Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09092


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Full Text

^^mmr^m^^mm
AMO XXXTI. NOMBRO 14!.
i
Pop tres mezes adiarilados 5$000.
Por }res mezes vencidos 6S000.

TEECA raai 19 BE JOMO DE 1860.
Poraiiio abantado 19$000.
Porte franco para o subscritor.
ENCARRILADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly. o
Sr. V. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de li-
veira; Mannh'io, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandos de
Moracs Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronyrao da Costa.
i'Aiii iua uoa uuiiiitiu.i.
Olinda todos os dias os 9 1/2 horas do dia.
Iguanss, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as Ierras feiras.
Pao d'Allio, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ing-izeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricur/ e Ex lias quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaom, Rio Formoso.Una. Barrciros
Agua l'rela, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
(Tolos nscnrrcios parlera as 10 horas da manhaa.
EPHEMEIUDES O MEZ EJUM1U.
3 La chela as 2 horas e 26 minutos da tarde.
11 Quarlo uunguar.to as 10 horas e 45 minutos
da manhaa.
19 La nova as 8 horas 4 minutos da manhaa
2d Quorto crescenleas 10 horas e 10 minuto da
larde.
PRILAMAR DE HOJE.
Primcin as 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segundo as 5 horas e 12 minulos da tarde
PARTE FFICIAL
Giiverno
la provincia,
N. 4s9.
2:000-*000
I-3004000
4:000-5000
GOOsOilO
Ambrosio Loil.o da Curih, presidente da pro-
vincia de Pornarahaeo. Pago saber a Luios os
sena Intuanles que a ossembla legislativa pro-
vincial decretou o cu sanecionei a resolurao se-
guinle :
Art. 1." A despeza das cmaras muniripaos da
provinria, para o nnnn fronr-ciro de 1860 i 1861
renla em 147:8i>)9:>2.
Art. i." A cmara municipal do Reeife auln-
tisada a distender cora os objectos designados nos
paragraphos seguimos a quantia de 104.0C6-J00O.
Venc ment do secretario, sen-
do um cotilo o quatroronlos mil
es de ordenado o seisccnlos rio
gratificara ....................
Mein do UtRcial-maior, sendo iio-
vecenios mil ris de ordenado
e quatrorentoa mil ris de gsn-
lificag&o............"...........
Mem de qualro amanuenses, sen-
do seiscentos mil ris de orde-
nado e qualnuentiis mil ris de
graliliraeao, e servindo um dcl-
les ile porteiro ................
i lera do eorrcio c continuo iia ca-
sa, sendo qualrocenlos mil ris
do ordenadoe dnzenlos mil ris
de gratilicag&o..................
2."
Porccntagem ao procurador de i
por cento de. tolas as rendas da
cunara, conforme o disposto no
artigo spRundo da le munici-
pal n. 433 de 25 de jiilho do
ls">7, calculada em............
Vcncimento do contador, sendo
novecentos mil ris de ordena-
do e quatrocentos mil ris de
gratifteaco....................
3."
Ordenado do advogado..........
litera do solicitador...............
Mem do porleiro judicial........
dem do qualro fiscaes da cidade,
lendo cada um seiscentos mil
ris de ordenado o quatrocentos
mil ris de gratificaran, que se-
r percebida pelo su'pplenle quo
es ti ver em exercicio............
dem ao suppleiilo do fiscal en-
carregadodo matadonro, cts-
sando quaesquer encimemos,
que leuha por oulro motivo...
Ordenado dos Oseaos das fregu-
lias do Poro da Paradla e Afo-
gados, tendo cada um quatro-
centos mil ris de ordenado e
duzenios mil ris do gratiflca-
c.5o, que ser perrebida pelo
suppleote, quocsiivcr em exer-
cicio ...........................
dem Dos liseoas de J-bnato,
Varzcn, S. I.ourenco e .'loribe-
ra, tendo cada uro duzeulos e
quaien'a mil ris..............
dem do cirurgioo da sasn de dc-
loneao..........................
l.lem'do engenheiro, um cont o
qualrocenios mil ris de oide-
najo e seiscentos mil ri de
gratificaran, subsistindo a dis-
posiro da Ici anterior relativa
ao regulamento, que devo ser
(hdo pelo governo.............
.dem de doze guardas tiscaes, ven-
cendo cida ura quinienlos mil
tis............................
Ordenado do administrador.......
Mem do capelln................
dem do sacristn................
dem do porteiro................
dem do jardiueiro..............
dem do dous guardas, a seiscen-
tos n Com os Irabalhadores precisos pa
ra os enterra melos o necio do
comiterio, inclusive roupa. sus-
tento o curativo dolres Africa-
nos livres......................
.
A logo el do paco..................
Expediente e irapresses.........
Jury e eleifo....................
'oslas de proressos..............
Negocios judeteos tentados pela
cmara........................
Limpeza das ras.................
Idoin i o porteiro.
dem do ajudar.lc do mesmo___
dem co fiscal ta cidade. pene-
bendo metade o sopplenle que
,:"'?r em exercicio........
o cirnrgio de partido,
o administrador do cemi-
esli
dem
dem
lerid
Com a
dor.
Com o
Com a
t rador
porcentagem do procura-
rep"esador do acongue.....
porccntagem do adminis-
do maladouro............
2.
Com o expediente o despezas
miudas.........................
Com os foros dos terrenos oceu-
pados pela cmaro............
Com o jury e eleices............
Com o pagamento de cusas dos
proressos criminaos c contra-
venenos de postotas............
Com cdiras municipaes, reparo dos
predios, caiga memo e limpfzj
das ras___,...................
Coro o nlugncl (I i casa que serve
de ribeira do peixe............
Com o
de a^nogue
Com '
Com
di
natura
alugoel da casa que serve
em Crnangy......
y. e agua para a cadeia....
snezas pventuaese ossig-
28225000
l:300$n00
500:000
35000H
2005 ;0()
OOOtOiO
COgOOO
nos paragrap
3:195;(U0.
[de tu
dem
dem
dem d
do Diaria..,
31IIIHUUO
IOOjOO
300*000
S'MJJOOO
18OJ00
200SOOO
socooo
50O3O
30*000
23-5000
00$000
120J00O
l:70?SO0O
812000
40JO00
2505000
1184OOO
5 207)000
AlugMM do p,icc, municipal.......
Mobilia............................
Oirs e limpesa de ras..........
Eveuluacs ...............
00:000
204:000
2085725
100JOO
AUDINECIAS DOS TBIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal dopommercio : segundas e quintas.
Relagao : loteas feiras e sabbodos.
Pazenda : lerdas, quintas e sabbados as 10 horas.
Joizo do counercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphoa: trros e sextas as 10 horas.
Primeira va do civil: trras e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil
meio ili.it
Limpeza Jj
quartas e sabbados ao
DAS DA SEMANA. .
18 Segunda. S. Leoncio m. ; S. O/ano v.
19 Terca. S. Juliana do Falconieri r.
20 Quarla. S. Silverio p. m. ; S. Adalberto
21 Quinta. S. I.oii Gonzoga, jesuta.
22 Scsta. S. Paulino b. ; S. Concordia v.
23 Sabbado. S. Joao sacerdote ; S. Agripina v.
24 foniingo. Nisi-iir,i-iili de S. Joan Baplisla.
are
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha
Sr. Jos Marlins Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Peroira Marlins.
EM PERNAMRUCO.
O proprielario do hurto Manoel Flgueiroa de
Fana.nasua ILvrarla praca do" Independencia ns.
? ras a uveutuacs...
asjiio
,,, ,, ... 1:98>727 desigmdos nos poragraphos se"uiirtes a
Art. 10.- A cmara municipal da villa do I.i- de 1:0355000.
moeiro autorisada o despender coraos ohjertos
'iSi"orn"nA,nv0S I^^Smphos SOguliileS a quanlia | Ordenado do
de ^.J0U5>00
Art. zi. a cmara municipal do Uouito ca
-------^~~ 1 a',lorsi,d;l l,88<" o qe deve de cusas de pro-
Ail 18 Aramu m.,; i a ?-*V>0O cessos a Joao Gomes da Silva, escriva.n do crirae
aii. 10. a cmara municipal da villa da B\i e civol.
o despender cora os objectos| Art. 28. approvado o regulamento sobre l-
cencas annuaes. e aferiroes de pesos e medidas
1
Art. 5." A cmara municipal de Nazereth au-
lorisada a despender com os objectos designados
los seguinles, a qoantia do ris
1-200-5000
960:>000
1:200J000
2:0005000
6:000g000
2:0008000
9OO9OOO
3600O0
60051)00
4d0$u00
1:200000
5:09JOOO
800g000
l:000g000
2:00,>SOOO
3:0005000
s sc.
Conlinuarao das obras do mala-
douro, as qoacsser.io adminis-
tradas pelo engenheiro da c-
mara............................
Conlinuarao das obras do comite-
rio das freguezias do Poco da
Panells e S. I.ourenco da Malla
Desapropriacoes..................
Erenluaes e'dividas passivas.....
1:0005000
12U05OO0
12:0005000
6000.00O
IO.OOU511OO
10:0005000
800000
400JOOO
572*418
300SO00
50:000
50g000
50SOO0
200S00O
-1605000
, nn 1O4:066gO00
Art. J. A cmara municipal de Olinda u-
lorisada a dispender com os objectos designados
nos paragraphos seguinles a quanlia de 6.O82S0I5.
1."
Ordenado do serretatio..........
dem do porleiro.................
dem do procurador, tendo nnis
seis por rento em todas as ren-
das da cmara .................
dem do fisral dasduas freguezias
da cidade......................
dem do de Bebe ribo.............
dem do de Paralibo..............
dem- do do segundo districto de
Maranguapc....................
-Advogado.........................
2.
I-xpeJienlo.......................
Rusias de processos. Picando a
cmara aulorisada a pagar de
cusas vencidas ao escrivo in-
lerino do jury, Fram isco das
Cliagas Cavalcanli Pesaos, a
quanlia do 193*183 rs.. ao pro-
motor publico interioo Dr. Ama-
ro Joaquim Fonseca do Albu-
querque, a de27j o ao juiz mu-
nicipal, Dr. AgosiinhoErmelin-
do de Leao, a de 3I500.......
Luz e agua para as prises.......
Concortos de predios, calcorociito
e limpeza das ras.............
Jury c clecao....................
Evjntuaes. assignalura do Diario
0 i ni p ress oes....................
3.
Administrador.........v...........
Covciro, vencendo o jornal diarlo
"ol280........................ 467f.480
Evenluaes........................ 400OOO
400(000
150000
1:0003000
200SOOO
282J747
60O5OOO
6:0828645
Art. 4 A cmara municipal de Goianna 6au-
orissda a dispender com os objectos desig-
nados nos paragraphos seguinles a quanlia de
5:207*000. H
81
Ordenada do secretario........... 800*000
lcmto adrogal................ 300|000
S 1-
Ordenado do secretario...........
Ordena Jo do porleiro............
do ronli 1111 o...........*.....
0 li-cal da cidade.......
os liscaes das freguezias.
1 encarregado do repeso..
Mein do procurador..............
dem do advogado................
Com o expediente e de.-pezas
miud.is.........................
Com o jury c eleices..........
Com cusas de processos, inclu-
sive n que anda dee a cma-
ra a Manoel Joaquim Dandcira
de Mello, e quanlia de oitcn-
la o sote mil e diizenlos ris a
Leandro O'Aiinunciacia Lira...
Com obras, limpeza e calcamento
das roas........................
Cora o melhoramento da cacimba
de borabo......................
Com lupe agua para a cadeia....
Cun a compra de quatro batan-
eas e pesos para o ac-ougue....
Com despezas evenluaes e assig-
nalurj do Diario..............
500:0.10
lOOjOGO
lOOcOiK)
KIOJOOO
505OO0
100-000
150--00'
1505000
305000
1005000
COOjOOO
500*000
3O05O0''
2OO5OOO
1005000
1155000
3:195J000
g 1."
Ordenado do serntario..........
dem do advogado___t...........
Ordenado do porleiro............
dem do ajudairte do mesmo.....
Vencimciiins do fiscnl............
Porcentagem do procurador.....'.
2."
Expediente e despezas miudas....
Jury e eleicao....................
CusUs dje proressos..............
Luz e olgua paro a cadeia........
Hi'i la pas-i>a......,.............
Obres e'limpeza das roas.........'
Cecniterio do Limoeiro e Dom Jar-
dim......................
Evenluaes
rio
3505000
8l."JXi|;0
GegOoo
5805000
60-3000
secretario
Mem do poiteiro...........**
Mem do ajudanle do mesni.....
Porcentagem do procurador......
2o.
,, i Expediente ;...........
ffl2lHryot'!eicoC8..........
,^2:llu al P,ra a cadeia.....
-wSOU.'Aluguol da casa
chivo .
25$0iK) 1 Cusios de processos
5C5000, Obras municipaes.
200:000
'fSSSi !:O35O00
luji.OO Arl. 19. A cmara municipal de Tacaral
O5IJO aulorisada a despender com os objeclos desig- i de l860.
da cmara municipal do Caboj bero romo o da
muniripalidade de Pao d'Atho sobre aforicesde
que servo de ar-
105000.
259OOO
20;006!
205000
505000
OO5OO
balanQas. pesos e medidas.
Arl. 29. concedido a Joao Jos Rezorra, ar-
205OOU remtame do imposto de 500 ris por caneca de
5O5OOO gado vaedura moito no municipio de. Goianna o
I abale da quarla parle do proco da arrema-
(0900.
Arl. 30. Picara rcvogada3 as disposiroes em
contrario.
Mando, por tanto, a todas os autoridades a
quem o conhecimenlo c exeruco da prsenle
resoluro perlencer, que a cumprm o facam cum-
pnr lao inteiramenle como nella se rontem. O
secretario desta provincia a faca imprimir, publi-
car e correr.
Pala.io do governo de Pernambuco, 16 demaio
o assignaluras do Dia-
< ao '.iad'!,s "ps pa^graplios seguinles a quanlia de....
1:2098000 1:1885000.
I 1.
..................... IOO5OOO Ordenado do secretario. .
-------------dem do pnrioiro......
2.960j000 Mem dos Pscaos. .....
cmara municipal de Iguarass Porcentagem do procurador
oungada a despender com os objeclos designados
Arl. 11. A
nos paragraphos
2,9005000.
seguinles a quantia de......
Ordenado do secretario .
Mem de um guarda .
Mem do ajudanle do mesmo .
M.-rndo-dous fiscaes, pcrcebemlo
1605000oda villa .....
Porcentagem do procurador '. '.
, 9 2."
Luz e agua para a cadeia .
Jury e 1 leiroes......
Cuelas de processos.....
Concert de predios, calcamcnlo e
limpeza das ras.....
Expediente c despezas miudas. .'
e assignalura do Dla-
Eveniuacs
rio
4005000
809900
5000O
22050C0
SrjjjOO
30301.0
lOittOOO
2005000
1:6005000
6JJO00
7O5OOO
2.
Expediente............
Jury e eleices..........''
Alugoel do paco da camora. .
Luz e agua para a cadeia........
Despezas e evenluaes e assigna-
lura do Diario....................
Cosas de processos..............
Obras municipaes................
2005000
503000 I
40^000
Cd;Ol0
255000
80:000
48:00
40*000
45;000
IOO9OOO
5003000
L. S.Ambrosio Leito da Cunha.
Sellada e publirada n*sla secretaria do gover-
no aos 16 de maio de 1860. trgaimo nono da
independencia e do imperio. Fianchoo Lucio de
Castro.
Registrada a fl. do livro 5o rielis provin-
cia es.
Secretaria do governo de Pernamburo, 17 de
maio de 1860.Francisco de Lemos uarle, es-
criplurario d 4.a secrao.
Sello..........
Emolumentos.
160
35:800
Tenente coronel comraandanfe do balalhao n
4/ de infamarla da comarca da Ba-visla, Mauocl
Lopes de Barros .
Uirpi,s..................... 1250CO
Sello.
16.)
Emolunientos............... 35*800
4759GO
do commando superior da
Duarc :naC'nsl ao G*M. Miguel Reinoux
irei'"s...................... 60S0GO
imenntos............... 255OOO
................... 100
Copilao secretario
ello.
Expediente do tecretario do governo.
Ouicio ao director da secretaria dos negocios
da os..ea.-0 Bxm. Sr. presdeme da proTinoia
manda aecusar recetado o officio n. 739 de i do
SWLI* "J* '" rome.leu as pato-
les dr
desla
difTerentes offlciaes da
provincia, acompanhadas
uireilos o emolumentos
patan-
uarda nacional
das notas dos
- que lera ellos de pagar.
Mto ao director do arsenal de guerra da corte,
o br presidente da provincia, manda
eomnuinicar a V. S.. ora resposia
n. l/o de 4 do correnle.
S. Exc.
Art. 6." A camira miinictpal do Rio l'orrnoso
aulorisada a despender com os objeclos desig-
nados nos paragraphos seguinles a quanlia de
ris 3.&65000.
l-
Ordenado do secretario..........
Mem do advogado................
Mem do porleiro................
Mem do fiscal....................
Com mu guarda municipal......
Com a porcentagem de seis por
cenlo aoprocurador............
2."
Com o expediente e despezas miu-
das.............................
Com o jury e eleices............
Com luz le agua para a cadeia___
Com o allugue! do paro da c-
mara.)..............'...........
Com ensilas de processos crimi-
naes............................
Com obras e limpeza das ras...
Com evenluaes e assignalura do
Diario.........................
5005000
20O5O00
120J00O
looaooo
12OS000
2005000
30501)0
CgOOO
lOOOOO
141000
4 1.50jU00
..................... 905000
3:864s0O0
Art. 7. A cmara mnnicipal da villa de Pao
d'Alho aulorisada a despender coraos objeclos
designados nos paragraphos seguinles a quantia
de ris 3:2315632
1."
Ordenado do secretario..........
dem do porteiro................
Mera do crrelo, que servir de
ajudanle do porleiro..........
Mein do advogado...............
Mera do repesador da villa......
Mem do da Gloria do Goil.......
dem da Luz....................
Porcentagem do procujader......
2.
Espediente o despezas miudas.
Jury e eleicao....................
Luz e agua para a cadeia........
Cusas de processos..............
Foros do terreno oceupado pelo
arougoe da villa................
Oirs, calcamento e limpeza das
ras............................
Evenluaes..................
3O0J000
8O5OOO
70*000
20;000
GOjjOO
31)8000
25:000
245*299
50J10GO
IOOjjOOO
IOO3OOO
200500O
6*333
1.-7001000
6i$000
3:231 $632
Arl. 8. A cmara municipal da villa do Cabo
autonspda a despender com os objectos desig-
"f ? nos paragraphos seguinles a quantia de
ris 2:443OOO.
1.
Ordenado do secretario..........
dem do advogado..............
dem do porleiro................
dem dos liscaes................
dem dos ajudantes dos mes-
uras................p...........
Porcentagem do procurador.....
2.
Expediente c despeas miudas...
Jury e eleices..................
Luz e agua para a cadeia........
Cusa de processos..............
Dividas passivas dos anuos ante-
riores..........................
Evenluaes e ossignalura do Dia-
rio.............................
Obras municipaes................
Ceraiterio.........................
2005000
1508000
5O80D0
345000
205000
145S00O
25g000
6O3O
80B000
30800J
209$850
805000
89S050
1:0008000
2:433,8000
Art. 9. A cam?ra municipal da villa da Es-
cada aulorisada a despender com os objeclos
designados nos paragraphos seguinles a quanlia
de ris 1:982*725.
1
Ordenado do secretario...........
dem do advogado................
dem do fiscal...................\
dem do porteiro..................
Porcentagem do procurador!.....
i i.
Expediente, sssignatura do Diario
e despezas miudas............
Luz e agua para a cadeia........
Jury e eleicao....................
Custas de processos........._____
lospoudor com os objectos designados posiees j decrriadas em
hos seguinles a quanlia de 1:2g. j. loguis do predi
S 1- K q O Pn,..- i....4.._:..
. .. 2.9605000
Ari. 12. A cmara municipal do Caruai au-
lorisada a despeud
nos paragraj
_
Ordenado do secrelario
Mem do porleiro .....
Porcentagem do procurador .
Mem dos liscaes do municipio
Ycnciraenlu do fiscal da cidade '.
3 2.
Expediente o assignalura do Dia-
rio I........
Jury e eleices......[
Luz e agua para a cadeia .
Cusas de proc ssos, inclusive me
lado que deve a cmara a Joo
Evangelista IVreira Paes .
Obras e limpeza dos ras .
1:188:000
Art. 20. As do mois cmaras ficam autorisailas
a despender as quanlias segrales, regulanuo-se
pelas anteriores disposices de lei : a de Sen-
nhaem 7025000, a de Barrciros 565OOO, a de
Cabrob 3660O0, a de Buique 5005000, a de In-
gazclra G62;ji)O, a de Cimbres 4805000, a de
Bonito 7705O00.
leuda municipal.
Ait. 21. As cmaras municipaes ficam aulo-
risadas a arrecadar, durante o auno inanreiro
rn. as rendas provenientes das seguinles u-
is anteriores .
3(05000
ICOSOOO
8>;000
50:000
50*000
8(!$ono
808(100
705000
paes
ios municipaes.
2.a Foros e laudemios de terrones muniri-
2345000
20S0O)
3. Afciires de pesos e medidas.
4. Licenca de cordeaces conforme a tu- '
lolis i. 2" de t843, organisada pela cmara mu-
nicipal do Iiecife.
5 Repesos" de aufougues.
6. Taxa de dous mil ris paga annualmen-
'e pelas licencas que liverem os mscales e bu- I
celeirasquc vonderem no municipio.
7. Taxa de dous mil ris sobre as
EXPEDIENTE DO 15 OE JIMIO. Al
Oflicio ao Exm. 3o vire-presidente da provincia
do Piaulij, Ernesto Jos Baplisla.Acenso a re-
coprao do oflicio que V. Exc. me dirigi em 16
de maio ultimo, commiinicaudo-me haver, na
qualidade de 3." vico-presidente, tomado psse
da administraban da provincia.
Dito ao do Maianhao. A COSO a recepr.i do
officio que V. Exc. se servio dhigir-me oii 6 do
corrento, acompanhado de dous exemplares do
relatoriocom que o amecessor de V. Exc. abri a
sessso Ordinaria da assemhla legislativa dessa
provincia, no corrento onno.
Dijo ao do Para.Acenso recebido o officio que
\. Exc. me dirigi era 6 do correle, com dous
exemplaresdo regulamento coiifeicionado pelo
antecessor de V. Exc.. reformando a instruccao
primaria dessa provincia.
Dito ao mesmo. Acenso a receprao do ofTuio
que V. Exc. me dirigi era 5 de maio Ultimo, .
acompanhado de dous exemplares dos anm-xos a '
ao seu officio
. que ficam j recolhidos
ao arsenal de guerra desta provincia os 135 co-
adosde panno msela destinado para fardamen-
lo da .usna do 9 balalhao de infamara
Dito ao inspector da Ihesouraria provincial.-
Reraetloa V. S. inclusa informacao, dada pelo
director interino da repartido das obras publicas
em 14 do correnle, acerca do seu officio de 9 dos-
te mezl sob n. 199. relativo ao abalo, dcStolfe-
recido por Frimisco de Pucho Borges na anean-
tarao dos reparos do lauco da estrada da Victoria
ntreos marros de seise oito mil bracas, afimdo
qoe, int-irado do que se expe em di'ta inlorma-
rao, mrmenle na uliima parte, informe com o
mais que convier aos inleresses d3 fazenda pro-
vincial. r
. MU m mesmo.-Pode V. S como propo a
dessa llirsouraria. mandar por notamente
. ., l.iiSoOO
Arl. 1J. A cmara municipnl do cidado da
Victoria aulorisada a despender cora os objec-
los designados nos paragraphos seguinles
lia de 5:320gOOO.
1.
Ordenado do secretario ....
Mem do advogado.....
iedin do porleiro......
Mera do ajudanle do mesmo .
dem do cirurgio. .....
dem do guarda do acouguc......
dem do fiscal licando cicorregodo
da conservarlo das ras.......
Porcentagem do procurador......
a quan-
8003000
30OS00O
1008000
80500
2008000
1005001)
llhoCOS.
8.
ros.
.5 9,
cipaes.
8 10.
enge-
Taxaem vigor sobre as passagens dos \
as estradas e puntes muni-l
curga de farl-
Tax sobre
vara para
2.
Expedienle.......................
lury e eleices..................
Luz e agua para a cadeia........
Aluguel do paco da cmaro......
distas de processos criminaes___
Mem de processos por informa-
ces do posturas...............
Obras municipaes, reparo deareio
dos rios e foros dos terrenos
oceupados pela cmara........
Evenluaes e assignalura do Diario
Com interraracnlo de cadveres
de indigentes c de animaes___
2403000
300gOO
305000
21)08000
l-iOJOOO
1803000
3505000
100J000
2:OOOSO00
100UOO
1005000
.... 5:3208000
Arl. 14. a cmara municipal da villa do Biejo
aulorisada a despender com os objeclos desig-
-oi"t*c "S I'araS"Phns seguinles a quanlia de
8 1.
Ordenado do secretario..........
dem dO porleiro................
Mera da fiscal....................
Porcentagem do procurador......
8 2."
Espediente, despezas miulas e
assignalura do Diario..........
Jury e eleices..................
Cusas o processos..............
Luz e agua para a cadeia........
Foros dos terrenos oceupados pela
."niara........................ 3*880
Limpeza e calcanjenlo das ru^s.. 100SOO0
200500,)
40*000
5O8000
SOJOOO
100*000
40SO00
808000
1008000
793J00:)
Ait 15, A cmara municipal da villa de Ga-
ranhuns aulorisada a despender com os objeclos
desianados nos paragraphos seguinles a quanlia
do 1.075*000.
1."
Ordenado do secretorio..........
dem do porteiro.................
dem do advogado..............
Porccnlagera do procurodor......
2."
Jury e eleices..................
Expediente.......................
Custas de processos..............
Evenluaes e assignalura do Diario
3008000
408000
3008000
608000
IOOjOOO
10J0CO
200*000
65*000
. 1:075*000
Arl. Ib. A cmara municipal da villa Bella
aulorisada a despender cora os objectos designa-
dos nos paragraphos seguinles a quantia de
848*540.
1.
Ordenado do secretario.......... 240*000
Mera do porteiro................. 50*000
dem do fiscal.................... 20*000
Porcentagem do procurador...... 42*000
2
Expediente e desoezas miudas... 168540
Jury e eleices.................. 20*000
Luz e agua para 1 cadeia........ 40*000
Cusas de processos.............. 60*000
Obras e limpeza das ras......... 300*000
Aluguel do pago da cmara...... 60*000
300*000 848*540
200*000 Art. 17. A cmara municipal da villa de Ou-
00*000 ricury aulorisad* a despender com os objectos
100*000 designados nos paragraphos seguinles a quantia
OOfOOO da 363*500.
8 1.
Ordenado do secretario..........
80*000 dem do porteiro.................
70*000 S.
160JW00 Luz e agua para a cadeia........ 50*000
200*0001 Jury e eleices................... 80*000
120*000
25*000
que se refere o relolorio com que o Exm. Sr. le- I
nenie coronel Manoel de Parias e Vasconccllos,
quando presidente dessa provincia, inslallou a 2"
sosso ordinaria da 11a legislatura da assembla
no Io de oolnbro de 1850.
Do ao commandante das armas. Sirva-se
V. Exc. de mandar avisar a tres bffieUcs superio-
res para servirem de vogaes no junta que, nos
termos di portara de 19 de novemhro de 1858,
lera de julgar o processo do soldado do corpo de
policio Antonio Pe eir da Silva Moreno ; deven-
do os referidos ofQcinrs lomparecerem ueste pa-
lacio nodia25 do cor ente as 11 horas da manhaa.
Officiou-se ao juiz de direiio da 1
comparecer.
i;i. -i..f. j. r.i:.:_. n_____,,____... 0. _
inclusos offirios do juiz de paz da joma quali^ra-
dora da freguezia de S Benlo, nosquaes se acen-
sa o subdelegado da mesma freguezia, Jos Igna-
cio da Silva Carnciro," de iniervir nos irabalhos
eleiloraes daquella locolidade, e rciommendo a
V. S. que informe sobre o concert que raere-
cem (oes acensares, e se o referido subdelegado
tem precedentes que o abonem, de forma a lor-
na-lo incapaz do ntervencjio indebita elcitoral,
de que 6 increpado.
Duo ao mesmo.H.ija de ministrar os informa-
coes que solicita o F.xm. presidente do Para no
oflicio constante da copia unta acerca do africa-
no de nomo Thomaz, que seguio desta provincia
para aquella no navio ingles Goicud.
Dito ao mesmo. Dcvolvendo a V. S. as con-
los era duplicla da despeza feita com o sustento
di.s presos pobres da cad3 de Ouncury, nos me-
zes de Janeiro c fovoreiro ultimes, que acompa-
nharam os seus offirios de 30 de maio do corren-
le, sob ns. 750 o 805, lenho a dizer-lhe que os
E por isso eslao obrigados a por o
consta de sed officio de Iranlera sob n. 223 quo
fica ossira respondido.
D1I0 ao mesmo.Para que en possa resolver
a do contedo dos seus eficios de honiem
Tj f. dileiilJ iCls por
nha e legumes, rendidas nos mercados pubii.
licando as cmaras obrigndas a fornecer aos
vendedores ou donos de taes gneros as medidas
aferidas.
11. Multas, segundo o cdigo do processo
criminal o les em .vigor.
) 12. Mullas por'nfracres de posturas. '
"8 13. Multas propnenles de eleices.
g 14 Multas das cmaras, conforme o art. 19*
t3 da lei rauuicipal 11a 135 de 2 de maio de
1831.
15. Diziraa do capm de planta, que se ven-
de no municipio de Olinda.
16. Dizimo miuncas do municipio de Flores.
17. Quihhenlos ris por cabeca de gado voc-
ciiin, que for raorlo nos malodoros publicos'e
particulares, duzenlos ris por cabeca do gado
suino e cem ris de ovclhum.
18. Quaesquer oulras imposices e laxas,
quo as cmaras estiverem amansadas a cobrar
e que nao tenhtin sido abolidas.
19. Dividas dos annos auteriores.
20. Saldo dos dilos.
., _.. ..... -----r, ^ ..j.KH^a puiu soi-1 provincia
r fogo de artificio, licando prohibido o uso de ajudantes
go do ar, que n5o fr syslema de Morel, e qua- da caoiial
o mil ris pela de soltar fogo do ar __VS,V,_ ',
rodas,
por dito de aluguel de
1, dito duas ro-
por cadj ora-
do art. 105 do cdigo do processo.
23. Dous rail ris por cada licenca annual
ordenada pelo regulamento de 15 de'junho de'
1851, paracobronca do imposto geral. decretado
no arl. 69 da le do orcamenlo de 1813 a 1844,
sobre lujas, casas de commerco e outras de di-
versas denomiooces especificadas no citado re-
gulamento do 15 de junho do 1854 e no arl. 48
do regulamento de 10 de junho 1850, ficando
isento desla imposicao as estabelecimcnlos, que
o estiverem pelo art. 69 da lei do orcamenlo ee-
ral de 1843 e 1844. e
24. Dezeseis mil ris por carro particular de
qualro rodas d{ exo llxo, a excepcao da cmara
do Recfe, que .nao percebera esle imposto riera
os aue seguemjrtt o 29 inclusive.
25. Dez mli ris por dito de duas
dito.
26. Dezoile mil ris
qualro rodas, i
27. Onze mil ris por dito, dito duas ro-
dos.
28. Vinte e cinco mil ris
nibus.
29. Seis mil ris por cade carroca exeptua-
dos os vehculos empregados em servir.o ogri-
col *
30. Cinco ail ris por licenca para curraes
de peixe.
g 31. Quarenla ris por codo coquero de pro-
ducto para negocio, devendo os fiscaes faze-
rera as colectas no ultimo trimestre de cada exer-
cicio.
32 Dous mil ris por licenca para forno de
queimar cal ou cacira.
Disposices garaes.
Art. 22. Ficam as cmaras municipaes do Re-
cfe, Olinda, Iguarass, Goianna, Victoria. Esca-
da, Serinhem, Rio Formoso, e Cabo, autorisa-
dasa applicarem quaesquer sobras de suas recei-
tas ao pagamento das divijas que por ventura
contrahissem por causa das despezas extraordi-
narias cem o recebimenlo deSS MM. II. assim
como concedida igual autorisagao a cmara mu-
nicipal de Nazareth. pelas despezas feitos com os
preparativos para o mesmo flm : taes dividas po-
dera ser pagas de preferencia a quaesquer ou-
tras.
Arl. 23. As domis cmaras ficam autorsadas
a applicarem as sobras de suas receilas a obras
municipaes, podendo a cmara de Garanhuns,
despender ate a quanlia de 400*000 com o me-
lhoramento das duas fontes d'agua potavel da
villa do mesmo nome.
Art. 24. A cmara municipal do Reeife Oca au-
lorisada a pagar oque deve aJoo Honorato Serra
Grande.
Art. 25. Igual autorisagao concedida a c-
mara municipal de Olinda para pagar os foros
divdos a Mara Ignacia do Carmo, viuva de Jos
Ferreiro.
Art. 26. A osmara municipal de Iguarass
aulorisada a aforar perpetuamente a Cosma Ma-
ra da CMiceicio de Jess, a* duas sorles de ier-
ra denominadas Pitanga, e ttondego que possa*
juatada villa,.
Dito ao inspector da Ihesouraria de fazenda.
Remollo a V. S., para os eiTcitos lgaos, o inclu-
so decreto de nomcorao do barbare! Julio Augus-
to da Cunha Guimaraes, para o lugar de ofucial-
maior do tribunal do rommerc'o desla pro-
vincia.
Dilo ao mesmo. Estando no caso, mande V.
S. pagar ao lenle JacinlMFTeixcira de Macedo,
ou ao seu procurador, o quanlia de cento e cinco
mil reis, a que lem elle direilo como comman-
dante do destacamento de guardas nocionoesda
villa de Garanhuns, acontar de 12 de obril a 12
de maio deste anno, como se v das relceos
juntas, que me foram remetlidas pelo comman-
dante do balalhao n. 28 da guarda naciouol da-
quelle municipio com olicio de 26 do citado mez
de maio. Communicou-se ao supradilo com-
mandante.
Dito mesmo.A' vista do officio de V. S sob
596 e de 15 date mez, approvoi a laaella do ar-
bitramento da elope para a tropa do 1* linda, e
da raefiode forragem para a companhia fixo de
cavallaria no semestre do julho a dezembro do
crreme anno, e incluso remetlo-lho urna copia
da referida tabells, pora lerexecugo.Remetteu-
se igual copia ao commandsnte dss armas.
Diloao mesmo.Mande V. S. pagar a quantia
de 457*320, que tem diroito Jos Pereira de
Alean ira dj) O por haver feito a obra de que pre-
cisara o quartel do 4o balalhao de oriilharia a p
em Olinda, segundo me declarou o director das
obras militares em officio de 14 do correnle, sob
n..47.Communicou-se ao supradito director.
Dito ao mesmo.A' visto desua ioformacode
honiem, sob n. 597, auloriso a V. S. a mandar
pagar sob minha responsabilidade nao s o sold
relativo ao mez de maio ultimo dos oQiciaes do
armada omprogados no arsenal do marinha, por
se achorem elles comprehendidos no 12 do arl.
Io do decreto de 7 de maio de 1842, mas lam-
ben) os venrimontos dos empregados oceupados 110
expediente dos obras do melhoramento do porto,
pela indeclmavel necessidade de nao pararem
aquellas obras cora perda de grande parte das
despezas ja feitos Communicou-se ao inspector
do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo.Expera V. S. suas ordena
para que na recebedoria'de rendas internas sa-
jara arrecadados, a vista da nota junta, as quan-
lias que eslao a de ver os officiaos da guarda na-
cional, declarados na mesma nota.Officiou-se
aos respectivos commandanles superiores para
ordenar o pagamento, e communicou-se aos ms-
enos offlciaes.
felaco a que se refere officio supra :
Coronel reformado da anliga guarda nacional
da comarca de Flores, Antonio Xavier de Moraes.
Direilos
Sello........................
Emolumentos...............
60f000
160
43*000
. 1031160
Tennle cetanel reformado da mesma guarda
nacional,. Victorino Lopes de Barros.
Oiteilos..................... 481000
sob ns. 214, 215. 216, 218 e 219, relativos as ar-
remalacoes dos imposios de 250d do guio voc-
1 um consumido nos municipios do Olinda Brejo
e Bonito, os 20 % da da agurdente em Caruar
Nazareth. Pao do Alho, Olindo, Goianna, Victo-
ria, Cabo, Rio-Formoso, Agua-Prola e Scrinha-
em, c de lodos os que devora ser cobrados as co-
marcas do Limoeiro, Cimbres, Garanhuns, Plores
e Boa-vUta, faz-se preciso que V. S. mitta o
seu iuizo sobre os preros offerecidos, cumprido
que assim o pralique em lodos os casos anlogos.
Dito ao commundaute do corpo de polica__
Mande V. S. opresentar ao tenente general com-
manlanle das armas, alim de ser alistado no cx-
orcilo como remita, o soldado Jos Hilario de
lima 1 ..n ,. ,.,r.,.. ----- -IB.;. a 1,1 j
o 00 correnle.Comrauniaou-se ao commondan-
le das armas.
Dilo ao commandanlc superior da guarda na-
cional do municipio do Becifc.A' visia da sen-
cao legal que ossiste a Mauocl da Silva Anciao
mande V. S. dispcnsa-lo do servieo da guarda'
nacional.
Dilo 00 juiz de direilo da Ia vara.Remello por
copia a Vine o officio que em 15 do correnle o
sou 11 821, me dirigi o hefe de polica com os
qnalro documentos a que elle se refere, o dos
quaes consta ier d?sapparocido do carlorio do
esenvao do jury, Joaquim Francisco de Paula
Lstevos Cirneme, o processo em quo Joaquim
Ilerraillo Alvos da Suva foi pronunciado pelo
enme de ofTensas phisicas, ofim de que. na for-
ma de direilo, Vmc. proceda contra o referido es-
envao. Communicou -se ao chele de polica.
Dilo ao omento da'companhia brasileira de pa-
quetes a vapor.Pode Vmc. fazc-r seguir para os
portos do sul o vapor Tocantins a hora indicada
110 seu officio do hojo.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia do officio
do chefeda commisso astronmica fica salisfeito
o que Vmc requisitou em seu officio de 6 do
correte.
Dilo ao commissario vacinodor provincial.
Remelli Vmc por intermidio d Manoel Figuei-
ra de Paria ao vigario da freguesia do Itamb
algumos laminas de puz vanlico de boa qualida-
de.Commnnicou-se ao supradilo vigario.
Dito ao proprielario da typographia do Diario
de Pernambuco.Inteirodo do contedo do offi-
cio de V.S. de 14 do correnle, lenho a dizer, em
resposta, que fica marcado o praso de qualro
mezes para a conclusao da irapressao da estalis-
lica da provincia, e espero que ella fique prorap-
la denlro desse novo praso.
Dito 00 direitor do orsenol de guerra,Man-
de Vmc. oproraptar cora urgencia, allra de screm
enviados a companhia de pedestres da comarca
da Ba-visla, os objectos mencionados nos dois
pedidos inclusos.Communicou-se ao comman-
dante dos ormors.
Portara.O Sr. gerente da companhia per-
narabucana depaquetesavapor mande dar p"assa-
gem para a provincia do Cear, no primeiro vapor
da mesma companhia que seguir para o norte em
lugar deslinodo poia possogeiro d'cstado, ao ta-
chigxapho Carlos Ernesto Mesqua Falcao, cor-
rendo as despezas de commodidados por conta
daquella provincia.Communicou-se ao respec-
tivo presidente.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira de
paquetes a vapor expega suas ordons para que.
no vapor procedente do norte, sejam transporta-
dos aos seus deslinos e por coma do ministro
da guerra as pregas do exercilo constantes da rc-
lago junta.Communicou-se ao commandante
das armas.
Relacao a qce se refere o offio supra:
Paro a corle.
1. cadete 2." sargento Virissirao Maxmiano Go-
mes da Silva.
Cabo d'esquadra Jos Pedro Celestino.
Soldado Leao*Jos de Carvolho.
Alexandre Ferreira d'Almeida
Manoel Francisco.
Pedro Clemente.
Firraino Francisco da Cosa.
Para a Bahia
Soldado desertor Joao francisco.
Despachos do da 16 de junho.
454 Amaro Jos, preso na casa de delengio.
Informe o Sr. directur das obras publicas.
455.Belarmino Alves de Aroucha.Tendo
sido a fianga do supplicanle prestada para a arre-
raalagao diversa da que agora pretende, cumpre
que para esta uliima se habilite competente-
mente.
456.Donara Mara da Conceigfio.Informe o
Sr. Dr. chele de polica.
457.Eduardo Jos de S. Anna, professor pu-
blico da povoaglo do Aliinho.Satisficara a exi-
gencia da Ihesouraria provincial constante da co-
pia junta.
458 Felippe Gomes de S. Anna.Informe o
Sr. director das obras publicas.
459.Capitulares da calhadral de Olinda.


ti
DIARIO DE PEBXAMBUCO. TEUQA FEIBa 10 1>E JUNHO DE 1860.
Informo o Sr. inspector da thesouraria de fa- 'oii^a com lodosos seus veueiiuentos aojuiz ne
zendi. I direilo Pedro Antonio da Cosa Moreira, aflm de
460."Bacharel Julio Augusto da Cunha Gu- i'a\BT d *ua saude ondo lhe convior ; e 2a, au-
roares.Remelle-so nestadala a Ihesourars de tensando o governo para mandar passar carta de
fazenda o decreto de nomcaco do supplictnle
para os eTeitos legaes.
461.Joo Auastaco Camello Pessoa.Enlre-
guc-se-lhe com as cautelas do eslylo.
462.o mesmo.Sim.
463.Marcelino Jos Lopes.Como pede.
naturalisaco de cldado brasileira a Anlouio Vi-
eira Haciei e outros.
Continua a 2a discusso adiada na sesso de
25 do mez passado, da proposico da cmara dos
processauo o punido no lugar do delicioun-
iendo o orador quo nao npplbovel ao di-
reilo internacional ; que sim urna regra de di-
reilo municipal, e que mesmo ahi soffie excep-
tos.
Sobre a censura que fez o Sr. visconde de Ma-
ranguape ao projeelo, por ser incompleto e de-
pender anda do uro regulamento do governo,
deputados, mandando processir ainda quo an-! expendo o orador as razes por que so d a nc-
sentes do imperio, e julgar, logo que forero pro- cessidade de incumbir essa tarefa ao governo, e
464.Manoel Joaquim F<=rreira Esteves.Ha- |entes os cidados brasileros que perpetraren) observa que nao ha nisso inconvenienle. visto co-
bilite-se osupplicanie iwra concorrer arrenta- ; ^[t__* "l.nlc_8__enl!.PaiIcs.es.,r,,.n?fci!0Si com .P*~ mo tssc regulamento lem de ser submeltido
lacio, que foi transferida para o dia 18 do cor- |reccr das cemmisses de legisloco o eotistilu-
rcnle. j > e vol om separado : comecou-se pelo
465.Manoel Clemente Ribeiro Varejao.In- arl- Io da proposico, com a respccl'ivi emenda
forme o Sr. Dr. juiz de direilo da comarca lo .das referidas commisses, as quaes sao apoiadas.
Cabo. I Sr- "'aouco pondera que foi elle que ero
466Maria Benedicta da Molla Silveira. pro-| *85* c_0"o ruiuislro da jostra promover a apre-
essora publica da cidade de Naza re h.Informe sentado do projecto quo ora so discute ; quo le
o Sr. director geral da instrueco publica.
467.Manoel da Silva Ancio.Ao comman-
dantc superior se expedem as ordeas conveuien-
les no sentido ero que requor.
COMMANDO DAS ARMAS.
Jaartel general do eommando das
armas cui 1'ernauibuco, 16 de
junho de 18GO.
OROEM DO DIA N. 409.
O Sr. lenle general commaadanlo das ai-
reas faz corlo para conhecimento da guarnicao c
devido elleilo, que nesta data contratou para sqr-
virein por Iros anuos na msica do 4" baialho
de arlilharia a p como msicos de 2a classe, nos
termos da imperial pioviso de 11 de Janeiro do
1853 os paisanos Joo Barbosa de Mello e Luiz
approvacodo corpo legislativo.
O Sr. D. lanoel adopta o projecto da c-
mara dos depulados sera as emendas das com-
missocs do legislaco e constituco, porque
entende que aquella andn mais bem avi-
sada.
Entende que todo o crimo deve ser punido,
emlora seu autor resida om paiz estrangeiro, e
do
bero o premio de 150$. pagos na forma
guiamcnlo que baixou com o decreto c. 2,171
1 de maio de 1858.
Assignado. Dardo da Victoria:
Conforme. Pedro Gomes de Olioeira, alfercs
aiudante de ordens do eommando.
INTERIOR.
ve grande parte na sua confecraq. o eropregou
lodos os estorbos para que fosse opprovado na
caraira dos depulados.
Actuava.enlao no espirito do orador urna caj- criminoso. E no caso auc conveniencias polticas
sa prxima e occasional, as nossas retacos es- | acoaselhem a no-punicao do criminoso, ahi est
pectaes com os nossos visinhos da fronleira do o poder moderador para perdoar.
sul, e em geral as nossas relajos internacio-
nal?, cada dia mais extensas e multiplicadas
Todos os das davam-se oceurrenciasque rcvcla-
vam a imprevidencia que havia de nossa parle
cm nao preencher ess.i lacuua de nossa legis-
la;o.
linio, porm, nao se julga na mesraa siluaco ;
ao ministerio aclual compele hojejulgar da utili-
dade poltica do projecto em discusso e expli-
ca-la ao sonado.
Declara que opoia algurnas das emendas aprc-
sonnladas pelas commisses do constituco c
legislado ; porm que a outras nao pode prestar
o sen assentimenlo, supposto venham apadrinha-
ordem social, como o enme de moeda falsa, o de
falsificado dos sellos do Estado,etc., e excluidos
os da mais.
Nao pode Umbem concordar coro a emenda
que inclue no projeelo os crimes do perjurio e
perulato, porque nao os julga de importancia e
gravidade tal que possam alTeclar os interesaos
socses.
A passar o projeelo, preferc o leroproceuados
do projeelo ao poderao ser das emendas, porque
julga quo cm materia to delicada nao se deve
deixar ao governo o arbitrio de processar ou nao
processar, porquo isso deixara aso a immensos
abusos, oppressao dos inlelizes, e impunida-
de dos poderosos. Observa que em grande par-
lo dos cdigos europeos nao se deixa esso arbi-
trio, porque nao existan) e era podem existir
esses receios diplomticos que se lem invocado
para justificar essa disposicao.
Quanlo s palacras por qualquer oulro modo.
que nao podo provir abalo ou complicaeo nlgu- que se segucm s palavras" espontneamente ou
ma internacional por exigir-se a punicao de uro [por tradicao, votj pela sua suppresso e ainda
va ra s lunge, vota pela suppresso da propria
1,11. -n- 1 ) ', aa a*,~A_ _.*.-*.._ X. J__!l .
de Franja Mouteiro de Azevedo, que alm dos das por nomes Ilustres c de graudeautoridide na
vencimentos que por le lhe compeiiicm. perce- materia. do dia da segunle sessao.alm da colinuacao da
do re-I Assim approva a substituigo das palavns .discusso adiada : primeira discusso do projec-
serao processaJos quo se acham no projecto ] lo lo senado, prohibindo as loteras e nas de
l'roiiuncia-sc contra qualquer arbitrio que se
queira conceder ao governo do paiz, e nao est
disiiosto a dar-lhc senao o absolutamente indis-
pcnsavel. E' urna lei importantsima, urna lei
orgnica quo se trata de confeccionar ; preciso
asfor mais os abusos do governo do que as complica-
res externas
Faz ainda diversas observares a respeito das
emendas e dos Crimea designados no projeelo, e
conclue declarando que por ora nao est aisposlo
a votar pelo art. 1." e por certas disposices das
emendas.
Veritlcando-se nao haver casa, o Sr. presiden-
te declara adir.da a discusso, e d liara ordem
ASSEMBLEA GERAL LEGISLATIVA
SI \ A DO,
SESSAO EM 1 DE JUNIIO DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio CavaleaAti
de Lacerda.
s 10 horas e 3/4 da manlia o Sr. presidente
abre a sesso, estando presemos 30 Srs. sena lo-
res.
Lulas as actas do 30 e 31 de mez passado s:
approvudas.
O Sr. 1." Secretario d conla do segunle
EXPEDIENTE:
O Sr. V Secretario participa que o Sr. scjna- excluir do
dor bar&o de Quarabin llie liavia cemmuniado
achar-se doenie.Fica o senado inteirado.
O mesmo Sr. Io secretario d conla de uro re-
querimento de Luiz Jos Gomos, cm que pedo
ser admiliido como addido para coadjuvar: os
guardas da secretaria e paco do senado.Vai re-
medido commissii da mesa.
O Sr. 2o Secretario lo o segunle parecer
Foi submeltida no examc da cominissj) de
legislarlo a prnposicao da cmara dosSrs.de-
pulados concebida nos seguidles termos :
Arl. 1." Ficaro elevados os vencimentos que
actualmente perrebem o ollirial-maijr e os alma-
nuenses da secretaria do supremo tnlninal| de
jastica, assim como o thesoureiro-porteiro 6 os
continuos do mesmo tribunal, nos termos cens-
tantes da Uibella junta.
1. Desses vencimentos Iros quarlas partes
sero percebidas como ordenado, e o rest;inle
a titulo de gralilicaco. qaal s tero direilo
taes oinpregados quando em elfeclivo excrcicio.
2.' O amanuense mais anligo passar a
ter a denominaco de oflicial, e o outio, limi-
lando-se s funeces proprias do seu empreo,
deixar de fazer as vezes de portero da secreta-
ria, cujas obrigaces ficaro a cargo de un dos
primitivo, por oslas oulras poderao ser proces-
saJos, quo esto consagradas na emenda das
commisses, porque entende que deve ficar so-
bre isso alguna arbitrio ao governo do paiz.
Adopta tambem a emenda que acrescenta
pnlavra ^^xlradiQo as exprcsses consegui-
da para esse fin, porque entende que s deve
ser punido o crimo que moiivou a extradicao.
Nao adopta, porm, as emendas que compre-
hendem na disposicao da lei em discusso os di-
mes do perjurio c peculalo, por julgar que esses
crimes nao lem as condices necessarias para
serern punidos em paiz estrangeiro.
Cita em seu apoio a jurisprudencia luminosa
da Franja, jostificnda por muilos areslos dos Iri-
buiMCs daquelle paiz.
Naod tambem seu assens.i s palavras que se
nolarn no projecto, e que dio ao governo facul-
dade de obler a viuda do delnqueule poroutro
qualquer rueio que nao a extradicao ou a vinda
espontanea.
Essa viuda nunca se deve operar por violen-
cia ou por meios desleaes e fraudulentos, porm
s pela extradicao ou espontneamente.
Combate o voto em separado e mostra as ra-
jos em quo se fundaran) as commisses para
projecto cortos diHelos, e nao incluir
nello sori5o aquellos que affeclam os nteresses
da sociedade brasileira. Esteud' ndicla pu-
blica a outros crimes, seria m > uro luxo
de puneo.
Coriclue mandando mesa a s. .ie emenda :
Arl. IoSupririmam-se na emenda olTereci-
da pela commisso as palavras 7 perjurio,
arl. 169 ; 8 peculato, arls. 170 a 172.Nabuco
do Araujo..
Arl. 1.Supprmam-se na emenda as pa-
lavras ou por que o governo os obienha em
virlude do algum oulro ocio sou. Nabuco de
Araujo.
O Sr. Sinumbu (ministro dos negocios asirn-
geirosj, ima a palacra para dar urna cxplicaciu
solicitada pelo orador que o preceJeu. quaiido
declaran que ao actual governo compelo julgar
da conveniencia poltica da adopr;ao da medida
em discusso.
Julga que a idea capital do
continuos que fr designado pelo presidente do
tribunal, c a quem competir por esse acresei-
mo de trrico a graliicaco addiccioinl de 18 1#
por -nio ; licando derogado o sil. i da le Oel
18 de setembro de 1828 na parte em que perrul- :
le aos continuos fazor o servido em semanas al-
teinadas.
Tabella a que se refere esta resolurao.
Vcncimento ann tal.
OfTicial-maior........2:000) 000
Thesoureiro e porleiro do tribunal l:O00AOO0
Continuo que servir de poitei.10 da
se.rolara (incluida a gratilicaco
de que traa o 't. do art. 1*.
dcs'.a resolucao) ...... 9008000
Continuo......... 72O00
A commisso de legislajo, cumprindo a de-
lerminaco do senado, depois 'do declarar que
llie parecem iosufQcienlea os vencimentos ac-
tuaesdestes empregados, eque convir auguion-
ta-los. se as ciicumstancias do iliesouro o pdi-
millirem, sobro o que na distusso poder o se-
nado ser esclurociJo por algum dos nobres rni-
qualquer especie nao autorsadas por le; pii-
ineira e segunda discusso das .proposicea da
cmara dos depulados, primeira approvando a
penso annual de 1:200) concedido a D. Arma
Luiza lloita Barbosa ea seus Qlhos, segunda ap-
provando a penso annual de 869 concedida a
. Francisca Lima do Espirito Santo Coelho, e
tercelra approvando a penso annual de 1:410$
concedida a D. Auna Marcelina de Carvallio Par-
dal. ; segunda discusso do projeelo do senado
autorizando o governo para permitlr que as cor-
poraces de mo-niorta possam possuir os bens
de raz que Ihcs liverem sido ou forero logados
ou doados.
Levanla-sc a sessao s duas horas da tarde.
SESSAO EM 2 DE JUNIIO.
Presidencia ao Sr. Manoel Ignacio Caralcani
de Lacerda.
A's 11 horas da manhaa o Sr. presidente abre
a .sesso com 30 Srs. senadores.
Lida a acta da anterior, approvada.
EXPEDIENTE.
O Sr. Primeiro Secretario l dous ofuYios do
I."secretario da cmara dos depulados, acompa-
nl ando as soguintes proposicos da mesma c-
mara : 1.a, approvamio a iposentajo concedida
ao juiz de direilo Jos Francisco do Arruda Ca-
lima, com o ordenado correapondonle ao lempo
que servio; 2., exonerando o desembargador
Joo Candido de Dos o Silva da divida de res
1 uGGJOSO, proveniente da impresso de suas
obras na typograpbia nacional; 3'', determinan-
do que os ofQcaes da armada eos do respectivo
Corpo de fazenda, que liverem elT:clivainenle ser-
vido a bordo dos navios de guerra uacionacs, co-
mo pralicanles, pilotos, plotos-rserrves, ou
qualquer oulra i>racj, em virlude de noineaces
provisorias e dependentes de coiifumaco da se-
cretaria de estado ou quartol-gerii'ral "da rnari-
nlia, routaro suas auliguidades desde a dala das
referidas nomeaces ; 4.*, approvando a penso
annual de 1:000$ concedida !\ riscondessi de
penso annual de
cional da segunda
re Ubaldoda Silva
Branda o.
Vo a imprimir no jornal quo publica os traba-
Ihos do senado.
Comparecer no decurso da sesso mais sele
Srs. senadores.
ORDEM DO DIA.
Contina a segunda discusso, adiada na ses-
so antecedente, do arl. 1 da uroposico da c-
mara dos depulados mandando processar, anda
r I
extradicao. D as razes porque nao admille a
extradicao por crimes polticos, e as corrobora
com o exemplo da Inglaterra, que jamis a quiz
adoptar.
Quanlo s considerares follas pelos Srs. Na-
buco e miniilros de estrangeiros sobre a necesl-
dadedo projeelo em razo das complicares com
os nossos vizinhos, julga o orador que o projecto
em nadaremeda asdfllculdades; o que mclhor
ser fazer urna lei especial, mais adaptada s
nossas circumstancias naquellc lado do imperio.
O Sr. Silveira da Molla, como tomou parle
na discusso do projecto quando foi apreseutado
na cmara dos depulados, e esforcou-se pela sua
passagem, julga-se na obrigacode continuara
defend-lo, e passa a impugnar em primeiro lu-
gar algurnas ronsiderares do Sr. marquez de
Olinda que alacam pela base a doulrina do
projeelo.
Depois do ter combatido cora argumentos
theoiicos as considoracea do Sr. marquez de
vrailadus pelos mero broa dessa cxpeoico scienli-
lci. Enlre outras particularidades mencionadas
pela Gazetta illuslrada de l.eipsick, notase um
crneo do Dayak Todos sahem. quo esto pnvo
barbara da lha do Borneo dependura pelas pa-
redes de suas casas crneos humanos como tro-
pheos : quanlo mais tropheos desle genero re-
no na sua habitado um Dayak, maior fama c re-
piitajao tero elle entro os seus ; dah procede que
elles laiiibem se divirlaro na ci como na das feras '
Antes de qualquer casamento, o futuro esposo
inimoseia a sua noiva com uro cerlo numero de
cabecas cortadas ao inimigo. Os crneos sao de
ordinario ornados do chanchas, e algurnas cocer-
las de una substancia resinosa. Alm disto, os
Davales trazem as armas de que usara guarneci-
das dos cabellos dos ininiigos, que nialaram.
Na rnc-sma colleceao nola-se tambem oulra
objecto, prnvenicjlc do mesmo povo. E' um
barrete cm forma de diadema feilo de fileiras de j antecedentes,
denles humanos. Estes denles sao atrancados'.
aos inimigos. E quan'.o maior for o barrete,
tanto mais ello atraho o respeito e a admirajo
a favor do guerreiro, que o usa ; o qual nunca
deixa de se cobrir cora elle, quando vai pedir
urna mulher para casar.
O museu de Novara olTorece igualmente oulras
curiosidades trazidas de um dos povos mais an-
thropophagos do globo, que o que habita as
i Ibas Fidi ou Vili, na Oceania.
Como lopico caracterstico dessas tribus sclva-
gcn3, basta citar a historia de um dos seus che-
fes, que moslrou um dia os ossos de 872 infe-
lizes, que seu pai bata devorado no decurso da
sua vida. Mas a colleceao do Xovara nada con-
ten, que lembre esse carcter sanguinario ; olla
consta de alguns productos da sua induslrb, que
nao sao destituidos do mrito ; bem como um
escudo do pao esculpido com insrruslaces de
madre-perola, um estofo lecido com cortos ve-
getan o bordado com novidade, urna mascara,
que se pc na cara para amedrantar o inimigo,
o um baslo (a6o que serve para santificar lu-
Pmlu s 7 horas o 3/4- da manhaa, pelo Dr.
Oornollas, s 7 horas e 55 minutos da manhaa.
1'allcceram 2 homens, sendo uro de iiarelysia
o outro de bronchite chronica.
CHB0N1CAJDICIARU.
TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 14 DE JUNIIO
DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXX. SR. DESEM&JIGABOR
SOUZA.
As 10 horas da manhaa, achando-se presentes
os Srs. deputados Reg, Basto, Lemos c Silveira,
o Sr. presidente declarou aberla a sessao.
iidas e approvadas as actas das duas
Olinda, c de ter mostrado que nao exslc essa do, que o loca, quer sejam homens, quer cousas.
dilHculdade de provas para a defeza, como alie- O tabn lamben) serve na Oceania para terminar
gara o mesmo Sr. senador, declara que discorJa as guerras uiulo loogas e destruidoras,
da commisso em Iros pontos: 1., as palavras Nola-se tambem o punlial dos habitantes de
poderao ser processados; 2., em incluir no pro- Java ou Kriss com o puriho de pao. mas primo-
jecto os crimes de perjurio c peculato; 3.", na
especillcaeo dos arligos do cdigo que se achara
incluidos na lei.
O orador lo muilos dos arligos do cdigo cri -
rainal incluidos na disposicao da lei em discusso,
e mostra as razes porquo julga que se acham
mal classlicados.
Discorda tambem da emenda da commisso,
por tornar facultativo ao governo processar ou
deixar de processar, nao s pelas razes j apre-
sentadas por outros oradores,
que passa a rjxpendor.
Entende quo anda esso arbitrio poderia ter
lugar quando se tratasso do processar estrangei-
ros no caso do arl. 3.; seria til, para evitar
complicaces e dilliculdade3 inlernacionaos, que
o governo podesse deixar de pracessar esiran-
geiros, qu.indj as conveniencias polticas o
rosamente feito, c rneliJo u'umn bainha do ouro,
o qual prteme ao anligo sullo de Samanap
(illia Madera prxima a Java ) chamado Pakoii-
Nala-Ningrat.
Igualmente figura na colleceao o modello de
urna ponte de bamb, como mullas, que se
conslruom em ros com a largura de cem me-
tros ; e finalmente a caneca de urna estatua de
grandeza natural, pertiguenle ao famoso pagado
de novo andares, JUava-Tuk ( Pagoda de llores ),
como por outras 1 Este monumento, actualmente nieio arruinado,
e com a altura de 53 metros, foi construido ha
mil o duaootos, ou mil e Ueaentos minos. A es-
taina, quo reprsenla um discpulo do Bical ha,
deve ter mil anuos de existencia;
A cabeca desla estatua jaita no pavimento do
sptimo andar do templo, donde a Irouxeram os
viajanies. quanJa visitaram o pagode em 1858.
aionsolhassom, para mais fcilmente supporlsr- : Lisia dos oaptisados o casamentas, havidos na
idea capital do projecto tende a I Goianna ; e 5.a approvando a
remediar urna dessas necesstdades p rmanenies 20 conodida ao guarda naci
que nao inlere.-sam uotcamei.te adminislraco companhi de arlilharia da corle
passageira de um ou oulro ministerio.
Subsisten! anda as dilliculdades e complicaces !
em nossas retacos com as repblicas fronlciras ; !
inultos crimes ticam impunes por falta de legis- '
laco que regule a materia.
O goverri > poetanlu nao p le deixar de aceitar j
a idea capital do projeelo, p"is a recouliece til
e necessaria ; nao d porm o sen assouso a al- '.
gumas disposices parciaes, o as alleraces e
uuili:icaces que t'ucr de propor seio apresiu-
ladas no correr da discusso. que ausentes do Imperio, e julgar higo que lon-in
O Sr. Visconde Je Slurcnguape, romo signa- presentes, os cidados brasileiros taiio do parecer em separado, responde s con- 1 rem ci-rlos crimes em paizes estrangeiros, com as
sideracos feilas pelo Sr. Nabuco, o comees re-1 emendasapoiudua rrfeiida seaaftx
lado de copiar ou tomar para lomar para mode-
lo as legidlac&es de outros paizes, sera conside-
rar se esses paizes se acham ou uo as mesmas
condices que o nesso.
Observa que fui levado a afastar-se da opinio
consagrada nn parecer c as eruemlas das aoin-
missospor entender que coulem dootiiuas 1011-
Irarias aos saos principios de direilo criminal cdo
direilo das gomes.
Assim principio inconcueso, adraitlido pela
jurispru leocia do todos os povos
I reos devera ser processaJos o punidos no lugar
rrj conrrda,,:, 'wS :P"a* aCJSrff iri/rs:
assim em substancia com a proposicao da outra jet lo
cmara, passa a expr algurnas considerares, N&o pode adoptar neste -aso o eiemoto da
pelas quaes em seu entender nao pode a dita Franca.%rquo Ud^que es.fnaco.eu
o sr. Visconde de Maranguipe julga necessa-
ria na prsenlo discusso a pcesenea dos Srs. mi-
nistros, e especialmente do Sr. ministra de es-
trangeiros ; e como nao se acham elles ainda na
casa, manda mesa o segunle requerinienlo :
Requeiro o adiarocoto da discusso at que
estoja prsenle algum dos Sis. ministros mrm-
bios do senado.
apoiadoe entra em discusso.
o Sr. D. Manoel oppo-se com toda a fran-
queza ao adtameulo requerido, porque julga que
'uzea
mos o jugo de litimilhaccs que pesa sobro nos.
Mas quando se trata de punir o brasileira, tal
arbitrio inadmissivel; seria deprimir o poder
jiidciario, collocando-o dscrico de umpfactf
do poder execulivo.
Para os nacionaes dbve a lei ser imperativa ; e
para corrigir o inconvenienle que em alguma
hypothese da la pode resultar desse imperativo,
ah est o proprio poder judiciaro, que pode
absolver, e o poder moderador, que pode
perdoar.
Nao concorda lamben) com o addilamenlo que
comprehende na lei os crimes de perjurio e pe-
cultlo, porque entende que em urna lei excep-
cional como esta o legislador deve ser muilo
avaro em multiplicar os casos.
Quanlo ao perjurio, observa o orador que c
um crimo de prora dclticlma mesmo no paiz, e
mais lora delle.
Aljm disso, em nimios cesos os depoimenlos
nao sao lomados por juramentos, e mutasseitas
religiosas al uo o adrnillem.
Quanlo ao peculato, nao sabe em que hypo-
llieso possa ser conimettido em paiz estrangeiro
que nao estojara provistas cm arligos especiaes
de nosso cdigo penal, e por isso julga ociosa a
sua incluso no projeelo em discusso.
Far anda tima ultima observarn sobre a
expresso poderao ser, que as commisses em-
pregaram no projecto, ntcr/de que os nobres
memhros das commisses traduziram mal opoura
da legislaco france/.a; e opina que essa c-xpres-
deguezia da Boa-vista de 3 a 10 dejunlio do
currante auno.
Arma, parda, nascida em 23 de oulubro do armo
passado, lllia legitima do Felippe do S, Tiago
eGuilhermina Mara da Cowceico.
Mara, crioula, com um mez e un.'i o de nascida,
IIIha natural de Maria Jesuina, solteira.
Antonia, pardo, caro 2 mozos de nascido, filho i
legitimo de Manoel Benedicto, e Auna Joa- !
quina llamos de Oiiveira.
Manoel, branco, com mez o meio de naseidn, (1-
Iho legitimo do Manoel Alvos de Meuezes, c
Constaniiua M.nia da C.onceco.
Honorata, parda, com 4 meses de nascida, filha
natural, escrava.
Alfredo, branco, com 15 das de nascido, filbo
legitimo de Jos 'le Azevedo Souza, o Anua
Apolinaria de Souza.
Antonio, pardo, cora 2 mozes de nascido, filho
legitimo do Antonio JiSfjuim Oaptisla, e Tiie-
reza Mara de Jess.
Emilia, branca, insuda em 8 de maio do annn
passado, lillu legitimado Luiz Ignacio runel,
e Costo lia Francisca de s Brunei.
Joo, pardo, cora 8 anuos de nascido, filho le-
gitimo de Vicente Ferreira da Costa, e Mara
Andreza da Conceico.
Geraldo, pardo, com 6 roezes de nascido, lillio
natural oscravo
Antonio, branco, oira 1 mez de nascido, filho
legitimo do Pedro Jos de Mello Costa, c Fran-
cisca Baplista do Mello Costa.
. EXPEDIENTE.
Foi presente a cotaeao official dos procos cor-
rentes da praea, relativa semana linda. Ar-
chrvc-se.
DESPACHOS.
Um requerimento do Saun lers Brothers & C,
pedindo o registro de qualro pracuraces quo
ajunlain.negistrem-se.
Outra de Francisco Luiz de Oiiveira Azevedo,
pedindo se certifique se Frederico Vellozo Ca-
nopp, administrador do armazcm alfandcgado n.
19 sito no largo da Assembla, cumprio o precci-
todo art. 89 do cdigo coromorcial.Certifique o
que constar.
Oulro de Conrado Augusto de Partas, pedindo
por cerlidoo se Marlinbo de Oiiveira Borges o
Aureliano Augusto de Oiiveira achain-e matri-
culados Como rejucr.
Oulro do mesmo, pedindo o registro di sua 110-
meaco de caixero do Martinho de Oiiveira.
Ilegistrc-se.
Oulro de Boavenlura Ferreira Pinhe.ro, Por-
luguez, de 32 annos do Mado, domiciliado o Ofia-
beleciio na fronleira de Tabalinga da provincia
Jo Amazonas, onde commercia a retallin, pedin-
do malricutar-se. Vista ao Sr. desembargador
fiscal.
Oulro de Antonio Jos de Castro, pedindo ccr-
lido se esl ou nao matriculado na qualidadede
commercianle desla praca.Como requ'r.
Oulro de Melquades'da Cosa Barros e Anto-
nes & Irmos. satisfazendo o despacho de 31 do
maio, alm de ser registrado o seu contrato so-
cial. Regislre-se.
Oulro do Mliio Borges Uchda, pedindo ser
nomoajo agente de leudes desla proi^a. Vista 30
Sr. desemuargador fiscal.
Oulro darviuvg Amonni & Filho, replicando
do despacho de 8 do crtenle, exarado em sua
petico junta.Tero deferido.
Oulro de Ildefonso Jos de Abroo, Porlugiiez,
de 30 anuos, residente na capital da provincia do
f.ear, aonde eslabelecido com casa de coa-
niercio de fazendas laecat e molhadas, pedindo
matricular-se. Vista aosouhor desembarg.idor
Iscal.
Outro de Joaqun) Luiz Vieira, pedindo o re-
gistro de urna procuracao que ajunla.Como re-
quor.
Outro de Jos Bibeiro Basto, pedindo o regis-
tro do seu contrato social sob a razo da viuva
Vera & Companhi.Vista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
Ou'ro i.'o Manoe! I.eo de Castre, jiemudo o re-
gistro do hiale nacional ndee. Vista ao Sr.
desemuargador fiscal.
Oulro de Caelano C.ynaoo da Costa Moreira,
replicando nao poder auresentar o registro do
hiato Corrcio do Sortt.Visla ao Sr. Josembar-
galor fiscal.
Vollamio informado pelo ofi"icial-m ior ore-
querimenio de l're.lciico Bubilliard. eorretor ge-
ral. Tcve o soguinle despacho :Que.-endo dei-
xar corlido dos coiihecimenios para lijar no lu-
gar desles, entreguem-so.
Nada mais houve a tratar.
das commisses Dar o
as emendas, que julgar
lend&ram os mernbros
sou voto a lui com
convenientes.
Venlicando-se nao haver casa, o Sr. presidente
declara adi'da a discusso, e d para ordem do
dia da segointe sesso a mesma j designada na
sesso antecedente.
Levanta-so a sesso s duas horas da larde.
que esta nacao lem pas-
sado por phases violentas, por profundos ablos
que lem collocado cm circumstancias exteep-
cioriaes.
Estremece quando considera que a forma do
processo, essa primeira garanta dos direitos do
cidadio, pela doulrina do projecto lica entregue
ao arbitrio do governo.
Nao podo consentir que urna to importante
atlribuico seja conferida ao execulivo, porque
a commisso o acto donde pro- ,o,ne os abusos c malos que dah podem provir.
Argumenta anda contra a doulrina estele-
cda no art. I. do projecto ; pondera quo ella
vatoxpora perseguicos o vexames os Brasilei-
ros residentes ero paizes estrangeiros, porque
nada seria mais fcil nossa hypothese do que
arinar-se urna aecusajo falsa," ao pas*o que ao
Brasileira ero paizes "reroolos raui dillicl seria
nao ha ou- rounir-sc das provas necessarias para a sua dc-
i feza.
proposicio ser adoptada nos tormos em que est
couccbiJa, o que serviro para justificar a emen-
da que tero a honra de sujeilar deliberaet, do
senado:
E' preceilo constitucional que s a lei pode
crear empregados pblicos : a do 18 de sclernbro
de 1828, quo regula a materia subjoita para o
expediente do tribunal, s creou um secretario,
um offiual, um lliesoureiro-porteiro e dous con-
tinuos, ignorando a c
cedo o olfical-maior, do que falla a proposicao
da cmara dos Srs. deputados, e, sendo os ama-
nuenses de creac.o iiicompeteuie do governo,
entende que antes de augmentar-so os venc-
menlos de lacs empregos preciso que a lei os
cree.
Nao parece commisso necessario um oi-
cial-raaior era urna secretaria onde
tros olficiaes.
A graduaco de oflicial, conferida a um dos
anianucnses, nao pode no entender da commis-
so. ser objecto de le.
A disposicao que dispensa uro dos amanuen-
ses, de fazer as vezes Je porleiro, licando seme-
lhante obrigaco a cargo de um Jos continuos,
designado pelo presidente do tribunal, corr
urna gralilicaco addicional, derogado o art. 44
da lei de 18 de setembro da 1828, na parte ero
que permilte aos continuos fazer o snico cm
Na opinio do orador o projecto oliendo tam-
. bem a regra eslabelecida entre todas as nac.os
! que todo o estrangeiro est sujeito s le'is do
paiz em que reside; quo s se lera estabele-
cido urna excepeo a essa regra, excepeo que
j recabe sobro os falsificadores de moeda.'Mostra
que esta regra violada na disposicao do pro-
jecto em discusso.
I O orador fez mais outras consideraces, que
..- nao podemos comprehender por nao o ouvirmos
semanas alternadas, taniliem nSo pode ler o apoio bem
lSi!?1.^ P0rq"-e ne,,huma lei hicumbio! o 1 OSr. Pimenta Bueno nao reproduzir oara-
!?.^ ? r'0 ; C,a *? q" rPgula i z!}0* Serae3 T,e l^iftcom a u.ilidade do projecto
v,L7?i6" Pro,v,denc,oul d0 modo o mais con- em discusso. c'passa a cmbale,- as emendas
vemenle, creando uro porleiro que cuide da guor- olTerecidas pelo Sr. Nabuco. Nao adopta a en on-
da, asse o. elimpeza da casa Joiribunil.de quero da que supprme das disposices do projecto os
saoajudanles em seus impedimentos os cunt- j crimes de perjuro e peculato. Mostra coro diver-
sos argumentos jurdicos que tanto um como ou-
r que entre j tro desses delictos s3o de nalureza e impoitan-
seguinte: ca tal que a sua punicao lorna-se noces-
isaria, anda que seus autores eslejam em
paizes estrangeiros, e que nao ronvro quo fi-
nuos.
Assim a commisso de
era discusso a dita propositan com a
emenda quo lem a honra do olTerecer.
A assembla geral resolve :
Arl. 1. Ficam elevidosos
actualmente percebem o
sos vencimentos que quem fora da disposicao do projeelo ero dis-
olUcial, thesoureiro, ; cusso.
?.^I.r.C|-iLn!0S0?pr!fm?.,rnU,-,nl dcJ'JS- Tambera nao so conforma com a opinio do
l.ca, nos termos constantes da tabella junta. mesmo Sr. senador quando prapde a eli.ninago
vP^,'^^m^;Om1>;,^^O"pe'li8',l0 d lril,ul,al na-jdaspalavras-fouporqualquerooiro modo-
>erj tambem dous amanuenses com os venci-
mentos contemplados na mesma tabella.
Arl. 3. Dos vencimentos de quo tralam os
arts. antecedentes tres quarlas parles sero per-
cebidas como ordenado, e o restante a ttulo de
gratificado, qual s tero direilo taes empre-
gados quando ero efleclivo exercicio.
Art. 4." Picara revogadas as disposices em
contrario,
x- ?*?6e"a a u refere esla resolucao.
Omc,al...........z:UOl)90no
Amanuense. ........ l:5OiHi00
Thesoureiro-porleiro-.....I:ii0lai0
Coatinoo......... y^OO
Pa?o do senario, 29 de maio de It60.-Souja
Ramos.francisco Diogo Pereira de Vascon-
eellos.Silveira da Motla.
Vai a imprimir.
Com parecem no decurso da setso
senhores senadores.
mais oito
ORDEM DO DIA.
Entra em discusso e approvada gem dbalo
a redaeco do projeelo do senado dividindo ero
dous o collegio do 14 dislriclo eleiloral di pro-
vincia de aligas Geraes.
Entraro edFWdiscusso, cda urna por sua vez,
e paasaro paras, e desta para a 8, sem deba-
te, as proposiepes da cmara dos depulados : F,
aulerisaodo o gorerno para conceder um sobo de
que se seguem s palavrasa por extradicao e
espontneamente porque alm deslas duas
hypoiheses, pelas quaes o Brasileira podo ser
conduzdo aoseio do paiz, existen) oulras mili-
tas, algurnas das quaes o orador especifica c
desenvulve ; hypoiheses que nao podiam ser ol-
vidadas o que llcam compre hendidas as ex-
prcsses que o nobiesenador pela Baha preten-
de eliminar.
Passa depois a combaler s raze3 do Sr. vis-
eando de Marangnope. e a doulrina contid -no
parecer ero separido. Mas o principio consagrado
no projeelode processar os nacionaes ausentes
era paizes estrangeiros por crimes offensivos da
nacioualidade o que perlcncem, longo de ser con-
trario ao direilo geralmente eslabelecido, como
pretendo o Sr. senador pelo Ro de Janeiro, adia-
se consagrado as legislaccs de q'uasi lodos as
na;es cultas, e sobretodo a Inglaterra, que lem
levado a praiico desle principio s suas ultimas
consequenrias.
Quanlo difllculdade das provas, nao acha
que aoja razo suiTiciente pora so deixar o crime
impune na hypothese dada : porque as provas
sao difllceis, nao se segu que nao huja crime, e
que esle nao dea ser punido. Demais, enten-
de o orador que a prora nao to difllcil ; o
indica os meios pelos quaes ellas podem
obler.
'O principio allegadode ser o delingaeule
cultos, que os I o senado nao tero necessidade das lu/.es dos Srs
ministros; nao porque nao rceonheca nuiles bas-
tante lllustrae&o, mas porque julga que nao ha
inconvenienle cm quo a discusso Orogiida sem
a'presenca delles ; sua (alta nao pode sor sens-
vel, porque o senado conta em sou seio mern-
bros nolaveis por suas lu/.es, e ahi esto es cinco
tneuibros das commisses que asignaran) o pare-
cer, que j foram ministras, e que possuom so- '
beja illiishaoao e pratica da administrarn para
elucidar a malaria com toda a pioficicricia. Voto
pots contra o adiamento.
O Sr. Visconde de Muranguape oppe algurnas
consideraces s razos do Sr. 1). Manoel; corn-
udo, corno nao desoja que se diga que elle quer
protelar a diseus.-o da materia, requer a reina-
da du seu requerimento.
O sonado consenle na retirada do reqner-
menlo, c prosegae, por eonsequencia, a discus-
so suspensa.
O Sr. Marque: de Olinda, como signatario do
parecer cm separado, ral salisfa/.er A porgante
que com ta 1 instancia (Ora feita pelo nobre se-
I uador pela Babia que encetou a discusso, o mos-
trar a incoherencia que existe em diversas dispo-
sices do projeelo. Entende que nao esl bem fei-
ta a classilicaco dos CTtmea que se acharo inclui-
dos as disposices da lei ero discusso nao sa-
be porquo razo, incluindo-se nella crimes parti-
culares do corla ordoro, se exclaem outros de
maior gravidade e a quo sao rooslas niaiores
penas, e demonstra com diversasira/es que nao
lia igualdadc lias diversas dispisiees do pro-
jecto. F
Beconheco que, quando se trata de ohjectoa to
sagrados como a soberana c Jigilidadc nacional,
a constituk-o polilica do luipefo a pessoa do
chefo da naco, ele., neubuin brasileira peder
deixar de prestar espontaneo assenso doulrina
lo projeelo ; porm tambero necessario dar lo-
dos os p nhores e garantas defeza : e isso o
que nao se observa 110 projeelo. flo so pode ar-
gumentar coro o exemplo das najos europeas,
porque l a investigado do crimuB fcil, oro vis-
ta da rapidez e facilidado das cijiimuuicaoos :
mas no Brasil, segregado dos outros povos por
imtneusas distancias e conmino cacos tardas o
I (Ticis, nao acontece o mesmo. A aecusaco
pode sor fcil, mas a defeza dilliciliuia, e de-
pende de meios, cabedaos e al de certa influencia
:>ossoal deque o acensado nom sempredispoe.
Cita o exemplo de Argelia, onde em corlo lempo
0 casamento tornou-so to dfllcil, ero razo da
difllculdade de obler os documentos necessaros
ara conlralii-lo, que a desmoralisacao penelrou
no seio das familias do um modo deploravol. Se
:slo se dava na Argelia, paiz lo vizinho da Ita-
lia, ero negocio ero quo lauto impera o inleresse
pessoal, coirfmuilo mais razo devenosnos re-
cejar as mesmas difliculdadcs a respeito do pro-
cesaos criminaos.
Observa quo na Europa, a niio ser ero tempos
rxcepcionaes e revolucionarios, procede-se com
snmmo cuidado na invosligaco das provas do
crime; as aolotidade e os tribunaes nao so eon-
'entam com quaesquer indicios; procurara obler
prova [ileno o templete.
Entre nos nao ha a inesino cuidado, mesmo
quando o reo esl no paiz ; quanlo pcior nao se-
r sua coudico, quando estiver ausento em paiz
estrangeiro?
E' esla a mais ponderosa razo porque nao
presta assenso ao projeelo.
Passa a examinar alguns casos apontados no
sao declarativa, c nao facultativa, como a en- | Francisca, branca, nascida ero 22 do marco desle
mino, filha legitima do Domingos Antonio da
Silva Botris, o Francisca da Silva lleiris.
Emilia, branca, nascida, em i de setembro de
1858, filha legitima de Joaquim de A mirado
Pessoa Fotiuna, o Antonia Ca Iota Fortuna
Pessoa.
Joaquim, branco, nascido em 15 de desamara
do armo passado, filho legitimo de Joiqum
de Andrade Pessoa Fortuna, o Aulonia Carlota
Fortuna l'ossoa.
Miguel, pardo, corr 1 anuo e nove roezes de
nascido, lillio natural de Justina Mara da
Conceico.
Antonio, branco, coro 6 mezes de noacido, filho
legitimo de America Jos dos Santos, e Anua
Joaquim do Bom-lirn.
Isabel, branca, com 9 mezes de nascida, filha
legitima de Ignacio Jos Cabral, e Maria The-
reza de Jess.
, nascila
egiuma
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Honlom raalisou-se_a reunio dos Srs. Dr.
iCtndido Jos Csalo Lima e Luiz Arnavel l)u-
bottrcq, examinadores do processo do habilitado
para o provimenio di cadeira do Gymnasio e
sob a presidencia do Sr. director gera do instruc-
cao publica, precedidas as formalidades da lei,
apreciaran) as provas escripia? de corobnaco
coro a oral, e deram o sen parecer sobre os p-
posilores, justificando o respectivo voto por meio
de razo essripta.
Esto resultado deve subir ao conhecimento do
Esm. Sr. presidente.
Com data de 27 do pasudo escrevem de In-
gatera, que as cousas vo continuando por all
em estado aterrador, sendo quasi certa a derrota
dos serlanejos, coro a seeca que acha-se declara-
da, c prometiendo levar pelle e cabello ludo
quanto tero vida ; de maneira que nao ha oulro
recurso, diz o nosso amigo, senao encarar-sc coro
resignacao o coragem o acoile dessa inimiga cruel
e constante perseguidora dos serlanejos.
Mas, depois daquella data at do frrente, lem
aparecido constantemente uns ehoviscos finos e
do piuca dnraco, que sempre vo fazendo nas-
cer alguma esperanza
Nao leve anda honlom lugar a arremalaco
do imposto de 2$500 sobre cabega do gado vac-
c.nm, consumiilo nesle municipio do Recife. por
nao ter apparecido licitante.
Era eonsequencia disto, lem de ir novamenle
praca coro o abalirnento da lei.
A lanlerna da fortaleza dos Santos Reis Ma-
gos, da provincia do Rio-Grande do Norte,
acha-se substituida por uro grande lampeao de
furnia circular, coro oilo bcos.
O lampeao assei.ta sobra urna torre rylindrica,
que construido na plataforma da mesma forta-
leza ; a luz por elle emitda fixa c de cor na-
tural, nchando-sc elevada sosenla e cinco pal-
mos portuauezes sobre a superficie da aguas, as
mares regulares, o podendo ser avistado na dis-
tancia de dor.e milhas.
Annuni'iaraos aos vendedores de lele, que
vem dos lados da estrada Nova, que n'essa ca-
cimba da Passagem ha boa agua para tempero do
leile.
Nao tenham pojo, porque hi liherdade para
islo, e j ha alguns collegas que alli vao tomar
agua, nao llies importando que venha ella mis-
turada rom garapa do-> cavalios, quo bebem n'a-
quelle poni, quer enlrem para esta cid'ido, quer
delta saiam.
A liberdade de commereio enlre nos urna
realidade lo perfeita como a propria vida !
Achando-se gravemente enfermo o Exm.
lenenle-gereral baio da^lclor.a, assuroio hon-
lom o interino eommando das armas o cotoril
Antonio Gomes Leal, a quem em visla da lei
compete aquello exercicio.
r
SESSAO JLDICIAR1A EM 14 DE JUNIIO DE 1503.
PRESIOUNCIA 00 EXM. Sil. UESEMBACUADOU
soez*.
Secretario, Julio Quimara.
Comparet erara o Sr. desembargador Guerra, o
os Sis. deputados Rogo, Lomos, Basto e Sil-
veira.
Pallaran os Srs. desembargadores Villares o
Silva Guimaies.
Foi lida e approvada a acta da antcccdenle.
nisrRiBricr.s.
Foi distribuida ao Sr. desembargador Guerra,
a appollaco entre partos :
Appell-inle, Salusliano Augusto Pincola do
Souza Peres ; appcllados, o padre Jos Glilu Pi-
la Orllgueira e outros.
E nada hacend a tr.itar-so, o Sr. presidente
encerrou a sesso.
CMARA HIXIC1PAL DO RECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA EM 4 DE JUNIIO PE
180O.
Presidencia do Sr. llego e Albuquerqn*.
Prsenles os Srs. Trama, Barata, Reg, oii-
veira e Gamn o, faltando coro causa o Sr. .Mel-
lo, e sero ella os mais Srs., a'.ue.-se a sesso, n
foi lida o approvada a acta da antecedente.
seguinte :
Joaiiua, branca,
rorrento, lillu
Lili.
Amelia, bran:a,
correle auno,
em 22 de Janeiro Jo
do Joo Lili, e .Mara
cm 15 de Janeiro do
lilima de Jos Sergio
Foi lido o
EXPEDIENTE.
nascida
illha I ..
Ferreira, c CorJoliua Alvos Ferreira.
Cassinenlos.
Jos Francisco de Mallos, coro Margarida Euge-
nia da Conceico brancos.
O altores Antonio Rsymundo Lins Caldas, coro
Fraucelina Jesuina de Amoriin, brancos Brasi-
lina .
O vapor brasileira Toeanlint, sahilopara
os portes do sul, conduzio os soguintes passagei-
ros:cadete Tilo de Souza'Cimizo, cadete o
sargento Veris-iroo Machado Gomos da Silva, 1
cabo de esquadra Jos Pedro Celestino e 6 solda-
dos, Pedro Ferreira Coelho, Jos Jacome Pateos,
Manoel Casado Lucio de Souza, 1 esclavo, a en-
tregar, Antonio Marques do Oiiveira, Gabriel Alei-
des lia pozo da Cunha, Antonio Mouteiro do Mel-
ro ofiicio do Kxro. presidente da provincia,
que foi publicado no Diario de Pernambueo 11.
12G de31 de maio ultimo, declarando ni primei-
; ra parte, que nao era permiitido ca nara recor-
; rer para o governo imperial da decisao da presi-
dencia sobre o conflicto da jurisdceo enlre o
I juiz de paz Caelano Pintada Veras, o supplenle
juramentado Antonio Augusto da Fonseca, c na
segunda, que nao poda a mesma cmara publi-
car a sua correspondencia olficial coro a presi-
dencia sem licenea desla, como havia feilo, fa-
zendo imprimir o extracto do oliicio ero resposte
quolle da decisao do conlliclo. [Mencionou S.
Ese, as razes cm que para isso se fundara.)
Posto ero discusso, resolveu a carara que so-
respondesse S. BlC, que este oliicio lhe impu-
nha o dever de respetosamente ponderar que
uunra (ora de sua nlciico encarar este negocio
pelo lado de uro confiieto de jurisdieco, e sim
reclamar do governo imperial urna eciso ded-
il iiiva acerca do domicilio poltico, para servir
lo, l cscravo, reuioilido a Bernardo Jos Pinto, de regra aos casos que occorressein de futuro, o
P. F. Borges c 1 oscravo, Luiz Pereira Goucalves i juslilicar-se da nrguico de parcialidaJe, quo
da Cunha, I). Candida de Mendonca Cardlo, 1 ; mencionara S. Bic, referindo-so aos docurocu-
oscravo, a Araujo Gees A C.*, Joao DamaKcno i tos que exhibir dito Veras, no intuito de aprc-
Araujo, Jos Pcdreii a Franca Janior e 1 oscravo, \ sentar dita arnuiqo, parecondo cmara que.
Francisco Lopes Moulnho, urna escrava, a Anlo- nenhuma lei l'ho prohiba, e que conrinha bem
nio do Urumniond, I oscravo, a Aureliano Isaac, determinar um principio de ordern publica,an
Sebastio da Costa, Alexaudrno Thomaz de Aqui-
no Coelho, Manoel Eugenio Teixeira de Lima,
Francisco de Salles de Oiiveira Bastos, 6 serra-
ros, reineilidos por Antonio Ricardo a Bernardo
Jos Pinto, Candido Autraii da Malta Albuquer-
que, Joaquim Alvos Machado da Carvalho, Joa-
quim Augusto Ferreira Jacobinac sua mana Ame-
lia Augusta Jacobina, Rodrigo Miguel Mariano,
1." lenoute Luiz Antonio de Souza Pitonga,
Francisco Manoel da Fonseca, sua lia Rosa The-
re/.a Jo Jess I'onseca c sua filha Joaquina Rila
AlvesJa Fonseca,'e uro menor de 3 annos, Jos
Gamillo de Araujo, Aureliano de AlmeiJa Rodri-
gues Isaac.
Matadociio .publico :
M.itaram-se no dia 17 do corrente para o con-
sumo desla cidade 107 rezes.
No dia 18 do mesmo, igual numero.
MOUTALIDADE IlO DIA 17 DO CORIIENTB :
Calharna Maria da Conceico, parda, solteira,60
annos ; eiysipela.
Lauro, branco, 9 mezes ; Rastro hepalile.
Isabel, branca, 4 ai.nos; anazarca.
Maria, branca, 14 mozos ; orh.iinpios.
Caralino, branco, 5 mezes ; convulses.
| Quintilla, branca, 3 mozos; espasmo.
or portara de honlem foi nomeado, para Felicia .parda, 4 roe/es ; gaslro hepalile.
r interinamente o logar de director do ar- ,?
exerce
seal de guerra, o respectivo ajudanle mejor Jo-
s Antonio Barbosa, c pala substituir a esle o
lenlo Jos Ignacio do Medeiros Reg Mouteiro.
Honlem presin juramento o cntrou era
exercicio do cargo de secretario da provincia o
Dr. Joo Rodrigues Chaves.
Por portara de honlem, de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, foi mandada por em
execuco a divisao dos 32:0O0jJO0O rs., marcados
pela assembla, razo do 20 por cenlo sobro os
ordenados dos empregados pro vi notaos.
_ Foram recolhidos casa de delengo, nos
das 16 e 17 do corrente, 6 homens; sendo 3 II-
vres e 3escravos, a saber: 2 i ordem do delega-
projecto e as emendas. Ainda poderia dar o | do do 1. dislriclo desle termo* 1 ordem do
seu veto om favor do projeelo, se elle se reslrin- subdelegado da freguezia do Recife, 1 ordem do
gisse a processar 03 crimes que affeclam a ordem
publica; mas enlre elles v niuilus que nao es-
to nesse caso.
Assim, o crime de falsidadn abrange muilos
delictos que nao offen Jorn a ordem publiea. En-
da freguezia da Da-Visla, o 2 ordem do da
de S. Jos.
O HUSEtf DO KOVARA, EU TRIESTE A frgata
austraca, a Novara, na bella riagem, que re-
cenlcmento concluio roda do mundo, e da qua
tende quedeviam estar especificados no projecto j os jornaes lem rcpilidas vezes fallado, "recolheu
.rnente os crimes de fuUidado que aQectaaa-a muilos objecin curiosos- dos paizes, que tojam
, qual se tero de recorrer nao poucas vezes para a
soluco de quesles idnticas, mas como S. V.\c.
declarassc que ia levar este negocio ao ronhoci-
rnenlo do governo imperial, a cmara ficava in-
leirada. Que quanlo ultima parle do mesmo
oliicio, em que S. Exc, provino cmara Je quo
nao lcito ao subordina do publicar acorrespon-
dencio qu liver corn o superior, sera licenea
desle, segundo a doulrina de diversos avisos,
permillssc S, Exc. que anda a cmara ponJc-
rasse que ella nao infringir esle preceito, roa
exiractan n'acta que faz de suas sessoes, c na
ordem chrouologica das mesmas o que se conti-
nua no seu ofiicio em resposta ao de S. Exc,
como obngada a fazer pelos arts. 35 e C2 da
lei do 1." de oulubro de 1828, e lhe foi recom-
mendada por portara de 22 de julho de'183l,
sendo que nao poda deixar do mencionar na re-
ferida acia o extracto desse officio, c o que so
deliberou respeito, e de mandar publicar dito
acia cofno regularmente faz, cumprindo assim o
seu regiment, mas nao violou as diiposjcesde
ivsos, invocados por S. Exc c que so rpierem
empregados pblicos, especialmente o de 27 do
fevcreiro Je 1819, que nao vem na colleceao, nem-
foi remeliido cmara.
Outro do mesmo Exm. presidente, de 20 do
maio ultimo, affprovaudo que seja aforado a An-
tonio GoriQalves de Moraes, o terreno sito na ra
Je S. Miguel, na povoac,o dos Afogados.Posto
era discusso, lou-se u officio Jo director inte-
rino dareparlco das obras publicas, viudo com
despacho da presidencia de 30 do dito mez do
maio, dizendo ser esse terreno do propriedado
provincial, e nao municipal, segunuo os termo
do arl. 19 da lei n. 9, por ler sido da antig es-
trada do Remedio, que ficou inuiilisada por ter-
se mudado a soa Jirecco. havendo-se procedido
a urna indemnisaco, quo correr por conla do
cofre provincial.Reralvcu- se que se informas-
so piesidenciacomo occorrido acerca do men-
cionado terreno.
Outro do mesmo, recommendando cmara
18
Ccndtdo, prcto, escravo, solteira, 50annos; cn-
cephalilo.
Domingas, preta, escrava, 50 anuos; etica.
Joo Gomes dos Santos, pardo, solicito, 12 an-
nos ; npoplexia.
Luca, branca, 4 roezes : convulses.
Joo, branco, 2 annos ; angina.
Jos, preto, escravo, solleiro, 40 annos; etica
pulmonar.
Maria, pard, 5 annos ; inllammacao.
Rairounda, preta, 4 annos'; escarlatina.
Joao Galdino do Figueirodo, pardo, solleiro, 23
annos ; paralysia.
Serallm Alvos de Souza, prclo, casado, 40 annos; j i8nca88C roaode todas es medidas dealro'da sua
i .i.r.0Ik. in aleada, para que se proscrevesse por una vez o
! possimo habito de se tancar lixo, c bzrrem-sa
branco, 10 mozos convulses.
Hospital de camdade. Existen) 64 ho-
mens e 56 mulheres, nacionaes ; 5 homens es-
trangeiros, 1 escravo ; total 126.
Na totalidado dos doerties existen) 39 alienados,
sendo 31 mulheres e 8 homens.
outros despejos junto aos raes desta cidade, por
ser isso nao s pernciosissimo saude publica
como contrario as vistas com r,uc a fazenda pu-
blica tero feito, e contina a fazer a grande des-
peza que cusa a conslrurgao desses caes.Quo
Jtorara visitadas as enfermaras pelo cirorgiao sa respondesse presidencia, que a cmara j

_
;
__-


DIARIO DE PERNABMUCO. TERQ4 FEIRA \9 BE JUNHO DE 1860.
"***
tem dado as providencias a seu alcance alirn du
vedar somelliante abuso : mas que difTIcil re"
inove lo emquanto outro nao loro syslema da
iimpcza da cidade, por estar a populaco avisada
este nto habito :que esto inconveniente di-
minuir emquanto durou a providencia solicita-
da pela cmara, e opprovada pela presidencia,
te soldados do corpo de polica no caos, e era
suas immedlaces prohibindo os despejos ahi ;
mas quo, cesiando esta medida pela falla de
soldados, continuou o mal, sendo rouito conve-
niente que ella fusso restabelecida, sendo pos-
6ivel,o que nao obstante a cmara ia reiterar as
suas ordens aos flscaes neste sentido.
Outro do chufe da 4." seeco da secretaria do
gnverno, remetiendo de ordem do Exm. presi-i
denle, um exemplar impresso da falla do throno
na abertura da 4." sesso da decima legislatura.
Que se archiyasse, porj tersido publicada.
Oulio do~capilo do porto, rcspondendo que
ra o exisle na sua reparlico nenhuui trabalho
que sirva de planta do lugar do Cnjueiro, c da
Gamboa das Barreiras.Que se respondesso ao
ngenhoiro cordeador com copia de3te olllcii),
recororaendando-lhe que lcvanlassc a planta de
taes lugares.
Outro da junta de qualficaco da freguezia de
S-Fr. Pedro Goncalves, coinmunicando ter func-
cionado pelos cinco dias unreados no lei, e con-
cluido assim os seus irabalhos, no dia 30 de
maio ultimo Que se communicasse presiden-
cia.
Outro do segundo lente Antonio Egydio da
Silva, rcspondendo que o terreno na ra da Con-
cordia, onde prelon.la edificar o tenente-coronel
Justino Pereira de Parias, de marmha, e faz
parte d'um dos perloncenies no convento doCar-
mo, que foram medidos ex-ollicio nos fundos do
mesmo convenio a quein Ihe constava sepassa-
ra titulo, ficando isento do pagar o foro fazen-
da publica, pelo que lhe pareca quo os posseiros
do dito terreno pagavam foro ao mesmo con-
vento.Que se nuvisse ao advogado, remellen-
do-so-lhe copia d i ordem da presidencia de 1843,
expedida cmara para nao consentir que se
edifique em terrenos de marinha sem o parle
apri'-L'niai' o competente titulo, assignado pela
mensa presidencia.
Oulro do procurador, participando ter falle-
cido o servente c correio da casa Jos Patrocinio
lo Bom-Iim, e propondo para snbsllui-lo o guar-
da municipal Pedro Jos de Farias.Posta a vo-
tos a proposla, o Sr. Barata requeren que se no-
measse o genro do fallecido, Anizio de tal, e,
correndo a volagao, fui approvada a proposta do
procurador, nomcando-se a Antzio para o lugar
de guarda que ficou vago
Outro do mesmo, pedinio se lhe abonarse a
quanlh deG3;00) rs. que lem despenlido com a
cobran;a da divida activa municipal, relativa a
imposlus e multas ; como do documento que
apresentava.\' commiss.io de polica.
Outro do fiscal dos Abogados, participando
que de -23 de abril ultimo a 2 do correnle nia-
taram-se 23 rezos para o consumo da mesma
freguezia.An archivo.
Outro do mesmo, participando que a ponte do
L'ica achava-se completamente arruinada, em es-
tado de se nao poder por ella Iransilar.Que
o engeiihciro orcasse cora urgencia o seu re-
paro.
Outro do fiscal de Jaboalo, dizendo que em o
mez de abril ultimo mataram-se 25 rezos para
o consumo daquelU freguezia.Ao archivo.
Oulro do fiscal do Puco, informando a favor
daprelenr.ao de Luiz los Rodrigues de Souzn,
que requeren licenca para altear o muro do seu
sitio no Monleiro. Permillio-se.
O Sr. Barata apresenlou urna proposta para,
em visia do mfto estado sanitario da cidade, so-
rqui desinfectados por um agente publico os es-
tabetecimentos e casas particulares, onde se der
algum f.illecimenlo causado pela epidemia rei-
nante.Resolvcu-sc quo se ouvisse a respeito
ao inspector de saudc publica.
Mandou-se remoller contmisso de edifica-
cao (Gameiro e Pinto) um requerimento rindo da
presidencia, de Jos Joaquim Pereira de Olivei-
ra, requerendo por aforamento um grande ala-
gado de marinha, entre a Camboa de Santo An-
tonio,*e as Ierras do sitio denominado Pena na
freguezia dos Affogados.
Dospacharam-se as potices do hachare! Er-
neslo de Aquino Fonseca, bacharel Francisco do
Araujo Barros, Francisco Jos de Araujo, Dr Ig-
nacio Firmo Xavier, Joiio Malhias, Dr. Joo Ne-
pomuceno Dias Fernandcs, los Baptista Braga,
James C B. Spears, Manoel Ferreira Pinto, Mi-
guel Alces Lima, Manoel Borges do Mendon-
ca, Pedro Jos de Farias, e lcvanlou-so a ses-
sao.
Eu Manoel Ferreira Accioly, secretario, a es-
crevi.Reg c Albuquorqu, presidente.Fran-
ca.Kcgo. Barata da Almeida.Oliveira.
Pinto.Gameiro.
A lioineopallia combatida e
vencida.
mo
Nao son medico, nem lenho conhecimenlo
profundo da sciencia medica, ao menos na pra-
lica, polo quo nao posso apreaenlar un trabalho
neslc genero que mereca a atlenco dos profes-
sionacs na materia e dos horneas scientiQcos em
outros ramos.
Mas, como ainda permitlido na nossa trra a
liberdade de pensar, animo-me a ver se posso
mostrar clara e evidentemente em como a ho-
meopathia sciencia na theoria e na pratiea se
os fados consumados podem justificar os aconle-
cimentos da vida humana.
Nao entro n'uma apreciado scienlifica, porque,
como disse, nao tenho os conhecimenios proes-
sionaes da materia, nem a pratiea necessaria pa-
ra dar ampio descnvolviraeu'.o a assumpto to
transcendente.
Todo quanlo poderia dizer a respeilo da
allupalhia o homeopatliia, eminentes vultos e
fecundas inlelli encas n'uma e n'onlra sciencia,
jo ho dito melhor do que poderia eu dizer,
apenas para acudir ao reclamo de urna trans-
cripeo do Diario do hontem.
No referido Diario vem uina transcripeo, re-
ferindo-se a urna reuniao de mdicos inglezcs a
qual decidi quo a homeopathia destituida
a de toda probabitidade c de toda verdado em
theoria, c igualmente de resultados na prati-
a o que contesto pelos fados.
Basta ver a maneira pela qual foi resolvido o
imprtame problema, para conhecer-se que nao
ha furjdo de razio : nao precedeu urna dtscusso
scienlifica, na qual e por mcio de debates sus-
tentadlos pelos profundes conhecimentos o longa
experiencia, se cheg-is.se ao conhecimenlo da ine-
ficacia; da homeopathia, c enln fazer refleclir no
espirito dos huroens pensadores e inlelligentcs
e>sa verdade evanglica, nao. Mas, homens pre-
vnidos,'aferrados oenvelhecidos no carrancisrao
dos custicos, sangra*, sanguechugas, sinapis-
mos, beberagens amargossimas, etc., etc., o mil
outras applicacoes ante-humanas, decidirn, de
calcu|o que a homeopathia nao cura !
islo irrisorio nesto scculol
Mas, nao admira que assim praliqucm alguns
mdicos inglezcs que veem seus interesses indi-
viduaos diminuidos, quaudo houveram padres
que siistenlaratn c applauliram a maldita e hor-
rorosa inquisirao Que a humanidade a islo se
suj-il|ase, admira !!
Quando a religiao de lesos Christo soffreu lan-
o, esta religiao que estabeleceu o dlreilo da
igualdadc da especie humana, como nao soffror
a lioinoopaiiiia que sacrilicou csse passado de
barbaridade e de mysterios, para se propagar
por todas asclasses da sociedado, poupando tan-
tos e nbrulho3, garrafas, lizanis, etc. etc. ?
Se a inquisico foi applaudida e posta ern pra-
tiea pelos padres, se a religiao fui guerreada,
nao admira que a homeopathia o soja, pelos ho-
mens dos privilegios o exclusivismo.
Mas, felizmente, j passaram cssas eras em
que dous ju tres homeiisdispunham da sorle da
humanidade, quer em poltica ou em 3ciencas ;
hoje,! porm, os conhecimentos leem alargado
sua esphera e ludo marcha de urna maneira di-
versa.
Hoje que innmeros melhoramenlos o inven-
cocs rao apparecendo em lodos os ramos do sa-
ber humano, quer a respeito das scicncns, quer
a respeito da mechanica, nao possivel que
qucslo la importante soja decidida per turna
capia por tres ou dez mlicos inglezes. Nio ;
por que, nenhum homem Ilustrado pode con-
vencifr-se que c irrefragavel lio absu'da e irre-
llectida resolucao, em face de tantos e lo ira-
mensjos fados a favor do syslema homeopathico.
Np necessila remonlar-mo-nos ao passado,
basta ver agora na angina e scarlalina os extraor-
dinarios progressos da homeopathia, para dos-
mentir a resolucfto desses dez ou vinlo mdicos
inglczes congregados para istb.
Hrreo Huciiel.. que impoiia a uui pal,
D.ii sua fiI lia no Omnipotente
Morreo verdade; mas entre os archanjos
De etr morrido deve estar contente.
Por M. i. de C.vnvALiio.
COJUMERCIO.
Alfamlega.
Rendimento do dia 1 a 16. 157:830*031
dem do dia 18....... 5:482*817
162.712S848
Movllmento da alfamlega
Volumeseulrados com fazendas 52
> com gneros 144
Voluraessabidos cora fazendas
com gneros
196
128
348
------476
Na<
a emendo de medicina ; mas ha dez anuos
SESSAO EXTRAORDINARIA DE 6 DE JNIIO
DF. 1560.
Presidencia do Sr. Reg e Albuqiurque.
Presentes os Srs. Barata, Reg, Gameiro e
OUveira, fallando com causa o Sr. Mello, c sem
ella os inais senhores, obrio-se a sesso, e foi lida
c approvada a acta da antecedente.
Leu-se o scguinle
EXPEDIENTE
Um offlcio do Exm. presidente da provincia,
-commuriicando quo attendendo a falta de reenr-
sis com que lula e cmara, como expozrra era
oleio de 4 do correnle, sob n. 51, determinava.
ao director das obras publicas que man-
dasse fazer ns reparos de que necessila a obra
das pontes e caes da ra da Aurora, ficando as-
sim rovosada a ordem quo expedir era 26 de
maio ultimo, para que lacs reparos fossem fcilos
por esta cmara.Inteirada.
Outro de Jos Thomaz Cavalcanli Pes-oa, juiz
de paz da freguezia dos Affogados, representando
sobre o mi estado da ponte da estrada deno-
minadaTravessado Luca.Que se respondesse
que a cmara j baria mandado orear os reparos
da mesraa ponte.
Assignou-se o officio em resposta ao da presi-
dencia, de 2'J de maio ultimo, ainda sobre a
que*lao de Veras, c mais outros sobre diversos
assumplos.
Dospacharam-se as pelicoes de Antonio de Jo-
sus Callado, Francisco Candido da Paz, tenente-
coronel Justino Pereira de Faria, Molla & Irmo,
clevantou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira Accioli, secretario, a es-
crevi.Rogo e Albuqucrque, presidente.Fran-
ca.Reg.Barata do Almeida. Pinto.Ga-
meiro.
que, dentro do mou gabinete estudo a homeopa-
thia. Tenho experimentado cora milita alten;au
seus iffeitos as molestias, lenho achado que cu-
ra, e cura sera conlestacao. Em muilas moles-
tas etn que a allopathia" tem vacillido, a Itoraeo-
pathii tem curado (vico versa tambera), como
prova-ei cora a identidade das pessoas.
Desde que principiou esta epidemia descarla-J
lina a angina, que procurei esludar qines os re-
medi s mais npropriados pfira cura-las, e era
pouc.Q lempo achei Iros, com os quaes s e uni-
camc He tenho curado 89 pessoas, algumas des-
sas ilesenganadas. por iraminentes capacidades
medipas, fora u,n sem numero quo lovam os re-
medios, sera que eu veja o estado do docnte.
Felizmente al o presente ainda nao receb um
viniera ; por que nao especulo o nem alardeo
e nem vivo de curar : lenho cstudado para cu-
rar-me c curar meus amigos, e os miseraveis que
nao leemdinheiro para pagar os medicamentos...
EUou preparando um mappa nominal c mi-
nie; co, para publicar, indicando o nome das pes-
so-is curadas, ras c nmeros das casas : mas a
Irn cripcao do Diario de hontem impcllio-inc
a faer esta publicaco.
out
de
0
O i remeJios que hci empegado como ifalliveis
sao :tintura de acnito, tintura de belladona,
lint ira de sulfur, com estes Ires raedicamenlos
tenl o combatido lerriveis e perigosissimas scar-
la tias c anginas, sera que necessilasse ainda de
a npplicacao ; salvo as seuhoras
uppresso de menstruaco.
nos
Descarregam hje 19 dejunho.
Barca inglezaUraniafazendas.
Brigue ingleMiliccntebacalho.
Briguo hespanhol Araavel Rosafarinha de
trigo.
Barca portuguezaVencedora diversos gneros
Brigue brasileiroAlmirantediversos gneros.
Patacho portuguezMara da Gloria ceblas e
batatas.
Prtacho porluguezFlor da Maia diversos g-
neros.
Escuna hamburguezaAmanda=fazendas.
Importado.
0 patacho portuguez Maria da (loria, vindo
de Lisboa e Figucira, consignado a Y. S. Rabello
& Filho, manifcslou o seguinte :
300 barxis cal em podra, 14 pipas e 98 barris
vinlios, 52 ditos e 10 meias pipas azeito de oli-
vera. 66 saceos feijo bronco c rajado, 50 caixas
ceblas, 1 caixole massa de tomates, 6 caixos
poleamc. 6 barricas cera em grumo, 81 caixas di-
la em velas ; aos consignatarios.
40 barris carne ensaccada, 77 ditos c 1 mcia
pipa azeito doce, 1 barril e 27 pipas vnoos, 1
caixoto rnarmelada, 3 latas quoijos, 10 saceos fei-
jo ; a J. dos Santos Pereira Jardim.
30 pipas e 110 barris ranos, 57 ditos azcte de
oliveira, 100 duzlas de soulhos ; a Thomaz de
Aquino Fonseca.
23 barricas er, 1 dita capa-rosa, 1 dita linha-
C, 1 dita cevada, 2 fardos pAo-carapeche. 1 cai-
xole vidros de botica, 1 dito graes de dito e de
madeira.l dito therebenlina, 1 dito peneras, 1
dito incenco, 1 dito essencia de cauella, 1 dito
ervas medcinaes, mercurio e esponja ; a Vicente
Jos de Brito.
1 caixole sapalos do Iranca ; o Jos Alves da S.
Guiraares.
1 dito ditos de dita : a Julio & Conrado.
1 dito dlos para homens e senhoras ; a Anto-
nio do B. Valente.
2 voluntes urna cama de ferro, 1 caitole um
fogao de dilo ; a Jos Joaquim da Silva Gomes.
36 barris carne ensacada, 20 ditos linqnicas,
24 ditos loucinho. 26 caixas ceblas, 224 dilas
batatas; a L. J. da C. Amorim.
50 barris vinha ; a Teixeira Bastos S5 & C.
3 voluntes um guarda-roupa ; ao Dr. A. de A.
F. Jacobina.
1 barril lampreas ; a J. dos S. da Cosa.
1 dito peixe de moira, 1 caixole dilo de esca-
bexe; a J. F. Baplisla.
1 dilo dito de dito, 1 lata dito de dilo ; a J.
R. M.ii iiis.
38 barris cal viva ; a Rocha Lima &. Guima-
raes.
1 caixole phojpboros, 1 dilo fiado cr, 1 barril
carne ensacada ; a Mauricio Jos dos Sanios Iti-
beiro.
1 barril choricos e paios; a Manoel Ignacio de
Oliveira.
2 ceslos do vimo ; a Belarmino do Reg Bar-
ros.
10 barris loucinho. 15 ditos choricos ; a Almei-
da Gomes Alves & C.
1 caixoto azulejos; a Manoel Tarares Cor-
deiro.
4 ditos rinho, 1 dilo capsulas c drogas : a B.
F. de Souza.
50 baris choricos, 100 ditos loucinho; a J. da
S. Regadas.
13 barricas alpista ; a Azevedo & Mendes.
15 pipas vinhos, 5 barris azeile de oliveira : a
M. J. R. c Silva.
2 barris vinho ; a Joao Soun & C.
0 hiatc nacional Gratido, viudo do Aracaty,
consignado a Firmiuiano Jos Rodrigues Ferreira
Jnior.
50 meios de sola ; a Gurgel & Irritaos.
77 saceos com 308 arrobas de cera de carnau-
ba j a Prente Vianna & C.
1 caixao cora 36 chapeos prelos francezes ; a
Christiani & Irraao.
1 pacote com 6i libras de flor de sabugo, 1 di-
to com 64 libras de dita de burrage, 2 ditos com
128 ditas de mcela, 7 caixos rom 635 libras de
rap Meuron podre, 6 pacoles com 600 chapeos
de carnauba, 18 molhos cora 450 esleirs de pa-
Iha do cama aba, 3 garajaos peixo serco, 2 barris
po-campccht, 3 pacoles carne secca, 1 pacote
pennas de ema, 424 couros salgados, 211 meins
de sola, 14 molhos pellos de cabra, 1 barrica 90
casos | pares de calcados, 14 saceos com 10 alqueiresde
gorama, 117 caixas velas de carnauba ; a ordem
dem dem com casca
dem moide.......
Carne secca...... >
Corro de madeira ....
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem regala......
Chifrcs........
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem rerdes.....
dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba .....
dem seceos......
Espanadores grandes. um
dem pequeos......
Esleirs de preperi .... urna
Estoupa nacional..... arroba
Farinha de araruta ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijao......... alqueire
Fumo era follta bom .... arroba
dem dem ordinario ....
dem idem restolho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. ...
Gomraa polvilho.....
5SCO0
23560
8g500
13SO0fl
200
ISOOfl
3S000
5S000
4J000
260
300
10$000
500
400
13000
33200
OjOOO Capuania do purlo de Pernimbuco, 12 de ju-
nho de 1860.
Oselrelarn,
/. Pedro Brrelo de Vello Reg.
2.* Scccao Rio de Janeiro. Secretaria de es-
lado dos negocios da marinha. em 30 de abril
de 1860.
NOTICIA AOS NAVEGANTES.
Pela secretaria de estado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimenlo dos
navegantes, que as podras submarinas denomina-
das do Cacao e das Petcadinha*, a primeira no
ranal da barra do sul e a segunda na do norte da
ilha de Santa Calharina, ncharo-sc hoje balisadas,
, 1 por meio de boias de madeira da forma de um
1 cone truncado, forradas de lineo, lendo a sereno
loa I mergnlhada pintada de branco, e a fluctuante de
encarnado, medndo esta ultima dezoito polle-
gadas de altura contadas da linha de fluduacao.
A bota ^ic assignala o escolho do canal da
barrado sul, cslfl fondeada era quatro brabas de
agua, c dista delle seis ditas ; avistada, a otho
n, da distancia de duas militas e pode-se sem
perigo passar a E c a O dola.
A boia do canal do norte est fondeada em
I36OO 10 palmos e meio na bnixa-mar de aguas vivas,
Municipio do Rio Formoso e Agua-I'rela.
2!>500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avallado annual-
menle em.......................... 5.10CJKJ0O
Comarca deP&oSAlho.
255OO rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, avahado animal-
mente em..........................
Imposto de 20 por cont sobre o
consunto d'aguardenle nos muni-
cipios seguimos :
Olinda, avahado animalmente em
Goianna.........................
Nazarelh..........................
Paod'Alho.......................
" Cabo.............................
Santo Antao......................
Rio Poimoso e Agua Prcla......
Scrinhaem........................
As arremalaces serao feilas por
5900*000
360*000
350S00O
15O$e0O
150*000
lOOSOrjO
3ti030O
1CO*000
50*000
lempo de
300
1S600
33000
33OC0
73000
I03OOO
93000
7S000
lf>S00O
63000
tres 'innos, a contar do 1. de jullio do correnle
anuo a 30 de junho de 1863, sob as mesraas
enndicoes das anteriores ; e na forma do ar-
tigo 76 do regulanieulo de 3 de agosto de
1842. v
As pessoas que se propozerem a optes arrema-
laces, comparecam na sala das sesses da mes-
Ipecacanhua.......arroba
. cenlo
urna
um
u*ma



um
t
Lenha em achas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros. ...
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranchoes de 2 cuslados
Coslad'iiho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhlico pranchoes de dous
cuslados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dilo de dilo uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras exos de secupi-
ra para carros.....
dem dem rodas de dita para
ditas........
Mel. ... .....caada
Milho.........alqueire
Pedras de amolar. urna
dem de filtrar. .
dem roblos ....
Piassava em molhos .
Sabao.......
Salsa parrilha .
Sebo em rama. .
Sola ou vaqueta (meio) .
Tapioca........arrba
Unhas de boi....., cento
Vinagre........pipe
Pao brasil.......quintal
e serve para guiar o navegante que demandar 1 -
bordojando o porto da cidade.-0 director goral ; m,lJln,l*:1".?.^'?aV."\^1:'-Ciilr.ad": ?C!".me!.0-"-1-!'
interino. Angelo Thomaz do Amoral.
Olllm. Sr. inspector da thesoitraria de fa-
zenda manda fazer publico, de ronformidade com
a ordem do tribunal do thesouro nacional n. 69
de 9 de maio prximo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se faro concurso nesla thesouraria
para prccnchimenlo das vagas que ha de prali-
cantes na mesma : aquellos pois que pretende-
ren! ser admiltidos ao concurso devem apresen-
lar nesla secretaria seus requerimenlos uistrui-
dos om os documentos que'provem : Io. tercm
18 annos completos de idade : 2o. eslarem livres
de pena e culpa c 3o terem bom procedimento.
Os exames neste concurso versarao sobre lei-
tura. onalyse gr-iminatical, onhographia e nri-
ihemelica at a theoria das proporees inclus'c.
De ordem do Iilm. Sr. inspector da the-!
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico que a airemalacao de unta parle do sobra-'
do de dous andares no valor de um cont cento!
cncoenli e cinco mil quatros o oitenta o dous |
rcis, silo_ na ra da Guia, pcrtenleiircnlo a fa-
zonda nacional etn virlude de adjudicacao, 11S0 \
43000 I leve effeilo no dia annunciado por falla'de lici-
25240 ti,n,cs e Pr isso tica transferida a mesma or- !
iCRfin rc'''^'ri0 P!lril u,a 30 do correrte mez.
lSoOU) Secretara da thesouraria de fazenda de Per-
| pambuco 8 de junho de 1860. O officiai ntaior
' interino. I.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
253000
235OO
1S600
I23OOO
33000
93000 I
83000
6*000
23500
>



213000
143000 I
45$OO0
163000 I
5g000
103000
competentemente habilitadas na forma do rl.
75 do citado regulamento, devendo as habi-
litacocs sercm julgados nos das 6 e 12 dejunho
vindouro.
E para constar se mandou affixar o presento
I e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
j nambuco, 23 de maio de 1860.O secretario,
I A. F. da Annunciaco.
Arl. 75. Os coolratos de arrematarlo de
renda que importaren! em mais de 2:000*000 rs.,
serao effocluados sob a garanta de dous fiadores
idneos, que (eiiham bens de raiz na cidade do
Recite, ao menos um dolles, urna vez que o ou-
tro soja notoriamente abonado.
Arl. 76. As arremalaces podero offecluar-so
pola ntaior ou menor ikiUeao oiTorecida em car-
tas filias
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
ciaco.
Secretaria da Ihesnuraria de fazenda de Pcr-
nambuco 8 de junho de 1860. O officiai maior
interino. I.uiz Francisco de Sampaio c Silva.
Claudino Renicio Machado, olBcial da imperial
ordem da Rosa, cavalleiro da ordem de Chris-
to, majar contmandante interino do l. bati-
lhiio de inf.intaria c presidente do conselho de
qualficacao da guarda nacional da parochia do
SS. Sacramento de Sanio Antonio do munici-
pio do Recife, por S, M. o Imperador, que Dos
Capitana do porto guardd, etc., etc.
Pela capitana do porto se faz publico, o aviso Faz constar, quo nesla dala foram encerrados
abaixo, da subslituicao da lanterna collocnda na os Irabalhos da qualifioacao e revisiio da guarda
foiltleza dos Santos Res Magos do barra lo i nacional, cujas listas fuain na forma da lei, af-
Rio Grande do Norte, por um grande lampean atada* na igreja matriz, c bem assim que tem
circular de 8 bcos. designado o dia 23 do correnie para novamente
par 10300C'
303000
280
23500
800
93000
Capitana do porto de rernambuco, 14 de junho
de 1860.O secretario, J. P. Brrelo de Mello
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
reunir-sc o conselho. afim de lomar em consi-
derarlo as reclamantes que tiverem de fazer os
uleressados, e receber os recursos que tiverem
oe interpor perante este conselho para o de re-


um
libra
2.sccci.o. Rio do Janeiro. Secretaria de es- visls- quc se te 5",blico Para conhecimenlo de
lado dos negocios da marinha, ern 18 de maio q"cm C0!ITler- .
de 1860. : Sal1 das scssops Jo conselho, 9 de junho de
Pela secretaria de oslado dos negocios da 'o-
marinha se faz publico, para conhecimenlo dos
navegantes, que a lanterna da fortaleza dos San-1 O Dr. FrancUco de Araujo Barros, cavalleiro das
tos Reis Magos situada na barra do Ro Gran- ordens de Christo c da Rosa, juiz municipal da
de do NorteLem latilude do 5o 45' S, e longiludc | segunda vara do tormo da cidade do Recife.
Claudino Denicio Machado.
-,. 1 de 3i 13' 15" O de GW, foi substituida por um
on Rran,le lampeao circular de 8 bieos collorado so-
200 | bre urna torro cylindrca, construida
120 forma daquella lorlaleza.
urna
50j000
10*000
Moyiniento do porto.
Aario sahido no dia 17.
Portos do SulVapor nacional Tocanfins, cora-
mandante o 1 lente Pedro Hyppolito Duarle.
Navio sahido no dia 18.
Rio da PralaPatacho hanoveriano Atlntico,
capt^G. Kopecke, carga assucar.
por S. M. o Imperador, que Dous guarde, etc.
Paro saber, que pelo Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria, juiz de dlreilo da primeira vara cri-
minal da comarca desta cidade, me foi communi-
cado haver designado o da 5 do correnle, pelas
10 horas da ninnha para abrir a terceira sesao
do jury desta termo, que trabalhar em dios con-
secutivos, lendo procedido ao sorlcios dos 48 ju-
rados, que tem de servir na mesma sesso, em
confnrrnidade do arl. 32G do regulamento n. 1:!
de 31 de Janeiro de 1812, foram sorteados e de-
signados os cidadaos seguintes ,
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves.
Antonio Jos Conrado.
Antonio Jos Pacheco o Silva.
Benedicto Jos Duarte Cedrim.
Jos Francisco Rbero.
Joao Antonio Ribciro.
Ismael Cesar Duarte Ribciro.
.Manoel de Souza Ferreira.
Santo Antonio.
Communicados
s remedio? sao applicados da forma seguinte :
C uando ha febre [orle, Iros gotas de lint, do
acn, em Ires oncasd'agua, applicadas as colhe-
res de tres em tres horas : a proporco quo vai
medicando, do quatro a cinco horas. Depois de
se aver conseguido modilicaco na febre, se ha
andina, applca-so a tintura de sulfur, deilando
tre gotas em tres oncasd'agua, applicando-se as
col Iteres pela maosa e a noite, era tres dias es-
lauj os tumores rebentados eera cinco dias esto
as iferidas cicatrisada3.
$e ha s escarlatina, enlo adrainislram-se o
acn, e bol, alternadamente ; mas depois que se
holuvcr conseguido, com a lint, do acn, qual-
(tiier modilicaco na febre.
Desta maneira hei salvado para cima de 102
llp pessoas, s leudo morrido uM menina, ad-
verlindo que nao fui eu quera principiei o Ira-
lamento, quarfdo 14 chejfuei d'ahi a quatro horas
inorreu e robera de custicos I!
Com estes tres remedios applicados em regra,"
e ge observando os preceitos, ser urna casuali-
dajdc perder-se um doenle.
JDuvido que haja um allopalha que aprsente
um quadro mais lisongeiro nesla quadra.
Breve publicarei o mappa cima referido.
(Recife 13 de junho de 1860.
Romualdo Alves de Oliveira.
de diversos.
A polaca hespanhola Raymunda, v'mda de
Barcelona pelo Rio de Janeiro, consignada a Ara-
naga l Hijo, manifeslou o seguinte:
225 pipas 10 meias e l barris vinhos, 8 vo-
luntes cabos aos consignatarios.
Consulado {feral,
Rendimento do dia 1 a 16. 15:655*049
dem do dia 18....... 1:828633
17.4838682
a.
i
a.
*
Horas
P3
s
3
c
H
n
ireccao.
o
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Intensidade.

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Centgrado.
CJi
leauwtir.
Fahrenheit
-i
O
-4
O
O
-l
o
i
~1
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 16. .
dem do dia 18......
2:873$174
2393426
3:112600
Na sesso de 17 do correnle julgou o veneran-
do iiiliun.il da rela<;o a cansa que no foro des-
ta cidade foi agitada pelo Sr. Luiz Gomes Fer-
reira contra sua Exm." madrasta c seus irmaos,
vluva e filhosdo commendador Luiz Gomes Fer-
reira, e anda esta vez mnstrou este inlegerri-
niii e Ilustrado tribunal o quanto merecido o
conecito de que gosa.
O publico deve estar lembra Jo de que pelo fal-
len-nonio do commendador Luiz Gomes Ferrei-
ra foi aberlo um testamento em quo este decla-
rava de ncnhuui vigor oulro, feilo antes de seu
asamenlo, no qual linha reconhecido o Sr. Luiz
Gomes Ferreira por seu filho, sob o fandamenlo
de ter oblido a convierto de que nao era o re-
conhecido seu filho, o que lal reconhecimento
fuera enganadaraente ; entreunto o mesmo juiz
-que abri aquelle testamento abri quasi ao
mesmo lempo esse oulro em que o reconheci-
mento se fez, e, tratando a Exm.* riuva o lho
do commendador Luiz Gomes Ferreira, de fa-
zer a parliiha do catal sem allencao aoSr Luiz
Gomes Ferreira, proposeste a competente necao
no juizo municipal da 2.a vara, pelo qual pedio
que se julgasse nulloo ultimo testamento na-
quclle em quo dcclarjva de nenhum vigoro seu
reconhecimelo, o valido esle para concorrer
fieranca paterna com seus irmaos lucidos de
matrimonio.
Foi juiz na primeira instancia o Sr. tenente-
coronel Rodolfo Joo Baratado Almeida que jul-
gou o autor carecedor de oceo, e o Sr. Luiz Go-
mes Ferreira appellou logo para o venerando tri-
bunal da relocao, que deu provimenlo ao seu re-
-curso.
Foram rolos vencedores os Illms. Srs. dezem-
bargadores Lourenco Jos [da Silva Santiago,
(Relator) D. Francisco Bathazar da Silreira, An-
tooio J. da Silva Gomes e Antonio Baptista Giti-
rans, rotou porm contra o Illm. Sr. dezombar-
gador Jernimo Martiniano Figueira de Mello.
Honra ao venerando tribunal d reiac&o do
distrido 1
O amigo da jiuKfa.
Correspondencias.
"^^^^ .^.w,
Srs. redactores.Cumprindo quanlo devo para,
qiue nao se ponha em duvida, em lempo algum,
a1 minha repulaco, e nem mesmo fique duvidoso
al meu respeilo o juizo do Illm. e Exm. Sr. con-
sjelhero Dr. Pe^ro Autran da Malta e Albuquer-
que e dos demais lentes da faculdade de direito,
acerca do communicado publicado no Liberal n.
II de 24 do mez prximo passado, recorro as
aginas de seu bem conceituado jornal para de-
clarar que nao Uve parle lguraa em tal commu-
nicado e que nem mesmo set a quera attribuir, por
que alem|ne ser pouco indagador vivo alheio a
todas as quesies, que se passam na faculdade.
E' verdade o quo venho de expor e sempre
prompto me acharo a repcllir qualqucr accusi-
Qo, quo se me fi'zer a icspeito de lal communi-
cado.
Qucirara, Srs. redactores, dar publicidade. a
sincera verdsde, de cujo favor lhe ficar obrigti-
do o seu constante leitor,
Ar*. R. de Aguiar Monlarroyos.
16 dejunho de 1860.
Despachos de evportaoao pela me-
sa do consulado desla cidade n <
dia t S dejunho de 1S60
Havre Barca fsanceza Adelle, Tissel Freres,
900 couros salgados
Canal Brigue inglez Dreyad, S. Brothers &
C. 984 saceos assucar mascavado.
Liverpool Barca ingleza Hermione, S. Bro-
thers & C, 900 couros salgados e 100 saccas
algodo ; Johnslon Palcr & C, 51 saccas al-
godo
Becebedoria de rendas internas
scraes de Pernamhuco
Rendimento do dia 1 a 16. 16:162770
dem do dia 18.......2 3233014
18:4853784
8.
03
o
na plala-
Esla nova luz, que
arroba 25S0O0 "x'1 e 0 c 1(>nnn :,u5"ezs8 sobre a superficie das aguas, as mares
o, regulares, e nodo ser avistada na distancia de 12
3200 : militas,O director goral int.uno, Angelo TI10-
3j520 ; mozdo Amaral.
3300 ^ 0r" Anl0"' Joaquim Buarqun Nazarclh, juiz
municipal c de orphos e ausentes, nesla ci-
dade da Victoria o seu tormo da comarca de
Sanio Antao da provincia de Pernamhuco por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II. que Dos
guarde etc.
Paco saber que por esle meu juizo de ausentes
perante niim se proceden a arrecadaco dos bens
I deixados pela finada Isabel Maria Bczorra, a re-
querimento do coflcclor de diversas rendas ge-
1 raes desle municipio, e como uo se obtvesse
: informacoes exactas acerca da morada dos her-
I deiros da dita finada,- vistoacharem-se em luga- Florencio Jos Carne'iro~oDei'ro.
res nao saludos ordenei se passasse o presente, \ Domingos Nunes Ferreira.
: pelo qual cito, chanto e requoiro o comparec- | Antonio Jos Teixeira de Castro.
ment dos herdeiros de sobredila finada, bom
I como a lodos os que direito tiverem em sua he-
ranea afnn de virem habililar-se no prazo de 30
dias publicado desle, o qual ser atusado no
lugar publico do costume e publicado pelo Dia-
rio de Pemambuco em quanlo durar referido
prazo, lindos os quaes ludo proredorei a rere-
la o na forma di lei, c para constar se passou o
presente que vai por mim assignado cora o sello
do juizo, que ante mira sene ou volita sem sello
ex-causa.
Dada e pascada nesla cidade da Victoria aos
00 v- ,28 de abril do armo do nascimor.to de NessoSe-
nhor Jess Christo de 1SC0, trigsimo nono da in-
dependencia o do imperio do Rrasil.tu Anto-
nio I.udgero da Silva Costa, esenvao de orphos
c ausentes o escrevi
Antonio Joaquim Buarque Nazirelh.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direito especial do cotnntercio desta ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
vixsr*por s-v linpcria1'q,,e fcfw : s.da >arejao-
Faco saber aos que o prsenle corta de edilos
virem, em como no dia 21 do correnle mez, de-
pois da audiencia desle juizo, se ho de arrema-
tar os gneros e mais objoctos que se aeltam re-
colhdos no deposito silo no pateo de S. Podro
n 6, pcrlenceiiles a Jos Diaa da Silva Cardeal,
sendo a arremalaco feita ern dito deposito, os
Atmotphera.
Hygrometro.
Barmetro.
" rs
1
o S
c
r-
C
e
c
>*
V.
Francisco Joaquim Cardse
I.aurianu Jos de Barros.
Jos Francisco de Mello.
Manoel Fonseca de Medeiros.
San-Jos.
Joaquim Mauricio Goncalves Rosa.
Antonio de Jos Vasconcellos.
Joaquim Luiz \ires.
Manor-I Jos Baptista.
Alexandrino Mximo Leal de Barros.
Dr. Joo da Costa Ribeiro Machado.
Boa-Vista.
Dr. Manoel do Naseimento Machado Porlella.
Francisco Borges Leal.
Faustino Jos dos Santos,
llornes Carnero Machado Rios.
Jos Alfonso dos Santos Bastos.
Ricardo Pereira de Farias.
Renio Jos Pires.
Jos Antonio de Oliveira e Silva.
Ignacio Nunes Corris.
A noite nublada e de aguaceiros, vento 8E,
veio para o terral e ao omonhecer rondou pelo N.
OSC1LLACAO DA HAR.
Baixamar as 9 h. 42' da manhaa, altura 0.50 p.
Preamar a 3 h. 54' da tarde, altura 7.50 p.
Observatorio do arsenal de marinha 18 dejunho I quaes sao os seguintes :
de 1860
Viscas Jnior.
Editaes.
Urna armarn'C baleo de aninrello enrernisa-
i do, c alguns caixoes de pinho que fs/.ont parte dj
mesma ormaco, avahados em 120;000, urna ba-
Manca de columna de lato em 30j0OO, um barril
_^___^^ I com vinho de cinco em pipa com a marco PRR,
"" em O'OOO, onze queijos do reino, 36 frascos de
commendadorj bocea larga, grandes e pequeos a 50o rs. cada
um, os quaes vo parte por execucao de Frsn-
como cssionario do
O Dr. Anselmo Francisco Perelli,
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direito especial do commercio desia cisco da Rocho Passos Lins,
Per-
qu
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 16.
dem do dia 18.
Publicares a pedido.
POESA
Dedicada ao Illm. Sr. Domingos
Rodrigues de Andrade e a sua
digna consorte pela sentida mor-
te de sua fllhinha Bactael.
Morreu Rachcl... que emporla a um pai
Dar sua (Ilha ao Omnipotente
Morreo verdade ; mas entro os archanjos
De ter morrido deve estar contente.
Morreo Rachcl... a filha adorada
De um pai carinhoso.
Morreo... foi um anjo que como oulro nnjos
Poi ser mais distoso
Morreu... que importa I um anjo subi
A manco Eterna
Morreo um anginho foi Dos quera lirou
Da manco Paloma.
30.229S569
5:062*547
35:292*116
Pauta dos precos dos principaes gne-
ros e prod ueces Racionaos,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 18 a 23 de junho de 1860.
Agurdente alca! ou espirito
de agurdente..... caada
dem caxaca....... >
dem de cana......
dem genebra......
cidade do Recife, capital da provincia do
nambuco e seu lermo, por S. M. I. e C,
Dos guarde, ele.
Foco saber aos que o prsenle edilal virem e
dellenolicia tiverem, em como no dia 28 do cor-
renle mez, se ho do orrematar por venda,
de fio de la de diversas cores, avahado om'2 j no cdigo cnmmercial. ^N "S^SSS^L'. J"mZJ*"tl a
ranea de nevcllos! Dado o passado nesla Cidade do Recife de Per-
nos 8 dias
Dr. Manoel de Barros Brrelo, contra o referido
Jos Das da Silva Cardeal ; e nao havendn lau-
cado* quo cubra os precos da avaliaco ser a or-
remalaco feita polo prejo da odjudicaco cora o
obalintento da lei.
E para que choguc ao conhecimenlo de todos,
mondei passar eJi lacs, que serao publicados pe-
Rodrigo Jacome Marns Pereira.
Joo Ribeiro Guiniares.
Manoel Coelho Cintra.
Afogaios.
Serafim I.oite Pereira.
Francisco Rodrigues Lima c Silva.
Joao Chrisoslomo de Albuqucrque.
Francisco de Pinho Burgos.
Poco da Panclla.
Joo Carneiro da Cunha.
Vaneo.
JosJCavalcanti Filgueira de Mcnczes
S. Lourenco da Malla.
Dr. Vicente Jeronymo Wanderlcy.
Jaboato.
Joao Filppe Cavalcanli.
Joo Coelho da Silva.
Francelino.Carneiro do l.acerda.
Muribeca.
Joo Ferreira da Costa.
Pedro de Alcntara I.yra.
Diunizto Solerio Pereira.
Dr. Francisco do Rtgo Barros de Lacerda.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem
como a lodos os iuleressadosem goral, se convi-
Idemidem.......botija
dem licor.......caada
IdemJdeni.......garrafa
dem restilac'a e do reino .
Algodo em pluma 1 .* sorte
dem idem 2.a dita .
dem idem S." dita
caada
arroba



dem em caroco ....
Arroz pilado...... arroba
dem com cisca..... alqueire
Assucar branco novo arroba
dem mascavado ifem ... >
Axeite de mamona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fln.i...... arroba
dem grossa, .......
Caf em grao bom. .... arroba
dem idem restolho ....
880
480
500
800
280
960
320
800
7$30O
6J300
5$300
1JJ825
3jJO00
3$600
4J900
2650
960
1$920
75000
4|000
7J500
4J5O0
cada maco ; 43 dilos de linha
o 700 rs.; 25 dilos de ditas rJT cores a 700 rs.
12 pegas de bico de seda cora 883 jardas a 100
ris a jarda : 24 ditos de tranca do seda c vidri-
Iho a 100 rs. a peca ; os quae's sao pertencenles
a Marcolino da Costr Rapozo, e lhe foram pc-
nhorados por execuco de Francisco Antonio Al-
ves Mascarenhas, e nao havendo lancador que
cubra o prego da avaliaco, ser a arremalaco
feita pelo valor da adjudicaco com o abatimento
da lei.
E para que chegue ao conjiecimento de lodos
mandei passar editaes que sero publicados pela
imprensa e affixados nos lugares designados no
cedizo commorcial.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
namhuco, aos 15 dias do mez dejunho de 1860,
39. do independencia e do imperio do Brasil.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivo o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
Q Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia de 16 do correnle, man-
da fazer publico, que no dia 28 do mesmo, pe-
rante a junta da fazenda da mesma Ihesouroria
se ha de arrcmalar a quem mais der, a laxa das
barreiras da ponle do Mangumho o da estrada da
Capunga, avahadas novamente em 5:360y por
anno.
As arremalaces sero feilas por lempo de tres
anuos, a contar do 1. de julho do correnle an-
no ao ultimo de junho de 1863.
As pessoas que se p-opozerem a estas arrema-
laces comparecam na sala das sessoes da mesraa
junta, no dia cima Indicado, pelo meio dia,
competentemente habilitadas, com suas propos-
tas em cartas fechadas.
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario, Secretaria da thesouraria
provincial e Pernambuco 18 de junho de 1860,
A. P. d'Annunciaco.
Secretario.
Pela capitana do porto se faz publico o
edital da secretaria de esiido dos negocios da
marinha, que abaixo segu, relativamente as
bolas collocadas naa pedras submarinas do Camo
e das Petcadinhat dos canaes daa barra* de San-
ta Calharina e Rio Grande do Sul.
nambuco, nos 8 dias do mez de junho de 1860,
tiigosiuio-nono da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, es-
crivo o subscreri.
Anselmo Francisco Perelli.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virtude resolucao da junta de fazen-
da, manda fazer publico, que de cenformi-
dade com as leis e regulamenlos era vi-
gor, perante a mesma junta, devem ser arre-
matados por municipios c comarcas no dia 14 de
junho prximo vindouro os impostos se-
guintes 1
Municipio de Olinda.
25500 sobre o gado mordo para
o consumo, avahado animalmente
em.................................. 3:100g000
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados conjuntamente.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avahado animalmente
cm.................................. 2:500*000
Impostos a cargo da collec.toria,
avahado animalmente em......... 500$000
20 por cenlo de agurdenteme,
idem............................... 120*000
Comarca de Goianna.
2g500 rs. sobro o gado morto pa-
ra o consumo, avahado annualmen-
te em............................... 10:600$000
Comarca de Natarelh.
2*500 rs. sobre o gado, morto pa-
ra o consumo, avahado animal-
mente em......................... 8:700(000
Comarca do Cebo
2*500 rs sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avahado annualraen-
le em............ ................. 8 100$000
Comarca de Santo Anto.
235OO rs. sobro o gade morto pa-
ra o consumo, araliado annaal-
meule cm...... ........t........ 10:700*000
Municipio de Serinhaem.
2*500 rs. obre o gado morto pa-
ra oeonsume, araliado annualmen-
te a.............................. ItiOOfOOO
caso que foi cadeia, em a sala das sessoes do
jury, tonto no referido dia o hora, como nos mais
dias seguintes emquanto durar a sesso, sob as
penas da lei se fallaron.
E para que chegue o noticia a todos, mandei
nao s passar o presente que ser lido eafBxado
nos lugares ntnts pblicos e publicado pela im-
prensa, c tambera remoller iguaes aos subdele-
gados do lermo para publicu-los e mandaren fa-
zer as notificages necessarias aos jurados, aos
culpados e as leslemunhas que se acharcm nos
seus dstrirtos.
Bectfe, 9 dejunho de 1860.F.u Joaquim Fran-
cisco de Paula Esteves Clemente, atetillo do
jury o subscrevi.
Francisco de Araujo Barrot.
_____Declaraces._____
Acha-se depositada tima eguaruca ruuitono-
va que foi encontrada na freguezia as" 2 horas da
manha do dia 17Ignacio Antonio Borges.
Subdelegacia do Recife 18 de junho de 1860.
Pela administrago do correio desta cidade
se faz publico que as malas que lem de conduzir
o vapor Persinunga para os portos do sul sero
fechadas no dia 20 do correnle, s 2 horas da
larde.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimenlo dos inleressados, a rclacao
abaixo transcripta dos credores de dividas de
exercicios na importancia total de 2:6375732 rs.,
cujo pagamento foi autorisado pela ordem do
thesouro nacional n. 83 de 5 do correnle mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
namboco 18 de junho de 1860.O officiai maior
interino, Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Relago a que se refere o annuncio cima
Christovo de Hollando Cavalcanli de
Albuquerque, Antonio de Padua do
Hollanda Cavalcanli o Joo Mepo-
muceno Bezerra Cavalcanli 04(367
Fausto Frei'e de Carralho 20OJJ00O
Francisco Garca do Amaral 401*666
Joao Jos Rolim 188*987
Vicente Jaasen de Castro e Albuquar-
que 133833-2


^i
r^
Ignacio francisco Ja Silva, Mara Joa-
quina d Mell e Silva
Amonio Tarares
Braz Avelino Freir
Dcimo bulalho de inanlaria
Joo Ferreira da Rocha
Luz Francisco Teixeira
Miguel Ferreira dos Aojos
Miranda & Vascoacellos
ReinaMo Jos dos Sanios
Niquelina Gcrlruia de Assumpro.
O ronselho administrativo
dos orphaos lem de p
la de suas sessoes
do
l ~ Acham-se deposluooi pela suliueiegatia do
522*000 primeiro districlo da freguozia dos Aegados, lies
73*144 cavallos, sen Jo dous russos c um costanho. o bem
I'.OOOOO: assim urna carleira que .fui echada com algum
40JJ000 diriheiro : quem se julgar com direito, compare-
3lJjfl26 Cnestc juizo, que provando, the ser entregue.
^!, Jos Roberto de Maraes e Silva.
147*000! Repart?*. lanuda.
73S0I4T Secretaria da polica de Pernarabdco, 4 de ju-
501*906 ahn 'lo 18C0-
patrimonio 9,!11'"- Sr- Dr-. chee de polica manda fazer
J^RIO t)E PERSAMBDCO TERCA FE11U 19 DE JUNHO DE 860.
le por em hasta publica, na sa- i publico, para conheeiraenlo dus inleressados, M
, no dia 20 do corrente, a ren- j disposicoes doaitigo72 do regulamento n. 120
------.,_ _v w huilln I | li -
oa ue urna parle das casas do mesmo patrimonio
abiixo mencionadas, por lempo de um a.tres an-
nos, a contar do 1. de julho prximo futuro,
segundo o que dispoe os arligos 28 e 29 dos os-
talutos era vigor, a saber :
Ra do Sebo.
Numero 12casa terrea
Ra du Encantamento
Numero 74rasa torrea.
75dem dem.
l'ra de Portas.
Numero 92^casa terrea.
97-Idem idem.
98dem idem.
99dem idem.
100dem idem.
101-dem idem.
102-Ideoi idem.
Os licitantes hajam de comparecer com seus
liadores na sala das sessoes do mesmo onselho,
as 10 horas da mauha, no mencioriado da 20 do
crreme.
Secretaria do ronselho administrativo do pa-
trimonio dos orphaos 16 de junho de 1860.
Dr. Vicente Pereira do llego.
Secretario.
licia de Per-
1.a secco. SecrelreUria da pi
nambuco, 10 do junho de 1800.
O Iliin. Sr. Dr. chele de polica desla provincia
manda fazet publico, para conliecimenlo de
xo transcripto, dirigido pela repartlico da polica
da corte. [*
2." secco. Secretaria da polica da curie. 4
de junho de 1SG0.
Illm. Sr.Tendo sido preso nrsla rte o
cabra le nomo Jos, que declarou ?er escravo de
Ilota Hara da Conceicao, residente nessa pro-
vincia, porque f.ii encontrada a bordo da galera
france/.a Carioca, onde lenlava fugir para o Eu-
ropa, li-lo recollter rasa de delenc.10 desta cor-
te, a rogo a V. S se sirva mandar avisar a essa
seiihoni, afm de que possa reclara-lo provando
o seu direito de propriedade.
Este esrravo servia como mnririheiro abordo
dohiate Piedade.
Dcua guarde a V. S.Illm. Sr
de 31 de Janeiro de 1842.
Nao se conceder passaporte a cidadao Bra-
silero, para porto eslrangeiro, ou a cstrangeiFO.
anda que seja de um para oulra provincia do
imperio, sem que sua saluda seja previamente
annunciada nos jomaes Ires das pelo menos.
Onde uo huuver jornal-os annuncios se afllxarao
na porta da matriz da freguOzia, e nos lugares
mnis publicjs.
S no caso de ner-essidade urgente e especi-
fica la se dispensar osea formalidade aos que
prestaren) (anca idnea.
O fiador se rosponsabilisar ncsle caso petas
duvidas do aliiancadti, e se sugeiiar a petia de
inulta al 20O;000 no caso dse mostrar que o
amaneado procurou por csse meio evitar qual-
quer responsabilidades
Cinforme.O secretario, Rufino Augusto de
Almeida.
Dr. chefe de
policia da provincia de Pernambuc.-Espiridiao
Eloy de Barros rmenle!, rhefe de polica.O of-
ficial servio lo de secretario,
tino llamos .
Avisos martimos.
= Pf.ra o Aracaty. o liiate Santa Rila saho
cora brevidade, anda recebe carga ; trala-se na
ra da Madre de Dos u. 2
Para a Baha
segu em poneos das o hiate Bom Amigo, de
superior marcha ; para carga, Irala-se cora o'ca-
pilao Pereira Marinho, em casa de Palmeira &
ellrj, no lirgo do Corpa Sanio n. 6.
Kio Grande do Sul.
O brigue Firma segu 110 oa 25 de junho
recebe anda alguna carga : trata se com Tei-
xeira Casto, S & C, no largo do Corpo Sanio
numciu 0.
COMPAMIIA rERXAMBlJCAXA
DE
Jos Xavier Faus-
ue nao tendo
er reunido a
ferida para o
das rendas das
scriro inte-
A admiriislracangeral dos osl ibelecimento
ac candado manda fazer publico,
lltrjdO tCSO buje, por nao se I
niaioria de sous membros, fui Irn
dia 21 do correle a arrematado
casas anunciadas para boje.
Administraran geral dos eslobe ecimenlos de
candado, 1 de junho de 1800.O <
rio,
Joo Piulo de Lemcs Jnior.
O novo bajnco del
Fcrnambuco repetleo avi-
so que fez para screm re-
colhidas desde j as notas
de 10,000 c 2o,ooo da
emissao do banco,
Tela recebodoria de rendas internas geraes
se faz publico, que c no correnle mez que os de-
vedores do segundo semestre do dxercicio cor-
renle de 15591860, relativo aos seguimos im-
Ios: dcima addicional de man mora ; imposto
de 20 por ccnlo sobre lojas, e dito especial a 80a
sobre casas do movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz eslrangeiro teem de
paga-lo livre de mulla. Rrcebedoria d IVrnom-
buco i "
1 Navegado cosleira a vapor
O vapor Persinungn, commandanlc Lobato,
gair para os porlos do sul de sua escala no dia
20do corrente. Recebe carga al o dia 18 o meio
dia. l'revine-se aos Sis. carregndores que ne-
nnuma carga ser recebda a bordo sem bilbele
da gerencia.
Cear.
Segu com brevidade o pnlhabolo Santa
Cruz, recebo carga a trole e passageiros ; a tra-
tar; com Caelano Cyriaco da C M. no lado do
Corpo Sanio n. 25, primeiro andar.
real cmnmw
An>lo-LusO"Brasileira.
orpt.os.o agentellyppohto vwidera'etn
Idfio o espolio do seu fallecido marido
J~. Robcrt, consistindo em guardas-
reupai, cama de casal, -commodas de
Jacaranda' e mu tos ontros artigos de
Rosto, e bem assim um exce'lente ca-
4riolet americano, caballos, urna exce-
lente vacca solteira e urna pequea ly
pographia : segunda letra 25 docorren-
te, as 11 horas em ponto, na ra do Tra-
piche, casa em que o mesmo Roberts
tinia escriptoiio.
LEILAO
Ter^a-feira- 19
DE
do corre 11 te
Urna taberna
Venue-se duas panes do soi-rado .le dous
andares c solao, slo no largo do Imperador n.
o; a tratar na ra eslreila do Rosario loja de en-
cadornador n.26 ou na ra do Quciraado n. 29,
Vendo-so um banco de torneiro com varias
lerramenlas, por preco muito commodo a tratar
na ra das Trinciieiras numero 17. sobrado d
Je um
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e eneom-
mar. para casa de pouca familii : a iraUlr nJ ,
ja de livros defronle do arco de Santo Antonio
- Na ra do Desl.no n. 3. luga-fe um mole-
qoe que enpoiro, entende de roxinha
NO
Pateo do Terco n. 28,
PELO AGENTE
CAMARGO
AS 11 HORAS EM PONTO.
O agente cima fara' leilao de urna
taberna com noucos fundos propria pa-
ra um principiante: no mencionado dia
as 1 1 horas.
tat
Ao meio dia.
Qarta-feira 20 do-corrente.
O agente Camargo fara' leao por
ordem de urna pes&oa que retira se para
foca, era seu armszem na ua do Vio-a-
rio n. 19, a
DE
Urna excellente raobilia,
Guarda roupa, guarda vestido, guarda
. lonca, toaletes, mesa elstica, can-
deeirot avulsos, apparelhos para al-
moQo, dito para mesa, jarros para
dita, c outros objectos que setornam
desnecessatiomencionar, no mencio-
nado dia.
Vaquetas para coberta de carros,
vet.dem se emeasa de J. Praeger.
LEILAO
DE
lina loja de ferragens.
Espera-seda Europa do dia 19 em dianleo va-| A. rcquerimehto (IOS Hfna<4
por Portugal, e depois da demora do costume ;_ J ^ ,,.,,',.
eguir para os porlos do sul. Passageiros etc. uu ,os aa "laSSa lallnll (le Ll-
-Irse Atves Lima, Patricio Jos Borges
oe rreiiaa, Francisco da Silva Saraiva, ra-
ncio Jos da Silva Saraiva, Domingos All-
omo da silva Beiriz, Francisca da Silva
Luna Beirij, Anna da Silva Ferreira, Ma-
na do Caemo da Silva Lima, Amalia da
. I" *" Jos Alvrs li,", Filn. repas-
saaos da mais pungente magoa pela prema-
tura morle de seu presado sogro. cimbado
pai c at Jos da Silva Saraiva, veem pel
presente agradecer a todas aquellas pessoas
que nao duvidaram tomar parte na dor que
eslao sofTrendo o quo se dinaram assistir
ao enterro e arompanharo sen cadver ao
remilerio publico. Ainda pela segunda
ye?dirigen) um voto de gradecmenlo aos
llvds. religiosos carmelitas Frei Juaquimde
Sania Mara Cunha, Frei Candido de Santa
lauel Cunha e Frei Ernesto de Sanl'Atma
Cunha e ninis religiosos que nesse mesmo
sentido tanto se preslaram o lanas provas
deram de amizade conduzindo o sen cada-
ver do porlao do cemiterio at a sua ultima
morada; ao mesmo lempo din'scm um vol
ueagradecimenlQ a res>eilavei orJem 1er-
ceira de Nossa Senhora do Carmo que tan-
las provas deram de amizade para com o
seu irmao ex-prior, ja coiiduzindo ? mao o
seu cadver, recebam poli todos esles se
nhnres a nossa cierna gralidao. A todas
aquellas pessoas que nao foram positiva-
mente convidados para o enterro pedom
olios desculpa e a esperam merecer cm at-
lencaoao estado de perlurbaqao pelas duas
perdas que acabara de sollier.
faier iulc^ZV'^'vdn?nilnti" ,erCm Sor diri'',as Por escriplo, leudo lodo
",'.?:' eces cxplicaroes, se as chapas sao pata homem. senhor., ,. '.
sSSSSS^msSS^^^^
Pde-se uiandar de qualquer ponto do imperio do Brasil
nos !, ',,cZ%: Sf"""''" "' l"'" Pli Ub. O0 ,do, o, L,.
||9iA do Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.

GRAN
E ARMAZEM
DE
Ra Novan. 47, junto a groja da Con-
ceicao dos Militares.
Acha-sena direccao daofficina deste
I!

K
fC
SfS
=3> ein dlt0 arma'em um
grande e variado sortimenl
s, sobiecasneas, baques, pal
Si ln?' Cl't0S d remira de cores, de merm, bombaL
a
de
encon- f.<-CCs
roupas %&&
M !^8',^m.S,, 1?n = -C'lSaC;ls' ob, ecasneas, pa Sg
^1 decores, ditos de brim del-nho branco, pardo e de' cies. leas W
"merm, de princeza, de bnns ||5|
oc
a iratar com os agentes Tasso Irmaos.
Para a Babia.
O hiate < o 1 de junho de 1860.O administrador, Ma- carga engajada, segu al o lim da presente se- i CSpeCial
i larneiro de Souza Lacerda. mana : para o '
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlc
do arsenal de guerra, tcni de comprar os objec-
tos seguinlcs :
Para o esnivao das oflknas do arsenal de
guerra.
1 Hvro oblongo paulado com 30follias, nao sen-
do contadas as 2 da abertura e cncerracao 10
livros oblongos com dsticos impressqs ; 5 livros
paulados de 100 folas cada um, de formato ne-
queno.
Para o corpo de policia.
2 espadas com bainhas de ac para os sargen-
2 tel ns de cou-
, segu al o lim
resto da carga, Irata-s'e com o ca-
pitao Pereira Marinho, cm casa de Palmeira &
Bcllio, no largo do Corpo S=inlo n. 6.
Para o Aracaty.
^ Segu com a maior brevidade possivel o hiale
Gralidao. por j ter a maior parlo da carga
prompta ; para o resto e passageiros, dirijam-se
ao Passcio Publico n. 11, ou ra do Cordoniz
n. 5, casa de Pereira & Valen le, no Forte do
Mallos.
Para o Rio Grande do Norte e
Ass
Sahe por esles dias a barcaea Nova Esperanca,
recebe carga a frele muito commodo : jia ra da'
Madre eos n. 2.
IB
I
tos ajudaulc e quartel-mcslre
ro de lustre para os mesmos.
Quera quizer vender laes objectol aprsenle
as suasproposlas cm carta fechada na secretara
do conselho, as 10 horas da raanha do dia 2
do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativa
ara fornecimento do arsenal de guerra 15 de
junho de 1860,-enfo ios Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco loaqxiim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Conselho econmico do batalliSo de n
fantaria n. 9.
Trccisa contratar para o fornecimento de suas .
prac.as arranchadas, durante o semestre que de- reS' que Irala-se com o seu consignatario
correr de julho a dezembro deste anno os gene- r c-vedo. Pendes, no seu escriplorio, ra da
ros em sesuida mencionados, os quaes devero : uz "'1-
ser de boa qualidade : arroz, assucar branco sem
ser refinado, ou refinado trigueiro, azeile doce
bacalho. caf em carosso. carne secca, dila ver-
de, familia de mandioca, feij.io, lenha, manlei-
ga, pao de 4 oncas, dilosde 6, loucinho e vina-
gre : quem pois se compromeller a fornecer di-
tos gneros, aprsenle suas propostas em cartas
lechadas, na secretaria do dilo balalho. no dia
28 do corrente, al as 10 horas da manhaa
Q'^dnacidado do Reofe 15 de junho de
1800.O lenle secrelario.
Jos Francisco de Moraes e Vasconcelos.
Riode Janeiro.
O veleiro e bem conhecido brigue nacional Al-
i irania, pretende seguir com muita brevidade,
de suas lem parle 1 se" carrpga'"ento promplo ; para o
Leilcs.
LEILAO
Conselho de compras navaes.
Conlrala este conselho no dia 21 do corrente
mez, ns fornecimenlos de medicamentos e uten-
silios enfermara de marinha, e o de ambulan-
cias aos navios da armada, por lempo um o ou-
tro fornecimento de 12 mezes, contados do l.dc
julho prximo, isso vista de proposlas entre-
gues nesse dio at s II horas da manhaa, sob
as condicoes constantes da nota que se acha fran-
ca nosta secretara para quem quizer conslta-
la, bem como o formulario o tabella, regulando
sses fornecimenlos, o que ludo por minucioso
Contrata mais no dia 25, tambera do correnle
mez, piecedendo igualmente a apresentacao de
proposlas receladas nesse dia as at 11 horas da
manhaa, o fornecimento de vveres e oi'lros ob-
jectos ab3ixo declarados para o consumo dos na-
vios da armada e estabclecimenlos do marinha
pelo lempo smente de 3 mezes, lindos era se-
lembro vindouro, sob a condicao de serem os
mesmos objectos fornecidos da qualidade e na
quantidade contratados, e na falta pigar-se a
mulla de 50 0/o do valor de cada um, alem de
carregar o contraanle com o excesso do proco
no mercado, caso o baja, era razo dessas faltas
motivarcm a ah recorrer-se.
Objectos.
Arroz do Maranho, agurdenle branca de 20
graos, assucar branco. azeile doce, bolacha, ba-
farinfc Hflrne *5C"' C8f' C"ne verde. ""Rica,
nal ? no,n.and!0ua- feij&0' ^^ fce*a
malte pao, loucinho de Lisboa, vinagre de dilo
.ud50,rMUVi' dil e espermacell. '
n.S, !*,C'-h0 w e comDras na"es de Per-
nambuco, 12 de junho de 1860.
0 4." batalhao de arlilhaia a p. aquarlela-
donacidade de Olinda. contrata para forneci-
mento de suas pracas. no 2." semestre do cor-
rente anno. os gneros seguimos : arroz pilado
assucar mascavado refinado, azeile doce baca-
lho, caf de carosso, carno verde, dila' aecca
teijao. farinba de mandioca, lenha em arhas! I ponto-
manleiga franceza, pes de 6 e 4 occas. sal, tou^
cinho de Lisboa4 vinagre: as pessoas queso
propozerem ao dito fornecimeulo, queiram apre-
sentar suas proposlas em caria fechada, na casa
da ordem do referido balalhau at o dia 25 do
S'ftif m."-x ^u"lcl cm 0iinda 15 de J,,Dhl)
dd ooO-^Jos Francisco de Azevedo, 2. len-
te agente.
da
de
A requerimenlo dos depositarios
massa fallida de Claudiano Xavier .
Oliveirbe despacbo do juia especial do
com mere io, o agente Ilyppolito da Sil.
va, lara' leilao dos movis pertencente
amesmamassa ; quinta feira21 do cor-
rente as 11 horas em ponto, no litio do
Manguinbo confronte a casa do Sr.
Seve.
llavera' mnibus as 10 1|2 horas da
manhaa na ruado Crespo, para os Srs.
concurrentes.
Leilao
ma & Martiiis e por despacho
do Exm. Sr. Dr. juiz de direito
do comniercio, o
agente Pestaa far leilao das
ferragens, midezas, cutile-
rias, armamento e arnaaco
existentes na loja da ra No-
va n. 6 : sabbado 23 do cor-
renle, as 1 i horas da manhaa
em ponto na mesnia loja.
LEILAO
DE
lina loja de fazendas.
A requenmento dos depositarios da
massa alliaa de Claudiano Xavier de
QhVeira e despacho do juiz de direilo
especijl do commercio, o agente Ilyp-
polito da Silva,fara' leilao das fazendas,
dividas e armacao da loja n. 55 da ra
da Cadeia velha: sexta-feira 22 do cor-
renle as 11 horas em ponto na mesma
loja.
LEILAO
Ao correr domarte.lo
Quarta-feira 20 do corrente.
AS 11 HORAS E.Y1PO.NTO
so
Armrzem doSr. Aunes defron
te da escadinha
DE
Boladiinhas.
PROVINCIA.
O Sr. Ihesourciro das loteras manda fazer pu-
blico que se achara venia, lodosos dias no es-
criplorio das mesmas loteras na ra do Impe-
rador n. S6, c as casas commissionadas pelo
mesmo Sr. ihesourciro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 16 e na rus Nova n. 56, os bi-
Ihetesc raeios da ultima parte da oilava e. pri-
meira da nona lotera da matriz da Boa-Vista
desta cidade cujas rodas deverao andar imprete-
rivelmente no dia 7 do julho prximo fuluro.
Thcsouraria das loteras 16 de junho de 1860
/. M. da Cruz, escrio.
? |g pardo branco e decores, cohetes de velludo pelo e decores di
^>S porguiuo, d.tos de setim preto e branco <\\\L <{P ,L a,!o.,dc Mf
=iV9 i;i. i r i ', -uidiiLo, ditos ue merino nata lutn Wssp
^! a guarda nacional da capi
s^ Aprorantam-se becas r
S rd!nA\,"UnCPae$fP^Im0t0rCS' "rtidoipaVa montana. Naoapra
W. dando ao comprador algumas das roupas feit
^2 tras a seu gosto, nur com fazenda
| e gravatas pretal e de core, libres par. criados, fa relamen tos TaTa" ^S
?'tal c do interior. r |gj
para di sem barga dores, lentes, juizes de di- f<<<2
as se apromplaiao ou- 8&S8
temescolliidose habis omc,aeV;d;ndo^todf"m-'^pa" "' ^
^| dia convencionado.
!
7^}
ft ga a e qualquer roupa no 4
fiP-llIlllllllll
i a
de

Vende-se um bonito cavallo novo e com bons
andares; na ra Augusta, casa defronle dado
n 17.
SX7" Rccebeu-se pelo paquete fran-
cez, loupa fcita para homem do ul-
timo gosto
LOJADEHARH0RE.
Quinta-feira 21 do correnle mez, peranlc o
juizo dos feilos da fazenda nacional se bao de arre-
malar, por ser a ultima praca, dous cscravos de
nomos Malinas e Pedro, ambos com 30 annos de
i Jado, pouco ou menos, penhorados ao coronel
Juaquim Cavalcanti de Albuquerque, como fia-
dor do ex-collcclor do Cabo, Francisco Antonio
do S Brrelo Jnior: quem pretender arren-
da-los, comprela no lugar do costme. Recfe 18
de junho de 1850.O solicitador do juizo, Fran-
cisco Xavier Pereira de Brito.
s= O abaixo assignado, thesoureiaro di irman-
dade do Senhor Bom Jess das Chagas, faz seieli-
te a todas as pessoas que se julgsrem credorasda
irmandade, durante o lempo de sua thcsouraria,
de apresonlarem suas contas no prazo do 8 dias,
para serem pagas. Recife 18 de junho de 1860.
Joo Baptista da Silva.
3* Recebeu-se pelopaquele fran-
cec, luvas de pellica do Jouvin de
todas as cores
Loja de ni ai-more.
Compram-se nioedas de ouro de 20- n
ra da Imperalriz n. 22, fabrica do chapeos d.
Antonio Pires de Oliveira. faz publico e pelo
presente scienlilica ao Sr. arrematante das aguas-
deiites.que do (ira do presente mez em dante dei-
xa de vender esse genero na sua taberna sita na
ruadaPraian 2. Recife 18 de junho de 1860.
Avisa so aolltrn. Sr. Francisco de Albuquer-
que Maranho Cavalcanti, para que lenha a bon-
dade de appareier na ra Nova de Santa Rita n
1, alim de ultimar aguelle negocio que sabe e
que j devera ter sido ultimado em 30 de dezem-
bro do anno passado, tendo por consequencia i
sobro si quasi seis me/es-
-' Pelo juizo do orphaos desla cidade c earlo-
Tio do esernao Guimares. vai a praca de venda
urna casa terrea de taipa. sita na rovoaro do
fin[i!Cr0, na ,r1aves?a d0 Ouinbrt. avallada em
000, hnda a audiencia do dia 22 do correnle
perlcncerite-aos herdeiros da finala D. Barbar
Mana Ferreira Lopes.
Joaquim Alves Nones relira-se para a Eu-
ropa a Iratar de sua saude. levando em sua cora-
panhia um criado.
Vendc-sc urna armacao de loja por barato
preco, por ter muito uso : na ra do Crcsuo nu-
mero 20. K
Vendem-se auas pequeas casas terrea
cojos aliguis corresjToidem a 10 0|0 do seu va-
lor: quem pretender, dirja-so a esta typogra-
phia, que se dar informacos.
Para S. Joao.
Vende-se manleiga ingleza a 960 e 800 rs. di-
ta franceza a 600 rs dita de tempero a 3-20 rs.,
queijos muito novos a 2s%, doce de goiaba
ISocaixo, cartas de traquo a 200 rs. : na ta-
berna da estrella, no largo do Paraso n. 14.
h muito barato.
Corles de casemira ingleza de lindsimos de-
soiibos a 495C0, paleols de brim de linho a
2980 : na ra da Madre de Dos n. 7.
gtttWSKaK mmsm %&mmm
i| L^ Heccbeu-sft pelo pamiete &
* francez novos vestidos de or anlique c v
H grode-fic, manlcaux para sahida de thca- S|
^ tro e muilos objectos do novidade pro- **
3f prios para senhoras ^
Loja de marmore.
PROVINCIA.
Quarta parte da qiurta
do Gymuasio.
Nos felizes bilhelcs
assignado sahiram os se
Ns.1200
615
2161
1*3
2113
235
914
I3S3
1609
1400
1514
1618
2215
3013
3195
3197
3388
rubricados pelo abauo
uiiiies premios :
10.000a
OOOjj
40(18
200j
2000
10|
100S
10OS
oos
50$
sos
50 i
50S
501
503
505
50J
Quartos.
Itilhete.
1 meio.
1 dilo.
I dilo.
Ouarlos.
Bilbele.
1 meio.
1 dilo.
1 dilo.
Rilheie.
1 meio.
Rilhete.
Rilhcte.
Meio.
Dilo.
Dito.
Hiberiaa2$SOOo corle.
, Noarmazem de fazendas da
ra do Queimado n. 19.
Vendem-se corles de hiberia com 14 corados,
fazenda muito Ona, imitando seda, pelo barato
preco de 2j500, meias cruas finas para hornera
a 2J100 a duzia.
Vcnde-se
na ra eslreila do Rosario n. 29. ura piano era
conta, proprio para principame.
Milho bom.
O agente acioia fara' leilao por conta
e risco d quera pertencer de tresentas
e tantas barriquinhas de bolachiuhas
cliegadus ltimamente no mencionado
di?, as 11 horas.
O agente Hyppolito da Silva fara'
leilao em s u arraazera sito na ra do
Imperadora. 35, por despacho do Illm.
Sr. Dr-juiz dos orphaos e a requeri-
menlo de Anna Jeronyraa Correia eou-
Iros, de um sitio na ra do Destino
(Boa-Vista) com bastantes fructeiras,
murado dos lados e cercado na rente
cora madeira. tendo casa terrea de Pe-
draecal.com 40 palmos de fente e 35
de fundo, aisento em solo proprio pa-
ra exame des Srs. concurrentes poderao
te -entender cora o agente cima que se
acha habilitado para esle flm : terca-
frira 19 do cowente as 11 horas
em
Avisos diversos.
A
epor
LEILAO
lequrimentodeElrsalaeth Roberts ijLisboa,e differeniesqua'lida
r despachado Illm, -Sc./Or. juttdJnh?da9 9to ul* p*quele:
Aviso.
J. Falque participa sos scus frcgueies que elle
acaba de receber pelo vapor francer Guiene,
um pequeo sorlmenlo de luvas de pellica Jou-
vin, bolinas Mellis para horaens, dilas ledas de
duraque preto e de cor para senhoras; assim co-
mo por todos os rapores recetar um soriimenie
destes e outros objoctos, quo veuicr seraprepor
pre<;o razoavel.
Ama de leite.
Quem precisar de urna ama de lcile multa sV
dia, levando uma menina de5rae7.es, perera tem
leite em iil>ondancii para mais um menino : po-
der diriglr-se ra do Pharol n. 14, desde tedO
horas at Ss k,
Vcnde-se muito bonitos pea de fruclas.oba-
j cates, saniontes^ae abacaxis, semcnlcs deeoue
des, muito nocas,
na ra da Cruz
Pede-se aos Srs. ourives mais pessoss a
quem for oTerecidos os objectos de ouro abaixo
mencionados, a apprehenso delles, que focara
roubadus na madrugada do dia 16, da rui da Sen-
sala n primeiro andar, 2 pulceiras de jedras,
1 laco, 2 pares de rosetas, 4 anneles cora as ini-
ciaesLMS, 1 de cabello, 2 alfineles, 1 pardo
boles de manguitos, 2 raoedas de 20#, em pa-
pel 14.
= Hoje, linda a audiencia do Sr. Dr. juiz mug
nicipal da primeira vara, 1 hora d.i larde, seT
rao arrematados, na ra do Trapiche n. 4, os
objectos e utcncilios de acougue c um burro, pe-
nhorado a Francisco Pouppville, por execorao de
Rlaadin Ain a ultima praca.
Madama Calherina Goffinel, subilla belga,
relira-se para a Franca, levando um menino em
sua companhia.
Jos Rodrigues do Andrade, vai a Europa
Na ra da Cadeia do Recife n. 38, primeiro
andir, precisa-se fallar ao Sr. solicitador Manocl
Pereira de Magalhes.
Aluga-c uma escrava mulata que cozinha
o diario de uma casa : na ru>i da Praia n. 80.
Precisa-se de um pequeo do 14 a 16 an-
nos, para caixeiro, iireferiudo-.se desses chegados
ha pouco de fura, aiatC que o 'i*!!/ ", C C l" Mondes.no seu escriplorio
Panno de algod.io ds Baha. 1
saceos e roupa de cscravos; teem para vender
Azevedo & Mondes, no seu escriplorio na ra da
Cruz n. 1.
Vende-se uma mesa elstica com 7 laboas.
todas de araarello. assim como os caixilhos de
vidraca, veade-se barato para acabar: na ra da
Cruz n. 21.
Vende-se a casa da ra do Pharol n. 28 :
a Iratar na ra do Pilar n. 143.
Fugio o escravo de nome Cesaiio, idade de
vinle e tantos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforcado, bons denles e lima-
dos, cabra escuro quasi negro, barba fia pona do
queixo, olhos avermclhados. pernas um pouco 1
arqueadas, filho do .Sobral (Cear); porlanto
roga-se aos capiles de campo, s autoridades
policiaes, e.qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o eoprehendam e o levem a su* senhora, no
ra das Cruzes n. 22.
Fogo artificial.
No Caminho Novo, ra da F-speranca quasi as
ullimas casas, indo pela Soledade ao lado esquer-
do, acha-se, de conformidado com as postura
municipaes, monlada uma fabrica de fogo arli-
ficial de ludas as qualidade; aonde os aprecia-
dores do brinquedo de S. Joo o podero com-
prar : assim como na mesma casa recebera-se
encommendas o aviam-se com proraplidao.
Altencao.
A mesa .da irmaudade do Senhor Bom Jess
das Chagas avka aos derolos *o Senhor Bom Je-
ss dos Pessegiaidos, quo hoje haver nsissa o
ladainha. esperando que concorran para mais
nbrilhanlar sse acto. Recfe 19 de junho de
wo.
Pede-se ao disector da cj)inpanlMa oVamli-
ca de Apollo e ao ootor Lessa tenhaan Conda-
do-de vir ao pateada iaraizo, ftberna t s-
treun. negocio que ji&t.igaoram.
Vendem-se saceos grandfs com milho novo a
jJOOO : na taberna grande da Soledade.
Palha do Ass.
A bordo do palhabolo Oliveira II : traante
na ruaao Trapiche n. 14, esciiptorio de Manoel
Afees Guerra, ou na liberna .le Joaquim Vieira
de Barros, na Iravessa da Madre de Dos n 2.
Na serrara de Jos Ignacio Avilla ha uma
canoa que pe^a em 700 a 800 lijlos, para ven-
der, acabada de novo, e vemle-se Vinho engarrafado.
Caixas de uma du-.ia.
A. garanlia paga na ru.i do Imperador n 70
primeiro andar.
T. i. Layme.
Fiacoeteci-
dos de algodao.
A commissao liquidadora desta existincla ao-
ciedade, leudo de apresentar o resultado de seus
ltimos trabalhos, convida a lodos os seus mem-
bros a rcuinrem-se era assembla geral, no dia
21 do corrente. as 10 horas da manhaa. na ra
Nova n. 38. primeiro andar, alim de mostrar o-
esladodos hvros caixa, o liquido, lotal, que ha
para o segundo c ultimo dividendo ; assim como
para qualquer socio poder examinar a escripia e
lodos os trabalhos da consessao. islo para nao
haver razao de queixa no futuro. Oulrc si.r, sei
considerada a n-uniao com qualquer numero do
socios que se acharem presentes para evitar de-
moras. O segundo e ultimo dividendo ser an-
nunciadologo que lenha sido approvado pela res-
pectiva assembla geral.
_, .Aluga-se por pieco commodo o armazem n.
2-j, sito no caes 22 de no sembr : a Iratar em
casa do fallecido eomiuendalor Luiz Gomes Fer-
reira, no liandeg).
nmjtmm simp mmmm
%Z Aluga-se una casa di-fronte da funi- SJg
ot cao em Santo Amaro, sendo terrea asso- aK
bradada rom cummodos para grande fa- *>
milia^com quinte! e cacimba. \
Precisa-se de um mojo com boa pratica do
pharmacia : a tratar na ra do l.ivramento n. 28.
SOCIEADE
n.vs
ARTES HECHAMCAS E LIRERAES
DE
PERNAMBUCO.
O arlual director roga incarecidamenlo 3 todos
OS socios effectivns que .'omparecam a sesso or-
dinaria de 21 do crrente, para tratar-so de ne-
gocio de grande importancia.
A 5,000 rs.
Vendem-se a 5J, saceos cora milho : na ra da
Cadeia do Recife n. 3.
Azeite de carrapa-
to purificado.
Conlinua-se a vender por caada e por garra-
fa ; na ra dos Guararanes n 60, em Fra do
Portas.
Na estrada do Manguinho, sitio da
viuya Carvalho, vende-se por prec/>
muito commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quatro asientos, para um ou
dous cavallos, com os seus respectivos
arreios, ou sem elles, do modo que mais
conveniente parecaao comprador : o si-
tio do lado da igreja e o segundo de-
caes do Ramos, sobrado encarnado, que srao P3S desta.
ISafade em .nfea^01"1" ""^ quem liver ~ Preci"-,e fal1" co Sr. Manoel Ser.piSo
acontado eosua casa | de Almeida Fortes a negocio de seu intereL :
Pede-se ao senhor que por engao levou as Cinco Ponas n. 82.
um guarda-chuva de seda, da sachrislia da igre-
ja do Espirito Sanio, no domingo 17 do correnle
ae recolher da irmanade, lenha a bondade de
entregar aoSr. Jos Mara Ferreira da Cunba. na
rus do Queimado n. 55.
O Sr. Jos Vicenle de Paula Almeida qoei-
ra appirecer na loja daTua do Queimado o. 10
que se Ihedeseja tallar. '
= D. Thereza Schubz, sua irma 6 5 filhos
menores reliram-se para a Europa,
rfM
P^-





DIARIO DE PERNAMBCO, TSftC* FERA 19 DE JUNHO PE 1860.
Saino d lu o o ioino ..a* Diojia-' 'IVi I llVi.UIH Wl Pili 1
pinas de alguns poetas, eoutros uo-i tm LlM' ASLIilHA*
mens iltulre da provincia de Pernam- I 2, Golden Sqtiare, LoudreS.
buco, pelo co nmendador Antonio Joa-1 J. G. OLIVEIRAtendo augmcnlado. com to-
quim de Mello. Conten as biograplua8.mar casa contigua, ampias e exccllenlcs ac-
de Luii Francisco le Carvallio Couto, commodacoes para muilo raaior numero de hos-
Jeronymo de Albuquerque Maranhao, PfdesJ" novo se iccommenda ao favor elcm-
Alvaro Teixeira de Macedo, e Jofto bf".BSa dos seus imios c dosSrs- "ajantes que
Antonio Salter de MendonQa ; versos,
! visiteju esta capital; continua a prestar-lhesseus
_,__ -n i .. .servicose bons ofBcms guiando-os cm todas as
entre os quacs oO odes anacrenticas, v a
1 iftousaa niin ni*iti>iii r.nnh<>rimento nratirn n
urna noticia intersate do levante de
Goianna em 1821, e noventa
documentos inneditos. Por ora
mao do autor.
O Dr. Joo Ferreira da Silva mudou-seda
ra do Kangel para a do Livraraenlo ti. 26. so-
i cousas que preciscm conliccimenlo pralico do
i paiz, etc.: alm do portuguez e doinalez alla-se
UOUS na casa 0 hesp3iihol e francez.
em
lirado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, dijron-
le de sua antiga habitaceo. A grande pralica'de
auscultarlo rcconhocida por quasi lodos os seus
collegas desta cidade torna o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmoes c do cora-
fao ; assim como para verificar o estado de Mu-
de dos escravos que se detejam comprar. Pelo
crescido numero e vatiedados de operares que
lia feilo com bom resultado em o excrcicio de
tnais de 20 minos, se julga habilitado para prati-
car toda o qualquer operaeo cirurgica por mais
delicada c difficullosa que'scja.
alinela dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & C. ra da Senzala Nova n. 52.
*Escriptorio de advocacia.g
^ O bacharel Gusmao Lobo advoga no ci- @
^ re: ra do Rangel n. 61 D. @
O Sr. Do/iizio Ferreira Cavalcanli tcm urna
caria na ruado Quclmado D.jti, primeiro andar
Francisco Jo?e Arantes previne a
seus freguezes, que mudou o seu arma-
zem de tnateriacs da ra do Imperador
(antiga da Cadeia de Santo Antonio) pi-
ra o pateo do palacio da presidencia
lioje Campo das Princezas, ao lado da
repartico das obras publicas.
O abaixo assignado roga aos senhores dc-
vedores da loja sila na ra Direila n. 102. que
perlenccu a seu cunhndo Antonio Arco Ramos
laia, que tenham a boodade de virem liquidar
aeufl dbitos, visto o abaixo assignado ter de li-
quidar a dita loja, o querer fazer isso ajnigavcl-
mcnle.Jos de Azevedo Maia e Silva.
= Maternas l.ins faz publico que contina a
fa/.er pao de Senteio todas as quaitas-feiras e
sabbados, depois do mein dia, na pa loria em
Sania Amaro, na taberna da ra da Imperariz n.
, na roa da Cruz no Recite n. 5, e lamben) as
Cinco Ponas, defrrmte di eslacao da estrada de
(erro, deposito n. 143.
As pessoas qe livercm obyectos por vender, na &LjIC08S ClG ft'Cl?lC6Z 6,
piano.
Mad-emoiselle Clemence de Ilannetot
jhk de Me.nncvllecontinua a dar liccs de
S francez t piano na cidade e nos arrabal-
es des : na ra da Cruzo. 9, segundo andar.
gCarlosU. Dubois]
CABELLEIREIRO.
p Pmca da Boa-Yista n. 3.
w| Participa que leudo recebido nm gran-
, de sorlimenlode cabellos de Paria, acha-
|5 "se promplo para aatisfazer no mais breve
f lempo qualquer encommenda de cabellos,
como sejam marrafas a Luic XV.cabelrei-
fras de toda especie tanlo para human co-
mo para senhoras, ercseenlcs.bands, ca- ^
* deias de relogkis, bracete les, Iranias pa-
t ra aneis etc., etc. m
Attencfto
6
Agencia te leudes do fallecido Marcelino dr, Bor-
jaGcre'.des, qiieiran apparecer no armazetn da
ra de Imperador n. 75 para Ihe seren entre-
gues.
U ihuii.u assignado faz scunio aos doveuo-
res da loja sila na ra Uireila ti. 102, quo per-
lenccu a seu cimbado Antonio Arco Ramos Man,
que nao pagom serijo ao abaixo assignado, sob
pena de pagarem segunda vez.
Jos de Azercdo Maia e Silva.
O aba'iio assignaJo faz publico que nao ven-
dara nada fiado ao seu escravo Joaquina, em seu
nume ou de aua- scnbora, assim como nao d
nada para amostra, porque nao se respousabili-
sa pomada. Recife 15 de junho de 1860
Francisco Jos Goncalves de Siquein.
nCMTCC
",^^i.
OENTES
| ARTIFICIAEJS. 1
Raestreita do Rosario n. 3@
;:$ Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar-
Jg tificiaes pelos doussyslemas VOLCAN1TE,
$$ chapas de ouro ou platina, podendo ser @
j-i procurado na sobredita ra a qualquer @
Grande e novo sortimento tle fazendas de todas as qua-
lidades por baralissiuios precos.
Do-se amostras com penhor.
Attcn^ao.
Lindos corles de vestidos de seda prelos
de i saias
Ditos ditos de dilos de seda de cores
rom babados
Ditos ditos de dilos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de Ot de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples preto bordadas
coro froco
Grosdcnaples de cores com quadrinhos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
, Seda lavrada preta e branca, eovado 13 e
Roga-se aos Srs. devedores a firma social, Dia lisa prela e de cores, com 4 palmos
de Leite & Correia em liquidacao, o obsequio de largura, propria para forros
de mamlar saldar seus dbitos na loja da ra do i CoJlaer8cn1,eJC8lido de seda de gaze lrai,s"
Queimado n. 10. | Dilos de ditos de cambraia e seda, corle
I | i ti Cambr.iiasorlandys de cores, lindos pa-
lUI lllll LUl IC UC LdllCIIU Mangoiios de cambraia lisos e bordados
| Tiras e enlremcios bordados
Miilas de blondc brancas e pretas
I).las de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Dilos de dita de algodo bordados
Panno prclo e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idera
Goilinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas asquali.lades
Enfeiles de vidrilho francezes pretos e
de unes
frisamento 560 rs.
Ra da Imperariz n. 7.
Lecomlc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Pars. Esta estabele-
cimenlo esta hojo as melhores condi^oes qie
possivel para salisfazer as encommendas dos
objectosem cabellos, no mais breve lempo, co-j
no sejam : marrafas a I.uiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rselas,
bdlleiros de toda a especie, para
t

I
9
I
1200
t
35000
1500
tojnoo
16j000
1000

9
9
9'
9
S
8900
9
9
$640
9
Hogn-sc ao Sr. Anlonto francisco do sfi
A Azcvedo, que lm-ou em 19 do abiil deus ffl
SK pares de borzeguins para senhora/amos- 3^
J tra) ueira levar a inesma loja osea ini t
s^ norte ou a f.izenda. S^
-ii- .lo/i jiimi Jos Silveira, inveniariatic do ca-
sal do finado Marcelino de Borja Goraldes, convi-
da a totas as pessoas que se iiilKarem credoras
do fallecido, a apresenijiem ao annunciaiilc, na
roa da Cadera do Recite n. 3 i, sees titulos alim
de-serera devi o For-to, Lisboa e
no cscriptorio de
111
SJ pa'a
MiTuel
ac
a de S
CarvallioNogueira & C, tua do Vigario
i?i. 9, primeiro andar.
nstrueco.
Um 'meco solleiro, de excetlenle conduela, se
offerecc para ensinar em qualquer engpnho per-
lo desta praca, niio s prinreirag letris, para o
/jue esl compclenlcmciiie liabililado, corno tam-
ben) lalim e geometra, o q mentos c por ja ler ensinatk): quem de seu pres-
tiino-sc quizer ulisar, annuiicic para ser to-
curado.
\iinanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
9 aluianak da provincia para
o correncanuo de
etc., etc., ca- Aberturas para camisa de linho e algo-
Komnns o sp I dio Drancas e de cores
homens e se- s.ljis balao de varias qualidades
nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos Tafci rOxo, covado
Estados-Unidos, scmdeixar urna s pelcula na j Chitas francezas claras e escuras, co-
cabeca dos clientes, para salisfazer os prctendpn- vado
les. os objectosem cabello sero'feilo, em *,.YgSSutt^lU* mo-
prcsenea.se o desejarem, c achar-se-ha sempre demos-
urna pessoa disponirel para corlar os cabellos, e Um completo sorlimento de roupa feita
pontear as senhorns em casa particular.
E' chegado loja de Lccomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o exccllcnte leite virginal de ro-
sas bianca para refrescar a pello, lirar pimos
sardase-espinhas, e igualmcnle o afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os cabello
assim como pos imperial de 1) rio de Florenca i ?j&
para borliiejas e asppridades da pello, conser- 3B@
va a frescura e -o avelludadd*ds urimavera da
vida.
sendo casacas, sol recasacas, paletots,
colli-tes, calcas de muitas qualidades
de fazendas y
Chapeos francezes finos, forma moderna SjfJOO
Um sorlimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades 9
Camisas francezas, peilos de linho e de g
algodo brancas e de cores 9
Ditas de fiistau brancas e de cores $
Ceroulas de linho e de algodo 9
Capellas brancas para noivas muilo finas g
Um completo sorlimento de fazendas
par vestido, sedas, la a e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado |
Meins cruas brancas e do cores para
moLinos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbuiina decores, covado
Pulseiras de velludo pelas e i co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sorlimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para renhoras,
homens e meninos, d lodas as qua-
lidades
Cortes de col'ele de gorgurao de seda
de cores y
Ditos de velludo muito finos
i Lencos de seda rOxos para senhora SjO
9 Marquezilas ousombrinhas de seda com
' molas para senhora 9
3^500 1 Sapalinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par SJ^OO
3} I Casinetas de cores de duas largurasmui-
6s0n0 lo superiores, covado ItOOO
g500;Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, cora 4 palmos de largura,
?80l fazenda nova covado lGOO I
1500 Selim liso de todas as cores covado 9
, Lencos de gorgurao de seda pretos 9
S800 i Relogios c obras de ouro 9
l Corles de casemira de cores a 5SC00
9
1$600
9320
19900
9700
2J0O0
1$000
No dia 9 do correnle, pelas 5 c meia horas da
larde, da cidade de Goianna em dirercao ao lu-
gar do Trapiche, porlo do emharque.^perdeu-se
urna carleira conlendo o seguinle : em dinheiro.
579. sendo 20 moedas de prala de valor de 5CU-
ris cada urna o o restante era sedulas, e mais
5 letras i vencidas, sceila3 pelo Sr. Joaquim
Francisco Dias Monteiro, morador em Tedias do
Fogo e sacadas pelos Srs. Sampaio, Silva A Cr
desta pra^a rom os venrimenlos e valures men-
cionados ; 1 letra n. 869 vencida em 23 de oulu-
bro de 1858 da quanlii de 86S9990, t dita n. bS9
vencida cm 6 de feverciro de 1859, da qoanlia de
4S9tKM), urna dita numero 890, vencida em 6
de fc^ereiro de 1859 da quanlia de ris
l:394t983.1 dita n. 979, vencida em 16 de agos-
to de 1r>59, de 97JJ, e una dita n 945, vencida
omlSdcjulho de 18)9. de 1:665)315 ; Ccando
porlanto o mesiio Sr Dias Monteiro prevenido
do succedido para nao pagar a pessoa alguma,
que nao sejam os secadores ; e roga-se a pessoa
que tenha adiado dla carleira, poner dispor do
dinheiro como sua gratiticaco c as letras qurira
fazer o favor de entrega-las (visto em nada l!ie
ser ulil) era Guiannaa ao Sr. lo Auionio de An-
drade Lima, ou nrsla cidade aos Srs. Sampaio,
SiUa C, com luja de ferragens na ra da Ca-
deia do Recife n. 56.
H
EAU MINERAL
NATURAILE DE VICHY.
na botra franerza ra da Cruz n. 22.
DENTISTA FRANCEZ.
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
Calendario ecclesiaslico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
llos da Europa e America com
3 o nome, idade etc. de seus im-
^TTITTT J TTTTTTY-2-TTTrrTTTTT T Y>.
4 Paulo Gaignoux, d-cntisia, ra das La-5 i
f; raugeiras 15. Na mesen casa lemaa e 5! PCrudoreS, TCIS e presidentes.
.k> p denlifico. D <:
AAAi ti Hit tttt-JLXi MttM *.*#
Neste proveitoso estabelecim<>nto, que pelos no vos melhoramcntps feitos acha-se conve-
cientemente montado, far-se-ho tambera do Io de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidode e economa dojmblico de quem os proprietarios esperam a remuneraco de
tantos sacrilicios*
Assignatiir> de banhos fjios para urna pessoa por raez.....104000
mnruos, de choque ouchuviscos por mez 15$>000
Seirio.c dp rartoes e baohos avnlsos aos oreos annnnoiadns
Prtcisa-se de duas ama?, urnapa
ra Cosinliar e outra para cngoiiiira!
O Ur. Cosme de volt? de uia viagem initructi-w
tiva a Europa continua no exer-
(cicio de sua prolissao medica.
Da' consultas em seu escripto-
rio,nobirro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, meno
nos domingos, desde as 6 liora$
t as 10 da manhaa, sobre os
segu ntt'S pontos :
I Molestias de o!los
[1*. M)!estias de cjracao e deV
peito ;
:i~j-. Molestias dos orgaos da gva-
1 cao, e doanus ;
si-. Praticara'toda e qualquer
O'ieracao quejulgarconvenien-v
tj para o restabelecimento dos
*eus doentes.
O exame das pessoas que o cen- l
5 insultaren! sera' feto indistii.tti.-
^mente, e na ordem de suat en- &.'
I ^tridusjfazencloexccpcoosi'cci
<^tes de olhos.ou aquellos que poi
smctivojustoobtvcrrm hora mar-
j/^cada para este Gm.
>4 A applic.icao de alguns n.ecr. ;T
Jumentos indis pense, veis un vario ge
casos, como o do sulatodealio
pina etc.) sera'fetto,ouconccdid<
^gratuitamente. A conGanra queBL
^.nellesdeposita, a proateza desua|S
"laccao, e a necessidade promr It ^ \
J^de seuemprego; e tudoquanto o j i
^demove em beneficio de seusS j
doentes. I .
r i *
rs
FOUIIMIIS i'AKl 1869.
Estao venda na uvraria da praca da nde- p nnlieiftpe
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1863, im- |',1^iae.
Resiimo dos impostos ge-
raes, provineiaes, inuntcipaes
^pressas ncsla typ.tgraphia, dasseguintes-quali-
ades :
OUIINnA RELIGIOSA, conlendo, sVm do
kalendario e rcgulam-entodos direitos pa-
rochiaes, a coniinuacio da bibliothoca do
Crislao Brasiloiro. q:e se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Heos, coroa dos ae- Je toda 8 prOVlWCa.
or. hymnes ao Espirilo-Sanlo e
Tabella dos em-olvnicnios
parochiaes.
Empreados civis, milila-
res, ecciesiasticos, litterarios
r N. S., a imitacao dude Sanio Amlirozio,
jaculalorias e commeroorscao ao-SS. Sa-
cramento e N. S. do-Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio.para oracao mental,
dkidido pelos dias da emana,, obsequios
ao-SS. coraco de Jesns, saudaces devo-
tas s chagas de Chrislo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e ano da
guar outr oracoes. Preco 820 rs.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda
no, regulamento dos direi'.ss parochiaes.e
urna colleco de ancdotas, dilos chisto-
sos, coutos., fbulas, pensoroentos moraes,
receilas diversas, quer acerca Je cozinia,
quer de CMKar*- f. nreservai.ra de arvore5
e rructos. F.-eco 320 rs.
ITA. DE PORTAR qual, alm da*materias do
costurae, conten o resumo d pacochiaes. Pee o 160 rs.
-----Roga-se aos Srs. devedores do esabele-
cioento do fallecido Jcscda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren] seus dbitos na ra do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Qaeimado loja
n. 10.
Assoeaces commereiaes,
agrcolas, industriaos, Ilitera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes todas as qualidades como o-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc., ele.
Serve ell# de guia ao com-
merciante, agricultor, mari-
timo e emfnn para todas as
classesda socie^ade.
GRANDE SORTBESTO
DE
Fazendas e roupa fcila
de.
9
tor medhj,
Na loja c armazem de Joaquim 9
9j
Rodrigues T. de Mello.
. .. ',' 4S-Ria Direila4S
dndose preferencia a aerabas: a tra- -p. t> innn nstrxnn
tar na ra do Imperador n. 15. Ue ^"0 a 0,$000.
8@@@ tfifittitmi prorrietaricTdeste estabelecimento
^Consultorio rpiitral liomponalliirt^ attendendo ao estado nouco li'onreiro ,so,irciro as 'i':rias dtd,1ia q'' p,>"
:.\.MiMiiiuini (Ulll.U HUUIl0pdllllL0M | | u l'uucu u.oiijjeiio gamento il^is premios da quarla parte da quarla
na noisa da maior parte da populacSo,! lotera do Gyoinasio Peroambueano, cojas lisias
c animado por um sentimento Dliifan-:,e<>rri tJ<* -fior publicadas cm o da 1K dn prsenlo
Imnimim | j, r mez, principia a ser effecluado do dia 19 do mes-
uopicotm pcidos seus antros f.e- mo mea eraTdbnle, islo como at o referido dta
guezes, tema liorna de oirerecei -llies ,8 lem o niesmo lli'soureiro e os mais empre-
um resto de borzeruins de bezerro g:'d,lsd? PSljl,'ra aimla ocrupados
PIBBMIIBIIKC.
9

Continua sob a mesma direccao da Ma- 0(
oel.de Mallos Teixeira Lima, professor
liomecpalha. As consullas como d'an- @
f
Botica cenital honifopathica
Do
ooe
k

palluca, ra de Sanio Amaro (Mundo No-
vo) n 6.

Una doQueiuiado u. ST, i
em sua loja Ae 4 portas. I
Tem um completo sorlimento de roupas feilas g [) SABllVu Vi L l!\II-0- p
e por medida a vonlade dos freguezes : calcas de @ Novos medicamcntoshomeopalhicos en- &
casemira e debrim, colletes de diversas nuali- ^osda Europa pelo Dr. Sabino. S
. jti Lslcs medicamanlos preparados espe- e--:
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor- j ttmt)al seglindo as neressidades da lio- I
lmenlo de palelels de panno e de casemira, al- ^ meopaihia no Brasil, vende-se pelos pre- &j
paca, Inazinha, riscadinhos e do brim, que ludo ; @ eos conheridos na bolica central horne-
se vende par proco commodo ; um completo sor-
tinienlo de chapeos prelos de g"da para homem,
de soperior qualidade a 10$, ditas de castor mui-
lo superiores a lCjJ, chapeos de sol de seda in-
glezes dos melhoree que lera vindo ao mrcalo,
diloe francezes de diversas qnaldades, dilos de
panno grandes e pequeos, corles de vestidos de
seda de vanados goetos para dversos^Trecos, tire pelas fumigares byglenicas de Guylon de Mor-
compAelosortimenlo de bordados e entreroeios, jreau,sao eicazes, como prova a experiencia que
golirikasc manguitos,-ludo por preeo commodo ; I dellas se lem lirado ltimamente. Os vaporas
rhaly deseda e laa de goto mais aparado que que se elevam de urna formula dcsla fumigacao
lemapparecido a 1{>?80 o covado, ch*i3s france- baslam para desinfectar um espaco de 340 pOs
zas muito superiores do 2S0 al 440 r-s. o covado eubicos ; e de 10, as ntricas, assim explica Car-
de goslosfliuilo delicados : um grande sorlmen- nichael Smilh. O andaco que nos vecha de prc-
lo de fazeedas francezas Inglezas c aKems que senle, lem cefado mui seria imprunivel aqui se poder mencieuar com (para prevenir-sc o mal, antes do que cura-lo de-
p<-eos, asse*era-se aos freguezes que ludo se pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
vende mais,ara conla que em oulra parle sendo oulra qualquer parle, onde o mesmo se vai de-
a diieheiro.
Altenco.
Os cTcios antiopidemicos, que s ftodu?idos
Sirop du
wmw
JARABE DO FO'KGET.
Este xarope esl .approvado peles mais entine mes mdicos de Pars,
_Jcomo sendo o metbor para curar cor.ctipscoes^ tesse convulsa e ouirss,
afteccoes nos bronctiios, ataques de peito, irritacoes nervosas* iusomeolenci-is: urna eolberada
pela manlu, e oulra noite sao uQcientes. O endito deste exccAenie xs.rote smsfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico.
O diposito na ma Urga do Batario, botict ie Bartholameo Fr FUNDIDA
DO
ifillO. M
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No ue\>o/Ao deste csta\.e\ccimeilo sempre \ia grande oviimeiWo de me-
enanismo para os engennos de assnear a sa\ier:
Machinas de vapor mo lerna, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e defacillimo assento ;
Rodas d agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadas ;
Cinnos de ferro, e porUs d'aguanara ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Mosndas inteirascom virgens muito fortes, e convenientes ;
Mtnas moendas com rodetas motoras para agua, caballos, oubois, acuobadas em aguillioes dcazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ; '
Pare ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornallias;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinlia ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ;
[AguilhOe, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrosas, formas galvanizadas para purgar etc..etc.
D. W. Bowman confla quejos seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia qiie elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viajera amial para o dito im,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os coocertos de quo poderiip Etecessitar.
: senvolvendo e se lem manifestado, recorram
' botica n. S8, na ra Direila, onde se acha ven-
da qnanlidade daquelle desnfectaiite. O Sr. Do-
mingos Uibeiro da Cunha. morador na ra da
Praia n. 49, reconlieccndo esiar a sua casa nfTec-
lada desla epidemia, pos quasi lodas as possoas
j de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que submiuistrando-lhe a fu-
migacao, prodtizo ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumslancias, que
preeisarem das desinfcccdjl, o acharao sempre
promplo para mandar effecluar a devida applica-
;ao. O mesmo lambem vende na mesma bolica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mui-
to approveitzin, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das habilacdes ; assim como
de importante ulilidudc a sua applicaQao as fc-
rida3, ou ulceras chronicas como dclergenle para
preserva-las do estado de pulrefac^ao. A maneira
de applicar se achar na etiqueta. O pro de
2.-'H*?.Jos da Rocha Taranhos.
COMl'ANHIA
ALLIANCE
v Eslabelecida em Londres
- m$m> s
CAPITAL
Cineo milhoes de Uaras
esterlinas.
Saunders Brothers S C* tem a honra deln-
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
:asas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effecluar seguros sobre edificios de tijolo epe-
d?a, cobertos de telha e igualmente sobre os
ojectos que contiverem osmesmos edificios,
q*er consista era mobilia ou em fazendas de
qjuqil J-alidade.
O Sr. Andr Alves da'Ponieca Jnior quoira
pr favor ir ou mandar ria Nora, loja n. 7, a
pegocio que nao ignora.
m.
.
gados de esljiem anda orrupados com a nu>-
lucii-a im^muUL ~'t'" c'uiao da exlraccao los nmeros que nao rram
luslie, im muito bom estado, mediante premiados, para assim se verificara exaelidao la
a retnbuirao cima. mencionada lotera.
>#<><,*/ *-. fWfef<|*# ;'-:@*$@ Camilla Pires.
i% ur. tarneiro Monteiro aproveilando da i i.
f proporeao que lem p,rn mais fcilmente @ W.^W*mm &&%&&& &&%&' M
-, execularostraballios de parlo, e aconso- -^ ""' moco habiliado e de boa eondoi-la W
i liii.in ''ffi oflerero-se pan ensinar em qualquer ca-
^jl ?.i particulada pessoas de qua|i|o< r sexo, %
b prmeiras lellras, lingua nacional, fran- 'ft
cez, laiim, msica, iBSlrumental e toral, t
e bem assim cania qualquer pera de ma- ?s>
Jj sica muilo bem imitando a copia lnhogrn- ^
(& phada, oriundo a frenie da peca de ra- *
(^ racteres glicos ou de ootros ^oaesquer (<>
^ff o islo com a presteza qae so exigir: a ,)*
* tratar na ra larga du P>osario n. 1, pri- S
yg meiro andar. S
et Ihado pelo feliz resultado que lem obldo @
ora multiplicados pillos laboriosos, lem f*
fe feilo sua especialidade sobre este ramo $
W> para o que poder ser procurado a qual- *
@ quer hora, na ruado Rangel n 16.
Bollinhos,
Randejas enfetadas com diversos goslos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em porcao
de libras ou a rclalbo, que con-ervam-se muito
para embarque ou viagem ; asfim como pudns,
pasles de nata, crome, lorias, ou oulra qual-
quer pastelera para desserl: lambem preparam-
se bolos linos para o lempo do S. Joo e S. Pe-
dro, das melhores qualidades ila massa molhada
e secca superior, ludo rom o mell.or asscio, e o
mais em conla do mercado, dirija-se a ra da
l'enha n. 25. para Iralar-se.
Pergniila-so a cerlo porleiro onde aprenden
a prophetisaros martvrios no dia 2 de fevereiro
de 1849?
Lolcria. da provincia.
O biliiete n. 5262 da terceira parte
da primeira lotera do Kspirito Santo
13^reeRl83S13I i Premiado com a $oite de 10:0005, (
apresentado p: lo Sr. Fortunato lote
< Dias de S.impuio, guarda livros dos Srs,
Btag & Ai.'tunes, sendo lbe remettide
i dito billiet da Parahyb.i. O thesou-
Msica.
p Recebeu-se pelo ullmo paquele boni- jj
*^ las msicas para piano : na iua Nova U Loja de marmore. S
Nova funico de ierro
e bronze,
Wna do Brum n. 1.
James E. B Spears.
Fundidor raachinisla e engenheiro encarrega-
se de qualquer obra, assim como seniar vapores
de lodos ai qualidades para serrara, refinacrio,
fabrica de sabio, machinas para amassar pao!
para moer mandioca, ludo por preco commodo'
e concerta alvarenges, bombas, vapores, e toda e
qualquer obra.
retro, Cimilio Pues.
Dentista de Paris, 1
15-Rua Nova15
fFrederco Gaulcr, cirurgiao dcnlisla, Vt
faz lodas as operaeijes da sua arle e col- E
| loca denles artificiaos, tudo com a supe- S-
f| riordade c perfeicao que as pessoas en- |K
d| tendidas Ihe reconhecem. E
Tem asna e pos denlifricios ele.
Sociedadedesel-
leiros.
Roga-se aos senhores socios desta ulil socieda-
de que se dguem ir ver as machinas de coser,
propnas para este oficio : na ra da Imperariz
numero 10.
N Precisa-se alugar urna
escrava.
Ouem tirer e quizer alugar urna escrava para
casa de muilo pouca familia, tendo as qualida-
des segrales: qae seja muito fiftl e humilde,
que cozinhe soffrivelrnente; dirja-se a ra do
Ooeimado n. 46, loja, flcando o seohor responsa-
vel pelas qualidades exigidas.
Commercial
Ra da Cadeia do Recife
numero 15,
loja de quinquilbarias c deposito de labaco, cha-
rulos e cigarros, de
Jos Leopoldo Bourgard,
rcebeu-se novo sortimento de superiores charu-
tos suspiros, guanabaras, saudades, napoleoes,
lanceiros, senadores, e oulras marcas da bem co-
nhecida f.iLnca de Simas.
Suissos.
Charulos suissos grandson, vcveysans o vev.y.
flns, em porcoes e a retalho, por mdico preco.
Fumo
caporal francez, Fleur d'harlebeke, virginie, ma-
ryland, e americano, garanle a superior quali-
dade,
Cigarros
ilha de milho, de dive
Havana.
charutos legtimos del
Cachimbos.
nenio de cachimb
0.
Rolo.
de papel e palha de milho, de diversas qualidn
des.
Superiores charulos legtimos de Havana, mar-
ca Londres.
Grande sorlimento de cachimbos do preeo de
t*>rs. a 15.000.
Existe grande deposito, em boles de Ii2 libra
o urna libra, ao pwco de 1J400 e 2|800, garan-
le-se a qualidade.
Vender muito para vender
barato, vender barato para
vender muito.
i


.l
DIARIO DE PERWAMBUCO. TERCA FEIRA 10 DE JUWHO DE t860.
Sincero reconhecimenlo.
Inflainiiiai'ao dos bofes.
Nada ha mais jualo do que dar os devidos lou-
vores a quem os merece, e por isso que foco a
prsenle declaraco as preciosas virtudes das
chapas medieinaes do Sr Ricardo Kirk, morador
na ra do Parlo rt. 119, pois no curto espaco de
30 dios curaram urna escrava minha que padeca
de tflammaco nos bofes da qual eslava j lio
alocada, quo naopodh oslar senao deilada. ape-
zar de ler feito lodos os remedios. Por lano
nao obstante as dilas chapas seren bem conhe-
cidas por suas innumcraveis curas, faco tambem
osla declarado cm signal de meu sincero reco-
nlieciraenlo.
Caos da Gloria n. 90, Rio de Janeiro.
Luis fos da Costa.
Reconhecida verdadeira a assignatura supra pe-
lo labclliao.Jos Cardoso Fonles.
Louvor c merecimento.
Inflammacao na bocea do estomago.
Possuido dos mnis sinceros agradeciraenlos,
rou por meio desta follia declarar o feliz curativo
que minha senhora recebeu por mcio das cha-
pas medieinaes do Sr. Ricardo Kirk, escritorio
ra do Parto n 119. ficando boa em 30 dias de
una inflammacao no estomago, que padeca ha
mais d 2 annos, por cuja causa soffria inmen-
sos incommodos ; por lao juslo motivo confesso
a minha grnlidao para com o autor de lao pre-
cioso remedio, que pode sem duvida ser ulil a
lanas pes3oasquo padecem a mesma molestia.
Ra de S. Pedro n.291. Rio do Janeiro.
Anselmo Malta das fletes.
Gura completa.
Sem resguardo nein ineommodo.
Forte inflammacao na bocea do estomago.
Eu abaixo assignado, faco publico, cm bene-
ficio da^liumanid'ado, que "solfrendo por espaco
do um anno urna forte inflammacao na bocea do
estomago que me causara falla de respiraco e
tim cansaco extraordinario, e tendo lomado e
applicado varios remedios, nenhum resultado fa-
voravel obtive : achando-me quasi desesperado,
recorr finalmente as chapas medieinaes do Sr.
Ricardo Kirk, ra do Parlo II. 119, cscriplorio,
com as quacs, Irazcndo em suppuracao os hu-
mores, em 38 dias acliei-mo inteiramentc livre
dcsta terrivcl molcsa ; pelo que dou ao dilo se-
nhor os mr-us mais puros e sinceros agradeci-
tu cutos. Ruados Ourives n. 2, Rio de Janeiro
Jos Joaquim Ferreira.
Pilulas Paulislanas,
Em pocotes pe 3 ?aixas n. 1 e nr ?
Um curativo rarissimo feilo pelo medico Car-
los Pedro Elcliecoin, sobre a pessoa abaixo as-
signada. Padeci o anno passado um cancro roe-
douro nopeilo esquerdo, procedido de urna espi-
nha nu urna dureza de que foi o principio, e com
contiendes, c ninas corlas dores que me respon-
dinm no coracao. Quando procurei o dito senhor
a ferida era horrenda que poda caber um ovo de
gallinha. Granas a eslas pilulas sarei em me-
nos do 60 dias. Felfees daquelles que livereni
ao sen alcance os raros remedios do autor.
S. Vicente 12 de dezembro de 1859.
/iscolaslica iaria.
Deposito geral rua do Parto n. H9
RIO DE JANEIRO.
Dos IrescaraMos furladosno engenho Bom-
fim, ao amanhecer dj da 8 do correnle, cuja
snhlraccao foi annunciada por este Diario ; ap-
pareceu um, o do morador, que foi lomado a um
Jadrio no lugar Huir, recolhido ao deposito nos
Afogados, e ah entregue a sen respectivo dono
continuara, porm, a eslar furlados os outros
dous da fazenda, sondo um alasao claro, carrega-
dor baiio, castrado ; o oulro rastanho, inleiro, e
lem rento n.is maos que o faz emagreccr
quando viaja niois : mg.i-se as autoridades do
lugar onde foi appreheniido aquelle cav.Uo, de
indagaren c.=so negocio que hoje mais fcil por
se haver prendido o que o linha occulio. Qual-
qu r noticia a rcspeilo pade ser dada na praca,
no escriptonn dos Srs. M. I. de Oliveira & Filho,
praca do Corpo Santo, que satisfar qualquer des-
poza para oblenco dos mosmos cavallos.
O Sr. Jos'i Antonio da Silva Jnior queira
enlonder-se corn Teixeira Basto, S &C, no lar-
go do Corpo Sanio n. G, segundo andar, a nego-
cio de seu interesa*.
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
C>
um.
-largo da PeaMa
Neste armazem de molhados con-
linua-se a render os seguinlcs gneros abaixo mencianados do superiores qualidades e mais barato
do que em outra qualquer parte, por serem a uiaior parte delles recebidos em direitura por conla!
dos proprietarios.
Manteiga ingleza e franceza
perfeilamenle flor a mais nova que tem rindo ao mercado de 640 a 800 is. a libra e em barril
se far algum abalimento.
Quecos flamengos
muilo noros recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de 1J70O a 3# e a risla do gasto
que o freguez fizer se far mais algum abalimento.
Qnejo nvalo
os mais noros que existern no mercado a 1} a libra, em porco se far abalimento.
A.hic xas vanee i as
era latas de 1 1(2 libra por 1S500 rs., e era campoteiras de ?dro contendo cada urna 3 libra
por 3000.
Mustavda ingleza e franceza
era frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs. cada um.
Verdaeiros figos Ae comadre
cu caixinhasde ft libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1$600 rs.
fiolaennha ingleza
a mais ora que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4$.
Potes \ Adrados
de 1 a 8 libras proprias para manleiga ou oulro qualquer liquido de 400 a lJfOOO rs. cada
Xmcudoas contentadas urourias para sorles
de S Joao
a 1$ a libra e em frasquinhos, contendo 1 li2 libra por 2J.
Cha n reto, uysou e nerola
os melhores que ha neste mercado de 1J>600,2 e 2&500 a libra. *
Macas em cavVnhas de 8 lluras
contendo cada urna differentes qualidades a 4#50O.
Palitos de denles licuados
era molhos cam 20 raacinhos cada um por 200 rs.
Tijolo francez
propros para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francezas
em latas e em frascos de differentes qualidades.
Presuntos, cnouricas e naios
olmais noro que ha neste genero a 480, 640 o 720 rs. a libra.
L>atas de holachinha de soda
de differentes qualidades a 1$60O cm porcao se far algum abalimento.
Tambem vendem-se os seguints gneros ludo recentemente chegado e de nperio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, mermelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de tomate, pera sccca,pas3s, fructas em calda, amendoas, nezes, frascos
com amenJoas cobertas, confeiles, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux.proprio
para conservas, charutos dos mejores fabricantes de S. Flix, macas de lodas as qualidades,gom-
ma muilo fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermacetebarato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeiledoce purificado,azei
lonas muilo novas, banha deporco refinada e outros muilo gneros que encontrarao tendentes a
molhados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muilo menos do queoutroqualquer,
prometen) mais tambem serrrem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco pralicas como'
e riessein pessoalmente ; rogam tambem a lodos os sonhoresde engenho e seuhores lavradores
queiram mandar suas encomraendas uo armazem Progresso que se lhes affianca a boa qualidadec
o| acondicionamento.
Baratissimo.
Ra do Queimado n. tfc,
Armazem de fazendas.
Chitas francezas finos de padroes miudinhos a
220 o corado, pecas de chita com 38 corados por
5g800.
Coberta a 20000.
Cobertas chiuezas muilo lindas a 2>.
Riscado francez a 2$000.
Corles de riscado com 13 1(2 corados por 2J.
Lencos brancos a 2J000.
Lencos para algibeira a 2 a duzia.
Algodo raonstro a 600 rs. a rara.
Chales de merino a 2500.
Chales de merino estampados a 2$500.
Caemii a preta i 6#000.
Cortes de casomira preta fina a 6JJ, paletols de
brm a 3$, CI de linho fino a 800 rs.
Cambraia de cores a lfiOis.
Carabraia de cores muilo fina cora defeilo de
agua doce a preco de 160 o corado.
= Ganga de cor e brm de liuho muilo uno a
500 rs. o corado.
Guita-percha.
Arlgos para inrerno de guita-percha
ou borracha, rende-se na ra Nova n.45
S^> LOJA DE MARMORE.
REMEDIO INUMPAKAVEL.
UNGENTO HOLU3WAT.
Milhares de individuos de todas as nacfJcs po-
dem testemunjiar as rirtudesdesle remedio in-
compararel e prorar em caso necessario, que,
pelo uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramentesosdepois de hareremprega-
do inutilmenle outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconrencerdessascura mararilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relaiam
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao tao sor prndenles que admirara o
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco.
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de Tiam soffrer a
amputagal Dellas ha muitasque harendodei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso dess
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa n|
enfusao de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do4ord correge-
e outros magistrados, am de maisautenti.
carera suafirmatira.
Ninguen, desesperara do est3do de saude sa
iresse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
menlratatoquenecessitassea natureza do mai.
cujo resultado seria prora riuconlestarelmente .
Quetudocura.
O ungaenio e til, mais particu-
larmente nos seguints casos.
A 640 rs. a libra de reas de espermacete
rende-se na praca da Boa-Vista n. 16 A.
Arados americanos e machinas
paia lavar roupa: em casa deS. P. Jc-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vende-se una preta com 30 annos de ida-
de, cozmheira e perfeita engommadeira, dndo-
se a prora ; s rende-se para o malo : na ra
das Cruzes o. 30, se dir quem vende.
gOC03.
LOJA DO VAPOR.
Grande e vanado sortiroento de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas finas o perfumara*
judo por menos do que em outras parles : na lo-
ja do rapor na ra Nora n. 7.
SYSTEM A MEDICO DE HOLL-WAT
PILULAS HOLLWOTA.
Este Inestimarel especifico, composto tnteira-
mente de hervas medieinaes, nao conten mercu-
rio, nein algum a outra substancia delecteria. Be-
nigno i mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prorapto o seguio para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta;
inteiramente innocente em suas operaedes e ef-
feitos; pois busca e remore as doenca de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
queseara.
Entre milhares de pessoas curadas cora este
remedio, muitas que j estaram as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn!
recobrar a saude e torgas, depois de harer tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao dercm entregarle ade-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
efficaz.es effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempe em tomar este remedio
para qnaiquer das seguints enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
i
Barato.
Leite, lenha e inicia
No sitio do fallecido rucando do Goanna, na
estrada de Jno de Barros, ha pata vender leite
puro, lenha de malta, e fructas do dilTerentes
qualidades, por preco commodo. de modo que
pode se revender nesla cidade e lirar bom ganho.
Alcatifa.
Campos & Lima, na ra do Crespo n.
16, lem para vender alcatifa com 4 pal-
mos de largura do muito boa qualidado
e propra para alcatifar, salas e igrejas a
800 rs. o covado, dinheiro a risla.
Alporcas
Caimbras
Callos.
anee res
c40rladuras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos merabros.
tn|ermidades da cutis
em geral.
Ditas doanus.
Erupces e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
lochacoes
Inflammacao doflgado.
Inflaramacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de ohos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tiuha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de nerros.
Ulceras na bocea.
do igado.
dasorliculacoes.
Veias torcidas ou nodo-
das as pernas.
Alporcas.
A iplas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Convulso es.
Debilidade ou extenua-
?ao.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Dilas no figado.
Ditas renereas.
Enxaqueca
Herysipela.
pebre biliosas
Febreto intermtente.
Gota.
Hemorrhoidaa.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflaramacoes.
Ir r eg u laridades
menstruaco.
Lombrgasde toda es-
pecie.
| Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucco derentre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao de ourna.
Bheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Yenereo(mal).
M *?** 004O44
a

*,^ Luiz Soulan, culilciro e oruieiro fran-
^5 coz, que trabalhou em casa dos Srs.
o,: Poinmnteau e Pradines ain, previne
*' ao publico que acaba do eslabelecor-se
*M na rua das Cruzes n. 38, aonde offere-
co seu presumo, qur para araolacoes,
*% 1u6r Para conccrlos de qualquer espe-
d ne, o que proraclle fazer cora rapidez
*i e perfeico. Igualmente se encarrega
de concert de inslriimenlos de cirurgia
li e deolislas ; quem de seu presumo se
9 quizer utilisar pode ficar inleramenlo
S desenneado quanlo ao apurado du 1ra-
balho.
no pateo do Tergo
usto CarneiroMonteiro da Silva @
.-
Urna pessoa se offerece para ensinar em
cnsas particulares, a grammalica porlugucza, es-
cripia correcta, leitura certa, contabilidades e
francez, a pessoas de arabos os sexos : quem de
sen prostimo se quizer utilisar, diiija-se a rua
do Queimado, loja n. 13, que se dar informa-
cons dessi pessoa.
Precisa-sede urna ama
n.26.
Partidas dobradas
Precisa-se do urna pessoa que enlenda bem
de escripturarao em parlidas dobradas para
adianlar urna atrasada seis mezes; annuncie para
ser procurado.
g Dr. Au_
fj Santos, medico operador e parteiro pode
CO cer procurado na casa Je sua residencia
0:; na fu do Ranget n. 16. *t
SS'Wg@;:;:ny @@ f*,
Altenco.
a
O hachare! Amaro Joaquim Fonseca de Albu-
querqne pelo presente declara, que so nao res-
ponsabilisa e nem paga qualquer quanlia de ne-
nhuns objeelos tomados por seus fmulos ou al-
giima outra pessoa sem a competente ordera es-
cripia por seu proprio punho.
- Em praca publica do juizo dos feilos da fa-
zenda provincial se bao de arrematar por venda :
Urna casa terrea na rua do Bom Goslo, fregue-
ziadosArogados n. 19, com 18 palmos de frente
c oO de fundo, pequeo quintal em aberlo em
chaos foreiros, por 50J.
Outra dita na mesma rua n. 21, cora 18 palmos
de frente e 50 de fundo, quintal em aberto, e
chaos foieiros. poraO, as quaes foram penhora-
das aos herdeirosde Joaquim Caelano da Luz.
Um terreno na traressa da rua Real n. 15 com
20 palmos de frenje e 200 de fundo, com os ali-
corees da casa que oulr'ora exislia por 300$, o
qual foi penliorado riura de Vicente i'erre'ira
dos Santos.
03 pretendenles comperegam na sala das au-
diencias, os 10 horas da minhaa do dia 21 do
corrente mez de juuho, que a ultima praca.
As letras aceitas por Victorino Pereira Maia,
da Parahiba, porconta da massa fallida de Joa-
quim Pereira Maia & C, seio pagas no dia do
renciraento (21 do correnle) no escriptorio de
Saunders Brothers & C na praca do Corpo San-
to n. 11.
Precisa-se de urna ama : na rua do Sebo,
casa terrea confronte a de o. 22.
Consulado de Franca.
O capilao Josc Augusto Beaussicr da batea
franceza Alfrcd & Claise, em reparacao neste
porto, precisa tomar a risco cerca de 30 000^000
para pagar as dilTerenlcs desperas que tem sido
obrigado a fazer neslo porlo. O dito empresti-
mo ser garantido pelo mesmo navio o seu car- j
fegarnenlo, e serS embolsado no porto do Rio de '
Janeiro. As pessoas que pretenderen! fazer esle
adianlamenlo sao convidadas a comparecerem
qtiinta-lcira, 21 do corrente, as 11 horas em pon-
to, no chancellciia do consulado de Franca, aon-
de (er lugar a dila odjudicaco, em presenca do
Sr. cnsul de Franca, a quem por menos fizer.
Pcrnambuco 18 de junho de 1860.
No dia 19, ao meio dia,contina no sobrado
n. 9 da rua do Apollo, em presenca do Sr. Dr.
juiz do ausentes, a arremolaco do espolio do
ausente Francisco do Paula Figucira do Saboia.
1 Attenco. |
Curso pratico e Iheorico delingua fran-
ceza por urna senhora franceza, para dez @
mogas, segundo e quinta-feira de cada se- @
maua, daslO horas ot meio dia: quem
# quizer aproveilar pode dirigir-se a rua da >
Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos
;:* adiantados. *.
@@.@@@g @@1@
O abaixo assignado, thesoureiro oncarrega-
do de fazer a festa no dia 27 de selembro fuluro
dos gloriosos martyres S.S. Cosme e Damiao des-
ta villa de Iguarass, pelo presente declara a to-
dos os Deis devotos que so dignaren! concorrer
rom suas ofTertas para o brilhanlismo da mesma
fesla, que elle achando-se, por ineommodo phy-
sico, impossibililado de agencia-las, lem accor-
dado norncar urna commlssao composta dos Srs.
Luiz Ferreira Bandeira de Mello. Joao Luiz de
Almeida Rbeiro e o alteres Manoel Jordao Rol-
dao de Vasconrellos, a quem poderao os mesmos
senhores devotos entregar os suas ofertas, risto
como o abaixo assignado Ihe tem concedido lodos
os poderes relativos a tal firn, sendo que igual-
mente declara que a supradta coramisso licar
obrigada por qualquer despeza que fizer superior
as csmolas que tirar. Iguarass 11 de junho de
1860.Antonio Martina do Coulo Vianna.
Um moco com bonita letra, e competente-
mente habilitado cm escripia por partidas dobra-
das, so offerece pora caixeiro do alguma casa
commercial: quem precisar, dirija-se a loja do
|Sr. Figueiroa, era carta fechada, com as iniciaos
A. S
Altenco
As semcnles, plantas de flores e fructeiras da
Europa, que se achavam na loja da rua do Ca-
bug n 3 A, rendem-se desde o dia 28 de maio
na ponte do Uchoa silio do finado Sr. Antonio
Baplisla Ribeirn de Paria, das 6 s 8 hotas da
manhaa e das 5 horas da tarde em dante.
Precisa-sede 1:000 a juros, dndose hypo-
theca em urna casa terrea nesta cidade: quem
quizer fazer esle nagoclo, appareca na rua das
LaMngeiras. casa do Sr. Paulo Gainoux, das 9
horas da manhaa at as 3 da tarde, que lhe dir
quem pretende. j,
Precisa-so de urna amo quoengomme co-
ziihc para um homem s : na loja de Liis &
Irmao, na rua di Cadeia do Ilecife n. 48 /
Ignacio Felicio, subdito porluguez, ra a
Europa.
Engommado.
Urna pessoa de capacidad^ encerre-
ga se de roupa para engommar por
preco commodo : a tratar na rua dis
Flores loja de marcineiria n. 1.
Alugase para caa de familia urna
preta "que cos nha, engomma roupa de
mulher e coze perfeitamente ; a tratar
no Manguinho, sitio da viuva Carvalho.
Cozinheiro.
Preci|a-se alugar um prelo cozinheiro ; na rua
do Crespo n 25.
Semea.
Em saceos grandes, e de qualidado superior,
para fortalecer animaes ; no largo da Assembla
n. 19, traxiiclidj^e Antuncs Gu maraes & C.
GRANDE SORTIMENTO
DE
O bacharcl Amaro Joaquim Fonseca
de Albuquerque adroga por ora nica-
mente no crirae : quem pois quizer do
seu presumo utilisar dirija-so a rua das
Flores n. 37, segundo andar.
Segu urna linha de carros para Sanio Ama-
ro Jaboalo lodos os dias s 4 horas da tarde, c
volla s 6 horas da manhaa, a 68 ida e rolla : na
qocheira da rua da Paz n. 13 A.
A pessoa que annunciou querer comprar
urna escrava moga, e que seja ptima engomma-
deira, cozinhera o coza. e nao lenha achaques,
dirija-se ao Hospicio, taberna do Elephanle, qu
se dir porquo se rende. Na mesma se rende
herva-male muito nova c mais em conla que em
outra qualquer parte, bem como sement de
queutro.
Aluga-se o primeiro andar da casa n. 112
da rua Imperial, com muitos commodos ; a fal-
lar na rua Direila, casa n. 6.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado n. 15 da travessa do Veras, no
bairro da Boa-Vista, o qual muito
fresco e tem bons commodos para fa-
milia : trata-se na rua da Cadeia arma-
zem n. 36.
Aluga-se urna escrava por prego commodo,
que compra na rua, lava e cozinha o diarlo de
urna casa : a trilar na rua Direila, primeiro an-
dar, casa n. 32.
.""MDe!e-e fallar com urgencia ao Sr. Anto-
nio Martin* de Seixas hemos, a negocio de sea
interesse : na rua da-Cadeia do Recite n. 45, es-
quina da Madre de Dios.
Precjsa-se de urna senhora que saiba bera
pnmeiras leltras, francei, piaoo e msica, para
lomar conla da educagSo de seis meninas, em
um engenho da freguezu da Escada : a trolar na
rua do Imperador n. 39, Meando andar, entrada
pelo beceo do bolcquim do Paira,
Compras.
ATTENCO.
Compram-se utensilios de fabrica de reas ; na
rua do Vignrio n. 29. Na mesma rendem-se rolas
de carnauba ou de composcao, os melhores que
ha no mercado o em conta para acreditar; tam-
bem se rende cera de carnauba era conta.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, rendem-se e trocam-se escra-
ros na rua do Imperador n. 79, primeiro andar
NA
e armazem
DE
Vendas.
LIVROS HE SORTES
*a
PARA
A Sibilla de Bajara ou sottes diverti-
das para recreio das familias na to fes-
tiva noite de S. Joao, contendo 550 ver-
sos, nos quaes se prognostica o futuro
de cada um dos consultantes. De todas
as advinbas conhecidas a Sibilla colheu
os maiores louros, sendo reputada co-
mo orculo dos destinos : vende-se na
livraria ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
O Livro do Pag, con-
tendo 20 assumptos, e 440
sortes para homens e senho-
ras, seguidos de varias poezias
e charadas a 1#000 reis : Na
livraria n. 6 e 8 da Praca da
Independencia.
Novas sortes em folha de
papel a 80 reis cada folha, con-
tendo 913 sortes para homens
esenhoras : vendem-se na
mesma livraria.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido o forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree 4.C. n.
I rua da Cruz.
jFazcndasc obras fcilas.1
luoja
Ges &Basto.|
I Na rua do Queimad) n. j
46, frente amarella.
I Grande e rariado sorlimento de sobre- t
> casacae casacas de pannos finos pretos {
l o de coresa28j>. 30j o 35 l mesmos pannos pretos c de cores a 283, c
l 20S 22? e 253, ditos de caseraira msela- |
dos desuperioi goslo a 165 18>, dilos
) das mesmas casemiras saceos modelo i
l inglez 10, 12, 14j e 15. ditos de al- <
> paca preta fina saceos a 4, ditos sobro- 1
' casa tambem de alpaca a 7$.8Je9$, di- S
* tos de merino selim a 10j, ditos de rae- c
rio de cordao a 9j, calcas prelas das |
mesmas fazendas a 5$ e 6$, colleles pa-
ra luto da mesma fazenda, paletols de
brm trancado a 5$, dilos pardos e de J
fuslao a 4 e 53, calcas de caseraira do s
cor e pretas a 7j>, 8j>i 9$ c 10g, dilos dos
i mesmas casemiros para menino a 6J, 7 a
e 8$, ditos de brim para homem a 3,
i 38500. 43 e 5J, ditos brancos finos a 5,
6g e 7, ditos de meia casemra a 43 e
i 53, colleles de casemiras prela e de co-
, res a 5S, e 63, dilos de gorgnro do seda
i brancos e de cores a 53 e 6J, ditos de
, relludo prelo e do cores a 93 e 103. ditos
de brm branco e de cor a 3, 3J500 e4j,
i palilols de panno fino para menino a ,
; 15. 163 e 183, ditos do casemira de cor ]
a73,89 e 93. ditos de alpaca a 33e 33500, !
; sobrecasacas de alpaca tambera pa.-a me- ]
nio a 53 e 6, camisas para os mesmos 1
de cores e brancas a duzia 15$, I63 e 20,
meiascruas o pintadas para menino de
lodos os lmannos, caigas de brm para
os mesmos a 38500 e39, colarinho de li-
nho o 63OOO a duzia, toalhas de linho pa-
ra maos a 900 rs. cala urna, casareques
de cambraia muito fina e modernos pelo
diminuto prego de 123, chapeos com abas
de lustre a 5, camisas para homem de
todas as qualidades, seroulas para ho-
rnera a I63. 209 e 253 o' duzia, rWtimen-
las para menino de 3 a 8 annos, sendo
caiga, jaquela e colotes ludo por 103, co-
bertas de fii3tao a 63, toalhas de linho
para mesa grande a 73 e 8, camisas in-
glezas novamonlcchegada a 363 a duzia.
Cocos italianos
de folha de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualro dos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia: na rua Direila n. 47,
loja de unileiro.
Vende-se por commodo preco um
fino apparelho de porcelana, mandado
vir de encoinmenda, constando de tres
ricos servQo para cha', almoco ejan-
tar : na rua da Cruz n. 61, armazem.
, Verdadeiras luvas de Jovin de to-
dasas cores, rua da Imperatriz n. 7,
*oja do Leconte.
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America
do snl, llarana c Hespanha.
Venle-se a800 rs., cada bocetinha contm
umanstruego em prtuguez para o modo de
tazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Per-
nambujo.
No armazem de Jos Amonio Moreira Dias
& C, na rua da Cruz n. 26, reade-se :
Candieiros de lato de Lisboa.
Lazarinos e clavinotes.
Lena larga de superior qualid-ide.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios entiados com perfeirao.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco em barras.
Chumbo em lengol.
Pregos francezes e de construeco, de lodos os
lamauhos.
Pregos caibraes do Porto.
dulcirs estauhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguezas muito finas.
Balanga de noro modello pira; pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalao para engommar.
Esporas, brides e estribos de metal do principo.
Ricas feixaduras francezas para parlas com
boloes de ridro.
Paes de ferro de lodos os lmannos.
Ricos palteiros e tinteiros de metal prateados.
Lnhas de carretes de 200 jardas do autor Ale-
xandre.
Cera em reas de Lisboa
Barato que admira.
Na loja de Machado & Santos, rua do Queima-
do n. 6, por baixo da noneca, rendem-se as se-
guints fazendas :
Pegas de olgoJo com pequeo loque de ava-
ria, lendo cada pega 20 raras e 4 palmos de lar-
go a 43e 43500.
Chitas francezas para coberta, corado a 220 rs.
Ditas ditas para vestidos, bonitos padroes, co-
rado a 240 rs.
Dilas ditas muilo finas, bonitos padroes, cora-
do a 280 rs.
Dilos inglezas escuras, bonitos padroes, corado
a 180 rs.
Laaziohas para vestidos muilo finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimo goslo, corado a 400 rs.
Cortes de ganga para caiga, boa fazenda, a 15.
Lengos de seda de cores a 13.
Borzeguins francezes de superior qualidade a
860O.
Sapatoes inglezes proprios para o inrerno a
43OOO, e um completo sorlimento de roupas fol-
las de todas as qualidades, por menos prego do
que em outra qualquer parte, daa-se amostras
com penhor.
Lazinhas para vestido a 320
rs., e toalhas de linho a
800 rs.
Na rua do Queimado n. 19, vendem-se lazi-
nhas muito finas para resillo, e para meninos,
pelo baratissimo prego de 320 rs. o corado, toa-
lhas de linho a 800 as. cada urna, cobertas a chi-
neza, de chita muito tina a 29.
PotassadaRussia
E CAL DE tlSBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua da Cadeia do Recite n. 12, ha para render
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, ora
e desuperior qualidade, assim como tambem
cal rirgem em pedra: tudo or creeos muito
razoareis
Lojadaboneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Veadem-se caixasde tintura para tin-
[gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelas de seda,
Ditos brancos e pretos de algodo.
Luras pretas de torgal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em norellos : rendem-sa
por pregos commodos, em casa de SouthallMel-
lors & C, rua do Trapiche n. 38.
Charutos da Baha a 19500 a cala : vende-
se na praca da Boa-Vista n. 16 A.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n.224, Slraod, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America do
Sul, llar ana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada ama
delras, contm urna instruego em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cruz n. 21. em Per-
namb o.
Pede-se toda altenco.
Na loja d'aguia de 011ro, na rua do Cabug n. 1
B, rende-se ludo por procos baralissimos para
liquidar, assim como seja :
Fitas e franjas.
Fila de relludo de todas as larguras, aber'.as c
lisas, de lindos padrdrs.
Franjas de seda de todas as larguras e de lin-
dos gostos.
Dilas de laa e seda por prego que admira.
Dilas de linha pora casareque.
Ditas de algodo para toalha e pan cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pcntes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Dilos de massa virados a imitacio de tartaruga.
Ditos lisos para alar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para baloes.
Molas para fazer balos, rendem-se a 160 rs. a
rasa.ou pera do 50 molhos a 69.
Bicos.
Bicos do seda de l idas as larguras e lindos pa-
droes.
Ditos de algodo.
Loques muito finos.
Capellas brancas para noira. '
Chapcozinhos para crianca.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muito finas, e mais
objeelos que risla do freguez far-se-ba todo o
negocio
OO OiTJ!i9ftt99OOUvv
1 Seguro contra Fogo j
I COIIPANHIA
3
0
8
e
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers tt
C, pra^a do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos
e tamberatrance.llins e cadeias para 01 mesmos,
deexcellente Kosto.
Vende-se o rerdadeiro doce de. giaba. da
casca, o que pode harer de molhor neste gene-
ro : na rua do Rangel n. 63.

LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.gj
Vende-se |
I Formas de ferro para J
i purgar assucar.
' Estanho em barra.
Verniz copal.
I Vinhos finos de Moselle.
I Enchadas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
i Ferro sueco.
! Ac de Trieste.
Pregos de composicao.
I Lona ingleza: no arma-
5 zem de C. J. Astley A C
CALCADO
Grande sortimento.
45Bua Direila45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Boraegjinsaristocrtico!. 9000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$000
Borzeguins arranca tocof. 7f000
Ditos econmicos....... 6|000
SapatOes de bater (lustre). 5$0OO
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar).......5|000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4|500
Borzeguins par a meninas (for-
tissimos).......... 4j000
E um perfeito sortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve pera fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
i..___t:


saaaaaaojjsal
FUNDIQ&O DAURORA.
Seu proprielarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufaclurada era seu reconhecido estabclecimento a saber: machinas de Yapor de
todos os lmannos, rodas d'agua para engeuhos todas de forro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de Ierro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para desea rocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ricini, portees gradada, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultiva.ioics, pootes, "aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Eiecuta-se qualquer obra seja qual tor sua natureza pelos
des'nhos ou moldes que para tal flm forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimenlo na ra do Brum n. 8 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65moradia do cai-
aeiro do eslabelecimento Jos Joaquina da Costa Pereira, com quem os preteadentes se podem
entender para qualquer obra.
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIRA 19 DE JUNTO BE 1860.
Vinho de Bordeaux.
Era casa de Kalkmann lrmos&C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bera co-
nhecidas marca idos Srs. Brandenhurg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
DeBrandenburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margoux.
Larose.
Chteau Loville.
Chteau Uargaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
SI. Julien Mdon.
Chate.iu Loville.
Na mesma casa ha
para
Rclogios
Suissos.
Vende-se por prvcu cuUiuouo un eetruvo
crioulo, muro, de bonita figura, sem vicios, com
| o otllclo de'caiador ; na ra dos Mirtyrlos n. 4.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a5#000.
Estes magnficos fer-
ros achararse a venda
no armazem de fazen-
dss de Raymundo Car-
los Leite 4 Irmao. ra
da Iraperatriz n. 10.
Trapiehc de depsitos, al-
fandegadon. 19.
LaTgo da assem\i\a.
FABRICA
DE
mmum i wmw> si unes.
Sita na roa Imperial n. 14 8 e 4 20 junta a fabrica de sabo.
mesma casa
vender:
Sherry em Larris.
Madeira em barris.
Cognac em barris qualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerve.ia branca.
Ruado Codornizn. S.
Vende-se.
Milho em sarcos.
Farinha de mandioca.
Farelo de Lisboa.
Charutos da Iliilia.
Feijao amarcllo
Sabo matea.
Dito amarello.
Arroz com casca.
L uniros muitos seeros, ludo mais barato do
qne em parle alguma podem encontrar os fre-
guezes que trocara scdulas vclhas e cobre por
gneros.
Fogos de vista
Para o fes tejo de Santo
Antonio eS. Joao.
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos oe Sanio Antonio e S. Joao, que tem es-
tabclccido a sua fabrica de fogos na ra Imperial
alem da f.ibrica do sabao, conforme a liecnca que
obleve da cmara municipal, c ahi cnconlraro
os freguezes fogos de lodas as qualidades, rece-
bendo lambem eneommendas, tatito para dentro
como para fura da provincia, aviando-as com
a maior prompttdo possivol ; assim como vende
mateiiaes para os mesmos j preparados para
aquellas pessoas que quizerem fabricar particu-
larmente c sem milito trabalbo, ludo por precos
milito razoaveis ; os prclendenles podem ahi di
rigir-se, ou na casa de sua residencia, que o cn-
contraro a qualquer hora do dia, c protesta ser-
vi-los de forma que os deixc satisfeitos, nao s
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
dos materiaes que emprega, e pericia dos artis-
tas que possuc em seu eslabelecimento.
, Ha continuamente para vei._.
saccos de feijao mulatinho muito novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca do diversas quali
dades, milho, farelo superior em saceos mutlo
grandes, arroz do Maranho, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha de cornauba, lu-
do por precos commodos e em grandes porcoes
ou a relalh, conforme a vonlade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4$ e 5.
Na ra Direita n. 45.
DE
Sebaslio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Cosa.
Neste eslabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de differentes dimenedes
(de 300$ a 3:000$) simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espiritas com graduaco al 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje opprovados e conhecidos nesla e outras provincias do impario, bombas
Je todas as dimencoes, asperanles e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, tornciras
Je bronze de iodas as dimenedes e fcilios para alambiques, tanques ele, rarafusos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
dar neste trapiche *8 diroencoes para encamemos, camas de ferro com armarao e sem ella, fugocs de ferro potaveis e
Em casa de Schafleillin&C, ra da Cruz n.
38. vende-se ura grande e voriado sortimenlo de
relogios de algibeira horisontaes, palentes, chro-
nomelros, meios chronoraetros, de ouro, prsla
dourada efolhoadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
der o por precos razoaveis.
m$z mem se$& mm mmn
GRANDE ARMAZEM
DE
oupa feita.|
Rua Nova n. 49, junto
a Kjrcja da Conceicdo dos f
Militares. f
U5 Neste armazem encontrar o publico <0
fe um grande e variado sortimenlo de ron- t
'$ pus feitas, como sejam casacas, sobfeca- M
fe sacas, gndolas, fraques, e palelols de e
S panno liuoprelo e de cores, palelols e xi
y sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- f
8 zina prelos e de cores, palelols e sobre- s
qf casacos de seda e casemira de cores, cal- jg
I cas de casemira preta e de cores, ditas de &/
Js merino, de princeza, de brim de linho |
|W branco e de cores, de fusto e riscados, S
cairas de algodiio, collele3 de velludo al
;$ preto e de cores, ditos de selim prelo e |8
. los de fustes e brins, fardamentos para =2
$*} a guarda nacional, libras para criados, 5
* coroulas e camisas franeczas, chapeos e a
^ grvalas, grande sortimenlo de roupas j
|g para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- $
X dando ao comprador algumas das roupas
j^ feitas se apromptarjo outras a gosto do
X]b comprador dando-seno da convenci-
mm^w$^^m^w^-^n\ Aos amantes da economa
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Plandres, chumbo em lcncole barra, zinco em lenrol e barra, lsn'cs e
arroellas de cobre, lenccs de ferro a latao,ferro suecia inglez de todas as dimnses, safras, tornos
e folies para ferreiros etc., e outros muitos artigos por menos precodo que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeico j conhecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianza, acha-
rao na ra Nova n. 37 loja de ferrugens pessoa habilitada paia turnar nota das eucommeudas.
cobertos edescobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, pora homem o senhora,
d um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Meltor.i&C*
t
Tachas e moendas
Braga Silva & C, lem scrapre'no seu deposito
da ra da Moeda u. 3 A, um grande sortimenlo
de tachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabricante Edwin Maw : a trator no
rae sin o deposito ou na ra do Trapiche n 4.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queiraado n. 2, loja do Preguica,
K i vendein-se peqas de algodiio encorpado, largo,
K com pequeo loque de avaria a 2$50O cada urna.
re] Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
\}i 'junio a fabrica de sabao, e na ra Novo, loja de
f*j i ferrogens-n. 37, ha urna grande porc.lo defollios
* ; de zinco, j preparada para lelhados, c pelo di-
[g minuto proco de 140 is. a libra.
Relogios.
Vende-se em casa do Johnstoii Toler & C, ra
do Vigario n. 3, um bellosorlimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonilos trancclins para os mesmos.
Espirito de \inliocom 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
(rr^s, chegado da Europa, as garrafas ou as ca- J s
andas: na ra larga do Rosario n. 36
Sal do Ass.
A bordo do palhabole Oliveira II : Irola-se
na iuo do Tripichc n. 14. escriplorio de Manocl
Alvos Guerra, ou no taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na travessa da Madre de Lieos n. 2.
Calalos.
Vendcm-sc sapatdes do Aracaly p ara homem a ^
900 rs. o par, ditos de rnarroquim p ata senhora a =jj
800 c 900 rs., ditos dilos de lustre a 1JC280 e jj-
IS<40, bezerro francez muilo novo a 42C0 a pe- ^
le : na ra da Imperalrizns. 72e74. c^
RadaSenzala Noyan. 42 i
A^G1TCI\
Grammatieamgie-
za de OIlendorlT.
Novo metodnptr prender a !r,
a cscrever e a fallar ioglez em 6 niezet,
obra inteirami-nte oova, para uto ie
todos otettabeleciroenloi de mstruir-o,
pblicos e particulares. Vende-:t* na
praca de Pedro II (antigo laigo do Col-
legio) n. 37, segundo andir.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DI
bu
FlNDICMOWHiOW,
Roa da Scnzala ftova n. 42.
Nesle estabclecimento continua a haverum
comaplelosortimento de moendas e meias moen-
das para euenho, machinas de vapor e laixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para d
43Ra Nova 43
Attenco.
Pedras baratas.
Joao Donnelly londo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimento de todas
as podras cxirahidas da ilba de Sanio Alcixo,
propriedade do mnanciante, para calcamenlo das
ras desla ciuade ; e como as mrsmas obras
puldicas por emquanto se arham porolysadas, e
tenha o Exm. presidente da provincia por despa-
cho de 18 deslc mez concedido lirenra ao mesmo
annuncianle para dispor das mesmas pedras, c
por grande quanlidade que tem o aunnricianle,
no caes do llamos, oflereco a quem inleressar,
em grande ou pequea porrao, que as vende
muilo em conla. O mesnio niinunciante cnlen-
dendo-se com o Sr. Hampa, hbil archileto, bem
Na ra do Queimado n 2, loja do Treguiea,
vendem-se chitas de cores ixas bastante escu-
ras, pelo baralissimo preco de 6S a peca, e 160
rs. o covado.
Em casa de Rsbe Sel metton &
C, ra da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recite n. 38, primeiro andar.
Araendo3S confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
: conherido nesta cidade, conhecedor das quali- tambem pora presentes a 2$ O frasco,
: dades de pedras e lijlos, se tem admirado de | vende-se na loja de Leite & Irmao, vua
na Europa, para evitar a humidade as paredes, i Vende-se a bordo do brigue nacional I/afra
O mesmo Sr. Rampa tem cncommendade ao \ fundcido no ancoradoiiro da carne, tainhas do
anriiinciarite 400 toneladas para esse fim. dizen- Rio Grande, tanto ans contse como em barris
do que em obra sua jamis licitar lijollos em quartolas ou pipas ; assim como ceblas.
alicerce ; pelo preco que lera o aiinunciaute
vendido no mesmo senhor lhe sabe mui mais
barato do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca para usar do seu nomo no presente
aniiuncio. As pedras escolhidas para armazens
ou calcados, a dez mil rcis por cen palmos, dei-
tadas as pedras em qualquer parte desla cida-
de a cusa do annuncianle, com toda aclividudc
possivol, para o que lem as proporeoes neceasa-
rias; os prclendenles dirfam-B9 a ra da l'roie,
escriplorio do annuncianle.
Acabam de chegnr de Lisboa muilo boas dro- nio se ler empregado em alicerces esle material, i .
gas como sejam. sulfato de quinino, iodurelo de qual as pedras do annunciai.td, como se pralico da Cadera do Kecite n. 4o.
polassa, quina muilo lina, etc., que todo se ven-
de por piceos mais razoaveis queem outra qual-
quer parle, vislo ser para liquidarao : na ra da
Cadeia do Recife n. 8, primeiro andar.
Vcridc-se um exccllenle deposilo com ol-
guns gneros, e una boa nrmacao, boa casa, ex-
cellenlc localidad, londo duas entradas, urna
pela ra do Imperador e outra pelo Caes de 22
de Novembro para comniercio, um dos primei-
ros cstabelecimenlos na ra do Imperador n. 71:
na mesma casa se dir com quem se trata.
1 Arligos para lulo. |
tS/i Chapclinas pretal e mais objectos pro- ^
^ prios do luto para horm-m e scnhora.ven-
de-se na ra Nova n. 45
^* LOJA 1>E MARIORE.
Vonde-se 1 candieiro do gaz com seis |E
bicos, de bom goslo, 4 ditos de dous bi- tu
coi e 1 registro para 20 bicos, trido por p
preQO, muito commodo ; nesla typogta- ^
pitia ou na rua do Hospicio n. 17, se dir 3/
quem vende.

-o
as
-mmmwm
Firelo
Fazendaspor baixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda rcslam algumas fazendas para concluir
a liquidaco da firma de Leile& Correia, asquaes
so vendem por diminuto preco, sendo cutre ou-
iras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 200.
Riscados franeczesde cores xas a 200 rs.
Cassasdc cores, bons padrees, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a 15000."
Corles de calca de meia casemira a 2g.
Dilos de dita de casemira de cores a 5$.
Panno prelo fino a 3# e 4$.
Meias de cores, finas, para homem, duzia a
1800.
Grvalas de seda de cores c pretas a 1S-
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Dilas ditas muito finas a 4$.
Ditas cruas finas para homem a 4J.
Cortes de collelcsde gorguro de seda a 28.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4$.
Chales de laa e seda, grandes, um 2$.
Grosdenaple preto de l60 a 2$.
Seda prola tarrada para vestido a 1*600 c 2J
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16#
Lencos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, Ungindo seda, covad0
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas psra senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2g500.
- Toalhas de linho para mesa a 2# e 4$.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoen de senhora a
5C0 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
s9 a 5t000.
Corles decalca de casemira preta a 6$.
Chales de merino com franja de seda a 5$.
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1*280.
Lencos brancos de cmbrala, duzia, a 2*.
Vende-se por menos do seu valor urna
rooenda nova, a qual apenas moeu duas peque-
as safras,.c se vende por ler comprado machina
a vapor : fratase no engenho Mossambique, em
S. Lourenco da Malta, aonde so podo exominar,
ou no Recife, na ponte da Passagem da Mgdale-
- na, com Francisco Ribeiro de Brilo.
Vende-se urna bonita eaorava, perfeita en-
gommadeira, cozinha elava : na ru do Impera-
dor n. 54, primeiro andar.
em saceos muilo grandes, ltimamente chegado
do Porto : vende-se no escriplorio de Carvalho,
Nogoeira&C, na rua do Vigario n. 9, primeiro
andar.
Collarinhos
inglezes.
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inslezes
Engenho. i
Vende-se o engenho Santa Luzia,silo na @;
freguezia de S. Lourenco da Malta, entre & j
os engenhos Penedo de Boixoc Penedo de $ i
@ Cima : Irala-sc no mesmo engenho ou no |
SO engenho Mussambiquc com Felisbino de ii |
@ Carvalho Rapozo. v--t i
i'i HIHMiMHUtlHlt |
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,
loja d Lecomte.
Vinho feitoria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, tem mes-
mo no caixito 1834 cora 2 duzias e 1 garrafinha
da amostra por 40,000, lambem se vendem as
garrafas a 2*-. na ruado Rangel, loja do lour;a n.
4, e na rua defronle da Madre de Dos, armazem
de Barros & Silva.
l /eude-se superior linha de algodo, bran-
CHse do cores, em no'ello, para costura: em
<&a de Seuthall Mellor& C, rua. do Torres
Pechincha
Vendem-se biscoilos e bolachinhas de dife-
rentes qualidades, por menos prego do que em
qualquer outra parte, sendo em porcao : quem
precisar, mande ver na rua dos Pescadores ns.
1 c 3, padaria.
Um a mil pares
promptos.
5^000 Superiores collarinhos inglezes e francezes das
! frnrns mais modernas, e preco commodo : em
engommar a casa de J. Falque, rua do Crespo n. 4.
se
Grande soiiimcnlo de ferros de
vapor dos mais ricos modellos que se pudem en-
contrar neste mercado, com seus perlcnccs de
r.ova inveneo, que muito devera agradar s pes-
soas que oscomprarem na rua Nova n. 20, loja
do Viuittm.
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porto de superior qualida-
de, era caixinlias de 12 garrafas, por preco com-
modo : no armazem de louca de Fragoso & Valle
na ruada Cadeia o. 6.
Vende-se a loja do arco da Conceicao n. 6,
com fazendas ou sem cijas : a tralar na rua Di-
reila n. 104.
Assucar refi-
nado.
No deposito da rua das Lavangeras n. 15, e na
Praga da Boa-Visla n. 6, vende-se assucar crys-
talisado pelo prego de 210 rs. a libra.
3Bs Vende-se fazendas por lodo preco para ^
acabar, na ruado Queimado n. 51, che- ^
guem a pechincha. ^
mi
si-
para m\erno.J
O respeitavel publico desta ci-
dade e de fra, convidado a
Os proprielarios deslc estabelccimcnlo
avisara ao respeitavel publico, que aca-
ham de receber pelos nllimos vapores da
Europa, nm variado sortimenlo de arti-
gos de novidades, lano para sonhorasco-
mo para homem c munines, c enlre es-
tes :
Para senhoi as.
5S Vestidos de cores de moiranlique e gro-
H de-fiic.
g Capas para sahida de baile c Ihcatroguar-
"P necidas a arminho, ultimo g'Slo.
a Dirs de velludo prelo, ultimo goslo.
y Enfeilcs de phantasia para baile e ihea-
M tro
% Chapclinas de palha da Italia c seda ut-
^ limo goslo.
jj Leques de phantasia o madreporola.
^ Chales de cachemira com bordado es-
B pecial. 9
g Bracoleles de sndalo e leques. |
^ Extractos de sndalo. 9
SE Vestidos de rambraia branca bordada. H
^ Luvas de Jouvin brancas, pretas e dpi
^ cores. *
a Murgas, broches e pollerines com man- 2^.
^ gilos de cambraia finissima, borda- ^
i^o dos a ponto de Inglaterra c guarne- 3
i,'> cidos a n-nda valenciana.
Refinaco de assu-
*
cardoMonteiro.
Conlinna-se a vender assucar cryslalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo prcro de "JOOO a arroba, e aprompta-
se barricas de lodos os tamanhos, com orevida-
de e necio : na rua do ('. es de Apollo n. 63.
Vende-se urna vocea ingloza para dar lci-
le : na Ponte de Uekoa, sitio da viuva de Joao
Carrol.
Feijao amarello.
Em saceos grandes de 30 cuias, em pequeas
e grandes porcoes; vende-se muito barato para
acabar, e saceos com farelo, o melhor que tem
vindo ao mercado, a 5* : na rua do Vigario n. 27
Francisco Antonio Correia Cariozo,
tem um grande sorlimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e con certa-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
I Champanha. J
9> Campos & Lima, na rua do Crespo n. '
iu 16, lem para vender urna porrao de g *
1 gos com champanha de superior quau- ?i
;: dude a 209 o gigo. }|
Camisas nglczas
Na loja de Goes A Bastos, rua
do Queimado n. 46.
Acaba-se de receber um grande sortimenlo
das verdadeiras camisas inglezas mvilo Inaa.
rom pregas largas, peitos dr linho, send> rU
ultimas camisas de um goslo apurado, laMo ra
pregas como em colleniinos, pols derenl- t^n;o
aos rapazes como ans senhores de n.aior. por mm
j sendo muita a porcao que recebemos, deliberen-
g I so a rende-las por 385 a ouzia, nesta bem cmhe-
' cida loja de Goes & Baslv.
As melliores machinas de coser dos rcais
alamados autores de New-Yoik, I.
M. Singer & C e Wl.eeler & WilsOn.
Imperalriz n. 10,
Vista.
Nes'.e estabuieri-
mento vendem-se as
raaehinas desles #
autores, moslrain-.-e a
qualquer hora do dia o
da noiie, c respondabili-
sanio-nos por ana boa
qualidade c segura i. a
no armazem di- laa rulas
do Hay mundo (', ri s
Leite A Irinos rua da
anligamenlo alerro da Boj-
Saunders Brothers C. tem pira vender x
seu armazem, na praca do Girn Santo n. II,
algns pianos do ultimo gosto. recentn."h chegados, dos bem conhecidos e acrcdia.b .- ia-
brcantes i. Broadwood ciSons de Londit.-,
muito proprios para este clima.
SAL DO AS$r,
Vende-se a bordo do patMboM Oliveira II,
assim como palha de carn.iubi : a IraUr M ".--
criptorio de Manocl Alves Guerra, rua do Trapi-
che n. 14, ou com o capito a bordo.
Vende-se ou Iroca se por alguma negra, ou
aulala, um negro roneo muilo robusto, e di' .ni-
mia figura : na rua Nova n. bi, primeiro a:..lar.
A I5OOO a lala de biscoilos o bobrliu.l.. s
de soda : vcude-se na priea da Boa-Visla nu-
mero 16 A.
I Chapeos para senliora. i
p" Vendtrm-se chapclinas com lindos en-
S feitcs c de difTercntes cores pelo baralissr- ^
@ mo preco de 193 cada urna: na rua do @
Queimado loja de 4 portas n. 10. C
BALOES
derapel fino transparent e co-
oridos, de differentes desenhos e
letreiros, proprios para festejos
de S. Joao: vendem-se por pre-
cos muito commodos, na rua da
Cruz do Recife armazem n. 14.
Fazendas de gosto.
Augusto & Perdigo acabam de sorlir sua loja
de fazendas na rua da Cadeia do Recife n. 23, e
vendem pelos precos mais commodos possiveis
afim deserem preferidos.
Ricos cortes do vestidos de seda de duas salas e
babados.
Ditos ditos de seda de phantasia de duas saias o
dous babados.
Dilos ditos de gaze, barege e Isrlalana.
Superiores taimas de seda, manteletes prelos c
linho.
Superiores taimas de trocol de seda do cor.
Manguitos e golas de ponto inglez.
Luvas do pellica, perfumaras finas e penles de
tartaruga e ouiras muitas farendas proprias da
praca
Ka rua da Cadeia do Recife n. 23 loja S
confronte ao Becco Largo, vendem-se |g
;> chancas proprias para o invern ou para *v
2j| andar-se em casas ladrilliadas a marmorc gg
ti/ ou lijlo pelo rr.odico preco de 3$ cado t$t 3f rima. f\i
me mgm>m mm yminveis remedios
americanos,
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
com esles remedios. Siio tres medicamentos cora
os quacs se ura eficazmente 03 principaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadway.
Instar,tuncamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, iudigeslao, crup, dores nos ossos, conlusoes,
queimadura, erupcoes cutneas, angina, rcleu-
ao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadcsescrophulosas.chro-
nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sanguc, renova o systema;
prornplo e radicalmente cura, cscrophulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afecces do gado e rins,
erysipclas, abeessos e ulceras de lodas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
cao Jo sangue, intciramenle vegetaes favoraveis
em lodos os casos nunca occasiona nauzeas nem
doros de venlre, dses de i a 3 regularisam, de 4
a 8purgam. Estas pilulas sao efficazes as ofTec-
cocs do Ogcdo, bilis, dor de cobeca, ictericia, in-
digeslao, e era todas 83 enfermidades das mu-
lheies, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
ce, flores brancas, obslruccoes, histerismo, ele,
sao do mais prompto elTeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, e em lodas as febres ma-
lignas.
Etites tres importantes medicamentos vem a-
companhados de inslruccoesimpressas que mos-
trara com a maior minuciosidade .1 maneira de
app'.ica los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falsificado por s hsver venda no
arrr.azem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
& Irmao, na ruada Imperatriz n. 10, nicos
agentes cm Pemambuco.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, rua larga
ir a tFQiidc fabrica de ta doRosar'n-36, vendo os seguintes medica-
mancos da rua Direita, es-
quiua da travessa de S. Pe-
dro, casa pintada de verde
i. 16,
achara continuadamente sem interrupcao, o
prompla para qualquer encommenda por | pelpara {orro ,je sala
ue seja, de 1 a 1,000 pares. breco
ATTENCO.
mais bollo e riqnissim 3 sorlimento de laraancos
dos que ha de melhor nesla arle, proprios para a
presente cslacao, que o proprielario da mesma
fabrica est resolvido a vender lano d retalho
como em porces, por menos do que em oulra
qualquer parl ; a casa lem sempre urna reserva
elTeclivo pr
grande que
ATTENQA'O.
Vendc-sc-continuadamenlo saceos com farinha
de mandioca, ditos com milho e farelo de Lisboa
por menos preco que se vende em outra qual-
qaer parte : na" rua ds Rangel n. 62, armazem
FOGO!FOGO!
FOGO!
Na estrada de Joo de Barros, no primeiro si-
tio a direita, passando a igreja, acha-se de con-
formijnde com as posturas municipaes montada
111113 fabrica de fugo Je artificio de (odas as quali-
dades, aonde os apreciadores o poderao comprar:
recebem-se encommenas para o mesmo, na rua
da Conceicao n.20.
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Banda.
Vermfugo inglez.
Jarope do" Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anl-asmalhico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortimenlo de pa-
0 qual veude a mdico
preco.
Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoulos.
Em casa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Em frente a
matriz da Boa-Vista n. 86.
Vendem-se e alugam-se bichas de Hambur-
go recentemente che Radas, pela casado Sr. J.
Falque : assim como se applicam ventosas pela
allraccio do ar, sem precisar de levar fogo.
Veme-se urna escrava moga de 16 a 18
annos, de boa figura o conduela, com principio
de varias habilidades, e prec5 muilo commodo,
sendo para o mato melhor; a rua da Roda nu-
mero 54.
Na padaria da rua Imperial n. 55, vende-se o
mullo afamado pao de filha, melhor do que em
qualquer ou'ra parle, por ser Irabalhado com
milita delicadeza ; e na mesma aluga-se um pre-
to para o servico exlerno.
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Russia para
rapazes, muito proprios para a presenta estarao
chuvosa, para os que lem de andar diariamente
na rua, sao fortes, de muila duraco c nao enlra
agua dentro, lem prelcs e cor de bisouro, pelo
diminulo preco de -ij cada um : na praca da In-
dependencia ns. 19 c 21, loja do lampeSo na
porta.
Muita attenco.
Ao bom e barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Rua Direita loja n. 68.
Nao se engeita dinheiro.
Riquissimos corles do vestidos de grosdena-
plcs preto bordado a velludo, cortes de vestidos
do phantasia de seda muito moderno, cortes de
vestidos de mossulina de seda, cortes de vesti-
dos de barege de seda com ricos desenhos, cor-
les de vestidos de cambraia bordado a seda, po-
lacas de grosdenaples preto muito boro obiecto
da moda, palelols de panno de lodas as qualida-
des, ditos de casemira muilo fino,dilos de alpa-
ca de differentes modelos e qualidades, calcas de
casemira preta e de cores, ditas de brim bronco
e de cores do puro linho, camisas de todas as
qualidades, cambraia organdys com modernos
desenhos, chales di merL mnilo Ano bordado
a froco ledo cm roda e com pona redonda, obra
de muilo goslo, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, riquissimos
corles de casemiras de cores muito fina padres
do muito gosto, enfeilcs devidrilho, luvas, gr-
valas, esparlilhos francezes, alpacas de todas as
eores, grosdenaples preto francez o melhor que
pode haver. Alm dcstas fazendas cxislcm ou-
tras muitas que se eslo Tendeado por menos
do seu valor.
Escra\os fgidos.
Contina andar fgido.
Fugio da cidade de Macei, M dia ib de w-
co prximo passado, do abai.xo assignado, M u
eacravo de nomo Jos, crioulo, de idade d.- .."> a
30 annos, estatura regular, ou antes MAwli o
musculoso, barba grande por taixo do qii.i\,
com todos os denles da frenie, rosto n !'
cara grande e ps proporcionados, levou M da a
ronpa, c enlre ella un.a capa do baria azn! lar-
rete, calca de algodo linio c oulras de birm
branco e pardo: este eacravo l'.i por al^ur.s li-
nos proeiro da barcaca do Sr. Francisco Ingle/. I
S. Migoel dos flagra*, e e pruvavel ler ado : -
duzido, visto que sobre elle pende questi > pie
prorozao inesmo abaivo assunado Rutina Baria
da Conceicta, da villa do Porto de Pedras .n
Macei, tanto que senJo preso nesta cid.de
(quando fgido) cm das de julhn oa agesto d
anne passado foi remedido para Macei, bod*>
o kligio ; quem o appnhender ou dellc der mi-
licia, ser gratificado genercs-imenlc.
Manoel Antonio Lopes Silva Haritita
N. R. Consto ter o dilo cscravo aportado nvia
provincia na mesma jangada com que fugio, c
que dalli seguir cm dita jangada para n pr, ti -
ca da l'arahiba, c dessa para o Rio Grande Co
Norte; a pessoa que dclle dor noticia aseda cm
apprclicndc-lo, pode dirigir-se a seu senlur. r.a
nesla rresma cidade a Perrio & Maio, que ser
igualmente gratificado.
150$000 de gratiicarrto.
Ainda contina eslar fgido o cscravo de .on.e
CaPriel, que se auscnlou no mez de janeirj dw
armo de 1859, do engenho Mussumb, com es
signaes seguintes : crioulo, alto, corpo pr, : ,r-
cao.de idade 40 annos, muito barbado, cara re-
donda, grande e cheia de espiuhas, olbos rasos e
vcrmelhos, muito ladino, lem marca de rast.go,
foi do Dr. Manoel Firmino de Mello, morador ona
Bcberibe, esle senhor o comprou a D. Rosaliua,
hoje casada com o Sr. Augusto Gomes Correia :.>
Mello, genro do capito Luiz-Cavalcanti de Sou-
za, morador na cidade d'An'a, cm po.ler dos
quacs tem o dito cscravo Gabriel nia e Milaet.
roga-se as autoridades policiacs c capilcs de'
campo a priso, e a entrega a seu senhvr, no i n-
genho Mussumb, ou no Recife ao Sr. Un, r:i>--
coronel Jos Gomes Leal, de quem receber:j os
150$ promellidos.
vtmm^i!m-m^l-^^m.u
Est fgido o prelo Manoel, alfaiale '
quem o capturar leve-o a seu senhor o JS
Dr. Joao Alfredo Correa de Oliveira, na ;t>
Passagem da Magdalena. /
Attenco.
Fugio da casa do Sr. Manoel Ferreira Lima, no
dia 8 do correte, as 8 horas da note, aonde sen
senhor o linha alugado, o mulato de nonr.e Be-
la rmino, natural do serto, com os signaes se-
guintes estatura regular, cheio do corpo, olhos
alguma cousa vcrmelhos, principalmente quando
bebe, barba pouca, beicos grossos, pea idean, eaa
um delles lem um dedo aleijado de un Ulho de
machado, e diz o Sr. Lima elle eslar presente-
mente com urna ferida em um delles de um lado,
muito regrista, intitulase glosador, de idade de
40 annos, pooco mais ou menos, levoa vestido
calca, camisa de algodo azul e chapeo de baca
cor de macaco ; elle veio ba poucos mezrs da
engenho Alio, de Joao Ferm ndes, frcguezi > de
Agua Preta, aonde seu senhor foi rendeiro l)t s-
conOa-sc elle andar pelas fregueziaa de Santo
Antonio e S. Jos: porlanto roga-se as autorida-
des policiacs e capiles de campo hajam de o ap-
prehtnder e leva-lo casa de seu senhor, ni rua
Imperial n. 169, que serio generosamente recom-
pensados : roga-se timbera aos senhores empre-
ados da estacao da via frrea repararen lar.lo
na sahldi do Irem os passageiros, e como oa lo-
comotiva do ser'ico, pois o mesmo j lenicu de
oulra vez sahir para ir trabalhar na estrada da
mes uta \ia.


(}
LHteralura.
mulher?Fui por causa ca dureza dos nossos
corroes, porem no comego assim nao aconlocia :
ahxnUto aulem non fuit sie. (Halh. XXX, 3.
Por conseguinle nada ha mais claro, do que es-
sa proclan.aco fcila pelo Verbo; o casamento
foi constituido indissoluvcl; e qualquer que fos-
se a nalurea precisa da conccssao aos Judeus, pa-
ra era cerlos casos repudiaren) suas mullieres
elle suppriruio essa conccssao, e elevou o casa-
mento i sua primiliva iuslilur.o, resliluindo-lhe
jHARIQ DE PERWAMBUCO. TKACa FE1RA 9 DE JNHQ DE 1860.
Conferencias de V. S. de Pariz.
I el o n. P. Flix,
Quarta.
Depois de ler mostrado o que a familia em
relacio a sociedade, e o quo Jesus-Chrislo 6,i
om reluci i lamina, passamos a mostrar o que' a indissolubilidade
vcio a ser nosiflom lempos a amilila restaura- Que o homem, disse ainda elle [secundo re-
da por Jesus-Cbrtsto. fere s.. Marcos, X, 9) nao trate do se ara r arunto
d/aS5 da SBr! "'"i8 aSS;,S,'ldrCS i *1" DeU,! Uni0- ". 'S aba 5o r
coa, s J', l ?' q,U0 sc a" nos su. mulher para desposar-fe com outra. c odul-
ea. \.,,.os- toro: 6 tamben adullera a mulher que deixar
sen marido para desposar-so cora oulro. No
Kvaogclho do S. Luccas, XVI, 18, sc encontrara
as mcsn.as palavras pouco mais ou menos pro-
feridas por Jess Clinslo.
Depois de vos haver citado a patarra do Jess
penertem os casan.cn o*, concorrendo tambera malivo sobro este ponto, de mais dogma ir do
para ruina da am.ha por mtodo seseo vo que as aeguintea palavras do grande Abo! todus
vimeulo desses tres vicos. Descobnmos, final-; gentos ?
costuros na ordem suenltica que urna philosophia radical
ment revolucionaria procura abalar as bases da
lamilla por meio da aggresso systemalica con-
tra a trad:go, a propriedade, o" a religiao, tres
principios por excellencia conservadores da
rnesma familia. Vimos na ordem mural que os
ment", na ordem social urna tendencia, que
Ihn milito fatal, a saber : a tendencia paia a
mudanra universal ; ecomo consequencia della
o inovimenlo socialista, que nao 6 outra cousa
mois do que a tendencia para substituir pela
associaeio artificial a associaeio natural, islo ,
a propria ramilla.
A attenrao lo manifoslamenle svmpathica,
que preslasles essas revelares dos perigos
que amearra a familia, me anima a fu lar-vos
Quanlo aos que se subrnellera le do casa-
mento nao sou en, mas 6 o Senhor quem lites faz
esta recommendagio : A mulher nao abandone a
sen marido, e se abandonar nao se case cora ou-
**'* SB rcconcilic com e">- (Cor. VII, lu,
A mulher so acha ohrigada lei do casamen-
to, em quanto for vivo o sen maride; s a mor-
le deste a pode tornar livre. Assim fallava S.
Paulo aos chrislaas deCorintho; elle repeli a
,.a ".......... ..... -......- .u-.uj ...ugouiuaia uu uuiiMino ; ene repeli a
ainua no un. grande mal sentido por lodos, e ao i mesma cousa aos chrislaos de Roma e accrescen-
quai importa applicar-se um remedio promp- ; lou :
lo e elicaz. E porque todas as cousas se restau- I I.ogo a mulher merecer o nome de tollera
rara por moo de doulrinas, assim como lam- sc se desposar com outro homem sendo vivo o
tem perecen, por meio desos, boje mais que seu marido; porem se olio morrer ella ser li-
, r *-i 'iviv i u .- i i
nunca apresenla-so a occasiao de proclamar os
verdadeiros principios conservadores da familia,
-sera este o objecto aos segninles discursos;
comerando agora pelo principio que consume ao
mesmo lempo o vincujo, a base, e o sustentcu-
lo da mesma familia, o qual a unio entre
o pae e a mo.
A familia lem por apoio natural, e por princi-
pio constitutivo, a uniao entre o homem o a
mulher. O curso da vida humana brola desses
dous principios, que se reduzco) A um s; por-
quanto a mulher sabio do homem, c a vida hu-
ahe de ambos Mas para que essa uniao
vie, c poder sen. commetler adulterio conlralar
nova allianea. filn). VII, 2.)
Os concilios, interpretes infalliveis da cscriplu-
ra, formularan) o dogma calholicosobre eslo pon-
to com tal precisao quenada deixa adesejir:
Posto que seja penniltido aos esposos, diz o
concilio uo Florcnca, soparar-sc por motivo de
infidelidade, nao Ihes todava permillido con-
tratar nova allianea, aliento o principio de que
perpetuo o casamento legtimamente contrata-
do : Cun vinculum malrimon legitime contrae-
ti sil perjieliium.
Emiira o concilio de Trcnto deu a ultima for-
e assim mesmo essa restricto leve lugar em po-
cas de mais rooralidade.
Mas, quando os costumes se corromperam to-
talmente, ento prevaleceu a communidade do
divorcio que fez a immoralidado invadir o sanc-
tuario da familia ; quando Roma em decadencia
se abysmara sob o peso do urna civilisagio, cuja
Ucencia era ji deseufreada, vio-se enlao appare-
cer essa desordem espantosa, de quo fallam os
historiadores e poetas do lempo ; vio-se mullie-
res romanas conlrahirera em poucos annos al
vinle casa metilos, e assirn de nupcias em nupcias
desccr, como de degro em degro, oteo oppro-
bio da mais vergonhosa cscravidao I
E anda boje, entre os povos que nao sao
chrislaos podercis acaso encontrar na sua inle-
gndade o dogma da indissolubilidade ? Ido Pe-
kim, ide ao Cairo, e Conslantinopla, veris ah
a concupiscencia real "ou imperial, de mistura
com um ribanho de escravos, adornadas irriso-
riamente (om o ttulo de ratonas : e todas por
mais baxas ou elevadas que estojan) nessa hie-
rarchia do opprobio, assignaladas com o nicsino
ferrete de ignoininia, conhecidas e distinguidas
pelo griu de abjecrao I
H.as para que fallar nislo ? E' evidente que lo-
do aquello, que nao adora Jesus-Chrislo, bas-
tante fraco, bstanle vil e pusilnime para con-
servar na sua doutrina, para realisar nosseus
costumes a honra da indissolubilidade. Vollae as
j vessis vistas para cs. , para o mesmo chrislianismo, c veris por loda a
t parle a humanidade afTrouxar o loc,o conjual
proporQaoquo olase afasia do centro do ealboli-
cismo, islo do ideal da sociedade, e da familia
t chnsta.
i Que outra cousa, oltn da unidade calholica,
; e bastante forle para manler em toda a sua pu-
reza a indissolubilidade conjugal ? Oschisnia, a
i heiesia, o racionalismo ? Nenhum delles. sc-
nhores. '
O si hisma nao pode manler inabalavel esse
sustentculo da familia. De todos elles o que
XssssszbbsS*: sW3M^^=rssrjs
, ...... ,......,f 'i' !"" 'iul- uniao r.ii.uro o comino ce trcnto den a ull ma for-
c "".?! : .T ]r: sur rr?- ,',"-,i.- rla *** urj/^s si
se a sua perfcicao, e se aprsenle radiante de j-damenlal: Se alguem ousar dizer a.ic a crea
' r (. "'3 T U,Udad? C,"-,e S,UaJdS- '1" "" l-do ser dissolvido.
urna so mulher omiso homem, e esta uniao aiuda mesmo no coso de aduUerio de nualauer
Siesocoans8ind01 AaiTia ,upnr'mtm-\aid,,as',aites'pssap^53FA.c2E"
d cao constilne o que chamamos polygama; a i Esto decreto sjlemne o echo distinti de to-
Zdi?UXWfZ~?f.U,U%0/ttCC^^
s estas profundamente an-; sena superfino reproduzir agora porania vos.
I .Minea a egrrja riholira vario sobre esse pon-
lo ; e sua infiexibilidade no passado resoonde de
sua invariabilldado no futuro. Osinslinclosmos
i se poderao revollar no amago dos coraces um
Ihodevezes: a humanidade poJer" bradar
niquiladoras da familia. Eu'deveria, segundo
parece, Irair separadamente de cada um des-
ricios; porm um delles encerra o oulro ,
pi is que o divorcio coridn/. polygama. e dis-
solvea unidadoda familia, a indissolubilidade u
fnsuna"*; L0"* 0 Superluo pela voz das paixoes contra esse Pdi.gna Je as
insiOi na POlysama, purquanlo esta aos olhos molesta c reprime : embora I dogi.^a ser s.m-
estUrma TV.' t 8,DPa,f S'Jie sl l* """>. ^crdade nao se negar ; a egr a
isliiMia da reprovacao. Limilar-me-bci pois, a nao ceder. 6 J
co.io rTJTS-jfi nf0,bUM8df d0B,a0 ; A ere' ca,holica (''lc ,UJ sacrificar, ludo,
conjugal, e do divorcio que Iho opposlu. Bus- menos a uslica o a verdade. Ouai.do ella alT.r-
care pnme.ro mos ror-vos a doutrina que na ma um dogma, quando proclama ra di cito em
ill'ial e It r Sf d dgma d rM0,U- n0me dc cu revelado? < fundador? po em v
sa. eVa 1? IU ,r ?r;V0S'1,,e SedCVC PC"- 3 radorcs com a 8ua eloquencia, os poderosos
sai acerca do divorcio em si mesmo, e em com a sua espada; ella soffrer a iniuria sun-
suas conscquenc.as para com a familia. portar o ulirage. correr o "i" ue nas dir11
, e',CCISIV08.sobre a familia, e por con- sopro dc vida para protestar pela verdade eamal-
seguinte sobre a sociedade. Antes demostrar- dicoar a mentira : Aquillo qu cuurnavez"m-
vos>o queo divorcio em s mesmo. e em ie- .... alTirmarei sempi'e, o para coXmsTo au
cao a familia, vou provar-vos que s o catho- digo achare! um milhao de martyres au" de -
lieismosoubemanternomundoadoulrinaouste- mera o seu sangue. y q
'J?22tr do indissolubilidade. Assim faz a.egreja calholica para garantir a
m -,rPnlnl,.,, i0"3 ,CaSS PC'onacs, verdade en. loda a sua mlegndadeiiivulucravel:
tTde ?s!; t' o ?r T '"Cla 'T "0 Ponf- q-ua"t0m'U aos,ero dogma, quanlo mais an-
todc vis a, de que traamos, o calholicismo af- lipathico s paixoes, mais heroica a coraron
!?-J!i V''1',1-0"1'-0 obrigado a frcr' 'l"e ^ roal divi"a a ded caX; que ella cmSwem
ocasnmenlo christao e um sacramento, o qual defende-lo. E odogmadidyolubilidad7eiao
Jo or: S uh0oraB0ra ,C d 'm,l.hcr' un' SCcl, "esagradavel s paUoes q o e ngrri fosse
mo'; ; i i'd^MK^"' P^8:- Y* -!WMla ^MUaljko^mmS cera vc-
^ dM uViiI0- : e a"e -la': COn- l,'ria scnlid0 f"llar-lh0 as forras e enPa-
jng.il. de direilo ilr. ino riaorosainenlp in.iw^.i,, ,.o... u._________. v. "
jugal, do direilo divino rigorosamente ndissolu-
vi i, a i podo ser desfeito seuo com a niortc.
Pederamos conlenlar-nos com essa simples
afurraario: porem versando ella sobre um objec-
to lao grave, nao inulil explicar os motivos
em que se huida a egreja calholica.
A palavra da egreja aqu o echo da palavra
queeei-se-lhc a eoragem ; cera veis ieria j s.v
: criticado, para salvar-se da amcaca dos homens,'
I um dogma contra o qual bradaram sempreasj
mesmas piixoes, c ainda boje bradam. Sua in- !
. flexibilidade em defender esse dogma conserva- I
dor foi urna das nniores cansas das suas lulas na '
-o-j"i"'.v r*" "" Kul""a edade media contra os princioc* aue aueriam
tal o-; t'S- "'i l'TSl"U,ad ? ".^""""o f''-W O sen jugo. Os dspotas dirig? m- 1"
Ul qual fura eslabplectdo no seu principio. Ora, terriveis amearas, c dissoram-lhe como um di !
np.sse principio, e.s aqu oque Deus fez: elle lhc disse Henrnue VIH, cSjaa pSi? i o"ira-'
ha.ia creado a humanidade homem e mulher : puras quanlo voluveis nao^dW supporl.rY
e para que melhor se comprehendesse a uni-
dade, que quera fundar entre elles ambos, fez
a mulher sahu do hornera e disse-lhes :
Crescei, mulliiplicae-vos, e povoac a Ierra.
Como se completou esse mysterioqueilluslrou I
Otercn da nossa rara? Deus, diz a escriptura, fez '
descer sobro Adao um somno myslerioso, c em ''
peso da indissolubilidado :
O divorcio ou o schisma : ou vos me sepa-
rareis de miuha mulher, ou cu me separarei da
egreja.
Rema resisti, e respondeu :
Antes um schisma de mais que urna verda-
de do menos. Os schismas passam, a verdade
.-----7 i----- 1 .""-," /* "v, um i uo un nit'iiu.". vs scnismas passam, a verdade e
quanto este dorma, desugou-lhe urna parle do seu eterna ; embora um povo se separe da egreia se
corpo; dessa parle do homem. fecundada pelo islo Ihe convm ; mas que a verdade do Deus se
sopro divino o aperfeijoada pela mo de Deus, conserve sempre a mesma I >
saino a mulher: dificavelin mulierem ; e Adao Esta resistencia desarmada fcila aos mais po-
transporlado. lora de si, admirando n'um outro derosos da Ierra foi sempre mal vista dos adula- ;
ser a porfeicao da sua vida, exclamou : Eis aqui i dores do poder da torca ; nao faltaram homens
os OS..S dos nieus ossosi a carne da miuha car- habis, c que se julga'vnm muis avisados que a
do
su., V<1 bra(iavam$ a egroa proseguia na'sna'obra :
iia.-on uc ; o ellos serao dous i. urna mesma car- ella garanta o progresso do mundo, defendend
ne el erun do i;i canie una. Gen. II, 23.)! os direitos da verdade. '
Tal foi a insliluicao primitiva do casamento,
no br reo da. nossa humanidade. A legislarao mo- Certamente, senhores, nao deixareis de convir
saica.seni destruir positivamente essa instuiro, commigo que esta firmeza invencivel em defen-
no a linha, ao que parece, mantido em toda a der contra todos urna verdade conservadora da
sua plenitudo, pois que o legislador dos Hebreos r'lmillB. c da sociedade, para o mundo um
parece ter autorisado o homem para repudiar a fronde espectculo ; e a divindado bem se reve-
mulher infiel ao sen juramento: era islo. como no fl,ndo dessa indoinavel resistencia. Porra
declarou o mesmo Salvador, urna conccssao frita T'y/oncorre para lomar esse espectculo mais
aspereza do coraco humano. O divino legis- Srandioso, o que faz com que resplandera mais
iailor dos chrislaos fez que o casamento reassu-
missea sua primitiva iusliluiro.declarando-in-
dissoluvel.
Os Phorizeus, diz S. Malheus, chegarara-se
a Jess, e jiilgando sorprende-lo, fizeram esta
no meio dashumiliacOes das doulrinas e religioes
humanas, que s a'egreja calholica pode sup-
portar o peso desse dogma, o que fra della n'uma
medida diversa, tudo tem suecumbido esuecum-
be anda sob este ponto fundamental,
u Nao procorarei demonstrar o que as socieda-
pergunla.E por venlura penmllido ao homem des pagas leen, feito sobro a conservaco dessa
TtflSZiJZSZ' ?0Sq0fr T'B ?T nu'li- 5n,e da familia- Doulri.ialmcr.le as o iedade
vo. Jess respondeu : Nao tendea l.do que Deus do mundo amigo nao allingiam noci da in-
lerP ;^,/Cr",a,humanid,ade hmCn mu-' "issoh.bllid.de. e o divorcio era de dVrei.o as
! i--^hl I V-/e'xl',am? C q"e dlsse dc- suas legislacoes .civis e religiosas. Eu fallo da
n r"- .?fn ik-Xar SCU- pa.C e sua,m5e Para !>"lssolub.lidade'rigorosa e mutua, que nega ao
n 7rnr M.n?, '"' ?"0 d'JSo ," Um" meS" hmCID aSSD1 COm0 ^'^ ^ pu-
n\c f .rmir- i q con.,lnu011 Salvador, elles dio, e a faculdade de conlral.ir ..ovos lacos. Com .
o "o auil o nd,p,,ho,,llrtm UT meSma -car,le: I S^0 P8nrao conceda ao homem "o direilo :
sean? X.fn 'U.n'0, hTm na0 Pode de d,vurcio con,ra mu,hpr. "C8v" "".Uicrl
varCl-\uT^X r'L llJUvXU homo non se-, o mesruo direilo contra o hornera ; era islo ama
. 'Ta.LP q ".r,Pllcaram osPhan- exaltaco da aoioridade marital, que rmava o:
scus, Mo}ses permittio ao homem repudiar sua despotismo do homem. e a abjecao ra mulher :
FOjLUETIH
E3TbT"-J
POR
PAULO DE ROCK.
Historia de Ceriselte.
Cuihot o madama Gratlenboule ficaram no lu-
gar que j oceupavam. Cada qual foi senlar-se
onde bem Ihe pareceu ; provavelmenle Elodia
nao quer ficar ao p do mando, nem Zinzinelte ao
pe de Desroseaux, porque ambas scnlaram-se ao
lado o'Angcly, a quem deitam uns olhos de met-
ter medo depois que o rapaz gabou a creada da
cslalagem. Talvez quizessem junlar is olhadcl-
las algumas pancadas de joelho e os belisces de
que as mocos fazem uso to frequenle, quando
atacam ou se defendeoi. Para fazerem esse gc-
Dero de exercicio, era necessario cercar o iui-
migo.
Os dous pntos quo Chatouill pozero sobre a
mesa, rodeando-os do manleiga fresca, azeitonas
rabanctes e pepininhos de conserva, compu-
uham-se de um palo assado e de um fricass de
-eollms.
O estalajadeiro passeava com salisfacQao era
torno da mesa, olhando com ar de satisfarco pa-
ra o que acabara de trazer e passando s pessoas
que eslavam mais longe os pratos que dese-
javam.
() Vide o Diario o. 138.
Ah est um pato com n.uilo boa cara,
disse Cuchot eniquanlo Uonlesunia irinchava.
Foi oSr. que fez islo, Sr. eslalajadeiro?
Tudo o que se loma na minha casa, sou eu
quem fago, disse Chatouill nd)reilando-se.
Tudo! safa di*se Desroseaux. Ento este
vinho que bebemos foi o Sr quem o fez?
$im, meus senhores I oh 1 nao, perdao,
fallava s de cozinha 1
Ah I o Sr s faz em casa o que de cozi-
nha, disse Angely a rir. E quem que faz os
seus Olhos, Sr. eslalajadeiro?
Chatouill, sorriu com oraraavcl e respondeu ;
Os Srs. goslam de brincar pelo que vejo,
ma cu nao lenho filhos e se os livesse seria eu
mesmo a fa/-los, comofaco fricando.
Todos dtzem Uso mas nao creia que eu
queira altacar a virtude da senhora___
Chatouill.
Da Sra. Chatouill. Alm dsso quem loma
por tabolela o veado sem chifres, porque est
livre de sustos.
Mas uo emtanto sempre cousa de vcado,
disse a gorducha de Albertina, passando a mo
em um punhado de azeitonas.
Nao, minha querida amiga, disse o pai no-
bre deitando manleiga no pao, como se fosse
contar a historia de Theramene. Quando um
veado nao tem chifres, chama-se gamo___ Se t
livesses estado ora casa do procurador, nao ig-
noraras essas cousas.
Ora ahi temos o Grangeranl s vollas com
o seu procurador, disse Zinzioetle a rir.
Vejara l se estas senhoras precisavam ir
casa do procurador parasaberem o que um vea-
do ah I ah 1
Ai l ai I
Que l isso, Angely ? o que lens ? disse
Poussemard que reparou na careta que flzera
o joven galn soltando involuntariamente um
grito.
Nao lenho nada 1
Beliscaram-te ? perguntou Cuchol abarro-
tando-so de palo.
Beliscaram-me ? qual, historia I quem que-
ras tu que me beliscasse ?
nal, e n um sentido verdaderamente monos he-
| lerodoxo, o schisma grego, c assim mesmo ha
naufragado sobre esse ponto : porquanto tem
sacrificado a integridadc primitiva fraqueza hu-
; mana, o permillido o divorcio por causo do adul-
( leo, dando assim infidelidade dos esposos, e
eorrupcao dos costumes, una animaco sagra-
da ; e eis porque vemos a dissoluro dos casa-
mentos, c a depravarse dos costuraos se multi-
plicando, e indo alravcz de todas as Russlas aba-
lar o familia, ameacar a sociedade.
Ponenlura o schisma anglicano ser mais fer-
ie? Nao, porque o divorcio invocado pela con-
cupiscencia de um re pervertido foi a origen., o
pretexto, a causa desse schisma. Porque cnilim.
o que quer dzcr o schisma da Inglalena ? O
que quer dizer na sua oiigcm essa violencia sa-
crilega, que arrancou a Ierra de lanos sanios ao
ccnlro secular do calholismo ? O que quer di-
zer a Inglaterra ainda honlem calholica, e j
hoje schismat.ca ? Quer dizer quo Roma nao quiz
consentir no adulterio ;. quer dizer que a f e a
eoragem dc un Pontfice nao quizeram paclnar
com a brulalidade de um despota,contra a flaque-
za e a dignidade de. urna mulher.
Na beresia, quem lem podido supporlar o jugo
da indissolubilidade ? Ser por acaso I.ulbero ?
Nao, porque este immoloucm favor de um gran-
de a auloridade da doutrina, aulorisando a po'y-
gamia do Landgrave de llesse, porque nao con-
tente de ter profanado em si mesmo a sanlidade
do carcter sacerdolal por urna uniao duasve.es
sacrilega, profanou anda com discursos impuros
o sanlidade do lago conjugal Quem lera podido
garantir esse sustentculo da familia ? Ser por
acaso Calvino ? Ser Zwingle, ser Itede, ser
Bucer ? Nao ; porque lodos estes vaidosos refor-
madores da egreja de Deus, que, segundo pare-
ce, devoran) le irazido estampada sobre a fronte
urna aureola de pureza, sacrificaran) a verdade
divina s paixoes humanas ; suas impurezas nao
Ibes permitliram suppoilar a sanlidade do casa-
mento, e a indissolubilidade do laco conjugal,
assim como Ihes permillio o seu orgulhosuppor-
lar a hun.ildado da obediencia, e os decretos da
autordado pontifical. E ainda hoje, no meio
dessa grande babylonia da heresia contempor-
nea, procuroe um so lugar em que a indissolubi-
lidade do casamento lenha podido achar um ulti-
mo asylo, nao o encomiareis ; nem em Berln,
nem em Slorkholm, nem em Copenhague, nem
n'lljya,nem no protestantismo lao mltiplo da vo-
lita Europa, nem no protestantismo mais mlti-
plo anda do novo mundo; em nenhuroa dessas
parles encomiareis a ndissolucilJade rigorosa
do casamento. Por ludo a gran Jo heresia dos
ltimos lempos dc mos dadas com os paixoes
lem conspirado contra a sanlidade da familia,
que fraca por si mesma nao tem podido resistir
forga, e se ha curvado todas as paixoes ; por
tudo lem deixado abaler, em diversos groa, o
laro conjugal ; c eis aqui porquo na sua ultilna
expresso, no seu abatimento supremo, senv-re
com o Evangelho na mo, c o nome de Cl> oto
nos labios, sa dirige para o fundo dos desertos
occullar-se da vista de espectculos de deprava-
rlo laes como nao lem apparecido sobre a Ierra,
depois do Calvario.
Se o schisrna c a heresia se tem desviado pe-
ranle a ausleridade do casamento, o que se pode-
r esperar do racionalismo, islo da philosophia
anti-chrisla ? O que podero azor para garanta
dessa gloria reservada familia,aquelles que hflo
destruido corn as suas doulrinas os elementos do
chrislianismo, aquelles, cuja palavra nem sempre
tem sabido defender a morolidado ainda a mais
vulgar ? A esso respeilo todas as graduaces e
diflerencns racionalislas c herticas se confunden,
se destruem, para de novo en-ontrarem se]
para unirem-se de novo n'uma mesma aberra-
cao, n'uma mesma fraqueza.
Todos, qualquer que seja o nome que Ihes ron-
vcnha.pantheislas ou alheus, sceplicos ou dog-
mticos, materialistas ou espiritualistas, lodos,
digo, sem excepeo dos melhores o dos mais
austeros, urna vez que nao sejam calholcos, es-
lao promp tos sacrificar deosaVolupia, ou
deosa Razio, essa honra da familia e essa gloria
da vida chrisloa.
Assim, bouveum lempo, em que cahindo sob
o jugo dos philosnphos, dos racionalistas, e dos
alheus Iriumphanles na sua anarchin, no seu
alhesmo, e na sua impureza, nossa legislacao
franceza al t nlo profundamente chrsta. e san-
tamente austera, tornou-se lamben, fraca po-
rania o iriuinpho da immoralidado e do sacrile-
gio ; ella linha proclamado o divorcio ; e in-
viobilidado da nnsestalc real, e a indissolubili-
dade do lago conjugal perecern) ao mesmo lem-
po no desasir commum da familia abalada en.
suas bases e da patria assolada por unta mesma
barbaria, como que para mais provar os relaces
que no andar sinistro dos successos ligam a so-
ciedade publica sociedade domestica. Nao ha
muito ainda, quando urna nova agilanao domina-
va o mundo, e no meio da perlurbaco, de que se
resenlioa3inlelligenciss.se questonava sobre
principios elementares e verdades conservadoras,
Ora quem? provavelmenle as tuas viii-
nhas, disse Desroseaux deilando urna olhadella a
Zinzinelte.
Enlao. mami, j tem algum apetite? dis-
se Albertina olhando para a mai.
Madama Gratlenboule contentou-se com olhar
para a lilla fazendo-lhe um signal de cabega ;
mas nao disse palavra com modo de perder urna
dentada, era o seu coslumc ; al a sobre-me3a
ninguem era capaz de arrancar-lhe urna palavra
a respeilo do assumplo mais interessante, por-
que para ella nada haria mais inlercssanle do
que comer.
Esto pato bom, Sr. Chatouill, disso Cu-
chot sera parecer prestar atlenro ao que linha
dito pesroseaux. Mas espero-'o na caldeirada...
Porque razio nao est na mesa ?
Porque pensci qne 03 Sr3. nao comegariam
por ella, dtsse Chatouill meio atrapalhado don-
do um pontap no criado que se atreva a rr-se
olhando para o patrio. D pratos, Francisco, c
nao fiques assim comeara de tolo I disse Cha-
touill empurrando Francisco.
~~ OSr. traa mutoseveramente esse rapaz,
disse madama Ramboure deilando um olhar
enternecido sobre Francisco que nao era mal
apessoado.
Oh! minha senhora, se soubesse como
preguigoso esto tratante 1
Prego coso I eu que fago ludo em casa___
Pergunte l patroa.
Cala-te, Francisco I
Mas dina-me c I Chatouil, disse Monte-
lesuma chamando a si o pratodo fricass tomo se
quizesse faz-lo gyrar Porque razio s vemos
aqui o seu criado 1 Disserara-nos que linfia urna
eriadinha que era urna maravilha___ Nao nos
mostrar essa maravilha ou s a emprega a ser-
vir principes e embaixadores?
Como, meus senhores? de quem querem
fallar? respondeu o e.lalajeiro ; da minha crea-
da Toinon ? Querem que venha c ? est oceu-
pada na cozinha, mas todava se Ihes agrada...:
vou chama-la. .
Qh I nao I murmuren, Francisco, nao de
Toinon que o Sr. quer fallar. ....
o divorcio procurou introduzr-se de novo na
nossa legislacio : porm felizmente para a civi-
lisagao moderna recuou perant o analhema do
chrislianismo, e peranle o hora senso da Franga,
que dominada pela mesma indignagao se erzu'e
contralle.
E se nossa legslagao actual nao estivesse lao
impregnada do espirito de chrislianismo. e sc
apoiada na consciencia chrisla, ella nao tivpsse
opposlo um dique s paixoes contemporneas,
venis ainda entre nos, no esplendor da nossa
civilisagao o divorcio ea polygan.ia ostentar seus
immundos espectculos: porquanto ITa hoje dou-
lrinas que se apiesenlam, que se discuten, que
se escrevem e que procurara dominar; e essas
doulrinas sob todas as formas, na prosa e na
poesa, no drama e no romance, proclamam odi-
vorcio, e o proclamam como nunca fui ello co-
nhecido pelo mundo civilsodosem condi'-es e
sera reslricgao legal. Que digo? O dvorcio'nessa
orgia moral para que vosconvidam, nao lem mes-
mo sgnificacao ; porque o que ellas proclamam
a faculdade Ilimitada de dissolver as unidas a
independencia absoluta do coragao acolama'do o
nico juiz e umeo soberano ; n'uma palavra corn
a destruigao do casamento proclamam o reina-
do ill.mita.Jo das paixoes sem freio, e dos amo-
res sem regra.
Urna crearo hedionda so ha operado oestes
unimos lempos, a qoal nao lem inspirado, mes-
mo as pessoas honestas, um horror bstanle pro-
tundo ; e a creago do drama e do romance re-
volucionario ; revolucionario sob lodos os senti-
dos as ideas, nos costumes. na sociedade,
esobre todo na familia. Sim, senhores, ten-
se te.to de proposito livros infelizmente cele-
bres para entinars vossas mullieres que nao
pode haver trime onde ha amor sincero ; que
o uever do casamento nada e que s o senti-
.nento e o soberano juiz e arbitro dc tudo : que
o casamento, conforme o prolego a lei, c o' pro-
clamai a religiao, urna cscravidao, um absurdo
urna deshumanidade. emllm urna ustiluicao an-
Il-Ct~lP-.1t a ..ir.n.l...... ILI _. .. *
os enconlos-da lilteralura c as bellezas do estvlo
nao podm dlsfarcar todava n infamia dos pen-
samenlos. ah. vossas mulhercs. vossos filhos e
ossas lilhas, leen talvez aprendido, e vos tam-
bero, que o divorcio um direilo iroprescripli-
>el do rorarao humano, e o adulterio um direilo
inalienavel da liberdade do mesmo corarao que
estes dous juramentos que a n ulher pre'sla a seu
mando-de ser-lhe fiel o de ser-lhe suljmissa,
1810 e, de ama-lo sempre e cbedecer-lhe em ludo
sao, o primeiro-uin absurdo, o segundouna
baxxexa; que ninguem pudo responder pelo seu
coiagao, o que s Deus, que prev o futuro, po-
ueria ligar rr.-o;ai-e/me)./e dous enes por nuio
da lelicidade mutua ; que oeste caso, nao poden-
do alguem responder com seguranca pela s.nce-
ndade de um sentimenlo presente." contratar la-
eos .Htnsso/iireis commetler urna accao louca
egostica e impa ; que. em altenco 'sua pro-
pria dignidade, a mulher nao pode, nem deve
acollar una lei que reverle n'um egosmo brutal
cunta ella ; urna le que parece negar o que ha
de mais sublime no seu espirito, na sua alma, no
seu coraco, que se nao pode sugeilar sem ior-
nar-;e escrara ou perjura; urna lei finalmente
que a degrada, preridendo-a para sempre von-
tai.e de urna crealura humana, seu semclhante e
seu egual p'erame Deus.
Ainda nao tudo, senhores, ahi, vossas mu-
llieres e vossas Urnas aprenden) de m autor, o
qual se nao pode reconciliar com a sociedade :
que o casamento urna das mais odiosas insli-
luigoos da mesma sociedade, e nao ha duvida al-
gurna em que ser abolido, se a humanidade
avancar no progresso para a juslici ou para a ra-
zio, sendo substituido por um taco mais humano
e menos sagrado, que garantir egualmente a
existencia dos filhos sem escravisar para sempre
a liberdade dos consortes ; mas que o casamento
conforme pralicado pela sociedade, e apregoa-
do no chrislianismo pelo dogma da indissolubi-
lidade, o avltamenio do homem e da mulher
no mais subido grao, a mesma prostituicio l
Suspendo-me aqui, senhores ; porque nao que-
I ro desenvolver peranle vos lodo o romance con-
temporneo I Sei o que vos devo, e o quo devo
a mim propiio.
Assim, como acabastes de ver, om face da dou-
Irina austera da individu.'.i.dade do lago conjugal
bao naufragado todas as seilaa : o paganismo,
mahometismo, o chrislianismo quo nao comple-
to, o phoiianismo, o angllcanismo, o protestan-
tismo, ou antes todos os protestantismos, c o ra-
cionalismo sob todas os suas formas, e as suas
formas, e as suas infinitas variedades, o qual
sobretodo, longe de garantir a rigorosa doulrina
da indissolubilidade completa, dissolve lodos os
vnculos capazos de maniere perpetuar a unida-
de da familia por. meio da uniao dos esposos.
E meu Deus en nomo da razao, da jusli-
ga edu progresso que se ousa pregar essa revoln-
cao uumoral. essas innovares impuras, que ar-
rancaran, civilisacio chrisla a sua base mais
forte, e fariam cahir de su fronte a sua mais
bella corda I
Porm, gragas vos. e glora ao calholicismo,
peranle eslas complacencias doulrioaea' peranle
essas concessoes feitas ao capricho e s paixoes
do coragao humano, ha una doulriua .jue a tudo
resiste, urna s ; porm que resiste a todos os as-
saltos da lilteralura, lodas os amearas da phi-
losophia. todos os decretos dos legisladores,
todas as tentativas dos despolas ; urna s, que
sendo ainda preciso leria forcas para gritar, sob
as mais terriveis ornearas : Antes um schisma de
mais do que urna verdade de menos I ..
Tratamos agora de ver quem tem razio ; se a
calholicismo, que defende a indissolubilidade,
ou sc todas os doulrinas, que apiegoam o di-
vorcio.
II
E era nome da razao, da generosijade, da hu-
manidade, e sobre ludo era nome do progresso
da familia e da sociedade. que es sectarios do
divorcio o apregoam. Mas, senhores. pcrgunl-
rei eu : ser o divorcio que mais se ai commoda
razo, nalu.eza, gmerosidade c humani-
dade? Ser elle que mais garante o progresso da
familia e da sociedade ? o que passamos a
examioar.
Antes de mostrar as consequeneas desastrosas
do divorcio, considere-mo-lo em si mesmo; ides
ver como elle opposto tudo o que ha do mais
verdadeiro e legitimo no homem, e como na sua
essencia um desmentido dado rozo, natu-
reza, generosidode e humanidade.
Em primeiro lugar o divorcio syslemalicamen-
le odm.linio por aquelles que se nem, oppos-
to ao que a naturexa humana tem de mais nobre
e elevado ; a propria coi.tradicgao do amor que
motiva a unio. A uii.au conjugal, para allingir
ao fim proposlo pelo Creador, suppe nos dous
entes que so unen a condico essential a toda
unio, islo o amor ; o casamento sem o amor
verdadeiro una irrsao da lei que o confirma,
e da religiao que o ins.itus
Folluaqui do casamento, tal qual Deu3 o quer,
a saber : a untoo de dous eults que se amam e
que lomam para loslemunhaa do seu amor a so-
oedade que ouve o juramento por elles prestado
e a religiao que pe nessa unio o scello divino
do sacramento. O casamento nio um desses
contratos vulgares, era que a vonlade de dous
que eslean, de commum accordo. pode desfazer
aquillo quo foi tambera por consenso mutuo o
casamento ii um contrato especial e reservado-
para que elle possa ler lugar, os coraces devem
combinar, as olmas se devem fundir urna na ou
ira a fim dc que seja consumado o voto de um
verdadero amor. Ora, senhores, allende! bem
quando alguem sc une sob o inspirarao de um
amor sincero, esl claro que se une para sempre-
por quanto a unio perpetua, o amor sem fim,
orna necessidade para lodo aquelle que toma ao
seno esla palavra lao profunda-amar.
Assim a nossa nalureza : quando amamos
sinceramente, aspiramos para o nosso amor o
quer que seja dc immorlal; queremos at que
a propria morte, a qual lem n poder do acabar
com os nossos corpos, nio o lenha porm para
vencer a esse amor, e que respeite eternamente
o lago.nvisivel, que uno urna alma outra;
queremos finalmente quo essa unio encontr a
sua plena onsumagoe suprema felicidade nos
seclos eternos. Bem sei que essa asprago do
nosso amor nio passa muitas vezes de um so-
nho; bem sei que esse sopro de immortalidade,
que agita o corago daqueile que ama, se esvaeee
mu fcilmente com o amor que o inspira ; po-
rra por mais passageiro que elle seja. mostra
que houvc na alma, quo o senlo, um desojo de
faze-lo immorlal. una necessidade de perpetuar
a unio controlada. E na reolidade, nao ser
por urna cooiradcro monstruosa, que um enle
quereria unir-sea outro, ten'o a certeza do ver
um da chegar o momento de dizer-se: elles nao
amam mais? Senhores, eu confirmo aqu o sen-
lmenlo mais profundo do corago humano ;
amar um s ente, caua-lo para sempre, o
: sonho de lodo o coraco, que nao sc acha anda
I bastante avillado para abdicar com a necessidade
da immortalidade a parle mais divina da sua
| prorria vida,
I.ogo a dissolugo dessa uniao contratado sob
I os auspicios de um .mor que aspira os foros de
immortal, sendo pcrmittida pela le. autorisado
pela religiao, e aceita como urna permuta na
hora do juramento, a conlroriedade evidente
do mais sagrado vol da nalureza.
Que dirieis vos, senhores, do homem que na
hora solemne das suas nupcias assim fallaste
mulher esrolhida do seu coraco ? Querida
companheirados meus dios, a qem escolhi en-
Iro dez mil oulras romo a olma que Deus for-
mn para a minha alma, amo-vos e sou feliz por
poder-vo-|o afflrmarna hora presente ; smo-vos,
o sou feliz por poder-vo-lo provarunindo-m
a vos. Mas quem sabe se. vira um dia em- que
oulro sentimcnlo- domine, este meu coraco bo-
je lio diloso por i>erlenccr-vos e por possuir-
vos? Se esse dia chegar em que em nos se
op re urna dessas rcvuluroes, que deslbronisam
um amor para elevar outro, deixemos aos nos-
sos coraces o gozo da sua liberdade, queja nao
llavera razo para roubar-lhes, quando nao exis-
tir esse amor, nico que nos d o valor dc re-
sistir e amar o captiveiro, en quo elle nos
prende.
- Dizei-mc, senhores, o que ven a ser o casa-
mento contratado com laes previses ? O que
ven a ser seno urna irriso do proprio amor,
urna mentira, urna hypocrisia, urna ci nlrodiero?
E o que se deve pensar desse contrato, e desse
sacramento, que os pregadores Jo divorcio apre
senlam debaixo desla formula : ajuste facultati-
vo? Ah! senhores; oanor, que preiende de
antenio a fceuldade de arrepender-se, a ex-
presso mais evidente da falsidade ; o casa-
mento que encerra a protlabilidado de urna se-
paraco nao merece o nome de casamento ; por-
quanto a unio sem amor, o cordato sem obri-
gaco, o casamento sen garanta, ludo isto nao
outra cousa mais do que a mesma contra-
diego.
Contradicgo 1 Ainda mais, a propria infa-
mia. Esses pretendidos direitos que para si ar-
roga o coraco de nao ser irrevogavelmente li-
gado, nao sao outra cousa, nen poden adiar
na nossa lingua outra expresso mais adeqnada,
do que lis uecessidades do egosmo. Com ef-
(eilo, o amor, que se exprime por lal maieira,
e que faz taes exigencias, nao passa de um egos-
mo dsfarcado ; egosmo vil, que ousa dizer ao
ente, que julga amar :
Em quanlo o vosso amor mo ofierecer a fe-
liciado qae busco unindo-me a vos, pode)s
coular cora a minha unio, e com a minha Ade-
udada a loda a prova ; porm quando vosso co-
raco nao bastar ao meu amor, quando no meu
proprio corago, estragado pelo lempo, manei-
ra de um vulco que se extingue, nao restar se-
nao onzas, e lavas arretecidas. enlao abaruio-
nar-vos-hei para dar esse cora-o nova fonte,
em que se possa saciar, para da'r a esse amor
novo terreno, em que possa ainda, brotar.
Esla linguagcm s propria de um amor egos-
ta e baixo, que, segundo a expresso mesmo de
ura dos seus mais celebres apologistas assen-
tar-se-ha Iriumphante sobre as ruinas do uni-
verso, e exultara de prazer sobre os seos ossos
myrrados, romo se estivesse sobre flores
ae o nome que quizerdes esse amor, que
nao admilte a unir o eterna, e que pede para si o
scello de um contrato condicional ; a esse amor
que se revesle de desconlianga contra a pessoa.
en quem se empreg, no momento mesmo do
eiitregar-se. e que na sua expresso ameara tor-
nar-se inditlerenie ; a esse amor que na mesma
hura en. que se sent viver. calcula j com as vi-
rissiludcs da sua propria morte, o pergunta sua
consciencia o que f.ir quando nao encontrar
mois a felicidade, com que sonliou, nessa unio
por elle acrila ; doe o nome que vos parecer a
esse amor ; chamae-oindependente, sentimen-
tal, potico, ideal ; dizei embora fue elle s
paililha dos coraces magnnimos, es quaes nao
querem consentir na perpetuidade de urna unio,
que nao mais reclamada pela affeicio ; dac-lhe
finalmente todos os nomos inventados per urna
lilteralura improvisada corruptora ; quanlo e
a mim, chama-lo-heiegoisme, e fraqueza : e
para resumir ludo n'uma s palavra, chama-lo-
heiinfamia.
E na realidade, que oulro nomo cabe esse
amor sem enlranhas, que logo ao principio pen-
sil em abandonar o objecto da sua escolba. quan-
do nenhum attractvo o prender mais junio el-
lo ? que depois da primavera da vida,.quando as
flores comegarem j a emmurchecer, o sobre lu-
do no otilono, quando as alTeiges se assemelha-
rem a essas arvores, que cobren a larra com as
suas folhas aronrelleridas, se ir, a. maneira do
viajor que muda de clima para buscar novas ven-
turas debaixo de outros cos, c sobre oulras praia*
que medita logo em sacudir o sen jugo, em que-
brar as suas r.adeias, quando os encantos do co-
raco se desvanecerem, quando nao Ihe restar
como nica felicidade mus que o dever, e o sa-
crificio ? que finalmente se desvanecer, quando
Essa rrftcxio de Francisco valeu-lhe o prsen-
le de segundo pontap ; mos Angely exclamou
immedialamenlc :
Sr. Chatouill. quere.cos fallar de urna mo-
ra dc dezesete annos pouco mais ou menos, mo-
rena, viva, esperla, bem feita,que traz un. lenco
cabeca, veste urna camisola branca e que as-
sim mesmo fras |ueira, seria capaz de fazer dar
volla ao milo dc um regiment inteiro t Esla
a Toinon ?
Toinon tem cincuenta e nove annos, tem
cabellos ruivos b bigodes, disse Francisco, que
por v.a das duvidas foi se pondo longe do patrio.
Ah ento della que se trata.
Quem o senhor enconlrou foi Ceriselte.
Ceriselte? oh I o nomo original.... Tem
unta criada que se chama Ceriselte, Sr. Cha-
touill? Pois mostre-nos essa moga de quem um
nosso camarada fez um relralo to lisongeiro.
O eslalajadeiro procurou tomar um ar grave ;
assoou-se, tossio muitas vezes e tanto quo Al-
berlina disse aos camarades:
Dar-sc-ha caso que ello v fazer alguma
proclamago ?
Mos, Chalouill, que sabe que vai fallar diante
do artistas, julgou derer unir os gestos s pala-
vras contando a historia seguinte:
Minhas senhoras o senhores artistas por que
os senhores me disseram que eram artistas.,.,
Todos 1
Mais ou menos, murmurou Albertina.
De certo, tudo o que ha em miuha casa esl
s suas ordens.. .
Sua mulher tamben, Sr. Chatouill ?
Ora cala-te, Angely, ests sempre o inlcr-
romper?
Mas, lomando moga, a Ceriselte, que o
Sr enconlrou, vou dizei-lhes.... nossa criada
e nio nossa criada. Esl comnosco, mas nao
positivamente cerno criada.... Nao sei como Ihes
hei do explicar isso....
O facto que o senhor explica muito pouco.
Ha enlao myslerio na historia dessa moga ?
Ser modemoiselle Cerisctio alguma hero-
na, de romance?
Ora vamos, conle-nos 14 isso, senhor esla-
o prazer houver tocado a sua meta, e quando s
ficar o dever ? Ainda o repito, senhores. os no-
mes que cabem i esse amor saoegosmo, fra-
queza, infamia. '
E porque nio hei-do arcrescentar tamben:
crueldade ? Sim. essa doutrina que pe a uniao
a merc de um capricho, de urna conligencia, do
um acaso, nao pode deixar de ser cruel. Um dia
por rossa culpa, pela inconstancia dos vossos de-'
sejos, pela instabrlidade do vosso coracio que so
sonha com felicidades impossiveis, deixaes cor-
rer as vossas affeices redes sulla al engol-
Pharem-so em attractivos impuros; ides procurar
tora do lar domestico, fra do vosso centro u n
amor desregrado ; c porque nio poden srjan
mente subsistir dous amares ao'mesmo lempo
succede que o amor legitimo desapparecc do co-
rago para dar lugar ao amor usurpador; vece
rUl ?uc.r,'sulla : >," dc mar o ente q. e
.1 n V0Sa livrc "">". e al mesmo o
ri ^LT^H ^ '*? '-^1^. "UO d.Z Ta-
'iP C0^a? h,""n odiar aquelUa
IVul 1" 1aU. /n"nii humani Miodit-
sequem leesens. Enlao a unio paroee-vos urna
22S' K.dUCIS : qUCm me arranrar ca-
ucas? hsle peusamento vos suscita um outn
mais hypocnta ainda, ainda mais cruel nao ha
ver razoes para invocar a protecg.io da lei em
favor da minha liberdade? Razos I Acaso fal-
lam ellas patxo que procura ssciar-se ? Por
ventura fallara razoes pora o egosmo que quer
sacudir o jugo do dever ? Porm diz a cooscien-
co, brada a nalureza: Vacs contristar o cora-
I gao que foi objecto da loa escolh Ihe mais profunda, mais incuravel ainda, a cha-
Ka abela pela separago que s a la fraqueza
ha motivado.Que importa responde a pai lio
cruel : quando desapparecc o amor, de raza
que cessea unio euj nao lenho amor, e se-
nara bridados lodos os meus esbirros heroici g
para faze-lo ressuscilar. Esse corarn, que abal-
dono, faca como en ; procure outra' affeicio que
Ihe reslilua a felicidade perdida ; e se n'o poder
e.ronlra-l.., busque na ndifferenr.i allivo para
seu suppli.io, ou dirija es seus pensamenlos ao
reo para pedir a Deus a felicidade one o mundo
nao pode dar : quanlo a mim fui codosido peto
amor esto relirou-se, devo fazer oulro lano.
[Continuarse ha.)
AOS FUMISTAS.
O vapor e o fumo caracterisam a nossa pr*M ;
o vapor reprsenla a aeliridade o o fumo tym-
bolisa o deleixo, a pregte* e a f .Ita de arenca*.
U vapor torga que rxecuta o Irabalho, o fumo
o o desperdicio de forra que se desfaz eu nu-
veus Instes que o vento dispersa, e s deixa ne-
gros vestigios em Indo quanlo loca.
as oilicinas. as fabricas, na marinha. nos la-
res domsticos fa/.-se guerra ao fumo, c contra
elle se inventaran) os opp.relhos fumvoros ;
as salas j se nao consentein lampadas que fu-
mem, e as Bicarios e o gaz vo desterrando as
velas fumosas de sebo das proprias rozinhas.
Campeia s indmito e Iriumphante o tomo
venenoso do tabaco nos cafs, as roas, nos clubs,
as repartiefies publicas, al invado as salas
elegantes apezar da averso que ainda Ihe ma-
nifi'stam as naturezas delicadas.
Os que Irabaiham fuman) para le dislrahir, os
ociosos fumarn para so oceupsr. O fumo do ta-
baco tornou-se urna necessidade pira a eivlliaa-
rao actual, e prolegcn.-o os governos porque
d'ellc liram avultada renda.
E' um tacto .a.mortal e escandaloso, mas con-
tra o qual ninguem se revolla. Auferir rendas
i de um vicio nunca so poder! justificar perante
I a sa moral. Apezar d'lsso nao sao lio rigorosos
os homens do nosso lempo que sinlam a consci-
enca inquieta com escrpulos d'csta orden.
I O tabaco rende ; viva o labaco, monopulise.no-
j lo para que renda mais.
A reaeeo contra esle ministra do diabo, como
I Ihe chama Micheiel, ainda nao pricipiou, mas
hade lambem soar a hora final a esle lyranno
'da moda, a esle inrmigo do bomsenso. Euiquan-
! to porm nos nao podemos snbtraliir ao sea do-
minio, conven, lomar egradaveie as cailas com
i que nos prende : fumemos agrodavelmente o
nao faramos d'esto vicio um tormento, porque
; de lodas os loucuras a peior a a mais pertinaz
a que nos morlifica.
man tabaco e o n.au vinho sao os que fa-
I zen> o homem mais vicioso e Je peior espeeic.
Quem lem a dessraea de viver debaixo do ra-
gimen do monopolio conhece as amarguras qne
o nifiu labaco pruduz sem curar os viciosos.
Um charuto que nao arde bom, que a lodo a
I momento se apaga, e cuja rin/a negra c pesa
da, um verdadeiro supplicio pora o paladar,
produz nauseas e perturba a digestio.
Era por conseguinle muito ijora desejar quo 03
, quceniendem da maneira se resolvcssem a in-
vestigar as causas que geram no labaco aquelle
! dcleslavel deleito. Foi islo o que emprehendeu
. o nosso amigo Scl.losing, inspector dos labaco
I en Paris.
| Designara os fabricantes rom o nome de com~
bnstibilidade dos tabacos, a faculdade que elles
leem, em grana variados., d* se conservaren, ac-
cessos um certo lompo depois de cada aspiraro
do fumista. Sehloaing achou qiie o tabaoo lan-
o mais combusiivfil quanlo maior a propor-
Cio dossaes orgnicos de potassa que H'elles so
Icoolm, o por essa naalo que a cinza do um
bom charolo abunda era carbonato de-polassa o
forlemenli alcalina, em quanlo a cinza do
charolo, qu- arde e se apaga a miudo, nao tem
potassa. e abunda em saes deca.
D'aqui resulta, q-ie, se podermos- introdusir
no tulla do mau labaco um sal orgnico de po-
tassa, tal como o mallalo. o ciirato, o tratralo,
o oxalato ou oulro anlogo, faremos esse tabaco
combuslivcl. Para conseguir esse resultado mer-
gulham-se as folhas da tabaco por om momen-
to na dissoluro de um d'iquelles saes; escor-
rem-se depois ; guardam-so durante vinle c/ia-
iro horas em um raso fechado, e secrom-se fi-
nalmente ao ar livre. A full.a nao muda de as-
pecto, masadquire a combustibilidad!) desojada,
por que o sal orgnico pelo calor so Mide c
decompondo-se deixa um carvo poroso, que sc
queima fcil e completamente como o da isca.
Os Torcos, que sao muito e\perimenla<}os na
arle de fumar, preparara os folhes do tabaco com
mulla arto par o melhorar; na India e a fri-
ca orienlal molhom-o com sueco das bananas ;
que contm aquelles saes, c seccam-no depois
sombra antes de o fumar. 6s suecos de muilos
fru tos, o das uvas, das u.aeas, dos auanazes, e
at o das azedas poden, servir para obter o mes
mo resultado.
Porm Sfchlosing vae raai longe e prope-so
a dars indicaees necessarias paro na cultura
da planta do labaco, lhc ministrar as condices
necessarias formaro dos saos de potassa.
1 Politiea. Liberal, dc Lisboa )..
lajadeiro.... Mas pora onlaa ez deite menos
pimenla no seu fricass, disse Cuchol. Deve ser
apimentado, mas nao de queimar a lingua....
Srnhor, foi Toinon provavelmenle....
Ora dcixo em paz o fricass! A historia da
moga ?
E enlao a caldeirada? Perguntou CuchoU
Depois depois 1
Temos teropo, nio ha pressa. Nos o escu-
tamos, Sr Chatouill.
Soberao pois os senhores e as senhoras que,
ha pouco mais ou menos qunze anuos, sim, ha
quinze annos e um mez. por que estamos em fins
de julho. o era no fim de juntio, j en eta casa-
do com minha mulher, j linhamos esta estala-
gem, que nao gosava da fama que hoje tem....
mas as boas casas nao se fazem em um dia... Mi-
nha mulher ainda nao solTria de gola rumo hoje.
Sua mulher soffre de gota. Sr. Chatouill?
Sim, senhores, c s faz quarenta annos l
para meiados de agosto !
Esl na flor da edide, murmurou madama
Ramboure.
Sim, minha senhora, ainda urna bonita flor
e j com gola I
Pedimos a historia da moga.
J contino. Francisco vai "buscar vinho;
bem ests vendo que os senhores j nao tcem
mais. Querem do mesmo.
Sim, do mesmo.
Porm melhor, accrcsconlou Cuchot.
Era pois nos fins de junho, eu eslava na
porta com minha esposa. .. eslavamos comende
cerejas.... nesse anno haria abundancia, quando
vimos dirigir-se a nos urna mulher rondnzndo
pela ma urna criancinha. A mulher pareca
ama, irojava como os habitantes do campo ; en-
tretanto nao veslia como a gente daqui.... pare-
ca pertencer ao Meio dia. A "menina que poda
ler dous annos, eslava muilo bem vestidinha.
Emiu ludo nellas annunciava que nio cram
miseraveis. TJma senhora baixinha e tochonchu-
da Irazia debaixo do Drago um embrulho. Che-
gou ao p de nos nadando em suor e disse-nos:
Vano descansar aqui minha lha, o espe.
raremos o primeiro carro que passar e en quo
houver lugar para rraosa Paris.
A s' nhora ven dc longe a p com esto me-
nina? perguntou miuha mulher viajor;.
llespondeu-nos que inha de mui longo,
porm nao a p ; que aproveilra urna- occasiao
para vir al Nemours rom um negociante de fa-
zeudas que Ihe ITerecera um lugar no.earro ; quo
esse viajante n to Iva apeado em Nemours e par-
tira por que nio ia, romo ella Pars; mas quo
Ihe linha dito que nao Ihe faltaram occasies
para acabar a sua viagem. E ilpois pouco Mo
imporlava es|verar um ou dous d*as.... nio tioha
milita pressa..'. Francisco, abra essa garr'*....
Emquanlo a mulher noseonlova a historia a
menina tinha-se mirado ao cesto de ccrej&s que
minha esposa linha e ia coroendo com uta avi-
dez, com um prazer que se aproxmala da glo-
tonera.
Deixe-a comer quanlo quizer. disse-nos o,
camponeza. ella gnata muilo de certjs c urna
frucla que nao faz mal.
E dizendo isso n mulher tambero romeeou a
lira-las aos punhados, fazendo-as desaftparecer
com urna vi?acldade admravel e sem deitot tora
os carocos. Disse-me que Ihe preparasso o jan-
tar. Emquanlo eu eslava na cosinha o a viajan-
te descancava na sala com a raeuina, que conti-
nuara a comer cerejas, minha mulher pergun-
lou-lhe se era a mae da menina. A camponeza
r*spondeu-lho que nao, quo era apenas sua ama,
que ia leva-la ao pao, mas qu por isso nio
abandonara a menina; que o pae da menina era
um homem rico, que quera alugar-lhe urna ca-
sa nos arredores de Paris e ahi estabelece-la cora
a menina a quem poderia ver todas as vezes que
quizesse. Infelizmente minha mulher nio pode
ler mais e.omprida conversa com ella por que
servi-lhe logo o jantar e a camponez'a senlou-so
logo a mesa com a menina,
fConlinuar-$Jtf..)
PERN.-TVP. DE M. P. D&ftUUA, ~ Wtt
MIITII ATTOL


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