Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09096


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Full Text
AMO xmi. 1

Por tres mczes adianladas 5$000,
Par tres mczes vencidas C$000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marque* da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribci-
ro Guimares; Piauliy, o Sr. Joo Fernandos do
Morana Juntar; Pata, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronvnin da Costa.
i'Aiu ida uus cimnr.iu.->.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Iguarjssu, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas fciras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
P.ta d'Alho, Nazarelh, I.imoeiro, Brejn, Pe-
quera.lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Scrinhem, Rio Formoso,Una Barreiros
Agua Preta. Pimenteiras e Natal quintas feiras.
( rodos os correios parletn as IB horas da manhaa.
PARTE OFFICIAL.
EPHEMER1DES O MEZ DE JUNHO.
3 J-uacheaas2herase26minutosda tarde.
11 Quarto minguar.to as 10 horas e 45 minutos
a manhaa.
19 La nova as 3 horas e 4 minutos da manhaa
5 Quarto crescenleas 10 horas e 16 minutos da
larde. *
PBEAMAR DE HOJE.
Primeira as 8 horas e 30 minutos da manhaa.
Segundo as 8 horas e 51 mininos da tarde.
55l2S f Ww auMinuade, proceder tomo l'asseu.os agora aos d-ialiies uuJmu
procede de modo diverso do que d.spoe o pre- re entente-Ios no meio tofaSSX SJGZZ
AUD1NECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil; tercas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; qnartas e sabbados ao
meio dia.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Leoncio m. ; S. O/ana v.
19 Terca. S. Juliana de Paleonicr r.
20 Quarla. S. Sitarla p. m. ; S. Adalberto
21 Quinta. S. Luiz Gonzaga, jesuta.
22 Sexta. S. Paulino b. ; S. Concordia v.
23 Sabbado. S. Joao sacerdote ; S. Agripina v.
-'i Domingo. Nnsi-imonln do S. Joao Baplisla.
ore
Guvcrno da provincia.
EXPEDIENTE 1)0 NA 21 DE JIMIO DE 1800.
Oflicio ao haro de Guararapes, director geral
dos indios.Em resposta ao oflicio de 19 desle
mez, em que V. S. me oxpdo os embarace* cotn
que Inm lutado o engenlieiro cncarregadu de de-
marcar os terrenos da Idea da Escado. por se le-
rem ausentado do lugar os indios que puditm
servir para abrir picadas, c para oulros Ira baldos
da medicaodesses terrenos, evitando assiin a per-
seguico das autoridades polieiaes. cumprc-me
dizer que julgo suflkicnles para obviar essa dlfTi-
culdade as providencias por ntitn expelidas em
otllcio ao delegado da Escada de 15 do correte,
remedido por copia a V. S. nessa niesina dala]
deremlo orientar me V. S. do que ulteriormente
or occorrendo.
Dito ao commandanle das armas.Deferindo
os reqnerimenlos dos soldados do 4 batalhao de
artilharia a p. Celestino do Nascunento e fterlo
Fernandos de Mello, sobre que versa a informa-
cao desse comniando datada de 15 do correte,
outoriso a V. S. a mandar passar-lhes escusa do
servico, aceitando em lugar do Io o paisano Vir-
ginio Jos dos Santos, e do 2o o paisano Manoel
Anlonio do Espirito Santo, que devem tirar su-
geitos s condices do art. 4o do regulamcuto de
28 de setembro de 1859.
Dito ao mesruo.Responlendo ao offieio que
me foi dirigido por esse commando em 16 do
correnle, sob n. 6<1, tenho a declarar-lhe que
coi vista do3 motivos allegados pelos mdicos
paisanos, Drs Pedro Antonio Cesar e Manoel
F.nedino do Reg Valonea, nos ofDcios que devol-
to, pode V. S. conceder-lhes a exonerarlo que
pedem, de continuar no servico militar."e con-
tratar outros facultativos que s substiiuam na
forma indicada no citado olllcio.
Dito ao Dr. chefe de polica.Sirva-se V. S.
de informar sobre a materia do incluso requeri-
niento do Jeronymo Lopes Viantia, a que se re-
fere a informaco junta do conselheiro presiden-
te da relacao, londo em vista o oflicio dirigido
por V. S. a esta presidencia em 23 ae Janeiro ul-
timo, sobn. 112.
Dito ao mesmo.Inteirado do conteudo do seu
oflicio de 14 do crrente, sob n. 818 relativamen-
te a roprosontaco do commandante superior da !
guarda nacional do Rio Formoso, chamo a alten-
cao de V. S. para o assumplo do meu oflicio de
15 desle mez.
Dilo ao commao lano superior da guarda na-
cional do Rio Formoso Com a circular expodi-
da por essa presidencia em 15 do correle aos
commandos superiores da guarda nacional, acom-
panhada de copia do olfieio, que na mesma data
dirig ao chefe do polica com o lim de evitar des-
inlclligencias e conflictos entre a mesma guarda
inrional o os agentes de polica, espero que nao
rnais se reproduzam helos di natureza dos que
allude V. S. em offieio de 19 de Janeiro ultimo, a
que respondo.
Dilo ao commandante superior da guarda na-
cional de Garanhuns.Inteirado pelo sen offieio
de 4 de maio prximo lindo, sob n. 20, das pro-
videncias tomadas por V. S. para a boa regulari-
dad da qusliueacao da guarda nacional sob seu
commando superior, tentio a declarar-lhe que as
julgo conformes com o espirito da legislado em
vigor.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. pagar, em vista da relacao e follias
inclusas, que me foram remedidas'pelo com-
mandanle superior di guarda nacional de Olinda
com oflicio do 18 do correnle, os vencimentos dos
guardas nacionae3 all destacados" desde 16 al
22 de abril prximo passado.Commiinicou-se
o commandanle superior respectivo.
Dilo ao mesmo.Em vista de sua informaco
de honlem, sob n. 611, expeca V. S. suas ordens
a collectoria do termo do Iguarass para pagar
opportunamente os vencimentos da fu rea de Ia
nha all destacada, conforme requislou i) gene-
ral commandanle das armas em offieio de C do
correnle, sob n. 680.Communicou-se ao com-
mandanle das armas interino.
Dilo ao mesmo. Inteirado do conteudo de
sua informaco de honlem, sob n. 613, dada
acerca do requerimento de C. Slarr & C, tenho
a dizer que, qnando houver crdito mande V. S.
pagar aos supplicanles a quanlia de 1:18Sjf520
rs que so lties est a dever, de objectos forne-
cidos ao arsenal de marinha para uso da capia-
ni> do porto da provincia das Alagoas.Commu-
nicou-se ao arsenal de marinha.
Dito ao mesmo.Picando inteirado do que ex-
pendeu V. S. em sua informaco n. 610 de 19 do
correnle, tenho a rccommendar-lhe que mande
proceder na conformidado do que pode o ins-
pector do arsenal do marinha no offieio de 12
leste mez, constante da copia junta, visto que na
acquiiicao dos objectos mencionados em dilo of-
fieio proceden o referido inspector no sentido da
utorisacio que Iho foi Jada em offieio desla pre-
sidencia de 5 de marco de 1S59 por se ler veri-
ficado, segundo elle expoz, urna das hypolheses
previstas na mesma aulorisacao.
Dito ao mesmoPor despacho de 15 do cor-
renle proro'goei por mais 2 o prazo de 3
mezes que ao juiz municipal do termo da Esca-
da, bacharcl l.uiz Anlonio Pires, se marrou em
15 de marco ultimo para a aprcsenlacao do res-
pectivo titulo; o que coramunico a V. S. para
sua inleliigencia.
Dito ao mesmo. vista dos inclusos papis,
que me serao devolvidos, mande V. S. recolhen
ao cofre dessa thesouraria a quanlia rom que
dc?e entrar para elle, nos termos do art. 12 do
ogulamento de 28 de setembro do anno p. pas-
sado, o soldado da companhia de artfices Her-
menegildo Severiano Goncalves, que pretende
eximir-sedo servico.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.
Transmidindo por copia a V. S. para sua inlel-
iigencia a informaco ministrada pelo inspector
da thesouraria de fazenda sobre o assumplo do
sen offieio n. 255, tenho a declarar-lhe que nesla
dala exped a ordem solicitada no final do mes-
mo offieio.
Dilo ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. entregar ao Ihesoureiro pagador da
Teparlico das obras publicas, conforme requisita
o respectivo director em offieio do hontem, sob
n. 192, a quanlia de 300$, para occorrer as des-
pozas com os concerlos do thealro de Santa In-
tel.Communicou-se ao director das obras pu-
hliras.
Dito a cmara municipal desta cidade.Tenho
presente n otllcio que me dirigi a cmara mu-
nicipal do Recite com dala de 18 do correnle,
'Mil que, expondo os inconvenientes que o seu
procuradorenchergou na execuco do art. 5 do
regularaento de 26 do ugoslo de 1851, declara
que o mesmo procurador lomara o expediente
de, em lugar de ajuizar os conlribuintes reais-
sos, como determina aquelle artigo, mandar re-
ceber o imposto pelos estabelecimenlos, encar-
regando a alguem dessa larefa, mediante a gra-
iilicacao de dous por cento do arrecadado, o qu
lendo'sldo pago pelo procurador pela quantia j
Tcccbida de parle daquelles impostos, pede que
lhc seja levada em cunta c que a mesma cmara
fique autor'sada para continuar a consentir no
eystema adoptado pelo seu procurador, mediante
a gratificado referida.
Em resposta tenho a dizer, que nao sendo lici-
to "a quem quer que sejn dispensar as disposicoes
da le. quaes quer que sejam os inconvenientes
que contenham, cumprindo apenas ao execulor
representar sobre elles, afirn de serem adendidos
pelo poder competente para revogar a lei, nao
poda o procurador da cmara municipal do Re-
? h rfp"lmenlc referido, arbitrando i pondencins ronlradlorias
porconta dos cofres da municipa idade urna ara-1 Na imito de ^ nr, hSi i ;___.. t
ss: aunas sss. = =^E=*S^3k.
gra ificacao nem aulonsida a continuagao da le nao igrtorava, o celebre cond
praiica adoptada, como pede a camua munjcipal, seus Domea no campo dos arred
ino recomraendo que faga com que o seu procu- o foi com ellos
possi- njulga d.. son ever fze-lu resu^Uar no estado,
por cuja segranos responsavel.
Taes sao, em resumo as cxplicacoes que d a
i f'iemonleza, c de corto nao sao irrefu-
Mas curnpro reconhecer que o governo
ENCAllREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcJo Dias; Baha
Sr. Jos Manins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Marlns.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do biabio Manoel Figueiroa da
Farin.nasua livraria praca da Independencia na.
q
sices.
Dito ao juiz de direlo de TacaralSe esta i
vago, e foi prvido temporariamente, como dispoe
o decreto do 1. de julho de 1830, o oflicio de es-
crivao do jury dessa comarca, de que pedio de-
rnissao Jos Roque da Silva Barroso, que o servia
interinamente, deve Vine, proceder na forma es-
tabelecida pelo decreto de 30 de agosto da 1851,
assenlo da materia. Fica assim respondido o of-
licio de Vmc. de 7 do maio ultimo, relativo a
esse objecto.
Dilo ao copto do porto interino.Pode Vmc.
mandar entregar ao commandanle da eslacao na-
p o ministro conserva sua dignidade, como pode
faz-lo, em urna posirQo absolutamenle falsa.
nos. Mas nao linha muito lempo a perder,
Dilo ao juiz municipal da prinieira vara.In- .''"as fragatas napolitanas lindara visto os na-
forme Vmc sobre a maleria do incluso requer-; v!"s do Garibaldi quasi a entrar no poilo e li-
mente de Amaro Jos, declarando so com elledo n',a"' comecado contra olles um fogo terrivcl,
inlerpoz elle appellaQao dj sentenca, que o con- : 1"a"'10 u'aa esnhooeira ingleza appareceu all
demnou e qual o estado desse procosso.
Portara.O presidenta da provincia, confor-
mando-so cora o que propoz o chefe de polica
de 19 do correnle, sob n. Sil, resolve crear mais
um dislricto de subdelegada no tormo de Seri-
ant)0X3das Franca. As cmaras piemontezas,
que lem a isso bem ma vonlade, fazem sempr
esperar a sanecao do tratado de 24 de marco, que
bes foi pedida.
A sua commissao encarrgada de examinar o
tratado prolongou os seus Irabalhos, e pedio nu-
merosas cxplicacoes ao governo. e apenas no-
meou agora o seu relator. O debato que deva-
na lerniinar-se durante asessao por um voto
unnime, ser longo e ludo anuncia que tem-
pestuoso. Neslas circunstancias, nao parecen
bom aos nossos homens polticos suscitar ainda
a colera dos Ilalianissimos com una censura
mudo viva taita conducta do Garibaldi, hroe
providencial venha lazo-la abortar. K o que se
devo esperar.
Eis os dos negocios verdadeiram. nte graves
da quinzena ; quanlo ao mais ha pouco a dizer,
porque o interesse todo secundario. Em Fran-
ca foi volada a lei sobro os assucares, o caf, e o
cacao ; mas ainda lera que passar pela approva-
fan do senado.
Na Inglaterra, a cmara dos lonls ameacou
deitar por Ierra o edificio fnaneciro de M. Gla-
dslone, repellindo o bil que supprimo o direlo
sobre o papel.
Na Hespanha, o exercito de Marrocos acaba de
fazer sua entrada Iriumphal na caplal.
Bolsa3 O/o 6 9 5:4 1/2 95 45-fundos ingle-
zes 9o O/q.
como
INTERIOR.
nhacm
o q.ia
i com a denominac.io deUuas Barras ,
lera os limites seguinle : os engenhosCu- u l,lro C'T'P-
cali d'Agua, Novo, S. Francisco e Cachoeira tssa operacao qu
Grande
P
pe
d
co
n
fe
Dita.O presidente da provincia, conforrean-
do-secom o que exjioz o chefe de polica em of-
licio de 20 do correnle, sob n. 89. resolve deniil-
lir a bem do servico publico, a Salvador dos San-
tos Moiileiro Cavalcanli, do cargj de i." supplen
por acas'i e pedio aos napolitanos alguns momen-
tos de tregua para chamar os seus homens que
esiavam em ierra. Foi concedida essa delongn e delles.
durat.le esse lempo Garibaldi desembarco.! coral Todava o nosso ministro dos negocios eslran
atas napolitanas que tomaramum e metieran, am.go da juslica. nao julgou poder dispensar-so
de protestar em iiomc dos principios do dreilo
publico contra o que acaba de passar-se c lenho
(vera to milagroso xito.
le do del
Commiinicou-se ooDr. chefe de polica.
Expediente do secretario da provincia.
i Offieio ao inspector da Ihesouraria provincial.
-{S. Etc. o Sr. presdeme da provincia, manda
communicar 9 V. S. para seu cor.hecimenlo e
dlreccao que, de conformidado com a sua infor-
maco de 19 do correnle sob n. 234. deferio nes-
la data o requerimenlo de Rento Jos Alves de
Olveira. acerca dos impostos provinciaes das co-
marcas do Limoeiro o (iarnuhuiis.
Dilo ao major Jos Antonio Barbosa.O Exm.
o que julgo que elle esl sempre frente do mo-
nment. Devo todava adverii-lo que ceno nu-
mero do despachos italianos que procuran) fazer
desse hornera um personagem mysierloso em to-
la a parte invisivcl, dizem que ello esl ura
adu de polica do termo da Escada.__! "os Abruzzos, ora as Calabrias, ora nos estadal
romanos. Eu r nao creio nos mila
.......res, c sup-
poniio que barlbaldi est sempre com seus ho-
mens, a:o la que pareca certo o quo estoja occul-
to aos olhos delles. e suas ordens sejam assigna-
das pelo seu chefe de estado-maior por dele-
garo.
Parece que teem havido, as cercanas de Mar-
sale, seus reconteos entre as tropas napolitanas e
a tropa de Garibaldi tendo tido vaniagem, esta
afoutou-so a avancar
onde a esp
al
A refefirin
a estrada
iMh
ra-
spadlos
Sr. presdeme da provincia, manda aecusar rece- cnc5am ^ aples, as forras napolitanas havam
Wdo o otllcio do 20 do correnle, em quo V. S.
cpmmunicou-llie haver assuraido interinamente
3o dia 19, a direceo dessa arsenal, substtuit'-
o-o no exercicio de ajiidante, o lenle Jos Ig-
nacio de Medciros Reg Montoiro.
I Despachos do dia 21 de jtinlio.
511.Antonio Gomes da Silva, carecreiro da
tadeia do termo do Bonito.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
515.Alexandrina de Bnto Catharina de Sena.
Informo o Sr. Dr. chefe de polica.
I 516.Bento Jos Alves de Oliveira.Deferido
lia conformidado da informaco
da thesouraria provincial junta por cop
517.Chrstovao Slarr & C Nesla data se
expede ordem a thesouraria para pagar aos sup-
Iplicanles quando houver crdito.
518.Francisco do Sooza Montciro, alferes do
batalhao n. 16 de infantado da guarda nacional.
Requeira pelos canacs competentes.
519.Francisco Pedro Celestino.Informe o
Sr. inspector da Ihesourarii de fazenda.
520.Felippe Gomes de Santa Anna.Inde-
ferido.
521'.Glicerio Pergentino da S. Braga.Infor-
mo o Sr. Inspector da thesouraria de fazenda, ou-
vindo o da alfandega.
522.Joaquim Henriques de Messias.Inde-
ferido.
523.Joaquim Jos Luiz de Souza.Satisfaga
o que exige o inspector da thesouraria de fazenda
no offieio constante da copia inclusa.
521.Joo Ignacio Ribeiro Roma.Informe o
Sr. inspector da tdesourarira do fazenda.
525.Joo Carlos Augusto da Silva.Informe
o Sr. inspector da Idesouraria de fazenda.
526.Dr. Joo Alfredo Correa de Oliveira An-
drade, promotor publico da capital.Passe-se
portara concedendo a licenca requerida.
527.Palmeira & Beltro.Informo o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
528.Trajano Evaristo Fcrrao Castello-Branco.
Estando o supplicanle comprehendido no nu-
mero dos empregados, cujos vencimentos teem
de ser augmentados por acto desta presidencia
do 18 do correnle, nada ha que deferir.
encontrado em Calalafini, burgo situado a algu-
mas leguas do Palermo, os soldados de Garibal-
di a quem havam dado una carga de baionelas
e po*lo em plena derrota.
i .i ze r
esfriar o ardor dallos pela unificaejo da Italia.
Mas a attitude do clero foi em lod a parlo mui-
to hostil e ueste momento um dos serios emba-
razos do governo piemontez.
:A fesia que se celebra animalmente no diaem
que o Estatuto (lei constitucional do Piemonle
foi dado por Carlos Alberto ; passou este anuo,
sem que o clero consentisse em participar dclla.
na Romagne e em uma parle da Toscana. Esses
protestos passivos produziram um effeito penoso,
que ainda mais lem augmentado com certas rae-
medidas lomados contra olios dignitarios da igre-
ja ; o arcebispo de Flurenca est preso no sen
palacio, o arcebispo de Pisa foi desterrado da sua
diocese. Todos esses factos sao graves e se acros-
35:314:000:000
10:101:2005000
12:311:8003000
31 dezembro de
36:496: lOOgflOO
9:331 OOOjOOO
ll.929:600000
cui-
da de Palermo, cenarmos anda outros syraptomas, como odes-
" r- -^el. n-rl-Tdn :-.-- -,_;- ,.,, .-----------r
reileirados ojieqeroirlccam a dar signaes oe vida, ler-se-lw
: dasdifliculdades que o Piemonte experimen-
ta em se assemelhar as provincias annexadas.
Nos oslados romanos, o general Lamoricire
procura com uma actividade incrvel constituir
om exercilo para o Papa, ao qual o seu nomo ja
_ Acredilfi-se geralmenlc na ex.ictido dessa no-! serve de egide. Chegam recrutas do lodosos
ticia e os soldados de Garibaldi limilam-se so- pontos da Europa ; principalmente da calholica
mente a contestar a importancia do reconlro. Irlanla. Mas com quanto os liis conlribuem com
Lis em que estado se acham as cousas om re-1 donativos voluntarios para as despezas dessa or-
baldi c aos seus homens. Quanlo a I ganisacao, um encargo pesado provr todas
esforcos cucar-
O general La-
o seu ardor c odio contra aples. moricire diz que elle s suffcieule para ludo;
as prncipaes cidades, mesmo em Palermo,, afianra que oilo dias poe prompto um zouavo!
Tem ja viole mil homens quasi organisados ; re-
--7- ------------------- va -jv uj iiiiih-ipa. ",'OiilHvl a I ft"'
Sicilia, comprehende-se fcilmente que o soccor-as necessidades militares que os
ro que chegava aos insurgidos (tafia ter exaltado nicados da revoluco suscitam.
liouve manifeslacoes ameacadoras mas a aulho-
ridade corseguio abafa-lasj c entre as populacoes
rdenles mudam depressa as disposices. Por
solvdo a conservar a defensiva vela sobre todos
o Sr. i tor """",,vo '""uam uepressa as uisposicoes. ror os movimentos do inimigo e eis que amiunclam
or copia. pouca que suja a moderacao e habilidade com que um bando de voluntarios toscanos Tendo eti-
que se haja a corte de aples, pode conseguir. Irado no territorio romano dolado de Monlefras-
acalmar os espiritos e restabelecer a ordem. cone, uma tropa escolhida de gendarmes ponli-
Essa corle pareca disposla a isso, em primeiro ficaes. composl de 60 homens, alacou brava-
lugar perder o sangue fro sabendo a noticia da mente os inimigos em numero de 350 ; estes fo-
parlida de Garibaldi
i e segundo dizem. (o que eu
I nao creio) mandara transportara Porlici os objec-
! los mais preciosos do seu palacio. Hojo esl
nido tranquillo e firme ; acaba de ser nomeado
commandanto em chefe da Sicilia, o general Lan-
ja, siciliano de nascimenlo. bravo soldado e mili-
to eslimado por todos como homcm de bom sen-
so e de moderacao. Recebeu plenos poderes do
governo e esl aolorisado a promeller a popula-
cao siciliana nao s uma amnista geral, como
ainda a satisfcelo de suas qucixas e o estabele-
cimenlo do uma vice realeza em Palermo, para o
conde de Trapani, lio do rci, e cojo nome mui-
to popular. Ja o chefe de polica, Manicalsco,
a quera censuravam violencias e o oxcesso de
suas medidas arbitrarias foi demillido. Com se-
melhanlcs medidas, ler-se-ha feilo o que hu-
manamente possivel para acalmar a febro dos si-
cilianos, que a emp-eza de Garibaldi foi exaltar
mais..
Essa triste facanha linha alera disso um alcan-
ce europea que devia adrahir a adenco sri
dos governos. Todos os principios do direlo,
publico cram comprometidos nesse negocio que, eslrangeiros do czar, acaba de reunir os represen-
ram completamente derrotados, leudo um gran-
de numero de feridos e seis morios, no numero
dos quaes foi Orsioi, irmao daquelle que lenlou
assassinar o imperador. O facto em si tem me-
diocre importancia, porm reunido a todos os
outros, faz ver que a revoluco tem estendido
sobre toda a Italia um longo raslilho de plvora
e que basta urna faisca para pr-lhe fogo.
O Papa piincipalmente um vexame enorme
para os partidistas monarchicos ou republicanos
da unidade italiana. S se pode entrar na lia
meridional passando-sc pelos estados pontificios.
& necessario pois para atacar aples do lado da
Ierra firme, deitar por trra em primeiro lugar o
poder do Papa; a poltica dos Mazzinianos, que
querem fazer do Roma a capital da Italia urna e
regenerada.
A proposito de regenerac.ao, eis uma nova
questao que se julgava resolvida e que de novo
foi agitada nesla quinzena como se nao cxistia o
tratado de Paris.
O principe Gortschakoff, ministro dos negocios
RIO DE .! VM lito.
RELATORIO
do ministerio da fazenda apresenlado
asscmbla geral legislativa na \.3
sesso da decima legislatura.
fConiirttiaro)
DIVIDA PASSIVA INTERNA.
Divida interna fundada.X divida circulante
desta especie, representada por Apo.ces do juro
de 6. 5 o 4 por cento, a qual montava a...
57:757:(00SOOO no dia 31 de dezembro do '858
como se v da respectiva tabella do anterior ro-
tatorio nao leve alterarlo no anno do 1&59, ta-
bella n. 13. porque durante elle nenhuma emis-
so fez o thesouro do Apelices de juro do 5 por
cento para pagamento de divida inscripta, c nao
consta ah que o fizessem as Ihesouranas de fa-
zenda, que teem caixas filaes do amortisaco.
Os referidos ttulos de divida eram possuidos
em 31 de dezembro do anno passado-pelo semil-
le modo :
Por subditos do imperio.
Eslrangeiros de diversas
nages ...................
Dfferentes estabeleci-
mentos naciouaes.......
A proporcao da diviso em
1858 era esta :
Nacionaes................
Eslrangeiros.............
Esiabclecimculos.........
Donde se v que na decurso de um anno
pregaram-M mais 670:2i>0".00 de capilaes es-
lrangeiros, e 382:200^000 dos perlencentes a di-
versos estabelecimenlos nacionaes nos lilulos da
divida fundada do paiz. o que corresponde a pos-
suirem os prmeiros 17, 4 por cento. e os lti-
mos 21, 4 por cento da lolalidide dclla.
A importancia do juro da vida interna funda-
da correspondente ao semcsljo correnle importa
em l:65:426$m)0 : por conlo desla quanlia foi
j supprda a caixa da amortisaco at 16 de a-
bnl com a de 208:527^380 em bildeles da alfan-
dega, os quaes conlinuro a ser-lde entregues
u proporcao que forcm sendo recebidos da al-
^o-sa-ld-o--nrarnlTeTro no'He^^^^^gJ:
de eviUr que sommos avulladas ^2r !
dormentes nos cofres fla mv*ma-oai.,0ncm
quo o governo nao est aolorisado para dar
emprego lucrativo, como fra conviiuenle, <
sommas destinadas para supprimenlo da caixa
da amortisaco, deposilando-as no banco do-
l'.rasil para vencerem jttro, em quanlo nao ti-
verem emprego.
Divida anterior a 1827.A di\ida passva des-
la procedencia compoe-sc, como sabis, de di-
vida j inscripta no grande livro da divida pu-
blica, nao convertida ainda em Apolices ; do di-
vidas incriplas nos Auxiliares das provincias, que
nao foram passadas para o grande livro ; final-
mente de dividas menores de 400$, as quaes,
na forra i da lei teem de ser pagas a dindeiro,
sendo recondecdas lgaos.
Os qualro n3. 11, 15 e 16 apresentam o esta-
do da divida anterior a 1827, compredendida em
cada uma das tres especies cima mencionadas.
venio-sc por clles que a da primeira na som-
ma de 139:3304045 em 31 do dezembro do anno
de 1858 ficara redusida a 138:553-5145 em igual
mez o dia do anno passado, por se terom pago
duas dividas da provincia de S. Pedro do Rio
Grande doSul no valor, arabas, de 7763600 : que
a da segunda nenduma alteraco teve durante o
anno passado, sendo por tanto o algarismo del-
ta o mesmo de 220:477$323, representado na
tabella respectiva do relatorio desse anno ; e fi-
nalmente quo a da lerceira importa ainda em
108:743^139, que com pouco differcncj, a
mesma quanlia a que montava era annos "ante-
riores.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel do commando das armas
em Pernambuco, na cidade do
Hecife, ZZ de junlio de 1 HtO.
ORDEM DO DIA N. 413.
O coronel commandante das armas interino,
determina que as pravas dos corpos de linha em
guarnico nesla provincia que tem sido inspec-
cionadas de saude pela respectiva junta e julga-
" nropazes de lodo servico por soffrerem de
lanos das grandes potencias europeas, excep-
go do cmbaixador odomano, para Ibes dar co-
ndecer o desejo que tem a Russia deedamar de
novo adenco da Europa sobre a situaco dos
cdrislos subditos do imperio turco. Ninguom
que soube dessa importante noticia, duidou, que
a commiinicaco feila pelo principe GortschAoff
dos
seo deixassem passar sera protesto, punda lodos
os thronos da Europa a merc dos avenlureiros.
Garibaldi o seus sequazes principio tinham bra-
dado abai.to a influencia austraca na Italia, e
invocavam o direlo do nacionatidado. Como a
Austria eslava enlao em guerra com duas poten-
cias regulares, juslamento pelos seus abusos de.
I influencia na Italia, palavra de ordem abaixo osM0SSeo resultado do accordo que se estabeleceu
entre os soberanos de Franca o da Russia. na en-
trevista quo entre elles leve lugar em Stutgard,
no vero de 1858.
Julgara-se que havia chegado o momento de
realisar um plano em queja tinham concordado.
Mas, como encararan) o negocio a Austria, a In-
gltterra e a Prussia ? Era o que todos pergunta-
vam o sobre este ponto eis informaces muito
precisas que tiro de uma folha prussiana queche-
molestias incuraves, sejam consideradas como
invallidas at que o governo resolva sobre seus
destinos.
Assignado..1Ionio Gomes Leal.
Conforme. Pe tro Gomes d'Oliveira, alferes
ajudanle de ordens do con mando.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Paris 2% de maio de 18GO.
Pela inaup?uraco do servico francez quo parte
de Bordeaox, que hade levar esta orla, lenho
para dar-llie noticias mteressantes, e eslimarei
bastante que lhes cheguem s nios quinze dias
mais cedo que amigamente.
Paliemos primeiro que ludo de Garibaldi cujo
nome anda nesle momento em todas as boceas ea
quem eu linha julgado mal suppondo-lde o ajui-
zado pensamento de conservar-se tranquillo. Ga-
ribaldi decidio-se anual o partir para a Sicilia
com uma porco de avenlureiros que se dedica-
ran) sua pessoa.e desembarcou em Marsalc, e a
esla dora om quelde escrevo, ainda nao est pre-
so nem foi posto foro da ilha, anda que tenha
soffrido um grande revez. Eis as noticias, em
posto.
A uslriaca.iera acceilavel. Mas boje o fogoso
general gritava fora cornos Borbons, ja nao era
como amigamente a Italia para os Italiano* por-
que os Bourbons reinavam em aples 125 an-
uos, era a Italia para Garibaldi. O que impe-
dir que amanilla o grito de reun.io dos bandos
de Garibaldi sejafura conx a casa de Saboia, fo-
ra com Vctor Kmmanuel 1 A amizade de Gari-
baldi ao rei uma garanta muito frgil.
Havia pois para a Europa a necessidade de um Sou PS,a nianha :
protesto formal ; de mais, a expedicao tnha si-! Todas as grandes eorles, diz essa folha, re-
do organizada no territorio piemontez, quando cpberam uma circular russa concernento situa-
paara o Piemonte, aples era um governo amigo \ ?o dos christaos no oriente. O governo inglez
junto aoqlralclle linha um representante e como i^ responden ; nao ha objecc.es a fazer conlra o
qual eslava em plena paz. Isso era um segundo i 'nquerito que se prope, mas elle quer antes de
objecto de prolesio para a Europa. l,,do evitar o que poderia ameacar ou abalar a
O governo de aples-devia ser o primeiro a: existencia da Porta,
protestar, e lodosos oulros, inclusive a Franca,1 A Austria e Prussia responderam.segundo di-
seguiramesse exemplo M.de Cavour. opezarizem, que'queriam em primeiro lugar informar-
dos seus ardores italianos, sempre um hornera
de governo, e a sua resposta devia necessaria-
menlcser muilo otrapalhado. Obrigado a pou-
par oshonens violentos de quem ainda precisa
e que poceriam Irozer a perturbaco aos novos
estados de Vctor Emraanuol, nao poda todava
desconhecer a legilimidado- das queixasque lhc
dirigam c de alguraa son desculpou-se com a
sua importancia.
A Gai(oO/^cia/piiblicounoda'18 desle mez;
um artigo em resposta s aecusacoes de que elle
foi objecto.
Segundo diz esse artigo, o governo desappro-
vou a expedicao e procuren imped-la por todos
os raeios que a prudencia e as leis lhe permil-
tiam empregar. Alguns navios sardos recebe-
rem ordem de impedir o desembarque. Tiveram
o raesint xito que o marinha napolitana que
cruzava as aguas da Sicilia. A Europa sabe que
o governo do re nao occulla a sua sollicilu.de
pela patrij commum, mas ao mesmo temeo co-
ndece e respeiu o principio do direito Cas gentes
se por si mesmas da situaco dos chrislo na Tur-
qua, antes de poderem lomar parle em uma con-
ferencia sobre essa queslo, como a Russia c a
Franca pedem. A grande importancia desse ne-
gocio evidente, e em presenga dos perigos que
a allianca russo-franceza pode ter para a Europa,
nunca ser de mais a insistencia para que a
Prussia, a Inglaterra, o a Austria se emendara
entre si e tambera a respeilo da necessidade ura
prorapto arranjo das dissidencias que existen) no
seio da confederago germnica.
Assim pode-se ver de anlemo a Europa divi-
dida em dous campos, de um lado a Franca c a
Russia, do outro a Inglaterra, a Prussia c a Aus-
tria.
Seria isso para o nosso velho oalinente um
conflicto terrvel. Porm persoeliva mais.
remola do que parece. A diplaraacia vai tomar
posse da queslo, c se ella na conseguir tesol-
v-la logo, o que seria a sua mais bella obra, sa-
ber5 ao menos, assim se-espera, attenua-li e
atlia-la por muito tempo, gara, que algura ocaso
Desde que foi reformado o thesouro em 1850,
a directora geral da conlabilidade lem-so oceu-
pado na liqudaco desla divida, o quo al ento
nao podera fazer o thesouro por falla do pessoal
para isso preciso, deixando-se assim de dar cum-
primento a diversas ordens que determinaran) a
referida liqudaco. Com effeilo deu-se princi-
pio, o progredio esse trabalho, que foi conside-
rare), podendo dizer-se que lem sido liquidada
quasi toda a divida desta procedencia.
Foram porm tantas e de tamaita importan-
cia as irregularidades c faltas pralicadas na li-
qudaco o reconhecimento dclla por algomas
das exmelas Ihesourarias. e com especialidad"
pelas de Mallo-Grosso e Goyaz, como se tem
verificado pelos exames e liquidago feitos no
thesouro, que muito poucas sao as dividas que
a dii.i directora lem considerado no caso de po-
derem ser reconhecidas e pagas; apresentando
duvidas graves a respeilo de quasi todas, pelo
que teem sido devolvidos os processos s respec-
tivas thesourarias de fazenda, para o lim de
solverem as mesmas duvidas. As mais iiolaveis
sao as seguidles ; constaren) os lilulos da
maior parle das dividas de certides passadas
pelas extinctas thesourarias, havendo escrpu-
los em aceita-las, porque podem dar lugar a
duplcalas de pagamento ; nao existrcm ha-
bitacocs dos cesionarios das dividas, e do al-
guns dos cedentes, em casos que o thesouro
nao pode dispensa-las;terem sido algumas divi-
das cedidas por procuradores, que nao tinham po-
deres para faze-lo, ou que nao apresenlavam
procuraco;nao seren feitos os ees-oes peran-
le labellio, nao constando que os cedentes ti-
vessem aulorisacao para faze-las de seu proprio
punho : faltar a* maior parle dos documentos
origin.ies, sem os quaes nao pode o thesouro ve-
rificar o quanlilalivo das dividas, e a legilimi-
dade dos reclamantes : e finalmente parecer,
em mais de um caso, quo reclamado em pro-
cosso diverso o pagamento da mesma divida.
E parecendo impossivel que o faeara vista
das resposlas quo essas estacos teem dado em
grande numero de casos, e d natureza das irre-
gularidades e fallas cima notadas, e que sao
hoje insanaves, claro se manifestaque a liquida-
cao desta divida tornar-se-ha interminavel,
porque o thesouro nao pode reconhecer dividas
as circurasUncias quo ficam expostas, com gra-
ve prejoizo dos actuaes possuidores dos ttulos
della, o do thesouro, cujos empregados encarre-
gados desla servico podiam ser melhor aprovei-
tados om oulros do maior utilidade.
Knlendo pois que, por semclhanle motivo,
fra de grande vautagem lomar-se uma medida
extraordinaria, quo corlasse todas as difflculda-
ues; mais isso de vossa competencia.
Dilhelesdo thesouro.Durante o lempo dec-
corrldo do t. de abril de 1839 al 31 de marco
do corrate anno o thesouro nao emittio bilbeles,
anieeipaco de recada: apena* foram
emdidos, mas sem veneimemo de juros os
cooslamos da tabella n. 17. dados Companhia
Urasilpira de paquetes a vapor, por conla do
subsidio que o estado obrigado a preslar-lho
nos termos do ronlrato exislente.
No ultimo de marco passado rxisliam era cir-
culacao 32:0000000 de lilulos de divida desla
especie, como o demonstra a mesma tabella.
Empreslimo de dinheiro dos orfott X la-
bella n. 18 demonstra que a divid flucluanio
proveniente dos dinheiro* de orf.ios entrado.
C.n.0OomprCi,""- para os cohes "o estado de--
de i8jj, por virlude das disposicOes do or 4
* u tS aC oul,,br? dc lb:i9 8. da de 13 de novombro de 1841 montava \
sarama de 7,987:056352 no fim do e^rdta de
isasd>, quanlia osla que, comparada com o
saldo existente no fim do anterior d 185758
aprsenla um augmento de divida de 688 010*612-'
demonstra mais quaes as sommas empregadas na'
despoza em cada um dos exercicios romprehen-
didos nella ; que desde o romero desla operaeo
emraram por empreslimo 13,090:66?>67ll e a-
garam-se rs. 6,012 345250, o por fim. que a
divida desta origem tende sempre a augmentar
Porque em todos elles. com cxcepe.io dos do*
ltMU-41, e 181748, as sommas entradas no*
corres do estado em cada om excdem sempre o
pagamentos efleetuados dentro doli, drixando
assim um saldo em favor dos mesmos cofres.
Btns de defuntos e ausentes a tabella n 1
mostra o estado da cunta dos dinhelros de defun-
tos e ausentes no thesouro o thesourarias de fa-
zenda no ultimo do dezembro do anno passado
eque a importancia da divida desla procedencia
era na dala referida de 3.643:4233246. apresen-
tando assim um augmento de 216:0355021 com-
parada com a quanlia a que monlava em 31 do
dezembro de le58. de 3.426:58^225. como se
ve pela tabella n 17 do relatorio do armo passa-
do ; provindo esle excesso de lerem sido as en-
tradas de diuheirns desta origem nos cofres da
diversas thesourarias de fazenda, dorante o anuo
superiores aos pagamentos elleciuados nesse pe-
riodo, por quanlo no municipio da corlo e pro-
vincia do Rio de Janeiro deu-so o faci inverso
tendo entrado 361:7663417, e sido pagos.......!
Os algarismos que representan) os saldos da
conla de dinheiros de defuntos e ausente, arre-
cadados no municipio o provincia do Rio de Ja-
neiro, sao rigorosamente exarlos, porque a es-
CTp!uracO do thesouro, nesla parto, completa
abrangendo todos os helos de receita c despeza*
ate 31 de dezembro do anno passado.
t) mesmo poim nao acontece a respeilo dc
algumas Ihesourarits pelas razos constantes das
olas escripias na referida tabella n. 10. nao
obstante o que nlao se afaslar muito do verda-
deiro o saldo nella demonstrado dc .
3,6I3-42326. .....
Compre notar que desta sorama derc ab.iler-se
a de 887:614-3018, a que se elevara, no referido
dia 31 de dezembro do ai no passado, a impor-
tancia da divida que em resultado de sua liqu-
daco romecada em 1857. e quo ainda coniin.
se reconheetu ler prescripto, a menos que au
milite a respeilo de parle della a excepeo da
le de 17 de setembro de 1851.
Montara a 856:105J663 a parte desta divida
qnese tnha reconhecido harer presrripto tt o
ranTr'd^Mio'^feAaa. Jfifiullando daqui que du-
3I:509255.
Papel moeda circulante.A existencia do pa-
pel moeda em circulado no dia 31 de marco dc
1859 era de 41,645:6825000, segundo se v da
tabella n. 14 do relatorio do anno passado; essa
somma porm flcou rcduiida a 38.171:1963000
em 16 dc abril do correnle anno, tabella n. 20,
havendo assim uma differenca para menos d
3,474:4869000 d qual procede ; 1." de..........
2,500.000-jOOO regalados pelo Banco do Brasil*
al o mesmo dio, nos termos da lei que o rreou
c do art. 57 do seu contrato com o governo; 2."
da quanlia de 30:3365000 do desceios que ti-
veram as notas de 209000 c OjOOO da 3." estam-
pa, trocadas depois do (indo o praso marcado
para o resgate integral dellas; 3." da quantia da
914:1509000 recebidos das thesourarias de fazen-
da do Para, Maranho. Pernambuco o S. Pc'ro
do Rio Grande do Sol por conla de4,500jOOO;000,
que foram remeltidos s mesmas reparlicoes
para serem exclusivamente, empregados na sbi-
tituico das notas dc 509000 e 5009000, a que se
mandou proceder pelas razos abaixo dadas;
cumprindo declarar que, alm dessa quanlia re-
molieran] mais as sobreditas reparlices a de
433:200O0, a qual nao foi comprehendida no
quadro por nao ler sido ainda conferida, e por
essa rasao escriptilrada.
A sobreJila tabella demonstra que at a sua
data o estedo linha lido um lucro de..........
423:4323000 provenjenlc de 3C00:5fi3j(l0Ode no-
las da 1.a e 2.'estampa nao apresemadas psra
serem trocadas, c de 122 869*000 dc desconlos
que al o mesmo lempo soffreram as nolis que
o foram fra dos prazos marcados para serem
trocadas integralmente.
Alm da subsiiinieao das notas de 509000 da
3.a estampa a que se proceda, por terem app.i-
rerido falsas nessa classe de valores, man lei
tambera recolher as de 500}000 da 1., 2.a o 3 *
eslampas, e substilui-las por notas de pequeos
raloresat 20$000,pela grande falta que havia ras
provincias dc notas miudas para irocos, lendo ao
mesmo tempo em vista dar maior expanso
circulaco das olas dos bancos ; c ltimamente
mandei proceder tambera subslituieao das
notas de 1$000 da 1.a eslampa, e da< de 5J000
da 3.a, pelas dc 1J00O, 29000, e 5$O00 dos no-
vos padres ltimamente recebidos de Inglaterra.
risto que as priraeiras appareciam rompletamentu
dilaceradas e as segundas falsificadas.
Devendo estar concluido al o 2. semestre do
futuro exercicio de 18601861 o resgate dc dez
mil conlos do papel moeda circulante, que o
Banco do Brasil c obrigado a fazer com os seus
proprios fundos, na forma da lei de sua inrorpo-
raco o do contrato celebrado com o governo, c
continuar a mesma operaco d'ahi em di.mie
por corta do thesouro, fiz incluir no orcamonto
do ministerio da fazenda para o exercicio do
18611862 3 somma do dous mil contos, com
que o mesmo thesouro lem de contribuir anim-
almente pera esse fim.
A tabella n. 21 aprsenla as remessas felas
em dinheiro s thesouraries de fazenda desde t>
1." de abril de 1859 al 31 de marco do crrenle
anno.
Cofre dos depsitos pblicos.A tabella n. 22
aprsenla o saldo existente nos cofres de depsi-
tos pblicos do municipio da corle e provincias
do Rio de Janeiro, Pernambuco, Maranho, S.
Paulo e Paran no fim do exercicio de 185859
prximamente encerrado, e nos das mais pro-
vincias do imperio em 30 de junho de 1858. com
excepeo nicamente das du Amazonas, Cear,
Rio Grande do Norte e Piauhy, onde nao existem
depsitos ; e por ella v-se quo o mesmo saMo
montava somma dc 1,603.5619286, sendo
80 87>$187 nos cofres filiaos, e l,522;689g099 nos
de reserva, as seguinles especies: 64:893j313
em pecas de ouro e prala ; 464. pis de crdito, e 993:707JI23 em moeda cor-
rente.
Comparando-se a somma dos depsitos das df-
ferentes especies com a da tabella n. 18 do re-
latorio do anno passado, na importancia de
1.375:7808OI, reconhece-se que tamben) esla
parte da divida passira do thesouro leve um aug-
mento de 227:7809485 ; cabenda, a respeilo das
diflerencas do datas, a que se referen as de-
raonsiraces das thesourarias de fazenda desig-
nadas em segundo lugar, a mesma obserracao
asa
i ^r.___. i


^
L
^ue Tu, tratando da divida preveniente de di-I v''m aunoxa ao relaionu Ju auno passado, aprzar
nheiros dodefuutos'C ausentes. da reportaren)-se ambas mesma poca, proce-
WaiMO DE> T>ERNAMBUCO. SaBBaDO 23 DE JUNHO DE 1860.
Atgumas outras circumstancias relativas o esta
divida vio consignadas as notos lanzadas na re-
ferida tabella.
Divida detxercicios in4et.-A drvMa possivo
desla procedencia com- sabis, de duas es-
pecies, a primeira do servias uo "pagos, cujos
processos sao sujeitos ee-evroe de thesouro, de-
pois de er a divida liquidada polas estacos do
ministerio a que ella pertence, neorregadas de
seracHianle exame ; a segunda de servidos mi-
litares prestados as provincias at o exercicio
teriores, cu jo exame i'ni.il fui commeltido direc-
tamente ao thesouro, depois da liquidado feila
do de ferem-so rocebido re aros parciaes das
thesourarias do (aienda depois de imprrsso o ro-
latorio, as quaes flzcram alterar os algarismos
otitao dados na segunda a que arabo de referir-
me ; cumprindu-nre repetir aqu o que na sido
dito cm relatorios anteriores, que estes algaris-
mos uo podem anda considerar-se rigorosamen-
te exactos, e apenas muito approximados pelas
razos quo tcm sido dadas.
A noeessidade do inelhorar a organisacao c
competencia dos juizos dos (ellos da hienda pu
bllca, c a forma do processo execulivo da divida
activa do oslado, tein sido demonstrada pelos
mcus antecessores, e nesle ponto nao dcixaiei do
mas respectivas thesourarias de fazend, pelo te- un!"-" nos seus volos
Alm da divida activa constante das tabellas
arima designadas, ha ni ais a proveniente dos em-
prestamos quo as dalas declaradas na tabella n
39 4 fa, r. ^nn;.. Jl________ _____LII____J- n:
creto do 17 de maio de 1853, dispensada a in-
tervenc&o das repartices cenlraes do ministerio
da guerra.
Dos processos da primeira especio flearnm por
liquidar 247 era 31 de dezembro de 1858, e en-
traram no thesouro'no decurso do anno de 1 5'J
mais 668, o que eleva o numero delles a 815,
correspoiidende divida de 284.259j883,'seguudo
se veda lalnlla n. 23.
Da totalidad* destes processos liquidaram-sc
pela primeira voz, no anno de 1859, 656 no va-
lor de 208 573*403, ficando por liquidar 258 no do
75 6868480. E reunindo ao primeire destes al-
farismos as duas addices, na importancia de
17:3339860, correspondentes aos processos que
estovara era liquidado nol do Janeiro do mes-
no anno, eu que foram examinados do novo,
depois de reoebidos os esclarecimentos exigidos,
vc-se quemonlou somiua de 325-907263 a di-
vida em cuja liquidaco oceupou-so o thesouro
no correr do referido anno.
Dasla divida porm somente foi reconheiida
C mandada pagar a de 17l:324$009, ficando o
resto as circuuistaucias mencionadas na referi-
da tabella.
32 A fez o imperio a diversas repblicas do Rio
da Trata. Esta divida, segundo os dados que pos-
suc o thesouro, montara com os respectivos ju-
ros, cm 31 de dezeinbro do anno passado, som-
ma de 6,719:994*919 mencionada na mesma ta-
bella.
THESOURO.
Pelo decreto de 29 de Janeiro do anno passado
fizeram-so importantes alleracoos na organisacao
da administrac central de fazenda, c foram ap-
rela.las algumas medidas tendentes a melhorar
em diversas partes o syslema do servico do the-
souro, o das thesourarias de fazenda, das quaes o
mcu Ilustrado antecessor vos deu conta no scu
rea torio do inesmo aune.
Nao derorreu anda lempo bstanlo para pode-
rem avaliar-se devidamente lodos os effeitos que
c de esperar dessas reformas : mas algumas van-
tagens lem-se j colhido deltas, como a expe-
riencia o ha demonstrado. rf
Para o tim de regularisar a importante funceo
da competencia do tribunal do thesouro c Ihesou-
rnriio ,1 a f ...I, .1.. ... -. t .. ..a. .1 _
r\. i< j i u ii aa competencia do tribunal do thesouro o Ihesou-
Da divida da segunda especie, tabella n. 24, i- rariM ue fa^ndl, de ,omar e julgar con,,s dos
caram por liquidar no momo lempo 343 pro- reno responsaveis fazendarencarrogados da
cessos, aue. unidos a 39 de nejo receidos no arrecadacae e dispendio dos dinheiros pblicos,
thesouro durante o anno do 18o9 pre azem o os qiiaeg na frma u1 legu,i5o vigente, sao su^
jeitos a presta-las peranlo o dito tribunal c the-
sourarias, e de eslabelecer diversas legras e pro-
numero de 382 ; o destes liquiden o thesouro
?!l'lne? .***' *X3mi",0U ,e v] fi*0*' Murarlas, e de eslabelecer diversas legras e pro-
d. P.l?. *dl.,dfa-,0lal i 1f?f256' coitos indispensaveis boa marcha des.eraml de
" qriP? m8?TC^^^^^ "'"" Jccreto do 10 de
, 2i $ ? UC "i603*97*.* Pr darem-se mco uUm0i Sb 1162,548, dando o preciso rc-
a respeilo da outra parle, na importancia delgulamento
Jr!u t?t89u;aS L9i,,cumslancias o"nl re- j 0 sob.ed'ilo decreto de 29 de Janeiro autorisou
d^nlfe
A tabella n. 25 mostra que foram pagos
197:437jj503 do dividas desta origem no exerci-
cio de 185859 ; e a de n. 26 que se tem des-
pendido com o pagamento do dividas semelhan-
tes, por vrlude da disposicao do 4. do artigo
lldaleidell de selerabro de 1852, a quantia
de 1,503:719;049 desde o exercicio de 185253
al o do 18")859; cumpiindo-me di/er que,
opezar da existencia do crdito especial aborto pe-
la mesma le no artigo eitado da quantia de
1,4l8:588jl3C, como se v pela tabella n. 27, to-
da essa despeza tcm sido feila al hoje com o
producto da renda ordinaria.
As dividas da mesma procedencia, pagas pelos
exercicios de 185051 e 185152, impor-
.-----------.....- -" '" w" T-w ..w .
vessem anda examinadas e liquidadas, por em
pregados do mesma Ihesouro, designados pelo mi-
nistro da fazenda. e mediante gralifieaces mac-
eadas depois de eilo o lrabalho ; e o decreto de
13 de fevereiro desle anno fez esta med.la exten-
siva i* thesourarias do fazend, romo couvinha
que o fosse.
E naj) sendo possivel que >s mencionadas con-
las fossem liquidadas e ajustadas pelo systema or-
ilinario, altelo o grande numero das alrazadas
que ha para lomar, e o pequeopessoal do que >!is-
pe ainda a directora geral da lomada de cuntas, e
esse mesmo dislrahido militas vezes or oceur-
rencias do servico, como ultiinameule tem acon-
tecido, resolv usar da faculdade concedida pelo
referido decreto, o para esse fnn exped asios-
ntie h^h i P^goraenlos desta cs-.j om execoio ; iendo sido designados no the-
i desde a reforma do thesouro a sollro f mpreg.ldos da S((l,red,a directora para
dito ve-so que nao c pequeo
nesla parle ha feilo
tomar .is coiitns nlia/odas fura das horas do ex-
pediento ordinario da iTparuco, e havondo ou
o li>e- |determinado quo seinelliaiilcieiile se procedes-
se as thesourarias de fazenda.
O decreto de 20 de novembro de 1850 deter-
ininou, no arl. 61, que aos empregados do the-
souro e thesourarias de fazenda, despachados ou
removidos do urnas para outras provincias, fosse
abonada urna ajuda de costo nara as drspezas de
eiro do corrente^nno." i tu\iTinenle"'ccuVain lr"sl'orle ; e que o ministro da fetn Ja Btasse
do dividas de fisla? "J1"138 e cusi cm tabella permanente,
lo e*ne.iienie i lamiendo s distancias, as dllkuldades d3S
viagens, e s colegorias e circumslanclas dos
empregados.
Com esta disposicao leve o legislador em vista
manifestameiiie facilitar as remoros e promo-
;es de laes empregados de unas para oulras
reparliees, como frequentcs vezes o exigem as
conveniencias do servieo ; e tornar possivel o
deseinpeiiho de commisses importantes, sem
que resuliasse desses actos un onus para os so-
bredilos empregados, e ao mesmo lempo tirar
lodo o arbitrio que poderia haver na concessao
dasajudas de cusi, dando-so a uus mais do que
a niitriie i.fti rir.rm.ci ?m te ii,i1(ii,.-tt.
iio lendo sido anda regul-ida esta materia.
...esouro a
2,073:630*521.
Do que ica
o servico que
souro.
m!!JE!2iJ^!!!L cl" ffxPeric"cia 'l',r"As"sim'."p"o".s'."'d; epe'rTr"q"e d'ora em ote
1,%L T q ?czaT,'Sos esflC08 '"'l'rc- tenha grande incremento esta parle importante
dh es le ,,,'' "^ L ,f, 8,d P0SS,,V'elkVI"^ C"' do se,vicu da dmiaiaUacO da fazenda. P
na esto ramo do servico, com o Uabplho feilo
durante as horas do expcdienlc ordinario pelos
empregados que podem destinar-se pasa isso, re-
solv usar da faculdade concedida no artigo 48
do decreto de 29 de Janeiro de 1859, n. 2,313, o
para esse fim exped as inslrucces dei31 de Ja-
neiro do crrenlo anno. Actualm
se j na liquidac&o dos processos
exercicios findos, fora das horas do expedenle
ordinario da repariiciio, 12 empregados, espe- \
randoeu que desle modo se dar un grjande im- i
pulso essa liquidaco. c se conseguir por i m
da, cm poca nao muito remota, corr grande
vantagem do thesouro c das parles inlejressadas, i
este ramo de servico, um dos mais pesados do '
mesmo thesouro.
A experiencia tem-me demonstrado nue pode i
reduzr-so muito o avultado numero d procos- '
sos de dividas d. exercicios findos que vori an-
nualmenlc ao thesouro, fazendo so pcqi enas mo-
dlicai.es no decreto de 7 de maio de 1312, e no
alvac de 29 de margo de 1810, o diversas alte- i
races no decreto de 20 do fevereiro de 1840 ;'
*J"o-^s^M" n><< -t/t' -mil-i i atiaittrrTrPSt e" ic'n fi d o o
qual espero que nao leve muito lempo o con-
clur-fe.
A' divida passiva fluctuanle do Ihesouro de
que acabo de tratar, ha anda para adt icionar a
do depsitos de divers^s origens, cujo i Igarismo
nao possivel por ora lixaf, por depender Isso
de liquidaces deque nao pode ainda opeupar-se
o thesouro.
E actualmente hamas a divida de S 140,000
tomadas por cmpreslimo estrada de ierro no
exercicio do 185859, do que trato i o an-
terior relatorio, a qual foi entregada no paga-
mento dos juros e ainorlizacao da divida ex
terna.
Estado do debito e crdito da fazenda publica
com a companhia da estrada de [erro de Pe-
dro II.A liquidarlo da conta do Ihesouro com
a companhia da estrada de ferro de D. Pedro II
m; lera demorado em virludc deduvdas suscita-
das, que foram sobmeliidas a algumas) das sec-
joes do conselho de estado. No entretanto pelo
quadro annexo n. 28, organisado sobre os da-
dos, do que pudo dispor, veris qu( o cre-
, fJ?ld-a,.,n.ens.,macomPni,l,ia a"da por cerca de
1, Cabe-me referir-vos que a administrarn da
provincia do Rio do Janeiro nega-so ao pagamen-
to dos 2 0/0 da garantaria concodida dita com-
panhia relativamente ao cmpreslimo ipara as
obras da segunda serrao pe|, lazao do ,[ao estr
essa despeza aulorisada por lei especial da res-
pectiva asscmblca.
A provincia de Pernamburo lem igualmente
deixado de salusfazer, por falla do recursos, ao
que adianlou o thesouio por igual titulla com-
panhia da estrada do ferro da mesma provincia.
DIVIDA ACTIVA.
i,^l,^,."1'-29c30 *e' nU 1.V"''1 a,"Va de '"l'oslosdelancamen-
to arrecadados pola recehedoria do munn'ipio e
provine,, do R10 de Janeiro, liquidada pilo The!
soaro no auno civil do 1859. a*4olalid.de da |j-
... dar. fe.la desdo 1851 al o mesmo lempo o
estado em que se achara esta parle do servico do
dodee ros"llado 1" se tom c'olhi-
V-se pois pelas ditas tabellas que liqudaram-
se durante e mesmo anno 157:616*326. mpor-
t t ma3S3a l0,al foila nl f,m "'' so'"
W, Aso. rl'9/ corrcsP0,"lenle ao numero de
10j,9s9 collechdos; quo da lotalidade delta fo-
ram cobrados amigavelmenle 526:523*145 e or
Ta executiva 491.285g587; que foran. exonera-
dos do pagamento da quantia do 50:572*992 di-
versos conectados por so reconhecer que nada
dcviam ; quo exisleio no juizo dos eiios2*8>l
ccrlidoes na importancia de 423599^603 e final
mente que nao foram ainda rcmctlidas pura o
da do d,8.5^28252. do cuja exlracco se oceupa a
terceira conladoria. p '
Em jiilho do anno passado comocou a tor exe-
curao o decreto de 16 da fevereiro do**, .nao,
pelo qual fu, determinado que a liquidaran da
ml,%ZTo''{lZ7ulL^ "|P>lor*Cma penl,a,d05 re8'"'c"'. <'com promp.ido :
5c"o a eZl'i^lT, dCfUrS 7" "! Clev- c,"D!'"r'd'>-'"e "O entretanto observar que as Ui-
branca ?m.. L\tT ?"? n,;rCado ,,a,ra a co" c."enci.s,qe Ihe Qcaram perlencendo pela ex-
S,ln". 1 domu',1, dos conlribuinios. t.ncco da directora geral da despeza publica
llce. uJe" p.^iT ,fiW',Oi 1"7mPr0 de f- l0rn3rara-l|'e """ P^do o trabalhoVuc s
mXeCreaTnjf0 PCMU*1 d,Vhcouro p0f" Com diir,c"ldade e esforco pode ser feilo co
iiiuui < mpregar rielle mas n.in ilm-nrm,, ,^.<. nm< >a n..^ .:____:.i..._. .,. "
vni-iii nnr.-i semelhanle Ooi as inslrucces de 16
afl Janeiro do crrenle anuo, as quaes procurei
.(tender a loJas as "',e"*nr'r~r8*r quo leve em
vi-la o legislador, fazendo as disposicoes dellas
extensivas a lodos os empregados subordinados
ao ministro da fazenda por l'orca do preceito do
arl. 83 do mesmo decreto
E' manifest a grande vanlagera que resulla ao
servico do thesouro e das thesourarias de fazen-
da de que o sen pessoal se componha de empre-
gados habilita los. Por esta consilcrsrii, o at-
teiidendo neeessidaJe de bormontsar as dispo-
sicoes que o governo lem em vista eslabelecer a
re-peto da admsso para os ompregns das al-
fandegas, expcdio-se o decreto de 14 de marco
do crrente anno. n 2,519, alterando o de 18 do
dezembro de 1850, que eslabelecla regras para
os concursos, e exigindo dos pretendemos aos
empregos de repartiere* alguns conheeimentos
mais.alm daquelles que eslavam estabelecidos
na legislaran que regia a materia.
Do decreto n 53 de 4 de julho do 1850 au'o-
nsou o governo para reformar o thesouro publi-
co e as thesourarias das provincias, pondo logo
em excuco a mesma reforma, nao obstante licar
esta dependente da approvacao da asscmblca
geral legislativa.
Esta reforma se acha feila. Solicito, porlanto
a vossa approvacao com as modilicaces que vos
parererem acertadas.
Secretaria da fazenda. O servieo a cargo
desia repartirn, nao obstante o zelo do scu
chefe e do pessoal della, redu/.ido ao offiei.l
maior, tres primeiros ofTicaes e seis segundos
nao pode ser puntualmente feilo. A experiencia
exuberanlemenle o prova, nois que coadjuvado
em seus Irabalhos por seis empregados de dilTo-
rentes reparlige3, o do alguns registros vai <'j-
Iiindo em atraso.
Directoras das rendas. Nada lenho que nc-
crescenlar ao que sobre esla reparlico expenden
o meo anlecessor em sen relatorio, senao que
ral la-Ihe um elemento essencial aos seus traba-
mos, qual o do conhecimento professional ou
pratiro dos negocios de altandegas. pnr cerlo
pela sua organisacao ficava o thesouro ilhado no
mcio das reparlires que Ihe sao dependentes
e nem os empregados deslas po.liam aspirar
ter entrada na estadio matriz ou central nem
a esla era dado reunir em seu seio homes pe-
ulos nasdillcientes materias a seu cirgo.
Heconhecida esta necessidade, o governo pro-
cura dar accesso promiscuo aos empregados das
dilTerenles reparlices convenienlemente habili-
tados, e nesta base assentar a reforma do rgu-
lamento das alandegas que emprehende. ueste
modo, coljocando na d'uecloria de rendas era-
pregados habis o praticos cm materias, quo cor-
rem pelas alfandegas, fcil ser ao go/erno ins-
peccionar estas reparlices e uniformisar a exe-
cucao da tarifa e sua pratica, o que sobre modo
mdispensavel.
Directora geral de conlabilidade Depois da
reforma feila pelo decrelo ds 29 de Janeiro de
18j9 esta directora flcou ort;anisada pela frma
descripla no anterior relatorio. Os diversos ser-
vidos que por ella cerrem conlinuem a ser des-
empenhados regularmente.
maudo entrega ao dinheiros de orphos en-
trados f>ore nprctimo para os cofresdo thesouro.
A wc5o do balances concluio no referido
lempo o ba anco definitivo do exercicio de 1856
1857 ; orf; o o orgametlo para 18601861 ; e processou e
nalysou todos os batneos mc-usaes e definitivos
das thesourarias de faze'nda, que durante o mes-
mo anno enlrar.m no Ihesouro
Fez-se se npre em dia a eacripturacao dos bor-
radores, diarios e lirros aiestrcs das transarces
que se ellcciuam pelo thesouro e na agencia
brasileira em Londres, toda a earripluraco au-
xiliar da re eila c despeza classiQeads, a da the-
souraria geral e pagadorias do thesouro, bom
como a relauva aos empreatimos do dinheiros de
orphao8 e a jsemes, e s collectorias e mezas de
rendas da provincia do Bio de Janeiro.
Tela mesma frma foram tambera desempe-
nhados o lrabalho da secretaria da direcloria,
que j nao o hoje de pequea importancia, a es-
cripiuracao do prolocollo geral da direcloria, e
o servico di verifleato previa dos clculos de
lodos os documentos de receila ou despeza, por
virtude dos quaes eulraram ou sahiram dinhei-
ros dos cofres geraes do ihesouro, serviros estes
muilo consideraveis, ossior pela quantidadc de
papis que entram diariamente na direcloria e
saliera della, corno pelo grando numero de cal-
culos parciaes que preciso fazer, ou verificar.
Durante o periodo a que me retiro, enlraram na
Ia conladoria 16,157 ferias, conlas, eoulros do-
cumentos do receila e despeza, comprehendendo
161,118 nomes diversos, cada um dos quaes
exigs a verilcoco da cxoctid5o de um alga-
rismo.
O servido do expediente diario das secces de
assenlamenlos e de escripluracao de crditos
que muito avultado. e deve se'r feilo em gerai
com a maior celcridade possivel, alenla a sua
natureza, fo desempenhado de urna maneira sa-
tisfactoria.
Na directuia geral de conlabilidade fizeram-se
ainda pelo mesmo modo diversos oulros Iraba-
lhos de sua competencia que fora longo, e sem
vantagem enumerar aqui, porque o que fica ex-
poslo sufflcienle para dar urna idea do estado '
della.
Nao obstante, alguns servidos ha que nao po-
derara ser poslos ainda em dia, e laes sio a li-
quidago da divida de exercicios findos, que li-
coii no eslado cima referido, a da divida activa
de impostos lancados, de que resta ainda muito
para fazer, eoucluir as copias de alguma escrip-
luragao feila nicamente em borradores,o que to-
dava nao lrabalho de dilTicil execuco; purera
um dia a escripluracao ds secriio de crditos que
tem atraso, e oulros que ou "nao poderam pro-
gredir, tendo sidoj comecodos ou ser ainda le-
vados a execucoo, e nesle caso esto a escriplu-
racao central do imperio, a reforma completa do
assenlan.enio geral, apezar de muilo adiantada,
e a organisacao da matricula dos empregados do
ministerio di fa.enda. Causas porm justificadas
contribuirn) para isso, c com especialidade du-
rante o anno p'ssado.
Thesouraria geral e pagadorias do thesouro.
O servico destas tres reparlices foi feilo sem-
pre em dia, e pelo mesmo modo a sua escriplu-
racao que c sem duvida regular.
A reforma das pagadorias, determinada pelo
decrelo de 29 de Janeiro de 1859, lem produz.lo
j bons resultados, porque, sobre distribuir o traba-
i Iho por ambas, de urna maneira mais equitativa,
reiilribuiocilica/mcnle para acelerar o pagamen-
to dos vencimenlos do pessoal activo e inactivo,
que efiectuado mcnsaltneulo pelo ihesouro,
| como est provado pela experiencia.
O eslado destas repartieres satisfactorio.
O systema de renlralisacao no Ihesouro dos
pagamentos das diflerentes despezas eOectuadas
no municipio da corte, iniciado cm 1850, restric-
to a cerlos limites, que nao prejudicam os ser-
vicos em andamento, lem em seu abono o con-
curso de militas vantagens be ni da fiscalisaco.
Pelo systema contrario, o numero dos respon-
saveis era grande e a liscalisneo nao podia dei-
xar de amoiiecer sua ace.ao, distrahida por mui-
las pessoas n lugares. Os dinheiros pblicos na-
tivos nos cofres parciaes podiam fcilmente ler
una applicaco clandestina, e fcil era reler para
esse liin sommas nao diminutas; e pelo menos
jazia por muilo lempo sem presumo, ou inactiva
urna parle da renda do eslado, e entretanto a
administradlo procurara muilas vezes por meio
de seu crdito obler recursos, o que em parle
sem esse systema se poderia evitar.
Nao obstante scmellianles vantagem, esta me-
dida lem solTrido lo systemalica resistencia que
pouco a punco se vao creando novos rasponea-
re, ora para recebiin-nlo de matriculas e pon-
oes, e rendas de cerlos eslabelecimanlos de ins-
truceo publica, ora para pagamento do pessoal
^a'itf^^afasjiir'isio'. imttsg
all para compras ou encommendas de difieren-
tes nielos, e por toda parte apparece o desojo
de adiamntenlo annual de consignacao para cer-
los dispend.os.
Esta pratica, nuloris.de por alguns regulamen-
los, deve novamenie dar aberta aos desvos dos
dinheiros pblicos. J se notnm o lem verifica-
do abusos ; e sobre ludo a fiscalisaco se aque-
branta, se nao se frusta. Umbora pagadores es-
peciaos se inanlivessem para algumas classes de
Pagamentos de corlas reparlices, deveriam po-
rm elles eslar sugetos a aceo directa e imnio-
dir.ia do thesooro nacional.
Nenhum inconveriieiite desse systema so ha
notado as provincias, estando como esto, ron-
centrados as thesourarias os pagamentos das
despezas Jo todas as reparlices.
A todas esUsconsiderace'saccresce ainda urna
de grande, importancia em favor do systema de
cenlralisaeo dos pagamentosa de ficar o the-
souro, desde o momento cm que os effeclua, rom
os documentos indispensaveis para a respectiva
escripluracao c a classlflccio da despeza bases
i "",rta,", "" uumiciuo aos contnuiwlcs unrc.no da d
aesunando-se para esse servico o numero de ef- lo mirara-Ihe
licises que o estado do pessoal do thesouro per-
m^0Kmp.reBarneU6: ,nas ** WWrl anda
ES Par* 1"* !'> devidamcirte ava-
i.ar-seo melhoramenio, que deve esoerar-so do
S,,certot;letfCd *** SSSIS
porem reno que, se o estado dee Irabalhos dn
'ZJTMt v,c M de empregados prpcisoa pnra ..ue a liqui laro di
di vid. activa de rada exereieio fique incluid.ic
seu encerr.menlo, pode tornar-so na fecile
prompta a roliranrn della. Iac" e
As tabellas n. 31 e 32 apresentam o e^t.do da
divida activa do imperio liquidad, at o Qro dos
Cnnh" d '** ,859' dfl <'Ual ,b^0
!,..- 'I'"10"1"' visla dfl sua propria escrip.
ral h er reUV>f remedidas pelos thesou-
rarias de fezenda.
DreimV'JJ'l'i"" '^'m' de-4,968:121*051
l? Uo> SfflM 8B8?1 af 3.865:647j924. durido-
773 145-442 ftnol,M"1 inwluvel a de
VESiXm T "- "o, fria-
mos da tabella u.3i\
-.,. r ....... ^orn a
presteza, qii6 exige a natwza de parlo delle
sendo, como de trato diario e surcessivo.
Alm dos processos d dividas de exercicios
ndos e da divida activa de impostos do lancan-
n^enlo, cm cuja liquidarlo-oceupou-se a dita
diaecloria durante o anno passado, segundo ex-
puz em oulro lugar, fez ainda cora regularidade
todo o mais lrabalho relativo a este ramo de
servico, que nao pequeo, como seja sobreludo
o indispensarel para poder eflecluar-se o pl-
menlo das dividas de exercicios ndos no iro-
souro e thesourarias de Fazenda, e o aesenta-
menlo da divida activa c exlracco das ce.rtides
e conlas correles, que em anillado numero sao
remeliidas par. o juizo dos mitos annualraeiUe.
JS'""^ lambem 16 processos de divida
dn in na importoncia todo, decoren
& nn8,e *a""'-e inormaram-se
I6 (.recatnos e oXfiao, de differentes iuizus de
orphaosfara lersotamento do dinheiros de nu-
*-----------------j ub.-i'vc! ""Ova
essenci.es da organisacao dos batneos e synop-
ses, que a lei o incumbo de fazer a apresenlar
em lempo cerlo e determinado, sem eslar na de-
pendencia de reparlices sobre que elle nao lem
accao, e que militas vezes deixam de remeller os
batneos porciaes as pocas em que o devem
fazer.
Champudo vossa atlencao sobre este ponto, ou-
lro nao meu fim senao cconomisar os meiosde
tiscalisacao o diminuir todas as probabilidades
de perda da fazenda publica.
Cartoiin.Continua ainda a fazer so a classi-
lic.cao dos livros. papis e documentos que nel-
lese guardara pelo systema adoptado por alguns
de meus Ilstralos antecessores, o qual lem si-
do abonado pela experiencia de alguns annos,
porque, alm do bom arranjo em que esto o
papis, livros e documentos, esse systema facili-
ta a busca de qualquer que preciso consultar.
O cartorio est collocado em um local muilo
acanhado e improprio, por falla de comraodos no
edificio do thesouro. Tendo eu porm removido
para oulro lugar a antiga oflkina de estampara,
que trabalhava em urna sala contigua do ca lorio,
minha ratencao annexar esta sala outra ern
que se acha o mesmo carloiio, com o que este
muilo melhorar.
O lrabalho da classificacao dos documentos li-
vros e papis, que j esto all recolhidos, feilo
regularmente.
Oecioria da lomada de conlas.So anno ci-
vil de 1859 aiiislaram-so 188 conlas, sendo 32
mensacs e 156 .nnu.es, computadas nn imoor-
lancia de 70.256:990:147. (Tabella n. 33.)
Deslas caram perfeitomenle liquidadas 23 das
quaes se prssaram quitaco.
Os alcances icconhecid'os sommam em
**2Bn\s Abi"da P"rm a 'PO'tncia de'
.mU, ja mencionada no quadro n. 32 anne-
xo ao relatorio do ministerio da fazenda do anno
passado, (lea pertencendo ao anno de 1850,
quantia de 9:18720. a
Dos alcances nesle anno encontrados cobrou-se
amigavelmenle a importancia do 354040 de
dous exactores; restando para entrar nos cofres
pblicos a de :968320l, relativa ao mesmo anno!
Alm da refenda quantia do 351*040, cobrou-se
m'in"n.!mmei0 ** 8,"Pies nlmacao a de .
4.2I0J939 de principal o juros de'alcances liqui-
dados anteriormente a 1859.
Alm das conlas inmadas'e revistas nesteanno
roram defliiil.vamento liquidadas e julgadas pelo
tribunal v.rr.ts outras j comprehendid.s nos
mappas dos anteriores, e que pendiam de iulea-
mento.
Existen nn directora por tomar ou rever 449
conlas ; sendo a responsaveis do ministerio da
fazenda 295. do imperio 59, da juslica *25 da
guerra 25 e da marinha 45. (Tabella n. 34 I
Os mesquinhos meios e recursos de que dispe
a directora sao, ua opiuiao de seu chefe. infe-
riores aos quo poesuia a Ia conladoria do Ihe-
souro, que ella su-bsliluio, e obstam que os re-
sultados correspondam ainda aos fius de sua
cieaco.
Na thesouraria da Baha foram lomadas, em
1859, 22 comas mensaeae 32 animaos, perlen-
cenles a 15 responsaveis ; tendo-se recoubecdo
o alcance de :200J631. do oaal se realisoa a co-
branQ. amig"el de 99g356.
Existen por lomar 746 caula* nnuaes wJaii-
ios a 273 responsaveis.
Na thesouraria ue Peruambuco llcaram loma-
das no mesmo anno 82 conlas anaa.es a 37 res-
ponsaveis, recanhecendo-se um alcance do res
41:721JJ*82, do qual so verificou a entrega de
2l:004j087, dependende de reviso 18 das contas
mencionadas.
Exislem por liquidar 267 annuacs, relativas a
62 responsaveis.
Na thesouraria de Sergipe apenas so tomou
urna de um administrador da mesa de rendas de
S. Chrislovao, j fallecido, abrangendo os annos
de 183755 ; e isto mesmo fra das horas do
expedenle, medame urna gratificatao autorisada
pelo Ihesouro aos empregados nesse lrabalho.
Segundo as informaces da referida thesoura-
ria, desde que est em execujo o decreto n.870
do 22 de novembro de 1851, smenle 32 comas
fe tem liquidado,as quaes.com excepeo de urna,
nao foram anda julgadas pela thesouraria em
junta.
O alrazo da liquidaco procede da insufficien-
cia do pessoal, por haver empregados distrahidos
do servico e em commisses, por ordem do the-
souro, e oulros doenles.
Na thesouraria do Santa Calhariua foram liqui-
dad.a* duas nlns, reconhecendo-se o alcance de
875190 ; ficando dependentes da revisao 16 con-
tas annuaes.
Exislem por lomar 48, concernenles a 12 res-
ponsaveis.
O alrazo desle servico procede da insuflieiencia
do pessoal da thesouraria, sendo que por qualquer
impedimento sao dislrahidos da tomada do contas
dous empregados quo se oceupam nesse ser-
vico.
iok a ,liesouraria.de S. Pedro do Sul, no anno de
1859, hquidaram-se 38 contas annuaes pertcn-
centes a 17 jesponsareis, reconhecendo-se um
alcance de 37:559734
A commisso composta de nlguns empregados,
que funecionou desde oulubro de 1858 al abrii
Je 1859. liquidou 6 conlas annuaes correspon-
dentes a 4 responsaveis, verilicando-se em alcan-
ce de 2.257^029 ; e apurou parte da divida do
n, ge,fPra.' 80 provincial, na importancia de ris
Jl:33i}176, que o ihesouro mandou pagar por
ordem de 23 de agoslo de 1859. u. 97.
Existen anda por liquidar 724 conlas annu.es,
perteucentes a 217 responsaveis. alm de 15 sem
prazo determinado, pioveniules do compras de
: carelios e outros servicos.
Como causas que justificara a demora na liqui-
daco dessas contas, d o inspector nao s a re-
volugo por que passou a provincia no espaco
de 10 annos, como tembera a falla de pessoal.de
que sempre se resenlio, e ainda hoje se resente
. i thesouraria.
A consliluirao do imperio, arl. 170, concenlrou
no ihesouro nacional a admnislracao, arrecada-
cao e conlabilidade da fazenda narional cm reci-
proca correspondencia com a thesouraria e auto-
ridades das provincias.
Todas as medidas por cujo effeito se tem divi-
dido por diversas cslaces a arrccadago. distri-
buido c conlabilidade da renda do eslado, me
porecem arredar-se desle preceilo constitu-
cional.
Pelo que respeta asenlas. s5o muito positi-
vas, no sentido de couferirem exclusivamente ao
thesouro a altiibuicao de loma-las, as disposi-
laSL*. arf--36 da lri de 15 de dezembro de
I8d0 e das leis de orcamenlo posteriores, que fo-
ram nesta parle declaradas permanentes pelo ar-
tigo 48 da lei de 8 de oulubro de 1833 e e mente as da lei de 4 de oulubro de 1831 e dos
decretos n. 736 do 20 de novembro de 1850. n.
870 de 22 de novembro do 18jl e n. 2,313 de 29
de Janeiro de 1859, expedidos por autnrisaco
concedida ao governo pela lei n. 563 de 4 deju-
nlio de 1850.
Entretanto, no desempenho desla importante
'altnbuirjao fiscal, o Ihesoureiro encontr da par-
te de algumas repailices embaraces quecumprc
de proiuplo remover : porque competindolhcs a
mesma allribuicao, as conlas nao sao lomadas no
lempo em que conviria que o fossem, para que
este lrabalho podesse ser proveitoso, e a propria
( revisao, se por ventura se realisa, iardia e por
consequeucia pomo proficua, encontrando por
; deraais o Ihesoureiro obstculos pela falla de es-
i clarccimenios, documentos ou informaces que
se exigem e, ou nao se satisfazem, ou com gran-
de demora se conseguem, resultando dahi nao s
urna duplcala da lrabalho, mas tambera gran-
de perda de lempo para servico do thesouro.
Parace-me, pois indispensavel queso lomem
medulas, que avilen essas demoras, e coriem
por lodos as resistencias ou obstculos, excluin-
do da lomada das conlas as reparlices eslranhas,
ou nao subordinadas ao thesouro nacional, as
quaes deverao ficar ciicuinscriplas fiscalisaco
da despeza as pocas em que se houver de o-
fccluar^ e lomada provisoria das contas do cer-
| ihesouro na corte, e pelas thesourarias de frzenda
como M aconte a respeilo de todas os despezas
j que so razcm as provincias.
' A boa geslao dos negocios da fazendo publico
iassenla principalmente Sobre a moralidade de
I seus responsaveis, que se enfraquece, senao pe-
ij-ece,, na fellcncia, ou ausencia do urna boa fisra-
I Usaeao de seus actos. Na tomada de suos conlas
esl o principal correctivo; misler, porlanto.
que esla se turne eTectiva ese aproxime, para
assim dizer, de cada acto do gesta o.
Neste sentid nao hesito era solicitar vossa al-
tencao para lao importante assumpt).
Direcloria geral do contenciosoEsia repnrli-
rao, iendo por chefe superior o procurador fiscal
do thesouro. e por seu inmediato um njudante
! encarregado do duij-ir iminediolameiitc o respec-
I tivo expediente, alm do dous olliciaes chefes de
|seccao, qualro escripl.irarios e dous praliraiiles
(iem a scu cargo, inclusivamente o lrabalho de
preparo dos papis e expediente dos negocios que
vao com t>is/a ao procurador fiscal do ihesouro
o de escrever os lermos de arrematares, flaneas
e contratos, era que for parle n fazenda nacional,
e o de promover e dirigir a cobranca executiva
da divida activa do imperio por m'cio do juizo
dos felos da fazenda. e por intermedio do procu-
rador da fazenda na corte, e dos procuradores lis-
caes as provincias.
Das informaces que por esla repailico me
orara prestadas consta que se expediram, "duran-
te o anno de 1859, 532oflicos em resposta a 817
que pelo procurador da fazenda da corle, admi-
nistradores e colleclores do mesas de rendas da
provincia do Rio de Janeiro, procuradores fiscaes
das provincias e mais agentes liscaes Ihe foram
dirigidos a bem da arftcadaco e fiscalisaco da
diviuo activo, sendo esta correspondencia acom-
panhada de 223 precalorios de uns e outros agen-
tes liscaes contra devedores da fazenda, ausentes
dos lugares onde foram contrahidas as dividas
que deram origem expedicao dos mesmos pre-
calorios ; consta mais que se lancaram nos res-
reclivos livros 351 termos de arrematares, lian-
cas e coiilractos, licando registrada a correspon-
dencia e em dia lodo o mais lrabalho a cargo da
mesroa reparlico.
Demonstra o quadro junto sob numero 35 qual
o numero c estado das execuces fiscaes penden-
tes nos dilTerenles juizos e tribunaes do imperio
e dos de nmeros 36 e 37 v-se quaes as causas
de outra natureza, era que a fazenda nacional
inleressada, o que pendiam de deciso no (im do
auno passado.
A dilTerenca quo se nota entre o lolal da divida
ajuizada, e a importancia da arrecadada nao po-
do no meu entender, ser attribuda, a outra cau-
sa se nao nsclvabilidade da maior parle dos
devedores.
Flnalmenle do quadro sob numero 9 consta
aproximadamente qual o numero dos testamentos
inscriptos na recehedoria do municipio, cujo re-
lacao remetlida por aquella reparlico ao pro-
curador da fazenda da corte, para auxiliar a fis-
calisaco c arrecadaco do sello de herancas c
legados e do residuo, no municipio neutro..
CAIXA D.V AMORTJSAgO E SECCAO DE
SBSTITUigiO DE NOTAS.
Eslasduas reparlices teem desempenhado al
hoje com regularidade e fidelidade os serviros de
sua competencia, ochando-se a sua conlabilidade
em da.
Pelo relatorio que a junta administrativa da
caixa deve remelter-vos directamente, na forma
da le, veris o estado de urna e outra reparli-
co. r
A necessidade da reforma destas reparlices
evidente. *
Da passagem comludo de seu servico para o
thesouro nao resulta economa de despeza. O
systema daGia-Brelanka talvez possa cora van-
tagem ser adoptado, conforme as condices que
so obliverera do banco do Brasil. Era todo, o
caso, porm, mister melhorar o seu eslado.
CASA DA MOEDA.
Em vrlude da aulorisaco concedida pelo arl
31 da le n. 514 de 28 de oulubro do 1848, foi
publicado o regulamento o. 2537 de 2 de marco
desle anno daudo nova org.nisa5.i0 o direceo
ao *emco da casa da raoeda. Nao lem decorrido
lempo sufljciente para que este regulamento, que
npenas principia ser execulado, receba no-
cessaria sa*cco da experiencia, e ianto m.is
quanlo anda .se uta |tde orgaoisar o .regula-1
memo inlerno das dilTerenles olllcinas. Kiilrel.iuaJ
to o seu digno e zeloso proredor .(firma que .1-
guns bons resultados j se vao reconheeendo e
entre elles o de conseguir-se na oITlcina das ier-
ras em tres das o mesmo lrabalho que d'.nles
s ge podia obler em oilo : e ordem e regul.-
ndade do servico era algumas outras.
A tabella dos vcncimenlos dos empregados se
resente do estado de trazo dos nossos recursos
flnanceiros. Nao obstante a aulorisaco legisla-
tiva abranger Qxacro dos venc melo., o gover-
no julgou dever sujeila-la i approvacao de corpo
legislativo.
A ofneina de abricao adquiri durante o anno
pasaado 289 medallas. A su. collecco no pre-
sente consta de :
34 medalhas nacionaes, a saber : de ouro 1. de
prata do.irada 1, do pra la simples 23, e dediffe-
renles roetaes 9.
'-
1807, asscntou pra?a do aspirante em 5 de se-
lerabro de 1827. foi promovido a guarda m.ri-
nna em 2 de dezembro do mesmo anno. a 2 le-
em 22 de oulubro de 1836. a cpi.o lenle ero
14 de marco de 1849. a capilo de fr.g.ia, por
escolh, por ler passado o Tonebro comman-
dando. em S de marco de 1852, a repiti de
mar e guerra graduado em 2 de dezembro de
1857, e a cfTiiivo em 2 de dezeinbro de 1M8.
Era official da ordem do cruzeiro, r.r.lbeiro
de S. Bcnlo de Aviz, e offiei.l da Rosa, tendo
alm disso a med.lha de ouro pelo cmbale da
esqu.dra n. passagem do Tonebro.
Excellente militar, polido cavalleiro. rai de fa-
milia virluosa cu. falla tem sido gemnenle ten
- Pelas 11 hora, e meia da noite do dia 17
1,013 ditas estrangeiras. sendo 4 deprala e as eMad^'di! MnL "o pI'la. de S' Franfi< 1*
demais de diflerentes metaes. "', df, V1""?-, Paulo Francisco de Olireira.
64 moedas de ouro, 202 ditas do pral., e 225 Vres de^'i^lh !j9 "n,,0 fT Fran"
dilos de robre. |,',,. r,r" ^rv.lho Jnior, tamben pardo,
-i. mR*. sLyrsauan: i? ja^sas* sssS^ -
l'or.m capturados pelo delegado de polica
do termo do Buique, os criminosos. Antonio Flo-
rentino dos Ayres Cavalcanli. que em orincipio
do correnle nno se evadir da ciJade 'aquella
Villa, e Joo de Deus Guiraares.
Pelo delegado do Gar.uhuns foi capturado no
dia 31 do passado Joo Teixeir. de Lima, indi-
ciado em crine de tentativa de niorte. E pelo
juiz municipal do dito lerroo Joo Lopes da Sil-
va Lima, por crine de ferimentos.
Os Birhans A Union Frane-Lontaite rece-
ben a carta seguinte, escripia por monsenhor
Brigandet, hispo de Rirnania :
Tonghoo 20 de Janeiro de 1860. Dirijo es-
seus empregados e praticantes.
Augmentou-se o material com urna boa ma-
china de ajuste, e urna prensa monetaria apro-
priada ao cunho das moedas de 5000 de ouro, o
200 ris de prata. Acha-sc prompta, e breve-
mente lem de funcionar urna nova machina de
vapor de forca de 12 1/2 cavallos. construida na
ollicina ce machinas desle eslabeleclmenlo.
Gravar.m-se no decurso do exercicio correnle
n i8i es,ecies de medalhas para a academia das
Bellas Artes, e cunharam-se mais tres oulras es-
pecies sobre dfTeremes assumplos.
As tabellas ns. 38 e 39 demonslram a qu.nli-
dade do ouro e prati amoedados na Casa da Moe-
da no exercicio de 18581859, e no Io semestre

do crreme, o despcza~queTe"z o"estado 'n'refe- '' '* S'Ura ,uSarde rnais de oilenta leguas distante
ndo lempo, os lucros resultante de tal operaran > "a"oon; Pr occasiao de visitar urna estarao
e finalmente o numero de moedas de ouro e ora- '""" onae 8C c'1* u los nossos roissioua-
la de diversos valores quo foram cimbados c a r que ":' son,en,e CuiJ dos soldados catho-
labelln n 40 o imporlancia das moedar do' ouro 1?H' maf lan,usm se 0CCUPa de prg.r o Evan-
e prala cuuhadas desde o anno de 1819 al otl.n "Vre os naluraes do Pai* Deus abence
i0JS:8e_USesfor?os- Scu rebanho augmenta cada
do prximo passado.
No correnle semestre lem-se j cimbado
2,720 moedas de ouro do 20$000
na importancia de..................
55 ditas, dito do 5tf00 na in-
portancia de........................
387.204 ditas de prala de ijOO
na inportanrio de...................
172.361 ditos, dito de 500 no"im-
portancia de........................
31.109 ditas, dito de 200 na im-
porlancia de........................
TYPOGRAPHIA NACIONAL,
governo julgou acertado dar um novo regu
5(:400900
25O5OOO
387:204$OO0
86:182JOOO
O
lamento lypographia nacional. O estado em
quo parou osle estabelecimenlo o requera Nao
eslava montado no p de urna verdadeira oflki-
na. A diseiplina entre os operarios achava-se
e lodo enfrnquecida, o material em mo esta-
do, e por incuria, on delcixo se perda ou inu-
lilisova. Sobre sua escripluracao. do exame o
que se esl proced-udo se rcconhceeii que nao
eraor-ogular a Porloncentc aos exercicios de 1851
a lbu9, e que quanlo mais se remonla aos an-
uos anteriores, maiores irregularidades e omis-
soes se enconlram, chegando ao poni de se
apresenl.rein em branco grande numero de li-
vros de quasi todos os exercicios.
Dando conta do eslado de desla reparlico. o
ex-adunnisirador assim se exprimi :
A fazenda publica perdo consideravelmcnle
dia com numerosas conversos.
A cidade, onde escrevo, esta eran'outro lem-
po muilo floresccute, e foi por duzeulos annos a
rapital de um reino independenle. Este eslado
situado entre o reino de Pgu .0 sul. c o do
Avj ao noite, eslava quasi sempre empenh.do
em longas e deslruidoras guerras com um ou
com oulro dos seus poderosos vi>nhos, O paz
esleve ora sob o dominio dos Peguanos, ora sub
o dos Birmans.
6-2?l*Rl(l OsjRjrmans, lendo definitivamente coniiuisla-
58UU d0 PeS. icaram senhores desle paiz al 1853.
poca em que os lnglezes se apossaram delle.
Tonghoo esl situado na ma geni esquerda
de um grande ro, denominado rio de Unan- o
que corre do norle ao sul parallelamente 1ra-
widy. lista cidade esla asseutada quasi na ex-
tremidade d'oma vasta planicie, que se est.ndo
a grande distancia do norle a oeste e sul. e a
separa dos paizes habitados por difiranles tribus
Shans ou Lacienas.
A' julgar pela exlensao do recinto dcsta ci-
uade, pude-se presumir que ella tem sido n'ou-
Iro lempo muilo povoada ; actualmente ella co-
mo o limite, onde pira a civilsacao ; ah, .penas
se enconlram povoaces couhecidas unicameute
pelo nonie.
A presenca da bandeira inglezn lem dado
urna pe feila seguranca Tonghoo. e muilas fa-
milias indgenas teem viudo eslabelecer-se 11a
cidado com todas as suas riquezas.
dTreC.nn^Tm'uLd t***,9*****'* "'"L V-om todas essas familias ho couserv.m do
^^S^hM^^!VT,UOprTO bouahis""> sa< "oce, muito tracas ; o mis-
Lr.T. 'rabalhos cojas ediedea se repetem s.onarms catholcos teem felizmente .roturado
diversas vezes. Os Ireguezes pagara de cada vez toda a Uilidade na sua con vers&c Homei
como se a obro fosse fe.to de nova, eosofflciaes mulheres, criancos. lodos correm wra a aieia
SSThl&\TJCle*!?m*0 apenaS' e Dem Cal"0"Ca>ra J^^^S eamoas.:im,u
* ( L g ? correfJes- ">a>or zelo as eseneas da verdadeira religio
arm ,ue7!f. n-enn.T? d* ,aPrend,zes i"^": Tenho por muilas vezes assis.ido o ,-
afeito, nao tanto pela modo porque est.', sino, admiro-rae. quando os examino sbreos
organisado, como pela falta de aptidio d'us em-
pregados que o dirigen.
Nunca se fez inventario na Ivpogrnphia na-
cional durante o longo tenpo de'sua existencia,
Algimas tentativas se lizeram para este (im,
I urna dellas se prolongou por cinco annos, mas
I de nenhuna appareceu resultado.
A reforma operada vai produzindo os melhores
'resultados; evidente a maior quanlidade de
obra produzida de cuino para c, e com a nova
cosa que se deslina para os Irabalhos das oflici-
ns, conlo que em breve lempo poder ella sa-
r a todas as necessidades das reparlices
principios do calhulieismo, a alegra com quo
responden!, mostrando ao mesinii lempo a n.ais
perfeita docilidade. Estou convencido de que
esle rebanho, anda lao pequeo, ha de, com a
proleccio do Aliissimo, crescer e prosperar; o
lodos os neophilos nos asseguram que seus p-
renles e amigos nao se demoraro em vir tam-
bera gozar dos beneficios espirituaes, que Ibes
olrerece a religio do Crucificado."
*~ l'ornm recolhidos casa de delencn. no
da 21 do correnle, 10 homens ; sendo : N*rea 6,
escravos 4, a saber: ordem do Dr. chefe de po-
lla 2, ordem do delegada do I dslricio 1, ft
d,.,sjlrCeoS;r.i^,.Lnlre'la dS- %&1 doS '/"Pressos ordem" d'Jdo"-!."!, ordem Hsubdelegado'do
Uv^ZuTZ^\ ESS** 1 ",0du I"0 -u ,cc,fe 4- a "rd" d> BOa-Vista I, e ordem
lorn.ssc um estabelecimenlo exclusivo do servi- do de Jaboatao.1
ro do eslado. Talvez soja de miVier'o"arqulsica'o
de algum pelo novo, e de urna machina a va-
por.
A laliella dos vnncimnnlns dos rspec.tivos em-
pregados em nada alterou os que se achavam
em vigor, om parte regulados pela lei de 7 de
d.a;,mlb.ro de 1830. e arl. 24 da de 3 de oulubro
. ', ,.o,era parle Dcl regulamenlo de 30 de
ahn de ISO, e pela portara de 13 de julho de
A referida tabella est dependente de approva-
cao legislativa, por que alguns dos vencinientos
que Ihe serviram de base nao tinhara ainda obli-
do essa approvacao.
Em virtude do arl. 35 da lei n. 369 de 18 de
S> m.nlr0 J* ,847- fui regulado pelo decrelo n.
4491 de 30 de selembrojde 1859 o meio de fazer
elfectivo o privilegio da impresso de leis, decre-
tos e actos do governo quo compele lypogra-
phia nacional.
PEBNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
No dia 10 do crrante nez, pela madrugi-
da, ao sussurro da chuva que enlo caba abun-
datemente, e aproveilando-se do humedecimen-
(0 das paredes da casa que serve de cadeia os
presos senlenciados da cidade da Victoria fi-
zerara um arrombamento na parede do lado do
fumlo e por elle evadiran-se quatro criminosos.
Os demais presos que existan all, nao logra-
ra m por-sc cm fuga por acudir a guarda aiuja
a lempo do oppor-se efficazmenle seus inten-
tos, mallogrando-os.
Os q.ioiro evadidos foram Laurindo Jos Car-
doso, reo de homicidio ; Jos Paes Barbosa, roo
de tentativa do mesrao ; Jos Loorenco do Lu-
c.ena, rco de falsiflcaco de moeda ; e Manuel
Mi-tonano dos Santos, reo de tentativa do morle.
l'or.m porm capturados j os dous primeiros
evadidos.
Foi nomeado delegodo de polica do termo
de Nazarelh o capilo do corpo de polica Fran-
cisco Antonio de S Brrelo.
No vapor Tocanlins procedente do Mara-
nhao. regressou a esta cidade o padre Guilher-
mino dos Santos Muniz Tavares, que para all
tinha partido com o fim de fazer no respectivo
seminario o curso Iheologico.
Consta- nos que concluir os seus esludos com
dislinccao, e que, sendo anda dicono, oceupara
a tribuna sagrada do modo mui lisongeiro.
Fora para desojar que os jovens estudiosos,
dedicados a carreira ecclesioslico, cnconlrossem
j 110 Brasil urna Faculdade Thcologica. onde
melhor podessem deseuvover os esludos ja ad-
quiridos e receber a causa doulorol que o sa-
grado. Conc. Trdent. exige terminantemente pa-
ra a ohtenso das altas dignidades da Igreja.
Hoje reunc-se o conselho de qualificaco e
revisao da guarda nacional desta freguezia, para
tomar em consideraco as reelamaedes que hou-
verera de fazer osinleressados, e receber os re-
corsos que forem intcrposios do conselho de qua-
lificaco para o de revista, na forma da le.
A inspeceo de saudc perante conselho de
qualificaco da guarda nacional da parochia da
BOa-Vista, lem hoje lugar.
Concluo-se hoje o proresso da habilitarao
dos concurrentes arrcmnloco dos Imposlos p'ro-
vinciacs, que anda nao foram arrematados, e
que por falla de licilaco tiveram do ser abati-
dos as importancias, que Ihesservram de base.
Mais um. victima Ilustre acaba de suc-
cumbir a molestia reinante.
O distinelo Sr. capilo de mar e guerra Fer-
naude Vieira da Bocha, capilo do porto desla
provincia fallecen honlem as duas horas da ma-
drugada, e foi sepultado, no cnmilerio publico
com todas as honras devidas sua graduaco,
lendo saludo o prestito do convenio do Carmo.
Atacado de urna erysipcla e escarlatina, fo-
ram impotentes todos os soccorros da arte, lo-
dos os disvelos da inconsnlarcl familia, a quera
o finado lega urna honrosa pobresa, que o'collo-
ra nos mais diflleci. circumstancios, se a mfio
benfica do Eslado nao a lomar sob sua protec-
cao. '
O navios de guerra da eslacjio, os do mari-
nha mrcame nacional, e alguns eslrangeiros.
e lodos os cnsules, conservorim suos respedi-
vos bandeiras em funeral al ser dado o corpo
a sepultura.
MaTaiiI.'iiu publico :
Malaran-se 110 dia 21 do correnle para o con-
sumo dosln cidade 65 rezo.
No dio 22 dj mesmo 85 ditas.
MonTALinAOB do da 22 00 corbest :
Joanna, prela, solleira. 46anuos; congeslao
cerebral.
Angela, parda, viuva. 19 annos ; telano.
Manoel. branco, \H mezes ; escarlatina.
Jos d'Araujn Vieira, branco, sollciro. 22 an-
nos ; febre aman lia.
Capilo de mar e guerra Fernandos Vers da
Itocna, branco, casado, 54 annos; escarlalinn
cerobrf 9MM' S0lU''ra aDnos sWlplIit
Anna, branca, 10 annos; febre amarella.
Auna dos Anjos, parda, solleira, 50 annos;
angina.
aquilina, branca, 5 annos; angina.
Hospital db cabidade. Exislem C2 ho-
mens e 5 mulheres, nacionaes ; 8 homens es-
lrangeiros, 1 escravo ; total 127.
Na lotalidade dos doenles exislem 37 alienados
sendo 30 mullu-res e 7 homens.
Foram.visitadas as enfermaras pelo cirurgio
1 Hilo s 8 horas da manha, pulo Dr. Doinel-
I
las, s
Firmo,
7 horas e 1/4 da manha, o pelo Dr.
s 4 horas da tarde de honlem.
n panii a =.. uuf uo uiusBio, imorm.nooa plelo de B.r-
O capnao de mar e guerra Roen* nsiceu era'roca & Medciros, dando as raides porque nao
CMARA HUNICiPAL DO RECIFE.
2.a SESSAO OBD1NARIA AOS 13 DE JIMIO DE
1860.
Presidencia do Sr. llego e i6uoHerqe.
Presentes os Srs. Barata. Reg, uliveira, Pin-
to e Gameiro, faltando con causa participada o
Sr. Mello, e sen ella os mais Srs., abiio-ro a
sessno, e oi lida c approvada o acia da antec-
deme.
Foi lido o seguinte
EXPEDIENTE.
Um officio do Exm. presidente da provincia
duendo que 00 officio deslo cmara de 30 d
mam ultimo, sob n. 50, apenas acompanhra o
segundo requerimento, em que Jos Moreira da
Silva pedia soluc.io do primeiro, no qaal reque-
rera por aforamento os terrenos ns. 171 c 173 da
ra Imperial, e que viera a informar a cmara
por despacho de 21 de setembro do anno passa-
do, (aneado na inforuiaco da thesouraria de fa-
zenda, que cobria o mesmo requerimento, c mais
documentos.
Posto em discussao, e eslando sobre a mesa
nao s o referido requerimento como os de *
Francolina Ilermim da Silva Pereir, e Franci*co
Botelho de Andrade, informados e enviados hon-
lem pelo cngenheirocordcadorcm poder de quero
so achavam, resolveu a cmara que fossem de-
volvido presidencia, informados no mesmo
senlido da inrormaco do engenheiro.
Dous requerimento., virolos com despacho da
presidencia para a cmara informar, de Jos Joa-
quim Pereira de Oliveira, e de Andr de Abreu
Porlo, esle rrquerendo por aforamento um ala-
gado de marinha. entre a Un do Pina, e a cam-
bOa de S. Antonio, na freguezia dos Aflbgados,
e aquello 400 bracas de terreno lamben de mari-
nha entre o dique da ilha do Nogueira, e o Rc-
cifeQue fossem remetlidos .0 engenheiro cor-
deador para sobre elles informar com urgencia
Oulro do Dr. chefe de polica, remetiendo de
novo para sereno convertidas ero posturas a. no-
las que, par. o mesmo fim, j. havi. submetiido
a consideraco desla cmara em dala do 1 de
marco deste anno.Resolveu-sc que s submel-
lessr-m as potluras approvacao provisoria da
presidencia, a qucmj haviaro .ido envi.d. em
dala de 26 do dito nez do marco para serena
oprescnUdas assembl. provincial, mas nao
constava que livessem sido approvada.; e quo
se respondsse ao chefe de polica.
Oulro do cidado Joaqun Antonio Carneiro,
participando ler enlredo em exercicio da subde-
legada da freguezia de S. Antonio desla cidade,
na qu.lid.de de 6." supplenle e no impedimento
do subdelegado eTcctivo.Inleirada e que se res-
pondsse.
Oulro do procurador, informando a favor da
petcao do Manuel Fcrreira Piolo, inquilno* da
casa n. 32 ds praca da Independencia, pedmdo
permssJo para fazer inudanc. as portas da
mesma casa, de maneira a dar-lhe mais impor-
tancia. Petmitiio-se.
Oulro do mesmo, informando a peticlo de Bar-
>
V
i II
i\/c-i
l


acceilra as duas lelras du valor do 1:992j00O,
importancia da loge que 03 referidos negociantes
lorueceram para a obra do maladouro publico__
Mandou-se remelter o requerimenlo dos peticio-
narios ao procurador, peta acceilar ontras letras
8 vencer em pocas convenientes, quando o es-
tado do cofre permillir o seu pagamento.
Outro do fiscal supplente do Recite, proponda
Antonio Agoslinho da Silva Pinto, para o lu-
gar de guardo mnnicicipal, que deixou vago Po-
dro Jos de l'orias.
Despacharam-io as pelices de Barroca 4 Mo-
deiros. Clara Mara do Bomflm, Francisco Elias
Ferreira, Jos Nogueira de Souza, Joo Antonio
Corpinleiro da Silva, Jos Joaquim Alves, Joo
Ignacio Avila, Jos Rodrigues Carapello. Luis
Jos Rodrigues do Sonza, Manoel Ferreira Pinto,
Manoel Goncalves da Silva Queroz ; e levantou-
se a ses=o.
Eu, Manoel Ferreira Accioly, secretario a os-
revi.Reg e Albuquerque, presidente.Reg.
Oliveira.Pinto.Gameiro.
Correspondencias.
Srs. Redactores. Tundo semprc entendido,
que a graliilao de que outrem nos credor, nao
leve eslerilisar-so na reconcentraco do peito
que as nutre, mas que pelo contrario cumpre
que revista uma forma exlerna, que a revela em
sua extenso, nao posso deixor de vir, por inter-
medio do seu Diario, dar agora una prova do
meu animo penhorado para com os Srs. Dr. Ma-
noel Enedino do Reg Valenca e pharmaceutico
Antonio Francisco aas Neves, manifestando os
assignalados obsequios, que me ocabam de pres-
tar, como urna fraca relribuieo delles e um ga-
rante de innlin gratido.
Com um lillio no leito da dr, accommlldo
da epidemia que ora nos dizima, c cujo estado de
perigo crescia do momento por momento, pois
que o mal manifestou-se logo com affecco cere-
bral, no Sr, Dr. Valonea fui encontrad o'sou sal-
vador, que arranenu-o das garras da morle, em-
pringando para isto todos os osforcos que a scien-
cia aconsellia e que una dedieaco suggr-re s
almas elevadas, sem que nesse su empenho no-
bilsimo de restituir um filho querido oo pai
ffliclo se insinuassem vistas mercenarias.
Quando assiin se curoprem os deveres da pro-
prio proflssoo, exerce-s? um sacerdocio; o este
qualriuer que soja a relixi.io que represente,
sempre sublime, e o homem que o desempenha
credor de todas as atlencoes.
Devo aqu consignar, para raellior ser aquila-
tada i minha gratidao, que o referido Sr. Dr.
Valoneo nada quiz aceitar pelo seu trahalho no
que foi imitado pelo Sr. Neves relativamente s
receitas aviadas em su a pharmacia.
A' obsequios He oTiciosos nao encontr em
ruin mi'smo un relribuieo possivel, aonao a
guardar um ensejo em que esses dignos seuho-
ressequeiroin ulilisar do preslimo que possam
em mun descubrir ; e por issn, peco-lhes des-
pulpa para estas linhas, cujo m nico 6 scien-
titic.d-los do animo penhorado do
Major, I. L. F. Cezar Loureiro.
ERRATA.
Na correspondencia de liontem em lugar de so
Mr, na primein linha da segunda columna--
Antonio Pedro jumis terla-seAntonio Pe-
dro jamis teria, etc.
dala ja Ja de 5 doseituiru de til, ruvogado
pelo de fls. 4 t. que fora fcito em 2 de obril de
1850, visto como autoridades ou grande nota, sus-
tentan) o primeiro testamento, oppinando que o
reconhecimenlo de um filho, um laclo, urna con-
flsso, e nao se podendo destruir, uro facto, re-
tratar urna confissao, o reconhecimenlo porsua
D^ftlOPE PERSABMUCO. ASEADO S ftg KJNHJLftE MO
natureza irrevo^avel. Mourlon, llepelitions ecri-
tes, 5.a edigo Paris, 1858. tomo Io, 480. nota
Merlin vcrb-Teslameol-cccao 2." 6. ri 3 o
verbo filiation Rogron. nota ao 970 do cod.
crim. francez, 3.* questao.
Esto ultimo pronuncia-se na questao da or-
dem da vertente, da segu ntc maneira :
A revogac.o do testamento nao pode prejud-
car o reconhecimenlo do ftlho, porque o reco-
nhecimenlo nao seno o declarado de um fac-
i ; o principio desta declarado, nao est no tes-
tamento, mas no facto mesmo da palernidade, e
o estado ou cundi;ao, sendo adquirido para o (i- I
Iho este estado nao podo depender da instabilidad
da vonlodc do testador. Conelue csse autor que a
revogaco do testamento annullar os legados,
mas deixar subsistente o reconhecimenlo.
Mourlon, na nota citada, diz, que o reconho-
cimento, ainda quando feito em um acto revoga-
vel, isto em um testamento, irrevogavel de-
vendo-se deslnguir em um testamento, oquillo
que precisamente o constilue, isto as disposi-
coes relativas advoluco dos bens e as clausulas,
que sao estranhas ao sen objecto, toes como a
confissao de urna divida, ou o reconhecimeuto de i
Imposlos a caigo da collecloria
idem idem..........................
20 por cento da agurdenle idem
Jera................................
Comarca de'Flori$.
Arrematados conjuntamente.
2}500 is. sobre o gado morlo para
consumo, avallado novamente por
anno em............................
Imposto a cargo da collecloria
dem idem..........................
20 por cento do agurdente dem
dem................................
Comarca da Boa-Vi$la.
Arrematados conjuntamente.
2*500 rs. sobre o gado'moito para
consumo, avallado novamente por
anno em............................
Imposlos a cargo da collectora
idem idem..........................
20 por cento da agurdenle idem
idem................................
dus ojio os documentos que piuvein : 1". irrein
18 annos completos de dade : 2o. esiorem lrrrs
do pena e culpa e 3o. lerem bom procedimenti.
Os exames nesto concurso vcrssrao sobre ler-
lura. analyse grammatical, orthographia e ari-
inemelca al a theoria das proporcoes inclusive.
Do ordem do Illm. Sr. inspector da Ihe-
souraria de fszcnda desta provincia se faz pu-
blico que a arremalaco de una parte do sobra-
do de dous andares no valor de um cont cento
cincoenta e cinco mil quatros e oltenta e dous
ris, silo na ra da Guia, perlenlencenle a fo-
zenda nacional em virlude de adjudicace, nao
leve effeiio no da annunciado por falta'de lici-
tantes ; e por isso fica transferida a mesma ar-
retaco para o da 30 do correnle mez.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O offieial maior
interino. I.uiz Francisco de Saropaio e Silva.
Capitana do porto
Pela capitana do porto se faz publico, o aviso
aballa, da substiluieo da Linterna collocada na
fortaleza dos a Santos Reis Magos da barra do
Rio Grande do Norte, por um grande lampean
circular de 8 bicos.
409000 Capitana do porto de Pernambnco, 14 de junho
375*000
75S000
1.950*000
8255000
405000
2:625>0O0
1:125*000
As arromalacdes sero tullas por lempo de tres l0 186O secretario, J. P. Brrelo de Mello
annos, a contar do 1. de julho do correnle anno
a 30 de junho de 1863. sob as condiroes dos an-
um lilho natural; pois que o testamento cssen- teriores o na forma do art. 76 do regularncnlo de
3 de agosto de 1842.
As pessoas que se propozerem a estas arre-
matarles, comparecam na sala das sessoes do
mesma jinla, no dio cima declarado, pelo meio
cialinenle revogavel quanto as clausulas relati-
vas, a devolueso dos bens, essencialmento ir-
revogavel, quanto as clausulas, que ainda que es-
cripias no testamento, nada tem de leslamonU-
ras; porque no testamento ha dous ocios bem
dislinctos, um testamento e ura reconfcSJcimenlo
de filho natural, dous actos, verdado, confundi-
dos no mesmo escripto, mas separados por sua
natureza e caracteres que Ihcsso proprios.
A ludo isto scresce que nenhoma prova se
produzio contra a filioco, nem pelos nppellados,
era pelo finado comnendador, quando no testa- I nnhlirnr ul ai',
ment a fls. 43 v. pretenden negar oquillo que 1 P ,C" p?' ..r,-
29 annos antes hovia tao espontneamente afir-
mado, e conf.-ssado no testamento a fls 35 e na
corla do fls. 205.
Portanto, e pelo mais que dos autos consta,
reformando como reformsm, a senlenca appella-
da ; julgam procedente a accao intentada, o o
appellante habilitado filho natural do rommen-
dador Lu/. Gomes Ferreira, o como tal hbil a
conc^rrer na heranca dellc cora os filhos legil-
mos, e condeninamos appcllados as cusas.
Rccife 19 de junho de 1860.Leao. presidente.
Lourenco SantiagoFigucira de Mello, venci-
do. Silveira.Gtirana.Silva Gomes.
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
2."scccao. Ru de Janeiro. Secretara de es-
'i iq"9 neScios lJa niarinha, em 13 de maio
U6 loDU.
Pela secretaria de estado dos nosocios da
marinha se faz publico, para conhecmenlo dos
navegantes, que a lanlerna da fortaleza i?cs San-
Ri"""
da. competentemente habilitadas na forma ^^Z^^^To^^t^^
art. 75 do citado regulamento, devendo as hab- de 35 13' 15" O de GW, foi substituida por um
litac.oes serem julgadas nos dias 21 o 23 do cor-
renle.
E pora constar se mandou affixor o prsenle e
COJI3I ERGIO.
Alfnmlesa.
Rendimento do-dio 1 a 21.
Idem do dia 22. .
201:8252I1
89019718
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nanibuco, 20 de -junho de 1860.O secrelario,
F. d'Annunciacao.
Acamara municipal desta cdade manda
publicar, para conhecmenlo dos seus muucpes,
os artigos do posturas obaixo transcriptas, que
foram npprovados provisoriamente pelo Exra.
presidente da provincia.
Pai^ da cmara municipal do Recife, em ses-
sao ord lorio de 15 do junho de 1860. Manuel
Joaquim do Reg e Albuquerque. presidente
Manoel Ferreira Accioly, secretario.
Ouarta seceso.Palacio do governo do Per-
nambuco, em 14 de junho de 1860.
O presidente da provincia lendo vista o que
represor ton a cmara municipal do Recife, em
oficiodi)13 do correnle, sob numero 58, resolve
aparovar provisoriamente os seguintes artigos de '
posturas :
Art. 1. E' pormiltido ao infractor de quulquerl
rande lampeao circular de 8 bicos collocodo so-
bre urna torre eylindrica, conslruida na plata-
forma daquclla fortaleza. Esta nova luz, que
fixa e do cor natural, esi elevada 65 palmos por-
luguezes sobre a superficie das oguas. nos mares
regulares, e pode ser avistada nadisloncia de 12
milhas,O director geral interino, Angelo Tho-
mozdo Amaral.
O Dr. Antonio Joaquim Buarque Nazarelh, juiz
municipal e de orpliaos e ausentes, nesta ci-
dade da Victoria o seu termo da comarca de
as suas propostas em carta fechada na secretaria
vio conselho, s 10 horas da raanha do dia 2
jfc julho prximo vindouro.
gk la das sessoes do conselho adtninisttaliv)
far /"mecimento do arsenal de guerra, 22 de
ttnhok 1860.iVento Jos Lamenha Ins,"co-
ronel prefc. '^finle-Francisco Joaquim Ptrtir*
Lobo, cmmh.^ '"S"' ecrelario interino.
Trll.,nal do commerclo
Pela setretsri do '"bunal do coramercio da
provincia 4e rernSmb"f0 se (az publico, que
nesta dala fie registra. contrato de sociedade
em commandit, eele't>rk'('0 em do frrente
mez, entro D. Senhovinha i ""cisca Vieira, Jos
Riheiro Bastos e Joaquim Li, ,z Vipir, aquelles
solidariamente responsaveis, e t sl commandita-
rio, sob a firma de viova Vieira u c-- Ja tua' e
gerente c nico signatario o socio Bastos ; de-
vendo a mesma sociedade durar por e<.'Daco "e2 j
annos, contados do Io de .narco do corr:.n,e an- '
no, com o capital do 884*J216, fornecido Pe|o
socio comrosnditario.
Secretario do tribunal do commercio de Per-
nambuen 22 do junho de 1860___Julio Guimo-
raes, ofcial maior.
De ordem do Illm. Sr. Caelano Pinto de
Veras, juiz de paz do 4 anno do 1.- distri.io da
freguezia do S. S. do bairro de Snto Antonio
desta cidade do Recife, se faz publico a quem
convier, qneos ofiiciaesde jusca que traballiam
perante este juizo sao os aboixo' declaradas, noo
podendo outro quolquer funecionar no mesmo
juizo, sem o competente cumpra-se. Recife 20
de junho de 1860.O escrivo,
Joaquim da Silvo Reg.
Miguel Moreiro de Souza Maia.
Rraz Lopes
Albino do Jess Bandeiro.
Joaquim Dhs Martins.
Francisco Joto Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chagas.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandos de Souza.
Francisco Manoel de Almeida.
A manejo Gudofredo Lucas.
Francisco da Silva Nevrs.
Jos Filippe de Mcdeiros.
Manoel Joaquim do Nasrimenlo.
Francisco de l'aula Real. "
250fOCO
3tQUi
32O3O0O
SiDfOOO
aoojinoo
28i*u(r'
2009CO0
Urbano Mamedc de Almeida
Antonio Huniz Percira............
Dr. Fernando de S Albuquerque..
Diogo Joaquim da Silva............
Hermenegildo Firn ino de Lima ..
Joao da Cuoka Neves..............
Manoel Jos Rodrigues Braga.....
Felisbino de Caivalho Raposo..... 18000O
Conladoria da cmara municipal do Recife
de junho de 1860.
O procurador
Jorge Yicltr Ferreira Lopes.
Conselho econmico do bala-
lhaon 8 de ufaotaria.
Precisa contratar para rbrnecimenlo de
pra,.jS orranchadas, 110 semestre vindouro 1
rK ros em seguida mnnrionados, os quaes d!
ser v1c boa quahdade : acucar refinado Iriitueiro.
arroz, ene doce, bocalno, caf em carosso ou
muiao, c'rne secc.i, dita verde, farinha de man-
dioc, feijao. Icnha, manieiga, paes de i c C on-
cos, toucinho O vinagre : as pasara que se iu!-
arem habilitadas a fazer i.il fornecimenio, apre-
senlem suas proponas em carias fechadas na se-
cretario do mesmo blaliao. no dia 17 de junho
do correnle al ao meio dia. Quarlel n Soledad*
18 de junho de 1860 Arislides Balihasar da Sil-
veira, alferes servindo de secrelario.
suas
a*.
postura pagar a mulla compleme para 'nao'ir a "5' aim1.de Vtcm Imbilitar-se no prozo de 30
210 78tJ.9i9 juizo, cobrando pora suo defeza recibo do proco-1 f *Plb.lM!"tao drsle- o qual ser affixado ou
Pubiicacoes a pedido.
Movlmnnto da alfanilesa
60
120
Irador da cmara', sem prejuizo da pena corporol '"ga! P"b,ico d, cosiume publicado pelo
----.-_..-. .. > l rio de Peruambuco
VolumesentraJos cora fazendas
com gneros
Volumessahidos com fazendas
com gneros
------ 180
75
483
------558
do
ELEICAO
dos irmos e devotos que hao
de festejar o Senhor Bom-
Jesus das Chagas, no anno
del8G0al8Gl.
Provedores por devoco.
O nnsso irraao ex-escrivao Padre Jos Lcilo Pila
Ortigueira.
O Illm. Sr. Dr. Manoel deFigueiioa Paria.
Provedores por devocao.
Os Illms. Srs. ;
Denlo Jos Ramos de Olivciro.
Andr de Abreu Porto.
Proved.iras por eleico.
As Exmas. Sras. :
D. Alexandrina do Nascimenlo e Silva, mulher
do nosso irmao thesoureiro Joao Baplista da
Silva.
D. Joaquina Maria da Luz Sidreira, mulher do
nosso irraao ex-definidor Jorge Rodrigues Si-
dreira.
D. Mario Carolina Ruarle Rodrigues, filha
Illm. Sr. capitao Manuel Duarle Rodrigues.
Provcdoras por devocao.
As Exmos. Sras :
D. Maria dos Passos da GoncoicSo Lima, mulher
do Illm. Sr. Antonio Rodrigues Lima.
D. Josefa Marcellina da Tnndade. mulher do
nosso irmao ex-definidor Manoel Calaca J-
nior
A intua ex-escriva Mario Coilota do3 Passos.
Escriviies por eleir;ao.
Os Illms. Srs. :
O nosso irmao Joao Baplista Frjgozo.
O nosso irmo Francisco Manoel de Souza.
Escrives por devocao.
Os Illms. Srs. : *
Jos Pinto de Magalhaes.
Francisco Jos dos Passos Guimaraes.
Escrivaas por elecao.
As Exmas. Sras :
D. Joaquina Candida de Miranda Machado, mu-
lher do nosso irraao Francisco de Paula Ma-
chado.
D. Ambrozina Candida da Rocha Barros, mulher
do nosso irmao Tilo Avellino de Rarros
D. Luz.ia Francisco das Chagas, mulher do nosso
irmao definidor Manoel Jos da Assumpcao.
Escrivaas por devocao.
As Exmas. Sras :
D. Hcnriiuela Maria da Gloria Dias, mulher do
nosso irmao Claudino Jos Dias.
D Parizia Nimea Dias da Silva, mulher do Illm.
Sr. alferes Jos Dias da Silva.
D. Maria Candida de Migalhes.
Mordomos.
Os Illms. Srs :
Germano de Souza Mafra.
Jos Vctor Ramos.
Francisco de Paula e Silva Lins.
Francisco rt Paula Marinho Falcao.
Guiiherme Percira Canejo.
Luir. Jos de Franca.
Mordomas.
As Exmas Sras. :
D. Mara Florinda da llorn.
D. Candida Senhorinha Fernandes.
D. Senhorinha Mario do Conceicoo.
D. Augusta Rosa do Sacrament.
Protector.
O nosso irmao Francisco Pedro das Neves.
Padre francisco Joaquim Pereira, capello.
Doscarregam lije 23 de junho.
Escuna liimburguezaAmanda=[azendas.
Escuna hanoverianaW'skidem.
llarca iuglczaUraniaferro e carvao.
Consulailo geral.
Rendimento do dia 1 a 21. 22:9289311
dem do dia 22....... 1:374j605
24.3029916
que lambem possa ler.
Arl. 2. Quando o infractor nao pagara multa P"zo' ""los os>.V\*?a ,ud0
dentro do prazode tres dias, depois de condera- IL.."*A*Jc'*,P"r?
nado, c intimado judicialmente, a mulla se con-
verler em prisoo, correspondente a dous mil res
cada dia de prisao.
Art. 3.* O infractores presos em flagrante sa-
nente serao sollos depois de pagar a rcspeclivo
mulla, ou depois de lindos lanos dias quintos
baslem paro ser o pena satisfeita em prisao na
razao da regra cima eslabelecida.
Santo An,,o da provincia ^ PnraVi^eo p; tSfS&ffA^SIt
.!1.! br- D- Pcdro 1" Deos Manoel Goncalves Branco.
Joaquim Jos da Rosa.
O conselho econmico do balalhoo de in-
famara n. 10. tendo de contratar os gneros ali-
menticios de primeiro qualidade, abaixo declara-
dos, para forneciniento de suas pravas no segun-
do semestre do correnle mino, convida aos lici-
tantes que se qiiriram encarregar de fornecer
taes gneros, a apresentarem suas proposias em
carias fechadas, na secretaria do mesmo bata-
chao, no dia 25 do niidinte mez, 03 10 iioras ila
manhaa : arroz pilado, assucar mascavado refi-
nodo, azeile doce, bacalho, caf muido, carne
verde, dita secca, farinha de mandioca (da tr-
ra), feijao, Icnha, manteiga franceza, pao de 6 e
4 oi;as, toucinho, vinagre e lenlia,
_ Secretaria do batalhau de infamara n 10, na
ridade do Recife em Peruambuco 18 de junho de
1860.Caelano Xavier de Oliveira, lenle, ser-
vindo de secretario.
guarde etc.
Faco saber que por este meu juizo de ausentes
perante mira se proceden a arrecadacao dos bens
deixados pela finida Isabel Maria Bc'zerra, a re-
querimenlo do collcclor de diversas rendas ge-
raes desle municipio, o como nao se obtivesee
tnformacoos exactas acerca da morada dos her-
deiros da dita finada, vistoachsrem-se em luga-
res nao sabidos, ordenei se passasse o prsenle,
pelo qual cilo, chamo e requeiro o coropareri-
menlo dos nerdeiros de sobredlo finada, bem
como a todos os que dircito liverem em sua he-
Dia-
quanto dorar referido
procederci a reve-
ra constar se passou o
prsenle que vai por miin assignado com o sello
do juizo, que ante n ex-causa.
De ordem do Illm. Sr. inspector da Ihesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publica,
paro conhecmenlo dos inleressados, a relaro
aboixo transcripta dos credores de dividas de
exerricios na importancia total de 2:637$7-ti n..
cujo pagamento foi aulorisado pela ordem d
lliesouro nacional 11. 83 de 5 do crrenlo mez.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambnco 18 de junho de 1860.O offieial maior
interino, Luiz Francisco do Sampaio e Silva.
Relacao a que se tefere o aouuiicio cima
Christovao de Holianda Cavalcanti de
Albuquerque, Antonio de Padua do
Holianda Cavalcanti e Joao Nepo-
muceno Bezcrra Cavalcanti
Fausto Freir de Carvalho
Francisco Garca do Amaral
Joo Jos Roliin
Vicente Jansen de Castro eAlbuquar-
. que
lunado Francisco da Silvo, Maria Joa-
quina de Mello c Silva
Amonio Tavares
llraz Avelino Freir
Dcimo batalho de infamara
Joao Ferreira da Rocha
Luiz Francisco Teixeira
Miguel Ferreira dos Arijos
Miranda & Vascoocellos
Reinaldo Jos dos Sanios
Niquelina Gertruia de Assumpcao.
6($367
-0, 1 li
4ti 1566;
ib(sr97
133j332
522*000
73#<44
l'tiCOtt
4uyies
31jl26
ll-Ctd't)
9I?2..|
117j*)00
7350 i l
l593tf
O procurador da cmara municipal dcsla
Rio de Janeiro, patacho nacional Copuan, de
2I2 toneladas, condnzio osesuinle :=2t0 volu-
mes gneros eslrangeiros, 2.9U0 saceos c 100 bar-
ricas assucar, 20 saceos algodao, 10 pipas agur-
denle.
Porto, briguo porluguez S. Manoel I, do 255
toneladas, condnzio o seguinlc : 1 barriquinha
e 2,041 soceos assucar, 1 barriquinha farinha, 2 nacional, cujas
garrafes agurdeme, 9 latas com 40 libras de
goiabada.
Rio de Janeiro, barca nacional Imperador, de
3{2 toneladas, conduzio o seguinle : 100 soc-
eos cero de carnauba, 3,493 ditos dito masca-
vado.
Diversas provincias,
Rendimento do dia 1 a 21. 4:05S$6fi3
dem do dia 22....... 189J975
4:2t8638
Ambrozio Leilo da Cunta.
Conforme.Francisco Lucio deCaslro.
Claudio) Bcnicio Machado, offieial da imperial
ordem da Rosa, covolleiro da ordem de Chris-
to: mijor commandonle interino do l. bata-
lho de infamara e presidente do conselho de
qualilicaco da guarda nacional da parochia do
SS. Sacromento de Santo Antonio do munici-
pio do Recife, por S, M. o Imperador, que Dcos
guardd, ele, etc.
Faz constar, que ncslo dato forom encerrados
os trabalhos da qnolilicacio c reviso do guardo
'islas ficam na forma da lei, af-
fixadas na igreja matriz, e bem assim que tem
designado o dia 23 do correnie para novamente
reunir-se o conselho, aflu de tomar em consi-
VR^uJT*?* e'" Cd',d d,a JVic'oria 0S cidadc f Pblico que pelo juiz de direilo da 1.
o de abril do anno do nascimenlo de Nosso Se-I \ J '
nhor Jess ChristO de 1560, trigsimo nono da in- Var,n Chme desla com; dependencia e do imperio do Brasil.Eu Anto-da Costa Doria foram remellidas mesma cama-
nio Ludgero da Silva Costa, esciivo de orphos ra as cartas do partieimclo. conlendn os nomes
e ausentes o escrevi.
Antonio Joaquim Buarque Nazarelh.
A companhia fixa de cavallara precisa con-
tratar para fornecimenlo da cavalhada, no prxi-
mo fuluro semostre : capim. milho, (arelo emel:
as pessoas que se propozerem semclhante for-
necimenlo, comparecam na secretaria da mesma
companhia no dia 28 do correnle, as 10 horas do
dia, com suas propostas. Sanio Amaro 19 de
junho de 1860.Manoel Porfirio deCaslro Arau-
jo. capitao commandoute.
Declarares,
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio
di
deracao as reclamacoes que liverem de fazer os i provincia de Pernambuco se faz publico para cons-
Despachos de exportaco pela me-
sa do consulado desta cidade n
dia SS de junho de 1SGO
HavreBarca franceza Adele, Tisset Freres,
1,500 couros salgados, 150 dilos ditos espicha-
dos.
BarcelonaBrigue hespanhol Temotheo, Ara-
naga Hijo A C, 97 couros salgados.
LiverpoolBrigue inglez Milicenlo, James Ry-
der & C, 60 saccas algodao ; S. Brothers &
C, 77 saceos cera de carnauba.
LiverpoolBrigue Mili.enleo, Kalkman Junir &
C, 234 saccas algodao,
Exportaco.
Uecebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia 1 a 21. 23:413058
dem do dia 22....... 860J936
24:303^994
2:0OOCOO0
400gOOO
96$'000
Editaes.
Acorrfdo em relaro, etc.
Que menos bem julgsda fui polo juiz aquo em
sua senlenca a folhas 181 v., que declarou o au-
tor ora appellante, carecedor da accao, que inten-
tara, para habililar-se filho do finado commenda-
d3r Luiz Gomes Ferreira, e concorrer na sua he-
ranca, com os filhos legtimos, que elle deura,
porquanto vistos os autos, manifest que o di-
reilo dosupplicanle firma-se no testamento a fls.
35. a que-acompanhou a carta original de fls.
205, o qoal fcito em 5 de sotembro de 1821, an-
tes do casamento daquelle commendador, como
se vfi da respectiva certidao a fls. 158; nao sendo
em rigorsenouraa escriptura autenticada pelo no-
tario publico, catie no alcance e dominio da lei de
2deselembro de 187 arl.2.* ; se bem que muilo
posteriormente promulgado, sendo certo que esse
testamento, teito com as solemnidados quo o di-
leilo requer, foro aborto pela autoridade compe-
tente depois da morle do testador; o quo nao
pode ser contrariado, nem pelo exorne a fls. 135,
attenlos os lermos delle. e nem pelas lestemu-
nhos de fls. 103 a fls. 113. carecodora da f em
razo das ligaces de parentesco de 4 deltas, e
de amizade d'oma com os reos ora appellados.
Nem aproreita aos appellados a circumstancia
de ler sido o testamento em questao, que tem a
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial em cumprimento da ordem do Exra. Sr.
presidente da provincia de 19 do correnle manda
fazer publico que no dii28 do mesmo. se ha de
arrematar perante a junta da fazenda da mesma
Ihesouraria, a qum por menos lizer a irnpresso
dos trabalhos dos reparticoes provinciaes no anno
tinanceiro de 1860 a 18B1. A saber :
Secretaria da ossemblo, dita do go-
verno, obras publicas, directorio gerol
da instrucqo publica e gymnasio..... 3:500j>000
Thesouraria provinciol e reparti-
coes que Ihe sao subordinadas por___ 1:5005000
As pessoas, que se propozerem a estos arrjna-
taces comparecam na salo das sessoes da mes-
ma junta, no dia cima indicado, pelo meio-dia,
com suas propostas em cartas fechadas. '
K para constar se mandou affixar o presente c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco 21 de junho de 1860.
O secretario,
A. F. da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimento das ordeosdoExm. Sr.
presidente da provincia de 19 do correnle, man-
da fazer publico, que no dia 25 do mesmo, peran-
te a junta da fazenda da mesma thesouraria, se
ha de arrematar a quem mais der, os imposlo
seguintes :
Municipio do Recife.
2#500 rs. sobre o gado raorto para
consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 67:000^000
Comarca do Limoeiro.
Arrematados conjuntamente.
25500 rs. sobre o gado morto para
consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 1:725*000
Imposlos a cargo da collecloria
idem idem.......................... 678J500
20 por cento de aguordanle, idem
dem................................ 15OJJOO0
Junfcipio de Cimbres.
Arrematados conjuntamente.
2*300 rs. sobre o gado morto para
consumo, avaliado novamente por
anno em..................".......... 1:050000
Imposlos a cargo da collecloria
idem idem.......................... 240J000
20 por cento de agurdente idem
idem................................ 403000
Comarca de Garanhuns.
Arrematados conjuntamente.
2&)00 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 1:87S|000
iuteressados, e recber os recursos que liverem
ae inlerpor perante este conselho para o de re-
vista. O que se faz publico para couheciinento de
quem convier.
Sala das sessoes do conselho, 9 de iunho d
1860.
Canrf110 Denicio Alachado.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 18 do correnle, manda
fazer publico, que 110 dia 25 do masmo, peronte o
junto da mesma thesouraria, vai novamente a
proco, para ser arrematado quem mais der, os
imposlos seguintes :
Municipio de Iguarass.
Arrematados conjuntamente.
2*500 rs. sobre o gado morlo para
o consuno, avaliado novamente por
anno em............................
Imposlos a cargo da collecloria
idem idem em......................
20 por cenio de agurdente idem
idem................................
Comarca do Goianna.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 8:480*000
Comarca de Nazarelh.
2*500 rs. sobre o godo morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno era........................... 6:960*000
Comarca ao Cabo.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 6:480fi0O0
Comarca de Santo Anlo.
2*5(10 sobre o godo morlo paro
o consumo, avaliado novamente por
I anno em............................ 8:560J0O0
Municipio de Serinhem.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado nouamente por
anno em............................ 880jOOO
Municipios do Rio Formoso e Agua Preta.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avahado novamente por
anno em............................ 4:080*000
Comarca do Pao oVAUto.
2*500 sobre o gado morto, para
j consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 4:720*000
As arrematarles sero feitas por lempo de 3
annos, a contar do Io de julho do correte au-
no a 30 de junho de 1863, sob as mesmascondi-
c.es dos anteriores, e na forma do artigo 76 do
regulamento de 3 de agosto do 1842.
As pessoas que se quizerem propor a esta arre-
malaco comparecam na sala das sessoes da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas na forma do
art. 75 do citado regulamento, devendo as habi-
lilscoes serem julgadas nos dias 21 e 23 do cor-
rente.
E para constar se mandou affixar o presente t
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 19 de junho de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
Q Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 16 do corronle, man-
da fazer publico, que no dia 28" do mesmo, pe-
rante a junta da fozenda da mesma thesourorio
se ha de arrematar a quem mais der, a taia das
barreras da ponte do Manguinho o da estrada da
Copunga, avahadas novamente em 6:3609 por
anno.
As arrematacoes sero feitas por lempo de Ires
annos, a contar do l.'de julho do correnle an-
no ao ultimo de junho de 1863.
As pessoas que se p-opozerem a eslas arrema-
tacoes comparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima Indicado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas, com suas propos-
las en cartas fechadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario, Secretaria da thesouraria
provincial de Pernambuco 18de junho de 1860,
- A. F. d'Annunciacao.
Secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zendi manda fazer publico, de conformidade com
a ordem do tribunal do Ihesouro nacional n. 69
do 9 de maio prozimo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesta thesouraria
para prcenchimenlo das vagas que ha de prali-
cantei na mesma : aquelles pois que pretende-
ren! ser ndmitlidos ao concurso devem apresen-
lar n>ta secretaria seus requeruneoAoft instru*
tar a quem convier, que a flanea prestada pelo
fallecido corredor J. E. Roberls e pelo agente
de leudes Marcolino de Borja GeralddS, lambem
fallecido, fica subsistindo por lempo de seis me-
zes tonlados da dala dcsle de. enufijrniiddp rom
o art. 15 db decreto n. 806 de 26 de julho de
1851 c arl. 11 do decreto n. 658 de 10 de no-
vembro do mesmo anuo.
Secretaria, 21 de junho de 1660.Julio Gui-
maraes, oflicial-maior.
Bepartico da policia.
Secretaria da polica de Pernambdco, 4 de ju-
nho de 1860.
O Illm. Sr. Dr- chefe de policia mando fazer
publico, para couhecimcnlo dos inleressados, os
disposices do artigo 72 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro do 182
Nao se conceder passaporlc a cidado Pra- i
sileiro, paro porto eslrangeiro, ou a eslrangeiro.
inda que seja de um piro oulra provincia do ,
imperio, sem que sua saluda seja previamente
annunciada nos jomaos Ires dias pelo menos. '
Onde nao houverjorn.il os aiinuncios se afflxaro I
na porta da matriz da freguezia, c nos lugares!
mais pblicos.
S 110 caso de necessidade urgente e especi-
ficado se dispnsala essa formalidade aos que
preslarem flanea idnea.
O fiador se responsabilizar nesle caso pelas
duvidas do afflanqado, ese sugeitnr a pena de
multa al 200*000' no caso de se mostrar que o
affiancado procurou por esse meio evitar qual-
quer responsabilidades
Conforme.O secrelario, Rufino Augusto de
Almeida.
O conselho administrativo do patrimonio
dos orphos declara que a arremataco das ren -
das das casas do mesmo patrimonio baixo men-
cionadas, annunciadas para o dia 20, fica trans-
ferida para o dia22 do correte, a saber:
Ra do Sebo.
Numero 12casa terrea
Ra do Encantamento.
Numero 74casa terrea.
75dem idem.
Poro de Portas.
Numero 92^=casa terrea.
97dem idem.
d 98dem iJem.
99dem idem.
100dem idem.
101dem idem.
102 dem idem.
103dem idem.
104dem idem.
105dem idem.
Os licuantes bajara de comparecer com seus
fiadores na sala das sessoes do mesmo conselho,
s 10 horas da raaoha, no mencionado da 22 do
correnle.
Secretaria do conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphos 20 de junho de 1860.
Dr. Vicente Pereira do Reg,
Secretario.
Conselho de compras navaes.
Manda esle conselho fazer publico, qne contra-
ta no dia 30 do correnle mez, os fornecimenlos
de lijlo, de alvenaria grossa, podra com esla no-
minarlo e de cal, para as obras a cargo do arse-
nal de marinha com quem por menos os faca su-
geilando-so as condices (garantidas por fiador)
de serem esss objeclos semprc entregues na
quantidade c da qualidade contratadas, sob pena
da multa, a favor da fazenda. de 50 0/o do valor
de cada um, aleni do contratante carregar com o
excesso do preco no mercado, se o houver, caso
cssas fallas occasionem queahi recorra-so ; sen-
do esses contratos effectuodos vista de propos-
tss recebidas no ciudo dia al s 11 horas da
manha.
Sola do conselho de oompras navaes, em 21 de
junho de 186o O secrelario, Alexandrc Rodri-
gues dos Anjos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimentc
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguintes :
Para a primeira companhia de pedestres de linha
da comarca da Boa-Vista.
77 esleirs de palha de carnauba ; 56 grvalas
de sola de lustre ; 77 manas de la ; 1 livro de
200 folhas para os ordens do com mandante da
companhia ; 1 livro de 200 folhas para deUlhe
do servico ; 1 livro de 200 folhas para registro
de pret e folhas dos otilases; 1 livro de 200 fo-
lhas para entrada do diversos generes; 1 livro
de 200 folhas para carga do tardamente ; 1 livro
de. 200 folhas para termo de juramento.
Quem quizer vender ta.es ohjectos aprsente
dos individuos multados, por falla de comparec
ment as sessoes do jury ; afim de que venham
recolher as respectivas multas, e evitem o pro-
cesso executivo.
3.a sesso de 1857.
Joao Bernardo de Siqueira........
Joao Corneiro da Cunha...........'.
Francisco Ferreira de Mello........
Diogo Joaquim da Silva............
Antonio Joaquim do3 Santos.......
nlarianno do S e Albuquerque....
Manoel Pinto dos Santos...........
5. sesso de 1857.
Manoel Marlins da Costa...........
Jos Joaquim de Oliveira..........
Alvaro Pereira de Si...............
Manoel Luiz Goncalves............
Lourenco Rodrigues das Neves....
Juoquim Jos de Miranda..........
Antonio Corneiro Mochado Ros___
De. Joi,ulm i,,,.,-, .( c........
Felisbino de Carvalho Tiaposo......
Dr. Joo Maria Ser................
Ubaldo Manoel de Almeida........
Dr. Jos Antonio de Figueiredo ...
Antonio Augusto Maciel.........
Jos Ramos da Cruz...............
Joaquim Francisco de Mello Santos
Jos Antonio Carneiro............
Antonio Augusto da Fonceca......
Manoel Francisco Marques.........
Bonifacio Maximiano de Mallos..
Francisco Rufino Correia do Mello
Dr. Antonio Maria de Parias Neves
Jos Rodrigues dos Santos........
Joaquim de Oliveira e Souza......
Antonio Joaquim de Sanl'Anna___
Jos Marques da Cosa Soares.....
Manoel Gomes de S..............
Joao Augusto Henriques da Silva..
Manoel Antonio Viegjs............
Joo Manoel Rodrigues Valonea...
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro ..
Jos Baplista da Fonceca..........
Andr Ferreira d'Almeida..........
JoSo Francisco Bastos.............
Joao Manoel de Siqueira..........
Jos da Silva Mendanha........
Jacome Geraldo Mario Luraaek de
Mello...........................
Firmino da Silva Amorim.........
Andr Alves da Fonceca...........
Joaquim de Jess Pinto............
Jos Gunegundes da Silva.........
Anselo Custodio dos Santos.......
Jos Baplista Ribeiro de Firias...
Francisco Tiburcio de Souza Neves
1.* sesso de 1860.
Guiiherme Rodrigues Monlr.0 Lima 200*100
Bento da Costa Ramos de Oliveira 300*000
Sabino Bruno do Rosario.......... 300*000
Manoel Antonio da Silva.......... 300JOOO
Jos Hygino de Souza Galvo..... 320JOO0
33OJO0O
3:30*000
330*000
330JOCO
330*000
830|000
300*000
320*000
300*000
220J000
220S000
2205OOO
220:000
200*0(0
Q-viil.'V)
MOfOOO
18DS000
180$000
18'JcOOO
180*000
1405000
140*000
1402000
1403000
40*000
405000
20*000
20*000
20*o(>o
205000
205000
2OS00
20*000
20*000
30*000
20*000
20*1)00
205000
20*000
20300
205OOO
20*000
20|G00
20*000
20*000
20*000
205000
20*000
20*000
20*000
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhulas desde j as olas
de 10,000 c 2o,ooo da
emissao do banco.
Pela recebedoria de rendas internas gerae3
se faz publico, que no correnle mez que os de-
vedores do segundo semestre do eiercicio cor-
rete de 15591860, relativo aos seguintes im-
pos: decima addicional de mo mora ; imposto
de 20 por cento sobre tojas, c dito especial a 80*
sobre casas de movis, roupas, perfumaras e
cale-ido fabricado em paiz eslrangeiro leen de
paga-lo livre de mulla. Recebedoria d- Pernam-
buco 1 de jonho de 1860.O administiador, 3/a-
noei Carneiro de Souza Lacerda.
Conselho econmico do batalliao de 11-
fantaria n. 9.
Precisa contratar para o fornecimenlo de suas
r^.T.. .rr,np|,adas durante o semestre que de-
correr de julho a dezemoro deste anno, o gne-
ros em seguida mencionados, os quaes devero
ser de boa qualidade : arroz, assucar branco sem
ser refinado, ou refinado Irigueiro, azeile doce,
bacalho, caf em carosso, carne secca, dita ver-
de, farinha de mandioca, feijo, lenha, mantei-
ga, pao de 4 oncas, dilos de 6, loucinho e vina-
gre : quem pois se comprometler a fornecer di-
tos gneros, aprsente suas proposlss em cartas
fechadas, na secretaria do dito batalho, no dia
28 do correnle, al as 10 horas da manha.
Quarlel na cidade do Recife 15 de junho de
1860.O lenle secrelario.
Jos Francisco de Moraes c Vascoocellos.
Conselho de compras navaes.
Contraa osle conselho no dia 21 do corrente
mez, os fornecimenlos de medicamentos e uten-
silios enfermara de marinha, c o de ambulan-
cias aos navios da armada, por lempo um e ou-
tro fornecimenlo de 12 mezes, contados do 1." de
julho prximo, isso i vista de propostas entre-
gues nesse dio at s II horas da manha, sob
as condices constanlcs da nota que se acha fran-
ca nesta secretara poro quem quizer consulla-
la, lic-m como o formulario e tabella, regulando
esses fornecimenlos, o que ludo por minucioso
deixa-sede declarar.
Contrata mais no dia 25, lambem do correte
mez, preredendo igualmente a aprcsenlicao de
propostas recebidas nesse dia is at 11 horas da
manha, o fornecimenlo de viveros e oelros ob-
jeclos abaixo declarados para o consumo dos na-
vios da armada c estobelecimentos de marinha,
pelo lempo smenle do 3 mezes, lindos co se-
tembro vindouro, sob a rondicao de serem os
mesmos objeclos fornecidos d qualidade e na
quantidade contratados, e na falta pigar-se n
mulla de 50 0/o do valor de cada um, alem d<>-
carregar o contraanle com o excesso do proco
no mercado, caso o naja, em razo dessas fallas
molivarcra a ahi recorrer-se.
Objeclos.
Arroz do Maranho, agurdenle branca de 20.
graos, assucar bronco, azeile doce, bolacha, ba-
calho, corne secca, caf, carne verde, cangica,
farinha de mandioca, feijo, manteiga france/a,
matle, pao, loucinho de Lisboa, vinagre de dito,
velas de carnauba, ditas de espermacele.
Salo do conselho de compras navaes de Per-
< nambuco, 12 de junho de 1860
THEATMO
DE
SANTA ISABEL.
COMPANHIA LYRICA
DE
Sabbado, 23 de junho.
Primeira recita de assignatura e da primeira serie para ts camarotes.
Representar-se-ha a opera em les aclos, de Dollini :
As 8 horas em ponto se dar principio, e para maior commodidade 4o publico, o liiealro
estar aberto meia hora antes.
fixisiem ainda bilheies de camarotes e cideiras para assignarem-se, ou para serem vendidos
no dia do espectculo, desde 0 horas em diante Junlameult os de platea.
- -
\


m
C4SS1N0 POPULAR
NO
MAGESTOSO SALO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, vespera de S. Joo.
A socieJadc Cassino Popular, dar baile- neste
da c emprogara os mcios para que seja cora
sumptuosidade e brilhantismo, conta cora grau-
de concurrencia por alguns amadores do Cassino
se inleressarem no bailo desle dia, ser muntida
boa ordem do costme c observado o regula-
mento approvado pelo Illm. Sr. Dr. chefe do po-
lica.
Entrada para damas gratis, cavalhciros 2&.
Baile nacional
O administrador do salao do caes de Apollo,
faz scienle a rapazoada, que no dia 23, vespera
de S. Joao, liaver baile esplendido no grande sa-
lao. e bstanles enlrotenimentos nos intervalos,
como bem orles, dansas auguradas, polka, ca-
chucha e sollo Neste dia ludo est comraodo
rapazeada, assim como serveja, champanhe, pelo
preco mais barato possivel. Cavalhciros a 2a e
damas gralis.
Avisos martimos.
LEfXO
PELO
= Para o Araraty, o liiate Sauta Rila saho
cotu brevidade, linda recebe carga ; trala-se na
ra da Madre de Dos n. 2
fara o Aracaly
sabe o hiate Bcberibe ; para carga c passngei-
ros, tiala-se na ra do Vigario n. 5 com Luiz
Borgos de Cerqueira.
Tara Lisboa, sahir al o dia 10 de julho
prximo o patacho portuguez Mana da Gloria,
por ler grande parle da catga prompia : quera
nollo quizer carregar ou ir de passagcni, trala-se
cora os seus consignatarios Francisco Severiano
Rabello & Filho, ao lado da Assemblea n. G,
Segunda-feira 5 do corrente.
O agente Catr.ai.gofdra.|e|o 8egun.
da-fetra 25 do, correte, de urna casa de
pasto sita na ra da Senzala Nora n.
lo, a qi'.al consta de movis pertencente
a ines'.na, loucas, utencilio* de cosinha
e r^ais objectos. No mencionado dia as
1 lioras eni ponto.
LEILAO
A requerimentodeElisabsth Roberts,
e por despacho do Mu, Sr. Dr juizde
orph5os,o agenteHyppolito vender'em
leiSo o espolio do seu fallecido marido
J E. Roberts, consistinJo em guardas-
roupas, camas de casal, commodas de
Jacaranda' e muitos outros artigo. de'|v|.
gosto, e bera assim um exce'lente ca->
,_, MARIO DE PERNAMBOm--SABBAno 33 DE JNHO PE 1860.
dedo pipacom vinho do seu currega-
mento, sulliciente para realisar a quan-
tia de cerca de 30:000$ necessaria para
pagar sua. despezi neste porto : terca-
eira 26 do corrente as 11 hora em
ponto nornnazem all'andegado do Sr.
bario do Livrurnenlo no caes do Apollo.
Avisos diversos.
LIVIOS DE SORTES
PARA
sa
a
A Sibilla de Rajara ou sottes diverti-
uai para recreio das familias na t5o fes-
tiva noite ele S. Joao, contendo350 ver-
sos, nos qtiaes se prognostica o futuro
de cada um dos consultante?. Detodas
as advinbas conbecidas a Sibilla collieu
os maiores louros, sendo reputada co-
mo orculo dos destinos : vende-se na
ns.. 6 e 8 da praca da Inde-
biiolet americano, cavallos, Urna -xcel- |pendencia-
lentevacca solteira e urna pequea ly- O LVTO (lo Pag COn-
pograplua : segunda feira 25 docorren- prwrin s>a ,aeiimni.fl \ ,/A
te,aslll,orascmponto,naruadoTiaJleh?_0 2U aSSlimptOS, 6
Lisboa,
Vai sahir em poucos dias com a carga que
ver a barca
Vencedora:
qnem quizer carregar ou ir de passagem, para o
que lem encllenles commodos, dirija-se aos
consignatarios Cirvalho Nogueira & C, na ra
do Vigario u. 9, primeiro andar, ou ao capito
na praca.
piche, casa em que
tinha escriplorio.
LE1LA0
DE
Cear.
Segu com brevidade o pslhsbotc Santa
Cruz, rerebe carga a fele e passageiros ; a tra-
tar cora Caelano Cyriaco da C. M. no lado do
Corpo Sanio n. 25, primeiro andar.
IlPillffllil
DAS
Mcssageries imperiales.
Ate o fim do mez espera-se do Rio de Janeiro
o vapor fraocez Guyenne, coromandanle F.nout
o qual depois da demora do coslume seguir pa-
ra Bordeauxtocendoera S. Vicente e Lisboa, pa-
ra passageiros, encommendas o etc. a tratar
na agencia ra do Trapiche n. 9.
Roberts i sortes para homens e senho-
ras, seguidos de varias poezias
e charadas a 1#000 reis : Na
livraria n. 6 e 8 da Praca da
Independencia.
Novas sortes em folha de
papel a 80 reis cada folha, con-
i tendo 96 sortes para homens
le senhoras: vendem-se na
A rcqiienmento de Joao Antonio Coe I mesma Hvraria.
Ibo por si e como sesionarlo de Jos Joa-1
quim Pinto, e poi despa-ho do Exm. Irmandade do Senhor Bom
Jess das Chagas.
Autorisado pela rnesa conyido a todos
os irmos a comparecerem no consisto-
rio da irmandade no domingo 24 do
corrente pelas 10 horas da manhaa,
aim de reunidos em mesa geral proce-
der-sea eleeo da nova mesa que tera
de funecionar para o annode 1861. Re-
cite :-2 dejunho de 18G0.Joao Fer-
nandes da Cruz, primeiro definidor.
Francisco Alvos de Pinho, duraole a gUB
ausencia deixa encarregado da gerencia de sua
casa ao Sr. Joao Carlos de Lomos em primeiro
lugar, e em segundo ao Sr. Francisco Jos Al-
yes GuimarSes ; o por seus procuradores os Srs
deAndrade"10 Ual*'it0 e Domin8*> Rodrigues
Farinha
DE
IlMlI(g&
Espectculos lyricos.
BSiaimDMBfflSaOM.
k:4
de qualidade especial para
de Antones Guiinaiaes & C
bla n. 19.
mesa : no armazem
, no largo da Assem-
juiz de oipliaos o agente Hyppolito
'" Silva fara' leilodeum sitio na estr
REAL COIPANMA
inglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em dianle o va-
por Portugal, e depols da demora do coslume
seguir para os porlos do sul. Passageiros etc.
a tratar cora os agentes Tasso Irmaos.
Para o Aracaty.
Segu com a maiorbrevidade possivtl o hiate
Gralidao. por j ter a raaior parle da carga
prornpla ; para o resto e passageiros, dirijam-se
aoPasseio Publico n. ti, ou ra do Cordoniz
n. 5, casa de Pereira & Valente, no Forte do
Mallos.
ifl
Riode Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Al-
mirante pretende seguir com rauila brevidade
lem parle do seu carregamenlo promplo ; para
^e l' u" 'ala"Se cora seu consignatario
Aze\edo>& alendes, no seu escriplorio, ra da
da
ada
nova do Cacln.nga' fazenclo esquina com
a estrada da Torre, com algumas fruc-
taeiras, cacimba com tanque, trras
proprias para plantacoes, tres cafas
terreas de taipa cahertas de telha : Sab-
bado 23 do corrente as 11 horas cm
ponto no seu armazem da ra do Im-
perador n. 35.
LEILAO
DE
lima loja de ferragens.
A requerimentodos deposi-
tarios da massa fallida de Li-
ma & Martins e por despacho
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito
especial do commercio, o
agente Pestaa far leilao das
ferragens, miudezas, cutile-
rias, armamento e armacao
existentes na loja da ra No-
va a. G t oobbado 33 renle, sllhorasda manhaa
em ponto na mesma loja.
clade.
A baroneza da Victoria, seus
filhoi Jos Joaquim Coelho, Joa-
quim de Gusmao Coelho, Horacio
de Gusmao Coelho, Demetrio de
Gusmao Coelho, Virgilio de Gus-
mao Coelho, Joaquina de Lemos,
Guilheimina Rorges Diniz, Amalia
de Freitas Henriques e Olympia
de Gusmao Coelho, seus gen ros e
ora Joao Hermenegildo Rorges
Diniz, J ao Pinto de Lemos J-
nior, Joao Antonio de Araujo Fre-
tas Henriques e Adelaide^ Rodri-
gues Coelho, agradecem cordial-
mente nao $ as pessoasque sedig.
narara acompanhar o cadver do
tenente general barao da Victoria,
eti presado esposo, pai e sogro. de
casa de sua residencia no Mondego
a igreja de N. S. da Conceicao dos
Militares, e no dia seguinte assis-
tiram ao fuueral qu se celebrou
na dita igreja, ed'alli acou.pinha-
ram o fretro ao ccmiteiio publi-
co, se nao a telas aquellas que
Ihes deram provas de pezar pela
mor le do ^mesmo tenente-general,
e as convidam a que Ihes lacam a
honra de assistirem a missa do s-
timo dia, que se ha de rezar as 7
horas da manhaa de 26 do corren-
te, na igreja de N. S. da Concei
cao dos Mlitares, pelo
eterno de sua alma.

GRANDE ARMAZEM
Rua Nova n. 47, junto a igreja da Con-
jip ceicao dos Militares.
^nrtilCl?"Senad,JC?-d^0ffi.?nade$te meditado armazem o ha..
M ?Jt,taF?'corfeA.iAvellar, antigo contra-mestre do fallecido ^
?,3nel i0Jf Fcrre'ra- ^peitavel pubhco continuara" a en^ ^
^ T Cm d,t armaiem um grande e variado sortimento d<
ees
SSS9
?.55Cs
<^
5<
ibil
!&

g pardo, brancoe de cores, coiletes de ^S^o^SS^^Z m
*M 5253SS e $et,m ?,e, e blanC' dit08 de mc" P luto !
-^ ditos de fustao brancoe de cores, paletots,

ffiS ----------wcuccuita, paietots, casacas, jaquetas, calcas
^ e Z vea Sr3 men,ln0S dC 6 f/2 aUn08' Ca'"i8a' *^> chapS st
e grvalas pretas e de cores, libre, par., ciados, fardamentos La
gA a guarda nacional da capital e do interior. P g
M reitn P^m?tam"Se beCa$ Para ^barBadorM, lentes, juizes de di- ^
M ni m"mc,Pae8fP^o^eS, e vestidos para montarii. Xaoagra- ?ft
,aasaCr,P 0ra'SUTS d^roupas feitas se apromptaiaoV I&
^>>>3 t.asa seu goto, quer com fazenda sua ou do arma/em nara o ano 6^
|p tem colindo, e habis ofllc.aes, dando-setoda e quZue ruSa^ lg
^| da convencionado. M fd no ^^
ipi7r*TiTnWsM *! ii----------------------- ^S
LEILAO
DE
Manteiga franceza
PELO GEME
PESTAA.
O rpfcndo agenle f.ir leilao por ronla de auem
perlcncer, segunda-feira 25 do crreme, s 11
horas da manhaa do armazem do Sr.Annes de-
fronlc da alfandeea *
m.
20barriscom manteiga franceza superior.
40 nicias
ni o navio.
Cruz n.l.
Para
Aracaty
Hiale Scrgipano ja lem parle da carga, para o
resto trala-se com Marlius & Irmaos : rua do
Madre de Dos n. 2.
Leiles.
com dita dita desembarcados do ulti-
ama
Para senhoras. gg
H Recebeu-se pelo paquete fiancez Bonr- &
J5 us Bdouine [capas para passelo c salii-
LOJA DE MARMOKE. K
A 16^ a duzia.
Na rus da Madre de Dos, loja n. 36 A, ven-
dein-so camisas franceza. brancas e de edres a
16 a duzu e urna a 100. laazinha de cuadros
para vestidos de senhoras a 230 ts. o corado.
X 3#&00 o 2#800.
Qrf!ne,0J?1Mc.eMud.Ran8a amarella muilo fina a
9Rnn dao8ce.bn'"l'o escuro., francezes, a
OUO^. na rua da Madro de Dos n. 36 A.
O abaixo assignado avisa ao Sr. Jos Ro-
drigues treir, que tenha a bondade de ir lirar o
penhor que tom na rua do Amorim n. 36, no
prazo de 8 das a contar da data deste, e nao o
e jnhoPded5. "^ a0 raCSm- Reeife' 22
Antonio Jos de Sampaio.
Precisa-se de um feitor para o ensenho
Mussup.nho, distante desta praca seto legoT
prefenndo-se portuguez da lha de S. Miuel :
quem se julgar habilitado dirija-se ruado Li-
010' l0'a 8. q^ achara com quem
ratos de HaYana.
ri^tfe^W Ci'banas e -*- -anas legit-
e
Semea
O agente Hyppolito da Silva avisa a
todas as pessoas que arrematararn mo-
vis e joia* no leilao de Claudiano Oli-
veira, no Manguinho, tenham a bon-
dade deretirarem os objeclos arrema-
tados boje at as 6 horas da tarde, ten-
do em vista, a. condiccoes do rclerido
leilao.
LEILAO
DA
Escuna Linda.
ga-
PELO AGENTE
TMM.
O referido agente fara' leilao por con-
ta e risco de quem pertencer. terca-
feira 26 do corrente ao meio dia *m
ponto na porta da associocao commer-
cial
_ DA
fcscuna Linda, com mastros, ma.tareo.,
fl'!!lrr!|f' pauno'' PrrJd encavi- A requerimentTdo o
Ihada de cobre nao s o caK:0 como gusto Boanssier da barca franca Ab
fundeadanoancoradouro do fabrico por autorisariSo e confanqa do Sr nn
onde^o. pretenderte, poderfio exa- Sde Franca*, o agente fly^oT"
Silva vender' em leJo urna quantida-
A prazos e com
rantias.
RUA DA CADEU DO RECIFE N. 55.
A renuerimento dos deposituios da
massa fallida de Claudiano Oliveira e
despacho do Exm. Sr. Dr. juiz especial
do commercio, o agente Hyppolito fara'
leilao das fazendas, armacao e dividas
em u lote, sob propos'ta, a prazos
e com garantas : terci-f ira 26 do cor-
rente as 2 horas da tarde na mesma
loja.
Consulado de Franca
Leilao
de superior qnalfdade, e muilo propria para en-
"J,l,,nCS 5 sacMs grandes ; no ara,a-
AsTembernniS9.GU,maraCS & '" da
Palha de car-
naba
no
por barato preco, em porces ou a relalho
da Assemblea n. 19. "
ATTENCiO.
Vender prohibido, divertir
nao.
Na abobada da Penha, casa n. 35, ha quem in-
culque urna pessoa que lem para vender muilo
boas pistolas. Unto brancas como de cores oor
preco commodo ; as pessoas quo pretenderen,
diverlir-se, diujam-se a mesma casa, que sero
brevemente despachadas.
Pennas de cma.
.endem*Se pennas dp emanara espnnadores
assim como superior peixe secco em porcao na
rua do Vigario n. 26. segundo andar.
IW A"?a a co,lefa Jas le's na defronte da matriz. '
r,a7nV^7d^Se0a^na^erad0sa, da roalmno-
nmm^- '' 'nUl18 Cn,a '1,,e:n f0P', pelos
n?S?OS- d\ aSa e garanlia : 1"em vei"le o
proprielano da casa.
Urna scniora solteira e honesta se ofTerece
para ensmir em casa particular de qualuuer ra-
milla nesla cioadc, ou em seus airabaldes a
primeiras letras na frrna dos estatutos das "au-
las publicas, assim como todas as qualidades de
costuras simples c bordados, para o que oar
nanea a sua conduela moral : podo ser procura-
do na rua da Penha n. 17. segundo andar
O abaixo assiguado, encarregado da desin-
foccao como dee constar aos senhores inspecto-
res de quarteirao, pela circular do Illm. Sr. Dr
. x f p?lle'a ."8 ""hores subdelegados
qual datada de 10 do maio corrrnle, faz sciu-
ie aos senhores inspectoras, que logo que ae de-
rea casos de angina, escarlatina e oulras moles-
tias que grassam epidmicamente, avisero no
mesmo abaixo assignado para mandar proceder
a desniecsao como por ordem superior foi deler-
minado.ios Rocha Prannos.
Prcciaa-se de um forneiro; na rua da Sen-
zala Ne-va n. 30.
Eiras & Iroo declaram ao publico o ao Sr
arremaUBle dos espirito* nacionaes, quo desde
da ultimo de juiho deixain de vender bebidas
espirituosas era sua taberna sita na travesea do
pateo do Paraizo n. tfi; e para que depois nao
se chamen! a ignorancia, faz o presento an-
ou ocio.
Padre Fhaaiaz CoeWie Eslima val a Por-
Ingal.
Francisco klv-e* 4e Pinho ai ao Cear no
prximo vapor,
Fazendas finas
roupa feita.
Auguslo & Perdigao.
Com loja na rua da Cadeia do Recite n. 23
venden, e dao amostras os seguintes fazend.ia
Corles de veslidos de seda pretos e decores
Cortes de ditos de barege, de larlalana e de ga-
ze de seda.
Cambraias de cores, brancas e organdys.
Anquinhas para saias, saias balao, de dina, ma-
dapolao e bordadas,
.encosde labyrinlho do Aracaty c rancezes
Chapeos amazonas de palha c de seda para se-
nhoras e meninas.
Enfcites de froco, de vldrilho e de flores.
IVntes de tartaruga, imperalriz e outros gostos.
Manguitos e golas, ponto iuglez, francez c mis-
sa nga.
Vestuarios de fustao, de l c do seda para
enanca.
Manteletes, taimas c peleiinas dedifferenles lua-
lidades.
Chales de tonquira, de merino e de la de pona
redonda.
Luvas de pellica brancas, pretas e de cores,
vestidos de blond. manas de dito, capellas o
uores solas.
Progresso na cidade da Victoria
c?
DE
e espartilhos
Sinturoes, camisas de linho e
son hora.
Perfumaras finas, sabonetes e agua de colonia.
Casacas, sobrecasacas e paletots de panno preto
c de cor. '
Paletolsde alpaca, do seda e de linho.
Calcas de case-mira do cor. pretas e do brim.
Camisas de madapolao, de linho inglez e de laa
Seroulas de linho e de meia.
Malas, saceos, apelreixoi para viagem.
Chancas para invenios, bolinas de Meli c oulros
fabricantes.
Chapeos do Chyli. de massa o de fultro para ho-
mem.
Charutos manilha, havana. Rio de Janeiro e
Baha.
Francisco Xaxier detalles Cavalcante de Almeida
NO
Pateo i\a Fcira.
0 proprieiario desle eslabelecimenlo, como se scha cora um granJe o completo sorti-
mento. tendente a molhados, ferragens e miudezas convida portento a lodos o. moradora,
desta eid.de da Victoria, senhores de engenho e lavradores queira.n manjar suas
vU,nTn,S .Prsresso d, P"*> d Fei". P< ahi enconiraro o bom e barato,
Ca K! T reS,Vld a Ve"d6-' tan' tm r0SS0 como a relall'. Pr nano;
do que era oulra rjalquer pane como sejam :
JtoHi T;rae'0da d.e 2 '"8 a 140- frascos "ora d.fferentcs qualidades de doce
por 29000, latas de soda contendo nove qualidades a 2*000, azeiionas muilo novas.
gl-assas de ditas, vinho de todas as qualidades de 50T a 2,51000 rs. a garrafa, licores
rancezes de lodosas qualidades, champanhe, conhaque do ditas, louca Hn., azul.pinlada.
| e branca de todos os padroes, ameixas era compaie.ras e em latas a 19000 rs. libra
P latas de ne.xe de posto por 2*000 rs banha de porco refinada, aramia, fallas, boUchi-
| tilia ingleza bisco.luil.o, e oulras ll qualidades de mas, finas, massa de tomate em
ltase a relalho, lelr.a, macarrao, lalharim a 800 a libra, verd.deir. gom.na do ararula
insenso de todas as qualidades, espirito de cravo, canella, e alfazema, verdadeiros nenies
aa imperatns, e de tartaruga de 9*000 a 109000 cada um, tranca e franja de seda fe-
| cbadoras de broca, pregos em quanli lade de lodos os tamaitos
i muitos objectos que por se lomar enfadonuo deixa de os mencionar.
e qual i lados e oulros
Anna Maria dos Anjos, Luii de Franca
"ulo, Anna Francisca de Salles. Manoel
francisco de Salles, aymundo Nonato da
oliveira Sonto, Adelaide Francisca do Sal-
les. reoassados da mais pungente dor pola
morlo do seu presado filho, mano, cunha-
Oo, sobrinho e lio JS6 do Araujo Souto.
vem pelo presente agradecer a todas as
pessoas que se dignaram assfslir ao enterro
c acompanhar o seu cadver ao cemilerio
publico, e com eppecialidr.de a irmandade
.e.> s. da Conceicao ros Mililares.e pedem
despulpa a todas as pessoas que nao foram
positivamente convidadas.
Lcmbranca aos esqueci-
dos.
Manoel Jos do Nascimenlo e Silva, a inda pela
ullima vez roga a lodas as pessoas que Ihe es-
lao devendo gneros que compraran, para seus
alimentos, em seu antigo oslabelecimenlo da rua
da Cadeia do Recife n. 23, defronte do hecco Lar-
go, de vir pagar o que devem al o fim do cor-
rele raez de junho, e nao o fazendo, passarioo
ser chamados pelo Diario.
No dia 26 do correlo, as 9 horas da ma-
nhaa, depois da audiencia do Sr. juiz de paz de
>. Jos, na porta de sua residencia, na rua de
Santa Bita, lora do arrematar-se um quarlo pe-
drez, carnudo e carregador baixo, muilo novo e
fono, avallado em 60, por execucao de Lal &
Carreiro conlr Miguel Moreira de Almeida. lCr-
ca-leira.
Compra-se um eseravo que saiba cozinhtr
e que seja de bonita figura : em Fora de Portas'
rua do Pilar H3. '
Compra-sena rua estrea Jo Rosario n. 4,
urna pequea poreio de cabros e qualidade'
embor* wjnm servid, de andaime.
Sodr (k C.
Kua eslvcVta do Wosav'io
numero II.
Avisam aos seus froguezes quo receberam
manteiga refinada era frascos, e amendoas con-
ieit3das. lulo de supeiior qualidade, viudo pelo
vapor Guieno. r
= O juiz de direito aposentado I..., e abaixo
assignado, prope-se (como ultimo recurso'.
dentro da esphora de suas habilace*) a exercer
a nobre e sublime profissao de advogndo ou
seja cspecialmnnla no foro e tribunaes desta'ca-
pital, ou seja no de qualqucr dos termos c co-
marcas da provincia. As pessoas quo se quize-
rem utilis.ir de seus traeos prestimos, o podero
procurar em todos os dias que nao forem sanios
ou feralos, desde 83 9 horas da minha at as 3
oa larde, na casa de sua residencia actual, na
ruaoutrera do Collegio c hoje denominada do
Imperador n. -12. e extraordinariamente em outro
j qualgucr dn e hora : assegurando a todos quan-
I tos se dignarern assim honra-lo e favorecer, nao
so toda a diligencia e desvelo no desempenho de
ao importantes deveres, se nao tambora urna il-
Iimilada gralidao. Outro sim (permitla-se-lhe
declarar mu explcitamente) que patrocinar
praw a quera quer que nao esteja as circums-
lancias de renumerar seus servicos.Jos Fran-
cisco Arroda da Cmara.
Precisa-so de um pequeo de 12 a IC an-
nos para caixeiro de taberna : a traiar na la Dt-
reita n. 95.
-- Roga-se ao Sr. F. O. C, haja de ler a bon-
dade comparecer na casa n..... sila na ruadas
Trincharas, aim de pagar um objecto que o se-
nhor nao ignora o motivo por que se lornou de-
vedor. Advirto-o para nao ler o descosto de ver
o seu norne por extenso neste jornal.
Sociedade
V ivo Rene Vicente dos Co-
cheiros em Pernambuco.
Siio convidados todos os senhores socios effec-
tivos para se rcunirem na sala das sesses, hoje
23 do correle, as 8 horas era poni da noite,
afim de Iratir-se do negocios de interesse.
Secrelana da sociedade unrao Bcneflciente
dos Cocheiros em Pernambuco 22 de junho de
1860.Damasio Miranda de Souza Coulo,
1." secretario.
Molequc.
A 5,000 rs.
Vendem-se a 5fl, saceos com milho : na roa da
cadeia do Recife n. 3.
Azeite de carrapa-
to purificado.
Ceolioua-se a vender por caada o por garra-
fa ; oa jua dos Guararapes o. 00, em Fra de
Vende-se por preco coraran lo um bonito rao-
leque de 10 a 12 anuos de idade, proprio pan
aprender um offlelo : a possoa que pretender,
pode dirigir-so a rm do QuoimaJo n. 4, loja do
ferragens de Mgalh.*c. & Maia.
Compra-se um oser*vo ou moleque ; na
rua da Imperalriz oulr'ora alerro da Boa-Vsta,
ci3a n. 37, no segundo ou lercciro andar.
Vai a quem tocar.
1." proverbio, cada um d o que tera.
2. quera por si rae julga por ccrlo me nao
olTende.
3. quem mais pede menos alcanca.
Agora acrescenlarei: a raposa querendo comer
das uvas que Dos tinha posto em bom p, e ao
depois de ter usado de todas as estrategias, c ler
pulado a nao mais, disse. es'ao verdes, 'sao da
pessima qualidade e de cor. e por isso nao as
quero. Com isso fica satiefeilo quera v muito
ouve mais, e falla pouco. '
Attenco.
o
Ura mor;o brasileiro, com pralica de6nnos de
commercio nesla praca. e ha pouco desarruma-
do, se offereco para lomar conta de urna casa
commercial de fazendas por bataneo, presta flan-
ea e garante o bom desempenho de sua profissao-
quem de seu preslimo se quizer ulilisar, dirija-e
a rua das Crnzcs n. 41, loja, deixando seu nonio
e residencia para ser procurado,
I) Senhorinha Joaquina de Almeida Leal
viuva do seu finado marido Manoel Carneiro'
Leal, esl procedendo o inventarlo pelojuio dos
orpliaos, esrrivo Brilo : as pessoas luesejul-
garem credoras do mesmo casal, qoeiram justi-
ficar para serem atlendidos as parlilhas.
O Illm. Sr. regedor do gyranasio manda
avisar aos pas, tutores ou correspondentes dos
alumnos internos, raeio pensionistas o externos
do gyranasio. que no dia 22 do cbrenle princi-
pia o recebimeulo das mensalidades correspon-
dentes ao lercelro quarlel do 1.- do julho ao ul-
timo de setembro do corrente. Secretaria do
^H^-^eario! kT.C^'1 ^
Carros fnebres.
Agr, administrador desle eslabelecimenlo silo-
era um armazem perlencentc ao convento de S
Francisco confronte a casa do Illm. Sr, Dr. Sar-
ment, tem determinado aos boleeiros da co-
cheira que administra que quando forem osear-
ros oceupados com os cadveres, que vao a pas-
so : pede, pois, aquellas pessoas que alugarera-
ditos carros, que quando os boleeiros se furta-
rem a cumprir o que tcm determinado, que o
avisera para providenciar; assim como, ag horas
que fixsrem paro o enterro nao seja espassada
para que nao apparecara reclaraacesda parle da
outros que lera concordado em hJras raaisadian-
te ; agndecendo ao mesmo lempo ao publico e
aos seus amigos a cooperario e conanca que lite
tem prodigalisido. *
-


DIARIO DE PERNAMBCO. SABBADO 23 DE JNHO DE 1860.
aracteffolfeliogvAfibtai; CASI LIISO-BIMSLEIRA,
pcvnAmhucauA. j % Golden Square, Londres.
Domingo, 24 do corrcnle. s 11 horas do da, J- G- OLIVEIRA tendo augmentado, com to-
havor sessao do consclho director, no lugar do ( mar a casa contigua, ampias e cxcellcnlea ac-
C"w(L. h. ... t un ; Comrnoda90e8 para muilo maior numero de hos-
secretana da Associacao Typographica Per- nRAaB *
nambucana, 21 de junho de 1860. ;peaesde novo se recommenda ao favor e lem-
J. L. Dornellas Cmara, Drnca dos scus amigos c dosSrs. viajantes que
1 secretario. visitera esta capital; continua a preslar-lhesseus
safd 3?u rilT,, ,n.vern,i,ria.ul0 d0 c" servicose bons officios guiaodo-os coi todas as
sai do tinado Marcohno de Boria Geraldafc convi-1 .
da a todas as pessoas paiz, etc.: alm do portuguez e do nslez falla-se
na casa o hespanhol e francez.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel?.
JoUnston t C ra da Senzala Nova n. 52.
Francisco Jos Arantes previne a
seus freguezes, que mudou o seu arma-
zem de materiaes da ra do Imperador
(antiga da Cadeia de Santo Antonio) pa-
ra o pateo do palacio da presidencia
lioje Campo das Princezas, ao lado da
repartidlo das obras publicas.
? f-3* Uecebeu-se pelo paquete |
? francez novos vestidos de oiranlique e
M grode-fric, mantcaux para sabida dethea- $=
% tro e muitos objeclos de novidade pro- g?
$ prios para scnboras sfe
m Lojade inaroiore.
Na ra da Cadma do Recife n. 38, primeiro
andar, precisa-se fallar ao Sr. solicitador Mauoel
Pereira de Mngalhcs.
O Sr. Andr Alvos da Ponseca Jnior queira
por favor ir ou mandar a ra Nova, loja n. 7, a
negocio que nao ignora.
do fallecido, a apresenlaiem ao annuncianlc, na
ra da Cadeia do Recife n. 31, seus ttulos afim
de seren devidamente avallados.
Precisa-se alugar urna
cscrava.
Quem tiver e quizer alugar urna cscrava para
casa do muito pouca familia, tendo as qualida-
des seguintes: que seja muito fiel o humilde,
que cozinhe soffrivelmenlc; dirija-so a ra do
Queimado n. 46, loja, ficando o senhor responsa-
vel pelas qualidades exigidas.
O bacharel Antonio Luiz Cavalcanti de Al-
buquerque vendo, com autorisaeo de sua mai,
alguns terrenos para edificar.m. siilio onde mora,
na ra do Palacio do Bispo n. 1.
__ Qncm precisar de tres escravos por alugucl.
dirija-so a ra do Hospicio, priroeira casa do la-
do dircilo, passando a Faculdade, que achara
com quera tratar.
Saino a luz o 3- iomo ^a biogra-
Iiluas de alguns poetas, e outros ho-
mens Ilustre da provincia de Pernam-
buco, pelo cotnmendador Antonio Joa-
quim de Mello. Contem as biograpliias
de Luiz Francisco Je Carvalbo Couto,
Jeronyino de Albuquerque Maranliao,
Alvaro Teixeira de Macedo, e Joao
Antonio Salter de Mendonca ; versos,
entre os quaes 30 odes anacrenticas,
utna noticia intersate do levante de
Goianna em 1821, e noventa e dous
documentos inneditos. Por ora em
raao do autor.
O Dr. Joao Ferreira da Silva mudou-seda
ra do llangel para a do l.ivramenlo u. 26, so-
brado do Sr. Manuel Enarque de Macedo, defron-
te de sua antiga habiacao. A grande pralica de
nuscultarao reconhecida por quasi lodos os seus
collegas desta cidade lorna-o reconiinendado no
diagnostico das molestias dos pulmoes c do cora-
cao ; assim como para verificar o estado de sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operacoes que
lia fiito com bom resultado em o pxcrcicio de
inais de 20 anuos, se julgn habilitado para prali-
car toda c qiialquer operacao cirurgica por mais
delicada c dilTicultosa que'eja.
iiollinhos.
Bandejas enfoiladas com diversos goslos, dos
melhoresbolinlios do nosso morcado, em porfi
de libras ou a relalho, que conservam-.-e muito
para embarque au viagom ; as-m como pudins,
pastis de nal, crome, lorias, ou oulra qual-
quer pastelera para desserl: lambem preparar-
se bolos linos para o lempo de S. Joao e S. Pe-
dro, das meihoies qualidades da massa molbada
e secca superior, ludo com o melhor asscio, e o
maia em corita do morcado, dirija-sc a ra da
Penda n. 25. para tratar-se.
SLiss de francez e]
piano
Madcmoisello Clemence de Hannetot W
!s de Maimevillecontinua a dar licos de $
p francez e piano na cidade e nos arrabal- **
| des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar. j*
mwam m$m %m?m sssm sksm I
ynraa
S OENTES
AIM II IC IAI *.
!Ruaestreita do Rosario n. 3
Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar-
tificiacs pelos doussyslomas VOLCANITE, &
dj chapas de ouro ou platina, podendo ser @
procurado na sobredila ra a qualquer <$
hora. **
&&S@ @$$@
Iloga-se jos Srs. devedores a firma social
de Leile & Cor rea em liquidado, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado o. 10.
Por un corte de cabello e
Irisamenlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomte acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, o um oulro viudo de Paris. Esto estabele-
cimentoest boje as inelhores condices que
possivel para salisfazer as cncommendas dos
objeclos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rosetas, etc., etc., ca-
balleras de lodo a especie, para horneas o se
m& m pmaii m
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos presos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortos de rostidos de soda prclos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de coros
Roraciras de Gl de soda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples prelo bordadas
com roco
Grosdenaples de cores com quadriuhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1} e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
dres, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlromeios bordados
Mantas de Monde brancas o pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Loncos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemirasidem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodos as qualidades
Enfeitcs de vidrilho franceses prelos e
de coi es
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de coros
. Saias balao de varias qualidades
1 ltela rxo, covado
s
8
5
1200
8
3000
19500
IO9OOO
16i000
19000
*'
9
9
9
9
8
8900
9
9
(640
9
tpadas e transparentes,
cores para
para
claras e escuras, co-
%f:
Roga-se ao
Azcvedo. que
SKSIS c42'?g3$je6 Sr- fteaourelro das loteras manda Inzer pu-
Sr. Antonio Francisco de 'Jg I '',ic0 'i" se acliam venda, lodosos dias no es-
levou em 19 do abril dous M f'ij.torio das niesmas loteras na ra do Impe-
^S pares de brzeguins para senbora (am*s- $. i rai),ir 36, e as casas commissionadas pelo
t tra) queira lovar a mesma toja o seu im I mesmoj Sr. thesonn-iro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 10 e na ra Nova n. 56, os bi-
llietes c meios da ultima parle da oitava e pri-
meira da nona lotera da matriz da Boa-Visla
desla cidade cujas rodas devoro andar imprele-
rivelmente ncvdia 7 de julbo prximo futuro.
Thcsoiiraria das loteras 16 de junho de 1860
J. Al. da Cruz, esirivo.
porte ou a fazonda.
Dinheiro
sobre penbores, por mdico juro ; na ra do Li-
vramcnlc). sobrado n. 19, se dir quern d.
Joaquim Alves Nuncs relira-se para a Eu-
ropa, a tratar do sua saude, levando cin sua com-
panhia um criado.
Antonio Pires de Olvcra.faz publico o pelo
presente scienlilica ao Sr. arrematante das aguas-
denles,que do fim do presente mez em diante de-
xa de vender esse genero na sua taberna sita na
ra da Praia 11 2. Recite 18 de junho de 1860.
Na ra Direita n. 84, precisa-se de um for-
neiro para urna padaria na cidade da Victoria,
que trabalha pouco.
Na padaria das Cinco Ponas n. 106, come-
r a haverdesegunda-feira em diante, pao ame-
ricano fello por um padeiro que chegou ha pou-
cos dias e vista da fazenda se ver a qualidade
comecar haver das 4 horas da (arde s 9 da
noite.
Frlz Hofmarin val para Baha.
Manoel Jos da Silva vai para o Aracaly.
Fabrica de tecidos de al-
Rccobeu-se pelo ultimo paquete boni- jjf-
las msicas para piano: na la Nova \
n. 43 M
Lojade marmore. B
godo.
!\ova ftindifo de ferro
e
TVua do Rvuiw \\. CL,
James E. B. Spears.
Nao lendose no dia 21 do corrente reunido
numero sufcienle de accionistas para ser a as-
sembla geral aprcsenlada pela commisso li-
quidadora, a coala do final de seos Irabalhos, de
novo a commisso liquidadora convida a ludo
os Srs. accionistas a apparecerem no dia 26 do
correle pelas 10 horas da manha na ra Nova
n. 38, primeiro andar, aflu de que a assemblca
geral possa examinar todas as tontas o ordenar
o ultimo dividendo. Oulro sin. dito exame ser K@M9SKSI3^9eK9l9eMS931
jm quabiuer numero de accionistas pro-||g f^___|^i 1 II M
Fundidor machinista o engenheiro encarrega-
se de qualquer obra, assim como sentar vapores
de todas ai qualidades para senaria, refinaco,
fabrica de sabio, machinas para amassar pao,
para moer mandioca, ludo por proco commodo,
e concerla alvareogss, bombas, \apores, e toda e
qualquer obra.
seo tea
Offerecc-se um caixeiro para cobrancas aqu
ou mesmo para a malo, o qual teni andado em
cobrancas daqui al as Alagis e Parahiba, d
fiador a sua conducta pessoa estabelecida nesta
cidade : quom do seu presumo se quizer utilisar
bote sua carta firmada nesta typographia.
Pergunta-sc a quern sabe
responder.
So admissivel os guardas da alfandega te-
rem o bote a bordo da segunda barca de viga
para servir a navios estrangeiros que esto ojn
descarga ourgando os caixeros das casas
glezas I he dar servico.
Lim curioso.
111-
l DENTISTA FRANCEZ. 2
>. Paulo Caignoux, dentista, ra das La- 3
> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <
-i
^ p deutifico.
X LO. JJ.AAA. AAXi AA AAAi. A lli.Ali.jr
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na rus do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
Dentista
nlioras, lava-se igualmente a cabega a moda dos Chitas francezas
Estados-Unidos, sem dcixar urna s pelcula na vado
caboca dos clientes, para salisfazer os pretenden- ^?,sas. ffances de cores, ven
tes. os objeclos em cabello serio feitos em sua | ^*aeroS eS8U de Unh m"
presenca, se o dosejarem, c achar-se-ha sempre : Um completo sortimento de ronpa feita
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e "
penlcar as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o cxccllenle leile virginal de ro- ;
sas bianca para refrescar a pelle, tirar pannos1'
sardas o espinbas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar c fazer crescor os cabello
assim como pos imperial de lyrio de Floronca
para horluejas a asperdades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
colletes, calcas de muilas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos do linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de usto brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sortimento de fazendas
Eara vestido, seda*, la e seda, cam-
raia e seda tapadas e transparentes.
covado
Meias cruas brancas e de
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas,
menino
Vclludilho de coros, covado
Velbulina decores, covado
Pulsoiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de Iu-'as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de coDclc de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito Cnos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezitas ousombrinhas de seda com
molas para senhora
39500 j Sapalinhosde merino bordados proprios
para baplsados, o par
9 | Casinetas de cores de duas larguras mui-
CflOO to superiores, covado
S500iSetim prelo,encarnado e azul, proprio
BM i Para forros, com 4 palmos de largura,
8280 I fazenda nova covado
*500 j Setim liso de todas escores, covado
o LenC0S de gorguro de seda pretos
58OO | Relogios e obras de ouro
^^ i Cortes de casemira de cores a
9
89500
9
9
9
8
9
8
9
19600
320
1C200
9700
gooo
ljOOO
^HKM-H-HWmi
EAU MINERALE
Deposito
MtB
NATURA LLE DE VICHY.
na botica france7a ra da Cruz n.22.
m
Troca de casa.
Troca-se um primeiro andar em boa ra en
Santo Antonio, que paga dcaluguel 218 mensaes
por oulro as niesmas condices, e que seu alu-
gucl uso exceda de 359 a 40$, e que lonha cora-
modos para familia : a tratar na ra do Crespo-
numero 13.
Precisa-se de um moco com boa pratica da
pharmaca : a tratar na majo Livramento 11. 28.
* Andrcw Teplcr, sua senhora e 2 meninos,
subditos inglezes, retram-se para a Europa.
Constan (emente
compra-se, vende-so e Iroca-se escravos : na na:
Direita n. 66, escriplorio de Francisco Malhias
Pereira da Costa.
Ur. Cosme Me Sa' Perelrn
|de volt? de sua viagem initructi-L
ftiva aiuropa continua noexer-ll
|cciode8ua proGssao medica.
^ Da' conguitas em seu escripto-l
^rio, nobiirro do Recife, ra da!,
|Cruz n. 53, todos os dias, menotf3
.nos domingos, dede as Ghoiaij
It as 10 da manhaa, sobre o$|
^seguintes pontos :
ll'. -Molestias de ollos
I*. .Molestias de coracao e de(
3 peito ; i
R3-. Molestias dos orgaos da gcra-SJ
90, e do a us ;
V". Pratica ra' toda e qualquer
o)erac^ao quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento do?S
seusdoentes. $
O exame das pessoas que o ccr.-1
Ksultarem sera' fcito ndistincta-
Cimente, e na ordem de sua? en-
f|trt das; fazendo exc(f rao os der n
^tesde olhos.ou aqueles que pej g
Kmotivojustoobtivermlioia rcav |
j[cada para este fim.
A applica^ao de alguns medicj
mentos indispensaveis l^casos, como o do sulfatode alio ~
l^pinaetc.ysera'fetto.ouconccdidc a
^gratuitamente. A cenfianra que
Knelles deposita, a presteza "de sua &
Eaccao, e a necessidade prompta
fede seuemprego; tudoquantoc
*|derhove em beneficio de seus
%doentes.
^te^U^nr^f^ETnSer
SIS e -W-W- e quom os w^^TlSS^ffS
Assignatur. de banhos fros para ma pessoa por mez.....
_ mornos.de choque ouchuviscos por me
___________s^riPs .y r.rtne..< o banhos avnlsos aos creeos annunciadoa.
ogooo
ISoOO
i
DE
m il5-Rua Nova15 |
^, Frfederico Gauticr. cirurgio dentista, j,
^ faz todas as operacoes da sua arlo e col- |g
loca denles artificiaos, ludo com .1 supe- aj>
rioridade e perferao que as pessoas en- |g
t tendidas Ihe reconhecera. to
^ Tem agua e pos donlifricios etc. fg
Sociedade de sel-
leiros.
Roga-se aos senhores socios dcsta til socieda-
de que se dignem ir ver as machinas de coser,
proprias para esteofiicio : na ra da Imperatriz
numero 10.
GKANDE
Fazendas e roupa feila
POR MEDIDA.
Na loja earmazem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello*
IVua Ao Queimado n. 39,
em sua loja de. 4 uovtas.
Tem um completo soilimenlo de roupas foila3
e por medida a vontade dos freguezes: caigas de
casemira e de biim, colleles do diversas quali-
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor-
liiiicnto de paleols de panno e de casemira, al-
paca, laazinha, riscadinhos e de brim, que ludo
se vendo por pre.co commodo ; um completo sor-
llnieiilo de chapeos prclos do seda para homem,
do superior qualidade a 10#, ditos de castor mui-
lo superiores a 16$, chapeos de sol de seda in-
glezes dos mclhorcs que leni vindo ao mrcalo,
ditos francezes de diversas qualidades, ditos de
panno grandes e pequeos, cortes de vestidos de
seda de variados goslos para diversos precos, um
completo soilimenlo de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, ludo por preco commodo ;
chaly de soda e la de goslo mais apurado que
tern apparecido a 1)280 o covado, chitas france-
zas muilo superiores de 260 at 410 rs. o covado
de goslos muilo delicados : um grande sortimen-
to do fazendas francezas olnglezas c allomas que
seria impossivcl aqu se poder mencionar com
precos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais em conta que em oulra parte sendo
a dinheiro.
Collegio de Bemfica,
estabelecido na ra da Aurora, edificio contiguo ao do
collegio das orphaas.
O director desle d'esle eslabelecimento participa que no mesmo se ensinam as disciplinas
Ensino primario
TROFESSOflES.
O Sr. Honorato Augusto
, de Miranda eo director.
Leilura e escripia........
culrina rhrisla........
Aiiihmetica pratica.......
Grammatica nacional.......
Geographit elementar......
Elementos da historia do Brasil. .
Dilos da historia Sagrada......
L4TIM.
Grammatica latina.......
Latioidade..........
Grammatica philosophica.......V O Sr. Antonio Joanuira de
Vlytologia...........|Passos.
Poesa classica ........
Sipop du
DrFORGT
JARABE DO FORGET.
Esle xarope est approvado pelos mais eniin Icomo sendo o melhor para curar conslipa^oes, tosse convulsa e outras,
aQecQes dos branctaios, ataques de peilo, iniu^oes nervosas e insomnolencUs: urna colberada
pela maob, e outra noite sao sufficienles. O tffelo desle excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
O dsposito na ra larga do Rotarlo, botica de Bartholomeo Francltco de Souta, n. 36.
Ensino secundario
FRANCEZ.
i*, cadera, grammatica o tradcelo.
2*. dita locucao composi^o e escripia
Antonio
Ra-
INGLEZ.
FUINDI^AO
DO
D. \!.
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No deuozlo desle esiabeVeeimeuto senipve na grande sortimento de n\e-
ehanismo nara os engenVios de assnear a saber :
Machinas de vapor mo lerna, de golpe cumprido, econmicas de comhustivel, e defaciilimo assento ;
Rodas d'agua de ierro com cubo* ia middira largas, leves, fortes, e bem bataneadas;
Gannos de ferro, e portas d'agua 3xc ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes ;
Mdias moendas com rodelas motoras,)ara agua, cirallos, ou bois, acunhadas em aguilLSes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalhas ;
Alambiques de ierro, moinhos de mandioca, fornos para cozer fariuha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, ca val los ou bois ;
Aguilhoes, bronzes e parausos, arados, eixos e rodas para carrosas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D.W.Bowman confia que'osseus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditada s fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero necessitar.
O Sr. Francisco
Cesario de Azevedo.
O Sr. Jos Mara
| monda.
O Exm. Sr.Dr. Francisco
Baltazar da Silveira, quo se
encarregou d*esta cadera gra-
Gramraatica, traduccao, composico e escripia. I tuilamcnle, o por especial ob-
sequio ao director.
ITALIANO-
Grammalica, tradcelo, composico, escripia e]
lC"0...........( O Sr. Jos Mara Ra-
ALLrwio. /monda,
dem, id-im, idem, idem.......)
PU1L0S0PIHA. ) _
Philosophia racinale mo-al e historia philo->,. ,
sopliica..........
BHETORICA.
Ilh- lorica, poet'ca e historia da lilteralura .
GEOGRAPIIIA.
Geographia, historia e chronologia .
GEOMETUIA.
Ariihimelica, algebra e geomelria. .
Exm. Sr.
'edro Aulran,
conselheiro
O Sr. Vilal Ferreira
Morao* Sarment,
O Director.
de
Bellas artes.
[Msica
/ ansa
.1 O Sr, Jos Leandro Mar-
(lins Filgueras.
OSr. Manoel Baplisia de
Souza.
(Desenlio...........I O Sr. Jos Mara Ra-
!V n (monda.
. B. Todas estas cadeiros tem substitutos; portanlo nunca deixar de harer aula em 10-
das as disciplinas. Alero d'isto j tres dos professores mais necessarios habitara no collegio para
que os alumnos oblenham lodo o adiantaroenio possivel.
O director do collegio de Bemfiea lera empregado todos os meios ao seu alcance, nao pou-
pando sacrificios, afim deque 03 alumnos que o frequenlarero, alcancen) a mais solida ins-
trucQo, a moral a mais austera e a educado a mais elegante.O director, Estevao Xavier da
Cuaba,
Precisa-se de duas amas, urna pa-
ra cosinliar e outra para engommar,
dando-se preferencia a escravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
^Consultorio central liomcopalhicof
DE
# Continua sob a mesma directo da Ma- CJ
Sjgi noel de Maltes Teixeira Lima, professor
@ em homecpalhia. As consultas como d'an- @
Spj tes. m
Botica central homeopalliica
Do
DR. SABINO 0, L PIMO
Novos mcdicamenloshomcopathicos en-
viados da Europa pelo Dr. Sabino.
Estes medicamanlos preparados cape- a
cialmenle segundo as necessidades da ho- a
meopathia no Brasil, vende-se pelos pre-*
(os coohecidos na botica central horneo- Z
pathica, ra de Santo Amaro (Hundo No- 2
vo) n 6.
Quem precisar de urna ama para cozinhar,
de porlas para dentro, em casa de familia ou ho-
rnero solteiro, dirija-se s ra da Cruz n. 52, pri-
meiro andar.
Frederico J. Corberll vai para a Parahiba.
Aluga-se urna preta: na ra do Hospicio
n. do. /
COMPAJVBIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
EX
CAPITAL
Cine miUt&es de Vibras
esterlinas.
Saunders Brothers & C* tem a honra de In-
terinar aes Srs. negociantes, proprietarios de
;asas, e a guem mais conrier, que cstao plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo e pe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que coutiverem os meamos edificios-,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualqu "alidade.
Joo Francisco de Araujo Lima vai a Lisboa
Pjecisa-se de urna ama para casa de om
homem tuto cora 3 meninos: a tratar na roa
da llaogueira n. 22, das 4 horas da larde s 7 da
noile.

LOT1RII
n.v
mrna
O lliesoiirciro das loteras declara que o pa-
gamento dos premios da quarla parle da quita
lotera do Gymnasio Pernambucano, cujas listas
teem de ser publicadas- cin odia 18 do presante
mez, principia a ser eflecluadododia 19 do mes-
mo mez em difnte, visto como at o referido dia
18 tem o mesmo Ihesoureiro e os mais em pre-
gados de estaicm anda oceupados com a con-
clusao da ezlraccio dos nmeros que nao forara
premiados, para assim se verificar a exactido da
mencionada lotera.
Thesouraria das loteras 16 de junho de 18C0.
Camillj Pires,
nmmmm mm^ ^mmm
{j& Lu moco habilitado e do hoa conducta 3
fl| offerecc-se para ensinarem qualquer ca- fs>
^g saparticular.a pessoas de qualquer sexo, ^
y5 primeiras letlras, lingua nacional, fran- cez, Inilm, msico, inslrumenlil c vocal, 9T
C e bem assim copia qualquer peca de mu- n
sica muilo bem imilando a copia lilhogra- ^
phada, ornando a frente da peca de ra- 6
g racteres gticos ou do outros quaesquer
^ n isto com a presteza i|ue se exigir: a *
& tratar na ra larga do Rosario n. 1, pri- B
-ft> niciro andar. w
wmmmm ^s^^s v&mmm
O Sr. Manoel Antonio Esteves
que 01 alavoxaiife de Fernando tenha
a bondade de dirifpr-se a liviana n. 6
e 8 da pyara da Independencia, que te
llie precisa fallar.
Deseja-se alugar urna ama sim-
plesmente para tosinhar, prel'erindo
casa de homem solteiro, afianca-se
querendo se o comportamento, assim
como a sua pratica : quem pretender
dirijs-sc a ra das Aguas Verdes n. 6V,
loja.
""^ b JiN-ttaiii
ZZf Itcccbeu-se pelo paquete fran-
cez, loupa fcita para homem do ul-
timo gosto
LOJA DE MARMORE.
O abaixo assignado faz scienle as pessoas
que saodevedoras na loja da ra Direila n 102,
que pertenecu a seu cunhado Antonio Arco Ra-
mos Maia, que nao paguem se nao ao abaixo
assignado, yisiolerem lacs diviJas ficado a sea
cargo e o dito seu cunhado niio est aulorisado
a receber tas dbitos, sob pena de pagarem se-
gunda vezJos de Azevedo Maia & Silva.
Juan Anglada subdito hespanhol retira-sa
para o Rio de Janeiro.
William Warroll vai a Europa.
C? Recebcu-se pelo paquete fran-
ecc, luvas de pellica do Jouvin de
todas as cores
Loja de marmore.
Vespera e dia de S. Joo
Na ra do Queimado n 2 terceiro andar,
apromptam-se bolos debtcia de mandioca e fa-
rinha do reino por precos commodos (encom-
menda )
Em Sanio Amariuho. na casa onde Dea o-
ultimo lampeo do gaz. ha para alugar-sc urna
escrava para lodo o servico.
No dia S3 do correle, s 9 horas da ma-
nhaa,vo praca 20 paos de sicupira cum costa-
do de amarell, penhorados a Joaquim Carmiro
Leal, por exeru^o de Bernardino Antonio Perei-
ra Bastos, a parta dojuit de paz do primeiro dis-
tado da freguezia da Boa-Visla.
V Ur. Carnciro Monleiro aproveitando da f*
# proporcio que tem para mais fcilmente 6p
# executar os trabalhos de parto, o aconse- #
Ihado pelo feliz resultado que lem obiido #
9 em multiplicados pirtos laboriosos, lem 9
f$ feilo sua especialidade sobre cite ramo m
para o que podera-ser procurado a qual- 6
quer hora, na ruado Rangel n 16.
John Word, Samuel ilaUpenny c John Par-
ker, subditos inglezes, reliram-se para a Eu-
ropa.
AVISO.
BolMfc,*dros promplamcnle a qualquer hora
do da, do mais pequeo al seis palmos, proprios
para nichos de igreja ou sancluarlos, em portas
de carro e lanlornas dos mesmos, em qnadros c
caixilhos : levando-os ra do Aragao, taberna,
n. 8.


(L
Sincero recoDliecimeoto.
Iuflaiiimacao dos bofes.
Nada ha mais justo do que dar os devidos lou-
Tores a quem os merece, e por isso que fago a
prsenle declaracio s preciosas virtudes das
chapas medicinis do Sr Ricardo Kirk, morador
na ruado Parlo n.119, pois no curto espaco de
30 diascuraram nmaescrava minha que padeca
de xnflammarao nos bofes da qual eslava i lau
alocada, quo nao podi estar senao deilada, ape-
zar de ler feito todos os remedios. Por" lano
nao obslanle as ditas chapas screm bem corne-
adas por suas innumoraveis curas, faro lambem
esta declarago em sigoal de meu sincero reco-
nhecitnenlo.
Ces da Gloria n. 90, Rio de Janeiro.
Luiz Jos da Cosa.
Reconhecida verdadera a assignatura suora pe-
lo labelliao.Jos Cardoso Fonles.
Louvor e mcreeimento.
Inflammaco na bocea do estomago.
Possuido dos mais sinceros agradeciraenlos,
tou porn.eio desla folha declarar o feliz curativo
que mmha senhora recobcu por meio das cha-
pas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk, escriptorio
ra do Parto n 119. lcando boa em 30 dias de
urna xn/lammaro no eslomaoo, que padecia ha
mais dn 2 anuos, por cija causa soffria immen-
sos uirommodos ; por tao juslo molivo confesso
a minlia gralidSo para cora oautor de tao pre-
cioso remedio, que podo sem duvida ser til a
lanas pessoas que padecem a mesma molestia.
Ra de S. Pedro n. 291. Rio do Janeiro.
Anselmo Malta das Nenes.
Cnra completa.
Sem resguardo nem incomraodo.
Forle inflammarao na bocea do estomago.
Eu abaixoassignado, fajo publico, em bene-
licio da humanidad^, que sofTrendo por espaco
le um auno urna forte inflammaco na boceado
estomago que rae causava falta de respiraro e
vm cmaro extraordinario, e lendo lomado e
applicado vanos reme los, nenhunv resultado fa-
voravel oblive : adiando-me quasi desesperado
recorr finalmente s chapas medicinaes do Sr.
Ruardo Kirk, ra do Parlo n. 119, escriptorio
cora as quaes, Irazendo em suppuracao os hu-
mores, em 38 das achei-mo inleiramente livre
desla ternvel molestia ; pelo que dou ao dilo se-
nhor os meus mais puros e sinceros agradeci-
raenlos. Ra dos Ourivcs n. 2, Rio de Janeiro
Jos Joaquim Ferreira.
Pilulas Paulislanas,
Em pacotes pe 8 caixas n. 1 e n. S
i U,m ,culiv,rt r89mo feilo pelo medico Car-
los ledro Elchecoin, sobre a pessoa abaixo as-
signada. Padeci o anno passado um cancro roe-
rfoiiro nopeito esquerdo, procedido de urna espi-
nlia ou urna dureza de que foi o principio, e cm
conuchoes, e urnas certas dores que me respon-
da no coracao. Quando procurci o dilo senhor
a fonda era horrenda que poda caber um ovo de
gallaba Granas a estas pilulas sarei em me-
nos de 60 das. Felizes daquelles que tiverem
ao sea alcance os raros remedios do aulor.
S. \ cente 12de de/embro de 1859.
Escolstica ilaria.
Deposito gcral roa do Parto n. 119
RIO DE JANEIRO.
Dos tres cavallos furtadosno engenho Bom-
fim. ao amanhecer dj da 8 do crrenle, cuja
KiDlraccSofoi annunciada por esle Diario ; ap-
pareceu um, o do morador, que foi lomado a um
ladrao no lugar Ibura, recolhido ao deposito nos
Afogados, e ah entregue a sen respectivo dono
continan, porm, a estar furlados os oulros
doua da foseada, sendo um alasita claro, corregi-
dor baixo. castrado ; o outro castanlio, inieiro" e
lem vento nns maos, que o faz emmaqueccr
miando viaja mais : rogo-se as autoridades do
logar ralo loi apprelmndido aquelle cav.illo de
indagaren! esse negocio que hoje mais fcil por
se haver prendido o que o tinha occulio. Qual-
quer noticia a respeilo pode ser dada na prara
no escriptorio dos Srs. M. I. de Oliveira & FUho'
praca do Corpo Simio, cjue satisfar qualquer dcs-
peza para obtera;ao dos raesmos cavallos.
^&f&!-*.
DIARIO DE PERtUMBUCO. SABBADO 48 Di JUNBO *DB 1880.
Luis Soulan, culilciro e armeiro fran-
cez, que Irabalhou em casa dos Srs.
Pornraateau e Pradines ain, previno
ao publico que acaba de eslabelecer-se
na ra das Cruzes n.* 38, aonde offere-
ce seu preslinio, qu-r para amolaces
qur para conceiios de qualquer espe-
cie, o que proniotle fazer com rapidez
e pcrleicao. Igualmente se encarrega
de concert de instrumentos de cirurgia
e dentistas ; quem de scu presumo se
quizer ulilisar pode Picar inteiramenlo
descaneado quanto ao apurado do tra-
balho.
,SpJ.J-S??!?S2PJ

VISO.
J. Falque participa aos seus freguezes que elle
fl0*' Pcl vapor francez Guiene,
um pequeo sormenlo de luvas de pellica Jou-
vin, bolinas Mclhs para homens, dilas lodas de
duraquo preto e de cor para senhoras ; assim co-
wi^V0^3 0S.v.aP0* recebori um sorliraenlo
destes e oulros objectos, que vender sempre por
preeo razoavel. v '
Pede-se ao Sr. Carvalho, director da com-
ponliia dramaiica de Apollo, e ao actor Lcssa
ciiliam a bondade de vir a taberna da estrella do
lar^o do larao a negocio quo nao ignuram e
es protesta para qualquer lugar que se rutirem
ibes lar o mesmo pedido.
Jean Lcgeilh, lendo de seguir para a Fran-
ca no vapor francez Guiene, esperado no fim
do mez. despede-sc de seus numerosos amigos.
Precisa-se do duas araas, urna secca e ou-
'" d0 lrile : no P8|po do Terco n. 26,
|? Dr. Augusto Carneiro Monteiro do Silva
f. Sontos, medico operador c parteiro pode &
fe ser procurado na casa Je sua residencia
< na ra do Rangel n. 16.
Era prac.a publica dojuizo dos feilos da fa-
zenla provincial se lio de arrematar por venda
Urna casa lerrea na ra do Bom Goslo, fregue-
sa dos Afogados n. 19, cora 18 palmos de frente
<: 50 de fundo, pequeo quintal em aberlo em
chaos foreiros, por 50g.
Oulra dilana mesma ra n.21, com 18 palmos
de frente e 50 de fundo, quintal em aberto e
chaos foteiros, por 50, as quaes foram penhora-
dos aos herdeirosde Joaquira Caelano da Luz.
Um terreno na travessa da ra Real o. 15. com
20 palmos de frenje e 200 de fundo, com os ali-
cerces da ca3a que oulr'ora exista por 300, o
dos Santos"110'0110 "UVa de V'Ceute J'erreir
Os prelendenlcs coroperecam na sala das au-
diencias, as 10 horas da minha do dia 21 do
correte mez de junho, que a ultima praca.
Attengo.
Ao Sr. Luiz Jot Marques.
Jos Manoel Ferreira Guimaraes faz sciente ao
r. arrematante de agurdenle, que desla data
era ajante, doixa de vender agurdente de pro-
duccao brasileira em sua taberna sita na praia do
rn t^.H^".' 2oA- E P"" 1Ue nn SJ ** """>
.nonrinSn arreraatD'e. se faz o prsenle
^n Fflz:,8e ubulI de s- Joao e cangica de roilho
BARATO SNOPROGRESSO
-largo da Penha-
Neste armazem de molhados con-
tinua-se a vender os scguinles gneros abaixo mencianados do superiores qualidades e mais barato
dos7roprniet'aUriosqU,1,|1,Cr Parle' Pr Serem ma'r P delleS rocebidos em d'reit'ira por conta
^Ismleiga \iig\exa c franceza
Ztfi?$SMmbT'*t*m^ oraercad> 800 .8. libra e era barril
Qucijos l'lamcngos
?UU fI.t rprcentem?n,f chegados no ultimo vapor dn Europa de 1700 a 3 e a vista do gasto
que o freguez zer se far mais algum abalimenlo. 8
Queijo pvalo
os mais novos que ezistem no mercado a 18 a libra, em porreo se far abalimenlo.
Vmeixas raueezas
em,oLar^Ael 1t21ibra PrlS500 rs., e em campoteiraii de vidro contendo cada urna 3 libra
por ujpOUO.
Muslai-da inglezac fvanecza
em frascos a 640 rs. e ere potes franceza a 800 rs cada ura.
Ycrfla&eiros figos de eomadre
ai caixinhasde ft libras elegantemente eneitadas prorrias para mimo a 1$600 rs.
Bo\ac\\ii\\\a inglcza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 45.
Potes vidraaos
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualqner liquido de 400 a 1000 r. cada um
Xiweiuloas cont'ciladas proprias para sovlcs
de S Joao
a 1$ a libra e em frasquinhos, contendo 1 1[2 libra po: 2>.
VA\\Y>veio,\\\son e peroVa
os melhores que ha nesto mercado de 1J600, 2 e 2*500 a libra.
Macas em caixinlias de S libras
contendo cada uaia dilTercnles qualidades a 4j>50O.
Palitos de denles Vichados
em niolhos cim 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijolo francez
propriospara limpor faca a 200 rs.
Conservas inglezas e i'rancczas
em latas e em frascos de differentes qualidades.
Presuntos, cliour eas c paios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 o 720 rs. a libra.
Yiatas de \io\ac\viu\va de soda
de difTerentcs qualidades a l60O em porciio se far algum abalimento
.. riim vendfim-se os eguintes gneros ludo recentemente chegado o de uperio-
hrfrn,ilarS Pre8unlos *80 rf- a ,ibra. chourica mullo nova, marraelada do raais afamado a-
^?*J&!^L*Wto_toto, pera secca.pasos, fructas era calda, araendoas, nozes, fraseos! 1
Baratissimo.
Ra do Queiraatlo n. 1'j.
Armazem de fazendas.
Chitas francezas finas de padroes miudinhos a
220 o corado, pecw de chita com 38 corados oor
5S800. ^
Coberta a 2#000.
Coberlas chinezas muilo lindas a 2j.
Riscado francez a 2$000.
Corles de riscado com 13 i[i corados por 2J.
Len^s brancos a 2^000.
Lencos para algibeira a 2# a duzia.
Algodo raonslro a 600 rs. a rara.
Chales de merino a 2$500.
Chales de merino eslampados a 2*500.
Casemia preta % C#00$.
Corles de casomira preta Gna a 6$, palelots de
bnra a 3*. I de linho fino a 800 rs.
Cambraia de cores a 160is.
Carnbraia do cores muilo fina cora defeito de
agua doce a preeo de 160 o corado.
= Ganga de edr e brim de linho muilo fino a
500 rs. o corado.
Carros-
Vendera-3e em casa de "
Francisco Jos Germnn |
ra Novan. 21, bonitos carros Z
do ultimo gosto de urna das mais M
afamadas l'..brica de Paris. 8
HtWtDIU INCUMPAHAVtL.
UNGENTO HOLLOWAT.
MUhares de indirlduos de todas as nacoes po-
dem testemunhar as rirtudes deste remedio in-
compararel e prorar em caso necessario, que
pelo uso que delle zeram tem se corpo e mem-
bros inteiramente saos depoU de harer emprega-
do intilmente oulros tratamentos. Cada peso
poder-se-haconrencerdessascura maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos anuos; e a maior parte
dellasso tao sor prendentes que admiran; o
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco!
braram com este soberano remodio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de riam soffrer a
amputarlo! Dellas ha muitasque harendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusaode seu recouhecimenlo declararam es
'es resultados benficos diante do lord correge-
aor e oulros magistrados, afim de mais autenti
caremsuarmatira.
N'nguem desesperara do eslsdo de saude sa
iresse bastante confianca para ensaiar este re.
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratatoquenecessitassea natureza doma.,
cujo resultado seria prora rinconlestarelmente
Que ludo cura.
"n*eno e til, mais particu-
larmente nos seeuintes casos
Com
Vende-se verdadeiro coral de raiz, muilo em
conta, na ra larga do Rosario, passando a boti-
ca do Sr. Barlholoraeu, o sesunda loja de mlu-
dezas. Na raesma loja vendem-se muitas miu-
dezas em couta ; s 4 vista de ludo se dir o
preeo.
Arados americanos e machinas
par a lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vende-se una prela cora 30 annos de ida-
de, cozmheira e perfeila engommadeira, dndo-
se a prova ; s vende-se para o malo : na ra
das Cruzes a. 30, se dir quera vende,
gocios.
Barato.
Leite, lenlia e fructa
No sitio do fallecido visconde de Goianna, na
estrada de Joao de Barros, ha para vender leilc
puro lenha de malla, e fructas do dilTerentes
qualidades, por preeo comraodo, de modo que
pode se revender nosla cidadee tirar bom ganho.
kK
aporcas
Caira bras
Callos.
anee res
C-ortaduras.
Do de cabeca.
~^as costas,
dos inembros.
tnfermidades da cutis
emgeral.
Ditas doanus.
Erupgoes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta" de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
i'chacoes
Inl1animaeaodoflgado.
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimaflelas.
Sarna
Supuraeoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do gado.
dasarticulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Alcatifa,
T^M^^llT P,romeUem os Proprietarios vendorcra por muilo menos do que outro qual/iuer,
W. n 1Sc la,a,ban? surv,rcm .aquellas pessoas que mandarem por oulras pouco pralicas como
e nessea pessoalmenle ; rogara tambera a lodos os sonhoresde engenho e senhores labradores
o'^ndic^ameZ3 oncomrae"das no arma"ra p'oSrosso se les .ffi.nga bo,^ qualidadee

Publicar^ao jurdica.
Acaba de sahirdo prclo a segunda edicao dos
Elementos de Direito Administrativo Brasilei-
ropelo r. Vicente Perei'ra do Reg, lente da
3. cadeira do 5.- anno da Faculdadc do Direito,
e acha-so venda na livraria econmica dos Srs.
Nogueira de Souza & C, no arco de Santo Anto-
nio, esquina da ra do Crespo n. 2 ; onde os se-
nhores subscriptores podem recebera ultima par-
le da mesma obra Esta obra que nao pura-
mente didctica, conten o transumplo da nossa
It-gislo^o adtnini.itralira cujo COOhecirtlClHo
muilo ulilisa a lodos, ou sejam funecionarios p-
blicos, 011 simples cidados ; porque a todos in-
leressa conbecer as mutuas relajos que ligam os
adminislradores e administrados, os dircilos e
deveres recprocos que dolas nascem.
t Attenco. |
@ Curso pratico e theorico de lingua fran- *
@ ceza por urna senhora ranceza, para dez @
@ mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
$ mana, daslO horas at meio dia : quera
?$ quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da ;js
Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos
?; adiantados. '..*
@@@ @@@ @ @@@^
Precisa-se de uraa senhora que saiba bem
pnmeiras leltras, francez, piano e msica, para
lomar conta da educacao de seis meninas em 1
un. engenho da freguezia da Escada : a tratar na
ra do Imperador n. 39, segundo andar, entrada
pelo boceo do bolequim do Paiva.
Paschoal Mandarino e seu Clho, Napolita-
nos, reliram para Europa.
O Sr Domingos Henriqes de Oliveira lem
urna carta na ra do Vigario n. 9, primeiro andar
Aluga-sc a excellenlo loja da casa da ra do
Collegio n. 17, lado do caes ; a tratar no primei-
ro andar da dila casa.
Jos Mara da Motta o Silva, subdito
tuguez, vai ao Rio Grande do Norle.
t****Pm*P %#>#
Precisa-se de urna raulher livre de boa
conducta, para servico de costura e en- m
gomraado era urna casa de familia : a Ira-
@ lar na ra da Iraperalriz n 48, seaundo
andar. 6 Z
@@@ I
. Na ra do Destino n. 3, so aluga um mole-
que coznheiro, copeiro e comprador, afiancando
o seu senhor a sua boa conducta.
Preciza-se de um homem para trabalhar
em um sitio, devendo dar conhecimento de seu
bom comportamenlo: a tratar no pateo de S
Pedro n. 4.
Precisa se alugar uraa escrava que sea fiel
para lavar roupa. dar agua e vender na ra- na
ra da Guia n. 40 2o andar.
Apromptain-se jantares para fra com as-
seio e por preso comraodo: ta ra da Guia n. 4u
2o andar.
Vinho engarrafado.
Caixas de urna duzia.
Vendera Azevedo & Mondes, no seu escriptorio
na ruada Cruz n. 1.
Palha do Assi.
A bordo do palhnbolo Oliveira II : Irala-se
na ra oo Trapiche n. 11, escriptorio de Manoel
Aives Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na Iravessa da Madre de Dos n 2.
Campos & Lima, na ra do Crespo n. f>
16, lem para vender alcatifa com 4 pal- ajo
mos de largura do muilo boa qualidade fg
e propra para alcatifar, salas e igrejas a a
V 800 rs. o covado, dinhero a vista. al
Vaquetas para coberta de carros,
vendem-se emeasa de J. Praeger ra
da Crz n. 11.
Vende-seo rerdadeiro doce de goiaba. da
casca.Jo que pode haver de melhor neste gene-
ro : na ra do Rangel n. 62.
Veude-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, e ura assento para boleeiro e criado fra
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42 ra da Cruz.
mm a%gmsmm
por-
Compras.
ra do Amparo n. 30.
Compram-se es-
cravos.
Coraprara-se, rendem-st e Irocam-se escra-
ros, na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Compram-se escravos de ambos os sexos
de 12 a 20 annos, para exportarse para fra d
provincia : na ra Direila n. 66, escriptorio de
Francisco Mathias Pereira da Costa.
Compra-sepordobrado prego do quanto se
venda a colleceao dos Diarios de Pernambuco
dos annos de 1830 1832, e no caso de j csta-
rem encadernados lambem sa paga a encaderna-
naco : na ra de S. Francisco como quem vai pa-
ra a ra Bella sobrado n. 10.
Vende-se um bonito cavallo novo e com bons
anclajes ; na ra Augusta, casa defronte da do
n. 1/.
Na serrara de Jos Ignacio A villa ha uraa
canoa que pega em 700 a 600 lijlos, para ven-
der, acabada de novo, e vende-se em conta.
Panno de algodao da Baha, proprio para
saceos e roupa de escravos.; leem para vender
Azevedo & Mondes, no seu escriptorio na ra da
Cruz n. 1.
GR1SDE SORTIMETO
DE
Fazendas e obrasfeitas.
Loja
ff
1
KA
e armazem
DE
SELOGIOS.
Vende-se emeasa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por presos commodos,
e tambemtrancollins e cadeias para os mesmos,
deexcellente Kosto.
i Champanha. |
1ftCampos& Lima- narua do Crespo n. \
10, lem para vender urna porco de gi-
505Jcom.chamPanha de superior quali-
H da de a 20 o ggo.
U
IGes&BasloJ
o
Vendas.
Engommadeira,
perador n. 54, primeiro andar.
-* Vende-se um sobrado de 2 anda-
re, novo e com rauito fundo, na ra
dos Martyrioi n. %: a tratar na ru do
Vigario n. 17.
Mui(a aencao.
Ao borne barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Ra Direita loja n. 68.
Nao se engeita ditiheiro.
Riqussimos corles de reslidos de grosdena-
Ples pelo bordado a relludo, cortes de reslidos
de phantasia de seda muilo moderno, corles de
vestidos de raossulina de seda, cortes de vesti-
dos de barege de seda com ricos desenhos, cor-
es de reslidos de cambraia bordado a seda, po-
lacas de grosdenaples preto muito bom objeclo
da moda, palelots de panno de todas as qualida-
des ditos de casemira muilo oo.dilos- de alpa-
ca dedifi-erentes modelos e qualidades, calcas de
casemira prela c de cores, ditas de brim branco
e de cores do puro linho, camisas de todas as
qualidades, cambraia organdys com modernos
desenlias, chales di mrito mnito Ono bordado
a froco todo em roda e com pona redonda, obra
de muilo gosto, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, riqussimos
corles de casemiras de cores muito Ana padres
do muilo gosto, enfeites de ridrilho, luras, gr-
valas, espartilhos francezes, alpacas de todas as
cores, grosdenaples preto francez o melhor que
pode hnrer. Alm dcslas fazendas existera ou-
tras minias que se eslao rendendo por menos
do seu rolot.
500RS.
por sacco com farinha : rende o Brando. na Ln-
goela n 5.
Vende-se urna muala com urna cria, ecom
bstanle leite, boa cozinheira o engommadeira :
na ra Nova n 5*, primeiro andar.
| Na ra do Queiinad) n.
5 46 frente amarella.
^ Grande e rariado sortimenlo de sobre-
gg casacas e casacas de pannos finos prelos
^ c de cores a 28. 303 e 353, palelots dos
& mesmos pannos prelos e de cores a 283
S dos de superior gosto a 16J e 18, dil03
3g das mesmas casemiras saceos modelo
|E inglez 10, 12, 14 e 15. ditos de al-
ie paca preta fina saceos a 4, ditos sobre-
|i casa lambem de alpaca a 7g.83e9, d-
g los de merino selim a 10J, ditos de me-
rino de cordao a 9}. calcas pretas da3
mesmas fazendas a 5 o 6$, colleles pa-
ra luto da mesma fazenda, palelots de
brim trancado a 5$, ditos pardos e de
> fuslao a 4 e 53, calis de casemira do
cor e pretas a 7, 8, 9$ e IOS, ditos das
i mesmas casemiras para menino a 63, 7
e-8, ditos de brim para hornera a 3
9500. 4 e 5J, ditos brancos finos a 5'
og e 7, dilos de meia casemira a 4 e
I 5, colleles de casemiras preta e de co-
res a 53, e 6. dilos de gorgurao de seda"
brancos e de cores a 5 e 63. ditos de i
relludo prelo e de cores a 93 e 103. ditos
de brim branco e de cor a3, 33500 e4, i
palilots de panno fino para menino a
15. 16 e 18, ditos de casemira do cor
a73,8 e 93, dilos do alpaca a 3e 33500, "
sobrecasacas de alpaca tambera part me-
nino a 5e 6, camisas para os raesmos
de cores e brancas a duzia 15$, 16 e 20,
meiascruas e pintadas para menino d
lodos os lamsuhos, calcas de brim para
os mesmos a 18500 e3, colarinho de li-
nho a 6000aduzia, toalhas de linho pa-
ra mos a 900 rs. cala urna, casaveques
de cambraia muilo fina e moderaos pelo
diminuto preeo de 12, chapeos com abas
do lustro a 5, camisas para hornera de
todas as qualidades. seroulas para ho-
rnera a 16, 20 e 23 a duzia, vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaqueta e coletea tudo por 10, co-
,, bertas de fuslao a 6, loalhas de linho
a pura mesa grande a 7 e 8, camisas in-
2S glezas novaraenlochegada a 361 a duzia
*mmz*m m^^mmmu
Cocos italianos ,
de folha de flandres,muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duramquatrodosnossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia: na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Vende-e por comraodo prego um
fino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, comtando de tres
ricos servidos para cha', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz n. 61, armazem.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
daas cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
Vende-se este ungento no estabecimento
garal de Londres n. 224, Strand,> e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America
do snl.Uavana e Ilespanha.
VenJe-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soura,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambujo.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-se :
Candieros de lalao de Lisboa.
La2arinas e clavinotes.
Lona larga de superior qualidide.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados cora perfeicao.
Ferras de aeo para engommar.
Ferro sueco era barras.
Chumbo era lencol. ,
Pregos francezes e de conslruccao, de todos os
lmannos.
Pregos eaibraes do Porlo.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas porluguezas muito finas.
BalanQa de novo raodcllo para pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalao para engommar.
Esporas, brides e estribos demelal do principo.
Ricas tentaduras francezas para portas com
bolocs de vidro.
Paes de ferro de lodos os lmannos.
Ricos paliteiros e linleiros de metal praleados.
Linhas de carreteis de 200 jardas do autor Ale-
jandre.
Cera em velas de Lisboa
Barato que ailmira.
Na loja de Machado & Santos, ra do Quoima-
do n. 6, por baixo da boneca, vendem-se as se-
guidles fazendas :
Pecas de algodo com pequeo toque de ava-
da, tendo cada peca 20 varas e 4 palmos do lar-
go a 4 e 45O0.
Chilas francezas para coberta, covado a 220 rs.
Ditas dilas para vestidos, boaitos padroes, co-
vado a 240 rs.
Ditas ditas muito finas, bonitos padroes, cova-
do a 280 rs.
Dilas inglezas escuras, bonitos padroes, corado
a 180 rs.
Laziohas para reslidos muilo finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimo gosto, covado a 400 rs.
Corles de ganga para caiga, boa fazenda, a 1J.
Lencos de seda de cores a 1.
Borzeguius francezes de superior qualidade a
o600.
Sapates inglezes proprios para o Invern a
43000, e um completo sorliraenlo de roupas fol-
las de lodas as qualidades, por menos prego do
que em oulra qualquer parle, dao-se amostras
cora penhor.
Lazinhas para vestido a 320
rs., e toalhis de linho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se lazi-
nhas muilo finas para resudo, e para meninos,
pelo baratissimo prego de 320 rs. o corado, toa-
lhas de linho a SoO js. cada urna, coberlas a chi-
neza, de chita muito fina a 2.
Potassa da Russia
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para render
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, ora
e desuperiorqualidade, assim como tambem
calrirgemem pedra: tudo sor jorceos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tmgem-se na mesma casa a
qualquer bora.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda.
Ditos brancos o prelos de algodo.
Luvas pretas de torcal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em norellos : rendem-sa
por precos commodos, em casa de SoulhallMel-
lors & c, ra do Traoiche n. 38.
VHkM VAFOR.
Grande e tmmIo sortimenlo de raleado fran-
cez, roupa fela, miudezas finas c perfumara*
ludo por menos do que era outras parles : na lo'
jado raoornaroa Nora n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLWAY
PILULAS HOLLWOYA,
Este inestimavel especifico, composto Inteira-
mente de herras medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno i Ais tenra infancia, e a compltelo mais
delicada igualmente prompto o seguro para
desarreigar o mal na compleao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas opmcoes e et-
feitos; pois busca e remore as doencaa de qual-
quer especie e grao por mais antigs e lenazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que ji estaram as portas da
morte, preserrando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de harer tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais alllictas nao derem entregtr-se a de-
sesperagao ; fagam um competente ensato dos
efficazes eneitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias(malde).
Asthraa.
Clicas
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga.
-nos rins.
Dureza norentre.
Enfeimidades no reir.
Dilas no ligado.
Jitas venreas.
En
zaqueca
"erysipela.
e&re biliosas
"bretointernitente.
Febrelo da especie.
Gotia.
llemorrhoidas.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammagdes.
Ir reg u laridades
menstruageo.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucgao deventre.
Phtysiea ou consump-
pulraonar.
Retengao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America do
Sul, Harana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a-800 rs. cada orna
dellas, coutem urna instruego em portugus pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico. na ra da Cruz n. M, em Per-
narab. o.
Pede-se toda altencao.
Na loja d'aguia de ouro, na ra do Cabug n 1
B. vende-se tudo por pregos baralissmos para
liquidar, assim como seja :
Fitas e franjas.
Fita de velludo de todas as larguras, abertas e
lisas, do lindos padroes.
Franjas de seda de todas as larguras e de Un-
dos gostos.
Ditas de laa e seda por preeo que admira.
Ditas de linha para casaveq'ue.
Ditas de algodao para toalha e pan cortnsdo.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a imilagao de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para baldes.
Molas para fazer bales, rendera-se a 160 rs a
rara, ou pega de 50 molhos a 6.
Bicos
Bicos de seda de lidas as larguras e lindos pa-
Dlos de algodao.
Leques muito finos.
Capellas braucas para nova.
Chapeozinhos para crianca.
Riqussimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como pe fumarias muilo finas, e mais
objectos que vista do freguez far-se-ha todo o
negocio
.4E T3',I51ir3aHEMECJ(tnr3;--!
3
Seguro contra Fogo
COHPAHHIA
ripmrr?fi
JJ
LONDRES
3
I
AGENTES
IC J. Astley & Companhia. g
Veode-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Verniz copal.
i Vinhos finos
3
para
de Moselle.
| Enchadas de ferro.
I Brim de vela.
I Folhas de metal.
| Ferro sueco.
Ac de Trieste.
I Pregos de composicao.
Lona ingleza : no arma-
I
Milho bom.
novo a
BI,Adom"se S8CC0S 8ranaescom milho
DffOOO : na taberna grande da Soledade.
Araendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. JoSo e S. Pedro e
tambera pora presentes a2|o frasco,
vende-se na loja de Leite & IrmSo, ra
da Cadeia do Recife n. *8.
zemdeC.J. Astley A C.i
OQOOOS mm -1IOBO*
CALCADO
Grande soriimento.
45-Ra Direita-4S
Os estragadores de calcado encentra*
r3o neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguinsaristocrticos. 9JOOO
Ditos (lustre e bezerro).....7J000
Borzeguins arranca tocos. 7|000
Ditos econmicos. ...... 6000
Sapates de bater (lustre). 5$00O
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
tode quebrar)......5|000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4|500
Borzeguinspaia meninas (Por.
tissimos). ........-11000
E um pe feito sort i ment de todo cal-
ca do e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
t


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBAD 23 DE JNHO DE 1860.
FUND1QA0 D AURORA.
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
jualquer obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos rodas d agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meiasmoendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalba, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodao, prendas para mandioca e oleo de ricini, portoes gredaria, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva Jojes, pontes, -aldeiras e tanques, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinisrao. Executa-se quaiquer obra seja qual fr sua natureza pelos
des -nhos ou moldes que para lal fim forem apresentados. Rccebem-se encommendaa neste esta-
belecimento na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65moradia do cai-
xeiro do estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem os pretendemos se podem
entender para oualquer obra.
Viulio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bera co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldckop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as scguinlts qualidades :
De Braudeaburg frres.
St. Estph.
St. Julicn.
Margaux.
Larose.
Chlcau Loville.
Chateau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien.
St. Julien Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Shcrry em barris.
Madeira era barris.
Cognac em barris quadade Ona.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Ccrveia branca.
Ruado Codornizn.8.
Vende-se.
Milho cid saceos.
Farinha de mandioca.
Farelo de Lisboa.
Charutos da Italia.
Feijao amarello.
Sabao massa.
Dito amarello.
Arroz com casca.
E outros muitos gneros, ludo mais barato do
qne em parle alguma podem encontrar os fre-
guezes que trocara sedulas velhas e cobre por
gneros.
,
Relogios
Suissos
Veinle-te uu iruca-oe por ulguma negra, ou
nulala, un negro mogo muilo robusto, o de bo-
nita figura: ra ra Nova n. 52, primeiro andar.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5#000.
Estes magnifleos fer-
ros acharo-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Lcilc & Irmo, ra
da Impcratriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
Largo da assemMa.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijao mulatinho muilo novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca de diversas quali-
dades, milho, farelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranho, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palhade carnauba, lu-
do por pregos commodos e em grandes porgoes
ou a relalho, conforme a vonlade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 49 e 5J.
Na ra Direita n. 45.
mw
m casa de Schafleitlin&C, ra da Cruz n.
38. vende-se um grande e variado sorlimeutodc
relogios de algibeira horisontacs, patentes, chro-
nometros, meios chronometros, de o\iro, prala
dourada e folla-adosa curo, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deao por pregos razoaveis.
Pedras baratas.
Joo Donnelly lendo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illra. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimenlo de todas
as pedras extrahidas da ilha do Santo Alcixn,
propriedadedo annunciante, para calamento das
ras desla cidade ; e como as uicsmas obras
publicas por emquanlo se acham poralysadas, e
tenha o Exm. presidente da provincia por d>spa.
ono de 18 deste mez concedido licenga ao niesmo
Jnnuncante para dispor das raesnias pedras, c
or grande quanlidado que tem o aununciantc,
no caes do Ramos, offerece a quem interessar,
era grande ou pequea porg.io, que as vende
muilo em conta. O mesmo annuncianto cnlen-
dendo-se com o Sr. Rampa, hbil archilelo, bem
conhecido nesta cidade, conhecedor das quali-
dades de pedras e lijlos, se tem admirado de Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
nao se ler empregado em alicerces esle material, da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimenlo
qual as pedras do annunciatita, como se pralica ; de tachase moeedas para engenho, do muito
na Europa, para evitar a humidade as paredes, acreditado fabiicante Edwin Maw a tratar do
O mesmo Sr. Rampa tem encommendado ao
annunciante 400 toneladas para esse fim, dizen-
do que em obra sua jamis deilara tijollos em
alicoree ; pelo preco que tem o annunciante
vendido ao mesmo senhor lhe sahe ruui mais
barato do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca para usar do
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para hornera 9 senhora,
de um dosmelhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
SouthallMellorst C*
Tachas e moendas
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
Antonio eS.Joao.
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
estejos de Sanio Antonio e S. Jo.io, que tem es-
tabclecido a sua fabrica de fogos na ra Imperial
alem da fjbriea do sabao, conforme a cenga que
oblcve da cmara municipal, c ah enconIranio
os freguezes fogos de todas as qualidades, rece-
bendo tambera cnconimcndas, tanto para dentro
como para fra da provincia, aviando as com
a maior promptidao possivel; assim como vcude
mateiiacs para os raesmos j preparados para
aquellas pessoas quo quizerem fabricar particu-
larmente e sem muilo trabalho,
muito razoaveis ; os prcte
rigir-se, ou na casa de sua residencia, que o en- j
contrarao a quaiquer hora do dia, e protesta ser- !
vi-los de turma que os deixc satisfeilos, nao s
pela boa quadade dos fogos como pela bondade
dos maleriaes que eroprega, e pericia dos artis-
tas que possue em seu estabelecimento.
ou calcadas, a de/, mil ris por cem palmos, dei-
ladas as pedras em quaiquer parle desta cida-
de a cusa do anuunciaiile, com loda aclividade
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n A.
Pechincha,
Com pequeo toque de avaria.
do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
Na
ra
seu neme no presente vendera-se pecas de algodao encorpado, largo,
annuncio. As pedras cscolhida.3 para armazens
com pequeo loque de avaria a 250O cada urna.
Na fabrica de caldeirciro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de
ferragons n. 37, ha urna grande porcSo de follias
possivel, para o quclem as pror.orroes necessa- do zinc. j preparada para lelhados, c pelo di-
' linnln r.nnn ,1., 4 lt\ .n 1 '. I.
ras; os pretendemos drfam-so a ra da Praic, |
escritorio do annunciante.
minuto prego de 140 is. a libra.
Farelo
Aos amantes da economa
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas de cores fixas bastaule escu-
em saceos muilo grandes, ltimamente chegado \ ras, pelo baratissimo preco de 6$ a peca, e 160
do Porto : vende-se no oscriplorio de Carvalho, rs_ q COvado
Nogoeira &C, na ra do Vigano u. 9, primeiro :
andar.
5#000
Em casa de Rabe Sel mettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-sc
Crande sorliraento de ferros de engommar a .elegantes pianos do afamado fabrican-
vapor dos mais ricos modellos que se podem en- teTraumann de Hamburgo.
seus perlences de "
CAL DE LISBOA,
a e muilo bem acondicionada : na ra da Ca-
COMMERCIAL
N. i5 ra da Cadeia do Red fe 1S
loja de quinquilharias e deposito de tabace, charutos e ci-
garros de
Jos Leopoldo Bourgard
saudades, napolecs,
Iavana.
recebeu-se novo sorliraento de superiores charutos suspiros, guanabaras,
lanceiros, senadores, e outras mareas da bem conhecida fabrica do Simas.
Suissos.
Charutos suissos grandson, veveysans e vevey-
fins, em porcoes e a relalho, por mdico preco.
Fumo
caporal francez, Fleur d'harlebeke, virginie, ma-
ryland, e americano, garante a superior qua-
dade,
Cigarros
de papel e palha de milho,
des.
de diversas qualida-
Superiores charutos legtimos de Ha vana, mar-
ca Londres.
Cachimbos.
Grande sortimenlo de cachimbos
120 rs. a 15*000.
Rolo.
do preco de
Existe grande deposito, em boles de 1[2 libra,
c urna libra, ao proco de 1&400 e 2*800, garan-
le-se a quadade.
Vender muito para vender barato, vender barato para
vender muito.
FABRICA
GrammtnfeiQgie-
za de Ollendorff.
Novo raetliod ) psfa aprender a ler,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uto de
todos os estabelecimentos de nstruceco,
pblicos e particulares- Vende-te na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
Tachas para engenho
Fundicao de ferro e bronze
DB
DE
Sita na ra Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabao.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Bclmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de difTerentes dimences
(de 300 a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para restilare destilar "srfiritos com graduarlo at 40 gros (pela graduacao de Sellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imporio, bombas
Je todas as dimences, esperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
Je bronze de iodas as dimences e feilios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimences para encamemos, camas de ferro com armaco e sem ella, fuges de ferro potaveis e
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencole barra, zinco em len^ol e barra, ls'nges e
arroellas de cobre, lcnccs de ferro a lalo,ferro suecia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos prerodo que em oulra quaiquer
parte, desempenhando-se loda e quaiquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua onanca, acha-
rao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas
Francisco Antonio Gorreia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se quai-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Meias de borracha,
Chegou nova remessa de superiores rocas de
borracha, fazenda superior para a cura radical
de erysipella : no Centro Commercial, na ra da
Cadeia do r.ecife a. 15, loja de Bourgard.
Calcado, roupa fcilac
k
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bellosorlimenlo de relogios
de ouro, paienle inglez, de um dos maisafa-j
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancclins para os meamos.'
contrar neste mercado, com
alho, tudo por precos < cova invenjao, que muilo devora agradar pes- |
Ddeotes podem ahi "di *M*.*'* oscomprarem na ra Nova n. 20, loja !
., ;do\ianna. :,.1":
deia do Rccifc n. 38, primeiro andar.
Hiberia a 2SS00 o corte. | Para rapazes.
Farello de Lisboa
a 5,000 rs.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
le-se farello ltimamente chegado, assim como
cal virgem.
Vcndc-sc um excollente deposito cora al-
guns gneros, e urna boa armacao, boa casa, ex-
cellentc locadade, leudo duas entradas, urna
pela ra do Imperador e oulra pelo Caes de 22
de Novcmbro para commercio, um dos primei-
ros eslabclecimenlos na ra do Imperador n. 71:
na mesma casa se dir com quem se trata.
I Arligos para lulo. I
MChapclinas pretas e mais objectos pro- 3
prios de luto para hornera e senhora,ven- W
Of de-sc na ra Nova n. 45
f f^* LOJA JJE MARMORE. K
Fazendas por baixos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda reslam algumas fazendas para concluir
a liquidado da firma de Lcile & Correia, as quics
se vendem por diminulo preco, sendo entre ou-
tros as seguintee:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados franeczesde cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padres, a 240.
Brim delinho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a trO.
Cortes de calca de meia casemira a 2$.
Ditos do dila de casemira de cores a 5$.
Panno prelo fino a 3} c -i;;.
Meias de cores, finas, pora honren), duziaa
18800.
Grvalas de seda de cores e pretas a lj.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito finas a i.
Ditas cruas finas para hornera a 4g.
Cortes de collelcsde gorgurao de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4$.
Chales de laa e seda, grandes, um 2$.
Grosdenaple pretode 1J600 a 2$.
Seda prcla lavrada para veslido a lJfGOO c 2g
Cortes de vestido de seda prcta lavrada a 16$.
Lengos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora a 6(0 rs.
Ditas bordadas finas a 2(500.
Toalhas Je liuho para mesa a 2JJ e 4?. \
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoQO de senhora a
560 re.
Vestidos brancos bordados para baplisar crian,
gas a 5JOOO.
Cortes decaiga do casemira preta a 6#.
Chales de merino com franja de seda a 59.
Cortes de caiga de riscadode quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montaria, cova-
do, 1#280.
rasos braoeof de cajubraia, t duzia, 2#.
Noarmazein de fazendas da
ra do Queimado n. 19.
Vendem-se cortes de hiberia com 14 covados,
fazenda muito fina, imitando seda, pelo tralo
prego de 2(500, meias cruas finas para hornera
a 2jji00a du7ia.
arelo.
Superior quadade : vende-se no armazem de
Francisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de
Dos n. 12.
Farinha de mandioca a
5$000
a sacca de farinha de Mamanguape.
Modas francezas.
Lindos chapeos da ultima moda para senhora,
fie hus Maria Antoinetta e mangas e enfeiles pa-
ra theatro, vestidos para nnivas, e luvas, che-
gados pelo navio Adele : vendem-se na lija de
madamc Millochau Buesard ; ra da Iiupera-
IrizJ n. 1.
Liquidado
Loja do Ramalho.
Superiores chapeos de couro da Russia para
rapazes, muito proprios para a presento eslarao
chuvosa. para os que lem de andar diariamente
na ra, sao fortes, do muita dirraeo c nao entra
agua dentro, tem prelos e cor de bisouro, pelo
diminuto prego de 4$ cada um : na praga da In-
dependencia ih. 19 e 21, loja do lampeo na
porta.
as para invern. I
Na ra da Cadeia do Recife n. 23 loja
confronto ao Boceo Largo, vendem-se jg|
chancas proprias para o invern ou para iQ)
andar-sc em casas ladrilladas a marmore fg
ou tijolo pelo mdico prego de 3$ cada r
urna. H

americanos,
Todas as casss de fura'Iia, seuhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devera estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quacs se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Espirito de vinlio com 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andaa na ra larga do Rosario n. 36.
Sal do Ass.
A bordo do palhabole Oliveira II : Irata-se
na la do Trspiche n. 14, escriplorio de Manoel
Alvos Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na iravossa d3 Madre de Dcos n. 2.
Ra daSenzala Nova n. 42
Vende-seem casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e castigaos bronzeados, lo-
nas inglezas.fio de vela, chicote para carros, e
montaria, arreios para carro de um e dous caval.'
os. e relogios d'ouro patente in&lezes
I Engenho. I
? Vende-se o engenho Santa Luzia,silo na
freguezia de S. Lourengo da Malta, entre &
@ os engenhos Penedo de Baixoc Penedo de @,
Cima : Irata-se no mesmo engenho ou no Jj;'.
enstenho Mussambique com Felisbino de U
Carvalho Rapozo.
FlNDICiO LOW MOW,
Ra da Senzala Hova n. 42. .
Neste estabelecimento continuas haverum
j comapletosortiraento de moendas e meias moen.
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
: de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
' para d<
*
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja d Lecomte.
fende-se superiorlinha de algodSo, bran-
cnse do cores, em novello, para costura: era ,B8WIII6W SSSSISSS H^S
casa de Seuthall Mellor& C, ra do Torres
n.3 .
Loja de marmore I
DE
43Ra Nova-43
Os proprietarios deste estabelecimento ff>
avisan) ao respeilavel publico, que ac- bam de receber pelos ltimos vapores da oji
Europa, um variado sortimenlo de arti-
gos de novidades, tanlo para senhorasco- *K
mo para homem o meninos, c entre es- M
les :
Para senhoi as.
Vestidos de cores de moirantique e gro-
dc-fric.
Capas para sahida de baile e ihoatro guar-
necidas a anninho, ultimo goslo.
Di'as de velludo prelo, ultimo gosto.
Enfeites de pliantasia para baile e thea-
tro
Chapelinasde palha da Italia e seda ul-
timo goslo.
Leques de phantasia a madreperola.
Chales de cachemira com bordado es-
pecial.
Braceletes do sndalo e leques.
Extractos de sndalo.
Vestidos de cambraia branca bordada.
Luvas de Jouvin brancas, prtlas e de
cores.
Murgas, broches e pollerines com man-
guitos de cambraia finissima, borda-
dos a ponto de Inglaterra e guarne-
cidos a renda valenciana.
Augusto & Perdigaj, com loja na ra da Ca-
deia do llecifc n. 23, vendem as fazendas men-
cionadas, pelos seguintes procos, que sao os mais
commodos possiveis.
Chancas fcitas no Porto p roprias para o inver-
n por 2*500.
Borzeguins francezes dos melhores fabricantes
por OJOOO.
Borzeguins de Meli por 12000
Sobrecasacos de panno tino prcto c de cor su-
perior por 35g000.
Palelols e sobrecasacas do casemira por 2~>$.
Caigas de casemira superior por 10$ e 12.
Camisas inglezas de linho superior por 50J.
Chancas proprias para andar em sitios e cte-
nnos por 2J500,
Charutos superiores e outras marcas conheci-
das, caixa SjOOO.
Vendem-se 2 silbos inglezcs com ronco
uso, com lodo os arreios para montara de sn-
uhora c por preco commodo ; na ra do Livra-
menlo n. 35, ISa mesma casa se dir quem ven-
de um ornamento completo feito em Portugal,
com missal, calis, pedra dar, e todos os mais
arranjos para celebrar, linda nao servidos, e com-
pra-s um santuario decente.
VenJem-se canoas do amarello de 25 a 30
palmos de comprimento, proprias para abiir, e
para pescara, com 2 1|2 a 3 t[2 palmos de boc-
ea : na ra do Vigario n. 5.
Milho e farelo.
Vend-sc na Iravessa do paleo do Parai/o n.
16, casa pintada de amarello com oilao para a ra
da Florentina-


Ra Direita n. 83.
Agulhas francezas a 200 rs. a caixi, graupos a !
20 rs. o maco, callao com clcheles a 40 e 60 rs ,
penles de bfalo para alisar a 240 rs., colher de
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de
_ cabega, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
metal do principe para tirar iuuwi 320 rs., [ lis, indigeslo, crup, dores nos ossos, contusos
thesouras finas para costura a 120, 200 e 210 rs., Q;m^,. ,
(filas com aro envernisado a 400 rs., ditas para q.uel01adura' pluP0CS cutneas, angina, reteD-
unhas a 400 rs., trangas de linho do cores com Sao dfi ourina, ele, etc.
Solutivo renovador.
Cura lodas as enfermidadesescrophulosas.chro-
pa
cores com'
caracol a 100 rs. a pega, galao de linho proprio
para enfeilar casaveques a 100 o 120 rs. a vara,
fumo prelo para brago e chapeo a 160 rs. o cova-
do, franjas de linho brancas a 120 e 160 rs o
vara, dilas de cores a 200 e240 rs. a vara, ditas "lCaS esjp l,hllcas; resolve os ePsitos de mos
de l&a a 120 rs. a vara, ricos enfeites de vidrilho "umort's. purifica o sangue, renova o syslema;
prelos a 2800, meias finas prelas para senhoras
a 280 rs. o par, oculos muilo finos de aros do lia-
Icia a lj o par, bicos prelos de seda a 160 e 200
largos a 600 rs., tramla ou babado do Porlo a
80 e 100 rs. a vara, botes para punhos a 160 rs.
o par, grvalas muito finas a ljt, verdadeira fita
ile linho a 100 rs. a peca de 6 varas, enfiadores
para esparlilhos cora 2 varas de comprimeulo a
120 rs., meias de cores para meninas a 200 o par,
papel almago a 2# a resma, superiores sapatinhos
promplo e radicalmente cura, cscrophulas.vcne-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
Isos, luraores brancos, afeeges do ligado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de lodas as classes,
molestias d'olhos, dificuldade das regras das
raulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
de laa a 560 rs. o par, obrcias para os namora- WclV
dos a 160 rs. a caixa, fivcllas douradas para cal- .
ga a 80 rs., peonas d'ago bico de langa a 1 rs. Para regularisar o systema, equilibrar a crcula-
a caixa, bules muilo finos para caiga a 240 rs. a gao do sangue, inleiramente vegelaes favoraveis
S!r =SedfS>0Ur0 Pa.r" dfUrar' ',m. ^08?"'10 era todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
grandes a 800 rs.. carias francezas linas a 240 rs j. i ,, n '
o baralho, eslampas de Sanlose Santas a 140 rs., | dores do venlre- dses dc,a3 regulansam, de *
botes de louca para camisas a 160 rs. a grosa, a 8 purgam. EsIjs pilulas ao eflicazes as affec-
ricos peotes virados para alar csbcllos a l40O,
fila para cs a 240 rs. a pega, superiores botes
de madreperola a 640 rs. a grosa, meias do cores
e brancas para meninos a 200 e 240 rs., ditas
para meninas a 240 rs., bandeij; s de difTerentes
tamanhos a 13600 e 2$, escovas finas para denles
a 240 rs., fila preta o branca cora clcheles a 400
rs. a vara, propria para vestidos, passadores pre-
los para casaca e paleto a 120 rs penles para
atar cabellos n 120 rs., pinceis para barba a 100
rs., reros prelo a 100 rs. aoitava, ricas golllnhas
do vidrlhos a 1$500 ; alm destes objectos en-
conlrai o publico um rico sortimenlo de franja
de lodas as larguras prelas e de cores, com vidr-
lhos, bicos e rendas da largura de um dedo al 2
palmos, fitas do sarja e garga lavrada de meio
dedo at um palmo, ricos penles de tartaruga vi-
rados e filas de velludo de lodas as cores e lar-
guras.
Moleque.
Vende-se um ptimo moleque, de 13 a 14 an-
noB de idade, liora copeiro, faz loJo o servigo de
casa de familia, o qual serve tambem para pa-
gem : quem pretender dirija-se ra da Cruz a.
23, segralo aud-r.
ATTENCA'O.
Vende-se continuadamente saceos com farinha
de mandioca, ditos com milho e farelo de Lisboa
por menos prego que se vende em oulra qual-
qaer parte : na ra ds Rangel n. 62, armazem
F0G0IF0G0!
FOGO!
Na estrada de Joo de Barros, no primeiro si-
lio a direita, passando a igreja, acha-se de con-
formijade com as poituras municipaes montada
urna fabrica de fugo de artificio de todas as quali-
dades, aonde os apreciadores o podero comprar:
recebem-se encommendas para o mesmo, na ra
daConceico n. 2o.
Veiiiie-scl
Relogios palenles.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos paracamisas.
Biscoutos.
Era casa de Arkwight &. C, ruada
Cruz n. 61.
roes do figedo, bilis, dor de caboca, ictericia, in-
digeslo, e em lodas a enferraidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, relen-
ges, ores brancas, obstrueces, histerismo, etc.,
sao do mais promplo effoilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, e em lodas as febres ma-
lignas.
Estos Iros importantes medicamentos vera a-
companhados de inslrucces impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em q iilquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falsi iengo por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leile
& lrmao, na ra da Imperatriz n. 10, nicos
agentes em Porrambuco.
Para S. Joo.
Vende-se manleiga ingleza a 960 e 800 rs., di-
ta franceza a 600 rs dita de tempero a 320 rs.,
queij'js muito no.-os a 2gS0C, doce de goiaba a
l$ocaixo, cartas de traquo a 200 rs. : na ta-
berna da estrello, no largo do Paraizo n. 14.
Vendera-se 8escravas com habilidades e sem
ellas de 15 a 40 anuos, de 800$ a 1:500$, um es-
cravo de 30 annos, bom coznheiro, por 1.300$,
um mulato de 22 annos por 1:3009, e mais al-
gunsescravos baratos quo se vendem, tanto a
prazo como a dinhoirn, na ra Direita, no escrip-
lorio de Francisco Malinas Pereira da Costa.
Vende-se urna armagao do taberna, com
todos os perlences, e aluga-se a casa, tudo por
commodo prego c propria para um principiante :
quera pretender dinja-se ra do Arago n. 8,
que todo o negocio se far.
Mamanguape,
em perfeilo estado, chegado honlem : vende-se
no armazem de Francisco L. O, Azevedo, na ra
da Madre de Dcos n. 12.
Refinaco de assu-
cardoMonleiro.
Continua-se a vender assucar crystalisado de
Ra da Imperatriz, na loja da esquina do boc-
eo dos Ferreiros, vendem-se corles de rist adu
francez para vestidos a 2}, chitas cores fixas u
finas a 200 rs. o covado.
Farinha de mi no.
Vende-se farinha de mbo muito nova : ra
das Cruzes n. 30, padaria, a prego commodo
Pechincha.
Para acabar, na ra Nova n. 32, vendom-so
lias cbinezas bonitos padres. para vestidos de
senhora, polo diminuto prego do320rs o covado
Liquklacao.
A ellcs antes que se araiiem.
Casaveques de fuslao branco cun irania (bo:u
gosto) a 8 rs.
Ditos de mussulina igual feilios a 6; rs.
Ditos do cambraia bramos a 5 rs.
Manguitos rom gola O para 15500.
Gollinhas de bonitos padres a 500 rs
Casemira amarella para fardas, corados 1|200.
Luvas de fio da Escossia por 300 rs.
Lengosde cinta a duzia a l^iOO.
suspensorios linos o par a 320 rs.
No pateo de S.
Pedro n. 28, vende-se urna cabra (bixo] com um
cabrito, propria para mamontar urna crianga, por
sor muilo mansa e ler bstanle leile. Na 11 osrna
casa foinoce se comidas e juntamente se manda
levar em casas particulares, ludo por muilo com-
modo prego.
Vende-se cal virgen) nova e em podra, gada agora no patacho porluguez Maria da Glo-
ria : no oscriplorio de Francisco Severiano fia-
bollo & Filho, largo da Asscmblca Provinnal
n. 6, Forte do Mallos.
Vende-se por prego commodo, um cscravo
crioiilo, do bonila figura, mogo e com o cilicio
de caiador : na ra dos Martvri'os n. 4.
Camisas inglezti^
se barricas de todos os lmannos, com brevida-
de e aceio : na ra do Caes de Apollo n. 63.
Vende-se um par de dragonas para 0fllci.1l
da guarda nacional, espada com talim, fiel, ca-
nana c bands rica, e oulra com bacalho de re-
troz, ludo para fardamenlo rico c por preco mui-
lo em conta, pois s servio urna vez : os "preten-
denle dirijan) se padaria confronte a igreja da
Solcdade, que acharao com quem tratar.
Feijao amarello.
Em saceos grandes de 30 cuias, era pequeas
e grandes porcoes; vende-se muito barato para
acabar, e saceos com farelo, o melhor quo lem
vindo ao mercado, a 59 : na ra do Vigario n. 27
i Chapeos para senhora.

Vendem-se chapelinas com lindos en- &
feites e de difTerentes cores pelo baralissi-
@ rao prego de 109 cada urna: na ra do
Queimado loja de 4 portas n. 10.
#a e e e@@
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermifugo inglez.
Zarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Elliiir anli-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 ongas a
12libras.
, Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual rende a mdico
preco.
Ervilhase paiuco
Vende-se a 160 rs. a libra : na travessa do
pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de anmello
com oilao pan a ru da Florentina. Jk
ua
superior quadade, da acreditada fabrica doMon- fta loja de GoCS & BaStOS
teiro, pelo prego de ,00O a arroba, e aprompla- Q Quemndo ^ ^
Acaba-se de receber um grande sortimenlo
das verdadeiras camisas inglezas muilo linas,
com pregas largas, peitos de linho, sendo estas
ultimas camisas de um gosto apurado, lanto rm
pregas comoem collcrinhos, pois c decente lanto
aos rapazes como sos senhores de maior. por isso
sondo muita a porgan que recelemos, deliberoii-
se a vende-las por 389 a duzia, nesta bem conhe-
cida loja de Cocs & Basto.
As melhores machinas de coser dos mus
afamados autores de New-Yoik, I.
M. Singer 4Ce Wheeler & Wilton.
Neste eslabelrci-
men'.o vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
quaiquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
quadade c segurares :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leile & Irruaos ra da
antigamcnie alerro da Bua-
Imperalriz n. 10,
Vista.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para Tender en
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimenl*
chegado;, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, t
muilo proprios para este clima.
Escrayos fugid**.
Fugio oescravo de no*. Ceso,iOt idadede
vinle e tantos annos, pou '"a's ou menos, es-
tatura mediana e reforc**. bons denles e lima-
dos, cabra escuro qvff "e8ro, barba na pona do
queixo, olhos r**f",'r,ados. pomas um pouco
arqueadas, DI*? do .Sobral (Cear) ; porlanlo
roga-se aoftt^its ae esmpo, as aoloridades
polica.*, Tualiuf r-pessoa que o possa cncen-
trar, rfehendam e o leven) a sua senhora, no
ca*^f"amos> sobrado encarnado, que serio
fr/rfttlcsdos ; e se protesta contra quem o liver
acolitado cm sua casa,



.(*)
DIARIO DE PERWAMBUCO. SABBAOD 23 DE JUNHO DE 1860.
Litteratura.
0 Romance Satyrico na llassia.
(Concluso.)
"Essa liberdade delerminou na salyra moral um
progresso, lestemunhado pelo romance MI Al-
mas. M Pisemsky nao deixou sombra dela-
IIip algum da vida publica ou privada dos ftuic-
cionarios guasos Entretanto, o que principal-
mente allrabio o publico, foi talvez menos essa
exacta dcscripgo, do quo a aulhepticidado do
carcter de Kalinovilch.
Esta personagem nao 6, e nem poda ser inlei-
ramenic imaginaria; existe Daadmini.-lragao im-
perial um grande numcio do mancebos intelligon-
tes e instruidos, que, como Kalinovilch, elevam-
se pela dcsllonra, porque nao consenteru cm vc-
teirainenie adraimslracu. Como puder-me-
hei eu entregar ao estudo'de algum projeclo phi
lanlropico, se mcu espirito nao est livre e se
meus cuidados perpetuos devera ser os meios de
bastar minha subsistencia. Para sor verdadei-
ramentc til ao paiz, devo serfolgaso e disposto
Tudo islo mu comprehonsivel. Zenon seria em
nossos dias um pessimo administrador. E' a ra-
zo por que ovito cautelosamente tudo quanto
de nalureza perturbar a calma da vida. Por-
tanto o,que queris vos ? A cada passo encon-
tr crcumstancias penosas. Assim, por exem-
plo, hoje mesmo um rustico veio procurar-me.
Recrutaram seu fllho, levo em sua familia urna
separaco voluntaria....
A' proposito (pergunta o interlocutor desse
digno funecionario), que venia ser essassepara-
res de que ha algum lempo ouco faltar ?
Urna separarlo voluntaria ? Significa que
alguem separa-se voluntariamente. Certas mu-
Iheres nao pdem viver jimias, ou antes um so-
gelar na obscuridade e na miseria.
De fado nenhum estorgo honroso podo-los-hia 5'.-m0,rf," 5?"11*^!?,?'ae.?"a_P"?..C-?,i
tirar dessa siluacao desgranada; a inercia e a in-
fazeni, v vo-lo pergunio1? Nao porque o
funecionario desse complemento, um elemento
orgnico superior, relativamente a toda easa
massa de seres incultos? Se assim nao fosse, fl-
cai certo que oa abusos contra o* qae erguem-se
nao poderiara ler lagar. Istojuslillca-so. pois,
sob o ponto de vista historien, philosophico e
ethnographico...... Touesl-pour le mieux dant
les meileur des mondes, como o disse nosso ami-
eo Pangloss. Porm eis que j basli sobro esle
assumpto, Se bebessemos urna garrafa de bom
vinho ? Que dizeis 6 is'.o! Tenho ahi um vinho
como talvez nunca tenhais bebido.
E' contra esse optimismo pretencioso dos fnne-
cionario o dos proprielarios, que o tomante sa-
tyrico oais resolutamente dirige os scus otta-
ques. Ahi ha com effeiio mais que urna veia c-
mica explorar. A administraran comeen des-
pertar do seu funesto torpor; bom que a opi-
niao a anime e excite. Um faci recente, ujo
thealro foi a Siberia, provou al que ponto pode
chegar na Russia a lyrannia administrativa,
sera era repouso. Considerai toda casa serie re i surtidora de
geraces que succedem-se as Indias, a nalu-
reza accumulou-os de dous : ellas nlo conhecem
a parte da vida poltica e administrativa : nao
conhecem o molealo dominio da inteligencia so-
bre todas as outras funecoes do organismo ;
a historia universal esqueceu diversas geragoes
que viveram como convm aos homens viverem
nossas fallas; apocar d'esse toro
licocompanheiro, um vivu etintrasle. Onde, pois,
est aqui a satyra ? pergunlar-se-ha. Ella est
as mesmas fallas do monomaniaco, cujo retra-
to assim tragado pelo medico.
t Achar-se-ia difilcilmenle um semelhante
excmplar em toda a Italia. um original sem
segundo I A machina era boa, porm desmn-
lelou-se um pouco. Eu eslou encarregado de
levemedo. ESim hypocondriaco qu* cabe na ^-- ----- ------ '! ma poltica. Para anda mais mostrar
inania ; ello passa algutnas vezes das inleiros
sem dizer palavra e nutras vezes falla, c diz cou-
sas que fazcm arrepiar os cabellos. Em nada | nos, Russds as condigoes qu acabis de Iracar
er, nada absolutamente. Est de accordo comi- Isso seria urna prova convincente da
fio que nao sou muilo crdulo, mas sou toreado a rerdade de minha opiniao." O qHe v3 chamai
reconneccr que elle anda vai muito mais longe. | povo precisaraenle a especie humana, porm*
tilico d'ellas nada absolutamente emende ; elle
considera todas as consas sob um ponto de vista
material, acanliado, do alio de seu monluro
cumslancias de familia e
da questao econmica.
nao tem a menor idea
Porm vollemos ao
capacidade de seus superiores, a maior parle do
lempo completamente exlranhos aos deveres do
suas fuiccoes, a indiff*renga do publico para o
mrito ntellectual o moral, ludo conspira contra
sua legitima ambicio.
Foi para tornar esla verdade anda mais paten-
te que Mr. Pisemski oppoz o deslan do principe
Haminsky ao de sua personagem principal. Por-
que razio esle ultimo suecumbe na ousada lula
que travou cora seu indiano protector? Foi por-
que a fuga do sua mulher o despoja do sua opu- I "" y"** utiuimca.... ore... .roo* o
lencia.cportaolo de sua influencia emquanlo!fac ? D'sse-vos que recebera a visita de um
que seu rival, anda que acabrunhado de dividas, I rus,,.co locsuppl.cou-.ne que me pozesse em
ainda figura por seu Ululo c suas propiedades, f" ,ujr- t^peinH-lho se dingisse s auton-
0 autor do A/ti Almas ferio certeiro, porque \aaJv.s.e sua E"es_ tera ,"ra ,m,a!?- um
seu successo. aobroiudo, den lugar prolestaco i !* "'i?' q'e S6' ? ? Tont" r "' fait i"""'
de que elle so lornou o orgo. 'leurbien. iguratque orust.ro lancou-ao
A sociedade russa j deve muto aos ostorgosj
de seus romancistas, desde o dia em que Gogol j
pode atacar os vicios dos empregado, e sem con-
tradicao emogo producida pelos quadros 13o i
verdicos da miseria do camponez russo, que se i
deve aliribuiras tentativas de reformas que hoje \
se lem feilo.
e
ora,e e3 que a familia quer separar-se IE' i elle tambe ni rnnstrou "quo urgente seria rep'ri-
impossivel consenti-lo I Esl establecido em mir os desvos dos funecionarios formados ao mo-
tlese por todos os economistas om lodo o traba i dlo do hroe de Mr. Chtcdrne. lia perto de dez
llio as forras actuantes devem ser o mais con- annos, a cidade e o distado de Irkoulsk eslo
centradas possiveis. Por desgraca, o rustico nada cheios de jovens empregados, que sahera das es-
comprehende desses raciocinios ; no ponto scien- colas de Pelersburgo, os quaes, em vez deconsa-
grarem-se ao exercicio de suas uocces, paasam
o tempe beber e jogar. Geralment vivera raet-
l)o rorar;o brando e minio bom. Alm dsso
ello nao linha desejo algum do viajar, porc-n
seus prenles decdiram-no.... Vos comprehon-
deis Ellesqueriarn livrar-sedelle, tanlo mais
que elles desconflavam do sua lingua___ Elle
quera dirigir-se ao campo, casa de sua irma;
porm esta recea que ello se-pozesse a pregar o
communismo aos rsticos, eas coulribuicoes com
isso poderiara soflrer. Elle, emim, concorddu
em parlir, porm para dirigr-se ao sul da lla-
lla. '
doco. nao menos se submetle a urna verdadeira
transformaco, nio se torna tenos philosopbica.
Em voz de atacar os abusos diarios da vida pra-
lica, dirgeseos golpes mais alto ; a vida mo-
ral e inlelleclual que ella procara rehabilitar, *
vida grosseira e servil qoe ella treta de corobater,
N'este ultimo ponto de vista, ella adquire orna
se urna ar-l
poltica. Para ainda mais mostrar com quo
ousadia ella prceuche essa ultima tarefa, pre-t
ciso citar como concluso urna pagina allegorica
em que Mr. Hertzen enumera com urna irona
profunda e penetrante os direitos do povo russo.
Todas as classes da sociedad* russa gozam
de direilos de tal sorte, que o mundo europu
nlo poderia d'elles (er urna idea. Passemos suc-
cessivamenle em resenha
Por um signal de benevolencia particular,
todo nolue desde a infancia, urna propriedade
as classes inferiores I O que ha de mais doloroso da corda, physica, moral e intellectuilraenle.
dias-Orienlaes, quo ludo gaslaram.
Confessai, diz-lhc o doutor, o povo ain-
da se acha enlrc nos outros, pouco mais ou me-
nao se permiti ao povo viver 5 sen modo, eis o
mal. A civilsar;o paga-se horrivelmente caro :
a administrado, a religiao, o exercito, csgolam
que urna tal siluacao ? Aos nossos pes borbulha
urna niultidao acabrunhada de Irabalhos, mora
de tome: cima de nossas caberas, eis urna ou-
tra, que mirra-se e debate-s esraagada pelo
pensamento, acabrunhada pelos esforcos que faz
para chegar i resultados cuja consecucao to
lidos comsigo e desprezam todos os erapregsdos heis que escolheu u
rv- I t. ------a-----a> rwm"m *-"o- vaui0uvo bino t-unarvutu
uirige-se para t Calabria e vosso humilis- : va como fornecer pao aos esfaimadoa. Assim
simo servo ah o acompanha na qualidade de por entre cssas duas molestias, entre esses dous
eo-medic (medico particular). Confessar-me-
A satyra Iliteraria anda leve outio resultado:
se ella nao bstanlo forte para desenraizar
completamente os vicios, ao menos poderosa
contra os ridiculus.
Entre os romancistas russos que sem prelcn-
cocs mesma anuencia moral de Mr. Tourguc-
ou
ef o Mr. Pisemski. observaran Ivpos uovos,' de- {"s'amenle recrutado. O que lem o govern'o com
ve ser citado Mr. Grigorovilch. lsso^ J' demande un pe* ?
lia pouco lempo, no Guo e o Ralo, Mr. Gri-
gorovilch, com talento, pozetn secna um renda-
lario de agurdenles, classe de homens que por que ponto elles ainda estao atrasados, quodis-
suas iinmensas riquezas, por seu genero de pre-1 tanles ainda esl&o elles de poder gozar dos be-
lencocs, fazcm leinbrar os nossos anligos renda-: e/icios da civilisagao. Recoaheceu-se-lhes o
tarioa goraes. direilo de deliberar em com mam o de Hornear os
Quinto Mr. Cliledrine, o autor espiritual das membros do tribunal que o julga, e quasi um
Scenas da Provincia, mu hablmenle reproduzio self-government, e poi-lano elles ainda vein ras-
carlas variedades de funecionarios, de que uo tejar a meus ps. E porque fal-o esse hornera?
existia a menor scenlolha do lempo de Gogol. i Respondei-me. Nao porque, gracns ao zelo
Foi assim que em algumas paginas csliocou o que desempenho as rainhas f.iocces adminis-
pc til de um empregado, que & exemplo do princ- Iralivas, elle comprehende instiuciivaraenle que
de respeilo, era ludo isso nao v mais que cir- de uraa origem obscura. Ha pouco, que um no-
1 vo funecionario chegou Irkoulsk, Mr. Nkliou-
dof; linha sido posto disposicao do governador
da Siberia oriental, o general' Mouravief, este
roafiou-lho rauilas missoes importantes; elle
mandou o especialmente como enviado Pekim.
Ainda que por seu nascimenlo, e por sna educa-
co Mr. Neklioudof podesse fazer-se admillir en-
tre os jovens funecionarios da cidade, elle del-
les se linha afaslado. Esta circumslancia o o fa-
vor, do que gozava conlra elle crgueram o odio
dessa roocidade urea. A occaso de trata-lo
mal nao lardn a apresenlar-se ; um certo B-
klemichcf, membro do consclho administrativo
da provincia e chefe da pandilha dos jovens fune-
cionarios, lendo-se encontrado com elle em urna
sala da cidade, aecusou-o publicamente de ler
extraviado urna parle dos fundos, que Ihetinham
sido condados para sua misso Pekim. No
dia seguinte, Mr. Neklioudof, sabedor desta ca-
lumnia, dirgio-se casa do Mr.Beklmichef pira
lomar satisfagoes a re3peto. Este, tendo-o
rerebido insolentemente, deu-lho urna bofe-
tada. Urna lula Iravou-so eolrc arabos e a gen-
te de Mr. Bklemichoflcndo inlervindo, Mr Ne-
klioudof foi arraslado e levado i reparlico da
polica ; ahi porm nao o conservaran) por mui-
lo lempo.
Deixnram qae Mr. Neklioudof, privado de lodo
o apoio cm Irkoulsk desde a parftda do general
Mouravief, enlao as inargens do Amour, recu-
sasse um encontr e deixasse a cidade.
Alim de impedir sua partida, foram postadas
em todas as portas senlinellas policiaes, com or-
deni do faz-lo retroceder se acaso ahi se
apresenlasse. O duello leve lugar alguns dias
m paiz singular ; ahi so
aos meus ps e poz-se abraca-los em
lagrimas. Fquri confuso, porque emliro sempre
um homem. Parece que o pedido do rustico
linha sido negido por lodos os lados ; era eu sua
nica esperanca. Que (al vos parece islo ? Era
impossvel meller-se em cabera que de algum
modo eslava encarregado de desenvcniclhar seus
negocios de familia. Vigiar sobre os emprega-
dos inferiores, exarar projectos pora seu bent, at-
tenlamcnte seguir toda a mazcla da machina,
que sera isso poder-se-hia desmontar, esqual
minha missao adminslratira I Pouco imprta-
me quo um Houzeruka ou um Prorlika seja in-
E o que zesles do ruslico ?
Detei-o fra, bem entendido...... Nolai
enconiram, segundo dizera. bandidos e sacerdo-
tes. Razao porque, de passagem para Marselha,
eu compre um revolver.... Nao vades, porlan-
_ esses
modos de softVimentos, enlro a febre de uraa
se | existencia m e & consumico dos ervos sobrex-
citados, o que ha ? A flor da civilisaco, seus cha -
ros filhos, a nica rlasse de homens que goza da
vida tanlo de bem quanto de mal,nossos pe-
prreitameulo civilisado, para de algum modo le- mente signWicam, que minha vista exerctada
gili/nar a baixeza de sua conducta. I pode esclarecer o cahos, o labyrintho sera sabida.
K um lypo verdaderamente novo na Russia;; no nieio do qual em vao procqram eccon-
porlanlo nao ser adiado no interior do imperio; lrar-se?....
ahi os funecionarios ainda estao mu incultos. 6? Militas pessoas levantam-se contra o prnci-
nas capilaes, as altas regies administrativas, Pc creador do rgimen administrativo, porque
entre os jovens funecionarios, os favoritos dos elle leude & penetrar cala vez mais todas as for-
tniuslros o os seus auxiliares mais ntelligenles,' cas vivas do imperio. Que mal ha nisso, por-
que as uinis das vezes se eoconlram os homens < gunlo-vos ? Nao natural que um principio ge-
polilieos, cujo retrato nos dado por Mr. Chte- ra' e enrgico imnoe-so pouco pouco
diine. todas as manfcslaccs accidenlaes ou passagei-
Mesmo em Paris pde-so v-los, porque elles' ras ? Erguer-se contra islo, dar uoi desmenli-
viajam; porm desdo que pe o p em Ierra es- do nossa historia, tolo o nosso passado, A lo-
Irangeira, ordinariamenlo dao mais gravidade ao ; da nossa organisaeao actual. Lao$ai a vista em
seu porte, mais dignidado s suas palavra3, c de deredor de vos ; ludo quanto vedes o fruclo
boa vonlade seriara tomados por administradores daadministracao.Quem vosdeu acommunarural?
modelos. i A adminislracao. O coraraereio ? A adminis-
A adminislracao russa nao lem defensores tracao. A industria manufaclureira ? Ainda a
mais calorosos quo elles. adminislracao. Para comprehendc-lo, deve-se
Ksforeani-se em fazer crer que sua triste repu- reunir ludo isso no mestno foco. Idos dizer-mo
lacSo na Europa o o resultado da calumnia ; que que isso desoladnr, c eu permillo-mo era sus-
olla em nada o cedo sob a relncao moral As ad- : tentar o contrario ludo isso caminha c caminha
miuistracdea dos paites civiiisados. i bem ; por eqoseqoencia essa ordera de cousas
Muilas vezes nao so routeutam em suslenla-lo tem sua razo de ser. Se nos nos tivessemos
vivamente nos sales ; iinpunhim a pena o diri- i desenvolvido naturalmente, l)eus sibe como le-
gem aos jomaos ostrangeiros notas concebidas no riamos caminh'ido : talvez muilo para a direita
lo, crr que elle seja um louco de se prender quenoa proprielVrios^a Ra8ia aqui os gisas'
Al mesmo me lesteraunha affeicao seu modo, Porm a nalureza nao se deixa ultrajar
comquanto serapre me contradiga. Era sumraa ella implacavel em seus castigos como' o car-
eslou salisfeitissimo ; recebo mil rublos por an- risco..
no e eslou costeado de tudo, al mesmo de cha-| Aqiii" vgueni N.kolaievilch, poz-se a andar
rulos. Nesla occasiao elle esl extremaraenle pela Ala, porm-parou do repente dianle de um
delicado. E depois o prazer de viajar lera sua : espelho. Vede, tclorquio elle, esta lace.... Ah !
influencia 1 Emflm, preciso que eu vos apre- ;.... Ah.... venaderamente horrivel. Comp-
senle o meii original. rai 0 primeiro dos n0S90S rusiicos qiie apparecer,
-Deixa.-o era paz I Para que Om ? ; comigo : com esla nova varelas que oscapou a
u quero razor-vo-lo. Em breve dar-vos- Blumenbach, o typo caucasiano-cidadao, ao qual
hornera excellente e al raesrao perlencem os funecionarios e os logislas, os sa
heis. E' um
seria um horaem de espirito, so elle......
Nao fosse jouco.
E' urna desgrana qual certamentc sois
indiirercnli.simo; porm elle necesjila de dis-
traccao. Islo faz-lhe bem.
.... O monomaniaco entrn logo depois com
ar limido, saudou-me mais profundamente que
leria convindo e com um aorriso toreado. A ex-
ressiya mobilidade dos msculos d sen corpo
imprima em sua physionnmia urna estranha e
nao sujeita expressao, que a cada asanle muda-
l'ios, os nobres, em urna palavra lodos os cretins
e 03 albinos que povoam o mundo civilisado, raca
fraca, sem msculos, achacada de rheusmalismos
e enlao estupida, m, vulgar, desairosa, cache-
tica 1 Della sou urna bella especie, eu, velho
com trinta e cinco annos, ente intil, que tenho
passado toda a minha vida como um p de agriao
crescido durante o invern boira de una ponte.
Ah I Que horror 1 N.io, nao, islo nao pode du-
rar ; estpido demais !... Quando poderei re-
pousar no seio da uatureza ? .. Parae cora o
va : a tristeza, a irona, e algumas vezes a sim- i edificarlo e reedifleaco da lorre babylonica da
mesmo eslylo, e na esperanca de tirar tira bom
resultado mais tardo para sen adianlamento. Ou-
eamOs Mr. Cbledrine ni narracao cm que esboea
o empregado russo, procurando apresenlar sus
accoes, como npeifeicoamentos lirados da civi-
lisaco occidental.
O imprudente narrador faz, sem sabe-lo, a me-
llior
ou para a esquerda.... Nao pndericiscrer o quan-
to me encolerisarn todas as palranhas que n'essc
sentido se espalliam.
f)e algum lempo esta parle falla-so muilo
de liberdade e do civilisaco Ah preciso
ler vivido no meo dos rsticos, para saber o
quanto elles valem. Para que pcrlurba-los ? Se
salyra da classe quo pertence, e que julga elles lano apreciam o descanco, queosomno
defender. j thes i ameno. Sem duvida aguraa deve-se n-
Eu mesmo detesto as luvas. As linas sao trodu/ir entro elles algumas novidades, attm de
boas, vo-lo repilo, para a plebe a. tilico. Nos ou- provar-lhcs que pensase constantemente em
Iros consideramos as consas sob outro ponto de melhorar sua sorte. Assim por exemplo, ulii-
vista ; nos nao conheccnios os luvas, porm os mainenie conceb um projeclo de lampadas eco-
interesses da adminislracao. S peco o que me "omicas para Iluminar os isbas. Islo eomrno-
devido, e de nenhum modo procuro saber como do e ao mesroo lempo pode trazer grandes vanta-
gens ao estado, visto como o exercilo neceslade
m'o prestam. I.imito-mo vigiar sobro os diver-
sos servicos, como as pesias, o imposto para a
conservar j des estradas, o rccrutamcnlo........
Tout cela doit rapporler.
Je suis un liomme comme il faut, cu sou um
soldados esbeltos, e esses desgranados sao cega-
dos pela fumaca de- suas malditas loulchtna.
Est bem vos nao azeis idea da difliculdade
que temos em fazcr-lh-.'S adoptar tudo islo 1 Re-
pe II imiiiski, s6 se serve do exterior de um hornera os rsticos e suas deliberares nada absoluta- depois; porm nao foi permillido Mr. Nekliou-
dof escolher para segundo um dos seus amigos ;
mposcram-llie ura horaem da pandilha. De-
mais, medico algum foi convidado para assislir
ao combate. O chefe do polica eslava era urna
torre prpxiraa, d'onde com urua toata poda ver
todas as crcumstancias da lula. O desgraendo
Neklioudof cahio ; somenlo algumas horas'de-
pois vieram levantar seu corpo e foi transportado
em un carro fechado. O scnlimenlo de indig-
naco que ergueu o flm myslcrioso desse fune-
cionario maifeslou-sc pelo concurso de todas os
classes, que assistiram seu funeral. A lei ro-
liginsa na Russia nega as preces da egreja aos
individuos morios em duello ; no entretanto, o
arcebispo, pendendo para a opiniao publica, au-
lorsou ura olflco especial.
Algnns das depois, as vidrar,as das janellas de
Mr. Beklemichef foram quebradas pelo povo e os
alumnos do gymnasio publicamente tralaram-no
de assassino.
Urna cruz foi posta sobre o lumulo do Mr.
Nklio rdof, e ainda quo elle nao lenha pirente
algum era Irkoulsk, esse tmulo est coberto de
ttores. Logo que vollou das margens do Amour,
o general apressou-sc era ordenar utn processo;
porm a nformaco concluo era primeira ins-
tancia, que o duelo se linha passado segundo os
regras ordinarias e o negocio ficou nsso.
Era um paiz em que se comraeltem taes des-
ordens, de algum modo deve a satyra lornar-se
pratca e combaler o inimigo, islo a m admi-
nislracao, mesmo do frenle. Nao so deve espan-
tar se accaso ella raras vezes ainda se produz na
Russia, sob a forma philosopbica e gcral. Toda-
va fra>dq imperio, ello senle-se mais Vonlade
e os oscriplos russos publicados em Londres,
principalmente os de Mr. Alexandro Hertzea, dis-
tinguen]-se por urna liberdado de procederes as-
ss grande.
Sobro ellos formar-se-ha um juizo por urna
narracao humorstica chamada o Monomaniaco e
em que Mr. Herlzen poc em secna um nobre
Moscovita que sdb a influencia de urna paixo
amorosa, loroou-se um visionario da familia 'de
Ilatnleto. Foi sobre as encantadas inargens do
golpho de Genova que Mr. Hertzen enconlrou es-
sa singular personagem da sociedade russa.
Esle hornera appareceu-me, diz elle, como
urna dessas mysleriosas Gguras de feiticeiros, de
peregrinos, de cenobitas, que danlc de nos evo-
cam as legendas da edade media, como para
preparar-nos para lulas penosas, para golpes im-
previstos......
O hroe enfermo de Mr Herlzen, percorre a
Italia sob a inspeccao affectuosa de ura medico
bon-vivant, quti faz, com seu plido e melanco-
plicidade, ahi se desenhavam successivaraenle. I
Nolava-se em seus olhos, que do ordinario era i
nada Glavam-se, um quer que revelavs grande
renexo e um trabalho interior; as rugas que
volteayam suas pestaas ronfirmavam a reclido
desse indicio. Nao era sem razo e em pouco!
lempo que sea cerebro tinha podido imprimir1
um tal carcter ao seu lodo ossudo, o nao era
sera causa qne os msculos de seu corpo litiham
adquirido essa mobilidade.
ordera social ; abalei-a e ludo se acabar. De-
xai do procurar o impossnel. S s dunzellas
amorosas permillido o dest jar usar, sonhar ton
einer besseren Nalur,von einetn anderen Son-
nenlichte E' lempo de voltar ao leilo pacifico
da nalureza ao ar livre, independencia selva-
gem, poderosa liberdade do estado primiti-
vo........
- Emqulros termos, diz o doutor, quere-
Elle tem o direito de entrar no eervico, caso o
queiram aceitar, de retirar-so quando o consen-
lirom, o de dirigir-se aonde agradar o governo.
EmUra elle est livre de lodo e qualquer castigo
corporal, menos que se julgue aOquado fa-
zer-lhe sentir o peso do bastao.
Os empregados teem direito de calar-se di-
ante de scus superiores, e de accabrunhsr seus
inferiores de injurias de mos tratos lano
quanlo para isso lenham torcas. Sao rcspons.i-
veis pelas fallas de seus rhefes e podem repellir
os erros qne elles mesmos commellem sobre os
seus subordinados. Teem o direilo de conside-
rar as caixas do estado como as minas de ouro
da California e o boleo dos solicitadores como b-
Ihetes de lotera. Urna vez apresentados, sao
dispensados do fazer visitas era commisso e
metamorphoseam-se em zeros.
O clero tem direito de jamis fazer a barba
o corlar os cabellos. Ello pode deixar de crer
era Dcus, com tanto que suppllquc pelo czar. E*
livre em nao recolher ao gremio da egreja ama
ovelha desgarrada, porm deve velar na entrada
dos dizimos abonados egreja. Punico alguma
corporal pode ser-lhe infliugtda, emquanlo trou-
xer soulaina, porm pode, ser feilo soldado e dis-
ciplinado com o unifoime.
Os mercadores teem direilo de assislir a cer-
tas festas do palacio, em que sao obrigados a pa-
gar sua entrada, o ser conduzidos a secretaria da
polica, d'onde nao podem sahir sem pdr a mao
no bolso. Teem plena e inleira liberdade do en-
gaar no peso ou medida de suas mercaduras,
assim como de esfolar cm scus ajustes, com a
condicr.io do lestcmunharem sea extremo aire-
lo po icia por contrrbuiccs mensaes. Us d en-
tre elles que ollerecerem ao governo soramas
consideraveis, receberao gratuitamente medalhas
do honra, cujo valor pagarsm duas ou tres vezes
sos empregados ettearregados de repariilas.
Eoi flm quaudo elles se liverem arruinado intei-
ramenle, entregando fornecimentos ao governo,
este concedet-lhes-ha para seus caneados das,
ttulos hooorilicos, que podero trausraitlir A
seus lilhosenetos.
cEygueni Nikolaievilch, diz-lhe o medico,
perniilti que vos aprsente um amigo velho, que I relorquio douloralmenle nosso original
ccrlamente nao pensava encontrar aqui. Kvgueni Nikolaievilch. que papel
--i "wr, irei-* Os burguezes teem o direilo de'vivor, se na-
rleis ver os homens vollar vida dos bosques ?..jdasabero, e de morrer do tome desde queappren-
*JTJ? ??"?" I'!?f??y.?yr? f^banhoa, | deram alguma cousa..... Alm disso con-
cedido lodo horaem d'essa classe que sabe um
que a
des-
Cilio do serulo ; sao-me precisos bons charutos e cordai-vos da historia das batatas ; nao queriam
urna toa garrafa de Chalcau-Laflitle. Sou obri-
gado,entendeis-me ?sou obrigado a ler cui-
dado, -nie necessario ler um exterior conforta-
vel, le gouvernemenl me doit tout cela. Ainda
son rapaz, c por consequencia il me fau una
bellc. Tenho o espirito cultivado, tenho vistas
ampias, e porlanlo nada deve perlurbar-me cm
minhas meditaces, nem a miseria, era cuida-
do algum, alim de que rae possa consagrar in-
FOLUETLU
92
M3r_H/"\BfJfc.
PAULO DE ROCK.
oavir fallar dellas ;je vousjure sur mes grands
dieux que liveraos tantos embaracos com essas
malditas btalas, como se se tratas'se de fazelos
vollar idolatra.
Censura-se aos funecionarios o receberera
as luvas ; alguns escriptores oceuparara-se al
mesmo deslc assumpto. Sera duvida eu nao
justifico esse coslurae: villo, eu eslou
de acco'do. Porm qual a razo por que o
Ha cinco annos.
E habtu?ste-vos ao modo de vida desle
paiz? repltcou elle, e corou.
Perfeitamenle
No entretanto haveis de concordar
existencia que se passa longe da Russia
agradavel, enfadonha.
Tanlo quanlo na Russia, acrescenlou o dou-
tor com descuido.
A* estas palavra e contra a minha expecta-
tiva, F.vgiicru Nikolaievilch deixou-se apoderar
de um riso convulsivo, que debalde por varias
vetes tentou acalmar. Logo que cooseguio, disse-
mc com una inllexo de voz ainda alterada :
Figurai que o doutor me sustenta..'......Ah I
Ah I Eu pretendo que o globo terrestre um
planeta dellciente ou doenle, e elle responde-rae
que um absurdo. Porlanlo o racio do comprc-
hender sem isso que lo enfadonho viver en-
tre os eslranhos como entro os seus ?
Poz-se oulra vez a rir com tal torga que as
veas da tesla incharam. O doutor o observava
furtivamente, com urna expressao de superiorida-
de lo nolavel q le me senli compadecido.
a l'orqoc razo nao estariam os planetas doen-
es? pcrgiintou-me seriamente Evgueni Nikolaie-
vilch. Os homens o eslo e muilo.
Aterra e a huraanidade estao enfermas.
D'onde vira a cura ? A pergunla Lem feila para
atormentar um espirito melanclico, e hypocon-
draco de Mr. Herlzen sobre esle assumpto desen-
volve as mais singulares ideas :
Os homens quo em vo lenlaram lornar-se
aojos,faziam bera era approximar-se dosanimaes.
Todos os animaos selvagcns sao formados para
o centro em que devem viver : urna mudanga
quasi sempre Uies fatal. A agua dos ros pa-
rece-nos mais adaptada e mais agradavel que a
do mar ; porm se nella pozerdes um mollusco
marinho, elle morro. O hornera esl long de
ser to felizmente dolado pela nalureza, como
bera seo quer dizer ; o deseiivolviraeolo molesto
do seus ervos e seu cerebro fa-lo procurar um
modo do vida que nao Ihc convm. ama existen-
cia de urna ordera superior, porm cm'cujo seio
elle se mortifica, languesce e morre. Por toda a
parte em que os homens tera superado essa mo-
estia, elles lein-se apa/guado, esto satisfeitos
pozerem
ciflcamcnle em rebanhos
Assim termina-so essa doloma sortda contra
as sociedades, ao mesmo lempo alrazadas e ira-
pacientes, onde o desenvolvimento inlelleclual
est auxiliado por urna sobr'cxcitaco molesta ;
porm nao basta a Mr. Herlzen censurar ahuma-
nidade pelo orgao desse orador sombro : o nar-
radrr termina zombando de seu proprio hroe.
Vede antes como elle explica esses sarcasmos
implaraves I Evgueni Nikolaievilch, fez a corte
urna serva, una escrava ; elle julgou ser ama-
do, aecuroulou de beneficios a joven Oulana c
esla preferi-o a um laraio, bebado e ladro. Tal
o concurso de incidentes vulgares para os quaes
Evgueni Nikolaievilch deve-se ter tornado um
motalista austero. E' a influencia da drtr, cau-
sada por essa decepeo que ello se retraho, que
isolar-se do mundo e que terminou por declarar
a huma lidade sob enferma. Elle foi logrado por
escravos, por seres incultos o grosseiros. Oque
disso concluir elle ? Qae em um mundo em
quo-* materia liiumpha do espirito lo la superio-
ridade inlelleclual, nao passa de urna manifesla-
oflicio, no primeiro recrulamento, ser incorporado
em um eslaleiro militar c perder toda a liberda-
de propria.
Conforme esla senlenca do erangelho :Dai
a Cesar o que i de Ce*arlodo o lacrador lem
direilo de pagar impostos ao czar, urna conlri-
buico seu senhor e dar dinheiro todos os que
d'elle exigirem com orneara. Alm disso Ihc e
concedido o seu privilegio de jamis obtr jus-
llca na barra dos iribuuacs e de nem mesmo ou-
sar queixar-se a Deus das bastonadas que softie,
dos abusos e exaeces de que diariamente vic-
tima. Oepois dos fadigantes Irabalhos que teem
de execular per seu senhor. ser-lhe-ha permilli-
do Irabalhar para si mesmo alim de comprar
um pedaco de pao de ceotcio e um copo de egua-
ai ilenio. Em lira a punico mais severa o des-
terro para a Siberia era que se loma livre 1 ....
Nao se pode agora duvidar que as duas formas
de narraejo de que quizemos dar urna idea nao
sejara chamadas oceupar um grande lugar no
movitnenlo inlelleclual do imperio dos czares. A
satyra philosopbica ataca os principios viciosos
da amiga poltica russa, ao passo que a salyra
inor.1 intrpidamente guerreia cora um plano os
mil abusos nascidos desles principios.
Ha alguns annos esla parle, esse espirito de
crtica amarga era toda a pane so encentra ; no
cao molesta. Esiranha e irnica doutrina, que ; thealro, na poesa, no romance. Mrs. Oslrnvski,
serve de concluso causa que parece atlacar,: Soukovo-Habiline na sceua, Mrs. Pawlof, Tcher-
visla como ninguem era monomaniaco de Mr nichevski na critica, sao os dignos auxiliares de
Herlzen, sem inleressar-so por essas enfermida-
desda alma que sao para o hornera o signal de
urna vida superior, e para a huraanidade inleira
o proprio agente do progresan I: ..
Singular mistura de Iradicoes violentas c gOr
zos apurados, do energa brutal e nativa indo-
lencia, a civilisaco russa principalmente d as-
cimento personalidades moraes taes como Ev-
gueni Nikolaievilch, caracteres cuja indecisao
o primeiro troco, altrahidas para as espheras su-
periores por um amor sincero do bera e do bello,
e comtuiio retidas na Ierra pela cadeia dos pra-
zeres facis e das voluptuosidades grosseirns
Mrs. Nekr3Ssof, Herlzen, Pisemski. A paixo
pelo jogo, pelo3 oleools, pela corrupto e por
lodos os vicios que obstruem o progresso da ci-
vilisaco na Russia, achara u'elles iiuplaeaveis
censores. Aos elogios que merecem os satyiicos
russos,em concluso,accrescenlatemos una nica
reserva. Nao basta combaler os abusos que pe-
sam sobre ura paiz, quando nao se Ihe nioslra os
elementos de progresso que ello possue. Ora
um elemento essencial de progresso para a Rus-
sia, a aptido-ilo espirito ciato para cotuprc-
hender e appropriar-se do que encontra de vital
ou de. btnelico nos coslumes o instluicoes cs-
0 ideal existe n'eiles, porm como um germen j liangeiras. Para que pois os salyricos de urna
que nao fermenta : aqui como era todas as parles e da oulra escola eslendem-se era que um senli-
a vonlade em lula com a necessidade, mas ja- "ionio cummura de desconflauta frouleiro s su-
mis chegando a dominar o curso fatal dos acon-
tecimentos vulgares. Na Fianga o romance ex-
tensamente analysou este estado moral cujas
variedades sao inexgolaves : na Russia a satyra
que hoje a loma paro assumplo de sea esludo,
menos a dscrpgo vilenla e indignada de nos-
e poderiara conhecer a felcidade so os dcixas- sos vicios, do que a exposro indlgeme e cen-
VII
Urna larde divertida.
Chalouill iprescntou-sc meio cufiado, com o
brrele na mo, como quera esperara levar al-
guma zeribanda ; deitou os olhos em lodos
o merabros da companhia, o ficou lodo ad-
mirado de s encontrar caras risonlias e zombe-
teiras.
Obedeco s suas ordens, meus senhores,
disse ello cora tora humilde e submisso.
Ora cheguo-se, venha recebor os nossos
comprimentos.
Palacra de honra 1 O Sr. um cosinhero
de arrumba !
Tem adianlado a arle, culinaria muilo mais
do que os seus predecessores !
Os lloberts, os iiechamcl, osVatcl nao pas-
savam de una enanclas ao p do Sr. Melle a lo-
dos elles n'um chinello.
E principalmente Vatel 1 Aposto em como
o Sr. Chalouill nao se leria suicidado corao
ello!
Perdao, meus senhores, mas eu nao tenho
a honra de conhecer o Sr. Vatel...
Nao o conhece ? Pois era um cosinhero da
casa real. Em um grande jamar que Luiz XIV
deu, Valcl.percebendo que nao havia peixe, per-
deu a cabera e varou-se cora a sua espada para
nao sobreviver ao que chama va a sua deshonra.
Mas o Sr. Chalouill cm vez de desesperar-se,
dizia corasgo : Ah 1 nao ha peixe I Pois vo
ao gallinheiro, bao do achar muilo boas enguias,
carpas e camorins desfargados em penis, era pa-
los, e cora isso faz-se urna caldeirada !... Isso
que genio 1 isso quo tlenlo O Sr. era
capaz de me^bjr um calgo de soldado de molho...
Se nao foi o sr. que o fez, roubaram-lhe a idea...
Era digna de sua cabeca.
O eslalajadeiro, tonto com o que ouvia, anda
nao sabia se devia rirou fazer caretas ; mas corao
;odoseslavara a dar risadas, decidise aacompa-
nha-los, c fez de novo urna barretada, dizendo :
Estou muilo salisfeilo de que a companhia
'.seja couleolo... Eu llz o melhor que pude.
Do certo. A sua caldeirada de patente,
rieuhum de nos comcu ainda cou3a egual ; o
<}ue dizem, minhas senhoras ?
Que duvida. Nem mesmo em casa de Ve-
lour e nos Irmos l'rovencaes.
Par comer-se uni'a caldeirada deslas, era
necessario yir aqu, ao readosem chifres.
Mas de.xe estar. Sr. Chalouill, que ella Ihc
. fara honra ; havemos de Tallar a respeilo em to-
das as cidades era que se come bera. Fique cer-
~to que ha de vir muita gente fazer-lhe encom-
meudas.
Oh I meus senhores... esloo confuso !
Ora vamos, carneradas, proponhoura loast
era honra do illuslre Sr. Chalouill I x
.[) Vide o Diario n. 143.
Apoiado!
E cm honra di caldeirada sem peixe, porque
podia bera passar sem os laes peixinhos verme-
lhos, foi urna sperflirdadc ; um melhoramen-
to que deve reservar para a ptimeira occa-
sio.
Snpprima tatubcm os laes caranguejos.
um luxo intil.
Era rigor, lambem poderia substituir os co-
gumellospor batatas.
Ah I meus senhores, ao genio do nosso Iijs-
pedeiro, nao se deve beber vinho ordinario.
Meus rapazes, disse Albertina, estamos em-
palacados, podemos bera mandar vir cham-
pagne.
Sim, s'in, venha champagne I
Minha filha, tu fallas como a Contal, disse
madama Gratlenboulo que recobrou a palavra de-
pois que nao lia mais o que comer.
S Grangerant niurmurou.
Ora, para quo champagne? Nao lem du-
vida que oslamos empalacados ; mas quera sabe
so estaremos sempre... As vezes en'conlra-se um
publico lo ingrato !
Cala-te, Grangerant, has de representar Tar-
tufo c nadaremos em ouro, isb que ho de ser
receilas monlro I Mas tornando c ao Sr. Cha-
louill, pode dar-nos champagne? mas olhe l
quo queremos charrpaghe verdadeiro ; temos
apreciado muto as suas produeges ; nao duvi-
damos que fdbrique maravilhosamenle todos os
rinhos, mas nao queremos abusar do petsci...
Meas senhores, tenho champagne, Sillcry
puro...
Pois bem, Sr. Chalouill, bebo-lo-hemos,
mas hado permiltr que oprovemos primeiro. Se
nao nos convier, o Sr. torna a leva-lo.
Sim, senhor; vou busca-lo..., Cersclto, ve-
nha comigo adega...
Nao, nao ; leve Francisco, e deixe-nos c a
menina bonita ; deve-nos essa fineza, Sr. Cha-
louill.
O e3lalajadeiro, quo deu parabens sua boa
forluna por ver-se livre daquella smente com
algumas pilherias, largou-se para a adega, d'onde
Iruuxe o champagne muilo senhor de si ; era
com effeito a nica cousa que nao linha falsifica-
do. Depois encheu a mesa do queljo, fruclas,
doces e bolos feitos no seu forno, e que nem por
isso eram melhores.
Tendo Cuchol que era entendedor, e madama
Graltenboulc que cegaban de ter bebido dos me-
lhores, achado que o champagne era bom a primei-
ra garrafa ficou logo vasia e foi substituida por
outro. Ento a alegra lornou-se gcral; Elodia
canlou pedacos de operas, Zinzinetlc vaudevilles ;
Albertina urna cangonela erolica c ura pouco
fresca ; madama Ramboure um romance senti-
mental, e Poussemard fazia o que poda para
acompanhara velha na rabeca, era quanlo mada-
ma Grallenboule balia n'um copo a conipasso cora
a faca. Grangerant declama urna pega de Moliere.
Desroseaux coala una historia a Cucho!, que vae
bebendo sera Ihe dar attengo ; Angely rompe
sedis e diz finezas A Ccriselle, pegando-lho na
mo e oflereccndo-lhe champagne. Montesuma
levanta-so e passea em torno da mesa decla-
mando uraa scena do Desertor ; e cania com voz
de gaita rachada :
A morte nada respoila,
Morre o rico, morre o pobre,
Morrem o lidalgo e o peu ;
Desta lei da nalureza
Heide eu s ler isenco ?
Ah fez uraa meia pirueta que terminou ati-
randu o corpo para traz corao quem se ia matar
e cantando :
Cada minuto no relogio da vida
um passo de mais para a morte.
Chegando essa passagem, julgou conveniente
fazer uns poucos do passos romo se eslivesse
doeando a cachucha. E conlinuou :
O hornera pode, com calma,
Certas cousiahas soffrer
Mas uraa perfidia tamanha
Isso nao, nao pode ser.
Para dar mais forga ao verso, Montesuma ba-
te com o p, recua como se vase o diabo, depois
para conservando-o equilibrio as ponas dos
ps.
Era desla manera que o brlhanle Montesuma
represntala todos os papis. E muitas vezes
essas exageragoes valiam-lhe muilos opplausos,
que talvez Ihefossem negados se declamassesim-
ples e naturalmente.
salve- real de assobios ; mis ento dizia elle quo
a peca nao agradava ao publico.
E' bem bera o champagne disse Albertina
sacudindo o copo para faze-lo espumar. Nao le
lembras, mamoc, daquelle que me mandou o
principe ChemisakofT. Que boa vida! Que pago-
de continuo I
lliorquo vas aprender o leu Casamento de F-
garo I
E Vmc. procure orenlar-rae nos meus pa-
pis era vez de ferrar no sorano.
Eu s ferro no sorano quando tu estas re-
presentando ; a culpa la, se produzes era
mira esle effeito.
Madama Grallenboule, cu nao Ihe respondo
porque respeilo a sua cabelleira.
Eslou por isso... mas emfim sempro
melhor do que os leus cabellos que parecera pos-
tigos.
Vraosla, minha me, nao se zangue, e nao
se mella a filiar em postigos. O terreno peri-
goso.
Tu lambem para que que vens dizer-me
uni3sbobagens a tespeitodos taes carros... cu-
lo cu nao sei corao rae heide porlar?...
Eu nao estou dizendo bobagens... mas re-
pito que a minha ternura por Vmc. e o desejo de
Ihe fazer as vonlades, j me lera prejudicado. Ora,
por exemplo, naquollo da era quo recebi ura
convite para almogar cora um rico armador de
Marselha, dizem ser milliooaro, e que Vmc.
por golosa, quiz por torca que eu a levasse coni-
11 .in,i' -m. .ccrlas occasioes.^ toroava urna migo... desejo a que eu -live a fraqueza do
ceder...
Ora vejan s 1 Pois se o sujeilo era mllio-
nario, que mal Ihe fazia ler uraa bocea de mais
I ao al.noeo ? E depois linham-me dilo que o tal
senhor Iratava-se vela do libra, e que era casa
1 doli bebia-sc vinho do monte Lbano. Viva 1
I dizia cu cora os meus clcheles, hade ser um vi-
E quando eslavas com o conde Clappolera- ni,o papafina utn vinho de Turco, deve ser
ky e linh.is sege, isso sim Jautavamos tres ve-! forle I
cedades occidentaes I Faz-se be.nem exaliar o
espirito nacional ; porm anima'-lo em ura ran-
cor estril para com o eslrangeiro, seria condusi-
o urna impotencia incuravel.
II. Delaveai x.
Revue Contemporaine.M. Magalhaes.
zes por dia no bolequira
Jantavam tres vezes por dia ? pergunlou
Cuchot de queixo cahdo. Safa! que capacidade
de estmagos !
O que minha me ouer dzer, que almo-
eavamis, janlavamos e ceiavamos.
Valiam bera por tres janlaros finos Coma-
se bem Oh meu Deus que bom lempo !
Ento j andasle arrojando carro, Alber-
tina 1
E o que achas de admiravel nisso 1 Tve
tres vezes, e espero que ainda hei de ter... Mas
a ptimeira vez que lomar a ler carro, pode mi-
nha me ficar certa, de que nao heide consentir
quo faca das suas ?
Que que ests dizendo ? O que foi que
cu liz?
Minha mae sabe melhor do que en. Vinha
comigo c apenas eu enlrava era qualquer parle,
minha me ficava no carro e punha-se logo a
jogar o trinta e un com o cocheiro.
Ora enlao onde que esl o mal ahi!
Era para matar o lempo !
Eu nao rae importava, mas o principe Che-
misfkolf fazia cara fcia, e por cssas e outras foi
que eu perd no seu conceto.
Deixemo-nos de historias con o leu princi-
pe I Ora nao querem ver o mogo delicadu lodo
cheio do nicas, que quasi toda a nolte levavaraos
pan casa bebado como uraa cabra I Para entrar
no carro era necessario que os criados do boic-
quim o carregassera.
Minha mae, nao mo tom ombebedar-se ;
qursi lodos os figures eslrangeiros tomara bera
bojs monas ; na Inglaterra, os lords tomam cada
carraspea que melle medo...
E alm disso, disse Desroseaux, falla o roto
do esfarrapado I
Que que esl duendo esle lorpa ? me-
Voc eslava engaada, madama Gralten-
bourle, o monte Libiuo, a Turra Santa, a Pales-
lina. No monto Lbano que esto o Calvario,
0 Thabor, o monte Carmello...
Nao sei so o tal vinho linha sido feilo no
monte Carmello, sempre me havia de admirar,
porque nao linha assucar. Era amargo como
fel... Mas nao faz mal, eslimo 10-lo bebido. Isso
lo glorioso como ler-se estado era casa de um
procurador.
Ah minha me, a sua bocea lem-me feito
muto mal, o armador linha convidado a mira s
c levar-lhe gente de mais...
Est bom, basla.
O que certo que elle ficou mascado com
a empata-vasas o uuuca mais ouvi fallar a seu
respeilo.
Tu nao dizes o melhor : que nos linha-
mos levado o baslorin que stava sempre a bater ;
e me lembro de que o lal sujeilo na goslava de
i caes.
1 Pobre armador I disse Znzinelte ; que bo-
I nila sorpreza!... E' peda nao haver aqui um pa-
no... Eslou. cora boa voz. Oh Poussemard, vai
buscar a la rabeca.
Sim, c loca aqu urna walsa para nos dan-
strmos.
Nao sei locar valsas.
Sabes ; sabes a da Urelie e a do Robn des
Dois.
Poussemard sahio da sala para ir. Veio caf e
agurdenle, que era o nico licor que o cslala-
jadeiro podia offerecer aos seus hospedes
Levanlaram-se lodos da mesa cantando e fal-
lando ao mesmo lempo. O pai nobro d volla
pela sala declamando o pap*l de Misanlhropo,
parando de voz era quando diante de uraa cadei-
ra a quem drigo os seus versos.'
Monlesuma abandonos o D'mrlor para repre-
sentar o Quadro vivo e esl era termos de dan-
sar o papel do bello Leandro. Desroseaux e Zn-
zinelte cantara o duelo dos l'icaros e Diogo;
Eluda faz collas gritando :
Pcrdo|! perdo para ella !
Albertina arregagou as mangas al a allura
dos hombros ; vai danle do espelho execular
um passo de taranlella leudo sjmprc os bragos
por cima da cabega, sorrindo-se, e enviando bi-
jos sua imagem.
Emfim, madama Ramboure que depois de jan-
lar lem sempre seus ataques de ternura, blo-
queou Francisco, o criado da estalagera ; n'um
canto do quarto, e enlagando-o com os bragos, diz
lingindo medo :
Meu irmozinho, esls vendo aquello ne-
gro que se dirige para nos ? Eslou cora medo !
Francisco, que nao sabe que eslo Ihe repre-
sentando urna scena de Paulo e Kiroinirt olha
cora cara de paleta para toda a sala, di-
zendo :
Eu nao vejo aqui irmozinho nenhum, e
muto menos negro.
Mas madama Ramboure continua fingindo voz
de enanca :
Em que triste oslado se acha elle, mea ami-
go 1 com os ps eusanguentados. Trauquillisa-le,
bom negro SofTres muilo ?
Qual deixe-se disso! bradou Francisco,eu
nunca eslou doenle s estivo algum lempo com
dores de dme, era o do sizo ; porm o ferreiro
lirou-m'o com a? leazos ..
A velha poz a mo na bocea de Francisco para
faze-lo calar e coraecou a cantar :
Caneado de lauto andar
Tendo os rochedos subido
Deve a tome certamenle
J o ter accomniellido?
Coma, pois, estos fruclos de niel
Que tiramos do nosso vergel.
Mas olhe que eu nao lenho tome, disse
Francisco, anles de Ihes (razer a ccia abarrotei-
| me com urna boa frigideira.
Madama Ramboure torna a por a mao sobro a
bocea de Francisco que nao parece eslar l mui-
to'contenle o contina :
Oh 1 bom negro,'hoje sabemos
Do que nosso le olTerlar,
Que o mais feliz quem podo
Aos outros seus (rudos dar.
Tem sedo ?
Nao, senhora.
Eu vi perto d'aqui urna fonlc ; espere por
raim.
E madama Ramboure largou-se scarreiras pa-
ra o outro lado da sala fazendo raomices ; de-
pois foi mesa, deitou agurdenle na mo, vol-
lou sall.laadu para ao p de Francisco quo olha-
va para eila assarapantado, e fazendo das mos
urna cuia poz-se era termos do alirar com agur-
dente na cara de Francisco, que recua di-
zendo :
Se o Sr. Chalouill rae apanhar bebendo
agurdenle, d-me urna sva... O palro lem s
vezes seus szoitcj I
Mas a velha que esl toda entregue ao seu pa-
pel atira a agurdenle e borrifa cora ella a cara
do pobre rapaz.
Emquanlo se passa esla scena em um dos can-
i los da sala, o pai nobre chapac dcfronie do
estalajadero que (razia cognac velho, e delendo
Chalouill no momento em que esle quera ap-
proximar-so de Ccriselle que eslava conver-
sando com Angely, diz-lhe com voz toile e lott
severo :
Com effeito se de vergonha
Vos deverieis morrer.
Tal acgo nao se excusara
E' de um horaem se offender I
Pois que toda em festejos.
Cora um hornera at dar-lhe beijos
Cora lanas e laes ternuras,
Fazer-lhe protestos, juras,
E no furor dos abragos
Vejo at segur-lhe os passos,
Mas se depois vos pergunto
A quem tal prestigio dais ?
Apenas podis dizer-me
O seu nome e nada mais.
De que homens fulla o senhor ? exclamou
o eslalajadeiro eslalellado. Se o conhecer, dir-
Ihe-hei o seu nome ". l quanto s taes meigui-
ces que nao me lembto de ter feilo a ninguem.
Agora o cognac, cerlifico-lhe que bom, ver-
dadeiro......
Grangerant enchuga a cara, e agarrando cora
torga no braco de Chalouill, contina .
Apago forte baixeza.
E* grande infamia, vileza
A' nossa alma assim trahir 1
E se ainda queris me ouvir,
Se Jal pralirasseum da
De pezar c de vergonha
Eu logo me entortara. (1)
F.nforrar-me senhor, enforcar-me, disse
o eslalajadeiro fazendo allos esforcos para livraf
o braco dos apeilos de Grangerant. Nao, senhor,
nao irei enforcar-rae. Ora, pois nao isso havia
de ser botillo Nao flz nada para ser euforcado.
est enleudendo ? l'edem cognac velho, vou
busra-lo e ainda em cima dizer que de\o enfor-
car-me por causa disso, havia do ler sua graga I
Mas, senhor, eu nao o forro a beber, nao sei por
que razao esl lo zangado comigo para me di-
zer essas asneirolas.
Asneirolas, Moliere, asneirolas 1 exclamou
Grangerant, largando o brago do eslalajadeiro
cora ar indignado. Ah brbaro! animal Faz-
me pena. Eu Ihe eslava representando urna ace-
a do lisanthropo... O seu terror prova quo
desempenhei o meu papel..... E' lisongeiro pa-
ra raim, senhor, Ihe agradego...
Nao ha de que, senhor, mas para oulra
vez, eu Ihe previno que me avise quando quizer
representar alguma scena...... nao roe mella
mais, desses sustos.
Cuchte madama Grallenboule eram especta-
dores adinrenles de ludo isso. O marido d'Elo-
dia fazia champorreo, punha-lhe fogo e beba.
A me de Albertina ia hzondo um scleclsmo
de bebidas cora o que se dava maravilhosa-
menle.
(Confirmar-?e-ha.)
(1) A' bera da verdade, compro declarar que
estes versos nao foram Iradutidoa pelo traductor
do romance.
...-----------L.
PERN. TYP. ftg M. F. M FARU, :- l*0
.>
A


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