte para dizia elle a um mbaindor da repblica de Ve-
,H ;m i nt*,e, P "'' ., l'or si mtsiua msegal-W. Approramos muilo noza, me mais preciosa e mais' intima que lo-
ponto chexaria a unidade que J (lnida()e Q0S estadoSi mu n-l0^rcm0S ,, soj, dMa'g 011(r,1s. N^0 hl qi|0IU ueiSl Roma or Ve.
ella o nico bem dos povos ; nao adoptamos a neza, o S. Pedro por S. Marcos, e menos cu,que
velha e triste divisa da repblica franceza : un- meus prederessores atravessaram lanas vezes os
dade, fralernidade, iudivsibilidade, ou morle. I Alpes para irem em soceorro dos Papas. Nao
Desejamos lauto para a Italia, como para a Alie- dtirdeis de que perderis parte dos vossos po-
manha, aquella unidade que as suas forcas po-' vos.se conspirantes contra as censuras. Os prin-
dem comportar. E nao vemos que na Aliena- cipes visinhos, e sobre ludo o rei da Hespanha,
nha a cvilisaco, as letras, as sciencias e as ar- seaproveitario seu prazer da vossa ruina, pois
les tenham perdido, porque Munich. Dresde, que por menos ainda Florenca. Pisa, ele, per-
renco de
prazer
com as demarcares antigs j destruidas De- | centro, a sua mais anliga grandeza ?
sejamospois ardenlemente o successo pacifico da] a unidade moral respeita todos os elementos
experiencia que actualmente tenia o Piemonte da grandeza iiiliana : a unidade material os as-
para fundar a unidade da Italia ; porque, ainda critica urna s grandeza, que ser o nico cen-
uma vez, se essa;experencia abortar, lcar a Ha- tro de toda a Italia, o seu nico futuro.
lia em peior condieco do que se achara; por
quanlo ticar mais iraca, mala impotente, mais
sujeita ambieo do eslrangeiro.
Mas, dizem, se a Franra desoja o bom xito da
unidade italiana, neste caso nao a contrario, nem
a embarace com a sua chicana Cumpre resla-
belecer a verdade sobre este ponto.
Diremos a respeilo de aples o msmo que
tica dilo acerca de Roma. Na incerteza da expe-
riencia quo lenta boje a Italia, nao dointeiesse
da Franca anniquilar a independencia do reino
das duas Sicilias.
Se as populaces da Italia meridional querem
ligar-se s popuiaedes da Italia septentrional, e
formar um s estado, a Franca nao dove impedir
,, ,. ,. luiuiui um .'u ijui. a i ,jii' nao Ul.lt! i i 'U
H porahialguml.al.ano q.ioscachc d.sposto a esse movimonl0i cm tambm dl!V0 <1jlll3^|o
e, o I," i ',. i hS .f1pslor9v^11"e Pdor | porque nao Ihe v'm inleresse al gura dedesfaze
encontrar a unidade Italiana? Ha esse que com'stns ^oprias raaos o que anda resta na
uZJ,U l prr?orr!,rC.SP,"?V'S f" "'" lMu io i'"epondencias locael E porque pro-
i0 n,, ', n'fada? Sl> h0'.q,l "0S curara ella acabar com o principado temporal
SSLi?-??'!^ PrC "" Par,1-CV,l'nr e8S8S do Papa, ou con. a independencia do reino das
suspeitas ? Ser por vcnlura prenso que em- Duas-Siilias ?
preliendamos essa unidade dc noa>as proprias
? Ain-
que ponto cliegaria a unidade que
pretenderemos fundar? Quaes seriara os novos
estados italianos, cuja annexaco deveriaraos
promover? Nao vemos seno tres, que sao : Ve-
neza, Roma, e aples.
Urna palavra 'rcspeto de cada um delles
Fomos do numero daquelles que vivamente
lastimaran) nao ter sido feila a paz de Villa-fran-
ca, tres dias mais larde, islo depois que nossa
mariiiha livesse
seu poder poltico polas obrigaces da ordem es-! se,"l,r1e achamoa muilo acertada, e mesmo boje
que ella nao tf.m mais valor sen-o na historia ;
houve, porm, una [alta que nao deixa justificar
plenamente esse tratado; e essa falta ter Ve-
neza continuado no dominio austraco. A pos-
sesso do famoso quadratfro urna qucslan pu-
ramente italiana ; masa lberdade de Veneza era
e libertado Veneza do jugo dos Stuligard, c Weimar desde longa data nao sao ca- i deram a sua independencia. una invenro
Tres dias mais, dizem os que della becas ^ proleiluras prussianas ou austracas. i Satans que procura entraquecer os chrislos se-
Ditas estas palavras sobre a unidade da Italia,] parando-os, quando o seu inimigo commura se
que boje a grande questo do da, passemos t acha em aperlos [o Turco). Ser preciso chegar a
situacao do papado na Italia, c sua unio ne- nina composiro, ou enlao ronservar-so elerna-
Auslriacos.
laziam parte, leriamns entrado no porto de Ve-
neza, o seria livro a velha rainha do adrialico.
Fomos grande partidista da paz de Villa-franca,
prllual. Nao deixa de ha -er em ludo islo com-
plicages, nas complcaci's que veem ao caso
sobre a lula immemoiial'00 temporal com o es-
piritual.
Qual sobrepujaro principio espiritual ou o
principio temporal ? Quem reinar, quem go- urna queslo europea : pois que para a Franca era
remara coroa ou a tirr), a espada ou o ba-la expiaco da falta do Campo-Formio, c para a
cvilisaco um bem 110 futuro.
(2) Rosl. Memoires. t. I, p. 25.
(8 Bost. Memoires, p. 33 o 34.
(I) E' duro ser ministro sociniano, dizia o his-
po \Vilson, fallando do Genebra ; lem-se apenas
n:cts el jure aussi de garder les ordonnauc.es ec- 2,000 fr. por anno n^sta cidade, o est-
elsiasliques, ainsi qu'cllcs onl est passes par demnado a pagar oulro lano lt is a ha
le Pell et Grand-Cunscil de cello cit. to be a socinian minisler.
culo? E' esla questo que lera de ser registrada
as paginas da historia moderna.
Suppor-se que tirar-se ao Papa o seu princi-
pado temporal na Italia sci o mesnio que arran-
Car-lhe a sua piepolencia espiritual, un gran-
de erro. O Papa poder nao querer mais resi-
-se con- dreni Roma, nem pcrissi dcixar de ser Papa,
rl thing e chefe do esplritualismo atholico, nem por isso
dcixar de ler sempre poc er, quando aprasa aos
FOLIIETIM
c^^s&x
ron
Cersollc almocou modestamente c preparou-se ou as Tulherias, j teria mais de oieia duzia
para visitar o lugar, quando a criada deleve-a 1 de amadores,
aptesentando-lhe a conla do que dara. A's qualro horas Ceriselte deixou o seu banco e
Mas eu hei de rollar para janlar c ceiar, foi al Sant-Cioud, onde oomprou pao e fruclas.
; disso Ceriselte, nao saio boje da sua cslalagera. Com isso voltou para o paique, inelleu-se pelas
~ Nao mporla, minha senhora, aqu coslu-1 al?as "'iiM. janlou pagando e rolln a es-
me pagar-se todos os dias.
A mora comprehendeu que 0 embrulhozinho
PAULO DE KOCK.
XVIII
O parque de Saint-Cloud.
(Continuaco.)
Cerisetle balbuciou um slm apenas inlelligivel
c dispedio-a logo para deilar-se. Mas a creada
voltou e disse-lhe :
E' verdade Como se chamma, minha se-
nhora ?
Chamo-me.... Ceriselle.
Como diz ?
Ceriselte.
Ah a senhora Ceriselte.
Sim.
E' um nome exquisito. Boa noile, minha
senhora. A que horas quer que a accorde ama-
nlia ?
Acordarei sosinha.
Como quizer. Boa noile, minha senhora.
Um bello sol dardpjava seus raios sobre a
grande ra de Sevres, quando Ceriselte abri a
sua janella para respirar o ar puro da tnanha,
t.'io agradavel no rnez dc selembro.
Dalii vio o cimo dessas bellas arvores secula-
res que do sombra ao parque de Sainl-Cloud.
Mas a moja deilou cm torno dc si tristes otila-
res, porque senlia-se muilo s para gozar do
painel de um sitio novo. S duas pessoas po-
den) viajar semprc ; necessario que tenhamos
que Irazia comsigo nao inspirara confianza es-
lalajadeira. Pagou porlanto a sua conla de cin-
cocnla sidos, trinta pela dormida e vinlc pelo
almoco.
E' muilo mais caro do que em casa dc
Chatoiiill disse ella comsigo. O meu dinheiro
vai-se n'am inslanle, se eu janlar aqu. Nada ;
vou janlar Cora.
O especio do parque de Saint Cloud dislrahio
Ceriselle dos seus pensamentos ; admirou esse
passcio de um aspecto to nobre e magestoso ;
jsenfio-se mais feliz ; tornou a ser quem d'anles
' era vendo-se quasi s as compridas aleas, po-
dendo vontade olliar c parar para admirar. Ce-
lalagem, pouco antes do anoilecer.
A senhora sem duvida quer jantar ? pergun-
tou-lhe. a criada.
J jantei, respondeu Ceriselle.
Ah cnto a senhora jantou em Sainl-Cloud.
Jantei onde quiz.
Esl no seu direito... mas eu o que quera
era dizer scniora que en Sainl-Cloud esolam
os viajantes.
E na sua casa ?
Na nossa casa.... rie tanto como em Saint
Cloud.
Ceriselte deilou-se muilo cedo ; o somoo um
refugio contra o aborrecinenlo, os cuidados e a
ociosidade.
No da seguinle, depois de let almocado, diri-
gio-se para o parque.
Por conseguidle devemos na Italia ser favora-
veis lodas as circumstaucias que poderem con-
correr para a libertario de Veneza. {'. urna di-
vida esla que nos rslou pata saldar da guerra
de 1859.
Agora Boma.Se ha na Franca ou na Italia
q uern desoja ver modilicaiem-sc pouco a pouco-
as graves lomplicaces que sepaiam a sania s
cessaria com a Franca, comanlo que esta nao
queira all conservar possesses.
II
Quando no seculo VIII da nossa era os Papas
viram-se abandonados pelo imperio do oriente,
bastante fraco para defende-los, c ao mesmo
lempo amearados pelos Lombardos que, senho-
res da Dalia septentrional, procuraram apode-
rar-se de toda a Italia, elles recorrern] aos
Francos, Pepino o breve, c a Carlos Magno. O
Papa Eslevao II snpplicou Pepino o breve que
fosse em seu auxilio, o para mais tocar o coracao
do rei da Franrqj fallou em nomo de S. Pedro.
Era S. Pedro qu exiga de seus lilhos adoptivos
; que defendcsseiy Roma conlra os ataques dos
seus inimigos, Roma, islo o lugar em que re-
pousa o seu corpo, e que era preciso subtrahir
profanaeo dos gentos. Viudo, dizia o Papa
1 selle al enlao nao vira cousa que se podesse No oulro da repeli o mesmo passelo. Passa-
comparar esse parque. j ram-sc assim seis dias e Vngely sem apparecer.,
Comodovo spr feliz quem mora nesla ter- Cerisetle comecoii a achar o parque mais telo, o
ra disse comsigo a moca ; rfbde lodos os dias go- lago menos admiravel, as pessoas que passavaro
zar desle bello passeo.. pode vir aqu ler ou monos bem trajadas, ou antes a tristeza que se
passeiarcomo aquellas senhofas que alli vejo.... Ihe ia apossando do cora;ao robria com o seu veo
Ouem lem filhos pode Iraze-los aqu para brin-j sombro lodos os objeclus que a rodeiavam, oque
E' urna familia, prora que nos vemos tai lo com o nosso coracao
va em Sevres, e ia regularmente todos os das
sentar-sc no parque, perto dos banhos de Apol-
lo, onde ficava algumas vezes al s cinco ho-
ras da larde. Foi como costumava sentar-so no
seu banco habitual,eimmersa ern consideros que
reflecliam sombra tristeza sobre seu lindo rosto,
nao reparou n'um passciador que parava alguns
passos longe della, e pareca examina-la atienta-
mente, porm antes com inleresse do que com
curiosidade.
Quando a moga levanlou os olhos, o hornera
afTastou-so como quo envergonhado da sua in-
discripro,: mas nao se retirou lao de pressa que
nao dsse a Cerisetle tumpo de ver-lhe o rosto,
que julgou reconliecer. Procurando em suas re-
cordarles disse ao cabol de um instante :
Ah! j me lem tiro onde vi esle senhor...
Foi no escriptoro das seges em Pars... Foi elle
que me fallou com tabla polidez... Pareco-me
hornera de bem o inspirou-me confianca... Talvez
moro nesla Ierra... Sei tornar a vc-l procurarei
fallar-lhe, explicar-lhc-the a minha posicao, pc-
dr-lhe-hei conselhos... Ah eu preciso lano de
car.... Deve ser bom ler lilhos
substitu- pai, mai, ludo o que eu nao lenho. 11'
bem triste scr-se sozinha no mundo !
Depois de ler passeiado algura lempo, Ceriset-
le fui ao lago ; parou, porque j havia dado
i meio da : senlou-sc em um dos bancos que havia
; sob as arvores, dizendo comsigo :
Deve ser aqu o lugar da entrevista.,.. Nao
provavel quo elle venha hoje. Nao importa,
i esperemos 1
Passaram-se algumas horas muilo rpidamen-
te. Ceriselle nao se enfssliava de admirar o que
como com os olhos, a menos que tenhamos dessas
almas seccas a quem nada commove, e cujos olhos
nao sao obscurecidos pelas lagrimas.
Todas as notes, antr: de deilar-se, Ceriselle
contara o seu dinheiro, com a mais eslreila eco-
noma gastava perto de tres francos por dia ; por-
que era necessario dormir cm alguma parte o o
seu estomago nem sempe se accommodava com
janlar fructas.
Todas as manhas anles de sahir pagava a sua
despeza na cslalagera, es donos nao eram capa-
ito des-
un amigo!... ngel) que nao apparece, oh I
raen Deus o que ser de mira !
E foiacompauhadoo ucsconhecido com os othos
em quanlo pode-; ums vez vio-o vollar-se para
olhar para ella, mas u'sha pouco vio-o desappa-
recer por entre as arvofes.
Ceriselle voltou para a estalaaem mais triste do I
que costumava : senta! um encommodo, umafa-i
diga que esperava ver dissipar-se descansando. I
Mas pelo contrario, acordou no Oa seguinle cora !
urna febre vilenla ; fui impossivel ergucr-se da ,
cama.
Minha senhora, disse-lhe a criada, vou man-
dar fazer cha, tisanas p j se vai chamar o me-
dico.. Fique descansada ; aqu enconlram-so lo-
das as drogas... Vou j casa do boticario pe-
dir-lhe algum charope
Nao quero rcmed
para febre.
ios nem medico, disse Ce-
a quem communicar as nossas sensagoes, sorpre.- I roueiava uc o)nni. |(ara a3 scnhoras elegantes I zes de fiar-lhc. porque j pareciam raui
zas e prazeres mas so se a natureza nao nos ha e de r emquanoo fmKnm pelo parque, contentes do que janlasse fora.
- dolado desses caracteres fclizes quo nao geram ir.m ..J1. ,,,1.:,' D..;. ., .i I rom HtniJi ,Q m ...1. s
quo nao gera
cuidados, que nao comprehendem nem os enfa-
dos da ausencia, nem as inquietaces do futuro,
saudaremos sempre um silio deseonhecido com
um suspiro, porque ha sempre no fundo de nos-
sa alma, um pezar, urna saudade por alguem
que nao esl ao nosso lado para partilhar o nosso
prazer. ____ ________
/l Vida n p./i-.rt n 172
Eram muilas vezes habitantes do Paris que ali
iam ostentar sua ociosidade e elegancia. A mo-
ga quzera ter vinte olhos para admirar esses
trajes elegantes e esses corpos dignos de vcsti-los.
o parque de Saint-Cloud, o isolamcnlo do Ce-
riselte nao era reparado, porque uns julgavam
que eslava com urnas creancas que brncavam
e poucos passos della ; oulros presumiam que
astari.i \ psnpr de alsupjn. Non Camons Elvsios
Com o dinheiro qie me resla nao poderei
ir longe, pensava a pobie moga, e Angely que
nao apparece... Creio mismo quo nao vira... Mas
enlao para que me supplicou tanto que o acora-
pauhassi! ? Eu nao devia dar i vidos s suas bel-
las palavras... Ah 1 quo se nao fosse a aventura
do celleiro eu nao o liria acompanhado. Mas
cnto pireceu-me que rao podia mais icar.
Havia mais de urna semana que Ceriseilo esta-
risetle ; a minha molestia cansaco ; deixem-
nie repousar.
Talvez comesse alguma cousa ruimem Saint
Cloud. A senhora esl com muita febre e nao se
sra sem medico. Eu uo quero que morra em
minha casa 1
Tambem nao lecho esse desejo.
Pois vou fazer chB.
A pobre doente tinha medodos mdicos e dos
remedios, porque atormentava-a um pensamenlo :
Como pagarei tudo isso? Entretanto, apezar
da sua resistencia, como a febre nao a largara,
acia, como a n
foram chamar um medico, que foi ve-la, esami-
nou-lhea lingua, spalpou-lhc o pulso, e passou-
lhe urna reccila, dizendo :
Isso nao nada, s vollarci amanhas.
Nao vale pena, senhor, disse a moca,
melhor nao vollar.
E porque, minha filha Voss est doente
No.devo estar doente, porque nao tenho di-
nheiro para pagar ao medico.
O doutor sorrio e respondeu :
Nao se afllija por isso. mademoiselle, trata-
la-hci sem relribuico e ento vollarei (arde.
Ceriselte quiz agradecer ao medico, que relirou-
se dizendo-Ihe que licasse tranquilla ; excellenlc
conselho, mas muilo dillicil de seguir na posicao
cm que a moca se achava. Ah se os mdicos
podessem lambem curar a alma, quo rpidas se-
riam as convalescenras O que augmenlava os
tormentos dc Ceriselle, era o roceio de que An-
gely fosse entrevista que Ihe tinha marcado,
emquanto ella eslava amarrada cama.
Entretanto, grapas aes cuidados do medico, ao
cabo de oilo dias eslava Ceriselle completamente
reslabelecida e em eslado de recomer;ar os seus
passcios. Sou primeiro cui jado foi pedir criada
a conla do que devia ; esta Irouxo-lh'a immcdia-
tamenlo, dizendo :
Eis a conla do que temos fornecido, minha
senhora. O medico disse que j eslava pago, e
que a senhora nada devia ao boticario.
Ceriselle experimpntou um vivo senlimenlo de
rcconhecimenlo por esse medico que exercia lao
bem a medicina o a caridade. Mas deilou Ire-
j mendo os olhos para o importe da conta da es-
lalagem e sentio um aporto de coraro, vendo
que o total era de vinte e dous francos cincoenla
cntimos, somma enorme para o eslado de suas
Borneas. Balbuciou :
Como 1 pois eu lhes devo ludo isso! E no
\ cntanlo nao pagaram nada ao boticario ?...
Isso ludo ? A senhora esl gracejando 1 En-
lao o cha, o assucar, o fogo para aqnenlar as ti-
sanas, a roupa que se deilou na cama, e as nos-
sas caminhadas I Ah I acha que caro ludo por
vinte e dous francos ? Mas se tiv'esse cahido do-
ente em Saint-Cloud, pagara cem pelo menos e
havia dc ler tisanas sera assucar.
Ceriselte nao disso mais nada ; pegou tremen-
do no seu dinheiro, porque recelara nao ter com
que pagar o que devia ; roas restaram-lhe dez
sidos, saldadas as contas. Tornou a fazer o seu
pacote, p-lo debahto do braco e sahiQ da esla-
mente srhismalica. Finalmente nao acho que a
revogaco dos vossos decretos tenha tantos in-
convenientes, quanios pode ler o vosso divorcio
com a sede apostlica (MalheusHenrique o
Grande, 1. III, p. 746). E como o cmbaixador,
depois de muilo se haver eslendido sobre o peri-
go que vinha para a aulondadc civil das prelen-
ces dos Papas, pergunlasse afinal Henrique IV
o que deveria delle esperar, no caso de que ti-
ressera necessidade de appellar para as armas,
Ihe foi respondido raui francamente na galera do
l.ouvre a 25 de Janeiro de 1G07 : Que elle se-
ra em lodo o caso a favor do Papa ; mas que
envidara os seus esforros para que as cousas nao
ehegassem lal exlrcmidade : que so os Vene-
zianos rcciisassera as condicoes que fossem razoa-
veis, vr-se-hiam em rani"pouco tempo a preza
dos seus vizin-hos.
lagem com dez sidos na algibeira A criada cor-
reu atraz della grilando-lhe :
Ento nao almoca boje?
Nao tenho fome."
E leva a sua trouxa ?
Levo, porque nao volto.
E a moca deixando cahir a cabera para o peilo
com os olhos baxos, drigio-se de novo para o
parque de Saint-Cloud.
XIX.
Um moco si su do.
Digam os philosophos quanlo quizerem que de-
vemos supporlar sem murmurar o al com o
stoicismo, os golpes da adversidade ; escrevam a
esse respeilo bellas paginas, pensamenlos bonitos
e espirituosos, em que o tlenlo do escriplor esl
mais em relevo do que a verdade das mximas ;
quando do lo bellas lices, quando pregam a
roragem aos infelzes, estejamos cerlos de quo
lodos esses homens esto de estomago cheio e
lera urna boa cama para dcscanrar,
Assim Sneca, nadando em ouro.compunha um
Iratado sobre o desprezo das riquezas. Que po-
bres philosophos foram todos os homens da an-
lguidadc 1 S Diogenes se mnstrou feliz no ssu
lunnel ; mas Diogenes era um lonco cheio do
vaidade, e sua philosophia era aborrecida ; e por
isso nunca houve quem preslasse muitu crdito
ao dilo do famoso rei de Maeedonia. Se uo
fra Alexandre, quizera ser Diogenes.
Se Alexandre o Grande disse essa palavra, nao
Ihe faz muila honfa, ou ento talvez nessa licite
tivesse bebido a fartar fra, o que como todos
sabera. succedia frequentes vezes esse Ilustre
conquistador, que. levou o orgulho al se fazer
chamar filho de Jpiter. Dahi a viver dentro de,
um lonnel, vai muilo.
Vio fallar de philosophia urna nia que ara-
ba de perder seu filho, a um pai dc familia que
nao lem pao para levar casa, ou essa pobre
mora que, sem prenles, sem amigos, sem asylo
em um paiz que mal conhecia, achava-se, levan-
lando se de urna molestia, apenas com dez sidos
na algibeira.
E se elle tvesso ido procurar-me no par-
que emquanto cu eslive doente 1 dizia Cerisetle
pensando em Angely. Como o saberia 1 De quem
me informar ? Mas nao I ha alguma cousa que
me diz quo elle nunca tencionou x\t procu-
rar-me 1
(ConinnaPTe-na.)


t \
PfiRN. -TYP. DE ti. P. DE PARIA. -186a
Y
i
l


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