Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09091


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Full Text
w
AMA XXI7I. HD1EE0 140.
Por tres raczes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6|000.
ENCAD.REGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty. o
Sr. A. de Lemo3 Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraos Jnior; Par, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jpronymo <*a Costa.
PAUi'lUA UO> OmilhlU.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do di.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segndas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pj d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Rrejo, Pes-
queirja, lngnzeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vi
Oricury e Ex nos quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros,
Agu.jPrela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partprn as 10 horas da manha
'iota,
SECUNDA fElBA II DE JDHHO DE 1850:
Por anno adantado 19$000.
Porte franco para o sabseritor.
innm
PHEMERIDE3 DO MEZ DE JUNHO.
3 Li cheias2hera8e26ranttto9da larde.
11 Oi arlo ronguonto as 10 hora e 45 minutos
da manhoa.
19 Lu nova; as3 horas e 4 minuto da manha.
25 Qurto crescente as 10 horas e 10 minutos da
tai le.
PREAMAR DE HOJE.
Primeiro as 4 horas e 55 minutos da manha.
Segur do as 4 horas e 30 minutas do larde
PARTE TFICIAL
Governo da provincia,
, EXPEDIENTE DO DA 15 DE JUlfBO.
OR ci aoxhefo de policio.Nada ha mais pre-
judicial a servico publico e de perniciosas con-
stquencias, romo V. S. sabe, do que as desinte-
ligencias, infelizmentecoromuns, entre algunsdos
funecionario; pblicos suballernos do inleriur das
nossas provincias, que, esquecidos de que em
objeelo de servido nao deveru actuar considera-
roes de amisade, nem de iiiimisade, seno a mais
severa mparcialialidade, que deve naquclle caso
equiparar completamente o amigo ao inimigo,
ou ao indiffercnle, para com ollea tratarnos so-
monte em rozo do oflicio c pelo simples movel
do religioso cumprinienio do dever. trazem miii-
tJS ve/.es para o exercicio de suas funreoos as
questoos de lucalidade polticas ou particulares
preexistentes entre alies, para, debaixo de sua
perniciosa iirflucncia, resolrerem-se no exercicio
tas funrces dos cargos que oceupam. Nesse
caso iudispensavcl auloridade superior em-
pregaras mais promptas e enrgicas providencias
para chamar ao cumprimcnlo do dever os func-
cionarios delle transviados E, portanlo, passanJo
smaos de V. S. as copias inclusas, que moslram ,,
evidentemente a dcsimellgcneia que reina entre
n polica o o guarda naeional de Garanhuns, de-
vo recbnmendar a V. S. que expoea as mais ter-
minantes ordens s autoridades policiaes ttaejuel-
la comarca, e particularmente ao subdelegado
daqaella villa, e em geral a todas as oulras da
provincia para que se abstenam, sob pena de i ni
mediata demissao e responsabilidade. de provo-
car, ou alimentar cndilos com os chelese eom-
niandantesda guarda nacional; visto como, redu-
zindoaquellasautoridadesassuas relajees ofllciaes
comosmesmoschefes simples requisicoes, como
de lei.e abslendo-se completamente de Jaremor-
demalguma em relaco a guarda nacional, rostar-
jhes-ha o represen!tren) a esta presidencia por
intermedio de V. S. sobre quaesqner desvos,
qoeentendam terem pralradoos chefos da guar-
da nacional, do cumprimenlo da seus deveresem
relaco requisicoes que lhc hajam feilo os mes-
roas autoridades : a quem nao ser licito em caso
algum mandar prender para recrulas as guardas
nacionaes ; visto como expeco nesla daifa os ne-
cessarias providencias para que o sejam aquellos
que eslverem no caso, por ordem especial da
presidencia e por intermedio do respectivo com-
maudariio superior.
Confiando bastante na inteligencia, enorgia
e zelo pelo servico publico, que carac-
terisam a pessoa de V.-S., espero que nao me
ser necessario secundar a expedico da provi-
dencia que aqui se conlm, e que ca urgente em
presenca dos continuados conflictos que se ac-
luaro pelo interior entre a polica e a guarda na-
cional.
Diloao commandante superior interine da guar-
da nacional do municipio do Recife.Remello a
V. S. a copia inclusa dooflicio que nesta dala di-
rijo ao l)r. chefe de policio da provincia, atim de
que faca observar restrictamente as recommen-
fl.ieoos nelle comidas pola guarda nacional sob
sen commando superior, cumprindo que, para c-
\ilar conflictos laca quaes so. deram em Garan-
liuns, e que me obligara m a expedir aquella pro-
videncia, e abusos que uiio seriara novo?, Y. S.
prohiba que os commandanles do3 corpos man-
den) prender para o recnitamcnto do exercito
guarda algum do sen corpo, principalmente com
o espalhaficto rio patruljias armadas (como aconle-
ceu naquella villa,) que correndo os dislriclos das
subdelegadas c cercando as casas dos guardas,
cuja priso para aquello lim tiverem resolvido os
commandanles, nao podem deixar de provocar
conflictos com as autoridades policiaes, que com
razio nao devem sorimpassveis a exlorso por a-
quelle criminoso modo de suas attribuicoes, que
alias nao poriem ser eiercidas seno com todas
os formalidades logaes.
Lim.itera.-8e, por consequencia, os ditos com-
mandanles, em materia de recrutamenlo, a re-
presentara V. S. sobre um ou outro guarda, que
por ventura por seu mo comporlameuto no cor-
po, e porque nao lenha isenco legal, esteja no
caso de assentar prara no exercito ; aflm de que,
Irazendo V. S. o fado ao conhecimento da pre-
sidencia, determine ella o recrutamenlo de tacs
guardas.Iguoes aos demais commandanles su-
periores da guarda nacional da provincia.
Dito ao delegado de polica da Escada.Repre-
sontando-me o barao dos Guararapes, director ge-
ral dos indios desla provincia, em officio de hjn-
lem, sobre valias prisdes, que Vmc. tem ordena-
do, de indios aldeiados nesse termo, tenho de fa-
zer sentir a Vmc. que estando o governo Impe-
rial, e consequentomente esta presidencia, lo a manter em loda a sua plonilude a prolecco
a que tem dreito, e que muilo concern aos in'te-
resses da nossa sociedade, os indios existentes na
provincia, e confiando no empenho, qu tem o
actual director geral, em secundar as vistas da
adminislraeo naquella tarefa, empiegando para
sso a sua reconhecida prudencia o o bom senso
do que dspoe, cumpreque Vmc. proceda do mes-
juo modo, evitando quanlo poder, pralicar actos,
que, embora na melhor boa f, podera ofugentar
aquella gente lornando-os errantes e temerosos
da coinmunhao e sujeico sosial, a que europio
acostuma-los.
Fica entendido que a recommendacio, que lhe
faro, nao importa dzer-lhe. que deixe impunes
os delictos, que por ventura commeltam os in-
dios; senao que mesmo nessa hypolhese proceda
com o maior disceriiimenlo e criterio, atienden-
do a especialidadc da posicao social daquolla gen-
io, c tora da mesma hypoihese que evite absolu-
tamente resolver prisdes de indios e pralicar ac-
tos policiaes, que os possam desgotar da vida so-
cial, a que necessario chama-Ios.
Confio que as considerarles expostas bastaro
para que Vmc. comprchenda perfeilamenle o
pensamento do governo em relaco aos indios, e
trate de nao conlraria-lo por modo algum.
Dito ao Imro dos Guararapes.Com a copia
Inclusa do ofGcio, que nesta dala dirijo ao dele
gado de polica do termo da Escada, fica salisfei-
la a sua requisico, comida cm oflicio de 14 do
correle; convindo que V. S. communique-me
qualquer oceurrencia, que possa contrariar o
pensamento manifestado naquelle officio.
Dito ao commandant das armas.Commttni-
cando o chefe da commisso astronmica, que!
mandou retirar para o quartel, por nao serem
tnais necessarias, os dous soldados de cavallaria,
que eslavara s ordens da mesma commisso;
assira o declaro a V. Exc. paia seu conheci-
mento.
Dito ao mesmo. Haja V. Exc. de expedir
as ordens afim de que seja apresenUdo ao Dr.
chefe de polica para dar-lhc o destino conve-
niente o recruta ManoH Joaquim da Silva, que,
segundo consta do lermo de inspeceo, aunex
to incapaz para o servico do exercito. Cominu-
nicou-se ao chefe de polica.
Dito ao chefe de polica. Respondo aooffiJ
co de V. S. de 31 de maio ultimo, sob ne 756,
remmetlcndo-lhe por copia os informacoes da
tiiesouraria provincial, das quaes consta ter si-
do pagas as despozas feitas com os presos po-
bres da cadeia de Garaohuns. relativas ao inez
de outubro do anno prximo passado.
Dito ao presidente da relaco. Sirva-se V.
S. de inlerpr o seu parecer sobre a materia do
incluso officio, que em 6 do correte me dirigi
promotor publico interino da comarca do Santo
Antao.
Dito ao mesmo. 0 promotor publico da co
marca du Garanhus, bacharcl Jos da Cosa Hon-
rado, participou tor reassumido o exercicio do
sou cargo no dia 29 de maio prximo Ando. O
que ommunico a V. S. para seu conhecimento,
Igual ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dijo ao inspector da thesouraria de fazenda.
Tendi sido approvado, segundo me constou do
avisa da repartico do imperio de 6 do correnle
o deliberaco, que tomou o meu antecessor, de
mandar abonar a ojuda de custo de ida e volta
da presente sesso da assembla geral legislativa
aos dcpuiodos por esta provincia, conego Joa-
quim' Pinto de Campos. Drs Domingos"de Souza
LeaoL Francisco Carlos Brandao, Jeronymo Vi-
lelln|dc Castro lavares, Joo Jos Ferreira d'A-
guiar, Jos Bento da Cunha Figueiredo e viscon-
de de Camaragibe ; assim o coinmnico a V. S.
paro seu conhecimento.
Diio ao mesmo. Em vista de sua informarlo
de 111 do correnle, sob n 591, tenho resolvido
fazer extensiva as proras da companhia de pe-
destres do Ouricury deliberaco que lomei
acorto do abono da etape para as de Ia linha,
alli (estacadas, e de que dei ciencia a V. S. em
oiTicijo de 6 do correnle. O que lhe communicu
seu conhecimento e oxecur,o. Communi-
para
cou-tee ao rommondante das armas.
Di o ao mesmo. Dcvolvo inclusos a V. S. os
pape s relativos Ss'despezas feitas pelo maior do
b. lalho de infantaria Joo do Reg Barros
Falc^o com o transporte das bagagens dos offi-
eiaea c do mesmo balalhao em marro do anno!
prox mo passado, para que V. S. mande creditar
a esie oQicial pela quanlia de um cont e quatro
rail i'is, nos termos da sua informacao n 589,
dtala de 13 do correnle. Commiinicou-sc ao
com au Jante das armsa.
Dito ao mesmoCommunicando-me o Exm.
Sr. ministro da marinha em aviso de 4 do corren-
le ter sido approvada a deliberado que lomei de
aulorisor o abono da ajuda de custo de 300j00
para os arranjos de viagom de cada u"m dos me-
nores da companhia de adrendues do arsenal de
marinha Jos Custodio Fernandos o Antonio Fran-
cisco Moreira de Carvalho, que forain csluJar em
Inglaterra ; assim o communico a V. S. para seu
conhecimento.
Dito ao mesrro.Mande V. S. pagar sob minha
responsabilidade, nos termos do 12 arl. 1 do
decreto de 7 de maio de 1812, os vemimentos do
capi.lo do porto e seu ajudantc, relativamente
ao mez de maio ultimo, licando os vencimenlos
dos demais emprogados da capitana para serem
satisfoilos logo que haja crdito para semellinnle
despeza.Communicou-so ao capilo do porto.
Dito ao mesmo.Visto que, segundo consta do
sua informacao de honlem sobu. 594, nao ha in-
conveniente no pagamento da quanlia de 507j59t)
em que, segundo os documentos juntos, que me
loran remeliidos pelo commandante do balalhao
n. 28 da guarda nacional de Garanhuns com offi-
cio de 18 de abril ultimo, importara os vencimen-
los dos guardas nacionaes alli destacados nos
mezes de fevereiro a abril desle anno, auloriso a
V. S. a mandar efiectuar esse pagamento ao al-
teres Antonio Baplista do Mello l'eixolo, ou ao
ao seu procurador nesla praca, o negociante Ma-
noel Kibeiro de Carvalho, considerando aquolle
destacamento como suppriudo a forca de priraei-
ra linli.i
Dito ao mesmo.Para os fins convenientes
passo s raaos de V. S. copia autlientica das cou-
tssdocumentadas das despezas feiUs no hospital
militar oesta guarnicao durante o mez de feve-
reiro do anno prximo passado.
pilo ao mesmo.Era vista du aviso do minis-
terio da guerra de 24 do outubro do auno prxi-
mo passado, mande V. S. pagar, sob minha res-
ponsabilidade, os vencimofilos'da TommfssStr trs-
trOnomica, relativamente ao mez de maio prxi-
mo passado.
Dito ao mesmo.Transmillo por copia a V. S.,
para seu cunhecimenio e direccao o aviso de 16
d^ maio ultimo, em que o Exm". Sr. ministro da
fazenda, auliirisando a presidencia a conceder a
licenca pedida por Flix da Cunha Teixeira para
transferir Jos Goncalves Bellro a parle do um
terreno situ em Fra de Portas, manda que assira
sp procede a respeito de oulras era idnticas cir-
du instancias.
. Dito ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recife.A' vista do que
londerou V. S. em oficio desla data, sob n. 92,
I ode expedir suas ordens para que se proceda
a reviso da qualificaco do 8o balalhao da guar-
da nacional sob seu commando superior no dia 1
de julho prximo vindouro
Dito ao do municipio de Olinda e Iguarass.
nforine V. S. sobre o que representa o chofe de
polica em officio de 9 do correnle, constante da
opia junta.
Dito ao de Ooranhuns Communico a V. S.
que por decreto de 30 de maio ultimo, segundo
me constou de participaco da secretaria de os-
ado dos negocios da justica du 1 do correnle,
oi nomeado Miguel Reiuoux Duarle para capilo
secretario geral desse commando superior. *
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Transmiti por copia a V. S., para seu conheci-
mento e execucao, o aviso de 2 do correnle, em
que o Exm. Sr. ministro da marinha declarou que
o operario de Ia classe da officina de poleiros
desse arsenal, Manoel Aleixo do Carino, nao esl
jBujeito a desceios nos seus jornaes, cm vista do
que so ordenou polo aviso, tambem poi copia in-
cluso, datado de 31 de maio ultimo.
Dito ao mesmo. Mande V. S. fazer com ur-
gencia os colicortos de que necessila o maslro
em que se fazcm os signaes do tclegrapho na tor-
re do Collegio, tendo em vista o oflicio do admi-
nistrador do correio. constante da copia junta.__
Communicou-sc a este.
Dito ao capitao do porto.Pode Vmc. mandar
abrir assenlament de praca aos recrulas Silves-
tre Rosa Moniz o Jos Clemente Ferreira, visto
terem sido considerados aptos para o servico da
armada em inspeccao do saude, como declarou
Vmc. cm officio de 12 do correnle, sob n. 127 ;
mandando apresentar ao commandante do corpo
de policio, para ter o deslino conveniente, o de
norau Jos Hilario de Lima, que foi julgado in-
capaz do servico.Communicou-se ao chefe de
polica.
Dito ao juiz municipal da Ia vara.Ao seu of-
ficio de 14 do correnle, respondo dizendo que
por ora nao se pode transportar sentenciados para
o presidio de Fernando.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mando
Vmc. apresentar ao chefe da commisso astron-
mica e hydrographica, Dr. Liis, um carapina
das officinas desso arsenal, afim de encaixotar os
instrumentos da mesma commisso.Communt-
cou-se ao supradito chefe.
Dito ao mesmoPelo capitao da barca que se-
gu para o prisidio de Fernando remella Vmc ao
commandante do mesmo presidio o officio junto
com a quanlia de 289400, que lhe ser entregue
pelo portador desle officioCommunicou-se ao
director interino da repartiro das obras pu-
blicas.
Dito ao mesmo.Em soluco ao seu officio n
135 de 28 de abril dcste anno, remetlo-lhe por
copia o aviso de 31 de maio ultimo, no qual o
Exm. Sr. ministro da guerra declara que esse
arsenal pode mandar por em arremaco o farda-
ment c equipnmenlo, que se tiver de manufac-
turar, na confurmidade do aviso circular do 17
de marco prximo passado.
Dito ao director das obras militares. Trans-
miti por copia a Vmc, para ter execucao na
parle que lhe toca, a circular da repavtico da
guerra de 16 de maio ultimo, determinando que
aos relatnos de obras militares acompanhe urna
Dito
ponde
do corj
rada a
ciledo
Pori
mande
Indios
nento-
gar de
exone;
AI va re
cou-sc
lili.
coder
co Moi
minist
dade.-
nicou-
l
Offi.:
do dos
denle
oflicio
lhe co
noux 1
commi
AUDINECIAS DOS TRIPUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : secundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, guinlas e sabbados as 10 horas.
Juizo do coramercio : quintas ao meo dia.
Diio de orphaos: tercas e sextas as O horas.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quarlas e sabbados ao
meio dia.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. Leoncio m. ; S. Ozam r.
19 Torca. 8. Juliana de Falconier v.
20 Quarta. s. Silvcrio p. m. ; S. Adalberto are
21 Quinta. S. Luiz Gonzaga, jesuila.
22 Sexta. S. Paulino b. ; S. Concordia r.
23 Sabbado. S. Joo sacerdote ; S. Agrrpina v.
2i Domingo. Nosritnonln de S. Joan Bapti*la.
ao thesoureiro das loteras.Em vista das
aces que faz Vmc. em seu officio do 11
-ente, tenho a declarar-iho, que tica alte-
taheMa no sentido porque propoo em seu
o lucio.
aria.0 presidente da provincia, confor-
me com a proposta do direclor-gerat dos
do 10 do correnle, resolve nomear ao te-
coronel Jos Victorino da Silva'para o lu-
droclor da alda d'Assumpc.lo, licando
ado do referido lugar o loncnte-coronel
Ernesto de Carvalho Granja.Commuui-
ao supradito directar-gcral.
O presidente da provincia, resolve con-
i demissao que pedio Monsenhor Praneis-
iz Tavaros do lugar do presidente da ad-
arao geral dos esiabelecimeiilos de cari-
-Deu-sc- sciencia ao demittido, e commu-
le a adminisirarao.
xpedienle do secretario do governo.
o ao director gcrol da secretara de esla-
negorios da juslisa.O Exm. Sr. presi-
la provincia manda oceuser a recepQao do
n 715 do Io do correnle, ern quo V Exc.
nmunicou ter sido nomeado Miguel Rei-
narte para capilo secretario geral do
ido superior da guarda nacional dos mu-
nicipici.de Garanhuns e Buique, por decreto de
30 de maio ultimo.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional le Garanhuns.S. Exc. o Sr. presidente
da pro'incia, manda acensar recebido o officio
u. 23 de 16 de maio prximo lindo, em que V.
S cotr municou ter o tonente-coronol comman-
dante lo balalhao n. 29 de infantaria da guarda
nacin il desse municipio, Manoel Cavolcanli de
Albnqi erque eco, prestado juiwmcnlo e loma-
do pos.c de seu cargo naquella dala.
Dito ao Dr. Jos da Costa Honrado, promotor
publici da comarca de Garanhuns.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda acensar recc-
bido o officio de 3 do correnle, em que V. S.
commi nica ter reassumido o exercicio do seu
cargo r o dia 29 de maio prximo lindo.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAo NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha,
Sr. Jos Martins Alves; Ro de Janeiro, Sr.
Joo Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O preprletario do mjuio Manoel Figuerroa do
Paria, nasua livraria praca da Independencia na-
tura ; 3o, approvando a psS mensa I de 5l)o,
concedida ao capilo da guarda nacional da pro-
vincia de S. Pedro, Isaias Antonio Lopes.
Sogue-sc a discussao do arl. 1" da iudicarao
cusso : se acaso ella se
apresentiisse na segunda .
discusao. leria tido tempode de examinar mdhor
aqucsloo, e dar ao senado mais ampios esclareci-
menlos. Comtudo volar a favor da resoliiTo
apresentada na sesso de 15 de julho do uno porque enlende que nao ha inconveniente algim
passado, propondo a altoracao dealgnns artigos em que ella soja approvada lol qual se acha.
do regiment, com a respectiva emeuda da com- O Sr. Silveira da Hotta acha tambem pooro
missao da ^"sa. regular que oenado approvc urna resoluco de-
U sr. Landido Bornes offerece a segninte cretando urna aposentadoria som marcar o ven-
emenda : i cimento ; sustenta que necessario que nos pro-
< A urgencu. ser volada sero discussao. Pa- jectosque loem por objerlo coneessao de aposen-
co do senado, 25 de maio do 1860. Candido tadorias haja essa declaraco. e mostr os incon-
Borges venientes que resultam de" dexar-se meic das ,
E apoiala e entra conjunctamente em dis- liquidacoes feitas no thesouro ou em outraqual-
cussao. I j quer reparlicao o calculo desses veucimentos.
Dada por finda a discussao, passa o or. 1. Enlende que tem sido praxe constante designar-1
da iiidiracijt.com a emenda do Sr. Candido Bor-; se nos projeclos do aposentadoria o quantum dos
Esgotado a materia oSr. presidente d sor-
dera do dia, e levanta a sesso s 2 hora d
laido.
ges, ficandS prejudicadi a emenda da com-
misso.
Eulran amdiscnajtlo, cada um por sua vez,
e passam M debateos arls. 2 c com as emen-
das da comjissao ; o 3- passa licando prejudica-
da a emenda da commisso.
l'assa egiaalmeiite o additamento da commis-
so so arl. 6 do regiment, parte l-, sendo re-
geilada a (penda ao art. 6.
A iudicaBo-passa com as emendas approvados
paia a 3o discussao.
De
428.-
Santos
pal.im
429
Infurm
cial.
430
lo.Ir
vincal
431..
rido.
432.-
jim-se
pachos lo dia 1-1 de juulio.
-Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva
Informe o conselho administrativo do
mo dos orphaos.
Antonio dos Santos de Souza Leao.
o Sr. inspector da thesouraria prorin-
i-Chrislovao de Hollando Cavalcanli Mol-
forme o Sr. inspector da thesouraria pro-
-Cypriano Pereira da Silva. Indefi-
-Chrslovo Star & Companhia.=Dri-
thesouraria provincial.
Huir e
bate, e n
projer.to
do 14 dial
Geraes.
Contina a 1
Iho de 1855, da
vencimenlos com que o eropregado fica aposen-
tado : e sendo nisto contestado por alguns Srs.
senadores, declara que, se se tem dado a praxe
contraria, ella abusiva c deve ser prohibida.
OSr. Ferraz (presidente do conselho) enlende
que, quando nao existe lei que regule as condi-
ces da aposentadoria, de necessidade que o
corpo legislativo marque o vencimento com que
o empregado fica aposentado; nao assim quan-
do existe loi : fica entio a cargo do ministerio da
fazenda liquidar os vencimenlos e marcar a quan-
f* discussao, e approvada sem de- a da oposenlocoo conforme a prescrrpro da lei,
"llido commisso de redac5ao, o \ Moslra que especialmente ao ministerio* da hreti-
nado dividindo cm dous o collegio da que compete esse processo, e nao aos oulros
to eleitoral di provincia de Minas- ministerios que nao dispoem dos dados e habili-
taroes para elle. Refere os abuses que lera oc-
discussao, adiada em 5 dejo- casionado a praxe que o Sr. senador por Gojaz
proposico da cmara dos de- enlende sor a melhor*, e sustenta que a praxe
potados, mandando processar, anda que au- contraria tem sido seguida em numerosos d'ecre-
sentes do imperio, e julgar, logo que forem prc- <03 que se podem ver na collecco da legislaco.
sen'.os, oa^Hadaos brasileiros que perpelrarem 0 Sr. utas de Carvalho enlende que a resolu-
torios crimVem paizes estiangeiros, com o pa- cao est no caso de ser approvada sem o mais
recer das ejjfcmissoes de leaislaco o constitu- leve inconveiiientp. O Sr. Penna com 27 annos
gao, e vctAem separado.
Termiiiafaa Ia, passa a proposico para a
discussao, :jna qual entra logo, e apoiado
approvadijS segninte requermento :
i IlequAo o odiomeiilo al que impressos o para sua apuse
projeclo eaiareceres sejam seus exemplares dis- vicos provinciaos, houvc um lapso de memoria
tribuidos pelos membros di casa. Silva Fer- de sua parte Pondera que em nossa legislaco
Taz. >> I acham-se iiiuilas aposentadoras concedidas m
F.ssotadaya materia da ordem do dia o Sr. pre- idnticas circomstancias, e cita o exemplo da do
SESSO EM 30 DE MAIO DE 1860.
Presencia do Sr. Manuel Ignacio Cavalcanli
de Lacerda.
As fl horas da manhaa, o Sr. presidente abre
a sesso estondo presentes 30 Srs. senadores.
Lida a aeta da anterior, approvada.
EXPEDIENTE.
I O Sr. i." Secretario participa qne o Sr. sena-
aor marquez de Caxias nao compareca por in-
commodo de saude. Fica o senado iutei-
1 rado.
O mesmo Sr. 1.- secretario den conla do que
se aehavam sobre a aesa os roquerimenlos du
I Pdro Antonio de Oliveira, Luiz Ferreira da Silva
ata-, Henriquc Jos de Figueira ri. juil, J. ..
raujo.c Manoel Cavalcanli da Silveira Bozerro
em que pedem ser admiliidos como Odidos
i secretaria do senado ; c o de Jos Martins Viaiuia.
pedindo que seu fiiho Antonio Martins Viannn
soja nomeado addido para coadjurar os eonli-
! nuus ou guardas do paro do senado.Vo remet-
iids a commisso da mesa.
E lida e fica sobie o mesa a redacrao do pro-
| jecto do senado dividindo em dous o ollegio
do 14. districto eleitoral da provincia do Mioas-
Geroes.
L-se e fira reservado pora entrar na ordem
ios Irabalhos o seguinte parecer :
Em ums das sesses do anno passado dcli-
berou esla augusta cmara que fosse submettido-
ao exame da sua commisso de fazenda o artigo
auditivo, proposto na discussao do orcamento
aulorisando o governo
A commisso de fazenda, ottendondo que a
doulnna do arligo auditivo importa altoracao na*
leis que regulara o imposta, e qne por conse-
guinte conlm materia cuja iniciativa pcrlence
siderile d para a da seguinte sesso : 3a discos-: Sr- Honorio Pereira Azeredo Coutinho, aposen- j "':lus,va,nf'"le cmara dos depulados, de pa-
sao das prfposices da cmara dos deputados : [ lado do mesmo modo c no mesmo cargo. Julga fi"-?rUe ^.* csl,rre. para loma-la em con-
433. -Flix Litis do Araujo.Informe o Sr.
Dr. el fe de polica.
434 -Bacharel Francisco Augusta da Costa.
Infoi lie o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
43J.-1
laria c<
436.
-Francisca Mara de Jess.Passe-se por-
ncedendo passagem.
-Francisco Ferreira Borges.Remellido
ao Sr. i ispector do arsenal de marinha para, man-
dar faz r os concertos, nao havendo inconve-
niente.
437.- -Jos Irineo da Silva Santos.A' vista
da info mac.o do director geral da instruc;o
publica nao tem lugar o que pede o suppliconte
quo so deve perceber a dideren^a de ordenado,
a contar do dia >vi que q.gayeriN' o digpensou
esl oicigado .a.
tu du jj c^ffa'^fra*
lethodo de ensino, conforme dtspe o art,
la I i de 14 de maio de 1855.
-Jos Marcelino da Roa.Declare a na-
los gneros fornecidos.
Jos Fernandes Monleiro,Ser pigo o
nte quando o permillirem os recursos
prestar
tico e ti
19
438,-|
turoza
439.
supplic
dos cofi es p:ovInciacs.
440.--Bacharel Marco Tullio dos Res Lima.
Como pide.
441.--Pedro Alexandrino Gomes.Informe o
Sr Dr. chefe de polica.
442.--Hara Joaquina Rbeiro. Informe o
conselln administrativa do patrimonio dos or-
phaos.
15 -
-Antonio Luiz Duarle Nones.Informado
eclor da thesouraria de fazenda.
-Bento Jos Alves de Oliveira.Informo
Ia approvando a aposenlaco concedida ao juiz
de direilqi o couselheiro'Jos Ttiomaz Nabuco vaf a resoluco.
de Araujo, com o ordenado de 1:357$, e 2a, ap- j O Sr. Slarqnez de Olinda, dopois de ter feilo \
provando i aposenlaco concedida ao conselhei- algumas considera^es a favor do projeclo, occu-
ro Hercttftno Ferreira Pena, no emprego de ins- pa-se em combater a doulrina do Sr. presidente
pector gsal da caixa de amorl'zacao, com o do conselho qnaudo sustenta que ao ministerio
vencimeiiP que lhe compelir ; 1" discussao do da fazenda compelo averiguar o lempo doservi-
projeclo do senado, autorizando o governo para "f e liquidar os vencimentos as aposenladorias
permittir 4ue as corporacoes de mo mora pos-' dos ompregados das oulras reparliccs. Vota pelo
suam, alm de anno e dia, os bens de raiz que projeclo som o menor escrpulo.
Ihes fiverem sido ou forem logados, ou doados ;, O Sr. Vianna levanta-se para dar una ex-
rontinuaco da Ia discussao da proposico da plicacao enlende que os Srs.senadoros que teem
cmara- dos deputados, autorisando o governo combalido o projeclo, laboram cm um erro ; e
para conceder aos herdeiros do falleciio AfTonso'que poucos negocios toom sido apresenlados ao
Jos do Almeida Corlo Real a rcmisso de parle' senado lo bem instruidos como ode que se ira-
da divida proveniente do arrendamenlo do rin- la : em sua opinio o vencimento se acha de-
rao do Saican, com o parecer da commisso de signado na resoluco, pois dizer que o Sr. Penna
fazenda ;fonlinuaco da Ia discussao da propo- j se acha oposenlad'o como inspector da caixa da
sico da jmesma cmara, declarando que a jufci-' amorlizagao equivale a di/er que seachaapo-
laco coacedida aos lentes da anliga academia j sentado com 3-.60OJ de ordenado. Combale a opi-
do mariqjha Jos de Paiva e Silva e Jos Joa- n'o dos que cntendem que os decretos conec-
portanto que o senado nao deve hesitar em appr-1 slderaCi,. 1e a mesma cmara inicie as medidas
- ;queolla entender deverem ser adoptadas
443-
Sr. insr
444.-
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
445.-
Dr. cht
456.-
forme
zenda.
447.-
quim dffAvila d-lhe3 dtre;to ao ordenado por
inteiro que percebam naquclle tempo, com o
parecer da commisso de marinha e guerra.
Levanla-se a sesso oo mcio-dia e 1/4.
:- A-L^fv'SE^SO EM 29 DRJUAIO.
Presidencia do sr.. Manoel ejnacxozhvalcanlx
de Lacerda
A's 10 horas e 3 quartos da manha o Sr. pre-
sidente abre a sesso com 31 Srs. senadores.
Lidas as actas de 25, 26 e 28 do correnle mez,
sao todos approvadas.
0 Sr. Primeiro Secretario d conla do se-
guinte
EXPEDIENTL.
Um officio do 1 secretario da cmara dos de-
r------- a osso
rispcito
Pago do senado, 28 de maio de 1360. Vis-
conde de taborahy.J. F. Vianna.
i Comparecem no decurso da sesso mais seis
Srs. senadores.
ORDEM DO DIA.
Entra em ultima discussao, e approvado
sem debate, o projeclo de resposta a falla do
Ihrono.
Segue-sc 3 a discussao da indicaco apresenta-
da na sesso de 15 de julho do auno passado.
propondo a alteraco de alguns artigos do regi-
ment, com as emendas, que passaram na 2 dis-
cussao ; e nao havendo debate, approvada a
indicaco com as ditas emendas.
Tem lugar a 3.a discussao dajproposico da c-
mara dos deputados approvando u aposenlaco
concedida n Honoiio Pereira de Azeredo Coili-
marcar sempre o
nho no lugar de secretario da presidencia da pro-
vincia de Pernambuco annual do 2:000$; e, en-
tiendo aposentadoria devem
ijii'inium do ornenado.
OSr. Ferraz (presidente do conselho) entra ce,raaa a discussao sera que se pera a palavra,
anda em algumas considerarles para mostrar al'P.rovada a proposico para subir sanego iin-
que a repartico da fazenda por sua nalureza, Pe'a'\
a mais propri e a mais habilitada para liquidar!, *-on"na a 2.*discuss*o, adiada na sesso an-
o lempo de servico e os vencimenlos dos empre- JeccdenJe, da proposico da mesma ca-nara auto-
g*toa d* ldaa.*i oulras reparlicpcs, e refuta as lor,8ando o governo para conceder aos harderos
rdrlo; opresentadiar'peto Sr. mar-
quez de Olinda.
O Sr. Mrquez de Olinda insiste em sua opi-
nio, c faz anda algumas observaces em seu
apoio.
O Sr. Manoel Felizardo entende que a qiiesfo
suscitada mais sobre um incidente do que so-
bre o proprio projeclo ; concorda cm parte com
a opinio do orador que encetou a discussao : na
hypothese de nao haverquota marcada, nao de-
veria passar o projeclo ; mas a quota existe, e
i do fall*cido Affonso Jos do Almeida Corle-Real
I o rcmms&u do parto da divida proveniente do ar-
rendaraenle do rinco do Saincan, com o pare-
cer da commisso de fazenda e emendo do Sr.
Jolum apoiada na dita sesso.
Terminada a discussao, passa o proposico para
a 3;a discussao, ficando projudcada a emenda.
E esgolada a materia, o Sr. presidente d a or-
dem do dia seguinte e levanta a sesso uro quar-
to de hora depoisdo meio du.
Dnala alaria das Dores.Informe o Sr.
fe de polica.
-Francisco Pinto da Costa Lima.In-
Sr. inspector da thesouraria de fa-
J-Francisco Conos.Informe o Sr. chefe
do con misso astronmica o dia preciso, em
qne o s ipplicanle deixou de prestar seus servi-
cos n esma commisso.
448.--Padie Francisco Verssimo Bandeira.
Foi subnetlido ao governo imperial.
449.--Irmandado doSenhor Bom Jesusda Va-
Sacra di Santa Cruz.Em tempo opporluno ser
altcndi a.
450.--Jos Joaquim NogueiraInforme o Sr.
Dr. che e de polica.
451.- -Luiz Borges de Siqucira.Espero que
haja cr dito
452.--Bacharel Luiz Antonio Pires.Proro-
guo-se por dous mezes o prazo marcado.
453.--Sabino Luiz de Araujo.Informe o Sr.
Dr. chele do polica.
potados acompanhando as tres seguimos propo- est marcada por ci que regula as aposentacoes
sires da mesma cmara approvando as pen- [ dos emprogados da caixa da amorlizaca : "de-
sdes concedidas : 1, a D. Antonio Luiza Horla termina-la no decreto seria urna redundancia.
Barbosa ; 2o, a D. Francisca Lima do Espirito- Quanto onlra questo suscitada sobre a com-
Santo ;e 3, a D. Anna Marcelina Corvolho Par-j petencia para liquidaco dos servico3 e venci-
dal.Vo a imprimir no jornal que publica os mentas dos emprogados, afasta-se da opinio do
Irabalhos do senado. Sr. presdeme do conselho, e assenla que essa
Outro do mesmo, participando 1er sido sanecio- liquidaco deve icar a cargo dos respectivos mi-
nado o decreto da assembla geral que orea a re-: nisterios, que para esse fim devem ter a compe-
ceila e fixa despoza geral do imperio para'o exer- tente cscrpturai;o.
cirio do 1859 a 1860Fica o senado intoirado. O Sr. Silveira da Motta nao lomara mais a
Outro do presidente da provincia da Bahia, re- \ palavra sobro a materia cm discussao, se o Sr.
INTERIOR.
Presida
s 10
abre a s
res.
Lida
O Sr.
ASSIiNULEi GERAL LEGISLATIVA
SENADO,
ESSAO EM 25 DE MAIO DE 1860.
ncio do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanli
de Lacerda.
horas o 3/4 da manha o Sr. presidente
Jisso, estando presentes 30 Srs. senado-
acta da anterior, approvada.
1." Secretario d conta do seguinte :
EXPEDIENTE.
Um cfTicio do Sr. senador Bernardo de Souza
Franco, parlipando ter faltado honlem por in-
coromoio de saude seu e de pessoa da sua fa-
milia, | qual continua anda hoje. Fica o se-
nado inteiraao.
Dousjrequerimentos, um de Jos Pinto Duarte
da Costl Pereira, pediodo ser nomeado addido
secretaria do senado, sem vencimento algum,
c outro de Bonifacio Jos Francisco das Neves!
pedindo ser admittido como guarda addido
secretar a e paco do senado. Sao remeliidos
comm.ssao da mesa.
ORDEM DO DIA.
F.nlrio em 3a-discussao, coda urna por sua
vez, e : ao approvadas sem debate pora subir
moliendo dous exemplares dos relalorios, um com
que o seu antecessor abri a sesso ordinaria da
assembla legislativa daquclla provincia no cor-
rente anno, e oulro com quo fez entrega da ad-
ministroco da mesma provincia Sao remelii-
dos para o archivo.
apoiado e vai o imprimir o projeclo de lei
apresenlado pelo Sr. Silva Ferraz, e depositado
sobre a mesa na sesso de 23 do presente mez,
prohibindo as loteras e rifas de qualquer espe-
cio nao autorisadas por lei.
O Sr. Segundo Secretario l um parecer da
commisso de legislaco propondo que se adi a
discussao da proposico da cmara dos deputados
que autorsa a contraria de Nossa Senhora do
Guadalupe da cidade de Olinda para possuir ris
10:000$ em bens de raiz, al que se decida sobre
a medida geral ja offerecida em projeclo que es-
l na ordem do dia.Fica para entrar na ordem
dos Irabalhos,
Comparecem no decurso da sesso mais 5 Srs.
senadores.
ORDEM DO DIA.
Entra em 3a discussao, approvada som deba-
te para subir sanc;o imperial, a proposico
imperial dos deputados approvando a aposenta-
rlo concedida ao juiz de dircito o conselhero Jo-
s Thomaz Nabuco de Araujo com o ordenado de
1:357*000.
Segue-se a 3a discussao da pranosico da mes-
ma cmara opprovando a oposentoc concedida
ao conselheiro Hercultno Ferreira Penna no em-
prego de insperlor-geral da caixa de amortisaco,
com o vencimento que lhe competir
O Sr. Dantas declara que nao pode votar a fa-
vor do projeclo, tal qual est concebido, por nao
se ochar nelle marcada a quanlia dos vencimen-
los que tem de perceber o empregado que se pre-
tende aposentar. Sent ter de encelar a discus-4
sao nasse sentido quando se trata de um membro
do senado a quem tributa consideraco e estima ;
mas julga que o sene<0, velando urna aposenta-
tadoria para a qual nao ha um vencimento deter-
minado, procede irregularniente e contra o prc-
ceilo constitucional.Ha ponco votou poruma apo-
sentadoria, porque entendeu que eslava em for-
ma, pois havia quanlia marcada ; mis votar con-
tra esta por fallar-lhe essa condicao, que reputa
indispensavel: a cencluc protestando contra sc-
melhanle modo de aposentar.
O Sr. Dias t Carvalho sent que se queira
suscitar embaracos a passagem de urna medida
justa em favor de um empregado da ordem do
Sr. Penna, cutos servicos a cmara eo paiz todo
Teconhecem. Pondera quo o Sr. Penna tem exer-
sancQao imperial, as propositos da cmara dos t cido diversos cargos, quer provnciaes quer ge-
deputa os : I approvando a penso annual dr. raes, e que ao gooverno nao era fcil marcar o
8011$, toncedida reparttdamente sfilhas do fa'i-
lecrdo (onlodor geral do thesouro nacional An-
tonio C lelano da Silva ; 2o, approvondo a apo-
deraonslracao, satisfazendo o que exigi o b-fsenlac conceda ao juiz de'direilo Jos/ GI
gadeiro director do archira militar, o consto l par dos Santos Lima, com o ordenado coces-
da mesma circular, lpenden'e ao s*u tompo de serviso aa rflasra-
quantum do vencimento de sus aposentadoria
entende que ao tribunal do thesouro que com-
iote fazer o ealculo desses vencimentos, cort-
arme os cargos que oceupou e o tempo porque
oseierceu. Sent que essa questo se sus^ilas-
se quaado ja o piojecto se acha em terceira dis-
senador pelas Alagoas tivesse mandado mesa a
emenda que quera offerecer declarando o ven-
cimento que deve caber ao eropregado aposen-
tado ; mas, como nao veio essa emenda, conti-
na a combater o projeclo, c acrescenta va-
rias considerarles pelas quaes julga que o pro-
jeclo em discussao nao deve passar tal qual se
acha. *
O Sr. Visconde de Abaet votara silencioso a
favor do projeclo sem a menor hesilaco ; mas,
tendo-se suscitado urna questo incidente, passa
a fazer algumas consideraces combalendo a
doulrina do Sr. presidente do conselho, que faz
depender do Ihesouro a liquidaco dos servicos
de todos os empregados.
Dada por concluida a discussao, appro-
vada a proposico para subir sanecao impe-
rial.
Enlra em primeira discussao o projeclo do se-
nado autorisando o governo para permittir que
as corporacoes de mo-morta possom possuir os
bens de raiz que lhes tiverem sidoou forem le-
gados ou doados ; o qual projeclo possa sem de-
bale para asegunda discussao.
Contina a primeira discussao. adiada na ses-
so de 8 de julho de 1857, da proposigo da c-
mara dos deputados autorisando o goveruo para
conceder aos herdeiros do fallecido Affonso Jos
de Almeida Corle Keal a remsso de parte da di-
vida proveniente do arrendamenlo do rinco do
Saican, com o parecer da commisso de fa-
zenda.
Concluida a primeira, passa a proposico para
a segunda discussao, na qual entra logo.
O Sr. fobim motiva e manda mesa a se-
guinte emenda :
a E' applicavel aos herdeiros de D. Mara An-
glica Corle Real a resoluco n. 607 de 6 de
agosto de 1851, que concedou a Zeferino Yicira
1 Rodrigues remisso da divida proveniente do ar-
rendamenlo do rinco do Saican na provincia do
Rio Grande do Sul.
Pago do senado, 29 de maio de 1860. Jo-
bito.
E' apoiada e entra conjunctamente em dis-
cussao.
O Sr. Viseonde de Ilaborahy motiva o offerece
o seguinte requermento :
Peco adismento da discussao do parecer
para a sesso de omanha.Visconde de Ilabo-
rahy.
E' apoiado e approvado o requermento sem
debate.
Prosegue a primeira discussao, adiada em 6 de
agosto do anno passado, da proposico da mesma
cmara declarando que s jubilaco concedida'aos
lentes da antiga academia de marinha Jos de
Paiva e Silva, e Jos Joaquim de Avila d-lhes
dtreito ao ordenado por inleiro que percebam
naquelle lempo, com o parecer da commisso de
marinha e guerra.
Terminada a primeira discussao passa a propo-
sico para a aegunda, e desta para a lerceira,
sem debato.

CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Para
Obidos, 27 de maio de 18C0.
Meu charo. Anda que longe, e bem longe de
Vmc. nao posso com ludo deixar de enviar-lhe
as minhas missivas daqui do alio desla mon-
tanha.
Sei, e nem ha nega-lo, que nenhuma impor-
tancia tero as minhas correspondencias, porque
nao escureco que um matulo lo acanhado como
cu sou, e nascido alcm disso n'uraa montanha,
nenhum geito pode ter para redigir duas luhas ;
mas como Vmc. Indulgente e tambem conhece
que os homens nao nascem feitos, mas fazem-se
por isso cm quanto Vmc. quizor fazer-me a hon-
ra de aceitar os meus rascunhos; n'um canlinho
do seu Tymes brasileiro, envia-los-hei pedindo-
Ihe apenas os considere como lhos gonuinosdo
uro monlanhez, que muilo presa o lugar de seu
nasci ment.
O tacto mais saliente da actuolidade que nos
trouxc o Mandos em a sua viagem da capital,
a nomearo do Sr. Amaral de presidente par
esla provincia, o o embarque do Ilustrado Dr.
S e Albuquerque para o Rio de Janeiro. Con-
gratu'amo-nos com a nomcar,o do Sr. Amoral,
cujo nome j bastante conhecido nesta provin-
cia pela administrado que fez no Amazonas.
Esperamos mesmo que S. Exc. continuar a
trilhar a mesma senda que deixou o Sr. S e Al-
buquerque, cojos beneficios provincia nin-
guem sao desconhecidos.
Se o Sr. S e Albuquerque, cujo nome ser
sempre lembrado, continuar-se a reger osdestinos
desta importante provincia bem cedo teriamosde
v-la rivajisar com as suas primeiras irmas do
Brasil, pois que rene em si todos os predicados
necessanos para urna tal empreza.
Passarei agora a dar-lhe noticias desla minha
anliga aldeia de Pauxis, hoje cidade de Obidos.
Estaraos em lempo de fesla c consegu tero en-
te com a cidade cheia de gente da roca com os
seus caes, gatos e mais apetrechos de casa
No dia 18 comecaram as novenas do Divino
Espirito Sanio, lendo havido sempre grande con-
currencia de povo na igreja. Todas as noites,
depois da novena, ha um magnifico rosmorama,
com riquissimas vistas, para o povo dislrahir-se.
Urna noite por outra, ha um espectculo dado
par um physico, que aqui acha-se, chamado Guer-
ra, qu* lalvez nao lhe seja dcsconhccido. Esto
Guerra trabaiha muilo bem, e moslra ser um
completo discpulo de Robert. Enlre as suas
mgicas, houve urna que rauito dvertio aos es-
pectadores pelas peripecias, quo nella apporece-
ram. Chamou elle da platea um tapuya gorda,
estatura mediana, de sobrecasara de lustrim o
todo engravalado, filho do rio Trombetas, para
ajuda-lo a fazer a sua mgica.
Pediu depois um relogto, que consegiu depois
de urna grande alagaco que encontrara, e o met-
teu em um tubo de papello, encheu-o de papel
c mandou ao matulo que a socasse. Nenhuma
duvtda pondo o meu matulo, melle mos a obra
nesta occasio loca a msica e elle poem-se com
a maior iogenuidade desle mundo, a socar o re-
logto, e a marcar com o martello os compasaos,
acompanhando as mais dQiceis variaces, dando
lugar a continuadas hilaridades na platea ; e quan-
do procorou o relogio para ver se estova que-
brado, nao o achou 1
ParguoU-lhe o physico : sonde esl o relogio.
r~am"


t*v
roc6 deve dar cunta delle I Eu nao aci, di* ''M'io! esso
.... uerpeliuu un
estupro em uma moca de boa familia do lugar.
O respeclivo vigaiio da vara ja havia benziee
Tic novo a matriz
Nada oais consta ter oocorrido a nao ter sido
o prizao dessc................. por um inspector de
qttnrtcirSo de um dos suburbios daquella cidade
o que do nada servio, puis foi logo solt !. ..
Achavamo-nos como allorradol qnando
peda, foi o bom do mcu malulo, depois de tea-, Pucs das liamos em uma missiva du Dioky,
lado no scu banco, levantar-se paia pedir aophi- manifestando ello por va do Ctartiue aqu, que
ico o pagamento pelo trabalho que lioha tido, ja havia remellida kgalisada a missiva que -Ira-
ca socar o relogio dentro do tubo. Quando elle la** fdoa graves! contra o Sr. Dr. Garca Na
levantou-se e diriglu a sua suppliea, clioveram vordade eslavamos com receto de que oeso
gargalhadas que o pozcram doudo ; o que o le- nsduzido a pessoa do Sr. Dr. Garca a ierra, p
vou anda a dizer: esse home tem odiaba no nnzaenada!
ruatuto, voc que hado pagar o dono, porque
mandou que eu socasse o relogio, e elle desap-
pareceu. Venha c torns-Ihe o physico, voc
roubou o relogio, vou lira-lo do sen bolso, eehe-
gando-se para junto do matulo tirou-lho o relo-
gio ; o malulo Oca espantado o corre para a pla-
tea, excoim un gando o oieu phisico. O rnawm-
tcressaiite. porm, e o que msis realcou a peri-
TO VRID PE PEflNAMBUCO. SEGMBA VETeU 18 DG TO1WO DE tS.
is -mamados !t> uus os ajuoe, e a nea ao
nos desampare.
"Siude-e felicidades lhe desejo, etc.
jOTARIO DE PERNAH8UC0
carpo. B assim linalisou-se o espectculo deua
iioiie.
II.
A' uma legua distante desta cidade, esto eitua-
a a colonia militar de Obidos, u'itma planicie a
nias encantadora do mundo. E' o local mais!
aprazivel e mais proprio que tenho visto para
plantar-so uma bella cidade. O ro Trombetas
om cuja foz est a colonia, com as eua3 negras
aguas, qual outro rio Tapojs, vem passar pregu-
efiio pelas portas das casas da colonia. T
As madeiras melhores que existem no brasil
mu perto da colonia abundan) : ahi v-so o ce-
dro, o louro, a maracatira. a massaranduba, o
outras muitas quo enumera-las sera um nunca
acabar. Apesar destas riquezas, porm, a colo-
nia acha-se atrazada, fallando-lhe bracos e talvez
auimaco da pane do governo para levar ao ca-
bo urna empreza de immensa ullidade para a na-
cjio- E' deimmensa ullidade, e toda e qualquer
quanlia que fosse oreada, o governo a recuperara
em pouco lempo, mandando principalmente es-
tabelecer una serraria as margens de um im-
mensa liga que est junto da povoaco. E#ibe-
lecda a serraria, ficaria o baixo Amazonas abas- | corao ,nes,nu al nao concordamos com a ida
tecido de madeiras nao s para conslrucco, co- i excntrica que elle adoplou, istu de nao querer
ino tambem para ediiieaco. Uma ularia que .' a "ieur relaco, a nao ser aquella que o seu
all existe anda que nao bem montada, lem com era prego permlle e exige.
Xudo dado algum lucro, ao menos para cobrir as O vapor est a largar e esta feita s
carroiras. Termino, pois, anhelando lhe a mais
completa saude e mais venturas.
fem ex veritale pondere.
Aguardaiuo-flos para ver esses tactos graves
contra o Sr. Dr* Garca.
Honlem appareceu, pos, a missiva do Dicky, e
emo vimos com pasmo o admraco de quo
capaz a incapacidade I
O Dicky brilhou 1..........deu provas de -quan-
to /iai>i e iateigeiUe! Demonslrou com a
maior evidencia o seu despeitol
A cada um dos seus invenios que a sua rude e
inflamada meule phantasiou coulra o Sr. Dr.
Garca, ap.idriuhou-secom uma escapatoria!...
Assim leem-so as seguinles: So isto
verdade : que a ser verdade : tendo-se
ouvido dzer : era opiuio correte : < que
a vista do que se diz Pode haver mais pe-
dantismo em taes arguces?
Sr. Dicky, o simples* titulo ou pergamnho de
bacharel nao d sciencia c senso a quem desti-
tuido desses importantes predicados. Cada um
para o que nasceu.
Nao podis mus revelar a vossa incipacida.le e
justificar racihor a Ilustrarlo e probidade do Sr.
Dr. Garca que nem leas vossas misvas, o ficoi
de urna vez convencido de que nos, nao s, nao
temos relaco alguma com o Sr. Dr. Garca,
Todo o terreno onde se acha n colonia o mais
frtil o arroz, o carrapato, a maniva, emfnn Indoquan-
to se planta grela com a maior facilidade.
O actual director desla colonia o major Joo
Francisco Catete, lera as melhores dsposepes e
pretenda mesiuo, ainda que sem bracos, conse-
guir algum resultado com os poucos recursos de
que dispe.
P-VB AIIIIA
1S ie jimlio de 1860.
Um forte incommodo de saude, que me obrigou
....... 1 -i- ,. I..I .. i '. I- .. .______-_:__..______ J .
^C&Vi^^SisJeL K'St.i: t0 ?r >'"" ?T^""-
lhe disse apparccra
vir que necessirio ; ventado que ello o pode i ,!" "., ,
azer porque sendo o re das palhas. nonhuma ",'""',,
difficuldade pode encontrar, que ponha diques a -.V l ,"
a vonlade que, deixe li fallar, de um hornero rICo!. o ten
Mato. i "cou lei"
As eleices eslo na porta, e os liberaes, como I ,C"m d,,s.lacnmer". V* o Exm. Sr. Silva Nu-
nigos da ordm.j librara o cuidado^ de andir! "ef,' n,andou e,n busca as horae"3 da ca''
sua vonlade que, deixe 14 fallar, de uafhmm R._SOlI_de-""'_';'0C;,:,.? carrapefo. segundo veri-
sensato.
que aqu
uestes arredo-
;ove:uo e a polica em ebulicao, nao
iu de um
licou o lenle Villas-Boas, em sua excurso
:o.
matulo e montanhez. A viagem daquelle official nao foi, todava, sem
Acha-se no porto iesla cidade canegando pa- ] reoltdo, porquo consegiio arrebanhar porco
ra seguir para a capital, a escuna Fiordo Ama-\'ie ^crutas, dos quacs aliiuiu foram solios por
zonas. lerem a sen favor isences leg.ies, e outros senla-
ram praca no meio batalho e corpo de polica,
que S. Exc. faz diligencia por completar, antes
do perodo eleilural, alini de ter sua dsposi;ao
"oica suU'uienle a uianler a ordera,- nes lugares
onde ella possa ser alterada por infrenes caba-
listas.
Este corpo contina commandado pelo muilo
probo c honrado capilo reformado do xercilo o
ditincto commendador Joaquim Moreira Lima,
cojo genio disciplinador e econmico bstanle
Adcus meu amij
O obidense.
*e.
dal
.i
do
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cri|
me
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facull
mis
Al
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da
Ra
de
e b
o
do
bec.

pes
par
mu
aqu
Rio
vapor Tocantint, entrado de portos do nor-
foi portador de joma es com as seguinles
s : do Amazonas 24 do paseada, do Para
o Maranho 10. de Gear* 12, do Rio Grande
orle 14, o da Parahyba 15 do corrente.
s cartas dos nossos correspondentes, trans-
as em uutra parle, do quanto ha digno de
icao do Pata, Maranhae. Cearc Parahyba.
-so no Diario do tram-Par ;
A febre que lem acrommettido os habilanles
vizinhancas da cidado de Sanlarcm nao conti-
a apparecer assustadora; bem que urna oulra
oa que persiste ao foco da prmiliva infegeo
smalica seja della atacada.
Sendo, como lenho observado, febre intermit-
e quolldiana, ou terca, mostra-se senipre po-
so o sulphalode quinina para terminar afebre
."ou no 2." dia de seu empregomelhodico.
De 187 doenies que existiam em tratamento
a 3 de raaio, elevou-se o numero a 217 at ho-
Palleceram 6 : relraram-se curados 19 :eslo
convaleccenca 109 : anda se acham em uso
jmedio 83 : incluindo ncsle n. 20doentcs que
liramsem duvida por se apartaren) do rgimen
que receio outras vcahidas. Cidade de San-
, 19 de maio de 1860.r. J. V. de Alattos,
ltiro da colonia militar de Obidos era cum-
io nesla cidado
;erca de um aborto da natureza, apparecido
illa de Jaics. diz o Propagador, do Pauhy:
Do-nos de Jaics a seguinto noticia :
No sitio sanguesuga distanlo 3 legoas
filia, uma cabra pintada, perlcncenle a Jos
tingues Coulinho pari dous cabritos
orma humana A cabeca, corpo, pernas,
acos cro prefeilas, leudo com ludo o? ps
naos cascos do cabra O corpo era pinta-
uni a cabra, pelludo, e o cabello da ca-
igual ao do corpo.
Estes raonslros foram vistos por militas
sjioas, porm nao poderam ser couduzdos
i a villa por se lerem a isso opposlo urnas
Iteres que os enterraracam assegurando que
lio era um castigo do co
)da du importante occorreu na provincia do
Grande do Norte.
oc a
re)

PERNAMBUCO.
RECIFE 16 DE JUNHO DE 1860.
S SEIS IIOIUS DA TARDE.
Retrospecto semanal.
Tivemos, no correr da semana, noticias da
)pa, vindas pelo paquete hancdKuyenne
ova companhia intitulada ilessageries impe-
rta! m, e livemo-las tambem do Sul e do Norle
Eur
da i
do
que
N
mperio, o das repblicas visinhas pelos pa-
es nacionaes Cruzeiro do Sul e Tocanlins.
jvas dilficuldades vierara ltimamente com-
plicar anda mais a stuacao da Europa.
insurreicao da Sicilia", que se diz fomenla-
auxiliadapela poltica ingleza. var loman-
proporcoes avulladas. O famoso caudlho
baldi, com uma torca de dous mil homens,
eml arcou em um pequeo porto perto de Geno-
va i '
de ,
aes
A
da
(3
Gii
MARANHO.
K. Luiz IO de junbo de I8GO.
A nossa assembla legislativa, cuja inslallacao
leve lugar 3 de maio ultimo, lera funecionado
com regiilaridadc. O relatorio da presidencia C0!''iecijo e apreciado, al pelos altos poderes Jo
aconselhou e pedio a observancia da mais severa '"'.f'
economa o a asamblea al certo ponto se tem '"S'"". no lyceu desta cidade, o concurso
abatido de volar despezas desnccessariis. O es- pil Proc.",','.l""'nio de algumas vagas do caJei-
tado finaneciro da provincia, os encargos que j08 PTmeiras letras, existentes na provincia,
s,ibre ella pesam e que niistcr eumpnr, e'xi- ,' 0!,,''os os &**a*. Apresonlaram-se 15 cand-
giam da assembla que nao fossem prodig'oiisa- ; 'la'03 as 68COMS do sexo masculino, dos quacs 5
das as rendas publicas, felizmente ella com- 'Poram sppro'ados ptenamunte, 5 stmplesinente e
prehendeu a sua missao o curoprio-a em mus d.rpl'ru'ados, e 3 pretendcnles is cadenas de me-
ados com algumas cxcepcies. ( ninas, das quaes fui 1 a,inmvada plenamente, I
teprovamos por exempio a creacao do lyceu | *"apl>mfiieulo e 1 reprovada. J v que us exa-
de Caxias, por desnecessaria aquella cidade, | """'dores lividuain o resultado com igual-
visto a proximidade em que se acha da capital '
e a fre.juencia com quo com ella se commuuica. s,'8",Ja procedeu-se ao concurso para o
O lyceu da capital delinha por falta do atolones Provlmenl da "deira de Irancez do mesmo ly-
c a aula de commercio nao conla um s discipu- '"'"'. ap,('sc"la"do'se dows *ndidats du forca
lo. Entretanto foi uma das aulas creadas para i f ,' que. luer;,m b?ra exame o sem sua-eriori-
o lycou de Caxi.i*. i aaao dc rircumstancias, dos quaes um soffrcu um
Um dos raembros da assembla provincial 0 i R"~> 1"e ma'S dcsairou quem o lancon, que
Dr". Ricardo Decio Salazar, aprcsenlou um p'ro- '|UC'" soffrcu- approvado plenamente foi o
jecto delc, regulando a forma do processo pnr.i "omc'",0v
O proprietano desta cadeira, que lanos passos
deu para reivindica-la, esleve presente ao con-
curso, c consia-me que dissera que vio arder sua
propriedade, ebem.
projecto, c ficou um pouco desassombrada a ; AS""1 J'neacoes de professores de primei-
magislratura. O que ceilo nesse ponto que u- 1lul,ras Ja al>Pa''ecerani, que foiara boa co-
as assemblas nao teem o meio preciso para exer-1 l"ula8 pela justi-.i que as presidio, e nem monos
cerem a ullrbuicaeque Ibes confere o 87do art cra esPerar de S. Exc. visto ter presenciado
11 do actoaddicional, porque nao podera leis- i I8 ,,mo, eoccularmenle observado a capacida-
lar sobre forma de processo e menos applicar ao ', dl,s.exara,"a"^3.
caso em quesio a forma dos processos de res- i Coattinuaaaos a ser soccorridos cora copiosas
ponsabilidade peranle os Iribunaes de justiea I Cn"vas> 1"L' muilo leein animado os agriculloies,
sem faze-los passar por uma metamorphose. | l'cla melhor colhola que esperara, presumindu
Foi apresentado tambem outro projecto peto ie?" f"***'* fl'robastante, para a di.inui-
r. Belizano para creacao de um o!Iic;o de fus-' a'> 8 Prc03 dos eneros olimenlicios, que ti-
lica e anncxaco oulro. Anda nao foi votado cai," sum">anienlo caros, devido mais ao mono-
csse projecto, mas pensamos que o bom senso pll011."e se cxe""ce com esses gneros, sem um
deu desembarque u'aqucla ilha com o lim
miliar os insurgentes. As noticias offici-
de aples acerca das o pe rceos militares
conira os revoltosos sao contradictorias e obscu-
ras, o quo faz cicr, que o governo nao lem con-
seg ido nenhum Iriumpho que assegurc o res-
tabe ecimentoda autoridade do re. Tudo quan-
to o governo lem podido tozer, obstar lao s-
roei le quo o incendio revolucionario nao aira-
ves-3 o eslreito de Messina e nao se manifest
no onlineiile, se bem que ilguns jornaes deem
j e -
dos
A
bem
men
gieri
offei
una
Ta i
O
do.
a co
elle
pare
R.
A A
mo revoltadas as provincias de Calabrias e
abroaos.
fraqueza c os receios do governo napolitano
se revela in na com missao do que uliima-
.e linha sido encairegido o general Felan-
. O general ia partir para a Sicilia, para
acer aos revoliosos, em nome de el-rei,
amnislii gcral, o vCe-reinado do conde de
i e um governo separado.
oslo da Italia coniinuava no mesmo esla-
Em quanto a diplomacia cog I a em resolver
istiuko dos Estados a Italia central, vao
por si mesmo constituindo-se como mais
c. convir aos scus intereases e aos da Italia.
ina, na Allemanha, uma agitaco profunda,
atrio, segundo se ere, tem sabido^ear um
uranio antagonismo entre os pequeosHtstados
da onfederaco o o reino da Prusfia com o
Om
o se
S II
1110
e.es
da
\
a responsabilidad dos magistrados, enlendendo
que o regulamenlo de que traa o art. 5o da le
le 12 de maio de 40 da competencia do corpo
legislativo provincial. Felizmente cabio esse
Euri
posi
lar
nos
da assembla o repellir. A snnexaco de u
offieio oulro, j prvido, importa o provimenlo
l'aquclle, o que nao pcrlenco a assembla.
A presidencia lem sido balida no Jornal do
Coinmercio desta provincia, por suas ideas du
economa. Tem sido muilo censurada a idea do
imposto de diziino sobre o gado, e a dc ser equi-
parada a decima que pagam tanto as casas alu-
. tandas como as que sao habitadas por seus pro-
pietarios. Pizem que 0 dizimo sobre o gado
jrnpossivel, c nao vem que o pagara todos as
provincias creadoras e nao querem das dcimas
sobre as casas em que morara os propietarios,
quando o nico meio de faicr com que elles os
{aguem, porque as decimas sobre as casas o!-
ugadas elles as fazem sahir dos alugueis.
Aqui chegou no dia 6 do corrente o Sr. Dr.
Manoel Clemenlino Carneiro da Cunha, actual
chele de polica da provincia. A' juljjar pelos
precedentes do Sr. Dr. Carneiro da Cunha, jul-
gamo-lo um digno successor do Sr. Dr. Abilio
Jos Tavarcs da Silva.
paraduiro posstvel, que mesmo perspectiva
da cecea que nos ameacava.
A nossa saiubridaJo' ainda pessima, com-
quanto, Deus louvado, anda nao nos flagelleni
as horriveis epidemias, que nessa ho cci.ido ta.i-
las vidas preciosas, cobrndo de uegro crepo in-
niimeraveis familias. Todava as caiharraos, in-
termitientes, sarampos, e sobreludo as cbextgas,
lem assolado^i nossa populacao, e, para preser-
vativo destas, nao temos se'qur um tubo ca-
pilla de vaccina, tal o descuido e menospre-
so que so d a um assumplo dc tanta transcen-
j dencia. que occosiona prejuizo dc vidas diaria-
' m^nle !
Estamos, pois, entregues aos falliris r. cursos
da medicina, na ausencia daquelle poderoso
agouto, lu til o necessario A Providencia se
amerco de nos.
Dcspedirara-sc do servico da provincia os hi-
beis engenheiros allem.ics David Polemann e
Carlos Bless, que tao uteis servicos prestaran),
porque os cofres nao podiam actualmente com-
eas a
Consta-nos que no vapor seguinle seguir para P0,,ar a dosPeza le seus honorarios, saltando al-
sa provincia o Sr. Dr. Abilto. Tem sido qui 8uem dc conle"lc cora csle fado, pora continuar
ramente sentida a sua retirada. niais vontade na va tortuosa que segua, um
ais vontade na va tortuosa que segua, u
beve'ser sepultada hoja" as'aSco horas datar- i Pou.?. entorpecida.com a presenca daqucllcs
de a Sra. D. Marianna dos San toa Furtado, es- PI0:'s.sl.n_a?8'_5uc deleslaram sem pee a impostu-
posa do Sr. Dr. Francisco Josa j?6r!ado.
CEARA .
Fortaleza, 13 de junho de 1860.
Nao fazVrac, idea o quanto aqu apreciado o
sen Ttin brasileiro. 0asi lodos os seus assig-
nautea uso servir quelles que procurara com
avidez lr lo imprtame jornal.
Grandissimo seria o curso de scu Diario se
porventuia houvesso as provincias correios so-
manalmenle para o centro, e quo tal servico,
como deveria ser, fosse por via de correios a
cavado.
Muilo aproveitaria o servico publico e particu-
lar se se acabasse com esse carrancoso a moroso
syslema de correios tcrreslrcs, a p, e que par-
ten) duas vezos ao mez para o interior, levando
um lempo mfcnso, o que menos nao pode ser,
alienta a longilude c carga s epaduas 1 que
conduzem cssea pobres peoileutea chamados
correios.
Segundo foi declarado em alto o bom som na
espolia de S. Rernardo desla capital, perante
grande concurso de devotos que assstiam 4fesii-
viaade do Divino Espirito Santo ; foi oleito paja
imperador do Espirito Santo o Rv. Sr. Tlwroaz
Pompeo de Souza Brasil, assim o wucbattou.
peranle os devotos, um taceroie'J^kTlsli
que moslrou ao acabar da pronuncia opftme do
elctlo, llcou como desaponiado I a nBomaooa, os
devotos ouvnlcs.
Nao se julgae que tal acontecimanlo sa tfkum
conord desla seu correspondente, nao: refi-
ro-rhe o fado como o fado se deu.
ra e o servilismo, e nao se curvavam a empenhos
para occultarem ao governo sua opiniuo. acerca
dos objectoscm que erara consultados.
Depois da retirada desles engenheiros ficou a
nossa repartido provincial de obras publicas
abandonada, e suspenso o excrcicio do secretario,
al que os cofres melhorem da phtysica quo os
acabrunha, que supponho nao se curar lo
cedo.
No dia 13 do corrente leve lugar a primeira
sesso preparatoria da tsscmbla provincial, ac-
se clamando nessa occasio as duas parcialidade
polticas, o seu presidente e secretarios, senton-
do-se os saquarcmas nos lugares proprios, e os
liberaes em urna das cabecas da mesa.
Feito islo comecaram as discussoes, cheias de
invectivas e tumulto, chegando por fim os dig-
nissimos, depois de grande algazarra, n ura ac-
cordo que oi Picar o presidente da mesasaqua-
rema, c ossecret3rios=:lbcraes.
Proaeguiram os Irabalhcs para a verificar0 dos
diplomas ; e, querendo o presidente nome'ar uma
commsso para casa venlicaco, oppozeram-sc
os liberaes, exigindo que a commsso fosse
fela por votaco, vislo lerem raaioria na casa,
com suppleuics que trouxeram com tal in-
tuito.
Par esto motivo houveram discussoes caloro-
sas, levantando neasa dia o presidente a sesso,
acra nada ler-se concluido.
De noite, reuni S. Exc. os dignissiraos em
palacio, conseguindo trefrear-lhes a calor, e
acslmar-lhes os nimos, pelo quo deve
haja ter lugar definitivamente a abertura, cujo
discurso lhe remetiere! logo que me cheguo s
raaos.
)i profanad, palo cuS'V^mptt. areC^a"."'X^de
jropuo aacnnsloo, pardo, caS,do. o proprio Pianc, os liberaes con maioria", I o, 8b\u?
um
lega
part
sol)
em
ond
A
rece
lita'
mn
par.i
O
ir.'i
da
com
E
van
mar
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quo
lado
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Pari
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lies
poJd
prin
deC
pan
O
vel
O
nest
por
evoi
O
raai
dos,
ests
O
adiafi
C
lia uma le do apusenlaaorias, que -exijo t$5
annoa de idide e 23 de servicos para a apo-
aentace dos empregades pblicos. -Oa a le
nao a boa, e n'esse eso conven Teibrma-la
ou boa, e ento ne devem aa cmaras es-
lar continuamente a golpea-la com excepcoes
que a tornara intil, ou applicavel aomcote aos
cuipregados sem proteccao, quo sao por via da
regra os que mais deveriam morar a alinelo
dos legisladores.
As naluralisaepes esfSo oo mesmo caao : oc-
cupam em grande parte a attencao daa cama-
ras, havendo alias uma le que regula esta* ma-
teria. Se a lei nao boa, como ao lem dicto,
seja ella reformada, tracto o poder ligislatvo
de dotar o paizcom uma boa leide naturalisacees.
para forrar-so ao trabalho de entrar na aprecia-
gao do negocioa que pertencem competencia
do poder administrativo.
Ha anda uma practica inlrodurida nos traba-
Ihos legislativos, quo nos parece summamente
prejudicial ao inleresse publico, e a frequen-
le dispensa das leis de amorlizaco, feita em
favor de corporaces dc mo morta para o m
de poderem adquirir bens de raz.
A propriedade iramobilsada por este modo
naos menos productiva para as proprhs corpo-
racoes, a que pertencem, como ainda diminucm
os rendimentos da fazenda publica, que lucra
cora a continua transferencia do dominio.
A assembla geral, tanto recouhece esles in-
convenientes, que no3 projeclos de rosolucoes,
que se acham no senado, se declara que esses
bens de raz das corporaces de mo morta, sc-
rao dentro de certo praso quo o governo houver
por bem marcar, convertidos em ttulos de divi-
da publica. Quzeramos, porm, que nao em
simples rosolucoes, mas em uma le geral so es-
labeleccsse como principio regulador desta mate-
ria, que ao governo cumpra arbitrar o quantum
de bens do raz poda possuir'cada corporacao
de mao mora, nunca excedendo aos que lhe fos-
sem rigorosamente precisos para os estabeleci-
inenlos da Corporacao, e que o resto do patrimo-
nio fosse fundado com apolices da divida publica.
Reformadas as leis de aposentadorias e das na-
luralisacoes e promulgada uma lei reguladora
das acquisiges das corporaces de mo mora, a
assembla geral achar-se-hia desembarazada para
halar dos inleresses geraes do estado.
Da Rahia nao vieram noticias de interesse.
A assembla provincial de Alagos eslava tra-
balhando. A eleicao do crculo de S. Miguel,
que dera lugar a vehementes debates, acabava
por ser annullida.
Das provincias do norte, as poucas noticias que
recebemos pelo Tcicanfiia, que dalli entrou hojo,
acha-las-ho os nossos leitires colligidas em
outro lugar deslc Diario.
Do interior da provincia tiremos poucas c pou-
co importantes noticias.
Anda a secca om urnas partes, os epidemias
em ouiras, mas por toda a parte a tranquilizado
publica.
Aqu na capital nada tambera occorreu de no-
lovcl. As epidemias parecem declinar, maso
que perderam em exlenso tem ganho em inte:>-
sidadc. Tem sido menor o numero de pessoas
accommeltidas, mas nestas apparcccm ellas corn
symptomas mais graves.
Demandaran), o nosso porto, do da 9 de
junho ao dia 13 do mesmo, 24 embarcaces
mercintcs, com a lolaco do 7,423 toneladas
| Sahiram. durante os mesmos dias, 21 embarca-
| coes mercantes, com a lolaco do 7.202 tone-
ladas, e o vapor de guerra nacional Viamo.
Rendcram, durante os mesmos dios :
a alfandega. 80 263J32 rs. ; o consulado gc-
ral, 8:926$170 rs. ; a recebedoria das rendas ge-
raes internas, I8:177J3I1 rs.; o consulado pro-
vincial, 10:8353I) rs.
O moviiuento geral d.i alfandesa, durante
esses mesmos dias, foi do 7,562 voluntes, a sa-
ber: volumes entrados cora fazendas 381 ;
com gneros, 3,021 ;total dos volumes entra-
dos, 4,452 ; volumes sabidos, com fazendas,
10U8 ;com gneros, 2,118: tolal dos volu-
mes sabidos 3,110.
Fallecern) durante a semana 85 pessoas :
sendo livres : 21 homens, 19 mulheres e 33 prvu-
los : esclavos, 5 homens, 1 mulher, e 6 prvulos.
e se tornar exclusivamente preponderante
voto as deliberacOes da Dieta. S as, nao
O tem conseguido essa preponderancia, co-
lera disso colloca a Allemanha em condi-
pouco favorareis para influir nos conselhos
"ropa.
Russia, allendendo s violencias a que se
ch n conslanlonjfte *xpostoa os chrifilos do
Imp to ottomoncij'rerlan:a das potencias da
pa uma conferencia para inquirir da
ao dos christos ii'aquellc imperio, e regu-
scondicoes para garanta de seus direilos
lominios do SuilSo. E ao paaso que a Prus-
sia i idama essa cunferencia faz concentrar
orpo de tropas as margens do Pruth, al-
ido agitiees na Polonia A Porta, por sua
i, rene tambem umexercto na Romelia,
o commando de Omer-Pach e traa de por
Miado do defeza a fronleira do Danubio,
tem boas fortalezas.
queslao entre a Franca e a Suissa nao linha
)ido o meno^impulso. l'areco que a Suissa
i temo terreno reclamado, e at se prosu-
do nao se retina a projectoda conferencia
tratar d'esses negocios.
Jgoverno francs que a piincipio so mostrara
o descontente com o de Turin por causa
(pedico dc Garibaldi, linha Picado salsfeilo
os explcacjes do conde de Cavour.
i) Inglalerra, os negorios da Sicilia oceupa-
seiiamenlca ailenco do governo e das ce-
sa Tendo diflorentes jornaes da Europa d-
le a esquadra ingleza proteger o desembar-
lo Garibaldi, o governo inglez foi iuterpel-
por isso no parlamcuio, e deu explieaces
isas
principes hcsponlies iiaham chegado a
, e osperava-sc que ni breve farim elles
o protesto dc desistencia da cora real da
anha. O general I). Domingos Dulce, que
rasamente concorrera para a resoluco dos
.ipes foi premiado com o ttulo do marquez
stcll -lorite elveado a gronde da IIes-
ta.
nos30 correspondente de Lisboa nao nos en-
vin correspondencia pelo Guyenne, seja porque
as roticias d'aquelle reino eram em geral pouco
>rtatiies, seja porque era esperado em Lis-
a lodos os momentos o vapor da companhia
ang o-luso-brasileira.
100 d'ulli sabemos que o nosso ministro
brajileiro dc commura accordo com o governo
pon iguez coniinuava a perseguir cora incansa-
ictivdade os moederos falsos,
conde de Bulhao indgildo como cmplice
i llicita o criminosa industria o perseguido
sso, vmgra escapar vigilancia da polica
indo-se para Inglaterra.
Exm. Sr. barao do Uamarac digno dos
Tes elugios polos csurcos que tem em prega-
e que cuulMia a empregar para acabar com
destelare! c'omnicrcio.
vapor, procedente dos porlos do Sul, pouco
ila s ultimas noticias recebida3.
nlntiavam regularrnento os trabalhos das ca-
mar is. Tinham-3e declarado mais em opposico
ao c unsiero o Sr. Tito Franco de Almeida, de-
puldo do Para, e e Sr. padre Miguel dc Araujo,
depilado dc Alagos. Esle ultimo, quo perlen-
e anas ao partido conservador, faz opposico ao
mirtslerio, por^ousa dse achar nos conselhos
da t()ra o Sr. Cansansao, do quem o Sr. padre
Higel e sua familia sao desalelos. E' islo, ao
raeilos, o due so diz.
D 'SgosU-nos de ver que as nossas cmaras
legi lalivas traclam mais de quemees de inleresse
individual, do que das medidas urgentemente
recia nadas pelas necessidades sociacs. E' as-
sim que vemos as cmaras oceuparom-se quasi
que exclusivamente de conceder pensos, apo-
tcnl dorias, licencas a empregados e loteras,
c n' slo se consume o lempo preciso, que de-
vora ser empregado em discutir tantas quesloes
imp iriantes, que dormemuos archivos das ca-
mal s.
O1 auto a pensoes e aposentadorias, as cama-
ras >slao convertidas era uma simples chan-
cellria ministerial : approvam tudo quaoto fa-
zem os ministerios. as despezas do imperio,
a v tiba de pensoes e aposentadorias j orea
por crea de dois mil conloa de res, isto :
abay ve j 5 por cento da receita geral do iro-
perit. Quando acabar isto ? quando entende-
rlo is noaaoa legisladores que dovem por ter-
mo i lamanho desperdicio das rendas publicas ?
REVISTA DIARIA-
Trat-i-se de cstabelccer um banco de des-
corito nesla cidade com o capital de um milho
csterlinos, c para elle concurre lodo o nosso
commercio.
Com o fim dc ocorocoar essa idea uma repro-
scnlacao foi enderezada ao governo inglez e no
commercio de Londres,assignada pebs principaes
cisas desta proga, sendo a terca parte dell sileiros : a ijual damos em seguida ao conheci-
mento do publico.
O eslabelecimento desse banco tem sido uma
idea bem aceita, o que agura-lhe um xito tanto
mais provavel, quanto a sua ulilidade por lo-
dos reconheclda, podendo dar em resultado a
redueco dos juros sua proporco, que olTereca
rantagens aos dous quemes da liaeraco.
Fazeraoc* tos para-^ue rngAosa a^pragao,
que ha de katluzir-se cm tac tes beiieftos para
esta e as prucas, quo nos Picara visinhss e com-
nosco enlrcleem retacees de commercio.
Os abaixo assgnados, negociantes do Per-
nambuco, sendo informados de que tenciona-se
estabelecer nesla cidade um banco inglez, ano-
nymo, com o capilal do 1,000,000 eslcrlinos,
vem declarar que. inteiramenle ndhurem e appro-
vam esse projeclo.
Sao os abaixos assgnados de opiuiao, quo o
telonio banco poder fazer transaces em alia
escala, o d'u.na rnaneira lo proveitosa para os
accionistas, como benfica para esta e pora as
provincias adjacentos.
Os abaixo eiaiguados, oulrosm, declaram
quo daro a esse eslabelecimento o seu franco e
cordial apoio, logo que seja inslallado.
? Recite, 12, de junho de 1860.
( Segucm 42 assignaluras ).
Contnuou no sabbado passndo o processo
da habilitarse dos appositores cadeira de fran-
cez do gyinnasio provincial.
Comparecern! lodos os opposilores cujos no-
mes j indicamos, os quacs foram submellidos
prova oral.
O acto foi assisldo por S. Exc. o Sr presi-
dente da provincia, que lez igualmente algumas
pergunlas aos examinandos, mostrando lodo o
inleresse era quo os examinadores na arguico
desssra toda a expanso de que era suseeplivel
a miteria, afim de que a verdadeira habilitaco
se nao confundisse sombra de meras tinturas ;
no que acompanhomos o pensar dc S. Exc, vis-
lo como o magestero deve ser dovidamente re-
presentado, concorrendo oa pessoa que o lem de
exercer os conhecimen'.os necossarios para o en-
sino.
As Iros horas da tarde levo fim o acto, havendo
sido argidos lodos os concurrentes.
A essa hora relirou-sc S. Exc.
Nao houve ainda lugar a volaoo ou seleccao
dos habilitados.
Foi concedida ao monsenhor Muniz Tava-
res a exonerado pedida da presidencia do con-
selho administrativo do patrimonio dos orphos.
Amanhaa comecam os trabalhos da compa-
nhia lyrico-ilaliana, subinlo secna a opera
Norna de Dellni..
Pesoa quo se aprsenla apar do occorrido
na Camba do Carmo na noilo de qunla feira
pretrita, remello-nos a seguinle narraco do
fado ; a qual aqu inserimos na sua orgnali-
dade para a respecliva correccao ou alias com-
plemento exacto do que noticiamos'
Para correccao do que refere a Rdela Dia-
ria de sabbado acerca d'um alarma havdo na
noite do dia qunla-fcra no lugar da Camba do
Carmo, convm a publicaco do seguinle:
Seriara ti horos daquella -noite, quando
gritos, sabidos d'uma casa terrea d'ali, cujo
quintal deita para outros de casos fronleiras ao
convento do Carmo, foram ouvidosda vsinhan-
ca, que principio os lomara, como sondo d'uma
enferma, que na dita casa tambem habita, o que
cuslnraa d-los em seus ataques; mas logo ve-
rilicou-se sorein de soccorro, que acudi a vi-
siolianca, a pouco depois a polica, podendo
muilo cusi haver entrada Coreada pola jauella
da casa, o que custou dez minutos, pouco mais
ou menos, sem que cessassem aquellos gritos.
que demais decloravam, que cslavam matando o
dono da casa.
Entrando nesla a polica, e quasi toda a
gente, que acudir, percorrera loda a casa, as-
sim como as que Ucam no fundo della, e nada
foi achado, que pudesse trater suspeila de que
al houvesse entrado gente do ra, e s sim en-
coalreu-ae o-dane da casa cabido,, a sem falla
junio da porta, que da-sabida pare o quintal.
Pessoas de convento, e sobrado contiguo a dita
casa, que a* janella chegaram a ouvirem oa
gritos, aeeeverarn, que nao houve pasaagem da
a'guam, que daquelle quintal fosse ter a outro
algum.
c Eia o faelo, agora a versee. Querem una,
que com efiVito houvesse entrada de gente ex-
Iraiiha al, a agressao a lula com o done da ca-
sa ; o que desmentido pelo estado em que foi
acnaoo e meamo, p0)s nennum lonmento, ou
contusae lhe oi encontrado no co'po, como se
veriftoau ; o que de corlo nao se dara, ae hou-
vesse essa lula o por tanto lempo, quanlo dura-
ra os gritos daa cunhadas do dono casa, quo
pediam soccorro tmidos, e trancadas n'um quar-
to da dormida e diziam que os ladroes eslavam
eaaaaainaiido seu cunbadau Outroa acham que
era a alma da mulher do dono da oeaa quo ha
poucoa dias fallecer, a qual viera ter'-se com
elle.
c Nao seria essa boa brineadera ; porm doi-
xando de parle esta versao que se oppoe a dou-
trina chrisloa, spirltus qui vadil, non redi,
que certo, c nao pode-se duvdar, oque o ho-
ntem foi accnmetlldo nao de ladroes e assassinos,
mas sim d'um ataque cerebral na occasio em
que ae diriga ao quinlat, cuja porta talvez se
tendo arrimado, os seus estoicos e baque, sendo
presentidos palas senhoraa que eslavam tranca-
das no quarto, foram interpretados com os de
urna lula : o dahi os gritos que deram motivo
ao alarma de que Iratou a Revista : o estado da
molestia, em que se acha elle, veo confirmar a
verdade.
Na ultima audiencia da vigararia geral foi
pronunciado a suspenso do offlcio e beneficio,
a livramenlo ordinario o Rev. vigario da fregue-
zia da Granja provincia do Cear.
Foi tambem condemnado por sentenca fi-
nal a suspenso de ordena por quatro anuos o
Uev. Fr. Antonio da Rainha dos Anjos Machado,
religioso Franciscano, o qual continuando sus-
penso em quanto viver fra do convenio, somon-
te poder contar os 4 onnos do dia era que fr
residir regularmente em seu convenio.
O Reverendissmo Sr. vigario geral decln-
rou em audiencia quo nao linha presentemente
feito algum em sua concluso. -v
_ Foram recolhdos casa de detenoo no
da 15 do corrente 3 homens ; 1 livro e 2escra-
vos, a saber; 2a ordem do delegado do Io ds-
tricto ola ordem do subdelegado da Boa-Vista.
L-se no Ohbe :
Um habitante do celeste imperio hospedara em
sua casa em Yankoe, e liuha-lhe liberolisodo
uma hospedagem mais que cscoccza ; porque
nao satisteito de alojar o seu hospede, o governo
chinez lhe fazia hunras cxtraordinariaa ; lodos os
dias o conservava na sua sala como uma figura de
porcolana, con vida va os seus amigos para o visi-
larem, para assslirem ao seu almoco. jantar e
coia. Al s horas de recolher nao cessavam as
visitas ; com grande satisfaco o altivo america-
no recebia tantos cumprimentos, e confundido
com Untas homenagens, respondi com ssex-
prcsses as mais exageradas, agradecendo too
distinctos obsequios.
Mas oh vaidade das valdades! Chega um dia
em que o Yankee percebeu que elle en o objec-
lo da mais giiobil cspeculaco do scu experto
amigo.
Um annuncio pregado na porta de sua residen-
cia diziaem caracteres gigantescos oslas patarras
chinezas, que nada menos significara que o se-
guinle :
Nestn casa mostra-se um americano do nor-
te (especio rara nesle paz) que muito curioso,
e digno do se ver.
Prtco de entrada um pardo.Ifota bene. O
pagamento sahiJa.
L-so no Moiiilettr :
Tiveram lugar na baca do arsenal, junto pra-
ca da Basllha, experiencias interessanles de un
novo barco a vapor. Nao so traa desla vez de
hlices, nem de rodas postas aos lados ou aira?,
do navio ; o inventor do systoma, de que se tra-
a, recorreu a um orgo que acta directamente
na proa, no ponto, onde encontra a resistendv,
quo se ilcvc vencer, alim de abrir o sulco neces-
sario passngem da embarcarlo. Este orgo,
chamado lourbinelle, tem a forma cnica, e sua
face anterior aprsenla militas parles elicoides.
E' urna especio dc proa rotatoiia, que se introdui
no liquido, dirpjniiindo a sua pressao, e projec-
laudo lateralmente a agua.
O navio, com que se fez a experiencia na bada
do arsenal, mede 5 metros de comptimento so-
bre 1 metro e 50 cntimos de largura. A machi-
na a vapor de forca de meio cavallo, e Impri-
me turbiuelle nina velocidade que basta para por
em andamento o barquinho. Seja qual for o fu-
luru reservado i este novo syslema, nao se pode
doixar de applaudir todos os cnsaiosqu-? tiverem
por fim dolar a navegaro do novos motores.
Raptisados da froguezia de Santo Antonio
do Recifo, do 2 a 16 do correnlo :
Lina, parda, filha legitima de Joo Marques de
Souza e Mara do Rosario Raptista.
Mamede, rrioiilo. lilho Iegiiimo dc Lourenr^o Jos
(Juaresma e Julia Mara da Conceico.
Genoveva, branca, lilh legitima de Manoel Fran-
. cisco do Salles e Anna Francisca de Salles.
Mario, branca. |llu legitima de Dionisio Antonio
de Oliveira Moura e Amelia Erolhides Grego
Honra.
Jos, bronco, flho legtimo de Jos Joaquim Mo-
reira e Carolina Augusta Leopoldina Moreir.i.
Marcelino, pardo, lilho legtimo de Morcolino da
Cosa Lima e Carolina Conslauca da Bessur-
rejeo.
Joo," branco, filho natural de Joanna Alvos da
Silva.
Hcnriquelo, parda, filha natural {de Victoriana
rranciaea dos Santos.
Antonia, branca, filha natural de Caelana da Cu-
nha Ribeiro.
Mara, parda, escrava de Jos Anlonjo da Costa
e S.
Joao, bronco, filho legtimo de Joaquim Ferrera
da Cosa e Mara Candida da Conceico.
Eudoria e Ildefonso, pardos, filhos legtimos de
Epbhanio Jos de Souza c Balbina Roymunda
de Almeida Ponha.
Caso monto :
Firmino Fcrreira Leal com Anna Joaquina do Li-
vramenlo.
Passageiros do vapor Tocantins, vindo dos
porlos do norle :Pedro de Alcntara Paria de
Abren, Manoel Uarlins Fiu/a, Joo Scveriaoo da
Silva, padre Guilhermino dos Santos M. Tavares,
Jos Anlonip de Samoaio c 4 cscrovos, padre An-
tonio de Oliveira Anlunes, Domingos Jos Saboi-
e Silva, Antonio It. do Amoral. Vicente F. dc Ar
ruda, Antonio do Almeida QunteJJa, 1 irmla e 1
lima, Joao Jos da> Rocha, Francelino Ferrera
Lima, Pedro Paulo, Manoei Joaquim de Souza,
Manoel Pedro da Costa, Napoleao da Costa Mo-
reira, Francisco Antonio Pires, Manoel Antonio
Pires. Martiniano Jos Fernandes. Dr. Joo R.
Chaves o 1 eseravo, Amciico Netto do Moraes,
Joao da Silva Ncres. Antonio Ferrera Baltar,
Francelino Chaves, Joaquim Luiz do Feria*, Ma-
noel B. de Andrade Poggi, Francisco P. Silva
Primo, A. Antonita Carli e 1 menino, Jason W.
Slone, Raphacl Hazize o sua senhora. Fortnalo
Cohn, Danphanl Maruc, M. Chevalier, Fortunato
Piulo, G. Tisana, 1 desestor da armada, 1 esera-
vo a anrregar.
Soguera para o sul:Eam, Sr. Jos Joaquim
Teixeira Viera Belforl e2 escravos, Dr. Ricardn
Tucantino, cadete F. G. do. Almeida, dito V.
Cloro Cesor Padilha, Jos D. da Silva, Odorico
Sorra Cardoso, Joaquim Antonio daCru/, Manoel
F. Castcllo Pratesr sua senhora e 1 filho, Perpe-
tua F. dos Prazeres, Maria Anna da Conceico, 4
pncas.Sex-dilas, 9 recrutas, 11 escravos a en-
tregar, 1 preso de polica.
Passageiro do brigtio brasileiro Almirante,
vinlodo Rio deJanero :Jos Luiz de Araujo
Lima.
Passagciros do brigue porluguez Mara da
Gloria, vndo de Lisboa :Thomaz dos Santos
Peroira, Adriano dos Santos Perera, Antonio Eu-
genio da Fonscca, Manoel dos Santos Pedroso,
Silvestre Henrique da Paiva, Lourenco Marlius
Viera.
Passngeiros do patacho porluguez Flor de
Hara, vndo de Lisboa : Manoel Alves, Fran-
cisco Carpinleiro, Jos Carpiuteiro, Bernardo
Fernandes, llarlholomeu Lopes Fernandos.
Passagciros do hiato brasileiro Gratido,
viudo do Aracaty :llamundo Paes de Lima, e
Joaquim Anastacio da Cunha.
Matadouro publico :
Mataram-se no da 16 do corrente para o con-
sumo desla cidade 117 rezes.
MOrtTALlDADE DO DIA 16 DO C0RHENTE '.
Victorino, pardo, solleiro, 60 annos, opilaco.
Juliana, prela, aolleira, 70 annos, diarrhc,
Josepha, branca, 3 annos, pencumnnia.
Emilia, branca, 4 mezes, escarlatina.
Manoel, pardo, 8 mezes, angina.
Jos da Silva Saraiva, branco, 73 annos, pul-
mn i le,
Joo, pardo, 3 annos, angina.
Xisto, pordo, 2 annos, frialdade.
Julia, prela, 18 mezes,convulses.
Candida Rosa Perraz d'Oliveir, parda, solleira,
19 annos, ioflamaco.
Jos, pardo,5annos, escarlatina.
Hospital db cakidade. Existem 64 ho-
mene e 55 mulheres, naaiooaae; 5 bomena es-
Uangeiros, 1 eseravo ; total 196.
Na tolalidade doe doeotes existem 3Balienadea\
senda31 mulheres e 8 homens.
Foram visitadas aa enfermaras pelo cironjro
Pinto as 8 horas e 1/4 da nunhae, pelo Dr.
Do mellas, s 7 hoaea a Ii3 da manhaa,
CHROHICAJUOICURII.
TRIBUIAL DI RELtClO.
SESSlO EM 16 DE JUNHO DE 1860
PRES1DEHCU DO %X%. SR. COHSELHBIRO BRliLI^O-
PE LEAO.
i!.?0ho,2i* da J"anh?a' 'anoe-aepre^n.
tes os rs -deaembargadorea Pigoeira de Mello
Silveira, GUirana. Bastos de Oliveira. cierra'
Lourenco Santiago. Silva Gomes, a Caelano San-
fago, procurador da corea, foi aborta a ses-
SAO*
Posedos os feitos e entregue oa diatribui-
ao*, procedeu-se aos seguinles
JULGAMENTOS
RECURSOS DE ELEICOEa.
Recrranle. Jos Hondee Carneiro Lelo re-
corrida, a junta. "
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago. *
Sorteados os Sre. desemborgadores Silva Go-
mes, e Bastos de Oliveira.
Deram provimenlo.
Recorrente, Joaquim Ribeiro da Silva Montar-
royos ; recorrida, a junta.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Figueira do
Mello, e Rasloa de Oliveira.
Negaram provimenlo.
AGCRAVO DE PF.T1C.ao.
Aggrsvante, o Dr. curador geral; aggravado.
o juizo.
Relator b Sr. desembargador Silveira.
Sorteadoa os Srs. detembargadores Bastos de
Oliveira, d Figueira de Mello.
Deram provimenlo.
APPELLAC.ES C1VE1S.
Appellante, Francisco de S Albuquerqtic ; ap-
pellado, Manoel Antonio Perera de Abreu.
Receberam-se os embargos.
Appellante, Antonio do Reg Barros ; appel-
lado, Francisco Perera de Carvalho.
Mandou-sc rvalidar o documento.
Appellante, D. Francisca Thomazia da Concei-
co Cunha ; appellado, llenry Gibson.
Rcformou-se a sentenca.
Appellante, Joo DiosCaetano Araujo Perera ;
appellado, Antonio Barbosa.
Reformada a sentenca.
Appellante. Antonio Luiz Alves Pequeo J-
nior ; af pellado, Antonio Francisco de Brito.
Confirmaran) a senlenca.
Appellanle, Joo Jos de Carvalho Santiago ;
appellado, Dr. Joo Jos Pinto.
Confirmaran) a senlenca.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Duarle de
Oliveira Rogo.
Ficou adiado.
Appellante, Francisco Jos Regalo Braga ; ap-
pellado, Manoel Perera Caldas.
Foram desprezados os embargos.
Appellanle, Maria Benedicta do Rosario : ap-
pellado, Joaquim Alves dos Res.
Desprezaram-sc os embargos.
Appellanle, Manoel Bezcrra de Albuquerqtic ;
appellado, Antonio Francelino Corroa Cedrito.
Nullo o processo de fl. 51 em dianie.
Appellanle, Luiz Gomes Ferrera ; appellados
os herdoros do commendador Luiz Gomes.
Reformada a senlen o.
APPEI.I.ACES CR1MES.
Appellanle, o juizo ; appellado, Joaquim Jos-
da Silva.
A novo jury.
Appellanle, Anna Mara de Carvalho ; appel-
lado, Ignacio Aranha dc Vasconcellos.
A novo jury.
Appellanle, o juizo : appellado, Manoel Ale-
xandre do Costa.
A novo jury.
Appellante, Prisciliano Jos Ferrera ; appel-
lado, o juizo.
Confirmada a sentenca.
Appellante, Francisco" Xavier dos Santos ; ap-
pellado, n justica.
Confirmada a" sentenca.
Assignou-sc dia para* julgamonto das seguinles
appeUaces crimea:
Appellante, ojuuo; appellados, Zeferno Ro-
drigues de Souza.
Appellante, o uizo ; a'ppellada, Mora da Con-
ceico.
Appellante, o juizo ; appellado, Joao Francis-
co Damasceno.
Appellanlp, o ju/o ; appellado, Manoel Mar-
lius dos Santos Jnior.
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco Al-
ves Feitoza.
Appellanle, o juizo appellado, Vicente Piego.
Appellanle, Raymundu Carduzo ua Silva ; ap-
pellado, o juizo.
Appellanle, o juizo; appellado, Antonio Joa-
quim Amando.
Appellante, o juizo ; appellado. Jos Thomaz
de .MWld'ili ;.'l.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio da
Cosa Barros.
A oppclloco cvcl :
Appcllonle, Manoel Jeronymo Barros Range! ;
appellado, Andr Oas do Araujo.
distribcices.
Ao Sr. desembargador Figueira dc Mello, o
recurso de qualificaco :
Recorrente, Jos Duarle Cardozo Carca ; rc-
recorrida, o junta.
As appeUaces cives :
Appellante, Jos Sebaslio de Rarros I.eile ;
appellado. Joan Vasco Cabral.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appeUaces
civeis :
Appellante, Francisco Antonio Perera da Sil-
va ; appellado. Belchior dos Res Cavalcanti.
As appeUaces crimes :
Appellanle, Gaspar de Mcnczos Vasconcellos
de Drummond ; appellado, Francisco Antonio
Bandeia do Mello.
Ao Sr. desembargador Gitirano, as appeUaces
civeis :
Appellanle, Luiz Antonio dos Santos ; appel-
lado, Joo Tiburcio da Silva.
As appeUaces cimcs :
Appcllonic, o juizo ; appellado, Antonio dos
Sanios Marques Rogo.
AO Sr. desembargador Lourenco Santiago, as
appeUaces civeis :
Appellante, Joaquim Francisco Franco ; appel-
lado, Joaquim de Parias Tcixero.
O recursojcriiiic :
Recorrente, Eugenio Tssel ; reccortido, o
juizo.
Ao Sr. desembargador Bastos de Oliveira, a
appellnces civeis :
Appelante. Manuel Themoleo de Menezes ; ap-
pellado, Luiz Antonio dos Santos.
As appeUaces crmes :
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Jos
do Oliveira.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, aa appcl-
lacescivcia :
Appellanle, Thercza dc Jess do Carmo ; op-
pellodo, Jos Perera Lima e sua n.ulhor.
As 2 huras encerrou-se a sesso.
Comraunicaclos
0 Sumlo Pontfice e seus filhos em
Jess Christo.
i
Havendo o Verbo de Deus recommendodo s
Pedro a apasecntar suas ovelhas, pasco ovos
meas, (1) absurdo pensar, quo esso apostlo
rallaran) as qualidades indispensaveis ao offieio
de um ptimo postor.
Eu estou comvosco, disse Jegtia cm outro lu-
gar, lodos os dias at a consummaco do secuto,
Ego vobiscum sum mnibus oiebus usque ad con
siimmationem seculi: (2) seria igualmente abu-
sar da prnpria rozo so desconhecessemos do Scnhor protegendo do um modo o mais evi-
dente esta admiravel. Nao ha dezenovo sceulos
agitada por furiosas borrascas, mas semprc vic-
toriosa.
Espalos fortes quando negardes oslas verda-
des mais cloras que a luz meridiana, nao podc-
rcis contestar-me, usando bem de minha razo,
exprobar-vos esse catholLtismo superficial que
dizeis ter firmo assento nos vossos coraces,
quando estes so vecra desmirados e corrompidos
por mximas anli-roltgiosas, as quaes esculpidas
cm quadros dourados, adornam, dizeis vos, o ga-
binete do vosso peito: Nao podercis rontestar-
me em fazer-vos ama invectiva bem scmclhanle
aquella, cm que o Pilho de Deua arcusou os fi-
lhos de Israel dc sua nbominavtl hypocritia.
Lameniavel coinridencia I os indignos descen-
dentes de Isac aborrecern] de coraco a Jess
Chrisio ; e para qoo o aguilho do remorso oa
nao atormentaste, desprezaram premesaaa inal-
livois, profecas US mais daraa e olharam para o
Filho do Deus de seus pais como para um objec-
lo d'gno do toda a exocraco.
[IkS. Joto, ai. uHimo.
(2) S. Math. cap. ultimo.
14 JI I-TI i


Esses nossos cumiaos somonte de palavra so I intencpes, pois que ora superior a qualquer coji-
teera armado, j5 directa e j indirectamente con- sideracao a prevengo ero que se acliavam ce-
ir o Senhor c contra o sen ungido, cncarregado ,ra e"e8 Pc'os grandes prejuizos de que se jal-
de governar aegreja universal, nao conforme as 8avam ameacados com s sna fallencia.
luzca da humana sabedoria, mas sim guiado edi
rgido por aquello, cujas proraessas sao infalli-
veis.
Infelrtmeate aquellos elimos, cujo conheci-
xueuto o tdoso Semina, lendo em icus bracos
coarctado nos espacos dn un menino o Pontifico
Eterno, segundo a ordoni do Helquizedcc o fize-
ram dizer que este bemfeitor dos homens seria
bjecto do eontradieao par muilos em Israel, (3)
fiositus est hic... iu rumarn niiiltorum iu Israel:
sao estes mesmos erimes, digo cu, que urna
fino interrompida experiencia do seculos nos leni
convencido seren a cans de podermos dizrdo
vigorio de Jess Christo : esto Pontfice tora sido,
c e ser objeclo de contradicho para muilos.
Sim, o Romano Pontfice o vigario, lugnr-le-
licnto de Dcus na tetra, o centro do catolicis-
mo, o bispo dos bispos, o pastor que sella coma
sua nuloridade os decretos o disposicoos da egre-
ja universal, c quem fenle deasa mosma
c-gjeja toin em lodos os lempos zelado admira-
velmente a causa do Senhor. D'aqui cssa admi-
ravel paciencia na cultura desta arvoro prodigio-
sa, regando-a com as aguas da salvaco e da vi-
da : d'aqui o pasmoso cuidado sobre aquellos de
seus ramos, que apresenlam alloracao. Mas quan-
doapezar de toda esta diligencia v'quo a putrefa-
cto progrido, ento usa da energa indispensavcl
o da outoridado, deque est rovestido, separan-
do da arvoro aquelles ramos podres, para quu a
nao infeccioiieni com a propria corrupcao.
F.sta arvoro 6 a egreja, os ramos somos nos os
atholicos, os lancados fura sao aquellos, que
desbrozando a mais depurada caridade e paternal
desvelo se tornam indignos de lazerem parte des-
te admiravol tol, insrparavcl de seu chefoinvi-
Miwel Jess Chsislo c do seu vigario vizivcl sobro
Ierra. Innegavel pois que cases falsos chris-
taos, esses ramos inutilisados, reproba fraccao
deste lodo deve sor rigorosamente delle separa-
da ; verificando-se desta sorle sobre elles assim
excluidos, ser o Soberano Pontince objeclo de
eontradieao, imitando a Jess Christo, que o loi
para os judeus prfidos e incorrigiveis.
(Continuar s-/ia.l
As elcicoes geraes em Sergipe.
Arredado pela forea das cousas e das crcums-
tancias da provincia em que vi a luz, nao posso
todava esquecer-me do que por l e ruesiuo de
longe faoo sinceros votos pelo seu engrandeci-
mcnlo e prosperidado.
Um dos meios ou o primeiro moio de que a
provincia de Sergipe pode auferir maiores van-
tagens, ter na cmara temporaria um represen-
tante que tome verdaderamente peilo os seus
interesses, que saiba anlepdr as ambices da sua
vaidade e salisfano do seu orgulho o bem es-
tar e augmento da sua provincia, um bomem
cmm que pela sua intclligeucia, energa e de-
dicarao faea respoilar a provincia que repre-
senta.
Nessas condices se acha o Dr. Pedro de Cala-
saes, que ha pouco sabio dos bancos da faculda-
de deixando nella um nome dislinclo como es-
ludante, como escriptor e como poeta.
Sergipe j deve conhecer quanlo vale c quanlo
pode conhecer o Dr. Calasaes para que seja ne-
cessario repetir verdades que lodos conhecem c
* que todos rendem homenagens.
Seria quasi segura a escolha do Dr. Calasaes, pe-
lo circulo da Estancia, queremos ere-lo, se nao se
Ihe nprcsenlasse um adversario forle nao pelas
suasqualidadespes-soaes. mas sim pelas amizades
influencia dos seus prenles.
E mosyslema rebalsar um para elevar oulros.
No enlanto ningucm pode negar a superioridade
inconlestavel do Dr. Pedro de Calasaes sobro o
Dr. Fiel.
O que fez este, que a torca do empenho3, tem
sido por varias vezes depulado provincial. Que
medidas tem opresentado que tragam ulilidade
provincia? One discursos tem pronunciado, a
nao so julgar discurso um inspidoapoiado
dito muito fra de proposito?
O Dr. Pedro de Calasaes recomraenda-se j pe-
las suas finalidades pessoaes, ja pelas brilhanles
manifestacoes do seu talento como escriptor c
como poela e queja lhe mereceram da bocea de
quem sabe e pode avahar o merecimeulo um elo-
gio muilo honroso.
O Sr. F. Oclaviano quando na cmara dos de-
pulados em 1853 se tr.ilou de conceder aviso ao
Dr. Pedro de Calasaes que poren.-ommodos oph-
talmicos se vira obrigado a ir ao Ilio de Janefro e
nao se podera matricular em lempo, disse : Nao
se trati de um simples cstudanle ; Irata-se de
um hornera de tlenlo, de um Iliterato dislinclo.
Estamos cortos que como deputado, o Dr. Pe-
dro de Calasaes nao desmentir o brilhanle con-
eilo em que hoje tido e fu exultar de prazer
os .que o tiverem elegido.
E pois de esperar que a provincia de Sergipe
mostr quo sabe apreciar o verdadclro mrito e
ao mesmo lempo que conhece aquelles dos seus
llbos que podem faze-la realcar entre as suas ir-
maas, dando urna cadeira na "cmara qualrienal
ao Dr. Pedro de Calasans.
Obrando assim merecer os louvores de todos
que a ni a m a sua provincia como
8o bem que essa prevencao fusse lllha da ca-
luninia de torpes e covard'es intrigantes, c fosso
damnosa aos nossos amigos, nem por isso dos
indignamos com os Sr*. credores, porque reco-
nhecemos que tinhara toda razio em eslarem
recelosos e desconflados pelos resultados da que-
bra. Ninguem ve com bons olhos a approxima-
cao de um prejuizo. porque c oppe ao principio
congenilo de nossa nalurezao interesse : e nem
lhe pode merecer muita considerarlo o individuo
contra quem se aprsenla son espirito um "pouco
eihaltado pelo ourapel de certas considerarles
forjadas com geito e arto, para produzir o tnga-
no, a allucioaco e a cegueira.
E at somos'os primeiros a confessar que, a se
fazer justica, devese reconhecer no respeilavel
corpu do coramercio desta cidade muita benevo-
lencia e bondade de sua parte em taes occasioes,
e que nao a existencia de um ou outro misera-
vel carrasco, quo pode derogar o alto conecito de
prudencia e tino de que gozara quasi lodos os ne-
gociantes desta praca.
Nesle estado dubio e desconfiado, relirarara-se
os poneos credores, que fiza/am a reuniao. sera
terein accordado cousa alguma, mostrando toda-
va alguma disposigo de chegarem a urna con-
cordata se os socios apresentassem garantes se-
guros que afiancassent suas promessas.
A vista disto, comprehenderam os dous socios
que se acliavam prsenles, a diflkil posico em
que estavam, porque bem dilficultosa se lfies lor-
nava apresentace desses garantes, porque,
alm do avullado da quantia, acrescia que nao
tinham nesla cidade amisades poderosas que os
podessem ejudar nesla crisc ; entretanto que re
conheciam qnes pormeio de urna garanta po-
derinra dar um andamento raais lisongeiro aos
seus negocios, lo nial vistos c lo mal comprc-
hendidos.
Assim, resolvern! escrever aos seus prenles
Jto Aracaly para que se preslassem a garanli-los,
o que Dieran, mostando quio precaria e lasti-
mosa era sua posico, e que s por este raeio po-
deriam salvar-so : e ao mesmo lempo alguns dos
credores que jamis duvidaram do suas boas in-
tencOes, de sua boa f e honradez, procuraran)
conseguir com os domis algum arranjo que fos-
sc da mesma sorle vantajoso aos credores e aos
devedores.
Porm a rcsposla de seus prenles veio larde,
e os esforcos de seus credores desprevenidos fo-
ram baldados, porque no da seguinle passaram
pelo dissabor de ser-Ibes aborta a fallencia I
D'ento para c muita cousa tem occorrido.quc
releva palcntear ao publico, o julgandn isso de
nossa obrigaco varaos satufazer lambem a um
nosso desejo, qualo de derramar toda a luz nes-
le negocio, que lem sido rodeado de tanta nevna,
por quem tem interesse em obscurecer a verdade
para saciar ao baixo scnlimcnlo de urna viuganca
immerecida.
Sein locarraos nos aconlecimcnto que se tem
seguido no Aracaly e no Ico fallencia dos Ca- i
blica^oes a pedido.
Oflemcida ao Mlii Sr. eoroBcl AntoBio
Gomes Leal ^clo sentido falleci-
lo de su presada filha.
urna vida ceifada pela dijo da morte I
umr dor pungindo coraces de pas e de
me
Mais
Maii
amigoi I
A in
corone
Cambio
Algodi
Aguard
Assucail
Couros-
Arroz -
AMIE M PERWaWMUCO. -- SEGBftfc FE1RA 18 K HJfHO M 180v
lcenle Mara, querida Bina do Illm. Sr.
Antonio Gomes Leal, anda lo joven, no
principio do desabrochar da vido, aiuda quando
lhe couecava a sorrtr a existencia, deixou esta
yida s de dores, e voata para a manro celeste
reunr-se aosseratins do Senhor!
Aind i & pouco lao chcia de vida e de eneanios
ella faz a a nica ventura de seus inconsolaveis
pais, e hoje?! ei-la muda c fra legando a Ierra
o quo dalla recebera, tendo sido all arrojada pe-
la terri' el epidemia que nos flagella, deixan-
d_o-nos aps do seu curio caminho de peregrina,
cao ne.e mundo, s mente suspiros e saudades.
Oh u Innocente aojo, e para mim tio esti-
mado, -ecebe l da impida altura as lagrimas
que ora verlo sobres tua memoria; e vos, af-
nictos jais consolai-vos na ddr que vos oprime,
porque vossa amada filha se acha aos ps do
Altissioio.
Por um amigo.
COMMERCIO.
PRA^A. DO RECIFE
16 DE JIMIO DK 1 860
AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
----------Sobre Londres saccou-se cerca
de 80,OO0.a25 \la. por 1
sobro Paris fr. 200.000, a 381)
rs.. sobre Lisboa 30:000} de 110
a 112 % de premio, sobre Ham-
burgo 50,000 m. b. a 715 is., e
sobre o Rio de Janeiro cerca de
100:000? de 1/2 a 2 % de des-
cont, conforme o prazo.
----------O superior vendeu-se de 7$200
a 7S400 por arroba, e o regular
a 73000.
nlc-------Vendeu-se a 105000 por pipa.
----------O branco vendeu-se de 5&200 e
5&10U pororroba, e algum su-
perior a 6gdO0 ; o somenos de
4J000 a 4&600; mascavado pur-
gado de 35200 o 3j>300 ; Ame
rica de 2700 a 2900; e Canal
de 2j500 2&60O por arroba.
- Os seceos salgados venderam-se
de 250 a 260 rs. por libra.
----------Vendeu-se de 3J000 a 39250 por
arroba.
Azete (ce-------dem a 2j800 por galao.
Tiecifc 15 de junho de 1850.
O Sergipano.
Aos senhores credores de Caininha
& I llius.
O observador imparcial c justo que tem atten-
tamenle ponderado sobre o nosso proceder na
xposicao dos molivoi que levaram a firma de
Caminha & Filhos fallir, ha de ter conhecido
que, desprezando meios arlificiosos e ultrajantes,
temos com toda ufana c donodo marchado polo
aminho da jusliQa, s fiado de que a verdade
to patente quanto a luz meridiana, e que por
mais nevoas com que a queiram occullar, sempre
apparece radiante.
Esta crenea anda nos anima, e com ella vamos
proseguindo em nossa tarefa sem nos atropcllar
com lodos esses araozeis quo em linguagem ab-
jecta lem procurado desconceiluar perante a opi-
nio publica os nossos amigos, porque raerecem
tao completo desprezo, que nos rnbaixariamos se
quizessemos aceitar a enlaraeada luva que nos
lanram.
Depois de termos mostrado os inexperados
motivos quo lovaram os Caniinhas a dar o ulti-
mo e toreado passo de por raeio de urna rcunio
de seus credores, patentearcm o estado de suas
casas coramerciaes, devoraos dar conta do que
se passou nesla reuniao, que, sendo feita para
abrir-lhes urna nova era comracrcial, servio-lhcs
de porta para o sofTrimcnto, a dor, e a vergonha
de que tem sido acabrunhados.
Reunidos alguns credores. j previuidos con-
tra elles por se acharcm inoculados pela desleal
c torpe intriga, apenas ouviamsuas palavrascora
a maior indifferenca, e lancavam rpidas vistas
sobre os seus balanQos o "relatorios dos quaes
apenas liam o principio, entretanto que desses re-
latorios conslava o estado verdaeiro e fiel de
suas casas, onde se va por clculos aproximados
c incontcslaveis o resultado, que poderiam tirar
do activo, do cincoenta a sosenla por eento do
passivo.
Nos que assistimos a este acto, nao como cre-
dor, mas como amigo, nos admiramos di faei-
lidade com que se deixaram impressionar homens
pensadores por vis calumnias, adrede espalhadas.
A sua prcoccupacio e prevencao eram taes quo,
nao obstante a exposico dos rehtorios, instavam
pela declaraco da proposta que os soeios pre-
sentes deviam faier, ao que estes lhes respon-
da m que desnecessario se tornara qualquer pro-
posta a vista dos relatorios, porque elles indica-
vam o resultado aproximado do activo de suas
cosas ; o que assim lhes pedtam que pensassem
om calma sobre as suas bases, e dessem urna
deciso plausivel e s pesada pelo criterio da
justica, mediante a qual podessem, com o esps-
co de um, dous ou mais annos, concluir a sua
liqoidacfio, e conseguir pagar todos seus cr-
mores, seno integralmente, j quo o nao podiara,
o menos com mais vantagem do que por meios
judtciaes.
E' certo qae a chicana pode concorrer para que
se prolonguem os feilos, e se emaranhem as
questes, e principalmente quando nao encon-
tra-so um juiz, como o digno juiz especial do
emmercio desta cidsde, qae sabe cortar os vos
interesseiros dos chicanislas ; mas que no entre-
tanto nia poda prevenir que. os advogaaos e so-
licitadores percebom dinhero de seusconsliluio-
tes, acrescenrto alm dista era. relaro ao caso
vertente, que ntais cuidosa e menos dispendiosa
ser atiqiidacode um casa comraercial feila
pelo proprio negociante, do que por intermedio
o foro-
Nao sendo, no entretanto, comprehendidos os
Cam'nhas, nao poderara conseguir inftltrar no
animo de seus credores a persuase de cuas boas
(9) S. Lucas, cap. 2.
Batatas-
Cha- -
Cafe- -
Carne s
Cerveja
1'ariiiha
por li-
cca------
miuhas. apenis nos limitaremos ao que por aqui: Bacalho--------Era atacado obicve 139500, e a
tora ha \ do, porque doc-nos o coragao s com a
lembranra dos actos de selvageria de que tem si-'
do victima a familia de nossos amigos no Araca- {
ty. Nao havendo l como c um juiz recto e il-
luslrado, (em-so procedido mais a um auto de le-
do que a um processo regular de fallencia, e en-
to tem-sedado episodios amargurados para as
victimas, c por sem duvida dignos da mais se-
vera censura, porque s revelara raalvadez apar
de crassa ignorancia.
Aborta a fallencia, proredou-se ao inventaro
de ludo o que hivia em a casa do socio aqui ge-
rente, e em seu escriptorio, o lornou-se digna
de admirarao a disposiro em quo se acliavam os
papis em ambas as casas: foram encontrados
lodosos papis, ledos os livros intactos nos lu-
gares em que haviara sido depositados, sera que
deste a suspeitar ler havido desapparicao da
mais insignificante carta, e tanto que at se en-
contraran] mesmo_ as particulares desde a crea-
cao ida casa em 1853! I', nos que assistimos a esse
actoj, avancamos a dizer que nunca se vio urna
casal commercial 8prescnlar-se sob um aspecto
mais innocente, e menos suspeiloso de fraude ou
dold.
O negociante por mais inepto que seja, previ-
nc-sc o mais que lhe possivel, quando tencio-
na fallir fraudulentamente, por que sabe o crirae
em que incorre, e ento procura remover os in-
dicios, e destruir as provas que por ventura pos-
sam apparecer contra elle ; ao passo que o que
forcado a parar suas transaeces, estando na
maior tranquillidade de sua cousciencia, nao pon-
sa antes do quebrar, senao era procurar por to-
dos os meios a seu alcance conseguir dinheiro
para pagar a seus credores, a fin do nao perder
o ere Jilo que a vida de todo o negociante.
Ayisla disto e da icgularidade de seus livros,
entregues ao exarae du um perito guarda livros,
que ao mesmo lempo um liomem consciencio-
so e- probo, estamos certo de que j se ter arre-
dad minbas, inoculados i:o animo de seus credores
malvola e insidiosamente, por quem alias
que imercce a objeccao e execracao do publico,
ao qual Tez proposito di illudir infamemente.
Anda se diz que as casas do Aracaly e do Ico
nao p!odiara deixar de ter feilo algucs recebimen-
tos, depois de outubro, qnando cessaram os pa-
gamentos nesla praca, os quaes devem existir.
Causa estranheza ver que anda se repisa este
ponto^ quando j dissemos que nos seus lanca-
mentose encontraren] casas, ierras, sitios, ani-
ma e s, escravos, gneros, etc., resultado das co-
branzas eque tudo existe, prefazendo urna som-
raa avultada, e que se nao ha dinheiro porque
mesquinhos foram os recebimentos nesla espe-
cie, c tanto que nos livrosCaixade qualquer
das casas nola-se dinheiros entrados por empres-
timo para salisfazer-so pequeas despezas.
vapores ila cvmpanliia e Lisboa, t vulume urna
taboleU.t caixa impresso; a Tyiset VPreres.
1 ea 1 dita gravatas de seda e diversos oNeclos-; a
Henrique* Azevedo.
1 dita v-idros para relogia, e artigos de relogoei-
ro; Bortrapd.
2 caixa bijouteria. caleao t luvas ; a F, Sau-
vage&C.
S ditas calado : a Mello Lobofr C.
1 dita ornamentos de padre, i camena urna
eaicteira ; ao cnsul de Franca.
1 ciua objeclos para chapeos de sol; a Char-
les Saumer.
1 dita calcado ; a E. Laurence.
1 dita relogios ; a Antonio Joaquim Faria J-
nior.
4 ditas conservas ; a F. M. Duprat.
1 dita galio do ouro e papel; a Monteiro Lo-
pes 4 C.
^yolume amostras, fruclas c legunes ; N.
1 caixa encerados ; a Ramos & Lima.
Brigue hespanhoH Amable Roza, vindo de New
.." .cons.,8n,,do aAranaga Hijo & C. mani-
festnu o segralo :
1600 barricas farinha de trigo ; aos mesmos.
Pnn'^nJ''g]e,\MlUicettle' vl"d0 oe Te" Nova
seguin"e: Sln Paler & C> raani<8lo o
2,941 barricas bacalho; aos mesmos.
\apor nacional Tocantins, procedente dos
PJ"'0S d0 orto, manifeslou o seguinle :
20 saceos; a Francisco Jos da Costa Guima-
raet.
40 ditos ; a Travasso Jnior C.
50 ditos : i Palmera & Delirio.
20 ditos ; a Rrito & C.
1 carlao ; a Vicente J. Pereira.
1 encapado ; a Jos Saturnino Galvao Res.
1 caixote ; a Manoel Duarte Rodrigues-
1 amarrado c 1 cafo ; a Augusto Machado.
1 rodete ; a Almeida Gome Alves & C.
1 caixole ; a T. B. da Silveira.
1 dilo ; a Melquades Pereira da Silva.
1 dito ; a Auguslo C. Perdigan.
1 encapado ; a Francisco AifreJo da Silva
Castro.
1 dito ; a Joaquim Rodrigues de Almeida.
Briguo nacional Almirante, vindo do Rio de
Janeiro, consignado a Azcvedo A; Mondes, mani-
feslou o seguinle:
300 barris e 500 meios raanleiga de vacca, 305
barricas vasias, 1 raaslro de pinho. 449 sacos
fejao, 20 ditos pntenla da India, 610 ditos o 2
barricas caf, 4 ditas farinha de mandioca, 1 dita
fannha de mho, 5h barris potassa, 226 rolos
tumo, I caixao chapeos, 2 ditos charutos, 4 ditos
cha ; a diversos.
Consulado ajeral.
Rendimento do da 1 a 15. .
Idom do dia 16. .
15:2969733
358316
Assim, pois, j se ter comprahendido, c j se
ir seniindo o mal quo fez aos interesses dos
credores dos Camnhas a falsidade dos escriptos
contra elles publicados e a pertinacia de seus
baixoslinimigos em persegui-los, servindo-se da
fallencia como instrumento.
O seu relatorio offerecia aos seus credores urna
certeza de cincoenta por ceuto a prazo de um
tres annos, o que agora jamis se realisar. De-
pois orna firma solida do Aracaly offereccu ga-
rantir quarenta por cento nos mesmos prasos,
conhecndo firmemente queja nao podiam con-
seguir realisar cincoenta, em consequencia dos
graves econlecimentos da fallencia, da priso dos
socios, do ealado desfavoravel dos sertes e de al-
go mas consideracoes mais que enfraquecem ne-
cessaru mente e dificultara o resultado desta li-
quidacao.
Porm succede que se vai consumindo lempo
sem se aceitar esse offerecimento, alias vantajo-
so, vai-se creando mais embaracos, pe sorle que
afiualj mesmo os quarenta por cento nao serio
mais firmados, porque os prejuizos tero aug-
mentado, e aiuda mais crescero a nao haver
urna prompla deliberado. E' evidente que tris-
te e redicula ser a hquidacio que se proceder
judicialmente por intermedio de commssoos es-
tranhas do conhecimento de mais de mil deve-
dores de cerca de qaatrocontos cotilos; lanto
mais se a do Aracaly recahir em pessoes que
lem para islo disposlo as cousas, porque esta
urna das especulares que se espera conseguir
da fallencia.
Perianto, Srs. credores, tontai unta resoluco
definitiva a bera do vossos interesses, allendei
bem as nossas consideracoes, que o seu princi-
pal fin a patenleaco da verdade, de que te-
nho estado bem longe, porquo s tendes esculado
a pessoas que lem interesse em occulla-la.
Os Carainhas s lem por nico alvo a rehabili-
tacao de seu crdito, afira de que regenerando-sc
possam ao mesmo lempo causar o menor prejui-
zo possivel seus credores, e honrar as cinzas de
seu veuerave: pa, quo do fundo da sepultura
lhes est mostrando o caminho do dever 3 da
honra ; deve-se crerque elles dedicaram mui-
los annos do vida para islo conseguir, anda que
por fin se vejam reduzidos a mendigar o pao.
Quando se lem em alto aproco um bom nome, e
quando se o prefere amouloadas riquezas, ludo
se envida, indo se eroptega para conseguir unta
repuiscao rimpn e honrada, ainda mesmo que
seja parlilhada pola pobreza ; c nesle caso eslao
os Camnhas que, ufanando-se da honradez e dos
principios de nobreza de carcter que lhes foram
legados por seu progenitor, preferem urna po-
breza rom honra urna riqueza torpe, e firmada
sobre tiapacas, sobre o suor alheio e sobro as la-
grimas do orpho e da viuva.
Estamos convicio de quo os Srs. credores, at-
tendendo para a sinceridade de nossa linguagem
e para as assercoes que temos omillido sem te-
mor de sorraos contrariados, se revestirlo de
grande calnia e elrcumspeccao no exame da fal-
leucia de nossos amigos, sobre a qual ainda con-
Jnuaremos a eterever.
rConlinuar-se-ha.)
F. 6.
retalho de 149 a 16, ficando
em deposito 12,500 barricas.
----------Venderam-se a 2j600 por ar-
roba.
----------dem de 1{600 a 1J900
ora.
----------dem de 6800 a 7^200 por ar-
roba.
A do Rio-Grande do Sul ven-
deu-se de 3}50 a 49200, e a
do Rio da Prala de 3 a 39500
por arroba ; ficando em ser
65,000 arrobas da priraeira e
40,000 da segunda.
Vendeu-se a 4j500 por duzia
de garrafas.
de trigo- Tivemos um csrregamento de
New-Orleans. cora o qual o de-
posito boje de 23,600 barri-
cas; sendo 9.000 de Richmond,
10,000 do Trieste, 300 de Phi-
ladelphia, c 1,600 das de Ncw-
Orleans: relathoii-se de 18$ a
209 da primeira e terceira, de
209 a 229 da segunda, e de 18J
195. da ultima.
oandoca Vendeu-se de 59500 a 63)000 a
sicca.
Feijao -----------dem de 1J280 a 2000 por ar-
roba.
----------A inglezi vendeu-se a 285 por
cento de premio sobre a faclu-
;. .,ra, cambio a 67 1/2 d. IgOOO.
----------A_ ultima venda eHectuou-se a
r 8p0s. a libra, porm os possui-
rcs cxigedbnaior preco ; c a
franceza a 53D rs. por libra.
As que ltimamente vieram
venderam-se a 59500 por ar-
roba.
inhaca- Vendeu-se a I96OO por galo.
Os flaraengo! venderam-se a
23400.
)----------dem a 8*000 por arroba.
----------dem do 12OJO00 a 125*000
a pipa.
-----------O de Lisboa, tinto, vendeu-se
de 250S i 2803 a pipa; e o bran-
co de 3009 a 350*000.
De 600 a 640 rs. a libra das
slearinas.
A caixa filial rcbaleu cerca de
quinhentos contos de ris em
lettras, da Ierra, e tomou cerca
do com contos de ris de lettras
sobre o Rio do Janeiro ; cons-
tando-nos qne conlida a lo-
mar saques sobre a mesma pra-
ca : Os descontos da semana
regnlararn de 11 a 18& ao an-
no. Informam-nos que inex-
acto o boato que se lem espa-
ntado de loro Banco mandado
retirar os fundos que liuha na
caixa filial.
Freles-----------Para o Canal a 25. e 12/6 pelo
lastro e 7/6 pelo algodao.
Alfandega.
Rendinunto do dia la 15. 145.913S379
dem d dia 16.......11:316*652
15:6555019
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 15. 2:8I7888
dem do dia 16....... 55$286
2:873ol74
Dita de
Louca -
Manteg
Massas-
Oleo de
Queijos
Toucioh
Vinagre
Vinho -
Volas
Desconl
g .------
Despachos de exportaeo pela me-
sa do consolado desta eldade n
dia 15 le junho de 18GO
HavreBarca franceza dele, Tisset Frercs,
600 couros salgados.
Liverpool Barca ihgleza Hermione, S. Bro-
(hers & C, 128 quintaos e 1 arroba pao Brasil.
Canal Drlguo inglez Dreyad. S Brothers ^
C.. 1,400 saceos assucar mascavado.
Bucnes-AyrsSumaca sarda Aslralato, Ma-
noel Alves Guerra, 100 bajrtcas assucar bran-
eo e 100 ditas dilo mascavado.
Hecebedoria de rondas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 15.
dem do da Ib. .
15:446glS0
7163590
16:182*770
_ O nuil. Sr. iu>(n-ctiir ila llio.Miur.irli pru-
VMicial, em cnmprimonlo da resolugo da junio
d* fazenda, manda fazer publico, que a arrema-
lacfio do imposto de 2g500 sobre o consumo dn
gado do municipio do Recite, lcou transferida
pata o da 18 do correnie, tendo lugar a respec-
tiva babililaro no dia 16
G par constar se mandou aflixar 0 presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihosouraria pro-vineial de Per-
nambuco. 14 de junho de 1860
O secretario.
A. F. da Annunciaco
hTi caPtania do porto se faz publico o
edilal da secretaria de osudo dos negocios da
rarinha que abaixo egue, relativamente as
uoiascollocadas as pedras submarinas do Cacao
e das Pescadinha* dos canaes das barras de San-
ta Catharina e Rio Grande do Sul.
Capitana do porto de Pernambuco. 12 de ju-
nho de 1860.
O setretario,
J. PeirS Brrelo de Mello Reg.
2.a Sceco Rio de Janeiro. Secretaria de es-
tado dos negocios da marinha, em 30 de abril
de 1860.
NOTICIA AOS NAVEGANTES.
Pela secretaria de estado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimento dos
navegantes, que as pedras submarinas denomina-
das do Cacao e das Pescadinha, a primeira no
canal da barra do sul e a segunda na do norle da
ilha de Sania Catharina, achare-se hoje balisadas,
pormeio de uoias de niadcira da forma de un
cone truncado, forradas de zinco, tendo a serco
raergnlhada pintada do branco, e a flucluanle de
encarnado, medindo esta ultima dezoito polle-
gadas de altura contadas da linha de fiucluaco.
a A boia que assignala o esclito do canal da
barra do sul, est tundeada em quatro bracas de
agua, e dista delle seis dilas ; avistada, a* 0II10 : crivao o subscrev
nu, da distancia de duas milhos e podc-se sem
perigo passar a E e a O dola.
A boia do canal do norte esl fondeada em
10 palmos e nieto na baixa-mar de aguas vivas
e trra para guiar o navegonle que demandar
nordejando o porto da cidade.O director geral
interino. Angelo Thomaz do Amara), a
OIllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de ronforinidadc com
a ordem do tribunal do thesouro nacional n. 69
de 9 de maio prximo findo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesta thesouraria
para prcenchimenlo das vagas que ha cantes na mesma : aquelles pois que pretende-
rem ser admillidos ao concurso devem apresen-
lar nesla secretaria seus requorimenlos Instrui-
dos om os documentos que provetn : Io. tercm
18 annos completos de idade : 2o. csiarem livros
de pena e culpa e 3o terem bom proc.edimenlo.
Os exames neste concurso versaro sobre lei-
lura. analyse grammalical, orlhographia e nii-
ihemetica al a theoria das proporcoes inclusive.
De ordera do Illra. Sr. inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico que o oiremataeo de unta parte do sobra-
do de dous andares no valor de um conlo cento
cincoenta c cinco mil quatros c oitenla e dous
rus, sito na ra 1
zonda nacional em
leve elToilo 110 dia
lanles ; e por isso dea transferida a mesma ar-
rotacao para o da 30 do crranle mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O oflicial maior
interino. Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
fr
Secretara da Hit-romana provincial ac rvr-
nambuco. 23 de maio de 18600 secretario A
F'.da Annunciacao.- '
O Dr. Anselmo Francisco Porelti. cnmmendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz.de direitn especial do rommercio deata ci-
dade doRerife, capital da provincia d* Per-
nambuco e seu termo, por S. II. Imperial, qoe
Deus guarde, ele.
Paco saber aos que a presente carta de editos
virem, em como no dia 21 do correnie mez, de-
pois da audiencia deste juizo. se ho de Arrema-
lar M gneros o mais objeclos qne se erham re-
colhidos no deposito silo no paleo de S Pedro
n. 6, pertencentes a Jos Das da Silva Cardeal
sendo a arremalacao feila cm dilo deposito os
quaes sao os seguinles :
Urna armocao e balcao de amarelln envrmisa-
do, e slguns eaixdes de pinho que fazem parle ds
mesma armaran, avallados cm 1:20-000, urna ba-
lance de columna de lati em 30*000. um barril
com_ vinho de cinco cm pipa com a marca PRR.
em 50*000, onze queijos do reino, 36 frascos do
bocea larga, grandes e pequeos a 50u rs. cada
um, os quaes rio parte por execuco de Fran-
cisco da Rocha Passos l.ins, como cssion&rio do
Dr. Manoel de Rarros Brrelo, conlra o referido
Jos Das da Silva Cardeal ; e nao havendo lan-
cador que cubra os precos da avaliacio ser a ar-
remalacao feila pelo preco da adjudi'cacao coro o
abatimento da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos.
mandet possareonaes, que sero publicados pe-
la imprensa c aflixados nos lugares designados
no cdigo commercial.
Dado o passado nesta Cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 8 dias do mez de junho de 1860.
Irigesirco-nono da independencia e du imperio do
Brasil.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento, ea-
Anselmo Francisco Perelli.
Declaraeoes.
1.a seccao. SecrelreUria da polica de Per-
nambuco, 16 de junho de 1860.
O Illm. Sr. Dr. choto de polica desla provincia
manda fazer publico, para conhecimento de
quem iiileressar posta, o ronlcudo ao ofiicio abai-
xo transcripto, dirigido pela reparlico da polica
da corle.
2.a seccao. Secretaria da polica da corte. 4
de junho de 1860.
Illm. Sr.Tendo sido preso nesta corle o
cabra de nome Jos, que declarnu ser escravo de
Roa Maria da Conceioao, residente nossa pro-
vincia, porque fai encontrado a bordo da galera
franceza Carioca, onde tentara fugir para a Eu-
ropa, filo recolher casa de delencao desla cor-
te, o rogo a V. S. se sirva mandar" ovisar a essa
senhora, ofini de que possa reclarua-lo provando
o seu direlo de propriedade.
Este escravo servia como niarinheiro a bordo
do hiale Piedade.
Dcus guarde a V. S.Illm. Sr Dr. chefe do-
da Guia, pertenlenccnio a fa- E?lcj! d* Pruvi"r';1 de PernambucoEspiridiu.
virtude do adjud.cacao, nao r -y, de Barros Pimenlel. chefo do polica.-O of-
annunciado por fallo*de lid- ,,.clal1fPrvln'10 secretario. Jusi Xavier Fatu-
1 lino llamos .
A administrarn geral das eslabelerimentos
dr caridade manda fazer publico, que nao tendo
havido sessao hoje, por nao se ler reunido a
maioria de seus membrns, fui transferida para o
da 21 do enrenle a arrematar das rendas das
casas -inniuiciadas para hoje.
Administrarao geral dos^lstabelerimentos do
caridade, 14 de junho de 1860.O escrivo inte-
rino,
Joo Pinlo de Lomos Jnior.
Capitana do porto
Pelo capitana do porto se faz publico, o aviso
abaixo, da suUsliluiro da lanterna enllocada na
foilaleza dos a Santos Res Magos da barra do
por um grande lampeo
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 15. 29 371*525!
dem do dia 16....... 580h4 ;
30.229*509
Moyimento do porto.
Navios entrados no dia 16
Portes do Norte, 8 dias, vapor brasileiro Tocan-
tim, commandanlo litb Duarte.
Rio Me Janeiro. 15 dias, brigue brasileiro Almi-
rdnle, do 218 toneladas, capito Jos Manuel
Vieira, equip. 12, carga caf, feijao c mais gc-
nerqs ; a Azcvedo Mendos.
Lisboa, 31 das, patacho porluguez Maria da
Gloria, de 18i toneladas, capito Antonio de
Barros Vlente, equip. 13, carga vinho c mais
gneros ; a Francisco S. R. e Filho.
Lisboa, 3i dias, palacho porluguez Flor de Ma-
ria. de 148 toneladas, capito Manoel Bernardo
Bugiganga, equip. 12, cargo vinho e mais g-
neros ; a Thomaz de Aquino Fonceca.
Aracaly, II dias, hiale brasileiro Gratido, de 37
tonladas, capilao Pedro Jos Francisco, equip
6, carga couros o mais gneros ; a Firmiuo Jo
s R- Ferreira Jnior.
Navics sahidos no mesmo dia.
Porto-Alegre, brigue brasileiro F.liza, capito
Jos Francisco Pereira, carga assucar.
Lisboa, patacho porluguez Diligente, capilao A.
I. Almeida Rosa, em lastro.
Canal por Macei, brigue inglez Titania, capito
John Congdon, carga assucar.
Canal pela Parahiba, brigue inglel Innetfail, ca-
pito Henry Gregg, em lastro.
157.230*031
IKiovlmento da alfandega
Volunte 1 entrados com fazendas
com goneros
Volunte

1 sahidos cora fazendas
com gneros
141
173
------ 314
133
453
------586
Dcscarregam hje 18 de junho.
irluguezaVencedoradiversos gneros
nslezMiliccntebacalho.
nglezaUrania -fazendas.
hespanhol Amavel Rosa farinha de
arasilcroAlmirantediversos gneros,
hamburguezaAmanda=fazendas.
porluguezMaria da Gloria.
Importacao
3 escuna hambu-gun Amanda, vindo de
go, manifeslou o seguinle :
as pianos; a J. P. Yogely.
5 dilis chocolate, 29 dilas conservas, 2 ditas
Barca p
Brigue
Rarea
Briguo
trigo.
Brigue
Escuna
Patache
Biigu
Ilambu
3 cai>
diverso
40 ba
dita cou
cestos
amostr;
1 cai:
ria.
1 dili
2 dilas
Leal.
1 cai
Bernha
260 t
saceos :
champ
1 cai
arligos.; a J. Praeger & C.
ris tintas. 100 caixas velas slearinas, 1
-o preparado, 1 dita licor, 1 dita tacto, 7
inho. 1 dita limonada gazoza, 1 caixinha
;aD.A. M.
a fitas de algodo ; a Joo da Silva Fa-
boldes, 1 dita molduras, 2 ditas agulhas.
:ordas, 1 crabrulho amostras ; a Vaz &
a cora u.m armario e diversos arligos : a
d Frost.
arricas genebra, 390 garrafes va/.os, 50
arelo, 30 caixas velas slearinas, 12 gigos
nhc ; a J. A. Moreira Dias & C.
a roupa e charutos ; a A. Durmesler.
3 dil. s ferragens, 1 dita bezerros de lustre ; a
Henriqte & Azevedo.
3 diljis drogos : a ordem.
1 dil, obiectos de pao ; a Gustavo Bousset & C.
1 dil.j charutos ; a A. Valentim & Bossaet.
1 dita caljado; a Rabe Sctveiettnn & C.
10 tfi^s lencos de tlgodio, 1 dita chapos-dc
sol; a eve Filhos & C.
1 dil: ditos de dito; a N. O. Bieber& C.
1 dm chales de la ; a Joio Keller & C
2 dil-.s e 1 fardo obras de cesleiro; a D. P-
Wild & c.
7 caias bezerros preparadas a dHos de lastre,
37 ditas armas, 4 ditas perfumaras, S ditas cartas
de joga.', 8 ditas miudezas, 7 ditas ferragens, 1
dita tila de algodo, 7 ditas meias de dito, 19 di-
tas esp- lhes, 900 tabeas, 51 barris pregos, 4 ditos
bacas oe rame ; a Prente Vianna t G.
ap: franeez Guienn*, vindo da Bordeaux,
manifeilou o seguinle :
581 volantes de ferro e madeira paca uso des
o.
O
o.
* z
Horas.
n
s
5
c
en
Atmosphera.
Direcco.
09
Inlensidade.

s
Centgrado.
Ii li ri h -

(0
to co ej>
"oo
10
I
Tleaumur.

~4
00
c
oa
O
2J I Fahrenheit

Hygrometro.
<3
Barmetro.
e
v.
p;
g|
* O
OJ V.
Rio Grande do Norle
circular de 8 bicos.
Capitana do porlo de Pernambuco, 14 de junho '
de 1860.O secretario, J. P. Brrelo de Mello
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
2.a seccao. Rio de Janeiro. Secretaria de os-
lado dos negocios da marinha, em 18 de maio
de 1860.
Pela secretaria de estado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimento dos
navegantes, que a lanterna da fortaleza dos San-
tos Reis Magos situarla na barra do Rio Gran-
de do Norte, em latilude de 5o 45' S, e longitude
de 33 13' 15" O de GW, foi substituida por um
grande lampeo circular de 8 bicos collorado so-
I bre unta torre oylindrica, construida na plata-
i forma daquclla fortaleza. Esta nova luz, que
I fixa e do cor natural, esi elevada 65 palmos por-
tuguezes sobre a superficie das aguos. nos mares
regulares, e pode sor avistada na distancia de 12
militas,O director geral interino, Angelo Tho-
maz dn Amara!.
De ordem do Km. Sr. coii3elhero direc-
tor interino o Dr. Pedro Autran da Malta c Al-
buquerque se faz publico, que esl posta a con-
curso com o prazo do 4 mezes a cadeira de in-
glez, do curso de preparatorios desla faculdade
de direilo, e o candidato que se quizer inscre-
ver, devora justificar perante o Exra. Sr. di-
rector :
1. Ser cidado brasileiro.
2. Maioridade legal.
3. Moralidade, por meio de alleslados dos pa- j
rochos, e de folhas corridas, nos lugares onde
lijiivcr residido us cinco ltimos annos.
4. Capacidade professionol.
Os que porm tiverem sido em algum lempo
enndemnados a gales ou soffrido aecusacao ju-
dicial de furto, roubo, estellionalo, banca rota,
rapto ou outro qualquer crime, que ofrenda a
moral publica ou a religio do oslado, nao se
poJero inserever, excepto, se a acrusaro judi-
cial tiver sido argida de falsa, pelo candidato e
nao liouvcr provocado condemnaco judicial ; e
assim o decidir a congregarlo por'via de recurso
inlerposlo dentro do 10 das.
Para a capacidade professional, devora exhibir
o candidato algum dos documentos seguinles:
1." Titulo de capacidade na materia em con-
curso conferido pelo conselho director da ins-
trueco primaria e secundaria da corle.
2," Ttlulo de professor publico, lambem da
materia cm concurso, concedido pelo govemo
imperial.
3. Diploma de bacharel ou de doulor as fa-
cuhlades do imperio ou academias estrangeiras
Pela subdelegada do Recife se faz publico,
que se acha recolhido casa de delencao uro
preln de nome Benediclo. fgido desde 8I9. c.
que diz ser escravo dos herdeiros de Manuel de
Almeida Lopes, genro quo foi de Joaquim Lobato
Ferreira
Ignacio Antonio Borges.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para seren re-
colhidas desde j as olas
de 10,000 e 2o,ooo da
emissao do banco.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que no correnie mez que os dc-
vedores do segundo semestre do exercicio cor-
rente de 15591860, relativo aos seguinles im-
pos: decima addicional de mo mora ; impooto
de 20 por cento sobre lojr.s, c dito especial a 80
sobre casas de movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz estrangeiro leem de
paga-lo livre de mulla. Recebedoria de Pernam-
buco 1 de junho de 1860.O administrador, A/a-
ROft Carneiro de Souza Lacerda.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
Jo arsenal de guerra, tora de comprar os objec-
los seguinles :
Para o escrivo das ofiicinas do arsenal de
guerra.
1 livro oblongo pautado com 30folhas, nao sen-
do contadas as 2 da abertura c encerrarn ; 10
livros oblongos com dsticos impressos ; '5 livros
paulados de 100 folhas cada um, de formato pe-
queo.
Para o corpo de polica.
2 espadas com bambas de aro para os sargen-
tos ajinfanta e quartcl-mestre ; 2 lelins de cou-
ro de lustre para os mesmos.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secre'aria
do conselho, 4s 10 horas da raanba do dia 22
do correnie mez.
Sala das sesses do conselho adminisliativa
ara fornecimento do arsenal de guerra, 15 de
H
ou bacharel em letlras, salvo as pessoas notaveis junho de 1860. Denlo los Lamenha Lins, co-
porseu talento e reconhecidamenle habilitadas,; ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
quo forem dispensadas desla prova pelo governo [ L060. coronel vogal secretario interino,
ou que se quizercm prestar a um exame previo;
SE,
A noite nublada e de oguaceiros, vento
veio para o terral e assim omanheceu.
OSC1LLAQAO DA HAR.
Baixamar as 8 h. 6' da manha, altura 1.25 p.
Preamar a 2 h. 18' da tarde, altura 7.0 p.
Observatorio do arsenal de marinha 16 dejunho
de 1860 Vibcas Jnior.
Editaes.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, comraendador
da imperial ordem da Rosa c da de Christo, e
juiz de direito especial do commercio desta
cidade do Reci.fo, capital da provincia do Per-
nambuco o seu termo, por S. M. I. c C., que
Dos guarde, etc.
Paco saber aos que o presento edital virem e
delle noticia tiverem, em como no dia 28 do cor-
renie mez, se ho de arrematar por venda,
quem mais der, em praca publica deste juizo na
sala dos auditorios, os bens seguinles : 18 macos
de o de lia da diversas cores, avahado em 2$
cada maco ; 43 ditos de linha branca de novcllos
n 700 rs.; 25 ditos de ditas de cores a 700 rs. ;
12 pecas de bico de seda com 888 jardas a 100
ris a jarda : 24 ditos de tranca de seda o vidri-
Iho a 100 rs. a pec"a ; os quas sao pertencentes
a Marcolino da Costa Rapozo, e lhe foram pe-
nhorados por execuco de Francisco Antonio Al-
ves Msscarenhas, e nao havendo lancador que
cubra o preco da avaliaco, ser a arrematarlo
feila eelo valor da adjudicaco com o abatimento
da le.
E para que chegue an conhecimento de lodos
mandei pasaar editaes que serio publicados pela
imprensa e aflixados aos lugares designados 110
cdigo commercial.
Dado e paseado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 15 dias do mez de junho de 18CQ,
39. da independencia e do imperio do Brasil.
Ru Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrev.
Anitftno FrartWtaea Perelti.
udo de conformidade com o capitulo 4 do regu-
lmenlo de 5 de maio de 1856.
Secretaria da faculdade de direito do Recife
13 de junho de 1860.O secrelario,
Jos Honorio B. de Mtneies.
O Dr. Antonio Joaquim Buarque Nazareth, juiz
municipal c de orphos e ausentes, nesta ci-
dade da Victoria o seu tormo da comarca de
Santo Anto da provincia de Pernambuco por
S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II. que Dos
guarde etc. %
Fago saber que por este meu juizo de ausentes
perante mim se procedoo a errecadaco dos bens
deixados pela finada Isabel Maria Bezerra, a re-
querimento do colftctor de diversas rendas ge-
raes deste municipio, e como nao se obtivesse
informacoos exactas acerca da morada dos her-
deirosda dita finada, vistoachsrem-se em luga-
res nao sabidos, ordenei se passasse o presente,
pelo qual cito, chamo e requeiro o compareri-
menlo dos herdeiros de sobredita finada, bem
como a todos os que direito tiverem cm sua he-
ranea ofim de virem habililar-se no prazo de 30
dias a publicarlo deste, o qual ser aQlxado no
lugar publico do costume e publicado pelo Dia-
rio de Pernambuco em quanto durar referido
prazo, lindos os quaes ludo procederei a reve-
lia o na forma di le, e para constar se passou o
presente quo vai por mim assignado com o sello
do juizo, que ante mim serve ou valha sem sello
ex-causa.
Dada e passada nesta cidade da Victoria aos
28 de abril do anno do nascimento do Nosso Se-
nhor Jess Christo de 1860, trigsimo nono da in-
dependencia c do imperio do Brasil.Eu Anto-
nio Ludgero da Silva Costa, escrivo de orphos
e ausentes o escrev
Antonio Joaquim Buarque Nazareth.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cumplimento das ordens do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo vindouro, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar, a quem mais der, a laza
das Barreiras da ponte do Manguind e da es-
trada da Capunga, avahadas animalmente ambas
em 6:70000e re.
Xs arreaialacfieaserlo feitaspor tampo de tres
annes, a contar do 1, de julho do correnie an-
no a 30 do junho de 1863.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
lacao, comparecen na sala das sessues da mes-
ma junta no dia cima indicado, pela meio-dia,
competentemente habilitadas, coro anas propos-
tas ero cartas fechadas.
Epara constar se mando iQUoc o presente e
publicar pelo Diario;
Copsollio econmico do balalhao de -
fantaria n. 9.
Precisa ronlra'ar para o fornecimento de suas
[iracas arranchadas, durante o semdstrc qae de-
correr de. julhf.audezentbro deste anno, o gene-
ros em seguida iaeneionados, os quaes deverao
ser de boa qualtmde : arroz, assucar branco sem
ser refinado, ou refinado trigueiro, azoile doce,
bacalho, caf em carosso, carne secca* dita ver-
de, farinha de mandioca, feijao, lenha, rnantei-
g, pao de 4 onras, ditos de 6, ioucinho>-.e vina-
gro : quera pois se comprometler a foroecer di-
tos gneros, aprsente suas propostas em cartas
fechadas, na secretaria do dito batalho, no dia
28 do correnie, at as 10 horas da saanhaa.
Quartel oa cidade do Recife 15 de junho de-.
1860.O >nnte secrelario.
Jos Francisco de Moraes e Vasconcellos.
Conselho de compras navaes.
Contraa este conselho no dia 21 do correnie
mez, os fornecimentos de medicamentos e uten-
silios enfermara de marinha, e o de ambulan-
cias aos navios da armada, por lempo um e ou-
tro fornecimento de 12 mezes, contados do l.de
julho prximo, isso vista de propostas entre-
gues nesse dio at s 11 horas da manhaa, sob
as condices constantes da nota que se acha fran-
ca nesta secretara para quem quizer conslta-
la, bem como o formulario c tabella, regulando
esses fornecimentos, o que tudo por minucioso
deixa-se de declarar.
Contrata mais no dia 25, tamben do correnie
mez, precedendo igualmente a opresentaQio de
proposto; recobiJas nesse dia as at 11 horas da
manhaa, o fornecimento de vveres e oolros ob-
jeclos abaixo declarados para o consumo dos na-
vios da armada c estabelecimeotos de marinha,
pelo tempo smente de 3 meses, lindos em se-
lembro vindouro, sob o condicao de serem os
mesmos objeclos fornecidos da qualidade e na
quanlidade contratjdo*, e na falta pagar-se n
multa de 50 O/o do valor de cada un, alem de
carregar o contratante com o excesso do preco
no mercado, caso o naja, em raxo dessas faltas
motivarcm a ah recorrer-se.
Objeclos.
Arroz do Maraoho, agurdenle branca de al)
graos, assucar branco, azeite doce, bolacha, ba-
callao, carne seoca, caf, carne verde, cangica.
farinha de Mandioca, feijao, rmniei&a franceza,
malte, pie, toucinho de Lisboa, vinagre de dito,
velas da carnauba, dilas de espermacei*.
Sala do conselho dfreortrecas vtas-e Pet-
nsmlMco, t2dejua*osel80.


T<>
Acham-se deposilados pela subdelegada do
primeiro districlo da reguoaia dos Afogados, ires
cavallos, sendo dous russos e un casianho, o bem
assim urna carleira que fui echada cora algnm
dinheiro ; quem se julgar cora direito, compare-
ca neste juizo, que provandn, Ihe se* entregue.
Jos Roberto de Moraes 6 Silva.
IUpnrtivo da polica.
Scrretaria da polica de Pernambdco, 4 de Ju-
nto de 1860.
O Illtn. Sr. Dr. chele de .polica manda fazer
publico, para conhecimcnlo dos inleressados, as
disposices do artigo 72 do regulamciilo n. 120
de 31 de Janeiro do 1842.
Nao se conceder passaporle a cidadao Era- ,
sileiro, para porto eslrangeiro, ou a cslraiigero,' Almeida.
MARIO PE rEnNAMBOff? SEGUNDA PETRA 18 DE JUNfi DE 1860.
anda que geja de un paia oulru provincia jo
imperio, seni que sun sabida srja previamente
annunciada tros jornacs ires flirs pelo menos.
Onde uo liotiver jornal os aumfncios se afflxarao
na porta da matriz da freguezis, e nos lugares
mais pnolicos.
S no caso de necessiia&e urgente e especi-
fica la se dispnsala essa furraalidade aos que
prestarem flanea idnea.
O fiador se resporrssbilsar neste caso pelas
dmidas do amaneado, e se s.igeitar a pena de
murta al 200(000 no raso de se mostrar que o
afllaneado procuren por esse meio evitar qual-
quer respousaurliderde.
Conforme.O secretario, Rufino Augusto de
THE Al
DE
SANTA IS
COMPANHIA
DE
junho.
Terca-feira, 19 de
Primcira recita de assignatura e da primeinl serie para os camarotes.
Rcprcsentar-sc-ha a opera cm tres ado?, ac Bollini
As 8 horas cm ponto se dar principio,
estar aborto meia hora antes.
ExisiPm ainda bilheles de camarotes e cadeiras para
no dia do espectculo, desde 9 horas cm diante jumamente a>s de platea.
publico, o tlieatro
signarem-se, eu para seren vendidos
Avisos martimos.
= Pera o Aracaty, o hiale Santa Rila sahe
com brevidade, ainda recebe carga trata-se na
ua da Madre de Heos n. 2
Para a Baha
segu em poneos das o hiale Bom Amigo, de irra loLi Z21Z
superior marcha ; para carga, trata-se com o ca- |,C,ra J |d0 C0lrente as 11 horas em
pillo Pereira Marinho, em casa do Palmeira & ponto.
Beltro, no largo do Corpo Santo n. 6.
RO Grande do Sul.
O brigue Firma segu no dia 25 de junho,
recebe ainda alguraa carga trata se com Tei-
xcira Basto, S & C, no largo do Corpo Santo
numero G.
murado Idos lados e cercado na frente
cora madeira. tendo casa terrea de Pe-
dra ecal.com 40 palmos de fente e ,15
de fund, aisento ern solo proprio epa-
a e.\am dos Srs. concurrentes poderao
cima que se
para esle ftn : ferra-
se entender com o
ada habilitado
COXrAMU PE^A5IBLCA\4
LEIUO
rer DE
Unta taberna
LOTiltlA
O thersonreiro dss loteras declara
q'ie
. o pa-
gamento dos premios da quarla parte da quarta
tena doGymnaso Pernambucano, cujas listas
teemdesorptAlicadas em odia t8 do presento
mez, principia a ser rlTectuado do dia 19 do mes-
rao mei-cn fiante, visto como ate e referido dia
18 tem o mesmo thesoureiro e os mais empre-
gados de estacnm ainda oceupados ora a con-
ctusao da exlraccio dos nmeros que nao foram
premiados, para assim se verificar a exacdo da
mencionada lotera.
Thesrniraria das loteras 16 de junho de 1889.
Cmnxlh Pues.
Est fgido o preto Hanocl, alfaiate
quem o capturar leve-e a seu sonhor o
r. Joao Alfredo Correa de Olveira, na
Passagem da Magdalena.
Dja
Fazeodas de goslo.
Augusto & Perdigao aeabam de sortir sua
de fazendas na ra da Cadeia do Recife n. 23, e
vendem pelos preces mais coramodos possiveis
allm deserem preferidos.
Ricos cortes de vestaos de seda de duas salas e
babados.
Ditos ditos de seda do phantasia de duas saias c
dous babados.
Ditos uitc.s de gazc, barego e larlatana.
Superiores taimas de seda, manteletes
Unho.
S iperioros taimas de trocal de seda
anguilos e golas de ponfo inglez.
uvas de pellira, perfumaras linas e penlcs de
tartaruga eoulras mutas faiendas proprias da
praca. r
Vcnde-se fazendas por lodo precio para 9
prctos
de cor
acabar
gu o ni
DE
NO
Navegado costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandanle Lobato,
sahr para os portos do sul de sua escala no da j
20 do correle. Recebe carga al o dia 18 o meio
dia. Previne-se aos Srs. carregadores que ne-
nlitima carga ser recebida a bordo sem bilhele
da gerencia.
Pateo do Terco n. 28,
PELO AGENTE
Cear.
Seguc com brevidade o pslhabotc Sania
Cruz, recebe carga a frote c passageiros ; a tra-
tar" com Caetano Cyriacu da C. M. no lado do
Corpo Santo n. 25, primeiro andar.
RGO
na ra do Queimado n. 51", che-
n pechincha. jjK
BALES
de papel fino transparente e co-
loridos, de differentes desenhos e
lelreiros, proprios para festejos
de S. Joao: vendem-se por pro-
cos muio commodos, na ra
Cruz no Recife armazem n.14.
Lotera da provincia.
O hilhete n. 5262 da terceira parte
da primeira lotera do Espirito Santo
premiado com a sorte de 10:0000, fui
apresentado pelo Sr. Fortunato Jos
Dias de Sampaio, guarda livros dos Srs,
Braga & Antuncs, sendo Ihe remettido
dito bilhet i da Paralaba. O thesou-
reiro, Camilio Pires.
Precisa-se de urna ama : na ra do Sebo,
casa terrea confronte a de n. 22.
-* Pergunts-se a certo porteiro onde aprendeu
e prophelisar os martyrios no dia 2 de fevereiro
de 1819?
Menfo.
Pugto da casa do Sr. Manoel Ferreira Lima, no
da 8 ** correnle. as 8 horas da noilo, aonde seu
senhoro tinha alugado, o mualo de nome Be-
larmiao, natural do sertao, com os signaes se-
guirte : estatura regular, cheio do corpo, olhos
alguma cousa vermelhqs, principalmente quando
bebe barb pouca, beie.os grossos, ps idem, em
uto aelles tem un dedo alcijado de um Ulho de
machado, e diz o Sr. Lima elle eslar presente-
mente com urna ferida em um delles de um lado
rnuilo rcgrisla, intitula-se glosador, de idade d
40 anuos, pouco mais ou menos, levou vcslido
calca, camisa de algodao azul e chapeo de bala
cor do macaco ; elle veio ha poucos mezes do
engeoho Alto, do Jo3o Ferru ndes, freguezia de
Agua Preta, aonde seu senhor foi rendeiro Des-
confla-se ello andar pelas freguezias de Santo
Antonio e S.Jos: portanto roga-se as autorida-
des policiaes e capiles de campo hajam de o ap-
prehendereleva-lo casa de seu senhor, na ra
imperial n. 169, que serao generosamente recom-
pensados : roga-se timbem aos senhores empre-
gaos da eslaco da va frrea repararen lano
na sahidj do trem os passageiros, e como na lo-
comotiva do servico, pois o mesmo j lenlou de
ontra vez sahir para ir trabalhar na estrada da
mesma va.
Urna pessoa se offerece para ensinar em
casas particulares, a grammatica portugueza, es-
cripia correcta, leitura certa, contabilidades e
trancez, pessoas de ambos os sexos : quem do
seu presumo se quizer uilisar, diiija-se a ra
doQueimado, loja n. 13, quo se dar informa-
ces dessi pessoa.
Precisa-se de urna ama : no pateo do Terco
Altenco.
O hachare! Amaro Joaquim Fonseca de Albu-
querque pelo presente declara, que se nao res-
ponsabilisa e nem paga qualquer quanla de ne-
nhuns objectos tomados por scus fmulos ou al-
guma outra pessoa sem a competente ordem es-
cripia por seu proprio punho.
O 4. balalhao de arlilhaiia a p, aquarlcla-
do na cidade do Olinda, contraa para forneci-
menio de suas pracas, no 2. semestre do cor-
renle anuo, os gneros seguintes : arroz pilado
assucar mascavado refinado, azeite doce, baca-
Ihao, caf de carosso, carne verde, dita socca
leijao. fannha de mandioca, lenta cm adas'
manteiga franceza, pes Oe 6 e 4 occas, sal, lou-
cinho de Lisboa e vinagre : as pessoas que se
propozerem ao dito fornecimeuto, queiram apre-
sentar suas propostas em caria fechada, na casa
ua ordem do referido balalhu at o dia 25 do
C,oro"le meT" ^uarlel cm Oiinda 15 de junta
da 1860.=Jos Francisco de Azevedo, 2.0 len-
te agente.
Em praca publica do juizo dos feilos da C-
senos provincial se hao de arrematar por venda :
Urna casa terrea na ra do Bom Costo, fiegue-
zia dos Afogados n. 19, com 18 palmos de frente
da : c 50 de fundo, pequeo quintal em aberto em
chas foreiros, por 50g.
Oulra dita na mesma ra n. 21, com 18 palmos
de frente e 50 de fundo, quintal cm aberto, c i
chaos foreiros, por 50, as quaes foram penhora-
das aos herdeirosde Joaquim Caetano da Luz.
Um terreno na travessa da ra Real n. 15, cora 1
20 palmos do frenje e 200 de fundo, com os ali-
cercea da casa que oulr'ora exista por 300, o
qual foi pentiorado A viuva de Vicente J'erreira
dos Santos.
betn applrcadasnoseuugar.-------------"v"' """* '"""" ",,a "" ^ n ch,P" P">n *r
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil
os pan?aChcoP|1ocaMo mS?"**" *" c,,mPeletes explic.coes e tamben, do todo, os accesso-
.;. Consul,.as ? 'da.9 Pessoas que a dignarem honrar com a sua cooflanca, em seu esrricfn
iio.que se achara aberto lodosos das, sjm excepcio das 9 horas da manha s 2da larde P
119 Ruado Parto ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
m.

GRANDE ARMAZEM
sss
SwSJS

3^
Ra Nova n. 47, junto a igreja da Con-
cerni dos Militares.
Acha-se na directo da officina deste acreditado armazem o hbil
^ artista Francisco de Assis Avellar, antigo contra-mestre do fallecido
g|>3 Manoel Jos Ferrara. O respeitavel publico continuara- a encon-
^ trar em dito armazem um grande e vanado sortimento de roupas
33|j eitas, como sejam: casacas, sobrecasacas, fraques, paletots de panno
gg| lino, ditos de catemira de cores, de merm, bombazina alpaca preta
3^1 e decores, d.tos de brm de l.nho branco, pardo e de' cies calcas
Sp de casemira preta e de cores, ditas de merino, de princeza, de brins
M pardo' brancoe de core8 colletes de velludo preto e decores, ditos de
3>3 porguiao, ditos de setim preto e branco, ditos de merino para
=H| ditos de fuslo brancoe de cores, paletots, casaos, jaquetas,
^| e colhetes para meninos de G a 12 annos, ca
imisas, seroulas.
calcas
chapeos
para
^>>S e gravatas pretas e de core, libres para criados, ardamentos
^P a guarda nacional da capital e do interior.
5>1 Apromptatn-se becas para desembargadores, ientes, uzps de di-
t^l re,t; mun,CIPaesf Promotores, e vestidos para montarla. Naoapra .
|H dando ao comprador algumas das.oupas eitas se apromptatao ou- Hl
32 tra a seu gosto, quer com fazenda sua ou do armazem para o me i^3
m tem escolludos e habis oflic.aes, dando-setoda e qualquer roupa no S<
^ da convencionado. n r S:
/BS
Bm
O bacharel Amaro Joaquim Fonseca
de Alhuqiierque droga por ora nica-
mente no crime : quem pois quizer do
seu presumo ulilisar dirija-so a ra das
Flores n. 37, segundo andar.
'? ?T l "? 7T-" *,T, ff3 -? -? S-? Sfl ffiv 5V7 tt cv c.,-1^, B
; i tis
Otferece-se urna mu'.herquc cose e engom-
ma com mnila perfeicao, preferindo que seja pa-
ra casa de familia: a "tratar na ra do Caldeirei-
ron. 80.
- Claudina Amelia de Carvalho retira-se pa-
... i ra fora,la provincia, julga nada dever, mas quem
diencias. as 10 hora^nSa Vt&> > SJgSStSSSXSr
C0-nVendcVeC TLZl '? IS" T^ I SM&STJSSm oncarrega-
moTnda nova a ma! ?Z m S6"h V"r uma do de fazcr a festa no dia 27 de setcmbro fuluro
is saf as c vend ^^11.1'" PC?UC" dos ,orio,os raartyres S'S- Cosrae e D0 des-
.*:.'."'.*','.-C-*f.!endt Pr *.er comprado machina ia vi|ia de Iguarass, pelo prsenle declara a to-
Os prelendentes
AS 11 HORAS EM PONTO.
O agente cima tara' leilao de
uma
taberna |com noucos fundos propria pa-
ra um principiante: no mencionado dia
l>Oras.
REAL 10MPAM1IA
Anglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em diante o va-
por Portugal, e depois da demora do coslume
seguir para os portos do sul. Passageiros ele.
a tratar com os agentes Tasso Irmos.
Para a Baha.
O hiale Bom Amigo, tendo a maior parle da
carga engajada, segu al o flm da prsenle se-
mana : para o resto di carga, trata-se com o ca-
pilao Pereira Marinho, cm casa de Palmeira &
Belhao, no largo do Corpo Santo n. 6.
PELO AGENTE
Leiloes.
STANA.
O refer Jp agente tara leilao por conta e risco
de quem |.ertencer.segunda-feira 18 do correnle
as 10 oras da manhaa no armazem da ra do
Trapiche Sovo n. 14
DE
oO barris com toucinho americano e carnes em
barril de 200 libras, o que melhor tem vindo
ao mercado.
Avisos diversos.
LEILAO
DE
MOVIS.
A requenmento dos depositarios da
massa fallida de Claudiano Xavier de
Oliveirae despacho do juiz especial do
commercio, o agente Hyppolito da Sil-
va, ara' leilao dos movis pertencente
a mesma massa ; quinta feira 21 do cor-
rente as 11 horas em ponto, no sitio do
Manguind confronte a casa do Sr
Seve.
llavera' mnibus as 10 1|2 horas da
manhaa na ruado Crespo, para os Srs.
concurrentes.
LEILAO
DE
lua loja de fazendas.
A requenmento dos depositario! da
massa alliaa de Claudiano Xavier de
Oliveira e despacho do juiz de direilo
especial do commercio, o agente Hyp.
polito da Silva, fara' leilao das fazendas
e armacao existentes na loja n. 55 da
ra da Cadeia relha: sexta-feira 22 do
correnle as 11 horas em ponto na mes-
ma loja.
E na mesma occatao serao vendidas
a$ dividas activa do mesmo estabeleci-l
ment.
0 Livro do
na
Leilao
O agente Hyppolito da Silva ara'
leilao em ten armazem sito na ra do
Imperador n. 35, por despacho do lllm.
Sr. Dr. juiz dos orphSos e a requeri-
mentode Anna Jeronyma Correia eou-
tros, de um sitio na ra do Destino
(Boa-Vista) com bastantes fructeiras,
Pag, con-
tendo 20 assumptos, e 440
sorted para homens e senho-
ras, se guidos de varias poezias
e cha-adas a 1^000 res: Na
livraria n. 6 e 8 da Praca da
Independencia.
Novas sortes em folha de
papel n 80 res cada folha, con-
tendo 96 sortes para homens
e senioras : vendem-se
mesm i livraria.
Collarinhos
inglezes.
Superiojres collarinhos inglezes e francezes das
formas mais modernas, e preco commodo : em
asa de i. Falque, ra do Crespo n. 4.
Consulado de Franca.
pono, precisa tomar a risco cerca de 30 OOOjfOOO
para pagarasdiirereniesdspezas que tem sido
oiingadoB fazcr nfste porto. O dito empresti-
mo ser fiara nudo pelo mesmo navio e seu car-
regamenllo. ser embolsado no porlo do Rio de
Janeiro. As pessoas que pretenderen! fazer este
adiantamienlo sao convidadas a comparecerem
quinta-teara,21 correnle. as 11 horas em pon-
to na ch^neellena do consulado de Franca, aon-
de fc*A lugar Ha .adjudicacao, em prosenca do
Sr. coasuIII de Franea. a quera por menos flzer.
Pernambuco 18 de junho de 1860.
Mo dia 19, ao neiodia.conlina no sobrado
n.Sdarua do Apollo, em presenta do Sr. Dr.
juiz de ausentes, a arrenMtacao do espolio do
ausente Francisco do Paula Figueira de Saboia.
Ayso.
h.F,qUe P*rlic'P os eus freguezes que e-lle
um neon/ee.be- pe'? !'p?r fra"cez Guien,
um pequeo sorlimenlo de uvas de oellica Jou
d, boln.. Mellis para homens. ditas d.s do
mo nqUrC|5e'.0 ^ *' P"8 'eoh >"
%?J~J*??* 08:.aPre8 cebera um sonimenlo
Xreazo.rv0el.0l,JeC,OS' "*? veui"4 PP
Vende-se a bordo do brigue nacional Mafra
liindeado no ancoradouro da carne, tanhas do
Rio Grande, lano aos centos, como em barris
quartolas ou pipas ; assim como ceblas.
Segu uma lnha d%carrospara San(,Ama-
ro Jaboatao lodos os das s 4 horas da larde, e
volta s 6 horas da manhaa, a 6a ida e vollt : na
cocheira da ra da Paz u. 13 A. i
I- A pessoa que annunciou querer comprar
urna escrova moca, e que seja ptima engomma-
deira, coz.nheira o coza, e nao lenha achaques,
dHja-sc ao Hospicio, taberna do Elephanie, que
se dir porquo se vende. Na mesma se vende
hrva-mate muto nova e mais em conla queem
outra qualquer parlo, bem como sement de
adentro.
a vapor : trata se no engenho Mossambique, cm
S. Lourenco da Malta, aonde so pode examinar,
ou no Recife, na ponte da Passagem da Magdale-
na, com Francisco Ribero de Diito.
Vende-se uma bonita escrava, perfela en-
gommadeira, cozinha e lava : na ra do Impera-
dor n. 54, primeiro andar.
Vende-se a loja do arco da Conceico n. 6,
com fazendas ou sem ellas : a Iralar na ra ui-
rcila n. 104.
Manuel Firmino Ffrreirn, Marianna Au-
gusta Ferreira e Antonio Jos Bandeira do
Mello, cunhado, irma o irmao do finado
Joao Augusto Bandeira de Mello cordial-
mente gradeccm a todos os senhores que
se.dignaram acompanhar ao cemterio pu-
blico os restos morlaes do dilo finado e
com particularidade ao lllm. Sr. comrnen-
daaor coronel Francisco Joaquim Pereira
Lobo, e mais numerosos amigos que apezar
de nao seren convidados por falla de lem-
po so apresentaram expontaneamenlo mu-
nidos de carro sua custa, tornando
conseguinte o acto mais biilhanle.
por
Aen^ao.
So da i) do correnle, pelas 5 e meia horas da
larde, da cidade de Goianna em direccao ao lu-
gar do Trapiche, porto do embarque, perdeu-se
urna carleira conlendo o seguinte, em dnhero :
57, sendo 20 moedas do prata de valor de 500
res cada uma e o restante era sedulas, e mais
5 letras | vencidas, aceitas pelo Sr. Joaquim
Francisco Das Mouleiro, morador em Pedras de
Luiz Soulan.cutilcro e armeiro fran-
cez, que Irabalhou em casa dos Srs.
Pommateau e Pradines aiu, previne
ao publico que acaba de esiabelccor-se
na ra das Cruzes n. 38, aonde offere-
ce seu prestinio, qur para amolacoes,
qur para concerlos de qualquer espe-
cie, o que promclle fazer com rapidez
e perfeicao. Igualmente se encarrega
de concert de instrumentos de cirurgia
e dentistas ; quem (Je seu presumo so
quizer ulilisar pode flear iuleiramento
descancado quaulo ao apurado do 1ra-
balho.
mvmnmi
??
Altenco.
a
Prccisa-sc de um menino portuguez que qu.i-
ra servir do criado em casa de um moco solleiro:
quem se achar nestas condicoes, poder se diri-
gir loja n. 8 da rui do Qiieiraado, que achara
com quem tratar.
Attenco.
Quem annunciou precisar de uma
Fogo e sacadas pelos Srs. Sampaio' Silva C I ePle,,da bem do partidas dobradas,
desla prac,a cora os vencimentos e valores men-
cionados ; 1 letra n. 869 vencida em 23 de outu-
bro de 1858 da quanla de 868990, 1 dita n. 889
vencida cm 6 de fevereiro do 1859. da quanla de
488, 1 dita n. 890, vencida em 6 de fevereiro de
1859. da quanla de 43. 1 dita n. 890. vencida
?'S,, niev'ereiro de 1859- da quanla de ris
1:394*983.1 dila n. 979. vencida em 16 de agos-
to de 1859, de 97g, e uma dita n. 945, vencida
em15 de julho do 18J9, de 1:665*315; leando
portanto o mesmo Sr. Das Monleiro prevenido
do succedido para nao pagar a pessoa alguma
que nao sejam os secadores ; e roga a pessoa
que lenha achado dita carleira, poner dispor do
dnhero como sua gralificaco e as letras quera
gir-sca ra do Passeio Publico n. 11.
m
i* Santos, medico operador e
ser procurado na casa Je sua residencia
@ na ra do Rangel n. 16.
Alug3-sc o primeiro andar da casa o. 112
da ra Imperial, com muilos commodos ; a fal-
lar na ra Direita, casa n. 6.
= O abaxo assignado participa ao respeilavel
publico e principalmente ao corpo do commercio,
que desde o da 13 do correnle o Sr. Jeremas
de Carvalho Brandao deixou de ser seu caixeiro.
dos os fiis devotos que se dignarem concorrer
rom suas olleras para o brillnnsmo da mesma
fesla, que elle achando-se, por ncommodo pliy-
sico, impossibililado de agencia-las, tem accor-
dado nomear uma rommlsso composla dos Srs.
Luiz Ferreira Bandeira de Mello, Joao Luiz de
Almeida Ribero e o alteres Manoel Jordao Rol-
dao de Vasconcellos, a quem podero os mesmos
senhores devotos entregar as suas offertas, visto
como o abaxo asignado Ihe tem concedido lodos
os poderes relativos a tal tira, sendo que igual-
mente declara que a supradia commissao ficar
obrigada por qualquer despeza que flzer superior
as esmolas que tirar. Iguarass II de junho de
1860.Antonio Mutins do Couto Vianna.
Um moco com bonita letra, e competente-
mente habilitado em escripia por partidas dobra-
das, so offerece para caixeiro de alguma casa
cummorcial : quem precisar, dirija-se a loja do
Sr. Figueiroa, era carta fechada, com as iniciaes
A. 8.
Sincero reconlicciniento.
liiflamiiiac&o dos bofes.
Nada ha mais justo do que dar os devidos lou-
vores a quem os merece, e por isso que faco a
presente declaraco s preciosas virtudes das
chapas medicinis do Sr Ricardo Kirk, morador
na roa do Parlo n. 119, pois no curio espaco de
30 diascuraram uma escrava minha que padeca
de inflammaco nos bofes da qual eslava j t.io
atacada, que nao podi estar senao deilada. ape-
zar de ler feito lodos os remedios. Por tanto
nao obstante as ditas chapas serem bem cor.he-
cidas por suas innumeraveis curas, faco tambem
esla declaraco em signal do mcu sincero reco-
nhecimento.
Caes da Gloria n. 90, Ro de Janeiro.
ni: fos da Costa.
Rccorihecida verdadeira a assignatura supra pe-
lo labello.Jos Cardoso Fonles.
Louvor c merecimento.
Inllainiiuh'o na bocea do estomago.
Possuido dos mais sinceros agradecmentos,
vou por meio dcsta folha declarar o feliz curativo
que minha senhora recebeu por meio das cha-
pas medicinaes do Sr. Ricardo Kirk, eseriptorio
ra do Parlo n 119. leando boa em 30 das de
, ma in/lammarono estomago, i\ao padeca ha
parteiro pode g mais de 2 annos. por cuja causa soffra immen-
sos incommodos ; por to justo motivo confesso
a minha gratido para com o autor de to pre-
cioso remedio, quo pode sera duvida ser til a
tantas pessoas que padecem a mesma molestia.
Ra de 9. Pedro n. 291, Ro do Janeiro.
Anselmo Mutta das Nives.
Dos tres cavallos furtados no engenho Bom-
lim. sublraccao foi annunciada por este Diario ; ap-
pareceu um, o do morador, que foi lomado a ura,
ladrao no lugar Ibura, recolhido ao deposito nos
Afogados, e aln entregue a seu respectivo dono ;
coritinuam, porm, a eslar furtados os outros
dous di fazenda, sendo um alasao claro, carreea-
o oulro castanho, inleiro, e
tem vento as mos que o faz
quando viaja mais : ro pessoa quo
queira diri-
dor baxo, castrado
que o taz emagrecer
. a-se as autoridades do
gar onde foi apprehendido aquelle cav.illo, de
.ndagaiom esse negocio que hoje mais fcil por
se haver prendido o que o tinha orculto. Qual-
quer noticia a respeto pide ser dada na praca
no escrplono dos Srs. M. I. do Oliveira & Fillio'
praca do Corpo Santo, que satisfar qualquer des-
peza para oblencao dos mesmos cavallos.
O Sr. Jos Antonio da Silva Jnior querj
enlender-se com Teixeira Basto, S 4 C, no lar-
go do Corpo Santo n. 6, segundo andar, a nago-
cio de seu inleres3e.
.j-j*
O r. Cosme de Sa' Pereira
de volt deiua viagem instructi-l
tiva a iuropa continua no exer-]
gcicio de sua prossao medica.
Da' consultas em seu escripto-l
'rio, no bairro do Recife, ra da!
Cruz n. 53, tolos os dias, menos
!nos domingos, desde as 6 boratl
^t as 10 da manhaa, sobi
vf seguintes pontos :
)re os
de
lazer o favor do entrega-las (visto em nada Ihe Recife 14 de junho de 1860.
ser uhl) em Goiannaa ao Sr. Ivo Antonio do An-
drado Lima, ou nesta cidade aos Srs. Sampaio,
Silva C. com loja de ferragens na ra da Ca-
deia do Recife n. 56.
As letras aceitas por Victorino Pereira Maia,
da Paraluba, por conta da massa fallida de Joa-
quim Pereira Maia & c, serao pagas no dia do
vencimenlo (31 do correnle) no eseriptorio de
Saunders Brolhers & C na praca do Corpo San-
to n. 11. r
Mj vonde-se 1 candieiro do gaz com seis 3)
Cb bicos. de bom gosto, 4 ditos de dous b- 3)
Seos e 1 registro para 20 bicos, ludo por <,
preco muilo commodo; nesta lypogra- jP
phia ou na ra do Hospicio n. 17. se dir J
5g quem vende. m
Vende-se uma pequea fabrica de sa-
bao bem montada, com todos os uten-
cilios, em bom estado: quem pretender
dirija-re a ra do Brum n. 4i, que
a~haia' com quem tratar.
Partidas dobradas
Precisa-se de uma pessoa que entenda bem
de escripluraco em partidas dobradas para
adiantar uma atrasada seis mezes; annuncie para
ser procurado.
Preeiea-se de urna senhora que sai.a bem
,<)rimeiras leltras, francez, fi.no e msica, para
lo mar eonla da educacao de seis meninas, em
um engenho da freguazia da Escad. : a tratar na
ru. .*to Imperador n. 39, segundo *b4at, entrada
pelo L^eeco do olequim do Paira.
Manoel Francisco de Moraes.
Os abaxo assignados avisara ao respeilavel
publico e com especalidade ao corpo do com-
Cura completa.
Sem resguardo nem incomniodo.
Forte inflammaco na bocea do estomago.
Eu abaxo assignado, fa^o publico, em beno-
mercio, que amigavelmentc dissnlveram a socie- "cl da humanidade, que soffrendo por espaco
dade que linhara na loja de ferragens da ra do ', Je uln *"no uma forte inflammaco na boceado
Qneimado n. 30, que gyravn sob a firma de Car- estomago que me causa va falta de respiracao e
doso 4C, fleando o activo e passivo a cargo dos um ensaco extraordinario, e tendo tomado e
socios Joao Jos da Cruz Muniz o Ignacio Pedro i 8PPl'cado varios remedios, nenhum resultado fa-
d-js Neves sob a firma de Muniz & Nevos Recife vorave.l oblive : achando-me quasi desesperado,
14 de junho de 1860Antonio Francisco Correia recorri finalmente s chapas medicinaes do Sr.
Cardoso, Joao Jos da Cruz Muniz, Ignacio Pedro I Ricardo Kirk, ra do Parlo n. 119,
das Neves.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado n. 15 da travessa do Veras, no
bairro da Boa-Vista, o qual muito
fresco e tem bons commodos para fa-
milia : trata-se na ra da Cadeia arma-
zem n. 3o.
Assucar refi-
nado.
No deposito da ra das La/angeras n. 15. e i...
praca da Boa-Visu n. 26. vende-se assucar crys-
Uhsado pelo prego de 210 rs. a libra.
."~ Precisa-se de uma ama queengoramo e co-
zinhe para um hornera so: n. luja de Leile &
Irroo, n. ra da Cadeia do Recife n. 48
Aliiga-e uma escrava por preco commodo,
fue compra a. /ua, lar. e cozinha o diarie de
uma casa : n Utu na re. Direilo, primeiro a-
ilar, casa a. 32.
n. 11, eseriptorio,
com as quaes, Irazendo em suppursgao os hu-
mores, em 38 dias achei-mo inleiramente livre
desla terrivcl molestia ; pelo que dou ao dilo se-
nhor os meus mais puros e sinceros agradeci-
meulos. Ra dos Ourives n. 2, Rio de Janeiro
Jos Joaquim Fe.rreira.
Pilulas Paulislanas,
Em pacotes pe 8 caixas n. 1 e n. *
Um curativo rarissimo feito pelo medico Car-
los Pedro Etchecoin, sobre a pessoa abaixo as-
signada. Padec o anno passado ura cancro roe-
douro nopeito esquerdo, procedido de uma espi-
nha ou urna dureza de que foi o principio, e com
comichdcs, e urnas certas dores que me respon-
dan) no eoracao. Quando prorurei o dito senhor
a ferida era horrenda que poda caber um ovo de
gallinha. Gracas a eslas pilulas sarei em me-
nos de 60 dias. Felizes daquellcs que tiverem
ao sen alcance os raros remedios do autor
S. Vicente 12de dezembro de 1859.
Escolstica Maria.
Deposito gcral ra do Parto o. 119
MO DE JANEIRO.
Molestias de olhos ;
. Molestias de eoracao e
peito ;
. Molestias dos oi-gaos da gera-
cao, e do anas ;
. Praticara' toda e qualquer
operacao quejulgarconvcnien.
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
lultarem sera' feito indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
Stradas; fazendo exceptu os tloen-
Btesde olhos, ou aquellesque poi
Bmotivojustoobtiverem hora mar-
ceada para este lm.
A applicjcao de algnns medica
jjmentos indispensnveis em varios
|casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera'feito,ou concedido
jratuitamente. A confianca que
nelles deposita, a presteza de sua
Jraccao, e a necessidadepromp
ie seuemprego; tudoquantoo
lemove em beneficio de seus
doentes.
^M^.
Procisa-se de uma ama forra ou captiva para
casa de pouca familia ; na ra da Imperatrz.
loja n.U. r
Sociedade de sel-
leiros.
Roga-se aos senhores socios desla ulil socieda-
de que se digneni ir ver as machinas de coser,
proprias para esle officio : na ra da Imperatrz
numero 10.
nmmmmm^m mmtmn
|K Um mojo habilitado e de boa conduela -f
B offerece-se para ensinar em qualquer ca- rt>
IE sa particular.a pessoas de qualqutr sexo, !

cez. lalim, msica, instrumental e vocal, g
e bem assim copia qualquer peca de mu-
sica muito bem imitando a copia .ilhogra-
, phada, ornando a frente da peca do ca- 3
g> racteres gticos ou do outros quaesquer
af o isto com a presteza que se exigir: a
i Iralar na ra larga do Rosario n. 1, pri-
f, meiro andar.
Precisa-se alugar uma
escrava.
Quem tiver e quizer alugar uma escrava para
casa de muilo pouca familia, tendo as qualida-
des seguintes: que seja muilo fiel o humilde,
que cozinlio solfrvelmenle ; dirija-se a ra do
*Queimado o. 46, loja, Picando o senhor responsa-
vel pelas qualidades eligidas.
Precisa-se de uma ama de leile : no paleo
do Terco n. 26.


-
DUMO DE PERNAMBUCO. SEGN DA PEIRA 18 DS JUNH DE 1880.
fa
ment illuitre da provincia buco, pelo commendador Antonio Joa-1 i. G. OLIYEIRAtendo augmentado, com to-
quim de Mello. Contera ai biographias," a eas contigua, ampias e excellenles ac-
de Luiz Francisco Je Carvalho Couto, comeda|c6es para muilo maior numero de hos-
Jeronymode Albuquerque Maranbfto, ;P*des-J novo se recommenda ao favor elem-
Alvaro Te.xeira de Macedo, e JoSo br"? df 8eus .migo, e doaSrs. viajantes que
Antonio Salter de Mendoza; vettoi,11'8'1?".cl-^rST^T^S^l
era!
entre os quaes
urna noticia
Goianna era 1821, e noventa
documentos mneditos. Por ora
mao do autor.
O Dr. Joio Ferreira da Jilva mudou-se da
ra do Rangel para a do Livramento u. 26, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, defron-
te de sua anliga habitaoo. A grande pratica de
auscultarlo reconhecida por quosi lodos os seus
collegas desta cidade torna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulrooes e do cora-
do ; assim como para verificar o estado do sau-
dc dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
ha (cito com bom resultado em o ejercicio de
mais de 20 minos, se julga habilitado para prati-
car toda c qualqucr operaco cirurgica por mais
delicada e dfflcultosa que seja.
nCarlosU.Daboisl
CABELLEIREIRO.
Praca da Boa- Vista n. 3.
* Participa que leudo recebido um grao-
Sj de sortimento de cabellos de Paris, acha-
| se prompto para salisfazer no mais breve
S lempo qnalquer encommends de cabellos,
I como sejam marrafas a Luiz XV.cabellei-
p ras de toda especie tanto para homomco-
jg| mo para senhoras, crescenles,bandos, ca-
deias de relogios, braceletes, trancas pa-
JB ra aneis etc., etc.
Attenco.
As pessoas que liverem objectos por vender, na
agencia deleiles do fallecido Marcolino dr. Bor-
ja Geraldes, queiram apparecer no armazem da
ra do Imperador n. 75 para Ihc sere^n entre-
gues.
serviros o bons ufficios guiando-os cm todas as
30 odes anacrenticas. cou8asq^ preciscm coohecimenlo pr,Uc0 do
,nte de j paiz, etc.: alm do portuguez e do ndex falla-se
dOUS j na CMt 0 hespanbol e frasees.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker*
Machinas de coser: em casa de Samuel?.
Johnston & C. ra da Senzala Nova n. 52.
iEscriptorio de advocada.
a O bacharel Gusmao Lobo advoga no ci- jg
jf vel : jrua do Rangel n. 61 D. .
O Sr. Dionizio Ferreira Cavalcanti tem urna
caria na ra do Quelmado n. 23, primeiro andar
Francisco Jo; Arantes previne a
seus frpguezes, que mudou o seu arma-
zem. de raateriaes da ra do Imperador
(antign da Gadeia de Santo Antonio) pa-
ra o pate do palacio da presidencia
lioje Campo das Princezas, ao lado da
repartlco das obras publicas.
O abaixo assignado roga aos senhores de-
vedores da loja sita na ra Direita n. 102, que
perlencu a seu cunhado Antonio Arco Ramos
Maio, qu tenham a bondade de virem liquidar
acus dbitos, vislo o abaixo assignado ter de li-
quidar a dita loja, c querer fazer isso amigavel-
inenleJos de Azevcdo Maia e Silva.
= Mternus Lins faz publico que contina a
fazer pao de Seuteio todas as quarlas-feiras e
sbbadds, depnis do mein din, na padaria em
Santo Amaro, na taberna da ra da Imperatriz n.
2, na ra da Cruz no Recite n. 5, tambem as
Cinco Ponas, defronte da eslacao da estrada de
(erro, qeposito n. 148.
O abano assignado faz scienle aos devedo-
res da loja sita na ra Direita n. 103, quo per-
lenceu a seu cunhado Antonio Arco Ramos Man,
que nao pagem seno ao abaixo assignado, sob
pena de pagarcm segunda vez.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
O abaiio assignado faz publico que nao ven-
dara nada fndo ao seu escravo Joaquim. em seu
nome ou de sua scnbora, assim como nao d
nada para amostra, porque nao se responsabili-
sa pomada. Recifc 15 de junho de 1860
Francisco Jos Gongalves de Siqueiri.
DENTES I
AKT1I M IAI*.
fUuaestrcita do Rosario n.3|
@ Francisco Pinto Ozoriocolloca denles ar- #
liflciaes pelos JoussystemasVOLCANITE, g
chapas de ouro ou platina, podendo ser @
$ procurado na sobredita ra a qualquer $
hora.
m suya m pea m
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiaios precos.
Do-s amostras com penhor.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquidacio, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ra do
Queimado n. 10.
Por um corte de cabello e
frisamento 500 rs.
Roga-se ao Sr. Antonio francisco de
Aovedo, que levou em 19 d6 abril dous
pares de borzeguinspara senhora (amos-
Ira) queira levar a mesma loja o seu im
norte ou a fazenda.
Joaqun) Jos Silveira, invenlariantc do ca-
sal do finado Marcolino de BorjaGeraldes, convi-
da a todas as pessoas quo se julxarem credoras
do fallecido, a aprescnUrem ao annunciaulc, na
ra da Cadeia do Recife n. 3i, seus ttulos afim
de seren devidamente avoliados.
Sacase pata o Porto, Lisboa e
IlliadeS. Miguel, no escriptono de
Carvallio Nogueira & C, ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
Instrucco.
rn mo^o soltciro.de excellenle conducta, se
cfferece para cnsinar em qualquer engenho per-
to desta praca, nao s primeiras letras, psra o
que est competentemente habilitado, como tam-
bem lalim e geometra, o que prova com docu-
mentos e por j.ter entinado : quem de seu pres-
"limo se quizer ulilisar, annuncie paia ser pro-
curado.
DENTISTA FRANCEZ. 3
Paulo Gaignoux, dentista, rea das La- 3
> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e
. p denco. !
FOIIDHiS IMRV 4860.
Esto venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as follvirrhas para 1860, im-
pressasesta typographw, dasaeguintesq'uali-
dades :
\Ligdes de francez e
piano.
Mademoiselle Clemence de Hannetot
de Manncville continua a dar licoes dea
-w francez e piano na cidade e nos arrabal- S
jg des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar. 3f.
te*
Vlmanak da provincia.
Safio a luz a folhinha com
o aliiianak da provincia para
o correnfeanno de
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomtc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, o um outro vindo de Paris. Esta estabele-
cimenloesl hoje as melhores condces que
possivel para safisfazer as cncommendas dos
objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas aLuz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
balleras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabega a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objectos em cabello serao feilos em sua
presenca.se o desejarem, e achar-se-ha sempre
urna possoa disponivcl para corlar os cabellos, e
penlear as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o excellenle leite virginal de ro-
sas branca para refrescar a pelle, tirar pannos
sardas c espnhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar c fazer crescer os cabello.
assim corno pos imperial de lyrio de Florencia
para borluejns c asperidades da pelle,
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de i saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visilas de grosdcnaples prelo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinbos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado ljf e
Dialisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Carubraias orlandys de cores, lindos pa-
dres, Tara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita do algodiio bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idera
Gollnhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualdades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
do, brancas e de cores
Saias balo de varias qualdades
Tafet rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, van
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de runpa feita
sendo casacas, sol recasacas, paletols,
S colletes, calcas de muitas qualdades
de faxendas
| Chapeos francezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
i seda de todas as qualdades
9 Camisas francezas, peilos de linho e de
algodao brancas e de cores
V Ditas de fusto brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
11200 Capellas brancas para noivas muilo Gnas
f Um completo sortimento de fazendas
3&000 para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
1500 covado
Meias cruas brancas e de cores para
10*000 meninos
16|0O0 Dilasde seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
l0O0 menino
5 Vclludiiho de core?, covado
9 Velbulina decores, covado
9 Pulseiras de velludo pretas e ds co-
9 i res, o par
9 I Ditas de seda idem idem
8 Um sortimento completo de lu-'as de
$900 seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
5 Corles de collete de gorgurao de seda
{640 de cores
9 Dilos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
9 Marquezitas ousombrinhas de seda com
molas para senhora
3*500 Sapalinhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par
9 Casinetas de cores de duas largurasmui-
6*000 to superiores, corado
500 Selim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
280 fazenda nova covado
500 : Selim liso de todas escores, covado
| Lencos de gorgurao de seda pretos
800 Relogios e obras de ouro .
I Cortes de rasemir* de cores a
9
8*500-
9
S
9
S
9
8
9
1*600 i
*320 i!
1*200
9700
2S000
1*000
Engommado.
Uma pessoa de capacidade encerre-
ga se de roupa para engommar por
prero oommodo : a tratar na ra da*
Flores loja de marcineiria n. I.
Aluga-se para caa de familia uma
preta que cos nlia, engomma roupa de
mulhere coze perteitamente ; a tratar
ao Manguinho, sitio da viuva Carvalho.
Cozinheiro.
Prerisa-so alugar um prelo cozinheira ; na ru
do Crespo n- 25.
Altenco
*
Precisa-se do 1:0009 a juros, dndose bype-
Iheca em uma casa terrea nesta cidade : quem
quizer fazer este nagocio, appareca na ra das
Larangeras, casa do Sr. Paulo Gainoux, das 9
huras da raanhaa al as 3 da larde, que lhe dir
quem pretende.
1
I Attenco.
va a frescura e
vida.
o avelludado da
conser-
xinmavera da
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22.
w
)LHINHA RELIGIOSA, contendo, slm do
'-calendario e regulameoto dos direitos pa-
rochiaes, a coolinuaco da tiibliotheca do
Cristao Brasileiro. que se compoe : do lou-
vor ao santo nome de Dos, coToa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo -e
e N. S., a imitacao do de Sonto Ambrozio,
jaculatorias e commemorseao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do-Carme, exercicio da
Via-Sacra, directorio para ocaco mental,
dividido peles-das da-semana, obsequios
ao SS. coracao -de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, ora^es a N. Se-
nhora, ao patrocinio_de S. Jos e arijo do
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oraces. Prego 320 rs.
ITA DE VARIEDABES, contendo o kalonda
rio, regularaento dos direitocparochiaes.e
uma colleccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraea,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultur- nreservalira de arvore8
e fructos. Prego 320 rs.
IdflTA DE PORTA.a qual, alm das-materias do
costume, contm o resumo dos direito
parochiaes. Pre o 160 rs.
Roga-se aos Srg. devedores da esiabele-
cimeato do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarem seus dbitos na ra do Col-
egi venda n. 25 ou na ra 4o Qaeimado loja
JBl. 10.
oqul se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos (la Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
rae^, proviuciaes, inuoicipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Lmpregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
Je toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
ag icolas, industriaes, Httera-
?ias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas,, vendas, acougues, eoge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao oom-
merciante, agricultor, m*ri-
limo e emQiu para todas as
clateses da sociedade.
DE BAIH
Curso pratico e theoricrfde lingua fran- 9
ceza por uma senhora franceza, para dez ik
# mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
mana, das 10 horas at meio dia : quem $
quizer aproveilar pode dirigr-se a ra da
Cruz n. 9, segund andar. Pagamentos g>
j$ adiantados.
Compras.
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-ho tambem do 1* de uovembro em vante, contratos mensaes para
r commodidadee economa do^publico de quem os proprietarios esperam a remuneraco de
OS ii:wri t;r i no
maio
tantos sacrificios.
Assignatur" de banhos frios para uma pessoa por mez.....
m momos, de choque ou chuviscos por mez
Series de wirtoe e. banhos avulsos aos oreos annunciadna.
10(000
15000
DE
GRANDE
Fazendas c roupa feita
POR MEDIDA. (
Na loja e armazem de Joaquim
Rodrigues T^de Mello.
Hua Ao Queimado u. SI,
cm sua \oja Ae 4 oovas.
Tem um completo sortimenlo de roupas fcita3
e por medida a vontade dos freguezes : caigas de I
casemira e de brim, colletes de diversas quali- j
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor-
lmenlo de paletols de panno e de casemira, al-
paca, liazinha, riscadinhos e de brim, que tudo|
se vende por prego commodo ; um completo sor-
lmenlo de chapeos prelos de seda para hornera,
de superior qualidade a 10$, ditos de castor mui-
lo superiores a 16$, chapeos de sol de seda in-
glczes dos melhores que tem vindo ao mercado,
ditos francezes de diversas qnalidades, ditos de
panno grandes e pequeos, cortes de vestidos de
seda de variados gostos para diversos presos, um
completo sortimenlo de bordados e enlremeios,
golinhase mauguilos, ludo por preco commodo ;
chaly de seda e la de gosto mais apurado que
tem apparecido a 19280 o covado, chiljs france-
zas muilo superiores de 260 at 4<0 rs. o covado
de gostos muito delicados : um grande sortimen-
lo de fazendas francezas clnglczas e allomas que
seria impossivel aqu se poder mencionar com
presos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais era conta que em outra parte sendo
a dnheiro.
Pr , ra cosinliar c cutra para engommar,
dundo-se preferencia a escravas: a Ira-1
; tar na ra do Imperador n. 15.
^Consultorio central homeopalhicof
4SRa Direita45
De 5#000 a 6#000.
Continua sob a mesma direceao do Ma- 9
noel de Maltas Teixejra Lima, professor @
em* homeopalhia. As consultas como d'an- &
tes. Q
Sirop du
JARABSL DO FOKGET.
i
Este'tarop-est approvado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
li-nmn sendo o mellior para curar conslipagoes, tesse convulsa e outras,
aflecces dos broucios, ataques d^peilo, irritaee*'s nervosas e insomnolencUs: uma colherada
pela mantia, e outra i noile sio sufticienies. O eltVito deste excelente xarope satisfaz ao mtstno
lempo o doenie e o medico.
O dipotilo i m ra larga de (osario, bttiea de llartholomeo Francitco de Sonta, n. 36.
FUNMCAO
DO
1IEIII I. \l
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No depozilo deste estalieleeimeuto sempre lia grande sorlimeuto de me-
e-nanismo para os engenhos de assuear a salier:
Machinas de vapor roo lerna, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e defacillimo assento ;
Rodas d'agua de ierro com cubos de raadeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas ;
Cannos de ferro, porUs d'agua para ditas, e serrilbas para rodas de madeira ;
Moendas inteiraseon virgens muito fortes, e convenientes ;
Afjias moendas com rodetas motoras para agua, cavados, ou bois, acunhadas em aguill.oes dcazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre *
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornatlias ;
Alambiques de ferro, moinoos de mandioca, fornos para cozer farinlia ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, ca val los ou bois ,
[Aguiues, bronzes eparafusos, arados, ence* e rodas pora carrosas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia quejjosseus freguezes acharo ludo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagera annual para o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a yontade de cada comprador, de fazer os coJicertos de que poder> aecessitar.
1 Botica central liomeopalliica
1 DR. SABINO L PIMO I
<.;- Novos medicamentoshomcopalliicos en- gj
g viadosda Europa pelo Dr. Sabino. ^
^ Estes medicamontos preparados espe- &t
5j cialmente segundo as necessidades da lio-
, meopathia no Brasil, vende-se pelos pre- t
S Qos conhecidos na botica central horneo- *,
g, palluca, ra de Sanio Amaro (Mundo No- IL
i vo) n 6. |
Attenco.
Os efTeitos anliepideraicos, que sao produzidos
pelas fumigacoes hygienicas de Guylon de Mor-
veau, sao eflicazes, como prova a experiencia que
deltas se tem tirado ltimamente. Os vaporas
que se elevam do urna formula desta fumigaco
bastam para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Sm\ih. O andaco que nos vecha de pre-
sente, tem ceifudo muitas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorran)
botica n. 88, na ra Direita, onde se acha ven-
da quanlidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo estar a sua casa iffec-
lada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministraiido-lhe a fu-
migaco, produzio ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circunstancias, que
prectearem das desinfeerdes, o acharao sempre
prompto para mandar eflecluar a devida applira-
;ao. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mui-
to approveitem, e previnem a invaso das epide-
mias ao interior das habilaces ; aseim como .
de importante ulilidade a sua applicacao as fu-
ndas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado de putrefacto. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O pr*/>.o ,'. re
2r"0*>-Jos da Rocha Psrauhos.
COMPAMOIzl
ALLIANCE
Sstabclecida em Londres
bcq m mu.
CAPITAL
C\*M* miWioes de libras
esteTltaas.
Saualars Brothers 4 C tem a honra deln-
rormar S. negociantes, proprietarios de
:asas, airiiemmais convier, que esto plena-
mente utorisaslo* pela diU companhia para
sfTectuar seguros sobre ediCcioi de tijolo e po-
dra, cofcrtos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem os mesmos edificios,
quer coaaista em mobilia ou em fazendas de
qualquer "alidada.
O Sr. Andr Al ves da Fonseca uni r queira
por favor ir ou mandar ra Nova, loja n. 7, a
negocio me nao ignora.
Marice Haroircb vai para Europa.
O prpprietario deste estabelecimento
attendendo ao estado pouco lisongeiro IlraS as S8uinlc:
da bolsa da maior parte da populacao, '
e animado por um sentimento philan-
tropico em prol dos seus antigos fre-
guezes, tem a honra de olTerere-Hits
un resto de boizeguins de bezerro e
lustre, em muito bom estado, mediante
a rctribuicao cima.
ATTENgAO.
Compmn-sc utencilios de fabrica de velas; na
ruado Vigario n. S9. Na mesma vendem-se velas
de carniubaou de composico, as melhores que
ha no mercado c em tonta para acreditar; tam-
bem se vende cera de carnauba em conta.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e Irocam-se escra-
vos na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Vendas.
Vende-se um excellenle deposito con si-
guas generas, e uma boa armacao, boa cas.', ex-
cellenle localidade, tendo duas entradas, uiii.i
pela ra do Imperador e oulra pelo Caes do 22
de Novembro para comniernio, um dosprimei-
ros estabelecimentos na ra do Imperador n. 71:
na mesma casa se dir com quem se (rata.
* Arligos para lulo, i
Chapelinas pretas c mais objectos pro- ^
prios de luto para homem e scnhoro.ven- W
de-se na run Nova n.^5 ^
^ LOJA DE MARM0RE. $1
Fazendas por baixos precos
Ra do Queimado^ loja
de 4 portas n. 10.
Ainda reslam algumas fazendas para conclu'
a liquidaijao da firma de Leite A Correia, ssqmes
se vendem por diminuto prero, sendo entre ou-
Ur. Carneiro Monleiro aproveilando da s
proporcao que lem para mais fcilmente @
m execular ostrabalhos departo, o aconsc- ^
9 Ihado pelo feliz resultado que lem oblido
em multiplicados pjrlos laboriosos, lem @
feilo sua especialidade sobre esle ramo
para o que poder ser procurado o qual- @
quer hora, na ra do Rangel n 16. fi
Bollinhes.
Bandejas enfeiladas com diversos gostos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em por^ao
de libras ou a relalho, que conservam-se muilo
para embarque ou viagem ; asjim como pudins,
pastis de nata, crome, lorias, ou outra qual-
quer pastelera para dessert: tambem preparam-
se bolos finos para o lempo de S. Joo e S. Pe-
dro, das methores qualdades da massa molhada
e secca superior, ludo com o mell.or asscio, e o
mais em conla do mercado, dirija-sc a ra da
Pcnha n. 25. para tralar-se.
i Msica, i
Recebeu-se pelo ultimo
tas msicas para piano :
n. 43
paquete boni-
na ra Nova
|| Loja de marmore. S
Nova ruDdico de ferro
e bronze.
Hua do Brum n. 1.
James E. B. Spears.
Fundidor machinista e engenheiro cncarrega-
se de qualquer obra, assim como sentar vapores
de todas as qualdades para serrara, refmaco,
fabrica de sab.io, machinas para amassar pfio,
para moer mandioca, ludo por preco commodo,
e concerla alvarenges, bombas, vapores, e toda e
qualquer obra.
= D. Thereza Schubz, sua irmaa e 5 fllhos
menores relira ni-se para a Europa.
Precisa-se fallar com o Sr. Manoel Scrapiao
de Almeida Fortes a negocio de seu interesse :
as Cinco Ponas n. 82.
O Sr. Jos Vicente de Paula Almeida quei-
ra apparecer na loja da ra do Queimado n. 10,
que se lhe desejs fallar.
Dentista de Paris.
15Ra Nova15
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz lodas as operaces da sua arte e col-
loca denles artificiaos, ludo com a supe-
rioridade c perfeicao que as pessoas en-
tendidas lhe recohecem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
A#viuva do fallecido Manoel Ferreira da Sil-
va Maia avisa a. lodos es credores do seu casal,
queso apresentem a jssliOcarem seus dbitos no
przo de 15 dias para poderem ser atlondidos no
inventario que est procedendo pelo cartorio do
escrivio Parias, na cidade de Ollnda, pois j che-
gou a procaraco do herdeiro ausente, e quer
acabar com o referido inventario, Uto o mais
breve possivel.
Quem annuncou querer comprar casas em
Olinda, falle na ra do Rangel o. 21, que acba-
rfr com quem tratar.
cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, finas, a 210 e 260.
tscados francezes de cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a ICO rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a l;O00.
Corles de calca de meia casemira a 2$.
Ditos de dita de casemira de cores a 5$.
Panno preto fino a 3?) e 4l>.
Meias de cores, finas, para homem, dtiziaa
1800.
Grvalas d6 seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito finas a 4$.
Ditas crutis finas para homem a 4$.
Cortes de colletes de gorgurao de seda a 2).
Cambraia lisa fina transparente, pega, a J.
Chales de laa e seda, grandes, um 2?.
Grosdenaple prelo de 1(600 a 2?j.
Seda prela lavrada para vestido a 1$600 c 2$.
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16$.
Lengos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitospara camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, ngindo seda, covado
ra 400 rs.
Enlremeios bordados a 200 rs.
Cumisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2gE00.
Toslhas de linho para mesa a 2$ e 4$.
Camisas de meia, uma 640 rs.
Lencos de seda para pesceeo de senhora a
560 rs.
Veslidos brancos bordados para baplisar crian-
zas a 5}000.
Corles decaiga do casemira preta a 6$.
Chales de merino com franja de seda a 5$.
Cortes de caiga de riscado de quadros a & rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1280.
Loncos brancos de cambraia, duzia, a 2.
GBAME ARMAZEM f
DE ff
[Roupa feita.
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceiqo dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um-grande e variodo sortimento de rou- 31
pss feitas, como sejam casacas, sobreca- &
sacas, gndolas, fraques, e paletols de a
panno tino preto e de cores, paletols c ,>
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre- casacos de seda e casemira de cores, cal- fl
cas de casemira preta e de cores, dilasde cu
merino, de princeza, de brim de linho fl
branco e de cores, de fusto e riscados, 3j
caigas de algodao, collett3 de velludo j|
relo e de cores, dilos de selim preto e '2
rauco, ditos de gorgurao e casemira, di-
tos de fusles e brins, fardamenlos para
s guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francozas, chapeos e
grvalas, grande sortimento de roupns
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromplaro oulras agosto do
i comprador dando-se oo da convem o-
nado.
Brim trancado de linho,
todo preto.
A melhor fazenda neste genero que lem vindo-
a esle mercado, por ser muito superior e nao
desbotar: vende-se nicamente na rus da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leite & IrmSo.



<6|
BARATO SO NOPROGRESSO
DIARIO BE PERNAMBCO. SEGUNDA PEIRA 18 DE JUKHO DE 1860.
-largo da Penha-
Neste armazem <3 e molhados con-
ttnua-se a vender os seguinles gneros abauo mencianidos do superiores qualidadcs e mais barato
do que em outra qrnlqVr parle, por serem a maior purtc delles rocebidos em dircitura por conla
dos propnetanos.
Mantega ingiera i e franeeza
pcrfeitamonte Hora mais nova que tem vindo ao mercado de 640 3 800 rs. a libra e cru barril
se fara algum abalimento.
Queijos Aauengos
muilo iiovos recenlemcnte chegados no ultimo vapor da Europa de 1J700 a 38 e a vista do gasto
que o freguez Dzer se far mais algum abalimento.
Quejo pralo
os mais novos que exislcm no mercado al} a libra, en porcao se far abalimento.
\ me i xas traueezas
em latas de 1 1(2 libra por 1$500 rs., e em campoteins de vidro conlendo cada urna 3 libra
por 3000.
Mus tarda ingleza e franceza
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cadla um.
Veradeiros Wgos de comadre
m caixiohasde % libras elegantemente enfeiladas preprias para mimo a lg600 rs.
ttolacuuina ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4J.
Potes visitados
de l a 8 libras proprias para manteiga ou outro quakquer liquido de 400 a 1&000 rs. cada am.
Vmendoas confeitadas proprias para sortes
de S Joao
c 18 a libra e em frasquinhos, conlendo 1 1|2 libra por 2tf.
iA\ \>veto, \i\son e perola
os raelhores que ha neste mercado de 1&600.2 e 2JH50O a libra.
Ma^as em caxinhas de 8 libras
conlendo cada urna difforontes qualidades a 4ft50O.
Palitos de denles lidiados
em molhos cjm 20 maciohos cada um por 200 rs. j
Tijolo trance/.
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c rancezas
em latas e era irascos de diffcrnntes qualidades.
Presuntos, cnonxicas c paios
o mais novo que ha nesle genero a 480, 640 e 720 n. a libra.
Latas de nolacliinha de soda
de differentes qualidadcs a 1J600 em porcao se farjalgura abalimento.
Tambem vendem-se os seguinle's gneros ludo recentemenle chegado e de uperio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourida muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
b-icaiitede Lisboa, maca de tomate, pera secca, pastas, fruclas em calda, amendoas, nozes frascos
com a-nendoas coserlas, confoitcs, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux.proprio
pira conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, maceas de todas as qualidades gom-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagne da|s mais acreditadas martas, cerveias de 'ditas
spi'rmacele baralo, licores francezes muilo tinos, marrasquino de zara, azoitedoce purificado azei'
lonas muilo novas, baoha de porco refinada e oulrbs muilo gneros que encontrar. tendentes a
molhados, por isso prometlcm os proprielarios vet^derem por muilo menos do que outro qualquer,
prometen) mais tambem semrem aquellas pessoa* que mandarcm por outras pouco pralicas" como
". vtessem pessoalmente ; rogam tambem a todos|os sanhores de engenho e seuhores lavradores
queiram mandar suas encommendas no armazem Progresso que se lhcs affianca a boa aualidade e
o acondieonaracnto.
Milita allcDcao.
Ao bom e*barak) que faz ad-
mirar aos compradores.
Roa Direita loja n. 68.
Nao sq engeita dinheiro.
Itiquissimos corles de vestidos de grosdena-
plos prelo bordado a velludo, corles de vestidos
de phantasis de seda muito moderno, cortes de
vestidos de roossulina de seda, cortes de vesti-
dos de baroge de seda com ricos desenhos, cor-
les de vesiidos decambraia bordado a seda, po-
lacas de gresdenaples prelo muito bom objeclo
da moda, paletols de panno de todas as qualida-
des, ditos de rasemira muilo fino.ditos de alpa-
ca de differentes modelos e qualidades, calcas de
casemira preta e de cores, ditas de brim branco
e decores de puro linho, camisas de todas as
Sualidades, cambraia organdys com modernos
esenhos, chales *. meric mnilo fino bordado
a froco todo em roda e com pona redonda, obra
de muilo gosto, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, riquissinios
corles de casemiras de cores muilo fina padroes
do muito gosto, enfeiles de vidrilho, luvas, gr-
valas, espartilhos francezes, alpacas de todas as
cores, gresdenapl.es preto francez o melhor que
pode haver. Alm destas fazendas cxislera ou-
tras muilas que se eslao vendendo por menos
do seu valor.
Champanha.
Campos 4 Lima, na ra do Crespo n.
16, tem para vender urna porcao de gi-
gos com champanha de superioa quali-
dade a tOf o gigo.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos de todas as nacoes pp-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e prorar em caso necessario, que,
pelo uso que de He zeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascurosmaravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
deltas sao to sor prndenles que admiras; o
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas recof
braram com este soberano remedio o uso de seu8
bracos e pomas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputacao! Deltas ha muitasque havendo de-
xado esses asylos de padecimeutos, para seno
subme Itere m essa operaeo dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso dess*
precioswemedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
e oulros magistrados, aflrn de maisautenti.
caremsuafirmativa.
Niugueu, desesperara do estsdo de saude *a
ivesse bastante confianca para ensaiar este re.
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentralatoquenecessitassea natureza domti.
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente .
Que tudo cura.
O ungento toe ., mals particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas
Caimbras
Pianos
Saunders Broth|ers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n 11
alguns pianos do ultimo gosto, recenlimenle
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres e
muito proprios para este clima. *
SAL DO ASSU',
Vendc-sc a bordo do palhabote Oliveira II
assim como palha de carnauba : a tratar no es-
critorio de Slanoel Alvos Guerra, ra do Trapi-
che n. 14, ou com o capitao a bordo.
Ven nculala. um negro mogo muito robusto, c de'bo-
nita figura : na ra Nova n. 52, primeiro andar
Alcatifa.
Campos & Lima, na ra do Crespo n.
16, tem para vender alcatifa com 4 pal-
mos de largura; de muito boa qualidado
epropria para alcatifar, salas e igreias a
800 rs. o covado, dinheiro a vista
Callos,
anc eres
crtad ur'aS.
Dre de cabeca.
~~ tn,ermidades da cutis
en ge ral.
Ditas do anus.
EruPc5es e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengiva escldalas.
Inchacdes
inflammacao do flgado.
Vende-se este
LOJA DO VAPOR.
??le.V-y,ado-'0/,,mcnto de calcado fran-
cez roupa feta. mtudezas finas o perfumaras
ludo por menos do que em outras parles na to-
ja do vapor na ra Nova n. 7 al
SYSTfiHA MEDICO DE HOLLOWAT
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inieira-
mente de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecteria.Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e ienazes
quesepm.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperaco ; facam m competente ensaio dos
eficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperadlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para .qnaiquer das seguinles enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Admiravcis remedios
americanos,
Todas as casas de fam'lia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devem estar prevenidos
com estes remedios. So tres medicamentos com
os quaes se cuta eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prorapto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
o cura os peioies casos de rheiimalismo, dor de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslao, crup, dores nos ossos, contuscs,
queimadura, crupcoes cutneas, angina, reten-
gao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura lodasas enfermidades escrophulosas.chro-
nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de mo3
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas.vene-
rco, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afercocs do ligado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difiieuldade das regras das
mulheies, hipocondra, veneres, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para rcgularisar o syslema, equilibrar a circula-
r.io do sangue, inteiramente vegetaes favoraveis
em lodos os caso3 nunca occasiona nauzeas nem
dores do ventre. dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgam. Estas pilulas ao efiieazes as affec-
oes do Dgodo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
diRcslo, e em todas 83 enfermidades das mu-
lleres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
cues, flores brancas, obstruccoes, histerismo, ele.
no do mais prompto effeiio"na escarlatina, febr
iiilinsa, febre amarella, e em todas as febres ma-
lignas.
Estes Iros importantes medicamentos vem a-
companhados de inslrucrocs impressas que mos-
troui com a maior minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enermidade. Eslao ga-
rantidos de falsificacao por so haver venda no
armazem'de fazendas de Raymundo Carlos Leilo
& Irmao, na ra da Imperalriz n. 10, nicos
agentes em Pcrnambuco.
F0GOIF0GO!
FOGO!
Na estrada de Joao de Barros, no primeiro si-
tio a direita, passando a igreja, acha-se de con-
furmidnde com as posturas municipaes montada
urna fabrica de fogo de artificio de todas as quali-
dades, aonde os apreciadores o poderlo comprar:
recebem-sc encommendas para o mesmo, na ra
da Conceico n. 20.
i
fe


Engenho. I
Vende-se o engenho SantaLuzia,sito na @
m rroguezia de S. Lourengo da Malla, entre fi
os engenhos Penedo de Bai*oc Penedo de Si
Cima : trata-se no mesmo engenho ou no {?';
engenho Mussambique com Felisbino de A
% Carvalho Rapozo.
^@i@@@^
Um a mil pares
promptos.
O respeitavel publico desta ci-
dade e de fra, convidado a
ir a grande fabrica de ta-
maucosdarua Direita, es-
quiua da travessa de S. Pe-
dro, casa pintada de verde
u. 16,
que achara continuadamente sem interrupc3o o
mais bello e riquissinn sorlimento de tsmancos
dos que ha de melhor nesla arte, proprios para a
prsenle estago, que o proprieUrio da mesma
fbrica est resolvido a vender tanto a retalho
como em porcoes, por meaos do que em outra
qualquer parte ; a casa tem sempre urna reserva
ellecliva,prompta para qualquer encommenda por
grande que seja, de 1 a 1,000 pares.
ATTENAO.
Vende-se conlinuadamente saceos com farinha
de mandioca, ditos com milho e trelo de Lisboa
por menos prego que se vende em outra oual-
qaer parte : na ra ds Rangel n. 62, armazem
Vende-se 1
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.'
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight &. C, ra da
Cruz n. 61.
As ementes, plantas de flores e fructeiras da
k AP0, ougan 3 A, vendem-se desde o dia 28 de maio
na ponte de Uchoa sitio do finado Sr. Antonio
Baptista Ribciro de Paria, das 6 s 8 horas da
manhaa e cas 5 horas da larde em diante.
Semea.
Em saceos grandeB, o de qualidade superior,
para fortalecer animaos ; no largo da Assembl
n. 13, trapiche de Antunes Gu maraes & C.
NA
DE
Em frente a
matriz da Boa-Vista n. 86.
Vendem-se e alngam-se bichas de Hambur-
go recentemenle chegadas, pela casa do Sr. J.
Falque ; assim corno se applicam ventosas pela
allraccao.do ar, sem precisar de levar fogo.
Vemto-se urna escrava moga de 16 a 18
anuos, de Itoa figura e conducta, com principio
de varias habilidades, e prer.o muilo commodo,
sendo para o mato melhor; a ra da Roda nu-
mero 34.
Feijo amarello.
Em saceos grandes de 30 cuias, em pequeas
e grandes porces; vende-se muito barato para
acabar, e saceos com farelo, o melhor que tem
vindo ao mercado, a 5} : na ra do Vigario n. 27
ta s>@@@@
IChapos para senhoras J
Vendem-se chapelinas com lindos en-
feiies e de dilTVrcntes cores pelo baratissi-
mo prego de 10 cada urna: na ra do
Queimado loja de 4 portas n. 10.
S3 @ @ @8@
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguinles medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparnlha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
I Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vid ros de boca larga com rol has, de i oocas a
12iibras
I Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala.' o qual rende a mdico
preco.
ATTEN(A0.
Na padaria da ra Imperial n. 55, vende-se o
multo afamado pao de folha, melhor do que cm
qualquer oura parte, por ser trabalhado com
muita delicadeza ; e na raesma aluga-se um pre-
lo para o servico externo.
Para rapazes.
GRANDE SORTIMENTO !
DE
|Fazendase obraseitasj
luoja
Ges&Bastoi
Na ra do Queiinad) n.
46,frente amarella.
J Grande e variado sortimenlo de sobre-
( casacase casacas de pannos finos pretos
o de cores a 28. 30J e 35$, paletols dos
mesmos pannos pretos e de cores a 28g,
20S 22 e 25, ditos de casemira mescla-
dos desuperiot gosto a 16g o 18j>, ditos
das mesmas casemiras saceos modelo
inglez 10, 12, 14 e 15. ditos de al-
paca preta fina saceos a 4, ditos sobre-
casa tambem de alpaca a 7,8Je 9, di-
tos de merino selim a 10}, ditos de me-
rino de eordao a 9}, calcas prelas das
mesmas fazendas a 5 e 6$, colleles pa-
ra luto da mesma fazenda, palotols de
brim trancados 5g, ditos pardos e de
fuslo a 4 e 5jJ, caigas de casemira do
cor e prelas a 7. 8, 9$ e lOg, ditos das
mesmas casemiras para menino a 6jJ, 7
e 8, ditos de brim para homem a 3,
3500. 4 e 5fi, ditos brancos finos a 5,
6 e 7, ditos de meia casemira a 4 e
5, colleles de casemiras preta o de co-
^ res a 5J, e 6, ditos de gorgurao de seda
g brancos e de cores a 5 e 6$, dilos de
| velludo preloe decorosa 9J el. dilos
| de brim branco e de cor a 3, 3$500 e4
|| PIills de Panno fino para menino a
15, 16 e 18, dilos de casemira de cor
1 a7g,8e95, ditosde alpaca a3e3S500
J5 sobrecasacas de alpaca tambem pa,-a me- '
l ninoa5e6,camisas para os mesmos'
| de cores e brancas a duzia 15$, 16 e 20 i
I metas cnus c pintadas para menino d <
P todos os laraanhos, calcas de brim para
I os mesmos a J$500 e3," colarinho de li-
nho a 6000aduzia, loalhas de linho pa-
I ra mos a 900 rs. cada urna, casaveques
S de cambraia muito fina e modernos pelo
I diminuto prego de 12, chapeos com abas
, de lustre a 5, camisas para homem do
l todas as qualidades, seroulas para ho-
mera a 16, 20 e 25 a duzia, vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
| calca, jaqueta e coleles tudo por 10, co-
! bertas de fusto a 6, loalhas de linho
para mesa grande a 7 e 8, camisas in-
HezMi novamentechegada a 36$ a duzia
Superiores chapeos de couro da Russia para
rapazes, muito proprios para a presento esUcao
chuvosa, para os qe tem de andar diariamente
na ra, sao fortes, do muita duracao o nao entra
agua dentro, tem pretos e cor de biaouro, pelo
diminuto prego de 4 cada um : na praca da In-
dependencia ns. 19 e 21, loja do Iaipeao na
porta.
Cocos italianos
de folha de (landres, muito bem acaba-
dos, podendo um dorar tanto quanto
duramquatrodosnossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia: na ra Direita n. 47
loja de funileiro.
Vende-se por commodo prego um
uno apprelho de porcelana, mandado
Fir de encommenda, constando de tres
ricos servidos para cha', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz n. 61, armazem.
Verdadeiras lura de Jovin de to-
dasas cores, ra da Imperatriz n. 1,
'oja do Leconte.
Inflammaeao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males daspernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
dasnaspernas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl.Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., C3da bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambuao.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-sc :
Candieiros de Lilao de Lisboa.
Lazarinas e clavinoles.
Lona larga de superior qualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados com perfeico.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de conslrucco, de lodos os
lmannos.
Pregos caibraes do Porto.
Chaleiras estanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Carlas portuguezas muilo finas.
Balanga de novo modello para' pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalao :*ra engoiom'dr. **
Esporas, brdese estribos de metal do principo.
Ricas feixaduras franeczas para portas com
bolees de vidro.
Taes de ferro de todos os tamanhos.
Ricos paliteiros e tinteiros de metal praleados.
Linhas de carreteis de 200 jardas do autor Ale-
xandre.
Cera era velas de Lisboa
Barato que admira.
Na loja de Machado & Santos, ra do Queima-
do n. 6, por baixo da boneca, vendem-se as se-
guinles fazendas :
Pecas de algodo com pequeo loque de ova-
ra, tcndo.cada pega 20 varas e 4 palmos de lar-
go a 4 c 4#500.
Chilas francezas para coberta, covado a 220 rs
Ditas ditas para vestidos, boiitos padtes. co-
vado a 240 rs.
Ditas ditas muito finas, bonitos padroes, cova-
do a 280 rs.
pitos inglezas escuras, bonitos padroes, covado
a lo rs.
Laaziohas para vestidos muito finas, covado a
ouu rs.
Chita de seda, ultimo goslo, covado a 400 rs
Corles de gauga para calca, boa fazenda, a l.
Lencos de seda de cores a 1.
8600ZgUUS rancczes "do superior qualidade a
Eat5es in?lezes Proprios para o invern a
4giX), e um completo sorlimento de roupas fei-
tas de todas as qualidades, por menos preco do
que em outra qualquer parle, dao-se amostras
com penhor *
Lazinhas para vestido a 320
rs., e toalhas de linho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se lazi-
nhas muito finas para vestido, e para meninos,
pelo baralissimo prego do 320 rs. o covado, loa-
lhas de linho a 800 js. cada urna, coberlas a cbi-
neza, de chita muito fina a 2.
Vendem-se duas parles do sobrado de dous
andares e sotao silo no largo do Imperador n. 6:
a tratar na ra estreita do Rosario, loja de enca-
dernador n. 26, ou na ra do Queimado n. 29
outr'ora 27. '
Novena de S. Joo.
Vende-so a novena e offlcio de S Joo Baptls-
la por 320 rs. ; na praga da Independencia, li-
vraria n3. 6 e 8.
Vendem-se saputis cm quanlldade, sendo
muilo grandes e muito doces, os quaes sao tam-
bem proprios para embarque : a tratar no sitio
da ra Imperial n. 64.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: tudo j>or creeos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos pretos de seda,
Dilos brancos e pretos de algodio
Luvas pretas detorgal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novelfos : vendem-s
fn0rr<,,i,rer8 con*nKldos. fm caa de SoulhaUMel-
lors & C, ra Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Convulsoes.
Debilidade ou extenua-
go.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto internitente.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflanimagoes.
Ir r eg ularidades
menstruagao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrutrgao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Itheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Grammaticaingte-
za de Ollendorff.
Noto methodopara aprender a lr
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes',
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. V"ende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andir.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DI
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, tSlrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelidhas a 800 rs. cada urna
deltas, contem urna inslrucgao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 2S, em Per-
namb o.
Pede-se toda attencao.
Na loja d'aguia de ouro, na ruado Cabug n. 1
B, vende-se ludo por precos baratissimos para
liquidar, assim como seja :
Fitas efranjas.
Fila de velludo de todas as larguras, aheras e
usas, do lindos padroes.
Franjas de seda de todas as larguras e de lin
dosgostos.
Ditas de laa e seda por prego que admira.
Ditas de linha para casaveq'ue.
Ditas de algodiio para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Penles de tartaruga virados e lisos.
Dilos de massa virados a imilagao de tartaruga.
Ditos lisos para alar cabello.
Ditos do desembarazar cabello.
Para balos.
Molas para fazer balos, vendem-se a 160 rs. a
vara.ou peca de 50 molhos a 6.
Bicos.
Bicos do seda de todas as larguras e lindos na-
droes. K
Dilos de algodo.
Loques muito finos.
Capellas braucas para noiva.
Chapcozinhos para crianca.
Riquissimos quadros para enfeite de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muito finas, e mais
objeclos que a vista do freguez far-se-ha todo o
nesocio.
rtEJiiO HO jJUtHassy H3HOCCHtBO.*
! Seguro contra Fogo \
COMPAmiIA
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia. |
Vende-se
para
| Formas de ferro
purgar assucar.
| Estanho em barra.
Verniz copal.
Vinhos Ano:* de Moselle.
Enehadas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
! Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos 9e composicao.
Lona ingleza: no arma- f
zem de C.J. Astley & C.i
CALCADO
Grande sorlimento.
45-Ra Direita45
Os estragadores de calcado encontra-
r3o neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos preco a baixo :
Homem.
Borzegdinsaristocrticos. 9#000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$000
Borzeguios arranca tocos. 7$000
Ditos econmicos....... 6^000
Sapatrjes de bater (lustre). 5#000
Senhora.
Borzeguinsprimeiraclasse (sal-
to de quebrar) ......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....*500
Borzeguins para meninas (for
tissimo)..........ijfOQO
E um perfeitosortimentode todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sorlimento d
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
LIVROS DE SORTES
PARA
^ A Sibilla de Bajara ou sortes diverti-
das para recreio das familias na tao fes-
tiva noite de S. Joao, contendooO ver-
sos, nos quaes se prognostica o futuro
de cada um dos consultantes. De todas
as advmbas conbecidas a Sibilla collieu
os maiores louros, sendo reputada co-
mo orculo dos destinos : vende-se na
livraria ns. C e 8 da praca da Inde-
pendencia.
a j WO a lata de bisroilos e bolachiohas
de soda : vende-se na prica da Boa-Vista nu-
mero 16 a.
Na estrada do Manguinho, sitio da
viuya Carvalho, vende-se por preco
muito commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quatto assentos, para um ou
dous cavallos, com os seus respectivos
arreios, ou sem elles, do modo que mais
conveniente parecaao comprador : o si-
tio do lado da igreja e o segundo de-
pois desta.
Camisas inglezas
Na loja de Goes & Bastos, ra
do Queimado n. 46.
Acaba-se de receber um grande sorlimento
das verdaderas camisas inglezas muito finas
com pregas largas, peitos de linho. sendo eslas
ultimas camisas de um gosto apurado, lano tm
pregas como em collcrinhos, pois decente lano
aos rapazes como aos senhores de maior. por isso
sendo muila a porcao que recebemos, deliberou-
sea vende-las por 38a a duzia, nesla bem conhe-
cida loja de Goes c\ Basto.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wheeler & Wilson.
Nesle estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade c seguranca :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlas
Leite & Irmaos ra da
amigamente aterro da Bou-
Imperalriz n. 10,
Vista.
Baratissimo.
Ra do Queimado n. l'j.
Armazem de fazendas.
Chitas francezas finas do padroes miudinhos a
220 o covado, pe^asde chita com 38 covadosoor
5fi800. V
Coberta a 2#000.
Coberlas chinezas muilo lindas a 2.
Riscado francez a 2^000.
Corles de riscado'com 13 11_2 covados por 2$.
Len^s brancos a 2#000.
Lencos para algibeira a 2# a duzia.
Algodo monsiro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2#500.
Chales de merino eslampados a 2&500.
Casemira preta % 6j(000.
Cortes de casomira preta fina a 6fl, paletols de
brim a 3, fil de linho fino a 800 rs.
Cambraia de cores a 160 rs.
Cambraia decores muilo fina com defeito de
agua doce a preco de 160 o covado.
= Canga de cor e brim de linho muilo fino a
500 rs. o covado.
mw&mmms mam smsmsmmm
Gila-percha. 1
Artigos para invern de gulla-percha
ou borracha, vende-se na ra Nova n.45 jgj
^ LOJA DE MARMORE. &
A 640 rs. a libra de velas de espermacete :
vende-se na praca da Boa-Visla n. 16 A.
Arados americanos e machinas
para lavarroupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vende-se urna prela com 30 annos de ida-
de, cozinheira e perfeHa engommadeira, dndo-
se a prova ; s vende-se para o mato: na ra
das Cruies o. 30, se dir quera vende.
godos.
Vende-se um cerro de 4 rcjdas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um asiento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. /ames Crabtree C. n.
42 ra da Cruz.
Barato.
Leite, lenha efructa.
No sitio do fallecido visconde de Goianna, na
estrada de Joo de Barros, ha pata vender leite
puro, lenha de malla, c fructas do diflerenles
quadades, por preco commodo, de modo que
pode se revender nesla cidade e tirar bom ganno.
Charutos da Bahia a 1*500 a catxa : vende-
se na praca da Boa-Visla n. 16 A.
RELOGIOS.
Veade-se em cas? de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por presos commodoe,
e tambemtranceUinsecadeiaB paraos mesmo,
deexcellenle gosto.
Vende-seo verdadoiro doca de goiaba.
casca, o que^ pode-haver de m#hot aeW te-
ro : n ra do Rangel n. 62.


mm
------------,. i
PUMO DE PERNAMBCO. SEGUNDA FtlRA
Relogios
Sissos.
Seos proprietarios offerecem a seus Mmeroso* fregnezes e o publico en feral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido eatabeleclmento a sabor: machinas de vapor de
todos es lmannos, rodas d'agua para eogenhos todas de ferro ou para crtos de madeira, moen-
daso meias moendas, tachas de Ierro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguhes e boceas para fornalha, machinas para amassa'r man-
dioca e para descarocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ricini, portees gradara, co-
lumnas e moinhos de tent, arados, cultivaJoies, pontes, aldeiras e tanques, boias, alvarengas
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual fr sua nalureza pelos
desmhos ou moldes que para tal. Qm forem apresentados. Recebem-se encominendas neste esta-
belecimenlo na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65moradia do cai-
eiro do estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem os pretendentes se podem
entender para qualquer obra.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann IrmosA C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marca idos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguinles qualidades :
De Bradenburg frres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux.
Larose.
Chleau Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chaleau Loville.
Na mesina casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris quadade fina. I
Cognac em caixas qualidade inferior.
Ccrveja branca.
Ra do Codorniz n. 8.
Vende-se.
Milho era saceos.
Farinha do mandioca.
Farelo de Lisboa.
Charutos da Italia.
Feijaoaraarello.
Salino massa.
Dito amarello.
Arroz, com casca.
E oulros mu'iios gneros, ludo raais barato do
qne em parte alguna podem encontrar osfre-
guezes que Irocam sedulas velhas e cobre por
gneros.
Fogos de vista
Para o festejodc Santo
Antonio e S, Joo.
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos de Santo Antonio e S. Joo, que tem es-
tabeleeido a sua fabrica de foges na ra Imperial
alem da Mrica do salino, conforme a licencia que
obleve da cmara municipal, e ahi encon trarao
os freguezos fogos de todas as qualidades, rec-
bendo tambera cncommeiidas,'lauto para dentro
como paca fura da provincia, aviando-as com
a maior premplido pessivel ; assim come vend e
malcraos para os mesmos j preparadas rara
aquellas peesoas que* quizerem fabricar parlicu-
!armenlo c sem muilo trabalho, t udo por piteos
muilo razoaveis ; os pretendentes podem alir di-
rigir-se, ou ua casa de u.i reside ncia, qwo <*n~
conlraro a qualquer hora do dia, e protesta Iser-
vi-los de forma que os deixc sa tisfeilos, nao s
pela boa qualidade dos fagos como pela bondade
dos maleriacs que cmprega, e pericia dos lis-
tas que possue era seu -eetabclecimenlo.
Attenco.
*
Acabaos de chegar do Lisboa muilo boas dro-
gas como sejam. sulfato de quinino, iodureto de
polassa, quina muito lina, ele., que (udo se ven-
de por procos mais razoaveis queem oulra qi.nl-
quer parte, visto ser para liquidaco : na ra da
adcia do Recife n. 8, primeiro aridar.
Veiiue-ficijor pre<;o comruuao um escravo
crioulo, moco, de bonita figura, sem vicios, cora
o offlcio de catador ; na roa dos Mtrtyrios n. 4.
Ferros de en-
go minar
econmicos
a 5#000.
Estes magnifleos fer-
ros achara-se a venda
no armazem de fazen-
dss do Baymundo Car-
los Leito & Irmo. ra
da Impcratriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
luftvgo da assemMa.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijo mulalinho muito novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca de diversas quali -
dades, milho, farelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palbade carnauba, Ju-
do por precos commodos e em grandes porcoes
ou a relalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso
De 4 e 5.
Na ra Direita n. 45.
mm
DE
Em casa de Schafleillin &C, ra da Cruz n.
38, vende-seum grande e variado sorlimentode
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, mcios chronometros, de ouro, prala
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por precos razoaveis.
Pedras baratas.
Jo5o Donnelly tendo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fortiecimento de todas
as pedras exlrahidas da ilha de Santo Alcixo,
propriedade do annunciante, para calamento das
ras desla cidade ; e como as mesmas obras
publicas por emquanto se acham poralysadas, e
lenha o Exm. presidente da provincia por despa-
cho de 18 deste mez concedido licenca no mesmo
annunciante para dispor das mesmas podras, c
por grande quantidado que lem o sununciantc,
no caes do Ramos, oflerceo a quem inleressar,
em grande ou pequea porcao, que as vende
muilo em conla. O mesmo annunciante cnten-
dendo-se com o Sr. Rampa, hbil archileto, bcra
conhecido nesta cidade, conhecedor das quali-
dades de pedras e lijlos, se lem admirado de
nao se ler empregado em alicerces este material,
qual as pedras do annuncianla, como se pralica
na Europa, para evitar a humidade as paredes.
O mesmo Sr. Rampa tem encommendado ao
annunciante 400 toneladas para esse fin, dizen-
do que em obra sua jamis deitar lijollos em
alicerce ; pelo preco quo lem o annunciante
vendido ao mesmo senhor lhe sahe raui mais
barato do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca para usar do seu nomo no presente nnm npnipnntnrtup <1p i vi ra
annuncio. As pedras escolhidas para armazens t,0m PeqUeilO lOque e avaria.
ou calcadas, a dez mil ris por cem palmos, dei- Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
ladas as pedras em qualquer parte desla cida- vendem-se pecas de algodao encorpado, largo,
de a cusa do annuncianle, com toda actividade C0ln pequeo toque de avaria a 2g5U0 cada urna,
possivel, para o que tem as proporcoes necessa- \
^X^SS^Sr9 a rua d*PraiB- Aos amantes da economa
Villho do Porto. Na rua d0 Q,>eima ., i vendem-se chitas de cores flxas bastante escu-
>ende-se vinho do Porto de superior qualida-; ras, pelo baralissimo preco de 68 a peca, e 160
de, em caixtnhas de 12 garrafas, por preco com-i rs o covado.
modo : no armazem de louca de fr.igwa & Valle Na fabrica de caldeireiro da rua Imperial,
oa rua daCadea o. 6. junl0 a {abrcn te sab50) e na rua Nova> loJa de
j-. a ferragetis n. 37, ha urna grande porcao de foltias
m QP/ifA de zinco, j preparada para telhados, c pelo di-
(SALISIDADA I f ffllBi||fl) BE Uf||.
Sita m rit InperUl i. i 18 e 120 junto a fabrica de sabia.
DE
Sebastie i. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
i* nn8lVIni*1el-Cm,ent0],aw8e?pre Pr0?P1?,8 lnibiques de cobre de diflerentes dimences
(de 300 a 3:000) simples edobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios cominos
para resillar e destilar espintos com graduado at 40 graos (pela graduacao de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imperio, bombas
de todas as dimenc,oos, esperantes e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro torneiras
de bronze de odas as dimences^ feitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d agua.portns para fornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fugoes de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco em lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lenges de ferro o lato.ferro succia inglez de todas as dimenses, safras, tornos
e folies para crreiros etc., e oulros muitos arligos por menos preco do que em outra qualquer
parte, desempenhando-se loda e q\ialquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
e para commodtdade dosfreguezes qoe se dignarem honrarem-nos com a sua conQanca, acha-
rao na rua Nova n. 37 loja de errageus pessoa habilitada pata tomar nota das encommendas.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellor.' & C.
Tachas e moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
da rua da Hoeda n. 3 A, um grande sortimento
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar do
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 4.
Pechincha,
Relogios.
Vende-seem casa de Johnslon Pater 4 C, rua
do Vigario n. 3, um bellosorlimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna I
varedade de bonitos trancelins para os mesmos. j
Espirito de vinho com 44
graos.
Vaode-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
i andas: na rua lara do Rosario n. 86.
Sal do Ass.
FMDiaOLOW MOW,
Rua da Senzala Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimento de moendas e meias moen-
das para eu8enho, machinas de vapor etaixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para i
a ^a^a.fl^g & PUJA tjfca JgfivKf
(le marmore i
Vendem-se biscoitos e holachinhas de difle-
rentes qualidades, por menos prego do que cm
qualquer oulra parte, sendo cm porcao : quem
preaiaaj, mande ver na rua dos Pescadores ns.
le, padaria.
A 5,000 rs.
Vendem-se a Sf, saceos cora milho : na rus da
Cadeia do Recife n. 3.
Azeite de carrapa-
to purificado.
Coolinua-se a vender por caada e por garra-
fa ; na na dos Guararapes n O, em Pora de
Portas.
Escrayos fgidos.
em saceos muito grandes, ltimamente
do Porto : vende-se no cscriptoro do Carvalhe,
Nogocira&C, oa rua do Vigario n. 9, primeiro
andar.
5#000 .
Grande sertimenlo de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos que se podem en-
contrar nesle mercado, com 6eus pertences de
nova invengo, que muito dever agradar spes-
soas que oscooiprarem na rua Novan. 20, loja
do Vianna.
Venda de urna casa terrea.
Na terca-feira. 19 d corre nte, lem de ir por
venia, porser a ultima praca, pelo juizo muni-
cipal da prirnoira vara do civ'cl, a casa terrea na
rua dos Pescadores n. 6, eom i salas, 3 miarlos,
coziuha tora, quintal murado, rom cacimba in-
denendonl^. no vlor de 2-500SO0O.
minuto preco de 140 ts. a libra.
v"ende-se superior linha de algodao, bran-
chegado i case do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthall Mellor & C, rua do Torres
n. 3 .
Em casa de Rabe Sel mettan &
C, rua da Cadeia n. 57, venilein-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Trauuiann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova muito bem acondicionada : na rua da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Amendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joo e S. Pedro e
tambera pora presentes a2| o irasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, rua
da Cadeia do Recife n. 48.
A bordo do palhabole Oliveira II : trata-se
na iua do Trapiche n. 14, escriplorio de llanoel
AUes Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Barros, na iravessa da Madre de Dos n. 3.
Calcados.
Vendem-se sapaloes do Aracaly para homem a
900 rs. o par, ditos de marroquim para senhara a
800 e 900 rs., ditos ditos de lustre a 1JS80 e
1$i40, bezerro francez muilo novo a 4$200 a pel-
le : na rua da Imperalrizns. 72e74.
Rua daSenzala Nova n. 42
Vende-sc em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glczcs, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,
loja d Lecomte.
Vinho feitoria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, lem mes-
mo no caixao 1634 com 2 duzias e 1 garrafinha
da amostra por 40,000, tambem se vendem as
garrafas a 2$: na ruado Rangel, loja de louca n.
4, e na rua defronlc da Madre de Dos, armazem
do Barros & Silva.
Vende-se um carro de 4 rodas de trabalhar
na alfandega, em muito bom estado ; c aquellas
pessoas que o pretender,dirijam-se a eslacao das
Cinco Ponas.
Bicos de Croch.
Chegou loja do Bamalho, na rua Direita n.
83, um grande sortimento de bicos e rendas de
Croch, vindos da Ilha, de largura do um dedo
ii doiyi palmos ; a elles, antes que se arabem.
43Rua Nova 43 j
Os proprietarios deslo estabelecimento
avisam ao respeilavel publico, que ac-
bara de receber pelos nllimos vapores da i
Europa, um variado sortimento de arli- S
ges de novidades, tanto para senhorosco- t
mo para homem e menines, c entre es-
tes :
Para senhoi as.
Vestidos de cores de moiranlique e gro- S
de-fric. |
Capas para sabida de baile e thcalroguar- j
necidas a arminho, ultimo goslo. <
S Ditas de velludo preto. ultimo goato. <
Enfeites de phanlasia para baile e thea- [
S Chapelinasde palha da Italia e seda ul- ?$)
91 time gosto. u
9> Leques de phanlasia o madreperola.
|E Chales de cachemira com bordado es- I
g pecial. 3>
Wa Braceletes de sndalo e leques.
3c Extractos de sndalo.
a| Vestidos de cambraia branca bordada. M
. Luvas do Jouvin brancas, pretas c def
cCs cores. 9|
am Murgas, broches e pellerines cora man- ^
^ gitos do cambraia nissiraa, borda- #
dos a ponto de Inglaterra e guarne- >
f$ cidos a renda valenciana. 3P
Reflnaco de assu-
cardoMonteiro.
Continua-se a vender assucar cryslalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica doMon-
teiro, pelo proco de 7000 a arroba, eaprompla-
se barricas de lodos os tamanhos, com orevida-
de e aceio : na rua do^Caes de Apollo n. 63.
Vende-se urna vacca ingloza para dar lei-
le : na Ponte de Ucha. sitio da viuva de Joao
Carrol.
Contina andar fgido.
Fugio da cidade de Macei, no dia 18 de mar-
?o prximo passado, do abaixo assignado, seu
escravo-de nome Jos, crioulo, de idade de 25 a
30 annos, estatura regular, ou antes robusto o
musculoso, barba grando por baixo do queixo,
com lodos os denles da frente, roslo redondo',
cara grande e ps proporcionados, levou toda
roupa, c entre ella urna capa de bala azul fer-
rete, calca de algodao Unto o oulras de brim
branco e pardo ; esle escravo foi por alguns an-
nos proeiro da barcaca do Sr. Francisco Liglez.de
S. Miguel dos Milagrcs, e provavel ler sido se-
duzido, visto que sobro elle pende questao que
propz no mesmo abaixo assignado Rufina Mara
da Conceico, da villa do Porto de Pedras cm
Macei, lano quo sendo preso nesla cidado
(quando fgido) em dias de julho ou agosto do
anuo passado foi remeltido para Macei, aonde
o letigio : quem o apprehender ou delle der no-
ticia, sei gratificado generosamente.
Manoel Antonio Lopes Silva Muritiba.
N. B. Consta ter o dito escravo aportado nesla
provincia na mesma jangada com que fugio e
que dalla seguir em dila jangada para a provin-
cia davParahiba. o dessa para o Rio Grande do
No*; a pessoa que delle der noticia execla ou
afprehende-lo, pode dirigir-se a seu senhor, ou
nesla mesraa cidade a Ferrao & Maia, que ser
igualmente gratificado.
Na quarta-feira 13 dejunho, larde, fugio
do sitio de Angelo Baptlsta do Nascimenlo, na
Pessagem da Magdalena, o escravo, pardo, Ma-
noel. estatura alta, magro e feio de feices : es-
te esrraro fazem dous mezes que fez oulra fgida,
e faz um, pouco mais ou menos, que foi preso
em Nazarclh da Malla, por um amigo do senhor,
a quera o rcmetleu ; provavel que para all
nao tornasse ; coraludo roga-se as autoridades
policiaes a sua apprehensio, e manda-lo entre-
gar a Manoel Pereira Lcmos, rua larga do Rosa-
rio n. 33, que se gratificar generosamente, ou
enlao recolhe-lo a qualquer cadeia e participar
ao seu senhor, o mesmo Lcmos.
i50$000 de gratiicacao.
Ainda contina estar fgido o escravo de nome.
GaDnel, que se ausenlou no mez de Janeiro do
anno de 1859, do engenho Mussumb, com os
signaes segrales : crioulo, alto, corpo a propor-
Qao.de idade 40 annos, muilo barbado, cara re-
donda, grande echeia de pspinhas, olhos rasos o
vermelhos, muito ladino, lem marca de rasliso
o\.<,0-Pr" mnofi Firminode Mello, morador em
Bebenbe, esle senhor o romprou a D. Rosalina
hoje casada com o Sr. Augusto Gomes Crrela d
Mello, genro do capiao Luiz Cavalcanli de Sou-
za, morador no cidade d'Ara, em poder dos
quaes tem o dito escravo Gabriel raii e mulher:
roga-se as autoridades policiaes e capilaes de
campo a prisao, e a entrega a seu senhor, no en-
genho Mussumb, ou no Recife ao Sr. tenente-
coronel Jos Gomes Leal, de quem receberao os
150* promellidos.
Acha-se fgido desde o principio de maio
o escravo Flix, crioulo, do idade de 24 annos, e
lem os seguinles signaes: cor fula, llura regu-
lar, magro, falla dcscancada, tem a perna direita
inchada de erysipella ; 'inlilula-se por forro, e
locador de viola. Tem sido visto em diversos
bairros do Recife e tambera, na Passagem da
Magdalena e Poco da Panella : roga-se, pois, s
autoridades policiaes ou a qualquer pessoa que o
reconheca que o caplurem e levcm-no rua da
Guia n. 58, que se Gratificar.
Dos premios da quarta parte da quarta lotera,* concedida a benefieiodo Gymnasio Pernambucano,
^^^^^ extrahida em 16 dejunho de 1860.
NS. PRBHS. NS. PREMS. NS. 1
5 10a 2tC 10; 410
7 _ 17 19
8 ^_ 24 20
11 M 28 21
17 ^_ 29 24
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26 ^ 36 10j 29
30 ^ 37 30
31 41 33
32 _ 42 37
33 _ 49 38
37 m^ 51 39
38 53 41
15 54 42
49 _ o/ 43
51 69 45
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55 73 50
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69 M 78 59
70 _ 79 64
79 _ 86 96
83 89 67
96 ^^ 96 71
97 _ 97 _ 75
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6 _ 20 _ 91
7 __ 21 93
9 20$ 26 94
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78 20 65 10 81
82 10 66 90
83 209 68 50 93
84 10 70 10 94
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86 . 75 _ 1
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NS. PREMS.
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10
NS.
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NS.
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PREMS
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0 escrivo Jos Mara da Cruz.
WS.PBEMS.
3828 10
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4000 -
Ptmamhuo:Typ. d Jf. J. tFaria.1860.


<>
Li Itera tura.
9 namorade.
m iodos os paizes, em todas as cidadcs
o lugar, emfira, onJo a cirllisaclo tem
tu
ei voao o lugar, emilra, onJo a cirilsag
apurado o* costumes, desfolhado as flores da
prinalda da virgindadc, sobre o tmulo das mais
bellas virtudes, elevado os requebros e as seduc- !
coea no amor altura d urna verdadoira scien-'
ca, em una palavra, vestido e ornado o vicio
-con; os ouropcis e a magostado da grandeza,
urna ceria figura pairando entre o ferio e o ridi-
culo, entre o classico c o romntico, noto Pro-
ineu universal, impMpavel romo a sombra ; ligei -
ro como un prelendente aos milhesde um e-
em casa achei um bilhelo dola, em que me pe-
dia para aconpanha-la monda de uaa airt
amiga cora quem la pnssar o da.
E depois?
Ouga-rae : con a alegra n'alma, ful i hora
aprazada espera-la, e mal avistei a sua cadeiri-
iiha, queja a conhego, approximei-me, e louco
de paixo, ped perdao ao mcu anjinho o dci-lho
um beijo de amor.
Regalou-se regalou-sc....
Qual, me o amigo, ongane-inc redondamen-
te, que nao era ella, mas sim sua vciha lio. que
furiosa de tanta audacia jurou vingar-se da ef-
fronta que sofriera.
Ah.... ah ah e depois ?
Depois I... san desesperado, furioso c aqui
me tem.
DIARIO DE PBRUAIIBBCO. SPiUHftA- PBftA ifl DE JNHO DE 860.
^'T^^nS^'^J^i
sor
de dircito criminal, presumido como um gordancliudo ira Jo
US! mthKo em1ofld.8paT,ee:searh.hne:: oJf^ft1J f& "" *-
da ri.uLJ.. .. k.h~*v~ Ja parto concorre ; no baile, no Iheatro, no pas-
seo. na egreja, na oflicina do trabalho, no tem-
plo da sciencia, na praca do commercio, nos no-
teis : (le f.lllrt rnmi un. I^ku n'llft ri-sn a
teis ; que falla
chora
P
como um tribuno.
modo com que o destingnistet nao continuar
mais a perseguir-vos.
Engao O namorndo o lypo legitimo do ver-
dadero mossanle. Cada de;epgo, cada dorrola
chora quasi ao mesmo lempo quo canta e uV nrX.ff-. aesep5*0' Caaa aorrola
nu'ron^%ZT^LAlX^'> baX : "lTe *'"'>'"'> dia do domingo, ninguem que ha
o. patudo e corado; gordo e magro; pre-, consumido ioda -
i <-fj-a --------------- |.....v,|'vi ui"i| OMIC
i en illu L0r,oCrSem'reJ T mys,orioso- f"l/edos. aos mais pufos diverlimentos. E leem
?1, / C PPcce. fan-jando ^emprc,; razao. que nunca, talvez a nalureza se adornou
va??nLPh' Vt'nHUra l"."a dnS ^aiS I1" d0 m8is 'ucoinhas; nunca a larde foi mais Sr-
mai/S?^,,^.^^ Cmp?^ Um dS i m.Sd chp,a dess" Pe3ia inlima. oncaulada, que
TIriiS2" r\i uu eternos typos, quo so derrama n'alm.. as horas em que o sol, se
a cimisac.io ha prodimdo para roubaifros os atufan'------
niais preciosos momentos, massando-vos, sem
a paciencia.
d,
Mel machina o meio homem, falla o
natr.nrado, conforme as impresses quej
e obra segundo o movimento que
pensa o
recebe
do seu idolo
ello ihe d.
Cuento ver?
Y. urna bella manha derero; onnunda o si-
no a orago no templo, l vos adiis ; pois bem :
oj-lo que repentinamente apparece na Cgreja, c
reni colloear-se ao vosso lado. Conhccem-o im-
mediatamente os que o rem, porque o ffc lypo
e?pecial. %
Mas o que procura elle?a namorada.
Contempla a mullidao, procura, ind
olhos todos os lugares, ate que finalmoite fran-
ge a testa, limpa o sunr que llie escorro da fron-
agij C
oiite
com os
do as aguas, doira com teas ltimos raios
o propno lumulo, em que se esconde.
Anda bem nao haris contemplado o magnifi-
co painel que so dvsenrola vossa vista; anda
a vossa alma se conserva enterrada pelos primo-
res de urna nalureza prodigiosa e fecunda, e ja ao
vosso lado so aprsenla urna figura que vai pre-
cipilar-vos da altura, onde parara o vosso pensa-
mento.
Sents urna pancadnha no hombro; voltais o
rosto, 6 a desgraca I quem vos appareeo em fren-
te ? o namorado! !___
Nao ha duvda ; este homem o massanle eter-
no do genero humano ; o estatua viva da rdi-
cularia c extravagancia.Procurava-o, meu ami-
go, como quem procura urna agulha.
E para que?
Para rnoslrar-llic urna carlinha, o uns ver-
te e depois, sem conliecer-vos, dirigc-vps a pa- sos. 'I"e escrev niinlia bella.
A figura prosaica e deaenchabida de urna velha
meu amigo, ainda aqui n
10
ia con-
a
se!
larra
Enlo,
ella ?
Nao sei de quem falla o senhor.
Ah! sin:.... jnlgava quo j lhc lin
lado.
Nao senhor, nunca nos vimos.
Poia bem, o mesmo: amo lnucaiionte
laya Thorezina ; urna mullier divina
o senhor a conheresse vera quanlo 6 fino o meu j
gusto Mas, nao ha perder lempo ; vou a Pie-
clade.
I. sahe sem mais curnprimentos, deixando-ros
a lo,irado de tama franqueza em to curia omi-
zado.
Ainda nao decorreram dez minutos, e j o no-
vo hroe den una busca amatoria em S. Domin-
gos, na Misericordia, o na Piedade, d'ondo so re-
a paludo, exlenuado de torgas, c com as faces
est garrida a querer por torga namorar-vos, nao vos
causara por ventura lano susto, como a revela-
cao e o convita que vos fez o namorado.
Ado improprio o lugar, e a oceasao. Nao
ser melhor ouvirmos com religiosa ollemjao a
harmona suave o bella desla msica quo, com
tanta maestra, Iraduz as estrepitosas olas do
duello do ,t/a do insigue Verdi ?
Nada, nada, meu charo; poesa In-a so-
mente no amor. Veid o a msica de polica con-
correrao para a minha produeco ser melhor apre-
ciada.
O que fazor cm presenta de rcsoloco tal.
Contra vossa vonlade, sois levado para urna
das extremidades do Passcio, e ah, depois deum
grande exordio, comer o lal senhor a lor-vos a
sua carta e os seus versos.
unca o genio do roniaulismo produzio serac-
cavada pelas rugas do desespero por nao haverl llianle monsiruosidadc.
rnconlrado os oihos Iravessos de sua curanlado-
ra amante.
Contrariado pela derrota, ei-lo que vemcabs-
baixo, mudo e pensativo, como um candidato la-,
lioiueadn cm suas mais legitimas protcnces. I
Mil deas o preoecupara : o seu corebio unii com-
pleto laboratorio chymico, onde ferrem os mais:
'iiconirados e disparatados penssmontos. O ciu- !
me a elumma que os incendia com a angustia
eo desespero no espirito, a imprecarlo ntoa la-'
mos, o o soTrimenlo impresso no rosto, sem
consciencia do que & roda do si so passa, sibe la-
oeiras, desee ladeiras, percorre ras,
la, ah* quo finalmente, vencido pela fadi
fta casa lanrando maldico sobre todas
Ilioies.
Mas milagre
gal
s ai
E' noile, j o Passeio est quasi descro, e
no cnlanlo contina anda o vosso marlyrio.
Acabe, meu charo. Que juizo faz dos meus
versos ?
Um juizo oxcollenle.
Qnando nao se pode ser Aristophanes, forcoso
aceilar-se o papel de Job.
Adeus, vou para casa.
Ecu tambem.
E travando-vos pilo braco principia o extrava-
gante namorado a repetir-ros, anda urna vez,
longa o fastidiosa historia dos seus, j sabidos
ron- amores.
Aqui tico : rou lomar urna chavenade cha.
E cu lambem.
Subis: o hotel esl complelamenlo cheio.
roda de cada mesa ha um
che-
mu-
, ----- .... um grupo que conversa.
Asexpioadee do ciumc snecede um prolongado | Aqu falla-so sobra Ihoatros all oceupa as al-
suspiro,,e depois um sorriso de alegra. O que teuces a alia no cambio ; acola sao enconlrados
" .'."ra.caP;,z ap.ro'isognir o mais lgico o olo- j os juizoa sobro as rantagons da nova empreza de
pedacinho de caminho de ferro ; aliqj a poltica o CQiislanle
em
S do
quente discuiso, -lo, leilor, um
papel escriplo por aira e delicada maozinha
Queris descobrir o myslerio?
Meu bem.
Nao posso ir hoje missa, porque vou pnssar
o dia rom minha amiga Guilhormina : apromp-
(e-se para acompanhar-me. Sao de casa s
horas.
Mal lem terminado a letura do refrigerante e
aliante bilhelo, lirada pelo criado ; poisl que
traia-se do um passeio, onde nao lem cabimento
o rlassico falo prelo.
Todo tempo que gasta o hero namorade
veslir-se pnssa-o elle a canlarolar pedaco
trorador o do ernani.
Ua namorado. com me il fant, ipso fv.clo,
u'i. verdadero dil ellanli : A msica a lingua-
g?ni sublime do coradlo.
Anda bem nao halis acabado do fumar o ros-
so charuto do ahnoro janella de vossa can, o
jl o Sr. namorado que de longe conhecora-vos,
bate as palmas vossa escada com a familiarda-
oo deum amigo intimo.
O da de hoje para mim um dia aziigo,
mei charo, pois que lenho soffrido continuasde-
cepcoes. O' nao so pode amar.....
O que Ihcsiiccedeii ?
Voucontar-lhe. Eslimo-o, julgo-o mcu a;
go nao obstante peco-lhe segredo.
Nada mais pueril e extravagante. Ei-lo a
dir segredo a um homem quasi desconhecido,
lo que revela ludo, elle que a lodos conta as pe-
ripecias do seus amores, os pormenores de sua
vida inlima I___
I.embra-so
Francisco ?
Iembro-me.
Pois bem ; nao encontrando l a minha b^l-
l.i. fui a S. Domingos, a Misericordia, a Piedade
e depois de cerliflear-rao que cita a nenliuna"
destas egrejas linha ido, retirei-me desesperado
ceom o corarlo devorado de ciumes. Chegan|do
que estrenlos juntos em
pe-
el-
S.
argumento que a todos preoecupa : affirma esle
que o miiiisierio abrir a cmara geral; fazesV-
oulroconsideracos acerca das vaiilagons da cou-
ciliacao; qual endusa a situaeao, a qual pinta
com cores lgubres e cairegadas. Nada dislrahe,
no entanto, ao namorado.
Passa por todos os grupos, at que Dualmenle
assenia-se e contina o seu discurso amatorio.
Como fugir somelhante massanle Ilepcnli-
rrameiite descobris um meio.
Vou ao iheatro, mcu charo.
Enlao, adeus.
A alegra se vos desenha as f3ces : louco
que sois !
Nunca o Iheatro de S. Joo foi lao concorri-
do ; nunca a classe eleganlc ali appareceu lao
rica de belleza o do atlraclivos.
E' Verdi o rei da noile. Adiantado vai o es-
pectculo.
Apenas tem Maniicoo trovador comecado a
cantar essa aria sublime em que o genio pode-
roso do poela soube, com tanta felicidade, tra-
duzir em olas do fogo a suprema angustia
do coraco a debaler-se as ancias do mortal
desespero ante os pongos que ameacam a exis-
tencia de urna maa adorad3, quando sents al-
guem bater-vos ao hombro e assenlar-se ao
vosso lado.
Cheguei tarde, nao assm ?.
E" verdade.
O que quer 1 Fui ao baile do Sr. barao
\ de P. Niio me lembrava que linha sido por
ello convidado. Se nao fura o meu criado com-
melleria hoje urna grande falla.
Sim escuiemos....
Pois bem ; l dancei com a minha en-
cantadora Therezna, que as dez horas retirou-
se para o Iheatro.
i Bravo... bravo___
Fui ao Iheatro da ra do baixo ; c nao n'a-
enconlrei.
I'OLIIETIAI
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
ACARTEIR4.
16 DE JNHO DE 1860.
Al.VOA
ALCL'XS VP0NTAMF.XTOS SOBRE A L1IIEA-
TRA PORTLUEZA. O Sil. RebELLO DA* Sil VA
E OS SEIS ESCR1PT0S. (*)
O insigne litteralo, cuja penaahavia corrido
sompre com tanta proficiencia, com tanta fluidez
o abundancia em todos os assumplos, q.ue so lhe
offereciam imaginaco e intelligencia, nao
poda deixar de fixar-se com a mais pronunciada
ailenro na conslrucco d'essa obra magnifica e
superior, com a qual nos oceupamos presente-
mente.
O biographo delicado, o philologo sublime, o
crilco do apurado goslo, cedeu um lugar fcil e
honroso ao apologista e ao philosopho; e urna
rez que o espirito se lhe dilatava com tanto bri-
iho pelos dominios da historia, percorrendo urna
a urna todas as phases da cirilisaco, todas as
pocas do mundo o do viver dos poros, evi-
dente que os seus esforcos deviam ser sellados
cora o cunho d'essa mesro dinnidade, que trans-
luzia na sua tmporlantssima misso.
Tomando, pois, como base de seus estudos a
historia, o Sr. Rebello da Silva nao se foi collo-
car porta do templo da sabedoria, como um
najante desconhecido, ou como um simples cu-
rioso, que nao sabe 1er na oedra e nos monu-
mentos d arte a linguagem symbolica dos fados e
dos aconlccimenlos. Elle foi adante ; e, pene-
trando com a luz da philosophia, da irdico e
da f no labyriulho intrincado, que so lhe depo-
(*) Parece-nos escusado advertir que os Fasto
da Igreja, de que fallamos n'esta Carteira o na
anterior, ainda eslao por concluir, pois que d'esi-
ta obra s ha at agora dous volumes.
Aos nossos leitores pedimos desculpa de al-
guns orros typogtaphicos, que escaparam na pril-
meira parte desle nosso trabalho.
Muito bem.... muito bem....
ca.
ouca ou-
melamorphoseado
is a figura do desespero, ou o genio do
apeado do seu pedestal;
Vim, porm, rer se a encontr aqui Ain-
da born ei-la.... ei-la alli....
E' ilemais 1... Preferivel em casa o socego
a harmona suave do canto, quando constan-
temente interrompida por um somelhante mas-
santa..
Nao posso mais ; adeus,
Pois que, retira-se ?
E* rerdade.
Veja-a, reja-a, como bella.
E desesperado com lanta impertinencia dei-
xais o Iheatro completamente matsado.
Ah da bem nao haveis terminado um capi-
tulo do primeiro romance que sobre a meza en-
coutr&es, e j o rosso criado annuncia-vos urna
vaita.
Quem ser ?
O' desgraca o lerrivel o implacavel namo-
rado !.
Ao ve-lo lo depressa
disser '
ciumc
O que tendes.
O' estou trahido I Vi-a namorar cscanda-
Iosamnnle a um estudante do medicina
E o que tem isso ? o que predende fazer ?
Matar amanha o meu rival.
Esl doudo I Va dormir : o somno acal-
mar todo este fogo que devora o seu -co-
rajSo.
-i- Posso contar com sua amisade.
.'ode.
N'esso caso quero que seja um dos meus
padrinhos.
Pois que 1 ainda nao foi baplisado ?
Ah o Sr. quer cassoar coramigo : pois
bem ; rou baler em oulra porta.
E retira-se amaldicoando a lodos o a ludo.
Nada mais eslravagante !
Anda bem nao tem elle acabado de descero
ultimo degro da escada, o j o rosso criado
lem crdem de fechar a porta, e nao abril-a a
niDgucm. Ainda assim nao poderieis contar
com_ a tranquilidade e o socego.
Nao ha duvidal-o. O Humorado dos tempos
do hoje com toda seu extravagante roraantismo,
com todas as suas rpidas transforamcoes, e
constantes molamorphoses physico-moraes,
um dos typos mais salientes e fecundos da po-
pesao, o qual somonte o aliviar a morte.
Era por urna desias noilos em que o cerebro
arde, em que a imaginaco so acha em combus-
lao, era que a edade propria dos amores reage
com loda a torca sobre a organisacao, que eu ri.
quo adroire essa raulher I
Como era bella ento I
Se a riras era um da, em que o sol se escon-
dendo no honsonte, doura ainda com seus ralos
mornos, a lisa superficie do mar, que somenlese
aura preguicoso praia, tangido pela brisa fa-
gueira, que esvoo^a ; fl passeiar pela ara fina
onde as rezos as vagas descuidosas I no lambiam
a planta, nao a crerieis mulher, parecer-vos-hia
antes um anjo I
Amei-a com todas as forgss do amor ; como
era feliz quando por acaso os meus olhos hume-
decidos de amor, o do odmiragao so enconlravam
com os delta, que parectam Ouas eslrollas pere-
grinas em puro azul brilhar, eu via nellef es-
lampada a languidez I
Nessa hora se eu mnrrr6ra morrena, feliz ; se
diante de mim so collocra a clernidade para ira-
pedir o nosso seotimento ; eu d'etla teria zom-
oaao. Dtasphemadocomo o impio, que louco. nao
acredita na immensidado do infinito I renegara
do propno Creador para smenle coiher-lhe dos
abios puros e castos urna expresso, urna pa-
larra de amor, que me consumisse, que me ul-
minasse. H
Mas, que importou esse amor ?
Louco, que era. nao sabia, que o coraco da
mulher s quer o desprezo mortal, que lhe humi-
lite o amor proprio : lodos os sonhos dourados da
minha existencia, racillaram e cahiram em abys-
mo insondarel para jamis se erguerem ; e hoje
aororado pelo ciume. que me consom, queme
abara a voz, o me engasga a palavra na garganta
vivo vagando como um speclro sinislro, parecen-
do o demonio do desespero incarnado conjuncta-
nieTiie com a afflicco.
Depois que o cerebro se qneima, depois que o
baler das artereias se paralysa, depois que as
ca.
Entretanto, mudemos, por um instante, de
scena.
Ao passo que do peito do nosso hroe reben-
tam ciploses do ciume; ao passo que o seu
cerebro arde no fogo da desesperaco, vejamos
que vida leva e uve a sua bella, que tambem
o txpo constante e tnvariavel de todas as bellas
namoradas.
Apenas o 30I se levanta no co, ella prepa-
ra-so, faz o seu toilette, o cora a imaginaco
anda incendida, pelos sonhos voluptuosos da
noile. encerra-se no seu gabinete, escreve
quatro, cinco, seis o mais carias, responde a
oulrhs tantas, qual mais amorosa, qual mais
repassada de sentimentalismo e paixo.
Isio feilo ; abre o seu piano ; loca e cania
aigum.i aria dos mais afamados maestros, at
que chega o momento de enviar a cada um dos
seus namorados o seu coraco desfeilo em pe-
damos.
E'j urna bella o poelica vida, nao assim?
A's noites vai ao tlnatro, ou frcquenla-as ami-
gas, e apparece nos bailes, onde, nao obs-
tante os innmeros amantes que cont, c a
cada um dos quaes vae engaando com arle,
e preudendo com seduegao, faz mil proles-
Ios de amor a cada cavalheiro com quem
danga.
E assim vive, ot que finalmente um dos seus
amamos, o mais leviano o inexperienie por ven-
tura, so resolve, pede-a em casamenlo, e lig
para sompre sua existencia a urna mulher que
certa, o nao ama.
Eis o que fazem todas as meninas da moda.
Por um cdigo do sciencia que s ellas co-
ndecora, fazem do senlimenlo capital. o
qual quasi sempre produz extraordinarios ju-
ros.
Descrevi-vos o namorado, comme il faul, com
suas verdadeiras cores ; pinlei-vos tambem a
vida das amantes que lanta arleoscomdominam,
agora, leilor, esforcai-vos muito para que so
Mni", T 01Paixonrar,em.os obo iravessos, dellos, amei-le com
ilher bonita e teiliccua, evitis os peri- I mens/
juelle que se deixa sedusir: sasle I
pelosi encantos de urna mulher a quem nao co-
nhecc, o outro sim, o ridiculo de que cons-
tante' alvo o namorado, que a'lodos leva a
contar a historia de seus amores.
, depois que as
eniranhas se revolvera em convulsoes teiris
produzdas pelo ciume, vem urna poca no espi-
rito em que a calma parece reslabelecer-se, e a
razao gozar de suas faculdodesl
Maso demonio da desesperaco, o amor pro-
pno nao podem demorara sua aeco perniciosa :
o coraco principia a baler com 'funja, o sangiie
reflue de todas as partes para esse orgao, o sem-
blante palhdeja, e o accesso tem lugar.
Mulher! que cortaste com mao impia a existen-
cia quando ella ainda so desenhava em sua qua-
dra Itsongeira, enrbalando-se no doce sonho da
esperanza !
Ainda cu lo amo, e por ventura mais do que
naquella poca do felicidade, quo fugio, voou o
durou apenas um instante marcado bem depres-
sa na ompulhla do tempo, quando a furlo pre-
tenda sorprender-te em leus brincos de inno-
cencia.
Se podesss ver, so podessos comprehendor
quanlo por ti solTro, nao serias lo ingrata, que
mo nao olhasse3 com pezar ; mas que importa a
mim a tua dr? porventura nao me fizesled3-
lillar golla por golta do clice amargoso do fel,
quando por ti eu s ambicionara-um futuro bri-
dante, um porvir cheio de gloria para offerecer-
le ? e lu o recalcaste, enlcncbrcceste-me para
sempre o horisonle infinito, immenso da vida !
E por um dia em quo a nalureza se slenla
magestosa na eslaco ogradavol das flores : o
campo orvalhado pelo roci matutino, os botoes
virginaes que desabrochan), o sol que nascendo se
reflecte em doce regalo do qual oponas so ouve o
burburinho espumoso, refleclindo mil cores Fa-
negadas, me allrahiam, ainda me suppunha ua
idcalidadc de meu primeiro amor, quando por
esta hora sahia a procurar as florinhas mais mi-
mosas, mais candidas para te adornar.
Mas a desgrana, o egosmo mnreharam as fo-
llios do lvro da vida, na poca em que mais pre-
cisara reverdeccr-lhes, e lu acompanhasle esle
mundo na sua marcha incessante para o desatino I
nao nao fra esse mundo corrompido, vil e ego-
sta, quo roubra as minhas esperanzas, que me
matara a alma com o iiidiffcrcntUmo ; fus-
te lu.
Que mo importara esse charco immundo, esse
lodaral a que se chama sociedade ? queria-lo mi-
,nha, minha para sempre, e depois caminhassem
I esses homens que sempre tem o sorriso nos la-
bios para seu fim infame ; cu era bem dilTerenle ;
amor sincero, grande m-
gos que corro lodo aquolle que so deixa sedusir: sTste" Cm nfi"Jade dc Deus' e lu desPr-
Cincinnato Pinto.
r
yero.
Momentos dc louco.
Era por um desses dias calmos dc
que ai respiracao se comprime, lorna-so difficil, e
a anc edade apparece.
Um .calor desabrido abrasara a trra, o sol se
achava no meridiano dardehndo seus raios in-
tensse quenles ; um borborinhose assemolhan-
do ao mugido surdo do mar se dcslinguia ; de ro-
pentoja olmosphera torna-se nublada, as nuvens
galobvam as azas da procella. baralharam-se,
e de rez em quando um lufo fri do sul adraoos-
lava que a tempestade prestes desabrochara.
O coraco tambem tem suas tempestades, e por
ventura nao inferior | dos elementos I tal a
torca das paixcs I
Se nunca tivesles um amor intenso, grande,
como o infinito, recalcado, abastado, nao podis
formar urna ideadas lulas lerriveis, quese do
no espirito.
O amor o senlimenlo nobro, generoso, que
preside todos os actos grandes da vida.
Se nunca soubesles o que amar sera esperan-
za, se nunca podesles compulsar a torga destes
sentimentos, nao podis tambem imaginar as
as combinaces dcsarrasoadas, que so dao na
alma.
J ilivesles um amor alimentado pelo doce sor-
riso da esperanza ; potico como o ideal mais bel-
lo da mulhor, e que o viesse despedazar era um
desses momentos que o corogo em xtasi, s es-
pralo instante de realisa-lo, a torca lerrivel do
impdssivel?
Se por urna dessas horas, cm o qual se perpas-
sa pela imaginadlo ardenlo do amante, o imagom l
bella, feliz e querida da mulher que elle ama com I
todas as forcas d'alma, viesse o demonio da rea-
lidad^, lira-lo da conlemplacao cm que eslava,
A la principia a apparocer cm horisonle puro
e limpo ; o firmamento ailado cheio de estrellas
brilnando com luz peregrina, os nuvens pratea-
das, que passam ligeiras pelo co, ludo me cha- !
mava admirar a immensidao, e a magestade da
creacao.
Estas ideas, porm, so passavam, e a tua ma-
sera logo me apparccia;por entre mil conjeclu-
ras, em que o pensamenlo procurara dislrahir-
sc : como eras formosa ainda I a tua figura bel-
la, elegante unida ten rosto de anjo, me in-
flammava, por vezes eslive a ponto de desrrer do
Creador, a tu sombra mo persegua, me ocom-
nhava, era .o mcu marlyrio por onde quer quo
andasse, e tu embebida nos voluptuosos saraos
das noites passadas ; eslroitando a oulros em
leus uracos, lembravas-te do misero, que smen-
le vivia para le amar 1
Como lerrirel essa idea olhar-te. o nao po-
der dizer-le s minha ver-te cerrada por ou-
trem, que nao eu, exlasiada de amor, bella e fe-
liz, o nao poder arrancar-te dos bracos infames,
que le abragavam I S esta idea mata e mo per-
do a alma !
O Estudante.
Variedades.
UM NEGRO ENCAIXOJADO.
Foi preso ltimamente cm Seymour um cs-
craro que um abolicionista linha mettido n'uma
caixa para o fazer sahir do Nashville para Cen-
cinnati.
O pobre negro, oncolhido dentro da caixa, foi
era nove horas conduzido pelo caminho de ferro
a Louisville, alravessou depois o Ohio o seguio
para ir do Jeffersonville a Soyraour, de onde
um ultimo comboy o devia transportar a Cin-
cinnati.
Desgracadamcnto. para elle, em quanto a
caixa estara na eslacao, um empregado que se
quiz deilar sobre ella voltou-a duas ou tres ve-
zes para a collocar n'um cauto retirado Ao ler-
nao sabis como a vida se torna entiio um fardo ceiro tombo despregou-so urna taboa, e imagi- I
rara na diversidade das insliluices, das leis, dos
usos o dos costumes humanos, 'devassando o es-
pago incommensuravol que meda entro as mais
adianladas e as menos depuradas civilisagoes de
tedas as nacoes do globo, comparando urnas com
outras as ceremonias, os sacrificios, os ritos e os
sentidos mysticos de todos os cultos, desde a
mais remota anliguidade ; soube reunir n'um s
quadro, e compendiar, deboixo de um s pensa-
menlo capital, todos os argumentos valiosos, to-
das as provas concludentes em prol da verdade
do chrislianisrao.
Para que o Sr. Rebello da Silva podesse escrc-
ver urna obra de lana elerscio, para que podes-
so tragar um painel tam expressivo e brilhanle.
era-lhc mister compulsar muilos livro?, rerolrer
muitas bibiiothecas, analysar, com espirito de
rerdadeira critica philosophica, muilos dos mais
preciosos monumenlos da lilleralura e da scien-
cia, tanto profana como sagrada, e observar, como
meditador profundo, a marcha successira da hu-
manidade em todos os tam differentes periodos,
que ella tem atravessado al hoje.
E' justamente o que se nos deixa ver nos seus
Fastos da Igreja. Destinada para roproduzir em
tragos vivazes e enrgicos os priocipaes triutn-
phos do christianismo, desenliaudo-os na existen-
cia maravilhosa d'esscs hroes sublimes, aos
quaes a Igreja tem mandado venerar e respeitar
como snelos, a obra do Sr. Rebollo da Silva, que
temos diante dos olhos, nao poda deixar dc par-
tir, para chegar ao seu final complemento, dc
urna bem averiguada apreciago, em relagao ao
desenvolvimento e ao cstabelecimenlo d'essa
mesma religo, e aos progressiros adiantsmen-
tos que ella pode realisar, desde o principio, so-
bre o destino dos povos.
A apologa que desde logo se devia figurar da
mais inconleslavel superioridade, veiu a assu-
mr, em consequencia disto, as proporgoes de um
vulto colossal, sob o aspecto puramente lutera-
no : e so aitendermos importancia moral do
escripto, veremos, sem difculdado, que a mTs-
so, que se abalangou o Sr. Rebello da Silra, o
collocou, por isso mesmo, na linha dos mais il-
lustres philosophos e publicistas chrislos.
Conrinha, pois, tragar cm largos caracteres a
historia do christianismo, desde o seu comeco,
para ao dopois chogar, por urna immediata de-
duegao, s differentes pocas em que essa reli-
giao se cooslituiu mais nolarel. Cumpria-Ihe
partir dos primeiro? momentos, quanto insti-
tuirlo dessa doulrina do suprema cardade o de
eminente philosophia, abragal-a e comprehen-
det-a em sua ongem e nos seus primiliro im-
pulsos, alravez dos cultos idolalras o da obscu-
ndade dos mylhos pagaos, para, em seguida, e
aps algumas horas de seversa analyso, descer
obtervagJo grave o conscienciosa dos successos
quo ella ia produzindo, das victorias que ia ob-
tendo, dos raartyrios quo lhe sanclificavam a
misso generosa, e da sanelidade purissima dos
slrenuos defensores que a confessavam.
A vida dos Snelos pedia, portante, como seu
antecedente lgico, urna resenta minuciosa do
estado do mundo na poca da apparigao do Mes-
sias:urna descripgao fiel da siluacao e da
coiidgio moral e social dos povos, ao lempo
u'essa renovagao miraculosa na le o na doulri-
na : um quadro exacto da domnago roma-
na, que era enlao a reprcseiilogo ostensiva do
poder publico para tedas as nages da ierra :
um desenlio perfeilo, quanto insliluigo e ao
estabelecimculo da Igreja catholica, a propaga-
co successira da religo, mediante a misso su-
blimissima dosaposlolos, c ainda quanlo s pro-
ras de lo dirorsa c mnrlficadora nalureza, que
os seguidores dessa doulrina liveram de suppor-
tar em penhor do sua dedicago o de sua lideli-
dade, sob u jugo brutal e sanguinario dos domi-
nadores d'etilao. A historia da vida dos Sontos
devia, pois, reclamar, como sea necessario pro-
logo, urna inlroducgo critico-philosophica,
oro que se lhe preparasse desde logo o caminho,
cqm a verdica narrago do todos os fados, de
todas as occirrcncias, de tedas as circunstan-
cias, quo cstoo presas propria marcha do chris-
tianismo. Entretanto, urna obra, que, segundo
se v pelo seu mosmo titulo, se acha destinada
representaros fastosd Igreja, os seus mais am-
pios c ricos annaes, abrindo-os, como thesoiros
preciosissimos, conlemplacao e ao exame de
lodos, nao poda, para preenchero seu fim, dei-
xar do apresentar, como n'um quadro synoplico
lodas as noticias sobre as revolures sociaes e
moraes que se tem dado no mundo, desde oes-
tabclecimenlo do christianismo e a instituidlo da
Igreja.
Assim que, essa historio, que o Sr. Rebello da
Silva se propoz desenvolver com tonta pericia e
com tunta dedicago de philosopho catholico, ro-
produz por si mesma nao s a exposigo do es-
tado do mundo desdo os primeiros lempos al
Jess Chrislo, como tambem o partir d'ahi, d'esse
ponto culminante, al as evoluges que successi-
vamente se foram dando na Ierra, j com pr-
Sseo dos apstelos, j com a inveso lerrivel
os barbaros do norte, j cora a queda completa
1 do pudor imperial de Roas, ja,- fi.aalm.euic, com
a conquista decisiva e total do progresso da hu-
rnanidade.
E quem poder dizer que um plano de seme-
lhanle nalureza nao por s mesmo, iroporlaii-
tissimo, sublime e da mais alta superioridede ?
Apreciar o christianismo na sua fonle : mos
trar a necessdado urgente de urna nova doulri-
na, para satisfazer as aspirages, quanlo reha
biltago da humanidaJc : p'rovar quo as ideas e
as Iradices dc todos os povos eraro unnimes
om proclamar a approxmago de urna poca de
mellioraiiiento e do salvago universal ; (azor
ver que a misso do Ucssias* corrospondeu exac-
tamente expectativa do todas as nados : que a
sua apparicao e o sou ensino conroadaram plena-
mente cora as \pinluras que a esse respeilo ha-
viara feilo os antigos ministros da lei escripia ;
que elle em seu carcter, era suas exprcsses, em
seus exemplos c om lodos os actos de sua vida
mortal pntenteora sempre a maior elevago
e generosidade, offerocendo-se como o tyoo, a
que se drigiom ainda dc longe os olhares pe-
ndrantes dos prophetas : desenvolver o quadro
complolodacorrupgao e da iramoradade geral
em que se nbysmava o mundo, na poca anterior
viuda desso Legislador divino : pintor era tra-
eos enrgicos e Ocia a siluacao lerrivel desse vas-
to imperio, que enlo dominara a lern, quo se
revolva no charco immundo das paixcs e da
depravagao moial, e que manifestara na be-
dionda imagom dc um poro aviltado o documen-
to mais vivo do opprobrio de que ella se julgava
isenlo por sua inculcada illustrago, e na extensa
galera de seus morwrchas os mais significativos
padresda altivez, da incontinencia brutal e da
mais monstruosa perversidade : desenliar o ex-
peciaculo inleiramenlc novo, que se seguio
pregagio daquoila doulrina lao bella,o cstabe-
lecimenlo da Igreja, os seus triumphos, o pro-
gresso, o derramamento das tuzes o da civilisa-
go :eis o grande plano emprehendido pelo Sr.
Hebelloda Silva, c que tao esplndidamente so
descobre j n'uma grande parte do 1.* tomo de
seus Fastos da Igreja.
No doienrolar d'esse expansivo quadro ha um
lado que particularmente nos altrae : a bem
sustentada o minuciosa descripgao que o Sr. Re-
Cello da Silva taz sobre o estado do mundo na
poca da dominago romana, antes da rinda de
Chrislo, e na qual se nota o perfeilo retrato dos
vicios e daapparalosa grandeza desse poro orgu-
Ihoso, quo, possuido de urna insacnvel e brieJa-
de. tenda j pare n decadencias debaixo do jugo
dos seus insolentas imperadores. Como excotleule
artista e como protutuio. phusontw, desenhou o
ne-se a admiracao do empregado descobVlnS;
dous grandes olhos brancos que o olhararn com
um ar espantado.
Inhl.^ d0S "PecU,lorea e enlregue a um eom-
Sr2!f .. ree?nd0,,. Eooisrille, parerendo
mostrar-se mais contente que desgostoso d'um
lirramento que o restitua eacrarido
uZ'f qUK6 nUDC" e vira em lao crifc posigio
pe os tambos que a caixa levara as estaco
e diversas posigoes em que Jicara, por se nb
poder mover, O supplicio durou quatorxe ho-
ras, e se se prolougasse al Ciocinnati, lalvez o
desgranado lhe nao sobrevivesse.
O BAPTISMO NO CADAFALSO.
O missonario ouc se dedica a urna vida de
privages o de fadgas a prol dasalracode sous
irmos, e longe, muito longe do seu paiz, nao
desle mundo que elle pode esperar a recom-
pensa.
Mas ha occasioes no exorcco do seu santo mi-
nisterio, em que elle encentra, seno o premio
de sua devogo, ao menos urna tocante consola-
gao, que o indemnisam de seus sacrificios.
E para prora basta a narrago seguinte de um
laclo presenciado na chimica, e do qual sobeiam
documentes autnticos.
O padre Temolheo Berminglnra eslava encar-
regado, e anda o esl, da parochia de Edgifield,
d.ocese de Charleslow, na Carolina do Sul.
Mas elle administra, alera diste, o pao espitual
a oiio estagoes situadas a grandes distancias, urna
das outras no valle banhado pelo Sorannah, e
lem como obiigago a visita mensal de cada urna
destas eslagoes.
O missonario annunda pelo jornal da locali-
1 da 9* ?ua chW emprega um da lo-
dn nfif "f?1 "!'s-"8ra egninle inslruccao
dosfie.s. d.slnbuigao da communhio, visita
dos enfermos, celebrado dos casamentas e ao
naplismo dosrecem-nascidos.
Depois segu a p, ou a cavallo para.oulra al-
de,a ,solada, afira de reanimar por sua presenc, a
Te de suas ovelhas. v
A diocesc de Charlestow lo rasia como a me-
tade da Franga, comprehende dous estados da
Uinao, onde a immensa materia protestante
emquaoto que setecenlos mil escravos negros
terco da populagao, vivem e morrem quasi to-
dos na ignorancia de toda a religo.
O pequeo numero do catholicos, diseminados
nesse Immenso lerrilorio, sao evangelizados por
dezescis sacerdotes, qtic carecem de so mulii-
P icar at o infinite para visitar o seu reba-
nho.
N'uma sexla-fela 21 do mao de 1832, o padre
Birmiogham caminhava para a villa de Abbevl-
le. urna das suas estacos ; quando no meio do
campo ello flcou surprendido de um espectculo
totalmente novo.
Vio diante de si uns cem cavallos sellados o
enfreados, presos s aores, mas sem cavallei-
ros, nem pagos, em seguida um corlo numero
de seges se prolongavara pela estrada, sem que
ninguem as gunrdasse.
A quem perlenciam estes trens ? Eslariam reu-
nidos era algum moeting ?
Mas a voz do orador nao dexaria de sor ou-
vida. .
Sera urna revista de milicias? mas fallava o
tambor. E se fosse urna eleigo, os hurraks da
mullidao 'ndicanam o exercicio apaixonado desse
direilo constitucional.
Finalmente, depois de ler subido urna collina
e que o missianario viajante pode decifraro inig-
ma. que a principio nao podra conhecer.
Na vrteme opposta eslava reunida urna mul-
lidao de homens o de mjlhercs. e no fundo do
valle se lcvanlava um cadafalso com a fslal
forca.
Tratava-se da execugo do um negro, oscraro,
condemnado por ler assassinado a sua mulher.
O sacerdote lembrou-so logo dc que o infeliz
nao sena baplisado.
Estimulado por esta idea, o bom padre 3pres-
sa-se, e chega ao p do patbulo, no momento
em que o sherff junto ao tabolado com o con-
demnado, procede leilura da sentenga.
O hornera de Deus pede a permisso de ontre-
ter por alguns instantes o pobre prelo, que esi
prestes a morrer, e com a prompla e caridosa au-
orisacao do magistrado, comer o seguiuto da-
logo s portas da eternidade.
Perlenccs a alguma egreja ?
Nao, respondeu o matador.
J testes baplisado ?
Nao, que cu saiba.
~T Sabeis Puis. continua o sacerdote.queNosso
senhor Jess Chrislo morreu pelos peccadores,
que perdoou ao ladro arrependido que expirara
na cruz ao seu lado. Em breve iris apparecer
dame de Deus. Queris entrar no Paraizocomo
o bom ladro ?
Eu quero, responden o prelo com vehe-
mencia.
Para isso preciso ser baptizado.
Eu quero o baplsmo.
Mas e preciso delestar sinceramente rossos
peccados, para vos fazeres digno desse Sacra-
mento.
Eu os detesto do fundo di corarSo, diz o
paciente ; o urna torreulede lagrimas inundara
o seu roste.
O scherifr cotila enlao ao padre Bermnghan que
o infeliz escravo moslrou arrependor-sc logo de-
pois de perpetrar o crime, que voluntariamente
se entregou justiga e confessou ludo.
O sacerdote pedio agua, ulna velha, que renda
bollos forneceu um jarro cheio delta.
Ponde-vos de joelhos, dsso o missonario
ao penitente, que j linha o n falal roda do
pescoro, o crede que ha um Detiscnt tres pessoas
divinas ; o Pae, o Flho o o Espirito- Santo ; e
que o Pae vos pontear, por intercesso do Filho,
se Uverdes sinscro arrependmenlo. Repel conti-
go, o acto da conlricgo, que eu vou recitar, e
clevae vosso coragao a't o co, para implorar o
perdao do Senhor, emquanto vossa bocea pro-
nnnea as exprcsses de penitencia.
O prelo pronuncia ento o aclo de contrieco
em voz alta.
O sacerdote derrama sobre a cabera do calhe-
chumeno a agua purilcudora ; o brrele do sup-
plicio cobre o rosto do padceme para occullar
as suas conlorces, e o algapo desapparecc sob
os psdo novo- chrislo,que va para a eterni-
dade, exclamando 1
Jess !... tende piedade de mim !
Para ochar alguma cous scmelhanle a esta
scana, seria preciso lembrar os primeiros secu-
tes da egreja, quando, no coliseo de Ro-
Sr. Rebello da Silva essa vida estril e enloque-
cida que j a vivendo o paganismo, como para
ceder o lugar ao novo sacrfici#da paz e do
amor, apezar dos reteirados esforcos dos deuses
do Capitolio ; e quando eropunha "o escalpello, e
analysa miudamenle o existir intimo desea Roma
dos circos o das hecatombes sanguinolentas, e a
aprecia luz da philosophia da histeria, as pagi-
nas do seu livro rescendem todo o perfume das
mais afamadas Apologas, do que ha noticia, e
em nada fleam inferiores s melhores e as mais
bem tragadas de Orsint o de Lacordairo.
Essa inlToducro magnifica, posta frente dos
Fastos da I-greja, um prtico de superior eie-
gancia e de inexcedvel belleza, que j por si d
a entender perfeitamente a grandeza e a sump-
luosidadc da obra.
Depois d'esse prospecte, que indica tonto por
sua propria nalureza, passa o Sr. Rebello da Sil-
va a descrever a vida de Jess Chrislo, desdo o
q^re ella lera de mais ntioio e de mais recndito
al mais ampia expanso de seus actos e dc sua
misso civilisadora ; e anda aqui, bem como em
tudo o mais que so observara antes, roconhece-
so que o dislinelo escriplor se conserva, como
sempre, fiel historio, Iradigo. revelago e
aos principios da mais escrupulosa philosophia.
Cora o Evaagellio na mu, e com a f a irra-
diar-sc-lhe fecunda no corago o no espirito, o
Sr. Rebello da Silva estira seguro no santuario
myslerio do christianismo ; venera-lhe as eren-
gas e os dogmas; curra-se respeiloso ante a ver-
dade histrica e a auloridade insospeta ds me-
lhores pensadores, que em todos os lempos ho
teito justira causa da rcligino por escellencia ;
e, como pintor eximio, que nao abandona a pa-
ihola, ao dar com os olhos nos proporedes gigan-
tescas do um edificio monumental, mas antes en-
sata oras coros, para aproscnlai em mais pri-
moroso relevo os quadros que o maravilham e
arrebalam, reproduz urna a urna as feces carac-
tersticas do templo de Deus, aberto, nla rehahi-
litago moral dos povos, a teda a humanidado
que o quoira contemplar de perto, desde o Orien-
le. das fbulas e dos mylhos, al o Occidente, da
verdade e da civilisago.
Com quo dignidad de estylo nos representa o
Sr. Rebello da Silra os tartos principaes da rida
de Jess Chrislo 1 Com tjue mostrea, com que
fluidez de trago?, nos descreve iodos os succes-
sos, da mais irrecusavel importancia, ligados
misso dos Apostlos o propagago da doutraa
de que o Filuo de Dm fira o priraeo propala*
ma os marrres so adrairararo reciprocamente i
aguo do baptlmo, antee do reeeber o baptfemo
de Mague r^
A mullid i o espectadora estara chela de su r-
preae e respeito, e multes dos proteitantet nao
poderam deixar de reconhecer nessa reunio do
circumslancias urna disposigo providencial.
Quando o negro marchara para o lugar do sup-
plicio linha pedido que algum sacerdote riwse
orar com elle; ninguem havia na reunio para
salisfazerao seu desejo, e neste momento que
o verdadero ministro da egreja de Deus appare-
ce paro lhe abrir as portas do co.
'Quaolo pode a supplica sincera pcranle Aquel-
le que disse :
Ped, e recebereis ; bate, e se ros abrir !
Um culpado manifest a Inlenro de saber orar,
om presenga desse simples clrigo, Deus, abrin-
ao o Ihesouro de suas gragas, resgata urna alma
pececadora das teiris penas da eternidade.
O propheta re disse :
- Dous deleita-se de eurir os desejos ios
uJ'm. l>Td0 d Se-nh?" ,i0 dellcaio, que
ene ouve al a preparagao dos corages.
Desiderium paupemra eseudirit Dominus
prceparalionem cordis eorumudivit auiis sua.
V1UVA 1NC0NS0LAVEL.
A qualiflcagao de inconsolarel, que to" fre-
quentemenle se assoca irnicamente idea de
viurez, muitas vezes verdadeira, mesm na
sua absoluta accepgao.
O Jornal do Havre cita o excrplo, que
nao nem de Malabar, nem da patria- d Man-
so! o.
A riera Leconte (do Havre), depois do morte
de seu marido, que dalara de pouco lempo, ma-
nifestara a mais profunda magua e esquirava-st
a lodos os psames dos amigos, e consolages-
bem mais poderosas dos Olhos que lhe qaeriam
muilo.
A dor, assim nutrida pelas lagrimas e coneen-
Iragao da desesporago, allerou as faculdades
meulaes da pobre riuva, que foi irresistivelracn-
te aysstada por essa fascinago rerliginosa quo
produz a idea da morte, quando se pcn3a nella
com persistencia.
No da 28 do abril, na occasio em que o fi-
lho mais relho de madama Leconle c um outro
do seus filhoschegarom para janlar com sua mai.
cslranharam achar a porta fechada.
Primeiro julgaram que ella se achava no cc-
miierio, onde o pobre viuva coslumava irepas-
sar tempo esquecdo ; porm, depois de duas
horas de espera, os fhos, cujo espirite eslava
agitado por lerriveis suppujj|oes, decidiram-se a
mandar chamar um serralwo, que arrancou a
tecbadura. Auerta a porta, deixnu ver o cadver
da viara Leconle, entercada as travs do quar-
lo. O corpo eslava quasi fri.
FAMILIAS REINANTES.
Publicou-se ltimamente oAnnuario diplo-
mtico do imperio francez,para o anuo de
1800.
Na parte do annuario relativo s familias rei-
nantes no universo, nota-seque o soberano que
lem mais filhos osullo da Turqua, quo tem
qualorze, seis rapazes e oilo raparigas.
Segue-so a rainha dc Inglaterra, que tem novo
filhos, qualrc dos a.uaes sao rapazes.
O imperador do Brasil slem duas tibes, Isa-
bel, prineeza imperial, que nasceu emlSo, e
Leopoldina, que nasceu ero 1847.
O rei de Dinamarca. Frederiro Vil, que suc-
cedeu a seu poi Christiano VIII, nao tcui filhos.
Casou em 1828 com a filha do fallecido Frede-
rico VI. da qual so soparon em 1837. Tornou a
casar em 1841 com a filha do gran-duque do Me-
rklembourg-Slrelitz, do quem se soparon em
1816, rasando pela lerceira rez morganalica-
menle em 1850 com a condessa de Danuer, nas-
cida em 1815.
O re Francisco II de aples nao tem filhos.
pois ques- casadocom a filha do duque da Ba-
tiera, desde fevereiro de 1859."
Os oulros prncipes reinantes que nao tem her-
deiros directos sao : o re da Grecia, o rei do
Portugal, o re da Prussia e alguns principes dos
estados da Allemanha.
UMA VICTIMA DA ASTROLOGIA.
Hontero poz termo a seus das um homem que
quena fazer reviver a astroioga e'que della foi
victima.
Carlos Vogl ( o nomo do infeliz) linha apren-
dido, na sua mocidade. o aflicta de marcinetro.
mas sem resultado Nao paseando de aprendiz,
enlregava-se a todas as visdes supcrsticioitas c
procurar os livros de astroioga.
Quando-ehegou aos 40 annos, leu as es-
trellas que faria a sua fortuna na latera), e ef-
feclivamente ganhou duas vezes seguidas o pre-
mio grande as loteras bavaras, de modo que 0-
cou bastante rico pan renunciar o seuofficio c
entrega-s inteiramento aos seus estudos de
predleoro.
Desde enlo, levou urna vida retirada ; fez,
pouco a pouco, acquisico de urna bibiotheca
de todas as obras astrolgicas, lircu o horscopo
quando levo desejos dsso e leu nos asiros. Po-
rm estos o enganaram, como lem feilo a mui-
los oulros Elle julgou ler lido que, mediante
urna foi le somma adiantoda -a um certo caval-'
leiro, obteria muilo grandes ranlagens. Alm
disto, os asiros osseguraram-lho que em abril
desle anno ganharia 20,000 florins na lotera
austraca. Para elle nao hara a menor duvida
ua verdade destas predcenos Mas o caralleiro
falli e Vogt era fiador delta por 100,000 flo-
rins.
O premio da lotera austraca lambrm lhe nao
abro.
Um Uro de pistola poz fim aos dias do pobre
astrlogo, que dexuu cinco orphos.
[Commercio do Porto.)
dor, atsim como, a primitiva origem Com que
(dolida le de pincel e com que rasgos soberbos
de artista, nos pe elle dante dos olhos o marly-
rio prolongado e intenso, porque Uvera de passar
aquello mesmo que era a innocencia na sua "mais
depurada significaco Com que habilidade e ta-
lento nos revela, aps a narrago da morle dc
Chrislo, a desalent dos seus discpulos, a mira-
culosa descida do Espirite de luz sobre todos elles,
a fundaco-mysteriosa da igreja, e a seporago
dosaposlolos para sa differentes regies do globo!
Tudo isto sublime, e ludo tsto se acha rea-
lisaJo do modo mais admiravel n excedente es-
cripto do. Sr. Rebello da Silva, do que presente-
mente Callamos e que mullo desojamos que o mais
breve possuel seja levado ao seu complemento.
Se a nossa analyse to tenue e lo circuns-
cripta, em relago aos Fasto da Igreja, nao
pode levar-nos adianle no intuito fie lenha-
mes de examual'-a mais de espago, sepi bastante
o quo havomos diclo at aqui para mostrar que a.
nossa conviego respeilo da superioridad'- u'es-
(a obra assenla n'uma base por deaais solida- e
inabalavcl.
Nao fazemos d.'aqni a critica de um trabalho. lo
importante, qual esse com que tanto se deve
desvanecer o insigne litteralo portugus; nem
nos imaginariamos nunca habilitado para emiltir
um juizo em ultima instancia, em assumplo de
semeUtante nalureza.
Como cultor das lettras, apreciamos, I ni do
proprio senlimenlo, os ttulos irrecasaveis que
tem o Se. Rebello da Silv & benemerencia de
sua patria o al da humanidade, como Iliterato,
como philosopho e publicista christo ; e se nos
demoramos mais, ao contemplar o seu bello mo-
numento dos Fasto da Igreja, 6 porque, em nos-
sa. humilde posico de escriploc. consideramol'-a
a piimeira, a mis digna, a mais nobre das com-
posiges d'esse dislinelo Iliterata.
Assenlamos que urna obra d'esta plana om
padro de gloria para a lilleralura portuguesa,
(porque nao s objeclo. de lelltas o que se cha-
ma romane,poesa variedad^ folhttinistica. etc.)
e temos para nos que om hornera, que esrrereu
um livro lo precioso, bem pode sentar-se nace-
publica dos sabias, o oceupar um lugar dislinelo
junte de Casillio, de Alexandre %rculau.o. e
da Almeida Garren..
PERN.-TIP.DB M. F. TiE.FARU. 186(1
dk^l
A.


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