Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09115


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Full Text
AMO XXXVI. HOMERO 164
Por tres mezes adianlados 5$000.
I or tres mezes vencidos 6$000.
TEBCi FEIRA 17 DE JOLfO DE 1860.
Por anno arjaiitai.o 9&000
Porte frauco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPgAO" DO NORTE
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. do Lemo3 Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Cuimares; Piauhy, o Sr. Joao Fcrnandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronyrao da Costa.
PARl'lUA UOS UUUltlu.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiaana e Parahiba Das segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros,Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Alho, Naz'areth, Limoeiro, Brejo, Pes-
quera, Ingazeira. Flore3, Villa Bella, Boa-Vista
Oricury e Ex nas quartas-feiras.
Cabo.Serinhaem, Rio Formoso.Una, Barreiros.
AguaPrela, Piraenteiras c Natal quintas feiras.
(I odos os correios partem as 10 horas da manhaa.
PARTE 0FF1CIAL.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JL1O.
3 La cheia a 1 hora e 47 minutos da raanh
11 Ouarlo minguante as 3 horas e 38 minuir
da manhaa.
18 La nova as 12 horas da manhaa.
2o Quarto crescente as 3 horas e 20 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 6 minutos da rranhaa.
Segundo as 3 horas o 42 minutos da tarde.
EIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
1 o comraercio : segundas e quintas.
: ercas feiras e sabbados.
Farreas, quintas e sabbados as 10 horas.
Io >mmercio : quintas ao meio dia.
Ditotios: trras e sextas as 10 horas.
Pija ra do civil: trras o sextas ao meio dia
Sega ira do eivil; quartas e sabbados ao
j .
Ministerio do Imperio.
DBCRBTO S. 2,607 DE 30 DE JIMIO DE 1860.
Crea o Imperial Insliluto Fluminense de Agri-
cultura.
Desejando manifestar a attcnro que presto
agricultura, como a principal fon te da riqueza do
estado ; hei por bem crear nesla corle umi as-
sociaco com o titulo de Imperial Instituto Flu-
minense do Agricultura, o qual se regular por
estatutos organisadoa segundo as bases que com
este baixam, assignadas por Joo de Almeida Pe-
reira Filbo, do meu conselho, ministro e se-
cretario de estado dos negocios do imperio, que
nssim u lenha entendido e faca executar. Pala-
cio do Rio de Janeiro, em 30 de junlio de 1860,
J9. da Independencia e do Imperio.Cora a ru-
brica de Sua Magestade o Imperador. Joo
ile Almeida l'crcira Filho.
Basa a ./ue se refere o decreto n. 2.607 denla da-
ta para os estatutos do Imperial Instituto Flu-
minense de Agricultura.
1.' O Imperial Instituto Fluminense de Agri-
cultura tora por especial objeclo animar o dar
desenvolvimento lavoura do municipio c pro-
vincia do Rio de Janeiro, j directamente pelos
nicios ao seu alcance, j indirectamente, auxi-
liando o governo geral e provincial era tudo
quanto possa concorrer para este lira.
2." Compor-se-ha de socios eirectivos, hono-
rarios e correspondentes, em numero Ilimitado
C ser administrado por urna direrloria de nov
membros, com delegados que a auxiliem nos mu-
nicipios de fra, e por um conselho de vinle oilo
membros, corapetindo primeira a gerencia dos
negocios do instituto que nao forera pelo? esta-
tuios expressamenle reservados a assembla ge-
ral. o ao segundo a iscalisnco dos actos"
aquella.
3." Os membros tanto da directora como do
- io liscal, o os respectivos presidente e vice-
presidente, sero nomoados pelo imperador.
." U fundo social ser formado das joias dos
socios etloclivos e correspondentes, das annui-
dades dos primeiros, dos donativos que o insli-
luto receber do governo geral e do provincial, c
dos particulares, da renda do capital do instituto
' de ;udo quanto este vier a adquirir por outros
II!i ; -'.
5." i ministroe secretario de estado dos ne-
gocio.- do impeiio ser considerado presidente ho-
norario do instituto.
6. Serao considerados relevantes os serviros
que forera prestados ao instituto cora zelo, assi-
c lidade e dedicacao nio vulgares.
Logo que forem nomeados os membros da
directora e do conselho liscal, traiaro de or-
,mular sobre estas bases e subraetter approva-
<;ao do governo os estatutos que devem rerer o
instituto.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 do junlio
1860.ionode Auneida Pereiru Filho.
nniIo^, la provincia. aquella comarca, nao hareu-Jo, po.s, qu.ini sup-
n.ri..mn miTS d0S neoclos d0 lra- Pra aUl "sa falta de formalidades, mande V. S
P Tm e ti1" dr T' !?" s r.feridas cotas. P o que as c evolvo
tidn ;, 1 ,'5 nM acamara1dos dePu" =^?mmiinicou-seao chefe de polica,
lados annullado a eleicao dos quatro oleilores da Dito ao mesmoEm vista da conta unta, em
paroch.a de Iguarass pcrlencente ao tercelro .duplcala, mande V. S pagar a An.onio Domin
v er di *eHlt0;a,,dCSSa PT0c,a- W"9 ,Xa" giie? dc Almi,ida Poras/conforme requisiZ o
uer de Andrade Jnior, Antonio Martins d'As- I chefe de polica ora olT.c o de hontem sob n 916
sumprao. Pedro Celestino de Souza Pimentel. e' '
DAS DA SEMANA.
16 Segunda. Nossa Senhora do Carmo.
17 Terra. S. Aleixo; Ss.Victoranno e outros mm.
18 Quarta. S. Marinha v. m. ; S. Rufino b.
19 Quinta. S. Vicente de Paula, f. das irs. de c.
20 Sexta. S. Jeronymo Emiliano ; S. Elias prof.
21 Saibado. S. Prxedes v ; S. Claudio m.
22 Domingo. S. Mara Magdalena; S. Menelo m.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Babia,*
Sr. Jos Martins Alves; &io de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBL'cO.
O proprielario do minio Manoel Figueiroa d*
Faria.nasua livraria praca da Independencia nsV
6e8.
da
Sergio Clementino Soulo Maior, assm o commu-
nico a V. Exc. para seu coohecimenlo, e expe-
dido dos despachos necessarios.
Deus guarde V. Exc Joo de Almeida Pe-
reira FilhoSr. Presidente da provincia de Per-
nambuco.
Ministerio dos negocios do fazenda, Rio de Ja-
neiro 2 de jullio de 1860.
l'lra. e Exm. Sr.Remello a V. Exc. para a
a devida execurao o incluso decreto de 30 do mez
passado pelo qual foi nomeado o bacharel Anto-
nio Epaminondas de Mello para o lugar de cura-
dor geral das heranras jascentes e bens de au-
zenles do municipio do capital dessa provincia.
Deus guarde a V. Exc Angelo JUum: da Sil-
va Ferraz.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
EXPEDIENTE DO DIA 14 DE JULHO DE 1860.
OITicio ao Exra. presidenlo da Parahyba.Nes-
la data expelo ordens convenientes alim de ser
transportado para esta capital, c ter o destino que
V. Exc. requesitou era ollico de 28 do mez pas-
sado, sob n. 8'J, o sentenciado, Trajano d'Azc-
vedo Cruz.Olliciou-se ao commandantc do pre-
sidio de Fernando.
Dito ao Exm. presidenlo do Para.Em a in-
clusa copia do ollicio do coronel coraraandanle
das armas passo s raaos do V. Exc. as informa-
Coes, que ministraran! os commandantes dos cor-
pos em guarni^ao nesla provincia acerca do in-
dividuo de noine Joao Jos, a que se refere o of-
cio de V. Exc. do 22 de maio desto anno.
Dito aoExm. presidente de Minas-Gcraes.Re-
a 2^'1nlia de 6860 "., despendida pelo delegado
doTSazarelh, cora a etape que forneceu ao deser-
tor do corpo de polica da Parahiba, Manoel Jos
da l'aixao.
Dito ao raesmoAnnuindo ao que rao requisi-
tou o chefe do polica, de 12 do corrente. sob n.
adb, reconiinendo a V. S. que mande ind^ranisar
o corpo de polica da quantia de 7$2S0 rs. que
segundo a conta junta, foi despendida no trimes-
tre de abril a junho deste anno com o lorneci-
mento d agua aos presos recolhidos por aquella
reparlicao no quartol do mesmo corpo.Coramu-
nicou-se ao chefo de polica.
Dito ao proenrador Cscale dosfeilos da fazen-
daEm solucSo ao objeclo dos offlcioa df Vine,
oc / de abril ultimo, c de 6 deste mez, sob n-
meros 1 e 2, tenho a dizer-lhe que, segundo cons-
ta a esta presidencia, por communicacao do ins-
pector do arsenal de marinha, de 23 de maio
passado, ja se ofiecluou a demolicao do tra piche-
novo desta cidade cusa do proprielario, e sera
: que para isto fizesse a fazenda despeza al-
Dito ao juiz do direto interino da segunda
varaCom as copias inclusas do aviso circular do
, ministerio da justica de 23 de marro de 1858 e
da circular da presidencia de 19 du'abril do m-
mo anno, respondo ao seu officio de U do cor-
rente.
Dito ao juiz de dreito de Garanhuns-Informe
> me. com toda a urgencia que hospitaes de ca-
ndado cxistera nessa cidade, e se os estrargeiros
sao tambera nolles recebidos medianle, ou sem
paga das despezas do seu tralamento.
Dito ao juiz municipal supplente do termo do
-imoeiro-Ao seu officio de 26 do mez pretrito,
Kiquun Leocadio du trullas. lo-
to o r. director interino do arsenal dc
Snoel Antonio de Jess.Informe o Sr.
inora thesouraria de fazenda.
-Jnoel Antonio Rodrigiws Saroico.Re-
i aSr. inspector da tht'souranj provin-
ci a andar pagar ao supplicante nos ler-
m k
-noel Joaquim de Santa Anna.O di-
re a robras publicas tem ordom para fazer o
pai de que trata.
Errata
jinda parte do compromisso, publicada
|n. 160.no art. 160, aonde se lea
administrarloleia-seda primeira
hinislraco.
EXTERIOR.
de
Ministerio la justica.
Decreto 2.5'Jf de 19 de maio de 1860.
Crea o lugar de juiz municipal e orphaos no ier-
mo de Buique, da provincia de Pernambuco.
Hei por bem decretar o seguinle :
Artigo nico. Fica creado o lugar de juiz mu-
nicipal e do orphaos no termo de Buique, da pro-
vincia de Pernambuco.
JoaoLuslosa da Cunha Paranagu. do meu con-
selho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da juslra, assim o lenha entendido e faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 19 de maio de
1860, trigsimo nono da independencia e do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Joao Luslosa da Cunha Paranagu.
5.a seceo.Ministerio dos negocios da justica.
Ro do Janeire, 21 de junho de 1860.
lllm.e Exra. Sr.Sua magestade o imperador,
a quera foi presente o officio de 15 de setembro
ultimo, do inspector da thesouraria dessa pro-
vincia, expondo que a respectiva contadoria en-
trava em duvida se ao vigario da freguezia de
Nossa Senhora do Rosario, o padre Jos Ignacio
de Carvalho Freilas que tambera lente do theo-
i moral do seminario episcopal, e ao vigario
geral, o padro Vicente Zeferino Das Lopes, que
serve no dito seminario o lugar de lento de his-
toria sagrada e ecclesastica, competem ao mes-
mo lempo os vencimenlos dos referidos empre-
gos, ou se devem optar ura delles, parecendo-
llie haver incompatibilidade no exercicio simul-
taneo das funcres desses empregos, houve por
bem, por sua immediata e imperial resolurao de
2 de marco prximo lindo, tomada sobr con-
sulta da seceo de juslra do conselho de estado,
declarar que nao ha semelhante incompatbilida-
de, e conseguintemente que se devo abonar aos
mencionados padres os vencimenlos que lhes
compelem pelos cxcrcicios de vigario geral e pa-
rochial e os de lente do seminario episcopal. O
que ludo communico a V. Exc, para seu conhe-
cimento e o fazer constar thesouraria era res-
posla ao citado officio.
Deus guarde a V. ExcJoo Lustosa da Cunha
raranagu.Sr. presidente da provincia de S.
Pedro do Sul.
2.a secro.Ministerio dos negocios da justica.
Rio de Janeiro, 25 de junho dc 1860.
Illm. e Exm. Sr.Foi presente a Sua Mages-
tade o Imperador o officio dessa presidencia, da-
tado de 30 de marco ultimo, em que V. Exc. con-
sulta se deve ou n5o subsistir a nomearo de
supplentes do juiz municipal de Maranguapc, fei-
ta pelo rice-presidente que precedeu a V. Exc.
na admiuistraro da provincia, quando ainda nao
tinha sido creado foro civil naquella villa, o que
s agora pode ter lugar, por se verificar que ha
para isso numero de jurados : e o mesmo augus-
to senhor, tendo ouvido o consultor interino dos
negocios da justica, ha por bem mandar declarar
a V. Exc. que, vista dos arls. 16 e 19 da lei de
" ilcdezembro de 1841, a nomearo feila ante-
riormente creacao do furo civil nenhuma, e
por conseguinte nao pode obslar a que se pro-
ceda actualmente nomearo legal.
Deus guarde a V. ExcJoo Lustosa da Cu-
nha Paranagu.Sr. presidente da provincia do
Cear.
Ministerio da Marinha.
Decreto n. 1.059 de 30 de junho de 1860.
Declara que os lentes jubilados da antiga acade-
mia de marinha, tenenle-coronel Jos de Pai-
va e Silva e major reformado Jos Joaquim de
Avilla, tem direto ao ordenado por inleiro, que
"percelnam quando foram jubilados.
Hei por bem sanecionar e mandar que se exe-
cute, a resolurao seguinle da assembla geral le-
gislativa :
Art. 1 A jubilaro concedida por decreto de
2'J dc maio de 1858 aos lentes da antiga acade-
mia de marinha, lenente-coronel Jos de Paiva e
Silva e major reformado Jos Joaquim de Avilla,
d-lhes direilo ao ordenado por inteiro, que per-
cebiara naquella poca.
Art. 2." Ficam revogadas as disposires era'
contrario. Francisco Xavier Paes Brrelo, do
meu conselho, ministro e secretario do estado
dos negocios da marinha, o lenha assim entendi-
do e faga executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 30 de junho de
1860, trigsimo nono da independencia e do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o imperador.
Francisco Xavier Paes Varreto.
rao dessa provincia ao 2" vice-presidente o Exra.
con.selheiro Manoel Teixeira de Souza.
Dito ao commandantc das armas.Faco
a cmara municipal do Recife.Tendo
mandado liinpar o esparo comprehendido entre
fe de polica.
Dilo ao mesmo.Pode V. S. mandar abrir as-
sentarnenlo de praca ao paisano Joaquim Jos da
Costa Barros, que, o!l"erecendo-se voluntariamen-
te para o serrico do ezorcito, foi considerado ap- '
lo para isso. romo Nimia i.r..... h ;______:. (
a
pal o Kecife a expedirao de suas ordens para que
os guardas municipaes vigiera o referido caes
a lira de irapedirem quo alli se continu a deitar
lixo, como se tem feito atagora-
Dito ao director das obras publicasMande
ymc., conforme indica em sua iuformaco de 28
luformaijo do almirante inglez.
Bordo do annibal era Palermo, 3 de ju-
nho.
Dirijo-vos a segqinte iuformaco- 5 respeito
das desgranas causadas na cidade em consequen-
cia do bombardeamento.
Diz-se que era toda a parle o aspecto hor-
rivel. Ha cstabelecimentos que foram inleira-
menle reduzrdos cinzas.
Cora os edificios morreram queimadas algu-
mas familias; as tropas realistas corametteram
horriveis barbaridades. N'alginn pnnin-U ch.i-
de, os conventos, as igrejas, e os demais edifi-
cios isolados, eslao destruidos pelas bombas;
foram lancadas mais dc mil s da cidadella, c
anuos, que este paiz sem esquecer as suas gran-
des e gloriosas tradiceoes, est animado de um.
espirilo novo, que o excita a desejar uir-se aos
Estados de S. M. A. idea da misso sem a
menor duvida, urna raanifeslaro contra a Aus-
tria ; mas nao pode assegurar-se que odesejo de-
fazer parte da Sardenha seja ura movimenlo ir-
rcfleclido.
A proposito d'isto eonvm desvanecer cma
preoecuparo qae parece niui espalhada na Euro-
pa, e que entre como um elemento mais ou ras-
noo propondoranlo do of>inio doe diploraolc09
sobre os senlimento c as asprac.oes dos toscauos.
Dizem que um paiz tao rico de tradicres, cuja'
historias, magnifica e nobre entre" todas as
de junho ultimo, sob n. 200, pagar ao presa Ma-
noel Joaquim de Santa Anna, que tem de seguir
p!" presidia de Fernando, a quantia de ris
4jU, proveniente da parlo de seu salario, que
se acha rot-olliido ao cofre dessa
como trabalhador das obras da
tenro.
reparlirao,
casa do "de-
para o sernco do exercil
o para isso, como consta do termo de inspecro
anexo ao seu ollicio de lionlem sob n. 749- *
Dito ao mesmo.-MarideV.S. proslar em fren-
te da reja de S. Pedro urna guarda de Ia linha
para fazer as honras fnebres do estylo ao finado
Joaquim Roiz de Almeida 2" lente honorario
da armada ; (cando V. S. corto de que expeco
ordens nesla data ao director do arsenal de guer-
ra para fornacer o carluxamo, que for preciso
para as descargas.-Expedm-se ordens ao direc-
tor do arsenal de guerra para fornecer a plvora
>ie mnsquitana necessaria para o funeral.
Dito ao mesmo.Pode V. S. mauui ubi a-
sentamento de prara ao paisano Manoel Aecioli
Santiago Ramos, que, olTereccndo-so volunta-
namenio para o servico do exercilo foi jul--'-
pio para isso como consta do ierra" Ju Inspec-, nrn:.in.,, i......r----- -
gao anriexo ao seu officio 10 do corrente, sob provincia do 1 ara, no vapor Oyapock, em lu-
enonte-coronol Jos de Moraes Comes Fe'rreira *$S^fo&V&:*M^^X\^^*m
ara o cargo de segundo supplente do subdelega- vire de urna lei, pelos cidados de cada mu-
o do lormo do Cabo, terao da freguezia d- nieto.
io nome. Communicou-se ~"' at: P" Srrendo o combipnip. o direilo nam alvo
1 orlaraO presidente da provincia, confor-
mando-se com a proposta do chefe de polica de
26 de maio uliimo, sob n. 738, resolve nomear o
leen'-
pa
do do tormo do Cabo, lerao da fregu
mo nome. Communicou-se
licia.
r...... ^ ar. agento da companhia brasileira
de paquetes a vapor mande dar transporte para
r.r Oyapock, em lu-
gar destinado para passageiro de estado, ao em-
pregado da respectiva alfandega Pedro Borges de
rana, visto nao ter elle ajuda do cusi par.icssa
viagera.
Expediente do secretario da provincia.
Officio ao juiz de dreito presidente do jnrv.
Os servicos do archivista Joo Valentim Viiela
sao indispensavois nesta secretaria, c a sua au-
sencia durante os dias da prosete sesso do ju-
ry desta cidade, em quo est servindo coreo ju-
rado, tem causado transtorno e embaraces na
regularidade do servico da repartico. Rogo,
pois, a V. S. que se digne de dispensar das tra-
bamos do jury esse empregado, para que vol-
le elle ao exercicto dc suas unecoes, como eon-
vm. Aproveilo a occasio para" significar a V.
S. queserei solicito em cumprir suas oidens,
quer tendentes ao servico publico, quer ao par-
ticular de V. S.
Dito ao chefe do policia.-Dc ordem deS Exc.
que lem direito^) soldado dolO batalhao de in- o Sr. presidenlo da provincia, aecuso a recepeo
fantaria Joo do Reg Barros, por haver appre- i, "|1J do. corrente mez, sob n. 9o, pe-
hendido o desertor do raesmo batalho Goraldo 1ua' ? s-.parj'cipou ter concedido a Ernesto
Antonio Fcrreira. | *_ Fre,re Pereira da Silva e demisso que
Dito aa mesmo.
do consta do su
udade Italiana publica um documento que
na/ lido cora agrado pela Austria.
Dpia de um ollicio confidencial dirigido
pcflretario particular de Francisco 11 ao co-
rotisso Marchel, c adiado por Garibaldi em
Pal.
hui o theor desse officio :
thor coronel. O principe Peinilla asseve-
ra codera talvez alistar um milho de ho-
rnea so lhc fez coustar que os podia expedir,
dc para esse elTcito estar do accordo com
He que vos participo conforme a ordem que
rec
alici, 14 de maio de 1860.
fmn expedico de voluntarios que nos
coner partido do Genova, foi bordo de 5
vape de tres navios de relia. Urna corres-
poma de Genova calculava esle reforco em 6
7homens. Cada voluntario leva una eara-
bin una espingarda e 150 cartuchos. Jnta-
me mbarcaram em Genova mais de 600 bar-
ris olvora.
I os documentos contidos nos jornaes de
Pal citaremos :
l ncreto determinando que os crimes de
rou de homicidio de qualquer nalureza serao
pur i com a morle.
I dilo da cojnmissao provisoria das barri-
carfiinvidando lodos os cidados a abrircm
conriicacoes de urnas casas para outras, afim
do nifaclmente corrercra ao ponto onde a de-
fezas mais urgente.
Oi*edito da raesma commisso, convidando
todisicidados que liverem qualquer tecidode
ques ?sam fazer saceos para as barricadas, a
mandas os saceos j feitos municipalidade.
A comrso ta.tibem requisita pela raesma for-
ma os insilios mais proprios para o levanta-
monto isas trincheiras a que o povo tem devi-
do a liblade mais de urna vez.
O decVi conterindo recompensas aos soldados
di pairri concebido n'estes termos :
Arti.0 Quem se liver batido pela patria ter
urnas duzenlas dos navios de guerra, sera contar e que sempro se olfanou de urnas e de historias
a metralha e as balas. outras, nao poderia deixar-se absorver sera dor
O armisticio prolongou-se indifinidamente, e por oulro paiz, ncm perder com gosto a sua cx-
espera-sc que as potencias interponham a sua in- plendida personalidade.
fluencia para impedir maior derramamento de Nao negaremos que esta mancira de conside-
sanguc. A conducta do general Garibaldi durante rar a questo poderia ser exacta, se nossa vi-
a accao, e depois de suspender as hostilidades, da poltica ss limilasse municipal, sendo d'esta
foi nobre egenerosa. \s tropas reaes receberara maneira que as municipalidades italianas che-
ordem de evacuar Trapani e Termini, e diz-se garara a ura grao de civilisarao superior ao do-
que iro retornar a guarniro de Messina. | todos os povos scus circumvis'inhos, o possuiara,
--------- i com o monopolio do comraercio, e a perfeiro
Iuformaco do tice-almirante ao secretario do nas artes, a fon le de toda a riqueza. Mas desdo
almirantado. j o seculo XVI mudou-se completamente esta
Bordo de Marlborcugh, Malla, 7 de junho. ordem dc cousas.
Mylord.Peeo-vos que informis os lords Na Europa consliluiram-se Estados poderosos
commissarios do almirantado, que o Assurance \ o homegenios por meio de annexaroes successi-
chegou hontem, depois de visitar os portos de vas, e a Italia acha-se traca diante d'clles. por-
Girgenli, Marsala, Palermo, aples, Messina c
Calanea.
Sei que por toda a parte a revoluco faz pro-
gressos rpidos, e que reina a possivcl ordem em
semelhantes circunstancias. As vidas e as pro-
priedades dos subditos inglezes parece terem si-
da completamente protegidas e respeitadas pelos
dous partidos.
As tropas realistas evacuarara Calanea ; Ga-
ribaldi estabeleceu um governo provisorio
que tem premanecido dividida. Os descobriraeu-
tos modernos fizeram-na perder o monopolio do
corotnercio europeo, o chegou a ser-lhe impos-
sivel sustentar a competencia com os demais
Estados.
Os italianos leem al aos nossos dias expiado a
sua anliga superioridade, com quatro sceulos do
dependencia econmica e poltica. Nao deve ad-
mirar que, durante este perodo de bumiliaco,
lenhara os tcanos, comoosdemais povos da Iia-

As tropas da cidadella foram enconadas cm lia, procurado encontrar algiima corfSolaro na
Syracusa.
Prorogou-se iridifinidamento o armisticio.
F. W. Slai Un.
n. 746.
Dito no inspector da thesouraria de fazenda.=
Communico a V. S. quo o bichare! Joo Rodri-
gues Chaves enlrou no exercicio do omprego de
secretario do governo da provincia era 18 deju-
nho prximo passado.
Dito ao mesmo.Mande V. S, pagar, sob nii-
nha responsabilidade, como pedo no requerimen-
to Junto o juiz de dreito da comarca do Gara-
nhuns, o bacharel Iheodoro Machado Freir Pe-
reira da Silxa Junioa, oque se lhe estiver a de-
ver do seus vencimeulos a contar de 8 de maio
deste auno, dia em que encerraramscos trabalhos
da assembla legislativa provincial al o uliimo
de junho prximo (indo, visto nao haver crdito
para esse pagamento, e ser elle aoncernente
alimcnlaco desse funecionario publico.
Dito ao mesmo.Devohendo a V. S. os pa-
pis, que acompanharam o seu officio de hon-
tem, sob n. 703, oautoriso a mandar pagar sob
minha responsabilidade a quantia de 8>O00 rs. a
ra. .....vmuuu i itm- i i-icnu ud oiivn e aemissao que
o.Nao havendo crdito, segn-I Pedl. do oniprego de amanuense da secretaria da
a Iuformaco de hontem. sob n. I ?ol,cia e "ceado, Para ? substituir ao bacharel
.
ac
106, para pagamento dos vencimentos do carce-
reiro da cadeia de Nazareth, Antonio Jos Cara-
pello, a contar de julho do anno prximo pasca-
do a margo uliimo, autoriso a V. S. a mandar ef-
fecluaress^ pagamento sob minha responsabili-
dade, por ser o supplicante nimiamente pobre.
Dito ao raesmo.Satisfaro o que V. S, reque-
sitou no seu officio n. 673,"do 6 do corrente, re-
raellendo-lhe inclusas conlas do valor do mate-
rial empregado por occasio de ser collocado o
gaz no palacio desla presidencia, e do consumo
do dito gaz de abril a setembro do anno prximo
passado.
Dito ao mesmoTomando era considerarlo o
que me expoz o commandante da diviso naval
era officio de 12 do corrento, sob n. 122, junto
por copia, recommendo a V. S. que mande pa-
gar, sob minha responsabilidade, o que por ajus-
te de conlas se estiver a dever ao foguista Ma-
noel Goncalves, que desembarca do vapor Via-
mo por ter acabado o seu terapo de sorviro.
Communicou-se ao commandante da estaco
naval.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial
Devolvendo a V. S. a conta que acompanhou ao
seu officio de 6 do corrente, sob n. 276, da despe-
za feita no mez de abril uliimo com o sustento
dos presos pobres do Ouricury, lenho a dizer-lbe
que mande pagar a importancia da mencionada
conta, como se recommendou em 14 de junho
prximo findo, visto ser esta despeza feita com
presos, que eslao na cadeia do Crato, onde nao vi-
gora a legislarlo desta prvida.Communicou-se
ao chefe de polica.
Dita ao mesmoAecuso a recepro do officio
que V. S. me dirigi em 12 do corrente, sob n.
290, communicando haver Joaquim Salvador de
Siqueira Cavalcanli arrematado por 86:100*000
rs. o imposto de 2j500 rs. por cabeca de gado
vaceum consumido no manicipiodo Recife, sendo
fiadores Thomaz de Aquino Fonseca e Francisco
Aecioli de Gouvea Lins. Em resposla ao citado
officio lenho a dzer que approvo essa arrema-
tado.
Dito ao mesmoDe conformidade com a sua
informaco de 12 do corrente, sob n. 288, dada
acerca do requerimento dc Francisco Alves de
Miranda Varejo. autoriso a V. S. a mandar por
novaraente em praca o imposto dc 2{?500 rs. do
gado vacenm que fOr consumido ua comarca do
Cabo, servindo de base essa arremalaco a
quantia de 12:0005000 rs. offerecida pelo'sup-
plicante.
Dito ao mesmoSegundo me informou o chefo
de polica em ollicio de 9 deste me, as conlas da
despeza feita nos mezes de oulubro e dezembro
do anno passado, Janeiro e fevoreiro desto anno,
com o sustento dos presos pobres da cadeia do
Ouricury, cujo pagamento foi por essa thesoura-
ria impugnado, deixaram de ser euthenticados
com ovistodo promotor fiscal, por nao se
Icr ainda feito nomearo desse funecionario para
MUTILADO
aprendo o tornente, o direilo passa salvo
ao ju herdeiro.
A\2. A Dorcao de terit^ e qe trot, 0
arlig )recedeile, ser igual quo se >=o(jir para
cabe, n\ divino, aos chefes de familia pou^c
que pao foren proprietarios, e ser lirada
sortt
N caso qu' os terrenos dc um municipio se-
jamto extenos que excedam as verdadeiras ne-
cessdades dama povoac, os combatentes e os
seus herdeiro tero o dobro do que perten-
cer ios oulro individuos contemplados na par-
lilhi.
Art. 3." No municipios quo nao possuam ter-
retos proprio, estes sero suppridos, para os
termos do preente decreto, pelos bens da cora
e fropriedads nacionaes.
Art. 4o. O iecretario d'estado fica encarregado
da execuco este decreto.
Palermo, 5 de junho de 1860.
(Assignado).O secretario d'estado, Francisco
Crisp.
O dictador, /. Garibaldi.
O cardeal secretario de estado dirigi una cir-
cular aos chefes das raissoes estraugeiras, estabe-
lecidas era Roma, sobre a invasao de alguns ho-
mens, nas fronleiras dos estados pontificios.
E' um documento curioso, de que em seguida
inseramos o texto, c para o qual ^chamamos a
attenro :
Circular do cardeal AnfoneJ/i.
Roma, 21 dc maio.
Como se nao fosse bstanle a violarlo sacrile-
ga daslegacoes nos Estados da Santa S, ne-
cessano crescentar agora urna nova entrada
mo armada no territorio de Vilerbo, por parte de
um bando de refugiados viudos das provincias li-
raitrophes da Toscana.
Segundo a iuformaco do coronel Pmodan, um
corpo de voluntarios de 350 homens, aliavessou
a fronleira no dia 19 de maio. Informado deste
aconlecimcnto era Montefiascone o coronel Fimo-
dan, saho com um deslacamento para encon-
trar os invasores, e conseguio dispersa-los
cate nuu tmeiiiduu trulliiueiiiuiT umita o pa-
trimonio da igreja por homens armados, proce-
dentes de um Estado vizinho, vista dos que di-
rigem os destinos da Toscana, contrario a to-
das as leis internacionaes, aos preceitosdo drei-
to divino e humano, e encher de justa indigna-
co o mundo catholico e todos os governos que
mam a ordem, a justici, e respeilara o direto
us gentes.
O ca-rdoal secretario de estado abaixo assignado
apressa-se 6. comraunicar este acto de vandalis-
mo e de pilhagem. V. Exc, afim de quo infor-
me ao seu governo, cononcendo-o de que se se
nao poc um freio, com o auxiHo das potencias, a ,na podia procurar os elementos de ordem
to inaudita audacia, digna s dos seculos barba- '
ros, lamentaro as funestas consequencias, cuja
responsabilidade recahir sobre os que, pondo de
parte todo o respeito ao direilo, minam as bases
da sociedade.
CardealAnlontlli.
Joaquim da Cosa Dourado.
Dito ao inspector da thesouraria de fazer da.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
transmillir a V. S. o incluso officio da secretaria
do ministerio da fazenda de 6 do corrente, com-
municando a remessa de 20:00j?0OO em inoeda
de prata.
Dito ao regedor do Gymnasio.S. Exc. o Sr.
presidente da provincia manda coramuu.car a
V. S. que, segundo declarou o inspector di the-
souraria provincial em ollicio da hontem, sob n.
291, o fiador do oconorao desse Gymnasio An-
tonio Maria de Miranda Seve, o nao o tenenle-
coronel Jos Gomes Leal, hoje fallecido.
Pela secretarla do governo communica-se ao
Sr. John Donnelly que, segundo consta do parti-
cipado da repartirlo do imperio de 25 do junho
ultimo, o reauerimenlo era que pede privilegio
para fabricar gaz hydrogeneo extrahido de urna
especie de trra por elle adiada nos morros dc
Camaragibe, leve por deferimento que o suppli-
cante deve apresentar os ttulos do seu dominio
sobre o terreno, em que foi adiado, e pretende
extruhir aquello producto,
Despachos do dia 14 de julho.
Requerimentos.
790.Antonio Jos Campello, carcere ro da
cadeia-do termo de Nazareth.Drija-se the-
souraria de fazenda, a quem se expede od;ra pa-
ra o pagamento requerido.
791Antonio Ferreira da Costa Braga.Es-
pere que baja crdito.
792.Adelo Antonio de Moraes.Remet-
lido ao Sr. inspector da thesouraria provin-
cial para mandar pagar ao supplicante nos ter-
mos da lei.
793.Companhia da estrada de ferro.No
tem lugar oque requer o supplicante lista da
informaco.
797.Domingos Luiz d'Albuquerque.Em vis-
la da iuformaco do inspector da thesouiaria
provincial nao tem lugar o quo requer o nuppli-
canlc.
795.Francisco Bolelho de Andrade.Prove
o supplicante ter bemfeilorisado o terreno, segun-
dla condico expressa em seu ttulo.
796.Francisco Antonio Correa Cerdoso.
Informo o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
797.Francisco Alvos do Miranda Varejo.
Concorra o supplicante a nova arremaco do
imposto que pretende.
798.Francisco Firmino Monleiro.Informe o
Sr^ inspector da thesouraria dc fazenda.
799.Gumares & Oliveira. Remetido ao
Sr. inspector da thesouraria provincial para man-
dar pagar.
800.Jos Miguel de Lyra, ajudanle dos con-
fereates da alfandega.Informe a administra-
co geral dos estabelecimenlos de caridsds.
801.James Robert.Junto documento com-
probalorio do que allega.
Escrevemie aples, fazendo a seguinle dcs-
cripeo dos nconteciraentos, que precederam a
tomada de Pilcrmo :
O Jourial Officiel tinha anonadado que os
voluntarios >e Garibaldi haviam sido batidos a
25 era Crleme. Os estratgicos explicaram esta
derrota apreentando-a como um engao de guer-
ra, destinad) a afaslar as tropas napolitanas do
Palermo. O estratgicos tinham razo ; a retira-
da dos volmtarios e dos Sicilianos sobre Corleo-
ne nao era nais do que um engao para distra-
er as forQa: do ei. Quando as tropas, attrahidas
pela sua prdendida victoria, estavam muilo en-
volvidas n,- montanlia em perseguico dos re-
voltosos, laicaram-se resolutamente os habitan-
tes de Palemo, io domingo 27, s 4 horas da
manhaa, sd>re as tropas reaes.
As 6 hars da manhaa, um ajudante de cam-
po de Garitaldi, seguido de um consideravel nu-
mero de tripas voluntarias, entrou na cidade pe-
la porta deS. Antonio, o logo depois coraer.ou o
bombardeamento, nao um desses bombardes-
menlos ordinarios, com melralha e balas, que
nao merecer o terrivel nome que se lhes d ;
sram verdadeiras bombas incendiarias que o for-
te vomilava sobre a cidade, e que o governo do
rei lanrava sobre os subditos do mesmo rei. Des-
de as seis horas da manhaa, at urna hora de-
pois do muio dio, cram cm Palermo lancadas
duas bombas por minuto ; desde enlo diminuio
jm pouco esta violencia, aera duvida por falla de
muoices, e as bombas cahidas al noilo com
inlervallos deum, dous, e tres minutos, o duran-
te noite, com inlervallos maiores.
Ao anoitecer de 27 entrou Garibaldi em Pa-
lermo, cora reforcos. Bateu-se toda a noite em
frente do palacio real, quartol Je S. Jacorao, e
fra da cidade contra as tropas quo regressavam
de Carlcone, da planicie de Greci e de Parco. O
exercilo realista era por toda a parte batido e re-
pollido, primeramente pelos habitantes, depois
pelos insurgentes e voluntarios. As quatro horas
da manhaa do dia 28, as tropas abandonaran] as
prisoes d'onde pelo menos sahiram 6,000 pre-
sos.
partida do vapor austraco, que nos trou-
xe estas noticias, ainda o forte de Castel-Camare
eslava em poder do general Lanza, e continuava
tambera o bombardeamento que recomecra 28
s 10 horas da manhaa ; mas a cidade era de Ga-
ribaldi, e a bandeira italiana fluctuava por toda
a parte; j era governada por urna commisso,
composta de habitantes de Palermo escolhidos
d'entrc os mais honrados. As bombas causavam
horriveis o monstruosos desastres.
Calcula-sc em 29,000 homens as forras de
que ento podia dispor Garibaldi.
a Calanea insurgio-se, e em toda aparte se v
a bandeira tricolor. Em Syracusa arvorou o cn-
sul inglez a sua bandeira duranlo a insurrelcao;
mas as tropas realistas, julgando quo era um sig-
nal para a revolla, fizeram fogo sobre a casa con-
sular, flcando ferida a esposa do cnsul, e algu-
mas correspondencias dizem mesmo ter mor-
ado.
A respeito do estado de Palermo, vamos em
seguida publicar as informacos dadas pelo almi-
rante e Tice-almirante inglezes, aos lords com-
1 misarios do almirantado brilannico.
Como sabido a Saboia foi annexada Fran-
ca ; ha pouco toraou o imperio posso d'aquellc
novo territorio. O comraissario extraordinario,
mandado pelo governo Francez espalhou sua
chegada a Charabery urna prochraa^o em que
se elecila pela annexaco.
Era Turin larabem o general Fanli, ministro
da guerra, era urna ordem do dii ao exercilo sar-
do, trata da jseparago dos povos saboianos. Em
seguida publicamos estes dois documeutos :
Ploclamaro de Laity.
Habitantes da Saboya : Esto cumpridos os
vossos desejos. Munido de plenos poderes dc S.
M. o imperador, acaba de assignar com o com-
missario extraordinario de S. M. el-rei da Sarde-
nha a acta que comprova a entrega do territorio
saboyano e a sua unio Franca. Desde hoje
sois francezes por nacionalidade, como j o eris
pelos senlimeulos. Em nome pois do imperador
recebo-vos na grande familia, dilosa e altiva,
quando vos abre os bracos. Confundidos os nos-
sos com os vosso interesses, sero d'aqui por di-
ante objeclo da constante sollicitude do sobera-
no que tanto tem elevado a gloria e a prosperi-
dade da Franca.
Viva o imperador I
Viva a mperatriz !
Vita o principe imperial.
Chambery, 14 de junho de ^1860. O senador
do imperio, comraissario extraordinario.
A. Laity.
Ordem do dia do exercilo sardo.
Officiaes, sargentos 6 soldados No momenlo
de saparar-nos dos nossos anligos companheiros
dc armas de Saboya o Niza, julgo ser interprete
dos senlimenlos de todo o exercilo. mafestando-
vos a profunda dr que nos causa esta separa-
cao.
Saboyanos c Nizanos, nossos companheiros du-
rante muitos seculos, lauto na boa sorle como
na adversidade, to fiis bandeira da casa da
Saboya que haveis illuslrado om tantos campos
de baialha,eu vos saudo em nome do exer-
cito.
As glorias communs formara as nobres tradic-
roes do anligo e novo exercilo italiano, que se
exaltar recordando-se dos actos histricos que
havia praticado no espaco dos ltimos dez annos
nos campos da Lombadia, e da Taurida. Sera-
pre tendea sido um modelo de bravura e disci-
plina sellando com o vosso generoso sangue os
tossos juramentos do fidelidade ao mais valenle
dos reis, o concorrendo pare a reconquista da
independencia da Italia.
A Franca, esse nobre c grande paiz, recebe-
vos com "tilhos. Nos, no meio da dr que nos
causa a separacao, lemos a consolaco dc pensar
que as duas nacoes, quo ainda nao ha um anno
combatliam juntas pela causa de um direilo sa-
grado e da civilisajo dos povos, marcharm
sempre unidas para o Iriumpho ds justica e da
liberdade, e em urna poca, talvez nao longe,
vos saudara de novo os tossos irmos d'armas
com o grito da victoria.
Turin, 15 de junho de 1860.O mioislro da
guerra.
A/. Fanti.
Despacho dirigido pelo\baro de Jlicasoli ao conde
Cavour.
Florenga, 4 de marco de 1860.
Exm. Sr.
Faz dez mezes, e ainda se poderia dizee faz dez
recordares do passado aliviando o peso da sua
escravidao rom o culto das artes, e urna esmera-
da civilisaco. Mas esta raesma civilisarao de-
via tornar-lhe mais insuporlavel a escravidao o
a inferioridaJc sobre ludo quando to odiosa es-
cravidao era imposta pelo eslraugeiro, e quando
tanta iulerioridade proredia da preponderancia
dos outros pases.
Se o espirito municipal existia ainda na Tos-
cana, a obra dosseculos, a oppresso austraca,
e o mo governo das principes o destruirn! o
aniquilaran!. Similhante esclusivismo foi substi-
tuido por urna idea maior c mais fecunda ; a
idea nacional. E a Toscana precisamente pela
sua vaneada civilisarao doria sustunlal-a cora
enlliusiasino.
O que os loscanos chamam da sua propria an-
tonoraia, o amor d'ssas irislilue,oes qup admi-
rara a Europa, inslituioo que a Toscaua possuiu,
e que fez forlalecer, nao porque fosso um Estado
soberano independente, mas apesar de ser ura
Estado pequeo e dependente.
A Toscana repugnaiia decerto deixar-se absor-
ver por um paiz eslrangeiro, e terogenico, quo
houvcsse querido collocal-a era un estado do
i.-.i/u. ij.j. *.l*>tv w ..no po i \jjo oc re
pula odianlada na civilisaco, e por isso devo
suppor-se-lhe inlelligcucia e coudiccao que po-
de fazer valer.
A Toscana, assim como os Estados da Ita-
lia, passou pela dolorosa experiencia da este-
relida de o pouca scguranr.a das institu-
coes nos pequeos Estados ; vu na sua exiaui-
dade urna araeara perpetua para a sua civilisarao,
e o que se classilica de amor a sua anlonomia,
na realidade o desojo de eograndecer-su e for-
lilicar-se para a sua propria defesa.
N'ostc estado de cousas, onde que a Tosca-
e de
forras compativeis cora as suas uecessidades o
com a sua nalureza.
No completo exercicio o applicaQo dos princi-
pios de 89, que sero a gloria iramorredora do
Napoleo I por ter semeado na Europa o seu
germen, e de seu magnnimo predecessor por
haver favorecido c protegido o seu desenvolvi-
mento e a sua fecundaro : enconlrava-se no>
raesmo tearitorio que a Austria, inimiga de to-
do o progresso moral e civil dos povos, compri-
midos por ella com o governo da corte de Roma,
e com o de aples, governo a que Europa tem
solemnemente estigmalisado como negativo da
civilisaco.
O amor d'essas nobres tradiceoes reunia-se
aqui, e combinava-se com o instinclo da sua
propria consnrvarao para lhc fazer procurar o
seu appoio em urna torca homognea. Esla for-
ra, impondo-se-lhc por meio da sua unio ao
reino sardo, entrava leal e resolutamente na sen-
da da nacionalidade e dajliberdade. Assim selho
garantiu a conservaco de suas tradicres, e sua
applicaQo marcha' civil e poltica.
Na sua unirlo com a Sardenha encontra a Tos-
cana as condiccoes de ordem e de forca que lhe
garanlem a prosperidade interior e o respeito ex-
terior, assegurando a eslabelidade das institu
coes e a independencia da naco. Sujeita Aus-
i" i a._ a Toscana reconhecia negociarlo das con-
diccoes vitaes da existencia de um povo. E' as-
sim que idea da unio era ao mesmo lempo
una mafeslacao contra a Aulria, e um rasoavet
desejo de unir-se 5 Sardenha.
V. Exc. acaba de exporcra as ideas francezas
relativamente qucslo da Italia Central. Con-
sidero como um devr de lcaldade da parte do
governo espaldar estas ideas entre os toscanos, o
estou certo de quo o chamamenlo que lhe faze-
raos por meio do suftragio universal nao estar
em cootradicro com o desejo do imperador,
por isso sao grandes e numerosos os ttulos de
reconhecimento d'cstes povos dos outros da
Italia.
Repelindo a V. F,xc que o governo nao pode
acceitar a responsabidade de urna resolurao difi-
nitiva, asseguro-vos que ser raantda a absoluta
liberdade da votaco, de maneira. que da urna
do sulfragio universal ha dc sabir pura o sincera
a manifestaco dovontade nacional. V. Exc. po-
der, se o julgar opporluno, communicar estas
consideracoes ao baro de Talleirand e fazer d'el-
liso uso que conveoha,
B. Ricasoli.
[Jornal do Commercio de Lisboa).
INTERIOR.
RIO DE .lAMIIt.
8dejnlhode 1860.
Nao houve hontem sesso no senado por falta
de numero.
Na cmara dos deputados, hontem. o Sr. Mar-
linho Campos fundamenlou e apresentou um re-
querimento pedindo informac,6es ao geverno acer-
ca do recrutamento de dous guardas nacionaes
do 2o balalho de cacadores, Marlinho Cortes e
Rodrigo Feliciano Jos Maria, e em que data o
commandante superior reclamou a soltura desses
guardas ; quantos suardas nacionaes foram na
corte recrutados a 28 e 29 de fevereiro e Io do
marco do corrente anno, e tendo sido todos sol-
tos, "se o foram pelas reclamacoes dos respectivos
officiaes, ou se provaram iseces legaes ; o fi-
nalmente o quo tem sido pratica no corpo poli-
cial da corte quanto aos guardas nacionaes recru-
tados para esle corpo, se reclamaren! e informa-
reis, os respectivos com mandantes, se justificaren!.
os recrutados as isenQes legaes, ouvido para
este, como para os outros quesilos deste requeri-
mento, o commandante superior da guarda na-
cional da corte. Este requerimento ficou adiado
por pedir i palana o Sr. ministro da marinha.
1 -I. [ 9
ILEGVEL


;t*)L
ra a legaba?
'
Conlinou em seguida a discussao do projectfll '? llSa' de reforma eleiloral. raram os Srs. Virialo e j se l,illra0!i I^ogucira Valle da Gama.
Trunco da Aloieida, flcando a discussao adiada.
CiAfilO DE l^ERgAHltCTERCA PEltU ft BE 3ULHQ DE 1860,
9
Por decretos do 26 e 28 de juuho e de 4 do cor-
rento foram aprsenla Jos:
O padre Lino da SilveiraGusrao, nafreguezia
de Nossa Senhora da Conceijo dos Lcuoes, da
diocese da Baha.
O padre Francisco Porfirio do Rosario, na ca-
deira de conego da S de Marianna.
O padre Jos Mara Monleiro de Barros, na fre-
guesa de S. Gonzalo da poole, da diocese de Ha-
ianua.
Foram aceilas as renuncias que fizeram :
O padre Milito Maosu Manilo, da freguezia de
Sant'Auna, do Rio Capini, da diocese do Para
O padre Jos Joaquina Graciano de Pina, da
freguezia de Santa Amia da Chapada, da diocese
de Cuyab.
Foram nomcados :
O bacharel Jeronyrao Jos de Campos Curado
l'lcwy, juiz municipal c do orphos do termo do
Catalo, da provincia de Goyaz.
O bacharel Gustavo Julio Pinto Pacca, juiz mu-
nicipal e de orphos do termo de Silveiras, da
provincia do S. Paulo.
Manoel Jos da Costa, coronel commandinte
superior da guarda nacional do municipio do Ca-
bo, da provincia de Pernambuco.
Manoel de Jess Conceicao, tenentc-coroncl
commaudantedo balalhao de iufanlaria n. 36 da
guarda nacional do municipio de Milagros, da
provincia do Cear.
Jos Antonio de Carvalho Lima, tenente-coro-
nel coniuiandante do balalhao de infantaria u. 5
da guarda nacional da provincia do Sergipe.
O lente Vicente Ferreira do Anuda, capilao
quarlcl-mestro do commando superior da guarda
nacional da comarca de Sobral, da provincia do
Cear.
O tenente-cirurgio Francisco Manoel de Oli-
veira Gondim, capilao cirurgiao-mr do mesmo
commando superior.
Foram reformados :
Joo Coclono Barroso Pereira, tcncnlu-coiouel
chefe do estado-raaior do commando superior da
guarda nacional da comarca de Sautarem da
luoviucia do Para, no posto de coronel.
< toi removido da legaeo imperial em Lis-
boa para a de Londres, o addido de segunda cas-
se Joo do Magolhaes Collaco Yallasques.
O Dr. Joao Hentique Branne, medico resv'ente
na vil do Nova Friburgo, foi iiomeodo cavallei-
ro da ordera da llosa por decreto de 8 de junho
ultimo.
lempo rellectir
nhego-o; o
Ah! Sr. ro
minha
em
res-

,.oud^ o uegocianlico-
* Uc dos que roume
m-varam tl&0 A1ui me choda
'"p'.ilia, proraplo estou
DIARIO DE PERNAMBUCO-
Pelo vapor inglez Uadaglena, recebemos jor-
naes do Rio que adianlam 3 das, aos viudos pelo
O yapock.
Eis o que da leitura dellcs colheraos
Minas Geraes, 29 de juuho, Foi concedida a
demisso pedida pelo inspector da mesa de ron-
una" "", v''u|" caiuu a emme
icr ,que.r aetTI0 ^ que se paglhe ..
j que nao me perca, e de raeus pcW Joanna, branca, 8 das, espasmo.
Mana, parda, 4 anuos, angina.
Jerema, preta, escrava, 2 raezes, espasmo.
Tertuliano, branco, 13 raezes, escarlatina.
Joo, branco, 1 nono, gastro intente.
Miguel, preto, escravo, 3 mezes, colite aguda.
se compadwa...
de sea coracao .
honra. Aqu est poia usta loja, d'ella %i-
ta fazeuda para veslir sua mulhcr e he
baste : se algum dia pnder pagar-rae-ha
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Temos queixas d? que na Torre, la-
do dos sitios que fie;m no carainhoigo
engenho, nao podem ler socego os ires
5. Paulo, i de julho.-Tevc lugar, na tarde, f",' i& d Cna-a? 0L serla0 Para *-
do dia 29 do passado. a trasladarao das .{9 S uF n^ '"" TI?*!* 0
da igreja de S. Pedro, notamente re, dilcad. fZ K' n "f baldl do. P0
Durante todo csse dia e os seguimos, h turaran T oX ^"."""^ P' ,d'
grandes festividades religiosas, que foram muito Cat" par3 er "oimodain i
coucorridas. Nenliuin tacto ::c havia nado que
perturbasse a lianquiladc e seguranea pJblica.
Rio de Janeiro. Por decreto de'll dp passa-
do lu agraciado com a commenda da oldem de
Christo, o Sr Verissimo Alves Barbos!, uego-
cianlo da corle.
Foi nomeado cavalleiro da
Nao se assuste, beaue]Honorio, pardo. 18 mezes,"desinteria.
miseria ni a Mariana Escolstica Leile, branca, viuva, 50 an-
nos, phthisca pulmonar.
Anna Claudina Rosa, branca, solleira, 75 annos,
interilc.
Jos Domingucs de Castro, branco, casado, 36
annos, gangrena no escroto.
Bokas Soham Caracelly, branco, solteiro, 40 an-
nos, gastrite.
Precilla, parda, 1 anno, escarlatina.
Couslanca Maria de Carvalho Raposo, branca,
casada, 28 annos, phlhisica.
Antonio, preto, solteiro, escravo, 70 annos, ana-
zarca.
Hospital de cauidade. Exislem 61 ho-
mens e 57 mulheres, nacionaes; 7 homens 08-
trangeiros, e 1 escravo, tolal 126.
Na totalidade dos doeotes exislem 37 alienados,
sendo 30 mulheres e 7 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Piulo s 7 horas e 35 minutos da manhaa, pelo
Dr. Dornellas s 8 horas da manhaa.
Fallecern) no dia 15, 2 mulheres, sendo 1 de
diarrha e outra de phlhisica pulmonar e 1 ho-
rnera de diarrha.
i entrada de vaccas era s<:us sitios, e daidoi
I com o arrombamenlo d3 suas cercas, iem-
se dado por muias vejes com pessoacsi-
dentc.
Nao deixem de lonrnr esta advorlcmjjo)
1
ordem da Rosa, o
Dr. Joao Henrique Branne, de Nova-Fribi)rgo.
L-se no Crrelo Mercantil: |
No dia 5 do crrenle a commissao agron-
mica e hydrographica, estando no mar pillo da
Bahia de volla de Pernambuco para o Rio Ue Ja-
neiro, observou a oeste depois do por do sol um
cometa brilhaule na ultura de 30 de dccllnai o
norte.
Este astro tornou-se visivcl quando o sol es-
lava cousa de 8 abaixo do horisoute. Sua fcauda
lanuna n. 19 da guarda nacional da provincia do
Ro de Janeiro, no posto de major.
O ncleo linlia
segunda grandeza.
No dia
o brillio de urna estro la de
Foi declarado sera cfTeilo o decreto que recon-
duzo o bacharel Manoel Amonio de Oliveira no
lugar la Maiondade, da provincia do Rio-Grande do
iSorte.
Foi aceita a renuncia que Jos Anastacio Lo-
pesias da serventa vitalicia dos officios dla-1
elliao do publico, judicial e olas, e escrivao
das execucoes criminaos do termo de Santo An- I
i nio de S, da provincia do Rio de Janeiro,
riveram merc da serventa vitalicia :
Joiquim Raimundo de Carvalho, do officio de'
do ncleo c igual ao urna estrella de lercei
quarta grandeza.
, A poaigo do cometa foi determinada ho
' 8) larde pela commissao.
Consta-nos que Sua Magestade o Imperador
ou
tem
de Auslria condecrela
Os Srs. ministro de eslrangeiros e consell
ro Paulo Barbosa com a gr-cruz da Coioa
Ferro ;
O Sr barao de
de Francisco Jos :
Sr, Dr. Jacobina
Taraandar com a gr-c
ei-
de
u/.
fructos serao o evitarem-se questocs e r
sao inconvenientes por lodosos principi
A caixa filial pai.a o dcimo tercehvi
acudo, relativo ao semestre fiado em iu ro
ximo passado, na razo de 105 por cada o.
O prazo para o descont gradual ) "i
no valor das sedulas de lji e 5g, que vaoubi
| muidas, c que j se achara era troco me
competente, deve comecar a correr do ja
neiro do auno futuio pjr diante, segua or-
dens do thesouro nacional.
As sedulas de 1>sc da primeira ea, c
as de j3 da terceira.
'lonlem leve lu;ar a festividadeiosi
aa benhora do Carmo, no convenio erao
nome sendo ella celebrada com o espleque
os huios do Carmello costumam nelii.ro
desenvolver. '
Por portarla da presidencia de Hr-
renle niez. fui concedido a Manoo
ronscca Ga'
CHRONICAjIUUICIARIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 16 DEJLLUO
DE 1860.
Uuiio de Jos Cypnauo Anluncs, podindo se
mande passar titulo de ageule de leilo, visto ler
prestado lianca perante o juizo do commcrcio.
Passe.
Oulro de Joao Tires de Alraeida Lopes e Ma-
noel Jos de Miranda, ja informado pelo Sr. des-
embargador fiscal, pedindo o registro do seu
contrato social.Dcclarem a forma da nomeaco
dos arbitros.
Oulro de Manoel Francisco de Jess Veras, en-
tregando carta de registro do hiate nacional Flor
do Brasil.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Oulro do Francisco Jos de Santa Anna, pedin-
do a entrega da carta do hiate nacional Flor do
Brasil, depois de postas as competentes notas.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Oulro de Joao da Cruz Macedo, pedindo regis-
trar o conhecimento do imposto do ollicio de cor-
rector geral.Registre-so.
Oulro do mesmo. pedindo a entrega dos livros
do finado corretor Roberls.Como requer.
E nada mais havendo a tratar-se, o Sr. presi-
dente encerrou a sessao.
SESSAO JUDICIARIA EM 16 DE JULHO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEUBARtiADOR
SOLZA.
Secretario, Julio Guimares.
A urna hora depois do meio-dia, echndo-
se presentes os Srs. desembargadores Villa-
res e Silva Guimares, c os senhores deputados
Lemos, Basto eSilveira, o senhor presidente de-
clarou aberla a sessao ; c foi lida e approvada
a acta da anterior.
Nao pode haver julgamenlo por faltar o Sr.
desembargador Guerra.
E nada havendo a tratar o Sr. presidente en-
cerrou a sessao.
Joi da
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
SOLZA.
As 10 horas da manhaa, achando-sepresentas
os senhores depulados Basto, Lomos, e Silveira,
o Sr. presidente declarou aberta a sesso.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
Lcu-se o seguinte
EXPEDIENTE.
L'm aviso do ministerio da justica, declarando
competirem aos conservadores do commercio os
emolumentos da tabella que acorapanhou a por-
tara de 4 de maio de 1852.Mandou-se cumprir
e registrar.
Foram prsenles os mappas seracslracs do tra-
picho Companhia edoarmazem de despacho de
Joao Baptista de Modeiros, e as colacoes officiaes
JURY DO RECIFE.
SESSO EM 16 DE JULHO DE 1860.
Presidencia do Sr. Dr. juiz de dirello da pri-
meira vara criminal Bernardo Machado da
Cosa Doria.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldi-
no de Gusmo Lobo.
Escrivao interino o Sr. Antonio Joaquim Pe-
reira de Oliveira.
A*s dez horas da manhja, presentes o Dr.
juiz de direito, Dr. promotor publico e escrivao
interino Oliveira, osle procede a chamada nomi-
porteiro da chancellarla da relarao do Maranhao. jff
Jos Raimundo Ewerloii, dos officios de tabel- n
liando publico, judicial e olas, e escrivao do or-
r-haos, capellas e residuos, do termo de Pastos-
lons, da inosraa provincia.
e chela de divisan Dicto
Ignacio Tararea com a commenda de Francisco
Os Srs. Dionysio Feij e Dclamaie com a
commenda da Coroa de Ferro ;
Os Srs. Dr, Ignacio Jos Garca, Candido Jo-
? s Ferreira, Francisco Pinto de Mello e oulro se- !
o aposentado Carlos Jos Ferreira Chaves,, nhorcom hbitos da ordem de Francico Juse I
amanuensedr secretaria de polica da provincia I No dia 2 do crreme alguns acadmicos e '
an m.. f1enJ",e.,ro' Cm o ordenado proporcional, oulras pessoas da provincia ,1a Babia deram u
ao seu lempo de semeo. grande janlar no hotel Lofebro.
lo perdoada a Jos Alves da Fonseca a pena! A sala eslava adornada com os
ot ous anuos de prisao e mulla correspondente Srs. arcebispo da Bahia, vlsconde d.
melado do lempo, a que foi condemnado pelo
jaiz municipal do termo de Nilherohy. !
loi commulada em 200 para o instituto dos '
surdo-muosa pona de um moz de prisao e mul-
la correspondenle a melade do lempo, em que
fot condemnado Jos da Molla Panos por sen-
cfirS. J CU da SOgU"da w da
retratos dos
.. Jequiinho-
ona, conselheiros Sai aira e Souza Franco, vis-
conde de Caravellas, Jos Bonifacio, Marlim
Francisco, Amonio Carlos, Rodrigues dos Sanios
e Badar, com um quadro representando a fa-
milia imperial e um oulro o successo do dia 2
de julho.
Durante o janlar, que foi presidido pelos Srs.
Drs,. Jos lavaros Bastos e Marlim Francisco, li-
d.ri\'ra,m/ecolhido:1 casa de deteinc,
das H e 15 do crreme, 9 homens ; sel li,
vrese 6 osera vos a saber: 2 a ordemTDi
efiere de polica, 3 a oidem do Dr. del d>
I dislnclo, 2 a ordera do subdelegado icife
e 2 a ordera do da Boa-vista.
s- Bxc. o Sr. presidente da pii.
acompanhado pelo Sr. che fe dedivisao, ctai-
danlo de eslaco naval, pelo Sr. inspeclola-
senal de matinha, e pelo Sr. comrnan.lads
armas interino, visitn I onlem ao meio div;-
por de guerra inglez Ar.lent, onde S. Exc, n-
lodas as lionras devidas '
cebido
denria r IU'pCri' 0paildo a presi-
m r ,7 d uU a, S"la-ren'-se a^eu lado o Sr.
? ,dlAfa'!CSe,ISC0l,dc d0 aborahy.o
1 presidente da directoria, e o 2" presidente do i
conselho fiscal; epara servirem de secretarios os utu S0.bs6r,Pca?. -Jo tot
Srs. conselheiro Luiz Pedretra do Coulo Ferraz o i a lecessaria para liberdade di
Dr- Jernimo Jos Teixeira Jnior. Vahta. Lo-se no Diario da
Tomando em seguida a palavra, S. Exc. cxnoz
("ue^W'XaS^^Pi&W^
dala proteceo do S. M o Imperador : e era se-
; la leu os diversos decretos de 8 do correle
pelos quaes S. M.so dignou organisar a directo-
ra o o conselho fiscal da maneira seguinte :
Presidente da directoria, rairquez de branles
Vice-presidente, barao do Mau.
Tlesoureiro, viscoude do Ipauoraa.
Meoibros da directora, marquez de branlos
barao do Mau, barao de Nova Friburgo, barao
de S. Goncalo, Dr. Joio Manuel Pereira da Silva
viscoude do Barbacena, Dr. Luiz Peixolo de La-
cerda VVerneck, Nicolao Antonio Valle Nogucira
da Gama, Dr. FroJerico Leopoldo Cesar Buril-
maqui.
Conselho fiscal, presidente, viscoude de itabo-'
rahy, vice-presideule. conselheiro Jos Ildefonso
de Souza Ramos.
Membros do conselho, viscondo de Ipanema
visconde de Bomlim, conde de Baependy, Fabia-
no Pereira Brrelo, bario de Piraquara, Luu Ju- i
s de Carvalho Cardoso, commondador Manoel
Aiitonio Ayorosa, barao do Guando, barao do IV a camloho se pde do volla para' sua casa
lyuo'Alferes, ccmmendador Jos de Souza Bre- do vencido havia Igumas legoas, des...
rtNu! i g?8' .v,conuc d. Araruama, ba- lhe apresentam dous homens armados ; ola
ivrn?ri r' S*peb1s, Julio Baplis- g... o diuheiro que ah trazes dai-nos e sen
ta 1 ereira, Caolano da Rocha Pacova, barao de tem-a '
.ampo-Bello, Dr. Jos Joaquim Teixeira Leile
barao do Tingu, bario da Parahiba, barao de
1 labanha, Francisco Piulo da Fonseca, Camllo
Joso Pereira de Faro, barao de S. Joao do I'riu-
.. qu
una banda de msica locasse emquanlo ella
durou.
No fim do janlir aprosenlou-se urna velha
rouduzindo urna lilliinha escrava Organisou-se
al excedeu som-
a criaura.
Bahia':
Jtocebemos folhas da Cachoeira com dalas
al 7 do crreme.
.-'......';- -------.----------!l- '- ,:- i :.,-------...
no lugar deuuminado Embaubcira o Sr. Podro
Francisco Banetto Portella, branco, casado, com
nios, e genro do finado Podra. Al s 7 horas
da referida noite fura visto por muitas pessoas o
assassinado n'esta cidade; e oulios o virara
passar com deslino sua (azoada acompanhado
do sua sogra c filhos que se achavam em casa
do Sr. adrogado Manoel Galdino de Assis, por
ser osla especial amiga da mi do Sr. Assi*. A
pobre senhora e (Unos amanlieccrai" a es-
trada fazendo companhia ao cada"".
lii/.om que o paciente passando por esle lu-
gar vira um vulto, o .(ue nao o oouheccndo cor-
lijara, recebondo pouco distante do 10 passos
um liro junio ao ouvido. Procedou-se ao corpo
do delicio ca polica emprega os mcios de des-
cubrir o assassino.
L-se na correspondencias de Sania S da-
tada de 1 de junho dirigida ao Progresso olha
que se publica na Cachoeira.
Um negociante do Urub s Larras foi com
gados, vendidos os quaes e na posse dos cobres,
quan-
ilgumas legoas, de sbito se
ami-
in de-
cora iUUaj us uoiiras oevuas jala
posicao, leudo o vapo a guamicao nasea I
tamo o Sr. enraman Jame do rdentjo }
da fuagata Leopard, que se ucha sefrdt,
moslraram todo o navio S. Exc, o quaa
era perfeila ordoni, div sando-se por lodLai-
le um asseio nolavel. Como o navio lea
senao quatro peras, e prohibido salycon
menos de dez, aquolles otTu-iaes pediramjcu-
pa .. S. Lxc. por nao fa; e-lo.
Relirando-se S. Exc. daquelle vaso, diio- o brigue-l'*
raed,
l
islrado
tre-se.
Oulro de Joo da Cruz Maredo, preposto do i
agente de leiles Oliveira, pedindo o registro do
conhecimento do pagamento do imposto annuo
do ollicio deste.Registrc-so.
Oulro de Francisco Ignacio Pinto, pedindo ser
nomeado agente de leiles.Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
Outrode ArphelimJos da Cosa Carvalho, pe-
dindo o registro do conhecimento do imposto an-
imo do officio de agento de leiloos para que foi
nomeado.Registre-se.
Outro do agente de leiloes Hyppolilo da Silva,
pedindo o registro de igual conheciinenlo.Re-
gistre-se.
Outrode Mililo Borges Uchda, pedindo regis-
trar o conhecimento do imposto de seu ollicio.
Registre-se.
Oulro do Vicente Caraargo, pedindo o registro
de igual conhecimento.Registre-se.
para o brigue-barca de guerra n.cionabw-

-, ., ,.------- ...vo, piuuua, ce,
o 6. Lxc. sahio recebo i urna salva de dB
ac, o ah demorou-s> algum lempo, vianlo
rcpariimentos. paies, etc.g.ai-
o'e
tiros.
Foi tamben S. Exc. an vapor de gucr^cio-
na rwmao e ahi. rao no llamara^Je
perfeito asseic era que se aohUstes
Luiz Antonio de Siqueira.
Francisco Borges Leal.
Agostinhn Jos dos Sanios.
Rodrigo Jacome Martins Pereira.
Dr. Jos Sergio Ferreira.
Jos Baptisla de Castro e Silva.
Seraflm Leile Pereira.
Jos Hygino de Souza Galvo.
Jos Gonralo do Espirilo-Santo.
Joao Jos da Cruz Muuiz.
Genuino Jos Tavarcs.
Francisco Rodrigues Lima o Silva.
Concluido o sorteio, e findos os debates, e
achando-se o jury de sentenra sufiicienlemcnle
esclatecido, foi recolhido sala secreti das con-
ferencias, de onde, depois de se doraorarem meia
, hora, lornaram sala publica cora as resposlas
I dadas aos quesitos, em vista das quaes foi o reo
j absolvido e condenmada a raunicipalidade as
i cusas.
Rceapitulaco da receita c despeza da obra do hospital Pedro II, desde 29
de maio de 1849 al 30 de juuho de 18G0.
ti pobre do negociante entre o receio e te-
mor da raoile nao perdou de todo o amor a seu
diuheiro, para logo lh'os entregar. Senhores,
nao conduzo diuheiro. Amigo, lho lornam os
teirode Barro Mar",ho e Lucas Antonio Hon-j salteadores, nada de evasivas, nos sabe-nos que
o leus, e quanlo ; o diuheiro, o contrario. Ma-
Antes de levanlar-se a sessao S. M. o Impera-
dor mandou subscrever a quanlia de 8:0005000
-- 10
O senado approvou hontem, era terceira dis-
cussao, a peusao concedida a D. Carolina Cecilia
Campos do Oliveira, depois de orar o Sr. D. Ma-
noel.
tar-me-heis ? Nao ; portn forcar-te-hemos ; e
sera mais replica entrega-nos o "diuheiro ou.....
Rq, nao senhores, eis o dinheiro, accodc o ne-
gociante ; e Ihes entregando um ou dous conlos
de res, accrescenta : s vos pego, que me dei-
xois eslos 2 em miudos para os gastos do ca-
rninho ; c ia desviando seu animal em acro do
marcha, quando um dos salteadores agarrando
as ponas da brida lhe diz: detenhase mais um
pouco. Ah senhores, pelo Senhor Rom Jess da
Continuando a seguuda discussao, adiada na
sessao antecedente, das orneadas aditivas ao
prujecto bancario, orramos Srs. Souza e Mello
Sr, d?J?ZSZ'J, peSldn d0 WMcIho,, Lapa deixem-me a vida, eis o reslo do dinheiro,
Ltando a discutido adiada pela hora, s quero, s peco a vida Sua vida, sua vida !
prn,.j. i..-,' i oh conserve-a Dous por muilos annos ? Entre-
votarn do ,r 9 tn i fVT d?S doPu,,ados i ,anl. 'ndo do dinheiro cada um para si 20(4
^jotacaodoart. 2 do projeclo de reforma eleilo- lodo o domis resiiluiram-n'o asco dono. dN
ri ..i;.. j_ ..__ Uendo: paes de numerosa familia, pela careslia
tonm ITJ,. mesmo PrJecl e cus paragraphos extrema dos gneros e de toda especio de com"
ib^SSS^SSS^A^0 .s"bslitulvo,das. ficamosreduzidos a tal poni de miseria e
^r^UnTJ^'nV0606^1^} I Pobreza, que era-nos forroso ou leslemunhar-
fin. u goterno na nova divisao dos dis-
inclos elenoraes observar o seguinte :
S I. IS'a ani.exaco atlender-se-ha, quanlo
lorpossivel, inlcgiidade ccomiguidade dos dis-
Inclos ucluaes.
2 Foita a divisao de que tratam os 2, 3
i 11 doart. 1 naopoderao ser alterados senao
por le.
As oulras emendas foram rejoiladas urnas c
julgadas prejudicadas oulras.
Oart. 3julgou-se prejudicado.
Foi approvado o seguinte arti
mos a inevitavel nidrio de nossas mulheres e
filhos, o que repugna a ntlureza, enera loriamos
animo bastante para vermes scena tao trisle, de-
pjorayel e lastimosa ; ou pralicar-mos a aceo
to vil que lhe causou tamaitos sustos, o a os
nos enebe de pojo e vergouha 1 J nada mais
nos resta com que por mais um dia possemos
suster a vida, e menos cora que relirar-mo-nos
d'esla Ierra de miserias. E' pois a necessidade
extrema quera nos leva e frca, a roubar nao, a
conlrahir ura crapresmo forcado, j quo de oulra
-- artigo 4 do projeclo : sorte o nao obliveramos. D'csle iusulto que vi-
Z .lcan?. r?,v8adas *8P0$0M em contrario. | mos de fazer-lhe perdo lhe pedimos ; e se nem
sempre a fortuna nos for adversa, pagar-lhe ha-
O substitutivo da commissao julga-se preidi-
cado. r '
Em seguida entraram em discussao os arligos
r.dJilivos anleriormcnle apoiados. Orou o Sr.
Marlinho Campos, lnalisando por mandar a me-
sa o seguinte arligo addilivo c requerimento :
As parochias creadas depois da designacao
do numero de eleiloresque compele sparoch'ias
:u <\ 'i...- iia .,n ,,,,,.. ^T.* .I.!a.____ ___
vemos o que levamos.' Adeus, senhor, nao nos
lenha rencor e nem odio I
Esle facto que hemos narrado, esta scena,
filha da miseria e do desespero, deu-so a pouca
dislaucia d'essas Lavras lo (orraosas, cujo nome
assaz conhecido na Europa, c corre a par do
brilhanle de suas diamantinas pedras
S^l ,r e'eitores em quanlo por j d'estas lavras, d'eases desertes valles o serranas
aue"lhM ro'mr.P.J T ? nun!,ero de leilores escarpadas, d'essas feriis maltas, e em tao cur-
esncUvM ividanr- co"l,n,l'-ndo S voUnles l0 CSDaco ae al6uns annos em villas populosas
volar as parochias a que perlen- cidades, como por encanto convenidos !
as
ciam anlcriormeiile.
a Requeiro o adiamento para quo a commissao
especial examine os novos arligos addilivos.
A discussao cou adiada.
A ordera do dia para hoje :
nmeira parte.-Continuac.o da segunda dis-
N'esas lavras, onde a cobica, a ambigo, a
avarczi por muitas vezes derramaran! e pelo
chao jorrar fizeram o sangue humano! Essas
lavras, onde roinava a soberba a o orgulho d3s
riquezas, ei-las abatidas volvendo no p da mi-
cusso dos irti-os a hi^ZT^^T^"^ V' l sena L" AlSuns anos foram-lhes necessnrios
e nnoVi^^^SS^^S^%^ < j^TjS^r? PM^f' "i?UM d'19 b9-
367 de 19 deagosio de 1846i e decreto 842 S ; --* mna para ,hcs abaler a cerviz
19 de setembro de 1855.
Discussao do parecer da commissao de polica
acerca da pretenco do ofcial da secretara des-
la cmara. Melchor Carneiro do Mendonca Fran-
co ; e as oulras maleriasja designadas
Segunda parte (da 11/2 hora da tarde em
oiauej. Segunda discussao da proposia do or-
ameuto na parle relativa despeza do mnisle-
no do imperio.
Foi Borneado addido de segunda classe pa-
A. farrea vara da juslica se ergueu, e esse co-
Iosso de soberba foi abatido, esse raoulo de
crimes baqueou...
Aqui Acaramos se urna outra scena entre as
mesmas personagens alguns das depois se nao
dra quo mencionar-se digna nos parece. Um
moz pouco mais ou monos ao depois d'aquolle
roubo ou forcado eraprestimo.um dos salteadores
na villa do Urub com toda sua familia se apre
aenla, e vendo em urna loja aquello de quem os
duzenlos mil ris tomado.houvera.a eile se dirige
e lhe pergu.aU se o conhece. Ao depois de algum
vasos de nossa eslaco, que n'add perdeTS por
cer o, na comparacao com o Ardent, t^bi-
lante oulros recursos de que a parinhalicza
dispoe. o que se deve gna e Sneiaeia-
Iidade que possuimos.
porto conservaran! suas guarneces as ri-V
em quanlo a galeota osl ve vista, e pratic'm
as demiis honras do ost/Uo.
Tendo sabido basUni 'nsfeitode bordooi
S. lixe. i fortaleza > oium, na qual cliamo>lo-
ijvpftift.icoes sobre fornecimenios deracoef.ot,
o yeio ao conhecimento da exisloncii do aigms
soldados, que eslo presos por mag de um a-
no, o um pur cinco annos, pur crines civis, an
consequencia de nao se terem orga.isado ainla
os respectivos processos.
A fortaleza salvou com iaual numro de lirus,
quando o Sr. presidente nella cnlrou
S. Exc. recolheu-so palacio .- horas ia
tarde.
L' com adminislradoies desla quiidade, que
ludo observara por seus proprios, olbs que ns
se poupara fadigas, que o servico pulco lucra,
e que a provincia pode progredir.
Hbios de destruir js ratos.Ornen trasto,
(horlclaa silvestre) e um veneno violeilo para os
ralos, e os campaoezes da Fianza coiheccdores
dai propriedale, que tcm esta planla.coslunum
a depor nos seus celciros e palheira os ramos
do mcntraslo, e no fim de corto tenpo licain
lolalmenle livres daquol'es hospedes iio incom-
modos como damninhos.
~ L-se na Gazela de Pologne, qui om Grei-
fenhagem (na Pomerania falles'cera om 90 an-
uos, urna dama que leve a rara felicidde de ver
seus quatro lilhos sabirem todos ao gao de ge-
neral no exercilo da Prussia.
-No momento da sua muele seus Glhtt eslavam
em sua companhia, e poderam roceier a sua
benco.
L-se nos jornaes francezes.C governo
mandou subineller ao eume de urna itmoiissao
especial do ministerio do guerra, um; iuvonco
de um engenheiro opco de l'aris, qat lem por
lira impedir que as armas de fugo possim dispa-
rar casualmente.
Parece que o inventoi lera acjiado um meio
de, por um mechanismo dr.s mais simpes, obstar
lodo o sinistro proveniente das armai de o"o
som que, comludo, se lome mais dilfici, a mano-
tira das espingardas, nem lo pouco mais custoso
o uso dessa arma, quando o soldado a quizer
disparar.
A applicaro deste invonlo, apresenlando elle
as vanlagens, que assegira seu descubridor,
muito til ao exrcito, e as pessoas, que se dedi-
can ao excrcico da caca ; porque evitar daqui
oro oante os numerosos i repelidos accidentes,:
de quo os militares eos caladores podem ser
victimas polo fgo casual te suas espingardas.
. .T Bellarat Times, rofere a seguinte excen-
incidade:
Miss Beverley Houwarc, andou 1,250 milhas
em mil horas consecutivas. As pessoas que vi-
rara, n'uroa tentativa amloga, o que aconleceu
a Alien M.ukean, que quiz andar 1,000 mi-
lhas em mil horas, espera-'am o mesmo acciden-
te ; mas nao foi assim ; re.iss Reverley Houward
andou a ultima milha era 21 minuios e 45 se-
gundos, com ura passo regular e sem fa-
diga apparenle, e para noslrar que nao eslava
candada, ainda mais tres vollas que equivaliam a
quartodo milha.
Passageiros do vapjr brasileiro Oyapock,
sabidos para os portos do norte: Domingos Cal-
das Peres Ferreira, Jos Uamalho de Souza, Dr.
Luiz de Albuquerque Martins Tereira, Dr Manoel
Jos da Silva Nciva, t criido, e 1 escravo 1 es-
cravo a entregar a Braga & Antunes, Francisco
Alfredo da Silva Castro, Joo Pereira da Costa
Lima. Carolina Anna Durain, Didicr Juilon e sua
senhora. Pedro Borges do Faria, Samuel Hard-
nann, Vicente Pontea de Oliveira, Raymundo
Jos doAzevdo, e Antonio da Cruz Itinciro.
Passageiros do vapoi inglez Magdalena, sa-
ludo para Southampton e portos intermedios:
Jos da C. Coutinho, padru Thomaz Coelho Esti-
ma, Jos Francisco Lopes e 1 criada, Jos Joa-
quim Rodrigues da C. Jnior, James Oluier, Tho-
maz Ileywood, Henrique Oluier Gibson e seu
irmo, Francisco Ouncalves.Netlo.
Matadouro publico :
Mataram-se no dia 15 do corrente para o con-
sumo desla cidade 109 rez<>s.
MoniAUDios do da 10 do corrbutb:
Alberto, pardo, 6 annos, escravo, hydropesia.
Isabel Mara do Amparo Brilo, branca, viuva, 58
annos, Dcsinlerii.
Antonio, branco, 1 hora, espasmo,
leiippa, preta, escrava, solleira, 60 annos, s-
pasmo.
RECEITA.
Roccbido da thesouraiia provincial
importancia das quotas votadas
pelas leis de orcamentos, desde
29 de maio de 1819 at o 1 de'
maio do corrente anno..........
Do finado barao de Bcbcribo, im-
portancia por saldo da subscripcao
promovida na carta em beneficio
das viuvas e Ulnas dos que mor-
reram nesta cidade cm defeza da
ordem ; cujo saldo segundo o pa-
recer da commissao que promoveu
cada' pala "fecnpeo Coi apoll-
are ii..............:.":???&!.?-
173:5005000
nSOSOOO
DESPEZA.
Despendido cora a compra dn
ura terreno c olarja que lera
de ser demolida por ler de
passar para ella o hospital
Pedro II.....................
dem com a cantara vinda do
Lisboa para o prtico........
dem com 1GG8J658 tiiolos de
diversas qualidades..........
loaooo
100SOOO
30;0U0
13:056$2C3
45:9593057
3105000
5820
Do Antonio Cameiro da Cunha, im-
portancia do donativo por ello
i'eito a mesma obra..............
De Augusto Frederico de Oliveira,
idem dem........................
De Victorino Pereira Maia, da Para-
hyba, por mo de Henrique Ber-
nardo d'liveira, idem idem......
De ura annimo, dem idem........
Do fiscal das carnea verdes, im-
portancia lquida das mullas cor-
respondentes a 1:3i0 rezos, segun-
do o contrato da respectiva socie-
dade.............................
Do ex-ihesouroiro das loteras da
provincia, Francisco Antonio de
Oliveira, importancia dos benefi-
cios das loteras concedidas era
beneficio da mesma obra........
De Salustiaiino d'Aijuino Fonceca,-
importe da ponte que coube ao
mesmo hospital na sociedade quo
gratuitamente lhe deu o mesmo
Salustianno em diversos bilheles
de lolerias da provincia..........
Do diversos, importancia da renda
olaria dos Coelhos................ 1:1865055
dem proveniente do madeiras imi-
tis pertencentes a mesma obra..
De Antonio Pires Ferreira, e Anto-
nio da Silva Gusmo imporlancia
que receberara, de 55 avaliaroes
que lizeram, como avaliadores' das
causas commerciaes, no irieuuio
de 1853 a 1855, e que applicaram
para a mesma obra...............
Da associac&o commercial bend-
ceme imporlancia de donativo por
elia foilo a mesma obra..........
De um annimo, idem idem........
dem idem..........................
De Anlouio d'Araujo Ferreira Jaco-
bina, aiudanle do mordomo de
S. M. I., importancia que o mes-
mo Augusto Senhor, se dignou
dar para continuaeao da mesma
obra..............................
De Joo Pinto do Lemos Jnior,
membro da commissao encarre-
gada do baile dado pela associa-
co commercial beneficente, nos
salloes do mesmo hospital por
occasio da vinda de S. M. I. a
esla provincia....................
Receido de Joaquim Jos da Sil-
veira, Ihesoureiro da mesma as-
sociaco, por imporlancia, para o
acabamento das sales terreos
para a inauguraco do azylo de
mendicidade....".................. -iOOOjOOO
Producto do maleriaes, que perten-
cendo a mesma obra foram cra-
prasados no reparos das casas do
grande hospital de caridade o
expostos.......................... 1 093925
dem de urna carroca e um boi per-
tencente a mesma obra, e que
existia em disponibilidade........ 310^000
'lem com 53:522 telhas......
dem com 345 dita lindas...
11 dem com 250 telhoes..........
dem com 500 palmos de ditos,
dem com 500 espioes........
1439800
S125G75
SjOOO
28j62S
5:0005000
3:000,. ,00
256:7003154
dem com 360 conoas com cal
branca c preta conlcndo ....
47:74 alqucires..............
dem de S:278 canoas de aria.
dem do 132 dilas de dita fina.
dem de 500 lijlos de marmore
dem de madeiras..............
dem de cordoes e soleiras de
pedia........................
dem com os jornaes de obrei-
ros e srvenles..............
dem de 32 grades de forro
pesando 489 arrobas e 16
'ibras........................
dem de 11 dilas, esperas e
grampOi.......................
dem do 6 caixilios de ferro
balido, e bandeiras em volla.
dem de duas varandas de ferro.
dem de 2 porloes de ferro
com 62 arrobas c 10 libras..
dem de 2:000 vidros para cai-
xilios ........................
dem de 2 bois e duas carrosas
canos de cobre e do chumbo,
ferragens cemento, tintas,
guindastes, aparellos, carri-
nhos de mos, paz.enchadas.
madeiras para andames, car-
rileis ele.....................
Saldo que devo a caixa geral
dos estabeleciracntos........
3:2005800
2:5165180
c'O: (68J267
1:7005892
595200
1225OOO
2505500
35$00O
18.836S810
9:5325520
399-5600
3505000
26:539J090
9023-13!
139:170-0:3
3:3615430
1:4475040
8965960
IOO5OCO
440ftS8O
5213153
135513158
2:292315
256:7003154
Nos 254:40/5997 rs. em que importa esta despeza, esl incluida a de 3:3393078 rs. que se despen-
deu por ordera da presidencia com a factura de quartos para loncos no grande hospital de carida-
de. eduzndo-se esla quantia da despeza, fica esta importando em 251:068j9l9, como porm
existe um debito liquidado, e nao pago, al 39 de junho na imporlancia de 10:346224 deve o tolal
da despeza sera al aquella poca, 261:4153143 rs.
Administradlo geral dos estabelecimenlos de caridade, 5 de julho de 1860.
Percotramos os paizes mais remotos, 5 ilhal
collocadas as extremidades da trra, e pcigun-
temos a um calholico, ainda que seja da ultima
classe do povo, qual a sua t, o logo respon-
der : a minha crenc.a filha do coraco de
Dcos, ensinada por seu vigario, quem promet-
teu de lhe assislir sempre, e cuja cadeira esl em
Roma: os raios das verdades me socommuni-
cados pelo meu blspo, que obedece ao seu pri-
mado, e pelo meu parodie quo aprendeu deste :
os dogmas que creio sera alleraco de urna syl-
laba, os Sacramentos que recebo, a doulrina que
ouqo, a disciplina por que me regulo, tudo re-
montado de gerarchia em gerarchia Tai concen-
trarse uesla inalteravel uuidade, no successor de
S. Pedro.
Igreja calholica Igreja pura! verdadeira
arca, que abrigas em ti urna familia sania, um
povo bemaventurado 1 dcsterre-se do mundo a
soberba o nao seria mais essa triste Hache! cho-
rando amargamente a perd de tantos filhos, des-
lerrc-sc d.'enlre os homens esle monstro o as
estradas da cidade eterna ficariam pojadas ; por-
que os ombaixadores das nacoes iro presurosos
aos ps do humilde vigario de Jess Christo, con-
fessando a veracidade da religiao, cujos destinos
era nome do Senhor dos exercitos felizmente
dirige.
Mas, ah podesse dizer que o leu pranto
quasi perenne e o leu pao amassado com as las
raesraas lagrimas. Filhos quo outr'ora le eran
obedientes se apartaram cravando no leu cora-
co o punhal matricida ; c nos desvarios do seu
furor vendo-tc como quem esperava pela vehe-
menzia da dor aecnaram com a cabera e disse-
ra m de ti : Dos a desemparou, Deus dereliquit
eam (I) ; disseram de leus verdadeiros filhos:
onde est o Dos delles, ubi est Deus eorum i
(2)
Mas las lagrimas desccm em torrentes n3o s
por esses que j oram leus filhos, por esees quo
outr'ora rercavam-te como os rbenlos da oli-
veira : l choras tambem, Igreja immaculada-e
o leu pao de tribulaco, porque noten mesmo
gremio existem homens, que professando um
catholicismo superficial, cora urna mo enxu-
gam-le os lagrimas, e com outro do-lc a bo-
fetada, arrancando novas torrentes de leus
olhos, j lo enlraquccides forc.a do muilo
pvanlo.
Esses hxpocrilas do nosso lempo, esses ho-
mens que adoram nos labios o verdadeiro Dooso
o detts lateo no coracao, essa roca indigna de nos-
sos piedosos anlepassados sao era rclacao san-
ta Igreja como o filho travesso e desobediente
que vive sombra do lar domestico: prster-
gando os conselhos maternos, embriagado as
paixes como o bruto que perdo o freio, di-
reita c esquerda s encontra motivos, que por
serem opnostos suas pessimas inclinacoes, ac-
cendem sua colera e araarguram o meigo co-
rarao materno, que s sabe fazer-lhe benefi-
cios.
Esses homens, digo, que dizem ser filhos da
sania igreja calholica rouiain, sao os que as ae-
ros desgracadamente dismenlera este glotioso
titulo.
Vamos com o seculo, dizem elles, farlemo-nos
de prazeres, a muilos dos quaes convm que de-
mos o nomo de innocentes para nao altendcrmus
aos brados da conscieucia. E se acaso o ami^o
lhe diz: v que a verdadeira liberdade nao
a que regulada pelas paixes, que embru-
tecem o hornera, mas sim a que dirigida pela
religiao, qu*e o eleva posicao para a qual fora
creado. Oh! esle hornera, dizem, nao sovre,
procuremos outro que v ao nosso lado nesta
obra de progresso. Nao rompamos com a reli-
giao, mas accommoderoos suasdisposices nos-
sa vonlade : sabemos que o seu chele esl em
Roma, facamos-lhc notorios as nossas luzes;
mas porque elle tom poder mesmo no temporal
botemos o telescopio sobre seus actos, para ver-
mosse podemos nellcs descobrir alguma iraper-
feico : entretanto, para que a nossa entereza te-
nha o eleito que desojamos, invoquemos em
nosso apoio o espirito nacional ; por que desta
sorlc com facilidade as naees nos ouvirao.
Italia, desdilosa Italia! o que leus feito, que
fazes de prsenle e que meditas ainda fazer con-
tra o nosso Pontifico, contra o vigario de Jess
Christo?! queros roduzir o hornera mais neces-
sario do universo ao triste e laraentavel estado
de mendicante e de proscripto talvez para algum
despre/ivel canto da Ierra '?! nao te recordas que
esta igreja, que o seu chefe nao protegido sim-
plesmente pelo frgil e inconstante brago do ho-
rnera, mas sim pela forca da virlude de Deus?
Franca! heroica Franca! aniigameule os
teus exercitos commandado's por Carlos Hartel,
Pepino c Carlos Magno passaram a toda pressa
os montes Alpps com soccorro de Boma e a Ita-
lia, por que os Pontfices romanos, a quem aquel-
leo principes eram oueutentes soliciloram o seu
soccorro contra l.uilprando, Astolfo o Deziderio,
que desprezando as supplicas do ebefe da groja
queriam sentar seu llirono na capital do mundo
chrislo.
Tu sabes Franca que alli niuguem resisti a
coragem c oe esforcos dos teus bravos. Esle ul-
limo principe bem como os precedeutes, infiel
aos tratados noeessava de ameacar o vigario re
Jess Christo, at que finalmente* no pontificado
de Adriano 1, Carlos Maguo irritado com oslas
transgressoes o veio siliar em Pavia sua capital,
pondo desta son termo a ambico desse monar-
cha : conservando assim a igreja romana o uso
de lodos os bens lemporaes, que lhe foram doa-
dos, conservando o seu anligo lustre sempre pro-
tegido pela piedade dos rr.onarrhas francezes. O'
Franca les calholica, sa primognita da igre-
ja calholica, zela com o maior cuidado o brilho
e esplendor deste Ululo: nao consiulas quo so
dgam entris naees : elles podendo nao defen-
dern! o patrimonio da igreja, a cuja defeza seus
maiores nao pouparain estreos : nao consiulas
que se usurpe o pao dos orphos e das viuvas :
nao consintas, Franca, que a hydra da avareza
eda ambicio suba o capitolio.
Nao duvidruios: no momento, em que o Pon-
lifice Romano doixar de ser soberano de seus fi-
lados ter necessariamente de ser vassallo de al-
gum principe ; c assim este. Pontfice vassallo
eslat com as mos atadas para representar o
centro do catholicismo e a liberdade do poder es-
piritual : o soberano lhe imporia suas ordens in-
justas c arbitrarias para serem cumpridas sel
pena de ir supporlar os nojentos pores de um
navio, ou as Irevas do urna horrifel masmorri.
Ah nao nos lindarnos com esses polticos ra
poca, argumentemos com os fados.
Quem deu a Belizorio, general do imperador
do Oriente o direito de prender o innocente Pon-
tifico Silverio, cujo zelo pela f calholica o roen-
I do reconheeia? quem deu esse capilao o arbi-
1 trio abominavel de coramelter um escndalo at
enlo nunca visto de tancar fra da cadeira de S.
Pedro o seu legitimo successor, e nella collocar
uminlruzo? Nao faltara disposiro nesle hornero
para ludo islo; mas o Pontfice' era vassallo, e
como tal foi desterrado para Patara na Licia : o
se elle ainda se senlou na sua cadeira, a impora-
Iriz Theodora bem depressa o privou deste soce-
go, raandando-o desterrado para a ilha de Pal-
raeira, onde morrou de fome.
As virtudes do Papa Marlinho chegavam s
extremidades da Ierra; mas elle era vtssallo do
despota de Constanlinopla, que dizia ser calho-
lico, bem como Belizario e Theoaora ; mas por
que Marlinho pugnou gloriosamente 5 favor da
Santa Igreja, o principe grego determinou ao
Exarco de llavena que prendesse o Pontfice o o
desterrasso pora a ilha Naxa, onde cora efleilo
estove solfrendo muitas priv.icos por esparo do
um anno : d'ali foi conduzido' para a capital do
imperio, encerrado era una estrella prisao o
maltratado de um modo cruel: depois vestido de
urna tnica foi arraslado pelas ras publicas cora
urna golilha de ferro ao pesclo, e finalmente
desterrado para Cherzonezo, ali leve fim a sua
vida martynsada.
Para onde esses Constancios c esse Rezarios
dos nossos dias medilarn desterrar o Soberana
dosestaros romanos, victima veueravel, cujo co-
raco nao lm cessado do ofiligrr ? !___
Como verdadeiros calholicos protestemos con-
tra as injuslicas cjue soltro o vigario de Jess
Christo: oremose esperemos; pois aquello quo
prometleu assislir sempre sua igreja continua-
r a defcnd-la, proteger o seu chefe, farces-
sara tempestade e apparecera bnnanca.
Cidade de Olinda. 9 de julho de 1860.
Conego Joo Chrisostomo de Paa Torres.
O Thcsoureiro
Jos Pires Ferreira.
O Escrivao Interino
Justino Pereira de Farias.
Communicados.
0 Siiiuiiio Pontfice e os seas 111 los em
Jess Christo.
vi
O nosso catholicismo ser mais ou menos por-
folio segundo for maior ou menor nossa submis-
so santa igreja romana.
Como membros ue urna naco nos gloriamos
de perleucer ao paiz que nos vio naacer; e em
qualquer quadra da nossa existencia repelleria-
mos qualquer idea que fosse opposta ao bem do
nossa patria.
Porm, se pelo lado temporal nao podemos e
nem devenios supplantar esle nobre sentimente,
com que Deo? nos enriqueceu : ello comludo
lanto menos importante quanto mais excel-
lcnle a idea da religiao que nos une cm urna
s familia, em urna naci santa, cujas lu-
zes espirituaes. parlindo do seu centro, espa-
lham como o sol pela manhaa seus benficos
raios para vivificare alegrar todos 01 seus mem-
bros.
(1) Ps. 70.
(2) Judilh 7-21.
IILEGVEL
t
O tcnente-coronel Jos Gomes
Leal.
Nao se trata hoje de um vulto circundado
disso, a qne o mundo chamma gloria ; disso que
as vezes o ouro da virlude, mas que muitas
outras no'passa do ouropel do vicio, do rebique
da impostura, que faz fortuna de bocea cm bocea
por cnire o infinito numero dos estultos, que um
estupido convencionalismo aceitou, que lisongeou
os sentidos das turbas, o que recebeu destas em
paga os applausos da praca publica em tripudio
satnico...


DAftO I PERNAftMUCO.
Ha duas classesldc benemritos : uns chama- \ seus nreitos, apreseuiou-se a alent geral pelo
dos por sua vocacao ao servico da humanidado circulo do Tucano o ahi sua candidatura foi suc-
lora do lar douteslfco, nas columnas militantes da cumbida pela do Dr. Manuel Dantas.
Vanguarda: oulroi que se offuscam por enlro Achava melhor que S. S. nao locasse nesse
as mullidcs, aoimVdos do senso do Jess Chris- Ponto j que nao est habilitado a sustentar so-
*o, ompenhados nalofatica de virtudes ehrislaas, tac elle urna discussao ; todava respondo que
lao ungidos da huroldade evanglica, que omun- '
do esqucce-lhes ayo nonie..
Nao sel cscolhe/nas duas classes, nao sei de-
cidir-mc enlro Donoso Corts, vestindo a farda
do diplmala pa
arma a
lera
para que de l jamis voltasse ao mundo i
noticia de sen deslino ; nao sei escolher entro
ira cidadao. que com a penna ou com a espada
sumo ate osllimos degros da escala social para
servir a sua patria, o outro, que no silencio do
lar domestica planlou as virtudes pacificas do
fcvangellio. doixou em legado ao seu paiz urna
prole virtuoja, garanta do ootros iguaes...
< Depois Jcssss virtudes oslrondosHS (disso
ctaquenle padre Brrelo), que deixam por
anuos sobre a trra urn som eslrepitoso i _
asseinclba ao choque das ondas. quanJo se crj-
zam. lerrenoo. e se quebrara urnas sobre as ou-
tras ; na) serao tambora una belleza religiosa
essas viiiuJes, doces e suaves, que se deslizam
e escspim brandamente, como o regato crista-
lino, que serpenleia, sem violencia, sera ruido e
sem esfc-rco ?
Airrag'nacao abrasadora dosenthusiastas exul-
ta comas imagensfortes, com os relmpagos de
um herosmo falso ou verdadeiro, o sent todo
o desgasto da indifforenca, se enconlra nos er-
mos e nas solidos algurnas flores, que, do es-
paco om espaco se agitam docomenio, e como
cheiasdetenudez, por entre as palmeiras e os
cedro* Mas o philosopho christo contenta-se
em dtparara virtude na virlude mesma, e as ve-
zes a nmpliddade o loca e o penetra anda mais,
do que mesmo a pompa c o fulgor. A reltai
lem seus matizes, assim como a natureza lora os
seus. Agoslinho foi ,um colosso de sabedoria
e de jrandeza. Monica foi um prodigio de hu-
manado e de abnegacao. O earislianismo, que
consagra os triumphos do primeiro, recommen-
la e perpetua a anniquilacao da segunda.
Jos Gomes Leal descende de Ilustre familia
j Sem que aqu desenliemos sua arvore
genealgica, o que render preito a sua austera
siraplicidade, consignaremos : queJoo Pradique
Novo, seu 4'avd, tendo comecado seus servidos
militaros em Portugal, passou ao Brasil na floli-
II.a ao mando de seu prente, o 1" almirante de
Ilespanla, D. Fradque de Toledo Ozorio (mar-
qui-zde Valdoeza), e morreu om Pernambuco, na
cidid.de Ulinda, sendo capilo e cavalleiro pro-
fesa de S. Tiago da Espada, tendo entre oulras
ass sti lo as gloriosas aeros do Guararapcs, na
ultima das quaes foi ferido ; quo D. Jeronyraa
de Mendonca Furlado, filha legitima desle, e sua
3' av. leve de legimas nupcias' D. Thereza de
Al incida Duarte. sua bisav, a qual casou com o
tenenl Manoel de Magalhaes Duarte, consorcio
do mi nasceu D. Isabel da Silveira Magalhaes
sua avj, que foi casada com o sarganto-inr Ro-
drigo li Molla ; finalmente, que desle par pro-
v ii. Mariannados Santos c Miranda, sua mi
I i casada com o snrgenlo-mr cavalleiro"
do Corista, Antonio Gomes Leal, natural de Por-
tugal.
i is Gomes Loal, 7o entre seusirmos, nasceu
a'.lde jullio de 1802.
I'romplo, no seminario de Olinda, a ser exa-
minado om grammatica launa, deixou as lellras
paradoJicar-se vida commercial.
Sertio no posto do lenlo do 6" batalho da
gada de milicias de Olinda, cora patente
confirmada por [). Joao VI por decreto de 13 de
siembro de 1820 ; e no mesmo posto passou pa-
ra o corpo de ariilharia da cidade do Recife, por
ii do da do commando das armas de 21 de
marco de 1831.
"I irchando na expedco mandada em 1821 pa-
ra roslabelecer a ordeni em Goianna, e tendo-se
bandeado quasi toda a forra, o lente Leal, ho-
rnero da tempera anuga, nao dexou-se oiruscar
pelos relmpagos anda fugazes da liberdade
nao comprehenJeu licitas iransacoes com odover
do seu posto ; vollou c apresentou-sc ao go-
verno. b
Assim foi o reslo
foi mui conhocida a grando e directa interven-
gao do governo nessa eleicao, o quo pode ser ve-
rificado nos Diarios do ent'o; procure S. S. lo-los
. afirn de (car com o espirito esclarecido o nao
melhor gerir os negocios da !tallar magamente e depois pode apparecer que eu
aa Rosala, o fiilho do S. Domingos quo in- j jceilarei a discussao, o melhor ser que enlo
"?Jf?i? "u? na mao cm >vios serios, deixemos a mascara que cobre nossos semblan-
tes e quo apparecamos como 2 cavalhoiros, que
tem a coragora precisa para sustentar e provar o
que avancam
E' irrisoria a proposieoavancada em relacoas
antipaihias do povo etc., e como tal dcixa-la-ia
passar inclume.
Diz anda S. S. que o Dr. Fiel s lembrou-se
do Sergipe e do circulo da Estancia depois de
regeitada a sua candidatura no Tucano, mas que
ongos | a'nd"a ojli "o pode conseguir as honras das ur-
que se nas eleitoraes e continua S. lano isso
verdado que o Dr Fiel diz quedevo a sua elceo
ao Sr. Joao Dantas.
Era primeiro lugar noto a S. S. que tambem
nao est a par da hislora da eleicao da Estancia,
o que por certo admira, j que S. S. qr ser
Sergipano; mas ainda mesmo que o seja, raos-
tra que, amando lanto a sua provincia est in-
loiramcnto grego na sua historia eleitoral ; per-
mita S. S. que diga-lhe que nao leu os jorr.acs
d aquella poca : pois S. S. falla sobre una ma-
teria quo mostra nunca ter estudado ?.'! E' n3
reahdade um prodigio :feliz a trra que ovio
nascer.
Em segundo lugar desejava que S. S. dissosso,
a quem o Dr. Fiel dsse que devo sua eleicao ao
Sr. Joo Dantas.
Em terceiro lugar e para concluir direi a S. S
que para sustentar-se a candidatura de um ami-
go nao precisa abaixar-so ao adversario, se o Dr.
Causaos digno de urna cadeira na representa-
cao nacional mostre-o, recommende-o aos elci-
lores do circulo, mas nao ofrenda a quem nunca
Iheofrenden, o nem tem a honra de conhecer a
S. S.; a nao querer seguir esse parecer, eulo
pero a S. S. que estude primeiramento a histo-
ria das elcicocs do Tucano e Estancia, c depois
apparera para a discussao, j que quem escreve
pira o publico sem saber a materia d m idea
de sie nunca poder passar de um escrevinhador.
1860. Outro do povo.
Publicacoes a pedido.
ACRSTICO.
de sua vida, como bomem
publico : sempre austero, sempre lgico cora as
suas opiniocs.
lie toiiformidadecom a lei de 18 de abril de
I;;0,'",1. non'cado capitn da 1a companhia do
3 Ditalnaa da guarda nacional do Rncifr poslo
em que foi reformado em 1837. Nos 'ullimos
annos de sua vida foi nomeado lenento corciel
commandanle do 1" batalho da reserva desla
copitsL
Foi sempre eleilor na freguezia do Recife on-
de oceupava a vanguarda do partido conservador
reaiisando urna mararilha em poltica : a do ser
noroem, de cuja palavra nunca so duvidou.' Na
mesma freguezia fui juiz do paz varias vezes o
como supplenle exerceu a suudelegacia. Voi
vareador da cmara municipal, o nomeado por
portara de I de julho de 1830 escrivo da ad-
minislracao dosesiabelecimcntos de caridade, re-
quereu o oblevc dispensa.
Finalmente por decreto do 11 do mareo do
correle f sa, e quiz Dos, que dello usasse urna s vez,
quando em caminlio para a sepultura.
O coniniorcianle foi o mesmo homem. O seu
nonie muito conhecido, e todos sabem que
elle signficava nunca supcita honradez.
O lenlo coronel Jos Gomes Leal casou-se
era primeiras nupcias, tendo pouco mais de 2i
omos e meio, com sua sohrinha D. Mara Anto-
nia da Conceieo Seve Leal, filha do sua irma
1). Isabel da Silveira Miranda Seve. casada com
o iniiilo conhecido negociante Joao Mara Seve.
Desle consorcio leve seto filhos. Sua prmeira
inuiher mereceu, queo vigario Brrelo, que de-
senhou-lhe os ltimos momentos, dissesse : ella
por si s se me figurava nestes moinenlos um
sanloario aborto, era que ropousava a grara.
Foi sua segunda mulher Alexandrin Maria
do Espirito Santo Seve Leal, sua cunhada e so-
brinha, da qual leve cinco lhos. E a segunda
sustena a confrontacao cora a primeira. Alimen-
tada com o mesmo leile, creada sob o mesmo
virtuoso tecto, sobretudo lendo nos exemplos
d'uma heroica mi, illuslre septuagenaria, que
airida rege todas as su3s faculdades para ser o
anjo da familia, mulher repassada do espirito
chiisto, que coma mesma serena mageslade fe-
chou os olhos da filha, e 18 annos depois o do
irmo, que havia sido duas vezes seu genro, a
segunda mulher do lente coronel Leal foi sua
segunda suprema ventura.
E elle merecia-o, quo sabia ser pai de fami-
lia. Ubedccendo por iustincto ao principio de
solidariedade das geraces, seus fifhos ahi eslo
no comrnercio, o todos sabem, que se tem mos-
trado dignos filhos desso pai. Morreu muito
cedo para os do segundo leilo, que Dos assim o
quiz, mas ficou-lhes a garanta de sua mi, e a
proleccao das virtuosas recordaces do norae de
eu pai.
O lenenle-cnronel Jos Gomes Leal, depois de
70 dias de padeciraentos do urna pertinaz enfer-
midade, falleceu a 9 de julho do corrente, da do
seu 58anniversario.
S asna familia pode ajustadamente avsliar, o
que nelle perdeu ; todos os que o conhecemos,
sabemos, que nelle se perdeu um muilo ulil cida-
dado ; os que, como eu, o frequentaram, sabem
que a sua brilhanie qualidade de pai de familia
era o seu mais saliente predicado, e quo este
merece mais do que nenhura outro as bencos c
recoiiliccimenlos donma sociedade.
A penna que istoesbocou, nao usa de lisonja.
Ainda sol a presso da saudade, dedica estas
linhas, informes como sao, como um trbulo
esposa c lilhos do respeilavel finado.
Um mmigo.
Uccife, 13 de julho de 1860.
So dado me tivesse a natureza
Ebrnea lyra marchelada d'ouro,
Bellos, callentes versos dedicara
Ao probo cidadao, que patria illuslra.
Sobranceiro lisonja, quo deleslo,
Temer nao devo viperino zoilo,
(Implacavel tyranno da virtude)
Aleando no meu canto agradecido
O justo encomio sapiencia, honra.
Dos ministros de Marte, que j foram,
O melhor na justga o nao excede :
Boge conforme a le, qual s curva
Egregia fronle de laureis ornada :
Grande de coraeo, ninguera ante ello
Oppnmido jmais cm seus dreitos.
Bizarro proceder, carcter nobre,
A trra dos hroes com olio exulta,
(Rival da linda Itlica Veaeza :)
llaiva de impos, que a juslira odam,
O nomo, com que exalto a ranina lyra,
Soar, no meu hyruno eternamente.
A. J. F. Lessa.
Recifi
S oo ceo, de um suuunu Doru...
O Senhor, que a vio tito linda
Quiz mais urna .cstrelLi ainda
Aos seus ps, entre as que tem.
Nao vieis, quando brincava.
Como ella a vez meditiva
Filando o maninho sen T
Naquelle olhar-o angn ho,
Siudoso do rmozinhci
Dizia que era do ceo!...
T que um da amiga sorle,
Zombando da cruel morte,
Lhc sorrira, olla suto 1
Perdeu carinhos paternos.
Mas goza de outros eternos
L na gloria onde subi.
Foi n'um vo perfmalo
Unir-se ao choro sagrido
Dos celestes Scraphins;
Um d'elles voou cont He,
Cingio-lhe a fronte ini ocento
Linda croa de jasmins !
E no co folga a menina,
Que foi na Ierra a bonina,
Quo cerrou pela manh..
Mas que, alm, cobrava alent,
Se expandi no ethereo assento
Mais purpurina c loucaa.
Nao choris, foi ura ;orriso,
Que inda mais no Paraso
Foi aos anjos alegrar,
E c'os anjos intercede
Por seus paes, Deas i pede
Em seu sonoro cantar.
Foi ura lyrio, quo verg.ira.
Qnando apenas desbroel ara,
Ao sopro, d'aura subtl,
L no coergura a pa!nn,
Que ao voarlcvou sua jilraa
Das maos do corpo infantil.
Nao choris, nao, que nao morre
Oque ao co na infancii corro
Florinha-em verde matiz ..
Tens no co urna menina
Que s do co era dina :
Feliz, feliz, feliz!
P, C. M.
10 de julho.
=M
RA 17 BE JULBO DE 1360.
am a vele i-orto, procedente de Peroam
1 Jo cocreule, o palhabolo Dous Amigos,
dias de yiagem ; a 2, a escuna hollandeza
kndaw, con. 11 ; e a 10 a polaca hes-
Lince.
JL cota deslino Pernambuco, a 5, a barca
Abitar fon.
oyimento do porto.
Navios sahidoi no Ha 15.
do sul6 dias, vapor inglez Magdalena,
laudante Woolward.
Janeiro18 dias. hiate brasilorn Artista,
9 toneladas, capilo Joaquim Jos Alvos
Le ves, equipagem 11, carga varios gene-
a Bartholomeu Lourenco.
Kavios sahidos no mesmo dia.
\
fazer publico que no da it? 3o mesmo vai nova-
mente praca para ser arrem;!ado a quem mais
der o imposto de 2j500 sobre o gado vacura con-
sumido no municipio o Cabo, servindo de baso
para a arrematarlo o oiTerecimenlo feito pelo li-
citante Francisco Aires do Miranda Varojo da
quanlia de 4:0003 por anno.
A arremalaco ser feila por lempo de 3 an-
nos. a contar dol. de jultio do corrente anno a
30 de junho de 1863.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco comparecam na sala das sesses d mesma
junta no dia cima mencionado pelo meio dia,
com suas propostas em carias fachadas, devendo
as hablitac,cs lerem lugar no dia 21.
E para constar so mandou aCDxar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 16 de julho de 1860 O secrclario,
A. F. d'Annuncia^o.
Tribunal do Comrnercio.
Pela secretaria do tribunal do comrnercio da
5C03O
T5~da lliesourari.i e do rea lorio da ins-
pectora com todos o$ documentos que o acom-
panham, pela quanlia de 1 5003 rs.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco, comparecam na sala das sesses da junta
da fazenda da mesma thesouraria, no da cima
declarado, pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesourararia provincial de Per-
nambuco, 4 de julho de 1860.O secretario, A.
F. da Annunciaco.
S. Exc, QjSr. presidente da provincia, man-
da publicar para conheciraento de quem possa
iuieressar, o seguinte aviso :
Ministerio dos negocios da fazenda.Rio de Ja-
neiro 28 de junho de 1860.
Illm. e Exm. Sr.Convindo que o prazo de 10
mezes fixado na lei para o descont gradual do
lo norte Vapor brasileiro Oyapock,
andante o capillo tenente Antonio Joa- I prvicrTerlwmbtieo"o "fez piiH'coi''que a f To/o BOaor daa"notas de "e500. aquella
' da 1.a, e estas da 3.a estampa, que se eslo subs-
ido Santa Barbara. dala infra fra inserir lo no competente li'vro de
l por Lisboa Patacho porluguez il/orio mMrculj 0 Sr. Mililo Borges Uchoa, na quali-
bna, capilo Anlonio de Barros V alent, | da(|c d(, agenl<)S de MBm detU praca.
i vanos gneros. Secretaria do tribunal do comrnercio de Per-
Cerde-Bngue portuguez Laxa III, capilo nambuco t6 de maio de i860.-Julo Guimares,
Offical-raaior.
Pela inspeceo da alandega se contracta
por um anno o'fornociraenlo de rares para a
guarnico da escuna Lintloia, a saber :
Pao."
Januario da Costa, com o mesmo lastro
rouxe do Ro de Janeiro. Suspendeu do
'rao.
Navios entrados no dia 16.
L 3} dias, brguc porluguez Tarujo e Fi-
an 20 toneladas, capilo Anacido Jos do
.o Pinheiro, equipagem 12. cerga vinho,
las e mais geueros ; a Manoel Joaquim B
.a.
A17 dias, hiate brasileiro Vdela, de 36 to-
las, capilo Francisco Flix Nogueira,
ugem 6, carga sal; a C. C. da C. Mo-
Navios sahidos no mesmo dia.
Simpln e porlos intermediosVapor inglez
fcifena, commandanl Woolward.
a.
Horas
* r.-

Atmosphera.

COMMEUCIO.
Praca do Kecifc 16 de julho de 1860.
AS TRES HOBAS DA TARDE.
Cota^os oflicia.es.
Cambio sobre Londres25 d. 90 liv.
Cambio sobre o Rio do Janeiro=2 0/0 de rebale
30 djv.
George PatcheltPresidente.
ubourcqS :cretario.
Alfandega.
Rendimenlo do dia 1 a 1 .
dem do dia 16. .... '
Nao passou desapercebido na corle o acto da
generosa ollera do Sr. administrador do cemile-
no desla cidade para com os reslus moraos do
nubro baro da Victoria, o Jornal do Comrnercio
eni seusupplemento ao n. 187 de 7 do corrente
diz a respeito o seguinte -
PE11NAMBLCO.
O Sr. commendador Luiz Viriles.
O Diario de Pernambuco de 21 do prximo
passado, noticiando o passamcnlo do general ba-
ro da Victoria, declara que o sumptuoso monu-
mento de marmore em que se deposilou o cada-
ver daquclle illuslre servidor do estado foi oh"e-
recido Exma. baroneza viuva pelo dislinclo
l'ernambucano o Sr. commendador Manoel Luiz
> iraes. Esto senhor que por lercera vez
to generosamente se tem prestado a con-
correr para que os restos moraos de ci lados
como u baro da Victoria, general Feliciano An-
tonio Falco, e coronel Francisco Jacintho Pe-
reira, lenham jazigos que ao menos atiesten) que
rara "rses fteanail!8^V'dV)lKW 78 seu nobre comporlamento, mormenle nao sendo
um homem de grande fortuna. A sua bolsa est
sempre aberta para pralicar ac.to3 que o honrara
e que Ihe lem grangeado a eslima do seus patri-
cios e daquelles a quera o ndillerentismo ainda
nao cegou.
Releve-nos o Sr. Viraos se offendemos a sua
modestia, levados por um dover de gratido pa-
ra com o Ilustro finado, a quem Pernambuco de-
ve nao ter nadado em sangue na revolueo que
houvc em 18W, cujo cadver l estara na pobre
sepultura para que o destinavam se nao fosse a
opporlunidade do sua generosa offerta.
O Pernarabucano.
( Jornnal do Comrnercio do Rio. )
139:3125353
4322J242
143.634^595
Direcgo.
IiUensidade.
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Movimentn da alia nlera
105
3
Volumessahidos com azendas
> com gneros
Volumes entrados com fazendas
com geueros
iioiie nublada c chuvosa, vento SE, e assim
nmieccu.
0SC1LL\Q.*0 DA HAR.
Baraar a 8 h 6' da'manha, altura 1.0 p.
Prtiar as 2 h 18' da tarde, altura 6.50 p.
j tervatorio do arsenal de marinha 16 de julhi
le 60 VlEGAS J'.MH.
Bolaixa.
Assucarbranco.
Caf em grao.
Arroz do Maranho.
Bacalho.
Carne-verde.
Dila secca.
Toucinho.
Farinha de mandioca.
Feijo.
Agurdenlo.
Azeite doce para comida.
Dio para luz.
Dito de coco.
Vinagre.
Vellas de spermacete.
Ditas sloannas.
Dlas de carnauba.
Sal.
Lenha cm achas.
As pessoas que se quizerem contratar o dito
fornecmento apresenleni as suas proposlas em
carta fechada at e dia 25 do correule.
Alfandega de Pernambuco, 14 de julho de 1860.
O inspector
Beno Jos Fernandes Barros.
OIllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, do conformidade com
a ordena dolribunal do tbesouro nacional n.O'J
de 9 de maio prximo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesta thesouraria
para proenchimento das vagas que ha de prall-
cantes na mesma : aquellos pois que pretende-
ren! ser admillidos ao concurso devem apresen-
lar nesta secretaria seus requerimentos instrui-
dos om os documentos que provem : Io. terem
18 annos completos de dado : -2. estarem livres
de pena e culpa c 3" terem bom procedimento.
Os exames ueste concurso versarao sobre lei-
tura. analyse grammalcal, orlhographia e ari-
------139
108
185
i?
ditaes.
293
Doscarregatn hojo 17dejalho.
Barca mglezaStellabacalho.
Patacho inglezBelleferro c carvo.
Escuna inglozaBaIlhorDfarinha de trigo.
Escuna mglezaAluvidafazendss.
Patacho brasileiroArtistapipas.
IinjHMlai'ao.
Barca ingloza Stella, viuda d) Terra Nova,
consignada a James Crablree & C.', manifeslou o
seguinto :
1,356 barricas bacalho; aos mesmos.
500 dilas de dito ; a Krabbe Whatoly & C a
Vapor francez Naoarre, vindo de Bordeaux
consignado a Tysset Freres & C.a, manifeslou
seguinte :
1 caixa impressos; a Amorim & Irmos.
i dila loques; a L. Lecomto.
1 dila lvros ; a Almeida Gomes, Alvos & C
1 dita sedas ; a D. P. Wld.
2 dlas calado ; a Mello Lobo & C.a
1 dila obras do ferro, 1 dita bijoulcria e raer-
ciaria ; a Ch llardy.
1 dila lvros e calcado ; a A. P. P. Pacheco.
1 dita luvas de pellica; a Ramos Duprat & C.a
1 embrulho amostras; a Dammayer t-ar-
1 dito ditas a Seve, Filhos & C
1 caixa dilas; a Andr & C.a
1 dita ditas ; a A. Berlrand.
Palhabole uacional Artista, vinilo do Rio de
Janeiro, consignado Bartholomeu Lourenco,
manifeslou o seguinte:
20U pipas e 250 barra vazos c abatidos, 200
frasqueiras genelira, 1 caixa fazendas, 1 dita ca-
deiras estufadas, 1 dita medicamentos, 1 fardo
fiordo papoulas. 1 caxole chocolate, 2 caixoes
fumo o cigarros, 2 dilos chapeos. 1 caixa rap,
18 volumes mobilia, 3 barricas farinha dd railho,
300 saceos railho, 110 dilos caf, 103 rollos fu-
mo, 150 barricas sebo ; a ordem de diversos.
Consulado geral.
tiluindo, principie a decorrer em todo o imperi
do 1. de Janeiro do anno prximo futuro, quei-
ra V. Exc para aquello elTeilo marcar este dia
em edilaes publicados cm lodos os municipios"
dessa provincia.
Dos guarde a V. Exc.Angelo }loni: da Silva
Ferraz.Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Secretaria do governo de Pernambuco, 14 do-
julho de 1860.O secretario do governo, Joao
Rodrigues Chaves..
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, manda fazer publico, que em consequen-
cia do incommodo do Sr. Dr. procurador fiscal, lica
transferida para o dia 14 do corrente as arrema-
tac^s do imposto de 2500 sobre o gado dos mu-
nicipios do Goianna, Na/.reth e Sanio Aulo, de-
vendo as habilitarles seren julgadas no da 12.
F. para constar se mandou alBxar o presente e
poblicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 10 do julho de 1860 O secretario, A.
F. d'Aununciaro.
Canitania do porto
Tor esta capitana se faz publico o aviso abaixo
da capitana do porto do Maranho, relativamen-
te a Mibsiiiuiro dos vid ros brancos do pharolete
do forle da barra, por outros de cor rubra.
Capilania do porto de Pernambuco, C de julho
do 1S60-O secretario. J. P. Brrelo de Mello
llego.
Capitana Ao Porto.
De ordem do Sr. chote de diviso c capilo do
porto, t'az-se publico, que o pharolete existen-
te na ponto do forte da barra, que marca o orear
para a mesma logo que descoberto pela quina
do ferie, passa do Io de julho prximo viudouro
cm diante a serem substituidos os vid ros bran-
cos, por outros de cor encarnada, visto ser do
ulilidade navegaco ; evitando-se assim, que
conlinucm a confundir sua luz, tora as dos na-
vios ancorados, da boia collocada na pona da
restinga de S. Francisco para o N. E. Secreta-
ria de capitana d'i porto do Maranho, 2 do ju-
nho de 1860. Baymundo lldclfonso de Souza
Barradas, secretario.
De ordem do Exm. Sr. director interino so
taz publico por esla secretaria, que em congre-
themetica at a theoriadas proporcocs inclusive. |gaco de 4 do correle forana abonadas, assim a
da thesouraria provincial de Per- faltas dos esludantes, dadas no mez de maio, a
Eleicao eui Sergipe.
[Circulo da Estancia.)
A verdade convm que appareca cm todas as
qiicstoes, c como n'um communicado de igual
epigraphe foram alguns tactos adulterados, con-
vem que elles sejam rectificados.
O Sr. commuiiicante fez urna injuslica ao Dr.
Fiel, quando dsse, que elle ligado a provincia
da Baha por inleresses polticos o de familia,
tendo aiii fixado sua residencia, tem-se esque-
cido da sua provincia nalal ele, ele. Se S. S.
:onheccssc o Dr. Fiel, se j alguma vez tivesse
ido a cidade da Baha cao avanzara semelhaulc
proposico; porque ella desmentida por inn-
meras pessoas, que sao Sergipanas. Esle argu-
cnto alem de ao ter o cunho de verdade, que
ra para desojar, prova de mais, e como tal nada
prova ; prova de mais, porque aiuda admillula
como verdadera a proposico avancada o Dr.
Calasans acha-se cm iguaes circunstancias, j
que ainda nao leve occasio de mostrar o grande
amor, que dedica a sua provincia, ao menos
desconhecida cssa occasio.
*Diz o Sr. communicanie que o Dr. Fiel tam si-
do depulado provincial em diversos biennios pe-
la provincia da Baha etc., e que lutando rom as
antipaihias do povo, porgue nunca delfendeu 03
NBN
\ prima-dona Bellraniine.
Salve primaz cantora, a mais mimosa,
Rica offerta de patita Italiana,
Se nao s ressurgida Catalana,
Como delta a voz tcnsharmoniosa.
Trgicos lances, mmica amorosa
Com quo atcelos imprimes n'alma humana.
Do-le gloria subida ; e soberana
Do Palco s a rainha, s primorosa,
Quando da Traviala Arya pungente
Descreve-lhe oadeusa d figura
Do lagrimas pungido Amor se sent.
E s'aprouve ao co, que immensa ternura.
Fiasse-te Amor, que ello consenlo
Q'cxisla na Ierra Anjo de Candura.
O abaixo assignado, havendo sido escolhido
pela associaco dos Praticos thesoureiro da mes-
ma asseciaro, por falleciinento do antigo thesou-
reiro o 2o lenle loaquim Rodrigues de Almei-
da, vem por meio desla agradecer a todos aquel-
los de seus collegas que com seus votos concor-
reram para sua eleQo, e desde jscientifica-Ibes
que todos os estarnos empregar para correspon-
der a sua expectativa.
Outro sim, o abaixo assignado previne aos se-
nhores propietarios, consignatarios o capiles
de navios, que sempre o encontraro em sua ca-
sa na ruado Pillar 11. 137, no primeiro ou segun-
do andar, para aquillo que tur tendente ao seu
cargo.
Recife 16 do julho uel850.
Manoel Estanislao da Costa.
Para o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia 1er.
O abaixo assignado, morador no Cariry-volho,
da provincia da Parahiba do Norte, veio esta
iratar de seus negocios, no termo de Nazarelh ; e
precisando ahi de registrar urna escriptura de
hypotheca, o escrivo incumbido disso, o Sr.
Ignacio Vieira de Mello, exigi imperiosamente,
para fazer esse trabalho, e recebeu, por oulro re-
curso nao haver, a quanta de 80$000! 11 No-
tando (o que ainda mais revoltante e escanda-
loso) ella na margena da escriplura as cusas de-
vidas pela quanlia de 4o660 111
Foram testemuohas presenciaes de urna to
grossera prevaricaco os Srs. Secundino Ribeiro
de Mello e Manoel Antonio de Castilho.
Nesta mesma occasio soube mais, pelo mesmo
Sr. escrivo, quo eu devia pagar ao distribuidor
da escriptura 1OS00O !
Espero quo o governo da provincia nao consta-
ta que se enconlrem concussionanonos lugares
onde s deviam estar os serventuarios pblicos.
Rocifc 14 de julho do 1860.
Antonio Jas Guriiio.
Rendimento do dia 1 a 14.
dem do dia 16. .
11828*390
211$487
13:069587
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1
dem do dia 16. .
a 14.
2:171*504
18625
2:190J129
Becebeiloria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 14. 24969*704
dem do dia 16.......1 954g424
26:924gl28
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 14. 46.677*101
dem do dia 16....... 858*728
47:535*829
NOTICIAS COMMERCIAES E MARTIMAS.
Rio de Janeiro.
Praca. 9 de julho de 1.80.
COTACOESOFFICUES DA JUSTA DOS CORRETORES.
Cambios.
Londres-25 3/4 a 90 d. v.
Melaes.
Banco do Brasil 80g de premio.
Benjamim Muniz Brrelo,
Presidente
Diocleciano Bruce,
Secretario.
Vcnderam-se 3,000 saceos de caf para os Es-
tados-Unidos e 100 ditas do dito lavado para a
Europa.
Sobre Londres sacaram-se cerca lo Sf 50,000 a
25 7/8 e 25 3/4 d., prefazendo urr total dos sa-
ques para o paquete que sahe amanha de cerca
de 6 500,000.
As transaccoes sobre a Franca e '.lambnrgo fo-
ram insigniOcantes.
Venderara-se um lote de cerca de 200 o um dito
de 20 aceces do Banco do Brasil colacao of-
cial, e um lote de 200 aceoes do Banco Rural e
Hypotliecario ao premio de 43*lf!0 para 31 de
agosto.
[Crrelo Mercantil, do Rio).
Chegou esta porto, precedenla de Pernam-
buco, a 1 do correle, o patacho Capuan, com
12 dias de viagem.
Sahiram, com destino Pernanbuco : a 4, o
brigue portuguez Laia III, e o palhabole Artista.
Achava-se carga, com o mesmo deslino, a
barca Recife,
Balate.
CAMBIOS E METAES.
Londres 60 e 90 ds.25 1/4 a 251/2 d.
Pars 376 a 380 o (r.
H.amburgo 715 a 720 m. b.
in ii 1 n I Lisboa 115 a 118 0/n.
Ao Illm. Sr. major Hcrcnlano Sancho Doblos hesPanhes-3ig 3 31*500.
da Silva Peilra, por occjvsiao lo pas-' p.!lrin_
samento de saa presada filhinna.
Era um anginho do co.
Que um oulro anginho chamou.
[Alvares de Azevedo.)
Perdesles urna menina,
Que quedis ? era dina
I L Ernesto de Aquino Fonscca. cavalleiro da
anm deChristo, juiz de orphos do lermo do
Rife, por S. M. o Imperador, que Dos guar
d pie.
F saber aos quo o presente edital virem,
Ino cr esto juizo. Da porta da sala das audien-
cias) por tres praras successivas, lem de seror-
emidas a quem "por ellas mais der, no dia 17,
as senintes dividas activas :
Una lottr.i do Antonio Pedro de Figueiredo,
enca a 18 de abril de 18 6, principal a quan-
ta de 121*.
Tr lellras de Joaquim Antonio de Faria Abren
e Lim,sendo urna da quanta de 2:000?000 de
P'incip.i, vencida no 1o de feverciro de 1853.
Oulrda quanlia de 708} de principal, em 38
noedasde 6*i00 pelo valor unligo, vencida em
14 de o.tubro de 1852.
E a tircera da quanta de 3:70S* do principal,
vencida em 21 de fevereiro de 185 i. som mando
o total ras tres lellras a quanlia de 6:416*.
Tres lellras de Manoel de Rezende Reg Bar-
ros, sfiio cada urna dolas da quanlia do 143*820
do ur.ncinai vani>ta.i itm eni/irie fevereiro de
tSrrt* em "e fevereiro de 1858, sommando
todas ellas o total de 431*i60; sendo as ditas le-
tras pertcnrenles ao casal da finada D. Joaquina
Jeronyr*a de Jess, e rao ser arrematadas a re-
querimiento do Dr. procurador fiscal da fazenda
provincial, e por virlude do inlerloculoro deslo
juizo proferido nos autos do respectivo inventario
em 2 do coirente mez e anno.
E para qce chegue ao conhecimeeto de quem
inleressar, maudei passar o prsenle que ser af-
lixado no ligar do costume e publicado pela im-
prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provinca do Pernambuco, sob meu signal e
sello deslcjuizo quo anta mim servo ou val ha
sem sello cx-causa, aos 4 dias do mez de julho
do anno do nascimenlo de Nosso Senhor Jess
Chrislo de 1860, 39 da independencia o do im-
perio do Brasil.Eu Joo Facundo da Silva Gui-
mares, escrivo o subscrevi.
Ernesto de Aquino l'onscca.
O Dr. Enlisto de Aquino Fonseca, cavalleiro da
ordem de Chrislo, juiz de orphos do lermo do
Bocife, por S. M. o Imperador, que Dos guar-
de, ele.
Paco siber aos que o prsenle edital virem,
que por este juizo lem de ser arrematado por
venda a qaem mais der, na porta da sala das au-
diencias, lindos es dias da lei, as seguinlcS pro-
piedades :
L'm sti) de Ierras denominado Allcmo, com
algumas fructeiras, extremando pela frente enm
o sitio Riacho da Estiva, pertencente a viuva e
herdeiros de Jos do Monte Lima, pela parte do
nascente na linha de sul a norte do marco da es
Irada at o riacho Passo da Ibura e dito sitio Es-
tiva, e pela parle do norte, ao poente, com Ier-
ras do eagenho L'cha, tendo 2,380 palmos de
frente e 4,000 de fundo, cora duas casas de taipa
eobertss 4e telhas, avaliado por 5:000*000. .
Ura terreno do maltas capoeiras, denominado
Cacimbas, no mesmo lugar da lbura, extremando
com Ierras de Jos Rodrigues de Oliveira Lima,
avaliado por 1:500*.
Outro terreno de maltas capoeiras, denomina-
do Descanso, em dita lugar da Ibura, quo extre-
ma com ierra do mesmo Jos Rodrigues, avalia-
do por 1:500*.
Outro terreno de maltas capoeiras. junto a la-
goa denominada Zumbi, no sobredito lugar da
Ibura, o qual extrema cora o sitio Estiva, e com
Ierras de Alfonso de Albuquerque, avaliado por
2000SOOO sendo o total do valor do sitio e terre-
nos annexos a quanta de 10 000*000 ; todas es-
tas propriedades situadas na freguezia dos Afo-
sados ; sendo o dito sitio e mais terrenos per-
tencenles a viuva e herdeiros do finado Antonio
Alves Ferreira, e vai prara por determinarlo
deste juizo, a requerimento" do Antonio Pcrcira
de Oliveira Mata, credor hypothecario do referido
casal.
E para que chegue so conheciraento de quem
inleressar possa mandei lavrar o presente que
ser atusado no lugar do costume, e publicado
pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, sob meu signal e
sello deste juizo, que anta mim serve, ou vaina
sem sello ex-causa, aos 6 dias do mez de julho do
anno do nascimento de Nosso Senhor Jess Chris-
lo de 1860, 39 da independencia c do imperio
do Brasil.
Eu Joo Facundo da Silva Guimares, escrivo
o escrevi.
Ernesto de Aquino Fonseca.
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber aosinteressados que o Illm. Sr. di-
rector geral, de conformidade com as instruccoes
de 11 de junho de 1859, tem designado o dia 23
do crreme, petas 10 horas da manha, para ter
lvgar o concurso cadeira da lingoa tranceza do
Secretaria
nambuco 8 de junho de 1860.
O secretario,
A. F. da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincia!, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 23 do correle, manda
fazer publico, que no da 19 de julho prximo
futuro, vai novamente praca para ser arreraa-
ladado quem por menos fizer, a obra dos repa-
ros do crapedramenlo da estrada da Victoria, en-
tre os marcos de 6 a 8 mil bracas, avaliada em
6-512*000.
A arremalaco ser feila na forma da le pro-
vincial n. 343 de i de maio do 1851, o sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se quizerem propora esta arre-
malaco comparecam na sala das sesses da men-
cionada junta no da deima indicado, pelo meio
dia, conipetentemenle habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario
iiue o dcixaram de ser na congregaco meusal do
junho, como as dadas no mesmo djcz de junho
com as exceproes seguintcs :
1. anno.Agoslinho Fernandes de Queroz 11
inclusive 2 sabbaiinas na primeira cadeira, c 16
inclusive 3 sabatinas na segunda ; Joaquim da
Souza Valle 28 inclusive 4 sabbaiinas em ambos,o
conlina a fallar ; Scveriano Lucio de Faria 10
inclusive 1 sabbalina na segunda ; Francisco Fer-
reira Pacheco de Mello 6 inclusive I sabbalina na
segunda ; Luiz Ayres de Almeida Freilas 5 inclu-
sive 1 sabbalina na segunda ; Joo Ferreira do
Oliveira e Silva 10 inclusivo 2 sabatinas na se-
gunda ; Porfirio Amando Goncalves 5 inclusivo
1 sabatina na segunda ; Bemvindo Pinto Lobo3
na segunda.
Terceiro anno.Jos Joaquim de S e Benevi-
des contina a fallar em ambas ascadeiras; An-
tonio Pinto de Mendonca 9 inclusive 1 sat>batina
na primeira ; Jos Bernardo Galvo Alcoforado
Filho 6 inclusive 1 sabbalina na prmeira; Manoel
Secretaria da thesouraria provincial de Per- Francisco de Mallos conlina a fallar ; l.'lysscs de
<\n i : i_ J A Orrt a L^lirin \n_ n_____BI__J____ e _-__1__ ....
Pecas de 6S400 velhas16*500 a '17*.
' de4*-9*300 a 9*400.
Sobcranos-9*800 a 10*.
Patacoes brasilciros2* a 2gl00.
hespanhoes2* a 2*100.
mexicanos1*989 a 2*.
[Diario da ahia).
Gymnasio\ Provincial : sao pois convidados os
senhores que seacham haolilados, a comparecer
nesla secretaria em o refeiido dia e hora.
Secretara da inslrucco publica do Pernambu-
co 16 de julho de 1860. O secretario ioterino,
Salvador Henrique do Albuquerque.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincal, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
nambuco, 26 de junho de 1860.O secretario, An
tonio Ferreira da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremataro.
Ia Os reparos dos empedramentos da estrada
da Victoria entro os marcos Je 6 a 8 mil bracas,
sero feitos de conformidade com o orramenlo
nesla data approvado pela directora cm conse-
Iho e snbmetldo approvaco do Exm presiden-
i a rta nrnvinrin na imnitrlancia de 6:5129 rs.
de 15 das, e as concluir no de 4 mezes, conta-
dos segundo o art. 31 do regulameiito das obras
puDlicas,
3 a O pagamento da importancia da arremala-
co ser feilo cm 3 prcslaces iguaes, sendo a
primeira quando liver feito um terco da obra, a
segunda quando houver feito dous tarcos o a ul-
tima na enlrega da obra.
4.a Em ludo o mais que nao esliver especifi-
cado no orramenlo e nas presentes clausulas es-
peciaes, se' observar o que dispo a tai n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 6 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 26 do corrente, peranle
ranle a junta da mesma lliesouraria se ha de ar-
rematar a quera por menos fizer as obras do ce-
milerio publico da villa de Iguarass, avahadas
em 5:980g.
A arrematadlo ser feila na forma da tai pro-
vinciol n. 343 de de 4 de maio de 1851 c sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que so propozerem a esta arrema-
laco compareram na sala das sesses da mesma
junta, no dia "cima declarado, pelo meio dia
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presenta e
publicar pelo Diario.
Secrelarie da thesouraria provincial de Pcr-
uarabuco, 10 de julho de 1860.O secretario, A.
F. da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
1." As obras do ccmilerio cima, principiaro
um mez depois de arrematadas o concluir-se-ho
no prazo de 12 mezes:
2.a O arrematante ser obrigado durante o
tempo da construcro da obra a conservar limpo
do mato e de qualqer immundice o terreno oceu-
pado pelo cemiterio.
3.a O arrematante ser obrigado a seguir na
execuco da obra as observarles indicadas por
pessoa* habilitada que para tal tim esteja autorisada
pela cmara municipal de Iguarass, ou pelo go-
verno.
4.a O pagamento ser dividido em 4 presta-
c5es iguaes, que devero ser pagas cada urna a
proporcSo que se for terminando cada quarto da
obra.
5.a No caso de nao ter o arrematante termina-
do a obra no prazo marcado, pagar urna multa
de 10 por cenlo do valor da arremalaco, de
conformidade com o art. 32 da lei provincial
n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
Manoel Joaquim Ferreira Esteves, cavalhciro da
imperial ordem da Rosa, capilo commandan-
le interino do 2. batalho de fusileiros da
guarda nacional da freguezia de S. Jos, o pre-
sidente do conselho de qualificaro da mesma
freguezia, etc.
Faz constar aos interessados, que no dia 13 do
corrente, lera lugar a primeira sesso da segun-
da reunio do referido conselho no consistorio da
igreja de N. S. do Terco que hora serve de ma-
triz da mesma freguezia, omle os mesmos inte-
rassados devem apresentar seus requerimento de
recusa de novo documentados.
Perante a cmara municipal da cidade de
Olinda estaro novamente em prara nos dias 13,
20 e27 do correnle mez para serem aaremalados
por venda por quem mais der, na forma do arti-
go 28 da lei provincial n. 474 de 5 de maio do
anno prximo passado, o telheiro que serve de
matadouro publico, avaliado em 4<'0f*, e o predio
contiguo a igreja de S. Sebastiao da mesma ci-
dade. com 62 palmos de frente, em chaos forei-
ros, avaliado em 2:000*. visto nao terem appare-
cido licitantes nas pregas dos dias 22 c 29 de sc-
lerabro, 6 c 27 do outubro do dito anno : os pre-
tendentcs podem comparecer no paco das sresses
da mesma cmara nos reteridos dias. Paco da
cmara municipal da cidade de Olinda em sesso
ordinaria de 6 de julho do 1860.Joaquim Ca-t
ralcsnli de Albuquerque, presidente. Eduardo
Daniel Cavalcan Vellez deGuivara, societario
O Illm. Sr. inspector da thesourarl* pr0_
vincial, em cumprimenlo da ordem do ".xm. Sr.
presidenta da provincia, de 30 dejnn.ho. ultimo^
6 inclusive 1 sabbalina na pri-
Auguslo de Oliveira 3 na pri-
Barros Mendonca
meira ; Eduardo
meira.
Quarto anno.Leoncio deS Cavalcanli de Al-
buquerque contina a faltar.
Quinto anno. Nao se abonaram as fallas da
primeira e terceira cadeiras por nao terem com-
parecido os respectivos lentes, e as seguintes da
Lima 4 ; Fenclon C>-sar Burlaroaqiie 5. Perde-
rn) o anno por terem dado 40 fallas : no 2." an-
no Jos de Ilollanda Cavalcanli de Albuquerque
e padre Jos Avelino Monteiro do Lima ; no quin-
to anno Manoel Francisco Cavalcanli de Albu-
puerque.
Secrelaria da Faculdade de Direito do Recifa
6 de julho de 1860.O secretario,
Jos II. Bezerra de Menezes.
Declarares.
presidente da provincia de 13 do corrente, manda, manda fazer publico, que no dia 1$ 0 corrente]
Correio geral.
Relaco das cartas seguras existentes na admi-
nistrarlo do correio desta cidade para os senho-
res abaixo declarados :
Antonio Joaquim de Souza Paraizo.
Antonio Ribeiro Pacheco de Avila.
Bernardo Antonio de Miranda.
Domingos Otero de Carralho.
Francisco Duarle Coelho.
Major Francisco Jos Silveira.
Dr. Joaquim de Oliveira e Souza.
Joaquim Antonio de Magalhaes Castro.
Jos Pinto Freir.
P. C. Von Sohstcii (cnsul de S. M. o rei dos
Paizes Baixos.)
Existom recolhidos na casa de detencoos
seguinles escravos: Nicolao, prelo, oscravo de
Vicente Guedes, senhor do engonho Cru, na ci-
dade de Goianna ; Mathcus, preto, fgido ha
mais de um anno do lugar denominado Nazarelh.
o que confessa ser escravo do Antonio. Bernardo
Trigueiro. Subdelegada da freguezia do Re-
cife, 18 de julho de 1860. Ignacio Antonia
Borges.
Caixa filial do ban-
co do Brasil.
A directora da caixa filia!, desejan-
do conciliar quanto seja possivel os in-
teresies do comrnercio com os da mei-
raa caix.a, roga novamente aos Srs.
commerciantes que iguram como socios
de firmas sociaes estabelecidas nesta e
n'outras praras visinhas, que com esta
ettao em immediatas relacoes, sesirvam
mandar a referida caixa urna copia de
seu contrato social, extraliido do regis-
tro do tribunal do comrnercio, e na fal-
ta suas circulares, contendo nao f as-
signatura individual de cada socio e o
modo porque cada um assigna a razao
social, como a declaracao dosnomes dos
socios que podem fazer uso da mesma
firma ; assim de facilitar a apreciadlo
dos ttulos ue llies forem oferecidos a
descont, ficando certos os mesmos se-
nhores de que nao serao edmittidos t-
tulos com firmas collectivas, que nao
constarem pelo modo indicado. Recife
15 de iunhodel860.O chefe da con-
tabilidade, Ignacio Nunes Correa.
O novo banco fo
Pernambuco rpete o avi-
so que fes para serem rc-
^las desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
. IILEGVEL


"nonios
06 CdriUiftfc iim;.r>r.T ,.___- da 19
do crrente raer, pelas 10 horas da ra;nlia na
sala de suas sessoes, conlina a orr^malaca dj
renda das casos abaixo declaradas ;
Bairro do Redfe.
Ba do Pilar n. 74, ra da Mocda n. 31.
Rairro de Santo Antonio.
Ra larga do Rosario lujas ns. 26 e 26 A, ra
tio Cabug lojas ns. A. 1 B, 1 C, e 1 D, e o sobra-
do de tres andares n. 3 cora duas lojas, ra do
Oueimado n. 15, ra do Fagundes n 32, ra de
Sania Thereza n. 4. ra da Roda ns. 3 e 5. na
Nova ns. 43, 48 c 59.
Aduiinislracao geral dos estabelecimentos de
caridade 12 de julho de 1860.O escrivao inte-
rino. Joao Piulo de Lemos Jnior.
Caixa filial do banco do 5
Brasil.
Quem
MARIO DE PERNAMBUCO^T^BCA FEIRA ir DE JLtt DB tftO.
*m
Resolvcu a dii
quuer vender taes objecios aprseme
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 18
do correnlc mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
l ara fornecimento do arsenal de guerra, 9 de
julho de 1860.-fenio Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secreiario interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para f.'rnecimento
ao arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos segmntes :
Para o 9. o 10. balalhao de infanlaria, meio
balalhao do Cear, companhia Ca de artfices,
cavallana e Rio Grande do Norte.
Botcs grandes de melal praleados cora o n. 9
douiados 378 ; boles pequeos de metal pralea-
dos cora o ruesmo n.9 dourados 162 ; brira bran-
varos 2672 1 [2; algodozinho, varas 350;
teiras <29 ; luvas de algodao, pares 70.
| Para o meio balalhao de caradores da provincia
da Paralaba e os sentenciados do 10. balalhao
de infanlaria.
I 5 cometas de toque
1 bocal para corneta.
Sentenciados do 10. balalhao.
. 1 cordao para as ditas ;
a directora da caixa filial
que de setembro prximo em diante nao
erao admittidos a descont titulos, cujos I es"''s o ; mama i ; cnapeo
vencimentos se realisarem em urna mes- L..?~ue.m..q-ui!.e-r. T5'der \acs, obJeclos aprsenle as
ma data, quando o numero delles
incompativel com a respectiva cobrar
ca em un s dia, o que manda fazerl Sal,a oas sesses do conselho administralivo,
guerra, 11 de
Brim branco, varis 7 1|2 ; algodaozinho 7 1|2 ;
sleiras 3 ; manta 1 ; chapeo 1.
Quem quizer vender taes objecti
I suas proposlas em caria fechada, na secrolaria
lor j do conselho, s l horas da manhaa do dia 18 do
i crreme mez.
Sala das
LEIL&0
di;
Queijos flamengos
A's 10 horas da manhaa na porta do
armazcm do Sr. Annes defronte da al-
fan ciega.
Avisos diversos.
:e a pas-
te 1360.
publico para que os'smatarioslo^l ft&o'ZlwT d a
vemo de de f<
levereiro prximo passado
satisfazendo ao art. do mesmo conve-
nio, tomem as providencias necessai ias
em prdem a conciliar os prazoi dos di-
tos ttulos com o servico da mesraa cai-
xa. Recite 13 de julho de 18G0. O
chefeda contabilidade, Ignacio Nunes
Correa.
Conselho administrativo.
fJOSSSfiu adnii,lislra,i. P"ra fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos segrales : J
Para fornecimenlo de luzes dos eorpos do
... excrcilo e fortalezas.
50 caadas de azeile de carrapalo
Para provimenlo dus armazens do arsenal
de guerra.
Il,r,l'r '"Col da ?88ura da amostra, arro-
bas s uiao em lencol da grassura da outra amos-
tra, arrobas 2; caixas com vidros de 15 a 17 pol-
egadas 3 ; canas cora vidros de n. 18 a 20 ol-
legadas 3; rame de ferro de n. 18
unco em borra, arrobas 3.
pol
arroba 1 ;
Benlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaguim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino.
Caixa filial do banco do
Brasil.
De ordem do Sr. presidente interino
da caixa filial do banco do Brasil nesta
provincia, se faz publico para conbeci-
inento dos Sis. accionistas, que o tlie-
soureiro da mesina caixa esta' autorisa-
do a pagar dora em diante o 15- di-
videndo relativo ao semestre lindo em
3U dejunho prximo passado, a razao
de I0 por accao. de conformidade
com as o dens recebidas da caixa cen-
tral. Caixa fi'ial em Pernarabuco 16
de julho de 18f.0.O chee'da conta-
bilidade, Ignacio Nunes Correa.
THEATRO
SANTA
DE
ISABEL
LRICA DE G. M&RINANGEU
Terca fcira 17 de julho
a recia de assignalara eterceto da parla serie par. camarotes
APPHOVAliO E AUTOlISACiO
DA
P.epresenlar-se-ha a o opera em 3 actos de Verdi
Vendera-se os biihetes como de
TRAVIATA.
como de costume.
/
Avisos martimos.
Para o Aracay.
Principiar s 8 horas em ponto.
Leiloes.
Pretende sabir neslesdias at o dia
sda^r-?01'01^ meSlr0 4noAn-
Cosla para carga e passageirs, trala-
\ianna i C, ra da Cadeia do
se i "tu Prenle
Recite d. 57.
Para
Aracaty
LEILAO
E
Lourenco Pimentel, tendo de se reti-
rar para fora da cidade, fara' leilao por
intervenco do agente Hyppolito de to-
da sua mobiha, consistindo em mobilia
de Jacaranda', objectos avulsos de mog-
no e Jacaranda', porcelana, crvstaes
Hiate Scrgipano ja tem parte da carga, para o otn A ..,,,Z o i ^-r"*
sto trata-se com Marlius & Irmaos : rua do etc'e}c-: HUartfc-feira 18 do corrente
as 11 horas em ponto, na ra Nova n,
19,terceiroan lar.
resto
Madre de Lieos n. 2.
Para o Aracaty
sahe o veleiro hiate Dous Irmaos"; para carca
trata-se na ra da Madre de Dos n 2.
B
I
Rio de Janeiro,
pretende seguir at o fim da presente semana o
brigue nacional Eugenia, tem a seu bordo dous
tercos de seu carregamento : para o resto que
llie taita trala-sc cora os scus consignatarios A-
zevedo & Mendes, no seu escriptorio na ra da
cruz n, l.
COMPANHIA PERMMBIJCANA
DE
Navegaco cosleira a vapor
O vapor Persinunga, commandante Manoel
Joaquim Labato, segu viagem para os portos do
sul de sua escala em 20 do corrente mez s 5
Recebe-se carga para Macei at o dia 19 ao
meio dia, passagens e encoramendas at o dia
oa sabida al hora ; escriptorio no Forte do Mal-
Leilao
Manoel Marlins ae Oliveiro com aulorisacao
de seus credores, por inlerveucao do agente Ca-
margo, far leilao de sua taberna sita na ra do
Pilar n. 131, da armacao e gneros existentes na
mesma : quarta-feira 18 do corrente pelas 10
horas da manhaa.
Illm. Sr.Nos abaixo assignados, p sageiros
a bordo do vapor real Magdalena, desei mos pe-
lo presente lestemunhar a incansavel al. ricao de
V.S. e mais ollkiaes no desempeuho de seus
deveres, assim como a ahuiidanlo prc sao da
mesa, ampio servico dos criados e tarob u as su-
periores qualidades que esse vapor olTere
sageiros.
Bordo do vapor Magdalena 3 de maioP.
Ao Illm. Sr. Roben Woclward, comm mdante.
Gusl Brunninghauscu.
Daniel Gifford.
C. Starr.
0. Palmer.
Aug; Ed. Huhn.
A. Scblappoir.
A A Ilopman.
1. Smilh.
Me. Dormell.
William \V. Broad.
A. SchefTtcr.
G. I. Bcehtel.
Thomas lapp-
Fred Grundsoig.
H. Hoard Erskin.
Edwd. I). Jolmson.
WM. Charllon.
Em. Didier.
Heim. Drenlshahn.
lien i y A. Peen.
M. Pusiarchere.
D. Erurnbrglt.
E. Schwind.
Charles Weisle.
Ch. Clienand.
Luiz Paulodczaosil.
B. Gemmermare"
W. Schullz.
Edm. s. Hett.
David W. Ilowman.
DesarGazen.
Burtolonieoreiroie.
Francia Suriv.
Smile Bauso.
Fredericli Box.
James Hogg.
Fernando P. de Carvclho.
llenry Rudd.
W. Iohunorher.
Thomas Uainey.
T Nts i,l)a'xo signados [assageiros n
nglez Magdalena em sua viagem de So
on para o Rio de Janeiro, con a maiors-a. %tKh
tributamos ao Illm. Sr. Roben Woolwaf! coV-'
mndame do mesmo) os nossos sinceros^ -rad;-
cimanlos pelas maneiras allenciosas cin8
dignou iratar-nos e os cjuslanlcs estos '
empregou para o nosso bem estar, segw
bora accommodamenlo duranle a viagem.
Assim, pois, esperamos| quj o mesmo
dignara acceilar esla pequea prova de re;
cnenlo que tao justamente llie volamos
Paulino do Souza.
B. Marlins dos Sanlo.5. i
Antonio Soares de Medeiros.
Joao C. Claussen. J
Francisco P. A. ds Cunha.
Luiz S. da Fonseca.
Jos P. A. da Cunha.
John. M.iGloves.
L. P. de Tarr.
W". B. Barbom.
Alfredo^l.oekeit.
Antonio Galatin.
W. Wilson.
Francisco de Herrero.
W'". Blockelr.
I. S. Drummond.
L. C. S. Cassel.
L. Lerrine.
Madama R. Leib.
F. Bucbal.
J. W. L. C. lulkband.
Russclh Shaw.
Walter Mausel.
. Mpnrvrnlio
Ehza J. Taiker.
J. A. Doblee.
L. Dcgout.
E. Sohier.
A. Bussmeyer.
May Bohier.
D. Accioli de Azevedo.
Caroline W. Paleirau*
Manscle I.etebie.
John Hoyan.
G. Frenics.
Francisco R. de Mello Reg.'
Francisco P. de Cistro.
1. Isaac.
I. G. Marlins.
Anlonio I. Rico.
Domingos dos Santos Ha.
Antonio Luiz Prola.
Robert Baiclay.
D. A. de Barros.
Bordo do vapor Magdalena 5
AClDEflI IMPERIAL DE MEDICIHA
E JUNTA CENTRAL DE HYGIENE PUBLICA
HA
ELECTRO-MAGNTICAS EPISPTICAS
inlo Hirk
Para seren a pp I cadas s partes affectadas
sem resguardo nem incommodo.
,cm .^SCIIA?AS MEDlCINAESso muito conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as p
irt,iJ PT m'-lS de "22 i"ln0S osr, araaJas, pelas boas curas que se tem obtido n
rT2 ir.*.'-xo e.3cr,Ptas. 1ue se Prova cora innmeros attestados que exiatom de pess(
as provincias
as onfer-
pessoas capa-
desle
ni
zes e de dislinccoes.
lodos n?CTAS'EL-CT'lll"'EIlc!"!:pis'AT1CM obtera-se urna cura radical c infallivel em
SfS&TSLSEErt leaM?Su f"lta respiras*,), seiam internas ou externas, como
sioeV ilSi mm g0r '50'."?"' uUri' P*-110 PPUac5o de coracao, garganla, olhos, ery-
fcrentMSSS^T?' ****** e l0,is. ? "(Tecces. nervosas, ele. etc. Igualmente para as dif-
fuade?^eDPf'"i^umore3-crt.rao|o1>.n!o.:, escrfulas etc.. seja qual fr o seu taraanho e pro-
haeis'e SUS SSBS3" ^ rad'Calrae"le cxlirPados'sendu StU aconse.hado'por
fazer ^JSSISSaii^^ lodo ^ *
omem, senhora ou enanca, declarando a
lazer as necessarias oxplicaooes, se as chapas sao parahc
f e Sii ^--^"cia^e's^u^^^^a^uicS TStif1 ^ <
Pde-se mandar vir de qualquer ponto do imperio do Brasil.
rios paa3 a cSflocag SSST*-" "" COmpele,lles expcacoes e tambera de todos os accesso-
Jio aueC?eSnlnrLlhoHSn?Je?SaH-qUe dinareW honrar cora a sua confianca, c.n seu cscriplo-
"' q' ,e achard aUcrl lods os dlas. sera exceprao, das 9 horas da manhaa s 1 da larde.
do seu tama-
chapas possara ser
H9 Rija do Parto |J9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
I vapr
iam[-
iuo -.e
B qu>
jnca i
r. si
onh-
I
3- Fazendas
baratas por todo preco.
Ra do Oueimado o. SI.
Corle de casemira a 3j800 rs., chaly de qua-
dros atiOO rs-, cassas piniadas a 500 rs., cotes
de velludo a 5J, canibraia de cores a20rs. o
coyado. verbulina a 800 rs. o covado, corles de
brim de cores algSOO, meias casemiras infestada
a 800 rs., calcas de brim de lindo linas a -^, di-
las a 3-3, chitas franeczas a 280 e 2i0 rs., ditas
inglezas a 260, 20, 200. 160 c 120 rs.,
palelois branco do brim a -3600, brim de algodao
a 400 rs. o covado, gollinhas e manguitos a 2j.
calcas de brim de linho branca muito fina a 5$
encalcas de casemira a 4J, lencos piolados
com bico a 160 rs., colarnhos de alg"odo a 1$ a
duza, paletots de ganga a 4{>50, chapeos de se-
da amazona a ;500, lencos do Porto para rap
a 200 rs., chales estampados a 3-J, camisas finas
de la a 2^200, ditas a 2j>, meia de la para lio-
mera e seuhora, alpaca de cores para palelols a
400 rs., chegucra a pcchinclia anles que se
acabe.
i Attenco. I
Amelia Elodia Lavenre compelenle-
mente licenciada tem aberlo na ra do
Livramenlon. 19, segundo andar, urna
aula para o sexo feminino, onde cnsina
primeiras leltras, francez e certas prendas
bem como coser, bordar ele, e para com-
modo das pessoas que morara fora ou
mesmo dentro da cidade. recebe alum-
eiWnwas-peio prego'qub so conven'cionar.
Cura completa.
SE.V1 RESGUARDO NEM INCOMMODO
.Irysipela n'uma perna.
- Lu abaixo assiguado declaro que tendo raeu
mP,n erysipela n'uma perna ha
TnrhnL A0S'- po/ cuJa ca,,sa cslava bastante
lii n,L ,Cp0,S de ter ftit0 va"os remedios.
Iti? a applicacao dos ckapas ,nedi-
Partonoiiu ,R'Card0K,rk- morador ua ruado
"- i,L'fUve ug,03t0 de ver ''"eiraraente
oque faco publico em signal do raeu re-
Campo do Machado, Jos Pe-
Attenco.
Dosencaniinhou-se no dia 10 de raaio deste
anno uin cavallo mellado claro com cangalha, le-
vando as cangalhas duas arrobas de carne do
Cear, dous saceos vasios, um llandre eheio de
raanleiga e urncenlo de charutos ; o cavallo
carabilodas raaos : quem soubcr, ou delle tiver
nolHa, annuncie por este Diario, ou dirija-se
ao Barro em casa de Domingos Pinto, que ser
generosamente recompensado.
Mauteiga ingleza.
Na ra das Cruzes n. il A, vende-se a 1)} a li-
bra, dita franceza a GiOrs.
Quartinhas da
Bahia.
Vt,riera-se quartinhas da Bahia a 8$ o cenlo, e
100 rs. cada urna, sera defeito na ra das Cru-
zes n. 1 A.
A 2J500.
Queijos flamengos muito frescacs vindos pelo
ultimo vapor francez, e vendem-se a 2$500 : na
praca da Roa-Visla n. 6 A.
A pessoa que achou una carta cora o subs-
cripto a Sra. D. Rosa Hardy, querendo restilui-la
pessoa que a perdeu, que pobre, leve-a a ra
Nova n. 3i.
AO PLBL1CO.
O lerao que guia a saude sao as urinas; o sujo
dos intestinos comraunica-sc bexiga, que lor-
nam as urinas lurvas, formando na bexiga um de-
posito de materias de varias cores, o que sem
duvida menos perigoso que a pedra. A pedra,
!ff*pr-S *5n claS: ^r^nE-sof-'
frerera o que o Sr. Joao Vicente de Brito solfr
iilho
bo
Attenco
O abaixo assignado faz seimle ao Sr Lus Jos
arques, arrematante do bmosto de 20 OV sobre
m.C0S^de esP'ril0S de Voducco brasileira,
?ita ?L*Snd?r ailollo en sua taberna
sita as Cinco Ponas n. 82, (?8de o 1." do cor-
Mn !' lCrU ,S e9Ua- Pre'4do o dito rrema-
fi.'imi-m kSi"" nao sech""3r a ignoranci-v
L8Rfin lt,P.eH mPI?ns.a- Recite 15de julU
del860.-Alexandnno Max,mo Leal de Barros.
Compra-so urna preta de i6 a 20 a linos
que saiba eugommar. cozlnha, J a""sSA
afiance sua conduele : na ra L e. q
zem n. 33. *" truz- arma_
Fugio hontem 15 do correnle nt.i R k..
da noite, do sobrado defronte do *\voiro \ m
niz, a escrava parda de nome Raym'und l
tencenlc a Sra. D. Isabel Raymund dos,|,''-
P.nheiro, cora idade de 20 anuos, ^Z^oint
lar, levando vestido uovo de riscado cncarn-idn
rosetas uas orelhas, sapatos de raarroqaim ,rtf
e urna trouxa cora a sua roupa do uso. Esla ea
crava viera do scrlao e fra comprada pela mes-
na senhora no corrente anno ao corrector Tupi"
narab: pede-se, pois, a polica ou a qualqjCr
outra pessoa que della tiver noticia, najara de a
apprchender e leva-la ao sobrado da ra do Im-
perador (antiga do Collegio! n. 81, no pnmeiro
andar, que ser recompensado o appreheusor.
Contina eslar ausente desde o 1." do cor-
rente o pardo Ruliauo, ocidl de carapina, ida-
do 23 anuos, anda calcado, traja palelol pardo,
sem barba, cora principio de bigode, alto o
grosso, inculca-se forro : quem o pegar, leve-c-
ra da Aurora n. i i, que ser recompensado.
Precisa-se de urna ama capaz para tratar de
urna senhora : no becco da Boia (Forte do Mallos)
n. 10, segundo andar.
O abaixo assignado seguindo para a Parala-
ba, c nao podendo pelo seu estado de nolesfia
dispedir-se pessoalmenle dos seus amigos que o*
honraram cora suas visitas, o faz por meio deste,
rogando-lhesdesculpa, c offerecendo-lhes ateo
seu diminuto presumo. Rccifo 15 de julho do
1860.Manoel Jos da Silva Neiva.
l'recisa-se de urna ama que cozinhe e en-
gomme: na ra da camboa do Carrao n. 12.
Na ra da Cadeia do Reaife n. 38, primeiro
andar, precisa-se fallar ao Sr. solicitador Manoel
Pereira de Magalhes.
Precisa-se ae um caixeiro Porluguez ou Bra-
sueiro, que seja fiel e morigerado para urna leja
de calcado francez, tendo pralica de commercio,
e dando fiador a sua capacidade : a tratar na ra
Nova n. 1, loja.
Manoel Carneiro dos Sanios cora fabrica do
charutos em S. Flix, c deposito na cidade do
Maragogipe, provincia da Rabia, scieutiQca a to-
das as pessoas dcsla cidade quegostarem de seus
charutos, que llie nao convindo mandar mais cha-
rutos a comraisso sera ser por encommendas,
era vista das cotilas de venda que recebeu pouco
satisfactorias, por isso previne s pessoas que
goslarem de sua fazenda, que ponera dirigir-so
ao annunciante na cidade de Maragogipe. onde so
acha proinpto a cumprir qualquer enconimcnda,
rcspousabilisando-sc pela toa qualidade de sua
fazenda, para o que lera grande soilimento de
tumos escomidos, etc., etc.
Attenco.
Oupin precisar de nma ama secca para lodo o
servico de um.i casa do portas dentro, dirija-so
a iravcssi dos Expostos (atraz da matriz de Santo
Antonio) n. 18, primeiro andar, que achara com
quera tratar a toda hora do dia.
Pcecisa-so alugar urna prela que sirva para
vender quitanda : na ra eslreita do Rosario nu-
mero 27.
(Juera precisar de urna ama para casa de
homem soltsiro ou casa de familia, a qual lava o
eugomma com muita perfeicao, sendo no caso
que nao durnia na mesura casa, diriji-se a cam-
boa do Carmo n. 40.
Matriz da Luz.
Roga-se ao Sr. Antonio Izidoro Gomes da Su-
va o favor de se dirigir padaria da ra dos Pi-
res n. 41.
Pechincha.
correspondente
n. 119.
ira inforraaroes, a raeu
Ilio de Janeiro, rui do Parto
REAL MMPANHIA
Anglo-Luso-Brasileira.
O vapor Portugal, espera-se dos portos do sul
do da 0 era diante o depois da demora do cos-
tume seguir para os portos da Europa: para
passageirs Irala-se com os agentes Tasso Irraos.
Maranho e Para.
riPn I' birgr,. e?-cuna Graciosa, capilao o
prat.co Joao Jos de Souza, deve seguir ei nou-
cos das aos porlos indicados ; recebe carea oa-
ra C ouo trata-se com os consignatarios Almeida
Gomes, .^.'yes & C, ra da Cruz n. s7.
PaRA LISBOA
vai sahir com a Doso'vel brevidade
lina loja de miitlczas.
Adinheiaoou a prazo com garantas.
Terca-feira.
O agente Ca margo far lei-
lo por ordem dos credores
conhecidos da loja da ra do
Queimado n. 57, pertencente
ao finado Francisco Xavier
Brito de Oliveira, no mencio-
nado dia s 11 horas em
ponto,
LEILAO
O agente Hyppolito autorisado pelo
Illm. Sr. Dr. juiz municinal da segun-
da vara e a requerimento dos herde'ux
do fallecido Marcolino Ludgero da Fon-
seca Candi, fara' leilao da botica sita
no pateo do Carmo, e de todas as divi-
das activas do mesmo estabelecimento.e
bem assim de um escravo denacao sen-
do tudo vendido em 3 lotes: terca-feira
17 do corrente, as 11 horas
no pateo do Carmo n.5.
conhecimento.
uro Simes.
Cura completa.
SEM RESGUARDO NEM INCOVMODOs
tn/lammarao do bago e dores do peilo.
i ,otn flrnH, i au,assi*nadofaeo Publico, em beue-
yS Sflft SoreDJ0mr,dade' pra co"'0Heu leudo solfrido
^jmxmmM S!?|" de cmeio urna forte in-
Assopinono flnrin Ra 81ml! F no ho-> muilas doresp"', eo
r*S3UCldVclU UIllilU De-J | mchado. procedido do mesma nnamraa-
nfIl'nli\hi'ilinio midn T ttm..M"Mfo extraordinario, o lendo lo-
Iieilteilie lUarilin la. & 5. e "pplicado varios remedios, sem nenhum
De ordem do Sr rp.ii rlont. nTr^ faV.ravel. e me achando quasi deses-
m", :i Sr-.Pres,J^ente S perado recorr finalmente as chapas medeinaes
convido a todos OS SOCIOS e Tec- ft acardo Kirk. morador na ra do Parto
vos para comparecercm a s ess5o mores 'lSmq.?uCS,lrazc"do tm. .suPuao os hu-
da assemblea geral.que ha cj le ter | 'SSJSUl "fSSTlS
1 Jgar sexta-feira 20 as 7 hori js da nWD?a. puros e '"ceros agradecimenlos.
tarde ra do Trapichen. I*. j| An^X^Jt^ &* d ^^
Secretaria da Associacjao l Jniao 5>
Beneficente Martima 16 deju- H
lho de 1860. Jos Sabino Lis- I
|| boa, primeiro secretario.
DO
Rio de Janeiro
Praca da Independencia
OSS^ de curali ^ molestia da bexiga
nr.o pdia\^ra,,ma-m0leSta "" ^ ''UC
gastet muito dinheMo
sompre procurando
taco ;
aqu e no Rio de Janeiro,
s mdicos do grande repu-
jAcham-se expostos venda os burieles, nieios
e quarlos da 34f'""-
lista se
lotera da emprera
espera ne dia 20 do correrle p
Portugal e a Ia de N. S. de Araca n
raez.
Santos Vie
ynca cuja
o vapor
Qm desle
Confeitos.

em ponto
pos,".'vel urevidade o patacho
porluguez Flor de Mara,'."^cebe carga e pas-
sageirs aos quaes ofTereee exet.'^0108 commo-
oos : trala-se com o seu consigna lar;." Thmaz
! ..Iuino Fonseca, ou com o capilao na hn"S
do commercio.,
Para o Aracaty.
carga e
LEILAO
DE
O hiale Sanio Amaro recebe
geiros ; a tratar
Quinia-feira 19 do corrente.
O agente Uchoa. autorisado pelos Srs. Tasso
rab 'o da era ponto e sem reserva de prego al-
I gura o." raa porcao de taboado de sedro chegado
passa- | do Cear, cuJa venda ser effecluada no arma-
ffa,^S^^^^.'.|^*^-^^w:i'K:
2 Vende-se confeilos de Lisboa, na f*
| Loja de marmore. 8
mmmmm smm ^mmmm
Vende-se
urna commoda de Jacaranda'nova, vin-
da do Porto por encommerda : na ra
do Apollo armazem n. 26.
Vende-se um moleque de idade
de 12 anuos, bonita figura, com prin-
cipios de officio de pedreiro, sadio e
sem yi-ioo : a trater na ra Ueal (Chora-
menino> casa n. 3 com portao ao lado.
Vende-se o engeuho
Quiaombo na freguezi a deSan-
to Amaro Jaboato:
Nova n. 65 ou no
Pintos.
Sndalo. |
Recebeu-sc novo sortimento de bonitos ^
lequcs e braceletes de sndalo. 36
K Loja de marmore. I
mmmsmm mm mmmmm
Tara crianca.
jftnCQn-!,eJ?"Se sapa!'"hos de '*,a Para crianca a
KW e 000 rs. o par, botina do la a 640 e 800 rs
ditos de merm muito Qnos a I^jOO. t
laa a 500 rs.. dilas finas para senhora a
racsde metal fino para menino a 60
larga do Rosario n. 33.
= Vende-se um escravo de bonila figura o n-
nha na ra ; na rua do Rosario da Boa-Visian
oo, se diraquom vende.
Vende-so na rua de Horlas urna armacao de
um deposito : quera quizer tralar. dirija-se ao
de
3#, ma-
: na rua
'acao ; o resultado foi sempre padecer al ao din
PUC P?,'1 ,elicidade de P'ocurari au,o d
Paulo aullslanas de C. P. Etchccoin, de San-
JUSS^i qU ?olTrerem T" cu tofiri jamis
me, Z, Tn?*t> ou oulro q"l S*f "* toUr-u com estas plalas, que
bnndnriL r de hmP3r a **tiga cora toda a
% $n ?* recuPcrar sade perdida.
S. 1 au!o, 17 de agosto de 1858.
Joo Vicente de Brilo.
Sociedade dos devotos da Se-
nhora Ja Conceicao da es-
trada de Joao de Barros.
O secretario de ordem da mesa directora, con-
vida a lodos ossenhores socios da mesma socle-
St V*S\nU me3a eeral.de conformidade com
cmnn.a /. SwPeS'V0S MllK. "Odia 17 do
coirente (boje) s 6 e meia horas da larde, vislo
haverem circumsta nciados negocios a se resol-
,,,: rTBpcrn",e.f comparecimento dos meamos
senhores. Rec.fe. 16 de julho de 1860.-O se-
cretario, I.uiz lrancisco do Paula Ramos.
Vendem-se superiores enfeiles pretos o de co-
res cora vidrilho a 2>800, ditos pretos muito Onos
a -ig, bonetsde palha e de panno muito linos a
33, ditos de pellucia, fazenda de apurado gosto, a
6, loques linos a 2j500, penles de tartaruga a
imperatriz a 9g, luvas do seda lisas e bordadas a
13 e lg2(K) o par, rosarios de cornalina a 2?OO e
3$, estampas grandes linas a lj, dilas pequeas
a 160 c 20 rs., fitas de sarja, franja de seda,
trancas cora vidrilho *e sera vidrilho, e oulras
muilas raiudezas que se venderao por preco com-
modo : na rua larga do Rosario, loja n. 33.
A4#500.
vendem-se cadeiras de ferro a 4500, lalheres
cravados muito finos a 3. 23200 e 355(4 daii*
asfin eS,"TCOfn Ca" de niadrepe'sflaNeao,.:
"3 a 2(X a 2i0 rs. a caixa, dilas superiores a 2S0
miTUE!**11 M!>-,M. "Snao .
mui.t';."8 '1S cm carteira de marroquim couso
80O rs a ? Kr "?. rS- pen,,as de ol:o "* *
800 r. a caixa, espelho para parede a 600 rs
dito redondo de 9 caras a I36OO. toucadores *
losebraucosa 23, 2300 e 2*800
do Rosario, luja n.38.
Escrava.
uSlZH "ma escrava ma com lodas -
Si rt t Precl?3S> e vendc-se em conta ; no pa-
leo do Terco, botica do Sr. Torres.
Vende-se
na rUa Urga do Rosario n. 33 superiores cartei-
"Sgrandes para dinheiro. ditas para letr.s a 63
.J ** dllas Para algibeira a 400, 720 e 800 rs
ditas mu.lo finas a 8g, escovas pa'ra factofsOO J
1, ditas hnas para cabello com cabo de bfalo a
nasP,li'.l;ee1SiPa,ra !'arba '' caixas de bufal -
^nolte,frlarUgaao^ e 10- 8valas do
tllM ?a C0tres a 800 e *f. lilas finas a
pa bfeS '"S rancezas Pr diminuto
pre-
a rna larga
prero
Ao publico.
Rom
niilho de 26 a 2S
no pateo do Terco
charutos, taberna
na rua
engenho
mesrao n. 39.
Vendem-se saceos de
cuias a 53800, e caf a 23SOO
n. 28. defronte da fabrica de
nova.
Ligoas,
Vendem-se lingoas muito novas recentementc
chegadas do Rio Grande, por barato preco : na
taberna da rua do Imperador n. 83, de Leitc
Vendem-se por preco commodo duas vac-
cas, urna solleira e outra cora cria e leile as
quaes servem para criar ou para o acouguo no
silio do Sr. Francisco Antonio de Carvalho Si-
queira. no Salgadinho de Olinda.
No o do Salgadinho de Olinda, do Sr
Carvalho Siqueira, ha um homem solteiro que se
olierece para qualquer servico.
Severina Pereira de Lira annuncia a sua
morada na rua da Soledade, sitio com 2 porles
n. 9, propnelario Francisco Mciel da Silva.
Aluga-se ires moradas do casas terreas re-
cenlemente acabadas, no alarro, adianle da fa-
brica de sabo, com os fundos para o carainho
de ferro : a tratar com Josa da Cruz Santos, na
rua Nova a. 51.
- Em resposta ao annuncio da pessoa que
quer alugar um primeiro andar com cozinha
queira dirigir-se rua da Cadeia do Recife, casa
n. 11, que achara com quera tratar.
W. Elle e sua raullier, retiram-se para a
.Europa,
Tendo o Illm. Sr. director do collegio do
Conselho participado 30 annunciante, que por
alta de discpulos nao podia continuar a aula de
desenho, que o annunciante diriga ha tres me-
zes. esse o motivo por que o mesmo deixou de
leccianar no dito collegio, no qual recebeu sem-
pre d;i parle de todos, c principal.nante do Illm.
director o raelhor c o raais delicado trataraento.
Recife, 14 de julho de 1880.Jos Hara Ra-
monda.
Em um sitio nos suburbios da cidade de
Olinda existe para ser negociado, cm um s ou
diversos lotes, porcao de gado.muito proprio para
crescer por ser todo do pasto, sendo garrotes
novilhas e vaccas, entre estas algunas com crias !
a iraiar no segundo andar do sobrado n. 43 da
rua da Cruz.
.,t,riMHUl0-,"0r20s Ccha- lendo sid0 nomcado
.'genio de leiloes e estabeleceu seu escriptorio e
armazem na rua do Vigario n. 15. onde se acha
desde as 9 horas do dia at s 5 horas da tarde
prompto a cumprir asordens dos que com ellas se
iigoarem de obsequia-lo. O annunciante. no exer-1 flres
cicio do lugar cora que houve por bem nomea-
0 meritissimo tribunal do commercio desla pro
vincia, nada poupai para bem corresponder s
conbanca
d
Para acabar.
%, dita cora 14 varas a 640 e 800 rs., galao de
algodao branco e de cor a 120 e 160 a vaFa, dito
de laa cousa moderna a 900 rs. a peca com 10
wiras, en fiadores para esparlilhos a 80 rs. um
auza a ,0, enfiadores prclos de seda a 200 rs '
gallao preto de laa e seda a 1S200 a peca cora 10
varas, cinturoes com borracha a 400 50 rs
na rua Urga do Rosario, loja n. 33
Arroz muito bom.
Vende-se arroz a 3J700 a arroba, e 120 rs a
ni,,?, f-tauerna do pateo do Paraizo n. 16, casa
renf aradroI1 cora oilao para a rua da Flc-
Conselho administrativo.
H JlaSexUl adfnlnistrativo, para fornecimenlo
seguimos :dg"erra' lera de C0,uPrar os objectos
Para a pharmacia do hospital da guarmcao de
Pernambuco.
32 VJL^Jie''\hb^SJ6 acid0 citrico. libras
.ii?g f u'a Llsboa- garrafas 20 ; acido
boHU'hr^"J'rn?3"21: 'reliado, libras 4
r,?rn. 1 S 2 ; banha de Prco- lib"s 32 ; chlo-
ruretodezmco,oncas8; extracto de Valcnanno
pocas 4 ; extracto miumendro,
Jji lina, libras 4; flores
de violas,
-lo iodureto de amonio, oncas 4 ; irapeco
o-! fies vidros 20; iodoformio, oncas 4*- 1
confianc, ; desempeniara cora UJSSSfimZ l fSE E?' ^ 'b,h
dao os deveres inherente profissao que adop- oleo de amendoas, libr
ou ludo envidar emfim por firmar sua repu- loo meia resma ; pilu
tacan, a cnn.mni.ir a nm..ii.i. a. .,- r ...... j_ <. r u
nar o lugar
a rua do No-
tacao, e conquistar a sympathia do publico, cuja
proteccao solicita. '
Aluga-so por preco commodo um grande
armazem na rua do Brum n. 34 : a tralar na rua
da Cadeia do Recife n. 4.
na"7aPc!dr"S?apelS0aJq" an"nciou um sitio
na Casa Forte, a bondade de desi
onde se deve tratar, ou dirija-so
gueira n. 21.
A. P. Ribeiro de Carvalho, relira-so para a
fc.uropa. r
Compra-se escravos de ambos os sexos de 12
atj annos, para fura da provincia, se liverem boa
figura o forem sadios, paga-se bem : na rua Di-
reita, rio escriptorio de Francisco Mathias Pereira
da Costa n. 66.
Vende-se um escravo moco de 25 annos
ptimo mostr de assucar : na rua Direita no es-
criptorio do Francisco Mathias Pereira da Costa,
n. 00. '
No sitio do Arralal de Marcelino tose Lopes,
aluga-se urna boa escrava quitandeira.
. oncas 2 ; espon-
de borrsgens, libras 8
libras 8 ; glycarina, libra 1';
de Pian-
madapolao
abelbas, libras
de harihema, oncas 8 ;
oras 32 ; papel alinaco' pau-
' r-'o'^de Blonecas, libras 2 :
nos lihr,. 'o Cant,a? 3? : Peroxido d nanga:
nos libras 32 ; papel de fellro, resma 1 ; rollos
Pl" S VaS0Sod0 b0,,ca 60: sulphorilo decaa
ST'fuSSti lana,odof"ro.oncas8; xaro^
5? xlln ?: Xarpe peilor91 inlrz- 8rfas
5 xarope de lamaurunx. garrafas 50.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente
as suas proposlas em carta fechada na secretar a
do conselho, s 10 horas da manhaa do da 18
do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
jSfdTSelodoorseniri,,,,esucrra'de
liento Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario interino
nn7nc^0rerece-se. ura rapaz pardo, com idade ?8
nZSI"." Crlad0 e comPlel cozinheiro
Uaar ,,, t^V'?0. Se, uiier u,ilsar- **
i,."?Vd"e.SBd.e,6 Barbud0> na,ravosa
MUTILADOJ
ILEGVEL


DIARIO DE PERSAMBCO. TEftq FEIRA 17 DE JULHO DE 1860.
Atlenco.
Trecisa-se alugar um primciro andar quo te-
nha comroudos para urna familia, as seguintcs
ruai : no bairro de Sanio Antonio, ra dasCru-
xcs. largado Rosario, dita estrcila ; bairro de S.
Jos, ra de Sania Rita, Raugcl, Direila, ou pa-
teo do Terco : qucm liver, dirija-se a ra do Brum
n. 4 ou auuuiicie por este Diario para ser pro-
curado.
seguros
Borzeguins patete.
Lustre e bezerro
V 6$000.
45 Ra Direila 45
Sempre solicito o proprietario deste
; cstabelecimento em poupar a bolsa de
seus fregueze?, acaba de descobnr-llies
urna mina de borzeguins, que nao sen-
i do Melis nem Su/.er, sao todavia ifjuaes
a estes no durar, tendo por nico clefei-
to serernpoucos.
Aviso aos Ihesoureiros e
CoDipanhia de
martimos
SEGURIDADE
NO
Ulo de Janeiro,
Agencia de Penvambuco; chefes de innandade
RUADO TORRES.
Guilherme Garvilho & C,
actuaos agentes dosta companhia, avisan) ao res-
peitavel corpo commercial o a quem convier,
ijue se acliam compelenteinenle autorisados a
e'ecluar qualquer seguro.
Aluga-seuma boa casa terrea cm S. Jos
do Mangtiiuho, qua defroute da igreja : trata-
se na ra do Brura n. 16, armszem de Manoel Jo-
s de S Araujo.
>S*
-">. y y-V'-V -i-.y i --i --y
Achando-se prximo o lempo de algumas
: igrejas festejaren) os seus padrooiros, Jos Pau-
lino da Silva com fabrica de fogosem um terreno
da na Imperial, avisa a todas as irmandades e
confrarias religiosos, e a quem possa mais inle-
ressar, que leui effectivanienle promplo um gran-
de sortimento de fogos doar, lauto com bombas
miudas como de bombas reaes, foguctdea para
salvas com bombas extraordinarias, os quaes
vondem-se em gyrandoias ou sollos, conformo o
gosto do comprador, nandando-os conduzire
queimar como custuma, por preco mais barato
do que o que se costuina comprar. Este csta-
belecimento olferecc ao comprador inuilo maior
. vaulagem, nem s pela supeiioridade do fogo
C% ser procurado na casa Je sua residencia # que hoje oralmente conhecido, tanto na capi-
? W*Wiffll8 i 5 i> "@# | proco e promplido, obrigando-se o annunciante
por qualquer avaria que possa haver, fazendoum
| abate no preco, quando por acaso nao saia como
[m Ill/Yffk "1/\ afianca, declarando aquellos que os quizer
-B I II 16 (lHXl comprar em gyrandolas ou em broqueis, dove-
M.M. 1.1 fa^ %M, KJ\J rao avisar tres di?s antes, su for em quantidade,
~J > iia se preparar c armar, c sendo em pequea
nma pasi inrro-. .,* ,.T i- r < poreSo, avisar do vespera ; e para mais facili-
SS SittSue d"aUpa.aaaGrT. do^HoVo" i dVs'uYrS* T- r***'" V"
na ra Direila, toja de cera confronte a sachris-
r. Augusto Carneiro Monleiru da Silva $
Santos, medico operador e parteiro pode m
g Attencao,
um dos lados, por ler a vanlagem de liear om
lugar de esquina; a pessoa que llie convier, pode
drigir-se ao armazein i'rogresso, no largo da
Penha n. 8.
i
Curso pralico e theorico de lingua fran- @
m ceza por una senhora franceza, para dez A
mocas, segunda e quiula-feirs de cada se-
mana, das 10 horas at meio dia : quem
m quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da '&
m Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos A
v_i adiantados. I*
@3 f@@@ @@ @@^1
Precisa-se de na ama para casa
de orna s pessoa, prcfcrc-sc escrava:
amada Seizalla velha a. 108.pri-
meiro andar.
lia do Terco do Sr. Dionizo Hylario Lopes.
LASA LUSO-BRASLEHSA,
2, Goldeu Square, Londres.
J. G. OLIYEIRAtendo augmentado, cora to-
mar a casa contigua, ampias e escolenles ac-
commodaeoes para muito maior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar- lhcs seus
serviros e bons ofiieios guiando-os em todas as
cousas que preciscm conhccimcnto pratico do
paiz, etc.; alm do portuguez e do nslez falla-se
na casa o hesi>anhol e francez.
gaiS 8i8fii89^SiSSII8g8flBS9l8 ftg
%Licoes de francez e
8 '
piano.
Madcraoiselle Clemcnce de lirmete,t
3| do Mannevillecontinua a dar lices de
v francez e piano na cidade e nos rrabal-
Lslas peonas de differentes inalidadcs, sao fa- 3g des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar,
bricadas deaco de prala refinada de primeira
tempera, e sao applicaveis a todo o tamaito de
leltra. Pi
pelo mes
teem a grande vantagem de nao estar suje'itas a I gomma, para servir a urna familia
crear ferrugom c conservndose bem limpassao
l'reco lSiiO cada eaixa e peanas de ouro No becco do Lobato, luja do sobrado do. va-
'2.*5_!?!?.J?0!*_.*> dlam*"l.e. que; randa de ferro, ha urna ama que coziuha e en-
pequena.
Instruccao.
e@@ @ #$ tado de asseio que dispensara fazer des-
vs tir. Larneiro Monteiro aproveilando da S* ~
propon ao que lem para mais fcilmente I; Peza8 Com Plntuias e OUtrOi arranjos :
execuiar ostrabalhos departo, e aconse- quem pois os quizer procure entender-
SemmufitSI*su".nJiq?e cm oblido ''se com o abaixo assignado na inesma
QiS foilo sua especialidade sobre este ramo CaSa era seu CSCnptono no pateo do
para o que poder ser procurado a qual- ColleglO ou praca de Pedro II.
^fterS-^|@| *- 4jos Vieira de Araorim.
Saino a luz o o- io.no uas iogra- ------PrCCIS- SC lie Ulia
(>lnas meas iliustre da provincia de Pernam-i01110 P0rQ COZIllhQP O C01U-
buco, pelocommendador Antonio Joa |>rai* para UDia DCSSOa *
qium de Mello. Contem as biograpluas, V
de Luiz Francisco Je Carvalho Couto,' na TVMi CS'Clla llO HOSariO
Jerony.no de Albu(|uerque Uaranbao, i n. ,| nPm(1n ailar
Alvaro Te.xeira de Macedo, e Joo l l)l UUIOaiHiar.
Antonio Salter de MendonQa ; versos,
entre os quaes 30 odes anacrenticas,
urna noticia interessate do levante de Simplicio da Cruz Itibeiro, professor publico
Goianna era 1821, e noventa o dous de insT?0 c'.Vme,,lar d, spSundo 8.ro da fre-
, v. i'jiciua uoub guezia da Boa-\ isla, as horas vagas de seu ma-
ttocumentos nneditOS. Por ora em Igistcrio, cnsina particularmente as njateiias de
m;"io do autor. sua prolissao. Tambera da lices por casas par-
- O l.r. Joao Ferreira da Silva raudon-seda ^SSS^Sffm'
ra do flangel para a do Livraraento n. 26, so- *?S*s'2|!fr' 'eftSSSS
brado do Sr. Manocl Buarque de Macedo, defran-
te de sua anliga habilacao. A grando pratica de
auscullarao reconhocida por quasi todos os seus
collegas desta cidade torna -o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmes e do cora-
Cao ; assim como para verificar o estado de sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Telo
crescido numero e variedades de operaces que
ha feito com bora resultado em o exercicio de
mais de 20 annos, se julga habilitado para prati-
car toda e qualquer operacao cirurgica por mais
delicada e difficultosa que soja.
KrTTTTTTTTTYrVTYTrYVVTTTrTTY*
E DENTISTA FRANCEZ. A
C Paulo Caignoux, dentista, ra das La- 3
> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <*.
^ p denlifico. <
floga-se aos Srs devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
ssquio de saldarem seus dbitos na ra do Col-
eg venia n. 25 ou na ra do Queimado loia
D. 10.
Dentista de Pars.
i 15Ra Nova15
,
spfe faz todas as operaces da sua arle e col- 38:
?y> loca denles artificiaos, ludo com a supe- jv
^ rioridade e perfeicao que as pessoas en- ^
g tendidas Ihe recouhecem.
^ Tem agua e pos dcnlifricios etc. fa
= OSr Francisco Aranha de Souzn tem urna
carta no escriptorio de Manoel Joaquim Ramos e
Silva, na ra da Cadeia do Recife
Aj|isu .tus scuhures dunus u sillos que li-
verem tarmigas e qui/orem ficar livres del'as, di-
rijam-se ra da Guia n. 47.
Manoel de Almeida Nobrc previno em lem-
po que pessoa alguma negocio cora Jos Keller
& C. o pardo Jos, comprado ao fallecido Manoel
Antonio da Silva Anlunes, por ser elle cunse-
nhor do mencionado esclavo, como em tempo
Curso de rhetor ica.
O acadmico Manoel Francisco de
Honorato, professor particular autori-
sado pelo governo, tem aberto o seu
curso de eloquencia e potica para ha-
bilitacao dos estudantes que ijuizerem
prestar exame'nestas materips no futu-
ro mez de novembro, em casa de uas
residencia, ra Direita n. 88, primeiro
andar.
1 GENTES 1
ARTIFICIAE^. 1
lt\uaestrella Jo Rosario n.3|
@ Francisco Piulo Ozorio colloca denles ar- @
@ tificiaes pelos doussyslemas V0LCAMTE,
@ chapas de ouro ou platina, podtndo ser @
,':; procurado na sobredila ra a qualquer @
gl hora.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite &l Correia era liquidarao, o obsequio
Je mandar salda seus dbitos na toja da ruado
Queimado n. 10.
Os abaixo assignados participara ao respei-
tavel publico c com especialidado ao corpo do
coiuiiiercio, que ncsti dala dissolver.ira amiga-
vnlmenle a sociedade que linham na :asa de ne-
gocio sita na ra Uireita n. 21, sob firma de
Magalhaes c\ irmao, icando o socio Antonio Pin-
to de Magalhaes de posse do estabelecimeuto, e
encarregadoda liqoidaco do activo c passivoda Trecisi-sc de urna pessoa para andar cora
(S
Pedido a' polieia.
Ao araanhecer dodia 10 do correte furtaram
do engenho L'choa ura quarlo caslanho auiarel-
lo, pesclo fino, parrega baixo obligado, c galo-
pa muilo bem ; esle cavallo foi do corpo de ca-
valliria, c por isso tem o numero da nac&o, o o
n. 44, signase estes rauilo viziveis, pelo quo po-
j de fcilmente ser recouliecido ; quera o pegar e
provar, visto neuhuma transaegao ler feito cora i loIiVi!r ao cngenlio cima, ou del le der noticia ao
sua parte
Aluga-sc o lerceiro andar da casa n. 47 da
ra da Impcratiiz : conlrata-se no segundo da
nicsrxa, das 9 horas do dia s 2 da tarde.
Quem precisar de urna ama para casa de
hornera solleiro, dirija-sc a ra do Padre Flo-
riauo u. G3.
gsts@@ @@@@ssst?;
@ o de agosto cnl dianle se acha S
@ abeiloum novo curso de geograpliia por @
$ um mogo habilitado. Os senhores que se "
extincla lirma. Recife 13 de julho de 18G0.An-
tonio Pinto de Magalhaes, Francisco Piulo de Ma-
galhaes.
Altenco.
Precisa-se alugar urna prela que fa;a os servi-
dos de casa como na ra, e que enlen'da alguma
cousa de lavar roupa : quem a liver, dirija-se a
ra Nova n. 50. taberna que tac quinu para a ra
de Sanio Amaro.
= Fica justa c coulraada a venda da casan.
53 da ra do Aljube que volta para i ra de S.
tiento : a pessoa que se julgar com uireilo a di-
la casa, anuuucie por esta fulha.
A pessoa que no Diario de hontem di/, pre-
cisar de um primeiro andar no bairro do Recife,
queira ler a bondade dirigir-se ra da Cadeia
do dilo bairro n. 1, segundo andar, que obi
achara coro quera tratar.
Na ra da Impcralriz n. S2, deseja-se fallar
com os senhores abano mencionados :
Napolen Olimpio Piales.
Jos Lino de Castro (chaprllr-iro).
Joao Piulo de Araujo, corneta de S. Lourenco
Manoel Jos da Molla, que tem fabrica de sa-
pa los.
Jacintbo do Reg Meirelles.
Miguel da Cunba Oliveira, morador no Rosa-
ri n lio.
Faustino Jos de Sant'Anna, merac'orno Cabo.
Galdino Jos do Coulo, morador na Barra de
Na tuba.
Manoel Libalde Harte, do Limoeiro.
lleruiiuo Uelno da N. Lima, do Limoeiro.
abaixo assignado, sera gratificado com 50j.
Antonio da Silva Cusmao.
A hunidade nos ps .lor-
na-se prejudicial a sau-
ile, e para prevenir este-
rnal, ha na na Direila,
@ quizerem matricular dirijara-se cora'tem- S CSlJUlIa (ta traYCSSa (lO
I'O ra da Soledadc n. 33 das -i s 5 S. Pedro n. 16, urna grande fabrica de (amneos,
da tarde. ^ que cora nina pequea retribuirn achara oillus-
f8@S@@ @@ $#@@@@@@@>, Irado publico desla capital e de fura, o mais bello
Aluga-se o segundo andar da casa n. 13 da e ri'Iuis?ini0 sortimento de tamarices de todas as
qualidades, que o proprietario da mesma osla ro-
solvido a fazer uma naodificaco nos procos, tan-
to om retalho como em porcoes ; assim como
principia desde j a fazer lamancos para hornera,
a portugueza. A casa tem sempre uma factura
de uma dous mil pares promptos para cticom-
mendas do centro e de fra.
Pede se
ao Sr. Manocl Goncalves Tel-
les o favor de apparecer na
ra do Vigario n. 19, a
co que nao ignora.
a tratar no primeiro andar dj
ra do Vigario
mesiiia.
No escriplorio de Domingos Alvos Malheos
deseja-se fallar ao Rvm. Sr. padre Henrioue Ca-
mello de Mello Pacheco, capelln que foi "de um
engenho as immeaiacoes da villa do Limoeiro.
Aluga-se por preco commodo o armazem n.
2?, sito no caes 22 de'Novembro : a tratar om
casa da fallecido coramendador Lui/. Gomes Fer-
reira, no Moudego.
um carro da alfandoga trabalhando, e do fiador a
sua conduela : na ra do Rangel n. 73.
Precisa se de ura caixeiro de 12 a 14 annos,
e que lenha pratica de taberna : na ra do Cor-
doni/. no Forte do Mattos.
neg-
ASSOCIAQA
DOS
Artistas aiaialos.
De ordem do Sr. presidenle convido a todas
as pessoa= que se alistaran como socios effecliros
desla Assoclaco, e mesmo os que teem dado al-
|m dinheiro or conta, que venham prestar ju-
ramento ate odia 18 do corrente ; Qcando lodo
aqneHe que nao comparecer, inciireo no art. 53
dod estatutos.
Secretaria da Assoeiacio dos Artistas Alfaiates
13 de julho de 1860.
Antonio Macario de Assis.
Io. secretario.
COMPANHIA
m
FORTES
DOS
Mais afamados fabricanles da Europa.
ESTABELECIFflENTO
DE
PARTIDAS D0BR4DAS
LIGUES PRATICAS
Duas vezes por semana
Quartas c sahbados s 7 horas da noitc
RA NOVA SOBRADO N. 15.
M. i onscca de Hctleiros, continua a dar
lices da referida materia era sua csa nos dias I compositor da Europ'a.
e horas cima indicados. Tambem ir ensinar
nos estabelecimentos e escritorios daquelles se-
nhores que desojaren! assim aprender, nos dias
que convencionar.
Ra Nova n. 25, esquina da Gamboa do Carmo.
Nesle estabeleciinento aclia-se umcorritilelo sortimento dos raelliores, mais elegantes e mais
bem construidos pianos de que ha noticia.
No mesmo estabeleciinento exislom, chegados hipouco da Europa, algnns pianos de machi-
nismo do melhor gostoede maior perfeicao do que <|iiaesquer outros, os quaes nao smeute se
prestam pelo seu machinismo a toda as pessoas que saben msica, mais aindn aquellos que igno
ram esta arte.
Alm destes pianos exislem tamh?m no mesmo eslabelecimonto, harmnicos ou Seraphina, os
quaes fazem uma bella ligacao sendo tocado era sala com acompanhamento de piano, e tambera
produzem excellentes elimos harmoniozos em igreja ou capella, tambera ha melhodo e msicas
adquadas ao dilo instrumento. Espera-se que o respeitavel publico e os amontes de msica nao se
demorem em munirera-se de lao excellentes instrumentos, cojo prero aliase razoavel, e de cuja per-
feicao inconlestavel.
Na inesma casa afinam-se e concertam-se pianos com a maior perfeicao possivel. Na mes-
ma casa existem chegados ha pouco da Europa lindas msicas do melhor gosto possivel e do molhor
m m ~a V w b
Estabelecida cm Londres
rf|fj m f*
CAPITAL
Ciaeo iLWocs Ae llevas
ftsterVuias.
Saundors Brothers & C.a tem a honra dein-
ormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
rasas, eaguem mais convier, que estilo plena-
mente autorisados pela dita conipanhia para
effectuar seg sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de tclha e igualmente sobre os
objcelos que coutiveremosmesmos edificios'
'icr consista em mobilia ou einazendas :e
qualqn oalidade.
Precisa-se alugar un.a boa casa terr ea q-.ic
sej no bairro de Sonto Antonio : quem a tirer
dirija-se a ra da Cadeia do Recite n. 40 a tra-
tar com o pretndanle.
0 abaixo assignado roga aos senhores aca-
dmicos rjuc contrahiram debilos era sua taberna
e buhar sito no lugar do Monteiro, hajam Je ir
o i mandar satisfazer seus debilos, isso no pr'aio
de 15 dias desla publicaQo, do contrario
toreado a usar dos rocos que a le llie faculta.
Nicolao Machado Freir.
DA
O Sr. Ihesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que em consequencia des grandes prejuizos
que tem soffrido com a exlraicao das loteras
pelo plano actual bice do Exm. Sr. presidente
da provincia permisso para as ditas loteras se-
rem'l'ora em diante extrahidas pelo que abaixo
ra transcripto; e insta conformidade se acham
exposlos venda, todos os dias no escriplorio
dasmesmas loteras na ra do Imperador n. ;-6.
e na praca da Independencia ns. I e 10 das 'J
boras d.i manha as (ida larde os bilhetes e raeios
da terceira parle da quinta lotera do hospital
Pedro II, cujas rodas devero andar impreleri-
velmente no dia 2"> do corrente me?.
Thesouraria das loteras 10 do junho de 1860
/. Al. da Cruz, escrivao.
CO.NSLCTOR10 MEDICO-CIRL'(IGICO
DO
Hl*. Ignacio V'ivmo Xavier
N. IG~Patco do Paraizo--N. 16.
Consullas todos os dias, das 6 1|2 horas s 11
horas da manhaa, c das 31(2 s 5 1\2 da tarde.
As pessoas pobres que se dignarcni recorrer a
seus oliielos sero atlendidos giatui mente ; as-
sim como gratuitamente se lhcs dar muitos dos
remedios precisos para o seu estabe'ecimento.
O bacharel A. R. do Torres Dandeira, advo-i I-indos corles de vestidos de seda pret
ga no crime e cvel, na sua residencia, ra larga de 2 saias.....
do Rosario n. 28. segundo andar.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & ra da Senzala Nova n. 52.
m MII |l&8 49
Grande e novo sorumeriio e razeudao ao todns as qua-
lidades por baratissimos presos.
Do-se amostras com penlior.
PLANO.
3200 bilhetes a lo^OOO.....
20 por cento. ......
32.O00S000
6:4009000
25.6009G00
1 Premio do IOiOOOSOOO
1 Dito de .... 4:000c0O
&000CO
4i 09000
/lOOl-'HiO
400*000
280000
. 0:02('50(J()
-32.000:000
oa
JK O Dr. Casanova podo ser proirarado a ft;
35 qualquer hora cm seu consultoric horneo- K
palhico em Pernambuco B
30-RL'A DAS CRUZESJO P
No mesmo consultorio arha-sn sempre
grande sortimcnlo de oiedcamcnlos em ^
Unturas e glbulos, os mais novos e bem S
preparados, os elementos de honieoDathia (R
9
O Sr. Honorato Jos do Olivo-ra Figuciredo
drija-sc a ra larga do Rosario n. 2, ou annun-
cie a sua morada.
Precisa-se de uma ama secca : no paleo do
Teri;o n. 26.
Sirop du
DrFORGT
JARABE DO FOKGET.
Este xarope esl approvado pelos mais eniintntes mdicos de Pars,
__Icomo sendo o melhor para curar conMipacoes, losse convulsa e ouiras,
altecees dos broncliios, ataques de peilo, imia<;6es nervosas e iiisomnolencias: uma colberada
pela manli, e outra noite sao suflicientes. O ell'eilo deste exceleuie xaropc satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
t dsposito na ra larga do Rosario, botica de fartholomeo Franeitco de Souza, n. 36.
I III
Ra do Bru (passando o chafariz.)
No Aerolito Leste csta\ie\ecinieiito sempre ^ia grande sortimento Ae me-
euanAsmo pava os euge n\\os Ac assucar a satoev:
Machiais Je vapor moiernas, de {jolpe cumprido, econmicas de combustivel, e defaclllimoassento ;
Rodas d'agna de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balanradas;
Caos de ferro, e portis d'aguaoara ditas, e serrilhas para rodas de madeira';
Moaniat inteiras com virgens muito ortes, e convenientes ;
-Mias moendas com rodetas motoras >ara agua, caballos, oubois, acunbadas em aguilhoes deazs ;
Tatxas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pare ebicas para o caldo, crivose portas de ferro para sfornallias ;
Alambiques de (erro, raoinhos de mandioca, fornos para cozer farinlia ;
Rodeta? dentadas de todos os tamanbos para vapor, agua, cavallos oubois';
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D. W. Bowman confia quecos seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas o^ras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o .lito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar.
Dilos ditos de ditos de seda de cores
cora babados
Dilos dilos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fll de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Canibraias orlandys de cores, lindos pa-
dres, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem idem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho ranceies pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafel roxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cass.ns francezas de cores, van
CoUaiinhos de esguiao de linho mo-
dernos
t-'m completo sortimento de roupa feita
15200
8
35OO
l$50
1O000
lGjOO
1&U00
I
9
9
9
9
S
S900
I
I
$640
9
9
3500
I
6?000
$500
280
8500
JS00
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletcs, calcas de muilas qualidadc3
de tazendas
Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sorliraciiio completo do grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, petos de linho e do
algodao brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muito finas
Ura completo sortimento de fuzendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda lapadas c transparentes,
covado
Meios cruas brancas e de cores para
meninos
Dilasde seda para menina, par
Luras de fio de Escocia, pardas, para
menino
Vclludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
I Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de 1u-ms do
seda bordadas, lisas, para renhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Cortes de collete de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasnaui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado c azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Setim liso de todas as cores, covado
Lencos de gorgurao de seda pretos
Itelogios e obras de ouro
Corles de casemira de cores a
9
8o500
s
9
S
9
9
lcGOO
8320
91W
2S0O0
1^000
9
9
9
2t50
I
23000
15000
15600
9
I
%
550C0
1 Dilo de
2 Dilos de 200$
! Dilos de 100$
8 Ditos de 50g
1 i Ditos de 20J
962 Ditos de 10$
993 Premiados.
2207 Brancos
3200
inesourana das Menas ;iu u> junho de 1SC0.
O Ihesoureiro, Mandil Gamillo Pires Falcan.
Approvo. Palacio do governo do Pernambuco
2 de julho do 1860.Lclao da Cnohe.
Conforme.Antonio Leite de Piuhb,
Jos Garrido Ferreira dus Santos, retira-se
para fura da proTineia.
Us devedores da anlipa firma de Honiz &
Amaral da Jeja da ra do Queimado n. 51, no
piazo de 15 dias mandem ou venham pagar seus
dbitos ; lindo o dito prazo usar-se-hn dos meios
judiciaes
Aluga-se por commodo preco uma boa casa
sita na Passagem da Magdalena, ao norte tia es-
trada, entre 1 ponte grande e pequea do Chora-
menino, com projrorroes para grjnde familia,
collegio, ou outro quahpicr cstabelecimento que
demande grande aposento, runstando de 4 salas,
b quarlos com vidrac,as para fra, despensa c co-
ziuha loro, quarlo para pretos, dilo para criado,
estribara para 4 cavallos e grande cocheira, urna
slela e um quarlo. Alugam-se mais 5 boas salas
nteiramente independuiitesdo corpo da casa,se-
paradas ou englobadamcnte : as pessoas que pre-
tenderen), dinjam-se ao pateo do Paraizo n. 10,
a tratar cora o Dr. Ignacio Firmo Xavier.
Agencia de passaporte e folha
corrida.
Cbudino do Reg Lima lira passaporte para
dentro e fra do imperio por commodo preco e
presteza : ua ra da Praia, primeiro andar n.*43.
Uma pessoa com as habilitacoes precisas se
ol'erece para guarda-livros de qualquer casa de
commereio : a tratar na ra Velha n. 127.
Terca-feira, 17 do corrente, linda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz municipal da piimcii vara
ir prara a renda annnal do sobrado de tres
andares n. 88 da ra Direita, o qual tem bons
com.nodos, por tres annos, sob o preco de 1:2001,
a requermenlo do consenhor.
gConsullorio central honieopathico
1 MUlilICI. 1
C-.J Continua sob a mesma direcco do Ma-
@ noel de Mattos Teixera Lima,' professor Ji
cm homeopalhia. As consultas como d'a.i-
les. 2
EAU MINERAL
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na bolira franceza ra da Cruz n. 22.
c miz m>. m*i mm -
Assignatura de banhos fros, mornos, de choque ou chuviscos (para uma pessoa)
tomados em 30 dias conseculivos. ,.......... 105000
30 carioes paraos ditos banhos lomados em qualquer tempo......." 15?000
15 Dilos dito dito dilo .....'. 8000
J B ...... 49000
banhos avulsos, aromticos, salgados esulphurosos aos pregos annunciados.
EsiareducQo de precios facilitar ao respeitavel publico o gozo das vanlagens que resullam
da frequenciadeum esiabelecimento de uma ulilijade inconlestavel, mas que infelizmente nao
estando em nosso hbitos, anda pouco conhecida e apreciada;
Botica centra! Iiomeopalliica
@ Do
1 DR. SABISO 0, L PIMO 1
^ Novos medicamentoshomeopnlhicos en- ^
@ viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
^> Esles medicamentos preparados espe- @
S calmcntesegundoas necessidades da lio-a
i @ raeopathia no Brasil, vende-se pelos prcja
^ eos conhecidos na botica central horneo- *
@ palhica, ra de Santo Amaro (Mundo No- W
vo) n 6. 2
PRECISA-SE ALUGAR
urna escrava,
Quem tiver e quizer alugar uma escrava para
casa de familia que s tem duas pessoas, e leu-
do as qualidades segninles, que saiba eozinhar
bem, que compre, que engomme alguma cousa.
que spja muito fiel e multo humilde, c que r.ao
soja vadia, dirija-se ra do Queimado, loja o.
16 para tratar, icando o senhor da mesma res-
ponsavul por estas condirors, e apparerendo nio
se olha a prero, s se desoja que o senhor afian-
ce estas qualidades.
O r. Ignacio Firmo Xavier, medico, lora
fixado sea residencia nesla cidade, no paleo do
Paraizo n. 16, que faz quina com a travessa de
S. Francisco, e ahi offerece os seus servicos me-
d'cos: os pessoas que se dignaren) honrar com
sua conianca, tanlo no interior como para fra
da cidade, e a qualquer hora.


__
JL_._
DIARIO DK PEfilUMftUCO. TERCA FE1BA I" CE JILHO DE 186.
Ama de leite.
Prcesa-se de urna ama de leite : na
roa de Santa Rita n. 91.
Aluga se tim sitio grande com
CXCellente casa de vivenda, com todas as
da Caa Forte : a tratar com os pro-
prietanos.
Na taberna do Sr. Francisco Fer-
re'ira da Silvc, ta ra da Santa Cruz es-
quina da ra da Ak'giia, se dita' quem
aiuga urna canoa deOOtijulos grossos.
Quem precisar de una ncgrinha propria
para aia de meninos, dirija se a ra do Hospicio
:
11. so.
Guarda-livros
Offerece-se um moco com pratica de commer-
io c com boa letra para ceixpiro de escripia de
[ner estabelecimento; quem do stu presti-
nio se (juuer uliUsar, dirija-so a ra do Passeio
Publico n. 11, loja de fazendas.
O abaixo assigoado, encarregado da desin-
fecto como lleve constar aos senhores inspecto-
res ;e quatteirio, pela circular do Illm. Sr. l)r.
chefe de policia nos cultores subdelegados, a
qual 6 dalada de 10 de niaio corrfnte, faz scien-
9 sentaros inspectores, que logo que se de-
. casos de angina, escarlatina e outras moles-
tias que grassam epidmicamente, avisen oo
rtesmo abaixo assigoado para mandar proceder
i u sinfeceo como por ordem superior Coi deter-
minado.Jos da Rocha raranhos.
O Sr. Antonio Aniceto da Silva que estove
no engenho Pimcntoiras da freguezia da Escoda,
jneira mandar pagar urna letra da quanlia de
"jo veri' ida no dia 10 de junho prximo pas-
; c por se ignorar sua residencia az-se es-
te pedido : para o im cima, dirija se a ra do
Queimado n. 18,loja de Manoel Ribiro do Car-
Vendo-so verdadeiro coral de raz, na ra lar-
ga do Rosario, passando a botica, a segunda loja
de miudezas n 3, rap de Lisboa, e muitas
mais qualidades de rap. ; assira como'muitas
miudezas niuilo cm corita ; o s vista do com-
prador se dir o proco de ludo.
i\a na do Queiniado n.
9, loja de Fian cisco Pe reir da
Silva [em fente do Sr. Pre-
guica] vendem-se cobertas de
chita para cama a 2$ cada
urna.
ARMAZEM
DE
Fazendas baratas.
Rua do Queimado n. l'j.
Chilas francezas miudinhas i 220 rs. o corado.
Hiberia.
Cortes de hiberia com 14 orados a 2S500 o
corle.
Cobertas, -
Cobertas de chita chineza a 2J.
La a 520.
Camas de Ierro.
Grande sortimento de camas de ferro balido e
fundido para urna e duas pessoas, ditas para me-
ninos, o barcos, tudo da ultima moda da Europa,
que so rendero por preo commodo, tanto em
porcao como a retalho : no deposito de camas de
ferro na ra da Imperatriz n. 75.
Vende-se muito em conta vaquetea de lus-
Ire para carro : na ra da Imperatriz n. 78.
Pianos
Alexandrina Maria do Espirito Santo Se-
r Leal, Jos Gomes Leal, Antonio Gomes
Mirinda Leal, Manoel Gomes Miranda
Leal e francisco Gomes Miranda Leal, nao
' lindo oulro meio porque fjeam sentir o
conhecimenlo de que se acham possui-
d s para com lodas as pessoas que visi-
laram seumui presado esposo e jai Jos
Comes Leal, durante todo o lempo do sua
rmidade o so interessarara pelo seu
si ibelecimento, se serrem do presente
I ara que a todos cheguem as expressdes de
'is so nl monto
l
Alexandrina Mana do Espirito Santo Se-
vo Leal, Josd Gomes Leal, Antonio Gomes
Miranda Leal, Manoel Gomes Miranda Leal
e Francisco Gomes Miranda Leal, agrade-
cer cordialmenle a tolas as pessoas que
: gnaram assistir aos ultimes sufragios
. -l.i alma do sen nmi pro-ido i .--;:.-o o pai
Gomes Leal, e aos que acompanharara
- ii corpo ao ccmilerio, pedindo descul-
pa as que nicamente por espe ment
leix-iram do sor convidadas para esse fin.
A luga-se oprimeiro andar d sobrado da
i da Cruz n. 21), com bons commodos, lendo o
1 fun los ;>ara a roa dos Tanoeiros : a Iratar
na ra do Rangel n. 02, armazcm
Precisa-so alugar urna ama forra ou captiva
p?ra urna casa de duas pessoas somente : a tra-
tar na roa da Cadeia do Recite n. j, loja na es-
[uina da Madre le Dos.
Aluga-se i n -lado de um tercero andar
para pequea familia honesta, por commodo prc-
.) : e tambera se d; morada de graca a urna se-
i honesta para fazer co i panhia a urna se-
nil ra casada : para tratar, na rua do Durgos n
II, padaria.
No botequiui da aguia
d'ouro, rua estreita do
n
Cheguem ao barato
O Pregui.,a est ijueimando, em sua loja na
ra de Queimado n. 2.
Pegas de bielanlia de rolo com 10 varas a
2$, casemira escura iafestaJa propria para cai-
ga, collote e palilots a 960 rs. o covado, cambraia
organdy de muilo bom gosto a -180 rs. a vara,
dita liza iransparenle minio fina a 359, 43>, 85,
e 03? a pega, dita lapada, com 10 varas a 55? e
G5 a peca, chitas largas de molernos e escomidos
padrees a 240, 260 o 280 rs. o covado, riquis-
simos chales de merino estampado a "J)e S?,
ditos bordados com duas palmas, fazenda muito
delicada a 0^> cadi um, ditos com urna s pal-
ma, muilo finos a 85500, ditos lizos com fran-
jas de seda a 5*, longos de cassa com barra a
100, 120e 100 c ida um, meias muito finas pa-
ra senhora a 4SJ a duzia, Hitas de boa qualidade
a 3$ o 3#500 a duzia, chitas francezas de ricos
desenlies, para coberu a 280 rs. o covado, chi-
tas escuras inglesas a 5&900 a poca, e a ItiO rs.
o covado, brim branco de puro linho a 1&,
15200 e 15000 a vara, dito prcto muito eneor-
pado a lv 300 a vara, brilhantina azul a 400, rs.
ocovaJo, alpacas de difforenles cores a 360 rs. o
covado, cesemiras prelas finas a 2-3500, 35 e
35JD0 o co\ado, cambiia preta e desalpicos a
500 rs. a vara, e oulras muitas fazendas que se
far patente ao comprador, e de todas se daiaojl^
amostras com penlior.
Camisas inglezas
Na loja de Goes & Bastos, ra
do Queimado n. 40.
Acaba-se de receber um grande sortimento
das rerdadeiras camisas inglezas, muito linos,
com pregas largas, peitos de linho, sendo estas
ultimas camisas de um gosto apurado, tanto cm
pregas como em collcrinhos, pois decente tanto
aos rapazescomo aossenhores de maior, porisso
sendo muita a porgan que recebemos, deliberou-
Be a vendo-las por 38.; a duzia, nesta bem conhe-
cida lo a de Goes Ov Basto.
Vende-se um sillo muilo grande, peil? da
praca, com casa de vivenda, com paredes dobra-
Saunders Brothers <& C. tera pira vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto. recentimente
Laa para_ vestido, pelo baratnsimo prego de 320 chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
! bricanles J. Broadwood &Som de Londres,
Chales.
Chales de merino estampados a 2J500.
Cassa musselina.
Cassa musselina para babadjs. cim 10 varas,
muito finas (que se venda a 55500] por 4) a peca,
setini de todas as cores.
Chita miudinlia.
Chitas miudinhas, cores ixa3, a 160 rs. o co-
vado.
Ricos cortes de eda.
Cortes de seda, superiores, pretas e de cores, a;
60>U0O, eambraias pretas finas a 500 rs. a vara-
Lencos brancas.
Lencos para aljibeira a Sjra duzia.
muito pronrios ara este clima.
Litteratura.
Diccionario- musical, obra muito imporlante
e escencialmento para as pessoas que sao dedi-
cadas a linguagem das armonas, por nelle se en-
contrar compfetamente esclarecidas-todos os (er-
raos precisos e proprios a tal arte, vende-sc na
ra da Cruz Poecifo, livraria n. 2.
Piano.
Vende-so um excellentc piano da mesa, rnoilo
bom de vozes, proprio para alguma senhora
aprender, c por muito mdico prega ; na ra da
Imperatriz, loja n. 32
M
[iosanon. 23,
ule a eslra ia da ra das Larangeiras fornc-
i jantar, mandando-sc levar em
las pi ssoas ijue quizerem, por mdico pre-
'-. le ':i"io di.i itia em diante, as-im como nos
: ngos e dias santos haver a bem preparada
.1.15 "' lior.-.l da moi.l.". ora dianlo
todita .' boas da manhaa em diante
havei papa le farinlia do Marnnho e aramia;
m como haver comida prompta a qualquer
:" se pro uro i.....stabelecimento.
. .,
Compras.
das e SOlo ; o mesmo sitio tem grandes baixas
le capim, que se coilam loO feixes diarios-de ve-
rao invern, leireno para vascas de leite o pa-
ra planlacoes, bom coqueiral e alguns orvoredos
defrucla; vende-se a dinheiro o:i a prazo : a
Iratar ua ru da Praia, serrara n. 55. Declara-
se me o terreno proprio.
Tachas para engento
Fundicao de ferro e bronze
Bom-tou.
^ C7* Vcndem-ae superiores camisas de ^
3^ fustao editas de madapolao muito fino a *
2.*, cortes de casemira ingleza doquadri- jjb
nhos do supe.-ior qualidade a 4g500 e 53, ^
M cu"eles fetos de gorgorito de seda e ditos* K
S de fustao a 3J500 e 4#, calcas de brim do ^
52 Mr a AS. cortes de superior barege de s- 3>
fe da a 20"} cas modernas victorias de ai- M
paca de seda para vestidos de senhora a' jg
gm "^ r3- covado, tambera s-e vende saias 31
^ balao muito boas de mueselina e ditas de 3*
SS madapolao a 4g500e 53, gollinhas de li- *w
filio 6t0 rs., de todas estas fazendas S
J existe urna pequea porco que se vende 9
^ por este preco para acabar: na loja de p
. Augusto & Perdigao ra da Cfdbta do Re- S
hm$m%$sm$ s immwsmsBm
Oh! que pech in-
dia !
Na ra de Queimado n. 44, venderu-s-3 chitas
Qnas francezas a 200, 240 e 260 rs. o -covado ;
que so acabara.
KmEDIO INCUMPAfiAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milharesde individuos de todas as narfJcs p9-
dem testemunhar as virtudesdeste remedio in-
comparavcl e provar em caso necessario, que,
pelo uso que dclle lizeram tem seu corpo e mem-
brosinleiraraenle saos depois de haveremprega-
do intilmente oulros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencerdessascura maravilhosas
pela leitiira dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos anuos ; e a maior parte
della sao tao sor prndenles que admiran- o3
medico mais celebres. Quanlas pessoas reco_
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam scffrer s
ampatacaol Delias he muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para scaao
submeterem essa operado dolorosa foram
curadas eompletamen'e, meiiante o uso desse
preciosoremedio. Algumas das aes pessoa na-
enfusao de seu recouheriraento declararam e
tes resultados benficos ianle do lord correge-
dor e outros magistrados, allm de niais autenti-
caren! suafirmativa.
Ninguem desesperara do s'.sdo de saude sa
hvesse bastante eonfianga pa-ja ensaiar este re-
medio constantemente seguir.do algum lempo o
mentratato que oecessitasse a nalureza- do m&i,
cujo resultado seria-prova riucculestavczaente
Que ludo cura.
O ungento er til, nirris pnnku-
larmente nos se-aruintes casos.
W a ciias
Rccebeu-se aovo sortimento de
bou mus bc'Jouine para sahida de
heatto
Loja de marmore.
Miiho e fardo
a 4^500.
Vende-se na ravessa do pateo do Paratas n.
6, casa pintada de amarello, con oilao para
ra da Florentina.
Arados americanos c machina
pata lavar rcupu: em casa de S. P. Jo-
m casa de llabe Schmetian & hnston & C. ra da Senzaian. 42.
C, ra da Cadeia a. 11, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Hambureo.
Pechiietn.
A 200 rs. o covado.
Ai'iaazcra- de fazendas, ra do Quei-
mado n. 19.
Cambraia d cor miudinha muito fina, fazer.dn
pechincha a 200 rs. o covado, para acabar.
ITAtF\
I Alcatifa. I
Alporeas
Caimbras
Callos.
anee res.
eortadra9.
Dores de cabera.
-*das costes.
~YS membros.
"ermidades da cutis
Oitas do ams.
Eru-p^cs e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Prialdnde ou falta de
ca'.or uas ojremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
incharoe3.
Inflam'mairao dofsgado.
Inflaiumacio dabeaiga.
da matriz
Lepra.
Males das p?rnas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras d? rr^v'is.
Picadura de mosquitos1..
^ulmdes.
Queiinadelas.
3arua
Supuraroes ptridas
Tlnha, em qualqaer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ohieras-na bocea.
do Qgado.
.::-.sartiulagoes.
Veas trridas ou cod.-.-
das as pernas.
45-Ra Direila-45
Este estabelecimento oTerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
presos convenientes, a saber :
Homem.
Borzcguins mperiaes. .... 10#000
Ditos aristocrticos....... 9.S00O
7000
6,^000
6J50O
6|0O
5|00O
G.sOOO
5^000
C$000
500O
5|500
2-500
5*000
480O
4pOO
^ende-se es-te ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand,> e na loja de
todos os boticarios droguistas- e oatras pessoas
encarregsdas de sua venda em tota a Ameiica
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a30O rs., cada becetiaha contm
urna instrueco era prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito gera em casa do- Sr. Soura,
pharmacc-atico, na ra da Crun. 25, em Per-
nambu.io.
T Vende-se urna mulalinha deidad 6 annos.
muito bonita, elegante figura, robusta, servindo
j.a mesa, propria para presente, ou a ser ap-
na
>4 4S/aaCS/ tt
Vendem-se superiores fundas a 2?, ditas niisi--
; to tinas a ij; na ra larga do Rosario, loja vm
j mero 33.
Pechineha
Franeiseo Antonio Correia Cardozo, rSSSSZ SffS |22
do Porto, pelo barata proco do 7t)00 o sacco,
muilo novo, e regula cada"sac:o 30 cuias.
NOVA LOJA DE ROl PA FEITA.
N, 98. Ra Direi.ta N. 98.
US
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assini
como se faz e concerta-se qual-
quer obra lauto de ferro fun-
dido como batido.
Campos & Lima, na ra do Crespo n. M
m> 10, tem para vender alcatifa cem 4 pal- og
^ mos de largura de muito boa qualidade Jjg
^ e propria para alcatifar, salas e igrejas a e/
mmm8W9WHK&r3K^K^KHtK9Km rua da Imperalrii n. 3, segunda andar.
Laazinhas para vestido a 3^0
rs., e toalhas de linho a
800 rs.
Na rua do Queimado n. 19, vendem-se laazi-
nhas muito finas para vestido, o para meninos;
pelo baralissimo preco de 320 rs. o covado, toa-
lhas de linho a SO js-. cada urna, cobertas a cai-
neza, de chita muito Una a "2j.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Uecife n. 12, ha para vender
po'.aesa da Russia e-da do Rio de Janeiro, nova
-_^g plicada a costura
la Imperalri
Queijos rescos
a 2#400.
Vende-se nn ravessa do pateo do Paraizo n.
16, casa pintada de amarello, ocm o-itio para a
rua da Florentina.
Ditos burguezes.
Ditos democrticos. .
Meio borzegmns patente. .
Sapa toes nobreza. r .
Ditos infantes. ....,.,.
Ditos dr hnha (5 |2 bateras).
Ditos fragata (sola dupla). .
Sapatos de salto (do tom). .
Ditos de petimetre.....,
Ditos bailurinos. .......
Ditos mpenn^aveis,......
Senhora.
Borzeguins pnmeir elasse(sal-
to de quebrar).......
Ditos-de segunda classe(quebra
cambada). .,,...,.
Ditos iodos de merino (salto
dengoso)^.....', .
ieninos e ineainas.
Sapatoes de forra. ..,.,. i^'OOO
Ditos de arranca. .......3J500
Boizeguins resistencia f# e 5^800
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa ferta, miudezas finas c perfumaras
ludo por menos do que em outras portes : na lo-
ja do vapor na rua Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAY.
P1LULAS HOLUVOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
raente de hervasmedicinaes, nao contera raercu-
rit>,nein alguma outra substancia delectcria.Bo
Digno mais ter.ra infancia, e a complei>3o mais
delicada igualmente prompto o seguro para
desorreigar o mal na tomplecao mais robusta ;
6 inteiramente innocente em suas operac-J?3 e ef-
feito; pois busca e re-move as doenca3 de qual-
quer especie eg:do por mais antigs e leazos
queseam.
Entre milhares de pe5oas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas- da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e Toreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os-outros remedios.
As meis afflictas-r.ao devem entregar-se ade-
sesperacao ; facam- um competente ensaio dos
effieaceaeffeitoa dasta assombrosa medici.naj o
prestes recuperaro o beneiicio da saude.
No se perca lempo em tomar ?ste remedio
pera qnai Accidentes epileptisos.
Alporcas.
Ampola.
Ncsta loja veme-sc roupa feta core toda peo- e desuperior qualidade, assim cemo tambem
feieao, palclots, ealcas e colleljs de diversasfa- cal virgem em pera: tudo flor rrecos muito
zondas e do gosto, mais barato do que em culra
qualquer parte : cheguem, :"regueze3, pechin-
razooveis
Compra-se urna mulata ou negra que seja
perfeila costureira ; a tratar na loja da rua da
ia do Recite n. O.
Compra se uinbilhnr un bom es-
n i rua da Cruz n. 5.
i a-;o
slanteientc
pra-se, vendo-so c troca-se escravoS : na rua
Direita n. 60, escrptorio de Francisco Malhias
Pereira da Costa.
Compram-se moedas do ouro de 20 e 10>
bi sileiras, o de lti^J portuguezas : no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira defronte do Corpo
'.JlltO.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e trocara-se escra-
vos, na rua do Imperador n.79, primeiro andar.
l'.ompram-so effectivamenle meias garrafas
que Curara dochampanha : na rua larga do Ro-
sario n. 36, botica.
Compram-se oncas e moedas de
ouro de 20$ e 10,s' : na rua do Trapi-
che n. 9.
3*S? MBSWWBMPM
GRAriDE S)RTI31E?T0
DE
Neste armazem de molhados con-
linua-se a vender os seguintes generes abaixo mencanados do superiores qualidrdes e mais barato
do que era outra qualquer parte, por serem a maior parte delles rocobidos em direitura. por coata
dos proprielarios.
Fazcns e obrasleilasJ
Ges &Basto.
HA
e ar nmz.ent
DE
Manteiga ingleza c rauceza
800 rs. a libra, e om
perfelamenle flor a mais nova que lera viudo ao mercado de 610 a-
se far algum abatimenlo.
barril
muilo
que o
Yendas.
Vendem-se ervilhas novas que coziuham
muilo bem a 100 rs. a libra, em porcao mais
em conta, regula o preco do feijo, sendo mais
apreeiavel : na mi do imperador n.28.
Marmelada
Na rua Direita n. 6, vende-sc para liquidar a
\% a lata com 2 libras.
Na nova loja de fazendas
e roupa feita, de Joao
Francisco Paredes Porto,
na rua da Imperatriz n. 48, junto a padaria fran-
ceza, vnndera-se palelols de alpaca preta c de
cores a 4$, ditos de brim a 4J50O, caVas de dito a
3j. 3;00, 4, chilas para coberla do'cores fixas
a 2(0 rs., chales de froco de bonitos gostos a 7$,
saias a balao do diversas qualidades, corles de
calcas escuras a lg, dilas de brim a !G00 c 2S,
chilas francezas de bonitos padies a 260 rs., laas
para vestidos de bonitos gostos a 440 rs., bra-
mante do 5 largaras, fazenda superior, a 2-;500 a
vara, meias para homem de diversas qualidades,
cncorpadas, a At> a duzia, e outrss muitas fazen-
das por proco cjmmodo para acreditar a casa.
8Ves econo
nsicos.
Vendem-se fagoos econmicos do ferro balido
de differentca lamanhos, lendo cada um o seu
compelerlo forno para assado, e caldeita para
agua quente, os melhorcs qno possivel encon-
trar, chapas para fogoes, portas e grelhas para
ditos, bolinctes de balando para navios, urna
moenda para engenho do assucar, ludo por ba-
rato preco : ua rua do Crum n. CO, armazera de
assi.....
Queijos iamengos
njvos recenteraente chegados no ultimo vapor da Europa de lfZOO a 3S o a vista do gasto
treguez iizer se far meis algum abalimeuto.
Queijo pvato
os mais novos que cxislem ao mercado a 1 a libra, em porgao se-far abatimen:o.
\\neixv\s i'vawcezas
em latas de 1 li2 libra por lgSOO rs., e em campoteiras de vidro contendo cida um 3 libra
por CJOOO.
Mustavaa ingic#,a e ttauceza
em frascos a 6(0 rs. e em potes franceza a 800 rs. cada um.
Yevaadeivos gos Ae eomaare
in caixiuhas do S libras elegantemente eufeitadas proprias para mimo a 1$600 r3.
o\aci\iniia ingieza
a mais nova quo ha no mercado a 210 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4g.
Potes \iavados
de 1 a 8 libras proprias para raanleiga ou oulro qualquer liquido de 400 a lgflOO rs. cada um.
Xmcn&oas confeiiadas pvo\rias pava sortes
tic S Joao
a 1$ a libra e em frasquinhos, contendo 1 Ij2 libra por 2J.
Cii \>velo, iiyson e veroia
os melhorcs que ha neste mercado de 13600.23 e 2&500 a libra.
Maga em c ai vinVias de 8 libras
contendo cada una dilferontes qualidades a -{500.
Palitos de denles licuados
om molhos com 20 maciohos cada um por 200 rs.
Ti jlo l'vanccz
proprios para limpar faca a 200 rs.
Couser\as inglezas e rancezas
em latas e em frascos de differcnles qu-ildadcs.
Presnntos, cliouricas e naios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
lalas de bolacliinlia de soda
de differcnles qualidades a 13600 em porcao se far algum abalimento.
Tambem vendem-se os seguinle's gneros ludo recenteraente chogado e
Champanha.
Campos & Lima, na rua do Crespo n.
j 16, tero para vender urna pereo de gi-
*p. gos cora champanha de superior quaii-
M dade a 202 o sigo.
Fazendas finas
roupa feila.
Augusto & Perdigao.
e
2:1
de
uperto-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chouriga muito nova, marmelada do mais afamado fa-
qua
s.gor
ma muilo fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, ceYvejaYYe"'cnus
spermacetcbarato, licores francezes muilo finos, marrasquino de zara, azeitedo:e purificado azei'
lonas muilo novas, banha de porco refinada e outros muito gneros que enconlrarao tendentes a
molhados, por sso promettem os proprielarios venderem por muito menos do que oulro qualauer
prometera mais tambera servir aquellas pessoas que mandarem por oulras pouco pralicas como
e viessem pessoalraenle rogara tambera a todos os sauhorosde engenho e senhorea lavradovos
TSSSSS eaCramend,S D0 "ra2era P^rCSS0 ^Ue Se lheS *M* ^ qU4lde e j casa deTanoeMgnacio de Oliveira 4 Filho. de-
fronle da igreja do Corpo Santo no Recie,
Na rua do Queimad) a.
4fr, frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre-
casacas e casacas de pannos finos pretos
o de cores a 285.30$ e 35$, paletots dos
mesraos pannos prelos e de cores a 28g,
203 223 e 25$, ditos de casemira mescla-
dos de superior gosto a 1G$ o IStf, ditos
das mesmas casemiras saceos modelo
inglez 10*, 12, 14 e 159, ditos de al-
paca preta fina saceos a 48, ditos sobre-
casa tambera de alpaca a 7jJ,8ji c 9#, di-
tos de merino selim a 105, ditos de me-
rino de cordao a 9$. calcas prelas das
mesmas fazendas a 5 o 0$, colleles pa-
ra luto da mesnaa fazenda, palelols de
brim trancado a 5!, dilos pardos e de
fustao a 4* e 5S. calcas de casemira de
cor e pretas a 7$, 8j 9J c 10$, ditos das
jE mesmas casomiras para menino a 6j, 7*
g e 8S. ditos de brim para hornera a 3y,
S 3J500. Ai e 53, dilos brancos finos a 58,
S C$ e 7, ditos de meia casemira a 48 e
* 58, colleles de casemiras prela e de co-
K res a 53, e 68, dilos de gorgurao de seda
|g brancos e do cores a 58 e 0$, dilos de
velludo pre.lo e de cores a 9J e 108, ditos
de brim branco e de cor a 38, 3S500 e48,
palilots de panno fino para menino a
fg 158,168 e 188, ditos de casemira do cor
a 73,88 e 93, dilos de al paca a 38 e 3$500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
f nio a 58 e 68, camisas para os raesmos
de cores e brancas a duzia 153, 168 e 208,
meias croes e pintadas para menino de
todos os lamanhos, calcas de brim psra
| os mesraos a lg500 e 38," colarinho de li-
<*> nho a 68000 aduzia, toalhas de linho pa-
m ra mos a 900 rs. cada urna, casaveques
*?) de cambraia muilo fina e modernos pelo
je; diminuto preco de 128. chapeos com abas
^g do lustre a 58, camisas para homem de
m todas as qualidades, seroulas para ho-
S mera a 168, 20-8 e 258 duzia, vestimen-
^ tas para menino de 3 a 8 annos, sendo i
> calca, jaqueta e coletes tudo por 108, co- &
gj bertas do fuslo a 68, toalhas de linho -S
para mesa grande a 78 e 88, camisas in- 8
Rlezas novamentechegada a 363 a duzia. |f
Vende-se por commodo prec,o um
fino apprelho de porcelana; mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servidos para cha', almoco ejan-
tar : na rua da Cruz n. 61, armazem.
Farelo do Porto,
Com loja na rua da Cadeia do Recife n.
vendem e dao amostras as seguintes fazendas
Corles de vestidos de seda precs e decores.
Corles de dilos de barege, da tarlalana e de ga-
ze de seda.
Cambraias decores, brancas a organdys.
Anquinhas para saias, saias balao, de clina, ma-
dapolao e bordadas.
Lencos de labyrinlho do Aracaly e francezes.
Chapeos amazonas de palha o de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeites de froco, de vidrilho e de flores.
Pontead* tartaruga, imperatriz e outros gostos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez e mis-
sar.ga.
Vestuarios de fustao, da 15 e de seda para
enanca.
Manteletes, taimas e pelerinas de differentes qua-
lidades.
Chales de touquim, de merino o de l. de pona
redonda.
Lavas de pellica brancas, pretas e do cores.
Vestidos de blond, mantas de dito, capellas o
flores solas.
Sioturoes, camisas da linho e espartilhos para
senhora.
Perfumaras finas, sabonetes eagua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletots de panno preto
e de cor.
Palelols de alpaca, do seda e do linho.
; Calcas de casemira de cor, pretas e de brim.
! Camisas de madapolao, de linho inglez e de la.
I Seroulas de linho e de meia.
1 Malas, saceos, apctreixos para viagem.
i Chancas para inveruos, bolinas de Meli e outros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de massa e de feltro para ho-
mem.
Charutos mani'.ha, havana. Rio da Janeiro e
Baha.
Ameadoas coneitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambera pora presentes a 2# o irasco,
vende-so na loja de Leite & Irmao, rua
da Cadeia do Recife n. 48.
Vrcias-{m-aldeJ.
Asthma.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou extenua-
eao.
Debilidade ou falta de
forcas para qual quo?
cousa.
Dysinteria.
Dcr de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermedades no venire-.
Ditas no figado.
l)itas venreas,
'--u-.aqueca
j?erys:pela.
Penre biliosas,
rebroto internitonle.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhcidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammac.oes.
Ir r eg u bridados
menstruaco.
Lombrigas de toda 03-
pecie.
Mal depedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre
Phtysiea ou consin-p
pulmonar.
Reten^ao deouriz.
Rheumatismo.
Symptoraas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroao.
ulceras.
era sacco3 muito grandes, ulliraamenle chega-
dos ; vende-se na rua do Vigario n. 9, primeiro
andar, escriptorio de Carvalho Nogueira & Com-
panhia.
Vendem-se livras slerlinas em ouro : em
Relogios. '
Vende-se em casa do Johnston Paler & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortiraenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesraos.
Espirito de vinliocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 44
Uros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na rua larga do Rosario n. 36.
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-J
as inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e tious caval.
os. e relocios d'ouro patente inalezes
Vaquetea envernisadas
Vendem-s'o excellenles vaquetas de luMre pro-
prias par--, cobertas do carros; na rua da Cruz,
armazc-m n. 20.
Vendem-se carneiros gordos e baratos ; na
rua do Colovello, padaria do leao do norte.
Venreo (mal).
Vcndem-se eslas puntos no estabelecimento
geral de Londres n. 22d, Slrand, e na loja do
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as boceiidhas a 800 rs. cada urna
dsllas, conten urna ip.slrucc.ao em pertuguez pa-
ra eiplicar o modo de se usar destaspilulas.
O dpposito geral em casa do Sr. Sc-am
pharmaceulico. na rua da Cruz n. 23, em Par-
namb o-
Botica.
Earlholomeu Francisco de Sotiza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguale madica-
mentos:
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sazoes.
Dilas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 5 oncas 9
12 libras.
Assim com o tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
pre o.
Vendem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieberft C. : rua da Cruz
n. 4.
I Seguro coaira Fogo 1
I COMPAMHIA !
Kl^TSlgSKli
LONDRES
AGENTES
G J. Astley & Gompanhia.*
5
para
[ Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
I Encmelas de ferro.
| Ferro sueco.
I Ac de Trieste.
| Estanho em barra.
Pregos de composico. Q
| Brim de vela,
I Agurdente de Franca,
i Palhinhaparamarcineiro:*
| no armazem de C. J. As-
| tley & C.
vende-sc una poreo de barris vasios que
foram de oleo de linhaca : na rna larga do Ro-
sario n. 36.



X
blARIO DE PEhXiMBtJC. TERCA FEIRA 17 DB Jt'LBO DE 1880.
DE
SISE GiLGil I
si u%m.
Sita na ra Imperial d 113 e 4 20 inito a fabrica de sabo.
Ferros de en-
gommar
econmicos
5$000.
Esl;s magnficos fer-
ros aihani-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Lelo k lrraao, ra
da Imperalriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
L.avgo i\a assemV>\a.
lia continuamente para Tender nesle trapiche
saceos de eijiio mulatiuho muito novo com 6 al-
iZ)

SViV'
GRANDE ARIMZEV
Se
mmmm
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida psf Francisco Belmiro da Costa.
de diffcreiitcs dimences
destilatorios comino?
j&o de Sellon Cartier) dos
- provincias do impario, bombas
de todas as dimences asperantes ede repudio tanto de cobre como de bron/.e e ferro, torneiras
de bronze do odas as dimences e fetios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para redas d aguo,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
i >nm >..;. -___.11. .._3.. j_ t. qufires farinha de mandioca d< diversas quau
perior en saceos muito
anhao, cera de carnauba,
sola e palha de carnauba, tu-
os e cm grandes porcoes
c para cotnniodidsde dos freguercs que'se dignarem honrarem-iwTonT sa confia"ncT'''acna" relho, conforma a Tonta le dos compra-
do na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para lomar nota das encommeudas. dores.
Na nova loja do miudezas c'a ra Dircita n.
85, vendem-sc frascos d'agua de Colonia do Piver
verdadero a 480 c 960
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, do
^S ouro patente inglez, para homem o sen!.ora,
t&& ^e Um ''os me'norcs fabricantes de Liverpool,
>~5 lindos pe'o ultimo paquete inglez : em cas?! e
OS Soulhall Mellor- i C.
X;t Admiraveis remedios
Et>3
Rica Novan. 47, junto a groja da Con-
ceicdo dos Militares.
g&f nno' fa7end?iros, ele, devem eslar prevenaos
Acha-senad'u-ecraodaoflicina dcste acreditado armazcm o babil ^'- com es,*s remedios. SSo tros medicamentos :om
utista Francisco de Assis Avellar, antigo contra-mestre do fallecido <>1 os (,uacs se cura eficazmente as priocipaes mo-
' -1
americanos
Tojas as rasas de ani'lia. senhores de en"e-
jM Pardo brancoe decores, colletes de velludo preto'e decores, ditos de
. ??.T:U!r'0^t!Lt0S,deSeAm)ret0 ebranco ditos de merino para luto
p.aorcs nos osso?, cantusos,
queimadura, empees cutneas, angina, rc'.en-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para emasst man-
guin- Krozas je iioies d osso a 240,
:<< 58a
lumnas e moir.hos de vento, arados, cultivadoios, pontos,
botes e todas as obras de m
d'.S'iihos ou moldes quepa
. ilecimenta na ra do Brutn
leiro do esabelecimenlo Jos
eulander i-ara qualquer obtt.
Vinlia de Bordeaux.
Eic casa de Ealkmann lrmaos& C, ra da
Cruz n. 10. cnconlrs-sc o deposito das beiu co-
DhecidaS marca dos Srs. Brandenburg l'reres,
e dos Srs. Oldekop Mareilhac &. C, cm Bor-
de^ux. Tein as seguinles qualidades :
De Bracideiiburg frres.
St. Estph.
St. Julicn.
Marga ux.
Larose.
Chleau LovHie.
Chteau Marganx.
De Oldekop St, Julien.
St. Julien Kdoc.
Cliateau LOovilIe.
Na mesilla casa ha fura
vender:
Sherry em barris.
Madeira cm barris.
Cognac em barris quadadefin*.
Cognac cm caixasqualidade inferior.
Cerve.ia tranca.
\cndem-se 8escravns com labilidades c sem
rilas de 15 a 40 anuos, de 8005 a 1:5005, m es-
cravo de 30 annos, bom cozinlieiro, por 1.3003,
um mulato de 22 anuos por 1:300*, ornis il-
gunsescravos baratos que so vendem, tanto a
prazo como adinheiro, na ra Dircita, no escriu-
torio de l'raucisco Malinos Pereira da Costa.
'azendasporkixosprecos
Ra do Queimado, loja
de 4 |K)rtasn. 10.
sas, de loiira, bancos a 140 n^ dito* de 5R tras a scu gosto, que'r com fazenda sr.a 011 do armazcm para o que
cores a 160. (i os de madreocrnla a 1. carteiraa r?-r* ... n"i.. _?_ i-aia u ju.
dioca e para dcscarocar algodao, prenras para mandioca e oleo de ricini mirtAm m-ailiria -,"*"' ""./." v.' ",'"
"i. i-onocs grauaria, to-1 cores a 160, i nos de madrcpcrola a 1S, eartciras i asrs ii j. u /r '" l"~
^ tem escoUitdos e habis officiaes, dando-se tocia e qualquer ronpa no
PESFME PARA SENHORAS.

DE
Murray e Lanman
A qsc lem ;:cik1o mais acolhinicnlo ig
Publico! Vcndc-sc 20,000 diatsls
j finos a l>6f-0, ditos a 2fcO, gro/.is de peonas de
ayo a 1$, 1S203 e ljimt, tinteiros proprios para
viagem a 320, obreias de cola a 100 rs.
Na'.ojade miudezas da rua Direitn n. 85,
vendem-se resmas de papel de quadrinlms a [
i5(0, caixiiihasde papel soilidas em cores a ditas d? quadiinhos aSCO rs., folhis de papel ar-l
rendado e anvelopes a 2(0, ditas com llores a i
160,-estampas linas a 20 o 280.
_ Na nova loja de miudezas da rua Direita n
S5, vendem -so pentes de alisar, de balea, a 200,1
240, 280, 320 e 300 rs ditos para piclhos a 280,
peales travessos para meninas a 60, dilos de
massa para atar ccbello a 900 rs., ditos virados
c mitaco de tartaruga a 1J600, citos donrados
al 58OO, dilos de alisar, de borracha, a 600 rs.,
ditos de butilo branco a 500 rs.
_ Na nova loja de miudezas da rua Direita n.
S5, vendem-se caitas de liuha do gaz branca a
800 e 1?, prCla a 900 rs., miadas de lindas de
peso a 120 rs., iinhas para marca t 20 rs.
Na nova loja de miudezas da rua Direita n.
r|^j dia convencionado.
% sj, '.t ;- r? fff ;,r ^7 l= i' ^1? *? T'T
." V /> 'S -N S C- '> 'S '> n '.'
mtimr-
sos, tumores brancos, afce^es do ligado e rins,
i erysipelas, pbcessos e ulceras de todas as classes,
5'';C;-. mulheies, hipoeondria. venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Ra ?-
way
mmmwmmwmwmmwmmmmmmmm i u
i^s
Progresso na cidade da Victoria
DE
Francisco Xaxier de Salles Cavaleante de Almeida
sss
para regularisar o systcma, equilibrar a circula-
(odosangue, inteiramente vegetaes favoraveis
-;' em todos es casos nunca occasiona nauzeas ."-.,
l-J loi s derentre,dses del a3 regularsam, ,
^g : a 8 purgara. listas pilulas .-fio elicazes as aiTec-
fe? ro s do Cgedo, bilis, dor de cabera, ictericia, ir.-
digeslao, e em todas as enormidades das ku-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, ret n-
ejoes, flores brancas, obslruceoes, histerismo, etc.,
sao do mais prompto effello na escarlatina, f- bre
biliosa, febre amarella, e era todas as tebres :... -
ignas.
Estes Ir.-s impor'.anles medican-etilos ven n-
im gran-Ie o completo sorti- COmpanhados de instwrics impressas que r.ios-
mento, tendente a molfiados, leiropens e niiuJezas convida noitanto a iniloe os morniloren -a 2
,'..,,,... c ". pviwuw .i iuuus os iii'ji.ioorcs >j ^am com a maier minuciosidade a maneun de
desta cidaae da Victoria, senhores de engenho e lavadores queirnm mandar suas t"?
cncommenJas no Progresso do pateo da Feira, pois so alii encontraro o liom e barato,
NO
Pateo Aa Fcira.
O proprietario deste estobeleciment, como se acha cjrn ur

ite irascos por anuo.
Estaagua encantadora extrahe-se das diversas
flores que se encontram no paiz onde Ponce de
Len e Sonto iam procnwr a feote da juvertude do,*KEat*A d,enira,?f" *8 d"asJM,a,sa 64; P Iassas de ditas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2:>000 rs. a -arrafa, licores
" iiji un iniuutzas ua iu.i l'irciia n. oo fss fm. n-,* Aa in' ....
eterna.
Di aos ler.-os um ckeiro muito agredavel e
refrigerante, augmenta a belleza da culis, des-
truirido as sardas e mais manchas que de costu-
meaiacam c resto. Aconsejamos as pessoas
debilitadas pelo calor do vera de userem desia
agua em banhos, pois-tom ella a virludo de fa-
rer recuperar as (oreas perdidas pele transpi-
rado. r
Para evitar ser engwiado por falsificnces dc-
ve-se prec-jrar aAgua Florida de Murray e
.anuan, e avenguor-se so o envoltorio c rotulo
razem o preuxo de Murray o I.anman.
E fabricada esla agua nicamente pelos pro-
pneiariosD. T. Lanman o r.emp dragaislas por
atacado, 61' Water Street, e 36 Cold Street. No-
va-iork.
Acha-se venda-em todes as boliecs o tojas
ie perfumeras do imperiu, em Peraambuco loia
de Luiz Antonio de Siqueira, rua da Cadeia
vondem-se sapaliuhos de merino proprios para
baptisados a tg200, borzeguins delta para me- i pS e branca de todos os padrees, ameixas em compateira?. e em latas a 1T0OO rs.
ninas a 800 e 900 rs. B latas de peixo de posto por 2*000 rs., banha de pores refinada, ararula, fatias, ]
Engenho.
e Anda reslam a'.gumas fazendas para concluir' '
a liquidaeo da (irmade LeiteA Correia, asq
so vendem por dinnuto prero, sendo entre ou-i =
tras as seeuinte W t"na ;, ;ra,a-st; no mesmo engenho ou no
i engenho Mussambique com feli^ino de
' Carva-lho B a poco.
CAL DE LISBOA,
nova e nr.iilo be ni acondicionada : ia rua da Ca-
deio do Itecifen. 38, pnmeiro andar.
Ka loja da Exposifo
lia ludo quanto c bom.
Metaes finos.
Rtquissimo sertimento de molaos chegados ul-
tnamente peto ultimo paquoic da Europti, tudo
imitando prata, dos melhores fibricantcs que lia
res-e genero, assim comosejem, 3pparclhoscom-
pletos para Imcea, ditos pera jentar, e outras
peces avulsas, beni como, selvas de iodos os ta-
maittios,-sestea para fructas, galhelciros grandes
Chitas de cores escuras e claras, o covade
a ICO rs.
Ditas largas, franeczas, inss, a 210 c 260.
Hiscados francos js do cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bous padrees, a 240.
Rriin de linho de quadros, covado, a ICO rs..
Ltrim trancado branco de linho muito bom, 'ra-
ra, a 1{00.
Cirios de calca o meia casemlra a 2,C.
Dilos de dita de casemira de cores a i,;.
Tannc preto lino a 3J e 42.
Meias de cores, finas, para homem, duziaa
10800.
Grvalas de seda de cores e prctas a l.
Ueias Lrancas linas para set'iora a 3g.
Ditas dilas muilo finas a 4g.
Dilas cruas finas para homom a 4.
Corles e colletes de gorguro de seda c 2$.
Cambraialisa fma transparente, peca, a 43.
Seda preta lavrada para vestido a 1^600 e 2g
Cortes de vestido de seda preta lavrada a lCj'
Lencos de chita a 130 rs.
Lia de quadros para vestido, covado, a5C0.
Peitospara camisa, um, 320.
Chita frauceza moderna, lingindo seda, corada
ic 400 rs.
Entremeioe bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a CO te.
Ditas bordadas finase. 2$500.
Ti alhas de linho para mesa a 2 e 4^.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoeo de senhora c
5C0 rs.
Vestidos branco3 bordados para baptisar crian-
ras a 000.
Corles decalca do casemlra preta a 6.
Chales de merino cora franja de seda a 5.
Cortes de calca e riscadoe quadros a 800 rs-
Merino verde pace vestido de montaria, cova-
do, 15260.
Lencos brancos de cambraia, a duzia, 2$.
_ Na nova loja de miudezas da rua Direita n.
1 i,\ 1 lem-se loucadoros de Jacaranda a 3#, 3^500
W500, gravatinhas a Pinaud a IgOO, atacado-
chatos de ilgodao a 60 rs., e slicos a 100 rs.
Graixa cm bechigas esebo
em pacs e em rama, cm porcoes e a
raa do Brum n. 10, armezetri.
Jtalho : na
Bombas de japy
Riquissimo sortimcnlc o bombas dejapya
iodos os lamanhos, com pertences e canos de
chumbo avulso, que muito deverao agradar aos
freguezes ; aa rua N-jva n. 21, loj ao Vianna,
Espingardas tron-|^gros*d>*>.),
No escriptorio do ag-ente Ofiveira.
lamanhos, sendo de duas dozescis chicaras, de
riqaissimos modelos e per baratissimos precoa,
riquissimo sortimenlo do tolheres pare mesa,'de
meis lino al o mais ordinario. Calaios para
compras, baldes econmicos para quartos, lou'-a
ds porcelana e outras multas cutilarias que por
gosto se podem comprar. Camas de ferro cor.i
lesa e para colc+.o, para solleires e casado?,
lavatorios de ferro, prc-paros para os mesmos
bolsas para viagecs, chirotes para carros, arreios
completos para cavallo, temos de bandeijas mili-
te finas imitando eharao, dilas avulsas de lodos
os tamanhes, ratoeiras d rame para pegar >-a-
los sabios e tolos, fugoes econmicos para ferro?
de ngommar, ferros de vi-.gommar L vapor a Ep
re. : na rua Nova n. 20. loja do Viaana
Vendem-se
xadas.
RiquissiDM sortimente de espingardas Ironxa-
dos de 1 o 2 canos, do mais ino al o mais ordi-
nario, por prerc muilo barato ; na raa Nova n.
io, luja do Vianna.
Loja de marmwej
Rua Nova, i
Paria & C. avisara aos-seus numerosos fl
froguezes e ao publico em geral, que re- SS
cebendo por todos os paquetes fazendas 2
de modas, acabam de receler entre mui- S
j tos arigos o seguiote : *p
$ Veetidos ricos de blond para casamento. ||
. Dilos de gorguro de cores, tecidos com *
g velludo em alio relevo=a duqueza do M
r Comberland. 9
Ditos brancos bordados para-soire. |#
g Dilos ditos de cambraia. Jfc
g Dilos de cores de phantasia. II
I Dilos de cores do moiranlique.
I Manteletes., chales rends c peregrinas xi
t de velludo o grosdenaple protos. g>
Bournus de cachemira de cores e de se- as
da de ocres. je
S Ciiapenasde palha de .Italia e seda. ^
Calcado para senhora do afamado fabri- S
P cante Jolly. ^
fe Dito para meninos. j|
g Caeavcquo de la para raeii'.nos de ambos S
Jfe os sexos ?^
mmxmmm senes ^^rf
Na fabrica deealdeireiro da rua Imperial,
junio a fabrica de sabo, c na rua Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porcao de follias
de zinco, j .preparada para teinadas, e pelo di-
minuto prege de 140 is. a libra.
= Vendc-se a lg a lata do biscoutos e bollos
de soda, 7-20 r. a libra de velas de espermacele,
a 1.J280 a libra de manteiga ngleza flor ja da
nova safra, vinho Bordoaux engarrafado o mais
lino que pode havr a 500 rs. a garrafa, ervilhas
muilo novas a 120 a libras presuntos a 400 rs.
a manleigafrancezaa600 rs. e outros gneros que
tem vista do comprador e como sojam charutos
vindos em direitura da Bahia para este estabcle-
oimenlo o que se vende por menos do que em
sai uo Km de superior qualidade, a bordo do outra qualquer parle : na praca da Boa-Vi=la n
Jnale (Santo Amaro,): a tratar com Caetano Cy- 16 A.
REL0G10S.
. I francazes de lodosas qualidades, chanipanhe, oonhaqne do dilas, louca fina, azul.pintada. fe* de -l r''di1s," ,.a .-. .
" ^ \ endem-se passas a 440 rs. a libra, batatas
8 .' t?< a 100 rs bolachinha inglea a 2!0, toucinlo a
, bolaclii- -00rs. ; no pateo do Terco n. 28, defroi.te da
I nha ngleza, biscoilinlio, e outras mais quali.lades dentabas finas, massa de tomate em ;> fabrica de charutos labernn nova.
^ ltase a retalho, letria, macarrao, talharim a 80 a libra, verdadeirs gomma de BTarula, K
% insenso de todas as qualidades, espirilov de cravo, camilla, ealfazema, verdadeiros pentes ^'
g a imperalris, e de tnaruga de 9;>000 a 10^000 cada um, tranca e franj 1 da rola, fe- ||
j^ chadoras de broca, pregos em quantilsde de lodos os tamaitos e qualidades e outros flj
^ muitos objectos que por se tornar enfadenho deia de os mencionar, %*$
mmmmmmmmmmmmmwmmm-
WWil
Tachas e moendas
Braga Silva & C.ten? sempre no scu deposito
a rua da Moeda n. 3 A.um gran de sortimeuto
-de tachas e moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edvin Haxr a trotar nc
mesmo deposito ou ta rua do Trapiche n A.
Grammalicaingle-
za de Ollendorff.
Novo metliodopara aprender a 4r,
a esetever e a fallar inglez em G mezes,
obra inteiranunte nova, para use de
todos os estabelecimentos de inslrue^o,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (anligc largo do Col-
legio) n. 57, segundo asear.
elogios
- Vende-se urna negrinha deidade de 13 an-
nos : na rua da Praia n. 'o.
Fardo, ilbo, fin folia
Vende-re continuadamente sacros com fnrclc,
milho e farinha de mandioca por preco mais m
cnnt.i de que em outra qualquer parle ; na rui
do Rangel n. d2, armazem.
Vende-sc doce de goiaba da rasca, o ui
pod? h-.ver de melhor nesle genero : na rua di
ttong"; n. 02, armazcm.
- Vendc-se umaporcSo de courinhos
do ,1-
1,1 i di
Sissos.
Farinha de mandioca.
I Vende-ae farinha de mandioca, superior q:iali-
|dade, viuda do Maranh&o, pulo hiate Ros: e! I ra cuttidos, por preco muito barato ; na
, briguc escuna Gradse : nos rmaseos de Ha- ; Rasgel n. 02, aimazem.
.chado i; Dantas e Anlunes Guimares & C. 110
1 Forte do Mallos, largo da Assembla. ) ^tt-tf^fQfiWL C-fs. K*| ' i Na rua larga do Rosarlo n. 32 ha um com]
;./, f sortimenlo de raleado Crauctz, coreo sejam :
.'*.', Borzoguins de couro de lustre para liomem.de
' CC(HU) a 9m00.
Hiles de bezerro a 83 o 11$.
Dilos de dito inglezes .' '
Sapales de rouro do lustre.de !-" o ,
Dilos de bezerro a 45 e .">>.
Dilos do dito, sola grossa, a 5o500 e 0$.
Borzeguins sem sallo para senhora a 4?500.
Sapalosde trancinha a IgSOO ; o muitos ouiro;
'Jvfl calcados, que 6 vista do comprador se vender
por preeos com modos, sendo a dinheiro. No
-: 10 eslabelecimenlo exisle um completo ?or-
limeul do chapeos de todas as qualidades, m
so venderao por menos do que rm outra q
quer parte, e por se terem recel ido em direitura
GRANDE 0ITI1E.VT0
DE
Fazitndas c roima fia
Vende-se em casa deEaunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama
do fabricante Roakell, por preeos csramodos,
c tambemtraiicc.lliase cadeias para oc mesmos,
deeteillente eosio.
Vendem se saceos cooi muito bom
ardlo de Lisboa cora 9G libras, a 5. saeeo : m rua do Crespo casa de Si-
queira A Pe reir.
Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas ing'.ezas.
Peitosparacamisas,
Eiscoutos.
Lmcasa de Arkwight &C, rua a
Cruz n. 61.
MHBH
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wbeeler &Wilson.
Nesla cslabeleei-
mento vendem-se as
machinas elestes dous
autores, mcslram-se a
qualquer hoia do dia ou
da noiie, e rosponaabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguranca :
no .armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite Irmaos rua da
imperalriz n. 10, amigamente aterro a Boa-
Vista.
Vende-se urna negra fula, bonita figura,
meca, cozinha, engomma solTrirolmenlc e costu-
ra, e lavadeira, e quema comprar se dir o mo-
tivo por que se vende : na rua do Brum n. 1C, ar-
mazem de Manoel Jos de S Araujo.
Aos Srs. propriearios e
eapiies de navios
Na loja do Preguiea, na rua do Queimadon. 2,
ha para vender fazenda de 15a propria para ban-
deiras c signaos, pelo baralissimo preco de 300
rs. cada cevado.
NA LOJA E ARMAZEK
1 :
Joaqoim Rodrigues Tavarcs de Helio
ROA DO QEIHADO N. 30
i:u .-:,'. LOJA DB i.iaiiio P0H7AS.
Tem um completo sortimenlo de roopa feita,
e convida a. todos os seus fregueses e lo.las as'
Caf a vapo
TI
Emca3ade Schafisillin & C, rua da Cpjz n..
38. vonde-se um grande e variado sortimeato de !
relogios ce algibeira horisontaec, patentes, chro-
: nometroE, mcios ehrenometros, de ouro, prala
: dourada e folheados a ouro, sendo estes relogios
jdosprimeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
' uero por preeos razcaveis.
_ Na nova loja de miudezas da rua Direita n.' P.,soas que desejarem ter um sobrecaseco Lem |
fi, vendem-sc papis de agulha a 10 rs caixas foto, ou tira? calca 011 collete, de dingirenvse a
Riquissimo sortimenlo de machinas para :. 11 r
caf a vapor em um quarto de hora, approi
na ultima exposico de Pars, tanto em pa] ida
que d ao caf como em seus bonitos mod
propria at para ornar mesas, assim como c-
j paros avulso para as mesmas: na rua Nora 11
20, leja do Vianna.
.*jn.c^-.'.:. i
'=?**z*m*Bia*rrrw.%. ..^- .
Escravos fgidos.
este estabeleclmento que eacootraro um hab
artista, chegado uMmamente de Lisboa, para
desempenhar as obras a vontade dos freyuezes.
J tem um grande sortimenlo de patots de ca-
semira cor de rap e outros escures, rjue se ven-
dem a 125, outros do casemira de quaJrinlios
A 4000.
naco da C. M., ho lado do Corno Santo n. 25, se-
undo andar.
- Vendem-se duas grandes carrocas de duas
redas, muito fortes, toda construegao de sicupi-
ra, 6o novas e proprias para engenhos, e para
qualquer servio por pesado que seja, trabalha
com urna e mais juntas de bois, ptimas para
conduecao de lenha de Cenes ou capim, etc., po-
dem, bem a vontade, com 20 a 25 saceos de as-
eucar, e ptima para condueco dos assucares da
estao das Cinco Ponas para o Recite ; quem as
pretender, dlrija-se rua dos Pires, sitio de Ma-
noel Joaquim Carueiro Leal, ou ao paleo do Ter-
co, segundo andar, defronle do n. 40. que se far
negocio.
Vende-se vinho bom da Figueira e do'Por-
lo a 400 rs. a garrafa, e em caada a 38000 ; no
Recite, taberna n. 102 na rua da Senzala V'elha,
esquina do becco Largo.
Praca da Independencia n. 22.
Acham-se expostos venda os bilheles, meios
o quartos das 31 lotera da crapreza lyrica e 1.a
de N. S. de Aracaj.
Vendem-se duas partos do sobrado de dous
andares o solo sito no largo do Imperador n. 6:
a tratar na rua eslreila do Rosario, loja n. 26, ou
na rua do Qucimado n. 29.
1 Vende-se urna casa terrea assobradada, em
Fra de Portas na rua do Pilar n. 124 : quem
pretender, dirija-seS mesma.
Farelo superior de Lisboa em saceos grandes,
vende-se a 4g a sacca na Iravessa da Madre de
Deosns. 9el6; tambem se vende farinha de
mandioca de superior qualidade por preco com-
modo, tanto em porcao como a retalho. '
E' baralissimo.
Na loja do Preguica, rua do Queimado n. 2,
vende-se chaly e merino lko de todas, as cores,
proprios para vestidos do senhora e roupinhasde
meninos a 300 rs. o covado, chalysalisados de
diversos e bellos padres, o mais moderno possi-
vel a 640 rs. o covado, angelina de seda, de deli-
cados padrees a 720 rs. o covado, cha es de lo
estampados a 2J500 cada um, capas do panna
azul muito Uno, bstanle largas, protrias para
Tigaens a 16$ cada urna.
de agulhas francezas f.nas a"200 e 240 rs.
Em casa de N. O. Bieer & C.,
euccessores, rua da Cruz n. i, vende-se
\ inbo Xerez em barris.
Ciampanha em cakai de 1 duzi acreditada marca Farre & C-, vinho
^ de superior qualidade.
Coi?bac em caixas de 1 duzia.
Vermouth em ditas de ditas.
Ferro da Suecia P a S' 2u?' e 30:*, sobre"
Aro 1 mr casacas francezas muilo bem feilas a 35o, cal-
n'\i f 1 ?as feitas da mais fina casemira a 10*, dilas de
!S de todos os lamanhos. brim ede fusiao por prego commodo, um grande
lVCiiTJC\.\ sortimenlo de colletes de casemira a 5, dilos de
cutras fazendas por preco commodo, um grande
sortimenlo de sapatos de tpele de e;osto muilo
^ \)W~ !l(f t i apurado a 2?, ditos e borracha a 2500, clia-
1 pas de castor muilo superiores a 1G, dilos de se-
da, dos melhores que tem vindo ao mercado al O*,
ditos de so!, ingleses a 102, ditos minios bons a
122, ditos francezes a 85?, ditos grandes de pan-
no a 4v, um completo sortimento de golliulias e
raanguilos, liras bordadas, e enlre meios muilo
proprio para collerinhos de meninos e iravessei-
! ros por prego commodo, camisas bordadas que
I servera para batisado de enancas e para pssseio
iK-.,.,. a 82, 108 e 122, ricos lencos de cambra3 d
liores ras da f reguezia de S. Jos : na |
100,$ (le gratificaeo.
Fugio do poder dos abano atsignados o u 1
escravo crioulo de nomo Itomo, dt.- 20 a J an-
nos deidade; cabra escuro, estatura rrgulai
tem cabello carapinho, um pequmn lalho '.u
orna das macSaa do rost, qjiando falla parece
rir-se, e tem as pernas um p-men arquea las ; !e-
vou caiga de panno azul, chapeo de palha do
Chily com Ota pela, jaquela branca com piolas
roxas, capas de borracha, e (alvez ande calcado
Ruada Scnzla Kova n. 42.
Neate estabelecimenio continua a haverum
comap'.etosorimento de moendas e meiasmoen.
das para euer.lio, machinas de vapor e taixas
de ferro tstido e coado. de todos ostamanhos
para di
Vende-se urna casa terrea cora
grandes commodos e em urna das me-
a quem o apprehender, o faca conduzir cas
de sen? senhores na rua da Cadeia do Rccife Da-
mero 12.Dallar & Oliveira
Acha-se tosido desde a noile do dia 7 lo
correnle opretode nomo Joo, com os siai a es
seguiutes: altura regular,corpolento, pos cu'rios
b gn .-sos, maos do mesmo modo, e bons dei les
escravo nimio ladino, habiluado ao servico de
tirar cocos, dend, e de enxada ; om suas fus
elle cosluma andar pela estrada de Joao d.' Ba
ros, boceo do Pombal, Sanio Amaro, Campo Gr.:,!-
rua das Cinco Pontas n. 72, se ira'
quem vende.
AVISO
Caf muido a vapor.
Andafugido um molato escuro de nomo Fir-
mlno, j idoso, barbas crescidas, em mangas de
camia e clnpo de palha. E' grosso do corpo
c de rslalura regular, c alguma cousa desdenla -'
do. Esl quasi sempre na Roa-Vista, por junio
reslinho de chales de toquim a 30, corles de
vestido de 6eda de cores muito lindas e superio-
res qualidades a 1002, que j se venderam a
Riquissimosorlimento de raoinhos para moer ,.n .. 1. .
cafe com a maior acilidade que se pode encon- 150*' capolinhos preto* e manteletes prelosde
trar, tanto era ba-ateza como em duraco ; na
rua Nova n. 20. loja do Vianna.
Feijo preto.
feijo preto muito bom em saceos
grandes,
Farinha inissima para mesa saceos
grandes.
Veno'e- se no armazem de Manoel Joa-
inlio bordados para senlioras, dilos lisos para
hornera por preco commodo, saias bordadas a I da ponte eTlo chafar'iz : roga-se aos pedVstresde
3500, dilas muilo finas a 52. Anda lem um 't**"'?, fi ?*" '^ seu enhor, na ru* do Trapi-
che, sobrado n. 40. onde se pagar qualquer ds-
Fugio r?escravo de nomo Cesaiio, idade de
yinte e tantos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforcado, bous dentes e lima-
dos, cabra escuro quasi negro, barba na pona do
que
lucixo, olhos ave\melhados. pernas um pouco
rqueadas, 6 filho do .Sobral (Cear) ; porlanio
roga-se aos capilaes de campo, s autorida Jes
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
, "das, eludo se vende por preco barato, e que nao
qmm de Olivera JtC, na rua do Co-|possivel aquise poder mendona.r nem a' quar.a
dormzn.l Remrenle da travessa da j parte dellas, no enlamo os freguezes fhegandoe
Madre de Deorf querendo comprar nao irao sem fazenda.
ricos gestos a 20, 252 e 302, os mais superio-
res chales de osemira eslampados, muilo finos, a
8 e a 10, loalhas de linho de vara e tres quar-
las, adamascadas, muilo superiores a 62, dilas .
para roslo de linho a 12, chilas francezas de su- B lTSfi&*SS^'t?Z
perior qualidade, lano escuras como claras a gratificados ; e se protesta conlra quem o liver
2C0, 280, 320, -400 e 440 rs. o covado, ricas
casemiras para esla, colletes e palitots a 42 o co-
vado, e um completo foriimento de outras fazen-
acoutado cm sua casa,
Fugio a escrava Maria, conhecida por Hara
Jos, foi escrava da casa do major Mayor, e ven-
da fazendas; crioula, alia, secca, marcas de be-
xigas no roslo, levou argolas pequeas de ouro,
vestido de mussulina branca de flores azues e"
panno da Costa, anda pelo Campo Verde, Luca,
ou era Olinda no lugar Peixinho ; levem a rua d
Crespo, loja n. 1,


II
'*)
Variedade
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 1T DE JU^H u 13GO.
s.
Revista de Lisboa.
huid campo e uuia cscaramui-a u'um becco, nao
nos admira tambcm que o'iao (empo meta em
casa esta honrada populaco, ainda que os es-
pectculos epassatempos pblicos a comidera a
sahir.
A chava fechando os espectculos.Importan- SIasi apezar disto ludo, houveum dvcrlimenlo
ca social e moral de um aguaceiro para com i Para 9ual "o poderam nem as ameacas da
os habitantes de Lisboa.A parada do Campo i chuva, nem os repellos do sudoeste : foi con-
o d es fe i t a por uns berilos e as desor- .sagrado e popular folguedo da Praca da Figueira
dens dasEscauinhas de S Christovo accom- "a no'le deSanlo Antonio, de cerlo o !rso miis
ioas com um chuvoiro.A noile de Santo P<>lco do nosso povo, so lh'o permiliissem a
Antonio e a Praca da Kguo i.Folgued co sarcsrisonhoBedeolgancj da sua verda-
- Cn nea c aroon s.Noile de ra- "eAra ndole..
na verdade, do que
a tradiro, en que
o, que teera as suas fazendas
luiuiuo.Amor e I iismi -o casaea as abas do Lisboa, vera ofieriar em vis-
. los&a capellas e engranados palmitos as primicias
LISBOA, 17 DE JUNIIO. seus fruclos au santo de maior devoro po-
-iboa 6 urna capital incrivel. Lm aguaceiro I PI
"asta, um chnvisco, urna nuveni que nerpi'eno' i maCar"s de alfazema e os ramos de
bonsoKto sufTuienlc para Ihe lroulornar lodos' alc,crirn as virosas nlcachofras e erva pinheira.
s divertmentoa c empallidecer tompleiarnente I ,\mor ou ciun>e vo procurar a rovela-
iurr.irenras e amores.Noile de vati- oeira inaoie..
-.-o meu .:,: o l.uiz e os seus desven-l 'U cooaa raais pcciica,
amores.De romo o i a historia co- MlM UMn?as consagradas n
meca poi um brinquedo e acaba por um in- os boaa campouezes, que lee
physionomia das suas dislraccea publicas. A
>M o wimigo mais declarado da sua ale-
gna, dasuasoriabilidade, da sua convivencia,
uos seus rigosijos.
t-sios borrinas qne leem cabido nos ltimos
lucrara nada menos do que fechar lodos os
cao emblemtica dus sogredos que os atormen-
tan! ?
E todos esses ares de festa, que os descan-
tes do povo animara e enchem de folganga ; e
todas essas luzes que allumiam os roslos mo-
renos de centenares do fazendeiras, cujos olhos
Sai 0urus e mballiolas no Campo de
>..... una cambaladas de que elle* tauto gos-
l i 1 vni11flfi0U,Sem rociadores, a por-
, ;lajolla da larde comecaram a desfilar al-
pelotoes de neveos l para as bandos do su-
nubiL*' la prcfarar enlrelenimerilos para um
S n'iir a"H-s.^ se resolver a ir ao
|J""-'' P.riraw? o olhos sobre o
pin ra !
Vamos
amiga.
Vonios,
cautelosa.
Se
ios
de se
primeiro os oraos score o ry-
anm uo conliecer o estado da allimoz-
ama/iha i Bemfica ?diz a visinha,
se no chofer ;respon Je a amiga |
chorer o principio condicional
os aseaos que d o habtame de Lisbc
r.l dr. to- I
..le de Lisboa. Esto '
. r >l o [iaci lco pCrsonogein I;:-0 sc uec|M
a "i > ii e/a de que n nsn ~.../ _.. -i
vons. o i;u- ,
t esta anlipjftia que nos temos
somente um tacd
que dos perturbe
l-ropositosde divwsao. ama infl
i" idera, e forte tomo, naa cotisa
--' existencia.
nos nosse>. s
uencia que pre-.
maia serias dat i
"i ai
-|
r
II Os
le prova
nossos usse
unos delerafoou-se u;:a. revista de toda 1
rnicao dacariital do Campo Ciando. O minia-1
i> no daguorra expedi as ordena ; os eomman-
a uesidoscorpus esnerarara-se no asseio e bom
.' de de seus soldado; e a tropa apparcceu toda
no apparalo mois imponente e bellicose uue ;
! ssivol imaglnar-se. diados o ofliciaes respi- I
" os oobres espirites do cenqeisla. Nao era
ama parada, era urna dSViso iS coroads pelos i
Pho das batalhas. S^ !j voz do general o do-!
rmiuasse, parta logo d'a a o,:, mistar o man-
UO c seus .suburbios.
Mas nislo reunem-se algunas navens no ho-
i e passado3 momentos desaba urna pan-1
: de chuva de podra (e i;-.-c poda iue pa-
i avelaas!)No meswo Bstanto dcsappa-
' liebre ardor militar; e generacs, offi-l
' Id los, msicos o pova-, ludo deita a:
. e com tul ancia que ;-J pataram nos'
juarleisl
Ora, aqu leom o que fez a chu >.
iitccimenlo muito mais rocen
i; bem o oder i thuva
. .
ses das dos turbulentos e burles-1
..'os nas escadinha i co s. Chrislo- l
. em |ue diurnas Aspasias do sitio.-estimula- i
OS do-Tartos soldados de caradores 5!
-.........- soldados da guarda municipal. Oiu-|
, no conecilo dos polticos do bolequim, ia
i lomindo proporeocs graves. Fallaya-so em ;
menos do que 'unia rebellio militar, eo
becco Jo Mete, ascoroso escondrijo de Venus
i!.n, fra declarado o Monte Aveutino dcsles '
.- de insurrcQo. As proprias autorida-!
oiaram a serio esta farra, o o Sr. conde de I
ila Mara e o honrado e prestadlo govomador'
civil de Lisboa, o Sr. conde de Paran-, uao se*
ii iran a esfor'.os, como dizia d'antes O D.
Si i rate nos seus cartazos e agora diz a sua j
^.niia successora madama Tournour, para acal-
mar os nimos irritados.
Uouve at quem visse os diligentes funccio-:
narios Ireparem aquellas oseadas empinadas c:
escorregadias,solevados dozelo do servicopu-'
1 ce com o m de iuculireni a persuasao o a
nidade naqucllas caberas, que Iraziam em
alvoroco a cidade havia iros tardes ; porque es-
la distraccioqu o foi para o publico do Lis-
boa que se apinhava em chegando as cinco ho-
ra- na roa da Bitesga c arredores, desejoso de .
presenciaras grandespelejasannunciadas de na-
uhas linha lugar pelas proximidades da'
nulo. ,
Estarvam, pois, as cousas ncslc aspecto, os
dias iam correndo e as turbas engrossando, e a .
tropa mais rixosa e iraplicadica urna com a oulra
seui ceder a admoestar5es nem a amoooas, quan-
do un oevoeiro se lembra deappareccr nos ares
na lorceira ou quarta larde, o eis que cahem uns
rifos, que nao seriara os bastantes para re-
uns algreles de mangerico. Nao fazera
ida: mi obra de um instante. TuJo desappare-
ceu em monos de um quarlode hora. A chuva
mandou os soldados para os quarleis e os espoe-
U-dores ociosos para casa, l'de mais um ngua-
i Ir que lodas as auloiidades reunidas. Por on-
* q
K l nos cos cstrugiu,
Drilhou, morrou, e ligeiro
Volta, desee, c alm cahiu.
Crepitara rubras fogueiras,
Danea a donzella cantando,
Cania e dansa o namorado
Ka viola suspirando.
Ali gemendo o pinheiro
Co'a labareda abracada.
Vera a Ierra, e oda a turba
Sola unisona rizada.
E brilham roupas nevadas?
Ao bago clarao da la,
E ludo corro dos ares
Alegre tic ra em ra.
Bais do um somno deseulade
Agora o estrondo quebrou,
S do velhos, que enlre as rugas'
osa de amor se mnrehou.
ludo o mais anda velado,
Tudo Ue risos se esmalta,
Todo alegre ao som dos vivas
Por entre as fogueiras salla.
Esta a noile dos segredos,
iS'oite de amor o ciumes,
Quanlos nao nascem, nao morrena
lloje Volta uestes lumes !
Aetiimbam por toda a parte
Os folguedos da alegra,
S6 eu comtigo me abraco,
Mimosa melancola !
Este aqu a sorle espreila
Dentro da urna singella ;
Salo; um no Ore gome c diz :
Nao este o uomc delta.
Aquelle as estrellas conta,
E, se a conta, nao nicntiu.
Cada estrella l!ic promette
Uulra estrella que elle viu.
Esta da fonte eu do rio
Guarda as aguas salulares,
Onde ii"iim Ovo se escrevem
Uu venturas ou pesares.
Aquella lem seu dc:lno
Todo fechado nas flores :
lia do IGr em cada folha
A historia do seus amores.
Qual na ara faz a cova,
V. l se enterra o dinheiro
Que deve sabir prophela
Depois do dia lorceiro.
Qual no prado, qual na fonte,
Aguarda da sania noile
As donosas orvalhadas.
Todos sabem um segredo,
Com que do ntimo seio
V;io arrancar, nesla noile,
Occullo segredo alheio.
S eu nao lenho urna sina,
S cu nao lenho um condo,
S eu nao lenho quera lea
Uenlro do seu coraco !
Oh 1 quem podra nesta hora
Das prnpherias d'amor
Ouvir bella dus bellas
A sina do trovador 1
A fegueira de seus olhos
J queimou niiuh'alma inieira T.
As oulras fogueiras fallan:,
S nao falla esla fogueira 1
Reverdece o orvalho as flores
IIojo crestadas na chamraa,
S meu pranto na flor d'alma,
To baldado se derrama 1
Nemesia noile d'encantos
Me desencanta o futuro,
Cede mor lio je aos mais trisle 5,
nos Vi ni os ai-J predesiinacoes proendas e pro-
vocadas nessa o de flued) e doce intimida-
de. O caso nao foi cJ"1!.0' Ina* wi fom um
amigo meu, amigo cuja aiiV',,l0Sn lembranca a
saudade ainda me aviva hoje beP fundo da
alma. Faca deconla o leiter tjne cso amigo se
chamava Luiz de Alhayde (que a autheViticidade
do rime nao faz nada para a veracidade do acon-
tecimento) e queiamos cu e elle para casa nesla
noile de Sanio Antonio, quando, ao passarmos
pela calcada de Santo Andr, vimos duas meni-
nas a una janella do primeiro andar, que ri.im
com oulra que se conservava janella n'uma po-
sieao imraovel. la dar meia noile, e eslava um
luar que pareca dia. Olhamo; a menina que
eslava encostada .saccada da janella, n'uma po-
sicao immovel, linha vizivelmenle um bochecho
na bocea. As oulras riam e chilreavam, fazen-
do-lhe travessuras para a obrigarcm a abrir a I
bocea e a deilar fra o bochecha quando ainda
nao linha balido a hora da supersticao popular.
Queres ver o que eu vou fazer?diz-me o
meu amigo Luiz, desviando-se c puchando por
naim para o lado da sombra, da parle opposta
da ra.
O quo vas t fazer ? /
Espera.
Ncsle momento o sino da Gra:a comerou a dar
pausadamente a meia noile. luis! exclama o
mea amigo, sahindo do repente do seu escondri-
jo e mais cu.
A menina da saccada sollou c bochecho e as
oulras duas soltiram urna grande gargalhada.
Passamos depois mesmo por debaixo da ja-
nella, e ellas debrugaram-sc a olhar para nos
aira de ver se nos conheciam.
A que havia soltado o bochecho linha um des-!
mtn8l.! an8e,ic03.1"e anoile se poelisam, lo-j a minha ddr e conda-s'e de mim, se acaso'
mando a suave e meiga pallidez io marmore. suppunha um pai lyranno.
romos para casa, e no dia seguinte encoo-! A afliccao neste momento
tre o meu amigo e pergunlei-lho pela
aos. Fassauoa uous mezes, o meu amigo Luiz,
pedio em casamento a menina a seus paes e
ellos recosaram-lh'a. F
hUZ o 8inda muit0 moS e Imbs poucos
meios. Foram estes os motivos que allegaram
para a recusa. E oulros nao podiam elles alle-
gar, porque o meu amigo era unas joia.
Luiz cahio n'uma melancholia, que era j urna
verdadeua enrermidade da alma, e a menina nao
a tornou ella a ver, por quo os paes lh'o
prohibirn).
Pi'ssados dias, ferebeu urna carta do pai da
menina, em que lhc dizia que sera perda de
lempo se apresentasse cm sua cosa.
Esla carta sobrcsallou-o, porm um raio de
esperanra allumiou a sua alma tribulada de
jncerlozas.
Toi oslo pai inflexivel mudado de toncos ?
Irei eu ouvir das suas palavras oconsentimcnio
da nossa unio?
Estas ideas de felicidado engolpharam-lhe o
espirito n'um abysmo de conjecturas.
Com a caria da mo, chegou & calcada de
Sanio Andr. Veio recebel-o porta pai da
menina. A consternacao pintava-se no seu
semblante.
Sr. Luiz d'Alhayde.minha filha conta talvez
algumas horas apenas de vida. Assim o aOirma-
ram hoje os mdicos. Nestas dolorosas circums-
tancias pedio para o ver, e nem eu nem sua mai
tivemos alma para lh'o negar. Queira entrar;
esta nh n'aquelle quarlo.
EnlSo V. Exc. convidou-me para asaislir ao
passamento de sua filha?Ihe replicou Luiz com
a indignaco c o pesar cortando-lhe de solucos
as palavras.
A occasio nao para censuras. Hespeite
me
que
e perguniei-iho pela aven-
tura.
Nao sabe3 o que houvc ? me diz elle.
Nao.
Pois eu l'o digo. Toda noite estive a
pensar na menina da calcada de Santo Andr
Aquelle rosto, como que allumia-do d'uma frouxa
luz do tristeza, fez-me mal. Sonhei com ella.
E queres que te diga, nao sonhei couaas ale-
gres.
Pois entao nao penses mais nisso.
Pelo contrario, replica Luiz enthusiasma-
doagora quo eu vou pensar mais do
nunca.
Porque ?
Porque, mal me levantei hoje, fui logo
pr-me a rondar a casa. Eram dez horas,, quan-
do as vi sahir todas tres, acoaapsnhadas de urna
senhora de edade, que naturalmente era a mai.
Nao me conheceram, nem mesmo me Qtaram.
Eiquei desesperado. Segui-as at egreja da
Graca, onde iam ouvir raissa. Receiando que
ainda nao dssem por mim, quan lo chegaram ao
adro fui-me collocar bem entrada. A meniaa
do rosto paludo era a segunda. Ao passar per
mim profer em voz baixa o nome Luiz.
Sobresaltou-se e cucaron-me. O nome exor-
ceu um poder mgico. As lcmtrancas que Ihe
linham licado da vespera nao me parece que Ihe
tivessem sido desagradaveis, porqoo se rorriu
para mim. E que sorriso, meu amigo Os ali-
jos nao possuem nada de comparavel na sua
-j expressao inelTavel de candura.
Ah ah le temos nsapaixoaadoatadi eu,
zonibando do transporte de Luiz. ;
E de cerlo: apaixonado cono nunca pensei
que Se podesse estar. E' imposivel um rosto
meign c melaucholico e um simples sorriso de
mullier, mas de mulher anjo, itrem dominado
mais depressa o coracio do um Inmeni.
Mas deixa os arrebatamenlos e conta o
reslo.
S nao cede ao meu esconjuro-
i
d i ova que urna boa pancada d'agua a tein-
a maior virtude para os habitantes de Lis-
boa do que um general das armas c um gover-
n; lo'r civil. ,
Ora, pois, cm vista Uestes exemplos solemnes
.! i ii' a chuva pode no animoc no corpodos
I is lisbonenses, c at mesmo quando se trate cao popular, mas comigo
aarada mentido da incrodnlidade
una
Ali como o poeta se enganava. c era ven-
turoso, julgando sor infeliz I Esta no'ite de poe-
sa e do amor nao cedeu ao seu csco njurc,. mas
antes nssim, se lhc havia de revelar os fnebres
o afQiclivos transes de urna negra sir.a I
Eu nunca acreditei nos fados n -velados por
estos poetices csconjuros creados pula imagina-
se deu vim triste des-
meniio ua incroauuoaoe com que nos outros.
fOJLUETIIll
.^stia.ac
pon
O senhor perneila aqu ?
Sim, e talvez mesmo passe lrs dias nasta
cidade___a menos que isto nao esteja muito
aborrecido 1
Agora nao se ha de aborrecer paarque chegou
justamente urna companhia de cosacos ambulan-
tes e represenlana hoje a noite.
Tanto melhor gosto muito de espect-
culo___e d'ondo vem esses adores "?
Crcio que de Pars, sao os primoiros talen-
tos da capital que. andam passeio.
Provavelmenlc despedidos definilivamente 1
Ernfim, veremos ; contante que as actrizes sejam
I bouilas----
Todas sao.... c\ceplo duas ruis ou du&s.
'lias....
Sim, as velhas; quanlas mocas ha.
Qualro.
taTazcmer 'ue "estvam alojados os cmicos. j,-st uom ia onje escolher. F. onde- cstao
Era un hornera de 3 annos, alto, forte, bem i esses COmicos ?
mas muito pretencioso, querendo a
Na
mosa
PAULO DE KOCK.
XIV
M caixiiro lidiante./-.quioco.
larde do dia cm que devia tor lugar a fa-
sentacao, apoou-se um viajante na es-
prosaico
nao o deixou pro-
seguir. Luiz seguio-o ao quarlo da sua amanle.
Eslava (oda a familia em roda do leilo. As
duas irmaas de joelhos, e com os roslos de en-
j conlro a cama, choravnm junio da mai, que,
concentrada n'uma dr profunda e apathica,
apresentava a propria iraagem da angustia.
Era um quadro de lagrimas c de luto !
Luiz sentio que as pernas he faltavam e
encoslou-se 4 paredo. F.Ua\& o linha visto. Vm
reflexo de alegra lampejou n'aquella face branca
de marmore. Ergueu a mo direita, olhou pera
seu pai e para Luiz, e nao pode dizsr nem urna
palavra.
Luiz pegn naquclla mao, que ainda o apertou
n um tremor convulso, e ficou de joelhos, sem
ler urna palavra, sena ler una lagrima se quer
para desafogar dr qne lhc esmagava o peito,
como um peso insupportavel.
Levaram-o d ali. Passados dous dias, a me-
nina morreu. Era o dia 13 de junho. Fazia
exactamente um amo quo fxiiz a linha visto pela
primeira vez.
A' flor linha dilo a verdade: amor e marte
foram a triste sina daquella desdilosa historia
comec.ada Da noule de Santo Antonio.
da nalureza, vem augmentar de mais suaves e
apaixonadas rerordaces.
A provincia do Algarve aquella que mais
guarda intacta estas formosas tradices, pnrquo
tambero foi l que permaneceram por mais lem-
po os filhos da Mauritania. O Algarve um
olympo de lendas c ericas populares; e a noite
da vespera de S. Joo figura neste olympo como
urna das mais sentidas ecan'adas pelo bandolina
do trovador rabe. E o senlim.nl0 dessa poosia
sabida do coraco e unimada pelos .aspectos poti-
cos e saudosos da nalureza exterior como esses
figuciraes a perder de vista por cima aC collinas
que recortara o horisonle om linhas phanjs'ieas
e profundas, como a presenca do ocano T"0
desdobra vagas sobre vagas'como recordac':.s
que um sentimenlo penoso arcumula e poe'cm
lula ; esla expressao indefinida dn urna poesa
quo nada loni de artificial, incule-se no animo do
povo, e ainda hoje lhc imprime todas essas sen-
saces, que sao ao mesmo lempo a historia do seu
sentir e pensar.
Querem ver como ainda actualmente este sen-
limento desaffoga Da imaginacao popular? Ah
vai urna das trovas consagradas a S. Joao:
Vamos ver barca nova
Que se vai deilar ao mar;
Nossa Senhora vai dentro,
Os anjos vao a remar.
S. Joo vai embarcado
Com vinte e qualro donzellas.
Todas olhara para elle,
E elle para todas ellas.
Creocas populares.A vespera do S. Joao.
Brinqaedos e folias do nosso pavo.'Juera me
dera ser erianca INacha nada como nao pen-
sar.O hero de Sheridan, Pul e a eterna
maioria dos- tolos.As feslas de S. Joo o o po-
vo rabe na Pennsula.Trovas do Algarve.
A Serrana.As Mouras encantadas e o velho
castello deTavira.O Cancioneiro de Algarve do
Sr. Eslacio da Veiga.A historia ligada com a
existencia do povo nas lendas e creneas da tr3-
dieo.
LISBOA, 23 DEJLNHO.
Por mais que rae digam, gslo destes innocen-
tes e poticos folgu*;dos que suscilam, no animo
de todos; os santos de invocacao popular! Sinto-
mc criar.ca quando ebega esta poca do S. Joao
o mais festivo e folgazio de-tonos os sanios, se-
gundo a leuda do nosso povo. E senlir-mo
erianca, sentir-me revocado a ess?s lempos de
Pois sim ; tu es urna alma fria, nao lons
poesa nem fogo nessa iniaginaco, por isso es-
carneces de ludo que se eleva cima do
nivel desle mundo de trivialidades-.
Assim ser, mas conta sempre; toma po-
rm sentido e nao le eleves muito cima do tal I incuidosa e expansiva alegra, em que sailaVuma
nivel desto mundo de lnvialidade:i, porque podes : fogueira c o supremo des.-io do animo infantil e
expor-ie a que eu le perca de vista. i possuir um palmito a cubica mais natural nes
Ah vou conlar tudo. Mas que te heide eu dez edoze annos, j nao me parece pequea ven
contar r O reslo foi eu entrar tarr bem na egreja, ] t-ura, porque lomara eu, en multas cccases da
ouur missa com ellas, desojar qi e o padre co- vida, ou passa-las adormir, ou illudi-las, nao
mecasso e recomecasse para lograr o prazer de pensando, o que ainda mais desafosado e bem
esiar vendo aquelle rosto que depais da noute de dormido somno da existencia '
liontem se ixou na minha phanlisia como urna Pois ha nada l como nao pensar? : A ocio-
visao que jamis se desvanecer. Depois sahi- I sidsde do espir-lo o nico s-ymploma do tema-
ra ni e eu sahi lambem. Acompanhei-ae de novo venluranca que nos temos c ueste mundo.
sa. No cammho, as irmaas, que o sao de I pe isto que eu sympatisei sempre cora aquelle
c coxixavam urna- com a
cerlo, olhavam-me
oulra. Depois___
Depois o que?.. Sheridan. Puff possue a conviccao da 3tia
Depois ja por l paseci hoje Ires vezes, e de portaocia social, que fundada sobre o numero
isvezcs a vi, sentada por dentro da viilra- doa-lolos, essa maioria eterno e infir.ila
nuganlo de Puff, mais selyrica personicaf;ao
desle nosso seculo, sahtda- da veia cmica de
Sheridan.
ra, com urna flor na mo, que eu nao sei que
flor Aqu tens o que acontecen.
E foi verdade tudo isto. Foi isto o que acon-
leceu naquelle dia ; mas o que depois succedeu
j nao o contar Luiz, nem a menina que elle
lano eslinaou, porque nenhum delles j podem
contar cousa alguma ncsle mundo, mas serei eu
que o cont.
O que divpois succedeu foi o seguinte :
03 amores, que haviam comecado por um
brinquedo, tornaram-se urna paixi.o.
A menina mal ouvira soar o nome de Luiz
correr para dentro escular da hcca dairmaa
mais velha a sina dos amores que a noute de
Santo Antonio Ihe predestinava.
Sua irma linha urna flor na mo, e desfo-
Ihando-a ptala por plala, lho foi dizendo estas
palavras fatdicas, no conceito inr ocenle destas
almas lernas eaffocluosos Ventura.indiffrenra,
amor e morte.
Quando as palavras disseram amor e morte, da
flor cahiram as derradeiras folhas
Urna expressao vaga Ce tristeza infinita tingiu
anda mais a face j desoorada da menina.
Sua irma, apesar do espirito travesso e ma-
ligno com que presidia a loda esta scena de in-
genuidade crdula, nao pode deixar de sensibili-
sar-se, c por um impulso, que de balde tentara
explicar, abragou o irma mais nova, e o abalo
interior de um senlimenlo presago dominou-as a
ambas.
Toda esla oceurrencia foi depcis narrada pela
propria menina a Luiz, que Mitriu quando a
ouvio.
Mas ah 1 que esse sorriso nao foi a zombaria
de um aconlecimenio que se despresa,foi antes a
expressao da irona amarga do mal que j se
presente.
HOectivamcnte estes amores, faram desgrara-
que
adi. Ora,
abrange as cinco parios do mappa-mun
Pul, que conhece isto, trata de se pou
dt3 d pensar. Nao pensa
trae-se e ri-so das pieguices de mundo, como
quem olha para os peripecias-da acora da Garlos
Mague, ou para os milagreada Santo Antonio
do Sr. Braz Marns. Sao visualidades que Ihe
affeclam a vista, mas quo nao Ihe pe era alvo-
roco a intelligeneiar V, porque nao ceg.; e
ouve, porque nao surdo. Suave e beatifica si-
tuacoda alma, mais apeteeivel que o deles far
viente do lazzaroni, e quasi- tanto como xtasi
opiado do mandarim chinez.
Masa verdede que sao lindase verdsdeira-
meole poticos estes nosses usos peninsulares da
vespera de S. Joo-! E nao sao unieamente noaso,
porque
T-os moaros na Meuraraa
Festejam S. Joo-1
E de-cerro quo estes folgudoa, tao animados
do poesa e amor, o deixou entre nos o ser.iiraen-
lo asdente e ap.txonado iio3 fiWios d'Agar. Os
conjures, os presagios, as- prodieces, as- folias
desta neile revelara-nos os dotes'de phaolasia
desse povo poeta e guerreiro que, a sos com a
sua saudade, nas solidos embalsamadas do de-
serto africano, ou debaixo dos rendados fustes dos
minorlos de Granada, iarnava a nalureza e o
lempo confidentes das suas-desventuras.
Htt do cerlo urna expressao-de saudosa e vaga
meloicholia era lodas estas mvocaees da noile
da vespera do S-Joao, nuile quasi sempre-meiga
e serena, e que pareco dispor, nas mesmascir-
CBDS-tancas da nalureza, a cena apropriada para
se senlirem o interpretaran! os mysierios que os
amantes D>e confiam, o uo as-craanices.balsa-
micas dos campos, os sussurros brandes da fo-
Ihagem, os.'aios.frouxos da la, como jui alfago
S. Joo leva a seu lado
Mais violo e quatro viuvas,
Mas ao embarcar tal tropa,
S. Joao perdeu as luvas.
Ao S. Joo, com o ser santo,
Ai I que nao fallara amores 1
Quando os santos sao to varios,
Que faro os peccadores I
J S. Joo desembarca
Ao p do rio Jordo,
Para baplisar a Christo
Pela sua santa mo.
Eis que chega j seu dia,
O povo alegre o festeja.
Ora a dansar junto ao niastro,
Ora ao adro da egreja.
D'ondc viudos, Baptisla,
Pela calma, sera chapeo?
Venho de ver as fogueiras
Que chegavam t ao co.
S. Joo na nossa ra I....
mocas, dai-lhe cadeira,
Que elle as almas leva ao co
E a minha soja a primeira.
Se l no co Deus fallara,
Fra cousa nunca visla,
Em lugar de Deus no eco
Goveroaria o Baplista.
Ajunlcm-se as moras lodas,
Cada qual com o seu toalo,
Para dourar a capella
Do Baplista S. Joo.
O meu S. Joo Baplisla,
O meu sanlissimo galante.
No ventre da virgein pura
T adorastes o infante.
Vamos, mocas, a dar vivas
Nasudos do coraco :
Viva a Jess no p'resepio
E o Baplista no Jordo!
Amanhaa pela manhaa,
Mocas,'olhem para a Cacella,
Vero ?ir o sol bailando
No arco de urna capella.
Vera o inda em chamma viva
Tavira eCastro-raarim,
Onde queimado em fogueiras
E o llorido alecrim.
Nao ha manha, nao ha noilo
Como a do meu S. Joo;
Correm Mouros a cavallo
Cora verdes cannas na mo.
Quando Mouros o festejam,
Quo far quem christo I
Festeja-o a Ierra inteira
T as espigas do pao !
Agora aqui lhes apresentamos mais duas sa-
caras, que sa duas leudas que extrahi do fo-
manceiro do Algarve, laboriosa obr, ainda ine-
dicta, colhida e esmerada pelo Sr. Eslacio da Vei-
ae beta lu- ga' que seraPre amante das cousas da sua trra,
I me proporcinoou esta riqueza da musapopular da
sua potica e formosa provincia. Referem-se
lambem festa de S. Joo, e sao, ao mesmo lem-
po, a expressao singella do alguns episodios que
a supersticao do povo lera encorporado na tra-
dicio.
A SERRANA.
[Xcara do Algarve],
Ao campo se vai, Jacintha,
Manhsita de S. Joo,
Cora seu borseguim de seda,
Saia cor de limo.
Para a ver se ergucra o sol,
As aves cantando vao ;
Jachuda, a flor das campias.
Sobre as flores corre a mo ;
Urna capella tecra
Das capellas de S. Joao,
Da cheirosa madre-silva.
Da verde murta em boto.
Nao ha ver melhor beldade,
Nao ha ver outro condao I
Mais formosa queJacinlha
Oulras formosas nao sao !
Em bailes comer o dia.
Todos correm 'funcro,
A vil deixa a cabana*
A fidalga o seu balco ;
De amores lodas se tocara
Nos requebros que se do,
Porm nenhuma aldeana
Inventa melhor canr-o:
Ao som da sua guitarra
Que Sernos amores vo I
Aquellos sons maviosos.
constituido,
lodo o trance passar pdt formoso ; trajava um
p.-.letot curto muito aperlado, urna c
Aqu mesmo, senhor, no meu hotel.
Viva I assim mcihor.
E o meu caixeiro corre logo a um espelho, en-
cado do desenho esquisilo, com uns quaiiraaos dreia os cabellos, o collarinho, a grvala, pucha
ue se viam a trinta passos de distancia "_t^aJ5a^8 os suspensorios, repara se a caiga desenha-lha
vnha de iuvas e de cliicolinho na mo-, sa- | em s (ornias ; e salisfeilo com" a revisia, lita
hia-he da algibeira urna ponlinha oo lenco de Ja aigibeira um charuto e grita ao cstalajadevro :
seda, e trazia luneto; emtim, para completar, o Vogo ,
traje, nocessario nao esquecer um chapeo exa-.
irado.
Aqui est, meu senhor.
Jauto aqui hoje : ponha-me tres copos na
A cara desle figuio no.pdc mereceros mes- mcsai um para Uadeira, outro para Bordeaux o
naos elogios que o corpo. Elouro e dessesque se oulro para champagne. Vou ver um correspon-
podem chamar deslavados ; lem olhos grandes a | (jeje uieu. D'aqui a urna hora quero que tudo
ir do rosto, olhos que nao sao azues nem pro- csieja prompto.. leve a minha mala para o quar-
tos, mas quo variam enlre o verdo mar e o verde t0 n)0n,or qUo livor. Perniitto-lhe que aanuncie
garrafa ; a bocea mcllida para djnlro, os la- a som a tronipa qUe eslou era sua casa.
bios delgados, a barba saluda, o nrnz chalo no sabio o caixeiro da estalagem. O estalajadei-
meio, parece-se com o dos mulatos. Todava isso r0 maoou iogo prCpnrar urna mesa elegante na
tudo nao imnede que este figurao se julgue um saU p0ndo-lhe cinco copos cm vez de Ires, di-
rapaz bonilo e esleja muilissi_irnp_ persuadido quo | zendo quc qucm p0 0 Biais pdc 0 meno3.
Os cmicos foram no thealro levar o vestuario
.odas as mocas sao dessa opiniJo.
O sen modo de Irajar annuncla um desses pe-
tlt maitres de mi gusto, mas homem abastado,
a julg-irmos da fortuna pela roupa, oque sempre
se faz, e engaa menos do que se pensa.
Entrando na cstalagem grilou o tal sujeito no
dono da casa alirando-lhe urna porcao de bhe-
les sobre o balco.
Sou Froimont, negociantes de viuhos finos,
viajo mais por goslo do que por necessidade. VossS
deve conhecer-me! j estive aqui o anno pas-
sado. Mas primeiro que ludo venha o almoeo....
O que liver de melhor, vinho bom, e olhe laque
entendo do riscado 1
"" [*) Vide o Diario a. 163.
para o espectculo da noite ; procurara um lu-
gar onde se vistara as damas ; escolhem um quar-
linho que provavelmenlc foi feito para salo, no
qual podem estar qualro pessoas mullo encom-
modadas.
Quanlo aos hemens decdio-se que se vestiro
em qualquer parle em que possam mudar decal-
ca sem sercm vistos pelo publico.
Depois vo passear pela cidade, enlram no me-
lhor bolequim, jogam bilhar" e domin, fallando
a bocea cheia da represenlaco dessa noite e dos
immciisos triumplios que ho oblido nas princi-
recera com toda a amabilidade charutos ou rap.
O cmico ura homem que j represenlou de
Maslio o de Agammemnon ; a cujos calcanharcs
nochegam Taima e Fredcrido l.eaaaitre ; conla
isso a lodos os visinhos e conhecidos : espalha-
se pela cidade o boalo de que ha na ierra Ilus-
tres arlislas, ryie talvez ao pos aun dar mais do
que um espectculo e que quem q,uizer ver cao
deve perder a occasio.
Tudo isto se faz em poltica^ >m financas, em
commercio, era lilteralura. Leanse a ultima, fo-
lha dos jornaes que consagrada aos annuacios ;
leiam-se esses annuncios inmensos, cora ou
sem lythographia, que se espalh.im al nes luga-
res mais ntimos da capital e digam-me cade nao
se. inlroduzira o redamo.
Se assim porque hao. de 03 cmicos privar-
se delle?
S ficou na estahgero madama Gratlenbonle a
passar pelos olhos.as pc^as em que lem de apon-
tar a noite ; indo pedir urna pilada de rap ao
dono da casa, deu-lhe na visU a mesa elegante
que eslava posla na sala do rez do chao, l'ranzio
significativamenlo assobrancclbas murmurando.
Caspite que bonita mesa Para quem
islo?
Para um viajante que ven alojar-so aqu.-
Nao larda, porque enconiraendau ojanlar...,
Deve ser um figurao Isto esla visto I
Este sujeito deve ter carro ?
Veio de carro na diligenc a, masnocoup..
Era capaz de apostar o que tena. O coup,
um lugar muito distincto. Ter lio viajado muias
vezes nelle e Deus sabe quo lindas recordaces
me restam dessas viagens. Essj viajante moco?
E moco, e bonitohomem I
Nao lenha duvida Eu eia capaz de apostar
se vista da mesa. Quem lea a mesa cinco co-
pos de p, nao pode ser feio.
um pelit Miatlra, traz 1 nelo.
Sim I quem sabe se nf alguna principe
eslran.^eiro que viaja incgnito ?
Nao, negociante,
De brilhanles ?
Nao, de vinhos.
E' a mesma cousa, Crcio at que prefiro
os vinhos, porque sou mais entendedora. Vou
j vestir um vestido mais ligeiro, este abafa-me.
j basta a lal cabelleira Ah I que bonita me-
sa I No lempo de Clappolemsky eu janlava sem-
pre assim Aquella minha lilha nao lem dous
dedos Qe juizo 1 Ah I bom lempo I
E madama Graltenboule sihio di sala. D'ahi
achava, e apenas- sentindo que nao estivesse na
Sala alguma das damas do thealro.
Nesse momento, appareeeu na porla da sala a
mai de Albertina com na vestido de cauda que
mais parece ura penleador, de cor escura ; com
grande cabelliera preta cujos ar.neis descem-lhe
quasi aos hombros, e com a brochura das pecas,
debaixo do braco, est sem tirar era por um
juiz, que se dirige ao tribunal para pronunciar as
suaisenlcncas.
Froimont fez um raovlmcnlo de terrer e disse
ao criado que o servia :
O quo aquillo? E' commissario de poli-
ca ?
Nao, senhor,. urna actriz.
Actriz? Quer cagearcoraigo?
E' sim, senhor, a mi do urna das actrizes.
Ah est bom.
E o nosso l'roirmnt fez o-seu cumprimento &
madama Grattenboulo, que lh'o relribuio com
urna reverencia de- minuete.
Elodia, Zinzinnete, Albertina, e Cerisette en-
Iraram nesse momento e atravessaram precipila-
damente a sala, sem lodavia deixarem de cor-
responder aos cumpramentos de Froimont.
Aonde vo vacos com lana, pressa ? pec-
guntou a Craltcnboule.
Na thealro falta tudo 1
E na cidade nao acharaos o que precisa-
mos .....
Se nao nos vieres oj,udar, a nossa roupa
n?.;- fica prompta.
D'aqui pouco l vou.
E as actrizes subiram para os seus quarlos.
Madama Graltenboule foi-se chegando para a
mesa de Froimont, o disse-lhe :
Eu bem as conheco E' sempre a mesma
cousa 1 O meu traje nao fica prompto I Falta-me
islo, falla-mo aquillo. Assim nao represento...
c depois de noile vai tudo que um gosto.
De lodas as cmicas a que dra mais no glo do
caixeiro, fra Ceriseiie que entrara pelo braco de
representando do Fre-
Muito me-
os meus parabens ; se fr to talentosa como
bonita .
Ainda mais, senhor, tena muito talento ..
A nalureza desvellou-se com ello.
Que papel faz ?
Todos Reprsenla bem tado o que quer;
mas- onde brilha, principalmente, nos papis
excntricos
Se a tivosse visto
tillon.
Faz cnlo o papel de Degazct ?
lhor, muito melhor.
Peco licenca para beber sea saude, mi-
nha senhora 1
ois nao r meu senhor. Mas desoja va
salisfazer sua delicadeza .
Tem a bondade de acceitar um copinho de
Madeira com um biscoilo.
Nao se podo recusar cousa algama um
homem tae ainavel como oseahor.
E madama Graltenboule foi-se sentando me-
sa, pedindo ura prato e quersndo provar o queiio
anles dos biscoitos; o caixeiro que esiimava ler
inlclligencias com as actrizes, encbia-lhe o copo
apenas eslava vasio, c eila esvasiava-o apenas, o
via cheio.
O senhor dar-nos-ha a honra de ir ao es-
pectculo esta noile ?
Pois nao, minha senhora um prazsr pa-
ra mim. Alm disso, a cemposico do espec-
tculo rauilo interessante, julgarmos pelo
ca taz. Crcio que sao pecas novas, porque eu
quo vou mullas vezes ao thealro quando eslou
em Pars, nao me lembro de ter visto nenhum.
deltas.
1 E' ludo novo, sim, senhor.
O Aiiaiie fusilado opera?
E' sim, senhor.
E a Muda que falla .'
Tambem ; tudo o que vai esta noite ope-
ra s !
A sua filha representa ?
Que duvida I Pois sem ella fariam dinhei-
Todos diziam paixo I
Ninguem srbe se Jacintha,
A folgar por S. Joo,
Da guitarra as cordas fero,
Ou se as do coraco !
O festeiros que a rodeiam.
Por ella morrendo esto.
Todos Ihe deitam cantigas,
Ella a todos d a mo,
Para os bem desengaar
Canta os versos que aqu vo.
Tenho o me-i amor usenle
Nos campos de Marzagao,
Aqui s lenho soidades
.< Onde eu linha o coraca ;
Oulros amores nao quero,
Que os meus amores virio.
Cantara a linda Serrana
Ejtas fallas que mais nao,
Urna voz Ihe responder
Com t'ngida discrico :
Os leus afuores nao vollam,
Captivos elles esto,
La nos campos da Mourama
Os Mouros 'os mataro. ,
Treme Jacintha eseutaado
Este funesto prego ;
Sua mo, que era gelada.
Sent aperta-la oulra mo ;
Vai a erguer seus lindos olhos,
Eis que d com Dom Beltro,
Que vinha de malar Mouros
Nos campos de Marzagao.
A alegra que ella leve
Nem seus labios o dirao 1
Assim se acaba Jacintha
Esle dia de S. Joo.
A oulra xcara fundada n'uma crenja mu
popular e arraigada no Algarve, de quo no cas-
tello de Tavira, que fra edificado por Mouros,
existe urna Moura encantada, que apparece
meia noite da vespera de S. Joo pedindo que
Ihe quebrem o seu encanto.
Este castello foi reedificado por el-rei D. Diniz
em 1331 ; os seculos lem-lhe corrido por cima,
apenas alguns pannos dos adarves restam de p,
c com tudo a tradicSo, como o genio misterioso
d'aquelles velhos muros derrocados, que as er-
vas trepadeiras vestem de festes de folhagera c
de sombra, revoca-nos o espirito a oulras eras, e
olhando aquellas pedras, parece-nos assistir a
algum desses dramas ntimos que pcm as ideas
mais remotas em contemplativa e suare intimi-
dado com as edades presentes.
A MOL'RA ENCANTADA.
Meia noilo alm resa
Cerca das ribas do mar ;
Meia noite j dada
E o povo ainda a folgar.
Em meio de lal folguedo
Todos quedara sem fallar,
Olhos vollam ao castello.
Para ver, para avistar
A linda Moura encantada
Que era triste a suspirar.
: Quem se atreve, ai! quem se alrovc-
0 Ir ao castello a trepar,
Para vencer o encanto
Quem tanto sabe encantar?
Ninguem ha que a tal se atreva,
Nao ha que era Mouros fiar ;
<< Qucm l fosse a laes deshoras,
Para sdesencarlar,
tirando risco assim correr
De nao mais de l voltar.
Ai I que linda formosura
Quem na pudra salvar 1
O alvor de seus vestidos
Tem mais brilho que o luar I
Doces, to doces suspiros
Onde ouvi-los suspirar?
Assim, um bom cavalleiro
S, se estere a dilatar,
Tin amor Ihe arda o peito,
Em desejoi seu olhar :
Tres horas erara passadas
Nesle continuo aunar.
Cavalleiro de armas brancas
"Nunca soube arreceiar.
Invoca a linda Moura,
Mas nao ouve seu fallar.
Nada importa a D. Ramiro
Mais que a Moura conquistar,
Vai subir por muro cima,
Sent os ps a resvalsr 1
Ai! que era passada a hora
De a poder desencantar 1
J l vinha a estrella d'alva
Com seus brilhos a raiar ;
No mais alto do castello
Mal se via alvejar
A fina branca roupagem
Da linda filha d'Agar.
Ao romper o claro dia,
Para bem mais se pasmar.
Sobre o castello urna nuvem
Era apenas a pairar.
Jura va o povo, jurara,
E leimava em allirmar
Que dentro daquella nuvem
Vira adonxella entrar.
Dom Ramiro, de enraivado
De nao poder-lhe chogar,
D'alli parte, e contra es Mouros
Grande brisa vai armar,
Por fina ganha ura bom castello,
Mas... sem Moura para amar!
Que linda nao osla trova E' um drama in-
teiro. A nossa verdadeira poesa reside neslas
tradices, porque a nossa historia liga-se r.ellas
cora o seutiraenlo intimo da crenca popular.
Cavalleiro Carniole.
(Commsreio do Porto.)
debalde vem o criado
faz cara feia nenhum
dizer cada momenlo .
As senderas a-oslo chamando.
Est bom V Ihe dizer que j vou. I Tem
lempo Quem as veste sou. cu, respondo ooc
ludo. e
E' a senhora quem as veste? perguntau-
Ihe Froimont.
Sim, meu amigo. O peior aperla-las.
Cada qual qner ter a cinturinha mais fina. .
Pico muitas vezes com os pollegares arderem.
Que difiereuca com minha filha ? Pouco se im-
porta cora o col'.eto, tudo Ihe asente bera ....
Pareceu-me muito delgada, de lalhe fino .
Sim. como eu j fui .....
Esto chamando, madama Gratteaboule l
mesmo j !
Deixom-me quista, respondo por tudo I
Enlao nao querem que eu lome om pouco de
torcas para aponlar? Ah meu amigo, aqui sir-
vo para tudo ; eslou vendo qualquer dia em quo
me fazcm dansar um passo dous sozinha.
Suba, que nao quero empata-la. Al a
noite. Hei do estar no thealro, o peco-lhc que di-
ga a sua filha que pode contar com mais um ad-
mirador.
toc atira-lhe nra ramalbele, no thealro
mea amiga? '
Tenho tenco ..
Um ramalbele mcnslro, que faz mais ef-
feilo.
Deixe eslar que ha de ficar salisfeita
Al noite.
O caixeiro viajante ergueu-so da mosa, e ma-
dama Gratlenboule ainda Ihe grilou :
E versos lambem Grangerant os lera 1
elle lo muito bem
Albertina, que lho testeniunhava viva amizade ro ? Eu lh'a recommendo, meu charo senhor.
paes cidades da Franca. Essas conversas oltra-1 pouso entrou Froimont e sealou-se mesa sem
nem a aitenco dos. reguezes 9 quem elles offc-.iso iembrar da numerosa col'ecco de copos que
para fazer raiva Eluda e Zinzinette que dola
tem ciumes.
A senhora tambem faz parte da companhia
que representa hoje noite? disse Froimont,
fallando madama Gratlenboule.
Sim, meu senhor, tenho essa honra.....
As damas sao bonitas.....mas ha urna
principalmente ....
dos olhos pretos.
E' minha filha.
Deixe estar, que me ha de ouvir os ap-
plausos. Mais um copinho de Champagne ?
Pois nao I Onde vai senlar-se ?
Quasi sempre nos camarotes de bocea,
quando ha .
Se no houver, arranja-se .
Ora linha que ver! TJm theatro sem cama-
a quecnlrou por ultimo, airle de bocea era o mesmo que se nao livesse
thealro.
Froimont vai tendo o cuidado de dar de to-
ja esteve em casa de um
l em cima, disse a
Ah! a ienhora sua filha? Tois dou-lholdos os vinhos & maamo Graltenboule, que nao
advogado
Eslo Ihe chamando
criado tirando a mesa.
Ah como s aborrecido, rapaz! Deila-me
ainda um copinho, fica por conla daquelle se-
nhor Podo pagar. Eu nao respondo por
mim, mas respondo por elle.
Madama Grallenboule nao seconlenlou s rom
um copinho ; empinou uns pouecs e ficou deita-
da em cima da mesa, em quanlo conlinuam
chama-la. O criado que leve urna entrada gra-
tis, foi-se allambrar lodo para pr-se porta da
thealro em que ainda nao ha ninguem.
[ Continuarse-ka. )
PF.KN. IYP. DE M. F.DE FARIA. 1&6

.
ILEGVEL


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