Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09097


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Full Text

..
>> -
lili XXXTI. HOMERO 146.
Por tres mczcs adianlados 5S000.
Par tres meies cencidas 6$000.
SEGUNDA FEIRA 25 BE JONHO DE 1860.
Per anno adiantado i9$000.
Parte franca para a subscritar.
imn
EMCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO' DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Kalal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de. I.emos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Uli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribci*
ro Guiroara.es; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Aloraos Jnior; Par, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jernnvmo da Costa.
l'.U 1 llJA UUS UUUlItlUM.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarjss. Goiarma e Paran ba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezcrros, Bonito, Caruaru, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Natarelh, Limoeiro, Brejn, Pcs-
I qucira, lngazeira. Flores. Villa Bglla, Boa-Vista,
Orcnry e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenleiras c Natal quintas feiras.
(Todos os correios parlero as 1(1 Horas da manba.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
3 Luacheia asi 2 horas e 26 minutos da tarde.
11 Quarlo minzuante as 10 horas e 45 minutos
da manhaa.
19 La nova as 3 horas e 4 minutos da manhaa.
25 Quarlo crescente as 10 horas e 16 minutos da
tarde.
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro as 11 horas e 6 minutos da manhaa.
Segundo as K. horas e 30 minutos da tarde.
DINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
ibunal docommereio: segundas-e quintas,
lacao : lercas feiras e sabbados.
:enda: tercas, quintas e sabbados- a 10 horas,
o do commercio r quintas ao meio dia.
de orphaos: ternas e sextas as 10'horas,
eir rara do civil: tercas e sextos ao-meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados tmpio di.
retore-se a oottos trunes particulares, a raapfllo
dos qnaes nao faz o cdigo penal especial dccla-
raeo.
Dito ao director do arsenal de guerra Mande
Vmc. fornecer os cartuchos de mosquetaria
sem balas que Ihc f o ruin requintados para o fu-
neral do capilo de mar e guerra Fernando Vicira
da Rocha.
Portara O presidente da provincia, confor-
mando-so com a proposta do cliefe de polica de
21 do corrente, soh n.853, resol veu nomoaro ca-
pito Firmino Theotonio da Cmara Santiago
para o cargo do subdelegado do poiicia do dis-
IrictB de Maricota, termo de Jguarass.Com-
municou-se ao cftefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, allendendo
ao que requereu o capilao do corpo de estado-
maior da Ia classe e director interino da reparli-
co das obras publicas, Fiancisco Raphacl de
Mello Rogo, rsolve coneedor-lhe quarenta e cinco
dia! de lirenca ^coro vencimertos na forma da
le para tratar d su* saude fura da provincia.
Di i a O presidente da provincia, allendendo
PARTE OFFICIAL.
Gnverno da provincia.
kxraoutm do da 22 db junho m 1860.
OITicio ao commandante das armas interino.
l'xpeea V. S. as suas ordens para que uin dos
enrpos do primeira tintn faca as honras do es-
tylo ao linado capilao de mar e guerra Fernando
Vieira da Rocha, devendo urna ala do referida
corpo oslar collocada na fronte da igreja deNos-
sa Sonhora do Carmo, hoje s 3 horas, e a ou-
tra no cemiterio publico.
Dito ao mesmo.Mande V. S. aprescnlar ao
chele de polica, nos dias23 e 2i do crrente s
5 horas da larde, doze pracasda companhia tixa
de cavallaria para sercm empregadas no poli.ia-
mnnto dosla cidalo.Communicou-se ao chefe
de polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. abrir assenta-
menio de prara aos remitas Joaquim de Soza
Ferreirs e Hennque Jos Bezerra, que foram jul-
giidos apios para o servieo como consta do ter-
mo do iuspecco aonexo ao seu oiricio n. G90 de
21 do corrento
Dito ao chufe de polica.Queta* V. S. infor-
mar, que deslino tuvo o rerrula Olympio Ter-
tuliano do liveira Porio, remettido pelo delega-
do de Scrinhem no 1 de niarco do corrente
anuo.
dito ao inspector da thesouraria de blenda.
Devolvo a V. S. o requerimento a queso refere a
sua informaco d hontam, sob n. 615, a II ni de
que, quando hout tr crdito, mande pagar a An-
tonio Domingucs de Almeida Pocas a quantia de ------------
36J666 rs., em que importa o a'lugucl da casa _L____.___ .. ,-, ...
que servio de quartel e priso na villa do Agua Despachos do da S de juulio.
Prela, desde o 1 de novembro dn anuo prximo 529 Austriclino de Castro SI Brrelo, lente
panado at 20 de fevereiro ultimo. do 46 balalho de infamara da guarda nacional
Dito ao mesmo Estando dos termos lega.-s Informe o Sr. commandante superior da guar-
os prels juntos, que me foram remullidos pelo da nacional do municipio do Rio Formoso.
commandante superior interino da guanta naci- 530 Claudio HuIioux.Informo 0 Sr. i
nal de Sanio Anlao, rom olli.io de 14 do corren- lor da thesouraria do fa7onda.
te, mande V. S. pagar a importancia dos venc- 531 Carlos Mara Colsoul. Informe o Sr
renlos dos guardas nacionaes destacados na villa inspector do arsenal de marinha.
da Escada, a contar do Io de fevereiro a 15 de 532.Jos Ignacio d.' Silva.Remettido ao
marco desle anno.Communicou se aosupradi-i.Sr. )r. chufo de polica para expedir ordem no
Dito ao mesmo.Allendendo a necessidade de des do Ilarnarac
nao se suspenderen osservicos da capilania do 533.-Joaquim Jos Alvos de Albuquerque. ci-
qne se dara, se nao fossem pagos de rurgio da enfurmaria de marinha.Passo so por-
c pra- (ariaencedendo a licencana forma requerida.
531.Jos Marcuilino da Rosa.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda sobre a de-
clmelo eita pilosupplicante.
535.Barbarel l.oorenco Jos de Figueiredo,
Bonito,Passe-se
na forma roque-
titular e a nossos oomproiiussos, devesso ara o
fuluro offererer-se-nos a accusaoo de co perar
com a Franca. Inglaterra e as oulras pot ncias
para urna obra, cujos resultados podem se pro-
videnriaes para o nnsso commercio e ind siria,
e quo sera certamcnle considerada com urna
das mais vastas e ruciieras emprpzas, qi te-
nham por ventura sido tentadas, digo qu urna
tal occasio seria para nos urna boa forluia, e
espero que nao a repcllirlamos.
Senhores, pelo voto lio patritico e loo labio,
que crnillislPf. no fim de vossa ultima sfco,
dignamente fuchasles o primeiro periodo d fun-
dar o de nosso. ediiicio nacional.
Hoje, con (lados em nossa base, fortes em nos-
sos progressos.devemos procurar estender-nos ao
exterior, seguir, na proporr.no do nossas larcas,
o exemplo di nossos visinhos c opprovertar as
lices da historiar.
Ern iiiii paiz, onde mais de 72 mil openos
trabalho na uxlracaode azeile. onde a indasiiia
dos ferros oceupa 14 niil. a du zinco perlo'de 3
mil, a do vidio perto de 6 mil, a da renda mais
ao que requeren o juiz municipal e de orphaos; de 100 mil ; ande se fabrica 000 mil armas, 3CU
do termo do Bonito, Dr. l.oorenco Jos do Fi-
gueiredo, resolte conceder-llio doz dias de li-
cenra coir ordenado. .
Expediente do secretario da provincia.
OfTiuio ao Io lente Jos Avclino da Silva
Jaques, ajudanle da capilania Jo poito.O Exra.
Sr. presidente da provincia manda acensar re-
cibido o officio desta dota em que V. S. parliti-
poo-lhc ler fallecido o capilao do porto Fernan-
do Vieira da Rocha.
inspec-
seus diminutos vencimenios os serventes
cas da guarnicao dos cscaleres da mesma capi-
tana, deiermino a V. S. que faca pagar sob mi-
aba responsabilidade esses vcncimcnlos.Com-
municou se ao capilao do porto.
Uilo ao inspector da thesouraria provincial. jj.,i7 municipal do lermo do
Approvo a rrematacao quo. segundo consta do porlaria concedundo a licen.a
olcio de V. S. de 15 do corrente, sob n. 216. fez rida.
J'aulino Rodrigues de Olivci
ira, do imposto do 20
por eunlo de agurdente consumida no triennio
de 1860a 1863 nos,municipios de Olinda por
TOg arinuaes, Coianna por 4009, Cabo por 150;},
Victoria por 40l|9, Rio Formoso e Agua Prela
por 150#, eSerinhem por 52$, sendo Dadores
Jos Bernardino Alvese Joao Duirie Uaginario.
Dito ao mesmo.Acenso recebido o officio de
5 do corrente, sob n. 215, em que V. S. me
Communica baverJos Joaquim da Silva llarro-
Francisco Pereir, rtroladopor5i0l9anniiac8 o
imposto de 20 porcenlo da agurdenle consumi-
da em cada um dos municipios de Nazareth c
J'o d'Alho no triennio de 1860 a 1863, e em
rusposta lenho adizer, que approvo e:sa airc-
matatao.
Dito ao mesmo,Pode V. S. aceitar o ofTorc-
Cimelo que fez Thomaz do Almeida Antunes di
quanliaannual de3:ll0j, pelo imposto de 2J50
rs. do gado vaceum, que for consumido no mu-
nicipio de Olinda no triennio de 1860 a 1863,
sendo fiadores Manoel Antonio des Paseos fl Sil-
va e Jos Joaquim Antunes. Desla maneira li-
a respondido o oflitio de V. S. de 15 do torren-
te, sob n. 21 i.
Dij^o ao mesmo.Certo doconleudo do officio
de 15 do corrente, sob n. 2l8, era que V. S. me
participa haver Joao Vieira de Mello e Silva, dan-
do por fiadores Vicente Alves Machado e Amo-
EXTERIOR.
Apona nimios commerciaes.
iscussao (eral dn projecto de lei vontendo o
liid/el dn miniitoii dos negocios eslrungeiros
para o exercicTo'de 1860.
O Sr. Duque dr. Brabante : Scnnofes
momento, em que de todas as parles os
nos se oceupam em augmentar a riqueza e pros-
peridade de suus nacionaes, fallar-vos do nossa
industria e commercio, essas duas ionios princi-
paes da fortuna-publica, tratar urna questo da
actnadade.
Um golpe de vista sobre o o que era nossa
produccao ha vintc e cinco annos, e sobre o que
olla se tem hoje tornado, far-vos-ha, senhores,
certificar de enormes c animadores melliora-
monios
Com effeilo, ascillras officiaes estabelecem que
nosso commercio especial, que realmente repre-
sor la o movimunio proprio ao paiz, lera quasi
triplicado desde 1836. A recordacao de nossos
successos as exposicoes universaes do Londres
e Paria igualmente do na tu reza a inspirar-nos
, urna legitima conianca na forca excepcional de
jiio Domingos Pinto, arrematado por 1:5518 nossa industria
ananaes os imposlos que, no triennio do 1860 a | Trazundo memoria esses tactos altestados
isoJ, devem ser cobrados no municipio do Bre- por documentos irrecusaveis, permitti-me, so-
jo e por 3:4ol, lambem annuacs, os do Bonilo, nhores, esperar que o fuluro ser digno desse
e bem ass.m o de 29o()0 sobre o gado vaceum c I passado. Estamos na senda do progresso : mas,
^11 por cento ua agurdenlo consumida em Ci- \ vos o sabis, o progresso para manter-sc exige
ruar, tenho a dizer em resposla que approvo' sem cessar novos esforcos.
cssa arremaiagao. A exporlacn especial', isto a dos producios
Dito ao inspector do arsenal de marinha. nacionaes durante o periodo de 1840 1858, se-
concertos do que necessi- guio a marcha seguinto na Inglaterra, em Franja
"' e na Blgica :
1840 1858
tain a machina, casce c maslreaciio do vapor
Viawo, como requisilou o chefe da eslaco em
cilicio desla dala.Communicou-se ao chefe da
estaefio.
Dno ao mesmo.Informe V. S. sobre o que
solicita o direclor interino do arsenal de guerra
no officio junio, que me ser devolvido.
Eilo ao director geral dos Indios.Respon-
dendo ao olficio quo dirigio-me V S. em 19 do
correal?, tenho a declarar-lhe, que, nos termos
do arl. 55 do decreto n. 1138 de 30 de Janeiro
do 1854, deiermino que os salarios e emolumen-
tos do juiz comuiissario, escriviics e agrimensor
emprimados na inudico e deinarcatao das Ierras
la Aldea dos ludios da Escada, se regulem pelo
disposto no regiment de cusas judiciaes.
Dilo a cmara municipal do Rio Formoso.
Dociaroa cmara municipal do Rio Formoso que
dere cumprir quanto antas a determinacao desta
presideneiai expedida em officio de 19 ile maio
ultimo, afim de poder se proceder brevemente a
lodos os actos eleiloracs, que devem preceder as .
. leices que terao lugar no corrente anuo.
Dilo ao juiz de direilo da primeira vara.Del
confonnidade com o disposlo no art. 4 do de- !
eruto n. 2566 de 28 de marco do correle anuo, !
informe Vmc. sobre o incluso requerimento cm I
que Mara Ramos do Amparo pede perdao da
pena imposta a seu lilho Joaquim Ramos.
Dilo ao juiz municipal de Barreiros Nesta
dala ordo'io a cmara municipal do Rio Formoso
que cumpra quanto antes a minha determinacao
expedida em o Hiri de 19 de maio-ultimo, rcla-
(iva a apnracao dos vereadores e juizes de paz
eleitos as prochias de Barreiros c Agua Prela,
para que entrera logo es?es funecionarios cm
exercicio; e recommondo a Vmc. que estando
ellos imppssados assim me communique iinme-
liatamente ; para providenciar acerca da reu-
ui.io da junla di revisao dos volantes, depois da
qual ter lugar no prazo legal a reunio do con-
selho miiniipal de recurso.
Em solucao s duvidas por Vmc. expostas no
iaal do seu officio du 28 de maio desle anno, a
que respondo, devo dizer-lhe que a Ia, 3' o 4a
vsto piejudicadas com a providencia que acabo
de lomar; e quanto a 2a, que o conselho muni-
cipal de recurso deve reunir-se e conservar-se
reunido por qninze dias uleis, anda que se nao
presentero recursos, como esl esclarecido pelo
aviso de 6 de abril do 1819
Dilo ao promotor publico da comarca de Santo
Anlao.Em sloccao aoque me consulla Vmc.
cm officio de 6 desle niez, devo dizer-lhe que
o delug.ido de polica do termo de Sanio Anto,
rluixando de receber a queixa por Vmc. interna-
da por crime de adulterio contra Jos Joaquim
Pinito de Mello, por ser o offendido pessoa mi-
seravel, prncedeu regularmente, de cdnformida-
de com a disposiqao do art. 252 do cdigo pe-
nal, por forca da qual a necusaco por adulterio
personaiissima, e s cabe ao marido ou mulher
sendo ainda evidente, quo essa disposicao nao se
pode considerar revogada ou alterada pelo art.
73 do cdigo doprocesso, em que Vmc. se fon-
dou para intentar a queixa, o que sem duvida
Inglaterra.. 1,285 milhocs... 2,915. Accrcsci-
(mo 127 p. c.
Franca...... 695- 1,980156
Blgica....... 140 424204
V-so pois. se a Blgica tem relativamente
progredido mais que seos visinhos, todava estes
ltimos nao se tocm conservado inactivos : ellos
bastam em grande parte si mesmos, e no lugar
em que ha dez annos ochavamos somonte com-
snmidores, hoje encomiamos rivas, que nao s
nao compram mais nossos producios, mais ainda
produzem e fazorn-nos urna rudo concurrencia.
Os mercados mais prximos, para que dissi-
mnU-lo, lendem o escapar certas de nossas
grandes industrias. Notareis desvos se fazum
sunlir no commercio de nossos tecidos de linho
e de nossos (los ; nossas machinas, nossos fer-
ros, o nossos trilhos de ferro se dirigem agora
em matar parle Bespanha,Italia e Russia. Nos-
so circulo de accio se eslende pois ao longe, e
de mister que se cstenda ainda. A nclividade
de nossas fabricas, o bem-eslar de nossos ope-
rarios, a fortuna de nossos industriosos disso de-
pendem.
Sopor causas diversas cortos mercados pr-
ximos de nsc milito commodos lornaro-se me-
nos accessiveis & nossa fabricaran, vemos abri -
rem-se outros. mais distantes verdade, porm
muilo mais vastos, e que d'aqui poneos annos,
gracas aos caminhos de ferro, aos paquetes a
vapor e ao lelegrapho elctrico, serao d'um fcil
accesso quellcs, que liverem tido a sabia pre-
videncia de reservar-so ah urna boa base de
operadnos.
Isto, senhores, conduz-me a fallar-vos nova-
mente do extremo Oriento.
Desde que se assignou o tratado de Tien-Tsin,
o govorno envilra Mr. d'Egremont China afim
de ohtor para a Blgica as raoUgens, que acaba-
vam de ser concedidas ao3* ingluzes e francezes,
esses aifoitos propagadores da civilisa .ao.
Depois de ler sido por muile lempo mandado
de Shanghai Cantao c de Canto Shanghai,
nosso enrarregado de. negocios recebeu cmim,
19 de oulubro passado, um despacho de alto
commissario dos negocios estrangeiros, gover-
nador dos dous Kiangs. etc.
O primeiro dos maudarins addiou toda a idea
de negociaces comnosco at depois da ratiflca-
co dos tratados, que liuham sido concluidos
pelo barao Oros e lord Elgin.
Esle documento otlicinl prova mais urna vez
um faci, de que a experiencia quotidinna dos
cominercianlos europeos j se tinha convencido,
o qual nasce do tratada de Nankin de 1842, e
que. reccnleroente ainda, a correspondencia de
lord Elgin tornou mais manifest, islo que na
China e no Japao todas as naces europeas sao
solidarias. Elle estabelcce nao menos claramen-
te o inleressc, que temos em ver aplainar, por
bem ou por forca, os obstculos, que retardam
ainda o triumpho definitivo da diplomacia fran-
ceza o ingleza.
Se, coosmando-nos deis 4 nosso papel par-
mil pecas de panno por anno, onde existe aerlo
de 700 mil agulhas de fiar, e onde o numere das
machinas vapor excede 4.000 representando
urna forca de 127 mil cavallos. a questo das
vendas exteriores, que todos, tanto proteccio-
nistas como cambiadores altamente reclamam,
ferrosamente urna das primeitas na ordem do
dia.
Desde j oonvrn multiplicar,' tanto qnanlo
possivel, nossos mercados. E' o meio nico de
desviar essas crises industriaos, cojos funestos
elfeilos se fariam sentir na razao directa do des-
envolvimento das parles alcancadas. Devemos
estimular lambem nossa aclividade commercial,
e enllocar o productor belga na possibilidade de
Iransportar por vias belgas, e consignar Belgas
as mercaduras, cuja exped'iQo ao longe gnda-
ra, eu o espero, rpidamente em importancia,
gracas perfeico de nosso tiabalho e a modici-
dade relativa de nossos procos.
Nesie momento nossas xporlaces sao qnasi
exclusivamente confiadas mos eslranguiras,
Trala-se de indagar por que assim aconlece, e
achar os muios de fazer ganhar por belgas, e
conservar no paiz, o dinheiro que damos com-
missarios de Ifovre, de Hamburgo, de liollerdam
ou de Londies: traa-so lambem de augmentar,
como acabo de dizer, e de augmentar muilo a
somma de nossos depsitos no exlerior. que,
conforme o parecer de nossos cnsules, poderiam
fcilmente ser desculpados.
Julgar-se-ha' disto por algumas citac,6es, que
se seguem :
Desde 31 de dezembro do 1852 Mr. Ziznia,
nosso cnsul geral em Alexandria, dizia :
Ainda que este anno o commercio entre a
Blgica e o Egypto Icnha tomado nina grande ex-
lenso comparativamente ao anno passado, te-
nho sempre a certeza de que communicaces di-
rectas mais frequenlos contribuiro poderosa-
inenlo para imprimir nas relaccs internacionaes
esse lo progrrssivo lo necessario ao desenvol-
vimouto da industria.
Eis aqui agora um trecho d'um relalorio de 10
de agosto d6 nosso vice-consul era Nova-Or-
leans :
De todos os mercados do sol, diz Mr. No-
^ .jrMtUo,-*. dA.ij.OXa-0#loajia oceupa etm ;BiUra4k-
'"'; ^a^o o primeira lugar por sua imporiaida errm-
. _-!- niercial o sua posicao como centro d'expor-
laco.
Elle er porlanlo que para os producios belgas
manufacturados ha urna venda corla ; ao mesmo
lempo o inlreposto (oreado destes productos. E
mesmo para o futuro que vanlagons inunensas
se devem esperar para os dous paizes? O sul da
Unio por suas retacos directas leria a incalcu-
lavul vantagem de sublrahir-se aos gastos enor-
mes d'uma imporlacao desviada, fuitos por in-
termediarios sem numero. A Blgica leria por
sua parle lodo o proveilo em transmillir-nos di-
rectamente seus productos, que recebemos do
norte quasi 'sempre como mercadorias francezas
ou oulras, com as quaus ellos podem sustentar
urna comparaco niuilas vezes vantajosa.
Segundo o Sr. conde Vander Slraelcn-Pon-
thoz, ministro do re em Madrid ( a 28 de setem-
bro de 1859 ) :
E' manifest quo a conslrucQo dos cami-
nhos de ferro na Pennsula faz desde j da Hes-
panha um dos principacs consumos dos produc-
ios estrangeiros, que sao os productos principaes
da Blgica.
Mr May, cnsul em Sao Francisco (a 15 de
marco de 1859) er que ha sem duvid muilos
artigos belgas, que achariam um consumo fcil
em Sao-Francisco ; mas muilo difficil especill-
ca-los, nao sendo asss consideravel o consumo
*
Nada se
DIAS DA SEMANA.
25 Seg. S. Guilnerme ah. ; Febronia v. m.
2ft Terca. S. Joan e 9v Paulo irms-. mm.
27 Qnarta-. S. Ladislao rei; s. CrescefM-io b.
28 Qotala S. Leao-II p. Ss. Argemirocirineo Bb
29 Sexta. S- Pedro e s. Paulo app.
30 Sabbado. S. Mareal b. ; s. Luciano.
1 Domingo S. Abrn m.; s. Theobaldo eremila.
ENCARREGADOS DA SUBSCMPSO NO SUL.
Alagoas. o Sr. Claudino FalcSo Dia; Bahia.
Sr. Jos Martins AWe; Rio de aaeico, o Sr.
Joo Pereira Martin.
EM FEKNAMBCO.
O proprielario do p.vio Manoel Frgnciroa do
raria,na livraria pra^a da Independencian.
oppori que a Belgita Wzesse cu-
nhecer mais os segnintes productos, do quaus a
tateira o Austria somonte tcem aproveii'ado
falla de concurrentes ; sao : as velas slea-
8, o ferro em barras, o chumbo, o eouro, co-
imenta, breu, papel, carvo de peda e la-
os.
. Mr. Kervel. cnsul em Sorrabaya. 15de fo-
veaeiro de 1858, diz que
da industria belga, dos
consisle ern nao coenprehender quo um Uelga em
urna posicao de fortuna commoaa possa resolver-
se a deitmr sua palria para ir estabeleee-se em
paizes fouginquos.
Nao ignoro que o govorno fa* lodos esses
esforcos para comba ler eslas ideas e para animar
o eslabetacimenlo de casas belgas transatsnti-
cas ; mas sao os proprios chefes dos estabeleci-
entro os productos] menlos induslriaes que deveriam sentir a neces-
quaes poder-se-hia '; sidade de enviar seus filhos estes- paizes e a
lentar com alguma probabilidade de sucresso, primeira medida que deveria tomar urna p
estapelecer em Java urna venda vjntojesa, sociedad belga de exporlaco, dous- anuos mes-
delsm ser assignalad^s: os madapoles e algo- mo antes de
de crs de 5, 6 e 7|4 e de 32 varas de Braban-
te ; os tecidos de linho vermelhos de Andrino-
pa, de 4 6|4 o de B2 varas de Brabante ; lonas
pata velas de loda a largura e de lodo o nume-
r0*s rendas ligeiras de 5|4 ; pannos e princi-
P#aj?nle para carruagens ; vid ros para vidraeas
e eristaes, porcellanos e faiencae ; papis, ferro,
cartao de pedra o velas.
m. Multar, cnsul em S. Pel> rsburgo, 11 do
marco de 1858 espera que os fabricantes belgas
farad pouco pouco concurrencia Inglaterra e
lraaca ; diversas informaces Ihe teem sido pe-
dida i oslo respeilo, e elle sempre forneceu os
apotamenlos proprios para fazer conhecer a po-
sifafa de nosso mercado.
st do Ricordi, cnsul em Niza, n 4 de feverei-
rode 1857, nao duvida que nao haja muitos
oij|ros fabricados na Blgica, que poderiam lu-
tarTaniajosamenlc com os productos francezes ;
ule'designa neste numero os pannos, quinqui-
Irnra, lecidos de linho, la o algodo, rendas,
el' ; mas seiia conveniente que os fabricamos
qtiizvssem conformar-se com o uso estabulecido
de'ewviar modelos e amostras para submelte-los
a o mercaderes desta cidade .
.os olhos de M. Guys, cnsul em Smyma, a
23de abril de 1859, o que hade positivo
une o commercio da Blgica com Smyma toma
tolos os anno3 mais extensn ; comeram a fa-
miiarisarem-se com a praca d'Anlucrpia, e si as
ronruuuicaooos lornassurn-se mais. facis pelo
eslibelecimenlo de barcos a vapor, nao ha du-
vida que o commercio belga se resentira disso
mas favoravelmenie .
11. l'aulis, ontigo cnsul em Trebizonda, a 2
dejunho de 1856, renietteu o quadro das mer-
camrias importadas e exportadas em 1855. .Esle
quidro que contem a nomenclalura de intrtlos
artgos similares aos nossos, basta para demons-
tra- que as mercadorias belgas podem achar em
Tibizonda urna venda assaz consideravel .
I. Reoli, cnsul em Veneza ( 15 de julho de
18f7 ), sent dolornsamenie ver que o cont-
ra seta com a Blgica nao loma una extenso
maor. Todava um grande numero de mamita-
cluas belgas poderiam toncorrer lanto pelo pro-
co -orno pola qualidade com as mercadorias in-
gle.as e francezas .
I. d'Egremonl, cnsul geral em singapor ( 25
do narco do 1857. ) depois de ter pergunlado que
lugir a Blgica soubc oceupar nesle vasto o rico
mocado, rusponde que lhe penivel dizer
quea marinha foi ah resprescnlada em lslj
porum s navio, viudo em lastro d'Aostralia, e
a indbslria por alguns producios importados
d'Atinjerpia era Irez navios estrangeiros.
tniretanto a longa lista o% arligos de impor-
lacao, e em grande numero dos quaus sua indus-
|4ria~iid. pu ach9_matej'rasrtrimas de que ne-
ressila, parcci-^dBM *asii)ar-ine Um* .,=
posirao em um terreno, onde todos se aprsen-
la m com armas iguaes, sem lacos nem embara-
cos de especie alguma, por quanto sabido que
Singapor porto franco na accepr3o ampia da
palavra .
0 mesmo M. d'Egremonl, dizia anteriormente
fallando das colinas holladezas, a 20 de Janeiro
de 1856: Entretanto, e sob o rgimen actual, a
parte da nossa industria nas provises de Java
pouco importante ; por tanto provavel que
muitos dos arligos, que a Inglaterra, a Franca,
ule. transportara para as colonias neerlandezs,
nos lambem os poderiamos transportar. Isto pa-
rece ser lanto mais pralicavel, quando expedi-
mos um numero de navios sem cessar crescen-
lo para as Indias orientaes .
M. Nolkaerl, cnsul cm Bombaim, (a 3 de fe-
vereiro de 1856 ) conserva a mima convicQao,
expresso em seu ultimo relalorio, de quo nossas
expedicus nesle porto sao suscepliveis de gran-
de desenvolvimenlo .
Segundo M. Vacondio, cnsul cm Syra ( a 3 de
maio de 1856 ) :
Existem muilas mercadorias belgas, que acha-
riam venda na Grecia, em Cundas e nas Cy-
clades, se fossem ahi inlroduzidas directamente
e se as transiccoes fossem dirigidas com inlelli-
gencia o tratadas com lealdad, eslas mercado-
rias sao : pannos, obras de vidro, livros. movis,
da California para poder estabelucer clculos ce'r"-' "b'a1Sl,d1C f0"0' SSfSfiS de, carper,taria etc.
los: entretanto um carregamento sonido, com e'La "H- ,"n 9"'n^"h"'a; elc. .^c .
cuidado, achara sempre compradores. Eml.m M. Moixhet, cnsul geral cm conim.s-
Aj excepeo dos liquides, ludo o que a Frnn- sa "!h;'!:^;8 de ",e"lbro nB 1856 :
ca importa convida a Blgica, e seria preciso ? Q-"e. 'K'""'1 "usa a fazer na Russia. e
resnW a. trescentar arligol que sao puramente I nnnt,Palm.cnle Gavera, se como de esperar, so
fabrico belga, como os ferros, as armas,"vi- '" de 'jeitos de algum valor na
dros para vidraeas, rendas e pannos.
Mr. de Turck, cnsul em Beirout,
9 de novembro de 1858 quo o mo
commercio) da Syria vai receber um novo ira-
pulso ; promelte-se-nos dentro em pouco a
abertura da grande estrada de Beirout Damai-
co, pela qual podem passar carros; os tianspoi-
tes vao tornar-se regulares e menos dispendio-
sos ; os gneros, as produeces fabricadas vao
circular com facilidade c multiplicar as retacos,
dislribuindo-se procos mais baixos e mais
abundantes em um maior numero de me cados.
Elle faz votos para quo o commercio belga
possa tomar usles movimenlos a larga parle,
que lhe devida e que elle tem por tanto lempo
abandonado seus concurrentes.
Mr. Manoock, vice-consul em Braila, 19 do
marco da 1858, narra que na imporlacao figu-
ra uma quanlidade de artigo, que a Blgica po-
deria fornecer vanlajosamenlc e sem temer a
concurrencia eslrangeira.
Indica particularmente o assucar, o ferro, os
vidros para vidrac-as, os lecidos de la, de linho,
armas, ele.
Mr. Tideschi, cnsul em Varna, 9 de agosto
ile 1858 esrrevo que os arligos manufactura-
dos da Blgica comecam a ser inlroduzidos nus-
ses lugares. Como as qualidades sao milito es-
limadas, fcil seria fazer que elles creassem pre-
ponderancia nesses lugares.
Mr. Schulul, cnsul em Nossa Sonhora do Dos-
Ierro ( Brasil), 6 de sclcmbro de 1857 afirma
que o commercio belga poderia assegurar-se,
cora vantagens inconteslaveis na provincia de
Santa Calharina, com o deposito dos segrales
arligos : azeite, pregos, ferro e utensilios de fer-
ro, armas de caca, quinquilharia, papel, regis-
tros, viiiros e eristaes, faienco e porcellana, pan-
nos de linho, alguns tecidos de algodo. pannos,
etc.. Cu.)o consumo annual, sempre crescente,
eleva-se 8l),0U0 francos pouco mais ou me-
nos.
Mr. S:heroidt, cnsul em S. Thomaz dos Dina-
marquc.'.es ( Antilhas ), 3 de fevereiro de 1858,
de parecer que uma grande a quanlidade dos
producios de manufactures belgas achariam uma
venda vantajosa sobre o nosso mercado, se fos-
sem nulhor conhecidos, e houvessem continua-
mente navios carga em Antuerpia para este
porto.
Mr. Krause, cnsul em Calata, & 25 de marco
de 1858, diz-nos que os arligos para consiruc-
ces, como vidros, pregos, zinco, Qos de tarro,
etc., productos belgas, sao aqui de venda fcil.
E' para admirar ver a fraca parte que toma
aqui a Belgifii na irarrtancao do asaucir e io
arroz.
lizerem reformas
prxima revisita da tarila ; (1) mas nao se pode
dissimular quo para eslabelecer novas retacos
': "nesle paiz deve-so proceder gradualmente, e em-
1 pregar cuidados todos particulares .
Cilo esto relalorio em ultimo lugar por que fe-
lizmente os conshos de M. Moixhet foram segui-
dos e produzem j fructos. Desojo que a voz
dos uniros nossos agentes nao sej menos per-
suasiva.
Estes extractos colhidos no acaso no Recueil
Cdnsulaire, e cujo numero muito mais difficil
restringir do quo augmentar provam quo em
luda a pirte a Itelgira considerada como uma
fasta e poderosa fabrica, e que s se traa do es-
pathar nossos producios sobre a superficie do
globo, e olVerece-ios ao consumidores, princi-
palmente por intermedio de nossos compatriotas.
Em quanto nao entramaos nesla empreza, diz
notso cnsul geral cm Hamburgo, os expedi-
lores belgas eslarp a merc das casas eslran-
geiras, e oblero algumas vfzes. e principal-
mente para as primeiras remessas, contas de
venda vantajasas, porm as mais das vezes resul-
lalos mos, que os desanimem
c E' de admirar, acrescenta ainda o mesmo
funecionario, ver urna s cidade commercial, cu-
ja popiilarao nao sobe a 200 mil almas ler
ion cifra d'exportaco transatlntica quasi qua-
drupla ia da Blgica.
Nao se deve procurar a nica causa disto na
aclividade ou affoileza dos negociantes hambur-
gaezes, mas ao contrario ltril>ui-la grande
srguranca das relaces, que teem sido fundadas
entre Hamburgo e os diversos paizes de impor-
dco transallamica. Com effeito, aqui regr
que os mancebos de boa familia, Olhos de nos-
sos principos commerciantes, vao passar alguos
anuos de sua mocidade nos paizes transatlnti-
cos, ahi idenltflcam-se com os usos e commer-
cio do paiz, depois se estabelecem de maneira
que nossas casas de commercio d'exportaco
teem quasi todos membros de sua familia esta-
betacidos nesses paizes, e fazm os negocies em
assqciacu completa, ou smente remessas por
conla de melado.
c Esto uso d uma grande garanta quanto
solidez das casas de eommercio, s quaesse con-
fiara capitaes, e ao mesmo lempo uma grande
conianca nos procos a realisar dos productos en-
viados ; alm disio as enormes despezas de com-
mis.so, que um estrangeiro deve pagar s .casa
transatlnticas ficam aiinulladas em provnilo
coinmura. Sob esta relacao a Blgica tem ainda
a vencer muitos prejuizos, principalmente o que
comecar suas operacees, seria enga-
jar mancebos, que tivessem as capacidades re-
queridas, que perlencessem por causa, de seus
pais grande industria, para entrwem em casas
eslabeleerdas nos grandes ceiros de negocios dos
paizes transatlnticos. Porquanlo nao se trato
somonte de fabricar bem, conven ensinar alm
disso a vender bem. Como compensarlo ao ob-
sequio das casas eslrangeiras. que recebessem
esses mancebos em seus balces, a sociedado
belga deveria dar-Ibes a consigoaco dos pro-
ducios betgas, que ella remelle esses paize3 ; e
pelas presenca destas mancebos haveria ja uma
gaianlia maior de que as mercadorias seriam con-
venientemente vendidas sob a vigilancia desses
mesmos mancebos, que poderiam mais larde,
lendo adquirido a experiencia uecessaria, esla-
belecer-se por sua propria conla ou de sociedade
com seus pais.
Mr. T'Kint, cnsul geral em Guatemala esl de
accordo com seu collega de Hamburgo.
Haveria sem duvida, escreve elle A 31 de julho
do 1859, ./ vantagem em fundar uma casa belga
ou agencia permanente. Eu aconselharia a cida-
de de Guatemala, como rcunindo mais recursos
commerciaes.
Esta casa oceupar-sc-hia de lodos os dela-
Ihes da operario : ella vendera as mercadorias
por amostras antes da chegada do navio, tratara
de sua volta, e receberia em seus ormazens as
mercadorias nao vendidas.
Os paizes, que depois da Inglaterra emprega-
ram seus esforcos para o commercio da America
central, comecaram todos assim. .:
Mr Vleminx, depois de urna excurso ao Pe-
r, diz-nos a 9 de maio de 1859 o que se
segu :
Poder-se-ha eslabelecer em Lima uma casa
de comniisso belga, rom filial em Arequipa, que
fosse dirigida por um hornera inlelligente no
trrenle dos negocios; esta casa seria encarre-
gada da venda de lodosos productos enviados da
Blgica, etc., ele.
Em uma palavra, acontecera no Per o quo
se lem visto no Chili, gracas ao estabclecimento
de uma casa belga, isto .'quo nosso commercio
com aquello paiz decuplara.
Mr. Cloque!, cnsul geral m Sidney, 15 de
dezembro de 1858, declara que o que nos
preciso, conforme o parecer de nossos Iribunaes
de commercio e de todos os homens praticos,
sao casas nacionaes asss poderosas para fazo-
re m encommendas por sua corita nossos indus-
triosos, c asss honrados para que possa ser-lhes
confiada a compra dos ricos producios coloniaes
e das grandes materias primas, que alimentara o
merfado de Antuerpia.
Segundo o Sr. baro de Streil, cnsul geral ero
Alhenas (11 de dezembro de 1858) o eslabele-
cimento de casas belgas ha Grecia, a remessa de
rorrTTrrrMin-ro=-^j_r<, p eslabetacimento de
Uma linha de paquetes a vapor entre luiiun^.
e o Oriente ajudaro o desenvolvimente das re-
laces directas.
Mr. de Meester de Ravestein, ministro da Bl-
gica em Roma (12 de junho do 1858), escreve
que o mclhor meio de dar consumo em Roma
aos arligos de fabricaran belga seria alugar uma
casa em uma das ras" (requemadas, por tres ou
qualro mezes, uma casa simples para evitar des
pezas.
Os Prussos tenlaram ha pouco uma opera-
cao desle genero respeilo dos linhos de Sile-
sia c realisaram um lucro consideravel.
Mr. Dorle, cnsul geral no Chili e no Per,
diz em julho do 1858 quo para crear relaces
directas cora a Bolivia, conviria ao menos 'que
uma de nossas casas fortes eslabelecesse uma fi-
lial alm dos Andes, ou que Betgas fossem Bo-
livia com capitaes afim de explorar minas ou
formar uma colonia.
Segundo Mr. Tedesch, cnsul em Varda (9 do
agosto de 1858) sera conveniente que os fa-
bricantes estabelecessem depsitos de toda a es-
pecie de arligos, que, nao passando pelas mos
do negociante turco antes de chegar ao consu-
midor, STiam vendidos era melhores condi-
es. i>
Para Mr. Richor, cnsul em Lima (Io de abril
de 1858) nao ha duvida alguma que o nico
meio de eslender neste paiz as expedirles de
productos belgas, 'eria o estabclecimento de
uma casa de commercio nacional, gozando de
considerarlo, a qual tivesse socios na Blgica,
quo lenham habitado o Per, e conhejam c pos-
sa m apreciar o que lhe convm.
Mr. Paulis, onligo cnsul em Trebizonda, es-
creve a 2 de junho de 1856:
<< Admiltindo mesmo que os (emores, as im-
pelas de nossos negociantes sejatn fundadas,
dos producios
venda em grosso ou mcio-grosso
de nossas manufacturase
Esta ultima idea confesso rom sntrsfacao i
reeebeu um principio de esecuco. '
. i,S T,e9- senhores, que todoasquelln' quem
incumbiste* a defe?a de vWSos inleresse com-
merciaes no exlerior, qualq-jer que sej sua re-
sidencia e opaiz que pertencam, aperar do
miihares de taguas quo os separara, iodos sem
accovdo prevre se identifica! e dan um arilhanle
teslemunho em favor dos principios-qu* cu me
vanglono de defender neste recinto. Cma lal
unammidade, um tal aecrde entro pessoao per-
tcncenle a todas as naces o que nunca se viram
ora signal manifest de suas asserces.
termina Heos que o paiz mica seus conselho
e os aproveiie, porque a fabroaco aperfeicoada
e a naixo preeo a primeira oondico da prospe-
ndade industrial ; a segunda- altrahrr encommendas, saber fazer o qoe o com-
prador deseja, o quo elle aprecia como conve-
viente, o que de seu goslo e esl ao alcance de
seus recursos. Ora para resolver este problema
os Belgas, exemplo dos Suiesos, Inglese e Al-
lomaos de vern estudiar por si proprios aBesos-
sidades e 'amasias dospovos,. para, os bum de-
vem Irabalhar.
Al aqui, senhores, permitli eslo franqueza do
Imguagem um colleja, que nao conheee outra
paixao a nao ser o bem publico, e nao vd em
nossa prospendade actual seno o ponto de par-
tida de nossa prosperidade fatuta, a Blgica nao
se tem tambrado bastante que o mar hanha uma
de suas fronteiras.
A possesso de costas, d'um porl magnifico
lalvez nico no mundo, eis dementes de rique-
za, que nao saberiamos explorar assaz, e de que
se leera servido com largueza todos os povo?
que leem fuito forluna. *
.Kjosso's 1,600 kilomelros de caminho de ferro
os mais anligos do continente : nossas 1,300 le-
guas de grandes eslradas reaes, nossas 2,500 ta-
guas de caminhos calcados e empedrados r.o
esperam impacientemente que o Estado os com-
pleto e os prolongue por meio de linhas regula-
res de navegaco para os principaes mercados
do mundo ? No fin dessas linhas de navegaco
belga, 4po necossarias para assegurar a marcha
das encommendas, dos voltas e do commercio
em geral, nascero, assim o espero, conforme os
lugares, ou casas ou fuitorias belgas.
Quasi todos os poyis industriosos ou commer-
ciantes po3Siiem esses pontos de apota, espalha-
dos peta superficie do globo, e gracas a este es-
tado de cousas seus negocios tomis uma larga
extenso
Os Allemaes teem mlhares do compatriotas
nos Estados-Unidos, no Brasil e na California. So
a emigraco empobrecen curios paizes da con-
federado germnica, ao menos eslabeloceu soli-
damente seu commercio no exlerior.
A Inglaterra provou com seus filhos metade
do mundo, sua lmgua a da Austria, do Cabo, do
Canad da America do Norte. Todas as suas
colonias, ainda dependentes da meiropole ou
j emancipadas, orlerecem-lhe recursos, vendas
e vantagens iucalculaveis.
Os Sutssos (veja-sc o interessanle relalorio do
M.Kendt de 7 de setembro de 1857) espatharam-
se da mesma maneira sobre o globo, estabelcco-
ram casas e era toda a parle do-seas mos, com
esse admiravel espirito patritico, que os distin-
gue, e conservara-so unidos A me patria, cijo*
pergunto se convm por esta razo renunciar as
(1) Esta reviso leve lugar no sen'jso in.dic.a~
[do por M. Moixhet.
vantagens que nos ofTerece o mercado da Tur-
qua, quando podem ser ar.niquilladas lodas as
apprehensOos pelo estabelecimento, nos princi-
paes centros commerciaes desse pan, de casas fi-
liaes, que estivessem em relaces directas cora a
Blgica.
O estabclecimento em Trebizonda de um de-
posito de diversos productos da industria belga,
desviarla seguramente uma grande parle das nu-
merosas caravanas, que veeui do interior do paiz
e da Persia, da idea de ir a Constanlinopla pro-
ver-se de mercadorias, qoe teriam com igual
prego nesta praca poupando uma viagem por
mar, cuja despeza um dos menores inconve-
nientes. Uma tal (eitoria estenderia suas rela-
ces por lodas as cidades do littoral : Tiflis,
Kulaes, Erzerum o Tauris no interior. Em uma
palavra, este, segundo meu pensar, o meio
nico de introduzir com alguma probabilidade
de successo o commercio neslus lugares.
Mr. Derot, cnsul geral no Chili e no Per (15
de margo de 1857) espera que o commercio
belga no Per e em outros lugares enlender-se-
ha mais, quando jovens negociantes telgas, co-
nhecidos na Blgica por sua aptido o antece-
dentes honrados, forcm exemplo dos negocian-
tes de oulras naces, eslabelecer-se por alguns
annos em paiz estrangeiro e p6r-se ao corrente
das circumstaiicias locaes. Elles nao podero
seguramente estabelecer ceusa alguma sem capi-
taes ou sem crdito, porm mais tarde, se inspi-
raren! conianca, acharo commandilarios, que
facarn conhecer as especulacoes de diversa nalu-
reza que podem ser taitas em boas condices
Muilos mancebos sahindo de nossas escolas
professionaes, e principalmente aquelles, que
tivessem adquirido conhecimentos praticos na ar-
chilectura,' nos trabadlos pblicos e agricultura,
poderiam eslabelecer-se ventajosamente no Chi-
le o nos oulros estados da America do sul.
Permilti, diz M. Blos, cnsul era Gora (1 de
fevereiro de 1856,) quo eu exprima terminando
raeu pezar de que al hoje nenhum expeeditor
belga se tenha determinado a fundar uma casa
era Gora ; ter-se-hia indroduzido por eslo meio
nos paizes circumvizinhos, com lucro e segu-
ra uca, cuantidades importantes de nossos pro-
durtos.
M. Moixhet, cnsul geral em commissao na Rus-
sia (8 de setembro de 1856), esta, persuadido <*e
:iue haveria em S. Petcrsburgo lugar Dr att.
que navena em i. t'eicrsburgo lugar V", i
casa belga, que se occupa&e especial"18?'12 da
rao oriente.
Senhores, para que na ordem das ideas que
eos oceupa, a Blgica allinja todo o seu desen-
volvimenlo, ser do mister por certo esforcos
ennsideraveis, continuos c vigorosos. Nao ten-
do nossos anlepassados nunca podido Irabalhar
por si mesmos, nao herdamos deltas nenhum
desses esiabelecimentos, que faiem a riqueza do
de nossos viziuhos. Aqu, como honlcm
ainda sobre o terreno da dtfeza nacional,
temos a reconquistar s dianleira, que deram so-
bre nos oulras naces os esforcos de muilas ge-
racoes successivas.
Parcce-me que o governo deve continuar cada
vez mais a animar por seus conselhos, por sub-
sidios e recompensas publicas, aquelles de nos-
sos jovens compatriotas, que deslinando-se ao
negocios, fossem cstudar o commercio e se esta-
belecer depois nos grandes ceiros de aclividade,
taes como S. Pctersburgo, Constanlinopla, Sruyr-
na. Trebizonda. AlexenJria. Madrid, Rio de Ja-
neiro, New-York, Calcuta, Sidney, Milburne.etc.
etc. etc.
O exemplo de Hamburgo, que citei ha pouco.
assim como o da Suissa e da Inglaterra, prova
evidentemente a utilidide d'uma tal iiiacao para
as grandes casas, cuja inlenco fosse encarregar-
se do Iralo e desenvolvimenlo de nossos negocios
no estrangeiro.
Nao sei entretanto se iguaes rasas filiaos que,
para bera dizer, qoerem urna almosphcra civili-
sada e um movimenlo de negocios regular e exis-
tente, se naluralisariam na costa d'Afrira, na
America Central, no Japo, na China e na Ucra-
nia. Esles pontos leem uma importancia j gran-
de, que nao deixar de augmentar ; mas deva-
namos lalvez, como acabam de fazer os Estados-
Unidos em Thai-Wan e na ilha Formosa, crear
nuiles consulados belgas retribuidos, e fazer com
que fossem-nos concedidos alguns hectrea de
terreno necessario para construir a morada de
nosso agente, e fomerer nossos compatriotas,
caso tivessem necessidade ou desojo, a possibili-
dado do crearen ao redor da moreda do repre-
sentante da mai patria, sob a proteccao moral
de nosso pavilho e ero um terreno nosso, alguns
armazens e algumas casa de commercio.
Se o governo quuessc conceder honras e pri-
vilegios aos Belgas, que fossem assim ae longe
reunir as bandeiras nacionaes, estou persuadido
que cedo, sem esbanjar dinheiro, gratas a uma
clausula, que na sem precedentes oos tratados
desle genero, e ae desenvolvimenlo de nosso es-
pirito de empreza, teamos por nossa vez baza-
res e centros de influencia sobre os grandes mer-
cado.
No Oriente, vos o sabis, senhores, e princi-
palmente no extremo Oriente, os Europeos sao
obrigados as mais das vezes a reunir-se em gru-
po : a necessidade da propria tonservacao e os
prejuizos dos governos locaes por toda a parla
deram lugar creago de quarleires francos,
onde cada naco se rene em redor de seus cn-
sules, c onde esle em caso de perigo ou de tri-
se preslara-se um mutuo auxilio.
A Blgica devera comecar por aproveitar pura
e simplesinenle desla organisacao.
Mas se para o futuro nossas feitorias ebegas-
sem a prosperar, achariarr.es no desenvolvimen-
lo de nosso commercio o no augmento dos pro-
ducios de nossas alfandegas e caminho de ferro
os meios de coneeder-lhes por nos mesmos uma
proteccao sufficienle, abslrahindo de lodo o con-
curso eslrangeiro.
Hong-Kong e Singapor proveem, o mais do f
isso, a lodas as suas necessidades. A <*'onja
portugueza da Macau tarnece um oulro eXemplo
do nalureza a tranquilisar os mais ?*oomicos, e
prova que um simples pequeo **T, do oslado,
cm estaco permanente, bas*.**ra fazer respai-
lar uma lal successaa. .... ., ,
Senhores, esta que'/'d" taitones, j tantas
vezes agitada, pr nOS d ma,8 lP0n-
cia. Espero u governo a far esludar seria-
mente e a /*' Pel conselho superior de com-
mercio e lns1ria, e que ebegaremos a uma so-
luco pr#'Wa.
O ex cupi'-se nao menos seriamente do porto de An-
tuerpia e do Escaut. Pode-se com elfeito tancar
com uma mo o fundamento da nossas estaqe
no exterior sem com a outea suster as disposiedaa


^
*l
t.UfclO
i iinda^ao,
do que G
indispcnsaveis para que era seu poni de paelida
nosso commcrcio sinla-se livro dos embaracoa
inulcis, e cercado dos elementos de torea e vigor
nocessarios para eruprehender com fructo sua
nova e grande missau.
Convm quo a todo o prec.o nosso magnifico
ancoradouro seja preservado dos bancos de are;4 Cailos V.
e que nossos impostes locees nao scjsm ex'.ge- Os feilos de
xados, urgente que a qoeslo dos toara ota dos ram 'ao alta
docks e do cntreposto, que ella se liga sejam 11"e. n fraie do"
reguladas, e finalmente, bom seda latver. que se ''
favorecesse a tostituicao em Antuerpia de un
banco de emprestimo sobre merendonas.
Vos bom o vedes, senhores, eis anda urna se-
rie de questes impoiiantes a submeltcr-sc s
meditacps-do conselho superior de iudustria e
commercio.
De mais, nao tendo outra ambieSo mais do ^oe
*cr til meu paiz, toda a solucao, cuja (Reacia
fosse rcconhccida por homens'competentes, sa-
tisfar meu amor proprio.
Sinto, com urna eonviccao profunda, a exten-
sao de nossos recursos, e desojo ardentemente
que meu bello pai/. tenha a afoiteza rrecessaria
..a India, dosa immensa potencia,
< foi o ccniro. esse pequeo Estado,
n?i 1 JjConu "Pcn" 3,500,000 habitantes, lor-
, '-nin estado de primeira ordem, e no se-
.0 XVI ameacava a Inglaterra d'uma ivasao
no caso em que esta atacasse es dominios dc
UlOUVll, dt
LM_PgR_N ALBUCO. SKTODAJ^g^ pfc m*6 bE tfifiO.
correspond^r-sa com os referidos lo Uiq '^,|r.~ ', _____
j. ,B,.,h.. i,__.....s. .. ** U e proporcional ii-rpcmlarin un.. ..,,....
ministerios, c de reraef.er-lhes mvitos Irabalhw I efias Mm\ri*XK?T,neVl'!0 pela8 renarl'-'i cha transcripto na carta de ad!udT77ErTr
duectomente. SS?.. .m?n,c.,P10 de c*rte, desde o exercicio da dnu nrm, ,.,IV."? aujuicacao, man-
Almeida e d'Albuquerque leva-
a gloria das armas portuguesas,
i historiador Cant, Ptjitugal,
bem quo nao tivessse senio 40.-000 homens
em armas, (aria tremer o imperio do Msrrocos,
os Barbarescos d'Afic*. os Mamelucos, e todo
o Onentedo Ormut i China. Mas ai como em
Hesponha a perdo das colonias, conquistadas
pelos inglezes e hotlanderes, fe* desmoronar
este edificio de grandeza.
O'ianto a Hollanda, foi a necessidade quem a
levou para as vastas emprezas martimas. Re-
pelUdo por PhiUppe II dos pettos hespanhes e
portoguezes, ella resolveu-se a atacar a este mo-
narcha al as Indias, cujo vommcrcio ella em
breve adquira.
Era 1595 roa sociedade do negociantes, cha-
~i?n,CJpVe Srtf- de3de crcicio de
*"851 ale Iira do 1." semestre do aclual
igualmente apresenlo-vos na tabella n. 45 a
emonstracao das casas comraerciaea do muni-
direcrnmeule.
O thesouro, empregand o mel da MStryse
das diversas parles da contabilidad resana re-
parltcos, lem procura'do regularas-^ mon-
ta-la de conformidado com a que atuse observa-
mas osan sysiena incompleta, ti para aorlir tienes cima retori ,0dS 88eus dad* congos dadoaestafisticos
mente exisiem no thesouro.
dou o principe regente quo forera YncoTporados
aos proprios nacionaes o OT.eetiho e as
Logda de Rodrigo de Freitas* para ncll.s ^o eri-
Pio da corte e pwta*-fi ta^^TE I mUcTo perforar!:. ^ -U,a fabfica ""
*am diversos impostes arrec.dados pelas repar- Sari. r?^. e.,0I"". das !*? e
organisada te cenformi-
paradelles tirar todo o partido que, como pens, 'ada Kan Vtrre (das tercas longinquasj, envin
possivel. j Java 4 navios armados ; oulras expedices se-
Crcio que chegwto o momento tte eslenlcr- guirara-se esta. As Malucas o asillias da Sen-
tios ao exterior, e creio tambem
uos perder mais tempe, sob pe
rnclhorcs posic.es, j raras, oo
coes mais empreheudedorasdo que
Finalmente, senhores, a crcao
fcelgas uo seria om facto novo. Minias creamos i "a equipara a sua cusa 20 navios pa
*ob o dominio austraco, mas consideraedes po- fondor a me-patria contra a Inglaterra. Joo de
lllcas eslrangoiras, que swperavara entao aos Wiu que em sea tempo poda a Hirllunda gn-
nossos interesses nncionaas, vieram suslec a obra har-se de possir-tO mil velas e I6S.0CW mari-
de nossos anlepassados. nhoiros. De 1651 a 1672 o valor das mercado-
Desde ocomrco do secuto XVIII, toderos nos- "*f transportadas ero navios Ix.llandczos e-xcedia
os compatriotas', que desejavara ver reaoimar-se i s. us annos .'nl1 milhoes.
em nossas provincias a industia e o commercio V ?' e8la M,t*nova marilima, que asProvincias-
Quandocrecm-se em 1722 a lamosa companhia teide'la* um aos-estados mais importantes da Ku--
de Ostende. o nacao intera quiz coirtribuir para "'op"v e P^fmrt'ru-lhes fazer frente a Lurz XIV e
ttl fundaeo, assim o capital de seis milhdes dt- i408,,11 colligados contra ellas,
florins, somma consideravel para a poca, foi1 ^S" a anas olonias que a Hollnnda v
subscripto em 48 horas. manterem-se seas fundos pblicos to altos so-
E no foram somonte os grandes commercian- ; H-e-!i0d3 V- Pr,>?",s.da |rop, amorlisar-se sua
antes e banqueiros laes como os de Oninck. oc' 0IVI(" dc '" em da e dimtnuirem seus
Tclnicnte o trabalho daa mesmas teparticoesv
prejudicando ate o servic do expediente.
lora poto urna medida nitrito conveniente que
no thsooro hooTesse em pregados especiaes. que
fossem encarregados da ruisso de inspeccionar
periodfesmcnle es repartit;6os de faxenda un
provincn; e e Temltado cothido do trabalho d
comwissao mandada para semelhaatc flm a
provincia da Bhia prova a bondade do saloma
das in9peccoes locaes, o qual abonado pela
ziraticn de outrus paizes.
ALPANDEGAS.
Pelos relatoros tos meus antecessores tives-
tes conhecimcnto dos decretos at eniSo publi-
cados, alterando algumas disposi<;6es da tarifa e
do regulamenlo Oas alfandegas.
Depon da poca dos vossos ltimos trabalhos
mpos-
- projee-
kiers e os Van-Schoor. que lomaram parte nesta ??"* *'">< passado o prodacto liquido das
subscripto, ao lado destes figuravain as listas s llnas n Bant, os Ray, os de Pret, 03 Maetoamp, os Wal- ,A sPPZ*,ias'immensas obras publicas
!.:._- .. n r' I.1HAC \rt 'il.nn or.."..!*. ------- l".
mais illuslres, como es mais modestas familios
do paix.
Entre os prraeros citarei o neme do duque de
Arenberg, do principe de l.igne, dos condes de
Maldeghtrm e de Lalaing. O proprio ministro
plcnioetenciario, marquezde Pri, o bario Veke-
mans, etc., etc., asociaram-se a urna ep.re-za,
que era, antes de ludo, nacional.
As primeiras exncdices da compnnhia forsm
cornadas com succeso: os evios vollaram da
Chiuaode Rngala com rios carregamentos,
que deram grandes lucros, ella eslabclecen na
India rouilas feitorias (as de-Cobulon Ran.quika-
zar e de Boroinpour ou Cassembazar, etc., etc..)
que da^am as mais bellas esperancas o caja fun-
dacao, no dizer do conde de Calemberg, etisiou-
nos somento alguaaas centenas de mil escudos.
As acedes da companhia altearam de diaem
premie.
Os vantajosos cITeilos d;to novo eslabeleci-
mcnlo boo Uidaram a fazer-se sentir. Os.Ingle-
pouco mais ou menos.
Em Franca, francisco I, Henriquc lV.Coligny,
Ruhelteu, Luir. XIV, Colberl. Choiseul, Napoleo
I, em urna polavra, es maiores hotiiems do esta-
do, e os soberanos mais habis applicaram-so a
fundar estabelecinientos coloniaes. No meiado
do secuto passado, o genio de Dupleix riiiliadadn
aos Bourbons a ractade du imperio Mogol e 35
milhes de habitantes. A guerra de sete annos
tirou Franca, com esta magnifica conquista, a
maior parte de suas possesses d'Africa e Ame-
rica. Este desastres nlTeclaram profundamente
sua siluaioconiinercial e poltica, e assim os
guvernos. que desde enio se succederam, ani-
mados toilus ito mesmo espirito, foram levados a
repAral-os, e foideste modo que a Aleria tor-
nou-se urna das mais bellas provincias raucezas.
E para terminar esta revisia necessito por ven-
tura citai-vos a Ingla'erra ? Esta nacao, cujo
poder poltico,commercial e industrial,"vai sem-
pre crescendo, a nica, cujo systema colonial
a cessou de eslender-se e aperfeicoar-se.
zes e Hollandozes cesta ram -de "fornecer7e7g7- .^il'f.1 ^ Cromyeil, at Guilbermo Plt.
c nossos das, a Inglaterra prosegue com urna
ca as peoduecea do Oriente de quo ella consu-
ma auHualmente para mais de lies milhes de
florins.
Ao mesmo lempo, nosso commercio atirantado
fortes semmas dos estados vtsinhos tornou mais
activa a crculacao das especies, t industria di-
pertou, os eslaleiros de trslendc edo Bfuges lia
muilo lempo quasi abandonados, lomaram vida.
Construiram-se fabricas do cabros do lonas para
velas e oulros apparelhos de navios ; limpou-e
e melhorou-se e pjilo de Ostende, conslruio-se
um caes, formaram-se sociedades em Nicuporte
cm Bruges para a exploraeao da grande pesca do
arenque e do bacalho, c al mesmo alguns na-
vios partiram i'ara a pesca da baleia em Groc-
land.
Taes oram apenas depois de qualro annos os
resultados da creacao da companhia do Ostende _,
quando pelos preliminares assignados cm Pars
JI de maiode 1727 Carlos VI consentio em aus-lci
pender por sete annos a concessao desla compa-
nhia e todo o commercio dos Paizes-Baxos para
as Indias. >o se Un ha terminado
adrniravel peioereranca o desenvolvimenlo para-
lelo de sua torca poltica e de sua torca colonial,
apoiaudo a prinMiira sobre a segunda, fie 1688
a 1815 ella suslenlou 05 gueiras o despendeu
milhares de miLlwes para assegurar-so a supre-
maca do mercado do universo, o neste secuto el-
la adquirid ou colonisou, tanto na Europa como
nA rica, na Australia, na Asa c na America 28
possesses, a mor oarte das quaes impurlauts-
simas.
Algurnas deslas colonias virara no espaco de 30
annos, de 182f a 1SJ4, suas rendas decupladas
o oulras, principalmente as da Australia, live-
ram urna proaperidide anda mais rpidamente
ascenderile. Por exemplo a renda da Re*a-Gal-
les do Sol, que era em 1824 apenas de 45,210 &
sub.u em 1855 1,660,711 S isto i urna cifra
mais de 35 vezes superior a primen.
A Inglaterra, reduzida s propria, urna na-
cao de 28 milhes de habitantes ; com suas colo-
nias corita mais de 200 milhes e em toda a par-
te no globo ella sa acha entre ellas.
quando o imperador por (us cotnpromissos de \2Tl-~' enbo.rc8.' "r;,r J* f"ios rcUla-
1731 mudouesla suspensao mJSS^5S\^Sl "" cu"clus0l's '? Pare""
sao definitiva e par. sempre. Foi 'flE L \?X??i-" C? S ''ci,Sidad,->s de "ossa
mnrle da Companhia, c elle' apenas sobsislu a Pr^\ ro,n S !,eress!* P?-
fiuns annos para liquidar. uusimiu ai oaso approveis algumas das ideas, que acabo
As fetorias que possuia as coalas de Coro- ","""" "!la"t^ T6*' cspcru ue jn-
mandel e da Bengala passaram para debito da .?aVfiL^' ,/tok!f' do8de l-
rnazeiiagem, e do imposto do expediente dos
gneros nacionaes. e dos cslrangeiros navegados
com carta de guia de ans para oulros porlos
o odo,Iosaod* mesma provincia ; o decreto
'.' u '- Jde ^ de s*16"11" de 1^9, permiltindo,
a *ll% S Cerlas condi^M. to o flm do anno
oe stij, as embarcacoes eslrangeiras, que eon-
duzrem colonos, pu niercadorias para porlos do
imperio, o transporte de cereaes e oulros g-
neros comesliveis, de machinas e utemilios
proprios para a agricultura, do porto da sua
descarga para aquello em que tiverem de rece-
ber carga, c dando oulras providencias sobre a
navegaran costeira o interior do imnerio e o
decreto n 2.486 de 29 de selembro ,lo mesmo
mino de 1859. estaboiecendo providencias Cs-
caes sobre a navegacao da l.aga-miiiin. e nos
interioras da provincia de S. Pedro do Rio Grande,
do Sul, e sobre a impoctaeao e reexportado de
gneros e niercadorias dos estados limitrophes
da mrsma provincia ; regulando o processo ad-
minislratiro das apprehenses, e exectic.iu das
mullas impostas pelas autoridades administra'
liras; e creando mesas de rendas as cidades
de Pelotas, c Algrete, villas do Bag e Santa ,
Anna do Livramenla, e freguezia de Santa Vic- !
loria do Palmar.
A uiilidade de suas disposi'.-es j se vai sen- {
lindo ; e lotiho a conviccao deque com pequeras
modiicaces a experiencia lhes ser favoravel.
Diversas allcracoes importantes lem sido inii-
cadas pelas cominissoes permanentes da tara,
e pordilTereutes em pregados e pessoas protissb-
naes. O governo procura allende-las.
A alfandega da Behia.Foi ltimamente irs-
peccionada por um. commissito especial; e cm
quanto sempre sua adminislracao so distinguise
pelo seuxelo, alguns abusos toiam cn.ontradjs,
e corrigidos.
A filia de uniformidado (nao cessarei de o re-
petir) na execucao da laria, e das pialicas las
alfandegas um mal que compre exterminar or
meto das indicadas inspeccoes.
Alfandega delLruqHayna.Q estado dedes-
moralisacaoe abandono a que chegou a alfanle-
ga de Uruguayana, vos disse o meu illustrndo
antecessor, tornou neeessario andoprao de ahu-
mas medidas, que desseni mais torca s autoriJa-
des fiscaes. para repnmirem o escandaloso on-
trabanuo de niercadorias, que ha anuos se fax por
esse lado das nossas fionleiras. Kssas meditas,
em queso comprchendeu a substituido do p?s-
soal da alfandega poroulro mais numeroso flo-
tado das precisas habilitacoes e honestidad*, rara
i desempeuhar a ardua missao de restacrar
quo prcseule-
PAZENDAS E ESCRAVOS DA NACAO.
O numero dos esefavos da nacao existentes em
tWIerenlcs fszcndas, ou eslabelecimentos, con-
forme o quadro respeictivo. que se acha annexo
a este relalono. sob u. 46, crea porl47. Cora-
parado osle numero com o que offerece o rea-
torio do meu illustrado antecessor, notar-se-ha
.t*fey Pln mcn8 21- s dados de
2Ll,p8e "? o se pdom bem co-
nbecer as rexoes desta drTerenca.
Corjcedou-se carta de liberdade a 21, que a
sol.cilaram. mas nicamente consta quo tres en-
Iraram j no oto della, 4 eS *
de197d'ireaC",?Zend-d0 Par5 o numero
p.."* JnlTpS? B?!-fc- *5125-0 d d
rea,JrYi'llrUuCi que ocoslci9 das fazcadas nao
deqZJ nlladonunrero x. A, J"6 96" 8US,*nl den>" xar de ser excessiva
de^tirI1nl>rU r ,J?;!''?6*880 no ejercicio de 1868 **~
pertoragao e torneaeo das
filu-""*" p-rowdendo competente avala'cio e
indemmsacao ao dono daa mesraas Ierras ou a
quem por elle se. achasse aulorisadTpIra^
daML.SiS,8/ar!:,,d0adi,ldica50 'enos
Ln co.nsl,l.u,an> oulr'ora um engenho on
Frekr,dnCj0|iP""rero fundad0r oi Rdr0 d"
1 u a i "" l0 Cas,ro' C"J rendalario ua
ierren^ n' *?* n,a"dou ^approprar esses
terrenos, era Domingos Pinto de Miranda.
...k '.lg0 d0 P^eila, ni0 ra senhoro do
ngcnho o Ierras que lomara
va-o a declararlo do proprio
do arrendameuto quo so ach
ma caria de adjudicaco.
Dessa declarasao e'dessa copia se v que urna
das obriRacoes impostas ao rendero pelo possui-
im, h "A" Cra de p,gar a(Iunlia de 8*800
annuaes do froao sonado da cmara, o que pro-
a que Ayrcs de Freilas, forciro desses terrenos.
Aire.il qU6 m rl'f,ro recnhecia o dominio
de^u0engcCnnoara """"^ Sbre S lerreD0S
a 1859, que
escravos d era resultado
T maior ^T^Jll^o ^n'?a
^???.:^^18 auan'' so nao deduzio a ren-
dislribuida por 807
quasi 438305 res
4* da erra, nem o p"rodc,7 da" c"re. ""/I
2a" coo"6 Seja term m *1Ue dva '"? em
cou Eh?7 7oLi-.iPar mesmo rcicio ON
e^ AU93i4aJr6IS' *>,,e distribuida por 127
caYs^escVavoaiqUan"a n"Ual de 2188i4 ris Por
''*";me ?rtodo, depois de marcar-se o
cad, Ze P'0eS,e,U v'1,l"ciros. necessanos para
a,"ua> PPlicar-te e restante lavoura
nece ^hr8,8pr,,r'ad0,' ^e se >hes devora tor-
dentrr, / ? de *"" pl-aH0 que os habilite Pa
I"";11 ctrl0 P"o. -ao so raunicarem-seco-
mo satisfuerera o valor do praso, que a cada
m se conceder, e.as despe.1 de'scl cs'abele-
cimento o roanutenco.
Daqui nao s resaltara evitar-so o seu ocio,
m,C S6V inPre8o em trabalhos particulares ;
di *? !Sua DI0"h(J.'de lucrara vista
-le um futuro lisongeiro que se lhes abra.
as proprias fazendas devem
mais lucrativo, e a sua venda
multo til no estado.
A tabella n. 47 prova o que dexo dito.
i-ioeim a*, /adudica5 Por sentenca de 30 de
Janeiro de 1810, e paga ao procurador do foreiro
a quantia do 42:193430. valor da fazenda da -
ffi0R^q'lSfCSrOr,O8 nCluda nossa rama a de
J rj085a5, que foi paga ao rendero polo accres-
cidoaos bens por ello arrendados, proredeu-se
incorporacao da dita fazenda aos proprios naci-
fines.
Deste esboco v-se que a fazenda nacional do-
p'r7 aP,enas o dominio til dos terrenos da
Lagoa, Meando portanlo sujeita a lodos os encar-
os emphyeuticos que os herdeiros do Rodrigo
de Freas ,lnnnm pfira com a can)ar| mu<
'acorte, a quem in.-ontestavelmcnte pertence o
dominio directo dos mencionados terrenos se-
gundo se v dos documentos j citados, e tam-
bem so manifesla do parecer, que Uvro o pro-
2 ia.u Cr0a 6 soucr"i" nacional nos autos
de litigio que correram enire a stxenda nacional
L?,?^rl d8 1Sa"l0S Pcrpirfl. e "ais Inda da
certidao que sobro este objocto passou a recebe-
dona do municipio da corle.
lima rntelligencia, porm, era exclusiva da ou-
tra e como vos poaderci. a autondade judl-
ciana lem mandado incorporar aos proprios na-
cionaes ossobrcdilos terrenos; dahi as duvidas
suscitadla, quo influem al na compeleucia do
ministerios, por quanto em um caso rabe ao
ministerio da fazenda o seu aproveitassento na
forma da lea, e no outro so ministerio do impe-
rio a sua diatribuico na conformidado da Ui
citada.
O Governo ouvio as seccoes de fazenda e do
imperio sobreest assumplo, e brevemente vos
era pr,-s<:nle a sua consulla para se delibenr o
que tor acertado.
Dovo acreaeenlar, porm, relativamente .ios
prorinci. deV'^? da eo"*re^t.
im o seu iiomp. pro- !'" '? d* P.edro" '"'orporados aos proprio
.rendeiro, e.'copia ^X ''^ S ** !"",'r0 l8W-
a trasladada no mes- "fcJ^J.'c ""01p.*enao rr.sa senao pro-1
pnos nacionaes, para serem aprnveilados i>ela re-
particao da fazenda noa termos da lei. nem mi-
litando acerca delles as razoes que levantan
dundas a respeito de oulros, j o governo de-
ciarou por aviso do 13 de selembro ultimo quo
nao deverinm ser distribuidos pelas autoridades
administrativas, como Ierras darolutas, por Ic-
rem sahido do dominio nacional, ou como o de-
nomina a lei de 18 de selembro publico para
o dominio do estado com o carcter de proprios
nacionaes, sendo que a par desta provid.nria te-
nno lomado oulras, afim de colher os dados'ne-
cessanos para o regular assentamrulo de laes
bens no livro dos proprios. e, o que mais. pa-
ra se reivindicar o que se acha usurpado por
particulares, e intrusos como o exigem os inte-
reses do dominio.
ter um destino
parcial parece
DO
os direitos da fazenda nacional, io ousadamoile
defraudados nessa parle do imperio, sao todivia
de naliueza provisoua, porque o governo estera
a resollado dellas, e as infurniacOes do acual
para tomar urna detilmcacao deln-
PROPRIOS NACIONAES.
Os proprios nacionaes existentes ou se acham
> uso e servico do differentes ministerios, ou
S.!2?d^?,,?e se, d,'slino- A|suiis h i"e
nao eslao anda incorporados.
Tenho lomado todas as providencias para que
se concenlrem na esla?o competente os ttulos
de dominio dos proprios nacionaes. Cabe-me
porcm. reprcsenlar-vos agora a necessidade d
seu arrendamenlo seeffectuar pelo ministerio da
tazenda, quandoo seu uso nao seja
algum dos domis ministerios, ao qu
tfftfmL a"'5I 15 da lci de 15 de nuv
. Igu,.-es providencias tenho dado
incorporado dos que aind
por esta tormalldade.
Alguns sao desnecessarios aoservico publico, c
nem a elle se podem prestar, pareceiido que se-
na econmica a medida do sua alieiiacao. O o-
verno so esi aulorisado em geral para a venda
dos edificios poriencenles ao ministerio da guer-
ra, que nao lem serventa, e se eslo arruinando
era virtude do art. 21 da le do 24 de outubro d
ib.ja e especial para a daquelles de que passo a
l I ii lili *
iK('Vrl'.39 da lei 5I4 (lc 28 de oulubro do
10-18 autorisou o governo para alienar os predios
urbanos pertencenle* nacao silos na villa de
A. Uorja da provincia de S Pedro do Sul. Fo-
raui arrematados. 39, (cando um, cujo deslino
nao consta no thesouro, nao obstante haverern-
se pedido informacoes.
m a reeo"h?c.do e firmado o dominio di-
recto da cmara sobre os lorrenos de que se traa
?,ig%"in0i "sandi, da facu'dade conferida pelo
art. 49 da le. n. 128 de 28 de selembro de 1851
fez expedir as necessarias ordens para que pel
juizo dos fetos se procedesso nvaliacao do rc-
r,donjnio directo, com audiencia da mesma
cmara, afim de se poder fazer elTecliva a dispo-
r53. 2 da IC m de 28 de s'-''embroPS
(Continuar s-ha. /
PERNAMBUCO.
RECIFE. 16 DE JUNHO DE 1860.
S SEIS HORAS DA TARDE.
Ketrospeeto .semanal.
ri0KreU ldj 2W*M" 1uc M Anda, aem auo
n.a WV "llc,a da EurPa' ou dos oulos
paizes da America.
Tambem nao as tivemos das
do
- -...... .- provincias
imperio salvo da Parahyfa, onde nos consto,, to
m n,,,n"lte-U" denagradavcl nsidenlu M
assemblea legislativa provincial
Eis como o caso nos foi referido por algumas
pessoas imparciaes e verdadeiras
re ,eld!a,rm 1"" a "embica provincial devi.-
: sintoL?.mCM r7""J''9 "* d'""o nnn,ero
sullicienle para funcrionar. proredeu-se
cao, o sahiram '
el-
i elelos presidente o Sr. Prophirio
Aranha, conservador, e secretario oulros -'--
"ous
neeessario a
que r-bsta a
eni-
a respciio da
nao lera passado
Pela tabella 1. 48 v,
nacionaes existentes no Municipio da corte e pro-
vincia do Rio do Janeiro que se achara arrecada-
dos e aforados a particulares.
Marmitas e terrenos de allurio. \ \P\ dc 15
dovl'rn' "0 d,U ,8:"- C"n, S"b"q- orisOU 0
",0 na corle e os presidentes naa provincias
nn::r(art:5|m814P).,,,CU,reSOS,errC,,OSde
Segundo antigs dsposires.
exista no ministerio da mari
exlc-nso leg.l de taes terrenos
14 do noverubro do 1832
----------. |--------------.-WOTf V OCt|
Esta medida era indspensavel para a execucao raopml,ros.do mesmo partido,
da referida le. pa "ecuSo Pouco lempo depois. chegam algn, deputados
da miona, e ma que sao informados de se ter
procedido a ele.cao da meza, rumpera en. aritos
descompassados. prelendem expellir d ,,."'.
aque lost,ue liuham sido regularmente eleitse
acabara por conslitu.r no meio do mais vilenlo
tumulto outra meza quo installaram
rnesmo recinto
Depois de quatro horas da
dentro do
i complots
Oari 11 gada'lc n. 55 de 15 de junho de
IbO aiitousoii o -
governo para mandar
por dts-
com ellos
araizade, emfim re-
144 os mouros attacarain o acabaram
truir a colonia de Danquibazar.
Mara Thcreza conlinuou os projeclos abando-
nados por Carlos VI.
Em 1775 Guilherme Bolls. hollandez. admil-
tido ao servico da imperatriz-rainha, esquipou
era Antuerpia urna expedcao, que fundou diver-
sas feitoriorias as costas d'.vrrica. Munido dos
plenos poderes do governo, comprou terrenos
de dous res africanos, Mohaar-Capell e Chtban-
zaar-Matola, assim como do tributario dcste ul-
timo. Bilene-Massoumo, e concluio
tratados do commercio e de an
cebeu em nome do imperador o juramento dc
iidehdade do principe Rene-Massoumo.
Na collecao da3 pecas autheulicas publicadi
por Rolls cm 1787 as despezas, que cusiou o es-
a?S1aCn,t0 dc DclaS. foram avaluadas em
1^0,207 florins.
Para defeza da foitoria Bolls conslruio dous
pequeos fortes armados do canhes, que deu
os nomos de S. Jos e Santa Thcreza.
1 uhuS*ldo cosla de Malabar comprou do no-
liab Hydcr-Alykhan terrenos situados porlos de
Mangalore, de Corwar e de Balliapalarn, centro
do commercio das pimenlas, para hi croar fe-
lorias. As despezas deste estabelecimenlo mon-
SSVE u"s "8< 074 florins-KSWa
Pouco lempo depois Bolls fundou anda fei-
tor.asnas ilhas N.oobar, situadas entrada do
tJ59 nJreinseng AS deSpezas monlaram a 47,
(,2'nJo a 5"f" era 1781 este intrpido
explorador coi.sUluiu em Antuerpia urna socie-
dade cora o capital de dous milhes de flor tas
para a exploraeao das feitorias creadas por elle
Es^empreza recebeu a approvaco c appoio d
ra,tamnV,CdC8, s,cnhorp*. o caminho est 1ra-
f ,1uena *ob o imperador Carlos VI podo
10 lempo chama com sena un., ,.:.. ...
CUJ
. ..-va uesiuios polilicoS e maleriacs de nossa
uella patria. Sem duvida queris, senhores, que
o novo governo nao touha nada, mas absoluta-
mente nada a mojar ao amigo.
Em presenca d'uin tal flm, esperamos que to-
das as opimoes dar-se-hao os mios, esperarros
que nossos homens de es-lado, que quasi todos
teera sido padrinhos das leis uleis por-se-hio re-
soiutanicnie obra. Esperamos emflm que lo-
dos os que, ou por causa de sua dade, 011 por
qualqucr outra razo, nao lveram a fortuna de
trabalhar para a base-do edificio nacional teio
ao menos a clevar-llie o fasli-io loo allo'quanlo
lor possivel.
Da vira, em que a patria rcconheclda gravar-
lhes-ha tambem os nones em taimas marmreas.
A Industria eo Commercio llelgas.(. Filho.)
inspector,
tiva. s>
Nao obstante estas medidas, que por certc fo-
ram acertadas, a liga entre os conirabandstas se
tornou ao estrella, e seu arrojo chegou a piulo
que conflictos se deram entre eiles e os empr-ga- :
dos e a torca publica, resultando at perJa di vi- em hasta publica olroprio nacional
lmZZ n",aS,;'0- l*r 0Ut'0 l;"1"' e",e os gar d t'a'aUl na Vtoi da provineTdaBahia
en -regados, pelos mesmos conlrabandislas in- comprehendendo as casas que servirn de "a,
su lados, so aieou portal modo a sizania. qr se plvora o de quarteldo destacamento mi
planejram processos contra alguns. servindoou- ,!".....
tros de lesletmiNhas, o alinal vencida a pronuri
;ia,a retirada do inspector, do porteiro. edu 011-
vender
110 /it-
tro empregado, a demssao espontanea do algn
na,. rt ,''"e- I-'(T"1 SefV,i"- *-minislra.:ao
I,, rT a,.Um l,rlu'e'fo esciipturaiio.
e deste a an eitor. Qcandoa reparco reduzida
11 qualro empregados. um dos empre-l melhia
iu.. r ifT 'r*u"cu ut-aiocamenin mi-
,. "lar que all havia.e o terreno adjacente queso
. acha competentemente medido e demarcado e
W^T/" 3S CaSi'S V 0 am do convenio de
Santa Thereza da dita provincia, ora nerlen-
cenle fazuida nacional, e 0predio' da chacaL
da Gloria, sito na provincia de S. Pauto dev
do o producto '-- ----*--
t, n .ona ,rrV';a0 das niarinhas. poderla a
dV,,M P r""l'ecc'--se a extensa; 0 limi-
s. e distingu-las dos accrescidos sobre o mar e
ios navegareis, e dos qac se fa.em navegareis,
nos termos da ordenacao do reino. Assim, po-
ro n nao aconlece o duvidas suscilam-se ,, e dores
mister remover sobre os terrenos do alluviao ou i, ,
accrosc.dos.quor natural, quer artificialmente E, um fa
Nossa legislado sobre 'este assumplo nao lao
i'Jia como sena para d
dos desta ordem. que nao a dopoa
muilo contra o nosso estado de civil.sacao como
alieslHrn olcm d isso quo falla sos depilados i
assomblca legislativa d'aquella provincia. o*
nquelles, ao menos, que provocaran, tao inslita,
as. a indspensavel prudencia de legisla-
para desojar quo o fosse en-
rolan (0 parlmdo de principios, que 6 dinicilcon-
i ., 1 'i vm SC dlJzer que a lluviao do oslado
lo am do convento de na Jl""'Ji, do mar. dos rios navegaveis, e dos aue
lazern n.irir.u'tE a ........... ,___
gados que tinham tomado lW,e '5:^5^|^"^??>X?^-T.TWr 2SK
destas vendas ser
ment do meio circulante,
chcara
cn-
applcado ao
INTERIOR.
lempo
tes a exiencao da Blgica alem dos mares.
que aconleceu no seculo
ama com seus volos os mais arden-
m-Wi h no secu, Passado, com
maior.a de razao acontecer hoje. Como osc-
irV0.rOVel 0?"lad0 da Uberdad0 guillo O^e
forma
ica a prosperida'de nacional
RIO DE JANEIRO.
RELATORIO
do miiislct'io da fazenda apresentado
assemblea geral legislativa na 4.a
sessao da decima legislatura.
fConlinuaco)
OFFICINA DE ESTAMPARA E DE IMPRESSAO.
esu da\PdZ,lr.rS,,-''r0cesSSl "o leaia aa adimnislragao, na ausencia do escrivao governo
tmLSdSS^Km 'a\-U0 ahi (,,a a'fa-idega) e Ao producto da venda das casas 'i
mente nao ha da em que a reparticao
theatro de desavengas o conflictos
sos.
cooveniente ao
proprie-
Thereza
nao seh o
vergonlio-
Antes dechegartm as cousas a este estado fui
em commiibao, como inspector, un empregado
do licsouro.ese fizeram algumas remocoesdos I
da a ladt-ga; e-spero que, com estas e oulras me-
dida, molhorara o estado dessa roparlicio. Devo
FS jTr"08 qU eonlrabando'encontra
tontos protectores nessa Ha. os quaes se tem
elevado em virtudc do seu trafego. que infall-
iV^T,?.le 0ll,l,rkpBad0 !lU,gro, c zeloso ser vc-
tima em sua sanha o arlioianha.
A masa de rendas de Albuquetuue nao se acha
em cndilos norm.es em relacao ao trafico do
commercio de imporlai ao.
Nao lera empu-gos "profissonaes que possam
ben. ualiflcar. e classflwr as mercado,.,, nao
em casa, earmazc.isidneos para deposito, nem
pon.es. o malcriar nocessarios ps,*iua desea -
ga e conducoio, e par., fiscalisacao nos nos.
5>ua renda de nnportaro oreou
1856 a 1857 ,e ni 38 49c651
57 a 58 24 2I3559G .
o8j 59 38:715G09
A de cxportacao se: realiso., do modo segoinlc :
1856 a 1857 foi de 3i.i>42
IIa lf> 3:2lj>72
anJou-sc construir um arniazom para depo-
sito das niercadorias. r
dlffi 2?" 10, da lei 939 do 26 de selembro
e lbo7, qoo aulonsou
-a Baha deu o g 7 do art. 1 d> loi n. 628 de 17
dcse.embro dc 1851 outro destino, mandando
appl ca-to em beneficio do seminario arel eopis"
copal. Kssas propiiedades
por 30:560*000
foram
arrematadas
Quanto chcara da Gloria, em S. Taulo foi
ordenada a sua venda em 10* do selembro d
18o mas a presidencia representou, moslrando
uso dXa'ser r"0 lC,0n(SC,va-la. cominuand o
uso de.la a ser facultado a mesma presidencia
para sustento dos cavallos do carpo So porra
nenies. Por aviso e ord,m do 1 de oulubro se
mtVSXS?1 aeXtC,'aoda que terminan a
,Z .'i ? "V S0 mandU elToctoa-I., o que
lem adiado reluctancia. H
OuanWao proprio nacional de Malal da
relacao enviada pela thesouraria era 5 d deie-
herdeiros do onondatario. Nos nos-
lenoros at a de 12 do mo.co desle wTo Z-,
mais se diz a semelhan.e respe.o, dond" se co-
due qU0 continua nesse arrendamenlo
an. 4 da le n. 586 de 6 de selembro dc 1850
autoras o governo para mandar vender neto
rcaica da fazenda. os bens da capelia oe Itamb
napro.iiu-.a de l'on.ambuco ; e para fazer"odas
as despezas necessarias com o invontaiio
i e nenie domarcacao das
*s (,;i,.; --------, r"pcnuauc ii'it-iona l
virm ,0S o'on'as, senhores, nao s ser-
>.ram sempre bem aos interesses con.merciaes
oue P.mr T.aS. a'nHda 6 *"cs 'elecimentos
de suaT, ,,ar,e denlrCJ 6l,es foram devedores
ii mV? ei* p8ssada o* Puente. Permit-
mSVi guns cxempl,,s era "P9i0 des,a m-
Vede aHespanha. Nao lrou
Mretma "a Parlfl dos reO"os. de que
Se lr-a-para a "CUC" ^ seus vastos do-
r! de l, ,rr d ,,pr' ^m sob 3 "'""
nrL^J a aP'ac?u o exercito imperial, quando
privado de sold ia rebclar-se. 4>""uo
Caries V do suas
Foi com os thezouros
Pmlippo II pagou
famosa a-mada.
Depois da dosIro.Vao desta grande frol
colonias espanholas cahiram
coes rivaes,
do novo mundo que
suas tropas o equipou sua
a as
em poder de an-
a me-patria decahio do sro
que a ludia elevado o grande imperador'
conserfvtn,.aS I'9?9"'*". ,q monarcha
conservara na America nao foram improduci-
niserl .i3"30 1ue d""'"o os 12 annos do mi-
desse;'0dLmar,,,!M.da -Essenad a cot6i li'
hj m per' d0 T|0te mi|hoesde francos.
7W rendto 'uflmpn,ou dfPo. e o Mxico em
CuatomH h-,lhesouro 5 ""ilhes. o Per27,
^uaiemala. Chile o Parae-uav 9 milhAn.
A boa Ilscalisacao, o economa do servico pu-
blico ex.giam a reuniao das duas reparllc'os da
olficina do a plices, o do almoxarifado d papel
sellado. Quasj idnticos sao en. geral seos tra-
ualhos.e da sua separacao resultava niaiorde?pe-
mi, sem proveito do seu servico. Alm disto, i s" das mercadorias. '-" '---------*~ raofcnVdemVrMeal'^.rT-J" u,reBW"' *-
que ordinari-mien,! ti ? eniPr,'8aJos especiaos, i 1" meamo passo que mu favoraveis a oulros dos
iVronn" S scalle'". nadadepos- cluaes posseiros de engenl
ll'OSCPOdC aflll'lliar .1.. oi,n,,...il. i .._ .. V.
como-, ("1cl"'"'na 0 dominio martimo e
dWln flv'a,.e "ccordo com o que se acha
dispoalo as legislares eslrangeiras. qno pode-
mo constoerar como principios" subsidiarios em
2r,l LU i" C""Sa ",a0 fr determinada, em
do, ,1Tili e"' '," aguas ( nus n,ares chcias
dos plenilunios o novilucoa) deixam do ser aal-
dt tJ,Va 'i0''0 scnsiv,'|1 o onde anda se
ra, ,<\l geol?feo? 1"p P^ovara a accao pode-
mirinh,, o1/"5 ah' Por lant0 se ^nderim as
thi r'i e accordo co,n K2 vai a ofdera do
tliesouro de 20 de igosto de 1835
SohrS'? Pr6ni- a duvida Sobre nu^a.rCT ""**. e ccrescidos
sobre oulros pontos em que. conformo os princi-
pios cima exposlos. nao se deve reputar a evis-
toncia do mar.nhas ; restara ainda os mangue, o
out os terrenos alagados que multas resei co-
veo. dissecar, ou que se rio aterrando, ou soli-
dificando pela accao natural ou ariifi.ial. Con-
lessoes se teem feito que nao eslio rigorosa-
nento ,,a lera da le de 1831. e ns.fucte,
Jtl8J2. .,s quaes se dovem mantor, convindo
ouiicsim fazer oulras no sentido de aproveilar
'aes accrescidos por bem da navegacao e
commercio. do aformoseamento dos usares
aumma, de intoresse publico.
A resolucao do 31 do Janeiro do 1852 to
sobro consulta da sccr-ao de farenda do con
d estado, houvc por bom declarar que. na "con-
formidado da legsimo era vigor, s se dovto
co inteirarnenio novo ero nosso annaes
psrlamcniares, o que Dos queira nunca mais
tenhsmos do ver reoroduzido.
As noticias do interior da provincia sao em
Derai de pouca imporiancia
Alguns pontos recenliam-se ainda da falla da
chuyas; cm oulros ellas appareciam mas coi
Sl r^'-'^toade. Mas f.-l.zmcnte a Iran-
quilidade publica nao lii.lin sido perturbada em
parte nlguma o as epidemias que grassavarn peto
interior lam-so progresan menlo extinguind.
, A Pohc.a contina perseguir adiraasento os
I ,1TV' a'gUnS de,lui tccra sid0 Parados
1 nesles ltimos dias.
Aqu
lerica, que vamos
A estatisca da morlalidado crescc
110
en
m.ida
sel ho
marcadas, especial-
mente os da ocina de estsmparis, ou por or-
dens ou per aviso,. A tabella annexa' ao novo
reglamento na parle relativa aos vencmoi.tos
Sto toSat^"' C CSl5 d^-dento de ap-I
mnfrJS*?das apol,ces no anno do
Apoliccs..................... .
Letras da ierra......................... 138 802
Conhecimenlos de carga..........'/", 104*714
-ellb para cartas................... A 30307',
Letras de saques s provincias........' 280
Officios dem.....,............ f!;
Conhecimenlos para a tliesorrja
Beral............................... "
Guias para a mesma..................*
Corihecimontos para as p.->gadoris....
Qu.taces para as mesmas......
Balanretes dem.......................
Na tabella n 41 annexa
encontrareis a demonstraran
papel sellado, e sua venda".
1,750
620
42.041
9.483
2.400
ao prsenle velatorio
do moviaaento do
e Paraguay 9 milhes.
^MO.0itee?dr.?mp5heBdcndu 8 direil0
dortos expedida, S "" BuPn 8obrc 8S ""ea-
Unidos confc"22!S;tJoT"" "**
metropolc Cracaa i .."fT"" n,os desl"oada
cabo sdo?,"bTS ddoacMauVra" f
THESOURARIA DE FAZENDA
Depois da reforma destae reporlicea. feila
pelo decreto de 22 de novembro de 1851 oS
diaposicoes posteriores, a contabilidade e diver-
sos trabalhos da maior parte dellas melhoraram
sensivelmonte. c muilas possoem hoje em geral
empregados mais habilitados. He porm anda
um res dio "'ad *" algU0)as a mais 4*
Todos os inspectores das thesonrarias de fa-
zenda, sem excepcao. queixam-se de ser insuffi-
cenle o pessoal marcado para o serviro dellas
e a essa eausa atlribuera o estado de irazo en
queesiao algnns Irabalhos de sua competencia,
ai* ,i 0U. 0"ge ^ comPrtf essa pinino,
a ,L Irpo,l re8p<,!<0 de ""itos.altendend
a que por ellas corro hoje todo o oracesso da
taXcon^8 dVr808 "herios? sedtas-
L^6 8!deravel em a,gumaa Provincias o re-u
i^ ? 'JUeTTa B m,arinl,a' rvincpalnto icto.
tops as mismas repwl.coes, por seraelhanle
se pode aflrmar.
codad'^i'.8 I? m0S,ra qual oi a renda a're-
do,,d^Psf8flia''d^gaQs do ira^rio nos exeici-
C; 18D-55 a J58-59, ben. como no lSe-
meslre do correnle.
MESAS DE CONSULADO. MESAS PE RENDAS
E RECE8EDOR1AS.
Astrc-s rr.csos do consulado existentes na corte
e as cap.laes das provincias da Cha e l'"r
rVm -'. c,on,m,,am il>m nllerasao; creio po-
rcm que ser possivel melhorar o estado do seas
"S0'1' aUe rU rcducao dos direitos e
exportacao se achara era ms circumsUncioi
P-.r meiod.. reorma quo o governo en, vir. d
de aulonsarao legislativa emprehende.
^O mesmo se pode applicar s mesas de ren-
m.!l"to popn s recel,dorias, onovoreguli-
ment approvado pelo decreto .1. 2.551 de 17 L
raodnm?lh3rr7la 8"D parece *r de 8
modo melhoradu o seu servido.
Devo porm nao occnUar quo o principal
sollado quedes. ,eforma"se ,Vr| ^eolTaar"^
dotar estas reparlices cora habis empregados
exigra 0co"^r'e""'il"-c5es. que Tt
Ao passo que assim so arreda das repartcea
incapacidade. abre-se aos empregados S
r;/reir" n'a,S VaS,a> dando-so-lhes odiVei.o
dA *hrrei em -6 Pfem Prov'dos nos empregos
A tabella dos vencimenlos deole empregados
annexa .0 referido regulamenlo est a>pende. -'
le de approragao legislativa
rJS? l0tKi"? ?n,eriu'-c pela dc n. 43 reconl.e-
cereis qual fe,,o rendimento das mesas de con-
sulado, mesas de rendas, recebedorias e collec-
bk'q9 "^"'"quennio decorrido de 1S54-5S
00S597 e no 1,"
do encape.lado de toS*?""' ^ f"a,D paMe
uo?nr'" 5- da Citada lei n- 5S6 utorisou o ko-
verno para mandar vender em hasta publa
precedendo novas avaliaces. os doos amaies
que possue o estado na cidade do Rio Grande o
bul, sitos na ra da Praia. "
Estes armazens eslavam oceupados com a col-
loclor.a c- a mesa de rendas provinciaes da mes-
vend'dos Rl GraDd0> G 5 SS0 nao "
Segundo informa o ex-lnspeclor da thesoura-
%J?Z d0S- Ppdr- d"us armaos
da'dos a,rremIa"arPaSSad0' Send S **" -
.^'J] -2 da lei "-719 d0 28 d selembro
do 1858 autonsa o governo para alienar os terre-
nos desnecessarios do jardim botnico da La JL
de Rodrigo do Freitns. atTronlando primeiramn.-
e aos actuaes arrendatarios pelos preces da a va-
hacao. a que so proceder admis.ra.ivamentc c
aalisfazendo pelo producto das alienaces que'se
fizerem as bemfeilorias daquelles terrenos oJ|
dlTnn'na09 T"" '""t ao esmo-jar!
dim, empregondo-se o remanecenle era plices
e o juro destas no melhoramenlo do oslabeleci-
s.iS- vear****umac&coia s-
Para que se saiba ffh
condicoes se ha dc fazer
fZnVJfSSF* ""ncessao da lci de 3 do onlu-
mar cornadas do lugar, onde chegam as mares
medias, nao podendo ahi entrar emquatou.r
terreno que accrescesso : por quanto. sondo o
mares interiores do municipio da corlo, alm do
ponto onde terminan, as marinhas. as iodos os oulros quo circunidain o imperio do do-
minio nacional, devem entrar uestes quaesquer
occumulacoes de. Ierras que nelles appareeerem
ou soiamcasuaesou ortiflciaes, poisquo alm de
asaenlarem sobre o fundo do mar, o qual lora a
mesma natoreza dellc, dlsUngoem-se o podem
separar-se do terreno de marinhas, sera lhes
causar detrimento ; (cando por consequeuc.a ab-
foerT',.'ie rt*^? sob Pens*da lei aos
fon iros de marinhas fazer obra ou uso exclusivo
do terreno quo por qualqucr forma lhes accres-
cer. salva a concessao do poder compelenle.
Sendo jurdicos os fundamentos da consulla
capital o que mais nos chama a
atiencao e a estoaae climatc
alravcssando.
a olhos vistos.
IN'osla semana perdemos i'Exm.Sr.tenenle-general
m.ayim c<>o\ho, bario da Victoria o ,-,.,n-
mandanlodns armas da provincia, o Sr. Rocha
cap ao do porto, o o r. padre Dr. Frann'.,:
/..-" 1 f C.ha?"S' doao d"Sc deOlinda o
lento jubil.do da f.v nldade de direilo.
No iliuslrc general Coclho perdeu o Brasil un.
dos mais extremos defensores da orden., e uma
das espadas que mais se leom destinguido na
suslenincao da mouarchia consliticioiial e da
inlegndado do imperio.
Esta cidade, que. peto Ilustre finado, foi ar-
rancada das garras a anarchia, pagou-lho un.
"llimo tributo de raiidAo naa mauealaces so-
solemnes de senlimento.
Quasi todas as casas de commercio focharam-
se no da de seu funeral, e foi extraordinario
de guerra
mesmo soyacal
mercantes, com a lo-
c o brigue de guerra
a
exer-
semeslre do correnlo
O quad ai. .44 deaoaslra o readimento do
que modo, e com que
-- a alienacao dos toles
r.n,^ desncfsios ao Jardim. em cmpr'-
menlodalein 719 de 28 de selembro do 1853
cu-more investigar de que natoreza o domiuto
quiera a fazenda publica sobre os terrenos da
1^7" ^rla.8 dc.coo de 18 de agosto de
1567e0 dema.o do 1667. confirmadas ocla
prosiu de 8 de junho de 1794, do auto do m-
dicas ju toado por sentenca em 20 de torereiro de
,1.,-f eJcHU,PPa deraonstravo da aacama me-
^l-n';80 que 3 lerreM8 da L8a ostaocora-
prehendidos na arca da antiqusima sesmaxia
concedida 8 cmara municipal d[a cidade.
J'or eueo de 13 de juono de 19Q8, (pe us
resso publico, como j vos pondere'!", de" extender
a autor.sacao da lei de 15 dc novembro de 1831
o". 01, gil, aos accrcsci-Jos sobre o mar e rios
navegave.s e dos quo se fazom navegare!, mes-
mo tora do ponto ndo terminara as mares, e aos
torrnos alagadizos as mesmas paragens todas
asmes que nao se possam reputar raarinha e
como taos^ser concedidos nos termos da ligisia-
- Espero, pola, que, allendendo s consideraces
que dono expostas, lomis alguna deliberarlo
neste sentido, ou no que en.enderdes mais a ce r-
nuJi'l'T0, esl'dn- terrenos das extinctas
aldeas dt.IndiosSuscilara-se duvidas sobre os
terrenos das extinctas aldeas de Indios.
v1Icnod0;ns.er dispersado os Indios que as forma-
vam, o entrado na massa geral da populacao
r?Duirr.ra ?S tmha CeSSad fO"damei,to da^.sl
innuicao foi por isso que as autoridades Hacaos
n ctonV.fra o" deV0'U?a0 d08PS bp" "odou.into
e0arsPsrrnrsr,edra0fe:en0S 83 PrPr,M "^
aaaS! de COr""'lla de ,2 de "'embro de
I80O con? dertva quo esses terrenos deriam ser
aproveitados como derolutos. por (eremTerer-
,1 Td?,, 0,d1B""I Publico, cumprindo notor
que a dala desla resolucao anterior a lei de 18
do mesmo mez e anno.
m^LVJa d 21 d0 oulul,ro segoinlc approvou
s1 providencias lomadas para a incorporaco m
naT.Ml',|,C,0Bae" d9 errs oKeu!
padas, doctorando todava quedeviam ser roou-
Sft $ con! a P'^eitadas; ?"r.
a da le de 16 de selembro ji entao publicado.
. 0 iui rxirauruinnno o
concurso de pessoas de todas as rlasses da snclc-
oade quo arcorreram a acomr.anhar o lrelru ao
seu uliimo ja/.igo.
Demandaram o nosso porto, durante a se-
mana. 6 embarcacoes mercantes, coma Iota, an-
de 1.440 toneladas e o vapor nacional
Viamao. Sahiram, durinte o
de lempo, II embarcacoes
lacio do 3.131 tonelad'as,
Camncuan.
Renderam. durante a mesma somana- a
al indoga. 8i:376?250 ris ; o consulado -e-
ral U:352)6.ti ris ; a recobeJoria das rendas
geraes internas, 8:8595614 ris"; o consulado-
provincial, 15:215)015 seis.
0 movimento geral da alfandega, durante
o mesmo espaco do lempo, foi de 6.050 ratone,
a sabor : volumes entrados com fazendas, 48s-
cora Roneros, 2,079 : total dos volumes en-
trados, 2,667. Volumes sahidos com fazendas,
li* ; cora gneros, 2649 : total dos volu-
mes sahidos. 3.383.
-- Falleceram durante a semana pessoas,
sendo : homens, mulherca e prvulos Ii-
vres: homens, mulheres e prvulos escravos:
REVISTA DIARIA.
Hoje deve dar-se, perante a junta da toreada
provincial, a arremalacao aa impostos provin-
ciaes, quo deixaram de ser arrematados por nao
navereni coricurrenles.
Informam-nos quo alguem ha, que, por as-
sucar cryslalisado, vende ao publico asurar
branco pisado ; e por tal arle illi.de escandalosa-
mente ao comprador, do quem sublrahc uma
diirerem;a de 50 por cenlo por esse meio crimi-
noso.
Servir estaconsiznacao do facto dc adverten-
cia ao especulador, afiru de que se relraia desa
pral.ca immoral ; alias tornar-nos-hemos mais
explcito, para quesojam-lhe lomadas as deidas
Zlao^hrton.rCS,aU,'a,,0 gradl da P","i"1'*
Assim como notamos o estado deteriorado em
que so elle achara, com o fira de ,erTparad
estrago, /oigamos de fazer o mesmo con SrW
execucao do reparo.
RomSoewf7a- pela,19 *' l,oras da oite. den
Ror^rrtn deCarvalho uma f-cada em Manoel
rft na "av,,,S9a de Apollo, fregue/ia de S.
aU;rc,/^Gk0n^lreS> cm -onsequenci. de um
altorc^ao hav.da entro e.les por causa dc un
O delinquonlc, depois do facto criminoso, poz-
se em fuga, sendo perseguido sempre pela poli-
j-ja. e ao sahir na ra da Cruz foi preso pelo
major Loarciro. que o reeonheccu como o crimi-
noso, apozar d'elle ir usando da estrategia de ari-
|ar; pega o assassino I
Paasou-ao o dis do Precursor de Chrislo
com o regoxijo, que consuetudinario em todoa
os povos 11 hoa da igreja catholica, ainda que
nao fosse elle lio expansivo como soe ser entre
nds ; pois que o nosso estado sanitario
eppuDha.
a isto ao




Toda' a familias da nossa sociedades mais ou
menos tei.'1 soffiido urna sublracro era suas
affeieoescorn P morto do uru ou oulro metiibro
seu c por isso Prazer nao poda ser completo
entro ellas, e devis >pr torca das circnmslancisj
resenlir-se do carreyado da silujco, orno effee-
tivement aconleceu.
Nao obstante, porr-m, nad dexaram-se de imo.
lar muitos bolos ao deus barrida, assim corao de
trarcm-se as sorles indefeclives, e dansarem-se
quadrilhas, etc. etc., com plena salijacao de
ambos os sexos.
No dia 22 do correle as 8 horas da nnile
deu fundo em nosso porto o vapor de guerra
Viamao, que levara o Sr. commandanteda esta-
cao ilha do Fernando de Noronlia e ao baixo
das Cabras, o qual arvotou logo o seu pavilho
no brigue barca Ilamarac.
Consta-nos que o aspecto d'aquella ilha. 6 ago-
ra o nsais risonho possivcl : a colheila que se es-
pera de milho, feijo e farinha dn mandioca,
na realidade extraordinaria, orcando-sc a dopri-
meiro genero em cerca dn de* mil saceos I
Reina, pois, a abundancia, e cun ella a ale-
sna.
O estado sanitario nao se poda desejar me-
Ihor.
Com urna populadlo de 1,400 almas dava-sc
mensalmenteiim at dous bitos.
Adiase pintada a balisa exi.stenle no baixo
das Cabras, e reconheeida a possibitidade de es-
tabelecer-se all um pharol, *;ue mu neces-
sariu,
Nao exacto o boato que se tem cspalha-
" da molestia do Exm. Prelado Diocesano.
L'ma caita do Apodi, do 5 do corrcnle, diz-
nos o seguinie:
O invern, que (em sido mo, ospccialmentc
para os legumes, que perderam-se pela maiur par-
i, tem melhorado depoi.s que coiuoqou este mez,
le .orle queja ha esperanca de nao liaver falla de
pasto que, em algiimas parles desta comarca, es-
t seguro. No Ass lamber aflirmam-me ler ha-
vulo bastantes chovas. A' vista de lodo o expos-
lo ja anda por c mais alegre a gente, Novl-
dades nenhumas. Preparain-se Unios para a
cleco.
Por portara de 22 do corrente mez, fui no-
meado para o cargo de subdelegado do dislricto
de Maricela, em Iguar.assu', o capito Firmino
Theolouio da Cmara Santiago,
Por portara de 21 fui creado mais nm dis-
trelo de subdelegada no termo de Serinhem,
sub a denominarlo de Duas Barras.
Foram recnlhidos casa de delencao no dia
22 do corrente 12 homens : livres8 e4 e
a saber : 8 orJem do Df. chufe de p
=*
JJUftfO Dfe PEfeABMflfL.^ 8rTNDA FfilfU 2g Dk JKrH? DE ,86
laTiu
criuvv-
o, como iguoro, sur isio ma
noso.
Eis o fado da denuncia, mas',' Srs. redactores,
nao o esto o mcu crime, porquo ainda quando o
fado seja crirairrwio, nao tero lugar a punico,
porquanio ueiil.uma ?i podo ser ejecutada 'por
quem della nao tem coslieci'menlo, e en juslill-
""-me-noi, assegurando desde j truc ninguem
poder provar m t de mnh parle. Mas. Srs.
redactores, saiba S. Exc. e o publico que os mo-
tivos que a islo deram lugar sao os seguimos:
1,, o Sr. Francisco Jos Rodrigues llosa, pro-
motor publico Interino desla comarca, mcu
deSafloclo, tanto por poltica, como por ter di-
versos qnejtoes de fazenda e outras, enmigo : 2.,
por ler elle, na qualidade de escrivao do jury,
falsificado um processo d< reo Joaqnim do O',
por cujo motivo o tribunal da relacao ordonoo ao
Dr. jniz de drcito que procedesse contra elle e
o juiz, em vez de eumprir a ordem superior, ao
contrario o nomeou promotor, por cuja falta foi
o mesmo juiz censurado por mim ; 3., por ler
feilo igual censura por ser o juiz de direilo da
amizade e parcialidades de poltica do Francisco
Vicente da Cunha Vallo Passos, primo do promo-
tor interino e criminoso sentenciado no tormo1
do Pao de Assucar da provincia de Alagoas, o'
qual nao s se ocha aqui de publico, como ha j
quatro das dirigi ataques publicamente ao
professor publico desta villa, homem inleira-1
nenie manso, oquil deixou do o repellir como
devia, segundo me dsse, pelo fado de nao me-
dir sua posico com um sentenciad}; 4., por|
eslarem muilo prximas as eleices, e so que-
rer, quanto antes, dcsconceituar-me para cum o
novo administrador da provincia, aflm de nao
atlenrter s minhas rcclamacoes porque o Kxm.
Sr. Flua eslava scienlo do ser o Sr. Dr. juiz do i
direito, um protector de criminosos, por cujo
motivo o repreliendeu ofcialmente, o que o Sr.
secretario nao ha da contestar.
Sao, Srs. redactores, estes os meus crimes ; I
aprecie, porianto, S. Exc. e o publico quem
mais criminoso, se eu, ou o Dr. juiz de direito
da comarca, e o promotor publico ; mas, Srs.
redactores, para se dar maior realce s perfidias,
imputaram-me que al o mcu filho lem servido
perante mfm ; mas os meus crimes eslao palen-
les ante S. Exc, c eu tamb'em acabo de fazer
patente parle das delles, c dosafio-os para que me
chamem responsabilidade, ou para que me
contesten), e eu desde j me offcreco a provar
exuberantemente oque acabo do expr, podendo
S. Exc. ouvir o tribuna
Oe de lnrhac-a- Vend-u-se v ipttuu por f?ai.?i>< | toa/rciras da pon oo ttnn0
Q'jeijos ----- Os fla-irferVgos venderam-se a Capunga, avahadas rfota'nJefUe en
28400. au.no.
TouTHiho- Vendeu-
Ji. e.HtraUc ua
"*-* "60# por
Vinagre
V.nho----------
str de 7J500
por arroba,
----dem de 1105600
a 8)000
a 1158000
apipa.
O brenco de Lisboa-, rendeo-se
de f80S o 3101J a pipa; e o tinto
de 200) a 2609000
Volas---------------Venderam-se de 600 a 640 rs.
* a libra das sfearinas.
Fretes---------------Do algodao para Liverpool a
a 7/16 d-
Dtscontos Itebateram-ae ledras de 11 a
18 % ao onoo, tendo a caiaa fi-
lial descontado cerca de 400
cotilos de ris.
Alfandega.
RcndimeDtododia la 21. .210:786*929
Idorn do dia 22....... 4:692749
215.479K78
Movimiento da ni randera
Voluntes entrados com fazendas
> com gneros
Volumessabidos com fazendas
com gneros
70
220
56
17ft
-------232
290
ouvir o tribunal da relacao a respeito,
esperando que o Kxm. Sr. presidnto da provin-
scravos" C? c,n observancia ao que dispoe o 13 do arl.
ulicia JW *'a constiluii;o do imperio, se mandar pro-
& ordem do subdelegado da freguesia do Reci'fe, cede.r contra mim, mandar igualmente contra o
2 ordem do do dislricto da Capunga e 1 or- 1 n'- "'z ^e direito c promotor interino d) comar-
dem do de S. Jos. j ca, visto sercm altamente criminosos.
AncHF.OLOciA-i.e-se no Courrier du Havre : Srs redactores, ja tenho sido mulo extenso.
* l.'m dos preciosos restos da idade media, que embora no dissesse a melado, mas aguardo-me
existia no departamento, brevemente desappare- ?" vr.r resultado, asseverando-lhes que a pu-
blicaco deslns toscas o verdadeiras linbas muilo
obrigdr a osle seu affecoado.
O collector,
Francisco Cavalcanli de Albuquerque
Publicaces a pedido.
NENIA
Dedicada a desolada familia do liaro
da Victoria, tencntc-gcneral Jos
Joaquim Gocllio.
Mais um nome enlalhado no quadro grandioso
da morlalha pelo buril do coveiro !
Mas um corpo encerrado as glidas e lgubres
paredes do sepulcro !
Mais una existencia esmagada pelo rodar ver-
qualqucr oulra parte, a nao ser em Inglaterra, e tiginoso dos lempos !
ippar
cera debaiso do martello demolidor, porque as-
sim oexisem trabalhos urgentes.
A torre de Sarma edificada junto s portas
da ciiade do Havre vai ser demolida. Kia cons-
Irucco cunta mais de oitocentos anuos de exis-
iencia.
A torre do Sinvic um dos Iypos por excel-
encia do estylo, que alguns eruditos lem per-
f'-itamenle caraderisado com a denominaeo de
architeclura normanda. Os seculos XI e XII
prodiiziram igrejas magnficas, cujas arcadas e
abobadas magi'stosas pertencem ao pleno cintro,
heranca do povo romano, d'ondc procede seu
nome de estylo romano, estylo que se observa
em todas as construccees antigs das regiocs oc-
ctdenlaes: Ero toda o Norman lia. porm, onde
ainda no prnaipio do seclo Xlll eslava em voga
esta arehitectura, bem que nessa poca J a ogi-
va eslava muilo usada, apparecc cmludo un
espcimen particular, que niio se enconlra em
por essa razao que a maior parte dos archeo-
logos denominara 111 essas conslruccoes de archi-
teclura normanda ; e a este genero, que per-
tcnce a torre de Sauvic, construida noconiecodo
seculo undcimo.
CosiMEncio nos EcaoPBi'S no iapo. O
Morning Chronicl publica as seguintes notas
cominerciaes :Sabemos que as mercaderas,
que mclhor se vendem no iapao sao as chitas,
os algodes brancos, as flanellas, os chales en-
carnados, e os tecidos de la do cores vivas.
Igualmente sao muilo procurados os objeclos de
Tidrn e os espelhos. A genebra 6 muilo do ges-
to dos Japonczes, que compran) quanta appa-
Mais iim'alma "deprendida das impurezas da
Ierra para a mnnco dos justos !
O nomo grandioso, corno iramaculado, espirito
sao, alma nobre e pura !...
CDiifrange-sc-nos o coraco, nossn penna agita-
se convulsa na nscripco de um fado lo dolo-
roso I !
Morreu o tenente-general Jos Joaquim Co'clho,
birao da Victoria !
Morreu!... Sua vid 1 fui um complexo de inde-
finidas virtudes 1
Morreu !... Todo 6* seu legado foi a Icm-
branca de urna existencia acrisolada tas fraguas
do mundo, respeitada pela mo macilenta e rai-
Dcscarregam hje 25 de junho.
Escuna hanoverranaWisko resto.
Escuna hamburguezaAmanda=idem.
Rarca inglezaUraniacarvao.
Patacho portuguezHara da Gloriadiversos
gneros.
iii|)ort:i-ai>
Escuua hannovejiana aWishi vinda do Havre,
manift-slou o seguinie:
1 fardo casimiras, 1 pacote amostra ; Joc
Kcller & C.
caixa mercearia; a T. T. Bastos.
'I ditas fazendas de la, 3 ditas bezerros en-
Ternizados, 1 pacolo amostras; a Linden Wild
& C.
caixas lelhas do vidro, 1 barrica presuntos;
a J. Praeger C.
t barricas tintas, para imprimir, 1 firdo pecas
de grosseria, 1 pacote peneiras, 2 ditos ps'do
pao; a ordem.
1 caixa utensilios para marcinero, 1 dita mer-
cearia, 1 dita utensilios para escrever, 10 caixas
fazendas de algodao, 1 dita amostras ; a D. P
Wild & C.
14 caixas armas; a Parante Vianna & C
8 ditas ac; a Azcvedo & Mendes.
1 dita bordadoras, 1 dita saboneles, 50 dilas
velas stearinas, 1 dita franja, 1 burra de ferro,
1 pacoto amostras ; Antonio Lopes Rodiigues.
1 caixa fitas para chapeos ; Chrisliaui Ir-
mos.
1 dita fazendas de algodao; Schfheillim & C.
3 caixas fazendas de algodao ede l, 1 pacote
amostras; a Damroayer & Carneiro.
2 caixas casimiras, 9 ditas fazendas de algo-
dao; 2 ditas mannores, 200 dilas velas stearinas,
2 pacoles amostras; C. J. Aslley & C
1 caixa marmorc; L. A. Siquera.
100 garrames sag, 50 ditos cevadinha, 1 cai-
xa retratos, 3 ditas Untas para imprimir, 1 rollo
impressos; allibe Schmcleu & C.
4 caixas pelles, 23 ditas vidros, 10 mcias pi-
pas vinho. 18 pranchoes de pinho, 1 caixa cora
um corrinho para crianca, 1 dita charutos, 23
ditas mercearia e amostras, 2 dita? e 4 barricas
ferragens, 27 caixas fazendas de algodao, de l
de mcio iinho c do seda, 2 presuntos, 2 pecas
de carne fumada. 10 caixas armas, 10 ditas mr-
cadorias inflamaveis, 200 saccas farclo, 550 gar-
rafx's vazins, 1 pacotinho gazelas ; Kalkroan
& Irmos.
1 caixa charutos, 1 dita prensa para copiar,
1 dita conservas, 3 ditas garrafas com liquido
2 ditas dilas vacias; G. Bousset & C.
Consulado geral.
Readimento :1o dia 1 a 22. 21.3023916
dem do dia 23......
As erremalaeSea ,ero fetas por fempo de' i."s 1
anaos, a contar do l.de julho do cerrente *#-i
noao ultimo de junho de 1863.
As pessoas que se propocrem a cslayarrema-
tarjes cumparecam na sala das aessoes da fflesma
junta, no dia cima Indicado, pelo meio da,
conipetentemenle habilitadas, com suas propos-
las em cartas fechadas.
E para constar se mandn ffixar o presente e
publicar pelo Diario, Secretaria da Ihesouraria
provincial de Pt-rnambuco 18 de junho de 1860,
A. F. d'Armrmciaro.
Secretario.
OHIm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de conformidade com
a ordem do tribunal do thesouro nacional n. 69
de 9 de mao prximo Ando, que no da 25 de
julho prximo se far concurso nesta Ihesouraria
para prcenchimenlo das vngis que ha de prali-
cantes na mesma : aquclles pois que pretende-
rem ser admittidos ao concurso devem apresen-
lar nesta secretaria seus reo ue rimen tos Instrui-
dos cim os documentos que" provem : Io. lerem
18 onnos completos de idade : 2o. eslarem lircs
de pena e culpa e 3o. terem bom procedimento.
Os exames neste concurso rersaro sobre lei-
liira, ansly3e grammaliral, orlhogrsphia e ari-
(hemetica at a lliooria das proporcoes inclusire.
De ordem do liba. Sr.- inspector da Ihe-
souraria de fszenda desta provincia se faz pu-
blico que a atrematocao de um parte do sobra-
do de doos andares no valor de um cont cenlo
cincoenta e cinco mil qualros e oitenta e dous
rtis, sito na ra da Guia, perleniencenie a fa-
zenda nacional em virtude de ndjudicacao, nao
leve effeilo 110 dia annunciado por falta'de'lici-
lantes ; e por isso fica transferida a mesma ar-
rclaco para o da 30 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O official maior
interino. I.niz Francisco de Sampaio e Silva.
Municipio du fecife.
29500 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado aovataente por
anno em..................
do wmesire d !3tN
lantes que se qoriralC^;,
7:COOSCOO
Comarca d^Limoeiro.
Arrematados conjuntamente.
2|SrjVif, k*b o gado morto par
1:7255000
678J500
1509000
1050900'0
240J000
409000
reo*. Ogovcrno tem comprado, e tem depois : piuca do vicio o da eorrupco ; um renome que
Capitana do porto
Pela capitana do porto se faz publico, o aviso
abaixo, da sobsliluico da lanterna colloeada na
foflaleza dos Santos Res Magos da barra do
Rio Grande do Norte, por um grande lampea
circular de 8 bicos.
Capitana do porto de Pernambuee, 14 de junho
de 1860.O secretario, J. P. Brrelo de Mello
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTKS.
2." seceo. Riu de Janeiro. Secrelaria de es-
lado dos negocios da marinha. em 18 de maio
de 1860.
Pela secretaria de estado dos negnos da
marinha se faz publico, para conhecimento rjs
navegantes, que a iantern.i da fortaleza des a San-
tos Reis Magos situada na barra do Rio Gran-
de do Norte, em laliliide de 5o 45' S, e longitud?
de 3.V 13' 15" O de GW, foi substituida por um
grande lampean circular de 8 bicos collocado so-
bre urna torre cylindrica,
forma daquclla fortaleza.
fixa e de cor natural, est elevada 65 palm'os'por-
luguezes sobre a superficie das aguas, as mares
regulares, e podo ser avistada na distancia do 12
niilha,O director geral interino, Angelo Tho-
maz do Amaral.
0 Dr. Antonio Joaquim Buarque Nazareth, juiz
municipal_c de orphaos e ausentes, nesta ci-
dade da Victoria u seu termo da comarca de
Santo Anto da provincia de Pernambuco por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Dos
guarde ele.
Feco saber que por este meu juizo do ausentes
perante mim se proceden a arrecadacodos bens
deixados pela finada Isabel Maria Be'zerra, a re-
querimenlo do collector de diversas rendas ge-
raes deste municipio, e como nao se oblive&se
inform.ices exactas acerca da morada
1:875}000
755000
I.-95090OO
consumo, fiati**0 ovamente por
anno em...,.-.-..-.,..................
Impostos a carga .,,a col lector i a
ideni idem.......................,..
20 por cento de aguardante, idem
dem ...............,..,.........
Municipio de Cimbres.
Arrematados conjuntamente.
2J500 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado novamente por
anno em.........................,.,
Impostos a cargo da collecloria
idem idem.........,................
20 por cento de agurdente idem
idem................................
Comarca de Garanhuns.
Arrematados conjuntamente.
29500 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado novamente por
anno em..-.................-....,,...
Imposto a cargo da collectoria
idem idem___.................
20 por cenlo da agurdenle idem
idem................................
Comarca de Flore.
Arrematados conjuntamente.
2j500 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado novamente por
anno em.............................
Imposto a cargo da collecloria
dem dem...........;..............
20 por cenlo de agurdenle idem
idem..............................
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente.
2-J500 rs. sobre o gado moito para
consumo, avaliado novamente por
anno em............................
Impostos a cargo da collecloria
idem idem...............,..........
20 por cento da agurdenle idem
idem................................
As arr^malacoessero follas por lempo de Ires
annes, a contar do 1." de julho do corrente anno
a 30 de junho de 1863. sob as condicoes dos an-
construida na plata- !,eriores o na forma do arl. 76 do regiilamcnlo de
Esta nova luz, que 3 de agosto de 1812.
As pessoas que se propozercm a estas arre-
malaces, comparecam na sala das sessoes da
mesma junta, 110 dia cima declarado, pelo meio
dia, competentemente habilitados na forma do
ort. 75 do citado regulamenlo, devendo as habi-
litacdcs seren julgadas nos dias 21 c 23 do cor-
rente.
E para constar se mandou afiliar o presente e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 20 de junho de 1860.O secretario,
F. d'Annunciacao.
A cmara municipal desta ciJade manda
publicar, para conhocimenlo dos seus mu-jicipes,
transcriptas, que
Kxm.
convida
laes gejieros, o preserUrem"Er de
cartas feehads, na
aoa lira
istaevar
secretaria do me!* TT
chao no da 25 do andante mez, u lOhotaa^
manhaa arroz pilado, assucar malvado re^
vtfh *rf,7"' doce' ,baf>''a. f muido, raraw
1 feil IS!*' 4r,l,ba 1 nandioca (da ter-
iooS?.' ,e?V' ni8B,,'8* encera, pao de 6 e
1 oncas toucinho. vinagre a tanha,
, i lreiiriD do, b'1la,h-!'<> de infamara n. 10 m
W r.^e,,"vPra **""*t"o 18 de junho 2e
a a ano Xav,tr de Oliveira, tenenle i*r-
vindo de sccrelario. *"
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoa.
rana de fazenda desta provincia se faz p btTrV
para conhecimento dos intensados a M ri
abaixo transcripta dos credores de divi,|a 'd.
cxercicios na importancia total de 2-63727 ra
fujo pagamento foi autorisad po!a ordem do
thesouro nacional n. 83 de 5 do corrente ,.-,
Secretaria da thesouraria de fazenda *ra>
nambaco 18 de junho de 1860O oy.ci.,1 m3ur
interino, Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Relacao a que se refere o annuncio cima
Chrsfovao de Ilolianda Cavalrmiti de
Albuquerque, Amonio de Padal de
Hollando Cavalcanli e Juia Ncpo-
muceno Bezerra Cavalcanli
Fausto Frei'e de Car. albo
Francisco Garca do Amaral
Joao Jos Rolim
Vicente Jjnsen de Castro c AlbHquar-
que
3759OOO Ignacio Francisco da Silva, Maria Joa-
' quina d Mello e ^ilra
Antonio 'lavares
Braz Avelino Freir
Dcimo batalho de infanlaria
loao Perrrira da Rocha
Luiz Francisco Teixeira
Miguel Ferrrira dos Anjos
Miranda j Vascoacellos
Reinaldo Jos dos Sanios
Hiqueiin- Gertniia de Assumpvo.
825;000
405000
2:625.j000
1:1258000
409CO0
6IJ.i7
iOOjiOO)
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733044
31^126
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91520H
1 r&m
7W)f4
3l>l9
21:5928319
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1
dem do dia 23. .
a 22.
encommendado grande porcia d'armas d" fugo.
Passagetro do brigue brasileiro Seis tr-
niosB, entrado do Rio de Janeiro :Luiz Alvcs
Riymundo, sii.-i f miilia e urna escra*a.
Lista dos baplisados e casamenlos havidos
na fregupz'va de Santo Antonio do Recite, de 17 a
22 do corrsntc.
Andr, crioulo, filho natural de Mara do Jess.
Henriqucta, parda, (ilha natural deJoanna Hara
de Jess
Antonio, branco, filho legitimo do Mauoel Jos
Lopes c Felicianna da Conceidio llego Villar
Lopes.
Carolina, branca, (ilha natural de Maria da Con-
ce';o de Jess.
Antonio, pardo, lilho natural de Seleriuda Fran-
cisca das Chagas.
Bento, pardo, filho legitimo dcBenln Joao Anle-
ro e Antonia Mara do Ksprito-Sanlo.
Mara, branca, (ilha legitima de Manoel Fernan-
des da Silva e I/.abel Maria da Tiin-lade Silva.
Amia, branca, (ilha legitima de Jos Maria da
Silva Machado c Rosa Candida da Silva Ma-
chado.
Francisco, branco, filho legilimo do Francisco
Firmino Monteire e Luiza Francisca da Costa
Monteiro.
Casamento :
Jos Antonio Defefrilli com Anna Hcnrique'.a dos
Prazercs.
Matadocro publico :
Mataram-se no dia 23 do corrento para o con-
sumo desla cidade 119 rezes.
MOUTALIDADE DO OA 23 DO CORRENTE :
Ignacia Maria da Conceicio, prela, solleira, 30
annos, estupor.
Eiancisca dos Reis Campello, branca, viuva, 50
annos, angina.
Emilia, prcta, escrava, solleira, 30 annos, con-
geslo cerebral.
Hara Joaquina das Merces, parda, viva, 36 .an-
nos, accphille
Joao, preto, solleiro, 22 annos, syphiles.
Joaquina Francisca de Paula, parda, solleira, 50
anuos, estupor.
Francisco Antonio Valenle, branco, viuvo, 60 an-
nos, elophaiiliase3.
Silvano Bruno Pereira, pardo, solleiro, 35 annos,
ipoplexia.
Maria Joaquina da Conceicao, parda, casada, 30
annos, bexiga.
engrandece o seu paii, Ilustra o Brasil, e enso-
berbece o exordio.
Cantaradas cutvemo-nos, e dcixemos qno
una lagrima pungi'la, doMa, onde se espellem
todas as nossas penan, todas as nossas saudades,
v rolar por sobre o raarmore alvacenlo de sua
lousa, e engastar-se aos ps de sua corOa de li-
rios I
Militares! morreu o nosso general, o benem-
rito, o Ilustre baro da Victoria !
Choremos a sua peda, porque elle era um dos
mais fortes esteios ce nossas garantas ; porque
elle era nosso amigo : *bom pai, bom lilho, bom
esposo, e melhor cidado.
Chnremo-lo, e choremo-lo profundamente,
porque suas virtudes sobrenadan! em 66 de lula
o de vida !!...
Delle s nos resta hoje a recordaco do que
foi. e a idea esmagaJora do seu passamVnto 1
Foi urna vida pura, nm coraco nobre, trans-
sudados de gloras e bondades sem termo, que
se escoou para o passado !
Como homem cumprio elle a sacrosanta missao
dos filhos do Eterno no sei) ds crcaco I
Como soldado jamis esqueceu os deveres do
homem I
Dejoelhos! de joelhos roguemos ao Ento Su-
premo pelo dcscaiiQo eterno de sua alma.
Paguemos, cantaradas e amigos, esto trbulo de
amor e gratulan ao eximio genaral, ao amigo
verdadeiro, ao cidado philantropico, ao homem
que tobem soube comprehendersua misslo na
ierra !!...........................................
Recite 21 de junio de 1860.
O alteres Joiqnim ios Lui: de Souza.
Despachos de exportne pela me-
sa do consulado desta eidade n
lia S3 de jnnlra de 18iO
BarcelonaBrigue hespanhol Temolheo*, Ara-
naga Hijo & C. 42 saccas algodo.
HavreBarca franceza Adele, Tissel l'reros,
399 couros espichados.
E xpor tac&Oa
Rio da Pcata, barca hanoveriana Ernest &
George, de 236 toneladas, conduzio o seguinie :
2,100 barricas assucar.
Uto de Janeiro pelo Rio Grande do Sul, brigue
nacional Olinda, de 214 toneladas, conduzio o
se;uinte : 1,723 saceos e 220 barricas assucar,
3.0J0 cocos com casca, 71 pipas agurdenle.
Hecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do da 1 a 22. 24:3035994
dem do dia 23.......2:672500
_ dos her- ,
deiros da dita finada, visto acharem-se em luga- os nrlgos de posturas abaixo
res nao sabidos, ordenei se passasse o presente, foram appiovados provisoriamente pelo
29j433 ; Pel qual cito, chamo e requeiro o comparec- I presidente da provincia.
ment dos herdeiros de sobredita finada, bem | Paco da cmara municipal do Recite, em .es-
como a todo3 os que direito liverem em sua he-! sao o'rdiiiaria de 15 de junho de I8C0. Manuel
ranea aflm de virem habililar-se no prazo de 30; Joaquim do Reg e Albuquerque. presidente
dias a publicaco deste, o qual ser affixado ou i Manoel Ferreira Acciolv, secretario,
lugar publico do costume e publicado pelo ia-\ Quarta seceo.Palacio do governo de Per-
no de Pernambuco em quanto durar referido nambuco, em 14 de junho de 1860.
prazo, lindos os quaes ludo procederei a rev- O presidente da provincia tendo vista o que
ha e na forma di le, e para constar se passou o represento a cmara municipal do Recife. em
prsenle que vai por mim assignado com o sello
do juizo, que anlc mim serr ou valha sem sello
ex-causa.
Dada e passada nesta cidade da Victoria
4:218638
85'06a
4 33jj703
nos
ofTeiodel3 do corrente, sob numero 58, resohe
approvar provisoriamente os seguintes arligos de I
posturas :
Art. 1. E' permitlido ao infractor de qualquer
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para seren re-
colh.clas desde j as olas
de 1 o,ooo c 2o,ooo da
emissuo do banco.
Pela recebedoria de rendas internas fiera.'
se faz publico, que c no corrente mez que os d.--
vedores do segundo semestre do exercieio cor-
rente de 15591860, relalivo aos sgiiinles ni-
pos : decima addicional de mo mora ; importo
de 20 por cenlo sobre lejas, e dito especial a SOf
sobre casas de movds-, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz eslrangeiro leem dn
paga-lo livre de multa. Rrccbeduria de Pernam-
buco 1 de junho de 1860.O administrador. Me-
noel Carneiro de Souza Laceria.
Copselho econmico do halalhao de iii-
fanturia n. 9.
Precisa contratar para o fornerimento d suas
praras arranchadas, durante o semestre qui de-
correr de julho a dezembrn desle anno, os ene-
ros em seguida mencionados, os quaes deverio
ser de boa qualidade : arroz, assucar branco sem
ser refinado, ou refinado trigneiro, azeite doce,
bacalho, caf em carosso, carne secca, dita ver-
de, farinha de mandiora, feijo, lenha', mantii-
ga, pao de 4 oncas, ditos de b\ toucinho e vina-
gre : quera pois se comprometter a fornecrr di-
tos gneros, aprsenle suas propostas em cartas
fechada, na secretaria do dito batalho, no dia
28 do corrente, ate as 10 horas da manhaa.
Quartel na cidade do Recite 15 de junho do
1860.O tenenle secretario.
Jos Francisco de Moraes e Vasconcellos.
Conselho de compras san vaos.
Contrata esle conselho no dia 21 do crranlo
mez, os forncdmentus de medicamentos e uten-
28 de abril do anuo do nascimento de Nosso Se- postura pagar a mulla compleme para nao ir a
juizo, cobrando para sua defeza recibo do proco- s!llos s pmerraana de marinha,
rador da cmara, sem prejuizo da pena corporal clos.nos ni,vios armada, por lempo um
nio^.Joro da Silva Costa, csciivn de ornhr.s ana tamben) pussa ler. [\r0 "'fnecimenlo de 12 metes, rentados du
Art. 2." Quando o mirador nao pna
26:97o494
Consulado provincial
Rendimento do dia 1
dem do dia 23.
a 22.
47.711^214
4 733>288
52:4449502
COMMEMCIO,
PRAGA DO RECIFE
Correspondencias.
VILLA DE TACARATU'
26 de maio de 1860.
Srs. redactores.Urna terrivel perseguico,
calculada e inspirada por espirito de partido me
obriga a servir-mo de seu imparcial jornal, para
levar ao conhecimento do publico, e especialmen-
te do Cxm. Sr. presidente da provincia, os fados
e crimes platicados nesta comarca, e o estado a
que ella se ocha reduzida, e o motivo por que
sou, peranlo o mesmo Exm. Sr., aecusado de
crimes.
Tenho oceupado nesta comarca diversos e im-
portantes empregos, tanto judiciarios, como ad-
ministrativos, cestescom juizes do dieilo seve-
ros e probos como o lllm. Sr. Dr. Jos Filippc de
Souza Leo, que talvez a comarca nunca encon-
tr outro igual em honra c juslica, mas este mes-
mo senhor nunca chxcrgou em mim um crime
de responsabilidade ; mas infelizmente foi da-
qui tirado o lllm. Sr. Dr. juiz de direito Fran-
cisco Bernardo de Carvalho, e veio o lllm. Sr.
Dr. Francisco Goncalves da Rocha, que em pou-
co lempo descobro em mim diversos crimes de
responsabilidade, pelos quaes acaba de repre-
sentar contra mim ao F.xm. Sr. presidente da
provincia, levando ao conhecimento do mesmo
senhor, segundo sou informado, a denuncia
dada pelo promotor interino desta comarca.
Mas, Srs. redactores, para que o publico co-
nheca qual o motivo que a isso deu lugar, e S.
Exc. se digne dar deciso a tal negocio, passo a
xpor, nao s o faelo que deu lugar i denuncia,
como o motivo por que sede ella.
Tendo o escrivao actual desla collecloria se
ausentado para a distancia de cinco leguas, como
por mnis de urna vez participei ao lllm. Sr. ins-
pector da thesouraria, e sendo impossivel que
elle, em tal distancia, podesse promptamente e
sem incommodo das parles e prejuizo da fazen-
da, funecionar em todos o actos da collecloria,
resolv nomear, de commum accordo com o
mesmo escrivao, para o Substituir em suas faltas
a Jos Nonato da Silva, roeu sobrinho, ignoran-1
23 DE .11 MI (DE 1 8GO
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios-----------Nao houveram transaacoes nes-
ta semana
Algodao----------- O superior vendeu-se de 78200
a 7#400 por arroba, e o regular
a 79000.
Agurdenle-------Vendeu-se a 105^000 por pipa.
Assucar------------As vendas foram de pequea
monta, regulando de 59000 a
6&000 por arroba, do branco, de
4*400 a 4J600 do somenos, de
3jJ200 a 3J300 do mascavado
purgado, 2^700 do America, e
2400 do Canal, sendo o de-
posito diminuto.
Couros---------------Os seceos salgados venderam-se
de 250 a 260 rs. por libra.
Arroz---------------O ultimo foi vendido de3j200a
3j*250 por arroba.
Azeilc ddee- Vendeu-sc a 2j800 por galo.
Bacalho-----------Nao houve venda em atacado, e
retalhou-se de 13 a 14g000
por barrica, (cando em depo-
sito 10,000 barricas.
Carne secca- A do Rio-Grande do Sul ven-
de u-so de 38600 a 48500, e a
do Rio da-Prala de 2;800 a
3#I00 por arroba ; ficando em
ser 50.000 arrobas da primeira
e 35,000 da segunda.
Cha------------------Vcndeu-se de 1J600 a 1J900
por Hora.
Cerveja--------------dem a 4j>500 por duzia de gar-
rafas.
--------dem de 6J800 a 7JS00 por ar-
roba.
Farinha de trigo- Rctalhou-se de 18 a 20J> por
barrica de Richmond e Phila-
delphia, 18g a 19J do Nova-Or-
leans, c 20$ a 22 do Trieste,
ficando em ser, 7,000 da pri-
meira 1,700 da segunda, 600 da
lerceira, e 9.400 da quarta.
Dita de mandioca Vendeu-se de 5$500 a 6#000 a
sacc.a.
Feijo-------------dem de 1000 o 1200 por ar-
roba.
Genebra------------Em botija vendeu-se a 270, o
a 5$500 em frasqueiras.
Manteiga-----------A ingleza tem silo procurada,
mas nao tem havido vendas, e
fraoceza venden-se a 530 rs.
por libra, ficando em deposito
1.500 barris desta.
Moyimento do porto
A'artos entrados no dia 22.
Da commisso a crvela a vapor nacional Via-
mao, commandaule o 1 tenenle Mamedio Si-
mos do Almeida. Tocou na ilha de Fernan-
do, d'onde irouxe varios presos e algumas pra-
cas do exercito.
Navios sahidos no mesmo dia.
MaranhaoPalhabote brasileirj Lindo Paque-
te, capito Jacinlho Nunes da Costa, carga va-
rios gneros.
PhiladephiaBrigue americano Brandywine ,
capito Samuel Prowse, em lastro.
CanalBrigue inglez Drayd capilao W. Ri-
chordson, carga asssucar.
A'utHos entrados no dia 23.
e ausentes o escrevj.
Antonio Joaquim Buarque Nazareth.
_ O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 18 do corrente, manda
fazer publico, que im dia 25 do mosmo, perante a
junta da mesma thesouraria. vai novamente a
praca, para ser arrematado quem mais der, os
impostos seguimos:
Municipio de Igunrass.
Arrematados conju na mente.
25500 rs. sobre o gado morto para
o consuno, avaliado iio,vamcnle por
anno em............................ 2:0005000
Imposto; a cargo da collecloria
idem idem em...................... 400$OOC
20 por rento de agurdente idem
dem.........."...................... 96g0C0
Comarca do Goianna.
2jp500 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 8:480*000
Comarca de Nazareth.
2JJ500 rs. sobre o gado morto para
o consumo, avallado novamente por
anno em........................... 6:96O5O0C
Comarca do Cabo.
2.J500 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado novamenle por
anno em.....................*..___ 6:480S0OC
Comarca de Sanio Anlo.
2J5C0 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 8:5GO[000
Municipio de Serinhaem.
2$500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado nouamentc por
anuo em............................ 880J0O0
Municipios do fio Formoso e Agua Prela.
2J500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 4:080^000
Comarca do Pao d'Alho.
2t500 3obre o gado morto, para
liullu
dentro do prazo de tre3 das, depois de condem-
nado, e intimado judicialmente, a mulla se con-
verter era priso, correspondente a dous mil res
cada da De priso.
Art. 3. Os infraclores presos em flagrante so-
monte seru sollos depois de pagar a respectiva
multa, ou depois de lindos lautos dias quantos
basteni pira ser a pena satsfeita em priso na
razo da regra cima estabelecida.
Ambrozio Leiloda Cunha.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Oeclarac^s.
Maranhao24 dias, hiato brasildro Rosa de
120 toneladas, capito Jos Luiz Pereira, equi
pasem 11, carga farinha de mandioca, a Jos j consum, avallado novamenle por
*B. da Fonseca Junior. anno em..............
Macei 3 dias, barca ingleza Sea Wasc de As airemtoes
474 toneladas, capito J. Archibald, equipogem annos. a contar do
15, carga algodao, a Patn Nash & C.
Rio de Janeiro 8 das, brigue brasileiro Seis
Irmo, de 303 toneladas, capito Belmiro B.
de Souza, eqnipagem 12, em lastro.
Recife 22 de junho de 1860. Thomaz de Fa-
rias.
o.
Horas
* S
a:
B
Atviosphera.

en
W
j-i
w
vi
fltreccao.
a
c
Iniensidade.
Caf-

A 9* 03 la K. i- * Centigrado.
MI 1 U OO 0 ce es Reaumur.
-4 00 8 0 3 - Fahrenheit
s
2 $ 2
Hygrometro.
<3>
~4
en
~4
o
Barmetro.
c

K
P
*.
> o
8 5
B
A noite nublada e chuvosa, vento variavel fi-
cando no terral e asstra amanheceu.
OSCILLAQAO DA HAR.
Preamar as 7 h. 18' da manhaa, altura 7.0 p.
Ba:xaraar a 1 h. 30' da larde, altura 1.0 p.
Observatorio do arsenal de marinha 23 dejunho
de 1860 ViioAS Jnior.
Editaes.
Q lllm. 8r. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumpriraento da ordem do Exm. Sr.
presidente ds provincia de 16 do correte, man-
da fazer publico, que no dia 28 do mesmo, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesouraris
se ha de arrematar a quem mais der, a taxa da
sero feitas por lempo de 3
Io de julho do correle au-
no a 30 de junho de 1863, sob os mesmas condi-
coes das anteriores, e na forma do artigo 76 do
regulamenlo de 3 de agosto de 1842.
As pessoas que se quizerem propor a esta arre-
raatacao comparecam na sala das sessoes da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas na forma do
art. 75 do citado regulamenlo, devendo as habi-
lilaces serem julgadas nos dias 21 e 23 do cor-
rente.
E para constar se mandou aQlxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 19 de junho de 1860. O secretario, An-
tonio Ferreira da Anuunciaco.
O lllm. Sr, inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente du provincia de 19 do corrente manda
fazer publico que no dii28 do mesmo. se ha de
arrematar perante a junta da fazenda da mesma
thesouraria, a qu>m por menos lizer a impresso
dos trabalhos das leporticoes provinciaes no auno
Qnunreiro de 1860 a 1861. A sabor :
Secrelaria da assembla, dita do go-
verno, obras publicas, directora geral
da instrueco publica e gymuasio..... _3:5005000
Thesouraria provincial e rcparli- ~
ces que Ihe sao subordinadas por___ 1:5003000
As pessoas, que se propozerem a estas arrema-
tares comparecam na sala das sessoes di mes-
ma junta, no dia cima indicado, pelo meio-dia,
com suas propostas em cartas (echadas
E para constar se mandou aQlxar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial do Per-
nambuco 21 do junho de 1860.
O secretario.
A. F. da Annunciaco.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo das ordensdoExm. Sr.
presidente da provincia de 19 do correle, man-
da fazer publico, que no dia 25 do mesmo, peran-
te a junta da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar a quem ritis der, os impostos
seguintes :
Conselho de compras navaes.
Manda este conselho fazer publico, qne contra-
la no dia 30 do corrente mez, os fornerimeiitos
de lijlo, de alvenara grossa, pedra com esta no-
miuaco c de cal, para as obras a cargo do arse-
nal de marinha com quem por menos os faca su-
!eilandu-so as condicoes (garantidas por fiador)
de serem essns objeclos semprc entregues na
quanlidadc e da qualidade contratada?, sob pena
da mulla, a favor da fazenda. de 50 0/o do valor
de cads um, alcm do contratante carregar com o
excesso do prego no mercado, se o houver, caso
essas follas occasionem que ahi recorra-se ; sen-
Ido esses contratos effectuados vista de propos-
tas receladas no citado dia al s 11 horas da
manhaa.
Sala do conselho de compras navaes, em 21 de
junho de 186u O secretario, Alcxandre Rodri-
gues dos Anjos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimentc
Jo arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los se^uinlcs :
Para a primeira companhia de pedestres delinha
da comarca da Boa-Vista.
77 esleirs de palha de carnauba ; 56 grvalas
4:7205-000 ^p so'a l*c lustre ; 77 manas de laa ; 1 livrn de
200 tullas para as ordens do coiuman ianle da
companhia ; 1 livro de 200 folhas para delalhe
do servico ; 1 livro de 200 folhas para registro
de pret folhas dos ottlciaes; 1 livro de 200 fo-
lhas para entrada de diversos gneros; 1 livro
e o de ambutan-
00-
1." de
iuIIio Droximo. iso vista de prono"'** "-
gues nesse dio ate as 11 oras da manhaa, sob
as condcos constantes da ola que se ada fran-
ca neala secretara para quem quizer easM-dle-
1h, bem como o formulario c tabella, rcgulmdj
esses fornedmentos, o que tudo por minucioso
deixa-se de declarar.
Contrata mais no dia 25, lameem la rorrn.te
mez, precedendo igualmente a apreseniiro de
propnslas recibidas nesse dia s at 11 horas da
manhaa, o fornecimento de vveres e orina ob-
jeclos abaixo declarados para o consumo das na-
vios da armada e eslabelerimenlos de marinha
prlo lempo somonte de 3 mezes, lindos em *-*-
lembro vindouro, sob a rond .10 d>- serem os
mesmos objeclos fornecidos d qualidade na
quanlidade contratados, e na falla p^gar-se a
mulla de 50 0/o do valor de cada um, atm de
carregar o contratante com o excesso do j reco
no mercado, caso o haja, em razo dessas faltas
motivaren) a ahi recorrer-se.
Objeclos.
Arroz do Maranhao, agurdenle l-ranca de 20
freos, assucar branco, azeilc doce, bolacha, ba-
calho, carne secca, caf, carne verde, ran^i'-a.
farinha de mandioca, feijo, manlei^a franceza.
malle, pao, t<-.ucinho de Lisboa, vinagre de dito.
velas de carnauba, dilas de espermaceti*.
Sala do conselho de compras navaes de Per-
nambuco, 12 de junho de 1SC0
Pela adrninislr.H'o do correio des'a cidaie
se faz publico que a mala que tem de conduzir i>
hiale nacional Santa Rila para o Aracily, ser
fechada hoje (25) ao meio da.
= No dia 26, na ra de Apoli no sobraJo n.
9, continuar ao meio dia, em presenta do Sr.
Dr. juiz de ausentes, a arrematarlo do resto du
espolio do ausente F/andsco de Piula Figm irj
de Saboia, j com nova avaliaco.
Por esta screiaria se faz constar aos senho-
res abaixo mencionados, que suas pelces nao
podem ser admiltidas ao conselho director por
Ihes fallaren) os documentos exigidos pela le de
14 de maio de 1655.-
Secretaria da instrueco publics de Pernambu-
co 23 de unho de 1800. O secretario interino,
Salvador Ilenrique de Albuquerque.
Pessoas a que se refere a declarado supra.
I Amalia Vicencia do Espirito Santo.
Ricardo de Souza Ramos.
Manoel Turiano dos Reis Campello.
Joaquim Pedro de Mello Homem
Jeronymo Cesar Marinho Falcao.
Jos iuarle Caliste.
la das sessoes do conselho administrativa ~ V '. ; or- ",spT" nP01nr",n" Prc-
fornecimento do arsenal de guerra, 22 de v"f.a'' "> cumpr.mentft da ordem do Lxm. Sr.
oieim.-RentoiosLameJa Lis, co- P"""WJ?* P*** 1,, -
diversos gneros,
de 200 folhas para carga do fardamento; 1 livro ^'"e Manoel Adriano de Albuquerque lelo.
de 200 folhas para termo de juramento.
Quem quizer vender taes objectos apresenti
as suas propostas em carta fechada na secre'aric
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 2
de julho prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administiativo' ~ 9 lm- Sr. )nspeflor da tl.esoura.ria pro-
bara
junh
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereirc
Lobo, coronel vogal secretario interino.
De ordem do lllm. Sr. Caetanp Pinto de
Veras, juiz de paz do 4 anno do 1.- distrido da
freguezia do S. S. do bairro de Si-nto Antonio
desta cidade do Recife, so faz publico a quem
convier, que os ociaesde juslica quelrabalham
perante este juizo sao os abaixo declarados, nao
podendo outro qualquer funecionar no mesmo
juizo, sem o competente cumpra-se. Recife 20
de junho de 1860.O escrivao,
Joaquim da Silva Reg.
Miguel Moreira de Souza Maia.
Braz Lopes
Albino do Jess Bandeira.
Joaquim Das Marlns.
Francisco Joao Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chagas.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandesde Souza.
Francisco Manoel de Almeida.
Amancio Godofredo Lucas.
Francisco da Silva Nerea.
Jos Filippe de Medeiros.
Manoel Joaquim do Nascimcnlo. '
Francisco de Paula Real.
Agoslinho Jos dos Prazerea.
Jos Chrispim d'Asaumpco.
Manoel Goncalves Branco,
Joaquim Jos da Rosa.
O conselho ecrvnetnieo do btalo* ,e ,n"
fsnlaria n. 10, tend^ de contratar <* *oe/0S ah"
menlicios de r.rimeira qualidade. Jaixo declara-
dos, para fornecimento de soasfM?' no segn-.
fazer publico que a arremataran dos impostos da
comarca do Limoeiro foi transferida para o dia
28 do mesmo, servindo de base para a arremala-
co o lanco cuereado pelo lcilinle Bento Jos
Alves de Oliveira
E para constar se mandou afxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesousaria provincial de Per-
nambuco 23 de junho de 1860.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Repartido da policial.
Secretara da polica de Pernambdco, 4 de ju-
nho de 1860.
O lllm. Sr. Dr- chele de polica manda faz*-
publico, para conhecimento dos interessados.
disposicoes doaitigo72 do regulamenlo 1^
de 31 de Janeiro de 1842.
Nao se conceder passaportc ddado Bra-
sileiro, para porto eslrangeiro. estrangeiro.
ainda que seja de um par olra provincia do
imperio, sem que sua *** 8''i, previamente
annunciada nos jora*** Xtcs J,iis pelo menos.
Onde nao hoflveri" aunoacios se affixari*
na porta da "* da freguezia, e nos lugares
mais publi- ...
c S o**5* de necessidade urgente e especi-
ficada ** dispensar essa formalidade aoa qne
pr##i(irem flanea idnea.
< O fiador s reaponsabilisar ueste eaao pelas
duvidas do afflancfldo. a se sugsilar a pena de
multa .110 2008000 no caso de se mostrar que o
afliancado procurou por esse meio evitar qual-
quer responsabilidade.
Conforme.O sccrelario, RuQoo Augusto 4*
Alraeia.
^^L


V
*

)
MIO.T!^PER^;i|BUCO .. SEGUWP^fr^ >g Dg JIJNH0 0R
t860.
THEAT
visos diversos.
DE
SANTA ISABEL
COMPANHIA LYRICA *
DE
Tcr^afcira, 2G de junho.
Priincira recita de assignatura e da piiraeira serie para os camarotes.
. -O aoiivo assignado avisa ao Sr. Jos Ro-
drigues freir, quetenha ahondado de ir iw o
penhoT que lera na ra do Amorim n. 86, no
prazo de 8 diss, a conlar da dala desK, e ao o
azendo perder o direilo ao mesmo. Heeife. 22
de junho do 1860.
Antonio Jos de Sampaio.
Precisa-se de n ciloi
Uepresenlar-se-ha a opera cm les actos, do Boilini
As 8 horas cm ponto se dar principio, e para maioc cornmodidade de publico, o ihealro
oslar abfrlo meia hora anlcs.
Exisiem ainda buhles de camarotes e cadeiras para assignarem-se, ou para seren vendidos
no dia do espectculo, desde 9 horas em diaote juntamente aos de platea.
* Precisa-sc de urna senhoru que saiba bem
c".iraeiras lettras, francez, piano e musir, para
tomar conta da educaco de sois meninas, em
un engenho da freguet'ia da Escada : a tratar na
na do Imperador u. 89, segundo andar, entrada
pelo boceo do botequira do Paiva.
Paschoal Mandarino e seu llho, Napolita-
nos, reliram para Europa.
O Sr Domingos Henriques de Olivcira tem
uma carta na ra do Vigario n. 9, primeiro andar
Aluga-sc a excellentc loja da casa da tua do
. para -o engenho.
Mussupinbo, distauto desta praca -seto* legoas,; Co"e?io n- 17, lado do caes ; a tunar no primei-
preferindo-ss portugus da Oha de S. Miguel i ro andar da d'
quem se julgar habilitado dirija-se ra do L- Jos Marta da Molla c Silva, subdito por-
vramento,
tratar.
oja n. 8, que ochar com
quera
tuguez, vai ao Rio Grande do Norte.
C0.WAMIIA DA VIA FRREA
RECIPE AS. FRANCISCO.
Avisos martimos.
Para Lisboa, sahirft at o dia 10 de julho
prximo o patacho portuguoz Marta da (loria,
por ler grande parle da carga prompta : quera
ncllo quizer carregar ou ir do passageni, Irata-se
com os soiis consignatarios Francisco Severiano
Rabcllo & Filho, ao lado da Asscniblea G.
Lisboa,
Vai sahir em poucos dios com a carga que l-
ver a barca
Vencedora:
quem quizer rarregar ou ir de passagom, para o
que tem excedentes corarnodus, dirija-se aos
consignatarios Carvalho Nogueira & C, na ra
do Vigario n. 9, primeiro andar, ou ao capitio
na praca.
Cear.
Scguo com brevidade o palhabole Sania
Cruz, recebe carga a froto e passageiros ; a tra-
tar com Cactano Cyriaco da C. M. no lado do
Corpo Sauto n. 25, primeiro andar.
Previne-scao respoitavel publico quo do dia
Io de julho (inclusivo) em dianle, at segundo
aviso ser supprimido o trem dos domingos e
Uias santos que parlia da villa do Cabo s 5 horas
d larde e vollava das Cinco Ponas as61|2hor.i3.
Vende-se uma escrava de 9 a 10
annosde dade, multo esperta e dili-
gente no servico de casa, cose perfeita-
mente chao e az labyrintlio: quema
pretender dirija-se ao largo do Carmol
n. 16.
Compra-se
o guarda livros moderno ou curso com-
nleto de instruccoei elemantares sobre
a$ operacoesdo commercio, por Jfianoel
ITeixeiraCabral de Mendong* : na pra- !
?rt cu da Independencia l.vraria n.6e8.
limeasa deJ. Prneger & C. ra
da Cru2 n. 11, vndese presuntos mu i i
tonovos despachados ltimamente.
Taberna.
Vende-se a taberna de ra das Cruzes n. 21
Manlema francezal *."*ni... .*. 0 caneca.
| ha para vender 12 pipas de mel do rauito boa
qualidade ; nr mesma casa ha um moinho o tor-
rador de caf.
Milho a .|j> e farolo a 43500 : na taberna da
estrella do largo do Paraizo n. 14.
orphaos.o agentellyppolito vender' em
leiao o espolio do seu fallecido marido
J. E. Koberts, consistindo em guardas-
roupas, camas de casal, commodas de
Jacaranda' e muitos outros artigos de
gosto, e bem asstra um exce'lente ca-
briolet americano, cavallos, uma sxcel-
lente vacca solteira e urna pequea ty-
pograpliia : segunda leira 25 docorren-
te, as 11 horas em ponto, na ra do Tra
piche, casa em que
ttntia cscriptorio.
PELO AGENTE
(EiliPIBffiil
DAS
Messagcrics imperiales.
Al o lira do mez espera-se do Rio de Janeiro
o vapor francez Guyenne, commandante Enout,
o qual depois da demora do eostume seguir pa-
ra Bordeaux locendoem S. Vicente e Lisboa, pa-
ra passageiros, encommendas e etc., a tratar
na agencia ra do Trapicho n. 9.
REAL coimniA
Anlo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em diante o va-
" '.'u;'">"1 o deDuIs da demnrn itn i-ntiumo
seguir para os portos do sol. Passageiros etc.
a tratar com os agentes Tasso Irmos.
Para o Aracaty.
Segu com a maior brevidade possivel o hiale
Gralido. por j ter a maior parle da carga
prompla ; para o resto e passageiros, dirijam-se
ao Passeio Publico n. 11, ou ra do Cordoniz
n. o, casa de Pereira & Valcnlc, no Forte do
Mallos.

O referido agente far loilao por ronta de quem
pertcncor, segunda-feira 25 do oorronle, s 11
horas da manha no armazem do Sr.^Annes de-
fronlo da alfandoga
I)E
SObafriscom mantoiga franceza superior.
40 meias oom dila dita desembarcados do ulti-
mo navio..
4 prazos e com ga-
rantas.
RA DA CADE!A DO RECIPE N. 55.
A requerimiento dos depositarios da
massa fallida de Clauiano Oliveira e
despacho do Exra. Sr. De. juiz especial
do commercio, o agente Hyppolitoara'
leilio das fazendas, arma rao e dividas
seus
Attenco.
A baroneza da Victoria,
filhos Jos Joaquim Coelho, Joa-
quim de Gusmao Coelho, Horacio
de Gusmao Coelho, Demetrio de
Gusmao Coelho, Virgilio de Gus-
mao Coelho, Joaquina de Lemos,
Guilhermina Borges Diniz, Amalia
de Freitas Henriques e Olympia
de Gusmao Coelho, seus genros e
ora Joao Hermenegildo Borges
Diniz, J ao Pinto de Lemos J-
nior, Joao Antonio de Araujo Frei-
tas Heniiques e Adelaide^ Rodri-
gues Coelho, agradecem cordial-
mente nao s as pessoasque sedig-
uarara acompanhar o cadver do
teen te general barao da Victoria,
seu presado esposo, pai e sogro, de
casa de sua residencia no Mondego
a greja de N. S. da Conceicao dos
Militares, e no dia seguinte assis-
tiram ao Amera 1 que se celebrou
na dita greja, ed'alli acompanha-
ram o fretro ao cemiteiio publi-
co, se nao a todas aquellas que
lhes derara provas de pezar pela
moi le do ,mesmo tenente-gencral,
e as convidam a que lhes
honra de assistirem a i
Espectculos lyricos.
Cigarros superiores de manilha. do Rio de anelro, hespanhoes, havana, Para e palha de mi-
lho propnos para os intervallos do Iheairo lyrico : na ra da Cadcia do Recife n. 15 toja do
(0iiiri(e@iiiEi(saM
aa
me
M
i

GRANDE ARMAZEM
DE
r.<
:;<
fax*
wCt
s5e
-.
55
sC Acha-senadirecqaodaofficinadeste acreditado armazem o hbil S
W ^t,Sla.Fanc,codAssisAvellar, antigo contra-mestre do fallecido W>1
^ Manoel Jos Frrea. O respe.tavel publico continuara- a cncon- 35^
Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
3>2
H |r emdito armazem um grande e variado Mrttmi
de
K6g
ruuPa ^
^| ettas, come- sej,,m: casacas, sobre casa cas, (raques, paletots de panno
S fio de catemira de cores, de merm, bombazina alpaca preta H1
s->3 e decore, ditos de bnra de lnho hranco, pardo
s>>>3 de casemtra preta e de cores, ditas de merino, de
e de coi es, o-Iras ||j>;
J% de princeza, de brinj w!)
;< \ gorgu. ao, ditos de set.m preto e branco, ditos de merino para luto %?
Iarain
. ^ ditca de fustao branco e de core, paletots, casacas, jaquetaa, calca. |
! ^ 6 colhetes Para meninos de G a 12 annos, camisas, seroulas. chape'o S<
>^ e eravataa pretas e de cores, libres para criados, fardamentoa rara W>~
P a {uard nacional da capital e do interior. g>|
S AProraPtauise becas para desembargadores, lentes, juizes de di- *< ->>yS re'to, mun.c.paes e promotores, e vestidos para montaria. Naoapra- s
S dando ao comprador algumas das roupas leitas se apromptarao ou- S3
$i t,a8a 8CU Rosto- (lt,er com fazenda sua ou do armazem para o que ^
US t1tm eacolbidose habis offictaes, dando-setoda e qualquer roupa no
9em da convencionado. r ge
Publicacao jurdica.
Ramos n. 2, pscriplorio, ou ra Augusta n. 9
com Prxedes da Silva Gusmao.
No pateo do Terco n. 2, fabrica de clmu-
em um so lote, sob p ropos tas, a prazos los- preclsa-se de um eaizeiro que emenda do fa-
Vendem-se Iros moradas de casas terreas no
lugar d-i Capting.1 volha, com bnns quintaos o
biias frucleiras : quem quizer compra-las, diri-
ja-se a ra do Oueimado, loja de miudezas o. 63
iue achara coiu quem tratar
Juan Aiif.lada, subdito hcspanhol, relira-se
para o Rio de Janeiro.
D-se 200$ a juro sobre penhores de ouro
na ru Imperial n. .j.
denles, que do Qm do presente mez rm diZ ?llC0Sl sJmplcs aadam ; porque a todos in-
- Aluga-se o primeiro andar e armazens a, ^ d^eri>s ^",r^s que dellas nascem.
casa ii. 15 da ra do Vigario : a tratar no caes do
:sg
NSHHmiimn
^N 'N /% m i m ew evr M w m Pv p -.
ni os
harutosde Havana.
ecom garantas
Riode Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Al-
nran/e. pretende seguir com muila brevidade
tem parte do seu carregamcnlo promplo ; para
resio que falta Irala-se com o seu consignatario
Azevedo & Meodes. no seu escriptorio, ra da
Cruz o* 1.
rente n*
loja.
9 lc
tei e.-f ira
da tat-Jt;
26
na
do cor-
mesma
Consulado de Franca
zersorvele e nlgmn.i coma decozinha
casa precisa-se di
m
. na nies-
ia casa prccisa-se de 4 officiaes de oharuteiro, e
;a-so ue~
rara
aracaty
Hiale Scrgipano ja lera parle da carga, para a
reslo Irata-se com Marlius & Irmos : ra do
Madre de Dos n. 2.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O agente desla rompanhia precisa contrallar o
forncciuiento do carvo e.ardiff, nesle porto, para
os seus vapores, sendo posto a bordo pelo preco
e coudicces que se convencionar: quem preten-
der fazer tal rorneciraenlo offerecendo os garan-
tas e liubililages para fazer esse contra lo,queira
dingir-se ra Jo Trapiche cscriptorio n 40
onde achara lodos os esclarecimentos que deso-
jar obler e desde logo peder levara sua proous-
a al o dia 27 do corrente. F P
A retjuerimento do capito Jos Au-
gusto Boanssier da barca franceza Al-
fredo eClaire em reparos neste "porto e
por autorisacao e confianca do Sr. cn-
sul de Franca, o agente Hyppolito da
Silva vender' em le lio urna quantida-
dede pipascom vinho do seu carrega-
mento sullciente para realisar a quan-
tia de cerca de 30:000$ necessaria para
pagar suas despezas neste porto : terca-
feira 20 do corrente as 11 hores em
ponto no armazem alfandegado do Sr.
barao do Livramenlo no caes do Apollo.
LEILAO
DA
Escuna Linda.
Jera.
Raphael Hazzizo, subdito francez, retira-sc
para a Bahia.
Fortunato Gobin, subdito francez, relira-se
para a Bahia.
, ~ Sr. Jos Alfonso do Reg Barros lenha a
bondade de se dirigir loja da ra do Crespo n. i
0, que se lhe desoja fallar.
Jos Galli vai ao Rio de Janeiro.
PreriKa-se de um fomeiro na ra da Sen-1
zal ISova n. 30.
f c l)rA"g"s|o CarneiraMontoiro da Silva A
?g Santos, medico operador e parteiro pode S
i# ser procurado na casa Je sua residencia i
gl na na do Rangel n. 16.
Compram-se effeciivamenle meias garrafas1
que foram de cbampanha : na ra larga do Ro-'
sano n. 36, bolita.
Cobertores
Anna Maria dos Anjos, I.uiz de Franca
S"uto, Anna Francisca de Salles. Manoel
Francisco de Salles, Baymundo Nonato da
SHveira Sonto, Adelaido Francisca de Sal-
les, renassados da mais pungente dor pola
mo.-le do seu presado filho, mano, cimba-
do, sobrinho e lio Jos de Araujo Soulo.
?em pelo prsenlo agradecer a todas as
pessoas que se dignaram assislir ao enterro
c acorapnnhar o seu cadver ao cemitorio
publico, ecom. especialidr.de a irmandade
deN S. da Conceicao .tos Mililares.e pedem
desculpn a todas as pessoas que nao foram
positivamente convidadas.
1 Progresso na cidade da
Victoria
DE
No da 26 do corrento, as 9 horas da ma-
nhaa, depois da audiencia do Sr. juiz de paz de
i S. Jos, na porta do sua residencia, na ra de
s.8. drez, carnudo e carregador baizo, rauito novo o
Vendem-se excellenles cobertores de laa
ros, porcommoJos precos, por grosso e a reta-
%T;2aTdraV^r: 1reC",nTda- i ^ = em'eiror 'e,^ucao,'ae L:8r
"gasalhnr osseus escravos : a tratar na ruada
Imperalnz n. 18, outr'ura aterro da Boa-Vista.
REALCOMPAM'UA
DE
Paquetes inglezcs a vapor.
At o dia 28 desle mez espera-se da Europa o
nos Magdalena, o qual depoia da demora do
mSRU2Seg'Ir4 prra 8 Ri0 de Janeiro '""do
ihent hP"" paT*ens e,c- tfla-8' com os
Notn,Aara8n'Howic&C-ru I T.apiche
Rio Grande do Norte e Afau'.
A. barcaca Nora Esperanca ainda recebe car.
a a frete para os porlos ind*-- "-
ra da Madre de Dos n. 2.
O referido agente fara' leilao por con-
ta e risco de quem pertencer. terca-
feira 26 do corrente ao meio dia em
ponto na porta da astociacao commer-
cial
DA
Escuna Linda, com mastros, mastareoa,
amarras. pannd, pregada e encavi-
Hiada de cobre no s o casco como
tambem o convea, a qual se acha
undeada no anooradouro do fabrico
onde os pretendentes podero exa-
minar.
LELO
na
Leiles.
LEILO
A requeiment de Eliaabeth Roberto
e por deapacho do Dlm, gr. Dr. juiz d
Segunda-feira 25 do corrente,
O agente Omargo fara'leilao aegun-
da-teira 25 do torrente, de uma caca de
pasto sita na ra' da Senzala Nova n.
16, a qual consta d6' moveia pertencente
a meama, loucaa, utensilios de coainha
e man objectoa. No mencionado dia as
11 noraa em ponto.
Mana Candida da Rocha Lnmaehi e seus
filhos Nicolao Lumacl.i V'jeira da Rocha
Mara da Conceicao Lnmaehi Vieira da Ro'-
cha e Fernan.to I.umachi Vicir- da Itorha
sua irmaa Mana Procopia de Almeida Ro-
ha, aiiisogra Francisca Maria de Campos
RiheiroLumachi de Mello, e sens cunhados
JaoomeCerldo Maria Lumaclii de Mello
Joaquim Urba-io Lumachi de Mello e Joo
Ca os Lumachi de Mello, rom por meio
desle jornal agradecere-n, nao s as pes-
soas qe se dignaram de assislir ao funeral
que se celabrou no convenio do Nossa Se-
nhnra doCarrro. c d'alli acompanharam os
restos morii.es do fallecido eaoilao de mar
c guerra Fernando Vieira da Rocha para o
eemilcno publiro, como tambem agrade-
cen! parlicularniento aos Illms. Srs. Jos
Avclino da Silva Jacjues, primeiro lenle
da armada nacional e ez-proviccial Frei
Jorge de Sarrio Anna, aos religiosos car-
melitas, pelas maiores provas que derara
de arairade e estima ao tinado, e convidara
de novo a lodos os amigos do mesmo.que
ibes facam a honra de compare.erera no
du>ido correle, para assislfrcm a missa
do seumo dia que so ha de dizer s 7 horas
da niauhaa no convento de Nossa Scnhora
do Carmo pelo repouso de sua alma
Uma senhora solteira e honesta se oflerece
para ensunr em casa particular de qualquer fa-
milia nesta cidade, ou em seus ai rabal des., ag
primeiras lelras na forma dos estatuios das au-
las publicas, asstr.. como todas as qualidades de
costuras imples < bordados, para a que dar
rrecisa-se de uma mullier livre de boa ;-:;
@ conduela, para servido do costura o en- ^g
@ gommado em urna casa de familia : a tra-
lar na na da Imperatriz u 48, segundo @
Na ra do Destino n. 3, so aluga um mole-
que cozmlieiro, copeiro e comprador, afiaticando
o seu scnbor a sua boa conducta.
Treciza-se de um hornera para trabalhar
em um sitio, devendo dar ennhecimento de seu
bom comportatnento : a tratar no paleo de S.
Pedro n. i.
Precisa se alugat uma escrava que soja fiel,
para lavar roupa. dar asna e vender na ra: na
ra da Guia n. 40 2o andar.
Apromptam-se jantares para fra cora as-
seio c por preco coramodo: na ra da Guia n. 40
2U andar.
999999 3@
Francisco Xaxier de Salles Cavalcantc de Almeida
NO
Palco da Fcra.
0 proprietario desle estabelecimenio, como se icha cora um granle o completo soni-
menlo, lendenle a moldados, ferragens e miudezas convida portanto a todos os moradore SS
desta cidaJe da Victoria, sendores de engendo e lavradores queirara mandar suas fefc
encommendas no Progresso do pateo da Fei.a, pois s alii encontrarao o bom e barato, &
visto o proprietario estar resabido a vender, tanto em grosso, como a rculho, por menos I
do que em outra qualquer pane como sejam : ^<-
L2 m,arrae!ada ,le 2 libras a 140. rascoa com d.fTerentes qualidaJaa de doce |
por2?POOO, latas de soda contundo nove qualidades a 2#000, azeiionas muilo novas 9
passas de diias, vindo de todas as qualidades de 50: a 2,5000 rs a garrafa, licores |f
francezes de lodosas qualidades, edampanbe, condaque .le .litis, louca fin, azul, pinta Ja, S
e branca de tojos os padroes, ameixas era compateiras e em latas a 1?000 rs a libra
latas do peixe de posto por 2000 rs banda de porco refinada, aramia, fatias, bolacdi-
t.ha ingleza, b.sco.linl.o, eoulras mais qualidades de massas finas, massa de tomate em
latas e a retall.o, letna, macarrao, talharim a 800 a libra, verdadeira goniTia de aramia
insenso de todas as qualidades, espirilov de cravo, canella, e alfazema, verdadeiros pentes
a tmperatns, e de lar taruga de 9->000 a OOOO cada uro, Iranca o franja de seda fe-
cl.adoras de broca, pregos em quan'ilade do lodos os lmannos e quali lades e oulros
mullos objectos que por so tornar enfadoubo deixa de os mencionar,
Attenco.
Sodr ( C-
Ra estreita do Rosavio
numero W.
Avlsam aos seus freguozes que receberara
manteiga refinada ora frascos, e smendoas con-
feitsdas, ludo de superior uualidade, viudo polo
vapor Guiene.
= O juiz de direilo aposentado!..., e abaivo
assignado, prope-se [como uliimn recurso!...
'Iciitro da espliera de suas habililacoe) a exercer
a nobre e sublime prolissiio de drogado ; ou
seja cspecialmenla no foro e Iribunaos desta ca-
pital, ou soja no de qualquer dos termos eco-
marcas da provincia. As pessoas que se quizo-
rom ulilisar de seus fracos prestimos, o podeao
procurar em todos os dias que nao forera sanios
ou feriados, desde as 9 horas da mintiaa al as 3
da larde, na casa de sua residencia actual, na
ra outr'era do Collogio e hoje denominada do
Imperador n. 42, e cxiraordinaiiamenle em outro
qualquer dia e hora : assegurando a lodos quan
Vai a quem tocar.
2.a
proverbio, ca Ij um d o que tem.
que in por si niejulga por corlo rae nao
ofTende.
3. quem mais pede menos alcanca.
Agora acresoontarei. a raposa querendo comer
das uvas que Heos linda Boato em bom p, c ao
depois de lor usado de todas as cslratogias, e lef
pillado a nao mais, disse, os'ao verdes, so de
pessima qualidade e de cor, e por isso nao as
quero. Com isso Dea saiisfeiio quem ve muito,
ouve mais, e falla pouco.
Attenco.
.
Um moco brasileiro, com pratica do G anuos do
commercio nesta praca, e ha pouco desarruma-
do, se ofTeroce para lomar conta de uma casa
commorcial de fazendas por bataneo, presta llan-
ca egarante o bom desempeiibo dess prolissao :
quem de seu prestio so quizer ulilisar, dirija-so
a ra das Cruzes n. 41, loja, deixando seu nonie
favorecer nao : f^ncia para ser procurado,
esomponho do __-R/<'"l'or.-.ha Joaquina de Al
ios se dignarem assim houra-lo e
s toda a diligencia e desvelo no desorapenh'o d .~ -nliorinlia Joaquina de Almeida Leal,
lao importantes devores, se nao tambora uma il- 'u!a dl! seu noJ" marido Manoel Carneiro
limitada gratidao. Outro siin (permilla-se-lhe Lea1, Psla Pr!dendu o invenlarlo pelojuizo dos
declarar raui explicitamenlo) que patrocinar i ^Pl"10". Pfi-nvao Bnlo : as pessoas que se jnl-
gralis a quera querque nao estoja as cirenms- f?"e,n crodorjs do mesmo casal, queiram justi-
*
m
tandas de renumerar seus servidos.Jos Fran-
cisco Amula da Cmara.
Precisa-so de um pequeo de 12 a 16 an-
Curso pratico e tdeorico de lingua fran- nos paracaixeiro de taberna : a tratar na iua 1)1-

ceza por uma senhora franceza, para dez.
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-"np
t mana, das 0 doras al meio dia : quera 4
quizer aproveitar pode dirigir-se a ra da <
9 Cruz n. 9, segund andar. Pagnenlosb
5* adianlados. S
-1 Eiras & Irmo declaram ao publico e ao Sr.
arrematante dos espirito* nacionaes, que desde o"
dia ultimo de junho deixam de vender bebidas
espirituosas era sua taberna sila na travesea do
pateo do Paraizo n. 16; e para que depois nao
se cha mera a ignorancia, faz o presente
nuncio.
Padre Thomaz Coelho Estima
Ingal.
Francisco Alvos de Pinho vai ao Cear no
prximo vapor,
Francisco AUes de Pinho, durante a sua
ausencia, deixa encarregado da gerencia de sua
ra primeiro
an-
val a Por-
llanca a sua conducta moral; pode ser procura- sa ao Sr. Joao Carlos de Lemos e
do na ra da Penha n. 17. segundo andar.
O baxo assgnado, encarregado da desin-
fecto como deve cnnstjr aos senhores inspeclo-
res de quarleirao, pela circular do Illm. Sr. Dr.
edefe de polica aos senhores subdelegados, a
qual datada de 10 do maio corr nte, faz scio'n-
le aos sendores inspectores, quo logo que se de-
rera casos de angina, escarlatina e outras moles-
lias que grassam epidmicamente, avisera ao
mesmo abriso assigoado para mandar proceder
desiufeeco tmo por ordem superior foi deler-
ininado.Jos da tlocha Parando?.
O Sr. Emilio l.aurence, tendo de fazer uma
viagem a Europa, dei'ta encarregados dos nego-
cios da sua casa o seu i/mao o Sr. Achule Lau-
rence e o Sr. Ad Regord.
lugar, e em segundo ao Sr. Francisco Jos Al-
vos Guimares ; o por seus procuradores os Srs.
Jos Jeronymo Monteiro e Domingos Rodrigues
de Andrade.
Pedro Garrido, subdito hespaubol, relira-se
para fra da provincia.
Almeida & Burgos, fazem scienle a quem
convier, que o Sr. JoeTellesdo Mello.deixou de
sor caixeiro de sua casa, desde o dia 22 do cor-
rale.
Precisa-se de uro caixeiro de 12 a 14 an-
nos, para uma laberua, .dos edegados ultiraaraen-
lo de Portugal, dando fiao'or a sua conduela : a
tratar na ra da Praia n. 8
Domingos Marlini.Pontetr, relira-se para o
Rio de Janeiro.
reita n. 95.
Aviso.
J. Falque participa os seus freguozes que elle
acaba de receber pelo vapor francez Guiene,
um pequeo sorlimento de luv.is de pellica Jou-
vin, bolinas Mellis para domens, ditas todas de
duraque preto e de cor para senboras; assim co-
mo por lodos os vapores recebor-um sortimenlo
desies e outros objetos, quo vender sempre por
preco razoavel.
Pede-se ao Sr. Carvalho, director da com-
panhia dramtica de Apollo, e ao ador Lena,
lenham a bondade de vir a taberna da estrella do
largo do'Parairo a negocio que nao ignoram, e
lhes protesta para qualquer lugar que so retiren
lhes far u mesmo pedido.
Em praca publica do juizo dos feitos da fa-
zenda provincial se bao de arrematar por venda :
Uma casa terrea na ra do Bom Gosto, fregue-
zia dos Afogados n. 19, com 18 palmos de frente
c 50 de fundo, pequeo quintal era aberlo em
chaos foreiros, por 50g.
Outra dila oa mesma tua n. 21, com 18 palmos
do frente e 50 de fundo, quintal em aberto, e
edios ieiros, por 503, as quaes foram perfora-
das aos herdairosde Joaquim Caetano da Luz.
Dm terreno na travessa da ra Real n. 15, com
20 palmos de frenje e 200 de fundo, com os ali-
corees da casa que outr'ora exista por 300, o
qual foi pennorado viuva de Vicente Perreira
dos Sanios.
'Os pretcndenlos compcre$am na sala das au-
diencias, as 10 horas da minha do dia 21 do
crtenla mez dejando, que a ultima praca.
licar para sorein atlendidos as partilhas.
O Illm. Sr. regodor do gymnasio manda
avisar aos pai?, tutores ou correspondentes dos
alumnos internos, meio pensionistas c externos
do gymnasio, que no dia 22 do ro-renie princi-
pia o rccebimcnlo das mensalidades correspon-
demos ao lercelro qnarlcl do 1.- de julho ao ul-
: limo de setembro do corrente. Secretaria do
gymnasio provincial de ternambuco 21 de junho
de 1660.O secretario, A A. Cabral.
Carros funebres.
Agr, administrador deste oslabelociroenlo silo
em um armazera pertencente ao convento de S.
Francisco confronte a casa do Illm. Sr, Dr. Sar-
ment, tem determinado aos boleeiros da co-
edeira que administra que quando forem osear-
ros oceupados com os cadveres, quo vio a pas-
so : pede, pois, aquellas pessoas que alugarero
ditos carros, que quando os boleeiros se fnrla-
rem a cumpnr o que tem dtlerminado, que o
avisem para providenciar; assim como, as horas
que fixarem paro o enterro nao seja espassada
para que nao apparecam reclamacoesda parle da
outros que lm concordado em huras mais aden-
le ; agraderendo ao mesmo lempo ao publico e
aos seus amigos a cooperario ccoDlanca que Ido
tem prodigalisado.
Attengo.
Ao Sr. Lulz Jos Marques.
Jos Manoel Ferreira Guimaries faz scienle Sr. arrematante de agurdente, que desta dala
em diante, deixa de vender agurdenle de pro-
ducto brasileira em sua taberna sila na praia do
Ca deireiro a, 2 A. E para que nlto seja de novo
colleado pelo Sr. arrematante, se faz o presente
annuncio alim de proveuir a ignorancia e vrar
de quesles para o futuro.



..i~^i J?1"ln,u,l,se ^ilveira. invenuriaolo do ca- f'4Wi I IICU.UD Wl Vin a-----------
sal do lliiado Marcolinode Borja Geraldes, convi- L\M LIJN^IlKAaLIilKA'
daa lodasaspessoas quo sejulgarera credorasi a f^Llan C., T j
do fallecido, a apresenUrera ao annunciante, na iWOlUeil SOliare, LOndrCS.
J. G. OLIVEIRAtendo augmcnlado. coni to-
DURIO DE r-EftSAMBCO. SEGUNDA FEIBA 85 DE JllNHO OE ,860
>>
mar a cftsa contigua, ampias e escolenles ac-
;commodacoes para rauito maior numero de hos-
j pedesi novo se recommeoda ao favor e.lem-
branca dos scus amigos e dosSrs. ajantes que
visitem esla capital; continua a prestar-lhesseus
sorvicose bons oflicins guando-o cm todas as
cousas que precisem conhecimento pralico do
paiz, etc.: alm do portuguez e do nslez ialla-se
na casa o hespanhole francez.
agencia dos fabricantes america-
nos Gn.uver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & C. ra da Scnzala Nova n. 52.
Francisco Jote Arantes previne a
seus freguezes, que mudou o seu arma-
zem de raateriaes da ra do Imperador
(antiga da Cadeia de Santo Antonio) pa-
ra o pateo do palacio da presidencia
lioje Campo das Princezas, ao lado da
reparticao das obra publicas.
\
ra da Cadeia do Recire n. 3. seus ttulos am
de serera devidamente avahados.
Precisa-se alugar urna
escraya.
Quem tiver e quizer alugar" urna escrava para
casa do muito pouca familia, tendo as qualida-
des seguinles: que seja muito flel e humilde,
que cozinhe soffrivelmente; dirija-se a ra do
Queimado n. 46. loja, caodo o senhor responsa-
vel pelas qualidades exigidas.
O bacharel Antonio Luiz Cavaleanti de Al-
buqucrque vende, com autorisacao de sua mai,
alguns terrenos para ediflcar.no siitio onde mora,
na ra do Palacio do Bispo n. 1.
Quem precisar de tres escravos poralugucl,
dirija-so a ra do Hospicio, primeira casa do la-
do direito, passando a Faculdade, que ochar
com quem tratar.
Saino a luz o 3 tomo cas biopra-
plnas de alguns poetas, e outros ho-
rneas illustre da provincia de Pernaal-
buco, pelo commendador Antonio Joa
quim de Mello. Contm as biographias
de Luiz Francisco .Je Carvallio Couto,
Jeronymo de Albuquerque Maranbao,
Alvaro eixeira de Mac,do; e Joao
Antonio Salter de Mendone.:i ; versos,
entre os quaes 50 odes anacrenticas,
uma noticia ttere: sate do levante de
Goiamia em 1821, c noventa dous
documentos mneditos. Por ora em
mao do autor.
O Dr. Joao Perreira da Silva mudoii-se
roa do Rangcl para a do Livramento D. 26, so
bra.lo do Sr. Manoel Btiarque de Macedo, defron-
te de sua anliga habilaeo. A grande pratira de
auscultarlo reconhecida por quasi todos os seus
eollogasaesU cidade torna-o recommendado no a
aiagnostrco das molestias dos pulmoes e do cora- i francez e piano na cidade c nos rrabal-
eao ; assim como para verificar o estado de san- JE des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar,
de dos escravos que so desejam comprar. Pelo S*"^.*,*1 I
crescido numero e variedades de operaces que
lia ferio com l>om resultado cm o czerdcio de
mars de 20 annos, se julga habilitado para prali-
car tuda e qualqiior operacao cirurgica por mais
delicada e diUicultosa aue soja.
mmsmm wtm mmmmm
ltoga-se ao Sr. Antonio Francisco de 3
V Azcvedo, que lerou em 19 do abril dous >
pares de borzeguina para senhora (amos- 3j
^ ira) qneira levar a iiicsma loja o seu im i
3j= porto ou a f.izenda.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se achara venda, lodosos dias no cs-
criplorio das niesmas loteras na ra do Impe-
rador n. 36, e as casas commissonadas pelo
mesmo Sr. theso-iri'iro na pr.ica a Indepen-
dencia ns. 14 e 10 e na ra Nova n. 5G, os br-
inetes e meios da ultima parle da oitava e pri-
meira da nona lotera da matriz da Boa-Vista
desla cidade cujas rodas dovero andar impretc-
rivplmele no da 7 ile julho prximo futuro.
Thesouraria das loteras 16 de junho de 1860
J. M. da Cruz, escrivo.
Bolliuhos.
Bandejas enfeiladas com diverso goslos, dos
melhores bolinuoi do nosso mercado, em porcao
de libras ou a rcialho, que con-ervam-se muito
para embarque ou viagem ; as-:im como pudins,
pastis de nata, creme, tortas, ou outra qual-
quer pastelera oora desserl: lambem preparam-
se bolos finos paia o lempo de S. Joao e S. Pe-
dro, das meihorei qualidades da massa molhadn
e secca superior, ludo com o melhor asseio, e o
mais cm conla do mercado, dirija-sc a ra da
Penlia n. 25. pora tratar-se.
I DENJES |
S ARTIF1CIAES. I
iRuaestreita do Rosario n.3|
# Francisco Pinto Ozono colloca denlos ar-
tiliciaes polos .loussystemasVOLCANITE, (g
chapas de ouro ou platina, podendo ser
t procurado na sobredila ra a qualquer
hora. M
$& t&* Recebeti-se pelo paquete
9 francez novos vestidos de oiranlique e W
grode-fric, manlcaux para sahida de thea- We
? Iro e muitos objectos de novidade pro- *
=g prios para senhoras S&
Loja de marmore.
MHK3wse9gs m^w^ esemmn
Na ra da Cadeia do Recite n. 38. primeiro
andar, precsa-se fallar ao Sr. solicitador Manoel
I'ereira de Magnlhes.
O Sr. Andr Alvos da Fonseca Jnior qtioira
por favor ir ou mandar ra Nova, loja n. 7, a
negocio que nao ignora.
* ^Lices de francez M
piano.
Madcraoiselle Clcmence de Hannelot 9
de JJaiifievillecontinua a dar licoes de 9c
DinheirS -
^
sobre penhores, por mdico joro ; na ra do Li-
vramento. sobrado n. 19, se dir quem d.
Joaquim Alvos Nones relira-se para a Eu-
ropa, a tratar do sua saude, levando em sua com-
paribia um criado.
Antonio Pires de Oliveira, faz publico e pelo
presento .scenlfica ao Sr. arrematante dasaguas-
dentcs.quc do fim do presente mez em dianle dei-
xa de vender osse genero na sua taberna sita na
ra da l'raia n 2. Recito 18 de junho de 1860.
Na ra Dimita n. 8i, precisa-se de um for-
neiro para uma padara na cidade da Victoria
que trabalha pouco.
Na padaria das Cinco Ponas n. 106. come-
r a haver de segunda-feira cm dianle, pao auie-
ricano folio por um padeiro que chegou ha pou-
cos dias e vista da fazonda se ver a qualidade
comecar liavcr das 4 horas da tarde s 9 da
noile.
Fiilz Holraaiin val para Baha.
Manoel Jos da Silva vai para o Aracaly.
Fabrica de tecklos de al-
godao.
Nao lendose no da 21 do correle reunido
numero sufficienle de accionistas para ser a ns-
sembla geral presentada pela commissao li-
quidadora, a conla do final de seus trabalhos, de
novo a commissao liquidadora convida a todos
os Srs. accionistas a apparecerem no da 26 do
cprrente pelas 10 horas da manhaa na ra Nova
n. 38, primeiro andar, afim de que a assembla
geral possa examinar todas as tontas o ordenar
o ultimo dividendo. Oulro sim dito exame ser
feilo rom qualquer numero de accionistas pre-
sentes.
Offercce-se um caxeiro para cobrancas aqu
ou mesmo para a malo, o qual lem andado em '
cobrancas daqui al as Alagis e Parahiba, d
fiador a sua conduela pessoa estabelecida nesla
cidade : quem do seu prestimo se quiaer ulilisar
bote sua carta firmada nesta lypographia.
Pergunta-se a quem sabe
responder.
Se admissivel os guardas da alfandega te-
rcio o bote a bordo da segunda barca de viga
para servir a navios estrangeiros que esto em
descarga o'.irigando os caixeiros das casas
glezas !he dar servieo.
Um curioso.
Msica.
Rccebeu-sp pelo ultimo paquete boni-
tas msicas para piano : na ra Nova
n. 43
Loja de marmore.
Nova (imdic&o de ferro
c bronze.
IVwa Ao Bvum n.'%,
JfimesE. B. Spears.
Fundidor machnisla e engenheiro encarrega-
se de qualquer obra, assim como sentar vapores
dri todas ai qualidades para serrara, refinacao,
fabrica de sabo. machinas para amassar pao,
para moer mandioca, ludo por preco commudo,
e concerta alvarengas, bombas, vapores, ctodae
qualquer obra.

ia-
Denlisla de Paris.
15 Ra Nova15
Frederico Gatilior. cirurgio dentista,
faz todas as operaces da sua arto e col-
loca denles artificiaos, ludo com a supe-
rioridade e perfeioao que as pessoas en-
tendidas ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios ele.
}5g MMUHUUHMMH
| DENTISTA FRANCEZ. 5
w Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 2
r raugeiras lo. Na mesma casa tem agua e 5
( p denlifico. M
l AA A AIUjUlJJlA AJLAAAAAJ.AAAA iP
Roga-se aos Srs. devedores do-estabele-
eimento do fallecido JosdaSilva Pinto, o ob-
sequio de saldaren! seus dbitos na ra do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Queimado loia
n. 10. J
Sociedadc de sel-
. leiros.
Bogi-se aos senhores socios desta util socieda-
de que se dgnem ir ver as machinas de coser,
proprias para este officio : na ra da Imperatriz
numero 10.
Roga-se aos. Srs. devedores a firma social
de Leite & Corroa em liquidaco, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
Por um corle de cabello e
frisamenlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomtc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Paris. Esto eslabele-
cimentoesla hoje as melhores condigoes que
possivel para sa'isfazer as encommendas dos
objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : raarrafas a Luiz XV, cadeas de relo-
gios, bracelelcs, anneis, rselas, etc., ele, ca-
balleiras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabega a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salsfazer os pretenden-
tes, os objectos era cabello sero feitos em sua
prescnca.se o desejarem, c achar-se-ha sempre
uma pessoa dsponivel jiara corlar os cabellos, e
pontear as senhoras em casa particular.
E' chegado a loja de Lccomle, aterro da
Boa-Vista n. 7, o cxcellente leite virginal de ro-
sas branca para refrescar a pelle, tirar pannos
sardas e espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para lmpar e fazer crescer os cabello,
assim romo pos imperial de lyrio de Florenca
para borluejas o a.speridades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida
I*)
Grande e novo sorttmento de fazendas de todas a a-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com peghor.
de seda de cores
Lindos corles de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos
com babados
Dilos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Roraeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples prelo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraias orlandys de cores, lindos pa-
droes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlremeios bordados
Mantas de blondc brancas c pretas
Ditas.de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as corea
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita do algodao bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Case-miras idem idem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafeta rdxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sorlimento de ronpa feita
endo casacas, sobrecasacas, paletot,
colletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes finos, forma moderrft
Um sorlimento completo de grvalas de
seda de lodas as qualidades
Camisas^ francezas, peilos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de corea
teroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muito Anas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvasdello de Escocia, pardas, para
menlto *
Velludilho de cores, covado
Ve butina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Dilas de seda idem idem
Um sorlimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
nomens e meninos, de todas as qua-
lidades .
Corles de coDele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lenros de seda rxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
3C500 Sapatinhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par
9
9
19200
8
3*000
19500
10J0OO
16000
1JW00
9
>
9
9
9
8
$900
9

S640
9
9
eaooo
$500
Casinetas de coresdeduas largurasmui-
to superiores, covado
Selim prelo,encarnado e azul, proprio
, para forros, com 4 palmos de- largura,
SeO | Tazenda nova covado
1500 Seiim liso de todas as cores covado
Lencos de gorguro de seda pretos
Kelogios e obras de ouro
I Cortes do casemira de cores
9 "
6500
9
8
9
f
9
8
9
1&600
93*20
1920O
700
2g000
19000
9
9
2*50
9
2S00
19000
Troca de casa.
^ Troca-se um primero andar em boa ra em
Sanio Antonio, que paga dealuguel 21$ mensaes
por oulro as niesmas condcoes, e que seu alu-
guel nao exceda 4c 35 a 40$. e que leona cora-
modos para familia : a tratar na na do Creap
numero 13. r
- Precisase de um mogo com boa pralira d
Pharmacia : a tratar na ra do Livrameiiio 11. 2ft
AndreyPcptcr sua seohora e 2 menino,
subdilos inglezef, reliram-se para a Europa.
Constan (emente
compra-se, vende-se c Iroca-se cscravo": na ruj
Dircita n. 66, escriptorio de Francisco Matbia*
rereira da Costa.
U r. Coaine de ST Peren i
|de voltn desuu viagem inttructi
Uva a Europa continua noextr
jeicio de sua proGss&o medica.
Da' consultas em seu escripto-
^'rio, nobairro do Recife, ra da
tCiuz n. J5, todos os dias, meuoi
jnos domingos, desde as 6 lioras
^te as 10 da manhaa, scLie
seguintes pontos
c>\
Molestias deolhos
S800
wm?
EAU MINERAL
NATURALLE DE VICHY.
Deposilo na botica franceza ra da Cruz n. 22.
#8ft
Neste proveitoso estabelccimenlo, que pelos no vos
sientemente montado, far-sc-hao ta.-/bcm""dol-"dVno7cSbrocTv\nr!u.8 r^r'1 a.Ch"'8e C0DVe-
^aior commodidadee economa doLpublico de quem os pToprietTrios esneram"'0' mensaes.Para
tantos sacrilicios. piopneanos esperam a remuneragao de
Assignaiura de banhos fros para uma pessoa por mez io000
, a* momos de choque ou chuviscos por mez 152000
,_________ *""'' d" r"rtnps p tl3"t'"s ""'sos aos oreos annunciados
e roupa feita
POR MEDIDA.
Na loja e arma zem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
Hua Ao Queimado n. 39,
cm sua loja de 4 portas.
Tem um completo sorlimento de roupas feitas
e por medida a vontade dos freguzes : calcas de
casemira e de brim, colletes de diversas qual-
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor-
limento de palelols de panno e de casemira, al-
paca, laazinha, riscadinhos e de brim, que ludo
se vende pop-preco commodo ; um completo sor-
Kmenlo de chapeos prelos de sda para homem,
de superior qualidade a 109, ditos de caslor mui-
to superiores a 16$, chapeos do sol de seda in-
glezes dos melhores que tem vindo ao mrcalo,
ditos francezes de diversas qnalidades, dilos de
panno grandes o pequeos, cortes de vestidos de
seda de variados gestos para diversos precos, um
completo sorlimento de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, ludo por preco cjmmodo ;
chaly de seda e la de goslo mais apurado que
lem apparecido a 1:280 o covado, chlss france-
zas muito superiores de 250 al 410 rs. o covado
de gostos muilo delicados : um grande sorlimen-
to de fazendas francezas clngUjzas c allemasque
seria irapossivel aqni se poder mencionar com
precos. assevera-se aos froguezes que ludo se
vende mais em corla que em outra parle sendo
a dinheiro. .
Collegio de Bemfica,
estabelecido na ra da Aurora, edificio contiguo ao do
collegio das orphas.
O director deste d'esle eslobeleciment participa que no mesmo se ensinam as disciplinas
seguinles
Ensino primario
Ensino secundario
Sirop du
orFORGETl
JARABE DO FOKGET.
Este xarope est approvado pelos mais emin imo sendo o melhor para curar constipacoes, tos>e convulsa e outrss.
aOecces dos brancbos, auques de peito, IrriUc^M uervosas e insomnolenci^s: uma colhera.la
tmpodonteToame?Hco 8a ,enteS" eircit0 desle '"t xarope satisfaz ao mesmo
j ^ dsposito na ra larga do Rotario, botica de Barhotomeo Franciteo de Sonta, n. 36.
FUNDICO
DO
Leilura e escripia. ......
Dculrina chrislaa....., .
Ariilimelica pralica......
Grammatica nacional......
Googrjphia clemonlar .....
F.lemenics da historia do Brasil. .
Dilos da listona Sagrada.....
LATIU.
Grammalica latina......
LatiniJade.........
Grammalica phiiosophica.......\ O Sr. Anlo
TltOFESSOftES.
O Sr. Honorato Augusto
do Miranda e o director.
,
Mytologia,
Poesa classica
Passos.
nio Joaquim de
FRANCE.
1*. cadeira, grammatica e lraduc?o. .
2*. dila locucao composicao e escripia .
O Sr. Francisco Antoaio
Cesario do Azevedo.
O Sr. Jos Mara Ra-
monea.
!0 Exm. Sr. Dr. Francisco
Baltasar da Silveira, quo se
encarregou d'esia cadeira gra-
luilamenle, o por especial ob-
/ sequo ao director.
ITALIANO
Grammalica, iraduccao, composicao, escripia e]
loc"50...........( O Sr. Jos Mara Ra-
allfAo. /monda.
dem, id :m, dem, idem.......j
PHILOSOPHIA. )
Philosophia racional e mo-al e historia tihilo > ^r* conselheiro
sopliica...........| Pedro Aulran.
BHETOB1CA. 1
Rh-iorica, poetca e bisloria di lilteralura. .( O Sr. Vital Ferrefra
GEOGlUI'IItA.
Geograpliia, historia e chrcnologia .
GEOMETRA.
Ar'uhimclica, algebra e geomelria. .
Moraes Sarment,
O Director.
de
Msica
Dansa
. Molestias de corarSo e dej
peito
. Molestias dos orgSos da gera
cao, e doanus ;
. Praticara'toda e qualqun
operacaoquejulgarconvenicn!
te para o restabelecimento do>l
seus doentes.
O exame daspes$oas que c cci!
sultarem sera' feto iiidistmcta-
mente, e na ordem de sua ci,-
gl rr. das; fazendo exc< y co os t'cc r,
tes de cilios, ou aquel'et que ] < i
|Rraotivoj'ustoobtiverrui Lea rrai
^cada para este fim.
A applicaco de alguns rccdici
^rnentos ndispensivei im v; i ic-
7casos, cemo o do sulfato dt atic>
^pinaetc.)sera'feito,ouconccdic(
gratuitamente. A corfianca qv
gnellesdeposita, a presteza "de sur.
>, e a necessidade promrtt-
ie seuemprego; e tudoquar.to (
demove em beneficio de seu?
r>A
O thesoureiro das loteras declara que o pa-
gamento dos premios da ovarla parle da quarta
lotera do Cymnasio Pcrnambucan, cujas lista
teem do ser publicadas em odia 18 do presente
mez, principia a ser efectuado do da 19 do mes-
mo mez em dianle, visto como al o referido da
18 lem o mesmo thesoureiro e os mais empre-
gados de eslarcm anda cecupados com a con-
cluso da extracto dos nmeros que nao foram
premiados, para assim se verificar a exacldo da
mencionada lotera.
Thesouraria das loteras 16 de junho de 1860.
Camilla Pires.
Um moro liat.iliiado e de boa rondn la 31
o(Torece-se para ensinarem qualquer ca- 9
sa particular,a pssoas de qualqui r >exo %
primeirasletlras, lingua nacional,-fran- *
coi, lalim, msica, inslriinicnlal t vo^al ra
e bem assim copia qualquer pera de n u- I
sica muilo bem imitando a copia lilhogra-
phada, ornando a frente da pora de ca- 3
rarL-res gticos ou de outros quaesouer
o isto com a presteza que se e*igir: a
tratar na ra larga do Rosario n. 1 pri-
meiro andar.
O Sr. Manoel Antonio Estevcs
que foi ulrr.oxaiife de Fernando tenlia
a bondad; de dirigirse a liviana d. 6
e 8 da praca da Independencia, que se
ihe precisa fallar.
Deseja-se alugar uma ama sira-
plesraente para cosinbar, prefYrindo
casa de bomem solteiro, aflianca-s*
querendo se o compoitamento, asrin
corno a sua pratica : quem pretender
dirija-sca ra das Aguas Verdes n. 0V,
loja.
in-ara-m
5^* Kecebeu-se pelo paquete fr.-.n
cez, roupa feila para homem do ul-
timo goslo
LOJA DE MARMORE.
Mar-
lilil) D. \i
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No Aerolito Aeste cstaWlecVmciito sempre lia grande sortAmento Ae me-
hausmo para os engenhos de assuear a saber:
j
Mocadas inteiras cora virgens muito fortes, e convenientes ;
Jtfdias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, ouboi, acunhadas em aguillioes deazas ;
Tai xas de ferro fundido e batido, e de cobre
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalbas;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cocer farinha
fiodetas dentadas de todos os taraanbos para vapor, agua, cavalfos ou bois'
Aguaboea, broores e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, formas galvanizada, para purgar etc., etc.
D.W.Bowman confia quecos seus freguzes acharotudo digno da preferencia com
o honrara, pela looga experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
,+r tore desta pro vincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim
assim como pela continuado da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero neressitar
_........I O Sr, Jos Leandro
(lins Filgueiras.
Bellas artes. Uansa...........i OSr. Manoel Baptisia de
(Souza.
Desenho..........I O Sr. Jos Mara Ra-
jmonda.
... ,- roilas es,as cadeiros lem substituios; portanto nunca deatar de haver aula em 10-
das as disciplinas. Alem d'isio j tres dos professores mais necessarios habitara no collegio para
que os alumnos oblenham lodo o adiantamenio possivel.
O director do collegio de Bemfica lem empregado tojos os meios ao seu alcance, nao nou-
pandosacr.ficios afim deque os alumnos que o freniiantarem, alcancem a mais solida ins-
jrucQao, a moral a mais austera e a educaca a mais eleganteO director, Estevao Xavier da
1

O abaixo assignado faz sciente as pescas
que sao devedoras na loja da ra Diieila n Wi
que perlenceu a seu runhado Antonio Arco Ra-
mos Maia, que nao paguem se nao ao abaixo
assignado. visiolcrera tacs diviJas lirado a seu
cargo e o dito seu cimbado nao est autorizado
a receber laes dbitos, sob pena de pagarera se-
gunda vez-Jos de AzeveJo Maia & Silva.
Juan Anglada subdito hespanhol retira-sa
para o Rio de Janeiro.
William Warroll vai a Europa.
que
Precisa-se de duas amas, uma pa-
ra cosinbar e outra para engommar,
dando-se preferencia a escravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
gCoasultorio central lionieopalIiic
I PISMUBUIKD. I
Continua sob a mesma direccao da Ma- $
@ noel de Mallos Teixeira Lima, professor #
|$ em homeopalhia. As consultas como d'an-
f) tes. q
s
g Botica central homcopalhica #
fi m I
S DR. SABINO 0, L PMHO
sj Novos medicamentoshomoopalhicos en- A
^ viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
^ Estes medicamantos preparados espe- *,
@ cialmento segundo as necessdades^la lio- a
@ raeopaihia no Brasil, vende-se pelos pre-
$ eos conhecido8 na botica central horneo- 'Z
a palhica, ra de Santo Amaro (MundoNo- S
h vo) n 6;
Quem precisar de urna ama para cozinhar
de portas para dentro, em casa de familia ou ho-
mem aolleiro, dinja-se a ra da Cruz n. 52, prU
meiro andar. r
Frederico J. Corbcrtl vai para a Parahiba.
-. Aloga-so uma prela; n? rus do Hospicio
n. 3o.
COMPAi\flA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
ESC
mt.
K3* Recebou-se pelo paquete fran-
cec, luvas de pellica de Jouvin de
todas as cores
Loja de marmore.
Em Sanio Amarina*, na casa onde Gca o
ultimo lampeao do fraz. ha para alugar-sc uma
escrava para lodo o servico.
No da 23 do correle, s 9 horas da ma-
iihaa.vao praca 20 paos de sicupira euro colla-
do de amarello, penhorados a Joaquim Carn.-iro
Leal, por exerucao de Bernardino Antonio ferri-
ra Baslos i parla do juiz de paz do primeiro dis-
tnclo da freguezia da Boa-Vista.
9 Dr. Carnero lonleiro aproveila.do da Z
a proporcao que lem pjra mais fcilmente fr
exerular os irabalhos de parto, o arome-
Ihado pelo feliz resultado que lem oW<*>
ajSfjft fi
CAPITAL
Cineo mlYoes de \\\r*h
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tem a honra deln-
Tormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
:asas, e aguem mais convier, que estio plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertos de lelha e igualmente sobre os
objectoa que contiverem os meamos edificios
quer consista em mobilia ou em fazendas d
qualqu alidade. e
- Joao Francisco de AraUJo Lima vai a U^L^^^S^^r^Z
bomemJ^rcodmC SMS. Ttra'lar S AF^^gS^** ^J'l
Mangiielra p. 22, das 4 horas da S* 7 N' levando-os roa do Araaoq"
poile. i o. 8.
era multiplicados pirtos laborioso* ,en
feilo sua especialidade sobre fu l,"mt> w
para o que poder ser procuro" qal- p
quer hora, na ruado Ba/>**' n 16- t
mGmm &&***&*&%***
John Word, &>*"*' Halfpenny c John Par-
ker, subditos uig**es' leliram-ae para a Eu-
ropa.
_' AVISO.
y
krago, taberna.
aaioa


m
jv
DIARIO DE PERHAMBUCO. SEGUNDA FEltU 25 DE JUNHO DE 1860
Sincero reeonhedmeoto.
uflammacao dos bofes.
Nada ha mais justo do que dar os devidos lou-
Tores a quem os merece, e por sso que fago a
prsenle declaracno s preciosas virtudes das
chapas medicinaes do Sr Ricardo Kitk, morador
na na do Parlo n. 119, pois no curto espaco de
30 diascuraramuma escrava minha que padeca
de tn/lammac-onos bofes da qual eslava j lo
atacada, quo nao podii estar seiyo deitada, ape-
lar de ler feilo todos os remedios. Por tanto
nao obstante os ditas chapas serem beni conde-
cidas por suas innumeraveis curas, (ac tarabem
esta declaraclo cm sigoal de mcu sincero reco-
nliecimento.
Ccs da Gloria n. 90, Rio de Janeiro.
Luiz Jos da Cosa
Reconhccida verdadeira a assignatura supra pe-
lo labelliao.Jos CaldosoFontcs.
Loirvor e merecimento.
Inflammaco na bocea do estomago.
Tossuldo dos mais sinceros agradeciraenlos,
tou por meio desta folha declarar o feliz curativo
que miulia senhora recebeu por meio das cha-
pas medicinad do Sr. Ricardo Kirk, escriplorio
ra do Parlo n 119. icando boa era 30 dias de
nnia ii/'immarao no estomago, que padeca ha
mais de 2 annos, por cuja causa solTria immen-
sos incommodos ; por tao justo molivo confesso
a miuha gralidao para com o autor de tao pre-
cioso remedio, que podo sera duvida ser ulil a
tantas pcs3oas que padocem a mesma molestia.
Rjade S. Pedro n.29l, Rio de Janeiro.
Anselmo Malta das Neves.
Gura completa.
Sem resguardo nein incommodo.
rorle infiammacao na bocea do estomago.
Fu abaixo assignado, taco publico, era bene-
ficio da humnnidade, que soffrendo por espado
de um anno urna forte infiammacao na bocea do
estomago que me causava falla'de respirarlo e
M cansaco extraordinario, e lendo tomado e
applicado varios remedios, nenhum resultado fa-
vorarel obtive : achondo-me quasi desesperado,
recorr nnalmcntc s chapas medicinaes do Sr.
Ricardo Kirk, ra do I'arto n. 119, escriplorio,
eom as quaes, trazendo cm suppuragao os hu-
mores, cm 38 dias achei-me inteiramenle livre
desla terrivel molestia ; pelo que dou ao dito se-
nhor os meus mais puros e sinceros agradeci-
ruentos. Ruados Ourives n. 2, Rio de Janeiro
Jos Joaguim Ferreira.
Filalas Paulisanas,
Ero pacotes pe S faixas n. 1 e n. 2
l'm curativo rarissimo feito pelo medico Car-
los Pedro Etchecoin, sobre a pessoa abaixo as-
signada. Padec o anno passado um cancro roe-
douro nopeilo esquerdo, procedido de urna espi-
aba ou una dureza de que fui o principio, e com
comidios, o urnas certas dores que me respon-
dan) lio coiaeao. Cuando procurei o dito senlior
. a fi rila era horrenda que poda caber um ovo de
gallioha. Gracas a estas pilulas sare em me-
nos de 60 dias. Pelizes daquelles que tircrem
aoseu alcance os raros remedios do autor.
S. Vicente 12de dezembro de 1859.
escolstica liara.
Deposito geral ruado Parto n. 119
RIO DE JAN'EIItO.
nos tres cavallos Curiados no engenho Bom-
fim, ao amonhecer da da 8 do crrente, cuja
s-ulilracio Coi annunciada por este Diario ; cp-
pareceu um, o do morador, que Coi lomado a um
bino no lugar Ibura, recolhido ao deposito nos
Afosados, c ahi entregue a sen respectivo dono;
eonlinuam, norm, a estar furladns os oulros
'lous da fazenda, si udo um alasao claro, carrega-
dor baixo. castrado ; o oulro rasianho, inleiro, e
lem vento nas raaos, que o faz eminaquecer
quando viaja mais: roga-se as ouloridades do
lugar onde foi apprehcnjido aquello cavallo de
indagarem esse negocio que hoje mais fcil'por
se haver prendido o que o linha occullo. Qual-
quer noticia a respeilo pt>de ser dada na praca
no escriptonn dos.Srs. M. I. de Oliveira & l'ilhV
praca do Gorpo Sam >, que satisfar qualquer des-
pe/.i para oblenco dos mesmos cava'
A Vi*
AO
BARATO SO NOPROGRESSO

Wt
los.

:;:
h
mm%

I.uiz Sotilan.eulilciro e armeiro fian-
cez. que trabalhou em casa dos Srs.
Pommateau c Pradines ain. previne
ao publico que acaba do estabelecer-se
E na ra das Cruzes n. 38, aonde offere-
H ce sen presumo, qur para amolacoes
j-e qur para colicortos de qualquer e'spe-
|? ci, o q-ie promelle fi/.er com rapidez
44 o pcrfeico. Igualmente se encarrega
Je concert de instrumento^ de cirurgia
5 e dentistas ; quem de seu presumo se
{j quizer utihsar pode ficar inteiramenle
;f desenneado qyanlo ao apurado du tra-
ja balho.
nmmfsmm
Jcan Legeith, lendo de seguir para a Fran-
ca no vapor francez Gtiicne, esperado no fim
do me/., despede-so de seus numerosos amigos.
I rccisa-se de duas amas, urna secca c ou-
tra de leilc : no paleo do Torco n. 26,
Faz-se bollo de S. Joao e cangia de milho
Tcrde muito bem foilo : ca cidade de Olinda na
ra do Amparo n. 30.
Compras.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, rendem-se e trocara-se escra-
vos, na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Compram-se cscravos de ambos os sexos,
de 12 a 20 anuos, para exportarse para fra da'
provincia : na ra Direita n. 66, escriplorio de
rancisco Mathias Pereira da Costa.
Compra-se um escravo que saiba cozinhar,
e quo seja de bonita figura : em Fra de Portas,
ra do Pilar n. 143.
Corapra-se na ra estreila do Rosario n. 4,
nma pequea porc.ao de caibros de qualidade,
embora sejam servidos de andaime.
Compra-se um escravo ou moleque ; na
ra da Imperatriz nutr'ora aterro da Boa-Vista,
casa n. 37, no segundo ou tereeiro andar.
Compra-se por dobrado preco do quanlo se
renda a collecrSo dos Diaiios de Pernambuco
dos annos de 1830 1832, e no caso de j csta-
rem encadernados tambem se paga a encaderna-
nacao : na ra de S. Francisco como quem vai pa-
ra a ra Bella sobrado n. 10.
Yendas.
Farinha
DE
de qualidade especial para mesa : no armazem
e Antones Guimataes & C., no largo da Assem-
bla n. 19.
tiu^.Vd,"? um arm,"a do taberna, com
todos os pertences, e aluga-so a casa turo or
eommodo preco o proprU pira um principianle
2S2n,5aendCr dir'ia-se rua o A agao 8"
que todo o negocio se Cor. '
DE
c^>
-largo da Penha-
Neste armazem de molhados con-
linua-se a vender os seguintes gneros abaixo menciariados do superiores qualidades e mais barato
do queem outra qualquer parte, por serem a maior parle delles rocebidos cm dircitura por conta
dos prop leanos.
Manleiga ingleza e Yranccxa
perfeilamente flor a mais nova que lem vindo ao mercado do 640 a 800 is. a libra e cm barril
se far algum abatimenlo.
Qneijos tlameiigos
muilo novos recentemcnle chegados no ultimo vapor da Europa de 1J700 a 38 e a vista do gasto
que o freguez lzer se far mais algum abatimenlo.
Qneijo prato
os mais novos que esislem no mercado.a 1J> a libra, em porgo se fara\.abalimenlo.
A.meixas raueczas
era 'o'^ort6 1l2libra PorlS500 rs., e em campoteiras de vidro conlendo cada urna 3 libra ;
por 3#000.
"Mustarda ugleza e rauecza
em frascos a 640 rs. e era polea franceza a 800 rs caca ura.
VcTAadciros gos de comadre
tn caixinhasde S libras elegantemente enfeiladas praprias para mimo a 1$600 rs.
Bo\ac\uAia ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4J.
Potes vid rados
de la 8 libras proprias para raanleiga ou oulro qualquer liquido de 400 a 1*000 rs. cada ura.
\meudoas coutetadas \vo\mas para sovtes
de S Joao
a lg a libra e em frasquinhos, contendo 1 lr2 libra por 2J.
Cu uveto, \v\son e perola
os raelhores que ha neste mercado de 1J600,2# e 2JJ500 a libra.
Macas en\ caix\n\ias de 8 libras
conlendo cada una differcnles qualidades a 40500.
Palitos de dentes licuados
era molhos cora 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijolo raucez
propriospara limpar faca a 200 rs.
Couservas iuglezas e iraucezas
em latas e em frascos de differcnles quilidades.
Prcsuutos, cnouricas e uaios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 c 720 rs. a libra.
L de differcnles qualidades a l60O em porco se far algum abalimento.
Tambera vendem-se os seguinte's gneros ludo recentemente chegado e de uperio-'S
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa- 8
bncante de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pas3s, inicias em calda, amendoas, nozes, frascos M
comamendoascobortas, confeites, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordcaux pronrio >
para conservas, charutos dos raelhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades.com-' <>
ma muilo una, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas manas cerveias de ditas I
spermaectebarato, licores francezes muilo Anos, marrasquino de zara, azeitedoce purificado azei' &8
tonas muilo novas, banha de porco reOnada e outros muilo gneros que encontrado tendentes a m
molhados, por isso prom-illem os propietarios venderem por muito menos do que oulro qualquer, I '
promclem mais tambem servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco pralicas como
e viessera pessoalmcnte ; rogam tambem a todos os sanhoresde engenho "e senhores lavradoies
Baratissimo.
Rua do Quciinado n. \\i.
Armazem de fazendas.
Chilas francezas finas de padres miudinhos a
220 o corado, pegas de chita com 38 corados por
5S800. -
Coberta a 2/jOOO.
Cobertas chinezaa muilo liadas a 2$.
Riscado francez a 2$000.
Cortes de riscido com 13 1(2 covados por i$.
Lencos breos a 2#000.
Lengos para algibeira a 2$ a duzia.
Algodao monslro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2$500.
Chales de merino eslampados a 2&500.
Caemira preta C$000.
Cortes de casomira preta fina a 6S, palelols de
brira a 3, Ci de linho fino a 8Q0 rs.
Cambraia de cores a 160rs.
Carabraia de cores muilo fina cora defeilo de
agua doce a preco de 160 o covado.
= Ganga de cor e brim de linho muito fino a
500 rs. o covado.
Carros-
Vendem-3e em casa de
Francisco JosGermann
rua Nova n 21, bonitos carros
do ultimo Rosto de urna das mais
afamarlas fabrica de Paris.
Cora
\cnde-se verdadeiro coral de raiz, muilo em
conta, na rua larga do Rosario, passando a boti-
ca do Sr. Bartholomeu, a seaunda laja de mlu-
dezas. Na mosma loja vendem-sc umitas miu-
dezas em conta ; s vista de ludo se dir o
preco.
Arados americanos e machinas
pata lavarroupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua d Senzala n. 42-
Vende-sc urna prela com 30 annos de ida-
de, cozinlieira e perfeila engommadeira, dndo-
se a prova ; s vndese para o mato : na rua
das Cruzes o. 30, se dir quem vende,
gocios.
Barato.
Leite, lenha e rticta
No sitio do fallecido visconde de Goianna, na
estrada de Joao de Barros, ha para vender leite
puro, lenha de malta, e fruclas do differentes
quadades, por preco eommodo, de modo que
pode se revender nesla cidade e tirar bom
REMEDIO IrUUWPmVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Hilharcs de individuos de todas as naroes po-
dara testeraunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e prorar em caso necessario, quo,
pelo uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramentesaosdepois de haveremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencer dessascura maravilhosag
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os dias ha muilos annos; e a maior parte
dallas so to sor prndenles que admiran; o
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco!
braram com este soberano remedio o uso de seug
bracos e pern'as, depois de tet permanecido "lon-
go lempo nos hospilacs, onde de viam soffrer a
amputacaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aflm de maisautenti.
caremsuafirmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude so
iresse bastante confianca para ensaiar este re.
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitassea natureza domai.
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente
Oueludo cura.
ungento e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Infiammacao dabexiga.
da matriz
f-epra.
Males daspernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraees ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
dasarticulaces.
Veias torcidas ou noda-
das uaspernas.
LOJA AO VAPOR.
Grande e Tinado lorliroenlo de calcado fran-
cez, roupa feiti, miudezas finas c perfumara*
ludo por menos do que em outras partan : a le-
ja do vapor na rua Nora n. 7.
SYSTEMA MEDICO 0 HOLLOWAT
PILULAS HOLLWOTA.
Este lnestimavel especifico, compoeto inteira-
menle de berras medicinaes, nao contera merca-
rio, era algum a outra substancia delecten*. Be-
nigno & mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prometo c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramenle innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remore as doencu de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
queseam.
Eutre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: consegniram
recobrar a saude e toreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os oulros remedios.
As mais afflictas nao derem entregar-fe a de-
sesperajao ; facam um competente ensaio dos
efllcazcs effeitos desta assombrosa medicina, e
prestesrecuperaro o beneficio da saule.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer dos seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Pobreto da especie.
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res
Cortad,', r"as.
Uo.res de cabeja.
das costas.
"jos membros.
tnfermidades da cutis
era geral.
Hilas doanus.
Erupcoes e es;orbuti-
cas.
Pistulasno abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor nas extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchagoes
Infiammacao doflgado.
M*
Alcatifa.
Campos & Lima, na rua do Crespo n.
16, tem para vender alcatifa com 4 pal-
mos de largura de muilo boa qualidade
e propria para alcatifar, salas e igrejas a
800 rs. o covado, dinheiro a vista.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthnia.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no rentre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Eniaqueca
Herysipcla.
j'ebre biliosas.
Pebreto intermtente.
Gotta.
Htiorrhoid as.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammares.
Ir regu ardades
menstruarco.
Lombrigasde todaes-
p'cie.
Mal de podra.
Manchas na cutis.
Obstrurro de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
3eleni;o de ourina.
Rheuroatismo.
Srmptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
qeiram mandar suas encommendas no armazem Prcgresso que se Ihes affianeai boa aualidadee
o acondicionamcnto. *
alha de car-
naba
por barato]preco, em porcoos ou a relalho : no
armazem de Antones Guiru'ares & C., no largo
da Assembla n. 19.
Pennas de em.
Vendem-se pennas do ema para espanadores,
assim como superior peixe secco em porc&o : na
rua do Vigario n. 20, segundo andar.
Vende-se o armazem do sal da rua Impe-
rial n. 57, faz muila conta a quen comprar, pelos
commodo3 da casa e garanta : quera vende o
proprietario da casa.
dade.
m
Para senhoras.
Recebeu-se pelo paquete francez Bour- ^
us Bdouine (capas para passelo c sahi-
da de thalro) a 30J> cada urna K
LOJA DE MARMORE. ai
Vinho engarrafado.
Caixas de urna duia.
S
Vaquetas para coberta de carros,
vendem-se emeasa de J. Praeger rua
da Crz n.I i. .
Vende-seo verdadeiro doce de goiaba. da
casca,o que pode haver de melhor neste gene-
ro : na rua do Rangel n. 62.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
Vendem Azevedo & Mendes.no seu escriplorio ; Iruido e forte.com assento para 4 pessoas de
dentro, e ura assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fellar, com o Sr. James Crabtree C. n.
42 rua da Cruz.
na rua da Cruz n. 1.
alha do Ass.
A bordo do palhnbolo Oliveira II : tratase
na rua oo Trapiche n. H, escriplorio de Manoel
Aives Guerra, ou na taberna de Joaquim Vioira
de Barros, na travessa da Madre de Dos n 2.
brsh ewmieeeaB
Engommadeira,
Vende-se urna escrava peca, perita engomma-
dcira^cozinha e lava de varella ; na rua do Im-
perador n. 5, primeiro andar.
Vende-se um sobrado de 2 anda-
r?, novo e com muito fundo, na rua
dos Martyrios n. 2 : a tratar na rua do
Vigario n. 17.
Fazendas. finas e
roupa fcita.
Augusto & Perdigao.
Corh loja na rua da Cadeia do Recite n. 23
vendem e do amostras as seguintes fazendas :
Corles de vestidos de seda prelos e decores.
Corles de ditos de barege, de tarlalana e de ga-
ze do seda.
Cambraias decoros, brancase organdys.
Anquinhas para saias, saias balo, de clina, ma-
dapolo e bordadas.
Lencos de labyrintho do Aracaty e (rancezes
Chapeos amazonas de palha e de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfeites de froco, de vldrilho e de flores.
Pentesde tartaruga, imperatriz e outros gostos.
Manguitos e golas, ponto inglez, francez c mis-
sanga.
Vestuarios de fustao, de l o de seda para
crianca.
Manteletes, taimas c pelerinas de differentes qua-
lidades.
Chales de touquira, de merino e de la de ponta
redonda.
Luvas de pellica brancas, pretas e de cores.
Vestidos de blond, manas de dito, capellas c
flores solas.
Sintures, camisas de linho e esparlilhos para
senhora.
Perfumaras finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e palelols de panno prelo
e de cor.
Palelols de alpaca, de seda e de linho.
Caigas de casemira de edr, pretas e de brim.
Camisas de madapolao, de linho inglez e de lia.
Seroulas de linho e de meia.
Malas, saceos, apetreixos para viagem.
Chancas para invems, bolinas de Meli e oulros
fabricantes.
Chapeos do Chyli, de raassa e de feltro para ho-
mem.
Charutos manilha, huraa. Rio de Janeiro t
Bahia.
Vende-se um bonito cavallo novo e com bons
andares; na rua Augusta, casa defronte dado
n. 17.
Na serrara de Jos Ignacio Avilla ha urna
canoa que pega em 700 a 800 lijlos, para ven-
der, acabada de novo, e vende-se sm conla.
Panno de algodao da Baha, proprio para
saceos e roupa de escravos ; leem para vender
Azevedo & Mondes, no seu escriplorio na rua da
Cruz n. 1.
GRANDE SORTMEMO
DB
BELOGIOS.
Fazendas e obras filas
! NA
LOja e armazem
DE
[es&BastoJ
Na rua do Queiiuad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sortimenlo de sobre-
Yende-se emeasa deSaunders Brothers & sg casacasecasacas de pannos finos pretos
C, praca do Corpo Santo, reiogios do afama- i dce cores a 28j. 30j e 35$. palelols dos
a t u ; o" "" gjj mesmos pannos pretos e de cores a 288
do fabricante Roskell, por preces commodos, jf 203 22>c 259,dilos do casemira mesS
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente sosto.
?*
Champanha.
Campos & Lima, na rua do Crespo n.
16, lem para vender urna porcao de gi-
gos com champanha de superior quali-
dade a 20 o gigo.
Muila allencao.
Ao bom e barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Rua Direita loja n. 68.
Nao se engeita dinheiro.
Riquissimos corles de vestidos de grosdena-
plos prelo bordado a velludo, corles de vestidos
de phantasis de seda muilo moderno, corte* de
vestidos de raossulina de seda, cortes de vesti-
dos de barege de seda cora ricos desenhos, cor-
les; de vestidos de cambraia bordado a seda, po-
lacas de grosdenaples preto amuito bom objeclo
da moda, paletots de panno de todas as qualida-
dej, ditos do casemira muilo Cno.ditos de alpa-
ca de differentes modelos e qualidades, calcas de
casemira preta e de cores, ditas de brim branco
e decores de puro linho, camisas de todas as
qualidades, cambraia organdys com modernos
desenhos, chales d* meriL mnito fino bordado
a froco todo em roda o com pona redonda, obra
de muilo gosto, chapeos de sel com molas e
seui ellas, seroulas de puro linho, riquissimos
cortes de casemiras de cores muito fina padres
de muilo gosto, enfeites de ridrilbo, luvas, gra-
vaos, esparlilhos francezes, alpacas de todas as
coiies, grosdenaples prelo francez o melhor que
pode haver. Alm destas fazendas exislero ou-
tra muitas que se esto remiendo por menos
do seu ralor.
3,500 RS.
por sacco com farinha : rende o Brando, na Lin-
goela n 5.
Vende-se urna mulata com urna cria, ecom
bailante leite, boa cozinheira c engommadeira :
na rua Nora n. 52, primeiro andar.
dos desuperioi gosto a 16J o 18j, ditos
5) das mesmas casemiras saceos modelo
| inglez 10, 12, 14 e 15. ditos de al-
S paca prrta fina saceos a 4, ditos sobre-
| casa laiubem de alpaca a 7!.8Se 9, di-
J los de merino selim a tOj, ditos de me-
| ri de cordo a 9J, calcas pretas das
| mesmas fazendas a 5 e 6f, colleles pa-
| ra luto da mesma fazendi, paletots de
I brim trancado a 5$, ditos pardos e de
I fustao a 4 e 5J, calcas de casemira de
cor e pretas a 7. 8| 9 c IOS, ditos das
i mesmas casemiras para menino a 65, 7
*e 8, ditos de brim para homem a 3,
s 3500, 4 e 5$, ditos brancos Anos a 5,
5 6 e 7, ditos de meia casemira a 4 e
3 5, colleles de casemiras preta e de co-
. res a 5J, e 6, ditos de gorgnrao de seda
j brancos e de cores a 5 e 6fl, ditos de
, velludo prelo e de cores a 9J e 103. ditos
| de brim branco e de cor a3, 3J500 e4,
p palitots de panno lino para menino a
, 15, 16 e 18, ditos do casemira de cor
a 7S, 8 e 9J, ditos de alpaca a3e3g500,
| sobrecasacas de alpaca tambera pa<-a me-
! nio a 5 e 6. camisas para os raesmos
de cores e brancas a duzia 158,1G3 e 20,
meiascruus e pintadas para menino de
I todos os lamanhos, calcas de brim psra !
os mesmos a Jg500 e3, colarinho de li-
nho a 6000aduzia, toalhas de linho pa-
ra maos a 900 rs. cala urna, casaveques
' de cambraia muilo fina e modernos pelo
m diminuto preco de 12, chapeos com abas
gj do luslre a 5, camisas para homem de
Mg lodas as qualidades, seroulas para ho-
J, mem a 16, 20 e 25 a duzia, vestimen-
jj| tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaqueta e coletes ludo por 10, co-
bertas de fustao a 6, loalhas de linho
| para mesa grande 7 e 8, camisas in-
| glezas novamentechegada a 36J a duzia.
Cocos italianos
defollia de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duramquatrodosnossosa400 ri.utn
e 4$ urna duzia : na rua Direita n. 47,
loja de (unileiro.
Vende-se por eommodo pre fino apparelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos serviros para cha', almoco ejan-
tar : na rua da Cruz n. 61, armazem.
Verdadeira luvas de Jovin de to-
das as cores, rua da Imperatriz n. 7,
I loja do Leconte.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e naloja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso d-ste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
ganho. pharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Per-
nambuao.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na rua da Cruz n. 20, vende-sc :
Candieiros de Ialao de Lisboa.
Lazarinas e clavinoles.
Lona larga de superior qualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados com perfeico.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo cm lenco!.
Pregos francezes e de conslrucr5o, de lodos os
lamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Chaleiras eslanhada.s e forradas de porcelana
ingleza.
Carlas portuguezas muito finas.
Balanca de novo modello para pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Forros de latao para engommar.
Esporas, brides e estribos de melal do principe.
Ricas teizaduras francezas para portas com
boles de vidro.
Paes de ferro de todos os lamanhos.
Ricos paliteiros e linteiros do metal praleados.
Linhas de carreteis de 200 jardas do aulor Ale-
xandre.
Cera em velas de Lisboa
Barato pe admira.
Na loja de Machado & Santos, rua do Queima-
do n. 6, por baixo da boneca, vendem-se as se-
guintes fazendas :
Pecas de algodao com pequeo toque de ara-
ra, lendo cada pe?a 0 varas e 4 palmos de lar-
go a 4 e 4500.
Chilas francezas para coberta, covado a 220 rs.
Ditas ditas para vestidos, bonitos padres, co-
vado a 240 rs.
Ditas ditas muito finas, bonitos padres, cova-
do a 280 rs.
Dina inglezas escuras, bonitos padres, covado
a 180 rs.
Laazinhas para vestidos muito finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimo gosto, covado a 400 rs.
Corles de ginga para calca, boa fazenda, a i$.
Lencos de seda de cores a 1.
' Borzeguins francezes de superior qualidade a
I 8600.
Sapales inglezes proprios para o Invern a
I 4gO0O, e um completo sortimenlo de roupas fe-
| las de lodas as qualidades, por menos preco do
I que em outra qualquer parte, dao-se amostras
com penhor.
Laazinhas para vestido a 320
rs., e toalh s de linho a
800 rs.
Na rua do Queimado n. 19, rendem-se laazi-
nhas muilo finas para vestido, e para meninos,
pelo baratissimo preco de 320 rs. o corado, toa-
lhas de linho a 800 js. cada urna, cobertas a chi-
neza, de chita muito fina a 2.
Potassadaftussia
E GA.L DE LISBOA.
No bem cffnhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Reci.'e n. 12, ha para render
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, ora
e de superior qualidade, assim como tambem
cal rirgem em pedra: tudo Bor Breos muito
ra toareis
Loja da boneca rua da Impe-
ratriz n. 7.
Veudem-se caixas de tintura para Un-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
Aos senhores logistas de miudezai.
Bicos prelos de seda.
Ditos brancos e prelos de algodao.
Luvas pretas de lorcal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos : rendem-so
por precos commodos. em casa de SouthallMel-
lors 4 C., rua do Tratadle n. 38.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabeleeiment
geral de Londres n. 224, cStrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada ama
dellas, contem urna inslrucco em portugnez pa-
ra explicar o modo de se asar destas pilulas.
O aposito geral em casa do- Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Crui n. ti. em Per-
namb o.
Pede-se toda attenco.
Na loja d'aguia de ouro, na rua do Cabuga n. 1
B, vende-se tudo por precos naralissimos para
liquidar, assim romo seja :
Fitas e franjas.
Fila" de velludo de todas as larguras, abertas e
lisas, de lindos padres.
Frar.jas de seda de todas as larguras e de lin-
dos gostos.
Ditas de la e seda por proco que admira.
Ditas de linha para casaveque.
Ditas de algodao para toalha e par* cortinado.
Trancas de linho e de laa brancas e de cores.
Pentes.
Penles de tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a iraitacao de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para balos.
Molas para fazer balos, rendem-se i 1G0 rs. a
vara, ou peca de 50 molhos a 6.
Bicos.
Bicos de seda de l)Jas as larguras t- iindos pa-
dres.
Dilos de algodao.
Leques muito finos.
Capellas brauras para noira.
Chapeozinhos para ciianra.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas rom flores.
Assim como perfumaras muito finas, e mais
ohjeclos que vista du freguez far-se-ba todo w
negocio
M
I
i


4
i
fe
3
Milho bom.
noro a
Vendem-se saceos grandes com milho
5$000 : na taberna grande da Soledade.
Amendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. JoSo e S. Pedro e
tambe pora presentes a 2$ o frasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, rua
da Cadeia do Recife n. W.
E 0<>B>UCa>OCSSC<-<-
Seguro contra Fg
COIIPANHIA g
LONDRES
AGENTES
C J. Asi ley & Companhia.
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanto em barra.
Verniz copal.
| Vinhos Anos de Moselle
I Enchadas de ferro.
% Brim de vela.
Folhas de melal.
i Ferro sueco.
| Ac de Trieste.
^ Pregos de composicao.
\ Lona ingleza : no arma-
S
I
9
3
3
para
zemdeC.J. Aslley A C.5
:<-.
CALCADO
Grande sorlimento.
45Roa Direita*45
Os estragadores de calcado encomia-
rao neste estabelecimento, obra inte-
rior pelos precos abaixo:
Homem.
Borzeguins aristocrticos. 9^000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7000
Borzeguins arranca tocos. 7f000
Ditos econmicos....... OjOOO
SapatOes de bater (lustre). 5|000
Senhora.
Borzeguins primeira ciaste -(sal-
to de quebrar) ......5|00O
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....|50O
Borzeguins pata meninas (for-
tissimos). ........4|000
E um perfeitosortimeato de todo cal-
cado e daquillo que serr para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cosa*
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.


n
_

.DIAMO DB PBRWAMBCO------SEGUNDA FEtBA S DB JUNHO DB 1880.
FUNOIC&Q DAURORA.
Seusproprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral. toda e
jualquer obr manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os lmannos rodas d agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase meias moendaa, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos. guindastes guin-
chos e bombas, rodaa, rodetes, aguhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ricini, portoes era dara co-
lumnas emomhos de vento, arados, cultivadores, pontes, -aldeiras e tanaues, boias, alvarenaas
botes e toda* as obras de machinisrao. Executa-se qualquer obra seja qual f6r sua natureza los"
des.nhos ou moldes que para tal Ora forem aposentados. Recebem-se oncommendas neste esta-
belecimento na ra do Brura n. 8 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. <15moradia do cai-
S^^Xn^/^mntoCMtaP'W,,-e,,m qU6m S "*** Po'em
para
Vinho de Bordeaiix.
Em casa de Kalkmann lrmosfl-C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bera co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Marcilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
De Braudenburg frres.
St. Estph.
St. Julicn.
Margaux.
Larose.
Chaleau Loville.
Chaleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien.
St. Julicn Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma casa ha
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
Ruado Codornizn. 8.
Vende-se.
Milho era saceos.
Farinha de mandioca.
Farelo de Lisboa.
Charutos da Italia.
Feijao amarello.
Sabao raassa.
Dito amarello.
Arroz cora casca.
E outros muitos gneros, ludo mais barato do
qne em parle alguma podem encontrar os fre-
guezes que trocara sedulas velhas e cobre por
gneros.
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
Antonio eS.Joao.
Jos Paulino da Silva declara aos amanles dos
eslejos de Santo Antonio e S. Joo, que tem es-
tablecido a sua fabrica de fogos na ra Imperial
alem da fjbrca do sabao, conforme a licenca que
obteve da cmara municipal, o ahi encon'lrarao
os freguezes fogos de todas as qualidades, rece-
bendo tambem oncommendas, tanto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as cora
a maior promptidao pottirel; assim como vende
mateiiacs para os raestnos j preparados para
aquellas pessoas quo quizerem fabricar particu-
Relogios
Suissos
Ven.ie-i* ou iroco-se por alguma negra, ou
amata,, um negro oco muilo robusto, e de bo-
nita Dgura: na rus Nora n. 52, primeiro andar.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5#000.
Estes magnficos fer-
ros arham-se a venda
no arm.izem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leilo & lrmo. ra
da Impcratriz n. 10.
CENTRO COMMERCIAL
N. 15 rua da Cadeia do Recife 1 R,.
loja de quinquilharias e deposito de tabace, charutos e ci-
garros de
Jos Leopoldo Bourgard
Trapiche de depsitos, al-'^^- -i
fandegadon. 19.
V.atgo (La assemMa.
sn.
Era casa de Schaftcillin&G., ra da Cruz n.
38. vende-se um grande e variado sortiraenlo de
relogios de algibeira horisonlaes, palentcs, chro-
nometros, meios chronomelros, de. miro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos priraeiros fnbricautesda Suissa, que se ven-
deao por procos rozoaveis.
Pedras baratas.
Joao Donnelly lendoconlralado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimento de todas
as podras exlrahidas da ilba de Santo Alcixo,
propriedadedo annunciante, para calcamento das
ras desta ciaade ; e como as mesmas obras
publicas por cmquanto se acham poralysadas, e
tenha o Exm. presidente da provincia por despa.
cho de 18 desle mez concedido licenca ao mesmo
annuncianto para dispor das raesmas pedras, c
por grande quantidade que tem o aununciante,
no caes do Ramos, offerece a quem inleressar,
em grande ou pequea porcao, que as vende
muilo em conta. O mesmo annuncianto cnlen-
dendo-se com o Sr. llarnpa, hbil archileto, bera
conhecido nesla cidade, conhecedor das quali-
dades de pedras e lijlos, se tem admirado de
nao se ter empregado em alicerces este material,
qual as pedras do annunciante, como se pralica
lia Europi, para evitar a humidade as paredes.
O mesmo Sr, Rampa tem encommendado ao
annunciante 400 toneladas para esso fim, duen-
do que em obra sua jamis deilar lijollos em
alicoree ; pelo proco quo lem o annunciante
vendido ao mesmo senhor lhe sahe mui raiis
barato do quo lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca para usar do seu norae no presente
anuncio. As pedras escolhidas para arraazens
ou calcadas, a dez mil rcis por cen palmos, dei-
ladas as pedras em qualquer parle desta cida-
de a custa do annunciante, com toda aclividade
possivel, para o que lem as proporcoes necessa-
rias; os pretndanles dirifam-sd a ra da Praie,
escriptorio do annunciante.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijio mulalinho muilo novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca de diverses quali-
dades, milho, farelo superior em saceos muilo
grandes, arroz, do Maranho, cera de carnauba,
courinhos ruidos, sola e palha de carnauba, tu-
do por procos commodos e era grandes porces
ou a relalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4# e 5$.
Na ra Direita n. 45.
L1W
Farelo
em saceos muilo grandes, ullimamcnle chegado
do Porto vende-se no escriptorio do Csrvalho
NoROfira&C, na ra do Vigano u. 9, primeiro'
andar.
5#000 .
Grande sorlimenlo de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos quo se podem en-
contrar neste mercado, com si'us perlencos de
lamiente e sera muilo trabalho, tudo por presos : ".ova venci, quo muilo devora agradar s pes-
muilo razoaveis ; os pretendcnles podem ahi di- :saMe oscomprarem na ra Nova n. 20, loja
rigir-se, ou na casa de sua residencia, que o en-d Vlanna-
contrarao a qualquer hora do dia, e prolesta ser- i II I n t i a
vi-losdcfrraa quo os dcixe satisfeitos, nao s \Wf\ft 1 ZSaiill (1 PAPlf*
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
dos inaleriaes que emprega, e pericia dos artis-
tas que possue em seu cstabcleciiuenlo.
Farello de Lisboa
a 5,000 rs.
Na ra do Vigano n. 19, primeiro andar, ven-
le-se farello ltimamente chegado, assim como
cal virgem.
Vende-se um excellente deposito cora al-
guns gneros, e urna boa armacao, boa cusa, ex-
cellente localidade, lendo duas entradas, urna
pola ra do Imperador e oulra pelo Caes do 22
de Novembro para commercio, uro dos priraei-
ros eslabelecimentos na ra do Imperador n. 71:
na mesma cssa se dir com quera se trata.
\rtigos para lulo.
i
Chapclinas pretas e mais objoclos pro-
prios de lulo para homem e senhora,ven-
de-se na ra Nova n. 45
fc^ LOJA DE MARMORE.
umat
Fazendasporbaixos precos
Ra do (ueimado., loja
de4porlasn. 10.
Anda reslam algumas fazendas para concluir
a liquidacao da firma de Lcile & Corris, as quses
se vendem por diminuto proco, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezesde cores flxas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padrocs, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linhomuitobom, va-
ra, a 150(10.
Corles de caiga de meia casemira a 2g.
Dilos de dita de casemira de cores a 5$.
Panno prelo fino a 3$ e 4J.
Meias de cores, finas, para homem, duzia.
1J800.
Grvalas de seda de cores e pretas a lj.
*Meias brancas finas para senhora 8.3$.
Ditas ditas muilo Gnas a 4$.
Ditas cruas finas para homem a 4$.
Cortes do colletesdo gorguro de seda a 2$.
Cambraialisa fina transparente, peca, a 4)>.
Chales de laa e seda, grandes, uro 2$.
Crosdenaple pretode 1J600 i 2$.
Seda prela la trida para vestido a 18600 e 2|
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16.
Lencos de chita a 100 rs.
La de quadros para velido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, ngindo seda, covado
ra 400 re.
ntremelos bordados a 200 ts.
Camisetas para senhora i 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2g500.
Toilha3 de linho para mesa a 2$ e 4#.
Camisas de meia, urna 640 rs*
Lencos de seda para peacoco de senhora a
560 rs.
Vestidos braacoa bardados para baptisar crian.
cas a 5*000.
Cortes decalca de casemira preta a &$.
Chales do merino com franja de seda a 5&.
Cortes ite caica de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de monla ta, cova-
do, 1|280. '
Lencos brincos de cambraia, a duzia, 2$.
Noarinazem de fazendas da
ra do Queimado n. 19.
Vendem-se corles de hibeiia cora 14 covados,
fazenda muilo una, imilando seda, pelo barato
preco de 2j500, meias cruas finas para homcm
a 2$400a du?ia.
farelo.
Superior qualidade : vende-se no armazem de
Francisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de
Dos n. 12.
Farinha de mandioca a
5$000
a sacca de farinha de Mamanguape.
Modas francezas.
Lindos chapeos da ultima moda para senhora,
fichus Maria Antoinetla e mangas e enfeiles pa-
ra Ihealro, vestidos para nnivas, e luvas, che-
gados pelo navio Adelc : vendem-se na loja de
madanic Millochau Buessard ; ra da Irapera-
tiizi n. |.
Liquidacao
Loja doRamalho.
Ra ireita o. 83.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem 9 senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
SouthallMelloriC.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da ra da Monda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moendas para engeuho, do multo
acreditado fabricante EdwinMaw- a tratar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 4.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se pecas de algodao encorpado, largo,
com pequeo loque de avaria a 2$500 cada urna.
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junio a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de
ferragens n. 37, ha urna grande porcao de folhas
de zinco, j preparada para lelhados, c pelo di-
minuto preco de 140 is. a libra.
Aos amantes da economa
Na na do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas de cores ixas bastante escu-
ras, pelo bnraiissimo preco de 6J a pega, e 160
rs. o covado.
Era casa de Rabe Sel mettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova c muilo bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recite n. 38, primeiro andar.
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Russia para
rapazes, rauito proprios para a presenta eslagao
chuvosa, para os que lem de andar diariamente
na ra, sao fe res, do muita duraco e nao entra
agua dentro, lem prelos e cor de bisouro, pelo
diminuto proco de 4# cada um : na praca da In-
dependencia ns. 19 e 21, loja do lampeo na
porta.
t
Chancas para invern.;
Na ra da Cadeia do Rcrife n. 23 loja S>
confronte ao Becco Largo, vendem-se
*j> chancas proprias para o invern ou para x
^ andar-so am casas ladrilhadas a marmore ff
iir ou lijlo pelo mdico preco de 33 cada A
b urna. m
4dmiravcis remedios
americanos.
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera eslar prevenidos
com estes rei.iedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Agulhas francezas a 200 rs. a caixi, grampos a
20 rs. o maco, callao com clcheles a 40 e 60 rs.
pontos de bfalo para alisar a 240 rs., tolher d
metal do principe para tirar assucar a 320 rs
Ihesouras finas para costura a 120, 200 e 240 rs.,'
ditas com aro envernisado a 400 rs., ditas para
unhas 3 400 rs., trancas de linho do cores cora
caracol a 100 rs. a peca, galao de linho proprio
para enfeitar casaveques a 100 o 120 rs. a vara,
fumo prelo para braco e chapeo a 160 rs. o cova-
do, franjas de linho brancas a 120 e 160 rs a
vara, ditas de cores a 200 e240 rs. a vara, ditas
de laa a 120 rs. a vara, ricos enfeiles de vidrilho
prelos a 2J800, meias finas prelas para senhorss
a 280 rs. o par, oculos muito finos de aros de b-
tela a 1* o par. bicos prelos de seda a 160 e 200, sos, tumores brancos
o largos a 600 rs.. tramla ou b>bado do Porlo a '-. "i Drancos- ,
80 e 100 rs. a vara, boles para punhos a 160 rs I er>s,pelas> bce3sos e ulceras de lodas as classes,
o par, grvalas muito finas a 1, verdadeira litai| molestias d'olhos, didiculdade das regras
a peca de 6 varas, enfiadores I mulheies. hii ocondria, venreo, ele.
Prompto alivio deRadway.
Inslanlancaraenle alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigestan, crup, dores nos ossos, conlusoes,
queiraadura, crupecs cutneas, angina, reten-
cao do ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as eiifermidadcsescrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de maos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.vene-
uraores glandulares, ictericia, dores de os-
fecjoes do figado e rins,
das
de linho a 100 rs.
para esparlilhos com 2 varas de compriraenlo a ,
120 rs. raeiasde cores para meninas a 200 o par, | rllulaS reguladoras de Rad-
papel almaco a 2j) a resma, superiores sapatinhos -t*u
way
Suissos-
sos grandson, ve
sea relalho, por
Fumo
Charutos suissos grandson, veveysans e vevev
Ons, cni porcocs e a relalho, por mdico prego.
de laa n 560 rs. o par, obrcias para os naraora-
dos a 160 rs. a caixa, Qvellas douradas para cal-
ca a 80 rs., pennas d'aco bico de lanqa a 10 rs.
a caixa, boles muito finos para calca a 240 rs. a
grosa, po de ouro para dourar, om'macos muilo
grandes a 800 rs.. carla francezas linas a 240 rs
o baralho, estampas do Sanios
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
gao do sangue, inicuamente vegelaes favoraveis
em lodos os casos nunca occasiona nauzeas ne
dores do ventre, dses de 1 a 3 regularisaro, de 4
. e Sanias a140 rs., I ......iTTi ,lBUl,,ns,ara. ae +
botoes de louca para camisas a 160 rs. a grosa,! P"^1". Lstas pilulas sao efficazes as alfec-
ricos penles virados para alar bellos a 1400 "
6(a para cs a 240 rs. a peca, superiores boles
de madreperola a 640 rs. a grosa, meias de cores
c brancas para meninos a 200 e 240 rs., ditas
pra meninas a 240 rs., bandeijas de differonles
tamanhos a I56OO c 2, escovas linas para denles
a 240 rs., fita preta c branca coro clcheles a 400
rs. a vara, propria para vestidos, passadores pro-
tns para casaca e pslel a 120 rs penles para
alar cabellos n 120 rs.. pinceis paia barba a 100
rs,, reros prelo a 100 rs. a oilava, ricas gollinhas
de vidrilhos a 1JJ500 ; alm desles objectos en-
contrar o publico um rico sorlimenlo de franja
de lodas ac larguras pretas e de cores, com vidri-
lhos, bicose rendas da largura de um dedo at 2
palmos, fitas do sarja e garca lavrada de meio
dedo al um palmo, ricos penles de tartaruga vi-
rados e fitas de velludo de lodas as cores e lar-
guras.
Moleque.
Vende-se umof^timo moleqne, de 1S a 14 an-
no8 d idade, bom copeiro, faz lodo o servico de
casa de familia, o qual serve tambem para pa-
Kem : quem pretender 4irija-t i rua da Cruz n.
J 23, segunda andar.
ccs do flgrdo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digeslo, c em lodas as enfermidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
coes, flofrs brincas, obslrucces, histerismo, etc.,
sao do mais prompto eTeito na escarlatina, febre
biliosa, febre .imarella, e em todas as febres ma-
lignas.
Estes tres Importantes medicamentos vem a-
companhados de inslrucces impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esto ga-
rantidos de falsificaco por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
& Irmao, na rua da Imperatriz n. 10, nicos
agenles em Pcrnambuco.
Moleque.
Venderse par prego commodo um bonito mo-
leque de 10 a 12 annos de idade, proprio para
aprender um offlcio : a pessoa que pretender,
pode dirigir-se a rui do Queimado n. 4, ioj de
ferragens de Hagalliacs & Maia.
caporal francez, Flcur d'harlebeke, virginie, ma-
ryland, e americano, garante a superior quali-
dade.
Cigarros
de papel e palha de milho, de diversas qualida-
des.
Havana.
charutos legtimos del
Cachimbos.
nenio de cachimb
D.
Rolo.
Superiores charutos legtimos de Havana, mar-
ca Londres.
Grande sorlimenlo de cachimbos do preco de
120 rs. a 15j,000. "
Existe grande deposito, em botes de li2 libra
e urna libra, ao proco de 1JJ400 o 2800. garan-
le-se a qualidade.
Vender muito para vender barato vender
vender muito.
barato para
um mmt
DE
U IITiEi.
Sita na roa Imperial n. 118 c 120 junto a fabrica de sabao
DE
ScbasUa J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
,a Qn1rSlQer2>nvrleC,nemoiia,9e?pre l,romPl?,s alambiques de cobre de d.ffcrentcs dimences
(de 300 a 3:000* simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios conl.no
para resillar e destilar espintos cora graduacao at 40 graos (pela graduaco do Sellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do'imperio, bombas
de todas as dimences asperanles e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneuas
de bronze de odas as dimences e fetios para alambiques, tonques etc., parafu.sos de bronze e
ferro para rodas d agua.por as para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
is dimences para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos tachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco era lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lenccs de ferro a latao.fcr.ro suecia inglez de todas as dimensoes, safra* tornos
e foliesi para ferreros etc., e oulros muitos artigos por menos preco do que em oulra qualauer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda cora presteza e perfeicao i conhecida
e para coramodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confionca acha-
mo na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encomiendas
Relogios.
Vende-sem casa do Johnston Patcr & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, palete inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
Kros, chegado da Europa, as garrafas ou as es-
andas na rua lama do Rosario n. 36.
Sal do Ass.
A bordo do palhabote Olvcira II : liala-se
na iua do Tripiche n. 14, escriptorio de Slanoel
Alvos Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na travessa da Madre de Dos n. 2.
Rua daSenzala No\a n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sllins esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglesas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous eaval.
os. e relogios d'ouro patente inalezes ;
I Engenho. |
50 Vende-se o engenho Santa Luzia,sito na @
; freguezia de S. Lourenco da Malla, enlre
os engenhos Penedo de Baixoe Penedo de
@ Cima : trata-se no mesmo engenho ou no
engenho Mussambique com Felisbino de #
Carvalho Rapozo.
AG^E^CIX
I'A
FlNDICiO LOW MOW,
Roa da Scnzala.Ptova n. 42.-
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimento de moendas e meias moen.
das para en9enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para di
Grammaticainfe-
za de Ollcndorff.
Novo methodo para aprender a ir,
a cicrevere a fallar inglez em 6 mezct,
obra nleiramente nova, para uto de
todos o$ estabeleciraentos de instrucoo,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
Tachas para eogesho
Fundigo de ferro e brouze
DB
Francisco Antonio Correia Cardoio,
tem um grande* sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Meias de borracha,
l,nrrhnr,U T" *"""" de superiores me.as de
Calcado, roupa feilae
charutos.
Augusto & Perdigan, com l,.ja na rua da Ca-
de.a do llecife n. 23. v0n,lem as fa/endas men-
cionadas, pelos seguintes procos, que sao os mais
commodos possiveis.
noCpho3r25o'aS rr, P '**** P"a nT"'
poMOfOOo"8 franc"es dos nl',l'or fabriranlrs
Boriegnins de Meli por 12000
Sobrecasacos de panno lino prelo c de cor su-
perior por 35$000.
Paielols e subre;asacas de casemira por 25fi.
Laicas de casemira superior por 10* e 12.
tamisas inglezas de linho superior por 50
Chancas proprias para andar em slios e enge-
nhos por 2*500, *
Charutos superiores e oulras marees conhcci-
das, caixa 5(M)0
Vendem-se 2 silhocs inglrzes rom pouco
uso, com Iodo3 os arreios para montara de su-
miera e por preco commodo ; na rua do Livra-
menlo n. 35. Na mesma casa se dir quera veu-
de um ornamento completo feilo rm Poriuira
com missal, ralis, pedra d'ara. e todos os mais
arranjos para celebrar, einda nao servidos, c com-
pra-se um santuario decente.
Ven Jem-se canoas de amarello de 25 a 30
palmos de compriraenlo, proprias para abiir o
para pescara, cora 2 112 a 3 li* palmos de Lo. -
ca : na rua do Vigario n. 5.
Milho c farelo. '
Vendc-se na travessa do pateo do Parao n.
16, casa pintada de amarello com oiiioparaa ru
da florentina-
$m ixmmm M68KM
Loja de marmore J
DE
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,
loja d Lecomte.
/ende-se superior linha de algod5o, bran-
cese do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthall Uellori C, rua do Torres
n. 3 .
ATTENCA'O.
Vende-se continuadamente saceos com farinha
de mandioca, dilos com milho e farelo de Lisboa
por menos prego que se vende em oulra qual-
qaer parte : na rua ds Rangel n. 62, armazem.
I 43Rua Nova 43
Os proprelarios desle estibelecmento i
| avisara ao respeilavcl publico, quo aca-.-S
w bam de receber pelos nliiroos vapores da*3
S Europa, um variado sorliinmlo de arli- S
^ gos de novidades, tanto para senhorasco- i
35 mo para hornera e meninos, c entre es- =
o les i
Para senhoi as. j
|I \eslidos de cores de moirantique e gro- |
w de-fric. ;
|J Capas para sabida de baile e ihealro guar- 2
9P necidas a arminho, ultimo g>slo. I
g^ Ditas de velludo prelo, ultimo gosto. i
efij Enfeiles de phanlasia para baile e ihea- i
M tr0
^ Chapelinasde palha da Italia e seda ul- *
fie limo goslo.
J Leques de phanlasia o madreperola. I
Chales de cachemira com bordado es- 9
pecial.
Braceletes de sndalo e leques. 9
Extractos de sndalo.
Vestidos de cambraia branca bordada. 1
Luvas de Jouvin brancas, pretas e de *
cores. I
Murgas, broches e pollerines com man- 2
gilos de cambraia finissima, borda-
dos a poni do Inglaterra e guarne- 2
cidos a renda valenciana.

s*
A 16^ a duzia.
Na rui da Madre de Dos, loja n.36A, ven-
dera-so camisas francezas brancas e de cores a
16-3 a duzia o urna a 18400, Ilutaba de quadros
para vestidos de senhoras a 280 rs. o covado.
A 3#500 e 2#800.
Paletols saceos de ganga araarella muito fina a
3-3500, ditos de brimzinho escuros, francezes, a
3f800 : na rua da Madro de Dos n. 36 A.
Semea
de superior qualidade, e muilo propria para en-
gordar animaes, em saceos grandes ; no arma-
zem de Anlunes Guimaraes & C, no largo da
Assemblca n. 19.
Vende-se I
telogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas.
Biscoutos.
Emcasa de Arkwighl & C, ruada
Cruz n. 61.
S-H-HMI
Vendem-se 8escravascom habilidades c sem
ellas de 15 a 40 anuos, de 800$ a 1:5003, um es-
cravo de^SO annos, bom cozinheiro, por 1:3009,
um mulato de 22 annos por 1:3009, e mais al-
guna escravos baratos quo se vendem, tanto a
prazo como a dioheiro, na rua Direita, no escrip-
torio de Francisco Malhias Pereira da Costa.
Mamanguape,
em perfeilo estado, chegado hontem : vende-se
no armazem do Francisco L. O. Azevedo, na rua
da Madre de Dcos n. 12.
Refinaco de assu-
car do Monleiro.
Conlinua-se a vender assucar cryslalsado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
leiro, pelo prcro de 7*000 a arroba, caprompla-
se barricas de lodos os lamanhos, com brovida-
de e accio : na rua do Cac3 de Apollo n. 63.
Vende-se um par de dragonas paro official
da guarda nacional, espada com talim. fiel, ca-
nana o banda rica, e oulra rom bacalho de re-
troz, tudo para fardaraenlo rico o por preco mui-
to em conta, pois s servio urna vez : os preten-
denle dinjam se & padaria confronte a igreia da
boledade, que acharao cora quem tratar.
Feijao amarello.
Era saceos grandes de 30 cuias, era pequeas
e grandes porges; vende-se muito barato para
acabar, e saceos com farelo, o mclhor que lem
vindo ao mercado, a5# : na rua do Vigario n. 27
I Chapeos para senhora. |
3i> Vendem-se chapelinas com lindos en- @
feitea e de differentes cores pelo baratissi- ^
S rao preco de 10# cada urna: na rua do &
@ Queimado loja de 4 portas n. 10.
@e* @ @e@g@
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
-Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Elluir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de X oncas
12 libras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual Teude a mdico
preco.
Ervithase painco
Vende-se a 160 rs. a libra : na irave d0
paleo do Paraizo n. 16, casa pintada de amsrello
com oitao pan a rua da Florentina.
t" Rua da Imperatriz, na loja da esquina do bec-
co dos Ferreiros, vendem-se cortes i* siseado
Trancez para vestidos a 2-3, i hilas cores fixas o
finas a 200 rs. o covado.
Farinha de iniho.
Vende-se farinha do milho mui o nova : rua
das Cruzes n. 30, padaria, a preco commodo
Pechincha.
Tara acabar, na rua Nova n. 32, vendt m-re
laas chinezas bonitos padrrs. para vestidos de
senhora, pelo diminuto prc;o deJiOrs.-o covado
Liquidacao.
A ellos antes que s? aeahcni.
Casaveques de fustao branco rom franja ibdti
goslo) a 8j rs., na rua Nova n. 42.
Hilos de musjulina igual fr-ilns a 6f rs.
Dilos de cambraia brancos a 5j> rs.
Manguitos rom gola o para 1*500.
Gollinhas de bonitos padres a 500 rs
Casemira amarella para fardas, corados 1J2C0.
Luvas de lio da Escossia por 300 rs.
Lencos de chila a duzia a IgiDO.
suspensorios linos o par a 320 rs.
No paleo de S.
Pedro n 28, vendo-se urna cobra (bixoj com um
cabrtlo, propria para mamentar urna ctianc,a, por
ser muilo mansa e ter bstanle leile. Na snetssa
I casa fornece se comidas e juntamente se niandi*
levar em casas pailiculares, ludo por muilo com-
modo preco.
V'ende-sc cal virgem nova c em pedra, rhe-
gada agora no patacho portugus Maria da Glo-
ria : no escriplorio de Francisco Severiano Ra-
bello & Pilho, largo da Assembla Provincial
n. 6, Forte do Mallos.
Vende-se por preco commodo, um estrave
rrioulo, de bonla figura, moco e com o oflicto
de caiador : na rua dos Maityri'os n. 4.
Camisas inglezas
Na loja de Goes k Bastos, rua
do Queimado n. 46.
Acaba-sc de receber um grande sorlimenlo
das verdadeiras camisas inglezas muito finas,
cora pregas largas, peitos de linho, sendo estos
ultimas camisas do um goslo apurado, tanto era
pregas como em collcrinhs, pols decente tanto
aos rapazes como sos senhores de maior. porisso
sendo muita a porcao que recebemos, deliberou-
se a vende-las por 38 a duzia, nesla bem conbe-
cda loja de Goes & Basto.
As reelhorts machinas de coser dos ruis
alamados aulores de New-Yoik, I.
M. Sijger & C. e Wheeler & Wilcn.
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
aulores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e rcsponsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade c seguranca :
no armazem de fazendas
do Raymundo Cirios
Leite &' Irmos rua da
amigamente aterro da Boa-
mperatriz n. 10,
Vista.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11
alguns piaoos do ultimo goslo, recentimen
chegados, dos bem conhecidos e acreditado* fa-
bricantes J. Broadwood 4Sons de Londres, e
muito- proprios para este clima.
Escrayos fogdos.
Fugio o escrvo de nome Cesaro, idade de
vinle e \nt\o&Jomo- pouco mais ou menos, es-
tatura medun* a reforcado, bons denles e lima-
dos, cabra *""> quasi negro, barba na pona do
orque3<,i,?' ^ filh do .Sobral
de
queiio.)"'s1,*Lvernif''}|8dos. pernas um pouco
(Cear) ; portanto
campo, as autoridades
pejjoa que o possa eneon-
e o levera a sua senhora, ne
caes do Ramos, sobrado encarnado, que serae
gratificados ; e se protesta contra quem o liver
acoulado em sua casa, H
rpaa-se aos capitaes
policiaes, e qualquer
irsr, o apprehcndom



DIARIO DE PERWAMWCO. SEGUNDA FElftA 66 JNH) DE 1860.
literatura.
Asobrinha do trapeiro.
i
"O baile que, na noilo de 14 de de Janeiro de
1828, haTia dado a marqucza de S**, approxi-
tnavn-sc le seu flm.
Paulo d'Emanges bello genlil-homem de vinle
e cinco annos, fui um dosullimos que se relirou.
O lempo eslava sereno e secco ; por isso Paulo
linha mandado erubora o seu carro. A idea do
fortalecer-se n'um bauho de fresto, ao dcixar a
calldaathmospliera do baile. Ihe sorria como urna
verdadeira partida de prazer. Com aquolle te-
merario descuido, que faz um dos encantos da
niocidadc, rarninhou a p para o seu domicilio
de rapaz soltciro.
Eram cinco horas da manhia. No meio de um
espesso neyoeiro dcslingia-se com difficuldade o
claro moribundo dos lampees.
Elle tinha alravessado a Ponle-Nova, e enlra-
nhava se na ra da Moeda, quando dous indivi-
duos sahirain aos saltos de um becco lamacento,
e lancaram-sc sobre elto.
-A luta loi surda, porm terrivel.
Apezai de sua vigorosa resistencia, Paulo, se-
guro pelo pescoco pelo raais robusto dos scus og-
gressores, ia succunibir, quando ouvio urna voz
marcial grilar-lhe :
Resista, senhor, que cu tambem vou entrar
omcombate.
A vista desse soccorro inesperado; os assassi-
uos largaram a preza e fugiram ; mas um dcllcs,
recehendo na nuca um golpe de croque soltou um
rugido de ddr.
Paulo, ludo amarrotado e ainda aturdido, nao
cuidava etn agradecer ao seu libertador.
Est ferido ? porguntou este.
Nao o creio, respondeu o mancebo ; diver-
sas conlusoes, seni duvida, e zlguma oppresso.
Dous minutos mais tarde, eu eslaria estrangu-
lado.
O senhor faria bem eni lomar algum cor-
deal. Daqui a uns cem passos alli... Deixe-mc
opatihar meu cesto
O salvador de Paulo ora um trapciro.
Alguns instantes depois, ncharam-se sentados
mesa nm dcfronle do outro em casa de um des-
ses marcadores do vinho quo devem vizinhanga ,
dos mercados o privilegio de ficarem aberlos to-
da a iioile
Sirva-nos de urna garrafa de vinho de dous
rozados, disse elle ao dono da casa.
(topa, dirigindo-se a Paulo :
E este, pude crr-rae, um dos melhores vul-!
itrenos.
Devo a vida ao senhor, disso Paulo aper-
lando a mo desse honrado hornera.
l'alvez que nao o matassem, ainda que o
desejassem de ledo o coraco.
Demorei-mc bastante em manifeslar-lhe o
meu reconhecimontu.
O senhor nao leria feilo o mesmo quo cu ?
Provayelmonle; mas em sua edade !
li! ainda lenho. o punho vigoroso, apezar
dos meus sessenta. verdade que s lenho um.
E elle moslrou n mo esquerda, a tres dedos
da qual fallavam ditas phalanges.
Um dcllcs, disse Paulo, sollouum grilo ler-
rivcl. A
Ora essa ao menos haviam de gritar. Ve- ]
ja o meu croque. Ha sangue na pona do prego... i
sangue do palito. Gracas a Deus, nao esta a
primeira vez. Iglo que o senhor v, ao mesmo i
lempo minha ferramenlo. Nao me ganha mal oj
pao, c se alguns sujeilos, enjos noraes ja esqueci, I
-Jinda coinem, dovsm-no a ella. Assim, finquei-o
com toda a soguranoa. Veja.
Como se chama Vine, pergunlou Paulo.
Chamam-me pi francisco.
Pois bem pae Francisco, vejamos, como
poder desobrgir-me para com o senhor ?
M perguntn, mancebo. Asuppor que Vmc.
s me deve um quasi nada de reconhecimento,
esse senlimenlo Ihe pesara muito?
Pelo cenlraiio .. mas...
Mas o que ?... sao extraordinarios os ho-
mens de hoje, at os mocos !
O senhor julga real...
Julgo muio bera, de parte a modestia. Vmc.
teria f.illado como acaba de fazer, se livesse vis-
to islo ?
O veiho desaholoou a veslia de la ; a cruz de ;
honra brilhou em seu peilo.
Porque a occulla ? pergunlou Paulo com
uiii soriiso benvolo.
um negocio de pojo e de dignidade que1
me todo pessoal. O meu oficio exige farrapos..
o... se o seuhoi livesse servido em meu lempo,
coro prebendara a historia.
.Meu pao foi mililar.
_ Ento deveria dizer-lhb que nao se pro- '
pocm recompensas a um veterano por um serv-I
e.o que s nao o prestara *kh cobarde
Desculpc-me. Tcnlio ainda muito que i
aprender. Minhas inlcnces nada linhatn de ot- I
ilusivo ao senhor.
Seja, e nao fallemos rcais nisso. Beba um
golle..
A sua sade, par Francisco.
Venha c, apezar de seu offerecimenlo um
linio leviano. e ainda que Vmc. teDha o ar de I
um casquilho, lem um bello roslo, um rosto que'
me agrada.
Eulao, em falla de oulra cousa, aceite mi-
nha amizade, e conceda-me a sua.
O que faria Vmc. ilc minha amizade ?
Oh o que se faz da amizade !
Un Un !.. isso muito bonito em palavras;
niasns nao uertencemos a mesma classe, nem
3OTDU8 da me'sma edade... E se esta a primeira
vez que nos encontramos, provavelmente ser a
ultima.
Porque ?
Porque?... Eu durrao do dia... E verdade
que o senhor dorme de noite.
um eprigramma.
- Como quizer.
Volla de um baile.
De que baile"? ,
Oe um baile d'alta sociedade.
Nao valem muilo mais quo do Curtilha.
O senhor um philosopho sloico.
Nao ; nao snu nem urna nem outra cousa,
e peco-lhe que rae desculpe.
Oh I
~ Sem duvida. Tcnho o sr de querer mora-
lisa-Io.
Julga-mc indigno de ouvir sabios conseihos?
Nao, mas eu nao lenho o direito nem o in-
cnco de Ih'os dar. Eslou corlo de que o senhor
u.ii lilho familia. Vmc. tem seos defeilos e
suas qualidades .. Guarde-as para vjver feliz no
mundo onde o lam;ou o acaso da tortuna... Mos
o senhor nao bebe... Este vinho engarrafado
agu-p6 para o senhor, ao passo quo elle me so-
bo a cabeca, e me faz fallar como urna pega. Le-
vantemos o cerco ?
Depois quu'o senhor me houver dito que
accidente Ihe rnuiilou a mo esquerda.
Foi urna prensa de moeda ; eu era moedei-
ro ha cinco annos. Depois disto nao poderim
conservar-mc no lugar. Tenho um rendimenlo
de duzentos e qusrer.ta mil ris. e ganho actual-
mente dous muris com a minha cesla e o meu
croque. V Vmc. que nao sou digno de lastima...
nemosoutros.
Os oulros?
Sufficit
D-mc licenca para ir'v-lo ?
Onde ?
F.m sua casa.
Por ventura um trapeiro tem casa ?
rtecusar-rae-ha o prazer de aperlar-lhe a
mo algumas vezes ?
Quando vollar do baile! apparcqa eqni. Jan-
to entre as seis c as sete... da manhaa. Mas to-
mo sentido com os mos cncontros ; nem semprc
eslarei l. i
Assim, nao me quer dizeronde mora?
J disso ao senhoi que nao linha casa.
Pai Francisco levanlou-se, fez um gesto com a
cabera, e quiz pagar a garrafa.
Paulo oppoz-ze, lancando urna moeda de ouro
sobre n mesa.
fcil para o senhor'o ser altivo, mas des-
la vez com razao. Ainda que lenha apenas be-
bido um dedo dessa garrafa, comludo foi para
Vmc. que a ped.
Sahiram da laverna.
Vmc. deu-me o seu nome, disse Pnulo,
mas ignora o meu. Chamo-me...
Depois, inlerrompendo-see tirando da carteira
um bilhele de visita, disse :
Para que o Sr. nao possa invocar o esqueci-
mento, tome esle bilhele no qual se acham meu
nomo e minha residencia.
Pin Francisco aperlou machinslmente o objeelo
enlre a camisa e a vestia, deu a mo a Paulo, e
cada um tomou para o seu lado.
II
O coronel d'Emanges a seu filho Paulo.
Mirecourt (Vosges), 27 de Janeiro de 1828.
Meu querido Paulo.
A promplidao de minha resposla vai admi-
rar-lc bastante, pois tu sabe, que eu era lo vivo
em lomar o sabr corno sou preguicoso em lo-
mar a penna ; mas algumas liuhas explicaro es-
la infracoao de unido s habilos de meu tempera-
roenl.o.
com razo que fallas, mu de leve, em Ina
uhiina carta, de um ataque nocturno em que nao
brillaste, c confosso-le que, sabendo que sahislc
desse negocio sem a menor arranhadura, en nao
avivara a loa lembranca a esse respailo se algu-
mas particularidades relativas ao leu defensor
nao me livessem impressionodo.
Esse homem chama-se Francisco esle no-
me deve ser um pronome. Esso homem tra-
pciro e cavnlleiro da Logio de Honra. Occulta
a cruz. A linguageni de que se servio, foi sim-
ples e firme. Deixi eslar.
Ora, eu conheei um noria-machado da guar-
da, que se chamara Francisco Carlier, o qual per-
di de vista quasi por culpa minha, pois lenho-lhe
amizade superior ao teslemunho que llio hei
dado.
Um presscnlimenlo, misturado de alguma
certeza, diz-me ao ouvido do coraco que o leu
Francisco e o meu poderiam ser a "mesma perso-
negem.
Elle recusou indicar-te sua morada ; mais
um ponto do scmclharjca
Procura com cuidado esse homem, porm,
como pode ser o meu nao empregues para encon-
lia-lo algum meio capaz de ferir urna suscepli-
bilidade feroz.
Francisco Carlier era, e permita Deus que
ainda o seja, ndedicacao em todo o seu pudor.
Avisa-ine, s aclivo e prudente.
". Teu pae,
Coronel d'Enanges.
P. S.Se o enconirares, pedo-lhe que te
cont um acto de herosmo que eu te occullei,
recejando que tu o dissesses a la mi. Com-
prehenders, alias, dir-te-hei porque.
Nao le esquenas que somos devedores desse
honrado velho.
No mesmo dia em que Paulo recebeu esla car-
ta de seu pae, deilou-se cedo, contra seu coslu-
me. Levanlou-se no oulro dia, veslio-sc com
luz, e sahio tde madrugada.
Chegou ra da Moeda e cnlrou em casa do
merendor de vinhos, onde pae Francisco tomava
ordinariamenlo a sua primeira rcfeieo.
O mancebo vio alguns trapeiros sentados me-
sa, ou adormecidos em casa do taverneiro, mas
pae Francisco eslava ausente.
Eslranho aos costumes do lugar. Paulo pedio
com acanhamcnlo licenca para senlar-se e es-
perar.
Se leve o laclo de pedir urna garrafa de Bor-
deus. nao levo a lembranca de beber um copo.
A elegancia do seu traje e o embarazo de seu I
porle fizeram delle o objeelo de um exame zom- I
beleiro e quasi malevoio
Sentindo-se prximo a perder o animo, cha-'
raou um eseado e Ihe disse em voz baixa :
Dar-lhei dous mil ris, alem do preco des-
ta garrafa em que nao tocarci, se me disserqual!
o nome. de familia do pae Francisco, trapeiro |
velho e seu freguez.
Mas Francisco, responden o creado.
Est cerlo disso ?
Pois nao I ha cinco annos quo eslou aqui,'
e ainda nao ouvi chama-lo por oulro nome.
Vem elle lodos os dias?
Siro, senhor ; devo dizer-lhc apenas que
ningiicm o v do.-dc sexla-feira. Est doenle,
sem duvida.
Sabe onde elle mora ?
Nao, senhor.
Alguem d'aqui sabo-lo-ha ? .
Nio o creio. Ainda que, como bom rapaz,
pai Francisco nao froquenla ninguem.
Nem mesmos seus collegas ?
Ninguem, senhor, apenas demora-se aqui
dez minutos, a s volla pela manhaa.
Como c mais de sele horas, disse Paulo,
consultando seu elogio, provavel que o senhor
nao o veja hoje. Premelle-me enlregar-lho as
palavras que vou eserever ?
Certamenle, genitor. -*'
Promeile-me lambem nao fallar a qnem
quer que seja, das pcrgunlas que vou lite fazer ?
Da muilo boa voulade, senhor.
Pois bem ; lico-lhe muilo agradecido.
Paulo tracou algumas linhas era urna folha
FOLETUI
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAM8UC0-
arraneada de sua carteira, dobrou-a, poz-lhouma
obna o entregou-a ao joven aprendiz lodo
exlasiado.
D'pois levantou-se e sahio preeipitadamento
acompanhado por elle, no meio dos cochichos e
risadas de mo agouro.
Nem urna palavra 1 disse elle j fra o
vollsndo-sc.
Dcize estar, senhor, v soregado I
Passaram-se mais do quinze dias sem que as
indasecoes do Paulo produzissem resultado
algum.
A.i numerosas dislracces que Pris offerpee,
principalmente no invern, mocidade oppuien-
ta, tinham enfraqueridu muilo no coratao e no
cerebro a lembranca de pai Francisco." At foi
preciso quo um acoso pozesse a caria do coronel
dobf.ixo de seus olhos para que seriamente se
oceupasso de novo.
Corno enrontrarei, pergunlou ella urna
noite a seu amigo o visco Bernardo de Luclieux,
um "rapeiro de quem conheco apenas o preme
e cuja morada me desconhecida ?
Absorvido por cssa pcrgunia, o risconde foi
obrigado o recolhcr-se para responder clara-
mente.
Exislcm dousraeios infalliveis, respondeu a
final Bernardo. O primeiro, quo o mais
prompto, porm o raais tolo, ires a prefeilura
de polica e consultares os emprogadoada seccao
que se interessa desses honrados indastriaes. O
segundo, que exigliia pesquisas asss lorigas,
porm mui galantes, seria passear noile e dia e
reconhecer quaiquer individuo de andrajos, que
trouxesse urna cesta cura croque___Poder-sc-hia
ainda......
Mo delestarcl! disso Paulo, sacudindo
a cabera.
Diabo I lu es difficil.
O homem de que so trata, accresccntou
d'Emanges, desafiar-me-hia se soubesse, que
para encontra-lo eu me hara servido de meios
seraolhanles ~_
Ser por ventura algum principe desfar-
Qado ?......
Nio. E'iim velho desessenla annos...quo
me salvou a vida.
Oh!......
Pnulo poz Bernardo ao par de sua aventura e
mos:rou-lhe a caria de seu pai.
Porque nao vollas a essa lasca ?
J pensei nisso, respondeu d'Ernauges, mas
deteve-me urna refiexao mui simples.
Qual ?
Essa boa! que se depois de haver hdo
meu bilhele, pai Francisco nao me mandou dizer
n*da. foi grande o motivo. Esse trapeiro nao
um elvagem ordinario.
Nao importa, meu querido Paulo, tu deves
por lie por leu pai encontrar umselvagem desse
valor.
Tens razao; e de amanhaa em dianle
trabalharei.
III
Paulo voltou casa do mercador de vinhos da
ra da Moeda.
O caixeiro a respeilo de quam elle se havia
moslrado lo generoso, entregou-lhe o bilhele
dizendo :
Pai Francisco nao tornou a pt>r os ps em
nossa casa. Era homem de habilos lio regula-
res que essa ausencia nao natural. O pobre
diabo esl bem doenle, so nio morreul Remis,
no pateo da egreja do N. S.. pode-rito dar-lhe
algumas informacoes a esse respailo.
D'Emanges subi em um rabriolcl, que,
ordem sua, tomou essa direcc*.
O cavallo cahio no caes, na altura da pene do
camjio. Formou-se urn grupo; prociirram le-
vantar o animal, mas vo-se logo que tinha que-
brado urna perna.
Paulo desceu e pagou.
Quando se afastava, unta voz que j linha
ouvido, mas san saber onde, grito :
Tornera sentido, cabecudos!......-.quasi que
rac'niachucam as flores.
Paulo voltou-se c prooirou com os olhos a
personagem que acabara de proferir aquellas
palavras.
Beconheceu pai Francisco!......
E com ludo nao era aeil nesse momento,
principalmente para urna pessoa que s linhi
visto esse velho- urna vez, (hiranle nieia hora
quando rnuilo, e sob seu Irajo de trapeiro !..
Elle trazia em cada braco um vaso de Ubres-: o
(Ja esquerda sjisleulava m craveiro e o da di-
reila urna rozefra das qualro estnces. Um enor-
te cartucho de papel branco protega essas plan-
las'coramuns, porm raras c caras- nossa poca
do anno.
A cabeca desse honrado velho eslava caberla
por um chapeo do feltro ruivo, de forma baixa,
com olhis largas.
Dti grvala de soldado sabia ocollarinbo da
camisa de panno ordinario. A fijeza- quu osle
ultimo devia gomma, fazia-o semelhanlo aos
cartuehos que cobriam ns llores.
l'a jaqu de panno azul claro eom botes de
metal, c de abas em forma du cauda de bacalho;
um collele pardo de urna fazenda leve ; caigas
largise pesadas do um pardo escuro, mui cur-
ias na cintura e as pernas ; um par desapalos
ferrados compunham o- fato do pai Francis-
co. Nunca o mais simples camponez veslio-se
melhor ao domingo.
Masa rorma ca escolha ridiculas-desses vesti-
dos nao prejudicavam em nad-i -franqueza,
mgenuidade.ao carcter lhano e sincero daquelle
que os trazia. Pelo contrario Evidenlemenle
esse traje era antes de um camponez, do que de
um veterano com baixa ; mas preciso dizer que
elle provinha do espolio de ura lio, pobre agri-
cultor mortocom a enchad-a as mos.
Com os olhos sobre s flores e os- colovellos
par fra, separou-se pai Francisco do ajunla-
mente qu sccondoia mais ou menos da sxirte do
infeliz cavallo, e cosleou o caes como se q,uizesse
ir praca de Grve.
Paulo que o acompanhava, o vio entrar no n.
12 do caes l.epellelier. c desapparecer em urna
allo escura c comprida.
Dez minulos depois, o mancebo transpunha
I esse corredor hmido. Vendo na parede do
funjo a seguinte indicarn
A porteira esl na sobreloja subi alguns
degros.
Lina velha que eslava a vairer interceptou-lhe
a passagem na primeira volla, pergunlaiido-lhe :
Para onde vai ?
E' Vmc. a porteira ? pergunlou elle por
sua vez.
Siin, senhor.
-- Tenho duas palavras a dizer-lhc.
iga.
E' que..........
nfJr0nnr''Omann)tr8US,V- V"'"" ted,ri8' "T t' bem issO, o agn
.Pr. \T ",lerprc,e n0Mp-lnl .m con.empl.r-te naquella noite. Kor
,.. -.-,-----...1
pria com vantagem nesse caso, a sua (alia de i certo
eloquenea. Tirou dous mil ris da algibeira c
os tntroduzio na mao da porteira.
Tesina a bondade de entrar na loia, Ihe dis-
so ella graciosamente.
Mas a senhora nao esti s.
E minha fllho, senhor, o a menos que...
Poder ella subslilui-la por cinco
nulos?
Oh I perfeitamenle !
Enio queira descer romigo
roi-
por
. qnem .
Rimaremos no primeiro bolequim que Vmc. qui
zer, para conversarmos um pouco.
Eslou muito bem...
Ella nao acabou, porm moslrou com um gesto
Wprossivo o vestido e o a\ enial.
Oh! que imporla !... disse o mancebo, que
as visitas da ra da Moeda tinham democratisado
um pouco.
Elles cnlraram em casa de um licorista visi-
nho que disse porteira :
Bom dia, me Pascal. O que quer que Ihe
sirva ? i -i i
1ue 1uer iomat ? pergunlou Paulo.
Oh I eu um quasi nada I... urna pinga de
erva doce.
Nao prefereris urna garrafa de bom vinho?
Ora, isso nao se pergunta I mas...
. Pis bera I disse Paulo dirigindo-se ao
licorista radioso, d-nos o que tivo de melhur na
niega, e sirva-nos na sala, naquella mesa do
fundo.
Depois, vollando-se para a porteira :
Assim, minha senhora, terei lempo de ei-
plicar-lhc oque exijo do proprielario.
Foram servidos n'um abrir e fechar d'olhos.
Paulo-*vio com prazer que a sala eslava de-
serla.
K muito razoavel o que o Sr. disse em ul-
timo lugar, acrescenloua velha piscando os olhos.
Que segredo esse que lem a dizer-me?
A senhora, respondeu Paulo, conla em o
numero de seus locatarios ura velho que se cha-
ma Franc'sco.
Pae Franciscol... meu locatario! Nao,
nhor!... psi engaado.
meu rapaz, se cu soubesse a historia
quando aquellos dous radiantes queriam te apar-
tar a grvala, nao terian ido quites por lao pou-
co I Dize, pois, lonho o mi cosiume de :ralar
por lu aos mais mocos que eu, quando Ihes que-
ro bem, mas se isso le oliendo...
Vmc. nao me offende!... Como assim?
Trata-rao como se eu fosse seu filho, lisongear-
me-hei com isso.
Assenta-tc cnio, ahi, dianle de rairn, o
; dizo-roe como passa leu pao, como passa la
1 me.
Cozam saude, Sr. Carlier.
Chama-me pae Francisco, chamar-te-hei
Paulo ; leu nome de menino, oh lembro-me
disso.
Enlao o senhor linha perdido o meu bilhele
de visita ?
Que duvida I eslava lio longe de pensar!...
E ola que eu fujo de novos conhecimenlos...
Mas quero te pode dizer que cu me chamara
Carlier c que serv sob as ordens de leu pac?
Leia, pa> Francisco, respondeu Paulo apre-
scnlando-lhe a carta do coronel.
E depois disto suppozesle..., disse, depois
do haver lido, o velho quo nao poda oceultar a
sua ernocio.
Som duvida, respondeu Paulo. Fui procu-
ra-lo duas vezes na ra da Moeda.
7" L "ao vu mais : exceplo a carne, pem
ludo na panella. E'que nao hesitaste cm me re-
conhecer c em me dar um nome conhecido de
JDux poucos... sabes !
Vmc. linha feilo em mim urna viva impres-
sio, pae Francisco. A certeza de que o homem
que me havn defendido, era o bravo soldado, o
velho amigo de que me fallava meu pae, feri-
me como um raio.
Nao sou lo inlelligenle eomo lu. Con-
fesso-le mesmo que nao desclava ver-te de
novo.
Com ludo, minha physionornfa' agrada-
va-Ihe I...
se-
Justamente murmurou Carlier, dwsimu-
lando um sorriso.
E
r a*. \T V"fi"lnuo- E vamos nos dcixar assim ? disse Paulo
Z bUL % 1 i nl "e V" nt"\ c- com ,risloza- Ten*> '^P""0 lanc olhares in-
F.nlao ?... o que e que tsso prova ? Sao quietos sobie suas piovUes.
Lnir^n10?9 Uma C',Sa ld0S S '1U DC,U Ai"da nos res,a "9 vinle minutos.disse
msL on .. esse ullimo consultando seu relogio de algibeira.
- Nao senhora, masentao?... Ella s rolla ao meio dia.
se,7din h, ra",H,V'\ VTl!** /renr0dar-!he f*lo nao quiz de -proposito nolar estas ultimas
Por C? i "* C fi,"ar .de paC Pr"co- : Paleras, s quaes cerla differenca na intouarao
Por algumas palavras que disse oulro da a um ; dava o carcter de uro aparte
empregado da cmara municipal, elle enato-me,. Hmive uma pansa ; Carlie
.oDeus quera sabe I... E'aue elle brulal dous senlimenlos opposlos.
por
ier parecialular com
opposlos.
Ouve, meu Pau-lo, disse elle repenlinarnen-
le, nao quero oceultar nada ac lilho do meu co-
ronel, quelle que briniava ha vinle e dous an-
nos com a minha barba de porla-machado. De
mais, um d'Emanges. em se iralando de honra,
ouro em barra I Queres saber
quando se irrita, esse trapeiro velho Ese nao
pagasse os alugueisadianlados X...
Os alugueis!...ah senhor, Vmc. se con-
tradiz...
E para nao me contradizer mais, vou me
pondo ao fresco.
Soregu, minha rica senhora, disse Pauto.
fazedo-a sentar-so, onca-me com atfengao. Sou
lilho du um coronel do imperio, e tenho por me
uma digna e santa mulher. Se cu Me jurasse
por csses doi.-s entes, aos quv.es respeito e amo.
se Ihe jurasse que, interrogando-a acerea de pae
Francisco, soo levado por um nobre o digno sen-
limenlo ?
EmGm, o qne quer Vmc. saber ?
Bas cousas, minha senhora, a primeira
seu verdadeiro nome, o seu nome de fa-
milia.
_ Se ello lem oulro nome, justamente o que
nao sei. E eu nao Ihe minio mus- agora do que
ha poueo- quando Hie di/ia que pae Francisco
nao meu- locatario-. Se paga um aiuguel, ne 6
o seu, a do sua-sobrinna.
ue sua sonniia j gaiolo de uma pomba Seria bonito S ponho
Sun, mancebo, e Vmc. sabe tavez melhor, l oj pes ncsle traje, meu rapaz. Se nao -rico,
e eu.... de sua sobnnha a senhora Elisa decente. Mas unta viituosa mulher, a viuva
jamar I E anda peccer pelo vinho... esse Jin-
quete de proletarios.
Bcitam Ires garrafas daquelle Bordeaox que
o senhor mandou-roe quando ca soffria do eatc-
mago, disse a senhora Lemcrcier.
Ora viva a senhora! Se esrasiarem-as,
provavelmente serio rheias.
Ah I eu bebo vinho saos agua...
O senhor I disse a velha sorrindo.
Sim, senhora, respondeu com gritidadc
cmica o trapeiro ; mas querido lenho o espirito
tranquillo e o corajao alegre.
Paulo arda em dosejos de oflerecer ilgomas
golodices, mas lembrando-se a proposito da al-
tivez de poe Francisco, leve a discripeo de abs-
ler-se.
Elisa tarda muilo disse o cx-porta-macha-
do, estendendo a toalha e dispondo os lalheres
sobre a mesa Tanto melhor I quanto no mais,
so ter que sentar-se. Ah que loca-nos servir
a nossa pequea rainha.
Depois, olhando Paulo :
Olha, rapaz, esqueri-me de le dizer que
iamos festejar hoje o anniversario de seu naaci-
raenlo. Seus dezoilo annos soram agora mes-
mo. Ella deve trazer uma do suas amigas ca
oflicina ; eis a razao por que a senhora 1-emer-
cier nao vai busca-la ao armazem. Boa e honrada
casa, onde as mocas......
Urna pancadiriha que deram porta, corlo a
phrase do trapeiro.
Foi ab bella e gorda moca que fez estalar as faces do
velho, dous vigorosos beitos.
Comol... venss? pergunlou Carlier, segu-
rando a porta e olhando par a escada.
Sim, meu lio. Julia nao pode vir ; sua
me est doenle.
Nesse caso, deveria accorrrpanhar-tr t cria-
da. Ttr sabes que eu nao quero....
Oh l meu pae to perlo.., e tardara^me
lano chegar!
Ah r fez ella, percebendo Pauto que se con-
serviva limidamentoafaslado.
Fallei-te algumas vezes do coronel d'Er-
nauges, nao minha filha ? pergunlou1 o rcters-
no sua subrinha.
Oh sim, meu lio, militas vezes.
Pois bem t vs seu filho.
Ambos saudaram-se com urn embarao rrhcio de
graca e innocencia.
Pozeram a mesa alegremente. Ao principio
s conversaran acerca da suexolencia dos [ralos.
Os chistes do Irapeiro | o/eram os convivas d
bom humor. Uma agraJavel familiaridade cata-
beleceu-se promptamcnie enlre elles.
Quando acalmaran o primeiro apetite, a eos-
versa tornou-se geral eanimou-so.
Interrogado por Carlier sobre o genero de rlar
qnc linha seu pae, Paulo rontou-lhe quo o coro-
nel c sua mulher, habilavam nos Vesges, orna
coZ0..mTttu%rri,s-mr-9 ,TCr Prtqu? VV delki9a Propried'ade que a senhora d'rnanges
i que guardo, que delendo ura herdva de ura lio velho. Descreveu-em Ierras*
poticos e calorosos sua existencia tranquilla, a
ihesouro ; um daquelles thesouros, o/ie lodos os
homens roabam rindo-so, aquellcs'mesmo prin-
cipalmente que a sociedade admira e respeila
mais. Durms na ra do Caminlio Verde, n'um
casebre. Mas as quimas, domingos- e dias fe-
riados, janlo, e passo a larde a dous passos daqui,
no caes Lepelletier u. 12. I' l que moro Elisa,
lllha de meu pobie irmo,. morto em Wa-
lerloo.
S !... disse Paulo com sorprezo.
Oh I rcplicou Carlier frauzindo as sobran-
ceibas.
Eu quiz direr : sera Vmc, pae Fran-
cisco.
Ah
Irapeiro,
pae
isso sim, continu!! o velho. Um
um lobishomeni como eu, habitar a

XXII
eu..., de
Carlier.
Carlio?, exclamou Paulo' levantondo-se...
Ah minha senhora, nao exijo mais.
Onde vac, senhor?-
Essa boa !... casa dalle, casodo ami-
go de meu pae, casa de Francisco Carlier.
Se Vmc. fizer isso, senhor, ha *de perder-
me, disse. a porteira com terror... E' methor es-
pera-lo ; ungir reconhrce-lo.
Seja. disse Paulo com impaciencia", mas se
elle tardar...
Ei-lo justamente que passa vac e.tsa do
salchicheiro da prora de Srve.... Espero que
volie, v ao seu encontr ; mns, por amor de
Deus, nao Ihe diga nada da nossa conversa. Eu
perdera o meu lagar e miirh-o pobre filha !...
D'Emanges tranquillisou a velha que se ,-HlVga,
obrigou-a a guordar o luiz que ella quera ettre-
gar-lhe, pagou a gjiirafa e sabio.
A porteira dirigio-sc para a sua loja a '.da a
pressa-.
IV
Paulo divisou pae Francisco, quo voltavacar-
regoiio do duas garrafas cheis u de um praio
coberto.
Elle medio sua marcha, de sorle que se achas-
so de repente, e eorao po acaso, face a face
cor elle.
Na lendo mais duvida, ne-experimentav-aem-
baraco- algum.
O velho caminhava lentamente e com os p-lhos
baixos. Ao chegar perto d elle, Paulo deu-lhe
um pequeo encoulro, mas de caso pensado^
Oulro malcrcado, disse e trapeiro levantan-
do a cabeca.
Ah louvado seja Deus, disse Paulo fingin-
do a sorpreza, mas nao a alegra. Ei-I;> aqui
emlira. meu excellente pae Francisco, mea bra-
vo defensor 1 Ha inultos dias que o procuro de
Mito !
O senhor me reconhece nesse traje disse o
velho, meio alegre, meio triste.
Se o reconheeo A memoria do coroco
| infalVivcl. Espero"passar o da com o senhor
Odia ? N.io to fcil, mancebo-!'nem
um quario de hora, nem cinco minutos.. Sou
esperado em casa de alguns amigos.
O Sr. Francisco Carlier responder-ate-hia
lo framente, disse Paulo com ar serio, se sou-
besse que o homem r.o qual salvou a videv, filho
I do coronel d'Emanges?
Vmc.! o filho de nieu coronel !...
O velho trema tsnto que lera largado os dous
frascos, o o prato sem o auxilio que Aiulo Ihe
; presin graciosamente.
Mil bombas, exclamou o velho. ralhador,
sentemo-nus, por ttm ilutante.
Entraram na mesma taberna, onda a porteira
tinha levado d'Ei.nanges.
Carlier depoz as provisoos em uma mesa, (o-
mou em suas grossas mos as mos-delicadas do
mancebo, e o devorou com os olhos
paixo de sua me pelos passaros e pela llores,
a de seu pae pela creaco do-gado e pela cultura
das arvoiys frocliferas.
Elisa cscutva-o cora um inleress*- rrne nao
procurava dissimular.
Como derera ser felizes l disse ella-
E pirciso,senhor, que inferv-ssesmu- grandes
orelenham em Paris para 'que-Vmc. nao raf reu-
nr-se n elles !-..
Pae Francisco nao pode coater uma formida-
vel gargalhada, c Paulo nao- podo dcixcr do
corar.
A sobremesa. Carlier canlou. Seos olltn par-
dos scintilavarn eomo se elle s livesse vinle
annos. TtidOs- lizeram coro.
Nunea*um interior mais simple.-, porm damais
completa limpezar elfereceu melor o quacro-tte
Leniercier.-a quem conheco ha muilo, 'quiz mo- i um,a aB,i'ia UDd>> ^"'q- liafeita.
rarcoi minha sobrinha. Os velhos-e os me^os
se ananjam sempre muilo bem guando aquellas
nao lem o coraco mui secco, e estes-a cabeca
mui leviana. Ellas so recebera a mm, a raimo
lio. A senhora Lemercier acompanha- Elisa al
seu armazem, casa de uma moralidade notoria-e-
vaobusca-la. Comprehendes agora porque nao
quero amizade com pessoa algma? Quando
amigos; se os ha, qnizz-rem ver-iiH-. eu sesia
obrigado leva-Ios casa da Senhora Lemercier,
pois-a minha loca
A i-hando-se a sen gosio, pela sem reremama
disiinrla do mancebo, Elisa pode ser admirada
por elle em toda a sua belleza na'.nral.
Ella tinha inagnicos cabello caslnnhos- e
grandes olhos de um prelo brilhonte. A i-m
palle tinha a frescura aveludada de um tracto
n'arvnre.
A cintura-e-o seto,, apresentavs j todas as
seducoes da mulher.
Mas o que essa fonmosa rrcatura-orTerecia o
mais allraclivo, era a mobilidade de s*is lira -os.
da- roa do Caminho Verde Mn
comporla dous visiloittes. Elisa poderia ouvir, variado jogo de sua physionomis. Seu rosto
consfls- para as quaos- o bom Deu3-no fez ses.l orn o esoelho fiel de saos irapresse- mais fugr-
niividns-.- Temo principalmente os mancebo, i l'Tas- Ttnha, sem o saber, a raaseera de uma-
Quantlo para mim erus como quahfuer, serias o! grande cmica.
ultimo-a- quera eu daria esle enderece. Agora,
me Paulo, agora quo eu sei quem s, pergunio
se o- filho do meu corono! parlilhatin sem repivgr
naneia o almoco da familia de um velho e pol>re
soletado ?
Paulo- tinha os olbooebeis de lagrimas.
S pide responder apartando a mo du Car-
lier.
Fila da esquerda, em frenle, marcha! ba-
dou o velho.
Cinco minulos depnis 'abriam-lVs- urna pava
no quarto andar da casa numero li.do caes-le-
pelletier.
Servhora Lemepcier, disse pao Francisco en-
Irando, apresenio-lho filho de um homem a
quem imiilu eslimeie por quem dara anda lo-
do o meu sangue, posto quo niotenha visto
desde oanno que lem a dala de $816.
A velha iiicliiiou-se com respeito mislarado
de sorpresa.
Paulo respondeu i cssa polidsa com uma sau-
daco respeilosa.
Vsenhora, deve ficar bent admirada, con-
tinuou Carlier, por-me rr introduzir en* nosso
modesto retiro, um rapaz to elegante c '.'.-*> bel-
lo I Mas devo dizM-lfie que se a nossa rulinha
nao livesse que rectal seno milhafres.dsla es-
pecif, ne leriamos- pecessidstto de rigia-la......
Ah !. que bom cheiio em sua casa e oti^o um
cantal de cassaroias que me milla aprar'tvelmen-
le ao.ouvido ; mas deJinitiraiiieule o qHe temos
para-alniocar ?
Un coelha-guisado, ujss fritada de cebol-
las esallada.
E magnifico disse d'Brnanges.
Nao rapaz ? Accrescenlando \ islo a trin-
cha de carne q,we trago, leremos unta reeico de
gno-senhor... Pensars l por atas que vive-
mos semprc de regala-bofes?
Porque-nao? responden Paulo^
T s bem poldo ou bem simples. Todos
ost'S-nieus senhores nasudos na seda e un velli-
do,, nao imaginam que vacuo deixa na bolsa
de um pobre diabo como cu, um semelhanlc
SowfAMO, 0 relalorio do Sr. ministro da
marinha.
Abordamos agora i um tpico bem melindroso
du relalorio do ministro da marinha, c entra-
mos temeroso neste ddalo incoromensnravel e
incomprehensivel, que se chama contadura,
que muitos offlciacs denominara, espirituosa c
acertadamente, desconladoria.
Esla reparlico, quem incumbe a fiscalisa-
cu das despezas do ministerio da marinha, tem
enlre nos ullrapassado os limites de suas atlri-
buicoes, e nao raras vezes o poder execu-
tivo'desapparece sob a sua aleada, porque temos
visto suas ordens embargadas pelo veto da con-
tadoria.
E' o pesadlo da ofiicialidade, o tormento de
seus dias, e, em lula aberla com os inlcresses
llalla, aproveita a mais insignificante bagalelU
.para exercer um descont, para suspender ura
pagamento, e alira-lo para as kalendas gregas,
ou para esto abysmo horrivcl que se chama
exercicios (indos.
Se alguma reparlicao nossa se pode nppli-
car aquello celebre Jilo de Tayllerandet sur-
lout inonsieur pas derele,~6 por sem duvida '
essa.
Todos ali rivalisam cada qual exceder-so
zicsla demonstrao de zelo excessivo, quo se 1ra-
duz em mil tactos vexatorios, o que lem serios
inconvenientes.
Sao lo severas, lo minuciosas as leis fiscaes,
que os nossos almirantes cstao com 3 raaos ata-
las era frenle de suas esquadras, por ura railhao
4o formalidades, que sao urna injuria, e que pa-
ralysara, ou quando menos enlorpecem os mo-
vimentos dessas esquadras, e fazem falhor 03 mais
.concebidos planos, subsliluiudo o rerez vido-
rria, a deshonra gloria.
Precisan, elles de mais animo para coiuhater
essas formalidades, para despreza-las, assumindo
a mais tremenda responsabilidade, e re.sponsabi-
lidad de fado c de direito, e nao de direito s-
menle, como a dos ministros o presidentes, do
que para procurar um inimigo poderoso c dc-
bauda-lo.
Se o almirante Grenfel so lera realmenle mos-
lrado superior, so sempre chamado quando
precisamos de um general do mar, qu nos asse- ;
gure o Iriumpho, nao porque elle vaina mais,
como militar, do que oulros almirantes nossos;1
mas sim porquo nao respeila aquellas peas, e |
faz o que quer, o quo enlendo ; porquo a'elle
nao ousa chegar essa responsabilidade, de que
oulro quaiquer est certo de ser victima, em-
bora carregado do louros, c coberio de cica-
trizes.
Uncos, querendo reorganisar a admini3lracao
conlral da marinha, pronunciou oslas palavras,
cuja significacao e importancia nos estamos longo
de apreciar:
Nao perco de visla que os rjecessidades da
frola sao superiores s necessidades da coniado-
ria, eque toda acgo que tenha por effeilo amor-
te :er ou para'ysar o rpido movimenlo de nos-
sas forjas,far nina profunda ferida em nossa po-
tencia martima Proponho-me, pois, a fazer, na
inslituico actual da contadoria, todas as simpli-
ficaces concillareis cora o respeito da regra e a
reforma dos abusos.
J livo a honra do expor-vos, meu senhor,
que empregados em grande numero sao prejudi-
ciaes ao servico administrativo. J fiz algumas
reducidos, e cont efiectuar noves, par e passo
que ascircumslancis m'o permiltirem. Cora es-
te fim, propor-mc-hei, sobretudo a reduzir o
massa de escripturaces de toda a forma e de
loda a especie, quo acabrunham, sera necessi-
dade real, os agentes adainislratiros secunda-
rio 011 superiores. Os negocios com isso ganha-
ro em celeridade, os detalhes nao absorvero
raais as consao prinripaes^e os dinheirosdo Ihe-
suuro recebarlo um destino verdaderamente
digno delles ;'"porque nao posso esquecor que as
somraas consagradas ernpregos ou i despezas
parsitas consliluem um desvio era prejuizo da
esqundra, e que loda a diminuico intil dos re-
cursos de nossa marinha, produz inevilavelmenie
uma redurco proporcional na potencia naval do
C3lado.
Nos procedemos diversamente ; fechamos 03
olhos a aquillo que Ducos nao perdia de visla; e-
os abrimos mui grandes sobre as cousas secun-
darias.
Que nos importa a existencia de urna m triaba,
seno para termos mais algumas repartieres ci-
Supponh-amns que em logar da niudanca do
pagador, ha vulra cousa anda mais simples ; O
ulicial ao passar a procuracodiz, auluriso pa-
ra recebe etc., ese esquece de ascrever esla pa.-
lavra caltaliMica, cpassar qwitacao,a prosu-
vis era que possamos accumiuodar ura uiaiur nu^l raco nulla, c a familia se v reducida mes-
raerj de empregados ? I na penuria, solicitando nos, solicitando bou-
E pora juslificar-se a neerssidade desle exer- Iros^ quando com |ustica se lite deveria lexar
cito de empregados pblicos, loca a eslabelecer casa aijuclles venciiieulos.
uma papelada que amotina, que exige lodos os E que pode o ministro noslas occasies?; Vfise
instantes, e que na verdade uenhuma importan-embarazado pelas laes formalidades, e cus-ta a re-
cia lem. I solver-se, ea pralicar oqua ha de raais simples e
Algum dia vira, em que lenhamos lambem o miis justo no mundo,
nosso Ducos, mas que larefa immensa nao Ihe | Ainda oulra hypoihpso? morro o enromndon-
osla reservada ? Como destruir em uma curio l te do navio ; o immeiiato, na conforujidade da
adminisliaco os erros de tantos anuos, os abu-
sos de lo longa dala, a nossa habitual indilfc-
Paulo senta ura prazer extremo em- seguir o*
menores- inovimeiitos dessa formosa moca, qu-
conservava em alguns geslos, a delicadeza e a
vivacidade da infancia. Elisa nao era uma jri~
sette nem urna deireheUe: era a sobrinha de pao-
Francisco.
r.ominJo, duas ou tres vezes o filho-do coronel
julgou astiir cm seu olltar nina preoeeupacao se-
creta, o a inipresso d'bma melancola^
Mas os olhos do Elisa, diiiam tantas cou-
sas!....
Carlier apenas contiecia duas canroesque jul-
gava dignas de seren ouvidas por sua sobrinua.
Vio bem depressa o fim de seu repertetis.
vossa vez. disso elle Paulo e Elise ;
mas bebamos piinfin sade do nosso co-
ronel
Bebcu-se.
A proposita de meu pae, disse Paulo, Iftsa-
se erasua ultima carta de um acto da herosmo,
do qital rnriheco s-vmente o autor e eu assegnro-
Ihe meu charo senhor Carlier, queislcrnu me sa-
tiafu.
Compiehen4o-le, meu rapaz, e de boa von-
lad.>, pois que ten palo deseja, rontar-le-hci essa
historia. Mas eorao os conlos de guerra inleres-
sam pouco s janhoras, rogarri a senhora Lemer-
cier e a minha sobrinha que vo vsr se nos esta-
mos na tu*. FJlas dveiiir-sc-ho por uma h ira
dianle das lons.e proruraram gastar at o ultimo
real deste luiajttk.
O velho ilroduzio um soberano as mos-de
Elisa, que Iho agradecen e o abracou com olu-
sfto....
VI
Quando pai Francisco achou-so s cora-o sen
joven conviva, dissa-lhe :
-- O que o meu. coronel chama um rasgo di!
heroicidad*,. simplesmenle unta aecn, di- qne
lodo o l*m soldado seria capaz-se possuisse o
sangue fiio. e o vigor que ca tinha naquello
lempo.
Islo posto, eomer;o.
fConi.ruzr-se-ha.)
renga pelos mais charos iuteresses da patria ? Mas
lsio se far, e mo seria se nao (vessemos csU
con flanea
* Da nianeira pela qual "as nossss cousas se
acham organisadas, resultara as maiores iioma-
lias, as mais singulares extravagancias.
Supponhamos que passa pela idea ao nosso go-
verno mandar ura novio ao ocano glacial rc-
tico.
O commrndanle o officiaes anle? de parlirem
para esla afanosa e demorada expedico, passam
procuraces para que suas familias possam rece-
bar scus vencimentos, e leuhum, durante sua
ausencia, meios decentes de uma subsistencia
honrosa.
Parle contente a expedico, lula com mmen-
ses obstculos, chega ao fim de su perignsa
eripreza, o o invern a sorprende e a dei-
xa prisioncira nos gelos, um, dous, tres an-
nos !
Logo depois de sua partida muda.o o paga-
dor da marinha, por quaiquer crrcumslanria ; as
familias dos olucises apresentam suas procura-
ces, e so Ihes responde que nao possivcl pa-
gar-sc-lhes, porque aquellos documeulos se re-
feriain ao anterior pagador, o que neccssario
que sejam rect!ucadu3.
Debalde se demonstra que impossivel esla
rectifteaco. porque o offkial que a tem de fa-
zer est longo I O fisco permanece impassivel, e
nao se imporla quo as familias dos dedicados
ssrtidores queeslao expondo sua vida pela glo-
ria do estado, sejam redu/idas miserig, laen-
das prostiluieo, por causa de uma formalidad.)
Insisi'fleanle,
l"i, asnme>o seu lugar, d conla da cnmmlsso,
o na volla, depois do (tous ou Ires aoiiios de ab-
rigos, diz a conladoria : *
Nao vos compelem seno vencimenlos de
offieial, visto que nao lendes nnnieaco de com-
mandanle inieriiio, dada direciitmenlc pelo go-
rcruo, ou por elle aulotWad, como explica o
aviso de 17 de Janeiro de 1860.
Ms se esle offieial commr-ller olguma fallo, se
burlar a commissao, se perder o navio, ninguem
Ihe perguiilar por semellianle numeaco, e sof-
frera a responsabilidade do acto como verdadei-
ro command.-iite que !
Cunciliem-se esles dous resultados seu ponto
decollado nos foge visla !
Semprc o faci osc%avisado ao papel-, o nos-
so t-yslema, embora com isso pareamos grandes
vamsgens.
O que quer dizerexercicios findospara pa-
gamenio do que se deve empregados pblicos
c militares Felizes os particulares que nao
quereni pagar suas dividas se podcsseai uzar de
um semelhanlo expediente 1
Nossa intelligencia se v embora?ada cora es-
tas sublilesas do fisco ; o qua ella rlassilica co-
mo mau no ente individual en, classilica do mes-
mo modo no ser colleclivo nardo.
Entendemos, pois, que ura desdouro para o
O verdadeiro procurador de um offieial em-
pregado cm uma rorurnisso tlislante o gover-
no : elle deve ser o proprio garantir-lhe to-
dos os seus direitos, proteger suri familia, de
sorle (jue, todas 03- suas faculdades perfeitamen-
te IWres de qualqjier apprehensao, possam dc-
senvKer-se no servico do estado com vanlagem.
A indifferem;a j uma gnnde falla, suhsli-
tnH-a esle intresse. ; q,uanu> mais a. persegu- {.
ctw oulorisada pela lei. o vexaine tolerado pela j
paaticn, o abuso transformado em regrj.
Assim, lambem nao nos-qucixamos dos em- ,
pregados da contadoria; elles rtimjtrem o seu
dpver, comjenelraiii-se do espirito de nossa le-
gislitcao lisrnl, toda melicutosa, ebeia de des-,
conlianca, de arma aleada contra Udos, semeon-,
lianca era ninguem.
Deploramos, sim, que nao tobamos legisla-
rlo mais piopria e mais efTi'Oz. que o nnssu go-
verno t-ra vez de embaracar-se cora os detalhes,;
nao simplifique os flus.
O Sr, ministra da marinha j reconWecea co-;
rao us qua o syslcma de veiicimentns. do pes-
soal rnalilimo esl lambem de tal sorle compli-
salsfeilos, nu se snsciiariain caniparacoer,
nem qiieixuiues e rivalidades, proTunientos do
irijusticas- relativas, c que sao su ra mamen te prc-
judiciaas ao estado.
E' innogavel que os traciamonlos roarcaios
por le, cm geral, sao insufficienles, e qua
de neressidade que sa tirtc o qate disemor^.em
considi>racii, prnc-plmenlo quaoto sJNtoii-
I dado da marinha, que est na* yeiores cir_ii!is-
possiveis.
Auditoria geral doanarinha.
Esta reparlifo consta apenas de i.. audi-
tor geral, de um astriaa.a de um mcrinho, c
funcriona snmenie na cdTl.
as provincias.devo sarvir d'audiUr geral t
respectivo chele de polica.
Quem sabe, porm. o grande tralalho que pe-
sa sobre esta nitloridade. que t*jge a apfti-
caco de lodo o.seu lempo, prev logo que osla
acrumulacao.fi perniciosa, e que um dos. duui
ramos de servido dove padecer.
Assim ; os pracossos das pascas da arraa-la
as provincias soffrem deloi:gas inconvpaii-.eis
cora a juslica, e niuitas rrajm leva ellas uns
cado, que oulro embaraco com que a repart- poucosd* mezes piezas por ciimes, caa sealenra
cao. fiscal luta constanlergen le, o 0,11 e lite pare- I nao excede do dous.
cede grande cunvenioncia fiscalisarao e coa-I Bccusajido-se aquelles ordinaiiajr.ente os pre-
labilidade reduzir lodos os venvimeulosdos of-; sidentes nnnteam. um dos juizrs d dite'ilo que
ftciaes da armada e das difiranles classes sol- inabpni lem aulras o4arues. e nu pode 'cora-
do do Ierra, e vencimeaios de embarrado, comoj parecer na occasio oportuna,
lembramos, compreb.endendo-stt nesles as difTe- 1 Parece-nos, pois, mui neccssario que nn pa,
renles imporlanciai que hoje sio abonadas.de- : vineiasda Bahia. Pemambuco Marai.ho se cil-
baixo do diversas drnomtnai-oes e pagando-sc i PBi auditores de marinha especialmente invum-
a dinheiro as ravoea do pora". bdos d< Fra al para desojar que esle respeito se pwinctot., COfetraa das icspeciitos csta^ttos na-
loraasse tima medida gf ral, extensiva todas
as classes. div id indo-so os empregados pblicos!
o militares em diversas ca hegorias correspon-
dentes, por oxemplo : o emptegado de 1." or-
dem na marinha o almirat-*, corresoonden-
le no eiercilo marechal do exercito, no clero
paiz rocusar-a laes'pagamentos, sob prolexlo de cardeal ou arcebispo, na magistratura meni-
que cahiram em exercicios Qn Jos, verdadeira cova
de caco, donde se cusa lirar um vinlem.
Nem preciso que projeclemos uma viagem
lo longe como a que cima designamos para se
apresenlarem rsles resultados. Elles todos os
dias se repioduzem com uma frequencia, que
bem prova a necessidade de urna reforma ueste
singular syslema,
bro do supremo tribunal de juslica, na fazenda
inspector geral do Ihesouro ele, e assim succes-
sivamente.
EstabelecidM as causas desle modo, sempre quo
as finanens do estados concedam fazer um aug-
mento de vencimenlps, ello seria extensivo to-
das as classes; porque s* duia lanos por can-
to sobro os actuaes Tencimenlos, lodos Rcgrigoi
vaos.
O melhoramenlo dos embregados da auditoria,
reclamado no anno pasando ja polo Sr. viscon-
de d'Abaete, e agora pe*.o Sr. Paes Brrelo do
rigorosa juslica, visto que ainda sao os mesmos
marcados pelo dene'.o de 3 de juuho de 1793,
islo duzentos e tjuarenla n.il rea o do escri-
ro, durentos e cincoenta mil res o do meiri-
nho, e (tsenlos mil res o do escritao desle. E'
impossivel que por lo pouco se lenha quem sir-
bera.
E. A.
VERN. TYP. OE M. F. DE PARIA. \
/A


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