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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/09101
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, June 30, 1860
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:09101

Full Text
IIIYl. HOMERO IW.
rw tres mfezes vencidas 6$000.
DIARIO
ESCARRRQADOS DA 9B8CRIPCAO' DO NORTE.
Parahbs, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio MarquPs da Silva; Aracaty.o
Sr. A. de Lcmos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Ul-
veira; Maranho. o Sr. Manool Jos Martins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior; Tara, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Cosa.
l'.Vtt I IUA DOS l.oilllr.li i.-..
Olinda todos os das as 9 1/2 huras do dia.
Iguatass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Cantera, Altinhoe
G.iranhuns as tercas feiras.
Pao d'Allio, Nazareth, Limoeir, Brejo, Pes-
queira.lngazelca. Flores. Villa Berta, Boa-Vista
Oricury e Ex as qoartas-feira*.
Cabo.Serinhem, Bio'Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimcnteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios parlero as 10 horas da manhaa.
*
SAB8JD0- 30 E JOHHO DE 1860.
1 mu
Par aan*adiaBtada 19$000.
Parta fraaca para a subscritor.
JW
rtm
EPHEMERDE3 do mez de junho.
3 La cheia as 2 horas e 26 minutos da tarde.
as 10 horas e "45 mn'ulos l'1!""!*1 ">ercio: segundas e quintas.
Helagao : tercas feiras e sabbadoa.
PARTE OFFICIAL.
11 Quarto minguante
da manhs.
1 La nova as 3 horas n fmioulos da manhaa.
25- Quarlo crescente as K) toras e 16 minutos da
tarde.
PREAMAR DEHOiE.
Primeiro as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
segunde as 2 horas e 6 minutos da tarde
Governo da provincia.
EXFEOIENTE DO DI.V 27 DE JUNHO DE 1860.
Oflii-io ao F.xm presidente da BabiaAcenso
reeobido o officio, que V. F.xc. me dirigi em 22
de maio ullimo acompanhado de dous cxompla-
res do rclalorio, ctfra que o antecessor de V. Exc.
obno a sessao ordinaria da assembla legislativa
desea provincia no corrento anno, bem como o
da entrega da administrarn da mesma provincia
V. Exc.
Dito ao coronel commandanle das armas inte-
rino.O aviso do ministerio da guerra de 31 lie
marco de 1857 mandn cossar a praiicn de aiuM-
n>m-se por conta do governo casas para aqoar-
lelamcnto dos officiaes do exerdto destacados nos
ta provincia ; pelo que nao pode ser saligfeila a
desposa de 10J de alugueis de casa, que fez o
alteros Arislides Bailar da Silveira n de que Irain
o officio de V. S. de 14 de abril^este anno/qDe
lenho assim respondido.
Dito ao mesmo.Ao oflicio qu V. S. dirigi-
me em 20 deste mez, sob n. 687, respondo de-
clarando que subsistem at o fim do corrente se-
mestre as resolncoes desta presidencia acerca do
abono de etape tropa do primeira linha exis-
tente no Ouricury e primeira companhia de
pedestres da comarca da Boa-Vista, devendo do
1. de julho vindouro em diante ser regulado o
pagamento pela tabella approvada em 16 deste
mez.Communicou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Mande V. S. apresentar dia-
riamente ao presidente do jury, emquanto csti-
ver funecinnando aquelle tribunal, urna guarda
composla do pravas de primeira linha para man-
er a ordem nos respectivos trabalhos o conduTir
os presos da casa de delencao.Comrauni'0-se
ao ion de direilo presidente do jury.
Dito ao mesmo.Por falta do neceswrio cr-
dito, nao pode ser salisfrita a conta do que se
dipendeu com o transporte da ba^agem do 8."
batalhio de iufanlaria do arsenal de guerra para
o quartel da Soledade, onde se acha o mesmo
batalhio, e que V. S. fez acompanhar ao seu of-
Gcio de 11 do correle: que lica assim res-
pondido.
Dito ao mesmo.Mande V. S. dar baixa ao
3oIdadoda companhia de artfices, Hermenegildo
Severiano Uongalves. visto que, nos termos do
art. 12 do rogularaento-(Je28 de selembro de 1859,
recolheu elle ao cofrg/publico, como consta do
incluso tonbccirnento, a quanlh correspondente
aos annos de servfgo a que eslava obrigado.
Dito ao mesmo.Pode V. mandar abrir asson-
tamerito de praca ao recrula Jos Hilario de Lima,
que foi considerado apto para o servico do exer-
cito, como consta do termo de inspecro annexo
ao seu officio de 20 do corrente, sob n 686, pro-
videnciando V. S. para qu seja elle vaccinado. .
Dilo ao mesmo.Bespondendo ao seu oficio
que me dirigi V. S. em 21 do corrente, sob n.
068. tenho a-communicar-lhe qiic, deferindo o
requerimento do ajudante da primeira companhia
de pedestres desta provincia, Antonio Maria de
Souza Lobo, especo a conveniente ordem tho-
aouraria de fazenda para serera consignadas, co-
_mojHdt;_o referido ajudanle, as duastercas partes
do scii sold i sua familia nesta capi'al.Offt-
ciou-se neslc sentido thesouraria de fazenda.
Dito ao Dr. chefe do polica.A%s motivos
constantes do oflicio do inspector da tlresouraiia
provincial, junto por copia, do qual ver V. S.
que no possivel satisfazer a requisicao rontida
em sen oflicio de 4 do corrente, sob n. 771, ac-
cresce que ha indeclinavel jieccsstdade de so nao
augmentar as despezas a cargo daquella repart
.ao, era quanto os seus cofres estivercm no es-
do em que se acham.
Dito ao commandanle superior da guarda na-
cional do Bonito.Expeca V. S. suas ordens para
que o destacamento da guarda nacional existen-'
te em Caruarsoia augmentado com 14 pracas de
prct, c fique 3objo commando de um oflicia'l su-
balterno, em sullstiluigo do de polica, que nesla
data mando dflli retirar.Communicou-se ao
befe de policiaVe a thesouraria de fazenda.
Dilo ao comtnandante superior da guarda na-
cional de Nazareth.Logo que ah chegue o des-
tacamento de pSIicia que nesla data mando se-
guir para cssa cidade, faga V. S. dissolver o da
guarda nacional, que nella existe.Officiou-se ao
commandanle de polica par tmwidr retirar o
destacamento de Caruar, e aze-lo' seguir para
nazareth, e communicou-se ao chefe de polica c
a thesouraria da fazenda.
Dilo ao inspeator dt'ttiesoiirarta de-fazenda.
Mande V. S. pafear ao a^Uo do & balalhao de
infantaria Firml qa'Cunha ttegora gralicarao
que Ihe competa! ios termos do art. Su do de-
creto n. 2171 del de mato de 185B, por haver
na qualidade del ;legado de Serinhem, apurado
os quatro recrtflas constantes da relacao junta.
Dito ao metmo.-Estando nos termos legaes o
prel junto, aie me foi remellido pelo chefe de
polica comfb officio de 21 do corrente, sob n
86, maudofV'. S. pagar ao delegado de villa Bel-
la, ou ao seu procurador, a quanlia de 182j500
rs., em que in/porlam as dianas abonadas aos seis
recrulas ctMsianles do mesmo "pret.Communi-
cou-se oyDr. chefe de polica.
"Ha, a*o mesmo.As pracas da guarda nacional
* .nas na cidade de Nazareth, bem como as
dos 03 destacamentos, esto {aaando o ser-
.> proprio da tropa de linha ; jielo i\m devem
er pagas dos vencimenlos, qu ala cempe-
tcm : o que communico a V. . pstt sua scien-
cia, ficando assim respondido a^eu cloiode 25
cm o suslenio ios utricauos e pravas Oesse r-
.senal. dosqaaessc Gzeram com o sopprimenio
aas-oflioinas e navios de guerra, declarando V.
S. ao metmo lempo a importancia de cada urna
das verbas das preditas despezas.
Dilo ao director do arsenal de guerra. Ao seu
officio n. 184, de 26 do corrente. respondo decla-
rando que deve Vmc. fornecer ao commandanle
do vapor Viamo as 4 quatro arrobas e 12 libras
de plvora grossa existente nesse arsenal, corto
do que nesla data auloriso o conselho adminis-
trativo a comprar u recolher a esse arsenal a
quantidade que falta para completar as seis arro-
bas que o mesmo commandanle forneceu por em-
prestimo ao commandanle do presidio de Fernn
do.Officiou-se ao conselho administrativo.
Dito ao engenheiro Francisco llaphael de Mello
R"r. Ao seu officio de 25 do crreme, sob n.
195. respondo declarando que designo o enge-
r be i ro- Pedro de Alcntara dos Guimares Peixo-
to tiara oxcrcer inlerinamente as fuucces de di-
rector da reiiar tira o das obras publicas, durante
o impedimento de VmcCommunicou-se the-
souraria provincial.
Dilo ao director interino das curas publicas.
Sciente pelo seu officio,sob n. 199, de hontem da-
tado, de que eslo concluidos os concertos da
ponte de Goianna, o do mais que nelle me parti-
cipa, lenho a dizer-IJie, que pode Vmc. roceber
definitivamente essa obra, estando ella na forma
do respectivo contrato, cerlo de que nesla data
expero ordem thesouraria provincial para pagar
ao arrebatante, em vista do certificado dessa di-
reclori, a ullima prestacao. a que tem elle di-
reilo. na importancia de 817S6J9 rs., como re-
quisita Vmc. no final do seu dito officio.Expe-
do-se ordem a thesouraria provincial para o pa-
gamento.
Dilo ao Io lente Jos Aveltno da Silva Jac-
ques.Em additamento ao meu officio de 22 do
corrente, declaro a Vmc. que, at segunda ordem,
fique exercendo inlerinamente as funecocs do
lugar de capilo do porto, vago por fallecimeoto
do capilao de mar e guerra, Fernando Vieira da
Rocha.
Purtaria.O presidente da provincia, attenden-
do ao que requereu o mordomo do eollegio dos
orphos, "Vicente- Ferrar da Silva Braga, resolve
conceder-lhe deus mezes de licenca cora ordona-
do para tratar de sua saudc.Communicou-s ao
conselho administrativo do patrimonio do or-
phos.
Dita.O presidente da provine^*!, tendo vista
a informarlo do inspector do arsenal de marinha,
datada de 19 do corrento,.resolve conceder a li-
cenca de dous mezes, com todos os vencimenlos,
que soliciloii o cirurgi.io da -enfermara de mar^-
nha Josquim Jos Alves de Albuquerquc, para Ir
a corle, deixando em seu lugar o^Joutor ni me-
dicina JosJoaquimdtSouza, que nao perceber
vencioieuto algum por esse servijo.
Dita. O presidente da provincia, allendendo
ao que requereu o j jz de direito da comarca de
Goianna, r. Joao Amonio de Araujo Frcitas
Henriqucs, resolve conceder-lhe um mez de li-
cenr.a com ordenado para tratar de sua saude fu-
ra d'aquella comarca.
AUDINEC1AS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Fazerida : lerca, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do ooflinjercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaea; tercaa e sexta .as 10 hora.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio dia
Segunda rart do civil; quarlas e sabbados ao
meio oV
ta.
Detpacho$ do da 27 de junho.
o-587-*V'sl 8 balalhao de- iufanlaria de linha. Nao tem
lugar.
588Francisco Antonio de S5 Brrelo, capito
do corpo do polica.Dirija-se thesouraria pro-
vincial. p
582Firmno da Cunha Rogo, capitao do 9o
balalhao de infanlaria. Dirija-se thesouraria
de fazenda.
590.Jos Candido da Silva Braga, proessor
publico ubiladoRequeira a assembla legisla-
tiva provincial.
591 Manool Belarmino Ildefonso Cabral.pro-
cssor particular ^le inslruccao 'primaria.Como
requer, sendo este-despacho presentado ao Sr.
direjior geral da inslruccao publica para o fim
conveniente.
592Mapuel Joaquim Madurera, capitao refor-
mado, do exercilo. Cumpre que satistaija o que
exige o despacho incluso, por nao so poder con-
siderar perdida o caria, a que allude, sem a ex-
hibicao danuelles documentos, senao no fim de
2 annos e 3 mezes ad instar do disposto no de-
creto de 4 de Janeiro de 1842.
593Miguel Jos da Molla, professor particu-
lar do inslruccao primaria.Como requer, sendo
este despacho apresentado ao Sr. director geral
da nslrucgao publica para o fim conveni-
ente.
594-Sergio Clemcntino do-Souto Maior.
Marco o prazo de 2 mezes contados desla data.
do corrente, sob n. 628, relativo a estopelo.
Para o lim conveniente devolvo a V. S. o prel
incluso.
Dito ao mesmo.Nao tendo o ffoeem impp-
rial, nem esla presidencia, marcado prazo para
pagamento da importancia dos direitos que est
a dever Sergio Clemente de Soulo Maior Albu-
querque pelo seu titulo de escrivao da comarca
do Bonilo, resolv conceder-lhe o do dous mezes
para effecluat esse pagamento, como pedio no re-
querimento a que se refere a informarlo de V.
8. de 13 do corrente, sob n 588.O que commu-
nico a V. S. para sua inlelligencia.
Dito ao mesmo.Consolido de officio do com-
mandanle das armas interino, datado de honlcm,
sob n. 698, qdl era 21 do correle foram despe-
didos os cimrgies contractados Drs. Manoel Ei
fiedino do liego Valonea e Pedro Antonio Cezaiy
por assim Ihesconvir, sendo na mesma dzU con
tratado para o servico medico militar da guarni-
cao desta praca o doulor era medicina, Flix Mo-
reno Urando ; assim o communico a V. S. re-
metiendo por copia o termo desse contrato.
Dilo ao mesmo.Em vista dos documentos jun-
tos, estando elle nos termos U-gaes, mando V.
S. pagar ao lenle Joao Antonio da Silva, u
ao seu procurador, conforme requisita <> chele d
polica em officio de 21 do corrente, sob o. 65Z,
a quantia de 799560 rs., dispendida desde, agosto
do anno prximo passado at abril ullimo, como
lornecimento de luzes para o quartel e ehadret
da quinta companhia do 8' balalhao de Infantera
-destacada na villa da Boa Vista.owmunkou*
n ao Dr. chefe de polica.
Dito ao inspector da thesoitrara provincial.
Mande V. s. entregar ao.capito Francisco Anto-
nio de Sa Brrelo, a quantia de 50800 rs, para
pagamento do aluguel de cavallos para o seu
transporte at o termo de Nazarelh, onde vai ser-
vir m qualidade de delegado de polica.Cora-
oiu/)icou-se ao chefe de polica.
Dito ao inspector do arsenal de nftrinba.Pa-
r que se possa deliberar sobre o pagamento de
que traa V. S. em seu officio de 21 do crreme,
sob n. 265, cumpre que sejam extremadas as
despezas (citas com as dietas para a enfermara e
/
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel do commando das armas
em Pernambuco, na cidade do
Hecife, G de junho de 1860.
ORDEM DO DIA N. 414.
Havendo o Sr. lenlo coronel commandanle
do 10. balalhao de infanlsria transmitido aoSr
tcoeole Joaquim Jos Passos commandanle da
torca em diligencia no termo do Iguarassu' urna
queixa que Ihe fuera em carta o soldado da
mesma forca Alexandre Jos de Brito, relativa-
mente elape que all se abonava a tropa o
mesmo Sr. lente coronel em desempenhodej
seu dever, exigi do Sr. lente que officialmen-
le Ihe informasse a seroelhante respeilo. Esle
norm em vez do cingir-se razoavel e curial
exigencia de seu jcommandanle e pulverisar u
aecusacao se injusta fosse, desvando-se das
regras disciplinares, e do rcspeito.quo deve
tributar aos superiores, levo o arrojo de, em
su. informacao datada de 23 do corrente, eor-
pregar urna frasiologia altiva e descomedida,
que bem claramente revela o" compleio es-
quecimaoio deseos deveres, e que anda no
posto ern que se acha nao sabe respetar e obe-
decer par ser respeitado e olwdecido. Para que
tao osolibxprqcedimcnto o fique impuae, para
que a disciplina, seja coma deve or. sem que-
bra mantida..ocoronel commantlunle das armas
Interino determina que o mencionado tenenleJi-
do Brum. e que o,gr. lente coronel comman-
dod"o batalha mande poroutro subalterno,
rerjdS-lo Ili ,no .commando da forca. que nao
labe dirigir. E per esla occaaio o coronel com*
maidaole das armas uterino jolga oonseqirent.
declarar. queesU.no-firme proposito de acoro-
cnar disciplina, e punir severamente, cora o
"gor das leis a aquellos dos milHarc* desta-goar.
"'cao que as trajisgridirem e neste ampenho
lortujecer a aeco dos Srs, coronandanles dos
tcorpos sobre os sous subordinados, denlro da r-
bita que Ibes est tracada.
AssignadovAntonio Gomes Leiil^
Confirme. Peiro Gomes d'Oliveira, alferes
-ajudanle de ordens do commando.
a
O ir
1561, e
Herna.
niarru oe 18>, pra a reunito^oa Saboya e do
disincto de Miza Franca.
Oe memoraveis aconteciraenlos que ha pouco
lempo se consumaran, sao a causa deste acto po- 'A?
Otteo to importante. q
Empouef meaes. gracas ao auxilio genero-
so do imporador dos Prasmees. um reino de on- ,
ze milheea. de Italianos, capaaes de deffenderem este
DAS DA SEMANA.
25 Seg. S. Suilhcrme ab. ; s. Pebronia t. m.
26 Terca. S-. Joao e a. Paulo irms. mm.
27 0"arla. S. tdislfto re; s. Crescendo b.
28 Quinta. S> Leao II p. Ss. Argemiro e Irineo Bb
29 Sexta. J>.S- Pedro e s. Paulo app.
30 Sabbao. S. Marcal b. ; s. Luciano.
1 Domingo S. Abrao m.; g. Theobaldo eremita.
ENCAnBEGADOS DA SUBSCBIPQO NO SL.
Alagoss, o Sr. Claudino Falcio Dias; Baha,
Martins Aires; Bio de Janeiro, o Sr.
Martins.
Sr. Jos
Joao Pereira
EM PERNAMBUCO.
que
ao rieraonlo-tioss por haaajr oaprehendidd a de-' tarite
feza da causa d* Italia, ^io as suas provincias 1 cao
invadidas pelas tropas austracas. acco,
Este magnifico resultado nao podio, deixar ' les
de exercer urna grande influencia sobre a polti-
ca exterior do re. A Franca, que tao grande
parte lomou as batalhas que se pelejaram, cx-
pOz ao governo do Yei que nao era conveniente
que o remo de Sardenha, desta maneira engran-
decido no seu territorio, e pelo numero dos seus
subditos, conservarse essa linha do fronleiras
marcada pela Europa, enlre os dous paizes, nos
tratados de 1515. O governo francez pedio por
consequencia, o titulo do rectficacao de fron-
leiras, a cessao das nossas provincias d'alrn dos
Alpes.
Por mais penoso que fosse o sacrificio quede
nos era exigido, o rei e os seus ministros nao
julgaram que se podesse regeiUr esle pedido.
Convencidos, depois de recentes experiencias,
que a ingralidio o peior syslema poltico, nao
quizemos que a Franca podesse eensurar-noS o
auxilio que nos presin, e que se julgasso menos
tranquilla e com meios seguranca, peaaac linha
por vizinha nao a Italia dividida, mas a IiaHc dos
Italianos.
Consentindo, porm, na cessao destas duas
provincias, que, anda que separadas do reslo do
estado por elovadas cadeias de montanhas, leem
dado nossa augusta dymnasta tantas provas de
ndelidade e de affeicao, o governo do rei offere-
ceu condicoes muilo imporlantes. Estipulou em
pnmeiro lugar que a Franca se obrigara a ob-
servar para com as provincias nculralisadas da
Saboya lodas as eslipulacoes a este respeilo
existentes eotre a Sardenha o a Confederado
Helvtica. >--.
Pedio alm disso que os povos da Saboya e
do districto de Niza fossem consullados sob a reu-
nan Franca e mWMastassem o seu vol a este
00 l.aiisaitiif, .de 30 d'oulubro Oe
lanuel Felisberto e os senhores de
liando a restituirlo casa da Saboya
Aorto de Gex, assim como parte
ram, de Chablais, e ludo que oc-
Gentbra ele,... disse no artigo 14,
ma das partes contraanles anoexaria
oulra potencia.
aco do direito de soberana era bas-
iloria. e devia desapparecer com as
a fizeram adraillir. Devia cessar por
ito ou expresso das partes eontratan-
estipulacoes geraes que leem posle-
ulado o direilo da Eoropt.
a precitada acha-so derrogada des-
oawdo pelo tratado de Ivon, Carlos
edeu Franca o senhorio do Gex, sem
prolestasse.
nos depois, as disposices do artigo 14
1 de 1564, nao figurara na conveneo
entro Carlos- Manoel e Genebra com o
oto de lodos os Canloes suissos. Enl-
atado de 3 do junho de 1754, eslipula-
o rei Carlos Manoel III e Genobra,
pressamente : Como meio do ajuste
do por esle tratado e verbalmente, des-
pera seropre lodas as demais pre-
de qualquer nalureza que sejam.
denles consideraces demonstrara c-
rite qne as actuaos consideraces da
sao fundadas. Os tratados de 1815
menos argumentos ao Conselho Fede-
elles as provincias de Chamblais e Fan-
am resumidas i Sardenha, que as linha
--,*m 1792.
E Iva>por acaso nos tratados particulares ou
nos protocolos de Vienna urna disposiro que
ponhtjm vigor o-artigo 14 do tratado de 1564 ?
Nenhuna absolutamente.
Mas*'- conselho federal invoca o artigo 23 do
tratad* de 1816 entre a Sardenha o a Suissa.
Esto-iftigo concebido d'esla maneira : As
dispoiires dos amigos tratados, o particular-
'< mente o de 3 de junho de 1754, que o presen-
t le nao derroga, sao confirmadas.
Pode de boa f accreditar-se, e sustenlar-se
que por urna phrase vaga a Sardenha possa con-
sentir em fazerreviver utoa eslipulaco que tem
O proprielario do diario Manoel Figueiroa do
Faria.nasua livraria praca da Independencia na.
f.s.ti,.0-_d.a.'m.r.sraa MiWvw os"hab]tn"tes~d j reacve* ^ d",a ? B8SUaddar queaUo pnra
Italia central tinham manifestado a
de nao formaren mais doTue um u i o n m mo esla mesma phrase do artigo 23,
com os amigos subditos do" rei V|ctor Emm- "-- P "g0' a9 dl8P081t0^ ls'enl
aJd".Ue paiz ,41 reconhefiua no interesse d'a Sardenha,
ignadgcons- que a Bedio.e obleve cm compensagao d4 cesg8o'
de territorio que fez a favor de Genebra, e por
conseguiotc da Confederado. Mas 3e a Suissa
julga que essa neulralisaco til, nao nos1 op-
poraos a que os seus ineresses sejam tomados
era aria consideracSo. A propria Franca o de-
clarou formalmente, e nos lomamos ola d'isso.
Este ponto deve ser examinado e resolvido de
accordo com as pootencias signatarias dos-trata-
dos d Vienna, porque toca nos ineresses geraes
assim como as conveniencina
nuc. Foi depois expftesamenie cenvetoMnado
qne urna commiesao mixta lixaria as novas Iron-
teiras dos dous paizes, tendo era atiendo as ne-
cesidades reciprocas de defe e a conOguracao
das montanhas.
Esta commissao, quo.dever dirigir-se quel-
es lugares, anda nao ullimou. os
Ihe foraav confiados.
dera-se comtudo feliz de -poder presooiemenie
trazer ao conhecimenlo da camar, qi# em con-
sequencia do acordo*quc j existo om o go-
verno francoz; o nosso paiz flcar'de posse do
curso superior do Rosa, assim como das planicies
do grande.cpequeo Cenis, que fazm -hoja par-
le da provincia de Maunenne.
Ontras commissoes mixtas foram enesrrega-
das de resolver as quesloes relativas parte da
divida publtta qi^jierlence as 4>rovitos *adi- 3a Enrona
caminhos de ferro, etc.
A solugao destas quesloes, eoroquanto nao
possam effecluar-se n'um curto espaco de lem-
po, e que exijam esludos e trabalhos minuciosos
e activos, nao offerece comtudo diffieuldades
laes que deixem o campo aberlo as controver-
sias.
0 governo do rei jolga, pois, que de momento
e sutliciente haver-se estipulado que estas ques-
loes senam resolvidas de accordo enlre os dous
governos da manoira mais conforme as mximas
geraes do direito publico e sua conveniencia
reciproca. Tambem foi garantido aos emprega-
dos que se tornassem subditos francezes, a con-
servasao dos seus mulos, graduaces e ordena-
do, reservando-se a todos os habitantes das pro-
vincias reunidas Franca a faculdade do perraa-
necerem subditos sardos.
A urgente nocassidade de por termo a um
estado de incerteza que nao deixa de offereoer pe-
ngo para a ordem publica, foi a causa porque se
procedeu totaeae na Saboya e no districto de
Niza, antes que o tratado tivesse podido ser sub-
mcttido ao parlamento, mas sob a expressa re-
serva da sua approvacao. Depois da adopcao
desta formula ampia do sufTragio universal em-
pregads#ilimamenle na Emilia e na Toscana nao
parecen inopporluno que o voto do parlamento
fosse precedido desta solemne manifeslaco da
vontade dos povos.
Bosta agora ao parlamento consagrar ou re-
jeitar esta importante eslipulaco. Submetten-
do esle grave documento s vossas deliberaces
o abaixo assignado limita-sc a fazer observar
que se qualquer cessao de territero actual-
mente penosa e dolorosa. comtudo muito mo-
nos quando nao a consequencia de desastres
humilhanles, mas sim a consequencia de urna
guerra gloriosa.
Nao se trata de urna conce3so feta a um ini-
niigo victorioso, mas de urna attestaco solemne
de reconhacimenlo da parle de um povo resurgi-
do para cora o seu generoso allitdo.
(Segu o texto do tratado, de que os leilords
j leem conhecimonto, pela publicacao que del-
Le opportunameate fizernos )
em 17W, seno as que por sua naiureza, tactos e
convencoes subsequentes, estaVam' destruidas
desde 200 annos.
Todava justo reconhecer que as trnsateles
de 1815, creara m .s provincias de Chamblais e
Fancigay um estado jurdico excepcional pelo
que reipeta Suissa. A neulralisaco d'aquelle
Hespotta
do
governa da Sardenha
Suissa
ola da
Da Opinioni, de Turin, extsaMmos a
exposico dos motivos qne deram logar ao'trata-
do de cessao do Saboya Franca, oque foi apre-
senla-ta na cmara dos Reputados triloe pelo
nte do coflMho
'res :
honra de apresenlar a cmara o
que autorisa o governo do rei
lio concluido om Turin em 24 de
Torin, 21 de margo de 1860.
Sonhor Commendador.
Mr. Tourb ehtregou-me urna copii do despa-
cito, que encontrareis annexo. em que o conselho
federal chamas ottengo do governo do rei sobre a
poslcao jurdica das provinciatneulralisadas da
oc/'" r C8Se mo pb enlre a Saboya e Berna, e as eslipulacoes
europeas de"l815.
Mr. Tourle, deixando-me copia d'arfdella nota,
a*jgiu-me outra na qual refenndo-se ts recla-
macoes dos governadores do Chambery de An-
necy, cm que se annuuciava urna votaco prxi-
ma relativa annexaco da Saboya a Franca pro-
testa, em nome do conselho federal, contra qual-
quer acto qtie puosa mudara siluaco da Saboya.
Junta acharis o copia d'esta nota.
Respond a Mr, Tourte que nao comprehendia
Como a marcha que o governo do rei tioha se-
guido, pnderia dar logar a recrimina'cao do con-
selho- federal.
E' lectivamente suffieiente lr a respo'staque
dei-a comniuriicacao do mr. Thouvenel para se
Bear convencido de que o governo do rei, nao
podendo deixar de receirhter o valor de um vo-
to que se havia de pronunciar de urna maneira
legat por parte - Mtawia, aquoHa declataco seno sobro ss segu-
rrteos manifestadas as notas do governo fran-
cez de lomar em' consideracao 03 ineresses da
Suisso. Acresetinlei a mr. Toarle, que tambera
nao Comprehendia coro que direilo a Suissa pro-
testava contra qualquer votaco que tendesse a
mostrarjWo * povos. "lia oslo um sin-
igotnte 'guiar es^Papenle dos direitos de soberana de
s. M., que liastnle difficil de explicar, lnJo
em conta as eslipulacoes internacionaes invoca-
das pelo conselho federal. ^
Nao julgo pois conveniente; deller-me n'este
poni da comraunicaQfto da CoajMeragio, c limi-
lar-me-hei a algumas indicaWfobro o, valor
altribuido pelo conseH^1 federal ay tratado de
. parti-
culares da Sardenha e da Suissa. O governo do
rei est persuadido de que a Confederado Hel-
vtica ha de ser ouvida no debate, e pela notna
parto estamos disposlos a appoar lodas as pro-
postas que forem suflicienles para satvarem os
ineresses permanentes da nago suissa. Temos
dado mutas provas da nossa syrapslhia e.da
nossa amisade para com a Suissa, pura quo o
conselho federal nao csteja convencido* de que
encontrar na Sardenha, no caso dado, os sen-
timentos que at aqu Ihe insprava a sua con-
ducta.
Poco-vos, Sr. commendador, para 16r esle des-
pacho, e dar copia d'elle ao Sr. presidente da
Confederaco.
Cavour.
Da Opinioni Nationale, exlrahmos a segunte
proclamarn espalhada pelo patriota Garibaldi
no acto da partida da expedico :
Prodamacao.
Italianos
Os Sicilianos balem-se contra osinimigos da
Italia e pela Italia. Soccorre-los corn dinheiro,
armas, e principalmente com o seu braco, um
dever da parte de lodo-o Italiano.
O que causou a desgraca da Italia, foi o es-
pirito de desconcordia, foi "tambem a indiflereuca
de urna provincia pela sorle da oulra.
A salvaco da Italia comocou no dia em que
os filhos da mesma (erro julgaram dever soccor-
rcr os seusirmos em pengo.
< Se abandonarmos, a si mesmo os bravos fi-
lhos da Sicilia, tero de combater os mercenarios
de Bourbon, e alm d'isso os da Austria, e os do
padre que reina em Boma.
Que os povos das provincias livres levantem
a voz a favor de seus irmos que combaten? I
mandem generosos mancebos ao ponto onde se
lula pela patria 1
Proclame-sc a insuffeir.o ras Marcas, a
Ombra, Sabina, os Campos de Boma, o paiz na-
politano, a fim do dividir as forras dos nossos
inimigos I
al Se as cMades n3o offerecem insurreico
una snfllcientc base, espalhem-se em bandos
pelos campos aquellos que forem mais intrpidos.
Um valente encontra armas por loda a parte!
Em nome de Dos, nao deis ouvidos vo.z des
cobardes, que se deleitam dante das mesas bem
guarnecidas. <- '
<< ArmemO-nos, combateraos por nossos r-1
mos amanha enmbateremos por nos. '
Um punhadn de bravos que me seguirtn no
campo da batalha da palria, marcha agora comi-
go. A Italia conhcCe-os : apparecem sempre
quando sa a hora do perigo. Bons e generosos
companheiros, todos consagraran) a sua existen-
cia palria Daro a ullima pinga do seu san-
gue, nao querendo outra recompensa mais do que
a sua consciencia tranquilla.
Italia e Viclor Emmanoel! era o nosso grQo
de guerra quando passmos o Tessino; ha de
soar al aos rochedos que abracam o Etna.
A esle grilo prophelico do combale, repe-
tido desdo os grandes montes da Italia al ao
monte Tajpeano, far tremer o throno abalado
da lyrannia, e todos se levantaro como um s
homem / o
As armas pois I Terminaremos de um s
golpe as nossas miserias seculares. Provemos ao
mundo que foi n'este terreno que se vcuceu a
forte raga romana.
G. Garibaldi.
fJornal do Commercio. de Lisboa.)
"
I56it e as transaccoefae 1815.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA
C1IIRI DOS SRS. DEPUTIDOS.
SESSAO EM 29 DE MAIO DE 1860.
PTendencia do Sr. conde de Batpendy*
( Conlinuaco. )
centenas do milhares le brasileros, pnucipal-
mente pero norte, e a immeosa fenilidade das
margens destvs ros, qo tojrandioso futuro
promellempclo desenvolvimiento da civilisaco,
da produeco, do commercio e industria.
Esses ros, Sr. presidente, nao sao s navega-
veis, mas j navegados lia ajli urna navegago
regular, anda que impevfeiia, efloetuada em
barcos de construccao pesado e rolinoira, o em
ajoujos.
E quar-do mesmo a navegago a vapor nao
fosse, como , de tanto alcance para as provin-
cias immediatamonte interessadas, bastaria, Sr.
presidto, considerar-se a populago que reside
Hs margen do rio de S. Francisco, para procu-
rarnos estabelece-lo ; sabido que de Pirapra
al ao ocano so pode computar em 1,500.000
alma?.
Os nossos proprielarios das margens dessos
grandes rios, homens positivos, e ligados imme-
diatamente aos ineresses das corumunicagoes,
nao coraprehendem as razos de estado que
podem levar o governo a proferir a navegago de
outros nos, da qual liram um interesse mais im-
medinto os esirangeiros do que mesmo os Brasi-
leros, como acontece com a navegago do Ama-
zonas, e do Paraguay, cujos resultados futuros
devem estar muito sbaixo dos da navegago do
no de S. Francisco e do Bio das Velhas.
Lisongeio-me, Sr. presidente, de cnconlrar no
relatorio do Sr. ministro do imperio a noticia de
jase Icr contralado a navegago a vapor do
baixo rio de S. Francisco desde a cidado do Pe-
uedo at a villa do Pao de Assncar- foi j nao
pequea beneficio, dvido visita imperial ao
norte;_mas as vantagens que possam d'ahi pro-
vir esto muito quera daqueilas que necessa-
riamente s devem esperar da navegago de toda
a parte superior, porque quanto mais se avenga
para o territorio raineiro, maior fertilidade oe
encontra, e maior somma de recursos, como a
existencia de matas e outros.
Alm de
que o rio S. Francisco offereco urna
navegago franca desde Pirapra al ao Joazeiro,
excepgo do ponto da Cacheira do Sobradinho|
fcil ligar-so a navegago inferior superior
por rneio de urna estrada de rodagem ou por tri-
Ihos de ferro da villa del'o de Assucar adaBoa-
Visla, pelo vallo do Biachao-Grande ou Curral
do Meio, ao Biacho-Secco enlre a Malta de Agua-
Branca e porlo das Piranhas, e d'ahi por terreno
plano entre o rio o serra da Poricania cima da
Vargem Bedonda, e desle ponto a villa da Ba-
Visla, como ludo se v do minucioso e lucido
Irabalbo do hbil engenheiro o Sr. Hafdd.
Atienda-so s informages -imparciaes e cir-
cunspectas dadas pelo Ilustrado Sr. Dr Olio, e
ver-se-ha que o Rio das Velhas nao s na vega-
vel, como j navegado ha mais de um seculo,
anda que por bareos imperfeitos erolineiros, na
extenso de dez leguas cima da confluencia cora
o rio de S. Francisco al ao porto denominado
hlr'y dasIMolaUs-1 " do qual existe um .
banco; d ah ao porlo das Pedras i elle navega- | taiivo, um meio ue sa've os seus
do por ajoujos: nesse ponto d-se om igual em-!
barago, que pelo mesmo modo se pode remover,
ao se pode fazer um servico mais relevante ao
paiz do que por tormo a discusseo semolhan-
les. (apoiados.)
Mas preciso confessar que essa medida so
vai de da em da tornando mais difficil, a podo
mesmo tocars raas do impossivel ; e isto Vela
razo seguintc : '
Muilos dos memoras desta casa, por certas con-
sideragOes, que pego Ikcnga para acreditar, fllhas
do amor proprio, abslem-se de empregar por si
essa medida, considerando-a como cauda dos
Srs. ministros, e por isso acoimam desde logo de
oerto esar. que 6 aproveilado fora d'aqtii pelos
Scnbas e Phariseus. que a erigem em arma con-
tra o depntado que pensa de um modo difieren-
te a trata do preencher conscicociosamente o
obrigago que contrahio desde que preslou jura-
mento sobre aquella mesa.
Eu nao estou improvisando, Sr. presidente.
Ma sessao do anno passado aqu propuz o eneer-
ramente do urna disrusso irriUnle. a discuso
bancana ; appetto para os Srs. ministros de en-
tao que se acham aqui assentados : nenhum del-
les me deu urna palavra sobro isto...
Os Srs. Sergio de \facedo e Torres Homem __
Apoiado.
O Sr. Luis Carlos :...propuz eoso enrerra-
raenio, porque entend quo devia acabar com urna
queslao que se achava sufTtcicnlemenie elucida-
da ; propuz porque via as tendencias que eso
discusso levava. os resollados desagradaveis
della. \Apo\ados.) Eu tive a satisfarn do ver
que muilos Srs. depulados que cnlo' faziam op-
posigao ao governo votaram por esse encerra-
menlo.
Mas, Sr. presidente, essa resolugao, que foi fl-
iha de mtnha convieco. apoiada n'um parecer
de um llostre collega meu, deputado pela pro-
vincia de Minas-Geraes, foi traduzida fra no in-
leresse de servir a ms paixes, como sao aquel-
las que se deritam da inveja. de ambiro e 4
calumnia 1 Com essa medida se especloa para
se aggredir urna prelengo, urna asi.irarao legi-
tima que linha, como depu.ado da provincis do
Minas-Geraes. apresentando-me i benevolencia
dos meus patricios solicitando seos sutTraoio
quando se tratara de preencher as vagas que 00
deram no senado. Honra seja feila ao bem sen-
so que caracterisa aos mineiros, quo souberam
desprezar urna intriga tao mesqoinha, Uo poqwe-
nina Nao tive seno motivos paro me uontes-
sar muito grato s signiliragoes positivas que re-
cebi. tanto quanto era possivel oble-las em con-
currencia com outros candidatos de maior m-
rito. {Nao apoiado*,)
Mas, Sr. presidente, desde que o regiment da
casa contem una medida que assim otpde o?
seus membros malevolencia de falsos apost-
los ; desde que todos os seus depotados nao es-
to resolvidos a carregar com oa onus inherentes
ao cargo, necessario que a cmara oe compe-
netre bem de seus deveres, e consulte as conve-
niencias publicas, adoptando um meio ntaiseqai-
Seris seguramente fazer urna iDjustiga cmara
dos senhores dopulados, se eu quizesse demo-
rar-me ero mostrar as vanlaens de urna seme-
Ihante empreza, vant? ta maior
. ltnfllo, quancl- '
I dos enere asscla
do porto das Pedras ponte grande de Santa
Luzia existe urna navegago bastante animada, e
d'ahi cidade de Sabara faz-se cm canoas meno-
res, e a navegago encontra mais difficuldade.
Or, so os vapores de fundo de prato nao exi-
gem maior quantidade d'agua do que esses bar-
cos-tte constrnccld* wiipet4oil huja ompregado
na navegago do rio de S. Francisco, fac!
adoplar-se entre nos, podendo servir para a
deste, vapores da forga e coustruego, dos do
Alio Paraguay, e para a do Bio das Velhas os que
se emprega na nnvegaco do rio Elba.
Os bancos disientes no Rio das Velhas nao
conslituero um erabararo serio e invendr!, pois
podem ser removidos por barcas de excavago, e
de preferenda pelo drague, que, como se sabe,
Ede excavar quatra bragas cubicas de arfia por
ora, ou 9,600 em um anno de 240 das de
servigo.
Eu me extasi, Sr. presidente, diante da pers-
pectiva futura do paiz, e sobretudo do seu inte-
rior, e da minha provincia, com um melhora-
menlo de lanto alcance. Infelizmente, em vista
do estado actual pouco lisongeiro, das (Juaneas
publicas, nao pode o governo tomar a s urna "tal
larefa, mas como nos a podcre%ios, no intuito
mesmo de promovermos recursos futuros incum-
bi-la a urna companhia que ter as jateos ne-
cessarias para realiasn-la.
A barra do Bio das Velhas apresenla-se como
um poni, perfeitamente culminante, onde se
pode estabelecer armazens e officinas cora lodo
os proparos proprios para concertos e construccao
pela existencia do mallas virgens, ahi abundan-
tes, para se fornecerem, nao s das madeiras
apropriadas, como de combuslivel.'
Fallando do um melhoramenlo futuro, e mes-
mo as circumstancias actuaes, nao posso, Sr.
presidente, deixar de fazer um appello para o
patriotismo da assembla provincial de Minas,
aim de formar all um centro municipal quo
administre jnstiga aos povns.
Basla para isso atlender-se que aquella fre-
guezia, com urna populago superior a 12,000
almas, exportando productos no valor de mais
de 218.000]|, o imporHiido outros no valor de
160:000$, alm de*800:000, a 1,000:000* de
exporlago e importago de tranzito e baldeago
por torra e por agua, se devide em dous distric-
tos, um perlencente comarca do rio do S.
Francisco, na distancia de 24 n 50 leguas, o
outro perlencente ao municipio do Curvello, na
distancia de 20 a 44 leguas, e a comarca do Bio
das Velhas, na distancia de 70 leguas.
J por isto se vO que se torna difficil, se nao
impossivel, a regular admr.islraco da Justina ;
semelhanie estado antes urna* verdadeira an'ar-
chla ; etle lugar, para onde convergen) tropei-
ros, carroceiros e outroshomeos empregpdos nos
trabalhos da navegago, nao pode deixar de offe-
recer o espectculo de continuadas rizas, o
mais penivel e dispendioso ir-se. cm busca da
lei do que do sollrimento da criminoso ou do
damno causado.
F.ssas ronsideragoes devem actuar poderosa-
mente a favor da idea que proponho, nao s em
vista da actuelidade, como dos melhoramenlos
futuros ligados i navegago dos tos pelo vapor
com os milagrea do rpido movimento de tudo e
do lodos.
Eu pois pego lcenga para anda offorecor
considerarn da casa asegrale resolugao: (l)
Pormilla-me agora, Sr. presidente, que ou
diga algumas palavras a respeilo de urna indi-
cago que vou ler a honra de offerecer.
Sr. presidente, quando se alienta bem para o
quadro das nossasdiscussoes.se reconhece desde
logo a conveniencia, a importancia e a necessi-
dade absoluta cao urna medida inserida no regi-
ment da casa, que lenha por Cm por termo s
discusses.
Essa medida, Sr. presidente, tende a salvar
muitas vezes a dignidade da cmara, e quasi
sempre consulta os verriadeiros ineresses de
paiz, porque de*a.-4^a,rgem precisa para se
tratar das suas conveniencias
Eu scgOramento seria'o primeiro a eondem-
na-la, como um alternado liberdade da tribuna
e ao syslema parlamentar, se acaso essa medida
tivesse por (Ira cortar sem as discusses lumi-
nosas dos principios e as que se prendera sos
silos ineresses adminislraclivos.
Mas, Sr. presidente, quando se ve quediscusso
dos principios substituida pelas abslrarcoes e
pelas declaroages ; quando os ineresses admi-
nistrativos sao substituidos pelos ineresses pri-
vados, por erdadeiro3 amondua; quando
i vi que a calma, a cifcumspecgo eAJgf,
tresna, fogera espavoridas dianlo das provjflj
*' m ^ftiroosiaqoa, Gl(0u oe-wn-feM0 de qu>
aggressoes que me tenho referido.
Neslas circumstancias, Sr. presidente, achan-
de-mo j um pouco fatigado, eu prescindo de fa-
zer quaesquer outras considoragoea neste acoti-
llo ; e pego a V. Exc. licenca p'ara mandar i me-
sa a segrale ndtcago : (L.)
A esla indicago ajunto coma appendice unto
outra que lem por fim pouow-ooo algum teoapo
dp Qfytt frijjlhoa. E' osla : (L.)
Tan*, f^msmimnu^ Julgiaoo obioeoM 00
deliberaran, indo a imprimir para entrar na or-
dem dos trabalhos, os seguintes projecloo:
Reforma eleitoral.
A assembla geral legislativa resolve :
Art. 1." O governo, tomando por base as
qualGcages que serviram para a ultim eleigio
geral, marcar o numoro de eleilores na lazo'de
um para quareula votantes ; nao poder porm
haver augmento de mais de um quinto de elei-
lores as parochias que derem de duze pan
cima.
l. As eleges secundarias serio d'ora em
oanle feitas as parochias cujos eleilores forem
de doze para cima, reunindo-se estes em collc-
gio eleitoral no dia designado para a eleiro dos
deputados geraes e provinciaes, ou de sensdur ;
naquellns cujo numero da oleilores tor menor de
doze. rio estes unir-se aos da immediata em or-
dem a obter-se a formago do um collegio com
doze ou mais eleilores; para o que o governo de-
signar a parochia mais central, para a qual con-
vergiro os eleilores de duas, Iresou quatro. ob-
servando como regra iovariavel que nunca o
eleitor tenha de fazer urna viagem maior do quo
a distancia entre a sua parochia ea que Ihe Bear
mais prxima como podio de reuni.ic,
2. Havero as mezas dos collegios elei-
loraes duas urnas, urna destinada a receber as
cdulas para deputados, e oulra para os supplen-
tes, e cada uro eleitor, proporgo que (or cha-
mado, apresentar duas cdulas," contendo cada
urna um s nome, e as depositar as urnas res-
pectivas, as quaes haver por Tora um rotulo
que as ditTerence. Se na apurago apparecer
alguma cdula com mato de um nome, apurar-
sc-ha smente o primeiro, dando-so por nullos
OS ou Iros.
3. Proceder-se-ha primeramente apst-
rago das cdulas para depulados, e era seguido
dos suplientes. As actas sero remetlidas
cmara municipal da cabeca do districto, a qual
proceder nos termos da le de 19 de selembro
de 1855, expedindo os diplomas de deputado ou
supplenle aos cidados que reunirem a maiorio
relativa de votos, segundo a ordem das respecti-
vas votages, decidindo a sorte no caso do em-
pate.
4." Os tabellies, ou aquellos que anas
vezes fizerem as diversas freguezias, assislro
aos collegios eleiluraes, e regislraro nos livros
de notas as votacoes dos mesmos, dando as cer-
tides que Ihes forem pedidas.
9 5." As cdulas dos eleilores serlo rubri-
cadas no verso pelo presidente, 1 secretario e \*
escrutador, o remetlidas com as actas i cmara
municipal da cabera dos districtos para compa-
ra-las com a apuraco
6. O governo mandar postar nma orde-
nanga em cada collegio para levar a acta a en-
tregar cmara municipal da cabega do districto
logo aps da concluso da eleiro.
7. Os collegios eleitoraos nao pode rao
absolver das mullas aoa eleilores que nao coso-
parecorem, salvo quando as faltas forem subs-
tituidas pelos supplentcs competentes.
8." Na eleicao de depulados provinciaes
as cdulas dos eleilores coniero tantos aneaea
quaolos forem os depulados do districto, obaer-
vando-se o mesmo nos supplentes ; o na de so-
nadores coniero tro ou seis, segunda forem
urna ou duas as vagas que se devam preencher.
Art. 2. Ficam revogadas as dispoaicoes en
contrario.
27 de niaio de 1860.L. Carlos. .
Privilsoto* ao collegio 0% fyceu qut u estaos-
cer em Minas-Gcrasi.
A assembla geral legislativa resolve :
00 esta-
cos o
os
mesmos
alumooo
Arl. 1.a Ao collegio ou lycau qua a
belecer na provincia de Mtnaajbiraea
raesmo plano de esludos adoptado no c
Pedro II na corlo, ficam concedidos
privilegios e iseiujos " deste collegio-, ^k*aa?
Art. Ficam revogoo as 1
c0 de mato de 1860.-1. Carlos.
Navigpffo a vapor no rio d*e S Frtmtktco.
A assembla geral legislativa resolve '.
c Ari. 1," O gorerno fie* autoriaado a cooeo-
der prmluto a utaa ou mate ompajibia qo
1 disposiges em.

'
A" i.



3L
i
1
p~

C
emprchendara a navejrscio a vapor no Rio de "" opiniao que fot combatida pelo uojjre depu-
S. Francisco e leus affluenles, guiaodo-se pelas lai,o da provincia da Bjhifl, e do r,v| mprPCj ale-
tazos e condicOcs cstabelecrde para a eropreza guma censura e reparo, p.arediiia ciie qUe
da estrada de ferro de O. Pedro II.
8 1. O mesmo governo procurar regulari-
sarquaesquer contratosque houver antecedente-
mente feilo para a avegacio do parte do men-
cionado rio.
|l A compenhia cois quem contratar *
dito navegaci nriobrigadaa communicar o al-
to e baixo ro, ou per meio de canalisaco os
por trilhos do ferro, e a .azer as neceisarsae
obras para preservar no fallir o a povoai.o do
Porto do Salgo, ero Minas-tlMU, o facilitara
paesagetn da navegaba pato, o rio Parara le
das Velhas, continuando ueste al- a cidade le
Sahara.
Ait. 8. Ficaw revogeds as disposicoas o
contrario.
29 de maio de 1860 L. Cario.
L-s* o vai commisseo de pedreta, a segniute
indicar o:
Reforma do rnotmento.
Nenhuma discusso d quilquer materia o-
der conMnoar, paasodos quatro das, sem que a
cmara assira a decida por votaeao symbehxa.
Para este effeito o presidente, ao annunciar a
continuarlo da discusso, consultar ooamara,
sem eraittir qualquer observarlo, se ella se julga
suOiiientemetite esclarecida ; e assim preticar
en todos os dios scgiiiiites, no caso do deciso
negativa da tnetma : logo que a decisso stlirraa-
tiva, proceder-se-ha votacoo da materia.
Y
pos
esanos
tu concuasa que
ISxc.
MIMO DE PERHAMBUr fc
milita contra a
de
en desconhecia o direilo dos-i
de seren ouvido provlami
licencas.
Hoje nio posso deixar do
"I SKTA-
casa. hrilfcenteerjeale
daje d rea ouvLdoj, es prelados sata
lenas.
necia o
pic^ewo disse que podero ser dispensada a au-
diencia do prolade en caso algum: mas reo-
nheci que a respeito do p*recn4b trcgueiisd
s. ChnstovSo. capital de provincia de- Sergips,
rmlitavajn circumstae-.-ias mu i te poderosas, co-
mo, por exeroplo, bCausa legitima e canomcasse
elle allegava para ir esludar Europa,porquan
nobro-dotMUedo sabe aja a evidente u*L._
da Igreja ou da repblica urna eauw cannica
legitima para que esta Ucelas possaa ser
concedidas.
O Sn *. Mmmreira :Porar sempre potos
bispos.
OSr. Miguel dtArtiujo :Reconhecende cu,
pois, a urgentenecessidade de que o nosse clero
se instrua, disse naquella occasiSo qoe, para nao
preterir o negocio, e corpo legislativo pedera
conceder n lirenca, oovindo-se o prelado dftpit;
mas nao duvido hoje ielralar-ma docta opbiiao,
edeclarir que o no Uro depulado leve mais ra-
" ptetau
O Sr. Gomes de Soasa : Que o* dirimes per-
tencessem de direito. i igreja j queasdovem que
I, afgumas pessoas podem ter opinii* faveravel
mas o genero humano recla>sa centra elle. O go-
verno brasileiro di ases vencimcnloi aos paro-
do paiz.
fo :-^t Sw. esqueee-se
ao apodero dosdizi-
leto*-
Gome* ds Jton;*'-- Nunca;-prtence*
tam.
0Sr.aTteue4.de dwiyo:attolLlic. ne po-
ta refutar; do iuatiluicae divin. [ rUplam'a-
tts.) Uque indubitarei que os dtamos per-
tewcoraroprimitiramente igwja.
O Sr. GommdkSomza; Nunca pedencoram
*i#ia; forom ei*oreuide de povoecopquis-
, Jmqsv
&&; Mifmi'dfArit1):Kio-wistsdrei soore
storarjdwrte, porque nio-rdesejo afaflUrMne do
aaee #posit,,quo motivar um reqeWirnento.
lete-, shro'bmni sobre b
v-
srequerwienlos deadiamento ia qualquer. za0 e, sustentar a sua, porque 6 deaUsips in-
Jiypolhese serio votados sem discusso.
29 de maio de 1860.L. Carlos.
Pexdo de iiiformagoee.
O Sr. Miguel de Araujo .Sr. presidente, se
de inderlinavel necessidade, se justo, conve-
niente, razoavel, so & de reconhecida vautagena,
de sumnia utilidade que era um paie que, romo
o nosso, regido pelo systema constitucional re-
presentativo, em que os poderes do estado se
aclwra divididos.em quatro ramos distiocioa; se
necessario, justo, razoavel, digo, que cada um
desees poderes, coropenelrando-se do sua mis-
sao, easTga suas altribuicoes, (uuccione, applique
todos os meios de que pode dispdr para promo-
ver a felicidade do paiz, exreendo todas as suas
funecoes dentro da rbita que o pacte fundamen-
tal do estado tem tracado, nunca ultrapassando
os limites que lhos fui prescriplo ; enlendo tam-
bero que nao de menos reconhecida vantagem
e utilidade. que nao roesmo de menos iiectssi-
dade evitar que os dous poderes, o temporal e o
espiritual, representado no secuto pela igreja ca-
tholica, exercara e respeilem lambem urna inde-
pendencia mutua, trabalhando cada um desles
poderes dentro da rbita que I lies tragada, sem
que nenhum dellea desrespeile ou invada attri-
bsigoes allieias, para que se verifique por essa
rnaueira a ordem e a harmona que entre os
meamos poderes devera existir.
Infelizmente, porin, Sr. presidente, esta or-
dem e harmona, esta mutua independencia que
seria para deeejar houvesse nao s ntreos qua-
tro poderes do esladu como lambem entre os
dous poderes temporal eespiritual, nao se-verii-
cmi entre nos; e al ao psenle a independen-
cia dos poderes nao lera pnssado de urna,me/a-
utopia, de urna completa burla !
Se se trata dos quatro poderea do estado, no
vemos qwt o poder ejecutivo, secundado, cora o
ajioio, ou antes marchando de accordo com o po-
der moderador (por isso que o poder moderador
o che fe do podor exevulivo, segundo esl dis-
posto na coBatitiiicao), digo que o peder ejecuti-
vo leiu procurado invadir, absorvea* as attribu-
coes dos outros poderes ; tem procurado por to-
das as mancirag alargar u sua esphera ; nao tem
respeitado a mutua independencia que se pres-
crove a cada um dos poderes, resultando aquique
a ordem, a paz, e harmona, jamis se podem
dar entre ssses quatro poderes.
Eu nao mo alonguei apresentando considera-
Cooaaobre ea^ebjecio-, poique receiocquo denl-
guoia parle mo digam que estou metiendo a raao
em sera aiheia, e mesmo porque nao este o
objeclo principal do requerimento. que vou ter o
honra de mandar i mesa.
_Vou tratar, porem, desea falla de independen-
cias mutua de respeito, de paz e harmona, que
se di entre os dous poderes,. o temporal e o es-
piritual.
Designa lempo a esta parle, Sr. presidente,
dos toemsido praticados pelo poder executivo,
nos quacs claramente se revela o pensamenlo de
querer absorver as altribuies do poder espiri-
tual, claramente se devisa' a inten^ao de verifi-
car-ae um ottenUdo contra os dinitos e preroga-
tivasda igreja, (Jaramente so cnxerga odesres-
peilo que tem lavrado no poder temporal para
co o espiritual. ,(),que acabo de dizor veriflea-
se por alguna actos rasantemente praticados pelo
nobre actual minislro da juslica, o qual paxniilta-
rostqu luo-dig, na sua eslra, aduynistraiiv.
tem procurado erigir como prinrpio, urna inva-
so completa as atlribuices e poderes da gro-
ja ; tem-se mostrado de alguma maneira desres-
peitoso, mesmo desallencioso para com o poder
espiritual, para com aigrejafa quem deve sin-
ceramente respeitar como lhodella, porque ern-
fim S. Exc. deve lembrar-se que, como caiholico
christo que , e que eu supponho que nao dei-
xarS de o ser, segundo o dito de um illustr don-
tor da igreja, Santo Agostinho, hispo d'Afrca e
luzeiro do toda aquella igreja nao pode ler
Itoos como pai aquelle que nao lem a igreja como
niai. Non polest habtre Deum palrem, tjui non
haoei l-.cclesiam matrem.
Ora,' o Sr. ministro da }ttfica expedindo o
aviso datado de ': de outubro de 1859, declarou
ou antes, permita que Ihe diga, eslabeleceu urna
doutnna injustitlcavel, absurda o errnea na qual
se divisa esse espirito de invnsao com qua S
Etc. tem decidido todos os negocios ecclesiasi-
cosque correm pela sua reparlieao.
Nease aviso S. Exc. declara que aos presiden-
tes de provincia compele licenciar os parochos
sem audiencia previa do poder espiritual!
Sr. presidente, se eonsullarmos, ja nao digo a
legislaco, masaomenleo bom senso, a razan na-
tural, parece que ella nos cali dictando qug sen-
do os parochos por sua rratureza funccionanos
cujas obrigacoes sao todas de carcter religioso e
espiritual, quondo qualquer dellos necessite de
alguma Hecitga nao podera ped-la seno ao seu
respectivo prelado, que a nica auloridade
competente para poder conhecer a legitimidade
das causas que allega o parocho para ausentnr-s
d- sua freguezia, e para dispensa-lo da residencio
ella.
Agora, se consultamos ajptesislacao eccle9ias-
lica em vigor entre nos, reremos q'ue nenhuma
das suas disposices pode favorecer a doutrina
abdrda do Sr. ministro da juslica.
Pela conslitnicao do arcebispado da Bahia adon-
entre nos. lit.s 29 e 30 pela seccao 23 do
concuasa que nao se pode prescindir ia licenca
do prelado diocesano quaodo trata tdeale as-
sumplo.
Ora, Sr. presidente, i vista das consideracjes
que lenho produzido e queaae psrecem. rauito
.rwivaveis, contestando a doutrina do Sr. minis-
tro da juslica exposla-ooaviso de 29 deoutubro
de 189, considerando a discussio bavida .nesla
casa na occasiio em que se pudiam aquellas I-'
cencas, cssaiderando mais 3 deeisao (s msipria
da cmara approvando o requertiento de adta-
mertto offerecido pelo nobre d*pslado a que me
lenho referido, enlendo que o Sr. ministra, da
juslica, respeitando estes procedentes, jamis de-
vera aparlar-se de urna pjaxe toda razoavel,
toda legal, e em cuja quesiio nio pander sus-
tentar a opiniao contraria com o resultado d
triumpho. ,
E lano o nobre ministro reconhece que an-
dou um pouco errado naexpedico desse aviso,
que lendo-se suscitado algumas duvidas e'quei-
xumes, o atraesmo protestos do alguna prela-
dos, S. Exc, por urna especie do relralagao, mas
de urna retrattasqua nada explica, porque an-
da persevera 110 mesmo erro, diz no seu relato-
rio o seguintc :
O aviso do 28 de outubro de 1859, declarando
que os presidentes das provincias sao competen-
tes para dar licenca ao? parochos sem previa per-
missao do ordinario, suscitou duvidas que foram
explicadas polo de 23 de dezembro do mesmo
anuo;
Ahi ficou bem patente o pensamenlo do go-
verno imperial declarando: 1., que os parochos
podem ser licenciados por ambos os-poderes,
alienta a natureza mixta de suas funecrs ; 2,"
que a licenca concedids por um nao est sujeila
spprovaeo ou ciinliruiacao do oiitro, ficando
otpsroerMi. obrigado a solcitaride ambos a dispen-
sa. son pena de soffrer as consequeucias deseo
procedimento ; 3., que se nao pos em duvida
.0 direito que teem os prelados de dar licenca, e
|-a si>a Interferencia as concedidas pelo gove'rnu,.
com audiencia dos mesmos sempieque for pos-
si vel. .--
Ora, e chamo a ntlenjao ao .nobre ministro
para -estos suas-Si ti mas paiavras ; quzcra que
S. Exc. mo dlsMsse quando que pode deixar
de verGcar-se esta hypotbese, isto , quando.
pode loraar-so irirposstroVa addeucia do prela-
do, ou da.auloridade que -faz as suas vezes na
occasiSoeii que os parochos peijam licenca para
se usentarem de suas freguezias. lato prava bem
que umar causa mi oecessafjamente est per-
dida, nao lem defeza legitima por mais hbil
que possa ser o. defensor j quo a inlelligeu-
cia humana, por mais sublimo e elevada que
seja, nunca pode transabsianciar e erro em ver-
dade ; a niuguem foi concedida urna tal mis-
sao. .
Se se trst*. porexemplo, das licencas que se
pedem no.Hio de Janeiro, ondq> o Sr. bispo dio-
cesano lem a sua residencia, que diflieuldade ou
mposfiUilidadoha em i[uo seja ouvido logo S.
Exc Kniu ? Gomo , pois, que o Sr. ministro
da justlca diz : Sendo isto possivel ?
Se se trolu de licengas pedidas em outras pro-
vincias ondeado ha bispados, exislem ahi auto-
ridades, delegados dos respectivos diocesanos, a
quem elles commettem algumas de. suas aiii-
bujoes, e essas autoridades couv facilidade po-
rdem ser ouvidas.
I'orlanto, nio sei como possa deixar de ser
urna i ora- ^possivel tal oudieucis ; e sobre este ponto piin-
cipalmente chamo a altenco do Sr. ministro da
juslica.
Ora, eu ja disse que pelo simples bom sonso,
pela razio natural, pelos pricipiO da lgica e
raciocinio, pela legislaco e pplas disposices ec-
clesiasticas em vigor, nao e pode por em duvida
a interferencia dos prelados diocesanos na con-
cessao de licencias aos parochos. Entretinlo
anda lenho douliina mais positiva, derivada
do poder temporal, que corrobora esta mirth.i
opiniao.
0 Sr. Monoel Antonio GjIvo, em IS'de abril
de 1814, expedio presidencia de Alagoas um
aviso, cuja integra nao lenho, mas Irrci a sua
substancia. Aviso de 18 de abril de 1814Ao
presidente da provincia das Al.igoas, declarando
que os parochos devem participar aos presiden-
tes as liccncas.que'lhes concederera os seus res-
PclUvos prelados.
Pela siffrp>.:s leltura Oeste aviso, e pela leiii-
ma coiiclusao quo OeU* se deduz, se reconhece
o direito lucontcstavel que assste iao emente
aos prelados diocesanos para licenciareni os na
rocho?. O auc ha, 6 que os parochos devem
apresenlar as suas licencas no respectivo presi-
dente de proveca para terem o visio, c assim
perceberem a congrua. O aviso citado nao pode
preslar-sea oulra fnlerprclarao que sea to le
gitinia como esta,
Por esta occasiio. Sr. presidente.
piiruflko ponte d*
Ele sublime escriplor considerava o principe
coeso um dos entos mais nfelizes, porque esta va
^uasi sempre rodeado de corlezios e conselhei-
rosdesleaes e pouco sinceros, os quaes s fazem
chegar a seus ouvidos a verdade horrivelmenle
adulterada, profundamente mutilada, e sunca
o sua genu i na e pura essencis.
Ijjo nio conlinuarei mais nosta asada, porque
eceio que V. Bxc. me.chame i orden, e de mi-
toa parte proeuro enir discusses desagra-
geeis. Vou, nois, .luir o mcu diseurso, fa-
iendo apenas urna i ca reflexao, e rem a ser,
tse, enxergsnsb eu nfs actos do poder exeenli-
o, a que acabo de fazer refero wi, un alienta-
do hornvel ao poder espiritual, denunciadmwsJ
desejo. urna intentan manifesta de desrespeiS?
os-direilos e prerogalivas da igreja, deslruindo
asatm n mutua indbpendencia que deve havor
entre aquelles dous poderes, nao pude deixar de
membr.o.coma suu. ainda-que-jnuilo obscuro o.
instgtirflearrte, d igreja catholira, orcomo minis-
tro da nossa raligiio, enunciar um protesto con-
tra laca abusos.
Serito-me, P9.S. saUsfeilo por nesla occasi.io
h que,
riarfa-
aiora ao oulro ponto, que julgo lambeh muilo
Hspstlante, e pnra> o qual. chamo a_alenc,oe
eoadjuvaco dos metis lllostrcdo collega, niem-
brosdi^onimisso fle- negseWsecisstSlicns.
Nesse ponto, Sr. presidest*v.s*att ds-apresen-
la^o/proposla de bcuecw; ecsteajjjaiicos. U
questoes tem sido suscitadas entre o pnier tem-
poraleo psder eaptrijsaj, banda ar'sri"
mesmo apirilo den* meiro ao segundo,
J entre nos o pods* Jecslivo enten
.usando do "direito da padroado secular, _
cuidado para.apresenlar^-em um* fregnezh qual
quer sacerdote uoiocluiudo empropostjldo are-
lado dioOsano.
Um faci recenlemenlojisedeu no mibislerio
do .Sr. conselheiro Jos Thomaz Nnbuco da Arao-
jp. Esse Sr. cx-minisleo da juslica eolen4eu que
poda dar demasiada expansao a< dVeitoJde es-.
colha que.lhe caofere o padroado, apresentando
e,m mo.beneficio ecclesiastica..wn sacerdote que
[nao fura incluido na proposta .palo Eru bispo
diocesano de Pernambuco. Seinlhnlei fattd den
lugar a que o Exm. bispo do Peroomluaco.-jUI-
asdu-se offeuddo em seu direilo, naoienha,
talvez ha mais de quatro anuos, aberto o concur-
so s igrejas vagas, a que considero un grave
mal, visto como resulla^dahv graude detsmento
aos liis; e a lm disto o Concilio Tridenliiodis-
pe que dez das depois da vacancia das [igrejas
os bispos diocesanos abram concurso a ellis.
.Scinelliante procedimento uccasiono'u ufa es-
pecie de conflicto entro o poder temporal^ o Sr.
bispo diocesano de Pernambuco. Nao sei ara que
estado se acha esse negocio ; o por isso nte ani-
mo a pedir ao nobre ministro d.i juslica que me
tornees os uecessarios eselarccimeutos a respei-
to; qual a sua opiniao em tito grave e transcen-
dente queslo.
No meu humilde entender, eu 01 no que ero
tal queslo a razoest toda d parte do Sr. bis-
po de Pernambuco, e para tLiidameiilar o meu
ssserlo lerabrarei cmara que adsposicab ca-
nnica preceiluada pelo Gonc. Trid. liv. 24, de
refurniatione, dispe qu.4)S candidatos prelon-
dcnles a beneficio.-curados o paiodiucs dove-m
ser examinados synodalmonte para podorein ser
pelo patrono apresentados : lemhrarei que a lei
civil de 22 de setembro de 18x8 dispe eprecei-
la que as cartas deapreeiitaga*i,para benaikios
ecclesiaslicos s possarr ser expedidas sopro-
ooslas dos bispos ; e le-mbraei finalmente que a
raxe geralraenle at aqui seguida o adoptada
m.iae*especies nao jusliiicn o procedmenloar-
bitrsrioellegiil do Sr. ex-miustro da juslica.
Nao sei qual a soluce que tem dado o nobre
Sr. ministre da juslica a respeito deesa questo;
nao sei se julga til, conveniente, que esso ne-
gocio continu nesse mesmo estado do duvida. A
ser assim, nao, pode deixar da derivarse um con-
flicto entre os dous poderes; e, pois, chamo so-
bre esl objecu> .a-altenco do nobre Sr. minis-
tro.
Sr. presidente,.tendo eo feito algumas ligeiras
consideradnos com o iutui.lo de sustentar os di-
reilns, as prerogalivas-d.igreja, o meu lim nao
oulwnrais do que.conerrur..pora que haja o
devido respeito e .iwitaracnlo i ieligiivo do Esta- poral.
1-ntpj.lpassari.ler obedec lo ao precetto que imperiosamente
me impunha a conscieakei do meu dever.
0 requgrimento que lenho a honra de mandar
i mesa e o seguintc : (te).
OSr. Presidente : Tendo o Sr. ministro da
Juslica pedido a palavra, Oca' a dscussac- ad-
diada.
!? '"S V. le de 3 de uulubro de Icfli, ari. 5 5
14, c aviso de 4 de junho de 1832. A
O Sr. Miguel de Araujo :Eu nao desejo que
r. mimsiroda juslica fique tolhMo no Seu in-
tento de responder-ese e de tallar sobre a
ra. Eu pretenda
r^L.10 SegUnd- o.e'beecid"pelo Concflto
Tndenlino. seccao, 6. decreto do Reforma!, cap
z. fJela conslituiso ecclesiaslica, pelos alvarSs
de 15 de janeiro de 1774 e 11 de outubro de 17'6
e declarada pelos avisos de 18 de abril de 1841 c
t7 de janeiro de 1851.
1. Que, sendo os dous poderes independen-
tes, a licenca concedida por uro nao fies sujeila
approvacao ou eonflrmaco do oulro; mas, em
viriude daquella mesma independencia poden,
lano esfoverno como os prelasos. na rbita de
suas atlribuicoes, impor ao beoeficiario
dicoes que forera contenientes para que entre ns
guso de licen?a coneedida peto ouiro poder. As-
aim, pelo aviso de23 de setembro de l53ne*
deve haver percebero congrua os parochos licenciados pelos
prelados, e podem sar responsabilisados quando
nao apresaniarem presideocia^ssas dispi-nsas
de residencia, como j fol declarado pelos avisos
de 18 de abra! de 1844 e 17 de Janeiro de 18jl
3 Que o aviso ultimo de 29 do outubro nao
Iratou das licencas concedidas pelos prelados
sobre as quaes nio versava a duvida submeltid
ao conhccimenlo do govemo ; mas nicamente
das licencas concedidas pelos presidentes, dis-
pondo que. do conformidade com a legislaco
rilada, podem aquelles funecionarios conceder
laes licencas, independente dos prelados; nao
excluindo essa faculdade a audiencia dos mes-
mos, sempre que seja possivel.
4." (no do aviso de 28 de outubro-nio se in-
*l
mate- fe re a incompetencia do bispo desea diocese nara
t lili ll-flf huala i-Ib !- m ____ .
duas commisses ; mas transformei casa indica-
do em requerimento, para quo se-abritie dscus-
sao. Eu por lauto requeiro a V.. Ese. urgencia
para que a discusso continu.
Consultada a cmara, decide quecouljue a
disrussao. "
. Vera i mesa, 6 liso e ansiado o seguinle Tequ*-
rimentsr ~~M.~.
Requeiro que se pe? a(*-governo pela secro-
laria da juslica as segsintes iuformaqoee :
1" Quaes as duvidas quo foram suscitadas por
parle do podor espiritual em virtudo do aviso de
28 de outubro de 1859, expedido por aquella se*
crean, aS quaes foram explicadas pelo ds23 de
dezembro do mesmo auno.
2" Em que esludo |>ra actualmente a queslo
pendente entre o mesmo goveras ooCxm. bispo
de l ernambuco, relativamente i apresenlaco e
proposlas de beneQcios ecclcsiaslicor.Miguel de
.Araujo.
Podindo a palavra o Sr. ministro da-jostica o
Sr. presidente declara adiada a discuSsao.
A pedido do Sr Miguel de Araujo, vence-so a
urgencia para entrar desde j era discusso, e du-
rante a sessao de hoje, o requerimenlo do menino
senhor.
OSr. Parauagu (ministro da juslica.) : Sr
presidente, agradece- acamara o ao nobre depula-
do mo haver proporcionado o ensejo de dar-lhe
urna brevo resposta.
Com effeilo, achar-rae-hia em urna posicao do-
torosa se, depois de urna accosa(io lao spero, a
vos da defeza nao podesso immediatamenle ser
pmide ncsie recinto, o-meu procedimento foi
apreciado pelo nobro depulado de urna maneira
que realmente nao poda deixar de sorprender-
me ; pareceu-me que o nobre depulado quera
antes de ludo laucar a odiosidade sobre o actual
minislru da juslica, pareceu-me roesmo que se
dispunha a solicitar bullas do exeomrnunhao para
atirarme fra do aprisco de cotuolcismo. Mas
felizmeno pira minvo.nebre- depulado, funda-
mentando osen requerimento, laborou no mais
belecer avista da legislacio em vigor e concilio
tndenlino (parle citada.)
5. Ose a legitimidade da liccnea. porm. nao
da ao dilo vigario o direito perc'epcao da con-
grua durante o lempo que estevo Sem exercicio
como declara o citado aviso de. 17 de Janeiro d
1851; 00 contrario, a falta, da apresentaco da
licenco a essa presidencia o sujeila a responsa-
bilidade, nos termos doaviso de 18 de" abril de
1844. s>
V pois o nobre depulado que nao urna dou-
trina nova : fundo-roe em disposices positivas,
dando-lhes urna intelligenca que nao deslroe a
"[dependencia e harmona dos dous poderes:
nao desligo os parochos da obediencia que devem
aos seos prelados, ao contrario reconheco nos
bispos o-direito quo lhes outorgado peto con-
cilio de Trento, seccao VI, cap. II, assim como
pela seccao XXII!, cap. I de Be/brmaion#i,
Esse direito anda se acha consagrado pera
consliluieao ecclesiaslica do arcebispado da Bi-,
al4?.r ""''S08 jvaras, como os de 15 de junnol
de-1774 e 11 de tjo*ubro de 1786, por diversos i
avisos o actos do governo ; nao era possivol pois
que eu prelendesse coiiraria-lo.
Mas, sendo os parochos peto tacto da sua no-
moacae. pela nalureza mixta das suas funcres
considerados lambem como erapregado pblicos'
a competencia do poder temporal nao pode ser
contestada para a concessiode laes licenca* Em
rogra deve ser ouvido previamente o respetivo
prelado; o que estabelece o aviso do 23 de
dezembro ultimo. Mas isso nao quer dizer qu*
o podes civil ealeja na dependencia, que careca
da pcrmisso previa do poder espiritual para usar
de uro direilo que timbem seu : foi 0 quo dis-
poz o aviso de 28 de outubro, ao depois explica-
da pelo de 23 de dezembro que acabei de ler.
Por csla forma enlendo que nao lenho desli-
gado ns parochos dos seus superiores.
O Sr. Miguel de Araujo:Tem desligado com
O acto de dar por si essas licencas.
O Sr. Ministro da Justina: Se o poder lem
nambaco, mas e biapo propoz pai
zia de Alagas, a ue Sania LudTds Nsrte para s
qual ole hara concomas. H
O nobre: depuMe sabe que o airar de 1781
do se iraia de apreenuci0 do paiscbs. Se-
gundo as suas disposices. a propoeta ss devs
sempre ler per base o --'^", r! ,7'*
vi de urna mformaca*. de mera rnssS
O Sr. Miguel t Araujo : t - siretts
nal. --------
O Sr. Ministro ds y tries O peder test
e peral escolhe os deixa de esculber- ama n.
o-, galU -ero cui, pcse eU o impTrUis. "
A letde Jtdeaelembro de 1828 ns art.
11 conflrme.i a pr.iiea at agora segsids.
O Sr. VtlleU Tmwn$ .-Ni., enbsr; V. Ese.
esli engaado. '
O Sr. Ministro da Justi fm :Exgese a pro-
posta ; mas esta, na forma' al aqoi prarica*..
isto e, como mera insulta ou intormacio. As-
sim pois nao me parees que. pela dispofie
citada, esteja derogada a do alvaii das acuida-
des, que permute ao gorrino o maivr arbitrio
apresentaco dos parochos.
O Sr. Miguel de Araujo Nio inforsja.r,.
O Sr. .IhMutro ds Jmsiita -.-Eele ponto es
sido muilo debatido : robre ella ouvio-se a sec-
cao de juslica do conselho de estado e o ron.e-
1I0 de estado pleno; ha resoto, oes lomadas,
com ellas nos devemes conformar.
Quanlo queslo sufcilada pelo bispo de ttt-
nambuco, ji uro dos ir.eu honrados anlecsess-
res. tendo por si a opiniao muil9 valiosa da see-
ciudejusticadoeenselho de esudo. declaro
aquelle prelado que sutorio do governo era
1JUC 3.
seu
Naza retir.
Creio que. i viia disto, o nobro depulado de-
ve dar-se por saliseilo. niS s a respeito desu
como da pnmeira queslo.
Sio eslas as poucas consideraees que tule
conveniente apresenlar em resposta is suas
sercoes, que considero lio mjasias
gressivas.
a
1 "" 1" eludas do governo era
e S Exc Qxeso a collacio do sacerdote apre-
uado peto mesmo governo para vigan de
ei
suas as-
quanio g-
(Conar-e-A.)
Q1ARI0 DE PERNAMBUCO
carapr.lfesse,8la!,.0, aUtl**['mo *mU,ea *luo nui- 9** concede_ossi i licen?as. e o parocho se con-
0 Sr. Miguel
de Araujo : Esto nos seus
avisos.
O Sr. Ministrada Justica:0 nobre depula-
do julga que o pader executivo, nas tendencias
de aberpc outres, nio-respeita mesmo o poder espiritual,
cujas atlribuices lera invadido. Entretanto n4
minos admmislraco lenho (do sempre o maior
cuidado em manter essa harmona e independen-
cia mutua que a bem da igreja e do oslado de-
ve haver enlreto poder espiritual e o poder lem-
do Qexemplo dere partir do poder, porque se
o podor for o primeiro a desrespeilar a religio
do EsUdo o a desacata-la,, c se esse condemna-
vel cxe,mplo-do poder fr sempre imitado pela
sociedade, que deplorareis consequeucias n.io de-
rivarn de uro tal procedimento em detrimento
da mesma sociedade?!
Nao esquejarnos, senhores, que se para haver
Se o no,bre depulado quizesse ser mais^mpar-
cial, se quizesse ertalysae- os meus actos com
juizo mais desprevenido,.acredito que sao deixa-
na de reconhecsr- nelles 09 maia benvolas dis-
posices ; encontrara; tcstemunhos neo equvo-
cos do respoile e deferencia para com o poder
espiritual, do qual temos ludo a esperar, nada a
recelar.
soccd,dc o preciso que h.j. Eslado (fallo da so- Seores, neo de hoje ; mais de urna ver le
.1,- '' c *U!"0nJi.l> para havor nho enunciado sobre esto assumplo peranle esli
ochado .,.recito vio h.ja liherdadc. porque o anjusia cmara.. V
Ofenda serilimerrto de nleresses csnlrsriados
aelsa neespirito do publicista, os facto que ello
aprsenla ao dominio do publico, sempre se reo-
senlsni de alguma inexaclidio e parcialidade; por
sea razio nao podemos deixar de fazer ahrs'mas
Observaces sobre o modo porque, um jornal des-
la cidade narra os fados, que se deram na arrema-
tarlo da publicado do expedieale d governo.
impresso dos Irabalhos das diversas reparti'-oes
publicas provinciaes.
Se S. Exc. ordenara que o inspector da llieo.
raria ouvisse ao proprielario desle Oiorio i res-
peito da arrematado, foi porque este hana reqne-
rdo para si, na proposla que apresenlar*. o direi-
\o de ser ouvido sobre alguuj prec. oOeiecido me-
nor queo seu; e como a thcsouraiia eolenders- quo
nao poda resolver por si seme'.hanl* prelencio,
irouxe-i aocouheiimento da presides, ij, aja* j .:-
gou conveMenle allende-la.
Eolrelanlo occulla-se esta eircamslam-ia, rom
o que parece querer-re inculcar que S. Exc. por
! neto arbitrio ou moto proprio mandJra ouvir ao
proprielario desle Diario.
I O acto da presidencia, devolvendo as proposlas
ihesouraria, e pedindo uformares acerca dis
forras dos propoiicntes. rma-se" ao proprio re-
gulamenlo ds Ihesourari, nao obstante asseve-
rar-se o contrario ; porqa s* a thesonraria nio
havia allcndiJo absolutameine senio aos pre;s
olTerecidos, deixando de considerar nas torcas
dos mesmos proponenles. claro que
leuli com ellas, riao recorrendo a o que pode im-
por-lhe as comli^es que jnlgar necesarias a bem
da Igreja, come seja deixar eoadocior que o
siibstilua, incorro em censura, pdeser privado
das commisses que tiver, ele. Como'empre-
gado publico o parocho licenciado pelo poder
temporal, como empregado eclesistico a dis-
pensa de residencia Ihe concedida "pelo sen
prelado ; mas nesla hj^othese, se quizer reoeber
os seus rcncimeulos, repilo, hado recorrer ao
pCder temporal > as o oao fizer, flca privado 1
dedosy c icorre em responsabilidade. Eis aqui! co"sul,,,u vidamente no aetoda arremaia.-.i ni
respetada a independencia da accio dos dous I "'leressesda fazenda provincial, que se nao pod.-n
poderes, seto que haja esse atleutado, contra o compadecer com onfacio de cooQar-
qual se pronuncioo o nobre depulado com lano
nao se
Estado nao tolhe, nao limila a liberdade, ames a
desenrolle e'alTirma ; se para haver liberdade 6
preciso haver juslica, para haver juslica preci-
so lambem haver religio.
Eu disse, Sr. presidente, que nao pode haver
liberdade sem juslica. perqu a jiialica e deve
ser o sustentculo da liberdade reciproca ; a jus-
lica 6 que por sua benfica influencia impe a ca-
da um o preceito derespeilar a liberdade aiheia,
e, creando auim deveres e dreilos recprocos,
faz com que entremos no gozo da liberdade paci-
fica, esiabelecendo por tal maneira a base da or-
dem legal.
Tambem nao pude haver juslica sem' rcjinuio,
porque a religio, como filha primognita do
eco, aquella que por seus doces influios, por
seus suaves e augustos preceilos, iiicuie 110 co-
ra cao de todos os homens o amor da liberdade,
da fralernidade. e caridade chnsla, c-m quo mais
se aperlam os lagos da amizadn que entre elles
deve haver. ..Ai da sociedade onde a religio do
estado nao for respeitada ai da sociedade onde
nao houver urna boa educacao. boa educac.au que
nao pode ser dada seno quando ella lem por lira
os bous coslumes, e estes nao podem ser lees
sen 10 quando leem por oiigera o temor de Dos.
Initium sapieiilioe est limar Domini.
Eu Ufase, Sr. presidente, ha pouco, Iratando
OS queslo da opresenlaco de proposlas de be-
neficios e-'--"--
Se o.nobredepulado, despretrdendo-se dessa
preyencio de que se ach lo possudo, quizesse
analysara miuha aduiinislrscio na parlo relativa
aos negocios ecclesiasticos, q'uizesse ver o pouco
que tenho feito em favor da igreja, veria que nao
sou de seus lilhos o menos reconhecido. Reco-
nhecena que me empenho seriomenle para a re-
generar;o do clero ; quo, longe de desliga-lo de
seus superiores, lenho procurad inculir-lhe es-
se.espirito de obediencia que deve desenvolver-
se com a voca;io e cora-esse zelo qjie todos dis-
vern tor pelo deseinpenho de suas obrignres ;
recorihocera o rigor com que tenho procedido
na esculla dos prelendenies que sio conlempla-
dps era proposlas. (Apoiados.)
0 Sr. Miguel Je Araujo :Oh I muilo I
O Sr. Ministro da Juslica .O nobre depulado
reconhoceria que na alta administrado do psiz
ainda lia raoralidade, anda ha quera saiba resis-
tir solicitaces importunas e a pretenges exa-
geradas, anda ha quem satba respeilar'o decoro
e apreciar o mrito. (Apoiados.)
O Sr. Miguel de Amujo :V. Exc. somenle
lem obedecjdo torca imperiosa do patronatos.
OS;-. Presidente: Ordem, Sr.. depulado.
O Sr- J/guef de Araujo : nicamente ao
que o Sr. imnislro lem aitcndido-.
O Sr. Ministro da Juslica : A camaso e o
paiz que us ha de jnlgar. Sr. depulado ; elle
emhusiasmo.
O Sr. Miguel de Araujo : O que aeonleceu
nas Alagoas confirma bem isto.
O Sr. Ministro da Jiuliga : Em regra, an-
tes de se conc.ederem essas"!cencas, sao ouvidos
os prelados, e eu ainda nao conced, apezar des-
ses avisos herticos, estlgmalisados pelo nobre
depulado, urna s licenca a parodio algum sem
que ouvisse ao respectivo prelado. "
(TSr. Miguei de Araujo i Previamente ?
O Sr. Ministro da Juslica : Sirt, senhor.
O Sr. Miguel de Araujo : Estou iiifoiinado
do contrario.
O Sr. Ministro da Juslica : Tois est mal
infoimado.
O Sr. Candido Mendes : Apoiado. Na secre-
taria da juslica ainda nio se passou licenca al-
guma sem se ouvir ao respectivo hispo.
OSr. Ministro da Juslica '. Eis aqui mais
O a publica-
rlo de lodo o expediente a quem previamente
nao uffereca garantas de o fazer satisfactoria-
mente.
O procedimento de S. Exc. neala parle revela
lo somenle o desejo, que nutre de altender ssas-
pre aos inleresses da fazend-.. o esli aloro disto
do conformidade com o regulamenlo da the raria, que oaulrisaa mandar renovar osleles.
quando julgar concenieuie (e nao eomtrmrio, como
inexactamente se afflrma) aos inleressc da fj-
zenda.
E lio ton varel o modo, porque i esle rep#it
proceden S. Exc. que bem a seo pciar. nio o
diremos que sera o saber, se o reronheco quando
se confessa que lodos louvariam a orudenria e tele
um lesteUdnho do que esserenj ao nobt dtfJ Ue ." hxc- DP|" bem do ser/ico. se se limiasdo a
pedjr infarmaces, nio lvense declarado que era
tada
concilio trdcntlno de reformalione se dispe que
smenle os prelados diocesanos a respeito dos
vigarios, e o pontfice romano a respeito dos bis-
pos podem dar licenca paro que elles se ausen-
ten de suas respeclivas paroebias ou dioceses
Isto doutrina inconcusso. que no pode mesmo
idmillir contestado alguma. Nao sei, pois, em
aue principio de direito ecclcsiastico se fundou
o Sr. ministro da juslica para declarar aos presi-
dentes de provincia que sao elles habilitados para
licenciaremos parochos.ainda meemos em previa
audiencia do podor espiritual I
E, Sr. presidente, vejomosquaes os perigos que
so podem seguir da doutrina arbitrario illegal e
mjuslicavel do Sr. ministro da jOSliCa. ons-
ta-me que na provincia das Alagoas o vice-pre-
eidenlo licenciara um parocho sem OUvir preria-
mento o prelado diocesano. Esso ^brocho as-
sim licenciado foi A Ihesourario* da provincia para
receber a sua congrua: o inspector dessn renoW-
<;ao, mais orthodoxo e mais religioso, refleetm e
a mcu ver com muilo aceito, sobre a illegilirn'i-
dade daquella licenca, dizendo que irao estova
dada em forma, visto que neo Hnha sidoourido
o respective prelado. *
OSr. Cttkeiros :Uei deeipor os motivos que
tire par* doressa licenca. *
O Sr. Migtut-tk Araujo-.r*. Ero. lem o direi-
to de explicar; ftqoe terlo, porm; qiie nao Ihe
eslou fazendo aecnsa;ftb alema, eslou ape-
nas refenndo um facto, como me foi referido
mesmo poe V. Etc.
daKUccncP^l0reltc,io 80bre a HegilimirJade'
^eideoio d^"***" i,rpga, e Sr- Tice-
raria. aquello piorno XtVT?* ,heSU-
rua ; sendo qoe o ioeoe*i,Pg \ Lua con-
dencia foi disKoflo leSW.V^TW-
inistro da joetica ; e % ul ISKSS& tl
. r-----------, nao posso
deixar de locar cm.im argumento que o Achu-
les daquclles que sustentarn a opiniaoque os
parochos sao meramente empregados lemporaes
foss.Ninguem disse isto.
0 Sr. Miguel de Araujo .-Mas a doulrinn do
aviso do Sr. ministro da juslica nao pode deixar
de prestar-se a esta conclusjo. (llecloinaces.)
I os. senhores. o avis eleterminando que
os presidentes de provincia eslo aulorisados
para licenciar os parochos. sem audiencia previa
do respectivo prelado nao os considero tnera-
pJe
a afilhadagem a
entrar nas boas
taeaos rendo que o Poder temporal, sonroj on
seu mero arbitrio, den licenca a um parocho para
Ma freguezia, dispensande-o da sea res-
nenle como empregados lemporaes?
Mas para que irazer este argumento de colla-
cao 1 .Ninguem era boa f podei usar d'clle coro
S?, fsafps %&m^-xs&~&?j&
roduz ao cultivo das amizades e afleices pes-
soees ; nos estamos em um paiz, senhores, era
que preciso abnegar de todos os sentimenios
de honra e de honeslidade ; c preciso abdicar
aosj insiinclos nobres que devem caracteiisar
todo o Jioraem honesto e sisudo at mesmo para
obler juslica,
O Sr S'araiva : Muila ge.nto tem chegado
a grandes posices com toda a honeslidade.
nao pode deixar de ser considerada como lesiip-
raa resiiluicao eita peto cstadd aigreja em com-
pensacio dos dizimos ^pertenciarll ajjesma
igreja, e de que o rttadb se apftUerotr cm^Pr'.ri-
raento ds mesma. -Portante a congrua "hib i'bo,
norano qnc o podertemporal presta aos parochos "
e a pagar de urna ditlda legitima.' e rTaqui se-
Kue>se- que por mts esto motivo deva-se cflhsi-
dem- por torra a, aftementhe tfaqnencs que
ciassillcam os parodio cqmo empregados tem-
o* ^J!!!etJ8S3&r* 9 w ^*w**
que. bem ou mal, pfa nossa Ve*is1,c9o os paro-
chos lambem sao empVegKtos publitos
O Sr Miguel Se Afijo ; EsSa npinlodo
nobre depulado j fol refutada victoriosamente
pelo ST arcebispo da Bahia. 0 nobre depulado
apezarde suas luzes, c talento que multo respei-
to, nao pode com triumpho sustentar a sua
opiniao.
0 Sr. Villela Tavares : Tambem, se a nao
sustentei com triumpho; nao fui nella vencido
(Apoiadas).
OSr. Miguel de Araujo : V. Exc. nao pode
serjuiz; quem ha d julga-lo flt opiniao pu-
blica. r v
0 Sr. Franco de Almeida :E V. lxc. est
enlecipando a opiniSo publica, dizendo que o
nobre depulado foi vencido.
0 Sr. Miguel de Araujo : Eu n3o faco mais
do qua expr o meu juizo.*
0 Sr. Franco de Almeida ;O seu juizo nao
a opiniao publica.
O Sr. Miguel de Araujo : Mas faco parto da
opibio publica.
(H diversos apartes
O Sr. Miela Ta
vares:Nao 60 I rala de jure
peMtra residencia, rtjiw nrivalimento da cos- ai ilPUenj!-0' ,mi,s < c. jrrre constituir*.
petencia do poder espiritual. contestir*l de ra"J :~ *"' e no Pde
nrJSS!,,et?' -Po-ine dosis qUesiSo, parochos se r^u^' . q"e ? ???*nia PaSa aos
bre dKi^'1"d?J** camr I" """:'!" o STl\ iVto %m8,,,m" r08,1'uiao
%*%S*SSX: TI*"* 8 ,nn P8" J *L-a'A*1'* 8" ou compensacao dos
m occi. eu andfMei I 0 st. U^tl ie Arauj,
i:-'inat$ ormf,ao
clesiaslicos, que j.ulgava allamente iV decidir se o actual ministro da juslica lera obo-
hu!116', nqi, gru"le nu,neru de fregue/.ias do decido torca de patronatos c a solicitaces ille-
uispauo ue 1 ernambuco permanecessern regidas !gitmas, ou se.lem s '
por vigarios encommendados. Creio que S." Ex
o sr ministro da juslica nao pode deixar de con-
cordar contigo neste ponto.
Vou a dizer, senhores, que aos vigarios encom-
mendados assisle uma especie ;le direilo ; que.
comparecendo ellos ao concurso daquella fre-
guezias que estao regendointerinamente, podem
nellas ser apresentadosupcaso de comparecerern
ao coficHrso e de seren nellas
rtmente-
os
onde
Sr. presidente,
propqstos. Infe-
estamos cm um paiz
ttulos de juslica o equidado nao sao
bem altendido, onde os direito do eddao om
mais sagrados, sao conculdados ; nos estamos1!
em um paiz cm que se tem erigido um throno
ao patronato ; cm que somenle
mais.,escandalosa que
OSr. Miguel de Araujo : Scro excepcs
regra geral; porm os fados comprovam a
exactidao e veracidade do que digo. Estamos
m nm paiz, continuando direi, em que o poder
executivo, aousando de sua posico, como que
formando uma especie de contrato' leohino entro
elle e os outros poderes ; lora absorvido todas
as atlribuices que competiam a ess&oulres
poderen, tem invadido impunemente allfibuices
driles ; estamos em um paiz em que aquelles
que leem tido a seu cargo a suprema direceo
oo eslado nao lem a .neeessaria
leem a franqueza c lealdade
monarcha a verdade ; estemos em um pa
que de prop-osito er/rra-se os ouvidos verdade
e a razio, para se llender fraud, mentira
a cimai,im.[mmoop<,iadm-i0ooUmmttmit r-ifr,
cando-se assim o dilo do.apastoto [ verilaU
quidem auditas aolrlm^o-faluMs aulem can-
vertenlur.
cora geni, nao
para fallarcra ao
sabido acatar, como deve, a
religio do dever e supplaniar o demerito. (Apoia-
dos.) r
0 Sr. Saraira :O nobre ministro da juslica
bastantemente conhecido no paiz cerno homem
muilo honesto. (Apoiados )
0 Sr. Miguel de Araujo :Temo-me muilo
desses Cales improvisados.
0 Sr. Saraioa: um ridadao muilo distinc-
to. incapaz de prslicar acto algum que nao seja
honesto. (Apoiados.)
O Sr. Miguel de Araujo :Se o nobre ministro
quer fazer alguma ollusio, eu lhe-reponderei.
vSr. Ministro da Juslica (com torca) :Como
depulado e como ministr da cora tenho o df*
reito de repellir urna injusta ajfgressao. ,
O Sr. Miguel de Araujo :Eu nao fiz allusap
alguma que ofiendesse ao seu ca-acler pessoal ;
apenas analysei os seus actos.
O Sr. Ministro da Juslica :Nao declino da
respoosahilidade delles; aceito ludas as suas coa'
sequencias.
Analysando um dos avisorexpiedidos pela re-
partigao a meu cargo a respeito de l'ceucas a pa-
rochos, o nobre depulado taxou a sua 'doutrina
de absurda
potado.
OSr. Miguel JlUrjip/o; Tcnrro erdaruv
nhos- contrarios. "**- '_
0 Sr. Candido Jfendes ' 8 se'sjo anterio-
res a este aviso !ro tempe do ministrto do S.
Taranagu posso assegurar que niq. '* -*""
O Sr. Minislrt da Justira : rf* aviso (Je de-
- zembro ultimo establcrijap-, .bmpre que iesse
- possivel, os prdfWs dcvirm ser outidds.
Disse o nobre dcpulBdo'oue'gcmp.re e'possivel
que os prelados sejam-onidos. Se sempre
possivel, entao desap/paretem os motivos de
queixa enunciados peto nobre depalado. por-
que em lal cwoos biepos-serio previamente ou-
vidos.
O Sr. Miguel de Mrrujo d nm aparte.
0 Sr. Miuisiro i Justita : O a*io hio
quer di/cr que os parochos deixem de prestar
our.diencia ao prelado, e que, licenciados beflr
presidente de provirteia, nao dvam derrar coarj-.
judo res nas freguesiaa respectivas, e satlaaser
as demais condiepes quo_tr.es torem impost.ts
pelo bispo. PfT
So ha alguma inconveniencia na doulrina- dos
avisos de 28 de outubro e 22 de dezembro, ella
provm dan dlposices d nosso direito, de se-
ren tido os parohrjs como empregados pblicos.
O Sr. Miguel de Araujo : Neg o principio.
O Sr. Ministro da Juslica : Alm de fune-
cionarios eclesiaslicos, sio tambem empregados
pulillcus. Anemia o nobre deputado ao arl. 102
} zda con.Mituieo, que estabelece a competen-
cia-do governo para a nolnencib dos bispo, e
provifirento dos beneficios eclesiaslicos.
&-8sr. Miguel d Araujo : Sob proposta dos
ts#r. ytfin*tro da Juslica : -^Sim ; mas, se
o proTiaserrto compete ao governo. se alm dns
tonecoes espiriiiiBes esparoerrns lerh unirs in-
cumoencias, nio podem elles deixa de"ser lam-
bem considerados empregados pblicos,- ao mis-
ino lempo que empregados ectosfaUlcOs.
Tela lei de 3 de outubro de *8S4, art. 5 H,
vori o niibre.deoutodo que orna das altrihuicdel
e at de herelica; sem quo todava
conseguisse demonslra-lo. Se o nobre deputa- efio
do quizesso compulsara legislaco do paie, veri*, .rer
que nesses dous avisos nao estaheleci cousa al-
guma nova. .
OSr. Miguel de. Araujo :Npviasiroa.
O Sr. Ministro, da. Juslica : Nao SU
que resolver uma duvida seguudo oque dispoo a
nossa legjlaco.
0 Sr. Miguel de Araujo :-rCopi abusos nao se-
argumeri.!.; e V. Exc. nao pude psovar a legiti-
midade dessa doutrina em visla das-Iris em vi4or.
0 Sr. Ministro da Juslica :-0 que e que dis-
pe o aviso de 18 de abril de 18*4 arique se rato-
no o nobro depulado. bem como osvise.de 23 de
setembro de 1853? Dispde rpjo as leencascon-
cedidas pelos prelados fos presidentes, e que. se esparochos as no-atue-
sontassem, nao, M,ccueriam as suas congruas,.
"tineorreriara roesjnp em responsabilidade Mas
os meus avisos nao stobelecsm uma doutrina
conirana, neni nw de. 18 de. abril exclue a
pos presidentes de provincia
ao funcoiorraries pblicos.
e conceder itcencs
Foi desla allribui-
nogocios desla nalureza a vanlagem nio osti m
no precn. por que e pude fazer o ser ico: asas
foi justamente por nao altender somenle a eacs.
vanlagem, que S. Exc. exigi aquellas intorma-
ces.
de reconhecido intereses o utilidade para o
publico que o expediente do governo lenha a
maior publlcidade prAivol e ar-jajimpresso nas
columnas de um jornal qoe. alea laquelle tnUt-
resse oirereca-ajm-okoiaoMle permaneca doraras.
Orai sob esso relaei, innegavel 1 que nenhum
[jornal se achb ea rirPumsiaiicias mbs bvoeavow
"*o que caoa../)asrid; cof. so lrma ejue a
esla empreza, tortada omrnde/srala, e dis-
pondo de ampios rscsrsee, nio nonsegiiido
at aqui bem %asfazer as impre V' de que so
ha enearregado, nio pode prel 0,
pussibilidodedo fazer, nenhuma outrl
ponha *e menos meies, poderi lam
,Eoi cerlasente em vista desta coi
que o Sr. inspector da trvsoraris provina
toando as i n for asacos pedidas, apresef,
posla de se dr*idtrtej os irabalhos da
para deste medd sercm novamenie
praca : o que parecou razoavel a S.
mandou proceder nossa conformidade.
V-re, poroto, que neste negocio S. Exc. ..
tere oulro Tiloteeen> interesas publico, e pode-
mos affirmaaqaj>;uaji*do se I rata do eomprimen-
lo dos ew*eMv S. xc. colioeo-se cima do
tq|as as cotvttdjtarea pessoaes.
Finalmente fazem os ainda uma pequea recti-
flcQo csrsa os demora qua diz Uvera em ser
despachado o rssoorraaenio que fe uirigira pre-
sidencia.
relo psilioscs do expediente do governo que
ma demora soffrem os negocios, qoe
pelayacspectiva secrotaris
0 noWe depTj- das dalas do despacho do requerimento aue H*
,-ao'achans regulados: :
0 Sr. garaka : Se o gnyrno do paiz Tosse
como diz, senf este nm paiz lirmeMivel.
0 Sr. Miguel de Araujo :. E o>qo es l-
menlo corr erTt'ilo, este eslftdo ponen lismi-
geiro, assorahroso, em que vejo o peizP o ao
qual nos tentlevado a pernicioss'dlrct'cb. a in-
curia e o egosmo de qudsl todos- que-o teem
achado frente da admiiiUlraco suprema do
estado.
0 Sr
hypoinese do licencsscoseedidas-pelO'governo, .
ute o nobre ueputado que eu" nio puj-nuoca oo ,
duvida o direilo dos prelados delieeneiar os Zr
^ichos, nem era poasivc-1 queo fizesse-; ao coii-
trano veja o nobre^pitad* o q-e as-acJin e.sia-
belecido no aviso quo expedi, oo data de 23 de
dezembro. que o que fix.sia|)fc genria. ^
tesi
Saraiva : So ha fraqrjeza, em nao
reprimir-so as fraudes dos velhacos.
0 Sr. Miguel de Araujo: Isto est na es-
phera do pjder etecutivo, e o nao lem feito.
Sr. presidie> -"- "osi> deixar nesla occa-
zio de f -^n do miii
Mime e M. ti
opiniio "'- d>
t> *obte''eVpwlpdo argnmentou com ilguns
prinaipios'-diB direito publico eccleslasllc, ms
esqneceu-tff-do'direilo privado.
maisdSitodo nao ped
do p
mal.so.-aehamreg
Sei traiaofle de reformar essasrjfsrdsfcotl, de
eslabotecw nm dlrelte nv eilllt bem, ono-
Ure dostHadopoflertoler o meilap'olo- mas, co.
moisseoutnr. rto le, gyrsndV m urna esphera
motto maisrastrtei, nio vera o>rno o arbi-
trio- detiue dispe o legislador ;Iko Ihed tfcttn
proceder,da uma- manrtr -dlftererrW do qoe- se
acha esui^tooido na leghdsCtodo paiz. ^
O.nobro depotsdo iratou no seu requer ment
de eON perno relativo k apresernaesd rrc-"
pos** pera M beoefteior vsgos. allsdiod, ss-
gunrhxbete. a umfcwo oeeorrhto em Fernenr-
Uuco, ha cerca de 2 annos. <**, jfm *e-os-J
nao se Irati do ufo acto dv> meo mitrrsterio "
, lodaSM, conro trazids-i cimar, pesse in-
formar ao nobre- depulado, que bi cerca de t
anaus, alfiisa r.1"1------.....- T.immm
o peta c-a
rorrea
fren tocio
esse
a ex-
0 Sr. Miguel de Araujol ________,
aviso.;^ um Irocjdilhodo paiavras u en
plica. ^
0 Sr. Ministro daJustica :A sua disposico
e a 6eRuinte (l): ^ r v
Io Que cslaMla08 parochos pela nalureza
mixta de suas fudjps sugeilos aos dous poderes
-i teinporal.ssspiritual, posoAMorambos ser li-
1, ce.iciadoo.' a competeneiajRrimeiro efunda
r.'da na contliluiec, arl: 102^2, aclo addicionsl,
em i do
oorrenle, se reconhece que nio houes a demora
que o diz ; porque s depois de ter scienea da-
quella deliberaeo, queso poderi apresenlar o-
reqoerimento. Ora i i noile que S. Exc.
O excediente recebido durante o da, o lem do
er feito no dia seguinle, assigoando-o as tres
nOras da larde ; e romo depois da assigaaiura-
ds e"xpedieujto fecha-se a secrelaria. o os despa-
aootfnham de ser* ex trac lados para a puatica-
deas* tnosn* dia.
bu bispado ds Pernambu-
prdpojt para a freg/ur-
ou 4 freguezias v
co ; o* respediv.j
zia de N'azareth i
co1oo, nte-se
mwiaJVrSdaj "
nheeiasento
de NararU
t ollaTs
posta em primeiro
I bispo.
O Sr. Pinto do Menthnc* ; Tini
em coscurro.
O Sr. .Ministro da Justina:
a freguezia de Nazarelh da
para esa freguezia; o o
eolio, tendo do lomar co-
proposta, aprsenla na
"fovque s tinbs oppes-
i ^''1? * *^K V nos dizem o segointe, ees ti mima
Km fertofal reinara grando anciedade em vir-
lultlmas nolidas do Angola, ebegadas
Uabea pstb Mtmkamm. TodooAr^
ote ue/rlD linha con um forte bofce mar linos cabido em+JZ7t!l
diajSMss. ooaamedes, a HeciM. Cacamata e'oZ
lesfoo lloham sido invadidas. No
pe, uma larca do testo e cii
meso^oe retirara da Q.iiaalla, persea
sisos incluid ii'outva proi e;*, que peiecerarn affogados. engsella
lugor,emsdjavdindtcsdr ""cada pelo m#o. a vanguarda da ei
remo o
la era ala-
vanguarda ds esardirso.
com o novo governador do Angola pasmo 0 Tefe
a 11' de jonho nos vapores Afriem e Maris iV
' resto da expedigio commandado poto iolasi
toiz Filippe, irmio do ri do Portmjoi cna
l*K com brcTidado. ^^
,>
i


*^HW tributarias iam sendo roladi npe-
MNb opposica.}quc se Ihes movte.
Sanitario or o mais salisfatorio.
P*rlir de Lisboa para osporlos do Brasil
K t*lC$^l!rr 4* Bordeus.
tfAS!4' d8 GarilaUieln'alermo. a altiludo
o apo nano e a derrota do exercito
idado pelo general Liaza, continuavam a
- ffpl^.ropfc?'' 0CCUPi,V'n, UU^
XolVuH9**' ponl(* d* Sicilia scguiram o gri-
I'aro f\U,7e,E- u*"nJo 90 d,!" a baLlhde
talvSKl4Cha*8-'e em HilB,er reCrU"
*offc20MG,DaCe Um d0S Pp.eschees
do?thnL'*0nQ!'m,Vt4r mnrriJo N*ino Bi]o. "m
* aribal' do mais nomeada.
1'mmJmi M .m~,M l""lo .te. a Vctor
n niwU e a Garibaldi.
V riAd\ie Caribartai foi ferido.
eu'rreiio ASri8cnto pronunciou-se pela ia-1
*'oi prorogado o armisticio.
posicC3 na'>olilafas conservavam as raesraas
n..Gn'!.rlLa,d1d(!erelou "ra ""monto geral; no-
r, h s.oc.relar" de estalos. commissoos de guer-
e, ,t ?.*?*" e l,e $"". distribuido lo-
Sin j , 4.u "ucadps aos desertores dos coros es-1
irangeiros.
^iCldade de Cala"ea soTreu muito nos ltimos :
combates que all liveram lugar. Diz-se que fra '
domriardeada o saquea-la. Este acto de inaudita
aironoade augmenta o risco em que est o thro-
no do re de aples.
I)u-se que este soberano prometiera aos seus
, anos umn conslilnieao fundada ms mesmas
ases da actual consliluigno franecza. Talroz j
eja larde para esla reconsideraeao.
A dictatura proclamada por Garibaldi a favor
oe \ictor EmniancTel prorocoo ura protesto da
parle do representante das Duas Sicilias emTu-
nm.
O conde de Cavour em urna nota, que se diz
ser tmprtanli83iraa ui aclualidade, regeila em
nome do re da Sardenha. as ideas c as iiilences
oc Garibaldi *
Segundo o Jornal des Debis, em um cooselho
ae ministros residido pelo rei de aples, en
que assislirannodos os membrosda familia real
inanifesloii o ministro Carafa -desejos de faaer
dons pedidos s potencias representadas naquella
orto ; o primeiro, loria por lira garantir dym-
nastia reinante a soberana das Duas Sicilias ; o
segundo, jntervirem na illn sublevada. Nessas
loas condicoes, prometteu Carafa a adopcao de
J3tiiuii;6os liberaes no remo de aples. O
Debis observa que esle pedido do intervencao
nao admirara ha dezoito mozes, mas que diffi-
C ieC.0nPrcl,enderde,'ois do discurso proferido
por lord Palmerstoii na cmara dos communs, c
Jopois do4 recentes rticos publicados pelo
Lunsututionel. Conclua, dando a entender que
o governo de aples nao deve contar com au-
xilio algura para triumphar de Garibaldi.
A marcha das tropas francezas da Lombardia
.-onlinuara cora grande rapidez. A cvacuac>>
completa deveria licar ultimada por lodo o uez
dejunho.
A divisao frauceza expedicionada em llama,
overia all permanecer por emquanto. Naquella
cidade lem havido mauifestacoes a favor da in-
surreieao siciliana.
O brigadeiro L'tiza c o coronel Sanio fiuono
que tinham ido a aples cora cartas do general
Lanza, tornaram para Palermo com a resposta
do gnrerno, e rollaran) o participar ao rei de
ftapnles que as tropas reaes nao queran) ba-
ter-se.
Corra que a Austria, a Inglaterra e a Franca
se recusaran) a prestar ao rei de aples a inler-
reocao armada que Ihes fra exigida pelo gover-
no daquelle soberano.
Bspathara-se tambera que a intervencao cs-
tiangoira procurara urna solurc honrosa para
ambas as partes beligerantes. "Fura de Palomo
estarn) 15:000 homens. A prorogico do armis-
ticio entre Giribaldi e as tropas reaes dizia-se
que era indefinida, entrando a questo siciliana
no campo das negociacoes. Entretanto o entlm-
aiasmo por Garibaldi apoderava-se do exercito
napolitano. O clero pregara publicamente cru-
sadas contra o governo do rei de aples.
As Iropas napolitanas que occaparam o edifi-
cio da allandega e intendencia em Palermo, pas-
saram para os insurgentes. Parece estar resol-
vida a ovacuagao de Palermo pelos napolitanos.
Estas (breas embarcariam para Messina o apo-
es, para o que se estiran)
PUMO Pt ttftNAMlJOO. SABBADt

\
Bolsa Oe Par* II k luiihu, tros pur eento-
francoz, 6-40 : 4 1i2 dito 98-15.
Bolsa de Londres, 11 de iunlioConsolidados
93 1/2 a 9S 5/4.
Cambios. As transaccoes em Londres nesla
praca teem sido regulares. Sobre Lisboa a 52
V-S o sobro o Porto o 52 5/8 a 523/4 para leltras
a 90 d-d. Negociouse urna pequea quantia so-
bro o Bio de Janeiro a 24 1/2.
LONDRES, 8 DE JUNHO DE 1860.
Preforvorrentes.
Algodao de Pernambuco7 d. 3/4-a9 d. 1/4
Assucar de dito braneo27 a 32.
Dito dito nascarado20 a 26.
Couros seceos salgados8 d. 1/2.
Caf superior63 a 74.
Dito de segunda qnalidade 57 a 62.
Dilo ordinario51 a 56.
Fundos brasileirosde 5 por cont a 100.
Ditos ditos, 4 1/2a 9 1/2.
Consolidados inglezes9i 7/3 a 95.
Fundos de Bueuos-Ayres85 1/4.
Ditos chilenos de B por cenio a 102 1/2.
Hollandczesde 4 por cento a 101.
Porluguezes de 3 por eento44 1/2 a 45.
Hespanhesde 3 por cento 47.
Turcosde 4 por cento9">.
Accoes da estrada de ferro de Pernambuee
& 2 a af 1 1/2 do descont.
Dita da dita da Bahia f 5/8 a 8/8.
Dil) da dita de S. Paulo 3/8 a 1/2.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA- '
A commissao astronmica c bydrographica que
chegou a esta prorincia em norembro do anno
prximo paseado, retirt-se pira a corle, flm de
confeccionar o seu relatorio, e auresenta-l ao
governo.
Entre os diversos trabalhosquo fazem o objec-
to da sua misso, se acha urn projecto para o
melhoramenlo do nosso porto. Nos primeiros
das de marco do crrante anno a commissao re-
melteu a S. Exc. o Sr. ministro da guerra, esse
Irabafho preliminar, que mais tard6 ter maior
desenvolvimento; e S. Exc. apresenou-o a as-
sembla geral legislativa. O Exm Sr. baro do
Bura Jardim no seu relalorio em-que abri a as-
sembla provincial menciona as principaes con-
cluses que coutinha ese projeclo; o qual de-
monstra que o nosso porto pode ser fcilmente
memorado de raaneira a receber narios de qunl-
quer lolacao. O cuidado que o gorerno sempre
solicito manifestou para cora a nossa prorincia
encarregando a commissao aslronomica hydro-
graphicade um assumplo tao importante faz-nos
esperar urna prompla soluc.io.
No temos anda conhecimeiilo dos tnbalhos
asii'onomicos: comtudo sabemos que no da 26
re fevereire, um cmela duplo foi descoberlo pe-
o l)r. Erara. Liis. E' o primeiro estro desco-
berlo no Brasil
Bate fado nolarel lera urna pagina nos annaes
da historia e da astronoma, e recordar o modes-
to observatorio da commissao em Olinda.
Opessoal da commissao oseguinte. Dr. Emm
Lala director adjunto do obserratorio imperial
do taris e membro de muitas corporaees seicn-
tilicas dos primeiros lenles de cngenheiros
Joao Baplista da Silva e Luiz Antonio de Souza
1 nanga, do barharel Jonuario Candido o'Olivei-
rn, e do deseiihista Ladislao de Souza Mello e
ello.
D'amanhaa .pordiante inlerrompdo o trem
da va frrea, oue parlia desla cidade para a ril-
a_.?nCall0 as e meia ll0r. dos domingos e das
noticia at 2 do que
lino de Souza Trovasso, tTdiicisru .lu Sour.a Bello,
Hennques da Cmha Bodrigues.Francisfo Custodio
de Sarapaio, Antonio Monteiro do Helio, Mano-
el F. dos Santos, Guilherme Jorge da Motto, Joa-
quim Jos Alrin, Francisco Flix ConfUres, Ma-
noel do Barros Aeioly, e um errado, llignel Fo-
lix de-Cwralho. Padre Flonano Xavier Dras de
Aibuquerqiie, Domingos Aires, e um escravo
de Pedro Carneiro de Albnqoeniuo.
Paasageiros da galera franceza Adelle, sahlda
para o Havre : Jos Grojoan. Macerice Mr-
nesch, Madama Schulty, sua fllha e 5 meninos,
Luiz Automo Benfard.
MORTALIDAOE DO DA 28 DO CORREN TE !
Anaslacio, prcto, cscraro, 2 dias, espasmo.
Theodohnda, branca, 8 annos, ttano.
Lucia Mara Drumond, pda, viura, 53 annos.
gastro nlerile.
Maria Luiza tente.
Joanna, branca, 8 annos, jndsgeslao.
^Antonio Jusiiniono, exposto, pirdo, 6 mezes,
Anua Isabel do Sacramento Olireira, branca,
solleira 50 annos, inflamaco intestinal.
Justina Maria da Conceicao. parda, solteira,
40 armos, gaslro inlerile.
Viudo .Franca Fragoso, prtto solleiro, 40 an-
uos, orysipolla.
Hatadouro publico :
Mataram-ae no da 28docorrente para o con-
sumo desla cidade 71 rezes.
Hospital de caridad*. Exislem 59 ho-
mens e 57 mulheres, nacionaes ; 7 homens cs-
trangeiros. 1 escraro ; total 124
,*!? ,2lalidadeds'loeDiescxisiem 37 alienados,
sendo 30 mulheres e 7 homens.
P\n?,>!?* S l i 7 h hn" " manhaa- Pc, Dfo O'ol-
las s 7 horas 40 minutos da manhaa.
ralleceu urna muiher, gaslro iuterite.
30DE JUNHO DE 460.
- V l
f

l4
r
ewmo
lM*tra p>roviadas.
la7- 4-OStfSf
>-eaa dt"acr" eleit de- IIdeni ** * 28
Lauriaim Jo. i0, " arrus.
Manoe Jote .da mIv Le'e-
Manoel Lopes Rodrigues.
Manuel Goncalre. s d;l L-
Hanoel Polycarpo Moreirade Azevedol
Manoel Ignacio de O. ''"fr"'
Manuel Jos Baplisl. preterida-' 4-4i
BicaSdoPereiraVFarU'"- *< ^M. aua f,m>l.a, pros- ^^ -V"*1
8ebasiiio Lopes Gumarnev*J.,,n," JEratU.*.. n .. ^lT'*os PortaH |
mtoWIervid.comojuK de f' m Jim. | aorer es MdS^? S.8 Ide de pr0* Lf^rP2'-B'*ue inglez MiHce.le J.m-, ..
das^sso^s do anno de 1858 o S, Ido.cio Nones ^^ S^d.".f "S,^ ^U^^'^kl
N.no. reunindo nm egal d. .M* o S^V* o'^IS'^ % '"A'" I ZSSSJ^wSSSL.
novo sorteio de 17 juize*, mandando' que 8e M-
pedjssum os respectivos mandados de m.llifi-
casao ; e pelo 8r. presidente do jury forado-
da a ssso para o dia 80, polas 10 horas da
manbaj.
OIANNA, O'DE JNlIO DE 1860.
de?nei^HVlniC*,),e d Li*eral ^'"".cano
liZl nroli toenle seu 8e,,, el'nnio sobre o
S.nL dA".reira. Inda que o deprezo teja a
beni que soberanodespreio role o Sr. Dr. j Al-
gulamenlar da
arranjando embarca- ro 369.
santificados.
De rula Bella temos
noje finda :
A socca continua, mas a atmesphera conserra-
se carrogada, e os dias sombros o frescos.
Os gneros alimenticios, apezar de atgumadir-
erenea par,, menos no cusi, acham so todava
anda por allos pregos.
Falleceu-o rerdadeiro Antonio GoncalvesLiroa,
irmao do doutor juiz de direito da comarca.
O professor de instruecao elementar da fre-
guezia de S. Jos, Joaquim Antonio de Castro
Ntinos, foi jnlgado por acto da presidencia haW-
litado as malcras do primeiro grao.
Em consequenciado que, passa o referido pro-
essor a perceber as rantagens do artigo 26 da
f inslrucco publica nume-
ces. O erabaixador de aples era Boma foi
chamado pelo telegrapho para fazer parle d'ura
ministerio liberal que o rei projectara formar.
A oppiniao geral na Sicilia segundo remos de ra-
nas folhas das mais acreditadas que esla ques-
to j se nao poder resolver cora a mudanca
d'um ministerio, e que esla nao faria depdr as
armas aos Sicilianos.
Dizera algumas folhas que o barao do Talley-
rand adrertio em nome da Franca que esta nao
consenliria na annexacao da Sicilia ao Piemonle.
Diaom outras que declarara que se tal se reali-
aasse, o imperio francez reclamara para si a ilha
da Sarde'ilia.
O comit de Palermo, em nome do dictador
G.ribald'
Pemont
vveres
surreiea'
clara for
O exft uto napolitano linha mais de duas mil
baixas enlre morios o feridos. Todo o poro de
1 alermo achatare as barricadas. Em Marsalla
descmbirfcm f.OrJB Voluntarios deCagliar. To-
das as "*uirs da Si.ilia receberam ordem de
se concentrarenareth Metsiha, onda so cnlricriei-
rarara. Todos os Iconsules Praca, c por ullin/o o do.Franca tambera parliu.
I.s',ibeleceu-se u in oloqueio rigoroso entre Cila-
bria^e Sicilia, f ) go.rerno uapoiittno afretou 12
n uns para irerii a Palermo recebera guarnieao
capitulada; e,o) commandante ge.ioral da ma'ri-
nlw de GeuAva, taire* para cowacalancar esto
augmento rAval de aples, recebe ordem de
Turiin paraFarmir immedlalamenle tolos os na-
vios de guierra disponiveis.
exeijfio piemonlez continua nos seus prepa-
ellicos. Em P_ de guerra qacBprehende
gnn ole ao proprio-cynismo.
, Moje nao karer espectculo lyrico n the-
atro de Santa Isabel.
Na sessao da junla da fazenda provincial
celecrada no da 28, realisaram-se as arreraata-
coos dos impostos provinciaes da comarca do I.i-
raoeiro, e da laxa da ponte do Manguinho e es-
trada da Capunga.
Inforraam-nos que na fregjeza do Becife
para a ru* da Seozala Velh., cosluma um pu-
nhado de rapazes por alta noile prorocar e entre-
or qoestoes com rau|,ore3 de m vi(,8j S0n8ndo
tanto estas como aquelles a lingua em palavres
empregnadoadeumanha Aediondez, quo repu-
CHROIHCAJUOI CIARA.
. TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSAO ADMINISTBATIVA EM 28 DEJUNHO
DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. Sll.DESBrtARCADOR
', SOUZA.
. 7rasd manhaa, achando-e presentes
?.L^s-,derad0S Lemos- e Bastos, o senhor
presidente declarou aberta a sessao para mero
expediente, e designou o deputado Lemos para
servir de secretario, F
despachos.
Um requerimenlo de Antonio Prisco de Franca
o Mello, satisfazendo o despacho do 25 do cor-
Z1,l' Dvr\BCr "onaeado aKenle de leiles desla
raecuD e'roMe Sa PC' ,UI 6SpeCaI d Com-
ra?T0 deManoel Jos de Miranda, pedindo o
regs ro do seu contrato social com Joao Pires
do Almeida Lopes, lendo satisfeo
de 7 de maio ultimo.Volte oo Sr
dor fiscal.
,o?.Ulr0 de os E"sebio A,v<;s Silra. satisfa-
zendo o despacho de 25 do crreme, p.ra poder
PriaLrlugar de, a?H,c dc lol,M dla pra!
reste llanca pelo ju.zo especial do comraerci
d. ."r d- Cra,nunicdo
pela ao. (fcd.cacSo .os inter.asos desta comrci.
corrCont'f0beS "Pa?^ dem .lirivS
n?*m-e qU Pra * POW,n verdad,
desrnhe,r*m0- Soaie",e " des'8nio dc por
a descoberlo a )nserrsatez e a aleivosiS de alguns
?mnXS-.1a;lerm09.<,e -"-.qo vinTos
iTn di rP"riC 'erre,R da ignominia sobre
MZ u, ? CaelaM Santo-Antonio, que com
oll( faz cansa wmmum.
As imp.uces do Literal l>ernambucar,o
em m,.d e",ura.B! e a linguagera burlesca
Si'It l??'10 c<""municado. dnun-
ciam^. facanhostIlidadorpolilieodeGoiann. eu-
ja nda inteira -.m lecido de feitos ignobefs.
h-.n "1'" "raa rccrimina5lio riolenla. Os
homens sonaaios de todos os partidos, os espiri-
-" c"ata Cezar, E' da es
osttusf qe De$ d!-**'. JTvmew
rn5B.i.m^"B ,,",,,^*, de Goianoa qu lem in-
!SS!S. * flccrtad0 *Mlhaiitt pen-1
Al&i"i,1L(!f,,,,,r8esdeGoiann*0 Dr- 'o*1
do digno de orcupar urna cadera na as-
^.JLP'".': """.elle "leUigencia sufficienie
pari apresentarqualquer medid, que tenda ao
melhoramenlo da comarca, o m geral ao Brasil
Seu earaelor nobre, sua Ihanwa, sao os mais
etrito03 l08' q'Je "commendam para ser
?Ht,|P.Mp,lir "e8ocios lao crios como
8.T,ad?-nadada ornar tnuvem por juno.
r)r. Joao Alfredo sendo eleito deputado
ir cora 03 sazradn rismna AT.-___'
dem do di i 28.
D , B*MNItao provincial
Rendimenlo do da 1 a 27.
dem do dia
6l.fNt4
55l47
701l3j5;i
Panla dw preros dos priicipar* h-
ras e prduccoes aacitiae^,
que u despachan, pela meta do consu-
lado na semana de
d2a30d jmmko de 1860.
inteiramente rolacao. M... agora I |- erareri
Oade o que nao farao os denodados Goiannisias
Ooianna necessila de mullos melhoramentos
para prosperar como pede sua localidado. e seu
MadQagrieola.-Quem melhordo queo Dr. JoSo
h!!rr!.rep.7,8e,,Ur e P"over esses me-
lhoramentos ? Ura eslranho ao bera estar c har-
moma da populacao da comarca? Nao pos-
" Sou inimigo Inroncivel do bairrismo. por isso
ZoPf?ad0ga-0:mas'seu,D estrnnho nao
es^rnAJ,,,ar e ">'o que cu solTro, porque
de agurdente
dem caxaca......
dem de cao......
dem genebea.....
dem dem.....;
dem licor......
dem dem.....
Ide restilada e do reine .
Algodao em pluma 1. sorte
dem idem 2.a dita .
que o
o despacho
descmbarga-
iraercio e
H-^iro FraPCISf0 Bo,plho de Andrade, de-
dH.^?qUe "a0 Lh conv"do continuaco da
^Vl,Ar"h-,t0mo S0,i0 eommanditariol
tn a lc;-e'"w >d* Costa Campello. soba
Brma de Campello i Companhia, como ll.e per-
ra tle o .rt. 8 do raesrao contrato social, pede
queseja a sua roso qcao registrada e publicada,
nfe^meS,Cr^nhfC,d0 ^ di,a OCedadu fique
SSSfS "*-Sellado, regis.re-se e
Outro de Arphelira
como nao (em valiosas consideragoes
Prpndj|n a comarca : isto evidente
rodera dizer-se que o Dr. Alfredo nao deseja
nao promover os melhoramentos de Goianna ?
)r certo. Pnrtanto, nao se pode contes-
reilo que lhe assiste de ser eleito pela sus
comarca, para qual trabilhar ncansarelmenle"
seo esonptor do artigo publicado no Libera'l
ae i enteiide que o Dr. Alfredo nao est no
caso de auferir a deputaeo, charaa-lo a con-
iasnlerpela-lo a respeilo do que deve fazer na
cmaro a bera do Brasil e mxime da comarca
que o elegermostrar-lhe francamente quo nao
tem direito a essa elegibilidade. E' assim que
se ortica nos paites.cirilisados.
I/ara prorar ao eaeriplor do artigo e a quera
mais n.leressar na elcifto do Sr. Dr. Carvallio
que na comarca de Goianna tem homens mu
osliiicto pelos seus merecimentos e iniclligen-
cia por sso capazes dc advogara causa do seu
melhoramenlo, offerero alguus nomes que ao
correr da penna me recordos mcus dslinctos
amigosDrs. Francisco Tarares da Cunha Mello,
Bellarmino Correia de Olireira Anirado /medi-
co). Urbano Sabino Pcssoa de Mello, Jos Tara-
res da.Cunha Mello, Luiz Goncalvcs. Viriato e
ounos muitos dedicados do prgresso.
Vem pois, os partidarios contra o Dr. Jo5o
ii Alfredo, que nao necessario mendienr nm!
nho C,'sen emsr ""^ que "9? Bm^0 emP"- M" es,'anha Pflra d^'^ por G^ann!
nnou os seu* esforcos para que fosse approrado Nada ad.iieinn. m,u , ?.-.. "'"-.
) segunda discusso, como o foi eflectiramenle.
.InM! ?UC prez8ra ma* a ''"Ja Pessoal
do qoe o interease da lide, sejam os juizes entre Nao, por certo.
nrnr*..,, T ? 6.0S m'!(,"reis iniraigos que taro direito au
procurara por em dunda a sus dedie.cao os le-
gtimos e rerdadeiros interesses desla comarca.
Apreciemos os Tactos com inteira imparciali-
uaoe Lm desaggravo do carcter do Sr Dr J
Aliredo, cites fallara muito alto e muito elo-
quenlemente.
cQ.? !lrirleir <,uo coramunicanle inlerprcla
seu modo, desnaliuando as iniences do Sr. Dr
li.nhl fact0 da ereacao .r. termo de
iiarnoe. bena o hosso amigo poltico indiffe-
renie a esso. importante projeclo que
prir urna reai necessidade, e do qua
lodos tao preciosas vantagens?
A simples apreserrtacao de un projecto, inspi-
rado pt. os mieresses de Goianna. nao poderia
deixar de suscitar o zelo e a bda rontade do Sr.
i*r. i. Alfredo. Pelo que respeita aquello que
propoz a creacio do termo de Ilambe. v se do
inesmo projecto-qua foram os autores da idea os
D;s- Joao Alfredo Correia d'Oliveirs, Joa-
Portl-lla S0M RC'S C Joa,luirn Pires '"Chado
Longe de embarazar a adopcao dsse oslimave!
vira sup-
esperamos
caada
I
>
>
botija
caada
garrafa
caad,
arroba
>


arroba
alqueire
arroba

caad.

arroba
>
arroba
>
>


>


cenlo
SU
96
E gracas
elle seria
bda rontade dos autores do projeclo,
desdo logo consagrado em acto, se,
ser nm. ,. ^..",a C'lrva,ll. p,r v'r,udc das divergencias que se suscitaram
,a prPCp n" T"te-de ,e,,e8 .desla Pra" T,{0 da 8d0 d0 ,crra. a houresse resol-
,;. ,.a f0'0 JU1Z0 especial do com- Tldo a asserablca que a mal
Nada addiciono espero que citas qualro linhasreflilam no espi-
rito dos poneos adversarios do Dr, Joao Alfredo
Becife 25 de j un lio de 1860.
Romualdo Alves de OHocira.
niercio, e volte.
Outro do Milis-Lalham & Companhia. pedindo
Osea" msl"cula- ~ Satisfacam o parecer
E.nada havendo a tratar-se
-neerrou a sessao.
o Sr. presidente
Este faci reprehciijiyel, com
tneidade, quando d.'lli
tal um.
Devem
se queiram valer para
tiros I
1 effecttvo de 20tt:000 homans.
ila de 4
le menor lotaco.
cipo regente do Ja pao foi aasassinado no
o ni a reo, de dia e iw r.a.
.ncipe. Jeronyrao Buonapartecontinua doen-
.nas est livre de perigo.
Dentro em poneos das seria asignado e pu-
blicado o acto de cessao do territorio de Saboya c
Niza. Os senadores Pielri e Laily foram com-
missionados pelo goverpj) imperial para assigna-
rem este acto, e por parteado gabinete sardo deu-
se encargo a dous funccionaflos 4e orgera pie-
monleza, residentes em Nita Qhamberf. i
As noticias concernenses aos mbvinjentos as
tropas russas na Bessarabia sao mui bntradiq-
torias. ltimamente, segundla Gastla de*Oo-
lonia, tere lugar urna corrfbr*r?c% entre o con-
de de Beehberg e o erabaixaq(ruaso eniWienna,
o qual provocado a dar explicacljis S8B|te os di-
tos morimentos, negou quo o imterad*#Alexan-J
dre adopte prepsralivos militares, 'assiaa c^niojf'
morimentos de tropas sobre o Pruth, que se an-
nunciaram. v
Asseauram de Vienna correspondencia tRvas,
que a Prussia, Inglaterra e a Austria raanifesta-
ram acharem-se disposlas a tomar parte as con-
ferencias rclalins siluago dos ebrstos oo
Oriente, se as informacoes dos cmbaixadores e
cnsules, que tem a seu cargo inleirar-se dos
factos. justificaren) a necessidade do
vencao.
D" Joao de Bourbon publicou no Tuna ara
manifest reclamando os direitos ao throno de
Jlospanha, que seu irmio D. Carlos renunciara
Em Torlosa. ^
As noticias ds Hungra colirmava a fpresen
lar bstanle graridade. e em VaflUla causavirmul-
ta inquiclaco o carcter riolento que aa Cousas
jam ali lomando. Varios agentes cstrat^eiros
percorriara as poroar.es excitan*-a*4 abel-
liio. f
Annunciavam-se importantes refof*a% e o pro-
prio imperador Francisco Jos asseflirau que se
concerteriam s diversas provincias aqueTlas ga-
rantas que estivessem de accordocom a nidada
eoltica do imperio.
Em Berlim era assumpto je gftmdet canvea.--
ces o projeclo de urna reumao de homens de
todos os partidos, e de lodos os paites d'Allemav
nha com o Bm de. por termo s'JucLis tiitesliriM,
era presenca dos perigos que por toda a parle se
obserraram.
O Moniteur publica a rcsposla do gakinra.da
Pekin ao ultimtum da governo franeex. A _
fre julgi ser necessario appellar para as arma
Fnndos esfranjeiro.
Bolsa de Madrid 11 de junho, 3 por cenlo
solidados 49, 3 ditos dlfferidos 39 c. 88-95.
por tanto ampiar dessa carroira de
nerversao moral, anda para evitar o desgosto
a respectiva familia de irera tonar alguma re-
Uexao na casa de detencao; pois que adver-
tida, como hca do presente a autoridade poli-
cial, nao deixar de dar a competente providen-
cia, que chame-os rbita dos seus deveres.
No decurso do gozo da licenca concedida
ao director das obras publicas, Dr. Francisco Ba-
phael-do Mello fiego. foi designado pelo Exm Sr.
presidente da provincia pera sirbstttui-lo, o cn-
genneiro da mesma reparlig Podro d'Alcanlara
dos Guimaraes|Peixoto
Foram recolhidbB casa de detencao, no da
H do corrento 4 homens e 2 mulhera ; sendo 3
ti res o i escravos, a saber : 2
do Dr.
ordem
fragatas a vapo. e-mais" alug | n2*'.r^Jdisricio'o" 2 a ordem"drsubde?cg da freguezia da Boa-Vista do
enenue ;'""* escravos, a saber : 2 a or
esqua-1 chefa oe.l'Olicia, 2 a ordem do deleg
SESSAO JUDICIABIA EM 28BE JU.VHO DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXM. H. DESEMBARCADOR
SOUZA.
Aecreano, Julio Guimares.
Presentes os Srs. desembargadores Villares e
i'I'JGuima"ese Guerra, e os deputados Basto e
Lemos o Sr. presidente abri a eessao.
ro Uda e approvada a acta da antecedente.
. DES1GNAC.0 DE DA.
Foi designad o primeiro dia til para julga-
mento oa appell.ig.io enlre parles :
Appellante e appellado. lose Bodrigues Perei-
ra ; appellante e appellados. os administrado-
res da massa fallida de D, Candida Maria da Silva
Luna.
. Tambem foidesignado o primeiro dia til para
julgamento da appellacao : f
r.i^P^611!8"164, P P^^oute c directores da caixa
Ulia do banco do Brasil ; appellados, embargan-
tes Joao Kelicr & C. e N. O Bieber 4 c
Vinir S Ju,f,ram os flos de Manoel Antonio
Vicrae curadores da massa fallida de Jos Duar-
n y ?i'r1.","*0'*** Vicenle Jos de Brito o
. Mana Isabel de Jess Moraes c oulros. por nao
Silver"0"1 presenles os Srs- depulados Bego e
mfnidHSgni,l0 Drinieirod.a til para ojulga-"
nt?c pone.6? g' qU Pedem PraPPe"aCao
n!KfHe"ianleS,J0 PJ"csidenlee directores da caixa
her c r,Cu-dM Bra.sil : "PPell^os. N. O. Bie-
Der 6i. C. c J. Keller 4C
O Sr. presidente mandou convidar os Srs de-
putados supplenles Buarque c Vellozo para com-
parecereranesseda. F
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Silva
desembargador Guerra,
segundo
Becife.
o
dislricto
de nasctdo, Olho
fllho natu-
Frnceflw parda, com 5 mezes de najeda, fllha
"*U1ra,li:.,!ellsbftfl0 j03 'los-Saatos. o Fran-
11..mezes dd nascida, filio
.^gr"mou d? A^on'O MarcelirJp tiaSraesre
f Aelicia Mana diConsjeijft.
, Francisca, cn.Mila.com7 mozes do nascido. Clha
legima do Francisco Leopol
Jad.iara Maria, 1.a Concer-ao.
Foram recolhdos mesraa no dia 27, 4 ho-
mens c 2 mulheres lo ios lirres ; sendo 2 a ordem
do Dr. chefe do polica. 1 a ordem do jui. mu-
nicipal da primeira vara, 1 a ordem do subdele-
gado do Recife o 2 a ordem do de S. Jos.
Lisia dos baptizados e casamento*. havi"(
ta matriz da bda-Visla de 17 a 23 de iui
enrrnnlo *
crrente.
Manoel crioulo; cora 3 mezes
natural de Florlnda escrava.
Luiz par.do, com 15 dias de nascdo.
ral.de Maria, escrava.
do Bes.
unhe do
Guimares ao Sr.
. as appellacoes eolre par-
tes, em que sao :
Appellante, Joo Franciso-Pereira de Souza
appellado, Joaquim Ignacio Bibeiro Jnior.
Appellaotes e appellados. Antonio Alvos da
t.unha & Companhia ; appellado e appellante,
Francisco Jos Regalo Braga.
E nada mais havendo a tratar, foi encerrada a
SGSSlO.
'loria fosse remettida
a apreciacao c esluo da.commissao de estalis-
tica cora posta dos Srs. Joaquim Pedro Barrlo
ae Mello Bego, Dr. Manoel do Nasrtmento Ma-
chado Portella e Dr. Cypriano Fcnelon Guedes
Alcoforado.
Tiio grave, porm.'era a materia e lao difflcil
ue ser apreenrda, que a Ilustre commissao nao
pode convir era raa opinin (lia enlre as prc-
tengoes oppostas dos habitantes de Timbaba e
dos de Podras de Foao.
O que alii vai dilo. consta de documentos ofli-
ciaes que podem ser consultados.
Era seu modo dc ver as cousas, e s pretenden-
do csligraatisar o carcter do Sr. Dr. J. Alfredo
0 communicanlo o aecusa de harer abandonado
osTnleresses da instrurcao primaria desla co-
marca '
Vejamos quanto aleirosa e improcedenle s
aecusacao.
Temos debaixo dos olhos o projeclo n. 17 de 3
de marco de 186J, em que o Sr. Dr. Joao Alfredo
Corroa d'Olireira propoo a creaco de duas ca
deiras do ensino primario, urna para o sexo mas-
colmo em Timbaba, c outra para o sexo femi-
nmo em Podras de Fogo.
Se o projecto do Sr Dr. Aires Carralbo tem o
numero 9, nao corre por conta do Sr. Dr. J Al-
fredo_ o faci de harer sido retardado na secreta-
ria d'assembla o seu projeclo, at quo oulro
com data posterior riesse preferir ao primeiro
Onde eslao, porlanto, os fundamentos da ae-
cusacao que so leranla ao Sr Dr Alfredo"? Nao
se sabe que um acto posterior d'assembla com-
melleu administracfto proriucial o direilo de
crear cadeiras de instruecao primaria?
Talrez nos lenhamns eslendido de mais Ap-
pellamos para a opiniao publica, que, esclareci-
da pelos factos, nos saber fazer inteira juslica.
Timn.
..4e8Hna.de Francisco Leopoldo do aosario/'e Art^. Jot TeixraleTSjdro
"mBM^'^^ ^WmB^t- -
JURY DO RECIFE.
3 SESSAO EM 28 DE JfJNHO DE 1860.
Prestrfenco do Sr. Dr. juis de direilo da pri-
meira vara criminal Bernardo Machado da
Costa Doria.
Promotor publico o Sr. Dr. Francisco Leopoldi-
no de Gusnio Lobo,
fscrjvo interino o Sr. Antonio Joaquim Pe-
reira de Olireira.
A's 10 horas da manhaa, aberta a sessao pelo
loque_ d* csrapainha, procede o escririo a cha-
mada nominal, o veriDca estarem prsenles 31
juu.es de fado. .
?.r PrJl,Ld.e dircUo declara que irapoe
a multa d2folKkVa cada um dos jurados que
harendo sido notilkttdo? ta forma da lei
companjceram aos trabados. Sao os Sr
Anioruo Jos Conrado.
Antonio Jos de Vasconcelos..
nao
t Benedicto Jos Duarlo Cedrim.
- nuio do"anno Diouiio Solero Pereira
* ft?.^li FraiHa9co da | Dr.JprTncisco do Regoiarr
noel, pardo, niscido em 21 d
. passodo, filho legitimo de fiemo
urna :n,er-t Lnh... e Teodol,?da Jo.Hina Pe'"r?da CU!
__ nna. > ,
. natural de Thcrza. esorava. *
. ~-.- --f-, escrava.
Germano, pardo, com 2
metes de nasiido. Olho
Joanna
I *egWno. de. Francisca xtaAssis. e Joi
wi ^elmiro/brancoV nascido'em"l7 de jonho do
f ^rrVr^l0' "0 'egHimo de Alejandre
latZ?J 3" ??Ph* Carol'Da taJlor.cs.
* ,B.,n<0, '.laSC'da " lrti'n*^ abcil.de-ste
.' atino, fllha legilirna,.de Joao
do* Santoa Pprlo,
O.Emilia Sabina dos Santpsporto. .*>.
Allredo,-raneo, nascido a'10 dashs me?,
legitimo de Antonio Cactano de Mede:'os
Amorm, e D Francisca de Paras Am'vira.
Lidia, branca, coa 4 annos da '* idt (ilha
lenitimaMla^.otorloaa Sili* C' Mm, \ Alo-
xandrna Maria da Ora. ^m>* e A'
^*''.t*f' .nascida, */&** aBrtt te
' e .uio Nones, com Candida Mara
ao, crioulos.
ileiro fmninja entrado de Macei
'medios trouxe os seguintes passa-
Jacome Passos, Joaquim da Na-
sos da Silra Torres, Marco-
,_rros fe Lacerda..
Dr,-Francisco Pinto Pessoa.
Dr. Prxedis Gomes de Souza Plla/rSa
Dr. Jos Sergio Ferreira. ..- '
Dr. Jus Joaquim deSouza^^
Fsa.neiseo Jos Ouarle C*!8rco.
Flix Joaquim Doraidgues.
Francisco Joaqiiim/Ca^dajgDi
Francisco Borgp!rijBtl>, l ^ #.
Faustino Joaffdos"Santos.
^n^seKde Pinna Bwga-.
Prao^iiB.'farneiro de Lacerda.
JjK.'G*v.rcaati Fihzaeir. de Menezes.
os Alexandre Bibeiro.
Joaquim Silrerio de Souza.
Jos do Bego Pacheco.
Jos Joaqun Lopes de Almofa.
Joaquim FranciscaDuarte.
Jos Guilherme Oafanaraes.
Tene.te-cojipiielwlo Valenllra Villela.
Jos AntAQl-de Brto.
Joo Coelho da Silva.
Joao Filipe Caralcanti.
Joao Carneiro da Cunha.
Joo Bibeiro Guimares.
los Antonio f> Olireira ejMBf>,
Joaquim LuizTires. f
Jos Francisco de M*Mo\ k
Joao Antonio Bibeiro. ^aw
JosaiFraneisco Biberfe.
Mermes Carneiro Machado Bio*.
I:, I
Creado o tribunal do commercio, como Irib-
nal de segunda instancia, honre a nomencao de
dous escrires para escrcrerera as appellacoes,
aggraros, c serem os escrraes dos protestos d
letras ; isto consta dos decretos de nomeacao dos
octuaes serrenluarins, que pagaram certa* quan-
lia proporcional lotaco de seus ofJicios, Iota-
cao calculada segundo "o proveilo que os mesmos
teriam de auferir dos acios, coja pratlca Ihes era
facultada nos decretos de suas nomeaees.
O decreto que creou dous cscrvaes para o tri-
bunal o commercio, com a faculdade privativa
de tomaram os protestos d* letras, devia extin-
guir o lugar de escrirao privativo dos protestos
do letras , creado por lei provincial ; mas as-
sim nao succedeu, e ura aviso mandou conside-
rar ONistenle o lugar que o decreto de de no-
vembro de 1835 extingui e cujas funceoes an-
nexara aos escrives do tribunal do commercio.
A materia de dilo aviso s desculpavel, con-
siderada como um acto garanlidor de direitos
adquiridos pelo escrivo privativo dos protestos
de letras, pois um simples avsb nao podia res-
tringir as allribuices conferidas aos escrives do
tribunal do commercio, pelo decreto quo bos
'.eraos referido.
Nosso fim, azendo estas ohservacoe, nao
censurar ao ministro que expedio cinelhanle
aviso, e sira mostrar que occasio opportuaa
para ser reparada a injustica quf'soffiera os es-
ciives de appellaQdes mercio. vS
A nomencao de. juulquor dos escrives, quer
os do tribunal docemmercio, quer o que officia
nos protestoj^jdcletras, para oceupar o cargo de
escrivo d^uizo do commercio desta cidade, va-
go porfatteciinenlo do servenluario, ser um ac-
to da na existencia do aviso de 3 de novembro de
1855.
Ao magistrado que dirige a pasta dos negocios
da juslic.8, se offerece urna occasio mais que op-
portuna, par dar remedio ao mal quo apon-
amos.
E. B.
Publicares a pedido.
Soldados nao vedes o poro agitado
Chorando o desastre que a patria sofTreu ?
Uni rnsso prantoao pranlo do poro
Chorai pelo brarq qne ao tmulo deseen I
Em tempo de guerra no centro das balas
Nao vistes mil rezes que a morte afronlou?
Que em leras batalhas por ros escorado
J mais deshonra seu peito curvou I
Que era face da espada qu'entio manejara
Nao pode a anarclvia na palria crescer?
Nao pode que um peito que a honra s preza
A patria que adora nao deixa perder I
Coberto de chagas de sangue o de fumo
Desenas de vezes ouvistes bradar :
Um bravo nao sent fugirem-lhe as foress,
Avante soldados at triumphar 1
J quando descanoa na paz das victorias...
Que Luiros eternos na fronte cingio,
Ura golpe covarde sen peito aniqnilla
E o resto dus forjas lhe arranca 1 cabio II
Exhausto nos bracos da esposa querida,
Nao houve os suspiros dos filhosque amou !
J mais n'esle solo tao chara exislenria
A parca traidora no tmulo cncerrou !
Soldados mostremos que somos severos
Na justa defeza da palria e das lcis.
Mas que tambem somos sensiveis, humanos,
Se d'alma nos fogem suspiros crueis!
Eslatuas que alleslem aos sec'los vindouros
A fama que ornava tao bom general, m
Nos firmes deremos do chao levanta-las
Sero nossas lagrimas fiel pedestal.
Por Antonio Carlos da Costa e Su.
COMMERCIO.

a
libra
>
>
Alfandega.
Rendmento do dia 1 a 27. .
dem do dia -28.
2>1;563>U8
16.963*746
2681J27994
esa
Attennni os Goiannistas.
Disse no communicado passado que sou eslra-
nho as lulas elcitoraes, isto urna rerdade. Mas
nao posso ser eslranho aos males que possam
sobrerir a comarca de Goianna, assim como a
qualquer injustica que por ventura suffram ami-
gos, como a que Bofre o Sr. Dr. Joao Alfredo.
Disse tambem, que negara esse absoluto direi-
lo que querem dar ao Sr. Dr. Carralho de ser
eleito deputado por Goiannaprorami clara e
exuberantemente.
mo Brasileiros temos direito ser eleitos
ft. qualquer circulo; mas mister, antes de ad-
ittitliT essa geralidale, allender a interesses que
se ligam aos individuos naturaes de um lugar.
Um morador e proprielario em Goianna, nao
pode dispensar do promover os melhoramentos
da comarca '. quando isto nao faca por amor .
todos os habitantes, ao menos por interesse pro-
prio, o que nao acontece ao eslranho que s al-
meja eterar-se e depois '"8Squelles que
o elevaram, co" -e.
-* "*""" ' di'pu-
-mentos
Movlmento da alfurfii
Volumessahidos com faz^ro^s . 114
> com >eros 477
------591
DescarrafT hJe 30 dejunho.
Barca franceza^-A'fred Clairpipas com vioho.
Ilrigue br*t1eiroMentorfarelo.
Briguc 4glozBellplvora.
Patacho portuguezMaria da Gloriadiversos
^cueros.
Importaran,
Vapor portuguez Portugal, precedenlo da Eu-
ropa, manifestou o seguinte :
40 caixas cape de Lisboa, 50 ditas batatas ;
Thomaz de Aquino Fonceca.
30 cartas queijos ; Tasso & Irmos.
50 ditas batatas : Antonio Lopes Rodrigues,
50 ditas ditas; Jos Antonio da Cuuha &
dem em caroco.....
Arroz pilado......
dem com casca ......
Assucar branco noro .
dem mascarado idem .
Azeite de mamona ....
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina......
dem grossa.......
Cafe em grao bom.....
dem dem restolho ....
dem idem com casca .
dem moide.......
Carne secca. ...
CarvSo de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem em velas. .
Charutos bons......
dem ordinarios.....
Idemregalia.......
Ch'fres........
Cocos seceos. . . .
Couros dc boi salgados .
dem dem seceos espichados,
dem idem verdes. ....
dem de cabra cortidos ... ana
dem dc onea......
Doce de calda......libra
dem de Goi.ba .....
dem seceos...... >
Espanadorcs grandes. asa
I dem pequeos...... >
i Esteiras de preperi .... ama
Estoupa nacional.....arroba
l'.irinha de ararula .... >
dem de mandioca .... alqacire
feijao.........alqueire
Fumo em folha bom .... arroba
dem idem ordinario .... >
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
idera idera ordinario. ...
Gomraa polrilho..... >
ipecacaaliua. ...,** arroba
Lenha em achas grandes oeato
dem idem pequeas. ...
dem cm toros. ...
Madeiras cedria taboas de forro, nina
Louro pranchocs de 2 custados um
Cosladinho. ...*...
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....,
dem quiriz.......
Virnhlico pranchocs de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
Idem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros
dem idem rod^le dila para
ditas ,.......
Mel.........caad.
Milho.........alqueire
Podras de amolar. .... urna
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava era molhos .... om
Sabo.........libra
Salsa parrilha .....arroba
Sebo em rama......
Sola ou raqueta (meio) urna
Tapioca........arrba
Unhas de boi......cento
Vinagre........pipe
Pao brasil.......quinta)
8M
7|4 O
65400
5(400
15*
4JSO
%*650
1200
*5*
75500
45V
55008
956110
5fP0O
1|M
5500
1356O0
*&+
15008
55000
45000
260
165
800
IO5OOO
500
408
I5OOO
spoo
15000
800
15600
35000
qpoa
75000
155000
5 7J08O
16fO0O
urna





um

35200
255000
2$500
I56O8
I25OOO
85OOO
95000
85OOO
63OOO
255OO
4500O
252(0
15600
2I5OOO
I45OOO
IO5OOO
5O5OOO
lOfOOO
Moviruento do porto.
'Irmos.
100 ditas ditas
200 ditas ditas
150 ditas ditas
Sevorino Babello
Marcelino Jos G. F.
; Antonio M, da Costa Bocha.
44 ditas ceblas ; Francisco
& Filho.
cera brancaam pao'; Azevedo &
3 ditas
Mondes.'
1 ditai,_semenles ; Vital 4 Bastos.
1 caixolelivros ; ao Gabinete Portuguez de lei-
lura.
2 pacotes impressos ; Manoel Figueiroa de
Faria.
1 caixa um burra de, ferro ; Damaver & Car-
neiro.
1 dila urna dita ; aos D. do Banco Filial.
4 dilas cha. 1 dila ignoro ; L. A. Siqueira,
1 calxinha relogios dc ouro, Braga Silva &
Comp.
15 barricas albos ; Ordem.
41 caixas carrinhos de mo, 1 dila arreios, 1
carroca, 242 rodas, 121 eixos ; i Th. H. Har-
rison.
1 embrulho ignoro o conledo ; N. O.
ber & atomp.
1 dito dito; i James Byder & Comp.
1 dilo dilo; i A. C. Wells.
Uvate nacional Dtmdozo, rindo de Macau con-
signado 4 Marlins & Irmos, manifestou o se-
guinte :
150 alqueires sal, 37 caixas velas de cera d
carnauba, 2 barricas rom 271 pares de stnalos
ordem.
Consulado (eral*
Bendimento do dia 1 a 47.
dem do dia IB. .
a. ta
en
O.
Horas
2 I
_
en
3
SO
a
W5
Atmatpkarm.
Direccao.
Intensidade.
Bei-
00 -52 *- ce 0 00 M Centgrado. m |
00 es ia 00 * 2- Jteaaaiar. 0
-1 2! E3 .1 Fa/irenaett S
23 i X a V 00 .1 Hygromelro.
V w w e3 0 Barmetro.
A noile completamente nublad, e churoM
rento S, e assim amanheceu. *
OSC1LLAQAO DA *AR.
Preamar as 11 h. 54' d. manhaa. altara 6 50a
Baixamar as 6 h. 6* da tarde, altura 1.75 p.
Observatorio do arsenal de marinh. 28 deja
Je 1860 Viiaas Jorm*.
utios entrado no
ijiV^^
,^ .* eras, rapar 1
comaandanla Manee!,
Macei e portos in
8lelro Per si
quina Loi^
"IVacto tahido no dia 28.
ddn Janeiro, 12 dias, briguc brasileiro Euge-
nia,, de 270 tonelada*, capillo I malas da
Medeiros. equip. 10, carga farinha da tria a
mais gneros; a Antonio A Mendes.
llaranhae, 8 dias, brigue-escuna brasileiro 6m-
.


VJi
eiosa, do 218 toneladas, capilfto Joo Jos de
Souza, epuip. 12. carga farinha de mandioca e
arroz ; a Almeida G. Aires A C.
Kio de Janeiro, 13 dias, vapor de guerra francs,
Beston, commandante Mouchcry.
Navios sabidos no mesmo Ha.
Havre, galera Franceza, delle, capitoo Durrcly,
carga cornos e roais gneros.
Rio Grande do Sul, hrigue brasileiro, Tirata, ca-
pitn Manoel P dos Santos Pereira e-Silva, car-
ga assucar.
diiaes.

**T
MARIO DE PERNAMBDT/) i- Sa O Iltm. Sr. inspector da'thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
residente da provincia de 23 do correnle, manda
izer publico, que no dia li) de julho prximo
futuro, vai novante-tile praca para ser arrema-
tadado quem por menos lzer, a obra dos repa-
ros do cropedramentn de estrada da Victoria, en-
tre os marcos de 6 a 8 mil bracas, avaliada em
6 5149000.
A arrematado ser fcita fu forma da lei pro-
vincial n. 343 de 4 de mato de 1854, c sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se quizerem propor a esta arre-
matarlo compareeam na sala dassessoes da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
namburo, 26 de juuho de 1860.0 secretario, An-
tonio Ferroira da Annunciaco.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1." Os reparos dos empedramientos da estrada
da Victoria entre os marcos de 6 a 8 mil bracas,
seio fetlos de conforraidade com o ornamento
nesta dala approvado pela directora em conse-
Iho c subraeltido approvacao do Exm. presiden-
te da provincia, na importancia de 6:512$ rs.
2.a O arrciualante comer.ir as obras no prazo
de 15 das, e as concluir no de 4 mezes, conta-
dos segundo o arl. 31 do regulameuto das obras
publicas
3.'' O pagamento* da importancia da arremata-
cao ser eilo em 3 prestaces iguaes, sendo a
primeira quando liver feito uui terco da obra, a
segunda qoando liuuver feilo dous tercos c a ul-
tima na entrega da obra.
O-Mr. Anseltr'o francisco Perelli, cuinmendador
da imperial ordem da Rosa c da de-Christe, c
juiz do direito especiar^ commereio desta ci-
dade do atadle, capital da provincia de Per-
nambuco e sc-u termo, por S. M. imperial, que
Deus guaule, ele.
Fa como Antonio Baptista Ncgueirame dirigi a pe-
ticao do thoot scfjuinlo :
Illm. e Ero. Sr. Dr. juiz do commercio.Diz
Antonio Baptista Nogueira, que sendo credor de
Joo Alexandre Vieira, Guilherme Pinto Henri-
ques e Sebastiao Jos de Moraes Bello, pela quan-
lia de 6005000. importe ce urna lelra sacada em
1 de fevereiro de 1853, vencida no dia Io de
maio de 1855, sacada pelo primeiro e aceita pe-
los segunde e terceiro transferida ao supplicanle
pelo sacador, que quer imerpor o respectivo pro-
testo para interromper i prescripeo, vem re-
querer a V. Exc.dignc-se mandar lomar por ter-
mo u seo protesto ; e porque os supplkndos se
achem ausentes em lugar nao sabido, requer a
V. Exc. digne-se admitli-lo a justificar n ausen-
cia, e sendo qu arrio baste os julgue por sentcnca
mandando pascar caria edital por 30 das, atim
de por ella serem citados os supplicados.
Pede a V. Exc digne-se deferir na forma re-
querida.E R. M Advogado, Joaquim Dou-
rado.
E mais se nao conlnha em tal peticao aqui
transcripta, na qual dei o despacho do theor se-
gi>inU :
Distribuida. Lavrado o termo de prolesto, jus-
tifique o supplicanle a ausencia dos supplicados.
Recife 30 de abril de 1860 A. F. Peretti.
E muis se nao cnnlinha em dito meu despacho,
em virtude do qual fora a mesma petico distri-
buida ao escrivo desle juizo, Manoel Maria Ro-
drigues do Nascimenlo. que laarou o termo de
protesto do Iheor seguinte :
Aos 30 de abril de 1860, nesla cidade du Recife
em meu cartorio appareccu Antonio Baptista No-
gueira por seu bastante procurador o solicitador
Joaquim 4 Albuquerque c Mello, e disse perante
mim e as testemunhas infra assignadas, qae re-
duzia a protesto o conleudo de sua peticao retro,
a qu-al olfere.-eu como parle do prsenle E de
como assim o disse c protestou, lavrei o presen-
te em o qu.il se irmou com as ditas testemunhas :
eu Manoel Maiia Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivo o eserevi.Joaquina de Albuquerque e
Mello.Joo Ignacio Stares do Avellar.Jos
Dias da Silva.
Nada trais se declarara em tal termo de pro-
lesto ; e leudo loso depois o supplicanle produ-
a ausencia dos
supplicados em lugares nao sabidos ; e subindo
os autos a minha concluso, nelles dei a sentcn-
ca seguinte :
vista da inquirico de fls. 6 a fls. 9, julgo pro-
vada a ausencia dus justificados Guilherme Pinto
llenrlques e Sebastiao Jos de Moraes Bello em i
cateado fabricado em jiau estrau'eir0 teem tfe
paga-lo livre de mulla. Becebed'jrM ee Per-naw-
buco 1 de junho de 1660.O aj ministrador, Ma-
noti'Curntiro di Souza Lac erda.
O procurador da <\8mara municipel desta
cidade faz publico qne pe|0 juiz de direito da i.*
rara crimo desta coo\rca o Sr. Bernardo Machado
da Cosa Dorin torom reraellidas mes* cma-
ra as cartas do participado, rontendo as nomes
do individoov raulladoa. por falta doeompareci
ment as Ses5cs do jury ; afim de que venham
recollicr ai respectivas multas, e evitcm o pro-
cesso execulivo.
3.* sesso de 1857.
Joo Bernardo de Siqueira........ 330SOOO
Joo Carnciro da Cunha............ 330J0OO
Francisco Ferreira de Mello........ 3309000
Diogo Joaquim da Silva............ ; 330*000
Antonio Joaquim do3 Sanios....... 330*000
Marianno de S e Albuquerque___ 330$000
Manoel Piolo dos Santos........... ;300*000
5.a sesso de 1857.
Manoel Marlins da Costa...... '.... 320*000
Jos,Joaquina do Oliveira......... 300*000
Alvaro Pereira de S.............. 220g000
Manoel Luiz Goncalves............ i220g000
I.ourenco Rodrigues dasNcvs.... 220j}000
Juoquim Jos de Miranda.......... 220^000
Antonio Carneiro Machado Rios.... 200*000
Dr. Joaquim Jos da Fonceea...... 200*000
Em ludo o mais que nao estiver especifi-
cado no orcamento e as prsenles clausulas es- zido suas testemunlias, justtficou
peciaes, s observar o que dispc a lei u. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
Olllin. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda ntajida fazer publico, de couformidaile com
a ordem do tribunal do Ihcsouro nacional n. H'.l
de 9 du maio prximo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesla thesouraria
para preencliiinenlo das vagas que ha de prali-
cantes na musma : aquelles pois que prelende-
rein ser adroiitidos ao concurso devem apresen-
lar nesla secretaria seus requerimenlos instrui-
dos ctm os documentos que provem : Io. tercm
18 anuos completos de dude : 2". cstarem Irnos
de pena e culpa e 3o. terem bom procedimento.
Os exames nesle concurso versa rao sobre lei
tura, analyse grammatical, orlhographia e ari-
iheinelica al a theoria das proporcoes inclusive.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 8 de juuho d* 1860.
O secretario.
A. F. da Annunciaco.
De ordem do Illm. Sr. Inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico que a airemalaco de urna parle do sobra-
do de dous andares no valor de um cont cenlo
cincuenta e cinco mil quatros e oitenta c dous
r(is, silo na ra da Guia, pertontenccnle a fa-
zenda nacional eiu vii lude de adjudicacao, nao I
teve elleito no dia aunuuciado por falta de lici- i
tantos ; e por isso fica transferida a mesma ar-
retaco para o da 30 do correnle mez.
Secretaria da ihesouiaria de fazenda de Per-|
namhuco 8 de junho de 1860. O oftlcial maior
interino. I.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
lugares nao sabidos : pelo que mando Mies seja
intimado o prolesto de fls. 2 v. por meio de eol-
ios, passan.lo-se a respectiva carta com o prazo
de um mez ; pagas pelo justificante as cusas.
Recife 20 de junho c 1860.Anselmo Fran-
cisco Perelli.
E mais se nao coiitiuhi em dita sentcnca aqu
transcripta', em viitude da qual o escrivln que
este subscreveu, fez passar o prsenle edital com
o prazo de 30 dias, pelo qual e seu iheor chamo,
intimo n het por intimado aos dilos supplicados
ausentes cima declarados, de lodo o conleudo
i da peticao e termo de prolesto cima transcripto,
i Pelo que, toda e qualqoer pessoa, .prenles ou
; amigos dos dilos supplicidos os podero fazer
seieule do que cima fica exposto ; e ser 0 pre-
sente afiixado nos lugares do costume, e publica-
dos pela imprensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 25 dias do mezjde junho de 1860,
39." da independencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Mana Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivo o subscicvi.
Anselmo Francisco Perelli.

Capitana do porto
Pola capitana do porto se faz publico, o aviso
abaixo, da subslituicao da lanlerna collocada na
fortaleza dos Sanios Reis Magos , da barra do
Rio Grande do Norte, por um grande lampean
circular de 8 bicos.
Deelaraees.
Couselho de compras navaes.
Manda este conselho fazer publico, qne contra-
ta no dia 30do corrento mez, os furnecimenles
de lijlo, de al venara grossa, podra com esla no-
mnacao e de cal, para as obras a cargo do arse-
nal de marinlia com quem por menos os faca su-
' geilando-se as condices (garantidas por fiador1
Capitana do porto de Pcrnambuco, 14 de junho de seren csses objectos sempre entregues na
de 1860.O secretario, J. P. Brrelo de Mello
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
2.a seccao. Ri de Janeiro. Secretaria do es-
tado dos negocios da mariuha, em 18 de maio
de 1860.
Pela secretara de eslado dos negocios da
quantidade e da qualidade contratadas, sob pena
da mulla, a favor da fa/.enda. de 50 O/rj do valor
de cadi um, a'om do contratante carregar com o
: excesso do preco no mercado, so o houvcr, caso
] essas faltas occasionem que ah recorra-sc; sen-
. do esses contratos etl'ectuados vista de propos-
\ tas receladas no ciUdo dia al s 11 horas da
manha.
mariuha se a2 publico, para conhecimenlo dos : SaU do consoUlo de compras navaes. em 21 de
navegantes, que a tanlerna da fortaleza les San-
tos Reis Magos situada na barra do Rio Gran-
de do Norte, em latitude de 5o 45' S, c longitude
de 35 13' 15" 0 de G\V, fui substituida por um
grande lampean circular de 8 bicos collocado so-
bre una torre c.ylindrica, construida na plata-
forma daqtiella fortaleza. Esta nova luz, que
fixa e de cor natural, est elevada 65 palmos por-
tuguezes sobre a superficie das aguas, as mares
regulares, e pdc ser avistada na distancia de 12
militas,O director geral inlerino, Angelo Tho-
mazdo Amara!.
junho de 186u O secretario,
;ues dos Anjos.
Alexaudrc Rodri-
Conselho adiiiuistrativot
Felisbino de Carvalho Raposo...... 200*000
Dr Joo tnirU Seve..........]..... 180S0OO
Ubaldo Manoel de Almeida........ 1 SOgOOO
Dr. Jos Antonio de Piguciredo ... 1SO*000
Antonio Auguro Maciel.......... 1,80*000
Jos Ramos da Cruz............... 140g000
Joaquim Francisco de Mello Santos 140*000
Jos Antonio Carneiro............ 140SOOO
Antonio Augusto da Fonceea...... 140*000
Manoel Francisco Marques......... 40*000
Bonifacio Maximiano do Maltes.. 40g000
Francisco Rufino Correia de Mello 20*000
Dr. Antonio Mara de Parias Noves 20*000
Jos Rodrigues dos Santos........ 20*b0o
Joaquim de Oliveira e Souza...... 20gOOO
Autonio Joaquim de Sani'Anna.... 20g000
Jos Marques da Costa Soars..... 20g000
Manoel Gomes de S4.............. 20*000
Joao Augusto Hcnriques do Silva.. 20*000
Manoel Antonio Vtegas............ 30*000
Joo Manoel Rodrigues Valonea... 20*000
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro... 20*000
Jos Baptista da Fonceea.......... 2OJO0O
Andr Ferreira d'Almeida.......... 20*000
Joao Francisco Baslos............. 20(000
Joo Manoel de Siqueira.......... 20)5000
Jos da Slra Mondanh........ 20*000
Jacomc Geraldo Maria Luraapk de
Mello........................... 20JJ00O
Frmino da Silva Amorim......... 20*000
.Aodr Alves da Fonceea........... 20*000
Joaquim de Jess Pinto............ 20*000
Jos Gunegundes da Silva......... 20$000
Anelo Custodio dos Santos....... 20*000
Jos Baptista Riheiro de Parias... 20*000
Francisco Tiburco de Souza Nevos 20*000
1.a sesso de 1860.
Guilherme Rodrigues Montr.0 Lima 200*000
Beto da Costa Ramos de Oliveira 300*000
Sabino Bruno do Rosario........... 300*000
Manoel Antonio da Silva.......... 300g000
Jos Ilygino de Souza Galvao..... 320)3000
2.a sesso de 1858.
Urbano Mamede de Almeida...... 250$000
Antonio Munz Pereira............. 340*000
Dr. Fernaodo de S Albuquerque.. 320:000
Diogo Joaquim da Silva............ 320g0OO
Hermenegildo Frmino de Lima.. 300g000
Joo da Cunha Nevcs.............. 280*000
Manoel Jos Rodrigues Braga..... 200*000
Felisbino de Carvalho Raposo-.___ 180*000
Contadoria da cmara municipal do Recife 20
de junho de 1860.
O procurador
Jorge Yicter Ferreira Lopes.
De ordem do Illm. Sr. inspector da ihesou-
provincia se faz publico,
interessados, a relaco
as suas propuslas em carta fechada a sacreiaria
do conselho, is 10 horas da oanhaa do dia 6 de
julho prximo vindouro. '
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimenio do arsenal de guerra. 25 de
junho de 1860 Benlo Jos Lamenha Lint, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereir*
Lobo, coronel vogal secretario inlerino.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O concelho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os gneros so-
guinles :
Para o presidio de Fernando : .
800 alqueires da farinha de mandioca por medi-
da velha quero quizer vender tal genero, apr-
senle as suas prouoslas em carta fechada na se-
cretaria do consenlo, s 10 horas da manhaa do
dia 4 do julho prximo lindo.
Sala das sessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, 25 de
juuho de 1860,
Denlo Jos Lemenha Lint,
coronel presidente.
Francisco Joaquim l'ereira l.oio,
co'onel vogel secretario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenli
Jo arsenal de guerra, tem de contratar o rancho
para a companhia dos menores do mesmo arse-
nal, durante os mezes de julho e agosto prximo
vindouro.
Pao de 4 oncas.
Bolacha.
Assccar refinado.
Cha hysson.
Caf em grao.
Manleiga franceza.
Carne verde.
Ditvseca.
Toucinho de Lisboa.
Feijo mulalinha ou prelo.
Arroz do Maraoho.
Bacalho.
Farinha de mandioca.
Azeilo doce de Lisboa.
Vinaure de dito.
Quem quizer contratar tacs gneros aprsente
as suas propostas em caria feixada na secreta-
ria do mesmo conselho as 10 horas da manh
do dia 30 db correnle mez.
Sala .das sessoes do conselho administrativo
para fornerimenlo do arsenal de guerra 23 de
jonho de 186O.
Denlo Jos Lamenha Lins,
Coronel presidente.
Francisco Joaquim Pereira Lobo,
Coronel vogal secretario.
Para o Aracaty.
Segu com a maior brevidade possirel o hiate
Gratido. per j tor a maior parte da carga
prompla ; para o resto e paasageiros, dirjam-se
aoPasseit Publico n. 11. ou ra do Cordor.iz
n. 5. casa de Pereira & Valcnle, no Foilo do
Hattos.
Leiles.
DE
lina luja de ferragens.
A requerimento do$ depositarios da
massa fallida de Lima & Martins, epor
despacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, o agente Camsrgo ven-
dera' a armecao e ferragens constante
da loja de ferragens n. 39 da ra No-
va : sabbado 30 do correte as 11 horas
em ponto na mesma loja.
LEILAO
*
Venda d predio.
Vende-ae a meiacae de um magestoeo
de um andacbeip.djlado, ha 3 pan * i
situado em urna daTaais bellas ras i
de (Concordia) : podettdo qualqaer
examinar o mesmo predio na ra 4
n. 26 ; para trajar, naraa do Lirramate
loja de calcado.
Na travessa dos Remedio, baje da Remfi-
ca, ainda so vendem alguna burros do serla*, jai
esperimentados e cosluaados ao peale : faca
os pretender, dirija-ae i maema .casa cima, aae
se lho dir quem vende:
Na ra da Cruz n. 5. armazem 4a C I
set Se C, vende-e o seguinte, por falta 4e li
Charutos de Hara.ia fines;.
Biscoulos ingleses a 15300.
Vinho de Bordeaux.
Dito do Porto.
Dito do Cherry.
Cognac, indo ltimamente despachada, e par
com modos precos.
Farelo do Porto,
em saceos muito grandes, ltimamente chega-
dos '. vende-se na ra de Vigarin n. 9, primeara-
andar, escriplorio de Carvalho Nogueira 4 Com-
panhia.
Vende-se um diccionario latino Magnam Le-
xicn, osado : na rus Di re i la dos Afogadoe. ta-
berna do Silrano.
Vendem-se
latas com oleo de tkino muito novo,
bras cada urna, por preco commodo :
Vigario n. 5.

DE
CASSINO POPULAR
NO
Urna botica.
A requerimento dos herdeiros de
Marcolino Lud^ero da Fonseca Candi e
despacho do txm. juiz municipal da
primeira vara, o agente Hyppolito da
Silva fara' leilao de urna botica, dividas
activa e um eteravo de nacSo Angola :
segunda-feira 2 de julho as 11 horas em
ponto na botica n. o do pateo do Carino.
M AGESTO SO SALA O
DO
raria de fazenda desta
para conhecimenlo dos
O conselho administrativo, para fornecimento
lo arsenal de guerra, lera de comprar os objec-
tos scgiiintcs :
Para a primeira companhia de pedestres delinha
da comarca da Boa-Vista.
77 esleirs de pallia de carnauba ; 56 grvalas
de sola de lustre ; 77 mantas de la ; 1 livro de
200 folhas para os ordens do conimandanle da
O Dr. Antonio Joaquim Buarque Nazareth, juiz companhia ; 1 livro de '200 folhas para delalhe
municipal c de orphos e ausentes, uesla ri-. do servico ; 1 livro de 200 folhas para registro
dade da Victoria e seu termo da comarca de de prel e folhas dos olliciaes; 1 livro de 200 fo-
Sanlo Ant.io da provincia de Fernambuco por 'has para entrada de diversos gneros; 1 livro
5. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, quo Dos de 200 folhas para carga do fardamento ; 1 livro
r"**10^10' de 2C0 folhas para termo de juramento,
taco saber que por este meu juizo de ausenles' Quem quizer vender tacs objectos apresentt
perante mioTgftnroccdou a arrecadacao dus bens *s suas propostas em carta fechada na secretan*
deixados pela Qn>ja Isabel Mara Bezerra. a re- do conselho, s 10 horas da manha do dia 2
quenmenlo do collector de diversas reudas ge-
raes deste municipio, o wmo nao se obtvesse
Hilormacoes exactas acerca^.morada dos her-
deiros da dita tinada, visto acb*%em-se em loga-
res nao sabidos, ordenei se passassf o presente
pelo qual cito, chamo e requeiro o compareci-
menlo dos herdeiros de sobredita finada, bem
como a todos os que direito tiverem em sua hp-
ranea afun de virem habilitar-se no prazo de 30
das d publicaQo desle, o qual ser affixado ou
lugar publico do costume e publicado pelo Dia-
rio de Pernambuco em quanto durar referido
irazo, lindos os quaes ludo procederei a reve-
a c na forma da lei, e para constar
de julho prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administialivo
para fornecimento do arsenal de guerra, 22 de
junho de 1860.Denlo ios Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco loaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
A cmara municipal do Recife vende por
intermedio do administrador da obra do mala-
douro publico, as madeiras vclhas liradas dos
curraos do mesmo cstabelecimento, as quaes all.
se acharo.
Poi^ontojn apprehondido por esla subde-
urn cavallo castanho coro sellim e mana ;
legaca
presento quo vai por mira assigoado comTsdlo I l'^nnfU ov compa*a nesle i'"* P
., que anteara serve o\ va.ha S. Sil SCKTSiSfc ?. TV^ Kecl'fe
25 de junho de 1860.Jos Antonio Pinto.
ex-causa.
Dada o passada nesta cidade da Victoria aos
28 de abril do anno do nascimenlo do Nosso Se-
nhor Jess Chrislo de 1860, trigsimo nono da in-
dependencia e do imperio do Brasil.Eu Anto-
nio Ludgero da Silva Costa, esciivo de orphos
e ausentes o eserevi.
Antonio Joaquim Buarque Nazareth.
- A cmara municipal desta cidade manda
publicar, para conhecimenlo dos seus municipes,
os artigos de posturas abaixo transcriptas, qu
toram approvados provisoriamente pelo Exm.
presidente da provincia.
Taco da cmara municipal doBecife, em ses-
so ordinaria de 15 do junho de 1860. Manoel
Joaquim do Reg o Albuquerque. presideale J"a,l"im n,s Martins.
e ordem do Illm. Sr." Caetano Tinto de
teras, juiz de paz do 4 anno do 1.- districto da
freguezia do S. S. do bairro de Sxnto Antonio
desta cidade do Recife, se faz publico quem
convier, que os ofQciaes de justica que t?hbam
peanle este juizo sao os aboixo'declaradas>^a
podendo oulro qualquer funccioiior no mesm
juizo, sem o compleme cumpra-se. Recife 20
de junho de 1860.O escrivo,
Joaquim da Silva Reg.
Miguel Morajra de Souza Maia.
Braz Lopes. *
Albino do Jess Bandcira.
Manoel Ferreira Accioly, secretario.
Quarta secce.Palacio do governo de Per-
nambuco, em 14 de junho de 1860.
O presidente da provincia tendo avista o que
representou a cmara municipal do Recife ero
ofikio de 13 do corrente, sob numero 58, resojae
approvar provisoriamente os seguinles arlisos de
posturas :
Art. 1. F." permiltido ao infractor de qualquer
postura pagar a multa caovpejdnte para nao ir a
juuo, cobrando para sua Ujefza recibo do pracu-
rador da cmara, sem prejui da pena corporal
que tambem possa ler. '
Art. 2." Quando o infraclor nSo pgar a multa
dentro do prazo de tre3 das, depois de eondem-
nado, e intimado judicialmenlc, a mulla se con-
ventera em priso, corresponffenle a dous mil ris
cada dia de priso.
Art 3." Os infractores presos em flagrante se-
ment ero sollos depois de pagar a reopectiva
multa, ou depois de lindos lanos dias quantos
bastera para ser a pena salisfeita era pristo na
Jazo da regra cima estabelecida.
Ambroiio Leito da Cunha.
looforme.--Francisco Lucio de Castro.
lajinspecco da alfandega se faz publico
ao de a^- "!, hasla public
ta da mesma repah.*, rk,,.rjbavs e 2 '\^
de gesso em pedras, no valor oV>68 rs nr, n
roba, total 197O0. pertencenles ob^-L0'"!:
iarca franceza Raoul, naufragada oro sombro
de ij.5o. sendo a arremalaco livre de dlietU*
a arrematante. *
Aliao4|de Pernambuco 30de junhe del860.
eqlo Jos Fernandes Barras.
Inspeclor,
3ue no
ia.se h
Francisco Joo Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chag.is.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandes de Scuza.
Francisco Manoej de Almeida.
Amando Godofredo Ludtm.
Francisco da Silva Nevcs.
Jo3 Filippe de Medeiros.
Manoel Joaquim do Nascimenlo.
Francisco de Paula Real.
Agoslrhho Jos dos Prazeres.
Jos Chrispim d'Asaumpco.
Manoel Goncalves Branco.
Joaquim Jos da Rosa.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para seren re-
co I hielas desde j as notas
de 1 o,ooo c 2o,ooo da
emisso do banco,
Pela recahedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que no correnle mez que os de-
vedores do segundo semestre*do eercicio cor-
rela de 1556^-1860, reLnivo^fos seguinles im-
P> .dcima addicional de mao morta ; imposto
de 20 at-^nto sobre lojas, e dito especial a 80}
obre casas a%; ovis, roupas, perfumariM e
. a
abaixo transcripta dos credores de dividas de
exercicios na importancia total de 2:6378732 ra.,
cojo pagamento foi autorisado pela ordem do
thesouro nacional n. 83 de 5 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 18 de junho de 1860.0 official maior
inlerino, Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Relaco a que se refere o annuncio cima
Christovo de Hollando Cavalcauti de
Albuquerque, Antonio de Padua de
Hollanda Cavalcanli c Joo Nepo-
muceno Bezcrrn Cavalcanli 64jJ367
Fausto Frei'e de Carvalho 2OO|OO0
Francisco Garca do Amaral 401i666
Joo Jos Rolm 188^987
Vicente J3nsen de Castro e Albuquer-
que 133J332
Ignacio Francisco da Silva, Maria Joa-
quina d* Mello e Silva 5223000
Antonio Tavares 73$<>44
Braz Avelino Freir lliOjOOO
Dcimo balalho de infantaria 40J>000
Joo Ferreira da Rocha - 3IJ126
Luiz Francisco Teixeira 108000
Miguel Ferreira dos Anjos 9I200
Miranda & Vascoucellos 14700t
Reinaldo Jos dos Santos 73^044
Miiuelina Gerlruia de Assumpco. 501&966
Directora geral da instruccao^
publica.
Pnresta secretaria sao convidados os senho-
res abaixo mencionados a virem tirar seus ttulos
de capacidade para o magisterio, afim de pode-
rom ser admiltidos ao concurso da c*deira de
francez do Gymnasio Provincial, cojo dia ser'
marcado.
Secretara da inslrucco publics de Pernambu-
co 27'de iunho de t860. O secretario interino,
Salvador Henriquo de Albuquerque.
Pessoas a que se refere a declaraco supra.
Hippolylo Gadaull.
io Jos de Moraes Sarment.
JorgfcvDornellasRibeiro Pessoa.
AmericV^etlo de Mendonga.
Herraillo Ebjgynio Luiz Duperron.
De orderh^p Illm. Sr. inspector da Ihesou-
ria de fazenda des provincia se faz publico,
para conhecimenlo uw^uem interessar, que no dia
20 do correnle mez, peramie t mesma thesoura-
ria, sero arrematados, a qflaTjn mais dar, os ar-
rendaraentos annuaes, que devVff ler principio
no 1 do julho prximo seguinte^SJ^s jropnos
nacionaes abaixo mencionados.
Secretaria da thesouraria de PernarabdW!, 1
de junho de1860 O ofilcial-maior interino,
Francisco de Sampaio o Silva.
Urna casa terrea n. 21, na ra de Sania Thereza.
Urna dita n. 19, na mesma ra.
Urna dita n. 10 na ra das Aguas Verdes.
Uro sobrado de dous andares n. 11, na ra Di-
reila.
Um oilo de dous andafes n. 71, na ra do Padre
Florianno.
Um armazem no Forte do Mallos.
Um dito no mesmo lugar.
Urna parle do armazem que se acha oceupado pelo
consulado geral.
Uro telheiro em Fra de Porla9 junho ao quartel
dos engajados.
Conselho administrativo.
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Hoje, 30 de junho.
llavera,neste dia baile, com pompa e brilhan-
tisroo, c ser manlida a boa ordem e harmona
do costume, ser observado fielmente o regula-
menlo approvado pelo Illm. Sr. Dr. chefe de po-
lica.
Entrada para damas gratis, cavalheiros 2$.
Avisos martimos.
Para Lisboa, satura al o dia 10 de julho
prximo o patacho portuguez Mara da Gloria,
por ler grande parte da carga prompla : quem
nelle quizer carregar ou ir do passagem, Irata-se
com os seus consignatarios Francisco Severiano
Rabello & Filhof ao lado da Assemblea n. 6.
Lisboa.
Vai sahir em poucos dios com a carga que li-
ver a barca
Vencedora:
quera quizer carregar ou ir de passagem, para o
que tem excellentes comroodos, dirja-se aos
consignatarios Carvalho Nogueira & C, na ra
do Vigario n. 9, primeiro andar, eu ao capilSo
na praca.
Avisos diversos,
Irmandade do Senhor
Bom Jess das Chagas.
com 30
na raa
li-
Attenfco
De ordem da mesa actual, de novo convido aos
irmos da irmandade do Senhor Rom Jess das
Chagas compareccrcm no consistorio da mesma
irmandade no domingo Io de julho, pelas 10 ho- rr^VnilTiTr
ras da manha, afim de reunidos ero mesa geral'
se proceder a cleico da nova mesa. Consistorio,
27 de junho de 1860.Benjamn do Carmo Lopes,
escrivo.
Vende-se a armacao da taberna do pateo do
Terco n. 28, a dinheiro ou a prazo : a tratar aa
ra das Cruzes n. 21.
Attenc^o.
i Uro moco brasileiro, com praaka deSaaaaa 4a
commercio nesla praca, e ha pouco desarrima-
do, se olferece para lomar aonta de ama ca*a
commercial de fazendas por bataneo, presta flan-
ea e garante o bom desempenho de sua prosaae:
quem de seu preslimo se quizer utilisar, dirija-se
a ra .das Cruzes n. 41, loja, 'deixando sea neme
e residencia para ser procurado,
Precisase de um caiseiro que lenha bu-
lante pratica de taberna e que desempenke esta
lugar, nao so duvida dar bom ordenada : ameaa
se adiar habilitado, pide vira raa do Rosana da
Boa-Vista n. 56, e d fiador a sua conducta.
Domingos Marlins Ponles, relira-se para o
Rio de Janeiro.
Almeida & Burgos, fazem cente a quem
convier, que o Sr. JotTellesde Mello.deixoa de
ser caixeiro de sua casa, desde o dia 22 da cor-
rente.
Aluga-se o segundo e terceiro andar 4a ae
, brado d ra dos Tanoeiros, muito Leseo a Ira-
uz n. 31.
Helena Leopoldina Marques dos Santos
Lima, su.t lilha, seus pas, manos e lodos
os seus cimbados, cordealroente agradeeem
a todas as pessoas que se dignaram assislir
asuliimas exequias do seu mui presado es-
poso, pai, genro, cunhado c irmo Fran-
cisco iranoel dos Sanios Lima, na igreja
matriz do Corpo Santo, e dahi arompanhar
o seb cadver ao cemilerio publico, do
mesmo modo convida as mesmas pessoas
para assistirem na mesma igreja a missa do
selimo dia, ero 2de julho, pelas 7* horas da
manha, e por to grande obsequio lhs -
carao eternamente agradecidos.
Pede-so ao Sr. Jos Alfonso do Rpro Bar-
ros que teiilu a bondade de vir a raa da Florea-
tina n. 34, a negocio de seu interesse.
Na ra do Cotovello n. 5, exi-te urna carta
para o Sr. Milito Borges Urhoa.
Precisa-se de urna ama de leile : no Hos-
picio, em casa do Sr. coronel Lamenha.
A quatro mil e seiscenlos
Para
Aracaty
Deieja-se alagar urna ama' sim-
plesmente para cosinhar, preferindo
casa de moco solteiro, ailianca-se que-
ivnio o comportamento, assim como a
sua peattea : quem pretender dirija-se
a ra das Aguas Verdes n. 44, loja.
ATTEN(iO.
Corapra-se urna negra que nao seja muito mo-
ca, de boa conducta, que saiba lavar, cozinhar e
engommar : quem a liver acnoncie, ou dirija-se
s Cinco Ponas n. 80. .
a ra
Vcndcm-se sacros com milito a 4.600
da Cadeia do Recife n. 3.
Ervilbas e pai neo
' Vende-se a 160 rs. a libra : na travesea 4n
pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de amirc'.lo
com oilo pan a ra da Florentina.
Lm casa deJ. Pi;.eger & C. ra
da Cruz n. 11 ven Je-se presuntos mui-
to no vos despachados ltimamente.
,f aisay pgppaA <>a saaaaaa.^B,'Jc
^eav6ir09ra qsbSBs tjmv*ao3Preew>5S
I Carros-
Vendem-se em casa de
Francisco JoseGermann
ra Nova n. 21, bonitos carros
do ultimo gosto de urna das mais
afamadas labrica de Paris.
J
Iliate Sergipano ja tem parle da carga, para o
resto trata-se com Marlius & Irmos : ra do
Madre de Dos n. 2.
DAS
Messageries imperiales.
Al o fim do mez espera-se do Rio de Janeiro
0 vapor francez Guyenne, commandante F.nout,
o qual depois da demora do costume seguir pa-
ra Bordeaux tocendo em S. Vicente e Lisboa, pa-
ra passageiros, encommendas e etc., a tratar
Da agencia ra do Trapicho n. 9.
Nao sendo possivel ter lugar sex-
ta-feira cuino fot nnuncido
missa do selimo dia, que se tem de
celebrar pelo repousd de Manoel
Fernandes da Veiga Lima, s5o
convidados os seus amigos e pa
tricios para que se achem .presen-"
tes sabbado as 7 horas na greja da
matriz da Boa-Vista.
CMIPAMIU BRAS1LEIR4
DE
MfraES ATOdl.;
Um dos vapores desta companhia espera-se
dos porlos do sul ero seguimenlo para os do nor-
te al o lira do crtenle me2.'
O vapor Cruzeiro d Sul, eo.mrtfandaflte ,o
capito de mar e guerra Grvarro Mancebo^ es>>
| pera-se dos portos do norte- em seguiment pa
i os do sul al o fim do correnle mez.'
Recebe-se desaoja passageiros, neommiidas
eecgaja-sea carga que a vapor poder conduzir
seiidoN-despachada com antecedencia at a
pera de sV chegada : agencia roa do Traslche
n. 40, escripirrio de ThDrnaz *de Paria.
V______t
Em casa de J, Praoger &
Cha para vender:
Alvaiade ero barricas de 4 arrobas.
Tinla em oleo de differentes cores.
Brim de vela.
Lona.
Velas de espermacele.
Conservas (Pieles) cin caxas de duas duzias.
Ditas de hortallca de todas as qualidades, Ca-
rotles. etc.
Ditas de emitas em lalas.
Sardinhas em meias c quartaslatas.
Moslarda ingleza em frascos.
Forao americano.
Cerveja ingleza branca c prela.
Vinho de Champanhe, supe/ior marca Clicquol
Dito do Porto.
Dito de Xerez. *
Dilo de Bordeaux de Ires qualidades.
Licores de Marselha em garrafas' grandes, su-
perior qualidade.
I

i
X.-JC ahJJMtftI95 AJSOAJjU I ^^bbblJJ^A MU ^^aaA&O^aaaaveak ajuaa
rTt^^P^DW^^^^f*EW WW^WwW c*alv%^fl^>^^i^6am
Loja de chapeos pa
vender.
Vende-se a dinhelko ou a presos razoaveis ama
loja de chapeos na ra da Praia n. 27, foe pon-
eos fundos, arfnacao*barala e sem luas, lendo
bom sortmenlo, faz multa negocio por ser a raa
mullo concorrida por alniocreves, aru dono vea-
de-a por nao poder bolar-lhe^o partimento que
a casa e a ra requer: a tsatf aa mesma.
Vender um terreno oam du
c urna j tem um acouguc \a 9*
mas, no largo da Sotcdade.
Publicacao jarUica.
uas i
lar
tei-agua*.
ujs mes-
i Acaba de sahir do prelo aetgV'ida edicie dos
Elementos de Direito AdminisSrativo Bralr'r-
1 ropelo Dr. Vicente Pereira do iBego, lale da
3. cadeira doY- anno da Vacuidad" de Direito,
j e acha-se venda na lirraria rrono fica dos Ss.
| Nogueira de Souza & C, no arco de feanlo Anio-
nio, esquina da ra do Crespo n. 2 ; ande os ae-
nhoressnbseriptorespodem recebara itlWiina par-
te da me.iaa obra Esta obra qne ne* n"'"
mente didaoliea. ront'm o Iransomplo
legiflaeo- administrativa cojo conii
muito ulilisa a todos, ou sejam funcrion.i
blicos, ou sMBntes cidados ; porque a
; leressa con ucear ea*muluas retarde que
administradores e administrados, os di.
de veres recprocos que dcllas nascem.
ftilho bom.
\
Vendem-se saftos grandes com milbo nove a
5J>000 : aa taberna grande da Soledade.
Vewd'e-aa nm eecyvo de iJade de 15 sa-
le : nau Bella n." 1.
POITRINAL&OfllARE
:- FER|lAD0ftl?S E^ VijfERiN.VnKsS RECONHECIDOS E
f V ?' *EX'P*RI>fENTADOS DA
' SCGaV* Dt .AYALlaARIA*DE SALMUR,
a. I,
para fornecimento
comprar os Qbjec-
Cear, Uaranho
m^ ves. nrevinem so puWico ;iie c.afcarn '$ abrTr juf ohfeina de errador, ns rus de Santo Amaro
- (praca de espiro) em o bairro de Santo Aniariio, sonde aebam-se promptos para iacamsir-se da
ferradujra e curativo dos inimsas^e lhs iartaj
*" ... * '
:*-
Segu em poucos dias# hi acioiNHPosa.
e recebe carga ; trata-se coro o eonsigoa.. ''? '
T rln unnonim 1 ,. ? ^.^_________ a %r'__"_E Ct
B. da Fonseca Jnior, na ra do Vigarie m.i.
O conselho adminislrativo,
do arsenal do guerra, lera de
tos se^uintes :
Para" ar escola regimental do 8." balalhSo
infantaria.
6 resmas de papel almajo ; 400 pennas _
gango ; 2 caireles ; 72 lapis ; 6 garrafas de Un-
a do escrever;' 6 libras do areia prel.; 20 col-
lecQes de car.'*8 P^ra principiantes ; 20 ta-
bosdas; 6 gramm.,t'a8 porluguezas de Monte
Verde, ultima cdic.'-" ' 6 compendios de arith-
melicas por Avila, "i'onforrao o ovjso
junho de 185^i-^ it'ados dV escripia ; pau-
tas ; 6 pe'-" *a --94 lapis pars as
>S
COMPANHIA i'ERNAMBCANA
\
BANHOS
DE
Navega^o costeira a vapor, ib-dum
o
id, comma
adanle Lobato,
di escala no da
mesmas i
Quem
vapor Persuui
de_12 de sahir paraos pdrWs rio sul de s
5 de julho^a/s receber carea al o dia 4 ao meio
dia, Prsfjne-se aos senhlm carregadores que
nenhuma carga ser recebids a bordo sem ojes-
pecti?o bilbeto da gereqci.
te
AEsignstors da
tomados i ra
30 esrioes psrs os di
Banhos svulsos, sromaiieos, salg
Esla redueco de procos iaeilit
da frequencia de um esubelecimec
esiando em dobsos hbitos, *'
bos frios, 'motaos, ds choque -oa sthiyscos (para ama peatsa)
s conseeutiaos. ,........
2bos tomados em qualquei lempo.......
dito ^ dus .;....
*
asa praeos annunciados.
)1 publico s gozo das Tasugos* qae resalum
'de ncontesuvel, roas que iafelizmeata
spmiada.



}ri.
.^,'ia do Li-
la.
aixo mericio-
Irem Ou tnandarein
dbitos ti firma de
maraes, hnj'e perten
inho
CASV Ll!SO-BH\SLEKA,
% Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-
commodacoes para muito maior numero de hos-
pedes Jn novo se recommenda ao favor e lem-
branra dos seus amigos c dosSrs. viajantes que
visitem esta capital; continua a prestar-lhesseus
Oliveira, por:sorvir,osB bons ofJQcins guiando-os cm todas as
$ tizetam da loja de la- cousas que preciscm conhecimento pralico do
paiz, etc.': alm do porluguez e do nglez alla-se
na casa o hespanhol e franecz.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker
Machinas de coser: cm casa de SamuelP.
/ohnston <& ra da Senzala Nova n. 52.
Na ra da Cadoia do Recife n. 38. primeiro
and3r, precisa-sc fallar ao Sr. solicitador Manoel
Pereira de Magalhes.
Do abaixo assignado se desencaminhou uraa
letra de 2808 saccada cu 6 do andante ha dous
mezes c acbila pelo Sr Jos Luis de Oliveira
Azevedo, pagavel era 6 de agosto prximo. Nao
obstante a dita letra u&o estar sellada c transfe-
rida p co abaixo assignado, previne-se que est
tuilla quando apparecapcrhaver o mesmo Sr.
Azevcdu aceitado oulra de igual data e quantia
do abaixo assignado.
Recife 20 dejunho de 1860.Joaquim Vieira
de ilarros.
PR6 Dg-rERiNAaoC. SABBftftft*T^>fe jMl^l60.
Ja Cadea n. 40, a saber:
l'AraujoRego.Engenho Ara-
Jort de Sousa.Vigario de lia-
^"Ulmarac.
.icira dos Sanios,Para.
J.rislovao o^Iolluda Cavalcante. Cdade de
Nazarelh.
Joao da bilja Monteiro Pasmado.
Antonio Po Dos da Costa Lima.CcarS.
Antonio Sjfcres d'Almeida. Povoacao Carne de
Vacca. "
LourenySoes Cordeiro de AlclloPassassunga.
" ";r*** Rvoredo.Limoeiro.
,r Ijrreia jc Mallos.oianoa.
> IMacioIJe Mello.-Ide*i.
,maro Gomes fia Cunhn Rabello.dem.
,3lflHti* Xavfer ,ja Cosla.-loi.inna Grande.
Vicente Cav|Ltnie d'Albtoqucrq^ie.Goiaiina.
Vendr ^*ftc\\ iu/errftude Menezes.dem.
'la 'a Cov"'" ;,Barra de Goianna
le.
uiho Tayp.
inna.
dem.
nquerque.N. Senho-
/
nna ^J
lavare^llden,.
o.dem.
Si I.eilo.dem.
anios.dem.
noiro.
haes.dem.
.temedios.
eiro aproveitando da S
pira mais fcilmente @
os departo, c aconse-
iliado que lem oblido
parios laboriosos, tem @
'lidaile sobre este ramo
ser procurado a qual- B
do Raiigel n 16. $$
sia ama forra ou captiva pa-
asa lo pouca familia : quein
sUacias, dirijn-so a rua das
to a ordem lerceira Je S.
uimeiro andar, que achara
. Candido Augusto de Mede-
ir, provincia da Parahiba, o
dr ra do'CJueiciado n. 27,
Ama.
Trerisa-se de uraa ama para cozinhar e engoru-
mar, para casa de pouca familia : a tratar na loja
(re livros ao p do arco de Santo Antonio.
Patrie da
a, loja n.
Ros* queira tlr ou
, a negocio que n.io
luz O O1 tomo :
trus poetas, e
Bollinhos.
Bandejas enfeladas com diversos gostos, dos
melhoresbolinhos do uosso mercado, em porco
de libras ou a relalho, que conservanwe muito
para embarque ou viagera ; as'im como pudins,
pastis de nata, crome, lorias, ou,, oulra qual-
quer pastelera para desserl: I a m berro preparara-
se bolos linos para o lempo de S. Joao e S. Po-
dro, das meihores qualidades da massa molhada
c secca superior, ludo com o melhor asscio, e o
mais em ronla do mercado, dirija-sc a ra da
Penha n. 25. para tralr-se.
@*S@@ @@
DENTES |
I artificiaes. i
Ruaestreita do Rosario n. 3
@ Francisco Pinto Ozoriocolloca denles ar-
tificiaes pelos doussvslcmas VOLCAMTE,
chapas de ouro ou platina, podendo ser
procurado na sobredila ra a qualquer
-hora. *
@a@ @@@ @g@
Roga-se aos Srs efevedores a firma social
de Leito & Gorreia em liquidarlo, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
Por un corte de caberlo e
Irisamenlo 500 js.
mms
Grande e novo sortimento de fazendas de toda
lidades por baratissiuios precos.

Do-se amostras com penhor.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecorntc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-raeslre da casa Augusto Clau-
dio, o m oulro vindo de Paris. Esta eslabele-
cimer-o esta hojo as meihores condices que
possivel para sasazcr as encommeodas dos
^lobjcctos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo scjttm : marrafas aLuz XV, cadeis^ de relo-
feios, braceletes, rais, rselas, etc., ele, ca-
bellaras de toda a especie, para rioroens e se-
nioras, lava-se igualmente a cabt'ca a moda dos
slados-Umdos, sem deixar uraa s pelieula na
cabera dos clientes, para salisfazers prelenden-
Na ra Nov-a n, 18, primeiro andar, tiram-
se retratos photograpliicns, em rrFibroty-
po, amphitypo dagucr/eotype. ytema ame-, tes, os objectes em cabello serao feitos cm sua
rirano. Na Tnsma casa eticonlram-se bellas i .
caixinhas c quadros pretos
collocarem os retratos.F. Vilella, pholographe.
Lkes de francez t
pimo.
Mfideraoselle Clemcnce d Hanneiet
de Maiuiuville continua a dar licoej d
franecz e piano na cidade e nos arrabal-
des : na ra da Cruz u.'9, segundo andar.
;.
-as btogra
outros bo-
fci provincia de Pernam-
) ntaeodador Antonio Joa-
jllo. Conte'm as biograpbias
,ncco Je Cirvalho Couto,
A!bu(|uerque Maranhao,
xeira de .Macedo, e Joao
Iter de Mendonca ; versos,
es oO odes anacrenticas,
a nteres sata do levante de
m 1821, e noventa e dous
s mneditos. Por ora em
ut-or.
fio Pe:eira da Silva mudou-seda
i para do Livramenlo n. 26, so-
\lanoel Buarque de Macedo, defron-
ga habilarao. A grande pratica de
rnnbecidj Wir qu.i&i ludo os sen
rocommendado no
i pulmoes e do cora-
car o celado de sau-
jam comprar. Pelo
es de operacoes que
do em o exercicio de
ga habilitado para prati-
acao cirurgica por mais
'je soja.
domados para Sc 1 presenta, src o tlesejarem, o achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para -cortar os cabellos, e
pentear as-senhoras em casa particular.
E' chegado loja de -Lpcernte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o excellente leite virginal de ro-
sas branca para refrescar a pelle, tirar pannos
sardasc espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa-para limpar c faznr crescer os tabello
assirn como pos imperial-de lyrio de Florcnos
para bortuejas e aspertdades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida
Lindos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias 5
Dilos ditos de ditos de seda de cores
com babados t
Dilos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores 9
Roraeiras de fil de seda preta bordadas 1
Visitas de grosdcoaples preto bordadas
com froto |
Grotidenaples de cores com quadrinhos
cpvado 1200
Dito liso preto e de cores, covado 8
Seda lavrada preta e branca, covado 19 e 3)000
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros 15500
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes IOOOO
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte 16)000
Caibraias orlandys de cores, lidos pa-
ltes, vara 19000
Manguitos de cambraia lisos e bordados 9
Tiras e ntremelos bordados 9
Mantas de blonde brancas e pretas 9
Ditas de fil de linho pretas 9
Chales de seda de todas as cores 9
Lencos de cambraia de linho bordados $
Ditos de dita de algodo bordados 900
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado 9
Casemirasidem dem idem 9
Gollinhas de cambraia a JWO
Chales de touquim broncos 9
Ditos de merino bordados. Usos e es-
tampados de todas as qualidades 9
Eufeites de vidrilho fraurez.es pretos e
de cores 3*500
Aberturas para camisa de liaho e algo-
dao, brancas e de cores 9
Saias balo de varias qualidades 6jt000
Tafet roso, covado J500
Chitas francezas claras e escoras, co-
vado 8280
Cassas francezas de cores, vara j)500
Collarinhos de esguio de liuho mo-
demos J800
Lm complelo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colleles, calcas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes finos, forma moderna
l'm sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades -
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e dealgodao
Capellas brancas paranoivasmuilo finas
L'm completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda Upadas e transa arantes,
covado v
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de lio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e d co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um serlimcnto completo de lu-as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
horaens e menines, de todas as qua-
lidades
Corles de collele de gorguroo de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marqoezitas ousombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapalinhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par
Casinetas de cores de duas larguras mui-
to superiores, covado
Selim preto, encarnado e aiul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Selim liso de todas as cores. covado
Lencos de gorguro de seda pretos
Relogios e obras de ouro
Cortes de casemira de cores a
as 2*
ria, m\
da du
9
895OO
9
I

s
9310
I9200
9700
2g0O0
I9OOO
1S600
9
I
9
55000
2 EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica fronceza ra da Cruz n. 22.
PROVINCIA.
O Sr. thesoiireiro das loler'ws manda fazer pu-
blico que se acliam venda, lodosos dias noes-
criplorio das mesmas lolcrias natua do Impe-
rador n. 86, e as casas cofnmissionadas pelo
mesmo Sr. thesooroiro na praga da Indepen-
dencia ns. 14 e 16 c na ra Nova n. 56, os bi-
thetes c meios da ultima parte da oitava e pri-
meira da nona lotera da matriz dn Boa-Vista
desta cidade cujas rodasdevero andar imprelc-
rivrlmeiite no da 7 do julho prximo futuro.
Thesouraria das Iberias 16 de junho de 1860
J. M. da Cruz, escrivo.
Nova fundico de ferro
e konze.
Ulna Ao l\vvvn\ n. 2*
James Ev B. Spears.
Tundidor machinisla c engenheiro encarrrga-
sc de qualquer obra, assirn como sentar vapores
de-todas ai qualidades para serrara, refinago,
fabrica de sabo, machinas para massar jao,
para moer mandioca, ludo por preco rominodo,
a ceacerta alvarengcs, bombas, vapores, etodac
quabjuer obra,

!>A VIA FE58EA
r.o
S. FRANCISCO.
s
de Paris. j
15 Ra Nova15
GRANDE SORTIMEM*
DE
Espectculos lyricos.
Cigarros superiores de manilha, do Rio de Janeiro, hespanhoes, hav.na, par e palha de m -
llio.riopnos para os niiervallos do llieatro lyrico : na ra da Cadeia do Recife n. 15 ioja do
MMIIMM
4t4ci
Fazendas e roupa fila
Collegio de Bemflca,
-stabelCdo na ra {Ja Aurora, edificio contiguo ao do
collegio das orphaas.
O director deste d'este eslabelecimenio participa que no mesmo se ensinam as disciplinas
.11 *>.
sejaea.
pnal, ou .^ __^~.
marcas da provincia. ...
rem ulilisar de aeus'fracos 1
procurar em iodo* os dias que au ..
ou feriados, desde as 9 horas da minnaa al
da larde, na casa de sua actual residencia,
ra outr'era do Collegio e boje denominada
Imperador,n. 42, e eitraordinaiiamentc eso oulro
qualquer da e hora : assegursodo a lodos quan-
los se dignaren! assirn honra-lo e favorecer, nao
so toda diligencia e desvelo no desep*nho de
lao importantes deveres, se nao lambes* urna il-
lircitads gralido. Oulro sim (nermilla-se-ih*
derlarsr mu explcitamente) que- palroriosi
grali a quero querque nao esleja as circassa-
tancias de renusserar seus serviros.Jos Fran-
cisco Amida da Cmara.
Conslaolemenlc
compra-se, vende-so e Iroca-se escravoa: as raa
Direila n. 66, escriplorio de Francisco Malhue
Pereira da Costa.
___@mmL
O Ur. Cosme de SiiPeren; 1
|de volt?deua viagem initruct.
tiva a Europa continua noexei-]
jeicio de sua prossao medica.
Da' consultas em seu escripte-:
?ro, nobairro do Recife, ra ds'
>Cruz n. 53, todos os dias, rnenot
Snos domingos, desde as 6ltois|
it as 10 da manhaa, sobre M
seguintes pontos :
i I*. Molestias de Ibos ;
i*. Molestias de corarto e de i
peito ;
^5-. Molestias dos orgos da gera-
can, e doanus ;
^4". Platicara'toda e qualqun^
opetarSo quejulgar convtni-;.- ^
te para o restabelecimcnto do:
seusdoentes.
O exame das pesioas que o ce 1
^sularem sera' felo ir.di*t;rf!;
v-tiil .'.te, e na ordem de sua ti
Mi-i. das; fazendo exct pf ao o r/ r c 1
fc tes de olhos.ou aquelletque ]{
f?motivojustoobtiver [cada para este im.
A applicacao de alguris ni d(
-imentos indispensaveis iva vsriri
jcasos, como o do sulfato dt- ali c
pinaetc.)sera'feilo,oiiccncf dc(
^gratuitamente. A conlanca qu<
nelles deposita, a presteza de%v
Rcelo, e a necessidadepion 1 li
t.\c seuemprego; e tudoquantr
|demove' em beneficio de seuf 2i
Moentes. f\
lOTERIi
seg tintes

.?
rcspertavel publico que do di a
lusive) em dianle, at segundo
,1 rimido o irem dos damingos e
1 pjrlia da villa d o Cabo s horas
avadasCinco Pont as as 61$ horas.
e o primero andar c rmaseos da
na do Vigario: a tratar no.caes do
escriplorio, ou i ra Augusta .u. 94,
es da Silva Gusmao.
i YrTYY-s-TrTTTTTVTTTTT*
-NTISTA FRANCEZ.
Gaignoux, dentisla, ra das la- ^
s la. Na mesma cu.ca tem agua e <
, na. M
devedores do estabele-
" Silva Pisio, o ob-
i ra do Col-
" *do loja
,*, Fredcrico Gaulicr, cirurgia dentista, ^,
f& faz todas as operacoes da sua arte e col- ^
loca denles artificaos, ludo com a supe- ji
rieridade e perf'-b'o que as pessoas en- ^
orr tendidas Ihe recoiihecem. ste
5 T-em agua e pos dentixicios de. ^
Afericao.
O arrcmaLmle da aferir&odo municipio do Re-
cife scienlilica aos interessades, qne no ultimo
deste mez, flnalisa-se o praso marcado para ns
revisos dos pesca, aadidas c balancas. Recife
26 de junho de 1860.O arrematante',
F. P. Advincula.
POR MEDIDA.
Na lojaearmazemde Joaquim Ecaino primario
Rodrigues T. de Mello.
Hua do Qwcimado n. 39,
cm sua \o^a Ac 4 novias.
Tem um completo sortimento de roupas feitas
e por medida a vonlade dos freguezes: calcas de
casemira e de brim, colleles de diversas quali-
des,sobrecasacas do muito bom gosto, um sor-
timento de paletots de panno e de casemira, al-
paca.laazinlia, riscadinhos e de brim, que tudo
se vende por preco commodo ; um completo sor-
tiiiiento de chapeos prelosde seda para homem,
dn^ superior qualidade a 10$, ditos de castor mui-
to superiores a 16g, chapeos deso de seda in-
glezes dos meihores que tem vindo ao mercado,
dilos fiapcezes de diversas qualidades, dilos de
panno grandes c pequeo?, cortes de vestidos de
seda de variados gostos para diversos precos, um
complelo sortimento de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, tudo por preco commodo ;
clialy de seda e la de gosto mais a pus* do que
lem apparecido a 1#280 o covado, chitas france-
zas muito superiores de 260 at 4f0 rs. o covado
de gostos muito delicados : um grande sortimen-
to de fazendas francezas elnglezas e allemsque
seria impossivel aqu se poder mencionar com
precos. assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais em conla que em outra parte sendo
a dinheiro-
(Lertura e escripia. .
Dculrina christia.....
| Ariihmetica pratica .
Grammatica nacional. .
Geographii elementar .
Elementos da historia do Brasil.
[Ditos da historia Sagrada. ,
LATIM.
TUOFESSORES.
O Sr. Honorato Augusto
de Miranda eo director.
DA
Grammatica latina
Lalirdade. .
Grammatica philosophica.......\ O Sr. Antonio Joaquim de
Mytologia...........( Pasaos.
Poesia classica
Eosiooseeuodario
FRANCEZ.
1*. cadeira, grammatica e traduef5o.
2*. dita locu^ao composigao e escripia
Sirop du
orFORGTI
JARABE DO FOltGET.
Este xarope esi approvado pelos mais eruinintes mdicos de Paris,
imo sendo o mellior para curar conslipa^oes, lesse convulsa e ouiras,
alFecces dos bronetnos, ataques de peito, rritacOe* nervosas e insomnolencias: urna colberada
pela manha, e outra noite sao sufQcientes. O tiieito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
O dsposito na rita larga do notario, botica de Dartholomeo Franeiteo de Souza, n. 36.
O Sr. Francisco Antonio
Cesario de Azevedo.
O Sr. Jos Maris Ra-
monda.
!0 Exm. Sr. Dr. Francisco
Ballazar da Siiveira, que se
encarregou d'esia cadeira gra-
tuitamente, o por especial ob-
z sequo ao director.
ITALIANO.
Grammatica, traduca, coroposijao. escripia el ,
locur5o...........( O Sr. Jos Maria' Ra-
aixemAo. (monda.
dem, idim, idem, idem.......j
PHILOSOPHIA. _
Philosophia racional e moral e historia pililo-L V m' Sr* con3e'heiro
sophica v.....*. .(Pedro Autran.
BHETOBICA.
Rhetorica, potica e historia di lilieralura ( O Sr. Vital Fer
je
GEOGRAPIIIA.
Geograpliis, historia
GEOMETRA.
Ariihimetica, algebra e geometra
rhronologia
Moraes Sarment,
O Di'
Bellas arles.
Msica
Dansa
Mar-
^ 4%x, Jos Leandro
I tins Filgueiras.
i O Sr. Manoel Baplista de
(Souza.
Desenho......^ ; .1 O Sr. Jos Maria Ra-
(monda.
N. B. Todas estas cadeiros leiiLjI^wlilulos; portanlo nunca deixar de haver aula em 10-
das 3s disciplinas. Alem d'isto j^^a^os professores mais necessarios habitam no collegio para
que os alumnos ojbtenham todo^aiwianiameiiio possivel.
O director do colle^^We Berafica tem empregado todos os meios ao seu alcanre, nao pou-
pando sacriGcios. afim^^ue os alumnos que o frequenlafem, alcancem a nwis solida ins-
truc^ao, aaioral aJifJraauslera.ra^lucaca a mais elegante.O director, Estevao Xavier da
Cuaba. ^
r .-cisa-se de duas amas, urna pa-
ra inliar e outra para engommar,
^ ochafariz.)
\ia grande soriimeo^^de me-
tivel, e defao^moassento
lancada
ra
em aguiiliocs deazs
*s
. farinha ; *
.los oubois ;
-arrocas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
..es acharo tudo digno da preferencia com
tie tem do mechanismo proprio para os agricul-
.andar construir pessoalmente as suaar obras as
\ para onde elle faz Tiagem annual para o djto fim,
^ric em Pernambuco, para modificar o nectianis-
- os concert de que poderp neoessitar.
.11
.undo-se preferencia a earavas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
|Consallorio central homeopalliicof
DB
tt Continua sob a roama direc;ao da Mn-
^ noel de Mallos Teixcira Lima, professor
) em homeopathia. As consultas como d'an-
tes.
2 Botica central homcopathica 8
DR. SABINO T L PINHO 1
jj Novos medicamenloshomcopalhicos en- ^
^ viadosda Europa pelo Dr. Sabino. q
.Estes medicamantos preparados espe- @
cialmeate segundo as necessidades da ho- a
meopaihia no Brasil, vende-se pelos pre- m
eos conhecidos na botica central horneo- a
paln'ica, ra de Santo Amaro (Mundo No- S
vo)n 6. f Z
Roga-se ao Sr. Jos Mendos Rodrigues
Campello que tenha a bondade de apparecnr na
ra o Queimado n. 46. loja, que ** deseja fallar.
Roga-8o ao Sr. "r*nPion da Sila Lisboa
lenha a honda.: -'-da da
corle a lhe ser ;el n.
36, sv""* rsda.
OMPATOIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
Ka
iMfjfi s mu.
CAPITAL '
CAneo m'i\n5e de YVbras
esterUnas.
Saaaflers Brothers 4 C.^wai a honra deln-
rormar as Srs. negociantes)-rproprierarios de
yujas, eaguemmais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de ljolo epe-
dra, cobertos de talha e ignalmeat^ Vibre os se collectam para osa*-*rrfemeslre' e de 1n'
-iflracao que o mt'roo
objectos que coatrfrem oamesDjivBdificios,
quer consista em mobilia ou ejt fajendas de
qualqu alidaib.
Precisa -se de urna ama da.kaa condoc
para todo o servi5o de casa de poufti ranil,:
taberna da ruf tas Cfozes n. U. -ra Bah'j
Fortnalo Flato
O thesonreiro das loteras declara que o pa-
gamento dos premios da quarta parte da quarla
lotera do Gymnaso rernambucano, cujas HaSas
teem de ser publicadas em odia 18 do presente
ir.cz, principia a ser effectuado do dia 19 do men-
ino mez em diente, visto como at o referido dia
18 tem o mesmo thesoureiro e os mais entre-
gados de estatcm anda oceupados com a con-
clusao da exlraccao dos nmeros que nao furam
premiados, para assirn se vciiGcar a exaclijjo 4
mencionada lotera.
Thesouraria das lateras 10 de junho de IfHk
Camillj Pires.
nmmmm mm$ m&***- n
Um ooco habilitado c de boa cnurtt
W oerece-se para ensinarem qualquer ea-
S sa particular.a peasoas de qualqutr sexo,
P primeiraslellras, lingua nacional, fran-
icz, lalim, msica, ln 5.1 rumen la I avoeal,
e Lem assirn copia qualquer pera de n 11-
3 sica muito bem imitando a rupia lithocra-
3* pliada, ornando a frente da peca de r*
racleres golicos ou de outros quae /
Jm o isto com a prrsleza '(ue se e*
^ tratar ao ra largado Rosario !'-
g meiro andar.
so*1: (c.
i\o ^creita do IV o sai lo
numero 11.
Avisara aos seus freguezes qno rereberam
manleiga refinada em frascos, c amendoas ron-
(itadas, ludo de superior qualidade, vindo pelo
vapor -iGuicne.
O Sr. Jos Alfonso do Reg Barros lenha a
bondade de se dirigir a loja da ra do Crespo n.
20, que sc lhe deseja fallar.
Fabrica de ecidos de al-
godo.
A comraissao liquidadora desta e\ ti ne-
ta sociedade, convida a torios os Srs. so-
cios a vircm rebeber o ultimo dividen*
do que tera'lugar todos os dias uteis
das (5 as 9 horas da manlia na ra No-
va n. 58, loja.
Aluga-se o prirreiro andar do sobrado d
rua do Vigario n. 22: a tratar na liaVessa d.i
Madre de Dees n 21.
O thesoureiro da irmandade do Divino Es-
pirito Sanio erecta no convenio de S. Franrisro.
dclara quejulga nada dever dita irnairdade ai-
o presento ; e se slguem se julgar seu (redor,
aprsente suas contas para serem pagas. Rcrifo
26 de junho de 1860.J. Nogneira de .Sonz*.
= Joaquim Antonio de Araujo rctira-se para
Macelo.
^Attenco.

Curso pratico e theorico de lingua fran-
ceza por urna senhora franceza, para dez
moca?, segunda e quinta-feirs de cada se-
JJ mana, das 10 horas at meio dia : qunu
A quizer aproveilar pode dirigir-ae a rua da
M Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos
0 adiantados.
<$
Os abaixo assignados fazem srienle ao Sr
Luifcfes Marques, arrematante do imposto de
20 porcenfo sobre o consumo de espirito* de
produQe brasileira, que findauo-se nu ultimo
do corrente mez o primeiro semestre de 1859 a
1860, porque fora o eatabe!ecimento dos annun
fiantes, sito no largo da Penha n. 8. colIerlaA-t
que daquella data em diante nao lha--*"''"'
venderem em seu Pstabelecimen>-^,*', '''^-
lhaales espiritos, or isso oj-^** de 1u* "o
t
ambem nao
Sr.
visto ni
Marqu
pro
aguo
s
segu *
de alguna conlribuinlcs
em neasaa circurostancias puis
I ae devem enlender para cosa
que estando collectados querem deiiar
ende lo LfV01" "-qul,,e -ue dpi le
nf,? T 'nC \





IXUftfCM!ftSgt^Av n.'r*. SABBADQ
pardo, Braslleiro,
relira-se para
leque : u**n estrella do
urivcs d. 6.
icuiandade rfe S. Jos
d'Agona.
O secretario da irmaodade, de ordem da mesa
regedora, fax scieuto a lodos og seus irraos e ao
Sublieo, que por motivos- foi transferida a testa
o seu padroeiro para o dia 22 de julho prximo
vind/mre ; e assim a consulta e a eleigao da no-
va mesa para os das quo marca o compromisso.
Prrcisa-se de um caixeiro para lomar urna
taberna por balando, c lambcm seda interesse a
quera liver alguns fundos : na ra da Imperatriz
n. 82.
Thom Rozendo Holni,
vai a Mocei.
Eduardo Raimundo Ferrcira
a Europa.
~~ Joanna DapUsta Tercira do Lsgos faz pu-
blico pelo presente, e scientifica ao Sr. arrema-
tante das agtmrdentcs, quedo fin do presente
mez en diante dcixa de vender ease genero na
sua. taberna sita no becco Larga n. 2. Recic 26
de junho de 1880.
Amlr Mikulich vai para-a Rabia,
Aluga-se um terceiro andar e solao eom
pi andes commodos na ra da Praia: a tratar com
JosC" Hygioode Miranda.
Na estrada do Manguinlio, sitio
da viuva Carvalho, ha para $e alugar
tima escrava recoUiida, serviqo de casa, engomma, cosinha e
cose.
Roga-se ao Illm. Sr T. M. Gt R. F. o favor
de salisfaier o importod'um vale, que na ilha de
Fernanco passon > Manoel Botelho Cordeiro : na
ra da Guia u. 56.
Agencia de passaporte e folha
eorrida.
Clatidino do Reg Lima tira passaporte para
dentro c fra do imperio, por commodo prego e
presteza : na ra da Praia. primeiro andar nu-
mero 43.
i Aluga-se por praco commodo o armazemn.
28, silo no caes 22 de Novembro ; a tratar em
casa do fnlIcciJo comraendador Luiz Gomes Fer-
'dra, no Mondcgo.
Aluga-se nina bella sala com 2 quarlos, no
primeiro andar da casa da ra do Imperador n.
'5, primeiro andar, onde achar-se ha com quem
tratar a respeilo.
he
medico operador e parleiro
sua
Silva
pode
residencia
c^>
Dr. Augusto Carefro MoniinTda
Sanios, t
$f ser procurado na casa Je
(jgi na ra do Rangel n. 16.
Prooisa-se de duas amas, urna secca e ou-
tra de leile .- no paleo do Terco n. 26,
Precisa-se de urna senhora que saiba bem
primeiras k'ttras, francez( piano e msica, para
Jomar cotila da eduencao de seis meninas, em
un. engenho da freguezia da Escada*: a tralar na
_j ra do Imperador n. 39. segundo andar, edrada
pelo becco do botequim do Paiva.
Novena de i\. S. do Garmo
Acha-se venda a novena completa eredigida,
segundo usam os reverendos Carmelitas da cida-
de do Itecife, assim como os versos, salve, etc.,
o tambera a exposicao do excapullario, na ra do
Imperador n 15.
400#000 de gratiicacao.
Ainda contina a estar fgido o prelo" Nicolao
esersvo de Francisco Amonio Cabral de Mello'
seiihor do engenho Tabocas da freguezia da Luz ;
aae arel ^ a"0' cl'cio do corP representa ler
iz a 2i annes de idade, tem ras cosas algumas
rrarcas de castigos, e tem alguns principios do
oflcio de enrapina. Ha algumas suspeius que
el.o lenha procurado os serles em demanda da
provincia do Maranho, d'jndc veio ser vendido
no Recife. A sua apprehenso e cnlrega, quer
lio icferido engenho, a seu senhor, quer no Reci-
te, ao Sr. Manoel Antonio Goncalve?, ser grati-
ficada com a quanlia cima, de 400g.
Jos Escunha Millo, sudilo Napolitano, re-
tua-se para Macei.
OlVerece-se um moco para caixeiro de taber-
na, da qual tem bstanle pralica, o d llanca a
sua conduela : quem precisar oo raesmo, pode
dirigir-sc a ra da Senzala Velba n. 104.
Fugio na noile do dia 26 do crreme o es-
cravo Jacintho, crioulo, que representa ler 25
anuos, 6 alio e secco, porm esl com principio
do frialdad?, e por isso tem os ps e o rosto in-
citados, osolhosum tauio plidos por soffrer de
ictericia : pede-se as autoridades poliuiaes, espi-
taos de campo, ou pessoas que o appreheodam,
o levem a ra de. Sania Cruz n. 44, que serao ge-
nerosamente recompensados.
Preci-se de una ama para criar e tratar um
menino recemnascido, que devera ler bom leile :
a enlender-se na casa assobradada que fica ao
norte da fabrica do gaz, a marscm do rio, com o
abaixo assignado.
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
*s5r- Hermenegildo Fernando de Souza Lobo
i,.xr-^ sor caixeiro Jo Vicenta Ferrcira da
Costa dia 20 do coirento mz.
Son. -op'e3 fazcm sciente ao respeitavel
corpo do coh. -"Co, que dissolverara amigavel-
moiitc i sbcicdat. nejinham na taberna sita na
na do Rangel n. Ib, ""o o activo c passivo a
car^o do socio Manoel "^ VSouza.
O abaixo assignado >. >W ao publico
ccom espncialidado ao Sr. l% ^s Maj-ques,
annuncianle do imposto de 20'pv. "^ sobre o
consumo de bebidas espirituosas de 'uceo
hraeilelra consumidas nesta provincia, o
lhe conviudo mais collecUr sua taberna su-
travessa do Vigario o. 3, no segundo semesir..
de 1859 a 1860, quo cometa no 1. de julho vin-
douro, lempo em que deve o Sr. arrematante fa-
zer sua collecta, delxa pelo fado de se nao col-
loclar de vender semelhanle contribuicao sem
que lhe seja preciso justificar co.no quer o Sr.
arrematante, pois tal jusliQcacao, segundo o re-
giilament cm que elle se funduu, s deve ler
lugar no caso de estar o conlribuinte colindado,
e querer deixar de vender aquelles espirilos, e
nunca com aqnelles que deixam de se collectar,
porque estes de fado e de direito j deixaram
de vender do principio do semestre, que vem a
ser do I.- do julho vin-iou.ro, Itecife 30 de junbo
do 1860,Jos Francisco Ferreira.
O vigario da freguezia de Santo Antonio,
Venancio Henrique de Rezende, faz publico, que
por engao foi incluido na relacao das licencias
pora baptisado, publicada no Diario de 27 do cor-
rele o nome do Sr. Caetano Pinlo de Veras,
quando este senhor linha entregue em lempo
competente, c se achava- laucado, e at exlrahi-
do cerlido.
Roga-se ao Sr. Andr de F. queira trazer
as facas que pedio para riostra, ou o dinheiro,
poisj aeml4 dias, senao se declrala seu no-
me por extensa
Joaquim da Silva Torres, tendo de fazer
urna viagem ao Aracaty, deixa durante a sua pe-
quena ausencia por seu procurador o Sr. Fran-
cisco Pinto Ribeiro Guimaraes.
Precisa-sc de trabalhadores de raasseirs e
tendedeira, e que entendam perfeilamate do
trafego : na padaria da tua ds Quarleis, hoje
larga do Rosario n.18, acharao^ommuem tratar
- O Sr. Emilio Laufence, tendo ae-~fa*er urna
viagem a Europa, deixa encarregado dos neao.-
fios de sua casa o seu irmSo o Sr.-Achille Laul|
reace e o Sr. Ad. Rcgard.
Sabbado, 23 de junho, pelas 4 horas da
tardo, chamou-se um negro que ia vendendo la-
ranjas, ecomprawio-se, em quanto se foi ver o
dinheiro o dito negro furlou ura dedal 4o ouro
" com a firma J.F. A. M., que eslava em cima de
urna mesa na sala onde se coraprou as iaranjas :
quem saaber do dito dedal, dirija-sea fefce S.
Francisco o. 39
Aluga-se^tare db pmeiro andar d% ufo
obrado na ra da Cru ifo.Recife, consistindo
Jm urna sala com quarto,*>ptopiia para escript-
jmorada de humem solleTTo : quem preci-
sar nJ^Mirua (cCruz, armaz* n. 11.
Com nWHJirgencia deseja-se fallrao Sr.
Basiliano Paes Barr*^ negocio do seu intees-
sc : na ra da Praia, ierra.'. ^ 55.
Precisa-se de um bom foi
da ra Imperial n. 37.
Na ra da Praia n.^H
andar, borda-g^tanto a ouro
caPas PWfe imagen,
., etc.
i
-Largo da PeiiM--
Neste armazem de molhados c
HU-.f a Ve,der 8 8Buinl*8 genero'baixo meiidanados de superiores qualidades e mais
^A.t! ?ut" 1u,,11,cr Par,e, por serem a maior parle delles recebidos em diseilura
aos proprietanos.
Manteiga inglea e Aeeza
perfeiUmente ftr a mais nort que lem indo ao mereado d 048 a 800 is. a libra
se far algum aoaiimenlo. W^
Queijos flamengos
mailo novos recentemente chegados oo ultimo vapor da Europa de 1J700 a 38 e i
que o reguez flzer se lar mais algum abatimeulo.
Queijo prato
os mais novos que existem no mercado a 19 a libra, em porgo se far abatimenlo.
A.nveixas raueczas
em '^^e ll2 libra por 1S50 rs-> e em campoteiras de vidro contendo cada ama 3 hbra
por oflWLi. _
Mustarda inglcza c vanccxa
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
Verdadeiros figos de comadre
m caixinhasde 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para Snjraa* IJftflO re.
BoVaciiinlia inglesa
a mais aova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrfea-cwa am>ba per 4|.
Potes vvdrado ;
de 1 a* libras proprias para manteiga ou oulro qtfktper liquido de 400 a 1*000 rs. cada- um
iVmeiidoas coneiladas proprias pata sortes |
de S Voao
alga libra e em rasquinhes, cooendo 11|2 libra por 2}.
C\\ preto, \vyson e peroVa
os melhores quq ha ueste mercado de 1$600.2 e 2*500 a libra.
Magas env caixiivas de 8 libras
contendo cada urna ditTcrentes qualidades a 4j500.
Paulos de denles Uceados
em molhos om 20 maciuhos cada um por 200 rs.
T iiolo fraiicez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas e f ranee as
em latas e em frascos de diTerentes anualidades.
Presuntos, cnonrigas e paios
o mais novo que ha neste genero a 480. 640 e 720 rs. a libra.
iLatas de bo\ac\iin\ia de soda
de diflercntcs qualidades a l60O em porcao se far algum abatimenlo
seguintes gneros ludo recentemente chegado
i
Baralissimo.
Ra dt Queimado d. 4.
Armazem de fazendas.
Chitas rancezas finas de padres miudinhos a
220 o corado, pacas de chita com 38 covados por
5j00. ^
. Cobcrta a 2j|000.
Cobertas chinezas muito lindas a 29.
Riscado francez a 2^000.
Cortes de riscado com J3 1(2 covados por 2J.
Lencos blancos a 2^000.
Lencos para algibeira a 2 tfuzj%.
Algodao moastro a'fiOO ra. a ara.
Chales de merino a 20500.
Chales de merino eslampados a 2&500. A
Casemia preta%-ti/jOftt).
Corle decasomira preta'fina a fij.gialetols de
brim a 3a. Cl/i rfo inK n onn-* *
a 3S, fil de Unhp fiaa/ 800 f?
Cambraia de So*'s a 160 rt
Carabraia de oeaaa muito fina con d^feilo de
agua doce a precoa'e 16* o covado.
=..ng.decorebrimde linho muilo Qno-atV a de saude ,
5001*.,e covado.
U-
jrnsa?
j* supeiMr quJfij'8de, e muito prqpw pa*
gardar aflimaes, ein,.accos grandes ;' no
jkGu:
Aradoa- amerTcanos e macnjnas
PaJ^Varroupa: emeasa deS. P. q-
hSBg$'*M& Spnzata n.^2.
V^f(rie Jovin de. tav
',Pa dajia^jeratriz n. 1,
Lea*. . *
Leite, leofe* efructa... .'f
No sitiaba raltejrfo visondo dq '^'arif', ha-
esirada^Bilaa de^arraa, habata..render teile
puro tenha^a inalta, e hm*:je,jitoiMiles
qualidades,. por nre?o cajqp'mdoi-Ae -aiedi.M
pode se revender nesU cidade e tirar bom ganha,
Alcatifa*
Tambora vendem-se os seguinies g leros ludo rece teraente (
EUn'SlS P''e9U"'-Si" 80 rS" Ubra' chouriSa mui, "". "arme,da do mala ImaT-
cma nonlhf-n?;.^ fructas em calda, amendoas. n*zes, frascos
com amendoas cobertas. confeites, pastilhas de varias quadades, vinagre branco Bordeaux oronrio
m.mSrna8VCraC S Ft,X' raa"3e *' qualidadS^
Iml.'.- rancezas, champagne das mais acreditadas marcas, cerrejas de ditas.
tSSESi..2: h''Si"nCeZeS T^ "nS- ma"Ji" , zeitedoce pur ucadcazeT'
m ih,m. 2^- .*' ban,'a1doPorcoreflnaJ.eoutros muito gneros que eneentraao tendentes a
! .m'Pm.i ^ Prometiera os proprielarioa venderem por muito menoa d que nutro qaalquer*
e vSem mwTm^'I"** f^l^ pM2as que m,andarem Por oulras pouco prati?as como'
e nessem pes3oalmente ; rogara tambem a lodos os sanhores de engenho e senhores lavradores
racondido^'i'araento* encoalmeildas no arma"ra ^tio que se tlmX?VXl
Em das do mez de junho do crreme anno
I01 ao engenho Pintos, procurando senhor, o es-
crava Joaquina, que diz ser cscrava do Sr. Joao
Bernardo, morador em Cacimbinha ; o mesmo
senhor a pode vir receber, pois nao me respoo-
sabiliso pela vida, nem por fuga que' a me'sma
possa fazer.
SOCIEDADE
DAS
ARTES
MECHABAS E IIRERAES
DE
PERNAMBUCO.
Vendas.
5.500 RS.
por saceo com farinba
goeta n .
vende o Brando, na Lin-
aHIharesde individuos w ioaara>naceos P9-
dem lasteraunhar aa virtudes deste remedio in-
comparavele provar em caso neceasar^, ano,
polo usa qaa dalle AzecanMem Ku coq,, -^^ j
bros inteiramente saos depois de Wr ampraga-
do iattilmente outroe Watamentos. (da pesoa
$ttzr??.&^*^\-J!fiSZ2&
Ota
Cfx,r#
tpo
m
fiud
que
ton
EWC(
PUILAS H
pelajeitua dos peridicos, que la'aa relatara
todos os dias ha niuitos anaoa; aa.aaiorparte
dellas sao to sor prendantes qie a^girsa: p3
mdicos mais celebres. Quantas pessoas nico-
braram com este soberana reneA q uso daseu
bracos o.pemas, depoia de te^ periaaecida lon-
go leala os hospitaes-.^oaa de ma T%r s
ampj*^ov| Dellas ha moila#que laveiidoAi-
xadoessaa.asylos de paaecm.entos, para sftaa
submetterem essa 1perat.,daorosa-lo%
aradas coplelamente, ***#*>^-mo*^
preciosoremedio. Algamas ,da taes pess n
|nfusao de seu recouheci'rneaio eclararam e.
tesjpJuJUdasbeneflcoa^a
*W e outf8 magislr
carea^ua/mativl. '
guem desesperaci'do'ealado
alord n\rrege-
mais aulenti-
Aa^tante eMfiajfca-pan; ensaar este re-
^^l"?y ttptemje segurada algara tempo o
nin***a que Becesitaste av%t>eza do mu.
cuJoresuUodosexiap^ riaaratesUTalmenta
_tetdDifti
2g*feU> e tU, mala a*rticu
;''* no *at*te* ases.
Inflammajcao dabexig.
da m>trii
Males daaipemas.
^oa petos. '
jjSfca--- '
"o^f.ieoabaapi
flas c*sta7v
^Nfcre
Dita^f
EruP?6|
cas.
fstula
,fP*a--aaeHadaa
*''chaces
*>*UBtca do flgldo.
Venderse este
rrtdMkl,
ra falta
rio, En algafia outra sub
nign mais ten re infancia,
delieeda 4 igualmente pre
desarreigar o asat na comph
intiamente Innocente em
etos; pois basca e remoTe"*
qner especie egra form*^*^'
quesepm. *
Entre milharea de pessoas caiflaa tff'
edio, muiBM^faa | estavaai M fi
orter preserraaj em sea asa:
obrar a sauda e torcas, depois
do JAnlilnretaUodoa o* outros
amictataao deventi
sespelaAo'; facara km competes!)
efB.cazastfe^oa desfa assomlaro
presas recoporio o beneficia d 1
Nao se ajana tetap* em totafresie rea"
nao se peraa icmpo em toMmi,nt
para goaiqeef daaMtguintes eMmidad/ -
Acidntes a#l*as "* ^ '
Alpotcaa,
Ampolas. ^*
Areias[maldel. \
Aalhma.
Ampolas.
Areas [mal del.
feUaaa
Convuh^es.
bida^ o
^do boa.
Mordedars de repais.
"".cjdura de mosquitos.
aeaadelaa.
Saa
Supurad
l'inha.e'm
tejue
ordeTtenws.
naao'ece.*
ridas
quer par-
Splrtk^qaalq
cousa.
Dysintgria.
Durdesughafll
de barriga.
"*Os rins. *.'
furea no ventra.
MJ vcoreas.
Pelo presente*85o convidados todos os socios
effectivos para a elcico >da nova direcloria, a
qual deve ter lugar as 5 horas da larde da pri-
meva dominga do mez de julho prximo futuro.
Oulro sim para que o socio possa usar do direito
de votar, quero art. 43 1. do regulamento in-
terno qne nao deva sociedade mais de urna quo-
ta mensal.
Secretaria da sociedade das Artes Mechanicas
o Liberaes do Pernambuco 25 de junho de 1860.
Targino Francisco de Mello.
1." Secretario.
SOCIEDADE
. MI MfflttEM*
Faco publico para que chegue ao conhecimen-
lo dos socios, que acha-se era vi*or o regimen-
t interno com a classificnro das infraecoes e
penas com que devera ser punidos. Assim'como
rogo aos senhores socios que se acham alrasaaos,
que queirsra satisfazer seu debito casa do Sr.
thesourciro.
Secretaria da sociedade Arle-e Amizade 27 de
junho de 1860. .
Manoel Thomas de Sonsa.
1 " secretario,
'toga-so ao Sr. D. S. E. S. o favor de com-
pai<_ ~<>.nia da Lingoela.sasa n. 4, a negocio
de seu ^se, e islo no prazo de 30 dias, a
contar da b *-^e. Recite 27 de junho da 186o
O abaixo ^^#B, encarregado da desin-
fecto como deve **r aosaenh
res de quarteiro, pe. \i^ar do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica aos sw '.subdelegados, a
qual 6 datada de 10 de mato ^nle, faz scien-
le aos senhores inspectores, qu>. 'o. que se de-
rem casos de angina, escarlatina e t "^ jaolos-
tias que grassam epidmica
mesmo abalxo assignado para
desiiifecgo' como por ordem
minado.Jos d Ilocha Paranh
Preciza-se de urna ama, para costnhnr era
urna casa de pou,ca familia: na ra Nova n 7.
Antonio Domingos de Almeida rocas faz
sdenle ao publico e a todas as pessoas commer-
cianles, lahtojjosla prara como fra delta, que
bilhete inleiro da quarta parte da quar'ta lotera
do ymnasio Peruamburano n. 615-esl embar-
gado pela quanlia de 920$000 era maoe poder do
.hesoureiro das loteras desta provincia, por ama
cxecu;o quo move o mesmo declarante pelo
juizo municipal da primeira vara do civel.
Botica.
Barlhclomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes-.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DilaSands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathioo.
Vidrosde boca largo-eom rolhaa, de
121ibras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sah. o qual Teude a mdico
pre qa.
ATTENCAO.
Vende-so a casa terrea sita -na ra Imperial n.
o, em cilios proprios-: quem a- pretender, diri-
ja-se a ra de Santa Cocilia n. 17, que achar
com quem tratar.
oCampos& Lima, a ra do Crespo n.
lo, tem para vn4er alcatifa 2K nos d largura de muito boa. qualdailo
^ e propria para abatifor, ajas e igreos a L,
38 80Ors. ocMjfo,.dnhe>rB.avisla. 1 H
Laazinhas par vestido a 320
rs., e toalhts deli
800 rs.
Na ra di) Oueimado n. 19, readefn-se laai-
nbas muito finas para. ve*ttp, c para meninos
pelo baratissimo proco de'320 rs;-e corado, 16a-
lhas de linho a 8t)0 js. cada uma cf^lftas'a chi-
aeza, de chi/a-ufio- Ona ai.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
Nabemconhecio e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Rede n. 12, ha para vender
potaste da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
edejupenorqualid-ade, assim como tambem
calvirgemem pedra: tudo cor urecos muito
razoaveis
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
aenlre, e um assento para boleeiro e criado fra
forrado de panno fino, e tudo bem arranja para fallor, com o Sr. James rlrabtree & C. n
42 ra da Cruz.
5es.
Veas tdbidaa ou noda-
daa as peta.
ungento nd astabecitaento
eral d Loadrea *. 224, Strand. e na roja de
^odos os boticariajfcdroguistal oatras pessa\
^nearregadas d 4* vendatem toda a Ametk*
H snl, gatan'a e Haspaoha.
Vende-se a90 rs.> cada bocetinlia ceotm
umajnstru^o emprtugaei para o modo de
mwwo deate anguento.
O deposito geral em casa do Sr. Sena,
[pharmaceutico. na ra da Crun. 21. em Per-
oambau-
(eontra febrea).
2 odqos *
ELOGIOS.
A
e atmazi
DE
Ve%da-se emcaaa aSaunders Brothsrs &
C, praca do Corpo Santo, rologios do afama-
r aos aen'hores inspecto-s o taarjcanU Roskell, por presos colnodos,
e tamfcamtranceHins e cadeias para os meamos!
.deexcellente sosto.
apandar p^8e. 11 Chaillpailha.
i superior foi dere. +ffl r-.mn . .- *
nhos. Campos* Lima, na ra "do Crespo n.
MM .-K-, Ste 16' ''"P?" yend. mh Porcao 4e gi-
. oa padaria
V
Compras.
Gompram-se es-
cravos.
Comjram-se, vendem-se e trocam-se escra-
vo, tirra do Imperador n. 79, primeiro andar
Compra-seum moleque de 14 a 20 annos,
que entenda de rozmha, chega-se a bom preco ;
a tralar no pateo do ('.armo n. 18, segundo andar.
ConjpraratiB* cHectivamenlemeas garrafas
qae.wram dexhampanlia : na ra larga do Ro-
sario p. 3*. bajfca. .
o guarda 1 ivro moderno ou curso com-
pleto de iostt'iiccfces elemantares sobre'
as operaedes-do ccimmercio, por Manoel
Teixeii|Ti54d3cal,dt> M^D^p^a : na pra-
ca da Independencia bvrt>ia n. 6 e 8.
Attencui
?aoJL*,w'* ^e,!,,,l V6 "* ""i0 muit0 m0"
Cinco MIu*uitt* - *ffl^MiTer, nm\yH oudirija-se
N
.-----porcao 4e gi-
a '"ihamwnha de superiqt quali-
flaut *0J> o gigo. ^^
Muia ai^ncso.
Ao bom e barato qufes&i ad-
mirar aos comprado
Itua'flireita loja u. 68
Nao se engeita inheiro.
Riquissimos cortes de vestidos de grosdena-
ples preto bordado a velludo, corteare vestidos
de phantasia de seda raiuto moderno, cortes de
vestidos de mossulina deajda, cortes de vesti-
dos de barege de seda com ricos desenhos, cor-
les de vestidos de cambraia bordado a seda, po-
lacas de grosdenaples prelo muito bom objeclo
da moda, palelolsde panao de todas as qualida-
des, ditos do casenUra maylo fino.ditos de alpa-
ca de diflerenles modelos e qualidades, calcas de
caseralaaprelae de cores, ditas de brim branco
e de cores de puro linho, camisas de todas as
qualidades. .cambraia organdys com modernos,
desenhos chai* d* merir.6 mnito fina^aniad^de folha de flandres, muito bem acaba-
feocotodo emboda e cora ponta redonda, obr* os, podendo um durar tanto quanto
s de sol com molas a Aram narn GRANDE SenTIMENTO
DB
IFazeodase obrasfeitasj
Ges &BastoJ
Na ru: do Queimad) n.
46,frenteamareUa.
Grande e variado sortimento de sobre-
casacas e casacas de pannos finos pretos
e do cores a 28. 30g e 35$. paletots dos
meamos pannos pretos e de cores a 28g,
| 20g 22 e 25, ditos de casemira racscla-
dos desuperioi gosto a 16$ e 18&, ditos
das mesmas casemiras saceos modelo
inglez 10a, 123, 14el5$. ditos de al-
paca preta fina saceos a 4o, ditos sobre-
casa tambem de alpaca a 7J.8je 9, di-
tos de merino setim a 10, ditos de me-
rino de cordo a 9. calcas poetas das
mesmas fazendaaa 50 c 6j, coileles pa-
ra luto da mesma fazenda, paletots de
brim trancado a 5$, ditos pardo e de
tustao a 45 e 5J, cajeas de casemira de
cor e pretas a,7. 8, 9$ e lOfi, ditos das
mpsmas casemiras para menino a 6$, 7
e 8$, ditos de, brim para homem. a 3,
3J500. 4a e 5$, ditos brancos finos a 5a,'
og e 7, ditos de raeia casemira a 4a e
5a, coileles de casemiras preta e de co-
res a 5g, e 6>. dilos de gorgurao de seda
brancos e de cores a 5a e 6$. dilos de
velludo preto e de cores a 9J e 10a. ditos
de brim braoco e de cor a$a, 3J500 e4f,
palitots de panno fino para menino a
15, 16 e 18, ditos de casemira do cor
a 7$, 8a e 9$, ditos de alpaca a 3e 3$500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 5>e*6. camisas para os raesmos
de cores o brincas a duzia 155.1" e 20,
eia3cru8S o pintadas para menino d
.os lamanhos, calcas de brim psra
sraos a8500 e3a, colarinho de li-
nho aTHQMaduzia, toalhas de linho pa-
ra m a ola^fl^rs. cada urna, casavafcues
de cambraiaThUo fina e moderaos pelo
diminuto preco dvm. chapeos com abas
do lustre a 5. camN -.ara homem de
todas as qualidades. V< -las para ho-
rnera a 16a. 20 e 25 a duz. vestimen-
tas para menino de 3 a 8 anne sendo
calja, jaqueta e coleles ludo por lbfc ro-
beras de tysto a 6, loalhas^de l -,
para mesa grande a 7 e 8j, camisas in-
gj^asjiovamentaehegada a 36J a duzia.
asja aia osa nt& asa
'*' JfWIW C8V jjflkT JSPw
'Ppra-scnhoraiS
Receben-so pelo paquete traaceiFour-
nHs Bdouine [capa* pa.ra p as salo e sahi-
# da de tbealrc}* 3(t,ca2a umaH',
DJA de marhore.
Palha de caF-
nabft^
t *'
por barato preco, em porces ou a reralho : no
armazem de Antones Guimaraes & C, ao largo
da Assembla n. 19:
Cobertores.
Vendem-ae exaHentes cobertores de laa escu-
pos, porcammodos pregos, por grosso e a rela-
Iho ; estes cobertores se lornam recommenda-
veis na presente quadra invernosa aos senhores
de engenhos, porque com pouco dinheiro podem
agasalhar osseus eseravos : a tratar na ruada
Imperalriz n. 18, oulr'ofa aterro da Boa-Vista
IOS!
'eBaetolatetrntente.'
Vendem-ae asas plala
geral de Londres n. ni, *
taos os bocario drogst
eaearregadas da ana vend
8nl, Ha vana e Hekpaaha.
\Vmdem-aa asaocatidbas
deBas, coatam urna instruc
ra etajicar o modo de ao as
O aposito geral. em
pharmacemico. na na da
namb o.
Pede-Sft toda a
Na loja d'aguia da ouro, na i
B, vende-se ludo-por primos
liquidar, assim coeoo seja :
Fitas efranjr
Fita de velludo de todaaaa lart
mas, de liados pmlroes.
Franjas da seda de todas as
dos gastos, /
Bitas de ua e teda por preco H
Bnas da linha para casareijue.'
Uaa de algodae para toalha e
Tranca de lioBo e de la branf
f^Pentes. :.
Pentes de tartaruga virados e lis
Ditos de^masa viradoaa imilac
lutos ksM para alar cftello.
Ditos dvdetembaragar cabello.
Para balos
Molas pera.azer baldes, vendem
vara, ou peca de 5fltmolhos a 6.
[leOTde
dres.
Ditos de algodan.
Leques muito fin
CapelUs brancas p ^
Chmpssfcinhos para .
Hiqfimirao? quadras
sim cadso redomas cok
Assim como perfuaaai
objeclMue vista dvX.
negomjk
\ Seguro coi
' 4comp;
Fazendas fioas e
roupa fcita,
Augusto k Perdiga.
Com loja na ra da Cadeia do Recite o. 23
vendem e do amostra as seguintes fazendas :
Corles de vestidos de seda pretos e decores.
Cortes de dilos de barege, de*tarlalna e de aa-
z-e de seda.
Cambraias de cores, brancas e organdys.
AiHjuinhas para saias, saias balo, de cima, ma-
dapolao e bordadas.
Lencos-de labyrintho do Aracaty e francesas-
Chapeos amazonas de palha e de seda paca sc-
nhoras e meninas.
Enfeiles de froco, de vldrilho e de flores.
Fvniesde tartaruga, imperatriz e outros gostos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez o rais-
sanga.
Ksluarios de fustao, de la e ^e seda para
crianza. *
Manteletes, taimas c pelerinas de difterentes qua-
lidades. -
Chales de touquim, de merino e de II dr
redonda.
Linas de pellica brancas, pretas e de
Vestidos de Wood, manas de dito,
flores sollos.
Sinturoes, camisas de linho e espa
senhora.
Perfumaras Boas, sabonetes e agua
Casacas, sobrecasacas e palatots d
e de cor.
Palelolsde alpaca, de seda e
Calcas do casemira de cdr. -
Camisas de madapoldo.
Seroulas de linbo e Malas, saceos, ape'
Chancas pora'
fabrican!-
Chapeo
mi"
Ch

LONDRt
AGENTES
G. J. Astley A Comj
Vcade-se
mas de ferro
. purgar assucar.
&ta^ho em barra.
Terniz copal.
inhos (mo-
r
ncbad"
>>
Coos italianos
de muito gosto, chapeos
sem ellas, seroulas da puro linho, riquissimor
i
cortes de casemirasffa cores muito Ona pad.roe
de muito gosto, enfeites devidrilho, luvss, gr-
valas, espartilhos francezes, alpacas de todas as
cores, grosdeuapjes preto francez o melhor fue
pode haver. Mm ^'-'Pnrtas existem ou-
'"* m fi por menos
do seu
^
duram qualro dos nososa 400 rs. um
9 4? uma duzia : na ra Direita n. 47,
bfa de funileiro.
Vende-so ssor commodo pre^o um
fino apprelho de porcelana, mandado
vir de enceiHnenda, consiando de tres
neos ss
' encosjao
servidos
tar : na ra da Cruz n. *>i, armazem.
datw
Aos seu
Bicos prelt
Ditos brancos
Lovas pretas de
Cintos elsticos.
Linhai de algodo e..
por precos commodos, em c
lora* C, ra do Trapichen. ..
Amendoas coneitadas
te de S. Antonio, S. Joo e,.G'
tambem pora presedea a 2$
para cha', almoco ejan vende-se na loja de Leite 6
da Cadeia do Recife n. Sr
j> ~-*


tfarea do*
s." deko
'rW m sej
Brai
i. .
Joaoffereee > araew iromeroso freguezes ao poMico em feral, toda
"^ar?C* eB Mtt reconhe(^o estabelecimento a saber: machinas de Tapor d
as d'ogua para eftgenhos todas ffe-derro u para cubot de madeira, moen-
achas de ferr batido e fundi de-tod&s o Umaohos, guindastes, guin-
rodetes, aguilhes e boceas parVfornalha, machinas para amassai man-
.ar algodo, prencas para mandioca>vpleo de riclni,- portes gradara, co-
"e Tent, arados, cullivaJoies, pontes, Iteiras e tanaues, boias, alvarengas.
sde maohinisro. Executa-se qualquer Obra soja qual fdr sua nalureza pelos
^ue para tal fim foremapresentados. Reebe>sie eneoramendas nesle esta-
> Drum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador o. 65moradia do cai-
nto Jos Joaquina da Costa Pereira, cora quem. os ><^endeutei se podem
.uerobra. ^C.
enkauxJ
mann lrmos&C, ra da
o deposito das bem co-
SMk Brartdenburg Frres.
MareiHiae 4 C, cm BorA'
les qualidades : t*
iiburg frres..
^.Mareih
ac.
cusa b para
1S.
is qualidide fin
s qualidade infera*
iile-se
a.es.
iglezas.
acamisas. |
"i " i
sa ila-Arkwigii
\i n. 61.
C, ra da
-H-9&HK
". 8 escravascompabilidadtvs c sem
no*, de80Oj\ l-.Ofjr, um es-
\ bgm cozinhlrro,.' por 1.300JI,
aunes por l:3bfi|r, e mais a-
ralos que se randeni, tanto o
hoiro, na rua Hiarila, no escrip-
co Mathias Peteiftda Costa.
lo d Ilisboa
15,000
andar, ven-
assini como
o VigarioTi. 19, primeirl,
Hiuinainerrte chegadol
-se um escolente dopoMlo cora al-
s, c urna boa armacta.,' cba casa, ex-
aliJide, lendo duas entradas, urna
nperador e oulra petolCaes de 22
i) para commeroio, un nos primei-
iii,culos na run do Impeador n. 71:
casa se dir coraqticm se lista.
iiiJe-se urna escraveVdf$ a 10;
i Ja de, multo sperts.- dili-i
ervjco de casa, cose-rWfetta-
e taz laliyrintho:
.j.-se a la*go do
Suissos.
Em casado ScboBeillin &C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimenio de
relogios de algibeira horisontaes, patentes, chro-
nomelros, meios*chronomelros, de ouro, prata
dourada efolhoadosa ouro, sendo esles ielogios
dos primeiros fabricantes a Suissa, que se ven-
deio por precos razoaveis.
Pedras barafas.
Joo Donnelly lendo contratado com o governo
da provincia, por iutermedio do Illm." Sr. direc-
tor das obras publicas o orneci ment de todas
as pedras extrahidas da ilha de Santo Alcixo,
proffriedade-do annunciante, para cairamente das
ras desla cidode ; e como as mesmas abras
publicas por cmquanto se acharo poralysadas, e
tenha a Eim. picsidentc.da provincia por despa-
cho de 18 deste mez concedido licenca ao. mesmo
annua,ciante para dispor.'tia* mesmas pedras, c
por grande quaotidade que tem o .attnuncijifltc,
no caes do Ramos, ofTeree a que^i interesar,
em grande ou pequea porcao, .que -as vende
muilo em coala. O mesnio an/t Jiicianle cnlen-
dendo-se com o Sr. Rampa, jrSbil archileto, bem
contiendo nesia cidade.^sdihecidor das quali-
dades de pedras e lijlos', se lera admirado de
nao se 1er empregdo era alicerces este material,
qual as pedras o annunciante, como se pralica
na Eurof*, para evitar a humtdade as paredes.
O mos'mo r. Rampa tem encommendado ao
anpunrianle 400 toneladas para esse fim, dizen-
d>i que em obra sua jamis deilar lijollos em
alicerce ; pelo prego quo lem o annuncianfe
vendido ao mesmo senhor lhe salie raui mais
barato do que lijlo. 0 mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca para usar de seu nomo no presente
annuneio. As pedras escolhidas para armaiens
ou calcadas, a-dez mil ris por cem palmos, dei-
tadas as pedras em qualquer parle desta (ida-
de a casta do-annuneiaule; com toda aclividade
possivet, para o qietem as propofcSee necessa-
rias ; os pretendientes diiifam-sa a ra da Praio,
escriptaiio do annunciante.
J. Falqnepatlicipa aos seus freguezes que elle
acabe de receber pelo vapor francez Guiene,
iim pequeo soriimenle de luva do pellica Jon-
vin, bolinas Hellies para homr-ns, dilas todas de
duraque prelo e de cor para seohoras ; assim ro-
mo por lodos os vapores receber um sortimenlo
desies e ouiros objectos, quo ventera sempre por
preco razoavel.
Na ra da Praia n. 25, Iravessa do Carioca,
ha para vender 12 pipas de mel de muilo boa
qualidade ; na inesuia casaba um moinbo e tor-
rador de caf.
Ferros de en-
go minar
econmicos
a 5#000.
Estes magnficos fer-
ros atham-se a venda
no armazem de ISzen-
das de Raymundo Car-
los Lcite & lrmo, ra
da Imperalriz n. 10.
Trapiche de dbgositos, al-
foiidegado n. 1^...
Ltswgo da asaemlil-^.'
Ha cotitinuaiaenle para vender nesle Irapicne
saceos de eijao mulalinho muilo novo cm 6 al-
queires, farinha do mandioca de diversas quali -
dades,- milho, trelo superior em saceos muilo
grandes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
fcorinhes curlidos, sola e palba de carnauba, lu-
do pof preos commodos e em grandes porces
ou a retalho, conforme a vonlade dos compra-
dores.
"Bezerro francez
grande e grosso :
De 49 e 5*.
Na ra Drreita n. 45.
ARMAZEM
DE
S&e
Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
Aclia-sena direcoaoda oflicina dete acreditado armazem o hbil S^e
artista Franciico de Ais Avellar, afetigo contra-mestre do fallecido |^
Msnoel Jos^ Fcrreira. O respeitavel publico continuara' a cncon- i
trar em dito armazem um grande e variado sortimento de roupas *
feitas, como^ sejam: casacas, sobrecasacas, fraques, paletots de panno \
^81 fino, dito de catemira de^ cores, de merm, bombazina( alpaca preta S6&
pe decores, de casemira preta e decores, ditas de merino, de.princeza, de brins |^
pardo, branco e de cores, colletes de velludo preto e decores, ditos de 243
H|( gorguro, ditos de'setim preto e branco, ditos de merino para luto ||
^^B ditos de fusto branco e de cores, paletots, casacas, jaquetas, calcas gggg
^|e colhetes p|ra meninos de 6 a 12 annos, camisas, eroulas, chapeos |^
=5^j( e gravatas piretas e de core, libres para criados, fardamentos para |^
2s2>3 a guarda nacional da capital e do interior. g<&
Apromptam-se becas para desembargadores, lentes, juizes de di- |^^
2&, tv*t^t municipaese promotores, e vestidos para montara. N5oagra: i&
'i dando ao comprador aIgumas das roupas feitas se apromptaiao ou* *&$
g^j tras a scu gosto, qur com fazenda sua ou do armazem para o que |||
s^ft- tem escollrtdV^fi habis offiaaes, dandc-se toda e qualquer roupa no ikK
!^J,dia convencionado. fc
Grammatil
za de Oltaidorff.
Novo methodo para prender lr,
a eserever e a fallar ingle* em 6 mete,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecmentos de instrucro.
pblicos e -particulares, fende-te oa
praca de Pedro II (antigo Jargo do Col-
legio) n. 57, segundo andir.
Vende-se leilo puro a 320 rt. a prrsfa : m
pateo do Collegio junto da igreja da Coagroga-
cao, daa 7 horas da iqanbaa em dianle.
Alten cao
ao progresso e deseivalviBeatt 4a roa
4aSaaUCrui.3.
Vendem-sc queijos do serlio os mais (retraes
que irem vindoao mercado pelo proco de 100 r
e a roba a 24 : a elle* *Mw ,.**e acakem '
sao de boa qualidade, por ere de Serio*
illa1" ri" Urt*., . e*4e-*
cal5adoa da* quahofede* segualo*: oreejn.ins
do couro de perca, anos de lastio, 4ilo* e *?-
zerro. ditos da eordaeao. sap^loes de varias >aa-
lidadcs e gosto* a oulra* omito* anadaOrV *>
calcados ; assim como lmaseos em grandes e
pequeas norcoes, por preco* muilo baratee.
m-se 1t bois mansos a lhos do pss-
r^i
I?

SM
w
I Progresso na cidatte^da Victoria
DE
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente ingles, para hornera, a senhora,
de um dos melbores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa d
SouUjallMellors&C*
Tachas e moends
Braga Silva 4 C, tem sempre no sei> deposito
da ra da Uoeda n. 3 A, ura grande sortimenlo
de tachas e moendas para engeaho, do muilo
acreditado fabricante EdvinUaw a tratar do
mesmo deposito cu na ra do Trapiche a 4.
Pichincha.
Com pjequeno toque de alaria.
Na ra do Quelmado n. 2, loja do Preguica,
vendero-se pejas de algodo encornado, largo,
novaneencio. que muilo deyorf-ogr.d.r s pes- eoffi peqaeD0 toque de avaria aa^OO ada urna.
5#000 .
Grande sorlimerrto de ferfos de engommara
vapor dos mais rices modellos quo se podem en-
contrar nesle mercado, com seus perlences de
lamcpU
a ra i
..na de ravallt
carloe cabriolet,
ts rodas, moderne
o e arreios, ludo
quem*quizer appl
charutos da ra
Sr. Auguslo Ficher,^
.ratar.
sobrados, sendo ur
ia esquina do hpeco
i frentes e lrel*an(
.i eslreila do Rosario,i
ovo e com muilo bous
nie i ra das Laranga
l.ivramento, lambem
i. 9 : quem os prelendel
mao, na ra Imperial, Ir,
a mdnha, e das 10 ao m
tado, loja do tencnte-coroii
ladre
soas que os compraren) na ra Nova o. 20,
do Vianna.
llibcria -2IS00 o corle.
No armazem de fazendas da
ra do Queimado n. 1.9.
Vendem-se corles de hiberia com 14 covados.
fazenda muile (loa. imiando seda, pelo barato ' vendem-se chilas de cores fitas bstanle cscu-
preco de 2*500, meias cruas finas para homcm iras. Pc!o baralissimo preco
2
100 a du7ia.
farinha
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto o fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 9, so urna grande porcto de folhas
de zinco, j preparada para telhados, c pelo di-
minuto prego de 140 is. a libr.
Aos amantes da economa
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
ixas bstanle escu-
de 6$ a pega, e 160
i)
rs. o covado.
Em casa de Rabe Schmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado abrican-
j te Traumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
' nova e muilo bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
de qualidade espacial para mesa : no armazem
de Anlnnes Guirnaiae* & C, no largo da Assem-
bla n. 19.
Vende-se urna mulata moga sem vicios nem i
achaques, cose, lava, engomma e cozinha soflri- |
velmenle: os prelendenles podem dirigtr-se
'^ rua da hriperalnz n. 5, segundo andar, que acba-
'5\ to com quem tratar.
LOTERAS
Francisco Xaxier de Salles Cavalcante de Aiaeida
NO
Paleo Aa cira.
^ 0 proprietario desle estsbeleci ment, como se a cha rom uro grande o completo soni-
menia, lendenie a molhaJos, ferragens e miudezas convida portan lo a lodos os moradores
desta cidada- da Victoria, seuhores doengenho e lavradores queiram mandar suas
encommendas no Progresso do pleo da Foira, pois s olii enconrarao o hom e barato,
visto o proprietario eslar resolvidoa vendar, tanto em grosso, como a retalho, por menos
do que em oulra qualquer parle como sejam :
Laias de marmelada de 1 2 libras a 1400, frascos com differenles qualidades de doce
por 29000, talas de soda con leudo nove qualidades o 2*000, azeiionas muilo novas,
passas de dilas, vinho de todas as qualidades de 500 a 2^000 rs, a garrafa, licores
francezes de todas as qualidades, champanhe, conhaque de dilas, louca fina, azul, piulada,
e branca do todos os padres, ameixas em compateiras e em latas a 1^000 rs. a libra,
latas de peixe de poslo por 2*000 rs banha de porco refinada, aramia, fatias, bolachi-
nha ingleza, hiscoiiinho, eoulras mais qualidades de massas finas, massa de lmale em
ltase a rellho, lelria, mscarro, lalharim a 800 a libra, verdadeira gomma de ararula,
insenso de todas as qualidades, espirito* de cravo, canella, ealfazema, verdadeiros penles
a imperalris, e de tartaruga de 0,-SOOO a 109000 cada um, irania e franja de seda, fe-
cliadoras de broca, pregos em quautidada de lodos os tamaitos e qualidades e oulros
muilos objeclos que por se lomar enfadonho deixa de os mencionar,
em carro : a IraUr
lo, acostumooos a trabalhar
no engenho Ronradur.
Vende-se urna parelha de burros m&nse*
propn is para apranderem a andar ea carra so
rua Belli n. 35
Vende-ae um moleque de 15 annos de ufa-
do : no cae da alfandega, armazem o. 3.
Vende-se um silio muilo grande, pcrlo da
praga, com casa de vivenda, com paredes dobra-
das e solo ; o mesmo sitio, leu grande* bailas
de capim, que se eoiiam lOifeiies diarios de te-
rao invern, terreno para vaeras da leilc e ca-
ra planiaeoes, bom coqueir.il e algn* arvoreO<>
de frucla ; vende-se s dinheiro ou a prazo a
tratar na rua da Pr*ia. serrara n.55. Declara-
se que o terreno propro. *
Vende-se um sitio na Passagem da Maela-
lena, cora una grande casa, duas grandes asaos
c oito quartos, cozinha f6ra, dous copiare, faz
frente para o rio, toda murada, rosa por lio .le
ferro, tem bastantes pes de larangeira*. de caf,
de fructa-pao e de outros muilo* stvoroos
tratar com Joao Manoel Rodrigues Valesra .
mesmo lugar, ou na rua do Amorim nmeros J6
40 e -12.
Tachas para engenfao
lModico de ferro e bronze
m
Francisco

NO
DE
Sita na roa Imperial n. 11S e 120 junto'a fabrica de sabo.
DE
i* Coma Gnrdozo,
tem um grande, sor timen to >)e
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fua-
tlido como batido.
Calcado, roupa frita e
charutos.
Augusto & Perdigj, com laja na rua da Ca-
deia do lenle n. 'J, rendem as fazendas mea-
cionadas, pelos seguntes preeo*, que sao os mai*
commodos possiveis.
Chancas feilas no Porto p mpiias para o inver-
n por Si500.
Borzeguins francezes dos melhorc fabiuanlrs
por lOiOOO.
Borzeguins de Meli por 12J0C0
Sobrecasacoa de panno lino prclo o de cor su-
perior por 3j$000.
Paletots e sobrecasacas de casemira por ~-.
Calcas de casemira superior por 10$ e 12-.
Camisas inglezss de liuho superior por > '.
Chancas proprias para andar em silios e enge-
ohos por 2$500,
Charutos superiores e oulias marcas (uiibcii-
das, caixa 5;WW.
Vende-se cal irgem nova cem pedra, clu-
gada agora no patacho porluguez Nuria da t.u-
ria : no escriptorio de Fraocisra Sovrriai.o la-
bello & Filho, largo da Ascmbla Prounri.il
o. C, Forte do Mallos.
para invern
isporbaixospr&os
o Qrttna3>, 1<
4 portas n. 10.
am algumas fazendas para ce
do firma de Leile & Crrela, asi
>or diminuto preco, sendo entri
f itei:
Jv .cores escuras e claras, o
largas, francs**-, finas, a240o!
dos francezes de cores xasfTOO
sde cores, bons padres, a 240.
elinho de quadres, covoio, a 160
ranQado branco de lioho muilo bom, Va-
000-
s de calca de meia casemira a 2jg. 1
de dita de casemira de cores a 53- i*
DO
Rio de Janeiro.
Aos 210:000$, 10:000$.
4:000$ c <:000$ t
Na praca da Independencia! Prora^ alivio ^Radway.
Na ru da Cadeia do Recife n. 23 loja ^
confronte ao Becco Largo, vendem-se
chancas proprias para o invern ou para *g
andar-se em casas ladrilhadas a marraore Jg
ou lijlo pelo mdico preco de 3$ cada cjjr
urna. ^
v Admiraveis remedios
americanos.
Toda&as casas de am-lia, seuhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem eslar prevenid/os
com esles remedios. Sao tres medicamentos com
os quacs se cura eficazmente
I ostias.
as prmcipaes mo-
^prelo fino a 3> e 4$.
de eores, na, para homem,
duzii
n, 22, expor-se-hao veqda
do 1* de julho em diante,* os
bilhetes, meios e quartoff- das
loteriasacima, timbrados por
Santos Vieira.
as de sedo de core** a preta*.* 1*.
brancas tinas para senhora a 3$.
ditas muito Anas a 4$. .
nas finas para homem a 4J.
de colletes de gorguro d**eda a 29
ialisa fina transparente, peco, a 4#.
/ e laa e seda, grandes, ura 2&.
'djoaple preto de 1$600 s 2.
nla lavrada para vestido a 1&600 e i$
te vestido de seda preta lavrada a 162*.
de chita a 100 rs.
(iiadros para vestido, covado, a 560.
ara camisa, um, 920.
anceza moderna, ngihdo seda, covad0

ios bordado* a 200 r*.
lis pira senhora a 610 r.
'udadas finas a tfftOO.
'.de liuho para mesa a 2 e 4#.
de meia, urna 640 rs.
, seda para pescoco de senhora a
' incoa bardados para, baptiaar crian.
a d"ca>emira preta a<>lf.
ri com franja de seda a
a de riscadste qusaros a 800
para vestida de monlaria
800 ^
- do c
*f
Para senhoras.
Capolinhos de 13 para uso de mauha e de
noile.
Casavcques de 15 para uso de casa.
Cacheneres de l para pescogo.
Meias de la.
Para nomens.
i "Meias de 15.
| tamisas de la.
! Seioulas de la.
Loja de marmore.
Vara acabar.
No deposito n. 73 da rua do Rangel ha para
ender urna poreiy de cxcellenie fumo da Ba-
ja, lano para capa como para milo, e grande
[anudado de caixas, muilo boas e limpas para
nulos.
Coral.
ende-se verdadeiro coral de raiz, muilo em
ta, na rua larga do Rosario, p*ssando a boli-
o Sr. Barlholomeu, a segunda loja de miu-
s n 38. Na mesma loja vendets-se trancas
cas de linho de caracol, dilas de wres muilo
S^fm canta.
do corrente an-
"intos, procurando senhor, o
ual diz perlenror aos lier-
oniodeS Cavalcanli Luis,
' o queir.i dar em pag,
mparecam para Iralar
Ibes n5o coovenha^
ne raaponsabilis P*
-* ooua fa-
Inslanlaneamenle alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de
cabeca, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslao, crup, dores nos ossos, contusocs,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, reten-
o de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermiJadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, escropbulas.vene-
I reo, tumores glandulares, ictericia; dores de os-
sos, tumores brancos, afecres do ligado e ros,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, ele.
Camisas inglezas
Scbastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de differenles dimenges
, de 300 a 3:000*) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
para restilare destilar espirilos cora graduagao at 40 graos (pela graduarao deSellon Cartier) dos
melhoreesystemas hoje approvados e conhecidos nesta o outras provincias do imporio, bombas
Je todas as dimencoes, asperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
Je bronze de iodas as dimencoes e fcilios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas i v_ i.;, a lnpc Hacine
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fuges de ferro potaveis e 11CT ruja ICT uaiur,
econmicos, tachas e lachose cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencole borra, znco era lenfol e barra, lsnges e
arroellas de cobre, lenccs de ferroa lalo,ferro succia inglez de lodas as diraenses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e oulres muilos artigos por menos pre^o do que em oulra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfei^ao j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianza, acha-
tao na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada paia tomar nota das encommendas.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, rua
do Vigaro n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos traucelins para os mesmos.
Espirito de \inho com 44
graos.
Vand-*e espirito dajvinho verdadeiro com 44
uros, chegado da Euroipa, as garrafas ou as ca-
andaa na rua larga do Rosario n. 36.
Rua daSenzalaNovan. 4
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para cajrros, sellins esilhes in-
glczes, ctodeeiros e castic.aes bronzeados, lo-
nas iwdeza*. fio de vela, chicote para carros, e
montana, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inglezes
FlNDICioioW-llIOW,
Rua da Senzala ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimentodemoendas e meias*Den-
das para euScnho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
par di
Engenho.
.. j t -i ) freguezia de S. Lourenco da Malta, entre fl
PllUiaS reguladoras de Rad- osengenhosPenedodeBaxoePenedode^
Cima : Irata-se no mesmo engenho ou no. @
# engenho Mussambique com Belisbino de j
A Carvalho Bapozo.
#@@@@e
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se'narua ra Imperatriz n. 7t
loja d Lecomte.
Vende-se superior lfnha de algodo, bran-
csse do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthall Mellor 4 C, rua do Torrea
0.3 .
mmm
d
bri
baritas, o so 'jsta se dir o preco de ludo ; e
}m conla.
Em /Tr,c*SVez ,le j"nr">
mujas millas K*
4 Em 'Y<~
ne ti afy*
escr
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, inteiramente vegelaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzcas ne
dores do venlre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgam. listas pilulas sao efiieazes as affec-
ioes do figedo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digeslao, c era todas as enfermidades das mu-
lheies, a saber : irregularidades, fluzo, rcten-
ce6, flores brancas, obslruccoes, histerismo, ele,
sao do mais prompto effeilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, e em todas as febres ma-
lignas.
Estes tre* importantes medicamentos vem a-
companhados de instrucroes impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esto ga-
rantidos de falsificaco por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leile
&. lrmo, na rua da Imperatriz n. 10, nicos
agentes em Pcrnatffcuco.
Em segunda mo.
Vende-se um balco de amarella
do, em fc-m .**>?> nroor "
a e"
^a-
Augusto & Perdiga
JO Vendem camisas de linho inglezas
'muilo finas por 40a duza, ditasoejfus-
to porJ49, dilas de musselina por 210,
dilas para menino por 240 e avulsa a
3a5O0 e 2J. chancas inglezas a 2$500 e
-botinas de Melis a 124 "* sua loja da
rua da Cadeia do Recife n. 23.
1 Loja dejiarmore
m, DE
W&M& & J
43Rua Nova 43
Os prnprielarios desle estabelecimento
avisara ao respeitavel publico, que aca-
bara de receber pelos nltimos vapores da
Europa, um variado sortimenlo de arti-
gos do novidades, tanto para senhoras co-
mo para homem e menines, e entre es-
les :
Para senhoras.
Vestidos de cores do moirantique e gro-
de-fric.
Capa para sabida de baile e theatro guar-
necidas a aruiinho, ultimo gosto.
Duas de velludo preto, ultimo gosto.
Enfeites de phanlasia para baile e thea-
tro. ^
Chapelinasde pina da Italia e seda ul-
timo gosto.
Leques do phanlasia 9 raadreperola.
Chales de cachemira com bordado es-
pecial.
Braceletes de sndalo e leques.
Extractos de sndalo.
Vestidos de cambraia branca bordada.
Lavas de Juuviu brancas, prelas e de
cores.
Mreos, broches e pollerines com man-
guitos de cambraia finissima, borda-
dos a ponto de Inglaterra e guarne-
cidos a renda valenciana.
rua
do Queimado n. 40.
Acaba-se de receber um grande sortiairiito
das verdadeira* camisas ingleza* muilo linas,
com pregas latgas, peitos de linho, sendo estas
ultimas camias^e um gosto apurad'. lamo i ni
pregas como.jJUcollerinhos, pois decente lano
aos rapazes como sfsscr.bores de maii'r. por i--u
sendo muita aporcaoqoe riibemoa, deliL'erou-
se a vende-las por 385 a duzia, neu* bem conhe-
cida loja de Goes d Basto*, .
As mtlhores rechinas de coser ("o$\n:iiis
alamados autores de Ne\v-Yl(L I.
M. Singer & C. e Wheeler & WiiW
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas desles deus
autores, moslram-se a
qualquer hora do da oa
da noiie, c res|>on.-:>Liii-
samo-nos por sua boa
qualidade c segnnnra :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlas
Lcite 4 Iriuaos rua da
amigamente aterro da lloa-
Imperalriz
Vista.
Pianos
Sauaders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santa n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentiruenlo
chegado, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4Sons de Londres, a
muito proprio* para este clima.
dinheiro de ce
Vendaje dintieiro
to : na ruaV'-"** "
lous por cen-j
do
Refinado de ass-
cardo Moateiro.
car cryslalisado de
Cootinua-se a vender ai
superior qualidade, da acredYada fabrica do Mon
teiro, pelo preco de T|000 a avoba, e aprompl
se barrirts de todos os temanfia(, com bte^
acelo : na rua do Cae de Apollo,!' '
Vende-rc uita mei-agua
mez, sita na iravessa do "
como urna canoa era
ludo a contralayia r*
Escrayos fugirfos.
Fugio o escravo de neme Cesaiio, idaee
vinle e tantea annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforcado, bons denles e lima-
dos, cabra esruro quasi negro, barba na pona do
queixo, olhos avermelhadoa. pernas um pouco
arqueadas, filho da .Sobral (Cear) ; perianto
roga-se aos^fepitacs de campo, * autoridades
policiae*. e qualquer pessoa que o potsa encon-
trar, o apprehcndan eolevem a sua senhora, no
caes do Ramos, sobrado encarnado, que serao
gratificados ; e se protesta contra quem o tiver
acoutado em sua casa,
Honlem 25 de junho fugio a mulata de a-
me Luiza, que representa ter 40 a 50 annos de
idade, levou vestido de chita escura, panno da
Costa, muito falladeira, a quando anda paree-
que vaiaialtando ; julga-se andar para
da Passagem, e mesmo dormir por a'1
gum sitio ; roga-se aos capie* '-"
loridades policiaes queapB"'
4 rua do Vigario n. 1(\ w'
sadoa. >
Na mad r"
engenho>*
elApoaJIa'


e
I


\
V
/
\Yf
AMbrinhs detrapeiro.
[Continuaao.)
interrupco da-
A senhora esperava por essa pcrda ?
Ah! scnhor, s o conheccsscm !.... mou
ro principalmente.... Ah se cu "nao livesse sa-
ludo que um pezar malaria csse mancebo!....
elle era lao fraco I Um da, ouca, cu eslava em
delle.... depois de instancias.... s Dcus
B.ilem i porta ; elle escondc-me n'um ga-
fe. Vmc. fallava-mc de um medico.... L'm
medico lambem acabava de entrar, com oulros
amigas Je.... de Henrique. Elle nao os Ospera-
v, soi duvida ; jnas descjava consultar esse
doaior acerca da Tnhora Dumesnil, sua niadras*-
ta.... esse segredo. E elle foi o obiecto da
consulla I.... pois elle sahio durante cinco minu-
tos, e oqueouvicnlao.... cuque nao sabiara que
eslava ah.... EmQm.... o que lenho par* lhe
dizer?.... Nao procuro desculpar-me___ Mas
ver un mancebo rolar aos ps de urna pessoa
perder os sentidos, rogar a urna mulher como s
logara a Deus.... Esaber que forcoso perder-
lo para salva-lo.... E anda!.... o senhor bem
ye que elle eslava condemnado antecipadamen-
tc E eu, e eu....
U*selueossuiTocar3m-lhe a voz.
Paolo continuou, depois da
quella d*r. sincera:
E' urna grande nfelicidado, minha senhora
*mc. linha esse rapaz um amor que a morle
devia respailar. Se nao fOra isso, nada so oppo-
na hoje sua uniao.... Mas nao esqueca que seu
no existe.
-- Ol! scnhor. a vergonha e a ddr que elle
sent em virtude de minha deshonra, ho de lhe
abreviar os das.
Assim pens, minha senhora; creio-o ruis
que vmc. lalvez, e por isso que diriio-me se-
nhora para previo essa segunda infelicidade
e por isso que dirijo-me ,'t toda a sua curagem
a sua dedicado a elle '
Mas o que devo fazer ? senhor
faite ?
- l'ermillir que eu case com a senhora.
*ao so pode descrever o efieilo que eslas pa-
lanas, ditas siniple3mente, produziram sobre
fc.isa. O hou fixamentepara Paulo, e abaixou os
amas. Unu vormellud.io repentina lingio-lhe as
lcese a fronte.... depois, cahindo de juelhos
cicladlo com o accenlo de um desespero terri-
Oh! meu Deus! weu Deus!...
l'iliva lo bom!....
D'Ernanges Isvantou-a, tomou-lhe as mos e
ase cin sua voz a oais docemenic persua-
o que devo
cu que o
lhe
si va
Eu esperava por esse primeiro movimenlo
pore.o yoce nao duvidar mais da franqueza do
meu ouerecimeiilo quando livor ouviJo o auc
a falla dizer-lhe. 4
E d'fcrnanges referi o drama da Quinta dos
Olmeiros e o da ra di Moeda. Confessou a pie-
doa ternura que linha pai Francisco. Nao oc-
cuJKmi mats o roubo de que era reo esse velo*
criminoso, desvairado por urna lernura e portffli
senlimenlo que quasi o leva aos bancos da'poli-
da correccional. Demonslrou em tormos ade-
cuados o suicidio ineviUvel de n lio amaldi-
coaudo ao mesmo lempo ea>or_todos os dias, nao
a a propria ignominia que exgerava, mas tam-
rm a dogradacao de sua sowinha.
A morle de Henrique Dumesnil fechara a porta
a qualquer reportero. Paulo d'Ernanges, s no
mundo, senhor desse duplo myslerio, podia e
queria lavar com sen nome, manchas que elle nao
l ha va-coro os olhos desprezadores do mundo,
liesiiluiria assim a Iranquilhdade e a saude ao
iioinem, cuja vida inleira se compunha de he-
rosmos c sacrificios lira urna divida a pagar.
A senhora d'Ernanges e o coronel deviam mais
que a vida ao velho porta-machado, ao sublime
licadeza cheia de reserva e dislmccao. Arle
evitar o incommodo dcsla stuaco mu excep-
cional, constantemente conversavam de Carlier.
A salvacao desse velho pareca ser o nica rao-
vcl de sua prxima uniao ; porra to mesmo tera-
po, que pareciam considera-la como o cumpr-
mento de um dever, elies. Qngiam, principal-
mente Paulo, afaslar toda a idea de sacrificio.
Em as ouvindo, ler-so-hia, do certo compre-
hendido que nao se tralava de um casamento de
amor, mas nada impedia crr que se tralava de
um casamento de lazo, multo superior anda ao
casamento de dinheiro.
Entretanto, e ainda que Elisa considerasse em
segredo esse projecto de aliianca como um so-
nho,-tornava-so paluda e trema quando as assi-
duidades de Paulo mostravam-lhe a prxima rea-
lisacno. Engaar assim a conflanca de urna fa-
milia nobree rica; vr-se um da, apezar dos
protestos de Paulo, desprezada por ella I... Dar
luz um ser, do qual era preciso occullar o da de
nascimenlo e que havia de ser o testomunho vi-
vo de sua ignominia e de sua covarda I... Paulo
dissera que o educara. Por melhor que seia um
homem, pode ser, de veras, pai de urna Creaoea,
que nao so nao sua, mas ainda fructo de um
amor culpado ?
Em fin era possivel um" bello rapaz de vinle e
cinco anuos, educado como fllho de prncipe, ha-
bituado s maneiras de orna sociedade aristocr-
tica e elegante, dsse sua mo e seu nome a urna
pobre moca seduzda, a urna mi deshonrada...
pelo recoiihecinwnto que devia um veterano-
Irapeiro que acabava- de escapar ao castigo da
leI... Era crivel ludo isso ?'... Nao devia ella,
acontecesse o qne acoatecesse, repulir com toda
e energa ou urna loucirra- digna -de desprezo ou
urna dedicacao sem exemplo ?...
Como se elle houvesse adevinhsdo v momento
exacto em que essas terriveis- renexoes, esses es-
crpulos conscicncosos atormentavaor a alma
leal de Elisa, Paulo desviav.rseu assumpfo com
urna conversa tao intima, lo amigavcl, que orna
creatura menos intelligente qc a sobrirtha- de
pai Francisco o leria julgado inspirado pelo senli-
menlo mais lerno. Elle previr.i oU combata
com um laclo maravilhoso essas graves ohjecc&ey,
esses receios legtimos.
.. ~ .Seu ,io. 'he dizia elle, dever'longos e le-
izes sua resgnacao, cujo amargor suavisarei
lantu.quanto fr possivel; ao passo q*e, eu o ju-
ro, elle morrera, ou lalvez se houvesee dado a
morle.Ja nao altenlou contrae vida?--se a visse
ab3ndouada e exposta ao desdem impl*cavel do
mundo. A ptimeira vez que nos encontramos,
voceinvejava a tranquilla existencia de provin-
cia, que se uompem em ;rande parto de Vreze-
zeres e oceupaces campestres. Voc.h d go-
za-la sua vonlade em ma bella casinhs" com
jardim, a qual voeu escetrMri a eu mortdarei
construir no lugar que mar lhe agradar Ah
roce vivero feliz, tantoquaue o permitle o aae-
ancolia de suas recordaces-, tanto quanto ajoda-
a ah a conscienoio de sua cerajosaiicQao.
r,
seu
quasi
.~~ Sobretudo, querida Elisa-, nao so esquera
disto : que tnho a maior conftanca em voc V
deixa-la-hei independente ; que ser respeitada>
como um d'Ernanges deve respeilar sua ninlher;
que nossos aposentos serie separados e que e
contcnlar-me-hei com as provss-de affeico qe
lhe ser fcil conceder-mo : finalmente" meu pai e minha mai que hao de estima-la como-
sua (Una, souberera um dao que nunca ter-
lugarque a voc s se devo a ida- e a felicida-
de do senhor Carlier, elies descu-tparo a sua uni- e do to aVETisa.
A-penaseH-sahio, CarMer disse a Pa-k> c
;T jogaste um j^o- pergoso, meu nihw.-
ca fraque/a e s cuidaro em aben^o-la. Eu
nao ignoro que outra preoecupacoa e*lristeco c
que voc nlesconfia de meu corago: O futuro
me vingar dessa duvida.
Embalada, quasi embriagada eom essas pala-
vras, a moca entrevia algumas eze9, em falia
promptamente em suas moraos apptehensoes, e,
por m phenoraeno moral bem raro, ello persua-
dia-se sem convencer-se.
Paulo via-se mais embaracado ao p de pai
Francisco, que ia ver quasi todos os das. Re-
trapeiro, que se tomara criminoso por excesso de cciando que alguma palavra prejudicial s suas
honra e de amor paterno; nao eia ello o segun-
de pai de Elisa De mais, Paulo s exigirla de
sun mullid- urfi senlimenlo de cs.iinac couside-
racio, que o espirito podo conceder sem nada
exigir do eoricio
Paulo disse lano, e com um enlhusiasmo lao
noble, com urna sinceridado tal___ que Elisa,
cobrindo cada vez mais o rosto, s pode murmu-
rar estas palavras :
Ah seria o paratzo I mas impossi-
vel.... agora VocC nao sabe de nada ?
D'Ernanges comprchendeu, c o golpe que re-
cebeo. o fez cambalcar.
Vois bem disso elle com um esforco que
combiuaces nao fosse trocada entre o to e a sO-
briuha, relardava a approximaco delh^spcr meio
de engenhosos pretextos, cora' os quacs ambos,
apezar de sua aifeico reciproca, pareciam con-
lenlar-se. T.ilvez que om c oulro reeeassera, de-
pois de lo dolorosos aconlecimenios-, urna, con-
versa na qual se agitariam peniveis e delicadas
quesles do passado, do presente e do futuro ; e
aceltaram com a indilTorenca egoistic* dos oon-
valesccnlos a direcQo quo imprima em sua- vi-
da o joven d'Ernanges.
Com ludo n'utna manha, Paulo, lendo notado
no rosto do veterano urna cxpresso- de tristeza
mais profunda que de ordinario, e pensando que
interrompidas, as quaes nao uusanamog. re
to insignificantes pareceran) ellas sem o
accento. Elisa foi a sua cantara o rolln
immediataraelne com am carto as mos.
-- Meo to, disse ella a Carlier, desculpe -roe
para com esses senhore e permita que eu mo
ausente por um quarto de hora. Promelt a se-
nhora David entregsr-lhe, depois do almoco sem
falta, a obra que confiou-me. .
Vai, minha filha, respondcu-lhe Francisco.
- Ellasaudou o senhor d'Ernanges com urna per-
turbado qne elleatlribuio a urna timidez excesi-
va, e s alilo*
Meu velho Carlier, diste cntSo o coronel,
nos havemos de rir jantar em tua-casa esla lar-
de, e recordaremos muilo a nosso gosto todas as
nossas melhores Iembran5as. A visita que lefa-
?o agora, lem um carcter official. Os homens
de minha tempera vo direilo ao alvo. Peco-?,
pols, sem mais prean/balos, rodeios ou periphe-
rases, como quizeres, pego-te a mo da senhora
Elisa Carlier, la sobrinha, para Paulo d'Eraan-
ges, meu lilho nico.
O rosto varonil de Francisco oprimo sepli-
mentos lo vivos e lo oppostns-, o principalmen-
te urna sorpreza tao extraordinaria que o seahor
d Ernangesolhou para Paulo com urna especio de
admirago iuterrogatira.
Porm, o mancebo dirigindo-se paTa o to de
Elisa, e apertendo-rhe as mos com urna eoergia
ignilicaliva :
Eu bem lhe liha dito, meu pai l o senhor
Francisco Carlier, defensor de minha mane de
seu fllho, duvidara- do consenlimeuto de Vmc.
para esta uniao que nos lisongea, e que fari a
venloTa de minha vida, mas qne em sua incorri-
ai-vel modestia parece cHe considerar como una
aHtange m de nossa parte.
Prete-me, senhor Carlier, disse gravemen-
te csenhor d'Ernanges,qrjeeusoue-primerojuiz
nesse negocie A independencia de minhas id*as I
e do minha positlo permitlem-mc infringir asSs
de unr preconcettO' que tera causado" timis des-
granas. Mais orgulboso com minha vMv do que
com minha nobrez-% moderna,- nao cossenlirei
quo as rateas exigencias desla ultima prejatfiqncm
a felicidad de Paute-. Considerando a Vnteveomo
nosso egual; elle sfc fea o seu dever. Amando
sua sobrinha, segua a nspiraedes-dc seu cora-
co. S.inccroiiando essa escolha de mea> 'fi-
mo, porto-me segundo'pens, come'homem pru-
dente e come pai. O* que tem que me b-
ectar? '
Oh! nada, nada-, meo coronel, balbttclee
o'amigo soldado...... demasiada honra para
os.-
A-liita'que sientava cftmsgo mesmo,;cssa ai-
ro recta e amante, foi loterrivel queo pobre
CorUer quasi desntaia. Portm, os olhhes e asi
maos-de Paulo nao odcixivam1, e a violencia das
emende desse velho, que nao podia apresenlar
uma negalira razeavl ao pedido do senhor d'Er-
nanges ser>o revelando a deshonra de sua- que-
rida sobrinha e sua mancha ressoet, apenas pa-
rece aesleultmoo- protesto de una humldde
simples-e digna.
- Asstw, est cenvenconade, disse o coronel;
ou, paramelhor dizer, est feito. Tua sobrinha-,
Carlier, ser nossa frihn. Minha rrnilher seiapic
desejou uma flIha.'Losje-, al a norte.
Os dou rrmers d'rma, o gentilhnmem e-o
Irapeiro; ahraearam-sede novo, e o-senhor d'if-
nanges qne linha urna- entre vista -com o general
**. separeu-se por aljamas beras de seu filhb
MBCC0. ^<4S8aDQ 30 DE JUNH 6 iM.
rtms
T nao cantaste com um hospede terrvel:. a
eonsciencia de um homem que eomnwlteu unto-
falta em u>m momento de- desespero e vertigera(
nesgue hanraao. Alada que as-coasas este-
de felicidade, a paz no futuro ; pupn recahia }m bem adiao4das, grae.-is ao laco toe me ar-
maste, sinleme anda com o animo de esclare-
cer a rcligio de leu pae ede noeommetter uma
aeeae m, a eusta de sua-eslima, t- sabes mc-
Ihorque eu, que e-coronel d'Ernanges nos des-
prosara, 3e me eonfessasse a elle.... Comludo,.
ats de obrar nomo o dever exige, antes de tu-
rnar tima rese'.uco que r.ao-a poder abalar, que-
re;:dirigindo-me" a ludo quanto lii3>alma conten
de franqueza e de lealdade, fazer-le esta per
gHOla: porquo queres csser com minha sobri-
i.ka?
Porque amo-a.
Jura-o..
Jaro-u.
Jurars aqwecer ccnplelamsnie seu pas-
sado a torna-la. feliz 1
Doees juramento.
culda.to a presenca do oulro pezar nao menos
profundo c mai$ pungente, um daquelles pela-
res quo nos dilaceram sem cessar o com egnal
tenacidade, a que nanea se confunden) sobato-
pidas caricias da Melancola. ?.
A joven mulher de Paulo, magra epillida, po-
rra lendo ganho mais em brilho moral do que
nana perdido em frescura physica, offerecia em
seu todo aquello1 carcter de resgnacao roystiea.
ao qual algumas ormosas religiosas da media
edade, principalmente Heloisa, nos deixaram o
lypo, e qne roroava nossas almas fortes e arden-
tes as lulas encarnicadas do coraco.
Quanlo Francisco, era sobretudo o mo hu-
mor e quasi uma colera surda que trahiam o
franzir de suas sobrancelhas espessas e os niovi
montos de sua bocea enrgica.
Excepto elle, todos acabavam de recusar o seu
quinhao de un-, fiitada appelilosa, quando Eli-
sa, instando com seu sogro, perguntou-Ihe se
senta algum incommodo.
Nao, minha filha, responden o coronel.
Meu coronel nunca gozou tanta saude, ob-
servon o antigo po'ta-machado.
Uma rea nunca brlha lano como dous
segundos antes dse apagar, accrescenlou o se-
nhqr d'Ernanges
Meu querido pai diisc Elisa, Vmc. se ss-
queco da- pfomessa qne me fez em um atormento
em que sev desespera afffigia a nos lodo.
Qual essa promessa, minba filha?"
A de rver tanto quano fosse possivel ..
para nos.
Sob comtfco, derta eu dizer, que voss' me
dara um neta u ama nsta'.
Um profunda* silenciu atolhcu eslas paia>-
vras, hncaJas rom um aecenio cheio de azs-
dume.
As enancas, -eootinuou O'velho, ascrianens
facera durar 03 vclhqs. Debalde eslimo-a, pois-
voss nunca substituir para mrrtt essa felicidade
de ver, enr minha erade, saltar ufli pequeo ser
alvo erosai. Eisa orijiem do meu tormento, do
meu tormento, do meu enfade. O- mais pobre
de nossos camponezes melhor aquinhoado que
voss e eu esse respeilo. Depoiy db tres an-
nos de casadae, ainda veess- nao me ttzeram
avd !... Quem olha para- arabos, dilTicilmente
pode desculpar esse crinie... sim, esse crime, um
crime delesa-na^ureza !...
Ninguem dir, rosnou Carlier, qrjeisse d
como cogumelosl-
Silencio,- francisco !... nao diga9rnais em
minha presenca taes absurdo. Se eu fsssc tei-
moso, prcria- em dnas palavras que tu rfo es-
las mais satisfto que eu. TwBcarias nwiis- pa-
teta o mais basbaque com um sebrinho. do>-qe
eu com un neto. Tu nao sattes lalvez. arnd>
que tenhas- lidotanro livros boiwcomo eii es-
tn cerlo, t nao sobe que anlraatnente secn
wdfrava a esterilidde como um deshonra'!'...
Ah I olha, eompreheneo hoje iju o imperador
poflesse repudiar J-osr>hina i...
A' eslas patearas,- &'senhor d'Ernanges levan-
to-se da mesa mais viamente da *jne lhe per-
mi-tiia de ordinario a n golta, lzrgna o guar-
danapo com rarva, o sebio s pera sna ca-
mara.
Isleo rsoaliflea 1'disse Carlier cooa voz sar-
da. ComtudoreM lem razo
E imitando a gahida repentina da-se coronel,'
saHin prlajaaolia baix no-jardim.
Taecommovhiosum come oulro, Poalo e sua
mulher llcaraniss.
O dia em que esta sceaa-' tioha legar era do-
mingo
Vosse que me-acompanhar & mise ? per-
gunlou a senhom d'Emonge- a seu marido ao
levanlar-se, e ce-o quo poro romper um silen-
cio incommodo.
Hoje, nao,- responden Paulo ; ten! que
esorever uma carta urgerKcj-
Enlo irci-<8-retar sobre o lumah> de sua
mi.
lllra ajoelhaJo
ceded.
Ambos ctoMM
noile quanoo Piiu
aH
aianle $
e ae
Curasao
pescoco e o abra-
reunio da** dnas coroaa, e re.
Duas Siclas (IWi-1456.)
nlo tempo qne j era
lo a necessidade de re-
frescar em pleno ar ua fronte e seos olhos abra-
zados.
Elle corria como om louco pelo jardim,prtenlo
quasi deita por Ierra pai Francisco, na volla da
uma alea.
D'Ernanges sallou-lhe ao
qou consejando a chorar.
E esla lu me sufTocas!... O que tens?
Ella ama-mc !... Carlier f... ella ama-roe!..
Ob joven ceg ... era preciso todo esse
tempo para o advinhares !...
Ella ama-mc .. digo-le etf ... ella ma-
me 1...
Ento, meu filha, vislo ^oe te rejo to fe-
liz que tu lambem a amas c que n*o me ha-
vias engaado.
Eu amo-a, reapondeu Paulo, desde odia
em que peta prtxcira vez a vi.
Ella fambem le ama ha muito tempe,- des-
do esse rfia talvez, meu Olbo. Nao duvides-... O
qiu> minha sobrinha amos no oulro nao foi o-
ftt*em"rfoi a infelicidade. |.a
Depois eom.nm ar astuto e moslraodo-fhe I P? '- on,^ou mona rcha ? .
um lindo ram-alhele : XI !llu15*? ,lbe,l qe nholio lge ae fo
Porm por tu orle,
separacio, orna linha
gao oeeupoo o Ihronode Flap
a legitima conserven a Sicilia.
Em 1504 Fernando o cal
mente os dona minos, e d
at.a extinecio da casa aot
A paz de Utrechl (1713) d.
Amedeu, daoue da Saboia, pa
a Serdenha i rasa da Austr
Vctor Amedeu Irocou a Sicih;
as Duas Sicilias foram de novo
ro om favor da Austria (1711) e
do ramo mals^novo dos Bour!
(1 735.)
Sendo esta hoh* chamada ao
nha em 1759, ftcou o ramo mai
o reino das Duae Sicilias, que >.
conquista francesa (180&1815.
Durante este per roda, governo'
te desde 1806 a 1809. e depois
refug-ando-se o rei Fernando I
conservou : o rebentando all
Nao, disse Piulo, nos \S iremos esta tarde
jualos. Qucira vaJlar, por quem aqii>ej. Irei
ler com voss em seu aposento e trataremos/;
como dous amigue intimo; de um asautnpto mui
grave, e do qiKtl ha muito qe me dovia oceu-
paa, pois tem relatan com a tranqni!lidode de
minha conscieaei* tanto que-nto cora a de seu
C(ir:;.;(i.
Dnas horas mais larde,. Paulo owlinVa ua c-
mara-de sua reiiher. Era n primeira vez- que l
punlta os ps.
Elisa fez ura geslo de- sorpreza e de pudor.
Ella acabava do substituir em vestido.-de seda
preta um pensador de raua&ulina branca que nao
Olha as flores que r ia levar para tua
maro.
Meu to, dhwe Paulo, fremno do alegra,
levo-as ao aposento de sna sobrinha. Minha
cmara agora na della
Ness mesma tarde o porta--machado disse ao
velho official anda m ponen atordoaOo e sera-
pre pensativo :
V. S. sabe, senhor coronel', quanto esti-
mo o cachimbo allemo que o nttrechal Bavoust
deu-me depois da balalha de Leipsik-
Que ujais'?
Aposlo-o contra eem Ha-vanct.
Mas o que que tu-a-postas ?
Oue antes de dz roeaes teremes, V. S", nm
neto ou uma nena, eu unrsobrinho cm1 urna- se-
brtnM.
Onde arrancaste essa certeza, Ivehobasbn-
que?
VI sete pardees baixore juntos, tres-ve-
zes seguidas sobro-a macicira-grande.
Ah e isso significa gravidez !
Nem sempre. Mas quando um hornera" vt
isso, indubitavei que o mais charo de seos-vo-
tos ser envido no correr do aneo.
.Veeiio a apost; Francisco; mas de hoje-
ern dame podes trsae luto por tee cachimbo.
Carlier ganhou o eem charuto. Alera disso,
como a senhora d'Ernawges delaz um me-
nino, eijoronel deu-Mjfe tresentos-charnlos.
O senhor d'Ernange. pai, morreu em 183(3
Eisoquadro arrebatador de que ello gezava
ainda pouroe das ante-Je ir reunir se no co--
sua mulher adorada.
Dbaixo-de m caramwhelde videira bravato
madre-i4v-eem uma- clara manha e junbo,
Klis, o lude o espiendnr de sua- belleza d I
mulher e n>t> seguia eon> um oltr theiu do '
prazer o pincel de Paulo-qiae leprodueio as fei-
ces veneraeete de seu neit
O pintor na exiga a-menor immobiaidade de
seu modelo.-
Tambera-o-nebre velho,-sentado em uma gran-
de poltrona- de rodas, podra seguir e centemplar
a- sen gosta-un fresco e latan /edefilo'de quatro
anuos, annolade como om>cherubim do Baphael
e s qual o antigo porto-machado commaudava
gnavemenle- o ejercicio.
De quando- en quandeo-menino vivo e alegre,
arrejava-so,.cerao-aoasso4lo om un oiteirinho
de-ielva quo-oMe seuurova- com a su* espada
domadeira* s gx-Usva com todaa foro dos pul-
mees:
Viva Franea fra, fra os Cossacos-I
Havia tres-anuos que a< familia d Ertvanges
Jiwira Mirecourt, e habiteva a Quinta dos.,., o
quo-iamos dj3o*?' o Cemite* dos Coscaco*.
-~-*^^^RIel-u'Kjthagies.
' (Ptuse).
- '9ne qne
tabclcfido no throno de aples retirand
cilla todos os seus privilagios. im eonsen
disto, rebentou em 180 uma revolurao si*
nea ero Palermo e aples, que (ai 'com
com o soeeorro da Austria. Ea \8(p
Veraes oUrreram um momeiuaneo' 1*1
conseguind ama conslluiao-qaefoi ahaao
151". ,
t HOXEM SLNGUfl.
No-dia 5; com* o Chrreio de Lycn, c
e 8 ds- noite, no caes de Santa Can,
um individuo da bnnete e coai arer
em trago domingiioiro, offerec a rr'"
mensque encontmv* deMousa,a\eic
liravade nm pequero seeco de
Admiradas do tacto, algumas
approxiraaram-sc do- singular per
gando que era um donde. Porn
mal as soasobaervo^es-, e tirando '
Iro percas de 20 iranios; dase:
lis o ryue falta para- completar
oji jurei deslribuir por 800 mdiva.u
eentrasse eom blouse. Centrnuai o v
nhe e deixa-me cm pozr que na* e
Herdei 30:009francos dn um de meu
ro mwha felici2ade
" tt a
Este homemoriginal coelne*
tenealribuielre'at esjotar a IM
moerrra.
dissimulou, promello-lhe ciia-lo como se cu fos- a .-.usencia prolongada de Elisa podia sor a causa
ai___Somenle, minha senhora, nao ac-i diso, pereunton a Carli
so seu pa
crescente mais nada. Sou mais livre que Vmc. ;
Su empenlio o futuro de meu coraco, e serei lo
feliz com a ventura de seu lio, que nada lerei a
anicular! Direi a meu pai e ao scnhor Carlier
que amo-a. Maspromelle nao desmcntii-nie ?
Scnhor Paulo, respondeu a moca, deixo-me
guiar por Vmc. como por um anjo.... Saiba so-
menle que se sen sacrificio fr aceilo _por seus
pas e por meu lio, o que duvid
comprchendido por nriin*
Depois de opertar urna das m
cslendeu sem descubrir o r
aceilo jjor
lo, eMp^.
ell^o^. ser i
- Tt
njaMPHr'i.-tP.ii
XIX
S no dia seguinle foi
Conciergerie, com
ra alguma, o detento F
Posto que muilo fr
muuhou ao fllho do
c.or.hecimenlo.
que eslava liv
cnilras conse-
seus vestigios
d'Ernangtaj
denla
> ir
mo-
E^uenaas-tr-memenle entontcnr tua propris occultava_aind_aompletmeiau s eoolwnos de Os cuidadosque demanda ama colmes-se orna
tisfaqo nessaoora pa o aBJblime?.' suas admirave-.s espaduas. -.x-rdadeira distra*-8o.
O cura dealda[ o raeotce de piiraeiras le-
o test-
is vivo re-
sua bocea
i nao tena
lodoe os
-esenhor
a peda acci-
os por sua mu-
ero fin sua sobri-
apeuas leve for-
ocoes.
r. do, e'irrolvido em cobcr-
carro baixo^e levado para
prxima ao
peigunton a Carlier sodesejava ver naquel-
le mesmo dia sua sobrinha.
Ella nao ter-lehia acompanhado ha muile
e contra a la vontade, respOndeu elle,-se minha
presenca lhe fosse agradavel? Quando os mocos
comraetlero graves faltas, aborrece seus p-
renles
Elisa, disse Paulo, recua mais a sua ddr que
a severidade de Vmc.
Pois enlo venlia Venha a meu* bracos!.,
enho o direilo de julga-la ? E j nao Iho linha
perdbado antes?... Ah I... meu-Oeus, por que
4iamastes a vos aquelle mancebo ?...
Para nao faz-la viuva alguns das depois
de seu casamento!...
Mais vale a existencia de uma viuva, repli-
cn o velho, que a sorte de uma moGa perdida!..
E so Deus mandasse ao encontr de sua so-
brinha um marido que livesse alguns annos.de-
menos, porm cheio de orca e saude 1 -
Porque me dizes estas cousas, meu filha f
Se esse homem, de uma familia indepen-
denlc e heorada, lhe pedisse a mo de Elisa
Caliendo ludo?...
Sabenoo tudo.
Esse homem atavia louco... ou, anles, nao
existe.
Esse homem existe, c nao louco, senhor
Carlier.
Tens prazer em mo entristecer ?
' Tran-
- Kstou- convencido disse..
Bnto, meu ilho, a>oiba-te, itin dianto d
- mas "ianle-de Deus-qu** nea v- e julga ; e
as-
I).esculp3-nel disse Paulo, e csae-mc
sentar.
Depois de hatver appr3ado urr.a polirona da
retebea.bencaode nm velho. que l.fazes o mais; mooa, sentou^one falloaassim :
ccmlar
3111
Dgn-lhe que esso homem existe, pa
bosquo de Bolo- cisco. um dos roeus amigos, pelo que respon-
i do-lhc como respondera por mim mesmo. Elle
o mancebo nao ressou de j vio sua sobrinha, a quem jeu o apresentei algu-
b feliz dos passos que havia dado, j mas vaes. Sabe ludo, absolutamente tudo elle
me, pai Francisco, quasi que nao foi ama a Elisa, e seu pai devc_ vir muito breve pe-
pronunciado, e as pessoas por cujos labios, ou j dir-lhc para seu lilho a mo de sua sobrinha.
por cojos olhos elle passou, ficaro to estra- Vmc. recusar ?...
nlins para Vmc. como eram antes dessa phantas-1 O accento serio de d'Ernanges dissipou as u-
lica aventura. Ogcncral B.....cujo silencio c lao vidas, porm nao o lorpor de Carlier.
seguro como o mea, julga-o um bravo ; at de- Tu conheces bem esse rapaz, nao ?
sejaria > lo e conhec-lo, se nao receiasse irri
feliz des-liuiiitis. Esse Dous, qe l no intimo-i
doseoragoes, queira recompensan na trra e no
co os-nobrcssnlkmenlusflU6te ievspiram !......'
Nao.ha muitos-to bons eto genofososcomo t"
Paulo eslava.de joelhos diante de Carlier que
rodea va-o com os bracos. lrea>Btos e heijflva-lhe
os cabellos. Poucas lag.mas, porm^ ardenles,
cahiara sobro o. rosto do mancebo. Eram. as pri-
rooiras que derrama va o voiesano. O filho do
coronel senlio sua alma djlatar-se mais generosa
ainda sob o orvalho fecundo desse baptismtf.
Elisa entrou..
Meu pai, mandnu-mo dair tres ou quatro.ro-
sados imprtanles, disse Paulo- Perrilla, pois
que os deixe. Voltarei. o.maia breve possiveJ.
Vai, meu filho, disse Carlier.
Esaqui. senhoaa, acevescenteu Paulo ap-
proximandO'Sede Elisa. u,roai carta de minha mi
que lhe dirigida o que a senheza d'Ernanges
pedio-me que lho enlregasse.
Em qpanlo vis lur eprovavelmcnle rsspon-
der, disse Francisco, mu ao mercado,.... *. ve-
nham os bons bocados!.... Nao ha nada bem de
mais para.o meu coronel !....
O mancebo e o velho saniram. juntos.
A carta que a senhora d'Ernanges linha dirigi-
do o Bina, e que julgaroos instil reproduzir, por
aue nao accicaoen+aria nada ao inleressc desta
historia, essa orla encerrava- oulra que se vai
lr e que Paulo, havia introduzido nella..
Ei-la:
. Minha sanhora.
_ Ao contiario de suas previsoes, enjo motivo
sei apreciar, meu pai, milia mi e seu to con-
sentirn! cm nosso casamento. S lenho. pois.
que recear a sua recosa. Repelis-lhe-hei mais
AS9BSPTO TAM CflOTlA.
'' Vro escrptor moiio eonhecidn- e*
no m-aodo joroettsiicr e hltevane, Br.|
se-aoa\men:c-n'oun posico axv*)i
Mr. M..., que renecou a -so* fe''
milirar, um btll di troceo- a glor1
pela d3 letras-a- a dragona j can JL1*.
eonqewtas da penata, fixino a saae resi.V
enpitaJ, depo>s-de hr dad* a son- denaissa.
0 aeno paseado recebeu a vinit ale w
seus-amigos eamantia* do -resiaaen**, I
S\.., qe, ao mee* tempo-qne elle, liaba e
tanoaenenle deixa* o soic* da*aeaaa, e
e- isleneia fea, **sde eruao, uaa advis.'-r
eheeda de aventoata e vn>issM4es- todo
ero
Primeiro vtluoiaa-id n.v gnerr da> Cr
itepois fazeno* >tie de urna esyedicfto d
I uro i reo, casouie Nicaragua.
Nao adiando, ** que parece, frlicitl?
h>ymeeeu lraneaba*tico, sonliu renaerer
imperiosa necesKdade da loeonaaca* ep.
ra r\'o.va Yorh, |S4|aecend-ee- on-'dzer
sos chara metale.
En Nova Yek os bellas -olhes- es u
o "ia joven vio** francs,, chr^nd* da
ni., Iriumpbaa da su*-axersio- ao casa
e d*ndo-lru> faua* cu_idad*as cons-quem
urna bigamra,coHrah"ir setgond nio e
i cooa sua espeta cuniaho-da larra nata'
Desembaacand* em Lo*d>resv chatn i i
.ras, o fazen Jeiro. etc.. podo cuidar de urna col- nfcecer ,,ue ci^idarneoU ra* haba roca- o
maa sem Wlar 6 suas tarefao ordinarias.. r> 0 e5ia*do. B,tFmonat
Variedades.
O URA C01M8I1R0.
A pisciciiT'.iiro o ramo-da et-onomia ruaal que
m.ws produi-eona menos-capital o menos Ira-
b,lho.
lar a sua justa susceplibilidado ; mas elle cncar-
regou-me de dar-lhc, do, sua partivcAta cruz do
honra, a qual Vmc. lem o direilo de Wazcr sem-
pre. E' a delle. Suppunha, pois, quo Vmc. leve
um mo sonho e esqueja-o, j que nao lera de
envergonhar-se....
Seno cm tua presenga, meu filho, e em
presenqa eln; pois, grabas a generosidade de
tua mi.' cerlo seu casamento com Henrique
Dumesnil.
Por mais natural que fosse esta rcflexao, ella
desorientan Paulo, que nao a esperava.
Duvidas? perguulou pai Francisco.
Sim, respondeu o mancebo
Nao le lembras do quo me disse a raer-
cicira ? perguntou Carlier estupefacto e com as
sobrancelhas franzidas.
O obstaculu nao vira desse lado.
Vira, por venturo, de seu enlcado?
Pai FratWsco, vira de Deus.
O que queres dizer ?
"^a*. Henrique Dumesnil pihysico do lerceiro
grao.
Apenas sao precisas duas horas, talvez me-
nos, para casar um moribundo.
Sem duvida ; mas nao se casa um....
Ah I fez o velho, vendo que Paulo nao aca-
bava ; ah! elle morreu Ests bem certo
disso? *
Certissrao.
Tu vs que o mal nunca se repara comple^
lamente.
Carlier cruzou s maos-sobre o peito e acres-
ccnlou edm uma voz resiguada, porm som-
" \ "cria:
m Eis o meu castigo.
A condueco e a conversa faugaram bastante o
Nho. Deilaram-o em um boro leilo, onde ello
ceu logo, depois de haver dirigido o ul-
4o agradeciroento para o mancebo.
Kr-se,Paulo recommendou ao d-
***jito o seu querido doente.
*-*4os, porm com o co-
'Vdous das.
"*^u pai.
^N^com uma
4o assi-
Julgo nao ler faltado uma. sodas pra-
inessas-que lhe Bz autes-.de nossa uaiov e vossC*
concordar, Elisa, que se as eslrantos eensuras,
do. senhor d'Ernanges-tera alterado, ha algum ; sideraveis,
tempo, a paa que vosaS pareci, ge/.-v, cra-me
dificil prever as imporinnaQes de *m deseje
que a \elhioe e a viuve* despertaron! de repente
no coracao.do coroneL Coralude, os-aepentes e
as invectivas numerosas, as quaes ja tero dado
lugar o vol irrealisa*el de meu. pai renovan-
do-se lodos os dias do meu deve* remediar
prompianwinle. esse anormal estado- de cousa*
que a impsessiona e-ada vez mais.
Aprcscnta-se ui roci manto .efSeazeal in-
fallivel. Vou suboette-lo oom a quasi certeza
do que voc approvar seu-emprego. Ei-I*:
Qu.oia-feira passada rec.ehirunx carta de mi-
nha lia Helena, asa irma da minha boa raai,
a qual nao menos-ha dez aanos, habita Floroaea
coro sua filha j viuva s seu nelo.
Desojando coojaecer minha pruna 4 seu ilho,
pedi vinie vezes minha lia que viesse passar
com elies.alguraas.seman.-u co MirecourU Mas
inlelizninte a S*a. Hfclena. de Srizei d orna
nalureza dcRcida, e os mdicos prohite--lho4
deixar Florenca, ainda que fosse por un nei !
Nao podcudo.pois,, mudar-e, mas coadescen-
dondo com o nosso dese.jo,. ella sa decide em
nos mandar seus dous-lilhosv mas sob a condica
bem expressa de irmos eu ou voc. passapseis
uiezef com ella. Minha palma s parar depois
da chegada de um do nos dous. Mii.Ua lio com,-
prehende, como nos, qpe. nao pdeteos deixar ao.
mesmo tempo sea lio o o Sr. d'F.rcangos. Est
bem vislo que MCfti lilisa, quem Eari essa.via-
gem, sa-lhe fr qgradavel : mas lalvez pesiara
Assim como as pnvGacoes. rapajlil cada ca> A .paataxtr.-da> neea
ooatuma ter sua horta, caJ* horta d%*ar ter su rpaM Brux!ns^ onde-
rm-'.i
coln ea.
Os beneficios, cste cnsUuae seriara
e
dos que enon/ou f
Encantadl.dw en
uma vez que se ha sasiiflcio, do um lado, so- | '?ue se"s cuidados, sao mais uleis unais agrada-
Ha mais de vinle anuos.
Ern meu lugar o que farias ?
Aceitara para sua^ftbriuha.
Sem segunda lencao t
Iiidtibilavelmenle.
Soja ; porm conlarei ludo a seu pai.
Oh nao : casa a nica condico que elle
poe a esle casamento, que considera como uma
felicidade.
Soja ainda ; porm conlarei a elle pessoal-
mente.
Para que? Repito-lho que elle nao ignora
cousa alguma.
Nao importa I eu o quero 1
Seja Uybem, pai Francisco; e aparte esla
uio se fosse a delle.
Seu pai vira aqu ? pergunlou Carlier aper-
tando a mo de Paulo.
Nao ; ser em casa de Vmc.
Eu nao lenho casa.
Vmr.se engaa. A senhora Elisa acaba d;
lomar um aposento desoecupado ao p de David ;
e domingo l encontrar seus trastes.
Ainda um sonho disse o porta-machado.
Nao ; porm uma agradavel realidade.
Deus est comtigo diaap pai Francisco suf-
focado. Deixo guiar-nie, coVlanto que minha
sobrinha...
Ella s espera o consentimento e a bencao
de seu lio. Viremos busca-lo oraanhaa tarde.
D'aqui at l, esteja alegre e descance bem.
Oh as forcas voltaram-roe Deixa estar,
meu filho, lu s um exelleuie medico.
Felizmente, disse Paulo corosigo ao despe-
dirse do velho, elle nao perguntou-me o nome
do futuro 1 Era a nica mentira que eu seria
obrigado a pregar-lhe. Agora vivera.
XX
mente do seu? Accrescentarei lambem de novo
quo esse sacrificio ossegura o ce-pouso o piaton-
valkn mi. 1 1..~ Av-,:
P8r
gara a vida de um velho ijua todos n637esli
Riamos;
Seu filho ser. meu. S\ ouvi minha razo e
eu coraco, e afllrmo-lho-, por todas s. cousas
radas cm qae vossd crft, e que, de"minha
re, venero, qiio a n assim como, a mulher
sero respeitadas. em voss.
Vou mais adianto. Para aplaisar todas ns
dilliculdades malcriaos, imaginci uma ^cquena
viagem que nos conservar longo de nossospais
e de seu lio. durante os seto ou oito priaaftros
mozos de nossa nnio.
Um signa! afflrmativo, ao janlar. fac-me- J0 da fenexao.
a conhecer a sua approva^ao a csse res-
pcilo.
< Espero, querida Elisav que voss ver nessa
propaaico um novo lestc-munho da vivo desojo
que lenho de tornar a &w> dedicsato menos, do-
loroso possivel.
Paule d'Ernanges.
O jantar foi alegro. Elisa, transfigurada, fe as
honras delle com uma graca modesta e risonha.
Conquistou o coroael que acabou por abracar ter-
namenlc sua futura ora.
A' sobremesa, envinado o.velho porta-ma-
chado e o senhor d'Ernanges conversa va ni calo-
rosamente acerca das trabos que apressaram o
queda do imperio, Paulo, 6 um olhar da moja,
acompanhou Elisa sua cmara :
*Ahi:
veis que as.neves.aos seres amadas, que deixaria
aqu. A.lm disso, creio que meu pai veiia com
praaer. visitas eu. a Italia e l es'.edar os sogredos
de uma. arte, cuja cultura lo-,necessa5fl.a mi-
nha vida, lo, infecunda como retirada Partirei,
pois, de boa voatade, roas rom o seu, assonlo.
Sei que miaba pruna encantadora, e quo meu
priminho Len ae Srizet, .mui travosso. bre-
te do seis anuos. A pieseqc;a de ^ulia, a garri-
dice de seu filho e minha ausencia, suavsario
mn gai de sua idea fina a talvea o coratjo.
" A cha boro esse projecto, Elisa ?
rom con-
acaso histrico o camprovari i ^"^
melhor que lodos'os raciueinios e anaiyses.
Fazia, nao- ha muilo leuipf, visita da sna
diocese, um.nispo franesz-.-e-escreven-a cura do!
N...... queenvial da o jsperasse para janlar na.
sna residencia aprookiel, mas queaem por isso-
izesse #pn* alguma H-x.traordio.iria. *
Respondeu a cura, queeumpririn, cerno desa^
java a recomxoendaco.; nao corre*a**deu, po-
rm, o tocto promassa ; porque apresentou.
uro janlar esplendido a S. Exc. l'.vroa.
Ficouenieado o bisur eslraahou as dernaaios.
do cura,.ace-imando-a.de dissipado, por g:*lar
em. um s dia a uoegrua de uio auno, pelo
menos,. ,
Teaaq.uilj.sc-se V. Exc. (respondeu-lhc o r-.w j; ;
o quanto gaslei" em nada prejudicou a mi-
nia congrua, a quai reparto palos pobres c*.mi-
nha (regaeiia. ^p.
mo tem we. grande.-palrimonjjp?'
Nao. Exm. senhor.
-- Nao cnteno. Como se-governa Vrco- ?
-Mui simplesoteuln. Teehoum convenio de jo-
vans, que nao medeixaip ter preciso de cousa
a Iguana supprindo-roc tai*, de que aecessito,
com arande abundancia.
Cousa ratal-Sabe.Sr. cura, que Udoislonae
faz grar suspeitas....
Nada de suspeitas, Exm. senhor.
Dtcifre-me, cn'.o, aste enigma-; quero v^c
esso convento.
Qdnnlo e levanlnr da mesa ve-lo-ha, V.
Exc. eesUaVcorto ojie me nao hade ralhas.
Com achilo, depois do jantar, o cura arampa-
nhou o sou prelado, a um pateo cercado do. col-
meas, e uisso-lhe : Ah esl o convenio, que
nos dea, de comer; lodos os annos.ms p&oduz
desoitdnjjl, frr.acos, com os quaes vivo, folgada-
mente, reeebendecom decencia as pessoas que
mo .izeBVo io.vor de procurar.
Rcgressndo. o hispo ao seu paco, dia a to-
dos. _oa patachos, quo lhe pediam melhnria da
cg.'.-ja : criera abelhas, snhores, otien* abelhas.
conliancawBink qu
M..., ei(lBtaau a ,
linha enancada, coa;
do de iMaRavela.
t Este doVmento de*..
S quOy-iasua qu.-ilidad >.
rito beWfJ^ue a patente e ra, se af pressa am ir odV.
me de-5auil... ao servfu aas
zas. Rol nica ompreaa. do ,
rador d.aroluras.. Atacado d'i
tal, sucotMbiu ha.raezea no h>
de o*lio ahcialmanie.fu*] trans
belga a pjticipaco daseufal
. Oaa'Maa) S*v sabesiao por
mora dfejpu marido, cuidou lo,
conidio dobito, indisoensavel \>.
mene-u,
l'oraa julaua-se- da sua ada
quo nao legUmenl viuva de Mr.
sim de ar. M..., pois foi com esle
marido llecau em Balavia.
Mr. M.., por su parte, nao deix,
prehena&s sobre as consequencias '.
?-iment p.r procura^o, vendo que
litiga o l. liciaiwenle pot morlo
as Indita,.
1'rovrnriaruer.te tomnu o partido
cao e jnuideu agaar bilhai*.de visita
guiot*7^ftr!pr4a : O oVjanjp Af...
(Ccjnmcrcao.de
Sim, respondeu ella com uma voz sumida,
depois do um silencie-.que se poda aitribuir
A SICILIA.
A Sicilia a maicr ilha do. Mediterrneo, na
8Q>j ponta da Italia, de que nao est separada se nao
por um estreito de perto de 3ft>kilomctro3 (es'.rci-
A moca levantaa-ae,' e, voltando as costas, a.' u. de Messina ] Xem 27.00.1iilomtros quadra-
scu marido, foi machinalaente abaixar o ore dos e 1.900:000 habitantes. A sua capital Pa-
ae uma janella, ainda quo os&l eslivesse era seu lormo.
oc,so". .... 1 Desde 1815u est dividiVi ero sete intendencias,
Aquelle san tao cada e muito secco, disso' que sao : Palermo, Messina, Calanca, Syracusa,
laulo levantan.do-se tamliem e approxirnaodo.-se Calalaniselta. Girgenli Trapan
Come ella nada dizia
elle lomar-lhe a mo ;
e nao se vollava, quiz
mas senlio o braco da
Sra. d'Ernanges responder a esso niuvircento
amigavel coro urna resistencia nervosa quo osor-
prendeu e odendeu.
-^ O quo tem ? disse elle-,, recuando um
passo.
L'm grito agudo, ha muilo canudo, parti da
garganta de Elisa, que, calviado de costas, teria
quebrado a cahega em ura roovel se os bracos de
- Obrigada, lhe disse ella ao ouvido e pondo !seumarla() nao se abrissem para recebe-la.
sua mo na delle ; oh A obrigado se assim fosse], Ella nao tinha perdido os sentidos, porru so-
0 do todo o mou coraga I mas seu generoso of- I "5*.^sPnsni0.d,C(;s guiam sea ceio. o
ferecimento, por felicidade, intil.En lin/10-
ine engaado.
EPILOGO.
Alguns dias reais tarde, na sala de jantar de
nm pequeo e bello aposento composlo de duas
salas e dous quartos, pai Francisco e sua sobri-
nha acabavam uma daquellas refeicocs, que tan-
to aprecia o appetile da convalescenca, quando
bateram a porta.
Elisa foi abrir correndo e o senhor d'Ernanges,
pai, entrou acompanhado de seu filho, depois Se
se haver inclinado dianle della.
Ainda que prevenjpo desde a vespera dessa vi-
ta, o antigo porj-m*chaiio empallideceu 00
aeu coronel, .m levanluu-se camMiearido.
"Ernanjgci tomou-lhe uma daa Sraw ng- I tozae soffrim
'iraQO cm sel petlo e o abrarjt*^ n
anlige uniforme do sol- .-'*
jwse sem iieio e !
Nos primeros diasdimez do julho do anno
de 1631, sala de janlar de uma das mais bellas
casatytirguezas da cidado de Mirecourl reunia,
para o almoco, o coronel d'Ernanges, velho ro-
busto de seus 3essenia e seto anuos, seu Dlho
Paulo, Elisa d'Ernanges, sua ora, eo tio desta,
Francisco Carlier, que mais direilo que nun-
ca, magro e vigoroso, pareca remojado da dez
tnnos.
O coronel eslava viuvo havia dezoilo roezos.
A physionomia dessas quatro personagens l.,nha
estampado, efp um grao diverso c com v<;,rngoes
particulares
10 coraca
<-ada um. uma exprefs=(0 de Iris-
So a piedosa 8au<*jaa-e qUe ,je.
-" -n a perdd de uma com-
>eraJi se lia
traeco do rosto trahia urna dr airo quo nao
podiam exhalar exterormonle os solutos e as la-
grimas. Soccorrida por lodos os meios que po-
deram inventar a ternura e a pedade de Paulo,
Elisa parecen acalmar-so.
Quando d'Ernanges apenas vio cm suasfoices
uma prosiaco dolorosa ;
Elisa, lho disse, diga-me, por favor, o mo-
tivo de sua ddr.
Ella fixou nelle uns olhos onde brilhava a fe-
bre, mas seus labios permaneceram immovcig,
Quer partir ?... .
O mesmo olhar e o mesmo silencio.
Querque eu parla?
Nao, disse ella, mas pq* um sgr.al o con-
servando o rosto inclinado.
Voc odea-me ?
Oh 1 disse ella enlo com um accento
ineffavel.
Sou indiffetcnlo para voc!... Responda-
nv se Deusiynterrogasse.
o-.nAAo rnaistir. 9**.cabcc.a
Esla ilha notave-1 por sua forma triangular, e
termina em cada parte por ura cabo (Passare,
Faro e Boeo) d'onde lhe vcio o nome de Trina-
cra (3 cabos.)
E' monlanhosA, sendo o principal das suas mon-
lanhas o Etna, to celebre por suas erupces vul-
canices.
Tem magnficos valles e numerosos .'ios, que
sao Giaretts. Salso, Platani, Calabello>'a, Termi-
ni, Fiume-Grand, etc.
Na ilha os calores sao extremos, excepto as
montanhas.
O clima sao o puro o o solo muilo frtil, o
a con- que lhe valen o nome de Celeiros dos Romanos.
A fctusia.DKn I.onj.in Nbws___.ao
guinlccorrespondr-ncifl relativa as 1 .
( SeaJtslmnds ). Estas, i I has pcple-
rflion at savannah, estendend
..Utoreodo
ptTjIr aproi
PlorR? c m
char
distanda para o Sul al* a grande p.mi,
Floridi.
do passar, do saawincah do cha
preneUei o 5nin-llary, que vi*
ve o prasea de contemplar as
resca ilhas e> mar.
lilis sao taroanas. pela sua prod accio 1
mo .igqdo.
Ni vera o nao posai**l que es. brancas
tem este, paiz ; mas na primavera, nao ha 1
e eafio o clin-a -delicioso.
ee a irla de Wighl, ou a ilha de Man, e a-
pequeas ilhotas. de Veneza.
< A passagem por enlro as ilhas do ma
sardas dilkuldades, queom algumas pon.
peimenU a navegacao, offorece orna car
dale de agradaveia empresas.
A cada instante era uaa novo ponte, d
neis nolaael, que os. precedentes.
f IVrcebiamoa em distancia vastas, pl
(borlas de algodueiros, matisadaa* cae
(*s, habitaces djj plantadores, de lillam
lias,
m roda daa matas do algodaeiroa ca*
elegantes palmeiras com suas engririo*'
tiageus, as colinas eslavam adornadas a V
1 altos pinheiros.
N'uma das voltas do canal demos com
(fila
firEr
Me c
Tem abelhas que do uro niel superior (no la de negros. Lina mulido de prthal
monte Hybla), produz seda, algodo, assurar, 'ns e oulros vestidos no* acolheraaa coa
acatro, ferro, cobre, enxofre em grande abundan-'dosos gritos, eos cans, com grandes
ca, chumbo, porphyro, sguas mineracs e ther- parece que eslavam apostados para nos
mies. rem com o maior estrooito possivel. V
A "Sicilia, lendo sid* dominada sucressivamen-
le pelos Cregos, Romanos, Carlhaginezes, Vnda-
los, Fodos, etc., ornou-se parte do reino or
mando das Duas Sicilias em 1130.
Exlinguindo-ac em 1194 a linha masculina d)
Rogcrio II, n cora passou, em consequenria *)
casamento do casamento da herdeira Constanza
rom o imperador Henrique IV, para a casa le
Hohestav/en.
Desde 1266, necupon o throno a primeira a)sa
de Anjeo, roas em 1282 as famosas vesperas Sici-
lianas foram o signal de urna -^ojuco na Sci-
lia e os dous reinos separar
Os principes de Anjou c< '-no!*
a casa de Arago a Sicilln
[/ Depois de diversas rf
jAggao conseguio, eir v
\ 11 jo vi, que lhe iy
casis dos plantadores vastan ronforlavei
1 ellas do bellos jardns, fajeado lemhrar
ro 1* Inglaterra.
PcrcCbcmos, em ktdaa as ilhas a* n
numerosa populacao oceupada iiosena*
godo, c vimos muilas provarea gV
e diversas casas de campa. Ah, dnraf
ou cinco mezes do anno, o plantador*
nm pequeo disposta rordrado de suh
dientes, rom um harnero branco par
ministro que soffre ledas as irreg*
clima durante um palriarcha das te
ou como uaa o anno, cm ^ianto
emigra com sua familia paTs New
a, e as vezes para Landres ou P
os Beaufort, qn*a a capital
nos a chvl*< deoois. da fe.