Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09095


This item is only available as the following downloads:


Full Text
amo imi.
Por tres mezes adianlaifos >$000.
Por tres ,mczes >cncidos 6$000.
SEXTA FEIRA 22
1869.
Poraono adiantado 19$000.
l'orte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS D\ SBSCRIPQAO' DO NORTE.
Tarahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marque! da Silva; Aracaty, o
Sr. A. do. Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimariies; Piauhy, o Sr. Joao Fcrnandes-dc
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
A maznos, o Sr. Jcrnnymo la Tosa.
PAlUlUA UO.S CUllllcll.
Olinda todos os dias os 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaana e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Anlao, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garantios as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Lfmoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingizeira, Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Exi ras quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Tollos o correios parlera as 10 horas da manhaa.
AMBUCO
EPHEMERIDES DO MEZ DE JNHO.
3 La cheia as 2 horas e 26 minutos do larde.
II Qiiarto minguaole as 10 horas e 45 minutos
da manhaa.
19 La nova aseoras e 4 minutos da manhaa.
20 Quarlo crescenteas 10 horas e 16 minutos da
larde.
PrimeirD as
Segundo'as
PI1EAMAR
7
DE 110 JE.
horas e 42 minutos da manhaa.
horas e 51 minutos da tarde.
PARTE FFICIAL
AUDINECIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
tribunal docommercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quarlas e sabbados ao
meio dia.
Governo da provincia.
KXPED.IF.MTE DO DIA 20 DE JIMIO DK 1860.
OPTicio.Ao F.xm. presidente das Alagnas.
Recobi o oflicio que V. Exc. me dirigi em 8 do
corrento, eem resposla cabe-me di/er-lhe que
dos objoctos mandados fornecer a capitana deua
provincia por aviso do reparlic.io de marnha dn
29 de oulubro ultimo, tem sido enviados para ohi
os que se poderam apromptar no arsenal do m,i-
riulia, restando apenas os que se mand3ram vir
te Inglaterra, corro declara o inspector do mos-
mo arsenal na informacao constante da copia
junta.
Juanto porm ao Tornccimento dos artigos, que
requisito-a o capiao do porto a V. Kxc. em offl-
cio n. 76 de 6 d>>sle mez, nao polo ser satisfeita
por nao ser a respectiva despeza das que, na hi-
la de crdito, est a presidencia autorisada a
mandar effectoa-las sob sua respousabilidade
Dilo ao coiiiclheiro presidente da reiacio.
Sirvo-so V. S. de interpr o sen parecer slue a
materia do incluso offlcio doJuiz municipal do
Limoefro, datado de 12 do corete.
Dilo ao coronel commandanle das armas inte
rio.Fac;o aprescnlar a V. S., para seren ins-
pecionados, os reclutas Joaquim de Souza Forroi-
ra e Hrnrique Jos Bezcrra.Communicou-se oo
chefe de polica.
Dilo ao coronel commandanle superior interino
da guarda nacional do municipio do Recife.De
conformidad rom o disposlo no art. 15 2o da
lei a, 602 de 19 de setembro de 185C. mande V.
S. dispensar do servico da guarda nocional a An-
tonio Jacinlho Percira, que carteiroda roparii-
<:o do rnrroio, conforme socitou o respectivo
administrador em oflicio desla dale Communi-
cou-se ao refeiido administrador.
Dito ao commandanle superior da guarda nacio-
' da comarca da loa-Visia.Ao son offlcio, da-
1:7099697, ate o tim Oo corrente exercicio.rjt
ficiou-so a camata municipal do Recife.
Dita.O presidente da provincia, oltendendo
ao que lho representou o inspector da thesoura-
ria provinri.il, em olTicio de hontem, sob n. 233,
i-esolvc, nos termos do art. 30 da lei .provincial
n. 473, de 5 de maio do anno prximo passado,
abrir um crdito supplemenla/ de 6:543$ para pa-
gamento no corrente exercicio, dos despezas que
devem ser feitas pela ronsignaciio do 2o do art.
19 da citada lei Ofltriou-se-ao inspector da the-
souraria provincial rerrettendo-se copia desta.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-so Com a proposta do cht>fe do polica, do 19
do corrente, sob n. 847, rsolvc nomear o capi-
15o Prancisco Antonio de S Brrelo, delegado do
polica do termo do Nazareth.Communicou-se
ao rhete Pit.0 Sr. gerente di companhia pernamliu-
cana mande dar passagem para Marei a Leni-
das Francisco da Rocha, em lugar destinado pa-
ra passageiro de estado.
Expediente do secretario.
Oflicio ao ronselheiro presidente da relacao.__
S Exc. o Sr. presidente da provincia, manda re-
metiera V. S. o boletn) do expediente do gover-
no, nos mezes de Janeiro o fevereiro desle auno.
Oflleioii-se no mesura senlido ao presidente do
Inbunal do commercio, ao juizes do direito, ao
chefe de polica, juiz dos feilos ta fazenda, c ao
juiz especial do conimereio.
No primeiro
ERRATA.
officio a thesourana
provincial,
a, em
-., e as
segundas por um cont, etc.,leia-see3tas por
tres contos c quinhentos mil ris e aquellas por
um cont e quinhentos.
publicado no Diario de hontem, na 20 linha,
lugar deas priinciras por tre3 contos, etc.,
Despachos ilo dia SO ilejunho.
501.Antonio Joaquim.A visla da informa-
cao do Sr. Dr. chefe de polica nao tera lugar o
que requor o suppiicnoie.
502 -Alexandrina Marta do Espirito Santo.
lado de 27 de maio ultimo, respondo dizemlo
que, de conforniidade com o oisposto no art. :j(
do decreto n. 135} de 5 de abril de 1854, deve
Y. S. expedirconi urgencia os suas orJens pira
que se reunom no dia 26 de agosto prximo vin- I Informe o Sr. Dr. chefe de poltc
douro o* ronsolhos de qualil.cocao da guarda na- 5l)3.-.\nlonio dos Santos de Souza Leao _
teera! coramandan.e das armas, bario da 5 \prosonle-so i inspeccao no qiiartel general.
505.Francisco Pinto da Costa Lima.Espere
Conlorme. Pedro Gomes de UUoeira, atieres
ajudante de ordens do commando.
19
ORDEM DO DIA N. 411.
Approuve Deus chamar a si hojo pelas 7 ho-
ras e 25 minuto.' dn manhaa o Exm. Sr. tanente-
generol conselheiro de guerra barao do Victoria
commandanle d.isarmas desta provincia!
O cffronel conraandanto das armas interino
possuido do mais profundo pezar polo passameu-
lo do eximio general, que se cnnobreceii e honrou
o exercito e ao paiz, pelas suas boas acedes, c pe-
los relevantes sorvicos, que presin no ospaco de
qnarenla e seis anuos, cabe-lhe o penoso devir
do annuncior esse passamonio s tropas desla
guarnicao quo hoje lamonlam a perda-de seu
chefe, do veleraoo que mais de urna vez nos dias
de perigo, os conduzio na senda da honra o do
dever.
O corpo do Ilustre finado sera depositado hojo
is 5 horas da laido na igreja do N. S. da Concei-
cao dos Mililares, onde amanha pelas 8 hores do
dia se celebrara as exequias pelo seu eterno ro-
pouzo.
De conformidado com as ordens em vigor, e
com aquellas que foram dadas pela presidencia
as honras fnebres militares serao feitas por urna
dniso, composta do duas brigadas, sendo a pri-
meira do esqnadrao de cavallaria, do primeiro e
segundo baialhes da guarda nacional sob o com-
mando do Sr. coronel graduado Higino Jos Coe-
Iho, e asegunda, do terciro batalho de infanta-
DIAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Leoncio m. ; S. Ozana v.
19 Terca. S. Juliana de Falconieri r.
20 Quarla. s. Silvcrio p. m. ; S. Adalberto
21 Quinta. S. Luu Gonzaga, jesuta.
22 Sexta. S. Paulino b. ; S. Concordia v.
23 Sabbado. S. Joao sacerdote ; S. Agripina v.
i Domingo. Nos'iinenlo de S. Joo Baplisla.
are
ENCAHREGADOS DA STJBSCBIPCAO NO SL
AJagoas, o Sr. Clau.dno Falcao Dias; Bahie,
Sr.Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBl'CO.
O proprietoro do diario Manoel Figuriroa ds
. nasuti livraria nnr>> A lr.rf..,
6e8.
Fara.nasirt livraria praca da Independencia ns.
lacio, a qual leve lugar, em coiisequciicia uo ar-
tign 11 1 da lei n. 88i do Io de outubro de
t856, no da 30 de junho do anno passado.
A existencia da primeira das referidas causas
nao precisa de demonstrado ; pois que reco-
nhecido por todos que o movimenlo de nossas : Saldos dos annos anteriores e do corrente talve,
transaccoes, que por oiversas razoes tinha toma- na importancia de 2 783:38$6222 con) se ve da
do grande extensao, abateu. observando-se em tabella n. 6; 2o com o producto do
O queacaou de expdr, esUado em andaiueiiio
o exercicio, e sendo incompletos os da ios que
actualmente lem o thesouro, em que so basean;
as minhas previses% nao se pode reputar como
cerlo, accrescendo que se deve contar : Io com
geral depois do cerla poca eseassez de capital
fluctuanle, morosidade nos pagamentos, nao pe-
queo numero de quebras, e esmorecimento de
alguns ramos de commercio ; estado este que ha
continuado at o presente. ^
A anlocipacao da importarlo, a que me refer,
parece deduzir-se dos respectivos quadros csta-
listicos. A importacao correu do modo seguidle
nos quolro ltimos exercicios :
1855 a 1856........ 92,772.480$0f)0
1856 a 1857........ 125,z26:750(M)0
1857 a.1858........ 130,263:8 4S000
1858 a 1859........ 427.263:1943000
No crrenle exercicio lalvez desea ao primeiro
destes olgarismos, ou quando rauito atlinia ao
de 110,000'OOg. '
Nao a primeira vez que este fado se d. O
valor da imoorlacao de I82i3 al 18J9 50
oscillou entre 50 a 59 mil contos, a de 185051
subi a 76.918:000, no anno de 185152 foi de-
crescendo, at que em 185556 elevou-se a qua-
si o mesmo termo de 185152.
Nao obstante o exposlo, fcil do reconhecer
augmento da
taxa do importacao de vinhos, que se etlectuou
por for{a do decreto n. 2,489 de 30 de setembro
de 1859.
Aos recursos ordinarios do mesmo anno se de-
vem addicionar o deposito do pao-brasil, que por
corita da fazenda publica existe em Londres, as
cidades do Natal e da Parahyba do Norte, e fi-
nalmente o que exista nesta corlo, cuja rcmessa
foi feita para Londres em fevereiro do crrenlo
anno.
Para Londres, demarco a setembro t'oram remet-
tidos de ditlerentes portes 18,570 qs. 1 ( 1 |
Em fevereiro do corrente
ann....................... 5,584 qs. 3 @ 30 f
Este uovo syslemo de arrecadaco dever com-
prehender os impostos sobre as casas de movis
4c., de despachantes, corretores e agentes de lei-
---------agentesdelei-
loes, casas de modas e outros de patente oer-
tencenles i renda geni. .
Oizima de chancellara.O systema de
cadaco de3lc impVstn vexatorio, e
que, por forca dos decretos
I82
Total....................... 2i,155 qs.O (a) 31
Desta quanlidade somonte se vendeu urna par-
le, que proiuzio < 3.500 ou 31:1119.
Na cidade do Natal existem 3j511 qs. 3 29
libras.
Na Parahyba existe um resto, sobro cuja quan-
ldade nao se poJeram anda obter esclareci-
m en tos.
orinas,
tambem
ao Exm.
Victoria. Communicou-se
ministro da guerra.
Dilo ao mesmo. Transmuto a V". S. para
Berem pagas as folhas das despezas Utas na pii-
meira quinzena do corrente mez com o hospital
provisorio da ilha do Pina, os quaes me foram
remettidas pelo inspector da san lo do porto com
oflicio d# 18 do. coi rente.Communicou se ao
inspector da saudc do porlo.^
Dilo no mesmo.Visto que, segundo con sua informaco de hontem, sob n. 409, nao ha
crodilo para pagamento dos empregados e fabri-
ca da catliedral de Olinda no me/, de maio ulii-
nio, o auloriso a mandar elTectuar esse paga-
mento sob minha icsponsabilidade, licando na
intelligencia de que mu levar a coosideacao do
erno imperial, que assim resolv por ser a
niaior parte dos contemplados na respectiva fo-
l!u pessoas nimiamente pobres, que vivem de
eens minguados ordenados e sem oulro qualouer
i>., ;.. da supsisienrm.
Dilo ao mesmo.Intelrado do conleudo do sua
informacao de hontem, sob n. 607, o outoriso a
mandar pagar ao engenheiroda estrada de ferro,
Ernesto Diniz Street, smente a quaiilia de
366*656 rs. proveniente de seus venciineiitos ate
o da 20 de abril ultimo, visto achar-se este pa-
gomenlo autorisado pela ordem do thesouro na-
cional de 6 do corrente mez, segundo consta da
citada informacito.
Dito ao mesmo. --Tendo o coronel comman-
dante das armas interino participado em oflicio
de 19 do corronte, sob n. 683, haver o director
do hospital militar concedido no dia 15 deste
mez, a demissao que pdio o servente da botica
do mesmo hospital, Francisco Marcelino do Ama-
ral, assim o comrriunico a V. S para seu conlio-
ci meato.
Rodrigues Coclho Kelly.
Adiviso so achar postada em linha no caes
22 de novombro, confronte ao chaf.iriz s 7 horas
do da, e depois Ja revista, o coronel comman-
danle das armas interino assomira o colimando,
e o conduiir & igreja da Conccicao. Ah lcar
postada em frente da mesmi greja a primeira
brigada, e a seg-.uda ir collocar-se no cemilc-
iio publico.
Os corpos do infantara irao municiados para
seis descargas e o parque para duas do dezenove
tiros rada urna. Os senhores ofilciaos montados
dos corpos do linha e o Sr. capifao da companhia
Usa de cavallaria comporo -
gentes, forca que procuris habilitir o governo
com os meios necessarios para equilibrar a re-
A reducrao do direilos sobre cortos gneros I
alimenticios e alguns outros de differento natu-
maior do
Dilo ao inspector da thesoura
Informe V. S. acerca do que pe
rsjin
nTo J
pelo Grafito.
506.jFclippe Gomos de Sania Anna.O direc-
lor iiiienni da ropanico das obras publicas lem
ordem para elTectuar o pagamento do que se
traa
507 Francisco Berenguer Cesar de Menezes.
Informe o Sr. director geral da inslruccao pu-
blica. '
.508. Capitularos da caihedral do Olinda.Di-
nj.ini-se lliesourari i de fazenda, qual se cx-
pedo as ordens convenientes
509. Joao GoDCatvea Lucas Lisboa.Como pe-
de, depon do pagar os foros devido3 e mais di-
reitos respectivos.
510.Joaquim Rodrigues de Almeida.Como
pede, depois de pagar os foros deridos o mais di-
reilos respectivos.
511.Joanna Maris da ;concoiao.Informe o
en. tri3yci.un oumaeiiol >lo marinha.
512. Luis de Moraes Gomes Ferreira.Infor-
mo o Sr inspector da Ihosorara de fazenda.
513.Manuel de Souza Tavares. Informe o
Sr. inspector da thesonraria de fazenda.
Tcrceira secc.io.Rio de Janeiro.Ministerio
dos negocios do imperio, em 6 de junho de 1860.
Illm. e F.xm. Sr. Tcnho prsenle o officio do
onleccssor de V. Exc, n. 500 de 5 de marco ul-
timo, submeltendo a considerar-So do governo
imperial a seguinteresposla que leu a represen-
tacao que Ihe dirigirn dons supplenles de elei-
lores da frjeguezia do Bonito, a cmara municipal
da villa dp mesmo nomo, e oo juiz de paz presi-
dente da junta do qualiticacao da referida fre-
guezia.
en
ncial Em resposla commiinico a V. Exc. que foram
os Pi-1 npprovad* as mesmas decisoes constantes dos
es no requerimenlo junto, propondo oo mesmo I quisitos sobuinles, pelo3 fundamentos em que el-
tempo o meio que lhe parecer mais consenianeo las ossenlaram.
legislacSo vigente o aos intercsses da fazenda 1" 0"e a leltra do artigo 2." do decreto nu-
provincial para a emissiio de apolces, quando mero 1792; de 26 do julho de 1856 refero -se uni-
tiver a presidencia de fazer uso da autorisac.io cimente as parochias novamente creadas, mas
conida na lei do orgamenlo, que brevemente e"n-' que o aviso numero i<>8 de 23 de novembro de
Irar em execucao. i 1857 declarou que os casos de desmerabraciio de
Dito ao mesmo. Mande V. S. iedemnisar a parochias l.imbem se comprehendem no espirito
thesouraria geral das despezas feitas pelos col- ] d" citado artigo, e que perianto, se a lei proviu-
leclores dos municipios da Escada, Serinhem, e cial numero {25 de 2 de junho de 1857 revogan-
^illa Bella, com o pagamento de diarias aos pro- do a de tu 274 de 7 de abril de 18)1 reslabeleceu
sos pobres das respectivas cadeios, e consiantos os limites da referida freguezia que erara regula-
das coritas juntas.Communicou-se a thesouraria de fazenda. 1811!, e se o stimo, oilavo c nono quartero do
Dito ao mesmo.De conformidade com a sua segundo disiricto da ilha de Floros pertencendo
proposla contida em oflicio do 18 do corrente. oulra freguezia, ficaram dentro da do Bonito,os
sob o. 231, lenho resolvido designar o coronel citadnos domiciliados nos engenhos Linda Flor e
Francisco Antonio do Barros e Silva para fazer, Flor do D3, s lem o direito de votar e ser vota-
piite da coramisso que, nos termos do artigo Io | "los na freguezia a que perlcnriam aquelles en-
do decreto n. 409 de 4 de junho do 1845, tem de genhos arftes da lei provincial n. 425 de 2deja-

o estado
commandanle de divisan.
Os senhores oiliriaes do exercito deverio hoje
as cinco horas comparecer na casa da residencia
do linad.o, aliui de arompanhar o corpo, e ama-
nha ,s8 horas assistirem as exequias na sobre-
dil.i igreja.
Assignado. Antonio Gome* Leal.
Conforme l'dro Gomes d'Uliveira, alferes
ajiidonlc deord-:ii3do commando.
20
ORDEM DO DIA N. 412.
O coronel commindante das armas interino faz
publico para conhetimenlo da guarnic.io e dev-
do ell'eiio, que a presidencia na dala do 18 do
corrente nomoou o Sr. major reformado Jos An-
tonio Barboza para exercer interinamente as func-
coes de director do arsenal de guerra, o para as
de ajudante do mesmo director o Sr. lenle do
.orpo doi estado -moior de segunda clssse Jos I diciooa
Ignacio do Medeiros llego Mouleiro, durante o
impedimento do dilo senhor major.
. Var mililir-n o..i-..^.. ,.. ...------
ca npprovon a tabella ntiaixo transcripta, da va-
lonrA.) da olapo para a tropa do linha no segun-
do semestre do renle anno, e da forragem para
a companhia flxr do cavallaria.
TABELLA da et;ipe para a Iropa de primeira li-
nha costa provincia no semestre do Io
de julho 31 de dezembro de 186o,
de conformidade com as cartas de lei
de 2i do setembro de 182$, o 24 de
novembro do 1830, e ltimamente
mandadas cumplir pelo aviso do mi-
nisterio da guerra de 25 de oulubro
do 1852, a saber:
zio desfalque1 de receita, que s pode approxima-
damente calcular de mil e quatrocentos a mil e
seiscentos conlosde ris
A diminuicao de renda resultante da execucao
do tratado de commercio celebrado com a Rep-
blica Oriental do Uruguay pode-se tambera esti-
mar em corea de 300 a 400 contos.
A suppressao dos 2 por cenlo na exportacao
imporlou quebra de renda na somma de ris
2 070:48>H7.
O total porlanto da diminuicao de receita pro-
veniente destas ultimas causas pode orearse era
mais de 4,000:1002.
Feitas estas refWoe's', cumpre-me exhibir os
dados que serviram de base ao calculo da recei-
ta do exercicio sobre que versa a proposta que
aos apresenlei.
A receila dos tres exercicios de 185659. ex-
cluidos os depsitos c iucluindo o producto dos
A despeza publica oreada para o futuro exer-
cicio de 186162 pela seguinte forma :
Ministerio do imperio.
da Justina.............
de eslrangeiros......
da mantilla...........
da guerra.............
da fazenda (lab. n. 7.
10.676:5G3SS0O
4.986:I6794
961:900X641
7.071:2789973
12 828:9283008
16.318:14SfMl
Total da dr speza................ 52,812:98)5087
Receila oreada para o exercicio
de 186U1862................ 46 059.651*000
arre-
supposlo
de 22 de oulubro do
e 10 de junho de 18f5, se tornasse nuis
suave as dilucidados de sua eobranca como quo
se dobraram. Este fado alterado 'pelos d.lTe-
reiites quadros da divida activa De 1842 a 1843
al o anuo flnancero lindo a importancia aver-
1 "-1 -ltr?oa d "ttebdwria do municipio or-
ea em 889-290S872. e a que nesta foi arrecadada
por cerca de 14.1675100 I 1 Na importancia pa-
ga se achara por demas comprehendrdos asmian-
lias, que uao poderam ser cobradas, porque *
lazenda publica as deve perder em virtiade das
festoneas proferidas em favor dos que cfrn ella
itiitfam.
Sigo inleiramente a opiniao do meu Ilustrado
antecessor a este respeilo. O systema desla con-
Inbuicao, como se acba actualmente, anda tem
o cunho de odioso ; o imposto de arreradacao
mudoa de nome, mis nao de essencia ; ainda"
a dizima da chancellara a pena de que fazia m
demanda, que vem augmentar o afflieco ao af-
ilelo.
Basea-so comtudo em um principio, que nao
se deve desprezar : e vem a ser a proporcionali-
dade do imposto com o valor do litigio.
Parecia-me ra/.oavel substitul-lo por urna mul-
la nos casos de recurso, -idplanlo-se o
acha cslabclccldo em Franca sob
Amende foi appel.
U fundamento dos impostos judiciarios que
leudo o oslado do prover s despezas da ordem
judiciaria, os litigantes devem concorrer na pro-
porcao de seus interesses. Snpprimindo os im-
postos judiciacs, preciso inventar outros, e eis
aqui por que nao oconselho a sua suppressao.
A mulla substitutiva, que proponho, justifica-
se salisfactoriamcnte
A pr.sumpcao legal sempre a favor da sen-
lenca ; compre pois reprirair-se a temeridado
dos litigantes, obrigando-os a ura deposito de di-
nhoiro, se quizerem recorrer da roesma senleifa.
Este deposito os conslrange meditar sobre
tica da deciso judicial ; porque o
porta a aecusacao implcita do erro
quo
nome
se
do
Dficit........................... 6.183:330,108
Se
- | no juiz a 7110.
a jus-
recurso im-
ou injustica
a receila ordinaria nao for alm do compu-
lo era que oreada, o dficit ser ainda raaior,
visto quo nao cstao, o era poden) estar, con-
por cento addicionacs de cxporlacao. salvo io- EfXZ !ffl,.d2 som-"!M g^"
ivia o pertencenle ao Io semestre" d 1R=,f, ^.7 P. P3^"^"1" uo dividas de exercicios lindos o
estro de 18o-57,; diferencas do cambio, bem como para as despe-
4Q 1 "ir. {!<->( I Z,1S d,! al8UDS cre'dilos especiaes nao contempla
0 7A7. M'&HBwlqm n,8; c "ao cantata em calculo: Va delicien-
Devo aqu observar que a receila desle uUimo oodm^iW! T? ^""i S!r'i0S qUC St>
podem dar, nao obstante o cuidado que se em-
pregou em orca-los de um modo approximado
exactido; 2o as despezas que porveutura forem
dava o pertencenle ao Io semestre" de 185G57,
deu o seguinte resultado :
Exercicio de 1^5657......
185758...... 49,747:0075187
1858-59......
Gneros.
Parinba de man-
dioca..........
Carne fresca.....
Dita secca......
Arro.
i...........
i'cij.m..........
Toucinho .......
Sal..............
Lenha ..........
1." especie......
2." dita.........
Termo medio ...
Forragem p a r;,
urna cavalga-
dura..........
exercicio, como a lancei, anda nao se pode dar
por liquida. Faltan) alguns balances mensaes ile
diversas thesourarias de fazenda d semestre ad-
posto que em diminuto numero.
Os 2 por cenlo addicionaes de cxporlacao pro-
UiKSi,5i|0SHS!ei S'immas nos exercicios aci-
No 2o seriadlc ^ ,0.. q-r.-oR<._0
No exerficio de 1857- 58..... 1,875:13^1
"- 1858-59..... 2,070:28j407
Deduzda pois sua iniporloncia do total da ro-
cnla dos respectivos exercicios, para que se pos-
sara dar termos exactos de comparaciio, Qcar a
receita reduzda ao seguinte :
No exercicio de 185657.... 47,899-6775980
185758.... 47,874:268:933
185859.... 41,280:612jb9 3
a
5660
6400
256u
6400
10240
470
410
1/40
1 Ib.
1/2 Ib.
4/D
1/160
2/0
1/0
24/0
880
200
180
20
40
5
1 470
O lermo medio pois da tolalidade da renda dos
lies exercicios do 46,68{-853j>270 ou, calcula-
do conforme a tabella n. 3 pelas razes consun-
tos della, de 40,659.6513000.
Tendo, porm, a receita do exercicio de 18 >8
59, comparada com o lermo medio da dos dous
exercicios anteriores, diminuido cerca de 8,14
delatando
de novo creadas.
Algumas das causas que tecm occorrido para
o abatimento da receita publica nao sao do nalu-
TOS pimi*n"i.lo, uUm w*.rfiMii -o-
natural resultado, c lenho bem fundarlas espe-
raortfn *) n..r. maman .MulueelA rom nnanto mes-
quinna em cerlos ramos da lavoura, ser em ou-
tros abundante. E' portanto de presumir que no
exercicio do 1861 62 renda publico se aventa-
je, e v alm do algarismo em que foi por mim
oreada.
Por oulro lado deve-se contar lano 110 exer-
cicio de 1860 a 61, como no de 1861 a 62 : Io com
o saldo dos depsitos na importancia de cerca de
mil contos de ris; 2o com a importancia do
augmento da taxa dos vinhos, que j refer, des-
pachados para consumo, que pode ser calculada
de 600 a 700 tontos de tis.
Nao vos acouselharci o meio de empreslimos.
Nao ser prudente cinprehende-los no interior :
o eseassez que sentimos de capital fluctuanto re-
pelle toda a tentativa de immobilisacao de parte
do que alimenta nosso commercio e industria.
Havemos no exterior successivamenle uestes ul-
I___I por cento, e delatando os dados possoidos boje
I pelo thesouro que a do corrente ha de ser ainda limos annos courahido empreslimos, alm dos
200 menor, nao sera prudente confiar mullo ou ex- capitaes que levantamos para estradas de ferro.
; elusivamente nosla base. I E' misier por um parodeiro a laes operacoes.
100 movimenlo dos depsitos em cada um dos Nesta conjeclura sobretodo cumple corlar por
tres exerciciosacima referidos o seguinle : todas as despezas, de que sem perda do servico
Lxercino de 185657. 1 publico se possa prescindir; c a par desle alvit're
40
40
5
25
410
440
800
demarcar os limites dos lugares sujeitos a dci-
mas n villa da Escada, licando dispensado da
referraa commissao o lenenle-coronel Braz Car-
nriro Leao, que se escusnu pretexto de nao
morar naquella villa, como consta do cilado offi-
cio. que flca assim respondido.
Dito ao mesmo.Restituo a V. S. o officio o
certificado que vieram annexos a sua iofosMaco
do hontem, sob n. 235, afim de que, quando "for
possivcl, mundo pagar a Chrislovao dellollanda
Cavalcanli Mello a imporlaqcia da lercera pres-
tado da obra do vigesimo-oitavo lanco da estra-
da da Viclorja, quo elle execulou por orrema-
laco.
Dito ao mesmo.Devolvcndo a V. Sv o oflicio
e certificado que vieram annexos a sua nforma-
i.io de hontem, sob n. 236, dada acerca do roque-
I i monto, em que Antonio dos Santos de Souza
Loa.1 pede o pagamento da ultima prestacao que
se lho esl a dever como arrematante que foi do
^mpedramenlo do oilavo lanco da estrada da Es-
cada, trnho a dizer que mande V. S elTectuar es-
so pagamento, quando permitlirem os cofres des-
so thesouraria.
Dito ao juiz de direito da primeira vara.Re-
mallo por copia a Vmc. para ter execucao na par-
te que lho loca, o aviso de 3 de maio ultimo, em
que o Exm. Sr. ministro da justica manda recom-
mendar que escrupulosamente se observe o dis-
posto no artizo 16 da lei de 6 de setembro.0(11-
ci'ju-se no mesmo sentido aos demas juizes de
direiro da provincia.
Dito -jo engonheiro fiscal da estrada de ferro.,
Em visla do que Vmc. pondera em seu oflicio de
II do corrente, pode propor no superintendente
da estrada de ferro a suppressao do segundo Ircm
as domingos o dias santos, na presente estacSo.
Dilo ao diredor das obras publicas.Em vista
d sua informacao .le hontem, sob ir. 191, o au-
1 ri-o a mandar entregar ao sentenciado Filippe
Gomes de Sanl'Ann-i a quanlia de 54^600 que lem
em deposito, proveniente de seu salario, comp
tiabalhador da casa de detenerlo, visto ter elle
de seguir brevemente para presidio de Fer-
nando.
l'oilaria. O presidente da provincia atlcnden-
do ao quo representou a cmara municipal do
Ui'i'ie, em ollicio do 13 dcsi0 mez, acerca da de-
licienca do crdito fixndo na lei provincial de 5
do maio do 1859, para occorrer As despezas com
o costeio do cemilerio publico desla cidade, e
evenluaos, auloriso a mesma cmara para dis-
l-oider por eseos verbas niaii a qeuantia d ris.
que revogou a de n.274 de 7 de
nciro do 1857
abril de 1851.
2. Qu se o coronel Zeferiho Velloso da Sil-
veira, embora possuisseos dous referidos enge-
nhos. nao linha o seu domicilio legal no terreno
que ficou pertencendo a freguezia do Bonito, em
viriude da lei provincial numero 425 que eslabo-
leceu os limites da mesma freguezia mas sim em
locadad que antes da execucao do decreto nu-
mero 1792 de 26 de julho de" 1856, fazia parte
dessa freguezia, poda ser nella qualifieado.
3." Que se o juiz de paz presidente da mencio-
nada junta dcixra de sugeilar a consideracao dos
respectivos membros quesloes cuja decisao llies
compela proceder irregularmente, porquanlo, o
excepcSo dos casos em que elle livesse de. exer-
cer exclusivamente certas altribuicoes devia sub-
meller qualquer duvida'que occor'ressc a (lecisuo
da mesma junta.
4. uo nao compete aos presideutes das pro-
vincias decidir as duvidas que se suscilarem a
respeito de inclusoes 011 exeluses de alguns ci-
dados na lisia de qualiQcacao dos volantes, por
ser tal deciso de exclusiva competencia das res-
pectivnsjiintas, cabendo aos interessados os re-
cursos que das decisesdas mesmas juntas se po-
den-, interpr na forma da lei de 19 lc azosto de
180.
O que commnnicoa V. Fxc. para sua intelli-
gencia e para que expega os despachos necessa-
rios.
Deus guarde a V. Exc. Joao de Almeida Pe-
reira Fillio.Sr. presidente da provincia de Ptr-
nambuco.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel do commaudo das arnias
eui Pernambucn, na cidade do
Uocife, 1H le junho de I86O.
ORDEM DO DIA N. 410.
Soffrond gravemente em sua saudo o Exm.
Sr. tenente-genoral barao da Victoria comman-
dantdMas armas desta provincia, o nao podendo
por essa razK entrigar-se por emquanto ao res-
pectivo expediente, fui por ordem da prosidencia
desta data o pelo direito de surcessao, chamado
a lomar o commando interino. Declaro por tanto
a guarnicao, que enlrei em exorcicio, o que as
ordens do S. Exc. concernentes ao servico da
mesma guarnicao continuara em pleno vigor.
Assigiudq.Antonio Gomes Leal.
Secretoria da thesouraria de fazenda de l'er-
nambuco, 15 de junho do 1860. Olllcial-maior
interino Luiz Francisco do Sampaio e Silva.__
Approvo. Palacio do governode Pernambuco, 16
dejunho de 1860.Leii.io da Cu'nha.Conforme.
Antonio Lcile de Pinho.
Assignado.Antonio Gomes Leal.
Conforme. Petro Gomes d'Oliveira, alferes
ajudante de ordens do commando.
Arrecadado.................. 3,599:69f212 ; forcoso que se melbore o systema de arrecada-
lago......................... 1.552-7a6j397 cao de alguns impostos, e especialmente daquel-
Lmpregado na despeza...... 2,046:9389115 les sobre que passo a fazer breves considerares.
"------------------. Impostas sobre lojas. O systema do arrecada-
txercicto de 185758. gao do imposlo directo de quolidaJo sobre casas
A-recadado.................. 3 "'
Fago-........................ 2
Empregado na despeza
baso em materia de impostos.
As industrias e prolisses cxercilas fora dos
estabelecimentos pblicos, lojas, escriploros,
ele, escapara a sua arco. e bem assim, por
isenco legal, as de certa classe, ainda que exer
cidas em oflicnas e casas publicas. O preco da
INTERIOR.
RIO DE .IWEIBI).
RELATORIO
do ministerio da fazenda apresenlado
assemblca geral legislativa na
sessao da decima legislatura.
4.a
Exercicio de 185859.
Arrecadado.................. 3.414:257^247
Pgo........................ 2,452:5719677
Empregado na despeza...... 96t:685570
. A recilla do exercicio de 185960 arrecadada
na corte al o>lim de margo passado, e as pro-
vincias at os^nezes designados na tabella n. 2,
conforme os Caannos mensaes das respectivas
thesourarias de fazenda j existentes 110 thesou-
ro, monta somma de 26,827:483ff791, importan-
do os depsitos no mesmo lempo cm ris.....
1,750:4193834.
Se, pois, sua orrecadajo guardar a mesma
proporcao nos mezes que follom al o encerra-
i menlo do exercicio, o que de presumir e se po-
1 de osseguror, evidente que deve ser calculada
em^43,0O0:0OOS000, o que d urna diminuicao de
2,97 por cenio. comparada com a do exercicio
anterior de 18591859.
A marcha qae lem tido a despeza publica a car
go do cada um dos ministerios, desde o exercicio
do 184i45 at o de 88 59, consta da tabel-
la n. 4 ; e pelos batneos apresenlados al o au-
no passado tereis observado que, desde o exer-
ALGLSTOS E DICXISSISOS SENHORES REPRESENTAN-
TES da NAC.0.Cumprindo-me em desempenho
do dever que me impoo o artigo 42 da lei de 15
de dezembro de 1830, expr-vos o estado dos De-
mol canto, jnlgo acertado
locacao, que lhe serve exclusivamente de base,
faz resallar o vicio de sua desigu.ald.-de. As pro-
lisses e industrias, que requerem vastos arma-
zens, que se alliraentam de pequeos capitaes, e
quo realisam tenues lucros, muitas tezes o sup-
porlam no mesmo p das que funecionam com
grandes capitaes, o arrecadam grossos lucros,
porque oceupam pequeas casas, corredores ou
apenas reparlimentos de edificios.
Parece alm disto excessivo at corto ponto a
razao, cm que a arrecadacao se opera.
Para obviar alguns desses inconvenientes foi
publicado o decreto n. 2,506 de 16 de novembro
de 1859; receo porm, que, sem niodificacao no
systema da arrecadacao deste imposto, seus effei-
tos sejam ineOljuzes", e o mal notado por certo
nao poder exln>ar-so.
O artigo 11, 3^ da lei n 88( do Io de outu-
bro de 1856 autorisou o governo para orgonisar
cicio de 1852-53 al o de 185657, os recursos urna tabella, lomando por base a importancia de
gocios do minis:erio
antes de ludo apresenlar-vos o quadro da despe-' esta sessao ; e isto
ordinarios foram sobremodo sufeienles para fa-
zer face s despezas decretadas, deixando porisso
sobras que pas3aram aos exercicios seguinles.
O mesmo resultado leve ainda lugar nos exer-
cicios de 1857 a 1858 e 1858 a 1859, cujo balan-
co definitivo e synopse lem de ser-vos presentes
za e receila do ostido, e offerecer-vos as bases
sobre, que ossen.a a proposta do governo para o
sua fixacaoe ornamento.
A receila, no periodo decorrido do Io de julho
de 1848ao ultimo de 1858, em sua marcha ascen-
dente, unicameito interrompida no auno finan-
apezar de haverem j dimi-
cada classe de industria ou profisso das com-
prehendidas no artigo Io, Io do regulamenlo
de 15 dejunho de 1844. Esta autonsacao foi
prorogad.a por mais um snno pelo artigo 33 da
lei n. 939 de 26 de setembro de 1859 ; della po-
rm nao se pode servir o governo durante o lem-
po da sua duracao ; porque imporlava trabalho
de muila ponderacao, e que demanda grande es-
tudo e cuidado.
Entretanto cumpre observar que a referida au-
torisacoo, nos termos em que foi dado, era de-
fectiva pelas mesmas razes porque atacado o
actual systema da arrecadacao desle imposto:
1, porque nao comprehende todas as industrias
...535J>189 em que e prolisses ; 2o, porque, creada urna taxa, deixa
?a Hqn!S no exercicio passado ; e no que se melue a de 1.395:3389812 do depsitos pagos | a variavel sujeita ao mesmo inconveniente cima
tenido Andar 110 ultimo da do correle annno I no referido lempo ; parecendo
civil o mesmo resultado infelizmente se deve ob- 1 o mesmo exercicio ter
servar. Tabellas ns, 1 e 2.
As causas desle fado sao geralmente conheci-
nuido consideravelmente os recursos do thesouro
neste ultimo exercicio.
Pelo que respeila A despeza do corrente, nada
possivel asseverar com exactido, estando ain-
da em andamento, e faltando muitos elementos
de calculo. A quo j conhecida no thesouro,
j loen j .'------ -..-- ....cu- uci.ui.uiu. ji uuu e ja i-oiiiii'i-ij.i no irieaouro,
cairo de 18o3-o4, depois de ter allingido no ex-| correspondente aos mezes designados na tabella
ercicio de 1857-58 o algarismo do 49,747:0079187,1 n. 5, menta somma de 27.411:535189 em que
das. Sobre ter havido diminuicao as nossas tran-
saeces commerciaes, parece evidente quo se deu
anlecipacao de importacao nos dous annos anle-
riores, que dcicrminou algum desfalque as ren-
das dos referidos annos, accrescendo por deraais
o que se devia esperar como resultado : Io das
alleraces que nollreu a tarifa em cerlos artigos
era virtude do decreto n. 2,139 de 27 do marc
do 1858; 2o da execucao do tratado de commer-,
ci de 4 do set< robro de 1857 celebrado enlre es-
te imperio e a Repblica Oriental do Uruguay, o
qual se acha em execueSo, por forca das disposi-
Ces do decreto n. 2,269 de 2 de oulubro do 58,
desdo 17 de Janeiro de 1859; 3" da suppressao
dos 2 por cento aldiclona.es aosetireilos de expor-
tudo indicar que j notado por eteesiva.
um dficit, o provavel- Persuado-mo que, com vantageru do servico
mente o seguinte de 1860 a 1861; porque para | publico, o systema de arrecado desta conlribui-
ra'e.rl?.^0^.s.emDCnnos do.10 ,oraou ja o gover- cao deve comprehender urna laxa fixa, conforme
no 1.200:0U0j> por emprestimo, dos fundos per-
tcncentes ostrada de ferro de D. Pedro II. de-
positados na casa bancaria de Mau Mac Gregor&
C. ; alm disso orcam por cerca de S 55,500 ou
532.8009, ao cambio de 25 dinheiros esterlinos
a naiuroM, classe e importancia das industrias e
profisses, e a povoaco em que forem exercidas,
e urna quota variavel em rolaco ao valor loca-
tivo do predio, ou local em que funecionem, ob-
_ servando-se a regra de nicamente se concede-
por 19, as somraas que o thesouro tem ainda de I rem isences, em rao da naturez 1 privilegiada
remetier agencia bratileira em Londres para oc- das funeges, ou em allenco sua penuria ou
correr as despeaas a seu cargo at 30 dejunho fu-1 exiguidade de mf.-io9, e n excedendo a quota
turo, almdas remessas feilas at o principio do
mez de abril ; e finalmente tem de ser supprida
a calxa da amorlisaco at o flra do junho. com
fundos quo taivez excedam de t.400:0009 para o
pagamento dos juro da divida publica interna,
pertenecntes ag 2o semestre do corrente anno >
nanceico.
variavel de 5 a'. 10 por cenlo.
Nao posso exhibir urna demonstrsco da pro-
vavel read. a desta 'onte pela falla de dados ; mas
estou convencido de que nao ser diminuto o
seu augmento ; e neste passo nao devo occultir-
vos que, a demora da organisacaadas tabellas nao
permjitlir colher em br^ve ejse r;sultado.
A eobranca f'cilima. Nao se poder lomar
conhecimento dos recursos nos tribunaes supe-
riores, sera que esteja juulo aos autos ocenheci-
raento do deposito
Rtsulia ainda desle syslema a v.ml.agem de
concenirar a eobranca nos poucos lugares onde
ha Iribuuacs de segunda instancia : com isto nao
se onera a parte ; ella lem de prover ahi sobre o
pagamento do salarios, preparo, &c., e juntamen-
te trotar do deposito da mulla.
Se o recorrenlo perdo o recurso da apppllacao
ou de revista, a eobranca inmediata. A pena
soffie-a quera propoz um recurso injusto e des-
apparece dest'atte o odioso da dizima, para rc-
cahir o imposto sobre o temerario litigante, no
rigor do lermo
Esl eniondido que ludo isto as aeces ci-
veis, ou crimes civotmento intentadas. Em ma-
para os recursos ; irata-se ahi com effeito do li-
vramenlo de urna impulacao criminal. As isen-
es do regulamenlo do l de junho de 1845, ar-
tigo 8o, devem lombem ser guardadas.
O deposito de urna somma proporcional de-
manda deixa Ilesa a regra da proporcionalidado
do imposto; e fie a asim removido o defeito da
legislacao franceza, onde a multa xa, e o da
pena era Portugal, que tambem lix.a, nunca ex-
cedendo porm de 500>000.
Rest.a-me ponderar que, como os casos da di-
zima diminuem evidentemente, compre elevar o
imposto, e n.o ser muilo dobra-lo. Ainda as-
sim nao excede ao que, por exemplo, esl ad-
mittido em Portugal, onde a mlula dos litigantes
de cinco por cento.
O sello fixo e proporcional susceplivel de
maror producto, corrigindo-so ainda o seu sysle-
ma de arrecadacao na parto relativa s quotas
dos tabellas, o supprimindo-se algumas isences,
taes como a da transferencia das apolices da di-
vida publica, que me parece infundada. O de-
creto n 2,490 de 30 do selerrbro do 1859, ex-
pedido em virtude das autnrisaces cm vigor,
concedidas pelo art. 31 da lei n. 369 de 18 do
setembro do 1815 e art. 15, 2o da lei n. 810 de
15 de setembro do 1855, nao comprehendeu esta
hypothese. Na legislacao ingleza o franceza se
podem colher suflicientcs provas de queoste im-
posto, sobre ser suave, lorna-se susceptivel do
grande renda,
Conforme o preceito do art. 58 do regulamenlo
de 10 de julbo de 1850, procuro fazer substituir
certas classes de popel sellado pela eslampilha,
para o que alguns ensaios se lem feilo, resultan-
do delles a convieco de quo pelo menos do em-
prego da eslampilha era subsliluicao do papel
sellado de certas classes, c lalvez da verba de pa-
gamento, se colher : Io economa da despeza da
materia prima e de transporte ; 2 proveito do
lempo que requero lancamenln das verbas; 3o a
remoco do inconveniente do avotum.arem-se os
precessos.
O termo medio anntial de papel de peso cora-
prado para o sello tem regulado por 182 resmas,
e o papel de oulra qualidade por9ii resmas.
Poroutro lado o fornecimenlo de papel espe-
cial para o sello offerece inconvenientes.
Vencido o lempo do contrato celebrado pelo
governo imperial com Emilio Prrvat para o for-
necimenlo do papel necessariu para o sello fixo e
proporcional, foi esle contratado com o Dr. Gui-
IhermeSchuch de Copanema em 18 de fevereiro
do anno prximo passado, mediante as rondicocs.
que parereram oiferecer mais garantas ao lira a
que se diriga o referido contrato.
Sendo urna dolas o fornecimenlo mensal da
qiianlidifdc de pgpel das dtflcreutcs classes do
sello fixo o proporcional, de que nao podessem
prescindir o servico do almoxarifado, acontecen
que a demora que nissa se deu, por parte do
contratador, lornosso urgente umo providencia
qualquer no supprimento do payel das laxas de
60 e 160 rs. do sello fixo, e de 20 rs. do propor-
cional, da qual, segundo as informaces do al-
moxarife e da directora geral das rendas*, havia
penas urna quanlidade reconhecidamente insuf-
ficienle para solisfazer assim as requisces das
cstaces Qscaes da corle e provincia, como a pro-
cura e exigencias do publico.
Entretanto, conhecendo-se dos exames c ave-
riguacps feilas no almoxarifado a existencia no
respec.lio armaaem de papel da taxa de 80 rs. em
quanlidade sutlicienle para 9 annos, da dn 100
para 122 annos, e da 120 rs. para 96 annos, live
por mais conveniente annuir propftsta, que por
parle da directora de rend.13 me foi apreseolada,
de occorrer necessidade, que sesenlia de papel
das laxas cima mencionadas, com o das de 80,
100 c 120 rs., ruja procura, eoroo havia mostra-
do a experiencia, era sobremaneira insignificante,
fazendo cortar na parte superior do papel, em
quanlidode sufDcienle s precises do almoxari-
fado, lanto quanlo toase preciso para fazer desap-
porecer as referidas laxas, substiluindo-as por
novo carimbo das de 60, 160 e 200 rs.
Esla providencia, coneorrendo, como concor-
reu, para regularisar o servico daquella reparli-
co, habililando-a para satisfazer as exigencias
do publico, levo a vanlagem n.10 s de poupar
fazenda o prejuizo de nao pequea pe reno de pa-
pel idas indicadas laxas de 80, 100 elzOrs.,
quo loria de ser estragada pela aeco do lempo,
ltenla a leniidao do seu consumo, em rolaco
quanlidade existente, mas de augmentar os inte-


i II r-^+x #r-i 1


-. ,---
!L.
,-?
DIARIO DE PERNAMBlir^, l. SEXTA r*ElRA 54 Dfe JUNHO DE 1860.
resses da mesina faienda com a substiiiciio de
urnas por oulras laxas.
Instado pota directora de rendas o procurador,
que o Dr. Capanema, em consequencia de sua
retirada para o provincia do Cear.na qualidade de qu0, >u *> no prestaran), ou pararam.
merabro da comraisso scientiQca, bavia deixado
activa proveniente desse imposto devo sur antl-
tadissima, atiento o grande numero de inventa-
rio que, ou se nao fizeram, ou princp'iaram e
se nao concluirn), e das contas de '.esta ni cu tos
Ha testamentos em numero nao diminuto, cu-
nala corle, para, em salisfacao do referido con- J88 contas jS se nao podem tomar.
.ralo, fornecer o papel que pela mesraa directora I Desde o anuo de 1800 al o de 1859 reglslra-
Ihe foi indicado, declarou, que, (altando i (abr- i [**- 6?*> ,,elaea'08> cu alado o se-
ca os recursos com que centava, naolhe era pos-
sivel satisfazer i exigencia da dita repartidlo no
oroeciment mensal de durentas resmas in-
formando depois existirem i disposicio della ape-
nas 20 resmas d papel para o sello (ixo, e nao
poder continuar no (abrico do papel contratado,
s*m que se Ihe (ornecessem s ingredientes ne-
cessarios, quando a esse respeito (ora apenas es-
gulnte : (Tabella n 9).
Principiaran) a prestar contas..........
Prestaran...........,...................
Nao prestaran)..........................
6.826
baa u:lenida-at urna legua i'.4 actual demar-
cacio nesla cidade Villa, Reai a prtia-
Grsnde.
Daqui se v clramele que o fin do legislador
fot tomar por base a denmeacao de 1832 para o
(Im declarado de esleader o imposto at urna li-
gua. O imposto era o mesrao, sobre a demarca-
cio que vtrsou a nova disposiejo.
Sen Jo assim, evidente que legtimamente
alm dos mareos levantados em virlude desta
resoluto tio poda estender-se a demarcacio
addicional em lempo algum, o que, absorvido o
espaco da tegua addicional peta demarcacio or-
dinaria, cessaria a tnesraa disposkio.
Nao obstante isto a reperttcao fiscal enlenJcti
que proporeio que a demarcacio ordinaria 4a
decima urbana se altera, abtorvendo o eepeco 4a
addicional, creada pela resoluco de 1832. esta
dte jvancar, e por esta razio nova demarcacio
neste senlido se teni (cito.
Se al doutrina pode admillir-se, oavancode-
O art.;46 di lei n. 514 de 28 de outoDro de 1848
aulorisou a reforma do Regulamento respectivo,
tipulado na cndilo 8a que o governo poria Tenho entre maos hutn irabalho sobre este as-
lisposico do contratador as materias primas, que sumpto, c cont que estar proreplo antes da
por ventura existissem nos arsenaes de guerra e conclusao da presente sessao. Com qtianlo se
marinhi e casa da moeJa da corte, e que nao I Possa obler por meio desta reforma algum me-
fosseui necessarias ao servico dessas repartices;. Ihorameoto de sua arrecadaco, sobre a liquida- | via ser sempre na razio de urna legua, e teria
salisfazendo porm o mesrao coolralador o valor ?ao <** divida exitsente nada se poder consc-|m breve de comprchender districlos ruraes, o
deltas, ou sendo-lhe descontado no do papel, que ou'r- Os testaraentoiros nao sao conhecidos, os de eslender a laxa de escravos sobre as fazendas :
fornecesse. j bens teem sido transformados, ou tem passad e esl bel cci montos prximos da corte e da ci- '
Imposta aquello centralador a mulla estipula- a dirTerentes herdeiros, ou perecido. dado de Nictherey, o que nao me parece con-
Pareco conveniente conceder huma porcenla- ( veniente, e est tora da iniencao do legis- I
geni raaior pela arrecadaco desta renda ao pro-1 lador.
curador dos feilos, o ao 'respectivo sollieilador.
A concetto de pt*nas agua oulro artigo
de renda susceptivel de meltiorameulo.
Ten) sido at o preseute concedidas a particu-
lares 1,436 peanas. O preco annual de arrenda-
ment de 24$, o que importa em 65,75 rs pot
la na condico 3* do contrato, por nao haver ior-
siecido em lempo a quanlidade de papel exigida,
respoudeu ella a sobredita directora em officio
de 2 do corrente rnez, que, sapposto se subracl-
tesse mesma multa, nao podia o Dr. Capanema,
pelas razoes anteriormente expendidas, continuar
no forneciraemo do papel contratado, julgando
assim rescindido o contrato, resciso, que tire de
Tesolver de conformidad; com a codcio 18* do i colia d* Estes algarismes delalam a grande' e
Tcferido contrato, tomando desde logo as medidas, ;Conomia que cada arrendatario obteni dessa con-
que parecern) mais convenientes o acertadas
acerca do regular supprimenlo do papel pira um
oulro sello.
Imposto sobre a transmisss do dominio, ou da
propriedade.
Parece acertado, alero da vantagem da simpli
cessio. Accresce que nimios dislribitem agua
por mais de urna casa, onde, e a (avor de quem
querem, depois de h.ive-la applicade a lodos os
msleres dotrafego domestico, ou de seus esta-
bolecimenles.
Por sem duvida, se o preco do arrendamenlo
ilcacao, reunir os diferentes impostes dc siza, so elevasse ao triplo, anda assim os particu-
meia siza, eoutros de transraissao de proprieda- 'nrcs conseguiriam glande economa de despeza,
le em um nico sob o titulo deRegistro. ftJ se dispeusassem ( o que nao provavel
como em Franca, ou sob outra quelquer deno-
minagao
Regulado o systema de arrecadaco dos impos-
tos cima referidos por tabellas bera organisadas,
conforme a naluroza dos objectes transmissiveis
por qualquer titulo, assim movis como semoven-
tes c de raz, comprehendendo-se nellas alguns
-dos Mllos que actualmente pagam sello propor-
cional, anda que o quantum diminuisse, ou
variasse conforme sua nalureza, a renda publica
loveria, na ininha opiuiao, receber nolavel
progresto.
Se nao adoplar-sc este alvjtre, sao de misler
medidas para cada um dos imposlos de irans-
missao de propriedade, que melhorem a sua ar-
recadago.
A meia siza de escravos, como um dos meus
antecessor o dcraonslrou, constantemente de-
fraudada.
Sendo este imposto, como renda geral, limi-
tado ao municipio da corte, a lcgislaco especial
la provincia do Rio de Janeiro, queeslabeleceu
a laxa Qxa de 40:8000 em subslituico dos 50 por
cenlo do valor da compra e venda ele laes bens,
foruece aos especuladores um meio seguro de
fraude.
Do principio que este imposto devido pelo
aclo da tracsUgao de dominio no lugar dos con-
tractos, se simulara estes realisados em algum
ponto da mesraa provincia, e sendo menor o ira -
posto provincial que o geral, termo medio, na
razio de 40gOOO, o resultado infaliivel o triuin-
pho da fraude.
Parece incrivel ; roas a escripluracao da recr.-
bedoria dos rendas do municipio desta corle, de-
monstra que o termo mximo do numero de es-
cravos vendidos nao excedeu no decurso dos an-
uos Guanceiros de 1848 I858de 126, o do anno
(indo de 113, e o do Io semestre do correutu
de 62.
De dous outros meios os especuladores se *er-
vera para defraudar o imposto da meia siza : Io
bter urna caria de ordens para a venda do. es-
cravo ; 2o o uso de escripio de compra e venda
impressos com claros na parle em que lem de
ser lanrados o noine do comprador, o preco, a
dala e o lugar da venda, os quaes vio passando
de mo era mao. Este segundo alvitre mais
frequente, porque muitas pessoas se nao prestara
ao primeiro.
Feito islo, para conseguirem a baixa da matri-
cula, quer em um, quor era outro caso, reque-
res polica passaporle para o interior da pro-
vincia do Rio de Janeiro, para S. Paulo, Minas
Geraes ou qualquor outra provincia cenlial.
Se o escravo vendido para fra da curte, na-
da mais Uies resta (azer do que cncher o papel,
pie lem de pagar a meia si/.a na provincia ; so
rase viudo dos lugares do fra do municipio'o
das freguezias do interior com guias passadad
por inspectores de quarleiriu e rubricadas pelos
subdelegados, e com este novo papel de venJa
por elles asignado paga-se a meia siza, e da-so
entrada na matricula da recebedoria.
O meu antecessor lembrou como acertadas as
seguinles medidas :
I." Tornar extensiva venda de escravos
era todo o imperio a disDnsicao do art. II da le
de 15 de selerabro de 1855, cora obrigaco de s
transcrever no titulo e conlieciraento do
ment do imposto
2." Substituir a pena do alvar de 9 de ju-
nho de 1809, imposta pelo art. 23 do regulamen-
to de 11 de abril de 1842, por urna multa de 10
a 30 por cenlo, como j o fez para o imposto da
transmissio dos immoreis o art. 12 da lei ife 2tl
de setembro de 1857.
A Ia foi adoptada pela legislacao provincial
de urna de nasaas provincia*, a da Baha, e, nao
obstante, a fraude u lem Iludido por meio das
cartas de ordens, das procuraces, e do seus
su bst aln lee i lientos,
O producto deste imposto muilo diminuto,
rotando-se apenas no ultimo anno augmento em
vlrtude do arbitrio que so tomou de esten-
de-lo alm dos amigos marcos, que foram col-
locados quando piincipiou a ler execucao a refe-
rida lei.
ou as acabriHine, pode ser elle minado p<^r UUl
lei provincial que impoier sobre o m c.smo 0D.
jeclo, em desbarmorria com esse plan.o.
S fosse poisivel vista da n.-08S legislago,
asaseeaWas provinciaes dev'iam limitar-so a
crear quotas addicionacs aos imposlos geraes.
Desta medida coiheriam grande proveito suss
rendas, e um systema bem regulado de tributos
poderia ser instaurado por maos habis em (a*or
da industria do paiz, melhorando sensivelmente
sua arrecadaco pela uuiformidade dos regula-
mentea, e eviUndo-se grandes despeus aos cofres
provinciaes.
DIVIDA PASSIVA EXTERNA.
A divida passiva externa, procenienle dos em-
prestimos naconaes, era no ultimo do dezembro
de 1858 de "5 5.162.900, valor nominal, conforme
o demonstra a tabella n. 7 do relatorio do anno
passado.
Duranlo o anno de 1859 amortisaram-sc j
187.300, como se v da tabella n. 10 aanexa ao
presente, pelo que icou a mesma divida reduzi-
da a 6 5.005.600 em 31 de dezembro de 1859
Tabella u. 11.
A. amorlisacao de SU 187.300 ez-e
guinle forma ;
S 80.900 do emprestimo de 1824.
6.600 idem de 1839. '
36.600 idem de 1843.
14 700 idom de 1852
48.500 idem de 1859.
A amorlisacao total dos referidos emprestimos,
desde que (oram contrahidos al o sobredilo lem-
po, de 3t 1.261.490-7-6, valor
pela se-
tautos sao os depsitos e fontes que fcil seria
abandonar essa renda em proveito do publico,
que muitas vezes sent necessidade de agua pe-
la dcrivac.o feila em favor dos arrendatarios.
As alteraeoes, quo por ventura so realisarem
no sentido que expuz, sobre lerem um clleito de-
morado, e nao poderem por isso de promplo a-
ri.idir As exigencias da recita publica, me pare-
ce que nao produziro urna quanlia sulTiciento
Assim que misler recorrer promiscua ou pre-
viamente a outros meios.
.1 tarifa actual precisa de reviso. Nota-so
uella, anfe ludo, dcsigualdade na razio em que
foram calculadas suas laxas. As materias pri-
mas pagam direitos era razio diversa c na esca-
de 5 a 25 por cento. O raesmo se observa nos
meros alimenticios, as pelles, couros e ou-
iros artigos. A laxa de grande numero de mer-
caduras est queni das que seriara determina-
das pelo sen justo valor ; outras se achara to
alera desle que, se nio se tornaran) prohibi-
tivas, diminuirn por certo a imporlancio ou
convidara c excitan) o contrabando, Nos arligos
sedas e vellidos sujeitos a direitos por seu pe-
so, a dcsigualdade resalta de um modo que
nao pode deixar de altrahir vossa altencao. O
hornera experimentado e os peritos do cumuier-
cio indicara muitas incoherencias, e de tal ordem,
que forca procurar com urgencia extirpa-las.
A reviso da Urifa, circunscripta aos termos
mais moderados, p le produzir algum augmen-
to de rcceila, mas c seu resultado nio ser bas-
tante para o lira desojado.
A commissio de oreamenlo da fazenda da c-
mara dos Srs. deputados na sessao passada
propoz a creacSo de direitos addiccionacs sobre
o consumo das mercaduras cstrangeiras. A
necessidade aconsclha alguma medida ueste sen-
tido, e se vos parecer conveniente a adopcio
desta, nao deverecahir osen peso sobre as m'er-
cadoriasque se prestara fcilmente ao contraban-
do, parecendo-rae alera disto que pode ficar
quem do limite prnposto.
Neste passo cabe-me lelatar-vos que o contra-
bando pelo rio Uruguay, e pelas nossas fronlei-
real, as quaes
Pareca conveniente que a parlo relativa a | reduzidas a moeda do paiz, pelo cambio ue 27
Nictheroy fosse suppriraida ; por ser a decima dinheiros sterlinos por 1&000 importara em ris
urbana imposto provincial ; e que a parte que 11.213:2i"j|777, somina esta a que cpmpre addi-
pertence a esta corle, conservados os marcos ora cionar as de & 445.750, e 26.200, valor nomi-
postos at nova demarcacio da decima urbana,!Dal dos empreslimos partuguez e de 1829, de
nio apparecesso nos nossos orcamcnlos e leis i 1ue eslavam jreduzidos os mesmos empresti-
como tim imposto especial e differente da- mos. quando o restante dclles nao amortisado
quclle. at o termo dos respectivos contratos foi eonver-
O imposto sobre barcos do interior apenas i 1'(, n9 novos oinpiestinios do 1852 e 1859.
rendo cerca de 16:000 ; e sobre ser do difficil' Na somma de 6 5.005.600 nao est corapre-
lancamenlo e cobranca, seu producto tende a hendido o empreslimo, tambum conlrahido na
dimiuuir.. praca de Londres no anno de 1858, para a cora-
A arrecadacio de 185758 foi inferior de \ l'?nhia da estrada de ferro de D. Pedro II, por
185657 na importancia do 722;5il, ou 4.2 por j vrluae da disposiejio da lei de 26 de agosto de
cento. 11857 n. 912, e decreto de 11 do feveriro de
A de 185859 foi tambem menor que a do > '858 n. 2.104-
exereiro anterior na importancia de 1:074$964 Este empreslimo, como j o sabis pelo anle-
ou 6,6 por cenlo.
Parece-me jusla a sua suppresso, c quando
muilo sua substituiQo por urna laxa addicional
sobro escravos empreados na tripolacao das
embarcaces, e na vida martima, ou que lem
officios mecnicos, e donde al cerlo ponto con-
vinha airedar os escravos era beneficio da la-
voura.
O ivstema de arrecadago do Imposto denomi-
nado Novos e velho direitos e de chancellara
nao se acha actualmente de harmona com a
nossi moderna legislacao. Daqui o fado do le-
vantaram-se muitas quesloes, algumas das quaes
lecrri sido resolvidas adminislralivamenle, e ou-
lras pendem desoluco, e pralica, em idnti-
cos tatos, cobrar-se laxa diversa. A par de sui
roviio conviria reuni-lo ao das jetas das or-
dens honoiilkas por serem da mesraa esseneia, I
tanto mais quanlo, na forma do art. 37 da lei n. i
343 de 30 de selerabro de 1811, a tabella dos Ho-
nor refalarlo, do valor nominal de Sf........
1.526.500. Correndo pelo ministerio do imperio
as despezas que cusa annualmente o servico do
mesrao emprestimo, para as quaes sao ahi vota-
dos os| fundos precisos, com excepcio da diffe-
ronca de cambio, e scrvindo o thesouro apenas
de intermediario da transaccao, deixei por isso de
inclui-lo na tabella respectiva, fazendo menco
dello uuicamente na mesma tabella para o ira'de
conhecer-se o seu estado.
Remelteram-se agencia brasilcira em Lon-
dres desde 21 de abril de 1859 al 8 do mez cor-
rente ris 8.462 705j924 as especies demons-
tradas na tabella n. 12, sendo :
Pelo Rio de Janeiro. 7,350:3190077
Pela Bahia.......... 673:030162
Por Pernarabuco.... 439:326^185
O cambio medio das remessas em cambiaos foi
de zo,04.
Pelas ultimas commiinicaQes recehidas o pre-
vos c velhos direitos e de chancellara a mes- I S dos fundos brasileiros na praca de Londres era
m^das joias das ordens honorllicas, | o.do 90 3[4 para as apolces de juro de 4 1|2 por
..cenlo, colando-se os empreslimos d 5 nnrcni
Para a boa lisralisacao desle imposto torna-se
indispensavel urna sanecao que ohrigucos agr- i ^G 6!
ciados a tirarcm seus diplomas ou ttulos dentro
100,
empreslimos d* 5 por cento
As leis nmeros 2,183 de 5 de junho de 1858,
de cerlo prazo, e evite o abuso de usarera das ', n- l|0ll de 8 de junho do 1859, n. 1 048 de 20
' dislinc^oes sem diplomas,
mura.
1858.
Pendem roclamaces*que em parle me pare-
cen) razoaveis, especialmente no quo relativo
circulscio do genero oas freguezias ruraes e ao
modo de lancamento dos engeuhos c fabricas,
existentes nesses districlos.
Feitas estas ieflexoes sobre os imposlos geraes,
o que muilo cora- de setembro de 1359 oulorisaram o governo a
\CJ"!lr?!i^''jprs'imos?n gordas eompanhiaa
' nio & Industria,
o ilucury.
858 expcdiram-SR
as convenientes ordens nossa legacio era Lon-
dres para que o primeiro desles empreslimos
fosse conlrahido, c vista de muilo ponderosas
ra/nrs cu mandou : ..!,-...-. V .-._
O imposto de. consumo de agurdente no muni- | da estrada de Pernambuco, Lni
clpio da corle por sua propria nnircza excita ca- j e de Coinmercio e Xavegaco do ,
mnres.contra o regulamento do 1.. de maio do I ^m dala de 7 de junho de 1851
pelo rio uniguay. e peas nossas iromei- cumpre-me de passagera dar-vos urna idea', anda
terrestres da provincia de S. Pedro do Sul,! que levo, da siluacio
ras terrestres da provincia de S. Pedro
tende a tomar novas (oreas.
O Estado Oriental do Uruguay conservara o pena que, por falla de satisfacio do c
syteraa de transito em algnra? pontos do Lru-| era lempo foi exigido das
paga-
guay. Desla medida grande lucro liravara 03
contrabandistas, que podinm importar no nosso
territorio fazendas livres de direitos, e excluir
do mercado da referida provincia as que erara im-
portadas pela barra da cidade do Rio Grande.
At certa poca a Villa da ResUuracio, que
Tica frnnteira deUr iguayana, servia de emporio
ao coinmercio de contrabando, quando a llsca-
lisaeao nesla ultima villa se raantinha nos tor-
mos lia'-ados pela Lei, e rice-vena, definhava
i-..-, -.v.. H av. vl,flo,lucvi,
nquotl. rSSt? *L*S;? ue, pxP0'-"'Q"-o para
gencias fiaeaea, e nial chegavam" aV'raerca"doris
a seu destino vottaram clandesiiriamente para o
nosso territorio. Alguma providencia se colheo
da alfandega argentina a bem do commurcio li-
cito, e o mal, se nao cessou de lodo, era grande
parte diminuio, especialmente pela exigencia
que faziaessa alfandega do torna-guias das mer-
cadorias que transitavara para o nosso lerrilorio.
A Confederadlo Argentina acaba de promulgar
um decreto com dala de 22 de marco do corren-
te anno, que atore os pertos da Concordia e da
Restaiiracao -io couimercio de transito, e que,
para dar-lhe ninior expaosao, isenla-o de loda e
qualquer Bscalisaco, acabando cora as Bancas, e
loran-guias.
lista Lei dava azo a que os contrabandistas
passassem para n Coufederaeio Argentina, e dahi
conquistassem da Repblica Oriental do Uruguay
o mercado clandestino do nosso territorio,"sen-
do que para lomar mais segura a conquista a
berva mate de nossa produccio leve urna reduc-
, rXj.rTicC^ M SSt" """^'^ =""*-
oo da vend.
A m.'u ver, seria mais efcaz o expeJienlo de
exigir : Io que os escupios de venda fossem pas-
eados por tabelhies e extrahidos do livros de ta-
lan, tornando-so extensivas a osles oucincs as
dlsposi;ees relativas ao imposto da si/.a 2o que
e impruesse a pena de nullidade s vendas ef-
ecluadas em virlude de carias de ordens ; 3"
que os escriplos assim passados nio podessem
ser assignado8 por procuradores, de pessoas re-
sidentes no lugar do contracto ; 4 quo nos ca-
sos de arremalaeio, adjudicacio, &c, o titulo do
dominio fosse a carta de arremalaeio, adjudica-
cao, &c, e nellas se inserte o co'nhecimenlo da
meia si/a ; 5o, que a policio nio dsse passa
portes, portaras ou guias de raudanca de domi-
cilio a escravos senio vista de requerimentos
assignados pelos proprios donos, Instruidos cora
certidao da matricula, sendo suas firmas reco-
nhecidas ; 6o, que os consignatarios de escravos
commissanos e os agentes de leildes fossem
obngados a matricular os quo livessem a seu
cargo, logo que os recebesem. c respondessera
pelo imposto, quando nao provassem seu legiii-i
mo destino, rendo para esle Ora escriplorarn
regular, que podesso ser fiscalisada pela compe-
tente autondade fiscal ; 7o. que os intermedia-
rios das vendas fossem sujeitos liscalisacao el
nao podessem exercilar esse mister sem licenca
o llanca, (cando igualmente responsaveis peio
imposto devido pelos contractos, que por con-,
curso dellos se elTecluasscra.
A siza dos bens de ruiz, cojo producto visivel-
"e"le l.cin. ""mentado desde o exercicio de
1819j, anda objecto de fraude pela occul-
laeao do verdadeiro preco da compra e venda
e esle mal pode nicamente ser extirpado pela
4iiniuuicao do^quantum do imposto, que nos
casos de compra e venda a prasos, e no de'pro-
*nedades de grande valor, muitas vezes retarda
a sua realisacao.
O termo medio annual da arrecadaco desla
ceiida em um periodo de 13 annos (de 183637
ai 1848-49) foi de ris 936:708*811.
No auno seguinte de 1819-50, dala da sua
Teduccao de 10 a 6 por cento. operada pola lei
n ol de 28 de utubro de 188, houve urna
Oiminuieao da renda arrecadada de ris___
54:4213317, ou 5,8 por cento.
No immedialo de 1850-51 dee-se augmento
obre o anuo anterior de 87:250$043, ou 9,8 por
ESAftS 3 ? ffletli0 d813 a"nos dc
-SK -a"sa i2iooda foi 8empre em a,,s-
ris1S5'i:m ",eri0r' 62:022S657
53, idem.. J43:586659. ou 18,9 idem
.32dW9, ou 20,7 idem
265.705*517. ou 12J idem
por
Os porlos, c o commercio orienlaes do Salto
IMisan l, Se. muilo solreriara em virtude desla
medida, o por sua vez o Estado Oriental om al-
guns outros porlos mais prximos das nossas
fronteiras creou depsitos livret de meicadorias
destinadas para a provincia de S. Pedro do Sul
Por forca desta concurrencia de medidas dos "o-
vernos destes paizes, claro (lea que soTrer
grande desfalque ossa ronda de imporlacao, ejiue
dessa maiiifesla guerra Oscal resultar o esmo-
reeinienlo, senio o total aiiuiquilamcnio do nos-
so coinmercio na referida provincia de S. Podro
do Sul. E' neeessario que se tnmem providen-
cias rabaes para superar o mal
razoes so mandou depois sobr'estar uesla pri-
meira deliberacao.
Em 8 de dezembro do 1859 renovaram-se as
ordens no sentido de ser effecluado reunindo-se
aos das compsnhias niio & Industria c do Mu-
cu ry.
Acabara de chegar noticias que os referidos
empreslimos foram levantados na praca de Lon-
dres a 4 1[2 por cento a 90.
As ciicurastancias da Europa nio o favore-
jCiam, c por certo a mclhures condicocs nao se
As proeincias do Amazonas, Maranhio, Ceari, ; podertam contrahir.
Piauhy, Parahiba, Pernambuco. Alagoas, Sergi-i O Canad, nao ha rauito. levanlou um era-
pe. Espirito Santo. Santa Catliariua, Paran e S. pfslimo de 5 por eenlo I 97, e alguns governos
Pcirodo Sul lutam cora maior ou menor dficit, i ,eem "chado difliculades era oblo-los.
._ de algumas de nossas pro-
I vincias em relacip ao seu estado linanceiro ; e
-
vinciaes, nao
pie.o.
admiuistraces pro-
possa dar-vo3 ura quadio com-
presumir que se nao
e era geral lem diida fundada ou flueliiaule.
O Para, porm, cm vez de dficit ou divida, lem
saldo.
Nio (cuito dados para demonstrar- vos o que
acontece as provincias J BaJva ",< '.y-r'-r-
Min.-'S-Geraes, S. Paulo, Goyaz o M>ito-Giosso,
U..X, ---- .vtciuuo uS iiifuriiM 'ue>
que exigi ; posso, porm, assngurary quo a di-
vid passiva das qualro ultimas provincias
anillada.
A despeza da adminislracio provincial ha ang
mellado em Certas provincias, o a escassez de
seus recursos conduz asassembla3 respectivas a
lain-arem raao da creacio do novos imposlos
que suscitara duvida em rolaeio sua leaali-
dade.
Alm das consultas da seccio de fazenda do
conselho do estado, quo em diTerentes datas vos
leein sido presentes a respeito deste grave ronlo,
o requeren] prompta solui;io, ora vos serio sub-
metlidas as seguinles :
1.a Sobre a lei provincial do Amazonas do 11
de noverahro de 1859, que creou direitos de ex-
portacio e tonelagem. e Iribilou as embarcaces
empregadas no coinmercio de regatio c fi da
mesma provincia com a do Para.
2. Sobre a das Alagoas de 11 de junho do
mesmo auno, impondo acerca da exporlacio, e | Cabe-rae tambera nesle lugar mencionar ou
creando certos emolumentos a respeito de cm- 'j antes do 10 de agosto do anno oassado* ni
barcaces. ..i..j- a------ ."
O emprestimo relativo compankia de eom-
merco e navegaco do Mucury, so livessem a
lempo chegado a seu deslino as ordens de 31
do mareo deste anno, do
celebrasso
diiWdVm.T'.Tw u""" "juinas em vinuue oa
a"rVr-,n,T|SUSeil"." mCSm* apanina **,.
. gtra,nU.a d. de 8 de junho do 1859. A compendia emendo
quo a le garanti o juro do capital levantado
por meio desle empreslimo. c nio o juro e amor-
lisacao do dito emprestimo. Esta intelligencia
repellida pelos termos slriclos da lei que cla-
ra. O seu lira foi proporcionar companhia os
meios de levantar um empreslimo, e por meio
delle adquirir um capital addicional ; e para este
im mandou gar--
ultimas
tisacaose referera a empreslimo e nao a ipi-
tal da Bociedade. f.gorando o governo apenas co-
mo seu abonador.
O governo, de accido com o parecer das sc-
coes do imperio, justica e fazenda do conselho
de estado, que a esle relatorio se acha annexo
nao emenden a lei do modo que o pretende a
companhia, e por isso nio posso deixar de wfe-
nr-vos esta oceurrencia.
e
m
coratudo, com pequea excepcio, a classn que
mais soffre em seu pessoal, visto qua este in-
cumbe deveres que nao podem ser preleiidos,
para cuja susteolacao sao insuffleintes os rei-
pectivos vencimentos, de maoeira que nio ra-
ro ver-se, no dia posterior morte de um em-
pregado d'estes, a sua viuva ou os seus lhos es-
molando o pao da caridade 1
Com a associacao, porm, estabelecida emsuas
devidas bases. Oca esse lado horrivel, esse lado
que faz corar t cum a aua lembran^a, senio
completamente satSdo, no menos remediado de
modo que se n&o aponto para a viuva quo es-
mota, ou para o orpbo que se estorce aos im-
pulsos da tomo ; porque estes d'ella receberam
meios cora que se livrera i essa vergouha, que
nao pode deixar de reflectir sobre a classe a que
pertenceu o Uado.
Desojaremos que estas linhas tomem a (orea de
sem en tes fecundas, que germinem e produzam
os (rucios, que d'ellas sao de esperar na pra-
lica.
Teve lugar honlcra ^a reuniio do conselho
director, para deliberar sobre o voto dado pela
comraisso de exame no processo de habililacao
dos concorreotes i cadeira de francez do gymna-
sio, e, depois de apreciado esse voto, com elle se
contormou o referido conselho, resolvendo, po-
rm, que nos tilulos de habilitagio que fossem
dados, nao se consignassem os graos de approva-
Sio, que se deprehendem do reerido voto, o que
todos ossem considerados igualmente habilitados
para o concurso.
Foram approvados em primeiro lugar os Srs.
Hippolylo Gadault e Aolonio Jos de Moraes Sar-
ment e em segundo os Srs. Dr. Jorge Dornellas
Itibeiro Pessoa, e acadmicos Americo Nelto de
Mendonca e Uermillo Eugenio Lins Dupcron,
sendo julgados nao habilitados os outros tres op-
posilores.
Houlem, pelas seis horas da manhaa, falle-
ceu de um ataque apopltico o deio da S de O-
linda, Dr. Francisco Joaquim das Chagas.
O finado era lente jubilado da faculdado de di-
reilo desta cidade.
Conlra um terceiio andar de um sobrado
piolado, que Cea em duas ras da Boa-Vista para
sua posicio, remelle-nos urna pessoa, grandes
quenas pelo abuso de servir-so da ra para des-
pejo de quanta immundicia ha naquella residen-
cia, nao reservando al as materias fecaes.
Ora, para isso nao ha classificacao possivel,
ate onde pode chegar e eynisrao I Uasdcve ha-
ver urna providencia, que corte tal habuso, ej-
maisdeixar-se queelle corra desbridado, como vai
porque nelle ha ura incommodo publico e urna
transgresiao de postura.
Para a infracio do poslura[ha urna comminaco
penal, e para impor esta exislein funecionarios,
que devem faz-la elecliva a lodo o Iranse ; vis-
to como esta a sua obrigaco.
Falleceu honlem, o machinista da compa-
nhia lyrica italiana do Ihealro de Sania Isabel, e
acham-se ainda doenles ires raembros da mesma.
motivos que fizeram Ir.mferir o espectculo an-
nunciado para sabbado 23 do correte.
Foram recolhidos a casa de de dolencao no
da 19 do correle 6 homens e 1 raulher, sendo
livres 6, c 1 escravn, a saber: 1 a ordem do
jiiiz de paz do l. dislricto da Bda-visla e 6 a
ordem do subdelegado do Recife.
Foi recolhido & mesraa, no dia 20 sraenle 1
homem, escravo, a ordem do subdelegado do
Recife.
A Gazeta de Vienna do 1 de maio publica
urna carta aiilhographa do imperador elevando
dignidade de conselheiios do imperio vitalicios,
era servico extraordinario, o arcebispo Ranscher,
o principo Adolpho de Schwaizembcrge, o gene-
ral Francisco, principe de Licchtenstein, o prin-
cipe Vincent Amersperg, o conde de llaitig, o
general taller, o marerhal conde de Degeufeld,
o conde Appony, o bario Sokesevileh.
Alera disto, foram Horneados 38 conselheiros
do imperio temporarios, os quaes (oram contem-
plados : para a Hungra, M. M. Lay, Maylath.
Somsich, o borguemeslrc Topercer.
Para a Bohemia. M. M. Clam-Martinilz, Al-
berlo Nosiiiz.o presidenle da cmara do commer-
cio, P.eichcraberg, e Fridkler.
Para o reino lorabardo-venesiano, o conde
Mocenigo, e o bario Zigno.
A Gazeta de Pituita, tambera conlem um
decreto imperial dc 22 de abril, ordenando em
execocio do paragraplio 4 da patente imperial
relativo aos protestantes, a croaeoimmediata do
deparlamento do ministerio dos'cullos, eomposlo
de merabros das coufissoes protestantes.
A esle departamento ser igualmente conferi-
do a competente autondade para ludo, o que
respeila s escolas e no protestante das outras
provincias.
O norte falla de urna duplicada anuo entre
a casa real de Portugal e os principes de Ilohen-
zolherm.
dit^ri"'" Ji7, m"*mo jornal, o principe heri-
ftdo X"&0ndA""1e,1*l',le ue luaue de 25 anuos, desposara a imiaa mais
nova do re de Portugal, i princeza I). Antonia,
nascida em 183, e S. M. D. Pedro 5 casar
com sua cunhada, a ilha mais nova do principe
de llohcnzollerm, a princeza Mari, nascida
tambem em 18(5.
Em consequencia dos Iriumphos alcanccdos
pelas toreas hespanholas sobro os Marroqiiinos
o governo de lespanha decidiu mandar cunhar
grosso, como socio da lirma Singlehutst, Abren
& Companhia, pedindo caria de matricula.Va-
tcicule-ae.
Outro de Mililao Borges Ucha, pedindo ser
nomeado agente de lelles desla praca.Presta-
da a flanea perante o juizo especial do cou, mere-
ci, volte.
.Outro da GaaUoo Cyriaco da Costa. Hereira
pedindo desonerxco do termo do rf.#ponsbilida-
de que prealou pela caiU de registro do seu hule
Corraio do Nortt, que Dio pode recolher. Na
forma do parecer fiscal.
Outro de Jos Ribeiro Basto, padiodo o regis-
tro do seu contrato social sob a firma viuva
Vieira 4 Companhia.Registre.se.
Outro de Manoel Lcao de Castro, pedindo car-
ta de registro para o seu hiale Kldai._Apromp-
te primeramente o registro do hiale Correio do
Norte.
Oulro de Maooel Bento Alves do Macedo, pe-
diodo a noraeaeao do cargo de agenle de leildes
desta praca. Vista ao senhor desembargador
IJ3C < I*
Outro de Henrique & Azovedo, pedindo o re-
gistro da procuraeao que ajuntaro. Como re-
quercm.
Outro do Joaquim Simo dos Santos, pedindo
o registro do seu contrato social com Jos Ribei-
ro Guimares. Vista ao senhor desembarnalor
OScal.
Outro de Ballhar&Oveira, replicando do des-
pacho do tribunal de 8 do correle. O mesmo
despacho.
Oulro de Joo Jos da Cruz Muniz e Ignacio-
Pedro das Neves, pedindo o registro do seu con-
trato social.O mesmo.
Outro de Antonio Prisco de Franca e Mello pe-
dindo o lugsr de agente de leudes. Igual des-
pacho.
O requerimento de Joao da Cruz Macedo. pe-
dindo o lugar de corretor do fallecido John Ro-
berts, e os de Francisco Jos Silveira, Francisco
de Miranda Leal Seve. Fredcrico Lopes Guima-
res. e Aulonio Bolelho Pinto de Mesquita pe-
dindo o lugar de correlor. liveram por despicho :
Prestada a flanea perante o juizo especial do
commercio, vollem.
Deu-se por impedido o Sr. depulado Silveira
na peticao de Francisco Jos Silveira.
Os segrales requerimenlns de Bernardino do
Vasconcellos, Joaquim Marinho Cavalcanti do
Albuquerqua, Eugenio Marques de Amorim, Jos
Antonio Pinto e Domingos Francisco Tavares,
liveram o seguinle destacho : Acharo-se mo-
vidos. '
Nada mais houve a Iratar.
SESSAO JUDICIARIA EM 21 DE JUNHO DE 1860.
FKESlOE.NCl^) EXM. SR. DESEMBARGADO
Secretario, Julio Guimares.
Presentes o Sr. desembargador Guerra, c os
Srs. deputados Reg, l.emose Basto, o Sr. pre-
sidente abri a sessao.
Faltou com causa o Sr. desembargador Silva
Guimares.
Foi lida e approvada a acta da antecedente.
O Sr. presidente den provimenlo ao aggra-
vo do juizo municipal do Serinhcm, em quo
sin:
! Aggravanle, o bacharel Antonio de Menezes
i Vasconcellos de Diummond ; aggravados, a viu-
va e herdeiros do finado Joio Jlenririues da
' Silva.
E nada havendo a tralar-se, o Sr. presidenle
encerrou a sessao.
virlude da mesma lei, pelo ministerio doAnpe-
. !>obre as da Baha de 31 dc dezembro de i rio se ordenou quo a companhia da esliwa de
18-7. que decrctou direitos de exporlacio o im- ferro do D. Pedro II facilitasse sob a "a
pozj 1." sobre os barcos empregados na nave-
gaco do interior ; 2 sobre a compra e venda
do embarcaces nacionaes; 3." sobro o lucro
bruto
trines o do seguro ; e a de 17 de'dezembro de O do 1824, prorogado em 1854, deve venclr"-se
I8c, decrelando. alm dos direitos de exporta- i om lC.
sae-,fndKl,!=,'a'i!r S rest,oclivos Jtos e amor-! "ma medalba, que ser deslribu^a" peioslav'os
i palavrasjuros e amor- do exercito, que fizeram a campanha d'Africa.
Hospital de carioade. Existem 62 ho-
mens e 36 mulheres, -nacionaes; 5 homens es-
trangeros, 1 escravo ; total 124.
Na totalidade dos doenles existem 39 alienados
sendo 31 mulheres e 8 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiio
Piulo s 7 horas e 23 minutos da manhaa, pe-
lo Dr Dorn.-llas, s 7 horas e 1/2 da manhaa,
o pelo Dr. Firmo, s horas da larde de hon-
lem.
MORTALIDAPE D0 DIA 21 DO CORRESTE:
Igncz, parda, 3 annos, escarlatina.
I'eln, branco, 4 annos, inlerito.
Hypolito Feideul, branco, soltelro 28 annos,
fybre amarclla.
L'rahohiem mendigo,Jiranco, 30 annos, cerebrito
0_ranlia rfn
governo companhia de commercio e navegar-po"
do Mucury a garanda de 300:000.
das casas bancarias, conipanhias indos-1 julho de 1 O emprestimo de 18 3 lera do
cae. imposlos sobre productos do oulras provin-
cias, direitos differenciaes. 5 por cenlo sobre a
compra ou venda das embarcaces, 50$ sobre ca-
sas que venderem madeiras 'estrangoiras. e di-
versas obras feitas em paiz estrangeiros, 50j so
i oi,V if-fi a "I"1, '1" ?S ac'0'"et- bre cada casa que vender rap nao fabricado na
miln. IV T !l t ?s u'll)-t "e,n Z1'^ de provincia. e500> sobre cada casa de negocio-a
n, .? -d para sopear o conlrabando, se n5o fr possivel Brisileiros.
icUo0 C wBWBa e for2a ao commercio 4" Sobre a do Para de 2( de abril de 1858,
a ai H.~ 1"" enlende com o que as leis geraes dispoem
trn,.P,inH. r] J2,', 0-0 consU.'I"e1se "i h>- relativamente ao processo dos inventarios c par-
iroauzndo. O charque de produccao do Buenos- tilh.is
Ayres c outros lugares do Rio da Prala
E preciso que com anlecedom a autoriseis o
governo para fa/.cr as uperacas de crdito que
julgar necessarias. afim de' satisfazer do modo
menos oneroso fazenda os encargos provenien-
tes desses empreslimos.
(Conlinuar-se-Aa.)
1
1
1
1
1
rcucerjBjo em:sUi,rl'1. ''ranea, 8 anuos, hydiopcsia.
annos,
Santo, preto, casado, 40
annos, mo-
ni fia-
REVISTA DIARIA-
quarta-feira
noule, reuniram-se no
do cues de Apollo, os
assoriacio dos marti-
ma breve" noticia de ou-
meulo dos 2 por cento addicioujjes sobre
porlacio.
Na florescencia da receita publica, quando so
presumiam saldos, sua suppresso era justificada
e, nao obstante essa poderosa razio, horacns
...w i!.....um, me uiiii pane ua nossa ren-
npplicada aos empenhos contrahidos para
slhoramentos das vas de coraraunicacio
!i,li,ln mol .1* .,,->.... 1.... ____ '
1853-54, idem....
J854-55, idem....
1855-56 idem....
1856-57 idem....
1857-58 dem....
O regulamento que. sobro esta malcra 0 art
12 da J*i n" 939 de 26 de setembro de 1857 au-
tonsou o governo a t-xpedir para melltoramcnto
Ja arreeadacio desla imposto, lalvez em breve
seja publicado.
O tello de htranfas e lejadot om* dos im-
poslos do aun dilUcil arrecadacio. A divida
eminenles e experimentados na scicncia finan-
ceira opinram a (avor de sua conservadlo, ap-
Olicado o seu producto aos melhoraraeilos da
agricultura, entre os quaes figuram na primai-
ra plana as vias de communicacio. Hoje que lu-
amos com quobra de rcceila, que surge um de-
cil nao diminuto, que urna parle da nosa ren-
da
os me
necessidade real di nossa lavoura. (
seu reslabelccimeulo nao pdde soffier contesta-
cao. Sinto profuodamenle que o concurso ilo
diUTercntes causas creasse esta necessidade. mas
cumpre allende-la para evitar no futuro maio-
res sacrificios.
Os meios que acabo de indicar, podem. no
meu conceilo, ser sufficienles paA acabar rom
o delicit, se novas despezas se nio crea-
ren).
Tratando nesla parte de alguns naoslos sus-
ceptivas de maior renda cm relacao*ao delicil
presumido, de razao que em outros igualmente
toque com diverso lim.
A decima urbana, etendida at urna legua
alm da demareacao desta corlee capital da pro-
vincia do Rio do Janeiro em 1832, nao pode j
subsistir, por estar o espaco de terreno nella
eomprehendido em muilos lugares absorvido pe-
la demarcacio ordinaria da dec.'oa urbana, e cm
outros talvez excedido.
A resalucao de 23 de setembro do 1832, arl.
s*iai dispoe :
Para o pagamento dosjuros o anvorlizaco
s plices emillidas, eic. appplicar-si-ba
I. o quo deaass produzir a decima ur-
de conslituir-se a as-
presidente provisorio o
_nlonio Witruvio Pinto Ban-
deira e Accioty de Vasconcellos, que oceupou a
I SaiS 1S8,e> ? Tim> l& sSrSrraTSo'ignalmeZ^rme^or S?S
anhao de 30 de junho de 1859 a de Min,.s-Gc- noel de Figueir.la Paria o para segundo o socio
raes de a de junho de 18a8. a dc Santa Catharina fundador Andr de Abreu Porto.
de 29 de abril de 18o9 e a do Sergipn de 12 de
julho do 1858, que todas eslabelecem direitos 80-
3.
bre a exporlacio.
Ha quesloes acerca deste assurapto, cuja jusla
solucao me parece que nio pode ser favoravel s
assemblas provinciaes : porque s claras se ma-
nifesla seu desejo de ultrapassar os limites que
Ihcs foram tragados pela constituieao. Ha po-
rm algumas que me paiecem filhas do espirito
de reslriivo, e nesla reslea entra n opiuiao que
Ihcs nega o poder de crear imposlos de expor-
taron pelo principio de que o effeilo destes ser
diminuir a renda da imporlacao.
Mas seja qual fdr o principio, ou razio quo ex-
cita estas aberracoes das assemblas provinciaes,
o Iunda a opiniao dos que sustenlam a necessi-
dalede restringir suas aribuieoes sobreest
asiiumplo, o estado do indecis em que nos
seamos fecundo em males, qoe cumpre reme-
dinr, trocando a verdadeira linha de separac.io.
No me limilarei nicamente a ponderar-vos os
iiKonveiiicntes resultantes desle estado de incer-
teza : solicito-vos com a maior instancia urna
providencia cabal que corte essas duvidas
Vo entretanto, nao darei remate a esta prle,
sen quo vossa meditacao sujeite as seguinles
relexoes, que me parecera dc algum peso.
O nosso systemu do imposlos nunca poder
ser melborado com a divisao actual de imposlos
ge.'aese provinciaes que temos, e com a faculda-
do de quo s assemblas provinciaes eslo de
poise de leranta-los sobre qualquer industria,
aelosou objecto e at ttulos.
Jualqiier quo dr o plano de alliviar de im-
po'tos ou de nao sobrecarregar ar iudiwtria3 de
Assim organisada a mesa ad inlerim, ez-se a
leiiura djs respectivos estatutos, que (oram ap-
provados no ludo, e procedeu-se a eleicao da me-
sa efecliva, sahindo eleilo presidente o Sr. An-
dr Alves Porto, vice-presidenle o Sr. Jos An-
tonio Moreira, primeiro secrelario o Sr. Jos Sa-
bino Lisboa, segundo dito o Sr. Angelo Roque, e
thesoureiro o Sr. Malhfas Gomes Fernandos.
O da 29 do correnle foi designado para a ses-
sao solemne desla associacao, a qual sessio sera
precedida de uraa missa cantada, que dever ser
celebrada no Corpo Santo, cm honra de S. Frei
Pedro Gonealves, padroeiro da referida corpora-
5ao social.
Durante todos os suprandicados actos, reinou
a melhor ordem <=ntre os associados, cujo nu-
mero suba a trinla e cinco, havendo alera disto
differenles pessoas gradas, que assisliram a elles,
o essa ordem, c essa confraternidade que enlr'el-
les se dava naquelle momento de cnconlradas
aspira;6es, um eleraeuto de fulura prosperida-
de para urna sociedade que toma por divisa : A
unio faz a forfa.
Quando tollas as classes da nossa sociedade
so empenham, por meio de associajocs dos res-
pectivos raembros, por se prolegerem entro si;
quando todos as profisses por factos significati-
vos preslam homonagem ao principio fecundo da
rouniao do lodo pasa hem do cada urna das par-
fes que o compein, nao ser extemporneo que
nielemos a idea de associar-so igualmente o
nosso unccionalismo para o im de mutua pro-
teica, como o leem 'eilo Muollas classes ou pro-
fisses.
^Benigno de Abreu Macedo, branco,
escarlatina.
Jos Pedro do Espirito
annos, myelilc.
Maria das Virgens, parda, viuva, 44
lesl'a interior.
Roza*prela, escrava, soltelro, 50 annos,
mopo crnica.
Hedujscs, parda, 3 annos, escarlatina.
Jos d'Araujo Soulo, branco, casado, 32 annos,
escarlatina.
Francisco, brar.co. 9 annos, congeslao cerebral.
Lleulerio, pardo, 1 anuo, angina.
Romualdo, pardo, 6 annos, sarampo.
Euzobio Martins da Costa, pardo, solleiro. 45
annos, cerebrile.
Leopoldina, parda, 4 das, espasmo.
Francisco EsK ves de Abreu, branco, viuro, 80
annos, desenteria. .
Antonia Maria das Merces Albuquerque, branca,
viuva, 70 .iniios, congestio cerebral.
Mana dos Santos, prela, solleira. 60 annos, con-
gestio cerebral.
Olimpia, parda, 5 annos, escarlatina.
Jos Capitana, blanco, 38 annos casado, febre
amarella.
Jos Maria dos Passos, pardo, solleiro, 30 annos,
etico pulmonar.
Thomaz Amonio de Sequeira, branco, solleiro,
23 annos, escarlatina.
Erpidio, branco, 2 annos. escarlatina.
Sendo a classe do3 empregados pblicos urna
mudo que seu pc> nao lraqueca sua marcha, j das mais importantes do bosso estado social
CHRONICAJUDICIARIA.
TRIBUNSL DO COMMERCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 21 DE JUNHO
DE 1860.
PRESIDENCIA DO BIS. SR. DESEMBARGADOR
. SOUZA.
As 10 horas da manhaa, achando-se presentes
os Srs. deputados Reg, Baslo, Lemos e Silveira,
o Sr. presidente declarou aberta a sessao.
Foi lida e approvada a ocla da antecedente.
EXPEDIENTE.
Um officio da presidencia da provincia, de 18
do correle, transmitlindo a carta do regUro do
bnguc Despique de Deiriz, desfeilo na villa do
Conde, do reino do Portugal.Aecuso-se o rece-
bimento, efacam-sc as annolaioes ncccssirias.
Foi prsenle a colacSo oifkil dos procos cor-
rentes da praca, relativa t semana trnda.Ar-
chive-se.
DESPACHOS.
Um requerimento do Mils Lalham & Compa-
nhia, negociantes de fazendas seccas e mesnadas
nesla cidade, pedindo carta ale matricula.-Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
Oulro de Jos Eusebio Alves da Silva, pedindo
ser nomeado agente de leiles.O mesmo des-
pacho.
Oulro de Ildefonso Jos de Abreu, por seu pro-
curador Augusto C de Abreu, de 36 anuos de ida-
de. Purluguez, eslabelecdo na capital da pro-
viacia do Ceara, com aefocio de fazendas em
Bibliolhccii publica provincial.
Relaco das obras que tem recebido a biblio-
theca publica provincial, offortadas pelas pessoas
seguinles:
Do padre Lino do Monte Carmello
Luna, Conferences Ecclesiasti-
ques du Diocesed'Angersem 26 volumes.
Memorias hislorici e biographiea
do Clero rernambucano, pelo
padre Lino do Monte Carmello
Luna........................... j ^
DemonslraQio da legilimidade de
Filippe .1II. ou Genealoga da
Successio dos Reis de Portugal
cora o tituloFclippus Prudens
Caroli 5 lmp. Felices Lusitaoim
Algalbiae Indiic Brasiio legiti-
mus Rex Demonslradus.a D.Jo-
anne Caramuel Lobkwclz...... 1
Calhecismo para os parochos, ita-
duzido pelo padre Domingos
Lopes da Cosa Cruz............ l
Do Sr. commendador Antonio Joa-
quim de Mello, Itiographias dos
Poetas rernamb jcanos......... 3
Do Sr. Dr. Anlonio do \'-.w.......
Cellos Menezes de firummond,
Annuarlo roliticoe Hislorico do
Brasil dos annos de 186 e 47. 2 ,
Da redaccio do Diario do Recife,
colleceio do Monitor das Fami-
lias com estampas..............
DoS Srs. Guimares & Oliveira,
Enteros por Praocklin Doria......
Cdigo do processo criminal, pelo
Dr. Braz Florentino Heuriques
de Sonza.......................
Cdigo rriminal annotado pelo
mesmo.........................
Elementos do Direilo Publico,'pe-
lo conselheiro Dr. Autran ....
Defeza dos Dogmas da Liberdide
de Dens, pelo Dr. Filippe Nery
Collar^......................... j
Do L'xmvaa ap. Sr. rom-gojoa-
qmm PTnloWe Campos, Misce-
lneas Religioas escripias o
compiladas pelo mesmo........ \
Do Sr. I)r. Francisco Leopnldino
de Gusraio Lobo, os Jesutas
perante a Historia, pelo bacha-
; re Ovidio da Gama Lobo...... l
Do Sr. Jos de Vasconcellos. col-
leceio do Jornal do llecife, do
anno dc 1859................. \
Differenles nmeros dc jornaes
das provincias do imperio, actas
das sessoes das cortes geraes
extraordinarias o conslituintes
da naci porlugueza. ........ 6
Ordenacoes e leis do reino........ 3
l'ereira c Souza, priraciras linhas
do piocesso civil.............. \
Tratados dos testamentos e suc-
cesses, por Anlonio Joaquim
de Gouveia Pinto............... 1
Colleceio syslemalica das leis mi-
litares, por Verissimo Antonio
Pereira da Cosa................ 3
D. Branca........................ i
Regulamento do milicias......... 1
Diario das corles de Lisboa...... 8
Blair, Lecons dc Rhelorique el
de Belles-I.eltres.............. 3
Principio de direilo mercanlil por
Jos da Silva Lisboa............ 2
Obras de Felinlo Elysio......... 8
Lobio............................. 4
Soberana do novo : lices de M.
Ortolan, Iraduzidas por A. P.
de Figueircdo.................. \
Coosiderates do duque de Bro-
glie, acerca da obra Systema
penal c da pena de morte..... 1
Catecismo de Economa Poltica
ou inslruccao familiar por Joao
BaptistaSny.................... i

:

Tolal 88
O bibliolhecario,
Padre Lino do Monte Carmello nao.
Comraunicados.
repararao ao Exc. Sr. ministro
Pede-so urna
da juslca.
Por decreto do 2 de novembro de 1855 (oram
nomeidos dous escrivaes de appellacdes. aggra-
vos e protestos de letras para o tribunal do om
mercio desti cidade pelo quo devia considerar-
se exlinrlo o lugar dc escrivo privativo dos pro-
testos, mas o aviso de 3 de novembrodo dito anno
garanti a vitaliciedade do servenluario desteulli-
.qio lugar, deixando assim aquellesde ofliciareiD
Ina parle mais lucrativa de seus ofilcies, por que
o aviso citado detrogou em parlo o decreto ci-
tado de 2 de novembro, (cando reduztatoe a
dous escrivies do tribunal a subsistirem dos pe-
queos emolumentos resultantes das >pellaioes
que na verdade so bera pouros, e ;nem mesmo
possivel que chefes do familias lio numerosas
como sao, os doue escrivaes do tribunal os pos-
sam manier com urna receila lao diminuta. E'
pois evidente que a nio so tomar urna medida
paramelhoraraqueliesiugsres.dcveraoessesdoes
empregados, alias honrados e honestos, firarrm
reduzidos a maior das penurias perpcluimenle.
T-
TT
Jn
\/r-i L


Urna
*unCl* baale r.r,,SM'?.,,0> i0US eSCfTSs d0 ,ri-
'I' V"-se l.he3-hu etoctiva a alia dadiva
7urA*h In,Pn81 ,hs fai. e lamben, o serven
SrfL. eCrel 2 de "O'embr. Acha-8e ac
eate vago um dos officios do escrives do
DIARIO M PEftNABMUCO._W SEXTA fElftA M DE JUNHO DE 1860.
nr.^? iomn'erC'odesta mesma cidade, o
!'"i,lfa, effecUva a Pa,avra IP"rial. que
1 .XH algHB? Pde f,lse" tombraraos que
#.::** mane,ra convenienle, remover o es-
aTsim .LPr0leSt0S Para >"8 vago, porquo
unconar n,a.m S ,roPri,' o. rotalos a
offic os .P.*1e Ihes foi lirada da seos
garantido
.oQicio vago,
prvaiivo dos
oaclual na vilaliciedade do
e acabada a excepcao de escrivao
protestos que s a provincia de
Pernambuco faz. Importa islo a dar a Cezar o
uc de Cezar, e a Deus o que 6 de Deus.
Justos.
Os Roiiuinistas atiendan..
Eslranho as lulas eleiloraes do paiz, mxime
de Goianna, nao devo intrometter-me as des-
composturas que se publicam contra esse ou
aquelle ; mas o sagrado dever da amisade e gra-
lidao me impedom a nao deiiar passar desaper-
cibida a miseravel publicacao contra o meu dis-
linolo amigo Dr. Joo Alfredo.
Nao costumo render vassalagem a ninguem :
meu carador c minha vida de jornalisla provam
exuberantemente islo, pelo quo nao posso ser
tachado de parcialista.
O Sr. Dr. Joo Alfredo aecusado de futilida-
des, conhece-se quanlo despeito domina o au-
tor da correspondencia publicada no Liberal Per-
nambucano do. 19, ao qual e comarca nao posso
deiiar do offerecer algmnas consideraroes.
Nao duvido do mereciraento do Sr. )r. Carva-
lho, mas par ser deputado por Goianna, 3cho
que nao lhe assiste esse direilo que se lho pre-
tende dar.
A comarca de Goimina lom era seu seio capa-
cidades Iliterarias e horneo mui dislinclos pelos
seus merocimenlos. nu precisa pois, se mendi-
gar capacidades estranhas. O Sr. Dr. Joao Al-
fredo um moco distincto. nao esse improvi-
sado lidaigo menospresador dos homens pobres
c pardo, como se apregoar sena inimigos pol-
ticos.
Seu carcter robre e sua dedcaco era prol
dos mclhoramcnlos das comarcas, justificara
quanlo elle merecedor de urna cadeira na as-
sembla. goral legislativa : ^ comaraa escollan-
do-o faz urna boa acquisijaTj.
Nao sou da parcialidade poltica do Sr. Dr.
Joao Alfred>, mas nao posso desconhocer os reacs
merecimentos que ornam a sua pessoa e sua vida
de poltico e promotor desta capital.
O Sr. Dr. Alfredo mogo, 6 vordade, mas nao
est no caso do eommellcr infamias para elo-
var-se ; porque os meosde vida de que dispoe,
o salva de qualquer baixoza que myslor a mui-
tos para engrandocorem-se:E' a principal re-
commendajo para ser deputado.
Basta ler a correspondencia ou publicacao
seu arroado insulso e grosseiro, demonstra' que
a conscicncia pura com carcter Ihano e inde-
pendonle, nopodiam lrara-la.
Todo homcm que lera conscicncia do que diz
de oulro, assigna o que escreve, nao procura
acohertar-se cora o manto de anonymo.
Se o digno Dr. Joo Alfredo tem tactos que o
impossibillam de ser deputado, boni ser que os
scus inimigos aprosontem, nao estojara a orgi-
car descomposturas doscompassadas que, era vez
do o desacreditar,conhecc-50 o dospeiloe intriga,
cntao seus amigos o aecudirao sem perda de
tempo ao reclamo, para ajuda-lo a salvar-so da
pequea e insignificante lempestade.
Goianna nao pode prescindir de eleger para
deputado goral um natural della, e quem em me-
Ihoroscircumslancias (alem de oulros) do que o
Dr. Joao Alfredo?
Nao vao os llhos de Goianna ouvindo o canto
do sereia, mislor ler cautela em tudo.
Sendo eleito o Sr. Dr. Joao Alfredo, nao cum-
prinJocom os deveres de representante, despre-
ze-se cntao; mas acceitar agora insinuacoes,
lima prccipilaeao que nao creio faro os Goian-
nislas.
E>n outro communicado apresenlarei outras
consideraron de alcance mui elevado, fazeido
estas quatro linhas ao correr da penna, nao poSso
bem precisar qua.es os principaes inclhoramcn-
tos quo a comarca necessila e que devem ser
presentados pelo deputado.
Descube o Sr. Dr. Joio Alfredo estas quatro
linhas, sao ellas filhas da ingenuidade dos mous
senlimentos de amizado egratido que lhe vol
c da estima de que credor.
ftCetU -i do junho do te.
Romualdo Alves de Oliveira.
l'edro iAu.iais leta direilo ce vender u sou escra-
vo Mathias, c que o autor, por l-ln comprado,
comractra o frime de estellionalo? I Por cerlo
3ue nao. Entretanto, porra. nao baver quera
eixe de reprovar o orocedimento do irmao do
reo. atiento o Qm para 1UP (ora feita ,a' nJ"-
potheca em 20 de roaio de n85*!
Mais urna observadlo iomVJ,te farei agr.
ao concluir esla ; e a seguiolo : .5e a mencio-
nado hypolhcca se v que Antonio Pedro Ro-
drigues Gumares posauia oulros beC9, alm do
escravo Mathias vendido a Jos Maximiai.-0 Sodfcs
d'Avcllar, como que o reo lem procu'^10 lo
indignamente indispur o autor, propalarr^0 este por dolo havia simulado ler comprad o di-
to escravo, afim de que Antonio Pedro n*o ps-
gasse a elle reo o qua lhe devia 11 Grande
excesso de raiva o de ringanca, porque tal di-
vida nunca existi ; e, pelo contrario, dos autos
do recurso e de ppellaeo consta ser o reo Eu-
zebio Pinto devedor ao dito Antonio Pedro da
quanta da 844:932 res.
Abaixo vai transcripta a tal resalva, nao s
para conhecimeslo do Ilustrado publico, como
tambem para a completajuslicacodo que tenho
dito.
Dignem-sesenhores redactores darpublicidade
a estas toscas linbns, que muilo ralo Ihes
acara
Seu venerador e criado,
Recife, 14 de junho do 1860.
Joaquim Theotonio Soares de Avellar.
Eu Sevenano Pinto abaixo assignado, pelo
presente papel declaro, que aceitei urna escrip-
lura de hypolheca, que me passou meu cunhado
Antonio Pedro Rodrigues Gumares em 20 de
maio do correnle anno de 1851, por cuja escrip
lura roo hypolheca os escraros segnintes : Ma-
linas, Rosa, Rita o Manoela ; assim tambem um
terreno na nova ra dos Pires, e toda a mobilia
dosua casa ; c lodos estes bens, pela quanta de
2:3jOj)000 res, cuja quanti.i declara cm dila es-
criptura de hypolheca me devedor, por haver
recebido de mim em diversas qusntias em di-
versas datas ; porm carao o dito meu cunhado
Guimaraes nada me deve al hoje, e esla es-
criptura e hypolheca foi feita nicamente pa-
ra por a salvo os bens cima mencionados, ero
razao de urna aegao judicial intempestiva, que
contra elle prel9nde mover alguem ; para escla-
recimento do lodo o referido, cautela e desobriga
do dito Gumares, lhe passoi o presente docu-
mento, e pelo mesmo me obrgo a assgnar-lhe
urna oulra escriptura que desfaca aquella de hy-
polheca, e dar-lhequitaco de paga, quandoesla
roe for pedida, epor ser assim vordade lhe pas-
sei o prsenlo em que somonte me assigno de
minha leltra e firma
Recife, 20 de maio de 1851. Sevcriano
Pinto.
Beconheco verdadeira, por semelhanca do ou-
tras, a lettra do corpo do presente papel, como
de Eusebio Pinto, c a oulra da assigoatura como
de Soveriano Pinto, o que dou f.
Recifo, 27 de abril de 18G0.Em Irslemnnho
de vordade. Etavo osignal publico do tabelliao
publico.Francisco Baplisla deAlmeida.
E mais se nao conlinha em dito documento, e
o mas aqui copiado que cu tabelliao abaixo as-
signado liolmonlo liz copiar do original que me
foi prsenle, ao qual me reporto, torne a entre-
gar a quam m'o apresentou conferido, concer-
tado, subscripto e assignado nesta cidado do Re-
cito, aos 16 'das do mez de junho de 186'), tri-
gsimo nono da independencia e do imperio do
Brasil.Subscrevi e assignoi, em f de ver-
dade.O tabelliao publico, Francisco de Salios
da Costa Monteiro.
COMULjHCIO.
Prtfa do Recife 21 de junho de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
totiiofics oftlciaes.
Descont de letras18 0|0 ao anno.
George PatcliellPresidente.
DubourcqSecretario.
Alfa ii legra.
Rendimcnto do dia 1 a 20. 185:764$082
dem do dia 21.......16.061129
O IIIra. Sr, inspector da thesourari* pro-
vincial em cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 19 do correnle manda
fazerpubl coque no din 28 do mesmo. so ha de
arrematar perante a junta da fazenda da mesma
thesouraris, a qujm por menos fizar a impreasao
dos trabaliosdas teparticoes provinciaes no anno
nanreiro de 1860 a 1861. A sftbcr :
Secretaria da assembla, dita do go-
verno, obras publicas, directora geral
da instruc'o publica e gymuasio..... 3:500|000
Thesouraria provincial e reparti-
eses que lhe sio subordinadas por.... I:500g000
Aapesscas, que sepropozerem a estas nrrema-
larfit,:* oompsrefara na sala das sesscs d-i mes-
ma juot!'> B0 d*8 aciraa indicado, pelo meio-dia,
eoro sua* propostas em cartas fechadas.
f. para corn'1^ *? mandou affixar o presente e
publicar pelo iVr'
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 21 de josilHi' de 1860.
O secretario.
A, f. da Annuneiafo.
O Ulna. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumplimento das ordenado Exm. Sr.
presidente da provincia de 19 do correrte, man-
da fazer publico, que no da 25 do mesmo, peran-
te a junta da fazenda da mesma thesowaria, se
ha de arrematar a quem mais der, os imposto?
seguintes :
Municipio do Recife.
25500 rs. sobre o gado morto psra
consumo, .ivaliado novamente por
anno em............................ 67:0008000
Comarca do Limoeiro.
Arrematados conjuntamente.
2)>500 rs. sobre o gado morto para
consumo, avaliado novamente por
anno en............................ 1.725J0OO
Imposlos a cargo da collecloria
idem idem.......................... 678J500
20 por cenlo de aguardante, idem 9
idem................................ 150#000
Municipio de Cimbra.
Arrematados conjuntamente.
2J500 rs. sobre o gado morto para
consumo, avaliado novamente por
anno en............................ 1:0509000
Imposlos a cargo da collecloria
idem idem.......................... 240$000
20 por ccnlo do agurdenle idera
idem................................ 40*000
Comarca de Garanhuns.
Arrematados conjuntamente.
!jf>00 rs. sobre o gado morto para
consumo, avaliado novamente por
""no em............................ 1:875*000
Impo3tos a cargo da collecloria
idom idem.......................... 375*000
20 por cenlo da agurdenle idem
idem................................ 75*000
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente.
2J500 rs. sobre o gado morto para
consumo, ivaliado novamente por
annoem............................ 1:950*000
Imposto a cargo da collecloria
idera idem.......................... S25&000
20 por cento de agurdenle idem
idem................................ 40*000
Comarca da Doa-Visla.
Arrematados conjuntamente.
2*500 rs. sobre o gado moilo para
consumo, avaliado novamente por
anno cm............................ 2:625*000
Imposlos a cargo da collectoria
idem idem.......................... 1:125*000
20 por cenlo da agurdenle idem
idem................................ nannn
201:825*211
Correspondencias.
Sm. Redactores. Apresso-mo em voltar mais
esta vtr. s columnas do seu bem concoiluad"
jornal, para tratar ainda da aeco criminal lo
furto quo niove o meu prezado irmo, Jos Ma-
xiniiniano Soares d'Avcllar, contra o reo Euzebo
Pinto: a necessidado assim rao oliriga, e o cum-
primento do sagrado dever falla mui alto em mi-
nha conscicncia.
Em virlude da appellacao que intorpoz o autor
da sentencia absolutoria da memoravel sessao do
jury de 10 de marco prximo lindo, e depois de
haver aprescnlado as suas razoes; o Sr. Dr.
Taula Baptsta, como advogado do reo, levo de
contrara-las; e o sua contrariedade nao pie
deixar de causar-me grande admiracao e profun-
do sentimenlo. quando se me oflereceu occasio
do a ler; pois que, desde o seu comeco at o fi-
nal, n3o se observa oulra cousa se nao insultos,
alsidades e calumnias, acrimoniosamente hinca-
dos sobro o autor, que. alm da jiislioa de sua
causa, lem os seus actos passados c presentes
para atleslarem a sua illibada conducta !
PoJeria fazer urna analyso de cada um dos
pontos do seu arrazoado ; porm, para nao ser
prolixo com o Ilustrado publico, quem, pela
sua imparci3lidade e rectidao, submello a apre-
calo desta correspondencia, apenas farei al-
guinas ponderales. Todava, antes de comecar
parmilta-me o Sr. Dr. Baplisla, que eu, respei-
tando a alta inlelligencia e o talento do sabio
mostr, diga que tem-se excedido na prsenle
cansa & verdadeira misso do advogado.
Posto que j esteja o Ilustrado publico scien-
te, de que a queslao de hypolheca que ra ven-
tilada pelo advogado do reo, no referido jury,
havia cahido por Ierra, por ser urna injustca e
rima calumnia a impul'aco do crime de esleflio-
nalD de que tora victima" o autor; com ludo nao
duviduu u patrono ex adverso reproduzir a refe-
rida queslao em suas razoes de conlrariedade,
quando lhe incorria hoje o rigoroso dever de nao
se oceupar mais dola ; e taolo mais quanlo nao
se devia oppor declarado que ll/.era o Sr.
promotor publico interino, Dr. Francisco Leo-
poldiuo de Gusmo Lobo, de que nao exista nos
autos ( que esliverara oito das em seu poder pa-
ra examinar) crirainalidade alguma contra o
autor.
Proseguindo ainda o advogado do do reo em
sua marcha de aecusagoes, disse que o autor ainda
era eslellionalario, porque o escravo Malhias,
comprado por elle a Aulonio Pedro Rodrigues
Guimaraes, tambera se achava hypothccado a
Sijveriano Pinto, irniSo do seu cnnslituiule; o
patealeava um profundo pesar ( sem duvida ir-
nicamente!) em andar passeando livre e solt
pelas ras desta cidade um criminoso, duas ve-
zes eslellionalario I..... Entretanto nao merece-
ra eu urna censura, se por ventura respondesse
energcaraenle a este ponto do arrazoado do Sr.
Dr. Baplisla, como era muilo natural; porm
quero er prudente mais urna vez.
E' verdade, c faz-se mister declarar, que esta
hypolheca, de que agora se traa, exislio, e foi
lavrada no cartorio do Sr. tabelliao Salles; mis
a sua origem illegttima e phanlastica, e os di-
reilo e obrigacoes por ella creados nao podem
sorlir effeitos jurdicos, segundo vou expor o
laclo. Entretanto posso desde j alTirmar que
tambem calumniosa e mil vezes calumniosa a
iinputace do crime, que o nobre advogado, nao
prevendo lahez a consequencia della, proferio
-em suas citadas razoes, pensando aggravar a sur-
te do autor, ou lira-lo de sua Irsnquiidadc de
consoiencia e de espirito; como a lodo o iran-
e e dosejo mesquinho de seu consliluinte I
Antonio Podio Rodrigues Guimaraes, tendo si-
do ameacado de urna aeco civel (ignoro por
quem ), em 1851, procurou garantir e por a sal-
vo os seus bens; como de ficto o fez, ngin-
do-os hypolhecados ao dito Soveriano Pinto, ir-
mao do reo, que, prestando-se a isto, se obrigou
a pass8r-lhe em lodo o lempo urna escriptura de
deaobriga, segundo consta de urna resalva, que
o mesmo entregara desde logo ao uto Antonio
Pedro, i qual tora escripia pelo proprie punho
do reo. e assignada por seu irmao 11 Ora, em vi*,
(ude desl resalva se poder* diier aue Antonio
Movlinento da airando;
Volumes entrados com fazendas .
v v com geueros .
Volumessahidos com fazendas .
com gneros .
270
311
Descarregam lije 22 de junho.
Barca inglezaUrania o resto.
Barca portuzuezaVencedorapedra de can-
tara.
Escuna hamburguezaAmanda=mercadorias.
Escuna hanoverianaWiskidem.
Rendimento do dia
dem do dia 20.
Consulado geral.
1 a 20. .
21.481*071
l:447j24()
22:928*311
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 20. .
dem do dia 21......
3:856*570
202J093
4:058*663
Despachos de exportacao pela me-
sa do consulado desta cidade n -
lia SI de junho de I86O
Liverpool Galera ingleza Hormione, Saun-
ders, Brolors & C, 32 couros salgados.
Liverpoolgalera ingleza Hermione, Paln,
Nask & C.. 10 couros salgados.
LiverpoolBrigue Mlianlc.B J. Pater & C., 250
saceos assucar mascavado. I
LiverpoolBrigue inglez Muante, James fty-
der & C, 176 saccas algodao:
Buenes-AyresSumaca sarda Astralato, Ma-
noel Alves Guerra,251) barricas assucar branco
BarcelonaBrigue hespanhol Temotheo, Ara-
naga Hijo & C. 838 couros salgados.
HavreGalera franceza Adelle, Manoel Igna-
cio de O. & Filha, 30 couros salgados ; Tisset
F re res, 1100 ditos.
Recebedoria de rendas internas
Keraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 20.
dem do dia 21. .
22:296jl98
1:1465860
23:4t:t*058
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 20. 41:273*978
dem do dia 21....... 3 512*546
44.786ji524
MoYimento do porto.
Sanio .*iitoni(i.
Florencio Jos Carnoiro Konlelrd.
Domingos Nuues Ferreira.
Antonio Jos Teixeira de Castro.
Francisco Joaquim Cardoso.
Lauriano Jos de Barros.
Jos Francisco de Mello.
Manoel Fonscca de Medeiros.
San-Jos. *.
Joaquim Mauricio Goncalves Rosa.
Antonio de Jos Vasconcellos.
Joaquim Luz >iries.
Manor.l Jos Baplisla.
Alexandrino Mximo Leal de Barros.
Dr. Joao da Cosa Ribeiro Macjiado.
Boa-.Vista.
Dr. Manoel do Nascimenlo Machado Torlella.
Franclsoo BorgesLeal.
Fauslino Jos dos Santos.
Kermes Carnelro Machado Ros.
Jos AtTonso dos Santos Bastos.
Ricardo Pereira de Parias '
Benlo Jos Pires.
Jos Antonio de Oliveira e Silva.
Ignacio Nunes Correia.
>r. Pedro Alvares de Miranda Varejao.
Manoel Jos da Silva Lcite.
Rodrigo Jacome Martins Pereira.
Joao Ribeiro Guimaraes.
Manoel Cuelho Cintra.
c o Afogados.
Serafim I.eile Pereira.
Francisco Rodrigues Lima e Silva.
Joao Chrisostomo de Albuquerque.
Francisco de Pinho Borges.
, Poco da Panella.
Joao Carneiro da Cunta.
1 t Vanea.
Jos.Cavalcanti Flgueira de Menezes.
S. Louronco da Malta.
Dr. Vicente Jeronyroo Wanderley.
Jaboalao.
Joao Filippe Cavalcanli.
Joao Coclho da Silva.
Francelino Carneiro de Lacerda.
Muribeca.
Joo Ferreira da Costa.
Podro de Alcntara Lyra.
Donizio Sutorio Pereira.
Dr. Francisco do Rtgo BarroS de Lacerda.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem
como a lodos os iuleressadosem geral, se convi-
da para comparecerem no primeiro indar da
casa que foi cadeia, cm a sala das sessoes do
jury, lano no referido dia c hora, como nos mais
dias seguinles emquanlo durar a sessao, sob as
penas da lei se fallarem.
E para que chegue a noticia a todos, mandei
nao so passar o presente que ser lido eafDxado
nos lugares mais pblicos e publicado pela im-
prchsa, e tambem remoller iguaes aos subdele-
gados do tormo para publica-los e mandaren) fa-
zer as nolificagoes necessarias nos jurados, aos
culpados e as lestemunhas que se acharera nos
seus dstrrlos.
Recife. 9 de junho de 1860.Eu Joaquim Fran-
cisco de Paula Esteves Cleroenle, escrivao do
jury o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, era cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 18 do correnle, manda
fazer publico, que no dia 25 do masmo, perante a
junta da mesroa thesouraria, vai novamente a
praga, para ser arrematado a quem mais der, os
imposlos seguimos :
Municipio de Iguarast. '
Arrematados conjuntamente.
2*500 rs. sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................
Imposlos a cargo da collecloria
idem idem em......................
20 por cento tJe agurdente idem
idem................................
Comarca do Goianna.
2-300 sobre o gado morio para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................
Comarca de Nazarelh.
2)500 rs. sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno cm...........................
Comarca ao Cabo.
2JJ500, sobre o gado raorto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................
Comarca de Santo Anto.
25500 sobre
o C* WaROS luna n Darra 00 Rl Gr*"-
7io^ori em 1li,ud* de 5 45' S- e ,on8ilude
'deS-lffv-V^ "*. substituida por um
ue u HIS Oi(. .0 hipn, -Mlupado so-
2:0005000
400$000
8:4805000
6:9605000
8 bicos collocado so
tinZ.a,PMffl'lrOt, -.ruida naplala-
bre urna torre cylindnca, con.. |UA que
forma daquella fortaleza. EsU nov. Vpor-
flxa e do edr natural, est elevada 65 pairan '-
ffr- S L8 suPer0ce las aguas, as mare.
milh,. n A^, 8oravislad distancia do 12
mazTo Imaar10' ^ ^^ A"8el Th-
^;AnlonO Jj)81uim Buarque Nazarelh, juii
?.dedf"v.de-0,p,,'0,e U8en,es- -
Santo Anuo da provincia de Pernambuco por
|u.MrdeLelc. Sf' D- Pedre "' *"*
Fago saber que por este meu juizo de ausentes
perante mim se procedou a arrecadocao dos bens
deixados pela tinada Isabel Maria Be'zorra, a re-
quenmenlo do collector de diversas rendas ce-
raes deste municipio, e como nao se obtiveUe
intormacoes exactas acorra da morada dos her-
deiros da dita finada, vistoacharem-se em luga-
res nao sabidos, ordenei se passasse o presente,
pelo qual cito, chamo e requoiro o comparerl-
menlo dos herdeiros de sobredita finada, bem
como a lodos os que direilo liverem rrc sua he-
ranca aflm de virem habililar-se no prazo de 80
das a publicacao dosle. o qual ser affixado ou
nigar publico do costume e publicado pelo Dio-
no fe Pernambuco em quanto durar referido
prazo, lindos os quaes tudo procederei a reve-
na e na forma da lei, e para constar se passou o
prsenle que vai por mim assignado com o sello
do juizo, que anle mim serve ou valha sem sello
ex-cau?a.
a^ad"ie-PMada ni>sla cid*de da Victoria sos
8 de abril do anno do nascimenlo de Nosso Se-
nhor Jess Christo de 1860, trigsimo nono da in-
dependencia c do imperio do Brasil.Eu Anto-
nio Ludgero da Silva Costa, escrivao de orphaos
e ausentes o escrevi H
Antonio Joaquim Buarque Nazsrelh.
-- A companhia fu de cavallaria precisa con-
iratarpara tornecimento da cavalhada. no prxi-
mo futuro semestre : copim. milho, farelo e niel-
as pessoas que se propozerem semclhante for-
neciroento, compan-cam na secretaria da mesma
companhia no dia 28 do correnle, as 10 horas do
da com suas propostas. Santo Amaro 19 de
junho de: 1860.-Manoel Porfirio de Castro Arau-
jo. capilao commandante.
vara crime desta comarca o
da Cosa Doria foram remetiidas i
ra as cartas da participado, contendo os 00__
dos individuos multados, por falla de comparec
ment as sessoes do jury ; aflm de que venham
recolher as respectivas mullas, e eviten o pre-
"esso executivo.
S.s sessao de 1857.
de Siqueira........ 3303000
330,1000
330000
330,1000
Joao Bernardo ***
Joao Carneiro da Guu...
Francisco Ferreira de Mello....
Diogo Joaquim da Silva............
Antonio Joaquim dos Santos....... 330fc^
Marianno de S e Albuquerque.... 330J00O
Manoel Pinto dos Santos........... SOO^ODO
5.a sessao de 1857.
Manoel Martins da Costa........... 32O00O
Jos Joaquim de Oliveira.......... 300#MO
Alvaro Pereira de S............... 220J00O
Manoel Luz Concalves...........] 22OJ00O
Lourenco Rodrigues das Nevos.... 220J00O
Jooquim Jos de Miranda.......... 220J090
Antonio Carneiro Machado Ros.... SOfcjOiO
Dr. Joaquim Jos da Fonceea...... 2000uXI
Felsbino de Carvalho Raposo...... 20O9OOO
Dr. Joao Maria Seve................ 18i>Si)00
Ubaldo Manoel de Almeida........ 180$00U
Dr. Jos Antonio de Figueiredo ... 180*000
Antonio Augusto Maciel......... 1803*000
Jos Ramos da Cruz............... 14OJ00O
Joaquim Francisco de Mello Santos 140*000
Jos Antonio Carneiro............ 140J0OO
Antonio Augusto da Fonceea...... 1100000
Manoel Francisco Marques......... 40JJ000
Bonifacio Maximino de faltos.. 4OS01K)
Francisco Rufino Correia de Mello 2UJJ00
Dr. Antonio Maria de Farias Neves 20*000
Jos Rodrigues dos Santos........ 20*00
Oeclaracoes.
Cui-
Tribunal do comm ercio.
1 ela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico para cons-
tar a quem convier, que a llanca prestada polo
Fallecido corroclpr J. E. Roborls e pelo agento
de leiloes Marcolino de Borja Gerald-s. tambora
fallecido, fica sobslilaido por lempo de seis mo-
zos contados da data doste. de conformidade com
o art. 15 do decreto n. 806 de 26 de julho de
I80I c art. 11 do decreto 11. 858 de 10 do no-
vembro do mesmo anno.
Secretaria. 21 do junho de 1860.Julio
maraes, oflicial-maior.
Beparticao da polica.
Secretaria da polica de Pernambdco, 4 de iu-
nhodel860. '
O Illm. Sr. Dr- chote de polica manda fazer
publico, para conhecmonlo dos intorossados, as
disposicoes do aigo 72 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro do 182
Niio se conceder passaporte acidadao Bra-
siloiro, para porlo eslrangeiro, ou a estrangoiro
anda que soja de un para outra provincia do
imperio, sem que sua saluda soja previamente
lannunciada nos jornaes tres dias pelo monos
96$'000 Unde nao houverjorn.il os annuncios se affixarao
na porta da matriz da freguozia, c nos lugares
mais pblicos.
S no caso de necessidade urgente e especi-
ficada se dispensar essa forraalidade aos que
prestareni fianoa idnea.
O fiador se rosponsabilisar neste caso pelas
duvidas do aflianr.ado, ese sugeitar a pona de
multa ataoocOOO no caso de se mostrar
ofTiancado procurou por esse mcio
quer responsabilidad!-.
Conforme.O secrelario, Rufino Augusto de
Almeida.
MfOUO
205OOO
20JJ00O
209000
20*000
3000
20*000
20*000
20SOOO
20*000
20*000
205000
20*000
205OO
20*000
20*000
20*000
205OOO
20*000
20*000
20*000
200*000
300*000
300*0(0
3005000
3205000
6:-1805000
annos, acon.ardo 1. de julho do correnle anno o ^"&&\^J%X
anno em........................
a 30 de junho de 1863. sob as condges dos an-
teriores o na forma do art. 76 do regulamento de
3 de agosto de 1842.
*' ptsjutra T"5 prTpozcieiii o csrtrs arre-
malaces, comparecam na sal- das sessoes da
mesma junta, no dia aciraa declarado, pelo meio
dia, compelentemenle habilitadas na forma do C,0"iUm0 avaliado novamente por
4 tp 1 1 flilQO 6DT1
art. 7o do citado regulamento, devendo as habi- 1
8:560000
, Municipio de Serinhem.
25500 sobre o gado morto para
O ennsprno, av.ili.ui.i i.ou:.nipiil r.or
annoem...... .................... 880OOO
Municipios do Rio Formoso e Agua Prela.
2*500 sobre o gado morlo
para
4:080*000
a co 0. 0 a 0 a. a B 1 Horas 1
w * 2 I H i-c co en 0 B B c OB ____ Atmospkera.
" w LHreccao. < m a H 0 2 feto
* *s V *" es 0 Intensidade. 1 0 m G
27.7 26.61 di Centgrado. K O H 9 e a B p
M MI en o O J'eaumur.
8 S 00 oc OS S W CJT 00 w 3. Fahrenheit
2 3 00 Hygrometro.
i a en ;- 3 0 Barmetro. 1 ----------------------*
A noite nublada e chuvosa, vento SE veio pa-
ra o terral e assim amanheceu.
OSCILLACAO a* BAR.
Baixaraar as 11 h. 54f da raanha, altura 0.50 .
Preamar a 6 h. 6' da tarda, nllure. 7.25' p.
8Sratorio<,oa-reMl ito&rinha 11 de junho
186- Yiecas Juu.
litaooes serem julgadas nos dias 21 e 23 do cor-
rente.
E para constar se mandou afBxar o presente e
poblicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Per-
nambuco, 20 de junho de 1860 O secretario,
F. d'Annu'iciaoo.
Acamara municipal desta cidade manda
publicar, para conhocimenlo dos seus muiicipes,
os artigos de posturas abaixo transcriptas, que'
foram approvados provisoriamente pelo Exm.
presidente da provincia.
Paco da cmara municipal do Recife, cm ses-
sao ordinaria de 15 de junho de 1860. Manoel
Jjpquim Co Rogo e Albuquerque. presidente
M*noel Ferreira Accioly, secretario.
Qunrta seccao.Palacio do governo de Per-
nambuco, em 14 de junho de 1860.
O presidente da provincia tendo vista o que
representou a cmara municipal do Recife, em
ofRcio de 13 do corrente, sob numero 58, re'solve
aparovar provisoriamente os seguinles artigos de
posturas :
Art. 1." E' permiltido ao infractor de qualquer
postura pagara multa competente para nao ir a
juizo, cobrando para sua defeza recibo do procu-
rador da ornara, sem prejuizo da pena corporal,
que tambem possa ter.
Art. 2. Quando o infractor nao pagara multa
dentro do prazo de tres dias, depois de condem-
nado, e intimado judicialmente, a mulla se con-
verter em prisao, correspondente a dous mil ris
cada dia do prisao.
Art. 3." Os infractores presos em flagrante se-
ment serSo sollos depois de pagar a respectiva
multa, ou depois de findos tantos dias quanlos
bastem para ser a pena salisfeita em prisao na
razao da regra cima estabelecida.
Ambrozio Leitao da Cunha.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Clandioo Dcnicio Machado, offlcial da imperial
ordem da Rosa, cavalleiro da ordem de Chris-
to: major commandante Interino do i. bata-
lho de infanlaria e presidente do conselho de
qualificaQ&o da guarda nacional da parochla do
SS. Sacramento de Santo Antonio do munici-
pio do Recife, por S, M. o Imperador, que Dos
guardd, etc., etc.
Faz constar, que nosta data foram encerrados
os trabalhos da qoalificacao e revisao da guarda
nacional, cujas listas ftca'm na forma da lei, af-
fixadas na igreja matriz, e bera assim que lem
designado o dia 23 do correnie para novamente
reunir-se o conselho. afim de tomar em consi-
deracio as reclamacoes que liverem de fazer os
iuleressados, e receber os recursos que liverem
de interpor perante este conselho para o de re-
vista. O que se faz publico para conhecimnto de
quem convier.
Sala das sessoes do conselho, 9 de junho de
1860.
Claudino Benicio Machado.
O Dr. Francco de Araujo Rarros, cavalleiro das
ordens ele Christo e da Rosa, juiz municipal da
segunda vara do termo da cidade do Recife,
por S. M. o Imperador, que Deus guarde, etc.
Paco saber, que pelo Dr. Bernardo Machado da
Costa Dorii, juiz de direilo da primeira vara cri-
minal da comarca desta cidade, rae foi communi-
cado have designado o dia 25 do corrente, pelas
10 horas da manhia para abrir a terceira sessao
do jury deste termo, que trabalhar em dias con-
secutivos, lendo procedido ao sorteios dos 48 ju-
rados, quo lem de servir na mesma sessao, em
conformidide do art. 326 do regulamento n. 11
de 31 de Janeiro de 1841, foram sorteados e de-
signados es cidadios seguinles :
Freguozia de S. Fr. Pedro Goncalves.
Antonio Jos Conrado.
Antonio Jos Pacheco e Silva.
Benedicto Jos Duarte Cedrim.
Jos Francisco Ribeiro.
Joao Antonio Ribeiro.
Ismael Cenar Duarte Ribeiro.
Manoel de Souza Ferreira,
que o
evitar qual-
Comarca do Pao d'Alho.
2*500 sobre o gado morto, para
J consumo, avaliado novamente por
a,ino era............................ 4:720*000
As arrematacoes scrao feitas por lempo de 3
annos, a conlar do Io do julho do corrente au-
no a 30 do junho de 1863, sob as mesmascondi-
coes da3 anteriores, e na forma do artigo 76 do
regulamento de 3 de agosto de 1842.
As pessoas que se quizerem propor a esla arre
raalaeo compareram na sala das sessoes da men-
cionada junta no dia cima indicado, polo meio
da, competentemente habilitadas na forma de
art. 75 do citado regulamento, devendo as habi-
litaes serem julgadas nos das 2( e 23 do cor-
rente.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thosouraria provincial de Per-
nambuco, 19 de junho de 1860.O secretario^Vn-
tonio Ferreira da Annuncia^o.,
Q Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumprimento da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 16 do correnle, man-
da fazer publico, que no dia 28 do mesmo, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar a quom mais der, a taxa das
barreiras da ponte do Manginho c da estrada da
Capunga, avaliadas novomenle em 5:360* por
auno.
As arrematacoes soro feilas por lempo de tres
annos, a contar do 1. de julho do correnle an-
no ao ultimo de junho de 1863.
As pessoas que se p-opozerem a estas arrema-
tanes comparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima Indicado, pelo meio da,
competentemente habilitadas, com suas propos-
las em cartas fechadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario, Secretaria da thesouraria
provincial de Pernambuco 18 de junho de 1860,
A. F. d'Annunciaro.
Secrelario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, do conformidade com
a ordem do tribunal do Ihesouro nacional n. 69
do 9 de maio prximo fmdo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso neeta thesouraria
para preenchimento das vagas que ha de prali-
cantes na mesma : aquellos pois que pretende-
ren) ser admitlidos ao concurso devem apresen-
lar nesta secretaria seus requerimenlos Instrui-
dos com os documentos que provem : Io. terem
18 annos completos de idade : 2. cstarem livres
de pena e culpa e 3o. lerero bom procedimento.
Os exames neste concurso versaro sobre lei-
tura, analyse grammatical, orlhographia e ati-
ihemetica ot a Iheoria das proporces inclusive.
De ordem do Illm. Sr. inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico que a arrematacao de urna parte do sobra-
do de dous andares nb valor de um cont cento
cincoenta e cinco nnl quatros e oitenta e dous
ris, silo na ra da Guia, pertenlencenle a fa-
zenda nacional em virtude de adjudicando, nao
leve effeito no dia annunciado por falla de lici-
tantes ; e por isso fica transferida a mesmo ar-
rclaco para o da 30 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O official maior
interino. I.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
Capitana do porto
Pela capitana do porto se faz publico, o aviso
abaixo, da substituirlo da lanlerna collocada na
fortaleza dos a Santos Reis Magos da barra do
Rio Grande do Norte, por um grande lampeo
circular de 8 bicos.
Capilania do porlo de Pernambuco, 14 de junbo
do 1860.O secretario, J. P. Barrete de Melle
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
1.a seccao. Rio de Janeiro. Secretaria de es-
tado dos negocios da marnha, em 18 de maio
de 1860.
Pfla secretaria de estado dos negocios d*
marinha e lar publico, para conhecimnto dos
navegan les, que a lanlerna da forteta*** t Snr-
O Illm. Sr. lenle coronel commandante do
1. balalhao de artilharia municipio do Recife, presidente do conselho de
qualificaro do mosmo balalhao manda fazer
setento aos guardas nacionaes abaixo declarados
que deverao so se apresontar as 11 horas da
111a Aa lo lia 512 do crrenle no consistorio d
matriz no S. Frei Pedro Gonsalves para serem
inspeccionados.
_ 1- Companhia
Francisco de Paula do Patrocinio.
Joo Baplista do Oliveira.
2a. companhia.
Etfevao Jos da Molta.
3. companhia.
Estevao Candido da Silva.
4* companhia.
Carlos Cyriaco Radcho.
Goncale Jos de AlTonso.
Pedro Alexandrino Ferreira Floros
Sala do conselho 19 de junho de 1860 Jer-
nimo Emiliano de Miranda Castro, Io lenle se-
cretario do .onselho.
O conselho administrativo do patrimonio
dos orphaos declara que a arrematarlo das ren-
das descasas do mesmo patrimonio abaixo men-
cionadas, annoncindas para o dia 20, fica trans-
ferida para o da22 do corrente, a saber:
Ra do Sebo.
Numero 12casa terrea
Ra do Encantamento.
Numero 74casa terrea.
75dem idem.
Fra de Portas.
Numero 92i=casa terrea.
97dem dem.
98dem idem.
99dem idem.
100dem idom.
101dem idem.
102dem idom.
103dem idera.
104dem idem.
105dem idem.
Os licitantes bajara de comparecer com seus
fiadores na sala das sessoes do mesmo conselho,
s 10 horas da manh.ia, no mencionado da 22 do
corrente.
Secretaria do conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphaos 20 de junho de 1860.
Dr. Vicente Pereira do Reg,
Secretario.
De ordem do Illm. Sr. Caetano Pinto de
Veras, juiz de paz do 4 anno do 1.- districto da j
freguezia do S. S. do bairro de Snto Antonio!
desta cidade do Recife, se faz publico a quem
convier, que os ofliciaes de justica que trabalham
perante este juizo sao os abaixo" declarados, nao
pdenlo outro qualquer funcoioiior no mesmo
juizo, sem o competente cumpra-se. Recife 20
de junho de 1860.O escrivao,
Joaauim da Silva Be'go.
Miguel Moreira de Souza Maia.
Braz Lopes
Albino do Jess Bandeira.
Joaquim Dias Martins.
Francisco Joo Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chagas.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandos de Souza.
Francisco Manoel de Almeida.
Amancio Godofredo Lucas.
Francisco da Silva Neves.
Jo3 Filippe de Medeiros.
Manoel Joaquim do Nascimenlo.
Francisco de Paula Real.
Agostinho Jos dos Praxeres.
Jos Chrispim d'Asaumpcao.
Manoel Goncalves Branco.
Joaquim Jos da Rosa.
O conselho econmico do batalbo de in-
famara n. 10, tendo de contratar os gneros ali-
menticios de primeira qualidade, abaixo declara-
dos, para foruecitnento de suas pragas no segun-
do semestre do corrente auno, convida aos lici-
tantes que se quoirara cncarregar de fornecer
taes gneros, a apresentarem suas propostas em
cartas fechadas, na secretaria do mesmo bata-
chao, no dia 15 do andante mez, as 10 horas da
manha : arroz pilado, assucar mascavado refi-
nado, excite doce, bacalhio, caf moldo, carne
verde, dita socca, farioha de mandioca (da ier-
ra], feijao, tenhs, mantoiga franceza, pao de 6 e
4 oneas, toucinho, vinagre e lenha,
Secretara do balalhao de infamara n 10, da
cidade do Recife em Pernambuco 18 de junho de
1860.Caetano Xavier de Oliveira, lente, ser-,
vindo de secrelario.
-7 Q procurador da catnara municipal desta
cidftlf ftrz tiMito ttoe pelo fuit de Ufrelto d 1.a
Joaquim de Oliveira e Souza
Antonio Joaquim deSant'Anna....
Jos Marques da Custa Soares.....
Manoel Gomos de S..............
Joao Auguslo Henriques da Silva..
Manoel Antonio Viegas.........*
Joao Manoel Rodrigues Valenga...
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro...
Jos Baplisla da Fonceea..........
Andr Ferreira d^lmeida..........
Jo8o Francisco Bastos............
Joao Manoel de Siqueira.........
Jos da Silva Mcndanha........
Jacome Geraldo Maria Lumack de
Mello........................
Firmino da Silva Amorim....!....
Andr Alves da Fonceea...........
Joaquim de Jess Pinto............
Jos Gunogundes da Silva.........
Anselo Custodio dos Santos.......
Jos Baptsta Ribeiro de Parias...
Francisco Tiburcio de Souza Neves
1." sessao de 1860.
Guilhermo Rodrigues Montr.0 Lima
Bento da Costa Ramos de Oliveira
Sabino Bruno do Rosario..........
Manoel Antonio da Silva..........
Jos Hygino de Souza Galvao.....
2." sessao de 1858.
Urbano Mamede deAlmeida...... 2505000
Antonio Mans Pereira............. 3l<>*001>
Dr. Fernando de S Albuquerque.. 320*000
Diogo Joaquim da Silva............ 3205000
Hermenegildo Firmino de Lima.. 3005000
Joao da Cunha Nevos.............. 280*0(0
Manoel Jos Rodrigues Braga..... 200*000
Felisbino do Carvalho Raposo..... 180*900
Contadoria da cmara municipal do Recite 20
de junho de 1860.
O procurador
Jorie Vicler Ferreira Lopes.
Conselho econmico do bata-
lhao o 8 de infaatara.
Procisa coniralar para fbrnerimento de suas
praras arranchadas, no semestre vindouro, os g-
neros em seguida mencionados, os quaes devem
sor de boa qualidade : assucar refinado lrisuei-o
arroz, azeile doce, hacalt.o, caf era carosso ou
muido, carne secra, dila verde, farinha de man-
dioca, foijo. lenha, manteiga, pes do 4 e 6 en-
eas, toucinho e vinagre : as pcssois que se jui-
ca re m habilitadis a fazer tal tornecimento, apre-
senlem suas propostas em cartas fechadas na se-
cretaria do mosmo balalhao, no dia 27 de junho
dr crrente al ao moio dia. Quartel na Soledad
18 de junho de 1860-Aristides Ballhasar da Sil-
veira, alteres servindo de secretario.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio di
provincia rie Pernambuco, se faz publico, que
tiesta data foi inscripto no registro publico o con-
trato de sociodade, que em data do i. do Janei-
ro do corrento auno relcbraram na cidade do A-
racaly, provincia ao Ceor, Melquades da Costa
Barros, Joaquim Antunes do Oliveira e Antonio
Candido Nunes de Oliveira, sob a firma de Mel-
quades da Costa Barros & C da qual gerente
e nico responsavel o socioTHelquiades, e os l-
timos, commandilarios : devendo a mesma so-
ciodade durar por espaco de 4 annos, a contar
da data do mosmo contrato, com, o capital d
40000*000 fornecido 20:000* Hclo primeiro. o
0:000* pelo segundo e lerceiro.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 15 junho de 1860.Julio Guimaraes.
official maior.
Tendo a directora das obras militares do
mandar pintar de um e outro lado as portase ja-
nellas do 4." batalho de arlilharia a p era O-
linda, convida as pessoas que deste servido so
qoeiram enrarregar. a comparecer na referida
directora, das 10 horas da manha em diante, nos
das 20, 21 e22 do corrente para este fim.
Directora das obras militares de Pernambuco
19 de junho de 1860.=O amanuense,
Joo Monteiro de Andrade Malveira.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimnto dos iuleressados, a rel.ir.no
abaixo transcripta dos crodores de dividas de
exercicios na importancia total de 2:6375732 ra.,
cojo pagamento fui autorisado pela ordem do
Ihesouro nacional n. 83 de 5 do correnle mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 18 de junho de 1860.O officiat maior
interino, Luiz Francisco de Sampaio c Silva.
Relacjio a que se refere o snnuiicio cima
Christvo de Hollanda Cavalcanli de
Albuquerque, Antonio de Padua de
Hollanda Cavalcanli c Joao Nepo-
muceno Bezrra Cavalcanli 64J367
Fausto Fre-e de Carvalho 200gO0O
Francisco Garca do Amaral 401;666
Joo Jos Rolim 188*987
Vicente Jansen de Castro e Albuquar-
, que 133S332
Ignacio Francisco da Silva, Maria Joa-
quina d Mello e Silva 522O0O
Antonio Tavares 73*1)44
Braz Avelino Freir 100*000
Dcimo balalhao de infanlaria 40*000
Joo Ferreira da Rocha 311126
Luiz Francisco Teixeira 10*600
Miguel Ferreira dos Aojos 91*200,
Miranda t Vasconcellos 147*000
Reinaldo Jos dos Santos 73*014
Miquelna Gertruia de AssumpsSo. 5019966
1." seccao. Secrelrelaria da polica de Per-
nambuco, 16 de junho de 1860.
O Illm. Sr. Dr. chefe de polica desta provincia
matada fazer publico, para conhecimnto de
quem inleressar possa. o conloado ao officio abai-
xo transcripto, dirigido pela repartido da polica
da corte.
c 2." seccao. Secretaria da polica da corle, 4
de junho de 1860.
Illm. Sr.Tendo sido preso nesta cflrte a
barca de nome Jos, que deelarou ser escravo de
Rosa Hara da Coaceicio, residente nessa pro-
vincia, porque fai encontrado a bordo da galera
franceza Carioca, onde tentava fugir psra a Eu-
ropa, fl-lo recolher 4 ensa de detenco deata car-
ie, e rogo a V. S. se sirva mandar avisar a essa
seuhora, aflm de qu<0 possa reclama-lo provando
o sea direilo de pr'priedsde.
Este escravo 'jervla como marinheiro a bordo
de, hiato Pieintt,
rrr
_1 I I r-^fesm mmmm !


X*)
"-
Deus guaran a V. S.Iltm. Sr
Dr. chefo do Conselho econmico do huT, n"?
polica da provincia de Pernambuco.-Espiridio
MARIO DE PERNAJtatt SEXA FEIR 2-i DE JiJNHO DE 1860.
Eloy de Barros Pimenlel. chefe do polica.O of-
ficial servin 1o dc secrelario, Jos Xavier Faus
tino Ramos .
fanlaria n, o 'l0 ae *,n-
Precisa eontraiar po'-
pravas arranchad.-"- a o forneciracnlo de suas
Onn.x-n l,nn/iA A. I corrcr dc J""*' duranlo semestre que de-
nOVO DallCO UC i ros S,n '' a dezeinbro deste anno. o geoe-
w. i 18er -eguida mencionados, os quaes devero
YernamDUCO rCpete O aV \" ba q"alidade : arroz, sssucar branco sem
a i ser refinado, ou refioedo trigueiro, azeile doce,
SO (IMC ICZ DQ'l SA"" Ibacalho, caf em carosso, carne secca, dila ver-
, r i*Pm PPl-. i farinha do mandioca, feijao, lenha, mantei-
POihldlS I'** "-llul ,c g. pao de4 oncas, dilosde 6, loucinho-e vina-
- at/SUt Je* UJ5 UUluo il0* gneros, aprsenlo suas propostas em carias
, fechada, na secretaria do dito batalhao, no dia
( 1 28 do correnle, al as 10 horas da manhaa.
I Quartcl na cidade co Recite 15 de junho de
186U.O lenle secrelario.
Jos Francisco de Moraes e Vasconcellos.
Pel.rrecebedona de rendas iniernas geraes
se faz publico, que no correle mez que os de-
de *
, io,ooo c 2o,ooo
eniisso do banco,
vedores do segundo semestre do exefeicio cor-
renle de 15591860, relativo aos seguinles im-
pos: decima addicional de mao mora ; imposto
de 20 por cenlo sobrejojas, e dilo especial a 80;
sobre casas de movis, roupas, perfumaras
calcado fabricado em paiz eslrangeiro leem de
paga-Io livre dc multa. Rccebedoria do Pernaro-
buco 1 de junho de 1800.0 administrador, Ma-
fioei Carneiro de Souza Lacerda.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, lera de comprar os objec-
tos seguinles :
Para o escrivao das officinas do arsenal d
guerra.
1 livro oblongo paulado com 30 follias, nao sen-
do contadas as 2 da abertura e cncerraeo ; 10
livros oblongos coto dsticos impresses ; 5 livros
pautados de 100 folbas cada um, do frmalo pe-
queo.
Tara o edrpo do polica.
2 espadas com bainhas de aro para os sargen-
tos ajiiilante e quarlol-mcstre ; 2 telins dc cou-
ro dc lustre para os mesmos.
Qucm quizer vender taes objectos aprsente
as suas picoslas em carta fechada na secre^r
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 22
do correnle mez.
Sala das sesscs do conselho administialliva
java fornecimento do arsenal de guerra, 15 dc
jum'io de 1860.-^liento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaijuim Pereira
Lobo, coronel vogal secrelario interino.
amarras, panno, pregada e encavi-
Ihada de cobre nao s o casco como
tambera o conve's, a qual se acha
fundeada no ancoradouro do fabrico
onde os pretenderte* podero exa-
minar.
LEILO
PELO AGENTE
Conselho de compras naracs,
Contraa este conselho no dia 21 do corrente
mez, os fornecimenlos de medicamentos e uten-
silios enferraaria de marinho, e o de ambulan-
cias aos navios da armada, por lempo um e ou-
tro fornecimento de 12 mezes, contados do 1. de
julho prximo, isso vista de proposlas entre-
gues nesse dio al s 11 horas da manhaa, sob I
as condicoes constantes da nota que se acha fran-
ca nesta secretara para quem quizer consulla-
la, bern como o formulario e tabella, regulando
esses fornecimenlos, o que ludo por minucioso
deixa-se de declarar.
Contrata mais no dia 25, tambem do corrento
mez, precedendo igualmente a apresenlaco de
proposlas recebidas nesse dia s al 11 horas da
manhaa, o fornccimcnLo de viveros e oetros ob-
jectos abaixo declarados para o consumo dos na-
vios da armada e estaDelecimenlos de marinha,
pelo lempo smente de 3 mezes, (indos em se-
lembro vindouro, sob a condico de serena os
mosmos objectos fornecidos da qualidado e na
quantidade contratados, e na falta pjgar-so n
mulla de 50 O/y do valor de cada um, alem de
carregar o contraanle com o excesso do proco
no mercado, caso o naja, em razio dessas fallas
niolivarem a ahi recorrer-so.
Objectos.
Atroz do Maranhao, agurdenle branca de 20
graos, assucar branco, azeite doce, bolacha, ba-
calho. carne secca, caf, carne verde, cangica,
farinha de mandioca, feijao, manteca france/a,
malte, pao, loocinho dc Lisboa, vinagre de dito,
velas de carnauba, ditas do espermacele.
Sala do conselho de compras navacs de Pcr-
nainbuco, 12 de junho Je 1860
Segunda-feira 25 do corrente,
O agente Ca margo tara' leo segun-
da-feira 25 do corrente, de urna casa de
pasto sita na ra da Senzala Nova n.
16, a qual consta de movis pertencente
a tnesma, loucas, utencilios de cosinlia
e mais objectos. No mencionado dia as
11 lioras em ponto.
LEILO
A requerimentodeElisabcith Roberto,
e por despacho do lllm, Sr. Dr juiz de
orphaos.o agenteliyppolito vender' em
leiiao o espolio do seu fallecido marido
J. E. Roberts, consistindo em guardas-
roupas, camas de casal, commodas de
Jacaranda' e muitos outros artigos de
gosto, e bem assira um exce'lente ca-
briolet americano, cavallos, urna sxcel-
lentevacca solteira e urna pequea ty-
pograpliia : segunda eira 25 do corren-
te, os. 11 horas em ponto, na ra do Tra-
piche, casa em que o mesmo Roberts
tinha escriptoiio.
LEILO
DE
U Sr. Munoel Antonio listeves
que fot almoxaiife de Fernando tenha
a bondade de dirigirse a livraria n. 6
e 8 da praca da Independencia, que se
Ihe precisa fallar.
Desea-je alugar urna ama sim-
plesmente para cosinhar, pref'erindo
casa de home.m soltetro, affianca-se nos paa a !-mlocasao deilas'.
querendo-se o comportamento, assim
corro a ua pratica : quem pretender
dirijs-sc a ra das Aguas Verdes n. 6i,
loja.
Compra-se pordobrado prer;o do quanto se
vendia a collereo dos Diatios de Pernamb'jco
dos annos do 1830 183-2, e no caso de j csta-
rem encadernados tambera se paga a eo^adorna-
nao : na ra de S. Francisco como q'.er vai pa-
ra a ra Bella sobrado n. 10.
i~.Z2SX!%^^
cuidado de
crianza, declarando a
escojo, braco, coxa, perna, p, ou tronco do
_, feridas ou ulceras, o molde do scu tama-
declaragao onde existen),- adra de que as chapas possam ser
Carr-os.
\ m
mmmmM
^
Sabbado,! 23 de junho.
Primeia recita le assignatura c da arineira serie papa os camarotes.
Represenlar-se-ha a opera em tes alos, dc Bollini :
As 8 horas em ponto se dar principio, c para maior commodidade
Citara, aborto meia hora antes.
Exislem ainda bilheles de camarotes o cadeiras para assignarem-se
no dia do espectculo, desde 9 horas em diante juniamenle aos de plalo.'
do publico, o Ihealro
ou para seren vendidos

CASSIM POPULAR
NO
MAGEST0S0 SALO
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, vespepa dc S. Jo.
A sociedade Cassino Popular, dar baile neste
da e empregar os mcios para que sjeja com
sutnpluosidade e brilhantismo, conta cobi gran-
de concurrencia por alguns amadores dq Cassino
Jo
;Se nlcressarem no bailo deste dia, ser mantida
aboaordem do costuras c observado o regula-
ment approvado pelo lllm. Sr. Dr. chefe de po-
| lela. m
Entrada para damas gratis, cavalheiros 2j>.
Baile nacional
! O administrador do sali do caes de Apollo,
j bz scienle a rapazeada, que no dia 23, vesper
j de S. Joan, haver baile esplendido no grande sa-
j lao, e bastantes e-nlrelenimentos nos intervalos,
como bem sortcs, dansas auguradas, polka, ca-
chucha e sollo Neste dia ludo esl commodo
rapazeada, assim como serveja. champanhc, pelo
proco mais barato possivel. Cavalheiros a 2} e
damas gratis.
Avisos martimos.
= Para o Aracaty, o liiale Santa
com brevidade, ainda recebe carga ;
ra da Madre de Dos n. 2,
Kara o Aracaty
sahe o hiate Beberibe ; para carga e
ros, tiala-se na ra do Vjgario n. 5
Borges dc Cerqlieira.
Para Lisboa, sahir al o dia 10
prximo o patacho porlugiiez Mana da Gloria,
por ter grande parte da carga prompta : quem
iicile quizer carregar ou ir do passJgem, Irata-se
com os seus consignatarios Francisco Severiano
abello & Filho, ao lado da Assemblea o. 6.
Rila sahe
trata-se na
passagei-
com Luiz
de julho
Para a Baha.
Lisboa,
Vai sahir em pocos dias com a carga que li-
ver a barca
Vencedora:
quem quizer carregar ou ir de passagom, para o
que tera excellenles coramodos, dirija-se aos
consignatarios Carvalho Nogueira & C., na ra
do Vigario u. 9, primeiro andar, ou ao capilo
na praca.
Cear.
Seguo com brevidade o palhabote Santa
Cruz, recebe carga a frele e passageiros ; a Ira-
lar com Caetano Cyriaco da C. M. no lado do
Corpo Sanio n. 25, primeiro andar.
DAS
Messageries imperiales.
At o fin do mez espera-se do Rio de Janeiro
o vapor fraDcez Gtu/enne, com mandante Enout
o qual depois da demora do coslume seguir pa-
ra Bordeaux tocando em S. Vicente e Lisboa, pa-
ra passageiros, encommendas o etc.. a iralar
na agencia ra do Trapicho n. 9.
O hiateBom Amigo, leudo a maior parte da
carga engajada, segu al o lm da presente se-
mana : para o resto da carga, trata-se com o ca-
pitao Pereira Marinho, era casa dc Falnieira &
Bell,o, no largo do Corpo Santo n. 6.
Para o Aracaty.
para o resto e passageiros, airij
ao I'asseio Publico n. 11, ou A ra do Cordoniz
n. 5, casa de Pereira & Valcnle, no Forlo do
Mallos.
Vendem-se em casa de
Francisco Jos Germann jg;
|j| ra Novan. 21, honitos carros *g>
^ do ultimo gosto de urna das mais <|
H afamadas fabrica de Pars. j
xansie^iiefie B3$mws ssseisw8
O abaixo assignado faz scienle as pessoas
que sao devedoras na loja da ra Direila n 102,
que perlcnceu a seu cunhado Antonio Arco Ra-
mos Maia, que nao paguem se nao ao abaixo
assignado, yisio torera taes dividas ficado a seu
cargo c o dito seu cunhado nao est aulorisado
a icccber taes dbitos, sob pena de pagarem se-
gunda vez.Jos dc Azevedo Maia & Silva.
Juan Anglada subdilo hespanhol relira-so
para o Rio de Janeiro.
W'illiara Warroll vai a Europa.
Vespera e (lia de S. Joao
Na ra do Qoeimado n. 2 terceiro andar,
apMmptam-sc bolos debtcia de mandioca e fa-
rinha do reino por procos comniodos (encom-
menda )
Era Sanio Amarinho, na casa onde flca o
ultimo lampeao do gaz. ha para alugar-sc urna
escrava para lodo o serviro.
No dia 23 do correle, s 9 horas da ma-
nhaa.vao pra^a 20 paos de sicupira o um costa-
do de amarello, penhorados a Joaquim Carneiro
Leal, por exeruco de Bernardino Antonio Perei-
ra Bastos, parta do juiz de paz do primeiro dis-
Uiclo da-fregue/.ia da Bua-Vista.
John Word, Samuel Hairpcnny o Jofin Par-
ker, subditos inglezes, retiram-se para a Eu-
ropa.
Aluga-sc urna prela : na ra do Hospicio
n. 36.
AVISO.
Botase vidros promplamenlc a qualquer hora
do dia, do mais pequeo ale seis palmos, proprios
por si e como sesionarlo de Jos Joa- l,,1ia "iclins do '8rja ou sancluarlos, em portas
ltiim Pinto, e poi deSDa-ho do Fxm d0. ", e 1?ntorn.as dos mesmos, em quadros c
, k. KUI upd n ao um. caixilhos: levando-03 ra do Aragao, taberna
juiz de o.phaos o agente ilyppolito da n. 8. erna
Silva fara' leilaodeum sitio na estrada; Moleque.
nova do Cachi, nga' fazendo esquina com | Vonde-sa um ptimo moleque, de 13 a l an-
a estrada da Torre, com algumas fruc-l nosde.i(iade, bom copeiro, faz iodo o serviro de
faeiras, cacimba com tanque, trras
proprias para plantacoes, tres casas '23, segundo andar.
terreas de tuina cobertas de telha : sab-
1T qu(i pnrl* d-) C,rpo P-Vl8le. se n bes, P
corpo, declarando a circurast*-lic.a : e sendo inchac S,
uno em uro pedaco dep;el e a declaraco onde exi*
bcra apphcadas no seu mgar.
Pde-se Candar de qualquer ponto do* imperio do Brasil.
ros para a Socajo aellTsP.a"had" d" Cl'mpele"les explicacoes e tambem do todos os accesso-
jio'quTp^lL" T li'f ".* Scsso,s,.'>l,e a d'gn"em honrar com a sua conflanca. cm seu escripto-
"o. que .e achara aberto todos os das, sara excepeo das 9 horas da manhaa s 2 da tarde
(9 Ruado Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
Ilio
A requtrimento de Joao Antonio Coe-
casa de familia, o qual serve tambem para p-
gom : quera pretender dirija-se ra da Cruz n.
bado 23 do corrente as 11. horas cm
ponto no seu armazem da ra do Im-
perador n. 35.
Dina loja de ferragens.
A requerimentodos deposi-
tarios da massa fallida de Li-
ma & Martins e por despacho
do Exm. Sr. Dr. juiz de direitoineiropar'?.
especial do commerclo) o'C
Coral.
Vende-se verdadeiro coral de raz, muilo cm
conta, na ra larga do Rosario, passando a boti-
ca do Sr. Barlholomeu, a seaunda loja de miu-
dezas. Na mesraa loja vendem-se multas miu-
dezas cm conta ; s vista de ludo se dir o
proco.

GRANDE ARMAZEM
DE
3^3
5>
Ra Nova n. 47 Junto a igreja da Con-
cerni dos Milifares.

fe
S STSSS
MEee
S - '/' C

Acla.senaditjcraodaoft.c.nadeste acreditado armazem o hab
Mn ,1 nenCC ASS'* Aveila'-' atS contra-mestre do fallecido ,
Manoel Jos Ferreua. O respe.tavel publico continuara1 a encon- '
trar era dito armazem um grande e variado sortimento de roupas
i t^SA SC|,ln :.CaSa1CaSVsobrecasaoas, 1,-aqwes, palelots de panno
SU 1 2TH "VT8,- demer,n, bombazina alpacapreta
M c 'acores, ditos de bnra de lnho branco, pardo e d
>$ de casemira
t^tl pardo, branco
^gorginao^ ditos de setimpreto e branco, ditos de merino para lulo !
g|g dito defustao branco e de cores, paletots, casacas, jaquetas, calcas^
^ ecolhetes para meninos de G a 12 annos, camisas, secu'las. chapeo, ^
^ egravataspretasedeco.es Ubres par. criados, fardamentcs para p
!%! a Guarda nacional da capital e do interior. H rf|5r
^| Apromptam-se becas para desembarga dores, lentes, juizes de di- *$<}
m T raUmC,PaeS? Promotores, e vestidos para montara. Naoarra
^ ciando ao comprador algumas dasioupas
, !? ,"""ei'T ,,r,a">. P"rdo e de c.es. calcas ?<<>"
pteta e de core, d.tas de merino, de pr.nceza, de brins S|
jcoe de cores, collttes de velludo preto escores, ditos de Si
#5i l,as a 8CU "osto' qoe'r com fazenda sua ou do
eitas
se apromptarao ou- Z'S
liiiiliiiiiiiilllllllllillllg
Farello de Lisboa
a 5,000 rs.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
dc-se farello ltimamente chegado, assim como
cal irgern.
Na ra Direila n. 81. precisa-se de um for-
ara uraa pad
que trabalha pouco.
Ma oa.iaria das Cien P.inla* n. 1QC. pnmc-
a^Ont PpciInnM fnr IpMa loe a 7er dcseSunda-feira em dianlo, pao ame-
ricano fello por um padeiro que chego lia
da Victoria,
ferragens, miudezas, cutile-
rias, armamento e armacao
No-
em ponto na mesma loja.
LEILO
DE
Vina loja de fazendas.
- po-
cos das e a vista da fazenda se ver a qualidade
comegar haver das 4 horas da larde s 9 da
noile.
avicInnlAn i. l? ~~ Frilz HofTmann val para Baha.
eXISlenteS na lOja (la ra NO- Manocl Jos da SlWa val para o Aracaly.
van. G: sabbado 23 do cor-\Fabrica de tecillos (le a-
renle, s i horas da manhaa eodao.
Nao lendo-se no dia 21 do crtenle reunido
numero suflicienle do accionistas para ser a as-
semblea geral apresenlada pela comraisso li-
quidadora, a conta do final de seus transaos, de
novo a coramissao liquidadora convida a todos
os Srs. accionistas a apparecerem no dia 26 do
correnle pelas 10 horas da manhaa na ra Nova
; n. 3S, primeiro andar, aiu de que a assemblea
i geral possa examinar lodas as cotilas o ordenar
o ultimo dividendo. Outro sim dito examo ser
foito com qualquer numero de accionistas pre-
A requenmento dos depositarios *\um*mm.mmm d 3CCnS,aS
massa talliaa de Claudiano Xavier de! ~ Al"ga-soo primeiro andar o armazens da
Oliveira e despacho do iuiz de dirp'ifi-J asa n' l5a r"? do ViSario; a lfalar no caes do
om i i J "'c"l amos n. 2 escriplorio, ou a ra Augusta n 45
especial do commercio, o agente Hyp-icom Prxedes da Silva Gusmo.
rrnTJL a VT l,rev,da.de Pssivel o hiate \ polito da Silva,fara' leilao das fazendas ~" Orurece-so um caixeiro para cohrancas aqu
biahdao. por j.ter a maior parle da carga dvdi P rmar-m n, \n; re a n'esmo para a mato, o qual lera andado em
prompta ; para o resto e passaKeiros, dirijam-se | ^IV'da.S e arIa^ da loja n. 55 da ra cobrancas daqui al as Alagoas e Parahiba d
dacadeta veiha : sexta-eira 22 do cor-1 fiador sua conduela pessoa eslabelecida liesla
rente as 11 horas em ponto na mesma! .'.d.ad.e.:Auen d- sou. Prostimo se quizer uiilisar
loja.
B
i:
k}
Riode Janeiro
Avisos diversos.

LIVROS DE SORTES
PARA
O veleiro e bem conheeido brigue nacional Al-
mirante, pretende seguir cora muita brevidade
lem parte do seu carregamento promplo ; para
resto que falta Irata-se com o seu consignatario
Azevedo i Mendos, no seu escriptorio, ra da
Cruz n.1.
Para
Aracaty
Hiale Seroi>ano ja lem parlo da carga, para e
resto Iraia-se com Marlius & Irmaos
Madre de Dos n. 2.
ra do
Leiloes.
LEILAO
DA
REAL COMPAKBIA
Anglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em dianle o va-
por Portugal, e depols da domora do costume
seguir para os pqrios do sul. Passageiros ele.
-Alnlu com os agentes Tasw Jr^^os.
Escuna Linda.
PELO AGENTE
3a
J
bule sua carta Ormada nesta typographia.
Pergunta-se a quem sabe
responder.
Se admissivel os guardas da alfandega te-
segunda barca
in-
da
fa
O referido agente fara' leilSo por con-
ta e ritco de qucm pertencer. ter^a-
fetra 26 do corrente ao meio dia
em
ponto na porta da assocacSo commer-
cial
DA
Escuna. Linda2 com martros, mastareo,
A Sibilla de Bajara ou soites divertid
das para recreio das familias na t5o fes-
tiva noite de S. Joao, contendo350 ver-
sos, nos quaes se prognostica o futuro
de cada um dos consultantes. De todas
as advinbas conhecidas a Sibilla colheu
os maiores louros, sendo reputada co-
mo orculo dos destinos : vende-se na j
livraria ns. 6 e 8 da praca da Inde- i
pendencia.
O Livro do Pag, con-
tendo 20 assumptos, e 440
sortes para homens e senho-
ras, seguidos de varias poezias
e charadas a 1#000 reis : Na
livraria n. 6 e 8 da Praca da
Independencia.
Novas sortes em folha de
papel a 80 reis cada folha, con-
tendo 96 sortes para homens
e senhoras : vendem-se na
mesma livraria.
Joao Francisco de Araujo Lima vai a Lisboa
Pjeci8a-se de urna ama para casa de um
hornera viuro com 3 meninos : a tratar na ra
da Manguoira n. 22, das 4 horas da tarde s 7 da
noile.
Faz-i:e. bollo de S. Joo e cangica de roilho
verde muita bem felo : na cidade de Olinda na
i roa do Amparo o. 30.
rom o bote a bordo da segunda barca de vigi
para servir a navios eslrangeiros que eslo em
descarga oDrigando os caixeiros das casas
glezas Ihe dar serviro.
Um curioso.
Vende-se um par de dragonas para official
guarda nacional, espada com talim, fiel, ca-
nana c banda rica, e outra rom bacallio de rc-
Iroz, ludo para fardamenlo rico e por preco mui-
lo em conta, pois s servio urna vez: os preten-
dente dirijam se padaria confronte a igreja da
Soledade, que acharao com quem tratar.
Vende-se urna armacao do taberna, cora
lodos os perlences, e alugase a casa, tudo por
commodo prero e propria para um principame :
quem pretender dinja-se ra do Aragao n. 8
que todo o negocio se far.
Maman guape,
em perfeilo estado, chegado hontem : vende-se
no armazem do Francisco L. O. Azevedo, na ra
da Madre de Dos n. 12.
larelo.
Superior qualidade : vende-se no armazem de
Francisco L. O. Azevedo, na ra da Madre de
Dos n. 12.
Farinha de mandioca a
5$000
a sacca de farinha de Mamanguape.
lmiamlmcana.
Domingo, 24 do corrente, s 11 horas do dia,
haver sesso do conselho director, no lugar do
costumo.
Secretaria da AssociaeSo Typographica Per-
nambucana, 21 de junho de 1860.
/. L. Domeas Cmara,
Io secrelario.
No pateo de S.
Pedro n. 28, vende-se urna cabra (bixn] com um
cabrito, propria para mamontar urna enanca por
ser muilo mansa e ler bastante leite. Na mesma
casa fornece-se comida o juntamente se manda
levar em casas particulares, ludo por muilo cora-
modo preeo.
Vende-se cal virgeru nova e em podra, che-
gada agora no patacho portuguez .Varia da Glo-
ria : no esrriptorio de Francisco Severiano Ka-
bello & Filho, largo da Assemblea Provincial
n. 6, Forte do Mallos.
Vende-se por preco commodo, um eseravo
crioulo, do bonila ligura, moco e com o olcio
de caiador : na ra dos Martyrios n. 4.
Liquidado
Loja do Ramalho.
Ra Uireta n. 83.
Agulhas francesas a 200 rs. a caixi, gratupos a
20 rs. o maco, caitiio com clcheles a 40 e 60 rs.,
penles de bfalo para alisar a 20 rs., colher de
metal do principe para lirar assucar a 320 rs.
Ihesouras finas para costura a 120. 200 e 210 rs.|
ditas com aro covernisado a 400 rs., ditas para
unhas a 400 rs., trancas de linho de cores com
caracol a 100 rs. a peca, galo de linho proprio
para enfeitar ca-aveiues a I0J o 120 rs. a vara,
fumo prelo para bra>;o c chapeo 100 rs. o aova-
do, franjas de linho brancas a 120 e 160 rs a
vara, ditas de cores a 200 e2(0 rs. a vara, ditas
de laa a 120 rs. a vara, ricos enfeiles de vidrilho
prelos a 2j800, meias finas prelas para senhons
a 280 rs. o par, oculos muito linos de aros de ba-
lis a ljj o par, bicos prelos de seda a ICO o 200
e largos a 600 rs.. Iramola ou lnbado do Porto a
80 c 100 rs. a vara, huidos para punlios a 160 rs.
o par, grvalas muilo Qnas a tj, verdadeira lita
de linho a 100 rs. a peca de 6 varas, enfiadores
para csparlilhos cora 2 varas de comprimeiiio a
120 rs.. meias de cores para meninas a 200 o par,
papel almaco a 2$ a resma, superiores sapalinhos
de laa a ^60 rs. o par, obreias para os namora-
dos a 160 rs. a caia, fivellas douradas para cal-
ca a 80 rs., pennas d'aco bieo do lanca a lj> rs
a caixa, boloes muilo finos para calca a 210 rs. a \
grosa, pao de ouro para dourar, em macos muilo
grandes a 800 rs.. cartas francezas linas a 210 rs
o baralho, estampas de Sanios e Sanias a 140 rs.,
botes de louea para camisas a 160 rs. a grosa,
ricos penles virados para atar cabellos a 14U0,
fita para cs a 210 rs. a peca, superiores boloes
de madrepcrola a 610 rs. a grosa, meias de cores
e brancas para meninos a 200 e 240 rs., ditas
para meninas a 24Q rs., bandeijas de differonles
tamaitos a lj}600 e 2-5, escovas linas para denles
a 240 rs., fila preta o branca com clcheles a 400
rs. a vara, propria para vestidos, passado es pre-
los para casaca e paleto a 120 rs penles para
alar cabellos a 120 rs., pinceis pata barba a 100
rs., reros preto a 100 rs. a oilava, ricas gollinhas
de vidrilhos a 1#50 ; alm desles objectos en-
eonlrai o publico um rico sorlimenlo de franja
de todas as larguras pelas e do cores, com vidri-
lhos, bicos e rendas da largura de um dedo at 2
palmos,_ filas de sarja e garca lavrada de meio
dedo atum palmo, ricos penles de tartaruga vi-
rados e filas de velludo do lodas as cores e lar-
guras.
Pechincha.
Para acabar, na ra Novan. 3, vendem-se
lias chinezss bonitos padres. para vestidos de
senhora, pelo diminuto prego de320rs. o covado
Liquidacao.
A ellos antes que se acabem.
Casaveques de fuslo branco com franja (boru
gosto) a 8a rs.
Ditos de mussulina igual feilios a 6 rs.
Ditos de cambraia brancos a 59 rs.
Manguitos com gola o para 19500.
Gollinhas de bonitos padres a 500 rs
Casemira amarella para fardas, covados 1J200.
I.uvas dc fio da Escossia por 300 rs.
Lencos dc chila a duzia a 1J400.
suspensorios linos o par a 320 rs.
m !MMDa
Ra da lmperalriz, na loja da esquina do boc-
eo dos Ferreiros, vendem-se corles de riscado
francez para vestidos a 2y, chitas cores flxas e
finas a 200 rs. o covado.
Farinha de milho.
Vende-se farinha do milho muilo nova : ra
das Cruzes ti. 30, padaria, a preco commodo
No dia 22 do corrente vai novamenlc pra-
ca a casa terrea da ra dos Pescadores n. 6, pe-
rante o Sr. Dr. juiz municipal da primeira vara
pelo valor de 2:0008000.
No sitio do Sr. Marcelino Jos Lopes na es-
trada do Arraial: aluga-se urna escrava com lei-
te para crear, mas lem lilho. a
Preeiza-89 de um homem para Irabalhar
em um sitio, deve.ndo dar conhecimento de seu
bom comportamenlo : a tratar no paleo de S.
Pedro n. 4.
Modas francezas.
Lindos chapeos da ultima moda para senhon
fiChus Mana Anloinella e mangas c enfeiles pi-
ra Ihealro, rostidos para noiras, c luvas, ero-
gados pelo navio Adela: vendem-se na laja d"
madaiiic Millochau Buessard ; ra da Iropera-
Irizr n. I. r
A-j 1 recua-86 de una tnnlher livre de boa J;>
6i conducta, para servir; de costura c en- ;-;
M goramadn em una casa de familia : aira- (
;:; tar na ra da lmperalriz n 48, segundo
andar.

Francisco Tisanni e Juanne Barrolti subid-
los italianos, retiram-se pira Europa.
O Sr Domingos lli>nriqui's de Oliveira lem
nina caria na ra do Vigario n. 0, primeiro andar
Ahiga-ae a excedente loja da casa da ruad
Collegio n. 17, lado do caes ; a tratar no primei-
ro andar da dila casa.
Jos Mara da Molla e Silva, subdilo
luguez, vai ao Kio Grande do Norte.
por-
l'ubl'cacao jurdica.
Acaba da sahir do prelo a segunda edieia dos
Elementos de Direilo Administrativo Brasi|p-
ropelo Dr. Vicente Pereira do llego, lente da
3." cadeira do5.- anno da Faculdade de Mraito,
e acha-se venda na livraria econmica dos Srs.
Nogueira de Souza & C. no arco dc Santo Anto-
nio, esquina da ra do Crespo n. 2; onde os se-
nhores subscriptores podem recebera ultima par-
le da mesma obra Esta obra que nao pura-
mente didctica, contara o transumplo da nossa
legislarao administrativa cojo conhecimento
muilo ulilisa a tolos, ou sejam funecionarios p-
blicos, ou simples cidad.ios ; porque a todos in-
leressa onhocer as mutuas teiarosque ligam os
administradores e administrados, os direilos o
deveres recprocos que dolas nascem
Na ra do Destino n. 3, so aluga um mole-
que roznlieir, copeiro c comprador, auancando
o seu senhor a sua boa conduela.
Jcs Alvos Lia, Palriio Jos Borges
de Frailas, Frxncisco da Silva Saraiva, Pa-
tricio Jos da Silva Saraiva, Domingos An-
tonio da Silva Beiriz, Francisca da Silva
Luna l.iriz, Anna da Silva Ferreira, Ma-
na do Carmo da Silva Lima, Amalia da
Silva Lima. Jos Arras Lim Filho, repas-
sados da mais pungente magna pela prema-
tura mortc de seu presado sogro, cunhado,
pai e av Jos da Silva Saraiva, reem pelo
presente agradecer todas aquellas pessoas
que nao dnvidaram tomar parle na dor que
eslo solTrendo c que se dignaran) assislir
ao enterro o arompanharn teu cadver ao
ceinil- rio publico. Ainda pela segunda
vezdirigcm um vol de agraderimenlo aos k
Hus, relijziosos carmelitas Fre Joaquim de
Santa Hara Cunta, Fre Candido dc Sania
Isabel Cunha c Fre Eineslo de Sant'Anna
Ciinha e mais religiosos que nesse mesmo
sentido tanta se prestaran) e lanas proras
deram de amizade conduzindo o seu rada-
ver do poilo do remilerio st a sua ultima
morada; ao mesmo lempo dirigen) um rolo
de agraderimenlo a respeitavcl orlen ler-
ci'ira de Nossa Senhora do Carmo que tan-
tas pravas deram dc amizade para com o
."ii irmo ex-prior, ja conduzindo i mao o
seu cadver, recebara pois lodos estes se-
nhores a nossa eterna gralido. A lodas
aquellas pessoas que nao foram positiva-
mente convidados para o enterro pedem
elles desculpa e a esperam merecer em at-
ten;o ao estado de perturbarlo pelas duas
perdas que acabara dc soffrer.
Offerece-se urna ama para engommar. co-
ser e fazer mais algum serviro do ama casa :
quera precisar, dirija-so a roa do Caldeirciro nu-
mero 17.
Precisa-se de um amansador que trabalhe
bem : na ra da Senzila Velba n. 90.
Quem precisar de orna ama para eoiiakar,
de portas para dentro, em casa de familia na bo-
mem soliciro, 0rija-se s ra da Cruz n. b, pri-
meiro andar.
Frederico J. Corbertl rai para a Parabibav
Pede-se ao Sr. Carralho, director da coas-
panhia dramtica de Apealo, e ao actor Lcas.-i,
tenham a bondade dc rir a taberna da estrella do
largo do Paraiio a negocio que nao ignoran), e
lhes protesta para quclquer lugar que se retire*
lhes far o mesmo pedido.
Jcan Legeilb, lendo de seguir para a Fran-
ca no vapor francez cGuirnr, esperado ao fim
do mez, despede-so de seus numerosos amigos.
Precisa-se de duas amas, urna secca e eu-
trs de leite; no pateo do Terco n. 26, .
(I
\
sai 11 Ci^v/r-i L


Joaqun Alves Nunes relira-se para a-fio.."
ropa, a tratar de su* sauie, levando cm sua .
panhia um criado.
PUMO P rERNAMBUCO. SfeltA FEIRA 22 DE JUNHO M 18 m\ LlfiM-NUSLEIRA*
2, Goldeu Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e excellenlcs ac-
Rec'.'ie iVdejnho'' de 1860 j comm>dac6es para muilo maior numero de hos-
'''"'.. Sr. Francisco de Albuquer- ;pedesdo novo se recoromenda ao favor e lem-
Dranca dos seus amigos e dosSrw. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar- lhosscus
sorvicoso boas ofUcios guiando-os cm todas as
cousas que preciscm conhecimento pratico do
paiz, etc.: alm do portuguez e do inglez fnlla-se
na casa ohespanhole francez.
Antonio Pires de Oliveira, faz publico a.\0
presento scientilka ao Sr. arremaf lUPX 2 d *;Hd0 ,n d0 preseo,e ** -".'ida:
Avisa se ao
mir. U,...LI f.,_ 4 1 0111.13. U UO Aiuuuucr
T>L\,,u alcan,i. pra i""te,,na >>"-
i Ini Pp"e'"er ,,a ,ua Nva do Sanla Rila n
? i -iiniar nguelle negocio que sabe, e
hro I eTera I" sido ultimado cm 3 de dezern-
ro ai-j anno pagsa(j0> ien(i0 p0r consecuencia j
so^.osiquasi seis mezos-
Pelo juico do orphos dcsta cidade e carto-
rio do escrivao Guimaracs, vai a praca de verida
lima casa terrea de laips, sita ua p'ovoacao do
Monteiro, na travessa do Quiabo, avahada cm
6003, nndo a audiencia do dia 22 do corrente,
pertencenleaos herdeiros da finada D. Barbara
Mana Ferreira Lopes.
= Prccia-se alugar uro primeiro ou segundo
andar que tenha commodos, para pouca familia
no bauro de Santo Antonio : para tratar ua ra
das Cruzosn. 41, loja.
Na ra Direila n. 82, precisa-se de um ho-
nem forro ou captivo para lodo o servico de re-
finacao.
O abaixo assignado faz publico que o Sr.
Laadelino Manoel de Albuquerque deixou de ser
seu caixeiao dc-.de o dia 18 do correte. Recite
19 de junho do 18G0. Luis. Antonio dos Santos
Pereira.
Hdame Bonnefond relira-se para a Europa.
Qiicm livor penhores de ouro e prata na
ra da Paz n. 36, venha no prazo de 8 das lira-
dos, do contrario serao vendidos para pagamento
de principal e juro*, e nao se admitlir reclama-
rao alguma. Recife 19 de junho de 1860.
O teen te-coronel do 3. balalhao de infan-
laria da guarda nacional, o presidente do conse-
llio do qualicagio dos guardas nacionaes da p-
roehia da Boa-Vista, faz constar a quem inlercjs-
sar, que o mesmo consclho abri novaracute seus
irabalhos, e que llavera inspeegao de saude no
ta 23 do torrente. Recife 18 de junho de 1SGO.
Francisco de M. Leal Seve.
O bacharcl Antonio l.uiz Cavalcanli de Ail-
buqucrqae veude, com aulorisacao de sua mai,
alguns terrenos para rdificar.no siitio onde mora,
na ra do Palacio do Rispo n. 1.
. Quem precisar de tres escravos poraluguel,
dirja-se a ra do Hospicio, primeira casa do la-
do diroito, passando a Faculdade, que achara
com quera tratar.
Sahio a lu o 31 tomo ua biogra-
prnas de alguns poetas, e outros li-
tricos Ilustre da provincia de Pernam-
puco, pelo co;nmendador Antonio Joa
<] tira de Mello. Coute'in as biographias
de Luiz, Francisco de Carvalho Cuuto,
Jeronymode Albuquerque Maranbao,
Alvaro Teixeira de Macedo, e Joao
Antonio Salter de Mendonca ; versos,
entre os quaes 30 odes anacrentica*,
urna noticia interesare do levante de
Goianna em 1821, e noventa *? dous
documentos inneditos. Por ora eih
tritio do autor.
0 Dr. Joo Ferreira da Silva mudou-seda
ra do Ilin.vrel para a do Liv-ramenlo n. 26, so-
brado do Sr. Mauoel Buarque do Macedo, defron-
le de sua enliga habitacao. A grande pratica de
auscultarlo reconhecida por quasi lodos os seus
collegas desta cidade lorna-o roconimendado no
diagnostico das molestias dos pulmdes e do cora-
510 ; assira como para verificar o estado do sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Telo
crescido numero e variedades de operaces que
ka feila com bom resultado em o cxercic.io de
oais de 20 unos, se jnlga habilitado para prali-
Cir loda o qualqucr operacao cirurgica por mais
delicada e dilcultosa que seja.
ageucla dos fabricantes america-
nos Grou'ver & Baker
Machinas de coser: em casa de SamuelF.
Jobnston & C. ra da Senzala Nova n. 52.
Francisco Jos Arantes previne a
seus freguezes, que mudou o seu arraa-
zem de materiaes da ra do Imperador
(antiga da Cadeia de Santo Antonio) pa-
ra o pateo do palacio da presidencia
lioje Campo das Princezas, ao lado da
repartico das obras publicas.
P^ Recebeu-se pelo paquete ||
francez novos vestidos de oir anlique e W
grode-fric, maulcaui para sabida de thea- m
tro e muilos objeclos de novidade pro- ^
prios para senhoras ^
Loja de marmore.
MemwGmm mtmw msmmm
Na ra da Cadeia do Recife n. 38. primeiro
aiulr, precisa-sc fallar ao Sr. solicitador Manoel
Pereira de Magalhaes.
O Sr. Andr Alves da Fonsec.a Jnior queira
por favor ir ou mandar ra Nova, loja n. 7, a
negocio que nao ignora.
= Haternus l.ins faz publico* que contina a
fazer pao de Senleio todas as quailas-fciras e
sabbados, depois do mcio dia, na padaria em
Santo Amaro, na taberna da ra da Iinperalri?. u.
2, na roa da Cruz no Recife n. 5, e tainbcm n.ts
Cinco Pontos, defrnnle dj eslavo da estrada de
ferro, deposito n. 148.
^Lices de francez e\
piano.
Mademoiselre Clemence de Hap.nctot
s de Manncvillecontinua a dar liwes de f
jip francez e piano na cidade c nos arrabal- ^
^ des : na ra da Cruzn. 9, segundo andar, st
Pec-su aM
Srs. uurnes uiais pessoos a
quera for offerecidos 03 objeclos de ouro obaim
mencionados, a apprehenso dellcs, que foram
roubadus na mairugada do dialP, da ruj da Sen-
sala n.... primeiro andar, Sfpulceiras de pedras.
1 U50, 2 pares do rosetas, 4 auneloes com as ini-
ciaes LMS, 1 de cabello, 2 alfinetes, 1 pardo
boles de manguitos, 2 moedas de 20*. era pa-
pel 14. ^"
Madama Catherina Goflinfil, subdita belga,
relira-se para a Franca, levando um menino em
sua companhia.
Jos Rodrigues do Andrade, vai a Europa.
1 DENTES I
I ARIWICIAES.
fluaestreitado Rosario n.3|
# Francisco Pinto Ozono collora denles ar- #
@ tiQciacs pelos doussyslcmas VOLCAN1TE, fe-
chapas de ouro ou platina, podendo ser
t procurado ni sobredita ra a qualqucr *
hora. }g
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Cor rea era liquidadlo, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado'
Queimado n. 10.
Grande novo sortimento de fazendas d todas as qua-
lidades por baratissiinos precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos corles de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Diios dito9 de ditos de seda de cores
cora babados
Dilos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fil de soda preta bordadas
Visual de grosdenaples preto bordadas
cora troco
Grosdenaples de cores com quadfinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado lf e
Dila lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
I Cambraias orlandys de cores, lidos pa-
Por um corle de cabello wsSSSsms' bmdidM
" 11AA Mantas de blonde brancas e pretas
TS"
rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomte acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, o um oulro vindo de Paris. Esla estabele-
cirnentoesta hoje as nielhores condicoes que
possivel para salisfazer as encommendas dos
objeclos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejara : raarrafas aLuiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rselas, etc., ele, ca-
ballciras de toda a especie, para liomens o se-
nhoras, lava-se igualmcnle a cabeca a moda dos
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Dilos de dila do algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Cosemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chalos de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas asqualidades
Enfeites de vidrilho francetos prelos e
de cores
Aberturas para camisa de l:iho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafi-l rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Estados-Unidos, sem dcixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden- Cassas francezas de cores vara
les, os objeclos em cabello serao feilos em sua | CoHarinhos de esguiao de linho mo-
prcscnca.se o desojaren), e. achar-se-ha sempre nm .
1 .. : i u 'm con'P'eto sortimento
urna pessoa disponivcl para cortar os cabellos, c
pentear as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomt?, aterro da
Boa-Vista u. 7, o cxcellenle leite virginal de to-
las bianca para refrescar a pello, lirar pamios
sardase espinhas, c igualmente o afamado oleo I
babosa para linipar c fazer crescer os cabello,
assim como pos imperial d lyrio de Florera
para borluejas asperidades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da nnniavcra da
vida
de roupa feila
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
S colletes, caigas de muilas qualidades
de fazendas
} Chapeos frar.cczes Onos, forma moderna
Um sorlimenio completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
9 Camisas francezas, peilos de linho e de
algodao brancas e de cores
9 Ditas de fustao brancas e de core
Ccroulas de linho e de algodao
1$200 Capellas brancas para noivas muilo finas
8 l-'m completo sortimento de fazendas
3$00(J para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
1*500 covado
Meias cruas brancas e de cores para
109000 meoBos
16J0O0 Ditas de seda para menina, par
Luvas de Do de Escocia, pardas, para
19000 menino
9 Velludilho de cores, covado
9 Velbulina decores, covado
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 res, o par
9 i Ditas de seda idem idem
S Um sortimento completo de lu-'as de
$900 seda bordadas, lisas, para cenhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
9 lidades
9 Corles de col'ele de gorguro de seda
$640 de cores
9 Dilos de velludo muilo finos
Lenros de seda rxos para senhora
9 Marquesitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
3j00 Sapatiuhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par
9 i Casinetas de cores de duas largurasmui-
6{j000 I lo superiores, covado
$500 Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
92801 fazenda nova covado
500 Setim liso de todas as cores covado
, Lencos de gorguro de seda prelos
$800 Relogios e obras de ouro
I Cortes de casemira de cores a
8*500
9
i
9
$
9
S
9
I96OO1
9320
1C200
7.W
2S0O0
9
9
2550
Troca de casa.
Troca-se um primeiro andar emboa rua.ai
Santo Antonio, que paga de alugurl 2lf kii'i-<
por oulro as mesmai condi<.6es, e que sea al-
gucl nao exceda de 359 a 4j, e que tenha c
modos para familia : a tratar na ra do Cresp
numero 13.
O abaixo assignado deixou de ser cuxr*
do sr. Lu/. Antonio dos Sanios Perir* d<4>*
dia 19 du andante mez, e agradece ao me*mo s#t-
uhor o bom traUnienlo c delicadeza rom que
tralou durante o lempo que foi sen caixeiro.
Landelino Manoel de Albuquerque
Precisa-se de um caixeiro nacional ou *-
Irangeiro, para urna taberna distante do Cate
urna legoa, dando fiador de sua ronduria. *i-*r
boa conveniencia : para infurmarijes, na rus %
Livramento, sobrado n. 19.
Andrew Pepler, sua senhora e 2 meniaaa,
subditos ingit-zes, retiram-se para a Europa.
CoQslanlemeiitc
compra-se, vende-so e troca-se escravos na rma
Direila n. 60, csuipiuiio de FraacssM MaUwm
Pereira da Cosa.
Dr.Ccsme de Sa' l'ereiri
de volt? de sua viajem instiuct
Jtiva a Europa continua uoexei-M
-cicio de sua profissao medica.
li Da' consultas em leu escripto-]
trio, nobiirro do Recife, ra tb.^
i^Cruz n. 53, todos os das, nunc *?
domingos, desde as IUrJ
^t as 10 da manhaa, solire o*j
seguintes pontos :
1-. Mjlestias deollios
,1;. .Molestias de Cjincoe
9
2$f00'
15000'
1S600
9
I
9
5S00O
| Azcvcdo, quo-levou em 19 do abril dous
| pares de borzeguins para -senhora (amos-
g ira) queira levar a mesma loja o seu im
e; porle ou a fazenda.
O Sr. ihesoureiro das lolerias manda fazer pu-
blico que se acham venda, lodosos dias no es-
critorio das niesnias lolerias na ra do Impe-
rador n. 36, e as casas commissionadas polo
mesnio Sr. thesouroiro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 c 16 e na rus Nova D. 56, os bi-
Ihetese meios da ultima parle da oilava o pri-
meira da nona lotera da matriz da Roa-Vista
desta cidade cujas rodas deverao andar imprele-
fivelmento no dia 7 do julho prximo futuro.
Tliesouraria das lolerias 16 de junho de 1860
/. M. da Cruz, escrivao.
IflM
r.
Joaqmm Jos Silveira, inventariante do ca-
sal do finado Marcolino de BorjaGeraldes, convi-ifl ,,( ..(a ,la ni,,n,0
da a todas as pessoas quo se julaarem redoras V11"1 lt* Ddl IC (Ift flllUl I
lo fallecido, a apresentarem ao annunciantc, na ,1^. /i ,^ '
raadla Cadeia do Becife n. 8<, seus ttulos am! UO yiHliaSlO.
:..(..._ l..ll...i..^ niKri.M.l^c i>olr\ nh.ii-.ij
1C SCrCTQ lv UoiOnl
-. 1 i -irl.-ie
Dinheiro
sobro penhores, por mdico juro ; na ra do Li-
vramento, sobrado n. 19, se dir quem d.
xmmmm mme wmmm
^ Aluga-se urna casa defronle da fundi- <|f
co cao em Santo Amaro, sendo terrea asso- <05
$jp Gradada com commodos para grande fa- X
7U milia, com qninl;l e cacimba. :-jSk
msmmw&sm msete mstmmi
Kalk-man Irmos & C*. enearregados pelos
credores conheidos do fallecido Francisco Xa-
vier Brite de Oliveira de liquidaren! a sua casa
para o que Ihes foi entregue pelo pai do falleci-
do. Jos Antonio do Oliveira, as chives da sua
loja do miudeeas na ra Direila n. 23 e a da ca-
za onde tom a sua mobilia e estando por um e
oulro autorizados a venJer em leilao a dila loja
c mobilia avisara aqnem inleress'ir possa, o qual
quer oulro credor que por ventura exista do dia
to fallecido que vo proceder a esta liquidaco e
venda para pagamente dos referidos credorese
afi-n de que se aprsente quem mais se (ligar
com dreito a niassa d fallecido cm dez das"na'
caza dos anounciantes ra da Cruz n. 10, sem
que se responsabelisem depoisdo raleio pelo pa-
gamento dos dbitos que depois d'esse prazo
apparecam.
Recifo 19 de junho de 1S60

DETIST* FRANCEZ. 5
)* rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e
fc p denliico. <
X..&.JLJLX.JL4.JU. JLXAJt. Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Piolo, o ob-
saquio de saldaren) seus dbitos na rus do Col-
eg venda n. 25 ou oa ra do Queimado loja
10.
assignado sahiram os scguinles premios :
Ns.I""
1200 10.0009 Qtiarlos.
615 1 '.OOjj Rillietc.
2161 40O3 1 meio.
183 20g 1 dito.
2113 200J 1 dito.
235 100$ Quartos.
914 1110$ Bilhctc.
1353 1009 1 meio.
1609 1003 1 dito.
1400 50$ 1 dito.
151 - 509 Bilheie.
1618 50| 1 mcio.
2215 5US Rilhcte.
3013 5ti Bilheie.
3195 50g Meio.
3197 509 Dito.
3388 50S Dito.
EAU MINERAL
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica fraticeza ra da Cruzn. 22.
oit'rr;
Neste provr-itoso estabelccimento, que pelos no vos
imente niorrtado,far-se-liao tambem do Io de nove
GRANDE SORTHSTO
DE
Fazendas e roupa feila
melhoramentos feilos acha-se conve-
t^o.?aS^eWWaa0a,UbliC0 dC ^-^^eZ^per^en^^n:
Assignatur- de banhos fros para urna pessoa por mcz. .... 102000
momos, de choque ou chuviscos por mez 15000
,___,________Spneg \p eartops p banhos avnlsns aos creeos annunciado.i.
Pivcisa-se de duas ama?, urna pa-
ca cosinliar e outra para engommar,
lundose preferencia a cscravss: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
peito
|3*. Molestias dos orgaos da gera-fl
co, e doanus ;
i'. Praticara* toda e quaUpi-,,
0,-etarao quejulgarconvenitli-
te p;ira o restabcli cimente dc-.-?
eusdoentes. r'
yj O exarae das pesseac Jsultarem sera' fetto indistinta -
, Smente, e naoidtm de tu cav
trs.das;lascndoexc\i i.'cn c-i.
tes de clhos, ou aquel etqvc j i
motivojustcoLtivcKn. litis n- >
^cada pan tste lim.
A applii-.iriio de alguns medit.
mentos indispentavfi tm mrk
(casos, como o do sulfato ale ;
Lpinaetc.) sera'fetto,ouconc
k-gratuitamente. A conianru qwt
i'nell.-s deposita, a prestir di
gacefio, e a necessidade piomi !
Kde seuempivgo; tifio quantr- c
^Jemove era beneii io de leai
Idoeartet.
lOTFIllM
^S@* ^ @@@
45Ra Direila45
De 5^000 a 0^000.
O prorrietario deste estabtlecimento
DE
POR MEDIDA.
Na lojaearmazemde Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
c\\\ sua loja de 4 portas.
Temum complelosorlimenlode roupas fcilasij f)l. SUtXfi l, P!\IIA
e por n,edida a vontade dos freguezes : cal?as de | jL^SSZJiJiJ^. 1
casemira e de bnm, colletes de diversas quali- | viadosda Europa pelo Dr. Sabino. |!j
des, sobrecasacas de muilo bom gnsto, um sor- .Esles medicamantos preparados espe-I
limeiilo de paletols de panno e de-casemira. al- talmente segundo as necessidades da ho- S
O thesoureiro das loteras icclara <-i
- -------- gamenlo das premios da quartj pnrte da aua.l;
SCOHVltorw Central llOmCOpalhicof l?a| LC>ta^fW M*** Cylo Pernambuc.L. ,
[daboha da maiorpnrte da populaqao, I ieeo.de ser publicada cm odia Is d ,
e animado por um sent.menlo ,)l,ilan-1 mez, principia a ser fluctuad., do di. ||,
trpico em prol dos seus antigos fie- "u> nKZ e,n di>nt.-, istoeemo ..< o r. ;..) i
guezes, tema l.ooi-a de oirerecei-llK-si 8 lein "lcsmo ,,">s""ri'ir' c M '
um resto de boizenuins de bezerro e|gado9dpc8la,em air'Ja swissssi om a ,
lustre, cm muito bom estado, mediante
NU1MM.
f
_ o
Continua sob a mesma drec^ao da Ma- 5
noel de -Mallos Teixeira I.imai prufessor
cm. hnveopathia. As consultos como d'an-
9i tes. f ,S
i
fioitca ojntrai liomcDpaimca
Do
A garanta paga na ra do Imperador n. 79,
primeiro andar.
P. J. Layme.
Na noite de 18 para 19 do corrente mez, do
sitio do abaixo assiguado, na Campia do Barba-
llio, freguezia da Vanea, arrnmbaram urna es-
iribnfia e furlaram 2 ravallos c 1 sellim, 1 quar-
lo de sella, bonito, rodado pedrez, gordo, bar-
rigudo, com sellim coberto de novo ha pouco :
milo se recomnienda a lodas as autoridades, co-
mo pessoa s particulares quo souliereni deslc ca-
vallo, que o apprebendam e duein parle ao abai-
xo assignado, que sero recompensados ; c oulro
quarlo russo pedrez. grande, e vellio, corlado
da peia no p e na mo.
Antonio Duarte de Oliveira Reg
paca, taazinha, riscadinhos e de brim, que ludo
se vende por pceo commodo ; um completo sor-
limenlo de chapeos prelos d-e seda para homem,
de superior qualidade a 10$, ditos de castor mui-
to superiores a lGg, chapeos de sol de eda in-
glczes dos melborcs quo lem vindo ao mrcalo,
dilos francezes de diversas qnalidades, dilos de
panno grandes c pequeos, corles de vestidos de
seda de variados gostos para diversos~precos, um
completo sorliinenlo de bordados e'enlre-meios,
golinhase manguitos, ludo por preco commodo ;
chaly deseda e la de goslo mais apurado que
lern apparecido a 1*280 o covado, chitas france-
zas muito superiores de 260 at 410 rs. o covado
de gostos muilo delicados : um grande sortjaen-
todc fazendas francezas elnglczas c allem.isque
seria impossivel aqui se poder mencionar com
precos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais era conla que em outra parle sendo
a dinheiro.
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FOKGET.
J p i apProvad0 Plos m^'s emin.ntes mdicos de Paris.
_jomo sendo o melhpr para curar constpales, losse convulsa e ouiras
aueceoes do* bronehips, auqnes da peno, nritaoftea nervosa, e insomnolencbs: urna colberad
fetpoTd^enVro me"r.Sa,SUfGC'enW:S- ^il> "este exce.eare xarope sausfaz aomVsmo
O dipotilo na ra larga do Rosarlo, botica de Berlholomeo Francisco de Souza, n. 36.
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No &c\*ozUo deste csla\.e\ecVmcnlo sempre ba grande sorUmento de me-
eliausmo ipara os engenhos de assucav a saber:
Machinas de vapor moderna de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e defacillimo assento ;
Kodas d agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas ;
Cannos de ferro, e portas d agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira j
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes
TV*etrLL?r^2^tx':; ca'a"'- boi$-acuni,adas e- ***.d
Paroes ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalbas;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha
Rodeta, dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos oubois':
AgudhOes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrocas, forma', galvanizada, para purgar etc., etc.
D.W.Bowmari confia quejos seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
tTeitotoSF*.l0Dga?PfrrtqUee!letemd0 diaDi^8^^
S? ^TO7m? .ePeIof?ct? de mandar construir pessoalmente as suas obrts as
Tm^redltad,aS fabr-CaS da ^^erra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim
assim como pela cootinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modi ficar o mechanis-
wo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderao necessitar
^j meopaihia no Brasil, vende-se pelos pro- Z
q eos conhecidos na botica central horneo-
palluca, ra de Santo Amaro (Mundo No- S
# v) n 6- S
Attenco.
Os effeiJos antiepidemicos, quo sao produzidos
pelas fumigacoes hygienicas de Cuyton de Slor-
veau, sao eflkazes, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ltimamente. Os vaporas
que se elevara de urna formula desta fumigacao
bastam para desinfectar um esparo de 340 pes
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Smilh. 0 andado que nos vecha de pr-
senle, tem ceifado nuilAS vidas, e convem que
(para provenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualqucr parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifeslado, recorram
bolica n. 88, na ra Direila, onde se aclia ven-
da quanlidade daquclle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunho, morador na ra da
Pria n. -19, reconhecendo eslar a sua casa affec-
lada dcsla epidemia, pos quas todas as possous
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, prodiuio ella salulares resultados : as
j pessoas pois, cm idnticas circunstancias, que
precsarem das desinfcccocs, o acharao sempre
prompto para mandar effecluar a devida spplica-
;o. O mesnio lambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approveitzm, e previncm a invasao das epide-
mias no interior das habilaces ; assim como
de importante utilidade a sua appcagao as fe-
ridas, ou ulceras chrouicas como detergente para
preserva-las do estado de pulrefacc,ao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta, O proco h n>
2;"^.Josa da Rocha Parauhos.
COJIlPAIVniA
LLIANC
Eslabclccida cm Londres
El
Aip ii mu.
CAPITAL
Cineo mUYioes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & C* tem a honra deln-
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
:asas, eaguemmais convier, que esiao plena-
mente autorisados pela Uita 9ompanhia para
effectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objeclos que contiverem osmesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualqu oalidade.
i
a retribuicao cima.
g Dr. Carnciro Monteiro aproveitando a
J? proporc.ao que lem para n.ais fcilmente
! f"ru,ar10Vr1,ba,hosd,,nar^.- acense 1
0 Ihado po o feliz resultado que tem oblido *
rm multiplicados partos laboriosos, lem I
0 filio sua especalidnde sobre este remo &
fe para oque poder ser procurado a qual- S
quer hora, na ra do flangel n 1 Z
Bollinhos,
Bandejas eneiladas com diversos gastos, dos
d libras8Su !? '-0 "SS0 "lcrcad' P'-eo
clu=iao da exlrac.ao osnun r. s fea nao SMaB
premiados, para assim se verilear a exaclidi^ ^
menclunada lotera.
Thesouraria das lolerias lo de jsaSM de |
Camj Piic-\
< tm mu.-n habiliudo .- ,.,' Ua rvjn'l
* JVZ-'S' par enii"arn' *Mlf 1
|C M parlicular.a pesoas d
> priaieir.is li llrns, I
H ce/, I..IH!. msica, Nutrimental nMI:
ti e l.em a $L sica muiiu bem hailMdo i rupia litiH.zra- I
v phada, ornando a fren:,- .:., (, j,. %. Jg
ar Lderes gticos ou de ,. -, ',..ae ;.,er r.
jr; oslo com a presteza .{..> ,e exigir: a *
A. iral.ir na ra larga do Rosario n. \ vt
, meiro andar. :-
le TiaifM r s*i, '
i,gua nacioMl, fui,." S
pastis de nata, creme, lorias, ou outra qual-i Irt I
Pf^^^i^tz^i^, i-olera da provinna.
T*^KffSL Obilh,ten.^2,a icccita ,,,,.
pl'nhfn c,rnla do "'crC8uo. drijn-sc o ruada'da pnmeira lotcria do Espirite Santo
Fenha n. 2o. para tralar-se. i premiado com a so. le de J.'rOOO. fot
]|^^*$S^f|gSiMeKSigg Pw'"*l** Sr. Fortunato Josf
| ias de S.imjiaio, guarda livros des S
" | Rraga & Aiituncs, secdo llie rcsssetl
dito bilbet" da Parabvba. O llu
Music.
i Recebeu-se pelo ultimo paquete boni-
, tas msicas para piano : na ra Nova
; n. 4 o
Loja de marmore.
Nova fiiDiJicao de ferro
e broDze.
IVua do Brum n. 1.
James E. B. Spears.
Fundidor machinisla e engenheiro encarrega-
se de qualquer obra, assim como sentar vapores
de todas as qualidades para serrara, refmacrio
rabrica de sabo. machinas para amassar p,io'
para moer mandioca, tudo por preco commodo'
e concerla alvarenges, bombas, vapores, e toda
qualquer obra.
Dentista de Paris. |
I 15 Ra Nova15
*j Frederico Gaiilier. cirurgiao dentista, 3
i faz todas as operaces da sua arle e col- s
loca denles arlificies, ludo com a supe- *b
noridade e perfeicao quo as pessoas en- 3R-
tendidas Ihe reconhecem. L
Tem agua e p(js dcnlificios ele. f
reno, Camilio Pires.
_j" iieci'bcu-se pelo p.-iquctr fi.in
ees, io'pa feila para boata do ul-
timo goslo
LOJA DE MMUI0RE.
nBSalife
Quinta-fcira 21 do corrente n.ez, prrante e
juizo dos feitos da fazenda acioaalatUa maiar, por ser a iiKmdb prar^a, dons eSBWtaa t
nomes Mathiaa e Pedro, ambos rom 30 anims de
idade, pouco ou menos, penhorades ao ro
Joaquim Cavalcanli de albvauenasw, i-oinc te-
dor do ex-rollector do Cabo, Fraarist Aasaaia
de S Brrelo Jnior: qu-m pretender arren-
da-Ios, compareca no lugar do cuslume. Rcci.e la
de junho de 1860.O solicitador do juizo, Frast-
cisco Xavier Pereira de Brilo.
^ O abaixo assignado, Ihesoureiaro di iimaa-
dade do Senhor Bom Jess das Cbagas, faz s,un-
te a lodas as pessoas que se julgueai ciedtras i*
irmandade, durante o tempo de sua lkMraris,
de apresonlarem suas corlas no prazo de 8 3tj*
para serero pagas. Recife 18 de junho de tCO
Joio Bax>lisla da Silva.
Sociedadedesel-
leiros.
Roga-se aos senhores socios desta til socieda-
de que se dignem ir ver as machinas de coser,
propnas para esteofficio : na ra da Imperatriz
numero 10. r
Precisa-se alugar urna
escrava.
Quem tiver e quizer alugar urna escrava para
casa de muilo pouco familia, tendo ns quidida-
des segumles: que seja muilo fiel e humilde,
que coznhe soffrivelmenle; diriia-se a ra do
Queimado n. 46. loja, Ocando o senhor responsa-
vel pelas qualidades exigidas.
de
CC? Recebeu-se pelopaq-iele frau-
coc, luvas de peluca de Jojrin
todas as cores
Leja de iuai-moi-e.
OSr recebedor de 13 caixas da
marca LC com papel, vinda de An-
tuerpia na escuna Iiotlaodtrza Monrir-
ckendaro, e cojo conhecimento vem
ordem, tenha a bondade de declarar
quem para se poder mandar a conta
do frete, da casa dos consignatarios I-
Keller & C.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e engn
mar, para casa de pouca familia : a tratar na to-
ja de livros defronle do arco de Santo Aajanio.
Na ra do Destino n. 3, aluga-se um moto-
que que copeiro, enlende de cozinha c compra.
Precisa-se de um moco com boa pratica 4*
pharmacia : a tratar na ra do Livrameolo a. M.
___


M.
Sincero reconhecimento.
loflammafo dos bofes.
Nada ha mais justo do que dar os devidos lou-
rores a quem os merece, e por isso que faro a
prsenle declarac.io s preciosas virtudes "das
chapas medicinaes do Sr Ricardo Kirk, morador
na ra do Parlo n. 119, pois no curio espaco de
dias-curaram urna escrava minha que padeca
oc tnflammaeaonos bofes da qual eslava i to
atacada, que nao podis estar senio deileda. ape-
r de ter feto todos os remedios. Por tanto
BSo obstante as ditas chapas seren bcm conhe-
eidas por suas innmera eis curas, faco tambem
esta declaracao cm signal de mcu sincero reco-
alieciruenlo.
Caes da Gloria n. 90, Rio de Janeiro.
luir Jos da Costa.
Reconhecida verdadeira a assignalura supra De-
le tabclliao.Jos Cardoso Fonles.
Louvor e merecimento.
Inflammacao na bocea do estomago.
Tossuido dos mais sinceros agradeciraenlos
vou por meio desta (olha declarar o feliz curativo
que minha senhora recebeu por meio das cha-
pa* medtcinae o Sr. Ricardo Kirk, escrinlorio
ra do Parto n 119. ficando boa em 30 das de
urna inflammacao no estomago, que padeca ha
au de 2 annos, por cuja causa soffria immen-
** incommodos ; por Uo justo molivo confesso
a rrniha grnlido para com o autor de to pre-
cioso remedio, que pude sem duvida ser til a
.lanas pessoasque padoccm a mesma molestia.
Ra de S. Pedro n.29l. Rio de Janeiro.
A nselmo Malta das Neves.
Cura completa.
Sem resguardo nem ncommodo.
Forte inflammacao na bocea do estomago.
Eu abaixo assignado. faco publico, em bene-
Ji-io da humanUado, que solTrendo por espaco
ib auno una // inflammacao na bocea do
ARIO DE ECTrUttBCO. ~ SftgTA FEIRA 23 DE JNHO DE 1860.
BARATO SO NOPUOGRESSO
DE
C>
- quasi desesperado.
recorr finalmente as chapas medicinaes do Sr!
Ricardo kirk, ra do Parlo n. 119, escriptorio
con as quaes, trazendu cm suppurseo os hu-
maros em 38 das achei-mo inteiramente livre
dosla ternvel molesa f pelo que dou ao dlo se-
nhor os meas mais paros o sinceros agradeci-
mentos. Ra dos Ourives n. 2, Rio de Janeiro
Jos Joaquim Ferreira.
Pillas Paulislaiias,
Em pacotes pe 2 caixas n. 1 e n. 2
Ura curativo rariasimo feilo pelo medico Car-
los Pedro Eicheeoio, sobre a pessoa abaixo as-
signada. Padec o anno passado um cancro roe-
douro no peno eiqnerdo, procedido de uma esoi-
n.ia oii urna dureza de que foi o principio, e com
coruichoes, e ..mas certas dores que me respon-
d a m no eeraclo. Quando procurei o dito senhor
a inda era horrenda que poda caber um ovo de
l.Hnn u'**,?8,m pilulas sarei *m me-
nos de 60 das. Pelizes daquolles que tiverem
aoseii alcance os raros remedios do autor
&. Vicente 12de dezemhro de 1859.
Escolstica taria.
.Geposilo gcral ra do Parto n. H9
RIO DE JANEIRO.
- Dos Irescarallos furladosno engenho Bom-
fim, ao amanhecer do da 8 do enrrente. .i.
------correte,
iraccao foi annunciada por este Diario
cuja
ap-
d us da fazenda, sendo u
dor baixo. castrado
lados os oulros
sao claro, carrega-
j o outro castanho, inleiro, e
tcm vento n.is maos. oue o faz
que
roga-se
emmaquecer
as autoridades do
r onle foiapprohcnlido aquelle cav.illo de
lodagarem esse negocio que hoje mais fcil por
rrer prendido o que o tnha orculto. Qual-
quer noticia o respeito pode ser dada na praca
00 escriptorio dos Srs. M. I. de OUreira & Filfio'
pri ;a do Corpo Santo, que satisfar qualquer des-
pera para ootenejio d mesmos cavados.
Baratissmo.
Ra do Qccimado n. 1y.
Armazem de azendas.
Chitas francezas finas de padres miudinbos a
220 o corado, pecas de chita com 38 covados por
5J800.
Coberta a 20000.
Cobertas chinezaa muito liadas a 2.
Riscado francez a 2$000.
Corles de riscado com 13 1(2 covados por 25.
Lencos brancos a 2jjK)00.
Lencos para algibeira a 2# a duzia.
Algodao monstro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2^500.
Chales de merino estampados a 2&500.
Casemira preta a 6#000.
Corles de casomira preta fina a 6$, paletots de
bnra a 3#, fil de linho fino a 800 rs.
Cambraia de cores a 160rs.
Cambraia de cores muito fina com defeito de
agua doce a preqo de 160 o covado.
= Ganga de edr e brim de linho muilo fino a*
500 rs. o covado.
Gulla-percha. I
Artigo? para invern de guita-percha |
ou borracha, vende-se na ra Nova n.45 1|
5* LOJA DE MARMORE. ||
--Largo da Penlia
Neste armazem de molhados con-
linua-se a vender os scguinles gneros abaixo mencianados dci superiores qualidades e mais barato
dos propietario" qu,lq,,er parle> por serem a maior Parle deles "cbidos em direilura por coi-ta
MaiUega ingleza e franceza
LC^r1iaTentf'!0r.ama.iSDOva se far algum abatimenlo.
Queijos lamengos
m.UJ fnr^0.rnCenlCm?nl que o freguez fizer se far mais algum abalimeulo. 6
Queijo pralo
os mais novos que existem 110 mercado a lg a libra, em porco se far abatimento.
iVmcixas francezas
9m'^nnr6 a ll2 libra por ll500 rs, e em camPoleiras de vidro*conlendo cada uma 3 libra
por o^pUUt'
Mnstarda ingleza e f raneeza
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
VevdaaeTos figos de comadre
m caixinhasde S libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1$600 rs.
Ro\i\c\inV\a ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4$.
Potes vid va dos
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou oulro qualquer liquido de 400 a 1000 rs. cada um
JVmendoas confeadas proprias para sortes
de S Joao
a 1$ a libra e cm frasquinhos, contendo 1 1[2 libra po: 2#.
Cha prelo. \iyson e pcrola
os melhores que ha ncsle mercado de lj>600.2 e 2500 a libra.
Majas em eaixin\ias de 8 libras
contendo cada urna diffcrenles qualidades a 4$500.
Palitos de denles llenados
era molhos cam 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijolo franeez
propriospara limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francezas
em latas e em frascos de differcnles qualidades.
Presuntos, cnouricns e palos
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
1.atas de bolacninna de soda
de dilTorenlcs qualidades a i#600 em porcao se far algum abatimento
Tambem vendem-se os soguintes gneros ludo recenlemenle checa* e (te wnerio-
br?c?oU de Li-b?are m fde fjS^ ^ *""* mufl nova' "celada do mais aTXfa-
comTmend^ h'.M^ ,nn SC'pe.r?.SeC? pa9"M' fril?la3 eacalda- mendo.. noze, frascos assrm como palha de carnauba
TZ, a \ 2 tCl e," Past!"'a9d,! vanas qualidades, vinagre branco BordeauxVoprio eriptorio de Manoel Al
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as q..olidade"om-
Rnor,^a' e,'V1 r" fr?ncezas.cl'PSne das mais acreditaos marcas, crvelas de dU.
VSZZSL uZ?SIrJnce"s Tt "S' ma"a?1uin" I" -. azeitedoce purificado,azei'
tonas muito novas, banl.a de porco refinada e oulros muilo gneros que encon
HfcMUIOllItlttfMHEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
MUharesde individuos de todas as nac6es po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario que
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de hareremprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer deesas cura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
aellas sao to sor prendentes que admiran; o
mdicos rhais celebres. Quanlas pessoas reco!
braram com este soberano remedio o uso de seu
bracos e pernas, depois de ter'permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputacaol T/ellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodess
preaosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusaode seu reconhecimento declararam es
'es resultados benficos diante do lord correge-
e 0utr3 magistrados, afim de maisautenti.
carera suafirmativa.
t Wuiguem desesperara do estado de saude sa
"esse bastante confianca para ensatar este re.
, conantemente seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitassea natureza doma,,
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente
Vueludo cura.
,^,en/ e ulil* mals rtlei-
n"rmonto BOS Suintescasos
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
linston & C. ra daSeazalan. 42.
Vende-se uma preta com 30 annos de ida-
de, cozmlieira e perfeila engommadeira, dndo-
se a prova ; s vende-se para o malo : na ra
das Cruzes a. 30, se dir quem vende,
gocios.
Barato.
iranio tendentes a
2Upnrf-mandarsu.as enco[nraendas o armazem Progresso que se lhes affianca a boa qualidaae e
o aconuiL'ionamenlo. *
S Luiz Soulan, culileiro e armeiro fran-
coz, q'in trabalhou em casa dos Srs.
1 Pommateau o Pradines ain, previne
<* ao publico que acaba rio cstabelccer-so
^o na ra das Cri7.es n. 38, aonde offere-
f^ ce seu presumo, qur para amola^oes,
g qur para concortos de qualquer espe-
d ce, o que prom"'.le fazer com rapidez
|| e perfeirao. Igualmente se encarrega
;| de concert de instrumentos de cirurgia
^;| e dentistas ; quem do seu presumo se
g quizer utilisar pode ficar inteiramente
descansado quanto ao apurado du tra-
? balho.

m
*mmtfm
aviso.
J. Falq'ie participa aos seus freguezes que elle
acaba de receber pelo vapor francez Guiene,
um ppquciiosorlimenlo de luvas de pellii-a Jou-
in, bolinas liellis para homens, dilas todas de
duraque prelo edecr para senhoras ; assim co-
3iio por todos os vapores recebar um snrtimento
destes e oulros objectos, que veuder semore por
preco razoavel.
Precisa so de uma ama : no pateo do Terco
:>. -.
Alaga-se urna escrava mulata que coziaha
o diario de urna casa : na ru* da Troia n. 80.
4ma de leite.
Qaem precisar de uma ama de leite multa sa-
dia, levando uma menina deSmezes, porem tem
leite em ahund.inch para n.aisum menino : po-
der dirigir-se ra do Pharol n. 14, desde s 10
horas al s 4,
m l)r. Augusto Carneiro Monteiro da Silva @
Santos, medico operador e parteiro pode 8$
ser procurado na casa Je sua residencia
jp na ra do Rangol n. 16. w
Em praQa publica dojuizo dos feilos da fa-
zeda provincial se bao de arrematar por venda :
L'ma casa terrea na ra do Bom Gosto, fregue-
zia dosAfogados n. 19, com 18 palmos de frente
e 50 de fundo, pequeo quintal era aberto em
eliaos foreiros, por 50$.
Outra dita na mesma ra n. 21, com 18 palmos
de frente e 50 de fundo, quintal em aberto, e
chaos foreiros, por 50, as quaes foram penhora-
das aos herdeirosde Joaquim Caetano da Luz.
Um terreno na travessa da run Real n. 15, com
20 palmos de reoie e 200 de fundo, com os ali-
corees da casa que oulr'ora exista por 300, o
qunl foi penhorado viuva de Vicente ferreira
dos Santos.
03 prelendenlcs comperecam na sala das au-
diencias, as 10 horas da minhaa do dia 21 do
.orrente mez de junho, que 6 a ultima praca.
Attengo.
Ao Sr. Luiz Jos Marques.
Jos Manoel Ferreira Guimarcs faz sciente ao
Sr. arrematante de agurdente, que desta data
em diante, doixa de vender agurdente de pro-
uccao braaleira em sua taberna sita na praia do
La ueireiro^, 2 A. E para que nao seia de novo
eoiictado pelo Sr. arrematante, se faz o presente
nnuncio aflm de preveuir a ignorancia e livrar
e quesloes para o futuro.
Aluga-se por pieco commodo o armazem n.
23, silo no caes 22 de novembro : a tratar em
casa do fallecido commendador Luiz Gomes Fer-
reira, no Mondegj.
@@@@ @@ @@@
I Altenco.
Curso pralico e theorico de lingua fran-
ceza por uma senhora franceza, para dez
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
& mana, das 10 horas at meio dia : quem
S quUc ainuuiii pude umg.r-se a ra da j$
@ Cruz n 9, segund andar. Pagamentos
;:; adiantados. at
> *? @^I
Precisa-se de uma senhora que saiba bem
priraeiras lctlras, francez, piano e msica, para
tomar conta da educaco de seis mcDinas, em
um engenho da freguez'ia da Escada : a tratar na
ra do Imperador a. 39, segundo andar, entrada
pelo boceo do boloquira dol'aiva.
lgna:io Felicio, subdito portuguez, vai a
Europa.
Paschoal Mandarino e seu filho, Napolita-
nos, retiram para Europa.
Aluga se para casa de familia uma
preta quecosinha, engomma roupa de
mulhere coze perfectamente ; a tratar
no Manguiaho, sitio da viuva Carvalho.
Precisa se alugar uma escrava que se>a fiel,
para lavar roupa. dar agua e vender na ra : na'
ra da Guia n. 40 2" andar.
Apromptam-se janlares para fra com as-
seio e porprejo commodo: na ra da Guia n. 40
2o andar.
Fogo artificial.
No Caminho Novo, ra da Esperance quasi as
ultimas casas, indo pela Soledade ao lado esquer-
do, acha-se, de conformidado com as posturas
municipaes, montada uma fabrica de fogo arti-
ficial de todas as qualidades; aonde os aprecia-
dores do brinquedo de S. Joo o poderao com-
prar : assim como na mesma casa rocebem-se
encommendas e aviam-se com promplidSo.
Pede-se ao director da companhia dramti-
ca do Apollo e ao ador Lessa Icnham a bonda-
de de vir ao pateo do Paraizo, taberna da Es-
trella a negocio que n&o ignoram.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16 an-
nos, para caixeiro, preferindo-so desses chegados
ha pouco de fora, anda que nao saiba lr : na
ra das Cruzes n. 22,
Compras.
Comprara-sc moedas de ouro de 20# : na
ra da Imperalriz n. 22, fabrica de chapeos de
sol.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e trocam-se escra-
vos, na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Compram-se escravos de ambos os sexos,
de 12 a 20 annos, para exportar se para foro da
provincia : na ra Direila n. 66, escriptorio de
Francisco Malhias Pereira da Costa.
Vendas.
Vende-se a casa da ra do Pharol n. 28 :
a tratar na ra do Pilar n. 143.
res, novo e com muito fundo, na ra
dos Martyrios n. 2 : a tratar na ra do
Yigarion. 17.
S.S00 RS.
por sacco com farinha : vende o 8rando,na Lin-
goelan-5.
Vende-se uma mulata cora uma cria, e com
bastante leite, boa cozinheirn e engommadeira :
na ra Nora n 52, primeiro andar.
Engommadeira,
Vende-se urna escrava per(a. perita engomma-
deira, cozinha e la-a de varella ; na ra do Im-
perador n. 51, primsiro and.r.
Vinho engarrafado.
Caixas de uma duzia.
Vendem Azevedo Mendes.no seu escriptorio
na ra da Cruz n. 1..
Vende-se duas-partes do sobrado de dous
andares e solao, sito no largo do Imperador n.
6 ; a tratar na ra estreita do Rosario loja de en-
cadi-rnador n.26 ou na ra do Queiraado, d. 29,
oulr'ora 2T.
Palha do Assi.
A bordo do palhobote Olivcira II : trata-ge
na ruado Trapiche a^ 14, escriptorio de Manoel
Aives Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na travessa da Madre de Dos n 2.
Leite, lenha e fructa
No sitio do fallecido visconde de Goianna, na
estrada deJoao de Barros, ha para vender leite
puro, lenha de malta, e fructis do diTerenles
qualidades, por proco commodo, de modo que
pode se revender nesta cidadee tirar bom ganho.
I Alcatifa. |
*P Campos & Lima, na ra do Crespo n. &
16, lem para vender alcatifa com 4 pal- $b
mos de largura de muito boa qualidado f|
Me propria para alcatifar, salas e igrojas a a*
800 rs. o covado, diuheiro a vista.
SAL DO ASSU',
Vende-se a bordo do palhabote Oliveira II,
".arnauba : a tratar no es-
ves Guerra, ra do Trapi-
che n. 14, ou com o capitao a bordo.
Vaquetas para coberta de carro,
vendem-se emeasa de i. Praeger ra
da Crz n. 11.
Vende-se muito bonitos psde ructas.aba-
cates, sementes de abaiMxis, semenles decouve
de Lisboa, de dilTerentes-qualidades, muito novas,
chegadas pelo ultimo paquete : na ra da Cruz
u. 21.
Vende-seo verdadeiro doce de goiaba. da
casca-Jo que pode haver de melhor neste gene-
ro : ira ra do Rangol n. 64.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra
forrado de panno fino, e tudo bem arraniado
para fallar com o Sr. James Crablree & C. n.
42 ra da Cruz.
Alporeas
Caimbras
Callos,
anee res
orla Uo.res de cabera.
"das costas,
dos membros.
t0'ermidades da cutis
feral.
Ditas do anas.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fislulasno abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremida-
oes.
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
i"chacoes
Innam'macaodoflgado.
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males daspernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
im w> vapoi.
Grande e vi:'al sortiraento de calcado fraa.
cez, roupa frita, ^'udezas finas c perfumaras
tudo por menos o tt*C flB> oulrasperU : m |.
js do vapor na ra Heva J- J- _fc______
SYSTEMA IEDI KvM0LL0WAT.
PILULAS HOLLIrVTA.
Este Inestimavel especifico, eoDt>rio ioteira-
mente de berras medicinaes, ni* cotJt-5m merrn-
rio, nem algnma outra substancia kctms.9r
nigno mais tenra infanei, e a complel^o mis
delicada igualmente prompto e seguro sr*
desarreigar o mal na compleicio mais robusta -
inteiramente innocente* opf recet e c-
tenos; pois busca e remore Mdoencea dequl-
quer especie egro por mais nlig, e tenues
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas coa esto
remedio, muitas que ji estarn as portas m
morte, preserrando em sea uso : conseguir
recobrar a saude e forcas, depois de harer tenta-
do innlilmente todos os outros remedios.
As mais afBictas nao derem entregai-ee ade-
sesperaco ; facam um competente ensaio dos
efflcazes effeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em lomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
smm&smmmm
Vende-se um bonito cavallo novo e com. bons
andares; na ra Augusta, casa defronle da do
n. 17.
Na serrara de Jos" Ignacio Avlla ha uma
canoa que pega em 700 a 800 tijolos, para ven-
der, acabada de novo, e vende-se a.m conta.
Panno de algodao da Baha, proprio para
saceos e rojpa de escravos ; teem para vender,
Azevedo & Hcndes, no seu escriptorio n3 ra da
Cruz n. 1.
Vende-se uma mesa elstica com 7 laboas.
todas de amarello, assim como os caixilhos de
vidraca, vende-se barato para acabar: na ruada
Cruz n. 21.
REL06I0S.
Vende-se emcasa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle gosto.
GRA3DE SORTIMTO
DE
FazendaseokasleitasJ
Ges&BastoJ
KA
e armazem
DE
Champanha. |
Campos & Lima, na ra do Crespo n. a
16, tem para vender uma porcao de gi- |1
gos com champanha de superior quali- 2S
dade a 20 o ggo. H
Muita atfencao.
Ao bom barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Roa Direita loja n. 68.
Nao se engeita dinheiro.
Riquissiraos corles de vestidos de grosdens-
plcs prelo bordado a velludo, cortes de veslidos
dephantasis de seda muilo moderno, cortes de
veslidos de mossulina de seda, cortes de vesti-
dos de baroge de seda com ricos desenhos, cor-
tes de vestidos de cambraia bordado a seda, po-
-^ Vende-se um sobrado de 2 anda-1 lacas de grosdenaples preto muito bom objeclo
da moda, paletots de panno de todas as qualida-
des, ditos do casemira muilo fino,ditos de alpa-
ca de differe ites modelos e qualidades, calcas de
casemira pruta c de cores, ditas de brim branco
e de cores do puro linho, camisas de todas as
qualidades, cambraia organdys com modernos
desenhos, chales de merino mnito fino bordado
a froco todo em roda e com pona redonda, obra
de muilo gosto, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, riquissimos
cortes de cisemlras de cores muito fina padres
do muilo gosto, enfeiles de vidrlho, luvas, gr-
valas, esparlilhos francezes, alpacas de todas as
cores, grosdenaples preto francez o melhor que
pode haver. Alm dcslas fazendas existem ou-
tras muitas que se eslo veodeudo por menos
do seu valor.
Na ra do Queimad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sorlimento do sobre-
t casacas e casacas do pannos irnos prelos
5 c de cores a 28. 30j} e 35g, paletots dos
mesraos pannos pretos e de core a 28g,
20J 2# e 25, ditos de casemira mescla-
dos de superior gosto a 16J e 18#, dito3
das mesmas casemiras saccoa modelo
inglez 10, 12,. 14 e 159. ditos de al-
paca preta fina siccos a 4, ditos sobre-
casa tambem de alpaca a 7$.&Je 9, di-
tos de merino-setim a 10J, ditos de me-
rino de eordio a 9\ caleas prelas das
mesmas fazendas a 5 e 6g, colleles pa-
ra luto da mesma fazenda, paletots de
brim trancados 5$, ditos pardos e de
fusto a 4e 5g, calcas de casemira de
cor e pretas a 7. 8, 9$ e 10g, ditos das
mesmas casemiras para menino a 63, 7
e 8, ditos de brim para homem a 3,
3500. 4e 5g, ditos brancos finos a 5,
6$ e 7, ditos de meia casemira a 4 e
59, colleles de casemiras preta e de co-
res a 5g, e 69, dilos de gorgurao de seda
brancos e de cores a 5 e 6g, dilos de
velludo prelo e de cores a 9$ e 109, ditos
de brim branco e de cor a39, 3g500 e4,
palilots de panno fino para menino a'
15. 16 e 18, dilos de casemira de cor
a 1$, 8 e 9J, ditos do alpaca a 3e 3$500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 59 e 6, camisas para os mesmos
de cores c brancas a duzia 15$, 169 e 20,
meiascrugs o pintadas para menino de
todos os tamanhos, cairas de brim para
os mesmos alg500 e3, colarinho de li-
nho a 6000aduzia, toalhas de linho pa-
ra maos a 900 rs. cala uma, casaveques
de cambraia muito fina e modernos pelo
diminuto preco de 12, chapeos com abas
de lustre a 5, camisas para homem de
todas as qualidades, seroulas para ho-
mem a 16, 20 e 23 a duzia, vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaqueta e colotes ludo por 10, co-
bertas de fuslo a 69, toalhas de linho
para mesa grande a 7 e 8, camisas in-
glezas novamenlochegada a 36j a duzia.
zmmmm mam mim^mmm
Cocos italianos
defolha de {landres, muito bem acaba
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossos 400 rs. um
e 4$ uma duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Vende-se por commodo prec,o uro
Gno apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servicos pata cha', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz n. Cl, armazem.
Verdadeiras luvas de Jovin de to
das as cores, ra da Imperatr? n. 7,
I loja do Leconte,
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strond. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarroadas de sua venda em toda a America
Jo- snl, Havana e Hespanha.
Venie-se a800 rs., cada bocetinha contm
uma instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
I pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambujo.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, rende-sc :
Canderos de latao de Lisboa.
Lazarinas e c'avinotes.
Lona larga de superior qualidtde.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios-enQados com perfeigo.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de construagao, de lodos os
tamanhos.
Pregos caibraes do Porlo.
Chaleiras estanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguezas muilo finas.
Balanca de novo modello para pesar 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalao para engommar.
wqmras; irssn estriada uuineai ao principo.
Ricas feixaduras francezas para parlas cora
boloes de vidro.
Paes de ferro de todos os tamanhos.
Ricos paliteiros e linteiros de metal prleados.
Linhas de carreteis de 200 jardas do autor Ale-
xandre.
. Cera em velas de Lisboa
Barato que admira.
^a loja de Machado & Santos, ra do Qucima-
do p. 6, por baixo da boneca, vendem-sc as se-
guintes fazendas
Pecas de algodo com pequeo loqie de ara-
rla, tendo cada peca 20 varas e 4 palmos de lar-
go a 4 e 4500.
Chitas francezas para coberta, corado a 220 rs.
Ditas dilas para vestidos, bonitos padres, co-
vado a 240 rs.
Ditas ditas muito finas, bonitos padres. cova-
do a 280 rs. ,
Dilas inglezas escuras, bonitos padres, covado
a 180 rs.
Laazinhas para vestidos muito finas, covado a
800 rs.
rs.
alj.
Chita de seda, ultimo gosto, covado a 400
Corles de ganga para calca, boa fazenda,
Lencos de seda de cores a 1.
Dorzeguins francezes de superior qualidade a
8600.
Sapates inglezes proprios para o Invern a
4$000, e um completo sorlimento de roupas fe-
tas de todas as qualidades, por menos preco do
que em outra qualquer parte, dao-se amostras
cora penhor.
Laazinhas para vestido a 320
rs., e toalhas de linho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se laazi-
nhas muilo finas para vestido, e par meninos,
pelo baralissimo preco de 320 rs. o covado, toa-
lhas de linho a 800 js. cada uma, cobertas a chi-
ncia, de chita muito fina a 2$.
Potassa da Russia
E C\L DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e desuperior qualidade, assim como tambem
cal rirgem em pedra: tudo or Breos muito
razoaveis
Loja da boneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
Aossenhores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda.
Ditos brancos e pretos de algodao.
Luvas pretas de torzal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos : vendem-sa
por precos commodos, em casa de SoulhallMel-
lors4 C, ra do Trapichen. 38.
Milho bom.
..J^dem-se ecos grandes com milho noro
500O : na taberna grande da Soledade.
Amendoas confeitadas para sor-
tea de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambem pora presentes a2| o frasco^
vende-se na loja de Leite 4 Irmao, >ua
I da Cadeia do Recife n. 48,
Accidentes epilpticos.
Alporeas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Convulso*.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
anua.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidadesnorentre.
U'tasnoflgado.
Ditas venreas.
jaqueca
"erysipela.
^bre biliosas
*ebretointernitonte.
Febreto da especie.
Cotia.
Hemorrhoidaa.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammacea.
Ir regula ridadea
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
peeie.
Mal de pedra.
Manchas na cotia.
Obstruccao de ventre.
Phtysica ou conaump-
pulmooar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pirlas no estabeiedaealo
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetidhas a 800 rs. eda ama
dellas, contem uma instruccao em portugnei pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O daposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. M, em Ttt-
namb o.
Pede-se toda altenco.
Na loja d'agaia de ouro, na ra do Cabug n. 1
B, vende-se tudo por preco baratissimos para
liquidar, assim como seja :
Fitas c franjas.
Fita de velludo de todas as larguras, abertas e
hsas, de lindos padres.
Frar.jas de seda de todas as larguras e de Un
dos gostos.
m Ditas de 15a e seda por preco que admira.
Ditas de linha para casaveq'ue.
Dilas de algodao para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de laa brancas e de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lieos.
Dilos de massa virados a imilacao de tartaruga.
Dilos lisjos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para bales.
Molas para fazer bales, vendem-se a 160 rs. a
vara.ou pega de 50 molhos a 6.
Bicos.
Ricos de seda de t)das as larguras e liados pi-
Ditos de algodao.
I.eques muito fines.
Capellas braucas para noiva.
Chapeozinhos para enanca.
Riquissiraos quadros para enfeile de sala as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muito finas, e anais
objectos que vista o freguez far-ae-ha todo o
negocio
3 Seguro contra Fogo |
COM1MMHI1
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
para
l Vende-se
9 Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Vemiz copal.
3 Vinhos finos de Moselle.
I Enchadas de ferro.
I Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
a Prego? de composico.
| Lona ingleza : no arma-
3 zemdeC.J. Astley A C.
*arTo taro mrnmttmm
CALCADO
Grande sortimento.
45-Ra Direila-iS
Os estragadores de calcado encostra
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegainsaristocrticos. 9|00O
Ditos(lustree bezerro)..... 7$000
Borzeguins arranca tocos. 7J000
Ditos econmicos. ...... 6JOOO
Sapatoes de bater (lustre). 5J000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5f000
Ditos todos de merino contra
calo* (salto dengoso).....4f500
Borzeguins para meninas (for-
tUsmos)......: 4|000
E um perfeitosortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
asas! I I l-^a^Ta ip-i L


DAURRA.
DtAMO DE PERNAMBUCO. -2. MXtk FEIRA ai DE JUNHO M 1860.
Relogios
Suissos.
Seus proprietaos offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em. geral, toda e
ualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
choa e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarogar algodao, prencas para mandioca e oleo de hcini, portdes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultivaJoies, pooles, -aldeiras e tanques, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos
dwnhos ou moldes quedara lal ttm foremapresentadus. Recebem-se encornmendas neste esta-
belecimento na ra do Brum n. 28 A e na ra do Gollegio hoje do Imperador o. 65moradia do cai-
xeiro do estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem o nretendentea se podem
entender para qualquer obra.
Yinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tern as seguintes qualidades :
De Braadeiiburg frres.
St. Estph.
St. Julicn.
Margauz.
Larose.
Chtcau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop fe Mareilhac.
St. Julien.
St. Julicn Mdoc.
Cliateau Loville.
Na mesina casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac cm barris quadade Pina.
Cognac em caixasqiyilidade inferior.
Cerveja branca.
Ra do Codorniz n. 8.
Vende-se.
Milho em saceos.
Farinha de mandioca,
Farelo de Lisboa.
Charutos da Italia.
Feijo araarello.
Sabio massa.
Dito araarello.
Arroz com casca.
E outros muitos gneros, ludo mais borato do
qne em parte alguma podem encontrar os fre-
guezes que trocam sedulas velhas e cobre por
gneros.
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
Antonio eS.Joao.
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos de Santo Antonio e S. Joo, que tem es-
tabelecido a sua fabrica de fogos na ra Imperial
lera da fjbrica do sabio, cosforme a liecnca que
bteve da cmara municipal, o ahi encontrarao
os freguezes fogos de todas as qualidades, rece-
bendo tambero cncommendas, tanto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as com
a maior prompt-.do possivcl; assim como vende
mateiiacs para os raesmos j preparados para
aquellas pessoos que quiaerem fabricar particu-
Vende-se ou trocase por alguma negra, ou
ttulata, um negro 11.050 muito robusto; e de bo-
nita figura :_na ra Nova n. 52, primeiro andar.
Ferro de en-
gommar
econmicos
a 5$000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de,fazen-
das de Raymundo Car-
los Leile 4 lrmao, rua
da Imperalriz o. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
CENTRO COMMERCIAL
iV.15 rua da Cadeia do Recife 15
loja de quinquilharias e deposito de tabace, charutos e ci-
garros de
V)
Jos Leopoldo Bourgard
recebeu-se novo sorlimenlo de superiores charutos susoiroa euanaharA a...t.H i -
lanceiros, senadores, eoutras marcas da bem conhecida fXica de lima! ^ naPoleoes'
Suissos.
sos grandson, ve
sea retalho, poi
Fumo
Charutos suissos grandson, veveysans e vevey-
fins, em porcoes e a retalho, por mdico prec,o.
mm
Em casa de Schafieillin&C., ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento de
relogios de algibeira horisontaes, patentes, chro-
nometros, meios chronoraetros, de ouro, prala
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por precos razoaveis.
usmsm smm g&m eteeag mmn
GRANDE ARMAZEM
> DB
Roupa leilaj
Rua Nova n. 49, junto
a tgreja da Conceigo dos
Militares,
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sortynento de rou-
pis fcitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panao uoprelo e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca ebomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda ecasemira de cores, col-
cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim do linho
branco e do cores, de fusto e riscados,
calcas do algodao, colletes do velludo
preto e do cores, ditos de selim preto e
brauco, ditos de gorgurao ecasemira, di-
tos de fustoes e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceronlas e camisas francozas, chapos e
grvalas, grande sortimento do reupas '
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
fcitas se apromptara outras agesto do
comprador dando-se no da convencio-
J nado.
Pedras baratas.
Ivwgo da asseiuYAa.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijo mulalinho muito novo com 6 al-
queires. farinha de mandioca de diversas quali- caporal francez, Fleur d'harlebeke. virginie, ma-
dades, milho, farelo superior era saceos muito ryland, e americano, garante a superior quali-
grandes, arroz do Marauho, cera de
carnauba,
couriuhos curtidos, sola e palhade carnauba, lu-
do por precos commodos e em grandes porcoes
ou a retalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 49 e 5$.
Na ra Oireita n. 45.
IJoo Dotraelly tendo contratado om o governo
la provincia, por ulertnedio do Illm. Sr. direc-
or d3s obras publicas o fornecimento de todas
as pedras cxlrahidas da ilha do Santo Alcixo,
propriedadedo ann-wncinnle, para calcamenlodas
ras desta cidade ; e como os mesmas obras
ipublicas por emquanto se acham poralysadas, e
(tenha o F-xm. piesidcntc da provincia por despa-
cho de 18 desle#raez concedido licencaao mesmo
annuGciantc para dispor das mesmas pedras, c
por grande quanidade que tem o aununcianto,
no caes do Ramos, ofTercce a quem inleresssr,
qiKi as vende
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall llellor- i C.
Tachas e moendas
Braga Silva 4 C, tem sempre no seu deposito
j da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante EdwinMaw- a tratar no
mesmo deposito ou narua do Trapiche n 4.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Prcguica,
vendem-se peras d algodao encorpado, largo,
com pequeo loqe de avaria a 250O cada urna.
Na fabrica dcaldeirciro da ra Imperial,
, loja de
porcao de folhas
de zinco, j preparada para telhadoi, o pelo di-
minuto preco dade,
Cigarros
de papel e palha de milho, de diversas qualida-
des.
Havana.
charutos legtimos del
Cachimbos.
Grande sortimento de cachimbos
120 rs. a 15*000.
Rolo.
Superiores charutos legtimos de Havana mar-
ca Londres.
do preco de
Existe grande deposito, em boles de Ii2 libra,
e urna libra, a proco de ItHOO e 2*800, garan-
le-se a quadade.
Vender muito para vender barato vender barato para
vender muito.
Gramiiatieaingle-
za de Ollendorff.
Noto methodo p* ra aprender a lr
a tscrever e a Tallar aglez em 6 mezo,
obra inteiramente nova, para uio Je
todos o$ ettabelecimentos de instriu
publico e particulares. Vcnde-fc na
prar^a de Pedro 11 (antigo laigo do Col-
legio) n. 57, tegundo andir.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bron/e
DB
FABRICA
DE
Francisco AnUnio Correia C*rii%
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assira
como se faz econcerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Meias de borracho,
Chegou nova remessa de superiores mc:us borracha, lazenda superior para a cura radical
de erysipella no Centro Ci mroeuial, na iuadt
Cadeia do necife n. 15, loja de Bourgard.
Calcado, roupa feilae
larmentee sem muito trabalho, ludo por precos muito razoaveis ; os pretendcnles paem alii di jmuUo cm corita. O mesmo "annun'cianlc cnlen-
ngir-se, ou na casa deua resideucia, que o en- jkiendo-se com o Sr. Rampa, hbil architeto, bem
-contrarao a qualquer hora dodia.c protesta ser- Ikonhecido nesa cidade, tonheceder das
vi-los de forma que os deire-satisfeilos, nao s-
pela boa quadade dos fogos como pela bondade
Jo, materiaes que emprega, e pericia dos artis-
tas que possue em seu cstabclecwicnlo.
Attorioao
Acabam e chegar de Lisboa muito boas dro-
gas como^oj'.im, sulfato de quinino, iodureto de
potassa, quina miiilofina, etc., que tudo se ven-
de por procos mais razoaveis queem outra qual-
quer parte, visto ser para liquidacao : na ra da
Cadeia do Recifen.fi, primeiro andar.
Vcnde-sc um escolenle deposito com al-
guns gneros, e urna boa armac.tW, boa casa, ex-
cellento localidade. leudo duas entradas, urna
pela ra do Imperador e outra polo Caes do 22
de Novembro para comniercio, um dos primei-
ros estabelecimentos na na do Imperador n. 71:
na mesma casa se dir com quera se trata.
..rligospara lulo.
Chapclinas pretas e mais objectos pro-
prios de luto para homem e-senhora,ven-
de-se na ra Nova n. 45
fc^LGJA DE MAHMORE.
Fazcodas por baixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restara algumas fazendas para concluir
a liqaidacio da Qrma de Leile & Correia, as quses
so veudem por diminuto preco, sendo entre ou-
trac as seguinlce:
Chitas de cores escuras e claras, o corado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a2{0c260.
Riscados francezesde cores Cxas a 200 rs.
Cas6asde cores, bone padres, a 240!
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a 1JKW0.
Corles de calca de meia casemira a 2g.
Ditos de dita de casemira de cores a 5JJ.
Panno prclo fino a 3$ e 4?.
Meias de cores, finas, para homem, duzia
1800.
Gravatasde seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Ditas ditas muilo finas a 4$.
Ditas cruas finas para homem a 4$.
Cortes de colletes de gorgurao de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4JJ. <
Chales de 15a e sda, grandes, um 2p.
Crosdenaple pretode 1J600 a 2jf.
Seda prela tarrada para vestido a 1J!600 e 2J
Corles de vestido de seda prcta lavrada a 16.
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franeeza moderno, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rr.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 200.
Tolha3 de linho para mesa a 2j} e 4$.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para boplisarcrian-
$as a 5J000.
Cortes de cahja do casemira prela a 6.
Chales do merino com franja de seda a 5.
Corles de caiga de riscado de quadros a 800 rs
Merino verde para vestido de montara, cora-
do, 19280.
Lenjos brancos de cambraia, a duzia, 2$.
quali-
dades de pedras e lijlos, se tem admirado de
nao se ler pmpregado cm acerces osle material,
qual as pedrs do annunciante, como se pratica
na Europa, para evitar a humidade uas paredes.
G mesmo Sr. Rampa tem eneoramendado
annunciante *- Vali esse im, dizen-
do que em obra sua jaraais deitar tijollos em
a'.icerce ; pelo preco que lem o annunciante
vendido ao mesmo senhor Ihe sahe raui mais i dependencia ns.
bai^o do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu- porta.
meTicenca para usar de seu nomo no presente
annuncio. As pedras escolhidas para armazens
eu calcadas, a dez muris por cem palmos, dei-
tadas as pedras em qualquer parle desta cida-
de a cusa do annunciante, com toda acli.idade
fossivel, pera o que lem as proparcoes necessa-
tias; os prclendenlesdirifam-sa a rua da Praie,
scrinlorio lo annunciante.
libra.
Aos amantes da economa
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas decores fixas bastante escu-
ras, pelo baratissimo prero de 6 a peca, e 160
rs. o covado.
Era casa de Rabe ScImettanA
C, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
CAL DE LISBOA,
novo -muilo bem acondicionada : na rua da Ca-
deia 4o Recife tu 38, primeiro andar.
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Russia para
rnpes, muilo proprios para a presenta slu^ao
rhiH-n... r-- i <^c cinuur alariamente
na rua, sao fortes, de muila duracao c nao eolra
agua dentro, lem prelos e cor de bisouro, pelo
diminuto preco de 4# cada-un : na praca da In-
19 c 21, loja do lampeo na
'm
para invern
Farelo
Na roa da Cadeia do IRerife n. 23 luja
confronte ao Becco Largo, vendem-se
chuncas proprias para invern ou para
andar-se em casas ladHthadas a marmore
ou lijlo pelo mdico preco de 3jj cada
urna.
bgB
em sarcos-muito grandes, ultimamento clwgado
do Porto ; vende-se no escriptorio de Carvalho
Nogoeira&C, na rua do Vigano u. 9, priaieiro
andar.
5v000 .
Grande sorlimenlo de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos quo se podem en-
contrar nesle mercado, com seus perlences de
nova inven^o, que muito dever agradar aspes-
soas que oscomprarem na rua Nova n. 20, Loja
do Vianna.
Assucar reli-
nado.
No deposito da rua das La/angeras n. 15, e na
praca da Boa-Vista n. 26, vende-se assucar crys-
lalisado pelo preco de 210 rs. a libra.
muito barato.
Cortes de casemira ingleza de lindissimos de-
senlio* a 4*5CO. palcloU de brim de linho a
2g800 : na rua da Madre de Dos n. 7.
Hiboria a 2SS00 o corle.
No armazem de fazendas da
rua do Queimado n. 19.
Vendem-se corles de hiberia com 14 covados,
fazenda muilo fina, imilando seda, pelo barat
preco de 250O, meias cruas finas para homem
a 240O a duna.
Fazendas de gosto.
Auguslo & Perdigao acabam de sorlir sua loja
de fazendas na ruada Cadeia do Recife n. 23, e
vendem pelos presos mais commodos possiveis
afim de seren preferidos.
Ricos cortes do vestidos de seda de duas salas e
babados.
Ditos ditos de seda de phantasia de duas saias e
dous babados.
Ditos ditos de gsze, barege e larlalana.
Superiores taimas de soda, manteletes pretos'e
l|nho. "
Superiores taimas de trojal de seda de cor
Manguitos e golas de ponto inglez,
Luvas do pellica, perfumaras finas e pcnles de
tartaruga e oulras milita* faiendes proprUj da
praja
Adniiraveis remedios
americanos.
Tedas as casas de fara'lia, enhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devera estar prevenidos
com-estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quacs se cur-a eficazmente as principos mo-
lestias. t,
Prompto alivio deRadwfcJ.
Instiilaneomefllc alivie le mais acerbas deres
| e cura os peiores casos de rheuraatismo, dor de
jcabesa, nevralgia.diarrha, cmaras, clicas, bi-
j lis, indigestao, crup, dores nos ossos, contusoes,
i queimadura, erup^es cutneas, angina, reteo^
<;5o de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de raaos
humores, purifica o songue, renova o systema;
proroplo e radicalmente cura, cscrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeccocs do ligado e rins,
erysipelas, abeessos c ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difliculdade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, intciramenle vegelaes favoraveis
era todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
dores do ventee, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas aao efllcazcs as affec-
coes do figrdo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digestas, e era tedas as enfermidades das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fimo, reten-
ces, florts brancas, obstrueces, histerismo, etc.,
sao do mais prompto effeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, o em todas as febres ma-
lignas.
E6lee tres importantes medicamentos vem a-
companhados de insirucres impressas que mos-
tram com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Eslao ga-
rantidos de falsificaco por so haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
& lrmao, na rua do Imperalriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco.
Para S. Joao.
Vende-so mnnteig ingleza a 960 e 800 rs., di-
ta franeeza a 600 rs dita de tempero a 320 rs.,
queijo muilo novas a 2$800, doce de goiaba a
l$oeaislo, cartas de Iraquo a 200 rs. : na la>-
berno da estrello, no Urjo do Psraizo o. 14.
UfL MUM I fSfffi BE ISfiCI.
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de sabo
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Beliniro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promplos alambiques de cobre de differentcs dimencoes
(dts 300& a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contino
para resillar e destilar espirito* com graduacao at 40 graos (pela graduacao deSellon Carlier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do iraporio, bombas
Je todas as dimencoes, asperanlesede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
Je bronze de iodas as dimencoes e feilios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fugoes de ferro potaveis e
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencole barra, zinco era lencol e barra, lsnces e
arroellasde cobre, lencocsdeferroa lalo.ferro suecia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos preco do que em outra qualquer
parte, deseoipenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeic,ao j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca, acha-
rio na rua Nova n. 37 loja de erragens pessoa habilitada para tomar nota das encornmendas.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancclins para os raesmos.
Espirito de \ioho com 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca- I
andas na rua larga do Rosario n. 36
Sal do Ass.
A bordo do palhabole Olivcira II : trala-se'
na iua do Fripiche n. 14, escriptorio de Manoel
Alves G uerra, ou na taberna de Joaquim Vieira :
de Barros, na travvssa da Madre de Dos n. 2.
Rua daSenzala Nova n. 42;
Vende-se em casad* S. P. Jonhston & C. va-
auetas.de lustre para carros, sellins esilhes in- i
eNfcv",l J..-oa o ...i^.o. kroneoodoo, lo
as ingle zas, o de vela, chicote para carros, e l
montara, arreios para carro de um e dous cara?.
os. e relogios d'ouro patente indezes
I Engenho.
Vende-se o engenho Sania Luzia.silo na jg
5:; freguozia de S. Lourenco da Malla, entre (
0 os engenhos Pencdo de Baixoc Penedo de "
5 Cima : trata-se no mesmo engenho ou no @J
engenho Mussambique com Felisbino de &
@ Carvalho Rapozo. @
Sndalo.
Rica* bengalas, puleciras e letiues :
vendem-se narua da ImperatrSz n. 7,
loja d Lecomte.
Veade-se superior linha de algodao, bran-
cese do cores, em uovello, para costura: em I
casa de Seuthall Mellor & C, rua do Torres
n. 3 .
ftC
Pechincha
Vendem-se biscoitos e bolachinhas de diTe
rentes qualidades, por menos preco do que cm
qualquer oulra parte, sendo cm porcao : quem
{recitar, mande vtrna rua dos Pescadores ns.
e 3, padaria.
ATTENCA'O.
Vende-so continuadamente sarcos com farinha
de mandioca, ditos com milho e farelo de Lisboa
por menos preco que se vende em outra qual-
qaer parte : na rua ds Rangel n. 62, armazem
FOCO!FOGO!
FOGO!
Na estrada de Joao de Barros, no primeiro si-
tio a direita, passando a igreja, acha-se de con-
formidade com as posturas municipaes montada
urna fabrica de fogo de artificio de lodas as quali-
dades, aonde os apreciadores o podero comprar:
recebem-se encornmendas para o mesmo, na rua
da Conceic,o n. 20.
Vende-sel
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoutos.
Era casa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
.Em frente a
matriz da Boa-Vista n. 86.
Vendera-te e alugam-se bichas de Hambur-
go recenleraente chocadas, pela casa do Sr. J.
Falque ; assira como se appiicam ventosas pela
altraccao do ar, sem precisar de levar fogo.
Vendem-se 8 escravas com habilidades e sem
ellas de 15 a 40 annos, de 8003 a 1:5009, um os-
era vo de 30 annos, bom cozinheiro, por 1.300,
um mulato de 22 annes por 1:3009, e mais al-
gn* escravos baratos que so vendem, lano a
prazo como a dinheiro, ns rua Direita, no oserjp-
torio de francisco Msthiaa Pereira da Cosa.
FlNDICiOLOW MOW,
RuadaScnzala Hova n.42.
Neste estabelecimento continua a haver un.
comapletosortmento de moendas e meias moen.
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dt
Loja de marmore |
DE
WhWA 4 ,
43Rua Nova- 43
Os proprietarios deste estabelecimento
avisara ao re?peitavel publico, que aca-
bam de receber pelos nliinios vapores da
Europa, um vanado sortimento de arti-
gos de novidades, tanto para senhorasco-
rno para homem e meuines, e entre es-
Para senhoras.
Vestidos oe cores de motranilque e gro- "l
de-fric.
Capas para sahida do baile e thealroguar- 3
necidas a amiinho, ultimo geslo.
Das de velludo prelo, ultimo gosto. *
Enfeites de phantasia para baile e ihea- X
tro. I{
Chapelinasde palha da Italia e seda ul- f
limo goslo. <$i
l.equcs de phanlnia o madreperola.
Chales de cachemira com bordado es-
pecial.
Braceletes de sndalo e lequcs.
Extractos de sndalo.
Vestidas de cambraia branca bordada.
Luvas do Jouvin brancas, pretas e de
cores. 3
Murcas, broches e pollerines com man- V
gilos de cambraia finissima, Lorda- I
fim a poni de Inglaterra e guarne- ^
31) cidos a renda valenciana. *5
Refinaco de assu-
car do Monleiro.
Conlinua-se a vender assucar cryslalisado de
superior quadade, da acredilada fabrica do Mon-
toiro, pelo prero de 7fc000 a arroba, e aprompla-
se barricas de lodos os tamanhos. com trevida-
de e aceio : na rua do Gana de Apollo n. 63.
Vende-se urna vacca ingleza para dar lei-
te : na Ponte de UcLa. sitio da viuva de Joao
Carrol.
Feijo amarello.
Em saceos grandes de 30 cuias, em pequeas
e grandes porcoes; vende-se muilo barato para
acabar,, e saceos com (arelo, o melhor que tem
vindo ao mercado, a5# : na rua do Vigario n. 27
I Chapeos para senhora.
Vendem-se ehapelinas com lindos en- 4t
feites e de differentes cores pelo baratissi- &
mo prego de 10 cada urna : na rua do &
@ Queimado loja de 4 portas n. 10. i
@eg @s> Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulasdo dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
12 libras.
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco
Vendem-se ouas pequeas casas terreas
cujos alugueis correspondem a 10 0(0 do seu va-
quem pretender, dirija-se a esta typogra-
Augusto & Pcrdiiaj, cora laja na rua da Ca-
deia do Recife n. 23. vendem as fazendas men-
cionadas, pelos seguintes preeos, que sao Oo i
commodos possiveis.
Chancas feilas no Porto p roprias para o tan :
no por 2:500.
Bcrzeguins francezes dos n.elhores isMcMles
por IOjOOO.
Borieguins de Meli por I24OO1V
Sobrecasacos de panno Qno preto c de c V 'Su-
perior por 35J000.
Paletots e sobre:asacas do casemira por 35f.
Caljas de casemira superior porlOj e \>-^l
Camisas inglezas de linho superior por 5 $.
Chancas proprias para indar era sitios e enge-
nhos por 2j500,
Charutos superiores e ou'.ras marees couhec -
das, raiza 53OOO.
Vende-so um bom eai\.".o envidrbalo c
pintado, em perfeito estado, proprio para p d.i-
ria ou alguin deposito de massas : quera o pre-
tender, assim como mais alguns objeclos ten J. li-
les padaria, dirija-se rua estrella do I osa-
rio, na padaiia dos Srs. Policiano & Salgado, que
vera os objeclos, e com os mesaos senhores tra-
tar a respeito.
Vendem-se 2 silhocs ii.g'.ezes com p< i
uso, com todos os arreios para raonlaiia de %m-
nhnra e por prejo commodo ; na rua do Livra-
menio n. 35. >a mesma casa se dir quem Mu-
de ora ornamento compleio feto <"m Fertugai.
rom misaal, ralis, pedra d'ara. c todos os mais
arranjos para celebrar, rinda nao servidos, e com-
pra-se um santuario decente.
VenJem-se canoas do amarello de 23 a 3li
palmos de comprimenlo, proprias para abnr, c
para pesiaria, cora 2 1|2 a 3 112 palmos de Uc-
ea : na rua do Vigario n. 5.
Milho c arelo. m
Vend-se na travessa do pateo do Poraizo n
16, casa pintada de araarello com oilao para a ros
da Floieulina-
Na cocheira da rua do Sol n. 27, MMsmA
das Flores, vende-se cairo de qualro roJasui-
vidiacados, ricos arreios, Vitoria*, cabriolis .10
qualro rodas com coberio?. ditee de duas redes
discobtrtt s ; e tambem ekigem-M carros, ca\
e carrocas.
Vende-se superior manteiga francez, pro-
pria para bolo de S. Joao, a t>40 rs. a libia na
rua do Fogo, taberna que volts para o Carmo.
Vendem-se dous cabrioleles elegantes, n.
os competentes arreios ou sem elles : os ;,.
tendentes podem dirigir-se rua das Flores n
27, cocheira do Sr. Eustaquio Jos das Caegas,
que esl aulorisado para vende-los.
Camisas ii;oziis
Ifa loja de Goos do Queimado 11. 4.
Acaba-sede receber m grande sorlim r.v
das verdadeiras camisas inglezas muilo 1
com piegas largas, peitos de linho, sendo e '
ullimas camisas de um gosto apurado, tanto re
pregas como em collerinhos, pois decente trino
aos rapazes como aos senhores de maior. poi tasa
sendo multa a porcao que rece besaos, delibera-
se a rende-las por 38 a duzia, nesta Lera conhe-
cida loja de Goes \ Basto.
As mtlIiOi es machinas Ueccser dos rc.is
alamados autores c Kew-Ymk, i.
M. Singer & C. e Wheeler & Wihcn.
Neste eslabeici-
menio vendem-se
machinas deslcs ij-, -.
autores, moatrasn-i
qualquer hora 00 di.i ;u
da noiie, e rcspousaLili-
samo-nos por sua toa
quilidade e Mfmnmc .
no arsasiesa do bsendas
do Raymundo Ca los
Leite Irsaioa m i
: ierro da liu 1-
lor
phia, que so dar inforroa^es.
Ervilhase paingo
Vende-se a 160 rs. a libra : na travessa de
paleo do Paraizo n. 16, casa pinlada de amarello
com oilao pan a rua da Florcnlina
Im pcralriz
Vista.
Piano
Saunders Broihers & C lea o?ra vender pe
seu armazem, na praca do Cono SaatS) n. 11,
alguns pianos do u'llimo gosto. receniircnie
chegados, dos bem conhecidos e Jcrediladr.s 'a-
bricantes J. troadwood ASona de Londres,
muito proprios para este cuma.
Escravos fgidos.
Fugio oesrravo de nome Ccsaiio, Hadas
vinte e tantos annos, pouco mais ou menos es-
tatura mediana e reforcado, nona denles e iu-
dos, caira escuro quasi negro, barba na por.ta do
qncixo, olhos avermeihados. pernas um nucr
arqueadas, f.lho do .Sobral Ceai) ; pcrlanio
roga-se aos capiles de crmpb, s'auloridjuei
policas, e qualquer pessoa que o possa encen-
trar, o apprehcndara c o levrm a su;, senhora n..
caes do Ramos, sobrado encamado, que "rao
gratificados ; o se protesta contra quem o liver
acoutado em sua casa,
Esta fgido o preto Maooel, alfaiale: 3
quem o capturar leve-o a seu senhor o *
Dr. Juo Alfredo Correa de Oliveira, oa
Passagem da Magdalena.
15 iOOO de gratificado.
Ainda conlina estar fgido o escravo de nome
Gatinel, que se ausenlou 110 mez de janeirc uc
anno de 18E9. do engenho Mnssumb, com r-:
signaes segrales : crioulo, alio, corpo j prop-r-
gao, de idade -10 annos, muilo barbado, cara re-
donda grande e cheia de -spinhas, olhos rasos
vermelhos. muilo ladino, tem marra de rasligo.
foido Dr. Manoel Firmino de Mello, morador em
neberibe, este senhor o roraprou a D. Resalina.
noje casada comoSr. Auguslo GomesConeii de
Mello, genro do cnpilo Luiz Cavalranii de Sou-
za, morador na cidade d'Ara, em poder dos
quacs lem odilo escravo Gabriel mai e mulher
roga-.e as autoridades polieiaes e capiles do
campo a priso, e a entrega a seu senhor, no en-
genho Mussemb, ou no Recife ao Sr. tenente-
coronel Jos Gomes Leal, de queso rccebeao oc
150| promellidos.
I -____r.



Litteratura.
DIARIO DE PERWAMBCfl. -~i SEXTA PEIRA i JUNH fifi UM.
0 Romance Satrico na Russia.
Como sabido, o romance ha alguns annos
nata das formas Iliterarias pelas quaes o espirito
raes monifesta mais voluntariamente suas in-
fwplardps, suas tristezas e suas esperanzas.
abua dos abusos, cujo peso a Russia ago-
ra prornrar sacudir, esnapou S severa vigilancia
des norellistas, transformados em moralistas.
O^pois de surcessivamentc ter participado das*
inltuencias da Inglaterra, da Alternan ha e da
Franca, o romance incarnou-sc na Russia cora
3tft carador lodo nacional.
Foi o ponsamento das classes intolligcnlesque
guio exprimir, ora cora sublilcza urna rao-
ympalhica, ora com urna leviandade amar- aprsenla
A. A satyra apossou-sc cada vez mais de un
ateminio que pareca abandonado imitagao
as litleraturns estrangeiras. e era brevo formou
aw tompleto grupo de obras particulares, as
V(s ae deve procurar a cxpresso sincera do
SPcio nacional ao mesmo tempo que um curo-
3 symptoma da transformarlo moral, cujo thea-
'ro boje o imperio dos czares.
E'ste lio nolavel desenvolvimenlo da satyra.
quequizessem ter bum enlo por sciiielhanles
meios,
Assira explcar-s-hia a incorruplibilidade de
mais de ura funecionario russo que procura fozer
esquecer tristes precedente por um cicateo de
severidade, e julga reparar os erros da mocidado
por abusos do poder ; tal talvez a principal ap-
plicacjo moral quo se pode tirar dolivro, e do
quo poder-sc-ha convencer por um rpido exa-
rne da narrago o dos caracteres laes como o au-
4or os conceheu.
Em urna pequea cidade do provincia, o direc-
tor do collegio, Petre Mikailovilch Godncf, a-
posontado e o decreto miniMcrial designa era seu
lugar ura joven alumno da Universidade de Mos--
cow, que d as mais bellas esperances,.
Esta noticia recebida com um pezar envollo
de resignacoo por Ires pessoas que o romancista
ao mesmo lempo ao leilor ; ao pro-
puo vellio director, sua lilha Naatiriekae o irmo
de Mr. Godnef, capito reformado.
O mais resignado dos tres precisamente Mr.
uodnef, verdadeiro Russo da antiga escola, um
pouco motejador, porm sem maldade. fiel aos
costurr.es pairiarchaes, que tomam-sc cada vez
mois raros na classe letlrada do paiz.
Em summa, porque se hnvia de queixar ? Viu-
vo ha alguns annos, ainda pode viver ero um
#q>ie vem a ser seno uma volta aos instinclos cerlo bcm-eslar e sua filha nica ahi estar para
xau'itionaes da sociedade russa ? Era todos os alegrar seus vclhos dias.
^?LClSS-0.i d" C|/SSCS .suPerio,:es for- Nastineka dotada de um exterior agradavel, e
Eri a cxlc"so ,heraa quedas ou s zom-, ainda mais, para sua desgrana, de urna imagina-
tonas dos poetas populares. Circula, ha muitos cao viva. Nada de com mu m entre ella eessas
seno, uro cont bizarro nos campos da Russia, jovens provincianas, cujo perfil Iraca o autor em
to autor e data sao egualmente desconheci- algumas linhas levemente zombeleiras, dirigidas
cora o titulo de : O enterro do ga- contra os instinclos positivos e prosaicos da nova
como a figurado de um
que com
lera sido olhado
aeo principe.
Sao se sabe qual o desposta contra quem diri-
j'Jtta esta curiosa parodia ; atltibuem uns Ivon
* Terrivel, oulros Pedro I. O que nao res-
la dmida da leviandade cmica que n'clla se
rrvella cora um arrojo e sob formas inleiramcn-
a opropriodas ao paiz. Era impossivel que a lit-
io:, ura se opproximos.se dos classes populares I Ta
t* Russia, sem conipenctrar-se de seu espirito I flein
an.-firo.
:im do ultimo sceulo, em quanto que a
cao das obras estrangeiras dominara na plu-
i le dos escriptores, esse genio salyrico per-
em alguns dos mois fiis representantes
es tendencias nacionaes, cujo successo elle as-
raa. Una immensidade de collercOes, cx-
ramente consagrados salyra, data'ra d'essa
ipeca, cuja persnnifioaco popular foi o fabulis-
Erytot, Esto movimento critico, com o cu-
lo um vivo patriotismo, era principalmente
twigido cintra o favor que as classes elevadas
e-sdomuiihavan aos costumes e modas estrancoi-
ais farde o pensamento salyrico penetrou no
romance, e ahi iroduio-se rom tanto vigor, mas
is anidado. Se com cffeito abragar-se em
todo as diversas narraco?s em que'se mani-
fest essa tendencia, ahi 'reconhecer-so-ha duas
JS^ociages de ideas, duas orJens de aspiracSes.
m lado enconlra-se o que em Franca cha-
riamos escola realista. E lal escola, cujo
H ior Nicolao Gdgol, claramente tracou o
aso programraa Guerra aos abusos, aos partido-
macrobios de um statu quo impossivel, lal
1 palavra de nrdem que parece ^er aceito uma
lia inteira de enrgicos novoilistas, uns como
rwitch, patenteando os soffrimcntos do rus-
os oulros como cliledrine, itacando ascul-
fa violencias do clero, oulros finalmente,
o M. Pisemski, ousadamente eselarecendo a
d'essas c
gerag o.
Em vez do jovens que oulr'ora chnravam ao
ler Marlinsky e Pouchkine, com clTeilo s se en-
contram donas de casa formadas antes do casa-
mento, j exerciladas etn calcular as vantagens
de um bom partido, cerlamenlc mais familia-
risadas com os vulgares romances franeczes, que
rom a poesa tuna.
al nao Nastineka Godnef. Ella ficou verda-
ramenle russa ; os livros francezes que leu,
producroes eloquentes eapaixonadas dos primei-
rosannos que seguiram-sc 1830, nao fizeram
mais que desenvolver sua inclioago paraoen-
thusiasmo e talvez prepara-la para grandes sof-
frimenlos.
Quanto ao capito reformado do rhleguetone
Mikhailovitch vive pacificamente de uma ponso
do rublos em uma pequea habitarlo contigua
casa do velho professor.
E_um homem taciturno ograve ; depois de seu
irmo e suo sobrinlia, sua cadclla Diana oceupa
o primeiro lugar entre as suas aficices ; depois
de Diana vem os passaros que cria por centenas,
assim ontregando-se 5 innocentes orcupacoes as
quaes s se sublrahe para passnr algumas horas
em casa de seu irmo. V-so enlo elle atra-
vessara ra. metlido em um velho uniforme de
segunda gala, pilando em um cachimbo de pao
um fumo vulgar que trazem um sacco de couro
bordado por sua sobrinha.
Eis o grupo presenca do qual vae ter o novo
director do collegio, M. Jacqnes Kalinovilch, ao
sabir da Universidade de Moscow, mancebo in-
lelligente e instruido, porem sem nascimento e
sem fortuna, por conseguinte bem decidido ti-
rar o mclhor partido possivel do lugar obscuro
que vem oceupar.
Kalinovilch recebido pelo velho director com
uma hospitnlidade cordial ; elle inslalla-se no
completos, agora viva em suus tenas como um
grande senhor.
Comquauto j caminhasso para o seu aono
quinquogeimo.o principe ainda pedia possar por
mui bello hornera a elegancia deseo la I he da-
va-lhe un. cunho inleiramente particular. Todo
o governo o conhecia ; approximava-se dos ri-
cos propriclarios e dos altos funecionarios com
uma cortea csludada que tocava ao respeito, o
mostrava-so polldo e affectuoso poro com os ne-
gociantes t empregados inferiores. Anda que
gostasse do agradar, jamis profera urna palajra
posada, po:m com todas essas qoalidades.o prin-
cipe nao sabia ao menos fazer-se obedecer por
sua raulher filtios como urn. senhor o mais ab-
soluto. Dara-se o caso de que uma memisera-
vel ou algum funecionario turbulento destituido
por concussao.finha supplica-lo quo intercedes
se junto a S. Pelersburgo, elle com presteza en-
carregava-so de suas supplicas ; verJadc
que ordinariamente ellas licavam sem res-
posta.
O principe linha tres filhos, dos quaes dous
serviam nn cavallaria, o uma lilha que desde sua
infancia linha sido cercada de mentoras estran-
geiras. Elle passava uma parte do invern em S.
Pelersburgo e dous annos linha ido Allemanha
com loda a sua familia por motivos de saude.
Toda a heranca deixada por seu pae resumia-se
em 300 rumeos, e sua mulher nao era rica. En-
tretanto si a vida luxuosa em nada tinha desar-
raigado su.-i fortuna, que ot mesmo linha aug-
mentado, visto como elle agora possuia 3,000
rsticos. Diversos boatos cornam nesse sentido
no governo ; diziam que elle se linha rechciado
na con3lruccao de ura edificio levantado
pensas da nobreza e que pouco
em uma grande companhia
elle linha sido director e que
nha dissoWido. Oulros oQirmavam que a fonte
dessas riqcezas mysteriosas devia achar-se na in-
lmidade existente entre elle e a genrale. Ex-
plicavim esta intimidado de oulro modo. Uns
eslavam sorprendidos da amizado que Ihe leste-
munhara a velha genrale, amizade na verdade
muito para estranhar. visto como ella, apezar
de sua avareza, lhe linhn emprestado, como o
provavam os livros do notario da cidade, 25,000
rublos.
Tambem afRrmavam que o principe era que-
Jura-iuo, Jacques, diz ella ; jura-mu que
jamis abandonar-me-has ; que sorei tua raulher,
tua amiga, Sem isto como poderei esperar o
perdo dejninha m8e ? A tres noites que a vejo
toda cborosa ; ella soffre pelo meu comporta-
monto...
Para que lodo este melodrama ? rctorquio
Kalinovilch.
c Nao, Jacqes, 6 absolutamente" preciso.
Nao lerei oulra consolaco quando parlires.
Eu o juro... disse elle.
No mesmo instante uma massa negra sa-
com ruido da herva densa o vcou. Kali-
hio
Que
novifeh Iremcu : Nostineka nao bolio-se.
tens diz ella? E" um corvo !
Semcihanles scenas sao feilas para ala-
0 car os ervos das mocas velhas, relorquio Kali-
"' novitch
Assim que entrn em casa conheceu que
anda nao eslavam terminados os seus tormentos.
Nastineka der.laroo-lhe cora rauita calma que
antes de partir era indispensavel que a pedisse
em casamento. Kalinovilch esforcou-so em fa-
zer-lhe comprehender que nao seria fra de lem-
po dar esse passo em sua volta ; porm nada
pOde vencer a obslinacao da rapariga e Kali-
novilch resolveu dar-lhe'cssa ultima salisfacao
nao sem abracar urna segunda lenco. Bem
sorprendeu, por que no momenlo'em que Mr
Godnef o aperlava em seus bracos chamando-o
meu genro o capilao soubera a noticia da
prxima partida, e enlrava om casa com inlencoes
mui pouco pacificas .
Depois de ler supportado todas estas scenas
O semblante do principe logo dpoiJ tooiou
um tinelo livido.
_ Alguns dos escrivaes virani-0 titubear; elle des-
een a escada e enconlrou no vestbulo o chefo
Jo polica.que o fez subir a sea carro.
No Urde do mesmo dia urna grande noticia
espalhou-so na cidade; o principe Raminsky
aecusado de ler apresentado uma pec,a repulada
falsa, linha sido preso.
Um semelhante aclo do rigor acabou
desprender conlra o vce-governador lodos
funecionarios c lodas as pessoas sensatas
cidade.
Ousar prender um nobre,
perfeito e lo amavcl como o
ky I O marcehal da nobreza
ministro.
< Estas disposicoes de nenhum modo espanta-
ram o vicc-govcrnador,que ao contrario impoz aos
agentes quo velassem em que o prisionciro
nao fugisse.
A devaca foi comecada pelo chefe de polica
e prelenderam tanto por sua crueldade natural,
como para agradar ao governador, obrigar o
Principo apor-so de p perante elle duasou Ires
huras consecutivas durante os interrogatorios.
Tambem pretonderam que viandantes tinham
um hornera (o
principo Ramins-
fez qucixa ao
penosas, Kalinovilch despede-sc deseos hospe-1 ouvido gritos e gemidos na prizao, o que pareca
) depois desabw" es^rZ^is^Mlrti^h, AVrr"nr" ^ IndC" qUC M pe3SaS imPliead;,s n'"sl0 "*Bo
SS^ = ^ntVdael.e0ttrata,ta oa"pfr fu as ; ? ^T & '" ""*"- '^
^Z'ltTL1^^^^-..^^ Peo orgulho, pPrepara-se '"raos. s loriaras. ,
. prep ..
para uma vida nova. Vo!ar-3e-ha ao bem de seu
paiz, altacar as desordena que o amcacam.
Abrir-lhe-ha essa brilhanle e laboriosa carfeira
o casamento que lhe foi proposto pelo principe
Raminsky. Casa-se com Paulina. Possuidor do
Uil Aln'as, em pouco obtem o cargo de vice-go-
vernador na mesraa provincia em que elle dirigi
um collegio de pequea cidade.
Entremos na'segunda parle do romance :
Kalinovilch lornou-sc du ora em dianle o re-
rido de mademoisello Paulina, aindamis que de Pr(^nlan c a.esi1'1 ,,ova escola de empregados
sua me e quo elle passava cora ella horas inlei- >nlelllSe^s. ntegros, activos, que pozeram to-
que elle passava cora ella horas intei-
ras era seu gabinete, depois que- a generala se as suas qualidades ao servico do estado e
recolhia ; porm lodos esses boejos corriam que' .v.er(i;dei"s douirinas do despotismo, no
surdina.e os mesmos que lhe prestavam f pou- I "r"'/1,?.d? s,,as funces ncluam com toda a
pavam-se em expalha-los, cada qual sendo obri-' !'0,Vl",,a. 'lue es'f'l'S convic^es, porm
gado ao principe ou pelo menos por elle co- u-m felerminadas. Resta saber se seu passado
berto de obsequios, era interessado ,cm pou- "ao ll,p creara obstculos insuperaveis. Ha en-
pa-lo. j cargos que deve-se assumir com uma consciencia
Tal a pprsonagem que se acha as3entada ao **? Kalinovilch esqueceu-se e vai apparecer
lado de raademcisclle Paulina no salo da gene- i vlc">ma de seu propno erro,
rale. Esta acaba de socegar e o principe en- A'sua chegada fi capital, o novo vice-governa-
ceta com sua visinha uma couversaco signili- dnr fcebe de seu chefe imuiediatoe de lodos os
cativa subordinados o mais gracioso acolhimento. Que
Como tens emagrecido, minha prima! espectculo aprsenla-9e Kalinovilch I Todas as
disso o principe em voz baixa.
Pergunlao-me anles, relorquio Paulina,
suspirando, como nao morro 1 Tanto lenho sof-
frido ha algum lempo. Passar cinco annos nesta
apparencias da ordem mal disfargando lodas as
variedades da fraude, do vicio ou da Incapaci-
dade : aqu concussinnarios, ali os sabios anec-
iados, por toda a parte audaciosos aventureiros,
pequea cidade, em que nao vejo ura ser hu- 1U levam adininlstrago esse espirito nmada,' pondeu-lhc o principe,
mano, o agora esta molestia que cada vez mais! un,a das forgas e das fraquezas da raca slava, e '
augmenta seus caprichos o esta avareza revol- i 1" aproveitam-so da insuniciencia das rnslilui-
A filha do principe, no entretanto, quer asse-
gurar um protector ao prisoneiro. Seu marido
lemendoser envolvido no negocio, deixou-a ar-
rebaladiente, com o pretexto de urna viagetn
longinqua e indispensavel. A joven princeza tor-
na-se pois solicitadora ; vem procurar Paulina,
que revcla-lhe a causa de sua priso ; o principe
fez do Kalinovilch um inimigo irreconciliavel
lembrando-lhea origem de sua fortuna. Pauli-
na todava concorda em ver o prisionero, em
fazer-lhe chegar alguns soccorros. Ella dirige-
i se priso ; abrem-lhe a cellula era que padece
| o infeliz Raminshy. O que acontece ? Quando
ella vae deixar o^rincipe, um pouco confortado
i e consolado o governador apparece aecompanha-
I do do administrador da priso, plido o tre-
; mulo.
As damas de lal modo interessam-sc pela
vossa sorle, meu principe, diz Kalinovilch com
uma emoco mil conlid, que nao lhes posso pro-
hibir que venhara vr-vos, comquanlo seja in-
leiramenle contrario s ordens.
Fico-vosumraamentc reconhecido, res-
collegio c accolhe com fra dignidade os compri-
menlos dos professores subordinados, lodos lypos
lasses mu numerosas que especu- d'essas excenlilcidades que um eslreilo circulo do
-ore os abusos da administrara.! actual. occupoges desenvolve em corlas existencias
i tsta d esta tendencia, toda dirigida para a Aqu, Mr Examelrof, que gusta de cmbriagar-se
de costumes esitoago interior do impe- um pouco de mais no dia em que recebe seu or-
pode-so deslinguir uma oulra mais philoso- denado ; al, Mr. Lebeduf. erando cacador que
C8, porm que scomega a despontar, e daqual' malou 30 ursos com sua propria mo ; "acola. M
S o verdadeiro reprc- Pomianlhof, cujo pro
A
nte. As primeiras linhas de Mr. Hertzen
cem um speclmen da salyra moral, cosnio-
, tal como um dia o espirito russo a po-
co reprehender.
3fr. Pis mskiinconlestavolmonto assignala o ul-
tiu progresso di escola realista. Sob a iiifluen-
*' Cogol, o qual s mois das rezos restringa
nanee .1 um eslu io minucioso dos fados o da
da diulurna, subslitnfo elle em muitos lugares
!a rudo, os enrgicas aspiraces que assig-
os as poesas de M. Nekrassof o que me-
rerrespondem s novds disposicoes do joven
i russo. Por sua familia, Mr. Pisemski perten-
ilassa media; seu pae era um pequeo.
ietario do governo de Koslroma, situado ao !
da Russia o ahi exorna funeces pouco im-
rntes na adminislragao publica*.
rodozido desde a infancia nesse mundo de
mea empregados que lo ao vivo elle devia
v, r, ^lr. Pisemski bem conheceu as desor-
tr,s e fraquezas que observadores supeificiaes
ae podem suspeitar.
Praeiramenle passou muitos annos na univer-
dade de Mosmw, c depois d'alii sahio para oc-
irapar um empreg*.
Mr, resolveu dedicar saos horas vagas na car-
'ira administrativa resumir suas observacoese
tem brancas.
Seus priraeiros ensaios, ainda mui impeifeitos,
faram nclle uma viva inclinacAo pora casli-
ia coslumes de seus compatriotas,
Em um esludo escriplo em 1850, o Cochim
gserreou esse gpio pregnicoso ainda mui com-
I m Rosfia,^ poz em scena um desses ca-
saetms indolentes, que existem desfargados na
le russa.
Dm oulro cnsaio, o Cmico, ao contrario mos-
0 homem superior chocado nessa mesma so-
ld por mil decepges quo acabara por per-
ftufcoa a sua inlelligencia.
L na obra reuilo mais extensa tornou ain-
fc mais couhecido o aulor. Foi ura romance
>i'ilado Um casamento por amor, no qual
B". Pisemski procurou provar que as naturezas
inferiores sao incapazes de amar. Ahi fulminon
sbiu eoqiiente indignoco a mentira c a affecla-
. cuja triste influencia debem cedo ao redor,
*t si vira reinar.
Um mancebo abmnladodc dividas e que quer
r-se, uma donzella, cujo pae desaforadamen-
lypromeltn um dote consideravel, ambos no go-
sa de riqueza, lngindo amor, acabando por dcs-
nem-sc e em breve coiidenmados uma vida
Mferavel, tal a dada, do quo tratou Mr. Pise-
i, nao deixando sombra nenhum dos cnsi-
nue saliiam de senu lliantc assumpto.
que d esse romance sua verdadeiro ori-
gjaliitade, o pra/.er que persiste no aulcr des-
do um Ihcma (.'io sombro, a franqueza m-
.vol rom ue olio fustiga o mundo equivoco,
en !o conduz o leilor
rom esto signa! quo so reconhece o verda-
espirito salyrico, o nao 6 de admirar que,
Vpoi de ler escrpto oCasamento por amor,
ttr. Pisemski se julgasse chamado a continuar no
Jasatro a carreira, com b ini xito encelada no ro-
as nce.
O llijpncondriacn a perenne comedia dos avi-
Y colateraes, agrupados em torno de um en-
aerenov
l'r.meiramenle uma prenla atestada, mada-
w. Belogrivof, pobro vi uva que chega com seu
J'>v, e que abrevia a existencia do moribundo
ora s-us queramos, suspiros e insistencias para
acrotha4a em seu testamento.
Depois dfHa o infeliz Oburnapetchine vC'-?c at-
ttrado por uma rapariga Koronilch, quem elle
tiana frito a rOrlo havia urna dezena de anuos, e
i-e nao perdeu a espeanga de terminar seos
tas em urna legitima tinio com elle. Pora is-
5* decidi-lo, ella invoca o auxilio de um joven
Ifirtal, seu irmo, quo cumpro sua larefa de in-
J.icio com uma obstinaro implacavel. Ain-
ila no tudo ; o deente ainda ve apparecer um
acime, at mesmo cuja existencia elle ignoravo, o
ipie oameaga com ura processo se nao lhe le-
le una somma bastante avullada. Se bem que
* intriga de semelhante comedia nao seja origi-
ai, e as suas situaedes nao se cncadNem rigoro-
imenie urnas s oulros, o que lhe d seu verda-
'!ro valor a viveza quo a inspira, oenlhusias-
atoque anima as personagens; era uma palavra
oque so acha urna quanlidado dessas criticas
acignaes, de.sses dolaihes curiosos que pouco
enea preparara caminho para ura thcalro verJa-
(tfiramcnle nacional.
'i talento de Mr. Pisemski rovelou-se de um mo-
sto mais compTeto em um romance que foi un
ii.i'J. O quo vem pois ser esse livro chamado
Mil Almasl E' a salyra da ambicio vulgar, o
tarara Bel dos costumes dossa elasso adininlslra-
ra, qual o mesmo antor por muilo lempo per-
IrartMi ; olm disso elle reprsenla uma dos mois
recules formas do romance salyrico na Russia.
Ibde-ee deslinguir dos partes uw Mil Almas.
< autor loma o fanrcionario russo na eslra de
amo nrrotra e apresenla-o primelramciile, por
avnluras romanescos, cota de um casamento
rivo rom lano apego quo coreado de succes-
so. Mais larde ainda -a mesma personagem que
se nos aprsenla. Tornndose chefe do governo
p oran provincia, combolo a intriga com uninsa-
rw singular, csso homem que ludo conseguio
-per ella e como se a origem de sua fortuna lhe
rrorisaue, propoe-se castigar lodos aquelles
posilo irreprovavel nao res-
gala o carcter baixo e raslejonte.
Tudo, porm nao tica em inslallar-se no colle-
gio, preciso apresenlar-se s autoridades l-
caos.
O excediente Mr. Godnef poeseu Irem disposi-
cao do joven director, lmagine-se um dro-
chwei de rodas colossaes puxado por sendeirode
uma rabega enorme, de pernas grossas cobertas
de. espesso pello, e cosdazida pelo guarda do col-
legio, embucado por enlo de um armiak de
camponez.
A primeira visita para o gorodnitchc (maire)
porm o magistrado e impmieavel. pretende re-
reber seus visitantes na secretaria da polica c
Kalinovilch v-so forrado deixar seu biihele.
Uma oulra notabilidadc qual o director deve
opresenlaros seus respeitos a viuva de ura ge-
neral, contada entre os grindes proprietarios da
provincia. Aqui a recepgo quasi nada me-I
Ihor, porm hij se encontrara alguns dos per-!
spnagens que hao de representar ura papel prin- I
cipal no romance ; a genrale ao prioopio |
arrogante e fria ; sua illia Paulina, nao menos
arliva, porem espirituosa c graciosa. I.ogo que
Kalinovilch, interrogado soDro o motivo de sua
visita, opresenta-se como o novo director do col-
legio, pode ler uma expresso de desdem na
fronte da nobro dama, que logo depois conversa
com sua filha nobre afazeres ntimos, sobre os
quaes impossivel que o visitante d urna s pa-
lavra. Kalinovilch comprehende que impor-
tuno e relira-se.
preciso segui-lo rasa dos oulros represen-
tantes da adminislragao e da nobreza da cidade,
casado administrador dos patrimonios, sempre
em guerra com o escravisik por causa de suas
excurses interessados s leos da corda,a casa
do advogado sempre pista da menor chicana de
que espera tirar algum provciio, 'casa do me-
dico do dislricto que em virlude do emprego das
qnantias voladas ao hospital, egualmente lornou-
se inimigo do muir.
Entre os mercadores, as mesmas iniraisades, os
mesmos ci mea que entre os funecionarios. o
que acontece? O novo director bem depresso
convence-se que nao poder viver bem nesse
mundo vulgar e em casa de M. Godnef que pas-
sor suas horas Sagas.
Aqui como que se deixa percebor o mundo de
partida do romance. A ambicio o leviandade de
Kalinovilch far duas victimas, primeira mente a
filha do M. Godnef, ao depois a filha da genra-
le.
Inficxivcl para os desvos do prximo, Kolino- j
vilch, nao nriis que mui complocenle para com
os fraquezas de seu proprio coraro. Elle foi
acolhido porM. Gpdnef como um Cilio. E sob o
seu teclo querelle vem esquecer os enfados do
collegio e da pequea cidade. Elle encentra em
Nastineka um espirito enrgico o curioso, que o
altrahe e nao tarda encanra-lo.
Uma grande, urna perigosa intimidodc se csla-
belece e em um i noile deve-se bem reconhecer
oahysmo que se costeia. Nesta noile o capito
tinha lomado cha em casa de M. Godnef com Nas-
tineka e Kalinovilch. Tinha visto Kalinovilch, ao
lovantar-se d mesa, trocar um olhar com Nasti-
neka que paremia irahir uma inlelligencia parti-
cular. Tomado do vaga nquietaco. nao quiz
entrar em casa antes de passar pela cusa de Ka-
linovilch.
A noile eslava adiontoda e completamente si-
lenciosa a cidade O capito nada temi visto
de suspeilo voltou para casa do seu irmo. Uma
sombra que destrmenlo inlroduzio-se nessa ca-
so, depois um homem parado diante da porta de
M. Godnef e pintando-a de alcalro, erara reve-
lagoes crueis, quo lodavia licaram inuleis. A's
advertencias immediaiamente feilas pelo capito,
Nastineka soube responder com habis explica-
goes que tranquillsoram seu pae e os dous amon-
tes coiilinuarnm em suas entrevistas secretas,
sem dar ouvidos aos boatos que se espalhavam
na cidade.
Esses boatos eram bem fundados, para que
M. Godnef por mais tempo lhes fechasse os ouri-
dos; porm o pae de Nastineka enlrega-se
um excesso de conlianga que acaba de piular es-
se carcter, e por isso oppr a generosidade ao
fri egosmo de Kalinovilch o qual os sonhos de
ambicio nao tardara despular aos sonhes do
amor.
Successos Iliterarios (Kalinorilch escreve ro-
mances que o povo russo acolhc com prazer) o
collocam em uma posiro perigosa, c fazem-o
descortinar a popularidade comprada a troco de
mil aventuras. Para comprehender em loda a sua
exlenso a influencia que esles successos vo ter
sobre os deslinos de Kalinovilch, preciso por,
momentes Irausportarmo-nos casa da gene-
role.
Tres pessoas acham-se reunidas em um salo
brilhanle. A velha genrale est estirada so-
bre uma poltrona ; um ataque de paralysia pros-
trou-a em um eslado prxima ao idiotismo ;
sua filha Paulina est assentada alguns passos
distante della, ao lado de um homem que na ma-
turidade soube guardar o porle gracioso c o mes-
mo exterior da mocidado. Esle ultimo o prin-
cipo Raminsk, proprielario da visinhanga, p-
renle chegadu da dona da casa. Este persona-
gem, que M. Godnef appellidou o Talleyrand da
provincia, o representante de uma classe de
homensna sussia mui numerosa.
Oulr'ora judante de campe de um general, mesmo. Depois
cujo amor proprio era s-cercar-se de officioes I voz poico firme
tanle Ha momentos errs que souho uma com-
pleta mudanga em minha siluogo.
Pociencia replicou o principe, lodo o
mal tem um termo, e creio que nao tardar mui-
lo o fim de ludo isto.
a E vollod os olhos para a genrale :
A' proposito, o negocio de Moscow vaiem
adianlamenlo 1
a Tcnninou como cu previa. Ella nao quer
casar-me por ler de dotar-me. Entretanto pre-
ciso por um termo, quero absolutamente casar-
me para sahir deste captiveiro. Tenho direilo 6
500 rsticos deixados por meu pae.
Sem duvida, accrescentou o principe.deveis
absolulamenle tasar-vos, quando mesmo lives-
Qoes para passar com incrivel ficilidade de urna
funeco oulra, assim percorrendo em poucos
annos o vaslissimo campo do exercilo adminis-
trativo na Russia. O novo vice-governador nao
limita-sn a langar, sobre esses grupos seivis, o
olhar de desprezo do recem-chegado que se
julga sgnro de sua fortuna ; est resolvido
combate-Ios aberlonienle ,- o- presumpc.oso es-
colar de Moscow, nao contente com razan de sua
primeira camponha contra um collegio de uma
cidade pequea, vai atacar om goveruo
vinria.
0 governador accumula-o de finezas e expe-
Porm, vejo que vos alojarara mal, e vou
dar ordens n'esse sentido. Vamos I disse a sua
mulher, que eslava mais mora do que viva, vim
buscar-vos. Saiamos.... at a primeira vista,
principe.
E lerou sua mulher.
O garro esperava-os na porta, Kalinovilch
fui o ultimo i subir o fechou a porlwihola violen-
tamente. Durante o caminho, o cocheiro julgou
de pro- ouvir barulho ; pareceu-lhe que seus amos fal-
la vam em voz alta. Logo que chegaram Kalino-
Ihe >us principios de adminislragao. sses i vilch fi Primeir0 apear-se e iraracdialamen-
principios sao mu simples; os Iribuno'es que de- Ite retirou-sc para seu gabinete. Um lacaio vio-
seis de fugirdo casa. Infelizmente nao acharis Pe"dem do governo formara oulros tontos corpos: se na necessidade de ajudar Paulina apear-so;
aqui um marido convenieute, deves ir Mos-
cow.
Nunca consenli-lo-ha ella. Logo quo ca-
bio doente, suppliquei-lhe dejoelhosque fosso
Moscow para consultar os mdicos. Recusou ; o-
dinheiro llio mais charo que a vida.
Paulina, esls ah ? preferi o genrale
bocejando.
Sim, mame.
E inmediatamente approximou-se de um
mesa, sobre a qual se achava um embrulhu de
livros trazidos pelo principe.
Que fazes t ?
Pereorro os livros.^
Que livros "?
Jornoes, minha lia, respondeu vivamente
o principe.
F. Ii.ilooilft nn lesla como se lhe ll7P Tindi>
uma idea, diz Paulina.:
Ahi encontrareis um romance
tor do collegio. Eallam bem dille.
Do direclor, diz Paulino, piscando os
olhos. Julga que elloveio visitar-nos.
. Do veras ?
Sim, porm minha me nao o recebeu
bem, e ello nao voltou mais.
De quera fallaes ?
De livros, minha lia.
E vollando-se novamenle para Paulina :
Eis aqui o nosso homem, accrescentou
sorrindo-so. ecupai-vos delle ; um mancebo
em toda a exlenso da palavra.
Por que nao! respondeu-lhe Paulina tam-
bem sorriudo-se ; agradou-me muito, muito
amavel.
O principe apressa-se era dar andamento
idea feliz que acaba de emitlir e, gracas ssuas
possadas, Kalinovilch apresenta-se poucos dias
depois em cosa da genrale. Esta diflicilmcule o
reconhece. porm o principo o accumula de ob-
sequios, mga-lhe quo venha fazer-lhes a leilura
de seu ultimo romance, e Paulino junta suas
instancias s do principe. Marca-so o dia poro
essa leilura o Kalinovilch sahe da casa da ge-
nrale nviiiissimo glorioso do acolhimcnlo que
Iho fizeram.
Porque juer o principe casar Paulina'.' Para
mais seguramente gosar de uma fortuna, de que,
uma vez casada com um mancebo quo lhe dover
a sua riqueza, ella dispor como soberana ; tris-
lo e odioso calculo que arrasla uma serie detona
latirs hbilmente dispostas, e cujo nico fim
fazer um casamento entro Kalinovich o Paulina I
Um sero de leitura, um passeio cavallo, ura
baile, nada mais precioso para perluabara ra-
1 zo do direclor do collegio. At mesmo urna
occasio, nao mais sobre Paulina mis sobre a
filha do principe Raminsy, que ousa lanQar ura
olhar temerario. O que foito ento do pobre
Nastineka : Ainda nao est abandonada e Ka-
linovilch, continua a fingir um cerlo extremo ;
porm nao ignora o acoihimenio que fazem a
genrale i sua filha. S pensa no futuro, com
doloreSa> nquietaco.
Entretanto aqui'iendes as polavras um dia em-
pregadas pelo principe Raminsky Kalinovilch.
Viis agora sois recebHo em casa da gen-
rale,.. Porque nao pena/triis seriamente em ma-
demoisel.e Paulina ? Que futuro para vse pora
vosso talento I Mil Almas, meu charo senhor, uma
fortuna perfeilomenle administrada c um capital
cuja somma niuda niuguem condece Com isso po-
dis ir onde bem vos parecer, l'ilersbugo,
Moscow, Odessa e mesmo aos paizes eslrangei-
ros... Podis escolher o lugar mois favorave s
vos3as inspiragoes...
Esta propnsico destrohio coniplctamenlc Ka-
linovitch. Fingi loma-la por una galantera;
porm d:pois de ler deixoio o principe, refiectio
sobre todas as circumstor^ios de sua vida desde
que se linha vindo eslobelecer n'esla pequea
cidade; irimeiiomente esse amor de Naslineki ao
qual se linha entregue irrefleclidamente e que li-
nha eslabt-lecido entre elles ura lago cuja inti-
midado nao perraillia-the deixar mais sem faltar
a honra, depois o successo Iliterario porque nao
esperava, c emfimo successo anda mesmo previs-
to na casa di genrale... Porm Nastineka ? Era
impossivel desposa-la agora... Enlo nao pro-
ceda m lis acabar resolutamente. Era o parecer"
que dava razo, com quanlo todava sua con-
sciencia con'ra elle se revoltasse.
Kalinovilch deliberando apressa-se i pedir orna
licenca de 3 raezes para sahir-se de tan grave
oceurroncia. Oblida a liccnga, vem despedir-se
dos Godnef. I.ogo que espoz os motivos que o
levara a partir pora Pelersburgo, o honrado Mr.
Godnef nado tem rcflecuoiiur, o rtslisneka sub-
melle-si! tambem opparentementa essa dura
necessidade. Sement ao aiioitecer Jo mesmo dia
em que elle lhes linha oununciado sua prxima
partida, ella pede-lhe que a acompanhe.
Onde queies ir? pcrguuluu-lhe o man-
cebo.
Ao tmulo de minha mae respondeu-lhe
Nastineka. Ha bastante tempo que l nao lenho ido
supplicar, e quero quo tu me sigas.
Logo que chegou ao ceniiterio, Nastineka
para di.inte de um tmulo semi-occullo pelos cres-
cidos hervas. Ajoelha-se c obriga-c fazer o
voliando-se para elle e com
distinctos, entre si zelosos e para nao crear ni-
migos, o governador de modo algum nao envol-
ve-se era otlribuicoes.
No mais todos os empregados sao oxcellenles
o a mais perfeiti ordeni reina na adminislragao.
Kalinovilch nao d'esse modo de ver, coneca
por eslabelecer em todos os tribuimos que se
acham sob sua inmediata dependencia urna tal
ordem que loinava-se impossivel toda exaego.
Feito islo pede a seu chefe que domina os fune-
cionarios que lhe eram mois odherontes. O go-
vernidor em vo procura obstar ; Kalinovilch o
previne que seno lhe zer juslie.a 4 sua petigo,
dirigir-se-ha ao ministro. A indulgencia mani-
festada pelo governador, devenios confessa-lo,
nao era inleiramente desculpavel; ello parleci-
pava das ex3cges commettidas por seus snbor-
iin.iflos como ordinariamente so ortica. As se-
veri.la*eSae.vHnU,,>.,. ^...^^ nnmp nn .
do airee-;dsde ; ndiguam-se conlra o vlce-govcrnador.
Comtudn forma-se um partido que o sustenta.
Kalinovilch tem por si a joven gerago, sempre
doda fazer opposico, declamar conlra a
corrupgo administrativa e isso as mais das vezes
nao sem razo.
Kalinovilch, nao o esquecamos, entretanto
olhado pelo principo Raminsky como a su
crealura. E' o principe quem faz ter lugar seu
casamento com Paulina, esse casamento ao qual
Kalinorilch o'cve a sua posigo. O fim do prin-
cipe nao foi somentc sublrahir Paulina lulella
de uma mi avarenlo, mas tambera crear para
si uma influencio na geslo de seos bens : quiz
manejar na alta adminislragao do imperio um
inslrumento til, e^por isso julgou acln-lo em
Kalinovilch.
Esle principe ambicioso o personagem sediciosa,
typo do espirito do especulado e aventuras que
anima cortos nobres Russos, terminou por casar
sua propria tiils^com um rico industrial, Mr
Tchetverikof. Blasona de assim exercer urna
poderosa influencia. Engano-c.
Sen genro, o proprio Mr Tchetverikof, monda-
do vir pelo vice-governador, vi-so muito mal
recebido. Kalinovilch promelteu que fazia uma
resliluico forgoda esse millionario.
Conyida-o dar uns dez n|il rubblos para os
ciii'.iuUesomente) da cidade.
Xiiagado de perder a3 boas gracas do alto
funecionario, o arrematador c forgodo vender
os seus bens.
Kalinovilch bem dopro=sa dcsligou-se do pro-
prio governador, compromeltilo em negocios
escandalosos o obrigado ir Pelersburgo.
Ao depois chega a vez do principe, a quem a
mana de especular levou actos fraudulentos.
Um contrato para .a construego do uma
calcada deve ser assignada prximamente. O
principe figura entro os empreileiros, que sao
convocados pelo vice-governador, enlo gover-
nador interino, perante a coramisso das obras
publicas.
Bem, meus senhores diz Kalinovilch
com urna emogo nial conlida aos empreilei-
ros.Depois vollando-se para seu secretorio :
Dai-mc as caucos prestadas pola emprcitada.
O secretario entregou-lhe um moco de
papis.
Ahi esto todos? perguntou-lhe Kali-
novilch, olhondo-o fixamente.
Sim, senhor, respondeu o secretario com
a voz trmula.
O vice-governador procurou entre cssas
pegas uma quelimu.
Todas estas pecas foram examinados por
v?, disse aos membros da commisso; porm
acabo d" rer.eber do tribunal de Persa urna dc-
clorocoo, adirmando que um dos actos de pro-
priedaic exibidos por um dos empreileiros
acoimado de triso.
Em apoio d'eslas patarras o vice-governador
trou do bolso uma carta que entresou aos mem-
bros da commisso. Todos os semblantes ex-
pandiram-so, o do principo enrubesecu.
R' por is?o. senhores, diz Kalinovilch aos
assistenles; que as cmpreilodas nao sero hoje
admjidis.E tornou a collacar todas as pegos
em sua carleira.Esta falsidade que se nos dc-
nuncia, deve ser julg'ida.
ella caminhava cora custo e um veo cuidadosa-
mente abaixado encubri seu semblante.
a A visita do vice-governador priso trouxe
muitos resultados. O primeira foi mudado para
escura cellula em que havia pouco lempo esleve
um pobre preso pelo crime de roubo mo ar-
mada. O comraandanle do balolhSo;;deu ordera
aos officiaes da guarda da priso para que nao
deixasscm pessoa alguma ir ler com o principe
Ilarain;ky. O vicc-governodor de sua parte pe-
dia adminislragao a demisso do administrador
da priso. 4
Kalinovilch enlo mostra-se pouco prudente.
Demitlir o administrador da priso nao dar um
poderoso auxiliar ao prisioneiro'? Nao vai o
principe u..lu.------,.- nn fncc0Ilario de|nil.
lido? K o que com elleito soda. n. cune iiu
em que Raminsky e o administrador ajuslam um
plano de conducta donde surdr a ruina de Ka-
linovilch ura dos mais fiis quadros que tinham
sido tragados dos regioes interiores da ad^piis-
traco russa. Ahi existem Iragos de uma vera-
cidade cruel. O principe recebe em sua cellula
a risita do adminisindor decahido do favor, que
com o copo na mo, combina com elle nos meios
de comprar o silencio ou as disposiges favora-
veis de alguns cmplices envolvidos no mesmo
negocio. Depois d'esta entro
trador, cujo zelo emul.di
recompenso, porte pora retersburgo, onde vai
defender a causa do principe, a qual ma3 para
diante ganha.
Enlo chega o fim do romance. Essa guerra
dos abusas feita por um ambicioso, essa eslranha
lula de ura recem-chegalo conlra os homens de
quem se servio para firmar sua fortuna, termina
com o quadro que o esenptor quiz tracar dos
seus administrativos. Um encontr iuexperado
o preludio do desfecho. Em uma companhia de
comedanles, autorisada pelo proprio governador
dar algumas representoges, acha-se Nastineka
que alirou-se vida de artista sob o desespero
do amor. Ella escreve Kalinovilch, cujas re-
cordogoes se despertara.
O incorruptivel governador nao ousa recusar
unta entrevista ; porm na volta de uma noile
furtivamente passada em ca-a da actriz, acha
sua casa em desarranjo. Bahus acham-se anin-
tuados no vestbulo. Paulina indignada com a
es,e os pequeos empregados. Os typosde se-
ores camponezes e de altos funecionarios que
le cncontram era Mil Alma ao de amuajsrfei-
ta reracidade. Toes homens poderiararepresent ir
na Russia om'importante papel, elles sio collo-
cados entre a elevada nobreza das cidades e o po-
ro ; elles poderiam iniciar a classe inferior nos
principios e nes formas da cirilisacao occidental.
Infelizmente, a matar parle pouco propric
para cumprir essa larefa. Quo trbte e por tan-
to quao fiel retrato como o do principe Ramins-
ky> *lo grande senhor, instruido, elegante, affa-
vel, porm despido de todo o scolirnento moral!
Se a fortuna tivesse continuado i farorecft-lo,
teria conseguido dissimular as fraquezos de que
so torna culpado-, porm, aos primeiros revezos
que experimenta, deixa ver a profunda corrup-
go que oceulta essas apparencias seductoras.
Demaisno seria preciso julga-lo cora muita se-
veridade: a educarlo que recebem na Russia o*
seculares, e a irapunidade de que gozara, ullra-
passara lodos os ttulos da indulgencia. As mu-
Iheies que o autor faz figurar i par do principe
Raminsky devem ser apreciadas sob o mesmo
ponto de vista ; nenhum freio, nem mesmo o da
opinio publica as detm no mcio dos seduegoe?
o das provengas da rida. O mesmo estado social
da Russia era muito (do nos erros que ellas
comraeltem.
As personagens do romance lfif timos podera
ser dspostas era dous grupos correspondentes 4s
duas paites do romance ; de um lado os habitan-
tes do uma pequea cidade, do oulro os de Pe-
lersburgo. Entre os primeiros, justamente sofere
os quaes a analyse da narngo nao pcrraitlia in-
sistir, os quo mcrecem alguma atlengo. Pri-
meiramente deve-se citar o velho guarda do col-
legio, Terka, feliz personillcagao da obslinacao
brutal do homem do povo que chega a exercer
uma especie de autoridade. Nada fa-lo-hia mo-
ver contra a vontade; um s argumento; o pi,
pod-lo-hia, talvez, conseguir ; porm seu amo,
M. Godnef, mui bom cryisto par isss- re-
correr. Euconlra-se o mesmo dum de leiuia
grosseira em uma oulra personagem d collegio.
Lebedof, professor de mathematicas ; roos- s es-
sa obslinacao lhe serve para fins que dea quasi
conslituem uma virlude.
Nos primeiros lempos de sua estada era V....,
o professor nao se limilava a guerrear 03 nasos
do paiz; era suas horas vagas, levo a fecidade
de ganhar uma pequea somma no jogu, o esle
ganho n'clle desenvolveu o amor s carias tal
poni que relacionou-se com lodos os jogjdores-
da cidade. Nem mesrao os pagens despreza.
Nc- o amor ao dinheiro que o impeli, mas
sim a necessidade do emogoes. Entretanto sua
felicidade termina; nao trepida em empenhar
uma parle cora um negociante que passa pelo jo-
gador mais recto da cidade. Esta impudencia
cuslar-lhc-ha caro; torna perder ludo quanto
linha ganho, e ainda mais cinco mil rublos.
Tara um' pobre empregtdo como elle, esla som-
ma enorme ; com tudo elle nao hesita em dar
uma canco ao negociante, anda que mui bein
saba que este enganou-o.
A' datar dessa occasio, Lebodof emprega os
dous tercos de seus vencimentos na amorlisag.u
Jo dnida e snjeila-se s mais duras privagoes.
Retirado era uma pobre choca, ua extremiJaJe
do suburbio, vive como um pobre rustico e s
torna a tomar seu primeiro modo do vida, quan-
do seu credor acha-se cabalmente salsfeilo. Tal
a naluroza humana na Russia. Dir-se-hia ser
um solo virgem em que-ludo favorece um desci-
ment rpido, e se ahi se encontrara algumas ve-
zes creacoes monstruosas e odiosos cxemplos do
depravaco, a complacencia austera e a dedica-
cao levada ao herosmo, tambera conlam nume-
rosos representanles. Dir-se-hia ser uma arvo-
re com os ramos ressequidos,.cujas raizes eslo
dietas de vigor. Enconlra-so no correr do ro-
mance muilas personagens, que como Lebedof. o
honrado M. Godnef o seu irmo, occuliam sob
um rude involucro, qualdades que cada vez mais
raros se tornara na Hua n riaeo=-eoeriores
e o autor obrou bem em torna-las evidentes, por
que sem isso poder-se-hia desesperar do futuro
do paiz.
Em Pelersburgo um mundo differente e rom
menos originalidade. Um egosta vivqjir. Bela-
vine, que avulta o numero dos dilettanli da co-
mediante Nastineka e acaba por prcferir-lhe uma
escrava brula, lal um dos lypos dessa falsa ei-
vilisacao, que na Russia parecede origem eslran-
geira e que o aulor com vivacidade combate. A'
vista o adminis- datar do reinado do imperador Nicolao, uma es-
por uma grando | Pccie de reaego manifestou-se na litteratura
russa respeito dos estrangeiros de ludas as clas-
ses que habilam esse paiz. Foi Gogol quem deu
o signal dessa reaego e foi seguido pela mulli-
doo dos romancistas. O proprio M. Thourguenef
nao resisti essa tendencia nacional; os seus
Conios de um Cacador representam-os um Fran-
ecz em uma situaco compassiva e elle pare-
ce comprazer-se nessa pintura. Essa desagra-
davol tendencia, animada pelo partido slavo, des-
envolve cada dia mais. Os homens que por
seus hbitos e sentimentos, porlencera civilisa-
gu occidental, parecem al mesmo a ella appro-
ximarem-se e Mr. llertzcn por sua voz prega de
algum modo em seus ltimos cscriptos uma cru-
zada conlra a influencia eslrangeira. E' de de-
sojar, paro o interesse da Russia, que o espirito
salyrico de seus escriptores se inspire de ura ou-
lro m O successo de M. Pisc,msky felizmente expl-
ca-so por oulros causas, e se se lhe pode cen-
| conducta de seu marido, partiu para Pelersburgo, i surar sua severidade para com os imiladores do
prometiendo salvar o principo. Deixa uma carta eslrangeiro, a monos nao ser aecusado de acari-
em quo avisa Kalinovilch que sabe de ludo : ciar muilo o amor-proprio nacional. O mrito
Vosso procediraenlo ultimo para mira, disse-! do escriplor, podemo-lo' ver, pela simples
lhe ella, dai-me o direilo de deixar-vos.
fuga o comeco da ruina de Kalinovilch.
Esta combinaco dos aconlecimenlos chegar aos rc-
Em i soltados que a salyra demando. O romancista
breve boatos desfavoravois comecam a circular na
cidade. Uma scena violenta lem lugar entre Ka-
linovilch e o chefe de polica por occasio do um
incendio provenienl3 de um conflicto de altribui-
gdes. O governo superior loma conheclmento
do factoe pronuncia-se contra Kalinovilch, que
demlttido. Da classe dos administradores passa
nao menos numerosa dos descontentes, nao
tem outra consolago mois que Nostiueko, que o
ocompauha Moscow. Paulina que ficou em
soube descortinar, sera vias deferencias, as fra-
quezas, os erros das classes medias da soceda-
dc russa, daqucllas que boje lera em suas-raaos
a mois ardua larefa e das quaes depende o futu-
ro do paiz. M. Pisemsky alm disso nao quiz si
tornar odioso o vicio. Deixa divisar ca seu paiz
essas mesmos prespeclivas idaos pora as quaes
o poeta Nesrassof volta suas vistas ; deste modo
corresponde ao geral pensar de seus compolrio-
las. 0 romance salyrico assira comprchendido.
Pelersburgo,ahi pouco depois acaba no isolamen- \ pode prestir grandes serviros Russia. Al
lo uma oxislencia abreviada pela ddr. O mais entao o romance russo segua as pisadas *.e <;-
feliz de lodos estes personagens que juntos por- gol. Um pequeo num.'to de escriplores, tacs
fiaram a fortuna o principe que ve-se rehabili-i como Mrs. Grigorowitthe Thourguenef, nicos
lado, depois dos desgragas do Kalinovilch, entrar que tinham experimentado attrahir a altoogo
em suas torras com sua filha e genro. Enviu-i do publico para s infelizes sortes dos rsticos.
vondo Kalinovilch casa-so com Nastineka, porm Os que punhara em scena os empregados russos
a actriz enlo s .vive para o theatro o seu mori- limitavam-se, bem como Gogol o fuera, sen-
do acaba tristemente, sob o peso de sua desde-' surar seus hbitos de concusso. Era impossivel
nhosa complacontia, a existencia cujo periodo que i.'isso licasse ; os funecionarios russosaprc-
mais e mais instructivo,
assignalar.
Tal o fbula imagnida por M. Pisemsky pa-
ra tornar patente a velha e a pova Russia. N3
o autor s cingio-sc jsontom um campo vaslissimo ao estuda do uio-
| ralista c obsorvaco do romancista. As desor-
dens que reinara na adminislragao, nao provra
nicamente da a.sbigo do* homens que a cetn-
primera parte a pequea cidade que elle pin- Pe \ deve-se juntar essa vergonhosa fraqueza
la com os seus prejuizos Iradcionaes, porm
tambera com os seus costuraos simples patriar-
Tendo dilo islo, o vice-governador saudou chaes. Na segunda, aprsenla sc-nos urna on-
precipiladainonto os membros da commisso,
como se tivesse pressa cm'promplamentc termi-
nar lo penosa scena, c sahio.
a O prin-ipe precipitou-se ao sen encontr,
Kalinovilch disse algumas polavras em voz
I baixa.
tra sociedade, agitado, orgulhosa, dividida entre
um vago desojo de mclhoramentos ntoraes e uma
arden'.o pesquiza do bem lar malorial. El no
quadro da elasso dos profitiarios quo M. Pi-
semsky principalmente rnostrou-sc original. Ti-
nha-se pintado -mies delta os rsticos, os tur;"-?-
a profunda ignorancia, o descuido, a incorregivcl
prgales, o servilismo, e, adras de lodos, os hoLi-
tos de intemporanga to espalhodos na ciasso des
funecionarios. Era, o que os romancistas exi-
miom-se de escrever, porque lhes era prohibido
esclarecer semehantes tactos As mudangos que
se teera effe/ciuado na Russia desde a morte do
imperado,!-Nicolao derrubaram as barreiras.
(Con:;isr-st-io-


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EDWDBAM2G_OAZMB3 INGEST_TIME 2013-04-30T19:51:23Z PACKAGE AA00011611_09095
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES