Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09117


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Full Text
AMO XXXYI. HOMERO 166,
Por tres raezes adiantados oSOOO.
Por tres mezes vencidos C$000.
QUINTA FEISA 19 DE JDLHO DE IS60.
Por mi adiantado 19$000
Porle l'raiico para o subscritor.
ENCARREGAD05 DA SUBSCRIPCAO* DO NORTE*
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veir.i; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Cuimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Junior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. .Irronvmo da Costa.
1'AUllK.v D5 UKUElUs.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguanss, Goiaana e Parahiba as segundas
c sextas feiras.
S. Anlo, Bezcrros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as Ierras feiras.
Pao d'Alho, Na2are!h, Liraoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una, Barreiros.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os corrcios parlero as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO HEZ DE JULHO.
3 La cheia a 1 hora e 47 minutos do, manhaa.
11 Quarlo minguante as 3 horas e 38 minutos
da manhaa.
18 La nova as 12 horas da manhaa.
25 Quarto crescente as 3 horas e 20 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE IIOJE.
PrimeirD as 6 hora9 e 6 minutos da manhaa.
Segundo as 6 horas o 30 minutos dt tarde.
ALDINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco : tergas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Priraeira vara do civil: tercas c sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados ao
meio dia.
PARTE OFFICIAL.
Ministerio la fazenda
EXPF.P1F.ME DO DIA 19 DE M AIO DE 1860.
A thesouraria do Rio Grande do Norte, man-
dando abonar ao amanuense Birillo Lcj Sarai-
va, a gralificago de 200) rs. [ido servigo extraor-
dinario que prestara por occasio do naufragio da
galera ingleza John and Lucy.
22
A' thesouraria da Parahyba, mandando infor-
mar se j se eTccluou, e por que precio, a venda
do pio-brasil qne existe armazenado na provin-
cia, e no caso negativo, quacs as dfficuldades que
teni obstado, declarando ao mesmo lempo a quan-
tidade da madeira.
24
A'thesouraria do Para, annullando o ultimo
oncurso para as vagas de pralicante, e mandan-
do dar maior prazo para que os concurrentes se
habilitcm.
- 25 -
A' directora geral do contencioso, communi-
cando que o tribunal do thesouro, em vista da
representado da directora geral da tomada de
tontas de 19 do corrente, resolver que nos casos
de concessao de moratoria aos devedores da fa-
zenda nacional para pagarcra seos dbitos por
preslaces, se deve marcar aos mesmos devedo-
res o prazo de quinze dias, afim de accitarem as
letras do estylo, c assignarem o termo do res-
ponsabilidade que lem de garant-las ; findo o
qual, se assim o nao cumprirem, se proceder
inimediatamente cobranca executiva das divi-
das nos termos da segunda parte do 3." art.
'> do decreto n. 2,548 de 10 de marco deste
anno.Expedio-sc circular s thesourarias neste
sentido.
A' thesouraria das Alagoas, annullando o
ultimo concurso para os lugares de amanuense e
escriturario, nao s pela insnfficiencia das pro-
vas, como porque nao se observaran as dispusi-
eses do decreto de 14 de marco prximo passa-
do ; eumpriisdo portanto que se proceda a novo
concurso.
- 26
Ministerio la guerra.
EXPEDIDME DO DIA 29 DE MAIO DE 1860.
Ao ajudantc general, remitiendo, para que
sejam executadas, as entencas proferidas pelo
conselho supremo militar de Justina, os proces-
sos verbaes fritos s pravas dos corpos do exord-
io abalxo mencionadas.
Tencnte reformado Joo Guilhcrme Mariath.
1" regiment de cavallaria.
Io cadete Castriciano Marques de Gouvea.
Io balalho de artilharia a p.
Io cadete Io sargento Pedro Mara Sanches da
Silva Brandao.
Particular 2 sargento Alexandrc de Azcredo
Coutinho.
Particular furriel Antonio Gomes Baplista
Junior.
Batalho do engenheiros.
Soldado Joaquim Rodrigues da Silva.
Io batalho do infantaria.
Soldados Mauricio de Castro Campello, De-
metrio Pires Frazo, Francisco Xavier da Silva.
5o batalho de infantaria.
Soldados Crispim Onofre Ferrera Serra, Ma-
noel Jos de Santa Auna.
7. batilho de infantaria.
Soldado Antonio Benedicto.
10. balalho de infantaria.
2o cadete 2o sargento Manoel Carneiro Leal Ju-
nior, soldados Elisardo Antonio Ribeiro, Ge-
raldo Antonio Ferrera, Claudioo Rodrigues da
Sflva.
11. batalho de infantaria.
Soldado Eusebio Savedra.
Meio batalho do Piauhy.
Soldados Bernardo Rodrigues Pereira dos San-
tos e Benedicto Soares Montciro, e Io cadete
Nelson Cesar Brandao.
Meio batalho do Cear.
Soldado Francisco Benio de Qliveira.
Corpo de guarniro fixa do Goyaz.
Soldados Vctor da Gama e Firminu Jos de
Almcida.
Companhia de artfices da Babia.
Soldado Arislides Romo
Ao presidente da provincia de Ternambu-
co, declarando, em resposta ao seu oflicio n.
189, do 2 do correte, acompanhando copia de
DAS DA SEMANA.
16 Segunda. Nossa Sonhora do Carmo.
17 Terca. S. Aleixo; Ss. Victoriannoeoulrosmm.
18 (Juarla. S. Marinha v. m. ; S. Rufino b.
19 Quinta. S. Vicente de Paula, f. das rs. de c.
20 Scxla. S. Jcronyrao Emiliano ; S. Elias prof.
21 Sabbado. S. Prxedes v ; S. Claudio m.
22 Domingo. S. Maria Magdalena; S. Menelo m.
ENCAKREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SLL,
Alagoas, o Sr. Claudioo FakSo Dias; Bahia,
Sr. Jos Martin* Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do bmrio Manoel F/jaeiroa de
Faria.nasua livrar3 praga da Independencia na.
6 e 8.
.V thesouraria do Para, declarando, em respos- q,,c lhe/-lrl810 coronel director do arsenal do
ta ao seu onicio de 10de abril ultimo, que na dis- I >'uerra da mesma provincia, que pode mandar
Iribuicao geni de crdito para o exe-cicio de 1860 !,,or cm arrenialacao o fardamento e equipamenlo
a lSfil ser concedido o de l.SOOjJ par a coni-
pri de bomba de apagar incendios, o oulro sini
quo nao lia necessidade de augmento da quaotia
de 57(1-5 para o expediente da alfandega, e sobre
tudo pedindo a respectiva inspecioria lo smen-
le 100$ 1 nao s por haver saldo de maior quan-
tin no rredilo concedido para as despezas rutati-
vas i servigo martimo, como tambem porque al
somma despendida com a conslrucco da casa de
madeira para a conferencia dos gneros de ex-
p'>rt;i<_.rio deve ser levada verbaObras,e a
despeza com a compra de una balanra pnra o
servieo da mesma casa deve sabir a verbaCa-
patazias ;e por esta occasio se ordena the-
souraria que preste com urgencia as informacoes
que I he foram exigidas pela ordem n. 6 de 11 de
Janeiro ultimo sobre a construcro de um hiate,
liem assiffl que informe se a alfandega prensa-
r para seu serviro de guarda-costa de um hiate
e de una baleeira vela.
29
Circular s thesourarias, mandando informar
se as corporacoes de mo morta que obtiveram
dispensa das lea de amortisajo para adqnirirem
bens de raz, tem pago os novos e velbos dircitos
a quo esto sujeias. em virtude do S 32 da ta-
bella annoxa lei 253 de 30 de novembro de
18 il, nos termos da rccommendaro do ministe-
rio da justiga aos presidentes "das provincias.
provedor de capellas e juizes do dreilo da corto,
iiiij . que ella se den conhecimento s thesourarias cm
circular n. 58 de 18 do dito mez de outubro ; fi-
cando as ditas thesourarias na intelligencia de
que devem communicar regularmente ao thesou-
ro a execui.o que forem lendo as circulares e or-
dens que lhes sao dirigidas.
30
A' thesouraria de Pcrnan buco, declarando, em
soluc&o duvida proposta em seu oflicio n.120
de 29 Je........1*59. que a dispesico da oidem
ii. 16 de 7 de julho do mesmo anno, expedida a
urna thesouraria de segunda ordem, nao pode
servir de regra para as de primeira, porquanlo
nesta=, alm do inspector e chefes de seceo, ha
o contador e o official-maior, no Impedimento
i!os quaes, como no daqnelles, so d verdadeira
subs'ituion, formando urna s classe os prati-
canlcs e e escripturanos da conladoria, eos olli-
ciaes e amanuenses da secretaria, emquanto que
as de segunda ordem tem s o inspector, chefes
de seceo, e um official da secretaria em enjo
impedimento ha tambem lugar a referida substi-
tuirn, considerando-se de urna s classe os pra-
licantea c escriptnrarios da ccnladoria.e o ama-
nuense da secretaria Que por coDseguinle ao of-
ficial da secretaria da mesma thesouraria de Per-
nambuco, l.uiz Francisco de Sampaio e Silva, as-
sistu pleno direito a perceber a quinta parle dos
respectivos vencimentos pelo tempo que tem es-
lado e estiver exercendo as funeces do official-
niaior, actualmente em commiss em outra qual-
quer provincia.
31
A' thosouraria do Amazonas, mandando dar
as providencias nescessarias para que sejam to-
madas com brevidade as contas do ex-lhesou-
reiro do da mesma thesouraria Manoel Thomaz
Piulo.
Ministerio da marinha.
EXPEDIRME DO DIA 19 DE MAIO DE 1860.
2.a seceo.A' presidencia da Parahiba, de-
clarando, em resposta ao oflicio em que o ins-
pector da thesouraria de fazenda suscita duvi-
das e pede esclarecimentos sobre aexecugo do
aviso de 30 de novembro prximo passado, que,
o se podendo em face das disposiges vigentes,
alterar o processo da venda dos salvados, deve
mandar arrematar em hasta publica, por um
empregado da thesouraria de fazenda, o escalcr
da barca chilena Manuel Monli, a que se refere
aquelle aviso, prelixado, sob audiencia da capita-
na do poro, o mximum do prego pelo qual
pode convir semelhante acqusico."
22 *
2.n seceo. A'presidencia de Pernambuco,
communicando que foi indeferido o requerimen-
to do pratico Manoel da Silva Noves, porquantos
Dio tendo sido os servicos que allega prestado,
como memhro da assoctaco dos praticos dessa
provincia, e sim antes de creada tal instituico,
nao lem o supplicante direito ao beneficio do arf
6 do regulamenlode 28 do fevereirode 1854.
-26-
A' presidencia do Para, transmiltir.do o
aviso regulamentar para o servido dos pharole-
tes collocados no rio Amazonas, e recommen-
d3ndo que lenham lugar com brevidade as no-
meac'es do pharoleiro e guarda de cada um dos
referidos pharoleles.Deu-se conhecimento ao
ministerio da fazenda, conladoria e ao conse-
lho naval.
-31-
A' presidencia da Parahiba, declarando-lhe,
para o fazer constar thesouraria de fazenda e
capitana do porto, que o producto das multas ar-
recadadas no cofre respectivo, de que trata o art.
113 do regulamenio decreto n. 447 de 19 de
maio de 1846, nao deve, em vista do art. 7 do
mesmo regulamento, ser applicado compra de
material sem previa aulorisacao desta secretaria
de estado.Communicou-se conladoria.
l'ie se liver do manufacturar, em conformidade
da circular de 17 de margo deste anno.
Ao presidente da provincia do Para, re-
metiendo as notas do fardamento o oulros arti-
gos que, pelo arsenal do guerra da mesma pro-
vincia devem ser fornecidos ao corpo de guarni-
ro da do Amazonas : e tambem a 1.a va de
conhecimento dos medicamentos mandados do
arsenal de guerra da corle no palhabole nacional
I'iedade.
Ao da do Maranho. idem a do-ardamento
que pelo respectivo deposito de artigos bellicos
so deve foinocer a 2." e 8.a companhias de pe-
destres da mesma provincia ; e tambem a 1.a via
de conhecimento dos medicamentos mandados do
arsenal de guerra da corte no palhabote cima
mencionado.
Ao ajudantc general do exercito. mandando
dar baixa do serviro, por se acharem comprc-
hendidas as disposices do art. 4." das ins-
trueces do Io de maio de 1858, s seguiotes
pragas :
Meio bataiho de caradores da Parahiba.
Soldado Manoel Francisco do Nascimento.
Meio batalho do Cear.
Soldado l.uiz Antonio Tavares.
2
Ao presidente do Cear, aecusando a recepro
do relalorio da commiss encarregada dos repa-
ros do quarlel-mililar da capital da provincia, e
do orcamento dos diversos irabalhos a reasar-
se ; e nutonsando a mandar proceder na fortale-
za de Nossa Senhora da Assumpco aos colicor-
tos julgados mais urgentes e pelo engenheiro da
provincia oreados em cerca de 3705.
Ao da provincia do Maranho, dcvolvendo-lho
o termo de inspeceo de sade porque passou o
capilo do dcimo batalho do infantaria Jos Joa-
quim da Silva Rosa, para que a junta que o ins-
peccionou declare se incuravel amoleslia que
solro o mesmo capilo, porque, a nao so-lo, o
ar recolher ao hospital para Iralar-se.
Ao da provincia do Para, em resposta ao
seu ollicio n. 82, do i de maio ultimo, autori-
sando a remetter para esta corte, afim de ser re- i
colhido ao hospicio de Pedro II, o prezo para [
sentenciar de que trata no dito oflicio, visto achar- i
se atleclado de alienaco mental.
Ao da do Pernambuco, que a reposlro oxi- :
gida pela thesouraria de fazenda, do que de mais
foi abonado para etape c forragens aos corpos
estacionarios na mesma provincia, at a data em :
que principiaram a vigorar as tabellas spprova- ;
das pelo governo, nao pode ter lugar por terem
sido aquelles vencimentos recebidos em boa f,
como j se tem decidido em casos de idnticos.
Ao presidente da de Pernambuco, appro-
vando a deliberaco que lomou de mandar sus-
pender e recolher" preso capital o commandan-
le da companhia de pedestre de Tacaral Luiz
Antonio Ferraz Junior, afim de ser responsabili-
sado pelas graves faltas que Ihe sao imputadas.
Ministerio do imperio.
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios do
imperio em 9 de julho de 180.
Illm. e Exm. Sr.Pedindo o gerente da Com-
panhia Pernambucana em officio do 1. do mez
lindo, quo se Ihe declare, se pelo teor da con-
sulta da seceso dos negocios do imperio do con-
selho de estado, de que trata o aviso deste mi-
nisterio, de 6 de marco prximo passado, pode a
mesma Companhia estender o linlia do porte
alm do porto da cidade da Fortaleza a pozar do
disposlo na condiro8."do novo contrato, anne-
o_.io decreto n. "2,511, de 14 de dezembro do
1859, lenho de declarar n V. Exc. que, eslabele-
cendo a dita consulta o principio de que o pri-
vilegio concedido CompanhiaMaranhense com-
prehende smenle a navegado entre os portos
mencionados no respectivo contracto, ica en-
tendido que a Companhia Pernambucana, pode
levar scus vapores com passogeiros e cargas a
qualquer dos referidos porlos, e d'estes para os
de seu privilegio, ou para outro que nao esteja
comprchendido no da Companhia Maranhense,
bem como fazer navegaco os seus vapores en-
tre um e oulro porto d previlegio desta Com-
panhia, com tanto que n'este caso nao transpor-
te passageiros e cargas, o que communicoa V.
Exc, em additaraento ao citado aviso de 6 de
mareo, e para que o faca constar aos iosteres-
sados.
Dos guardo a V. Exc.
Joo de Almeida Per.eira Filho.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Cumpra-se e publique-se.
Palacio do governo de Pernambuco 16 de ju-
lho de 1860.
Leito da Cunha.
Governo da provincia.
EXPEDIENTE DO DA 17 DE JLN1I0 DE 1860.
Oflicio ao commandante das armas.Ordene
V. S. ao commandante da fortaleza do Brum
que deixe sahr a barca nacional Atrevida, fi-
cando sem elToito as ordens expedidas em 11 do
corrente acerca da mesma barca.
Dilo ao presidente da relago.5irva-se V. S.
de habillar-me com a sua informaco salisfa-
zer o que se exige no aviso expedido pelo mi-
nisterio da jualica em 27 de junno ultimo, junto
por copia.
Dito ao commandante da eslaco naval. De-
clarando-me o inspector do arsenal de marinha
cm oflicio de 13 do corrente, sob n. 291, que
por falta da aprezenta<;o dos competentes pedi-
dos tero deixado de salisfazer o fornecimento,
que ordenei, de objectos necessarios para os
concertos precisos no fundo do vapor Viamo,
recommendo a V. S. haja de providenciar a res-,
pcito, como fr conveniente.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Devolvendo a V. S. asfolhas que vieran) anne-
xas ao seu officio de hontem, sob n 714. o auto-
rizo a mandar pagar, sob minha responsabilida-
de, o que so estiver a dever ao coronel Fran-
cisco Joaquim Pereira Lobo, de vantagens como
chefe do estado maior da guarda nacional de
Olinda o Iguarass.a contar do Io de Janeiro ao
ultimo ds junho deste anno, visto nao haver
quota para semelhante pagamento, do qual lem
necessidade esse official, ticando o aluguel da
casa que servo de secretaria do com liando su-
perior da guarda nacional do municipio do Re-
cite para ser salisfeito, logo que haja c-edito para
esse fim.
Dito ao mesmo.Constando do aviso do mi-
nisterio da guerra de 6 de corrente, que foi ap-
provada a deliberago que esta presidencia lo-
mou de mandar pagar mez e meio de venci-
mentos a cada urna das duas pravas do corpo de
artfices da corte, que se acnavam ao servieo
da commiss scientifica nesta provincia, assim
o communico a V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmo. Declarando-me o Exm. Sr.
ministro da guerre em aviso de 7 do crrenle,
haver nao s dado por Boda commiss scien-
tifica, de que era chefo o astrnomo Emmanuel
Liis, que com osdemais membros deve reco-
Iher-se corte; como tambem ter sido approva-
do o adianlaraenlo, que mandei fazer, ao ba-
charel Januario Candido de Olivcira da quantia
de 400JOOO rs. para saldar as contas das despe-
zas feilas pela dita commiss nos mezes de
marco a maio do corrente anno, assim o com-
munico a V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmo.A' vista do que V. S. infor-
mou no seu oflicio n. 711, de 14 do corrente. o
auloriso a mandar pagar, quando para isso hou-
ver crdito, a quantia de 4o9,:520 rs., que so es-
t a dever a Jos da Cruz Santos, proveniente
de medicamentos por elle fornecidos ; os navios
da armada surtos no porto desta cidade.
Dito ao mesmo.Tomando em consideraro o
que V. S. me ponderou em officio de 16 do" cor-
rente, sob n. 713, o auloriso a mandar pagar sob
minha responsabilidad*, at que chegue a destri-
buiro do crdito para esta provincia, no correnle
exercicio, nao s os vencimentos dos serventes
das capatazias da alfandega e mesa do consula-
do, mas tambem as despezas queso zerara com
o expediente das diversas reparlices.
Dilo ao mesmo.Estando nos termo3 lgaos a
folln junta em duplcala, que me foi remetlida
pelo commandante do batalho n. 28 da guarda
nacional de Garanhuns em oflicio de 21 de junho
uliimo, mando V. S. pagar os vencimentos do
lente Jacinto Teixeira de Maccdo, comman-l
danto do destacamento daquclla villa, a contar I
de 12 de maio a 12 de junho deste anno.Couit !
rounicou se ao coinniandanto do batalho supra-
Hilo no mesmo.Tra^^llto a V, S. para os
convenientes exames ascopias das actas do
conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra, datadas de 2, 4 e 9 do cor-
rente.
Dilo ao mesmo.Reslituindo a V. S. as con-
tas, a que se refere a sua informaco do 12 do
correnle, sob n. 697, relativas ao fornecimento
de luz para o quarlcl do destacamento do termo
do Tacaral, a contar do 1. de agosto do anno
prximo passado at o ultimo defevereiro deste
anno, recommendo a V. S. que, sem embargo
das reflexoes da conladoria dessa thesouraria,
que sao improcedentes, mande pagar integral-
mente a quantia de 685260 rs., em qua impor-
lam as mencionadas contas, sendo essa quantia
entregue ao capito Joaquim Cardoso da Costa,
como soliciti o chefe pe policia em ofiicio de 9
de abril ultimo, sob n. 496.Comraunicou se ao
chefe de polica.
Dito ao mesmo. Inleirado do conledo de
sua informaco de 1 do corrente, sob n. 709, a
que vierarn annexas as foihas que devolvo dos
vencimentos dos empregados c comodonas dos
doenlos do hospital provisorio da ilha do Pina,!
rotativamente aos dias 1 a 5 do prescito mez,
auloriso a V. S. a mandar pagar sob minha res-
ponsabilidade a importancia das mercionadas
ollias, visto nao ter ainda chegado a destribui-
co dos crditos para as despezas desl: provin-
cia no exercicio de 1860 a 1861.
Dito ao mesmo.Consta de participado da
secretaria de estado dos negocios da jusiica de
2 do correnle, que por decreto de 19 de "maio
ultimo, S. M.o Imperador houve por bem no-
mear o bachajcl Joaquim do Rogo Barros para o
cargo dejuiz municipal o de orphaos (lo tormo
do Buique, comarca de Garanhuns ; o que com-
munico a V. S. para sua intelligencia, preve-
nindo-o do que nesta data manilo quo o nomea-
do entre em exercicio indepcndenlemenle de ti-
tulo que deveri apresenlar no prazo de 3 mezes
contados desta data Fez-se a rospeito o domis
expediente docostume.
Dilo ao mesmo.Consta rae.de patticipaco
da secretaria do estado dos negocios dajustiga
de 4 do corrente, que por decreto de 23 de junho
ultimo,S. M. o. houve por bem removei|ojuiz de
direito Antonio Buarque de Lima da comarca de
Carolina, no Maranho, para a da Boa-Vista
nesta provincia ; o que communico a V. S. para
seu conhecimonlo, prevenindo-o de qje ao re-
movido so marca nesta data o prazo de 2 mezes
para entrar em exercicio.Fizeram-se as com-
municaees do estylo.
Dito ao inspector do arsenal de ma inha.
Em resposta ao officio que V. S. rao diiigio com
data do 9 do corrente, pedindo a expedieflo das
ordens necessaiias, para que pela theso jr'aria de
fazenda fosse paga a importancia dos artigos,
que V. S. menciona, comprados para as obras a
cargo desse arsenal, lenho a dizcr-lhe que nao
haveodo crdito para semelhante despeza, que
nao da nalureza d'aquellas, que possa.n ser or-
dinariamente autorisadas pela presidencia, dou
hoje ordem thesouraria para que seja satsfeita
aquella importancia, logo que haja credilo. E
porque seja necessario que desapparecam as du-
vidas que se vio reproduzindo por parte daquella
thesouraria acerca das compras feitas por V. S.,
era virlnde da autonsago da presidencia de 5
de marco do anuo passado, algumas Jas quaes
notar V. S. no officio que por copia Ihe remello
incluso, recommendo a V. S. que procure nao fa-
zer uso de semelhante aulorisacao, senio em ca-
sos extremos e de indeclinavei necessidade, di-
rigiodo-se nos mais casos ao regulan;enio, que
baixou com o decreto n. 2108 de 20 de fevereiro
de 1858.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em virtude do que informa V. S. em seu officio
de 28 de abril prximo findo, sob n. 153. mande
restituir a Antonio Concalves de Maccdo o que
indevidamenle pagou por decimas de casas, quo
nao Ihe pertenciam, e chamando a al.enc.ao do
V. S. para esse fado, rccommendo-lhe que pro-
videncie de modo que elle se nao reproduza ;
porque faltas desla ordem, alm de darera lugar
a urna perfeita exlorso, podem dcpoi contra a
regularidade e zelo com que devem ser feilos lo-
dos os servicios das repartirles publicas.
Dito ao mesmo. Approvo a arreranlaco que
fez Jos da Costa Brandao Cordeiro pe o quantia
de 8:3658000 rs. de annuaes do imposto de 2*500
rs. sobre o gado vaceum que na comarca de San-
to Anto fr consumido no triennio ie 1860 a
1863, sendo fiadores Pedro Igaaclo Bapsla e
Pedro Ignacio Baptisu Jnior. O quo corumu-
nico a V. S. em resposta ao oflicio de hontem
sob n. 295.
Dito ao mesmo. Picando inleirado pelo seu
officio de honlem, sob n. 296, do haver Manoel
Thomaz de Albuquerque Maranho, dando por
fiadores o Dr. Estevo Cavslcanle de Albuquer-
que e Joo Marques Bacalho, arreroalado por
5:7683 rs. annuaes o imposto de 2500 rs. por
cabeca de gado vaceum, que no triennio de 1860
a 1863 (oi consumido na comarca de Nazarelli,
tenh. a dizer em resposta que approvo essa arre-
matacao.
Dito ao mesmo. Accuso recebido o oflicio
de hontem, sob n. 297, em que V. S. me parti-
cipa haver Chrisanto Daro Nobre de Almeida,
dando por fiadores Antonio da Silva Gusmo e
Joaquim Canuto de Sanl'Anna, arrematado por
7:0169 rs- annuaes o imposto de 2S500 rs. sobre
o gado vaceum, que na comarCa de Goianna fr
consumido durante o triennio do 1860 a 1863; o
em resposta tenho a dizer que approvo essa arre-
ma laco.
Dilo ao mesmo. Em vista das contas juntas
mande V. S. pagar pessa competentemente
autorisada pelo delegado do OuricOry a impor-
tancia das despezas feilas desde 21 de agosto at
30 de setembro do anno prximo passado, no
mez de novembro do mesmo, e no de marco ul-
timo, com o sustento dos presos pobres daquella
villa, segundo rae declarou o chefe de policia em
oflicio de 14 do corrente, sobn. 957. Cdmmu-
nicou-sa ao chefe de policia.
Dito ao mesmo. Mande V. S. pagar quanto
antes a engenheiro Henrique Augusto Millet,
emprciteiro dos concertos da ponte do Anjo. so-
bre o rio Serinhaem, urna das prestarles j ven-
cidas no valor de 2:1818333, visto que sem esse
auxilio declara o mesmo emprcileiro ser-lhe im-
possivel proseguir as obras da referida poale,
as quaes nao podem Picar paralysadas sem gran-
de risco o graves prejuizos, como informa o di-
rector inteAo das obras publicas em seu officio
de hontent^sob n. 217.
Dito ao mesmo. Mande V. 5. pagar a Jos
Miria Ferrera da Cunha, conforme requisilou o
cliefe de policia em officio de 14 do corrente, sob
n.953, a quantia do 15 de um trimestre, venci-
do em jujho ultimo, do aluguel da casa queser-
a no termo de Tacaral, como se v
clarar j V. ,s. em resposta
datada do hontem.
Despachos do dia 17 de julho.
Requerimenlos.
831 Anlonio Luciano do Moraes da Mesquila
Punentel. Informe o Srs inspector da thesou-
raria de fazenda.
814 Claudino Jos Raposo.Eslao expedidas
as convenientes ordens.
815Florinda Maria do Nascimento Barros. '
Como requer sendo este despacho apresentado '
ao Sr. director geral da instrncco publica.
'"cao ph0 d0 regiment relativo a essa prohibidlo, al-
guna conseIRciros. principalmente os Hngaros,
dirigiram-se ao imperador e lizeram comprn-
hendera S. M. que elle nao podiam obrigar-se a
tanto.
E fora de duvida que o conselho vai encolar
questes mui importantes, que o homem ainda
mais capaz nao poder muitas vezes atrever-se a
resolver sem haver tomado primeiramenle o
conselho de seus amigo. Demais. como ovlo
da roaiorid nao obriga o governo, cuja decio
pode ser contraria a esse voto, deve ser licito aos-
jasas.*"-- wtrjmwwssS
reoresentam.
Depoi da prestado do juramento, o conde
Aponyi manifeslou a esperanza de ver urna tro-
petenles
817 Joo Pompilio de Vasconcellos. Apre-
sento-se no quartel do commaudo das armas
para ser inspeccionado.
818 Jos Rodrigues de Moraes.Nao lem lu-
gar, por nao convir aos interessesda fazenda.
819 Jos da Cruz Santos. A thesouraria de
fazenda lem ordem para pagar ao supplicante lo-
go que haja credilo.
820 Jos Henrique Machado. Informe o
Sr. inspector da thesouraria do fazenda.
822 Luiz Leopoldino Arcenio Barbosa. Re-
meftido ao Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da pare mandar
ca leal do opinies fazer desipparecer as desa-
vengas que reinara sobre as uecessidades e os
votos da Hungra, sua patria ; elle reservou os
direilos da legislaco hngara.
O conde Andrassy tomou a palavra dor sua vez.
depois do que o archiduque presidente nomeoii
o conde Mercandln e o bardo Haimberger verifi-
cadores dos processos verbaes, ao passo que a
assembla nomeou de seu lado o conde Auers-
nconve- j pern ( poeta Anastasius Grue) e o conde Szec-
zen. O consclhciro do
pare mandar pagar, nao havendo
n'sC" vi i r> i ic .... zen- u CODsc'riciro do imperio em serviro ordi-
822- Manoel Polycarpo llorcira d Azevedo., nario, o Sr. de Szogyeny e o conde Nosli'z foram
passe-se portara concedendo a liccnca requerida nomeados, vice-presidenles.
un
adfci
oj
into. Commnnicou-se ao chefe de
com vencimentos na forma da lei.
823 Maria Benudicta da Mulla Silveira. Em
vista da informago do director geral da instruc-
co publica nao tem lugar.
COMMAXDO DAS ARMAS.
Quartel do eommando das armas
em Pernambuco, na cidade do
Recite, 1 de julho de 18GO.
ORDEM DO DIA N. 418.
[Independer belge.H. D.)
Apcsar da incerteza em que nos deixam
despachos que chegam da Italia meridional,
It'iinlanlmnrYliio Ai Cinli A .. __~ A. ___
09
. OS
aconteclmentos da Sicilia do razo de mais aos
receios que exprimamos, aqui mesmo, ao rec-
bennos a priraeira noticia di expediro de Gari-
baldi.
O rei Francisco II expia as faltas de seu*
predecessores, as quaes nao soube reparar em
i lempo ; seu governo, nesta hora de perigo, paga
ve de ca
de recibo;
policia.
Dito ao mesmo. Tendo sido creado o curso
ccrnmercial nos termos da lei provincial n. 414
di 30 de abril de 1657, por acto desta presiden-
cii de 29 do fevereiro ultimo, que Ihe deu o res-
pectivo regulamento, de que remello V. S. os
inc'.usosexemplares ; assim Ih'o communico para
sua intelligencia e devida execnco.Igual com-
municago se fez ao director ge'ral da inslrucco
publica.
Dio ao julz de direito de Nazarelh. llemelto
a Vine, o incluso numero do Diario de Pernam-
buc, de hoje, onde encontrar urna deelararo
de Antonio Jos Gurjo denunciando o facto cri-
minoso praticado pelo escrivo das hypoihecas
dessa comarca, Ignacio Vieira de Mello, hujim-
gjo imperiosamente do denunciante a nndBhn-
cia de 80gpor urna esrrip'"'. r' ti^^P.
vida peni9 a do 4$660, que alias foi langada |
margen) d mrsina escriptura como a recebida,
para que Vmc, havendo as informacoes neces-
sarias, proceda na forma de direito contra aquel-
lo funecionario, se o julgar em culpa, devendo
communicar-me oque houver colhide i respeito.
Dito ao director do arsenal do guerra.Mando
Vmc. fntregar ao consignatario da barca nacio-
nal Atrevida mais cinco pares de machos para a
ilha do Fernando.
Dito ao mesmoMando Vmc. admitlir como
servente desse arsenal, se for possivel, a Pruden-
rio Jos de Araujo, a quera se refero a sua in-
formaco de 16 do corrente, sob n. 2C9.
Circular a todos os juizc3 municipaes.Remet-
i por copia a Vmcs. para seu conhecimento e
exeeuro o aviso expedido pelo ministerio da fa-
zenda em 2 do corrente declarando que, a vista
dos ttulos de nomearo pelo governo imperial,
dos curadores geraes de herangas jacenles e bens
de defunlos e auzentes ficam de nenhum effeito
os de creadores especiaos nomeados pelo juizo.
Ollicio ao conselho administrativo.Recom-
mendo ao conselho admioisijativo que, nos ter-
mos do seu regulamento, compre para forneci-
mento do arsenal de guerra o objecto mencionado
no pedido junio, sob n. 34.Communicou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao Dr. Augusto Carneiro Montciro da Silva
Santos.Em resposta ao quo me communicou
Vmc. em seu officio de hontem tenho a dizer-lhe
quedesdequeacamara municipalincunibioda ins-
pecgo das carnes verdes destinadas ao consum-
rno publico nesta cidade ao cirurgio Francisco
Jos da Silva, deve Vmc. considerar-se dispen-
sado pola mesma cmara dessa commiss, ti-
cando issim sem cllViio a ordem coutida ao meu
olicio je 19 de junho ultimo.
Dilo ao director das obras publicas.Tendo
em consideraro o que informou Vmc. em seu
officio, n. 218," de 16 deste mez, acerca da obra
do 12. lango da estrada do sul, de que impre-
leiro Henrique Augusto Milet, o auloriso a rece-
ber provisoriamente o referido lauco, obrigando-
se porni o empeileiro a concluir' os pequeos
Irabalhos e aperfeigoameutos, que fallam dentro
do praso da responsabilidade, e logo que por essa
directora Ihe for determinado, de que tudo se
far menco no respectivo tetmo.
Portara.O presidente da provincia, tendo
em considerago que a assembla legislativa
provincial nao consignou crdito na lei annua
para as despezas que de necessidade se lem de
fazer sob a denominaro deeventuaesno an-
no financeiro de 1860 a 1861. resolve, em vista
do que solicitou o inspector da thesouraria pro-
vincial em officio de 11
O coronel commandante das armas interino faz i Car0 desprezo em que fingia tomar os couselhos
publico para conhecimento da guarnigo, e devi- providentes da Franga e da Inglaterra,
do effeito, que approvou o engajamento que no I a "* & porque nos convenha prever desdo
dia 12 do corrente contrahio o soldado da 5a com- ?.g0r3 os resultados definitivos da luta travada.
panhia do 10 balalho de infantaria Manoel Fei- f em nosso pensar, 30 ha, ainda hoje, um nica
toza do Nascimento, para servir por mais seis cl b.em caracterisado: o desembarque dos vo-
annos nos termos do decreto e regulamento do 1" '"n,a'ios quo parliram de Genova, operado em
de maio de 1858. Marsala em boas condiris. Alm desse desem-
Assignado.Antonio Gomes Leal.
Conforme. Peiro Gomes d'Oliveira, alteres
ajudanlo de ordens do eommando.
16
ORDEM 1)0 DIA N. 419.
O coronel commandante das armas interino faz
publico para os fins convenientes, o aviso circu-
lar do minislerio da guerra de 8 do mez prximo
passado, que por copia Ihe foi Iransmillida com
officio da presidencia dalado de hoje.
Circular.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne- ;
gocios da gnerra em 8 de julho do 1860.
Um. e F.xm. Sr.Conviodo fazercessara pra-
lica de passar-se s pracas escusas do servieo do Pa'Cce-nos que essa diviso do campo do
exercito ttulos do dividas por Ia o 21 via. alini de "'a' dt'sdo primeiro encontr, do mc
evilar-se duplcala de despeza, expeca V. Exc. as
necessarias ordens para que os commandantes
dos corpos estacionados nessa provincia, cum-
prnm r,..l........ .... j... .._ .
; insirucces de 10 de Janeiro de 1843.
Deus guarde a V. Exc. Sebastio do liego
Barros.Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
Assignado.Antonio Gomes Leal.
Conforme.Pedro Gomes de Oliceira, alteres
ajudantc de ordens do eommando.
17
ORDEM DO DIA N. 420.
O coronel commandante das armas interino de-
juiz de direito da Ia vara desta capital Bernardo
Machado da Costa Doria a demisso que pedio do
lugar de auditor do guerra desta provincia, e no-
mear para o dito lugar o Sr. Dr. juiz do direito
da 2a vara Anlonio Francisco de Salles, o que
conslou de oflicio do quartel-general do exercito
do 5 do corrente mez de julho.
O mesmo coronel commandante das armas jul-
ga opportunamenle a occasio para declarar que
o referido Sr. Dr. Doria em quanlo servio o car-
go de auditor, se houve com zelo o intelligencia
no desempenho das respectivas funeces.
Assignado..4ioiho Gomes Leal.
Conforme.Pedro Gomes de Oliceira, altores
ajudantc do ordens do eommando.
18
ORDEM DO DI-AN. 421.
barque, adrailtimos que se saiba apenas o quo so
lem passado.
Falla-se ao mesmo lempo de victorias, de-
derrotas, de cncontros sem resultado. Como
essas tres versos sao dadas igualmente por des-
pachos de aples, apenas permittido escolher.
Mas, para seguir a opinio mais favoravel ao go-
verno napolitano, supponhamos mesmo quo o
primeiro combate icasse indeciso o que Calata-
limi seja quando muito o Monllhry da insur-
reiro siciliana ; o que se dever concluir dahi f
Para todo o espectador imparcial dos acon-
lecimentos que agitam o reino das Duas-Sicilias,
bata-
no agou-
ro para o governo estabelecido. Ha causas que
nao podem triumphar relativamente. Sob pena
de seren consideradas como vencidas, preciso
'do ref'''tfapTsVil qual a tem tornado quaren-
ta anuos de erros governamentaes o de obslina-
go systematica, infelizmente daquello nu-
mero.
Na Europa, a opinio geral nao se enganou
a esse respeito; e desde o primeiro dia, em pre-
senta dessas novas complicaces, dous receios
parecera l-la preoecupado exclusivamente.
De urna parle, uns amedrontavam-sc ao
simples pensamento de que urna innundago re-
volucionaria podia sera consequencia ioevitarel
do tnumplio deGaribaldi. Do outro I-do, cui-
dara para conhecimento da guarniro c devido
effeito. que o governo de Sua Mages'tade o Impe-
rador houve por bem por aviso do minislerio o> .aram nos ,,ovas Probabilidades que laes aconle-
guerra de 4 do deste mez conceder ao Sr. Dr. Cln,en!s devenam olferecer a urna conflagrarlo
europea. Alguns espiros inquietos ou previ-
nidos tem antecipadamenlc combinado todos os
elementos dessas rivalidades e dessas ambiges
que emprestan) lo graluitamente s grandes po-
tencias europeas. E todas essas bellas combi-
nages terminaran) necessariamente urna pers-
pectiva mui approximada de urna guerra geral,
cuja parada seria a Italia inteira, ou pelo menos,
algumas de suas provincias.
E' necessario acrescentar que esses dous re-
ceios nao leem ao mesmo tempo prelexto c ra-
zo?
Expliquemo-nos em algumas lnhas :
A revoluco, na accepgo usual da palavra,
?onla sem duvida, na Italia, como algores, apos-
tlos e seides solados; porm ella tambem en-
conlra adversarios que nao sao para desbrozar.
O coronel commandante das armai interino de- Kfes ul,im03 ,sao c. .duas especies: em Turim,
clara para os fins convenientes, que no dia 10 do; advrsanos de posigao;cm Roma, adversarios
corrente foi examinado praticamenlo na respecli- i principios.
va arma o Sr. lenle do 8o batalho de infanta- I ^" 7 url,m- h'n que chegou a lao gran-
ria Manoel Jos de Menezes, e approvado plena- c altura pelo valor e pela vontade nacional, nao
idades : manejo de Poopna nunca descer ate se deixar invadir e logo
mente as seguintes especialidades : maoej
arma, manobra de batalho, exercicio de fogo,
detalho, escripturero e economa.
Assignado.Antonio Gomes Leal.
Conforme.Pedro Gomes de Qlireira, alteres
ajudante de ordens do eommando.
EXTERIOR.
Corri o prova o despacho telegraphico que
acabo de transmiltir a Vmc, a queslo oriental
deu um grande passo cora a nomeago de Ky-
brisli-Mehemel-Pach para o posto de grao vi-
ir,leudo por missodingir-sc em pessoa par aos
lugares c comegar a devassa ordenada pela Tor-
ta afim de attender aos gravames das popula-
rles christas. Essa noticia produzio urna gran-
de imprcsso entro os diplmalas, pois a pri-
, o alter
um crdito de 20:0O0000, afim de que a mesma
thesouraria possa occorrer o pagamento de laes
despezas no presente exercicio, e ordena que
noste sentido se expegam as convenientes com-
municaces.
Expediente do secretario do governo.
Officio au Exm. Sr. conselheiro Josino do Nas-
cimento Silva director geral da secretaria de es-
tado dos negocios da jusliga. S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, manda aecusar recebida a
communicaro, que em 4 do corrente Ihe fez V.
Exc. de que" S. M. o Imperador, por decreto de
23 de junho ultimo, houve por bem remover o
juiz de direilo Anlonio Buarque de Lima da co-
marca de Carolina, no Maranho, para a da Boa-
Vista nesla provincia.
Dilo ao Sr. Joo Caetano da Silva servindo de
director geral da secretaria de estado dos nego-
cios da jusliga. S. Exc, o Sr. presidente da
provincia, mandar aecusar recebida a communi-
. meira vez que um grao vizir, isto o alter ego
de junho ultimo, abrir do sulto, toma pessoalrnenle a direcro de urna Tero, porm, de Justifica-las, e oppondo di-
dominar por urna poltica de accasos. Esso
llirono, longo de ser um asylo para a revolncao
urna Irincheira contra ella. Occupado por um
rei to leal como corajoso, deffendido por um
estadista to forte como *abil. E donde tirara o
conde Cavour essa forga e essa habilidade se nao
o pedisse ao respeito dos grandes principios que
tem fundado as sociedades modernas ?
Reflictam a este respeito : o Piemontc nao
ergueu lo corajosamente o estandarte da inde-
pendencia italiana seno para poder repellir a
bandeira vermelha da revolugao. A trra que
foi protegida, ha um anno, pelos soldados da
Franca s podia tornar-se o refugio cerlo.da li-
berdade e da ordem ; o exercito que combata
com o novo, o rampio desses dous grandes
principios solidarios.
De cerlo.o Piemonte, augmentado com vas-
las provincias, nao tem que desculpar-se polas
n-ibres conquistas da popularidade e da victoria.
lo-
semelhanle devassa, que deve eslender-se
das as provincias europeas da Turqua.
Se a essa noticia se. ajuntar a que Ihe commu-
niqueiem minha ultima carta, a saber, a reso-
luco tomada pela Porta, sob proposla de seu
enibaixador cm Vienna, o principe Kallimak, de
convidar os representantes das grandes potencias
para assislir 4 devassa por intermedio de seus
delegados afira de se convenceren) da sincera
imparcialidade quo a Porta lem a esse respeito,
forcoso convir, de certo, que a Russia trium-
phou" sem que a Porta soffresse urna derrota.
Com effeito, o que quiz a Russia seno urna de-
vassa seria e susceptivel de resultados ? Mas por
tomar a iniciativa da devassa, a Porta tem sal-
vado a sua independencia ?
Assegurara-me que, ao annunciarem ao conde
Rechberg a nomeago de Kybrisli-Meheraet-Pa-
ch, o principe Kallimaki Ihe fizera observar que
a medida ordenada pela Porta nodeixava a me-
cago que, cm 3 do corrente, Ihe fez V. S. dos \ or duvida sobre a altilude da Inglaterra que ad-
despachos proferidos pelo Exm. Sr. ministro e
secretario de estado dos negocios da justica du-
rante o mez de junho prximo findo, nos reque-
rimenlos constantes da relago jnnla a citada
cotnraunicaco.
Dilo ao director do arsenal de guerra.S. Ex.,
o Sr. presidente da provincia, manda declarar a
V. S., em resposta ap seu officio di honlem, sob
n 207, que, tica inleirado de se acharem em-
barcados com destino ao presidio de Fernando,
na barca--Atrevida a botica e as 800 saccas com
farinha compradas pelo conselho administrativo
para aquelle fira.
Dilo ao Sr. F. H. Braraah. Sciento de que o
engenheiro chefe da estrada de ferro V. M. Pe-
nislon ficar exercendo interinamente as funeces
de superintendente da mesma estrada durante a
viagem de V. S. ao Rio do Janeiro, S. Ex., o
Sr. presidente da provincia, assim o manda de-
miltira a devassa em principio, mas nao sobre a
base exclusiva dos rotatorios feilos pelos agentes
e cnsules russos. Quanto a asseveraco de um
jornal de Pars, segundo o qual o gabinete russo
ques a todas as impaciencias e a todas as ms
paixoes que elle legitimar, por assim dizer, os
favores da fortuna. Eis seu papel, eis seu
dever ; comprehendeu um, ha de cumprir o
outro.
Se he irapossivcl a revolugao era Turim, el-
la mais impossivel ainda cm Roma. A capi-
tal do mundo catholico nao teve foiizmente por
nicos defensores esses bandos de recrutas pe-
nivelmento agrupados sob o eommando de um
aotfgo general francez. Est em melhores cir-
cumsiancias, lem a Franca imperial que nao a
deixade cubrir com a sua" efficaz protecgo ; lera
aquella filha primognita da igreja que, sem es-
perar gratido de ninguem, vellar sempre, de
longo como de porto, sobre o santo asylo dosuc-*
cessor de San-Pedro. L'm dia,deveriam lera-
brar-so disto, a revoluco pode penetrar no
berro eterno da catholicidade. (Juera tornou a
abrir ao Sauto-Padre as portas do Vaticano? A
Franga. A Franga ha de continuar a proteger
com a sua firme e poderosa vonta'Je a capital da
civilisago christfa.
SulTocada em seus dous ceD tros, a revolu-
co nao tem, pois, nenhuma probabilidade do
tocava a retirada no campo aberlo por elle, mi- propagar-se pela Italia. O prr/prio Mazzini nao
nhas informages aulorisara-me a contesta-lo, poderia mais abriga-la a sorar.ra do principio a-
mas a accrescentar ao mesmo tempo qne se a cional que triumpha em Turim, seno recorren-
Russia lem razo de sorprender-se a vista da di-1 do s paixes que se agitara to deploravelmento
recgo que lomaran as cousas, tambem tem mo- | aos ps do Vaticano.
livos de satisfago por isso mesmo.
Esta manhaa, S. A. I. o archiduque Rgnier
abri o conselho do imperio com um discurso no
qual faz sobresahir a tarefa importante da as-
sembla chamada principalmente para fixar o
orcamento. Ao depois procedeu-se a preslago
do juramento, sorueole nao se Iratou mais da
formula pela qual os conselheiros deviam obri-
gar-se a guardar o silencio mais absoluto sobre
as dvliberages. He q_ue na. leituia do paragra.-
Restam aples o a Sicilia, onde os receios,
ainda que diversos, n\io se justificara melhor.
Temem ver surgir drjS ltimos aconteciraentos
urna conflagragao ge\al.
Nao pensamos, que esse receio seja fun-
dado.
Primeiro, o reino napolitano nao esl as
mos de Garibjldi. At" vimos o rei Francisco
II entrar vmim as vias das concesses. Espe-
remos a'.uda, pois nao larde de mais.
MUTILADO


(a)
-DIAKIO DE PERSAMBUCO. ^- QUINTA FElUA lo DE JULHO DE 18G0.
v^
Mas, se por infelicidade fosse muito larde ;
se se devcsse realisar urna mudanga radical no
reino, dover se-ia concluir oahi que nm grande
perigo ameaca a ordem e a paz da Europa ?
S existira esse perigo se a Europa cslives-
se dividida. Mas as divisoes que podem existir
entre os grandes potencias sao de ordem secun-
daria, e gracas a leos, nao sao de notureza 'al
ue impecam o accordo necessano ao equilibrio
; o seguranza que proteger! a todas.
Assim, pois, no dia em que houvesse urna
mudanca em aples, isso nao dira respeito
exclusivamente Tranca ou a Inglaterra oil ao
Fiemonlc ; isso diria respeito a todos ; seria
tima queslo-europea, a qual nao podara ser re-
gulada seno por um arbitramento -curepeu.
Eis o que deve tranquillisar a opinio con-
-traria as eventualidades mais inquietadoras.
[Constituciuiicl. II. D.)
INTERIOR.
Mustia que nao incotisiilucioii.M a i muida
substitutiva, e que mesmo do conveniencia au-
lorisar o poder execulivo a icgu'.ar ludo que iz
respeito aos detalhes da odminis irnco.
Nao julga de taMransceodencia o objecto da
autorisaco que possa dar lugar a esses vaos te-
mores que se lem manifestado.
O Sr. marques rfe Olinda foi algu-raas observa-
c,es em res posta ao orador que o precedeu. Nao
admille que a maior ou menor importancia do
objecto seja razan para dispensar a observancia
do prect-ilo constitucional; repelle cssa theoria
como perigoso.
O Sr. Pimenta Bueno insiste em defender o
projecto da censura de inconslitucionalidade.
M ostra a necessidade das autorisacoes era mate-
ria puramente administrativa, visto como o go-
verno est mais habilitado do que o corpo legis-
l.itivo para regular cssa materia ; apoia a sua as-
se
Vctirasse logo que o orador encelen sta istus-
so.
Dada a boro, o Sr. presidente declara adiada
a discusso, e d para ordem do dia da seguinte
sessao a continuarlo da discusso odiada e o
resto da materia ja'designadr.
Levanla-sc a.sesso as 2 3i4 horas da tarde.
ASSEHBLA ERAL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM 25 l)E JU.N1IO DE 18G0.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcc'Ati
de Lacerdu
A's 10 3/4 horas da manhaa o Sr. presidente
abre a sesso, estando prsenles 32 senkores
senadores.
Lida a acta da anterior, approvada.
O Sr. 1. Sccretaric d corita do seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do presidente da provincia do Rio
'Craude do Norte, remetiendo o relatorio com que
foi aberla a sessao ordinaria da respectiva assem-
bla provincia provincial. E rcmtlido para o
archivo.
Lu requeriraento do capilo Joaqum Ferrei-
ra de Souza Jacaranda, reclamsudo centra a rnaio-
lia da assemtla provincial do Heranho, por
Ihe haver negado entrada nadita assembla como
supplentc pelo districlo de Pastes fions, havendo
las vagas per esse distrito.A' commisso de
cousluicSo.
O Se. Socio Franco mande a mesa um reque-
Eslmcx histrico sobro a provincia
lo toar pelo Dr, Theliergv. ()
(Coninuaco do 157.)
No dia 24 de outubro, chegou c fundeou em
Mucuripe, porto situado na distancia de una le-
gua sto da capital, urna paite da divisan na-
val de Lord Cockrane, s ordens do pflicial de
morinlia Jwett; o qual mandou inmediatamente
intimar ao presidente interino Jos Flix, que
.-i-gas conside- proclomasse o govcnio imperial e icasse a sua
ra-.oes respondciido a diversas passagens dosdis-I ,a'"leira' ameac;ando-o com um desembarque de
cursos dos Srs. presidente do conselho, vrsconde I200 praSas de lroPa de ,ml,a e com o assaltar
de Abaet c Pimenta Bueno. Hctula alguns ar- neS0 mesmo dia a cidade, no na occasio deste
gumentos dos defensores do projecto, e declara- i neo lSSe efectivamcnte icaia a baudeira naci-
se contra o prurido reformador da quadra. i "al e ao "lesmo tempo dava-lhe parte da che-
Dada a hora, o Sr. presidente declara a discos- ,*ada no dia seguinlc do restante da diviso,
sao adiadada, c d para ordem do dia da seguinte commandada por lord Cockrane em pessoa ; o
sesso a conrinue-cao da discusso adiada cas uu- 1ual lr9Zla dous mil homens dve desembarque.
gao com o exemplo de ootrasnacoes.
O Sr. Vasconcellos abunda em larcas
tras materias j designadas.
Levanta-so a sesso s duas horas o tresquar-
tos da Urde. .
SESSAO EM 2G DE JL'.NHO DF 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cacalcanti
de Lacerda.
As 16 horas e 3|4 da manhaa, o Sr. presidente
abre a sesso, estando presentes 32 Srs. sena-
dores.
Lide a acta da anterior, approvada.
Nao ha expediente.
Comparecen] no decurso da sesso moislOSrs.
senadores.
ORDEM DO DIA.
A esta inliinoco
Jos Flix maiidou diversos parlamentares a bor-
do, os quaes ahi fot-ara todos presos como repu-
blicanos; mas, por (ira, enviando namesma qua-
lidadc o padre Antonio de Castro, cujas ideas im-
penaes era ni notavelraenle conhecidas, vollou
este cora as raesmos intimacces.
Nestas circurastancias convoca a toda a pressa
a cmara com assistencia das tres ordens, e con-
sulta sobre estas oceurrencias, declarando que o
nico mcio quo via susceptival de salvar a pro-
vincia, era obedecer emludo \s ordens intimadas;
no que foi assentido pela cmara. Assim lord
Cockrane entrou no mesmo dia, e Jos Flix se
declarou pela legalidade.c soube persuadir o lord
almirante da sua leal adhesc
Qo da cmara dosdeputndos creando urna nova
rimen t O da sociedade Circulo Agrcola, pedindo; secretaria de estado com a denomiuaco dese-
que entre crri discusso, e que seia nesla sesso crelari.i de estado dos negocios da agricultura,
adoptada urna lei sobre hypolhecas.Fica resor- commercio e obras publicas.
ao govern desua
| magestade imperial; de modo que foi conserva-
dado interinamente a tcsla da adoiinislrarao, de-
continua a discusso, adiada pela hora na ul- baixo dos auspicios do lord maruuez d Mara-
lima sessao, das emendas novas feilas h proposi- nho.
vado para ser tomado em considerado em tempo
opportuno.
Co:n,jareccui no decurso da sesso mais 8 Srs.
senadores.
ORDEM DO Df-A.
Entra em Ia discusso, e passa para a 2'1, e
mara dos doputados, approvar.do a penso an-
nnal de l:080tf, concedida r D. Carolina Cecilia
Campes deOliveira, e sua filha.
Tern lugar a ultima discusso das emendas no-
vas feilas proposico da sobrodita cmara, cre-
ando urna nova secretaria de estado, com a de-
nominaco de secretaria de estado dos negocies
da agiiculiura, commercio e obras publicas.
O Sr. Vasconcellos nenhuma esperanca nutre
de que o projecto possa ser melhorado, em vista
da emenda substitutiva j cpprovrtda. Basta ler
i projecto e confronta-la com a emenda, para
Nesto mesmo dia e no segilnle, Jos Flix ex-
peda portadores, aos chefes Tuslao, Filgueiras
e Antonio Bezerra, e s princ paos autoridades da
provincia, com cilicios circulares em que Ibes
participava que, em virtude de se athar no porto
em frente da cidade um nspeitavel bloqueio,
guarnecido de mais de 3,001 hohie)ics e de boas
municoes de guerra, mandan ar corar a bandei-
O .ir. Souza Ramos loma a palavra para res-
ponder aos Srs. ministros, visto que liveram para
com elle a deferencia de tomar em considera-
r o algumas de sOas propositos.
Continua a pensar que nao podem resultar
grandes vaniagens para o patz da crearo da ne-
va repart-o.
Tinha declarado, quando pelo primeira vez
falln, que votara por tirua emenda que tornasse
mais completo o projecto.
feudo de votar a favor da emenda substitutiva
do Sr. visconde de Abaet, tem necessidade dj
explicar o sentido de seu vol.
Julga que a aujorisaco consignada na emen-
da estS nos termos das outras que se tcem con-
cedido em casos equivalentes.
Nao a reputa perigosa porque nao ella des-
tinada a crear novas altribuices, porm siui a I qual promelia coT'nomo do imperador o "perdo
tri- i todos aquellos illudidos pelas rebeldes.
desto provincia tora a do Rio Grande, passardiA i os seas successos militares ; aiubicinou tambera
Sur^fr5S>. Hri2ft % i'1 em^i-recJ5ao, as^aias | adquirir importancia poltica ; e a ambicio passa
por ser a paixo dos almas grandes. Odiado e
perseguido dos republicanos pelos crimes que
conimelleu, e pelo diuheiro que tinha recebido
para a marcha do Ico, dospresou estas persegui-
ces e ufanou-se sempre da fama de canibalis-
mo que Ihe mcreceu o morticinio da Picada ; que
nestes lempos semi'-barbaros constituo-lhe um
renomc entre os seus partidarios. Isto posto,
animado pelo exemplo do vigario Antonio Ma-
noel, resolrcu ir ao Rio de Janeiro reclamar a
paga dos serviros prestados & causa do impera-
dor, e nisto os seus inimigos o ajudaram maro-
vilhosamcnle ; porque deram contra elle denun-
cias de assassinos de pessoas, que o ouvider res-
pectivo declarou ainda existirem com vida no
Crato, e de outros mais perpetrados durante a
carapanha, que elle fez com os imperialistas ao
Rio do Peixe contra a expedicao republicana.
Ora, sendo despronunciado" por falla de culpa-
bilidade, e do despacho de despronuncia haven-
do appellaeao para a relarao de Pernamburo,
desla obleve um accordo que nao s conside-
rava sem criminalidade os fados imputados ao
reo, mas anda que elles erara urna prova irre-
fragavcl de relavantes servicos proslados causa
da legalidade. Com esta pera a seu favor, mu-
nio-se de um traslado dos autos, e com elle
apresentou-se a D. Pedro corno documento de
muito valor, servindo-lhe por tanto a violencia
de suas opinies e a barbaridade de suas accoes
de mobil para ser-lhe outorgada a proleccao de
D Pedro 1, que conferio-lhe a patente de coro-
nel, e a 2 de novembro de 182 despachou-o
commandante geral do Cariry : honras que o fas-
cinaran] a ponto de persuadir-se, que a causa do
mouarcha se idenliQcra com a sua propria.
De volta ao Crato, todo ufano ainda de seus
triumphos, foi-lho todava recusada a entrega do
commando da villa pelo coronel Gonealo Bezerra
do Menezes.
O presidente Costa Barros, apenas ompossado
da administrarlo, vio-se na necessidade de es-
palhar fortes deslacaraentos pelo interior para
obstar os crimes, que iam-se dcsenvolvendo
n urna escala espantosa. A 5 de Janeiro mandn
o lenle Chaves para o Crato com urna forca
rcspeilavcl, fez seguir oulra para Quexeramobim,
o para Sobral commissionou o proprlo comman-
dante das armas, am de oppr-se aos roubos e
assassinios que homens perversos, a pretexto de
perseguir os republicanos, commelliam contra
seus inimigos proprios, para saciar a sua vin-
ganca e sede de possuir.
Expedio igualmente ordens para se tratar das
eleic.oes de deputados e senadores para a 1" le-
gislatura.
Seu governo foi lodo reaccionario, sua corres-
pondencia oin\ial resculia-se de nimiamente de
virulenta para com os seus contrarios, e os actos
de sua administradlo foram frecuentemente ar-
bitrarios o sempre mu rigorosos. Felizmente
para o Cear o seu governo foi de pouca dura-
rao : porque a 13 de Janeiro de 1825 foi remo-
vido d'ahi para a presidencia do Maranho ; c
da provincia do Rio Grande com a da Parahyba,
na qual penetraran). Jos Daulas Rolliea, que ain-
da nao havia dissohido as tropas do Rio do Pei-
xe, com as quaes resisliro o expedicao de Filguei-
ras, marchou com ellas oo encontr deste corpo
de Cazumb, e depois de eTectuar a sua reunio
com reforcos Tindos do Ico e da serra do Pereiro,
o de outros pontos, enconlrou-se cora o corpo de
Cazumb n'uraa fazenda denominada Agreste, si-
tuada as immediacoes da Parahyba com o Cear.
Deu-se entre os dos parlidos enlo um fogo re-
nhido, que obrigou Flix Antonio a retroceder,
abatid juondo no campo urna pega que os solda-
dos de Jos Dantas tomaram, e abandonaran! a
seu turno por nao poderem manobrar com ella.
No dia seguinte Flix Antonia lornou a por-sede
marcha para o Cariry, c passando outra vez pelo
Agreste r.>tcmou a peca abandonada pelo ama-
go, que tambera havia deixado esta posico, e
passou-se para a provincia do Cear.
Adianto delle iam as tropas do Ico comraanda-
das pelo lente coronel Joo AndiTeixeira, que
se linha adiado no fogo do Agreste; e Lamenha
tendo mandado s ordens do um olficial chamado
Pasterinho um piquete exploraros passos do ini-
migo, havia-se elle reunido gente do Joo An-
dr, ensinuando-lhes e s populacoes dos lugares
por onde se diriga Flix Antonio, que embara-
rassem as estradas com arvores; o que elles fa-
ziam cortando estas e alravessando-as pelo cami-
nho, de modo que isto demorou extraordinaria-
mente a marcha do exercito republicano, o o Ic-
vou a queimar todas as habitares existentes us
lugares onde achou as estradas asstm embaraza-
das. Nao obstante, segua com grando cusi pe-
la povoaco do Uraari, d'ahi pelo riacho da L'nha
de Galo, e Orialmenlc sahio na estrada do Ico ao
Cariry, na Varzca redonda, raeia legua cima da
villa das Lavras da Mangabeira, onde foi alcan-
rado pelogropso das tropas mandadas do Ico era
seu seguiraento, sem que estas, porem, se atre-
vesscni a alaca-lo.
Depois de urna marcha mui penosa, em virtu-
de da indisposiro dos povos que embaracavara-
lbe cada vez mais a passagera pelas estradas,
cheguu este exercito a um lugar denominado Juiz
onde fez alia no montculo situado ao sul do ria-
cho, c o mesmo praticaram as tropas do Ico no
da parle do norle, vala uns dos outros, sera
todava se atacaren) mutuamente. Ncste sitio,
distante dezenove legoas do Ico, e treze do Cra-
to, Joram informados do debaudamenlo da expe-
dicao do Pernambuco, da retirada do Filgueiras
jcdos outros ebefes, da oceupaco do Craio por
grande numero de tropas imperialistas, que pa-
rai imperial, umeo meio de utvar a provincia; ra l linha,., marchado de lodos os pontos cir-
' a i)rjra?verem a acc,ta- cumvisinhos.c finalmente da marcha dellas
iquenal dista
- : .....oiiuma.i, iiuoiiurilic un III.1|- .I UeiUlS 3 SOU
cao do governo imperial a Cepdrem as armas e! encontr, achando-se j em pequenaldistancia e
i...?i8. o,Si;re'" qra" a"lCS ara a Mp,Ua'' 'f.0- r""'Jos com Joo Andr o l'asloiinho. Esta no-
tando cartas de Cockrane no -nesmo sentido. Em licia desammou-as complelamenle ; o vendo que
seguida fez as mesmas parliriparoe ao lente-; nao lhes era ruis pessivel hieren cousa alguma
I Ti n "Sll'b''?,qi;11'! aaco,n^,lliaf ss- stm m*i***i sera sold e sera viveros,
do a Antonio Bezena ordcuando-lhequeno caso n'ura paiz desconhecido, cuja popularo lhes erJ
d este nao querer obedecer lomasse con la do infensa, e cercadas ale disto por oda a parle
commando da tropa e com ella se recolhesse '
capital.
No dia i9, o almirante puMicou e mandou cs-
palhar por toda a provincia urna proclamaco, na
- parle
de tropas em grande numero, resolverara-se por
fim a entregar-se s turcas do raajor Lamenha ;
e assim estacionaran! peste ponto at sua che-
gada que detnorou-se anda por tres das. Mas
apenas realisou-so ella, eutiaraui logo a parla-
mentear.custando muio acederem as ex'
-..u >. hu puia Hi-Mij'-u :i,i uo .nnrannao ; e a
22 do mesmo mez enlregou a adrainistraeo a
seu successor, Jos Flix de A/.evedo e S, no-
raeado
elarecimentos positivos, de dados eslatislcos, co- ca.;ao.
O orador tambera poe alguns limites appli-
caco desse principio entre nos ; entende que
a inlerveuco do
rao por exemplo, em malcra e'.eiloral, e nin-
Kuem se lcmbraria por certo de conferir ao go-
verno urna lal aulorisacoo.
O orador p
artigo da cons
naco das al
e-se a muit
^ravidade.
ra que se di
portando, e
der execuliv
Espanta-so
ferida ao go
tal autorisai;
se vai crear,
"i" "r'l.:",,l"'i.-icr.o a toda* as secrejarias de es- sentadas sobre o casino
lado! Desejava ouvir nesla ocrasio o voz ua- ,-- > -,.X o,."t .,
quedes que, em outros lampos, lano clamavam nicncia desses esiudos c do eslabelecimenlo do
contra as autorisacoes, I escolas agronmicas, porm somonte quanto e
Tem havido conslantenicnlc rcclamaedes con- ; escelas praticas que facilitem elasse agrcola o
Ira ludas as aulorisa^ee e contra o modo poique conhecimenle das machinas e de seu uso, c dos
0 governo as lera exeeolado ; por exemplo. as j "lelhoraraenlos dos procesaos itidus'tiacs. '
cliar contra elle, e assim obrigou-o a o
se com suas tropas em Baluit, d'onde linal oi-
rgio-se para Itans. povoacio situada ao sul ui
Se este corpo do Cazumb chegasse mais cedo,
tivesse conseguido reunir-se expedicao s
agrcola,
nao se depre-
tire
uu3"l!Uli>
nliecdo
[ne uvera por objecto o corpo de polica da ciie lo ai escolas Iheoricas, julga-as por ora muito
ua se dcbaiid.iram. Mae ello nperii ji-
para a fazenda da Cruz, pouco distante
, iran rui preso j.oi um individuo co-
porbaraiva das liar <, o reniciJo pom ,.
capital; de modo que tanto elle como os antros
caberas da maladada republica federativa o
, cquador foram presos c medidos a bordo do br- j republicanos
virfo porjdios. particulares, improvisou-se em
commisso militar c Ug^n rtpjnigar os rebeldes
quo c l,.i,.Mi pronuf^BO a favor da re publica.
teto tribunal, que o p\Wco por escarneo quali-
ucou cora o titulo de commiso matulo, forjou
procesaos sem forraalidade alguma contra cerlos
aos quaes con.lemnou a
de
po-
licia e o regulamenlo de sello.
O orador faz algumas cousiderares para mos-
trar a inconveniencia da autorisaco. Embora
saiba '[uo seus argumentos nao pod'em demover
o senado do propo.-ilo em que esl, de conferir
essa autorisaco, comiedo haver no paiz ajgum
leilor que dar s suas rellexoes o assenso que
o sendo nao quer dar.
O ministerio diz que se ada forle e resolvido
a vivar; muito estimara que nao se illuda ; j hou-1
veram miuislros que vieram dzer no senado
Nos somos immortaes, c entretanto poneos das |
depois eslavaui ungidos esacramentados, mor-!
tos c sepultados.
O Sr. presidente doconselho tendo dilocmtim
aparte, que o ministerio nao se Ilude, que co-
uhece bem quem sao os seus amigos, respoude-
Ihe o orador que os amigos do ministerio sao
iquelles que viram S. Exc. o auno passado com- enunciada
balar a sen lado testa da opposiro.
O orador passa a ler um discurso proferido o
.-.uno passado no senado pelo Sr. presidente do
conselho, do qual se < que S. Exc. eslivera em
opposicae ao gabinete de 2 de agosto.
Estranba que o Sr. visconde de Abaet esqueca
os principios polticos que anligamenle profeasa-
va, o. vetilla conceder ao overno urna aulorisa-
rao mais ampia do que o governo pede.
dispensaseis.
Esl pronipto a prestar seu apoto ao ininiste-
TIO, urna vez que as suas medidas cstejam de ac-
cordo com as opinies delle orador.
Na ausencia de partidos organisados e disci-
plinados, nao se julga na obrigaro de ocompa-
hJiar em ludo a adrainistraeo "e de dar-lhe um
opoto sem clausulas.
O Sr. U. Manoel volla de novo discusso
para protestar contra algumas doutrinas
gasas proclamadas polos defensores do
jecto.
Estremece
pen-
pro-
pelo futuro do paiz qti.indo v no
senado, em um corpo conservador, apresentar-se
una emenda que importa a revogaco de um ar-
tigo da conslilnitao.
Julga a autorisaco, alm de inconstitucional,
improlicua c perigosa.
a energicamenie contra a proposico
pelo Sr. Pimenta Bueno quando s-
severou que o corpo legislativo nao se ada ha-
bilitado para fa/.cr a designaro das altribuices
dos diversos ministerios. Admira-so de que se
faca lio grave oireusa a una casa que conten en.
seu seio 25 ou 27 ex-minlslros, grande numero
de presideicsde provincia, de conselheirds de
estado, ele.
Repelle a hermenutica excntrica do mes-
sendo des
or, que trouve parle delles do Aracaty, sera appello nem recurso algutw.
isie numero Luu Ignacio de A/.evedo, era seguida fuzillor no meio da vi
e os
illa, em
pleno
Fr, friv!'. P.? r' .coro,el Andrade l'essoa, da e debaixo das janellas da casa da c
1 anctaco Pedro Carapm.ma, o coronel Francisco d'onde assistirara seus membros
Miguel lcreira Ibiapina, o padre Gonralo Ignacio
de Loyola Albuquerque e Mello Moro'r. alm de
outros mmlos presos em liversos lugaics
ordem expiessa de Jos Feli (.
em recompensa dos serviros que prestara
no anuo antecedente causa da legalidade.
'Jl'm dos primeiros actos do governo deste foi
mandar sequestrav os bous do padre Alcacer, de
Tristio, do padre Sicupira, de Francisco Miguel
Pereiro Ibiapira, de Jos Francisco Gouveia I'er-
por, raz. de Juaquim da Cosa Alecrim, c de Manoel
-[Pacheco Pimentel, para pagamento de 23(i.?000
3-Iris, que cada ura delles recebera da juntada
ra 'azenda como depulado junta federativa do c-
- ; quador, de Pernambuco. Na mesma data pro-
- ; nioveu a concluso das ellfdes, ordenadas por
seu predecessor; as quaes "se izeratn pacifica-
mente em toda a provincia, excepto no collegio
do Crato, onde os cleilores do Jardim.que tinhara
a sua frente Joaqum Pinto Madeira, protestaran]
contra a forma de governo constitucional repre-
sentativo, o reclara a rara cora demonslrac.es se-
diciosas e provocadoras o governo absoluto. Mas
22 de junho_ o presidente olliciando-lhcs, estra-
nhou-lhes nao s essas suas ideas, como anda
o procedimento que liveram naquella circuns-
tancia, e ordenou-Ilics que concluissera dentro
de quinzo das as ditas elcires, sub pena de
mandar marchar tropas para aquelle ponto.
Esla atlilude do governo valen lerminarem-se
os trabalhns eleiloraes sem maior consequencia ;
e a votaoo de toda a provincia, apurada pela
cmara da capital, produzio para deputados -o
resollado definitivo seguinte :
Manoel do Nascimento Castro e Silva, Antonio
de Castro Vianna, Vlauoel Jos de Albuquerque,
Jos Gervasio de Queiroz Carreiro, capito-mr
Juaquim Jos Barbosa, Joaqum Marcellino de
Brilo, Antonio Joaqum do Mour, e Marcos An-
tonio Brido : e para senadores esi'ontro : Joo
Antonio Rodrigues de Carralho, Pedro Jos da
Cosa Barros, Joo Carlos Augusto d'Oeyssi-
raorle nliaiiscn, Mrquez do Aracaly, e padre Domingos
mandou | da Molla Themudo.
Cuiilinuar-se-hti.)
por
ao supplicio.
O presidente do governo padre Manoel Filip-
pe Gonralves quiz obstar estas atrocidades
mas nao foi atlendido ; por isto resignou o set
lugar, c roliron-so declarando que seu carcter
Assim concluio-so nesla jrovincla o ensato re- de sacerdote Ihe prohiba .le concorrer nm ue
publicano, que durante dous mezes abalou-a era | se derromasse sanguc : no rol dos condemnados
enlravain at menores de idade, que a muito
cusi se poderara arrancar das garras dos al-
gozes.
lodos
os seus ngulos.
A mor parle da provincia linha abracado de
mao grado c constrangida eslas ideas, e'islo se
depreliende mui claramente do abandono d'ellas.
e para adoplar-se o governo imperial com lano
maior prazer quanto delle esperava-se socego e
ttanquillidade
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Por portara de 17 do correnle, atlendendo
S. Exc. a omisso que houve na lei do orcamenlo
do anno financeiro presente de 1860 1861, de
consignacao para despezas eventuaes, resolveu
abrir um crdito de 20:000? para essa verba no
eiercicia notado.
A omisso que a referida portara veo sanar.
Foram mmolladas anda ijuatro victimas cura
sentenciado que devera augmentar esse numero
-1 de nume Pluma, recebeu ua cadeira em que es- pare,'n 1"c fo1 lilha anles de engao na redaeco
lava nrivado F i. ZZLl^ ^ '" ama,r,do- lres descargas sem solrer ferida i 'T"e K do que de falla effectiva de haver
ormciaes vmaZ J IU. ?.h, i' das ;iluma "^l^ < como a cada descarga implo- *ldo vola'1a vorba dM eventuaes, lano mais
L d 'ir tf ffl m ?"leS r;,va SeBhor du Bon,fi". em altas voies.os seus le>'d<> * mo re a, va, e "ao ZllfT^^^Z f"*"10'08 ***"* ** Pouc. dureza i ** "Pe?. >\ Por dla'de-
Jc. Subra"TImpen.riz VesL ao Cnio a''an,1 tKt PrUm ^W "Soquizeran, ^'-eer sa.isfeilas. nao era possvel que raconal-
losi Poli f. r" i i mesm. ao Lra v i mois coniiniiar cora o carnificina, nao obstante1 '"ente losse ella suppnmida.
i foi reconliec.do em toda a provincia,' aS ordens furibundas de alguns rm-rabros da con" I ~ Iforraam-noS; que um inspector de quar-
! misso, cuja sanha anda nao eslava arla de .'eirao do 1. dislricto da freguezia da Boa-Vista
sangue. O pavo levon a victima para a capeila : lp,n Dor l,roP""ia autoridade. diamido si a al-
do Seuhordo Bornfim, que se acliava visla em lr'uuiro de Impor mullas no seu quarleiro ; as
pequea distancia, e assim poz lermo s execu- 1uaes lgu recebeudo, para nao prescroverem
e lord Cockrane vendo a r.'volur.o
a tranqoillidade iirmemenlc estabelecda na pro-
vincia, relirou-se cora sua diviso para o Rio de
Janeiro no dia 7 de novembro, 1 j dias depois da
sua ehegada ao porto de liucuripe, Ficou Jos
lelix portanto na presidencia cuidando dcsanar
Julga a proposico emendada como esl pessi- Pllu q"e
ma, inaceitavel, e urna verdadeira calaraidade ;' nu menor
Sr. senador quando faz depender o res- os ,na'es acarretados sobre a provincia pelas dis- !
se deve
importancia
coneiiiiijro
da ma feria
da maior
de que
coes. Anda mais se rersuadirara do mila-
milagre, quando viram a victima sobioviver s
numerosas bridas que recebera.
continua a votar contra ella.
O Sr. Ferraz (presidente de conselho) defen-
derse de algumas censuras contra elle dirigidas
pelo orador que acaba da fallar; declara que nao
.steve testa da opposicao dirigida contra o ga-
binete do 12 de agosto, que apenas esleve em
desaccordo com elle era um ou cutro ponto ; nao
podia estar era divergencia com um gabinete que
ontava era seu seio alguns amigos, com quera o
orador sempre esleve as raelhores relaces ; nao
podia porm apoia-locom todas as torcas, porque
ca ronfianca.
Mostra que do discurso lido pelo nobre sena-
-o'Ie orador lizesse opposico ao transado cabi-
lele.
Justifica a autorisaco per julga-la dentro dos
nmites era que todos os outros lem sido conferi-
dos, por nao canter urna faculdade illirailada e
nem urna medida de conGopca.
Agradece o concurso daquellos que na estacada
fluerem auxiliar o governo com suas advertencias
rraTconStr1riaraPrCfere aPoio da1utllcs iuc O orador explana-se em largas consideradlos
OSrrJnXE'd. 4iu..i/ i- ^ P1" me^far as funestas consoque.icias da pai-
USr. twtoiK/e de Abaet dir poucas palavras xo pelo jogo das loteras Del a resultara im
rus: ^s=,i^=[? nf. ^^r^^^-^^^
tZ'/SH nna' et "".>" Sr. senador ago- ctoaamentoeMlra^TimSSSJSSSiSSK.
ra a cndenme como inconstitucional, e vol con- as a cora sua palavra umraamenu* Pngando-
tra ella
monto.
trata.
Revolta-se contra o jugo vcrgoohoso, a tutela
opprobriosa a quo o governo quer sujeilar o cor-
po legislativo.
Depois de fazer algumas considerares ao Sr
presidente da conselho a respeito dos a'migos com
cujo apoio o minislerio conta, oconselho-o a
que guarde-se dos amigos de circurastancias e
de occasio.
Finda a discusso. sao spprovadas as emendas
e por lim a proposito, sendo ludo rcmctlido
commisso de redaeco.
Proscgue a discusso, adiada em 2 de selem-
bro do anno passado, do requerimenlo do Sr.
D. Manoe! propondo que seja remetlida a com-
misso de fazenda a proposico da cmara dos
drpuladosque eleva a 24 o numero daslotejias
ja concedidas ao ihealro Lyrico desla cidade.
O Sr. D. Manoel:comeca por ler um tre-
cho do relatorio do Sr. ministro da fazenda em
que condemna as loteras ; folga de que o gover-
no estep nesse accordo, c espera que se oppor
a passagem do projecto.
senroes passadas, e esforzar do- se por prestar ser-
vigos ao governo imperial, alim de fazer esquo-
cera adherencia que linha manifestado para com 1UC araeocavam a provincia, apressou-se a fazer
\ repblica quando !2 de novembro fui iuormadu i adoptar por toda ella a constituico offerecida
le que um partido de tropa:), a que denominavam I Pe' imperador e firmaro seu
Jos Flix, desembarazado dos corpos armados,
que aracaravam
nao sabe como explique tal procedi-
Tcm resistido a todos os empenhos, a todos os
. I ttFjssJgr jslJt: sr*oppdr
mostrar quo a emenda nao viola a coostiluco,
responde au Sr. Vasconcellos, quando disse que'
elle orador linda abandonado seus anlgos prin-
cipios polticos ; nao sabe era que consiste e6sc
jogo im-
moral.
(Jnando o anno passado pedio o adiamenlo da
materia foi com o fim de ouvir a opinio da com-
misso de fazenda, o especialmente do Sr.
Justifica o projeelo. e tuio er qco um projeclo
que foi esludado pelas commisses da casa, que
passou sem dbalo em priraei.a eegunda dis-
cusso, o quo foi epprovado depois ie largo de-
bale pela maioris dy seuado, eja lao defeituoso
como se lem querido ineulcar.
O Sr. Ferrtira Peana, respondendo ao orador
que acaba de fallar, mostra que nao ha incohe-
rencia no seu procedimento volando contra a
emenda substilulira. O qoe o orador propunha,
quando fallou sobre a materia, nao era urna au-
torisaco ampia e vaga corrH> essa que se acha
consignada na emenda, mas si.ra urna autorisaco
definida, e limitada a objecto delermiuado.
O >r. Pimenla Uutno, como sempre tem sido
avesso a concesso de autoriaces precisa justi-
lJcar o seu ?olo a favor de&ta.
de Cazumb, vuha pelo f indo da provincia do
Riotirande do Norte era direccio a do Cear, a-
mearando entrar nesta pela bada do rio Biguei-
redn, perto do Quixass.
Esle corpo era com effeilo o do sargento mor
Jos Gomes do Reg, por alcunho Cazumb, que,
depois da tomada do Recif. pelos imperialistas'
governo, nao omil-
tindo simultneamente nada que lendesse a
acalmara efervescencia dos.espirtos.
O presidente Pedro Jos da Costa Barros, de-
pois que fora por Tristo compdlido a deixar o
Cear a 20 de abril, retirou-so para o Rio de Ja-
neiro, vollando d'ahi posteriormente para Per-
nambuco, alim de aguardar o resultado da si-
luaro : e este resolvendo-se por fim na restau-
raco do governo imperial, apressou-se a virio-
ae retirara para o norte em diteceo Parahyba
onde esperava manler-se o sustentar a repblica ;
mns sendo exautorado da ad ninistrac,o o seu pre-, mar conla da presidencia, o que realisou-se a 17
Bidente republicano Flix Antonio de Mello pelos' Je dezembro,lrazendo comsigo ocoronel de enge-
impenalistas, quo naquella provincia reslabele- "heirosConrado Jacobde Niemcyerpara comman-
ceram o governo imperial, poz-se elle testa do danto das armas, e urna legio de (ropas regula-
corpo de Cazumb que se retirou, e marchou em re?> destinada a conter os facciosos e favorecer a
ment alim de que a commisso emiti o seu pa-
recer o respeito da questo.
Convida o Sr. Silvcira da Molla a que o auxilie
nesla lut.
O orador alarga-se em diversas consideradles
para mostrar a immoralidade, a protiluicVo, o
escndalo que lem dado lugar o theatro lyrico,
e deduz a obrigarjo em que esl o governo e o ,
corpo legislativo nioaeorosoar caro inmoral.- ^^I!!J2f!&,22?,?? a 8r-an-de
direilura ao Cear para reunir-se a algn dos
corpos da expedicao, que d'ahi se esperavam ; e
ao lempo em que chegou a noticia, vinha pelos
conlins das provincias de Rio Grande, Parahyba e
Cear, explorando o terreno e o estado das cou-
sas.
Em seguiraento delle marchava o major La-
menha com urna diviso, qie o acoropauhava de
longe. r
Jos Flix Iralou immedialamenle de reunir
Iropas de diversos pontos na provincia, para se
opporem entrada deste corpo em disirclodella.
Expedio da capital 300 homens ao mando de Luiz
Rodrigues Chaves, quo commandava no Aracaly,
cora ordena de se reunir s tropas de S. Bernar-
do, de Quexeramobim e Balurile, cavallacia do
Jaguaribe e s torgas do lei, nomeando comman-
dante geral da expedido .i Ignacio Ribeiro Gal-
vao. Nomcou igualmente urna commisso de 3
regaos para ir parlamentar com Flix Antonio e
onerecer-lhe, no caso de sa querer render
sua gente, garanta uasvias e passagem
outra provincia.
' Flix Antonio informado ca restauradlo do Cea-
r, da sorte funesta de Tris o e da entrega das
suas iropas, e finalmente da marcha retrograda
de Filgueiras com a expedicao que conduzia para
Pernambuco, desisti do i rojecto de continuar
sua marcha em direccao da :apital do Cear; mas
resolveu dirigir-se para o :arry, afim de t'enlar
ua juneco cora Filgueiras, de cujo corpo igno-
rava a dissolucao. Suas tropas vinhan cansadas
por urna marcha de perlo ce 200 leguas, n'um
marcha do governo.
Joaqum Pinto Madeira, que j vimos marchar
sobre o Ico por occisio das eleiges procedidas
all em 12 do dezembro de 1821. e* depois oppor-
sc a marcha de Filgueiras para Pernambuco,sendo
desuado a representar de ora em diante um pa-
pel dramticamente importante na historia da
provincia, merece que o demos bem a conhecor
desdo j : filho de pai do mesmo
sem duvida alguma.
Com essa invenjo, cuja novidade bera merece
urna recompensa, poder-se-ho d'ora avante dis-
pensar os fiscaes, fazendo com que o lal inspec-
tor eslenda a sua jurisdieco loda a cidade ;
mas anles que se lome essa ulil providencia, bom
seria que se Ihe dsse alguma relribuicao con-
digna.
ludo poder-se-ha tolerar na ordem publico,
menos porm ura funceionario prevaricador, que
lHCB moda autoridadeque Ihe foi confiada para
velar na guarda dos direitos doscidados. o dola
usa em desproveito dos mesmos cidados cora
atropello dos seus dreilos.
Continua a polica as suas pesquizas acer-
ca do assassinato perpetrado no cadete YVan-
derley, e de esperar que nao fique elle im-
pune.
Asseveram-nos que fra encontrada no bolso do
raorlo una caria, quo talvez sirva de fio de Aliad-
os para a sabida do labyrinto desse crime.
O Sr. Dr. Bernardo Machado da Costa Doria
foi dispensado, seu pedido, da auditoria de
guerra desla provincia, para a qual foi nomeado
pelo governo imperial o Sr. Dr. Antonio Francis-
co de Salles, juiz de direilo da 2'1 vara criminal,
dcsta capital.
Sob o titulo de Agricultura publicamos
hojo um artigo escripto em Paris, pelo nosso com-
provinciano o Sr. 2.a tenente de arlilharia Phi-
As suas ideas
por de mais convenientes ao nosso
Cettamcnto que nenhum dos Srs camaristas
querer carregar com a responsabilidade dos
volvos, e nutras moleslias que o occasionar a
execugo do citado artigo 3o.
Acamara municipal devio ser o primeiro a dar
o exemplo, executando fulminantemente as suas
proprias ordens, na parte que lho diz res-
peito.
Emquanto nao houver torreos para o servijo
designado no artigo transcripto, nao podem os
Srs. fiscaes, e guardas muuicipaes proceder como
eslo procedendo.
Chamamos a altenco das autoridades compe-
tentes para os abusos que se eslo commeltendo,
a titulo de execuco da citada postura de 20 de
novembro de 1855.
Em a noile de 7 do correnle mez, dentro da
villa de Barreiros, foram brbaramente estanca-
das, e acutiladas duas pobres mulheres por dous
pardos, sendo um delles o escravo Benedicto, do
Francisco do Vasconcellos Lins, seuhordo enge-
nho Paran, da freguezia de Una.
Foi preso o negociante daquella villa Misael d.i
Rocha Carvalho, como indigitado mandante desso
espancamento.
Foi preso pelo delegado do Cabo no dia 12
do correnle o criminoso de tuerto Manoel lava-
res de Araujo, cotilleado por Tacares fanlioso, o
que naquelle termo andava cora o nome de Frac-
cisco Tavares.
Foram recoldidos casa de delenco, no dia
17 do correnle, 1 homem e 1 mulher, todos li-
vres, sendo : 1 a ordem do subdelegado do dis
trelo de S. Jos, e 1 ordem do subdelegado da
Boa-Vista.
O vapor Paran da corapanhia brasleira
de paquetes que no dia 20 devia chegar pos por-
los do norte, nesla viagem ter de demorar-se
mais 6 nas em consequencio do concert quo
foi azer na doca do Maranho : deve pois estar
neste porto no dia 26 para seguir ao sul.
O vapor da mesma corapanhia que vira do
sul no dia29. o iocautiis,
J ha alguns dias, que dissemos algumas
palavras acerca do irabalho, que o nosso com-
provinciano Arsenio Fortnalo do Silva enviara
de Paris ; e como acharaos em um peridico as
seguintes linhas sobre o mesmo objecto, aqui as
consignamos como um trbulo ao seu tlenlo.
senlindo que se Ihe tenha retirado o subsidio,
com que alli rslndava as expensas da provincia,
de que actualmente j nao pensionista, como
ce le no arligo :
Tive occasio de ver, um deslcs dias, dous
quadros enviados de Paris, sendo um para o go-
verno, pelo Sr. Arsenio ForMiiafo da Silva pen-
sionista da provincia.
<< Sao copias, mas copias que revelara talento
e alteslara applicaco e aproveitamento de dis-
cpulo, que pode ura dia vir ser um pintor dis-
tincto.
L'm dos quadros representa' a Fidclidade,,
symbolisada per um cao, c-stenddo tristemente
junto sepultura do amo, cojos herdeiros fol-
gara pequea distancia n'ura castello todo Ilu-
minado e em festa.
O outro representa S. Francisco de Sales,
visitando urna aldi enferma. As soraphicas fei-
oos do Santo, estao bem apanliadas, cheias di
unro e palpitantes de vida : mas no paludo
semblante de una mulher, joven ainda, sentada
n'uma cadeira, e no calino e resignado roslo da
um robusto catuponez quo esta no lado d'essa
mulher afilela cercada de enancas, o Sr. Arse-
nio foi mais quo copista. A sua mo, irovida
pelo sjpro ardente da inspiraco. animou a tela :
cente-so a dor, v-se a resignado, ouvem-sc
os semidos.
Consta-me que, em ronsequeneja da sua
aturada applcaro, o Sr. Arsenio adoecea.
Faro votos para que se restabelera e possa pro-
seguir com fervor no seu estudo da arte pata a
qual se senle alirahido desde a infancia, e quo
ainda Ihe pode dar proveto e gloria.
N'uraa correspondencia de Madrid, na qual
s> d conta da enlraJa das tropas luquella cida-
de, se 1C o seguinte :
>< Os hroes desla fesla patritica foram dous
en les obscuros, pobres, misera veis : um corne-
ta, e um cao. Sua gloria obscureceu a de todo
o exercito, e sua populardado lhes valeu urna
ovaco, que perturbar talvez o somno de Es-
parlero no seu retiro de Logroo.
O corneta pertencia ao regiment de Bour-
bon ; tem quatorze annos de idade, e pequea
estatura, seus olhos sao cheos de vivacidade o
malicia. N'um dia qu eslava nos poslos avan-
cadoa cora a sua compauhia, seu estomago lho
lembrou que elle eslava em jejum.
O infeliz nu leudo rao com que salisfa-
zer a sua negra fonie, lanrou a vista em roda.
o vio ao louxe alguna sobrciros. Ora, onde lia
sobreiros, diz elle comsigo, ha olandes, e nao
precisou de raciocinar mais para as ir colhcr.
Engaando a vigilancia das sentiiellas, che-
gou s arvores, o.comerou a comer as glande?,
que tanto tinham excitado sua imprudente gulu-
dice ; mas de repente elle distrahido da sua.
refeico por ura molim que chegou aos seus ou-
vidos ; enlo volta-so para observar a causa, o
ve-se, oh terror I rodeado de Mouros negros o
lerozes.
< A fgida era impossivel, e mais impssivel
anda a defeca ; a inspiraco, porm, veio o ni
seu soccorro. O esperto pequeo pega da cor-
neta, e comeca a locar o ataque de bayoneta, os
Mouros fogetn alternados, persuadidos de que era
urna embuscadada dos Hespanhoes.
O hroe dcsta aventura foi levado om trium-
pho nos hombros da mullido quando entrou i ni
Madrid, e coroado cora urna coroa de louro. do
vez em quando, a pedido dos concurrentes, lo-
cava o sgnal de ataque de bayoneta, ao qual elio
devia a vida.
O celebre cao dos caradores de Baza do
origem humilde, como quasi lodas as celebrida-
des militares. Om dono ingrato o vendeu por
um pao a um soldado da i.'1 corapanhia, quando
o balalhao eslava eui Barcelona. Seu novo
dono Ihe poz o nome de Palomo, e reparti cora
elle sua sopa e seu pao. Palomo foi reconheci-
do. Declarada a guerra, Baza recebeu ordem
de marchar para Algcciras. Palomo nao podia
embarcar, porque era prohibido admillr caes
bordo. Entreunto elle foi ler o Algecras, como?
E' o que elle nao disse e uinguem ; mas
chegou.
O balalhao de Baza deixou lambem a Pennsula
e parti para a frica. Palomo anda outra vea
deu urna prova da sua immensa fidelidade ;
elle chegou Marrocos, o lomou parle em todas
os batalhas do exercito, al a lomada de Tetuan,
onde recebeu una bala, que o fez coxo para lo-
dos os dias da sua vida. Na entrada triumphal
! do exercito d'Africa Palomo marchava modesta-
mente frente do balalhao, coberto de flores o
louros, e levava as insignias de cabo de es-
quadra.
Matadouro publico :
Malaram-se no dia 18 do correnle para o con-
sumo desla cidade 104 rezes.
MORTALIDADB DO DA 18 DO CORRKSTR :
Garda, preta, escravo, 70 anuos, soltcira hydro-
p.esi.
Luiz Prxedes Dures, pardo, solleiro, 16 annos,
escarlatina.
Francisco Jos do Cont, branco, casado, 43 an-
nos, hydropesia.
Silvino, branco, 4 annos e meio, congesto ce-
rebral.
Maria, bronco, 1 hora, coneesto cerebral.
com
para
dodes.
Julga que oppondo ee concesso deesas lo-
teras faz um servigo nao s oo paiz como ao go-
verno, e da proras de seu ministerialismo em
vista do trecho do relalorio que Jeu ao senado.
Se nao passar o adiamenlo, prometi comba-
ter eom'todas as forcas o projecto, para o que
possue grande copia de documeutos.
Eslranbi qu o Sr. presidente do conselho se
nome, offioial I adelpho Augusto Ferreira Lima,
de milicias, quo nunca se lornou conhecido. Pin-; sao saas e por de mais
lo Madeira conservou-sc tambera obscuro al que paiz, novo e carecido de estmulos para seu en-
l-ilgueiras, paia obsequiar o pai, continuou o fi- grandecimenlo. Bem deseiramos ver realisada
lho nos mesraos postes ; e, cuino goslasse da, a sua idea de exposices, que servidora como
sua rrsolucao, fe-lo seu anidante de ordens. Mas : que de incentivo para as diversas classes da nos-
I tuto Madeira, quo sempre minifestou desde o sa sociedade
principio da sua vida publica, ideas eminente- | Anda hojo sobe sena a opera a Tracila,
mente monarchislas, apartou-se de sen amo, co pela corapanhia lyrica italiana do Santa Isabel,
mo elle o cr*"
i republict
Muita gente
liamava, na occasio da proclamadlo; A Ilm." cmara municipal tem chamado
da_ repblica do equador. altenco dos seus fiscaes para curapriraento das a
considera este hornera singular \ posturas de 20 de novembro de 1855, que lera
C. m?.l.en_d0sld_o:l,aoeslup.,d,?-'l,,e fora "capaz por epigrophe -Limpezo publica e particular da
cidade do Recfe. e o artigo sobro qua moior
cusi qualro pecas de arlilharia e suas municoes
de guerra; com ludo ainda quizeram temar esle
nico recurso, antes de se mtregarem ao major
Lamenha que as segua observando-lhee lodos os ,
passos. N'csse moviniento em direccao do Cariry, i ca e a quizessem e podessem representar,
rodeaDdo o serra do Pereiro 3 Cmara nos conflns !1uiririam B nomeada de Pinto Madeira
de ter urna opinio ; mas lodosos actos da s
vida denotam atea evidencia que nelic sempre
dominou urna Odelidado toda prova aosmonar-
chas. Fiel D. Joo VI, ocelou D. Pedro I e a
independencia primitivamente de mo grado, e
ao depois, como monarcha legitimo ; e se recu-
sou reconhecer D Pedro II, foi porque julguu
que se ilzera violencia seu pai paraeleva-loao
throno : foi sernpre firme e constanle coripho
desta opinio. O fado do vigario Antonio Ma-
noel te-lo dominado, prova apenas que ello era
menos hornero de cabeca do que homem de ac-
o. Pinto Madeira foi a encamarlo de um
idea dominante em sua poca, logo nao era este
estupido que se nos diz. Quantos homens Ilus-
trados passam nesta vida sem deixar rosto ops
s, ao passo que so eomprehendessem a sua epo-
od-
pelo
(*J A numerocoo inscripta no numero paswdo'
deve ser Mu 156 e nao 153, como sahio.
menos
Depois da derrota da expedicao de Pernam-
buco, elle lambem se deixou possuir do enthu-
siasino bellico e venturoso, que Ihe inspiraran!
vigilancia exorcem os guardas fiscaes o se-
guinte :
Art. 3." Todo o individuo, que se encontrar
ourinamlo, ou deseo metido, as prados, ruosbec-
cos, ou oulro quolquer lugar publico desta ci-
dade, quer de dia quer de noite, ser, multado em
dous mil ris, ou dous dias de priso.
Muitas pessoas lem sido presas pelos guardas
fiscaes, e algumas quo apresentara visives simp-
lomas de solTrerem dos intestinos, e de modo
nao poderem soffrer qualquer demora no lal acio
de descomer.
Poder a illustrissima cmara exigir o cumpri-
mento dessa_ postura, do tendo, como nao tem
dado execuco disposic,ao do segundo artigo, da
mesmo postura ?
Art. 18. "A cmara promover desde j
(10 de novembro de 1855) construejo de 16
torreoes commuos, sendo 4 para cada urna fre-
guezia, os qnacs devero ser limpos lodos os dias
pela manhaa sem falla.
Parece-nos que nao.
Dalancctc da receita c tlespeza da c-
mara municipal do Ileeife no mez
de abril de 1860.
MUTILADO
nF.CEITA.
Saldo em 31 de margo de 1860..
Exercicio de 1859 a 1860.
Impo-ito de cordeaces, n. 172 201
dem de fogo artificial, n. 33 a 40
dem de cslabelecmcntos da fre-
guezia do Recfe, n. 261 a 344 .
dem de ditos de Santo Antonio n.
378 a 413........................
dem de ditos de S. Jos n. 90 a 95
dem de ditos da Boa-vista n. 167 a
172...............................
dem do ditos dos Afogados n. 13 .
dem de carros de passeio n. 254 a
255...............................
Idera de carrogas, n. 118 a 119....
dem de outros vehculos n. 96 a 97
Multas pelo fiscal do Recfe, n. 57
a 65..............................
dem pelo dito de Sauto Antonio
n. 20 a 27........................
dem pelo dito de S. Jos, n. 18 a 22
dem pelo dito da Boa-Vista n. 9
a 10............................
dem pelo dito da Varzea, n. 5 a 7
Idera pelo dito de S. Lourenco.
n. 1 o 2..........................
dem pela secretaria de polica n. 75
a 8..............................
dem pela subdelegada de S. Jos,
n. 6..............................
dem pela dita da Boa-Vista n. 3 e 4
Multas pelo regulamento de 26 de
3:093$573
140*380
195200
2SGJO0O
142SOOO
14*000
24g0OO
2000
50g000
12j000
12$000
76JO0O
968000
50S0OO
13J000
9jj600
94600
1469000
3JO00
408000
ILEGfVEl



i.i lilklll
DARO bt -PERWjBM [/?.._-. QUINTA PtlRA 19 DE JULHO DE 1860.
m
gusto de 1851, n. 1 e 130.. ..
Ribeira de S. Jos, n. 18 a 26 .
TjIIio ilo agougues, n. 25.........
Extraordinaria n 4..................
Cemtterio publico n, 7..............
Exercicio de 1858 o 1859.
Imposlos de estabelecimentos da
freguezia do llerifo, n. 366* a 418
idem do dilos de Sanio Antonio, n.
562 a 576........
IJora do ditos da Boa-Vista, n.
210 ......... .
1-Jem do dilos dos Afogados. n. 22 .
Hullas pelo regulamc-nto de 26 de
agosto Exercicio de 1857 1858.
Imposto de estabelecimentos do
Recita n. 398 a 437..............
dem de ditos de Santo Antonio
n. 600 i 606......................
dem de dilO dos Afogados, n. 18..
Mullas pelo regulamenlo supra, n.
314 a 361 ......................
Exercicio de 1856 o 1857.
Imposto de estabelecimentos do
Recite n. 39S a 425..............
dem de dilos de Santo Antonio, n.
608 a 608 ........................
Multas pelo regulamento supra, n.
241 a 27........................
Exercicio de 1855 a 1856.
Imposto de estabelecimentos do
Recita n. 395 a 22..............
dem de dilos de Santo Antonio, n.
611 a 621 ........................
Multas pelo regulamento supra, n.
320a353 ........................
Exero'do de 185 S a 1855.
Imposto de estabelecimentos do
Hecife i!. 398 a 407..............-
Ilem de dilos de Santo Antonio, n.
643 a G~.........................
Multas pelo regulamenlo supra, n,
3 a 436........................
Extracto de 1853 a 1851.
Imposto de estabelecimentos do
Recita i). 430 a 435..............
dem de dilos de Santo Antanio, n.
637 a 641.........................
Molla polo regulamenlo supra, n.
830 a 840.........................
Exercicio de 1852 a 1S53.
Imposto de estabelecimentos do
Recita n. 423 a 426..............
dem de ditos de Santo Antonio, n.
1I8 a 021 ........................
Mullas pelo regulamenlo supra, n.
'J20a 027.........................
Exercicio de 1851 a 1852.
Imposto do estabelecimentos do Rc-
rifo, ii. 631 a 682................
Mullas pelo regulamenlo supra, n.
556 a 557 ........................
128780' laes a premio uo talor do 16 conlos e lanos.
43g 94 ; Compre notar que a divida activa enorme, sen-
41 260 cs'a uma das causas da decadencia da santa casa,
12c800' .ue apegar de ler um advogndo e um solicitador
1:595j900
212#000
44000
4S0OO
25000
143*600
1800
2000
98J000
16*000
2235000
92g000
145000
2125000
de partido, nao (era dessa providencia lirado as
vantagens que erara de esperar, sera que todava
seja por culpa desses erapregados, mas por ou-
tras circunstancias que tem obstado o andamen-
to das execuces
A arrecadaco do anno corapromissal qoc fin-
dou, anda por mais de cinco conlos, elia resul-
tou dacobranca de cinco lettras na importancia
de duz-nlos c setenta e tantos mil ris, da en-
trada de dous contos oitocenlos e tantos mil res
5218000 do producto da arremataco de duas casas que se
lomaram por divida e de mais do dous contos
provenientes do juros, foros, laudemios, aluguer
de casas e oulras rendas, que raclhor se poder
ver nascontas que o thesoureiro houver de apre-
sentar. Quando os males sao inveterados dif-
ficil se torna o remedio se nao impossivel, se um
braco forte pois. tomar a gerencia dos negocios
3245000 da sanl3 casa desta cidade, e conseguir arreca-
dar ao menos a maior parle da divida activa,
conseriar lodos os predios e orgamsar melhor os
roeios do sua arrecadaco, poder ella ainda nres-
lar-se aos fins de sua inslituico.
Irmo desla contraria a 27 anuos, c tendo por
vezes oceupado na mesaos tuzares de consolhoi-
ro e de escrivao, cumpre-mo declarar que feliz-
mente tenbo sempro pertencido a administracoes
conservadoras. Quanto aos esforcos que tenho
etnpregado para lira-la da miseria era que se
aclia e dos frricos que para isso hei prestado,
appello para o teslemunho dos liomens bem in-
tencionados o honestos e para o daquellos que
quizerera examinar os livros que escriplurei na-
quclle archivo onJe se acham
Olinda, 17 de julho do 1860.
Salvador Henrique de Albuquerque.
D Dcit
68:000
12-jOOO
1605000
20jOCO
16$000
72J0OO
16000
12g000
50000
6000
12:000
8:0855287
2:888:332
verdadeira pesie do
que contestados em
11:576-619
riFSPF.ZA.
Folba dos ordenados n. 13 c 14
l.impeza das ras, 11. 125a 140___
nscrvacao do calcamenlo, 11.
61 a69 .........
Maladouro publico, n. 50 a 57......
Evcntoaes, d. 44 a 48..............
I par a rasa do delenco, n. 6
Extraordinaria autorisada pelo go-
rerno n. 3......................
Ccmiterio publico, n. 7 ............
2:863-5183
69J880
2325790
4nfiS220
96;f.2o
585000
6-0003000
1:115926
11:576*619
Cmara municipal do
j }6 I. O procurador,
/. pes.
Recita C de maio de
Jorge Yiclor Ferreira
Coimnunicados
Santa casa ta misericordia da
eitlmlc 1I0 Olinda.
Exposico.t
A salutar providencia q'ue icaba Exm Sr.
presidente da provincia de tomar, instalando no
IV cita urna irmandade da misericordia ; as cir-
curaslancias especiaos em que so acha a .santa
casa desta cidade de Olinda, cujos bens palTi-
moniaes pretende o mesmo Exm. senlior que se
reunam aos daquella, licando sempro aqui um
h ispital filial ; o fado de oceupar eu o lugar de
escrivao do anno comprouiissial que lindou a 15
do correte, e a impressao desagradavel que na-
turalmente lera cansado ao publico o que ha di-
to 0 Diario acerca du desgranado estado em que \ os mesmns,
Ha individuos lo roaosquo tem para si, quo a
mentira minias vezes repelida nao pode deixar
de produzir algum eftaito, e trazor porta,.lo o
descrdito daquelle contra o qual for a ni- ama
inventada apropagada.
Taes individuos sao uma
estado social, porque ainda
seus invenios, anda quo pulverisados em seos
aleives, ainda que finalmente convictos de calum-
niadores, elles ah voltam sobre o-mesmo tcire-
nn, e entoando descompassadamento uma anti-
phona j sabida para mystificar aos ignaros do
seo valor e da sua procedencia.
E em laes circumstancias, quando nao 6 uma
censura racional e fundamentada, que se apr-
senla ao publico, o que compre fazer esse censu-
rado, on mais propramento fallando essa victima
de semelhanle canibalismo ?
Calar-so seria o mais avisado, tanto mais
quanto da comporaeo do carcter do censando
e das censuras feitas, o publico flea suflicienie-
mente inteirado do motivo dolas.
Esse ha sido o pensar do Sr. Icnonle-coronel
Kelly em presenea dessas pasquinadas com que
ahjuem vai pejaruma folhiuha desla cidade ; mas
nos nao podemos deixar de vir oppor alguns em-
bargos aquella voz clamante nos desorlos das Cin-
co Ponas.
Para esse quem quer que seja ludo conslituo
um motivo de maldizer, todo se presta ao seu
dente viperino e alassalhador ; o do ludo igual-
menteforma o edificio da sua malcdiscencia.que
por corlo allue-se por si mesmo, visto que nao
podem ler solidez as bases do dizem, consta,
ele., sobre que elle levantado. Quando se
lera consciencia da aceusago que se faz a ou-
Irem, taes meios nao sao erapregados ; a allir-
maco clara e primitiva de jine se usa, e nao
desses meios Mdenles de uma responsabilidade.
Mas elle est em seus principios, esse quem quer
quo seja ; porque o malvado sempro cobarde, e '
esto jamis deixa de procurar a aleivosia para |
abrigar-so a tratar della, e dahi lancar os seus
miseraveis tiros sob>-e a victima que cscolheu pa-
ra alvo.
Mas de ludo o quo ha dito esse quem quer que
seja. o que se tira, o que resulla ?
Resulta que o Sr. tenenle-coronel cumpridor
de seus devores, nao ha lido indevidas contem-
placoes com essa assidnidade, nem com oulros ;
e que por esta razio, que o nobilita assaz, tem o
Sr tenenle-coronel Kelly allrahidoa malevolen-
cia desse energmeno, cuja falla de bora senso
se revela das laes pasquinadas, de que sobresali
um mixto incomprchcnsivel do impulares sera
nexo.
Cora clTeito, ludo serve-lho para carga ; at
uma historia do cabo de esquadra, de Jos Mar-
ques de Moracs. Mas querem saber quem esle
seja ? li' o homem quo consta do documento que
segu ; o homem que ha sido preso por defe-
rentes vezes por insubordinacao para com os
seus superiores, por falla (le fe.speilo para com
por falta do revista, por fal'a (inal-
candidatura uo seu aimgj l'r. riel, emtiora
adultere os fsetos, embora a sua a?Jefe,", cuja
impavidez faz presumir verdade ra, seja dsracn*
tlda por immensas pessoas quo s&o scrgypafla's' 1
Crescae apparega nao pdenos nos tambera
dizer ao Ilustre campeo do Dr. Fiel, aproprian-
do-nos a resposta que deu cerlo ancio de senso
a um dandi} que Ihe tai pedir a fllha ?
E' pois, porlanlo, molhoraqui vai um conse-
lho, o exemplo contagioso; que S. S. detan-
da a candidatura do Sr. Dr. Fiel, oque lhe nao
censuro, o aprsenle como o esumo da sabe-
doria humana, como o prototypo do patriotismo
e dodicaco, sem que olfenda a quem nao lhe
offendeu, o a quera nao se lombrou nunca da
sua pessoa, nao s porque nao aconhece, como
por que lera para si que nao pcrJe nada em nao
conhec-lo.
Ditas estas qu3lro palavras para descargo de
consciencia, fique o Sr. Oulro do Poro na cer-
teza de que nao daremos mais resposta neiiliu-
raa qualquer novo escripto seu
O Sergipano.
O Liberal Pernambucano, na3 perde occasiao
de morder os seus inimigos polilicos.
Ninguem ha era Pernambueo que dcsconheca o
rompimento havido entre o Dr. Jeronymo Vil-
lela de Castro Tarares, e o pa lido liberal des-
la provincia, a raaneira sempre forte e acrimo-
niosa pela qual o Liberal ataca esse nobre lida-
dor da causa justa, e mesmo a intriga que soe
preparar-lhe.
As injustas observaces do Diario do Rio ao
discurso do Dr. Villla Tavarcs, pronunciado
na sesso de 3 do correte, mer.ceram o acolhi-
menlo do Liberal, que logo as iranscreveu as
soas primeiras columnas, cuyo o uaticia do grande
alcance poltico, como uma arme poderosa arre-
messada coutra o futuro candidato do circulo do
Bonito.
Deixando o Liberal rocreiar-.e no deleite da
vinganca, que suppo exercer com semelhanle
transcripto contra o seu generoso inimigo
ausente, fazemosalgumasobservaces aoqno disse
o Diario do Rio ao discirso do Dr. Vil lela Ta-
vares.
Porque tao desabrida e vehemente aggresso ao
carador do Dr. VillelaTavarcs, como hornera po-
ltico ?
COJfJtftaiHCiO.
Prara d l^ife 18 de julho de 18G0.
fl0 IU- HORAS DA* TARDE.
ASTRKS.
s offlciaes.
Descont dfKJ0%.'2 ararrr-
Algodao de Macei=7*350 ?,. %,,
heorge Patchetl. tao.
Dubourcq Seo
A la 11 de ;'*
Rendimenlo do dia 1 a 17. .
dem do dia 18......
130:10 J>.
gulaiiieiilo n. 738 se daiao as ulleriure profl-
dencias, que o dilo cdigo e regulamenlo pres-
crevem. Becife 12 do julho de 1860.Anselmo
Francisco Pcrelli.
Era cumprimento desta sentenca, convoco a
todos os credores presentes do dito fallido, para
que no dia 19 do correnlc mez, s 10 horas da
manhaa comparecam na sala dos auditorios, afim
de se preceder a nomeaeao de depositario ou de-
positarios.
Secretaria da thesourararia provincial de Per-
nambueo, 4 de julho de 1860.O secretario, A.
F. da Annunciaco.
Capitana do porto
Por esta capitana se faz publico o aviso abaixo
da capitana do porto do MaranhSo, relativamen-
te a substiluico dos vidros brancos do pharolele
do forte da barra, por outros de cor rubra.
Capitana do porto de Pernambueo, 6dejulbo
P. Brrelo de Mello
E para que chegue noticia a todos os credores,! ^l860-0 8-cre,ario- J-
os nos lu-1 '
mandei passar edilaes que serao alfixndo
gares do costume e publicados pela imprensa.
Dado e passado nesla cidado do Recita, aos 17
julho do 1860.Eu Joao Vicente de Torres
Capitana do Porto.
De ordem do Sr. chota de divisao e capitao do
15 3l74#!'v 'teira, eserivao interin" do"juizo especia do Porl0' faz;S(; publico, que o pharolele xisten-
'- -co o flz escrever. le na pontado forte d
165.422; 102
Movlmento da alfande^a
Volumos saludos cora fazendas
com gneros
Votamos entrados com fazendas
com geueros
128
20
------148
100
355
455
9>!
cominfc
Anselmo Francisco Peretli,
rrno.fr* A ''ons*\c?' "lleiro da em dianle a serem substituidos os vidros bra-
v*,ZVtL?m '"z d0 [phaos d0 termo d0 cos- Pr ou,rs de cor encarnada vis o ser d
S po s' 0'jiu,"eradr' V* Deos "- : ru'1idade i navegaco ; evitando s'o Sra "uo
P conl.nuera a confundir sua luz, con. as dos a-
. ._ ______,. odital vircm. vios ancorados, da imin miin^,!, .. _.. j.
Descarregam hoje 19 de julho.
Barca nglezaSlellabacalho.
Escuna uiglezaBallhoroo resto.
Escuna jnglozaBelloferro e carvo.
Brigue portuguezTarojo & Filhofarelo.
Patacho inglezAtievldofazendas.
Patacho brasileiroArtistadiversos gneros.
Iinjmrtt/aao.
Brigue porluguez Tarujo & Filaos, rindo de
9 barra, aqe marca, o orea*
j para a mesma logo que desCoberto pela quina
ordem
Rocife
Face0'saber'aos que O present "**' *IreJ?; I r2finf!lT'|M *L2a w" '
que por esle juizo lera de ser arreglado ?F H^" S-. elseo para o N. E. Secreta-
venda a quera man der. na porta da sata Jas au- ra oe '\r-nania do porto do Maranhao, 2 de ju-
diencias. e lindos os dias dalei, os spguin(esp.*P- "ho dfl 1660.-i;,vraundo.lldclfonso de Souza
priedades : i arfadas, secretarlo.
Um silo de torras denominado Altamo, cora De ordem do Exm Sr. director interino so
algumas fructeiras. extremando pela frente com faz publico por esta secretaria, que em con-ro-
o sitio Riacho da Estiva, pertenccnlo a viuva e K,ico de 4 do correntc tarara abonadas, assini as
herdeiros de Jos do Monte Lima, pela parte do falias dos estudanles, dadas no mez de maio o
mscente na Imba de sul a norte do marco da es qe o deixanm de ser na congregariio mensal du
rana ate o riacho Passo da Ibura e dito sitio Es- junho, como os dadas no mesmo mez de iunho
a parle do norle, ao poente.com ter- : rom n* exepnres senninlpa
Lishoa, consignado A Manuel Joaquim Ramos e ra3 do ei."enhn l!eh.\-, .m.,1 9'>n n,i...,.= i i o pi n. .'
"VS5!.!SB??J -1.....! "'nt e .A fundot^ora^a cSast'uiS 1,-" "AgosMnlio lernande:
811,;_____, ,n .-. ; ........ t ,,,, Ui: luiluil cum Ull.lj C.'IS3S U<
Idiln? h 2 -^k i i* '' coborlM d0 ,e,h. "'aliado por 5:O0O;00O.
10 dilos chouricas, 400 cainasjaat-las, 1,125 mo-
ibos ceblas ; ao consignatario.
89 pipas o 6 meias dilas c 73 barrs vinhos, 4
pipas e 5 barris vinagre. 2 caixas livros e follie-
tos, 1 dila mercurio o assucar cand. 1 dita oleo
de alfazema. 1 fardo peneiras, 5') barris azeite do
oliveira, 7 barricas cura e>n grumo, 201) Isaccos
seraea, um casal de jumentos o uma cria ; a Tlio-
maz daAquino Fonseca.
2 barrs vinlio ; a Manoal Jos & C.
lciixa queijos, 1 barril carne ensacada ; a Ma-
noel de Mallos Machado.
40 barris loucinlm, 125 saceos semea, 200 ditos
inclusive 2 sabbatinas na primeira cadeira, e Itf
inclusive 3 sabatina! na segunda ; Joaquim de
Aonde os fados que denuncian irreflexlo, ver-, fare||0, 7 pipas o 65 barrs vinho, 40 dilos azeite
ti ll -1. ,i n filil ,' 1 i.^iim.i.wiih i .1 r\-i-l.. .1 I .. ...
e^^ATni10 l,,g11rd.i,1,lb1l,r', 1uc ** siv-e 1 sabbatina na segunda ; Joo Ferreira de
Rodrigues, avaha- Oliveira e Silva 10 inclusive 2 sabatinas na se-
gunda : Portlrio Amancio Goncalves 5 inclusivo
do por 1:5003.
Ootro terreno de maltasrapoeiras, junto a la-
Bemvindo Pinto Loba o 3
salilidade. e falla de consciencia da parle desse
dcpulado ?
Por ventura quera o Diario do Rio quo o Dr. i
Jeronymo Villela de Caslro Ta/.ares nao atlon-
desse s circumstancias actuaes, siluaco me-
lindrosa do paiz, e em 1850, se tollocass na po-
sigao que qccupou em 183, de nada Ihoserrindo
as lices bebidas no longo cursado dozcannos
paesados sobre as paixoes polticas ?
Nao possivel quo tal quizcsse o Diario do
Rio, a menos que nao espose is mesmas ideas
daquelle que nlirando-se palica sem con-
viccCics proprias, sem cretinas, e fe nos princi-
< pos que proclama, nada le'm conseguido no de- Alves&c"
curso de 11 annos, sen.io fazer um grande mal
provincia, porque lena concorrido para ali-
neniar em permanente eftarvoscencia essa lu-
tadeanligos odios, e implaca-eis rancores.
A obslinacao poltica
espiritos, assim como
des almas. C p(lavo#
Em todo o discurso do Dr. Jerinimo Villela di'
doce ; a F. Severiano llabello.
50 saceos frcllo a II. Gibson.
50 barris chouricas, 100 ditos toucinho; a J. da
Silva Regadas.
10 meias pipas e 25 barris vinagre, 125 saceos
semea ; a Teiieira Bastos S & C.
1 caixa magens de barro; a Antonio Jos Pinto.
1 barril pcixe salgado ; a Antonio da Silva Fer-
reira Junior.
25 pipas e 125 barris vinho ; a Barroca & Me-
1 sabatina na segunda
na segunda.
Terceiro anno.Jos Joaquina de S e Benevi-
des contina a faltar em amlias ascadeiras ; An-
tonio Pinto de Mendonca 9 inclusive 1 sanbatiua
na primeira ; Jos Bernardo CaUao Alcoforado
Filho 6 inclusive 1 sabbatinana primeira; Manoil
goa denominada Zumb, no sobredilo lugar da
Ibura, o qual extrema com o sitio Estiva, e com :
Ierras de Alfonso de Albuquerque, avallado por;
2-OOOgOOO sendo o total do valor do silo e Ierre-
nos annexos a quantia do 10.000:000 ; todas es-
las propriedades situadas na freguezia dosAfo-i
f.mn'V,, send dil0 si.tio e ?" Ipien.0s Per-' PraneiscodelliMoVcocina 'laitMT'ys'de
lencenles a viuva e herdciros do finado -
Alvos Ferreira.
deste
deiros.
50 bariis
2 caixas
vinho : a Whalelv Forsler & C.
c vn prnca po
juizo, a requerimento* de f
i do Oliveira Hala, credor hypotbecario do referido
' casal.
A primeira praca em 31 do correle, a segun-
da dila em 3 de agosto, a lerceira dita em 7 do
mesmo pelas 11 horas da manhaa depois de lin-
da a audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz deorphos.
Y. para que chegue ao conheciiuenlo do
imado Antonio j Barros Mendonca 6 inclusive 1 sabbaliua na pri-
ar deiermiiiaro ; meira ; Eduardo Augusto de Oliveira 3 na pri-
Auiomo Pereira meira.
ivros e fothetos"; a Almeida Gome|iniefessar1pos8a'*1na^neMavra^^
, T [sera allixado no lugar do costume, e publicado ;
1 caixa livros; ao padre J. A. dos Sanios Lossa. pe|a imprensa.
t dila mercurio doce. 1 dila plantas media-! Dado e passado nesla chiade do Recita capital '
naes, 80 barris azeite doce ; a Bastos & Lomos, da provincia do Pernambueo, sob meu sisnal el
, yolumes brochas, cora amarella vidros. er- se|i0 deste juizo, que ante mira serve, ou valha !
a coraKem noliUca s ran- I ,J\,J ^ g,aCS dC Pedra' *'"?' d agUa, ds Mm S1%11 "*". as do mez de julho do I
coragem poltica as gran- ca|jas> vlnll0 Dranco e nogra branco j. da MM d(| MBeilnenlo de N((SSU Sehor.k-Si s Chris- '
liara.
ca aj | 5o barris toucinho, 42 pedras do can
Castro Tararea se nao enconira urna so proposi-. caixas aculeiios ; a Tasso Irmaos.
.ao.queautonsarpossaa insulluosa qualilicaco! 4 [,arris vinho, 1 caixa marmelada
de renega lo poltico. i Goncalves da Fonte.
Muita franqueza em dizer a verdado, c loda a i y caiX|- peiXL, om COnserra ; a Anacilo J. do
coragem em expor as insinuares malvolas. c. Pin
lo do 1860, 39" da independencia e do imu<
10 do Brasil.
is-
io
a II. J.
se acha esla santa casa, proporcionou-me a occa-
siao e mesmo obriga-me a fazer esla suctinta ex-
posieao em que explique alguns pontos dos arligos
a quo me retiro e moslre ao mesmo lempo 00 pu-
blico oque se acha passado com a adrainstraco
de que liz parle.
Piincipiarei por um faci bem importante : a
visita de S. M. o Imperador a esla cidade. Foi
no memoravul da 3 de dezembro do anno do Sr. lenente-coionel Kelly, por ser modelado
passado que o augusto mouarcha honrou-nos I pela juslica e disciplina do corpo que commanda
com a sua imperial presenea. Visitando varios nao precisa de defezas,
mente commeltidas no hospital, onde servia de
entarmeiro, sendo esla prisao ordenada pelo cora-
mando das armas.
Por esta avaliem-se as demais increpacocs ; e
por ella vejam-se os grandes merecimenlos do
referido Marques para o lugar de inferior, que
devidaraeiite lhe foi negado.
Nao proseguiremos mais, pois que o proceder
lugares e edilcios desta cidade, S. M. dirigio-se
a sania rasa da misericordia o contristado pelo
estado em que a achou, nao pode deixar de inda-
gar a causa de semelhanle decadencia, sendo na-
tural que mu triste conceilo fizesse das admi-
nistraces que ella havia tido. Cora elleilo, S.
M. logo que de volla chegou a casa da cmara
prucurou o provedor.
Tiremos enlo eu o o referido Sr. provedor Poj ll
tenenle-coronel Manoel Antonio dos Passos e ;'
Silva, a honra de ser admtlidos a presenea de j
S. M. Nessa occasiao dignou-se o mesmo au- !
gusto senlior fazer-mo varias pergonlas acerca
do objeclo, a que salisfiz, depois do que com ,
permisso imperial eu resumidamente liz um
histrico dos motivos pelos quaes havia a santa j
casa chegado ao deploravel estado em quo se!
acha, alim de que o monarcha viesse no conhe-
cimento de que se infelizmente administracoes
houveram que desviando-so completamente de |
seus deveres e com o maior cynisrao, esbanja-
lano raais quanto nclle
niesrao lera S. S. a sua primeira detaza.
Documento,
lllm. Sr. majordirector.Participo a V. S. que
tendo honlein 23 do crrenle sabido deste esia-
boleeimento as 7 horas da noito e sera licenca o
cabo de esquadra do decn.o balalhao deinfanta-
ria, entarmeiro de medicina Jos Marques de Mu-
raos, foi por mini procurado as 8 horas da noite
fallas por elle commeltidas,
pois estando de ronda c recebendo velas para as
luzes do estabelecimento, em lugar de collocar
destas velas nos lampeos era alguns deixou de
collocar, supnndo aquellas por bicos, o que deu
motivo a que s 8 horas da noito estivesse o hos-
pital cora algumas luzes apagadas, tendo elle as
velas trancadas no quarto sem se poder muda-
las ; s 9 horas, hora em que passava revista aos
empregados sob ininha directo apresenlou-se
un pouro ebrio, o que foi por raim observado,
relirando-se o quarto onde assiste, contiguo as
enfermaras : depois das 10 horas da noito, llo-
rara o rico patrimonio daquella" irmandade, ex-; "s proprias de silencio, a fazer alaridos, destra-
traviando entre oulros objectos de valor, nove ila,,do os empregados do estabelecimenlo, molivo ]
livros de escripturas de hvpothccas, oulras tara- esle de mandar calar, pois que encommodava !
bem exisliram que de algum modo proenraram 3 doentes graves que all exislem, respondendo-'
remediar essa perversidade, ao menos conser- me que o mandara para o xadrez pois que nao
vando em boa guarda o que exista, por nada
mais lerem podido conseguir no curio espaco do
anno da sua adrainstraco. Deste modo, intei-
rado S. M., cora a maior bandado sedignou res-
ponder-nos : Que eslava informado que a adrai-
nstraco actual nao era m, e reeommendava
fazia caso de paisanos e nem servia mais nesto
hospital por estar sempro preso, nao observando
que sempre lem sido por fallas por ellecomelti-
das, e como nao seja esta a primeira vez que le-
vo 00 conhecimenlo de V S. actos praticados
por esle entarmeiro obrlga-me de novo a parti-
HHio aum.ti iiuu era uia, u irtumiiicuuatn i r.- ,, ............ --- ,--- i
que logo que fosso possivel abrissemos o hospi- ipar-lhe, visto que nada ha que o faca corngir
tal para o qual deixaria uma quanlia. I de S,I,1S faltas.
Foi com ofTeilo entregue por ordem de S. M. I TesterminKas do occorrido, soldado do nono
a quanlia de 2:000} a qual sendo aprcsenlada po- | bnlalhio de infamara Fippe Jos de Moraes, do
lo Sr. provedor a mesa em sessao de 20 de de- I quarto balalhao de arlilharia Joaquim Jos de
zembro, como consta da respectiva acta, delibe- I Santa Auna, e do dcimo de infamara Antonio
rou-so que o thesoureiro pozesse esse dinhiro ] Ouirino, e de ler presenciado a gri'aria e ver mu-
as picantes invectivas de rencorosos inimigos, fui
o que encontramos 110 discurso < esse oubre par-
lamentar.
As suas crenras, a sua f, os seus principios,
nabalaveis ante os roehedos da ilha de Fernando,
nao tarara sacrificados ao srdido interesse pes-
soa!, modincaram-se perante a situarn melin-
drosa do paiz, dante do bem con mura.
Ouando lodos roconhecem, quo na oclualidade
nao exislem partidos polilicos organizados : quan-
do todos sao unnimes em abracara constituicao,
e em querer o desenvolvimiento Jo todas as suas
theses : quando todos so grupam era roda do
throno, e fazera de seus peitos muralhas da mo-
narchia, e da h'oerdade, que pro^edimento doria
ter o Dr. Villela Tavarcs na trbu;ia,queno fosse
o que leve ?
Volando pela reforma eleitoral nao se mostrou |
contraditorio. A le de 19 do agosto de 1855, for-,
temente conibalida por notaveis depulados como
anl-liberal, nao passou com o ;eu voto, porque
naquella poca nao fazia elle parte do corpo le-
gislativo.
De mais. a reforma ne ataca um s dos prin-
cipios cardeaes da citada lei de 19 de agosto, ira-
la apenas de memoraste aun amengn
Admitamos, porojjjf'que a reforma destrue
todos, ou alguns dos fundamentos da lei dos cir-
cuios, eslava por ventura o Dr. Villela Tavarcs
impossibililado de volar o aquella, ainda mesmo,
que livesse dado o seu voto esta ultima ? Cerla-
inente que nao.
Se mudasse de opinio, ainda mesmo que fosse
a respeilo de pontos c.apitaes da poltica profes-
sada, nao Iho provena dahi desai algum, porque,
como bem disse o Sr. Paranhos, as mudancas de
opinio publica nao sao desairlas, sean quan-
do deixam de ser filhas da consciencia : s podem
abalara autoridade do homem publico, quando
do.iunciam um espirito irrclleclic.o, ou ura carc-
ter verstil.
Ouerer obrigar o homem publico a conservar
minutareis todas as suas opinies, proclamar
a escravido das ideas, ou ames, como disse
o j citado orador, coarct-ir a liberdado de
consciencia em materia politicu, aconsclhar a
traico do derer, substituir ao imperio da razo,
e da verdade,o dominio do erro, o da retina.
Para convencer aos lei torea de que smenle
inimizade, 1 clculos eleitoraes so devo as cen-
suras taitas ao discurso do Dr. Villela Tavarcs,
basla dizer, que alguns depulados quo li/.eram
parle do ministerio que propoz e pioniulgou a lei
de 19 do agosto de 1855, fallaran) e votaram a fa-
vor da reforma, c o mesmo fizeram varios outros
depulados, que sustentaran! o dila lei; mas nc-
nlium fui alcunhado de transfuga, ou rene-
gado.
Nao deviaiesperar oulra cousa, o deputado, que
reconhecendo que o bom senso ca nacao reclama
por urna poltica pacifica, reflect da e conciliado-
ra, abandona aos que oulr'ora com elle militaran!,
mas que se mostram exaltados, para apoiar ura
ministerio quo lomou a peito lcar a elTeito essa
poltica reflectida, pacitica, conciliadora e pro-
gressisla.
Descance o Liberal Pernambif.ano, que o dis-]
curso do Dr. Villela Tarares nao servir para es- j
peculacoes eleitoraes. Os eleilores do circulo do 1
Bonito tem sulficiente illn.strar.io, bom senso c
criterio, para nao prestaron) ouvilos intriga, de
quo j improductivamente se laneou mo em
1856.
Recita, 16 de julho.
W.
petxe em conserva ; a
eiro.
1 barril vinho, I dito vinagre, 1 dito azeite do-
ce, 13 voluraes mobilia, 6 babua e 1 condec ron-
pa de uso ; a J Paulo da Fonseca.
1 caixa ehinellas do orello ; a Silva & Ribeiro.
Consulatlo geral,
Rendimento do iia 1 a 17. 13.632^751
dem do dia 13....... 526.-982
14:159*736
Diversas
Rendimento do dia 1
dem do dia 1S. .
provincias.
17. .
2:195>99
r
I Eu Jpao Facundo da Silva Guimarcs, escrivao
o escrevi.
Ernesto de Aquino Fonseca.
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber aosinteressados que o lllm. Sr. di-
rector geral, de confnrmidade com as instrncedes
de 11 de junho de 1859. tem designado o dia' 23' tuindo.
do crreme, pelas 10 horas da manhaa, para ler! Paco da cmara municipal do Recita 18 deju-
Ivgar o concurso cadeira da Imgoa francesa do Iho de 1860.Luiz Francisco do Barros Reg.>.
0-ynanasio Provincial: sao pois convidados os pro-presidente.Manoel Ferrara Accioli, secre-
senhores que se acham habilitados, a comparecer laro.
nesla secretaria em o referido dia e hora. Ministerio dos negocios da fazenda.-P.io de Ja-
Secretana da instruccao publica de Pernambu- neiro 28 de junho de 1860.
co 16 do julho de 1860. O secretario interino,
Salvador Henriqoe de Albuquerque.
Quarto anno.I.eoneio deS Cavalcanti de Al-
buquerque contina a faltar.
Quinto anno. Nao se abonaram as faltas da
primeira e lerceira cadeiras por nao terem com-
parecido os respectivos lei.tes, e as seguinles da
segunda cadeira Miguel Gomes de S Barreta 1 ;
Jos Marciano de Campos 2 ; llennque de Souza
Lima 4 ; Pendn Cesar Iturlamaque 5. Perde-
ram o anno por lerera dado 40 fallas : no 2. an-
no Jos de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque
e padre Jos Avelino Monteiro de Lima ; no quin-
to anno Manoel Francisco Cavalcanti de Albu-
puerque.
Secretaria da Faruldade de Dircilo do Recita
6 de julho de 1860.O secretario,
Jos 11. Bezerra de Menczes.
A cmara municipal desla cidade, era obser-
vancia da ordem da presinencia desla provincia,
manda publicar, para conhecimenlo de seus ruu-
nicipes, o aviso do ministerio da fazenda, abaixo
transcripto, mandando que principie a decorrer
era todo o imperio do 1." de Janeiro do anno>
prximo futuro o prazo de 10 niezes. fixado na
lei para o descont gradual de 10 0/o no valor
das notas de 13 e 55, aquellas da primeira e es-
tas da lerceira estampa, que se eslo substi-
Despaclios de exportoslo pela me-
sa do consulado desta cidade u-
dia 18 de julho le 18GO
Havre [trigue francez Bollera, Tisset Frcres,
1,000 couros salgados.
Rio da Prala Brigue nacional Mentor, T.
Bastos, S & C, 79 barricas assucar masca-
vado. ^
Hccebedoria J- -- < .i.---------
i-i-raec Rendimento do dia 1 a 17. 27:493ft579
dem do dia 18.......2:055841
- Pela inspeccao da alfaudega
*->>'J9-ij por ura anno o forneciniento de
= goarnico da escuna tndoia, a saber
se contracta
races para a
29:5490420
Consulado provincial
Rendimento do dia
dem do dia 13.
la 11
49.474S976
1345505
50:S195iSI
Moviment do porto
.Vatios entrados no dia 17.
Rio dt Janeiro 7 diasPolaca hespanhoia Flo-
ra, de 136 toneladas, capitao Gerardo Son-
sa!, equipagem 11, em lasiro ; a Aransga
Hijo & C. Veio receber ordens o seguio para
Paralnba.
Terra-Nova 29 dias Barca inglesa Snowdon,
de 285 toneladas, capitao John Robinson,
equiaagem 13, carga 2854 barricas com baca-
lho ; a James Crabtreo & C. Seguio para
Babia.
c
O:
V.
P?
Se
<
Pao.
Bolaixa.
Assucar branco.
Caf em grao.
Arroz do Maranhao.
Bacalho.
Carne-verde.
Dila secca.
Faiinha de mandioca.
Feijo.
Agurdenle.
Azeite doce para comida.
Dilo para luz.
Dilo de coco.
Vinagre.
Vellas de spermacele.
Dilas slearinas.
Ditas de carnauba.
Sal.
I.enha em achas.
As pessoas que se quizerem contratar o dito
forneciniento apreSenlem as suas proposlas era 1
caria fechada al c dia 25 do correnlc.
Aifandega de Pernambueo, 14 de julho delSOO. \
O inspector
Denlo los Fernandes Barros. 1
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 6 do correte, manda
fazer publico, que no dia 26 do conente, perante
ranle a junta da mesma thesouraria se ha de ar-
rematar a quem por menos tizer as oluas do ce-
Illm. e Exm. Sr.Conrindo que o prazo de 1(1
niezes fxado na lei para o descorito gradual do
10 0/o novator das notas de 1-5 e 5$000, aquellas
da I.*, e estas da 3.a estampa, que se estao subs-
iiluindo. principie a decorrer em lodo o imperio
do 1." de Janeiro do anno prximo futuro, quei-
ra V. Kxc para aquello eltailo marcar este dia
em editaes publicados em lodos os municipios
dessa provincia.
Dos guarde a V. F.xc.Angelo Monis da Silva
Perras.Sr. presidente da provincia do Per-
nambueo.
"Declara co os.:
Tribunal do- commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia do Pernambueo so faz publico, que na
data inlra foram admtlidos x matricula como
correlores geraes desla praca os Srs. Frederico
Lopes Cuimaraes e Joo da CruzMacedo, e como
agente de leiloes o Sr. Arphelin Jos da Costa
Carvalho.
Secretaria do tribunal dn commercio de Per-
nambueo 17 de julho do 1360. Julio Cuima-
raes, oliicial-maior.
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber a quera convier, que tendo o Exm.
Sr. presidente da provincia, por portara de 11
do correte, de ronformidade com art. 3." 10."
11. 4 da lei n. 369 de 14 de maio do 1855, creado
4 cadeiras de instruccao primaria para o sexo
masriilino. uma em Grvala, oulra em Timbaba,
na caixa filial do banco do Brasil, al que fosse
possivel abrir o hospital. Cumprio-se a delibe-
rado da mesa e a letra do banca na importancia
de 2:1205 est recolhida ao cofre da irmandade.
Achando-sea mesa j nesse lempo empenhada
em concluir a obra das catacumbas da irmandade
era andamento no ccmiterio publico, com as
quaes tinha de gastar mais de tres conlos de reis,
disso mesmo foi S. M. scientificado o que logo
nuc a mesa o couseguisse e concertasse os pre-
dios, se abrira o hospital para cuja sustentaco
concorreriam os rendas assim augmentadas da
irmandade o o; juros do capital otferlado pela
munificencia imperial. O pouco zelo de uns, a
m fe de outros, e a dedicnco de poucos acar
dar biccos de velas o porleiro paisano o Sr Joo
Joaquim Rabello Pessoa.
Hospital militar, 2 de fevereirode 1860.Jo-
s Custodio dos Santos, enfermeiro-mr.
F.leicoes em Ser^ipct
Nao costumo deixar caria sem resposta. F.' por
isso que vou perder o meu lempo em responder
qnalro palavras ao moderno cavalleiro, que de
lanca em riste, quer a todo o trance fazer pre-
valecer a candidatura do sen amigo Dr. Fiel
em prejuizo do Dr. Calasns, offendondo aos
que pugnam por esle.'
Nunca duridei do que est succedendo, nem
.nunca esperei o contrario. E'a sorlo de todas
retara em quasi todas as irraandades os prejuizoa ', as nossas discussoes de iraprensa.
quo lastimamos, notando ainda que 3 pouca du-' Nao ha quem saiba conservar a calma, nem o
racao ou a continuada successo das administra-i mangue fri. E' um fado para lamentar, mas in-
roes. nao deixa de ser as vezes um inconveniente ] felizmente um fado que a experiencia prova de
tanto maior quanto for zelosa a adrainistraco sobejo.
que entrega ou deixa a gerencia dos negocios'da I Deixando, porm, de parte os conselhos ironi-
innandade. | eos do Ou tro do foto, conselhos que agradeco,
At cerlo to,mpo, o archivo da santa casa desla apesar do
Co r respondericias.
Srs. Redactores. Admirei bastante deparar
em seu respeitavel Diario n. 236, com uma cor-
respondencia contra meo mano o tenenle-coro-
nel Anlocio Jos do Campos Barbosa na qual
pretenderam depreciar sua rcpulaco'publica os
Srs. Jos Luiz de Souza Barros, e'Joo Baplisla
de Athayde Siqueira ; rogo-lhes s dignem publi-
car estasduas linhas para que o respeitavel publi-
co suspenda o seu juizo de tai eirbuste vomitado
contra o meu referido mano" al que ello prove
0 contrario o saiba que de laes liomens nada
mais do que isso se pode esparar.
Flores. 4 de junho de 1860.
Christovo Jos de Campos Barbosa.
35 ce Cu P ita Sj 91 0 m s s 5 Horas
S! 5 a? 1 3 1 ! Atmosphera
* en Direccao. < O
e> * 0 (A O C ntensidade.
ca l-S ca ha ca ti 1 Centgrado. -0 n -i % 0
p i lo M -4 ti 0 ce l. O Reaumur.
-1 es V. jf i- GO na -1 -1 -1 CC | Fahrenheit
> --I oa -J O oa ce C3 | lygrometr O.
1 Oa 0 SI 00 Barmetro 1
OO v-
e de aguaceiros, vento varia-
terral ao amanheccr roiidou
A noite nublada
vel, e ticando no
pelo S.
oscii.l.vcao da sun.
Baixamar as 9 h 42' da manhaa, altura 0.50 p.
Preamar as 3 h 51' da tarde, altura 7.0 p.
Observatorio do arsenal do marinha 18 de julha
de 1KG Vifc.s Ji'Ninn.
. outra em Viceucia e tinal.-neiiie nutra em S. Vi-
miterio publico da villa do Iguarass, avalladas cenle, o Ulm.Sr. -irector geral manda fa/er, pil-
era 5:390. Mico, marcando o prazo de 30 dias a contar da
A arremataco ser leita na forma da lei pro-j data deste, para a insc.ripcao e processo de habi-
vincial n. 313 de de 4 de maio de 1854 e sobas ltaco dos oppositores na forma das instruccoes
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco comparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no da cima declarado, pelo meio dia
competentemente habilitadas.
E para constar se maodou affixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretario da thesouraria provincial de Per-
nambueo, 10 de julho de 18600 secretario, A.
F. da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1.a As obras do ccmiterio cima, principiarao
ura mez depois de arrematadas e concluir-se-lio
no prazo de 12 niezes.
2.a O arrematante ser obrigado durante o
lempo da conslrucco da obra a conservar limpo
! de mato c do qualquer immundice o terreno oceu-
pado pelo cemiterio.
3.* O arrematante ser obrigado a seguir na
execucao da obra as observaces indicados por
pessoa* habilitada que para tal lira estoja autorisada
pela cmara municipal de Iguarass, ou pelo go-
verno.
4." O pagamento ser dividido em 4 presla-
coes iguaes, que devero ser pagas cada uma a
proporc.io quo so for terminando cada quarto da
obra.
5.a No caso de nao
do a obra no prazo
de 10 por cont d
Editaes.
cidado era um caos, ninguem sabia o que elle tacto o epithetoamavel de escrccii/ioiorcom
____:_!..._ n...li.n;^ _____..,..:...,.. !_.__ / _______ ___>_ ___________r..______,.
continha ; a tiscalisaco na arrecadaco das ren-
das era nenhnma; os procuradores cobrarara
com recibes manuscriptos e por fim apresenta-
ram aos thesoureiros o ninheiro que di/.iara ter
arrecadado sendo inleiramentc impossivel to-
mar-lhes contas. Nessa poca de trevas, lodos
andaram as apalpadelas c era absolutamente im-
possivel nao haver nesse oslado de cousas algu-
que me mimoseen e que he quadra perfeilamenle,
passo a examinar seu arrasoado, que uma
peca archilhetonica, nao tenlia duvida.
Faz vonlade de rir o desempeo e a impolia
cora que o Outro do Povo exclama: E' bem que
a verdade appareca, e hei de ser eu quem a
moslre E' preciso" uma seriedad^ estoica para
se nao disparar n'uma risada homrica visla
ina consciencia menos escrupulosa que se apro-|do novo Copemico abradar La veri c'est moi!
reilasse dessa serraco para pruvar as suas ne-| Pois o Sr. Onfro do Povo c to ingenuo que
cessidadet. Infelizmente assim acntecou. I crea que o publiconoodaqui que se nao
Em urna das administracoes em que servi de I interessa por estas questoes, mas o de Sergipe
conselheiro, por uma proposia minba, iasprimi- para quem evidentemente escreve jure na sua
ram-so os recibos e deu-se uma nova organisa-1 hornada patarra, sem que aprsente as proras
rao a escripturaro e conlabilidade daquella casa,' robustas, os documentos irrecusaveis em que
em 1850 eu e o Sr. Bernardino do Sena Das, se estriba para dizer que trucamos de falso, e
por ordem da mesa que ento regia, onzanisamos que S. S. a verdade incarnada ?
e balanciamos o archivo com uma escripturacao Nao nosfi;a tambera o dircilo de dizero Sr.
pela qual sbese hoje quo a irmandade ainda Outro do Povo agarra-se i taboa raais pequea
possue 24 casas, 2i sitios, 60 terrenos e 36 C3pi-! que llie-oppareco para salvar do naufragio a
Publicacoes a pedido.
Aproximando-se o dia 7 de setembro em que
temos de prestar nossos votos, eu lerabro aos
nao os ter pedido, reenviando-ljie n- j cidadaos da freguezia do Becife os seguintes se-
nil ores:
Para juiz de paz do 1. listriclo
Padre Jos Lei te Pita Oriigucira.
Dr. Cosme de S Peroira
Jos Pedro do Bego.
Manoel Luiz Goncalves.
2 o disirielo.
Ignacio Antonio Borges.
Jos Lourcnco da Silva.
Jos Bernardo de Souza.
Manoel Estanislao da Costa.
Vereadorcs
Dr. Jos Narciso Camello.
Commendador Dr. JosMamede Aires Ferreirra.
Dito Francisco Accioli de Gov ia Lins.
Dilo Thomaz de Aquino Fon:eca.
Baro do I.ivraraenlo.
Padre Jos l.eite Tita Ortigueira.
Commendador Antonio Pires .'erroira.
Dilo Monoel Joaquim do Reg e Albuquerque.
Cavalleiro Andr de Abceu Po:to.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, c
confnrmidade
n. 280.
Conformo.0 secretario,
Annunciaco.
do 11 dejunho de 1859, nao s para estas nova-
mente creadas, como para as cadeiras do mesmo
sexo vagas do Pilar de Itamarac, Salgueirv.
Buique, freguezia de Una, TaquariUnga, Itapis-
suma e Kio-Formoso, quo lanibem su acham a
concurso.
Secretaria da instruccao publica de Pernambu-
eo, 18 de julho de 1800 O secretario interino.
Salvador Henrique de Albuquerque.
Caixa filial do tonco do
Brasil.
Itesolveti a directora da caixa filial
que de setembro prximo ein diante nao
serao admittidos a descont titulos, cujos
vencimentos se realisarem em uma mes-
ma data, quando o numero delles for
incompativei com a respectiva cobran-
ca em um s dia, o que manda fazer
1 publico para que os signatarios do con-
ao ler o arrematante termina- vei]0 Je 6 de fevereiro prximo passado
LmXd0d\,Prirac>m.UdelSatisfazePdo ao art. do mesmo con ve-
. 32 da lei provincial' nio, tomem as providencias necessarias
em ordem a conciliar os prazos dos di-
Antonio Ferreira da
tos ttulos com o servico
O
20 e27 do corrente mez p
juiz de dlreito especial do commercio desta ci- j por venda por quem mais der, na forma do arli-
dade do Rocife de Pernambueo c seu termo, | go 28 da lei provincial n. 47 de 5 de maio do
por S. M. Imperial, que Dos guarde, etc. anno prximo passado, o telheiro quo serve do
Fago saber pelo presente, quo a requerimento maladouro publico, avahado ern 41)05, e o predio
de Daniel P. Wild & C, o Kalkmam Irmaos contiguo a igreja de S. Sebaslio da mesma ci-
& C ,se acha aberla a falleucia de Ignacio Nery i dade. com 62 palmos de frente, em chaos forei-
Ferreira da Silva Lopes, commerciante eslabele- ros, avaliado em 2:0005. visto nao terem appare-
cido com loja de rniudezas na travessa do LivYa- cido licitantes as pregas dos dias 22 e 29 de so-
mento desta cidado n. 2, pela sentenca do theor lembro, 6 e 27 de outubro do dito anno : os pro-
seguidle : i tendentes podpm comparecer no paco das sessoes
visla dos titulos de foi lias 5, folhas 8, e cer- da mesma cmara nos referidos das. Paeo da
tido de folhas 15, hei por justificado o embargo : cmara municipal da cid'ide de Olinda em sessao
requerido cdccrelado folhas 2 v., e effecluado ordinaria de 6 de julho de 1860.Joaquim Ca-
fulhas 14 v. : e como
desse embargo esteja provada cessacao de pa-
gamentos de Ignacio Nery Ferreira da Silva Lo-
pes, coramercianleestabelecido com loja de rniu-
dezas na travessa do Livramento n. 2, declaro
o dito commercinnte em estado de quebra c tixo
o termo legal da existencia desla a contar do dia
5 de junho prximo passado Nomeio curadores
fiscaes da fallcncia aos credores Daniel P. Wild
i C, o depositarios interinos aos credores Kalk- ,
mam Irmaos & C e prestado pelos primeiros o ; panham, pela quanlia de 15005 rs.
juramento do estro, c pelos segundos asignado As pessoas que se propozerem a esla .arrema-
termo de deposito o escrivao remetiera copia tacan, comparecam na sala das sessoes da junta
desla sentenca ao juiz de paz competente para a '. da fazenda da mesma thesouraria, no dia cima
apposicao de'sellos, que ordeno se ponham em declarado, pelo meio dia, competentemente ha-
lodos os bens, livros e papis do fallido.
da mesma cai-
de 18(30 O
Ignacio Nunes
Perante a cmara municipal da cidade de j Xa. Uecife 13 de julho
inda estarn novamentc cm praca nos dias 13, .^ rp An rnntahilidade
i e27 do corrente mez pora serem aarematados -litte da contaDiiiuaae,
Correa.
A adrainistraco geral-dos estabelecimentos
aridade manda fazer publico que no dia 19
iiuer que com a prova valcanli de Albuquerque, presidente. Eduardo
Daniel Cavalcanti Vellez de Guivara, societario.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 30 dejunho ultimo,
manda fazer publico, que no dia 19 do correnle,
vai novamente prat;a para ser arrematado a
quem por menos tizer a impressao dos batanese
orcamenlo da thesouraria e do relatorio da ins-
pectora com todos os documentos que o acom-
dos
Depois ib que e publicada presente nos termos
s acts. 812 do cdigo coramercial e 129 do re-
bultadas.
E para constarse manden atusar o presente e
publicar e*lo Diario.
de ca
do corrente mez, pelas 10 horas da manhaa, na
sala de suas sessoes, contina a arremataeo di
renda das casas abaixo declaradas :
Bairro do Becife.
Ra do rilar n. 74, ra da Moeda 11. 31.
Bairro de Santo Antonio.
Ra larga do Rosario lojas ns. 26 e 26 A, ra
do Cabug lojas ns. A. 1 B, 1 C, e 1 D, e o sobra-
do de tres andares n. 3 com duas lojas, ruado
Queimado n. 15, ra do Fagundes n 32, ra de
Santa Thereza n. 4. ra da Roda ns. 3 e 5, ra
Nova ns. 43, 48 e 59.
Administrante geral dos eslabeleciraentos de
caridade 12 de julho de 1S60.O escrivao. inte-
rino. Joo Pinto de Lemos Junior.
Collectoiia provincial de Olinda.
Pela collectoria provincial de Olinda se faz pu-
blico aos proprietarios dos predios urbanos, e a
quem mais possa interessar, que vai preceder-se
no lancamenlo da dcima para o anno de 1860 a
1861, os dias.de segunda, quarlas e sextas-fei-
ras das semanas que se seguirem ; Picando OS
outros dias para a continuacao da arrecadaco
da mesma decima do correle exercicio de iSo
a 1860. Collectoria provincial de Olinda 16 de
ie.lho de 1860.O escrivao.
Joao Goncalves Rodrigues Franja.
ILEGVEL


J*L
Wjg DE PERKAMBTJCO =- QUINTA FBIRa 19 DE JUL30 DE 1860.
l'ola subdelegada da ficguczia dos Afoga-
res c fat publico, que se acha depositado um
cavallo caslanho rusilho : quem se julgar cora
direito ao mesmo, comprela, que provando le-
galmente Ihe ser entregue. Afogados 16 de iu-
llio de 1860 Jos Roberto de Moraes e Silva'.
O corpo de polica compra 600 covados da
panno azul para capotes, 350 ditos de baela, c
500 varas de brim : quem tiver c quiter fornecer
aprsenle as amostras e sua proposla cm caria
fochaaa, na secretaria do mesmo corpo, ao meio
Caixa ilial do ban-
co do Brasil.
A directora do conciliar quanto seja possivel os in-
tereses do comrreicio cem os da mes-
raa caixa, roea novamente aos Sis.
LEILAO
dia de 20 do correntc-----Luiz Jeronymo Ignacio commerciantes que figuran) como socios
dLSKSf'cISe.Dr. doSfS%, publico, qileldV'irmas ciad estabelecidas ncsia e
no dia la do correnic lem de ser queimado no n outras piacas visinliat, que com esta
porto dcsta cidade junto aos arrecifes.o casco da |-estao em inmediatas relaces, sesirvam
barra americana Meiurd Capitana do Porto,__ j i t j
de Pernambuco 17 de julho de 1860 Osecrc- | ander a referida caixa urna copia de
tao, J. P. R. de Mello Rogo seu contrato social, extraliido do regis-
Caixa filial do banco do't,'0lotr.ibuna,doco,lime1rcio'en?lul-
_. .. tauas circulares, contendo nao o as-
BraSll. signatura individual de cada socio eo
De ordem do Sr. presidente interino ^odo porque cada um assigoa a razaol
da caixa filial do banco do Brasil nesta ocial, como a declaracao dosnomes dos.
provincia, se faz publico para conheci- ocios que podern fazer uso da mesma
ment dos Sis. accionistas, que o the- *'1-ma 5 assim de facilitar a apreciacao I
dos titulos que lhes f'orem ofl'erecidos a \
descont, ficando cortos os mesmos se-,
nhores de que nao serao p.dmittidos ti- :
tulos com firmas collectivas, que nao;
constaren) pelo modo indicado. llecifc !
iride innho de 1860.O chefe da con-1
tabilidade, Ignacio Nunes Correa.
i)
Quijnia-feira
O agente U
3 o correntc
lrmandade de Sant'Anna
da greda da Madre de
Dos.
O abaixo assignado escrivo da actual mesa rc-
gfdora da irmandade da gloriosa senhora Santa
Anna administradora da igreja da Madre de Dos,
em nome da mesma pelo presente convida a todos
os irmos da dita irmandade se dignem compare-
cer no nosso consistorio dominco 22 do correntc
e Lclioa, autonsado pelos Srs. Tasso i npiao q i..., A.. _,.. 'J 'j i"
,os. f.ra leiTio no dia cima designado SS i 'j.^
meio dia em ponto e sem reseiva de proco at-
gum de urna porco de laboado de sedro cliegado
do Cear, cuja venda ser cffccluada no arma-
zem dos mesmos senhores na praca da Ponte-
Nova
Avisos diversos.
Aos Srs.
accionistas, que o
soureiro da mesma caixa esta' autorisa
videndo relativo : o semestre lindo em
o. de junlio prximo passado, a razao
de lOjjl por aceao, de confbnnidade
com as oideus recebidas da caixa cen-
tral. Caixa i'ial em Pernambuco 10
dejulho de 18t.0 O ebefe da conta-
bilidade, Ignacio Nunes Correa.
Pela rccobcJoria dt rendas iniernas geraes
logistas
deludes.
e ven-
O novo banco de
se faz publico, que no corrente mez que os de- PppnUlllinfn ronot^rt OVI.
vedores do segundo semestre do exercicio cor- tlIWIllUUtu ltJJtll7U>I
rente de 1J91860; relativo aos seguales im-
so que fez para seren rc-
colhidas desde j as notas
de 10,000 c 2o,ooo da
emisso do banco.
Constando oo abaixo assignado,que um Africa-
no, que lem em sen poder, de nome Monoul, lem
em seu nome lomado em algumas lojas fazendas,
cera algumas tabernas gneros, declara aos do-
nos, c caixeiros desses estbale smenlos que nada
lem mandado comprar nessas casas por esse
Africano, e quando manda buscar ou comprar al-
guma cousa per elle, 6 cora billiele seu ; porisso
nao se responsabisa pcU raer or cousa que elle
lerilia tomado em se no'me. Recite 18 de julho
de ISfiO.Ar.loniH Egidin da S Iva.
pos : derima addicional de man moita ; imposto
de 0 por cento sobre lojas, e dito especial a 80#
sobre tasas de movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz estrangeiro leem de
paga-lo livre de multa. Reeabedoria de Peraam-
buco 1 de junlio de 1860.0administrador, Ma-
ntel Carneiro de Souza Lacerda
Coerci geral.
Rclaco das cartas seguras existentes na admi-
nistrando do correio desla eidtde para osscnho-
rca abaixo declarados:
Antonio Joaquim de Souza Paraizo.
Antonio Ribeiro Pacheco de Avila.
Bernardo Antonio de Miranda.
Domingos Otero de Carvalho.
Francisco Duarle Colho.
Major Francisco Jos Silveira.
Ir. Joaquim de. Oliveira 6 Souza.
Joaqun] Antonio de Magalhacs Castro.
Jos I'inlo Freir.
J'. C. Von Sohsten (cnsul de S. M. p rei dos
Faizes Baixos.)
Existcm recolhdos na casa de detenco os
seguintes escraros: Nicolao, preto, escravo de
\ cenle Guedes, senhor do engenho Cru. na ci-
dade de Goianna ; Matlieus, prelo, fuido ha
n.ais de um anuo do lugar denominado Nazarelh,
que confessa ser escravo do Amonio Bernardo
Trigueiro. Subdelegada da freguezia do Re-
cife, 18 dejulho de 1&C0.Ignacio Antonio
Borges.
Conselho nrfmiiiistrativo.
0 ronst'llio administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
los seguintes :
Para pruvimento dos armazens do arsenal
de guerra.
20 duzias de taboas de pinbo americano ; 10
duzias d taboas de pinbo de 3/4 de pollegada ; 10 ;
toneladas de carvo de pedra ; 5 arrobas de ara-1
me grosso de ferro ; 5 grosas de de parafusos de !
n. 3; 5 grosas de. parafusos n. 5.
Quem quzer vender taes objectos aprsente asi
suas proposlas em carta fechada na secretaria j
do conselho, s 10 horas da manha do dia 231
do enrenle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimenlo do arsenal de guerra 14 de
julho de 1860.
liento Jog I.amenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim I'ereira Lobo,
Coronel vogsl secretario interino
Amelia Augusta da Costa convida aos
amigos de sen fallecido marido Jos Do-
mingos da Costa, a assislirera a missa do
stimo dia pelas 5 horas da runnha do
dia 20 no convento do Cariio, c espera
que darao mais essa prova de xaridade e
desde j agradece a lodos aquelles que
honraren! com sua presenea esse aclo pi.
I
DE
SANTA ISABEL
COVPANHIA LRICA DE 6. MAR1NANGELI
Hoje quinta feira 19 de julho
Oilava recila de assignalora cquarta da scguuda serie para os camarotes
Reprcscntar-se-ha a o opera em 3 actos de Vcrdi :
Vendcm-se os bithetes como de coslume.
TItAVIATA.
Principiar s 8 horas em poni.
Furtaram do engenho Araripe de Cima, n
noile de 11 do corrcnle mez, cous cavallos, um
caslanho com alguns cabellos de rusilho, novo,
bem tamanho, estradeiro baixo ale meio, obri-
gado, inteiro e muito carnudo ; oulro cardo
rnuilo escuro, pequeo, novo, sem estrada ne-
nhuma c muito carnudo ; este ultimo tem o ferro
seguiule B : quem os pegar o i delles der no-
ticia certa naqucllc engenho ou i esta praca a An-
tonio Jorge Guerra, ra do Apollo n 32, ser ge-
nerosamente recompensado.
Precisa-sc de'um sitio : a tratar na ra da
Imperatriz n. 18.
Precisa-se de um cozinbeiro ou cozinheira,
para urna rasa estrangeira : quem se julgar ha-
bilitado, dirija-so roa do Trapiche n. 8, que
achara com quem tratar.
Precisa-se alugar una casa terrea no bair-
mesa regedora
Jos do Nascimenlo e Silva, esenvao.
Precisa-se alugar urna ama forra ou capti-
va ou mesmo moleque, para cosinhar e comprar
para casa de homcm solteiro : na ra da Impe-
ralriz loja n. 82.
Jos Joaquim da Costa Moura vai as pro-
vincias do sul.
Precisa-sede urna ama preferindo-se cs-
crava : na ra da Scnzala Vellia n. 50, se dir
quem precisa.
Precisa-se de um caixo portuguez que te-
nha alguma pralica de taberna .- na ra Nova
n. 51.
De urna hora da larde at 8 da noile ha no
sobrado n. 10 da ra da Calcada para serem
yendidospormenos do que cni qualquer loja.
Iivrosnovos sobre philosophia, historia, Hilera-
tura e geographia.
Sociedade
IhiUVoftciYCiYccntc dos Co-
cheiros em Pernambuco.
For ordem dj Sr. presidente convido a todos
i os senhores socios elTectivos para sexla-feira 20
! do corrente, ao- meio dia em poni, a reunirem-
se no lusar do coslume para o conselho cleito
tomar posse.
I Secretaria da sociedade Uunio Bcnencente
; dos Cocheiros em Perinmbuco 18 de julho de
1800.Damaso Miranda de Souza Coulo,
1. secretario.
Cha da India.
Vende-se cha da India a2d0S0 a libra : no pa-
teo do Terco n. 28, derouie da fabrica de cha-
rutos, taberna nova.
Vendem-se dous melros chegidos ha pou-
co do Porto : na ra da Senzala Velha n. 50.
Vende-se um boi manso proprio para car-
roca por estar acostumado ao paslo e servico des-
la cidade : quem o pretender, dirija-se a traves-
sa do Arsenal de Guerra n. I, taberna. .
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro andar
n. 2S, vende-se :
Pellos de cabra coalidas.
Vaquetas de boa qualidade.
Couros de bezerro cortidos.
Sola franceza inuilo grossa.
Farinha de mandioca.
No mesmo eseriptorio vendem-se loalhas e
lencos d labyrinlhos, e charuteiras finissimas
de palha do Chile.
Nova fama
rn da Boa-Viga, para pequea familia e que te- i>
al.dando-se 400S de aluguel por nUS (10 Ll'CSpO, lOja QC miUlle-
zas de tres portas u. 7.
Chegou A esta loja um rico e completo sorti-
nieuto de Illas para cintos de senhora e meninas,
omelhor'que tem viudo a este mercado, tanto
nos seus delicados desenlios como am goslo, e
juntomente (velas para os mesmos sinlos, ludo
por baralissirao prego vista da qualidade das
lilas ; na ra do Crespo, loja de miudezas de
tres portas n. 7.
Avisos martimos.
Para o Aracaly.
Pretende sahir nestesdias at o dia 22 do cor-
rente, o hiale Nicolao 1, mestre Trajano An-
tunes da Cosa ; para carga e passageros, trata-
se com Prenlo Vianna & C., ra da Cadeia do
Recife n. 57.
Cear.
O palhabote Sanie Cruz segu nestes dias '
para o resto da carga, trata-se com Caetano Cy-
riaco da C. M. ao lado do Corpo Santo n. 25 pri-
meiro andar. '
Aracaty.
O hiale Vdela recebe carga e passageros
a tratar com Caetano Cyriaco da C. M. o lado
to Curpo Santo n. 25, primeiro andar.
MALCOMPANHIA
Anglo-Luso-Brasileira.
O vapor Brasil, espera-se da Europa at o
M) do corrente, e seguir para os portos do
Jepois da demora do coslume, para
irata-sc com os agentes Tasso Irmaos.
dia
su
passageros
REAL (WANIIIV
Anglo-Luso-Brasileira.
a *LTaB2r Porl"9(H. espera-se dos portos do sul
aodia 0 em diante c depois da demora do cos-
tume seguir para os portos da Europa: para
passageros Irata-se com os agentes Tasso Irmos.
Maranhao e Para.
O veleiro brigue escuna Graciosa, capitao e
pratico Joao Jos de Souza, deve seguir em pou-
cos dias aos porlos indicados ; recebe carga, pa-
ra o que trala-se com os consignatarios Almeida
Gomes. Alves & C, ra da Cruz n. s7.
Acna-se a carga para os porlos do norte
S e,mSul a barcara Santa Rita, de lote de %
M MO saceos, nova, da primeira viagem, pa- S
^ ra tralar com o meslre na escadinha da E
i| alfandega ou na ra do Queimado n. 41. 3
anno : na ra da Impcralriz, pac'aria do Sr. Cos-
a n. 41.
Fugio no oia 17 do corrcnle o escravo Ro-
moaldo, erioulo, cor bem prela e idade 20 anuos,
sem barba, cabello rapado de nouco e com a mu-
nheca da m5o dlreila loria para dentro, calca de
lislra e camisa de quadrinhos rojo claro, clapo
de baela lino, pardo c j vclho : quem o pegar e
levar a seu senhor na ra estrella do Rosario n.
47, ser recompensado.
ESCRIPTO.
porteiro do juizo Amaro Antonio de Parias
traga o pregan para serem vendidas cm praca
publica as duas partes das casa abaixo declaradas
pcrlencenles aos orphos Jos e Joaquim, findos
os dias da le:
Urna casa Ierres no largo da Paz, freguezia
dos Afogados_, sob numero 88, com 30 palmos
de frente c 75 de fundos, quarlos, cozinha ex-
lerna, quintal murado com porlao, cacimba, tan-
que e telheiro, 1 terreno em aberlo alm do
quintal, que lendo 14 coqueiros e i tamarineira,
extrema pelo sul com a estrada publica que se-
gu para a Passagem da Magdalena, pelo norte
com o silio de Francisco Serfico de Assis Car-
valho, e pelo fundo com terrado engenho Giqui
l solo PltVio, 3.840g000 ris. valor que faz com
TnSntMTl iJ?'^* '*"" li pnuem os orphaos
Joaquim Jos, descrilos nesle. inventario, <,,.
correspondan! a 480SOOO ris, quando a lodo o
predio se dera o de 2:453jGOO ris, fique agora
elevado a 6:639C600, cujas duas partes da men-
cionada casa vio praca a requerimento do Dr.
Francisco Goncalvcs de Moraes, perlenccntes aos
orphaos eherdeiros do fallecido Canuto Jos Vel-
loso da Silveira. lendo o supphcanle Dr. Fran-
cisco Goncalvcs de Moraes preferencia a qual-
quer preco que oulro qualquer oflerecer sobre a
srrcmalaco da predila casa.
Recife, 14 de julho o 1860. O escrivo.
Brilo. '
PRACA.
Hojel9do correnle, as 10 horas da munhi
depois da audiencia do Illm Sr. Dr. juiz dos fei-
los da fazenda, se ver.derao cm prafd os escra-
vos Malhias e Pedro, avahados cm 300S cado
um, e penhorados a Joaquim Cavalcanli de Al-
buquerque, como fiador do ex-collector alcan-
zado francisco Anlouio de S Brrelo, por exe-
cugao ao mesmo promovida pela fazenda nacional
Recife 19 dejulho de 1860.O solicitador,
Francisco Xavier P. de Britn.
Queijos frescaes do
Serid,
thegados estes dias de encomraenda
res que poden haver ; vendem-so
preco de 800 rs. a libra, na taberna
amarello, na ra da Praia n. 27,
visla).
, os melho-
pelo barlo
do palacete
a dinheiro a
Barateiro.
Allenfo.
Para
Aracaty
Hiale Sergipano ja lera parle da carga, para o
resto Irata-se com Marlius & Irmos : ra do
Madre de Dos n. 2.
Para o Aracaty
sahe o veleiro hiale Dous Irmaos ; para carga
trata-se na ra da Madre de Dos n 2.
COMPASMIIA PERMMBUCANA
DE
Navegado cosleira a vapor
O vapor Persinunga, commandanie Manoel
Joaquim Lobato, segu viagem para os portos do
correnle ez s 5
do
19 ao
o dia
sul de sua escala cm 20
horas.
Recebe-se carga para Macei al o dia
meio da, passagens e encommendas at .
da sahida a 1 hora ; eseriptorio no Forte do Mal-
tos n, 1.
PARA LISBOA
vai sahir cora a possivel brevdade o patacho
porluguczHorde Maria; recebe carga e pas-
sasciros aos quacs offereee excellentes commo-
uus : trala-se com o seu consignatario Thomaz
oe Aquino I-onseca, ou com o capilao na praca
uo ccmmercio..
Para o Aracaty.
O hiale Santo Amaro recebe carga e passa-
geros ; a tratar com Caclano Cyriaco da C. M.,
ao lado do Corpo Sanio n. 25, segundo andar.
Rio Grande do Sul
e Porto-Alegre.
Segu com loda a brevidade o patacho nacio-
nal Venus : para o resto da carga que lhe fal-
Ma{ai'C"JrdoBrum n-16' armazera de
Manoel Jos de S Arauio.
Leiloes.
LEILAO
Hoje, 19 do correnle.
DE
Urna taberna.
O agente Camargo fara* leilao por or-
dem do Sr. Manoel Martins de Oliveira
com consentiraento dos credores do
mesmo da taberna da ra do Pilar n.
131, as 11 horas em ponto.
LEILO
Sexta-feira 20 do corrsntc,
AS 11 HOllAS EM PONTO
DE
Um negro orneiro.
O agente Camargo fara' leilao por
despacho do Exm. Sr. r. juiz especial
do commercio e a requerimento dos de
positanos da massa fallida de Manoel
Jos f erreira de GusmSo de um excel-
lente escravo bom forneiro, no seu ar-
ma zem na ra do Viga rio n. 19.
Na ra de S. Jos taberna n. 2, vende-se g-
neros muito baratos como sejam : vinhos de su-
periores qualidades a 560, 610,800 o 1 a gar-
rafa, presuntos n 480 rs: a libra, chouricas a
;o60 rs. a libra, manteiga ingleza flor a lfOQ rs.
ahbra. queijos muito novos pelo preco do trapi-
che a 2500 cad.i um, superior assuc'ar branco a
180 rs. a libra e 5f300 rs. a arroba, dito masca-
vado a 120 rs. a libra e3g400 rs. a arroba, doce
muito fino de goiaba a 800 e a lj} o caixo, cha
hyson e pcrola a 2400 e 2*560, queijos do ser-
luo muito fresco a 800 rs. a libra, e outros raui-
ios gneros que por enfadonho se deixam de
mencionare mais baralo do que em outra qual-
quer parte.
Precisa-se de urna ama para lodo servico
de casa de pouca familia e de portas a dentro':
na ra da Roda n. 54.
O abaixo assignado faz ver ao respeitavel
publico quo o Sr. Joao Paes de Oliveira deixou
de serseucaixeiro de hoje 18 dejulho de 1860.
Antonio Carneiro Pinto.
Precisa-se de urna ama socca : na ra Bella
n.31.
Precisa-se fallar ao Sr. Baziliano Francisco
Pes Boa-Vista : na villa di escada armazem da
r ranea.
Aliso.
Urna dasherdeiras das Ierras denominadas Pi-
rangae Regaladas, situadas oulr'ora no termo de
lguarassu e hoje do Recife, que foram de Jos
Carneiro de Carvalho da Cunha o que por raerle
de HennquePoppeGirao liodessa hcrdcra.cons-
tituisse larabem Bordeira dessas Ierras, protesta
proceder judicialmeEto contra quaesquer obras
que por ventura se tenham felo nessas Ierras e
mesmo de madeiras que delUs se tenham lirado,
pois consta que para esla cidade ji veio urna"
barcaca com travs, nao ponsem que essa her-
deira esl desapercebida, e bem assim dos lucros
que dessas trras tenha tirado quem dellas est
entregue, visto quo nao estao divididas porque
anda nao se izeram as competentes partilhas
Recife 18 de julho de 1860.
Cevada nova,
Vende-se cevada muito nova chega-
da agora de Lisboa, por commodo pre-
co : no armazem de Manoel Joaquim
de Oliveira & C., na ra do Codorniz
ln. 18, em frente a travesa da Madre
1 de Djos.
Queijos
do serto.
Vendea-se na ra do Cldereiro n. .
Na villa dp Cabo.
No armazem do Macha* vende-so milho de
superior qualidade, em sfcos de 24 cuias, pelo
commodo preco de 8jo sacco ; assim como car-
ne, bacalho e todos os gneros de desponsa
pelos mesmos precos do Recife.
Pechincha.
Vende-se manteiga muito superior a 960 rs. a
libra, dita franceza a 720 a libra, toucinho de Lis-
boa a 360 a libra : na ra larga do Rosario n
50, quina que volta pan a ra eslreila do Ro-
sario.
Rio de Jaueiro.
Palhabole Piedade segu com muila brevi-
dade : para o resla da carga, trata-se com Cae-
lano Cyriaco da C. M. ao lado do Corpo Santo n.
25, primeiro andar.
Baha.
No da 2i do moz corrento sahe o hiale aSan-
lo Amaro : para o resto da carga, trata-se cora
Caelano Cyriaco da C. M. ao lado do Corpo Santo
n. 25, primeiro andar.
ASSOCIAgO .
DE
Soccorros Motaos e Leola Emaocipaco
dos Captivos.
A raesraa sociedade, desejosa do conter em seu
seio caracteres dislinctos por sua philantroaia e
caridade, e reconhecendo nos cidados abaixo
mencionados, csses dotes to reconimendaveis,
tomou a deliberado em sessao do conselho de
8 do correnle nomear e approvar seus socios
protectores, c conferir-lhcs diplomas, na forma
do art. 12 do regiment interno.
Exm. Sr. commandanfe superior Bento Jos Al-
ves Vianna.
Illm. Sr. lente-coronel Pedro Pessoa de Siquei-
ra Campos.
Exm. Baro do Lvramento Jos Antonio de A-
raujo
Illm. Sr. Dr. e commendador Alvaro Barbalho
de Uchoa Cavalcanli.
Illm. Sr. commendador Antonio Marques de A-
morira.
Illm. Sr. coronel Joao Jos de Conven.
Illm. Sr. tenenle-coronel Rodolpho Joao Barata
deAlmeida.
Illm. Sr. capilao Joaquim do Albuquerque
Mello.
Illm. Sr. Manoel Buarque de Macedo.
Exm. Sr. Dr Joaquim Pires Machado Porlella.
Illm. Sr. Dr. Pedro de Athaide Lobo Moscoso.
Illm. Sr. lente coronel Joo Valenlim Vilella.
Illm. Sr. capilao Jos Thomaz Pires Machado
Porlella.
Illm. Sr. ex-provincial do convenio do Carmo e
pregador da capella imperial Fr. Joo d'As-
sumpcao Moura.
Illm. Sr. ex-provincial Er. Jorge de Sant'Anna
Locio.
Illm. Sr. Dr. Manoel Figueiroa de Faria.
Illm. Sr. commendador Antonio Carlos de Pinho
Borges.
Illm. Sr. commendador Luiz de Carvalho Paes de
Andrade.
Illm. Sr. major Jos Joaquim Antones.
Illm. Sr. commendador Joaquim Francisco Franco
Illm. Sr. Ludgerio Teixeira Lopes.
Illm. Sr. Luiz Gomes Ferreira.
Secretaria da Associacao de Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipacao d'os Captivos em 18 de
julho de 1860.
Albino de Jess Bandeira,
1." secretario.
Januano Pereira, subdito italiano, vai ao
Aracaty.
Francisco Antonio Tiscopo, subdito italia-
no, vai ao Aracaty.
AltenQao.
Quem precisar de urna ama secca para lodo o
servico de urna casa de portas denlro, dirija-se
a travessa dos Exposlos (alraz da matriz de Sanio
Antonio) n. 18, primeiro andar, que achara com
quem tratar a toda hota do dij.
Aluga-se a excellenlc loja da casa da ra do
Imperador n. 75, lado do caes : tratar no pri-
meiro andar da mesma casa
Precisa-se de um cozinheiro : na ra do
Imperador n. 75.
Aluga-se urna sala e dous quartos do pri-
meiro andar da ra do Imperador n. 75.
Ensino de msica.
Offerece-se para leccionar o solfejo, como tam-
bera a tocar varios instrumentos; dando as li-
ces das 7 horas s 9 1 [2 da noile : a tralar na ru3
larga do Rosario n. 9.
A pessoa que annunciou nesle Diario ter
um escravo para alugar, tenha a bondade de di-
rigiese ra da Cadeia do Recife, eseriptorio nu-
mero 50.
Precisase de urna ama : no becco da Boia
numerlo.
Precisase alugar um silio com bstanle
comraodidades para familia por estos arrabaldcs.
cora cocheira o estribara : na ra Nova o. 37,
primeiro andar.
Precisa-se de urna ama de leile : na ruado
Hospicio, em casa do Sr. coronel Lamenha.
Contina a vender-se queijos novos viudos
no vapor francez : no pateo do Terco n. 23, de-
froole da fabrica de charutos, taberna nova".
Fugio no dia 15 do correnlo urna prela de
naco Costa, de nome Isabel, baixa, muito prcta, I
bexigosa, falla de 2 denles na frente, reprsenla
ler 35 anuos de idade, levou vestido de chita no-
vo cor de rosa, panno fino preto, tem sido visla '
para as bandas da ribeira e Pocinho : roga-se a
qualquer pessoa, pollcia e pedestres a appre-l
hendam e levem ra da Cadeia Velha n. 1, que
sera pago o seu trabalho.
Arroz do Maranhao a 3#700 al
arroba, e a 120 rs. a libra.
Vende-se no psteo do Terco n. 23. defrontc da
fabrica de charutos, taberna nova.
nova loja de miudezas
na ra Direitan. 85>
vendem-se lias para bordar da mais fina que ha ;
a /J500 a libra, luvas de seda enfeitadas para se- !
nhora a 25, ditas de algodo para hornera a 320,
nonecas de choro a 410, 500, bO e 800 rs., bo- '
toes de osso a 2 0 a groza, ditos brancos de louca
a 140, ditos de cores a 100. bolsas pira meninas '
de escola a 53500 c (i}, tosouras linas a 1S e
20800 aduzia, lacas oitavadas a 2f3J0, ditas era-
radas a 3$, ditas de cabo de balance, dous botos,
a6jO0, caivetes Tinos a 1$G00,'ditos a 2-J800,
grozas de pouna de ac de langa a 1;>>0, ditas
Attenco.
Desencaminhou-se no dia 10 de maio dese
anno um cavallo nfellado claro com cangalha, le-
vando as cangalhas duas arrobas de carne do
Cear, dous saceos vasios, um flandro cheio de
manteiga e um cento de charufos ; o cavallo
cambilodas mos : quem souber, ou delle tiver
noticia, annuncic por este Diario, ou dirija-so
ao Barro em casa de Domingos Piolo, que ser
i generosamente recompensado.
A pessoa que achou urna caria com o subs-
cripto a Sra. D. Rosa Ilardy, querendo reslilui-Ia
pessoa que a perdeu, que pobre, leve-a ra
Nova n. 34.
AO PUBLICO.
O leran que guia a saude so as urinas ; o sujo
dos intestinos com mu nica-se bexiga, que lor-
nam as urinas turras, formando na bexiga um de-
posito de materias de varias cores, o que sem
duvida menos pergoso que a podra. A pedra,
porra impede a circulacao, por isso preciso
conservar sempre ar uriua's claras, para nosof-
Irerem o que o Sr. Joiio Vicente de Brilo soffreu,
como se peder ver do allestado abaixo. Tomar-
se-ha -i maros de pilulas seguidos, 3 pilulas
noile e 3 de manha, s.'guindo a guia do lirriolto
de C. P. Elchecon. Para infnrmacoes, a mea
correspondente, no Rio de Janeiro, ra do Parto
ii. 119.
Allestado de curativo da molestia da be.riga
Sollri 11 anuos urna molestia na bexiga, quo
nao poda verter agua sci soccorro de algalia ;
gastei muito dinheiro aqu c no Rio de Janeiro,
soinpre procurando os mdicos do grande repu-
tadlo ; o resultado fui sempre padecer, al ao da
em que live a felicidade de procurar o autor das
Pilulas Paulistauas de C. P. Elchecon, de San-
Paulo.
As pessoas que sollrcrcra o quo eu soffri jamis
censiuiain opences, ou outro qualquer irala-
monlo, podendo tralar-se com estas pilulas, que
lem a rirlude de limpar a bexiga com loda a
braudura o fazer recuperar a saude perdida.
S. Paulo, 17 de agosto de 185S.
Joo Vigente de Brilo.
No dia 20 do correntc, em praca do Dr. juiz
municipal da primeira vara, na casa das audien-
dc m&ozinha a IJJUO, 'tinteiros proprios para ra- ciaSl JePois ile '"'o aa, se ha de arrematar por
gera a 320, obreas de cola a 100 rs., resmas de VCuda uma ca?a lcrrca 5. "a ra da Calcada,
papel de quadrinbos a l-jJuO, caixinhas de oapel [ Pc,ll|orada a Norberlo Moiiz Teixeira Guimaraes
e sua mulher, por execuro de Manoel Joaquim
Baptists, escrivo Sanios.
Precisa-se alugar uma boa casa emum dos
sorlidas em cores a lg, ditas de quadrinhos" .
800 rs., fo'.has do papel arrendado e anvelopes a
210, ditas com flores a ICO, penles de alisar de
baleia a 2(0 e 20, dilos de borracha para bichos
a 440, dilos Irjvessos para meninas a 610, ditos
de massa para atar cabello a 900 rs., dilos vira-
dos a imitacao de tartaruga a lgG'JO. ditos doma-
dos a 1$300, ditos de alisar de borracha a 600 rs..
ditos de bfalo branco para bichos a 2S0, dilos
para alisar a 500 rs., linha do gas branca a S00 e
1?, dita prela a 900 rs.. miada de linha de peso
a 120, linha para marca 1 20 rs., Tiles com cl-
cheles a 500 rs. a vara, peca de galio de linho
com 10 varas a 1*500, dita'de bico com 10 raras
a O, 800, 19 e IgiO, ditas do renda a 000, S00,
90 e 1300, babados do Porto a 120, 1 0 e lfcO
a vara, pecas de tranca de lia de caroc a CO rs..
litas de seda tarrada de largura de 5 dedos com
pinta de mofo a 320, ditas linas a GiO a vara, cai-
xinlia com grampas a 60 rs toucadores de Jaca-
randa a atiul), ditos a 3?200 e i$. vlsporas a 900
rs., cartas linas portuguezas a 2ji7oO, ditas finas ,
francezas a 2$80 e 3$800 a duzia, anvelope sor- : '
tido em cores a 1^280, lamparillas para lies me-
ses a 60 rs., ditas para seis meses a 100 rs., sa-
patinhos do merino proprios para baptisados a
arrabaldcs mais prximos da cidade, lendo bom
quintal, e nao excedendo o aluguel de 400# an-
nual : na ra do Amorim n. 33.
1>200. borzeguins de la a 8J0 e 900 rs., ataca-
Punicao de typos em
Lisboa.
A administracao geral da imprensa nacional do
Lisboa, proseguindo persereranlemcntc no em-
penho de dar o maior desenvolvimento sua
i fuudicao de typos, vem aprescnlar boje ao exa-
nie consciencioso dos senhores lypographos do
! imperio do Brasil um copioso supplemento ao
Specimen publicado cm principios de 1859.
Executado com aquella perfeicSo e esmero quo
acredilarara a primeira publicacao, a administra-
cao lisonjea-se de que esle supplemcnio ser
apreciado nao s como um documento honroso
a lypographia portugueza, mas tambera co-
mo um testemunho insuspeito dos esforcos quo
. ha leilo com soliciluue e boa vonlade para cle-
rar a imprensa nacional de Lisboa calhegoria
de um estabelecimento typograonico de priraei-
' ra ordera.
dores chatos de algodao a 60 rs., ditos rolicos a
100 rs gravalinhas a Pinaud a 18400.
Illm. Sr. Nos abaixo assignados, pas-
sageros bordo do vapor real Magdalena ,
do Brasil para Southamplon desejamos pe-
lo presento tesiemunhar a incansavcl ailenco de senho (corpos 2. 4, 6,8, 10,12 e 16), e uma
V. S. c mais otliciacs no desempenho de* seus' morosa serie de clcheles (140), gravodos
deveres, assim como a abundante provsao da '
mesa, ampio servico dos criados e tambera as su-
periores qualidades que esse vapor offereee pas-
sageros.
Bordo do vapor Magdalena 3 de maio de 1860.
Ao Illm. Sr. Roben Woolward, commandanie.
Gusl Brunninghauseu.
Daniel GiHord.
C. Starr.
0. Palmer.
Aug. Ed. Huhn.
A. Schlappoir.
A A Hopman.
1. Smith.
Me. Dormcll.
Wilam W. Broad.
A. Schcfflcr.
G. I. Beehtcl.
Thomas Iapp-
Fred Grundsoig.
II. Hoard Erskin.
Edwd. D. Johnson.
W". Charllon.
Em. Didier.
Heim. Drenlshahn.
llcnry A. Peen.
M. Pusfarchere.
1). Erumbrgtt.
E. Schwind.
Charles Weisle.
Ch. Chenand.
Luiz Pauledezaosil.
B. Gemmermare-
W. Schullz.
Edm. S. Helt.
David Wm. Bowman.
DesarGazen.
Burtolnmeorciroie.
Francis Suriv.
Sraile Bauso.
Frederich Box.
James Hogg.
Fernando P. de Carvalho. ;
Henry Rudd.
W. Iohunorher.
Thomas Rainey.
Nos abaixo assignaoos passageros do vapor
inglez Magdalena em sua viagem de Soulhamp-
lon para o Rio de Janeiro, com a maior salisfaco
tributamos ao Illm. Sr. Roberl Woolward (cora-
mandante do mesmo) os nossos sinceros agrade-
cimantos pelas maneiras altenciosas com que se
dignou Iratar-nos e os constantes esforcos que
empregou para o nosso bem estar, seguranca e
bom accommodamento durante a viagem.
Assim, pois, esperamos quo o mesmo Sr. se
dignar acceilar esta pequea prova de reconhe-
cimento que to justamente lhe volamos.
Paulino de Souza.
B. Martins dos Santos.
Antonio Soares de Medeiros.
Joao C. Claussen.
Francisco P. A. da Cunha.
Luiz S. da Fonseca.
Jos P. A. da Cunha.
JohD. M.iGlovcs.
L. P. de Tarr.
W. B. Barbom.
Alfredo Loekelt.
Antonio Galatin.
W Wilson.
Francisco do Herrero.
Wm. Blocketr.
I. S. Drummond.
L. C. S. Casset.
L. Lerrinc.
Madama R. Leib.
F. Buchal.
J. W. L. C. Tulkband. .
Russoth Shaw.
Waller Mausel.
J. llenrycolas.
C Jacobi.
Eliza J. Taiker.
J. A. Doblce.
L. Degout.
E. Sohier.
A. Bussmeyer.
May Bohier.
D. Accioli de Azevedo.
Caroline W. Pateirau*
Manscle Lefebie.
John Moyan.
G. Frenics.
Francisco R. de Mello Reg.
Francisco P. de Cistro.
I. Isaac.
I. G. Martins.
Anlonio I. Rico.
Domingos dos Sanios Maia.
Anlonio Luiz Prata.
Robert Bairlay.
D. A. de Barros.
Bordo do vapor Magdalena 5 de julho de 1860,
Contera o supplcmenlo que ora sahe luz, cm
13 paginas de folio, 48 dilferentes caracteres or-
dinarios e de phanlasia desde corpo 6 at 592,
uma collecco mui bella de filetes de diverso de-
a pri-
- pelo
famoso Marcellin Legrand, e fundidos em 4 pon-
tos, variando na largura entre 16 e 581 pontos.
Quasi todos aquelles caracteres sao fundidos
com esmero em raalri/.es provenientes das acre-
ditadas officinas de Laurenl & Deberuy e Batleu-
berg, de Pars, Ilaennel, de Berlim, e oulras, e
alguns gravados expressamente para este csla-
belecrmenlo, como por exetnplo, os corpos 14 o
16, caracteres ordinarios, devidos ao buril do
Anbcrl, c os grandes lypos para cartazes, corpos
368, 416 e 592, aberlo's por artistas porluguezes.
Na sua escolha, a que presidio um goslo severo,
teve-se principalmente em vista BSsfazer s ne-
ccssidades da lypographia. Os clcheles e filetes
syslmalicos, alera da elegancia do seu desenlio,
sao de um em prego ulilissimo, como se procu-
rou demonstrar em uma pequea exposicao
que vai ser distribuida por todas as officinas y-
pogra pricas.
A administracao geral da mprensa nacional de
Lisboa, esperando que o supplcmenlo ao seu
Specimen merec o elegi das pessoas entendi-
das, allianca que nao descansar, procurando in-
cessantemente atlcnder a todas as exigencias que
tenham por alvo o progresso da arle.
As condlr.oes da venda sao as que repelidas
vezes so leem annunciado, garanlindo-sc toda a
prompiidao e rcgularidade na satisfaro das cn-
coramendas, por mais avultadas que sejam.
Agentes da imprensa nacional de Lisboa no im-
perio do Brasil, no Rio de Janeiro, Francisco
Teixeira Bastos; era Pernambuco, Amorim Ir-
maos ; na Bahia. Espinheira & Companhia ; no
Maranhao, viuva Bocha Sanios & Filhos; no
Para, Marlius & Irmaos.
EMif.
Precisa-se de uma ama que compre na ra
para servir a duas pessoas : nesta lypographia
se dir.
W. Ette
Europa.
e sua mulher, retiram-se para a
Permuta-se um engenho silo na demarcacao
das freguezias de Una e Agoa-Preta. por um pre-
dio nesta praca, e tambera se vende tudo a pra-
zo cora boas firmas : a tratar na ra de Apello
n. 24, segundo andar.
= O Sr. Antonio Joaquim de Coulo e Castro
lenha a bondade de apparecer na ra do Ctbug
n. 2 B, a negocio que lhe interesas.
1 Atlenco.
Amelia Elodia Lavenre competenle-
mente licenciada lem aberlo na ra do
Livramenton. 19, segundo andar, uma
aula para o sexo feminino, onde ensina
primeiras letlras, francez e certas prendas
bem Como COSer. bordar Mr o nara rnm-
como coser, bordar ele, e para com-
2 modo das pessoas que morara fora ou __
g mesmo dentro da cidade, recebe alum-
cg as iniernas, pendonistas e meio-pen- S
H clonistas pelo preco que se convencionar. W
Koga-s ao Illm. Sr.juiz municipal e de or-
phaos da cidade do Rio Formoso, haja de chamar
a_conlas a Leandro Cavalcanli da Silva Guima-
raes, como tutor de seus irmaos menores, para
prestar conta. pois consta que o mesmo lem ex-
traviado algumas cousas dos bens dos orphos.
Prccisa-se de um caixeiro de 12 a 14 innos
de idade, dos chegados ltimamente do Porto,
dando fiador a sua conduela : na ra da Praia
n. oO.
Alugam-se 2escravos para servico de cam-
po : na ra dos Mariyrios n. 6, das 6 horas s 9
da manhaa.
Precisa-se de 7 a 8:000000 por lempo do
o mszes 011 pelo lempo que se convencionar, dan-
do-se por garanta predios trreos novos, livre
e desembarazados, quantos forem precisos para
garantir a referida quantia : a quem convier esle
negocio, dirija-se a esla typographia qne se lhe
dir quem pretende, ou annuncie por este Diario
Aos senhores de
engenho.
Um professorcom pratica de6annos propoe-se
a Ir ensinar era qualquer engenho desla provin-
cia, nao s as pnmeiras letras, como larabem
grammatica nacional e francez com toda a per-
fecao : quera precisar de seu prestimo, annuncie
por esle Diario ou deixe carta fechaba nesta ly-
pographia cora as iniciaos A. B
No dia 20, as 11 horas, na sala das audien-
cias, depois de fmda a do Sr. Dr.juiz de ausen-
tes, se ha de arromelar o espolio do finado capi-
lao Domingos Alves Branco Muniz Brrelo.
Na ra do Caldereiro n. 16, lava-so e en-
,gomma-se com perfeicao : quem precisar diri-
'ja-se a mesma, que achara com quem tratar
Paulo Francisco de Rezende, de commnm
. accordo c consenlimenio de lodos os seus credo-
res, far leilao a dinheiro ou a n-azo pequeo
cora garanle de sua taberna muito acreditada o
de poucos fundos, sita na ra da Impcralriz n.
o, cuja venda ser feita por intervenco do
agenie Camargo, sexh-feira 20 do corrcnle, s
110 horas do da. '
"
ILEGVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 19 DE JULHO DE 1860.
Attenciio.
Trecisa-sc alugar um prinieiro andar que te-'
nlia commodos para urna familia, as seguimos
ras : no bairro do Sanio Antonio, ra dasCru-'
ios. larga do Rosario, dita estrella ; bairro da S.'
Jos, ra de Santa Rita, Ba.rgel, Direita, 011 p-j
teodoTereo : quem liver, dirija-sff a ra do lirura '
n. i, ou anuuncie por este Diario para ser pro-
curado.
Conpanhia de seguros
arilitnos
SEGUftlDADE
NO
Hio i\c Janeiro,
Agencia de Pernambuco
RUADO TORRES.
Guilhcrmc Carvilho & C,
actuacs agentes dosla .companhia, avisara ao ros-
l eltavel corpo commcrcal c a quem convier,
se acham competentemente autorisados a
eflectuar qualqucr seguro.
A luga-se urna boa casa terrea em S.Jos
do Uanguinho, quasi dofronte da groja : Irata-
s na ra do Brum n. 10, armozem de Manuel Jo-
s de Si Araujo.
':: -::?-c:/: f9$ #3.S
.'; Santos, medico operador e partero pode @
.. ser procurado na casa Je sua residencia @
na ra do Rangel n. 1C. --
* "' S *:.' ':.- <--'* <> f* *^> '
' W \^ \!, \^r '!> < t;'. ^> v V> xi> "
Borzeguins patente.
Lustre e bezerro
A. C$000.
45 Ra Direita 45
Sempre solicito o proprietario (leste
estabeleoimento em poupar a bolsa de
j seus*re{juez<;;, acaba de ciescobrtr-llies
urna mina de borzeguins, que nao sen-
do Melis nem Su/.er, sao todava gaaei
a estes no durar, teudo por nico deei-
i to serena poneos.
Aviso aos thesGureiros c
ebefes de irmandade
Acliando-se prximo o lempo de algumas
igrejas festeiarem os seas padroeiros, Jos Pau-
lino da Silva cora fabricado fogoscm um terreno
da ra Imperial, avisa a todas as irmandadea e
confrarias religiosis, p a quem possa mais inte
ressar,que lem cffcclivaoientc promplo um gran-
de sortimenlo de fogos co ar, lano com bombas
niiuuas conn de bombas reaes, fugeteles para
salvas com bombas extraordinarias, os quaes
vendem-se em gyrandoias ou sollo*, conforme o
goslo do comprador, mandaudo-os condnzirc
queimar como costuma, por proco mais barata
do que o que se costuma comprar, Esto esta-
belerimenlo offerece no comprador inuilo mnior
vanlagem, nem s pela superioridade do fugo
que liojageralmente condecido, tanto na capi-
tal como no centro, completa coiiimodidad. do
prero e prumptidao, obrigando-se o annunciante
por qualqucr avariff que possa haver, fazendoum
abale no prego, quandopor acaso nao saia como
o aflanca, declarando aquellos que os quizer
em gyrandoias ou em broquois, aove-
DO
S
~\
O Di
v. Joo Jos de Aloma jdaga-
lliaes, tem uma carta, na ruadas Cru-
zes n 42, segundo andar.
(luem precisar de uma ama captiva para o
servico interno e externo de uma casa de pouca
familia, dirija-sc a ra Direita n, 51, segundo
andar.
Quem precisar de uma ma para casa de
(5)
Attenco
que na
boa do
l'ede-s
A. P.
Ku.opa.
Ribciro de Carvalho, retira-so para a
Rio de Janeiro
Praga da Independencia n. 22
Acbam-se oxpostos venda os bilhelos, nieios
e quartos da 34a lotera da empieza lyiica cuJ3
listase espera ne di 20 do corenle pelo vapor
[Portugal c a Io de N. S. de Aracaj no lim desle
mcz.
Santos Yieira.
Ao publico.
Tcndo o lllni. Sr. director do eollegio do Rom
Conscllio participado no annunciante, que por
flta do discpulos nao poda continuar a aula do
desenlio, que o annunciante diriga ha tres mo-
zos, esse o motivo por qoo o mesmo deixou de
leccianar no dito eollegio, no qual recebeu sem-
pre da parte de todos, o principalmanle do Illm.
director o raclhor e o mus delicado tratamento.
Recito, 14 de julho de 18C0.Jos liara Re-
monda.
Prccisa-se de um caixeiro porlugucz ou bra-
sileiro, que seja fiel e morigerado para uma leja
de calcado francez, tcndo pratica de co nmercio, mello de Mello Pacheco, capelln que foi "de um
c dando Oador a sua capacidade : a IraUr na ra engnnho as immediaces da villa do Lmociro.
Nova n. 1, loja. Aluga-sc por prego commodo o armazcm o!
do Novcmbro j a tratar om
Letellier C, tendo de vender a
loja da ra Direita n. 9, pertencente ao
Sr. Marcoliuo da Costa Raposo, em vir-
tudeda autorisacao que este passou pa-
Iionien. soltairo ou casa de familia, a qual lava e tanle, por isso, para nao se chama
engomnia com -
O abaixo assignado faz sciente ao Sr Luiz Jos
Marques, arrematante do imposto de 20 0(11 sobre
o consumo de espirilos de produccao brasilera,
que deixa de vender dito espirito e'm sua taberna la pagamento de seus credores, avisam
s,.a as Cinco Ponas n.H, desde oj; ^doeor-i a ^ q,|e a(d QdU ,{ do ^^
apresentom os seus ttulos d? dividas no
rente, e como ja esteja prevenido o diio arrema-
nia com minia perfeicao, sendo no caso o faz lainbem pela imprensa. Recife 15 de julho ai mazem dos mesms na na da farL.'n
o durma na mesnia casa, diriji-se a cam- del8oO.-Alexa.id.ino Mximo Leal de Barros. I Ti u i La.d:,a
f Carino n. 40. I Na ra da Cadeia do Reaife n. 38, primeiro *' io" Pena (le t&r ldl Pedc-se a pessoa que anuunciou um silio andar, precisa-se fallar ao Sr solicitador Manuel, e iatear-se seu producto pelos credot es
na Casa 1-o te, a bondade do designar o lugar Peroin de Magali.cs. nuo h'in,m n vncmi.,,1, .... .. I
onde se dee tratar, ou dirja-se a ra do No- Osdous sonlums que pediram a prceren-i ? C 'Uclcm aposentado ?CU titulo,
gueira n. 21. ca de urna das casinhas da ra do Progresso uCildo esles e OS annunciantes desone-
rogresso,
queiram apparecemo mesmo armazcm da ra da
Praia do carne e farinha.
--Na livraria n 6 e S da
no dia 16 do correle, as 7 horas da
becco da Virco at o paleo do Carmo, i
pulceira de ouro tendo C conchas tcndo ells a
forma do um molao sendo 3 de cada binda o a
chapa da ataca com a forma de urna cobra, leu-
do unas florcszjnh'as por cima quem a achou
leve-s ao beceo da Viraco n. 31, que ser gene-
rosa monte recompensado.
No escrptonu de Domingos Ahes Malheos
leseja-se fallar ao Rvm. Sr. padre-Hcnrijue Ca-
O arrematante do imposto de 2$jOG por ca- ^> s'l "" cap8 '--
f;a de gaJo vaceum do lermo de Olind.l faz ne- ca:"'a llj fa"';,,i!lo e
uma casa terrea na ra da Guia n. 10, com um
bom quintal que deila para a ra de Apollo, pro-
pria para qualquer eslabelecimenlo do qualquer
um dos lados, por ler a vanlagem de Ucar cm
lugar de esquina; a pessoa que Ibeconvicr, pode
r-se ao arma/em Progresso, no largo da
Penha n. 8.
v S? '> Irh f.-r".'".-- *-x*-5-* ZKZi^ <7* ^.. *. T*.
Attenco. p
Curso pratico e Ihoorco za por uma senhora franceza, para dez n
mocos, segunda e quinla-feira de cada se-@
>' mana, daslO horas at meio dia: quem
uizer aproveitar pode dirigir-se a ra da t
Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos
iantados.
para se preparar carinar, c sendo em peijuena
porco, avisar do vespera ; e para mais facili-
tar ao compra iur, no caso df nao querer ir casa
d.'.-na residencia, peder rnlendcr-se no largo
do Paraizo com o Sr. Jos Pinto de Uagalbes, c
na ra Direita, loja de cera confronte a sachris-
tia do Terco do Sr. Dionizio Ilylario Lopes.
CASA LSft-BBASLEllA,
2, Gohlen Squaije, Londres.
.1. G. OLIVEIRA lendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias c excclleules ac-
commoJacocs para mulu maior numero de lios-
pc-desde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos c dosSrs. viajantes que
visitero esta capital; continua a preslar-lhesseus
servicise bons otcios guiando-os cm todas as
cousas que precisem conhecimenlo pratico do
paiz, etc.; alm do porlugucz e do nslez falla-se
na casa ohcsnanhole francez.
^Licoes de francez em
I piano. |
H Hademoiselle Clemence de llannetot *^
s de Mannevillecontinua a dar lices de
R francez e piano na cidade c nos arrabal- Jj
$ des : na na da Cruz n. 9, segundo andar.
listas peonas de difforcnles ^vialidades, siio fa-
bricadas de ac do prala refinada de primeira lfH-|f*1 fTW"irtlT*i CBCTfflftAtsaaa
tempera, e sao applcaveis a lodo o tamanho de ^sr^rW* ** vs%eseSr
letlra. Proco lJOO cada caixa o peonas de ouro
lelo mesmo autor com pona de diamante, que
teem a grande vanlagem de nao estar sujeitas
crear ferrugem c conservndose bem limpass
de duracao inGnila, deposito cm casa dos Srs.
Gucdes i: Goncalves ra da Cadeia n. 7, e por
atacado com o inventor C-uilherme Scully. pro-'
ssor de cairurapbia na ra do Imperador n. 113 PUR eStrClla CIO HOSai'IO
7 5, sobrad. .
99 @ @K@a@@ n* % i. primeiro andar.
(.arne.ro Montero aproveitando da ? s'.fa.-rfic,aewa,saa, -mrMmmta *^ffia^3*
fcilmente g^iSSlBflBSlS mffig&SS 9l6ISNBlKii|
1 Associacao Cniao Be-r*
be.
gocio com a freguezia de Maranguape. relativa-
mente ao consumo daquellos dislriclo; : quem
pretender, dirija-so a ra do Vigario n. II, ou ao
Varadouro, en. Olinda, cocheira do Sr. capilao
Guedes.
= Aluga-se um cscravo para todo o servico :
na ra Imperial n. IG'J, segundo andar.
aove- "" Kopa"se a0 Sr. Anot Ahes di FonsecaJu-
ra o avisar Ires dis anles, se for em quanlidade, i or qura lr ,co.nclul negocio que nao ignora,
eouimendador Luiz Guies l'er-
reira, no Mondego.
Aviso aos senhores donos de sitios fue ti-
verem formigas e quizorem licar Uvres del'as. di-
rijainse ra da Guia n. 47.
Precisa se de um caixeiro de 12 a 14 annos
c que tenha pratica de I aben, a : na ra do Cor-
doniz no Forte do Mallos n.O.
n De da praca da
Independencia precisase fallar ao Sr.
4-i [Manoel Antonio Esteves, fpie foi almo-
noiie, do xarie de Fernando.
O escripturario da compaoliia do
Beberibe, Marcoiino Jos Pupa, anda
continua a agenc'ar a compra e \en>\,\
deapoces da inesna companhia, po-
deodoser procurado no cscriptorio ra
do Cabuga' n. 1 (i.
Preeisa-sc de uma ama livre'ou escrava
que seja de boa conducta o j de idade, que saiba
fazer todo o servico de umacasa ; nu pateo do
Tenjo n. 'M
Aluga-sc um sobrado de um andar na roa
rados de qualquer responsabtlidade pa-
ra o futuro.
MA
'8. it w *Jf f:
Estabeleeida cm Londres
IK?tt BE hU:t-
CAPITAL
Ciaee u\i\\t esteriitf&s.
Saunders Brothers A c." .<;,; a honra di
cia n. 3, loja de chapeos.
Arha-se jusio e contratado um terreno e
bemfeiloria silo na Iravessa da roa Real, perten-
cente a viuva e herdeiros de Vicente Perreira dos
Santos : quem se julgar com dreto a elle por
qualquer onus, dinja-se a travessa das Cruzes n
1 no prazo de 3 das.
Aluga-sc lies moradas de casas terreas re-
emenle acabadas, no alarro, adiante da fa-
desabao, com os fundos para o caminl.o
de forro : a tratar com Jos Ja Cruz Santos na
na No-a u. 01.
PENNA DECO
D| W.SCULLY
loja n. /.
~;/ -'> > <7> & 3S SB ?
& <> *-, ^y ^V ,j> v> v_, ry. ^j. j.'y ^
*.- fk -O <----><-.<:. -:.
v* a* xS" o o v> 45

na ra Noca,

I DENTES
1 ARXIFICIAE^.
^Ruaestreita do Rosario n.3|
v> Francisco Piulo Ozono enlloca den os ar-
& tiQciaes pelos JoussystcmasYOLCAN'ITE, &
9 chapas de ouro ou platina, podenco ser 9
@ procurado na sobredila ra a qualquer *
hora. :
or,.jiJ>o 5&S vi<> x* fe. BW a i..ii o;
Iloga-sc aos Srs. devedores a firma social
de Leile Gorreia em liquida^ao, o obsequio :
de mandar salda seus dbitos na loja da ruado
Queimadoa. 10.
da Uod.i n. 42 ; a iratar na praca da Independen- ormar es Srs. negociantes, proprietarii de
:asas, e i ;em mais convier, que < sli. p'.caa-
autorisados pela dita companhia ra
effectuar seguros sobre edificios de lijlo i ye-
dra, cobertos de telha e igualmente si.lie os
objcclos que contiverem os mesmos edil os,
quer consista em mobilit ou en I .
qualqu nalidade.
u abaixo assignado ropa aos senhores 1-
dem.ci s que contrabiram dbitos em sua taberna
no logar do Monteiro, hajam Je ir
ou man 11, satisfazer seus dbitos, isso no ; i un
de 15 das desta publcaco, do contrario ser
forjado a usar dos meos que .-. lei he faculta.
Nicolao Machado Freir.
DA
DOS
Mais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMENTO
DE
(r'.-i-e
80
Prccisa-se de urna
s' ama para cozinbar c com-
prar para uma pessoa*

f; proporcao que tem para mais
9 execular ostrabalhos departo, e aconse- @
t lliado pelo feliz resultado que tem oblido
9 em multiplicados pirlos laboriosos, lem
r feilo sua especialidade sobre esle ramo @
para o que poder ser procurado a qual- @
9 qei hora, na ruado ltangel n. 16. w
Saino a luz o 3- mino ca niogra-!
neficeiUe Martima.
De ordem do Sr. presidente
convido a todos os socios elFecti-
vos para comparecercm a sesso
da assemble'a geral.que ba de ler
lugar sexta-feira 2U as 7 lloras da
tarde ra doTrapicben. 15.
Secretaria da Associacao Unio
Beneiceute Martima 1G de ju-
plnas de alguns poetas, e outros bo-
' rnens Ilustre da provincia de Pernam-
buco, pelo commendador Antonio Joa-
quina de Mello. Conten as biographas
de Luiz Francisco -Je Carvalbo Couto,
Jeronymo de Allmquerque Maranbao, JII "io de 1800.Jos Sabino Lis-
Alvaro Teixetra de Macedo, e JooiS boa, primeiro secretario.
Antonio Salter_de MendonQa ; versos, SwMHaaWat^W'MapiaWeiei
entre os quaes OU odes anacrenticas, l'm resposla ao annuncio|da pessoa que
uma noticia totereisate do levante de qucF al"g r loll queira dirigir-se a ra da Cadeia dolnccife, casa
!l, e noventa dous !... U, que achara com quem Iratar.
Por ora em
documentos inneditos.
mo do autor.
O Dr. Joan Ferreira da Silva mudou-seda
ra do Rangel para a do Livraracnto n. 26, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, defron-
te de sua anliga habitaco. A grande pratica de
auscultarlo reconhecida por quasi todos os seus
collcgas desta cidade lorna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmoes e do cora-
co ; assim como para verificar o estado do sau-
de dos escravos que se desejarn comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
ha feito com bom resultado em o exercico de
mais de 20 annos, se julga habilitado para prati-
car toda e qualquer operacao cirurgica por mais
delicada e difficultosa ojie seja.
DENTISTA FRANCEZ. 9
Paulo Caignoux, dentista, ra das La- ^
>* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <*
^ p dentifico. H
loga-se aos Srs devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren! seus dbitos na ra do Col-
eg venia n. 25 ou na ra do Que i ma do loja
D. 10.
No sitio do Salgadiuho de Olinda, do Sr.
Carvalho Siqueira, ha um hornera solteiro que se
olerece para qualquer servico.
| Dentista de Pars. |
j 15 Ra Nova15 8
^ Fredcrico Gauticr. crurgio dentista, 9
* faz todas as operaces da sua arle e col- jg|
C loca denles artificiaos, tudo com a supe- xv
Jg riordade e perfeicao que as pessoas en- ^t
cu tendidas the recohecero. ^
^ Tem agua e pos denlifricios etc.
ac OSr. Francisco Aranha de Souza tem uma
carta no cscriptorio de Manoel Joaquim Ramos c
Silva, na ra da Cadeia do Recife
PiRTDAS BOBRAMS
LICES PRATICAS
Bas ve/es por seiuaitn
Quartas c sabbados s 7 horas RA NOVA SOBRADO N. 15.
M. FoiiNCcndc leileiro, continua a dar
lices da referida materia cm sua casa nos dias
e horas cima indicados. Tanibem ir ensillar
nos estabelecimenlos e escriiorios daquclles se-
nhores que desejarem assim aprender, nos das
que convencionar.
CONSCTORIO MEHICO-CIRL'RCi:0
DO
r. Ignacio Firmo Xavier
N. 16Pateo do Paraizo--N. 16.
Consultas todos os dias. das 6 1|2 horas s 11
horas da manliaa, e das 3 1(2 s 5 1|2 di tarde.
As pessoas pobres que so dignnrroi recorrer a
seus olliclos serao Hendidos gratuitamente ; as-
sim como gratuitamente se Ihes dar miilos dos
remedios precisos para o seu estabelecnienlo.
O bacharel A. R. de Torres Canden, advo-
ga no criruc e civel, na sua residencia, r a larga
do Rosario n. 28, segundo andar.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SanuelP.
Johnston & ra da Scnzala Nova n. !&.
^ O Dr. Casanova pode ser procurad) a S
zr qualqucr hora cm seu consultorio horneo- S
palhico em Pernambuco L
30RA DAS CRUZES30
u No mesmo consultorio acha-se sen pre jf**
grande sortimenlo de medicamentos cm jgjj
tinturas e glbulos, os mais novos e 'iem ^
preparados, os elementos de homcopathia
Mililao Rorges Uchoa, tendo sido ..orneado
agente de lelcs e estabeleceu seu cscriptorio e
armazem na ra do Vigario n. 15, onde se acha
desde s 9 horas do dia al s 5 horas promplo a curoprir as ordena dos que con; ellas se
dignaren de obsequia-lo. Oannunciante.no exer-
cico do lugar com que houve por bem nomea-lo
o meritissimo tribunal do conimerco dista pro-
vincia, nada poupa. para bem corresponder sua
confianca ; desempenhar com fidelidade 9 promp-
dao os deveres inherente prof.sso que adop-
lou ; tudo envidar emfim por firmar sia repu-
taco, o conquistar a sympathia do publ co, cuja
proteccao solicita.
Rita Nova n. 25, esquina da Gamboa do Carmo.
Neste estabeleciraento acl.a-sc um completo sortimenlo dos mell.ores, mais elegantes e mais
bem construidos pianos de que ha noticia.
No mesmo eslabelecimenlo existem, ebegados Inpouco da Europa, alguns pianos de machi-
nismo do melhor gosto e de maior perfeicao do que quaesquer outros. os quaes nao somonte se
prestan) pelo seu machinismo a loJaas pessoas que sabem msica, mais aindn qaelles que igno-
ram esta arte.
Alm des tes pianos existen lamlcm no mesmo eslabelecimenlo, harmnicos ou Serapl.ina, os
quaes fazem uma bella ligacao sendo tocado em sala com acompanhamenlo de piano, e tambera
produzem excecnlcs effuitos harmoniozos em igreja ou capella, tambera lia melhodo e msicas
adquadasaoditoinsirumenio. Espera-seque o respeilavel publico e os amontes de msica nao se
demorem em munirem-se de tao excellentes instrumentos, cuj prego alias razoavel, e de cuja per-
feijao incontestavel.
Na mesma casa afinam-se e concertara-se pianos com a maior perfeicao possivel Na mes-
ma casa exislem chegados ha pouco da Europa lindas msicas do melhor gosto possivel e do melhor
compositor da Europa.
m su si inaiaw m
Grande e novo sortimenlo de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos prcros.
SO^Do-sc amostras com penhor.
O Sr. ihesoureiro das loteras manda tazer pu-
blico que cm consequencia dos grandes prejai: is
que tem soflrido com a extraccao das loteras
pelo plano actual obteve do Exm. Sr. presidente
da provincia permissao para as ditas loteras --
rem d'ora em dianle extrahidas pelo que ana io
cu transcripto; c nesta conformidade se acham
exposlos venda, lodos os dias no escripl rii
dasmesmas loteras na ra do Imperador n. 36,
o n.t praca da Independencia ns. 1-i e 16 dar- 1
lunas da manhia as Gda tarde os bilhetes c mcios -
da terceira parle da quinta lotera do hospital
Pedro II, cujas rolas deverao andar impreieri-
velmeulo no dia 2 do crrente mez,
Thesouraria das loteras 1G de ju.iho de 1660
./. M. de. Cruz, escrivo.
PLANO.
3200 bilhetes a ljOOO. ......32.000^(100
20 por cento. . 6:4009000
25:60091 00
1 Premio de . . 10:000<:000
1 Dito de . . 4:(K)OjOOO
1 Dito do . D000O
2 Ditos de 200S 400*000
4 Ditos de 100-3 . 4005000
8 Ditos de 50g . 400,-iOOO
li Diios de 20S . 2fel:jrUU0
902 Ditos de 10g . . 9:6205000
----- ---------------32.000:, 000
93 r re miados.
2207 Brancos
Sirop du
DrFORGT
JARABE DO FOKGET.
Este xarope est approvado pelos mais eminfntes mdicos de "aris,
Icomo sendo o melhor para curar constipacoes, tosse convulsa e oj.ras,
allfcres dos brunebios, ataques de peilo, irrila^Aes nervosas c inson.nolencUs: uma colLerada
pela manh, e outra noile sao suflicienies. O clicito desle excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
O sposito na ra larga do Rotario, botica de Bartholomeo Francco de Sonta, n. 36.
FCINDICAO
I-indos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias $
Ditos ditos de ditos de seda de cores
cora babados
Ditos ditos de ditos de gaze phaDtazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas 9
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco 8
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado 1200
Dito liso preto e de cores, covado S
Seda lavrada preta e branca, covado 1? e 3000
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros 1$500
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes 10000
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte 16)000
Cambraiasorlandys de cores, lidos pa- .
dios, vara 1&000
Manguitos de cambraia lisos e bordados 9
Tiras e entremeios bordados 9
Mantas de blonde brancas e prelas C
Ditas de fil de linho prelas 5
Chales de seda de todas as cores 9
Lencos de cambraia de luho bordados $
Ditos de dita de algodao bordados 900
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado 9
Casemiras idem dem idem 9
Gollinhas de cambraia a J640
Chales de touquim brancos 9
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de (odas as qualidades 9
Eufeites de vidrilho francezes pretos e
de cores 3J500
Aberturas para camisa de luho e algo-
dao, brancas e de cores 9
Saias balao de varias qualidades CO00
Tlela rxo, covado 500
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado 280
Cassas francezas de cores, van 9500
Collarinhos de esguio de linbo mo-
demos jgoo
Um completo sortimento de roana feita
I III
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No e\toi.o desle csiaYielceimeiito sempre \ia grande sortimento o< me-
cuisraa pava os engenhose assucar a salser:
Machinas de vapor milernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e defacillimoassento ;
Rodas d'agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem baiancadas;
Cinnos de ferro, e porUs d'agua oara ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Minias inteiras com virgeasmuito fortes, e convenientes ;
M;ias m osudas com rodetasmotorasiara agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguillioes dcazas ;
Taixas de ferro funiido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para s fornalhas;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Roiatis dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos oubois ;
Aftuillrjes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowuian confia quecos seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderap necessilar.
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
colletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas 9
Chapeos francezes finos, forma moderna 8p500
Um sortimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades 9
Camisas francezas, peilos de lnho e de $
algodao brancas e de cores 9
Ditas de fuslao brancas e de cores S
Ceroulas de linho c de algodao 9
Capellas brancas para noivasmuilo finas g
Um completo sortimenlo de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas c transparentes,
covado 8
Meias cruas brancas e de cores para
meninos 9
Ditas de seda para menina, par I96OO
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino 9320
Velludlho de cores, covado 15200
Velbutina de cores, covado 9"00
Pulsciras de velludo prelas e de co-
res, o par 2$000
Ditas de seda idem idem ljOOO
Um sortimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades 9
Cortes de collete de gorguro de seda
de cores 9
Ditos de velludo muito finos 9
Lencos de seda rxos para senhora 29&0
Marquezitas ousombrinhas de seda com
molas para senhora 9
Sapatinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par 2j|n00
Casinetas de cores de duas larguras mui-
to superiores, covado I9OOO
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado 1J600
Selm liso de todas as cores. covado 9
Lencos de gorguro de seda pretos I
Relogios cobras de ouro 9
Cortes de casemira de cores a 5J000
Thesouraria das loteras l!0 de junl.O de 1860.
O Ihesoureiro, Manoel cantillo Pires Falcao.
Approvo. Palacio do governo de Pernambuco
2 de julho de 1S60.Leilao da Cunhc.
Conforme.Antonio l.ciic de Piuho,
Aluga-se por commodo prerc una boa rasa
sita na Passagcm da Magdalena, a'o norte da es-
trada, entre a ponte grande e rcqupna do Chora-
meaino, com propon-oes para grande familia,
eollegio, ou oulro qualquer eslabelecimenlo que
demande grande aposento, constando de 4 salas,
S quarios com vidracas para fra, despensa e co-
zinha lora, quarlo para pretos, dito para criado,
estribara para 4 cavallos e grande cocheira, uma
saleta c um quarto. Alugam-sc mais 5 boas salas
inleiramente independe.ites do corpo da casa,se-
paradas ou englobadanienle : as pessoas que pre-
tenderen, dirjam-sc ao pateo do Paraizo 0. 16,
a Iratar com o Dr. guaci Firmo Xavier.
Agencia de passaportc e folha
corrida.
Cbudino do Reg Lima lira passaportc par*
dentro efr3 do imperio ror rommodo pre;o e
presteza : na ra da Praia. primeiro andar n. 43
Uma pessoa com as habilitaces precisas se
offerece para guarda-livros de qualquer casa de
commercio : a tratar na ra Velha n. 127.
Manoel Carneiro dos Santos com fabrica de
charutos em S. Flix, e deposito na cidade de
Maragogipe, provincia da Baha, scienliliea a to-
das as pessoas desta cidade quegoslarem de seue
charutos, que ll.e naoconvindo mandar mais cha-
tutos commsso sen. ser por encommendas,
em vista das contas de venda que recebeu pouco
satisfactorias, por isso previne s pessoas que
goslarem desua fazenda, que podera dirigir-se
ao annunciante na cidade de Maragogipe, onde sa
acha promplo a cumprir qualqucr encomraenda,
responsabilisando-sc pela boa qualidade de sua
fazenda, para o que tem grande sortimento de
tumos escollados, ele, ele.
Pcecisa-se alugar una preta que sirva para
vender quitanda : na ra estreita do Rosario nu-
mero 27.
JConsulorio central homcopathico|*
A DE Sa
Continua sob a mesma direccao da Ma-
3 noel de Mallos Teixeira Lima, professor
9 em homeopathia. As consultas como d'an- @
9 'es-
------
EAU NIINERALE
NATURAIXE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22.
xo
Assignalura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para uma pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,........... 105000
30 cartes paraos ditos banhos lomados em qualquer tempo....... 155000
15 Ditos dito dito dito ...... S9OOO
7 ...... 49000
Banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aosprecos annunciados.
Esta reduccao de presos facilitar ao respeitavel publico o gozo das vantagens que resultara
da frequencia de um eslabelecimenlo de uma ulilidade inconlestavel, mas que infelizmente nao
estando em nosso* hbitos, ainda pouco conhecida e apreciada;
H Botica central honicopathiea
Idr. sabino T l pimo 1
A Novos medicamentoshomcopalhicos cu- q?>
A viadosda Europa pelo Dr. Sabino. $i.
& Estes medicamanlos preparados espe- (
a cialmentc segundo as necessidades da ho- jjj
Z meopalhia no Brasil, veudc-sc pelos pre- ^
$+ eos conhecidos na botica central horneo- g*
-5 palluca, ra de Sanio Amaro (Mundo No- #
@ vo) n 6. Z
a@S-S@@e@-5i
PRECISA-SE ALUGAR
urna escrava
Cuera liver e quizer alugar uma escrava para
casa de familia que s tem duas possoas, e leu-
do as qualidades seguimos, que saiba cozinl.ar
tem, que compre, que engomme alguma cousa.
que seja muito fiel e multo humilde, c que niio
seja radia, dirja-se ra do Queimado, loja n.
46 para tratar, ficando o senhor da mesma res-
pansavcl por estas condirOes, e apparccer.do nao
se olha a preco, s se desoja que o senhor afian-
ce estas qualidades. \ '
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, medico, cm
f.xado sua residencia nesta cidade, no pateo do
Paraizo n. 16, que faz quina com a travessa de
S. Francisco, e ah offerece os seus servicos nie-
d'cos: as pessoas que se dignarcm honrar com
sua confianza, tanto no interior como para cra
da cidade, e a qualquer hora.



(6)
DIARIO DE PER BAMBUCO. QUINTA FE1RA !9 DE JULHO DE 1860.
Aluga-se um escravo de idade de 20 a 21
anuos para todo o servioo : quem qnizer annun-
cio por eslc Diario para ser procurado.
Os abaixo assigoados fazem sciente ao cor-
po do comrnercio que desde o dia 30 de junho do
correnln dissolvoram amigavelmeule a sociedade
que linham na loja de ferragcns da ra da Cadeia
do Recite n. 53, que gyrava sob a razao de l'on-
les & Fernandes, ficando a cargo do socio Jos
Alves Fernandos o activo e passivo da mesma lo-
ja. Recifo 17 de julho de 1860. Manoel de A-
zcvodo Pontos, Jos Alves Fernandes.
Manoel Francisco de Moraes vai Porto de
P^dra no vapor aPersinunga tratar de seus ne-
gocios.
Jos dos Arijos Vieira de Amorm
mudou-se da ra Nova para o sobrado
n. 17 da ra do Hospicio em que es-
teveo collegio do Bom Conselho: as
pessoas que o tiverem de procurar alli
o acharao pela manha ateas 9 horas e
a turde das 4 em diante.
Quem precisar de urna pessoa par-
ticular par? cosinhar era sua casa, di-
riia-sea aboboda da Penha, no fundo
da taberna.
O abaixo assignado declara ao
publico que desde o dia 13 do corrente
deixou de ser professor de latim do col-
legio do Sr. Jerdhymo Pereira Villar.
Recite, 17 de Julho 1860.
Manoel Francisco Coellio.
Matriz da Luz.
Roga-so ao Sr. Antonio Izidoro Gomes da Sil-
Arroz muito bom.
Vende-se arroz a 3J700 a arroba, e 120 rs. a
libra : na taberna do paleo do Paraizo n. 16, casa
pintada de amarello com oo para a ra da Flo-
rentina. N
Coral.
Vende-se verdadeiro coral de raz, na ra lar-
ga do Rosario, passando a botica, a segunda loja
de miudezas n 38, rap de Lisboa, e muitas
niais qualidades de rap ; assim como muitas
miudezas mnito em conla ; e s vista do com-
prador se dir o preco de tudo.
Vendem-se por preco commodo duas Yac-
cas, urna solteira e outra" com cria e leite, as
quaesservem para criar ou para o acougue ; no
sitio do Sr. Francisco Antonio de Carvalho S-
queira, no Salgadinho de Olinda.
= Vende-se um escravo de bonita figura e ga-
ijha na ra ; na ra da Conceico da Boa-Vista n.
56, quarta casa dcpois da igreja do Rosario,
se dir quem vende.
Mar melada
Na ra Direita n. 6, vende-se para liquidar a
13 a lata com 2 libras.
Cheguem ao barato
ABM4ZEN
DE
Fazendas baratas.
Roa do Queimado n. 1'j.
Chitas francezas nudinr as a 220 rs. o covado.
H iberia.
Corles de ti iberia cora 14 corados a 2500 o
corte.
Coberias,
Cobcrtas de chita chioeza a 25.
Laa a c20.
Camas de ierro.
Grande sorliraento de camas de ferro batido e
fundido para urna e duas pessoas, ditas para me-
ninos, e bercos, tudo da ultima moda da Europa,
que se vendero por piejo commodo, tanto em
porco como a retalho : no deposito de camas de
ferro na ra da Imperatriz 11. 75.
Vende-se muito em conta vaquetas de lus-
tre para carro : na ra da Imperatriz n. 78.
Pianos
ra do Queimado n. 2.
Tcc^s de brelanha de rolo cora 10 varas a
2$, casemira escura infestada propria para cal-
a, collele e palilols a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muito bom gosto a 480 rs. a vara,
dita liza transparente muito fina a 3$, 4$, 55,
va o favor de se dirigir padana da ra dos Pi- e 6> dla d com 10 vafas 5J
res n. 44.
Alujase um sitio grande com
excelleote casa de vivenda, comtodasas
commodidades para familia, no lugar
da Casa Forte : a tratar com os pro-
pietarios, N.O. Bieber & C.
Guarda-livros
OTerece-se um moco com pratica do commer-
:io e com boa letra para caixeiro de escripia de
qualquer oslabelecimento ; quem do s>>u presti-
mo se quizor utilisar, dirija-se a ra do Passeio
1' iblico 11. 11, loja de fazendas.
O abaixo assignado, cncarregado da desin-
fecofio como dove constar aos senhores inspecto-
res* de quarteiro, pela circular do Illm. Sr. l)r.
de polica aos senhores subdelegados, a
qual c datada de 10 do maio corrente, faz seten-
io .*'Os senhores inspectores, que logo que se de-
rem casos de angina, escarlatina e oulras rnoles-
li, s que grassam epidmicamente, avisera ao
mesmo abaixo assignado para mandar proceder
desinfecQo como por ordem superior foi deter-
minado.Jos da Rocha Prannos.
O Sr. Antonio Aniceto da Silva que estove
no engenho l'imenteiras da freguezia da Escada,
qm ira mandar pagar urna letra da quantia de
7!)*2$966 vencida no dia 10 de junho prximo pas-
sado ; c por se ignorar sua residencia faz-so es-
te pedido : para o lim cima, dirija se a ra do
Omimado n. 1S, loja de Manoel Ribeiro de Car-
valhn.
Aluga-se a melade de um lercoi'O andar
para pequea familia honesta por commodo pre- I das Vlir,!adeiras camisas
co : e tamlicni se du morada de grar.a a urna se-
ra honesta para fazer eompanhi* a urna se- com PreSas larSas- Pei,os de lin!,. sendo estas
ra csala
31, padaria.
rs. o covado.
Ctales.
Chales de merino estampados a 2500.
Cassa muselina.
Cassa musselina para bahados, com 10 varas,
muito finas (que se venda 3 5$5C0) por 43 a peca,
selim de todas as cores.
Chita miudinha.
Chitas miudinhas, cores fitas, a'160 rs. o co-
vado.
Ricos cortes de eda.
Cortes de seda superiores, pretas e do cores, a
O Preguicj est qtteimando, em sua loja na 00$000, cambraias pretas .nas a 500 rs a vara.
Lencos brincos.
Lencos para algibeira alija duzia.
Litteratura.
Diccionario musical, olra muito importante
e escencialmenle para as pessoas que sao dedi-
cadas a linguagem das arrmnias, por nelle se en-
contrar completamente esclarecidas todos os ter-
mos precisos e proprios a tal arte, vende-se na
ra da Cruz Recife, livraria n. 52.
Novas sementes delhor-
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
La para vestido, pelo baratissimo preco de 320 5*u >*** ultimo gosto. recentimertte
n pnvartn chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres,
muito croDros Dar este clima.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharcsde individuos de todas as nacocs po~
dem testeaiunhar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo c mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros trataraentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencerdessascura maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os das ha muitos annos ; e a maior parte
della sao to sor prendentes que admiran: os
45Rua
Batatas e ceblas.
Vendem-se batatas a 2>600 a arroba, ceblas a
23 o cento ; na travessa do Paleo do Paraizo, ca-
sa pintada de amarello n. 16.
6i5 a peca, chitas largas da molernos e escolhidos
j>3dr5es a 240, 260 e 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a 79eS2>,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 9? cadi um, ditos com urna s pal-
ma, muito finos a 85500, dt03 lizos rom fran-
jas de seda a 59, lencos de cassa com barra a
100, 120 e iCOc.ida uro, meias muilo finas pa-
ra senhora a 455 a duzia, ditas de boa qualidade
a 35 e 38500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenhos, para coberu a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglezas a 5?$900 a pogn, e a ItiO rs.
o covado, bfim branco de puro linho a 1#,
1*5200 e I5600 a vara, dito proto muito encor-
pado a 15500 a vara, brilhanlina azul a d()0, rs.
o covado, alpacas de differenles cores a 360 rs. o
covado, cesemiras pretas finas a 2J500, 3ff e
35500 o covado, cambria preta o desalpicos a
500 rs. a vara, e outras muitas fazendas que se
fat patente ao comprador, e de todas se daro
amostras com penhr.
Camisas inglezas
talice,
rua
Na loja de Gocs & Bastos,
do Queimado n. 46.
Acaha-sc de receber um grande sortimento
inglezas muilo finas,
>
para tratar, na rua do Burgos n.
>:o botequim da aguia
d'ouro, rua eslreita do
Rosarion. 23,
"uto a osirada da rua das Larangeiras forne-
ee-se almoco o jantar, mandando-se levar em
casa das pessoas que quizercm, por mdico pro-
jo, ile meio din da em dianto, assim como nos
domingos o dias sanios haver a bem preparada
n de varea, das 3 horas da manha em/fiante
! dos os das das 7 horas da manha era'dante
baver papa de farinba do-Marnnho e aramia:
assim como haver comida prompla a qualquer
hora quo so procure no estabelecimento.
Compras.
Coinpra-se um globo terrestre de termo me-
dio, com os signios no horisonte, eponteirn paca
marcar horas: proco da Independencia n ~ el).
Constantemente
pra-se, vendp-so e troca-se escravoS: na rua
la o..66, escripturio de Francisco Malinas
ira da Cosa.
Compra-se urna prcla de 16 a 20 annos.
qne saiha cugommar, cozinhar o cozer, que se
c sua conduele : na rua da Cruz, arma-
zem n. 33.
Compra-so escravos do ambos os sexos de 12
minos, para fra da provincia, so tiverem boa
i o forem sodios, paga-so bem : na rua D:-
i, no escriptorio de Francisco Mathias Pereira
da Costa n. C.
ultimas camisas de um gosto apurado, lano em
pregas como om collcrinhos, pois decente tanto
aos rapazescomo aos senhores de maior. porisso
sendo muita a poroao que recebemos, deliberou-
se a vende-las por 38-3 a duzia, nestabem conhe-
cida o a de Goes & Basto.
Taclias para engenho
Fuudicao de ferro e brouze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
lera um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
vindas no vapor Portugal chegado estemez:'
vende-sa nfl loja de forragons na rua da Cadeia do ;
Kecife n. 56 A, de Vidal & Bastos.
Vende-so urna taberna com poucos fundos
na freguezia dos Afosados, na rua de S. Miguel :
quem pretender, dirija-so 6 rua Direita do lied-
le n. 95 ; tambem vendo-so urna carroca com um
boi. ludo por preco cotnmoio.
sera va.
Vende-se urna escrava moca com todas as ha-
bilidades precisas, e vcnde-se'em conta ; no pa-
teo do Terco, botica do Sr. Torres.
Vende-se
na rua larga do Rosario n. 33 superiores carlei-
ras grandes para dinheiro, ditas para lctr?s a 63,
7 c 3>, ditas para algibeira a 400, 720 e 800 rs.,
ditas muito finas a 8, esco.as para facto a 800 e
lj>, ditas linas para cabello com cabo de bfalo a
2>, pinceis para barba a 160, caixas de bfalo fi-
nas, ditas de tartaruga a 88 o 10-5, grvalas de
seda pretas o de cores a 800 c 13, ditas linas a I
15500, fiaros finas francezai por diminuto preco1
para acabar.
m casa de R.-sbe Sclimettan &
C, rua da Cadeia r. 57, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann dellamburgo.
Pechinclia.
A 200 rs. o covado.
Armazem de fazcndis, rua do Quei-
mado n. 19.
Cambraia d cor miudinha muito fina, fazenda
pechincha a 200 rs. o covado, para acabar.
Lingoas.
Vendem-se lingoas muilo novas recenlemento
chegadas do Rio Grande, por baralo preeo : na
taberna da rua ao Imperador n. 83, de Leite i
NOVA LOJA DE ROIPA FEITA.
N. 98. Rua Direita N. 98.
Ni. K.j. vendo-ao voupo fc-ila com toda per-
teicao, paletols, calcas e zendas e do gosto, mais birato do que era oulra
qualquer parte : cheguerx, freguezes, pechin-
| cha, antes que se acabo.
C7* Vendem-se superiores camisas de
g fustao editas de madapolao muito fino a :'
2', corles de casemira ingleza dequadri- ai
nlios de superior qualidade a 44500 e 5$, ^
colleles fetos de gorgurio de seda e dilos
de fustao a 35500 o 4J, calcas de brim de ~f\
cor a 4g, cortes do superior bnrege de se- S
da a 2J e as modernas victorias de al- %
paca de seda para vestidos de senhora a S
700 rs. o covado, tambem se vende saias <
balo muilo boas de mueselina c ditas de ^
madapolao a 4500 c 5g, gollinhas de li- *
nho a OSO rs., de todas estas fazendas i
existe una pequea porco que se vende
pdv este preco para acabar: na loja de I
Auguslo & P'erdigo rua da Cideia do Re-
cife n. 23 3
medico mais celebres. Quanlas pessoas reco_
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido Ion-1 Ditos democrticos
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a J Meio borzeguins patente.
amputacao! Dellas ha muitas que havendo dei- SapatOes nobrera.
xado esses asylos de padecimentos, para senao i)tos infantes
subraetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu reconheciraento declararam e
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti-
carcm suafirraativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude ss
tivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitasse a nalureza dom&i,
cujo resultado seria prova rincontestavelmente
Que ludo cura.
ungento e til, mais particu-
larmente nos se^uintes casos.
Este estabeleciment oferece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperta es..... 10,$000
Ditos aristocrticos....... 9^000
Ditos burguezes........ 7^000
. 6$00O
. 6J500
i
Com])
ram-se es-
cravos.
Comprani-so, vendem-se e trocara-se escra-
vos, na rua do Imperador n.|79, primeiro andar.
Compram-se eleclivamento meias garrafas
qne foram dechampanha : na rua larga do Ro-
Bario n. 3G, botica.
Vendas.
Pechincha.
Vendem-se superiores enfeites pretos e do co-
r com vidrilho a 2*800, ditos pretos muito finos
a !g. bonetsde palha e de panno muito finos a
',-, -:iios de pellucia, fazenda de apurado gosto, a
<>\\ loques finos a 25500, pentes de tartaruga a
ratriz a 9!, lavas de seda lisas c bordadas a
1; e lg'00 o par, rosarios de cornalina a 2*500 e
3-, estampas grandes linas a 1#, ditas pequeas
a 160 e 240 rs., fitas do sarja, franja de seda,
trancas cora vidrilho e sem vidrilho, e outras
rabilas miudezas que se vendero por preco coni-
medo : na rua larga do Rosario, loja n. 33.
A /4500.
Vendem-se cadeiras de ferro a 4&500, lalheres
cravados muilo finos a 3*. 3*200 o 3*500 a duzia,
caivetes tinos com cabo de madreperola, tesou-
ras finas de diversas qualidades, agulhas france-
1 200 o 20 rs. a caixa, ditas superiores a 280,
tinta para desenlio a 240 a caixa, dita grande a
500 rs., agulhas em carleira de marroquim coosa
muito superior a 800 rs., pennas de ac linas a
rs. a caixa, cspelho para parede 3' 600 rs.,
dito redondo de 9 caras a 1*600. toucadores pro-
ios e braucos a 2*, 2*jOO e 2*300: na rn3 larga
do Rosario, loja n. 33.
Oh! que pechin-
cha !
Na rua do Queimado n. 41, vendom-se chitas
finas francezas a 200, 20 e 260 rs. o covado ;
a ellas, que se acabara.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston 61 C. rua da Senzala n. i2.
1 Alcatifa. I
'*& Campos & Lima, na rua do Crespo n. B
16, lein para vender alcatifa com 4 pal- $9
mos de largura de muito boa qualidade j^
$% e propria para alcatifar, salas e igrejas a c
S) 800 rs. o covado, dinheiro a visla. 31
Milho e farelo
a 4,)00 rs.
Na taberna da estrella no largo do Paraizo nu-
mero 14.
Farelo.
Vendem-se saceos com farelo pelo baratissimo
proco do 43O cada um ; assim como urna por-
cao de finos palitos para denles, sendo lisos e
enfeitados : na rua da Imperatriz n. 38, loja de
louca.
PotassadaPuissia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia o da do Rio de Janeiro, nova
e desuperiorqualidade, assim como tambem
cal virgem em podra: tudo or recos muito
razoaveis
9KSK9mM mam mmm&m
e>
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res.
Cortaduras.
Dres do cabeca.
-Jas costas.
dos membros.
Enermidadcs da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
r'naldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
lnchaoes
Inflarnmaco do figado.
Inflammacao daboxiga.
da matriz
Lepra.
Malos das pomas.
dos poitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura do mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Snpurac5cs ptridas
Tinha, cin qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulaeoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
CsOOO
5^000
Csooo
5$00O
C$000
Vende-se este trriguento no estabocimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana o Hespanha.
Vende-se aSOO rs., cada bocclinha contm
urna instrueco em prtuguez para o modo do
fazer uso destejinguento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Per-
naoibu.io.
Vendem-se dous uniformes para o osqua-
drao de cavallaria da guarda nacional do Recife,
sendo um de grande gala e oulro do servico or-
dinario, ambos completos ; na rua do Queimado,
I loja da Boa Pama 11. 35, de Guimar5es & Luz,
Queijos frescos
a 2#/i00.
Vende-se na travessa do paleo do Paraizo n.
16, casa pintada de amarello, com oitao para a
rua da Florentina.
Ditos de ltnlia (3 1|2 bateras).
Ditos fragata (sola dupla), .
Sapatos de salto (do tom). .
Ditos de petimetre......SfOOO
Ditos bailarinos........5,?500
Ditos mpermeaveis......2,s'500
Senhora.
Borzeguins primeir classe (sal-
to de quebrar).......5.^000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). .,,...,. -V$800
Ditos todos de merino (salto
dengoso)......... 4500
Meninos e meninas.
Sapates de torca. ...... 4,<000
Ditos de arranca........ oloOO
Boizeguins resistencia 1$ c 580J
L0J\D0V4P0R.
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas finas c perfumaras,
ludo por menos do que em outras partes : na lo-
ja do vapor na rua Nova n. 7.
SYSTE.1IA MEDICO DEIIOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
mente de horras medicinaos, nao contcm mercu-
rio, era alguma outra substancia delocteria.Be
nigno mais tenra infancia, e a compleicJio mais
delicada igualmente promplo e seguro para
desarreigar o mal na compleioao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
foilos; pois busca e remove as doonca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
queseam.
Eutro militares do pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-se ade-
sesperacao ; facam ura competente ensaio dos
eflicazes elTeitos desta assombrosa medicina, e
prestesrecuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar esto remedio
para qnaiquer das seguiutes etiforrnidades :
Accidentes epilpticos. Fehreto da especie.
e\n tr.m enr* r^n kw bov -rw* esra
Champanha.
Campos & Lima, na rua do Crespo n.
16, tem para vender urna porco do gi-
gos cen champanha de superior quali-
dade a 20* o gigo.
I
&is!e3*33i3 mm mmmm&
GRANDE SORTIMENTO
DE
lOja
HA
e aTmazem
DE
Neste armazem de molha dos con-
linua-sc a vender os soguinles gneros abaixo mencianados do. superiores qualidades e mais barato ,
o que em outra qualquer parte, por serem a maior parte delles recebidos em dircitura por conta
propnetanos. r
do
dos
Mantciga ingleza c trancezsL
perfeilamonle flora mais nova que lera vindo ao mercado de 60 a 800 u. a libra e em barril
se far algum abalimenlo
Queijos tlamcngos
I ogOes econo
micos.
Vendem-se fogoes econmicos de ferro batido
de diferenlcs tamaitos, tendo cada un o seu
competente forno para assado, e caldeira para
agua qucnle, os melhores qne 6 possivel encon-
trar, chapas para fogoes, portas e grelltas para
dilos, bolinetes de balando para navios, urna
rr.oenda para engenho deassucar, tudo por ba-
ralo preco : na rua do Brum n. 66, armazem de
assucar."
muilo novos recenlcmenlc chegados no ultimo vapor da Europa de 1S700 a H e a vista do gaslo
que o freguez lizer se far mais algum abalimenlo.
Quci^o prato
os mais novos que existem no mercado a 13 a libra, em porco se far abalimenlo.
Ameixas rancezas
emloanel 1l21ibraPrlSOO rs., e era campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por ojUUO.
Musanla ingleza e ranceza
em frascos a 640 rs. e era pole3 franceza a 800 rs cada ura.
VeniadeVros ilgos ile eomadre:
ra caixinhasdo 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1J600 rs.
Bolaclnlia ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica cora 1 arroba por 4$.
Potes vi&vailos
de 1 a 8 libras proprias para raanteiga ou outro qualquer liquido de 400 11 1000 rs. cada um.
JVmentloas coneiladas pYoprias naia sortes
de S Joao
a lg a libra c em frasquinhos, contendo 1 1[2 libra por 2>.
Cn prcto, nyson c ncrola
os melhores que ha noste mercado de lc600,2$ e 2^500 a libra.
Haigas em caixinlias de 8 Untas
contendo cada uaia differenles qualidades a 4^500.
Palitos de denles licuados
em molhos com 20 maciohos cada um por 200 rs.
Tijolo raneez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francczss
em latas e em frascos de differenles qualidades.
Presuntos, clionri^as e naios
o mais novo que lanoste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra,
Latas de nolaelnna de soda.
de differenles qualidades a 1^600 em porco se far algum abalimenlo.
Tambera vendom-se os seguintes gneros ludo recenlemento c'tegado e de tinerio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chouriea rauito nova, marmelacla do mais afamado fa- nco erviQOS paia cha', almoco e ian-
brtcaole de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pascas, fruclas em calda, atnendoas, nozes frascos tar : na rua da Cruz n 61 -irmrprn
uOO. com amendoascobertas, conteites, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordea* o onrio U V ^rU^D- bl> armazem-
le doce purificado, azei
que eicontraro tendentes
Para acabar.
Vende-se froco fino a 400 rs., dilogrosso a
rs. a peca, franja do la cora 8 varas a 480 a pe- | para conservas, charutos dos mellio'res fabrcenles de S. Mt~ roae'aVtfe'toiCM Qualdadea
ca, dilacera 14 varas a 640 e 800 rs., galao de ma rau.to fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas mateas cerreias d,E
algodao branco e de cura. 120 e 160 a vara, dilo | spermacele baralo, licores francezes muito finos, marrasquino de zara azei' "'
de laa cousa^moderna a 900 rs.( a peca com 10, tonas muilo novas, baoha deporco refinada e outros muilo gneros '
Na rua do Queimado n.
46,frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre-
* casacas e casacas de pannos finos pretos
o de cores a 283.30J e 353. palelots do3
g mosmos pannos prelos e de cores a 28$,
8 203 223 e 233, ditos de casemira mescla-
^ dos de superior gosto a 16$ e 18tf, dit03
B das mesmas caserairas saceos modelo
a inglez 103,123, 14 e 15. ditos de al-
3B paca preta fina saceos a 43, ditos sobre-
di casa tambem de alpaca a 7$\8Se 93, di-
fl| tos de merino selim a 103, ditos de me-
H ri de cordo a 9}, calcas pretas das
* mesmas fazendas a 5JJ e 6, colleles pa-
ag ra luto da mesma fazenda, paletols de
briol trancado a 5}, ditos pardos e de
fuslo a 4 e 5$, calcas de casemira de
i cor e pretas a 73, 83, 9$ e 10, ditos das
31} mesmas casemiras para menino a 6$, 73
p> e 83, ditos de brim para homem a 33,
M 33500. 43 e 53, ditos brancos finos a 5*.
5; 6S e 7, ditos de meia casemira a 48 e
IH 5-3, colletes de casemiras preta e de co-
^ res a 53, e 63, ditos de gorguro do seda
m brancos e decores a 53 e 63. ditos do
jjj velludo preto e de cores a 9$ e 103. ditos
glj de brim branco e de cor a 3, 3^500 e4>,
gj. palitots de panno fino para menino a JE
jf 15-3. 163 e 18-3, ditos de casemira do cor 1
ra a 73, 83 e 93, ditos de alpaca a 33 e 3S500, |
H sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me- jfc
^ nio a 53 e 63, camisas para os mesmos ^
rf de cores e brancas a duzia 15g, I63 e 203, ^
^ raeiascruss o pintadas para menino de g*
6 lodos os lmannos, calcas de brim para {f|
32 os mesmos a Jg500 e33,* colarinho de li- W
S> nho a 63000 aduzia, toalhas de linho pa- tv
^ ra raaos a 900 rs. cala urna, casavequos 3?
W do cambraia muito fina e modernos pelo >T
diminuto preco de 12, chapeos com abas l
B do lustre a 53, camisas para hornera de SE
todas as qualidades, seroulas para lio- ^
mera a I63, 203 e 253 a duzia, vesliraen- ^
tas para menino de 3 a 8 annos. sendo ig
I calca, jaquela e coleles ludo por 10$, co- ^
^ borlas de fustao a 63, toalhas de linho J
Bjg para mesa grande a 73 e 83, camisas in- j
jg glozas novamonte cltogada a 36J a duzia ^
vtimmmm $$w} ^m^mim
Vende-se por commodo prero um
lino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
UU
Fazendas finas
roupa fcita:
Augusto & Perdigo.
'2:;
Com loja na rua da Cadeia do Ttocife n.
vendem e do amostras as soguinles fazendas
Cortes de vestidos de seda pretos e decores.
Corles de ditos de barege, de tarlatana e de ga-
ze de seda.
Cambraias de cores, brancas o organdys.
Anquiuhas para saias, saias balo, de clina, ma-
dapolao e bordadas.
Lencos de labyrintho do Aracaty e francezes-
Chapeos amazonas de palha e do seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeites de froco, de vidrilho e de flores.
Tentes do larlaruga, imperatriz e oulros goslos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez e mis-
sanga.
Vestuarios de fustao, de l e de seda para
enanca.
Manteletes, taimas e peletinas de differenles qua-
lidades.
Chales de touquira, de merino c de l de ponta
redonda.
Luvasde pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de blond, manas de dito, capellas e
flores solas.
I Sinturoes, camisas de linho e espartilhos para
senhora.
1 Perfumaras finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e palelots de panno preto
e de cor.
1 Palelolsde alpaca, de seda e de linho.
! Calcas de casemira de cor, pretas e do brim.
I Camisas de madapolao, de linho inglez e de la.
I Seroulas de linho e de meia.
\ Malas, saceos, apctreixns para viagom.
Chancas para invernos, bolinas de Meli e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de massa e de feltro para ho-
mem.
Charutos manilha, havana. Rio de Janeiro e
Babia.
Amendoas coneitadas para sor-
; tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambera pora presentes a 2# o irasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, rua
da Cadeia do Recife n. 48.
Alporcas.
Auipolas.
Areias(malde).
Aslhraa.
Clicas
Conyiilsoes.
Uebilidade ou extenua-
r o.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
.cnusa.
D'ysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfotmidades no ventre.
Hf'asno ligado.
Ditas venreas.
F.nxaqueca
'Io,0'sipela.
ebre biliosas
Febretointernttente.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infiammaces.
Ir r eg u la ridados
monstruacao.
Lombrigasd'e toda es-
pecie.
Mal do pedra.
Manchas na culis.
Obstrucco de verfre
Phiysica ou consi,n.p
pulmonar.
Retenco de ourit.
Rheuraatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendom-se esta3 pilulas no estabelecimenlo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten umi instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz n. 22, em Per-
namb o-
Botica.
Bartholoraeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguinte medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contrasezdes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra lebrel).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 5 ODcas 1
121ibras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
Pre. o.
Vendem-se libras stetlinas, em
casa de N. O. Bieber & C. : rua da Cruz
n. 4.
dtj T-TO.!" iiJ&.0>S0
. em saceos muilo grandes, ltimamente chega-
dos : vende-se na rua do Vigario n. 9, primeiro
rio de Carvalho Nogueira & Com-
a rua de Horlas urna armaco de
quem quizer tratar, dirija-se ao
Relogios.
Vende-se em casa de Johnpton Pater & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosoftimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonitos traucclins para os mesmos.
Espirito de \ inho com 44
graos,
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na rua larga do Rosario n. 36
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston S C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros,
montana, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes
Vaquetas envernisadas
Vendem-se excellenles vaquetas de lustre pro-
prias para cobcrtas do carros; na rua da Cruz,
armazem n. 20.
Vendem-secarneiros gordos e baratos; na
ruado Colovello, padaria do lcao do norte.
Seguro contra Fogo
i COMPAMUIA i
fomTUDI
I LONDRES
AGENTES 1
IC J. Astlev 1 Vende-se I
Formas de ferro
purgar assucar.
Enchadas de ferro.
| Ferro sueco.
g Ac de Trieste.
Estanlio em barra.
Pregos de composicao. i
| Brim de vela,
i Agurdente de Franca,
Palhinha para marcineiro:?
! no armazem de C. J. As-I
5 tley & C.
>endom-sel60 espanadoresde n la 5, to-
dos bem feitos ; quera quizer comprar, dirija-se
a rua do Sebo n. 33 ao p do sobrado.
para I
3
\
,


PUMO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEHU 19 DB JLHO DE 1860.
U&ftMi
DE
fiiisioia
& i un is.
Sila ua ra Imperialn i4S e i20 juntoa fabrica de sabao.
UE
trros de en-
goinmar
econmicos
a 5^000.
Estes magnficos fer-
ros adiara-se a venda
no nrmazein de fazen-
das de Rayinundo Car-
los Lcilc da Impera1 riz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. Id.
L.argo da assemAYi;a.
Ha coiilimiaiiienle para vender n;ste trapiche
saceos de feijao mulatiiiho muito noro cora 6 al-
Scbaslio J. ta Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de diferentes dimencoes
(de 300 a 3:000J) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilar espiritas com graduacao at 40 graos (pela graduacao de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do impario, bombas
de todas as dimencoes, asperanles e de repudio tanto de cobre corno de bronze e ferro, tornelras
de bronze de iodos a dimencoes e feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas i
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fugos de ferro potaveis e 1uc'rcs, farinha de mandioca de diversas quati -
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, pnssadeicas, espumadeiras, cocos \ dades, milho, fardo superior era s ceos muito
para engenho, folha de Flaudies, chumbo era lencole barra, zinco era lencol e barra, lsnces e Urandes arroz do Maranho, cera da carnauba,
arroellas de cobre, lences do ferroa latao.ferro suecia inglez de todas as dimenses, safras, tornos i eourinhs curtidos, sola e palha do cirnauba. tu-
e folies para ferenos etc., e oulros muitosartigos por menos preco do que em outra qualquer -
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeico j conhecida do por presos commodos e em grandes porgos
e para commodidade dos freguezes que se dignaren) honrarera-nos com a sua conflanca, acha- ou a relalho, conforme a vontade eos compra-
reo na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas. dores.
itistji.n.t,sitia
m
mm
v^3
GRANDE ARMAZEM
DE
wzendas
baratas por todo preco.
Seus proprielarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e i u
qualquer obra manufaciurada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de j II 11*1 \\ i f IIAlfil*||l A ]fl ^1
todos os tamaitos, rodas d'agua para engeithos lodas de ferro ou para cubos de madeira, moen- MwU UU yUv/IilIUUv lila Uli
guin-
dase rudas moendas, tachas de ferro balido e fundido de lodos os tamaitos, guindasles,
dios e bombas, rodas, rodetes, aguilhes c boceas para fornalha, machinas para amassat man-
.! e para descantear slgodo, preucas para mondioca e oleo de ricini, porloes gradara, co-
lumnas e moinhps de vento, arados, cullivaJojes, pontea, 'aldeiras e tanuues, boias, alvarcngas.
botes e todas as obras de machinisrao. Exccuta-se qualquer obra seja qual fr sua natureza pelos
i'f-s nhos ou moldes que para tal fim forero, aprescnlados. Recebem-se encommendas neste esta-
Corle de casemira a 3j800 rs., chaly de qua-
dros a GOO rs., cassas piuladas a 500
de velludo a 5#. cambraia de cores
covado. verbutina a 800 rs. o covado, cortes de
brim de cores a l800, indas casemirut infeslada
Ukcimentona ruado Ururn n. 28 A e na na do Collegio hoje doTmpera'dr'n." obmoradia"doTal- f 800..rs-. calSas dc rim da linho flrs a 4.di-
-. :< do estabelecimento Jos Joaiuira da Cosa l'eruira, com quem os preteudentes se podem
e; Under para qualquer obra.
S55>5
393
2>S
fics
^ggg cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
S^5gS I ouro patente inglez, para homem o senhora,
Hpf | de um dosmelhores fabricante de Liverpool,
? v?e T'n(is pelo ultimo paquete inilez : em c;>- Jb
;.*; .Southall Mellos i C.
WSJ :
Rua Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ccicCto dos Militares.
remedios
americanos,
Acha-senadireccaodaoiicina deste acreditado arrnazem o hbil
artista Francisco de Assis Avellar, antigo conlra-inestre do fallecido
Manoel Jos Ferreira. O respeitavel publico continuara'
trar em dito arrnazem um grande e variado sot timento de roupas
ses
a encon- <&e
s^ J,eitas como sejam: casacas, sobrecasacas.raques.paletots de panno (
^^ fino, ditos de casemtra de cores, de merm, bombazna( alpaca preta &Qgs
HH e decores, ditos de brim de bnho branco, pardo e de'
de casemira preta e de cores, ditas de merino, de prini
s<^| pafdo, brancoe decores, collttes de
p^ i Toj'as as casas familia, senhores de enge-
-^^ nho, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
$&& i com estes remedios. Sao tres medicamentos oo
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Proijpto alivio deRadwav.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos dc rheumatismo, d?r de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
jS|3 gorgurao, ditos de setim preto e bra
^| ditos de fustao branco e de cores, paletots, casacas, jaquetas, caicas M
^| ecolhetes para meninos de 6 a 12 annos, camisas, setoulas. chapeos :'--"
-^5^5 e gravatos pretas e de cores, libres para criados, faldamentos para J
S5-3 a guarda nacional da capital e do interior.
nr.n ,.. j j i fie* = .ia ua peiuie casos oc nicumausnio, djrde
anco, pardo e de cores, Calca, ^ Icabeca. nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi'
le mermo, de princeza, de brins S^llis, iadigestio, crup.do.es nos ossos, coalusees
velludo preto e decores, ditos de S||S queimadura, eruprocs cutneas, angina, reien-
nco, ditos de merm para luto fag co de ourina.etc, etc.
K Apromptam-se becas para desembargadores, lentes, juizes de d
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadesescrophulosas,::i->-
|^ nicas es-vP lllilicas; resolve os depsitos de mos
. ^ i humores, pwrifica o sanguc. renova o syalema;
m -ito 'municipaes e pr^motor^e^dos-^ | I ^Z^tZ^r^'
^d dando ao comprador algunas das roupas eitas se apromptarao ou- ^sos, tu.
sggjH
rs., corles! &^| tras a scu fiosto, que'r com fazenda sua ou do arrnazem
a 210 rs.o
Violto de Bordcaux.
Lta casa de Kalkmann lrmaos A C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
: hecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
e dis Srs. Oldckop Mareilhac & C, cm lior-
dcaux. Tem as seguintes qualidades :
DcBraudeuburg frres.
St. Lslph.
St. Julicn.
Margan i.
I.arose.
Chaleau Loville.
Chateau Margauz.
De Oldckop fe Mareilhac.
S!, Julicn.
St. Julie.'i Udoc.
Chateau LOoville.
Na tu es i ua casa ha para
"vender:
ry em larris.
Madeira em barris.
' gnac liii barris qualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cei veja luanca.
\ endem-se 8 escravas com habilidades c scni
ellas de 15 a -10 anuos, de 800; a 1:500&, um es-
i ravo de 3p anuos, bom cozinheiro, por 1.3009,
uin mualo de 22 anuos por 1:300$, e mais al-
guns escravos baratos que se vciidein, lano a
como a diiiheiro, na ra Direita, no escrip-
lurio de Traiicisco Malhias l'ereira da Costa.
FazcBdas por baixos preces
Ra do Queimado^ loja
de portas n. 10.
PERFUME PARA SENKORAS.
DE
Murray e Lanman
A que iciii adiado mais acolhiiueiilo no
publico! Vcndc-sc 20,000 dnzias
(!e frascos por anuo.
asa 3?, chitas francezas a 280 c 240 is.. ditas
inglezas a 260, 240, 200, 160 > 120 rs.,
palelois branco dc brim a 4JG0O, brim de algodao
a 400 rs. o covaao, gollinlias[o manguitas a 2?,
calcas de brim de linho branca muito fina a 5$
e45, calcas de casemira a 42, lencos pintados
com bic.o a 160 rs., colarinhos de algolfio a 1S a
duzia, paletols de ganga a 4#500, chapeos de se-
da amazona a :500, lencos do Torio para rap
a 200 rs., chales estampados a 39, can isas finas
de la a 2J200, ditas a 2-J, meia do 15 para ho-
mem evsenhora, alpaca de cores para paletots a
400 rs., chegucm a pechincha arilcs que se
I Conleilos.
de os-
.----, .-..vo mam, ait-ivoi-s uu flgadO C rin?,
para o que 525* erjsipelas, abeeasos e ulceras de todas as classes,
tem escolludos e habis olTiciaes, dando-se toda e qualquer roupa no gge | molestias d'olhos, dilliculdade das regras das
t^^ mu',llcies' "ipocoodria, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
^^ din convencionado.
m
mmmmmmmmmmmmmmM
Progresso na cidade da Victoria 1
E
Francisco Xaxier de Salles Cavalcaute de Almeida
NO
Pateo da Fe ira.
ri>
a
Ve.ule-se confeilos de Lisboa, n
Loja de marmore.
<&
s&zmmmu
Vende-se
utna commoda de Jacaranda'nova, vin
F.slaagua encantadora extraho-se das diversas ('a do Porto por encommenda : na ra
llores que se enconlra.n no paiz onde Tonco de do Apollo annaz' m n. 26.
l-eon e Soulo lam procurar a fon te da iuvenlude ,
' Venae-e um moleti
Anda restam algumas fazendas para
eterna.
D aos lencos um cheiro muito agredavel e'
refrigerante, augmenta a belleza da culis, des-
iruindo as sardas e mais manchas que de coslu-
me alacam o roslo. Acnnsclhamos as pessoas
debilitadas pelo calor do rerao de usarem dexia
agua em banhos, pois lem ella a virtude de a-
zer recuperar as forjas perdidas pela Irauspi-
raco.
Para evitar ser engaado por falsilicacocs de-
ve-sc procurar aAgua florida de Murray e
Lanman, e averiguar-sc se o envoltorio e rolulo
Irazem o prelko de Murray c Lanman.
L' fabricada esla agua "unicamenle pelos pro-
prielarios D. T, Lanman e Kemp droguisias por
atacado, 0'J Water Street, e 36 tiold Sircet, No-
va-York.
Achd-sc venda em (odas as boticas e lojas
de perfumaras do imperio, em Ternambuco loja
dc Luiz Antonio de Siqucra, ra da Cadeia.
Grai\a cm bechigas esebo
|ue de
de 12 anuos, bonita
cipios de officio de pedreiro, sadio e
sem vicios : a trnter na ra Real (Chora-
menino) casa n. 5 com porlao ao lado.
0 propietario desle estabelecimenio, como se leba cora um grande o completo soni- 1
ment, tcndenle a molhados, ferragens e mimlezas convida portanto a lodos os moradores l
desta cidade da Victoria, senhores de engenho e lavradores queirara mandar suas ^
encommendas no Progresso do pateo da Feira, pois s ah enconlrarao o bom e barato, |j
visto o proprielario estar resolvido a vender, tanlo em grosso, como a relalho, por menos
do que em outra qualquer parte como sejam :
Latas de marmelada de 1 2 libras a 1400, fiascos com differenles qualidades de doce fe
por 23>000, latas de soda contando nove qualidades a 2$000, azeitonas muito novas. S
passas de ditas, vinbo de todas as qualidades de 500 a 2^000 rs. a garrafa, licores i
way
para regularisar o syslema, equilibrar a circula-
i cao do sanguc, inicuamente vegelaes favoraveis
I em todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
dores de venlre. dses dc 1 a 3 regularisam, dc 4
j a 8 purgara. Estas pilulas sao eficazes as a;Tcc-
j ses do Dgedo, bilis, dor de cabeca, ictericia, ia-
I digestao, e em todas as cnt'eimidades das mu-
| Hieres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
, coes, flores brancas, obslruccoes, histerismo, eir.,
I sao do mais prompto elTeilo na escarlalina, feble
: biliosa, ebre amarclla, c em todas as febres ma-
: ignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrueces impressas que mos-
; Iram com a maior minuciosidade a maneia de
, applica los em qualquer enfermidade. Esli ga-
rantidos de falsificaco por s haver venda no
arrnazem de fazendas de Uaymundo Carlos Leite
&. Irmio, na ra, da Impcralriz n. 10, uticos
agentes em Pernambuco.
tdade'3 I francezes de todas as qualidades, cbampanbe, conbaque dc ditas, louca fina, azul,piulada,
p>'in-j||g e branca de todos os padres, ameixas em compateiras e em latas a 1~000 rs. a libra,
iS5
ulr i em pacs e em rama
a liquidar* da tirma de LcileA: Correia, as quaes ra do Brum n.
se vendem p"r diminuto preco, sendo entre ou-'
iras as segui.iles :
Chitas de cores escuras e claras, o covado i
a 160.
luas largas, francezas, finas, a20c2G0.
Riscados traneczesde cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padroes, a 240.
l!ri:i de linho de quadros, covado, a 160 rs.
llrim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a 1J000."
Cortes de calca do meia casemira a 2.
Ditos de dita de casemira de cores a 5tf.
Panno preto fino a 3j e 4.
Meias de cores, finas, para homem, duziaa
11800,
Grvalas de seda de cores e pretas a 12.
Sleias brancas tinas para scuhora a 3g.
Ditas ditas muito finas a 4S-
Ditas cruas finas para homem a 4$.
Cortes de colletcsde gorgurao de seda a 2J.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4$.
Seda prcla lavrada para vestido a 1*600 c 2g
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 163
Lencos de chita a 100 rs.
Lita de quadros para vestido, covado, a5G0.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita frauceza moderna, tingindo seda, covada
ra 400 rs.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$500.
Toalhas de linho para mesa a 2$ e 4L
Camisas de meia, urna 640 rs.
Loncos de seda para pescoro de senhora o
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baplisar crian,
ras a 5J000.
Cortes decalca do casemira preta a 6?.
Chales de merino com franja de seda a 5J>.
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 15280.
Lencos brancos de cambraia, a duzia, 2JJ.
Vende-se um cscravo mogo de 25 annos,
ptimo meslrc de assucar : na ra Direila no es-
criptork dc Francisco Malhias Pereira da Costa,
n. 66.
16.
en? porcoes c a retalho
arrnazem.
Bombas de japy
Riqnissimo snrtimcnto de bombas de japyde
todos os tamaitos, com pertences e canos de
chumbo avulso, que muito deverao agradar aos
fregucics ; na ra Nova n. 20, loja do Vianua,
Espingardas tron-
xadas,
Riquissimo sortiracnto de espingardas Ironxa-
das de 1 e 2 canos, do mais fino at o mais ordi-
nario, por prego muito baralo : ta ra Nova n.
20, loja do Vianna.
9KOR eme enen wiMiia|i
91
[ELOGIOS.
Vende-se em cas de Saunders Brothers &
C, prac'a do Corpo Santo, reiogios do afama
do fabricante Roskell, por precos coramodos,
e tsmbemtrancnllins e cadeias paraos mesmos,
deeicellente osto.
Vendem-se saceos com muito bom
farello de Lisboa com 96 libra, a 5# o
sacco : na rita do Crespo casa de Si-
((ueira & Pereira.
Vende-se
sal do Ass de superior qualidade, a bordo do
hiato Santo Amaro : a tratar com Caetano Cy-
riaoo da C. M., no lado do Corpo Santo n. 25, se-
undo andar.
Vendem-se duas grandes carrocas de duas
rodas, muilo fortes, toda construccDo de sicupi-
ra, sao novas e proprias para engenhos, e para
qualquer servico por pesado que seja, trabalha
com urna e mais juntas de bois, ptimas para
conduccao de lenha de fexes ou capim, etc., po-
dem, bem a vontade, com 20 a 25 saceos de as-
ucar, e ptima para conduccao dos assucares da
esta^ao das Cinco Ponas para o Recife; quem as
pretender, dlrija-se ra dos Pires, sitio de Ma-
noel Joaquim Carneiro Leal, ou ao pateo do Ter-
co, segundo andar, defronte do n. 40, queso far.
negocio.
=r Loja (!e marmorej
Rua Nova,
Faria & C. avisara aos seus numerosos ?
freguezes e ao publico em geral, que re- ^
cebendo por todos os paquetes fazendas Sfl
de modas, acabam do ruceber entre mui- $
tos artigos o seguale : j
Vestidos ricos e blond para casamento, y,
Dilos de gorgurao de cores, tecidos com
velludo em alto relevo=a duqueza de k
Comberland.
Ditos brancos bordados para soire. ^
Dilos ditos dc cambraia.
Ditos de cores de phantasia. f.
Dilos de cores de raoiranliquc. 9
Manteletes, chales ronds o peregrinas I
de velludo e grosdenaple prelos.
Bournus de cachemira de cores e de se- I
da de cores. 1
Chapelinasde palha de Italia e seda. c
Calcado para senhora do afamado fabri-
cante Jolly. 2
Dito para meninos. |
Casavcque dc la para meninos de ambos ?
os sexos. i
m
Manteigaingleza. ||
Na na das Cruzes n. 41 A, vende-se a Ig a li-
bra, dita frauceza a OOrs.
CAL DE LISBOA,
nova c muito bem acondicionada : na iua da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Na loja da Expsito
Ha ludo quanto bom.
Melaes finos.
Riquissimo sorlimenlo de melaes chegados ul-
timamente pelo ultimo paquete da Europa, ludo
imitando prala, dos melhores fabricnnles que ha
nesle genero, assim como sejam, apparelhns com-
pletos para alruoco, dilos para jautar, e outras
pecas avulsas, bem como, salvas de lo los os l-
mannos, seslas para fructas, galheleircs grandes
e pequeos, porla-concervas, eolheres para sopa,
ditas de cha, ditas de terrina, ditas d3 assucar,
dilas para arroz, ditas para peixe. caslicacs linis-
simos com mangas de vidro, builles da lodos os
lamanhos, sendo dc duas i dezeseis chicaras, de
riquissimos modelos e por baratissimis presos,
riquissimo sorlimenlo de talheres para mesa, do
mais fino al o mais ordinario. Ralaios para
compras, baldes econmicos para quarlos, louca
de porcelana c oulras muilas cutilarias que por
gosto se podem comprar. Camas de ferro com
lona c para cok-hito, para solleiros 3 casados,
lavatorios dc ferro, prepares para o mesmos,
bolsas para viagens, chicotes para carros, arreios
completos para cavallo, temos de bandeijas mili-
to linas imitando chariio, dilas avulsas de todos
os lamanhos, roloeiras dc rame para pegar ra-
los sabios e tolos, fuges econmicos para ferros
de engommar, ferros deengommar "apor a 55
rs. : na na Nova n. 20. loja do Vianot
Vendem-se
Uelogios ilc oro.) ,
Sellins inglczcs.. .jiaie,,ie-
No escriptorio do agente Oliveira.
atas de peixe de posto por 2j000 rs., banha de porco refinada, araruta, falias, bolachi- ?>
nha ingleza, biscoiliuho, eoutras mais (|ualdadcs de massas finas, massa de tomate cm >,
ltase a relalho, letria, macarrao, talharitn a 800 a libra, verdadeir* comraa de aramia, ^'
insenso de todas as qualidades, espiritov de cravo, canella, ealfazema, verdadeiros pentes ^
a imperatris, e de tartaruga de 9;>000 a I055t)00 cada um, tranca e franja de seda, fe- f|
chadoras de broca, pregos em quantidade de lodos os lamanhos e qualidades e outros (-*
muitos objectos que por se tornar enfadonho deixa de os mencionar, %
IV- /J&c/a? '//m viv MSSt '/A' //X! WMfiSWRV8S',
a
1
i
i
i-.-i
Sndalo.
Recebeu-sc novo sorlimenlo dc bonitos 'ty,
loques e braceletes dc sndalo. ;|
de marmore. II
:X&
S
*&
Tachas e moendas
Bragadura *C..tcm eempre no seu deposito
da rua da Mceda n. 3 A,um grande sortimento
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
mesmo de osito ou na rua do Trapiche u 4.
Grammaticaingie-
za de Ollendorff.
Novo methodo para nprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 inezes,
obra inteiramenfe nova, para uso de
todos os estabelecimentos de nstruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andar.
Farinha de mandioca.
Vende-se familia dc nnndioca, superior quali-
dade, vinda do Maranho, pelo hiale <'Hosa e
ui..o cocu-< Cniins.i nos armaxnns de Ma-
chado & Dantas c Aniunes Guimaracs c c, no
Forle do Mallos, largo da Assembla.
?%^W\
Loja
Quarlinhas da
Babia.
Vendem-se quarlinhas da Baha a8J o cento, c
100 rs. esda urna, sem defeito na rua das Cru-
zes n. -l A
A 2g500.
Oueijos flamengos muito frescacs viudos pele
uliirao vapor francez, e vendem-se a 2500 : na
praca a Boa-Vista n. 10 A.
Vende-se o engenho
Quiaumb uti fi cguctia ilcCan-
to Amaro Jaboatao: na rua
Nova n. 65 ou no
Pintos.
engenho
Reiogios
GRANDE SORTHEXTO
UE

Na fabrica decaldeireiro da rua Imperial,
junio a fabrica de sabao, e na rua Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porc,5o de folhas
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto preco de 140 rs. a libra.
= Vende-se s 1 a lata dc biscoulos e bollos
de soda, 7-20 rs. a libra de velas de espermacete,
a 1J280 a libra de maulciga ingleza flor j da
nova safra, vinho Bordeaux engarrafado o mais
fino que pode haver a 500 rs. a garrafa, ervilhas
muilo novas a 120 a libras presuntos a 400 rs.
a manleiga frauceza a 600 rs. e outros gneros que
tem vista do comprador e como sejam charutos
vindos em direitura da Dahia para este estabele-
cimento o que se vende por menos do que em
outra qualquer parte : na praca da Boa-Vista n.
16 A.
Vende-se vinho bom da Figueira e do Por-
to a 400 rs. a garrafa, e em caada a 38000 ; no
Recife. taberna n. 102 na rua da Senzala Velha,
esquina do becco La'go.
Vendem-se saceos de milho dc 26 a 28
cuias a 5*800, e a cuia a 280 ; no pateo do Terco
n. 28. defronte da fabrica de charutos, taberna
nova.
Vendem-se duas partes do sobrado de dous
andares e soto sito no largo do Imperador n. 6:
a tratar na rua estrella do Rosario, loja n. 26, ou
na ruado Queimado n. 29.
Aencao.
Vendem-se doces seceos de caj, limo, mara-
cuj e oulras cualidades, e de calda, pelo menos
preco, tambera se fazem bandejas com bolinhos,
de armagao e rasas, do meihor gosto, quo servi-
rn) no baile de Sua Mngestade, fazem-se bolos,
po-de-l, alfinins, coroas, capellas, corajes
com letreiros, flores para enfoiles de bandejas c
bolos, arranjam-se comidas diarias para qualquer
pessoa, porcommodos precos, fazem-se jaleas de
substancia e dilas de arar ; no sobrado da roa
Direila a. 33, defronle da padaria do Sr. Jos
Luiz.
Reiogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos naracamises,
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
As melliores machinas de coser dos mais
afamados aulores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wheeler & Wilson.
Nesle estabeleci-
mento vendem-se as
machinas deslcs dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e segursnea :
no arrnazem de fazendas
do Uaymundo Carlos
Leite & Irroaos rua da
Imperatriz n. 10, amigamente aterro da Boa-
Vista.
Vende-se urna negra fula, bonita figura,
moca, cozinha, engomma soffrivclmeule e costu-
ra, e lavadeira, e quem a comprar se c ir o mo-
tivo por que se vende : na rua do Brum n. 16, r-
mazera de Manoel Jos de S Araujo.
Aos Srs, propriearos e
capites de navios
Na loja do Preguica, na rua do Queimado n. 2,
ha para vcuder fazeri.ia de la propria para ban-
deiras c signaes, pelo baratissimo preco de 300
rs. cada covado.
E' baratissimo.
Na loja do Preguiga, rua do Queimado n. 2,
vende-se chaly e merino liso de todas as cores,
proprios para vestidos dc senhora e roupiohas de
meninos a 300 rs. o covado, chalys ma'.isados de
diversos e bellos padroes, o mais moderno possi-
vel a 640 rs. o covado, angelina de seda, de deli-
cados padroes a 720 rs. o covado, chales de lo
estampados a 2#500 cada um, capas dc panna
azul muito fino, bastante largas, proprias para
vjgaens a 10? cada urna.
Sissos.
Em casa de Schaflcitlin &.C., rua da Cruz n.
38. vende-sc um grande e variado sortimento de
reiogios oe algibeira horisonlacs, patentes, chro-
nomelros, meios chronometros, de ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo esles reiogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
de.ao por precos razoaveis.
Em casa de N. O. Bieer & C ,
successores, rua da Cruz n. 4, voftde-se
Vinho Xerez em harris.
Champanha em caixas de 1 duzia da
acreditada marca Farre & C-, vinho
de superior qualidade. ,
Conhac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia.
Ac de Milao
Brilhantes de todos os tamanhos.
FUNDIC&0 LOW-HOW,
Rua da Senzala Kova n. 42.
Neste estabelecimento continua a hayerum
coma pie tos or timen t o de moendas emeiasmoen.
das para euSenho, machinas de rapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dt
Para crianca.
Vendem-se sapatinhos de la para crianca a
400 o 500 rs. o par, bolins dc laa a 640 e 800 rs.,
ditos de merino muito finos a 1#500. loucas de
laa a 500 rs., ditas finas para senhora a 3JS, ma-
racas de metal fino para menino a 640 : na rua
[arga do Rosario u. 33.
Caf muido a vapor.
Riquissimo sortimento dc moinhos para moer
caf com a maior facilidade que se pode encon-
trar, tanlo em baraleza como em duracao ; na
rua Nova n. 20, loja do Vianna.
Feijo preto.
FeijSo preto muito bom em saceos
grandes,
Farinha iuissima para mesa saceos
grandes.
Vende se no arrnazem de Manoel Joa-
quim de Oliveira & C, na rua do Co-
Fazendas e rotipa feila
NA LOJA E ARMAZESI
BE
Joapi Rodrigues Tarares de Helio j
RUA DO QUEIMADO N. 39
EM SLA LOJA DE 0.1'ATnO POMAS.
Tem um completo sorlimenlo de roupa feila,
e convida a lodos os seus freguezes e todas as
pessoas quedesejarem ter um sobrecasaco bem
feito, ou urna cahja ou collele, de dirigirem-se a
esle eslabelecimenio que enconlrarao um hbil
artista, chegado ltimamente de Lisboa, para
desempenhar as obras a vontade dos freguezes.
J tem um grande sortimento de palitois de ca-
Fardo, milk farinha
Vende-so continuadamente saceos com farelo,
miiho e farinha de mandioca por preco mais cm
conta do que em outra qualquer parle ; na rua
do Rangel n. 62, arrnazem.
Vende-se doce de goiaba da casca, o que
pode haver de raclhor neste genero : na rua dc
Rangel n. 62, arrnazem.
Vende-se urna porcao de courinhos de ca-
bra curtidos, por preco muito baralo ; na ru: do
Rangel n. 62, aimazem.
Caf a vapor.
Riquissimo sortimento de machinas para azei
caf a vapor em ura quarto de hora, pprovada?
na ultima exposicao dc Pars, tanlo em paladar
que d ao caf como em seus bonitos modellos.
propria at para ornar mesas, assim como pro-
paros avulso para ss mesmas ; na rua Nova n.
0, loja do Vianna.
Escravos fgidos.
100$ dc gratiicacao.
Fugio do poder dos abaixo aisignados o scu
cscravo crioulo de nome Romo, de 20 a 22 an-
nos de idade; cabra escuro, estatura regular,
tem cabello carapinho, um pequeo lalho em
urna das macaas do rosto, quando falla parece
rir-se, c tem as pern8sum pouco arqueadas ; lo-
vou calca de panno azul, chapeo dc palha oo
semira cor de rape e oulros oscuros, que se ven-; ch)ly cjm fila prclDi jaqucta branca com pintas
dama 12$, oulros de casemira de quadrinhos
da mais fina que ha no mercado a 169, ditos
de merino stima 1255, ditos de alpaka muito
fina a 69, ditos francezes sobrecasacados a 129,
ditos de panno fino a 20, 259, e 30J, sobre-
casacas francezas muito bem feilas a 35, cal-
ras feitas da mais fina casemira a 10, dilas de
brim ede (usiao por preco commodo, um grande
sortimento de colletes de casemira a 59, dilos de
outras fazendas por preco commodo, um grande
sorlimenlo de sapalos de tapete de gosto muilo
apurado a 29, ditos de borracha a 2500, cha-
peos de castor muito superiores a 16, ditos de se-
da, dos melhores que lera vindo ao mercado a 10,
ditos de sol. inglezes a 109, dilos muitos bons a
129, ditos francezes a 89, ditos grandes de pan-
no a 49, ura completo sortimento de golliohas e
manguitos, tiras bordadas, e entre meios muito
proprio para collerinhos de meninos e Iravessei-
ros por preco commodo, camisas bordadas que
servem para batisado de crianzas e para passeio
a 89, 10 e 129, ricos lencos de cambraia da
linho bordados para senhoras, ditos lisos para
homem por preco commodo, saias bordadas a
35500, ditas muito finas a 59. Anda tem um
restinho de chales de toquim a 30, corles de
vestido de seda de cores muilo lindas e superio-
res qualidades a 1009, que j se vender ra a
150, capotlnhos prelos e manteletes prelos de
ricos goslos a 20, 259 e 309, os mais superio-
res chales de cusemira eslampados, muito finos, a
8 e a 10, toalhas de linho de vara e tres quar-
tas, adamascadas, muito superiores a 59, dilas
para roslo de linho a 19, chitas francezas de su-
perior qualidade, lanto escuras como claras a
2C0, 280, 320, -400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para calc,a, colletes e palitois a 49 o co-
vado, e um completo sortimento de oulras fazen-
das, e ludo se vende por prego baralo, e que nao
possivel aqu se poder mencionar nem a quaria
dornizn. 18, em frente da travessa da ; parte deltas, no enlamo os freguezes chegando e
Madre de-Deo. qoerendo comprar nao rao sem farenda.
roas, capas de borracha, e talvez ande calcado
por ser boleeiro; provavel qne se refugie ua
povoac.ao do Barro, sonde j oi visto, e consta
que ai lem por costume visitar urna mulher, a
quem do o nome de Totonia : roga-se portanio
a quem o apprehender, o faga conduzir casa
de seus senho.es na rua da Cadci3 do Recife ca-
mero 12.Bailar & Oliveira.
Fugio honlem 15 do corrente, pelas 8 horas
da noile, do sobrado defronte do viveiro do H i-
niz, a escrava parda de nome Raymunda, per-
tcnccntc a Sra. D. Isabel Raymunda dos Santos
Pinheiro, com idade de 20 anuos, estatura regu-
lar, levando vestido uovo de riscado encarnado,
rselas uas orelhas, sapatos de marroquim verde
o urna Irouxa com a sua roupa do uso. Esla es-
crava \iera do serlao c fura comprada pela mes-
na senhora no corrente anno ao corredor Tupi-
namb : pede-sc, pois, a polica ou a qualquer
outra pessoa que della tiver noticia, hajam dc a
apprehender eleva-la ao sobrado da rua do Im-
perador antiga do Collegio) n. 81, no primeiro
andar, que ser recompensado o apprehensor.
Contina estar ausente desde o 1." do cor-
rente o pardo Ruliano, official de carapina, ida-
de 23 annos, anda calcado, traja paletot pardo,
sem barba, com principio de bigode, alto e
grosso, inculca-se forro : quem o pegar, leve-o
rua da Aurora n. 41, que ser recompensado.
AVISO
Anda fgido ura molato escuro de nome Fir-
mlno, j idoso, barbas crescidas, em mangas oc
camisa e chapeo de palha. E' grosso do corpo,
e de estatura regular, e alguma cousa desdenta-
do. Esl quasi sempre na Boa-Vista, por junto
da ponte e do chafariz : roga-sc aos pedestres de
leva-lo casa de seu senhor, na rua do Trapi-
che, sobrado n. 40, onde se pagar qualquer des-
peza.
Fugio o escravo de nome Cesario, idade ce
vinle e tantos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforjado, bons denles e lima-
dos, cabra escuro quasi negro, barba na ponta do
queixo, olhos vermclltados, pernas um pouco
arqueadas, lbo do .Sobral (Cear) ; portanio
roga-se aos capites de campo, s autoridades
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o apprehendam e olevem a sua senhora, no
caes do Ramos, sobrado encarnado, que sero
gratificados ; e se protesta contra quem o liver
Jacoutado em sua casa, *'
ILEGVEL


(3)
PUMO DE PERNAMBCO. QUINTA FEIRA Id DE JLHO DE 1860.
Litteratura.
Conferencias de Xossa Senhora de
Taris.
Velo B. P. Flix.
SextaM itllima conferencia.
* [Continuado)
O quesobretodo flcrcsredchaixo (io celo, que
i :;i o sacrificio, a alegra, flor mais suave
i a alegra da mai fecunda c da familia
. Essa rosa, cujobrilho e belleza po-
di i sniemplar, teni o seo aroma proprio, e cor-
ndchte essa belleza a sua fragrancia se
-1 ande por loda a familia, que se embriaga nos
3 proprios pe fumes; porque a alegra, que
ma do saciifcio, brilha eni lodos os rostos
por isso que reside no fundo de lodos os co-
ra "os.
Mas que disse cu ? A alegra na familia nu-
merosa Nao ser islo un poradoxo? Pois
ahi, onde existen) tantos entes devotadosa ledo
sacrificio e da dr ; ahi, oude mais que en) qual-
quer outra parle os gemidos parecera augmentar
com a multiplicarlo dos seres que nascem para
chorar; ahi, onde a morte produz tantas vicissi-
tudes, fazendo rresccr as lastimas com os fune-
racs; pois ahi poder haver felicidade, poder
haver alegra ? 1
Sim, senhores, nao duvideis ; se a le do sa-
crificio imposto seni reserva que multiplica a
vida, e se todos esses ilhos da dor se engran-
decen! sob a influencia do Calvario c face do
Christo, deve haver entre lodos esses seres como
que urna mutua radiado de ternura c de amor,
que multiplica a alegra de todos pela alegra de
cada um Podem haver excepcoes, mas a regra
subsiste, e a regia esta: Alegra e felicidade
existen) no seio da3 familias numerosas.
Talvez que a incredulidade com o scu srrso
maligno diga: NSo creio neslo myslerio. Vos
nao credes? Pois cu creio; creio nesse mysle-
rio suave, que fez a primeira felicidado da mi-
nlia vida I Anda mesmo depois que a morte
com a sua mi destruidora lem aberlo um vacuo
ao redor do nosso corado, separados pelo espa-
co desses diasque j se oram, sentimos como
que um un suave perfume na recordado dos
tempos felizes, que passamos era companhia de
nossos bous irmios, e de nossas angelices ir-
ruas Sim, creio nessa felicidade c nessa ale-
gra da familia numerosa: e com quanto privado
ha lio longo lempo desse encanto da vida, toda-
va leuho presenciado nos oulros o mesmo en-
canto, que uuoca mais acharei, e que ninguem
pode mais encontrar, urna vez perdido. Em to-
da a parle em que o fiel cumprimento da lei do-
mestica lorna a vida rica e abundante, eu. feliz
por poder ainda associar-me felicidade do ou-
Irem, tenho presenciado essas alegras puras e
ingenuas que bein poucas vezes, ou nenhuraas,
se encontram no domicilio em que o egosmo
tora tornado a vida rauito rara. Se tenho ahi
visto differencas, se tenho ahi notado modiflca-
Qes, sao differencas na felicidade, modilicacoes
na alegra ; e entre todas essas alegras radian-
tes urnas pelas outras, tenho presenciado a ale-
gra da mae, em cujo coracao dedicado se acha
o principio e o centro de todas as outras ; o a
osse espectculo nao tenho podido deixar de ex-
clamar I Meu Deus! Fazei penetrar o sacrificio
no coracao de todas as mes, que ellas se com-
penetren! dss seus deveres para a felicidade da
familia, e para o progresso da humanidade!
Concluso.
Senhores, tendo-vos mostrado as respectivas
fuhcecs do pae, e da me na familia christaa,
deveria terminar este meu assumpto raoslran-
do-vos larobem as funecoes do lilho, tercera
pessoa dessa trindade creada, que so intitula a
familia humana. O pouco lempo, de que dis-
puz, nao me permitlio entrar nessa analyse, tan-
to mais quanto seria preciso, para desenvolver a
ve jcao do filho na familia, tratar directamente
da educarlo, em que apenas loquei de passagem.
Concluir, pois, com este discurso o meu propo-
sito de apresentar-vos o progresso da humani-
dade pormcio de Jesus-Christo considerado sob
0 ponto de vista da vida domestica, lislou bem
longo de ter dito ludo o que pode inspirar um
(al assnmplo ; todava creio que toquei nos pon-
tos essenciaes e delles tratei quanto era bastante
para que chegasseis a comprchender o fim da mi-
nha predica, isto que no lar domestico habi-
e protegido pelo Christo, se acha o verdadei-
PgredO desse progresso que em vio procu-
is em outra parle.
Se queris melhor comprchender e cerllnv-
vos lo que n ehrislianioma leiu fcito e continua
a fazer para a elevado real da humanidade, e
para o progresso da sociedade, lancai as vossas
'. i'u.u u iiiaiuii, cuusuiiat em tuos os pon-
tos do esparo e da durado essa incomparavel crea-
do a familia christaa ; essa arvore secular
que lem as suas raizes no bcrco do genero hu-
mano, e na qual a vida de Jess Christo enxer-
lada pela mo da egreja se desenvolveu com
urna belleza, esplendor e fecundidade, at cu-
tio nao conhecidos. Veris por entre as degra-
.i.i Oes da humanidade decahida, apparecerem de
'.odas as partes esses modelos da vida christaa,
*.:: sdos na familia pelo christianismo, c cujas
imagens immortacs, e typos iramorredouros, o
genio lem gravado na pintura, na poesa c na
; lencia : pais, mais, maridos, esposas, ilhos
o Mrgcnschrislios ; lypos radiosos, imagens era-
i-idas da vida engrandecida e elevada na fa-
milia, cuja gloria logou nossa historia paginas
iiu mais suave perfume o embriaguez !
' se vos nao contentis lendo a historia, ide,
ponelra vos mesmos pelo pensamento e pelo co-
rado no mais intimo sanctuaro da familia ; e se
vos fOr possivel, enlrai em pessoa r.o lar privi-
legiado que anda em nossos das abriga csse
i sterio. encanto de sceulos passados, e ah
emplai nos sobre imagens, mas sobre pes-
soas vivas, o milagro da grandeza que Jess
Christo opera no lar que elle habila ; vede essa
familia entregue mesma f, ao mesmo amor,
mesma adorarlo, prostrar-se todas as manillas
c todas as noiles ante a imagen) de Jess Chris-
to ; i 'Je a granda com a grandeza, bella com a
belleza dessa iniagem, que ella aaora ; vede so-
l ^ a fronte do pai, da mai o do tilho, relleclir a
pureza divina do semblante do llomem-Deus ; e
sobre essas tres pessoas, que compoem a unida-
de da familia, apparecer como que urna radiaco
da grandeza, da belleza, da suavidade, e da ui-
dade das tres divinas pessas ; vede essa familia
^ida com a gloria de Jess Christo, rodeada
de serves e servas associados mesma glora ;
verdadeiros servos e dedicados que nao possucm
as familias scni christianismo, onde apenas se
cnconlram simples mercenarios ; vede ludo islo,
e depois indagai de vossa cousciencia o que ser
FOLHETOl ,
a sociedade nteira, quanuo cada lar domestico
vier ser um sanctuaro, em que a vida humana
S torca de conhecer, de amar e de adorar a Jess
Chrislo, se tornar a sua iniagem e imitaran, e se
elevar a altura da gloria ; enlo comprehende-
reis por que a egreja catholica exerce sobre a fa-
milia urna influencia lio profunda I
ssim, com que divina soliclude ella vela na
conservado, no engrandecimento, e na perfei-
rao cki familia christaa De que ternura ella cer-
ca o berro da infancia, de. que veneracao os tu-
I mulos dos ante passados, de que protocolo o lar
1 onde a familia se desenvolve sob as vistas de
Deus! O que'nao lem ella feilo para garantir a
auloridade dos pais. a dedicado das mais, a obe-
diencia dos filhos, em sun.n.a, a sanclidade de
lodos Que vigilancia, que zelo sagrado nao em-
prega ella al na propria origem da vida huma-
na ? E que grandeza, que honra nao d ella
esse ministerio na familia christaa, da palcrnida-
I de e da maternidade, tantas vezes profanado por
I torpes egosmos que fazem fugir com o pudor o
anjo que guarda a santidado domestica I
l'odor e auterioade paterna, amor e dedicacao
, mate/na, obediencia e ternura filial, pureza o
' cjslidade conjugal, emfim, familia christaa,
' quem vos guarda, quem vos protege, quero vos
' aperfeiroa como a egreja cathalica ? Quem co-
| mo ella vigia sobre vos cora o seu olhar sempre
aliento, vos recebe no seu eorago sempre fran-
j co, vos aquece no seu seio sempre materno ?
I Ah Permita Deus que sob a influencia desse
| olhar, sobre esse coracao, o esse seio do mai,
crescais, e progredais cada vez mais por Jess
Christo Nosso Scnhor E' este o voto e o desejo
mais ardente do" meu coracao vido da felicidade
de racus irmaos, da gloria"da minha patria, e do
progresso da humanidade
( Le Monde Sutbira. )
PRECEITOS GERAES PARA OS COMMER-
C1ANTES.
A occupa?5o docommerciante comprar, ven-
der e trocar ; o seu fim o lucro. Para conse-
gui-lo elle procura vender a precos mais altos
do que comprou. Porm como para se conse-
guir este lucro necessario vender, eo concurso
o grande numero de vendedores vem a reduzir
este ganho a menores presos possiveis, resulta
que onde ha maior commercio ahi menor o lu-
| ero particular de cada negocio.
A industria quo nao cessa de procurar novos
racios para conseguir utilidade, busca na multi-
plicado ou multiplicidade, ena aclivdade de com
pras e vendas,a multiplicidade de pequeos ga-
tillos, os quaes repetidos veom a produzir juntos
urna soinma grande de lucros.
Como para comprar muito necessario ler
grandes fundos, os commerciantes que d'esta sor-
I lo eoipregam grandes fundos, nem por isso acham
I occasies de vender com a promplidio que dese-
Ijam, pois tomam o partido de fiar aos que por
; falta de fundos bastantes nao podem fazer o
' mesmo que elles ; porm considerando o risco
I que correm de perder o principal e lucro na fal-
I ta da cobranoa, procurara nao fiar seno quel-
i les que lhes merecera conecito.
Esta assiguagao do crdito, o qual se lorna
I ndispensavel a qualquer nogociante para chegar
< a conseguir um lucro.
Fazem-se mais negocios a crdito muitas ve-
zes do que a dinhero.
O negociante que tem crdito encontra quem
; Ihe fie mais do que elle possue, e muitas vezes
sem elle nada possuir.
O crdito nao sendo mais do que o bom con-
ceito que merece um negociante, est elle na ra-
zo directa da opiuiao e conceilo que este me-
rece.
N'estc caso pouco lempo aproveta o fingimen-
I lo e o astuto inleresse. Na boa escolha das pes-
sas a quem se lia, consiste toda a sciencia do
I negociante para evitar perda.
j Os predicados que constituem o crdito de um
commercantc sao : a verdade, a boa f, a promp-
tidao, a prudencia, a economa, a applicaeao ao
! negocio, a inlelligencia da prolissao merca'nlil e
i a exaclidao de sua escripturajao.
O conjuncto d'cslas qualidades formam o maor
crdito c a menor falla em alguma a'ellas o di-
minue.
D'esta falla nascem o prejuizo dos negociantes,
a sua ruina c o damno geral da sociedade.
Nao se podo negar que a opiuiao de rico lem
urna boa parto no crdito que se forma de um
i negociante, pois essa a primeira circumstancia
I que ordinariamente se consideri n'aquelle a
; quem se quer fiar, porm se depois d'este pre-
dicado nao se enconlrarem oulros mais essenciaes,
! diQcilmente sni,rc,il ifta ut-^iosuar
1 seus fundos as miios de um hornera rico, mas
fallo de probidade c imprudente nos saus nego-
cios. Entretanto lia-se de quem lendo esses pre-
diofrtios iiudu puaauu UO TUIlUo.
Segue-se pois que esses predicados constituem
o crdito e. que a riqueza adquirida mais um
eTeilo do que urna caus de credilo.
Os predicados que apresentamos para um ne-
gociante, produzem o crdito, c o credilo pro-
duz a riqueza.
A verdade do negociante consiste em obser-
var elle exactamente as condices estipuladas
nos seus. contratos, quer por escriptura, quer
por simples obrigaco, quer por palavra.
A maior parle dos negociantes so ajuslam ou
j vcrbaimente ou por cartas missivas.
| A natureza dos negocios muitas vezes nao d
i lugar a se fazerem escriplos de obrigaco, nem
a usar-se de outras cautelas que as le'is tcem
, prevenido para servireni de provas lgaos : po-
rm os contrahentes devem nao s cxecular as
Icondicces de um negocio ajustado de palavn,
I com a mesma pontualidade, como so fossem do-
I claradas por escriptura a mais solemne.
Frequentemente succede que ajustada verbal-
; mente urna compra ha mudiuca no commercio,
\ de sorte que o comprador ou vendedor lem pre-
juizo n'aquella transacro ; nao se atreve a ne-
gar positivamente a verdade do ajuste, mas pro-
cura com subterfugios argir a outro lal engao
1 ou malicia no contrato, que o dispense e o de-
| sobrigue da execucio d'elle.
Tambera ha quera se anime a usar de cavila-
I ces cora o fim do demorar o pagamento venci-
! do e ganhar lempo.
Aquelles que assim procedem e fallam ver-
dade e boa fe lao necessaria ao commercianlc,
podem algumas vezes tirar um proveilo acciden-
tal da sua malicia ; esta, porem, nao tarda a ser
couhecida por todos, e elles perdem o conceilo
que constitua o seu crdito, e porlanlo a sua
verdadeira conveniencia, porque a boa f a
verdadeira poltica do negocio.
Quando dous commerciantes leem duvdasbcm
fundadas no parecer de cada um, sobre a execu-
co de um contrato, so a contenda n3o de
grande importancia, devem antes accoramodar-se
ETT
rort
PAULO DE ROCK.
xiv
O espectculo.L'm ramalhete.
Chegou a hora de ircm para o iheatro. Asac-
uizes, furiosas conlra o ponto, tiveram a infeliz
idea de sahir por urna porta que dava pora outra
ra, e encurtava o caminho para o thealro, em
que pensavam adiar madama Grattenboulo. Mas
qual mai de Albertina I .
Principiou a chegar gente : o theatro eslava
quasi cheio. Accenderam, o que. em provincia a
se faz quando choga o publico. Um bonito ho-
rnera, com luvas cor de palha, com urna rosa na
cisaca, o um luneto pregado no olho direilo, en-
trou para o camarote que eslava mais prximo
da srena, e ahi poz-se todo requebrado, mirando
o bello sexo do lugar, e diveriindo-se era bater
com a sua bengaiuha no parapeilo do camarote.
Era Froimont.
Poussemard eslava no seu posto da orchestra ;
chegaram os msicos; mas do3 quatro tambores
tres vinham bebados, e dous apenas se sentaram
na orchestra pozeram-sea roncar como uns deses-
perados.
Os aclares eslavara vestidos, e rauito admira-
dos de que as damas nao apparecessem ; mas es-
tas esiavam espera de madama Graltenboule,
que debaldc procuravam por todos os cantos.
De repeute Albertina exclamou :
Ah I meu Ueus I ella eslava na sala em
que jantava aquelle sujeito I Se por acaso, ella
muito capaz___E eu que estou espera para me
alargar o calro de hussard, que nao me chega I
Mandaram eslalsgem e ahi acharara o ponto
dormir com os cotovcllos encostados mesa.
Deu traballio acordarera-a, e depois foram ne-
cessarios dous horaens para susteuta-la e leva-la
'JJVirje o Diario d. 161.
a perder por melado a quanlia em duvida, do
que darem a saber aos outroa a sua desiritelli-
gencia, pois como estes lances sao frequenles no
commercio, sempre se faz m opinio do corn-
il, i ruante quo continuamente lem desintelligen-
cias nos seus negocios.
Se a divida de quantia ccnsidcravel, ambos
devem compromeller-se aniis;avelmente breve
e summaria decisao de dous ou tres amigos in-
lelligcnles, lavrando pnmeiramente um instru-
mento de compromisso ou oorigacao assignado
por ambos e um terceiro par! o desempate no
caso de no concordarem os dous, cuja formali-
dad e pode ser a seguinle. Nos abaixo assigna-
dos F, e F. negociantes desta praca, estando em
diversa opiniDo a respeilo de... (aqu a nature-
za do negocio), quo o primeiio fez o segundo e
querendo amigavelmente acabar esta differenca
sera que algum de nos fique injustamente pre-
judicado, temos ajustado estar ambos neste ne-
godo, pela decisao unnime dos Srs. F. c F., o
priraeiro nomeado por mim F... e o outro por
mira B... obrigando-nos a dar cada um ao seu
iouvado no termo de 3 das as clarezas e provas
que tivermos de proikizir, e no casode que os ditos
Srs. sejam de um mesmo parecer na decisao des-
te negocio, desde j nomeamos em terceiro lu-
gar a F... ou desde j concedemos aos ditos Srs.
a faculdade de noraear um terceiro para que
examinando as nossas razos decidam como r
justo.
E pelo presente instrumento promeltemos ca-
da um na parte que nos loca decumprir inteira-
menle o que os ditos Srs. determinarem na for-
ma referida sem apppllacao nem aggravo debai-
xo da pena de tal quantia, que domis dever
pagar ao outro aquelle que contrariar este com-
promisso.
E para inteira execucao'.delle obrigamos nos-
sas pessoas e bens havidos o por haver e espon-
tneamente renunciamos a qualquer direito que
de outro modo nos poSM competir, para o que
assignamos dous instrumentos do mesmo theor
o data : Rio, etc.
Urna vez pronunciada a sentenca dos arbitros
ambas as parles devem sujettar-so a ellas com a
maior pontualidade possivel, ainda quando se
achcm prejudicados e que as leis lhes permittir
appellar daquella sentenca e intentar nova ac-
rao om juizo, pois oeste fiel compromisso con-
siste a boa f e base do grande crdito.
Em todos os casos os negociantes devera fugir
de pleitos *conlendas judiciaes, as quaes fazem
perder lempo e dinhero, que elis se podo em-
pregar utilmente em oulros negocios.
Um verdadeiro negociante S3 chega a ler de-
senteltigencias cora homem de mf, antes deve
perder do que litigar.
E' porem corto que algumas vezes nao pos-
sivel ovitar esto recurso, porim os que delle
uzara muitas vezas, prejudicari o seu crdito, e
quando menos a sua boa f fi:a seodo suspeita
enlre o demais negociunles.
Nao basta que o negociante satisfaga as suas
obrigaces, preciso que ellas sejam 'executadas
em lempo pronieltido.
Aquelle que fOr mais exacto, maior credilo go-
sar.
No commercio conta-se o lucro pelos das do
desembolso principal.
[Gaselta do Brasil).
Agricultura.
A agricultura no Brasil.
Innuraeraveis sao para um paiz as vantagens
que tira da exhibilo de todos os productos col-
eccionados, que elle pdejobier do seu solo,
com o dos que cada individuo capaz de fabricar
por suas propras maos, ou so .corrido por ma-
ravilhosas machinas.
De sua reunio em um spenlo, lorna-se mais
fcil a comparado e justa apteciaco, dando as-
sim lugar urna verdadeira eralacao; o que
rauito concorre para que um melhormento
qualquer seja emprehondido, cer pouco e pouco urna errnea o mal cabida
rutina.
Ainda outro proveilo poder-se-ha colher de lal
exhibicao, que vem a ser a restaurarlo de al-
gum producto, que tenda diminuir o desap-
parecerpor qualquer razo, como seja a falta de
sua apreciaco, ou a do couhec ment de seu es-
lado decadente ; d'uhi tambera a aclimataco de
novos e o impulso dos mais importantes."
Em nenhuraa parlo do mundo civilisado se
acha mais fortemenle acastcl ada a rotina, que
om poaau paiz. iNenhuma induilria progrede por
nao sahir das estreitas raias em quo se v aper-
lada. Non lu m melhormento, conhecido em ou-
tro paiz, o que faz centuplicar seus productos,
nlrodozido em nossa patria, ou somonte o em
parte, sera que se possa tirar iodo o proveilo de
scu completo emprego.
Tudodefinhaludo s deixa ver un alrazo
immenso : um paiz to novo, ao rieo.to de re-
cursos naturaes, dolado, corno poucos se veem,
em vez dos lisongeiros sgnaes d'uin verdadeiro
progresso, raostra antes os negros indicios d'uma
triste decadencia, que nem mesmo merecera a
qualificaco de prematura, pois que nem sequer
elle houvera ainda firmado seu priraeiro passo na
grande escala do progresso.
Porm se nossos antepassades, cegos ou egos-
tas, nao cudaram em elevar nosso paiz ao grao,
a que sera para desojar tivessem feito, c que
de certo j hoje muito avancada se acharia, de-
vemos nos por isto desanimar e cruzar os bra-
cos "? Nao I nao tem metas o futuro ; uao se
extingue a vontade e a intellgmcia do homem,
e nem to pouco se exhaure to de prompto esse
principio fertilisador d'um tao vasto paiz. Quan-
do se exhaura, ahi esl a forca intelligente do
homem para supprrcsse defeio material ; o ho-
mem acha sempre raeio de da' Ierra o que lhe
falla para que ella possa corresponder s suas
necessidades.
Nao llevemos, pois, somentc lastimar que se
nao tenha feilo o que se deveria fazer ; islo de
nada nproveitaria ; devemos s.m fazer o que nao
fizerara os imprevidentes.ou ineptos,para que nao
caamos de chfre na miserin-*para que nos-
sos vindouros, talvez mais resolutos, talvez
mais indignados, nao sejarn forrados lan-
car-nos em rosto o que ora laucamos ao pas-
sado.
O quo ser o Brasil, se nao for agrcola ? que
paiz exhibe mais justos ttulos essa preten-
fo ? qual tem sido a priraeir.i applicaeao d'um
paiz nq,vo e pacifico ; e qual a primeira fonle
de sua riqueza, antes de emprehender longas e
immensas emprezas artsticas c manufactura-
ras f
A historia responde|to bem e positivamente a
taes questes, que nao me atrevo a dar outra res-
posla.
Para as grandes emprezas, ludo nos falla, at
os grandes capitaes ; ecomo have-losscm rique-
zas e porlanlo sem Irabalbo? Ao passo que para
a agricultura temos em abundancia solo o ferli-
lidade, alm de ser ella o priraeiro vestbulo
por onde deve passar urna naco par* tomar as-
sent no grande gremio do" civilisacJo mo-
1 derna.
Porm, diro muitos : Fallam-nos bracos e
, vas de commtinicaciio. Infelizmente, v'erda-
de ; mas em lal caso devemos continuar obsti-
! nadamcnle no slalu quo desanimador ? NSo I To-
: memos antes urna deliberarlo,urna resolucao que
i nos desarraigue da miseria'em que jazems ; c a
| mais razoavel, mais juslificavel e abordavel ,
sem duVida alguma, a gigantesca empreza do
reslalielccimento de nossa agricultura, forra de
i lodos os sacrificios, que lhe sejam proficuos, e '
I nao a esmo ; porque enlo nada ganharh, o cada
vez pelo contrario mais comprometida se adia-
ra, c maiores dfficuldades seria misler ven-
cer-se para que podesse emfim progredir.
Depois, prosperando a agricultura, como por
si mesmo, e obedecendo urna lei toda natural,
e baseada nos innmeros fados de que regorgila
a historia, as outras industrias de mo dadas, to-
mariam incremento, o pouco a pouco ver-nos-
biamos libertados do iriste eslado em que nos
adiamos abysmados.
Quando nenhum outro raolivo livessemos para
abracar presurosos a agricultura, como a nica
taboa de salvacao, a siluaclo geographica de nos-
sas mais importantes povoajoes,com raras excep-
coes, a isto nos obrigaria. Collocadas quasi todas
nossas capitaes e cidades mais importantes bei-
ra mar, posiQo oulr'ora de grande vantagera
para seus primeiros povoadores europeus, mas
sera neqhum dscernimento ; esto (odas provi-
das de ludo que o luxo, ou o bem-eslar rela-
tivo de cada urna, pode exigir da importado eu-
ropea, que della tira amor parle de sua riqueza,
e se engrandece cada vez mais, ao passo que ri
e escarnece de nossa incuria.
Os gneros alimenticios, porm, de primeira
necessidade, originarios em grande parle de nos-
so proprio paizesses j nos vo faltando gran-
demente ; e quem sabe so o eslrangeiro tam-
bem para o futuro nlo ser encarregado des-
sa misso, se nao tomarmos promplas me-
didas I
O centro do nosso paiza parte verdadelra-
mcnie frtil, abundante e ricaesse est com-
pletamente despovoado e desconhecdo ; porque
os poucos que ahi vivem, e que assim mesmo
muito poderiam fazer, eslo completamente es-
quecidos, ou segregados do resto de seus conter-
rneos, e entregues a nao pouco culpavel indo-
leneia, sem estmulos que os fa^am laborar a '
Ierra que Deus lhes deu.
Nenhum lago, pois, uno essas duas popula-;
coes, que dissereis dous pcos dlstinctos, por-
que nenhum ponto de contado, nenhuma rea-'
cao ha entra ellas. S a agricultura poder obrar
esse desejado milagre,poder unir os filhos
do centro com os filhos das costas, para que se
ajudera mutuamente ; pois s por este meio po-
derlo sahir uns e oulros do torpor era que se
acham.
Eis ahi patente, pois, mais outra cousa que
nos faz decidir pela escolha da agricultura, por
si s capaz de reunir muitos bracos nos pon-
tos mais comrnodos o feriis do'interior de
nosso paiz ; o que melhor permittiria tracar a
direcclo a dar s vas de communicaglo, que
breve os deveriam mais ostreramente unir.
Eniao, s depois que grandes vias de commu-
nicago serpentearen) por esta longa extenslo do I
solo brasileiro, poder o paiz contar com o va-
lioso auxilio do colono, intelligente c reforma-!
dor, que vira por fim dar o derradi iro impulso, e I
levar ao grao de aperfecoamenlo desejado, nos-
sa pobre agricultura ; soccorrendo seus conhc- I
cimenlos theoricos, por assim dzer, com a ex-
periencia dos naturaes do paiz ; oque sem ella
pouco poderia fazer, a romos que longo lempo
fosse gasto com o conhecimenlo do clima c natu-
reza dos producios agrcolas.
Chegado o paiz esse ponto, quem lhe marca-
ra a meta de seu progresso; quem mesmo entlo
visara o lisongeiro termo a que altingr ? J nao
lhe faltariam grandes capitaes para as grandes
emprezas, e ludo marchara para o aperfeicoa-
mento e prosperidade.
Mas qual o meio de dar nossa agricultura
lamanho incremento? por ventura, a rpida, tu-
multuosa c copiosa endiente de colonos para vc-
getarem as capitaes, e mais enearecerem os j
mngoados gneros alimenticios, de que tanio
precisamos, o desfalcaren! os poucos eapitaes, que
nos restara, com sua acquisico, sem nos darem
proveilo algum, e depois ainda nos diffaraarera
horrivelmenle em face da Europa!!
Nao, diro muitos. elles sera" conducidos para
mus verdadeiros destinos. Mas por onde, por
picadas, raatlas c charnecas t e depois onde farao
alto? em um fertilissirao vale, certo, mas onde
achar-se-ho de olhos vendados, sem urna voz
experiente que lhes revele a riqueza do solo que
pisara, e os productos de que precisa o paiz ; e
entlo felizes so julgariam se poilessem sequer
supprir suas proprias necessidafps elle que
eram chamados com tantos sacriluu.s para der-
ramar a abundancia por toda a parto; que s
por milagre se poderia fazer, porque nem ao me-
nos lhe abriram o caminho para riue ella podesse
passar. Mas nao, diro anda, j temos excellen- j
tes estradas. Sim ; mas lio poucas que era se \
pode mesmo sentir seu benfico elToilo em lio
vasto paiz ; domis, algumas conduzem, para on-
de j nao pequeo numero de bracos nacionaes
Irabalha ; e assim pouco lhes adiarilariam esses !
colonos, que entlo rilo indemnisariam os sacrifi- '
dos feilos com sua acquisico ; e outras a verda- j
deiros ncleos de colonos,"inleiramenie solados'
dos naturaes, sera que dess'arte Ibes possara ser
uteis ; pois sao como verdadeiros oasis no deser-
to, a que nao podem eslender sua acclo fertilsa-
dora, segregados, como se achara, por toda a par-
tamenos pela que os conduzira a tal ponto.
E' esse pois ura mo syslema de calonisaco,
porque lodo o sacrificio feilo, redunda s era pro-
veilo do colono, sendo a cotona, em tal caso, um
quasi hospicio de caridade para o estrangeiro..
Assim, comojd disse, o colono nao serve pre-
sentemente para animar nossa agricultura, e sim
depois do estabelccimenlo le longas vias de com-
municaclo, e, antes deltas, o dos principaes n-
cleos de agricultores nacionaes, que lhes dcvcrlo
servir, como de norte, em seu estabelecimento.
Para quem conhecer a situarlo e vaslidlo do
Brasil, e seus recursos pecuniarios actuaos, acha-
ra iocomprehensivel a idea do estabelecimento de
longas vias frreas ou do canaes, que, parlindo
dos principaes pontos povoados, vo ligando os
secundarios, e lomera a direcclo do centro; ou
entao seria em to pequea escala, que pouca
seria a vantagera colhida, e somente para pontos
ao theatro, onde chegou com a cabelleiras aves-
sas, de modo que urna parte do rosto eslava es-
condido pelos anneis.
h I meu Deus I como est minha mii I ex-
clamou Albertina ; perdemos que ella nos vista,
e Deus queira que possa apontar I
_Quem que disse que eu estou de tonca?
Nao verdade, balbticiou madama Grallenboule,
deixando-se rabil sobre urna cadera era que es-
lava o chapeo que Eloda devia botar, o quo fi-
cou una papa.
Misericordia 1 gritou Elodia, como Qcou
meu chapeo 1 Nao represento, nao represento !
Cuchot veio s carreiras ouvindo os gritos da
chara esposa; ajudado por Grangerant lovou
madama Grallenboule, quem foram dar caf pa-
ra deserabebeda-la.
Cerisette, que nao represenlava na primeira
peca, offereceu os seus servicos s outras damas,
servicos que estas aceitaram com lodo o pra-
zer.
Mas vendo as actrizes prem alvaiade, carmim,
p preto, assistindo a todos os mysterios do scu
toilette, ouvindo-as queslionarem entre si, grita-
ren), amaldicoarem sua coslureira, repetir cora
impaciencia urna parte do papel que nao eslava
direito, vendo-as lio dfferentes do que cramein
scena, Ccrisclle j perder urna parte das suas
lluses ; os cmicos nao lhe parecan) mais es-
ses entes privilegiados, c talvez, pelo contrario,
foi percebendo que nessa proissao os enfados
compensan! os prazeres.
Entretanto o publico, que esperara ha muito
lempo, comecou a testemunhar o seu desconten-
tamente
Entlo, esli promplas? gritou Poussemard,
que abandonpu o seu posto da orchestra para fa-
zer de conlra-regra.
Nlo tenho chapeo I bradou Elodia.
Reprsenlas em cabellos, melhor.
Mas o ponto?
J est no seu lugar, e vai lomando a si.
V'ou bater as palmas___
Mas estas cairas nlo me chegam, disso Al-
berlina.
Podes manda-la preparar, porque lu sap-
pareces no fim.
E Poussemard baleu as tres palmas depois
correu orchestra, pegou na rabeca, e disse pa-
ra os tambores:
Atlcncao, meus senhores !
Mas dous delles conlinuavara a roncar. A ou-
verlura do Desertor malou bein sempro se locou.
O publico eslava muito admirado com um rufo
continuo. Havia na platea um sujeitinho baixo.
com urna rabera enorme muito cheia do cabellos
speros como pellos de javali, o que junio ao
moviraento continuo que fazia esse Gguro, de
longo pareca um dos anirmes do Jardim das
Plautas. Esse sujeitinho, que nao cessava do in-
clinar-se dimita e esquerda, para tiante e
par3 traz, como se quizesse oceupar sozinhoai
platea, pareca conhecer a todo o mundo, e fazia
as suas reflexocs em voz alte, reflexcs que os '
vizinhos escutavam como orculos, o j excla-
mara muitas vezes :
Bem se v quo peca militar! Ainda que
eu rilo lsse o carlaz adevinhrria. Agora os com-
positores de msica fazem un barulho horrivel
na sua orchestra. Afliancaram-rao que em Paris,
na grande opera, deviar dar ura tiro de peca na
opera de nlo rae lembra o neme do compositor,
mas o mesmo ; era um compositor famoso ;
ha de haver na orchestra mtitas pecas de arti-
lharia com cargas de plvora secca, maso elleilo
o mesmo.
Ah! Sr. Serpolet, est dizendo isso por ca-
ceada, nao ? murmurou urna senhora que ti-
nha na testa um fronlim, com urna corda de fa-
llas por cima, urna rosa de era lado e o reslo do
toilette nesse gsto.
Nlo, madama Latleudri, nao cacoada:
depois que Rossini encheu a sua musir de ins-
trumentos de cobre, agora todos querem aug-
mentar o meio do obler mais sons.... E' que eu
estou ao fado de ludo o que se refero msica...
Mas silencio.... j vai com?gar; lenho rauita
curiosidade do ver este Amarle fuzilado; lia de
ser opera nova, porque nlo a conheco, c em
Marselha, ha muito lempo qie habito Marselha,
cu ia ao thoatro duas vezes par semana. Silen-
cio I
E esto sujeito nlo reparava que era elle o ni-
co que fazia barulho. caixeiro, collocado no ca-
marote da frenle, avancou para a frente e gri-
tou :
Cale-se na platea, taga-ella.
O Sr. Serpolet nao tomou isso comsigo, e vi-
rou-se para as pessoas collotadas alraz delle re-
petindo....
Silencio, lagarellas; curam a peca mi'
litar.
bem determinados, como j temos algum tanto.
Assim como a abertura do tongas e custosas
estradas, quanlo a mim, deve preceder acquisi-
co de colonos, para que lodo o proveilo se possa
tirar do ma introdcelo no paiz; a queslo de
colonisacWV a nlo ser toda gratuita, deve ser
adiada por emguanlo ; tanto mais quanto, nlo
poucaajfij^HI^ dessa natureza tendn abortado.
loucura seria urna cega obstinarlo, que s fari
arruinar cada vez mais o paiz,' e afugenlar de
nos o colono, quando a hora soasse de seu enga-
jamenlo.
Km um paiz onde existe um governo centrali-
sador, a piinieira necessidade seria a communir-a-
cao directa de seus diversos estados, por meio
de estradas ou canaes que mais concorressom para
o incremento de suas industrias, facilitando o
transporte de seus producios, e augmentando os
pontos suscepliveis de rereber umi populado
laboriosa, ao passo que facilitasse tambora ao go-
verno eslender sua arcao benfica por toda a par-
te e era lodos os sentidos.
O Brasil, porm, est fra de gozar de todas
essas vantagens, pela posico mesmo de suas
provincias ou antes de suas capitaes, grandemen-
te esparadas enlre si, quasi todas em urna mesma
zona paralella mais ou menos ao aceano, de cuja
proximidade j fiz notar o grande defeito, o des-
vantagera. E' este, pois, naturalmente a eslrada
que serve para eslender a acro do governo; es-
trada commoda, por certo, "a muitos respeitos,
mas que nao deixa gravado o seu trilito, e nem
pode, por sua natureza, reunir urna populado
era toda a extenslo em que so faz sentir sua in-
fluencia, romo acontece as proximidades d'um
rio navegavel (que devra ser a nossa principal
va de communicago), d'um canal, d'uma via
frrea.
Assim no Brasil, o estabelecimento de estradas
lera por fim principal a prolocro da agricultura e
o derraraamento de populacao no seu vasto inte-
rior; mas essa mesma vaslido urna causa de
grande embaraco ; pois, para que se possa com
discernimento abrir custosas estradas, o que reu-
nara as maiores vantagens possiveis, mister que
se marque d'ante mo os pontos mais notareis e
mais urgentes entre os innmeros que haver a
escolher; islo aquelles om queja um comeco
de agricultura so possa definitivamente estabele-
cer, porque para esses pontos se derigiro estra-
das, e aps urna boa somraa de colonos devida-
menle escolhidos ; assim enlao os sacrificios nlo
deixaro de ser compensados.
Porm, como fazer nascer esses visos de indus-
tria rural ?! Es ahi a questao sempre em p, como
ura phantasma ameagador, mas nao insoluvel,
como parece, ao menos com lempo, porseveranca
e prudencia; embora lentamente, roas com pr-
babilidade de nlo abortar, como a prematura in-
trodcelo de colonos, ou a imprevidente abertu-
ra de vias frreas.
Nao basta, para resolver esta questo, a inlro-
duedo de instrumentos ruraes mais indispensa-
veis, e o estabelecimento de verdadeiras escolas
agrarias; para o seguro xito desta emprea
tambera mister juntar a cmulacio, que deve ser
plantada por todos os roeios possiveis, o premio
ao irabalho, o encorajamcoto do esforz, o re-
pouso, tranquillidade e garanta dos poucos, quo
se dedicara esta nobre industria.
Nao me sinlo com torgas, por certo. para esta-
tuir o modo pratico, por que se conseguir ludo
islo, que nlo ser irapossivel a homens proficio-
nacs e aptos para oslo rn. Contenlo-me to
somente com apresentar o que deixo dito, e com
juntar mais algumas conjecturas que, me parece,
muilo concorrerlo ao fim a quo me propuz.
Julgo que pequeas e repetidas exposices do
nossos productos agrcolas em todas as provin-
cias, e em maior escala na capital do imperio,
d'ondo nao so excluissem as provincias, que tam-
bera l quizessem, ou podessem figurar; seria
um dos mcios que mais vida dara nossa
agricultura, de um rnodosenao mais rpido, mais
seguro ao menos, como esbocei as primeirasli-
nhas que deixei escripias.
Nada seria poupado, nem excluido nossas ex-
posicf s inlcrnacionaes, que deveriam ser o mais
possivel repetidas, guiza de nossas anligas fei-
ras, com a differenra de serem em maior escala,
reunirero o maior numero de amostras de pro-
ductos de todos os pontos possiveis, de cada pro-
vincia transportados para a sua capital, ou para
o lunar, (jue facilitasse a rennio do maior nu-
mero de productos.
Na grandrt eiposicSo do concurso agrcola, quo
ora se faz em Paris, e quo me deu a idea de tra-
car estas toscas linhas para meu paiz, nada'
excluido ; a par de grandiosos productos se ve-
figurar bastantes futilidades e ninharias, mas
cuja reunio impossivel negar a vantagem,
mesmo para um paiz, como a Franca, o quanto
mais anda para o Brasil, que ludo dre apro-
veitnr era laes casos.
Assim entre nos tambem ludo sera- acolhido ;
todos as especies de graos o tubrculos alimenti-
cios, e todas as suas variedades, lodos os pro-
ductos destinados nossa pequea exportado ;
amostras dos que fabricara nossos engenhos,
acompanhadas dos melhoramentos j inlroduzi-
dos ; as diversas variedades de nossos algodes,
caimas, cafs, tabacos, milhos, etc. ; amostras
de nossos doces, queijos e conservas ; plantas e
raizes raedicinaes; amostras das madeiras de
construero, das empregadas- as artes, ou s
proprias para combuslivel, ou para a tinturara ;
frudas, hortalices, leguraes, indgenas-e aclima-
todos ; aves domesticas, cacas, o grosso e miudo
gado, aomaes langeros, raras avallares, pellos,
etc., etc.
Tudo, porm, dever ser recebido por urna
cora misso ou jury, que, anles de fazer collec-
cionar as amostras no devido lugar da exposu o,
para serera devidamente apreciadas pelo publico,
tomar por escripto, ou melhor verbalmente, dos
expositores, condido si'ne 711a non, o nomo do
lugar do. producto, "o lempo de sua colheils, sua
cultura (at onde Mr possivel exigir-se ), sua
abundancia, sua extraerlo ; assim como o esta-
do de cultura do lugar, seus producios mais no-
taveis e suas retardes com os outros povoados
mais prximos e importantes, o eslado do suas
estradas, a que a commissio reunir, quanlo lhe
fr possivel, o numero de seus habitantes, assim
como-extremar os productos indgenas dos acli-
matados.
Emfim, tudo quanto urna commissio de ho-
mens. ilustres o competentes, mas que de modo
algum sejam interessados as amostras exposlas,
julgar conveniente era seu criterio para o bem
de nossa agricultura.
Feito o recebisieuto de todos os productos, a
mesma commissio passar julga-los enlre si,
para desse juizo estatuir todos os premios-pecu-
niarios ou honrosos dos expositores, segundo o
merecimento dos objectos expostos, e que remu-
nere o trabalho e esforc.0 dos que se mostraren)
dignos de tal. O publico por sua parte nao ser
mudo ero laes casos o corado brasileiro nao
fechado magnnimas expansoes e verdadeiro
enlhusiasmo, que rouila vez mais valem que re-
compensas pecuniarias.
Assim o_ brioso e intelligente agricultor, quo
desl'arle v suas fadigas coroadas, suas esperan-
cas firmemente plantadas, e seu merilo devida-
mente proclamado c remunerado, dobrar por
cerlo de esforros ; e a emulado despertar o
mesmo amor ao trabalho, e viv desejo de rece-
ber egual ovado no rosto da nobre congregado
agrenla, e tridos quererlo rivalisar na prxima
occasiio.
A commissio do cada exposigao formar um
rotatorio detalhado dos productos expostos e dos
nomes dos expositores premiados, com o juizo
feito sobro o estado de nossa agricultura, o que
ser publicado e remetlido ao governo geral, que
de seu lado far o mesmo na capital do imperio.
A' vista de todos esses relatnos, o governo,
podendu fcilmente confronta-los, grandes serio
a luz e vantagens, que delles poder colher para
sua propria direcdo, no que tiver fazer a fim
do animar nossa gricullura. Ficir conhecendo
era pouco lempo quaes as provincias mais pro-
ductivas, e quaes seus pontos mais notaveis ;
quaes os productos mais importantes, quaes os
que devem ser de prompto soccorridos ; quaes
os productos aclimatados que mais vanlagens of-
ferecera. seu estado de cultura e prosperidad?, e
os de que ainda pode fcilmente emprehender a
aclimatado, etc.
Nao c, por cerlo, misler para taes exposicts
sumptuosos palacios de cristal, embora dell s
tenharo o nomo ; tanto luxo e grandeza, que aqui
se emprega, serve mais para especulares de ou-
tra ordem, que para o verdadeiro inleresse dos
objectos expostos.
Qualquer edificio publico, ou, na falta, um
feito com lifcira conslrucjo, e conformo os re-
cursos de cada provincia, servir muito bem ;
com tanto que haja ordem e boa disposico dos
objectos reunidos, o que o publico, uo mui exi-
gente, possa somente apreciar claramente o quo
se lhes aprsenla gratis, ou por-pequena expor-
tula que ser applicada ao estabelecimento da
exposido, ou aos premios, c o mais que disser
respeito nossa agricultura ; pois eu, em tudo
que levo dito, nada estabeleco do invariavel,
apenas offereco minha patria as toscas e mes-
quinhas ideas, que me occorrem sobre materia
por demais importante para ser esclarecida por
minhas mingoadas torgas.
Paris, 21 de junho de 1860.
Philadelpho A. Ftrreira Lima.
Variedades.
As primeiras foram sem cousa d| maior. Feliz-
mente os actores sabiam os papis de cor, por-
que madama Grallenboule, que ainda nlo eslava
em estado de apontar, saponlava as phrasos de-
pois que os coraico3ji as haviam dito. O tercei-
ro tambor pegou no somoo ; mas o que Orara
firme no posto, principiou a fazer barulho por
quatro, e durante s coplasEn tinha pttdidoo
meu fuzo, cantadas por Zinzinetle, s so ouvia o
tambor.
O tambor est tocando com rauita (orea I
gritou um sujeito que eslava as cadeiras da
frente.
Ponham na ra este perturbador! gritou
Froimont, que se fez o cempeo do theatro.
Esta gente nao comprendido o que urna
peca militar I disso madama l.attendri puchando
o. fronlim para cima do nariz.
Entretanto havia alguns momentos que o su-
jeito cabelludo pareca estar-se recordando; di-
zia entre denles .
Conheco isto___j vi esta peca.... oh I se
vi! Sim, sim! mas entio nlo s chamara o
Amante fuzilado.... Espern, esperen)....
Ponham na ra este lagarclla I gritou Froi-
mont.
Ra I Silencio gritou Serpolet, dirigindo-
so s torrinhas.
Mas no momento em que Montesuma cnlrou
era scena, pulando ligeiramente sobre urna mon-
lanha figurada no fundo do theatro, Serpolet ba-
teu as pernas gritando:
E' o Desertor, o Desertor!
Cale-se I Sr. Scrporet! disseram muitas
pessoas, fazendo signaes ao sujeito cabelludo.
Estou cerlo, o Desertor!
Deixcm-nos ouvir a peca.... veremos se el-
le deserta.
Os senhores nao rae comprehendem.... E'
urna opera velha que nunca se chamou o Aman-
te fuzilado.... d'aqui ha pouco o prenden), ve-
rio, verlo.
O senhor que ha de ser preso j, se nao se
calar I gritou Froimont araeacando Serpolet cora
o dedo.
Emquanlo na platea tinha lugar essa questao,
Montesuma que eslava acostumado a toda a es-
pecie do charivari, continuo o seu papel como
se fallasse a um publico atiento, apenas acres-
ccnlou-lhe balancs, piruetas, posicoes ventu-
rosas, c no momento em que o par ia rjescendo,
julgou conveniente deixar-se cahir sobra os dous
homens que pagou para fazerem de soldados, que
vem prender o desertor; mas estes, que nlo es-
peravam por essa gymnaslica. curvram-se sob
o peso de Montesuma, e cahiram com elle. O
panno desccu sobro esse quadro, e publico ap-
plaudo com enlhusiasmo essa bella- execucio.
No entr'acto o Sr. Serpolet contnu.ou gritar
todos:
E' o Desertor que esto representando.
Est bom, e depois, disse Froimont, res-
pondendo ao sujeito da platea, ainda que seja o
Desertor, o que temos nos co,ni isso se a peca
bonita ? "
Mas porque mudaran) o titulo? Nlo gosto
disso. E' para enganar-nos ? Nao quero que nin-
gucra me embace.
as provincias faz-so muito disso. Reno-
vam-se os ttulos.
Nao devia ser permillido___porqua cu nao
viria ver urna pega queja conheco, c vira por-
que li no carlaz um titulo que eu nlo conhe-
cia.
E' por Isso que elles pem Ututos novos.
Emquanto tinha lugar esta dcsserlado entre o
publico, no theatro passavara-se acensa, mais ani-
madas ; Montesuma quera dar nos soldados que
o atiraram ao chao. Albertina passeava pelos
bastidores cora a sua calca de hussard, que afi-
nal podra vestir, cstalando-a por delraz: o ras-
giQ era enorme, e compondo-so o traje de hus-
sard do urna simples jaqula aboloada com urna
calca, nlo encobria o accidente succedido essa
ultima parto do vestuario. Albertina gritava quo
llicsirzissem o rasgao. Mas os outros estava.ni lio
oocupados, que nenhum se apresertlou para lhe
prestar esse servico.
Quanlo do receita ? pergunlou Cuchot, cor-
rendo alraz do Dcsroscaux vestido de av.
Nao sei ainda mas ha muila gente.... a
receita deve ser boa. Foi Gtangeranl quem rece-
Ueu o dinheiro no escriptorio.
Quem que me cze a calca Nao posso
apresentar-roe ao pubblico neste estado."...
Nlo te vires.
Havia de ser bonito.... eu nlo teria animo
de me raecher ero scena.... como sio mos vo-
ces 1 Se minha mai podesse pegar n'uma agu-
Iha___mas nem fallar nisso boro.
Madama GraUeobouie. est hoje o diabo....
A propriedade.
O respeito propriedade, como a primeira
condido da prosperidade das nades, dever ser
o mais sagrado dever dos governos, o o mais
evidente caracterstico da civilisado. Entretan-
to se em theoria ninguem contesta o direito, e
menos alguera que porteara escola liberal, na
pratica a cada momento estamos vendo-o ne-
gado.
Negou-se s associaces religiosas o direito de
possuir bens de raiz ; sobre as propriedades qu
lhes foram consentidas lancou-se ura imposto
exagerado, o duplo do que pagam os outros pro-
pietarios. Entre nos ahi se firou ; mas em quan-
lo ootros paizes, urna expropriado violenta fez
passar das mos de seus legtimos donos para as
do estado, ou anles para as do alguns protegidos,
as propriedades dessas corporares?
Entretanto poder-se-ha dizer que, para a adop-
Cio dessas medidas odiosas, interfieran) mais
cons'deraces do urna falsa sciencia econmica,
o aversio s associaces o coraminidades reli-
giosas, do que verdadeiro desrespeito proprie-
dade : nao argumentamos pois com ellas.
A propriedade foi nos tempos auligos rodeia-Ja
da mais subida considerado : della nasceu o r-
gimen representativo. Rcconhecia-se que para
as despezas do servico publico os particulares- de-
viar todos concorref; roas pareca opposta dig-
nidad do hornera livre que tivesse elle de dar,
ainda para esse servico, urna loa-rte de sua pra-
priedade, determinada por vonlado alheia, e a
que elle houvesse de sujeitar-se. Entlo eta-
beleceu-se que o cidjido nao fosse obrigado 1
pagar seno o imposto em que houvesse consen-
tido, e para dar csse consentimento, sendo im-
possivel a reunio de lodosos cidadios, adoptou-
se o rgimen da representado, crearara-sc cania-
ras coraposlas do mandatarios, incumbidos de to-
rtorar a despeza publica e de consentir no im-
posto, isto, na quantia com que cada um deva-
na concorrer para essa despeza
Quando assim foi tao considerada a proprieda-
de, que della se derivou a forma, do governo do
que se ufanara as nades mais civilizadas, veja-
mos que caminho vai tendo em nossa trra esse
direito.
A constlucao o proclama o o garante, urna or-
den) indiciara, composta de magistrados cora tu-
das as habilitados necessarias para fazer juslir.i,
foi organisada para proteger a propriedade par-
ticular contra a fraude, contra a violencia. Mas
a mesma constituido, reconnesendo que occa-
sies pode haver era que o direito do individuo
cedas; pressao da necessidade publica, estabe'e-
ceu quo nesse caso podesse o particular ser des-
pojado do que era seu, preeedendo indemai-
saclo.
Contra o preceito constitueional nada ha rao di-
zer ; a iustica nenhuma redamaran pode levan-
tar : desde que a necessidade, ou'ainda a ul.lida-
de publica bem averiguada reclama a proprieda-
de de um, se osle nao lera a nobro devodo do
ceder do seu direito, deve o eslado poder exigi-
lo ; raas salvando a- indomnisacao completa, in-
teira, em que entre, nio s o prego real, mas ain-
da o proco da estimado que pode qualquer dar i
sua propriedade.
Entretanto o que se fez da lei que desenvolva
o preceito constitucional 9 Procurou-so dar am-
pia garanta ao inleresse publico sacrifi jando-lho
o direilo particular: a indemnisado foi arbitra-
da do modo mais conveniente ao desapropriader,
nao atlendendo em nada o proco de estimarlo ;
e logo admittio-se terminantemente a regra-j
propriedade vale vinle vezes a renda aecusoJa
peto imposto que paga !
E nlo contente cora estabeleccr esse s?sienta
do esbulho e confisco em proveilo do estado,
houvea gencrosidade de conceder c-mesmo pri-
vilegio companhias industriaes, 2- que so que-
ra favorecer.
(Coninxaiwe-/i*.)
s nos diz as replicas depois quo temos fallido.
Era melhor que se calasse.
E os demonios dos larabores-quo ali es.tio .1
roncar na orchestra, enlo voces achara iso
bom ?
O que resta, faz barulho por quatro ; dizem
todos que quasi nao se ouve a cantoiia.
Maus amrtanos, se nao me coaerem a cai-
ga eu nao entro era scena ; nao hio, de em
que eu mostr o corpo ao publico!
Enlo elle j seria mais folia um bocali-
nho !
Treviam ter annunciado isso no cartaz !
Bom l esto pedir para se crgucr o
panno. E" rauito barulhenta a gente desta trra
Ah aqui est, Grangerant! Enlo, rapa-i.
que tal a receita ?
Meus filhos, estamos horrivelmena taba-
queados.
Em que dizes ?
Digo que ha muita gente e dinheiro quasi
nenhum---- E tambem para quo ddxanam vo-
ces que a familia dos tambores entrasse de ira-
ca? Os laes sujeitos parece que teeni urnas fami-
lias que nunca mais se acabam. 0 primeiro tam-
bor fez entrar comsigo seis pessoas ; o segundo
onze ; o terceiro trouxc clnro aieniuos, seto r-u-
Iheres eoito homens; cmfinj, o ultimo tambor
acabou de encher a platea e urna parto da gale-
r'8..... E* indecente o total ; trila e novo
francos c cincoenta cntimas de receita.
Misericordia I
Nlo paga as despezas I
Vamos l, representemos desenvolvamos
o nosso ialento. Ha de espalhar-sc a fama na ci-
dade, e a segunda recita deve ser mais produc-
tiva. Ao theatro I
Nao appareco, se nao me cozerem as cal-
cas.
Ceriselte leve piedade da situado de Alberti-
na ; conseguio, ron muito custo", arranjar agn-
lha e linha. Foram-sc collocar de um lado da
scena ; Albertina poz-so na posido de receber
aquillo que II. de Pourseaugnac recusara tomar,
e Ceriselte, armada de agulha e linha pareca es-
ludar geographia sobre o mar.pa-mundo que lhe
epreeett tartn.
(Continuar-$e-ha.)
PERN. TYP. DE M. F. DE FARIA. 133
T-.-
-'.
ILEGVEL


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