Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09106


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Full Text

AMO XXIYI. HHEEO 155.
Por tres raezes adianlados 5SOOO.
Por tres mczes vencidos 6S000.
SEXTA FEI1A 6 DE JULHO DE 1883,
Por auno atirantado 19$000
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS D\ SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Ol-/
reir; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribeii
ro Guimaraes; Piauliy, o Sr. Joao Fernandos de
lloraos Jnior; Par, o Sr. Justino J. Ramos/;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa. /
' l'Alll IUA DOS lAJIlHblU.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezcrros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhnns as trras feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, I.imoeiro,,Brejo, Pes-
queira, lngnzeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
ricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barreiros,
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partom as 10 horas da manha.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
3 La cheia a 1 hora e 47 minutos da manha.
11 Quarlo minguante as 3 horas e 38 nnutoi
da manha.
18 La nova as 12 horas da manhaa.
25 Quarto cresceute as 3 horas e 20 minutos d,
manha.
PREAMAR DE HOJE.
Primein as 6 horas e 54minu os da manha.
Segundo as 7 horas e 18 minutos da tardo.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao : tersas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphos: trras e sextas as 10 horas.
Primeira rara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Seguida rara do civil; quartas e sabbados
meio dia.
a o
PARTE OFFICIAL.
Governu da provincia.
F.XFKMKNTE DO DIA 4 DE JULHO DE 1860.
Offlcio ao cnsul geral do Brasil em Liverpool.
Na forma das ordens imperiacs passo as niaos
do S. Exc. o Sr. John l'ascoe Grinfell consuljge-
ral do Brasil om Liverpool, as listas dos subdi-
tos estrangeiroa que vieram para esta provincia
no vapor Atilford liaren procedente do porto de
igual nome.
Aproveito esta occasio para renovar ao mes-
mo Sr. cnsul geral os protestos de minha su-
ma e considerarlo.
Na mesma data officiou-se aos cnsules gifraes
ora Blgica e em Lisboa, ao cnsul na cidade de
llarseiUe e aos vice-conculesnas ciddes ddPor-
to, Soulhampton e nn ilha de S. Miguel enviando
as listas dos osirangelros vindos dos respectivos
portns em differentes navios.
Dito ao Exm. presidente das Alagoas. Por
aviso expodido pelo ministerio da guerra em 1
d'' junho ultimo, me foi declarado que, no caso
do nao poder seguir para essa provincia o coro-
nel Joaquim Jos Velloso, nomeado para servir
do vogal no conselho de guerra, que leem de
responder nessa provincia o coronel Trajano Ce-
sar Burlamaqno, e major Joo Luiz de Araujo
Olivcira Lobo, devo o nomeado ser substituido
pelo coronel graduado Ilygino Jos Coelho desla
provincia. O que coramuuico a V. Exc. para seu
conheciniento, e aim de prevenir-me em tempo.
Dito ao rommandantc das armas. Remeti
por copia a V. S. para sou conliecinienlo o aviso
expedido pelo ministerio da guerra em 18 de
junho ultimo, declarando qne, nao tendo o sol-
dado Manoel dos Santos Maquidoni sido recru-
tado, como allegou, nao podo ter lugar a baixa
solicitada, sera que elle srlisfaga as condices
com que se engajou em 8 deoulubro de 1857.
Dito ao mesmo. Faco apFesenlar a V. S.,
para seren inspeccionados, os recrutas Soralim
Pereira Nones, o Daroio Gomes. Communi-
cou-se ao chefo de polica.
Dito ao mesmo. Era resposta ao officio que
V. s. rae dirigi hontem, sob n 713, tenho a
di/cr-lhe que approvci o contracto celebrado com
O l)r. em medocina, Alcebiades Jos do Azcvodo
Tedra, para o serviro medico militar desla guar-
nido, do que dei scicncia thesouraria de fa-
zenda nesla data.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Do aviso junto por copia, expedido pelo minis-
terio do imperio em 9 de junho ultimo, consta
que no Io de niaio deste anuo deram-se as or-
dens necessarias acerca do augmento de crdito
podido por essa thesouraria para as rubricas ;
presidencia de provincia, obras publicas goraes,
e empregados do visitas de saude dos porto, do
corronte exercicio.
Dito ao mesmo. Estando nos termos lgaos
a relago, folha e prt-t juntos cm duplcala, que
uie foram remedidos pelo commandante superior
interino da guarda nacional de Flores com olli-
cio de 8 de junho ultimo, mande V. S. pagar os
voncimentos dos guardas nacionaes destacados
n'aquella villa no mez de maio deste anno.__
Omimuuicou-so ao supraddo coaiiiiaiiiJanlc su-
perior.
Dito ao mosmo. Tde V. S, mandar pagar
sob minha responsabilidade os ordenados ven-
cidos de Joaquim Pedro Brrelo de Mello Rogo,
secretario da capitana do porto desla provincia,
relativos aos mezos de fevereiro, maio e junho
ltimos, para o que, segundo informa V. S. cm
seu otTicio de hontem datado, nao ha crdito ;
visto ser essa despeza concernenle alimentacao
do empregados pblicos, que viveni exclusiva-
mente de seus voncimentos. _
Dito ao mesmo. Transmiti por copia a V.
S. o aviso de 3 de junho ultimo, era quo o Exm.
Sr. ministro do imperio, autonsando a presiden-
cia a despender al a quantia de 4.000*000 ris
cora o traianienlo dos indigentes accommcllidos
da febre amarella a bordo dos navios surtos no
porto dcsta capital, declara que em 21 do Janei-
ro deste anno seexpedio aviso ao ministerio da
fazenda sobre o pagamento do engenheiro Mar-
linean, e que em 25 de maio mi opprovada a
despeza do 100&000 ris, proveniente da gratifi-
caco, que venceu o doutor Manoel Jos Peixolo
dos Guimaraes, de 22 de margo a 22 de abril
illimos, por ter tratado dos bexguciitos na villa
da Escada, bem como a de 109j>000 com a com-
pra dos medicamentos remedidos para a dita
localidado.
Dilo ao mesmoVisto que, segundo consta
de sua informacao do hontem, sob n. 755, nao ha
crdito para pagamento da quaniia de 665667
ris, que se deve a Francisco Firmino Monteiro,
do ordenado que venceu om marro e abril deste
anno, como secretario interino da capitanii do
porto desla capital, autoriso V. S. a mandar
effectuar osse pagamento sob minha responsabi-
lidade, por ser essa despeza concernenle ali-
mentacao de empregados pblicos, que vivera ex-
clusivamente de sous vencimentos.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar ao major
Severino Henrique de Castro Pimcntel, conforme
.requisitou o chele de polica em oflico de hon-
tem, sob n. 892, nao s a quantia de 43&500 rs..
cm que iroportam as diarias abonadas aos tres
recrutas constantes da relacao junta, que foram
destinados para o serviro do exercilo, e a um
desertor da armada, mas tambem a de 4000 rs.,
despendida pelo delegado de Cimbres com dous
pares de algemas para a conduego daquelles
individuos.Commuuicou-se no chefe de po-
lica.
Dito ao mesmo.Determinando o aviso circu-
lar expedido pelo ministerio da juslica em 16
do mez pretrito,,que pelas autoridades' compe-
tentes sejam remedidas ossa thesouraria co-
pias dos registros das embarcaces vendidas, aim
de serem expedidas as ordens" que o caso exigir,
roste sentido acabo de ofliciar ao presidente do
tribunal do commercio e capitana do porto. O
que coramunico a V. S. para sua intelligencia.
Fez-se o expediente necessario.
Dito ao mesmo.Constando do aviso do minis-
terio do imperio de 21 de junho ultimo, que fra
nomeado adjunto viajante do museu mrrional o
professor do Gymnasio pernambucano, L.J. Bru-
net, cotn a gratiieaeo annual de 8O9OOO ris ;
assira o communico V. S. para seu conheci-
ruento.
Dilo ao mesmo.Em vista dos documentos
junios, d V. S. as necessarias providencias, pa-
ra que Ignacio Joaquim de Souza Menezes seja
indomnisado da importancia do azoite que for-
neceu ao destacamento de Po d'Alho. desde
11 de agosto de 1858 a 6 de abril de 1859, e 6
rio agosto a 18 de oulubro do mesmo anno de
1859.
Ditoao mesmo.A' vista do ofcio do inspec-
tor do arsenal de marinha de 2 do corrente, cons-
tante da copia junta, autoriso a V. S. a mandar
adjuntar ao ageule comprador daquella repart-
ro a quantia que lhe parecer conveniente para
nequisico dos livros necessarios ao almoxari-
fado e s differentes estages do mesmo arse-
nal.Communicou-so ao inspector do arsenal de
marinha.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Rcspondendo ao seu officio de 26 de junho pro-
simo passado, sob.n. 252, tenho a dizer-lhe que
pode V. S. encarregar da cobranca e arrecadacao
dos imposlos provinciaes as comarcas de Boa-
Vista, Flores, e municipio de Cimbres aos conec-
tares das rendas geraes, conforme lembra e so-
licita no referido officio.
Convm acrescenlar quo por informacao do
inspector da thesouraria de fazenda, que esses
collectores sao, em Boa-Vista Luiz Francisco de
Uliveira, de Flores Manoel Dominguea de Au-
drade, e de Cimbros Joaquim de Siqueira Bezer-
ra, os quaes devem para isso ser por V.
S. nomeados interinamente collectores provin-
ciaes.
Dito ao mesmo.Expeca V. S. assuas ordens
para que a fazenda nacional soja indemnisada da
quantia de 7-1 jiOO ris, despendida pelo collee-
lor do rendas geraes do municipio de Tacarat,
no mez de maio ultimo, com o sustento dos pre-
sos pobres da respectiva cadeia, como se veda
coma junta, que me foi remedida pelo inspector
da thesouraria de fazenda, com officio de hon-
tem, sob n. 636.Communicou-ss ao inspector
da thesouraria de fazenda.
Dilo ao mesmo.Em vista do pedido junto,
mande V. S. entregar ao thesoureiro pagador da
repartiro das obras publicas, conformo requisi-
tou o respectivo director em officio do hontem,
sob n. 207, a quantia de 12:2809000 ris.para con-
liouaco das obras por administrarlo a cargo da-
quella reparlieo no correle mez.
Dito ao mesmo.Tondo nesta dala concedido
a autorisacao que pedio o director interino da
reparlicao das obras publicas, em officio de hon-
tem, sob n. 208, para receber definilivamenle a
obra do empedramenlo do quarto lanro da
estrada da Escada ; assim o communico a V.
S., alim de que mande pagar ao respectivo ar-
rematante, i vista do competente certificado, a
quantia do 797J148 ris, que elle tem direilo
Communicou-su ao director interino das obras
publicas.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Mande V. S. dar baixa ao soldado do cerpo sob
seu com mamlo Manoel Joaquim Saraiva.que, se-
gundo a informarlo de hontem, sob n. 262, cou-
cluio o lempo deseu engajaraenlo.
Dito ao capito do porto.Paco apresentar a
Vine, para ser inspeccionado o "recruta Manoel
Francisco.Corarauuicou-se ao chefe de po-
lica.
Dito ao mesmo.Visto que, segundo Vmc. de-
ciaron no seu officio de 3 do corrente, foram
considerados aptos para o servigo em inspeceo
desade os recrutas Manoel Francisco da Encar-
neci, Antonio Francisco da Silva, Silvestre Ro-
sa Ifuniz, Agoslinho Ferreira, Joaquim Pinheiro
do Sani'Aiina, Jos Clemente Forrcira o Geraldo
Antonio Rarboza, remeda Vmc. para a corte no
vapor de guerra Gequilinhonha os quatro pri-
meiros mencionados, e ao commandante da esta-
ca o naval os outros tres, pondo em liberdade o
de nomo Jos Antonio de Souza, que foi consi-
derado incapaz do servico.
Dito ao director interino das obras publicas.
Accuso recelado o officio dessa directora de 16
de junho ultimo, sob n. 188, a que vcio annexo
por copia outro em que o engenheiro Henrique
Augusto Milet, cominunicando haver paralysado
por falla de mcios os concortos da ponte do An-
jo, pede o pagamento de duas prestaces queso
lhe estiio a dever na importancia de 4:18l332, e
em resposta tenho a dizer que espere o mesmo
engenheiro quo as circumslancias dos cofres per-
millam esge.pagamento.
ij^).o' mesmo.Pode Vmc. receber definiti-
va/iieulc a obra do ompeikamento do 4 lango da
estrada da Escada, quu est concluida, o tero sido
conservada ero bom oslado, durante o anno de
responsabilidade, para sua entrega, que j termi-
nou, como informa Vmc. em seu officio de hon-
tem datado ; passando ao arrematante o certifica-
do da quantia de 797j>148, a que lera elle di-
reilo.
Nesta data expeco ordem thesouraria provin-
cial para pagar essa quantia em vista do referido
certificado. Oficiou-so A thesouraria provin-
cial.
Dito ao conselho administrativo do arsenal de
guerra.Recommendo ao conselho administrati-
vo, que, nos tormos do seu regulamento, compre
para a pharmacia militar os medicamentos men-
cionados no pedido junto. Communicou-se ao
commandante das armas c ao inspector da the-
souraria do fazenda.
Dito ao juiz de paz presidente da junta de qua-
lifcaeao de Pao d'Alho. Remedo por copia a
V. S., para seu conhecimento e execuco, o avi-
so expedido pela reparlicao do imperio em 20 de
junho prximo findo, declarando quo a queslao
do domicilio dos oledores Luiz do Albuqucrquc
Maranhao, Manoel Thomaz do Albuquerquo Ma-
ranh.io e Antonio Bernardo de Moura, deve ser
decidida pela junta de qunlificaco dessa fregu-
zia.
Dito so gerente da companhia pernambucana.
Remedo por copia a Vmc, para seu conheci-
mento o execuco, o aviso expedido pela reparli-
cao do imperio" em 16 do junho ultimo, com mu-
llicando ter sido indeforido o reqiieriraenlo em
que Vmc. pedia sor relevado da mulla, que lhe
fra imposta e exigindo duas tabellas dos apres-
tos, material e sobresalentes dos dous vapores da
companhia, para quo se possa resolver sobro sua
approvaco.
Portara.O presidenle da provincia, allenden-
do ao que requereu o professor jubilado de ins-
truegao elementar Simplicio Jos de Mello, e a
informago do director geral da instruegao pu-
blica, resolve, de conformidade com o art. 26
14 da le provincial a. 488 de 16 de maio do cor-
rente anno, mandar pagar ao supplicanle a grati-
ficagao a que tem direilo por ter mais de 12 an-
uos de servigo, arbitrada no*,tergo do ordenado
em virlude do art. 10 da Iei geral do 15 de oulu-
bro de 1827.
Dita.O presidenle da provincia, attendendo
ao que requereu o primeiro tabelliao e escrivao
do crime e civel, provedorias do capellas e resi-
duos da comarca do Cabo, Manoel Clemente Ri-
beiro Varejo, c ao que a rospeito informou o
respectivo juiz do direito interino em dala de 21
de junho prximo passado, resolve designar o
supradito escrivao para exercer provisoriamente
n'aquella comarca o cargo de tabelliao do regis-
tro geral de hypothecas Jia forma do artigo ldo
decreto n. 482 de 14 de novembro de 1846.
Dita.O Sr. gerenta da companhia pernambu-
cana de vapores mande dar passagem para as
Alagoas, em um dos vapores que seguir para o
sul, ao mestre de msica da guarda nacional da-
quella provincia Joaquim da Nativdade Res Co-
co, em lugar destinado para passageiro de es-
tado.
Expediente do secretario da provincia.
Officio ao bario de Guararapes. O Exm. Sr.
presidente da provincia manda communicara V.
S. que nesta data se expedio ordem para ser ar-
recadada na recebedoria de rendas internas a im-
portancia dos emolumentos que, na forma da
tabella annexa ao decreto n. 346 de 30 de margo
de 1844, tem V. S. de pagar para obtengan de seu
titulo de director geral dos indios, a qual existe
nesta secretaria.
Dito ao director do archivo publico do impe-
rio.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,man-
da acensar recebido o officio que V. S. lhe diri-
gi em o Io de maio ultimo, em que, participan-
do ter sido nomeado para o cargo de director do
archivo publico do imperio, solicita da presiden-
cia a remessa directamente ao dito archivo de
todas aquellas communicagoes que lhe forem re-
lativas, bem como os relatnos, leis provinciaes,
e quaesquer documentos que interessarem a His-
toria do Brasil; o em resposta manda declarar a
V. S. que em occasio opportuna ser salisfeita a
sua requisico.
Despachos do dia 4 de julho,
Requerimentos.
639.Antonia de Barros Lima.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
640.Antonia Francisca. Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
6tl Antonio Joaquim ua Cu iha.Informe o
Sr. inspector do arsenal de mariiha
642.Francisco
i thesouraria
DAS DA SEMANA.
2 Seg. Visitaco de N. S. a Santa Isabel.
3 Torga. S. Jacitho m. ; S. Heliodoro b.
4 Quarta. Santa Isabel Rainha de Portugal
5 Quinla. S. Phelomena v.; S. Tryfina m.
6 Sexta. S Domingas v. m.; S. Romulo b.
7 Sabbado. S. Pulquera v., impcralriz.
8 Domingo S. Proropiu m. ; S. Auspicio b.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia,
Sr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Hutas.
EM PER.NAMRUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa de
Faria.nasua livraria praga da Independencia ns.
6 e 8.
inglesa, proleslou cunira toda o qualquer inge-
rencia nos seus negocios interiores como urna
violacodo tratado de 1856, masao mosmo lem-
po, o grao-visir Mhemet Kuprioli Pacha foi en-
viado & Anatolia c a Romelia, com as maisexlen-
Se e exacto o lacio, a una nao se (iodo conhe-
cer a resposta das grandes potencias, mas nao
isco Firmino Monteiro. Dirija-sd! duvidoso que a Franca e a Inglaterra nao quei-
fii v ..??* .. ,ram mlervir, por outro lado nom a Russia nem a
b-M.tor nalo Cardozo de Giuvea.Informa Prussia teem moios do intervencao effirazes e
o Sr inspector da thesouraria do fazenda. Austria tem mudo a temer por 'si na Italia para
o i*. uanriel Germano de Aginar Montarroyos. se metter nos negocios do rei de aplos
Inlorme o Sr. commamlanto importar, interinq Correu outro boato, espalhou-se que o rei de
* wfSSf u ,nu"tciP'1V, UTfl>- Apolos se tinha decidido a dar urna constiluigo
i b'0--H,c1llo,loro Fernandes da Cruz. 3a oscripJ aos seus povos e que tinha mandado preparar
lurano da thesouraria de farenda -Informo o Sr. urna segundo o modelo da que rege a Franca
inspector da thesouraria de fazer da. Nao sei que fundamento ha nesse boato deque
.1 Tl*"aci Joa1l"m do Souza Menezes.,se oceupam todo Aiuneniicadas as contas juntas com osvistos, rtguma cousa de verdadeiro, esse plano, realisa-
do promotor fiscal e juiz de direito da comarca, i oomtis cedo, pedera causar embaragos Fran-
voliem para ser pagas. ka, uso loria dado aos povos dos estados napoli- m, |D.
647.-Padre Francisco Vcr.ssimo Rinde.ra, | Unos ma liberdade de que podessem abusar e pocm ambiges que nao eslao salifeilas mani-m d? nola? ou de 'lhetes portador.
ofessor publico da povoaco do Beberibe.-Pas-! nao ffira impossivel que4 o suffragio universal a I fes.a alto e bomlora o soadmejo-do montara SESK 8 'T md de sua mit*>
nao havendo inconveniente. sancci.nasse, porque as classes mais numerosas paz. Pela linguagem que certos jomaos dedica- 22LSL?J*TS5 c*de a ,nslallarao do
..?! mC^.4'0mM ?'-"0IC d.Albuquor-'sao fawrave.sao rei de aples. Mas hoje seme- i dos ao governS tem usado nestes ullimos
?:Zt C1,al,da r l.J 1iras.ln,orme Sr- inspector da thesoit- como qie uui jogo feito para conciliar-se com o la muito importante que o Moniteur pu
Outras emendas prupoe ainda a commissao.
que nao alleram a doutrina nem o sysloma do'
dito Sr. ministro to cabalmente justificado,
em sou relaloro que a iscntam de semelnanle
sos poderes para ouvir as quedas d~s raiahs. ve- piro., ;. ,.
rificar se sao ou n5o fundados e fazor bda e\*^52X3 Ptoioeto ogninta.em quo
prompta juslica. A propria Russia p'arece deci- comprehondidaa as emendas do S-. ministro
dida a conteniar-se p'or ora cora essa sotara^ e Jirt'lZVX^ cfOMCOldo1u' e,subs-
eston convencido que todo conflicto sobre esse L"" IZ^.ln I nnP q"e adoP,-ado ',ela c?"
negocio est adiado por osles dous annos por que ; S2ta!o^!^^l2fVZSK,***g SUb"
a Europa precisa absolutamente do paz e quasi i isrM !' "enado-
todos S gSveros tora mudo que fazPer con, os J*2, L%a\LWX da *"*"* *>>' ,ubsli-
seus proprios negocios para pensarera em aven- A?t 1 Nenhum Hn h.rna a
turas de guerra. Li i' ,ennu,m dns bancos creados por
O nosso imperador mesmo. ainda que lhe sup- ^fe^.03.. d. .f?.vem .Doder emittir.
pro
se
raria de fazenda.
6*9.Joaquim Pedro Brrelo co Mello Reg,
chefo t goverao francez'.
Coro quer que seja. esse negocio de aples
secrolario, da capitana do porto. Dirija-so tem una gravidade enorme nao s em si, porra
thesouraria de fazenda. | inda nais por que denota a ambiguo persistente
.... ... '-------v. .------i*- *-^w. ,. duiuiiuv pi i- iMiinc
odu. joso iiigino de Miranda. Satisfaga o do pafido italiano que quer chegir a unificarao
supplicanle a exigencia da contadoria da thesou- i da tala. Destronar o rei de aples um fa'clo
rana de fazenda, langada no verso. muito:onsideravel o um revez lerrivel para um
651.Joaquim Riboiro de Agvitir Montarroyos. princi-e monarchico. Mas ainda mesmo tirado
Informe o Sr. commandante superior interinlo rei te aples, nao terao alcancado o fin a que
da guarda nacional do municipio do Rocife. | se pnpoe, entro aples e os nvos estados do
652.Jos Marcelino da Rosa.Informo o Sr. j Piera-nle ha Roma e o Santo Padre ser neces-
nspoctor da thesouraria de fazenda. sariopara so fazer urna Italia unitaria que se
653.Bacharel Luiz Carlos de Magalhaes Bro- i dcsllrone o Rapa?
ves. professor de lingua grega ro Gymnasio.- El a consequencia infallivel dessa poltica ita-
tem-
ma no-
publicou
eis o texto I
mesmo banco at o ultimo trimestre que s com-
pletar de Janeiro a marco do corrente anno, em-
quanto nao se estiver habilitado para realisar cm
o uro o pagamento de anas notas, excepto se,
alem do fundo disnonivel ou do garanda o das'
oulras condiges estabelecidas nos respectivos
estatutos, liver em caixa parle do seu capital
equivalente ao excesso do dito tormo medio de
emissao, e fr esta parte representada por moeda.
e j i szsffzs&srg praS saz
nheiros, na relagao fixada pelo art. 3. do decro-
portante qu
faz desapparecer todas as duvidas
dola :
O governo julga dever protestar contra as
supposicoes do lodo genero, as aecusaedos mal-
volas ou inlerprelages irrelleclidis a" que tem
dado lugar, ha algumas semanas, a queslao da
e^.-Mar Jos' da Conceicao.-D-se-lho. "''- ** SB ** d"' eSSa lDM
655.Mara Francisca de Assis Pinheiro.Pro-
Machadc Freir.Pas-
ve a supplicanle ler bomfeitoris;do o terreno,
de que trata, na forma da condicio, com que lhe
foi concedido.
656 Manoel Carneiro
se-se titulo.
657.Manoel Baptisla Barboza.Informe o Sr.
Dr. chefo de policia.
658.Manoel Clemente Ribeiro Varejo. Pas-
se-se portara.
659.Simplicio Jos de Mello, professor pu-
blico jubilado.Como reqUer.
660.Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boas. = In-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
661.Sizenando Hilario Ramos. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda, ouvindo
o da alfandega.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIAI10 DE PER-
NAMBUCO.
Paris ? de junho de '.1860.
No momento em que escrevo eit quasi aca-
bada acampanha de Garibaldi na Sicilia, e a van-
lagem toda do lado dosse audaz avenlureiro. J
conteio desembarque de Marsale o os pri-^iros
panos que ello deu na ilha. Da entao em oja-
te foi de tnumpho em triumpho, e oonseguio reu-
nir em torno de si as populages insurgidas cuj
lileiras iam engrossando a proporco que elle jI-
cancava novas vantagens.
O seu primeiro acto foi tomar a dictadura *m
nomo do rei Vctor Emmanuel e per meio dmsa
manifeslacao quiz dar ao raovimen.o urna ceta
cor monarchica e separar-se de Vlazziui. S>b
esse novo estandarte, 'a insurreicc leve um fin
conhecido, e organisou-se de urna nanoira mu-
lo mais lerrivel para a monarchia rapolitona.
O lidoral ainda pertence quasi lodo ao govrro
de aples, senhor do mar, mas toi.o o interior 3
toda a populacodas campanhas baideou-se pa-
ra o lado de Mazzini.
Quando Garibaldi sentio-so com orgas, avan
cou para Palermo, por um caminho da monta-
quasi impraticavel em
ceou. fiao se pode deixar essa lingua de trra
quese chama estados romanos, Ombria, o as Mar-
cha, em sua independencia isolada.a necessida-
dele constituir a unidade exige que Roma figu-
re orno capital, quer no reino unitario da Italia,
solVictor Emmanuel, quer na repblica italiana
una eindivisivel, com Mazzini.
I Papa seria pois desapossado ; essa a lei fa-
lalda revolugo Ora, eu nao sou l catholico
miito fervoroso, mas tenho profunda conviego
deque no dia em que o Rapa desapparecer de
Roa, as ideas de ordem, de autoridade, de jus-
tici quo decorrem da religio christa, terao de-
saparecido do mundo. S pensar nessa per tu r-
beo anarchica faz estremecer.
t, de crer que a Franca que tem to preponde-
rare influencia sobre a Italia nodeixar que os
ac niecimcntoi se realisem, e talvez se devam
atribuir preoecupagoes desse genero, aresolu-
r.li do uosso governo que mandou ficar em Ro-
mi a diviso fraiceza que guarda a Santa S a
sua capitel. Nenhuma revolugo italiana, rea-
alista ou republcana.se atrever de corto a ata-
cir um paiz que os nossos soldados defendem.
Acabamos ha iouco de ter a medida do ascen-
dente que a Franca exerce sobre a Italia do re-
ceio que inspira Como se sabe, o reijdo Piemon-
te cedeu a Franca, pelo tratado de 24 de margo,
a Saboya c o condado de Nize.
Para validar essa ccsso nao fillava mais do
que o voto que devia ser pedido ao parlamento
piemonloz. O partido ultra-italiano mostrava-se
mirito bostil medida, e Garibaldi, seu chefe an-
tea de partir para a Sicilia, fizera estampar nos
jornaes e retumbar as tribunas os seus violentos
protestos. Garibaldi uasceu em Nize, e indigna-
vi-se que seu paiz natal fosse reunido Franca.
Emfim comegou o debata na cmara dos deputa-
dos Um dos me*''-ra, Mr. Massei pedio que
se adiasse a ques!. versis mezes, essa propos-
ta era to abertamnte offensiva para a Fraoga
que nem se quer foi apoiada. Mas 1 discussgo
foi muito animada, principalmente no que dizia
respeito a Nize. 0 Sr. Matazzi, que diriga comoj
ministro principal, o gabinete nomeado depois
da paz de Villa-franca, combateu vivamente a
cesso, declarando que se limitara abstencio.
O Sr. de Cavour respondea-lho cora muito talen-
to ; declarou que a cesso era dolorosa, mas ne-
cessaria, e instou vivamente com a cmara para
consentir, maniendo assim as boas relagoes cora
nlia, quasi impraiicavel em que as tropas napoli-
tanas mal se podiam mover. Ah Jaribaldi fin-
ga dispersar os seus e fugir para eiubacar o ini-i a Franca
migo que foi assim batendo aos poucos.'Foi des-' Inlerpellado pelo Sr. Madazzi, sobre o ponto
se modo que leve em Catalafini e Nonreale dous; de saber-se a Franca ao menos havia garantido
recontros importantes cujas vantagens julgaram. Piemonte suas novas possesses, respondeu, co-
os napolitanos estarera do seu lado, mas que era: rao seo forcassem a revelar umsegredo diploma-
oeiinidva, loram todas contra elles. Por urna se- tico, que es'sa garanda nao tinha sido nem con-
ne de manobras habis, Garibaldi thegou assira cedida nem pedida, masque a Franca mantinha
ate as portas talcrmo e atacou resolutamente, a regra ja por ella proclamada a respeilo da in-
as miel igencias quo haviara arranjado no seio lerdicgo de toda a influencia estrangeira nos ne-
da populagao serviram mudo ao chefe da insur- godos italianos. Emfim, esses debates encerra-
reigao, e depois de urna balalha rendida o san- ram-se com um voto muito significativo ; 229 vo-
guenta, as ras, quasi toda a cidade cahio em los contra 33 sanecionaram o tratado ; houve so-
seu poder, r-orcaram as pnsoes que continan) mente 30 abstences. No -momento em qne o
Dom numero do presos polticos, o um numero parlamento sardo'deliberava, o exercilo francez
e dire.to commum de oceupago comecava o seu moviraenlo de re-
que sao para a populagao do Palermo auxiliares
raudo perigosos. Mas se Garibaldi pode entrar
em urna cidade aborta e manler-se r ella com au-
xilio do poro, -lhe muito mais fcil vencer os
fortes em que se refugiou o exercit) napolitano.
Apoiados pelos navios de guerra que possuem
urna arlilharia formidavel, os fortes bombardea-
ram Palermo durante muitas horas e causaram
terriveis estragos.
Todos os estrangeiros tinham-se refugiado
bordo de navios de suas nagoes, e m jilos Sicilia-
nos ricos tambem foram acolhidos nolles. Nes-
sas circumslancias, o chefe das tropas napolita-
nas, o general Lanza, mandou propfir um armis-
ticio que foi immedialamenie acceito por Gari-
baldi e que devia prolongar-se at d)mingo 3 de
junho. Afrroa-se que, de commum accordopro-
rogaram o armisticio al o dia 12.
Estes sao os factos quo tem o assentimento de
quasi todas as verses. Agora outres que se ba-
seam em informaces menos certas.
Diz-se que o im do armisticio era regular is
condiges de urna capilulago ; quo o general
Lanza havia pedido que as tropas sob son nom.
mando fossem autonsadas a embarcar e a voltar
a aples com armas e bagagens ; c ue o chefe
insurgido declarara que com quanlo rendosseho-
menagem ao valor das tropas napolitanas, que
mereciera as mais honrosas considorages, nao
podia comtudo admidir que levassem as suas ar-
mas, por que os homens precisavam deltas. Exi-
gir alera disso que o general Lanza e seus sol-
dados se obrigassem a nao servirem ao rei de
aples durante certo lempo, sendo a intengo
delle, Garibaldi, levar a revolugo e a guerra
trra firme e deitar por trra a casa de Bourbon.
fcil de comprchender que taes condiges fossem
regeitadas, e diflictl explicar como, se taes fo-
ram os termos do debate, pode o armisticio pro-
longnr-so at o dia que cu disse.
Ha razas para suppr que Garibaldi decidi-
se a esperar, por que assim poupa cidade e aos
seus soldados os desastres de um boinbardeamen-
to, porque, durante essa tregua, lhe fcil orga-
nisar o seu poder no interior da ilha e engrossar
as fileiras do seu exercilo com recrutas novos. A
conducta do goverao napolitano explica-se por
serem immensos os pongos da sua situago, nao
s na Sicilia, como no continente, o por querer
procurar algum grande meio de dar-lhes re-
medio.
Affirma-se, com effeito, que apenas soube a
noticia da tomada de Palermo, o re. de aples
reuni um conselho a que assistiram, com os mi-
uistros, todos os principes da familia imperial, e
que nessa reunio decidio-se que se faria um pe-
dido de intervengo s grandes potencias da Eu-
ropa. Acrescenta-se quo o representante do-Pie-
monta immediatamenle protestara contra essa
tentativa do governo napolitano, allegando que a
Europa, pelos tratados, recentes, inipozera a si
mesma o dever de na.a inlerrir nos negocios in-
teriores da Italia.
tirada que se termina neste momento. 12 des-
te mez (junho) talvez nao haja mais um s solda-
do francez na Italia, salvo a diviso de Boma.
0 seuado piemontez ainda tem que dar a sanc-
_\io ao trotado, mas o seu voto que devia ter lu-
jar no momento em que lhe escrevo, nao e du-
rdoso. Annnncia-se por estos dias a installago
Jas autoridades francezas na Saboya e em Nize.
J o Moniteur nos faz conhecer a nomeaco de
im magistrado saboyanno para as funeges de
leferendario no conselho de estado. A incorpo-
rago dessas provincias pois um fado consu-
lado.
Para acabar com os negocios italianos, mencio-
larei brevemente um facto, a respeilo do qual
creio que ja fallei na minha ultima carta, mas
i.ue est hoje muito esclarecido e que por muito
rrave merece ser bem conhecido. Ouando Gari-
ialdi desembarcou em Telaroone as costas da
toscana, deixra em trra um dos seus fiis, o
coronel Zambianchi com urna misso q" con-
ducta deste aventureiro rercloii.Foz se testa de
um bando de Irezentos a quatrocentos volunta-
rio a foi urna eruuco nos estados romanos. Po-
rra um ajudante do campo do general Lamori-
dre. o coronel Pimodan, frente de 60 carabi-
leiros pontiQcaes, precipitou-se sobro a tropa de
lambianchi, foi acutilando ep-la em derrota.
Os voluntarios abriram o chambre e largaram-se
com quanla perna linham para o territorio tos-
cano.
Informado do facto, o Sr. de Cavour ordenou
a priso de Zambianchi que foi preso e vai entrar
em julgaraento. Esse acto leal do governo pie-
montez recebeu a approvago geral ; urna es-
pecie de salisfaco tarda dada corte de Boma,
e a habilidade da parte do Piemonte, em nao
augmentar os motivos de queixa que o Papa tem
contra elle, por que o clero dos seus novos esta-
dos d-lhe ja muito serios cuidados Quasi em
toda a parte recusou celebrar o anniversario do
Estatuto (constiluigo). Muitos bispos pozeram-
se em hostilidade aborta as suas pasturaos, e
um delles, o arcebispo de Pisa Corsi foi levado
forra a Turim para dar contas de sua conducta.
Recusou obslinadamento dar explicages. Em
um paiz catholico, isso sao embaragos mudo
graves.
Passo queslao que suscitou a proposta feita
pela Russia sgrandes potencias afim de provocar
um inquerito sobre a sorte dos christos subditos
do imperio otlomano. Receiou-so a principio
que esse negocio produzisse ainda urna grande
guerra, porm todos ja coraecam a Iranquillisar-
se. A Russia nao reenuncia aos seus planos, po-
rm adia-os ; os grandes governos receberam
urna nota circular em termos muito moderados;
o prncipe Gorlschako" nella assignala um estado
de cousas mo e pede o inquerito. As potencias,
quasi todas de accordo, nao admitiera que o mal
seu to grande como diz a Russia. e declarara
quo s ao governo do sultao pertence fazer o in-
querito, Esse governo, soprado peia diplomacia
consequencia de urna guerra feliz e de aconleci-
menlos que consideravelmente augmentaram o
seu territorio que o rei da Sardenha, por justo
pedido do imperador, e consultando o inleresse
das provincias separadas do resto dos estados pe-
las mais altas montanhas da Europa consentio em
assignar o tratado que vai reun-las Franga se-
gundo o voto solemne das populares. O que
ha ahi do mais franco, de mais regular, de mais
legitimo? Entretanto, sob a influencia de pai-
xes hostis ou de amizades imprudentes, uns f.i-
zem insinuaces, outros apreciages que tendera
a attrbuir ao governo francez o designio de pro-
vocar ou dedeixar nascer complicages na Euro-
pa para nellas procurar occasio de novos en-
grandecimentos. A nma-o um pensamento con-
trario. O governoproclamamo-lo alto e bom
som, deplora essas manobras destinadas a propa-
garom diariamente as impresses exactas acerca
d.ts suas verdadeiras taloneos. O imperador
faz todos os esforgos para reslabelecor na Euro-
pa a confianra abalada. O seu nico desojo vi-
ver em paz cora os soberanos seus adiados e em-
pregar todos os cuidados em desenvolver activa-
mente os recursos da Franga.
Eis ahi empenhos muito polticos que a bom
grado seriam acreditados, se a experiencia da
ultima guerra nao livesse ensinado que os pla-
nos secretos do imperador estouram algumas
vezes como urna bomba. Entretanto cstou con-
vencido que neste momento e por algum tempo
o imperador quer mui seriamente a paz.
O chanceller de Echiquier, Gladistone, solreu
um grave revz. A cmara dos lords, cora urna
maioria de 193 votos contra 104, regeitou a dis-
posico do orgamento votado pela cmara dos
communs que supprimc o imposto sobre o papel.
E' um faco sem precedentes ; tendo o voto do
imposto pertencido at hoje exclusivamente
cmara dos communs. Todava como em ulti-
mo resultado, o voto augmenta os recursos do
echiauier em voz de diminui-los. e nem o mi-
nisterio nem o lord Glasdilone se retirara. Os
communs llmitarara-so a nomear a commissao
encarrogada de examinara questo.
1856. comanlo
4.a parte do da
lo n. 1721 de 5 de fevereiro de
que o valor destas nao exceda
moeda e barras de ouro.
Emquanto o banco do Brasil nao poder tam-
bem realisar em ouro o pagamento das respecti-
vas notas, s poder o governo conceder-lhe a
faculdade de elevar a misso alm do duplo do
fundo disponivcl, nos termos do art. Io 7o da
lei de 5 de julho de 1853 e do art. 18 dos estatu-
tos do mesmo banco, quando tal concesso nao
lhe der o direito de emittir a quantia superior ao
termo medio cima fixado.
1." O banco cuja emissao exceder os limi-
tes fixados 110 paragrapho antecedente, fica obli-
gado a reduzi-la a esse limite dentro do prazo
que o governo marcar c quo nao exceder o de
seis mezes.
2." Nenhum dos bancos creados nica-
mente om virlude do decreto do poder excfculivo
poder emittir ou manter na circulaco notas,
bilhetes o cm geral escriptosque contenham pro-
raessa ou obrigsro de valor rocebido em depo-
sito, ou de pagamento ao portador de quantia
inferior a 50 na corte e provincia do Rio de Ja-
neiro e a 258 as oulras provincias.
Se no fim de seis mezos da dala desla lei o
banco do Brasil nao poder realisar suas notas em
ouro, ficar inhibido, d'alli om diante, do emittir
ou de conservar na circulago maior somma do
que a de 25 0|0de sua emissao total, representa-
da por bilhetes inferiores a 50tt na corte e pro-
vincii do Rio de Janeiro, e 25 as outras pro-
vincias.
* 8.3. So no fim deum anno, contado da pu-
blicago desta lei, os bancos nao se acharem ain-
da habilitados para trocar suas notas por moeda
metlica, ficaro obrigados, eraquanln o nao ti-
zerem, a restringir do modo seguinte a somma
dos bilhetes que tiverera a esso tempo na circu-
laco ; a saber ; 5 0[0 no decurso do Io anno,
o orneada um .).. anna aoguinto m .7.1..! i .71,.. o
geverno marcar-lhes, comanlo que nao seja mo-
nos de 5 nem mais de 10 0(0 da dita somma, na
O imperador da Austria inaugura um primeiro ?-U'Lnf,ws"m,a.r ^"f ,ivcrem.add'cionalmen-
:- -e emittido em virlude da excepcao de que trata
ensaio de governo representativo sob o nome de
conselho do imperio, inslituio urna assembla
de que fazem parte os principes da familia im-
perial c um certo numero de delegados do im-
perio. A primeira sesso desse conselho leve a
pouco lugar, sob a presidencia do archiduque
Regnier.
A sesso das cortes abro-se em Madrid : o
ministerio O'Donnol, fortificado pelos felizes
resultados da guerra de Marrocos, ser apoiado
por forte maioria.
Bolsa. 3 | 70 c 4 \ 96.= Consolidados
inglezos 95 3/8
INTERIOR.
RIO DE .IVMIIIO
31 de junho.
O senado approvou hontem em 2." discussao o
projeclo prohibindo as loteras e rifas nao auto-
risadas por lei, depois de orarem os Srs. raar-
quez de Olinda, Ferraz, visconde de Uruguay e
Souza Ramos.
A commissao de fazenda apresentou o seguinle
parecer sobre os projeclos bancarios dos Srs.
conselhelros Torres Hornera e Silva Ferraz :
A commissao de fazenda, encarregada pelo
senado de extminar o dar o seu parecer, nao s
a respeito do projecto do lei n. 3, de 1859, adop-
tado pela cmara electiva, mas ainda a respeilo
das emendas offerecidas pelo Sr. ministro da fa-
zenda quando se tratou nesta casa da segunda
discussao do mesmo projecto, vem manifestar ao
senado sua humildejopinio sobre essa impor-
tante materia.
O projecto da cmara dos deputados contem
nicamente providencias directas para restaurar
nosso meio circulante : o do Sr. ministro da fa-
zenda, alm de medidas desemelhante natureza,
conlm oulras que dizem respeilo organisago
e rgimen das companhias ou sociedades anoy-
mas, crearn dos estabelecimentos de benefi-
cencia conhecidos sob o nome de caixas econ-
micas e montes do soccorro, substiluico da
moeda de cobre. a finalroonio & conversa, om
apolico da divida publica, das acres das com-
panhias das estradas de ferro, que gozam de ju-
ros garantidos pelo governo.
Se nem todas estas ultimas disposiges teem
intima connexo com a materia do projeclo da
outra cmara, todava fra do duvida que a
mor parte d'ellas, alm de uteis em si mesmas,
coadjuvaro eflicazraente as que teem mais di-
rectamente por fim restabelecer o eslado normal
de nossa circulago.
a E assim entendeu a commissao que curapria
tomar por base de seu trabalho o projecto do Sr.
ministro da fazenda, porque esle e o da cmara
dos deputados partem do mesmo principio e
tendera ao mesmo fim. Ambos reconhecem que,
para restabelecer o valor do papel quo nos serve
de meio circulante, forgoso reduzir-lhe a quan*
lidade relativa. Os meios que cada um delles
prope pdem parecer differentes ; mas, no con-
cedo da commissao ho de produzir, mas ou me-
nos lentamente, os mesmos resultados ; e nesta
conviego, desejando ella vivamenlo concorrer
com quanlo em si cabe para auxiliar o Ilustrado
Sr. ministro da fazenda no empenho de prestar
nago o rolevante servigo do livra-la do rgimen
do papel irrealisavel, julga preferivel que se
adoptem as medidas por elle propostas na parte
relativa s emendas substitutivas do projecto da
nutra cmara.
Para tornar porm essas medidas mais salu-
tares em seus effeitos, e evitar que sejam neu-
tralisadas por oceurrencias que desde j pdem
arecer provaveis, prope i. commissao a tlausu-
a contida no 3o do art. Io do projecto abaixo
transcripto.
Pelo que toca do 9., julgou a commis-
sao dever faze-la facultativa, em vez de impera-
tiva ; porquanto, ainda que lhe parega que o
resgate do papel do governo, nos termos do dito
paragrapho, nem ser til ao estado, nem ao pu-
blico, nem aos proprios bancos, todava a con-
fianga que lhe inspiram a intelligencia e o zelo
do Sr. ministro da fazenda lhe assegura quo elle
nao recorreri a essa operario, seoo em caso de
imperiosa necessidade.
o l.art. 1. desla lei.
4." Ser permittido aos bancos de circulaco
que actualmente se acham creados por autorisa-
cao do poder executivo, ote. (' o 11 do art.
1." do projecto doSr. Ferraz.)
5." Ser considerado fallido, ele. (F.' o
13 do art. do art. i." do projecto do Sr. Ferraz,
accrescentando-se no fim o seguinte :as mes-
mas penas incorroro os bancos que violarem as
disposiges dos 1-. 2-, 3- e 4- deste artigo.)
6- As olas dos bancos em caso de fallen-
cia, etc. (f'o 12 do projecto do Sr. Ferraz.)
7 Era cada um dos bancos etc. (I? o 14
do projeclo do Sr. Ferraz, accrescentando-se no
fim do paragrapho o seguinte :e pago pelos
bancos.)
8- S podero fazer parte dos dividen-
dos, etc. ( o 17 do art. 1. do projecto do Sr.
Ferraz )
9- O governo poder promover (o mais
como no 20 art. 1- das emendas do Sr. Ferraz.)
8 10. Nenhum banco, alera dos actualmente
estabecidos, etc. (F o 9. art. 1. das emendas
do Sr. Ferraz, supprimidas as palavasa vis-
ta e.)
11. E' permittido s caixas matriz e filiaes
do banco do Brasil receber em pagamentos notas
dos outros bancos do circulaco existentes nos
lugares em que cada urna deltas so achar esla-
belecida, e sero obrigadas a trocar somanal-
mente suas notas em lugar certo, e a realizar os
respectivos saldos em moeda corrente.
12. Nao podero fazer parte do fundo dis-
ponivcl ou de garanda da emissao dos bancos
as moedas de prata ou os bilhetes do governo do
valor de 1$ a 55, nem notas de qualquer banco.
0 governo desmonetisar as raoedas de ouro de
59000
Artigos addilivos.
Art.l. 1. das emenda do Sr. Ferraz. Em
lugar das palavrasincorrero as penas do art.
10 do decreto n 575 de 10 de Janeiro de 1819 ou na
multa do 5*g de seu capital realizado, ou de 1 a
5.()00J>diga-sealm de incorrerem na pena do
art. 10 do decreto n. 575 de 10 de Janeiro de 1849,
i'.vm'io as que tiverem capital soc.iaj a multa do
1 a- b% do mesmo capital -- huu nao o tiverem
a de 1 a 5:C00# ; e em lugar das patavr ....
individuos que contratarem ou tiverem transac-
ces com taes sociedadesdiga-seas pessoas
que directa ou indirectamente as promoverera.
Nn fim do ultimo periodo accrescente-se,
depois da palavrabeneficente : a Aos presi-
dentes de provincia e na forma dos reglamen-
tos do governo pertencer a faculdade de,aulo-
risar e approvar os estatutos dos monle-pios e
de soccorros miduos, ou de quaosquer outras as-
sociages de beneficencia estabelecidas as ditas
provincias, salva a disposieo do art. 10 10 da
iei n. 16 de 12 de agosto de 1834.
2." Depois das palavrascanaes de nave-
gagoaccrescenla-se que servirem a mais do
urna provincia,e supprimam-se as segundes
ou que pretendan) a concesso ou gozo de algum
privilegio nao concedido por lei.
5. Em lugar das palavrasou de empresti-
mos pblicos a favor de governo estrangeiro,
diga-seou de promover, em qualquer praga do
Imperio emprestiroos a favor de governos estran-
geiros ou de companhias estabelecidas em outros
paizes.
8. Em lugar das palavrasse considera-
ro dissolvidas e entraro em liquidago, sob
as penasdiga-seincorrero as penas.
Art. 2. das emendas do Sr. Ferraz, Subs-
tilua-se a 2.a condiego pela seguinte :s se-
ro obrigatorios os pagamentos n-> nova moeda
at o valor da minima moeda de prata, a qual se-
r do 500 rs., logo que o governo tenha desmo-
nelisado a de 200 rs., para cuja operago fica
autorsado.
Art. 4. Subtitua-se pelo seguinte :
O governo fica igualmente aulorisaJo, nao
s para conceder aos accionistas das estradas de
ferro que gozam aeces por apolices da divida
interna de 6 \ ao par, ou por titulo de divida pu-
blica de 4 ,li % ao par, se os ditos accionistas
entrarem eectivamente no Ihesouro com a quan-
tia necessaria para preencherem o valor nominal
das mesmas aeces ; mas tambem para realisar
^r____


(*)
OIMtIO DE PERNAMBUCO. SE1TA fETHa 6 PE JCLBQ PE 1860.
a dita permuta por qualquer oiilro mcio que nao
soja minos favoravel aos interesses do Eslado.
A somma proveniente da primo i radas indica-
das operacoes tero a applicaco que fr dada nas
leis do orcamento.
Entrando rin 3. diseus&So a proposinao da ca-
reara dos Srs. depulados croando urna nova se-
cretaria de eslado com a denominacao dese-
cretaria de estado dos uegocios da agricultura,
commercio e obras publicas, rrain os Srs.
Dias de Carvalho, Sinimli, Souea Franco, c D-
Manocl, licaudo u diteussao adiada pela hora.
dilo ; e Qnal mente o que suiorisoa mrimo
fazer um emprestimo a Dreyfus e
RELATORIO
do ministerio da fazenda a presentado
assembla geral legislativa na 4.a
sesso da dcima legislatura.
f Continuaro. )
CllEDITO SUPrLEMENTARES.
Segundo vos comtnunicou o meu alustrado
antecessor em sen relatorio do anno passado,
abriram-sc M lins de abril dous crditos sup-
pleoienlares, o primeiro da quanlia de 400:000,
c o segundo da de 1,37O:O0OOO, pelos decretos
de 11 de fevereiro c 30 de abril ns. 2,353 e 2,413
do mestno anno, para diversas rubricas de lei do
remenlo do exercicio de 1858 a 1859, e:n que
foram insuiTicieiiles os fundos votados para oc-
correr ao pagamento dos repectivos sdrvicos.
A juslilicaco da necessidade que houve de
abriretn-se os referidos crditos jS vos fui a pre-
sentada na sesso do sobredito anro. Estes ere-
nao furam ainda sufficicules pan
verno para
d'Arcet.
No segundo considero os crditos abertos ao
governo para despender as quantias designadas
nas leis referidas na raesma tabella, com a acqui-
sieao de predios para o estabelecimenlo do intr-
nalo docollcgio de redro II, e das faculdades de
direilo do Recite, e de medecina do Rio de Janei-
ro, e com a rccdiflcac,o da igreja matriz de S.
Francisco Xavier do engenho Velho ; e sutori-
sando-o a pagar ao coiiego que servir de thesou-
reiro na s de Marianna os vencimenlos proprios
dcste emprego, e urna divida da provincia do Ma-
ranho.
Na proposla da lei de orcamenlo, que acabo
de apresenlar-vos, j se conlemplou a quanlia
necessaria para cumprimenlo da lei numero 683
de 5 de julho de 1853 artigo 2 2o. visto que
no exercicio de 1861 a 1862 o banco do Brasil le-
ra resgatado maior importancia de papel moeda
do que a marcada pelo Io do mesmo arligo.
No lerceiro comprehendo os restantes da 80-
brodita classe, parecendo-mc ainda a respeilo de
alguns dellcs, que de conveniencia conservar
as autorisaces ahi conferidas ao governo, e de-
terminar que as despezas autorisadas pelos mea-
mos crditos se nao efTecluem sem decretarn
previa de fundos pelo poder legislativo, vista
dos precisos documentos, porque cnlendo ser es-
so o nejo mais conveniente de derrotar despe-
zas novas, quaesquer que soja a nalureza dellas.
Parecc-mc igualmente conveniente que conti-
ne o crdito aborto pelo arl. 2o da lei n. 401 de
11 de seiembro de 18-16.
Al'TOMSACOES LEGISLATIVAS.
Eslo em vigor algumas autorisares tendentes
ao nielhonmcoto do syslema de arrecadaco de
cerlos impostos, e reforma de regulamenlos c [ jS';
quanlu au segundo Oe 12,238: ,640OO uu 12,9 por
cento.
As procedencias da importa ;o do ultimo exer-
cicio comparadas com as do anterior aprsenla
as seguinles differencas:
?9 =a
j. .
C xn y. r ca =3^"r>rt^ca
I.vi Ff: ^^
N c -o 5 5. o es
Pg! :f: rssg-sg"
: !.
DQ
abril e 1814 nos aiis. 36 e 37, prohinoo a venda
i :IL.i.^ A^> '*----?-------* '_____.
dos b.lheles d l>} Reirs sob pena de! dado, por isso que lera de garantir o crpo do
desobediencia e mulla de 200 porcada bilhe- odicio, fo-mado de ura esquelelo do ferro o
l0 vendido, considero* loteras ns r.fas para o estrago intallirel resultanle da ocoS do leino
effe.lo p sercm pun.d< com 10500 por birhe.e i O lageamenlo fei.o so eslende T 230
da capital daquella provincia, /festinados ao
transporte das mercadorias desde s ponte de des-
embarque al a porta da airondega, e quasi flnda
a obra des armazens dessa reparlico. Por so
os individuos que por qualquer maneira os dis- ; qu adradas sobre um eil de auairo Smo^d .a" f"? ,"""' ,n nnrsmo Pjodidal. a Par-
*?mm..^ ... spessura. Alm des. sobrasa Z.^
tribuissem
A lei n. 369 do 18 de selembro de 1845. art.
52. prohibi "8 loteras addidas s concedidas
por lei.
Estas disposices por si s nao pudem extirpar
tal abuso, que prsticado a mor parte das vezes
O'
S
c
ce
tt
l
-Ma.ce050"
: i.-, os c.*1 -^ ^*- w co cji
I ^-i a; -1 -1
-4 30 I '_______i---------------
CBA.- C^l 00 -J ; _.
cit.-1-j iobc=icb osiiiiua = occe;iii4
lsII8]__
?*i-es I
^ Wj-4e6C0C-l j
S =as.c iei* liicccx-i-ca

os

...-----------, -,_r-.--_-- mvi -uik: u,i re/.cs >esie caso esta a deslruicao o^sim da pftiarnrii, r
K-n a.guns paizes .prohibido se estende aos! SuRSti uLo?l &l%RT! C -R* f t>lfiS "" S Sf'
los de ass.gnatura. d.slribuicao, ou venda de lardeau de (7 calmo. a..e nS nJ^Sl S?? ^*?8" ,da .Parnhyba nao pode jA sa-
actus de assignatura, dislribuicao, ou venda de
bilhetes para loteras eslrange'iras ou particula-
res, e ao fado de ter casa para sua cxlracao, ou
de empresta-la ou aluga-la para tal m, e as
penas applicadas sua repressao sao corporaes
ou pecuniarias.
Taes eram as disposires de urna lei do lempo
da pruneira repblica franceza, modificada pelo
cdigo penal, quo no art. 410 impoe penas de
pnsao de 2 a 6mezes e multa de 100 a 6,000 fr.,
e as de apprehensao e peda de lodos fundos ou
elleitos, movis, etc., que forem destinados ao
es"isnr.Cfrn^a;mrl?, Zl'^"^ a1ncce"aria I ,isfa^r as conveniencias do Von.rnercTJ e da Bm
occaSr^dV^t 7ofe
trabalhos v e a respecliva lliesourana e presidencia, so pro-
i
Wto6cht!l ce ai os o" o> c-t ~i o i r* i
r oc v. Ct oc c o o co o; '
^i U. 'J. *-' S S ^? 5 |
cc5oo2cSioccI
00
00
00
en
ce
guimento dos trabalhos.
-No raesnio caso est ainda a construccao de
dims guinchos de ferro fundido, apropridos
construego do alicoree, e de urna machina para
esgolo e conlinuaeo da abertura das cavas al
conseguir-se a extraccao das podras, que tanto
embaracam o serviro da estacada permanente.
Fizeram-se algus pequeos reparos nos ar-
mazens, que se acham ao servico da alfandega,
emprego e extraccao das loteras, a toda c qual- | antes que fieassem a cargo da eapatazia
quer pessoa que as tivcrem eslabelecido ou ex-1 Tara o andameuto regular deslas obras recla-
trahido sem autonsacao da lei, e aos agentes,! ma o respectivo engenheiro a consignarn au-
preposlos c administradores de taes cstabeci-' -' ~ui.nnA-n*.
menlos.
cedeu j ao orgamonto da despeza com um novo-
edificio, cuja construccao depende do melliora-
mento das circiimslancias do lliesouro. Peque-
nos reparos se lizcraro nessa reparlico no cor-
renlc exercicio ni importancia de ISOjIOO.
Alfandega de Alacei.A elevada somma das
proposlas aprescnladas para una nova alfandega
em Macei, de que se vos deu noticia no ultimo-
relatorio, difllcultou a realisaro d.'ssa obra. Sen-
do ouvido a respeito della o lenenle-coronel de
engenheiros Christiano Pereira de Azeredo Cou-
linho, que era servido havia estado naquella ci-
e.
ce
I*'
,. T,' 5 "" -,-;"r"- rrm I -erios imposios. e a r
que todas as rubricas da raesma lei l.cassen. do-, de re,,8,tc6es publicas
Vi i-TVi "ocessarios ao pagamento 0 0er^0 J^ ,|0 r,rmo proposilo de usar oel.
das diversas despezas resollantes dos serv.cos {M eja pilblcaaa 'a |e de orcamenlo
dellas, de modo que fot necessario anda abnr i a 1861 mi\ e por isso desoja qne por dis-
dous novos editos no oulro exercicio um da posfao ia, (!SSm lodas cssas 2uiorls.Cee8,
quaotia de 3.W.tC!lgi35 pelo decrelo de 30 de ^ galroSTle as que importaren augmento de
TVvE&SSt Pf*!f ? ?''q^ V,r0uda vencimenlos, ou de despeza, e nao pode deixar de
de 1,799:50680481 pelo decreto de 30 de do/.embro (.x(l0r.vos a conveniencia de que nas aulorisaci.es
aesse anno n S,OZU. I | _ue |)0 fu(ro conceder o coreo legislativo se
q ^Si-Vi,<'o-.mon,ar?',n a Sm,ma d;......,; 'que o prazo de sua duracao. ese lixem linu-
J.899:9(i5948J os crditos supplemflnlares abertos { M obvj>m dllvidas.
|ielo ministerio da fazenda no exercicio de 18o8 RENDAS PUBIICAS
", 1.-9,,.--tJ!)UaCS il0daV'aM,Carafm. roduz,i,,os a O quadro numero 49 mostra qua'l foi a arreca-
. ,409:9,^183. pela annullarao fela no decre o da(.ri prccluad ll0S cxeicicios de 1844-1845
de 30 de dezembro do anuo passado n 2,5*0 da lS8_,fe59 e no primero semestre desle con.pa-
quantia de 440.0009000 de crditos abortos pelos1
decretos de 30 de abril c de 30 i e selembro do
anno passado ns 2,413 e 2,488.
Os documentos que instruem a proposta, que
i,esta occasiao vos aprsenlo em cumprimenlo da
lei de 9 de selembro de 1850, jusiilicam a ne- '
cessidade que houve de nbrirem-se ainda no
mesmo exercicio de 1858 a 1859 os dous crditos
em ultimo lugar referidos. Nao posso, porni,
deixar de declarar-vos desde j que tres causas
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rado com 0 de 1859 a 1860
Comparadas as rendas inedias dos 'res quin-
quenios entre si, do o seguinte resultado :
Comparaco do segundo com airimeiro.
'Importacao. hih.ikw
'J- S v>
rr3- ^s-
Augmento na<
lixpoitaeio.
Interior............
Peculiares do mu-
nicipio..........
Extraordinaria
6,843:8559412
472:704*901
141:732^630
'-o
o


5 S5
&
O C-3-
R
Z:
fil .
o
O
Diminuiro no dest
Acrescimo resu
Comparao do lerceiro com o segundo.
priocipalmenle coiitribuiran para'que fosse lao
levado o algarismo dos crditos spplcmentares
aberlos nesse exercicio pelo ministerio da fazen-
da, a saber. nao ter a respecliva lei de orca-
menlo de 26 de selembro de 1857 n" 939, votado
quanlia alguma para as despezas das duas im-
portantes obras do caes d'alhndega. e casa da
moeda, em que se despendern* 693:825347 ;
para a dilYorenoa de cambio, quo na poca era
que foi feitn a mesma lei nao erS possivel pre-
ver, e exigi no dito exercicio um augmento de Augmento na
despeza de 335:125.; 91 ; e linalmentc ter o go- \
verno entendido enlao que as despezas resul-
tantes do emprestimo: conlrahido em Londres
para o servico da estrada de ferro de D. Pedro i
2.. deviara correr pelo ministerio da fazenda, ao iminuicao no despacho martimo
qual nenhuin crdito fura abcrlo para semelhan-. '
te im, o que lornou necessaria a abertura do de
681:046$M4' em que se avaliaram as despezas
de juros, amorlisaeo, coramisses e corretageus.
Estando porm resolvido que todas ellas devem
ser levadas no bataneo definitivo ao ministerio
200:176*360
241:070*113
7,959t539J
M>CC
j. -.^,c:o^i-*.oj
C-'CCS-*--lhSt^*OO:
XCC^CtMitCCOOWvJW
6.428:3 8c979
1.639:075#658
2,405:676)755
446:516466
165:50l58i)l
11.085il969
151:2479027
10,933:873g638
Daqui resulla que o crescimento medio das
rendas ordinarias e extraordinarias do segundo
.......o.v..u sobre o primoiro quinquenio foi de 31,04 por
do imperio, semndo o thesouro nicamente do cenlo. ou. termo medio annual. 6,2 por cenlo. o
gente intermediario da opcrae.ao. deve anda sen pr0gresso no lerceiro sobre o segundo 33,09
oo
ei
I
A experiencia rnostrou que nao erara suCcien- iruccoes corneadas Jc8pCZ" da CDS-' do ,Dno a"io da P^i-encia da provincia in-
tes estas di.poskoes para acabar de una vez com Estas obras eraprehendidas em grande n de :'1rma5a0 circunistanciada, nao so do eslado da
este abuso, e por esse motivo urna lei de 1836, mandara excessivi despeza Nao l a orc-.ment q" ljr1ose"lemen,e sef* d Mandega. e
depo.sdedeliniroquceramloterias.cnadelinillalgum. c scu plano Se o houve no toraK orSame," dos concertos de que ella possa
caocomprehender nao s toda c qualquer venda encontrado. 'do carecer, como da escolha da loealidade mais
de bens movis, semoventes e de raiz ou de raer-1 Recceiava-se que o levantamento di sua ni aPrn.Pri;1ua Pa" 3S.onl. dJ>t "ovo edificio. Cora
cadenas feitas por n.eio da surte, mais ainda o rede ixtefiOfTM^C. E rt?do,wS s".nfda P^id-nca de 3 de abnl prximo pas-
ado de translacaodo dominio a que se tivesse i caes da doea, preduaiaae o abaumlio %? sado foram remell.dos ao thesouro ass.m_o or-
unido premio ou algum beneficiodevido sortee Urna comissao de eng nheiros uepois do Eos %??* "* ,mPt,,r,a"c,a de Mi"0.
en. geral lodas as operacoe abertasou o.Terecidas e maduros exames S qSc o, recelos ?Ti ,?!TV ^T de ,uma ''" fr"
ao publico, que por sua nalurera crcassem espe- eram infundados, como o er.-e heiros Neale f o :)3W0. e a este respeito deli-
ranca de ganho por meto da sorte, comminou as havia alurmado en0eniie.ros iNeale j o berare como me parecer mais conveniente aos
penas do art. 411 do cdigo penal aos autores,' Despenden -se com estas obras no crrenle "22 pi,bJK"0'- ,
omprehendores ou agentes de lolcrias nacionaes exercicio a quanlia de 45 81L3122 e no^exerc iJJf"l T ^ Sci-fl'pe.-Esta lernunada a cons-
ou eslrangoiras e de.quaesquer nutras operaeoos ci passado a de 171-609044 exerc- tniceao do novo ed.l.c.o para osla alfandega ; o
\lfn,uhnn rin i>,,h,' l* \ do nrcordo ton' o respectivo inspector, julgam a
-Acha-so prompla a thesouraria e a presidencia ainda precisas a amar-
Isemelhanles, e igualmente aos distribuidois e
vendedores de seos bilhetes, e finalmente aos
individuos que por avisos, annuncios ou por ou-
lro qualquer meio de publicado dessem conhe-
' cimento ao publico da existencia de lolerias nao
autorisadas, ou da facilidade da acquisieao de
scus bilhetes.
Esta lei comludo permute, mediante autorisa-
nova casa de deposito, fallando apenas parle do
ladrilho e a successiva subsliiuieao do lelhado
por lelhas apropriadas a exlenso do cobrimento;
e bem assim fazer o ladrilho das cavas: acabar
seu reboco e caia-las ; e concluir o edificio, j
comecado sobre o retundo, destinado ao tribu-
al da alfandega. Fallara eiiiliin cortos arranjos
-. i. .. i ------'--------....."~--- u muuuugi. i .m.-im i-mum conos arranios narerer Nn v.
{ao do governo, as hienas de movis, exclus internos para facilitar o servico e Umbem mn V
vamente destinadas a actos de beneficencia, ou lar toda a casa. P 800M C"m aS ob
?. hf mpB0|ei ai,,maJao das arlcs" A 5raa-re- D obras exlernas faltara : tres passadiros de
L^.."l i_SSlL" --^-^L11** O.?* IMiaws 190 palmo do largura sobre columnas de ferro,
a
'Imporleai'.
I txporlaeao........
I Interior.!...........
, Peculiares do mu-
nicipio..........
[Extraordinaria.....
Acrescimo resultante.......
O OT -1 OC IA -* ^< = CC w<
ti/ ec -o i~ m os 9 o t* c te _ii<
be i.', o t te i. ce b 9 o ii- o
i. I4i- C'tC-*0
- V -*~S. ^tC*-9-*-OC
M ^ c'- eo <* J *9 '. 't"-&ti
ce
e
oo
agente intermediario da operario, deve ainda
deduzir-sc da somma total dos crditos abertos
esta ultima quaniia.de modo que a mesma som-
ma fica reduzida a 2,558:9295039.
Apezar disso cumpre ainda observar, que nao
resulta daqui que a despeza do ministerio di fa-
zenda, decretada pela lei cima referida, aug-
por cenlo, sua elcvacao no ultimo periodo, termo
medio annual, 6,61 por cenlo ; e finalmente o
seu rrescimenlo medio annual nos exercicios de
18431844 a 1858-1859, 6,4 por cenlo.
Comparado o primeiro semestre de 18581859
com o primeiro de 18591860, se reconhece que
CC-l
C O
ce 6
&'5t
9;
en
i*
CC te 3 tC O
C^l 9 ~i CO
I* I* 9 *-* C ^1
^^IO0-
---------------------------- r -~...... --------. ~"b com o prim
roenlassejanto quanto foia importancia dosre- as renda8 ycnm as aUolac6es seguimos :
Imporiacao........9O:719099
Decrcsccrara na
ia
l I:\porl
a'ao
433:396^841
924:115S940
'Despacho marti-
mo. ............
Augmenlaram ) Interior..........
ua...........\ l'coulinrca do mu-
nicipio ........
! Extraordinaria ...
5.933393
203-491590
A diminuico que se observa na compareci
cima feita esta na razio de 2,54 por cenlo no
referido semestre.
O quadro numero 50 conlm a importancia das
rendas arrecadadas em cada urna das provincias
do imperio no quinquennio de 18541853 a 18.J8
1859, donde se conhece quo a arrocadar.io me-
feridos crditos, porque, niio se tendo despendido
todas as somnias votadas em diversas rubricas,
o augmento da mesma despeza reduz-se unica-
inemle .i dilTerenca entre as obras existentes c a
Mnima dos crditos aberlos.
Os crditos volados pela lei de orcamenlo do
torrente exercicio de 1 de selembro do anno
passado, pelo que o thesouro pode j conhecer,
em chegado alj boje para fazer face ao paga-
meulo dus servicu CiinliMn:il.iilrt nas divui-i-
rubricas dola, com excepeo unicnincntc das
ires ajndas de cusi, obras, c gfalittcac&es ,
em que se presume quo havota nina deficiencia
de crdito da quanlia de 218:000c00 Alm disso
a mesma lei nao decrelou somma alguma pata a
dilorene.a de cambio, a qual no poda deixar de
ser mais avultada ainda do que no anterior por
mais de urna razio, c estimada era 450:000$.
Eslas duas circunstancias pois lornaram ne-
cessario um augmento de crdito da quanlia de
668:000$ o qual foi aborto pelo decreto de 21 de
abril passado o 2581.
Os documentos annexos proposta dos crdi-
tos suppleineniariAj abertos de selembro do auno
passado at agora, nos termos da lei que cima
citei, justifican) completamente a necessidade
que houve da abertura desle ultimo crdito ca-
teado a respeilo delle a mesma observacao que
liz, tratando dos crditos supplementares* relati-
vos ao exercicio de 1858 a 1859.
CRDITOS ESPEC1AES.
Desde o anno de 1854 al o lim do de 1859,
foram aberlos por leis particulares ou em diver-
sas rubricas, e disposiges geraes das leis do or-
camenlo, os crditos designados na tabella n" 8,
a maior parte sem quanlia definida, e limilaoo
de lempo, o que d-lhcs o verdadeiro carcter
de crditos especiaos ; e durante muitos annos
nao se contemplaran] nas raesma leis as despe-
zas que deviara annualmenle custar os servicos
creados por ellos, a im de serem decretados pelo
poder legislativo os fundos precisos para occorrer
ao seu pagamento, escriplurando-se a despeza
dahi resultante debaixo do proprio titulo que re-
presenta va o crdito, c sendo contemplada no
bataneo com dislinccao das despezas da respec-
liva lei de orcamenlo, como o demonstrara lodos
os balances at boje a presentados.
veera contemplados na raesma tabella. SSBtJSt inSflE' quInuemo
bao obvios os graves inconvenientes que lem arrem
esto systema de crear e fazer despezas, dos quaos Despezasde arreca-
umdos maiores subtrahir ao poder legislativo Rio de Janeiro e rauni- "Z""'
o conhecimento da verdadeira despeza do eslado cipio neutro 1 ia
quedeva fazer-sc no exercicio para que se de- Baha ....... '2
creta a le do orgamenlo, a lira de poder elle Pernambuco tu
exercer a importante attribuico que lhe compe- Rio Graude do SuV. "" i'
te de decretar a receita e despeza publica, e de Pata '" S
scalisaro bom emprego da primeira. M.hio..""'.']'.'.".[[ l'S
**" do correte exercicio, de | s. Paulo................ g'gn
106:8359264
72:38lj> 3 .
7-----------------------18571858 na importancia de 2.265:740e000. ou
388:051-5690 18,4 l0 c superior ao da.teriro medio dos cinco
---------------------------annos anteriores na de 1V* *'5$000, ou 13,6 "l".
vDecrcscimenlo final................ 536:061?250 '
u* O o ^i 53 ^i GC
-* in ce ce 9 "
5& f* S 'i S ce.

=9=9=8
=999=9
-
i-
eo
9
9

r*i
53
m
>-
Vi
possueru logislacao semelhanlo. Finalmole na
Prussia as loteras publicas nao podem correr
sem aulorisar;io legislativa.
Nao vos direi quo estas lcgislacoes devam ser-
vir-nos de guia na adopcjra de medidas repressi-
i vas contra o referido abuso ; corre-me, porem,
o dever de represenlar-vos a necessidade do me-
; didas eflicazes para esse fin.
O numero das loteras autorisadas, sobre ave-
i sar a populacho ao jogo, j lem produzido nao
i pequeos infortunios : os males resultantes das
clandestinamente
15
, -...,, _------ .....,..... v%: ,vllUl
com cobertura de folha de ferro gahanisado com
esliuho, fechados al, certa altura (7 palmos) e
envidracados dahi para cima ; fechar o pateo c
ladrilha-lo ; collocar mais algumas tomeiras con-
tra o incendio, c finalmente cerlos guindastes,
apparelhos c disposie.oes para facilitar o servico
om loda a alfam'ega.
O orcamenlo primitivo desta importante obra
foi de 539:2865262, o a despeza realisada at o :. I,e"oido com essa obraja quanlia
lim de mareo prximo passado se eleva a |mdifferentes prestacnes.
1.02:38306. Ser precisa ainda para sua con-
cluso a quanlia de 211(i99S620, e no exercicio
86061 convem que lhe soja consignada a
raco do assentamenlo do guindaste da ponte
para defender a estiva do choque prodnzido pela
app roximarhn dos navios, e a remofio para pon-
to mais conveniente do dous pequeos quarlos,
para o que pede o empreitoiro a quanlia de 900$,
sobre o que resolveiei como mns aceitado mo
parecer. No exercicio lindo despendeu o ihe-
jras dessa alfandega a quanlia de
19:7173380 rs., e nocorrente j cotilleada a des-
peza de 6275oO.
Mfnndcqa de Sanios. Nao eslo ainda findas
as obras da ponte de ferro para as descargas da
alfandega de Santos, das quaes se oncarregou
por contrato, como sabis o lenle coronel Can-
dido Annunciado Dias de Afbuqoerque, taires
pela falta, de que se esenle o dito contrato, de
urna peni na hypolhese, que se veriicou, de ex-
cesso no lempo estipulado. Tora-se at lioje lis-
de 73:095$75(J
que clandestinamente correm sob os ttulos de
.. sociedade entre amigos, de esraolas e outras, de- uu joouo
E.= vera avulUr, e por dentis caliera sobre as das- de 150:00g000. No exercicio "de 1858-1859
i. I ses menos abastadas da sociedade. Era lodo o chogou a despoza a 70:858S248. e no correle i
. e. caso se a exlrareao das priraeiras til, como o i subi a 40:650853!.
i lei, necessario que se remota a | Para complemento desta obra torna-te neces-
Alfandeg di: Sania CalharinaA casa, quo
serve de alfandega na provincia do Santa Calha-
rina, se a.ha sobremaueira arruinada, o careen
por isso, como informa o respectivo inspector,
de reparos e concertos urgentes, assim como
da construccao de.dous armazens para guarda
o seguranea das mercadorias ella recolhidas.
Alfandega de l'aranagu.Em consequencia
Reexporlaco t baldeago. j'No exercicio de
18581859 leve lugar este movnienlo sobre ira
valor de 2.798.372OO0,'menor que o de 1851
1858 na importancia de 397:5".iO)XK) ou 12,4 "!,
e maior que o do termo medio os cinco exerci-
cios anteriores na de B79:447;fJO0, cj 15,6 L.
( Tabella n. 59. )
Imporlarao com cartas de ;i/io. No ultimo
exercicio a sir.ma da impor aco fci de.....
24.906:hi21JOOO, ou 11,91 "I,,, o maior que o ter-
mo medio dos cinco exercicios enterraros a de
3.803:953:000, oul8l. (Tabella n. 60. ',
mpertafo nocional sujeita a 1(2 "l0.'O
valor desia especie foi no exercicio de 1858
859 do 10.032:579OO0, islo inferior ao de
*- ---------------,.,.,.r,u,.,.,|JJ,(,W. v lod.,J0U a joo/ic*do para as entradas
da de cada provincia naquclle periodo foi a se- 2814 navios cora 858,065 toneladas e para as sa-
8ulIllcn:. hidas 2573 navios com 900.720 toneladas, houve
llin lio lnfiirn n mu... ___ar^.-. a..*.. ...-
Rio de Janeiro c muni-
cipio neutro.........
Pernambuco ..........
Babia.................
Rio Grande do Sul____
Para..................
Maranhie..............
S. Paulo..............
Minas Geraes..........
Gear..................
Parabyba..............
Alagoas...............
Paran................
Sergipe................
Rio Grande do Norte..
23,182:6818698
6.692:3759191
r,978:0l3S528
2,246:12134185
1,362 3I3066
1,255:4009490
913.91603
510147J827
399:47736 9
283:415297
254:855:847
196:1133700
15333l46
138:32 J&7 28
P'auhy.............,.. 114:0909515
Santa Calharina
Mallo Grosso..........
Espirito Santo........
Goyaz..................
Amazonas
89.8713530
43:642839
40:811*148
21:9213475
11:118*327
No seguinte quadro denionstrativo o na tabella
fucali-
saro.
Total.
Paran.................. g^
Cear.................... 4^5
Parahiba................ 44
Alagoas.................. 13|i4
Bio Grande do Norte____ 7,09
Piauhy.................. 7,62
Santa Catharina....... 10 07
Sergipe.................. 16,35
Espirito Santo........... 12,01
Grosso............ 8,79
1,82
2,35
2,01
5,54
4.01
5.42
4,97
9,12
6,22
9,42
8.03
1.04
11,57
21,21
13,68
31,81
40,65
5.51
61,35
78,63
3,40
5,18
4.12
10,49
8,98
9,48
3,^3
18,07
11,06
15,86
22.17
8.34
19,19
31,28
30,03
43,91
49,44
15,81
65,93
93,24
1 t H epipmhro do anno passau > ioO, procu-
rou-sc ja sanar esse mal, conleroplando-se em
algumas do suas .rubricas despezas que al o im
eo anteiior faziara-se pela maneira aciraa dita
e daqui proveio em parte o augmento que re-
sulta da comparafo da despeza autorizada por
essa le cora a do anterior ; mas o Irabalho feilo
nao foi ainda completo.
A miuha opiniao que devem annullar-se ex- 1
pressamente todos os crditos comprehendidos l tm
na V e 2" classes da tabella j referida ; os pri- : Minas Geraes
me.ros por estar satisfeito o fim das leis que os ; Gov ........... 2l5
decretaram e os segundos, porque, estando j Imma............... 1i fi
contemplados na le do orcamenlo os serviros n ,,h,1"'".'"" V" r' '"uu "*
queelles crearara c votados* os fundos^necessa- l Ja^Z JUD sob n- 52 aprsenla o resulta-
rlos, a despeza daqui resultante tornou-se ordi *2* cpmparacao por quinquennios das rendas
noria, e deve ser regida, cora todas as mai, ,, o ord,nan,as' 'ordinnrias o depsitos arrecada-
fazera' pare da raesma lei! JefiT dispos^Sda I !?8?de CXerC,C' de 1844-1845 at o de 1858
de 9 de selembro de 1850. n 589 ; e quanto aos
comprehendidos na 3a classe, quo devera incluir- IMPORTAC.lO, EXPORT ACO E NAVFG\r\fi
se na le, de orcamenlo, TO.ando-se ahi os fun- /aorlaro.-Peloa1 appM quefaceraD.nbara
dos^preosos para pagamento dos respectivos este re alono sob ns. sSTos! 2e er?.P "e
templados na V classe. eolendo que ha diversos reunidas a importsrio eTexpotacao fof d7 '
nienfe dom.PrVepbe? annullado! sem >nse. 234.050:416000, isto, raaio? qSodo exerdeio
empeodderaCse,rQOiBc.aur!deoSsCOna1 ffifSBSST ^7^^'?^^^^
Jiavendo porm alguns a cujo respeilo nao pos-
sivel proceder por ora desle modo.
No primeiro caso eslo, quanlo a oiim, os que
aulonsavam o governo para fazer as despezas
precisas com o melhoramento do porto do Cear
ecom a exploracao dorio Parnahiba eoulros'
no que ha crditos nas leis do orcameeto po
couta dos quaes podem fazer-se as despezas des-
\.o?a,ur0; cora aconlinuaco das obras do
u,tJA 1,2d,> pa5' alindo a lei de 4 de o-
tubrode!856, que abri crdito para essa des-
termo medio da recebida nos cinco exercicios an-
de 18571858, o um excesso de 3:4l2:580gfl00
i ou 22,5^ sobre aquelle termo medio.
Exportacao.K de 18581859 foi de
peza, a qual s est effecii.me^^^ sado ; sao de n.s.er prompt.s e efflss \m*x-
Xaricos0nntreacade1U,^1nha fi ^^llm^^mS^J^^^ tl ^ASSlJ!**^ Pd.. nul. ponto ser
SS ?,.^n?a?'aLl0.,mPe"0 a cidade lisada nos cincoexercici
e o termo medio
rcicios anteriores de.
de Olinda. na provincia daXni^S.e noV mV^MtSu^TJ^^S^lZt,........ aviso de 8 de fevereiro do ^1 prohibi a
orna obra que Da0 pode ser por ora levada I T\^SS^O^J!SSS/Snm oLTu'p TT ?HK^lSS!" dl pr0Tncia d0 Rio
i ao pnmeiro penciuo oe iu,ooz. .Tabella n. 61. ,
Navegaco de longo curso. Pelos seguinles
dados [ Tabella n. 62 ) se onherc que houve
importadlo augmento ncslo noviraento durante
o ultimo exercicio.
Entraran) nesse periodo 3136 navios medindo
955.539 toneladas, e sahiram 2879 com 57.059
toneladas. Dando o termo medio do quatriennio
de 18541855 a 18571858 para as entradas
. trapiche denominado da CidaJe al a do Consu-
'solado no principio da Praia dos Mineiros. A lei
5 n. 627 de 16 de selembro de 1851, que a decre-
lou uestes striclos termos nos arls. 5." e 6.u. a-
brio pata esse fim um crdito especial de sele-
cenlos con tos de ris.
A lei n 885 de 4 de oulubro de 1836 no art.
l-"i2.u, decrelou nao s a conlinuacao e a
construccao da doca constante do plano do en-
genheiro Neale, mas ainda o seu prolonganienlo
at os arsenaes da marinha e da guerra, e as do-
mis docas conslanles do mesmo plano.
Urnas e outras obras continuaro por conta do
ministerio da fazenda al a publicacio da lei n.
1,040 de 14 de setembro de 1859, qu no arl. 7."
26 consignou ao mesmo minislerio a quanlia e
qnatro ceios cotilos de ris nicamente para a
continuaro do caes da referida alfandega.
lisia va 111 em adiantamento nao s eslas obras
com' as da doca da Praia doPeixe o caes do Paco.
K etiguidade da consignado e o preceilo da ei
"bsiavan continuaro dcstas, c a um andamen-
' tw mais rpidos dn oti-as ; foi preciso, porlanto,
qte as primeiras cnuiinuassem na proporco das
ntcessiJades de todas, e as segundas licassem
ptr conta do ministerio do imperio, e islo se ef-
fetuou.
Nao obstanle, foi entregue ao servico da alfan-
dlga no mez de marro lindo um laneo de caes
r praia dos Mineiros de cerca de v'inte bracas
di coraprimento, formando urna parle do lado
ccidenlal da bacia.
I Oulro lanco contiguo e de igual comprimento
pcar concluido al o fim do crrente anno finan-
jeiro; e acha-sc em conslruco um telheiro no
bosnio caes.
No lado oriental da bacia comesou-se a edifi-
:acao superior da parte da obra, que eslava con-
cluida at a tlr d'.igua, a qual dar, depois de
prorapta, urna exlenso de C3CS de 110 bracas,
navios e pouco mais ou menos.
Dentro de cinco raezes ficar concluida a bacia
Insiste anda o inspeclor desta repartido na
desappropriaro do trapiche da Ponte, o de una
casa, quo eslo unidos ao edificio da alfandega.
Na convieco em que eslou da necessidade dessa
medida, era consequencia do perigo, que correm
os muitos e difterentes valores rrolhidos al-
fandega pela proximidade em que lhe osla a di-
ta casa, devo esperar que vos dignareis habilitar-
me com os recursos j solicitados pelo meu il-
lustrado antecessor, para a compra ou desappro-
priaco do predio de que se trata.
Alfandega de Pernambuco.O inspector desta
reparlico pondera ainda a necessidade da cons-
truccao de algumas obras, de parte das quaes vos
deu noticia o relatorio anterior, e de que muito
depende a seguranca dos armazens e depsitos, e
Alfandega do /lio Grande do Norte.Iteconhe-
cendo-se a conveniencia, que rosullava fazen-
da do realisar a compra de um pequeo predio,
que na provincia do llio Grande do Norte servia
de alfandega, o de que se pagava excessivo alu-
guel, foi este contrato elTeetuado no exercicio
lindo pela quanlia de II6IO5, despendendo-so
mais 110 ruesmo exercicio cora obras indispensa-
veis para diir ao dito predio as proporcoes con-
venientes, e com urna ponte de descarga, a do
70g560 e no correle cora a coniinuuro das
mesmas obras c reparos a de 182$.
Alfandega do llio Grande.Su provincia de S.
Pedro continuaran! na alfandega da cidado do
Rio Grande is obrasde que tratou o ultimo re-
,?eS^d,aCp^M,l-0 1? expedie"le da J Utorio. ecom as quaes' dispenderam os cofres
Sao ellas urna nova co- \ puhlicos no exercicio lindo a quanlia de ris.... ..
0:444#9S5, achando-se autorisada no rente a
em 18581859 um augmento de 322 navios o
98.474 toneladas entradas e de 206
56.339 toneladas sabidas.
A andeira nacional tomou [arle nesla navega- da Praia do Peixe. e a priraeia secriio do caes do
cao cora 416 navios, lotando 27.958 toneladas largo do Paco com cerca de 20 bracas de ex-
quanlo As entradas, e 217 navios com 32.763 lo- lenso.
neladas quanto s sabidas. Feita a compareci Desde setembro tem-se limitado o traoalho
com o termo medio do quatriennio anterior, tanto dentro, como tora da alfandega, conli-
v-se que as entradas augmtnlaram de 24 na- nuaco das obras, cuios alicerces i estavam lau-
vios, havendo urna diminuico de 3.881 tunela-- cados.
das, o que as sabidas cresceram tambem de 11 Para a concluso da
ou 3,3$ e que o do lermo medio dos cinco exer-
cicios anteriores na de 35,65O:744g000 ou 17,9$.
Mas comparadas separadamente a importaco e a
eiporlaco, v-se o seguinte."
e ^^SlS^SiSm^^^ 'SZtt a"SrS e P>PS-o das dividas
%ZLZZ^^%!**Xffi*? Pasivas do estado. A; labella n. 65 demonstra
navios e 507 toneladas.
Navegaco de grande cabotagem. l'iguram,
nas entradas do exercicio de 581859 3121 na-
vios com 493.297 toneladas, u nas sahidas 9060
navios com 477.567 toneladas. Relalivamenld
ao termo medio do quatriennio appnrecem as se-
guinles dilTerencas : nas entradas menos 88 na-
vios e mais 763.078 toneladas, e nas sahidas me.
nos 85 navios e mais 69.720 toneladas. I Tabella
n. 63 )
COMMERCIO COM O RIO DA PRATA.
Importaco. O valor da realisada no exerci-
cio de 18581859 foi de 5. 07:252jf000. maioi
que o de 18571858 na importancia de 905:442
e que a dos cinco exercicios. anteriores ua d'
1.028:129.
Exportacao. Esle movimenlo que so opo-
rou em 18581859 sobre o valor djf 5.5l6:89j
foi menor que o do exercio de 18571858 na im-
portancia do 667:688$; mas corapaiado com 1
do lermo medio dos cinco anteriores aprcsuuli
una dill'eronca para mais de 5:23:087.
Heexporlaco e baldearn. Eslas operacoe
em 18581859 fizeram-se sobre o valor de' .
de80i:40t, menor de 937:876 que o do exer-
cicio anterior e 310:791 que o do termo medio
do ultimo quinquenio.
Navegaco Era 18581859 enlrararo570
?wvai's Com 37:143 ''meladas, e salnram 353 con)
94.212 toneladas. Feita a comparacio com
exercicio anterior, houve quanlo s' entradas
augimnio de 35 navios e diminuico de 32.816
toneladas, e quanto s sahidas augmento de 8
navios e de 24.860 toneladas.
A bandeira nacional leve parle nesle movi-
menio com 388 navios medindo t7.973 toneladas
nas entradas e 184 com 47.742 toneladas nas sa-
2S que deixa V8r S0Dreo exercicio de 1857
1858 um augmento nas entradas de 57 navios
e de .1580 toneladas, e nas sa didas de 38 navios
e de 3i.475 toneladas.
Estes tactos conslam da labe.la n. 64.
LOTERAS.
A adminislraco das lotrias parece que deve
estar a cargo do miuisterio da fazenda, nao s
porque por elle deve correr sua fiscalisaro, mas
tambem e principalmente porque importa a rre-
cadacao de um verdadeiro imposto, parte do
qual consfilue renda do eslado.
O pagamento dos premios dos bilhetes nao
aprosontados exige a conservarlo de urna grande
quantidade de livros de talos por longo lempo,
e a mor parte das vezes sera utilidade. Seria'
conveniente sujeitar esta classe de deposito s
disposires das leis de presa ipcao das dividas
parte das obras per-
lenceutes ao minis-
terio da fazenda
raister ainda a quan-
lia de.............. 2,052:5559500
Para a dos ministerios
do imperio, mari-
nha e guerra......1,723:250*000
Tolal.................
Da somma deve de-
duzir-se :
1. O material em ser,
na importancia de
2." O que deve des-
pender at o fim
de junho..........
Total que deve dedu-
zii*-se..............
Differenca ou somma
que s lem de des-
3,775:8055O0
200.000JOOO
250:000ft000
45OjOO0S00O
pender
futuros
nos anuos
3,325:805500
ro iirwn^fttitf^ u j" 4U aie a,a al oe oezembro do anno passado
tenores de 103,855 6149000, houve pcus urna di- mnnrtava om 9a,iQ*s'<' cnm a i""uo
thesoureiro linha dado conta ar ossa poca.
O abuso das loteras particularas nao tem ces-
ado : sao de mister promptas e eflloazes medi-
da rea- revisla e reformada.
O aviso do 8 de fevereiro
(Tabella n. 66).
O engenheiro respectivo exige para sua con-
oluso dentro do triennio ptuxiiiiu a COU3lgoacaO
annual de l.lf8:601}830, a saber : do minislerio
da fazenda a de 500:851966I e por parto do mi-
nisterio do imperio a de 369.533943.
Com eslas obras tem-se despendido no corren-
to exercicio a quanlia de 346:2288305, restando
apenas do crdito aberlo pelog 26 do art. 7. da
lei n. 1.040 de 14 de setembro do anno prximo
passado a quanlia de 53:771695, c no exercicio
flndo a de 552.118J896.
Obras internas da alfandega da corte. No
anao quo decorreu de abril do 1859 at o pre-
sente deu'se comeco construccao de 17 pegues
hydraulicos no pessimo terreno em que perma-
neca a amiga ponte da descarga, dos quaes es-
lo construidos 8, que prefazem 18,432 palmos
cbicos de elvenaria, e existem 9 em anda-
mento.
Sobre os 8 pegoes terminados assentaram-se
as respectivas columnas, eslendendo-se assim o
edificio a mais urna ordera de columnas com o
travejamcnlo idenlico ao das outras ordens.
Assentou-se tambera o vigaraenlo de ferro
que liga a parede da ra do Rosario ao corpo do
edificio, repousando esle vigamento sobre sele
raobilhes engastados na mesma parede, que i
conlm os do 2." andar.
Vai adianlado o alicerce gcral que deve sup-
portar a parede que fecha o armazem na parte
saliente da doca ; e marchara regularmente os
trabalhos de excavaco, a que se tem procedido
para destruir a parte do amigo caes contiguo
ponte de descarga ; lendo-se j conseguido abrir
urna cava de 182 palmos de comprimento, 14 de
largura e 16 de proundidade.
Acha-se elevada a construccao das paredes de
canlaria altura do 2." andar na fachada em di-
reegao i ra do Rosario, e tambera em tres
membros da parede sobre o caes. Esta obra,
que lem estado paralysada desde que se nomeou
berta, e travejamcnlo do anliao convento, e do
tnndeir.imcnio .lo impiche velho, todos sobre ma-
neira arruinados pela acelo do lempo ; o cnlrn-
mento do pateo extremo da alfandega como mel
mais efficaz. nao s de facilitar o transporte como
de cautelar c prevenir o apparecimeuto de loda-
oaes e aloleiros que no invern lano dilficullam
o accesso e circulaco dos vehculos c pessoas
em toda a fenle do edificio ; a conslrucgo de
nina rampa que se presto a commoda e prompla
descaiga c conferencia dos gneros de estiva des-
pachados sobre agoa ; o acrrescentamenlo nao s
da casa do expediente, era consequencia do gran-
de desenvolvimento, que tem tido a importaco
naquella provincia, atim de que baja o espaco
preciso para a accomraodaco e exarae dos volu-
ntes na sala da abertura, como da ponte de des-
carga al a frente do edificio do lado do norte; e
finalmente, alm da construccao de novos arma-
zens, e da collocac.o de trilitos de ferro na ram-
pa interna, para que lenha a alfandega as pro-
porcoes convenientes, e nao seja interrumpido o
transporte dos vulumes para o pavimento supe-
rior na estaco invernosa ; a ccsso alfandega
do trapiche do algodo ao serviro do consulado,
edificando-se em subsiituico, com as propor-
coes necessarias, um culro no terreno nacional
situado no Forle do Mallos.
Tomando na devida consideraco a convenien-
cia das obras reclamadas, ordeni em 3 de abril
ultimo, que se precedesse ao oresmonto de cada
urna dellas, autorrsando ao mesmo lempo a des-
peza de 2:9373200 com obras, do que careciam o
trapiche e o armazem n. 5 ; e a de 614*760 com
reparos dos eslragus que soll'reu o armazem n. 3
daquella reparlico.
Alfandega do Maranhao. O inspeclor desta
alfandega insta desde muito pola construccao de
um novo edifirio, que destinado ao servico da-
quella reparlico, possa satisfazer as convenien-
cias docommercio, e a rogul.iridade da fiscalisa-
cao da fazenda ; e apezar de se lhe hiver addi-
cionado urna sala, em que funecionava naquella
capital a extincla recebedoria, e um armazem do
arsenal de marinha, que alli exislio, insiste ain-
da na necessidade da referiste construccao, e de
aecrdocom elle eslo a thesouraria de fazenda,
e a presidencia da niosnia provincia ; accrescen-
tando agora nao ser possivel prescindir-se do
prolongaraento da pdnie do desembarque at
faaixa-mar, para que possam atracar a ella em-
barcares de pequeo calado, e se Eseam as des-
cargas com a indispensavel facilidade e promp-
tido.
Nao podendo comportar os actuaes recursos do
thesouro a despeza necessaria para a construccao
de um edificio nas condir.es que reclama o co'm-
mercio da provincia do Maranhao, c nem desco-
nhecendo ao mesmo lempo a insufllciencia da
casa, em que tem funeciondo aquella reparlico,
nao so pela notavel deficiencia das accommoda-
ces precisas e grande distancia em que se acha
da ponte do desembarque, como porque ligada
pelos fundos a predios particulares, torna irapos-
sivel a inspeceo, que no interesse do commercio
e da fazenda tanto recommendam as disposices
em vigor, procurei melhorar de algum modo as
suas proporcoes, dirigindo-me an ministerio da
acerca da cesso era favor da dita alfandega da
parle do edificio, em que naquella provincia
tuneciona a capitana do porto, o mesmo que ser-
vio de arsenal de marinha, no intuito de facilitar
pela siluaoo, em que elle se acha, entre a alfan-
dega e a ponte de descarga, o transporte e de-
posito das mercadorias ; u mandando entretanto
proceder ao orcamenlo do prolongamento da
ponte do descarga al a baixi-mar, o qual acabo
de receber na importancia de 193:021750, des-
peza para a qual cont me habilitareis convenien-
temente.
Alfandega do Para. Ficaro concluidas at
junho do crreme anno, segundo informa o ins-
pector da respectiva alfandega, as obras internas
dessa reparlico, de que lendes conhecimento
pelos relatorios anteriores do minislerio a meu
cargo. No exercicio flndo de 18581859 custa-
rara ellas ao thesouro a quanlia de 32297J590-
e no corrente j conhecida a de 8:303721 por
10n.18 "o "edito para isso aberto, na importancia
de 15:912j000. Dando-se grande differenca en-
tre o orcamenlo remettido pela thesouraria de
fazenda dessa provincia e as proposlas aposen-
tadas, e favoravelmente informadas pela mesma
thesouraria para a construccao de urna ponte de
pedra e de desembarque da referida alfandega,
por ordera de 18 de fevereiro ultimo mandei pro-
ceder a novo orcamento.
Alfandega do Cear.Esli concluidos os Irl-
Inos de ferro, para cuja construccao, como sabis,
concorreu tambem a gencrosidade do commercio
despeza do 2:01860O.
Alfandega de Porto Alegre.Pequeos reparos
saTutoram tambera no 1" daquelles exercicios na
alfaqdega do Porto Alegre na insignificante sem-
ina do 1365920. e foi concertado, um barracao
do que se nao pode prescindir no barra de Dru-
guayanna pela somma de 3:55lgS70. e construi-
da urna casa para a guarda da respectiva alfande-
ga, medanle a pequea despez da 160.
Alfandega de Mbuquerque.O presidente da
provincia de Mallo-Grosso, continuando a instar
pela necessaria autorisaco pura a conslrucco
de urna a|ndega em Albuque'rque, alienta" a
reconhecida incapacidade da casa em que alli
tem funeciondo aquella reparlico, remeltcu l-
timamente urna planta e orrame'nto com propor-
coes, que entend superiores, assim s conve-
niencias e condires do commercio c da fiscalisa-
co naquclle poni, como aos acluaes recursos
do thesouro ; em consequeucia do que tive de
conferir-lho a faculdade, que me pareceu sulli-
cienle, para a simples construccao de um arma-
zem de alvenaria para a recepto, e deposito das
mercadorias, aulorisando ao mesmo lempo a des-
peza com essa obra de 10:000 no corrente exer-
cicio, e oulro lano no seguinte ; e recoramen-
dando-lbc a reraessa do plano c planta do dito
armazem, cuja construccao deveria effectuar-so
em lugar apropriado, eniuto e beira do rio.
Palacio da presidencia da provincia de S. Pau-
lo.Ho exercicio de 18571858, segundo sa v
do relatorio do anuo passado, foi consignada para
as obras deste palacio a quanlia de 21:363990
no de 1858-1859 a de 16:000 e finalmente 110'
corrente a de 5:26510O.
A despeza ellecliva monta a 22:271^550.
A abertura nao s desses crditos, como de
oulro ds importancia de 16:396 no exercicio de
185657, conla do qual despendeu-se nica-
mente a de 5:595830, moslra que o syslnma
adoptado para reedilicar-se o palacio foi fazer-se
a sua reconstruyo parcialmente, pedindo-so
crdito por cada porro de obra.
Esta suposico ach'a-se confirmada pela cir-
cunstancia de ter o presidente da provincia soli-
citado novo crdito da quanlia de 20636000 no
exercicio corrente para conlinuacao da obra.
Sendo porm muito inconveniente um tal sys-
tema, mandei sobre'star na abertura do novo
crdito, o proceder a um orcamenlo da despeza
tolal que podiam custar os reparos e obras de que
podesse anda carecer o palacio para a ua re-
conslruccao.
Ja chegou ao thesouro esse orcamenlo, e sua
importancia de 19:100040.
Faculdade de direilo de S. Paulo.Nao ha-
vendo no edificio da mesma faculdade urna sala
propria para a colloro dos graos, o respectivo
director mandn fazer o orcamento da desoez*
necessaria para sua construcro, a qual foi cal-
culada em 9:5225600, e sujeilon-o approvac
do governo que ainda nada resQheu a tal res-
peilo.
Valacioda presidencia de Sergipe.No exerci-
,,0d.e n^r71859 abri-sc um c,edil a quan-
lia de 20:0005 para conslrucco dal'seccao da
obra do palacio da presidencia ; mas. le'ndo-so
dispendido smente a de 6:250, annulou-se o
restante, sendo por isso preciso abrir oulro, no
exercicio corrente, pela quanlia de 12:500 por-
que foi arrematada a mesma obra
Tambem no exercicio corrente abrio-se um
crdito de 25:545850 para conslrucco da 2a-
seccao visto ler o presidente declarado que
pretenda dar cornejo a ella.
Pelo que respeila a 3" seceo, foi oreada pri-
mittivamenlc a sua despeza era 46:0O4584 re-
conhecendo-sc porm que o plano necessilava ser
alterado, porque convinha converlcr em sobrado-
todo o pavimento superior do edificio, em lugar
de limilar-se esse sobrado to centro, como pri-
raeiramenie se linha projcclado, nao s para
maior aformoseamento, roas tambem para pro-
porcionar melhor commodo, e poder conter al-
gumas repartirles publicas,',o presidente mandn
deZe3^3n29(te5050ame'll0 q"al d a imPortanca
Preveniente o governo resolver o que' julgar
conveniente acerca desle assuraplo.
A acquisieao do torreno em que se est edifi-
cando o palacio lem encontrado alguns embarocos
por ser litigioso o dominio que a elle pretender
ter nao s os herdeiros de D. Clara Anglica, co-
mo tambem o Dr. Antonio da Silva Daltro.
Se com effeilo o terreno quesliooado fr abso-
lutamente necessario para o edificio, sobre o quo
mandei ouvir ha pouco a thesouraria, o governo
lomar as providencias que forera precisas para
que a compra se effectue com toda a seguranca
11 rfti\/n
Mi mi Ano


.'

Obras da nova casa da moeda.O contrato pa-
ra a odifiraco da nova casa da moeda remellido
directora eral do Contencioso por aviso do 14
de junho do 1858, foi assignado em 3 do julho
desse mcsmo anuo.
Por aviso de 19 de oulubro do 1858 nomeon-so
un engcnheiro tiscal, o I)r. Jos Carlos do Car-
valho, a quem so remetleu a planta e o contra-
to, ordenando-se-lhe por essa oecasio qoe de-
marcasse o terreno.
O empresario, na forma do contrato, tirina de
-propor as .jlleraces no plano primitivo, de que
trata a condco nona, o submetleu essas alte-
rares decisao do governo, sendo remetlidos
ao scal por aviso de 4 de novembro do 1853 os
planos em numero do nove.
Demarcado o terrieno, ordenou-se ao fiscal que
o entregasse ao emprezario, a quem foi declara-
do quedo enlo em dianle foraeearia acorrer
o prazo do tres annos da coudicao" decima sexta
do contrato para promplficacao das obras.
Por aviso del." do fevereiro do 185!) o meu
antecessor nomeou urna commisso para exami-
nar se os planos presentados pelo engenheiro
scal prcenchiam ascondieoes do contrato.
Esta commisso, modilitada em seu pessoal
pola ausencia do eapilio Monoul de Araujo Porto
Alegre, c composta boje do Dr. Francisco Antonio
Itaposo, engonlieiro scal, Dr. Candido de tere-
do Coutiiilio, major Francisco Primo de Souza
Aguiar e capito Epiphanio Candido do Sou/.a l'i-
tanga, apresentou os seos pareceres em3de de-
zembro de 1859, e em 2 de abril ultimo.
Por um parecer lavndo om 30 de dezenibro a
-commisso approvou o plano dos empresarios,
qiianto cdicaro das officinas o da casa das
caldciras, propondo, em 11 artigos, algumas dis-
posicoes que convinha adoptar, as quaes Coram
per mim approvadas.
Em 4 de margo de 1860 ( dala do parecer que
ocowpanhou o oficio de 2 de abril ) opinou a
commisso que (cassem prejudicados os dese-
chos do governo sob ns. 2, 3 c 4 e os dos empre-
devem ser divididas
gramma.
duzrr um copia, podein ter iiivesiusad.is mi es-
maltadas antes da appli.caeao antes da carnada sen-
muilisadora : do oulro modo, o veruu ou esmal-
to pode ser posto sobre o copia terminada antes
de a passar pelo fogo.
A priuioira preparaco insiste sua npplcaco do
seguinte mixto, depos de fazer limpar perfeita-
menle as placas.
Preparam-se separadamente duas soluces se-
gnndo as seguinles formulas .
o"! ^T^03 arbica4 gramas e 60cntimos.
Solueo saturada de bioromato de potassa30 '
grammas.
Ambas estas substancias
a fri.
N. 2-Celalino-l
Agua30 ditas.
Solueo saturada do bioromato de potassa3
grammas, e 50.
Disaolvida a gelatina era bauho maria, dopois
de fri, ajunta-se-lhe o bioromato, Bem mis-
turado, e passa-se por um filtro.
Da dissolucao di goma arbica tomam-se 11
parles, da gelatina 5, e jouta-se-lhe 5 partes da
agua distillaJa. Addiciona-se a outra mistura o
melde abelhas, [10 gotas por 3 grammas). maso
mel devo ser diluido n'utne pequea porco da
agua.
O mixto sensibilisador assim composto deve
ser aquicido brandamauto n'um banho-maria,
mechido compassadamcnle e filtrado por urna'
mosseliua fina.
A substancia, na qqal so quer tirar a copia,
vidro, opala, porcelana etc., deve ser ligeiru-
menle aquerida ; dopois cstendese-lhe urna
quantidade sufficiente da solueo supra-indicada,
do mesmo modo porque se cstende o collodio nos
espelhos, deixa-se correr o liquido excedente e
seca-se gradualmente diante do fogo.
A carnada devo ser igual, urna copia bem pro-
nunciada oblda no collodio, papel os alumina,
deve ser posto em contacto com a superficie, as-
sim scnsibilisada ; depois expoem-so ludo a la,
DIARIO DE PERNA1MUCP. SEXTA FEIRA 6 DE JULHO DE
1860.
Appellante, Theodoro I!, Dubus; aupeltadv,
Domingos Henrique de Oliveira.
Mandou-se dcscer os autos para o juiz inferior
para se avaliar a causa e pagar-se ou averbar-se
a (lumia.
E nada havendo a tratar-se, o Sr. presidente
encerrou a sesso.
JURY DO RECII'E.
3' SESSAO EM 5 DE JULHO.DE 1860.
PretidenciadoSr. Dr. juiz de dirtito interino
da primeira vara criminal Francisco de Arau-
jo Barros.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldi-
no de Gusmo Lobo.
fscrivao interino o Sr.
reir de Oliveira.
"_**** po,s' o 1"*! 'o uno, d va ao ll
Sr. Dr. Pereira do Carmo, abaixo de Dos, a v
de minba
Hu-
ida
ntonii Joaquim Pe-
ju-
yarios sob ns. 1, 4. 5, 6, 7, 8 c 10. aquelles pe-1 '10 su' ^uanto for possivel. A duraco da ex-
las corrccces que foi iudispensavel fazer-lhes, e PS'a." lom grande importancia ; em iodo o caso,
estes pela suppressao das abobadas laes como | e"a "u0. Uve ser menor de tez minutos ao sol.
esto ah representadas, para seren substituidas Terminada esta operacao, urna imagem nega-
por forros do estuque ou madoira, independenles 'j*'8 mullo intensa pparecc na placa, e a cama-
dos assoallios, que devem ser assenlados sobre
vigas armadas, sendo certo que com estas sup-
presses oblove-se urna considerav"el reduccao
na despeza da edificieo.
da sensivel 6 impressiouada muilo raais rigoro-
samente do que quando se serve da carnada da
gelatina.
Por esto processo preparativo que torna as co-
Em harmona com estas modifica yo es no plano P'as inalteraveis, adorna-se toda a porcelana, se-
vai a obra progridindo regularmente e para que guindo depois a pratiea da pliotograpliia j sa-
clla nao sollra embaraces ou demora na sua | bida> e empregada sobro iguaes substancias, mas Franciscoi dei Pnho BorKes
parcha, o governo ja realisou por contratos par- i sem o mcsmo resultado. Jos Caralcanti Flgucira de Mcnczes.
ticulares a acquisicao de alguns terrenos ada- Mortalidadk do da 5 do coire>tb :
A's 10 horas da manha o escr.vo procedo
chamada e verifica eslarem presentes 45
rados.
Estando impossibilitado de presidir aprsen-
lo sesso o Sr. Dr. juiz de direito a primeira va-
ra Bernardo Machado da Costa Doria, assuma a
presidencia do jury o Sr. Dr. juiz municipal da
segunda vara Francisco de Araujo Barios.
Declara este aberla a sessao, e multa on
20jj000 os seguinles Srs juizes que nao compa-
recern! aos trabalhos do dia :
Dr. Joaquim Pires Machado For'ella.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Dr. Jos Joaquim de Souza.
Sebasltao Lopes Guimaraes Jnior
Conlnuam mullados em 20i000 por cada dh
de sessao, os seguinles senhores juizes do facb
que anda nao comparecerara aos trabalhos:
Benedicto Jos Duarlo Cedrim.
Joo Antonio Ribeiro.
Manoelde Souza Ferrcra.
Antonio Jos Teixeira do Castro.
Francisco Joaquim Cardoso.
Jos Francisco de Mello.
Antonio Jos de Vasconcellos.
Joaquim Luiz Viriles.
Manuel Jos Baptista
Mermes Carneiro Machado Ros.
Jos Antonio de Oliveira e Silva.
Manoel Jos da Silva Loite.
Joo Ilibeiro Guimaraes.
Joo Carneiro da Cunha.
Wvoi regada.......
Chifres-......
Cocos seceos.......
Couros debui salgados .
dem dem seeeos espichados.
rm; e na impossibilidade de mani-
iesiar-llie a mmha gratido por outra manoira
pois que nao quiz elle receber a minina paga d
seu trabalho c nem poderla cu pagar-lho lo
Ei ?* ,<;o ma des,e eslemunKo nu- ; ~ """ "
blico de mmha gratido para com S. S., pediu- Ideraidem v.erdes
do-lhe ao mesmo lempo desculpa de offender '
com sso a sua modestia.
Tambera me merece particular estima e eter-
no reconhecimeiilo o Illm. Sr. Dr. Joo da Silva
llamos, quo so prestou gratuitamente s duas
conferencias o algumas visitas, e que portanto
leve lambem parle no feliz xito da cura de nii-
nha estimada irma
Queiram, Srs. redactores, dar publicidade a
esias toscas, porm sinceras linlias, em signal
de mmha eterna gratido ao3 dislinctos medcos
cima ditos.
Seu constante leitor
., J AMnio Augusto Ferreira Lima.
Recife5de julhodo 1860.
PublicaQes a pedido.



libra


dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Doce de calda......libra
dem de Goiaba .....
dem seceos...... >
Espanadores grandes. um
dem pequeos......
Esteiras de preperi .... urna
Estoupa nacional.....arroba
Farinha de araruta ....
dem de mandioca .
Feijo........
Fumo emfolhabom .
dem idera ordinario. .
dem idem rcstolho .
dem em rolo bom .
dem idem ordinario. .
(iomraa polrilho.....
ipecacanhua.......arroba
ceuta
alquere
alqueire
arroba
3gOUO
5$000
4J0O0
260
400
165
300
10JOOO
500
400
1$000
3S200
1J600
300
lg600
3g000
3$000
7^000
(3;
Joaquim Salvador Pessoa doSiqueira Cavalcanli
da quantia de 80:600, por anno ^'
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
Madeiras cedro taboas de forre.
cada anuo, como racaVkao^artig'o'! LUr0 Pranelloes de 2 custados
is a indemnisaco das despazas feiTas Costad julio. ...*..,
adji
cenlui necossarios para o edificio, evilando-ae
assim o longo e dispendioso processo da desap-
propria^ao.'
Muitas ihesourarias de fazendn carecem de
edificios proprios;e o Estado paga a particulares
nao pequea Bomma pelo aluguel de casas para
estas repartigoes. A da provincia do S. Pedro
contralou
Geneveva Rosa, branca, soileira, 56 annos, gas-
iro enlerite.
Francisca Bebiana de Freilas, preta, viuva, 60
annos, hidropesa.
Julia, branca, 6 mezes, clempri.
Jesuina Pule Itera Baudcira Lima, branca, sol-
teira, 23 anuos pneumona.
Joao Filippe C!ivalcantt.
I Joao Coelho da Silva.
| Francolino Carneiro do Laccrda.
Pedro de Alcntara l.yra.
Dionisio Solero Pereira.
Dr. Francisco do Reg Barros de I. cerda.
Manoel Ignacio da Silva Teixeira.
Francisco de Amorim Lima.
ltimamente o aluguel de um predio Anastacia, parda, soileira, 29 annos, tubrculo I Antonio EraVdio Ribeiro
nv nmt iiintii f..,I-i niianlla ,t.. i:.iliuUiulil IlllIriilHl ir I .. .' n
para o seu expediente pola quantia de 6:0005000
aiuiiiaes.
Coneerlos c reparos dos proprios nacionaes.
Este artigo lein-so tornado a JoDte perenno de
despezas a cargo do ministerio da fazeuda. Ha
grande numero de predios applicados ao seu sor-
vlce, que constantemente, como natural, re-
queren colicortos e pequeos reparos. Alem
destes ha os edificios arrendados ou alugados,
quando os locatarios nao se obrigaiu por contra-
to a lars despezas.
Depois de certa poca se lem querido por a
cargo do referido ministerio a coiislrucc.o dos i
palacios das presidencias c os coneerlos e repa-
IOS de todos os edificios applicados ao uso e'
Service dos ministerios do imperio e da juslica,!
e de feito a conslrucco do palacio da presidencia
de Sergipe, os grandes coneerlos dos palacios
das do Para o S. Paulo, os accrescentamenlos do
de Pernambuco, os reparos dos da provincia de
Santa Calharina, Espiriio Sanio, Alagoas, Para-
laxi, Cear HaranhaO, Piauhy, Minas Geraes,
Goyaz o Matlo-Grosso, c os coneerlos das casas
em quo funecionam as faculdades de diruto ele.,
temcorrido por conta delle.
Nesla regra os proprios ministerios do imperio
c da juslica fazem excepces, tomando a si os
coneerlos de alguns edificios a seu cargo, e os
ministerios da marinha e da guerra sempre, sem
iiilerriipno algunia, por sua conta os fazem nos
de seu uso.
No meu couceito cada ministerio deve ter os
meios de facer face despeza da conslrucco e
coneerlos dos edificios a seu cargo ou feitos para
sru uso e serviro, e querdeste quer d'outro mo-
do misler que se fixe una regra invariavel.
Se todo o peso da despeza, proveniente dessas
obras, deve recanr sobre o minislerio da fazen-
da, cumpro que a verba respectiva seja elevada,
c ueste ponte iienhuui calculo se podo olfercccr
para base do orramenlo. Sao imprevistos os
dainos que sofriera os edificios, porque sao o
efleito do lempo, c de
narias, e a demora da sua reparaco produzir
jiiaior perda o dispendio.
Junto a este relatorio as tabellas ns. 6" e 68
das quaes demonstra a Ia a despeza cffoetivamen-
te feita pelo ministerio da fazenda no municipio
da cuite o provincias por conta do rdito volado
para obras no exercicio de 185S1S59, c a 2* a
despeza com o mesmo servico no corrente exer-
pulmouar.
Lucinda, preta. 13 anuos, escarlatina.
Maria, preta, escrava, 24 horas, espasmo.
Joanna dos Santos Coulinho, parda, viuva, 50
annos, tubrculo pulmonar.
Antonia dos Aojos Paula Marlins, parda, 12 an-
nos, escarlatina.
Anglica, preta, soileira, 40 annos apoplexia.
Servulo Francisco Joaquim, pardo 8 anuos anar-
zaca.
Antonio, preto, escravo, solteiro, 32 annos, gas-
tro intente.
Joo Fortum, brauco, solteiro, 35 annos, desas-
trosamento.
Jos Maximiano Soares de Afeitar.
Joaquim Francisco Duarte.
Manoel Lopes Rodrigues.
Manoel Gongalves da Luz.
Joaquim Silvero de Souza.
Flix Joaquim Domingues.
Francisco Jos Duarte Caraarco.
E' dispensado de servir na presente sessao e
relevado das multas em que incorreu, o Sr.
Jos Alexandre Ribeiro.
E' submettido a julgamenlo o escravo Joo, ac-
cusado de haver assassnado seu senhor Joa-
quim Antonio dos Santos no alto aiar, em urna
Benedicto, preto, escravo, solteiro, 0 anuos tlii- i jgaila de pescara que conduzia ,'. elle reo e ao
sico.
Passageiros do hiate braziieire Gratido,
vindo do Aracaty.A. L. Pereira da Silva, Joo
J. Bolelho c 1 escravo.
Matadouko plblico :
Mataram-se no dia 5 do corrente s51|2 horas
da larde, para o consumo desla cdade 43 rezos.
Hospital de caiudade. Existem 60 ho-
raens e 56 niulheres, nacionaes ; 7 homens cs-
trangeiros, e 1 escravo, total 125.
Na totalidade dos doenles existem 37 alienados,
sendo 30 mulhtres e 7 homens.
Koran) visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto s 8 horas da manha, pelo Dr. Dornel-
las, s 7 horas e 3[ da manha.
CHR0N1CJUUUICIARIA.
TRIBUNAL DO
SESSAO
COMMERCIO.
EM 5 DE JULHO
ADMINISTRATIVA
DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. SU. DESEHBARGADOR
SOUZA.
As 10 horas da manha achando-sc presentes
circunstancias extraordi- os..brs- ^'l'utados Reg, Basto, Lentos e Silveira,
o sr. presidente declarou aberla a sesso.
For a m lidas e approvadas as actas das ulti-
mas sesses.
. Leu-so o seguinte
EXPEDIENTE.
Um ollicio do Bxm. presidente da provincia,
de 4 do correle, aeompanhado do copia do avi-
so do ministerio da juslica do 16 do junlio proxi-
Cico, e a effectuada, conhecido at boje no tho-
souro justificando ambos a que cima deixo ex-
poslo e o augmento de crdito pedido ao exerci-
cio de 1611362.
[Continuarse-ka.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Convinha que se publicasse logo ser lugar de-
signado para despejos o espaco que fica entre o
edificio da thesouraria provincial e o caes, afim
de que nao apparecam anda escrpulos de dei-
torem all todo o lixo que haja por essas casas.
Ja nessa localidade ha bastante somma d'elle,
um pouco mas ha do por certo embellecer mais
alguma cousa e completar o mosaico.
- Por portara da presidencia de hontera, foi
nomeado promotor publico da comarca do Boni-
to, o bacharel Jesuino Claro dos Santos e Silva.
Chamamos a altencao do Sr. subdelegado
da Boa-Vista para duas asas ou bordis de pro-
tos, que existem nauuella freguezia.
mroruidiu-uwa <{a i..es t)nuR>iiiuitiu>J uir>
tcm um no becco do Tambi, c o oulro na ra
Velha ; e n'elles abriga-se quanta infamia se
pode conceller com offensa flagrante da moralida-
de publica e dos bous costums.
Por acto do governo imperial, foi nomea-
do agente do correio na villa do Ourioury Do-
mingos da Silva Saldanha, por haver sido demit-
tido Manoel Francisco de Souza Peixe
Acha-se reslabelecdo o maslro do telegra-
ph, que partir ha pouco.
F.1 de asperar que d'agora por dianle soja o res-
pectivo serviro feito com a regularidade pre-
cisa. '
Foi declarado pelo ministerio do imperio
que o Sr. Chancellcr do consulado francez nesla
cidadee competente para encerregar-se do servi-
co postal de sua naco.
Essa faculdado ira cada pelos termos por que
se procede para cora a agencia da real componhia
bntaonica.
Mr. Brunet, professor de scencias naturaes
do
go
cional.
Falleceu lionteni o Sr. Manoel Antonio da
Silva Antunes, negociante de fazendas com loja
na ra da Cadeia do Recite, deixando urna nume-
rosa familia.
O fallecido era pessoa notavcl na sua fregue-
zia, onde oc;upava lugares de eleigo popular.
Por portada de hontem foi concedida a do-
missao que pedio o bache.rel Luiz de Albuquer-
que Marlins Pereira do cargo de promotor
publico da comarca do Bonito, por ter sido no-
meado secretario da provincia da Parahib, sen-
do nomeado na raesma data para o cargo qa va-
gou o bneharel Jesuino Claro dos Santos e
Silva.
J'or portara de hontem foi concedida a do-
missaoqne pedio Francklira Jos de lloara Pcgi
do lugar de guarda da 1.a classe da alfandega."
Photocraphia. Muilos experimentadores
teem j pretendido applicar a pholographia ao
ornato da porcelana. J se tem imaginado va-
rios processos para realisar esta applicaQo, e na
expsito universal de Paria j appareccram al-
guna resultados interessantes. Todava at ago-
ra anda nao appareceu methodo algum, verda-
deiramento praticavel.
Ullimamenle, porm, foi apresentada a socie-
dade photographiea de Londres por M. J. Wejard
a seguinte invenco, que parece derer preencher
o fim, que se pretende.
As placas de vidro, de porcelana ou d'outra
qualquer substancia, sobre as quaes se quer pro-
mo lindo, ordenando a remessa de una rclaco
dos registros de embarcaroes vendidas, thesou-
raria do fazenda.Accus'e-se a recepco e cum-
pra-se.
Outro do director gcral da secretaria de estado
dos negocios da jusliea. aeompanhado de um
| exemplar do ndice Alphabetico do desembarga-
dor Joo Joaquim da Silva. Accuse-se a recep-
co e arehive-se.
Um ollicio do secretario do meritissimo tribu-
nal do conunercio da capital do imperio, de 18
de junho ultimo, aconpanliaiido a rclaco dos
negociadles que se i^aricularam no mesmo tri-
banal, durante o mez de niaio prximo passado.
Accuse-se n recepco e archivo-so. i
Foram presentes os" raappas dos trapiches Pe-
lourinho e Barbosa, relativos ao semestre findo.
Archivem-se.
ofiendide.
Procedendose ao sorleio docon-olho. sao re-
; rusados pelo ministerio publico, os seguinles Srs.
jui/.es de fado :
Claudno da Silva Ferreira.
Antonio Josa Pacheco e Silva.
Francisco Burgos Leal.
Antonio Jos Conrado.
Sabino Bruno do Rosario.
Domingos Nunes Ferreira.
Manoel Polycarpo Moreira de Azcvjdo.
Dr. Jos Sergio Ferreira.
Sao recusados pelo advogaJo do -o, o Sr. Dr.
Americo Nelto de Mondonga, os Srs. juizes: "
Dr. Rufino Augusto de Almeida.
Tenente-coronel Joo Valenllm Vi lela.
Dr. Joo da Costa Ribeiro Machado.
Jos Maria Seve.
O conselho de julgamenlo comf e-so dos si-
guiles Srs. juizes de fado :
! Joaquim Jos Baptista Jnior.'
Francisco Vellozo da Silveira Telles.
| Joo Jos da Cruz Muniz.
Jos Baptista de Castro e Silva.
Faustino Jos dos Santos.
Manoel Ignacio do Oliveira.
Francisco Rodrigues Lima o Silva.
Joo de Sequeira Campello.
Manoel Coelho Cintra.
Joo Manoel Ribeiro do Coulo.
Genuino Jos lavares,
Deferido ao conselho o juramente dos Sa los
Evangelhus, deferido igual juramento ao Ma-
dor do reo, de advogar bem o sinceramentoos
direilos de seu curatc-lado.
Em vista da decisao do jury, o Sr. Dr. prei-
donte absolve aoro e apella da ser tenca pan o
tribunal da relaco.
protesto.
. O abaixo assignado, socio de industria da so-
ctedade em commandila Amorira. feria, Guerra I
0 b. que linha por objecto o estabelecimento i
nesla capital de urna fabrica de lecidos de aleo- i a em acliaS Brandes
dao. lendo jus, pelo art. 14 do contrato social Idem idem pequeas.
Percebe, treentos mil res mensaes titulo de I dem em toros. .
honorarios c mais um por cento de commisso
correnle'de -*- -^ *** """^ e^ot*uiu no
e aiuda ma
pelo abaixo assignado com pagamento de Iraba-
lliadores e compras de utensilios e de oulros ob-
jectos na importancia de 442J840 autorisado pelo
'I.iJ.l2. rST c.WI,lrl i ,! wmo se esleja pro-
tedendo liquidacao particular, sem autoritario
jem presenc-a da autoridade competente, o abai-
xo assignado ven protestar Dla quantia de rs.
2-9203000
Honorarios devidos do 12 de novnm-
brode 1855 12 de julho de 18.36.
c- dol de abril 22 de maio de
1858 prefazem 9 mezes e 22 das,
30ftKK).
E pelasdespezas de compras de ulen-
silose mais objetos, na impor-
tanci. de

,-- ,-----r..v .vui a raid (
ffi tTP2El? nafla da sess6es da "M
junta, no da cima declarado, pelo moiu dij
cornpelenlemente habilitadas, tendo lugar as ha-
btlilacocs no da 7 do corrente.
E para constar se mandou affixar o presente e
puqlicar pelo Diarto.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 4 dejfllho de 1860.-0 secretario, A.
r. da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumprimento das nrdens do Exm. Sr
presidente da provincia de 3 do corrente, man-
da fazer publico, que no dia 10 do corrente, vai
novamenle praga para ser arrematado a quem
mais der, o imposto de 2&500 sobre o gadovac-
cum consumido na comarca deGoianna, no Irien-
nio financeiro de 1860 a 1863, servindo de base
a arrematacao o offerecimento feito pelo licitan-
te Jos Augusto ue Araujo, da quantia do 7:000
15SO0O P[ "'" ''
As possoas que se propozerem a estas arre-
matacoes. comparecam na sala das sesses da
mesma junta, no dia cima declarado, pelo
da competentemente habilitadas, tendo lu
nabililacocs no dia 8 do crtenle
9000
7g000
16fi000
6S0O0
1 meu
i logar as
irio.
Ihesouraria
Cujo computo e de ris
442g8i0
3:3625810
E d' fado
protesta para que a todo o lempo
possaeclamar por seu direito perante o= irib-'
nacs "
pa.z contra o socio cm liquidado, ou iiaem lden
oulro quaesquer socios, e terceira pessoa : c nao '' ditas
niene protesta contra a illegitima liquidaco que [ Mel.
se esa procedendo, para a qual nao presta o seu
consnlimenlo, e nem a reconhoce; como tam-
bemconira a distribuico dos dividendos ; c ul-
limaiento pelos prejuizos e dainos causados ao
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas agulhadas.....
dem quiriz.......
Virnlilico pranchoes do dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1/2 a 3 de
largura.......
dora idem dito de dito uzuaes
dem dem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secup-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
urna
um
urna
>



um




par
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 4 de julho do 1860-O secretario. A.
r. d Annunciaco.
pe ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico
que arrematacao de una parte do sobrado d
dous andares no valor de M55JM82. silo na ra
da Guia, pertencenle a fazenda nacional, om vir-
uide de adjudicaco, nao leve efTeto no dia an-
nunciado por falla de licitantes, c por sso fica
transferida para o da 14 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 18 de julho de 1860.Servindo de of-
j cial maior, Manoel Jos Pinto.
l$60 ; Per inte a cmara municipal desla cdade
r^n .Cra P'T "os dias 6. 7 e 9 do corrente a
2000 Tff"0/0 Pomezinha do Ussa, na freitua-
i iSuvi I zlados Af"gados, oreada em 572?.
| Pago da cmara municipal do Recife, cm ses-
sao de 2 de julho do 1860,-Gustavo Jos d^
o, pro-presideule.Manoel Ferreira Accioli,
45JO0C
16j!000
5j000 I
ogooo
secretario.
.ili.ii i assignado.
Pra que chegue ao conhecimenlo de todos
fac. publico o presente protesto por este jornal
olhal. '
.'ecife 3 de julho de 1860.
Francisco Maria upral.
Mlho.....
Pedras de amolar,
dem de filtrar. .
caada
alqueire
una


um
1800.
iraca do Hecife ii de julho de
AS TRES HORAS D.v TARDE.
Cotai-m-s offlciaes.
arabios sobre Londres 25 eS51|4 d. 90 div
ambio sobre Pars385 rs. por 90 div.
lesconto de letras11 0(0 ao auno,
otardes oiciaes no da 4 de junho depois das
tres horas da tarde.
lembio sobre Paris385 rs. 90 div.
.ambio sobre Haniburgo730 90 d[v.
George PatchettYresidentc.
ubourcqSecretario.
dem rebolos.....
Piassava em molhos .
Sabio.........libra
Salsa parrilha .
| Sebo cm rama.....
; Sola ou vaqueta (meto) ,
Tapioca......
Un has de boi ,
Vinagre.......
Pao brasil......
O Dr Ernesto de Aquino Fonscca, cavallein da
ordem de Chrislo, juiz de orphos do termo da
Recite, por S. M. o Imperador, que Dos guar-
de, etc., etc.
Faso saber aos que o presente odital virem, que
i indas tres pracas desle juizo, ser arremata-
do de renda, no dia 10 do corrente. por tempo
do 6 annos, _o engoi.ho Dous limaos, sito ero,
ierras de Apipucos. com todas as suas obras-
casa de vivenda, utencilios e logradouros, sob
preco e condicoes que abaixo vao decloradas.sen-
do a base para a erremataco'as seguinles avaha-
oes devidamenle leitas :
A colheitD ou safra de capim annualmcntc na
*W quantia de 4:000* rs.,e a "
osooo
30000
280
2$500
800
9^000
arroba

urna
arrba
cento
pipe
quintal
200
120
25000
de cannas.por igual es-
$300
50-3000 j
10J000!
em taes
o ultimo a
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 5.
Ro Grande do Sul19 dias, brgu6 brasileiro In-
vesivel, de 210 toneladas, capito Antonio Al-
dino de Souza, equipagem 12, carga 10800 ar-
robas de carne; a Amorim Iruio.
Kavios sahidos no mesmo dia.
Aracalyhiate brasileiro Gratido, capito Pe-
dro Jos Francisco, carga varios gneros.
AlfaiKlegra.
lendimcnlo lo da 1 a 4 .
dem do, dia 5....."
Mi>vImento da alfandej
Voiumesentrados com fazendas .
? com gneros .
Sendo condnzido barra do tribunal oreo A-
tonio de Lima, pronunciado no arl 269 do coc-
go criminal, o Sr. Dr. juiz de direilo manda o
escrivo quo proceda nova chamaba, c verifio-
se eslarem presentes.
Havendo numero legal de juizes, o Sr. V.
presidente faz proceder ao sorleio d > novo ca-
solho de sontenca, por haver o ministerio puti-
co recusado o conselho anterior.
Procedendo-se ao sorleio sao recusados
ministerio publico os Srs. juizes de fado:
Jos Baplisla do Castro e Silva.
Joo Manoel Vieira do Couto.
Joo de Sequeira Carapello.
Joo Jos da Cruz Muniz.
po
, DESPACHOS.
Um requerimento de Francisco Goncalves Nel-
to, pedndo o registro da procuraco" quo apr-
senla. Registro-se.
Outro do Joo Jos da Cruz Muniz e Joaquim ,
Podro das Netos, pedindo o registro do seu con- -Joaqm Jos Baplwta Jnior,
trato soc.al.-Con.o requeren.. w n'linn ^ %^
_.OutrodoJos Ribc.ro Guimaraes e Joaquim fcf.f "yJ? *do, Sonuia ^lva0*
Simo dos Sanios, ped.udo lambem o registro do S?J! I?0 do ,Ro?,ar10-. .
soucontrato.-ReKislre-se. !,gU! A/?hanJ dc, l'igueiredo.
Oulro uc iredenco Lopes uimarae .Pr0Pn Mancl Polycarpo Moreira de Azevcdo.
lando a liauca dj lugar de correlor geral desla prnnc!sco Vellozo da Silveira Telles.
praca.Passe-se titulo. rauslino Jos dos Santos.
------------- |.ivhvi uc jLiniuo u.iiuraes
do nosso gymnosio, acaba de ser nomeado pelo
ge-yerno imperial adjunto viajante do museu na-
Ouliode Francisco Pereira Res, pedindo o lu-
gar de agente de leiles.Haja vista ao senhor
desembargador fiscal.
Outro de John Gals, pedindo o registro do
cotihecimoolo do pagamento d imposto dc seu
ollicio.Como requer.
Oulro de Guilherrae dc Carvalho & Companhia,
salisfazendo o despacho deslo tribunal de 22 de'
marco do corrente.Registre-se.
Oulro de Manoel Benlo Alves do Macedo, sa-
lisfazendo o parecer fiscal de 27 de junho ultimo.
\olte com vista ao Sr. desembargador fiscal.
Oulro de Jos Cypriano Anlunes, visto pelo
br. desembargador fiscal.pediido o lugar de agen-
te do leiles. Prestada a Ranea, volle.
Oulro de Domingos Alves Maiheus, pedindo o
registro do balando da casa de seus devedores
Silva & Molla.Registre-se.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIARIA EM 5 DE JULHO DE 1860.
PRESIDENCIA UO EXJJ. SR. DESEMBARGADOR
SOl'ZA.
Secretario, Julio Guimaraes.
Um quarto de hora depois do raeio-da, achan-
do-se presentes os Srs. desembargadores Villa-
res e Silva Guimaraes, e os Srs. deputados Re-
g, Leuios, Basto e Silveira, o Sr. presidente de-
clarou aberla a sesso ; e foi lida e approvada
a acta da anterior.
JILC AMENTOS.
Appellante, Manoel Antonio Vieira ; appella-
dos; os curadores fiscaes da raassa fallida de Jos
Duarte de Oliveira Reg.
Foi confirmada a sentenca appellada.
Appellante, los Rodrigues Pereira ; appella-
dos, os administradores da massa fallida de D.
Candida Maria da Silva Lima.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Vicente Jos de Brilo ; appella-
dos, D. alaria Isabel de Jess Moraes, o outros.
Juraram suspeijo os Srs. deputados Bastse
Silveira, e foi reformada a sentenca appellada.
DILIOESCIAS.
Appellantes, o presidente e directores da caixa
filial do banco do Brasil ; appellados, N. O. Be-
ber & C. c J. Keller i C
Mandou-se ouvir ao Sr. deputado Velloso.
Appellante, Manoel Jos Leite, testamenteiro
de Jos da Silva Pinto ; appellados, Jos Nunes
de Paula.
Vista aos Srs. Drs. curador geral e procurador
fiscal. r
O defensor do reo, o Sr. Dr. Ernesto Carolini
de Lima, recusa os Srs. juizes dc faci :
Jos Affonso Ferreira. \
Genuino Jos Tavares.
Co-npe-se o conselho dos segumes Srs. juil
zea de fado :
Francisco Borges Leal.
Jos Maria Seve.
Antonio Jos Conrado.
Dr. Jopo da Costa Ribeiro Machado.
Antonio Gomes de Miranda Leal.
Claudno da Silva Ferreira
Maximiano Francisco Duarte Regueira.
Agotinho Jos Ferreira dos Santos.
Domingos Nunes Ferreira.
Tenente-coronel Joo Valentim Villela.
Rodrigo Jacome Marlins Pereira.,
Joo de Castro de Oliveira Guimaraes.
Deferido ao conselho o juramento dos Sanios
Evangelhos, procede o juiz ao interrogatorio do
reo.
I.ido o processo, sesuem-se os debates.
Resumidos estes, o Sr- Dr. juiz presidente do
jury formula os quesitoa, e o conse.ho recolhe-
se sala das conferencias secretas, d'onde rol-
la cora suas respostas cm 15 minutes.
Em vista das respostas do jury de sentenca
que o presidente nomeado l em alta voz, o
Sr. Dr. presidente do jury lavra a sentenca ab-
solviendo o reo.
38:3823897
12.-800*835
51:183732
_a
126
420
------ 546
123
592
a 715
Descarregam hje 6 de julho.
Barca americanaBrasiloira=l'arinlia do trigo.
Rrigue francezBellf>mcarvo.
Escuna iuglezaBellmercadorias.
Patacho portuguezMaria da Gloriaversos g-
neros.
Patacho americanoCordcliabacalho.
Consulado geral

* ~
9i
Horas
paco de lempo na l:800.iio se adinittindo porn
anco algum sobre cada una das referidas rendas
em separado, mas sim sobre ambas eumulativa-
mente, o pagamento da renda das baixas de ca-
lOfOOO pa far-se-lia por quarteis da dala em que o arre-
33200 ; matante, tomar posse dellas.a do engeuho porm*
35520 I opcar-se-ha de modo que offset uando-sco ftri-
meiro em rnaio de 1862. e os domis
mezes dos anuos seguinles, viudo
realisar-se em o dc 1867.
O arrematante ser obligado a conservar as
obras do er.genho de inaneira a entrega-las ero
perfeilo estado a seu successor que dclle dever
receber o engenho moente o corrente, o com to-
dos 01 utencilios, que houver de receber do ac-
tual rendeuo, e conslaro de relaco por ambos
assignada, a qual se juntar aos a'utos depois do
sellada e rubricada por este juizo.
O arrematante ser mais obrigado a construir
urna casa de caldeira em lugar que nao o em qui-
se acha a actual, e quo verificou-se ser o menos
proprio para ella, leudo de entrega-la prompta a
seu successor sem indemnisaco alguma, e per-
der em beneficio da propriedde qualquer obra
quo nella fizer, sem previo consontiuieuto deslo
unzo.
B I
Voluraes sahidos cora fazendas
, com gneros
2 Atmosphera.
I
C/3
?1
Direcco.
03
I
Inlensidade.
Rendimcnto do da
dem do dia 5
1 a4
3:117jjl09
1:618076
4.735J185

00
o
^1
i"
1
M
.!
-1
-I
t;
os
tu
o
-1
33
Centgrado,
feaumur.
Fahrenheit
Uygrumetro.
Barmetro.
c
es
v.
E I diataniente
<
>
S oeir? ou proprietarios) em
> O i Nao poderi, porm, tor

?!
c
i
i
V.
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 4 .
dem do da 5.......
573J483
TA385
6503868
Despachos de exportaco pela me-
sa do consulado desla cidade n
dia de julho de 1 stt>
Rio da PrataPolaca nacional Marinho, Basto
t Irmos, 200 barricas assucar mascavado.
BrealhoutonBarca lngle2a D. Auna, S. Bro-
thers Si C 1,000 saceos assucar mascavado.
LisboaBarca porlugueza Vencedora, Carra- :
lho Nogueira & C, 47 couros salgados.
LiverpoolBarca ingleza Fleeting, S. Mcllors
& C, 78 saccas algodo ; J. Ryder & C. 192 :
saceos assucar mascavado ; S. Brothers & C,
200 saceos cara de carnauba. *l
Uecebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
O arrematante lomar conta das baixas ou ter-
reno do planlaco de capim em o mez de julho
prximo, para con.eearlogo a usufrui-las ; edas
s proprias para plaotaco de cannas imme-
depois da orremalaco, devendo en-
r unas e oulras a quem succeder-lhe {ren-
m maio de 1866.
mar conla das casas da
propriedde seno em maio de 1861, sem ser tor-
eado a entrega-las senuo no mesmo mez ue 1807.
O arrematante na cultura de capim nao pode-
r exlender-se alem das baixas que se acharo,
creadas.
Nenhnni licuante ser admittido na praca nao
cstaudo aeompanhado de fiador chao e abonado,
que com elle se responsablise pelo cabal cum-
primento de lodas as condicoes da arremata-
cao. Em virludo do meu interlocutorio proferi-
do nos autos de inventario do finado tenenlc co-
ronel Antonio Luis Caldas, o respectivo escrivau
fez passar o presente cdital, o qual ser afiliado
nos lugares do coslume e publicado pela im-
prensa.
Dado c passado nesta ridade do Recife, sob
meu signal e sello desle juizo, que ante mim ser-
ve 011 vaina sem sello ex-causa, aos 26 do ju-
nho do anno do nascimeiilo do Nosso Senhor
Observatorio do arsenal de marinha 5 de l 1860. Vieas Jnior. do imperio do Brasil.Eu Joo Facundo da Sil-
va Guimaraes, escrivo o subscrevi.
Ernesto de Aquino Fonseca.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de conformidade com
a ordem do tribunal do thesouro nacional n. 6!>
de 9 de maio prximo findo, que no da 25 de
julho prximo se far concurso nesta thesouraria
para prcenchimento das vagas que ha de prati-
cantes na mesma : aquelles pois que pretende-
ren! ser adraitlidos ao concurso devem apresen-
poslo de 2-3500 sobre o gado v'accum que for'consu- !.ar "CSla secr,elaria seus requerimentos inslrui-
mido na comarca de Nazarelh, no triennio finan- S3 C,m 0S documentos que provera : Io. tercra
A noile clara com grandes nevoeiros vetilo SE
veio para o terral e assim amanheceu.
OSCILLACAO DA HAR.
Baixamar as 11 h 55' da manha, altura 1.75 p
Preamar as 6 h 6' da larde, altura 7.52 p.
Editaes.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exra. Sr. pre-
sidente da provincia, dc 2 do corrente manda fazer
publico, que no dia 12 trrenle vai novaraente a
praca para ser arrematado a quem mais der, oim-
ceiro do 1S60 a 1863. servindo de base "arre-' !.8 a,,nos COll1.PlelosjJe >ua,le 2- eslarem IWrea
malaeo o olTereciraenlo feito pelo licitante Ma-
Rendimento do dia
dem do dia 5
1 a4
7:0853934
1:593$8S3
8:6795817
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 4
dem do dia 5 .
18:193567
5 6049121
23.797-3683
Pauta dos precos dos principaes gene-
ros e produeces nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
dt 2 a 7 de julho de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdenle.....caada
dem caxaca.......
dem de cana .!....
dem genebta .......
Correspondencias.
Srs. redactores.A gratido de que me acho
possuido para com o Illm. Sr. Dr. Alexandre de
Souza Pereira do Carmo me obriga 1 lancar rno
das columnas do seu ronreituado Diario para
faze-la patente a quantos o lrem.
Achando-8e urna minha irm secommettida
no dia 15 do passado daangina-escarlatina
molestia que me aterra, e que seis lias antes j
me linha roubado um irmo, .0 illustre doutor
encarregou-se de lo boa voatide co seu trta-
me tito, e com tanta frequencia e cuidado, que
estando a molestia em seu ultimo periodo, a
ponto de rainht urna Sacraraentar-ie e ungir-se
e de nao haver mais de minha partea menor es-
peranza de salvaco, soube elle to bem empre-
gar os ltimos recursos da sciencia, que conse-
goio salva-la, e acha-se agora em cor. Talescene,a 11 dem ordinarios
dem idem....... botija
dem licor ....... caada
dem idem....... garrafa
dem resillada e do reino caada
Algodao empluma 1.* sorte arroba
dem idem 2.a dita ....
dem idem 3.a dita ....
dem em carolo ......
Arroz pilado *. arroba
dem com casca..... alqueire
Assucar branco novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeite de minnona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina...... arroba
dem grossa.......
Caf em grao bom. .... arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca ...
dem moide. ......
Carne secca. ...
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
900
500
610
800
280
960
320
800
7jJ40O
63400
5S400
13850
33500
3$600
43800
2,3650
lj>200
2S000
73OOO
43000
73500
43500
53000
9J600
53000
I36OO
83500
13800o
2J500
JOOO
noel Thomaz de Albuquerque Maranhao, da
quantia do 54333333 annualmenle.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
lacio, comparecam na sala das sesses da mes-
ma junta, no dia cima declarado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas; tendo lugar as
habililacoes no dia 10 do correnle mez.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria dc thesouraria provincial de Per-
nambuco, 5 de julho de 1860.0 secretario, A.
F. da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumprimento da ordem do Exra. Sr.
presidente da provincia dc 2 do corrente, manda ,
fazer publico, que no da 12 do presente mez, vai! it.HSJSmm de 6 a 8 mi1 braSas' avaIiada era
de pena e culpa e 3o. terem bom procedimento.
Os exames neste concurso versaro sobre lei-
tura. analyse-grammalical, orihographia e ari-
(hemelica al a Iheoria das proporces inclusive.
Secretaria da thesouraria provincial dc Per-
nambuco 8 dc junho de 1860.
O secretario,
.4. F. da Annuncico.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 23 do corrente, manda
fizer publico, que no dia 19 de julho prximo
futuro, vai uovamente praca para ser arrema-
ladado quem por menos fizer, a obra dos repa-
ros do empedramento dn estrada da Victoria, cn-
novarnente praga para ser arrematado a quem
mais der, o imposto de 2J500 sobre o gado que
for consumido na comarca de Santo Anto, no
triennio Unaoeeiro de 1860 a 1863, servindo dc
base para a arrematacao o offerecimento feito
pelo licitante Manoel Barbosa da Silva, da im-
portancia de 6:884 por anno.
As pessoas que se quizerem propor a esta ar-
rematacao, comparecam na sala das sesses da
mesma junta, no dia cima mencionado, pelo
meio dia, competentemente habilitadas; lendo
lugar as habililacoes no dia 10 do supradito mez.
E para constar se mandou afixar o presento e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial dc Per-
nambuca, 5 de julho de 186i>.O secretario, A.
F. da Annuncico.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, de 30 de junho ultimo,
manda fazer publico, que no dia 19 do corrente,
vai novaraente praca para sor arrematado a
quem por menos fizer impresso dos balancos e
ornamento da thesouraria e do relatorio da ins-
pectora com todos os documentos que o acom-
panham, pela quantia de 1:5009 rs.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tado, comparecam na saladas sesses da junta
da fazenda da mesma thesouraria, no dia cima
declarado, pelo meio dia, competentemente ha-
bilitadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourararia provincial de Per-
nambuco, 4 de julho de 1860.O secretario, A.
F. da Annuncico.
O Illm. Sr. inspector da thosouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 2 do corrente, manda
fazer publico, que no dia 10 do corrente, vai no-
vamenle & praca para ser arrematado a quem
mais der, o imposto de 2^500 sobre o gado vaceura,
consumido no municipio do Recife, no triennio fi-
nanceiro dc 1860 a 1863, servindo de base ar-
rematado o offerecimento feito pelo licitante I
6 5123000.
A arrematacao ser fcita na forma da lei pro-
vincial n. 343* dc 4 de mato de 1854, o sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se quizerem propor a esta arre-
matacao comparecam na sala das sesses da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 26 dc junho de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annuncico.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.' Os reparos dos empedramentos da estrada,
da Victoria entre os marcos de 6 a 8 mil bragas,
sero feitos de conformidade rom o orcameuto
nesla data approvado pela directora em conse-
lho c submettido approvago do Exm. presiden-
te da provincia, na importancia de 6:512j) rs.
2.a O arrematante enmecar as obras no prazo
de 15 dias, e as concluir no de 4 mezes, conta-
dos segundo o art. 31 do regulamenlo das obras
puolicas
3.a O pagamento da importancia da arremata-
cao ser feito em 3 preslaces iguaes, sendo a
primeira quando tiver feito um terco da obra, a
segunda quando houver feito dous tercos c a ul-
tima na entrega da obra.
4.a Em ludo o mais que nao esliver especifi-
cado no orcamento c' as presentes clausulas es-
peciaes, se observar o que dispe a lei n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira,da
Annuncico.
Declarares.
A cmara municipal do Recife vende poc
intermedio do administrador da obra do mata-
douro publico, as madeiras yelbas tiradas dos
curraos do mesmo estabelecimento, as quaes all.
se achom,


(*)
MARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FE1RA <3 fifi iULGO DE 1860.
Ue orden do Illm. Sr Caelano Pinto de, francisco Au jiiio do Horja taslro.
Veras, juiz de paz do 4 anno do i.' dislriclo -da Francisco Antonio Cocino,
reguezia do S. S. do bairro de Santo Antonio 'Francisco Antonio Corroa Cardozo.
desta cidade do Recite, se faz publico a quem Francisco Autonio rreiro.
convier, que os officiaes de iustica que trabalham francisco de Assis Briio.
perante este juizo sao os abaixo declarados, nao na-
podendo oulro qualquer funccionar no mesmo i
juizo, sem o competente cumpra-se. Recite 28
de junho de 1860.O escrivao,
Joaquim da Silva Rege.
Miguel Moreira de Souza Maia.
&C.
Braz Lopes
Albino do Jess Bandeira.
Joaquim Das Martius.
Francisco Joao Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chagas.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandos de Souza.
Francisco Manoel de Almcida.
Amancio Godofredo Lucas.
Francisco da Silva Noves.
Jos Filippc de Medoiros.
Manoel Joaquim do Nascimcnto.
Francisco de Paula Real.
Agoslinho Jos dos Prazerer.
Jos Chrispini d'Asaumpco.
Manool Goncalves Bronco.
Joaquim Jos da Rosa.
Conselho administrativa
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tcni de comprar os objec-
tos seguintes :
Para a botica do presidio de Fernando.
Acitato de potassa, 2 libras; acido sulphurico,
8 libras ; acantinas, 1 oilava ; alcool grao 36, 20
garrafas : assucar refinado, 8 arrobas ; banha de
porco, 1 arroba ; cassarola de ferro forrada de
porcelana 3 ; citralo de magnesia, 4 libras ; ba-
tanea de columna 1 ; balanca granataria 1
permacetc, 16 libras ; extrato de bolla-dona, 1
libra ; extinto do ruibnrJo, 4 oncas ; extrato de
opio gommoso, 4 on^as ; e-panador pequeo 1
formulario doArnovisl ;
iodoreto de potassa, 2 libras
4 oncas ; iodoreto de enxofar, 2 oncas ; suputo, j lunior
2 libras ; malvas, 1 arroba niel de abelhas 12 jaBaria Carolina Correa.
libras ; massa caustica de Millao, 4 libras ; nitra- \ jeronIll0 j0fc i"L.rreira
to de piala fundido, 4 oncas; oleo de oliveira, 2, loio AllluIlio pjnhclro. '
Francisco Fornandes Thomaz
Francisco Fernandos Thomaz .. _.
Fiancisco Gomes de Olivfira.
Francisco Joaquim Maciel Monteiro.
Francisco Joaquim Pedro da Costa.
Francisco Jos da Costa Arauju.
Francisco Jos da Costa e Silva.
Francisco Jos da Silva.
P. Francisco Jos Tavares da Gama.
Francisco Mamedede Almcida, como tutor dos
lhns de Jos Manoel Pinza.
Francisco Martina Ramos.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Francisco Pereira da Cunlia.
Francisco Porta.
Francisco Severiano Rabello & Filhos.
Francisco da Silva Queiroz.
Francisco Texeira dos Res Guimaraes.
G. Lutz.
Gregorio Soares Meiielles.
Goncalo Jos Atranco.
Guilhernic C. Smil h.
Helena Mara dos Reis.
llcnriqvie Amante Chaves.
Henriqueda Silva Antunes.
Henriqueta Elisia Bank o Carolina Leopoldina.
Bank.
Ilenriqueta Emilia Jorge da Silva Manta.
Henriqucta Joaquina da Cunha.
Herdeirosdc Caclano Goncalves Pereira da Cunha.
Herdeiros de Norbcrto Joaquim Jos Guedes.
Ignacia Maria da Conceico.
Padre Ignacio-Francisco dos Santos.
. Ignacio Joaquim Ribciro.
0SJ Ignacio Jos do Fito.
Ignacio Pinto tos Sanios Sazes.
Izabol Ferreira Gomos da Silva.
, opa nuuor pequeo ;jzijorn j0cB Caparica.
; gral de podra grande 1; i j. n Worphopp.
bras ; iodoreto de ferro, i j j( i.fly.r.
arrobas; oleo vermofuges 24 vid ros ; oleo de
ainciidoas doces, 16 libras ; papel de embrulho,
2 resmas; pos de Rog, 12 vidros ; penoiras de
seda 4 ; peneiras de cabello 4 ; gerassia, 2 libras ;
rassiras do sassalias, 2 libras ; resina de batata,
8 oncas; rolhas de corlica 1,000; sangesas
600; scilla, 1 libra ; salsa parrilha, 1 arroba;
sulphato de magnesia, 1 arroba ; seringas do
borraclia sorlidas 50 ; seringas de vidro 4 ; sabio
medicinal, 4 libras ; valerianato de zinco, 2 oita-
vaa ; vinho branco generoso, 20 garrafas ; vina-
gre forte, 20 garrafas ; xaropc de Lamouru, 12
garrafas ; xarupe de NafTc, 12 vidros ; xarope do
ponas de espargo, 12 garrafas; oleo de ricino, 2
arrobas.
Para a enfermara do mesmo presidio.
Barras de madoira com ps de ferro 50 ; col-
ches; camisolas de brim 100; fronhasde brim
100; travessoiros50 ; mantas de laa 50 ; lences
de brim 200.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas cm carta fechada na secre'ari
do conselho, s 10 horas da mauhaa do dia 9
do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo
Joo Raplisla dos Santos.
Joo Caroll.
Joo da Conceico Bravo.
Joao da Cruz Fernandas de Souza.
Jo3o Dias de Carvalho.
Joo Eslevo de Oliveira.
Joo Evangelista da Costa e Silva.
Joao Francisco Bolera.
Joo Francisco da Cruz.
Joo Francisco da Silva.
Joo Jos AI ves.
Joo Jos Alvos.
Joo Jos Alvos da Silva.
Joo Jos Alves da Silva.
Joao Jos Chaves.
Joo Jos da Cruz.
Joo Jos Fornandes ilo Carvalho.
Joo Jos Fornandes Magalhaes.
JoaoKollor &C.
Joo I.eite d'Azevedo.
Joo Machado Fornandes Lima.
Joo Martins Goncalves.
Joo Miguel da costa.
Jo.lo Moreira da Silva,
i Joo d'Olivoira Guimaraes.
i Joo Pedro Adour.
pava fornecimcnlo do arsenal de guerra, 2 de
julhode l8G0.-Ile>Uo Jos Lamenha Lins, co- I Joao PereM dfi carvalho,
roncl presidenlc- ranasco loaquim Pereira Jo5o Pprpira M.,rlins.
Lobo, coronel vogal secretario interino. Joo Peres Soaros.
- O abaixoasaignado procurador acal e dos joao Rodrigues Ncves.
tollos da fazeuda nacional, tendo recebido da 'lie-, joao da gjivo
souraria do fazenda. para acobranra exocuUva, jo5o Simos d*Almed>.
a relacao infra declarada dos devedores do mi- : joa0 ,je Souza
posto da laxa de esernvos do bairro do Recife,
relativo ao oxorcicio de 18571858, convida os
inesmos devedores para que denlro do prazo de
30 dias, que pelo presente Ihes tica marcado, vc-
iiham ou mandem pagar 5 boca do cofre os seus
Joo Tavares Cordeiro.
Joaquim Bapiista Moreira.
Joaquim Bapsta dos Sanios,
Faria.
Joaquim da Cosa
Joaquim Francisco de Paula.
respectos dbitos indcpendenlcraente de qual- joaquim Gomes Pcssoa.
ciuer despeza, dmgindo-se para esse fim a casa joaquim Goncalves Vici
do mesmo abaixo assignado ra da Aurora n
quim Goncalves Vieira Guimaraes.
Joaquim Januario Santos Aguiar.
Pm ,1 ,0S ?' T *' n,,.m de rcceberem i Joaquim Jos Alves Martins!
competente gu.a de pagamento, cortos ac que Joa, llim Jose ua Cos.
1. ido o prazo referido, serao por tal debito exe- joaq',lira Jos Gliedcs Pint0
cutados.
Recife 30 de junho de 1860.Femando Affonso
da Mello.
Hela rao dos devedores de taxd de escraros do
bairro do Recife relativo ao exercicio de
185758.
Adolpho II. Muller.
Agoslinho Gomos de Oliveira.
Agoslinho Jos Alves.
Alexandro Jos Satyro.
A I*.-unir PpMAI fine anie
Atexandiino Pedro do Amaral.
Alves & Cruz.
Amaro Francisco de Paula.
Anna Felicia do Espirito Santo.
Amia Francisca da Silva.
Auna Maria de Jess.
Anna Maria Theodora Pereira Durao.
Antonia Basilia Simocs.
Antonia Honorata Lins.
Antonia Ignacia Manoela.
Antonio Alves Barbosa.
Antonio Alvos da Cunha & C.
Antonio Bernardo Rodrigues Sette Jnior.
Antonio Carlos de Azevedo Coutinho.
Antonio Carlos da Silva e Mello.
Anlouio Fernandos Velloso.
Antonio Francisco Correia Cardoso.
Antonio Francisco Lisboa.
Antonio Francisco Maia.
Antonio Francisco Martins.
Antonio Francisco de Moris.
Antonio Gomes Tavares (Dr.)
Antonio Joo de Souza.
Antonio Joaquim Ferreira de Sampaio.
Antonio Joaquim da Silva.
Antonio Jos Barreiros.
Antonio Jos Francisco Veiga.
Antonio Jos de Macdo Guimaraes.
Antonio Jos Moreira Pontes.
Amonio Jos Pimenta da Conceico.
Antonio Jos Pinto da Silva.
Antonio Jos Pires da Silva
Antonio Jos dos Reis.
Antonio Jos Sutubal.
Antonio Manoel do Campos.
Antonio Marques da Silva Almeida.
Antonio Muniz Machado.
Antonio Pereira Barros.
Antonio Pinto de Moraes.
Antonio Roberto da Silva.
Antonio Rodrigues d'Almeida.
Antonio Rodrigues de Moura.
Antonio Rodrigues d'Oliveira.
Antonio Simplio de Barros.
Antonio de Souza Reis.
Antonio Vieira da Silva Monteiro.
Augusto Adolpho Soares.
Augusto Muniz Machado.
Augusto Muniz Machado.
Ballhazar Jos dos Reis.
Bartholomeo Lourenco.
Belchior Jos dos Reis.
Bento.
Bernardo Domingos da Silva Araujo.
Bernardo Hennque.
Bernardo Rodrigues Gramozo Costa.
Bernardo de Souza.
Bernardo Jos de Souza Mntoiro.
Bolle A Chveme.
Caelano Colho.
Candida Maria dos Santos.
Carila Ismera da Conceico.
Carolina Ferreira de Mello.
Carolina da Silva Guimaraes.
G3tharina Joaquina Velloso da Silveira.
Catharina Rosa da Piedade.
Casimiro Castor do Albuquerque Maranhao.
Clara Maria de Jess Amaral.
Custodio Luiz Reis.
David da Costa Machado.
Diogo Cohkes & C.
Diogo Rodrigues.
Domingos Ferreira Maia.
Domingos Felippe Ferreira Campos.
Domingos Jos da Rocha.
Domingos da Rosa.
E. J. Pereira Guerra.
Eduardo Bolli.
Egipciaca do Sacramento.
Emilia Augusa de Albuquerque Lins.
I-spinhcio & Costa.
Eslevaao da Cunha Medeiros.
F. H. d'Oliveira 4 C.
Folica Francisca de Jess.
Feliciana Maria da Conceico.
Flix Cosme Madail.
Felippe Antonio de Barros.
Felippe Nery de Oliveira.
Fernando Ignacio da Silveira
Fernando Jos Braguez.
Fernando da Rocha Pinto.
Firmino Jos Flix da Rosa.
Francisca Gertrudes d'Oliveira.
Francisca Maria do Rosario.
Francisco Aires da Cunha & C.
Joaquim Jos de Sant'Anna.
Joaquim Leile de Souza Bastos.
Joaquim de Medeiros.
Joaquim Policarpo da Silva.
Joaqun Ribciro Pontes.
Joaquim Salgado de Vasconcellos.
Joaquim da Silva Magalhaes.
Joaquim Maria de Jess.
Johnston Palor & C.
Jones Pater & C.
U&6 AfTiHisu Uu Atcvcdo Cnmpos.
Jos de Almeida Barroto Bastos.
Jos Antonio da Cunha,
Jos Antonio de Parias.
Jos Anlouio Pinto.
Jos Antonio dos Santos Peres.
Jos de Araujo Bello.
Jos Augusto Cordeiro.
Jos Bento Ferreira Balthar.
Jos da Costa.
Jos da Costa Ribciro.
Jos Faustino Porto.
Jos Fornandes da Silva Manta Jnior,
Jos Fortnalo dos Santos Porto
Jos Francisco Ribeiro de Souza.
Jos Gomes Moreira.
Jos Goncalves Braga.
Jos Joaquim de Miranda.
Padre Jos Leile Pita Ortigueira.
Jos Lopes Rodrigues
Jos Luiz Ferreira da Silva.
Jos Maria Pereira Ramos.
Jos Martins de Souza.
Jos Novella.
Jos Nunes Vieira.
Jos d'Oliveira Leile.
Jos Paulo da Foucoca.
Jos Pereira do Gcs.
Jos Ribeiro Ponles.
Jos Saporite.
Jos da Silva Laranja.
Jos de Souza e Silva.
Jos Teixeira Bastos.
Josepha Francisca llosa.
Josepha Maria.
Julio T. Araeier.
I.alhan Shiberst.
Laurianno Jacintho de Carvalho.
Lenoir Puget & C-
Leopoldina Josepha Carolina.
Leopoldo Jos da Costa Araujo.
Lourenca Mari da Conceico'.
Lucio Rodrigues Pereira. *
Luiz Rodrigues Vlzco.
Luiza Maria da Conceico.
Machado & Malhciros.
Manoel Antonio Ferreira Gomes.
Manoel Antonio Lopes Vianna.
Manoel Antonio da Silva Antunes.
Manoel Amonio dfSilva Molla.
Manoel Antonio de Souza Reis.
Mannel de Barros da Costa.
Manoel Fornandes Guedes.
Manoel Francisco Gongalvcs.
Manoel Francisco da Silva Araujo-
Mnnoel Francisco da Silva Novaes-
Manoel Goncalves Pereira.
Manoel Joaquim da Rocha.
Manoel Jos de Andradc Ceg.
Manoel Jos de Araujo Machado.
Manoel Jos Correia.
Manoel Jos da Fonceca.
Manoel Jos Gomes Braga.
Manoel Jos de Magalhaes Pinto.
Manoel Jos Martins da Costa.
Manoel Jos Pereira Marinho.
Manoel Jos de S Araujo.
Manoel Jos Soares.
Manoel Lucio da Silva.
Mauoel Luiz da Veiga Jnior.
Maeoel Marciano Ferreira.
Manoel Maria Merg.
Manoel Martins de Carvalho.
Manoel Maximiano Velho.
Manoel Monteiro de Seixas.
Manoel Moreira Bota.
Manoel do Nascimento Campello.
Manoel do Nascimento Pereira.
Manoel do /Nascimento Pereira.
Manoel Pinto dos Santos.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Manoel de Siqueira Campello.
Marcelina Bita Maa dos Prazeres,
Maria Arnauda da Costa.
Maria Cecilia da Silva,
Maria da Conceico.
Maria da Conceijo.
Maria da Conceico.
Maria Feliciana de Albuquerque.
Maria Feliciana Cavalcanti do Mello.
Maria Francisca Marques de Amorim,
Maria Jos da Conceico.
Maria Jos do Espirito Santo.
Maria Leopoldina Ribeiro Sanche de S.
Manado Rosario,
Marianna Ferreira Duarte Reis.
Mariana Thereza de Salles.
Malhiasdas Nevcs.
Me.ides& Oliveira.
Mesquita & nutra.
Onofre Martinho da Costa.
P. C. Vonsohslon.
Paulino Jos de Arruda.
Paulo Jos Alves da Silva.
Pedro Alexandrino Gomes.
Pedro Cavalcanti de Oliveira.
Pedro Jos da Costa.
Pedro Maximiano Lima.
Pcrigrino Antonio de Oliveira.
Rita Apolinaria da Costa Correa
Rita Joaquina.
Rosa Maria da Conceico.
Salustiano Jos de Paula, 'wsyn
Severiano Antonio Ribciro Viar.i. s.
Silveria Maria da Encarnado.
Silvaslre Antonio da Lago.
TheoJolina Mamcde do Amaral.
Theodora Constanca Ncves.
Thereza de Jess.
Thereza Maria Bossonl.
Wiliam Rayurnnel.
Urabelina Maria Gomes de Olivcia.
Vicente Cerdoso Ayres.
Vicente Pcrreirados Santos Caminha.
Vicente Jos de Brito.
Vcenle Jos Gomos.
Victorino Pereira Lcite.
Viuva Seve& Filhos.
Viuva Cardoso Ayres.
COMPANUIA PERNAMBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor.
Pela gerencia daCompanhia Pernambucana do
navegaeo costeira a vapor, re faz publico que
fizeram-se razoaveis alteracoes as tabellas de
| passagens e fieles que se devero pagar do 1* de
julho prximo em diantc aos vapores da dita com-
panhia. Essas alteracoes constam das respec-
tivas tabellas approvadys provisoriamente por S.
Exc. o Sr. presidente da provincia em data de 25
do cadente mez, e que eslo patentes a quem as
quizer consnllar no cscriptorio da companhia.
, Pela rocebedoria de rendas imernas ger?es
so faz publico, que no corrente mez que os de-
vedores do segundo semestre do exercl'io cor-
rente de 15591860, relativo aos seguiles ni-
pos : decima addicional de mao tiorta ;imposto
de 20 por cento sobre lojas, e dilo esperal a 80J|
sobre casas de movis, roupas. perfuuarias e
calcado fabricado em paiz eslraigeiro teem de
paga-lo livre de mulla. Rccebedr ria de !crnara-
buco 1 de junho de 1860.O adminislraor, A/o-
noei Carneiro de Souza Lacerdo.
Conselho administrativo
O conselho administrativo, p;ira forneimento
do arsenal de guerra, lem de comprar oobjec-
tos seguintes :
Para a escola regimonlal do f>. batalhb de
infamara.
6 resmas de papel almarjo ; 400 penns de
ganco ; 2 caivetes ; 72 lapis ; 5 garrafas e tin-
ta de escrever ; 6 librss de are a preta ; 2 col-
lecges de cartas para principiantes ; 5) ta-
boadas; 6 grammaticas portuguezas de Unte-
Verde, ultima ediceo ; 6 compendios de rih-
melicas por Avila, conforme o aviso de 2 de
junho de 1852 ; 20 traslados de escripia ; 6 au-
las ; 6 pedras para escripia ; !i lapis par as
mesmas pedias
Quem quizer vender taes obejeclos, apreste
as suas propostas em carta fcch.ida na sacrelria
do conselho, s 10 horas da mauhaa do dia 6de
julho prximo vindouro.
Sala das eeesoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra. 25 de
junho de 1860Bento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emissao do banco.
Directora geral da iostrueco
publica.
Por esta secretaria sao convidados os senho-
res abaixo mencionados a virem tirar seus ttulos
le capacidade para o magisterio, afim de pode-
rem ser admiliidos ao concurso da cideira de
francez do Gymnasio Provincial, cujo dia ser
marcado.
Secretaria da instrueco publics de Pernambu-
co 27 de unho de 1860. 0 secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Pcssoas a que se refere a declaraco supra.
Hippolylo Gadault.
Antonio Jos de Moraes Sarment.
Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa.
Amcrico Nctto de Mendonca.
Hermillo Eugenio Luiz Duperron.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
lo arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para o arsenal de guerra.
1 arroba e 20 libras de plvora grossa.
Para provimento do armazam do mesmo
arsenal.
20 garrafas do tinta preta de escrever ; 6 du-
zias de lapis.
Quem quizer vender taes objectos aprsente as
suas propostas em carta fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 9 de
julho prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho idminislralivo,
para fnrnccimenlo do arsenal de guerra, 30 de
junho de 1860.Bento Jos Lamenha Lins, coro-
nel presidente Francisco Joaquim Pereira Lo-
bo, coronel vogal secrelario interino.
Na delegada do 1. districto do termo do
Recife existe um relogio que foi approhendido no
poder de um moleque, o se suppie furlado:
quem se julgar com direilo ao mesmo compareca
'este juizo, qne provando Ihc ser entregu.
Recife 4 de julho de 1860.O delegado sup-
plcnte, Penna Jnior.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que os trinla dias uleispara op agamcnlo
boca do cofre 2 semestre da decima do anno
financeiro de 1859-1860 das freguezias desta ci-
dade e da dos Afogados, findam-se no dia 7 do
corrente mez, ficando snjeitos a multa de tres
por % sobre seus dbitos os que pagarcm desle
prazo. Mesa do consulado provincial do Per-
nambuco, 4 de julhode 1860.Antonio Carneiro
Machado Rios, adminslrador.
O vapor Iguarass recebe as malas para
os portos do norte no dia 7 as 3 horas da larde.
tralla, se receber no consulado britnico, al
sabbado 7 do corrente.
Leiloes.
DE
Urna casa terrea.
Hyppoto da Silva fara' leilao de
urna casa terrea sita na ra de Santa
Thereza n. 58 : sabbado 7 do corrente
as 11 horas em ponto,no seu armazem
n. 35 da ra do Imperador ; os Srs.
pretendentes podem com antecipacao
dirigirem-se ao agente cima, aim de
examnarern os documentos relativos a
mesma casa.
LEILAO
DE
LEILAO
DE
Cayados de Montevideo.
O agente Hyppoto fara' leilao por
ordem dos Srs. Tisset-fieros, de 12 ca-
vallos de Montevideo, chrgados ultima-
mente, os mais lindos que teem vindo a
esta cidade, desnecessario tecer elo-
gios a estes animaes pois a experiencia
tem mostrado que para carros elles tem
provado mui bem : sexta- feira 6 do
corrente as 11 horas em ponto na co-
clieira do Sr. Joaquim defronte do ar-
senal de marinha.
Avisos diversos.
TIIE1T
DE
SANTA ISABEL
COMPANIIA LYRICA
DE
Sabbado 7 de julho.
Representar-se-ha a o ojera em 3 actos de Vedi :
TRAVITA.
Vendem-se os biihetes como de costume.
Os Srs. assignanles serlo preferidos at s 3oras do dia 6.
Pricipiara s 8 horas era ponto.
CASSINO P01PILAR
NO
M AGESTO SO SALO
DO
PALACETE DA RA DA PRA1A.
Sabbado, 7 de julho.
Haver baile nesto dia e ser mantida a boa or-
dem e harmona do costume, ( fielmente obser-
vado o regulamenlo approvado pelo Illm. Sr. Dr.
chefe de polica.
Entrada para damas sralis ecavalheiros2j.
es dias para os portos indicados : recebe carga,
pra o que trata-se com os consignatarios Almei-
a Gomes, Alves & C, ra da Cruz n. 27.
Hyppolito da Silva autorisado pelo
Illm". Sr. r. Frederico Schuly, fara'
leilao de urna magnifica mobtlia con-
sistindo em aparadores, mesas redondas,
cdeiras, sofs, fruarda roupas, piano,
camas, mesa elstica, commodas, lava-
torios, toilets, guarda louca, tudo deja-
caranda' e mogno; assim como urna
innidade de crystaes e aparelho de
porcelana ; sabbado 7 do corrente as 5
horas da tarde na Soledade caminho
para o Manguinho casa em que morn
o finado Timm.
LEILAO
Sabbado 7 do corrente.
DE
Urna taberna
AS 1 HORAS EM PONTO.
A requerimento de Manoel Antonio
da Silva Moreira, e por despacito do
Exm. Sr. Dr. juiz especial do cotnmer-
cio, o agente Camargo fara' leilao da
taberna, armacao e mais gneros sito
na Cabanga reguezia de S. Jos per-
tencenteao fallecido Manoel Nascimen-
to, no mencionado dia as 11 horas.
LEILAO
PARTIDVS BORRADAS
LICES PRATICAS
Duas vez.es por semana
Quarlas c sabbados s 7 horas da noilc
RA NOVA &OBRADON. 15.
!N. Foitsccadc Medcii*09. continua a dar
lices da referida materia cm sua casa nos dias.
e horas cima indicados. Tambera ir ensillar
nos estubele'cimenlos e escrilorios daquelles se-
nhores que desejarera assim aprender, nos dias
que convencionar.
VSSOCIACAO
DOS
GUARDA-LIVROS
EM
X IHERlf AMBIJCO.
iJ? De ordem do Sr. presidente sao con-
tj3 vidadosos Srs. socios inslalladores para
|^ a sesso de domingo 8 do corrento as 11
Sfi horas da mauhaa na casa da ra Nova
K8 d. 15, para approvacao dos estatuios.
SI, Fonseca de Medeiros,
&g Secretario.
Roga-se ao Sr. Joaquim Jos de
Souza Serrano de apparecer na ra dos
Encantos casa terrea com dous portoes
para tratar de negocio de muito seu n-
teresse.
iK
Avisos martimos.
Lisboa*
A barca Vencedora sahe at o da 7 do cor-
rente, recebe alguma carga e jassageiros, para
os quaes lem excellentes com modos : a tratar
ftC,
ou com
ocapitao na praca.
Kiode Janeiro.
O veleiro e bem condecido brigue naciona
Eugenia, pretande sahir com muita brevidade,
tm metadedescu carregamento prompto ; para
(resto, trata-se com os seusconsignaiarios Aze-
edo & Mendes, no seu cscriptorio na ra da
IPM&
o Rio de Janeiro
Espera-se daquella praca a barca nacional
:Castro III, de que capitao Antonio Goacalves
i'orres, qual pouca demora deve ter neste por-
o : quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, para o que tem excellentes commo-
os, trata-se com os consignatarios Pinto de Sou-
za & Bairo, na ra da Penha n. 6.
Explendido leilao de movis consistindo
em urna magnifica mobilia de jaca
randa' a Luiz XIV, um piano de bel-
las vozes, camas de Jacaranda', guar-
da roupas de mogno, mesas de ama-
relio e mogno, commodas de Jacaran-
da', lavatorios, toilets, cdeiras de
ceregeira, mesa elstica, apparado-
res, guarda louca, crystaes, a'ppare-
Ihos de poicelana, candelabros, ser-
pentinas, urna espingarda para caca
e um jogo de pistolas.
O agente Hyppoto da Silva fara'
leilao por conta de urna pessoa que se
retira para Europa dos objectos cima
declarados, para o que convida as pes
soas de gosto apurado a comparecerem
terca-feiralOdocorrentejas 11 horas em
ponto na ra do Imperador n. 58, se-
gundo andar.
LEILAO
w^ ^uu^0 .VIH (a^ciiciih-3 IIMIJLUUUU5 II
com os consignatarios Carvalho, Nogueira
na ra do Vigario n. 9, primeiro aodur, o
o capilao na praca.
Para o Aracaty.
Segu com a maior brevidade possivel o hiale
Gralido. por j ter a maior parlo da carga
prompla ; para o rest e pnssa;ciros, dirijam-se
ao Passeio Publico n. 11, ou ra do Cordoniz
n. 5, casa de Tereira & Vajenle. no Forte do
Matlos.
Para
Aracaty
Hiale Scrgipano ja lem parle da carga, para o
resto trata-se com Matiius & Irmos : ra do
Madre de Dos n. 2.
Cear, Maranhao e
Para,
Segu em poucos dias o hiale nacional tRosa.
e recebe carga ; irata-se com o consignatario J.
B. da Fonseca Jnior, na ra di. Vigario n.23.
Para a Bihia.
O hiate Boro Amigo sahe no dia 8 do cor-
rente ; para carga, trata-se com o capito Perei-
ra Marinho, cm casa de Palmeir; & Beltro, no
largo do Corpo Santo n. 6..
Cear.
Segu com muila brevidade o palhabote Santa
Cruz, capito Jos Victorino das Neves ; para o
resto da carga, trata-se com Caelano Cvriaco da
C. M., no lado do Corpo Santo n. 25.
Maranhao e Para.
O veleiro brigue escuna Graciosa, capito e
pxatico Joio Jos de Souza, deve seguir era pou-
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
NavegaQo costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commandante Lobalo,
tahir para os portos do sul de sua escala no dia
i de julho, e s receber carga at o dia A ao meio
ia. Previne-se aos senhoies carregadores que
i.enhunia carga ser recebida a bordo sem o res-
pectivo bilhele da gerencia.
Eslas pennas de difforcnles analidades, sao fa-
bricadas de ac de prala refinada de primeira
tempera, e siio applicaveis a todo o tamanho do
lellra. Prego 1$J00 cada caixa e pennas de ouro
pelo mesmo aulor com ponta de diamante, que
lecm a grande vantagem de nao estar sujeitas a
crear ferrugem e conservndose bem limpassfia
de durar.o infinita, deposito cm casa dos Srs.
Guedes & Goncalves ra da Cadeia n. 7, e por
atacado com o inventor Guilherme Scully, pro-
fessor de calligraphia na ra do Imperador n.
" ">, sobrado.
I Altenco. |
iS< Amelia F.lodia Lavenere, competente-
=j| mente licenciada lem aberlo na ra do ^
9 l.ivramenlo n. 19, segundo andar, urna 9
^ aula para o sexo feminino, onde ensina |k
primeiras leltras, francez e certas pren- f?
das, bem como coser, bordar etc., e pa- *M
ra commodo das pcssoas que moram lora
ou mesmo dentro da cidade, recebe ig
alumnas internas, pencionistas e mcio-
pencionistas pelo preco que se conven-
cionar.
Vcndem-se libras sterlinas, em
casa de N. O. Bieber Si C. : ra da Cruz
n. 4.
A
COMPAMIIA PEMAMBUGANA
DE
Navegado costeira a vapor
O vapor Iguarass, commandanie Moreira,
seguir para os portos do norte de sua escala no
dia 7 do corrente.
Recebe carga para o Rio Grande do Norte at
o dia 4, Ass no dia 5, Aracaty e Cear no dia 6
at ao meio dia: gerencia no Forte do Mallo.
RiodeJaneiro,
O brigue Fluminense segu para o Rio de
Janeiro em poucos dias : para o resto da carga,
trata-se com Tasso Irmos, ou com o capito Jos
Joaquim Bernardes.
Mil.
Proposlas de um navio para conduzir 27 pas-
sageiros desle porto para a de Melbourne ca Aus-
A G do corre nte.
ThomazHoywood, estando a retirar-so para
Europa far leilao por intervenco do preposlo
do agente Oliveira, da mobilia e'mais objectos de
SeU USO, COnSiSlilrtn m 8.j;n ....... r1"1- *-
jncoiiiua com lampos de marmore, para sala de
visitas, dita de amarello para sala de espera,
grande e rico espelho dourado sem defeilo, para
vestir, lindos quadros a oleo, bancas de jogo,
alcatifas, tapetes e esleirs de forro, venesianas,
vasos, jarros e porta-joias de porcelana e alabas-
tro, lanternas, lampees, escrivaninha completa
de Jacaranda com banca e cadeira, caixa com-
pleta para voltarete. guarda roupa, toucadores
de Jacaranda c de amarello, bancos para luz,
camas de ferro grandes e pequeas, lavatorios
com tampo de pedra, ditos todo de madeira cora
louca completa, cabidos, mesa de jantar, apara-
dor," guarda-louca, relogio de parede, cdeiras
para sala de jantar, ditas de bataneo americanas
e de amarello, crystaes, Iouqb para almoco, jan-
lar e para sobremesa, colheres, garios, "galhe-
teiro, bules c unirs peas ludo do melal p-in-
cipe, baudeijas, phillrador d'agua, trein de cosi-
nha, algum vinho velho engarrafado do Porlo e
Sherry, um cavallo rodado c nova para sella, o
qual ganhou premio as ultimas corridas, e um
elegante carro icglez novo de quatro radas pa-
tente, feito por encommenda, muito maneiro
para um ou dous cavallos, com arreios para
dous : sexta-feira 6 do corrente, as 11 horas
da manhaa na casa de sua residencia no Monde-
go defronte do sitio do commendador Luiz Go-
mes Ferreira.
LEILAO
Sexta-feira 6 dodorrente.
A prazo com garantas ou a dinheiro.
DE
Una lo ja de ferragens
AO MEIO DIA.
A requerimento dos depositarios da
massa fallida de Diniz & Martins, e por
despacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, o agente Camargo ven-
der' em leilao a armacao e ferragens
constantes daloja de ferragens n. 5 da
ra Nora, sob proposta a prazo com
garantas: sexta-feira 6 do corrente ao
mao dia na mesma loja.
rmandade do SenhorBom
Jess das Chagas.
A mesa regedora convida a lodos os ir-
mos a comparecerem hoje as 8 horas da
manhaa, afim de assislirem a missa com
tnetmeiiio que se lem de celebrar por alma
dos irmos fallecidos.
Consistorio 4 de julho de 16G0.Benia-
optfs,
llilll UU UUI 111U I-'.
i esenvau.
Curso de rhetorica.
O acadmico M-anoel Francisco de
Honorato, professor particular autori-
sado pelo governo, tem aberto o seu
curso deeloquencia e potica para ha-
bilitacao dos estudantes que quizercm
prestar exame nestas materips no futu-
ro mez de novembro, em casa de uas
residencia, ra Direita n. 88, primeira
andar.
Associacao Uoio Benefi-J|
S cente Martima. ||
|| Tendo de proceder-se hoje ao gg
H acto de juramento dos socios ef- fi
S fectivos desta associacao, e a elei-
H cao do conselho administrativo, a ^
* vista da disposicao dos estatutos,
W de ordem do Sr. presidente, con-
* vido aos Srs. socios eifectivos,
honorarios e protectores, para
que comparecam na casa das
sessoes no palacete do caes do
Apollo as 7 horas da noite.
Recife, 6 de junho de 1860.
U primeiro secretario. Jos
Sabino Lisboa.
Grecisa-se de urna ama forra ou captiva : na
ra d> Senzala Velha n. 108, segundo andar.
Vende-fe urna negrota de 18 annos, che-
gada ha pouco do mato, e por preco muito com-
modo : na ra da Roda n. 54.
Compra-se urna carleira para escriptorio,
j meia usada: na ra da Cruz n. 11.
Na ra da Praia n. 43 segundo
andar, borda-se tanto a ouro como a
seda
capas
etc., etc.
para imagen, gorros

ni rrv/ci Lh

v


subdito napolnauu.
V
Francisco de Oliveirs Jnior & C. avisam no ~ Jos lscunha Mitho,
respeitavel p quo teera comprado a taberna sita no palco do Os abaixo assignados previnem o resnei-
iercon.t4ao Sr. Prxedes da Silva Gusmo tav> publico, que olles leem hypotheca especial
que oulr ora gyrou sobro a firma de Jos Cus-; P,r escriplura publico lavrada as notas do la-
tudioPeixolo Soarcs & C, livre e desembara-i belIo Almeida, da cosa terrea n. 121 sita na
rada de todec os dbitos tanto do trapiche como r,ua o Pilar em Fra de Portas, quo Ihe's hvoo-
de iraposlos. Recif,, 4 de julho. i D. Maria Joanna dos Res, viuva do
, Joao Francisco Lopes, cidado brasilciro, val Hhasar Jos dos Res e seus fillios afim de
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEATA FE1RA 6 DE JULHO DE 1860.
Europa tratar de sua saude
Nasegunda-eira 9 do correte pelas 7
e mei horas da manha, na igraja motriz
da Boa-Vista, diz-se urna missa pela alma
Exm a Sr." D. Aona Theodora do Mirauda
Ribeiro e Figuciredo. fallecida no Rio do
Janeiro. Convidam-so as pessoas de sua
amizade e de seu marido o Sr. conselheiro
chefc de divisiio Joaquim Manoel de Oli-
veira e Figueiredo. ouvirem e orarem
pelo repouso eterno do loo digna senhora.
I que ninguem possa fazcr negocio algum com a
referida casa, seru e previo consenlimanlo dos
apaixo assignados, quo teem o direito previle-
gn.io sobre ella. Cidade do Recite 3 de julho de
180U.Jos Goncalves Beltro & Irmo.
I No 1.- do corrente fugio ura cscravo, cabra
escuro estatura regular, reforjado do corpo, de
loade 17 anuos, de nome Bartholomeo, muilo
I conhecido no bairro da Boa-Vista pelo nome de
"cr.1? roga-so aos capilaes de campo e as au-
1 oridadespoluiaes que o apprehendam e o lovem
a ra da Treinpe, sitio n, 2, que se gratificar.
Precisase fallar ao Sr. Joao Ala-
mila, subdito hespanliol, a negocio de
seu interesse: na ra do Imperador n.
26, terceiro andar.
Guilherme Scully, prafossor de calligraphia
corrida commercial, recebe discpulos hojo so-
mente, visto ter de ir para o Marauhao no
ximo paquete.
pro-
Estrada de ferro.
Utierece-so para caiieiro para qnalquer es-
tabelecimento. excepto de tabernas por falla de
(5)
pratica. um mogo brasileiro isento da guarda na-
cional : Quem precisar dirija-se ra do Amo-
rim n. 15, primeiro andar, ou ra da Praia n.
20, que achara com quem tratar.
PROVINCIA.
Corre irapretenveltnente sabbado 7
do corrente.
P. J. Lryme.
-~ __ Na ra do Jardim n. 20 d-se bolos de ven-
^iS0octca ii* rr **?!***< gosios descus dono*, assiin como fazem-se bo-
Manoel Joaquun Baptisla, sua mulher e
lilhos, agradecem cordialmento a todas as
pessoas que se dignoram acompanhar ca-
dver de seu muilo charo lilho e irmao
Manoel Joaquim Baplista Junior. ao seu
ultimo jazigo, e lhes prolestam sua gratido
por lao caridoso acto.
3cvn Domingo, 8 do corrente. s 11 horas do din
haver sessao doconsclho director, no lugar do
costume. B
Secretaria da Associaoo Tvpographica Per-
i:niubucdua, 5 de julho de 1800.
/. L. Dornellas-Cmara,
Io secretario.
Illia deS. Miguel.
Deaoja-se fallar com os ilhos do fallecido Joao ?" S SL'"S m,gos c dosSrs- viajantes que
Jos Soares de Medciros, natural da Uha do S.
Miguel, falleciJo em outubro do 1823 em Pcrnim-
buco, para que venham tomar cunta de urnas en-
oommcndas vindasda raesma Illn : a tratar com
Manoel do Rogo Soares na ra estrella do Rosa-
no u. 11.
los de todas as qualidades.
LASA LIJSO-BRASLEilA,
% Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAlendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-
commodaroes para muito raaior numero de hos-
pedesJe novo se recommenda ao favor e lem-
S DENTES |
| ARTIFICIIS. |
Ruaestreita do Rosar o n.3
@ Francisco Pinto Ozorio colloca d( ntes ar-
@ tificiaes pelos Joussystcmas VOLCANITE, @
@ chapas"de ouro ou platina, podendo ser @
$0 procurado na sobredita ra a qualquer &
3 hora. *t
##$90 g@ #####
Roga-se aos Srs. devedres a lrma social
de Lcite & Gorreia em liquidacio, o obsequio
de mandar salda seus dbitos na loje da ruado
Queimado n. 10.
Por um corte de cabello e
frisamenlo 500 rs.
Na ra do Coramercio, n'uma excellenle posi-
LP",iUm?iiCa,.de commereio. e prxima a
eslacao da villa do Cabo, vende-se urna casa com
os seguimos comniodos e beceficios: 2 sslas 2
Sri^S! gra"d.es1' J Pequeo, despensa, gabinete,
coznha. quintal com um grande aterro arenc
e estrumado, que evita as inundacoes do Pirana- ~" ,reimc-se lempo que ser nullo qual-
ma e muito prodBdivo, cacimba, jardim na 3 ne50C10 q.ue 8e effectue com obrado de
maior parte apenas cercado), assim como mu as ??",' 8nares ru" dos Msrlyrios n. 2. perteo-
arvores de diversos fructos no mesmo terreno e' S'e Manncl. F;"riaco da Silva Cmico. Visto
no restante do quintal larangeiras clelas, apenas *c^ar-so1arrt'lado ao abaixo assignado para seu
creadas, plantas de capim, estribara, casinha de p,ag,me",0' em virtudc do despacho do Exm. Sr.
pretos .- a tallar no armazem do Franca na mes- ,JU,Z espcc,al do C0D1'Dercio.
Francisco Jos Leile.
O abaixo assignado nao tendo cavaco algum
a quem exige saber a
na villa.
= Em das do iflez de abril do corren!
vcio u casa de Corrria & Irmaos nesla
cscravo Luiz
e anno
praca o
.scioo luiz, procurando quem ocomprasse "di- aaar a 1uem
crido que pertence ao Sr. Jo.quira Antonio da' Posil 6da
quem pertence o de-
-----ru do Rangel, pede ao annuncian-
biha Barros, senhordo engenho Liberal, termo e-('uo aPrcsonto sua corita, ou venha
: e como os meamos Correio & Irmios Ieito' caS entcnda_que se Ihe dew.
jUenham escriplo ao mesmo senhor por vezes
irtn,man?arbusc,r' corao nao enhm
Udo resposta alguma, es mesraos declarara por
me.o desla folha queso nao responsabillaam pela
morle ou fuga que o mesmo escavo possa fazer. i andar do mesmo"
que
Jos Jacintho
ser salis-
Pacheco.
Aluga-so melade de om sobrado na traves-
M da ra do Vigario n. 3 : a tratar no terceiro
4i a m piii m
AVISO
Anda fgido ura molato escuro de nome Fir-
nnno, ja idoso, barbas crescidas, em mangas de
camisa e chapeo de palha. E' grosso do corpo
e de estatura regular, e alguma cousa desdenta-
do. Esta quasi serapre na Boa-Vista, por junto
ca pontee do cl.aariz : roga-se aos pedestres de
leva-lo a casa de seu senhor, na rut do Trapi-
che, sobrado n. .',0, onde se pagua qualquer des-
-- Sampaio. Silva & C, pelo presente pedem
a todas as pessoas que forem possuidoras do le-
tras ou ttulos dos raesmos, fneam o favor de
maridarem urna ola na ra da Cadeia do Recife
n. 56, loja de ferragens.
Joaquim Jos Silveira, invenlariante do ca-
sal do tinado Marcolino de Borja Geraldes, avisa
a quem nleressar, que o Sr. Jos Goncalvc Pe-
reira se acha aulonsado a receber as dividas do
mesmo casal. Recite 3 do julho de 1860
&$# a ###t)#:
f$ Deseja-se filiar ao Sr. Genuino Corlo- I
M lao dosl'razeres na ra da Cadeia do He- ?>
%Vt2 J}$1 de Auguslo & Perdigio. I!
##A @ ##;:
1-rancisco Jos Cocllio, subdilo portusuez '
rrolende ir a Parahiba.
Aluga-sc urna escrava que engomma, cose
bem c faz o servido do ama casa de familia : no
pateo de S. Pedro n. 13
###f# A @|A MsVq'nTTadMm
v5 Dr. Caraeiro Houleiro aproveiUndo da
proporeo que tem pira mais fcilmente
executar ostrabalhos departo, c aconse-
em multiplicados parios laboriosos, tem fie
@ fcito sua especialidade sobre cite ramo
para o que podet ser procurado a qual-
'luer hora, na ruado Rangel n 16 Z
###a>S
Sabio a luz o o- ionio ua* biogra-
pluas de algum poetas, e outros bo-
meiis illustre da provincia de Pernam-
buco, pelo co.nmcndador A-ntonio Joa
quim de Mello. Conten as biograpbias
de Luiz Francisco de Carvalbo Couto,
Jeronymo de Albuquerque Maranbao,
Alvaro Teixeira de Macedo, e Joao
Antonio Salter de Mendonqa ; versos,
entre os quaes 50 odes anacrenticas,
urna noticia nteretsate do levante de
Goianna em 1821
visitera esta capital; continua a prestar-lhesscus
serviros e bons o.Ticios guiando-os em todas as
cousas que precisom conlicciniento pralico do
paiz, etc.: alm do portuguez e do nslez ialla-se
na casa o hespanliol e francez.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & ra da Senzala Nova n. 52.
Na ra da Cadeia do Recife n. 38, primeiro
andar, precisa-se fallar ao Sr. solicitador Manoel
Pereira de Magalhaes.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lccomlc acabo de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um outro nodo de Paris. Esta estabele- Lindos cortes de vestidos de seda pretos
ditos de seda de cores
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissinios precos.
K!Do-se amostras com penhor.
Lices de francez piano.
Mademoiselle Clemence de Ilannetot g
| de Mannevillecontinua a d3r lines de m
, francez piano na cidade e nos arrabal- *
} des : na ra da Cruzn. 9, segundo andar, m
cimento est boje as melhores condicoes que
possivel para salisfazer as encommtndas dos
objectos em cabellos, no mais breve tempo, co-
mo sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
bollciras de loda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-sc igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objectos em cabello scrao feitos em sua
presenca.se o desejarera, e achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pontear as senboras em casa particular.
E' chegado loja de Lccomte, almo da
de gaze phanlazia
de 2 saias
Ditos dilos de
com babados
Ditos dilos de ditos
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
cavado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada prea e branca, covado lj) e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos
de ditos de cambraia e seda, corle
Cambrsias orlandys de cores, lindos pa-
Boa-v isla n. 7, o excellenle lcite virginal de ro- dies, vara
sas branca para refrescar a pello, tirar pannos
sardase espinhos, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar c fazer cresccr os cabello
assim como pos imperial de lyrio de l'lorenca
para borluejas c asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida
- -rr.F-. -.tr-.r '
e noventa *? dous
documentos tnneditos. Por ora era
mao do autor.
O Dr. Joao Ferreira da Silva mudeu-seda
ra do Rangel para a do Livramcnto n. 26 so-
brado do Sr. Manoel Buarque do Macedo defron-
te de sua antiga habilacao. A grande pratica de
auscultacao reconhecida por quasi todos os seus
collegas desta cidade torua-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmes e do cora-
$ao ; assim como para verificar o estado de sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
-i0 .?m bom resull"0 em o exercicio de
mais de 0 anuos, se julga habilitado para prali-
dniii0,,'1 5^'qunr Pera^o cirurgica por mais
delicada o diDicultosa que seja.
Aluga-se o primeiro andar c armazens da
r*, rUad. Y'**"01 a lialar no caes do
Karaos n. 2 escriptono, ou ra Augusta n. 9
com Prxedes da Silva Gusmao
DENTISTA FRANCEZ. \
j. Paulo Caignoux, dentista, ra das La- 2
l "-Sio5;Na e 2
^ AAi. A AAi. Ai. ..XX A XX AAA A AAA AAAA?
Roga-se aos Srs. devedres do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio desaldarern seus dbitos na ra do Col-
eg venia n. 25 ou oa ra do Queimado loia
n. 10.
O Sr. thesoiirciro das loteras manda fazer pu-
ico que se acham 6 venda, lodosos dias no es-
criplorio das mesnias loteras na ma do Impe-
rador n. 36, e as casas commissionadas pelo
mesmo Sr. ihesoureiro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 16c na roa Nova n. 50, os bi-
llielese meios da ultima parte da oilava e pii-
meira da nona lotera da motriz da Boa-Vista
desta cidade cujas roJasdeverao andar imprete-
rivelmeiile no dia 7 de julho prximo futuro.
Thesouraria das loteras 16 de junho de 1860
J. M. da Cruz, escrivo.
Nhi fundico de ferro
e bronze,
IVua do Wvuuv n. %
James E. B. Spears.
Fundidor machinla eengenheiro encarrega-
se de qualquer obra, assim corao sentar vapores
de todas ai qualidades para serrara, refinacoo,
fabrica de sabao, machinas para amossar pao,
pora moer mandioca, ludo por prego commodo,
e concerta alvarenges, bombas, vapores, e toda e
qualquer obro.
Dentista de Paris. i
15 Ra Nova15
Frederico Gauticr. cirurgiao dentista,
faz todas as operaces da sua arle e col- *=
loca denles artficies, tudo com a super 5*
rioridade o perfeicao que as pessoas en- fg
| tendidas Ihe reconhecem. ^>
^ Tem agua e pos dcnlifricios etc. ^
wmmmsmmm emsmmtmm
Francisco Custodio de Sampaio foz scientc
ao respeitavel corpo do commercio desla praca
que desla dala em dianle deixa de ler gerencia
em sua casa commercial que gyra sob a firma de
Sampaio, Silva & C, passando esla aos socios
Joo Joaquim Alvos o Joio Jos da Silva, a
quem exclusivamente permillido fazcr uso da
mesma firma social. Recife 3 de julho de 1860.
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda di todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita dealgodao bordados
Panno prelo e d cores de todas as qua-
lidades, covaco
Casemiras idem dem idera
L--P'-'-: Gollinhas de caubraia a
i-^p^rj^arry t -. c,.lales d'' touquim brantos
Efc*=~ l)l,os Je mernj bordados, lisos e es-
i lampados de lodas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de liyho
do, brancal e de cores
Saias balao devanas qualidades
i aleta rxo, avado
Chitas francezjs claras
vado
Cassas francezas de cores, vari
Lollannhos de esguio de linho
demos
Lm completo sortimento de ronpa feita
e algo-
e escuras, co-
mo-
9
f
1S200
8
3JSO0O
1500
1O000
16000
1&000
9
9
9
9
8
g900
9
9
JC0
9
3&500
6(I00
500
280
500
g800
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes finos, forma moderna
Ura sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Comisos froucezos, pcitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas de fusto brancas e de cores
Ceroulas de linho c dealgodao
Capellas brancas para noivas muito finas
Un completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meios cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Vclludilho de cores, covado
Ve buiiwa decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e s co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu--as de
seda bordadas, lisas, para eenhoras,
lmeos e meninos, de todas as qua-
lidades
Cortes de colJcle de gorgurao de seda
de cores
Dilos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezitas ousombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de dos largurasmui-
^ to superiores, covado
Selm prelo, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Selim liso de todas ascores. covado
Lencos de gorgurao de seda
Relogios c obras de ouro
I Corles de casemira de cores a
pretos
9
8^500
9
8
9
8
9
s
9
15600
$320
19200
5700
2S0O0
lffGOO
9
5
2f50
9
Sgooo
15000
15600
9
I
9
55C0O
ARMAZEM
DE
Fazendas baratas.
Ra do Queimado n. i\f.
Chitas francezas miudinhas a 220 rs. o covado.
Efiberia.
Corles de hiberla com #4 covados a 25500 o
Cobertas,
Coberlas de chita chineza a 2s.
Laa a 320."
Loa para vestido, pelo baratissimo preco de 320
rs. o covado. ^
Chales.
Chales de merino eslampados a 5500.
Cassa inusselina.
Cassa musselina para babados, com 10 varos
muito finas (que se vendia a jJCO) por 4a a peca'
sctim de lodas as cores. ^
Cinta miiidinlia.
Chitas miudinhas, cores fixas, a 160 rs. o co-
vado.
Ricos cortes de eda.
mS,?!es de ?eda suPerres, pretas e de cores, a
W&UW, cambraias pretas finas a 500 rs a vara.
Lencos broncos.
Lengos para algibeira a 2j a duzia.
Bom e haralo.
Vende-se manteiga ingleza a 960 rs., e fran-
ceza a 800 rs.
Bom e barato.
Vende-se manteiga ingleza a 800
libra, dita franceza a 560 e CO,
o 960-rs. a
espermacete a
GRANDE
Fazendas c ronpa feita
POR MEDIDA.
Na loja c armazem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
Una do Queimado 11. SO,
em sua \o^a de 4 portas.
Tem nm completo sorlimcnlo de roupas feitas
e por medida a vontade dos freguezes: calcos de
casemira e de brim, colletes de diversas < uali-
des, sobrecasacas de muito bom goslo, um sor-
lmenlo de paletots de panno e de casemira, al-
paca, laazinha, riscadinhos e de brim, que ludo
se vende por preco commodo ; um completo sor-
timento de chapos prelos de seda para lionera,
de superior qualidade a 105, ditos de castor mui-
to superiores a 16g, chapeos de sol de seda in-
glezes dos melhores que tem vindo ao mer:ado,
ditos francezes de diversas qnalidades, ditos de
panno grandes e pequeos, cortes de vestidos de
seda de variados goslos para diversos preco.,, um
completo sortimento de bordados e entre- meios,
golinhasc manguitos, tudo por preco commodo ;
chaly de seda e 15a de goslo mais apurado quo
tem apparecido a 15280 o covado, chitas france-
zas muito superiores de 260 at 440 rs. o covado
de gostos muito delicados : um grande sortimen-
to de fazendas francezas e nglezas e allems que
seria impossivcl aqui se poder mencionar com
precos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais em conta qde em outra parte sendo
a dinheiro.
de familia a J4g. d.lo inferior a 2.55, engarrafado
do FOrlo. fio, a 800 c 15280 a garrafa, garrames
com vinho muito bom a 2^500 cada um, doce de
goiaba a lg o caixao, genebra a 400 rs a botija
u.jr ,,br*{i,ri,,ha 191qneire,farV
K3B00 sacco ch"ncas a 6i0a libra, cha a
15920 : na travessa do Paraizo n. 16, casa pinta-
da de amarello cora oilao para a ra da floren-
IIDSfl
Na nova loja de miudezas da ra Drcita n.
S5, vendem-so frascos d'agua de Colonia d Piver
verdadeiroa 480 e 960 rs., estratos tinos a 1*
e 15500, oleo de babosa Piver a 010, pos para
denles a 160, lias para bordar, de corts, da mai"
lina que ha a 75500.
Na nova lojidc miudezas da ra Direta n.
85, vendem-se luvas de seda enfeitadas para se-
nhora a 25, ditas dealgodao para homem a 320
bonecas de chouro a 440, 5u0, 640 c 800 rs. es-
covas linas pare denles a 2!0, 100, 500 e 600 rs.
grozas de botoes de osso a 20, ditos para cami-
sas, d louca, bramos, a 240 e 140 rs., ditos de
cores a 160. dilos de madrcpcrola a 15, carleiros
de marroqura fino a 500 rs., bolsos a 60.
Na nova loja de miudezas da ra Direita n.
o. vendem-se lesouras tinas a 1S e 2S, facas oi-
tavadas a 25800. tllas cravadaa o 35, ditas de
cabo de balanco, dous botoes, a 65500, caivetes
tinos a I56OO, dilos a 258OO, groios de Dennas de
uco alg, 1S200 e I5I00, linteiros proprios
viagem a 320. obreias de cola a 10o rs.
para
EAU MINERALE
NATURA LLE DE VirHV
Deppsito na botica franceza ra da Cruz n. 22 '
DEPOSITO DE PIANOS FORTES
DOS
iVIais afamados fabricantes da Europa.
ESTABELECIMENTO
DE
DrFORGT
JARABE DO FOKGET.
Este xarope est approvado pelos nui. .m.rntes mdicos de Par-
fSfftjr: mendico.sao sufBc,entes-otMoett ceicnie ssff-sr-sss
O dtposUo na ra larga do notario, botica de Bartholomeo Francuco de Souza, n. 36.
FUINDIQAO
V i
Ra Nova n. 25, esquina da Gamboa do Carmo.
bem ^^"J^W*m SOrlmen, ^ "-"-es, mais elegantes emats
nismo ?rT establecJiraen,0.exis,era. asados hipoueo da Europa, alguns pianos de machi-
lZlnZ glKede raaiorPerfei5o ^ que quaesquer outros, os qaaes" nao smento e
S!u arle raachin,smo a lodaas P655035 ^abem msica, mais ainda aquelles que igno-
oiih. ttUZ i^lesl,Iansex>'era mh3m no mesmo esubelecimento, harmnicos ou Seraphina os
nmL V 3 ga'a fend ,0Cad0em sala com acompanhamento de piano, e tambera
SSg.nTfi".. C,l0S !T0nOZS Cm Sreja U MPella' l3mbemha "hodJ e rausS
Sla0m ? ""o. Espera-se que o respeitavel e os amantes de msica nao se de-
TITlSSSr 'n"en.os, cujo preco alias razoavel, e de cuja perfei-
casa >*lTr c.asa ainasse e conceria-se pianos com a maior perfeicao possivel N
2&!SSftmm*'mm lindas musicas demi,hor )s,Dossivel ed
a mesma
edo melhor
DO
[RO D. I
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No d.epozilo desle estalielccmeiito sempre lia grande sorUmenlo de me-
euausmo para os cngen\ios de assuear a saber:
Bnrla!dvJiK* moderna! de SolPe cumprido, econmicas de combustivel, e defadUimo assento ;
f ffa de erro comJc,ub0 J deira largas, leves, fortes, e bem bataneada,;
Latinos de ferro, e portas d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira';
Moendas inteiras com virgens muito ortes, e convenientes ;
SsTfetX^^^^ Ca?all8' Ub1S' aCUnLada8 Cm agU,hCeS dCaZS i
Paro ebicas para o caldo, crivose portas de'ferro para sfornalhas:
d ? i/ ?mh0i de mand^a, fornos para cozer farinha ;
ST et0,0'(OStaraanho$Para vaPr' agua,cavallos ouboi, ;
^u.lhoes,bronZes e parafusos, arados, dxos froda.^r.c.proca., formas gal vantzada, para purgar etc., etc
POITRINAUORIARE
FERRADORES E VETERINARIOS RECONHECIDOS E
EXPERIMENTADOS DA
ESCOLA DE CAVALLARIA DE SAUMUR,
previnem ao publico que acabara de abrir sua oficina de errador, na ra de Santo Amaro n 1
praca do capim) em o bairro de Santo Antonio, aonde aeham-se promptos para incurabir-s d
ferradura e curativo dos aniraaea que Ibes forem confiados.
artJ?A3'B0WT?C0nfiaque'0SSeilsfreuezes acharo tudo digno da preferencia
EZtSX: P l0Dga ?P?riencia ^ elle tem do mechanismo proprio parros agricul-
mt^ acredFtZ,Th Z^*"1* 4de candar construir pssoalment as suas obras as
m coma^!SSS1 ^ I^later!*a1! Para onde eUe faz viagem annual para o dito m,
TJ?a P Ttmuacao da sua fab"ca em Pernambuco, para modificar o mechanis-
a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero necessilar!
com
assim
mo
CASA DE BA
NO
Assignatura de banhos fros, momos, de choque ou ebuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,.........#
30 cartees para oa ditos banhos tomados em qualquer tempo .".!.' .' 15^000
1S Ditos dito dito dito
1O5000
dito
i
8000
-ilOOO
Banhos avulsos, aromticos, salgados e sulphurosos aos precos annunciad'os."
*. iJSaSry ffff* **** respeitavel publico o gozo das vanlagens que resultara
,/nETn *?*'TS?7* deuma uim^de incontestavel, mas que infelizmente nao
estando em nossos hbitos, anda pouco conhecida e apreciada;
Pechicha sem igual.!
C? Vendem-se superiores camisas do X
tusto coilas de madapoliio muito fino a 3f
2?, cortos de casemira ingleza doquadri- '?*>'
nhos de superior qualidade a S50O e 5#, %
cutiles feitos de gorgurao de seda e dilos q>
de fustao a 3?500e -i^, calcas de brim de &
cor a 4& cortes de superior barege dse- :>
da a 20 e as modernas victorias de al- fla
paca de seda para vestidos de senhora a 3
700 rs. o covado, tambem se vende saias ^
balao muilo boas de mueselina o dilas do S
raadapolao a 4$00 c $. gollinhas de li- *>
nJio a 640 rs., de todas eslas fazendas ||
existe urna pequea porr.io que se vende ^**
por este proco para acabar : na loja de m
Augusto c< Perdigao ra da Cideia do Re- X
cife n. 2'd H
Na loja de miudezas da ra Direita n. 85
yendom-so resmas de papel de quadrinhos a
4J./0, caixinhasde papel sorlidas em cores a Ifi
ditas de quadrinhos a 800 rs., folhas de papel ar-
reujado e anvelopes a 210. dilas cora llores a
100, eslampas linas a 240 c 280.
Na nova loja de miudezas da ra Direita n.
oo, vendem-se pentes de alisar, debalea. a 200
240, 280. 320 e 360 rs dilos parapiolhos a S
pentes Iravessos para meninas a 640, dilos de'
massa para atar cabello a 900 rs., ditos virados
a imitaQo de tartaruga a lj!600, ditos dourados
a IJfSOO, ditos de alisar, de borracha, a 600 rs
ditos de blalo branco a uOO rs.
Na nova loja de miudezas da ra Direita n
85. vendem-so caixasde linha do gaz brsnca a
800 e 1, preta a 900 rs., miadas de linhas de
peso a 120 rs., linhas para marca a 20 rs.
Na nova loja de miudezas da ra Direita n.
85, vendem-se pecas de bico com 10 varas a 800
900, 1, IglOO, 1200, 1S300. lgiOO. Ig50 e
pecas com 10 varas de renda a 800, 1S, 1200
1300, 1400 el!500. babados do Porto a 120*
140 e 180, fila de seda lavrada, largura de 5 de-
dos e com pintas de mofo a 320, ditas finas a 640.
Na loja de miudezas da la Direila n. 85
vendem-sc sapatinhos do merino proprios para
baplisados a 1JJ200, borzeguins de laa para me-
ninas a 800 e 900 rs.
Na nova loja de miudezas da ra Direita n.
85,vendem-se loucadores de Jacaranda a 3, 3j5Q0
e 4500, gravalinhas a Pinaud a IgiOO, atacado-
res chatos de tlgodao a 60 rs., e rolic.os a 100 rs.
Na nova loja de miudezas da ra Direila n.
85, vendem-se papis de agulha a 10 rs caixas
de agulhas francezas finas a 200 c 240 rs.
Precisa-se de um caixeiro para taberna,
quede fiador a sua conducta ; a tratar n? ra
Imperial n. 41.
No 1. do corrente ausentou-sc o pardo Ru-
finiano, official de carapina, idade 23 annos, au-
da calcado, traja paletot pardo, nao tem barba,
tem principio de bigode, alto e grosso, inculca-
se forro : quem o pegar, leve-o ra da Aurora
n. 44, que ser gratificado.
Os prelendentes casa terrea, na freguezia
de S. Jos, podem dirigir-se ra Nova : a fal-
lar com o Sr. Braga, loja de selleiro.
Joao Francisco Lopes, cldadao brasilciro,
vai a Europa tratar do sua saude, lovando era
sua coropanhia sua criada Maria Jos.
Precisa-sc alugar um Moleque de bons cos-
tumes para casado homem estrangeiro : a tratar
na ra da Cruz n. 11.
Fugio no da 1.- do corrente mez a preta
escrava Mana, cnoula, um pouco fula, eslalura
regular, cheia do corpo, rosto curio, com bonitos
denles, e falla piusada, sshio a vender bolos"
Irajando vestido de quadros, o panno prelo '
quem a apprehender, leve ra Augusta em
casa de Jos Carlos de Souza Lobo, sobrado n
21, que ser gratificado. Prolesta-sc conlra quem
a tiver acoutada.
Precisa-se de urna escrava para o servico
de casa de pouca familia : na ra de Hortas nu-
mero 16.
Joao Antonio do Reg vai a Macei a nego-
cio de interesse
Faz-se almoco e jantar com muito aceio, e
sendo perlo manda-se levar: no becco do Cario-
ca, loja n. 9. Na mesma casa loma-se conla de
roupa para lavar e eegommar, c fica-se respon-
savel pela falta. v
O abaixo assignado faz scienlc a pessoa quo
quer hypothecarum sobrado na ra do Vigario
que appareca na ra de Hortas n. 124.
Aluga-se urna preta para o servico interno
de casa de familia, que sabe cozinhar eengom-
mar com perfeicao, com a condigao de nao sa*ir
a ra : quem precisar, dirija-se a ra da Praia.
armazem n. 18, ou a ra Direila n. 4.
Veude-se azeite de carrapato a 3)>80 a ca-
ada, e a garrafa a 560 rs. : nj taberna da ra
das Cruiesn. 22.
Dinheiro em
cobre.
Vendo-so na ra da Penha. sobrado n. 19, e
na ra do Brum, casa n. 6, por menos preco do
queem oulra qualquer parle.


()
DIARIO DE PERRAMBUCO. SEXTA FKIRA 6 DE JULHO DE 1860.
Borzeguins patele.
Lustre
45Ra
Sempre solicito
estabelecimento ei
$eus freffueze?, acal
bezerro
tooo.
Hreita 45
pvoprietario deste
poupar a bolsa de
de descobrir-llies
BARATO SNOPROGRESSO
DE
C
urna mina de borzAyuins, que nSo sen-
do Melles era Suzer, s5o todavia iguaes
a estes no durar, tendo por nico defei-
to serempoucos.
Conslanlenienle
lar so da Penha-
i
conipra-sc, rende-so e.lroca-se escravos : na ra
Direita n. 66, escriptcJrio de Francisco patinas
l'creira da Coala.
Cumpram-se clleclivarneute meias garrafas
que foram doehampanha : na ra larga do Ro-
sario n. 36, botica.
Compra-se
o guarda livros moderno ou curso com-
pleto de instruccoes elemantares sobre
as operacoesdo commercio, por Manoel
TeixeiraCabral de Mendonr.a : na pra-
ca da Independencia livraria n. 6 e 8.
Compra-se urna burra.
Quem tivcr annuncie por esla folha paro ser
procurado.
.'
DA
vista do gasto
O lliesoureiro das Ictcrias declara que o pa-
gamento dos premios da quarla parte da quarta
olera do Gymnaso Pernambucano, cujas lisias
teem de ser publicadas cm odia 18 do prsenle
mez, principia a ser offectuadododin 19 do mes-
no mez era dianle, visto como at o referido dia
18 tem o rocsnio thes >ureiro e os mais cnipre-
gadosde cstaiem aim a oceupados cora a con-
cluso da extraccao jos nmeros que nao foram
premiados, para assirh se verificar a exaclido da
mencionada lotera.
crias 16 de junho de 1860.
999## t
Thesouraria das lo
Camillo Pites.
f
f
4 Curso pralico eitheorico de lingua fran-
ceza por urna scuhora franceza, para dez
y.-j mocas, segunda i: quinta-feira de cada se-
gi mana, daslt) hons at meio dia : quem
@ qtiizer aproveitar pode dirigir-so a ra da <#
Cruz n. ), seguiid andar. Pagamentos
adiantados.
Altjenco.
$&d

es
@@@S
OjIPANIUA
Neste armazem de molhados con-
tinua-sc a vender os seguintes gneros abeixo mencianados do superiores qualidades a mais barato
do que em oulra qualquer parte, por serern a maior parle dclles recebidos em drcilura por couta
dos proprietarios.
Mantelga ingVcxa c raneexa
perfeilamente flor a mais nova que tcm vindo ao mercado de 640 a 800
se far algum abatimeDlo.
Queijos flamciigos
muilo novos recentemenle chegados no ullimo vapor da Europa de 1J700 a 3J> e a
que. o (reguez fizer se far mais algum a batimento.
Quejo pralo
os mais novos que cxislem no mercado al} a libra, em porgo se far abalimenlo.
A.meixas raueezas
era latas de 1 li2 libra por 1S500 rs., e era carapoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 3J00O.
Musanla ingVeza c franecza
em frascos a 6 0 rs. c em potes franceza a 800 rs. cada um.
Vcr&aAeiros ftgos de comadre
tu caixinhasdo % libras elegantemenle enfeitadas proprias para mimo a 1$600 rs.
ttolac\n\\a ingVeza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por i$.
Potes vidrados
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1#000 rs. cada um.
Vmendoas confclailas \>ro\>vas para selles
de S Joao
a 1g a libra e cm frasqunlios, contendo 1 1[2 libra po: 2J.
Ca prelo, nyson c perola
os melliores que ha neste mercado de 1&600,2?) e 2$500 a libra.
Macas em caixinVias de $ libras
contendo cada urna ditTerentes qualidades a 4500.
Palitos de denles licuados
em molhos cam 20 maciuhos cada um por 200 rs.
Ti.jlo raucez
proprios para lmpor faca a 200 rs.
Conservas iaglczas c raneczas
em latas e era frascos de differentes qualidades.
Presuntos, cuourVeas c uaios
o mais novo que lia neste genero a 480. 640 e 720 rs. a libra.
Latas de bolaclvinlva de soda
Vendas.
REMEDIO INC0MPAKAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as naeoes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que dellc tizeraru tem seu corpo e mem-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdessascura maravillosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os das ha muitos unnos ; e a maior parte
della sao to sor prndenles que admiran; og
medico mais celebres. Quanlas pessoas reco_
braram com este soberano remedio o uso de seug
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer *
amputaco 1 Dolas ha muitas que havendo dei- Sapatoes nobreza
Milho.
... ., 1 Vendem-sc saceos com milho a 4S600: na ra
is. a libra e cm barril da Cadeia do Recifo n 3 "
Vende-sc urna negrinha de 18 annos de
idado com todas as qualidades para urna exccl-
lentc ama de casa de qualquer pessoa de trala-
mento : trata-sc na travessa da ra Bella n. 6.
Milho perfeito.
45--Ba Direita4o
Este estabelecimento offerece ao pu-
blico um bello e rico sortlmento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins mperiaes.....IOjJOOO
Ditos aristeciticos......9^000
Ditos burguezes........7>000
Ditos democrticos......6$0OO
Mel borzeguins patente. 0#500
Vende-se no armazem
piche do algodao.
n. 18 confronlo ao Ira-
Semea
xado esses asylos de padeciraentos, para senao
submetterem essa operaeao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, am de niais aulenti-
carcm suafirmava.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
ivesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
meutralato que necessitasse a natureza do mai,
cujo resultado sea prora rincoulestavelmente
Quetudocura.
O ungento e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Estabelectda cm Londres
CA
EM
m mu.
MTAL
Cine milhocs de libras
esterlinas.
Saunders Brother
orinar acs Srs. no
, e a gera maisj
mi ate autorisados
effectuar seguros so
ili '.' coberlos de t
obj dos que cou
consista em
; [U ".'iliilade.
# M
nsullorio ci

. & C." tem a honra deln-
ociantds, proprietarios de
convier, que esto plena-
nila dita companhia para
re edificios de lijlo epc-
ha e igualmente sobre os
erem osmesmos edificiosl
ubilia ou emfazendas de

TT,
0; Continua sob
i. tel do Mallos
t ( em homeopatliia
C- tes.
I Botica ecu

de superior qualidade, e muilo propria para en-
gordar anmaes, em saceos grandes ; no arma-
zem de Anlunes Guimaracs i C, no largo da
Assembla n. 19.
Arados americanos e machinas
para lavarroupa: em casa deS. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vende-le um carrinho da alfandega com
um boi por 200$ : na ra da Aurora n. 40, pavi-
mento terreo, das 6 horas da manha s 9, ou
das 3 da (arde em diante.
Vende-sc a casa terrea n.71, sita as Cinco
Ponas, urna dita na Iravcssa do Livramcnlo n. 2,
e urna parle do sobrado da ra de Moras n. 12 :
a tratar ni ra do Qneimado, loja n. 44.
Vende-so um cscravo pardo, de bonita fi-
gura e de todo o servico, moco : na ra do Quei-
mado, esquina da Congregacao, loja do tenente-
coronel Manuel Florencio Alves de Moraes.
ATTENCiO.
Vendo-so um pardo cadeiras de balanco, ma-
deira de amarello, novas, que aiuda nao servi-
rn), por preco eoaimodo : quem precisar, diri-
ja-se a ra do Brum n. 44.
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res.
Cortaduras.
Dofes de cabega.
das costas.
dos membros.
fc-nfermidades da cutis
em geral.
Ditas doanus.
Erupces e escorbti-
cas. .
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
Iochaces
Inflammaco dofigado.
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmdes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articularles.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Alcatifa.
Campos & Lima, na ra do Crespo n.
16, lem para vender alcatifa com 4 pal-
mos de largura de muito boa qualidade
e propria para alcatifar, salas e igrejas a
800 rs. ocovado, ditiheiro a visla.
i>
de differentes qualidades a 1-^600 em porco se far algum abalimento.
Tambera vendem-se os seguintes gneros ludo recentemenle chegado c de apeno-1
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito nova, marmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pasaas, fructas em calda, amendoas, rozos, frascos'
com amendoas cuberas", confeites, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Borceaux.proprio
para conservas, charutos dos melliores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qudidades.gora- > -
ma muito fina, crvlhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas, j LiaZinliaS para VGStluO O. 320
spermacelebaralo, licores francezes muito tinos, marrasquino de zara, azeitedoct piriticado.azei ; r, _
tonos muito novas, bauha de porco refinada e outros muito gneros que encontrara) tendentes a TS., C lOOll 1S (16 111)110 O.
molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que oitroqualquer, I ft(10 r
promelern mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco >raticas como \ OUU la.
e viessera pessoalmente ; rogam lambem a lodos os sonhoresde engenho e seuho-es lavradores ; Na ra do Queimado n. 19, vendem-se laazi-
queiram mandar suas encomraeiidas na armazem l'rogrcsso que se lhes affianra a boa qualidade e ni,as mut0 QDaa para vestido, e para meninos,
o acondicionamento. pelo baralssimo preco do 320 rs. o covado, toa-
------------- _..___irrr: has de linho a 800 js. cada urna, cobertas a chi-
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl.llavana e Ilespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha eontm
urna tnstruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambuao.
Palha de car-
naba
. C$000
itos infantes......., 5<}000
Ditos de linda (3 1|2 bateras). C#000
Ditos fragata (sola dupla). 5$000
Sapatos de salto (do tora). GflOOO
Ditos de petimetre...... 5,s000
Ditos bailarinos........ o.s'500
Ditos impermeaveis...... 2^500
Senhora.
Borzeguins piimeir classe(sal-
to de quebrar).......5,>*000
Ditos de segunda cla*se (quebra
cambada). ,.....\ 48800
Ditos todos de merino (salto
dengoso).........4^300
Meninos e meninas.
Sapatoes de forrea. ...... 4,^000
Ditos de arranca........ 5(500
Boizeguius-resistencia 4jj[-e 3f800
L0J4 DO VAPOR-
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas linas c perfumaras,
ludo por menos do que era oulras parles : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PJLULAS HOLLWOTA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
menle de berras medicinaes, nao conlm mercu-
rio, ncm algum a oulra substancia delecteria.Be
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarroigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remore as doenr.a3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e ienazes
que seam.
Entre milhares de pessoas curadas cora este
remedio, muitas que j estaram as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais affliclas nao devem entregar-se a de-
sesperacao ; faram um competente ensaio dos
eflicazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestesrecuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
nli'al liomcopalhicog
W(C. 1
rnesma direceo do Ha- (S
'eixeira I.ima, professor @
As consullas como d'an- m
i
i
ral homeopalhica
Do
D. S\B3I\0 0, L PIMO
nenloshomeopothicos en-
pelo Dr. Sabino.
Aluga-so um moleque : quen precisar, di-
rija-se praca da Boa-Vista n. 30, segundo an-
dar, das 11 s 6 horas da larde.
O Sr. Luiz Honorio Carneiro Li>o tem urna
carta na ra do Queimado n. 2i,lojade miudezas.
Conrado Augusto de Fari.s o mcrico l'er-
reira da Silva deixaram de ser caix de Martinho & Olireira do 1.- de julho em (liante
:= O Sr. Francisco Aranha carta no cscriptorio de Manoel Joaquim Hamos e
Silva, na ra da Cadeia do ltecio
..:) Novos medica
j I viadosda Europ

cialmcnlp segn
@ ineopalhia no Riasil, vende-se pelos pre- @
eos conhecidos
l pathica, ra ie
-.. vol n 6.
a o
O
AO COMMERCIO.
I.'ra moco, caixeiro era urna casa commercial
desta prara, desojando melhorar, se offerece ae
Sr. commcrciantc que dellc precise para arma-
zem, escripia, cobrancas, ou mesmo negocio do
ra, do que tcm praiica, c d abono de sua con-
ducta : dignando-se deixar por cscripto a A. B.
no cscriptorio desta lypographia seu nomo e mo-
rada pata ser procurado.
Engomma-se e lava-se roupa, tanto de ho-
rnera como de senhora, com inuila perfei^o e
preco commodo : na ra Bella n. 17.
0 bacharel A. R. de Torres Bandeira, pro-
fessor de geographia e historia antig no Gym-
nasio desta provincia, tem resolvido abrir um
novo curso destas duas disciplinas, e bem assim
um de rhelorica o potica, partir do dia 15 do
correte em diante : na sua residencia, ra lar-
ga do Rosario, sobrado n. 28, segundo andar.
Uucm precisar de um homem para coziuhar
em una casa de pouca familia, dirja-se ao pa-
leo da Penha, taberna o. 1.
I Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva ,AOS 20:0001 10:0,00$, 4:000.5
@ Santos, medico operador e parteiro pode '
neza, de chita muito fina a 2jf.
PolassadaRussia
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecldo e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e desupeorqualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: tudo or urecos muito
razoareis
por barato preco, em poreoes ou a rctalho : no
armazem de Antunes Guimares & C, no largo
da Assembla n, 19,
Rio de Janeiro
M9m ^SSS5SIS2
ser procurado na casa Je sua residencia
@ na ra do Rangol n. 1G.
lo as necessidades da
X: SI Novena de N. S. do Garmo
na botica central horneo-
Santo Amaro (Mundo No- *
s
Roga-sa
Sr. Jos Mondes Rodrigues
Campello que lenl a a bondade de apparecer na
ra do Queimado Ji. 46, loja, que se deseja fallar.
lnnandailc de S. Jos da
O secretario da
convida a lodos na
ccr no consistoric
correnlo, pelas !)
Agona.
te das barreiras da Capunga o
a cada um dos senhores que
irmandade de S. Jos d'Agonia
seus caros iiuios acorapare-
da irmandade, domingo 8 do
loras da mauhaa.para reuni-
dos em mesa geral proceder-sc a eleico da nova
mesa que lera do reger a irmaudr.de "no anno de
18C) a 1861.
O arrematar
Manguinho, ped
pagara mensalmehte a laxa de ditas barreiras, o
favor do entrega! ao cobrador dolas urna nota
escripia o assignada, em que declare qual a
sua mensalidade, e porque animal ou vehculo a
paga.
Precisa se alugir um sitio ; quem tiver di-
rija-so ra do Crespo n. 25.
O abaixo a>signado faz scicnle ao publico
o com especialid; de ao Sr. Luiz Jos Marques'
annnuciante do i nposto de 20 por ccnlo sobre o
consumo de belidas espirituosas de produccao
brasileira consumidas nesla provincia, que nao
Un' ennvindo mais cuUeclar sua taberna sila na
travessa do Vigario n 3, no segundo semestre
de 1859 a 1860, que coraeca no Io de julho vin-
douro, lempo em qued evo" o Sr. arrematante fa-
zer sua collecta, deixa pelo fado de se nao col-
lectar de rendeb semelhanie conlribucao sem
que Ihe seja preciso justificar como quer o Sr.
arrematante ,pois tal juslilicaqo, segundo o rc-
gubmento em que elle se fundou, s devo ter
lugar no caso de estar o contribuinte collectado,
e querer deixar do vender aquelles espiritos, e
nunca com aquelles quo deixam dse tollectar,
porque osles de fado c de dircito j deixaram
de vender do principio do semestre, que vem a
sordo 1." de julio vindouro. Recife 30 d ejunho
de 1860.Jos Francisco Ferreira.
Bu abaixo assignado declaro, que vendo aos
Srs. Jos Uam.So de Souza c Mello e Antonio
Machado Santos, a parto que me perlcnce no de-
posito silo no pateo do Carino, desla cidade n.
43, responsabilisando-me desde a data deste ao
ultimo annuncio, por qualquer IransacQaoou onus
que por ventura possa haver sobre a mesma,
alim de que os mesmos compradores fiqucm
verdaderamente garantidos e livres de qual-
quer cousa que possa apparecer. Recife 4 de ju-
lho de 1860.Francisco Cesario Branco.
Deseja-se fallar ao Sr. S e Souza, na ra
larga do Rosario, fabrica de charutos do Sr. Reis,
a negocio que llic dizrespeito.
O bacharel A. R. do Torres Bandeira, advo-
ga no crirac e civel, na sua residencia, ra larga
do Rosario n. 28, segundo andar.
Roga-se ao Sr. Hennque da Fonseca Coi-
tinho, morador do engenho Una, o favor de ap-
parecer na ra larga do Rosario n. 33, para S. S
ultimar aquello negocio que muito deveriater
ulrr.ado.
Precisa-se de urna ama para casa
de uma s pessoa, prefere-se e"rava :
na ra da Senzala Velha n. 108.
Acha-se venda a novena completa eredgida,
segundo usara os reverendos Carmelitas da cida-
de do Recife, assim como os versos, salve, etc.,
e lambem a exposico do excapullario, na ra do
Imperador n 15.
GABINETE
Porluguez ile Lciura*
Tendo a directora do Gabinete Porluguez de
Leilura de concluir os seus trabalhos administra-
tivos, e passar a gerencia nova directora, que
dever ter lugar sua elcico no correte mei; e
nao podendo, segundo o arl. 48 dos estatutos,
legar sua successora dividas passivas, convida
a todas as pessoas que por qnaiquer quanlia fe-
jam credoras ao mesmo Gabinete, queiram apre-
sentar suascontas ao Sr. lliesoureiro Miguel Jos
Barbosa Guimaracs, ra do Crespo, alim de se-
rern salisfeilas.
Secretaria do Gabinete Porluguez de Leilura
em Pcrnambuco aos 4 de julho de 1800.
Manoel Jos de Faria.
1." secretario.
Estrado dos
dentes.
Jos Anacilo ds Silva sangra c tira bem den-
tes o raizes com rapidez caiga os dentes turados,
separa bem os da frente e applica ventosas sar-
jadas : pode ser chamado por escripto com o no-
me da pessoa, indicando o lugar e numero da
casa,a qualquer hora : na ra da Gamboa do Car-
mo, gabinete n. 19.
O abaixo assignado, encarregado da desn-
feceo como deve constar aos senhores inspecto-
res de quarteirao, pela circular do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica aos senhores subdelegados, a
qual datada de 10 de maio crrente, faz scien-
tc aos senhores inspeclores, que logo que se de-
rera casos de angina, escarlatina e outras moles-
tias que grassam epidmicamente, avisera ao
mesmo abaixo assignado para mandar proceder
desinfeceo como por ordem superior foi deter-
minado.Jos da Rocha Paranhos.
Gabinete Porluguez de
Leitura.
A directora do Gabinete Porluguez de Leitura
avisa aos herdeiros ou representantes dos falle-
cidos accionistas deste instiluto, Miguel Jos Ro-
drigues da Costa, Jos Joaqum Barbosa de Arao-
rim, Joo JoltOomes Pinheiro, JoTio oaquira de
Corroa, Jco Antonio Sirnoes, Antonio .Fran-
cisco Lisboa, Manoel Jos Carneiro GuimarBes,
Manoel Antonio dos Passos Qliveira, e Antonio
Joaquim Goncalves Guimares, para no prazo de
um auno, a contar'desU dala, virem reclamar a
transferencia d seos respectivos titulos ; isto na
conrormidade do drt. 3 3 dos estatutos deste
Gabinete.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura
era Ternarabuco aos 4 de julho de 1860.
Manoel Jos de Faria.
1. secretario.
e 2:000$.
Na praca da Independencia n 22, acham-c fl
venda os bilheles, meios e quarlos das loteras
44 da casa do correccao e 33 das casas de car-
dade timbrado por Santos Vieira.
ASSOCIACAO
DE
Soccorros Mutaos e Lenta Emancipado
dos Captivos.
Considerando esla Associacao, que o seu Sin ,
todo religioso, humanitario e philanlropico, de ,
que j tem dado exhuberanles provas, nao s i
com os soccorros prestados aos socios indigentes,
como com a libertacao de algumas menores, no !
que bem demonstra o seu dcsenvclvmento e es- \
pirito caridoso que a preside, reconheceu o ac-
tual conselho em sesso do 1 do corrente, que
os dislinctos cidados abaixo mencionados sao
dotados de semelhantes virtudes, o por isso re-
solveu approvar e conferr-lhes o diploma de so-
cios prolectores, de conformidade com o disposto
no art. 12 do regiment inte no, 03 quaes sao:
O Illm. e lixm Sr. desembargador, presidente
do merctissimo tribunal do commercio, Firmino
Antonio de Souza.
O Illm. Sr commendador Manoel Fgueiroa del
Farias.
O Illm. c Rvm. Sr. padre Jos Lete Pila Or-
ligucra.
O Illm. Sr. Dr. em medicina Carolino Francis-
co de Lima Santos.
O Illm. Sr. coronel ecorainandanle das armas
interino Antonio Gomes Leal.
O Illm. Sr. Dr. Gabriel Soares Raposo.
O Illm. Sr. capito Flix ."rancisco de Souza
Magalhes.
Secretaria da Associaco ie Soccorros Mutuos
e Lenta Emancipacao dos Caolivos 4 de julho de
1860Albino de Jess Bandeira, 1. secretario.
GRAXDE SORTIMENTO S
iFazciidase obras leitasJ
I Champanha.
9 Campos & Lima, na ra do Crespo n. j
J& 10, lem para vender uma porcao de gi- 3
*P gos com champanha do superior quali- ,
i dade a 20iJ o gigo.
e
KA
Lo i a e armazem
DE
IGes &Basto.
Associaco de Soccorros
Mutuos e Lenta Eman-
cipacao dos Captivos.
Tor ordem do Sr. presidenle.de novo sao con-
vidados os senhores socios para reunio da as-
sembla geral, domingo 8 do corrente as 10 horas
do dia, visto nao ter comparecido numero legal
no dia 1.* como se havia annunciado, assim co-
mo se faz publico, quo do resultado da bolsa de
caridade, creada pelo art. 10 do regiment inter-
no, romprou-so por conta Ja mesma o meio bi-
lheteden. 1881 da ultima r arte da 8.a, da 9.a lo-
leria da matriz da Boa-Vista desta cidade.
Secretaria da Associaco 4 de julho de 1860.
Albino de lesus Bandeira.
1. secretario.
Compras.
Comprase um carro do 4 rodas, americano
ou outro qualquer leve, que eslea em bom esta-
do : a.tratar na ra da Cn z n. 4.
Compcara-se moedas de ouro de 20-3 e 10-;
brasileiras, e de 168 portuituezas : no escriplorio
do Manoel Ignacio deOlivdradefronle do Corpo
Santo.
Comprani-se es-
cravos.
Comprara-se, vendem-se e trocam-se escra-
vos, na ra do Imperador n. 79, primeiro andar.
Na ra do Queimad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre-
casacas e casacas de pannos finos pretos
o de cores a 28#. 30$ e 35$. paletots dos
mesmos pannos pretos e de cores a 28$,
20$ 22# e 253, ditos de casemira mcscla-
dos de superior gosto a 16$ o 18$, ditos
das mesmas caserniras saceos modelo
inglez 10$, 123,14* e 15. ditos de al-
paca preta fina saceos a 43, dilos snhro-
casa tambem de alpaca > TJ, 8$c 9#, di-
tos de morin selra a 10J, ditos do me-
rino de cordao a 9$, cairas piolas das
mesmas fazendas a 53 e 6$, colletes pa-
ra luto da mesma fazenda, palelols de
brira trancado a 5$, dilos pardos e de
fusto a 43 e 5$, calcas de casemira do
cor e prctas a 73. 83" 9$ c 10$, ditos das
mesmas caserniras para menino a 6$, 7$
e 83, ditos de brm para homem a 33,
33500, 43 e 5$, ditos brancos finos a 53,
6$ e 73, ditos de meia casemira a 43 e
53, colletes de caserniras preta e de co-
res a 5$, e 63, dilos de gorgurao de seda
brancos e decores a 53 e 6$, ditos de
velludo prelo e do cores a 9$ e 108. ditos
de brim branco e de cor a 3$, 3g500 e43,
palitots de panno fino para menino a
153, 163 e 183, dilos do casemira do cor
a 7$. 83 e 9$, ditos de alpaca a 33e 3$500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 53 e 63, camisas para os mesmos
de cores e brancas a duzia 15$, 163 e 203,
meias cruss c pintadas para menino de
i todos os lamanhos, calcas de brira para
os mesmos al$500 e 33, colarinho de li-
nho a 63000 a duzia, toalhas de linho pa-
ra maos a 900 rs. cala uma, casaveques
de carabraia muito fina e modernos pelo
diminuto preco de 123, chapeos com abas
de lustre a 53, camisas para homem de
|| todas as qualidades, seroulas para ho-
K mera al63, 203 e 253 a duzia, vestimen-
H tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
S calca, jaqueta e coletea ludo por 103, co- jfjj
| bertas do fusto a 63, toalhas de linho gj
Mpara mesa grande a 73 e 89, camisas in- o
glezas novamente chegada a 36$ a duzia. ff
Vende-se por commodo preco um
ino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servirlos pata cha', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz n. 61, armazem.
Farelo do Porto,
em saceos muito grandes, ltimamente chega-
dos : vende-se na ra do Vigario n. 9, primeiro
andar, escriptorio de Carvalho Nogueira & Com-
panhia.
Vendem-se livras slerlinas em ouro : em
casa de Manoel Ignacio de Oliveiro& Filho, de-
roflte da igreja do Corpo Sanio no Recife.
Fazendas finas
roupa feita.
Augusto & Perdigo.
Com loja na ra da Cadeia do Recife n. 23
vendem edo amostras as seguintes fazendas :
Cortes de vestidos de seda prelos e decores.
Corles de ditos de barege, de larlalana e de ga-
ze de seda.
Cambraias de cures, brancas e organdys.
Anquinhas para saias, saias balan, de clina, ma-
dapolao e bordadas.
Lencos de labyrinlho do Aracaly e franeczes-
Chapeos amazonas do palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeites do froco, de vidrilho e de ores,
l'entesde tartaruga, imperatriz e outros goslos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez e mis-
sanga.
Vestuarios de fusto, de l c de seda para
enanca.
Manteletes, taimas e pelerinas de differentes qua-
lidades.
i Chales de louquim, de merino c do l de ponta
redonda.
Luvasde pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de bload, maulas de dito, capellas e
flores solas.
Sinturoes, camisas de linho o n*rsni> y,,ra
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou eitenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
-nos rins.
Dureza no venlre.
Enfermidndes no reir.
Ditas no figado.
Hitas venreas.
Ei'xaqueca
Herysipela.
Pebre biliosas
Febretointermtcnte.
Febreto da especie.
Gotta.
Heruorrhoida3.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammaccs.
Ir reg u laridades
menstruaco.
Lombrgasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucro deventre.
Phlysica ou consump-
pulmonar.
Betencao de ourina.
RIteumalisrao.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo [mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul.Havana e Ilespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada uma
dellas, conten uma instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
namb o.
'>'CtJUI> <0 j:;J& ijiCL3J!.iaC2C:WllJiO'C>>:
! Seguro contra Fogo |
OMPA\HIA
fia
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
Perfumaras finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletots de panno prelo
e de cor.
Paletots de alpaca, de seda e do linho.
Caigas de casemira do cor, prctas c de brim.
Camisas de madapolao, de linho inglez e de la.
Seroulas de linho e de meia.
Malas, saceos,apetreixos para viagem.
Chancas para invernos, botinas de Meli e outros
fabricantes.
Chapeo3 do Chyli, de massa e de feltro para ho-
mem*
Charutos raanilha, liavana, Rio de Janeiro e
Bahia.
Amendoas coneitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambera pora presentes a 2| o irasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, ra
da Cadeia do Recife n. 48.
Grande novidade
no mercado.
Borzeguins para senhora sem defeito
ou avaria de qualidade alguma a5|o
par dinbeirr a vista, vende se esta gran-
de pechincha nicamente na loja de
Leite & Irmao, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Machinas de Derosne pa-
ra destiladlo.
Na olrictna da ra larga do Rosario
n, 22 existem duas machinas de cobre
para destilar agurdente pelo systema
de Derosne, as quaes alm da sua per-
feicao, reunem a vantagem de serem
muito fornidas e destHlam uma pipa
em 16 horas. Estas machinas f ti tas pe-
lo m: is hbil artista conhecido as pro*
vincias do Douro e Minho, vendem-se
por prec,o muito commodo por se espe-
rarem outras que ja se encommenda-
ram. O vendedor garante a peifeicao
da obra.
para
l Vende-se
1 Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
1 Vem h copal.
I Vinhos fino;* de Moselle.
Enchadas de ferro.
I Brim de vela. g
I Folhas de metal.
I Ferro sueco.
Ac de Trieste.
I Pregos de composicao.
I Lona ingleza : no arma-
I zem de C. J, Astley & C.i
Botica.
s
*, *
-
Souza, ra larga
medica-
Bartholomeu Francisco de
do Rosario n. 36, vende os
menlos:
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febre).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de S oncaa a
12 libras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Vende-se uma negrinha de 7 a 8 annos :
no Hospicio, primeiro porlao de ferro passando o
quartel, paro tratar, al as 9 horas da manha, o
de larde das sai diante.


.f
<
DAURORA.
DIARIO DE PERNAjJBCg -. SEXTA FE1RA 6 DE JULHQ DE 1860.
LOTERA
DO
Seos proprietarios ^fereccm a seus numerosos freguezes e ao publico em eral, toda
Pr nlir mamilar nraHa om u .,.,, ,i,i ._>..i..:._____ r. e0"* w
&e0b^h?Id8S' ro?et;!' aSuilhcs e boceas para fornalba, machinas pa~ra i
dioca e para descarocar algodao, prencas para mandioca e oleo do ricini, purtoes gradara co-
umnas e mo.nhos de vento arados, culliNaJoies, ponles, taldeiras e tanaues" bofas8 alvarengas
botes e todas as obras de machinisrao. Executa-se qualquer obra seja qual r su narcza oSlos
des.nhos ou moldes que para tal fim orem presentados Recebem-se encoramendasnese esta
ISSffSaiStf ?ru,mi,,S8 A 3a .ua d0 Collegiohoje do Imperado?u CsSoradi. do ?*-
*EA esUbelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira. com quem os pretendenles se podra
entender para qualquer obra.
Viilio de Bordoaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos& C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bera co-
nhecidas marca doe Srs. Brandenburg Freres,
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
der*- Tem as seguintes qualidades :
De Branden!)urg freres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chleau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Cliateau Loville.
Na mesraa casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira era barr?.
Cognac cm barris qualidade fina. 9
Cognac cm caixasqualidade inferior.
Cerveja brama.
Relogios
Rio de Janeiro.
Praca da Independencia n. 40
Acham-se exposlos a venda os lilhetes e meios
da 4o lotera das casas de correlo, que deve
ser extrahida nodia 6 ou 7 do correnle.
P. J. Layme.
Galera de pin-
turas.
Recebcu-se grande porjo de benitos quadros.
entre ellos olguns sacros, por procos mdicos:
na lojfl de mannore.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5J000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no arma?em de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leite & lrmo, ra
da Impcialriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
-8
SVjv.w

sSsScs'*
GRANDE ABMAZEM
DE
*xsss=
<-CL
BUAN
\KS5s
BXSSJ:
S@S
C)
Grammatieaingle-
za de 'Ollendorff.
caaaa
Rua Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
Novo methodo para aprender a lr,
a cscrever e a fallar nglez em 6 mezes'
obra inteiramente nova, para uso d
|g todos os estabelecimentos de instrucrao.
|g | pblicos e particulares. Vende-ie'na
11 praca de Pedro II (Wigo largo do Col-
legio) n. 37, segunlo andar.
8SS
bt^SSSSt..da4o(Tuna deSte acreditd armazem o hbil
m 1^vl^^^^^^^^^^^^ ^ faiiecdo m
fandegadon. 19.
Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitosparacamisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkiright & C, ra da
Cruz n. 61.
cndem-sp 8cscravas com habilidades c sem
ollas de 15 a 40 anuos, de 800* a 1:500-5, "m e*-
Tavo de 30 annos, bom cozinheiro, por 1.300
um mulato de 22 annos por 1:31)0$, e mais al-
guns escravos baratos que se venden), tanlo a
prazo como a dinheirn, na rua Direita, no cscrip-
tono de Francisco Mathias Pereira da Costa.
LOTERAS
DO
Rio de Janeiro.
SORTES GRANDES
Q:CUH)StUH). 10:000$,
4:000$ e 1:000$.
Suissos.
Em casa de Schafleillin & C, rua da Cruz n.
d8. vende-seum grande e variado sortimeuto de
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, meios chronometros, de ouro, prala
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos prtmeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
aerao por precos razoaveis.
Pedras baratas.
Joao Donnelly tendo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimento de todas I,affft tln as podras cxlrahidas da liba do Santo Alcixo, *-*gO aSSeiftDltd.
propriedadedo annunciante, para calcamenlo das IIa continuamente para vender ueste trapiche
ras desta cidade ; e como as m os mas obras saccos dc feijao mulatinho muito novo com 6 al-
publicas por cmquanto se achara poralysadas, e 1ue'res. farinha de mandioca de diversas quali-
I tenha o Exm. ptcsidcnlc da provincia por despa-j dades niilho, trelo superior em naceos muito
clio de 18 deste mez concedido liecnca ao mesmo 8randes. orroz do Maranhao, cera de carnauba,
annunciantc para dispor das mesmas pedras, c courinri0* curtidos, sola e palha de carnauba, lu-
por grande quantidade que tem o annunciantc, i do Por Prpcs commodos e em graidcs porcocs
no caes do Ramos, oflc-rece a quem inlercssar ou a relo'ho, conforme a vonlade dos compra-
em grande ou pequea porcao, que as vende
muilo em conta. O mesmo annunciantc cnten-
dendo-se com o Sr. Rampa, hbil arcliiteto, bem
conhecido nesta cidade, couhecedor das quali-l
dades de pedras e lijlos, se tem admirado de
nao se ler empregado em alicorees este material, eobertos edescobertos, pequeos e grandes, de
qual as pedras do annunciante, como se pralica j ouro patente inglez, para homem 9 senhora,
na Europa, para evitar a humidade as paredes, de um dosmelhores fabricantes de Liverpool,
O mesmo Sr. Rampa tem encommendado ao kindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de'
annunciante 00 toneladas para esso fim, dizen- Southall Mellor,'! & C.
do que em obra sua jamis deitar tijollos
W ^noel Jsd F^reira. O respeitavel publico continan
^| trar em dito armazem um grande e variado sortimento
s^g leitas, como sejam: casacas, sobrecasacas, fraques,
^1 fino, ditos de casemira de cores, de merm, bomba
a
de
WSSs
encon- S36S
*ssss i o--;-------- .....-^^ ouiuuiciiiu uc ron Das
iggg eitai, como sejam: casacas, sobrecasacas, fraques, paletots de
! ^ fino, d.tos de casemira de cores, de merm, bombona
3^ e de cores, ditos de bnm de l.nho branco, pardo e de
V4
dores.
wm
panno
alpaca preta S^
aS P^'-braJn?eJdec.rc$' "***. ^ velludo pretoS decores, ditold *S
ra lulo |g
calcas ^5
m e grvalas pretal e de cores libres para' cria"ds7 flrdlmentos'8^ |fe
^ a guarda nacional da capital e do interior. US
M r AProm?t.am-8e becas Pra desembargadores, lentes, juizes de di- |fe
m reito, municpaese promotores, e vestidos para montarii. Naoapra-
8 tdra"dosao comprador algumas das roupas feita, se apromptara/ou- M
^ tras a seu gosto, quer com fazenda sua ou do armazem para o oue #
m* tem colindo, e babeis offic.aes, dando-setoda e ^S^Z^Vnt K5
WM convencionado. ^ ^ l ^g
lilil
sistiSs<
wmmum
. ~ ,ilde_se v,nho boa> da l'igucira ou de Pia-
les a -iOO rs. a garrafa, c
Recife
cm
Velha
caada a 3$ : i,o
taberna n. 102,
Progresso na cidade da Victoria
alicerce
em
pelo prero que tem o annunciante
vendido ao mesmo senhor lhe sabe raui mais
barato do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenra para usar de seu nomo no presente
nnuncio. As pedras escolhidas para arraazens
ou caladas, a de/, mil rcis por cem palmos, dei-
tadas as pedras em qualquer parte desta cida-
de a cusa do annunciante, com toda actividade
possivel, para o que tem as proporces necessa-
rias; os pretendcnles dirifam-sa a rua da Praic,
esciiptorio do annunciante.
Farinha
DE
Mllli
no armazem
de qualidade especial para mesa
de Antunes Guimaies & C, no largo da Assem-
j blea n. 19.
Vendc-se o verdadeiro doce de goiaba da
Reci
tas
los
e quartos das loteras do Uio de Janeiro,
presentemente tem exposto a venda os
bilhetes da 45 lotera a beneficio das
casas de correccao da corte, recebidos
boje pelo vapor francez La (uienne.
@@@ mmn @@
ag Keceneu-so pelo ultimo paquete Bonr- @
us, para sabida de theatro vestidos de @
@ soda de crese outros artigos para senho- fe
ra, tudo do ultimo goslo a duqueza de
& Comberland -i
| Loja de marmorc.
venoem-se du^s pequeas casas terreas
cujos alugueia correspondem a 10 por cenlo d
seu valor: quem pretender, dirija-sc a esta tv-
pographia que se dar informacoes.
Fazendasporbaixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Anda restara algumas fazendas para concluir
a liquidado da firma de Leite & Correia, asqtnes
se vendem por diminuto pre<;o, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o corado
a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, Cnas, a 240 e 260.
Riscados francezesde cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, ra-
ra, a 18000.
Cortes de caiga de meia casemira a 2S.
Ditos de dita de casemira de cores a 5$.
Panno preto fino a 3j> e 4.
Meias de cores, finas, para hornera, duzia.
1800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1JJ.
Meias brancas linas para seuhora a 3J.
Ditas ditas muilo finas a 4J.
Ditas cruas finas para hornera a 4$.
Cortes de colletesde gorguro de seda a 28.
Cambraialisa fina transparente, pega, a 4#.
Chales de laa e seda, grandes, um 2#.
Crosdenaplc preto de 1S600 a 2. v
Seda preta lavrada para vestido a 1JJ600 c 2|.
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16$-
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitospara camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rg.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$50.
Toalhas de linho para mesa a 2$ e A.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pesclo de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
cas a 5*000.
Cortes decaiga do casemira preta a 6JS.
Chales de merino com franja de seda a 5J>.
Cortes de caiga de riscado de quadros a 800 rs
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1280.
Leogos brancos de cambraia, a duzia, 2#.
Palitos de logo.
Na fabrica da Boa-Vista, na rua do Tanibi n.
10, vendem-se palitos de fogo a lg o cento dos
magos embrulhados.de qualidade muito boa pa-
ra resistir o invern.
Pechincha.
Na loja do Arantes vendem-se borzeguins to-
do de camurca para homem a 7$ o par, borze-
guins de verniz para hornera a 8, ditos com pel-
lica de cor a 7g00O. ^
Batatas e cebla
nova
Vendem-se btalas alga libra, ceblas a 1J600
e 2g o cento ; na travessa do paleo do Paraizo
n. 16, casa pintada de amarello com oitao para
a rua da Florentina.
Bicos e rendas de Croch
Ainda se contina a vender na loja do Rama-
lho, na rua Direita n 83, o superior bico e ren-
das de Croch, chegados ltimamente da Ilha,
por prego muito commodo ; (dao-se amostras).
Coral.
Vende-se verdadeiro coral de raiz, muilo em
conla, na rua largado Rosario, passando a boti-
ca do Sr. Bartholomeu, a segunda loja de miu-
dezas n 38. Na raesma loja vendem-se traugas
brancas de linho de caracol, ditas de cores muilo
baratas, e so vista se dir o prego de ludo ; e
rouitas miudezas em conla.
Vendem-se
latas com oleo de ricino muito novo, com 30 li-
bras cada urna, por prego commodo: na rua do
Vigario n. 5.
RELOGIOS.
Venderse em casa de Saunders Brothers '4
C, praga do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
tome de 12 cauadaspara atoa": taVuVdos Cua" e 'mberntrancellins e cadeias para os meamos,
Paletots francezes de brinzinhos esenros a ts.
S800 cada um, laazinha de quadros para vesti-
dos a 280rs. o covado : vende-sena rua da Ma-
dre de Dos, loja n.36 A.
A 4,800 rs, a peca
Vende-se esguiao de algodao muito fino com
13 jardas a 4800 a peca : na rua da Madre de
Dos, loja n. 36 A.
A 16,000 e 6,000
rs. a duzia,
Vendem-se camisas francezas brancas e de co-
res a 16g000 a duzia, ditas de meias o 6000 a
duzia : na rua da Madre de Dos, loja n. 36 A.
Escravos.
Gurgel Irmos leem para vender famosos es-
cravos, no seu escriplorio, rua da Cadeia do Re-
cife, primeiro andar n. 28.
Labyrinthos.
Gurgel Irmos vendem ricos leDcos e toalhas
de labyrintho.
Sola.
Gurgel Irmos vendem sola do Aracaly e So-
bral, e tambem a vontade dos compradores sola
corlida a ingleza.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, lem sempre no seu deposito
da rua da Moe.da n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moeedas para engenhc, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw a tratar do
mesmo deposito ou na rua do Trap he n 4.
Em casa de J, Praeger &
C, ha para vender:
Alvaiade em barricas de 4 arrobas.
Tinta em oleo de diUercnles cores.
Brim de vela.
Lona.
Velas de espermacete.
Conservas (Pieles) em caixas deduss duzias.
Dilas de horlalica de todas as qualidades Ca-
rones, etc.
Ditas de ervilhas em latas.
Sardinhas em meias e quartas latas.
Moslarda ingleza em frascos.
Fumo americano.
Cerveja ingleza branca e prela.
V'inho de Charapanhe, superior mam Clicquot
ilo do Porto. *
Dito de Xerez.
Dito de Bordeaux de tres qualidades.
Licores de Marselha em arrafas aades, su-
perior qual ida
Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial,
junto a fabrica de sabao, e na rua Nova, loja d
ferragens n. 37, ha urna grande porcac de follias
de zinco, j preparada para telhados, e pelo di-
minuto prego de 140 rs. a libra.
Em casa de Rabe Scbmettan C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
! elegantes planos doafamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na rua da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
la loja
ao p do arco de Santo
Antonio
vende-se casemira de quadros propria Dar cal-
cas e paletots. pelo diminuto proco de '.IJJ o co-
vado, a fazenda 6 superior: a ella, anKs que se
acabe ; cortes de cassa chita a 2g o corle.
DE
Francisco Xaxier de Salles Cavalcantc de Almeida
NO
Pateo Aa Fera.
O propietario deste estabelecimento, como se icba cora um grande o completo sorti-
menio, teniente 11 mofeados, ferragens e miudezas convida porlanto a lodos os moradores
desta adate da Victoria, senhores de engenho e lavradores queiram mandar suas
encommendas no Progresso do pateo da Feia, pois s ahi enconlraro o hom e barato
visto o proprielano estar resolvido a vender, tanlo em grosso, como a relalho, por menos
do que en oulra qualquer parle como sejam :
452L m,arme,ada ^ 1 2 libras a 1400, frascos com differenles qualidades de doce
por 29000,.latas de soda coniendo nove qualidades a 20O0, azeitonas muito novas,
passas de ditas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2^000 rs. a garrafa, licores
francezesde todas as qualidades, champanhe, conhaque dediles, louca fina, azul.pinlada,
e branca de todos os padres, ameixas era compaleiras e em latas a 1??000 rs. a libra
latasde [eixe de posto por 2000 rs banha de porco refinada, araruta, fallas, bolachi-
nha ingleaa, biscoilmho, eoulras mais qualidades de massas finas, massa de tomate em
latas e a relalho, letna, macarrao, talharira a 800 a libra, verdadeira gomma de araruta,
insenso da tudas as qualidades, espiritov de cravo.canella, ealfazema, verdadeiros pentes
a iraperatris, e de tartaruga de 9000 a 10&000 cada um, tranga e franja de seda Te-
chadoras de broca, pregosem quantidade de lodos os tamaitos e qualiJades e outros
muitos objectos que por se tornar enfadonho deixa de os mencionar,
FABRICA
UM
Azeite de Garrapa-
to purificado.
Vende-se por hora por 3*500 a caada a quem
, rarapes n. 60, em Fra de Portas.
jdeexcellente gosto.
Adiniravois remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadv/ay.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo dor de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, col .cas, bi-
lis, indigestao, crup, dores nos ossos, contusocs,
queimadura, crupces cutneas, angina, relen-
Sao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadcsescrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos ie raaos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
j prompto e radicalmente cura, escrophuks.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
| sos, tumores brancos, afectos do ligado e rins,
erysipclas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de liad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
o do sangue, inteiramenle vegelaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzos ne
dores devenlre, dses de 1 a 3 regularisan, de 4
a 8purgam. Estas pilulas sao eflicazes as alTec-
joes do ligado, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digestao, e era todas 83 enfermidades dts mu-
i lheres, a saber: irregularidades, fluxo, reten-
5es, flores brancas, obstrueges, histerism j, eic,
sao do mais prompto effeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, e em todas as febr ;s ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos --era a-
companhados de instruccoes impressas que mos-
trara cora a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esio ga-
rantidos de talsificagao por s haver a venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
4 lrmo, na rua da Iroperatriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
DE
uul i pmum fi Mtm,
Sitanarualmperaln.ll8el20 janto a fabrica desabo.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belniiro da Cosa.
M.n2Stq*e,?C,mient0J,Veypre Pro?Plos alambiques de cobre de differenles dimences
(e J00 a 3:(JOU*) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contino
para resillare destilar espintos cora graduar-So at 40 graos (pela graduaco deSellon Cartier] dos
melhores systemas hoje approvados econhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
Je todas as dimenr.oes asperanles e^le repucho tanlo de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de odas as dimencoese felios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d agua.portas liara fomalhase crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimences para encmenlos camas de ferro com armaco e sem ella, uges de ferro potaveis e
econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos
para engenho folha de Flandres, chumbo em lennol e barra, zinco era lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lencoes de ferro o latao,ferro suecia inglez de todas as dimnsdes, safras, tornos
e folies para fcrreiros etc., e oulros muitos artigos por menos preco do que em oulra qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda cora presteza e perfeicao i conhecida
e para coramodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acha-
rao na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas
rua da Svnzala
esquina do boceo Largo.
Vende-se urna taberna era boa localidade
da froguezia de S. Jos; a Iratar na rua da Piaia
n. 82, taberna.
Vendc-se um moleque de 15 annos do ida-
de : no caes da alfandega, armazem n. 3.
Vendc-se um sitio muilo grande, porto da
praca, cora casa de vivenda, com paredes dubra-
das o sotao ; o mesmo siiio lom grandes baixas
de capim, que se coilam 100 foixes diarios de re-
rao a invern, terreno para vaccas do leite e na-
ta planlacoes, bom coquoiral e alguns arvoretlos
de fruc'.a ; vendc-se a dinhoiro ou a prazo a
Iralar na rua da l'raia, seiraria n. 55. Declara-
se que o terreno proprio.
Vende-se a posso e obras do engenho Tiriri
levantado em Ierras do engenho Alguduaes /-s-
sim como a safra e animaos, recebeudo-se alu-
ma propriedade perlo da praca em conla do ne-
gocio : quem quizcr fazer negocio com o mesme
engenho, pode apparOccr.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DB
Fraacisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Vende-se urna negra fula, bonita figura,
moca, coznha, engomraa soffrivelmeote e costu-
ra, o lavadeira, e quem a comprar se dir o mo-
tivo por que se vende : na rua do Brum n. lt ar-
mazem de Manoel Jos de S Aranjo.
Vendc-se o ongenho Quiacmbo, na fregne-
zia de Santo Amaro de Jaboatao : quem o pre-
tender, dinja-se a rua Nova, no primeiro andar
do sobrado n. 65.
a ~ycn(lem-se ps de laraogeira de urobigo c
da China, ps de fructa-pao, de sapoli, de linio
para cerca, e outras qualidades de fructas, por
preco commodo : na fonle de Ucha, sitio ua
viuva de Joao Carroll.
Vende-se um moleque de II annos, rnuilo
sadio : na rua da Cruz n. 33.
Camisas inglezas
Na loja de Goes & Bastos, rua
do Queimado n. 46.
Acaba-se de receber um grande sortimento
das vordadeiras camisas inglezas muilo linas,
com pregas largas, peitos de linho, sendo estas
ultimas camisas de um gosto apurado, tanlo cm
pregas como cm collcrinbos, pois decenle lano
aos rapazescomo aos senhores de maior. porisso
sendo muita a porcao que recebemos, deliborou-
se a vende-las por 38 a duzia, nesta bom conhe-
cida loja de Goes & Basto.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, 1.
M. Singer & C. e Wheeler AWison.
Nesle estabeleci-
menlo vendem-se os
machinas de6tes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da nono, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade c seguranca :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite & Irmos rua da
amigamente alerro da Boa-
Imperatriz n. 10,
Vista.
Pianos
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool tambera urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vende-se espirito de vinho verdadeirocom 44
frros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andaa na rua larga do Rosario n. 36.
Rua daSenzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bromeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de ume dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inglezes

Engenho,
Vende-se o engenho Santa Luzia,sito na
freguezia de S. l.ourenco da Matta, entre #
os engenhos Penedo de Baiioo Penedo de g.
Cima : trata-se no mesmo engenho ou no ^;
engenho Mussambique com Felisbino de }
Carvalho Bapozo.
FARELLO.
Vende-so saccos com farelo
do Rangel n. 62, armazem.
a 4*500 : na rua
Augusto & Perdigo.
K> Vendem camisas de linho inglezas
muilo finas por 409 a duzia, ditas de fos-
to por 24, dilas de musselina por 24$,
duaspara menino por 24* e avulsa a
3*500 e 2J, chancas inglezas a 2*500 e
botinas de Melis a 12 : na sua loja da
rua da Cadeia do Recife n. 23.
Farinha'de mandioca.
Vende-se farinha de mandioca, superior quali-
dade, vinda do Maranhao, pelo hiate Rosa c
briguo escuna Graciosa : nos rmateos de Ma-
chado 4 Dantas e Antunes Guimaraes & C, no
Forle do Mallos, largo da Assembla.
Attenco.
Chapeos para homem especiaos para
luto, recommendaveis pela sua boa qua-
lidade: ua rua Nova n. 8.
FINDI(I0 LOWMOW,
Rua da Scnzala tova n. 42.
Neste estabelecimento continua a harerum
comapletosortimento de moendas e meiasmoen.
das para eaenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os taannos
para dt
Vende-se urna casa terrea cora
grandes commodos e em urna das me-
lhores ras da reguezia de S. Jos : na
rua das Cinco Pontas n. 72, se dir'
quem vende.
Ma lo Ja
ao pedo arco de Santo
Antonio
continua-se a vender bicos e rendas da trra,
assim como lencos de labyrintho os mais ricos
que lem vndo ao mercado, ricas caixinhas de
marisco propinas para costura de senhora, pen-
tes de tartaruga, gosto inteiramente moderno,
ricos coeiros de casemira bordados para criancas,
ditos i debrunhados com ricas filas, bonets'de
velludo para menino, cnapeos para baplisados,
assim como todos os preparos para baptisado, e
loalha de labyrintho.
Vende-se muito em conta vaqueles de lus-
tre oara carro : na rua da Imperatriz n. 78.
Fumantes econ-
micos.
Charutos da Babia a 1$ a caira de 100, com
principio de furo : na rua das Cruzes n. 41, de-
posito.
Vende-se urna porcao de madeiras proprias
para queimar-se, das ruinas da igreja da Santa
Cruz : quem as pretender, dirjase casa do Ihe-
soureiro, na rua do Arago n 43.
Aos fabricantes do velas de carnauba, ven-
de-se cera de carnauba chegada ltimamente do
Ass, de um sacco para cima a 9$ a arroba, di-
nheiro vista ; na travesza da Madre de Dos
numero 18.
Tramoia.
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n n
alguns pianos do ultimo gosto. recentimenle
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4Sons de Londres e
muito nroprios para este clima. '
Escravos fgidos.
Anda contina-se a vender a superior tra-
moia ou babado do Porto, pelo diminuto preco
de 80, e 100 rs. a vara : na rua Direita n. 83,
| loja do Ramalho
ATTENCO.
Ainda continuam a estar fgidos os dous ca-
VoenS annunciados no Diario n. 143 de 21 de
1860, aonde arrombaram a estribara do sitio do
abauo assignado, Campia do Barbalho, fregue-
zia da Varzea, e carregaram-lhe os dous caval-
Ios e um selim cobcrlo de novo, e como o abaixo
assignado ignore alguns signaes. o motivo qti
repele que sao lodos os seguintes : um cuartn
bonito de sella, russo rudado pedrez, gordo, bar-
rigudo ero grao ; outio quarto russo pedrez
bebe em branco, frente aberta. j velho, grande :
roga-ses autoridades policiaes e pessoas parti-
culares, que soubercm desles cavallos, que os ap-
prehendam e deem parte ao abaixo assignado no
seu sitio cima, ou na n-a do Livramento n. 7,
que sero gratificados, o primeiro 50$ e o segn-
00 ^"jyvUt!.
Antonio Duarte de Oliveira Rcgo.
Fugio oescravo de neme Cesario, idade de
vinte e tantos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforcado, bons denles e lima-
dos, cabra escuro quasi negro, barba na pona do
queixo, olhos avcrmelhados. pernas um pouco
arqueadas, filho do .Sobral (Cear) ; porlanto
roga-se aos capites de campo, as autoridades
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o apprehcndam eolevem a sua senhora, no
caes do Ramos, sobrado encarnado, que serao
gratiQcados ; e se protesta contra quem o liver
acoulado em sua casa,
Fugio na noite do dia 26 do correte o es-
cravo Jacintho, croulo, que representa ter 25
annos, alio esecco, porm esl com principio
de fnaldade, eporisso lem os ps e o rosto in-
chados. os olhos um tanto plidos por soflrer de
ictericia : pede-se as autoridades policiaes, capi-
tes de campo, ou pessoas que o apprehcndam,
o levem rua de Santa Cruz n. 44, que serao ge-
nerosamente recompensados.
400#000 de gratiicaco.
Anda contina a eslar fgido o preto Nicolo,
escravo de Francisco Antonio Cabral de Mello'
senhor do engenho Tabocas da freguezia da Luz
este prelo alto, cheio do corpo, representa ler
22 a 24 annos de idade, tem as costas algumas
marcas de castigos, e tem alguns principios do
oficio de carapina. Ha algumas suspeitas que
elle tenha procurado os serloes em demanda da
provincia do Maranhao, d'onde veio ser vendido
no Recife. A sua apprehons.io e entrega, quer
no referido engenho, a seu senhor, quer no Reci-
fe, ao Sr. Manoel Antonio Gongalves, ser grati-
ficada cora a quanlia cima, de 400$.
Na madrugada de 24 do correnle fugiram do
engenho Monjope dous mulatos, um de nome
Agostnho, cheio do corpo, idade de 25 annos,
acaboclado, ps gros3os. cabellos corridos, e sem
barba ; e outro chamado Izidro, scceo, nao alio,
cabellos crespos e corlados muilo rente, tendo
urna cicatriz no alto da tesla, e bu?o de barb.a ;
levaram 2 cavallos, um melado raposo c rabao, e
outro alasao, um pouco magro : quem os appre-
henaer, levando-os ao referido engenho Monjope
sera generosamente recompensado.


00
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 6 DE JULHO DE 1960.
Litteratura.
Ensato poltico sobre a situacfto
POR
"i Fernavibucano.
Alhenas 'I l'rosperuu, desde Cectops ole Cedro,
contando rcis taes como Theseo. A realeza foi
substituida pela *ristocracis dos archonles ; foi
ni HkC\i : enl o que os leis de Draco se escreveram" cora
US ..\AHUHmAN h A UillilSAtAU, sangue; a propna constituido de Soln, deslt-
| nada a abalor a faeco aristocrtica ( sem obter
mais que sul sliluir-lhe ditersa tyrannia ), cons-
tituio outra aristocracia, depositando a autorida-
do na roo dos archonles. e oggregatido-lhes um
senado do 4C0 merabros I
Namorn-vos acoso a iloma dedo a queda dos
Tarquinios al elevoro dos Cesores ? Pediris
assim a substituirn de um rei por dous ris,
Licentia mater impudenlia?. chamados cnsules 1 As lulas intestinas em que
a closse pleba foi sempre supplanloda pela pa-
tricia ? As oppressoes daquella por esta ? A
mentira do eleiro ? A conquista e o guerra ar-
roradas umversalmente em direilo ? A desmo-
PtAT., de leg., dial 3.
\
%
Conclusio. )
lllude pois perversamente os homens, reo
dos excessos que tnes ideas falsas podcoi gerar,
aquello que uao faz esta dislinccjo, e antes inci-
ta os msculos e a forra bruta nos ualuraes pu-
pilos (que sempre alias continuariom a s-lo)
contra a inlell enca e a forra moral dos que ra-
zo c dircito consiiluiram tulores.
i'uis que ( nsinar-se-ha oo analphabolo, ao
proletario, ao louco, a mendigo, que a su a opi-
nio, e seu voto pezam tanto como o do sabio, o
do proprielari), o do cidado distinelo por scus
mciitos e serviros? Pora mentir ao pcusomenlo
das insliluirts de progresso. fura annullarwjs
conquistas ila intelligeiicio, reslituindo o sceplro
oulra mais allulla tyranuia, a do humero bru-
to ; fra, nao j pendular a sociedade em oseilla-
ccs isochroujas, mas expr successivamenle esse
revollo plagd victoria de todos os ventos.
Sabemos l>*m que os calculistas se afanara sem-
pre por desvairn ; por turbar as aguas, em seu
proveito ; par cegar o povo, para logo em defeza
sua convenciera esse instrumento ceg. O mos-
tr Volioire l|h'o ensinou :
Je sais quel es le peuple ; on le change en un jour ;
II prodigue aikiiieni sa hainc ou son amour.
Sabemos do existe, no mcio e uu fundo de
todas as sociedades, urna classe cculimaua, que
ralisariio progressiva ? A escravidao, por divi-
das, do hornera branco ao homem branco ? O re-
baixamento da mulher pouco cima.do nivel do
animal ? Urna amcac,a permanente a todas as
nacionalidades ?
Rejeilais essas de quem se podo dizer : eliam
periere ruina; ; ser piara abracardes as da edadoj
media ?
Venezo, a guerreira, a conquistadora, a com-
merciinle ? Irrisao I Os seus doges, maridos do
ocano, eram vitalicios ; essa repblica era urna
aristocracia forte e lyronna ; os nomes do seus
Udalgos inscreviom-se no chamado /tiro de ouro;
os" limites do poder do chela eslavara em poucas
unirs c tenebrosas maos ; consclhus dos de/, in-
quisieoes do Estado, conselho dos pregadi, tri-
bunal da quarantie ; s nobres tinham accesso
aos cargos pblicos. Essa repblica nao a
vossa.
Ser Genova, o rival de Venezo, a quo viveu
sempre em dissenses, a que mudou sem cessar
do governo, obedecondo successivamenle a con-
des, podesls, dictadores, capitacs, protectores,
abbades do povo, doges ? Pois era repblica de
vossa escolha a ierra dos Boceas-Negras, Dorias,
Spinolas, Pieschis, Griraaldis ? vosso modelo
nanos presiosscm juramento de odio realeza ;
pouco depois resurga ella, crotora com formas
transitorias, porque sempre as flechas da liber-
dade acabara por cmbolar-se no neo escudo da
monarchia.
A liberdade e a razo da repblica franceza
eram-o tanto como eram deusa s as da razo, c
da liberdade, que ento adoravam : mulheres per-
didas, sabidas dos prostbulos.
Foram talvez essas secnas contemporneas,quo
fzcram Nopoleo bradar que era mois difficil
cousas existir repblica sem >nar;hia,que monar-
chia sem despotismo. Elle imiloi. os Cesares que
depois de deslruirem a republici romano, zom-
boram della, .eonservando-lheo nome. Os exlre-
mo.s locam-s. Tiberio s fallova da suo affei-
c,o repblica. M visinha ti ella, que usa
contaminar quatilo se lhe apprcxima ; por isso
o principe de I.igne finamente adverta quo nao
tolcrava as repblicas scuo na agua, porque o
liberdade nao se deila a nado, para ir estragar os
outros paizes.
A repblica pois a mentira, orno a monar-
chia 6 a verdade ; e quo serao os agitadores re-
publicanos?
Copiomos o j'zo do senso publico universal.
XVII
Onde virdes tribuno sem Monte Sacro, faccioso,
declamador; ondo virdes camelco e Prolheo ;
onde virdes pregador de demagogia desenfreadi,
cega, furiosa, funesta ordem o aliberdade, irra-
cional ; ficai certos de que sob esses diogenicos
andrajos se encobren) os mais hypocritas ambicio-
sos. Sao populares, que sacriticam os povos ao
dolo de seu orgulbo, e do suas ispirocOes ; sao
inimigos da realeza, candidatos a oulra especie
de realeza ; sao uns reguos da edade homrica,
camaradas de Alcinoo reinando sobre os Phea-
cios.
A demagogia, a inimiga de um tyranno, o
terreno d'onde os tyrannos pullulam, mais bastos
que dos denles da fabulosa serpe subiara da Ier-
ra os homens armados e ferozes.
E' urna entomologa poltica asss curiosa I o
esse paiz que, para subsistir, se vio constante- republicano varia mullo, conforme o que j lem
mente forrado a entregar-se direce.o de naces
cstrangeiras, e quo no interior so regeu gcral-
se move a aeree de todas s eiclacocs, boceas mi'n.le Pl!L terror e pela forca ?
tac prompla i s vociferaces dos vivas, como s ; ^30 > "ao Podcm fpr es?as repblicas ansto-
dos morro*, ao mesmo o'lijeclo ; mole indigesta "ticas como as de Piza, tlorenr.a, e outras, era
e rude
cao
hor las selvagcns, encravadas na civilisa-
que se vos vao os olhos.
Approximemo-nos portanto mais aos nossos
E' ao reinpdo desla Astra poltica, ao charla-, ias* ., .
i pyramide insustentavel, de pice Oucrois a Suma para OflM lypo ? Cautela I
bae para cima -pyramide sem a-' lembrai-vos pnmeiro que a Repblica Helvtica
ji'ixo, iue pertenco o pomposo no
laiiismo des
para baixo c|
restas, nem
me de democracia pura.
Nao vos
ties |os Mir
pluases, sao]
priofl contra
vilenla,
ca pura nuj
iperdoe-se-
dcelara que
canalha.
humana da
responder
aule porcos
Se o dem
governo ; sq
xacerbus! J vossos primeiros n.es-
COurlS, e oulros, de quem copiaos
mojs modernos) usaram elles pro-
a democracia pura linguagem mais
1 ousseau escreveu que umademocra-
convinha seno deuses ; Voltairc
i u.i a liberdado da palavra ; dellej
democracia pura o despotismo da
hngarieis vos as perolas da diguidade
ile" disso ? A voz de S. Matheus vos
Aeiyue millalis margaritas vestras
cracia aspira aos foros de forma de '""""--i por mdelo,
ella passa da sua esphera licita de A repblica das Sele provincias ttmdas > Bas-
j denle das monarchias era que jaz encravada
' nao fura isso ; e sua liberdade se limitara j a
urna sombra tradicional. urna repblica fede-
ral; una manto de retalhos, em ludo : Na re-
ligiao lem nove contescatholicos, sele reforma-
dos, seis mixtos ; em lingua, falla o francez em
Neufchatel, Vaud, Valais : allemo em Berne,
Bozilea, Zuricli ; italiano no Tcssino ; romano
| nos Grizes ; welche, dialecto dos cantes fran-
cezes Em formas de repblica, cada estado
1 tcm a sua : dos trezc canloes primitivos tres
eram aristocrticos, seis democrticos, qualro ti-
nham de tudo, etc. Por corlo quo uao lomareis
tal Babel
ongera do [ioder impossivel de exer
der;entac
la, a deslru
Se, oeste
quem ha ah
nenio iut.tr
c.-1'i sem ti mi
encarnicado
esperanza t
humiliarao
pojo de "ced
ta as fileir
sociedade
o urna peste, um flagell
to em ses;ao permanente,
uiomenio, a revolta physica cessou,
to ceg, que nao distinga o pernio-
de algunsem revolta moral? Exolta-
, o sem freio, raiva mortal ordem,
desejo de agitar e revolver, teimosa
crimes, irritacoo pelo mo successo,
mplacavel da vadado suecumbida,
ir, sede de viuganca, eis quaulo res-
is dessas sediciosas minoras, que a
mee, mas nao subjugo.
I." um fado, j esetipto em letras de sangue no
>rcicio do po- dizer quo foi creada por monarchas, c
o a revol- rove'! p 'i"18 do tratado do L'irecht, es
em seu
essa que,
lapos vida ingloria, indefinida, e perseguida,mor-
reu, na infancia, de justa morte nalural para
sempre.
Ah j sabemos ; queris talvez a repblica
franceza, a mii, ou alguma das dilectas lilhas,
balava,parthenopa, romana, liguriana cisal-
pina, etc. Mas todas essas foram, ainda dema-
siado longos, relmpagos de horror ; prestes bai-
xorom ao inferno, donde haviam nascido. Ge-
radas do odio e do sangue, atacadas de liemo-
phobio, tudo abaloram, ameacaram tudo ; e se
lao fundas nao fossem as raizes da religio, da
propriedade, da familia, da sociedade humana
cmlim, ludo esse furacao houvera arrebatado ; a
o o antigo gFilo gucrreiro-S. Jorge! !l!Lm"i,dc.serf bojf u,n3 necrppole, ou
ico e democraciaTl-sob a influencia 25! 22e?S- "culanum, coberlo da lava ja
de Ihcorias borboras, e fr,a desse hediondo vulcoo.
solo de nos as provincias, nos lageas das uossas
ruos, que dsbaixo do iogo da imprensa inimiga,
tionsorraail
no dep >
dessa conti
de hediond
fundo da so
xoes grossi
nem saben
dPml, urna
calumnias, se lenta formar, l no Queis. .^publicas de llamburgo, Bremen,
uu cxpluso
is calumnias, se tenia lormar, ta no c-.Z.".'t",~""r---'"'-'.-.
:icdadc,l onde se encontrara as pai-"^ Jomas, Andorra ou S. Mannho?
^ras, eos inteUiSencios violentos (que ^f .i 0M microscoP10 Pa" as dm-
supportar, nem comprehender a or- "fJ?q" r. a j -
milicia obscura de homens. capazes ; pc}Scf "
medrado, ou lhe resta a medrar : um no ovo
outro na chrysalidae outro, quando o bicho es-
t perfeito ; para os tres estados ha tres lingua-
gen?, diversas antpodas.
Emquanto, porem, o republicano ainda Irala de
merecer, d-se um phenomeno acmiravel. Pos-
sue-se elle de urna santa indignarlo contra os li-
songeiros dos res. Escutai-os :' Sao viboros ;
seguem sempre a roda da fortuna ; applaudem o
mal ; menlera consciencia, sem escrpulo ;
mostrara nao ter boa opinio de si nem dos ou-
tros ; parsitas; propinatoresdo ve neno, que mais
vertigera causa ; calculadores miseraveis, porque
esso um dos vicios fros, sem paixao, sera im-
pulso algum nobre, e que nunca produzido se-
nao por motivos baixos o vis.
Tocou-vos n'alraa aquella profinda colera con-
tra os lisongeiros dos ris ? Queris saber ? Era
tudo urna farca, um horror de emprestimo I Es-
sas prases sesquipedaes, contra a lisonja eram
lisonjas tambera para com outro soberano, o
povo.
Tudo quanto poderoso ten o infortunio de
atlraliir lisongeiros ; mas nao os ha mais pe-
rigosos que os do povo, enanca grande, lacilima
de engaar, dedesvairar, o a quem, paro lhe fa-
zer saborear o absinthio, basta qus de mel se lhe
uniera as bordas da tai-a.
XVIII
Governo pessoal ; outra irapitar,o horripi-
lante.
Seria para desejar que se ensinisse aos sobera-
nos como ho de cumprir os seus deveres, e evi-
tar a tremenda aecusaciio.
O povo, em quaulo se conserva na rbita da
le, e o instrumento pacifico dos designios pro-
videnciaes em relacao ao governo das incoes :
desvairado dessa rbita, torna-se o instrumento
ceg dos facciosos liberdadeiros o dos des-
potas.
cortejada e solicitada por 60 cavalleiros mance-
bos, cada um dos dos qoaes mostrara esceder no
affecto quanto ella na gentileza, para valer-se
de seus affectos em crdito e applauso de sua
virtude lhes fez insinuar, que se tinham lano va-
lor quanto mostravara de ternura, se se armas-
obra de misericordia, se transforma em Ululo de .
suspeita o odio, n'um crirae 1 As frreas penas,
quo nao duvidam trocar-se era machado de al-
goz, ou fazer saltar da corda o rubi do perdao,
sao coherentes cm estigmalisar a caridade, esse
sonlimenlo intimo, que nos approxima da divin- ,
dode, esse amor do prximo, fin da religio, al-
ma das virtudes, resumo da le 1
Deixcraos intacta essa hedionda aecusoco;
axiomas nSo se demonslram.
O estrangeiro. Por urna conversao inexplicavcl o
dcploram que a edite no acolha com hospitali- nas .' Dionysio o tyranno abusa do povo para
dado os representantes dos curies cstrangeiras, ilcr urna guarda em Syracusa ; Bruto serve-se
o que da opiniao das entras potencias o naiz po- : do poo.para pulsar de Roma os Tarquinios;, gerierosa'gVrreir'a; c s"egi"riale se"u8 pretenden"
dora desares. Como se explica esta subila af- os Cesa, |isongeiom o povo para se prem fe8 0 de q*8tro osquadr6es de arrabuzeiros se foi
fecao s monarchias? este conselho de empregar: '"la dos exercitos e chegarcm ao imperio. Todos ; Pnconlra/ com Mr' do j,on,alt Hugonote, que vi-
para com elbs as alieurues, e ceremonias, que os usurpadores se^tera servido dos povos, como nha atacar a sua pa,ra Obrigou-o a combate, e
| cm um encontr que leve com elle lhe tirou a
Prevcniram-sc de armas, e no dia prescriplo
opparercu montada era um bello cavallo a mais
nota o immortal Bossuet, para destruir os Ihro-
nos. expulsar os legtimos berdeiros, o fazer
Iriumphar scus inlercsscs pessoocs...
linio so deprimen), e vilipendian) ? Sabei, po-
rem, que se essa hospilalidodo nao mais faus-
tosa, provm isso da modesta posicio em que o
imperante voluntariamente se conserva, (jual-
quer particular opulento pode desenvolver mais
apparalo e pompa. A elle e sua santa consorto
mal chegam as tenues dolacoes, para semear era
don3 a riqueza que colhem om heneaos. Nao Ti-
ca margen/para os bailes, as grandezas, os festas,
c ostentagdes, que ah se recommendam ; o nem
as naces cstrangeiras, medem por bitola tal o
odiantamcnlo do uosso povo, a cordialidade das
nossas relacoes.
Ceremonias. Lillipulionos antagonistas da mo-
narchia imputom-lhc a crime certas ceremonias
tradicionaes, o beijar a mo. Repugna-vos? pois
n.'io beijeis a mo imperial, que nem por sso se-
ris menos hem recebido3. Esso aelo de deferen-
cia nao tributo de vassallagem ; marca, ex-
cepcional, de consideracao, para quera oceupa
posicoo excepcional. Pela constiluieoo anliga,
pela moderna, o monareba 6 chefe, pai da no-
gao; degradam-se os lilhos ao beijarcm a mo
do seus pas ?
Emquanto tiverdes um soberano (o Brasil ha de
te-lo sempre) cumprc acata-lo, menos como ho-
rnera, do quo como palladlo, symbolo, encorna-
ra u do sociedade ; esses respeitos, esses teslerau-
nlios sao tributados naci, na pessoa de seu
representante. Nao dirigs vos ao egual, ao info-
lior, ao superior, signacs exteriores de conside-
racao diversa? Nao vos gastis com essa mme- seus proprh.s autores, perdd
morial convencao de um signal, nico, para urna para salrai-se existencia i
cnlidade, lambem nica. Quando todos, atoris,
beijam, nos ps do Papa, a cruz bordada na san-
dalia, beijai, na mo do representante da mrao
que elle representa.^E' miseravel este senlimen-
lo de inveja ; a ello alludia Elechier, dizendo :
: Por maior bondade que tenham os reis, lem
contra si a pompa c o brilho da realeza.
Que oulros Dieses aquilataremos?
A grande alma da raca que aqui se perdeu ?
Esses e oulros encomiosao estado da uotureza,
primitivo, sclvagem, sao a condemnaro de toda
a obra da civilisoco.
Os hymnos e hosannas cega fortuna? E' a
regra dos abyssiuios : cantos ao sol nasecnte; o
sol poente lapida-se. Uebalde Sneca ensinou
nao haver mais forraoso espectculo que o do
hornera bem supportando a m fortuna. A cega,
a inconstante, a ligeira, a extravagante, a capri-
chosa, lambem, como a liberdade, dama dos
pensamentos, Dulcinea destes Quixotes.
Maravilhar-nos-hemos destes populares, que
atacara a popularidade ? dos personalidades co-
bardes, com que se arremessa lodo s faces de
uns suppostos corlezos, que nem nos sabemos,
nem os calumniadores saben quem sejam ?
Envergonhar-nos-hiamos.
Anatheraa, gritara contra a viagera do Impera-
dor aos seus estados septentrionaes. Os incom-
modos. o dispendio a que se deu. sem oulra re-
vida com gloria immorlat da sua virtude
INVEJA.
Sao cste3 arbitrios verdadeiras scnlencas ? Que
so pretende concluir do semelhanles appslIa-J
roes ?
No lempo do rei D. Diniz, um palaciano Invej
E que os demagogos sabendo a inclinado na- a outro, o grande valimento da rainha. Era elle
lural que os homens tcem para a independencia, I de consciencia perversa escm o menor escrupu-
i quanlo fcil sublevar os povos! lo trata de estudar meios injustos, com que fi-
casse o outro cavalleiro no desagrado do rei. En-
e cmpenha-los a desfazer-se de seus soberanos ,
mas antes de se desfazerem driles, j os tinham.
Ante3 da appellaco feita ao povo pelos revolu-
cionarios modernos, baria rcis em Franca. Ha-
Sia-os era Roma, antes de Brulo e de'Cesar :
havia-os em Alhenas e Syracusa, antes de P-
sistrato e Dyonisio : havia-os em Argos e na-
Media, antes de ejoces e Danao. Antes de to-
das e3sas appellaco aos povos, havia j una
constituico : havia j os grandes chotes de fa-
milia que insensivelmente se fizeram reis, na
phrase de Plato: Ex palribus-familias paula-
tim fados reges. Havia j os rcis quo desde a
infancia das sociedades governavam as vil-
las o as cidades, como diz Aristteles : Qua-
propter el initio a regibus gubernantur civi-
lates.
Recalcados pelos ps das turbas lodos estes
principios tutelares, o que teramos ?Perfeila
onarebia. labyrntho inexlricavel, em que era
os, achoriom fin
anmala ; throno
vaccillante; dymnastia araeacada ; liberdade
comprometida ; fazenda arruinada ; estragado o
commercio ; paralysada a industria ; o por so-
bre lodos estes males o riso escarnecedor do as-
sassinio da patria, ao ver a victima de seu furor
revolvcr-se no p6 que apaga com o sangue der-
ramado pelo puuhai que a prostrou !
Provem-nos, primeiro, os aspirantes cele-
bridide que, nas sociedades, a le esl, por di-
reilo, discriro dos roembros menos importan-
tes dolas ; quo nas escolas da devassido se
aprender os altos segredos da administraco do
estado ; que no immundo lodo dos vicios, ou nas
densos trevas da mais erases ignorancia, se en-
contrara os elementos do virtude e saber, para
justa apreciar-o do uso ou abuso do poder, seve-
ridade ou brandura das leis, ineapocidodo ou
hedera dos legisladores, conveniencia ou des-
conveniencias, juslira ou injustica, das suas de-
cises.
Temos urna constituiro que ripee ao nionar- j muncraro possivcl, alm da gratido dos povos,
cha deveres e direitos ; como se exerce isso tudo, I couverlm-se em captulos de aecusaco I J
(cando essa suprema entidado irimovel, auto- | n'oulra parlo se disse que o Monarcha, a'o visitar
matica ? essas regioes, satisfazendo a um dos deveres de
O Imperador do Brasil 6 representante da na- sua situaco, satisfez um seu desejo tambera,
cao ; como representa-la, sera contacto cora os Quiz estudar, nas proprias localidades, scus ele-
represenlanles? j metilos de grandeza, suas aspiraroes. suas quei-
Corapete-lbes a sanc^o das leis, ou velo sus- xas; sem inlerposices, a todos prestar ouvidos,
pensivo ; como, se nao poder' aquilatar as pu-| em ludo fixar olhos". Dorramou muitos bens, se-
do tudo, ca cujo seio lodos os partidos, em toda
a parte, podem procurar recrulos para insurrei-
cao, em cu as phalaugeso parricidio poltico acha
bracos sempre proaiplos e armados.
(Juando i e pretende fundir interesses, vem ella
metier-se le permeio, e desaniraa-los ;quando
se pretend extinguir rescnlimentos, azeda-os;
honrar os < oslumes, conorape-os ;a f social,
dcslre-a ; tenla-se appioxiraar as classes, se-
para-as, e rrita-as ;popularisar a realeza, e as
iusliiube!, diffama aquella, c pinta eslas como
urna permt nenie oppresso do povo 1
Tudo isl i bem lem sido dito por oulros; com
servelho, i sempre novo, porque os turbulentos
zombam d is lires de urna experiencia, em que
as naces perdem, mas elles aproveitam sempre.
Essa deriocracia, que toma por symbolo o ti-
gre e o ga o, isto a ferocidade, e a ingratido,
nao conv n a povo, como o brasileiro, essencial-
menle brabdo, essencialmenlc generoso, e essen-
cialmenle reconhecido.
XVI
o desiderandum
REnni.
los
Mas qu
desojis
gue s ol
cm que
maos, o
Nao, que
Nao paris su-
noo tomis miragens por corpos. Isso
nao 6 urna naco com suas naluraes condices.
Ah vedes estados independentes e autonmicos;
territorios, regidos pelo governo federal ; dis-
trielas annexados j a um eslado, j a um terri-
torio. All vedes a guerra dos classes, dos ty-
pos : o aristocrtico virginiano, e o burguez yan-
kee. Depois a aristocracia das cores, pois nem
nos eomprehendemos o sentimento do America-
no para com o mestico, mulato, ou negro. Se-
gue-se a diviso entro paizes de escravidao, e
| sem ella, pomo de eterna discordia, germen de
I inevitavel dissoluc,o. Esse o paiz, nao da to-
lerancia, mas sim, pela indifferenca, da anarchia
: religiosa : ahi sao numerosos os clholicos ; mas
i mais numerosos os congregacionalistas, os qua-
\ kers, os moraves, as cincocnla seitas reforma-
| dos, os presbyterionos, anglicanos, melhodislos...
! e sobretudo os destas, c os alheus___ Nao, nao
i sao athus; todo o cidado reconhece urna divin-
| dade omnipotente, creadora, principio e fin de
i ludo: o eus bollar. Esses canaes, cidades,
r\
Tal
ps
j vas frreas, cstaleiros e industria, s represen-
dos garru- tam os interesses mateiiaes; mas a raga latina,
I mois nobre, roas alta em tspiraeOes, lem oulra
especie de constituico republicana' missao, que a de s se embalar nas delicias do
? I corpo. Os Estados-Unidos, sera nexo, sem in-
A aristocracia, em que o governo lica entre-1 leresses communs. anacarados porque araeaca-
as classes dos cidados ? a oligarchia, dores, cubicosos at a insa'ciabilidade, arrogantes
elle se concentra talvez nas vossas, como filhos de quem sao, dando, no funecionar
Je um pequeo numero de familias ? do suasinstiluiroes, scenasdo ludibrio, inculindo
ludo isso reprsenla a excepro, o pri-! no animo de cada cidado que elle sim, egual
vilegio, ujm quasi direito divino, que a vossa Nc- a lodo o superior, mas superior a todo o egual.
mesis fustiga. nao sao paiz para ser imitado, nem mesmo por
Se qie nao tendes em mcnle a abolico de povos nas suas condices, quanlo mais pelos que,
todos oa privilegios, sem excepQoa cada um como nos, lemos ouira historia, diversos ele-
segundo sua capacidade, a cada capacidade suas menlos, e varia misso.
obrasafdostruico do culto christoa aboli- Queris ser absorvido Texas, o dissolvido Mexi-
r.oo do hbronra, "e da propriedadea emancipa- co,os oscillantes Equador, America cenlral,Nova
cao delinliliva ecommunho da mulher, ou eguaU' Granada, Yenesuela, Per, Bolina, Chile,Mon-
dado dok sexosphalanstcrlos communismos tevido, Paraguay, ou membro da Argentina '
o socialismos, com que aspiris a sansimonar a Respeitemos todos os oslados, mas miguemos de
blicas necessidades?
E' chefe supremo do estado, privativo de-
positario do poder moderador, incumbido de ve-
lar sobre a nianutcnco da independencia, e har-
mona dos mais poderes : como ha do velar so-
bre os outros, sem que nelles exnrra aeco ?
Proroga.-adia, ou dssolve a cariara dos depu-
tados ; nomeia o dimitle minislns : como, se,
quanto as pessoas como s cousas, se nao tolerar
urna intervengo individual ?
Concedo amnista e perdo : como, so o cen-
suran) de apreciar o eslado social, c avaliar a
opportuuidade do exercicio dessas formosos pre-
rogalivas ?
Tcm parle no poder executvo, como seu che-
fe, e por tanto nico immutavel raembro desse
corpo : como so ho de negar ao chefe altribui-
ces, que ao derradeiro desses irembros se reco-
nhecem ?
Pcssimo soberano seria pois aquelle, que, imi-
tando os Dagobertos, e mais rcis da primeira ra-
ra de Franra, se scqueslrasse da direcgo dos ne-
gocios, commettendo-os aos mordomos do paro
(maires du palais), ou aos miristros de esladb,
cora prohibco de o acordaren, do suave e per-
petuo somno.ao bulico das questes publicas : 1-
vre-nos Dos de soberanos taes
A mxima : o rei reina e nao governa (j o li-
beral Silvestre Pinheiro o demorslrou) una das
niaiores estulticias, quo se ho proferido : rei que
nao governa,nao reina,disse um uolavel publicista.
O governo pessoal um direilo e um deverno sen-
tido em que o descrevemos. So ['Orcra se vai mais
longe, imputando ao governo pessoal exorbitan-
cia do allribuieoes, falsidade, calumnia. Nao
ha um nico acloque o monarcia praticasse, es-
tranho sua rbita ; nao ha um nico, de que os
ministros nao assumissem a responsabilidad:.
XIX
Que oulras mputaroes se fulminato?
Corruprao. Assim denominara o paternal pen-
samcnlo conciliador, de que j fallamos. E que
boceas a aprcgam ? As que a ella desejam dever
elevacos. Nem urna s vez o throno perguntou
aos agraciados pelas suas opinioes, o mal lhe fu-
ra ; pois o syslema de premiar aposlasiass ser-
soriedadp, se finalmente nao tendes j prepa-
rada, pajra sahir do.vosso opulento cerebro, ar-
mado o'rompente, como a Minerva, urna nova
rcpublicja, indita, ou engarrafada, fructode vas-
tas lucubrarcs superiores s dos Pialos o Ci-
nada disso ser. Quiz a Providencia, cm seus be
neficfcs designios, era que nusso continente, em
face de todas as nossas fronteiras, podessemos
constantemente comparar uosso grogressivo en-
grandccimenlo monarchico com aquellas insia-
cerosleudes de tomar por modelo e typo da blidades republicanas,empobrecimento.caudilha-
apregorjda perfei^o, alguma das que os homens'
conlieccm.
Qiiall ?
A deiSparna, por exemplo ? Era um monslro
hnrariano, um mixto do aristocracia e democra-
meou rauito progresso, recolhou muita bengo.
Ligando-se cada vez mais ao seu poyo, com elle
se confundi ; ensinou s mais amigos monar-
chias que um soberano querido pode, s, iner-
me, tendo por pretoriaoa guarda milheiros de
subditos que nunca vira, atravessar, a p, noite,
e dia, as populaces, sem ouvir um brado, que
nao fosse de amor e gratido 1 Ser a slo que os
demagogos chamam vaidade? Formosa vaidade a
que consiste no deliciar do carinho, no conquistar
doscoracesl Invenlem o que lhes aprouver,
quanto aloucas doulrinas; mas contra quem ne-
gar a esponlaneidadc, e unanimidade das pravas
de affecto, liberalisadas ao Soberano, erguor-se-
ho tantas vozes quantos os dos cidados de to-
das essas provincias, quo ainda hoje commemo-
iam, nos transportes de viva saudade, os dias se-
renos e festivos de quegozaram, duranlo a visita
imperial 1
Bem fez o historiador da demagogia em previ-
nir-nos de que era poela, cum polestate quidli-
bet audenli!
Qual finalmente o remedio prtico destes
males terrficos e medonhos, que assoberbam o
paiz? Pasma da singeleza da panacea I E' reen-
earniear os partidos, e fica a patria salva I E'
terap de fundarem os partidos que, em suaemu-
laQo fecunda, se corrijam uns polos outros, con-
duzindo assim o paiz a prsperos e novos desti-
nos 1 I Homens, encanecidos na defeza do ideas
que tendes por boas, um rasgo de penna vos an-
nulla a existencia 1 Paiz, que esperavas o pro-
gresso, da paz, e do concurso coramum das in-
diligencias e dos esforcos. sonhavas ; porque to-
do elle pendo da guerra, ou de nao sabemos que
monstruoso contubernio de antpodas princi-
pios 1
Conhecem-sc remedios que curam, o remedios-
que matara ; deixemos estes aos pharmacopolas
desalmados ou ignorantes.
XX
Na theoria dos publicistas liberdadeiros [pyg-
mos que se sonham gigantes, porque era falsas
ondas altravessam tarabem terrenos alagadizos),
slo os ps dictando as leis
Provem-nos, se podem, que asrcvolu^es de-
ven) ser o recurso ordinario de quem quer que
so repute vexado. offendido ou prejudicado ;
que a representaco nacional urna chimera des-
prezivel, cuja legitimidade pode conteslar-se pe-
los embustes e pela aleivosia, unn vez que en-
contrem echo em virtuosas massas, que hoje co-
bren) de lama o que honlem herc vestiram de
galas.
Provera-nos que a liberdade de imprensa nao
passa de um segredo de especulago, s til pa-
ra vehculo de infamias, que devassam a vida
domestica, e levam deshonra e descrdito ho-
nesta habitaco da virtude, ao centro das fami-
lias.
Ento, mas s ento, despidos que tenham os
nobres uniformes, que mancharan), de milicianos
constilucionaes, para se embrulharem nas roupe-
tas de diversa especie do absolutismo, podero
gloriar-so de seus famosos feilos, mixto especi-
fico de patriotismo e tyrannia, composto maravi-
Ihoso de simplicesv da familia liberal, apresen-
lando em produelo a anarchia.
Grabas oo sonso publico, essas ruins inspira-
res naufragam noescolho de urna j solida edu-
caco poltica desle povo prudente e sisudo, cujo
prgrarama, umversalmente aceito, s inscreve
estas palavras :
fteligio sera intolerancia ;
Igualdade sem envilecimento ;
Progresso sera licenra ;
Prosperidode sem desorden) :
Monarchia sem despotismo I
Tudo isto possuimos; de tudo isto urna consti-
tuido sabia nos afianza a conservarao.
Rio de Janeiro, maio de 1860.
tretanto que o favorecido da rainha S. Isabel, era
homem candido e sincero de consciencia, devoto
c timorato.
Seu emulo cuidando adiantar a sua fortuna, o
calumniou com o rei D. Dinz, e conseguinte-
mente informando a rainha S. Isabel com a pe-
cha de adultcno!
O re, colrico o arrebatado de paixo.cego de
ciumes,.deu secretamente ordem aos forneirosda
col, que immediataraanlelancsssem nafornalhao
primeiro homem que no outro dia pela manha a
elles mandasse.
Com cfTeto fez seguir para aquello lugar o que
fra aecusado, afim de soffrer o sacrificio herri-
vel ; mas nao permittindo Dcus que triumphassc
a malicia, c padecesse a innocencia, o infeliz ho-
mem destinado a ser victima em caminho ouvio
tocar missa, e segundo o seu costume, entrou na
egreja, ouvio a missa, e outras que logo se se-
guirn).
Julgando pela demora, aquelle monarcha, que
neressariomenle j estara cumprido o seu man-
dato", envin ao falso aecusador atlm de saber
dos forneiros so haviam executado as sua3 or-
dens.
Entretanto entendendo estes que o portador
era o homem destinado ao supplicio o lancarom na
fornalha, onde em castigo de sua falsa poltica
foi queimado. e assim servio-lho de ruina e per-
diroo o que julgava instrumento de sua melhor
fortuna I
GULA.
Um grande glolo, glosou aquellas qualro let-
tras simblicas di^endo : Sans potage que rt-
raill mostrando nao ter alegra nao tendo com
que cevar da sua gula os excessos.
Estes e outros do mesmo jaezEpicuri degre-
ge porci-sao imitadores de Clodio, que em urna
ceia coma quindenios figos, cem pecegos, dez
raeles, vinlo arralis de uvas, cem tordos, e
quarenta ostras : de Milon Crotoniense, que co-
ma um touro de urna assentada : de (.hago, que
na mesa do imperador Aureliano .coma um ja-
vali, um carneiro. um leilao, o cem pes ; e as-
sim oulros comedores, cujos nomes abominaveis
se ai-liom em Ravirio, e oulros autores para es-
cndalo e ludibrio, porm nao para exemplo.
A estes profundamente descrevia Tertuliano, o
disse, que o seu Deusera o ventre, ospulmes o
seu templo, a barriga o sea altar, o cosinheiro o
seu sacerdote, o cheiro das iguarias o seu Espi-
rito Santo, os manjares e regalos assuasgraras,
e o seu empachamento a sua prophecia.
A gula foi o que lanrou
do Paraso.
Por causa da gula, perdeu
gado.
os primeiro homens
Esa
o seu mor-
Variedades.
ve para crear de urna conversan cem exaltaces, Pvo a ,urua
mais imperiosas. A corrupe-o infelizmente" um | cab,cen) conservara e usam, a todo o lempo e
mal universal, do quo o seclo se queixa. inde- i ca,la hora' u,r,ell d s,e conilllulr -.as .min-
. '. ... -. I *i ne rt ila ou t >rl-in i a f nula l/r<>n a mainrine __
pendentcmente de insiituicoos. Nasreu, ou pelo
menos propogou-se, no da era que a liberal ban-
da, unidas urna realeza.
FO&lIETUl
mZZTEi
POR
PAULO DE KOCK.
O accordar. Um suspensorio.
Os cmicos tinham dormido at alto dia; eram
quasi dez horas quando comecaram a aprsen-
la r-se na sala e a pedir almoc.
Chitouill ha rauito que e3tava de p ralban-
do rom a criada velha, com Francisco ralbara
lambem com Ceiisette se a visse, mas a moga
aind nao tinha apparecido.
Que diabo tem o Sr. para ralhar to ce-
dinh i ? disse Grangetant indo tomar ar no
pateo.
O que que lenho ? Urna sucia de pregui-
cosop e vadios que nao fazem nada, que se nao
cslivjer do olho aberlo, roubam tudo quanto hou-
ver cm minha casa I
Como l isso ?
Pois nao, Senhor Dormimos com a porta
escancarada ; era to fcil qnalquer ratoneiro
entrar aqui como lomar urna pitada de rep.
Ah qual fo) a poita que flcou aberla ?
Esta.... quo d para a entrada. Basia pr-
se-lhc urna barra de ferro, e ento ninguem a
pode forrar. Mas esta manha quando desci,
achbi a porta aberla e nem sombras de barra.
-- Mas talvez que alguem j tvesse sa-
lud >.
+ Qual, nao Sr., nao sahiu ninguem. Eu
acordei primeiro que lodos... Os criados anda
esliivam a dormir minha mulher depois que
padeco da gotla nSo acorda cedo e a n5o ser al-
gera, corrupeo, desesperanza, terror, rctrocesso.
Se o Deus de" Alfonso Ilenriques levanlasse um
dia sua mo de sobre este povo, nossa sorte seria
aquella : a repblica I a miseria 1
Mas nao ha lem-lo. Em 1795, a 2.9 de agos-
to, decretava a convenci que todos os funecio-
gum compauheiroseu que livesso von'.ade de ver
raiar o dia.
Meu charo eslalajadeiro, disso Montesuma,
que vinha chegando todo embrulhado n'uma es-
pecie de robe de chambre de seda de ramagens,
I cuja cor j se nao deslinguia por causa das mu-
tas lavagens, trazendo cabera um lenro cor de
loronja cujas ponas bataneavam-so cora graga por
sobre o olho esquenio, ento nao sabe que
Quem sempre foi virtuoso
Costa de ver raiar o dia ?
Nao digo o contrario, meu senhor, creio
pamente na sua virtudo I mas, senhor, quem
tirou a barra de ferro ?
Ah Sr. Chatouill 1 disse Desroseaux que
vinha chegando de charuto:
deira dos interesses. maleriaesveio arvorar-se no
lugar da bandeira raonarchica dos interesses mo-
raes; um segundo cholera-morbus, quo. de
lo cm lo, foi invadindo toda a codea das so-
ciedades.
Mas no Brasil, nunca do soiio urna s vez bai-
xou acto corrompido, nem corruptor.
A esmola. J somos chegados a to revoltos
lempos, que a caridade, a esmola, esse'gaiiho,
essa usura santa, que recebe cento oor um, urna
ras o do supplantar pela torga as maionas
meia duza de conspiradores o de se arvo-
rarem em orgos de toda urna sociedade ;
o arbitrio o de substituir a lei ;crime, vi-
cio, trairo, de perseguir virtude, honra c leal
dade.
Propaladas estas mximas desorganizadoras,
escndalo da illuslragao, diligoi>cia-se que fruc-
tlliquera na tendencia nalural das classes nfimas,
para arrojaren) de si o freio da subordinaro
lei, para deslruirem, porque o aborrecen, quan-
lo acreditam superior a si l
HEROICIDADE MULHERIL.
Nao se deve blasonar da victoria na confianra
da fortaleza, porque foram vencidos capitacs in-
trpidos o denodados por instrumentos bem
fracos.
Holoferens foi vencido por Judilh ; Sitara por
Jael; e assim nas leltros humanas muilas mu-
lheres desarmadas e tracas pelacondiro do sexo
tiverara a gloria de defender pracas contra exer-
citos formidaveis.
Nos annacs da historia sero sempre lembra-
dos os nomes de Joanrut Darci, que desofronlou.
Orleons do cerco importuno dos lnglezes; Orieta
Doria, que desvanecen as tentativos do Aonora-
thes imperador dos Turcor no assedio de urna
praca.
As mulheres Argivas, libertadoras da patrio,
que reduziram desesperarlo e fuga a Cleornen-
tes general dos Espartanos; e aquellas que imi-
tando as antigs Amazonas pelejaram sobre os
muros de Agria contra Mahomct Baixa de linda,
no lempo de SoViraano imperador, o com admi-
ra veis proezas achacaran) os inimigos o alcanfo-
rara os applausos de vencedoras.
Dessa phalange de heronas de coragem varo-
nil, sobrepuja e excede a todas, a illuslre Ama-
zonas nobre de sangue chamada Magdalena Sen-
Ierra, natural de Miroraonl dislricto de Lemongs,
a qual Gcande viuva na flor dos annos no lempo
de Henrique III, quando mais ardiam as guerras
civis cora o pretexto de religio, e sendo ella
A gula foi causa da idolatra no deserto.
Pela gula sn fez no deserto era os filhos de Is-
rael notavel mortandade.
A gula sepultou aos Philstcus em ruinas da
casa, onde foram por Samsao opprimidos.
Ella foi a causa de Heredes- mandar degolar ao
Baptista.
Era a noite do grande banquete era que se ha-
via demasalo, foi Balthasar morto ; e seu impe-
rio perdido.
A gula matou os filhos de Heli.
Ella precipitou a Loth no incurso mais torpe.
MALES CAUSADOS PELA Mt'LHER.
A mulher causa para os homens muitos ma-
les.
Na ltngua italiana Dona, mulher anagramraa
legitimo de Dono, pelos muitos males que aos
homens das mulheres resultam.
Da primeira mulher lave principio o peccado, e
por ella todos contrahimos a morte ; segundo as
palavras da Esrriptura SantaA muliere initium-
faclum es peccali; el per illam omites wiori-
mur.
Discorra-se pelos males, que no mundo lem
acontecido aos homens, ose ver- que todos quasi
por mulheres sao occasionados.
Por urna mulher foi Ado exterminado do Pa-
raso : por urna mulher executou David a morte
de um innocente ; por urna mulher foi privado
da visto, e feito oppobrio de seus inimigos o ho-
rnera mais forte; por raulhorescahio na cegueira
de idolatra o homem mais sabio Por urna mu-
lher foi Jos casto preso em carcere ; por urna
mulher commelteu Achab tantos injusticos.con-
tra Naboth ; por urna mulher fez Herodesdego.-
lar oo Baptista innocente ; por urna mulher per-
deu Rodrigo a Hesponha ; por urna mulher pre-
cipitou Henrique VHI no abysmo da heresia >
reino florentissmo da Inglaterra. Alguem dissa-
que as mulheres sao peiores que as feras porque
oslees respeilaram a Daniel, mas Isabel perse-
guio a Elias ; os corvos sustentaran) a Elias ; Ile-
rodiades matou a Joao Baptisla ; a barcia conser-
vou a Joas no seu ventre, Dalila, pornv, en-
tregou a Samso em o seu regaco; asieras res-
peitaram no deserto muitos Anacoretas e Santos,
que por mulheres foram- sempre perseguidos nas
cidades; Hercules emfim foi vencido por Om-
phale depois de haver triumphado do lanos
monslros e feras.
Yide o Diario o. 150.
E' curto e bem curio
Da noite o esporo
Quando aquella qu'amamos
Nos lera de deixar.
E por 3so qu'as vezes
E' duro, cruel
Aps noite do amor
Ver o dia raiar I
Quem quo forqa o senhor a deixar quem
ama? Que me importa l com isso ? exclamou o
eslalajadeiro interrompendo o Fgaro no meio do
seu enthusiasmo.
Cuchot apresentou-se diante de Chatouill can-
tando :
E' urna verdade :
Nao pode negar!
A quem j amamos
Tornamos a amar.
Forte quisilia I berrou o eslalajadeiro procu-
rando vr-se livre dos cmicos.
Mas Grangeranl agarrou-o pelo braco dizen-
do-lhe ;
Quando eu eslava em casado advogado, ca-
da um de-vio fechar a porta por sua vez. Desla
maneira sempre se sabia quera havia de pagar o
pato quando succedesse alguma cousa. Lembro-
me que urna noite.... '
Senhor eu sei muito bem que o culpado do
ludo Francisco. Marolo I hei de p-Io a pao e
agua por oilo das I
Muito bem I E o almoco ? Hoje nao se al-
mora por aqui ? Eslou com c estomago que
mesmo urna lastima 1
Eslas palavras eram ditas por madama Gral-
tenboule que nesse momento "inha entrando no
pateo. O troje da me de .Albertina cifrava-se
n'uma camisola do flanella e urna saia
que apenas lhe chegava al as curvas,
ver perfciiamente urna perna anda muilo bem I
feita. Essa saia que as muitos lavagens tinham
encurtado, icava-lho to justa no corpo que de
longo pareca urna ceroula : a tal saia curta seria
bem indiscreta se madama Gratlenboulc se abai-
xasse para apanhar um alfine'.e. O toucado noc-
turno do illustre ponto da companhia compunha-
se de urna touca amarrada na barba, leudo por
cima dous lencos de soda.
Tranquill'isa-le, Graltenboule I j ped
o almono. Creio que o Sr. Chatouill nos man-
dar servir immediataraenle.
Pois nao, meus senhoes, n'um instante.
E a Cerisetle que ainda nao desceu o que esta-
r ella fazendo no quarlo !
E Vrtigo j leve ava esta manha? per-
guntou Poussemard a Francisco.
J leve, sim senhor ; tu goslo mais de Ira-
lar do seu cavallo do que de representar co-
medias.
D-lhe agora um pouco de capim.
E' um iustanlinho.
Ah! voc tem disposiees para o thealro,
mancebo? disse a mi de Albertina chegando-sc
para Francisco.
Nao, senhora, pelo cotrario.
O que dizendo o criado foi-se afaslando de
madama Gratlenboulc cujo trajo estramblico pa-
reca mclter-lhe modo; neniara provavelmcnto
que ella quizesso representar com elle alguma
scena do Paulo e Virginia e dava-lhe trabalho
saber o que seria delle se a velha quizesse mel-
l-lo debaixo daquella saia estrena.
Voltaram todos para a sala do almoco ; dahi a
pouco chegaram as actrizes. O uso do carmim
fez desapparecer as rosas da tez de todas ellas.
A robusta Albertina a uni;a quo conserva todo
o brilho e frescura. Nas oulras nao de admi-
rar a falla do cores; lodas se qucixam da saude.
Elodia est encommodada da garganta, Ziozi-
netto lem enchaqueca, madama R-imboure pa-
dece dos ervos ; s Albertina declara alto e bom
som que est com urna, fome desesperada e d
urna grande rizada vendo o modo ligeiro por que
Vem vestida sua mi.
Como e que Vmc. vem almorar com esta
roupa ?
Ento o que que tem a minha roupa ?
de meia Queras que j estivesse debaixo das sedas, agora
dexando de manha e n'uma eslalagem ?
A sua saia cada dia encurta... Que Vmc.
mostr a perna comprehendu eu, lem-na muito
bem feita...
E tenho mnhas fumaras deque ninguem
aqui capaz de apresenlar ..urna lo bem tor-
neada 1
Mas Vmc. sahindo assim com essa saia de
meia arrisca-se a roolhar ... os joelhos.
E depois ? voro que nao sou cambeta.
Oh! madaraoGratlenboule, disse Desroseaux,
esse seu raciocinio leva longe. Tome sentido I
c por mim offereco fazer urna subscripeo para
se comprar oulra saia para raadamo Graltenboule.
Minha mai nao precisa das las subscrip-
coes para vestir-so, esls ouvindo ?
Deem-me antes um beneficio ; a que lem-
pos quo me promeltem,disse madame Gratlenbou-
lc. Mas com voces, louvado Deus! nunca ninguem
v a realisaro das proraessas.
Parece-me que o almoco est na mesa, dis-
se Cuchot.
E Angely anda nao desceu.
Tanto peior para elle, loca para a meza !
Hade eslar sem duvida contando lerias
Cerisetle que ainda nao vi c por baixo. um
Lovelace esse rapaz I
A' mesa! mesal
Confesso, disse Montesuma fazendo urna
meia pirueta para vollar-so para a mesa, que o
meu fraco nunca foram as criadas de eslalagem.
Aprecio pouco esse genero de conquistas.
Zf
pera para almorar, hade estar sem duvida vestin-
do-se.
L vou, minha senhora, disso Francisco.
E nao so esqueja do nossocavallo; disse Pous-
semard. Vi-lhe pelo focinbo que ainda eslava
com fbme, de-lhe mais tena,
m, senhor.
muilo mal servida osta eslalagem, disse
Elodia ; veja, nao ha ninguem para nos mudar
os pralos.
Come-se ludo no mesmo, murraurou Cu-
chot; muilas vezrs lemos eslado em peiores cir-
cumslai|cias.....
Oh t nunca le queixas fui tudo sempre
o melhor. possivel 1 Voces dormiram, minhas
charas ?
Eu, foi um somno s disse Albertina.
Parecc-me que no meu quarto haviam ra-
tos, disse madame Ramboure, ouvi toda a noite
uns barulhozinhos ; e os senhores ?
Eu lambem ouvi barulhos, mas nao eram
ratos. Angely dorma comigo no quarlo, pro-
vavelmcnle foi passear de noite. Abriram e fe-
charan) a porta, o por mais precauges que lo-
massem, acordavam-mc sempre,
Talvez o pobre rapaz estivesse indisposlo,
disse Znzinelto, quem sobe mesmo se ainda nao
est, por que at agora nao desceu...
Nao, nao, nao eslava doenle...pens que se
levantara por causa de outra cousa.
Ora quo andam sempre a suppor asneiras...
Mas l vem o criado. Ento, que do nosso ca-
marada ?
Francisco, que entrara com urna das mos na
algibeira da jaqueta, poz-se a rir com modo que
quera tornar malicioso e respondeu:
Nao achei o Sr. no seu quarlo, nao achci
l ninguem. Mas indo ao cclleiro em que se
Gostas mais das perfumistas nao Monte-1 guarda a forragera buscar Teo para o cavallo,
suma 1 A proposito, dizera que a pomada de
Fonlainebleau, superfina, mas um pouco cara.
O illuslre Montesuma fingiu que nao ouvia.
Meus filhos, disso Grangeranl, necessario
partirmos logo depois de almoco para chegarmos
a Nemours, porque aqui estamos perdendo lem-
po e nao preparamos cousa nenhuma. Ainda
nao decidimos o quo havemos de representar.
- Como massante aquello Angely I disse
Zinzinclte. Meu amigo, faga-me o obsequio de
subir l cima, e dizer-lhe que estamos sua es-
-: i
achei una cousa sobre a palha que eslava muilo
calcada; parece que tinha se deilado alguem alli.
Emfim, aqui esl o objecto. Eu disso comigo.
Se fr de alguns dos senhores, reconhcce-lo-
ho.
Dizendo isso, Francisco tirou da algibeira um
suspensorio bordado e deu companhia.
E' urna liga I disse madame Graltenboule.
Qual liga I minha mi, um objecto do
homem, um suspensorio. Ento, meus senhores.
quem foi que perdeu o suspensorio no celelro ?
c
>
Que isso ? ninguem responde ? Pois olhem se
eu tivesse perdido urna liga, ia logo reclamando.
Esse suspensorio nao 6 meu.
Nem meu.
Esse suspensorio pertcnce a Angely I disso
Elodia.
Ah tu eonheces os suspensorios do An-
gely ? disse Cuchot olhando sorprendido para
a mulher.
Que tcm isso que admire ? Elle nem sem-
pre anda de coleto ; e depois foi urna mulher
que lhe fez presonle destes em Senlis; nao te
lerabras, Albertina, que elle uo-los moslrou no
mesmo dia ?
Nao soi Tenho visto lano suspensorio,
respondeu Albertina, fazendo fatias com man-
teiga, que nao me record destes.
Nao importa, este suspensorio do nosso
camorada Angely, c foi adiado por eete rapaz
no celleiro da palha... Hum 1 o caso torna-se
grave, e faz pensar que esta noite...
Meus Srs., disse madama Graltenbouledei-
lando caf na sua chicara, eu nosahido quar-
to Minha filha que o diga... Durrao de costas e
nem sequer me raexi.
Mas para que se defende, minha mi, so
ninguem a suspeita ? O que lem elles que Vmc.
durraa de costas.. Almoco irauquillamenU e
nao se importe com o mais 1...
Eu, graras a Deus, durmo cora meu mari-
do, disso Elodia, vexada e mordendo os labios,
mas nem todos podem dizer o mesmo I
O que queres dizer com isso ? peiguntou
Zinzinetle.
Esl atirando pedras no nosso telhado, dis-
se Albertina, rindo-se. Mas eu pouco mo impor-
ta I Se eu fosse amante de Angely, por que ha-
via de occuliar-me? Sou livre e sou maior 1
Sei bemue s maior, resmungou o Grat-
lenboulc, c infelizmente nao de hornera.
Durante essa conversa, madama Ramboure
nao disse palavra, mas sollava ligeiros suspiros;
affectava abaixar os olhos, eslar perturbada, dei-
xara cahir o garfo e o comer, e fazia o que podia
por atirahir sobre si as suspeitas. Mas essa co-
media pouco xito obtinha.
[Continuar-so-ha.)
PERN. TYP. DE U. F. DE FAR1A. UM


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