Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09094


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Full Text
ANO XXXVI. NUMERO 143.
Por tres mezcs adianlados 58000.
Por tres mczes vencidos 6jOOO.
QUISTA Tmi 21 DE JDHO DE 186.
Por mno adiantado I9$000.
Porte fraue para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NOBTE.
Paraluba, o Sr. Antonio Alexondrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques dq Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos do Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Josc Harliiu Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fornandes de
Moros Jnior; Tora, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jcronymo d^ Coso._______
PARTIDA UU5 LUUiihlUa.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pe-
queira, ingozeira. Flores. ViUa Bella, Boa-Vista
Oncury e Ex nos quarlas-feiras.
Cobo.Serinhem, Rio Formoso.Una. Barrciros
Agua Prela, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
|lolns os corroios parlen) as 10 horas da manha
EPHEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
3 Luacheia as 2 horas e 26 minutos da larde.
d:mohi.TMto 8l0ho"se minutos
S fW.? 8S3 !,0r", n,iout09 da "anha.
?ardc Cre8centeas 10 hor" e 16 minutos da
PARTE OFFICIAL.
.Suarda nacional (teste municipio, par
ter.ilendo-se com V, S., ponha a sua
-'.....-- B|ieriur un guanta lia -
i ia nV ta-~,nloirajo Pdos scusolli-
'le vi c^O de nuio prximo lindo de haver
' '?,aP
nial,-.
vapures
de mari-
de cento
o qualro
Govcrno la provincia.
EXPEDIENTE DO DU 19 DE JINHO DE 1860.
_ Officio ao coronel rommandanlc das armas
ii.ler.no-Exprca V. S. assuas ordens para que
a torca de linha dsponivel, ea fortaleza do Bruro
lacam as honras fnebres ao tenente-general
cornmandaiile das armas, barao da Victoria, que
falleceu ncsla dala, fleando V. S. ccrio de que
ao commandanlc superior da
ara que, en-
. ponha a sua disposieo.
para semolhante lim tres dos corpos da niosm
guarda nacional.-Officou-se ao commandanlc
superior.
Dito ao coronrl commandanle superior interi-
no da guarda nacional do Itecife.A'visla do at-
iesado medico junio ao requerimento que devol-
yo. ao lente da 2.a companhia do 3. balalho
ua guaidi nacional, Jos Elcuterio d'Atevedo e
uoque aresD.'ito informou esse commando su-
perior era oiricio de 18 do correntc sob n. 96
mande V. S. desnquarlelar o mesmo lente;
ahm de tratar do seu reslabelecimento.-um-
mumcou-sn lliosouiaria de fazenda.
. Dito ao commandanlc superior da guarda na-
c i o ii a i
cios
asado o embaste com que lutava V. S. por
wiia de um olliciaT,\qU(S inierinamuiite servjsse
de secretario desse commando superior, visto
acnar-so juramentado e era exercicio o capilo
secretario gerol, conven), todava, dizer-lho que
irregular e coniraria a disposicao do arl 11 do
decreto n. 1351 de 6 de abril de 185f toi a deli-
berado por V. S. lomada de nomear c jnrameu-
larum guarda para servir de secretario geral
porque essa nomeoco devia recahir cm um olli-
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda
A. visia da conla junta mande V. S. pagar a Jos
mn'-W,0*11 Sllva a 1anlia de noventa mil rs.
(.tUftUOO) cm que importara nove cubos que elle
renden para o scrvir.o do hospital provisorio do
lazareto da ilha do Pina. Communicou-se no
inspector da saude do porto.
Dito ao mesmo..Mando V. S exigir do g.-ren-
W da Companhia Pernambucana de.
vista do olicio do inspector do arsenal
nha constante da c;iia junia, a quantia
nvenla e nove mil quiuhentos e Tinte
rs. (199j>524) em que imporlaram os concertos
leuos na chamin do vapor Persinunga.-Com-
mumcou-se no inspector do arsenal do ma-
rinii9.
Dito ao mesmo.A'vista do incluso pedido
mande \.S. admnlar ao almoxarife do hospital
miniar a quantia de um conlo de rs. (T-OI)O^
para occorrer ao pagamento das despezas d'aouel-
le est.-belecimenlo na 2.a quinzena do presente
mez.-Communicou-se ao coronel commandanlc
das armas interino.
Dito ao mesmo.Estando nos termos legis o
pret junto em duplcala, que me foi remeiiido
Z pfnTv'n" l superior da guarda nacional
le Pao Albo con. ofRcio de 8 do corrente, jun-
to por copia, mande V. S. pagar a Jos d'Olivoira
llamse Silva a quantia de duzentos clncoenla e
dous mil e tnnla rs. (252^030) em que inM.oriin
os vencimentos, relativos ao mez de maio ulti-
mo, dos guardas nacionaes destacados n'aquella
villa.Communicou-se ao commandanlc supe-
rior respectivo.
Dito ao mesmo. Inteirado do contendo do
oflicio que V. S. me dirigi cm 16 do corrente,
sob n. 6i)3, lenho a dizer em resposla que, quan-
<)o houver credilo, mande pagar a quantia de
clenla c dous mil rs (72#000), que se est a do-
ver ao gerente Ja Companhia Pernambucana pro-
veniente de passagens o freles ordenados pela
presidencia por contado ministerio da guerra.
Dito no inspector da thesouraria provincial
Tenho prsenle o oflicio de 16 do corrente. sob
n. 225, em quo V. S., informando acerca das
propostas, que devulvo, relativas arrmam-
elo da impressao dos Irabalhos das repartieres
jirovinciaes, declarando as typographias 'dos
Diarios de Pernambuco e do Recife estao bem
montadas, e que, nao obstante o preponento Ma
noel Figueira do Frias achar-so em condicoes
mais fivoravois pela pratica adquirida era iaes
impresses, vanlagens de maior publicidade e
garanta de permanencia, nao llio tem sido pos-
sivel, apezar dos bonsdesejos e es
gados, cumprir integralmente as
seos contratos ; e por isso V. S. de parecer que
laes impressoes sejam divididas ; a dos balancos
eorcamento da thesouraria e o relaloro dessa
-inspectora com lodos os documentos, que o acom-
panham a cargo de um arrematante, e ao de ou-
tro as de mais impressoes conclue propondo qna
sejam postas nova.nenle em praca as primeiras
por tres conlns e quinhentos mil rs. (3-5009000),
e as segundas por um cont e quinhentos mil
(1:300000).
A vista das razoes exposlas por V. S.. e con-
siderando que sem esforo so pdeassegurar que
ser diflieil, se nao impssivel, a qualqucr das
lypographias desla cidade salisfszer com a pon-
lual.dade necessaria todos encaraos, que Ihe 80-
brcvira das impressoes do immenso expediente
provincial, como a pratica o tem mostrado, le-
nho resolvido annuir sua proposta, e por isso
pode V. S. dividir os Irabalhos das impressoes
pela manoira indicada em sua cilada informarlo,
e po-las novameule em praca sob as bases apo-
sentadas.
Dito ao mesmo. Mande V. S. pagar, estando
em termos, a Romao do Reg Barros, a
quantia de vinte mil ris (20g000) constan-
te da conla junta em duplcala, de quatro
mczes de aluguel da casa que serve de quar-
tel ao destacamento d polica da freguezia da
Varzea, vencido do lne feverciro ao ulumo de
rnao desle anno, conforme requisitou o chefe de
polica era oflicio do 8 do correnle, sob n 783.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Approvo a medida proposla
pela junta dessa thesouraria de ser novamenle
posto em praca com o abale de oito cotilos de
res (8:0009000) no respectivo preco o imposto de
tlous mil e quinhentos res por cabeca de gado
vaceum consumido no municipio do Recife, visto
nao lerem apparecido licitantes arremataeo
desle imposto, segundo V S. me dcclarou cm seu
olicio de hontem, sob n 232, que fica assira res-
pondido.
Dito ao mesmo.Em odditamenlo ao meu of-
flcio de. 16 do correnle tenho a declarar-lhe que
deve V. S. emitlir o seu juizo sobre os precos
dss arremalaces j feilas, e de que Iralam os
sens ofcios sob ns. 214, 215, 216, e 218, deven-
do ir novamenle & praga com o abalmenlo da
quarta parle, como prope V. S, em su oficio,
sob n 219, e eu approvo, osimposlosque se co-
bram nos municipios do Limoeiro, Cimbres, Ga-
ranhuns, Flores, o Boa-Vistn, os quaes nao fo-
ram arrematados por falta de licitantes.
Dito no director do arsenal de guerra.Devendo
a companhia de artfices marchar cora o parque
de artlharia a fim de fazer as honras fnebres
do eslylo ao leuente-general do exercilo barao da
Victoria ; assim o declaro a Vmc. para seu co-
nhecimentn.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. fornecer ao ad-
ministrador da casado delenco 100 camisolas de
conformidade com a nota junta, para uzo da en-
fermara desse estabeleclmenlo, recebendo do
mesmo ns camisas em igual numero, que ante-
riormente lhe foram enviadas, e que nao podem
servir, por nio lerem nsdimensoes convenientes.
Commuuicou-se ao.chefo de polica.
pito ao mesmo.Deferindo o requerimealo de
Juvencio de Almeida Luna, sobre que essa di-
rectona informou em oflicio de 18 do correnle o
autonso a elevar a dous mil reis (2S0001 o jornal
que actunlmenle percebe o snpplicanle como of-
Hcial das oIBcinas dt Ia o 2" classo desse arse-
nal.Communicou-se a thesouraria do fazenda
Dito ao inspector da saude do porto.Era vista
do que declara Vmc. no seu officio de 18 do cor-
renle, tenho a dizer-lhe que so nao houver re-
crudccencia do mal. se deve fechar no fim do
mez o hospital da ilha do fina, onde estao sen-
do tratadas ns pessoas acommettidas da febre
amarclla, i bordo dos navios surtos no porto
Dilo ao mesmo.Remeila-mo Vmc. ns folha*
que detxamm de acorapanhar o seu olieia de 18
do correnle.
Dilo ao director das obras militares.De con-
formidade com o orcainenio, a que so refere o
seu oflicio, n. 50, de 18 do corrente, mande Vmc.
fazer os concertos de que carece o lelhado do so-
brado do quarlcl do l" balalho de infanlnria
no Hospicio.Communicon-sc a thesouraria do
fazenda.
Dilo ao director interino da repartirlo das obras
publicas.Mande Vine, tapar com urgencia, c pe-
lo meio que for mais conveniente, nin nrro'mbn-
menio relio na cadera da cidade da Victoria pe- .
los respetivos presos.Communicou-se ao chefe! Cabo
de polica.
Dilo no professor I.uiz Jacques Brunel.Intei-
rado de lodo quanlo me coinmuniea Vine, em
sen olicio de 25 de maio ultimo, tenho a dizer-
Hie que, uo caso do nao vir pelo vapor, que se
espera do sol, a decisao do governo imperial, a
que alinde Vine, se expedita a orden), que so-
licita na ultima parte do seu citado oflicio.
Portara.O presidento da provincia, confor-
mando-so corn a proposla aprosentada pelo l-
ente coronpl do balalho n. 48He infamara da
guarda nacional do municipio de Cabroli, e a
que se refero a informacao do respectivo 'com-
mandanle superior datada do 14 de maio ultimo
resolve ie conformidade com o art. 48 da lei n.
602 de 19 de setembro do 1850 nomear para o'-
llciaes do mesmo batalhio os cidadaos segundes:
Eslado maior.
Tenenle quarlcl Diestra Freucisco Gomes
Ba tinga.
Cirurgiao lenle Manoel Goncalves Torres e S.
Alteres secretario Bellarmino Ferreira Padilha.
Alferes porta-bandeira Jos A1ves Brando.
Primeira companhia.
CapilaoSaturnino Jos da Silva.
TejienteJeronynio Pires Al ves de Carvalho.
AlferesJos Antonio do ^ascimenlo.
Segunda companhia.
CapiloFrancisco Antonio do S Padilha
TenenleIgnacio Alvos de Carvalho.
AlferesFlorencio Alves de Carvalho.
Terceira companhia.
CaplaoFrancisco Lopes de Barros e Silva.
TenenleJoo Jos da Silva.
AlferesDomingos Moreira da Silva.
QiMtta companhia.
CapiloHonorato Honorio llibeiro Granja.
TenenleManoel ursino Granja.
AlferesJos Francisco de Gouveia Lima.
Quinta companhia.
CapiloPedro Eufrasio da Silva.
TenenleAlcxandre Gomes de S Jnior.
AlferesFrancisco Pereira Lima.
,. ... Sexta comoanhia.
CapiloSaluslio Gomes da Cosa Granja.
Tenenlel.uiz Fernandos de Frcitas.
AlferesWenceslao Lopes Machado.
Communicou-se ao couimnudautc superior res-
pectivo, remetiendo a relacao des nomeados.
Dita.O presidente da provincia, conforman-
do-se com a proposla do chefe de polica de 18
do correnle, sob n. 835, resolve nomear a An-
tonio Basilio Costa Lima para o-cargo de subde-
legado de polica dadistricto de Peripiri--Com-
municou-se ao Dr. chefe de polica, enviando o
titulo do nomeado.
PREAMAR DE HOJE.
Primeir as 6 horas e 54 minutos da
Segundo as 7 horas e 18 minutos da
a raanha.
a tnrde
AUDINECIAS DOS TBIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Ju.zo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercos e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio da
Segunda vara do civil
meio din.
quarlas e sabbados ao
490. Joaqun)
Passe.
Pedro de Mello- Hornera.
491-Jos Miguel do Espirito Santo__Sera at-
lendido opporlunamenle.
492Jdo Luiz da Silva Lema, professor pu-
blico da povoaco do Peres.Informe a ihesou-
rana provincial, visto nao hav
governo o requerimento a que alludc o suppli-
493.Mara Joaquina Bibeiro.Deferida nos
rermosda informacao junta por copia da conta-
n "'esouraia provincial.
491Manoel Joaquim Ferreira Estoves.In-
iS- """actor da thesouraria provincial.
^D_ anoel Aleisdo Carmo.Passe nao ha-
vendo inconveniente.
v,l?6Mana ^oa(luina R'beiro; Nao hnvendo
vaga no colegio dos orphaos, s pode ser nd-
nntiido o filho da supplicanto na companhia de
aprendizes menores do arsenal de marinha
49/-Manoel Joaquim Madureiri,-Com docu-'
memo que prove no haver sido recebida a caria
em s. I aulo e de nao existir a mesma caria ires-
dmimslracao ou na da cOrte, volle, que '
498.Manoel Clemente Rbcro Vareiao ln-
forme o Sr. Dr. juiz
o adiaineiito, e tomara
censida, nao propoi
parlo na discusso.
Discorda de alguns de seos collegns, que re-
provam o coslume do tomarmos por modelo ns
legislares das nacOes mais adianladas que nos
. "nToJe^
essas Helias Iheonas, que adoptamos, sao ou nao
adaptadas s nossas circumslancias ; ist-i porm
nao se d no caso actual. Nao aceila a Franca
como modelo quando se trata de legislaro fun-
damental, em razao da inslabldade que enrac-
DIAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Leoncio m. S. Ozana v.
19 Terca. S. Juliana de Falconcri r.
20 Quarta. S. Slvcrio p. m. ; S. Adalberto
21 Quinta. S. Lniz Gonzaga, jesuiln.
22 Sexta. S. Paulino b. ; S. Concordia v.
23 Sabbado. S. Joo sacerdote ; S. Agripna v.
24 Dominan. Nasriinenln de S. Joo Baplisln.
are
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO^UL.
Alagoas, oSr. Claudino Falcao Diaa; Baha
Sr.Jos Marlns Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O propnelnrio do diario Manoel Figueira de
Faria.nasua livraria praca da Independencia ns.
tensa essa naco ; mas em legislado civella
pode serv; e tem servido de pharol a muilas ou-
Iras nacoes.
Entenle
499.Rosa Mara Fonseca d'Abuqcrque.
Como pede. H
500Sabino Luiz d'Araujo.Pode seguir.
INTERIOR.
de S
Dita.O presidente da provincia, nllendendo
ao que requeren a professora publica de instruc-
co elementar da freguezia de S. Pedro Martyr
de Olinda, Rosa Mara Fonseca de Albuquerque
e a informacao ministrada pelo director geral da
instruccao publica, ouvido o conselho director,
resolve considera-la habilitada para perceber as
vanlagens do art 26 da lei n. 369 de 14 de maio
de 1855.Communicou-se ao director da ios-
tro ceo publica.
Dila.O presidente da provincia, atlendendo
ao que requereu o professor publico de inslriic-
forens empre- a0 "'amentar da freguezia de S. Pedro Martyr
condicoes de de 0l'nda, Joo Antonio da Costa Mederos, e a
informacao ministrada pelo director geral da
instruccao publica, ouvido o conselho director,
reselve considera-lo habilitado para perceber as
vanlagens do art. 26 da lei n. 369 de 14 de maio
de 1855.Cammunicou-sc ao director geral da
inslrurco publica.
Expediente do secretario da provincia.
Officio ao coronel cnmmandanle das armas.
O Exm. presidente da provincia manda com-
mnnicar a V. S. que por despacho desla data
aulor;sou-se o director do arsenal de guerra a
mandar salsfazer o pedido do almoxarife do hos-
pital militar, a que se refere o officio desse com-
mando de 16 do corrente, sob n. 679.
Dito no mesmo. O Exm. Sr. presidente da
provincia manda aecusar recebido o officio de
18 do correnle, sob n. 681, em que V. S. lhe
communicon ter assumido interinamente o com-
mando das armas, naquelln data passando a di-
rectora ao arsenal de guerra ao respectivo aiu-
danlo. J
Dito ao juiz de direito de Tacaral.S. Exc.
o Sr. presidente da provincia manda aecusar re-
cebido o officio do 14 de maio prximo lindo, em
que V. S. participa que, por se nao ter ah apre-
senlado o promotor removido para essa comar-
ca, Dr. Vicente Jansen de Castro Albuquerque,
nomera pnra exercer interinamente esse cargo
o cidado Francisco Jos Rodrigues Rosa, que
cntrou em exercicio naquella dala.Expediram-
se as communicaeoes necessarias.
Despachos do dia 19 de junho.
476Antonio Joaquim da Cunha Informe o
Sr. Dr.'chefe de polica.
477Benedicto Manoel Carneiro da Cunha, es-
crivao interino jury do termo do Pao d'Alho.
Informe o Sr. Dr. juiz dn direito da comarca do
Pao d'Alho.
478Carlos Francisco Soares de Brito.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria provincial
479Companhia de illuminaQo a gaz.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
480Flix Luiz d'Araujo.Pode seguir.
481 Francelina Juliana Encantadora de Je-
ss.Por ora nao ha vagas.-
482Bacharcl Francisco Augusto da Costa.
Indeferido por so opporem prelencao do sup-
plfcnntc as decisOes do governo do 26 de agosto
de 1851.
483Francisco Beserra Vanderley, capilo do
balalho n. 36 de infantaria da guarda nacional.
Informe o Sr. commandanle superior da guar-
da nacisoal do municipio do Brejo.
485Bacharel Francisco Gomes Vellozo d'Al-
buquerque Lins. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
486Joao Antonio da Costa Medeiros, profes-
sor publico da freguezia de S. Pedro Martyr de
Olinda.Como requer.
487Joaquim Jos Luiz de Souza, alferes do
10. batalho de iofanlaria de linha. Requeira
petos canaes competentes.
428-Joao Goncalves Pereira. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
489.Jos Joaquim Pinho de Mello.Indefe-
rido vista da informacao.
BIO DE JAAMIKO.
ASSEHBLA GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
SESSAO EM 4 DE JUNHO DE 1860.
Presidencia do Sr, Manoel Ignacio Cavaleanli
de Lacerda.
s 11 horas da manhaa o Sr. presidenle
abre a sessao, estando prsenles 30 Srs. senado-
res.
I.ida a acta da anterior, approvada.
O Sr. 1. Secretario d "conla do seguinte :
EXPEDIENTE.
Un. aviso do ministerio dos negocios da jus-
licn, remoliendo um dos nnlhographos de cada
tima das resolucos da assembla geral: 1. au-
lonsando o governo para prorogar por mais um
anno a licenca com que se acha na Europa o con-
selheiroThomaz Xavier Garca do Almeida e
para conceder um anno do licenca com os res-
pectivos vencimentos a Saltistiano Jacinlho de
Audrado Pessoa, e ao padre Manoel de Vera-
Cruz ; 2 a, approvandoa aposenlacao concedida
aojuiz de direito Joao Carlos Pereira Ibiapina
com o ordenado de 1:200J : as quaes rosolucc*
Sua Magesladeo Imperador consenie.Fica o se-
nado inteirado, e manda-so comrauoicar c-
mara dos deputados.
Dousoflicos do primeiro secretario da cmara
dos deputados, participando quo ella adoptou e
dirigi sanceao imperial as resoluces do se-
nado : 1. concedendo loteras para ns obras das
do Norte; o da villa Leo>-o!diftaretvnai\,,'-' 11
Espirito Santo do municipio do Mar de Hespa-
nlia, na provincia de Minas-Gciaes ; o 2.a, dis-
pensando ns leis do morlizneo, para que a ir-
manilade do Senhor dos Passos da cidade de
Parahybuna. provincia de Mnas-Geraes, possa
possuir bens de raiz at o valor de 100:OOOS()JO
ris.
Oulro do mesmo primeiro secretario, partici-
pando que aquella cmara adoptou a emendi do
senado resolueo quo approva a penso animal
de 600j concedida ao conego Joao Baplsla de
Figueiredo, e que dirigi a mesraa resolugo
sanceao imperial.De lodos fica o senado inlei-
rado.
Dous officios do mesmo primeiro secretirio,
acompanhando as tres seguinles propositos:
1.a, autorizando o governo para mandar pagara
Joaquim Das Bicalho, aposentado no lugar de
inspector da thesouraria da provincia de Minas-
Geraes, a differenca do ordenado do l:200g, para
a de 2:0005, cm'que foi melhoradi a sua apo-
sentadoria ; 2.*, dispensando as leis de amorli-
zaco a favor da casa da Misericordia da cidade dn
ponstituieo, e oulras corporaces religiosas ; e
3.a, approvando a penso annual do 6O0J, con-
cedida a D. Henriquela Esmeria Nabuco e Car-
neiro.Vo todas a imprimir no jornal que pu-
blica os IrabalhOs do senado.
Dous olficios dos presidenles das provincias do
Paran e do Amazonas, remettendo exemplares
dos relatnos com que abriram as respectivas as-
semblas provinciaes.Vo reraetlidus para o
archivo.
Um requerimento do Antonio Candido Gaivolo
de Almeida, pedindo ser admillido como addido
para roadjuvar os guardas da secretaria e paro
do senado. E' remcltido commisso ta
mesa.
Comparecera no decurso da sesso mais qualro
Srs. senadores.
ORDEM DO DIA.
Contina a discusso, adiada na sessUo ante-
cedente, do art. 1. da proposieo da cmara dos
deputados mandando processaf, anda que ausen-
tes do imperio, e julgarlogo que forem prsen-
les, os cidadaos brssileiros que perpetraren) cer-
los crimes em paizes estrangeiros.com as emen-
das npoiadas.
O Sr. Vasconcellos est convencido da conve-
niencia do adiamento da materia em discusso ;
primeramente o Ihrono na falla que dirigi ao
corpo legislativo, tendo lerabrado todas as medi-
das que julgou de urgente necessidade, indicou
esta ; alm disso ha decorrido o longo intervallo
de seis annos entre a approvaQo desla lei na ca-
mira dos Srs deputados e asna actual apresen-
taco no senado; esse longo lapso de lempo du-
rante o qual o projecto esteve esquecido, Iraz em
resultado a necessidade de ser elle de travo eslu-
dado e reconsiderado.
Nao o julgando pois de urgente necessidade. e
fallando ao senado os necessaros esclarecimcn-
tos a respeilo da materia, nao duvdaria em vo-
lar pelo adiamento. Nao se pode invocar, para
mostrar a necessidado da .medida em questo, o
exemplo das nacoes cultas da Europa; entre el-
las laes medidas nao se tem votado se nao depnis
de serio e minucioso exame, em vista de relat-
nos, em que os ministros expem tongamente as
suas razoes de eslado, e de luminosos pareceres
das respectivas commisses, de modo que as cn-
raarasjpossam dar um vol esclarecido. Naocon-
cordaUea a bpioio do S'. senador pelo Rio
Grande do Norte, quando julga que o senado
nao tem necessidade dis luzes do ministerio ;
se o senado nao precisa de luzes theoricas dos
Srs. minisros, se bem que as reconhegn, com-
tudo uicor testavel que lem necessidade de es-
clarecimentos de tacto, que s elles podm
prestar. t
O orador e o senado sabe, quo se lem dado
questes da nalureza dessas, que a lei era dis-
cusso procura previnir, com os Estados visi-
nhos do 8iil, que leem corrido processos peranle
os tribunaes do paiz ; mas ignora-se qual o an-
damento e qual a deciso que lem tido ; sabe
que se lera levantado reclnmacdes, e se lem tro-
cado olas diplomticas ; mas" ignora-se o seu
conleudo ; e portanlo nao se pode tambem saber,
se a modila em discusso ser propria para con-
seguir o desejado fim.
Entretanto, e. despeilo das razoes que acaba
de expender, como o Sr. ministro de cslran-
geiros declarou quo a medida de urgente e-
que os hnralos nicrabros que im-
pngnaram o parecer em separado, nao pesaran)
bem os solidos e luminosos principios cm que
elle so basea. Os signatarios desse parecer no
podiam desconhecer a necessidade de punir o
enme as hypolhesesdeque trata a lei ; mas fo-
ram levados a divergir do parecer das commis-
ses. em vista das difculdades e da importan-
cia da materia.
Nota que lodos os oradores que teera lomado
* ,,. a..-01 !SS; XX'ZSTJizr.
quesiao ; oque assaz revela a sua grnvidade e
importancia, e que portanlo elle orador no po-
da guardar silencio em tima questo que tanto
entendo com a sua prolissao.
Entendc que esla lei deve nbranger mui limi-
tado numero de casos ; no caso contrario ir dar
?'1-n ""merosas complicacoes diplomados o
a d.liculdades pralicas. Cila'o exemplo, que nao
aris. o. o. e 7." reduz a muilo poucos o nu-
mero desses casos ; memora 03 dehales quo se
derara na cmara franceza cm 1843 por occa-
siao de urna medida proposla pelo ministro pa-
ra lomar extensiva a oulros casos a disposieo
des?es rtigos, medida que excilot urna larga
discusso, e que. sendo npprovada na cmara
dos deputados, nao pude coraludo passar no se-
nado.
*> ,"-'' lao puuco dos H>i,-on.s di Alle-
maoha. com cujas insliluires tambera nao sym-
palhisa ; julga sim. que s deve imitar o exem-
plo dos paizes conslilucinnaes, como a Ingla-
terra. Deseja que n lei abranja o menor nume-
ro de casos possivel. porque nao quer ver o Bra-
zil r.onverlido cm purgatorio de quanlo deln-
queme houver no mundo, cm vez de ser o asy-
lo da hberdade. Insiste sobre a necessidade que
ha do reconsiderar a materia e esluda-la. nao
j nos l.vros dos autores estrangeros. mas no
grande l.vro da realidadf.
Coucluc mandando mesa o seguinte reque-
rimento : oh
Peco o adiamenlo da discusso al 15 dias
para que as commisses, om-idos os Srs. minis-
ros, apresenlem as emendas que a discusso
tem moslrauo necessarias. Souza Franco.
E appoiado. c verificando-sc nao haver casa, o
Sr. presidente declara a discusso adiada, e d
para a ordem do dia da seguinte sessao, a mes-
ma j designada na sessao antecedente.
Levanla-se a sesso meia hora depois do
meio-dia. '
0orador nao se iosi cargo de combau-r as
emendas, visto que reputa o projecto intil jul!
ga que a materia est assaz discutida e exu-
dada, c que o projecto j pode ser volado "
lilldade C0"lra ld proJec,- isl inu"
r.lfabuco Primeira vez que fallava sobre
a materia encelando J:-------
que nes-
e punido,
Sao estas as razoes por que enlende que o
projecto tal qual se acha redigido e emendado
nae pode ser adoptado.
Adopta a emenda quesubstituo as pnlavras
poderao ser procesadosem vez das palavras
roo processados.As nossas circumslancias es-
peciaes cora as repblicas da fronteira do sul
. lornam necessario deixar-se ao governo o arbi-
trio de processjr ou no processar ; muilas ve-
zes poder acontecer, que o individuo
|ses estados j lenha sido processado
tenba ainda de ser submeliido a processo e j
gamenlo peranle os iribunaos do paiz, se a dis-
posicao da lei for imperativa, e dar-se-ha assim
orna violacao do axioma de diieito non bis m
xaem.
O orador reconhece que era rigor do direito
argumentara muilo bem aquelles que impugnara
o parecer em separado ha crime ; logo, deve
ser punido em qualqucr parte que seja coramel-
tido. *
Entretanto pondera.que esla lei excepcional
neiecidos ; assim que ella nao allende ao prin-
cipio jurdico que manda que o reo seja proecs-
"nr.'SyaJ4 delicio ; o dahi c9ncl.- >-^.m
que for poaii^^.^.ceartjtfn.ftb-'c''npr" l?e?^-
didos na lei.
No entra na nnalyse dos arllgos do cdigo,
que julga mal cabidos na disposieo da lei, por-
que isso seria fastidioso, e domis o nobre sena-
dor por Goyaz forrou-lho esso trabalho coma
brilhante resenta que dello fez.
Se nao se fizerera as liniaeoes que julga ne-
cessarias, o orador volar contra todo o pro-
jecto.
Receia dar ao governo, qualquer qio elle seja,
a pesada incumbencia de fazer o regulamenio
para 3 presento lei; nao sabe como o goveino
ha de comprehender o pensamento dominante
da cmara em vista da immensa divergencia de
opinies quo se tem manifestado na discusso ;
se osarligos do cdigo, que devem ser compre-
hendidos na lei, nao forem nella especificados o
governo lera de ver-se em serios embaracos para
confeccionar esse regulamenlo.
Concorda com o nobre relator das commisses.
quando disse que aquelles que acham mo o
projecto, nao devem conlcntar-se com censura lo,
devem emenda-lo. Maso orador, colindo de so-
bresali nesta questo uo eslava preparado pa-
ra expender suas ideas, epropor emendas a esse
projecto, que a tanto ternpo dorme no esqueri-
raenlo. Nesle caso acham-se mullos oulros so-
nhores senadores ; portanlo julga que s com-
misses que compete apresenlar emendas ao
projeclo. Pelas razoes quo lem expendido julga
que os crimes de perjurio c peculalo devem ser
excluidos da lei.
Quanlo as expresses/>o' oulro qualquer mo-
do, que so segucm s palavrasespotaneamen-
te, ou por cxlradicco vola pela suppressao to-
tal dessas palavras, quer como se acham no pro-
jeclo, quer como na emenda das commisses.
Sendo a ulilidade a medida de legislar, deso-
jar o orador, qne o governo Iho dissesse, se
porventuraha reccios de conspiraco de subditos
brazilciros em paiz eslrangeiro conlra a indepen-
dencia, a seguranza, e as inslituiges do paiz?..
Para honra dos brazilciros o orador est corlo
que nao podo haver a mnima desconfianca. Nao
ha pois necessidado de accelerar a discusso do
projecto ; cumpre que os Srs. ministros preslem
osnecessariosesclarecimenlos; e se em vista del-
les a cmara entender que a lei deve pas3ar, pe-
de ao senado que atienda ao principio por elle
expedido de nao extender a tnuilos casos a dis-
posieo do projecto.
O Sr. Souza franco observa a grande diver-
gencia de opines que sobre a materia se tem
manifestado no senado, divergencia que foi de-
lirada no excellenle discurso do orador que o
au ; rcvella que a materia importante
plicada, e que porlanto a discusso no
iroseguir do modo porque vai ; julga in-
savol que sejam ouvidos os Srs ministros;
o projecto carece de muitas emendas quo certo
serao offerecidas, o lalvez ser necessario que
volle anda s comisses para ser reconsiderado.
O nroprio orador em muilos pontos divtrge
dj T11'0 das cmmisses ; por exemplo, nao
admuje o arbitrio que se d ao governo com a
palava, poderao : julga esse arbitrio contrario
a independencia do poder judiciario, e por con-
seguinta offensivo da lelra da constituieao. O
orador pergunta quaes sero os juizes ou os
tribunaes n que o governo incumbir o julga-
menlo desses processo ? Posto que muilo confie
no governo, comludo nao lhe daa nunca urna
lo importante nutorisaco, pois receia que o
governo ainda v arrancar o jury mais esses
julgamenlos.
Tambem opina que nao ha urgencia na raedi-
cm d)scussso, a integridado, a indepen-
SESSO EM 5 DE JUNHO
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavaleanli
de Lacerda
A's 11 horas da manhaa o-Sr. presidente abre
a sessao com 30 Srs. senadores.
I.idas a acta da anterior, approvaa^
O Sr. Io. Secretario d Mita do seguinte
EXPEDIENTE.
Um oflicio do t secretario da asmara dos de-
pulados, remetiendo a resoUirte fta mesma c-
mara, tomada sobre a proposirao do senado que
nulonsa o governo para mandar admitlir os estu-
cantes Ramiro Jos de Assis Alhaydo, Francisco
Bazilio Duque e Jos Marciano da'silva totes o
primeiro a exame de francez, o segundo matri-
cula do primeiro auno da Paculdade de Medicina
do Rio de Janeiro, e o lerceiro finalmente ma-
tricula e acto do quarlo anno da mesma Faculda-
de ; qual proposieo a ref. rida cmara nao tem
podido dar o seu assculimeiilo.Fica o senado
inteirado.
Oulro do mesmo, acompanhando a proposieo
da> mesma cmara approvando a aposeulnco con-
cedida ao juiz de direilo Joj Manicio W'ander-
ley. barao de Coligipe, em um lugar de desera-
bargador com o ordenado correspondente ao
lempo que tem de servicoVai a imprimir
jornal que publica os Irabalhos do senado.
examina en, de.a.he? T ju g T nni
utilidadedo projecto j eslavo' 3^^*
primeira discusso, e que en elleP base* do e
principios ineonlestaveis. donde se deveria ,ar-
Ur pora a nppl.cacao. Entretanto com o correr
da d.s,ussao lem vislo que a questo ,,o i
XtSStB,,a protu,,da d,v,!rse,,c,a v*-
Pos oradores que leem fallado, uns direm
nao lemos direilo algn, de processar f-ir.i do
paiz ; a le e injusta ; uniros pelo contrario ex-
clamara : -temos esse direito; j est consagra-
oon'.'^h ""' lci inulil! ha Parlan'
quolao de principios.
' Acha que a opinio do orador que o preceden
singular, visto como no se funda swaa
principios da sciencia, nem
risconsullos, nem as le
povos.
Se fosse exacta essa doctrino, enlo scri.m
mam todas Mas legisla.oes espec.aes,
CX.Sleill nm """i iJ..------------
nos
na opinio dos ju-
legislaces dos oulros
era quast todas as nacoes regulando a
materia em questo; o que nao admissivel.
Pondera que nos paizes onde a toeislarao
om.ssa a respeilo destes casos, longo de atevale-
cer a donirina do Sr. senador pela Baha, preva-
lece o direilo romano, o forum domicilii que o
principio da juridiccao pessonl s lei reco"nl.eci-
a media iJade; que boje
ilitioilin^.. a ---ti '
do na Europa duranic
prevalece a doulrina da jurisdieo lerriiorial a
qual comludo soffre as excepcoes que se trata de
estabelcccr na lei em discusso.
no
Depois do passar em resenta osarligos do c-
digo ciados pelo orador que o precedeu c refa-
lar as consideracoes apresenladas pelo mesmo
passa n rombater a opinio dos que sustentar
que nao ha direilo de punir crimes commeltiJos
em paiz eslrangeiro. Emende que os que leem
argumentado conlra esse direilo illtidem a ques-
lao, nao a pondo nos devidos termos.
Moslra que, se o processo instaurado quando
o reo est em paiz eslrangeiro, a punieo no o
opera seno dentro do paiz ; que no s'e Bfatkaas
diligencias, prizoos, nem aclo algum dejurisdic-
Cio em paiz eslrangeiro ; no se alaca porlanto
a soberania das oulras nnces.
Timbera nao julga qu o projeclo possa dar
Oulro do Sr. senador bario de Coligipe parli- "g'?j 1"r^1C:,', J" nphorysmo jurdico non bis
cipando que encommodos de familia o privara de ,'" f* "'dividuo j livor sido processado
comparecer s scsses do senado, o que fnrloo P*u "ao so lhc deVt f"r)ar novo pro-
que cessem laes motivos Fica o senado inte!- "
rado.
Un requerimento de Manoel de Andrade Mar-
lins Vallasques, pedindo que por um aclo legis-
lativo se mande que elle seja matriculado c ad-
millido a fazer aclo das malcras do primeiro an-
no da Faculdade de Direilo do Recife, apresen-
lando previamente approvacao do exame do pre-
paratorio que lhc falla..V cummssao de ins-
IrucQo publica.
Comparecera no decurso da sessao mais 3 Sr=
senadores.
cesso.
Contina a discusso, atfiaBa na sessao antece-
dente, do requerimento do Sr. Souza Franco,
pedindo o adiamento por 15 dias da discusso da'
proposieo da cmara dos deputados mandando
processar, ainda que ausentes do imperio, o jul-
gar, logo que fre.n presentes, os cidados brasi-
leos que perpetraren! cerlos crimes em paizes
eslrangesos.
O Sr. Souza Franco retira o seu requerimen-
to com consenlimcnlo do senado.
Prosegue portanlo o discusso do ort. Io da so-
bredita proposieo, com as emeudas apoiadas na
sessao do Io desle mez.
E apoiodo a seguinte emenda :
Supprimam-se no arl. Io do projecto as pa-
lavras ou por qualquer modo. Vascon-
cellos.
O Sr. Dardo de Muriliba opina que a dou-
lrina do projeclo desnecessaria na primeira
partee impraticavel na segunda. E' desnecessa-
ria quando confere ao goveruo o direito de man-
dar processar, ainda quando alsenles, os Brasi-
leros que liverein commellido cerlos crimes cm
paizes eslrangeiros. Se os tribunaes do paiz so
competentes para processar e punir os crimes
comineliidos por Brasileiros nessas condicoes, se
O orador eslranho que o Sr. I). Manoel che-
gasse a dizer que nodeviamos apreciar a lej?M-
lacao dos paizes eslrangeiros; pondera que" so
trata de estabelecer regras de direito internacional,
o que por isso cumpre harmonisar o mais que
fr possivel o nossa legislm.no com as eslrangci-
ras, pois assim convm aos' inleresses recprocos
dos estados; pondera demais que em materia
de justiga o moral universal nao ha muilo quo
inventar nem que innovar.
Justifica o projeclo da censura de contradicto-
rio, folla pelo Sr. marquez do Olinda.
doTnesmo sr. senauor quanuo receta persegui-
ces aos brasileiros em paizes eslrangeiros por
crimes polticos; pois a lei nao lr.-il.-i de punir
os referidos em oulros paizes, mas sim de punir
conspiradores em acivdadc.
Tambem no procedo cm sua opinio a razao
allegada da dificuldade das provas Porque
diflieil o exercicio de um direilo, nao se seguc
que no deva ser exercido.
Nao se demora em demonstrar a utilidade do
projecto, porque a julga clara. Sent nao estar
presente o illuslfado relator das commisses,
pois lem de fazer consideraces sobre a emenda
das mesmas, relativa s palavras ou por quaes-
quer actos pblicos seus.
Mostraqueas hypolheses que se leem apresen-
lado para juslillcar essas expresses nao servem
para esse lim ; e nota, como j o disse quando
pela primeira vez fallou, que entre as nacoes cs-
Irangeiras ha extremo escrpulo no emprego
dos meios para obter a vinda do criminoso para
o seio do paiz.
Vola pelo projeclo com as emendas por elle
orador apreseniada;.
O Sr. D. Manoel, no se oceupar em romba-
ter a opinio sustentada pelo Sr. baro de Muri-
lili. nna.... :..i :--.. .._____________. -__
e principio inconcusso de direilo que a todas as > liba, porque julga isso desnecessario depois dj
nacoes compete o direito de processar o punir modo cabal o brilhante porque o orador que
paiz prpcedcu a refutou.
seus subditos por crimes commellldos em
eslrangeiro, escusado que cssi doulrina seja
formulada em lei. Algumas nacoes nao admit-
iera essa theoria, mis essas s em to peque-
no numero que formam apenas urna excepto
regra geral. No comprehende como o exercicio
Essa opinio singular, o no pode prevalecer
conlra a de tantos e loo Ilustrados senadores, d
lautos jurisconsultos, de tantas nacoes do inuud >
quo tecm adoptado a doutiina contraria.
Adopta a emenda do Sr. senador Pereira d ;
de um direito lo incontestavel possa dar lugar Vasconcellos. rejeita as emendes. Tambem na >
da
dencia e as instiluices do imperio eslo feliz-
mente oo Abrigo de qeolquer atlentodo em paiz
eslrangeiro ,no ha o menorreccio por esse lado.
So so derera uo paiz insurreices e tentativas
conlra a ordem publica, e os autores dessas ten-
tativas liverem cmplices no exterior, ha os
meios necessaros para os processar, e nada im-
pede que esses cmplices sejam incluidos no
mesmo processo dos autores principaes.
Julga de muito peso a objeceo apresenlada
pelo nobre senador por Pernambuco, da diffl-
culdade da dofesa.
Tambem de opinio que se deve restringir
a disposTcao da lei a mui pequtno numero de
crimes; nao aceita o exemplo da Franca, que
tem vivido quasi sempre sob o rgimen absolu-
a reclamacoes entre as nacoes. Pondera que
essa doulrina nao s j existo consograda cm al-
gumas disposices de nosso cdigo penal, como
tambem j tem sido posta em pralica entre nos :
ha deliclos classificados em nosso cdigo que s-
raente podem ser perpetrados fra do territorio
nacional; muilos delles estao incluidos no pro-
jecto em discusso.
O orodor 16 diversos orligos do cdigo penal,
e mostra quo os crimes nuiles designados n
podem ser commetlidos seno fra do paiz, don-
de conclue que no cdigo j se acha reconhecido
o direito que no projecto se quer estabelecer
Se fosse tdmittida a doulrina dos quo pen-
sara que o cdigo se limita o punir os crimes
commetlidos dentro do territorio nacional, ento
essa-classe de empregados, que exercem suas
funcQes em paizes eslrangeiros, estara fra da
acgo do nossas leis, o que seria absurdo,
Pondera que as nicas nacoes quo nao teem re-
conhecido o direilo de que se trola sao a Ingla-
terra e os Estados-Unidos, e que essas mesmas
em alguns casos teem eslabelecido excepcoes.
Depois de olgumas oulras consideraces o ora-
dor passa a mostrar com factos que a doulrina
por elle professada ja lem sido posta era pralica
entre nos sem conleslacoo. O'iondo elle orador
presidio a provincia do* Rio Grande do Sul man-
dn processar diversos brasileiros que se acha-
vam no.Eslado Oriental, por crime de invaso,
depredaco e roubo, que linham commellido na-
quelle Estado ; que o mesmo praticou-se du-
sanle a administrado do seu successor, o finado
consclheiro Jeronymo Francisco Coelho. Duran-
te o ministerio do Sr. visconde de Uruguay na
pasta dos eslrangeiros dt-ram-se alli graves oc-
currcncia3 que lornam necessoria a instaurarlo
de semelhanles processos ; e se S. Exc. nao
maudou instaura-los. nao foi porque nao reco-
nhecesse o direito que lho assistia, mas sim por-
que a isso se oppunham as conveniencias pol-
ticas.
O orador er qua tem mostrado a inutilidade
do projecto em sua primeira parle, c porlanto
passa a demonstrar a sua impralcabilidade na se-
gunda. Julga muilo duvidoso e conleslavcl que
essa doulrina applicada aos Brasileiros se possa
extender tambem aos eslrangeiros; o eslrangeiro
nao pode eslar sujeilo jurisdiccao de um paiz
em que nio reside. O tacto da vinda para o Bra-
sil de um eslrangeiro que fra delle commelteu
um crime contra Brasileiro, enlende o orador
que, longc de favorecer sua puoico, deve con-
tribuir para fazer esquecer qualquer offensa.
Ainda mesmo que se desse esso direilo, seu eier-
cicio encontrara muitos embaracos em urna na-
Qao traca.... Essa loi, alm disso,seria letra mor-
a, porque nao seris possivel extender s accao
das leis a subditos que as nao reconhecem.
adopta o po lerdo pelas razoes que j expende i
quando a primeira vez orou.
Nao pode concordar com a intelligencia dadi
pelo Sr. Silveira da Motla palavra trancen
pourra; nao comprehende como na liogua por-
lugueza se poderao considerar synonimas estas
dos expresses serao c poderao ter; e nem lo>
pouco na lingua franceza.
Nota alm disso que o mesmo Sr. senador quer
ser melher interprete da lei do que o proprio
relator das commisses, que nao deu tal inielli
gencia a essas palavras.
Declora queno disseque nao devamos apreciar
as legislaces eslrangeiros, nem adoptar uen-
huma das suas disposices ; roas sim que as nao
devenios adoptar sem exame c sem criterio.
Em legislaco criminal nao tomar para exem-
plo a Franca, cujo cdigo forreo nao se compa-
dece com as luzes do secuto em que vivemos.
Nao acha fundamento as objeccoes que se
teera suscitado contra o projecto, como a diiTi
cuidado das provas, o receto de oppressao, o
oulras, e julga que o projecto deve ser volado
sem rcreio. E' urna lacuna de nossa legislaco
que cumpre preencher.
Vola pelo arl. l. com a emenda do Sr. Vas-
concellos.
Verificnndo-so nao haver casa, e nao havendo
mais quem livesse a palavra, o Sr. presidente
declara a discusso adiada, e d para a ordem do
dia da seguinte sesso a mesma j desgnala.
Leranta-se a sesso 1 hora o 10 mimlos da
larde.
Paral
Belem, 25 de maio de 1860.
Proesat do demonio.
Vimos urna representado dos moradores da
villa de Ourem, dirigida ao Rvm. Sr. vigario ca-
pitular, e juntamente um oflicio do Rvd. vigario
daquella villa, em que pedem ao referido capitu-
lar quo pata alli mande quatro ou dous sacerdo-
tes, afim de auxiliar aquello paroche no esnpc
nho de animar os habitantes de Ourem, que vi-
ven inleiramenle afilelos e assustidos cosa um
caso horroroso, um aconlecmenlo notavel, que
alli tem lugar, e que tem causado serias appre-
hensoes no espirito de toda aquella genle, que
se deixou impressionar, e de faci vive imprcasio-
nada, depois que o mesmo aconlecmenlo alli se
tem dado.
J para allyiattiram os Srs. conego Ismael e o
coadjutor Mamto em commisso, aiim da syndi-
carem do occorrido
Eis o esso, segundo se nos refere:
Hara na villa de Ourem urna mulher branca.
-- -
til <**."* anmia


(!L
JL
"DIARIO M fEtYNABlBCCO. ~ QUINTA FEIBA 51 BE JCTO'&E 1860.
senhora de urna rapariga, a quem dava um tra-
tamenlo cruel e dosapiedatfo, eeuja vida d de-
?assido e cheia de imrnoraIidade,.se havia a tul
ponto desmandado, que todos apontavam como-o
verdadeiro genio da perersidade: esta mulher
niorreu a algum lempo.
A. escrava, a quem a desapiedads senhora tan-
to maltratara, agora a protogoasla da historia,
que estaraos narrando.
Passado algum terapo depois do follccmentb
da senhora, cssa rapariga lem revelado cousas c
particularidades da defunla, de m modo, que a
todos rnaravilha, alerrando-os.
Uiem que a escrava, depois de assentar-se em
qualquer ranto da' casa, em que habita, abre a
buco* horrivelmenle, deila pora fra uro grande
pedaco de lingua, p6e-so a referir o que a senho-
ra pr'alicave : mas, nole-se que nao a voz da
escrava a quem se ouvo c sim a da senhora, que
a maltratava.
Diz, enlre outras cousas, que se nos refere, que
durante a sua vida pralicou mu los actos indignos
reprovados ; que em tal lugar eslava una ima-
gen) da Sonhorada Conceico, que ella all linha
encerrado, porque essa imagen) nao lhe quizera
fazer um milagro ; que era oulra parle havia
larabem enterrado urna somma de dinheiro, que
ella havia roubado ; c que oseu corpo existia em
tal porte, na sepultura tal, negro ^resequido,
porque a trra a repulava to iniqua, tao perver-
sa e tao indigna, que o nao quera comer.
Eis, pouco litis ou menos, a historia que anda
de bocea em bocea, e que dizem ser referida por
cssa mulher desnaturada, cujo espirito possesso
enlranhou-se no corpo da sua escrava, no ven-
tre da qual ouve-se a sua voz e disiingue-se per-
fectamente ser ella quem falla o nao a infeliz es-
crava.
Ao ouvir-se esta rerelaco, dizem que foram
aos lugares iudicados por essa vuz pavorosa c
aterradora, e que acliaram ser exacto ludo o que
ella diz'aa imagen) enterrada, o dinheiro rou-
bado e o corpo negro e resequido, que norrorisou
;i lodos quanlos o virara (!).
Nao se pode ao menos dizer que a mulher es-
crava renlriloqua, porque os facto3 referidos
pela voz, que lhe falla no venlre sao verdadeiros':
o demonio era pessoa que se introduzio no cor-
po ou no venire dessa mulher, tao torturada por
sua senhora, que pelo que se est vendo o pro-
prio satauaz, que nesle mundo andar sobas for-
mas de urna mulher, que, depois de enterrada,
procurou o corpo da sua viema para fazer proe-
zas proprias do demonio. Credo cm cruz tres
ve/es!
E nao se atreva ninguem a duvidar do tacto,
porque lera a sorlc de um rapaz portuguez, que,
chegando a (Jurera, por occasiao que so referiam
essas cousas, houvc quera )he dsse noticia da
historia, que preocupara allenco dos habitantes
da villa ; c o rapaz incrdulo rio-se cora gosto
do que acabara de ourir, qual nao foi porra o
assombra c o espanto geral daquella gente, ao
Tcrcra dentro em pouco o joven portuguez licar
cora a cara virada para as cosas, e a correr fu-
rioso pelas ru.is de Duren), a borrar corno um
bode?!....
No officio, que o parodio de Ourem dirige ao
Sr. vigario capitular, lc-se que o espirito malig-
no perso>uo tambera ao Infeliz porlugue/, e que
so os habilanles da villa j se ochavan) assusia-
dos com o que observaran) na rapariga escrava,
redubrou o seu espanto com o successo aterrador
tic que victima o dito portuguez.
Quasi que temos inedo de duvidar da historia.
Felizmente j para la partirn) dous sacerdo-
tes, c de crer qoo lanceen mao de exorcismo
para expellirem o demonio .do. cotpo dessas duas
crealuras, que lem posto os habilanles de Uurein
ein completo desassorego de espirito.
Para se avaliar do terror do que ellos se acham
possuidos, concluimos esta narracao, dando aos
leitores, na sua integra, a representaco que el les
dirigirn) ao Sr. vigario capitular.
Ei-la :
lllm. e Rrm. Sr. vigario capitularNos
ahaixo assiguados, moradores la Villa de Uurem
vamos por meio deste, pedir a V. llvma. pelo
amor de Dos e pela inlercessao da SS. Virgeni
que nos enviis qualro, pelo menos dous, sacer-
dotes, alim de ajudar o nosso pastor nos Ira ba-
litea que o cercara. O aconiecimento que temos
divisado bastante admiravel, c por isso pedi-
mos a V. Rvnia. como encarregado da diocese
videncia, que laca lelirar ou sustentar esses an-
darines armados no oilo du -ultima casa, cons-
Ifuiada onde estere o palacete do Uado Gor-
netle : o inspector licu admirado du que huu-
vessem atusado de sao boa f, e declaren-que
posto que huuvesse signado aquella lista deca
vazio Pires; pots que se achara elles sahi<*es, rara que as observacoes de nyidancas de nao
dos buracos em ote essentam os caibros que es
formara.
Lenibramos per tanto csla medida io respe-
tivo prnprietario, afira deque se evito a gur si-
nistro, que possa ocenrrer, esperando que soja
ella pralicada por qualquer urna das suas faces,
cima indicadas.
Mi>s i 'ai istralau.Os productos do paiz
mineiro desia colonia tera sido enormes, e daoao
palz urna riqueza immensa.
O norae Burra-Burra-Mina conhecido do mun-
do iniciro, designa a localidade das principaes
minas aurferas, e seu producto deu um -benefi-
cio rompanhia, quo as explora dcW por
cento n'um trimestre, quer dizer, de 400 por cen-
to annualmente.
As minas de Glen-Osmond sao igualmente ri-
cas, e seus producios do pouco raais ou menos
o meslo inleresso.
Presentemente Irala-se de explorar as minas
do norte, de que larabem se esperan) grandes re-
sultados.
Passageiros do ropo: brasileiro Perswiun-
ga, sabido para os portos do sul :Sevcriana
Mara da Conceico, Joo da Cunha Wanderley,
sua senhora o 3 criados. Joaquim Flix Machado
Filho e sua senhora, Fulgencio Mara da Concei-
co eseu filho, Francisco da Costa e Maia, Cons-
tantino Gomes de Carvalho, 2 filhos c seu cria-
do, padre Florencio Xavier Dias de Albuquerqne,
Manoel Honorato de Borras, Antonio ua Silva
Gaspar e 2 criados, Lenidas Francisco da Ro-
cha, Manoel Brasiliauo A. Poggi, Marcelino dos
Sanios Lima.
Mataoouro publico :
Malaram-se no dia 20docorrente p.ara o con-
sumo desu cidade 108 rezes.
MORTALIDADE DO DIA 20 DO C0RRENTB :
Miguel, preto, solteiro, 90 anuos ; diarrha.
Joo Baplisla, preto, castdo, 53 airaos; erysi-
pela. *
Felisa)ina, India, 2 annos maligna.
Joo, preto, escravo. 7 anuos ; febre biliosa.
Luiz, branco, 3annos ; anazarca.
Fortunato, preto, escravo, 2 annos ; vermes.
Francisco, pardo, 5 annos ; escarlatina.
Joo, branco, 6 me/.es ; convulscs.
liapiua de Paula Cordelro, pardo, solteiro, 2f
annos ; angina.
Mananno Ferreira de Brito, branco, solteiro, 26
anuos ; phlhysica pulmonar.
Ignez, preta, Sajinos ; angina.
canvulses.
so'.leira, 60 annos ;
Albuauerque, viuva,
parolile.
residencia, que irella se nolavam, ne rom feilas
por elle, pois quando assignou a lisia a casa das
observacoes eslava em branco. O que enlo ds-
se o inspector repeli nao por altestado, como diz
e Liberal, mas debaixo do juramento peraole o
juiz municipal da 2* vara, como vio o Sr. Dr. Se-
rfico.
O juran ento dado pelo inspector nao foi resul-
tado de solicitares, e esl sendo descontado com
um processo de responsabilidade que logo depois
a polica da freguezia promoreu pelo fado de ha-
ver o mesrao inspector cercado e Cftr/ido uroa
casa para prender um ladrode cararafg, e o que
mais 6, casa do um individuo que segundo a tal
lisia assignada pplo inspector se pretenda con-
siderar nao rcsidenln>no Io quarteiro !
Allega anda o Liberal que respeilo de gran-
de numero de cidados foi a presentado ao.conse-
lho urna ceilido exlrahida dos lirros da qualitl-
cacu da guarda nacional, e accrescenta :talvez
o Sr. I.uiz Francisco enlenda que esses cidados
de Pernambuco fle 19 urna serie de revollanles
calumnias assignadas por anli-phrase peloVe-
ritas entro as quaes e le em referencia a mim
o seguinle :
Neo duvldamos, -como dizeis, que o Dr. Bcl-
tro seja um agricultor rico, mas o que nao lhe
podemos conceder essa importancia que lhe
queris dar, porque de cerlo, que a nao lem ;
porque a sua riqueza nao tem servido para bene-
ficio dos Viclorienses, mas tao smenle para si ;
e tanto assim quanlo nem ao menos d uroa
joia, anda sendo juiz para os festejos do orago
desta freguezia.
Para que fallaes anda nessa poca de dores
de lagrimas, poca em que foi esta cidade flagel-
lada pelo terrivel inimigo, o cholera morirs,
poca em que esse rico agricultor espavorido des-
emparou o seu engenho, pouco distante desta
cidade, dcixando seus moradores sem soccorros.
deixando a pobreza da cidade morrer fome,
deixando os corpos insepultos por tres e mais das
quando poderia prevenir ludo isso com sua esta-
da ? ele. Faliou acrescentar e poderia lambem
resuscila-los.
Eis-aqui, Srs. redolores, o que se chama um
podera ser guardas, mas nao rotantes.Aqu, adrogado de pulso 1 Atraicoado pelo habito do
mostra o Liberal ignorancia da lei, como prora- | menlir, e prazer de aecusar um com quixotadas
confessou o propno debito em juizo, e sustcnlou
remos.
A lei de 19 de setembro de 1850 no arl, 9 es-
labeleee quaes os individuos que devera ser qua-
1 ideados para oserrico da guarda : no Io con-
signa como requesilo a idade de 18 annos, o no
2 determina que o filho familia, erabora nao
teuha renda propria, seja alistado quando a de
seu pai dividida dlugat a pertencer-lhe 2003.
A respe lo mesrao dos officiaes o arl. 53 da ci-
tada lei est de aecrdo com as disposiges des-
ses dous do arl. 9.
Arista desias disposcoes c claro que pode ser
o que disse a redaeco do Liberal, que elle pro-
poz a corabalerI
Fique pois liquido e provado que a pobreza ac-
commetlida do cholera em Sanio Anto, morreu
de fome que os corpos estreram insepultos por
tres ou mais das e que Desse estado ficariam
se a regio na pessoa de seu digno ministro nao
riesse do Recite inhuma-los.
Pois quem nao tem importancia poda smente
cora sua estada particular no engenho fazer
mais na cidade. do que o delegado cora loda a
um individuo alistado como guarda nacional e forca o sorcorros do gorerno?
nao ser qaalificado rolante, pois a lei das elei-! Tanta importancia nao me quiz dar a redac-
tos nao permiti qua seja qualificado votante o cao do Liberal, nem eu a mereco. Risum te-
menor de 25 annos, nem o que nao ti ver renda nealisl
propria, nem o filho familia. Conhecidos como todos somos cm nossa Ierra,
V. porlanto o Liberal, que o Sr. Luiz Fian- i Srs. redactores, lenho resotrido, nao pur orgu-
cisco, ou o conselho, enlendeu bem a le, consi- Iho, que detesto, mas por dever de respeitar-me
derando que do f'iclo de estarem alguns indiri- entregar ao desprezo, que merecen) as calumnias
dos alisl.idos como guardas nacionaes, nao so o aleires, quo contra mim e outrosmandam quo-
tu-
30
escarlatina,
viuvo, -0 annos
Antonia, prela, 7 dias ;
Eugenia Mara, preta,
berculo pulmonar.
America Brasileira de
I annos; pneumona.
Francisco, bronco, 3 annos ;
Thcodomiro, branco, 1 anno
Januario Celestino, prolo,
phlhysica pulmonar.
MathilderMaria do Rosario, parda, viuva, 42 an-
nos; cirrho.
Francisco, pardo, 7 mezes ; angina.
Aluna Mara Joaquina, pela, sol tetra, 30 anuos ;
parlo.
Ilusa Ramos Chaves,, preta, viuva, 53 anuos ;
plcuro-pneumonia.
' Hospital de caiudade. Existera 62 ho-
mens e 57 mulheres* nacionaes ; 5 homens cs-
liangaiim, 1 escravo ; total 125.
podia concluir o direilo de serem qualilicados
votantes.
Couclue o Liberal dizendo quepara se fazer
idea da justica cora que procedern) a junta c o
conselho municipal basta dizer que foi qualifica-
do volaulo o Dr. Manoel do Nasrimenlo Machado
Portella. Primeiro que ludo diremos que o Sr.
Dr. Manonel Portella foi qualificado como mora-
dor do Io quarteiro, o que estando o Sr. Dr. Se-
rfico concorde com a maioria do conselho res-
peilo desle quarteiro, a censura que faz o Libe-
ral leria de reverter sobre o proprio Sr. Dr. Se-
rfico.
Em segundo lugar nenhuma das razos em que
se funda o Liberal procedente.
O fado de exercer o magisterio o profisso de
advogado, e de ser supplenle de juiz municipal
da 2a rara, por si s nao pode proceder para o
fim que pretendo o Liberal. O magisterio e a
advogacia poderia elle excreer, anda
rasse na villa do Cabo, ou mesmo na Escada,
quando ah ciicgar a estrada de ferro. A pouco
lempo vamos prc-leuder-se que o Sr. Dr. Bre-
tes nao poda ser qualificado na freguezia do
Poco por exercer o magisterio nesta cidade, e
vimos tambera o Liberal reclamar contra islo, e
ser o S. Dr. Breves attenddo em sua reclama-
tidianamaiile publicar dous outros homens "de-
pravados, sem f, nem lei, que o reprima, e qoe
abusando dos poslos que oceupam, e agarrados
como ostras, aos lugares de eleir;o ha mais tal-
vez de 20 anuas, os considerara como patrimonio
seu, c para nclle se sustentaren) contra o bem e
consciencia publica, csgotain nestas occasies de
eleicoes os horrores da perversidade, recorrendo
mentira, intriga, e por fim fraudo c violen-
cia contra lodos aquellos que pela sua moralidade
has, mcu sogro que all morara, maudou por
mim pedr-lhe urna casa para refugiar-se, visto
qua nada enlendiado Iralantenlo da molestia ; e
V. S. immediatamente dcu-lhe casa ao pedo en-
genho onde elle se recolhcu com viole e cinco
pessoas do sua familia : o ouvindo logo a noti-
cia deque V. S. linha urna glande ambulancia, e
quo reparta remedios com a pobreza muias fa-
milias, a oxemplo de meu sogro, procuraran) sua
sombra e encheram todas as casas do cercado, e
V. S. dar remedios nao smenle a estes como a
todos os moradores ; e nos aos moradoies co-
mo a todas as pessoas que com medo de ir ci-
dade, aflluiam para o engenho Denlo rclho cm
procura de remedios e de esmolas at de dinhei-
ro aos pobres.
Para o iratamenlo dos cholencos V. S organi-
sou urna commisso composla desle seu creado,
do seu administrador, e de meus cunhados que
ah se acharan): e nos com suas expjicaces cm
vista das recelas publicadas nos Diarios tratava-
inos nao smente dos refugiados, c de nossas ca-
sas romo V. S. nos mandara por fora em procura
dos desvalido.
Sendo enlo V. S. acommellido da molestia c
(endo recahido duas ou tres vezes pelos cuidados
que dizia ter da nutade de sua cscravalura no
engenho Paraizo em Ro Forraoso, o resolvendo
ir soccorre-los mesrao doente o de rede, conti-
nuou em Rento Velho o mesrao tralamento pela
commisso danJo-se remedio a quem procurara.
mataudo-se bois do serrieo, fazondo-se continua-
mente farinha de suas rocas pata' o soccorro ge-
ral ; e tal foi a habilidade e energa do digno ad-
ministrador o Sr. Manoel I.eite Ferreira Camello
que de toda essa gente ahi reunida s rao recor-
d que morressera novo pessoas, sendo cinco dos
cincoenta e Ionios escraros que V. S. dexou era
Benlo Velho ; um escraro do professor Denlo ;
oulra escrari de meu cunhado Jos Mendes :
senhora do Sr. alteres Manoel Pedro, cuja familia
constara de desoilo pessoas; e Antonio Bezerra,
que por imprudente foi ao Recite anda conra-
lescenle e rollou quasi morlo.
Finalmente nao me consta que da cidade da
Victoria se exigisse cousa alguma de V. S. ou de
seu administrador a excepeo de uns carros de
lenha que o medico exigi e que o administra-
dor mandn immcdialanieute levar.
E' o que me occorre dizer. c que V. S. pode
usar desla como quizer.
S iu com respeilo de V. S. muilo aliento ve-
nerador e creado
Herculano de Barros Lima.
Quinlo documento.
Illra. Sr.Acenso a recepgao do officio do V.
S. datado de 18 do corrente raez, era quesedig
na de offerecer por meu intermedio aos pobres,
elles loda a illuslracao que possupm, as eminen-
tes posicoes quo oceupam na sociedade : elles se
dorem ufanar, lies se dorem orgnlhar igualmen-
te com os outras irraos pela feficidade que Ihes
outorgou a providencia de dar-lhes lo virtuoso
irmo.
Seuhores.O padre Antonio Goncalves Lima,
na ausencia do muilo digno pastor desta fregue-
zia substiluio por vezes, e cora tal encargo adasi-
nislraliro todos os Sacraroeulos con a prompti-
dao e zelo do incansavel podador da viaba do
Senhor, do raaneira que nessas pocas um s en-
fermo nao pereceu que nao ouvisse de sua bocea
urna palavra de consolaco, e na mansao dos jus-
tos rogaro pela sua alma.
A sua mao bem-fazeja, j mais recusou eslen-
der, para amparar aquellos que recorran asna
generosidade irraos. sobrinhos, prenle, ami-
bos, desvalidos,encontraran! nellc um cofre de
gracas, na sua casa uro hospicio ; ninguem era
descontente em presenta do sacerdote modelo,
lypo da rirtudedo irmo carinhosodo lio de-
dicado que sabia compenetrar-se dos >eus deve-
resdo amigo sincerodo amparo dos desvali-
dos.Porra j nao existe o hornera de tantos
predicados ? j nao existe o padro Antonio Gon-
calves lana I
Oh I Senhor Deus, nao era cssa crealura deste
mundo corrupto e dissolirto, sim rossos desig-
nios sao respeilados Ello repouzar junto \iis
na mansao celestial.
Ilustres irmos, dignos sobrinhos, pranles,
amigos, desralidos,*derramemos uraa lagrima do
saudado sobre seus restos moraos, e lodos diga-
mos que a Ierra lhe seja lere.
Valle.Villa-Bella, 15 de maio de 1860.
Por umseu amigo.
CURA DA HYDROPESIA PELA HOMEOP.VTIHA.
Ha fados que por mais que se exagere sua
narracao, parece que nunca se ftca satisfeitv : mas
eu vou relatar com toda a simplicidade o que se
deu ha pouco com um filho ineu) para que ou-
tros que se achem era iguaes vexaracs lenhan:
delle conhecimenlo
Meu filho, de idade de 5 annos, foi atacado
gravemente da escarla'ina, c tendo sido curado
della allopathicairneiile, foi depois atacado de
urna hydropesia geral, da qual todos os dhs ia
de mal a peor, a poolo de chegar a um grao do
inchaco tal que nao se podia acreditar te Dio
vendo : as auciae ero lo forles quo o pobre pe-
queo passara dias e noites lecosiado por nao m
poder deilar. Nesle estado lastimoso, vendo a
cada 'momento meu filho expirar sem que reme-
dio algum lhe
approreilasse, e ourindo fallar d_
e posico social poderiara oppor-sc a seus sor-] qut neste termorforein atacados da'epideml'reT' I *arios outros meninos, que linhain sido curados
didos interesses. | nantea esmola de eem mil ris para o seu trata- ho,u"-'opathican]enle da hydropesia pelo Sr. Iir.
A sorle dos pregadoresda vc-rdado, como aquel-! ment no hospital fundado nesta cidade pela ca- i Lubo Uscoso, a elle recorr ara esperauca al-
ia dos propliclas, e dos apostlos foisempre o de ridide de algumas pessoas prestimos*; e aprc- K"ma' PW nenhuma podia haver cm tal ex-
exporern-se aos insultse sarcasmos daquelles ciando sobremaneira o sentiinenlo pi o caridoso tal0'c 18sil11 mesmo tire a fortuna de rr ao
cojas desordena conderanam. que dilou o proccdimenlo de V S. lenho a honra '!!" dlr aluns "as< eorao por um milagro, mcu
Ao que cima se le, Srs. redactores, eu pode- de declarar-lhc que aceito u ofTerla que V S dig i ,"no ir 'elhorande pouco a pouco e eslar hoio
na responder-Ihes, por exeraplo, que essa pique- nou-se de fazer aos pobres desle termo ficando a '
zaque elles ah de proposito exageram c que | sua esmola desde j em mcu poder.
rara c que | sua esmola desde j em re
que ino- smenle lerabrnda para consltuices, tem ser- E permillr V. S. que sem desojo de offender
vido ale para elles. Bua susceplibilidade apnres*e-me a lerar o seu
liosponderia-lhcs que mostra pelos festejos do "
,com hypocrisia um zelo que sui
Na totalidade dos doeoles existen) 39 alienados, I cao; enlrelanlo da Uuribeca esta cidade gasla-se
endo 31 mulheres e 8 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirur'gio
hito s 8 horas e 10 minutos da manha, pe-
) Dr. Dornellas, s 7 horas o 3/4 da manha,
pelo Dr. Firmo, s 5 horas da larde de hon-
lem.
tanlo lempo quanlo do Poco da Panella. O fado
Commiinicados
0 Liberal c a qualiGcacao de Mui'ibcca.
O communcado publicado no Liberal de 13 do
orrento sobre a quaficagao da freguezia de
Muribtca, oluiga-nos urna ligeira resposta.
nni arUgos publicados ueste Mario, nos dias
5,8, 12, 1:1 e 1 de marco, temos respondido o
paraense, que nao deixe sem osle remedio os li- j deslruido as aecusaces fetas pelo Liberal confia
porlu-
evava
hos de Jess Chrisln, quo se vcera aineacados e
ossusiados. A grandeza do aconiecimento chama
a allenco das pessoas mais esclarecidas do que
nos, e por isso rogamos a igreja que nos envi
esses sacerdotes alim de que go/.emos a paz c a
Iranquiltdade de uossos espirites.
Villa de Ourem, 1G de maio de 1SG0.
(Esta firmada por 52 signatarios), o
nrrormani-iios qfi,e*V*Fj'A.*o .,,..,....., ul> ,llu
e Silva, indo honlem abordo do brigue
guez Ligciro fazer a visita da descarga,
comsigu um filhiuho, c ao sahirem do navio rc-
bi niou a escada, canindo ambos ao mar ; um
marinheiro nessa occasiao pra'icou a heroica ac-
co do so atirar atraz de ambos o pode agarrar
ao Sr. Gama e Silva pela gola da casaca o a
criaoca pelo queixo, salvando a ambos, mas in-
felizmente, ura delles ao rir a lona d'agua bateu
Com a cabeea no casco do navio sem que con)
ludo aconlecesse desgracia alguma.
Lamentamos osla cataslrotih e louvamos ao
corajoso marinheiro a aceo heroica e humanita-
ria, Que pralicou livrando ao Sr. guarda-mor e
ao set filho das garras de una morle cruel.
[lliario do Gram-I'ar)..
S'ERHAMBUCO.
o Sr.
rio va
Manoel
que
REVISTA DiARA-
Honlem pdas dez e raeia horas da manha
foi eOeclivtmente conduzido ao cemilerio o ca-
dver do Exm. barao da Victoria com todas is
honras, que erara devidas sua categora social ;
e all foi depositado n'um sumpluoso moimont
do marmore, offerecido Exm." baroneza
pelo respectivo administrador
Luiz Viraos.
O prestito era com posto de todo o fiincciona-
lismo da provincia, o augmentado era propones
por ludo quanlo esta cidade linha de grado ; que]
nesle araplexo peranle um fretro, renda urna]
hoiuenagem espontanea ao hornera Ilustre
dcixara de existir.
Com offeilo, a populaco desla cidado do Roi
cifo deu assim mais ura exeraplo do quanlo sabe
apreciar o mrito dos homens, cujos actos de ci-
vismo eslao alm de lodo o elogio ; e esse apre-
C-o lornou-sc anda mais elo.iuenle nessa espon-
tanea manifestaco do nosso commercio, cujos
cstahelecimenlos amauheceram fechados ou fu-
neral no iodo, e assim conservarara-se
quando o prestito desfibra para o cemilerio.
Quando era torno de ura cadver apinh
nao urna familia que o esiremece-, mas nm povo
que o reverencia ; quando peranle elleemmude-
cem tolas as rozos das paixes humanas, para
sobresahirem aquellas do sentiinenlo nacional,
traduzidas era fados lo expressiros, esse cada-
ver nao podo ser o do ura hornera vulgar esse
cadver nao pode rfeixar de symbohsar um
principio a que lodos adherem, e que sahindo do
tmulo, assume novas forcas e enraiza-so pode-
rosamente nos nimos.
De fado, o que nos cnsina esse tmulo em
6ua solemne mudez?
Que urna rida gloriosa de quarenta e seis an-
nos de semeos importantes causa do Brasil ;
que urna vida euobrecda por aeros notareis
que uraa vida finalmente, que sempre illustio
o nosso exercito, era sua cessaco lega-nos uraa
beraoca de gloria. Mas
paiz ura rerdadeiro
eusvel !
al
as qualificaees das freguezias do Santo Anto,
pecada e Muriboca, e diio quanlo ora ueeessario
para palentear a regulaiidade o logalidade dos
trabalhos de cada una deslas qualificaees. O
silencio que depois guardn o Liberal, parecen-
ios ser o resultada da eonricco da improceden-
.ia daquellas aecusaces, lano maia quanlo era
lolavel a insistencia que principio faziade oc-
cupar-se quasi que exclusivamente daqix Has fre-
inria': engauarao-nos: ei'-lo qoe 'ajfprtce 'coin
a repotico das mesmas aecusaces c com a in-
Irenciio de outras do mesmo gust contra a qo.-ili-
Ificaco da freguezia de Muribcca A razio de se-
melhante proceder c clara : ei-la.
Nutria o Liberal a doce esperanea de que fosse
annullada esta qualificacao e se mandasso proce-
der urna ora : para este fim alguns liberaos da
freguezia haviam dirigido presidencia da pro-
vincia duas representaces conlra o junta qualifi-
cadora.
A presidencia acerladamenlo acaba de dar os-
las lepresentaees o iucnferimeiilo que inere-
ciam, como se re do expediente da dia 9, o as-
sim tirou ao Librala doze illuso em que esla-
va, e recouheceu o raauterc o legalidade da nua-
lilicaco da freguezia de Muribcca.
Desiiponta lo o Liberal coin esla justa deciso
da presidencia, busca o ultimo recurso, fazendo
nova colleccao de accusacties junta qualificado-
ra e ao conselho municipal, com o lini de dar
forca c importancia ao recurso que lera do ser
julgado brevemente pelo tribunal da n-laco. Te-
lilla o Liberal paciencia : seu plano nao lera oef-
feilo que espera; pois confiamos na iulelligrn-
cia dos dignos mmbrosdo tribunal, p acredita-
mos que nao se deixaio levar pelas 'infundadas
aecusaces do Lieral, e se guiaro en) suas deci-
ses pelo exame dos documentos juntos ao re-
curse, e dos que Ihes ho de ser presentados e
que deslroein ludo quanlo tiesto se allega
Denatnos ao Liberal plena liberdade para re-
petir quo a organisaco da junta qualilicadora de
Muribcca fui llovida caballa; que ella nao func-
cionoii durante o lempo exigido por lei, ele,
ele.: ludo islo j demos resposla cabal e docu-
mentada no Diario do 12 do morco, e domis loes
aecusaces j nao tema menor importancia, al-
enla a deciso da presidencia : com esla,
se lhe approuver, ajuste conlas o Liberal.
Ha porm outras aecusaces, & que passamos
do ser 2 supplenle do juizo municipal da 2a vara
nao o ptiva de ler residencia naquella freguezia,
pois esto pcrlence ao termo do Recite.
A nica razoquo poderia proceder a de ser
supplenle do delegado do 1" dstriclo ; mas elle
nunca presin juramento, e nunca exerceu tal
cargo."
iicmos pois ao Libera! que bera qualificado
foi esto cidado na freguezia de Muribcca : ah
nasceu, lem residido sempre, ahi eleitor e lera
sido qualificado desdo 185G ; ah exerce a profis-
so da agricultura tamben) ; c posto que lenha
casa na freguezia da Boa-Vista o escriplorio do
advogacia na de Santo Antonio, passa parle do
auno no engenho Novo da freguezia de Muribcca
e durante o lempo que a lei exige para ser ahi
qualificado.
Urna observsco final cabe fazer ao Liberal:
conveniente nao fallar era reaeces fciiasdo au-
no de 48 para c, era serrinos de polica e de
guarda nacional: proseguir nos chantar a dis-
cusso, e nella nao nos vencer.
O aen'jo da juslira.
orago,com hypocrisia ura zelo que suis condue-
las repeliera.
Que as esmolas e festejos do orago nao sao mo-
do de rida de ninguem, por cuja falta alguem se
; agaste.
Hesponderia-lhes que os meus bens nao per-
; tencem muuicipalidade.
i Responderia-lhesque eslranham redarlo do
Liberal o refeiir-se anda a poca do cholera por
que ella de rergonhosa recordaco para al-
guem.
Responderia-lhes, que se a pobreza da cidade
morreu fome, certraenie que os soccorros do
gorerno tirerara oulro deslino.
Que se os corpos estreram insepultos por Ires
o mais das nao foi por falla de minha estada
aqoi, foi cortamente porque os erapregados do
gorerno os abandonaran), al que Frei Hercula-
no os riesse enterrar.
Que tal, Srs. ledactoros. pena Se cu pre-
| risse que a minha estada aqu opezar da nenhu-
' ma importancia que lenho, era lo necessaria,
' por ceilo que me nao retirara daqui I
Poderia anda responder-Ibes que nessa cala-
mitosa poca em quanlo eu sendo pessoa parli-
. cular me expunha j doente, e despenda geral-
mente cora todos que me prucuraram, reduzindo
este engenho a ura grande hospital do refugiados;
as autoridades hermticamente em suas casas re-
j parliam talvez enlre si e seus amigos os soccor-
I ros do gorerno deixando o pobreza morrer de fo-
I me e oceupando-so smenle era exagerar esses
estragos da pesie e da fome, para maior lecer a
si propiins fofos elogios, em ollicios, e cm escre-
\cngeirfro e ift contrafa presidencia da prWincia"
alim de declinar de si a responsabilidade contra
i os ritos da consciencia.
Foi mandado em dala de honlem pelo Exm.
m,"' ->', to Dr. Augusto Carneiro M"^^'" '-
se mala para consummo de.'TS'r'iViaoe.
Eslo acto de S. Exe., seguno consta, foi o de-
feriment dado a urna petiro dirigida a presi-
dencia pelo Dr. Carnciro Monleiro, quando a c-
mara municipal desta cidade a arbitrio seu o
dispensaras dos servcos ([ne prestara a muni-
cipaldade, allegando nao era necessario conli-
Duasse a ser fisralisada a malanga do gado, pura
o ronsummo publico.
Foi por demais inconvenfenlo (e no nosso pen-
sar Ilegal) o acto da cmara que dispensan ao
medico encarregado da inspeceo do gado que so
mata para consummo desla cidade, principal-
mente porque nessa occasiao existiam represen-
laudes contra abusos batidos na raalanca de ga-
dos, represcnlaces feitas pelo medico dito e
urna auloiidade policial) cujos servieos, em lees I
circumstanciasa cmara dis(iensou cagradecen. (
Folgamos en registrar o acto do digno presi-
denle que, em nosso pensar, mus una prora i
da justica que ha presidido aos arlos de sua be-
nelica adonnistreQo, o urna raaoifeslaco franca
do proposito que manifesta S. Exc. de' curar ni
reparacao de injustirasde quem quer que as pra-;'JUU'e ',J!er como particular lireram o a
liqoe. |chegar ateos ps do throno impeiial, qi
Ao Dr. A. Carneiro Monleiro da S. Santos cabe
a salisfaro de rr que suas icclamaees foram
allendidas pela piimeira auloiidade da provincia.
Itecife l'J de jiinho. X X.
ovavel e meritorio procedimeulo ao cotihecimen-1
lo do governo para ser devidamenle considerado.
Tenho a mais%ubida honra do significar a V.
S. que lhe tributo o mais profundo respeilo e alta
consideraco.
Deus guarde a V. S. Rio Forraoso 20 de fere-
reiro de 1856.lllm. Sr. Dr. Podro Bezerra Pe*
reirs deAraujo Iteltro o juiz municipal
Theodoro Machado Freir /'. da S. Jnior.
Sexto documento.
Recebi do lllm. Sr. Dr. Pedro Re/erra Pereira
deAraujo Bellrlo a-qu.uiiiade quatroeenloa mil
ris da sua assignatura para o Asylo de Hendci-
dade, como morador m freguezia de S. Anto.
Recife 29 do fevereiro de 1860.
Ris 4 . Manoel do Nascimento da C. Monleiro.
Prognoslico.
Em ISG-f, se for tiro, sere aecusado de aban-
donar a pobreza no lempo do cholera.
Publicares a pedido.
reslabeletido.
E mais ura caso de um moribundo que se le-
vanta do tmulo, pelos elleitos da homeopalhia :
mais ura llor para a cqroa *do Sr. lr. Lubo
Hoscoso ; um; raolivo de eterna gralido para
um pai que de forma alguma pode agradecer to
elvalo favor.
Espero que o Sr. Dr. Lobo Moseoso receba esla
prova publica do raen recoiihecimento, Irise I a
nica que lhe possa dar. Recita 19 de junho de
1860. Hunrimie Carlos da Cosa.
OMMEtftH.
Alfaudcsa.
Rendimcnlo da dia 1 a 19. .
dem do dia 0......
173.25 $70.9
1S.-MM73
185.76 ijUSi
Movintento da alfaatlega
Voluraesentrados cora fazendas .
I coin gneros .
Leradodossenlimenlosdo araisado que sempre
consagre! ao Itvm. Antonio Goncalves de Lima,
fallecido Resta villa, vou rogar a'v. S. so digne'
dar publiridadn da allocuco inclusa no seu con- '
ceilueso Diario, cuja obra foi feila, nao por mira
mas por um empreg.ido desla villa, recitada n
stimo dia em que se li/.eram os actos fnebres da
visita da cova, e espero que V. S. nao duvidai
fazer-me osle obsequio.
Seu amigo c obrigado.Manoel omingues de
Andrade.
VM. IU1U. > rio r.iin dnIMk).
ALLOCUQnO
Volumessabidos cora fazendas
> com geueos
1.199
------271
E, senhores redactores, se os ttulos honorfi-
cos provassom sempre o rerdadeiro merecimento
responderia-lhes que o [rauco que nessa poca
canee de
. ,ue por es-
tas fallas que commetti rae honrou cora o habito
e caralleiro da orden) de Christo, nao obstante
a inlriguinba, e indenendente de imposturas.
E linalraeiilediria-lhes quo muilo me honro,
de que nio achassem cnlra minha vida publica
n particular outros crimes alera dos do que rae
acrusam cora lano cynisrao para ronlestarem,
reforjando, ludo quanlo disse a redaeco do Li-
beral I'ernambitcano de 3 do correlo qual de
minlia pnrie agradeco.
Mas, senhores redactores, antes firme no meu
proposito de nao arcar cora taes cavalleiros
nio da pelo re|ouzo cierno to re-
vei'entlissiino Antonio Goncalves Li- ^'^'mento do dia i a ia.
ma, na i-ceja de Noss Senhora da Idem du dia 20-
PenliadaSerraTalliada.
Ilespoiideij-lhos anda que nao sendo enera- i
pregado em nada pelo gorerno, c sendo obriga- | "CCIiaa [I0F CCCaSiaO (la IHISSa (10 SCt-
do a rolar no soccorro de urna familia de mais'de
leem pessoas, repartido era dous engenhos, nao
linha salisfages a dar, indo paia onde qui/.esse ;
.quanlo mais para aecudir a nielado desla familia
que reclamara a minha presenea c sacrificio.
| Responderia-lhes que genio Ihes mandei d-
Inheiro para soccorro da pobreza, foi porque j
! enlo os conhecia ; raas que a esmola que pude
i enviar por intermedio da presidencia foi .'esiina-
. da do preferencia para beneficio dos viclorienses,
! como se pode ver no meo oflicio na secrelari
do governo ; e como elles o sabeni porque j foi
publicado contra essa mesma inlriguinha contra
! m,'J!l Pr e08 i* crapregada as eleicoes de
: looo.
Descarregam lije 21 de junho.
Escnna hanorcranaWiskgarrafao e farol.
Escuna hamburguezaAinandarrraercadori.is.
Barca iugieza-r- Urania mereadorias.
Itrigue inglezMiccntebacalhit.
Rarca portuguesa!Vencedorao resto.
Cousulado senil.
itcndimenlo :!o Jia 1 a 19. .
idoui Ju dea M......
19.y:?Gr:il
1.5iJ7;ti
>1.481073
Diversas provincias.
pois,
O expositor dos trabalhos da associaco medi-
ca alopnihica de Inglaterra (Brstfshl publicados
nesle Diario, lenha a bond'ade de expor tambera I l^'" "" "a" ""'"c"1" """ caraneiros e a-
as razos pelas quaes a mesma assoqacao julgou j *""*", ,.me <)e.susPeil S'1 f'/opria ape-
o sysleraa hon.eopa.hico destituido de toda a T ''''T'M pUbllC0'P?-|llPS Publi-
probabildade. c de toda rerdade era iheoria e I d0s .S("ls d.0CI"*enlos que olfereco. Por el-
essa cessaco abre no
vacuo, quo "se* torna mui
Bora cidadoo. hora amigo, boro esposo o me-
ihorpai, o Ilustro general salrou por rezes esta
provincia e a da Rahia as horrores da anarchwi
nao poupando o seu sangue pelo Brasil, e nem
regeilando jamis commisso alguma quer civil
225L,?1] por -mai3 Pcr'Sa q"cse ella all-
fcurasse a imagmacao menus limorala.
mnmLeineflHh'('mi'"0, apen'13 "B>Sivam esses
" "* ^ fascraocao, cm que rmeos cora r-
f n,i cbal,am1. o era que elle personificara
a ordera pela qual cambatia, sua espada viloriosa
tornara bamba, c senlimenlos de httrnanidado
brotaran) de ecu corceo para cora os nocidos ;
nos quaes euxergara um irmo deavalrado por
urna crenca.que nao recuara mesmo ante a lula
Um carador vasado por tal molde credor de
todas essas manifesluges, que teslerouohamos
e acompanhamos em sua apoolaneidade ; e Per-
tianibuco uzendo-lh'as, paga urna drida, e re-
irtoue urna fineza quc'le que, nascendo e
foitugal, adoptara por patria ao Brasil, do que
preterir este nosso Peroambuco por actos mui
assignalados de sua rida.
Z o0r "^ d0 fo^erno imperial.^oi neraeado
i.d '. Y'0?* ]faVot pe-ra de Brilo solici-
tador dos felos da fazenda.
PfitJe para qu# reclamemos por uina pto-
.... riu i.inin attus.iijVus, i qnu passamos a (""""''ue, u ue niu.i i veruaue en
responder, por serera oras, anda que da raes- 'gurneme nos resultados da pralica.
ma natureza d'aquellas. Sem estas razes oo pode conven
Allega o Liberal que a junta qualificadora pro- "ao ,em lambem
codeo com parcielidade, deixando de qualilicar I onda a a.jsociaco
inultos cidados, que deviim ser qualilicados, e I 'r a dar liublicidadc conclus'essuscinlas I
incluindo outros qoe pela le nao leem os roque-1 da referida associaco, pois quo nada menus ira- I..
silos neeess.irira Vm.^ak..^ -n.------.^ .... 1 ttn.ucA..----- *' _.- l^_ < o
s seis documentos que olfereco.
nbocera quem sao, e quo f "mei
-------w_v. >|.t. ni .-i.iu, c nuuiu nierecein os
meus detractores, c seus escriplos aiuda quando
nao ha ra,o, nem pwaaer Se!!",!BCa,2,ada 8ravid;ide-. Com esla publi-
e era para o exposirar con- "'*],?/"' t-lf-Tp T TFa"'-C S 'Sr'
/ earo Uezerra Pereira de Araujo Dellro.
Nunca '
lerei dado urna joia para s festejos do
sitos necessarios." Se'melhaute aUegaeao carea.! porla seu procediineto' quo'barulhar'coin na'- i ""^P Scrcie0 egosta cuja riqueza serve s-
dc prova, e destituida de fundamento :" o coose- V"S, principios fundamentes, que foram deri-
Iho municipal rocDnheccu a sua improcedencia, damonte disentidos,
lieiinido o conselho
improcedencia, damente discutidos, e se achara escriplos em
o apresenlado o recurso. em grossos volumes homeopalhicos, como o uni-
o Dr. Francisco-do Reg Barros do tacerda re- co padrodo glora da sciemia medica,
quereu. e lhe foi concedido, o pra/.o de Ires das l-embre-se o expositor, ou alguem por elle
para offerecer documentos que nullilieac aquel- 1ue a ser rerdadeiro o principio, quo considra-
les em que so fundara o recurso : alguns desses ve' numero du molestia se pode curar sem Ira-
a preferencia da palarra o
documentos j eslavam era seu poder, e foram
lidos por alguns dos merabros do conselho. O
proprio Sr. Dr. Serfico, que nao suspeilo ao
Liberal, concorden pelo seu rolo esclarecido cora
os dos outros merabros to conselho, nos seguin-
tes termos concordo cora a maioria do conse-
Iho qoanlo negatira do provrnento do pre-
sent recurso respeilo da incluso c esclusan
do individuos do primeiro quarteiro, conslan-
les da lislaj). l.porqua-ilo nao merece f o at-
testado do respecliro inspector do qiiarteir.lo
ficta do juramento prestado pelo mesmo era
sentido contrario peranle o juizo municipal da
segunda rara, o que foi apresenlado este con-
selho.
Estamos convencidos de que o Sr. Dr. Serfico,
moderado o imparcial cono se moslrou, nao le-
ria divergido dos outros n.embros do conselho
respeilo dos demais quar'eires, so (esse lido
os outros documentos, que nao tere occasiao do
ver.
Diz o Liberal quo aquello inspectorpor soli-
citaces dos da parcialidade da junta, deu un al-
leslado contrariando o que havia alicatado primi-
liramenle, o que os demais inspectores soube-
ram resistir taes solictaces. E' ainda aqui des-
tituido do ventado o que diz o Liberal. Podemos
assevcrar-lhe que nenhum inspector de quartei-
ro recebeu so I i cita ces por parle dos merabros
da junta para darem alleslados diiferenles dos
que houveseem fornecido aos da parcialidade da
polica. O que se passou respeilo do inspector
do 1-.quarteiro foi o scguUrie :
Remitiida a junta qualificadora durante os 5
ajas das reclamapoes, e rendo appareccr urna re-
clamado que se juntou urna tota assignada
por aquelle Inspector, inquiri dette e era ou
nao sua astgnalura a so eram ou nao oradores
de seu quarteiro os individuos que so*uodo
lisia estaram morios, mudados e ako xesiisates
lamento, e unicamenlo pelos esforcos da natu-|
roza, e pelo poder da hygiene, larabem io c
menos rerdadeiro o principio que as moStias
que nao estrerem comprehendidas nesle numero
se nao podem curar, era pelos esforcos da na-
lureza, e era pelo poder da hygiene. "
Desles principios resulta evidentemente
pie
rago"?
mente para si?
Sr. Ferraz.
Primeiro documento.
Recebi do lllm. Sr. Dr. Pedro Bezerra Pereira
.de Araujo Bellro a quanlia de cem mil ris que
prmclleu para as festas do Santo Anto como de-
voto. Victoria 28 de Janeiro de 1860.Jos Caral-
j canli Ferraz de Azcredo.
Segundo documento.
Consulado de Portugal em Peruambuco.
O cnsul de Poitugal recebeu a quanlia de
cincoenta mil ris, quo aos infelizes habilanles
da ilhade Sanio Anto no archipelagr de Cabo-
Verde offerece o lllm. Sr. Dr. Pedro Bezerra Pe-
na ordem oas moleslias, ha molestias curareis e i rcira de AraJo Bellro, para cujo fim se passa o
ha molestas incurareis. presente recibo.
As moleslias cucarais nao precisan) Iratamen-
lo, porque basta os esforcos da natureza, e o po-
der da hygiene, como diz a associaco HJris-
As moleslias incurareis lambem nao precisan)
Iraiamenlo, porque 6 da essencia das moles-
lias lucurareis zorabar da medicina.
Ora, visla desles principios eslabeloeidos
pela associaco medica de Inglaterra, e publica-
dos nesle jornal, quaes sero as consequecias
que delles resultara?
Que a modecina urna pruntasmagoria doce,
destresela cm syslemas por meio de palarras]
nos quaes, uns sao engaados, o outros engaa-
dores como uroa negociaco commercial.
Se porm a resinga estabeiccida enlre os dous
systemas. por amor da ciencia, c da hnmanl-
dade ; filmado uestes principios, direi, que sao
elles ccmio dous cegos, que rivem rindo-so um
do oulro.
No enlrelanlo mais prudente nao vezar as
crencas nesta quadra de epidemia ; porquo ha
quem ler ha f -era um e no oulro systema e a f
um principio rcrdadeiro^ile grande proveito em
lodosos lempos.
B. T.
Benlo Velho 26 de maio de 1860.
Srs^jrtdactoret.Contra a redaeco do Liberal
Pemambucano do 3 do corrente acerca dos ni
gocios de Sanio Alo, -fui publicada no Dxa
Consulado de Portugal em Pcrnambuco, 6 de
dezembro de 1855. Joaquim Baplisla Moreira
cnsul. '
Rs 50#000.
Terceiro documento.
Aceilo a offerta de qualro ceios mil ris que
Vmc. vom de fazer em beneficio da pobreza des-
valida que est sendo accomroellida da epidenua
nesta provincia (I) e nesta data remeo com-
misso central benccente para lhe dar tHHtive-
nicntc applicaco.
Nao posso doixar de tribular-lhe os merecidos
encomios por esta philaulropica acgo, que mui-
lo o dere considerar na opinio do 6cuscompre-
rincianos, e cujos effeiios benficos sero parti- I
cularmenle sentidos por aquelles em proreito de
quem vo sertpplicados.
Dos guarde a Vmc.
Palacio do gorerno de Pernambuco, 4 de mar-
co de 1856.Jos Benlo da Cunha e Figueiredo.
Sr. Dr. Pedro Bezerra Pereira de Araujo Bel-
lro.
Qliarlo documento.
lllm Sr Dr. Pedro Bezerra Poreira ds Araujo
Bellro.-Sua casa 24 de maio de 1860.Em res-
posla ao que V. S. do mim exige, que declare
com escrupulosa rerdade para ser publicado, di-
rei, que quarido rebenlou o cholera em Cacioi-
No tmulo do amigo
lloju lagrimas verter,
De saudadeorar por elle,
K' virtude un dever.
_ [Do autor.)
Senhores.
Que lgubre quaJro se aprsenla no dia du bo-
je a nossos olhos.
Observo nesle magesloso templo um turulo
erguido, a quem curvare! minha cabeea, onde
deposilarei rainhas lagrimas, meussolucs o ma-
goas.
Observo era pranto oilo irmos, numerosos pa-
rodese amigos, eoberlosde vestimentas do luc-
io, ludo raudo e quedo, as forcas enfraquecidas,
o sangue estagnado as caridades dos seus oppri-
rnidos coraces, e s vivera boje pora sentir o
chorar, oh I dor, oh magua, oh pronto, lu hoje
nos oceupas...
_0 tmulo que devisis e enluca nossos cora-
ces, aquelle mesmo que guarda os restos mor-
aos do virtuoso sacerdote padre Antonio Concat-
ves Lima, que a nio inexoravel da parca reio
roubar-nosno dia 9, poneos minutos antes das 6
horas da manha ; all seus restos moraos encer-
rara, sim all o conlemplamos, e nossas lagrimas
que nesle momento regara o sen fretro, altes-
tara o amor, a smizade, a gralido, o reconheci-
ninlo do que era ello digno.
Senhores. nao ouso ennraerar-ros ura por ura
dos actos da vida do padre Goncalves Lima, des-
se Levita do Senhor, nao s porque rae rallara as
habilitares para lo grave assumplo, como por
que nao faria mais do quo com as minlias hacas
palacras, recordar-ros aquellas virtudes, querae-
llior do que eu vos o sabis, raas ao menos se-
ja-me perniitlido dize-lo cm um esboro resu-
mido.
O respeilarel padre Antonio Goncalves Lima,
nasceu na freguezia do Flores, no dia 20 de no-
vembrodo auno de 1795. leve por sous progeni-
tores o Sr. Zacaras Gongalres Lima e sua mulher
D. Anglica Joaquina Perpetua do Jess, apenas
ello tocn a idade era que suas faculdades se
desciirolreram, aprescnlou tendencias naturaes
para o oslado sacerdotal,no seu bello perfil es-
lava desenliado o symbolo da pureza c da inno-
cencia, caracteres que, t baixar campa sepul-
"' os cousorvou. Assim crescendo na idade
3:391jr.9
483*101
------------
3:856}570
Despachos de exportneiio pela me-
sa do consulado desta cidade ii
lia SO de junho de 18tiO
Liverpool Barca inglesa Hermione*. Pasen,
Nask & C, 182 Mecas algodo, 321 couros sal-
sa dos.
Havre-Galera bmceta Adello. Manoel Igna-
cio de O. & Pilho, 250 couros salgados ; fese!
Freres, 566 ditos verdes.
Philadelphia Brigue americano Brandyne-, M.
Auslin iSiC, 65(1 saceos assucar niasravado.
Liverpool Bngue inglez Minnecenlc, Klk-
nian Jnior C, 58 saceos cera de carnauba.
Kecebedoria de rendas iuteruaa
geracs de Pernambuco.
Rendimentn doda 1 a 19. 2l:C07.sHH
..... 68!557
dem do dia 20.
52.296$ 19tf
Consulado provincial.
1 a 19. MJMnJgf
Rendimcnlo do da
dem do dia 20.
2 4539290
JA---------
41:27S.;978
chral
l) Dei a preferencia aos viclorienses se ainda
precaasera. radexa er-e-o declarado.
applicou-scoos esludos secundarios, procurando
preceptores distante do lar paterno, e de seos ca-
ulios, j nos seri-s da Parahiba, c j ltima-
mente na Cidade de Olinda, onde aperfeigoou-se
as materias precisas para a vocaco que linha
abracado.
Seguio para a provincia do Marale nos lins
do auno de 1821, fazendo um longo ilinererio de
2 mezes de penoso sacrificio para a sua pessoa e
circutnstancias de fortuna, ahi chegado receben
no curio espaco de um mez todas as ordenssa-
cras. regressando para a patria do seu nascimen-
lo em dezembro daquelle mesmo anuo, e anda
enconlrou seus carinhosos pais, que o eslreila-
vam era seus decrpitos bracos, o assistiram a
sua priraeira missa, qirecelebrou no dia 8 de sel
lembro do anuo de 1822, dia da protectora desla
freguezia, era sua capella, nesle mesrao lugar,
que mais logo tomou ora forma e diraenses
pela calhegoria do matriz, nesle mesmo solo,
neste mesrao terreno, quo ha sete dias consom
seu corpo inanimado.
Nessa capella conlinuou o padre Goncalves Li-
ma a celebrar por espago de alguns anns as mis-
sas dos dias santificados, medanle as esmolas de
cerlos pensionistas, o d'ondc olio lirava os rocos
de sua parca subsistencia, e fazia suas economas
para mais larde prestar utilidade a dous manos
mais noros que estara educando; c nao doren-
do em urna occasiao lo solemne occullar os no-
raes desles dous irmos, que se julgaro bera
pagos, por tantos beneficios, digo que sao elles
os Illuis. Srs. Drs. juiz de direilo Joaquim Gon-
eMres Luna e Miguel Goncalves Lima, do ros bem
conhecidos, osso venera.ve) sacerdote dercm
Paula dos precos dos principaes gne-
ros c produeces nacionaes,
que se despacham pela viesa do consu-
lado na semana de
de 18 a 23 de junho de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdente..... caada 8SO
dem caxaca....... 4^0
dera de cana...... 500
dem genebra...... 8C0
dem dem....... botija 280
dem licor....... caada 960
dem idem....... garrafa 320
dem restilada e do reino caada 800
Algodo em pluma i.* sorle arroba 7f9 0
dem idem 2." dita .... 6$300
dem idem 3." dita .... 5|30)
dem em enroco ..... 1^25
Arroz pilado...... arroba 3fO0O
dem com casca..... alqueire 3gC00
Assucar branco novo arroba 4|90O
dem mascavado idem ... 2$6o0
Azcile de mamona .... caada 960
dem de- mendoim e de coco. 1920
Borracha fina...... arroba 7J00O
dem grossa....... ./geno-
Caf em grao bom..... arroba 7g50a
dem idem reslolho .... 4(500
dem idem com casca ... > 5g000>
dem moids....... 9f609
Carne secca...... > 5J009
Car vo de madeira .... > 2JJ560
Cera de carnauba em pao HJ500
dem idem em velas. ... ISfOOrj
Charutos bons...... cesto ZfoO
dem ordinarios..... 1 JOCO
dem regala....... jjrjrjo
Chifres........ 5^000
Cocos seceos....... 4500O
Couros de boi salgados libra 260
dem idem seceos espichados. 400
.i....... -^
i\/r-i
L


r
dem dem verdes.....
dem de cabra corlidos ,
dem de onca......
Doce de calda......
dem de Goiaba .....
dem seceos ,
Espanadores grandes. .
dem pequeos......
Esleirs de preperi ....
Estoupa nacional.....
Farinha de araruta ....
dem de mandioca ....
Feijao.........
Fumo em folha bom ....
dem idem ordinario....
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. .
Gonima polvilho.....
ipecacanliua.......
Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros.....
Madeiras cedro laboasde forro.
Louro pranches de 2 cuslados
Costadinho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virohtico pranches de dous
custados.......
dem idem custadiuho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura...... .
dem idem dito de dito uzuacs
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel.........
Milho.........
Pedras de amolar. .
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em molhos ....
Sabo.........
Salsa parrilha .....
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio) .
Tapioca........
Unhas de boi......
Vinagre ........
Pao brasil .
165
um 800
10$000
libra 500
400
JOOO
um 3jJ200
1,5600
urna 300
arroba, lg600
3J000
alqueire 3j[0C0
alqueire 7*300
arroba 15S000
9300
7S00
1GS000
i 6$000
1 3S-200
arroba 25$000
cento 2$500
lj?600
12S000
urna 3g000
um 9$000
urna 8$000
6J5OOO
2g500
> 4S000
2g240
i 1^600
um 24S000
14*300
> 45g000
ogooo
i 5g000
10*30C
par
caada
alquciii
urna


um
libra
arroba

urna
arrba
cento
pipe
quinto[
103000
SOgOOO
280
23500
800
paruvar pruvisoruiueule os segunues uiiigosde
posturas :
Art. 1. E' permillido 00 infractor de qualquer
postura paga* a multa competente para nao ir a
juizo, cobrando par sua defeza recibo do procu-
rador da cmara, sem prejuizo da pena corporal,
que taniliem possa ler.
Arl. S* Quaodo o infractor nao pagar multa
dentro do prazode lre3 das, depois do coodem-
nado, c intimado judicialmente, a mulla se con-
verler em priso, correspondente a dous mil ris
carta dia de priso.
Art. 3." Os infractores presos em flagrante s-
mente serao soltos dccois do pagar a respectiva
mulla, ou depois de (indos tontos das quantos
b.isiem para ser a pena salisfeila em priso na
razio da regra cimaslabelecida.
Atabrozio Leiloda Cunha.
Conforme.Francisco. Lucio de Castro.
De ordem do Exea. Sr. director interino, o
conselheiro Pedro Aulran da Malla e Albuquer-
que, se faz publico, que fica marcado o prazo de
seis mezes, contados da data desle, para a ins-
cripcao dos que pretenderen) coucorrer ao lugar
do lente substituto desta Faculdade. vago pela
nomeacao do Dr. Br;iz Florentino Henriques de
Souza para a cadeira do fallecido Dr Nuno Ay-
que de Avellos Annes de Bnto Ingles, e accesso
do substituto Dr. Joo Silveira de Souzs, pri-
meira cadeira do segundo nnno, dc-ixada pelo
: mesmo Dr. Braz; pelo qne lodos os pretenden les
ao dito lugar se podero apresenlar desde j nes-
I ta secretaria para inscrever seus nomos no livro
competente o que Ibes permillido fazer por
procurador.se estiverem a mais dc20 legoas desta
cidade, ou tiverem justo impedimento. Sao, po-
rm, obrigados a apresenlar documentos que
moslrem sua qualidade de tidad.o brasileiro, e
de que oslan no gozo de seus direilus civis e po-
lticos, crrlidao de bautismo, folha corrida do
lugar de seus domicilios, e diploma de doutor
por urna das Faculdades de Dircilo do imperio,
ou publica forma, justificando a impossibilidade
da npresenlacao do original, e na mesma occa-
sio podero entregar quaesquer documentos que
jnl^arem convenientes, ou como titulo de hobi-
lilocao ou como provasdeservicos prestados ao
estado, humanidade ou scincia, dos quaes
se lhes passar recibo, ludo de conformidade cora
os ortigos 36 e 37 do decrelo n 13s6 de 28 de
abril de 1854. o 111 e seguintes de n. 1568 de
24 de fevereiro de 1855.
E para que chegue ao conheciinento de lodos,
mindou o mesmo Exm. Sr. director interino ali-
xar o presente, que ser pnblicado pelas folhas
desla cidade e da corle.
Secretaria da Faculdade do Direilo do Recifel6
dejunho de 1860.O secretario, .
DIARIO DE PERyABiHJCO. QUWTk FEIRA 81 DR JUWHQ PE 1860.
A lod Job-.
Seraflm I.eite Pereira.
Francisco Rodrigue Lima e Silva.
Joo Chrisostomo de Albuquerque.
Fraucisco de Pinho Borges.
Poco da Panella.
Joo Carneiro da Cunha.
Varzea.
Jos.Cavalcan Filgueira de Menczcs
S. I.ourenco da Malla.
Dr. \ cenle Jeronymo Wandcrtey.
Jaboalo.
Joao Filippe Cavalcanli.
Joo Coelho da Silva.
Francelioo Carneiro do Lacerda.
Muribeca.
Joao Ferreira da Costa.
Pedro de Alcntara Lyra.
Dionizio Soteno Pereira.
Dr. Francisco do R*go Barros de Lacerda.
A todo os quaes e a cada um do per si, bem
como 3 todos os iutercssadosem geni, se convi-
da para comparecerem no primeiro andar da
casa que foi cadeia, em a sala das sesses do
jury, tonto no referido dia.e hora, como nos mais
dias seguinte emquanto durar a sesso, sob as
penas, da lei se fallaren!.
E para que chjguo a nolicia a lodos, mandei
nao s passar o presente que ser lido e olnxado
' nos lugares mais pblicos c publicado pela im-
1--------------1---------------- w^vwna innovo u */o juasui.
! gados do termo para publica-los e mandaren!
zer as nolificaedes necessarias oos jurados, aos
culpados e as leslemunhas que se acharcra nos
seus dislrirtos.
Recite, 9 dejunho de 1860.Eu Joaquim Fran-
cisco de Paula Lsteves Clemente, escrivo do
jury o subscrevi.
Francisco de Araujo Barros.
diiis a publicarlo desic. o qfl ser allUado ou
luga* publieo do costuie e publicado pelo Dia-
rio dt Pernambuco em quanto dura* referido
pozo, lindos o quaes ludo prorederei a reve-
lia e na forma d lei, c para constar se pussou o
presente que vai por mim assignado com o sello
do juizo, que ante mim serr ou vaina sem sello
ex-caiifi.
Dada paseada nesta cidade da Victoria ao
zade abril do anno do nascimento do Nosso-8e-
iihoresus Chrislo de 1860, trigsimo nono da in-
dependencia e do imperio do Brasil.Eu Anto-
nio Ludgero da Silva Costa, csciivo de orphos
c ausentes o escrevi
Antonio Joaquim Buarque Nazsrclh.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti. commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, e
Jim de direilo especial do commercio desla ci-
dade do ReciTe, capital da provincia de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. Imperial, que
Deus guarde, etc.
Faco saber aos que a presente carta de editos
virem, em como no dia 2t do correnlo mez, de-
pois da audiencia desle juizo, so ho de Arrema-
tar os gneros e msis objectos que se ocham re-
comidos no deposito silo no pateo do S. Pedro
n t>. perlencentes a Jos Oas da Silva Cardeal,
sendo n arremataco feita em dilo deposito, os
quaes sao os seguinie :
Urna armadlo e balcoo de amarello envemisa-
prens.i, e tambem remetler iguaes aos subdele- 1 A
fa- o0 e 3lS"ns caixoes de pinho que fazem parte da
.mesma armac.o, avahados em 120:000, urna ba-
tanea de columna de lato em 30-5000, um barril
vinho de cinco em pipa com a marca PRR
! em wcuu, onze queipa da reino, 36 frascos de
ucca larg,^ grandes e pequeos a 50 rs. cada
un, os quaes.voo parle por execueo de Fran-
cisco da Rocha Passos Lina, como cssionario do
Dr. Manoel de Barros Brrelo, contra o referido
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro- Jos Das da Silva Cardeal ; c nao havendo lan-
cador que cubra os preros da avaliaqao ser a or-
remalacao feita pelo prec.0 da adjudicarao com o
abatinieiito da lei.
E para que cheguo ao conhecimenlo de lodos,
mandei passar ediiaes, que serao publicados pe-
la imprensa e alixodos nos lugares designados
no cdigo commercial.
Dado o passado nesta Cidade do Recife do Per-
nambuco, oos 8 dias do mez de junho de 1860,
trigesirxo-iiono da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Mannel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
Igl20
200
120
25g000
103000
33200
3#520
3300
50*000
lOftOOO
Moyimento do porto
Navios sahidos no dia20.
Babiaescuna hollandeza Monnickedam, capilao
S Ernsluran ; carga parte da que trouxe de
Amslcrdnn.
Bio Gnnde dn Sulbrigue brasileiro Camacuam,
capilao Jos M. de Alraeida ; carga Besucar
Liverpool pelo Cearbrigue inglez Lindisfar'ne,
capito Meller; em lastro.
Portos do Sulvapor brasileiro l'ersinnnga, com-
niamJante Manoel Joaquim Lobato.
iEditaes.
O Illm. Sr. inspncionnr
vincial, em cumprimento das ordensdo Exm'Sr
presidente da provincia de 19 do correle, man-
da [zer publico, que no dia 25 do mesmo, peran-
te a junta da tazenda da mesma thesouraria se
scgu"nl0esr:",a,ar '1Um "^ der' 0S mP0^03
Municipio do Recife.
2J500 rs. sobre o gado morto para
consumo, avallado novamenle por
annoem........................... 67:000j000
Comarca do Limociro.
Arrematados conjuntamente.
2--500 rs. sobre o gado morlo para
onsumo, avaliado novamenle por
anno em............................
Iniposlos a cargo, da collecloria
idem idem..........................
20 por cento de aguardante, idem
idem. ..............................
Municipio de Cimbres.
Arrematados conjuntamente.
2J500 rs. sobre o gado morto para
consumo, avaliado novamenle por
anno em............................
Impostos a cargo da collecloria
idem idem..........................
20 por cento de agurdente idem
idem........................m......
Comarca de Garanhuns.
Arrematados conjuntamente.
2g>00 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado novamente por
nnno em...........................
Impostos a cargo da collecloria
idem idem.........................
20 por cento da agurdente idem
idem................................
Comarca de Ftores.
Arrematados conjuntamente.
2J500 rs. sobre o gado morto para
-consumo, avaliado novamenle por
annoem............................
Imposto a cargo da collecloria
idem idem..........................
20 por ccnlo de agurdenle idem
idem................................
Comarca da Boa-Visla.
Arrematados conjuntamente.
2J500 rs. sobre o gado morlo para
consumo, avaliado novamenle por
anno em............................ 2:6259000
Impostos a cargo da collectoria
idem idem.......................... 1:1259000
20 por cento da agurdenle idem
idem................'............... 40j000
As arrematares sero feitas por lempo de (res
annes, a contar do 1. de julho do correnle anno
a 30 de junho de 1863. sob as condicoes dos an-
teriores o na forma do arl. 76 do rcgulamenlode
3deagoslo de 1842.
As pessoas que se propozerem a estas arre-
matares, comparecam na sala das sess5es da
esma junla, no dia cima declarado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas na forma do
art. 75 do citado regulamento, devendo as habi-
iilacocs serem julgadas nos dias 21 e 23 do cor-
renle. '
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nsmbuco, 20 de junho de 18600 secretario,
F. d'Annunciaro.
Acamara municipal .desla cidade manda
publicar, para conhecimenlo dos seus mu^icipe
os artigo de posturas abaixo transcripta, quo'
oram approvado provisoriamente pelo Exm
presidente da provincia.
_Paco da cmara municipal do Recife, era ses-
so ordinaria de 15 do junho de 1860. Manoel
Joaquim do Rogo e Albuquerque. preidonte
Manoel Ferreira Accioly, secretario.
Quarla seccao.Palacio do goveroo de Per-
nambuco, em 14 de junho de 1860.
O presidente da provincia lendo visla o que 1
representou a cmara municipal do Recife, em
offlciod 13 do correte, sob uumero 58, resolve
1:7255000
678S500
150*000
:050000
2403000
40000
1:875#000
3759000
759000
1:950000
8259000
4O9OOO
Jos Honorio B. de Menezes.
De oriem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico
pora conhecimenlo de quem inleressar, que to
da 20 do correte mez, peranle a mesma ihe-
sourario, serao arrematados a quem mais der, os
ariendamentos annuars, que devem ter princi-
pio no 1. de julho prximo seguinte, dos pro-
prios nacionaes abaixo mencionados.
Secretaria da thesouraria de Pernambuco 14
de juoho de 1860.O ofcial maior interino,
Luiz Francisco de Sampaio c Silva.
Urna casa terrea n. 21, na ra de Sania The-
reza.
Urna dila n. 19, na mesma ra.
Urna dita n. lU, na rui das Aguas Verdes.
Um sebrado de dous andares n. 11, na ra
Direila.
Um dito de dous andares n. 71, na ra do Pa-
dre Floriano.
Um armazem no Forle do Mallos.
Um dilo no mesmo lugar.
Urna parte do armazem que se acha oceupado
pelo consulado geral.
Un telheiro em Fra de Portas junto do quar-
lel dos engajados.
Pela capitana do porto se faz publico o
! edilal da secretaria de estado dos negocios da
; marinha, que abaixo segu, relativamente as
boiascollocadas na pedras submarinas do Carao
e das Pescadinhas dos canaes das barras de San-
ta Catharina e Rio Grande do Sul.
u.fipyl'ni.a do porto de Pernambuco, 12 de jti
fSl'lic.-.,..,
J. Pedro Brrelo de Mello liego.
b L8?& R d.e Janero- S"'ar.a de es-
de 1860. gC10S D'arn"a' e'" 30 de **"
NOTICIA AOS NAVEGANTES.
Pela secrelaria de oslado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimenlo dos
navegantes, que os podras submarinas denomina-
^,1,iC canal da barra do sul e a segunda na do norte da
Hha do Santa Calharina, achare-se hoje balisadas
por meio de boias de niadeira da forma de un
cono truncado, forradas de zinco, lendo a seceo
mergnlhada pintada de branco, e a flucluante"de
encarnado, medindo esla ultima dezoito polle-
gadas de altura cantadas da linha de flucluaco
A boia que ossignala o cscolho do canal da
barrado sul, esl fundeada em qu,alro bracas de
agua e disla delle seis litas ; avistada, a olho
nu, da distancia de duas milhas e pode-se sera
pengo passar a E o a O della.
A boia do canal do norle esl fundeada em
10 palmos e meio na baixa-mar de aguas vivas
e serve para guiar o navegante que demandar
tntrdojando o porto da cidade.O director geral
interino. Angelo Thomaz do Amaral.
Claudno Benicio Machado, offieial da imperial
ordem da Rosa, cavalleiro da ordem de Chris-
to: major commandanle interino do l. bata-
Iho de infanlaria e presidente do conselho de
qualificaco do guarda nacional da parochia do
SS. Sacramento de Santo Amonio do munici-
pio do Recife, por S, M. o Imperador, que Dos
guardd, etc., etc.
Faz constar, que nesta dala foram encerrados
os trabolhos da qualificaco c reviso do guarda
nacional, cujas listas lca'm na forma da lei, af-
inadas na igreja matriz, e bem assim que lem
designado o dia 23 do correnie paro novamenle
reunir-se o conselho. a fin de tomar em consi-
dcraeao os reclamarles que tiverem de fazer os
luleressados, e receber os recursos que tiverem
de inlerpor perante este conselho para o de re-
vista. O que se faz publico para conheciinento de
quem convier.
18G0U dM SC8s6es do conseln. 9 de junho de
Claudino Benicio Machado.
0 Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro das
ordens de Chrislo e da Rosa, juiz municipal da
segunda vara do termo da cidade do Recife
por.S. M. o Imperador, que Deus guarde, ele!
Faco saber, que pelo Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria, juiz de direilo da primeira vara cri-
minal da comarca desla cidade, me foi communi-
cado haver designado o dia 25 do correnle, pelas
l horas da manha para abrir a lerceira sesso
do jury desle termo, que trabalhar em dias con-
secutivos, lendo procedido ao sorteios dos 48 ju-
rados, que lera do servir na mesma sesso, cm
conformidade do art. 326 do regulamento o. 12
de l de |aneiro de 1842, foram sorteados e de-
signados os cidados seguintes :
Freguczia de S. Fr. Pedro Goncalves.
Antonio Jos Conrado.
Antonio Jos Pacheco c Silva.
Benedicto Jos Duarte Cedrim.
Jos Francisco Ribeiro.
Joo Antonio Ribeiro.
Ismael Cesar Duarte Ribeiro.
Manoel de Souza Ferreira.
Santo Antonio.
Florencio Jos Carneiro Monteiro.
Domingos Nunes Ferreira.
Aolonio Jos Teixeira de Castro.
Francisco Joaquim Cardse
Lauriano Jos de Barros.
Jos Francisco de Mello.
Manoel Fonscca de Medeiios.
San-Jts.
Joaquim Mauricio Goncalves Rosa.
Antonio do Jos Vasconcellos.
Joaquim Luiz Vires.
Manorl Jos Baplista.
Alexandrino Mximo Leal de Barros.
Dr. Joo da Costa Ribeiro Machado.
Boa-Visla.
Dr. Manoel do Nascimeuto Machado Porlella
Francisco Borges Leal.
Faustino Jos dos Sanios.
Herues Carneiro Machado Ros.
Jos Alfonso dos Santos Bastos.
Ricardo Pereira de Parias.
Bento Jos Pires.
Jos Antonio de Oliveira e Silva.
Ignacio Nunes Corroa.
Dr. Pedro Alvares de Miranda Varejio.
Manoel Jos da Silva Loile.
Rodrigo Jacomo Martin Pereira.
Joo Ribeiro Guimares.
Manoel Coelho Cintra.
4OO3O00
963000
8:4809000
vincial. em cumprimento da ordem do Exm.' Sr.
>residenle da provincia de 18 do correnle, manda
izer publico, que no dia 25 do mosmo, peranle a
junla da mesma thesouraria. vai novamenle a
proca. paro ser arrematado quem oais der, os
imposlo| seguimos:
Municipio de Iguarass.
Arrematados conjuntamente.
29500 rs. sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novamenle por
no ni............................ 2:0005000
Impostos a cargo da collecloria
idem idem em......................
20 por conlo de agurdenle idem
idem................................
Comarca do Goianna.
29500 sobro o gado morlo para
o consumo, avaliado novamenle por
anno em............................
Comarca de Tazareth.
295CO rs. sobre o gado morto para
o consumo, avaliado novainenlo por
annoem........................... 6:9609000
Comarca ao Cabo.
29500 sobro o gado morto para
o consumo, avaliado novamente por
anno em............................ 6:4802000
Comarca de Santo Anio.
295C0 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado novamente por
anno cm............................
Municipio de Serinhem.
29500 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado nounmcute por
anno em............................
Municipios do Rio Formoso e Agua Pela
2950!) sobre o gado morlo pora
o consumo, avaliado novamenle por
anno em............................
Comarca do Pao d'AIlio.
295OO sobre 0 gado morto, para
.) consumo, avaliado novamenle por
armo em............................
As arrematacoes sero foitas por tempo de 3
annos, a contar do Io de julho do correnle an-
no a 30 de junho de 1863, sob as mesmas condi-
coes das anteriores, e na forma do artigo 76 do
regulamento de 3 de agosto d 1842.
8:5603000
880JOOO
4:080-9000
1:7209000
Bopart9ao da po!icia<
.Se2*!S! da polica de Pernambdco, 4 de ju-
nho de 1860. '
O Illm. Sr. Dr. chefe de polica manda fazer
publico, para conhecimenlo dos inleressados, os
disposicoes do artigo 72 do regulamento 11. 120
de di do Janeiro de 1842.
Nao se conceder passoporle a cidado Bra-
sileiro, para porto eslrangeiro, ou a eslrangciro,
anda que seja de umn para outra provincia do
imperio, sem que sua sahida seja previamente
annunciada nos jomaos tres dias pelo menos.
Onde nao houver jornal os annuncios se aflixarfio
na porta da matriz da freguezia, c us lugares
mais pblicos.
S no caso de necessidade urgente e especi-
ficada se dispensar essa formalidade aos que
preslarem flanea idnea.
O fiador se responsabilisar neste caso pelas
.Dividas do affiancado, ese sugeitnr a pena de
olla at SOOeOOO no caso de se mostrar que o
amaneado procurou por esse meio evitar qual-
luer responsabilidade.
Conforme.O secretario, Rufino Augusto de
Almeida.
O Illm. Sr. lenle coronel commandanle do
1. balalho le artilharia da guarda nacional do
nunicipio do Recife, presidente do conselho dn
a.neP=nfrqUeSeq,,,Zer!;raIprOpOr-a0Sa:,rre- I""""* o mesmo balalho manda fwer
M.^0,C^Pare^mn.asal.ads.essoeSidamen. fotmto aguardas nacionaes abaixo declaraJo
ine deverao se se apresenlar as 11 horas da
manh do dia 22 do correnle no consistorio da
matriz no S. Fre Pedro Gonsalves para seren
inspeccionados.
Ia. companhia
Francisco de Paula do Patrocinio.
Joo Baplista de Oliveira.
2a. companhia.
tstevo Jos da Molla.
3*. companhia.
Eslovao Candido da Silva.
. 1 ~ *''' oiiipaniua.
Carlos Cyriaco Radicho.
Gdncalo Jos de Alfonso.
cr? A,ex8ndr'no Ferreira Flores.
Sala do conselho 19 de junho de 1860 Jer-
nimo Emiliano de Miranda Castro, V lenle se-
cretario do .onselho.
O conselho administrativo do patrimonio
ds orphaos declara que a arremalaro das ren
djs descasas do mesrno patrimonio abaixo men-
cionadas, annunciadas para o dia 20, fica irans-
furida para o dia22 do correnle, a saber:
Ra do Sebo.
Numero 12casa terrea
Ra do Encantamento.
Numero 74casa terrea.
75dem idem.
Fra de Portas.
Numero 92^reasa terrea.
matac o comparecam na sala dajg sec-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, ^competentemente habilitadas na forma de
art. 75 do citado regulamento, devendo as habi-
lilacoes serem julgadas nos dias 21 e 23 do cor-
rente.
nuUiPra constar se mandou afBxar o presente e
publicr r peio du, o.
r.amh.?,ar8n .da tlleso"raria provincial de Per-
nambl;?0> 19de junho de 1860.-Osecretario, An-
tonio Ferreira da Annunciago.
,.,. O T,,m Sr .ngnn.|0r H, IK........:. .
vincial, emcumpnmenlo da ordem do Exm. Sr.
presdeme da provincia de 16 do correle, man-
da-fazer publico, que no dia 28 do mesmo, pe-
ranle a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha d arrematar 11 quem mais der, a laxa das
barreiras da poni do Manguinho e da estrada da
Capunga, avalladas novamente em 5:360 por
auno. r
As arrematacoes sero feitas por tempo de Ires
annos, a contar do 1. de julho do correnle au-
no ao ultimo de junho de 1863.
As pessoas que se p-opo/.erem a estas arrema-
tacoes comparecam na sala das sesses da mesma
junla, no da cima indicado, pelo meio dia
competentemente habilitadas, com suas propos-
las em carias fechadas.
E para constar se mandou afflxar o presente e
publicar pelo Diario, Secrelaria da ihesouraria
provincial de Pernambuco 18 de junho de 1860,
A. F. d'Annunciar.o.
Secretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de conformidade com
a ordem do tribunal do thesouro nacional n. 69
de 9 de maio prximo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesta thesouraria
. para picenchimento das vagas que ha de prali-
cantes na mesma : aquellos pois que pretende-
ren! ser adraitlidos ao concurso devem apresen-
lar nesta secrelaria seus requerimentos instrui-
dos com os documentos que provem : Io. lerem
18 annos completos de idade : 2o. estarem livres
de pena e culpa e 3o lerem bom procedimenlo.
Os eximes neste concurso versaro sobre le-
tura. analyse grammalcal, orlhogrophia e ari-
inemeliea at a theoria das proporcoes inclusive.
De ordem do Illm. Sr. inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
a a qA6 arrerna,aSo de una parle do sobra-
do de dous andares no valor de um conlo cenlo
cincoenta e cinco mil quatros e oitenla e dous
ms, sito na ra da Guia, pertenlencente a fa-
zenda nacional em virtude do adjudicaco nao
leve elfeito no dia annunciado por falta'de'lici-
tantes ; e por isso fica transferida a mesma ar-
rclacao para o da 30 do correnle mez.
Secretaria d thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O offieial maior
interino. Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Capifania do porto
Pela capitana do porto se faz publico, o aviso
abaixo, da substituirlo da lanterna collocada na
fortaleza dos Sanios Reis Magos da barra do
Rio Grande do Norte, por um grande lampeo
circular de 8 bicos.
a C*no.ania d0 porl de Pernambuco, 14 de junho
de I80O.O secretario, J. P. Brrelo de Mello
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
a.'secco. Rio de JaDeiro. Secretaria de es-
de 1860* negOC,0S da ma"n. em 18 de maio
Pela secretaria de eslado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimenlo dos
navegantes, que a lanterna da fortaleza dos San-
tos Res Magos situada na barro do Rio Gran-
hG ANvl4k*mJn,ilSde de 5 45' s- e 'onglude
de 3>- 13- 15" O de GW, foi substituida por um
grande lampeao circular de 8 bicos collocado so-
bre urna torro cylindrica, construida na plata-
forma diquella fortaleza. Esta nova luz, que
lixa e do cor natural, est elevada 65 palmos por-
tugie sobre a superficie das aguas, as mares
regulares, e pode ser avistada na distancia de 12
'imillas,--O director geral inlorioo, Angelo Tho-
maz do Amaral.
Illm. Sr.Tendo
Joo Carneiro d Uunhn.............. 3:t|)JWutl
,, ^ mil. si. imito IUO DVfM
Francisco Ferreira do Mello......... 330O0 barca de nomc Jos, que decuTruT^i^V*
Diogo Joaquim da SH*a.............. 330*000 j R.0* Mara da Conceifo, residente nVssJV^
Antonio Joaquim do3 Sonto. 330X000 v'nc'a- PnrQu 'ai nconlrado a bordo da galera
Marianno de S, e Albuquerque""! fM_nce". C*ria. >d< ^\" rg/ Pra a Eu-
Manoel Pinlo dos Santos............
5.* sesso de 1857.
Manoel Martn da Coila...........
Jos Joaquim de Oliveira..........
Alvaro Pereira de S...............
Manoel Luiz Goncalves............
Loureoco Rodrigues dasNeres....
Jooquim Jos de Miranda.!........
Antonio Carneiro Machado Ros....
Dr. Joaquim Jos da Foncee......
Felisbno de Carvalho Raposo......
Dr Joo Maria Seve................
Ubaldo Manoel de Almeida........
Dr. Jos Antonio do Figuciredo ...
Antonio Augusto Maciel..........
Jos Ramos da Cruz........,......
Joaquim Francisco de Mello Santos
Jos Antonio Carneiro............
Antonio Augusto da Fonceca
Manoel Francisco Marques...:..... '409000
t'ineruvt "*",l-';'-" "'""i uuuo umava lugir pira a 11-
awyiw r0p,v fi.i0 recolher casa de delenco desla er-
" le, rogo a V. S. se sirva mandar avisar a essa
senhora, afim de que possa reclama-lo provando
o seu direilo de propriedade.
Esto esrraro servia como marinheiroa bordo
dohiale Piedade.
Deus guardo a V. S.Illm. Sr Dr. chefe do
polica do provincia de Pern.mbuco.-Espiridio
Eloy de Barros Pimenlel. chele de polica.O of-
fieial servm 1o de aecretariOi Juti Xavier Faus-
tino Ramos .
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as olas
de 10,000 e 2o,ooo da
emissao do banco.
3009000
:)20cOo
3009-KK)
220S000
220S000
22OS000;
2204000
20030I.O
200JKJOO
2009000
18v)$000
180J0OO
I8O5OOO
180^000
140SOOO
140.J00O
l-OgOOO
1403000
403OOO
20$JO0
20J0OO
20o000
aogooo
20g000
20JJOOO
20*000
20j>000
30jj000
20O00
20JJ000
20g000
203OOC
20*000
205000
20i?003
2f)$f)00
20jooo
205000
2OJJ000
SOfOQO
20*000
203000
20*000
2003000
30O3OOO
3003000
300ji000
320gOO0
2505000
3103000
97dem idem.
98dem idem.
99-Idem idem.
100dem idem.
101dem idem.
102dem idem.
103-Idemidem.
104dem dem.
105dem idem.
Os licitantes hajam de comparecer com seus
fiadores na sala das sesses do mesmo conselho,
as .0 horas da mauha, no mencionado da 22 do
correnle.
Secrelaria do conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphos 20 de junho de 1860.
Dr. Vicente Pereira do Reg,
Secretario.
Bonifacio Maximiano do Mallos..
Francisco Rufino Correia de Mello
Dr. Antonio Maria de Furias Noves
Jos Rodrigues dos Santos........
Joaquim de Oliveira c Souza......
Antonio Joaquim deSanl'Anna___
Jos Marques da Costa Soares.....
Manoel Gomes de S..............
Joo Augusto Henriques da Silva..
Manoel Anlonio Viegas............
Joo Manoel Rodrigues Valonea...
Dr. Loureneo Trigo de Loureiro...
Jos Baplista da Fonceca....:.....
Audr Ferreira d'Almcida..........
Juao Francisco liaslos.............
Joao Manoel de Siqueira..........
Jos da Silva Mendanha........
Jacome Geraldo Maria Lumack de
Mello...........................
Pirateo da Silva Amorim.........
Aodr Alves da Fouceca...........
Joaquim de Jess Pinto............
Jos Gunegundes da Silva.........
Angelo Custodio dos Santos.......
Jos Baptsla Ribeiro de Parias...
Francisco Tiburco de Souza Nevos
1." sesso de 1860.
Guilherme Rodrigues Monlr.0 Lima
Bento da Costa Hamos de Oliveira
Sabino Bruno do Rosario..........
Manoel Antonio da Silva..........
Jos Hygino de SouzaIviio.....
2.a sossao de 1858.
Urbano Mamede de Alraeida......
Antonio Muniz Pereira.............
Dr. Fernando de S Albuquerque..
Diogo Joaquim da Silva............
Hermenegildo Firmino de Lima ..
Joo da Cunha Noves..............
Manoel Jos Rodrigues Braga.....
Felisbino do Carvalho Raposo.....
Contadoria da cmara municipal do Recife 20
de junho de 1860.
O procurador
Jorge Victer Ferreira Lopes.
Conselho econmico do foata-
lhao n. 8 de infaotaria.
Precisa contratar para forneciniento de suas
praess arranchadas, no semestre vindouro, os g-
neros em seguida mencionados, os quaes devem
ser de boa qualidade : assucar refinado trigueiro,
arroz, azeite doce, bacalno, caf em carosso ou
muioo, carne secra, dita verde, farinha de man-
dioca, foij.io. lenha, mantoiga, paes de 4 o 6 on-
cas, loucinlio e vinagre : as pessois que se iul-
garem habilitada a fazer tal fornecimenlo, apre-
PnlPin >vo prr,nos(as fin, P|,c fool,.l.e r., on-
cretana do mesmo balalho. no dia 27 de junho
do crrente at ao meio dia. Qoarlel na Soledade
18 de junho de 1860-Arislides Balthasar da Sil-
veira, alferes servindo de secretario.
Tribunal lo COlUlliercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
provincia de Pernambuco, se faz publico que
nesta data foi inscripto no registro publico o'con-
1 trato de socu-dade, que em dala de 1. de Janei-
ro do correnle auno elebraram na cidade do A-
rocaty, provincia ao Cear, Melquades da Coila
Barros, Joaquim Antunes de Oliveira e Antonio
Candido Nones de Oliveira, sob a firma de Mel-
quades da Costa Barros & C da qual gerente
c nico responsavel o socio Melquades, e os l-
timos, comniandilarios : devendo a mesma o-
C1,,dde durar por espaco de 4 annos, a contar
ua data do mesmo controlo, com o capital da
4O:O00500O fornecido 20:000* pelo primeiro, o
u:uu3 pelo segundo e terceiro.
Secrelaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 15 junho de 1860.Julio Guimares,
offieial maior.
Pela rec#cdoria de rendas Dilemas geraes
se faz publico, que no correnle mez que os de-
edores do segundo semestre do exercicio cor-
rente de 15591860. relativo aos seguintes ni-
pos-: dcima addicional de mao morta ; impelo
de 20 por cento sobre lojas. c dilo especial a 8u
sobre casas de movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz eslrangeiro teem de
paga-lo livre de mulla. Rccebedoria do Pernam-
buco 1 dejunho de 1860.O administrador. .U-
noe Carneiro de Souza Lacerda.
Consolko Administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
Jo arsenal de guerra, te ni de comprar os obiec-m
tos seguintes : '
Para o escrivo djs officinas do arsenal de
guerra.
1 livro oblongo paulado com 30 folhas, nao sen-
do contadas as 2 da abertura c encerraro 10,
Iivros oblongos com dislicos impressos ; 5 livn.s
pautados de 100 folhas cada um, de formato pe-
queo. '
Para o corpo de polica.
2 espadas com bainhas de ac para os sargen-
tos ajiidanlo c quartol-meslre ; 2 telins de cou-
ro de lustre para os raesmos.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
is suas proposlas cm carta fechada na secretan
Jo conselho. s 10 boros da mauha do dia 22
do crrente mez.
Sala das sesses do conselho administiauvj
ara fornociinento do arsenal de guerra 15 da
ju.ino de 1860.-fie'iio Jos Lamenha Lis co-
ronel presidente.Francisco loaquim Pe'reira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conselho econmico do batalliao de
fantuf% n. 9. .
111-
Precisa contratar para o fornecimenlo de suas
pracas arranchadas, durante o semestre que de-
correr de julho a dezembro deste nnno, os eeM-
320OOOros^,nlf'-"ld"ncncionados, os quaes deverr
3-'OS0OO 1 Scr ',. ',q'ial'dade : arroz, assucar bronco sem
' I ser refinado, -
300g000
28030(10
nofooo
180*000
ou refinado trigueiro, azeile doce,
bacalno, ca em carosso, carne secca, dita ver-
de, fannha de mandioca, feijao, lenha, manlei-
ga, pao de 4 oreas, ditos de 6, loucinho e vina-
gre : quem pois se compromcller a foroeccr di-
tos gneros, aprsenle suas propostas em carias
fechada, na secretaria do dito balalho, no dia
28 do correnle, at as 10 horas da manha
Quarlel na cidade do Recife 15 de junho de
lobO.O tenente secretario.
Jus Francisco de Moraes e Vasconcellos.
Consellao ile compras navaes.
Contrata este conselho no dia 21 do correnta
mez, os fnrnecimenlos de medicamentos c uten-
silios enfermara de marinha, e o de ambulan-
cias aos navios da armada, por le"rnpo um e nu-
tro fornecimenlo de 1 i mezes, contados do l.de
O Dr. Antonio Joaquim Buarque Nazarelh, j
municipal e de orphos e ausentes, nesta ci-
dade da Victoria e seu lermo da comarca de
Santo Anuo da provincia de Pernambuco por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Dos
guarde ele.
Faco saoer que por esle meu juizo de ausentes
peranle mim se procedeu a arrecadacao dos bens
deuados pela finada Isabel Maria Bezerra, a re-
querimeoto do colleclor de diversas reudas ge-
raes desle municipio, e como nao se obtvesse
informagoes exactas acerca da morada dos her-
deiros da dita finada, visto acharem-se em luga-
res nao sabidos, ordenei se passasse o presente,
pelo qual cito, chamo e requeiro o compare*i-
mento dos herdeiros de sobredila finada, bem
como a todos os que direilo tiverem cm sua
ranea afirx de virea hibililar-se no prazo
De ordem do Illm. Sr. Csetano Pinto de
i eras, juiz de paz do 4 anno do 1.- dislricto da
freguezia do S. S. do bairro de Sanio Antonio
desta cidade do Beclfe, se faz publico a quem
. convier, que os officiaes de justica que trabalham
peranle este juizo sao os abaixo'declarados, nao
podendo oulro qualquer funeconar no mesmo
juizo, sem o competente cumpra-se. Recife 20
de junho de 1860.O escrivo,
Joaquim da Silva Reg.
Miguel Moreira de Souza Maia.
Braz Lopes
Albino do Jess Bandera.
Joaquim Dias Marlins.
Francisco Juo Honorato Serra Grande.
Pedro de Alcntara.
Pedro Ferreira das Chagas.
Flix Rodrigues de Miranda.
Joaquim Fernandes de Souza.
Francisco Manoel de Alraeida.
Amanciu Godofredo Lucas.
Francisco da Silva Neves.
Jos Filippe de Medoiros.
Manoel Joaquim do Nascimenlo.
francisco de Paula Real,
goslinho Jos dos Prazeres.
Jos Chrispim d'Asaumpco.
Manoel Goncalves Bronco.
Joaquim Jos da Bosa.
O conselho econmico do balalho de in-
fanlaria n, 10, lendo de contratar os geoeros.ali-
menlicios de primeira qualidade, abaixo declara-
do, para fornecimenlo de suas pracas no segun-
do semestre do corrente anno, convida aos lici-
tantes que se queiram encarregar de fornecer
taes gneros, a apresentarem suas proposlas em
cartas fechadas, na secretaria do mesmo bata-
cho, no dia 23 do and-jnte mez, as 10 horas da
manha : arroz pilado, assucar mascavado refi-
nado, azeile doce, bacalho, caf muido, carne
verde, dita secca, farioha de mandioca (da ier-
ra), feijao, leoha, maoleiga franceza, pao de 6 e
4 ooQas, loucinho, vinagre e lenha,
Secretaria do balalho de infamara n 10, na
cidade do Recife era Pernambuco 18 de junho de
1860.Caetano Xasjier de Oliveira, lente, ser-
vindo de secretario.
desta
ua rwjr
O procurador da cmara municipal _
cidade faz publico que pelo juiz de direilo da 1.a
vara crioie desla comarca o Sr. Bernardo Hachado
da Costa Doria foram remetlidas mesma cma-
ra as cartas de participado, conteodo os oomes
dos individuos multados, por falla de comparec
menlo oas sesses do jury ; afim de que venham
recoliier as respectivas maltas, e evitem o pro-
'cesso executivo.
3.* sassao delBff.
Jom Beraardjo. te Sqaeit!*...... 33C|0Q0
das obras militares dt
orla
------ uKuiimia .1 pe
linda, convida as pessoas que desle servico so
queiram encarregar. a comparecer na referida
directora, das 10 horas da manha em diante, nos
das 20. 21 e22 do corrente para este fim.
Directora das obras militares de Pernambuco
19 de juoho de 1860.=O amaoueose,
Joo Monleiio de Andrade Malveira.
Consulado de Franca.
O capilao Jos Augusto Beaussier da baica
rranceza Alfred i Claise, em reparaco neste
porto, precisa lomar a risco cerca de 30 000^000
para pagar as diflerentes despezas que tem sido
obrigado a fazer neslo porto. O dito cmpresi-
mo ser garantido pelo mesmo navio o seu car-
regaraento, e ser embolsado no porlo do Rio de
Janeiro. As pessoas que pretenderem fzer este
adiantamento sao convidadas a comparecerem
quinta-feira,21 do corrente, as 11 horas em pon-
to, na chancelleria do consulado de Franca, aon-
de ter lugar a dila adjudicaco, em presenca do
Sr. cnsul de Franca, a- qawi por menos fizr.
Pernambuco 18 de junho de 1860.
Acha-se depositada urna egua ruca rauilo no-
va que ro encontrada na freguezia as'2 horas da
manha do dia 17 Ignacio Antonio Borges.
Subdelegacia do Recife 18 de junho del860.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimenlo dos inleressados, a relaca)
abaixo transcripta dos credores de dividas de
exercicios na importancia total de 2:637S732 ro.,
cujo pagamento foi autorisado pela ordem do
thesouro nacional n. 83 de 5 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 18 de junho de 1860.O offieial maior
interino, Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Relaco a que se refere o annuiicio cima
Chrislovao de Hollanda Cavalcanli de
Albuquerque, Antonio de Padua de
Hollanda Cavalcanli o Joo Nepo-
muceno Bezerra Cavalcanli
Fausto Frei'e de Carvalho
Francisco Garca do Amaral
Joao Jos Rolim
Vicente Jansen de Castro e Albuquar-
que
Ignacio Francisco da Silva, Maria Joa-
quina dn Mello e Silva
Anlonio Tarares
Braz Avelino Freir
Dcimo balalho de infanlaria
Joo Ferreira da Rocha
Luiz Francisco Teixeira
Miguel Ferreira dos Aojos
Miranda & Vasconcellos
Reinaldo Jos dos Sanios
Miquelioa Gertruia de Assumpcao.
t.* seceo. Secretretaria da poli
nambuco, 10 de junho de 1860.
O Illm. Sr. Dr. chefe de polica desta provincia
maoda fazer publico, para coDhecimeoto de
quera inleressar possa. o coiTtcudo ao officio abai-
xo transcripto, dirigido pela reparlicio da polica
da Arle. "
V socca.Seereiati Ja policia da ctete, 4
dejunho da 1880.
julho prximo, is*o vista de propostas entre-
gues nesse dio al s 11 horas da manha, sob
as condicoes constantes da nota que se acha fran-
ca nesla secretara paro quem quizer consulla-
11, bem como o formulario e tabella, regulando
esses fornecimciitos, o que ludo por minucioso
dcl.\u 00 do dootnror.
Contrata mais no dia 25. tambem do correle
mez, precedendo igualmente a apr>sentaco de
proposlas recebidas nesse dia s al 11 horas da
manha, o fornecimenlo de vveres o oi-lros ob-
jectos abaixo declarados para o consumo dos na-
vios da armada c estabclecimenlos de marinha
pelo lempo smenle de 3 mezes, lindos em se-
lembro vindouro, sob a condicao de serem os
raesmos objectos foroecidos d qualidade e oa
quantid.ide contratados, e na falta pigar-se a
Inulta de 50 0/0 do valor de cada un, alen, de
carregar o contraame com o exeesso do Braco
no mercado, caso o baja, em razao dessas taltaa
motivaren] a ah recorrer-se.
Objectos.
Arroz do Maranhao, agurdente branca de 20
graos, assucar bronco, azeile doce, bolacha, ba-
calho. carne secca, caf, carne verde, cangica
f.irn.ha de mandioca, feijao, manteiga franceza,
malte, pao, loucinho de Lisboa, vinagre de dilo,
velas do carnauba, ditas de espermaceti.
Sala do conselho de Comoras navaes de Per-
nambuco, 12 de junho de 1860
Tendo a direcloria
mandar pintar de um e oulro lado as portasV i- I "_, aa',,l.",sV'a5ao UOS e3ta
) de artilharia a p em O- mertos de caridade faz publico, que a
A aJininistraeao dos eitabeleci-
atiernatacao da renda dos predios
ca adiada ate.segun-Jo aviso.
fi-
policia
64j}367
200*100
4019666
1888987
133J332
524J000
73J044
31J126
91i>2O0
1470O0
73*044
5019966
de Per-
TIIEATllO
DE
anta Isabel.
Continuando a ndisposiijao de varios
artistas da companhia lyrica, a estrea
ca transferida para quando se annun-
ciar.
CAS POPULAR
NO
MAGESTOSOSALO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, vespera de S. Joo.
A sociedade Cassino Popular, dar baile neste
da e empregar os meios para que seja com
surapluosidade e brilhantismo, conla com gran-
cooveniencia por atguns amadores do Cassino se
inleressarem no baile deste dia, ser mantida a
boa ordem do costme c observado o regulamen-
to approvado pelo Illm. Sr. Dr. chefe de polica.
Entrada para damas gratis, cavalheiros 2).
Avisos martimos.
= Wra o Aracaly, o hiaie Saula Rita sahe
com brevidade, anda recebe carga ; trota-se oa
ra da Madre de Dos n. 2
Rio Grande do Sul.
O brigue Firma segu 00 Jfa 25 de juoho.
recebe anda alguma carga: trata-se com Tei-
xeira Basto, S & C, no largo do Corpo Santo
numero 6.
Para o Aracaty
sahe o hiaie cBeberibe ; Rara carga e passagei-
roa, trata-se na ra do Vigario o. 5 com Luiz
Borges de Cerqeeira.
Para o Rio Grande do Norte e
Ass.
Sahe por eales dias a bareaca Nova Esperases,
recebe carga a frote rnuito coumado ; oa rus da
afadte Dos u. S.


J!>
_L
Lisboa.
Va sahir em poucos das com a carga que li-
vor a barca
Vencedora:
quem quizer earrcgar ou ir de passagom, para o
quo tem exccllenles eommodos, dirija-se aos
consignatarios Carvalho Nogucira & C, na ra
do Vigario n. 9, priroeiro andar, ou ao capilo
na praca.
Cear.
Segu com brevidade o palhaboto Santa
Cruz, rcrebo carga a frc,lc e passageiros ; a tra-
tar com Caelano Cyriaco da C. M. no lado do
Corpo Sanio n. 25, primjiro andar.
IIPMIEM
DAS
Messageries imperiales.
Al o fim do mcz espera se do Rio de Janeiro
O vapor francez Guyenne, commandante Enout,
o qual depois da demora do costme seguir pa-
ra Bordeaux (ocondoem S. Vicente e Lisboa, pa-
ra passageiros, corommondas e etc., a tratar
na agencia ra do Trapiche n. 9.
ponto no seu armazera da ra to Im-
perador n. 35.
LEIO
DE
Una loja de ferragens.
A requerimento dos deposi-
tarios da massa fallida de Li-
ma & Martins e por despacho
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito
especial do commercio, o
agente Pestaa far leiiao das
ferragens, miudezas, cutile-
rias, armamento e armaco
existentes na loja da,ra No-
va n. 6 : sabbado 23 "do cor-
reule, s llhorasda manhaa'
em ponto na niesma loja.
LEILAO
DE
lima loja de fazendas.
A requenmento dos depositarios da
massa fallida de Claudiano Xavier de
Oliveira e despacho do juiz de direilo
especid do coinmercio, o agente Hyp-
Ipolito da Silva.fara' leiiao das fazendas,
dividas e armaro da loja n. 55 da ra
da Cadeia veiha : sexta-feira 22 do cor-
rente as 11 horas em ponto na mesma
loja.
MARIO PE PERNAMTOCD ^ {IDTOTtt PEKU W HJflHO DE 1860.
lez-se bollo de S. Joiio e cungica de -millio'
vorde mu to bem feilo : ha Jade de Olioda na
ra do Amparo n, 30.
- Pasohoal Mandarino e seu filho, Napolila-
nos, reliram para Europa.
-- Francisco Pisannt e Juanne BarroUi -subdi-
tos italianos, retiram-se psra Europa.
No dia 22 do crreme vai nvamele Bra-
ca a casa arria da ra dos Pescadores n. 6, pe-
rante o Sr. Dr. juiz municipal da prime-ira vara
pelo valor de 2:0003000.
No sitio do Sr. Marcelino Jos Lopes na es-
trada do Arra al: oluga-se urna oscrav-a com lei-
te para crear, mas tem tilho.
Preciza-ie de um homem para trabalhar
em um sitio, devendo dar conhecimento de seu
bem comporlamenlo : a iralar no pateo de S.
Pedro n. 4
Avisos diversos.
REAL COMPANDIA
Anglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em dianle o va-
por Portugal, e depois da demora do costume
seguir para os portos do sul. Passageiros etc.
a Iralar cora os agentes Tasso Irmaos.
Para a Baha.
O hiato'Bom Amigo, tendo a maior parle da
carga engajada, segu al o fim da prsenle se-
mana : para o resto da carga, Irala-sc com o x-a-
pilao Poreira Maiinho, cm casa de Palmcira &
BelttSo, no largo do Corpo Santo n. 6.
Para o Aracaty.
Segu com a maior.brevidade possivel o hiato
Gralidao. por ja ler a maior parle da carga
prompla ; para o resto passageiros, dirijam-se
ao Passcio Publico n. 11. ou ra do Cordoniz
5, casa de l'ereira & V'alcnle, no l'orle do ua P1"*3 recre' c,as'am
LIVROS DE SORTES
PARA
^a
Sa
Jcs Alves Lima. Patricio Jos Borees
de Freiias, Francisco da Silva Saraiva, Pa-
tricio Jos da Silva Saraiva, domingos An-
tonio da Silva Beiriz, Francisca da Silva
Luna Beiriz, Anna da Silva Forreira, Ma-
na do Carmo da Silva Lima? Amalia da
silva Lima, Jos Alves Liras Filho, repas-
taos da mais pngeme magoa pela prema-
tura mortc de seu presado sogro, cunhado
pai o avo Jos da Silva Saraiva, veero pel
prsenle agradecer lodas aquellas pessoas
que nao duvidaram tomar parle na dor que
estao sofTrendo o que se dignaram as3istir
ao enlerro o acompanliaro seu cadver ao
cemit-no publico. Ainda pela segunda ,
ve?, dirigcm um vol de agraderimento aos b
Hvds. religiosos carmelitas Frei Joaquina de
Sania Harta Omita, Frei Candido de Santa
Isabel Cunta e Frei F.ruesto de Sanl'Anna
Cunta eimais religiosos que nesse mesmo
semido tanto se preslaram o lanas provas
oeram de ainizade conduzindo o seu cada-
ver do portao do cemilerio tvt a sua uhima
morada; ao mesmo lempo dirigem um vol
doagradentnenio a respetare! oriem ler-
ceira deNossa Senhora do Carmo que tan-
las pravas doram de amizado para com o
seu irraao ex-prior, ja conduzindo a mao o
seu cadver, recebara pois lodos esles se-
nhorei a nossa cierna gralidao. A lodas
aquellas pessoas que nao foram positiva-
mente convidados para o enterro pedera
ellesdesculpa e a esperara merecer em at-
lencao ao oslado de perlurbacao pelas duas
perdas que acabara dcsofl'rer.
Mallos.
ID
ift
A
Riode Janeiro.
o
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Al-\
mirante, prelende seguir com uiuila brevidade
tem parle do seu carregamenlo promplo ; para
resto que falla Irata-se com o seu consignatario tpmln 1>fi
Azevedo & Meudes. no seu escriplorio, ru da '
Cruz n.l.
A Sibilla de Bajaca ou sortes divert-
as na to fes-
tiva noitede S. Joao, contendo 350 ver-
isos, nos quaes se pronostica o futuro
j decada utn dos consultantes. Detodas
as advinhas conhecidas a Sibilla colheu !
.os maiores louros, sendo reputada co-
mo orculo dos destinos : vende-se na
i liviana ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
Contina andar fgido.
'Pugio da cidade de Macei, no dia 18 de mar-
co prximo passado, do abaixo assignado, seu
escravo de rime Jos, crioulo, de idade de 25 a
30 annos, estatura regular, ou anles robuslo e
musculoso, barba grando por baixo do queixo
com todos os denles da frente, rosto redondo*
cara grande e ps proporcionados, levou toda
roupa, o enlre ella urna capa de bata azul fer-
rete, caira de algodo tinto o oulras de brim
branco e pardo : este escravo foi por alguna an-
nos proeiro da barcaca do Sr. Francisco Inglez.de
S. Miguel dos Milagros, e provavel ler sido e-
duzido, visto que sobro elle pendo qucslo que
propiao mesmo abaixo assignado Rufina Maria
da Conceico, da villa do Porlo de Pedras cm
Macei, tanto que senjo preso nesta cidado
(quaudo fgido) em diasdejulho ou agosto do
anuo passado foi remellido para Macei, aonde
o leligio : quera o apprehender ou dulle der no-
ticia, ser gratificado generosamente.
Manoel Antonio Lopes Silva Muritiba
N. B. Consta ter o dito escravo aportado nesta
provincia na mesma jangada com que fugio, e
?!Ch. o 8^'ra rm dila ian,,*da Para Provin-
cia da Paraluba. e dessa para, o Rio Grande do
Norte ; a pessoa que delle der noticia execla
apprehende-lo, pode dirigir-se a
nesta mesma cidade a Ferriio
igualmente gratificado.
ou
seu senhor, ou
& Maia, que ser
fazer ^^^^^^^J^^"^^,^ .-eHPf. leudo todo
molesti
SXK&^^^?!^^?^\SX!:
ou tronco do
seu Idl
possam ser
molestia em que parle di rroo eiUio V Tk k "., senuom uu crianza,
corpo. declarando"a circurasUnci, i 'JSX^' K*C?$0' br'S0/ C0X8' Perna- P. -
uho en, um pedaco de pnpcl e ^declaracao itTXJZ"*"?' U,'Cera8' mle do tu -
bem applicadas no seu lugar. aec'?ao ouJe extslem, afira de que as chapas possam ser
Pde-se mandar de qualquer pouto do imperio do Brasil
rios p.nter'TSo0 aenTsPa"hadaS <" W> exp.icacoes e l.Ebem de todo, os Seto-
-.que^cn^
119 Ra do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
portuguez, vai a
o Porto, Lisboa e
no esctiptorio de
Ignacio Felicio, subdito
F.uropa.
Sacase para
Ilha de S. Miguel,
Carvalho Nogucira & C, ra do Vigario
n,. 9, primeiro andar.
Instrucco.
o
Un moco soltciro. de excelleole condu
oirerecc para cnsinar em -qualquer engenho per-
to des la praca, nao s primeiras lelnff, para o
que esl compelenlemcnle habilitado, como lam-
ben, lanm e geomelria. o que prova com docu-
memos e por j ler ensinado : quem de seu pres-
umo se quizer ulilisar, annuncie para ser pro-
S9S&8
$m
3
GRANDE ARMAZEM
DE
a, se
curado.
!
.^9 Precisa-se de u
conduela, para servico do
goraraado em urna casa de
lar na rua da Impcralriz
andar.
g
Rm Nova n. 47, junto a groja da Con-
ceico dos Militares.
Acha-se na direccao da olicina deste
^tista.F'-anci'codAss8Avellar, antigo contra-m
m% Manoel Jos Fcrreira. O respeitavel pubhc
^ trar era dito armaem um grande e variad.
sa tota, como sejam: casacas, sobrecasacas, fr
ssr
V\v5
SS9
VS&S3

acreditado armazera o hbil

O rcSpe;^^^o^^:^^C0 i
ido
encon-
raa mulher l.vre de boa ^ uno, ditos de caetnira de cores, de merm, bom
Modas francezas.
Lindos chapos da ultima moda para senhora?
lichus Mana Ailoinetta c mangas e enftiles
ra Ihealro, vestidos para nnivas, c
gados pelo navio Adele: vi-ndera-se
raadame Millochau Bucssard
trizj n. t.
rua
pa-
uvas, che-
lia Lija de
da Impera-
.&& :a K 19; de C!CS' d'tOS de b" ** l-l-o branco, pardo e"
n 48, segundo Ifti iserau"a P'cta e de cores, ditas de merino, de pr
Aenco.
a
sortiraenfo de roupas
aques, paletots de
bazina al
panno |g
paca preta
sg^3 ditos de fusto branco ede cores
de cores, calcas fj|S|
inceza, de brns |
e decores, ditos de S^
merino para luto ^
As pessoas que I
agencia de leiles
ja Cernidos, queirs
rua do Imperado
gues.

Carlos U. Dabois]
Leies.
LEILO
PELO 4GENTB
de papel fino ransparenlo e co-
loridos, de difierenlcs desenhos e
letreiros, proprios para festejos
de S. Joao: vendem-sc por pro-
cos multo eommodos, na rua da
Cruz no Becifc armazera n.14.
I/tvro do Pag,.con-
assnmptos, e 440
sortes para homens e senho-
ras, seguidos de varias poezias
e charadas a 1$000 reis : Na
livraria n. 6e 8 da Praca da
Independencia.
Novas sortes em folha de
papla 80 roie oaila folha, oon
teildO b SOrteS para homens I fresco e tem bons eommodos
Aluga-se o segundo andar do so-
brado n. 15 da travesa do Veras, no
bairro pira fa-
na
SegunJa-feira 25 do corrente,
O agente Camargo fara' leiiao segun-
da-eira 25 do crtente, de urna casa de
pasto sita na rua da Senzala Nova n.
1G, a qual consta de movis pertencente
a mesma, loucas. utencilios de cosinha
e mais objectos. No mencionado dia as
11 horas em ponto.
LEILAO
milia : trata-se na rua
zem n. 3t.
T
da C dea arma-
CABELLEIREIRO.
! Praca da Boa-Vistan. 3.
Participa que tendo receido um gran-
I de sorlimentodc cabellos de Paris, acha-
se promplo parasalisfazer no mais breve
lempo qualquer encommenda de cabellos
como sejam marrafas a Luiz XV.cabellei-
ras de toda especie lano para homom co-
mo para senhoras, cresncnles.bands, ca-
deas de relogios, braceletes, trancas pa-
ra aneis etc.. ole.
|* m escolhidos e habis officiaes, dando-setoda
' z^g* da convencionado.
tllIIIIIIIIIIIHI
para o qui
qualquer roupa no

Attencao.
5K
Aluga-se urna escrava por preco commodo
que compra na rua, lava e cozinha' o diario de'
a 'mar na rua Direita, primeiro an-
No dia 9 do corrente, pelas 5 e mcia horas da urna casa
tarde, da cidade de Goianna em direccao ao lu- dar, casa n. 32.
?,,?, i"1" .P0r.' d0 emllarT">. 'perdeu-sc : ~ l'rccisa-se de urna ama quo engommo e co-
| urna carleira contendo o seguate : era dioheiro. nhe para um homem s
o/^ sendo 0 moedas de prala de valor de 50 Irnijo, na rua
res'cada urna c o restante era sedulas,
> letras i vencidas, aceitas pelo Sr.
Attencao.
na loja de Leite &
ca Cadeia do Recite n. 48
c mais |
Joaquim
O bacharel Amaro Joaquim Fonseca de Albu-
qnerque pelo prsenle declara, que se nao res-
ponsabil.sa e nem paga qualquer quanlia de ne-
nhuns objectos tomados por scus fmulos < -
guma outra pessoa sem a compleme ordem es-
cripia por seu proprio punho.
Urna pessoa se ollerece para ensinar em
casas particulares, a grammalica porlngucza, es-
cripia, correcta, leitura certa, contabilidades e >
seu prestimo se quizer ulilisar,
doQueimado, loja n. 13, que so
coes dessa pessoa.
Precisa-so de urna ama : na rua do Sebo
casa terrea confronte a de n. 22.
2! ^;slcadai^!.0lSr^- S;,mPni1 a" & c., MillaIIdli (Ja H 0^ III(ll.
Sabio a luz a folhinha com
o almanak daprovinr? -
A requerimento dos depositarios da
aua.fallida de Claudiano Xavier de
Oliveira e despacho do juiz especial do
commercio, o agente Hyppolito da Sil-
va, fara' leiiao dos movis pertencentes
amesmamassa ; quinta-feira 21 do cor-
rente as 11 horas em ponto, no sitio do
Manguinho confronte a casa do Sr.
Seve.
llavera' mnibus as 10 1|2 horas da
manhaa na ruado Crespo, para os Srs.
concurrentes.
LEILO
A requerimento de Elisabath Roberts,
por despacho do Illm, Sr. Dr. juiz de
orphaos.o agentelly ppolito vender' em
leiiao o espolio do seu fallecido marido
J. E. Roberts, consistindo em guardas-
roupas, camas de casal, commodas de
Jacaranda' e muitos outros artigos de
gosto, e bem assim um exee'lente ca-
abriolet americano, cavallos, urna excel-
iente vacca solteira e urna pequea ty-
pographia : segunda feira 25 docorren-
te, as f 1 horas em ponto, na rua do Tra-
piche, casa em que o mesmo Roberts
tinha escriptorio.
LEILAO
DE
Rua Nova,
SOB
em Bruxellas (Blgica),
ADIREfiClODEE-KERVASD
A requerimento de Joao Antonio Coe-
11 io por si e como sesionario de Jos Joa-
quim Pinto, e por despacho do Exm.
juiz de orpliaos o agente Hyppolito da
Silva fara leiiao de um sitio na estrada
nova do Cachi, nga' fazendo esquina com
a estrada da Torre, com algumas fruc-
taeiras, cacimba com tanque, trras
propritM para plantaijee, tres casas
terreas detaipa cobertas de telha: sab-
bado 83 do corrente ai 11 hora* cm
| e senhoras : vendem-se
mesma livraria.
Joao Francisco deAraujo Lima vai a Lisboa
Pjecisa-se de una ama para casa de um
hornera viuvo com 3 meninos : a Iralar na rua
da Mangueira n. 22, das 4 horas da larde s 7 da
uoilc.
5,500 RS.
por sacco com farinha : vende o Brando, na Lin-
goela n 5.
Vende-se urna mulata cora urna cria, ecom
bstanle leile, boa cozinheira e engoraraadeira :
na rua Nova n 52, primeiro andar.
Engommadeira,
Vende-se urna escrava peca, perita engomma-
| deira, cozinha e lav-i de varlla ; na rua do Im-
perador n. 54. primeiro andar.
O Sr Domingos Henriques de Oliveira tem
urna carta na rua lo Vigario n. 9. primeiro andar
Aluga-se a excellente loja da casa da ruado
Collegio n. 17, lado do caes ; a Iralar no primei-
ro andar da dila casa.
Jos Mara da Molla c Silva, subdito nor-
luguez. vai ao Rio Grando do Norle. Este holel coll?Mdo no centro de urna das cipilaes importantes da Europa, torna-sede grande
p .. ... j valor paraos brasileiroseportuguezes, por seus bons eommodos e confortavel. Sua posicao
luoiicacao jurdica. | urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo s estagSes de caminhos de ferro, da
--tfi?mtni.8!ihirr0-rti" "?,,.nd.a- edia -,d 3.a cader.ido5.' anno da Faculdado de Direito,! >0 holel nasemPre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
e acha-se a venda na livraria econmica dos Srs! j u8uez paraacompanhar as touristas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
XUce^ emim para toda a Europa, por preces que nunca excedem de 8 10 francos(3200 43000)
nhores subscriptores podem receber ultima par- '
te da mesma obra Esta obra que nao pura-
mente didctica, conten o transumplo da nossa
ipgislaQo administrativa cojo conhecimento
multo ulilisa a todos.ou sejam finccionarios p-
blicos, ou simples cidados ; poique a todos in-
tcressaconUecer as mutuas relaeoesque ligam os
administradores e administrados, os direilos e
deveres recprocos quo dolas nascem.
Na rua do Deslino n. 3, se aluga um mole-
quecozmheiro, copeiro e comprador, aOancando
o seu senhor a sua boa conduela.
Offerece-se urna ama para engommar. co-
ser e faier mais algum servico de urna casa
quem precisar, dirija-sc a rua do Caldeirciro nu-
mero 17.
Precisa-se de um amassador que trabalhe
bem : na rua da Senzila Velua n. 90.
Quem precisar de urna ama para cozinhar,
de portas para dentro, em casa de familia ou ho-
mem solleiro, dirija-se a ruada Cruz n. 52. pri-
meiro andar.
Frederko J. Corberll vai para a Parahiba.
Pede-se ao Sr. Carvalho, director da com-
panhia dramalica de Apollo, e ao actor Lessa,
lenham a bondade do vr a taberna da estrella do
largo do Paraizo a negocio que nao ignoram, c
Ibes protesta para qualquer lugar que se rctirem
lhcs far o mesmo pedido.
Jean Lcgeilh, tendo de seguir para a Fran-
ca no vapor francez Guicne, esperado no fim
do mez, despede-so de seus numerosos amigos.
Precisa-se de duas amas, urna secca e ou-
Ira de leile : no paleo do Torco n. 26,
No pateo do Terreo n. 2, fabrica de charutos,
precisa-se de uro caixeiro que emenda de faze-
sorvete e alguma cousa de cozinha ; na mesmr
casa precisa-se de 4 ofliciaes de charuleiro, paa
ga-se |em.
A companhia flxa de cavallaria precisa con-
tratar para fornecimento da civathada, no prxi-
mo futuro semestre : capim. milho, farelo emel:
as pessoas que se prapozerem semelhanle for-
necimento, comparecam na secretaria da mesma
companhia no dia 28 do corrente, as 10 horas do
da cora suas propostas. Santo Amaro 19 de
junho de 1860.-Manoel Porfirio de Castro Amu-
lo, capitao commandaule.
-- Vende-se um sobrado de 2 anda-
re, novo e com muito fundo, na rua
dos Martynos n. 2: a tratar na rua do
Vigario n. 17.
dcsla praca com os veneimenlos e val ires men-
cionados;; 1 letra n. 89 vencida em 23 de oulu-
bro de 18o8 da quanlii de 868&990, i dila n. 889
lun!' Cm 6 -5- OTOWro d' J50. q-antia de
SpOO, urna dita numero 89J, vencida era 6
de fevereiro de 1859. da.-------,c ~y
1 3uj,qi i au "" vrtffida cm 16 de agos-
t e fbo9, de 97$, e urna dila n. 945, vencida
em 15 de julho de 18)9, de 1:0653315; Ccando
portanlo o mesmo Sr Diss Montuno prevenido
do succedido para nao pagar a pessoa alguma
que nao sejam ossacadores ; e roga-se a pessoa
sexos^'aiiem d=9ue. l5'nhn achado dita carleira, poner dispor do
diiija-se a rua d"lllllro.cr"o gratiQcacao e as lelras queira
dar informa-
pon
Durante o aspado do oito a dez mezes, ah residirn) os Exms. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seu filho o Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Feltppe Lopes
Netto, Manoel deFigoeira Faria, edesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e muitasou-
tras pessoas tamo do um, como de outro paiz.
Os precos de todo o servido, por dia, regulam de 10 a 1 -2 francos ( 4S&000 4*500.)
No hotel encontram-se informales exactas acerca de ludo que pode precisar um estrangeiro.
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. Loto Hoseoso,
% RUA AGL.ORIA9GA^ADOFUMDAO 3
Clmiea por ambos os systemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manhaa e de tarde depois de 4 hora*.
Contrata partidos para curar annualmente nao sopara a cidade como para os engenhos ou outras
propnedades ruxaes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o numero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
metter seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & G. na ruada Cruz ou loja de Ivtos do Sr. Jos
Hogueira de Souza na rua do fr^spo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do a.innnciante achar-se-ha constanlement e os melhores medica-
nentoshomeopathicos ja bem conhv'cidog e pelos presos segua tes .-
Botica de 12 tubos rrandes...........
Ditos de 24 ditos...............
Oilosde 36 ditos.............
Dito de 48 ditos. ,...........
Ditos de 60 ditos.............
Tubos avulsos cada um. ....... ..!.".
Frascos de linduras.............
Kanoal de medicina homeopali'ca pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina-cirurgia etc.. etc. ,.......
MedimpTdomestica do Dr. Hering, com diccionario. .
ReperKrio do Dr. lleUo Uo&et. /......
OCOOO
15$000
20S090
25$000
OdOOO
1J0OO
S|000
209000
101000
61000
fazer o favor de entrega-las (visto em nada Ihe
ser ulil) em Goiannaa ao Sr. tvo Antonia do An-
drade Lima, ou nesta cidade aus Srs. Sampaio,
Silva C, com loja do ferragena na rua da Ca-
deia do Rucile n. 56.
wmmmmm mmmmmm
$g Vonde-se 1 candieiro do gaz com seis U
j. eos e 1 registro para 20 bicos, ludo por V
K prego muito commodo; nesta typogia- ^
3| phia ou na rua do Hospicio n. 17, se dir y*
ag quem vende. ^
A 1$000 a lala_ de bisroilos e bolachinhas
de soda : vende-se na prica da Boa-Vista nu-
mero 16 A.
Collarinhos
inglezes.
Superiores collarinhos inglezes e francezes das
formas mais modernas, e preco commodo: cm
casa de J. Falquo, rua do Crespo n. 4.
Um a mil pares
promptos.
O respeitavel publico desta ci-
dade e de fra, convidado a
ir a grande fabrica de ta-
mancos da rua Direita, es-
quina da travessa de S. Pe-
dro, casa pintada de verde
n.16,
que achara continuadamente sem interrupco, o
mais bello e riquissimj sorliraenio de lamancos
dos que ha de roelhor nesta arte, proprios para a
presente cstaco, que o proprielario da mesma
fabrica est resolvido a vender tanto a relalho
como em porces, por menos do que em outra
qualquer parte ; a casa lera sempre una reserva
eflecliva prompta para qualquer encommenda por
grande que seja, de 1 a 1,000 pares.
Vende-se a bordo do brigue nacional Mafra
tundeado no ancoradouro da carne, tarabas do
Rio Grande, lauto aos centos, como ero barris
quartolas ou pipas ; assim como ceblas.
Vende-se a loja do arco da Conceico n. 6,
com fazendas ou sera ellas : a tratar na rua Di-
reita n. 104.
ag Vende-se fazendas por lodo preco para 3fc
S| acabar, na rua do Queimado n. 51", che- 5*
as gera a pechincha. afe
Vcnde-se
na rua eslreita do Rosario n. 29, um piano em
conta, proprio pata principiante.
Charutos da Baha a 18500 a catxa : vnde-
se na praca da Boa-Vista n 16 A.
A 640 rs. a libra de velas de espermacele :
vende-se na praca da Boa-Vista n. 16 A.
Vende-se por menos do seu valor urna
moenda nova, a qual apenas moeu duas peque-
as safras, c se vende por ter comprado machina
a vapor: tratase no engenho Mozambique, em
S. Lourenco da Malta, aonde se pode examinar,
ou no Recife, na ponle da Passngem da Magdale-
na, com Francisco Bibciro de Brito.
Vende-se urna -bonila escrava, perfeila en-
Soromadeirs, cozinha lava : na rua do Impcra-
or n. 54, primeiro andar.
Vende-se um banco de torneiro com varias
ferramentas, por preeo muito commodo : a tratar
na rua p>s Trtncheiras numero Yl, tobrado de um
andar.
da
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
Je toda a provincia.
Associaces commerciaes,
sgricolas, iudustriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
duslriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
uhos.etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mari-
timo e einfmi para todas as
classesda sociedade.
FOLIIIMIIS l'ARt 1860.
Estao venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressasnesla typographia, dasseguintes quali-
dades :
FoLIIINIIA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regula ment dos direilos pa-
rochiaes, a continuaco da bibliotheca do-
Crislao Brasileiro, que se compe; do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hyninos ao Espirito Santo e
a N. S., a imilacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commemorscio ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental,,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraQo de Jess, saud3c6es devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anje da-
guarda, responco pelas almas, alm Ce-.
outras oracoea. Preco 320 rs.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda:
rio, regula ment dos direitos parochiaes, e
urna collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, conloa, fbulas, pensamenlos moraes,
receitas diversas, quer acerca Je cozinha
quer de cullun e nreservatiro de arvores
e fructos. Preco 380 n.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direilos
jarochlae. Pre o 1601.



r
-
-w-' :*-', r-r.-T-.- -vi:
\
Joaquim Alveg Nunes relira-so para a En- '
ropa a tratar de sua saude, levando em sua cora-
panha um criado.
"- Antonio Tires de Olivcira.fai publico e pelo
presente scient.fica no Sr. arrematante das aguas-
ruadaPraian 2. Recite 18 de junho de
C\S\ LUSOHMUSLHRA,
% Golden Square, Londres.
4. G. OLIVEIRAlendo augmentado, com to-
exccllcnles ac-
.. 186o! comraJa$oes para muito maiornumero de hos-
Avisa so ao Iltm. Sr. Francisco da Albuquer-; pc-desJe novo so recommenda ao favor e lem-
s% djhP;r:;'r:i; zw *;l l brTdos seus i,nisos e do8Srs-viajanies ue
l.QmdeHPlimar%,fa ?e;2o5f.e Mbe/e V'SUemSla Caf'ilal: COuUnuaa Presl"-lhese"
que j devora Icr sido ultimado cm 30 de dezora-
Dro do atino passado, tendo por consoquencia j
sobro si quasi seis mezos*
""".^'oi"'10 d* orphjos desta cidade e carlo-
no do escrivao Guimares. vai a praca de venda
uma casa terrea de taipa. sita na p'ovoaco do
/2.cJ.rol na lravessa d0 Quiabo. avadada en*
OUO&, finda a audiencia do dia 22 do corrente
pertencenteaos herdeiros da finada D. Barbar
Mana Fcrreira Lopes.
= Prcciza-se alugar um primeiro ou segundo
indar que tenha commodos, para pouca familia
no bairro de Santo Antonio: para tratar na ra
das Cruzosn. 41. loja.
Na ra Direila n. 22, precisa-so de um ho-
rnera forro ou captivo para lodo o gervico de re-
iiacao.
i ~i V- al,aixo signado faz publico que o Sr,
Laudelino Manocl do Albuquerque deixou de ser
seucaixeiao desde odia 18 do correute. Recife
19dqjuuho do 1860.- Luiz Antonio dos Saulos
Parara.
PUMO DE i'ERKAMBCO. QUINTA FEIRA 2
- Madamc Bonnefond rctira-sc para a Europa.
Quem livor penliores de ouro e prala na
ra da Paz n. 30, venha no prazo do 8 dias tira-
dos, do contrario serao vendidos para pagamento
de principal e iuroo. c nao se admillir recl.ima-
iao alguma. Itecifo 19 de junho de 1860.
O tenente-coroncl do 3. batalhao de infan-
tera da guarda nacional, e presidente do couse-
lho de qualiQca<;ao dos guardas nacionacs da pa-
rochiada Boa-Vista, faz constar a qucm inleres-
sar> .uo o mesmo conselho abri novaracule seus
trabalnos, e que havor inspocgaowdc saude no
da 23 do corrente. Recife 18 de junho do 18GO.
Francisco de M. Leal Seve.
Obacharel Antonio Luic Cavalcanli de Al-
buquerque vende, com aulorisacao de sua mai,
alguns terrenos paraedificar.no siilio onae mora!
fia ra do Palacio do Rispo n. 1.
-7 'Qucm precisar de tres esrravos poraluguel,
dirija-so a ra do Hospicio, primeira casa do la-
do direito, passaudo a Faculdade, que achara
Cm qucm tratar.
Saino a lira o 3' tomo cas biogra-1
pinas de alguns poetas, e outros Iro-1
mens Ilustro da provincia de Pernam- \
buco, pelo co.nmcndador Antonio Joa-
quim de Mello. Contin as biograpliias
de Luiz Francisc* de Carvalho Couto,
Jetonymo de Albuquerque Maranhao,
Alvaro Teixeira de Macedo, e J0S0
Antonio Salter de lVJendonca ; versos,
ntreos quaes 30 odes anacrenticas,
uma noticia interesate do levante de
Goianna em 1821, e noventa dous
documentos inneditos. Por ora em
miro do autor.
O Dr. J*o Ferreira da Silva mudou-se da
rna do Rangel para a do Livraraento u. 26, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, dofron-
te de sua mitiga hahilacao. A grande pratica de
auscultacao rceonhecida por quasi lodos os seus
collegas desta cidade lorna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulines e do cora-
f" assim como para verificar o estado do sau-
de dos escravos que se dosejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
o0m 'b<"tl ros"lt8,,< m o exereicitt do
mais de 20 annos, se julga habilitado para prati-
ear toda c qnalqiter operacao cirurgica por mais
delicada o dilEcullosa que soja.
** Atcvedo.que ferofr-nm JLranci3co ilo ffi
M pares de borzeguins para senhora (amos- M
nnr'J.6' "" ." meSma ,0"
porte ou a fazendo. w
servicise bons offleins guiando-os cm todas as
cousas que precisein conhecimento pratico do
paiz, etc.: alm do portuguez e doinglez-falla-se
na casa o hcapanbol e francez.
agencia dos fabricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel?.
Joanston 4 C. ruada SenzalaNova n. 52.
Francisco Jos'Arantes previne a
seus freguezes, que mudou o seu arma-
zem de materiaes da ra do Imperador
(antiga da Cadeia de Santo Antonio) pa-
ra o pateo do palacio da presidencia
lioje Campo das Princezas, ao lado da
repartidlo das obra publicas.
Pode se aos Srs. uurins mais pessoas a
quera fur offerecidos os objeclos de ouro abaix
mencionados, a u>preheiisao dellcs, que foram
roubadus na madrugada do dia 16, da rud da Sen-
sala n.. primeiro andar, 2 pulceiras de oedras,
1 laco, 2 pares de roslas, 4 anneles comas ini-
ciaos L M S, 1 de cabello, 2 alfinetcs, 1 par de
botes de manguitos. 2 inoedas de ~
pe 149.
Madama Catherina Gofnel
retira-se
era pa-
. subdita belga,
para a Franc., levando um menino em
sua coropanhia.
Jos Rodrigues de Andrade, vai a Europa.
-
i
ff^" Recebeu-se pelo paquete
francez novos vestidos de oir-antique o
grodc-fric, mantcaux para sabida de thea-
Iro e muitos objeclos de novidado pro-
prios para senhoras
Loja de narmore.
Na ra da Cadeia do Recitj n. 38, primeiro
andar, precisa-se fallar ao Sr. solicitador Manoel
Pereira de Magnlhes.
O Sr. Audr Alvos da Fonscca Jnior queiru
por favor ir ou mandar ra Nova, loja n. 7, o
negocio que nao ignora.
= Malernus Lins faz publico quo contina a
fazer i-ao do Senleio todas as quarlas-feiras e
sabbados, depoia do moio dia, na padaria em
Santo Amaro, na taberna da ra da Imperalriz n.
2, na roa da Cruz no Recife n. 5, k tambera as
Cinco Ponas, defronte da estacao da estrada de
ferro, deposito n. 148.
Licss de francez. \
p piano.
Madomoiselle Clcmencc de Hannetot
* do Manncvillecontinua a dsr licoes de
y, francez < piano na cidade c nos arrabal-
Jg des : na ra da Cruz 11. 9, segundo andar.
__.
PROVINCIA.
Lindos corles de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de, cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores.
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lacrada preta e branca, covado 1J( e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propru para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraiasorlandys de cores, lidos pa-
--ra
cambraia lisos e bordados
meios bordados
a A /l I Mantas de blonde brancas e relas
frisaraento 500 rs. iaxvsrir!as!rK.
Lencos de cambraia de liuho bordados
Jilos de dita de algodo bordados
DENTES
ARTIFICIAES.
iRuaestreita do Rosario n. 3|
$ Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- tg
$.tiliciacs pelos doussyslcraas VOLCA>iITE, @
@ chapas de ouro ou platina, podendo ser
t procurado na sobredita ra a qualquer
hora. ^
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquidago, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
Por um corle de cabello e gg
Grande e novo sortimento de fazendas de todas &s qua-
lidades por baratissitnos pre^us.
Do-se amostras compenhor.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c um outro viudo de Paris. Esta estabele-
cimenlo esl.i hoje as raelhores condi^es que Ditos de merino bordados, lisos e
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Cascmirasidem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
possivel para salisfazer as cncommendas dos
objeclos em cabellos, no mais breve tempo, co-
mo sejara : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
ballciras de toda a especie, para bomens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabega a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os prelenden-
les, os ubjectos em cabello serao feilos em sua
presenca.se o desejarem, c acbar-se-ha sempre
uma pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pentcar as senhoras cm casa particular.
E' chegno loja de Lccomte, aterro da
Roa-Vista n. 7, o exccllenle lcile virginal de ro-
sas branca para refrescar a pello, tirar pannos
sardase espinl.as, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os cabello
assim como pos imperial de lyrio de Florencia
para bortuejas c asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida
es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes prelos e
de cores
Aberturas para camisa de li-jho e algo-
dao. brancas e de cores
Saias balao de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras
vado
e escuras, co-
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de ronpa feita
sendo casaras, sobrecasacas, paletots,
collcies, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes Dnos. forma moderna
Um sorlimenio completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao bramase de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodo
Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
pilas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina de cores, covado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento complet de lu-as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
nomens e meninos, de todas as qua-
lidades '
Cortes de collele de gorguro de seda
de cores
Dilos de velludo muilo Dnos
Lencos de seda rxos para senhora
5 Marquezitas ousombsinhas de seda com
molas para sennora
3$o00 Sapatinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par
J6 i Casinetas de cores de duas largurasmui-
63000 to superiores, covado
JJOOjSetim preto, encarnado e azul, proprio
.,. i Para forros, com 4 palmos de largura,
O0 I fazenda nova covado
S500 Setim liso de todas as cores covado
.... I ;cn5s de gorguro de seda pretos
S8001 Relogios e obras de ouro
^_^ I Cortes do casemira de cores a
i

1S200
s .
39000
19500
10&000
161000
19000
9
9
9
9
9
8
$900
9
9
8640
9
9
8o500
9
i
9
S
9
I
9
19600
9320
1S200
700
agono
lOOO
Troca-se um primeiro andar cm boa roa em
Santo Amonio, que paga de aluguel 21g mensaes
por ouiro as niesmaj condicoes, e que seu alu-
guel nao excoda de 35j a 40, e que tenha cora-
modos pafa familia : a tratar na ra do Crefpo
numero 13. r
O abaixo asignado dcixou de ser caixeira
Jo sr. Luiz Antonio dos Santos Pereira desde e
da 19 do andante mez, o agradece ao mesmo s-
nhor o bom tratamonloe delicadeza com que Ihe
tratou durante o tempo que fi seu caixeiro
Landelmo Manoel do Albuquerque
Precisa-so de um caixeiro nacional ou cs-
Irangeiro, para urna taberna distante do Ciba
urna legoa, dando fiador de sua conduca, faz-se
boa conveniencia : para informacea, na ra do
Livramento, sobrado 11. 19.
Andrew Pepler, sua senhora e 2 meninos,
subditos inglczes, retiram-se para a Europa.
Constantemente
compra-so, vende-so e troca-se escravos : na na
ESa,r,lpl0r' -"cuco Mathia,
OS
9
9
2J50
9
\m?
agooo i J^
lOOO '
O Sr. thesoiirciro das loteras manda fazer pu-
blico que se achom venda, lodosos dias no es-
rriptorio das mesmas lolerias na ra do Impe-
rador n. 86, o as casas
mesmo Sr. Iheso'ireiro
na ra
commissionadas pel
na praca da Indepen-
dencia ns. 14 < 16 c na rus Nova n. 56, os In-
mlese meios da ultima parle da oava e pri-
meira da nona lotera da matriz da Roa-Vista
desta cidade cujas rodas dovero andar imprele-
rivelmente nodia 7 do julho prximo futuro.
Thcsouraria das loteras 16 de junho de 1860
J. M. da Cruz, escrivao.
*w&
-1 '""""/ S'lveira.....aut
da a odast -?ha0* Bor'\Geraldes,
do fallecido.
nventariante do ca-
u ue DOrja Gerald
li..,tLaS PeSSa8 qao se iu'wrem credoras
"ecido. a apresentarera ao annunciante a
ra da Cadeia do Recife n. 31, seus titulas V
de serem devidamente avaliados?
Dinhero
sobre peMiores. por mdico juro ; na ra do Li-
vraraento. sobrado n. 19, se dir quem d
Cao em Sanio Amaro, sendo terrea a<
bradad a com commodos para grande fa-
milia, com quintil e cacimba.
Kalkman rraaos 4 Ca. encarreg^dos nolon
credore!leaohecidos do fallecido Frfncisco x,
n'rao'nVfh 'iveir de "uidarem s, ^ casa
para o que hes foi entregue pelo pai do falled-
do. Josc Antonio do Oliveira, as chaves da s, a
loja do nuudczas na ra Direila n. 23 e a da ca-
za onde lera a sua manilla o estando por um e
outroaulorisadosavendec em leilao a dita mis
emobilia avisara aquem nleressir possa o aual
quer outro credor que por ventura exista do^ia
to fal ecido que vao proceder a osla liqu.dacao e
Sm ni"* pa3i,me,,s d8S regidos credoese
aflm do que se aprsente quera mais se julgar
com d.re.loa massa do fallecido era dez dias '
caza dos annuncanles ra da Cruz n. 10 sera
PROVINCIA.
Quarta parte da quarta
do Gymnasio.
EAU MINERAL
NATURALLE DE VICHY.
na botica franceza ra da Cruz n.22.
se conve-
ensaes para
GRANDE SORTIMENTO
DE.
Nos elizes bilheics rubricados pelo abaixo
assigna.lo sahiram os seguinles premios
10.000 Quarlos.
las na
-----------------.....aiiii-a ,ud ua t,ruz n. 10 em
que se respoasabe isem depoisdo rateio pelo pa-
gamento dos dbitos que depois d'e* r
apparocara.
que depois d'ease przo
Recifo 1.9 de junho de US60
DENTISTA FRANCEZ.
Ns.1200
615
2161
183
2113
235
914
1353
1009
1400
1514
1618
2215
3013
3195
3197
3388
1:000
400*
200!
200f!
100g
100
100
lOOg
50$
50J
5(lg
50fl
50
50g
50
50S
Bilhete.
1 meio.
1 dito.
1 dito.
Quartos.
Rilhetc.
1 meio.
1 dito.
1 dito.
Bilhete.
1 meio.
Rilhcte.
Bilhete.
Meio.
Dito.
Dito.
Paul CaignoM.
rangeiras 15.
dentista, ra das JLa- ^
pTeSc1: ^ -a-rem-aluTe^
^.i.i.AAi.Ai.A^_t 4-AAAiJ.i.XAAi^lA?
loga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimenio do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarem seus dbitos na ra do Col-
eg venda a. 25 ou na ra do Queimado loia
D. 10.
A garali primeiro andar.
P. J. Layme.
-."" JNa ?oil* dc 18 para X9 do orrenle me*, do
sitio do abnixe assignado. Ra Campia do Barba-
tno. rreguezia da Varzea, arrombaram una.es-
tribara c furlw-am 2 cavallos e 1 scllim, 1 quar-
tao do sella, bonito, rodado pedrez. gordo bar-
rigudo, comsollim coberlo dc novo ha p'ouc*
muito se recommenda a todas as autoridades co-
mopessoas particulares quo souberem deste-co-
vallo, que o apprehendam e teni parte ao abai-
xo assignado, que serao recompensados ; e outro
quarlo russo pedrez. grande, e velho, cortado
da pea no pe e na mo.
Antonio uarte de Oliveira Reg
Fazendas e roupa feita
POR MEDIDA.
Na JojaoormasomdoJooqulm
Rodrigues T. de Mello.
Ra do Queimado u. 39,
em sua loja de 4 portas.
Tem um completo sorlimenlo de roupas feitas
e por medida a vonlade dos freguezes : caigas de
casemira e de brim, colleles de diversas quali-
des, sobrecasacas dc muito bomgoslo, um sor-
timento dc paletots dc panno e de casemira, al-
paca, laazinha, nscadinhos e de -brim, que ludo
se vende por proco commodo ; um completo sor-
timento de chapeos prelos de seda para hornera,
de superior qualidade a 10, ditos de castor muid-
lo superiores a 16g, chapeos deso de seda in-
glczes dos raelhores que tem vindo ao mercado,
dilos rancezes de diversas qnalidades, ditos de
panno grandes e pequeos, corles de vestidos de
seda de variados gostos para diversos^precos, um
completo sorlimenlo de bordados e ontre-meios,
golinhise manguitos.ludo por proco commodo ;
chaly de seda o laa de goslo mais aparado que
lera apparecido 3 1280 o covado, chitas france-
zas muilo superiores de 260 al 440 rs. o covado
de gosloe muito delicados: um grande sortimen-
to de fazendas francezas -e Inglezas e alternas que
seria irrvpossivel aqui se poder mencionar com
procos. asevera-se aos ifeguezes que ludo se
vende mais em conta que em outra parle sendo
Assignalura de banhos fros para uma pessoa por mez.....10000
. > mornos, de choque ou chuviscos por mez 150O
,___________Series do carios e banhos avulsoa aos oreos annuneiados
Pr cisa-se de duas
ra cosialior e outra
Ur. Cosme de Sa' Pereira
|de volt? desua.viagem instructi-
tiva a Europa continua no exer-
,cicio de sua prossao medica.
Da' consultas em seu escripto-|
jVio, no bairro do Recife, ra da
j,Cruz n. 53, todos os dias, menoi-
^nos domingos, desde ai 6 horas
[t as 10 da manhaa, sobre
Iseguintcs pontos :
l'. Molestias deolhos ;
1-. VIL'stias de corac3o e del
peito ;
. Molestias dos orgaos da gera-
cao, e doanus ;
'. Praticara' toda e qualquer
o;>eracao qucjulgarconvenien-
600! J t Para restabelecimento 3o.
9 |a| eusdoentes.
S O exame das pessoas que o cor-
Kaultarem sera* feto indistincta-
Sjracnte, e na ordem de sua et-
^tr&das;fazendoexcp^80ordom-
*|tesde olhos.ou aquelfesque poi
l^motivojustoobtiverm hoia mai
|cada para este firo.
A applicacao de alfjnns medici
Tinentos itidispensaveis im vnic:
^casos, como o do sulfatodeafio
^;piiiaetc.)sera'feilo,ouconccdid(
^gratuitamente. A confianca que
fuelles deposita, a presteza'de siia
jfaccSo, e a necessidade prompta
|de seuemprego; tudoquantoo
^demove em beneficio dc seusK-
oentes.
ama;, uroapa
para engommar,,
dndose preferencia a escratas: a tra-1
tar na ra do Imperador n. 15.
45Ra Direila45
De 5#000 a 6$000.
O proprieta rio deste estabelecimento
-s^g^asE
gConsaliorio central" _hmcopatMcT|^teK"en0 ao -ta(io pouco Vtt0"Bo
rica bolsa da maior parte da populaqao,
e animado por um sentimento philan-
tropieo em prol dos seus antigos fre-
os
MllMllBW,
f
Continua sob a mesma direccao da Ma-
hojnecpalbia. As consullas como d'an- !
3 em
ft tos.
} Botica central honicopalliica
# Do
l DR- SABIKO 0, L NM0
@ _Novos medicamentoshomcopalhicos en-
& viadoida Europa pelo Dr. Sabino.
@ Estes medicamantos preparados espe-
g cialmnt segundo as necessidades da ho-
meopihia no Brasil, vende-se pelos pre-
@ eos conhecidos na bolica central homco-
@ pathiea ra de Santo Amaro (Mundo No-
o% vol n .
i

i
i
i
a dinheire.
Sipop du
urFORGETl
JARABE DO FORGET.
Ts roncnios, ataques de f^oXric^MnSS^i.']9^ f"6- o00** e ,
pela manhi, e outft nette sio suftUientes 7 r.r,fk ii,- nsimnolencias: uma colhera-la
tempo o doeate e o medieo. bm^'^D^- etroilodesie excelente xarope satisfaz ao mesmo
O potito i na ru* Urta do Recri, botica ie Bamolomeo Francia de
Somm, n. 26.
FUNDIQO
DO
II.
Ra do Brum (passando o chafariz.)
A n ai
i I \M BJ 11
tu o assento
Paroes eb.cas para o caldo, crivos e porta, de ferro para a, fornalhas
tore desta provincia eXfAn a L tem d. ^^nismo proprio para os agricul-
mais acreditadasTbVicaPstaCXterr^ as suas obras
assim como pela ooUm^ diana^^fabri"!^ P6 C"e ff V,age,n annual Para odit<> ".
Altenco.
Os efteilos antiopidemicos, que so produzidos
pelas fumigares hygienicas de Guylon de Mor-
veau, sao efflcazes, como prova a experiencia que
dellas se tero lirado ltimamente. Os vaporus
que se elevara dc uma formula desta umigacao
bastam para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim explica Car-
menad Smilh. O andaco que nos vecha de pre-
sente, tem ceifado muitas vidas, e convem que
(para prevenir-sc o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram i
bolica n. 68, na ra Uircta, onde se acha ven-
da quanlidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo estar a sua casa affec-
lada desla epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia havjam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subminisirando-lhe a fu-
migaco, produzio ella salutares resultados : as
pessoas pois, cm idnticas circunstancias, que
precisaren, das desinfecces, o acharo sempre
prompto para mandar ofTectuar a devida applica-
ao. O mesmo tambera vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mu-
to approveitam, e previnem a invasao das epide-
mias no interior das habitares ; assim como
de importante ulilidade a sua spplicajao as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
presera-las do estado dcpulrefaccao. A maneira
de applkar se achara na etiqueta. O prero i re
2;.'09.Joada Rocha Parauhos.
COMPAIIIA
ALLIANCE
Estabelecida cm Londres
El
!g6) II mi.
CAPITAL
Cinco miluoes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers* C. tem a honra deln-
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
lasas, e a guem mais cormer, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objeeto* que crontiverem os meamos edificios
2.e,rq",,lt/,ide.,Sen3^1a U Cttfazenda8 d
um resto de
I o ni n
bor
do
zegiiins
ollerecct -Hita
de bezerro e
lustre tm muito bom estado, mediante
a retribuicao cima.
61 V5 tH
m
Dife5"^ provefU
proporcao que lem para mais fcilmente *
Ihado po o feliz resullado que Ion oblido
m mul.ipl.cidos parios laboriosos .era
feto sua especialidade sobre le ramo i
S S .r,arhqUe Pdrr ser P^curado a qua
'luer hora, na ra do Hangel n 1fi S
WNWW I@@
Bollinhos,
Bandejas enfeiladas com diversos gostos dos
me hores bolinhos do nosso mercado, !m po'rcao
Srorn U re,alh' p ?ofs dor,'?,U.C.U 'Uge? : assim como Pdins"
paslils de na a. cremo, tortas, ou oulra
Ver pastelera para de
O thesonreiro das lolerias declara que o pa-
gamento dos premios da quarta parte da quarta
lotera do Gymnasio Pernambucano, cujas lisias
leem de sor publicadas em odia 18 do presente
mez, principia a ser cffectuado do dia 19 do mes-
mo mez em diente, visto como ato. o recrido dia
18 tem o mesmo thesoureiro e os mais empre-
ados dceslarem ainda ocenpados com a con-
clusao da exlracco dos nmeros que nao oram
premiados, para assim se verificar a exaclidao da
mencionada loloria.
Thesouraria das lolerias 16 de junho de 1860.
Camilla Pires.
11 % oliw"
moro habiliiVdoVde hoTendut
qual-
molhada
asscio, e o
a ra da
iliiado o dc boa conduela
-cce-se para ensinar em qualquer ca-
m sa parlicular.a pessoas de qualquer sexo
J pnmeiras leltras, lingua nacional, fran-
M coz. ialim, msica, tiislrumenlal e vocni
H e bom assim copia qualquer pera de imi-
m sica muilo bem imiando a copia lilhogra-
<*? PUada, ornando a frente da pera de e raileres gticos ou do outros "quaesqnor
J^ o isto com a presteza que se exigir- a
m lri,l,lr na rua lal'Sn 1 Rosario n. 1 nri-
m meiro andar. H
Lotera da provincia.
O bilhete n. 3262 da terceira parte
da primeira lotera do Espirito Santo
se botos Hnos paraV,"m"o:de SbejonaoPrePsarapr
dro. das me.hores qualidades da n/assa
e aecca superior, ludo com o mell.or
Penh.fi T'a do,nipr"'lo, dirija-sc
reniia n. 25. para Iratar-so
WMa "' Premiado com a so.le de O:O00, fo
gCi8!li&SgBSS BWBWeWMai Pintado pelo Sr. Fortunato Jos
3 Das de Sampaio, guarda livros dos Sis,
>, Braga & Ai>tunes, sendo Ihe remettido
dito bilhtt da Paralvyba. O tliesou-
Ireiro, Camilio Pires.
Msica.
I onecebe-S8 pelo ultimo paquete boni-
| 43 "S1CS Pa" P'an0 : na Iua Nova
Loja de marmore.
w se ^m^mmW I
Nova fundico de ferro
k. e bronze.
Hua do Brum n. fc.
James E. B. Spears.
Fundidor machinisla eengenheiro encarrega-
doinZa^Uer?b,ra; assira como seniar vaporea
tXr^A ">"aUdades Pa serrara, refinacao
fabrica de sabSo. machinas para amassar p3o'
e conoc ,nTand'0Ca' "id0 Pr Po coraraSdo!
;uCalque,rlob,,aV.aren6BS' bmbaS' "P""- e toda e
1111M1
tZT Ilecobeu-se pelo paquete frn
cez, loupa fcila para hornera do ul-
timo goslo
LOJA DE MARMORE.
I Dentista de Paris.
j| 15Rua Nova15
fazFrtodaCn9na,,Ier-- CIUrg,3 de"lis'. 1
K z 'odas as operaces da sua arlo e col- *
?nriJ,Cle" arlifn?''?PS. tudo com a supe- 1
S end?da,C.LPCrfelt qUC PeS0 en- I
EmJF***?-'* Ps dentifricios ele.
Sociedade de sel-
leiros.
doRmfna" "a3 8cnn?res ociosdesta til soceda-
nrnnri- ^"V* T.r achinas de coser.
SS.nr70." e8,emC1 : rU" da IfflPer"r
Precisa-se alugar uma
escrava.
Quem tiver e quirer alugar uma escrava nara
casa de muilo pouca familia, tendo o ^ aual?da
Quinta-feira 21 do corrcnle mez, perante o
juuo dos feitos da fazenda nacional se hilo ae arre-
malar, por ser a ultima praca, dous cscraros de
nomos Msihias e Pedro, ambos rom 30 annos de
idade, pouco ou menos, .penhorados ao coronel
Joaquim Cavalcanli de Albuquerque, tomo fia-
dor do ei-colleclor do Cabo, Francisco Antonio
lo S Brrelo Jnior: quem pretender arren-
oa-los, comparer.a no lugar do coslume. Recife 18
de junho de 1860.-0 solicitador do julzo Fran-
cisco Xavier Pereira de Brilo. '
_ O abaixo assignado. Ihesoureiaro da irman-
dade do Senhor Bom Jess das Chagas, faz scien-
te a todas as pessoas que se julgarem credorasd*
irmandade, durante o lempo de sua thesouraria
ae apresonlarem suas cenias no prazo do 8 dias'
ia nere.^pa!as Fecife 18 de junho de 1860.-
Joao Baista da Silva. wv.-p
O* Recebeu-se'pelo piquete fran-
ecc, luvas de pellica de Jouvin de
todas as cores
mmmm-m-mmm-m
OSr. recebedorde 13 caixas da
marca LC con papel, vindas de An-
tuerpia na eteuna bollandeza Monrir-
ckendam, e cujo conhecimento vem a
ordem, tenha a bondade de declarar
quera e para se poder mandar a conta
dotrele, da cjsa dos consignatarios J.
Keiler & C.
Ama.
Precisa-se de uma ama para cozinhar e engom-
mar, para casa de pouca familia a tratar na lo-
ja de livros defronle do arco de Sanio Antonio
Na rua do Destino n. 3, aluga-se um mole-
que quo copeiro, enlende de cozinha e compra.
Precisa-se de um moco com boa pralica de
i pharmacia : a tratar na rua do Livrameoto n. 28.


w

Sincero reconhccimento.
Iiiilainma.fio dos bofes.
Nada ha tois justo do que dar os devdos lou-
vores a quem os merece, e por isso que fajo a
prsenle declaracao s preciosas viriudes das
thapas medicinaes do Sr Ricardo Kirk, morador
na ra do Parlo n. 119, pois no curio es paco de
30 diascuraram urna escrava minha que padeca
de tn/lammaconos bofe da qual eslava j tao
lacada, quo nao podi eslar senao deilada, ape-
zar de ler feilo todos os remedios. Por tanlo
nao obstante as ditas chapas serenj bem cor.he-
Mdas por suas innumeraveis curas, faco lambem
esta declaracao em sigual do meu sincero reco-
ahecimenlo.
Caes da Gloria n. 90, Rio de Janeiro.
Luiz /os da Costa.
Reconhecida verdadeira a assignalnra supra pe-
io labellio.Jos Cardlo Fonles.
Louvor c merecimento.
Inflaramacao na bocea do estomago.
Possuido dos mais sinceros agradecimenlos,
tou por meio desta follia declarar o feliz curativo
que minha senhora recebeu por meio dos cha-
pas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk, escriplorio
ra do Parlo n 119. Picando boa em 30 das de
urna inftammaco no estomago, que padeca ha
ais de 2 annos, por cuja causa solTiia inmen-
sos inrommodos ; por tao justo motivo confesso
a minha gratid&o para com o autor de tao pre-
fiosu remedio, que pode seni duvida ser til a
tantas pessoas quo padecen) a mesma molestia.
Ra de S. Pedro n. 291, Rio de Janeiro.
Anselmo Malta das Neves.
Cura completa.
Scm ressuarilo nein incommodo.
Forte inflammaro na bocea do estomago.
Eu abaixo assignado, faco publico, em bene-
eia da humanidad^, que sofTrendo por espaco
do um atino urna forte inflammaro na boceado
estomamj que me causava falta de rtspiraco e
vm cansago extraordinario, e tendo tomado e
applicado vanos remedios, nenhum resultado fa-
voravel oblivc : achando-me quasi desesperado
recorr finalmente s chapas medicinaes do Sr.
Ricardo Kirk, ra do Parlo n. 119, escriplorio,
com as quaes, Irazcndo em suppuneao os hu-
mores, em 38 das achei-mo intciramenle livrc
desla tcrnvcl moleslia ; pelo que duu ao dito se-
nor os meus mais puros o sinceros agradec-
an-utos. Ra dos urives n. 2, Rio de Janeiro
Jos Joaquim Ferreira.
f ilutas Faulistanas,
Em pacolcs pe S ca.vas n. 1 c n. 8
l.'m curativo rarissimo feilo pelo medico Car-
los Pedro hlchceoin, sobre a pessoa abaixo as-
signada. Padeci o anuo passado uru cancro roe-
dovro nopeilo esnuerdo, procedido de urna espi-
nha ou una dureza de que foi o principio, e cora
comidios, c ninas certas dores que me respon-
da rn no coracao. Quaudo prorurei o dilo senhor
a f.-nda era horrenda que poda caber um ovo de
gallinas. Grecas a eslas pilulas sare em me-
nos de C0 das. Felizes daquellcs que tiverem
osen alcance os raros remedios do aulor.
S. Vicente 12 de dezembro de 1859.
Escolstica liara.
Deposito gerai na do Parto n. 119
RIO DE JANEIRO.
Dos Ires cavallos furladosno engenho Bom-
l:m, ao amanhecer do da 8 do correle, cuja
sulilraccao foi asmuiciada por e=lo Diario ap-
pareceu um, o do morador, que foi lomado a um
Jadrao no lugar Ibura, recolhido ao deposito nos
Alegados, e ah entregue a seu respectivo dono;
roniinuam, porm, a eslar furtadi.s os oulros
dous da fazenda, sondo um alasao claro, carrea-
dor balito, castrado ; o oulro castanho, inicuo", e
lem vento as mos que o faz emagrecer
liando viaja mais: roga-se as autoridades do
Jugar onde fo; apprchcndido aquello cavallo, de
indagaren) csse negocio que hoje C mais fcil por
se haver prendido o que o tinha occulio. Qual-
qi:er noticia a respeilo pade ser dada na praca,
"' escriplorio dos Srs. M. I. de Olireira & Pilho]
i i i do Corpn Sanio, que satisfar qualquer des-
pe/.a para oblencao dos mesmos cavallos.
DIARIO DE PKRNAMBUCO. QUINTA PEIRA 2 PE JUNHO DE 1860.
BARATO SO N0PR6GRESS0
* M o
: S

AV
AO
WM
Luiz Soulan.culilciro e armeiro fran-
eez, que trabalhou em casa dos Srs.
Pornmaleau e Pradines aiu, previne
ao publico que acabado estabelecer-ae
na ra das Cruzes n. 38, aonde offere-
ce seu preslimo, qur para aniolacocs,
qur para concerlos de qualquer espe-
cie, o que promelte fazer com rapidez
c perfeicao. Igualmente se encarrega
de concert de instrumentos de cimrgia
e dentistas ; quem de seu presumo so
quizer ulilisar pode icar nteiramenlo
descansado q.ianlo ao apurado do Ira-
balho.
ififffffmmi
FffffffffffK
3. VISO.
J. Falque participa sos seus freguezes que elle
acaba de receber pelo vapor francez Guiene,
un pequeo sorlimenlo de luvas de peluca Jou-
Tin, bolinas Meilis para homens, dilas todas de
uraque prelo e de cor para senhoras ; assim co-
mo por todos os vapores rccebe.r um sorliniento
desies e oulros objectos, que vender sempre por
p.cco razoavel.
Precisa-sc de urna ama : no paleo do Terco
n. -26.
Aluga-sc una escrava muala que coziaha
o diario de una casa : ta ru* da Traa n. 80.
Ama de leite.
Quem precisar de urna ama de leile mulla sa-
ie, levando urna menina de5mezes, porem lem
leite em abundancia para maisum menino : po-
llera dirigir-se ra do Pharol n. 14, desde s 10
horas at s 4,
&@@ &# m&9*
oj? l)r. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
@ Sanios, medico operador e parteiro pode $$
@ ser procurado na casa Je sua residencia
$$ na ra do Rangel n. 16. *$
?$@@@ @ f>@
Em prara publica dojuizo dos feilos da fa-
zenda provincial se bao de arrematar por venda :
lima casa terrea na ra do Bom Goslo, fregue-
zia dos Afogados n. 19, com 18 palmos de frente
e 50 de fundo, pequeo quintal em aberlo em
ehSos foreiros, por 50g.
Oulra dita na mesma ra n. 21, com 18 palmos
de frente c 59 de fundo, quintal em aberlo, e
chaos foreiros, por 509, as quaes foraru penhora-
aas aos herdeirosde Joaquim Caelano da Luz.
Um terreno na Iravessa da ra Real n. 15, com
20 palmos de frenje e 200 de fundo, com os ali-
corees da casa que outr'ora exislia por 300$, o
qual foi peniiorado viuva de Vicente ferreira
dos Santos.
O3 pretendentcs compereeam na sala das au-
diencias, as 10 horas da minhaa do dia 21 do
eorrente mez de junho, que a ultima praca.
Attenco.
Ao Sr. Luiz Jos Marques.
Jos Manoel Ferreira Guimaraes faz sciente ao
sr. arrematante de agurdenle, que dula data
em diante, deixa de vender agurdente do p*o-
uccao braslleira em sua taberna sila na praia do
frlltVI? S' V E P"ra ue nft" "a Se novo
nnf.J, Pn *?r- arremalute. se faz o prsenle
annuncio iflm de proveuir a ignorancia e livrar
ie quesloes para o futuro.
Baratissimo.
Roa do Queimado ii. \\).
Armazem de fazendas.
Cfiitas francezas finas de padrees miudinhos a
220 o covado, pe^as de chita com 38 covados por
5J800.
Coberta a 20000.
Cobertas chinezas muito liadas a 2#.
Riscado francez a 2$000.
Corles de riscado com 13 1[2 covados
Lencos breos a 2!000.
Lencos para algibeira a 2jJ a duzia.
Algodo monslro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2^500.
Chales de merino eslampados a 2J?500.
Caemira preta 6#000.
Cortes de casomira prcta fina a 65, palet
brim a 3$, fil de linho Quo a 800 rs.
Cambraia de cores a 160is.
Carabraia de cores muito fina com defeito de
agua doce a preeo de 160 o covado.
= Ganga de edr e brim do linho muilo fino a
500 rs. o covado.
por 2$.
de
Guita-percha.
Arligos para invern de guita-percha
ou borracha, vndese na ra Nova n.45
^* LOJA DE MARMORE.
wm
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vende-sc urna preta com 30 annos de ida-
de, cozmheira e perfeila engommadeira, dndo-
se a prova; s vende-se para o mato: -na ra
das Cruzes o. 30, ss dir quera vende,
gocios.
Barato.
Leite, lenha e ructa
No silio do fallecido visconde de Goianna na
estrada de Juao de Barros, ha paia vender leite
puro, lenha de malta, e fruclas do dilTerentes
quahdades, por preQo commodo.de modo que
pode se revender nesla cidade e tirar bom ganho.
I Alcatifa, |
i Campos & Lima, na ra do Crespo n. t
16, lem para vender alcatifa com 4 pal- mos de largura de muito boa qualidade
e propria para alcatifar,'salas e igrejas a
800 rs. o covado, diuheiro a vista.
- aaBBT
largo da Penha-
Neste armazem de molhados con-
lnua-se a vender os seguintes gneros abaixo mencianados do superiores qualidades e mais baralo
do que cm oulra qualquer parle, por serem a maor parte delles recebidos em direilura oor conla
dos proprietanos. v
Manleiga ingleza c franeeza
perfeilamenle flora mais nova que lem vindo ao mercado de 640 a 800 rs. a libra e om barril
se far algum abatimenlo.
Qaejos (lamengos
muito novos recentomente chegados no ultimo vapor da Europa de 1J700 a 3S e a vista do gasto
que o freguez fizer se fart mais algum abalimeuto.
Quejo pvalo
os mais novos que exislem no mercado a 1 a libra, em porcao se far abalimenlo. -
\uicVvas (raueezas *
m 'o18^6 1 ll2 libra por ^SOO rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 3^000.
Mustarda ngVeza e franeeia
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs. cada um.
VerdaAeios figos Ae comadre
in caixinhas de 8 libras elegantemente enfeiladas proprias para mimo a 1$600 rs.
. UolacYitilia ingcza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4J.
Potes vldvados
de 1 a 8 libras proprias para raanleiga ou oulro qualquer liquido de 400 a 1000 rs. cada um.
\u\cndoas confeltadas proprias para sorles
de S J oiio
a 1$ a libra e em frasquinhos, conlendo 1 1[2 libra po: 2J.
Cli pveto, li\son e perola
os mclhores que ha neste mercado de 1&600,2J> e 2500 a libra.
Macas em cal vlnlias de 8 libras
conlendo cada uaia differentes qualidades a 4#500.
Palitos de dentes llenados
em molhos cam 20 maciuhos cada um por 200 rs.
Tljolo francez
propriospara limpar faca a 200 rs.
Gonser\as Inglezas e trancezas
em latas e em frascos de differcnles qualidades.
Presuntos, e lio micas e palos
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
l^atas. de nolaclilnna de soda
de dilTerentes qualidades a 1^600 em porcao se far algum abalimento. A1 accti'
Tambem vendem-se os seguintes gneros ludo recentemente chegado e de uperio- '
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa- Vende-se a bordo do palhabote Olivera II
bncanle de Lisboa, maca de tomate, pera socca, pas=as, fruclas em calda, arnendoas, nozes, frascos ssim como palha de carnauba : a tratar no es-
com arnen.loaseobrtas, confeiles, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux.proprio criplorio de Manoel Al ves Guerra, ra do Tra pi-
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidads.gom-'che n. 14, ou com o capilao a bordo
mamullo fina, em has francezas. champagne das mais acreditadas marcas, cervejas d; dilas, -Vaquetas para coberta de carros
permacelebarato, licores francezes muilo finos, marrasquino de zara, azeitedoce purificado,azei i VPn(ipmHso *,co j" r n carros
lonas muilo novas, banha de porco refinada e oulros muito gneros que encontrarao tendentes a venaem-8e em Casa de J. Fraeger ra
molhados, por isso promattem os proprielarios venderem por muilo menos do que outro qualquer, da Crz n. 11.
promciem mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco praticas como Vende-se muilo bonitos p<5s de fruclas aba-
eviessom pessoalmente rogara tambem a lodos os sanhores de engenho e senhores labradores cales, semontes de abacaxis semcnles decouve
queiram nundarsuas encommendas no armazem Progresso que so lhcs affianca a boa qualidade e de Lisboa,-de diirerentes qualidades muito novas
o acondic.onamcnlo. chegadas pelo ultimo paquete : na ra da Cruz
ti.21.
Vende-seo verdadeiro doce de goiaba, da
cascajo que pode haver de melhor nesle gene-
ro : na ra do Rangel n. 62.
Vende-se um carro de 4 rodas, hem ~~
fruido e forte, com oasentu para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42 ra da Cruz.
HtWtDIO MCUMPAKmL.
UNGENTO 110LLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacJJes po-
dem testemuuhar as virtudes desle remedio in-
comparavel e provar em caso necessario que
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
brosinleiramenlesosdepois de haver emprega-
do intilmente oulros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconvencerdossascura maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao tao sor prndenles que admiran, o
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco!
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospilacs-, onde de viam soffrer a
amputasSo! Dellas ha muitasque havendo dei-
xado essos asylos de paJecimentos, para senao
submetterem essa operaciio dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso dess
Preciosoremedio. Algumas das taes pessoa n
enfusao de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
or e outros magistrados, afim de mais aulenti.
caremsuarmativa.
Ninguetn desesperara doestsdo de saude sa
ivesse bastante conllanra para ensaiar este re_
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentralatoquenecessilnssea natureza dom&i.
cujo resultado seda prova rinconlestavelmente
Uueludo cura.
O nugaenio e til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
A'porcas
Caimbras
Callos.
anee res.
^ortaduras.
Uo.res de cabeca.
-as costa*.
"os merabros.
tu|ermidades da cutis
em geral.
Dtas doanus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falta de
ca'or uas extremida-
des. -
Frieiras.
Gengiva escaldadas.
tnchaces
Innammacodoflgado.
Fiaeo e teci-
dos de algodo.
A commissao liquidadora desta cxislincla so-
ciedade, tendo de apresentar o resultado de seus
ultimos trabalhos, convida a todos os seus mem-
bros a reunirem-Se em acsomtila geral, no dia
21 do correnlc, as 10 horas da manhaa, na ra
Nova n. 38, primeiro andar, alim de mostrar o
estado dos livros caxa, o liquido, total, que ha
para o segundo e ultimo dividendo ; assim como
para qualquer sacio poder examinar a escripia e
todos os trabalhos da consesso, isto para nao
haver razo de queixa no fuluro. Oulro sim, ser
considerada a rcuniao com qualquer numero de
socios que se acharcm prsenles para evitar de-
moras. O segundo e ultimo dividendo ser an-
nunciado logo quo lenha sido approvado pela res-
pectiva asscmbla geral.
Aluga-se por preco coramodo o armazem n.
23, silo no caes 22 d novembro : a Iratar em
casa do fallecido commendador Luiz Gomes Fer-
reira, no Mondeg).
Altenco.
Curso pratico e theorico de lingua fran-
@ ceza por urna senlrora franceza, para dez
@ mocas, segunda e quinta-feira de cada se- @
^ mana, das 10 horas at meio dia: quem
!j$ quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da t
dj Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos
J-t adiantados.
@@@ @ @ s
Precsa-se de urna senhora que saiba bem
primeiras lellras, francez, piano e musir, para
lomar conla da educaran de seis meninas, em
um engenho da freguezia da Escada : a tratar na
ra do Imperador n. 39, segundo andar, entrada
pelo boceo do botequim dol'aiva.
Ignacio Felicio, subdito porluguez, va a
Europa.
Aluga-se para casa de familia urna
preta quecosinlia, engomma roupa de
mulher e coze perfeitamente ; a tratar
no Manguinho, sitio da viuva Carvalho.
Precisa-se alugar urna escrava que sejafiel,
para lavar roupa, dar agua e vender na ra: na
ra da Guia n. 40 2o andar.
Apromplain-so janlares para fra com as-
seio e por preco commodo: na ra da Guia n. 40
2o andar.
Fogo artificial.
No Caminho Novo, ra da Esperanca quasi as
ultimas casas, indo pela Soledade ao lado esquer-
do, acha-se, de conformidado com as posturas
municipaes, montada urna fabrica de fogo arti-
ficial do todas as qualidades ; aonde os aprecia-
dores do brinquedo de S. Joao o poderao com-
prar : assim como na mesma casa recebem-se
encommendas c aviam-se com promplido.
Pede-se ao director da companhia dramti-
ca do Apollo e ao actor Lessa tenham a bonda-
dc de vir ao pateo do Paraizo, taberna da Es-
trella a negocio que nao ignorara.
Precisa-se de um pequeo de 14 a 16 an-
nos, para caixero, preferindo-so desses chegados
ha pouco de fora, ainda que nao saiba 10.r: na
ra das Crilzes n. 22.
Vinho engarrafado.
C&ixas de urna duia.
Vcndern Azevedo & Mendes, no seu escriplorio
na ra da Cruz n. 1.
Vende-se duas parles do sobrado de dous
andares e soto, sito no largo do Imperador n.
6- a ir.-.iir nn na eslreila do Rosario loia de en-
cadernador n.26 ou na ra ao oueimalio n. 2,
outr'ora 27.
Palha do Assi.
A bordo do palhabote Olivera II tratase
na ra ao Trapiche n. 14, escriptorio de Manoel
Aives Guerra, ou na taberna de Joaquim Viera
de Barros, na Iravessa da Madre de Dees n 2.
mmmmms 9g$m 99mi3mm
5?)
Compras.
Vende-se um bonito cavallo novo e com bons
andares; na ra Augusta, casa defronte da do
n. 17.
Na serrara de Jos Ignacio Avilla ha urna
canoa que pega em 700 a 800 lijlos, para ven-
der, acabada de novo, e vende-se em conla.
Panno de algodo da Baha, proprio 'para
saceos e roupa de escravos; teem para vender
Azevedo & Mendes, no seu escriplorio na ra da
Cruz n. 1.
Vende-se urna mesa elstica com 7 laboas.
todas de amarello, assim como os caixilhos de
vidraga, vende-se baralo para acabar: na ra da
Cruz n. 21.
HA
e armazem
DE
RELOIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por presos commodos,
e tambem trancollins e cadeias para os mesmos,
deexcellente goslo.
Compram-se moedas de ouro de 200 : na
ra da Imperalriz n. 22, fabrica de chapeos de
sol.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e trocam-se escra-
vos, na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Compram-se escravos de ambos os sexos,
de 12 a 20 annos, para exportarse para fra da
provinei* : na rus Direita n. 66t escriplorio do
Francisco Mathias Pereira da Costa.
Vendas.
Vende-se a casa da ra do Pha'rol
a tratar na ra do Pilar n. 143.
n. 28
Champanha.
Campos & Lima, na ra do Crespo
16, tem para vender urna porcao de 6.
gos com champanha de superior quali-
ag dado a 20j o gigo.
mmmmm smsm msmmm
Milita aenc&o.
Ao borne barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Ra Direita loja n. 68.
Nao se engeita dinheiro.
Riquissimos corles de vestidos de grosdena-
ples.preto bordado a velludo, cortes de vestidos
de phantasia de seda muilo moderno, cortes de
vcslidos de mossulina de seda, cortes de vesti-
dos de barege de seda cora ricos desenhos, cor-
les de vestidos de cambraia bordado a seda, po-
lacas de grosdenaples prelo muilo bom objeclo
da moda, paletols de panno de tojas as qualida-
des, ditos de casemra muilo fino,ditos de alpa-
ca de differenles modelos e qualidades, calcas de
casemira preta e de cores, ditas de brim branco
e de corea do puro linho, camisas de todas as
qualidades, cambraia organdys com modernos
ciesenhos, chales di meriL mnito fino bordado
t\ froco todo em roda e com pona redonda, obra
(le muilo goslo, chapeos da sol com molas e
(>em ellas, seroulas de puro linho, riquissimos
cortes de casemiras de cores muito fina padres
io muilo goslo, enfeiles de vidrilho, luvas, gr-
valas, espartilhos francezes, alpacas de todas as
cores, grosdenaples prelo francez o melhor que
pode haver. Alm dcslas fazendas. exislem ou-
tras muitas que se esto vendando por menos
(to seu valor.
\ GRANDE SOUTIMENTO
> DB
fazendas e obras leitasj
liOja
[GOes Basto J
| Na ra do Queiuiad) n.
46, frente amarella.
| Grande e variado sortimento de sobre-
p casacase casacas de pannos linos pretos
| o de cores a 28. 30j e 35g, paleloU dos
mesmos pannos pretos e de cores a 283,
E 203 22 e 25, ditos de casemra mescla-
| dos desupcrioi gosto a 163 e 18, dilos
a das mesmas casemiras saceos modelo
I inglez 10, 12, 14Jel5. ditos de al-
6 paca preta fina saceos a 4, ditos sobre-
casa tambem de alpaca a 73.83 c 9, di-
tos iie merino selim a 10, dilos de me-
rino de cordao a 93. calcas prelas das
mesmas fazendas a 5 e 6"S, colleles pa-
ra lulo da mesma fazend i, paletols de
brim trancado a 5$, dilos pardos e de
t fuatao a 4 e 53, caigas de casemra de
cor e pretas a 7, 8, 93 c 103, ditos das
1 mesmas casemiras para menino a 63, 7
> e 8, ditos de brim para hornero a 3,
i 3500. 4 e 53, ditos brancos finos a 5,
6 e 7, ditos de meia casemra a 4 o
5, colleles de casemiras prela e de co-
res a 5$, e 6, ditos do gorgurao de seda
brancos e de cores a 5 e 63, ditos de
velludo pretoe do cores a 93 elO, ditos
de brim branco e de cor a3, 3g500 e4,
palilols do panno fino para menino a
15, 16 e 18, ditos do casemira de cor
a 73,8 e 9J, ditos de alpaca a3e3g500,
sobrecasacas de alpaca lambem pa.-a me-
nino a 5 e 6, camisas para os mesmos
de cores e brancas a duzia 153,16 e 20,
meia3cruns c pintadas para menino de
lodos os lamanhos, caigas de brim para
os mesmos aJ$50 e3, colarinho de li-
nho a 6000aduzia, toalhas de linho pa-
ra mos a 900 rs. cala urna, casaveques
de cambraia muilo fina e moderaos pelo
diminuto prego de 12, chapeos com abas
do lustre a 5, camisas para homem de
todas as qualidades, seroulas para ho-
mem a 16, 20 e 25 a duzia, vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
caiga, jaquela e coletes ludo por 10, co-
berlas de fusto a 6, toalhas de linho
para mesa grande a 7 e 8, camisas in-
_ glezas iiovamentc chegada a 363 a duzia. .,
Cocos italianos
defolha de flanJres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualro dos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Vende-se por commodo pretjo um
fino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servteos para cha', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz,n. 61, armazem.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
Inflammagao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraees ptridas
Tinha, cm qualquer par-
le que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
dasarticulagocs.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecmento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Uavana e Hespanha.
Venie-se a80O rs., cada bocelinha contm
urna instrucgao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral 6 em casa do Sr. Soura,
pharmaceulico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambuao.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-sc :
Candieiros de lalao de Lisboa.
Lazarinaa-e clavinotes.
Lona larga de superior qualidade.
Linha do rors.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados com perfeicao.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lengol.
Prcgos francezes o de construegao, de todos os
lamanhos.
PrcgOS caih'-"" 4- *
l 11 ale iras eslanhadas e forradas de porcelana
ngleza.
Cartas porluguezas muito finas.
Balanga de novo modello para pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalao para engommar.
Esporas, brdese estribos de metal do prncipe.
Ricas teixaduras francezas para porlas com
boles de vidro.
Paes de ferro de todos os lamanhos.
Ricos palileiros e linteiros de metal praleados.
Linhas de carreteis de 200 jardas do autor Ale-
xandre.
Cera em velas de Lisboa
Barato que admira.
Na loja de Machado & Sanios, ra do Queima-
do n. 6, por baixo da bonoca, vendem-se as se-
guintes fazendas :
Pegas de algodo com pequeo toque de ava-
da, tendo cada pega 20 varas e 4 palmos de lar-
go a 4 c 4500.
Chitas francezas para coberta, covado a 220 rs.
Dilas dilas para vestidos, bonitos padres, co-
vado a 240 rs.
Ditas ditas muilo finas, bonitos padres, cova-
do a 280 rs.
Dilas inglezas escuras, bonitos padres, covado
a 180 rs.
Laazinhas para vestidos muilo finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimo goslo, covado a 400 rs.
Corles de ganga para caiga, boa fazenda, a 1J.
Longos de seda de cores a 1.
Borzeguins francezes de superior qualidade a
8600.
Sapales inglezes proprios para o invern a
43000, e um coijpleto sorlmento de roupas fol-
las de todas as qualidades, por menos prego do
que em oulra qualquer paie, da-se amostras
com penhor.
Laazinhas para vestido a 320
rs., e toalhis de linho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se laazi-
nhas muito finas para vesiiio, e para meninos,
pelo baratissimo prego de 320 rs. o covado, toa-
lhas de linho a 800 js. cada urna, cobertas a chi-
neza, de chita muito fina a 2.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para Tender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra : tudo sor urecos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingen-se na mesma casa a
qualquer hora.
Aos senhores logistas de miudezas..
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos e pretos de algodo.
Luvas pretas de torgal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendem-sa
por precos commodos, em casa de SoulhallMel-
lors & C, ra do Trapiche n. 38.
LOJA DO VAPOR-
Grande e varalo sortimento de calcado fran-
cez, roupa feita miudezas finas o perfumaras
ludo por menos do que em outras partea n. l
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DEIIOLLOWAT
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
menle de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecten.Be-
nigno mais lenra infancia, e a compleigio mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleigo mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaedese ef-
tos; pdls busca e remov as doengaa de qual-
quer especie egro por mais antigs e enazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-so ade-
s'esperago ; fagam um competente ensaio dos
efikazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o benefieio da saude.
Nao se perca tempo em tomar esle remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammardc*.
Irregularidades
menstruagao.
Lombrgasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrncgao deventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Couvulsiis.
Debilidade ou extenua-
gao.
Debilidade od* falta de
forgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
-os rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
tnxaqueca
'-sipela.
rebre biliosas.
F Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contm urna inslrucgo em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O aposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico. na ra da Cruz n. 2J. em Per-
namli o.
Pede-se toda attenco.
Na loja d'aguia de ouro, na ra do Cabug n. 1
B, vende-se ludo por pregos baralissimos para
liquidar, assim como seja :
Filase franjas.
Fila de velludo de todas as larguras, aberias e
lisas, do lindos padres.
Franjas de seda de lodas as larguras e de lin-
dos gostos.
Ditas de la e seda por prego que admira.
Dilas de linha para casaveq'ue.
Dilas de algodiio para tnalha e para cortinado,
trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pent_es.jtfJjs-a-viraaos a imilago de tartaruga.
Ditos lisos para alar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
P^ra bales.
Molas para fazer balos, vendem-se a 160 rs. a
vara.ou peca de 50 molhos a 6.
Bicos.
Ricos de seda de lidas as larguras e lindos pa-
dres.
Ditos de algodo.
Loques muilo finos.
Capellas brancas para noiva.
Chapcozinhos para crianga.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muilo finas, e mais
objeclos que vista do freguez far-se-ha todo o
negocio
# f Seguro contra Fogo
COMPANHIA
rn'TpmrpfF
^
LONDRES
AGENTES
G J. Astley & Companhia. jj
I
Milho bom.
Vende-se
Formas de ferro para
purgar assucar.
Estanto em barra.
I Veril iz copal.
Vinhos fino:* de Moselle.
g Enchadas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
! Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composicao.
Lona inglcza: no arma-
zem de C. J. Astley A C.p
*
ICB CS> C9 SO tl3>
IOOOI
s
Vendem-se seceos grandes com milho novo a
5000 : na taberna grande da Soledade.
Arnendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Jo5o e S. Pedro e
tambem pora presentes a 2$ o frasco,
vende-se na loja de Leite 4 Irmao, ra
da Cadeia do Recife n. 48.
CALCADO
Grande sortimento.
45Ra Direita45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. 9#000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7#000
Borzeguins arranca tocos. 7/J000
Ditos econmicos. ; 6$000
Sapates de bater (lustre). 5^000
Senhora.
Borzeguins primeira ciaste (sal-
to de quebrar).......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4500
Borzeguins pn i a meninas (for-
tissimos).......... 4J00O
E um perfeito sortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, epu-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
-.-


DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA PEIRA 2! DE JUNTO DE 1860.
FUNDIQO DAURORA.
n.im."sKprPneu8 e'eem a seus numerosos freguezes e ao publico em eral, toda e
g^'f anufacturwla em seu rewnhecido estabelecimenlo a saber: machinas de Vapor de
dam S^d' d.".!.h agHa,para Tah\lo?f d5 ferro ou Para cub08 de *ira, moen-
S^. o h k nd.a9' taC'as de ferroubalido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guio-
w. 1 i'' rda9' ,0?6lS!' 8ullhoes e bocca P fornalha, machinas para amanar man-
l,mnrndeKCar^ar8l?0da0'J'ren?a?,Par? mandl0Ce oleo de ncini, portoes gradara, co-
bnE, p ind?. h" deHvcnt0'lar8d09' cultiTaJoita, pontes. -aldeiras e taaaii.es.' boias, alvarengas.
Salhi S,bras de machln'9mo/ Ewcuta-se qualquer obra soja qual fr sua ntureza pelos
dea>nhos ou moldes que para tal fim forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
,ln ^enl?a>ruad0 Pru.B,i\18 ^ e "a ru do Collegiohoje do Imperador n. 65moradia do cai-
-ni estabelecimenlo Jos Joaquim da Costa Pereira. com quem os pretendentea se podem
entender para tjualquer obra. m
Vinlio de Bordeaox.
Em casa de Kalkmann Irmos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldckop Mareilhac & C, em Bor-
dea. Tem as seguintes qualidades :
De Braudeaburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Cbleau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau Loville.
Na inesma casa ha
tender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac cm barris qualidade Gna.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia branca.
Ruado Codornizn. 8.
Vende-se.
Milho era saceos.
Farinha de mandioca.
Prelo de Lisboa.
Charutos da Italia.
Feijo araarello.
Sabo inassa.
Dito amarcllo.
Arroz com casca.
E outros muitos gneros, ludo maja barato do
qne em parle algunia podem encontrar os fre-
guezes que trocam sedulas velhas e cobro por
gneros.
para
Relogios
Suissos.
Em casa de Schafleillin 4C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sorlimento de
rologios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
noraetros, meios chronometros, de miro,, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por procos razoaveis.
mmem $mm m$m $mm msmn
GRANDE AR.HAZE1I
DE
__ Lie 40 e oj.
IliAlirWk l/k4fl Na ra Direita n. 45.
itoupa Ieita.| rare f^r^
Ra Nova n. 49. iunto H -M a^J ^3 H ^J
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
? Antonio eS. Joao. .
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos de Santo Antonio e S. Joao, que lera cs-
tabelecido a sua fabrica de fogos na ra Imperial
alcm da fibrica do sabao, conforme a licenga que
obleve da cmara'municipal, e ah encontrarn
os freguezes fogos de todas as qualidades, rece-
bendo tambera encommendas, tonto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as com
o niaior promplido possivel; assim como vende
mateiiacs para os raesmos j preparados para
aquellas pessoas que quizerem fabricar parlicu- -
larmentcescm muilo trabalho, ludo por precos! em grande ou pequea porgao, que as vende
multo razoaveis ; os prctendoutes podem alii di muito em conta. O mesmo, "annunciantc cnlen-
ngir-se, ou na casa de sua resideucia, que o en-ide"do-sc com o Sr. Hampa, hbil arehileio, bem
contrario a qualquer hora do dia, c protesta ser- ''
vi-los de forma que os dcixc satisfeilos, nao M
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
dosmateriaes quo emproga, e pericia dos artis-
tas que possue em scu estabelecimento.
Ra Nova n. 49, junto
H a igreja da Conceigdo dos
Militares. 3
|S um grande e variado sortimento de ron- 76
M P's feitas, como sejam casacas, sobreca- SO>
B sacas, gndolas, fraques, e paletots de ?l>
S panno tino preto e de cores, paletots e *fc
** sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- f|j
a> zinaprelos e de cores, paletots e sobre- $*
fg casacos de seda e casemira de toros, cal- |g
B cas de casemira preta e de cores, ditas de c*>
H merino, de princeza, de brim de linho jf|
SZ branco e de cores, de fusto e riscados, SUg
calcas de algodao, collete3 de velludo ffe
| preto e de cores, ditos de setim preto e 2j
$5 branco, ditos de gorgurao e casemira, di- R
*| tos de fustoes e brins, fardamentos para ||
^ a guarda nacional, libres para criados, J5j
* ceroulas e camisas francezas, chapeos 3|
3 grvalas, grande sortimento do roupas Sw
|g para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- |g
trg dando ao comprador algumas das roupas
ae feitas se apromplaro outras a gosto do ag
V comprador daodo-se no da convenci- S
! i-KaMMMiMMMBinaaai awl
Pedras baratas.
Jorio Donnelly tendo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimeiito de todas
as pedras exlrahidas da illia do Santo Aleixo,
prnpriedade do annunciatile, para calamento das
ras desla cidade ; e como as mesmas obras
publicas por emquanto so acham poralysadas, e
tenha o Exm. presidente da provincia por despa-
cho de 18 deslc mez concedido licenca ao mesmo
annunciantc para dispor das mesmas pedras, c
por grande quantidado que tem o aununcianlc,
no caes do Hamos, offerece a quem interessar,
Veime-se ou iroca-se por alguma negra, ou
Huala, um negro muco muito robusto, c de bo-
nita figura: na ra Nova n. 52, primeiro andar.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5^000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
das do Raymundo Car-
los Leite & lrmo, ra
da Imperalriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadrm. 19.
ILargo da asscm\>\a.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijo mulatinho muito novo com 6 al-
qu^ks, farinha de mandioca de diversas quali -
dades, mili o, (arelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha de carnauba, lu-
do por presos commodos e em grandes porcoes
ou a retalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso:
De 49 e 59.
Na ra Direita n. 45.
Attenco.
*
Acabara do chegar do Lisboa muito boas dro-
gaa como sejam, sulfato de quinino, iodurelo de
polassa, quina muilo fina, etc., que ludo se ven-
de por procos mais razoaveis que em outra qual-
quer parte, visto ser para liquidac.au : na ra da
Cadeia do Itccife n. 8, primeiro andar.
Vcnde-sc um excellente deposito cora al-
guns gneros, e urna boa arraarao, boa cus, ex-
cellente localidade, tendo duas entradas, urna
pela ra do Imperador e outra pelo Caes de 22
de Novcmbro para commerrio, cum dos primei-
ros cslabeleeiiiientos na ra do Imperador n. 71:
Da mesma casa se dir com quem se trata.
.-:
iirligospara lulo.
Chapclinas pretas c mais objeelos pro-
^| prios de luto para hornero, c senhora.ven-
qg de-so na ra Nova n. 45
M V^ LOJA DE MARMORE. S
Fazendasporbaixos precos
Ra do Qucimado^ loja
de4porlasn. 10.
Ainda reslam algumas fazendas para concluir
a liquidarao da firma de Leite & Correia, asquies
se vendem por diminuto proco, senda tntre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, finas, a 240 e 260.
Biscados francezesde cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padrocs, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a 1$000.
Cortes de calca de mcia casemira a 2g.
Ditos de dita de casemira de cores a 59.
Panno preto fino a 3j* e 4J>.
Meias do cores, finas, para homem, duziag
'18800.
Gravatasde seda de cores c prelas a 19.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito finas a 45.
Ditas cruas finas para homem a 4.
Cortes de colletesde gorgurao de seda a 29.
Cambraia lisa fina transparente, pega, a 49.
Chales de laa e seda, grandes, um 29.
Grosdenaple preto de 18600 a 29.
Seda prcta lavrada para vestido a 19600 e 2g
Cortes de vestido de seda prcta lavrada a I69.
Lenjos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna.lingindo seda, covado
ra 400 rs.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$S00.
Toalha3 de linho para mesa a 29 e 49.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos do seda para pescogo de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
gas a 5J00.
Cortes decaiga do casemira preta a 69.
Chales do merino com franja de seda a 59.
Cortes de caiga de risesdode quadros a 800 r.
Merino verde para vestido de montana, cora-
do, 19280.
Lencos brancos de cambraia, a duzia, 29.
conhecido nesia'cidade, conhecedor das quali-
dades de pedras e lijlos, se lera admirado de
nao se ler empregado cm alicorees este material,
qual as pedras do annuncianle, como se pratica
na Europa, para evitar a humidade as paredes.
O mesmo Sr. Rampa tem encommendado ao
anunciante 400 toneladas para esse fim, dizen-
do que em obra sua jamis deitar lijollos cm
alicoree ; pelo preco que tem o annunciante
vcpdido ao mesmo senhor lhe sahe roui mais
barato do que tijolo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca para usar do seu nomo no presente
annuncio.- As podras escolhidas para armazens
ou calcadas, a dez mil ris por cem palmos, dei-
ladas as pedras em qualquer parte desla cida-
de a cusa do annuncianle, com toda aclividade
possivel, para o que tem as proporcoes necessa-
rias; os prelendenles dirifam-sa a ra da Praic,
escriptorio do annuncianle.
cobertos e clescobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellor.-s& C*
Tachas e moendas
Braga Silva &.C., tem sempre no seu deposito
da ra da Mocda n. 3 A, um grande 3ortimeulo
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw a tratar no
mesjno deposito ou naj-ua do Trapiche n A.
PechinGha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
venJem-se peras de algodao encorpado, largo,
com pequeo toque de avaria a 2J500 cada urna.
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de
frragens n. 37, ha urna grande pnrc.to de follias
de zinco, j preparada para telhados, c pelo di-
minuto prego de 140 is. a libra.
xVos amantes da economa
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
vendem-se chitas de cores fixas bastante escu-
ras, pelo baratissimo prego de 6$ a pega, e 160
rs. o covado.
Em casa de Rabe Sctmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann deHamburgo,
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recite n. 38, primeiro andar.
ara rapazos.
Superiores chapeos de couro da Russia para
rapazos, muito proprios para a presento estagio
chuvosa, para os que tem de andar diariamente
na ra, sao fortes, de muita durarn e nao entra
agua dentro, tem pretos e cor de bisouro, pelo
diminuto prego de 4-3 cada um : na praca da In-
dependencia ns. 19 c 21, loja do lampeo na
porta.
.aia

CENTRO COMMERCIAL
N. 1S ra da Cadeia do Recife 1S
loja de quinquilharias e deposito de tabace, charutos e ci-
garros de
Jos Leopoldo Bourgard
Suissos.
Charutos suissos grandson, reveysans e vevev-
fins, cm porgoes e a retalho, por mdico prego.
Fumo
caporal francez, Fleur d'harlebeke, virginie, ma-
rylaod, e americano, garante a superior quali-
Cigarros
dade,
de ppele palha de milho, de diversas qualida-
des.
Havana.
charutos legtimos del
Cachimbos.
Superiores charutos legtimos de Havana, mar-
ca Londres.
Crando sorlimento de cachimbos do preco de
120 rs. a 15i000. '
Rolo.
Existe grande deposito, em botes de Ii2 libra
o urna libra, ao progo de I94OO e 298OO, garan-
te-se a qualidade.
Vender muito para vender barato, vender barato para
vender rauifco.
FABRICA
Grammaticj
za de OIIeiidorfL
Novo metbodapsra aprender a Jr
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uto de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-fe* na
praca de Pedro II (amigo largo do Col-
legio) n. 57, segundo andir.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Meias de borracho,
Chegou nova remessa de superiores meias d
borracha, azenda superior para a cura radical
ae erysipeila no Centro Con.mercial, na ruad*
Cadeia do necife n. 15, loja de Bourgard.
DE
edfilf I Pfflffffla BIIEWI8.
Sita na ra Imperial n. 148 e \ 20 janto a fabrica de sabao
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
,a QnnStQerSl^cl*Cm,Cnt0i,aKSempre 9^9^ alambiques de cobre de diHerentes dimencoes
(de 300 a 3:0009) simples e dobrados.para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contno=
para resillar e destilar espintos com graduagao at 40 graos (pela graduacao deSellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio bombas
ie todas as dimengoes, asperante3 ede repucho tanto de cobre como de bronze o ferro, 'torneiras
de bronze de odas as dimengoes e fetios para alambiques, tanques etc., -parafusos de bronze e
ferro pararodas d agua.porlas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
arroellas de cobre, lengcsdcferrodlato.ferro suecia inglozde todas asdimensoes safra tornos
e folies para ferreiros etc., e uniros muitos arligos por menos preco do que em outra qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j conheeida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca acha-
rao na ra Nova n. 37 loja de frragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas
cas para invern
X>;
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler 4 C, ra
do Vigario n. 3, um bellosortimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espiriio de vinhocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
fsros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca- '
andas na ra larga do Rosario n. 36
Sal do Ass.
A bordo do pnlhabote Oliveira II : trala-se
na iua do Tririiche n. 1 escriploiio de Manoel
.Vives Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na travessa da Madre de Dos n. 2.
Ra daSenzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas d!e lustre para carros, scllins esilhes in-
glezes, candeeiros e castigaos bronzeados, lo-
nas inglezas, o de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cava),
os. e relogios d'ouro patente inalezes
Engenho. 1
AXrtr!TXCI\
to*
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Scnzala Ptova n. 42.
Neste estabelecimenlo continua a haverum
I comaplelosortimento de moendas e meias moen.
das para eu9enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
Dar di
marmore
lk al
43Ra Nova 43
em saceos muilo grandes, ltimamente chegado
do Porto : vende-se no escriptorio do Carvalho,
Nosoeira&C, na ra do Vigario n. 9, primeiro
andar.
5J000 .
Grande sortimento de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos quo se podem en-
contrar neste mercado, com seus perlences de
cova invengo, que muilo dever agradar s pes-
soas que oscomprarem na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Assucar refi-
nado.
No deposito da ra das Lavangeiras n. 15, e na
praca da Boa-Vista'n. 26, vende-se assucar crys-
lalisado pelo prego de 210 rs. a libra.
muito barato.
Corles de casemira ingleza de lindissimos de-
spulios a 4&5C0, paletots de brim de linho a
2g800 : na ra da Madre de Dos n. 7.
Uiberia a 2SoO o corte.
No armazem de fazendas da
ra do Queimado n. 19.
Vendem-se corles de hiberia com 14 covados,
fazenda muito fina, imitando seda, pelo barato
preco de 2J500, meias cruas finas para homem
a 2J400 a duzia.
Fazendas de gosto.
Augusto & Perdigao acnbam desortir sua loja
de fazendas na ra da Cadeia do Recife n. 23, e
vendem pelos pregos mais commodos possiveis
afim de serem preferidos.
Ricos cortes do vestidos de seda de duas salas e
babados.
Ditos ditos de seda de phantasia de duas saias e
dous babados.
Ditos ditos de gaze, barege e tarlnlana.
Superiores taimas de seda, manteletes pretos c
ltnho.
Superiores taimas de Irocal de seda de cor.
Manguitos e golas de ponlo inglez.
Luvas de pellico, perfumaras finas e pentes de
tartaruga e outras muita fareodas proprias da
praga
Na ra da Cadeia do Rerife n. 23 loja
confronte ao Boceo Largo, vendem-se @|
i-; chancas proprias para o invern ou para .;
^ andar-so em casas ladrilhadas a marmore 3g
!S liJol l'el mdico prego do 3g cada $/
Admiravcis remedios
americanos.
Todas as casas de fam'lia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quacs se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acetbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabega, nevraigia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslao, crup, dores nos ossos, conluscs,
queimadura, erupcocs cutneas, angina, reten-
gao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hliUcas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, cscrophulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afeeges do ligado e rins,
erysipelas, abeessos o ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difuculdade das regras das
mulheics, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
go do sangue, inteiramenle yegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas ne
dores de venlre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas sao efcazes as affec-
ges do flgedo, bilis, dor de cabega, ictericia, in-
digeslao, e em lodas os enfermidades das mu-
lheres, a sabtr : irregularidades, fluxo, fetn-
g5es, flores brancas, obslrucgoes, histerismo, ele,
sao do mais prompto effeito na escarlatina, febre
biliosa, fe.bre amarella, e em lodas as febres ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados d? instrucres impressas que mos-
trara cora a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Eslao ga-
rantidos de fal.'iificago por s haver venda no
armazem de fa/.endas de Raymundo Carlos Leite
& lrmao, na ra da Impcratriz n. 10, nicos
agentes cm Pornamiuco.
Para S. Joao.
Vende-se m.-nteiga ingleza a 960 e 800 rs., di-
ta franceza a 600 rs dita de tempero a 320 rs.,
queijos muito i.ovos a 2J80C, doce de goiaba a
1$ocaixo, cartas de traquo a 200 rs. : na la-
berna da estrello, no largo do Paraizo n. 14.
Vende-se o engenho Santa Luzia.sito na
@ freguezia de S. Lourengo da Matla, entre @.
os engenhos Penedo de Baixo e Penedo de @
@ Cima : trata-se no mesmo engenho ou no
}5 engenho Mussambique com Felisbiuo de |(
I
ul-
es-
~]t Carvalho Rapozo.
U
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatrlz n. 7,
toja d Lecomte.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cae do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthall Mellori C, ra do Torres
n. 3 .
Pechincha
Vendem-se biscoilos e bolachinhas de difie-
rentes qualidades, por menos prego do que em
qualquer outra parle, sendo em porgao : quem
precisar, mande ver na ra dos Pescadores ns.
1 e 3, padaria.
ATTENCA'O.
Vende-se conlinuadamente saceos com farinhai
de mandioca, ditos com milho e [arelo de Lisboa
por menos prego que' se vende em outra qual-
qacr parte : na' ra ds Rangcl n. 62, armazem.
FOfiO!FOGO!
FOCO!
Na estrada de Joo de Barros, no primeiro si-
tio a direita, passando a igreja, acha-se de con-
formidade com as posturas municipaes montada
ums fabricado fugo do artificio de todas as quali-
dades, aonde os apreciadores o poder comprar:
recebem-se encommendas para o mesmo, na ra
daConceico n. 2o.
I
Veiide-sel
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Em frente a
matriz da Boa-Vista n. 86.
Vendem-se e alugam-se bichas de Harobur-
go recenlemenle chegadas, pela casa do Sr. J.
Falque: assim como se applicam ventosas pela
atlracgao do ar, sem precisar de levar fogo.
Vendem-se 8escravas com habilidades o sem
ellas de 15 a 40 annos, de 800$ a 1:5009, um es-
cravo de 30 annos, bom cozinheiro, por 1.3000,
um mulato de M annos por l:300f, e mais al-
gunsescravos baratos quo so vendem, tanto a
prazo como a dinheiro, na ra Direita, no escrip-
torio de Francisco Mathias Pereira da Costa.
Os propietarios deslc estabelecimenlo M
\ avisan) ao respeilavel publico, que ac- St
bam de receber pelos nltimos vapores da W
Europa, um variado sortimento de arti- ^
gos de nuvidades, tanto para senhornsco- W
mo para homem e menines, e entre es- 3:
Para sonhot as. ^
Vestidos de cores do ir.oirantique e gro- 3
5 de-fric. j$
s Capas para sabida de baile c Iheatroguar- J.'
necidas a arminho, ultimo g"sto. W>
I Di'as de velludo preto, ultimo gosto. *
6 Enfeites de phantasia para baile e ihea- JE
I ,r0
E Chapclinasde palha da Italia e seda
timo gosto.
l.pqurs de phanla.'ia o madreperola.
g Chales de cachemira com bordado
pecial.
Braceletes de sndalo e leques.
Extractos de sndalo. ^ Vestidos do cambraia branca bordada. 8
Luvas de Jouvin brancas, prctas e de ^
cores. g
eg Murgas, broches e pollerines com man- {&
S gitos do cambraia Dnissima, borda-
^ dos a ponlo de Inglaterra e guarne- &
ato cidos a renda valenciana. we
mmsmmm ^s^^ ^^sgS
Reflnaco de assu-
car do Monleiro.
Continua-se a vender assucar crystalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
leiro, pelo prego de 7;00O a arroba, e aprompta-
se barricas de lodos os tamanhos, com brevida-
de e aceio : na ra do Cac3 de Apollo n. 63.
Vende-se urna vacca ingleza para dar lei-
te : na Ponte de Ucha. sitio da viuva de Joao
Carrol.
Feijo amarcllo.
Em saceos grandes de 30 cuias, em pequeas
e grandes porgoes; vende-se muito barato paia
acabar, e saceos com farelo, o melhor que tem
vindo ao mercado, a 5 : na ra do Vigario n. 27
jl-@8@s @ e@@@@@
1 Chapeos para senhora.
Vendem-se chapelinas com lindos en- @
feites e de differentes cores pelo baratissi- $*
# mo prego de 100 cada urna: na ra do @
Queimado loja de 4 portas n. 10. fg
s@ @& ^@ t@e
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'AfTecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
ungento Holloway. -
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de S oogas a
121ibras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Vendem-se uas pequeas casas terreas,
cujos alugueis corresponden] a 10 0(0 do seu va-
lor : quem pretender, dirija-so a esta typogra-
pha, que so dar informagoes.
Ervilhas o paingo
Vende-se a 160 rs. a libra : na travessa do
pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de emirello
com oito pan a ra da Florentina.
Talcado
roupa feilac
charutos.
Augusto & Perdigaj, com loja na ra da Ca-
deia do Recife n. 23. vendem as fazendas men-
rT'^V i'e,0S ?e?.uinle3 Prew. que sio os maie
commodos possiveis.
noCoarC2l5o.,aS Pr' P "**" P"a invc-
poM0500o"S francezes dos fabricantes
, Bomguins de Meli por 12.,000
Sobrecasacos de panno fino preto c de cor su-
perior por ijgtXIO.
Paietols e sobre;asacas de casemirt por 253.
taigas de casemira superior por 10 e 12s
tamisas inglezas de linho superior por 503
Uiancas proprias para andar era sitios e enge-
nhos por 20500,
Charutos superiores e outras marcas contien-
das, caixa 5;00O.
Vende-so um bom caixao envidragado o
pintado em perfeito estado, propno para pacta-
ra ou algum deposito de massas : quem o pre-
tender, assim como mais algnns obiectos tenden-
tes padana, dirija-se ra estrena do Resa-
no, na padana dos Srs. Ponciano& Salgado, que
vera os objeelos, e com os mesmos senhores tra-
tara a respeilo.
Vendem-se 2 silhoes inglezes com penco
uso, com lodos os arreios para montara de se-
nhora e por preco commodo ; na ra do Lirra-
melo n. 3o. Na mesma casa se dir quem ven-
de um ornamento completo feto rm Portugal
com missal, cali, pedra d'ira, e todos os mai
arranjos para celebrar, inda nao servidos, e cum-
pra-se um santuario decente.
Vendem-se canoas de amamllo de 25 a 30
palmos de comprimento, proprias para abrir e
para pescara, com 2 1|2 a 3 1|2 palmos de Lot-
ea : na ra do Vigario u. 5,
Milho e farelo.
Vendt'-se na travessa do paleo do Paraizo n.
16, casa pintado de amarcllo com oitao para a ra
da Florentina-
Na cocheira da na do Sol n. 27, esquina
das Flores, vemle-se carros de qualro rodas cn-
vidracados, ricos arreios. vidrias, cabriolis te
qualro redas com cobertas, ditos de duas rodas
discoberti-s ; c tambem alugam-se carros, cavallos
e carrogas.
Vnde-sc superior manteiga fr.-flceza, pro-
pria pora bolo de S. Joao, a 6i0 rs. a libra : i>a
ra do Pogo, taberna quo volia para o Carmo.
Vendem-se dous cabriole-tes elegantes, com
os competentes arreios ou sem clles : os pie-
tendentes podem dirigir-so ra das Flores n
27, cocheira do Sr. Eustaquio Jos das Chagas,
que est aulorlsado par* Cailiisas inglezas
Na loja de Goes A Bastos, ra
do Queimado u. 40.
Acaba-se do receber um grande sorlimento
das verdadeiras camisas inglezas muito finas,
com pregas largas, peitos de linho, scHdo eslas
ultimas camisas de um gosto apurado, tanto r
pregas comocm collcnuhos, pois 6 decente tai.to
aos rapazes como aos senhores de maior. por so
sendo muita a porgao que recebemos, deliberou-
se a vende-las por 380 a duzia, uesta bem emhe-
cida loja de Goes c\ Baslo.
As mtli.oies machinas ele coser dos m,ii
afamados autores de; Nc^-Yoik, I.
M. Singer & C. e Wbeeler AWUod.
Neste eslabehii-
menio vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslrain-sc
qualquer hora do dia a
ds noie, c responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade c scgiirami :
no armazem de fozen Jas
do Raymundo Caos
Leile & Irroaos ra ua
amigamente aterro da Boa-
Impe
Vista.
mnos
Saunders Brolhers & C. tem para vender <>&
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. U
alguns pianos do ultimo gosto. recenlimente*
chegados, dos bem conbecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres e
muilo proprios para este clima.
Escravos fgidos.
Fugio oesrravo da nome Cesaiio, idade de
vinte e lanos annos, pouco mais ou menos es-
tatura mediana e reforcado, bons denles e iirna-
dos.-cabra escuro quasi negro, barba na pona de
queixo, olnos avermelhados. pernas um pouco
arqueadas, lilhd do .Sobral (Cear) ; portanto
roga-se aos c.-pitaes de esmpo, s autoridades
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o apprehcndam eolevem a sua senhora. i.o
caes dolamos, sobrado encarnado, que sera*
gratificados ; e se protesta contra quem o tiver
acoutado em f na casa,
Esi fgido o preto Manuel, alfaiale-
quem o capturar leve-o a seu senhor o
Dr. Joo Alfredo Correa de Oliveira, na
Passagem da Magdalena.
15 #000 de graficacao.
Ainda contina estar fgido o escravo de nomo
Gabriel, que se ausentou no mez de Janeiro do
anno de 1859, do engenho Mussumb, com oe
signaes seguintes : crioulo, alto, corpo a propon-
gao, de idade 40 annos, muilo barbado, rara re-
donda, grande e cheia de espinhas, olhos rasos e
vermelhos,. muito ladino, tem marca do castigo.
foi do Dr. Manoel Firmino de Mello, morador em
Beberibe, este senhor o comprou a D. Rosalina.
hoje casada ccmoSr. Augusto Gomes Crrela de
Mello, genro do capito Luiz Cavalcanti de Sou-
za, morador na cidade d'Ara, em poder doa
quaes tem o dito escravo Gabriel mai e mulher :
roga-se as autoridades poliriaes c capilaes de
campo a priso, e a entrega a seu senhor, no en-
genho Mussumb, ou no Recife ao Sr. tenente-
coronel Jos Gomes Leal, de quem recebero os
150$ promeltidos.


<*)
DIARIO DE PBR1UMBUCO. QUtNTA FEIRA ai DE JUNHO DE 1860
Litteratura.
Conferencias de N. S. de Pars.
lelo B. F. Flix.
Quinta.
( Conclusao. )
A revolucao, qiiando domina, monosproza esse
palor : e do seu molo prnprio proclama, para
maior honrada humanidado, a incapacidado dos
paos para instruir seos filhos ; polo menos con-
robc sempre a eslranha prclencio de su julgar
mais habilitada do que a palcinidade para eser-
ccr C8SB Ministerio sagrado c asante melindro-
so ; ostenta por loda a parlo a ambicio do lor-
nar-se n'um sacerdocio universal, rm detrimento
dos direitosda mesma palernidade. Acha muito
simples e natural que esta seja substituida as
funeces doulrinaes por homeus elevados ao mais
ilto cume do poder pelos lances do acaso ; que
esles exercam e:n nomo da Hberdade um ensiuo
todo obrigatoiio ; o que alguns paes do familia, e
minias vezes alguns cclibaiarios, apenas go/.om
do direilo de ensinar a lodos os lilhos da patria
a verdade, que convm admittir, c o Dcus, que sem a
faz coala adorar; ora a verdade, que convm ad-
millir, o seu pensamento, e so elle ; o Dous,
que faz conla adorar, o Deas quo ella adora,
isto o Deus dos incrdulos, o Deus dos pan-
theislas; e porque aprender a sua douliina, c
adorar o seu Deus 6 a condcd que ella impo a
todo oquelle quo quer abracar orna carreira, so-
gue-se que a palernidade, so'i o jugo da revolu-
cao victoriosa, se acharia ne: insto allernaliva :
ou entregar seos lilhos ao I apolismo da scion-
cia obligatoria e ao culto do Dcus oflicial, ou con-
dcmua-los exeluso do loda a carreira ou eiu-
prego, c nodos de incapacidadc.
Eis-aqui o que faz a revolucao, a revolucao lo-
mada no sentido radical, coi que semprc lomo
esla patarra. Porm o direilo subsiste sempre in-
viniere! no meio de todas essas conliscaooes da
Hberdade individual, o dessas epprcssoes ?fc rea-
leza paleras ; c quando o despotismo so'abala
sob o peso das suas propiias violencias, quando
as pairos se modifican), a primeira cousa om
que cuidam os gorernos, que querem o titulo de
reformadores, era proclamar esso direilo ira mor-
tal, o erguer o poder e auloridade paterna das
ruinas, om que jaziam sob a oppresso das lega-
lidades lyrannicas, c dos monopolios inslenles 1
O Segundo poder, que perleoce do direilo na-
tural palernidade, 6 o poder do governar. O pao
reina sobre o pensamento do filho om virlude do
poder do instruir, o reina sobre n vontade om
Tiriuilo do poder de governar. Era tola asocie-
dado o governo necessario, islo 6, u poder cen-
tral de coordenar as volitados com relacao aolim
da sociedade. Ora, maguera podo negar que a
familia seja urna socieda.le, o como tal dore ler
nm governo. A quom porteare pois, na familia
o direilo de governar? A me, aos fillios, ou ao
pao? ou porlnnco todos ellos promiscuamente,
derando-se admittir este famoso principio, rece-
nhecido na oulra sociedade : o goveruo de to-
dos o para lodos? lisias questdes se aihain resol-
vidas por sua naluroza, Os lillios nao podom go-
vernar; porque eiles por si mesmos nao podein
subsistir, e nascem su bulos naluraes do mais ne-
cossario o do mais legitimo do todos os eover-
nos. A m.io lambem nao pode governar; se ella
abdica rol untarla ment a sua fraqooza e bondade
para aceitar a sua superioridade possivel, que se
Ihe impon de moto proprio, 6 islo unja excep-
ro, o raras vezes una exeopeo feliz : vou tor
eecasio de apresentar-vosO carcter providen-
cial da mi de familia, c veris que elle bs-
tanle sublime na verdade ; pnrm no plano geral
da sociedade domestica esse carcter nao podo
ser govornamenlal. governo perlence ao supe-
rior; porqua para governar e preciso que so es-
toja collocado n'uma esphera mais elevada do
que a (nelle a quem se governa o na sociedade
domestica, como em qualquer oulra sociedade,
no ha mais que um superior, poniuo n.io ha
mais que nina Boberanla : esse superior o pao.
Anda uoste poni a revolucao prelondeu rea-
sera obra divina o lomos podido apreciar a3
suas descoberlas respeilo. De urna vez ella des-
eobrio que no orgulho social baria og.ialdade en-
tre os reis e os subditos, onire aquello quo man- i
da o aquellos que obedereru ; era islo a revolu-
cao na sociedade. De oulra vez ella dcscobrio,
com giande pasmo da huinanidade, a qual tem ;
conscienria de si, que havia egualdado entreo
espirito o a carao; ora islo a revolucao no lio-
moni. Una tercena descobcrla leve lugar, que se i
_ A lerceira e ultima prerogaliva, que aqoi as-
signalo, do poder paternal o direilo e a facul-
dade de punir.
A sociedade civil e poltica repousa loda sobre
esso direito fundamental. Tirai aos chefes das
nacoes esso poder ao mesmo lempo reparador o
conserrador, e asociedado nao se poder manlcr,
c ser entregue sera defeza discripeo do todos
os malvados. Os poderes pblicos sao constitui-
dos pela Providencia pan exercerem o bem e a
juslica : sua primeira allribuieo Tingar o bem
das violencias do mal, e a jusiiea dos insultos da
Iniquidade: elles sao a garanta constituida do
direito, e todas as injurias, quo llie so feitas,
impoem-lheso dever de usar das repara'e.cs vin-
galivas o satisfatjrias ; porque, diz n Escriplura,
as nacoes seclevam pela juslica, e se abalcmpolo
triumpho da iniquidade. Eis'aqui por que, sem-
pro e por toda a parle, o iustinclo universal tem
armado os governos da faculdade de punir.
Essa faculdade. necessaria aos reis para o.go-
verno da sociedade, cgoalmento necessaria aos
paes para o governo da familia ; seu poder de
governar, destituido do poder do punir, forma-
ra urna realeza mutilada; pois que seria um
verdadeiro conlrasenso o faculdade de dar ordens
faculdade de inflingir o casligo, o poder
do fazer leis sem o poder do punir a violaco
dessas leis, o poder de mandar sem o poder de
se fazer obedecer. Demais, o que seria para o
pae o poder de governar sous lilhos s> Iho fal-
lassc o do castiga-los pelas suas fallas ? Deque
llie servira a honra de tor entre suas maos o
sceplro paternal, se nao podesse fazer sentir aos
violadores a importancia das suas ordens, o aos
coniumazeso peso do seu direilo?
O pae, alm disto, tem no governo domestico
um fim especialeducar o (libo, lorna-lo ho-
mem ; c esla misso demanda como condic^o
absolutamente necessaria o poder de corrgr e
de punir. O menino, por qualquer forma que se
encare, nasce com instinclos contrarios a sua
propria cmemelo : existe nelle um principio do
mal, ila desordom e da corrupcao, que o pode
condozir crooldade pois necessario doma-lo
para forma-lo, humilia-lo para o elevar, final-
mente para fazer dello um homem. Nao especi-
fico aqui o casligo corporal, com quanlo lenha
elle a sua importancia, que o seclo actual lalvez
dcsconhcca. Qualquer que elle seja necessario ;
porque a alma letn suas revollas, o coracao seus
ievtnlamcntos, a vida suas acrimonias que exi-
gen) a applicacao de urna disciplina austera. Dei
xai a alma e o coracao desenvolverem se se;u
fazer-lbes sentir o peso dessa disciplina neces-
saria ; deixai correr a vida sem urna represso
legitima, sem um castigo indispensavcl, o moni-
no lornar-sc-ha egosta, mi, ingorerna^el. o
ser impedido para a molda lo por una inde-
.pendencia quo elle julgari sublime, mas que nao
passar de selvagem.
Logo, seulioEcs, toda a lcgislaco que desarma
a palernidade no seio da familia, torna-se por
isto mesmo barbara e selvagem ; por quanlo que-
bra e despedaca enlrc as maos do pae o instru-
mento necessario para o governo do filho, c para
a formaran do honiein, o com elle o recurso mais
forte e mais eflicaz das grandes eivlisacoes. Os
povos verdadeiramenle fortes o grandes loem
adiado a sua torca e a sua grandeza nesse go-
verno da palernidade, armada do poder de cas-
ligar os vicios dos seus lilhos. o inflingir as suas
desordens as santas reparaeoes da virlude e da
juslica ultrajadas, para lelicidado e progresso dos
mesmos filhos.
Nao querernos com islo reclamar para o pao de
familia a omnipotencia absoluta, que o paganis-
mo Iho lera conferido, e aiuda hojo llie confere
entre cortos povos do inundo. O paganismo,
ignorando a lei do amor e da auloridade, a subs-
titua pelo despotismo ; nao acontece assim no
chrislianismo que faz do amor o auxiliar da aulo-
ridade. Alm disto, o poder social, protector da
familia, nhiost para oppjr-sc ao arbitrio c pro-
teger a fraqueza. Porm anda que a exagera-
Qao e abuso do poder paternal lenha contribuido
para dir-lhccm cortos pontos da historia um ca-
rcter brbaro, e algumas vezes desastroso, to-
dava nao devemos esqnecer que a diminuico
progressiva, c aliual a enunllaco desso poder
contribuira para dar ;'i familia um carcter anda
mais brbaro, c mais desastroso airida ; por quan-
lo a decadencia e a destruice desse poder im-
portan) na decadencia e destituirn da propria fa-
milia, pois que esta com toda a sua grandeza,
com toda a sua torca e harmona, repousa sobre
a palernidade armada, para defendc-la, da mais
natural e mais legitima faculdade.
Eis aqui, senhores, o poder paternal poslo
julgou mais decisiva para a regeneracao do mim- toda a luz da razo c da naluroza ; ei-lo com a
do. eque*devia coroar a obra social, islo a sua dignidade, seu ministerio o sua responsabili-
eguaUsde entre o homem o a tnulhcr; era islo a dade, investida pela Providencia do triplico direi-
revoluQao na familia.
infelizmente para os innovadores, ha alguns
seis mil nanos mal BuccediJos, nossas mutaores
christaas acham na religiao do Cbrislo, que as
prolego, urna loica bastante para resistir lou-
cura desse syslema, o vom a sor: o seu hora sen-
so ; e pois ellas nao respondern) ao appello, que
se les dirigi, e o encanto da egualdado achou-
as ius'-nsivois a elle. K' verdado que o orgulho,
que respiraran) laes doulnnas sob o titulo de li-
bertadores, fez cliegar a verligom a alguns cere-
bros feminnos. Essa chimora de liberdade da
mulher exaltuu a mais de urna imaginario, en-
vilecen a mais de um coracao: forain poneos po-
rrn. Em geral as nossas "mies, e as nossas ir-
mas, fiis voz da razio, e doceis ao crismo da
rgroja, resistirn) sedueco dessas doulrinas, e
al mesmo nao quizeram prestaros seus sufl'ra-
gios a urna soberana, que Ibes era ofTerecida pe-
a revolucao com galantera olToclada, e loda de-
mocrtica. Anda boje a mulher, longo de aspi-
rar essa pretendida egualdado, se obstina em
buscar na superioridade do seu marido una pro-
teccao afTecluosa ; o a dcnouslracao mais evi-
dente de que ella reconheco a realeza do homem
na sociedado domestica consiste em quo toda a
niullier dolada de hom sonso, o de um coracao
bem formado, procura pelo casamento encontrar
um homem, quo a domine; c mais humillada li-
es com a inerioridado desto, do que com a sua
inferioridade para com ello. Nao sei o que llie
diz no fundo da sua alma que nao fazendo sen-
tir a seu marido o orgulho de urna soberana
usurpada, que ella ronsegue loina-lo digno de si, Ido approvar semelhanlc culto que abate a esse
mas snn fazendo-lho sentir esse imperio peranle poni o homem eadirindade. Ha porm, no fu-
i de ensinar, de governar c de punir ; ei-lo como
a mais alia represontacao de Deus na ordem na-
tural ; ei-lo sobre ludo como a maior garanta, e
a maior conservacao da familia as sociedades.
Tao maravilhosa essa (orea occulla no poder,
protector da familia, que miiilos o grandes puvus
fortalecidos com esse poder, loem afrontado o
imperto do lempo, c encontrado o segredo dessa
longevidaJe promcllida aos povos, assim como
aos homens, quo honran) a seus paes e a suas
miies.
Gracas esse poder inoompararol de conserva-
cao, Israel conseguo darao mundo o raro c il-
lustre cxemplo de um povo riveodo por longos
soclos sob o nico governo da palernidade e de
Deus. Foi esta gloria somenle reservada ao povo
escollado? Nao. A forca inherente realeza do-
mestica tem preservado da dissotucao completa as
sociedades que cm si mesrau conlinham os prin-
cipios os mais anniqnilladores : ella tem feito pa-
ralysar os vicios das suas insliluicocs. liorna ani-
mara o culto da familia, e o respeilo religioso
da palernidade; Roma tesistio por lano a ludas
as discordias no interior, e conseguio todas as
victorias no exterior. A decadencia da grandeza
romana coraeca com a decadencia ahi da familia,
o-osla com o aviltamenlo da palernidade.' E por-
que esse vasto imperio da China sesuslem ainda,
apezar das revolucoos que o ameacam, c apezir
da coirupeo que o rai minando? E' [lorquc a
palernidade ali c ludo ; bem sei que ella passa
j a autocracia, e o respeilo, que se Ihe deve,
elevado ao ponto de id jlatria ; c estamos longo
comparavtil, nao pelo erro que ella em si conten,
mas pelo respeilo devido aos anlepassados, assim
mesmo mal pralicado como ali.
Aquillo que existe as ideas passa fcilmente
para as leis. As legisiaedes de ordinario sio a
expressao das ideas dominantes: e como as ideas,
que dominara era qualquer poca, era sempre
sao de orna verdade completa, segue-so que as
leis, aindn mesrao as que se reputam sabias, nem
sempre sao de urna completa perfeicao; e por
i8so sao indefinidamente perfecliveis.
Islo poslo, pergunto-vos eu, senhores. as leis
da poca moderna, quanlo sua applicacao i pa-
Urnidade, nada dcixam deseja'r? Sei que cutre
ys ha alguns espiritos meditativos, egroves, que
jri h5o 4t- ler feito a si proprios esla pcrgunla.
Quanlo a mim confesso que grande o mcu re-
celo de que, sem dnvida contra o pensamento dos
nossos legisladores, as nossas legisiaedes moder-
nas nao se tenbam bstanle prevenido contra as
influencias d idea que domina o mundo. Sou o
primeiro a reconhecer a minlia incompetencia
para julgar de semelhanto materia, mas recoohe-
io tambem a faculdade, que me assiste. de sub-
melter-vos as minhas duvidas e manifeslar-vos
os neos receios ; permitti-mo por tanto que vos
dirija com toda a franqueza e liberdade esla per-
gunla : Crcdes por ventura que as lcgslaces mo-
dernas lenham feilo muilo em favor do poder pa-
ternal ? Vejo claramente por toda a parte dispo-
scoes que tendem a cnfraquece-lo, o nao distin-
go muitas que sirvam para forlifica-lo. Vejo
claramente que ras, tratando de diminuir a sua
independencia, procqraes egualrnenle prejudicar
a sua auloridade sobre os filhos; porquanlo res-
iringindo a sua faculdado de dispor da heran^a,
quo Ihe perlence, e impondo-lhe urna lei do
transmssao, quo o domina, nao fazeis mais do
que colloca-lo n'uma depeadoncia pora cora a-
quelles, a qual diminuc o seu poder, e enfraque-
ce a sua dignidade ; ao passo que, orcando-o a
despojar-se por si mesmo dessa dignidade, vos
Iho tiraes a forca que encontrava pora governar
seus filhos na conspiracao do dever e do inlercs-
se de ocordo ambas naldefeza da sua aulorida-
de. Nao descubro porm esses novos sustent-
culos que liaveis dado ao poder paternal, nem es-
sa torga, de quo o haveis armado para proteger a
familia contra o espirito de revolla, que sopra de
todas as partes.
Porm, percebei-me bem, nao quero com isto
dizer quo nada se lenha feito absolutamente em
favor da palernidade. Sei que ce ha decretado
que o filho se conserve sob a auloridade paterna
al a edade de sua cmancipacao, o que, mesmo
depois dessa cmancipacao, o filho deve a sou pae
e a sua mi o mesrao amor c respeilo. Sei lam-
bem, e vos felicito por islo, que quando o pae
tem motivos raui graves de desconlenlamenio pe-
la conduela do seu filho, cnconlra raeios de eor-
reccao formulados com o todo cuidado, e permit-
tidos por vossasleis. Mas, senhores, cumple con-
fessar, pois quo esla a pura verdade que essas
disposicocs demonstran) anda s pessoos menos
prevenidas que a lei pae ; por quanlo loma
maiores precaucoes contra o despotismo presu-
mido do; paes, do que contra a rebelliao dos fi-
lhos. l/oiidc prteosla dilTerenea? Evidente-
mente as logislacoos modernas, tratando do po-
der paternal, encerram em si o lyqo da poca da
sua crea;ao. O despotismo dos reis, retumbando
no mundo com tanto escndalo, lornou-se o ter-
ror universal; entendeii-se que se devia tomar ga-
rantas contra ludo o que so Ihe podesse assome-
llnr, mesmo contra o suave imperio da obedien-
cia e da liberdade no seio da familia ; c pois o
poder paternal do fundo da sua sociedado domes-
tica se resenlio da repercussao de ideas que se
operou na esphera politice. Cortamente,senho-
res, cu admiro como qualquer oulro aquillo que
o genio esclarecido pelas logislacoos anteriores,
lera podido introducir as legisiaedes modernas
para corresponder as novas neressidades; mas
ser lerteridade suppor-so que sobre esse ponto
decisivo, que diz respeilo ao poder paternal, a
poca actual se tem deixado arrastar pelas ideas
do tempo; e nao ser acaso chegado o momento*
npropriadu para examinar-se seriamente, se a
nossa logislai;ao, que se tem intitulado de conser-
vadora e progressiva, occulla em si algDm ger-
men de dissoluco, que convem srrancar-lhe?
Parece que j eslou ouvindo muitas pessoas
indignadas, a estas palavras, bradarem : Oh I
Chogastus finalmente ao que esperavamos I De-
nunciastes as vossas insliluiccs; queris na fa-
milia a ibolco da egualdade fraternal; queris
que em nomo do chrislianismo vollem os lempos
da palernidade paga ; queris a reconstituico
da familia, o da propriedade feudal! Sois um re-
trgrado, que queris inlroduzir a edade media
na poca actual 1 E enl.io o quesera de nos?
De que nos serviro lanas e tao gloriosas con-
quistas .
Eis os palavras que mo parece j estar ouvin-
ileaperiadd a preoecupacao de inulta gente, nada
exijo que nao seja corapalivcl com as legitimss
necessi Jades das sociedades modernas. Por mais
que se grite, nos devemos atlender para a mar-
cha dos lempos e para o movimento das cousas.
E j que hoje lano se clama pelo respeilo para
com a humanidado, ao mesmo lempo que se laxa
de imbcil e de brbaro ludo aquillo quo nao da-
la de setenta annos para r, pecopermissao para
desatrontar a memoria dos nossos anlepassados
que tambem pertericiam hHmanidade, dos in-
sultos de urna posteridade ingrata, e dizer-vos
vos, homens do seculo aclual, que esses anlepas-
sados, lio despresodos pelos filhos esquecidos
das suas suas grandezas, liveram lalvez as suas
razoes para inlroduzir na familia formas c insli-
luicocs que o lempo e a Providencia crearam ao
mesmo lempo ; que esses antepassajlos, bem co-
como ao Senhor; porque o homem o chefe d*
mulher, como Jess Cbrislo o chefe da egreja.
E ello que salva e protege o seu corpo ; o assim
como a egreja se acha submettida ao Chriato,
assim tambera a mulher ( era ludo o que do
seu dominio ) so subraelta so mardo.> ( Eph.
v. ) o que rcra a ser perinle esta doutrina
a celebre egualdade pregada por seus sectarios ?
E isto urna cousa difflcil de enteuder-se. A egre-
ja nio egual ao seu Chrislo, e o corpo nao
egual a seu chefe. A p-ilarra de Deus corres-
ponde, ainda aqui, ao sentido comraura do ho-
rnera, e o deslino de lodos os reformadores anti-
chrislaos contra^izer al negar ambas estas
cousas.
Soja como for, a tnulhcr chrstia nao pode
quoixar-se do papel que llie destinado pelo
chrislianismo. Ha para ella em ludo islo oulra
no tantas outras naedes, nao inerecera too sober-! origcm de grandeza, que eu vo* moslrarei. Alm
'.>?,.d!p[es dade de partilha, como o proclamara as legisla-
coes modernas, nada tem do que imperiosamente
cxigem a juslica e a razo ; que ella nao como
se suppoe, urna consequencia rigorosa da egual-
dade de affeico que devehaver do pae para seus
filhos ; que ha na familia oulras condicoes mais
graves de conveniencia, dignidade, Iradicao e de-
dicacao domestica, das quaes so o pac'Ame-
Ihor juiz ; que nessis preoecupacoes de paffhas,
quo a lei de Evangelho, assegura-lhe tambem
urna proleccao, que a necessidade da sua vida';
em Iroca di submissao promelle-lhn o omor. Se
se ordona i mulher que se submctla a sen ma-
tes ame os despresos dos voseos filhos! Sobre
quem deve recahir a causa da ressa decaden-
cia T Sobre ros mesmos, que ros despojies da
vossa dignidade : Jess Chriito ros permillia a
sua magesladc, ros ornava rom a sua aureola;
lendes voluntariamente perdido urna oulra
cousa.
Assim pois o que atontecido seaio aquillo
mesmo qoe dereis tor previsto? Yossas llhoa
vecm em vos nada mais que um homem, coja
auloridade, bstanle iuconimoda sua indepen-
dencia, elles tolerara mais do que aceitara de
bdn vontade.
Talrez
nio sejaes chrisiaos, e vossos fllho*.
querendo imitlar a vossa aposlasia, n.io o sero
tambem. Tcnde todo o cuidado, porque larde
viris a saber, quando j nio houvcr mais re-
medio para os rosaos inconsolaveis gemidos,
como cruel para um pae governar a filhos. que
nao adorara a Jess Chrislo Deus vos preserve
de semelhanle detgraca, para a qual nunca os
paes achara consolo; vendo seu amor humillad
pela ragraltdao, sua auloridade pelo desprezo
rido. assim como a egreja se acha subraeltida' I 5uVos *, Mtordd'.'^^.'ta-10' ~
Jess Christo, se ordena tambera ao marido que "|e Iew ootr 1. T TT"' T*
ame sua mulher, assim como Jess Christo ? ? "' r na a sua egreja
Essa harmona
Eph. V. 25..
do poder e do amor, o poder
invenanos c liquidares, s servem para pclnii- prolegendo o amor, e o amor obdecendo ao po-
o diro,trdA0nL?nhP,rCSe,,na dS f"mJCs:e1ue f'* a obrn Prima de Deus, transfigurado no
o direito de partilha. Pialando o egosmo no co Chrislo. e consagrado no casamento. Como j
racao humano, as familias una das causas que
impedein mais se chore a palernidade que se
fina.
Insisto sobre essas consideracoos quo, do pas-
sagem, submello vossa nicdil'aco imparcial ; e
accrescenlo, fundado na doutrina e historia chris-
taas, que nao urna exigencia do chrislianismo,
assim como o nao da naluroza, forma do
transmssao quo prevalece na familia moderna :
nem pela Biblia, r.em pelos concilios, soberanos
pontfices, e padres da egreja, ella permiitlda
sociedado alguma, ou como diroito absoluto da
natureza, ou como fruelo necessario do chrislia-
nismo; quo oulros seculos. que se tornaran)
grandes na historia, adoptaran! na familia condi-
coes diversas, por meo das quaes a sociedode se
conservou, o se conservou com gloria ; que cm
lodo o caso as condicoes creadas para a familia
moderna, mu recentes relativamente, nao rece-
beram ainda a lico decisiva e completa da expe-
riencia, e a sanecodo lempo; e que, Analmen-
te, lodo o homem que busca no passado lices
-------------- moja
dissomos o casamento a sagracao divina da
paternidado humana, e da realeza paternal ; de
sorle que desobedecer ao pae na familia chris-
laa o mesmo quo desobedecer ao representan-
te, ao delegado, ao ungido do Chrislo. n'oulros
que elle reine sobre rossos filhos, reinando sobre
vos mesmos: assim a vossa auloridade paternal
achira nelle a forca e a msgestade, de que nc-
cessita, sendo rehabilitada pelo poder e pela
magestade de Deus. (Le Uonde.Silrcira.
Variedades.
Architf.ctira.O mais bello monumento
- da archileciura religiosa que ha no Canad, o
mos, e o mesmo.que desobedecer ao mesmoi lalvez era loda
Christo, a propria auloridade de Dcus quo gover-
na pelo homem.
Assim o chrislianismo tem por lal forma hon-
rado, o de alguma sorle dirinisado esse nome de
a America, a ora calhedral de
Monlreal, recenlemcnte aberla.
Esla igreja, de estvlo golbiro.
.. cruciforme ,
consiste n'uma nave de 1 2 pos de romprimeuto
pae. que lodos os ministerios, aind. os mais eld aTeSa^lf '"^ ,ra"SSeP' ^ l0 "*
vados, entre os povos chiistos se hiio ornado Adjacente & i
palernidade, para adauirirem
ps.
para o futuro, esl no seu direilo do inda;,
di-i de hojo quem o seculo vfndouro dar ra-
zuo. Esperando que Deus e os homens vos pre-
paren) osse futuro, para todos aiuda envolvido
em espe-ssa sombra, o no mysterio, com a razao
bastante imparcial para reconhecer c sondar a
verdadeira grandeza humana, onde quer que ella
se aprsente, cora o coracao bastante forte para
abracar o passado, o presente o o futuro, pora
amar ao mesmo tempo rossos paos, vossos lilhos,
e vos mesmos, eu vos conjuro para que vos
appliqueis seriamente mi conservacao e eleracao
enlre vos dessa grande torca da sociedade domes-
tica e publica, islo o poder -paternal, e
nheis os esforcasprecisos para esse fim.
Importa islo lano mais quanlo vejo que nos
costumes, na litteratura, c al nos divert m en-
los, ludo conspira para precipitar a decadencia da
palernidade, ao passo que a tendencia das ideas,
e das logislacoos, marcha para o aviltamenlo do
poder paternal.
Vossos filhos, possuidos da verligem que os
impelle independencia, sonham antes de lempo
cora a emancipaco que muilo Ihes tarda. Tor-
nara-so dissipadores antes da poca marcada, c
sob os vistes da paternidad, que nada pode,
elles devoran)
ella ; estimara
dessa coroa da
mais respeilo. Eu vos podeiia aqui aprosentar
muilos exemplos dos nossos reis, quo se honra-
ram com o nonic de pae dos povos. Assim foi
chamado esse imperador, o maior que tem ap-
parecido nos seclos chrislaos, tao grande que
al a propria grandeza fazia parte do seu nome,
Carlos Magno, que com tanta honra havia con-
quistado. E' na egreja sobre ludo que esse sym-
bolo da paternidado lem ennoblecido as mais
} santas funeces, o os mais augustos ministerios.
O homem, que renuncia a palernidade do san-
gue para assumir por meio do sacrificio a urna
palernidade mais generosa sobre as almas, esse
homem po9suo o glorioso e suave nome de pae.
O sacerdote, que lem receuido a misso de na
sua humilde aldeia velar sobro as almas, pae
da familia parochial : o bispo, que lem recebido
a jursdiccio mais extensa de maiores responsa-
bilidades, pae da familia diocesana ; e aquolle
fjuo Deus collocou no mais alia fastigio da egre-
uma vasta sacrista ca-
e lodos os mais aiistcres
empe-
- ------------------------------------- .--..,^ .... ic- n-.il, r u.i que manijar.
ja pondo no seu coracina solieilude.a responsabi- I Caen. A porta principa
Ildade, e o amor universaes, esse o pae da fa-l do ornamenlaeo. Por
rnilia calholica : elle quo reprsenla na trra o
maior auloridade moral e divina, elle tambem
possue enlre os homens esse nome sagrado e
reneravel ; por quanlo o pae por excellencia ;
e o mundo iutoiro, saudando-o do todos os can-
tos da Ierra mais ou meiios, Ihe diz : Paire I abencoae vossos fillos I
Tal no chrislianismo a signifleacao desse
nome incomparavol : a sua gloria, a sua belleza
e a sua santidade sao o reflexu natural desse dom
sublime e santamente creado pelo chrislianis-
mo, onde quer que a vida do Chrislo lenha po-
. iletrado no coracao das sociedades, e nos coslu-
a heranca, porque contara com [ mes das narjoes : o paternidade chrislia K gran-
que a le, liberlando-os em um | deza dessa dignidade e a illustraco desso nome
nasceram de si mesmas c do fundo das socieda-
penetradas da seira do chrislianismo ; era
apenas mister que os direilos respeclvos dos
paes e dos filhos fossem difluidos, e garantidos
pelas leis ; o amor e a t, a natureza e a gra-
ca cercavam a realeza domestica como a sua
nica salvaguarda do co c da trra. As legisla-
coes. proclamamando as ittribuicocs do poder
paternal, e os seus direilos na familia, nada
lempo dado do poder coercitivo da palernidade.
os livro tambem do respeilo. do amor, e da obe- des
diencia ; esquecem, segundo o expressao de um
grande publicista dos lempos modernos," que o
filho 6 sempre menor peranle a natureza,
ainda que soja maior peranle o estado ; c que a
auloridade paterna csseucialnienlc perpetua.
Entretanto que os coslumes do vosso lempo
offorecem ao observador espantado o espectculo
----------- .--------. r*-...-., % ya j JIHIIU3 na iiiujiii.i, uaua
de taes contrastes dir-se-lna que a palernidade \ mais ho feilo do que dar urna consagracao o-
nao parece anda bstanle humillada aos olhos cial e um carcter publico a esse poder iascido
dos lilhos, o anida em cima possuis genios que de si mesmo, das crencas e dos costumes popu-
corapoera dramas cxpressamenle para mais avil-
ta-la, e a sociedade inteira convidada alim de
assislir sobre os vossos thealros deslhronisaco
da mesma paternidado, o decadencia da sua
grandeza moral Ahi appareccm pas arrestados
sobre a scena para aprosentar gerarjio, que os
r
humanidado
i popu
pelos seculos do
lares creados na
chrislianismo.
E' assim, senhores, quo o pae se tem torna-
do grande no seio da familia entre os soclos,
e os povos chrislaos I Aos olhos de lodos havia
_ nelle o quer que fosso da vcneraeo do sacerdo-
i), espectculos de excessos, desordens, c ver- te, e da magestade do re, tudd modificado pelo
gonhas, que seriam ja bastante Instes de con-; amor e ternura, que sem nada diminuir da sua
templar-se, nao nos pas que escandalisam a auloridade. Iho davam um encanto e um poder
igreja ha
pilular com bibliolheca
proprios dessas casas.
A nave da igreja (em de altura 67 ps, e
cercada com um ledo em relevo delicadamente
feilo. Duas ordens de columnas separara a nave
das duas arcadas Uleroes. Os capileisdestas co-
lumnas eslo hbilmente folheados, represen-
tando plantas do Canad.
O pulpito, esculpido com particular cuidado
pintado de azul e ouro ; asvidracas representan)
os primipaes prophclas ; a grande janelia do
aliar mr esl guarnecida de vidras mandados de
Inglaterra, e um primor de goslo.
As pas baptismaes sao muilo bem esculpidas
o toram feitas em Londres, assim como o gran-
de orgo que aindapaio esl montado.
O relogio e os sirios tambem nao esli promp-
(os ainda ; mas j se sabo que bao pecas extra-
ordinarias.
A igreja taita toda de podra azul de Mon-
lreal. e da que mandaran) vir cxpressamenle de
um helio espcimen
diversas causas tem sido
demorada a ceromonii do sagrario. Todava j
se celebrara os olTicios divinos.
No dia em que se abri a igreja ao culto pu-
blico, o bispo den a rommnnhio a muitas pes-
soas, e pregou um serm notavcl pela sua clo-
quencia.
Rcceboram-so noticias do intrpido explora-
dor d'Afriea central, o Dr. Levingslone. Ratea
noticias sao datadas de 10 de outubro. O Dr.
Leringstone expedio sous despachos do no Shir>,
que elle tratava do explorar.
E' um curso d'agua que j leve occasiao de as-
signalar. As suas novas communicaces nao sao
menos irileressnnles do qoe as precedentes.
Subimos pelo Shire, diz odoulor, cima do
poni em que temos encontrado o lago Noyassa
ou Niyimpesi. A deseoborta da direceo "deste
rio, no sonlidoem que nao se csperava.c muilo
importante ; porque ella nos abro um paiz pro-
ductor de algodao, coja extensao pude ser im-
mensa ; e que, *alm disto offorec: qualidades
climatricas muilo preciosa. Talvez essas van-
lagens sejam contrabalaiieadas, mas por aora
nada posso dizer semelhanle respeilo.
Temos verificado que oShire, fcilmente na-
vegavel a 100 milhas cima do su i confluencia
com o Zambeze, linha somonte .11 miihas de ca-
taratas al 15 o j1" de laliltide sul, onde o
rio torna a tomar sua placidez e contina assim
al 14 c 25m de laliltide sul. A margem cima
das cataratas e a Peste do Shire, apresenla-s? em
taboleiros cm numero do tres, o do dill'erenles al-
turas.
O mais baixo. o do vale do Shire, lem 1,200
ps de alio, exactamente como o vale do Nilo, no
o qual ello se inclina com todo o seu podeio
imperio do urna inexgolavcl lernura, e de urna
inalteravel brandura.
FOaLlIETUl
do de certos erros, principios de ordem e de con-
servacao ; o essa religao liio falsa, lem merecido
para a China o milagro de urna longevdade in-
labios reclamar-eu para vos o direilo puro e sim
pies de escravisar vossas mulhercs. de assassinar
vossos filhos? Tenho por ventura progado a es-
craridin da familia, o sen despotismo e feudalis-
mo? Tenho procurado com os- mcus discursos
reproduzir a edade media na poca aclual ? An-
da nao ludo, senhores, tenho querido reprodu-
zir o paganismo?
E por quo razo me escnlaes, por que razo
me toleraes, ha quasi oilo annos que prego? Por
que rindes cm to grande numero, e cora tanto
afn, collocar-vos ao redor dosla cadeira sagrada
para onvir-me insultar a razao e a natureza, pa-
ra ouvr-mo bradar conlra as vossas pioprias ins-
liluicocs? Ah Senhores, porque nada da-
quillo vos tenho pregado ; porque, ouvindo-me
do perlo, vos haveis mellior comprchendido o
que eu quero, e sabis perfeilamenle que ne-
nlium oulro pensamenlo me domina senao o en-
craudecimonio da familia chrislia, com a aiAoti-
dade como principio, a obediencia como fu, a
dedicaco como meio. o com Jess Chrislo cm
toda ella: pens que islo no o poginismo ;
verdade, que assim foi lambem na edade media ;
mas por isso nao se segu que assim nao seja,
nem dora ser na nossa poca ; porque a familia,
que chrsla, floresce sempre e nunca ciioga
decadencia.
E quanlo egualdado na familia que lano lem
seculo, representada sob a turma de volujiluosa,
leviana, devassa, e dissinadora, como nem sem-
pre o o filho mal educado, e vos a leudes vis-
to assim : loem passado sob os vossos olhos to-
das essas paternidades cuvelicidas, humilladas,
chamando o despreso dos povos sobre o seu
sceplro e a sua coroa : e vos leudes opplaudido
ludo isto 1 I
Affaslcmos as vistas desses opprobrios c es-
cndalos : e em quanlo o seculo, que pretende
para si a gloria do lodos os progressos, e do to-
das as geraces, se obstina e proseguc no avil-
pal
milia, ctilo cm qualquer parle do lar linha o
seu lugar de honra, que a mais ninguem era per-
miitido oceupar ; por que ninguem nesse impe-
rio de auloridade e de amor se julgava capaz de
oceupar por um instante s o lugar cha I
Ohl que nao nos soja permillidoapresenlar-vos
em loda a sua perfaicio e belleza, tantas famili-
as que ho desapparecido no correr dos lempos,
que nao nos soja pormiltiuo rossuscitar dassuis
ruinas es-es grandes coslumes que l se fo-
ram Porque enlio vos. homens dos seculos
lamento dessa grandeza, de quedependorn lautas; modernos, que de liees de respeilo, que de pro-
oulios, contemplemos por um momento oque grosso para vossos costumes domsticos
faz o iluisy.i'iismo para elevar o mesmo poder,
que esse seculo abate.
O chrislianismo herdou do povo de Israel doas
cousas santas e sublimes : o culto ao Deus ver-
ineis
beber nessas ruanses de nutra idade, as quaes
lendes talvez despresado sem mesmo conhecer-
des asilos da religio, da piedado, c da simpli-
cidade, cm que habitavam algumas vezes chris-
Z3BB3
K3TT'
ron
PAULO DE KOCK.
vi
Vma caldeirada singular.
{Conlinuacao.)
Todava, disse Elodia, nao esquecamos os
nossos negocios por causa de mademoisello Co-
nsone ; ainda nao decidimos o quo llovemos de
representar cm Nemours; parece quo tempo de
unios tratando disso porque temos de representar
amanha.
Em primairo lugar nao podemos represen-
tar amanha, por quo necessario que lomemos
conhocimenio do theatro, para saber o que se po-
de representar...
Ora essa boa I disse Montestima. O que
aos importa quo o theatro soja grande ou peque-
o ? Pois ja nao representamos Roberto do Dia-
bo em um palhciro e o Convidado de Pedra no
undo da luja de um pastelciro ? Nao haver
aqui meio de arranjarem-se as cousas ? O que
nao poder ir passa-se por alto.
Gosto disto I Passa-se por alto que al-
gumas vezes vai se passandD por alto lauta cousa
iuo alinal de cuntas nao fica nada.
Isso urna miseria ao p do que faziamos
quando represenlavamos em San Quintn ; an-
nunciovamos no carlaz um espectculo monstro,
dous dramas em cinco actos equalro raudevillcs.
illas para que a cousa nao durasse toda a noite
collocavomos em primeiro lugar urna peca em
citico actos e represenlavamos logo o ullimo ac-
to, o que abreviava muilo a festa.
Mas os que chegaram no principio do espec-
tculo nio recloroavam ?
Reclamaram, mas nos empingiamos-lhcs
que os quatro primeiros actos tiuham sido repre-
sentados antes delleschegarem. Ainda que che-
gassein antes de thealro estar acceso, nio tinham
remedio senao engulir 3 pilula.
Pazes-me lembrar certo autor que, quando
eu eslava no Odeon, em Paris, vinha todos os
das solicitar o director para que representassem
l*) Vide o Diario n. 142.
urna das suas pecas no dia soguinle. Urna vez,
respondeu-lhe o director ; Mas eu no posso re-
presentar a sua obra antes do meu novo drama *
o seu Irabalho muilo comprido, e o thealro
acabara muilo larde.Pois represente-o antes
da abertura do escriptorio do thealro, dissc-lhe o
lal autor.
Eu c son da opinio de Elodia, diste Zin-I
zinetle. O que representaremos nos em Nemours?
Ecaso de importancia, que merece ser conside-
rado de anlemao.
Oh meus fithospor favor deixem-me jan-
lar descansado. Quando eslivermos na sobreme-
za dou-lheslicenca para fallaren) em ludo isso
vejara e imilem a respeitavel Gralienboule ; nao
ha negocio por mais urgente que Ihe faca dizer
meia palavra antes do eslac sufficientcmenie
chcia.
Cheia que horror 1 Peco-te por obsequio
Cuchot, que quando fallares]do minha mi, uses
de outras expressoes ; quem te ouve julga que
esls fallando de alguma jarra.
Ora meu Deus, cheia, satisfeila, replecla;--
a mesma cousa I Que importa a palavra ? Bem
esls vendo que la mi nao se formalisa com
isso ; vai andando para diante, e masligando co-
mo se nada houvessc I Affianco-le quo nao dei-
xa canto vasio naquellc estomago.
Ests abusando da paciencia della... bem
sabes que agora nao le responde... Mas deixs
estar que.nio perdes por esperar.. e minha mi
nao tem papas na lingtia.
O que certo que eu nao sei o que fez
della em Fontainebleau, quando cu estava em
scena nos Uivaes de si mesmos, por que no fui
capaz do arrancar-lho urna s palavra.
Albertina i a para responder por sua mi,
apezar desla pouca atten;o dar ao que se passa-
va em torno de s ;.mss nesse momento Cerisellc
enlrou na sala Irazendo um prato que pz na me-
sa o disse com gracioso sorrso loda a com-
panhia :
Meus senhores, aqui est a caldeirada que
me mandaram trazer-lhes.
A chegada da moca, de quem tanlo ja se ha-
via fallado e que era esperada com curiosidade,
causou um movimento geral na salla Cada qual
quera examinar Cerisolie ; os homens faziam-o
cora urna atlenco na qual era fcil reconhecer
um sen ti ni en lo "de prazer e urna approvacao a te-
do o bem que um dos carneradas dissera da moca.
As mulheres, se nao podiara deixar de concor-
dar que Ceriselte era bonita, depois desse pri-
meiro movimento quo serapro o bora, a acre-
dilarmos uro famoso diplmala, o segundo foi
procurar o que haria de defeiluoso no que ellas
principio nao linham podido deixar de achar
bom, e conHrCcrselle nao era urna belleza per-
frita, tomo a natureza faz raras vezes obras pri-
mas, e mesmo que as mais sempre haviam de
achar o quo dizer das obras primas do seu sexo,
as que eslavam mesa depressa formulara a sua
opinio e dizem urnas para as oulias:
A cura bonita... brilha com asluzes... mas
ha muila cousa melhor que isto o ero que nin-
guem repara.
Os contornos nao lem pureza nenhuma.
Examinem bem as feices o nao acharo
urna que preste.
O que tenho eu l cora isso, bradou Angely,
comanlo qne" reunidas fazem um lodo arrebata-
dor? Nao admiro na mulher s urna feico. Se
fosse assim, sVia obrigado a adorar um" nariz
grego, bem correcto, bem desenhado, ainda que
n dona liresae a bocea feia e os denles podres ?
A mim a pessoa agrad-i-mc pelo todo das foicoes,
pela expressao da pliysionomia. Enlo pensara
voces que quando urna madama me agrada eu
ponho-me a delalha-la e a dizer contigo:Ah 1
diabo I como que ou amo esla moca ? A belle-
za della nao regular, lem nariz muilo curto ou
muilo grosso os olhos nao sao bem rasgados ou
lem orelhas grandes? Ah 1 minhas senhoras !
como seriam voces iofelizes se nos lodos obrasso-
raos assim, porque, como sabem, a perfeicao
cousa que nao se encontra I
Angely, tu esum insolente I Fnlo annnn-
cios-nos um prodigio c queres impedir que de-
mos a nossa opinio a respeilo?
Pois deem l a sua opinio : mos fiquem
bem persuadidos de urna cousa quo todas as
crticas que fizerom de urna mulher nao dimi-
nuirlo a nossos olhos o encanto de v-la, o pra-
zer de possui-la ; confessar-lhes-hei mesmo que
isso produz as vezes em nos o elfeilo contrario.
Nao disse nada de novo 1 responden Alber-
tina. Nos bem sabemos do que sao capazos os
homens... Sao ln... emiira nao digo, mas todos
mo comprchenderam.
A pequea bonilinha, disso Monlesifma,
hade fazer furor dansaudo um bolero ou urna
cachucha.
Que lindo criadinha de Moliere, rosnou com-
sigo Grangeranl?
Vamos pedir para que ella cante j, disse
Dcsrsseaux.
Porque nao perlem para dansar tambem ?
resmungou Zinrnelle.
Sao capazes de pedir oulra cousa, disse Al-
bertina. Como sao tratantes esles homens 1 Ah !
Ah I meu Deus, como eu me arrependeria se nao
os tivesse embacado tantas vezes I
Mas agora nio to arrependes ? heim Alber-
tina ?
Qual I
Aquellaque o'ao.bjeclo da conversa pareca nao
dateiro, e o respeilo palernidade ; e sobro tos que nao sobiam ler, mas que sabiam ensi-
tslo pode-se dizer quo aquello lem engrandecido or a seus filhos tres cousas, que vos com lodos
a sua heranca, cercandu-a de urna nova gloria, ] us vossos progressos nao lendes oblido de vossos
quo a sua ulica
ainda mais resplandccenle
gloria.
O calholicsrao, quo saneciona todo o poder
legtimo, estabe.le o poder paternal do urna mo-
ntura inminente ; faz do pai o re da familia,
exige dos lilhos obediencia aos pais, e r"a mulher
submissao ao seu marido. Que as mulheres
diz S. Paulo, se submcllain aos seus maridos,
filhos: amar, respolar, e obedecer aos paos 1
A' que eram devidos esses sanios coslumes,
essas tradieoes veneraveis, que nao conhece-
mos? Eram deridos f, e rerelacio chris-
laos, que ambas davam a conhecer nos paes a
realeza de Christo sobre os lilhos I O'- paes, que
me esuilaes I vos vos qucixaes de que o vosso
poder suecumbe nulo as revollas, e algumas ve-
cao lumosa ; porque a alraos-
phera esl cheia de um ncvoeiro, quo se asseme-
Iha ao de Londres.
O ar no valle do Shire qussi insupporlarel,
mas no terceiro laboleiro ha urna viraco, sobro
maneira agradavel. Neste local esl o monto
Zoraba, que lem 7,000 a 8,0!)0 ps de altura. Ali.
ainda quo baja fri,* susccptivcl de muitas cul-
turas, ir-as nao do algodao.
M. Livinfstene, M. Rae o o Dr. Kork decla-
ran) que impossivel ver um pai/. raas bello do
que este, e mais bem corlado de rios.
t) solo alm do Zomba eslreila-so cm forma
de islhmo entre os lagos Shirwa ou Tamandra o
Nyassa. Esle ultimo lem perlo do 90 milhas de
comprimenlo E' agitado como um mar, ainda
mesmo que nao faca vento. O Shire tem 90 me-
tros de largura e duas bracas de profundidade ;
sua correte de dousncs'c meio.
Os dous lagos Sbirwa e Nyassa formara todo
o commercio do paiz. Ha urna populaco que
tem muilos escravos e elcphanles. Esle poro
nao de origem rabe, como se suppunha. O
nome uglez bem condecido neste paiz ; c um
eslabelecimento de Inglezes seria muilo rantajo-
so, porque obleria o marfim por precos mdicos,
c desenvolvera a cultura do algodao.
I'.' ueste sentido quo j apresentei um plano
ao governo, e foi nesse intuito que inlenlc> esta
viagom do oxploraco.
perceber o cfleilo que acabava de produzir; ver-
dado que lambem a rapariga estava cnlrelida a
mirar com curiosidade os cmicos e principal-
mente as cmicas; adrinhara-se que no sen pen-
samento, essa gente era um mundo patio, um
mundo escolhido, cmfim mis entes privilegiados
quo deriarn ter muito orgulho do mcrilo de sua
posicao. Ceriselte linha ido io Iheatro urna vez
em Nemours c achara nisso um passo extremo ;
conservava urna rocodaco feliz e parccio-lhe que
aquellos quo Ihe tinham proporcionado tantos
gozos tambem deviarn ter muilos. Eis ahi como
se julga quando o coraco ingenuo e novo.
Entretanto a mot:a depois de ter deilado os
olhos era toda a companhia. fitou-os com mala
prazer em Angely. Seria por qop linha certeza
de encontrar os do mancebo ? E provavel que
isso nao desagradasse. a Cerisetle o que a exprs- I
sao terna desses olhos livesso para ella algura
encanto. E depois, o galn era um bonilo rapaz
Porque razo seriam as mulheres mcuos sensi-
veis do que nos a essas vanlagens ?
Ter s bondade de cantar alguma cousa,
modcmoiselle? disse Augely dirigindo-se a Ceri-
selte.
A moca coro, mas fez urna graciosa reveren-
cia bilburiando:
Eu quizera cantar, mas s sei modas do
Ierra.
Pois seja l urna modinha do paiz, disse
Montosuma, quasi todas ellas teem um chie local
que convida a dancar.
Isso hade ser curioso, disse Elodia.
Ceriselte cantou urna modinha cojo cslribilho
dzia assim.
S os carnciros sao bons.
Albertina perguntou se essa modinha linha si-
do coraposla por um carniceiro ; todas ellas dis-
seram suas grarolas a respeilo da ranconcia, mais
os homens lizeram seus comprimamos a Cerisel-
te, que linha urna voz fresca epura e nao pare-
ca sabe-lo.
Madama Gratenboule era a nica da compa-
nhia que nao dizia palavra a respeilo da moca.
Conlenira-se com virar a caber;a para ouvi-la
cantar, mas depois filara os olhos no prato de
caldeirada e fez Cuchot um signal que es-
te apanhou pelos ares, porque puchou pora si o
prato e poz-se o servir duendo :
Venhom caldeirada, rapazes 1 Respeita-
vel Grallenboulc.|Esl cora boa cara, o cheirinho
prometi... Ora vamos, sempre sahio melhor do
eu esperava I Quem quer I Estio lodos em con-
templado moga, al creio que ji porderam o
apeiile ..
Em ccnlemplacao, falso 1 disse Elodi j, es-
tamos olhando e mais nada .. Anda, rapaz, pas-
sa-me para ci a caldeirada.
Pois eu eslou dequeixo cahido, disse An-
gely que pareca divertir-se com o despeito das
companheiras.
Enlio nao queres caldeirada ?
Se quero I Trazida por esta bella menina,
deve estar deliciosa I...
E tu, Moutcsuma, em que eslado ests, era
ebullico ?
Deixa-te do conversas, c bota-me para c
cnguia que o meu peixinho predilecto..
singular, uo ocho...
Ora dize l, Cuchot, por que motivo me
deste s.
E a mim cogumellos.
E a mim ceblas.
Deveras? Pois eu vou lhes dando o que
cha. Nesta caldeirada ha muila crosla de pao,
muito cognmello c muita cebla. Eu quera ver
se ai ranjava um bocodinho do enguia por que
do que Rosto mais.
Mas pelo que parece ti reste o cuidado de
(lcar com toda a enguia para ti, por que nao nos
destes nem um pedacinho.
Nem a mim.
A mira ainda menos
Ora qual 1 Voces eslo brincando I Enlo
nao teem peixe ?
O quo tenho aqui um carangueijo.
Eu lenho um peixinho verraelho, que tora
uiu lal gosiinho... safa Nao sei porque parece-
meque osle bichinho eslevo muilo tempo em
frasco de ridro.
Cuchot, aqui s tenho ceblas, se nio tcns
enguia, da-me oo menos carpa. .
Eslou procurando, mas s acho uns peixi-
nhos vermelhos.
Ora querem ver que o tal Chalouill nos
mandn urna caldeirada de bacalho 1
Em quanlo servia, Cuchot, linha poslo de lado
urnas cousas que pareciam enguias ; s madama
Grallenboule, en quem participava desses peda-
cinhos delicados, que ltenla a rarid ido, elle li-
nha em reserva. Mas do repente a raii de Al-
berlina quo fra logo entrando pela caldeirada,
sahio do seu mutismo habitual e deu um grito
que assustou a toda a companhia.
Bom ora ahi est minha mi engasgada,
disse Albertina ; Vmc. engullo alguma espinha '.'
Qual espinha nem meia espinha 1 bradou o
ponto da companhia com um accento em que en-
traran) a indignaco e a sorpreza ; isso que me
deste, Cuchot, um pescoco de franga ou de
per...
Ora qual I nao possivel I Espere l, ma-
dama Grattenboule, deixe-mo prorac esto peda-
cinho.
E Cuchot engulindo um dos pedacos que poza-
ra de reserva deu um grito quasi egual ao da
mi de. Albertina.
E um pesclo dcgallinhal Madama Grat-
lenboulo nao se enganou 1 Ora isto nio lem
termo... Servir-nos urna caldeirada de pescoros
de gallinha...
Sem carpas era enguia.
Ninguem as vio.
Mondou-nos peixinhos vermelhos e r.aran-
guejos.
Pois olliem cu acho a peja engenhosi.
Ih Jess 1 um horror 1 Quem sabe l a
mixordia que comemos ha pouco ?
Minha bella menina, poder explic;r-nos
como que nos do caldeirada com pescocos de
gollinhas ?
Havia alguns momentos que Cerisetle rio sa-
bia o que lizesse pora suster a vontade de dar
una risada ; mas quando Luchol fez-lhe i per-
gutita nao pode susler-se e disse :
Eu nao sei, meus senhoies, a culpa nao
minha I
Tambem nao a aecusamos, disse Angely; o
que meu camarada Ihe pede sao informaces. ,
Sun, disse Desroseaux, e por saber se aqui
coslume porem-sc pescocos de gallinha as
caldci rodas?
Creio que nao, senhor, mas o que quer?
Quando nao ha peixe e os viajantes querem por
forca caldeirada...
Paz-se seja l com o que lr." Ora vamos,
meus senhores, isso nao pcior do que o quefa-
zemos quando representamos grandes operas sem
msica, execuces do assaltos batalhas sem um
soldado, e finalmente quando fazeroos Pousse-
mard representar de Amor. Tudo tem conside-
rado, o Sr. Chalouill um homem de invencio,
do recursos, e voto-lhe um toarl pela sua caldei-
rada sem peixe.
O discurso de Angely mudou o mo humor em
jovialidide, todos lomam o partido de rir da in-
venco do eslalajadeiro, e Grangeranl disse que
fez priores quanuo estava em casa do procurador,
e Desroseax proproz que mandassom chamar Cha-
louill e quo Ihe lizessem muilo seriamenlo
compriraenlos pelo que mandara servir.
Essa propos'cio foi adoptada. Chamaram Fran-
cisco que recebeu ordem de chamar acu patrio,
e Cerissetle leslcmunha da alegra geral e da ma-
neira pela qual os cmicos acceitaram a peca que
lhes foi fcita, persuadio-sc atada mais que essa
profisso mais bella que exista, porque aquel-
los que a excrcem. leram ludo a rir.
{Continuar-stlia.\
------9 '
PEN.TYP,D.E M. F. DE PARIA,. 18W


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