Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09105


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Full Text
AMA XIXYI. HOMERO 154.
Por tres mezes adianlatlos 5$000.
Por tres mezes vencidos C$000.
QIHTA FEIBA 8 DE JDLHQ DE 1860.
Por anno adianlado 19$000
Porte franco para o subscritor.
CNCARREGADOS DA. SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. do Lomos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimara.es; Piauliy, o Sr. Joao Fernandes de
Moraes Jnior; Par, o Sr. Justino J. Ramos;
Amnzortas. o Sr. Jcronyrao da Cosa.
l'AIU IIJA UU.-> i.uiiiii.iiiv
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaana e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as trras feiras.
Pao d'Allio, Nazareth, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazera. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhlcm, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(lodos oscorreios parteen as 10 horas da manilla.
El'HEMERIDES DO MEZ DE JLHO.
3 La cheia a 1 hora e 47 minutos la manhaa.
11 Qnarto minguanle as 3 horas e 38 minutos
da manhaa.
18 La nova as 12 horas da manhaa.
25 Quarlo crescenle as 3 horas e 5:0 minutos da
manhaa.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
------------------------ ""------~ w .--........,* uu .U i. lili
Segundo as 6 horas e 30 minutos da tarde
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados a 10 horas.
JvitO do commercio : quinas ao meio dia.
Dito de orphaos: trras e sextas as 10 horas.
Primeiri vara'do civil: tercas e sextas ao meio di
Segunda vara do civil; qnartas e sabbados
meio dia.
ao
PARTE 0FF1CIAL
Guverno da provincia.
EXPEDIENTE DO DIA 3 I>E JIMIO DE 1860.
Oflicio ao commandantc das armas.Fajo
apresentir a V. S. para ser inspeccionado o rc-
cruta Jlo Sabino dos Santos.Com municou-se
ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Por aviso expedido pelo mi-
nisterio da justira, om 12 de junho ultimo, foi
declarado que a despez feita com o fornecimen-
to d'agua guardas nacionacs, rerolhidos presos
;'i fortaleza do Brum deve ser satisfeita por conta
da verbaguarda nacional, o que communico
V.S. para sen conherimenlo.Conimunicou-
se Ihrscuraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Transmiti a V S. o aviso
expedido pela repanirlo da guerra em 12 de ju-
nho ultimo, com referencia .1 representarlo que
esse commando enraminhou ao ajudante general
267. Communicou-se thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Remeti por copia V. S.,
para seu conliecimento, o aviso da repartirlo do
imperio datado de 22 de junho ultimo, appro-
vando a Hornearlo feila por esta presidencia do
'nenie reformado do exercile Manoel Carneiro
Machado Freir, pira servir inlcrinamenle de
vico-director da colonia militar de Pimentei-
ras, devendo este solicitar a sua nomcaco defi-
nitiva daquelle ministerio.Communicou-se ao
Horneado.
Dito ao commandante superior de Nazareth.
Paia cumprimento do aviso, junto por copia, ex-
pedido pelo ministerio da justica de 13 de junho
ullimo, remello V. S. o mapp da forra activa
qualilcada nesse municipio.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tara satisfazer o que se exige no aviso da repar-
tirlo da fazenda de 18 de junho prximo findo,
compre que V. S. com a maior brevidade possi-
vel, organise urna demonstradlo, por exercicios,
de todas as despezas feitas com a illuminaclo a
gaz, e de que pede pagamento a respectiva com-
paohia r.os papis inclusos, devendo ser colloca-
das as parcellas relativas introducto de gaz,
no exercicio a que pertencerem.
Dilo ao mesmo.Remello por copia a V. S.
para seu conhecimenlo e execuclo o aviso expe-
dido pelo ministerio da justira cm 18 de junho
ultimo, cm que se determina que, emquanto nao
for approvado o projecto de lei do orcaroonto
para o exercicio de 1860 a 1861, vigore ueste a
de 1859 a 1860.
Dito ao mesmo.De conformidade com o que
me requisilou o commandante da divisan naval
no ollicio junto por copia, mande V. S. pagar
sob minha responsabilidade os vencimentos re-
lativos do mez de junho ullimo, das guarnices
dos navios desta estarlo, c do vapor Jequiii-
T.honha, bem como a importancia das comedo-
rias para o correnle mez, por ser cssa despeza
da natureza daquella de que traa o 12 art.
I." do decreto de 7 do maio de 1842.
Cominuntcou-sc ao commandante da estacao
naval.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregar ao al*
moxarife do hospital militar a quantia constante
do pedido junio, para orcoircr as despezas desse
eslabelecimeoto, na primeira quinzena do cr-
lenle mez.Communicou-se ao commandante
das armas.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia a V. S.
para sea conhecimenlo o aviso expedido pela re-
partirlo da guerra cml2 de junho prximo fin-
do, rehlivamenle ao descont no pagamento dos
pels dos corpos em guarnirlo nesla pro-
vincia.
Dilo ao mesmo.Autoriso V. S. a mandar
passar, de conformidade com a sua informa cao
de honlem.sob n. 649, os ttulos que pede l.'uiz.
de Muraes Gomes Ferreira, dos terrenos de ma-
rinha n. 172 e355 na ra do Apollo no bairro do
lterife desta cidade.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia V. S.
para seu eonhecimeuto o aviso circular de 11 de
junho ullimo, cm que oExm. Sr. ministro da
juerra declara que nao devem ser alteradas, sem
motivo justificado e reconhecido pela presiden-
cia, as tabellas em que foiixado pelas ihcsoura-
rias de fazenda o valor da elape e forragens de
cada semestre.Communicou-se ao comunndan-
le das armas.
Dito ao mesmo.A' vista da folha annexa ao
oflicio incluso, do inspector de saude do porto,
mande V. S. pagar o queseestiver a dever ao
patrio, remadores ebaleeira, que estiveram em-
bregados no servico do lazareto do Pina, no mez
de junho prximo findo.Communicou-se ao
inspector da saude do porlo.
Dito ao mesmo.A'vista da conta, a que se
refere o oflicio do inspector do arsenal de mari-
nha, constante da copia junta, mando V. S. in-
demnisar a repartido de marinha da quantia de
f>8j610 despendida com o curativo de diversas
praras da guarnirao di escuna Lindoia.Com-
municou-se ao inspector do arsenal de ma-*j.
rinha.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. pagar integral-
mente os vencimentos dos empregados da se-
cretaria do goveruo, cujos requerimenta remello
inclusos.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. satisfazer o in-
cluso pedido da quantia de 96$OO0 ris em que
importan) as despezas feilas cem o asseio da se-
crelara do governo no mez de junho prximo
lindo.
Dito ao mesmo.De conformidade com a sua
informarlo de 30 de junho ullimo, sob n. 261,
dada acerca do requerimenlo, em que Jos Au-
gusto de Araujo offerece 21:000j000 pelo impos-
to de 2^500 so'Te cabeca de gado vaceum, que
no triennio de 1860 a 1863 for consumido no mu-
nicipio de Goiann ; mande V. S. p6r novelmen-
te em praca o referido imposto servindo de base
a cssa arrematado a qusnlia oflerecida pelo sup-
plicanle.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Ten-
do o vapor Vianto de seguir para o Maranhao,
alim de fazer alliosconccrtos deque carecer, haja
V. S. de mandar fornecer-lhe os objectos, que se
jnlgarem precisos para esse fim, bem como reco-
Iher a esse arsenal em deposito a artilharia e os
irligos pesados que convenha remover de bordo
do mesmo vapor.Communicou-se a estarlo na-*|
val.
Dilo ao director do arsenal de guerra. Pode
Vnic. remoller para o presidio de Fernando na
barca Atrevida a farinha que esliver destinada
para o mesmo presidio.
Dilo 30 mesmo De conformidade com o dis-
posto nos avisos da repartirlo da guerra, de 8 c
21 de junho ullinto, fornee Vroc. ao 9 c 10 ba-
lalhoes de infanlafta c as" companhias fixas de
cavallara os arligos defardamento mencionados
as notas da repartirlo do quarlel inestre general
ansiantes das copias juntas, de n. 1 4.Com-
rniinicou-se ao commandante das armas.
Do ao mesmo.Em resposla ao seu oflicio de
2 do correnle tenho a dizer-lhe que, nesla data,
expeco ordem a administrarlo geral de estabele-
< imefitos de caridade para mandar recolher ao
respectivo hospital o Africano livre Thomaz, que
>e acha infermo como Vmc. me declarou no ci-
tado oflicio.Comrriunicou-se a administrarlo
geral de cstabclecimenles de caridade.
Dito ao mesmo.Approvo o contrato que Vmc.
segundo o termo a que se refere o seu oflicio de
2 do correnle celebrou com Joaquim Dias de Aze-
Tedo para o transporte dos sentenciados, que
teem de ser enviados para o presidio de Fernando,
na barca nacional Arrecida.Communicou-se 6
thesouraria de fazenda.
Dito ao juiz de direilo tileritio do Rio Formo-
so. Remello a Vmc. o incluso requerimenlo em
que Francisca Maria de Jess pede para seu ma-
ndo Eustaquio Jos Velloso da Silveira perdi
da pena, quelhefoi imposta, a fim de ser saiis-
feiio o que foi determinado por aviso do ministe-
rio da justira de 12 de junho prximo passado
junto por copia.
Dilo ao director das obras publicas militares.
Recommendo a Vmc, que fea executar com ur-
gencia osconcertos que se mandn fajer no le-
lhado do edificio, cm que est collocado o hos-
pital militar.Communicou-se ao commandante
das armas.
Dito ao provincial do carmo.Sirva-sc V. Rvm.
de satisfazer com a maior brevidade possivel, o
que se exige no aviso junto por copia expedido
pela repartilo da justica em 18 de junho ultimo
rclalivamente ao que pede o padre Andr de
Sania Maria no incluso requerimento documen-
tado, quo me seta devolvido cm a sua informa-
rlo.
Dilo ao inspector da saude do porto.Inteira-
dn de quanto Vmc. mecommunica em seu oflicio
de 30 de junho ultimo lenho a dizer-lhe que ap-
provo a deliberarlo tomada por Vmc. de conser-
var ainda no hospital alguns doentes, que exis-
liam no fim do mez passado ; e reitero a recom-
mendaclo que llie fiz em oflicio anterior acerca
deste assumpto.
Dito no commissario vaccinador.Constando do
aviso do ministerio do imperio de 14 dejnnho
ullimo, que nao pode ser attendida a requesico
por Vmc. feita da quantia de 150JO0O para com-
pra de objectos de expediente da reparticlo
seu cargo, por nao haver verba consignada na lei
para as despezas dessa natureza lias provincias.
Assim o communico a Vmc. para seu conheci-
menlo.
Dito a administrarlo geral dos eslabeleciraen-
los de caridade.Remello incluso por copia o
aviso do ministerio de estrangeiros datado de 15
de junho ullimo para que a administrarlo dos
eslobeleeimentos caridade informe acerca do pa-
gamento da despeza feila com o Iralamento do
subdito belga Pedro Verhoegze, devolvendo os
papis que acompanha a referida copia,
Dilo ao engenheiro Ernesto Diniz Slrcet.De
conformidade com o aviso do ministerio do im-
perio, datado de 22 de junho ultimo, deve Vmc.
regressar para a corte, no primeiro vapor que
para all seguir, cerlo de que nesla data se cx-
pede ordem ao agente de vapores para lhc dar a
competente passagem.
Dilo ao administrador do correio.Constando
de communicaco da secrelaria de estado dos ne-
gocios do imperio, aiada de 6 de jnnho ullimo,
que por porlaria da mesma data, foi nomeado
Domingos da Silva Saldanha, para o lugar de
agente do correio da villa doOuricury, nesta pro-
vincia, por ler sido demillido Manoel Francisco
de Souza Peixe; assim o communico a Vmc.
para seu conhecimenlo.Communicou-se a the-
souraria de fazenda.
'Jilo ao mesmo.Remello
3". Uuando porm a provincia s der duus
deputados, ou quaudo o numero dos seus depu-
lados nao for mltiplo de tres, podet haver nella
utu ou dousdislrictos composlos de dous dosac-
luaes, elegendo dous diputados cadi um.
4o. Os districlos serlo divididos no numero
de collegios cleiloraes que melho- facilitar a
reunilo dos eleitores, comanlo que nenhum col-
legio d menos do 20 eleitores.
5o. Nenhum candidato poder ser procla-
mado deputado, embora retina a m.iioria de vo-
tos, se nao liver oblido pelo menos um terco dos
votos apurados nos collegios de lodo o districlo,
nao contadas as cdulas brancas ou votos nullos
que possam pparecer. No terco s?r contado
como um vol qualquer fracrao que resulte da di-
viso por Ires.
6". Se no primeiro escrutinio im ou mais
dos candidatos a eleger nao tiverem oblido um
Ierro de votos e o dislricto tiver um scollegio,
se proceder immediatamente ao novo escruti-
nio, votando cada eleitor tnicamente em um dos
dous, ou em dous dos quatro, ou rm tres dos
seis cidadlos mais rolados, conforme tiverem
deixado de reunir o terco dos votos um, dous ou
tres dos deputados a eleger.
Se o dislricto porm liver m gio, o presidente da cmara municipal da cabe-
ra do dislricto enviar no prazo de :i4 horas ao
presidente da provincia as respectivrs actas, in-
cluindo a da apuradlo.
Se este entender que a apurarlo foi mal
feita, e que algum ou todos os candidatos oblive-
ram o numero necessario de votos, dar ordem
motivada cmara municipal da cabeca do dis-
triclo para que expega diploma ao eleilo ou elei-
tos ; o que a camaia executar, fazer do menclo
desta circunstancia no mesmo diploma.
Se o presidente da provincia, porm, decidir
que com effeito algum ou alguns do:i candidatos
nao obliveram o Ierro dos volos, ord.-nar nova
reunilo de lodos os collegios eleiloraes do distric-
lo, dentro do prazo necessario para a convoca-
rlo e reunilo dos eleitores, afim de procedercm
a novo escrutinio, noqual s se poder votar em
um dos dous candidatos mais votados, ou em
dous dos quatro, ou em tres dos seis, conforme
tiverem deixado de reunir o ter^o un, dous ou
tres d'entre elles.
7o. Fica supprimida a eleicao de supplen-
tes de que traa o 7 do citado'decrelo de 19 de
selembro de 1855 No caso de morir do depu-
tado, ou de preferencia por outro dislricto, ou de
perda do seu lugar por qualquer motivo, pro-
ceder-se-ha a nova elciclo no respectivo dis-
lricto.
8. O governo far a distribuirlo dosracm-
bros das assemblas provinciaes que devem ser
eleitos em cada districlo eleitoral, na proporcao
dos deputados que clege, ficando derogada a dis-
posirao dog 17 do ari. Io do decreto n. 842 de
19 de selembro de 1855.
tado decreto de 19 de selembro de 18")5 s sao
osdocollegio que se rene na cidad ou villa
DAS da semana.
2 Seg. Visilacao de N. S. Santa Isabel.
3 Terca. S. Jacilh m.; S. Heliodoro b.
4 Orarla. Santa Isabel Rainha de Portugal f.
5 Quinta. S. Phelemena v. ; S. Tryfina m.
6 Seta. S Dominicas v. m.; S. Bomulob.
7 Sabhado. S. Pulquera v., iraperatriz.
8 Domingo S. Proemio m. ; S. Anspirin b.
grandeza dos Mitoteases COlleclivos provinciaes ;
inspiravam-se na confralcrnidade dos sentrmen-
tose principios polticos que actuavam sobre seu
espirito e seu corado.
ENCARRE&ADOS DA SUBSCRIPTO NO SCL,
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia,
Sr. Jos Martn* Alve; Rio de Janeiro, o St.
Joo Pereira MaTfins.
EM PERNAMBLCO.
O proprielario ro diario Manoel Figueiroa d
Farin.nasua livraria- praea da Independencia ns..
o e 8.
de de dar gaiiho de causa ao meiacNneiri, vir-
tude.
O alargaraenlo dooeirculos, de forma a dar
cada um delles tres depoladr excepeao
Av,aS ep,CaS *"orraao?. emquanto nao esl dous, parece pois cofHmisslo urna medrda'in-
perfeitamente estudado o jogo das insliluicoes dispensare! eo maior correctivo- dos ineonve-
tivres. todos os principios, por melhores que se- nientes derivados da utma reforma eleitoral
uUriCi\ag P.r ".' frma q" dDcI Nem se diga que esoa medida desfavorece a
regulansa-Iossem destrui-los. A maneira por liberdade do voto.
S 0.,COn^-POaCle"0raf, T. q."asi l0as- as Provin- I a A fommisso nao pode crer no bate menos
Mal,.".!" 5.e. S1ias 'acuidades na designagao dos | liberdade de voto em um corpo eleitoral mais nu-
meroso, e por isso mesreo-mais forte, di> queem
por copia a Vmc.
para seu conhecimenlo, o aviso de 11 de junho cabeca do dislruto "elei'toriT, e"suas"7incces"se
.'!,".'.0.' 5m quC, Ec,-, Srj mimslr, _do imperio limilam a assislir ao acto c reclamar contra
qualquer irregularidade que nella obse-vem, lan-
raiuio-se a reclamarlo na acia.
10. O governo designar o numero de elei-
tores que deve, na primeira eleirlo depois de
publicada esta lei, dar cada parochia, tomando
por base um eleitorpor quarenta votantes, e re-
gulando-so pelas qualificaces que serviram para
a eleiclo da actual legislatura ; nlo poder po-
rm fazer no numero de eleilores de cala fregue-
zia augmento maior de um quinto do que deu
nessa eleiclo.
11. Quando de urna ou mais freguezias se
liver desmembrado altruma porclo de territorio
declara que ochanchellcr do consulado de Fran-
ca nesle porlo, considerado como competente
para se encarregar do servico porlal francez, nos
mesmos termos por que se procede com a agencia
da Real companliia britnica.
Porlaria.O presidente da provincia, allen-
dendo ao que ruquereu o promotor publico da
comarca do Bonito, Dr. I.uiz de Albuquerque
Martins Pereira, rcsolvo prorogar por um mez a
licenra de quarenta dias que lhe foi conce-
dida.
Dita.O agenle da companhia Pernambucana
de vapores, mande darpassagem para as Alagoas
por conta do ministerio da marinha, no primeiro
vapor que sequir para o sul ao escrivlo do bri-
gue escuna .Xing Pedro Ignacio da Silva.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao secretario geral.interino da secreta-
rs de eslado dos negocios do imperio.O Exm.
Sr. presidente da provincia, manda aecusar rc-
cebido o oflicio, que V. S. lhe dirigi em 22 de
junho prximo findo, com a porlaria que nomeou
adjunto viajante do museu nacional o professor
de sciencias naturaes do Gymnasio Pernambuca-
no l.uiz Jacques Brunct, e'bem assim a nota dos
dircilos que o nomeado tem de pagar para poder
receber a referida portara e entrar no goso de
sua nomeacao.Communicou-se ao nomeado
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda__
De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, transmuto a V. S. |a inclusa ordem do the-
souro nacional, datada de 22 de junho ultimo
sob n. 96.
Dito ao director geral do instruc^lo publica da
provincia de S. Paulo.S. Exc. o Sr. presidente
da provincia manda acensara recepto do oflicio
que V. S. lhe dirigi em 13 de junho ultimo,
com um exemplar do relalorio sobre o eslado da
instruccio publica dessa provincia no anno de
1858, e agradece a V. S. o seu atlencioso offereci-
Qieuto.
Despachos do dia 3 de julho.
Requerimenlos.
630.Companhia da estrada de ferro.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda, ou-
viudo o da alfandega.
631.Gustavo Olimpio Ferreira Alvares.Op-
portunamente ser tomado em consideraclo o
pedido do supplicante.
632 Joaquim Dias de Azcvedo Drija-se
aoSr. director interino do arsenal de guerra.
633.Jos Augusto de Araujo.Indo nova-
menle a praga o imposto, de que trata, pode o
supphcanic concorrer a ella, mostraodo-se para
isso convenlemente habilitado.
634..la (iiiiu Leocadio de Freitas.Informe
o Sr. director do arsenal de guerra.
635.Lelo Diniz Machado.Informe o consc-
Iho de comprasnavaes.
636.Luizde Moraes Gomes Ferreira.Dirja-
se o supplicante a thesouraria do fazenda, a
quera se expede ordem no sentido em que re-
quer.
637.=Manocl Buarque de Macdo Lima.Re-
metldo ao Sr. inspector da thesouraria de fazen-
da para mandar pagar.
638.Severiana do Espirito Santo.Indefe-
rida.
639.Sociedade das Artes Mechanicas e Libc-
raes.Informe o Sr. inspector da thesouraria
provincial.
INTERIOR.
MI DE JANEIRO.
10 de junho.
A cmara dos deputados julgou hontem objec-
to de deliberaco o projecto do Sr. Sergio de
Macedo sobre a reforma eleitoral, apreseniado o
anno passado,-o qual transcrevemos conjunta-
mente com o parecer da commisslo especial a
que foi submeltido.
A assembla geral resol ve :
Art. Io. A lei n. 387 de 19de agosto de 1816
c o decreto n. 842 de 19'de selembro de 1855J
serlo execulados cora as seguiules allerares :
Io. Nenhuma provincia dar menos do dous
deputados assembla geral.
2. As provincias serlo divididas em dis-
triclos eleiioraes, cada um composto de tres dos
districlos actuaes q.ue esto contiguos, e compe-
tindo-lhe a eleirfto de tres diputados assembla
gexat.
para formar alguma freguezia nova, as freguezias
desfalcadas e a nova, juntas, nlo poderlo dar
mais eleitores do que deram as primeias na ul-
lima eleiclo; salvo o augmente do quinto no to-
tal, na forma do 10.
Art. 2. Os collegios eleiloracs^cbservarlo
na sua organisaclo. verificaclo de pederes de
seus membros, e volarlo, as'regras seguiules :
1. Se se apresenlar em qualquer collego
eleiloral mais de urna turma de eleitores pela
mesma parochia, s seradmillida a lomar parte
as sesses preparatorias do collegio aquella tur-
ma cuja eleiclo liver sido feita na matiz ou no
edificio designado para subslitui-la.
Se mais de urna turma tiver sido eleila na
matriz, ser admillida a que tiver sido eleila no
dia devidamente marcado : se houver duvlda so-
bre esta circunstancia, nenhuma das turmas
ser admiltida a tomar parle as sesses prepa-
ratorias.
A respeilo dos votos dos eleitores, quando
concorrerem duas ou mais turm is, se observar o
disposto no art, 71 da lei n. 387 de 19 de agosto
de 1846.
2." Na mesa interina de que Ira .a o art.
69 da lei de 19 de agosto de 1816, c as commis-
sesde que traa o 3o do presento ar.igo, nlo
poder entrar nenhum dos eleilores de parochia
de que se tivessem apresentado duas ou mais tur-
mas, salvo se nesse caso se acharcm la itos que
nao fiOjUem doze eleitores livres.
3." Serlo eleitas pelo collegio duas com-
misses urna do cinco membros para examinar
os diplomas dos eleilores e dar parecer sobre a
sua regularidade ou irregularidade, e. ovtra de
Ires para examinar os diplomas dos cinco mem-
bros da primeira commisslo. Os secretarios c
escrutadores podem ser eleitos para eslas com-
misses.
4." A mesa interina continuar a ft necionar
al ullimar-se a verificago dos poderos dos elei-
tores de que traa o art. 71 da lei de 1846. S
depois desla ultimadi que se proceder for-
marlo da mesa definiliva de que trata o art. 70.
5. Depois de recebidas na mesa e conta-
das as cdulas, ser cada urna deltas lubricada
no verso pelo presidente, 1 secretario e Io es-
crutador. Proceder-se-ha cnto a api relo, e
linda esta serlo as cdulas fechadas o selladas
para serein remellidas com a acta da apurarlo
cmara municipal da cabera do districlo, alim de
serem examinadas e comparadas com a < cta.
Art. 3." As incompatibilidades estabelecidas
no 20 do decreto de 19 de seterabro le 1855
comprehendera os substitutos ou supplentes dos
funecionarios nelles designados, que esliverem
no exercicio dos respectivos cargos em qualquer
lempo, durante o processo eleitoral, ou tiverem
estado menos de dous mezes antes de eleigo
primaria.
Art. 4. Ficam revogadas as disposicoes em
contrario. Sala das sesses da cmara dos de-
putados, em 2 de agosto de 1859.Sergio de ta-
cedo.
A requerimenlo do autor resolveu a cmara
quo fosse o projecto a urna commisslo especial
de cinco membros. 2 de agosto de 185!. F. X.
Paes Brrelo.
PARECER.
Senhores.A cummisso especial encarre-
gada do exame do projecto do reforma eleitoral
offerecido consideradlo desla cmara pelo Sr.
Sergio Teixeira de Macedo rem dar conla de sua
tarefa.
Prelende-se a alterlo da lei de 1) de se-
lembro de 1855 ; e, para que se possa bem apre-
ciar o alcance e vantagens do semelhaiite allo-
racao, nlo pode a commisslo deixar deassignalar
ligeiramenle o principio que dominava o sysle-
ma eleitoral antes de 1855, e o que ficou victo-
rioso em selembro do mesmo anno.
No rgimen eleiloral antigo, aconselhado pela
constituirlo do imperio, imperava o priicipio de
que o cleitordevia inlervir na escolha de todos
os representantes de sua provincia.
As facilidades do declarado UnliatE cnlo a
representantes da naci mereceu tao geral e se-
vera censura que mesmo aos espiritos mais illus-
I irados, pareceu conveniente restringir aquellas
j facilidades, dsndo-lhes novas e mais seguras ins-
! piraces.
As cmaras unnimes derivam-se da confra-
' ternidade de vtttas, de inferesses e at das pai-
\ xes do electondo de provincia ; e, como se que-
| ris adiar a regularidade do nosso syslema polti-
co no embate das opinies no recinto da cmara
1 temporaria, procurou-se destruir essa confrater-
nidade fazendo tos eleilores de provincia eleito-
res de pequeos dislricto?.
Na imprensi e na tribuna allribuiara-se a
unanimidade dascamaras e o pretendido eslado
anarm:il itr> n rwj.i r.n........ *.ni;i:... 2.1___- '
os pequeos dislrictos, ordinariamente influen-
ciados por rneia duzia de pessoas.
Se entende-se por syslema eleitoral Hvre a-
quelle em que o governo pode influii menos as
decises do- escrutinio, nenhum mais sujeilo s
inspiraces do poder executivo do que aquelle
cm que este pode entener-se fcilmente com um
numero limitado de influentes, e actuar por mil
modos si>bre cada um delles.
A op-Mnio de que a eleicao por pequeos
dislrictos ura principio liberal parece provir de
urna compararlo errnea com o que se passa em
paizes-modellos do syslema representativo.
Na Inglalerra, lypo do self-goiernemtnt, a
anormal de nossoregimen poltico violencia, j eleiclo faz-se era pequeos dislrictos eleiloraes
corrupcao do governo e dos partidos ; era preci- Cumpre noiar, p'orra, que a eleiclo directa cor-
so desynr o mal; procurou-se o remedio na I rige os inconvenientes que acabamos de aponiar,
reslncgao das facultades do electorado, na reduc-i sendo que o espirito publico all lio desenvol-
ao da importunciado editor. j vido, e auxiliado pela facilidade de communica-
ia-K orig.era d'' lei do ,9 de setembro de ges, e os recursos de tima grande e poderosa ci-
18w, que contem triumpho de ura principio : viiisaclo. que nao deixa muilos triumphoss
diamelralmente opptsto quelle quo, como ob- proocupaces do inleresse individual,
servou a commissao,dominara o syslema eleito-' Aiinj assim o espirito observador leu. en-
ral antigo e havia a^ido cora a propria consti-
tuicao.
A lei que se pretende reformar quiz, pois,
que o eleitor escolhess! auteso representante do
seu municipio ou de sia comarca, do quo os re-
presentantes dos intensses collecvos de pro-
vincia.
O projecto do Sr. Segio de Macedo procura
harraonisar os dous prinepios extremos, e evitar
os inconvenientes de cadaum delles.
A commisslo reconhee quanto difliril, se-
nao impossivel, estabelece. um rgimen eleito-
ral exlrerao de vicios e d-feitos. Est mesmo
persuadida de que nenhum lysteraa eleitoral pode
ser ptimo sem que se tentara formado j o ca-
rcter e os costuraos do po legislacjo prudente e cautelosa que d ao3 inte-
resses pblicos a maior prr^onderancia possivel
no espirito, iia consciencia de todos os cidadlos
Entretanto, nao pode ella deixar de aconse-
lhar cmara dos Srs. depuiados a adopelo do
principio cardeal do projecto do Sr. Sergio de
Macedo, como urna necessidjde de ordem e liber-
dade, que procurar fundamentar dentro dos li-
mites cstreilos de um trabalho de poucos dias.
A eleiclo, pelo nethodo aniigo, tinha incon-
venientes que a commisslo nlo carece agora es-
pecificar, provindo o maior e o mais saliente da
m divislodas provincias e das differencas nola-
vcis que se observam aa civilisarlo das'suas di-
versas localidades.
A eleicao por pequeos dislrictos. quaes
creou-os a lei de 19 do setembro de 1855 acarre-
la porm inconvenientes mais graves ainda, por
que tendera a modificar profundamente o carc-
ter do electorado, impondo-lhe tendencias con-
trarias aos rerdadeiros e grandes interesses poli-
ticos do imperio.
v Ningum, que tenha estudado e acompanha-
do as modifeacoes que a ultima reforma eleito-
ral imprimir no espirito publico, na administra-
cao o as ambices polticas que renovam-se in-
cessantemeMe nos paizes livres, como o imperio,
tora deixado de observar com d o predominio
que ra obtendo o interesse individual sobre o
interesse collectiro.
A commissao, que est convencida desse
fado, e que nlo desconhece qual a sorte dos es-
tados em que as leis polticas acoocoam as ten-
dencias egosticas da humanidade, snte a urgen-
cia de allerar-se, pela forma possivel e mais con-
veniente, o principio da lei de 1855, que d a
um pequeo numero de eleitores e a ura peque-
no dislricto eleilorai o direilo de escolher delini-
tivainenie ura representante da nacao.
a Se o rece 10 do triumpho exclusivo de urna
opinilo poltica as provincias gerou a reforma
de 1855, nao deve pesar monos no espirito do le-
gislador o receio do solamente das opiuies e
dos principios no combate eleitoral. Os extre-
mos tocam-se e sempre sao fataes liberdade.
O absululismo do3 interesses collecvos i
sempre menos funesto do que os desvairamenlos
dos interesses individuaes. Se aquelle occa3io-
contrad? nesse rgimen eleitoral a victoria do
principio aristocrtico e o estorvo do movimento
democrtico, que invade sempre, mas com modc-
raclo, a sociedade ingleza. Se os condados em
que a aristocracia domina nlo fossem separados
das grandes cidados manufactureras, ou antes se
a divisao eleitoral,na propria Inglaterra, nlo pro-
curasse separar com cuidado os campos das oda-
des, agrande agricultura da pequea e dos po-
voados industriosos, seguramente o espirito de-
mocrtico leria feito alli mais conquistas do que
lem oblido.
o Em Franca, e nos lempos em que o syslema
representativo era urna realidade ; a eleicao, es-
treita pelos districlos e reduzida pela elevarlo do
censo eleitoral a um circulo limitadissimo de vo-
tos, foi constantemente combatida pela imprensa
que pretenda os foros de mais livre e mais de-
mocrtica.
Se o desenvolvimenlo do espirito de asso-
ciaclo d torca a todos os interesses c sua de-
leza perante qualquer poder, nao pode a commis-
slo conceber como esse principio s possa deixar
de ser verdadeiro quando applicado ao rgimen
eleiloral.
_ A commisslo, pois, faltara a seu dever se
nlo recommendasse cmara dos senhores de-
putados como altamente til a adopc,!o do prin-
cipio de alargamento dos circuios, ampliando-so
por conseguinle as faculdades do eleclorado, qual
se acha no projecto doSr. Sergio Teixeira de Ma-
cedo.
A commissao passa a examinar o projecto era
seus detalhes.
A commissao nlo oppe-se dontrina do
1 do art. 1. Se o principio de nlo dar provincia
alguma do imperio menos de dous deputados es-
queco a base da populaclo por onde se fixou o
numero dos representantes da naci, elle po-
rm lio generoso e consulta tanto os interesses
das mesmas provincias, que a cmara faria bem
em consagra-lo na le de reforma eleiloral.
Facilitar a reunilo dos eleilores pelo aug-
mento do numero dos collegios eleitorjes parece
tambem commisslo urna necessidade indecli-
navel
Se conveniente quo a reunilo de eleitores
que noma um deputado seja a mais numerosa,
nlo pode a commissao esquecer a especialidade
das circumslancias de nosso paiz. Com os emba-
razos, e s vozes na ausencia das viasde commu-
nicaclo, nao pralicavel obrigar o eleitor a um
longo trajelo, a verdadeiros sacrificios, para
exercer o direilo de votar, quando poderia exer-
c-lo na cidado ou villa de seu municipio, sem
maior desvantagem para a causa publica A com-
misslo pois de parecer que seja aceita a dou-
trna do 4" do projecto, tirando-sc-lhe o que
lem ella de arbitraria, adoplanlo-se a regra de
que terao um collegio eleiloral lodos os munici-
pios que derem mais de 20 eleitores, assim como
aquellos que, ainda com ura numero inferior,!
dstarem dos collegios prximos mais do 30 le- '
guas por Ierra.
Descobro a commisslo alguma conveniencia
na as grandes crises. as grandes violencias e abu-; na regra estabelecida pelos SS 5o e 6' do projecto :
sos, esie abate o carcter dos cidadlos, acoroca examinado.
fraudes, e promove intrigas compativeis com a
franqueza e isolamento dos combatenlcs
Se outr'ora as chapas eleiloraes excluan)
pessoas de intelligenca e serviros notaveis, ao
menos assenlava a excluslo na" necessidade da
defesa de ura grande interese collectivo ou de
um principio. Com os pequeos dislrictos elei-
loraes a excluslo do merocimento, dos servicos,
da virtude e do patriotismo aconselhada fre-
quenlemenle, e quasi sempre por urna estreita
o|ygarcha eleitoral, em nomo dos interesses de
familia, daamizade particular, ou de qualquer
sentimenlo acanhado e adverso a lodas as con-
veniencias do estado.
Sea reunilo harmnica de todos os interes-
ses e de todos os principios polticos, manifesta-
da pela organisaclo da chapa eleitoral sustenta-
da por iodo9 e por cada um dos combatentes, pu-
nha outr'ora a sociedade em agitaco e colloca-
va o governo do paiz em apuros, ao* menos o es-
pirito publico eslava em lodas essas agitaces, e
com elle a responsabilidade pora lodos de" man-
torna ordem e de repudiar as torpezas e malver-
sares coramettidas neslo ou naquelle ponto da
provincia *
Isoladas as candidaturas, collocadas todas el-
las em antazonismo perante um electorado pou-
co numeroso e dominado por sua propria inspi-
rarlo, a luta comeca, desenvolve-se e termina
sem um cooselhoque nao seja dos proprios com-
batentes,isto, do inleresse individual, semains
piraclo do interesse geral, c sem que a fraude ou
a astucia enconlreni,no momento de ser concebi-
das cexecutadas, urna s maldiclo. Os caracteres
honestos que nao submctlem-see repellen) humi-
Ihacoes indignas, nao podem ficar victoriosas
nessa lula desigual, em que o patriotismo, a idea
de partido, ou mesmo a paixlo comraum ficam
anniquilladas pelas suggeslcs do interesse par-
ticular desvairado na exacerbagao do amor-pro-
prio.
O projecto do Sr. Sergio de Macedo collocou
o combate eleiloral em terreno mais largo c mais
raoralisador. Se nao foi at restabelecer a res-
surreico das chapas, essa confraiernidade de vis-
tas combatida em 1855 como a ruina do parla-
mento, ao menos procurou dar luta alguma ele-
varlo, pondo as candidaturas diante de um jury
maior, diante de um electorado mais numeroso e
em que podem dominar mais as ideas de pa-
triotismo, a prudencia e sabedoria do maior nu-
mero.
O alargamento dos circuios destre esse
duello de rnorte travado entre todos os candida-
tos represenlacao nacional. A diffamaco do
adversario nao iica sendo ura dos raeios mais po-
derosos de excluir seu nonio das lisias eleiloraes.
a fraude perde a mor parte de sua importancia t
efllcacia.
O espirito de associagao poltica renasce ; com
elle revive a confianca dos candidatos, e com cs-
sa confianca a necessidade de manler a eleicao
de todos e de cada um em tima altura que agra-
de aos hdraens serios e que teero. meios e votlla-
Acredita porm que nlo possivel adopta-
la, porquanto os arbitrios que cssa regra conce-
de ao governo oflerecetiam inconvenientes gra-
ves o que nlo seriam compensados por vania-
gens equivalentes. Deixar ao collegio eleiloral
ou ao governo o direilo de decidir que o terco
des volos bons nlo recahio em um individuo, e
determinar por isso nova eleiclo, parece um
principio de consequencias funestas.
O 7o do projecto pode ser adoptado. Am-
pliados os circuios, os supplentes devem ser os
menos votados, islo aquelles que, volados para
deputados, nao conseguirn) o primeiro lugar.
Nao parece commisslo conveniente extinguir o
lugar desupplente de deputado.
Em ura paiz to extenso como o nosso, a
adopelo de semelhanle medida fra quasi sem-
pre ficarem na cmara as deputacoes incomple-
tas, e provincias at sem representadlo. E' assim
que a commisslo pensa que devem os supplen-
tes ser osimracdialos era votos, e que nos casos
de vaga por raerle, opelo por outro dislricto, e
anlogos, deve-se proceder a nova eleicao para
deputado.
O 8" consequencia da allerajao da lei
eleiloral.
E' vanlajosa a providencia contida no para-
grapho 9.
A doulrna do 10, isto a da fixaclo e ele-
vacio do numero de eleitores, parece commis-
slo adoptavel.
O augmento da populacho deve produzir for-
zosamente um augmento proporcional no nume-
ro de eleitores, que alias hoje est limitado pela
regra estabelecida na lei de 19 de agosto de
1846
Nao desconhece a commissao as difficuldades
para essa fixac.ao, e a regra melhor que no seu
conceito pode adoptar-so a seguinto: tomar
por base para a (xagao a menor das qualificacoes
do triennio do 1857 a 1859, porque sao as mais
recentes, c aquellas em que nlo houve tanto es-
timulo para o augmento abusivo do numero de
votantes: e desse ponto de partida marcar a ci-
fra de 40 votanles, como quer o projecto, para
cada eleitor.
Ainda assim, nlo desconhece a commisslo a
necessidade de estabelecerum limite ao augmen-
to do numero de eleitores em visia da exagera-
cao do militas qualilicares, e convindo nesse li-
mite, enlende porm que nao deve elle ser tao
restrictivo como aconselha o projecto ; e pensa
a commissao quo, em vez de umquintodeque
falla o projecto, fra mister exprimi-lo pela pa-
lavrametade.
As providencias contempladas nos 1., 8."
e 3.a do arl. 2." nao narecem commissao adop-
taveis sera, perigos. Ella acredita que, ampliados
os distric tos eleiloraes, ficar a fraude rauito de-
bilitad^ em suas vistas de interesse anarchico.
ManUjnha-se pois o que ora existe, at conhecer
bo*i a nalureza das medidas que convenha adop-
ta r definitivamente.
Na adopelo do 4. do mesmo artigo nao
v a commissao nem notavel vantagem, era lhe
descobre inconveniente.
Conim o 5." urna medida de muito alcan-
ce contra a fraude. Rubricadas as listas e remet-
idas s ornaras apuradoras-, verificar-sc-ha bem
se o apanhamento dos voto9 pela mesa dos col-
legios eleiloraes foi a maii sincera e legal.
E' indeclinavel a providencia consagrada no
rl. 3." Decretar a incompatibilidade de certos
funecionarios, e consentir qe seu legiiimos^p-
plenies nao sejam tambera compativeis, Viira
desvio patente da doulrna saa e muilo proveito-
sa das incompatibilidades. O praao do exercicio-
anterior eleiclo, para que fique incompativel o
lunccionario supplenle. pensa a commissao que
deve ser estendida al Ires, aoles da eleicao pri-
maria. v
A commisslo recommendaa suppresso das
palavrasque estiverem noexeruicio dos respec-
tivos cargos era qualquer lempo durante o pro-
cesso eleitoral, porque deWas pode nascercon-
fusao ; alias, pelas expressesou :iverem esta-
do menos de.... mezes ante* da de^ao prima-
ria, acha-se firmada a douUina que a com-
missao nao duvida receber.
Es o parecer da commisslo sobre o projec-
to do Sr. deputado Sergio Teixeira de Macdo.
a No intuito de desenvolver e esclarecer as-
suas vislas, a commisslo lomar parto na dis-
cusslo do projecto.
Oflerecer opporlunamente, segundo o quo
observar, as emendas que, no correr dos debates
se apresenlarem dignas de adopcao.
Concluindo, a commisslo especial de pare-
cer que o projecto de reforma eleiloral, elabora-
do pelo Sr. deputado Sergio Teixeira de Macdc-
contem medidas do muila ulilidade publica, c
mcrec; entrar com urgencia em primeira di's-
cusslo, para se lhe fazer na segundaos indis
pensaveis correctivos
Sala das commisses da cmara dos deputa-
dos, em o 1." de jnnho do 1860. Jos Antonio-
Saraiva.Dias Vieira.Ferreira de Aguiar.
Pereira Pinto.Torres llomcm. >,
O Sr. Marlinho Campos fundamentou depoisr
um requerimento, que foi rejeitado, pedindo que
pelo ministerio do imperio se solicilassem do go-
verno os inquerilos feitos ltimamente por or-
dem do mesmo governo sobre os bancos e meic-
circulanlo. o bem assim informagoes do estado e-
natureza dos fundos dispon i veis ou reservas e>
garantas, sobre as quaes assentam actualmente
as emisses dos bancos existentes, conforme
constar dos ltimos documentos que devem exis-
tir no ministerio da fazenda. *
Em seguida o Sr. Brandao mandou mesa um
requerimento, que foi approvado depois de un
dbale entre o mesmo senhor e o Sr. Marlinho-
Campos, pedindo que nos lermos da segunda
discussao do parecer da commisslo especial de
11 de selembro do 1857 se nomeem os membros
de quo traa o o mesmo parecer para prosegui-
rem na investigarlo das causas da caresta do*
gneros alimenticios, e indicar com urgencia as
medidas quo forera convenientes para altcuuar
os soffriraentos da populaclo.
Conliniiou em ullimo lugar a segunda discus-
so do arl. 1" da proposta do governo que fixa as
forras de Ierra para o anno linanceiro do 1861 a
1862. Orarara os Srs. Gomes de Souza o Para-
nhos, tirando a discusslo adiada.
A ordem do dia para amanhla as materias
designadas na ordem do dia de 8 do correnle.
PERNAMBUCO-
REVISTA DIARIA
Sexta-feira 29 do passado, pouco depois do
meio dia, leve lugar no sallo do Daile Naciona!
a inauguraQlo oflicial da sociedade L'nio Vene-
fcenle Martima, lendo antes assistido a socie-
dade em corporaclo urna missa voliva ao res-
pectivo padrocir, S. Pedro Apostlo, caulada no
Corpo Sanio.
A' essasesso solemne presidio o Sr. Dr. Ma-
noel de Figueiroa Faria, tendo por secretarios os
Srs. Drs. Antonio Wilruvio Pinlo Bandeira o Ac-
ciuli de Vasconcellos e Antonio Bangel de Tor-
res Bandeira, que para isto foram por elle convi-
dados ; e a ella estove presente grande numero
de convidados, entre os quaes notamos o Sr. Dr.
cliefe de polica, inspector do arsenal de mari-
nha, cnsul dos Estados Pontificios, vice-consu-
portuguez, vigario da freguezia, secretario da es-
tacao naval, capillo do porto interino, Dr. Fran-
cisco Luiz Correa d'Oliveira Andrade, e outras
mais pessoas de que ora nos nlo recordamos os
respectivos nomes ; assim como dilTerenles com-
misses das associaces desla cidade, que por
tal modo comparliam* das effuscs da nova so-
ciedade.
O sallo eslava devidamente decorado, lendo
sua entrada ornada com as bandeiras brasileira
e portugueza, em continuadlo das quaes havia
direita urna toda amarella com o disthico de
ledras verdesrt>o a fan'ilia imperial ;c
esquerda urna outra toda verde, em cojo centro
lia-se em caracteres araarellos Vina opovoper-
nambucano.As paredes eram adornadas de
quadros relativos vida martima, o de bandei-
ras de diflerentes naces, que cahiam era festlo.
A' esta decoraclo "bellamente anloga socie-
dade ou prolisso dos assoriados, fazia ainda
sobresahir mais o throno imperial, sob o qual es-
lava o retrato em poni natural de S. M. o Im-
perador, ficando sua esquerda o retrato igual-
mente em poni natural de S. M. F. o Sr. D.
Pedro V.
A pos a abertura dasesslo, que foi acompanha-
da pelo hymno nacional tocado pela msica do
10. batalho de iinha, o presidente recilou ura
notavel discurso, em que pelo desenvolvimenlo
dos principios da associa;o e de sua utilidade
pratica, c por um historiado da vida martima
desde a mais remola autguiJadc at nossos
das, chegou um panegyrico da sociedade que
era inaugurada, e qual saudava, recordando-
Ule que devia ler sempre ante os olhos o disthi-
co symbolicoA unido fac a forca,que inscre-
vera no frontal do edificio social.
Em seguida liveram a palavra os Srs. Fran-
cisco de Paula e Silva Lins, relator da assoriaclo
de Soccorros Mutuos; Dr. Francisco Luiz Correa
d'Oliveira Andrade ; Joao Landelinn Dornelli*
Cmara, relalor da commissao daAssociaco Ty-
pographica Pernambucana, Antonio Borges da
Fonceca Jnior, relator da commisslo de Sac-
corros Mutuos e Lenta Emanciparn dos Capti-
vos ; Torqualo Jos Monteiro, relator da commis-
sao da sociedade dos Artistas Alfaiatcs ; e Hay-
mundo da Silva Gomes, relator da commissao do
Sociedade nilo BeneOcente dos Ccheiros ;
todos os quaes pronunciaram as allocuc.es.q,ue
damos abaixo na ordem chronologica da sua re-_
citacao.
Os intervallos de um a outro discurso erara,
precnchidos por pecas de msica, desempi)ha^
das pela banda marcial j referida.
Senhores desla sociedade '.Ainda urna vea.
cabe-mo a satisfarao de assislir insl&Uaslo so-
lemne de urna sociedade humanitaria ; ainda urna
vez elevo minha dbil voz cm presenca dos ho>-
raens do trabalho, que julgaram dever reunir ca-
torros em bem do respectivo estado presente e do
seu incerto futuro, em pro de sua mor alidade
pessoal ; ainda urna vez tenho a honra de me fa-
zer ouvirpobre artista, carecido de instruccio
e fraco de intelligencade tao respei;(avel assem-
bla de amigos do progresso, cha mados a aug-
mentar o brilhantismo desta festr,.
Hoje como as demais veze.rJ( Senhores, o.
mesmo fervoroso afn, o mes'jjn'enlhusiasmo, as
harmonas da msica, o aror^j das flores, que se
divisa e so sent por loda parte ; sao osapptau-
..


(*1
BIAKTO BE PEftUAMBtJCO. QUINTA FEHU 5 DE JULHO DE 1860.
w
sos e os votos de aiimacao que vos dirigen
quantoscomprehemlem c aprecian) a sublimidadc
da vida, to cheia de encantos como de provei-
losos resultados que encelaos.
Senhores, a natureza nos convido para viver-
al os ora coir.mum com os outros homens, os
quaes de sao unio comnosco frucni as mesmos
vantagetm a que ospiravamos. quaodo a elles
rgu tmenle nos reunimos: a letigio pareco im-
pr-nos isso como uro dever, pois qae estas as-
suciaces teem sempre-um flm siiilo,o excrci-
do da caridad, o mais bello preccito da lci do
Crucificado.
Sim, o homem nasccu para praticaro hora com
o seu semdhante; o principio de socialidadc que
esl em sua natureza, o senlimento de fraleini-
Oade que est em seu corceo, o incitan) vida
social, qne irmana os povos, lhes desenvolve a
inlelligencia o a actividade, illustra o moralisa o
seu estado presente, e lhes acoberta t) futuro dos
horrores da sorte ingrata.
Por toda a parle, Senhores, c ni
povos se darao as m jus, trotando seus produc-
es, seu commercl'j, sua industria, suas artos,
seus genios, decorando o globo, colonisando os
desortos, nielh.urando a creacao sob s vistas do
Creador, combinando n^uma e nutra para deltas
tirar o beni eslar de todos ; e sobre a mais alta
monlanha se elevar um aliaro ollar da pat
universal.
Porque ento todos os povos ter5o por lci
suprema a da verdadeira religio, quo consiste
na pureza do coracao, dos pensamentos o das
acedes. Cilios da boa vontade ; as boas obras,
napralica e ensino do bem, nobom disceruimeo
lo, na caridade para com o opprimido, r.o suc-
cino ao pobre, na justici eo orpho, viuva e
ao fraco.
E porque a guerra ser substituida pola me-
diarse ; os campos do balalha pelos morcados,
abrindo-se ao comraeroio e pelos espritos s
ideas ; as balas e as bombas substituidas pelos
pola liunidindade sol o i muerto du le imu,
ella deve abranger a produeco, a eepartico, a
consummaco e appcar-sc cumulativamente a
economa domestica, ao comniercio, sscioncias,
s arles, ao ensino para produzir o uuidade, a
harmona, a felicidado universal.
Associados martimos! uni-vos e fratoroir
sai-vos ; eiuquanto assim tizerdes 2 juntamente
vossa irmaa, vira a nossa ierra par o felicidado ;
certos que da coniradiceo dos airo tos sociaes e
que vem a decadencia dos povos ; lorlalccoi-vos
com o cdigo cbrislo, e jamis ejquecaes ler
Chrislo dilo :o oueguiserser o primeiro, ser o
derradeimt ; sera seros o que quistr ser senhor.
J quo escolhestes esto to solemne dia para
a installacao do vossaociedade, nao posso con-
ter treinta um sentieflento de jubilo pelo fim a
que vos propondes, senao invocis do ao vosso
protector para que derrame o lauco suas benig-
nas vistas sobre vos associados ruar,linios, debai-
xe destes auspicios eeeilai lambem o abra fia-
I votos, pelo suffragio universal dos povos, a peca |
axime entre de bronze pela urna de pinho, sendu assim lodas ternal que vos dirige a as9uciaco de quein boje
nacos,' sou orgao. Caminhai, sede unido, que. seris
as-
as
4*J desie correle auno a graiiticaco por le ,"i77
do mais de 12 annos de exercicio no magi-jttr0
Essa gratificado arbitrada no terco <0 res.'
pectivo ordenado, por virtude do art. t a ja ic
de 15 de outubro de 1827.
Mandarra-nos a informneao do qUC n0 ia
i fora cjpancada c ferida urna pr.eta vre por
um inspector da Cabanga, no ar,lo e prenda-la
por qucixa de um trabalhador d. matanca, de
quem ella havia subtrahido '.m pouco de sebo.
E' preciso que autori.'.ade superior syndi-
que sobre o occorrido, pa.ra que nao fique im-
pune os3e abuso do autjrdado, se com effeilo
elle so deu.-como no-lo. informara.
Do nos por lestonjunhas do occorrido o Sr.
Dr. Carneiro Monleiro, o administrador do malj-
douro, o Sr. Varejo, encarrogado da obra delle,
o Sr. Rodrigues ex.-fie I do contrato, e outras
mais pessoas que nao sao Horneadas.
A. motte do dislincto 1." lenle da arraa-
popq
lbe nao permitiera a [ormaco de um fundo de
reserva para o tempo da necessidade, talvez dc-
vido isto falla do urna educaeaa econmica pa-
ra o povo, que della lano precisa.
O homem generoso e bem intencionado, Se-
Meus senhores, um brado de animar.ao
BomeDS de todas as clssses, de lodas
as
condedes, de letras, de artes, de industria, asso-
Cadi-voB. E' por este poderoso moio, pela as-
SOcidQo que chegareis aquello a grande fim. A
i.hores. sera pie um verdadeiro amigo da ocia"- [ verdade e con* ella a felicidad* e liborda-
biiidade, pois conheco que ella o mais valioso. ** sahe do contacto dos homens, como a faisca
panagio daquelles que a aceilam, pura e inge- ido contacto dos seixos
nuamente, como um favor do co em bem dej.. "*0. suas pobres classes. O egoisia, pelo contrario,
lodo em desasocego, teme que a rcunio das
classes operaras em sociedades de mutua bene-
ficencia, seja um obstculo a seus clculos de mes-
luitilio inicresse pessoa!.
O amigo da vida social felicita-so por qsal-
que as classes necessitadas vcn'uam um dia ades-
couhcccr a penuria, quo as acabrunlia ; mas o
fortes!
Associados Martimos, eu vos saJo.
Antonio Uorges da Fottseca Jnior .
Esta dama vivia n'ura luxo c opulencia que ad-
mirava. Seu marido lera tres casas, urna em
Lima, outra em Copiapo, d oulra em Valparaico.
Com lodas estas tres habitacoes elle nao gasta
menos annuolmcnle de um milhao de francos ;
e apezar disso elle conlava restabelecer-se com
brevidade, porque, j devia pouco dinheiro, que
esperavasalisfazer dentro um auno.
,.~ Foram recolhidos casadedetencao.no
da 3 deste mez, 4 homens e 1 mulher, sendo :
i livres e 2 escravos, a saber :& ordero do Dr.
chote de polica 2, ordem do subdelegado do
Recife 1, ordem do da S. Josa 1. e ordem do
do Poco 1.
a.~~ ,P,izados da reguczia de Sanio Antonio de
24 30 do correnle :
Mara, branca, filha legitima de Thomaz Josquim
da Castro, e Marin Amalia de Jess.
A' todas as mais pergunlas tendentes ao dos-
coDrimcnlo do faci criminoso, o reo oppoe uraa
negativa obstinada que contrasta singularmente
com a provados autos.
Terminado o interrogatorio, o escrivo Olivera
faz a leiiura do processo, o o Sr. Dr. presidente
defere a palavra ao aecusador publico.
- Fundando-s aa pro va irrecosavel dos autos,
corpo de delicio, depoimentos de leslcmunhas,
autos de perguutasque instruem o suniraario, e
fazendo valer a conssao do reo no acto da for-
raaco da culpa, o ministerio publico cumpre o
deverde seu cargo, terminando por pedir con-
ira o reo a pena de morto.
Forte, enrgica e violenta a aecusaco, pare-
cen produzir o seu effeito.
es vos o bam publico
se augmentando sem ccssai com estabalecimen-
tos do caridade, com theatros, bibliolhecas. es-
tradas, etc.? Vedes vos o bem individual cres-
cendo na mesma proporcao, e dando-nos rail
gosos. desconhecidos dos oossos ailopassaiios?
Veles voso inltnilo dos mares, sera cessar,
subado por navios que se cruzan em loda* as
dirececs, navegnitdo uns a luz do sol, outras va-
gando' ao paludo .relexo das auroras bureaos ;
egoisia, tomadVde pnicos Vrnnes pela siaaor^j"8"0*' 1ue resisiindo ao capricho doa ventos e
le. que no sou modo de pensar tudo e tudo o [^:'s |"Jas. conduzcm era numero de dm
mais e nada, empenna-sc em desounceituar es-
Senhores.A Associaeodos Artistas Alfaia-
les, a quera vos couvidaslcs para comparecer ao
acto da vossa installacao como soci>dado publica,
envi* urna cumraisso de seu seio a comprimes-
tar-vos em seu nome ; e eu como u orador fui
incumbido de apreseutar-vos a expressiio dos
senlimenlos de amizade e de apceo que ella
iribuia vossa sociedade.
Inleirameiile falto dos coiihcmentos pre-
cisos, artista que ha vivido seuipre retirado, e
ua castro, e Mara Amalia de Jess. rofA,^f"a f"'se- 0U"rM.,arm,l. procurando
nnflDa. branca, lilha legitimado Coel de Me- n VSZ*l&jSP
doir.sdcS.Hii-. o ;i, ,r i.. i O aecusador publico replica com energa, ea
..............ytss^aetitm^ SSSSS
it attenco.da imprensa d'aquella provincia, c do
Macnhao, onde aquello official era conhecido
van taj osa mente, o mui estimado, e ella linha
eito profunda impressio, allribuiudu-se geral-
mento dcsgoslos moraes.
Una carta d'aquelle infeliz official, publicada
na Imprensac 20 do referido mez, nao 'deixuu
Krmiua, parda, filha legitima de Juo Paulo da
los instituios l.'io proficuos L humanid.iJc ompo- i
brecida, negando at o dircilo que tem as classes
indigentes de oppurem torrronte do males a
que estira exposias um dique inexpugr.avel por'
li.i'io da associacao, essa poderosa alavanca con- j
ira a miseria e os raaos coslumes, essa a primei- '
ra das garaulias da paz publica em urn paiz po-
liciano.
Senhotcs, inconlcslavelmente feliz o lio-1
mera pobre, que, a impulsos de uina conscieucia
.*aa se faz nscrever em ura dosles institutos hu-
manitarios. A associacao nos abre as portas pa-
ra um p-esente honroso, e para um futuro ac- i
Lorio das mais palpitantes necossittades da vida ;
olla uos faz tralar e conhecer os nossos seme-
litantes, e as vezes permiti nos conhecamos a
nos mesmos ; ella nos habilita, por esse conhe-
cimeulo que poqco a pouco adquirimos dos ou- !
tros e de nos proprios, a abracarmos o que nos I
pode raelhor convir e a desprc/.armos 0 que nos
possa ser prejudicial ; a assoriaciio, finalmente, |
arraiga em nossos coroees o amor no Deus e do
prximo, ao pisso que nos procuri pola dedica-
cao dos amigos, vaulagens que embado consegui-
i -nios se iras nao houvesseraos associado.
Mas, Senhores, para que to benficos resul-
tados appareeam, reaes e iucoulostaveis, cumpre
a cada um daquelles que se associam a satisfacen
puntual das obrigaijOes que Ihe forera inherentes:
era primeiro lugar as conlribuicdes regulares e
extraordinarias, sem o auxiliu das quaes nao se-
ria possivel dar um passo ; depuis o servioo pes-
soal, pois que a lodos corro o dever de esforcor-
navel, o habitante d'um pulo au lyibilaule do polo
oppesto ?
Vedes as planicies coberlas d'uma vegelaco
girando em ura circulo demasiado estroito, eu
me oonesso laseCBcieute para bem oesempeohar | nha imperial, e que demonstre cura toda a cvi-
a importante uiissao de que (ni ii vestido ; o u i dcncia que o lempo dos Liarls c de outras leras
meu acauliamento tanto maior, quanio esta | j possou.
primeira vez quesou cuiislraugido a fallar em Publicamos a carta que nos referimos, quo
publico. | profundamente nos sensibilisou.
Senhores, a Associacao dos Artistas Alfaa- Aciio-ine niuito doeute, e como nao posso
les, que acaba de uascer nesla cidade, adiando- sabor o quo ser do mira, ou que me possa acon-
se summainenlc peuhorada para com lodas as tecer, vou fazer algumas declarando que julgo
demais suciedades quo lhe tora dado proras de necessar ias :
aJToicao, nao podia deixar do. re;{oaijar-sfl polo} Sompre viv hcnradamenle, o fiz tolos os
f.iclo da fundaro desla nova corponco de arai- esforcus para ser juslo para cura tudjs os meus
duvida neiiliuma respeito, o impoe ao nosso
governo a obrigagao de syndica' esto f;ilal acon-
cimento ; porque nao podemos confundir disci-
plina militar, com o despotismo e arbitrio.
Seas aceusacoes que o Io lente Jaufrel faz
seu superior em sua hora lio solemne, sao I
verdadeiras, como se deve presumir, cumpre que Luiza, crioula, escrava do Dr. Jos Rovmuudo da
o Sr. ministro da marrana faca lavar esta nodua j Cosa Henczes.
??. V!rm. l?, intemPcslivamenle manchar a man- Jos, braneo, filho legitimo do Dr. Jos Baran-
da da Costa Mens/.es, o D. Idalina de Squeua
Punlicacao, o Josefa Maria Cavalcanti.
Manoel, braneo. filho legitimo do Dr. Joaquim
Theotouio Soares de Avelar, e D. Eulalia Mo-
desta da Silva Avelar.
Manoel, pardo, filho natural de Anua Mara da
Conceico.
Mara O'Connell de
useriante, o cortadas por estradas de ferro para I gos do progressu, que se dirige n tumo ella a subordinados.
curro o pioteccao.
Senhores. desde que o pobre se associa
onde sao nao s os homens, como as mercadu-
ras, conduzidas com a velocidado do raio ?
Vedes a escuridao da nuile supprimida pela
luz do gaz, o pharol guiando os viajantes noc-
turnos, e o Ihi'lographo imitando o relmpago
para servir de correio instantneo?
<: Vedes a sciencia, a arte e a industria apre-
sentando-nos cada dia uina nova victoria do es-
pirito sobre a materia, da liberdade sobre a h-
lalidade, do direitu sobre a
Subro i barbaria '?
Pois bem ; lodos osles magnficos resultados
sao effeitos do poder do homem, sor fraco, o ao
tempo da creacao, muilos respeitos inferior moca para elle una vida non : elle comeca a
senlir-se mais dituso, mais elz, porque contra-
lle novas relares, estabelece ratriis tantos vn-
culos do paz e de ordem cntnsi e os amigos que
lambem comeca a ter, sendo le i m tal caso as
rantagens sao reciprocas e povei'.osns para lo-
do*, ale par a ordem publca, que desde entao
rn.iis se consolida.
Petizas aquelles, Senhocs, que doviJamen-
de todo csse le compreheudem e apreci ni a sublimidade da
vida social; feli/.es de vs.Senhorjs, se esludan-
do-a convenienlemenle (hegardes a saboroar-
Ilio os fruclos : o vosso psente sr diloso o o
vosso futuro au ser estregado u iiis;o como o
do egosta, que vivendo lo si o s para si, des-
conheco e al tem horiur aos d3mais homens
seus semellianlcs.
Porra vos, Senhocs, sois fill.osdo progies-
fdrQa, da civilisaco
muilos dos seros creados, mas que pela iutelli-
gencia e espirito do. associacao tem cons guido
I Ornar-so superior todos eile's, poderoso e for-
te, c que sao os nicos meios, pelos quaes dra-
gar elle aquella harmona, que o seu deslino
o que deve de ser o seu ideal.
Nao desanimis: porque.se a
de espiones na vida, depois da
zo de lodo csse povo, a admiracao
seculo.
Sim, homens das ledras, das artes, da in-
dustria,*bastam sement viole versos, viole pa-
lavras de vossas obras; bastara algumas de vus-
sas COinposCe8 para vos levar exireraa posle-
ridade.
Lembrai-vos que, quando Bonaparle amea-
beneliciar a sua classe, pralicando a caridade! A minha molestia fui vordaderameule ad-
com os nocessilados, c dando pro< ?s do sua mu- qnirida por causa dos repetidos desgosios que
ralid.iiio publica. soll'u
.<
me ac
vossa
para
faz as
em prego de maioa lcitos prcp.iraum futuro ac- ruis,
licitado de grandezas aos pobns quo a olla se
do, e garante suas familias ipcessitadas soc-
da Costa Menezes
Quitro filhos de Antonio
Jersey.
Casamentos :
Agosliuho Ferreira Ramos, com Jesuina Maria
da Conceico.
Antonio Martins de Carvalho Rosas, com Mario
Francisca dos Reis.
Passagoirosquesoguiram no vapor Paran,
para os porlos do norte :
Jos S. da Costa. Jos B. C. de Barros, A. Jor-
ge, Antonio da S. l.essa, J. Jeroiiymo. J. M. Pes-
1 tana, F. V. Koop, F. F. Lima, I. dos Reis Coires,
Janeiro de 1859, no
lugar do Anahl, e na casa do Francisca Mora
Pereira de Souza, ossassinra com um liro do
davina o Porluguez Francisco de tal f
2oO reo coniraelleu o delicio com a circuns-
tancia aggravante do ter sido mpellido por mo-
tivo reprovado?
3oO reo commelleu o delicio procedendo
com fraude ?
4U reo commetteu o delicio cora abuso do
confianca nelle posta ?
5o reo commelleu o delicto cotu sor-
I preza ?
6Existen) circunstancias atlenuanles favor
do reo "?
Recolhendo-se o conselho sala das conferen-
cias secretas, volta depois de 1 hora, resnon-
dendo ao
1." quosiloSim ; por dez votos.
2." auesiiuSira : por seis votos.
3. quesitoNao ; por unanimidaJe de votos.
4." quosiloNao ; por unanimidad^ de votos,
5." quesitoSim ; por nnanimidade do votos
C. quesitoSim; por unanimidadc de votos*
Existe a circunstancia da embriaguez.
Em vista de cuja deciso, o Sr. Dr. presidente
vossa cora
morle o bra-
Joao Augusto, C. L. de Mesquila Falco, desem- CAH4RA Ml'MriPAI Hrt RRTII7I1
Aunicacousa que lenho a pedir aos meus bargador A. Bastos de Oliveira, sua tam.lha e3 six'svn i vrnVmmX-..,, U ,lfiUI ["
prenles c amigos e quo olhem para os meus fi- escravos, D. C. Francisco da Silva : aisssAU L\lKAUiDI.\AltlA AOS 25 DE J.\
Ihinhos. A' meu mano peco que faca o que poder l'assageiros que seguirn) para os porlosdosul' p, / j oE 1S(it-
a "o .V. lego e Albuquerque.
para que meus fillios aojara bem educados
Foco Deus que me perdoe os
no vapor Cruzeiro do Su :
Prsenles os Srs. Barros Bogo
se no bom deserapenhu dos cargos para os quaes ?ava "s cidades, foram algumas de vossas obras,
s
orem escoihidos ; todos em sua maior ou menor I
capacidade devora dedicar-se ao Irabalho social, ''
sem lerem mira outros iulerosses alera daquelles
que os esforcos do cada um a seu luruu. possam
trazer eommunhao.
Senhores, urna sociedade humanitaria deve ser
regulada pelos principios da caridade christa,
que repelle u udio e o despcilo, que aconselha a
fralernidade como coodiro do bera-estar do lo-
dos. Vos o comprehendeis ; e a vossa sociedade,
que tem de desenvolvere consolidaros principios
fraternaes que devem ligar os membros do urna
s j classe, por isso una creacao religiosa, por
que vos propondes exercer una virtude evang-
lica, bella como as glorias do chrislianismo, pro-
ficua como as palacras do Salvador; e pois, guia-
dos pela caridade fraternal que vos inspirar,
vos, Senhores, podis chegar cedo a um estado
Senhoros, a Associacao Popular do Soccorros
Mutuas vos applaude o felicita em o dia memo-
rando do vosso nascimenlo para a vida publica,
* vos deseja o mais brilhaule futuro ; entretanto
queeu, que lenho a honra do vos tkaver merc-
< .,!o 0 titule dislincto de socio, que vos dignastos
loiiierir-iiie, ponho vossa disposicao o limitado i 0ll,!"e si e suas familias necessitadas a mulualida-
de
resgataram dos horrores da guerra.
Deslo modo as ubi as primas, as bellas com-
poslces de vossos engenhos conserveram a vida,
a honra e o fortuna militares de familias deso-
a las.
Desle modo alguns traeos de tinta, hincados
sobro a tolla ou sobre o papel, pela penua ou pe-
lo pincel, foram mais poderosas para a salvacao
comnium, do que o esforco de seus filhos,'o he-
rosmo do s.mis soldados e os canhes de suas
fortalezas! I !
E' esta a nica, a verdadeira gluria ; esla
a nica e verdadeira immoitalidadc.
Recife, 211 dejunho de 18C<1.
Francisco l.uiz Corra de Andrade.
Senhores! E' sempre para a Associacao
rypographica urn motivo de prazer o ler occa-
siao do contar as Qleiras do socialismo mais
urna irnia do crenca, qualquer quo soja u ramo
de industria quo seus afiliados profnsseni ; por-
que nessas Associa^cs compraz-se de ver artis-
tas lbalos polos lacos di mais solida cuntrater-
nidade, e que, unidos em um s curpo'e una s
vonladc, combinan, accumulam e deslribucm
destino ao Maruiihio e Para a crvela C'niuo e o
vapor Piroja.
Foram presos por ordem do Dr. Lacena, de-
legado de Ouricury os guiles criminosos :
Paulino Ferreira Bispo, indiciado nos assassi-
natos do Anlouio Thomaz, no riacho Graudo do
Velho Meados, naquella termo, no marido de Isi-
dora Maria da Conceico, e na de Policiano da
Costa.
M.inoel Rodrigues da Silva, nJiciado, como au-
Joo Alfredo Corroa de Oliveira
Julio Gomes do Almeida faparica, Francisco de
souza Mello Nelto, Dr. Itayinundo Furtado de
e eu escroto 2S?i!M ^"^ 'le s,'r,'m ,berU "ara as 1ue
'",! mais tempo lenham de inhumaoSo, csiavam cora
i mezes. enlrelanlo que o rogulamuntu exige 13
Albuquerque, s#u esoravo. Antonio Bozerra Ca- "n ~)l^ p; L0""""iease io procurador para o
valcanti, Baphael Azize e suaseuhora, itilha! N.,0 .'.' l' m .. ,
menor. Fortnalo Bobera. i *'. ''; "^ ."lnis ***, assignou a ca-
- blate bra-eiro OwvUoao vindo do Ara- *IfoJSS! ?"" l'ri'*"lon. .a, redando do
vossas com.osn oes, algumas soineiilc que as so humanitario, e por BSO buscis a luz da ver-, tor do barbiro assassimlo perpetrado na pessoa
..._____ i j?_______ i.i....... ..;.. -..;>i ... -..i.,., .(.. ,...;.. ~ ,n> ;r.,K., t ..i ...; ..!, .. :....
O uu Ara-
caty trnuxo a sou bord para esta provincia os
seguimos passageirrts :Vicente Gurgel do Aera-
ra!. Joaquim Gurgel do Amara!, Manuel Ferreira
dade, que nao exisie ios ai.iros do egosmo nem ( d infeliz Antonio Cabaoeira.
no isolamento ; logo,vos cumpris na leira urna; Andr de Cerqueira,, indiciado em crimo de fc-
missao sublime. rmenlos graves na pessoa de Auna Anglica de
Prosperai, pois, Seuhores : is;o depende de Leuios.
Os joruaes do Marselha publicara a narra-
cao do baplisuio do Monte Chrislo, celebre hiale
couformidade com a sua rcsolucao de 23 do cor-
rete, e em resposla ao mesmo" presidente de 10
do correnle.
se
nao
presumo de ura artista, grato o reconiiocido do
vosso delicado c espontaneo obsequio.Francis-
co de Paula e Silva Lilis.
Senhores da sociedade l.'nio Bennficenlo
tlaritima.Honrado por vds cora a escollia de
vosso socio honorario, de que live parliciparao
por um oflicio no dia 27, vos hia cu com mulli-
car a niinhajaceitac.iu e gralido pelo mesmo meio;
recebendo, porm, no dia segbinte um oulro, en!
qie rae convidaveis p^ra comparecer hoje aqu
ao acto da installacao de vossa sociedade, resol-
vii faze-lo pelo meio soguinlo, lamentando vos
nao poder apresentar um Irabalho digno de vos
pelo pouco lempo, de que linha a dispor. Acei-
tae-o. L' o maior signa! de reconhccimenio,
re cntendi vos poda dar ; e, acclanJo-o, per-
iniUi-rae que, esquecendo por um momento a
gran le honra, que acabis de conferir-me, s at-
ienda ao grande objeclo desla magnifica rennio,
vos fallando du poder do hornera pela sua inlel-
ligencia e espirito de associacao.
O hornera social por tendencia e por ne-
cessidados naluraes. Fra da sociedade, no iso-
lamento vegeta, e nao vive ; a sua existencia
cheia de miserias, e nao de gosos. Elle
pode reproduzir : nao pode progredir.
E'dotado d'um senlimento interno, qnasi
nslinctivo. que lhe faz aburrocvjvtenier mesmo
a solido. Por isso ello levadoTpjssar do es-
tado de soltciro no de casado, se^rrindo Suma
mulher, e se assocundo outros homens, 'or-
inal sociedades, por meio das quaes possa' vi-
ver livro c feliz.
Foi, por sem duvida, por este senliraenlo,
meus senhores, e para este fin que fustes, vos
da classe martima, levados associar-vos; foi
por este senlimento e para esle m ; por sem'du-
vida, que muilas das outras nossas elasses fo-
ram levadas se assocarem. Por isso me seia
neste momento solemne, permillido dirigir io-
dos em geral a seguinle saudaco : Sede bem
viudos II! E a seguinle pergu'nta :
Mas a liberdade, a felicidado, sabis vos o
que sejam ellas.
Vou dizer-vo-lo.
< A liberdade una arvnre, que preciso
cultiva-la para que de frHdos ; ura man ce-
leste, a que lera tudos direito ; o direilo de
fazer era beneficio de seus inleresses, de seu
bem eslar, de sua gloria, todo o que n.io arruina
o uleiesse dos ou'.ros ; 6 o abandono d'uma par-
te da independencia individual para oslabelecer
um fundo de liberdade, donde lodos lirera
sua vez igual qua itidade.
A felicidade nao a opulencia, nem a ri-
queza. Nao sao, por lano, felizes, nem o rico
nem o poderoso ; porque ha muilos homens',
que com immensa fortuna e grande poder nao
gosim da felicidade, e oulros que com mediocre
fortuna, ot sem ella esem poder nenhum. sao
ditosos c viven) felizes.
A verdadeira felicidado esisle na liberdade.
A veidadeira liberdade exisli no dia, cni
que os homens, que pelo peder de sua inieili-
eucia e espirito de associacao j conquistaran)
a Ierra, a agu eo fego, e que j prenderam ca-
vallusde chama, n.io s no pensamento por meio
ria por meio das estradas de ferro o barcos a va-
por, conquistando tambera o ar, ito tornando
os venios, que hoje nao sao mais, do que cor-
seis indisciplinados das tempestados, os mensa-
geiros intelligenles o doceis da civiliaacao por
meio da navegacbo aoria, conhecendo, grasas as
eommunicacoes terrestre, martimas e norias que
esiao ligados pelas dores passadas e gosos futu-
ros,e comprohendendo que a guerra 03 leva nao
a gloria mas ao fiatricidio, se iralernisarem e se
amaren.
E enlao, se fraternisando c se amando en-
tre si lodos os individuos, lodos os povos, todo o
o mundo, ver-se-ha um magnifico espectculo
uesenrolar-so face do globo. Todo o hori-
sonte ideal dosapparocer ; todo limite faclicio
se apagar ; os ros deixaro de ser um obsta-
culo ; as montaiihas nao serviro de impedimen-
to ; o proprio ocano, que parecii barreira in-
vencivel'eollocado pela poderosa mao do Creador
entre os continentes para as nacSes se nao cora-
municarem, iransforaar-se-ha melhor em meio
acil de communkoc.iO.
a D'um ioutroado dos ros, dos mares, os
por
e nos filhos um futuro que os livro de amaldicoar
aquello que lhes deu o sor e que foi o compa-
.nheiro Jo seus bous dias.
Senhores, os filhos de Gullemherg ligados
entre si pelos lacos da mais fraternal amisade,
nao podera e nem devem drixar de se regoshai
ao ver o passo vanlajoso e de lauto mrito que
tem apresontado aos olhos do publico os artistas
desla provincia em ura bem curio espaco de
lempo ; nao podera mesmo doixar de se encHer
de jubilo ao ver a hannonia que reina eiilre es-
sas classes laboriosas que se confunden) pelo 011-
Ihusiasmo, tcnio nicamente por divisa a pala-
vra do Martyr do Golgolha, o que fa-tos cror
que os lacos de amizade que os ligara, bao de
!>or sem duvida subsistir sempre vrenles com < v.-
lenso aos artistas que se dedican) pruliss.io
martimo ; que nao quereudo (car ostacciona-
rios na sonda do progresso, devera uanar-so de
neste momento solemne haver plantado a pri-
meira podra do seu edificio meritorio que os ele-
var posteridade I
Senhores! Da um simples artista, baldo do
instrucean, nada podis culhcr que vos possa ser-
vir do alguma ulilidadc ; dignai-vos s aceitar
as exprossos rasioiras do mais inapto dos mem-
bros da Associacao que tem a honra de represen-
lar, o qual alm de conlar com um acanhauenlo
punco commum, rene em si a escassez dos pon-
smenlos inlelleclu.ies ; vislo o que, por mais
Iracos que de imaglnico, nao podo (radiuir o
prazer que nutro a Asso Pornambucana no momento de vor inaugura-
da a Associacao nio BenoGceiite Martima. So
mal satisfiz a sua expectativa, rosta-me a gloria
de oblcr a benevolencia das Ilustradas capacida-
des que rae ouvirain, e que sabem dar o seu a
seu dono.
E vos, Eonhores da Associacao Unio Bend-
ceme Martima, eu vos sado I
/oo I.andeliuo De-mellas Cmara.
Respeilaveis senhores da Associacao nio
Bendceme Martima.Bscolhido como" orgo da
Associacao de Soccorros Mutuos e Lenta e Eman-
cipadlo dos Captivos, a que indignamente repre-
sento, nio posso doixar de erguer minha traca
voz aflm de felicitar a nascente associacao que
hoje inaugura a sua primoira reuniao. Porm soi
que, anda novel na carreira das letras, as minhas
palavras lio de ficar talvez muilo quera dn-
quillo iue eu tinh no meu pensamento : porm,
confiado na reesa indulgencia, aqui deponho o
testemunho que symbolisa a cordeal adheso da-
quella que aqui me envia.
Senhores, humanida'de progrede ; osle um
principio, um dognla no sentido resnelo da
palavra que se acha gravado as iiitelligeiicias de
todos que forniam a grande sociedade. Mas aual
ser o meio que se acha nossa disposicao para
altinginnos ao grande fim da vida de todos os
povos? Certaraenle me parece, que so podera
responder sera errar:as associncoes que se ale-
vonlara no seio da sociedade gera'l, sao os meios
que temos para chogarmos esses fin.
Senhores, os assoriaces sao sempre um
bem para a humanidade : o espirito de fraterni-
dade, reinoudo no meio de ura povo trazapaz e o
progresso quer inlellectual, quer material da na-
cao a que elle pertence. A associacao, diz um
escrintor, deve ler por fim a cultura da natureza
vos. Caintiihai para esie porvir d i glorias que i
vos espera contando co:n as bencos do co que
vos prologla em vossa marcha. Confio! em vos-
sa ir ai a, a Associacao Jos Artista:; Altai ites, que
inuito se compraz comrosco, que vos desoja mo-
ga vida, e um fuluro cheio do io veja veis felici-
dades.
TorqualoJosC Monleiro.
Senhores.A fundacao de urna sociedade
humanitaria-entre a classe martima de Pernani-
Inicn era, ha muilo, reclamada pila necessidade
da poca, como polos proprios inleresses dos seus
numerosos membros.
N'ura lempo lo forundo em aconlecimenlus
da ordem desle, era milito para sentir-so que
urna classe to importante ll.asseno iMifteren-
lismo dos dias passodos, delsande de atompa-
1.liar as demais clssses da sociedade pernarn-
bucana no raovimento progressi-ta qni por to-
da a parle se raanifesla, como OdicU do uos-
so melhoramento moral.
Assim, pois, a Sociedade Un o Beeflcente
"dos Cocheirosem Pernambuco, c mnala a gozar
desla testa social, toma parlo no > praaaros des-
le dia, applaudindo com toda a cHuso do 011-
thusiasroo, o fado da installacao do sociedade
Unio Benoflcente Martima.
Senhores, a vida que hoje comecais, reco-
nho.'idcmonte a que mais se conforma com os
preeeilos do creador, vislo como desla sorio o
enea, o a
miles, o
protege al quando se faz preciso que ello d a
Dos u que delle recehera,- .1 ex sloncia.
Senhores, eu bem quizera poder dizei muilo
em ai.plauso desla fesla ; mas a minha ialla de
conhecimentos me nao permiti, satisfazer lio
bous desejos. Comludo, senhoies, neceit.ii os
protestos que vos faco em nome da minh; socio-
dado, de toda a eslima c cnnsidoraco .ue ella
por vos tem, o os votos quo fai pola felicidade
de lodos os membros desla sociedade, e pela
prosperidade de lo til insliluicio.
Ruy mundo da Silv Gomes.
Para hontem ler havido alguma carne no
mercado, foi mislcr que a polica einpregasse
meios coercitivos, pois que os braodos o as eir-
eumsiancias que j espozemos ao publico, nao
lireraraO xito conveniente e qie era de espe-
rar.
Consoguindo o Sr. Dr. diefe de policio da par-
te do Sr. Arnucha o matar un cerlo numero
dos San tus, Lou renco Cavalcanti de Albuquer-
qnejlanoel Aulono Vioira; elovautou-so a sos-
sao.
do Alexandre Dumas.
Todos os navios ancorados no porto se associa-
rom fesla.
Mil coros iiistanlansmcnle fltuando nosmaslros
da frota cosmopolita, que eslava nem momenlo
ttibello,"Cawiaoo"de Castro, Joaquim da Silva DPcharam-se as pelicSos do Anlouio Lina
Torres.
Matadouiio publico :
Mataram-se no dia :Jdo corronto s51|2 horas
j da tarde, para o consumo desla cidade 35 rezes.
No dia { do mesmo 79 ditas.
i MOIITALIDAUB DO LIA 110 CORHEVTR \
' Beravinda Alexandrina das Cliagas, blanca, sol-
leinrpl anuos ; phihysiii.
Isidoro, pardo, 3 nie/.es ; cmaras de sangee.
Autouiu dus S.ntos e Silva, braneo, solleiro, 1
annos ; febre araarella.
Eu Manoel Ferreira Accioly. secretorio a escre-
vi.Rege pro-piosidente. Batata d'Almeida -
liveira, Mello, Piulo, Gameiro.
Comaiuiicailos.
M.l.MFESTO.
solleiro, vitalicia, em sessao
de dus soccorros.
Se em outras orcasies a
grnphico Pernambucana se ufanovo em ver cuui-
misses de seu seio, cujos oradores sotisfoziam
cabalmente os seos mais ardcnles desejos, mani-
i fostando o rgosijo deque se achara ella possui-
j d.i ao desponlar n-i vida pralica .Iguma oulra
sua companheira de arle o crenca, deveis corn-
prchonder que nao ser agora menor o seu ju-
bilo saudando a Associacao do artistas que ora i ,
:;is,s,!io',;u^uospri",eis a -*-p? &?&Jr^ss
O facto da inauguradlo de urna sociedade,
bascada nos preeeilos da nossa santa religio, isto
I que lem pur fim exercer os devores da carida-
de em toda a sua plenilude, nao urna cousa i:.-
difforenle para a familia humana.
Sim! Associa oes toes, sao um furto elemen-
| lo para que os artistas desfavorecidos da fortuna
ao.hem ura apnii seguro s suas enfermidades,
para que nao se vej.iin (oreados a mendigar o pao
quolidiano, que assogurem linalmenle esposa
que s ella era o objecio.
Dentro do pouco lempo urna nuvcm de fumo
elevada do torabadilho annuuciou o coraego da
ceremonia.
Ura ministro ministro do rito oriental, lar-
gas vestes, rosto e barba voner.ivois, proceda
ceremonia, que o marinbeiro nunca dospreza,
quando urna novo circumstancia iinpem um no-
me novo uu seu navio.
O hia le chamava-se Emma, o lomouo nome de
Munle Chrislo.
Terminada a ceremonia com todo o opparato e
etiqueta do cosime, a equipagem o a goleta fo-
ram passadas era revista por Alexandre Damas,
seu esi-.ido maior de artistas e escripiores, e al-
guns convidados escoihidos.
Em seguida o poeta e seus companheiros foram
tomar lunch, que lhes foi ou'erecido, e durante o
o qual se produzirom alguns episodios inleres-
sanles :
Primeira sorpreza : Alexandre Dumas acha de-
baixo de seu guaidanapo o titulo de cidado,
que Ihecouforio a cidade do Marselha.
Segunda sorpreza : No disserl, appareco ura
suso, pe.teilame.iie vestido, que opicsenio ao
autor do Monte Chrislo, n'urao rica bandeja de
prnla dourada varias chaves de prala, e ura site-
lo gravado rom a ultima perfeico. Era um fac-
simile das chaves do casiello de II; no sinele es-
lava desenliada a velho fortaleza gothica sobre
Francisca Cavalcanti do Albuquerque, branca, sol-1
leira, A\ anuos ; tubrculo pulmonar.
Jernimo, prelo, solleiro. escravo, 32 annos ; bc-
xigas.
AO SENADO.
Tendo lido na parle do expediente da cmara
de l.de jiinho ultimo, ir.ms-
criplu no Diario de Pernambuco n. 141 do l
desle mesmo mez, ora que se aecusa o rocebi-
mento lo oflicio do 1." sefrelacio da cmara lera-
porario, roneerneate a eonBrmaco que all Uve-
ra a aposentaco que me havia sido dadaou con-
I'orara visitadas as ei
Pinto s,8 horas e 1
Dr. Dornellas, s 7 hora
ii lia a.
HR0N1CA JUUtClAHIA.
JIRY DO ttECIFE.
1 SESSAO EM 2 DE JULHO DE 1 SCO.
metra vara criminal Bernardo Machado da
Cosa Doria.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldi-
na de Gusmo Lobo,
Fscrivo interino o Sr. Antonio Joaquim Pe-
reira de Oliveira.
A's 10 horas da manha, berta a sesse pelo
um fundo de pratj. Nj mesmo momenlo appa- : loque da campainha, o escrivo procede a cha-
recia na mesa o castuzo histrico cora todos os I mada nominal, e verifica eslnrem presentes -O
seus torreos. (jurados.
Usa obra.primada foi lificaco gastronmica nao 1 O Sr. Dr. presidente do jury declaro aberta
pode resistir aos repetidos assallos dos convivas, j i sessao, multados em 20g)U0 os Srs. juzes que
entre os quaessobresshia o torrivel guo do au-
tor do Monte Chrislo.
A lerceira e ultima sorpreza a lendo ura des-
echo dsagradavel. Tomava-sc caf ; um dos
convidados mais distrehidos quer fumar, a pega
do urna folha de papel doblada, que eslava posta
lo rezes,. quando a isto se nigavam lodos os sobre o marmoro do fogao, e ia melle-la no tuso
lunilla .- ni>inhii.l.^n .. -. 1 i i
domis, por urna corabinacao quo era seguida
revelou-se manifestamente, poro cosecucio u'a-
quelle fim fui-lhe preciso djjscer por ama escala
de coaeco, que comedn no carniceiro o veio
acabar no relalhador da carne no agougue.
Para que pois essa opposico, se nao motando
entrera que nao aquello Sr. Aroidia, a nenhum
prejuizose aven tura vara os ucmdsque negoeiam
igualmente nosse genero ?
para acender o seu charuto.
Dumas percebendo que a folha de papel esla-
va sellada, arranca-a da mo do seu omigo, e
desdobrando-a h: e mostra aos circumslanles um
lilulo de concesso, doando o poeta de alguns
hectrea do terreno as alturas da euseada dos
cala I a ns.
Alexandre Dumas, hojo cidado de Marselha,
leociona construir urna habiacu naquella silua-
camaraa para me oppor esso aelo, engaoso ou
simuladamente cohonestado com um supposto-
a pedido meu que jamis se dera, quer di-
recta, quer indirectamente, como em tempe oo-
portnuo moslraroi. '
Decidido a sustentar o direilo de porpetoidade
que o pacto fundamental do imperio rao garante
e que tem silo lambem para cora outros magis-
trados leo e tanto postergado, por ardiz o mane-
Presidencia do Sr. Dr. juiz de direilo da pri- Js que paixoes ms sempre suggereffl a quoru
1 quer abusar das alias lunecoos publicas en. que
para nsmais logiliraos, so achara pelos caprichos
da sorle investidos : apresso-mo em declarar pe-
raule o mesmo senado especialmente, e a naci
que, nem entao, nem presentemenle, esloo revol-
vido a prostar o meu assenlimento a violencia e
exlorsao desse direilo lauto cusi adquirido e
com lamanhos sacrificios sustentado.
E, pois, fallecendo-me actualmente meios para
vollar corle ao lim premeditado, e omquaiilo quo
me adra tambora irapossibilitad j de usordodireito
de petico, ante o mesmo senado, visto ron.o uo
lenho all (ua coito) procuradores em quera de-
posite inleira conlianca, faco pelo vehculo da
iraprensa, este succfnlo manifest, adra de quo
esse palladium das insliluicoesdo paiz edos direi-
lofl do cidado, nao preste sua sanecao ou ratifi-
que semelhautc acto, manifestamente atlerilato-
rio destes mesmos direilos, e que nao menos im-
porta d'uma usurpaco e confuso intolorarel dos
poderos polticos, senao formal nullificaco da
conslituico do imperio, nesla inleressanfissim
Prle do niochanismo dos mesmos poderes do
oslado.
Recife do Pernambuco,
O juiz de direilo,
./ose Francisco Arruda da Cmara.
Nao revelar por ventura isto algum Qm, que cao pitluresca, onde imaginou as sceuas do intro-
jusliiique a origen) quo hoje c dada, talvez rom
; mais fuudimeiilu. ao boai9 que se insinou
pola populaco de bois mordidos por cao hyuro-
' phobico ?
Em verdade, como quer que iicja, na presen-
sena da combiosQo dtssas occiirreucias o es-
pirito levado a crer n'um fim occulio, qu^ s-; de-
prehende da seguinle verso, que do ao laclo,
oque nao 6 despida de plausibilidade : Juo Va-
lono ou liegas aprosentando-se ni feira do Po-
dras de Fdgo com porco de gado, fo-lhe utt.jre-
cido ah por diversos marchantrs proco insigni-
ficantes, oque lhe nao fazendo tonta, levarara-o
resoluco de seguir para estes lados, cura
grande desprazer ou despello des laes compra-
dores, que para delle tiraren) urna desforra ou
vinganca rieram adionte espoliando que o seu
gado fora mordido por cao vulgarmente diiu
dan.nado ; o que fueram cror ao subdelegado
de Paratibe, que fez a communicaco ao Sr.
Dr. chefo de polica.
Dizom-nos que isto tanto mais corto, que
tanto ha um lim do airedar o criador da concur-
rencia no lalhar a carne, empregjndo-se paro isto
todos os meios, que Joo Valerio nem s nao
achou em Goianna compador a> seu gado, como
nao Ih'o deixaram picar all, ondo inve^iiaraui a
far^a, que ora se reprsenla n.-sla cidade com
detrimento da populaco que deixa-se to fcil-
mente arrastrar, e que afina I ia de pagar pela
alca o prejuizo havido nessa carne deitada lora.
Por esta occasio lembiamo.i aquero compe-
tir a iniciativa, a couveuiencia de ser consagra-
da urna medida ellcaz que obvio para o futuro
as dilculdndes em que se lera ora ochado o or-
nociraenlo desse genero, que. par ser de primei-
ra necessidade, por constituir parlo principal do
aliracntaco publica, nao deve passar por laes al-
ternativas nem oslar sugoilo vonlades iudivi-
duaes, e menos preslar-se aos calculo do inle-
resse do um com perda dos inleresses de todos.
A medida que a tal respeito foi lomada, dever
ser extensiva a todos os oulro.'. ramos de nego-
cio, que ouleudara directamente cora a alimen-
taco publica ; que, como tica dilo, est cima
de tudo.
= Por portara do Exm.Sr presidente de hon-
tem, foi concedida ao profesor jubilado de lus-
traceo primaria, .Simplicio Jcs de Mello, na
couf jrmid;ido do art. 2(J 1-f d.i lei provincial u.
ducodos mais bellos dos seus romances.
Os HiKEinds no Cual. O Jornal do Ha-
vre publica a seguinle caria acerca dus niiueiros
chilenos, escripia de Volparaizo pelo vice-almi-
ronle Bounard.
Relacionados com dous ricos proprietorios de
minas, fui visitar suas cxploracoes. Fiz a via-
gern com a possivel commodiJade, anda que
per um deserto medonlio.
Pelas rccommcndacoes dos meus hospedes, ti-
ve por guia um engbuhciro de minas, que por
via do lelegrapho nnnuuciava a minha dragada .'.
todos os pontos, por onde amos passando.
O paiz das minos nao olferece troco algum de
vegelaco, e nao tem nem urna gotla d'agua ; j
se v, porlanto, que necessario transportar da
distancia de, 30 leguas, por ura aieal ardente, e
por maiitanhas ridas e calvas, mullicos, coin-
hustiveis e agua. Com ludo, ha em Chanar-
cillos uraa cidade comeraialro rail almos. os
muulonhas, que o rodeia, lem-se formado ta-
boleiros, nos quaes se letra edificado centenas
de habitacoes.
E' no pateo dessa casa, que so abrem as gale-
nao comparecern) e relevando das multas a
aquellesque lhe a lega rom justos motivos de es-
cusa por faltos anteriores.
Comparece barra do tribunal para ser [oiga-
do o reo preso Manoel dos Santos, conhecido por
Manoel Pil. aecusado do haver assassinado com
lira tiro ao Porluguez Francisco de tal, aos 9 de
Janeiro de 1859 o no lugar Arraiol, em casa de
urna Joanna Francisca.
* Havendo sido julgado na segunda sessao in-
diciara do corronto auno, sendo presidente do
tribunal o Dr. juiz de direilo interino da segunda
vari Agosliuho Ermetiudo de Leo o promotor
publico o Sr Dr. Francisco l.eopoldino de Gus-
mo Lobo, o reo Manoel dos Santos fra con-
demnado gales perpetuas, de cuja senlenca
protestara por novo julgameiito, usando do re-
curso que lhe permilte a lei.
Procedendo -se ao sortoio do conselho. sao re-
rusados polo ministerio publico, os segrales Srs.
juzes de facto :
Jos Baptisla de Castro e Silva.
Antonio Jos Pacheco e Silva.
Amonio Jos Conrado.
Glaudiuo da Silva Ferreira.
Dr. Jos Sergio Ferreira.
Francisco Borgos Leal.
Dr. Joo da Costa Ribciro Machado.
Polo advogado do reo, o Sr. Dr. Joaquim Jos
de Miranda, recusado o Sr.
Dr. Rufino Augusto de Almeida.
O conselho de julgamento compoe-sc dos se-
guimos Srs. juzes de fado:
Alexaudrino Maximino Leal de Barros.
Ovidio Ferreira da Silva.
Jos Francisco Ribciro.
Augusto Pinto de Lemos.
Jos Joaquim da Silva Guinaraes.
Mario Ferreira Calo.
Jos Goncalves do Espirito-Santo.
Manoel Fonsoca de Medoiros.
3 de julho de 1S60.
Correspondencias.
rias das minas ; roda, plantadas como corticos! Francisco Pacheco Soaros.
de abelhas eslo ss cabanas, onde dormem os
operaiios, quando sahem das minos. Elles pos-
sara os das a 300 ou -jOO metros abaixo da tr-
ra, e Irabalharr claridade de lampeos. /
O proprietario de urna mina parece mais um
jugador do que um industrial ; igualmente do-
minado pela raiva do ganho, elle gasta at o ul-
timo real, o contrahe dividas insolviveis na espe-
ranza de encontrar ura bom lilao do precioso
Manoel Antonio Teixeira de Aibuqucrque.
Joao Chrysostomo de Albuquerque.
Deferido ao conselho o juramento dos Santos
Evaugelhos, o juiz procede ao aulo de qualitico-
co, e depois ao interrogatorio do reo.
Sendo interrogado, diz o reo chamor-se Manoel
dos Santos e ter vinle para vate e ura annos de
idade, vivendo de alugor seus serview.
.A' respeito do materia da aecusaco, o reo diz
metal; mas se alconcnm o que desejam, nao se j que vem responder a este tribunal pelo crime d
morle que por ahi lhe impuiam, mas que elle
reo nao commelleu.
Perguntado se conhecra a um Porluguez de
nome Francisco de til, que era 9 de Janeiro de
1859 fra assassinado com um liro no Arraial,
era casa de Joanna Maria.
O reo protestara que nunca conhecra esse
homem, nem com elle leve relaco slgunu.
Perguntado mais corno elle reo na formadlo da
culpo confessra ser autor do morle : protesta n
reo com obstinocoo que nao fizera tol conlisso,
nem se lembra de ser interrogado sobre esto
facto, senao no primeiro jury a que rospondeu,
e no qual foi injustamente condemnado pena
de gales perpetuas.
penseque o mineiro Irala de se aproveilarda
sua fortuna ; pelo contrario, um perfeilo dissi-
pador, e tonto despende quanlo ganha.
Um dos [iroprielarios raineiros, que me l.ospe-
dou, j.i havia perdido a sua fortuna por Iros me-
zes. Tres vezes linha tica jo reduzido miseria,
depois de ler sido mllionario. Tendo perdido
em dos horas 15 mil oncas de ouro, este desas-
tre nao o lornou menos prodigo. Algumas ho-
ras depois, elle dava a ura amigo que eslavo era
erabarocos 4 mil oncas. Suo mulher, que era en-
conlodor, nao follara seno em Pars, ondeam-
bicionavo residir, e espera, que seu marido res-
tabeleca outr.i vez a sua fortuna, pan e trans-
portar dcliailivameiiie jyau a Franca.
Itesoetos [de rao rt'.Vf ho.
Srs. redactores.Tendo-sc iiiilaurado proces-
so criminal de responsobilidade contra o juiz
municipal suppleulede Pao d'Alho, Ciislo'-o de
llollanda Cavaleaoli de Albuquerque, por actos
irregulares e arbitrarios por elle coinraetlidos no
exercicio das funecos de seu cargo, temos por
obrigaco provenir ao Dr. juiz de direito da co-
marca .Manoel Teixeira Peixoto, am0 privado
desse juiz municipal supplonle, quo o sen crime
nao pode deixar de ser classilicado no ail. 1H3
do cdigo criminal, primeira parlo, porque ludo
a comarca em peso nao ignora que dito juiz pro-
ceden d'aquelle modo por infiuencio de podito-
rio de alguem, sendo que o provimento por ello
dudo ao recurso inlerpuslo pelo senhor do preto
Manoel, que eslava pronunciado por crrao de
estupro em urna menor de G annos paro o Iiq
de ficar pronunciado em crime de natureza af-
fiancavel e ser alfiancado, nao obstante as pro-
vas inconcussas dos autos em contrario, e quo
nao se pode altiibuir a outro movel, tanto mais
quanlo o senhor do refeiido escravo que dizera.
ser o Sr. Jos Severino Cavalcanti de Albuquer-
que, que o comprara por cenio e tantos mil
reis, era virtude do processo em que eslava cri-
minoso, prente e aiuito amigo do mesmojuia-.
municipal supplenle. Accresce mais que j se-
vai propalando quo o Sr. Peixoto apezar das or-
dens as mais restrictas do Exm. Sr. presidenio
da provincia, procura na forma de seu louvavcl
costiimc, ludo torcer a lira de que o seu omigo,
quando nao posso ser obsolvido ao menos sot-
uer urna pena illusoria e assim liunom nullili-
c.idis as imeuces do Exm. presidente da pro-
vincia e escarnecido o publico, que ancioso
aguarda esse resollado, corlo como est de que
o dislincto administrador da provincia dar o re-
medio adequado, se por ventura o Sr. Peixoto
realisar o que todos pressentem j firmados em
seus interiores precedentes, j uo que se vai vul-
gorisondo. Do Sr. Peixoto nada ha que duvidat
c menos admirar! I pao que se ageila para
toda obra, e barco que comporta toda carga I
E para que o publico faca urna idea justa do ra-
nequim, basta dizer-se que o Sr. Peixoto, se-
gundo diz a voz publica, de parceria com um
tal alaile, cabra captivo ou que fra escravo
, *
i
TE
.' i..
. II I" ^i\ #11


de nomc Faustino, e o sapiontissimo Id; so ar- i Desearregatii hj 5 de. juiho.
vorarnm cm protelore3 de un celebre Carlos Ja B"ea americana-.Rrasiloira=farinha de trigo,
tal Teueira, a escoria e vergonha dos bons por-! Brigue francez Bolleradiversos gneros.
Prtacho porluguezFlor de Maria diversos ge-
DIARIO DE PERNABMTJCO. QUINTA FEIRA 5 DE JULHO DE 1860.
- P
tuguezes, cujo individuo aqu aporlou liazeodo
cm sua conjpanhiauma messalina, r^ aae os
gaiatos assdntaram de alliviar ao <3\ Carlos des-
sa carga, ro'- ,
- 6 ......ndo-a para oulros iros.
o quew o bom do nosso Carabe-ambc Er-
gue-se de sua constaiile npathia e apresettla-se
como extremo defensor da a manceba de Cailos,
eros.
Briguc inglezBellfazendas.
Importaran,
Patacho inglez Belle, vindo de Liverpool, con-
signado a H. Gibson, manifeslou o seguinte
26 caias fazendas de algodio, 1 dita chapeos
corro dia e Baile as ras da villa cm demanda de palha" 49 toneladas carvio de pedra ; ao con-
della, gritn cerno um dosscsso, chora em deses- signatario.
33 laxas de ferro ; a I>. \V. Bowmm.
nnsta viila a
bom perneta,
dada por elle
lio gratuita
poro, pragupja aosg.iialos que jogaram cet tour
oe passe-pisse ao sen co.''Sliluinle, o no dosa-
CorUamoaio de sua loucura insufla 5 osse miso-
ravC lrampoIina para atirar es"* Porcar'a sobre
caracteres '.'slnctos e morigerado ',,ie s de?_
cenam a actos lo indignos so a lote), *", ,
vpsse permtldo que osiu Jassem 3 mora. P
camina do nosso celebrrimo corujinha, Ha
que admirar se o bom cambe-ambe nunca nio-i
eurou praticar urna accio que mereoesse a poro- i
?a4jo anda doa homeus menos sensatos !! Em
i |arae cuidar nos afueres do sen cargo o ler
om nv.'.'la coooideraco o que acaba de ler e ver !
estampada lias columnas do Liberal, esquoce-sc
de sua misso para chafurdar-se no lodocal do
celebre pelolriqueiro, constiluindo-so sea adro-
gado e at como se diz curador da messalina
cearense!!
Eis porque em qualquer canto
maledicencia vai feriada tanlo o
que at se diz que essa proleccio
o oulros ao Nazareno Carlos nao
co.no se pansa, que alm do contrato estabcle-
ci'lo | no caso de reappareeer a messalina ) de de-
vidircm entre si o gozo dos das, tem de llave-
ro m lambemdo Nazareno certa somma como in-
demnisacoo Je lano Irabalhoe cansasso! Basta
ao hoinetn, que tio conhecido nesta torra, quo
nos oouparaes ao trabalho de desliar o grosso
novello de sous feitos heroicos como bom
(teatro, ministro que neste termo di^
nulhor juiz.
Ha poneos dias deu-se o facto tremendo de
ser ospingardeado prximo ao engenho Pctribu
o lente Francisco da Molla Cavalcanii, inspec-
tor de quarteirio d'aquelle nomc. O digno e
enrgico delegado de polica o Sr. Dr. S, in-
cansavel no cumprimenlo de seus devores," tem
invidado todos os estreos para descubrir e cap-
turar o? perpetradores d semelhante crime. Os
Jubilamos deala comarca que lom inteira f nn
energa doSr. Dr. Si. gabera que, qualquer que
seja o delnqueme c sua posicio, nio escapar
'punicao di le.
Brere rollaremos pira que estonios de atalaia
a espera da resposta que ao \V correspondente do
Liberal ter de dar o nosso Peixolinho, se elle
poder contrariar verdales to palpitantes que as
que forara por aquello correspondentes publica-
das, e de que vimos aitthenticos documentos.
Sara isio mais conveniente ao nosso desfrucla-
vel juiz de direlto do que estas como se diz ge-
ralmenle elaborando de accordo com os seus
ci.iipirs.H T. o Faustino uin artigo para o jor-
nol, no qUa| tem de a presentar a historia da
messalina Rila e do Nazareno Carlos. E' hojo ge-
ralmente sabido que o nosso asmo leu e seus ad-
juntos cima referidos plancjaram redicularisar
'nos caracteres preeminentes, involvendo-os
na retirada d'aquella actriz, com a mira de dcs-
moralisar (se o pojessem] a cidadios dignos de
respoito e cortsideracao.
Homens da laii do" nosso Peixolinho o Fausti-
no nao desacre litan a ninguem, e elogios par-
tilos de semethintes autores seriara sempre em
perla daqnelles a quem fossora dirigidos.
l'J de junho de 1861).
V,
. OSCILI.AljXO UA M.1IU..
Baixamar as 11 h 6' da manhaa, alt ira 0.50 p.
Preamar as 5 h 18' da tardo, altura 7.50 p.
Observatorio ao "nal de marinha 4 de julho
V'ikuas Ji;m.)h.
de 1860
An-
ca rga d floren les ge-
no dia 4.
inglez Cordelia
70 barricas soda, 50 dilas enxadas, 3J foixes
de pas de ferro, t barricas ferragens, 1 cana li-1
nha de algo lo ; a J. A. Moreira Das & Cumpa-
nhia.
115 laxas de ferro, 1 barrica obras de algodio,!
1 caixa materias para pharol, 1 barrica signaes '
de cauleeiro, 1 caixa Illas, 1 dla e 3 barricas
culilerias, 5 fardos fio, 301) barras de ferro, 51
'nilhos ferro, 1 dito um par de moletas ; a
aniu. hnsten & Companhia.
9. P, K. ,, cerveja ; a C i. Astley & Com-
loO baffKv
panhia. 6 ditas vinho, 1 barril pre-
6 caixas RonobT, a J. J. Pinto,
sumos, i caixas qucijro & Irmaos.
6J barra cerveja ; a Tjssv linho, o fardos
7 fardos e7 caixas fazenda 9 barricas ro-
ini.0,'2J'las lon'1' 5 Ji'os lapote^, -_ 46 caixas
Navios entrados no dia 3.
Aracaly-^iale brasilero Duvidoso, capito
Ionio lanoel Affonco. caraa d (Tnrnii
eros.
Navios entrados
Ilalfax36 dias, patacho inglez Cordelia de
116 toneladas, capilo C. Rocho, !quipa"em 8
xarga 1957 barricas com bacalhao a Saunders
Brothers & C.
Havre31 das, brgue francez Behm de 117 to-
neladas, copitio Legas, equipagim 12, carga
fazendas e mais gneros a Tisse Freires & C.
Barcelona44 dias, polaca hespanhnla /.:nce, de
181 toneladas, capillo D. ladro Maristany,
equipagem 11, carga vinho a K, O. Bieber
& C, seguio para Baha.
Ibas, 6 barricas- agurdenle de Fra.?
eljfuios fazenda de algodao ; a
Companhia.
*291 ranos de ferro ; a" corapanhla
nbe.
Mam.
un
i'eii
liisuecyau u aihuiuejcd e i,u piiu.uu
que no da i de julho prximo? depois de mrio
ia. se no de arroma lar em hasta publica, 2 por-
ta da mesma reparliao,.79 arrobas e 21 libras
ae gesso em pedras, no valor de 268 rs, por ar-
roba, total 195700, pertencenles aos salvados da
barca franceza Raoul, naufragada om setembro
a-i ieob. sendo a arrematacao livre do direitos
ao arrematante.
Alfandega de Pernambuco 30 de junho de 1860.
Benlo Jos Fernandes Barros.
Inspector.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti. commendador
la imperial ordem da Riisa e da de Chrislo e
hU1 direil especial do commercio desta i-
dadtrdo Recite, capital da provincia de Per-
nambuco c seu termo, por S. M. Imperial, que
Deiis guarde, etc.
Fa^o saber pela prsenle carta de edilos. em
como Mannel Antonio da Silva Moreira, commcr-
iaiito matriculado e estabelccuto com casa de
ocio na rna Imperial desla cidade, rne envin
vas
riiihorancu oneroso, 2 garrafas; riua- joSr r.rn------------=---------------------
pom.de espargo. 12 garrafas ; oleo de* ricino .I { J ggg? de
Para a enfermara do raesmo presidio \T |slevao,df Oliveiro.
Barras de madeira com ps de ferro 50 col- ^aD^hsl <** Costa e Silva,
ches 50; camisolas de brim 100 ; f ron has de brm JoM Franclsco Be'e">.
de brim 200 iem os jao Francisco da Silva.
Quem qui'zer vender tacs objectos apresen! Sfc fij fil??-
suas Dronostn* pm P9ri. hk.^.-----cre'aria -Mves.
do dia 9
2 _u_!a_PPos- .* echad, na secretan, JoSo Jo8 A|rf,s s|v(U
Editas.
de
*obs-
O Illm. Sr. inspector da Ihesnuraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem lo Fxm Sr
presdeme da provincia, do 30 de junho ultimo!
manda fazer publico, que no dw 19 do crreme
vai novamente '
n..am ^"3 para Si'f iifremaiado a
ein i10' m,"ios Uzer a iinpresso dos balances o
orcamonlo da Ihesouraria e do re.'alono da ins-
letor.a com todos os documet.los qUb o acom-
a dizer em sua peticao, que Manoel do Nascimen-
10, eslabelecido com taberna no lugar da Cabanga
acconteceu fallecer sem testamento, sendo de-
1 fardo cobertores de aigodio, 1 caixa oleado, nann9rB. Pela qnanlia de 1 5003 rs
1 dla tazenla de panno. 5 lardos fazenda de al- ,' A P^soas que se propnzerem a'.-sta -,,ra,n
goda,,, barricas soda. 400 b.rris po.vora ; i 5JL l^, das S^ ffgS
1 caixa mciasde algodao e seda, I fardo Uh-ISB? Pe '^S^
los, 1 di.o tapessarias. 4 saixas tazenda de algo- mi'"dc' pe'
dao, 2 fardos
dita de linho, 2 ditos dita do
golao, a caixas chapeos de fellro ; a A. C.
Abren.
4 caixas
nhia.
2 ditas chapeos de eltro : a Pinto de Souz
Companhia.
al-
de
lindezas ; a Roslron &
Cempa-
a &
C. Slarr &
da estrada
presente e
ferro ; a R. Scha-
a Barroca &
3i caixas e 3 far-
macacos para estiva
Publicares a pedido.
A Sra. Belliamini.
THlItL'TO \0 GliMI),
Quem nao respeila o genio? Quem nao sent
Bator-I he o coracao inopinado,
Ouando escuta os anglicos accenlos
Do ser mys'erioso.
Que a Nalureza inspira?
(Magai.bacs.)
Sublime cantora, gentil Beltramini,
Ao grande Bollini,da msica o genio,
Augmentas a gloria mil louros ginhando,
Da Norma entoando canQes 110 proscenio.
fe rende homorfagem quem Oliva, sonhora.
A voz to sonoraque Deuste quiz dar;
De gloras lo enrica ton genio do artista.
Que ludo conquista,que faz encantar.
Quem ha que te ouvindo nao julgue-lo um anjo,
Mulher 011 archanjona Ierra quera ha?
Se quandii descantas tildo harmona.
Se ludo poesaquo vem de Jenuva?
Da patria dos Dantes, Petrarchas e Tas3os
Rompendo os espacos,cantora gentil,
Xhegaste da America parle mais bella,
Mais rica e singela,ao grande Brasil.
E aqui le encontraste, c'um povo que lo ama,
E 11 m vate se indamma-teouvindo cantar;
O povo te adora, as palmas o prova,
E o vate na trova,quo te ousa olTorlar.
Rocife, 30 de junho do 1869.
M. C. P. de Xndrade.
322 barras o 33 feixes de ferro ; a
Companhia.
210 barras de fero ; 4 companhia
de ferro.
1 barrica cerveja ; a II. Brunnack.
12 caixas biscoos, 71 fardos e 21 caixas fa-
zenda de algodio, 3 fardos dilo ditas, ditos ta-
petes. 3 caixas lencos, 3 ditos miudezas ; a Sou-
tnall Mellorr & Companhia.
1 caixa falo ; a L. A. Siquoira.
1 dita brim ; a J. C. Ayres.
3 caixas camisas, 49 volumes fazenda do algo-
dao, x caixas chapeos de sol de dito ; a Arckra-
ghitl & Companhia.
1 caixa fazenda do algodio; a Gebrendcr &
Companhia.
3 ditos ditos de dita o lia, 2 caixas fazenda de
algodao ; a D. P. Wild & Companhia.
1 caixas fazenda de algodao e lia; 3 L.
Wild.
0 caixa urna burra do
mettau. *
6 caixas fazenda*de algodao
deiros.
4 fardos de algodo e lia,
dos fazenda do algodio, 2
de algodo; a Paln Nash & Companhia.
2 volumes com 10 caixas passas etc. ; a J \V
Evans.
6 caixas e 22 fardos fazenda de al
Mills I.ulham & Companhia.
12 volumes vestidos de algodio. lencos, guar-
danapos e Tazenda de linho, dito d"algodao c
cobertores de dito, meias de algodio etc.; a Joio
Keiier c Cimpanhia.
1 caixa miudozas ; a A. L. Rodrgaos
volumo roupa ; a I. Joms.
9 fardos e ti caixas fazenda do algodio, 3 ca
xas ditas do linho, 1 fardo pecas de Hambur"o
a Jamos Crabtrio & Companhia.
8 caixas supprimentos pan navios ; a M. J. C
da Ionio.
27 caixas fazenda de algodao, 4 ditas dita de
linio ; a Sauniers. Brothers & Companhia.
Hule nacional Invencivel, vindo do Aracaty
consignado a Jos Joaquim Alvos da Silva, mani-
feslou o soguinte1
13 molhos com meios de sola, 300 pellos de
cabra com cabello. 4 saccas carrapalo, 2 ditosca-
bellosde boi. 2 litios brutocica, 2 ditos lia de
carneiro ; .1 Gurgel Irmaos & C.
960 meios de sola. 407 couros salgados 92
caixas velas de carnauba, 25 saccas cera do dita
i volumes pennas do ema, 500 cournhos com
da fazenda -....., uu ua aein
competeiiiemenle ha-
bilitadas.
E para constar se lnu*,,^l),, affixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourararia orovincial de Per-
nambuco, 4 de julho de 1860.-O secretario A.'
F. da Annunciacio. '
O Illm. Sr. inspector da Ihosourari.i pro-
vincial, cm cumplimento da ordem do Exra Sr
presiden! da provincia do 2 do crreme, manda'
lazer publico, que no dia 10 do corrente
vamenle i proco para ser arrematan-
do conselho, s 10 horas da manhaa" t
do corrente mez. Joo Jo A'ves da Silva.
Sala das sossoes do conselho administt.tiv, ?0 J"| f^J
fara fornecimento do arsenal de guerra SdiSSB
julho de mp.-Uento Jos Lamenhl Si.\2& !?$ J'??!8 *.?!*
ski aasasas at i aSL
^!%^^sT;z gsassr
prximo lindo.
Secretara da Ihesouraria provincial de Per-
redor ao supplicanto da quanlia do 6IO280, nambuco, 2 de julho de 1860 O secretario I
constantes de urna letra que junlava. por conla Amonio Ferreira da Annunciacio
da qoat j hara recebido 227$, em diversas pres-'
taces ; e como quer que nao consle, que o dilo '
tinado deixasso lierdeiros de qualidade alguma,'
quecnnslasse ao supplicanle ; porisso me requera j
que fossem citados por carta de edilos com o '
prazo de 15 dias, os lierdeiros do referido, e o* Mlatim M ,!, .Yo-'-r" S""" "T "r,li ,;::
Drs. procurador fiscal da fazenda provincia e o- %ZZ Z Wa7--18a8 conv.da 03 {" TiTtwsiIC?,*"ro-.
1 2n:,m oodores para que dentro do prazo de Jaquim Baplisla Moreir..
di das, que pelo presente Ibes fica marcado ve- Jaq"ini Baplisla dos Sanios,
nlum ou mandom pagar boca do rtifro os seus 'wqqim da Cosa Paria.
respectivos dbitos indopendentomente de qual- Joaquim Francisco de Paula.
quer despeza, dirigindo-se para esse tira a casa ; Joaquim Gomes Pessoa.
do mesmo abaixo assignado ra da Aurora n Joaquim Goncahes V'ieira Guimaraes.
z-, em todos os dias ulcis, atim de receberem a joaquim Januario Sanios Aguiar.
competente guia do pagamento, cortos c que Jon'l"'m Jos Alvos Marlins.
lindo o prazo referido, serio por tal debito exe- Joaquim Jos da Cost3.
vai 110-
mais der o imposto de 25500s'obre o ga Jo vaclum'
; consumido no municipio do Rocife, no triennio Q
. riance.ro do 1860 a 1863, servindo do baso .'ar-
rematacao o olferecinieuto feito peo licitante
Joaquim Savador Pessoa de Siquei a Cavalcan.
da quanlia de 80:6005, por auno. '
As pessoas quo so propozerera a esta arrenia-
tacao comparecam na sala das sessoes da mesma
juma, no da cima declarado. p-|c molo di,
compo(cnlemente habiliadas, tendo ligar as ha-
' bililacoes 110 dia 7 do torrente.
E para constar
I puqlicar pelo Diario.
Secretara da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, .{ dejiilho de 1S60.-O secretario, A.
V. da Annunciacio.
O Illm. Sr: inspector da Ihesouraria pro-
vincial, cm cumprimenlo das ordensdo Exm. Sr
Me- I p'ef"ont0 d,a Provincia de 3 do corrente, man-
da fazer publico, que no da 10 do corrente, vai
novamente a praca para ser arrematado
is dcr. o imposto de 2}5O0 sobre
rador geral, para fallarem aos lermos de urna
aeco ordinaria, na qual pele o snpplicant o
pagamento do saldo da prodita letra, juros e
', snb pena de revea na foima da lci: ruja
eos,,. -"iido-me apresonlada, profer o meu
pelifo .. "-eor soguinte :
despacho do .. "-ma requerida. Rocife, 25 do
Distribuida na k.. -A. F. PorcMi.
I un ho de junho de 186t.- '-pacho assim pro-
tm cumprimenlo do roen u,, fez passar a
fondo, o fscrivao abaixo drclaraOu,
prsenle cuta de oditos com o prazo ou s
pela qual seu theor, cito e hei por citados.
lierdeiros~d sobredilo tinado Manoel do Nasci- |
monto, para que dentro do referido prazo com- *
parocim nese juizo, afim de allegarem o seu di-
reno, pelo que cima tica exposto.
H para que thegue noticia a lodos mandei passar
edilaos, que ferio afBxados nos lugares do cos-
lume c publcalos pela impensa.
reir da Silva.
Joio d'Olivoira Guimaraes.
Joio Podro Adour.
Joio Pereira do Carvnllio,
Joao Porelra Martlns.
abaixo assignado procurador fiscal e dos ; Jor, r,'|os Soaros.
da fazenda nacional, tendo recebidada the- .Joao Rodrigirrs Neves.
sourana de fazenda, para acobranca execuva Joau da Silva,
a relacio infra declarada dos devedores do im-' Jao Simos d'Almcida.
poslo da laxa de cscravos do bairro do Recite Jao de Sonto.
3 Joio Tavaros Cordoiro
ira.
- O
feitos
culados.
Joaquim Jos Guedes Pinto
Rocife 30 do junho de 1800Fernando Alfonso J0!"J"jm {osfl de SanfAnna.
Relacao dos devedores de ta.rd de escravos
rro do llecife relativo ao
e.rerciao
lor.
Olivcira.
se mandou affixar o presente e
jodio
a quem
- o gado vac-
, cum consumido na comarca de Goianna. 110 trien-
nto finanee.ro de 1860 a 1863. servindo do base
a arrematacao o ofTeroeimenlo feito pelo licilan-
1 rfor aSnnoUgUS, U AragJ0' dl1 T10"1' do7:0U3,
As pessoas quo se propozerera a astas arre-
matacoes. comparecam na sala das sessoes da
mesma jan a, no dia cima declarado, pelo meio
da. competentemente habilitadas, lendo lugar as
, habilitacoes no dia 8 do corrente.
E para constar se mandou affixar o presente o
publicar polo Diario. <~<-uie c
Secretaria da Ihesouraria provincial do Per-
nambuco, 4 de julho de 1860 -O seeretario. v
r. d Annunciacio.
I DeforiJcm" d0 '>. Sr. inspector da Ihesou-
raria de fazenda desta provincia se fiz publico
que arrematacao de una parle do sobrado de
dous andaros no valor de 1:155-3182, sito na ra
da Guia, portencenle a fazenda nacional, om vir-
mde do adjudicado, nio leve effeiio no dia an-
runciado por falla de licitantes, c porisso fica
transferida para o da 14 do crrante mez.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda do Per-
nambuco 18 do julho do 1860.Sc-rviido do of-
cial maior, Manoel Jos Pinto.
Peranle a cmara municipal desla cidade
estar ora praca nos dias 6. 7 e 9 do corrente
protesto.
O abaixo
ciodade om
assignado, socio de industria da so-
commandila Amorim. Faria, Guerra
d L. que unha por objecto o estabelecimonto
oesta capital do urna fabrica de lecidos do algo-
dao, tendo jus, polo art. 14 do contrato social,
perceber trezentos mil res mensaes titulo de
honorarios, e mais um por ce.ilo de commissao
1 dito : a ordem
51 rolos de fumo : a JosQuerino de Aguillar
1 caixoie : a Barroca & Medeiros.
volumo ; a Alfredo Guilherme& C.
a Manoel G. da Silva.
a J. Keller & C.
a Guimaries & Oliveira.
a Antonio Augusto Pereira Lima.
a Antonio Lopes Pereira de Mello.
a Manoel Ignacio Brcio.
a Manoel F. Ferreira.
hadores e compras de utensilios e de oulros ob-
jectes na importancia de 442J840 autorisado pelo
li'j ? reST C-""tral : cedendo liqutdacao particular, sem aulorisacio
Jcm presenca da autoridade compleme o abai-
xo assignado vem protestar pela guantia de rs.
Honorarios devidos de 12 de noveni- 2:920iSOQ
,bro de1855 i I2de julho de 1856,
odol'de abril il de maio de
S&85* "K'zes dlas'&
E polas despezas de compras de ulen-
objelus, na impor-
silios
tancia de
442S80
Cujo computo e de ris 3:362^80
Edejacto protesta para que a todoT"lemp"o"
possa reclamar por seu direilo peranle 0= iribu-
naes do paz contra o sociu em liquidacao ou
oulros qu esquer socios, e terceira pesfoa': e nao
monos protesta contra a Ilegitima lquidacio que
se est procedendo. para a qual nao presta o seu
consenlimento, e nem a reconhece; como tam-
bem contra a dislribuico dos dividendos ; e l-
timamente pelos prejuizos o dainos causados ao
abaixo assignado.
l'ara que cheguo ao conhecmenlo do lodos
laco publico o presente presto por este jornal'
OlJl CIvIi
Recito 3 de julho do 1860.
________________Francisco Maria Duprat.
1 dilo :
1 dilo ;
1 dito ;
1 dito :
1 dilo ;
1 dito ;
1 volume
1 caixa fumo ; a Antonio Joaquim Panasco.
1 dita dito ; a F. Sergio de Mallos
1 velume; Ramos 4 Lima.
2 canudos ; Joaquim Soares Pinto Correa.
1 caixinha ; desembargador C. J. da Silva
Santiago.
1 dila ; i J. N. Ruche & Ca.
1 volumo ; Almoida Gomos Alvos & C
1 dilo ; R. A. de Miranda.
1 dilo ; E. A. dos Santos.
1 caixiuha frucla ; A. Gonsalves Grvala.
1 caixoleo 1 sacco; Dr. F. V. Vianna.
1 dito ; Ignacio Accioli de Almeida.
Barca americana cBrasileira, viuda de New-
lork, consignada ICrabbe Whatcly & C mani-
teslou o seguinte :
2:528 barricas farinha de trigo, 599 ditas breu.
lOquarlollas arroz. 400 barris banha, 150 rollos
esleirs, 10J barris bolachinha. 72 caixas cha.
750 saccas milho. 2:000 remos ; aos mesmos
Escuna ingleza Cordelia. vinda de Ilalfax
a Saunders Brothers & C*. manifeslou o se-
grate ;
1-937 barricas bacalhao e 1:000 ps de taboa-
uo ; aos mesmo.
Consulado geral.
Rendimento lo dia 1 a 3
ldeni do dia 4 .
1.992385
O Dr Ernesto de Aquino Fonseca, cavalleiro da
ordem de Lhnsto, juiz de orphaos do termo do
llecife, por S. M. o Imperador, que Dos guar-
do, etc., ele.
Faco sabor aos que o presento edital virem, que
Ondas as ires pracas deste juizo. ser arremata-
Jo de renda, no da 10 do crreme, por lempo
de 6 annos. o engenho Dous Irmaos, silo em
ierras do Apipucos, com todas as suas obras
casa de vivenda, utenrilos e logradoiros, sob
I preco e condiQoos que abaixo v0 derlaradas.son-
j do a base para a erremalacaojas seguimos ovalia-
coes dovidamenle feitas :
A colheita ouaafra de capim annu.ilmenlc na
quanlia de 4:000* rs.. e dH canll3Si D
empaco de 1:800*. nao se admillindo porra lauco
algum sobre cada urna das referidas rendas em
separado, mas sim sobre ambas cuma alivamen-
le. O pagamento da renda das baixas de capioi
ar-se-ha por quarleis da data em que o arrema-
tante tomar posse delias. a do engenio, porm
operar-se-ha de modo que elTectuando-se o pri-
meiro em maio de 1862. e os demais em aos
meros dos annos seguimos, vindo o ultimo a
1 realisar-se em o de 1867.
i O arrematante ser obrgado a coiservar as
: obras do er.genno de maneira a entrega-las em
I perfeilo estado a seu successor que delle dever
, receber o engenho moenle o corrente, c com to-
dos os utencihos, que liouver de receber do ac-
1 lual rendeiro, e conslarao de relacio por ambos
assignada, a qual se juntar aos a'utos depois de
sellada e rubricada por este juizo.
O arremtame ser mais obrigado 1 construir
urna casa de caldeira em lugar que nao o em que
se acha a actual, o que verilicou-se str o menos
propno para ella, tendo de entrega-la prompla a
CAll iii'i-,; _'_,, ...... ;^.l-_____r.
Cidade do R.oifo, aos 2 de julho do 1SC0 Eu
oao tcenlo d. Torres Bandeira, escrivio interi-
no o tiz escreve-.
Anselmo Francisco Peretti.
O Illm. Sr. inspector da thosouraria pro-
vincial, om cumplimento da ordem do Fxm Sr
presidente c'a proincia de 23 do corrente, manda
fazer publico, qui o dia 19 de julho prximo
futuro, vai nova.irnte praca para ser arrema-
ladado a quem por monos fizer, a obra dos ropa-
ros do ompedramoito da estrada da Victoria 011-
6r5r2>000rCS e 6<1 8 m'1 bra-aS' avaliuda' cm
A arrematacao sor. foita na forma la le pro-
vincial n. 313 do 4 lo maio de 185!, o sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que sc qiizerem propor a esta arre-
matacao comparecam m sala das sessoes da men-
cionada junta no dia acma indicado, pelo meio
da, competentemente habilitadas.
E para constar so maidou ainxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraa provincial de Per-
nambuco, 6 de junho de liGO. O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciicao.
Clausulas especiaes pan a arrematacao.
1857-..
Adolpho H. Mu.
Agiislinho Gomes d"
Agostinho Jos AJves'.
Aloxandrc Jos Salyro.
Aloxandro Pessoa do? Santos.
Aloxandnno Pedro tu Amaral.
AI ves & Cruz.
Amaro Francisco (te Patria.
Anua Felicia do Espirito Santo.
Anua Francisca da Silva.
Anua Maria de Jess.
Amia Maria Theodora Pereira Durao.
Antonia Basilia Simes.
Antonia Honorata Lino.
Antonia Ignacta Manoela.
Anlonio Alvos Barbosa.
Antonio Alvos da Cunha & C.
S rl0 "odri8"os Selle Jnior.
Antonio Carlos de Azevedo Coutinho
Anlonio Carlos da Silva e Mello
Anlonio Fernandos Velloso.
Antonio Francisco Corris Cirdoso.
Antonio Francisco Lisboa.
Antonio Francisco Maia.
Antonio Francisco Marlins.
Anlonio Francisco de orafs.
Antonio Gomes Tavaros (Dr'l
Antonio Joio de Sonza.
Anlonio Joaquim Ferreira de Sampaio.
Antonio Joaquim da Silva.
Antonio Jos Barroiros.
Antonio Jos Francisco Ve-a
Antonio Jos de Macdo Guimaraes.
llio e submeltido a approvaciodo Exm. presiden-
te da provincia, na importancia de 6:512-3 rs.
2.a O arrematante rnmwar ni-oo ^ --__
prazo
_ O arrematante comecar as obras no
de 15 dias, e as concluir o do4 mozos, conta-
dos segundo o art. 31 do rcgultmento das obras
pdicas
_3.n O pagamento da importancia da arremata-
cao ser foilo em 3 prostaces iguacs, sendo a
pnmeira quando (ver foilo "um terco da obra a
segunda quando houvor feito dous tercos e a ul-
tima na entrega da obra.
i.* Em ludo o mais que nao estver especifi-
cado no orcamento e as prsenles clausulas os-
pecue, se observar o que dispoe a loi n. 286.
Colforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annuiciacio.
' H?w f.^'ccessor sem indemnisacao alguma. e per- fr"DH d." I?l,a 5.1
M24S2oo deraem beneficio da propriedade qualquer obra I Agoslinho Jos dos Pi
^li-T^T.m I 3"e "lla Qzer se,n Provio coiisenliir cnto deste ,,_' ,^lsplm, A-'a"
3:1170109 juizo
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 3 .
dem do dia 4 .
3318233
22250
ftecebeiloria de remlas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia
dem do dia 4 .
1 a3
O arrematante tomar conta das baixas ou ter-
reno do plantacio do capim em o mez de julho
prximo, para comecarlogo a usufrui-las ; e das
ierras proprias para planiaeao de cansas 1 inme-
diatamente depois da arreniatacio. d vendo en-
07dj483 Iregar unas e outras quem suceder-lhe (ren-
deiro ou proprietarios) em maio de lb56.
Nao poder, porm, tomar conta d.-s casas da
propnedado tena O em maiu de 1861, sem ser Cor-
eado a entrega-las senao no mesmo mez de 1867
O arrematante na cultura de capim nao pode-
exlender-se alem das balxna que se cham
2 5223373
4:563561
Consulado provincial.
-se alem das baixas
7:085J934 creadas.
Nenhnm licitante ser
Rendimento do dia 1 a 3
admittido na praca nao
estando acompanhado de fiador chio a abonado
dem do
dia *....... 6:44898
11.744)9788 1ue com elle se responsabilise pelo cabal cum-
M31EHCSO.
Praca do Rccic 4 de julho de 1860.
AS TRES HORAS Da TARDE.
Cotacoes offlciaes.
Cambio sobre Londres-25 d. 9div
Descomo de letras11 e 12 OO ao nno.
Goorg Patche'uPresidente.
ubourcqSecretario.
MovJmento do porto.
Alfandega.
Rendimento do dia 1 rt 3
dem doj dia 4
31:7295591
6:6591303
38:382J897
>Iovimento da alfandega
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sahidos com fazendas
com gneros
149
171
320
341
roA von'^ c COm grnru,es n^oeiros c aguacei
nhe'ceu ,VeiP"* ,erral e sim^ma-
, primento de todas as condicoes da arremata-
coo. Em virtude do meu interlocutorio proferi-
18:1933507 do nos autos de inventario do tinado lenle co-
ronel Anlonio Lins Caldas, o respectivo esciiv.io
fez passar o presente edital, o qual ser aflixado
nos lugares do coslume e publicado pela im-
prensa.
Dado e pasudo nosla cidade do Recife, sob
meusignal o sello desie juizo, que anle mim ser-
ve ou vaina sem sello ex-causa, oo: 26 de ju-
nho do anno do nascimento de Ncsso Senhor
Jess Ghrlsio de 1860, 39." da independencia e
do imperio do Brasil.Eu Joao Facundo da Sil-
va Guimaraes, escrivio o subscrevi.
Ernesto de Aquino Fonseca.
OIllm. Sr. inspector da thesouiaria de fa-
I zenda manda fazer publico, de confonridade com
jordem do tribunal do thesouro nacional n 69
dei 9 de maio prximo findo, que ni dia 25 de
julho prximo se far concurso nesta ihesouraria
para preenchimento das vagas que ha de prati-
cantes na mesma : aquelles pois que pretende-
ren! ser admillidos ao concurso devera apresen-
tar nesta secretaria seus requerimenlos instrui-
dos C3m os documentos que provem : Io lercm
18 annos completos de idade : 2o. esturem livrcs
de pena e culpa e 3o terem bom pro sedimento
Os exames neste concurso vorsaro sobre le
lura. analyse grammatical, orthograshia e nri"
themetica ate a theoria das proporces inclusire"
becretana da thesouraria provincial do Por"
nambuco 8 de junho de 18t>0. ,u'aeier~
Tribunal do commercio
, Pela secretara do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, qno
; nosla cala fica compctentomenlo registrada a
declaradlo que em 25 de junho prximo lindo
fez I'rai,cisco Rnlnlho de Andrado, socio com-
mandilario da suciedade que Unha com Viren lo
Licinio da Cosa Campello, sob a firma de Costa
Campello & C quo a mesma sociedade est dis-
solviJa desde a referida dala.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
namtuco 3 de julho de 1860. Julio Guima-
raes, oificial maior.
De ordem do Illm. Sr Caetano Pinto de
Veras, juiz de paz do i anno do l. districto da
fregiteiia do S. S. do bairro de S*nto Antonio
desta cidade do Recife, se faz publico a quem
convier, que os oificiaes de justca que trabalham
peame esto juizo sio os abaixo "declaradas, niio
pdenlo oulro qualquer funecionar no mesmo
juizo, sem o competente curapra-se. Rocife 20
de junho de 1860.O escrivio,
Joaquim da Silva Reg.
Miguel Moreira de Souza Maia.
Braz Lopes
Albino do Jess Bandeira.
Joaquim Dias Marlins.
Francisco Joio Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chogas.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandes de Souza.
Francisco Manoel de Almeida.
Amancio GodofredoJ.ucas.
Francisco da Silva "ves.
Jos Filippc de Medeiros.
Manoel Joaquim do Nascimento.
Francisco do Paula Real.
razeres.
mpcio.
Manoel Goncalves Branco.
Joaquim Jos da Rosa.
Comi geral.
Relacio das cartas seguras existentes na admi-
nistrado do correio desta cidade para ossenho-
res abaixo declarados :
Aiitouio Joaquim Pires de Carvalho o Albuuuer-
que.
Antonio Joaquim da Silva Brilo.
Bernardo Jos Correia do S.
Candido Jos de Mello e Silva.
Domingos Otero do Carvalho.
Francisco de Paula Albuquerque Maranhao,
Guilherme Amazonas de .
Julio Grothe.
Dr. Manoel Jos Pereira de Mello.
Manoel Soaros de Albergara.
Mara Emilia da Conceicao Tita.
Roymiindo da Silva Maia.
Wenceslao Muniz Cabral de Menezes.
Amonio Jos dos Res.
Amonio Jos Sutubal.
Antonio Manoel de Campos.
Antonio Marques d) Silva Almeida.
Antonio Muniz Machado.
Antonio Pereira Barros.
Antonio Pialo de Muraos.
Anlonio Roberto da Silva.
Anlonio Rodrigues d'Almcida.
Anlonio Rodrigues do Moura
Antonio Rodrigues d'Olivoira.
Antonio Simplio do Horros.
Antonio de Souza neis.
Antonio Vieira da Silva Monleiio.
Augusto Adolpho Soares.
Augusto Muniz Machado.
Augusto Muniz Machado.
Balthazar Jos dos Res.
Banholomco Lourenco.
Belehior Jos dos Re'is. *
Benlo.
Bernardo Domingos da Silva Araujo.
Bernardo llennquc.
Bernardo Rodiigucs Gramozo Costa.
Bernardo de Souza.
Bernardo Jos de Souza Mnteiro.
Bolle 4 Chavme.
Gaetano Colho.
Candida Maria dos Santos.
Carila lamerla da'Conceieo.
Carolina Ferreira de Mello.*
Carolina da Silva Guimaraes.
Gslharina Joaquina Velloso da Silveira.
Cathannr Rosa da Piodadc.
Crsiniro Caslor do Albuquerque Maranhao.
Uara Mana de Jess Amaral.
Custodio l.uiz Reis.
David da Cosa Machado.
Diogo Cohkes & C.
Diogo Rodrigues.
Domingos Ferreira Maia.
Domingos Felippe Ferreira Campee.
Domingos Jos da Rocha.
Domingos da Rosa.
E. J. Pereira Guerra.
Eduardo Bolli.
Egipciaca do Sacramento.
Emilia Augusa de Albuquerque Lins.
Lspinheio A; Cosa.
0 secn tarro,
A. F. da AnnunciaQo.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para rornecimentc
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos soguinlcs :
Para a botica do presidio de Fernando
Acilato de potassa, 2 libras ; acido sulphurico,
o libras ; acantinas, 1 oilava ; alcool grao 36, 20
garrafas; ossucar refinado, 8 arrobas ; banha de
porco, 1 arroba ; cassaroh de ferro forrada de
porcelana 3 : curato de magnesia, 4 libras ; ba-
lanc de columna 1 ; balanca granataria 1 ; cs-
permacele, 16 libras ; extra'to de bella-dona, 1
libra ; extra lo de ruibnrdo, 4 oncas ; exlrato de
opio gommoso, 4 oncas ; espanador pequeo 1 ;
formulario do Arnovis 1 ; gral de pedra grande 1 ;
iudoreto de potassa, 2 libras ; iodorelo de ferro,
4 oncas ; iodorelo de enxofar, 2 onQas ; suputo,
i libras ; malvas, 1 arroba ; mei de abelhas, 12
libras ; massa caustica de Millao, 4 libras ; nitra-
to de prala fundido, 4 oncas ; oleo de oliveira, 2
arrobas; oleo vermefuges 24 vidros ; oleo de
amendoas doces, 16 libras ; papel de embrulho,
2 resmas ; pos de Rog, 12 vidros ; peneiras de
seda 4; penetras de cabello 4; gerassia, 2 libras ;
rassiras de sassafias, 2 libras ; resina de batata,
8 oncas ; rolhas de cortica 1,000; sanguecugas
600 ;'oclla, 1 libra ; salsa pairtlha, 1 arroba;
sulphato de magnesia, 1 arroba ; seringas de
borraefia surtidas 50 ; seringas de vidro 4 ; sab,0 loao Anlonio Pinheiro.
medicinal, 4 libras i '^lerianaVo de zinco, 2 oita-Uoio Baptisla dos Santos.
Eslevao da Cunha Medeiros.
F. II. d'llliveira & C.
Felicia Francisca de Jess.
Feliciana Maria da Conceicao.
Flix Cosme Madail.
Felippe Anlonio de Barros.
Felippe Nerydo Oliveira.
Fernando Ignacio da Silveira.
Fernando Jos Braguez.
Fernando da Rocha Pinto.
Fumino Jos Flix da Rosa.
Francisca Gerlrudes d'Oliveira.
Francisca Maria do Rosario.
Francisco Alvos da Cunha & C.
Francisco Antonio de Borja Castro.
Francisco Antonio Colho.
Francisco Antonio Corroa Cardozo.
Francisco Autonio Freir.
Francisco de Assis Brilo.
Francisco Eduardo Alves Vianna.
Francisco Fernandes Thomaz
Francisco Fernandes Thomaz & C.
Francisco liomes do Oliveira.
Francisco Joaquim Maciel Monteiro.
Francisco Joaquim Pedro da Costa.
Francisco Jos da Costa Araujo.
Francisco Jos da Costa e Silva.
Francisco Jos da Silva.
P. Francisco Jos Tavares da Gama.
Francisco Mamede de Almeida, como tutor dos
Hlhffs de Jos Manoel Fiuza.
Francisco Marlins Ramos.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Francisco Pereira da Cunha.
Francisco Porta.
Francisco Severiano Rabello & Filhos.
Francisco da Silva Queiroz.
Francisco Toxeira dos Reis Guimaraes.
G. Luis.
Gregorio Soaros MeiiPiles.
Goncalo Jos Affonco.
Guilherme C. Simith.
Helena Mari dos Reis.
Henrique Amante Chaves.
Henriqneda Silva Antunes.
Henriqueta Elisia Bank o Carolina Leopoldina
Bank.
Henriqueta Emilia Jorge da Silva Mana.
Henriqueta Joaquina da Cunha.
lierdeiros de Caetano Goncalves Pereira da Cunha.
Herdeiros de Norberto Joaquim Jos Guedes.
Ignacia Maria da Conceicao.
Padre Ignacio Francisco dos Santos.
Ignacio Joaquim Ribeiro.
Ignacio Jos do Fat.
Ignacio Palo dpi Santos Sazes.
Izabel Ferreira Gomos da Silva.
Jzidoro Jos Caparica.
J. D. Wotphopp.
J. J. Lbffer-
. J. Tasso Jnior.
Jf.nuaria Carolina Correa.
Jernimo Jos Ferreira.
Joaquim LetTO (0 Joaquim de Medeiros.
,e Joaquim Policarpo da Silva.
iJoaquJra Ribeiro Pontos.
i Joaquim Salgado de Vasconcellos.
I Joaquim da**'-* "-- s~
nigaiiioco
i -naqmm Maria de Jess.
Johnslon Palera c
'Jones Pator & fj.
f
Jos Anlonio de Parias.
Jos Antonio Pinto.
Jos Anlonio dos Santos Peres
Jo Jos aJ**0810 ^ordeiro.
Jos Belo /erreira Balthor.
Jos da Cosa. ,
Jos da Cosa Ribeird.
Jos Faustino Porto.
,Jos Fernandos da Silva Mana Jnior
I Jos Fortnalo dos Santos Porto
Jos Francisco Ribeiro de Souza.
j Jos Gomes Moreira.
I Jos Goncalves Braga.
i Jos Joaquim de Miranda.
j Padre Jos Le le Pilo Orligueira.
, Jos Lupos Rodrigues
Jos Luiz Ferreira da Silva.
Jos Maria Pereira Ramos.
Jos Marlins de Souza.
Jos Novella.
Jos Nunes Vicirt.
'Jos d'Oliveira l.eile.
i Jos Paulo d i Foncca.
Jos Pereira de Ges.
Jos Ribeiro Pontes.
Jos Sapuxiic.
Jos da Silva Laranja.
Jos de Souza e Silva.
Jos Teixeira Baslos.
Josepha Francisca Rosa.
Josepha Maria.
Jolino T. Ameier.
Lallian Shiberst.
Laurianno Jacnlho de Carvalho.
Lenoir Pugot & c-
l.oopoldina Josepha Carolina.
Leopoldo Jos da Costa Araujo.
l.ourenca Maria da Conceicao.
Lucio Rodrigues Pereira. "
Luiz Rodrigues Vlzfio
l'i" JInri-, rfg CoilOO i.-Ti f>
Hachado & Malhciros."
Manoel Antonio Ferreira Gomes.
Manoel Anlonio Lopes Vianna.
Manoel Anlonio da Silva Antunes.
Manoel Anlonio da Silva Molla.
Manoel Antonio de Souza Res.
Mannel de Barros da Costa.
Manoel Fernandes Guedes.
Manoel Francisco Goncalves.
Manoel Francisco do Silva Araujo.
Manoel Francisco da Silva Novaos.
Manoel Goncalves Pereira.
Manoel Joaquim da Rocha.
.Manoel Jos de Andrade Ceg.
Manoel Jos de Araujo Machado.
Manoel Jos Corroa.
Manoel Jos da Foneeca.
Manoel Jos Gomes Braga.
Manoel Jos de Magalhaes Pinlo.
Manoel Jos Marlins da Costa.
Manoel Jo- Pereira Marinho
Manoel Jos de S Araujo.
Manoel Jos Soaros.
Manoel Lucio da Silva.
Mauool Luiz da Viga Jnior.
Maeoel Marciano Ferreira.
Manoel Maria Morg.
Manoel Marlins do Carvalho.
Manoel Maximiano Velho.
Manoel Monteiro de Seixas.
Manoel Moreira Bola.
Manoel do Nascimento Campillo.
Manoel do Nascimento Pereira.
Mauoel do Nascimento Pereira.
Manoel Pinto dos Santos.
Manoel da Silva Mendonca Vianna.
Manoel de Siquoira Campello.
Marcelina Rila Maria dos Prazeres,
Maria Amanda da Costa.
Mara Cecilia da Silva,
Maria da Conceicao.
Maria da Conceicao.
Mara da Concomio.
Maria Feliciana de Albuquerque.
Hara Feliciana Cavalcanti de Mello.
Maria Francisca Marques de Amorim,
Maria Jos da Conceicao.
Maria Jos do Espirit Santo.
Maria Leopoldina Ribeiro Sanche de S.
Maria do Rosario.
Marianna Ferreira Duarle Reis.
Mariana Thercza de Salles.
Malhids das Neves.
Me.ides& Oliveira
Mesquila & Dulra.
Onofre Marlinho da Costa.
P. C. Vonsohslon.
Paulino Jos de Arruda.
Paulo Jos Alvos da Silva.
Pedro Aloxandrino Gomes.
Pedro Cavalcanli de Oliveira.
Pedro Jos da Costa.
Pedro Maximiano Lima.
Perigrno Antonio do Oliveira.
Rila Apolinariada Costa.Correa
Rita Joaquina.
Rosa Mara da Conceicio.
Salusliano Jos de Paula.
Severiano Antonio Ribeiro Vianna.
Sil vera Mara da Encarnacao.
Silvestre Antonio da Lage.
Theololina Mamede do Amara!.
Theodora Constanza Neves.
Thercza de Jess.
Thoreza Maria Bessont.
Wiliam Rayuronel.
Umbelina Maria Gomes de Oliveira.
Vicente C&rdoso Ayres.
Vicente Perreirados Santos Caminha.
Vicente Jos de Brilo..
Vicente Jos Gomes.
Victorino Pereira Leite.
Viuva Seve & Filhos.
Viuva Cardoso Ayres.
Inspeec&o do arsenal de marinha.
Faz-se publico, quo a commissao dp, porilos, exa-
minando hoje, na forma determinada no recula-
memo acompanhando o decred j n 1324 de5 de
feverciro do 1854, os cascos raaehias, caldeiras,
apparclhos, mastreacoe vclarae, amarras e an-
coras dos vapores '.auorasi e Persinunga, da
companhia Pern-mbuc9na de navegagao costeira,
acltou toaos P'aSe9 0bj0clos cm estado regular.
lnSPCcr'jo do arsenal de marinha de Pornam-
DU_C0-. em"4 de julho de 1860.-0 inspector, Eli-
z'"jrio Antonio dos Santos.
lnspeccao do arsenal de marinha,
Faz-se publico, que a commissao de peritos,
examinando hojo, na forma delermida no regu-
lamcnto acompanhando o decreto n. 1824, de 5
de fevereiro de 1854, os cascos, machinas, cal
JL,
II
i^l\ /c-1
.


(*)
MARIO DE PERNJ.MBPCO QT^KTA PBlfU S DE JJDLHO 0 1860.
deiras, apparclhos, maslreacoes, velames, amar-
rase ancoras dos vapores Iguarase o Persinun-
ga, da companhia Pornambucana de navegaco
costeira, achjtf todos esses objoclos em estado
regular.
Inspacco do arsenal de marinha de Pernam-
buco, em"4 de julho de 1860.O inspector, Eli-
ziario Antonio dos Santos.
Pela recebedoria de rendas Internas geraes
se faz publico, que no correule mez que os de-
vedores do segundo semestre do exercicio cor-
renle de 15591860, relativo aos seguintes im-
pos: decima addicional de mao moda ; imposto
de 20 por cento sobre Jojas, e dito especial a 80j
sobre casas de movis, roupas, perfumaras t
calcado fabricado em paiz estrangeiro leem de
paga-lo livre de mulla. Recebedoria de Pcrnam-
buco 1 de junho de 1860.O administrador, A/a-
noei Carneiro de Souza Laceria,
Conselho administrativo*
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para a escola regimcnlal do cL balalhao de
infamara.
6 resmas de papel almaco ; 100 pinnas de
gaiiQo ; 2 caivetes ; 72 lapis ; 6 garrafas de tin-
ta de escrever; 6 libros de areia prela ; 20 col-
leci-oes de cartas para principiantes ; 20 ta-
beadas ; 6 gramtnaticas porluguezas de Monte-
Verde, ultima edieco ; 6 compendios de arilh-
melicas por Avila, conforme o aviso de 12 de
junho de 1852; 20 traslados de escripia ; 6 pau-
las ; 6 pedras para escripia; 24 lapis para as
mesroas pedias.
Queni quizer vender taes obejectos, aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha dodia 6 de
julho prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para foni<>cmeiito do arsenal de uuorra. 25 de
junho de 1860 Benlo Jos Latnenha Lins, co-
Rio de Janeiro, LEILAO
que. provando seu dominio, lli'o ser entregue.
Recite 30 de junho de 1860.Penna Jnior.
A administrarlo geral dos cstabelecimenlns
de caridade manda fazer publico que no da 7
do prximo futuro me/, na sila de suas sesses,
pelas 10 horas da manha, continua a arrema-
laod3 rendadas casas abaixo declaradas :
Bairro do Recite.
Ra da Moeda n. 31, ra do Pilar n. 74, ra
da Lapa n. 5, neceo da Lama ns. 26 e 30.
Boirro da Boa-Vislo.
Ra da Impcratriz o. 68.
Bairro do Santo Antonio.
Ra doQucimado n. 15, ra do Padro Floria-
no ns. 49 e 13, ra do Fagundes n 32, travessa t
de S. Jos n. 5. ra dos Pescadores n. 11, ra lrfi. s A5, r -orl Para a ae ^elboarne na us-
da Calcada ns. 30 e 31, ra de Santa Thereza ns. | _,J, ', f ber no consulado britnico, at
4 e 7, fu larga do Rosario n. 26. ra da Roda*] iii^LL ocurrente.
ns. 3, 5, 7 c 90, roa do Callabouco n. 18. ra do B ^VjQHWS mSOSm $S3!S1SSI
Cabug n. 3, ra Nova ns. 29, 43, 57, a9 e 48, W
ra de Ilorlas n. 33, fu Direila n. 7, travessa I S
doCarccreiro ns. 11, 13 c 17. 1
Administracao geral dos cstabelecimentos de I ^
caridade 30 d junho de 1860.O escrivo inte- | "
rio Joo Pinto de I.emos Jnior. .
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DF.
Navegaco costeira a va^or.
Pela gerencia daCompanhia Pernambu C,M c
navegaco cosleira a vapor, re faz publico que
fizeram-sc razoaveis alteracoes as '.nbellas de
passagens c fretes que se d'evcro P'jgar do l- de
julho prximo em dianlc aos vapore^ pauhia. Essas alteracoes conta.m das respec-
tivas tabellas approvadfS provisoriamente por S.
Exc. o Sr. presidente da provincia era dala de 25
do cadente mez, c que estao. plenles a quem as
quizer consultar uo escripi.orio da conipanhia.
Conselho d5 compras navaes.
Tendo-se de promover aacquisico de diversos
objectos do material, abaixo declarados, manda
o conselho fazer publico, que tratar disto em
sesso de 5 do prximo mez de julho, vista de
propostas em caitas fechadas, eutregucs nesse
O brtgue (Fluminense seg^ Dara 0 Rio de
Janeiro em poucos das : p^f 0 KM U3 corga
trata-se com Tasso Irmao^ ou cam 0 tiplao Jos
Joaquim Bernardes.
MIS*
Proposlas de u^ navio paM ,!tt(ft||tr oj pag.
Barcaca.
Vende-se urna barcaca de sessenta e
Untas caixas, nova, bem construida e de
raadeiras escolhidas : trata-se na ra do
Qucimado loja n. 10.
ronel presidente.Francisco Joaqun Pereira I '-' ale s ll ,,oras ua manhaa. acompanhadas
L'jIo, coronel vogal secretario interino. ,las respectivas amostras, ceitos os que conlrata-
._ rom a renda, de entregaren! s objectos da qua-
------- \J 110VO UclllCO (lC i lidailc e na quantidade contratadas, sob pena de
pagarem a mulla de 50 0|Q do valor de cada um,
correr-se ahi: bem
i forms ha niuito estabelecida.
essas faltas rec-
conio de seren pagos pela
Pernambuco repeteoavi-j^
so que fez para seren re-
col hidas desde ja as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
emissao do banco.
Objectos.
Tara o arsenal o navios.
4 arrobas de agua raz.
12 arrobas de almagre.
500 agullias de lona e brim.
6 barris de bren.
100 arrobas de oleo de linhact.
60 meios de sola.
Directora "eral da instrueco:, rara os navio3
" .. 1 arroba de areia de escripia.
publica. 23lbonetsde panno.
8 ditos com chapa.
COMPAMIIA PERXAMBUCAXA
DE
Xavegaco cosleira a vapor
O vapor tguarass, comrr.andanie Moreira,
seguir para os porlos do norte de sua escala no
dia 7 do crrenle.
Recebe carga para o Rio Gr.mde do Norte at
o dia i, Ass no dia 5, Aracaty e Ccar no dia 6
al ao raeio dia : gerencia no l'orle do Mallo.
Leiies.
DE
Por esta secretaria sao convidados os senlio-
rea abaixo mencionados a viren tirar seus litlos
de capacidade para o magisterio, aiim de pode-
re ni ser admittidos ao concurso da cade ira de
rancez do Gynmasio Provincial, cujo dia ser
marcado.
Secretaria da ins(ruccao pnhlirs de Pernarolni-
cu 27 de junho de tb60. O secretario interino,
Salvador llenrique do Albuquerque.
Pessoas a que se refere a declaraco supra.
Hippolyto Gadault.
Antonio Jos de Moraes Sarniento.
Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa.
Americo Netlo de Mendonca.
llermillo Eugenio I.uiz uperron.
Conscllto administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, iem de comprar os objec-
tos seguintes u
Para o arsenal de guerra.
1 arroba e 20 libras de plvora grossa.
Para provimeulo do armazora do mesmo
arsenal.
20 garrafas de tinla preta de escrever; 6 du-
zias de lapis.
Ouem quizer vender lacs objectos aprsente as
proposlas em carta fechada,
l arrobas de cairo vellio.
300 camisas de algodo azul.
3(0 coleas de algodao azul.
38'J camisas de brim.
3%calcas de dito.
5o Jilas de panno.
50 ereques.
110 camisas de baela.
65 fardas de panno paro imperiaes marinheiros.
100 ditas de brim.
8 grvalas de couro.
10 jogos de comparos e lira-linhas para escrip-
turacao.
150 livros em branco do 25, 50 o 100 fallas.
50 ditos impressos, para soccorros, de 50, 100,
150 c 200 fallas.
134 leos :e seda preta.
6 arrobas de merlim.
6 arrobas de plvora fina.
30 resmas de papel almaco.
5 ditas de dito carluchinho.
15 pares do polainas de panno.
24 raspas de ferro.
445 pares de sapatos de sola e vira.
300 saceos de cunduccao.
Para o arsenal.
Urna casa terrea.
Hyppolito da Silva fu' leilao de
urna casa terrea sita a ra de Santa
Thereza n. 38 : snbbaco 7 do corente
as II horas em pont,no seu armazem
n. 35 da ra do Iitperador ; os Srs.
pretendentes poden com antecipa cao
d'rigiremse ao agente icima, aim de
examinarem os dotumeritos relativos a
mesma casa.
LEILAO
DE
suas proposlas em caria fechada, na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 9 de j 1 fale de 12 pollegadas.
julho prximo vindouro 48 ps de (erro.
Sala das sessoes do conselho edminislrativo, 12 peneiras de rame.
y* rv""-4,',''':'jl" ,lu is'-u.il de guerra. 30 de ,><,ra onfarniaria de rnnrinh.
junho de 1800.lenlo Jos Lamenha Lins, coro- 100 camisolas de brim.
nel presidente.Francisco Joaquim Pereira Lo- 100 pares de chinelas.
bo, coronel vogal secretario interino.
Pela delegara do 1." dislriclo do termo do
Recite se faz publico que foi apprehendido c se
acba recolhido na casa de delencao o prclo Joao,
que diz ser escravo de Alexsndr'e Correia de Cas-
tro, e ter fgido ha mezes : quem se julgar com
uireito ao mesmo, compareea nesta delegada,
ico vais.
Hyppolito da Silva autorsado pelo
Illm. Sr. r. Frederico Schuly, fara'
leilao de uraa magnifica mobilia con-
I sistindo em aparadores, mesas redondas,
cadeiras, sofs, suarda roupas, piano,
camas, mesa elstica, commodas, lava-
torios, toil.-ts, guarda lo ira, tudto deja-
caranda' e mogno; asim como urna
inlinidade de crystaes e apare?ho de
porcelana ; sabbado 7 do correnle as
horas da tarde na Soledade caminho
Sala do coosclho.de compras novaos de Per-1 para O Manguinho casa 3m que morou
nambuco, 30 de unho de 1860.O secretario,-1 r a t uiuiuu
--- ->--'-- o uado Timm.
lOO frot.has de brim.
200 lencos Je brim.
50 loalhas i!e brim.
2 iravesstiros de palho.
Alexundre Rodrigues dos Arijos.
THEAT
Tv?
DE
SANTA ISABEL
COMPANHIA LYRICA
DE
m i\ ra
Quinta-feira 5 de julho.
-%aria recita da assignatura e seganda da segunda serie para s camarotes.
Representar-se-ha penltima vez.
estara +SEXES& ^ PrnCP0' P'" mar commodidaJ d<> PMico. o theatro
nn rii. rfnSol0e^ld? bihel.eSr.d2 camorole,s e cadeiras para assignarem-se, ou para serem vendidos
no da do espectculo, desde 9 horas em diante juntamente aos de plateo.
Avisos martimos.
Lisboa
A barca Vencedora sahe at o dia 7 do cor-
rente, recebe aljuma carga e passageiros, para
os quaes lem excellentes commodos : a tratar
com os consignatarios Carvalho, Nogueira & C.
na ra do Vigario n. 9, primeiro aodur, ou con
capilao na proco.
Para o Aracaty.
Segu com a maior brevidade possivel o hiate
Cralido. por j ter a maior parle da car"a
prompta ; para o resto e passageiros, dirijam-se
ao Passeio Publico n. 11, ou & ra do Cordr.iz
n. 5, casa de Pereira &. Valente, no Forle do
Mattos.
Fara
Aracaty
COMFANHIA PERNAMBUCANA
PE
NavegaQo costeira a vapor.
O vapor Persinunga, commandante Lobato,
sahir para os portos do sul de sua escala no dia
5 de julho, e so receber carga at o dia 4 ao meio
da. Previne-se aos senhoies carregadores que
nenhuma carga ser recebida a bordo sem o res-
pectivo billietc da gerencia.
Maranhao e Para.
O veleiro brigue escuna Graciosa, capiao e
pratico Joao Jos de Souza. deve seguir em pou-
cos dias para os portos indicados : recebe carga,
para o que trata-se coraos consignatarios Almei-
da Gomes, Alves & C. ra da Cruz n. 27.
LEILAO
Sabbado 7 do correnle.
DE
Hiate Sergipano ja lera parle da carga, para a
resto Irala-se cora Martius & Irmos : ra do
Madre de Heos n. 2.
Cear, Maranhao e
Para.
Segu em poucos dias o hiate nacional tRosa.
e recebe carga ; trata-se com o consignatario i.
B. da Fonseca Juoior, na ru do Vigario n. 23.
Para a Baha.
O hiate Boro Amigo sahe no dia 8 do cor-
rente ; para carga, Irata-se com o capiao Perei-
ra .Marrano, em casa de Palmeira & Beltro, no
Jargo do Corpo Santo n. 6. .
Cear.
rrSf"?.^? T'1? ,r,"Wde o palhabote Santa
Cruz capitao Jos Victorino das Neves ; para o
l. M., oo Jado do Corpo Santo n. 25.
Riede Janeiro.
O ve'eiro ff "em conhecido brigue naciona
Eugenia v>. pretande sahir com muila brevidade,
tem molade',3e8e,, carre8araenl prompto ; para
o resto trata cora os seus consignatarios Aze-
vedo &Mendes "0 MU escriPlorio n* a da
o Rio de Jat?ero
Espera-se daquella praca a b.'WG?"K
Castro III, de que capiao Antonio Co^a'"i
Torres, n qual pouca demora deve ter ne "
lo : quem na mesma quizer carregar ou u ,
passagem, para o que tem excellentes commi, "
dos, trala-se com os consignatarios Pinto de Sou-
za & Bairao, na ra da Peoha n. 0,
Urna taberna
AS 11 HORAS EM POMO.
A requerimento de Alanoel Aitonio
da Silva Morena, e por despacho do
E\m. Sr. Dr. jjliz especial do commer-
cio, o agente Carilargo fara' leiiao da
taberna, armacao e mJs gneros sito
na Cabanga freguezia de S. Jos per-
tencenteao fallecido Manoel Nascimen-
to, no mencionado dia as 11 horas.
O
Quinta-feira 5 ^lo corrente.
DE
3 lindos cavallse
58 burros.
As ii horas em ponto.
O capitao Burn da barca franceza
Louis, fara' lei'ao por intervencao do
agente Camargo, de 5 cavallos e 58
burros mansos e os maii lindos que
leem vindo : quinta-fert 6 do corrente
na cocheira que foi do Sr. Motta, de-
fronte do Sr. Moura ra do Mundo
Novo.
LEILAO
, MOVIS.
Explendido leilao de movis consistindo
em urna magnifica mobilia de jaca-
randa' a Luiz XIV, uci piano de bel-
las vozes, camas de jagranda', guar-
da roupas de mogno, mesas de ama-
relio e mogno, commodas de Jacaran-
da', lavatorios, toilej. cadeiras de
oeregeira, mesa ebstica, appacado-
res, guarda lbuca, crystaes, appare-
Ihos de potcelana, caadelabros, ser-
pentinas, urna espingarda para caca
e um jogo de pistolas.
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilo por conta de urna pessoa que se
retira para Europa dos objectos cima
declarados, para o que convida as pes
soas de gosto apurado a comparecerem
sexta-feira fi do torrente as 11 horas em
ponto na ra do. imperador n. 38, se-
Mndq andar^
A 6 do corre nte.
ThomazHeywood, estando a relirar-se para
Europa fara leilao por intervengo do nreposlo
do agente Oliveira, da mobilia e mais objectos de
seu uso, consistindo em guarnicao completa do
Jacaranda com tamposde marmore, para sala de
visitas, dita de marello para sala de espera,
grande e rico espelho dourado sem defeilo, para
vestir, lindos quadros a oleo, bancas de jogo,
alcatifas, taptese esleirs do forro, venesianas,
vasos, jarros e porta-joias de porcelana e alabas-
tro, lamernos, lampeos, escrivaninha completa
de Jacaranda com banca e cadeira, caixa com-
pleta para vollarele, guarda roupa, tocadores
de Jacaranda e de amorello, bancas para luz,
camas de ferro grandes e pequeas, lavatorios
com lampo de pedra, ditos lodo do madeira com
louga completa, cabides, mesa de janlar, apara-
dor, guarda-louca, relogio de parede, cadeiras
para sala de janinr, ditu3 de bataneo americanas
e de amarello, crystaes, louga para almoco, jan-
lar e para sobremesa, colheres, garios, "galhe-
; teiro, blese outras peas ludo do metal p*in-
-cipe.baudeias, philtrador d'agua, Irem de cosi-
"ha. algum vinho velho engarrafado do Porlo e
Sherry, um cavallo rodado e nova para sella, o
iqualganhou premio as ultimas corridas, e um
elegante carro icglez novo de qtiatro rodas pa-
tento, feito por encommenda, muito maneiro
para um ou dous cavallos, com arreios para
dous : sexta-feira 6 do corrente, as 11 horas
da manhaa na c-isa de sua residencia no Monde-
go defronte do silio do commendador Luiz Go-
mes Ferreira.
LEILAO
Sexta-feira 6 do dorrente.
A prazo com garantas ou a diuheiio.
DE
Dina loja de ferragens
AO MEIO DIA.
A requerimento dos depositarios da
massa fallida de Diniz & Martins, e por
despacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, o agente Camargo ven-
der' em leilao a armacao e ferragens
constantes da loja de ferragens n. 3 da
ra Nova, sob proposta* a prazo com
garantas : sexta-feira G do corrente ao
uiaio dia na mesma loja.
LEILAO
DF.
Cavallos de Montevideo,
O agente Hyppolito fara' leilao por
ordemdosSrs. Tisset-freres, de 12 ca-
vallos de Montevideo, ch< gados ultima-
mente, os mais lindos que teem vindo a'
esta cidade, desnecessano tecer elo-
gios a -*stes animaes pois a experiencia
tem mostrado que para carros el les tem
provado mui bem : sexta ftira 6 do
corrente as 11 horas em ponto na co-
cheira do Sr. Joaquina defronte do ar-
senal de marinha.
Avisos diversos.
3L000CACA0 Cnpogvatjluca
JJcvnamhucaHA.
Domingo. 8 do corrente, as 11 horas do dia.
haver sess.io do conselho director, no lugar do
coslumo.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nambucana, 5 de julho de 1860.
/. L. Dornellas Cmara,
Io secretario.
Precisa se de um oaixeiro para
cobranca, que preste flanea : nesta ty
pographia se dir'.
Precisa-se de uraa ama para casa
de uraa pessoa, prefere se es~rava :
na ruada Senzala Velha n. 108.
Irmandade de 8. Jos da
Agona.
O secretario da irmandade de S. Josa d'Agonia
convida a lodosos seus caros iimaos a compare-
cer no consistorio da irmandade. domingo 8 do
corrente, pelas 9 horas da manhaa, para reuni-
dos em mesa geral proceder-se a eleigJo da nova
mesa que lem de reger ajirmaiidade no anno de
1860 a 1861.
O arrematante das barreir.is da Capunga e
Manguinho, pedo a cada um dos senhores que
pagam mensalmento n laxa 3o ditas barreins, o
favor de entregar ao cobrador dolas uraa nota
escripia e assignada, em que declare qual a
sua mensalidsde, e porque animal ou vehculo a
paga.
FARELLO.
Vende-so saceos com farelo a 4J500 : na ra
do Rangel n. 62, armazem.
Vnde-se o verdadeiro doce de go>aba da
casca por proco muito era conta ; a rila do
ngel n. 62. No mesmo irmazem vende-e
uraa porcao de courinhos do cabra cortidos pr
oaralissirao preco, para '.abar.
Vendc-sc "feij,\o rajado a 320 rs. a cuia : no
armazem da ra do Rangel n. 62.
<*JLA f fra,|cczes de brinzinhos esenros a ts.
f5 ao Bm' laaz,llha d quadros para vesti-
dos a 280rs. o covado : vende-sena ra da Ma-
dre de Dos, loja n.36 A.
A 4,800 rs. a peca
Vcnde-se esguiao de algodao muito fino com
13 jardas a 38OO a peca : na ra da Madre de
Dos, loja n. 36 A.
A 16,000 e 6,000
rs. a duzia,
Vendom-se camisas rancezas brancas o de co-
res a 16$000 a duzia, ditas de ineias a 6000 a
1 duzia : na ruada Madre de Dos, loja n. 36 A.
Manoel Turiano dos Reis Campello, Ig-
nacio dos Reis Campello, Hara Rosa dos
Reis Campello, Esmeraldina Olympia dos
Iteis Campello, repassados da mais acerba
dor pela niorte do oossa mui presada e
sempre (horada mi Francisca dos Res
Campello. peda esla que jamis nos ser
esquecida e nao ubstanle cstiniras burbu-
lhidoscm lagrimas e com o coraco tras-
passado de dr, com ludo podemos co-
nhecer os cora^oes benignos que loraaram
parle nos nossos soirrimenics, e anda hoja
com as lagrimas nos olhos e a d> no co-
raco, recorremos a imprensa para paten-
lear a nossa gratidao a (odas as pessoas
qiieparlilharam comnosco nos trabalhos,
lagrimas e saudades,por urna perda que seu
vacuo jamis ser preenchido, a lodas estas
pessoas e aquellas que se dignara 111 acnra-
panhar o fretro do nossa prosada mi ao
cemiterio publico no dia 23 de junho p. p.,
onde o deixaram em sua ultima morada,
offerecciuo-nos para o que llies prestarraos
e com especialidade aos Sis. Francisco dos
Reis Nuucs Campello Jnior e Jos Lou-
ren-o Bastos, que tanto se dislinguirara
pelas demonstrai;es de parentesco e sen-
limenlos, que deram c firmeza de amisa-
do que raoslraram ao mesmo lempo, por-
lanto nao nos restando oulracousa que of-
terecetmos aos referidos senhores, lhes
certificamos que nos achara sempre prorap-
los para lodo oservico que julgar capaz de
nos e que seus uoraes em nossos coraees
se acham estampados, que s a morte b*le
cruel acoite da humanidado os poder ex-
tinguir.
Recife 4 de julho de 1860.
ASSOCIACO
DE
Soccorros Notaos o Leota Emaneipacao
dos Captivos.
Considerando esta Associaco, que o-seu fim
todo religioso, humanitario e philantrpico, dtf
que j lem dado exhuberanles provas, nao sj
com os soccorros prestados aos socio indigentes,
como com a libertaco de algumas menores, no
que bem demonstra o seu desenvolvimento e es-
pirito caridoso que a preside, reconheceu o ac-
I tual conselho em sesso do i.* do correnle, que.;
, os distinctos cid-os abaixo mencionado, sao
j dotados de serielhanles virtudes, o por isso re-
solveu app.r0Tar e conferir-lhes o diploma de so-
I CI0S Ppjiectores, de conformidaJe com o disposto
I no art. 12 do regiment interno, os quaes sao :
O Illm. e Exm Sr. deserobargador, presidente
do raeretissimo tribunal do commercio, Firmino
Antonio de Souza.
O Illm. Sr commendador Manoel Figueiroa da
Farias.
O Illm. o Rvm. Sr. padre Jos I.eite Pita Or-
ligucira.
O Illm. Sr. Dr. em medicina Carolino Francis-
co de Lima Santos.
O Illm. Sr. coronol e commandante das armas
inlerino Antonio Gomes Leal.
O Illm. Sr. Dr. Gabriel Soarcs Raposo.
O Illm. Sr. capitao Flix Francisco de Souza
Magalhes.
Secretaria da Associaco de Soccorros Mutuos-
e Lenta Emanciparlo dos Captivos 4 de julho do
1860.Albino de Jess Baudeira, 1. secretario.
Associaco de Soccorros
Mutuos e Lenta Eman-
cipaco dos Captivos.
Por ordem do Sr. presidenle. de novo sao con-
vidados os senhorea socios para reunio da ss-
sembla geral, domingo 8 do corrente as 10 horas
do dia, vislo nao ler comparecido numero le.^al
no dia 1.- como se havia annunciado, assim co-
mo se faz publico, que do resultado da bolsa do
caridade, creada pelo art. 10 do regiment inter-
no, rumprou-se por conta da mesma o raeio bi-
Inetc do u. 1SS1 da ultima parle da 8.', da 9.a lo-
tera da matriz da Boa-Vista desta cidade.
Secretaria da Associaco 4 de julho de 1860.
Albino de Jess Baudeira.
1. secretario.
AO COMMERCIO.
Um moco, caixeiro em una casa commcrci.il
desta praca, desojando melhorar, se olferece ao
Sr. comiuereiante que dello precise para arma-
zem, escripia, cobrancas, ou mesmo negocio do
ra, do que lem praiica, c d abono de sua con-
ducta : dignando-sedeixar por escriplo a \. B
no escriptono desla lypographia seu nome e mo-
rada para sor procurado.
Engomma-se clava-se roupa, tanto de ho-
rnera como de senhora, com muita perfeico o
preco commodo : na ra It.;l|a n. 17.
O bacharel A. R. do Turres Baudeira, pro-
iessor de goographa e historia antigs no Gyra-
nasio desla provincia, tem resclviJo abrir um
novo curso deslas duas disciplinas, e bem assim
um de rhetonca e poelica, partir do dia 15 do
crrente era diante : na sua residencia, ra lur-
ga do Rosario, sobrado n. 28, segundo andar.
-w Quem precisar de um hornera paracozinhac
em una casa de pouca familia, dirija-se ao pa-
leo da l'enha, taberna n. 1.

A viuva Jusoplia Candida de Oliveira,
mai do fallecido Franklin Marlins de Sou/.a
Carvalho o lodos os prenles doste, resi-
dentes nesla cidade, agradecem cordial-
menle aos Srs. negociantes Joo Baplista
Fragoso e seu socio Ignacio Antonio do
Valle de quem era o finado caixeiro, Basi-
lio Baplista Furtadn e irmo, Luiz Bernar-
do Castcllo Branco da Bocha e irmlc, Joo
\ cenle Ferreira Barros e outros amigos do
fallecido, os ltimos ollicios do amizadeque
to espontneamente Iho prestaram desde
1 hora fatal do sen pass>mento at ao s-
timo dia.
G.l BNETE

i
imam
PROVINCIA.
Corre impreterivelmente sabbado 7
do corrente.
P. J. Lnyme.
Guilherrae Scully, prafessor de calligraphia
corrida commercial, recebe discpulos hoje so-
mente, vislo ler de ir para o Maranhao no pr-
ximo paquete.
iPechineha sem igual.l
S Z^F Vcndem->e superiores camisas de ^
f^ fusto editas de madapolo muito fino a
g t, cortes de casemira ingleza dequadri- $>
I nhos de superior qualidade a 4i;530 e 5$, ffi
cuteles fetos de gorguro de seda e ditos K
de fusto a 3JJ500 c 4$, calcas de brim de fS
cor a 48, cortes de superior barege de se- *
da a 20$ e as modernas victorias de al- 7t
paca do seda para vestidos de senhora a K
700 rs. o covado, tambem se vendo saias < balo muito boas de mueselina e dilas de 3
madapoln a 4$500 e 5$, gollinhas de Ii- *
nho a 640 rs., de todas estas fazendas 5fe
cxisle urna pequea porco que se vende ^
por este preco para acabar : na loja de Ife
* Augusto & Perdigao ra da Cidea do Re- x
Hcfc n-2J II
m9nV^W<^no3V ^w^r BM trJG*f ROT S0VCTB9 fvt
Offerece-so para caixeiro para qnalquer es-
Ubelecimenlo, excepto de tabernas por falla de
pratica, um moco brasileire isento da guarda na-
cional : Quera precisar dinja-se ra do Amo-
rim n. 15, primeiro andar, ou ra da Praia ti.
20, que achara com quem tratar.
Naaegunda-feira 9 do corrente pelas 7
e mei horas da manha, na igraja matriz
da I!'ja-Vista, diz-se urna missa pela alma
Exm.a Sr." D. Anna Theodora de Miranda
Ribeiro Figueiredo, fallecida no Rio do
Janeiro. Convidam-se as pessoas de sua
amizade e de seu marido o Sr. conselheiro
chefe de diviso Joaquim Manoel de Oli-
veira c Figueiredo, a ouvirera e orarem
pelo repouso eterno de to digna senhora.
Francisco de Oliveirs Jnior 1 C. avisaui ao
respeitavel publico, o ao corpo de commercio
uc leem comprado a taberna sila no pateo do
erco n. 14 ao Sr. Traxedes da Silva Gusmo
que oulr'ora gyrou sobre a firma de Jos Cus-
todio Peixolo Soarcs & C, livre e desembara-
cada do lodos os dbitos tanto de trapiche como
de impostos. Recifi, 4 de julho.
Joo Francisco Lopes, cidado brasileiro, ?al
Europa tratar de sua saude,
Mana frauci.-c.i d'Oliveira, muslra-se mu
lo agradecida ao Illm. Sr. Feliciano Jos Gomes,
porlhe ler curado gratuitamente a um seu (iho
da rigorosa molestia de angina e escarlatina,
cora activo zelo e agrado dando-lhe os seus re-
mcJios da homeopathia. Esla generosidado do
dito senhor sempre estar collocada em seu
coraco.
0 abaixo assignado declara que tem justo e
contralado comprar a taberna do Sr. Jos Leo.
sila na ra do Alecrim n. 2 ; porlanlo quem se
julgar credor da mesma laberna, appareca no
prazo de 3 dias. Recife 4 do julho de 18C0.
Mathiat dos Sanios Draga.
Precisase alugirum silio ; quem liver di-
rija-se ra do Crespo n. 25.
O abaixo assignado faz sciente ao publico
o cora especialidade ao Sr. Luiz Jos Marques'
annnnciante do imposlo de 20 por cento sobre o
consumo de bebidas espirituosas de produeco
brasileira consumidas nesla provincia, que o
Ihe cunvindo mais collectar sua taberna sita na
travessa do Vigario n 3, no segundo semestre
do 1859 a 1860, que comeca no Io de julho vin-
douro, lempo em qued eve* o Sr. arrematante fa-
zer sua colleclo, deixa pelo facto de se nao col-
lectar de vender semclhanie contribuido sem
que lhe seja preciso justificar como quer o Sr.
arrematante ,pois tal juslficaco, segundo o re-
gulamenlo em que elle se fu'ndou, s deve ter
lugar no caso de estar o conlribuinte collectado,
e quererdeixar de vender aquelles espiritos, e
nunca com aquelles que deixara dse collectar,
porque estos de fado e do dircilo j deixaram
de vender do principio do semestre, que rem a
ser do 1." de julho vindouro. Recife 30 d ejunho
de 1860.Jos Francisco Ferreira.
Ei: abaixo assignado declaro, que vendo aos
Srs. Jos Damio de Souza e Mello o Antonio
Hachado Sanios, a parto que me pertence no de-
posito silo no pateo do Carino, desla cidade n.
43, responsabilisando-uio desde a dala deste ao
ultimo aiinuncio, por q'ialquer transiccoou onus
que por ventara possa haver sobre "a mesma,
afim de que os raesinos compradores fiquera
verdadeiramento garantidos e livres de qual-
quer cousa que possa appareccr. Recife 4 de ju-
lho de 1860.Francisco Cesaiio Branco.
Na delegacia do 1. dislriclo do termo do
Recife exisle um relogio que foi apprehendido no
poder de um moleque, e se suppc furia,lo:
quem se julgar com direito ao mesmo compareea
neste juico, qne provando lhe ser entregue.
Recife 4 de julho de 1860.O delegado sup-
plente, Penna Jnior.
Preciza-se de unja escrava para lodo servi-
0 de urna casa na rnaj de Santa Rila n.
76; quera quizer alugar ahi pode se dirigir para
tratar.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico que os Irinladias uteispara op agamento
1 boca do cofre 2." semeslro da decima do anno
fnanceiro de 1859-1860 das freguezias desta ci-
dade e da dos Afogados, flndam-se no dia 7 do
correnle mez, Hcando sujeitos a mulla de tres
por % sobro seus debilosos que pagarem deste
prazo. Mesa do consulado provincial do Per-
nambuco, 4 de julho de 1860.Antonio Carneiro
Machado Rios, adminslrador.
Deseja-se fallar ao Sr. Si e Souza, na ra
larga do Rosario, fabrica de charutos do Sr. Reis,
a negocio que lhe dizrespeito.
O bacharel A. R. do Torres Bandeira, advo-
ga no crirae e civel, na sua residencia, ra larga
do Cosario n. 28, segundo andar.
Roga-se ao Sr. llenrique da Fonseca Coi-
llnho, morador do engenho Una, o favor do ap-
parecer na ra larga do Rosario n. 33, para S. S
ultimar aquella negocio que muito deveria ler
ultimado.
CORREIO GEBAL.
As malas que tem de condqzir o vsporcoslei-
ro Persinunga para os portos do sul, sero fe-
chadas hoje (5) as 3 horas da tarde.
Q vapor Iguarass recebe as m*las para
os porlo? do norte 00 dia 7 a? 3 horas rja tarde,
Porlugiiez de Lcilura*
Tendo a directora do Gabinete Portuguez de
Leitura de concluir os seus irabalhos administra-
tivos, e passar a gerencia nova direcloria, quo
nevera ter lugar sua eleico no correnle mea, o
nao pudendo, segundo o ari. 48 dos eslalulos.
legar i sua successora dividas passiras, convida
a lodas as pessoas que por quaiquer garanlia ,.e-
jam credons aj mesmo Gabinete, queiram apre-
sentar suas comas ao Sr. ihesoureiro Miguel Jos
Barbosa Guimares, ra do Crespo, afira de se-
ren salisfeitas.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
em Pernambuco aos 4de julho de 1860.
Mano**! Jos de l'aria.
1. secretario.
Escravos.
Gurgel Irmos leem para vender famosos ej-
cravos, no seu escriplorio, ra da Cadeia du Re-
cife, primeiro andar n. 28.
Labyrintlios.
Gurgel Irmos vendem ricos lencos e loalhas
de labyriulho.
Sola.
Gurgel Irmos vendem sola do Aracaty e So-
bral, e tambem a vonladc dos compradores sola
cortida a ingleza.
Vcnde-se urna negra fula, bonita figura,
rao:3, cozinha, engomuta soffrivelmenle e costu-
ra, e lavadelra, e quem a comprar se dir o mo-
tivo por que se vende : na ra do Brufil n. 16, ar-
mazem de Manoel Jos de S Araujo.
= Vcnde-se o engenho Quiaorabo, na fregue-
zia de Santo Amaro de Jaboato : quem o pre-
tender, dirija-se a ra Nova, no primeiro andar
do sobrado n. 67.
Vendem-ae ps do larangeira de umbigo o
da China, ps de frucla-po, de sapoli, do lima
para cerca, e outras qualidades de fructas, por
preco commodo : na Poulo de choa, sitio da
viuva de Joo Carroll.
Vende-se um moleque de II annos, muilo
sa lio : na ra da Cruz 11. 33.
Fumantes econ-
micos.
Charutos da Bahia a lg a caixa de 100, cora
principio de furo : na ra das Cruzes n. -t, de-
posito.
Vende-se urna porco de madeiras proprias
para queimar-se, das ruinas da igreja da Santa
Cruz : quem as pretender, dirija se casa do the-
soureiro, na na do Arago n 13.
Aos fabricantes do velas de carnauba, ven-
de-se cera de carnauba chegaJa ltimamente d
Ass, de um sacco para cima 3 9$ a arroba, di-
nheiro vista : na iravesza da Madre de Dos
numero 18.
Pechincha.
Na loja do Arantes vendom-se borzeguins to-
do de camurca para hornera a 7g o par, borze-
guins do verniz para hornera a 8g, dilos com pel-
lica de cor a "000.
Estracao dos
(lentes.
Jos Anacido da Silva sangra o tira bem den-
les o raizes cora rapidez calca os denles furados
separa bem os da frenle e applica ventosas sar-
jadas: pode ser chamado por escriplo com o no-
me da pessoa, indicando o lugar e numero di
casa,a quaiquer hora : na ra da caraboa do Car-
ino, gabinete n. 19.
Gabinete Portuguez de
Leilura.
A directora do Gabinete Portuguez de Leitura
avisa aos herdeiros ou representantes dos falle-
cidos accionistas desie instituto, Miguel Jos Ro-
drigues da Cosa, Jos Joaquim Barbosa de Amo-
rim, Joao Jos Gomes Pinheiro, Joao Joaquim do
Carvalho, Jos Antonio Siroes, Antonio Fran-
cisco Lisboa, Manoel Jos Carneiro Guimares,
Manoel Antonio dos Passos Oliveira, e Antonio
Joaquim Goncalves Guimares, para no prazo de
um anno, a conlar desl dala, virem reclamar a
transferencia de seus respectivos titulo ; islo na
conformidade do art. 3 3 dos estatutos deste
Gabinete.
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leilura
era Pernambuco aos 4 de julho de 1860'.
Manoel Jos de Faria.
1." secretario.
Palitos de fugo.
Na fabrica da Boa-Visla, na ra do Tambi a.
10, vendem-se palitos de foge a JJJ o cento dos
macos ombrulhados, de qualidade muito boa pa-
ra r^itir o inrerno.
1
II
r*i\


liba de S. Migutl.
Deseja-se fallar cotn os filhus do fallec1' i -
Jos Soares de Medeiros, natural d- ,{ * Miguel, falleciJo em outubro de i*^.,"
buco, para que vqnham Ion' e,m rern,m_
commenaas rindas da -rI7!,la de umas en'
.icstna Jlhi: a tratar com

Ana.
diario de JTOKAittcO; Quinta feir s 5e julho: E Upo.
Precisa-se de tima ama para cozinhar e engora-
mar, para casa do pouca familia : a Iratar na, oja
de livros ao p do arco de Sanio Antonio.
Desappareceu hootem t.- de julho, daTui
da Concordia, por andar solta pastando, urna ,-a-
bra (bicho) cor prela, com manchas amare)1.?-,, e
est prenh : roga-se a pessoa que a leona em
. casa, por nao saber quem soja o dono, dr a man-
== ?< ra Diroa n. 8i lem para alugar urna! dar,fai^r rua da Concorili* ^ qe ser
Prel'^ que entende bem do arranio de quaiquer 6" ?* .
no i.- do correntc fugio umcsr.ravo, cabra
VICfk escuro estatura regular, reforcado do corpo, de
iVV loU idade 17 anuos, de nome Bartholomeo. muito
conliccido no bairro da Boa-Vista pelo neme de
Mauoel do Reg S*
rio d. 11. vires na rua estrella do Rosa-!
RoS'<;SO /o Sr. I. D, G. C. ostabelecido nas^
......:. ,je vir rua da Praid n. 27, a negocio
que nao igr-.ora. e 0 0 foendo oestes oito dias:
era o gos'..ah0 de ver se u nomo por extenso ues-
te *.orna',.
C3'a de familia.
da ponte c do chaarU : roga-se aos pedestres de nula, subdito hespanbol, a negocio de
or. na run do T-api- seu interese: na rua do Imperador n
20, terceiro andar.
>.hc-, sobrado n. O, onde se pagsv qualqucr des-
pera.
O abaixo assignado, residente cm Lisboa,
mradece aos seus icrinrigos gratuitos da praca de
.'ernambu'M, o elogio com que o lera brindado
naquella praca, espalhando falsamente que o
abaixo assignado em 'Lisboa se acliava preso ;
talvez csses seus desafei^oados, qscm quer que
el'.es sejam, estejam mais oeste caso, e sajara
capases de pralcar ou leoham platicado aqutllo
que dizem do baixo assignado. Lisboa 7 de ju-
cho de lbQQ.
Victorino Jos Crrela de Si.
Cotn Tfiuila urgencia doseja-se fallir no Sr.
Basiliane francisco Poes Brrelo, a negecio do
sen nteresso : na rua da Preia, serrara n. 55.
Scmpaio, Suva & C", pelo presente pederu
a todas-es pessOM que forcm possuidoras do'le-
tras ou ttulos dos raesir.js, facam o favor de
manavrem urna nota na rua da Cadeia do Recite
n. o6, 'oja de (errageits.
maquina Jos Silvcira, inventaetanlo da ca-
sal do finado Marcolinc de Borja Gcruldes, avisa
<: quem inlercssar, que o Sr. Jos fioncalves l'e-
reira se acha aulorisatio a receuec as dividas do
mcaoio eawl. Recite '3 de iulho de 18GO. i
t'j Deseja-se i:srao Sr. Genuino Coro- $.
&: lao des Prateres na rua da Cadeia do Re- g-
;ij tile r. 2, toja te Augusto &PeriHgo. e$-
Manuel Juquim li.iptista, sua raulliev e
il'hos, agradecen! cordiaUrrente a todas as
pessoas que se dgnaram acompanhar oai-
flaver de seu muilo chato filho c irmao
Manoel Joaquim Raplrsta Jnior, ao seu
ultimo jaKigo, c llies protestara suagratidSo
por lo caridoso acto.
Na rua do Jardim :. SO d-se fcolosde rtn-
dogem a^SO rs. pataca, armam-sc bandejas nos
gostns lie seus dono-, assim como azem-se bo-
los de todas as quaHades.
m\ USO-BBASLEHk
% 'Goklen "Square, Londres.
J>G. OLIVEIR* tendo augmentado, com to-
rnee a casa contigua, ampias c cv.ccllentes c-
cociraodacdes para muito maiernsmero de lios-
j [desJe nevo se recommenda s-o favor e lem-
IraiKja dos sms amigos e dcsSrs. viajantes que
visilem esta capital; continua a prestar-lhasseus
; serviros e treas ulcios guiands-os em t-edas as
, cousas que precisem coHhecinieiito prcico do
paiz, etc.: clm do port-dgue7.-c do ndx~ falla-se
ua casa o hesnanhole fraotfC.
Boliinhos.
Bandejas me ores olinhos do nosso mercado, em porqao
- "./ras ou a retalho, que conserram-se muito
para embarque ou viagem ; asiim como pudins,
pastvls de.nata, crcnie, torios, ou oulra qual-
qvier pastclctia oara dessert: lambom preparara*
se bolos finos para o lempo de S. Joao e S. Po-
dro, das methores qualidades da rcassa molhada
e secca superior, tudo com o melLor asselo, e o
mais em conta do mercado, dirija-sc a rua da
Penha n. 25. para tratar-se.
I DENTES 1
1 ARTIFICIAE^ I
Httuaestreita do Rosario n.3|
Francisco Tinto Ozoriocolloca denles ar- #
@ tiliciaes pelos Joussysicmas VOLCAMTE,
Mk chapas de ouro ou platina, podendo ser @
^ procurado na sobredi la rua a qualqucr
m hora.
@@@@ @@ g@@@
-=- Tioga-se aos Srs. devedores a firma social
de *Leile & Crrela em liquidac-j, -o obsequio
de mandar salda seus dbitos na ioje da ruado
Qucimado n. K.
Por um corle de cabello e
Irisamenlo 100 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios precos.
Do-se amostras com penhor.
s)
Lindos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias
Dilos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Dilos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores
Roroeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdcnaples prclo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dilo liso pre'.o e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles d-e vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de dilos de cambraia e seda, corle
Cambraias orlaodys de cores, lindos pa-
dres, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de l da linhe prclas
Chales de seda de todas as cores
lidades, covado
CasemirasicctD idem idem
Gollinhas de cambraia a
es-
ATTENCAO.
Lencos de cambraia de liuho bordados
Ditos de dila c algod.io bordados
Lecomla acaba de rccbeT do Bi-) de Jrteiro Pa'mo preto c de cores de todas as qua-
oprirociro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c uta outro viudo de Taris. Esta estbele-
ciraenlcesta hoje as meiores condicocs que Chales de tovquim brancos
possivcl para sa'.isiazcr as encor.imendas dos Ditos de merino bordados, lisos e
objecies cm cbelas, no mais breve terjpo, co- r taniPa(os de todas as qualidades
m^<.oi.^- _____: vu a a \ BMll de vidnho francezes prel
raosejam : marrafas aLE'.z W, cadeas de relo- decores
gios, braceletes, andera, rosetas, etc., ele, ca- Aberturas para camisa de liaho ea
balltiras de toda a especie, para hon:ons e se- dao, brancas e de cores
nheras, lava-sc igualmente a cabeca a moda dos Sa"?.*aj*0 de >arias qualidades
. ., .. ,. ; l afola roxo, covado
Cstados-Umders, sera dc.xar urna so pelcula na chitas francezas claras e escuras,
cabeca dos clientes, psra salisazer < s pretenden- vado
a dos ricientes erica- tes, os objectos cm cabello serao feilos cm sua Cassas francezas le cores, vara
nos Gronver & Itakeir.
Machimas de coser: em casa de Samuel P.
Johnston & rua da Ssnsala Nova n. 52.
Nr. r andar, procisa-se Tallar cj Sr. solicrlcdor Manoel
Peref do Magalbies.
sLieoes de francez M
Hannetfl!'.
lires de
Aind-. contineirn a estar ugidos osdoss-cr.-
vallosatiBonciadoa do Diario n.143 de21 de
1860, conde ar.-ombaram a estrrbaa do sitie do
abaixo assignado. Campia do Barbatho, Crogue-
\a da Varzea, o carregaram-llie es dous caval-
!os e un selim coberlo de novo, e como o abaixo
assignado igivjre Alguna signnes, o motivo que
repete que sao toJos os seguintea : um bobito de sel!, russo rudado pedrs, gordo, bar-
rigudo em grao ; outro quarto russo pedrez,
bebe em branco, frente abera. j velho, grcude :
roga-sea autoridades policiaes e pessoas.parti-
culares,, que souberem desles caballos, que os ap
prchendan dem-parte ao abaixo assignado no
seu sitio cima, ou na n>r. do Lirramento n. 7,
que scraogratiiicadus, o primeiro 50.} e e-segun-
do 203000.
Antonio Duartn de uliveira Rrgo.
O Sr. Custodio Jas Machado nao poder
lispr de-sea eslabeteeimcnto de rooHicdos, na
rua l)re!a n. 31, nein aasentar-se do lugar, se-
gundo eo.-.sta, para quaiquer parle, sera se en-I
tender cera o abaixo assignado.
Jos Garca da Suva.
Francisco Jos CoclUo, subdito pertuguez.
prolend-e ir a Parahiba.
_ Ahigarse una esorava que engomma, cose
bem e (hz o servico de ama casa de familia : no ;
paleo d. S. Pedro n. 16. I O Sr. thesoureito das lotcr.as manda faMr SS^@@flt@ @@ ^@@@) ;,Ho 1."c so achflm venda, nodos os dias no es-
Dr. Carneiro Montciro aproveitando da ?
I piano.
K Madcmoslle Clemence i
de ManneviUeooCtinua a dar
^ francez e piano-ce cidade e n3s rrabal-
^g des : na rus mmem mm mm mm wawdi
UTEBIIA
cm
p?cscnea,s desej-s?em, c achar-^se-ha sempre
usa pessoa dispontfel para cortar es cabellos, e
pcotear aseenhoras cm casa parttcelar.
E' chegado & oja de I.ecorat \ aterro da
Boa-Vista n. 7, o encllenle leilc virginal de ro-
sas biauccpara reescar a pette, tirnr pannos
sardase espiabas, e igualmente o famado oleo
babosa para limpar e fazer cresoer os cabello,
assim coreo pos imperial de lyrio de Flornos
pafa bortoejas-o asperidades d pdle, conser-
va aressara e-o avelludado da piraavera ta
vida
de esguiao de linho mo-
Collarinhos
demos
Um completo sortimento de roupa feila
sendo casacas, sobrecasacas, palelois,
S colletes, calcas de muitas qualidades
de fazendas 9
% Chapeos fraccezes Onos, forma moderna fjfr50ti
Um sortimeolo completo de grvalas de
9 seda de todas as qualidades' )
9 Camisas francezas, putos de linho e de $
algodao bramase de cores 9
9 Ditas de fusto brancas e de cores 5
Ceroulas de linho e de algodao 9
18200 Capellas brancas para noivas muito finas g
8 Um completo sortimento de fazendas
39OOO para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
19500 covado 8
Metes cruas brancas e de cores para
10$000 meiiinos
16J00 Ditas de seda para menina, par
Luas de fio de Escocia, pardas, para
19000 menino
9 Velludilho de cores, covado
9 Velbulina de cores, covado
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 res, o par
9 j Ditas de seda idem idem
S L'm sortimento completo de lu^as de
g900 seda bordadas, lisas, para renhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
9 lidades
9 t Cortes de coDele de gorguro de seda
640 de cores
9 1 Ditos de velludo muilo finos
! Lencos de seda rxos para seuhora
9 i Marquezitas ousombrinhas de seda com
I molas para senhora
39500 I Sapalinhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par
9 Casinetas de cores de duas largurasmui-
65000 I to superiores, covado
$500Setim preto, encarnado e azul, proprio
, para forros, com 4 palmos de largura,
9280| fazenda nova covado 1S600
$500 Setim liso de todas ascores covado 9
Lencos de gorguro de seda pretos 9
$800 ; Relogios e obras de ouro 9
1 Cortes de casemia de cores a 50CO
9
I960d
9320
19200
9700
SSOno
I9OOC
9
9
9
2t50
2SO00
15000
fe
EA mineral
.'; proporcao que lem pira mais fcilmente
exeoular os trabalhcs de parlo, e aconse- $9
5C lhac pi*i feliz resultado que lera obtdo @
^5 em-multiplicados pirtos laboriosos, lera
@ fcite sua especialidade sobre esl? ramo
3r0 para o que poder *cr procurado a qual-
"-> [i-: hora, un rundo Rangel n iG.
&&M &Wm& 9&&9 #@@@ ',r /!::lPSrt"r"ia ds loieri.-.s iCdo iunho de 1860
, i .'./, fl. da Ciwr, esinvao.
baluo a lu o o- 101110 _a* bioera-
i
criplorio das mesmas loteras na rua do impe-
rador 11. 36, o n;:s casas coramissionadas polo
mesmo Sr. i!iesour<'iro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e ie na rua Hora o. 56, os bi-
ihelcs e meies da ultima parle da oilav.-. e pri-
mjca da nona lotera da matriz da Boa-Vista
desta cidade-enjns rodas devero andar iraprcle-
rive'.menle no dic 7 de jul!>e prximo fularo.
ffl
pinas de alguas poetas, e litros lio-
tnetis iilafftre Ijiico, pelo comusiericador Ationio Joa-
; I ni m de .Mello. CoKte'm as. b'iograpliias
ce Luk Francisco Je Carvalho Couto,
leronyeBO de Alhuquerque Maranho,
Alvaro Teixeira de Macedo, e Jou
Antonio Salter de HendonQa; versos,
-entre os -quaes 50 e uma noticia intereisate do .levante de
Goianna em 821., e nvenla e doiw
documentos uioaitos. ; Por ora em
tnlo do autor.
O Dr. Joao Ferreira da Silva roudou-se da
ruedoilan^sl para .1 de livramerito c. 26, so- ;M
brado do Sr. Manuel Buarque do Macedn, defron- !"
te de sua aniiga habi(3i;ao. A grande pralira de;
auscullac.30 reconhecida per quasi todos os seusj
collngas desta cidade loma -o rccommer.dado no
diagnostico dac molestias dos pulmesc do cora-
cao ; o*sim co.no para vreritcar o eaUtto dc de .escravoc que se dssejara comprar. Pelo
crescido numere e variedads de- operaooes que
lia feito com bom resultado em o excrcicio de
mais Je SO anuos, se julga liabilitado para firali-
car toda -e quaiquer operao cirurgica por mais
delicada e difcullosa que eeja.
Alia-se o primeiro andar e armazens da
casa n. 15 da rua o Vigaro : a tratar no cees do
Raaos n. 2, escrip'.nrio, ou r^a Augula.c. H,
com Prxedes da Silva Gusmo.
DEMTISTJ. FRANCEZ. 5
Paulo Csjgnoux, dentista, roa das Lz- 2
>* rang-iras 15. Na tesan cas .tcm agua e *<
p dtnlifico. "*
*.A i...X..X.X i XXi.XjLi.XliXiP
-?- f\oga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimetus do fallecido Jos da Silva Pialo, o ob-
sequio Je saldarera seus dbitos na rua do Col-
eg vena n. 23 ou aa rua do Queirasdo loia
o. 10.
Nova lafldico de ferro
brome.
Hua do
James E.
Bjjpcars.
'Fundidor maebiaisla ^cengenheiro encsvroga-
iee de quaiquer-obra, assim como scniar vnpores
1 do lotas as qualidades para 63-rraria, reCnacao,
fabrica de sabo, machinas pata amaesar pao,
I para Mee maiidioea, ludo por preco commodo,
e concerla alvarengcs, bombas, vapores, eodae
! quajquer obra.

Denlisla de rans.
15Rua Nova15
FredtricoGautier. cirurgisc dentista,
az todas as operaooes da sua orle e col-
leeaideates artificises, ludo com a supo-
rioridade e perfei.o que as pessoas en-
itcndidas Ihe reconhecem.
T&m-arua e pos dentifricios c'c.
oa
Francisca Custodie de Sampaio fazsciente
ao respfiuve! corpo do. commercio desla. praca
que dosa dat em diante deixa de ter gerencia
em soaasa.coma:ereialif.ie gyra sob a llrraa de
Saoipaio. Silva & C, passaodo esta zos socios
Joo Jaaquim Alves e Jtf.o Jos da Silva, a
quena exclusivamente parmilldo faier uso da
mesma firma social. Becife 3 de julho do 180.
Deposito
c-rfi?
NATURALLE DE VICHY.
na botica franceza rua da Cruz n.22.
Collegio de Bemica,
estabetecido amada Aurora, edificio contiguo ao do
collegio das orphaas.
O director deste des le esiabelecimenio participa que no mesmo se ensinam as disciplinas
SORTHEJTO
DE
Fazeidas c roipa feila
por medie \.
Na loja eflrmazemde Joaquiai
Rodrigues T. de Mello.
"Rua do Qucimado n. SO,
ca sua loja Ac 4 portas.
Tem um completo sorlimento de roupas feas
e por medido a vontade dos freguezes : coicas de
casemka e de brim, colletes da diversas qua'.i-
des, sobrecasacas de muilo bom^oslo, um sor-
timento de paletols de panno e de ca.emira, al-
paca, laziobs, rscadinhos e de brim, que tudo
se vende par preco commodo ; um corapleto sor-
timento de chapeos pretos de seda para homem,
de supcrior-qualdade a IOS, ditos de raslor mui-
lo superioresa 1G!, chapeos Je sol de seda in-
glezes dos melhores que tem vindo ao mercado,
ditos fraseles de diversas qnalidades, dilos de
panno grandes e pequeos, corles de vestidos de
seda de variados gostos para diversos precos, um
completo sortimento de bordados e enlremeios,
golinhase manguitos, tudo por pre;o commodo ;
chaly de seda e loa de gosto mais apurado que
tem apparecido a I3I8O o covado, chitss france-
zas muito superiores de 260 at 410 rs. o covado
de gostos nniilo delicados : um grande sortimen-
to de fazendas francezas c nglezas e a.iemas que
seria impossivnl aqui se poder mencionar com
precos, assevora-.se aos freguezes qm; tudo se
vende mais era cenia que em oulra parte sendo
a dinheiro.
Leitura e escripia. ,......
Dcutrina chrislaa........
Arillimeliea pratica.......
Ensino primario (Grammatica nacional.......
Geogrsphia elemeniar......
Klemenlos da historia do Brasil. .
Ditos da lii.-toria Sagrada......
LATIM.
(irammaiica latina.......
Latinidad. ;......
Grammalica philosophica......
Mylologia........." .{pas"sos.
Poesa classica ......
tiiofessores.
Jos Escunho Milho, subdito impuhtano.
relira-se para Macro.
Os abaixo assignados previnem ao respei-
tavil publico, que elles leem bypothcca eperial
por Bicriptora publico lavrada as olas do la-
belliao Almeida, da casa terrea n. 12 f, illa na
rua do Pilar em I'ra de Portas, quo llies hypo-
tliecar.im D. Mara Joanna dos Reis, vijva ao
Balthasar Jos dos Reis e seus filhos. aiira de
que r.inguem possa fazer negocio algum cora a
referida casa, sem 0 previo consenlimaulo dos
abaixo assignados, que teem o direilo previle-
giido sobre ella. Cidade do Recife 3 de julho 0u
1860.Jos Goncalves Bellrao & Irrao.
Em dias do mez de abril do correntc aODO
vcio casa de Correia & Irmos nesla praca u
cscravo l.uiz, procurando quem ocomprassi, di-
zendo que ptrlence ao Sr. Joaqnim Antonio la
Silva Barros, senhor do engenlio Liberal, termo
do Bonito : e como os meamos Correia & !:mai's
j tenham escriplo so mesmo senhor p(>r ?ezi ;,
afim de o mandar buscar, e como nao tenham
lido resposta alguma, os mesmos declaram por
meio desia folho que se nao responaabillsan pela
mor'.e ou luga que o mesmo csiravo possa '..-.'.:.
O abaixo assignado nao leudo cavare al(tan.
a dar a quem exige saber a quem perlence o de-
posito n. 6 da rua do Rangvl. pede ao ann..:
te que aprsenle sua conla, ou venha sor -
feito, caso cntenda que se llic deve.
Jos Jacintho Pacheco.
Aluga-se melado de um sobrado na '.-.. .. r-
sa da rua do Vigario n. 3 : a tratar no K.
andar do mesmo.
Estrada de ferro,
N.t mi do Commercio, n'uma excedente posi-
ao para urna casa de commercio, e pi
eslacfto da villa do Cabo, vende-se nata rasa cen
osseguinies comniodos ebecellcios: 2 salas, i
quartos grandes, 1 pequeo, despensa, g bi ele.
rozinlia, quintal com um grande aterro ar
6 estrumado, que evita as inundacocs do ; ipa-
ma e muilo productivo, caelotba, jardn n
amor paite apenas cercado), assim como n
arvoresde diversos frurlos no mesmo :.:: o, .
no restante do quintal larangeiraa clelas, ; enna
creados, [lautas de rapim, estribara, rasii 1 dr
pretos : a fallar no ormazun do Franca oa
ma villa.
Offerece-ss um moco com pralica de 1 1 '-
na, para caiieiro de qualqucr taberna :
precisar annuncie.
Joao Alves de lro vai ao Haranhie.
Ao publico.
O abaixo assignado participa so rcsprilav
buco que dissolveram amigavelioente g
de que tinha com o Sr. Joo Francisco Non
sob a Arma c Soares & Monteiro, no
de materiaes e cariocas, eslabelerido na 1 .
do Monteiro, Gcando o mesmo senhor m
labelecimento e obrigado por todo o passn
sim como he leon perlencendo tudo o a
Recife, "J8dc jniiho de 1860.
lustiniano Aol no Alves s
Elisabeih Williams e Lucretii Tasti
quatro menores filhos da ultima, rctram-s
a Europa.
Ignorando-se quom s-ja n r< ebed
coucieiras de cantara rom marca II S N.
regadas em Lisboa por Rodrigo da Costa
Iho no patacho portuguez Diligente, :.
rem viudo aordern : roga-se a qocm ;..
l'or, se diiija ao escriplorio da rua da Crui
de Almeida Gomes, Alves C.
A pessoa que annunciou una rasa
na fr. giu ,:t ,e S. Jos, pora Tender, ir
rua do Rangel n. 36.
Os Srs. Joao da Silva Miranda e A
Cardoso Pereira tem corlas no eseriblorie -
da Cra/. n. 27.
O Sr. Honorato Atij
de Miranda e o director.
;usio
IJnsinc secundario
O Sr. Antonio Joaquira de
FRANCEZ.
1'. cadeira, grammalica e tradcelo. .
i*, dita locucao composcao e escripia .
IKGLEZ.
O Sr. Francisco Anio.io
'Cesario de Azevedo.
O Sr. Jos Maria Ra-
I monda.
\ O Exm. Sr.Dr. Francisco
Ballazar da Siiveira, que se
>encarregou d'esla cadeira gra-
Urammatica, tradcelo, composcao e escripia. I luilamcnte, e por especial ob-
1 sequo ao director.
ITALIANO-
Grammalica, traducQao, composi^ao, escripia el
lucuSa0...........O Sr.
alloiao. /monda,
dem, id-:m, dem, idem.......
miLOSOPHIA.
Philosophia racional e moral e histeria philo-'
Jos Maria Ra-
O Exm. Sr. conselheiro *
(Pedro Aulran,
Sipop du
DrPORGET
JARABE DO FORC.ET.
Este xarope est approvado pelos mais mnenles mdicos
__lcomo sendo o rnelhor para curar tonsiipa^oes. lesse convulsa c
aUecc,nes dos bronclnos, ataques de peito, TUcOea nervosas e insomuolenciafi urna co heradi
Kf ?i".a' C. Ulra n,^ite "* ^''Cientes. O ileito deste excelenw r .!""." S
lempo o doente e o medico.
de Pars,
e ouiras.
O dspeito na rua larga do Roiario, botica de bartholomeo Francisco de Souza, n. 3G
Celias arles.
f '
sophica
BIIETORICA.
Rhucrica, potica e historia diUiteralura.
GEOGRAPIIIA.
Geographia, historia e chrcnologa .
GEOMETRA.
Ariihimetica, algebra e geometra.....( Director.
O Sr. Vilal Ferreira
Moraes Sarment.
. -
. --
1 1
ai
I -!
(I.
0n*erece-se um caixeiro com bastanii
ca de padaiia, o qual d conbecimento
conducta e pessoa; quem o pretender, ... .
para ser procurado.
Aluga-se urna casa terrea que soja n 1
ro de Sanio Antonio ou S. Jos, e que lenh; 11 -
mudos para familia erescida, paga-se ad .
6 mezes, e da-se fiador: quem ver, pro
sobrado no pateo do Carmo n. 2 i.
Rosa Claylon retira-sc para a Europa.
- l'ede-se ao Sr. Jos Jacintho Poche< qu.
queira responder por este Diario se ion
da deposito da rua do Rangvl n. 6, ou |Hi
verdadeiro dono : islo desoja saberl m
Avisa-se a quem interessar, que
urna boa nimacao com lodos os pertences ta-
berna, e aluga-se a casa propria para algn
cipiante, a dinheiro ou a pr;i/o lodo u n .
se fai : na rua do Aragao n 8.
Precisa-se alugar urna preto escrara ara
serylco de urna casa de poma familia, q .
cozinhar, lavar e engommar ; quem liver, !
ja-se a rua estriita do Rosari loja de era
t-
Aluga-se
O'
um cscravo para lodo servico de urna
tratar na rua da Imperatriz, I ja de tazei
mero -i.
CoDi[ira-sc nina iiiirra.
Msica
Dansa
Desenlio
FUIXftliJAO
^ 0 Sr, Jos Leandro Mar-
lins Filgueiras.
OSr. Manoel Bapiista de
Souza.
O Sr. Jos Maria Ra-
monda.
SS. B. Todasesus cadeiros tem substitutos; perianto nunca deixar de haver aula
das as-otsciplinas. AIem d isto:a tres dos professores mais necessarios habi
que os aiumnos obt-.nham todo o adiantamenlo possivel.
O director do collegio de Berafica lem empregad lodos os meios ao seu alcance, nao pou-
pando sacrificios afim de.que 03 alumnos que o frequenlarem, alcancen a mais solida ins-
uuccao. a moral a maisaustero e.a.eJucacaQ a mais eleganteO director, Estevao Xavier da
era to-
la m no collegio para
Rua do Bruna (passando o chafariz.)
No Ae^ozAto deste esta\>e\eein\eiito sempre \ia grande sortimento de me-
euausmo para os engenhos de asswcar a saVier:
combustivel, e defacillimoasscoto ;
e bem bataneadas;
as de madeira :
3l03n las inleuascorn virgensmuito fortes, e convenientes ;
Mdiai moendas com rostas motoraspara agua,, cavallos, 011 bois, acunhadas em aguilhoes deazs
laivas. de Ferro fundido e batido, e de cobre
Pares e bicas para o caldo, cri'vos e portas de ferro para as fornalhas
Alambiques de ferro, moinbod de mandioca, fornos para cozer fari'nha
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos oubois''
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D.W.Bowman confia que'osseus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o nonrarn, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir oessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para oude elle faz yiagem annual para o dito fim
assim como pela continuaco da sua fabrica em Pernambuco, oara modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poder.P necessar.
POITRINAL&ORIARE
FERIUjTJGtES E VETERINARIOS RECONHECIDOS E
EXPERIMENTADOS DA
ESCOLA DE CHALLARA DE SAUMUR,
I previnem ao poblieo que acabara ie abrir sua officioa de ferrador, na rua de Santo Amaro n 1
(praca do capim) sm o bairro do Santo Antonio, aoneVacham-ae prompios para incumbir-^ d
ferradiira e curativo dos animaos que Jhes forem confiados.
CASA DE BA
jg Quem tiver annuncie por esta folha pa: 1 v 1
procurado.
O advogado Antonio de ?aseencellos .1.
uezes de Drummond pode ser procurado para o
exorciciode sua prolis.-o em lodos os das ule,
das 10 horas da manl.aa at as i da larde, na in-
do Imperador n. 75, primeiro andar, e lora de
laes dias e horas, em casos urgentes, n-i casa dt
sua residencia na rua do Hospicio n. 9.
Aluga-se a excellentc loja na rua d
perador n. 75, lado do caes : a tratar no pnn 11 -
ro andar da niesma casa.
Tendo-sc dissolvido nesta data a soci la commercial que nesta praea gyrava sob a asi
de Alfredo, Guilhermc i C., assim o fazcm
tar os abaixo assignados, bem como que al | -
dacao da mesma sociedade lica a cargo dos .-
Belarmne do Reg Darros e Dr. Joao Al
Correia de Oliveira Andrade. Recife 30 de 1-
nho de 1860.-' J. A. Correia do Uliveira. m -
larmino da Reg Barros. Gulierme Jos 'i
reir.
Na rua do Progresso, no Camii.ho 1
ha para, alugar tres casinhas acabadas de n vo ,
bem amada, com grande quintal o cacimba .
agua boa para beber : quem as pretender
ja-se a rua da Traia, arraazem de carnee lar
Previne-se em lempo que ser nnllo -
quer negocio que se effectSe com o ZSZ
dous andares da rua dos Marlyrios n 2 .
cont a Mannol Francisco da Silva Csrrico ., ,
achar-sa arrestado ao abaixo assignado pat
pagamento, em virtudc do despacho Jo Exm
Dr.juiz especial do commercio.
Francisco Jos Leile.
Quem sejulgarcredor de Joo Ferr and.-
Lopes queiraapreaenlar.se com seus 1,1,
prazo de 5, das, a contar da dala desie. em
de Bernardo Jos Monteiro it Irmao. i* "a*
Queimado n. 44, do contrario nao sero ma's. -
tendidos. Recife 3 de julho de 1S60.
D. Manoela da Conccirao dos Sanios Reis
uarte, porsi e por semsduasirrnaas I Vi: |a
ra Francisca de Santa Rita narte c D. Infiau
Felomena Alhanazia de Jess Duarle libas le-
xo
Assignatura de banhos frios, momos, de choque ou chuviscos (para urna pessoa)
tomados em 30 dias consecutivos. ,......'..... 109000
30 candes para os ditos banhos lomados em quaiquer tempo....... 16JO0O
15 Dilos dito dito dito ...... 8000
7 ..;.. 4*000
Banhos avulsos, aromticos, salgados e sulphurosos aos preco annunciados.
Esta reduccao de procos facilitar ao respeitavel publico o goz das vanlagens que resultara
da frequencia de um estabelecimenio de urna utilidade inconlesiavel, mas que infelizmente nao
estando em nosso habuos, anda pouco conhecida e apreciada;
gitimas de Manoel Jos DuarteeD. Si.plu ,:,
na da uonceiiao, fallecida, visan, ao rearma-
re] publico e a quem convier, que muguen
negocio com o sobrado de dous andares t
da rua da Cruz n. 26, pertencenle as SI
ciantes e a seu pai, embora seja feilo o negor.
com seu pai ou cora seu irmao Jos Calazans K..I,.
uarte, visto que o primeiro nao es aind 1 in-
ventario ; e o segundo que tem em si ha muilot
annos um sitio no Jang e seus rendi.ncnlos til-
rea mais do que Ihe locar nos bens dei;ajn-
por nossa tallecida raai dita D. Simplicia Van..
da Conceicao.asannunciantes declaram ser .-naio-
res de2o annos.
Os abaixo assignados fazem scienle ao isjs>
peilavel publico que dissolveram amigavelmenie
a sociedade que tinham na taberna sita na pr,ira
da Boa-Vista n. 15, flcando. pelo activo e pasiv'o
da casa Jos Domingues da Cunha.Manoel Joa-
qun) da Cjnha, Jos Doaugues da Cunba.
-j--------^
11 mix/iri



'


w
DIARIO DE PERHAM tifiO. QTA FElB 5 DE Jt'LHO DE 1860.
Constan temente
ra-se, vcndc-so c Iroca-se escravos : na ra
Direita n. 66, escriptorio de Francisco Mathias
Pereira da Costa.
Roga-se pela segunda vez ao Sr. Antonio
lienrqaes de Miranda o favor appareccr na ra
aos Martirios n. 36, a negorio quo lhe diz res-
peiio.
DA
O iliesoureiro das loteras declara que o pa-
g3rr.ento dos premios daquarla parte da quarta
.i do Gymnasio Pernambucano, cujas listas
Je ser publicadas em o dia 18 do presente
i principia a ser cffectuado do dia 19 do mes-
:: > mez em diento, visto como al o referido dia
I m o mesmo thesoureiro e os mais empre-
nde estatem ainda oceupados com a con-
.i:-ao da extraceao dos nmeros que nao foram
pr miados, para assim se verificar a exactidao da
ionada lotera.
Thesouraria das lotcrias 16 de junho de 1860.
Camillo Pires.
\! 190606 61^6609 $ le 1- ii moco habilitado e de hoa conducta ^
fferece-se para ensin3rem qualquer ca- t>
-i particulada pessoas de qualquer sexo, S
>'> primeiras ietlras, lingua nacional, fran- **
f' tez, lalitn, msica, instrumental e vocal, W
be ni assim copia qualquer peca de mu-
ica muito bom imitando a copia lithogra- ^
hada, ornando a frente da peca do ca- *$>
: ic lores gticos ou de outros "quaesquer >
I o islo com a presteza que se exigir: a j|
fi tratar na ra larga do Rosario n. 1, pri- aj>
i meiro andar. y*
O Sr. Jos Alfonso do Reg Barros lenha a
:.ide de se dirigir loja da ra do Crespo n.
no so lhe desoja fallar.
AUcnco.
i
i
i
i$ Curso pratico e (heorico de lingua fran- @
eza por urna senhora franceza, para dez
.logas, segunda o quinta-feira de cada se-@
$ mana, das 10 horas at meio dia: queni @
lizer aproveilar pode dirigir-so a ra du ^
iz n. !), gegtind andar. Pagamentos
:' -Jiantados. o
; ; 3 9999 3S?@
Os abaixo asignados fazcm sciente ao Sr.
.: Jos Marques, arrematante do imposto de
ir cenfo sobre o consumo de espiritos de
ueao brasileira, que ndando-se no ultimo
rrente nio/. o primeiro somestre do 1859 a
, porque fora o estabe'ccimcnto dos annun-
>s, silo no largo da Ponlia n. 8. rolloi'taJos,
I daquella data em- dianlc nao lhes convm
v lerem era sea eslabeleeimento mais some-
!5 espiritos, por isso o provino do quo nao
illectara para o segundo semestre, e do que
. nao produz a justificarlo quo o mesmo
Marques lera exiguo do alg'uns contribuinles
t nao se acharem nessas circunstancias, pois
a juatitlcacao s se duvom entender para com
lies quo estando eolleclados querera deixtr
de 'onder o pao com aquellos que deixam de
!er polo facto do sn nao colloclar como os an-
ales. Recife, 23 de junho de 1861).Duar-
.. Irmao.
i
! .
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
-Largo ta Peu
Neste armazem de molhados con-
linua-se a vender os seguinles gneros abaixo mencianados de superiores qualidades 5 mais barato
ao que em outra qualquer parte, por serem a maior parle delles recebidos em dirciti ra por conta
dos proprietanos.
Mantcga ingYeza e franceza
perfeitamenle flora mais nova que lem rindo ao mercado de 610 3 800 rs. a libr; e em barril
se fara algum abatiraento.
Qucijos tlamengos
muito novos recenlcmenle cliegados no ultimo vapor da Europa de lj}700 a 3$ e a vista do gasto
que o freguez izer se far mais algum abatiraento.
Queijo \ivi\lo
os mais novos que exislcm no mercado a 13 a libra, em porco se far abalimento.
Ameixas ftaueeias
em lalas de 1 li2 libra por 1S500 rs., e em campoteiras de vidro conlendo cada urna 3 libra
por 3^000. !
Mustarda \ng\cza c vanecza
em frascos a 640 rs. e era potes rnnceza a 800 rs cada uro.
Vcr&aaeiros figos de comadre
m caixinhasdo 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a lg600 rs.
HolaritAnlia nglcza
a mais nova que lia no mercado a 240 rs. a libra e em barrica cora 1 arroba por 4J.
Potes vidrados
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou oulro qualquer liquido de 400 a lgOO rs. cada um.
JVmcndoas confcitadas proprias para sortcs
de S Joao
a 1S a libra e em frasquiuhos, conlendo 1 1|2 libra por 2>.
CA\ prcto, liyson c perola
os melhorcs que ha neste mercado de 18600,29 e 2&500 a libra.
Macas em caixinias de 8 \i\>ras
conlendo cada urna diTerentes qualidades a 4J50O.
Palitos de dentcs licitados
era molhos cam 20 maciuhes cada um por 200 rs.
Tijolo raucez
propriospara limpar faca a 200 rs. ,
Conservas inglezas c rancezas
em latas e em frascos de dilTcrcntes qualidades.
Presuntos, clionricas e paios
o mais novo que ha neste genero a 480, C40 e 720 rs. a libra.
L.atas de uolaclnlva de soda
de differentes qualidades a IJjGOO em poreo se far algum abatimemo.
Tambera vendem-se os seguinte's gneros ludo recenlcuento chegado e de oper-1
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito no-va, marmelada do ms afamado fa-'
bncanlede Lisboa, maca de tomate, pera secca, passs, fructas era calda, amendoas, nozes, frascos '
com amendoas coborlas, conteiles, pastilhas do varias qualidades, vinagre branco Bordcaux.proprio
para conservas, charutos dos melliores fabricantes de S. Flix, nanas de todas as q jalidades.gom-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cei veas de ditas, i
spcrniacclc barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeitedoce purificado,azci
lonas muito novas, bauha de porco refinada e outros muito gneros que encootraio tendentes a
molhados,por isso promettem os propriclarios venderem por muito menos Jo que oulro qualquer, I
prometem mais ta.nbem servirern aquellas pessoas que mandirem por outras pour.o pralicas como
e viessera possoalmcnle ; rogam tambera a lodos os sonhoresde engenho e seuhores lavradores
queiram mandarsuas cucommendas no armazem l'rogresso que se lhes affianQa a boa qualidadee
BarasSimo.
Ra do Qucimado ti, l\>>
Armazem de fazendas^
Chitas francezas finas de padroes miudihhos a
220 o covado, pesas de chita com 38 covados por
5SS00.
Coberla a 2000.
Coberlas chinezas muilo lindas a 2J.
Riscado francez a 2$000.
Cortes de riscado cora 13 1(2 covados por 2$.
Lencos blancos a 2$000.
Lencos para algibeira a 2j aduzia.
Algodo monstro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2$500.
Chales de merino eslampados a 2J500.
Casemira pretal C$000.
Corles de casomira preta fina a 63, paletoi3 de
brira a 3j, fil de linho fino a 8(10 rs.
Carnbraia de cores a 160 rs.
Cambraia de cores muilo fina com deleito de
agua doce a prero de 160 o covado.
= Ganga de cor e biim de linho muito fino a
500 rs. o covado.
Semea
de superior qualldade, e muito propria para en-
gordar animaos, em sarcos grandes ; no arma-
zem de Anlunes Guimaraes & C, no largo da
Assembla n. 19.
Arados americanos e machinas
paia lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. i2.
Vende-te um carrinho da olfandega com
um boi por 200J : na ra da Aurora n. 40, pavi-
mento terreo, das 6 horas da manhaa s 9, ou
das 3 da (arde em diante.
Vende-sea casa terrea n.71, sita as Cinco
Ponas, urna dita na travessa do I.ivramento n. 2,
e urna parte do sobrado da ra de Ilorlas n. 12 :
a tratar na ra do Queimado, leja n. 44.
Vende-so um escravo pardo, de bonita fi-
gura c de todo o sorvico, moco : na ra do Quei-
mado, esquina da Congregacao, loia do lenente-
coronel Manoel Florencio Aves de Moraes.
Vende-so um boi manso e gordo, que j
tem andado com carroase carrnhos da alfan-
dega : para vor e tratar, na cocheira do Sr. Dr.
Joo I.ins, de meio dia al as 2 horas.
ATTE\(iO.
\ende-se um par de radeiras de hnlanco, ma-
deira de araarello, novas, que ainda nao servi-
ram, por pre<;o rommodo : quera precisar, diri-
ja-so a ra do B-riim n. i i.
REWIEDI INCMPARAVEL."
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as narBes po-
dem testemunhar as virtudesdeste remedio in-
coraparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
brosinteiraraentesSosdepois de haveremprega-
do intilmente oulros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencer dessascura maravillosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
lodos os dias ha muitos annos e a maior parte
della sao lio sor prendentes que admirare os
medico mais celebres. Quautas pessoas reco_
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos nos-pitaes, onde de viam soffrer t
amputaco! Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padeeimentos, para senao
submelterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa Da
enfusao de seu reconheciniento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de mais autenti-
caren! suafirmativa.
Nmguem desesperara do estsdo de saude s-a
ivesse bastante eonfionea para ens-aiar este re-
medio constantemente seguiudo algum tempo o
menlratotoqueneeessitassea natureja doma,,
cujo resultado seria prora rincontestavdmente
Oue tudocura.
ungento e ntil, mais particu-
larmeitte nos s^uintes casos
Alcatifa.
Eslabclceida era Londres
r..M
roq si mu,
CAPITAL
'.'.,+ : nilnSes de libras
esier linas.
ind rs Br El irs & C." tem a honra deln-
ar ai\- Srs. negociantes, propriotarios do
-', e a guem mais convier, que estao plena-
te autorisabs pola dita companhia para
tuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
i cobertos de telha e igualmente sobre os
o oos quo contiverem os meamos edificios
; r consista em mobilia ou em fazendasiio
; Iqu nalidade.
: 9::.: I:.';; 999 ^9919999999
gConsaltorio central homeopatlfico
Continua sob a mesma direcro do Ha-
o: noel do Mallos Teixeira I.ima[ professor
i em homeopalhia. As consullas como d'an- %
tes. m
i

i

i

i


-
-.1
Bolita central liomeopalhica
Do
M- SABINO _ Novos medicamenhKshomeopalliicos en-
viadosda F.uropa pe/o Dr. Sabino.
preparados espe-
Campos& Lima, na ra do Crespo n. *
16, lem para vender alcatifa com 4 pal- i>
moe de largura de muito boa qualidado |S|
e propria para alcatifar, salas e igrejas a <&
8CH) rs. o covado, dinheiro a vista. ^
Alporcas
Cainibras
Callos.
anee ros.
Cortaduras.
Uores de cabera.
-jas costas,
dos membros.
tn|ermidades da rati
em geral.
Ditas do anus.
Erupeoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falta d>
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gcngiva escaldadas
Inchacoes
Infianimaco dofigado.
Inflammacao dabe^iga.
da matriz
Lepra.
Male das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
SupuracSea ptridas
Tinha, em qualquer par-
le que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaeoes.
V-eias torcidas oh soda-
das as pernas
'OJX DO VAPOR-
1* ^ -,ad0 sortimento de calcado fran-
Orande e v. udezas finas e perfumaras,
coz, rvupa fei, n.. m outras partes : na io-
ludo po"f menos do c*nc 7.
ja do vapor na roa Nova (l. ""'MT.OWIY
SYSTEI.I MEDICO Di JiLLVWa'-
PILfJLAS HOLLWC'i'A-
Este Incstimavel eryecifteo, cor. po'to nto!^-
mente de hervas medicines", nao co *&? <*rrn-
rio, nein alguma outra substancia delecten.'-B"
nignomais ten ra infancia, e a eomploj./o u?M
delicada igualmente prompto c segnro Par3
desarreigar o mal na compleioo mais robii^"1''
inteiramente innocente em suas pprrardes e ei-'
feitos; pois busca e remove as doenra? frSjMf-
quer especie egro por mais antigs e irna/
quesepm.
Entre milhares de pessoas curadas corr est--
remedio, muitas que j estavam a portar d.
morle, preservando em seu uso : conseguir?-!
recobrar a saude e forras, depois de h-aver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao derem rntrrgar-se ade-
sesper.?i-ao ; faeam um competente ensaio do*
eflicazes effeitos dcsta assonibr<>?a medicina, e
prestes recuperarlo o benelido da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remei! >
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Fohreto da especie.
s
o acondicioitamcnlo.
^-
Aluga-sc um moleque : quera precisar, di-
rija-se prara da Boa-Vista n. 31), segundo an-
dar, das 11 s 6 horas da tarde.
O Sr. Luiz Honorio Carneiro Leao lem urna
carta na ra do Qucimado n. 37,1 aja de mimloias.
Conrado Augusto de Farias e Americovl'er-
reira da Silva deixaram de. ser caixeiros da casa
de Harlinno & Oliveira do 1.- de julho em diante
Quem precisar de urna am:i particular par
cozinhar em sua casa.dirija-se a abobada da Ten-
ha, casa que tica no fundo da taberna.
= OSr. Francisco Aranha de Souza tem urna'
carta no escriptorio de Manoel Joaquim fiamos c-
Silva, na ra da Cadcia do Uecift.
Na estrada do Mangumho, sitio
da viuvaCarvallio, lia para se alugar
nina escrava rccolhida, que faz todo
servico de casa, engorama, cosinhn e
cose.
Agencia de passaporte c folha
corrida.
Claudino do Rogo l.ima tira passaporte para
dentro c fura do imperio, por commodo proco e
presteza : na ra da Traia, primeiro andar nu-
mero 43.

Aluga-se por proco commodo o armazem n.
2S, silo no caes 22 de Norenibro ; a tratar em
casa do fallecido commendador Luiz Gomes Fer-
reira. no Mondcgo.
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva $
@ Santos, medico operador e parteiro pode $ .
@ sor procurado na casa Je sua residencia @l
9 "a ra do ngel n. 16. j ^OS 20:000^, 10:000.^, 4l000|
e 2:000.
Na praoa da Independencia n 22, acham-se A '
vendaos bilheles, meios e guarios das loterias-J
44 da casa de correccao c 33 da:; casas de cari-
dade timbrado por Santos Viein-.
Liiazinhas para vestido a 320
rs.re toalh^s de linho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se laazi-
nhas muito finas para vesiido, e para meninos,
pelo baratissimo proco de 320 rs. o covado, toa-
lhas de linho a 800 J9. cada urna, coberlas a ehi-
neza, de chita muito fina a 2$.
PotassadaRnssia
E CAL DE LISBOA.
No bem cornead e acreditado deposite da
ra da Cadeia do Reeifa n. 12, ha para vender
potassa da Russia c da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidcde, assim como tambem
^alvirgemem podra: ludo or urecos muito
razoaveis
Vende-se este ungento no estahecimenlo
geralde Londres n. 224, <;Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda-em toda a America
do snl,Havar>a e Hespanha.
Vende-se aSOO rs., cada bocetinha contm
umalnstruccao em prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Serna,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em ?er-
nambu:io.
Palhadeear-
naba
por barato proco, em porcoos ou a relalho : no
armazem de Antunes Guimaraes &. C, no largo
da Assembla n. 19.
I Champanha. i
Campos & Lima, na ra do Crespo n. *8
K 16, tem para vander urna porro de gi- *
."2 sos cem champ.inha do supciior auali-
M dade a 203 o
mmmmm m&m wmmmimn
Rio de Janeiro
C3AXDE Sa?JI31Ei)T0
DB
i@--;s<'i@ s?
IFazcndas e obras feitasJ
F.sles medicambrftos
0 cialmento segundo as nec'ess'idades da iio-
g meopathia no Brasil, vende-se pelos pre-
a ros conliecidos na botica central horneo- I
S palhica, ra de Santo Amaro (Mundo No- ^
| vo) n 6. |
So2SS3@
Rogase ao Sr. Jos Mendos Rodrigues
Campello que lenha a bond.iJe de appareccr na
ra ^!o Queimado n. 46, loja, que se desoja fallar.
Lices de desenlio
e pintura.
F. Gop.az, c:;-Jescnhiala da commissao astro-
nmica de Olinda, c antigo professor de dese-
i) o era alguns coilegios da corle do Rio de Ja-
:. Lro durante sois annos, ensina em casas paiti-
res ou em coilegios desenlio o pintura nos
gneros : flores, paisagens ou figuras. Hotel da
l ropa, propriedade do Mr. l.ouis l.uech.
Jos Lopes Davim declara ao corpo do com-
i c ao publico em geral, que o annuncio
publicado hoje (30 de junho( neste Diario, em
que Souza & Lopes fazcm sciente haverem dis-
solvido amigavelmente a sociedede gue linham
na taberna n. 18 da ra do Rangel, falso e dcs-
I ido do todo o direilo commercial, por quanto
fra feito soni consenso do annuncianle, que
scciogerenle de dila casa.
Antonio Frreira Lima avisa ao respeitavel
publico iue deixou de ser seu caiieiro desde 27
de junho prximo passado o Sr. Francisco de
Oliveira.
Rogase ao Illra. Sr. Dr. Jos Coelho de
Oliveira, que tem educado pequeos era diver-
sos lugares, queira por esla folha annuncier sua
residencia para ser procurado, que se lhe quer
foliar a negocio de seu inleresse.
Cdese, medianteuraa pequea luva, urna
casa terrea no becco do Padre; a tratar no mes.
n;o becco n. 9.
Trocisa-se de urna ama forra ou captiva pa-
ra o servico de urna casa de pouca familia : quem
esliver nestas circumstancias, dinja-se a ra das
Cruzes, sobrado ju-nto a ordem terceira de S.
francisco n. 2, no primeiro andar, que achara
com quem tratar.
Roga-se ao Sr. Candido Augusto de Medei-
ros, da villa do Pilar, provincia da Parahiba, o
favor do vir ou mandar ra do Queimado n. 27,
loja de miudezas.
Novena de N. S. do Carmo
Acha-so a venda a novena completa erodigida,
segundo uam os reverendos Carmelitas da cida-
de do Recife, assim como os versos, salve, etc.,
c tambora a exposico do excapullario, na ra do
Imperador n 15.
Jos Fscunha Millo, subdito Napolitano, re-
tira-se para Macei.
Otlerecc-se um moco para caixeiro de taber-
na, da qual lem baslantc pratica, e d>Banca a
sua conducta : quera precisar do mesmo, pode
d'uigir-sc a ra da Senzala Vclha n. 104.
Preci-se de urna ama para criar e tratar um
menino recemnascido, que devora ter hora leite :
a eotender-se na casa assobradada que fica ao
norte da fabrica do gaz, a margara do rio. com o
abaixo assignado.
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
Sr. Hermenegildo Fernando de Souza Lobo
dcixou de ser caixeiro de Vicente Ferroira da
Costa desde o dia 20 do coi rente raez.
Souza & Lopes fazem sciente ao respeitavel
corpo do commercio, que dissolverara amigavel-
montc a sociedade que linham na taberna sita na
I ra do Rangel n. 18, ftcando o activo e passivo a
cargo do socio Manoel Alves de Souza.
Roga-se ao Sr. Andr de F. queira trazer
as facas que pedio para rr.ostra, ou o dinheiro,
poisj fazem 14 dias, sonao se declarar seu no-
me por extenso
Joaquim da Silva Torres, tendo de faaei
urna viagem ao Aracaty, doixa durante a sua pe-
quena ausencia por seu procurador o Sr. Fran-
cisco Pinto Ribeiro Guimaraes.
O abaixo assignado, encarregado da desin-
feceo como deve constar aos senhores inspecto-
res de quarteirao, pela circular do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica aos senhores subdelegados, a
qual datada de 10 do maio corre tile, faz scien-
te aos senhores inspectores, que logo que se de-
rem casos de angina, escarlatina e outras moles-
tias que grassam epidmicamente, avisero ao
mesmo abaixo assignado para mandar proceder
i desinfeccao como por ordem superior oi deter-
minado.Jos da Rocha Prannos.
Aluga-se parte do primeiro andar do um
sobrado na ra da Cruz do Rocifo, consislindo
em urna sala com quarlo, propria para escripto-
rio ou morada de homem sollciro : quem preci-
sar dirija-se ra da Cruz, armazem n. 11.
Na ra da Praia n. 43
andar, borda-se tanto a ouro
seda
NA
Compras.
Compra-80 um carro do 4 ndas, an:ericano
ou oulro qualquer levo, que esteja em bom esta-
do : a tratar na ra da Cruz n. A.
Compra-se al 8 moradas de casas terreas,
em bom estado ; quem livor, d;rija-se a ra do
Mondego n. 83, at 8 horas da manhaa, a fallar
com Manoel Jos da Silva Cabial.
Compram-se moedas de ouro de 203 e 10$
brasilsiras, c de 16$ portuguezas : no escriptorio
de Manoel Ignacio do oliveira defronle do Corpo
Santo.
Compram-se es-
cravos.
Compram-so, vendem-se e irocam-se escra-
vos, na ra do Imperador n. 70, primairo andar
Compram-se eTeciivanien.e moias garrafas
que foram dechampanha : na ra larga do Ro-
sario n. 36, botica.
DE
jes&Basto.
ii
Compra-se
etc.,
capas
etc.
para imagens,
segundo
como a
gorros
Precisao.
Na ra da Praia, taberna n. 39, precisa-se de
um pequeo de dade de 12 a 14 annos, sendo
Porluguez, p3ra ser caixeiro cm urna taberna na
Escada.
PERDA.
Perdeu-se no dia 19 de junho, da prac.a da Roa-
Vista, ra da Jmperatriz, Nova, do Bosario, bec-
co do Sarapalel o ra da Praia, 255$000, sendo
quatro notas de banco de 50. e o restante em
sedulas de 5#, embrulhadas em papel amarello :
quem as tiver-achado e quizer ler a caridade de
reslitui-las a seu dono, um pai de familia pobre,
Dode-o fazer na ra Nova de Olinda, sobrado de
varanda de pao, ou no Recife, ra da Aurora, ao
Sr. Domingos Antunes Villaoa, que ser recom-
pensado.
o guarda livros moderno ou curso com-
oleto de instruccoes elemanbares sobre
as operacOesdo commercio, por Manoel
Teixeira Cabral de Mendoiaca : na pra-
ci* da Independencia livrasria n. 6 e 8.
Vendas.
# @ ee
Ueeeheu-so pelo ultimo paquete Ronr-
us, para saluda de theatro vestidos de
m seda de crese oulros artigo j para senho-
> ra, tudo do ultimo goslo a duqueza de
Comberland
Loja do mariroro.

pequeas casas terreas,
cujos alugueis correspondem a 10 por cento do
seu valor: quem pretender, dirija-so a esta ly-
pographia que se dar inforraac jes.
Vendom-so duas prelasd Costa, mocas, e
um moleque com 4 annos : na -ua Imperial nu-
mero 59.
Vende-se urna porcao de rrobas de chum-
bo proprio para derreter: na ru; do Aragao n. 8.
Milho..
Vendem-se saceos com milho a 4$600: na ra
da Cadeia do Recife n. 3.
Vende-se urna negrinha de 18 annos de
idade cora todas as qualidades para urna exccl-
lenlc ama de casa de qualquer pessoa de trata-
menlo : trala-se na travessa di ra Bella n. 6.
Milho perfeito.
Vende-so no armazem
picho do algodao.
n. 18 confronte ao tra-
H Na ra do Queimad > n.
C>, frente amarella.
H* Grande e variado sortimento de sobre-
casacasc casacas de pannos finos prelos
g e de cores a 289.30$ e 353, paletots dos
y mesmos pannos pretor de cores a 28g,
H 203 22?j e 25-9, ditos der^asemira mescla-
dos de superior gosto a l$ e 13#, ditos
das mesmas casemiras saceos modelo
| inglez 10, 12-3,14 e 15. ditos de al-
paca preta fina saceos a 4, ditos sobre-
casa tambera, de alpaca a 7j, 8$ e 9, di-
tos de merino setira a 10. ditos de me-
rino de cordo a 9J, calcas pelas das
mesmas {aseadas a 5 o 6t, colleles pa-
ra luto da mesma fazenda, palctots de
brim trnneado-a 5, dilos pardos e de
fusto a 4 e 53, calcas de casemira de
cor e pretas a 7, 8i 9g c 103, dilos das
mesmas casemiras para menino a 63, 7
e 8, ditos de brim para homem a 3,
3500, 4 e 53, ditosbrancos finos a 5,
63 e 7, dilos de meia casemira a 4 e
5, coiletes de casemiras preta e de co-
res a 53, e 6, ditos de gorgurao de seda
brancos e de cores a 5 e 63, ditos de
velludo prelo e de coros a 93 e 10, ditos
de brim braaro e de cor a 3, 3$500 e4,
palilots de panno fino para menino a
15, 16 e 18, dilos de casemira do co
a 7S, 83 e 93, ditos de alpaca a 3e 3g50O,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 5e 6, camisas para os roesraos
de cores e brancas a duzia 153, I65 e 20,
moiascruss o pintadas para-menino de
todos os lamanhos, calcas de brim para
3| os mesmos a ig.'.K) e3$, colarinho de li-
< |g ra mos a 900 rs. cata urna, casaveques
^S de cambraia muito fina e modernos pelo
|g diminuto proco de 12, chapeos com abas
^r, de lustro a 5, camisas para hornera de
1| todas as qualidades. seroulas para ho-
ja mera a 16, 20 e 25 a duzia, vestimen-
j|| tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
as calca, jaqueta e coletos ludo por 10, co-
|| bertas de fusto a 69, loalhas do linho
u para mesa grande a 7 e 83, camisas in-
3S glezas novamente chegada a 36J a duzia.
Vende-se por commodo prego um
fino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servicos paia cha', almoco e jan-
tai- : na ra da Cruz n. 61, armazem.
Farelo do Porto,
em saceos muito grandes, ltimamente chepa-
dos i vende-se na ra do Vigario n. 9, primeiro
andar, escriptorio de Carvalho Nogueira 4 Com-
panhia.
Vendem-se livras -slerlinas em ouro : era
casa de Manoel Ignacio de Oliveira* Filho, de^
fronte da igreja do Corpo SantQ m Recife.
Fazendas finas e
roupa feita.
Angosto- & Prdgao.
Com loja na ra da Cadeia do Recife n. 23-
vendem e dio amostras as seguinles fazendas :
Corlas de vestidos de seda prelos e decores.
Cortes de ditos de barege, de larlatana e doga-
ze de soda.
Carnbraias de cores, brancas e organdys.
Anquinlias para saias, saias balao, de dina, ma-
dapolao e bordadas^
Lencos de labyrintho doAracaty efrancezes-
Chapeos amazonas de palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeites de froco, de vidrilho e de flores.
Pentesde larlanrga, imperatriz e outros gostos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez e mis-
sangs.
Vestuarios de fustao, de 15 e de seda para
crianca.
Manteletes, taimas e pelerinas de differentes-qua-
lidades.
Chales de touquiro,. de merino c do l de ponta
redonda.
Luvasde pellica brancas, pretas-e de cores.
Vestidos de blond, mantas de dito, capellas e
fiores solas.
Sintures, camisas de linho e espartilhos para
senhora.
Perfumaras finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletots de panno prelo
e de cor.
Palelotsde alpaca, de seda e de linho.
Calcas de casemira de cor, pretas e do brim.
Camisas de madapolao, de linho inglez e de la.
Semillas de linho e de meia.
Malas, saceos, apetreixos para viagem.
Chancas para invenios, bolinas.de Meli e outros
fabricamos.
Chapeos do Chyli, de massa e de fsllro para ho-
mem.
Charutos rnanilha, havana. Rio de Janeiro e
Rabia.
Amendoas coneitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambem pora presentes a 2$ o frasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, ra
da Cadeia do Recife n. -V8.
Grande novidade
no mercado.
Borzeguins para senhora sera defeito
ou avaria de qualidade alguma a 3$ o
par dinheiro a vista, vende se esta gran-
de pechincha nicamente na loja de
Leite & Irmao, na ra da Cadeia do Re-
cife n. 48.
Machinas de Derosne pa-
ra destilacao.
Na oflicina da ra larga do Rosario
a, 22 existem duas machinas de cobre
para destilar agurdente pelo systeroa
de Derosne, as quaes alm da sua per-
feicao, reunem a vantagem de serem
muito fornidas e destilam urna pipa
em 16 horas. Estas machinas feitas pe
lo m; s hbil artista cordiecido as pro-
vincias do Douro e Minho, vendem-se
por preco muito commodo por se espe-
raren* outras fvue ja se encommenda-
ram. O vendedor garante a peifeioo
da obra '
Alporcas.
A iplas.
Areias(malde).
Asinina.
Clicas
Convulsdes.
Debilidade ou exenna-
ca o.
Debilidade ou falta de
(orces para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
-nos rins.
pureza no ventre.
2nfetmidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
F-^xaqucca
ll'-ry.sipela.
Pebre biliosas.
Febretointemitante.
Gol la.
Hcmorrhoida.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Infiamm.ii'oes.
Ir r eg u la ridaj.^3
raenstruaeo.
Lombrigas de toda ^3 -
por;.-.
Mal drpH-a.
Manchas na cutis.
Obstarec&e devesstrt.
Phtvsiea ou consump-
pulmonar.
Retonoao Je ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo fmsl).
Ve-ndem-se ests pilulas no estabeleciment
geral de Londres n.22J, tSlrand, e na loja
todos os boticarios droguistas e outras pess>*as
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. oda ams
dellas, contem urna inslruccao em portirgoez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pulas.
O deposito geral em casa do Sr. Sonm
pharmaceutico. na rae da Cruz n. M. em Per-
namb o.
3
j
I
Seguro cDtra Fogo ?
COMPxIMHIJl
QtttTGIEW
LONDRES
ace:;tes
C J. Atley A Companliia. 2
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J zemdeC.J. Astlev A cA
*:SMrsnaTsr!Bi sbhssssooste
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Verniz copal.
Vinhos finos de Moselle.
Enchadasde ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composieo.
Lona inglcza : no a-rma-
Botica.
Bartholomeu Francisco de Sonza, roa lassji
do Rosaran. 36, vende os seguate medica-
mentos :
Rob L'ArTecteur.
Pilulas contra sezjes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Tarop do Bosque.
Pilu'.as americanas (contra iebres).
Ungento Hollowajr.
Pilulaado dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 1 oaess
libras
Assim como tam um grande sortimeno de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
45Roa Direila~4
Esteestabelecimento olerece ao pu-
blico um bello e rico sortimento por
precos convenientes, a saber :
Homem.
Borzeguins imperiaes..... 10000
Ditos aristt era ticos...... !)000
Ditos burguezes........ 7ftM
Ditos democrticos...... GxOOO
Meio borzeguins patente. GgoOO
Sapatoes nobreza....... 6<(<)0O
Ditos infantes. ... 5g000
Ditos de linha (3 Ij2 bateras). GsOOO
Ditos fragata (sola dupla). 5$000
Sapa tos de salto (do tom). C$000
Ditos de petimetre...... 5*000
Ditos bailadnos. ....... .",'500
Ditos impermeaveis...... 2&50O
Senhora.
Borzeguins primeir claise(sal-
to de quebrar).......5.?000
Ditos de segunda classe (quebra
cambada). .,,...,. 4^800
Ditos todos de merino (salto
dengoso).........4500
Meninos e meninas.
Sapatoes de forra. ...... -i.s'000
Ditos de arranca........ 3j500
Boizeguins resistencia 4$ e ~).S"800
Vende-se urna negrinha de 7 a 8 annos :
no Hospicio, primeiro porlo de ferro passando o
quarlel, para tratar, atlas 9 horas da manhaa, a
de tarde das 4 em diante.


j>*jjIO DE PBRNJ.MfeUCO. QUINTa "FEIU 5 DE JULHO DE 1860.
FUNDIDO DAURORA.
Seus proprietarios offerecem a sexis numerosos freguezes e ao publico era geral toda el *-*-*^' XMJD dul"irU
qualquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de 'vapor de P-iv?fl lfl Imlpnpntlpnrin > Aft
lodos os lmannos, rodas d'agua para ensenaos todas de ferroou para cubos de madeira Loen- inacpeiaenCia 11. 4U.
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes euin- J A^ha'n-se expostos a venda o bilhetes e meios
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassi man- 4a lul('r,a di,s casas de corneco, que deve
diuca e para descarocar algodo, prencas para mandioca e oleo de nciui portoe* gradara co- 8e* exlral'la uo dia 6 oa 7 do .orrenle.
anuas e moinhos de vento, arados, cultivadoies, pontes, -aldeiras e tanuucs, boas, alvarengas P- La>>-
s as obras do inachimsmo. Executa-se nnatminr nk .;. ...i rA._____.'.______ -, ,
Galena de pin-
turas.
Recebeu-se grande porc^o do bonitos qundros,
entre illes alguns sacrus, pur presos mdicos:
na leja de inarmore.
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafleitlin & C, ra da Cruz n.
38. vende-se ura grande e variado sortimeulode
re-logias de algibeira horisontaes, patentes, chro-
nometros, meios chronomelros, de uro, prata
dourada e folhoados a otiro, sendo estes relogios
dosprimeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
des u o por [i re eos razoaveis.
Petlras baratas.
Joo DonveRy tendo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimento de todas
as pedias cxlrohdas da ilha de Santo Aleixo,
propriedede do annuncianlo, para cale-amento das j
desnhos ou moldes que para tal Om forera apresentados. Recebem-se encoramendas nesle esta-
belecimento na rua do Bran n 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 63moradia do cai-
xeiro do estabelecimento fos Joaquim da Costa Pereira. com quem os intendentes se podem
entender para aualquer obra.
Yifilio de Bordeaux.
Em casa z kalkmanu lrmos&C, ra da
Cruz n. 10. cncoutra-se o depesito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Preres,
e dos Srs. Oldckop Moreilhoc & C, em Bor-
deaux. Tca as seguintcs quadades :
De Brandenbuig frres.
St. Estph. r-
Sl. Juiien.
Margaux.
La rose.
Chlcau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldckop & Mareilhac.
St. Juiien.
St. Juiien HdOc.
Chaleau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry ein barris.
Madeira era Larris.
C gnac en: barris qualidade fm.
Cognac em caixasqualidsde inferior.
Ccrveia brenca.
Wvst
\y
GRANDE ARMAZEM

DE

O)
39'
SVft>
.j

333
Js/4
Rua Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceico dos Militares.
Actia-senad.reccaodaolicinadeste acreditado armazem o hbil
m
H ^^'^P^^od^AssisAvellar, antigo contra-mestie do fallecido IM.
3@
'ei'J'OS de en- ? Mnoel Jos Pescan. O respeitavel publico contipuai-a1 a encon- K
{50nniar i^ !r"1' era dit0 ai;maeai um graade e variado ment de
econmicos
a 5#000.
EsUs magnificos fer-
ros ac iani-se a venda
no arnazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leilc (i lrmao, ra
da Iruiicralriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegado n. 19.
luuvgo da assciuVsla.
Ha continuamente para vende: nesle trapiche
saceos de feije molalinho muilo novo com C al-
lueircs, farinha de mandioca de diversas qaali
dades, milho, farelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranlo, ceri de carnauba,
courinhos ccrlidos, sola e paihade tarnau-Ja, lu-
do por preeos commodos e em grandes lorijoes
ou n retaHio, conforme a vor.tad j dos compra-
dores. /

'Relogios patentes.
Estopas. ^
Lonas.
Camisas inglesas,
Peilosparacaini;js.
Biscoulos.
Em casa de Arfcwight & C, ra da
Cruz n. Cl.
Vcndo.rn-se Setoeavas com (labilidades c -3em
Has de 15 a 46 aunes, de 80g a 1:500, um -c-s-
< ravo de 3 annos, Um cocinheiro, por l.yyog,
un mulato de 22 annos por 1:300;}, e mais al-
gunsescravos baratos que se vendem, lano a
prazo como a inheiro, na ra ireita, no escrip-
lono de Francisco Matbias Pereira da Costa.
ras (tata ciade ; e como as mes mas obras
publicas por eniquano se acham poralysadas, e
lenba o Exm. piesidenl-e da provincia por despa-
cho de 18 desle rnez concedido lieein;a ao mesmo
aairoaciante para dispar das mesnias podras, c
por grande quanlidadc que lera o aununciantc,
no caes do Ramos, ofTorece a quem inleressar,
em grande ou pequea pon-ac, que as vende
nielo em conta. O mesmo annuncanle cnten-
dendo-se com o Sr. Karnpa, hbil arcliitcto, bem
jcjnliccido nesta cidade, conhecedor das quali-
H dades de pedrase lijlos, se tem admirado de
nao se Icr -mpregado em alicerces esle material, coberos e dcscoberte-s, pequeos e grandes, de
| qual as pedras do annuncianla, como se pralica [ouro patente ingtes, para homem o senhora,
lia Europa, para evitar a humidade as paredes, j de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
O mesmo Sr. Rampa lem encommendndo ao vindos pelo ultimo paquete ingl-iz : em casa de
annunciaate -O toneladas para esse fim., dizen- Soulhall Mellor.->&C*
do que em obra sua jamis deilar tijoltos em '. rp t ^
alicerces pdio preco quo tem o ainmncianle I I vendido ao mesmo senhor llie sabe raui mais!
barato do que lijlo. 0 mesmo Sr. Rampa deu- I BraSa Silva & C, lera semprc no seu deposito
m'e Ucenca pava usar de scu nomo no oresente i d3 rua da ,,oeQS n- 3 A, um grande sortirocnto
Wx pard' brancoeJde c6,cs' col't de velludo preto e decores, ditos de ^
-> e?*gurao, dito* de setim preto e branco, ditos de merino para luto l

Apromptam-se becas para desembarga dores, lentes,
s>3s reito, municipaes e promotores, e vestidos pajea montana
31 dand a comPrador "Igumas das roupas eilas se aprom
^j| tras a seu gosto, qur com fazenda sua ou do
Grammaticaingle-
za de Ollcndorff.
Novo metbodopira aprender a
a cscrever e a fallar inglez em 6 me;-st,
obra inteiramenfe nova, para uso Je
todo3 os e&tabelecimentos de instruc (
pblicos e particulares. Vende-te a
praca de Pedro 11 (antigo Ligo do Col-
legio) n. 07, segundo andir.
Vendem-se 12 bois mansos e filhos do i-
to, acostumados a Irabalhar em carro : a Ir -
no engenho Roncador.
\endem-se 2 pares de rodas novas pora
carraca ; na rua Augusta, casa de solio coni
te ao gdzomelro. Na mesma
moleque.
casa alaga-: m
Vende-so vinlio bom da Figucira ou d.
les a 4 rs a garrafa, e en uada a 3c m
Itecife, rua da Senzala Vtllia, taberna o
esquina do becco Largo.
Vende-sc urna taberna em boa local!
da freguezia de S. Jos; a tratar na rua da P
n. 82, taberna.
Vende-se um moleque de lj anos de Ja-
do : no caes da alfandega, armazem n. 3.
Vende-se um sitio muilo grande, perl di
wwmmmmwmmmmm&mm
i Progrcsso na cidade da Victoria I
engenhn, pode apparecer,
Vende-se um sobrado de um andar es .
na rua do Fugo n. 35, chaos proprios. ah Sc '
quem o dono para ir tralar.

neiro.
SOIITES GRANDES
4:000$ c i:000$#
Leitc & lrmao na rua da Cadeia do
Recife n. '8 lojade faeendasde i por-
tas, vendem legalmente rubricados le-
los annunciaiites bilhetes inteiros, meios
e quartos das loteras do Hio de Janeiro,
presentemente tem exposto a venda os
bilhetes da i5 lotera a beneficio das
casas de correccao da corte, recebidos
hoje pelo vapor francez La Guienne,
Vendem-se tres sobrados, sendo um na rua
do Queimado n. li'J, na esquina do becco da Con-
gregaco, com duas frentes e tres andares na
frente ; ouiro na rua estrella do Rosario de dou.
andares e SOlo, novo e ecm muilo bons commo-
dos n. J, confronte a run das Larangeitas ; c
ouiro na rua do Limronlo, tambera "de dous
indares e soto n. 9 : quera os pretender, pro-
curoo majorGcsmao, na rua Imperial, lodos os
dias das 6 s9 da indultas, c das 10 ao meio (lia,
na rua do Queimado, luja do lencnte-corouel Mo-
ra es.
azendsspor baixos presos
Rua do Queimado, loja
de 4 porasn. 10.
Anda restara cigumas fazc.idas para canclulr
a UquidaQo da firma de Leilc.& Correia, asquies
se renden] por diminuto preso, sendo entre ou-
trae as seguintcs:
Chitas de cores escuras e claras, o cevado
a ICO es.
Ditas largas, fraucezas, linas, a 240 e 260.
Siseadas francezosde cores Gsas a 200 rs.
Cassasde cores, bens padroofi, a 240.
Briin delinho de quadros, covado, a ICO fc
Brim trancado branco de linho muilo bom, va-
ra, a ljtOUO.
'- irles de calca de rceia casemira a 2g.
Ditos de di'.a de casemira de cores a 5j}.
Panno preto lino a 3# e 43.
Heiaa de cures, finas, para homem, duzia,
1C8 JO. a
Grvalas de seda de cor^s e prelas a 1;}.
U lias brancas linas para senhora a3.
Ditos ditas muito finas a 4f.
Ditas cruas finas para homem a 4J.
Cortes de colletcsde gorgu.-ao de seda a 2S.
Cambraia Usa Qua trausparenle, pec.a, a 4g.
Chales de lia e seda, grandes, um 2J.
C-rosdenaple preto de 1J600 1 2J.
Seda prcla lavrada para vestido a 1JSC00 e 2g.
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16$
Lencos de chita a 100 rs.
La dequadros para vestido, covado, a 5C0.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita traaeeza moderna, lingindo seda, covado
ra 400 rs.
Eutremeioe bordados a 200 r?.
Camisetas para senhora a 6!0 rs.
Ditas bordadas finas a 2S500.
Toillias de linho para mesa a 2# e 4J.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
r.60 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian,
ras a 5{000.
Cortes de calca do casemira prela a 6#.
Chales de merino com franja de seda a 5Jf.
Cortos de caiga de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1#2S0.
Lencos brancos de cambraia, a duzia, 2#.
Azeite de carrapa-
to purificado.
Vende-se por hora por3$00 a caada a quem
lome de 12 caadas para cima : ra rua dos Gua-
rarapes n. 60, cm Pph de Portas. J
presente .
annuncio. As pedras escolhidas para armazens Cc tat^h,s e meesdas para ergenho, do muito
ou cateadas, a dez mil res por cem palmos, dei-1 *cteQ,i*a ladas as pedras em qualquer parte desta' cida- i mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 4.
de a cusa do annunciaate, com toda aclividade jl I Si )
possnel, pora o que tem as proporroes necessa- LD C188 G J. YfftbQ'ffi &
ras; os prctendenles -rifam-so a rua da Praic, O
escriptoriO/do annunciante. f\ I 1
tiiberia a 1 i o U 0 o corle.. ai*** cm uL* c, ano.,.
No armazem de fazendas da
rua do Queimado n. 19.
Ve/dem-se cortes de biberia com 14 covados
fazenda muito Qna, imitando seda, pelo barate
prego de 23600, meias cruas linas para homem
a iSriODc duna.
Farinha
n

DE
ik
Fraucisco Xaxier de Salles Cavalcanle de Almeida
NO
Pateo da eiva.
se id cira ura grande o cotn^lelo sorti-
O preprietario desle estabelecimento, como
i ment, tendente a molhados, ferragens e mimlezas convida porlanto a lodos os'moradores
^ desta cidaJe da Victoria, senhores de engenbo e lavradores queiram mandar
s?
suas
^
m
'-Z
dequalidaria especial para mesa .
de Aniones Guiuiaies i C, no lacro
bla n. 19.
Alvaiade era barricas de 4 arrobas.
Tinta cm oleo de dillerer.lcs coren.
Brim de vela.
Lona.
Velas de rspermarele.
Conservas [Pieles) em crasas de duas dudas.
Ditas de hortalira de todas as qualidades, Ca-
rones, etc.
Ditas de ervilhas era latas.
Sardinhas em meias o quarlaslatits.
Uoslarda ingleza em frascos.
Fumo americano.
Ceneja insle/.a branca c preta.
Violto de Cliaiupanhe, superior marca Clicauol
dio do fo;to.
Dito de Xerez.
Dito de Bordeaux de (res quadades.
Licores de Marselha era garrafas :ror.des. su-
perior qual ida '
Na fabrica de caldeireiro da na Imperial,
e
os
encoramendas no Progresso do paleo da Feira, pois so ahi enconiraro o bom e barato,
visto o propnelario estar resolvido a vender, tanlo em grosso, como a relalho, por menos
do efue em oulra qualquer parte como sejam :
Latas de marmelada de l 2 libras a 1400, frascos com differenles uualidaJes de doce
por 25OOO, latas de soda conlen.lo nove qualiuVides a 20OO, azeitonas muito novas.
|.assas de ditas, vinho de lodas as quadades de 500 a 2#000 rs. a garrafa, licores
^ franceses de lodasas quadades, cliampanlie, conhaque de ditas, louja fina, azul.pinlada,
m e branca de todos os padroes, ameixas era compateiras o em latas a 1T000 rs. a libra, ^
S latas le pene de peste por 25000 rs banha de porco refinada, ararula, faltas, bolachi- N
0 tilia ingleza, inscoilinho, eoulras mais quadades de massas finas, massa de tmale em pt
| '.atas o a relalho, lelria, macarro, talharim a 800 a libra, vcrdaJeira gomma de ararula, fP
>^ msenso de todas as quadades, espiritov de cravo, canella, e alfazema, verdadeiros nenies 8
m a imperalris, e de tartaruga de D-^OOO a 1055000 cada um, Irania e franja de seda, fe- g|
M chadoras de broca, pregos em quanti laJe de lodos os tamanhos e quaJades e oulros S
S muilos objeclos que per so tornar enfadonho deixa de os mencionar,
mmm
para engrano
Fundico de ferro e brome
DB
DE
no armazem jun, a fab"C de sabao, e na rua N.iva, loja d
o da Assem- !^r?.ol.'s i'; '}l'l>a "ma ranu,'" porcio de follio
Hiiia alcnco.
de lineo, j;'. preparada (vara lelliado:i, e pelo di-
minuto preeo de 140 is. o libra.
Ena casa de Rabe Sel mettan &
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
A*bOBl C barato que faz a(l- tleSante8-P'ano doefamado fabrican-
mirar aOS Compradores. teTraumanndeHamburgo.
u&m i mmm m mtm
Sita na nsa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabao.
DE
Ilua Dii'cita loja n. CS.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : n; rua do Ca-
NO so ouaoiin flhihoirn doia d0.R,cire*38-l,rimclro andar
Hiquissimos cortes de veslidos de grosdena- .^flianiui nana nimnnA ^
pies preto bordado a velludo, cortes da veslidos ^lilltlliCtS IMlA IffOlWViB,
do phanta^ia de seda muilo moderno, cortes de & N ,*
vestidos de mossulina de seda, cortes de vest-jg ,JSi*?Sf'-
dos de barege de seda com neos desenhos, cor- ;j chancas proprias para o invern ou para
m
5fg andar-se era casas ladrilhadas a marmorc
|r ou lijulo pe'.o mdico pre^o de i\$ cada
K- urna.
*yst St.'va ^.'lq fca'a
Admiraveis remedios
americanas.
Todas as casas de fam'lia, senhores de enre-
do seu valor.
11
les de vestidos de cambraia bordado a seda, po- I
lacas de grosdenap'.es preto muito bom objecto i
da moda, palelotsde panno de lodas as qualida- '
des, ditos de casemira muito f.no,ditos de alpa-
ca de differenles modelos e quadades, calcas de
casemira prela c de cores, dilas de brim branco
D decoros de puro linho, camisas de todas as
quadades", cambraia organdys com modernos
desenhos, chales d* merino mnito fino bordado
a froco todo em roda e cora pona redonda, obra
de muilo gosto, chapeos de sol com molaa e
sera ellas,.soroulas de paro linho, riquissiruos nho.-fazendeiros, etc., devera oslar prevenidos
Corles de casemiras de cores muilo na podioes com C6'-cs remedios. So tr.es medicamentos com
do muilo gosto, enfeiles de vidrilho, luvas, gra- i os 1"aes se cura eficazmente as prindpaes mc-
vatas, esparlilhes francezes, alpacas de lodas as 'eslas.
cores, grosdenap'.es preto francez o melhor que! t____ i i t i
pode haver. Alm dcslas fazendas listera ou- | ^rOHiptO allVlO (le Radway.
Iras muilas que se estao vendendo per menos I Instantneamente alivia as mais acerbas dores
cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
estoen, nevrolgia,diarrh.a, cmaras, (olicas, bi-
; lis, indigesli.0, crup, dores nos ossos, contusoes,
iqueimadura, erupcoes cutneas, angina, relcu-
i cao de ourna, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermedades e6crophu.osas,chro-
nicas esyp hliticas; resolve os deposites de mos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
| promplo e radicalmente cura, cscropbulas.vene-
,rco, tumores glandulares, ictericia, dotes de os-
sos, tumores brancos, afeccoes do figailo e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o syslema, equilibrar i circula-
Vende-se verdadeiro coral de raz, tilo em -lod 8anue- inlramenle vegetaes avoraveis
conta, na rua larga do Rosario, passando a boti- j e,n todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
ca do Sr. Barlholomeu, a secunda loja de miu- j dores do venlre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
dezas n 38. Na mesma loja vendem-sc trancas ; a 8 purgara. Estas pilulas ao cfficazes as alec-
lirani-as delinho de caracol, ditas de cores mutto .r,_. a, n__j. >-i- j i < ...
baratas, c so vista se dir o preco de ludo ; e ^ ^S d. Ds?d(>1 b,llSl dor de cabcta' ,clerlc'a. '-
muilas miudezas em conta. digeslao, e cm todas os enfermidades das mu-
liieres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
Ces, flores brancos, obslruccoes, histerismo, etc.,
sao do mais promplo effeito na escarlalir a, febre
biliosa, febre amarella, c em todas as foros ma-
lignas.
Estes Ircs importantes medicamentos vem a-
edm pan hados de instrueces impressas que mos-
trara com a maior minuciosdade a maneira de
appca los em qualquer enfermidade. lislo ga-
ranlidos de falsificacao por s haver renda no
armazem de faze.'idas de Raymundo Cailos Leite
& Irmio, na rua da Imperalriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
SebastioldaSibadirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de dillerentes dimencoes
{e 300ft a S:0O0?) simples e dobrados.para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contino
para resillar edcslilar epintos com graduacao al 40 graos (pela graduaeo deSellon Carticr) dos
."!?
Para senlioras.
Capolinhos do l para uso de manba e de
noilc.
Casavoqtics de 15 para uso de casa.
Cachencres de l para pescoco.
Meias de \i.
Para homens.
Meias de la.
Camisas de l.
Seroulas de l.
Loja de marmore.
CoraL
Vendem-se
latas com oleo de ricino muito novo, com 30 li-
bros cada urna, por preco commodo : na rua do
Vigario n. 5.
BFXOGSOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praQa do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por presos commodos,
e tambera trancollins e cadeias para os mesmos,
deeicellente jtoslo.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimcnto de relogios
de ouro, palete inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonitos tranc.elins para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeiro com 44
urc-s, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas na rua larga do Rosario d. 36
RuadaSenzalaNoYan.42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, scllins esilhes in-
glezes, candeeiros e caslicacs bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
motaria, arreios para carro de um e dous cava!,
os. e reloaios d'ouro patente inglezes
1 Engeaho.
Vende-se o engenho Santa Luzia,sito na %
$|i freguezia de S. Lourenco da Matla, entre @
os engenhos Tenedo de Baixoe Peuedo de @
Cima : trata-se no mesmo engenho ou no fi
;v engenho Mussambique com Felisbioo de
}$ Carvalho Rapozo. @
Vende-se um carro e um boi, ou cadacousa
separada, o boi muito manso e bem conhecido,
costumado ao trabalho de carrelos desla cidade :
a tratar na rua das Cruzes D. 30.
Augusto & Perdigao.
$Cj* Vendem camisas de linho inglezas
muilo finas por 40ja duza, dilas de fus
to por2iJ>, dilas de musselina por 215,
ditas para menino por 28 e avulsa a
3j500 e 2g, chancas inglezas a 8500 e
bolinas de Melis a 12# : ne sualoja da
rua da Cadeia do Recife n. 23.
K
rinha'/tri
FUDIC10L0W-M0W,
Rua da Senzala Kova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosorlimenlode moendas emeiasmoen.
das para euienlio, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para di
de graca.
Uma riquissima armaro, com garanta da ca-
sa, propria para qualquer negocio, sita na rua
Direla n. 13, que se vende por todo o dnheiro
por sen dono se rolirar para fra: a tratar na
mesma rua n. 6.
Vende-se uma casa terrea cora
grandes commodos e em uma das me-
lhores ras da freguezia de S. Jos : na
rua das Cinco Pontas n. 72, se dir'
([tiem vende.
Borzeguins patente.
Lustre e bezerro
V ttSOQO.
45 Rua Direila 45
Sempre solicito o proprietario deste
estabelecimento em poupar a bolsa de
seus freguezes, acaba de dcscobnr-llies
uma mina de borzeguins, que nao sen-
do Melie's nem Suzer, sao todava iguaes
a estes no durar, tendo por nico delei-
to serem poucos.
Francisco Antonio Correia Cardo:o,
tem um grande sortimento Je
tachas de ferro fundido, assim
como se faz econcerta-se qual-
fuer obra tanto de ferro i -
dido como batido.
Calcado, roupa feila e
charutos.
Augusto & Perdiga;), com loja na rua d.i "
dea do Ilecife n. 23, vendem as fazendas :. : -
clonadas, peles seguidles preces, que sao os....
commodos possiveis.
Chancas feiUs no l'oilo p roprias rara o nver-
110 por iOO.
Bor/eguius francezes dos melhores tabtiia .
por l{OO.
Borzeguins de Mell por 12000
Sobrecasaces de panno Qno preto e de edi -
penor por 3JgU0.
I'alelols e sobrecasacas de casemira por -'.'.
Calcas de casemira superior por10| e I2p.
Camisas inglezas de linho superior por 51 -
Chancas proprias para andar em sitios e i
hos por SirOO,
Charutos superiores e oulras morcas cont
das, caixa ScOOO.
Camisas inglezas
Na loja de Goes /Bastos, ii:a
do Queimado n. 4G.
Acaba-se de reeeber um grande sorti:..
das verdaderas camisas inglesas muito
rom pregas largas, peitos d. linho, sendo
ultimas camisas de um goslo apurado, Ion; i
pregas comocm eollonnhos, pols c decente :.
aos rapazescomo sos senhores de maior. pot so
sendo mua aporcoqoe recebemos, delibcou-
se a vende-las por 38$ a duza, nesla bem coi -
cida loja de Goes & Basto.
As mtILoi es machinas de coser dos na; .
alamados autores de New York, i.
M. Singer & C. e Wbeeler &Wilson!
Nesle esta! I
menio vendem-se ,
machinas deslcs d
autores, mostram-se a
quabiiior hora do di-
da noiio, e responsa! :ii-
samo-nos por sua i a
qualidade e segura: n
no armazem defazf
do Ilaymundo C:
Leite &" Iruins rua da
Imperalriz n. 10, amigamente aterro da E >-
Vista,
Saunders Brothers A-C. tem pira vencie- ea
3eu armazem, na praca do Corpo .Sonto o 1
Iguns pianos do ultimo gosto. recentn;-Lie
chegados, dos bem couhecidos e acreditados fa-
bricantes i. Broadwood dSons de Londrc e
muito proprios rara este clima.
Escravos fugcios.
Fugo oescravo de neme Cesaiio, idadede
vinlee lanos buhos, pouco mais ou menos es-
tatura mediana e reforcado, bons denles o
dos, cabra escuro quasi negro, barbo na pon
queixo, olhos avcrmolhados. peinas um
arqueadas, fllho do .Sobral fCear) ; porta lo
roga-se aos capitaes de campo, s aulorid e
policiaes, e qualquer pegsoa que o possa en
irar, o apprehcndam o o levcm a sua senhor.'. ni
caes do Ramos, sobrado encarnado, que b i o
gran nados ; e se protesta contra quem o livor
acontado em sua casa,
Fugo na noite do da 26 do corrente a cs-
cravo Jacinlho, crioulo, que representa le? "
annos, 6 a lo c secco, porm esl com prin (
ce inaldade, e por sso lera os pes e o rosto in-
Farinha/fle mandioca.
Vende-se farinba demindioc, superior quali-
dade, vinda do Maranlo, pelo hiate Rosa e
brguc escuna Graciosa : nos armaxens de Ma-
chado & Dantas e Antunes Guimaracs & C, no
Forle do Maltes, largo daAssembla.
Alteiicao.
Chapeos para Loraem especiaos para
luto, recommendaveis pela sua boaqua-
lidde: ua rua Nova n. S.
ao pedo arco de Sanio
Antonio
contnua-se a vender bicos e rendas da trra,
assim como lencos de labyrintho os mais ricos
que tem vindo ao mercado, ricas caixinhas de
marisco proprias para costura* de senhora, pen-
Ics de "arlaruga, gosto nlciramenle moderno,
ricos coeros de casemira bordados para criancas,
ditos j debrunhados com ricos filas, bonets' de
velludo para menino, chapeos, pora baplisados,
assim como todos os preparos para boptisado, c
toalha de labyrintho.
Vende-sc muito em conta vaqueles de lus-
tre pora carral: na rua da Imperalriz n. 78.
recompensados.
:400g000 de gratificado.
Anda contina a eslar fgido o preto* Nicolao
escravo de Francisco Antonio Cabral de Ui
senhor do engenho Tabocas da freguezia da '
este prelo alio, chcio do corpo, representa ;< r
22 a -21 annes de idade, lem as cosas algumas
marcas de castigos, c tem alguns principies ((.
o litio de corapiua. Ha algumas SUSpeilas q i
ol.e lenha procurado os serloes em demanda'ea
provincia do Maranho, d'unde vcio ser rendido
no Recife. A sua apprehcnsio e entrego, fi no referido engenho, a seu senhor, quer no I
fe, ao Sr. Manoel Anlono Goncahe?, ser "rati-
ficada com a quantia cima, de'-OOg.
Na madrugada de 24 docorrenle fugirar" a
engenho Monjope dous mulatos, ura de nome
Agostinho, cheio do corpo, idade de 25 annos
acaboclado, pea grossos, cabellos corridos, c sem
barba ; e ouiro chamado Izidro, secco, nao alio,
cabellos crespos e collados muilo renle, tendo
uma cicatriz no alio da tesla, e buco de 'barba ;
levaram Scavallos, um melado raposo e rabio, <
ouiro alasao, um pouco magro '. quem os appre>
liender, levando-os ao referido engenho Honjope
era generosnaente recompensado.


(R)
fifiO DE PERNAMBCO. -- QUINTA ftlRA 5 DE JULHO DE f860.
Litteratura.
OS ANARCIHSTAS E A CMLISACaO,
Ensato poltico sobre a situaciko
POR
i Pernant encano.
Liccn tia motor in,pudeilia?-
Plat., de leg., dial 3.
K o nao ilo estado vr.ga cm mar bonangoso ;
suaves zpphyros a batojara ; a mo do timoneiro
robusta ; nao a conirariam correnlcs hostia,
uem o.das cncapelladas.
K, oasazaa de utn pampcro, grito estridente
e descomposto fcndeu os ares, como prego de
guerra e de exterminio :
Qual 6 leu tim, voz sinistro ?
Desmoronar quanlo os seculos leeni creado
(le prr.ndo. e de fundo.
dureceu, c os das crticos sao boje tradiciu-
naes.
E' na sapicntissima lei fundamental dcsle im-
perio, lei onde se ncham consignados os princi-
pios da razo escripia, que os Brasileiros reco-
nheceni o seu progrsmma poltico. Calumnia o
cdigo sagrado quem, interpretando-o segundo
s necessidades das fargoes, elsticamente o adap-
ta s circumstancias do n omento, e Ihc atliibue
intenges de suicidio.
A primeira mxima que a constituirao procla-
mou, de todas a mais tilal, a mais emincnle-
mente constitucional, aquella n que todos osou-
tros se subordinam, a de que o imperio do
| Brasil a nssociacao poltica de lodos os rida-
! o os brasileiros, i'uma monarchia li\re e inde-
; pendente.
Ahi est a philosophia da consliluicO ; e lo-
dos as suas ulteriores delerminogoes s lendem
a realisar este magnifico desiderandum. Fixaco
de religio, reconhecmenlo de dymnastia, divi-
san de poderes, organisago de inslituices, pro-
clamacao de direilos individuaes. ludo isso
sao pedras da abobada, cuja chavc-meslra
aquella liberdado e independencia da monar-
chia.
Monarchia e Brasil saoduas palavras e urna s
idea ; sao alma e corpo, s iudestruclivcis quan-
do inseparoveis. Atacar a monarchia allenlar
l'aia assenlar o que ?
- Par; assontar-me, rindo, genio do mal. so- c?Illrfl.a, 1!l,^nua,Je' a grandeza, o futuro da na-
hrc as ruinas funiegonies de um auspicioso im-
perio.
Quem s t?
O Adamaslor da mentira.
Donde solas o leu bramido?
Pa nobre cidade, ouli'ora capital do Bra-
sil, cujo pensarecho.
Menta o Adamaslor Esse bramar
'norgumeno, esse baccli3ntear delirante
e rugir
ess6 re-
demotuhar no vacuo, nao representam mais
tisle perturbago de um cerebro en-
c leal quem so-
vozes insanas. A
en de Cwunu, o lorro conspicuo or innu- b 0 apropri\,do % \
ner.'M'is filhos seus, modelos de intclugencia e naruna idado litro fnn
Ule.repelle o falso procurador a quom no- J?S eodd'o e Te pSS
-O confeno ; proles a contra o tor- mull(J cumpri.,a /balx
BK OS^ d'glLa"86 dos maiorcs histricos, radiante de luz que
!p5SrIsas?,. ase asasr"esclarcccr fas,3 dudou*he-
formo
Calumnia um solo Ilustrado
nha complicidades com essas
ierra
:i
fid
nhum mandato conferio ; protesta contra olor-
pe adulterar de seos senlimentos; indigna-se
i >m esse brad
mariso i!e una
das manifeslacocs' de" intelligentes o cordatos
-votos
Menlio o Adamaslor !
I'.' orgao de si mesmo, de suas visoes sinistras,
de suas proprias opinides (se o ); de seus odios ;
!: su ia conveniencias ; de seus clculos 1 Nao
ha bocea, nao ha coraco, em todo o imperio
la Sacia Cruz, que espose osdevaneios do fe-
bricitante espirito que ahi rumoreja blasphe-
mia ; urna unidade entre sele milhcs de ho-
rneo* !
II
Gratas Providencia, nao sao os chos brasi-
leiros para repercutir clamores desaliados. O
cao. Mal hoja quem, para satisfago de odios ou
de ambiguos ignobeis, arremessa brandes de
discordia ao seio de populages pacificas, e se
afana por desvairar o bom juizo dos povos 1 Se
em taes peitos pulsasse um coraco, nao Ihc qui-
zeramos nos o ralar das vigas,* neui o pungir
dos remorsos I
V
E' dilecto este imperio do Deus dos exercitos
e das nardos. Para cada necessidade lhe depa-
ro u a Providencia, por favor especial, um re-
medio ; para cada grande idea um cholo natu-
ral ; para cada edilicago pohsica um operario
destro.
D. Pedro 1, o magnnimo, o immorla), era o
fundago de urna nova
e e gloriosa : sua mis-
philosopho soube, em dous
mundos, cumpri-la ; baixou i campa, na altura
sphc
I). Pedro II, embalado em bergo liberal, ame-
ricano, mas regio, tinha a salisfazer missao di-
versa : a da consolidarlo pacifica da obra de seu
pai, da conservado das ideas conquistadas, do
descnvolvimenlo nacional, do amalgama de um
povo digno de tal throno, de um throno digno
de tal povo.
Condizia bem com esta natural missao do im-
perante a nobre idea de congragar todos os seus
subditos entre si. Nossa esphera to oulra da-
quella onde tamanhos interesses so tratain, que
" dado apreciar o que ha de
nos nao e dado apreciar o que ha de exacto na
Devora, por todos os principios, respeitar-se
essa suprema individualidad^ como superior e es-
tranha aos debates da imprensa ; mas, cois que
lhe altribueni a iniciativa de tal ponsamento, re-
conhegamos, se assitu a alia sabedoria, o acri-
solado amor publico que s podia dictar program-
nia tal.
Era pistado o tempo das lulas quasi fratrici-
das. A mxima borrasca de urna revotuco poli-
tica, que havia l'erido de raio o denubado a co-
ru dos reis de Portugal na America, levara tem-
po longo a aplarar-se ; as vagas desse ocano
revolto continuaran] anda de bramir; ora aqu,
ora alcni, o estampido do trovao amearava a no-
va soeiedade.
Em varios pontos do immenso imperio, no Pa-
ra, como no Rio Grande, na Babia, como em Mi-
nas; as proprias provincias Ilustradas por
Dias, Camarao, Negreiios o Vieira, se ergueram
armadas faccoes, sem nexo, c s accordes no pon-
samento parricida de esmagar nascenga os des-
tinos do imperio, trateando-o, espedagand'j-lhe
I os membros, afogando cm sangue as semenles do
aquella q
lelle da civilisaco ; aquella a quem deve exis-
' i, engrandcimenlo, unidade, e o prospec-
ii de bnlhantes futuros.
(,'iicm (: aquella ormosa matrona, de magos-
loso pone, que, armada ecoroadade raios, em-
pucha um sceptro, e se recosta n'um llirono,
lo a seus ps feixes de armas e escudos, e por
ittributos o lefio, a serpente e a aguia, e no
peii.i um diamante ?
I" a monarchia.
1 lem aqueli'outra possessa, desgienhada a
viprea coma, espedayadas as vestes, vendados
"s oHius, que em su desordenado correr vai
calcando o livro da lei, brandindo um punhal na
dextra, e com a sinistra sacudindo incendiaria
i r' i ?
I a anarchia.
Aquella, a mi,
bro :
Isla, a madrasta,
dora !
a boa, a fecunda, a no-
a m, a estril e cslrilisa-
I. ha {arcanos da
111
fraqueza humana
II
quem
prefira, quem incite a proferir desordem paz, rutlll0
i i 'volla i lei. o odio odio ao amor
Maos das haviam sido csses. Esqueciam os
partidos que o combale das ideas tem oulra are-
na que a de mal feridas baUlhas, que a espada c
a lauca nao convencen], e s vencem ; que os ca-
nhos sao armas demas'.ado pesadas, 'e informes, imPeri*. prelendem n*ar o ok0 de M
. ..'._. Tii'ii'n umant *i-iit^ lu> ne 1 Hanoi tiMnlu
1 eploram as cadeias com que fingem nianie-
a liberdade Pois nao estis admirando ta-
mal no abuso tia forja, tamanha .insolencia da
innia ? Nao vos sents, novos Tacilos. dis-
S a exclamar : Vi faciendis scelcribus
;''!(,;, ta audiens qum fcil insolentes! f
Ah leudes a prora dessas suppresses de li-, E ncS0S dias n)S n5o dra ouvir.SP a v
berdade, dessas truculentas tyranmas, na circu-. branda da raia0 tranquilla, ora meo das gritas o
franca, c impune das mais perniciosas dou-, aiaridos das facroCs militantes, frvidas, inlole-
que senam abuminiveis, s
los!
Poltica austraca; desmoralisagao dos par-
tidos ; descrenga dos principios ; enthronisamen-
lodos inlcres3es! Apage, Adamaslor dn men-
tira I Nao se calumnia assim urna nnco inteTra I
Nao se csbofeleiam assim as faces dos partidos
honestos, convictos I Nao se arroga urna indi-
vidualidade assim o jus dn plasphemar contra o
imperio Nao pode tolcrar-se o cavelloiro, cujo
escudo anda liso no servico da palri; comnitim,
proclamar referes, servs, cobardes e egoislas, a
tantos denodados cavalleiros, cujos brazoei as-
seiitam as mil cicalrizes recebidas c:n defeza de
sen solo. E' injusto ; barbara; vil 1
NSo. A conciliaro s requera os f'arlidosquo
se conservassem nos nales do pacifi?o, do ho-
nesto, do licito; quo os talentos e es serviros
concorressem, indistinctos, para o tistrc dcsle
paiz ; que esforcos communs contritorssem para
o bem da patria, que tambem com num ; que
cada intellgencia guardasse iridepene'encia ple-
na, mass pedisse, em instituigdes de dscus-
sao, discusso, o triumpho para sua- opinioes.
Se por partidos se entendem o antigo arregi-
menlar de gladiadores, o permanente ilarma so-
cial, a ferocidade dos canibalicos programnas. a
machinacao secreta e acfiv tra tudo.'i espada do Damocles sobre a inlogri-
dade e existencia do imperto ; oh I sim, bem na-
ja a conciliaro, se que tenda a destruir tal
praga ; porm a isso e a esses nao se chama
partido o partidarias, mas fatc&o e facciosos.
Se ao contrario essa palavra significa a com-
munho de priucipia9 sinceros, evequireis, dese-
josos de triumphar psla persuaso enr arena le-
gal, nunca mais estadio que pela coiciliarao se
abri a taes aspiragc?.
A ninguem se inlerrsgou jamis como havia
pens-ado. como tencionara pensar.
E' para lamentar que o-talento taa foci'mente
se extravie ; nao de hoje a triste historia do
orgulho precipitando at anjos. Quando um dia,
arrefecida no peilo deste combatente a colera,
se lhe disser que esse a quera altrbueo pensa-
menlo d*conciaao, offerecra. ornar-lhe esse
pcilo com um distinctivo de mrito, i elle mes-
mo se poder enlao inquirir, como L'slemnba
na accusagSo que ora aventou :
Dizei, vos mesrao I Para se tos reconhece-
reni talentos, emprcjwu-sc algtrma sed utrero?
Exigio-se-vos sombra de sacrificie? I'erguntou-
se-vos, sequer. de que modo receberieis lao es-
pontanea merc?
Qualqucr que tenha sido o resullatk-, o penss-
mento da conciiiaco, to patritico; todo poli^-
tico, todo christBo, era digno de balxar do solio a
que se attribue, nao sabemos com ewe funda-
mento.
Quanlo mais desordeirose anarchisljs o cstig-
matsarem, lanos-mais fervorosas be icios e ac-
edes de gracas chamar sobre alie tito ormos>
iniciativa.
beaes defcnsoresila liberdade regr;da; quere-
mos liberdade paro todas- os opinioes; e, para
que esta se patenteie, conciliaro, harmona, pa-
cifica discusso, ero vez de cocrss a ferro e
fogo, neni a favor do despotismo, nen: a iwor da
anarchia ; digamoa^om Voltairo :
Soil msudl b jama*-1'afTreuse politique
Qui'prlend sur les eceurs un ponvoir iespotique,
Qui veul, le fer en ntain, convertirles morais.
Sim, a historia est cheia de converses mila-
grosas-; ha na polKa p;ticato ndmiraveis-co-
mo rheorias na physiea, quaudo--ui systerca faz
transformar ar em agua, agua enr ten i, terrr.-em
fogo, engendrando assim conistas, planetas c
ses.
Mas-esses asiros rolan n'um universo prran-
lastico, e nos queremos cornetos que nos nao de-
voren, planetas que-nos nao preiudiquem, ses
que r.os nao incendien!.
Ero-falta de accusaooes plausivo, lapida-se o
throno por seus acto* magnnimos; ,j os lobos
de Phedro invetitavam imputaces-tfisla ordetn.
Que prova tal plano em bocea de sedi iosos ? Que
a queslo dos lit, c todos os meiGs bons!___
Mas (i reporta dize-lu-beta alto) o que somellian-
tes expedientes revalast taires um hediondo
pensamento reservado.
Alert!
VII
Entendem-, aprovsHados discpulos'de Mncc'ilia-
vcl, que para imperar lhes convm- dividir.
liisufCindo ciumes vao3 entre as-provincias-do
passasseni de estul- Insensatos, que julgum poder corromper e al-
l'cinar um poro, porque allucinam e corrompem
alguns individuos Duplamente insensatos, que,
em sua inconsideracio, cuidam poder encami-
nliar, a sabor, o querer de um povo, c curvar
sua vontade a eleico daquelle supremo juizo 1
Se appcllardes para o paiz fiados na sedu-
co, o paiz vos desprezor, e que diris do arbi-
tro em cuja mo vos entiegais ?
Que vos engaaste tentando engaar, nao di-
ris vos por certo I Diris (como ja o eslois bra-
daudo) urna deduas cousas : ou que o pniz in-
capaz de ter orna vonladc, ou que o escravisa &
forra.
De um e de outro modo lhe arremecais s fa-
ces a mais alrozc inmerecido injuria I
E' o paiz que nao lem vigor, nem vontade.
Nesse caso o povo, que pecco por fraqueza, por
insensatez, por indolencia, por incuria, pur lodos
os defeitos cm que mais pode peccar um povo.
Calumnia I
O elemento povo forte porque groudo ;
nobre porque forte ; as suas fekes indeleveis,
o seu carcter, as suas qualda'des essenciaes,
nao ha alcive que lh'as possa roubar i>u de-
negrir.
A forga escra vis-a o paiz. Nesse caso, alem
de todos os deleito indicados, altrBui* mais
nacfio uma ridicula esTnhkia, isto : sao lao pu-
stllaninies as populagas, lao limitada su.i in-
telligencia, que nem sabea calcular w retardo*
do numero !
Calumnia 1
Quando am povo quer seriamente, nadffSO'lbo
pode oppor.
Nao nos iMudsmos com declwmages pbantas-
magnricas ; nao vamos desatin-adas borbolylns,
racimar as aCM salutare du ractociiiio ao facho
engaoso da ambico.
IX
Kssas abomiraveis aspira;os; ossas vozes ie
parricidio, nao achara echo m nosso povo. Lidte
embora o genio do-mal por arrojar cidadaos con-
para
mis.
caberem na concha da batanea de The-
de, de per si, coular sempre com o respeito ;
mas a sympathia, mas o amor, mas a devogo
erventes dos potos, adquire'Se custa de des-
velos, de prtoecco, de caridade, de sacrificios,
de iulelligencia. Nao basta que p soberano reine
sobre os seus subditos; deve aspirara mais for-
mosa conquista : reinar-lhes nos coracoes.
Xll
Nem mesmo para repellir excessos dero'gogt-
cos,
P
:2
garem cidadaos para um lira comrnum, etc., etc.
Tudo* Isso, sim, tem uma explicaco. Quer
dizer que aos membros de uma naco licito
praticarem "esses actos, que sao designados, trun-
ca pela palavra liberdade, sempre s pela idea
que a acompanha<
Sendo assim, pergontaremos : onde est boje
to atrasado e desptico, que taes facul-
o paiz,
dados nao sejam concedidas? onde, por outro la-
os, nos ccllocaremos na outra extrcmidade do d0, repblica to libero!, que o uso de taes fa-
lendulo Longe de nos o Ihunbulo da lisonja.'; cuidades se lolere illimitado, cimpune ?
Nao e paro homens da nossa tempera o queimar iJe a cises povos librrimos, c nelles acharis*
incens torpe. Mas ha outro delicio, mais negro ao lado da proclamacao dessas liberdades, lei,
anda aos nossos olhos, a ingralidao, essa rir-
lude republicana, c a ingraldo nao sentimen-
lo brasilciro ; e nos somos verdadeiros interpre-
tes da grande opinio nacional, elevando ao
throno testemunhos sinceros e profundos de re-
conhecimento, e admiraco.
Quem este inonarcha, alcunhado de indolen-
te, retrogrado, e superfetaco da nossa soeie-
dade f
Oulros iriam procurar os seos principaes-ttu-
los de renerago i magnifica etirpe d'onde des-
conde ; remontaran) aos mais remolos periodos
da historia europea, reconliecendo que este san-
gue o de uma seguida serie de soberanos d*
Franca, Portugal, e Rrasil, desde perlo de rnil'
anuos 1 Seguiramos, se preersasseraos, essa
nunca imterrompida lirrSo, e proelaroa-lo-hiamos
mais uobre do que quantos no mando teem Ilus-
trado nomes I
Mas nao mister ir buscar ttulos- cstianhos,
ondeos proprios sobram.
No throno, ou imraediata'niente 'fumn a elle,
se sentam hoje membros tes familias- de Bi a -
ganga1, e Bourbon, em varios-dosprmeirn es-
lados. Assim ao mesmo tempo o Imperador o
laco qw mais eslrei'.a'nossa unio cow as prin-
clpaes potencias.
Se o-esplendor daeora pd,- ser -anda ;Vri-
lliantade- pelas virtudesdomesticas; min3a-a cin-
glo mclhov soberano, raelhor pai, melhor espose-;
ira cidad&os, pro*:ticias contra provincias, povo*'feliz par, que dirieis prfdslinadc para t6o'ai-
contra thronos, o thronos conlTa poros. J de
uma furia nos fallan os velho livro, chamada
Medda-,. que leve arte, para seus- litis, de fazer
que uraa cohorte derirroos cegamente conver-
tesse as-armas de uns-oonlra outroe-, e aniquilada,
dsse victoria furia, e a seu ruGco':
ft'.r/raw' Meda nefb ;
Fatccadnt jnvset:
sic mwVua'pacli
. as i
1.', sem duvida, condico dosgovernos livres a
l; rancia na emisso do pensamento ; mas o
so dista tanto Co uso como o incendio do
i r, como o naufragio da viagem, como a
arma curia do asassiuo da espada do guer-
reiro.
Nao ha, por mais immunda, bocea de ambi-
; so ou revolucionario, que a cada momento
a profira os mgicos patarras : povo e liber-
lade. Diremos com Tacilo : Falso liberlalis vo-
!inn abis oblendilur, quiprivatim degene
n-
nenio Agrippa. Esculai-lhes as traBS;>arcules pa-
lavras, de satnico impulso :
Os-aninvos vgesosos, no nort8 trno extremo
do su!,.nao perderam as mollezas Ja crteessa
energa e independencia, quasi seUagens, que
so o mais nobre elogio de um pove.
rantos.
Nesses dias
a palavra conciliaro (ora una utopia absurda,
l-
innlelligivel
rorni como.
aps a procella
Traz a maha serena claridade,
Esperanea de porto e salvamento,
. tu pu-teum exiliosi, nihil tpei,nisiper dis-
irdias habent.
I.bordado sem ordora : sem acatamcn'.o lei e
fia autoridades, quo cm seu nome o excrcem ;
- ;:. ieio ; sem lmites as necessidades e as
; i veniencias sociaes; sem juslica ; sem grati-1
dio ; sem verdade ;
a liberdade, que
raiou emfira o dia cm que os odios velhos cansa-
ran! ; em que as faeges, estupefactas de sua im-
potencia, repousaram armas ; em que os pro-
prios partidarios, menos desvairados pela em-
briaguez da lula, olharam finalmente em torno,
encarara maravilhadus de descubrir cidadaos on-
de a imaginac.'io Ibes pintara monslros 1
Nao ha civilisaco sem paz, c esta nova dispo-
n respeilo" paz piibli- i sigo dos nimos era a anlo-nianhia dessei li-
nio conhece por dofesos se commcnsuravel beneficio da Providencia. Diris
ue a lei castiga com o azor- que assim o pensou o chele do estado ; que, vi-
rague das penas; que despreza a grande sen-i do cm fazer convergir em proreito dos povos
ctica de Sneca: id facer esl quod decel, non\ tanta forca viva quo assim se dissipava, estril,
ou cianaes : que s tem por meios a calumnio, a I aportar todos os seus subditos num s abraco, de
tjrpitudc, a revolta, c por fins a licengo!... oh esquecer deploraveis excessos, de congragar en-
maldito soja esse oslado de dissolucao e de tre si os cidadaos, como ello mesmo a lodos abra
anarchia social, al maldito porque deshonra tr
pollue uma das mais venerandas cousos na ierra,
.i dignidade humana, que essa a verdadeira
liberdade .
o thesouro de sua clemencia ; de prohibir que
aos serviros, virtudes ou presumo, se perguntas-
sc pela biographia, ou se pedisse certificado de
origeon.
Supponde um momento que houvesse Ciro de
opporlunidade, ou que os c-lTeitos fossem inefli-
cazes, quera deixar de venerar o sublime pen-
IV
Taes infelizmente lumulluam no pensamento
as reflexoes que suscita a nossa actual siluagao.
Sahindo, houtem.ainda.de um rgimen de ferro smenlo que o diclou? So oscavalleiros do pa-
osultonte de ideas que passaram), brincando tibulo, os sequiosos de sangue, dignos espec-
ia hoje, infantes, com a independencia do cortos tadores dos amphilheatros de Ner, para quem
a ; ,ulos amigos, ardemos por nianilestala, rom- \ um minuto de demora do supplicio importa a
lo lodos os diques, e levantndonos so- | pnvacao de um gozo, de uma delicia ; s os que
os destrojos de muilo principio til, de ) cora arrancara a mais preciosa das joias, a do
principio
nimio respeilo iodispensavel, de muilo santa
.; i uca.
I'odavia, osannos vio correndo ; muita uto-
pia, desculpavt! na primeira infancia do paiz, vi-
ria hoje extempornea. 0 espirito popular ama-
FOjLIIETJLU
PAULO DE KOCK.
IX
O bem e o mal.
[Continuc&o.]
tambem vinho nao esqueceu na-
A' sua saude, mi-
Bello! e
da, un banquete completo
nha chara menina.
Muilo agradecida.
Outra vez i sin, minlia pequea... Olhe,
ou nao sei o seu nome ...
Chamo-me Cerisetle.
Cerisetle ?* Esta bom nao me esquece-
rei mais desse nome, mesmo porque nao
muilo commum.
1? romo o seu.
Ah Sabrelache o meu verdadeiro nome
de familia.
Nao acontece o mesrao commigo ; porque
nao tenho familia, ou pelo menos nao a co-
nheco!.......
E' verdade, pobre menina, como que- voc
r.o conhece seus pas ? Mas dcsculpe ; se lhe
pergunto isso, nao porque seja curioso, mas
porque tuto que lhe diz respeilo me interessa ;
se lhe causei pena com essa pergunla, faca de
conla que nao o Gz o dosculpe-me.
Nao me en-ommodou. Sr. Sabretache. A
minha historia nao roysterio, e parece que esta
noite o Sr. Chatouill conlou-a a todos os c-
micos que esllio aqui; por conseguinle, eu posso
contar-lh'a se nisso tem prazer.
Pois nao, ralnha filha, tenho tanto interesse
cerno se a. cousa losse commigo E depois
ourir nao empata comer. Em frente, marcha 1
Ora vejam s I Eu julguei estar fallando aos re-
crulas ; quoria dizer: pode fallar que estou ou-
vindo.
() Vide o Diario a. WJ.
perdi ; s os que, vivendo da desorden!, como
ostirubs do cadver, futuram na harmona so-
cial a negacao da propra existencia.
llouve pois ( acredite-o quem poder I ) bocea
para polluir o formoso programrua com aleives
Cerisetle narrou ao militar os mosmos fados,
que o dono do Yeado sem chifres j linha con-
tado aos cmicos ambulantes ; porm a narraeo !
da moca foi mais breve, mais simples, porque'
nao tein o trambolho das reflexoes de Chatouill ;
terminou-a mostrando ao soldado o medalhu
que trazia pendurado ao pescoco, e que nao se
podia ver por estar sempre oceulto pelo corpinho.
Sabrelache que cscutava a moga com toda a
altcng&o, olhou para o medalho, deu-lhe urnas
poucas de voltas murmurando :
E dizer-sc que a sua familia, o seu nome.
e taires a sua fortuna eslejam todos nesla leleia !
Aqui ha Ires letras um C o dous A. E a po-
bre ama que leve aqui a indigesto, porque o
tratante de seu amo deu-lhe a comer burro ou
cavallo, como se chamava?
Nao sei.
Nem ao menos sabe o nome da Ierra que
uniao.
c No norte caloara, por um memento osclamo-
res contra o syslema d corle ; mas lies se- yao
elevar de novo, com- mais enorgia, com mais-im-
pnrioacia, mais apaixonados.
A essas imputaei/es-do norte coair; o centro, se
piutom accrescdas outras do sul contra o norte.
E' a sisania arvorada em expdientt poltico ; o
desconcert e confuso em programma sockl 1
Paralaos pregaderes, a discordia, veneno d>
repblica (segundo Lirio),mal extremo (era 'jocc
de Tcito), um. principio, um meio, um fim, u
desideradum.
Etnquanto Adamaslor nao vir turbas de ir-
raos, provincias inteiras, corpo a corpa degla-
diando-se, e reciprocamenle extinguindo-se, nao
dormir tranquillo 1 Oh! porque loho.dos
povos, para enbretenimento de um raoik'ra Ca-
ligula, cantar-lhe o Ave, itnperalor, morituti te
salutanl.B pcoporconar-lhe o dele tosa espect-
culo de motror com graca ?
VIH
Appellais. para as rcvoluces, pan a guarra ci-
vil ? Daes prova da f que depoudes.na victoria
inlellcclua-l do vossos principios ; ^. por desgra-
na, a historia de um pascado nao distante vos cn-
siuorio sempre e cm toda a parle., cfuturo que
vos aguardara.
Os mouarchistas maatcro semp c, graves, se-
veros o moderados, o.poslo quo atifandem, como
imperiosamenle o oxigera a di{mu1ade de sua
bandeira, a consciencia de sua fon;a. As vocre-
ragoes eslrondosas sao boas smente para as ruina
causas. A' defeza dos.principios de jualica bas-
tara, sobram a por.deragn, e O.riiciociuio, auxi-
liados pelas observacoes do sstndu, ou pelos con-
selhos da razo.
Se, porm, ju}garde3 opioutu> appellar para
a vontade nacienal, citai-nos em'iora, no dift.em
que julgardes madura a obra, da sducco ; esco-
Ihei tribunal,, mas cauVela, nao seja diversa a
sentonga da que diclaes !'
Os lempos aproveiuram a ligo ;j os povo-,
por mais que os agulera, naoseentre-devoram ;
vnculos d fraternidad o de amor, nescido na
communheo de affectos, de tradiges, de interes-
ses, nao se desatara nem-so rompen*. Indignas
excitaces nao produzem seno um efleity, o de
pr a nu, torpe e cynicamente, as carbalica iu-
tences de desalmados revo+ucionaro.
Se taes dontrinas, audazmente arremessadas
pela imprema, nao sao as que a legistoeao pre-
venio, quarrdoo art. 68- do eodigo penal pne
at a simples- tentativa de destruir a integridade
dO imperio, ae sabemos a-oaaes o legisladoF se
Mitra.
X
Venhamos-ora ao pensamento',. nao j reserva-
da; mas patente dos dyscoles ; poucas errata o
restabelecem,.genuino e pufo:
Onde est escripto cortezaos, lea-se cortes-;
onde corle, reir, onde re, realeza.
Venhara pois, puchadas por truoes, para a pro-
ra ptibliea dos-debates das turba, as maid>sagra-
das-cousas da nossa sociedad Beligio, poder,
aiiloridade, instiluieoes, of recomo o presen-
te O'presente como o passado, reitba ludo- barra-
desles juizes sera tribunal, deites-revolucionarios-
sem revolucao.
Discutcm "o crdem Dscutum- a realeza! Dis-
cutem o rti l
Sa-beis vos o-que a ordem ? E-a tranquilidade,
a paa, a policio, a ("'sciplina, a owiordnaoo" o-
estado perfoit das sociedades; a materia primado
toda>a ventura, de todo o progresse ; a imltaco-
humana desse asso-nbroso cencerto do universo^
onde cada ohjecto- creado gyra omorbtos prear-
cadas, phenoraeno estupenda) masque nem a-lo-
dosos espirilos ddo apreciar-I
Sebeis o qio -a realeza t E" centro natural
da associarres ; -a- instituico nica durndou-
ra,. em todos-os lempos, lugares e civilisaces-;.
a q.ue evita av-'nafigaM* crisesdat suprema eleb-
c ; a quo habilita-tm horsem colloccr-se-c-ni
esohera superior a paixoes, 3 ambiges hirmanoe-).
na^io suave do trajisco entre o passado o o fur-
laio ; pice de vasta" pyramidevassentc sobra-a
laiiga base do povo-.
Sabis e que o-re ? E' -cm e.^aipalrlota-1:<<.-
s*, a quera a sore se aprou>ve era conceder o qi
O nitrito devfa ?o,cr-lh^ ; opodurusu iccl-ssh-I ;
< sabio modesto ;. o philosopho sem orgulho-; o
-juioler c>m osUjnUgo ; o assiduo proloctorde
'.-jilos os planos-,. pensame::'.us. e homans dignos
8 prolecco.
XI
Ha um grande anadiponismo nestas- copias
sarria os pamph-letos, vomitados pela demago-
gia frauceza nos dias neastos dos horrores-da-
quclla nag.o : 6 confundir oo hodiernos re*, os
res conslituckiaaes, com os que em si.teuniara
a sumaafl do. poder publico. Quo longo ate rai
o actual regio poder, do dos res da.anligfl- Per-
sa, ou de Franca, e Ileopaaha nos seclo XVI
e XVII i' 0 noiae monzncha reprasenta mu di-
versas jnisses, segundo, as loralidade. Quem
confuede aalM si os res, da Inglaterra^, Duas-
Scilias, Suecia ou Dahomey e os impetradores
da A'lemaith.1-, da Russia ou do Brasil,, ser to
ignorado eo-rao quem. nao souber dos-lin-guir os
cnsules de Frang dos do liorna,. ou. estes dos
do commotizio. Moncunas, como osnossos, sao
uns supremos magistrados, a quem s-liisguagcn
oriental poder attribur prcdiccdos-orieolaes !
lempo bouve em que a roataaa .era- uma espe-
cie do diiuisaco. A lisonja m.esir.a, quando ti-
nha por objoct um dolo coraado, pomposamen-^
te erguido sobre um llar chimado, throno, pa-
resia atilda um perfume decante, qua-ndo na ver:
dade se nao achara de que o fabricar. No lugar
a historia eslava enlao a ohroniea; no da ch.-o-
aica u panegyrico; no de,panegrico a pocsia,
com ttvda a sualigenca de-Rugir,, com o seu. an-
'.igo privilegio de ser, pelas maravilhas qu& re-
latova, receidla, gostada, acreditada pelas turbas.
Toda a parto heroica da.mytltologia dos povos
fui continua apalheose dos quo-, cullocadcs. ci-
ma do commum dos haniens, so lhes figuraran),
por isso masmo, prirUegjades da natureza, e or-
nados cora iodos os donsdo eu, com quem mais
de perto pareclam cojnmunisar.
Volveram lempoa-de luz, derramada.pela su-
blime philosophia do Evangtlho, e a. realeza
desceu i condico da espcic humane,; hoje p-
^v
miravel harmonia. ou nascido no paco; oa-nos-
cido em pebre cabana !
Dasqualidedes, que mais se procaram em to;
elevada "esphera, c, sem duvida, a affabilidde,
das principaes-. E j hoje era todos- os-lugares
visitados pelo-monarcha, o-rico e o peste, o sa-
bio e o ignrente, o fidalgo-e o plebe, proda'-
raam unnimes q'ie to exe;isrta benevolencia,
e extrema palidez, nao poden* exceder-oe. a uso
ser peta variedade, profuntfidade, c Britho di
sua superior censerraco.
N**1 ha-tentativa patritica; io ha empreza-
til,- nao ha obra brasileira. pera a qual se nao
oncerrtre, prompte sempre, e sempre Ilustrada,
a protectora cooperacao do Imperador. T.-*t-se
de letras e sciencias? 0 seu neme apparece ins-
cripto -o priraeiro", e nao se reeeie que falteja-
mais cera a sua presenta a aformosear as festas
da scieneia, as prova publicis-dos doutos; as
escolas superiores* e-inferiores, cs-'d-ras solenmes
das grandes associacoes. Trata-se de empreaas,-
de ntetesse m-itonal-pa-ra o paia ?' V>o consciMe
que ningaen primeiro, nem era raais extensa
escala aeeoadjuve. A todos os grandes penan-'
mentos-nesta trra,, proeora assseiar seu nome/
quand delle proprio ao-tem ditniuuidw.
E ij'inndn, descansatido de serios cuidados;
procura distraeco, ainda ah, tao-loffge de sua
esphera, va* colher carOae novas.
I.inguas- murtas e viwisv historia-, belis-letras;
e bellae-rle, ludo isso le to-favnaiat como-t
os vastus-Ou.hecimentos eoo que, at en mil ra-
mos psaticoa, se avantaja-
Era mister repellir a caomna ; curapria que
uma tw<-o grata dosraeotisae as v-3zcsjd male-
volencia ; anima-nos a-con-viego de que, embora
desausrisados, somos-, neste ponto, interpretes
delta. E' nossa glora termos ura sobaron a que
nenhum outro- no muado se avantaja.
TBUb.
FallAraos-da ordemrd realeza, do re-r renha-
mos aos- pomposos vocabulos, que nsaifl an-
tcpr-lhes : liberdade-,. denucracia^ repxtdirica.
Marvilha>-se o peneador de ver que, para de-
bellar tros corpus so lhes-opponham.ires- som-
bras; a tresolidas idas-conirariem-trcs- pala-
vras vaas.?
xxx.
LiBEUOrDB-1 Quem ese ignota dea ? sabe-
mos-lhe os altributcs-, urna matrona de barre-
te e lanca ; masque significa? qual a sma mis-
sao? Esses- que a preconisam, qu* lhe enlo-un
liymdos,- que lhe regnm a& raizes daarv-aro cora
diluvios de sangue. nao safeem o que. sej o seu
dolo, nao sao capazos- de definir o -objpcto de
suas adoracoes. A escota-Ios. t.huribuando-0.
dirais ser na verdade coaao a Vcnus-dG-Virgilio,
que logo ao patentear-sov revela quo eusa et
vera incusa.paluit da. I
Liberdade, por si s-j,- palavra vasia. ie senti-
do. Q-.iareis acaso quo ella represento- o poder
de exorcera routade individual, obrando ou dei-
xando do obrar ? plena independanaia> de or-
dens- alheias, ou de-alheia vontade ? livre arbi-
trio-? julgamento, deliberacao, escolha scgiutr
do a propria conseisncia? protsstantisoio polti-
co ?- Ai de vos se assim enlendcsseis- a famosa
expresso. Tal plena liberdade do cada um seria
o cscravido de todos; quaado ernla cidao
procedesse, a seu talante', ee o respeilo s auto-
ridadesv nem s Isis, mcr.o.do- suas paixaas,
de seus interesses, de sua iniellgencia, a sccie-
dade se eonverteria n'ura cahos, porque nao ha-
veria dus homens que nac-esUvesem em lula
perma-uente, de iatelligeucA, iteresses, e pai-
xoes.
-p- Nlo (dizem elles); isso o use, mas
abuso, e a lei restringe-o, porque cada exsricio
de liberdado lera sua lei reguladora.
AUi tendes a prova da-vacoiiiade o kutnicao
Jo vocabulo ; efla exercicio liberdade! sim,
porque liberdade nao se cumpiehende, precisa,
para existir, de ura complemento ; se alguma
cousa significa, um substantivo adjec'.ivado ;
palavra que nunca pode marchar s, pois ex-
prime gafiliada, e precisa assim um apoio, um
uome a que se encost. lbmtdad faculdade...
mais de que '
Liberdadi de cotjt.mcrcio. Compreliondemns;.
a faculdade de vender ou comprar, no interior
ou exterior, sem submissao a rcgulamentos pro-
hibitivos.
Liberdzde dosmares. Direito qu3, assiste a la-
das as naces de solear livremenle os oceosas.
Isso sim.
Liberdade de conscitcia. Tora sentido, por-
que palenleia o direilo que tedia um cidad.o,
de professaras.opiniuos religiosa,que maLs con-
formes verdade lhe parecerem.
Liberdade e imprensa. Jus- de maneslra
opinio por aquella meio.
Liberdade dc-associaco. F-aculdade do se li-
restrictivas dos seus abusos.
Cdigos civis c penaes, Icis'contra desmandos
de imprensa, legislaces especiaos, ha de tudo
isso nos raai9 democrticos estados, como o ha
nos mais atrasados 1 contra o mo uso que o ho-
rnera possa fazer das facilidades oulorgadas pe-
lu toreador. Tudos os povos admiHem o uso, lo-
dos puncm o abuso; a queslo est na raaier on
menor restrieco, e dahi se vC- j quanto ella
baixa da alta esphera dos principios orgnicos
das leis regulamentares.
Nao ; liberdade uma palavra to sonora ce-
rno inane : e todava esse mesmo vago;-indefi-
nido, e innlelligivel deve olla o ter inspirado
tantas paix-esdesgracedas, efeto comraetter to
deploraveis excessos.
Tempo hotrve em qw os vencidos na ptuerra
leavam escraros dos ven-cedoies; s ahi pctiiara
bom separar-se as questoes de liberdade e estra-
vido. Na soeiedade moderna, a liberdade Um
mytho ; um yerogliphico, que nenhum Cham-
polion pode deerfrar : o cidado, que pretende
gozar das oranimudas rantagens do estado soci-
al, tem furgosaraente de sacrificar mudares de
franquezas do estado natural ; a soeiedade 6 uma
perenne delegacao.
Quem foi o que primeiro tal espresso inven-
tou ? Dos sabe. Nopoleb I'dia-que a liberda-
de poltica, bem annatysads, fura ura tabula de
convengo, imaginada- pelos governae/ies, para
adormecer os governadoa.
Mas Rousseau, que era bom reestre, ensinou
que a liberdade era alimento de bom- sueco,
mas de dillicff digeslo ; prima cs-irma- ta re-
volta. Assim- pensara tambera Segur, ao- bra-
ter que a liberdade maio- tera a temer ae pai-
rees aos seus'-servidores, que as de seurinmi-
gs
Ko ha mats-'desalmado? liberticidas que os
ullrali-beraesl
Genseuli, poi; rj liberdedeiros, qoons; pra-
gressistas da raao, allumiada pelo Kvangelho,
nos- nao finemos de amores por uma voz obsole-
to, sinistra, que oao rememora senao ingra'.if
des-, e ostracismos-, sempre vermelhade san-
gue, o negra de luto, grito qe acompanha to-
das-as- iusurreicsqne abalara1; que dMtfMIBv
mas- q-ae nao fundara.
XV
Se eu Bao tenho- fotne .
E' justo.....Mas quero diicr-Ihe una cou-
sa, Ceriseite, c uma i lea mhho. Se eu me
engaar,diga logo Pois olho, eu nao son l
maldoso, mas pareco-me quo voc no esl to
alegre, to risoaha como anda ha, pouco. .
erafira descoufi quo tem alguma. causa que a
preo-ecupa Causou-lhe albura desgosto o
ler-mc dada hospitaldade ? Se isso, diga de-
pressa E' mao na mochil e no ccele, e
mando-me mudar! Oh nao quero que por mi-
nha causa ralhom com voc.
NJo, Sr. Sabretache, nao isso, porquo
ninguem sabe que o Sr. csl.1. iic estalogem.
Nao isso? enlao oulra cousa?
El. tenho tanta causa na cabera \ Vou
dizor-lhe o que me oceupa talvoz me d
bons cotiselhos talvez isso decida do meu
futuro....
Democracia Qu-jm essa filha< dilecta'is en-
tmnhm virgens da Ante-rica... oonso se fosse idea'
ge.-ada depois do seculo XVI t 3eY a formo do
governo e> que o povo, s, oserce a soberana f
Mas essa fe-rma noexiste, jamis nunca existi;
ui brinquedo infantil-com que es habis illu--
dem- os-poras ; uma f.ii>ula, ura- mytho,. urna
abstraeco, HH allegara- philosopbica. Os-myr-
mides.nnseendo das formigas,. representam a.
intelligenci e zelo dasse povos- para os traba
lliosegrieolae Prevhoy o adevioho, symbolisa
sua -profunda) sabedoria;. as cabecee renascentes
da-hydra de Lerna signBcam o esguto de uns
pantanos-; a democracia outra idntica alego-
riv ta-impaaticavcl como aquellas-com que se
pinta o estao- de urce soeisdade, era que o ele-
mento hornera- e cidadao posa mais-na concha da
bslanca do q*e pesa entro os poros-de demasia-
dos privilegio*.
Se :8l todos os povos-modesnos- sao demo-
crtico-;. mas Mo ha-um s delle que por si
exerca peder; delegam-oa um limitado nume-
ro de homens, const-ituindo assim, quanlo ao
exercicio do poder, outra^rslocracia, ou oligar-
chia, nao-rara mais lyrannat. que anesullanla das
raunarc.hias absolutas, pois-antes um-tyraimo, que -
trezofltes-ly-ranAO. Qniwido-a hurcaoidade, para
se lirran de ura nal, corre aps outro- mal maior,
incidU inSofllmm, cupiens-vitare Sarybdijt,.
Se isto-nao dar-se-ha oaso que lenharaos
voltado 3os baacos das-escolae, para- de novo dis-
cutir as '.hese abstractas da origem- do poder, da
fonle da sobetaaiia ? Por Deu&i. quo ludo isto j
passa de anatrlisonico e pueril! Quaado os defen-
sores da.leglIottdade i.ivocam. o dreito divino,
bem saliera, sob pena de cegueira, que, ao lado
do per -nc reges. regnar.t,.o mesme- dedo dai pro-
videncia inscreveu um per me reges cadnnt. O
f-yor dos-coe-eonsiste era designar, us secanos-
de seus conseUu, tal caneca,, era vez da outra
para, segundo, a arden* dos'tempo, e das succes-
ses, supporta uraa corda. Esse direilo divino,
acalerao-Io ; fonle de ordem, de paz, da civili-
sagc. So&erania popular?ou um axioma que
nao precisa-repelir-se, ou um perigo, que impor-
ta afastar:axioma, se significa quo os reis fo-
ram fsitos para os povo*,-e nao os povos para os
reis ; perig.o-, se querem.com o veneuo dessas pa-
lavras agitar permauenteracnle as sociedades,
romper os-antros de olo, para aniquilar a muu-
do n-os-vortices dos venios desencadeodosl
Tara dizer mentira nos reis, j hoje basia uraa
coragem ctfbarde ; pata dizer verdada aos povos,
raister acoragem dosvalenies: tenhaoM-dal
Esses ambiciosos, fallares seductoMS,- esses.
declamadores energumejios e vaos, funmbulos
que com o talco das palavras fazetn refulgir ideas,
negras, cynicos discpulos de Thesp3r nanea our
Ira cousa lucrara seoo zumbar do pove, degri
seu, emtw-lo.
Su/fragios univertaes, os Napoleoes vos casi
naro deque servem.o a quem aproveitam. EJ
les vos diro como, quasi unanimidades elj#am
os habis aos primeiro thronos do raunda; ce-
rno consagrara despotismos; come. fzem que as
Niza* e as Saboiasdigara que o suicidio ?. sua
gloria, o seu desejo. Nao nao ha sociedad-e em
que a parte nfima, e inais numsrosa dapr.pula-
cao,. goze o mnimo quinho na- partlha- do po-
der ; sao, em toda a parle, minoras nurthericas
as que diclam a lei. Os nove decimos dos-habi-
taues de um territorio, os nao ligados ao solo
pelos vinculo da prupriedado, da inlus-tria, do
saiier, etc., os inhibidos pela edade, saxo. ou'ou-
tras interdicgies.lcgaes, tuda isso rodiiz. anda
as mais adiauudas insltuices, a um, numero
diminuto, a parle militante nos destinos pe.liiics
de uma nacao, a desses tutores natos, de seus
concidados sera, voz poltica, tutures dos quo
lendo sera duvida direilos, os nao pad/din todava
exercer, como succede com os mesuros% em todos
os povos cultos.
(Continuarse-ha.)
esrolrar Enlao, mintva filha, o que l|ie res-
ponda ?
Eu nada..islo 6, ainda nao sei o que devo
responder. Eulretanto cu lhe cenfesso quo essa
proftsso me- pareco muilo agradavcl : receber
applausos, ser festejada, divertir a lodos, mu-
dar a todo o instante, representar,agota de mar-
queza, depois de sultana. 0!.-,l dpvo ser niuito
divertido!
Sim, isso o lado bonito da mcda'.ha. I
Mas eu sempre vejo a tal actriz minha vi/.niia,
fazendo os seus guisados to iogareiro, c dorruin-
do n'uma cama em que era obrigoda a cncolher
as pernas... Nao devia di.voiiir-so muilo, c toda-
va eslava cm um theatto de Pars, nao sei qual!
Mas ui/i-in que os actores sao menos fclises as
provincias du que em Paris... Emfim, rainha. boa i lhe quero bem, como ura pai quer sua lili., um
Cerisetle, voc muito moga, bonita, c dizem irmo sua irni, cmliaj como ura amigo ver-
ella habilava ?
Tambem nao. To seu futuro Ota I entiio o caso c serio?
Perccbo 1 Quem c que se lembra do que E'. Eu j lhe disse quo tinhimus na es-
vio e ouvio com edade de dousannos? Tois j talagcm uma companha de cmicos ambulan-
olhe : havia no regiment um pagodista, bom tes Sabe o que sao adores, Sr. Sabretache?
rapaz, chamado Patarata. Oh meu Deus da mi- Que duvida I pois antes le ser soldado eu
nha alma! que magono que aquillu era pois i nao fui em Paris aprendiz de pintor de panno?
dizia que so lembrava perfeitamenie, que na oda-1 Todos os domingos eu dava jma chegadnha
de de seis annos lhe tnliam quetidu dar um clys- Ragnolet para ver o velho : mas durante a so-
ler, c que tinha mctldo o cano da bexiga na b- mana ia olgumas retes no Ambig ou 6 Gait.
ca e pozera-se mamar. Todos os dios nos con-, Nao acha enlo que unu bella paixao a
lava essa historia, e haviam camaradas que ca-' do thealro? que deve ser muilo feliz quem re-
hiam na ebria de acredila-lo, pelo modo simple- presenta?
rio com que o espertalho fallara 1 Ah! e a ama Pavra de honra 1 menina, que nao sei se
nao disse nada? Nunca vieram aqui lomarin-
formages della, nem da menina?
Nunca-
tostadp ligos apresentac-se no theatto.? Minha
filha, ninguem loma lugar, mesmo entre os sol-
d_dos mais. relis, sem ter aprendido o exer-
cicio !'
Mas a Sr. Angely quer ser meu. professor.
E' elle que faz os papais.de galn.
Hura 1 O que mo parece que elle re-
presenta melhor com as mogas do. que no thea-
lro Comtitdg, Cerisetle, esse ra-paz quer emba-
ca-la,... Achou-a bonita c disse l coiftsigo: va-
mos pii-la tonta cora o theatrn, que assim hei de
fazer della o que- quzer. Dc-pois quando o seu
capricho tiver passado, penco lhe importar to-
la deitado a peulcr. Cuidado... pareeo-lhe seve-
ro, rainha lita, talvez o esteja aborrerendo com
os meus conselhos; mas crea que por que
que muilo difficil uma mulher conservar-se
honesta no thealro. AUi est a vista de todos e
quando lia tanta genio que olha dn longo, hade
dadeiro !
E Sabretacha pegasdo as duas nios a moga
apertou-as fortemep.te nas suas. Cerisetle ficou
haver olgura quo queira olhar do mais perlo... como que refleclind.o em silencio; depois le-
E depois se nao so" lem tlenlo, vai-se cahindo
pouco a pouco, a meaos que n,o se lonha outra
cousa de que se tancar mo.
Assim, Sr. Sabrelache, ho me aconselha
que aceite as propostas que me fizeram?
Nao, minha filha, (raucamente, nao lho
oconselho.
Mas esse mogo... o Sr. Angely, o nome
delle, disse-me ruis que. viajando, pode sor
quo cu encontr meus pas.
L quanlo a isso, nao tenho nada que di-
zor... O que creio que so voc encontrar seus
pas cousa quo depende de algueru que est
isso melhor que outra qualquer cousa Entre-
tanto, lembro-me que na casa em que cu mo-
rara, na ra Baixa do Templo, havia no meu I cima de nos. Essu- alguem arranja os aconteci-
Ento perderam-lhe inleiramenle os vesli- palamar urna actriz quo cositihava no fogareiro I mentos, fa-los manobrar como o ordenou... e
e que dorma cm una caminha de enanca, onde nao somos nos que podemos lutar conlra os de-
era obrigoda o estar lodo encallada, o que nao i cretos da Providencia.
fortuna. E'
ainda conserva a carta, a dama
me dava l muilo alta idea la sua
verdade que ella nao era nem moca, nem, bo-
nita.
Oh Se saubesse, Sr. Sabrelache, como os
como so
gios ... e vocu
de ouros ?
Conservo.
l'ois guarde bem tudo, minha pequea, sao
as suas ccrlides de nascimenlo. Mas, fallar
a verdade, duvido que possa fazer uso disso. E
depois voc bonita, nao tola.... Ora, ha que aqui estao loo alegres, umaveis,
muilos outras que nao conhecem scus pas Nao divertem 1 como parocem felizes '
se ti afflgir por causa disso I
Eu lambem nao me aflujo.
E faz bem......A' sua saude Est deli-
cioso este quitulcl Decididamente o pai Cha-
touill nao lao albardeiro como cu pensava.
Sioio que voc nao. coma ura bocadinho com-.
migo.
E o quo tem voc com isso ?
E' que... um delles, um mogo bem inle-
ressante diz que eu tenho tudo quanlo c neces-
sario pora conseguir Inumpres no thealro, que
me offereceu fazer-m.fi entrar na sua compa-
nha !
Ah I que bora recntla 2or I E como sabe
Sr. Sabretache, se a Providencia
eu seja actriz, como quer quo cu
Enlo,
decidir que
lulte conlra a sua votilado
O soldado cocou a orelha e fez um movmento
de hombros:
Est me parecndu que nao posso com
voc ?
-- Oque quer dizer, St. Sabretache ?
O que quero dizer que os mogas arrsn-
join l os seus negocios de modo que sempre fa-
zem o que Ibis agrada. Mas enifin, representar
nao deve .<-tr tao fcil como limpar um prato, c
rptO j6 quer assim, do p para a mo, sem ler
vantou-se dizendo.:
Tem razo, Sr. Sabrelache, cao devo dar
ouvidos csse.moeo, podia resultar-mc mal...
doccdidamenlc vou seguir os seus conselhos,
nao acompanharei os cmicos.
F. far bem, minha filha. Algum dia espe-
ro lomar a vir v-la aqui, e enlo S9 csliver
muilo aborrecida dislo, vetemos o que se hado
fazer. No entretanto eu me despego.
-~ Oespede se, agora !
Sim, por que creio que voc hade ir dor-
mir cm algum lugar. Eu vou oulra vez atirar-nie
na cama, durrao ainda urnas tros on quatro ho-
ras e de madrugadiuha ponho-me a andar; que-
ro partir tules que alguem se tenha levantado ;
desla maneira ninguem sober que voc me
alojou aqui.
Ah com rffoilo, lem razo.
llavera um meio de sahit-se daqui sera se
encom modar ninguem ?
E' muilo fcil. Desea para o pateo, a porta
s esl fechada por uma barra de ferro, le-
vante-a, empurre a porta c sahia, por aqui nao
ha ladros.
Esl bem. Adeus, minha chara pequea,
receba mil agradecimentos pelo que es por
mim... nunca hei de esquec-o,.,
Tive prazer nisso I
Deixe estar que hei de vir v-la: e, pela
minha palrona I para quem esteve p'Africa o um
salto de pulga vir do-Paris.,a. Nera.ours ; se al-<
gum da,precisar do mim, man ver qup nao sou nenhum iagcalo.
At a vista, Sr. Saaretache, dai-me um
abrogo.
O soldado deu dous.beijos. nas faces da maga,
depois esta pegew na sua. luz sahiu devagari-
nho do quarto, -ecorarasudando-lhe que dsrmis-
se al o amaohecer.
Cerisetle ao doscer o escada ia dizendo. comsir-
go: Vou para, o ceUelro em que se poca fur-
ragem, deitar-me-hw, na palha e passarei uma
bella noite.. E depois pens que nao het do
dormir. Nao me atcevv a confessar ao Sr. Sabre-
lache que Angely mo fez uma declaraca, que
jurou araar-me toda a vida. Ah como' boni-
to isso mas se nao fosse verdade! Se ello s
quizesse enganar-me e depois esquecer se de
mim... Entrotanto se eu livesse tlenlo, alcan-
casse triumphas no Ihoatro, todos, aquellassujei-
tos me dsseram que tenho bonita voz. .. Oca
adeus 1 tudo isso sao tolices, vamos-deitar-iios,
tratemos do dormir, e sigatnos os conselhos d
bom soldado.
Para ir ao cclloiro da iorragein, Cerisetle foi
obligada a atravessar o patio e subir outra es-
cuda que tinha dous andares, mas que era lana
o dava par3 corredores que iam ter no quarto.
dos cmicos. A moca senlia palpitar o seu eota-
gao passindo pelo curredur do segundo andar
que ia ler ao qua;to de Angely ; subiu s pres-
sos uma especio de escada de nioleiro que con-
duzia no tal ceileiro, mas na precipitaeao com
que ia, deixou cahir a vclla. Parou e p'areccu-
lhe ouvir passos otraz de si ; leve um receia
vago; decidida a de.ilar-se sem luz, abriu deva-
garnho a porta do ceileiro, mas quando quiz
fecha-la pareccu-lhc que alguem se lhe oppu-
nha c cnlrava cora ella.
Meu Deus quem quo est ah? pergun-
lou Ceriseite toda trmula.
Em voz de lhe responderera, do-lhe um temo
bojo. Ella quiz gritar, mas Angely prendeu-a
us bragos dizendo-lhe :
Hei de amar-te loda a minha vida e nao
quero que amauhi recuses acompaahar-me.
A moga ainda procurou dcfe.ider-se; mas era
noite, eslavam sos, e Angely representara lao
bem de apaixooado! [Conlinuar-s,e ha.
FERN. TYP. DE M. F. DE FARIA: 186C



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