Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09090


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Full Text
r
I
,
-.
1HI IIIYI. HOMERO 139.
Per tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidas 6$000.
?
CNCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimare3; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior; Tar, o Sr. Justino J. Ramos;
Amaron!, o Sr. Jeronymo da Cosa.
PAKl'lUA UO* CUllIlCIU.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguar.is.su, Goianna e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
GaranhiMis as tercas feiras.
Pao d'Allio, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
qneira, Ingazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex nas quartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros;
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
S1BBAD0 16 Di JOHHO DE 1860.
------:~.~------
Por ano adiaitadt 19$000.
Porte franeo para o sobscrilor.
nnnm
EPHEMERIDES Di
3 '-nacheiaas 2herase1Bminutosdo larde.
II fiarlo minguante as 10 horas e 45 minutos
la mnnhaa.
19 .ua nova as 3 horas e 4 minutos da manha.
25 iusrto crescenteaa 10 horas e 16 minutos da
larde.
PREAHAR DE HOJE.
Pri neiro as 2 horas e 51 minutos da tarde.
t* PARTE OFFICIAL
(^dososcorreiospartemasIOhorasda roanha. S, undo "tn^^ZZ^XZ^
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas feiras e sabbados.
Pazenda tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao roeio dia.
Dito de rphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Pnmeiri rara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quarlas e sabbados
meio dia.
ao
Cfoverno da provincia.
Tela secretaria do governo se faz publico, para
conhecimenlo da parte inieressada, que, segun-
do conslou de aviso da reprlrco do imperio d-
30 de luaiu ultimo, nao po3e ser" deferida a pree
tenciio de Cribonio Alvesdo Valle, por nao haver
tuiprego vago.4 nonio Leite de Piano.
EXPEDIENTE DO DA 13 DE JIMIO.
Officio ao Exm. presidente da provincia do
Piauhy.Em additamenlo ao meu oflkio de 5 do
correla passo as maos do V. Exc, por copia, o
termo de
pioloSsor puoiico 1 lusirucco elementar da po-
voaeo de S. Miguel de Ipnj'uca, Jos Iryneo da
Silva Santos, lance em dito requerimento o des-
pacho scguinle:A' vista da informacao do di-
rector geral < inslruccao publica, nao tem lu-
gar o que pede o snpphcanle, que s deve por-
ceber a differenca de ordenado a contar do da
rifa a renda
uer na-
por meio
termo de entrega dos objectos enviados no vapor mnZZmaT mTTLuZ r
~,enaaoOSin"pecff''da '^tSa^Vt
zenda.
Dito ao direrlor interino da reparlico das
obras publicas.Concedo a aulorisaco que Vmc.
reo ou uecessanos Mira o sen curso, e de mulla
iguil melade do valor dos bilhetea que forem
ni- nbuidos.
1." Ser reputada lotera ou
de )ons, mercaderas ou objectos re nualq
turza, que se promeller ou effectu.ir pt.
de sorte, e toda o qualquer operacao* em auo hou.
san ra-Jssr. sskse i: zzvz* "'"' -d &*> &-
materias do systema pratico e methodo ile en-
sinn, conforme dispe o art. 19 da lei de 14 d
maio de 1835.
Dito ao conselho administrativo para forneci-
menlodo arsenal de guerra.Auloriso o conse-
Iho administrativo a mandar comprar, para for-
necimenlo do arsenal de gueira, os 16 livrog
DAS DA SEMANA.
U Seg. S. Barnab ap. : Ss Pelix e Fortunato.
12 Tere. S. Joao de S. Facundo : s. Onofre.
13 Onart. S. Antonio f. padroeirnd provincia.
14 Quint. S. Basilio Magno b. doitlor da Igreja.
15 Sext. SS. Coraco de Jess: s. Vito m.
16 Sab. S. Joao Francisco : s. Aureliauo b.
17 Pon. S. Therrza rainha de Lita.
Dilo ao commanlanle das armas.Queira V.
Exc. mandar postar urna guarda de honra hojeas
5 horas da lardo no caes 22 do nocembro, em que
dove embarcar para o norte o Exm. presidente
do PMihy ; providenciando V. Exc. ao mcsoio
lempo para que a fortaleza salve, quando o vapor
demandara barra.
Dilo ao mesmo. Pode V. F.xc. mandar,abrir
assentamenlo de praca ao paisano Belarmino da
Cosa Ramos, que, offereeendo-so volunlariameu-
lo para o servico do exercilo, fui julgado apto
para laso, como consta do termo do inspeccao,
aouexo ao sen offlcio de 13 do correle, sob n!
638.
/ Dito ao presidente do tribunal da relacao.O
juiz municipal e de orphos do termo de' Gara-
nhunse Buique. bacharel Juo Francisco Ouarle.
parlicipou ler assumido o exercico do seu cargo,
e passado o de juiz de direito interino da comar-
ca ao respeciivo proprietario no dia 30 de maio
prximo findo. O que communco a V. S. para
seu conhecimenlo.Igual ao inspector da tho-
sour.iria'de fazenda.
. Dilo ao mesrnqgj-0 juiz de direilo da comarca
de Garanhuns, baTIiarel Theodoro Machado Frei-
r Pereira da Silva, participo ter reassumido o
exercico do seu cargo no da 30 do maio prximo
Oado. O que communco a V. S. para seu conhe-
cimento.Igual ao inspector da Ihosourana de
fazenda.
Hilo so inspector da thesourara de fazenda.
Aislo que, segundo consta de sua informacao de
12 do corrente, sob n. 58G, nao ha crdito para o
.pagamento dos vencmenios relativos ao mez de
maio ultimo dos olHcaes de Ia linh.
pedio em seu ofieio de 12 do corrente," sob n.
183, para mandar lavrar o termo de recebimenlo
definitivo da obra do empedramiento do stimo
lanco da estrada da Escoda. Quanlo ao pagaj-
mente a que tem direilo o respectivo arrema-
tante, ser realisado em ocrasi.io opporluna.e
em vista do competente certificado.Commun'i-
i cou-se ao inspector da lliesouraria
' cial.
Mito ao mesmo.Mande Vmc. fazer com bre-
vidade os concert* de que necessita o telhado
do quarlel do corpo de polica. Communi-
cou-so ao inspector da ihesouraria provin-
cial.
Portara.O presidento da provincia, lendo
vista o que representou a cmara municipal do
Recite em officio de 13 do corrente, sob n. 58, re-
solve approvar provisoriamente os seguintes ar-
Hgos de posturas :
Art. 1. E' permeilido ao infractor de qual-
quer postura angar a* molla competente patja j
2 Nas penas desle artigo incorrerao .
1." Os autores, emprchendedores ou agentes
de oleras ou rifas ;
2. Os quodistribuirem. passarem ou vende-
ren bilheles de loteras ou rifas :
3. Os que por avisos, annuncios, ou por
out-o qualquer meio, promoverem o seu curso e
ext 'aeran
3 O productor dos bons, valores e mul-
las Je que traa o presente artigo, dednzidos 50
por cenlo de sua importancia a favor da pessda
ou tmpregado que dr noticia da infrarcto, ou
pro nover sua represso, ser apMicado s des-
pez is do eslabelecimentos pios que o governo
des xnar.
4." Contra os infractores se proceder na I pon
frria estatuida pela legislaco em vigor sobre'os
deli'los policiaos.
Art. 2. Ao ministerio da fazenda fieam ex-
provn- | elusivamente compelindo todos os negocios rela-
tivo a loteras, sua fiscalisaco e ronlas.
f Art. 3. Ficam revogadas as disposicoes em
con rario.
Paco do senado, 23 de maio de 1860. Sif-
va i'erras.
Fiea sobre a mesa.
Ci mparecem no decurso da sesso mas 10 Srs.
senadores.-
ORDEM DO DIA.
Ec Ira em 1.a discussao o projecto de resposta
fal a do thrdno.
E' apiada a seguintc
,'a,)or.riI-uJ.'^Z?; ^b;;,,", Para .s,,a defe" recitfo ; hmtida para uf colimada no lugar compleme.
o 'ul^JSJSL? Z?^*1' Sm prPJU- Em lugar "smenlos mixtos subsli-
zo na pena (orporal, que lambam possa ter. |
0 Quando o infractor nao pazar a mul-
.Arl. 2.
ta Manlro do praso de tres das, de"po~is de con-
demnido n intimado judicialmente, a multa se
converter em'prisao, correspondendo a dous
mil res cada da de prso.
Art. 3." Os infractores presos era Rogantes so-
mente serao sotos depois do pagar a respecliva
junL.maode v. S. exigir do gerente da comi.a
" ai-w?lbcana de paquetes d vapor a quan-
tia,8Ii}d20, em quo importara os concerlos feilos
por aqueile arsenal na machina do vapor lgua-
">***'Communico-se ao iuspeclor do arsenal
e marinha.
Dilo ao mesmoA' vista do ofilcio do Exm
presdeme da provincia das Alagas. constante
da copia junta, e dos documentos a oueellese re-
tere, mando V. S. pagar ao agente da compaiihia
bahianna do nsvegaco, ou ao seu procurador,
a quanlia de 100$, m que importa o transporte
das pracasdas companhias de pedestres e baga-
geni embarcadas nos vapores da Sesma compa-
nhia, na cidade de Macei.Communicou-se ao
"Exm. prc- sidenle dnquella provincia
Dilo ao inspeclor da ihesouraria provincial.__A
vista da cotila junta, quo mo foi remellida pelo
ciiefe de policia com uflkio do 12 do corrente,
sob n. 813, mande V. S. pagar ao lenle Agos-
tinho Correa de Mello, ou ao seu procurador, a
quanlia de noventa mil res, dispendida no mez
de abril ultimo, com o sustento dos presos po-
bres da cadeia do Onrcury, existentes na cidade
do Craio.Commuoieou-so ao chote de polica.
Dilo ao mesmo.Iuleirado do conlo Jo de sua
informacao de hoii'em, sob n. 210, dada acerca
do requerimento em que C. Starr & C.a pedem
pagaiLeiilo da quanlia d" dous conlos 00vcen-
los mil e quarenia res, proveniente de dous tan-
ques de folha de ferro galvanizado, que forneco-
ram para a casa do detencao, lenho a dizer que
mande V. S. effecluar esse pagamenlo, logo quo
fr possivcl, guardada a ordein dos despachos ex-
pedidos.
Dilo ao mesmo.De coiiformidade com o quo
V. S. propoz em seu officio de 12 do crrente,
sob n. 205. lenho resolvido que fique do nenhum
cffeito a designacao do escriplurario da recebe-
doria de remlas internas, Joaquim da Costa Ribei-
ro, para inventariar os documentos da- exmela
tliesouraria provinci.il, e quo sejam incumbidos
desse trabatho os prmeiros escrplurarios dessa
thesourara, Francisco Geraldo Moreira Temporal
e Alexandrc Amerco de Caldas Brando, que fi-
cam obrigados, mediante a gr^lificaco de vinta
e cinco mil ris mensaes, a trabalhar ora suas
casas fora das horas do expediente, e a darconta
ao contador do trabalho quo fizerem em cada
mez.
Dito ao mesmo. vista do competente certi-
ficado mande V. S. pagar em occasi.io opportu-
na ao arrematante de 500 bracas de empedra-
mento entro os marcos do 10 e 12 mil bragas da
estrada da Victoria, a imporlaucii da segunda
presiacao, a que ello lem direilo, por haver exe-
cutaao o segundo terco das obras do seu contrato,
segundo medeclarou o director interino da re-
parlico das obras publicas em officio de 1 do
corrente, sob n. 182.Communicou-se a este.
Dilo ao mesmo.Em vista da sua informacao
de hontem, sob n. 211, o nuloiiso a mandar 111-
lemnisar fazenda nacional, quando o perinilli-
rem os cofres dessa thesourara, da quanlia de
cenlo e oilo mil e oilocentos reis, dispendida pelo
colleclor da cidade da Victoria no mez de abril
ultimo, como sustento dos presos pobres da res-
pectiva cadete, como se ve da conta junta, quo
me foi remetlida pelo inspector da thesourara
de fazenda com officio de 18 de raaio ullimo sob
n. 509.
Dito ao mesmo.Em occasiao opporluna man-
de V. S. pagar, vista do competente certifica-
do, ao empreileian da conservaco da estrada da
Victoria, por ter terminado o seu contrato no ul-
timo de fevereiro deslo anno, a importancia das
prestacoes correspondentes a aquello mez e ao
de Janeiro.Cominuuicoii-sQ ao director interino
da reparlico das obras publicas.
Dito ao mesmo.A' vista do requerimento e
conta junios, mande V. S. pagar a Guiraares &
Oliveira a quanlia de nvenla e un mil seiscen-
los e oilenta ris, proveniente de objectos que
forneceram para o expediento da secroliria da
presidencia.
Dito ao inspeclor do arsenal de marinha.
Mande V. S. pdr disposico do Exm. presiden-
te do Pisuhy. que segu hoje para all no Cru-
zeiro do Sul, a galeota da presidencia, s cinco
Jaoras da larde de hoje, no caes Finta e dous de
novembro.
Dito ao raesrao.Communco V. S. que, por
aviso da reparlico da marinha de 25 de Janeiro
deste anno, me foi declarado que S. M. o Impe-
rador nouve por bem conceder Manoel da Silva
Mcndonca o augmento de seiscentos ris diarlos
no salario que elle percebe, como escrevenle
das offlcinas desse arsenal
Dilo ao capito do porto Paco apresentar
Vmc, para ser inspeccionado, o recrula Joao
de Dos do Nascimenlo e Geraldo Antonio Bar-
bosa.
Dito ao director geral da instruccao publica.
Tendo vista a sua informacao de 12 do cor-
lele, sob n. 93, dada sobre o requerimento do
;"-''' (16:000^)00) para as Sespezas evonluaes noco^
rente exercirio.-Remelleu-se copia ao inspec-
tor da thesourara provincial.
Dita.O presidento da provincia, attendendo
ao que Ihe expoz o Inspector da thesouraria pro-
vincial em officio de heniem, sob n. 209 resol-
ve, nos termos do art. 30 da lei provincial n fons.itiicionalmenle, e que como principe em
i de 5 de maio do anno prximo passado1'"' d'8n0 d0 amor dos Braailoiroa. Consi-
mxlos subsli
la-se o segoinlo :
Os effeiios civil dos casamentes de pessas
que n.io professem a religio do Estado. Bap-
lista de Otxveira. Vizconde de Abael.
O Sr. Dantas comeca por fazer algum reparo
sobn o silencio que a casa parece querer guar-
dar. Nao sabe se elle significa ura apoio geral
ao ninisterio ou urna estrategia. Duvda quanlo
pr meira inlencao, e roprova completamente a
segunda.
Se bem nao soja agradavel que um orador rallo
de i restigio encele a discussao sobre materias
uo importantes, nao pode prescindir de apr-
senla algumas consideracoes em presema da
miseria publica c da peste, e quando se ten de
resp mder a una filia em que tantas necessidades
se e: poeoa consideraco das cmaras.
Pr meiro que tudo'julga indispensavel mani-
feata- o seu symbolo de f poltica, j quanlo
cor i, j quanto ao ministerio.
Tr.bula supremo respeto ao chefe da naeiio
reco ihece que como tal elle desoja
governar
ab/ir um crdito do 2255C00 mil reis para nacra-
fneirlo d.j ui ilrninlii uo piulOSSOT SUDstlTllto da
aula de lalim desla cidade, no corrente exerci-
co, vislo nao se ter marcado quola para esse
pagamenlo na lei do orQamenlo vigenle.Re-
mellen-se copia ao inspecloi da thesourara
provincial.
Dita O presidente da provincia altendendo
ao que Ihe requerco Innocencia Maria do Roza-
ro, resolve concedei-lhe lecenca para ir ao pre-
sidio de Fernando tratar do sus negocios.
C0MMAND0 DAS ARMAS.
Quariel general do commando das
armas em Pernambuco, 13 de
junno de 18GO.
ORDF.M DO DIA N. 407.
O lenlo general commandanlc das armas,
declara para o lim conveniente, que approvou o
engajamenlo que no- dia 11 do corrente, con-
Irahio o soldado da companhia a'arlifices desta
provincia Antonio Barfhjlomeu de Mallos para
servir por mais seis annos nos termos do decreto e
regulameulo do Io de maio de 1858 ; o que nes-
ta dala se apresentou vndo da corte com o fim
de reunir-se ao seu corpo, o lente do 8o ba-
talho de infamara Claudio Marques de Souza.
Assignado. Bardo da Victoria.
Conforme. Pedro Gomes de Oliveira, alteres
ajudante de ordens do commando. .
ORDEM DO DIA N. 408.
O lenle general commante das armas faz
publico para conheci'menio dos senhores com-
mandantes do corpos e companhias soladas des-
ta guarnicao o officic que na data do hontem
recebeu da presidencia.
Priineira seccao Palacio do governo de Pi r-
nambuco, em 13 de junho do 1860.
Ulna, e Exm. Sr.Declarando-mff o Exm. J5r.
ministro da guerra em aviso de 4do corrente, que
nopode ter lugar a reposico, que pretende a
thesourara de fazenda, do que de mais foi abona-
do para etape e forragem at a dala em que
principiaram a vigorar nesla provincia as tabel-
las approvadas pelo governo imperial, fixandp o
dera-o, como a loi fundamental. i'iMuian
,,._..., ,.-. ^..aeKuinie sem responsabilidade
algu a, quer nos seus actos como chefe do po-
der -xecuiivo, quer como poder moderador.
Fz esta derlaraco para, tendo de offerecer al-
gumas observacocs que tolvez nao sejm geral-
menle acceilas na casa, licar bem enlertdido que
considera a falla do Ihrono como peca nlcira-
merie ministerial, e que nada do que disser so
pdn referir ao chefe da naco,
Esas observacoes nao significaro tambem
oppusico ao ministerio, porque reconhece que
tem governado bem. Os abusos de que tem de
queixar-se nao foram creados por elle, vecm de
seu.- antecessores.
Ci meca pela viagem de S. M o Imperador.
R conhece que o chefo da naco lem direilo de
visitar os seus estados, mas estas viagens devern
ser feitas com muila crcumspecgo, sempre em
presenca do necessidades niuio urgentes. Ora,
a mi meu a por quo loi fcila a ultima viagem pro-
voc u, e com razo, a censura dos horaens que
pen. ain sbreos males do paz.
A dynislia do Sr. D. Pedro II nao uma dy-
nasla improvisada, que precise de applausos olli-
ciaej; os direitos de S. M. eslo gravados no co-
rceo do sen povo ; o Imperador nao carece des-
ses applaosos extorquidos com violencia para
quo se patenleie o amor de seus subditos.
Nao quer dizer que o ministerio ordenasse tal
exli rso, mas lolerou ura abuso quo j se lem
dad) anteriormente, na colebraco de tasamen-
tos, baptizados, etc. No Ro deJanero, por oc-
casiao do regresso de SS. M.M., apresentaram-se
delt gados, subdelegados, vereadores da cmara,
etc., eztorquindo ao povo dinheiro para arcos e.
cori tos; isto em um lempo do fome e de miseria
pulHca I
lia qnatro annos que a falla do Ihrono nao
pas: a de um escarrneo, de urna anlithese a tu-
do ijuauto pralicam os ministros.
^ Dissena abertura de urna sesso que a mise-
ria publica extraordinaria, que o povo morro
de lome e que o governo procura os meios para
sua/isar esse estado de cousas. E o que se faz ?
Creim-se ajudantes-generaes, officiaes com 10 e
13 avalgaduras, d-se nao poucos conlos de ris.
e a fome contina.
t bre-se outra sessao, e o que se ve? A crea-
iriiiiiiia faltar nos abusos quo de ha mullo se
leem ado. fazendo urna supplica ao actual mi-
nisteno para que nao ronsinla que elles conti-
nuempara que n.io permita que os aduladores,
com otno em urna cruz ou em urna commenda
se ainvam a massacrar povo. Currlpre estar
sempB prevenido contra os tres venenos que
muan a nossa forma de governo, que sao a adu-
lacao, o servilismo e a ganancia.
>a est na opposicao, at amigo intimo
nos a tus ministros que so acharriVeserites; sabe
que mo foram elles os credores desics abusos,
que pediram aos presidentes urea circular
rerommendando que nao houvesse recepces
pomptsas e pesadas aa povo. Mas a verdado
que du-se nteiramente o contrario, e que pre-
sidenta que resislira'm s ordens do governo
foram agraciados.
Oon.lor recorda anda varias circnmslannas
ol qui mi acompanhada nina viagem de Pi IX
,|SJ^esi>0;VlaS('n, I'"' s l*e ern resultado'a
uoaca. de 70 mil escudos para a conclusao de
orna .,reja em Bolonha. O povo, que vio balda-
asesperancas que nutra com a viagem do
quando este enlrava era Perugia o
uiba official grilavaViva o Santo Pa-
radava por sua parlePone e< slaluto !
rAl.mu? e,"tro ns dizer """smo, vista da
talam ada da pesie e da fome que nos assola.
Contundo sobre este lopico, e tendo mani-
lesiatli a esperanca de que o actual ministerio
nr. m iri,Mla P"1 envidar 'dos os esforcos
para melhorar a actualidad., esperanca que
Z.d^SpPCI3,mPn,e .no s>'sloma da econo.nia
tuc rje lem desenvolvido, o orador occupa-e
com iguns dos tpicos da falla do Ihrono re-
ativ aos negocios do Rio da Prata, aconse-
hano ao govermo que proceda, a dospeito de
trataos com nquelles estados, de um modo di-
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Fakao Das; Baha
Sr.Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM rERXAMRUCO.
O proprietario do nua.o Manoel Figueiroa d
Fann.n.sua livraria praca da Independencia ns.
das quaes oem uo >enad.., nem n cmara ous
depuiados, nem em qualquer socedade do Impe-
rio se lem levantado urna s voz. Senie que o
nobre senador assiin se exprimisse, porque a seu
discurso, appenso a urna dessas publcaces pode
produzr um ereito um pouco desfavo'ravel era
alguna lugares era que na actnalidade se procura I s,
aUzteema j^a^ ^ ^ ,em C0""a
Aadulaco, o servilismo a ganancia sao can-
cros de toda asocicdade.mservilismo e aadu-
laco nao sao um vcio especial das monarchias
ao contrario sao o caero roedor das repblicas;
e a ganancia ha de ser t pstula devoradoura das
eniranhas do todos os paizes demcratas. O
exemplo est na propria America do Nort
so em um anno trinta e tres recia
rereram no parlamento, reclamacoes"
por aquelles mesmos que tnham deixado
lugares de fazenda.
nao pode servir de lliema para exploses de
individuos ou de parlidos, em
de amor e dedicaco
lado.
Nao precisa declararar
curso do sen nobre collega. senadV "peas \Ta'-
ja? excellenles qualidades assaz conhe-
relaco idea
ao chefe supremo do Es-
que nao vio nn-dls-
M:..? i,ue CSti'g* d0 um "onarchista cons-
I. uc.onal prompto para sustentar aa inslHui-
n V..P."W-. E e8U SU" M>ir. o-
ra alguraas palavras ou argumentos pudessem
ser entendidos em sentido diveno ^'uu,'^i,,
I,.'* fl5s consideracoes, o orador oceupa-se
largamente com a quesUo que considera
mais iniporlanle. qual a do
lo Norte, onde \lVi0n.i.H l'*t a a meio Circuanle.
.moc6es'appa! H* J" 2enLL9UdS,en,a?d10 ,obro e,la as lh^:
Cde armaSa. X&^^LP. da escola
os
reslrictivas, consdarando difTerentes
toes que em suslenlarao deslas
proposl-
teem sido a-
^'^a.r_aAauno.ni;bre.s,n"dftrndocondemna 'flmr^d"'At. na_.,_r,Dun. j em documentos
as despezas que julga inuleis e desnecessarias
nesie pensamenlo acompanha-o.
Mas o governo tem obrigacao de cumprir a
legislado do paiz. A crcacao da commissao de
naturalistas foi cread por urna lei, o corpo le-
gislativo votou fundos para as despezas que ella
occasionasso ; o governo nao poda sera nova
osposicao do le dar por lindos os Irabalhos
dessa commissao, que j lem fei.o alguraas ex- dTta'rde"
ofcaes o pela
manifestarn do
ministerio" actual,
aprsenlo sobre a
versedoque at aqu se lem seguido, e quo es-
tepa rmpre prevenido, pois j nao a primei-
ra vz que se possa por decepcoes semelhanles.
i-a por esia occasiao consideracoes contra o
Iralao doextradico celebrado com a Confede^
raca Argentina, para coja nao-raliflcaco en-
teud que houve influencia ingleza.
Laienta igualmente o facto da nao-aceilaco
da icdiacao brasleira na desavenga entre a.
LoriHerayao o o eslado de Buenos-Ayres mai=
aindique para a inlerposieo dessa mediaco
osseiecessano o convite de oulros governos".
Ulmamenie faz reflexoos sobro os tpicos
rolaros insliluicao de caixas econmicas, e
mciinprganisaco das admirUstraces provin-
I^peolmcnle quanto ao segundo, n.io com-
prehen* bem as intoocdes do governo. O que a
esie resello julga milito necessario que o go-
verno eja dos presidentes conlas amiudadas e
minuciois dos progressos das provincias en,
seus dilnenles ramos de administracao, fazen-
do comiue as presidencias nao s resolvam
eb0a?on 3 Ja,,tares' c do,ois e,n commeudas
Cuncluido, o orador faz votos para que o ga-
ln auuZ'u "Ta que nSo se reP'lao os abusos que
que elle orador se referi. Em taes abusos sL
ve a lonarcha consonando contra a mornarhu
O ir Ferrn [presidente do conselho), S
dendvo precedente orador, coiueca oor con"-
lar alarlr do seu discurso eru que elle pareceu
consifcrar o paiz como estacionario, sem me-
nor fbrajde progresso.
Seo nobre senador, diz S. Exc, tancar suas
vUla desde as margens do Amazonas at ao
Jruftiy, se examinar com altenco a marcha
do Jjsil, ha de reconhecer que muito temos
ganhinao s na civilisaco como no progresso
maten.
_ Vens devassados os nossos sertoes pelo es-
pirito i civilisago, as aguas interiores do Im-
perio c-iadas pelo grande motor dessa mesma
civilisao, o vapor, eassim laucados por toda a
parlo Omanancaes do commercio e da agricul-
tura, tal a provincia que durante o segundo
reinado\o lem litio grande e ampio melhora-
mento ?Como se quer negar o que por lodos,
nacin a e^ estrangeiros, visto e reconhecido?
Nao issivel do um momento para oulro
P.'s.3ar oslado de infancia para o de completa
civilisaco porm mullo se lem conseguido, e
esse prngrigo do quo nao podemos deixar de
ufanar-noso s devido a uina, porm a todas
as administcoes que tcem dirigido o paiz de
1840 para ct
Contesta lmenle o que pelo nobro senador
foi dito em rla^ao viagem de S. M o Impera-
dor, pois consiera de sumraa vantagem as via-
gens dos morachas para o conhecimenlo das
necessidades dmionarchia.
Em todas ai aces que se regem pelo sys-
tema reprosenttvo essas viagens se fazem sem
que desgprlem anenor censura, antes sao sem-
pre louv^das e msideradas de proveilo pu-
blico.
Em Inglaterra,->ai2 que nos deve servir de
norma na pratica systema representativo, sao
hoje muilo repels.
ploraces na provincia do Cea ni.
Se se entende porm que nao ha vantagem na
sua continuaco, revogue-so a lei que a creou e
cessar a despeza que o nobre senador con-
demna.
Fazendo era seguida lorigas consideracoes para
JSlrar .que ha exageracao na prooosictt dn
mostra
exageracao na proposicaU do
nobro senador, que o povo morre de fome, quan-
.J!pod!-d!"r_''"e n? B.r8?.il' I"9 """erece um
urna
imprerisa, e concluindo pela
desojo e esperanca de que o
a quem presta cii.cero apoio.
malcra de financas medida*
2."".^?IT Parfl remo^' d0* embarazos
oa actnalidade, e conjurado dos futuros.
A discussao l.ta adiada pela hora.
U 5>r. presidente d para a ordem do din a
mesma de hoje, e levanla a sesso Ts 2 horas
ii
campo vasto para o Irabalho. o existe
classo miseravelalmdaquella que permanece nas
cidades que nao podera alimentar a todos nao
querendo entregar-se aos Irabalhos da lavura
admira-se de que o nobre senador lizess tanl
honra aos versos de um poeta que nao perlence
a escola dos conservadores, mas que sempre foi
considerado como liberal. '
Esse poeta nao fez mais do quo exprimir o
pensamenlo de M. de Stael quando, dingindo-so
aT> imperador Alexandre, disse:O vosso carc-
ter urna verdadeira constiluico,A htSO res-
ponden o czar:Tanto peior para o meu
porque depende de um meio acaso.
As exprpsses daquella poesa
mais do que o reconhecimento das
de-um homem eminente. E
povo,
nao imporlam
SESSAO DE 24 DE MAIO.
Presidencia ao Sr. Manoel Ignacio Cavaban
de Lacerda.
As 10 horas o 3/4 da manhaa o Sr. presidento
abre a sessao, eslando presentes 30 Srs. senaSo-
Uda a acia da anlerior, approvada.
EXPEDIENTE.
\nt<': i".'0" .Luizde Mo"" pedindo se Ihe coneda a
sunvencao anima! de 3:500*000 para ir -Eurona
aperfe.coar-se na arle de musica.-E' remet do
commissao de fazenda. remeitido a
Coniparccem no decurso da sesso mais 11 se-
nhores senadores.
ORDEM DO DIA.
Contina a prmeira discussao, adiada
sao antecedente, do projeclo do resposta
.do ihrono, coiijunclamenlecom a emeuda
na ses-
falla
- euda da res-
qualidades! pecliva commissao, apoiada na referida sesso.
- o proprio O Sr. Bario de Qnarahiin diz que una da*
nobre senador que Ihe reconhece essas qu """''<' -
des, que o reconhe como urna das illuslr
mais salientes talvez do mundo?
--------I .. -* ^ v niriu gcj
latida- I maravittias da quadra actual que o ministerio a--
Iracoes j fn" ac lodas as decepcoes que ha causado na<
lenha contra si urna opposicao do narlamenio
Nao o mesmo nobre senador que reconhe- a" """"" """ -- ---
:o que nao pode haver um fiscal mais zeloso
valor da mesma etape o forragem para o simes- I r'ao a,e uraa commissao para catar borboletas no
Ir que Onda no corrente mez, visto lerem sido Ce! ra- commissao com que j se tem gasto uraa
aquelles yencimentos recebidos em boa f.cdmo I sor,ma extraordinaria! E ainda se considera ne-
ja foi decidido em casos idnticos; assira o com-
munco a V. Exc. para seu conhecimenlo.
Deus guarde a V. Exm.
Ambrozio Ledo de Castro.
Illm e Exm. Sr. Baro da Victoria, lente
general commandante das armas.
Assignado.Bardo da Victoria. I
Conforme.Pedro Gomes de Oliveira, alfeir es
ajudante d'ordens do commando.
INTERIOR.
ASSEHBLEi GERAL LEGISLAUVA
SENADO,
SESSAO EM 23 DE MAIO DE 1860. I
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavaleanti
de Lacerda.
A's 10 horas e 3 quartos da manhaa o Sr. pre-
sidente abre a sesso com 30 Srs. senadores.
Lidas as acias de 21 o 22 do corrente mez,1 sao
ambas approvadas.
EXPEDIENTE.
SSr. 1. Secretario 16 um aviso do ministerio
negocios do imperio, participando que S. M.
o Imperador ticra inlcirado das pessas que
compoem o senado. na prsenle sesso. Fica o
senado inteirado.
E' apoiado e remettido commissao de fazen-
da, a requerimento verbal do Sr D. Manoel, o
projecto do Sr. baro de Muritiba que Ocias sobre
a mesa na sesso de 16 deslo mez.
O Sr. Silva Ferraz offerece o seguinto oro-
|ecto: ^
A asierabla geral legislativa decreta :
Art. 1. Ficam prohibidas as loteras e 'fas
de qualquer especie nto autorisadas por lei, ain-
da que corram annexas a qualquer outra auiori-
sada. gob pena de prisao de 3 a 9 mezes, per-
da de lodos 9* bens e valorea sobre que versa-
ees ana a sua conservado.
Ie maneira que, semelhanta de certas aves
caruivoras, que doxam intacta a parle externa
do: cadveres para almentar-se dos intestinos,
quizeram os ministerios creadores de taes com-
raiises que so fosse procurar a riiqueza no n-
ter or do solo, desprezando a superficie, nao
prt movendo a sua cultura, como era indispensa-
vel em lugares devastados pela fome e pela mi-
sena!
.*assa-se ainda oulro anno era que se lera re-
pe ido o mesmo sermo de lagrimas, e como
aciba ? Com arcse crelos, arrancando-se para
es fim conlo e tantos coritos praca do Rio de
Jaieiro. isto em ura paiz novo; onde ludo esl
per fazer I
0 governo, repele, nao deu por certo ordens
pora quo tal se fizesse, mas cumpria-lhe em-
bcracar semelhanle abuso.
O orador lembora por esta occasiao urna via-
gem do Scha de Persia, noticiada pelos jomaos
eilropeus, em que esse soberano, apezar de po-
dejr-se dizer semi- barbaros, mandou prohibir loda
a orte de festejos e de etiqueta, nao consen-
lu do al que houvesse guardas em seu transi-
to, porque quera que o povo tivesse facilidade
approximar-se para expor suas queixas, e
mj;smo para poder abraca-lo 1
O Sr. vizconde de Sapncaky pergunla, se S.
o Imperador afaslou alguem da sua pro-
ota. *
O Sr. Dantas : ero eu digo isso.
O Sr. visconde de Sapucaky : Enlao nao
se para que sao essas eompvacoes.
0 Sr. Dantas : O mooarcha precisa de con-
se.heiros sinceros.
O Sr. vitcond ie Sapucahy (com forra) :
Nio ha nenhum quo o nao seja, nao ha nenhum
ci paz de adulaco....
(Oucem-wreciamaces contra a direcgo que
a discussao vai lomando. O Sr. presidente fax
a jumasobservacoes ao orador.)
O Sr. Dantas, continuando, estranha que fos-
s i licito a um poeta advogar publicamente a res-
t .uratao do governo absoluto, tendo-se-lhe at.
dido un premio, e que elle orador nao posa na
Que desapprovacjj poderla merecer a viagem
imperial s proviiias do norte, nao a tendo
meiecido a quo le? lugar ha anuos s provin-
cias do sul? Nao souvio contra ella uraa s
voz; aquelles que pt suas ideas livres se ncha-
vo cnio emmaiorino parlamento, nao s nao
a acoimram de inul, de dispendiosa, de pro-
ductora desacriliciosnias ainda a reconheceram
como um verdadero molido s provincias que
foram percorriJas pelt augustos visitantes.
Mas os festejos, os ffcios que elles produz-
ram? pergunlou o nob; senador. Se em algu-
ma cousa houve cuidad da parte do ministerio,
foi em evitar que liveiem lugar esses festejos
demasiados que pudes3i acarretar sacrificios
Sabendo o minisleri que um presdeme de*j
provincia se propunlia a'azeralguma cousa nesse
sentido a cusa dos cofr pblicos, recoramen-
dou-lhe que assiin nao tocedesse. Em relacao
corle, o ministerio tamem nao deu um passo
que acorocoasso o proceimenlo desregrado de
que so queixa o nobre seador.
Estando elle orador dgndo inleiramento a
reparlico do imperio, alans membros da cma-
ra municipal o procuraran para saber romo se
devia proceder para a reepeo do monarcha.
Rerommendou-lhe qui nada se fizesse que
pudesse produzir sacrllcia, accrescentaudo que
laes festejos deviam ser co espontaneo da po-
pularn, que nao deviamior forma alguma ter
carcter official.
De todas as partes surgiim entao vozes aecn-
sanio o ministerio de queer lancar tropocos s
manifesiacoes publicas
Foi elle orador novamene consultado, e res-
pon deu declarando que no punha tropeos a
taes manifestacoes, mas qot ellas deviam ser li-
vres e espontaneas, e livrese espontaneas foram
nao s na corle como na. provincias. E nao
consistram s nesses arcos ecrelos a que o no-
bre senador se referi, mas o culto o mais de-
dicado, o mais sublime, deum novo ioteiro em
favor do chelo da nato, emrcconhecimento das
suasdislinclas qualidades e eos principios inva-
riavei0que lodos os Brasileros leem adoptado
conservando e defendendo a constiluico do'
Imperio.
Discorrendo ainda neste sentido, o orador ma-
nifest a toagoa que Ihe causou ver o robre se-
nador, cojos sentimentos sio coohecidos que
possue qualidades lo dignas de apretc, inserir
no sen discurso esso tpico, que, contra a sua
inlencao, pode ir servir de a&penso a algumas
publicaces que leem spparecido, a essas opi-
uies exageradas, geralmenle repe ludas, a tai or
co
pelas liberdades do paiz, pela execuco d
lundamenlal do Imperio, do quo a" pessoa a
quem o poeta se dirigi em um desses armnos
que mimas vezes fascino auuelles que fdz> m
absoruio?0niJet3la0 aspira^'oes ao governo
.Nao sabe tambem a que veio o pane el sta-
m con,ui ,,t"s- p?fsi"J>. como possuimos.
aTutos '?a CXCell,,.nle' quoremoanovos ^:
BrasilVrfi ,0 e,n a,*uma P"Q publica do
5mS"" Per pa?? ^'ente os pobres
.LL/n SOIO-'do nossas PODulacoea sao
envergonn^^oeoroes o que se chama pobres
esraolando pelas ras. V .,
Quando cuvio a palvra pane, culdou que o
nobro senador ia dizer panem el circenses, c
talvez fossem mais bem applicadas estas pala-
vras, porque na poca actual aquelles que mais
procuram o pao sao os que mais desejam cir-
censes. Esse que o verdadero mal, o
luxo que vai absorvendo ludo, que vai causan-
do a miseria e que pJe Irazer funestos resul-
tados.
Passando ao tpico das relacoes exteriores a
que o nobre senador se referi, considera o
orador muilo justo o conselho dado quanto o
ralificaco do tratados, e posto que a ratificado
desso que o nobre senador aponlou nao fosse
acto do ministerio actual, nao pode deixar de
defende-lo, porque depois do procediraenlo lo-
do paternal do Brasil para com o Eslado a quem
semelhanle tralado diz respeto. depois de tan-
tos sacrificios, e de ver-se empenhada a palana
de um governo que lulo devia ao Imperio,
nao era possivel deixa de pratica-lo.
Nao se alonga sobre este ponto, nem em rola-
cao ao tralado de exiradico, porque o nobre se-
nador tambera locou de leve no assumpto.
Dir nicamente quo uraa necessdade a sus-
tentaco das condices de exiradico porque a
propriedade dos Brasileiros est sendo inleira-
meule roubada nas frouleiras. E' objecto de
vida e morie para o governo, porque elle po-
de trazer a desordena e a propria guerra pro-
vincia do Rio Grande do Sul.
Se houver mais lougas e explcitas inlcrpcl-
laccs sobre estes assumptos, o Sr. ministro
dos negocios estrangeiros esl habilitado para
largamente dar todas as explicaces que sejul-
garera necessarias. Pelo relalorio de S. Exc. se
ver tambera que nao ha exacldo nas posi-
toes do nobre senador em relacao mediaco
ollerecida pelo Brasil e recusada pela Coufede-
raco Argentina da desavenca entre esia e o
Estado de Buenos-Ayres.
Voltanto aos negocios internos, e concluindo,
(rala o orador da parle da falia do ihrono que
se refero necessdade da insiiiuicao de caixas
econmicas e de montes de socorro para auxilio
das classes pouco abastadas da focieJade, mos-
trando que nenhuma das irihiuices existentes
que se dizem destinadas a esse fim o preen-
chem devtdameuie.
O Sr: Souza Franco diz que o seu proposito
entrando na discussao nao hoje, mas en qual-
quer oulro dia. eslava paulado pelo discurso
da cora e pela resposla que o senado Ihe d,
qual presta a sua adheso.
O discurso da corda convida as cmaras
a lomar em muito seria considerego as
iinsncas do Estado o o meio circuanle. O
senado, por orgo da sua commissao, declara
que assira o ha de fazer. Era sobre isto que
ao menos elle orador ainda nao apresentou no se-
nado.
Os oradores que ho tomado parte na discussc.
leem-se mostrado minisleriaes; o mesmo Sr
Souza Franco espraiou-se hontem em tecer sedas
ao gabinete, sem duvida pelos elogios que o Sr.
ministro da fazenda faz no seu relalorio s ideas
econmicas de S. Exc.
Nao possivel quo provenha isto de cataren
lodos contentes a marcha do governo.
Estar por ventura salisfeilo o nobre marquez
de Olinda. quando claraou tanto contra o minis-
terio pausado por ter pedido a irilerprelaco do S
1 do arl. 6- da constiluico, porque S. Exc. en-
tenda que tal interpretaco de um artigo de in-
uica!olarnr^l^a1li!la par* evil*r conn''os com
urna das pnmeiras neti'sSTUiyuo aprsenla como
interpretarlo ?
Pod.-r o nobre marquez estar salisfeilo, quan-
do o anno passado fazia a oraco fnebre no t-
mulo da con'cliaco, s porque o ministerio se;
servio da palavra tolerancia em vez do concilla-
cao, vendo que o gabinete actual nem dessa pa-
lavra se serve? vendo que o Sr. presidente do
conselho, nos artgos que publica, diz que est
passado o dominio da concliaQo, quo desta po-
ca nao reslam seno recordaces histricas.
Pode estar salisfeilo o Sr. Souza Franco, quan-
do sao lo maltratadas suas ideas econmicas?
quando o Sr. ministro da fazenda no seu relalo-
rio allribue em grande parle os males da siluaco
actual m organisaco dos bancos da crearan
de S. Exc?
Podem estar salisfeitos os conservadores, quan-
do o nobre presidente do conselho viola a lei
impondo um tributo para que nao eslava aulori-
sado?
Podem eslar satisfeilos os liberaes, quando suas
doulrinas sao repellidas, e sustentadas as contra-
rias?
Como que lanas esperanzas mallngradas, tan-
to amor proprio ferido, lanos inleresses ofendi-
dos se conservan! silenciosos e na espectaliva ?
Coiifirma-se- o que por ello orador fui dilo na
sesso do anno passado.
Os partidos e o ministerio espreilam-se e tea -
tara de explorar-se mutuamente.
Os conservadores confiam no ministerio, poi-
que ha nelle membros lirados do seu seio; o
anda mais se lirmam em sua illuso porque vein
em grande parle suas doulrinas apuiadas por
elle.
Os liberaes confiam no ministerio porque vera
igualmente elevadas ao poder pessas que com.
elles combaleram.
Mas lano uns como outros eslo completamen-
te illudidos.
O ministerio segu as doulrinas conservador*
porque na realidade sao as mais sas. Tem ten-
dencias conservadoras, mas s quer conservado-
res educados por elle, crealuras suas. Nao quer
os conservadores acluaes, porque os considera
cora pretendes de pedagogos, porque os repu-
ta grandes vultos que fazem sombra de mal3.
Pelo contrario, o ministerio repelle as doulri-
nas liberaes, mas afaga as pessas, salisfazendc a.
cobica de uns, acalentando as esperanzas liberaes
do outros.
E em todo este jogo dos partidos, o quinhio
maior sera duvida para o mesmo ministerio I
E* curioso ouvir cada um dos partidos dizer aos.
seus amigos.Esperoro, que o ministerio vem
para o nosso lado Icomo se ainda houvesse que
como se depois de um anno de vida,
esperar, como se depois de um anno de vida, e-
quasi exclusivamente pretenda discorrer, para, I esse ferlil em actos notareis, nao fosse bstanlo
..__ _i________-__j_____:_ ___._ n .i.. n... o.hii. ot\ n r.ni i\ mitii.latiii miar
com observacoes de amigo, aponlar ao minis-
terio algumas providencias que em sua opinio
entende que deve lomar.
V-se porm obrigado, depois dos discurses
que se proferiram, a dizer tambem alguma cou-
sa sobre oulro lopico.
Entre as grandes vanlagens, diz, que se po-
dem esperar das visitas do chefe do Estado s
provincias, vanlagens era que lodos concordam,
urna iramediata e prompla que teve a de que
se talln foi o reconhecimento de que para coro
a pessoa do monarcha nao ha seno respeto,
dedicaco o muilo amor; respeilo, dedicado e
amor que nao (orara de classes, de partidos,
mas geraes. E o nobre presidento do conse-
lho ainda mais forlaleceu esta conviccao quan-
revelou que o poeta a quem se referi o nobre
senador pelas Alagas tem pertencido sempre
is fileiras liberaes. E' mais um liberal, junto
com todos os liberaes, que preslrara sempre
e que prestara o mais decidido amor ao chefe do
Eslado.
Nao ha divergencia peranle oa principios da
rnonarchia conslilucional, nao ha divergencia
no amor e na dedicaco ao monarcha ; uro
facto reconhecido, e facto roconhecido que cum-
pre que Oque assellado para que nao se repi-
tan receius de individuos ou de classes. Urna
ou outra opinio solada, que nao encontra
4cho e que e presiso evitar que teoha echo,
para saber-so o quo o ministerio quer.
O orador nao lem por sua parte compromiso
algUm. Tem no ministerio aeites pessoaes-que
muito presa; mas a Corta dessas allegues, nao.
pode anda vencer certa forca de carcter que
possue. E' esla franqueza que Ihe faz considerar
as relacoes do ministerio e des partidos debaixo.
do ponto de vista que acaba de expr, e cora,
ella que se oceupara em aoalysar a marcha de
governo.
O ministerio, nao tem no seu pensar sida fe-
liz na sua poltica, e lem commellido graves er-
roa.
O nobre presidente do conselho, por occasiao
das inlerpeilatoes que se lizeram o anno passado
na cmara dos depulados, elogiou por mais do
urna vez o gabinete Iransacto pelo adiamenio quo
havia proposto a corda. E na opinio delle ora-
dor, ease elogio era merecido, porque, se o ada-
menlo nao coovinha nas circuwsiancias em qua
Coi proposlo, jmeJUWde conrir.
Todos saben entretanto que esse adiamenlo foi
rejeitado, e que o mifaerie leve de pedir a sua
demisso, deroissao qua em seu conceito foi um.
mal porque inaporiou eos pma concessao leila a
anarchia. Ficou estanalecido em principio quo
urna minora qualquer, logo que se torne turbu-
lenta e ameacadora, pode impr & cora um mi-
nisterio. .
Elle orador pode dizer Uto, dar o leu juizo so-


1 '
1
ti
t-

n\hlO ft'E l'ERNAj^t% w S^U'J6 t>E JUiNHO bE
1860.
I-
bre o modo porque foi oxeculada a orerogaiva : "> dacora, pode dzcr que esta foi mal aconselha- delle orador; de outra surte ha de fazer sele^o jb seo f-r icedimcnlc ulterior. Nega que houves-1
so rstri ci de emisso oro cunsequencia do
r. -
U -no mesmo caso, e entreunto procedeu assim, I dispeiisiveis para ?. siena do governo, nao dur
porque o elogio que fez i preposla do adiamento, v'dar concede-las ; se porem se tratar de nego-
squi vale por sem duvida desapprovaco da I cios deconflanca, ha de dar o sea voto unicamea-
siia reieico. desapprovaco que PnvoTv urna es-' te *T''dles ministros em quem n depositar,
trsnunu ao proceiiittoal* da cora. Desecamos enlrar.no exrme do estado n rela-
Intorpellado na cmara dos deputados sobre a t0 *?il*l especialmente porque o qnadro
sua opiniao a respeilo do prejeclo do Sr. Torres- "
que deltas se aprsenla na falla do llirTro c bos-
iaiile melanclico ; mas nao o pode fa/.er nao es
lando ainda distribuido o respectivo a lorio.
Umita-ve por Mqsjrpedtr te Sr. ministre dos
negocios estfMigeiree que se se aobam sutQcien-
BtsjMtn gatiRidas no Eslado Oweulal a vida e a
fNpfledaife dos subditos brastlriros all residen-
tes, e no case dericgativa quaes as medida* que
o nobre ministro la lomad o pretende lomar.
Pe que sabe, nao ha atii a menor segranos.
Dio-so fados escandalosos e atrozes. o governo
tro Brasil faz as suas reciaraaees, o governo Ori-
ental responde, e lude flea em troca de notas.
Todos as paizes dvilisados do proteccao ao
menor de seus subditos ; nao merecern a pro-
tocolo do governa do paiz os 30,000 Brasileiros
que se arham naquelle estado ? Se o gnverno
oriental quer, mas nao pJe policiar, deve o Bra-
sil lomar isso a si ; se pode e nao quer, cumpre
que o Brasil o compilla a faze-lo.
Por ultimo, o orador, referinilo-se a nao ratt- Cahia
Acacio des trataldos de exlradico o de limite | ferio ;
Homem responden o Sr. presidente do conselho
que nao linha ainda opiniao formada, quo ereci-
sava estudar a materia, proceder a inquerilos e
reunir documentos.
A lgica exigia dep ais desta declaraba ue i
iwnhunia medida fosse lomada sera quoMttif*j
cessera esses inquerilos, sem quo ptPWebwBsom ;
esses estude*.
Entretanto o nobre presidente do eeuselho
pouco lempo depois loinou saXiro si a me-
d la de restringir a emisso dos bancos, medida
que era igualmente cuntida no projecto do Sr.
Torres-Homem. Ha todava tima differenca, e
que o Sr. Torres Homem pedio directamente a
restrircao da emisso dos bancos, solicitando
rssi medida do poder competente, eo Sr. presi-
dente do conselho nao necessilou do concurso do
corpo legislativo, tulgou-se autotisado para le-
ma-la.
O orador refere-se cora estas consideraces ao
decreto sobre o sello dos bilhelos dos bancos,
decreto fundado na lei do 1855, quo na sua I celebrados com a Confederarlo Argentina, fado [ses lici os olTendidos, mas inleresses Jeoulra
opiniao s auturisava o governo a expedir o re- j que se altribue a desgoslos e queixas que o che- I ualureza, foram os qoe deram lugar aoselama-
fc daqnolle estado tem do governo do Brasil, de-! ros qu i, tanto naquella provincia como na ca-
seja sabcr.se nao liouver ine.jiweniente, quaes as pilal, si levanlaram.
causas dossas queixas e desses disgustos. Conc uindo sobre este tpico, da o oradorigual-
0 Sr. Ferra? (presidente do conselho) diz que menle ixplicaces sobre o seo procedimeiio em
nao o maravilhou a posico lomada pelo nobre -
senador ; considera-a filha de suas convieces, e
rospeila estas. Mo nao pode de modo algum lo-
ecreto 'lo sello, visto como as nulas aste sen-
do substituidas pelos bancos, como pede pro-
Ear com o inquento que tem de ser presente ao
orpo h gislalivo. Julgou-se aoitrsadopnri a
expedid o desse decreto pelas leis em vior,
pelo eleuonto histrico, e pela ortica seguida
por lodt s os seus antecessores. Se errou, er-
rara m ( o esmo modo ledos es que assim pro-
ederaa Nunca manisfeslon, como se disse, a
onvicfi* e que nao estara autorisado pelo po-
der legi ilativo para a altera^o^o ujiuihu
que se efere. A le nb lz, como so tem pre-
tendido que o governe flea aulorisado ^ara dar
regulan entos para a cobranca do sella, e sirn
para alterar o systeaia da anecadaco dfesse im-
posto 61 labelecide petas leis taca e laesj; e por
syslema de arrecadajao nao se cnlende simples-
lenle < modo pratico da cobranca; a Vi du Io
da ouii.bro de 1856 moslra clararoenie que as
Ealavra i syslema de arrecadac&o iompre-
enderri de wesmo modo o quantum da laxa do
sello. Do regulamento do 1 de jullio ie 1850.
e de c litros quo enumera, se deprebende o
mesmo.
Contrsla cgualraenle que fosse por causada
i medida relativa ao sello que se levantou na
i celouma a que o nobre senador se re-
e procura mostrar que nao os nteres-
PERItftMBUCO.
REVISTA DIARIA-
gulamenlo para a arrecadaco desse imposto.
Para corroborar a sua assergo com a pro-
pria opiniao de S. Etc.. o orador l um tre-
cho do discurso pronunciado pelo nobre presi-
dente do conselho na sesso de 23 de agosto do
anno passado, acercando sello as notas promis- I
aorias.
Mate discurso entenda S. Exc. que o im-' lerar que, dadas as relacdcs que onlre ambos ha-
posto deva eslender-se s olas de pequeo va, lancease esse nobre senador insinuices
valor, mas lambem |nlgava quo essa medida io offensivas do caaapjter e
dependa do concurro do corpo legislativo, lano orador.
que convidava o senado para lomar urna me-! Nao Iho responder, porm, pelo mesmo
ilida, seno naquella sesso, ao menos na prc- I Iheor.
senle. Pela dignidade do senado, pela do nobre sena-
Tanio o nobre presidente do conselho rcco-: dor, e pela delle orador, pora de parte a palavra
nhecera culpa que lem nesle negocio, que nao bifar o oulras que o nobre senador enlendeu que
nesle
ousou fallar delle no seu relalorio ; parece que
S. Exc. tinlia receio de locar em urna dea que
rhe agilava e incommodava o espirito. Urna me-
dida l.lo importante, que havia excitado reclama-
;es da imprensa e dos bancos, que eslevo para
ausar na Baha um grave desgoslo a S. M. o Im-
perador, nao mereca as honras de urna larga
exjlicaeo ?
Como exemplo da mobilidade do nobre presi-
dente do conselho as suas ideas administrativas.
deva emprrgar.
O nobre senador nao deve ignorar que os ar-
gumentos em que se empregam esses termos sao
espadas dedousgumes, e que otis ferem quel-
les que os empregam do que aquellos a quera se
dirigem.
A referencia feila por um homem como o no-
bre senador, que deve sor justo, importa o ciio
de urna calumnia quo o homem do' bem deve
sempro repellir, principalmente a respeilo dos
cita o orador o seu procedimento a respeilo de | seus amigos, daquelles com quem lem relaces
urna tarifa especial para a provincia do Rio Gran- ha longos annos.
le do Siil. A esse e outros tpicos responde elle orador
Quando esta idea apparcceu pela primeira vez com o seu passado, com o seu presente, invo-
na cmara dos depulados, S. Exc que enlo cando todos que o lm conhecido, quer na vida
era deputado, combaleu-a Depois. estando na
presidencia daquella provincia, mudou de opi-
niao e susler.tou-a. No senado mesmo o unno
passado anda disse que era favoravel. Acquies-
Ceu depois ao adiamento proposlo pelo Sr. vis-
conde de Jcquiliiihonha, nao se lembrou maisda
necessidade de tal medida.
ltimamente, nesle vai-vem assenlou S. Exc.
que devia tancar mo dos meios repressivos, e
cstabelcceu cinco mesas de rendas com grande
cortejo de empregados, em diiTereiites lugares
da fronteira. Ollm com que S. Exc lomou essa
ii!olila foi sem duvida para proteger ocommer-
poblica, quer na particular.
Repelle, portadlo, todas essas ins'uiuaroes in-
dignas de homens que se sentam no seio de um
corpo como o senado.
Espara que o senado lhe releve este pequeo
desabafo, porque nao ha ferida que mais sangre
e que mais da do que a que feila pela nio do
amigo.
Nao dir a esto respeilo era ranis urna pala-
vra, deixa o campo livre ao nobre senador para
continuara lancar-lhe todas as armas de arre-
meco quecosluma ter no seu arsenal.
Se livesse na casa um amigo dedicado, que
rclaco tarifa especial da provincia do Rio Gran-
de do fot, contestando o histrico que o nobre
senado fez des'.e assumplo, histrico que linda
qnando verdadeiro, nao lhe seria deshmroso.
Justillo a creago das mesas das rendas, a que
da probiddo delle'o nobn senadot.so referi, repartices org una-
das con um pessosl mu diminuto, e por son se-
gualo tonco dispendiosas para o ihesouro
Defei.dendo-se em seguida da aecusaeji* rela-
tiva inlervenco indebila do governo n elei-
560a a que se lem de proeoder, o orador nnvtda
uobr; senador S quem responde a apreieutar-
llie fados quo demonstroni a exisleni'U dosa in-
lerven :o, assegurando-lho ao inesnio teni|o quo,
se beu que. ella nao exista, nemelle orada, uctii
seos ci'llegas. nem iienhum honicui de eslado
pode 10 modo algum por de parle as alfeies, e
porlan.o deixar de nulrir o desejo do qu leus
amigo: irabalhem em prol daquuiles que asegu-
ra 111 o seu apoio adiuinislraco.
Alorgando-se igualmente sobre osle opico,
esforcr-se S. Exc. por mostrar o nenhum unda-
menlo das arguicoes do nobre senador cr rcla-
co creaco dos commandos superiores d guar-
da nacional do Rio Gsande do Sul, desanexaco
de oul'os, ele, coiicluindo que nao tem, mu na-
quella provincia, era era nenhuma outraf.m l-
datos :eus, se bem* que, como j disse, lescja
que vtuham ao parlamento aquelles que se cham
disposios a cooperar para o iriompho das ideas
por ole e por seus collcgas adoptadas.
Apilii'ando Imlo quanto disse sobro a invio-
cia d< Rio (.raudo, do Sul provincia do l'iuhy,
defen le tambera o seu collega, o Sr mioifeo da
justic 1. das inloiiges menos justas que e lhe
allribiein. A demsso do presidenlo daoella
prov icia foi por elle instantemente exiga, o
nao dada por motivos eloiloraes.
co licito da provincia. Mas a proleccao, para po- quizesso faznr o elogio da admintstracao actual,
derclumar-se tal, deve ser eflicaz ; e por ven- nenhum o faiia rom termos mais pomposos, com
tura est S. Exc. persuadido de que tal medida raides mais fortes, com patarras mais insinuan-
c eflicaz ? .io o pode estar, porque disse o con- tes, do que o nobre senador que se collocou na
trario no seu relatorio respectiva assemblaJ esi_acda da opposiro.
provincial. (Le o trecho do relatorio a que se
refere.)
Se S. Exc. eslava persuadido de que a medida
era deficiente, pode diser-se que a sua adopeo
foi um verdadeiro escarneo, urna zombaria do
bom senso dos cominerciaules do ltio Grande do
Sul.
Dizendo o nobre senador que o ministro adop-
lou as ideas conservadoras, mas quo ao mesmo
lempo nao podia solTrcr os aulgos conservado-
res, fez um verdadeiro epigr.imma aquelles dos
acluaes membros do corpo legislativo que se de-
nominara conservadores. Como conceber-se um
partido que nao deseje o Iriumpho de suas ideas,
Quauto elcicoes, pergunta o orador, como '.ou quo as repula? Conw conceber homens
que o ministerio iraduz essa tao apregoada 1-(que tem urna bandeira sobre certas ideas, c que
berJade e vol Expedio urna circular recom- i rejeilem a issociar;o com outros que propugnam
mendaiido aos seus agentes que nao ntervies-
sem em eleicoes, mas ao passo que faz esta re-
commend-ico procedo de accordo com ella '.'
Pelo contrario, o ministerio faz o que pode em
favor dos seus candidatos e o Sr. presidente do
pelas uiesmas idas? S pelo facto dse adopia-
rem os tunos, segne-so que se dosprezem os ve-
llios? Nos partidos sao os vellios que do as li-
eijes da experiencia, sao os que ehimain para
cortos principios a alieuco da micidade, alim
Exi ondo resumidamente o que se passou'icer-
ca daiquesles com a3- companliias do Muiry e
dos l'aqueles a Vapor, declara que o seu rime
nesta questoes consisto era nao ler queria co-
dera pretenoops exageradas com que de 110 lo
algn podiaconcordar. Tem em abono a sua
decs. 10, especiaImenla a respeilo da pm<>ira
dessai companhias. .1 luminosa opiniao dcon-
selho de eslado ; e tanto a respeilo de un co-
mo di ouira, esl-prompto para discutido01 o
nobn senador 011 com qaalquer oulro 'irado
uiem iro, na oecasio que Ihes parecer mis 0|i-
liortina, que no seu pensar quanJo seralar da
lei d 1 oromerilo.
Po." achar-se fatigado, deixa de res|iider ao
nobn senador pelo l'ar, a quem agradie as pa-
livr;s de bciiovolencia que Iho dirtgmjio ubs-
lanii nao estar concorde com cerlosonlos do
seu 1 iscurso.
Para que porm nao se levante j (ande ce-
conselho est daqui mesmo dirigindo as elcicoes' de que os adoptara, para verem em roda de si |,>nir a por esta divergencia, dir que ao cnien-
do Rio Grande do Sul. una plyade militante que possa levar a effeilu I de p. r lilierdaio baocaria o espirito di rteves
' indeiluid is de bancos, nem de associedes ein
S. Exc. dispe do se poder em favor dos seus s mesmas ideas, fnze-las Iriumphar.
imigos enlregando-lhes a guarda nacional, que 0 rainisterio, segundo o nobre senador, adop- I |m !S 0 itmn-iirM, Segu a esse resputo a wf--
a primipal aUvanca para as eleicoes daqueiia la as ideas liberaes, mas nao vai com 08 llbe-^mao *'gjj^; ind^aftdidP
1110 1 Iguns qoerem. Importa- a
a
c a priiuip
provincia.
Em prova desle assorto, rila o orador a crea-
rao no distrii lo da Cruz-Alia de mais de um cor-
po de estallarte, onde j hacia cinco corpas e
duas secces de reserva, coran cun ....."'
^Mw-o Lit. aln protege ; a creacao do com man-
do superior de Santa alana^ft, B^ra,^^^
dcwwwonj'-ua guarda nacional da fregue/ia de
S. Martinlio, ele; creaco que reputa dsaeeecsa-
na. porquanlo, S. Exc. entregando no da i de
maio do anuo passado a presidencia da provincia
ao Sr. conselheiro Anlo, declarou-lhe
guarda nacional Cea va definitivamente
aada.
esemRar.\nt, co-
1 libordjtde daV-alo-
que a
organi-
Citando igualmonle o fado, que os jomaos no-
ticiara, da lula eleitoral travada no disinti de
Algrele cutre dous coniman lames da forca di
guarda nacional, lula de que pode resultar um
seno abalo na IranquilIHade publica, vistea
importancia dos contendores, o orador pergunta
qu-'f-s as medidas que o governo lem tomado a
lal respeilo, nulriudo duvida de quo alguma se
tome, porque o coronel Canavarro, conimandante
superior do Algrete, protege o candidato de S
txc. na Cruz-Alta.
A estes fados accrcscem ainda as queixas
quo chegam da capital da provincia contra o Sr
presidente do conselho pela proteccao que da-
qoi esta dando ao Sr. baro de "Porlo-Ale-
gre.
E o que se pratica no Rio Grande do Sul esl-
se pralicando igualmeiil.v em oulras partes O
-Sr. ministro da jwstice prepara ludo para arran-
jar o seu ninlio eleiioral no Pi.iuliy. Raro o
da era que nao se 14 no expediente oicial a
creaco de algum commaudo superior da goir-
U iiacional, de algum corpo ou secro do bala-
111:10, de algum labclliado. ele. A demsso do
presidente daquell 1 provincia lambem um fado
muito significativo, porque se sabe que elle nao
iraualnava nosenltdo que convinha aos amigos
do .nobre ministro.
E assim que o ministerio actual enlende a li-
berdade das eleicoes. Se se (rata de seus adver-
sarios recommeuda polica que nao Miiervenh.v
se se trata de seus amigos, nada ha que nao pra-
tique em seu favor. K
Corilinuando em suas censuras, toma o oraior
cm constderacao o modo por que lhe consta que
o sr. presidente do conselho proceder com as
companhias do Mucury e dos Paquetes a Vapor.
De um relalorio lido na reunio dos accionis-
ismou por tal forma a lei q"ue ilie
tas da primeira dessas companhias colligio qu
b. Lcx. soplusmou por tal forma a lei que llic
concedeu um emprestimo del,200:000 que o
respectivo director julgon conveuente abando-
raea !
verdade que iiinguem pode no eslado pre-
sente repellir ideas que sao a base do posso sys-
lema ropresenU-.tivq : iinritiitn nwl nicas. Nem
us iineiuea podem de modo algum, como pariido
poltico, repellir as ideas do congresso, quando
1,,.io magua a conveniencia da sua adoplaco.
A poltica actual, a que o ministerio 'segu
com o apoio de todos os homens de mrito, nao
o urna polilica nova ; a aniiga. conhecida des-
de longos annos. poltica que quando fo niela-
da na cmara dos deputados, foi laxada de ei/iia-
rndela pelos exagerados, que a ella seoppuzorsm
com todas as torcas quando so quiz monta-la
sobre cerlo pe. Firmada essa polilica, anda nao
houve ministerio al ao presente que a repeflis-
sn. Ainda nao houve um s homem de mrito no
paiz que ce apresentasse a rorabaler de frente .1
idea da conciliae.iio : a opposicao era una nica-
mente ao modo porque se entenda quo era ira
ticada. Um ou nutro ministerio nao laneou tai-
res em sua bandeira essa palavra, mas a idea
foi abracada por todos. O eslado actual do paiz
nao pode mesmo comportar j o exclusivismo
(Jas ideas, porque seria isso contra o seu bem-
eslar.
A dilTerenca que o nobre senador pareceu fa-
/.er entre pe3snas e ideas inadmissivel: a pes-
soa nao mais que o instrumento das ideas ; e
impossivel, a nao ser por urna aberrac.i'do
espirito humano, conceber o saendeio dcstas por
amor daquellas. E se possivel fosse nina lula un-
ir estas e aquellas, o Iriumpho caberia infol-
livrlm. nte s ideas. E' por eslas que o gabinete
actual lem de faz-.r lodos os sacrilicios possiveis
alim de leva-las a cCeito.
E com estas consaaeraees entende elle orador
que respondo de algum modo s nlerpellaces
que o nobre senador pareceu dirigir alguna tes- ',!
peiiaveis membros do senado sobre divergencias
que suppe devercm exisiir entre elles e ominis-
terio.
Podem dar-se essas divergencias em materias
econmicas ou oulras, divergencias mesmo pro-
fundas. Nao lem por sua parle a pretenco de
convencer aquelles que lem suas ideas radical- *" instituir um exam'o sobrest queslo.'o ora-
fundadas, mas aspira ao seu apoio para '(lor "** prompio por sua pae a expender a sua
Montera polas 10 horas da manhaa tere comeco
o proceseo ds habilaco dos concurrentes ao
provimento da-.eadwra vaga dHnpialianceza4
Gymnasio Provincial.
O iribalhocWrouse somenla na prora escripia,
devendo hoje ter lugar a oral.
O numero dos concurrentes tobo i***, sendo
elles om *mu Htppolyto Gadauli, Antonio Jos de arara es Sar-
ment. Amerito Mello de Hendonea, Hermillo
Eugenio Luiz tapeten, o Drs. Jorge Bwnellas Ri-
beiro Pessoa, Ameriro Fernandes Trigo de Lou-
reiro e Joaqun tfOliveira e Soasa.
Araanha cetebrnr-se-ha a festa do nosso
padroeiro petos devoto* de Santo Antonio de arco,
sendo toda a ceremonia religiosa pralicada na
igreja-do Espirito Sat.
O arco acha-sa armado com a magnificencia
condigna
~ A estrada do Cachanga acha-se n'um eslado
miseravel de lama, de maneira que al atoleiros
j nella existem, dillicullando muilissimo o Iran-
sito, principalineuto dos vehculos de conduc-
i;o.
E' verdade que tem-sedeilado areu, mas pa-
rece que o processo nao ha sido o que devora
ser, porque nao melhorou o estado, que se levou
em visia modicar nesso sentido. Todava,
priciso que se nao deixe continuar aquelle 1 es-
trago, fazendo-so mais alguma cousa para repa-
ra-lo.
Hoje andam as rodas da 4" parte da 4" lote-
ra beneficio do Gymnasio Provincial.
l>a quinta feira para imanhecer honlem hou-
ve um alarm na ra da Cambda do Carmo, pro-
veniente de ler sido ahi forca da urna casa, e o
violentador haver dado um forle sdeco no estoma-
go do dono da casa, quando foi presentido o tra-
tou de fugir.
Parece que nao era furlaro fim dessa visita noc-
turna, que so apresenlava por modo loinconve-
nrcnie na casa alhea taes deshoras, e que lo-
grou evadir-se sem poder ser conhecido, apezar
das diligencias da polica, que occorreu ao recla-
mo que lhe era fcilo voz eiu grita : Aqui da po-
lica !
Algucm nos lombra, que seria conveniente
cortar-so em meio circulo essa casiuha conii-
gua ao quarlel do hospicio, quo propnedade
nacional.
Cora esta medida dizem-nos, que Picar mais
afoimoscad.i aquella localidade. Aprecie-se a
materia,-e de-se a providencie que (or oecessaiia
para o caso.
Era lompo de epidemias, como a actual, to-
da a medida sanitaria deve aer de promplo adop- i
tada, e como lal pede um de nossos assignanles!
ao liscal da fieguezia de Sanio Antonio, queira
examinar osquulaes das casas da ra larga do
Rozaro. e os que lhe licam do encontr da
ra das Crasos ; visto que d'elles exlialla mo
cheiro insuportavel, que obriga aos moradores
daquellas visinhain;as a lerern as jauellas fecha-
das.
Foram recolhidos casa de delencn, 110
dia 13 do coi renle 3 boiuens livres e I escravo ;
sendo 3 a ordera do l)r. chefe de polica, e 1 a
ordem do subdelegado da Boa-Visla.
No da 14 do coirenle foram recolhidos mes-
illa casj, 6 homens lodos escravos; sendo 4 a
Lordem do subuelegado do Recite, e 2 ao Ja Boa-
Vista.
Le-se nos jornaes francezes :
O eclipse aununciado para 1860 dever ter lu-
gar o 18 de jullio prximo. Os curiosos dos gran-
des phenomenos da nalureza bem podem lomar
suas disposiees ; por que em luda a duraco do
secuto nao lornaru a ler urna oecasio igual.
Nao s o eclipse de 18 de julho ser lolal, nao
s a sua duraco ser de iros minutos, mas ainda
tomarn parle nesle phenomeno os principaes
[lmelas do nosso syslema. Venus. Mercurio, J-
piter e Saturno, conslellados roda do sol.
Devem passar nimios annos ainda, antes que
os nmeros por que os asiros sao governados,
reproduzam lo rara combinaco, permittindo a
nossos descendentes um espectculo lo magni-
fico.
A 18 de julho pela manha, as margena do
Ocano Pacifico, os laboriosos habitantes da Cali-
fornia vern o sol, apenas levantado, obscurecer-
se gradualmente pela interposico do corpo opa-
co da la, redu/ir-se a um crescento delicado, c
desapparecer por alguns instantes.
Has a sombra pmjeclada enlo sobre a Ierra,
avancando com um, voioeidade de 1,000 metros
ra- or lodo o dia, distribuir o
Dunrles Coimbra, Froucisco Nones, Antonio Mar-
tins, Dr. Josa Hara Riboiro Paragjass, sua se-
nhora e urna escrava, Jos G. V. Verde, Jos Al-
ves Coulinho, um desertor, Manoel G. do Oli ei-
r, sua senhora e urna escrava, Joo Pereira Ra-
bello Braga, Joo Luiz Pereira Lima.
Hospital dk caridadb. Existem
mena e. 55 mulheres, oaaonaes ; 5 bamens cs-
trangeiros. 1 escravo ; total 125.
Na totalidadu dosdoeotes exisiem 39 alienados
sendo 31 mulheres 8 homens.
Maum
visitadas as euformara pelo cirurgio
Pinto s 7 horas e 3/i da manhaa, pelo Dr.
Demolas, s 8 horas e 10 minutos da manhaa,
e pelo Dr. l-'i.-mo, s 5 horas da larde de honlem.
Conninicados
B eoronel Amowlo WatKeu
ngel, ao pubUeo.
O Sr rigaro Antonio Francisco Goncalres Gm-
mares, prevalcccndo-sc da pqsico de deputado
assembla provincial, que lhe conferio o dis-
tricto eleitoral do Limoetro, comarca onde desde
mutos annos habito, para dirigir-me nilpccusa-
coesmais horriveis, os insultos mais pungentes, as
aiTrontas mais dolorosas; collocou-me sem duvida
*a penosa obrigaQo de vir pela primeira vez em
minha vida, imprensa produzir urna defeza, a
qual me leria dado maior pressa, se encommo-
dos pessoaes e motivos de familia, me nao tives-
sem retardado at hoje.
Logo, porm, que me achei desembaracado de
causas a que dovera dar mais peso, do qu a ag-
gresso desse Sr. vigario, aqui eslou peranle o
publico, em cujo conceito nunea^uererei des-
merecer, sem que com ludo se enteiida que nesle
accrio trago o uto de jusliCcar-me para com
aquelle que por simples motivos de recusa eleito-
ral, se ha constituido meu implacavel inimigo.
Nao se me dara das calumnias do Sr. padre
Gulmares, votando-as ao despreso em que le-
nlm esse proprio Sr., so se tratando de minha re-
vid* neaso attontado, e s o Sr. reverendo Gui-
marea de lal ae lembraria.
E' lo maligno o Sr. padre, lem tal desejo em
detralar-mo, que, destacando a historia de exhu-
raacoes de eoavercs, em ierras do meu engeuho,
d4 dos assassinatos dos ciganos, parecen insi-
nuar a existencia de dous fados, quando nio pas-
ea de um, coasoj o demonstre i.
Sobre o Uro que soiTrl en 1857, e fallccimonto
do meu escravo Manoel, barbeiro, oque se pas-
sou tem muita differenca desse ronuuce qu-
eempoz o Sr. padre.
Logo quo sorTii o Uro, a autoridade do logar
comparecen, visioiiou-me e (ratn das diligen-
j as da averiguacao dos autores do delicio. Em-
E quanto. porm, corram essas diligencias, o re-
| fendo escravo Manoel, e oulro de nome Lauren-
, Uno bem como um rapaz livre, chamado Ale-
I xandre que com este aprenda o oftlcio. pozeram-
su em fuga, do quo resultou apena a uWonlian-
5a de que delles parta o crime, mas nadado
posilivo se pudo colher.
Tempos depois sabendo eu que esses escravos
existiam na fieguezia da Escada, solicilei do sub-
delegado do distrido de minha residencia, a re-
quisico da captura delles ; o isto effcciir.mento-
aconleccu, sendo-rae remeliiJosno s os refo-
ridos escravos. mas tambora Alexandre, ulvea
por nao saber o subdelegado da Escada que era
livre.
Entregue dos escravos, c verificando que lano
Laurentino como Alexandre nao eram culpados 11
meu ferimento, dei-lhes a liberdade, conservan-
do preso Manoel, de quem esperava conseguir
revelarles cabaes, mediante persuasdes e casti-
gos moderados, para depois fazer entrega della s
jusiieas do termo. Desse meu modo de proceder
existem lestemunhas de criterio, o rrflre ellas o
meu respeilavel capello padre Eloy da Cunliaj
Sonlo-Maior.
Antes, porm, de objer as revelaedes que pre-
lendia, adocceu Manoel de urna paralysia aguda,
e della fallecen. Contando enlo com a maledi-
cencia dos meus inimigos. quiz acaulellnr-mer
chamando o subdelegado Joo Delgado Leal, pa-
putagao, eu nao fosse obri miro ao publico. A esse senhor s lhe exproba- i;roc,,der 1* "" cadver aflm de que li-
rei a cobarda do calumnar-me em lugar era que f^6 SI2I!f" q"V ""V "a 7 oceasl0"'"1*
-._ que
nao me podena cu defender, e isso na ausencia
dos amigos, que me poderiam defender cabal-
mente, confundirido dp momento o meu calum-
niador ; mas os senlimeutos generosos nao so
ensinam, nascem com o homem.
Despresando, como despreso, esse Sr. reveren-
do deputado, oceupar-me-hei soinenle das aecu-
sac.oes e calumnias comidas no seu discurso, pu-
blicado no Diario de l'ernambuco do 12 de'abril
ultimo. Taes acr.usacoes e columnias versaram:
1 Sobre o tiro de que fui victima em 1857, e
rallecimenlo de um meu escravo, a quem se al-
tribuia esse alienta lo.
2." Sobre os assassinatos de dous ciganos, per-'
pelrados na comarca do Limoeiro.
3." Sobre os assassinatos de mis Barbosas Ca-
mellos.
4 Sobre o assassinalo de urna mulher grvi-
da, que se acbava em minha casa.
5." Sobre o assassinalo de um individuo co-
nhecido pela alcuuhade Frade.
6." Sobre a exhumarn de adaveres sepulta-
das em torras do meu engeuho Espera.
7 Fin tmenle sobre urna quadrilha de ladroes '
da qual me altribue a cheranja.
Eslas aecusaces sao de lal gravdade, que pi-
ra sercm produzidas n'uraa corporaco respeila-
vel, como parece que urna assembla provin-
cial, deviain ser bem probadas, e rJ\o laucadas
sol a f da palavra de quem quer que seja.
O Sr. vigario Guimares, pois, devendo ler pro-
vas nimio cabaes de suas asseveraces, ubsou
deraasiadamenle mal abrigando-sc irrespousa-
por castigos ; e isto se fez, como deve constar do-
cartorio da subdeler,acia.
Esla minha prevtncono me poz de lodo ao
abrigo da maledicencia, lano que o Sr. padro
mostr, na sesso da assembla do anno passa-
do, envcuenou os aeontccimcnlos de lal mudo,
que loi preciso que se inslaurasse um processo,
no qual, alientas a evidencia do fado, nao se
me pode pronunciar, sendo o juiz da desproiiun-
cia 11 Sr. Antonio Rezerra Cabral, pessoa insus-
peila .10 Sr. padre Guimares, por ser seu inluuo-
amigo.
Cabido por Ierra esso enredo- do Sr. padre,
approuve-lhe ainda este anno fazer um apndice
ao seu romance, do qual resulta une eu abriga-
ra Alexandre a passar-meum papel de raplivei
10 por 10 anuos I
Ora, isso. alm de calumnioso, por domis
irrisorio! E' acreditavel que actualmente so pos- ^
san fazer cousas dessas?
I'eli/.ineiilc Alexandre
bandas do Sanio Anlo ;
quira sobre esse aleive.
Para fechar o seu auto de arcusagao, lembrou-
se oSr. padre de atirar-me a raesqninha e inju-
riosa impulaco de elieio de quadrilha, dizendo
vagamente que sou acensado de roubo e cora-
plicidade com mu sequilo de 10roes de cavallos.
Para conler-me, e nao desbaratar peranle lo-
grande e pungente afronta, preciso estar, come
eslou, preparado para nao preterir a cilma, pela
convieco de que nao ha de ser com represalias
niesquinhas e descompostulas improprias do
ca-
vue, o mora para as
quem quizer que o iu-
*{
mesmo espectculo
partidos sobre urna
a uiuii 7. ~~ '__
zona de cincoenta legu
go
Veja agora o publico o criterio e exactidap
dessas mpulaces que do alio da tribuna mu ir-
rogou um merubro do altar.
lia bstanles annos que um lal Antonio Fran-
cisco, que dizia perseguir os assassinos de una
irmaa, se apresentou com urna precatora da au-
toridade da comarca do Bono, ao enlo sub-pre-
feilo de Rom Jardim, Miguel Joaquim Vellio de .
Mello, para que Uzease prender dous ciganos, que '
all se achav.im refugiados. A' esse lempo era1
eu lambem capillo de polica na comarca do L- '
moeiro, e como lal o referido sub-prefeto mol
delorminoo a prso dos taes ciganos. a qual a pe-1
as realisada, liz eulrega dos presos aquella au-j
loridade, que disso rae den recibo.
*- i;"> rann ri.n>Hlidns nara a villa'"
'! l\1!0CIC.?: .,d,,,P8,5a. J". prefeilo. que era o
bla provincial
Resia-me, porm, o recurso de convidar o Sr.
vigario Antonio Francisco Goncalves Guimares
a que desea imprensa corn o seu nurae, o en-
lo argua-me, sem myslicages, provando o*
fados,^iara quo eu possa nio s eslabelecer .
mirha defeza, como arrasia-lo aos tribunaes do
piiz, para meu desaggravo. Eu o empiazo.
As aoloridadcs do Limoeiro, no enirelaulo, quo
liga 111 a falla do verdade que cncerra essa a-se-
verecao do Sr. padre.
A historia de andar armado c com guarda-cos-
tas..... At isto nao eseapou ao Sr. padre-mes-
ire vigario.
Nunca live cnslumc de andar de girarda-cns-
tas. e s em algumas viageus que me faco>
.......!-'!>..i |...i- 1 -,.i.|oj armados, por cffeilo da
Cansansao ( ministro dos negos es-
iran eiros) depois de justificar a temora -o lem
harilona dislribuicjio do seu relalorio, emora
proveniente da impresso dos annexr qe o
acomnanhara, responde s duas inUir/Uacoes
que lhe foraru feilas pelo Sr. batn dOuara-
liini
Qi anfb primeira, declara que o gorno nio
SO lem esquocido de prestar luda a pteceo a
que com direilo os subditos do imperi qu re-
siden na liandi Oriental ou em q.ialqu dos ou-
tros Estados. Podo apresonlsr partlilarmenle
ao n ibre senador documentos que o i#vm ex-
bera nenente. E' corto, romo assovb o nobre
sena ior. que o estarlo dos nossos oncidados
naqi ello paiz nao lal como seria Essa i violencias e depredaces praiadas conlra
subditos do imperio nao sao de ojra, veem do
mniios anuos. Este objeclo. por merece ao
governo a mais seria considera cao/
0> auto ao segundo ponto, nao ercebe. bem o
peni a mente do nobre senador. }o sabo se elle
quer tirar do proced mente do misterio actual
; inotiios para os desgoslos do che da Coi.-federa-
So Argentina, 011 se lera algo oulro pensa-
men o. Dir porm que a poe da cojebraco
dos raladus a quu o nobre sador se refer,
assn 1 como a poca da sua appivac.o pelo con-
res- o argentino sao ruffleions para mostrar
que 1 rzoda sua nao vactifldbu at hoje nfio
prov ,-m de actos do actual min'erio, mas quo se
preulee lem relaco intima oa polilica que o
imptriotem seguido naquella pamgens.
Se o nobre senador, vstalo relalorio, qui-
tndo aquillo que julgar indispensavel para o bem
do paiz. Quando livor a honra de presentar al-
gumas medidas consideraco do senado conlie-
cer quaes os pontos dessas" divergencias : o de-
bate calmo e refleclido. e nao dominado polos
rencores polticos, illustrar os espirilos, e desle
modo se conseguir por sem duvida alguma cou-
sa que melhorc a situaco. para al que em-
praza 80 nobre seuador a quem responde, aon-
tando com o contingente das suas teses
Voltando-se para o oulro lado, o nobre sena-
dor como queeslranhou qu> o honrado membro
por 1 ernambuoo nao se Icaniasse contra o mi-
nisterio. S. Exc disse elle, lendo chorado -
nar o emprestimo e dar de mo s conferencias
ora S. Exc. Nao sabe de qual dos lados est a
razao, mas nao pode deixar de dizer que o Sr.
Olioni, qualquer que seja a exagerae.o de uas
opinioes, e um homem de probidadei e nao seria
capaz de publicar seno a verdade.
Qualquer que seja porm o eslado da queslao, i lumulo.
'gerente ^COTapanhia de Paquetes de Va- aquella opiniao. Tem occeilado
o concurso de todos
opin ao, quer como minisli, quer como pan-
cula ..
Piir emquanlo limita-se pessas COnsideracOes.
Nio havendo mais quem'eca a palavra, pos-
to o projeelo volacio, e passa com a emenda
liara a segunda discusso.
Erlr.i em 1" discusso qiassa para a 2a, e des-
la pira a 3a. sem dbale,i proposico da cma-
ra di 3 depulados creandoima nova secretaria de
stato com a denominara de secretaria de osla-
do d >s negocios da agrrullnra, commcrcio e
obra publicas.
Sejue-se a 3a discuss da proposico da mes-
ma cmara mandando aenillir o Dr. Ernesto Fer-
por lambem reclama contra o contrato ltima-
mente celebrado com o governo, como preju-
dicial companhia, dizendo que nao aquelle
que fra ajustado, que delle se bifaro psUrras
que alleraram essencialmenle sentido de um
molo desl'avoravel e muito nocivo aos interseos
na companhia.
C
t-umpre quo se mande proceder a um rigoroso
xame. afun do doecobrir-ae a minuta que servio
o ao contrato, porque assim se podor des-
verdadee punir o autor de umn-.fraude
lo escandalosa.
Pelos motivos que expoz hilando 0^ cotopaoia
caso de merecer do governo a mess aenro
que se tem emnregado cora outros. "V s?*
Dos tactos que acabe de expor conc4se^-orn.
dor que a poltica do Sr. prndente do consolho
nao pertence a uva edico correcta e emen-
dada.
Fas votos para que a admfnistrseSe do paiz ie-
ja sinrera nos seus setos e palavra's, que lenha a
consciencia do seu deve*, que seja moralisadra,
elevando ao poder o mrito e a probidade : uo
garanta a Moerdade das eleicoes, que finalraesto
nao se deixe inspirar do espirito de pequeos e
igot+atl vwfflseas. Qualquer dsIoto que-J
anno passado sobre o tmulo da concilaco. nao roira Franca a defender lliese em qualquer das
uno urna s lagrima sobre esse facilidades de Direilo doimperio, para se poder
oppCr s cadeiras das rasmas facilidades.
N; o havendo dbalo para subir sanreo unerial.
Es rotada a materia d,-ordem do da, o Sr. pre-
sider le d para a da seso soguinle : 3a discus-
so i as proposices dacamara dos depulados
Ia, approvando a pensil aunual do 800#, conce-
dida reparlidamenlo filhas do fallecido conta-
dor {eral do thesouro lacional Antonio Cela no
da S Iva ; 2*. approvarlo a aposenlaco concedi-
da ai juiz de diroilo os Gaspar dos Santos Li-
ma tora o ordenado rrespondente ao seu lem-
po de servico na m-gistratura; e lerceira, ap-
prov nido a penso inensal de cincoenta mil
ris, concedida ao callao da guarda nacional da
prov neta do S. Pedo. Isaas Antonio Lopes;
2.' discusso da inlicaco apreseulada na ses-
so i o I5de julho df anno passado, pro>oiido a
allericaode alguns rligos do regiment., com o
pare, er da commissJo da mesa ; 3.a discusso do
proje;to do senado.lividiodo em dous o eollegio
do !!." districto cleloral da provincia de Minas-
Gerais; conlnuacot da 1.a discusso, a
5 de julho do 1855, da proposico da ca
depii.ados, maudaido procossar, ainda que au-
sentes dq imptrio.e julgar, logo quo orem pre-
sente), os cidados brasileiros, que perpelrarem
cerlo 1 cnnies em paizes estrangeiros, com o pa-
recer dis commissoes de legislaco o eonstilul-
cao. voto em separado.
Le silta-ge a sesso s 2 horas da tarde.
s coadjuvae.ao,
. um s nome se nao pode
citar como exemplo de exclusoo. E' verdade
que esta pratica paro os espirilos exagerados
synonimo de crime; mas, lano elle orador ro-
mo seus collcgas eslo promptos para receber
em qualquer momento a pena que se deve in-
fligir a um crime lo grave, e que est comple-
tamente de harmona com o progrmala poltico
do actual gabinete.
Querendo mostrar que a polilica delle orador
ere a da lergiversasao, laxou-o o nobre senador,
em pnmeiro lugar, do desrespeitador da coma
por ter desloirvnde o procedimento de nao adiar
as cmaras na sesso passado. Nao apresentou
por ahi urna s prova desle asserlo, e elle ora-
dor empraza-o para que aprsente ao menos um
trecho de qualquer discurso seu em que assim
procedesee. Nao o fez, nio o poderia fazer, e
nem esse adiamento foi objeclo de discusso
durante o lempo em que no anno passado dis-
cuti na oulra cmara como ministro da coros.
Com a mesma inelicidade, em seu pensar,
arguraentou o nobre senador, sempre na inten-
coo de ochar mobilidade ims ideas delle orador,
relativamente a queslao baocaria.
Tratando tongamente deele
orador moilrar que ludo
desle espectculo, devero passar Hespaona 0111 minio dos adversarios, sendo
a Algeria, aproveando, assim, nao s da bella mas de entao
cu urna das vcti-
estaco, como do clima dos paizes mcridionaes.
Estatistuu.O numero dos nascmentos em
S. Petprsburgo monlou era 1858 a 17,685 (9,274
meninos, 8,511 meninas) ; o numero de falleci-
dos foi do 19,1)77 individuos. O numero dos nas-
cmentos Ilegtimos augmenlou, mas diminuto o
Amoscado cm raiqha vida, perseguido e depre-
dado, fui obrigado a abandonar casi e familia,
refugiando-me em lugares e provincias diversas!
Os meus adversarlos consideravam-me inimigo
valioso, e queriara nulliflcar-me por todos os
modos ; mas era de misler cohonestar peranle o
dos clmenlos, gmiim numero dos ras- I publico a iniqu.d^de quo me affligia. e para logo
c.meutos foi de 11.267 (a.822 meninos 5 i 15 ; se le.nbraram do delicio dos ciganos. para impu-
11,(03 mu- tar-rn'o. Era uini Heeessida.le oolitiea. ced
para o con-
ljeda em
imara dos
lopico, procura o
quanlo disse 110 par-
meninas; o odas rnurles chegou
Viduos.
MaTADOl'nO PUBLICO !
Mataram-se uo dia 15 docorrenle
sumo desta ridado 8 rezes.
MOIITALIDAOR IM1 DA 15 DO C0RRB*Tg !
Manoel Perroira do llego, branco, solleiro,2l an-
uos, febre amarella.
Felippe, pardo, escravo, 3 annos, gastro ente-
rito.
Mamama, prela, escrava, solteira, 60 annos, ma-
rasmo.
Maria. nranca, 3 niezes, angina.
Julio do Abren Mocdo, liran.io, 10 anuos, angina.
Joao-Auguslo Bandeira de Mello, branco solleiro
40 annos, etico.
Januario, pardo, escravo, 4 mezes, ersipclla.
Caetana Guilhermina Biando, branca, casada,
32 anuos, hydropisia.
Hilarina, branca, 18 mezes, convulces.
Romana, preta, escrava, 18 metes, a'ngiua.
Francisco, branco, 1 anuo, convulces.
Joo Francisco do llego, preto, casado, 65 annos,
tubrculo pulmonar.
Antonia M. da Conueico, branca, viuva, 70 an-
nos, anazarca.
Manoel, branco, 4annos, angina.
Lisia dos baptisados havidos na freguezia
de Sanio Antonio do Recite de 27 do passado a
2 do correte.
Francisco, branco, filho legitimo de Francisco
Moreiri da Cosa e Carlota Joaquina do Azeve-
do Cosa.
Josepha, branca, Qlha legitima de Jos Joaquim
Lucas Monieverde e Francisca Buarque da
Silva.
Auna, branca, filha legitimado Francisco Jos do
Rozaro, e Francisca Carolina de Mello Barros.
Francisco, brauco, lilho natural de Mara Marce-
lina Candida.
Manoel. Francisco o Senhorinha, brancos, fllhos
legilimos de Manoel Gomes Lale Senhorinha
Pereira Leal.
Alfredo, branco, filho natural de America Fran-
cisca da Penha.
Maria, crioula. Ulna natu-al de Umbelina do Es-
pirito Santo.
Jesuino. crioulo, filho nalural de Florinda Pires
Brasileira.
Jos, pardo, filho legitimo de Manoel Sevenno da
Cosa Monleiro e Francisca Mara de Oliveira.
Marliniano, pardo, filho nalural de Maria Emilia.
Luiza, parda, filha legitima de Joo Marques de
Souza e Mara do Rosario Baptista.
Urna menina filha legitima de Jos Goncalves de
Oliveira.
Casa renlos.
Manoel Ribeiro Fernandes com Anna Rosa dos
Anjos Lima.
Vicente Ferreira de Souza com Mariana Francoli-
na de Aguiar.
Jesuino Carneiro da Cunha com Etelvina Emilia
de Carvalho Pereira da Cunta.
Ur. Augusto Carneiro Monleiro com Ignacia Joa-
quina da Penseca Nery.
Passageirosquecoiiduzio para os porlos do
norle o vapor brasileiro Cruzeiro do S*:
Jos Ferreira Pinto de Campos, padre Joaquim
V. dos Aojos, Francisco Luiz Vires, Mr. A. Char-
les, madama V. Ebrarde um criado, Olindina de
Barres Coelho, um filho, Jos V. dos Anjos, Au-
gusto C. de Amorim Garca. Francisca de P. e
Silva, Rodolfo, 2o lente Henrique de Carvalho
Mello, D. Santiago Murrete. padre Antonio de
Mello Albuquerque. um escravo, Maria da Sole-
dade, Maria Dionisia de Sao Jos, urna criada,
um escravo, Vicente P. de Oliveira, Antonio os
----- poltica, cedernra
a ella, recorfendo ao aparato da supposla exhu-
maco de cadveres ora ierras do meu engolillo
Bapvra, para assim abrirom-me um processo.
Eu, esse reo de tantos crimes, como pinta o
Sr. vigario deputado, para ser perseguido por
eiicariiicados adversarios, foi preciso una urdi-
dura dessa ualureza, e da qual nao surti ueiihuui
cITeilo.
Eu eslava perseguido e refugiado, mis nem sa-
stra podoram os meus inimigos, sen bocea de to-
0*8,88 posices na comarca, o em minha ausencia,
dareni ao processo um resultado que me rom-
promottessv, tanto que mudan lo a situaco ero
I8t. pude eu vollar Irnqullamente ao'seio da
ramilla, lendo folha limpa nos carlorios da co-
marca.
O quo acabo de referir nao um fado desco-
nhoiido, ello deve correr i.upresso o commenla-
do nos jornaes que nesse lempo cram publicados
nesla cidade, tendo eu por ni i ni o leslemuiilio de
iodos os homns ola veis da provincia, que figu-
rara m as lulas polticas que rae redro, espe-
cialmente o Sr. conselheiro Nabuco de Araujo.
O assassinalo de Barbo/.a Camello fado anli-
quissimo, que dala de mais de 40 conos, e no qual
uenhuma parte ou responsaliilidade me cabe, poi-
que enUio era eu ainda mu crianza.
Nao sei, pois. a que proposito so lembrou o Sr
reverendo vigario desse facto, para allrbuir-m'u.
E raalignidade de mais 1
Indague bem, o Sr. padre meslre, do que ha a
esso respeilo, que ao menos em sua consciencia
coulra si proprio se revollar do Talso leslemu-
nho que me levanto. Nao queira, levado de odio
e despeilo, fazer de lobo da fbula, destribuindo-
rac o papel de cordero, para assim ler o goslo de
imputar-me aconlecimeuios de tempos em que,
posto que uascido, nao passava de rriancola.
Vamos a outro ponto, o que se refero essa
infeliz mulher grvida, que foi assassinada estan-
do em minha casa E' urna proposico lo falsa
como todas as oulras que me jogou n Sr. vigario
deputado, mas que se revale do aggravanle de
profer-la no lugar de honra de representante da
provincia, estando o fado esclarecido at a sua
ullinaMOencin.
AperiBBwassassinada essa mulher, apresentei-
me fu contra os autores do crime, coadjuvando a
prso delles, e fazendo-os aecussr pelo Dr. Joo
de Barros Filco de Albuquerque Maranho. Fo-
ram condemnadtis i gales perpetuas, e isto sem
que se me flzesse nunca a mais ltgeira imputa-
cao por tal crime. Ao Sr. vigario Antonio Fran-
cisco Goncalves Guimares, pois, eslava reserva-
da a gloria de Uil Impulaco I
Por ahi avalie o public do quanlo podem va-
ler as aecusaces que me fez e9e Sr. reve-
rendo.
O assassinalo deFrade !
Pelo que vejo o Sr, reverendo padro meelrls-
tava de caso pensado a resporisabilwar-me>or n
todos os crimes que so lem eommcltido na co- j\ i *7 q Presl.ou-
star-stftaKES2S^^*^
ainda. e por pessoa bem conhecida, que ainda I a
nao pode ser presa.
de meu bolso, como prova o allestado aball.
Depoisda revolla, posto que rae houvesse, corr
meus adversarios, com toda a moderadlo e pro-
teci-ao, sendo .'lies raucorosos e encarnicados,
requer ao Sr. Dr. Pigueirj de Mello, enlo chote
de polica, llcenc paraaudar armado, e elle m'a
conceden.
Esta minha obediencia a lei, nao querendo
usar de armas sem licenca legal, e da qual nin-
sueru dir que eu al luje tenha abusado por
forma alguma, servio aj, de pooto de acensar
ao Sr. padre Guimares, para vomitar contra
mini ludo quanlo lhe aprouve.
Serv ao governo com todo o sacrificio e de-
dcacoiadurante a revolajo de 1818, o de meus
servicos nao pedi e nem pedirei recompensa al-
guma, rontenlando-ine com urna licenja para
andar armado ; e nem is3o rao concede o Sr.
padre !
Eis a expcaco que decorre dos fados de
que su servio o Sr. padre Guimares, para desa-
Donar-me na opiniao publica, explicaco quo
ser confirmada por ([ualquer diligencia" c pes-
quisa que dos fictos em questo, se llzerem, e
que eu poderia agora autorisar a sua plena exac-
lido com 09 documentos, que me abslenho do
publicar, para nao ser de mais enfadonho.
Aqu os deixo, j que me absolutamente im-
possivel deuiorar-me por mais das nesla cidade,
para serem expostos ao publico, quando se en-
tenda ser isso preciso.
E agora que prosiga o Sr. padro no Intento do
desconcelloar-ae, que estando pelo hodie mihi,.
eras Ubi, nao din i Jo que lompo vira em que Iho
fjcam oulro lano. Vinguc bem o meu grande
crime de nao ter al hoje concorrido para as suas
eleicoes, guiado pelo senlirnenlo nobre de nao
accumular no seio da importante representacao
provincial pessoas de pouco criterio, e que o
sabem dar valor posico que uceupam ; que
en da minha parto nao o acompanharei no seu
caminliar irregular.
E agora justo que enneluiudo, revelle ao
Illm. Sr. Dr. Joaquim de Souza Res, um publico
leslemiiuho de agradecimento que lhe devo.
Quando esse inimigo me aggredio na assembla
provincial, foi a voz generosa desse digno depu-
tado, que se ergueu em meu fivor, e no entre-
tanto nunca me tinha visto, nunca coinigo teve
relaces de ualureza alguma.
Restou-me, pois, essa compensadlo das calum-
nias de que fui victima, porque sobremodo
honroso ser-so aecusado pelo Sr. podre Gui-
mares quando se tem por defensor o Sr. Dr.
Souza Res e outros caracteres iguaes.
Foco ponto.
Recite, 12 de junho de 1860 *
.tuionio Matheus Rangel.
Jos Mara Ildefonso Jicome da Veiga Pessoa.
commendador da ordem militar de S. Bento
do Aviz, offlcial da imperial ordem da Rosa, o
tenenlo-coroncl do esiado-maior do exercilo..
por S. M. I., etc. .
Atiesto, como eommandanto militar e geral
das forcas da comarca do Limoeiro pelo lempo da
revolla, que o tenenle-coronet Antonio Malneus-
Rangel, reuni desae o principio della na fregue-
zia de Bora-Jardim, urna forca d*s pravas da mts-
raa guarda nacional o de cidados, quo a com-
raandou sob minhas ordena por espado de 3 mo-
zes, chegando por vezes a 1er duzentas pessoas.
com o que despendeu do sua azenda, alm do
E por me ser este
pedido, o passei por mim assignado. Retife,8 do
Deqge, porm, esqueceu-se o Sr. padre, apezar
de tanto chamar altcncao do Sr. chefe de po-
licj.i pora a camama do Limoeiro.
Tratemos do Frade. um pobro morador de Bom
Jardim, ende foi assassinado.
Esse crnrte nao ncou sem processo, sendo elle
instaurado, cieio quo peto lenle de primeira ,
Hnha Queiros, qne servio de subdelegado naquel-' 30 de maio p. p". deparou com ima corresj on-
i iregnezia, e pronunciado o criminoso Jurily. I dencie, que se assignso inimigo da calumnia
Meu nome nunca foi nem ligeiraroenle eovol-lera que so Mae a palernidade de urna denun-
Fama corn templa vii tules conle-
nuntur.
Quem despreza sua reputa-
cao nao pode amar a virtude.
Afor. mor.
0 abaixo assignado lendo o Liberal n. 114 do
shsiaasi
Jll
l\
/I". 1



? verbal peranle o Sr. subdelegado Aniomo
inhero de Mendonca, contra sociedado cor-
deiro, Sohrinho, e C*. por motivo de raislnrarom
DIARIO DE PBRWABMlieO. SAMADO g 0E JNHO DE 1860.
do seus lucros na venda desse genero com que
negociara ; assercrando esse correspondente ser
u abaixo assignado autor da denuncia, por assim
o apregoar a vot publica. fao falsaria, e revol-
tanle imputa* o bascada no pregSo da voz pu-
blica, encheu ao abaixo assignado de assombro e
de indignacao, por ver com que levandado, e
prccipilacao esse correspondente se arcojou com
tanta sanha, o furor contra o presumplivo offon-
ser de seus amigos, t o ponto de por mero de-
sabafo, o vendida, alribuir-lh a autora de fac-
lo 15o ignobeis, coma esees, que se descrerem
cm a mencionada correspondencia !
Bom poderS o abaixo assignado deixar correr
livremento sem resposla, e considcraaao easc in-
fame cartel, (cujn nico (ira parece le'r sido um
desafio para o palco dos convicios e doeslos) co-
mo soem praticar oulns muilas victimas da
intrega, e da calumnia, que entregan) ao mais
soberano despreso a* invectivas, e affrontas de
cus inimigos: mas nao sen lo o abaixo assignado
bora conhecido em muilas parageus de sua pro-
vincia natal, c temen lo encerrar na censara do
oplhorismoarimn inscripto, asspntuu dofTondcr a
sua repulaco publica, e particular contra la o
injusta, e terrivel aggressao K comediremos
protestando peraute Dos, e os homens, quo nao
fomos o autor dessa denuncia [se dciMiacia hou-
ve) e nem podamos ser, primnirainenle porque
eslavamos em relneo amignveis com as pessoas,
que compoc a sociedaJe olfendida e secunda
lia monte ; porque sendo nos lambem compra-
dores de assucar desojamos muito o incremento,
prosperidade desle coramercio. que tantos bens
tem fi'ilo a comarca, e o descrdito desle irafego
DOS prejudicana nimio por sermos lambem iiii-
gneientcs da fazendas, Mas se taes raz$es inda
nao bastarenj para convencer ao Sr,ininigo da
calumnia de nossa innocencia, abaixo exibimos
um aiiestado do inesmo Sr. subdelega lo, perau-
te quem se diz ler sido dada a denuncia, com o
qual comprovaino4 a lodas as hites, quam pr-
fida, e n-vollanle fui a acc.usac.ao que nos fea o
Sr.inimign da calumnia.t rasim licir o pu-
blico sabendo por rnais esta vez, de quanto 6 ca-
pa/, mu taimigu precipitado, e raflcoroso, qoa i-
do se quer Tingar de alguma supposla oll'eusa, e
a quaiitn vive exposto, e siigeilo qualqtier indi-
viduo por mais innocente, e inofleusivo, que
soja!
Oininigo da calumnia nos conliece perfeila-
mentc porque vive com nosco na raesma cidade,
e por isso nao pode ignorar que sempre temos
ido um cunslunte, e incausavel lidador em Ier-
ra, e no mar para adquirirmoj a subsistencia de
meus tapiides; se, com iiiifjditMliUuuu, looepet. -
dencia, e patriotismo, invesligasse lodosos fados
que quotidianainente se do cora os Brasileiros
seus assucarea cora rea, para engrandecimentos. nnssos patricios, da parte desses negociantes ca-
lasrelacoes commerciaes, e que eom ess
iKjJPomo ludo prnva, dirigiram-se aseas
w-
s i
d'a-
seus
feilo
so-
nenhima outra 6
amor ao irabilho.
Deus inda nan pe-
lma civil, ou crin-
is nao era possivel que
que
una pesada familia, que
ni' nos ern h'.neslidade,
Sem al boje, por merc di
bou sobre nds aecusagao alg
nal; e com taes precedont
abusassemos da confianza da Sra. I). francisca
aplicando para nosso proveilo os dinhoiros,
della recebiameSj para entregar ao sen
nesia praea semprr Ihe pnssaraos recibos desses
dinheiros reeebidos pomos para esae lim, e em
nosso .poder temos os recibos de entrega pasea-
dos pelo ere J'ir da mesma senhora. Se lambem
fui a vea publica, que informo*, a lili respeito o
Sr.ininigo da calumnia, indi desta re lliefoi
prfida, e falsaria, como fui a cerca de termos
Sido nos os autores da denuncia.
Nao podemo^ deixar de. repetir com todas as
torcas, e indignados no mais subid (ionio, a tor-
peza, e a infamia de nos ler sido roubado urna
carteira por una meretriz com que convivamos,
lo o mais, que conlm a tal respeito o de-
Vi II osos, insaciaveis e dcsconhecidos, por corto
que nao calcara aos ps a honra e o crdito do
um patricio sen (se Brasileiro como. d). de
quem alias nnnea Tecebeu offansa algum*.
Ksse com mullicante nao pode certamen te ig-
norar a manera prfida e inslita por que essa
reuniao de pessimos Porluguezes(salvas honrosas
excepedes), procederam para contigo, o ero iao
pouto pode ignorar que a isso foram movidos
pela razao nica de acharem-se em actividide as
miiihas re sees commerciaes. tanto ao centro
desta provincia, como eajajsjuilras visinhng pois
que para com meus reguwes nunca Uve o in-
nocente coslume desses meus gratuitos inimigos
de, em toda sua genuino simplieidade, sorama-
rem8e8=12 (8 e 8 sao 12) !.......
Ignorar, por acaso, esse mou detractor que
rodos pela oveja, sempre acolhida benignamen-
te no corarlo desses mos hospedes, busdaram
elle* lodosos meios deoppnrem um bice a mi-
li has. ""
lui
glezas, e tanto se ensinuaram nos nimos
quelles negociantes, que por fim lograram
damnados intentos, depoisdo mesmo torera
com alguns de seus patricios ? 11
Ignorar que tendo me sido patente todo esse
trama, qnando dirigi-me em maio do anuo pas-
sado aquellas casas (com as quaes j tioha a mili-
to relaces commerciaes) afim de azer alg mas
compras, j, as achei rechadas para mim, que.
al aquella data nao linka cessado de faser pon
lualmente meui pagamentos ? I /
Ignorar anda que elles nio contentes com
se me faenaren aquellas casas, porque viam que
minha cas conlinuava desassombrada, gricas
aos honrados Srs. Jame.3 Crablree & C." e os-
trn d C." cnnliniiaram *a preparar-me n ivas
ciladas.e opporhinidades parame causarem miior
mal ? I I
Wo creio que i > crassa soja a ignorancia les-
so communicanle, muito principalmente quando
tao osteocivamente pretende avahar de minha |
inaptidao para o coaimercio.
Aitenivse, pnrm, a esse fado que vou reh rir.
Obligado a ir .Santo Anto, e villa do C bo, !
afim de fazer algumas cobrancas para satisfi zer
a cortos pagamentos, ali gaste! alguns diasea re ;
gue a meus negocios e a penosos aftnerc ej
quando ossim me achavnocciipado, meus odver- i
sarios acharara occasiao asada para forgicaieml
novos tramas contra minha reputaran de txni-l
merciante ; enetsa intuito dirisiram-se s casas;
de cada um de nn-us credores
liw disae quo nao i.i*j iao .#1, que osla pe-
er nao empat.iva o transito dos ranoeiros.
Sr. Firmlno, ludo isto provo com legalidade.
Sou, senhores redactores, seu, etc.
Mantel Francisca de Carvalho.
Htm. Sr. subdelegado Diz Francisco Antonio
c e Castro, que ttndu apparecido do jornal Liberal
r. 114 de 30 de mao p. p urna corresponden -
ca em qnc se ase aecusa de ler euuueiado a V.
S. que Cocdeiro Seainho & C. tlsturavam seus
'issucaras com areia. requer a t. S. sedigne por
s;u despacho atlestar se com iTeiti oi o suppl-
c nito quem deu essa denuncia.
P. a V. S. se digne atleslar o requerido. E
I. M.
Francisco Antonio de Castro,
Atiesto que aprehencao que se fez a meia hora
(amadrugada, de 8 do me/, p. p., de duas cargas
(earea da praia, eajKave do armazem do le-
i ente Joaquim Manoel Aranba da Fonceca, socio
(o Cordeirn o Sobrinho, fui interamenffl carnal,
_ niio por denuuca dosupphcaue, oudeoulro,
n_ ( s por suspeita da pairulha, que as encontrou a
issa hora.
Subdelegara de polica lo dislriclo da cidade
co Goianna 6 de juuho de 1860. Antonio Pi-
i heiro je Uendonca.
POESA
lledieada ato Illtu. Sr. Domingos
Bodrisues de Andrade e a sua
digaa consorte pela sentida mur-
tede sua lliiuh i Bachel.
Morreu Raxhel... que emporta a um pai
Dar sua (illia ao Omnipotente
Morreo verdade ; mas entre os archanjos
De ter morrido deve estar comente.
Morreo Rachol... a filha adorada
De um pai carnhoso.
Morreo.. foi um mijo que como oulros anjos
Fui ser mais disloso
Morreu... que imparta um anjo subi
A manejio Etern
Morreo ura anginho foi Dos quem lirou
Da maneo Paloma.
Morreo Hachel.. gjje importa a um pai,
Da i sua filha ao Oinnipoleiile
Morreo verdado; mas entre 03 archanjos
De elr morrido deve estar contente.
Por M. i. de Carvalho.
e procuraran! la
'pie en nao voltaria. Felizme ite
li-
lo3 acreditar
linlia sido eu providente e rom antcceJeni
nha particpalo a meus eredoros que faria aqulel-:
la viagero.
O saUnif. furor, purm, desses Porlug
/.e^, que se acharara dotnpontados em sua r
va, mais so exaceibou, c pondo em pralica
pnmoira ideia que ihesoecorreu ao crneo c
e-
i-
:a a :
xtl-l
c'redor | ",d?' "wndarani. como ludo o demonstra,
co do Izaac Galko. que grilasse em altas
vozt'S
e t'
tcslnel c nuseabiiiiiio conlestam da correspon-
dencia, a que nos referimos.
Perdemos verdade urna porco de dinheiro
tiesta prar.i, que supponios nos ler sido furtada
na ra, ou ein alguma parle, quando coraprava-
Dios encommenJas : cujo dinheiro pagamos com
o sacrificio de urna nossa prupriedadu. Muito
pode a raiva, e o furor da vinganca !
Finalmente a voz publica anda Iranio ao Sr.
ininigo da calumnia, sobre termos pago com
terrivel ingratidae ao nosso distincto amigo (Sr.
Joao SimesJ os grandes favores dclle recebidos
por nos.
Para nulrerisarmos essa Falsidade appellamos
para o leslerauubo do mesmo Sr. Joao Simos,
com quem conlinaamos as mais cordeaes rela-
ges, e a quem nos confessauos .nuito agrade-
cidos.
_ Finalisamos aqu nossa defeza dando ao Sr.
iniraigo da calumnia, um salutar aviso ou cuu-
Selho ; c que nao se confie tanto as asser-
coes da voz publica, quando quizer aquilatar o
manto ou demerito de algum seu inlraigo ; por
que essa mesoia voz publica, a que se soccorreu
para nos l'erir. golpeando niortalmeute a nossa
reputado, lambem quem conia a respeito de
S. S. infamias u torpezas, que jAinuis daremos
assenso algum, por sllennos que S S. tem lam-
bem mu i los inimigos que procurara dcsabafar-se,
como agora succedeu com nosco.
Nao nos faremos caigo de enunciar taes infa-
mias e torpezas, para nem de leve offendermos a
susceptibilidadodo S. S. que, se for irritada se-
gunda vez, pode yoltara carga cun oulros novos
golpes, tal vez mais terriveia e moitaes.
I)ignem-se, Srs. redactores, fazer correr estas
liuhas, para dcsagravo do nossa honra lao acin-
tosa e virulentamente ofiendda.
Francisco Antonio ie Castro.
Illra. Sr. subdelegado.Diz Francisco Antonio
do Castro, que leudo apparecldo no jornal Libe-
ral o. 114 de 30 de mao prximo passadu na
correspondencia em que so me aecusa de ter de-
nunciado a V. S. que Cordero, Sobrinho & C.
misturara seus asqueares com areia, requer a V.
S. se digno por seu despacho attestar se com ef-
feito foi o siipplicanie quem deu essa denuncia.
V. a V. S. se digne attestar E R. M.
Francisco Antonio de Castro.
Atiesto que a apprclienso que so fez a meia
liora da madrugada de 8 do mez prximo passa-
do do duas cargas de areia da praia, e chave do
armazem do lente Joaqura Manoel Araulia da
Fonseca, socio de Cordero e Sobrinho, foi intei-
raraenle casual e nao por denuncia do supplcan-
te ou de outro, e s por suspeilas da pairulha,
que as encontrou a essa hora.
Subdelegada do polica do dislriclo da cidade
de Coianna, 6 de junho de 1860.
AnUnio l'inheiro de Mendonca
fugij
>-
e
i: Cjho
em frente do inWna casa que eu havii
roubindo ao coramercio 2dU:O0l);0)).
K tal foi a cobarda, deslealdade e infamia de
ses miseraveisque alliciaram meninos da pll
para que pergnntassem era voserios e em gar
Ihadas estrepitosass realmente era ali a caia
do homem que se liana evadido !
Ouando voltei dessa viagem o soube desse n .-
vo e terrivel meio de que os Portugueses Unc -
ram mao para desacredilarem-me peranle oeom-
raercio, chamei meus endures o lu-lhes v, r
o estado de minha casa, e consegu, nao obstan e
a prevencao plantada por meus vis e graluili s
inimigos, licar na gerencia de meus n gocios.sea
que para isso fo-se preciso dar fiadores.
Prosegua purm .jinda o*Turor dos Portugus, i
abra de dellarem-me a perder. Tendo partid])
para o serian com o intuito de fazer eobrancai,
ali encontrei a crenca implantada do proposit
de queso meuideiedores me pagnssem.pagariam
novamenle a meus credores, sendo preciso para
fazer alguma cobranca chamal-os ajuizo, custanr
do-me isto mil sacrificios cat o risco de minha
propria vida ; em urna palana lulei com obs-
taclos a quo poucos poderiam subtrahir-se.
Chegando finalmente o Naeei, e ali tentando!
comprar urna pequea porco de assucar, os Por'
tuguezes d'aquella praca (excluido o honrado el
minio digno Sr. majar Cutrim] de proposito elo-,
varara o precn d'aquelle genero mais 400 rs. alml
do preco crreme, tendo quasi lodos elles prejui-
zos as compras, com tanto que eit ^iie tinha
contra mim e otan precedente de ser Brasileiro
nao "oncoiresse com elle* n'aquolla praga
ri a stiuacao caviiiosa" excepcional em que
me (em collorado esses incommodos inimigos ;
avalio o publico o modo por que proredem para
comnosco a totalidade dos Porluguezes, e o nos-
so corpo legislativo que. e o primeiro depositario
dos direilos do povo que o i'.onstituio, quo reflic-
ta maduramente no falseamenlo em quo se acha
o nossp commercio, que se compenetre das su-
blimidades do sua niisso, e que salve-nos,
quanto antes, das garras de iao autipathica op-
pressao.
O paiz reclama iudublavelmenle esse aclo de
patriotismo da parte de uossos representantes.
Agora que com tanta franqueza assira expo-
nbo as perseguices incidiosas o indebilas, que
me tem feilo os ritins Portugueses oque resta-
r a dizer do patritico eindependenlissimo com-
mullicante ? .' /.'
Se fur homem de criterio remctlor-se-ha iu-
dubiiavi'linenle ao silencio,
Quanto a mim collocar-mc-he na posicao quo
me compele sempre cima dessa horda qie abj-
reco e altamente desprezo. .....
Recife,7de raaio de 1800.
Domingos de Sousa Barros.
Correspondencias.
{") lima resposla demorada, porm necessarii.
Achando-me ausente desla capital ha cinco me-
zes, rae nao foi possivel dar urna resposla cabal
ao commuiiicado que sahu luz cm resposla
una correspondencia que publiquei a 27 de no-
Tembro do auno prximo passado ; hoje porm
que me aclio de volta dessa penosa viagem, vou
responde-lo.
Tendo icado insolvente a casa commercial do
que era eu primeiro e principal socio, coma fran-
queza que me caracterisa dei conlas ao publico
das causas originarias e principies que a essa in-
solvencia me obrigaram: e enlo com o roais ro-
busto convenciraenlo flz scienle a esta pra^a do
artefacto infernal, cora que alguns Porluguezes
proi uriram arruinar-me. Isto offendeu a sus-
ceplibilidade portuguesa, e no communicado
a que me retiro se rae lancou insultos e im-
properios a que nao posso licar uidifferente.
Por mais que queira me nao possivel deixar
de condemnar acremente a sagacidade e perfidia
com que meu detractor (indubitavelmenle de
combinacao com meus gratuitos inimigos) sem
conhecimento algum do estado de insolvencia
de minha casa commercial, aliribue tal estado
minha impericia na gerencia de meus negocios,
e anda mais s minlias excessivas despezas;rc-
salvan lo assim o modo brusco e desleal, com que
a maior parle dos Porluguezes coslumam tratar
a totalidade dos Brisileiros que seguem a pro-
fisso do commercio.
Se essecommunieante a que mo refiro, antes
de proceder essa aecusaco indebila, proce-
desse urna revso minuciosa em meus batn-
eos e em meus livros ; se atlendesse ao estado de
Sr.Redactor.O abaixo assignado serve-se das
columnas de sua conceiluada folha, pira, de
anle-mo, repellir do si toda paternidad,), 'que
por ventura, se Ihe altribua acerca do artigo pu-
blicado no Liberal de 26 do mez passado, contra
a pessoa do Illm. e Exm. Sr. conselheiro Aulran
declarando anda mais. sobsua patarra de honra'
nennuma parle ter lido e de maneira alguma le
concorndo, quer directa, quor indirectamente
para a publicaco do inesmo artigo.
Digne-se, Sr. Redactor, dar publicidade a esta
sincera c leal exposijao da verdade.
Sou de V. S. attencioso criado.
Rccife 13 de junho de 1860.
Carlos Jusliniano Rodrigues.
Publieacoes a pedido.
. (*) O Sr. Souza Barros loma o todo pela parte,
reputando o acto de um ou dous homens, pelo
dos subditos de urna naco, o que nao justo.
Em lodos os paizes, o em lodas as classes da go-
ciedade, ha ambiciosos e intrigantes, sem que
por isso a populoco e a sociedade inteira par-
tlhcm esse pensar e maneira do obrar.
Anda ninguem avancou que o ser subdito de
urna nacao qualquer, seja um roo predicado
para as relaces da vida publica, e por conse-
goinle nao podemos comprehender o que quer
dizer o Sr. Souza Barros com essa sua proposi-
*o, que em nada se pode applcaraps Braailei-
IV5?"e lud0,8 ?' raraos de scieoc'iis. artes iao ma'disse quc"'ap"lio do wru'lata
e^.ndustnas se dedica, como um moio de, to rox.do -pa, Wf mull, naraTSrdX1*7,9.
A Redaco.
Quem fez um papel falso, pedido pelo Sr. Fr-
raino Jos Gomes da Rocha, no dia 3 de junho
que notoii to bem notado a respeito a poltica'
que o mesmo supplicanle enlregou ao capillo do
porto, enganou-se completamente, que a minha
queslao que tenho com este individuo a res-
peito ao servico por abandonar a ordem dada
pelo capilo do porto e me faltar o respeito que
nunca tralei a respeito a poltica : quem leve lao
boa penna e notou lao bem notado este papel
pedido pelo mesmo supplicanle, eu Ihe peco que
tetina corapaix.io desle miseravel infame que
injuria dos matriculados da eslarao do mosteiro
faca favor de pagar as dividas que este trafican-
te deve, pague os mezes da canoa dojr. Amo-
rim, que esleve com ella atugads, psJBb'Incoen-
la o lanos mil ris que deve na tabMa da ra
das Flores que foi tomar os effeilos era nome do
Sr. Francisco Cesario de Mello sera ordera do
mesmo senhor, pague 8000 ao canoeiro Ermilo
llano de Sena, pague 50tf0U0 ao canoeiro Manoel
Eloy, pague 3j000 a Manoel Francisco de Carva-
lho, pague o importo de urna canoa de capim roo-
bada, que foi vista pelo Sr. Jos Lopes Guma-
raes, pague o importe de 60 feixes do capim rou-
bado, visto pelo Sr. Francisco Cezario de Mello.
Sr. Firmino, ross nSo fei um que quiz roubar
10J> de Sebasliao Jesuino da Molla, dizendo que
nha Ihe roubado *0$"? So o Sr. Firmino nao
eu esta pechiucha oi porque nao achou apoio
sua traflcancia.
Voss nao foi o mesmo que convdou a Sebas-
liao para roubar tarde da noiie urna porco de
capim aonde voss Gcava esperando para recober,
offerecendo voss a gratificacao de 58 ao mesmo
Sebasliao, c depois do roubo feite o mesaao Se-
bastiao Ihe dissera que tal nao fazia par nao se
comprometer n'ura roubo to infame?
Sr. Firmino, vosse n me c'isse quando Ihe
fallei na multa marcada pele capite da porto,
se por acaso pagasse a multa, que ia citara arr.
Jigo do regulamcoto ao capilo do porto ; fel-
lando-lhe eu segunda vez a este respeito, voss
ra raui-
que nao se lcuibrava de nj#ndar arrancar ums
pedra que tem no Celdereiro-; cu nao fui quem
.Lili,,, uu pi.i/ouu ii,-,, uias, ue(.uis o, cuii.leoi-
nado. e intimado judicialmente, a multa se ron-
voetera ensprisao, correspondente a deas mil ris
rana din de prsao. m
Art. 3. Os infractores presos em flagrante so-
mente scro sollos depois de pagar a rcapeeiiva
mu la. ou depois de. findos tantos dias quintos
oastem para ser a pena salisfeila em priso na
razao da regra cima eslbelecida.
Ambroro Leilio da Cunta.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
LZ Re-ordm.do '8fi director interino, o
con8elh,.lro ?iro Aolra df) Mna fl AIb ,r.
quo, te f,1a publico, que fica marcado o prazo de
seis roeiea, contados da dala desle, para a ins-
criprao dos que paelenderera concorrer no lugar
do lente substituto desta Faculdade, vago pela
'mmeacno do fr. Braz Florentino Henriques de
m rt 'V,? caJp|ra d0 rl^'do Dr. Nono Ay-
que de Avellos Annes de Bnlo Ingles, e accesso
doi substituto Dr Joao Silveira de S.ua 6 pri
mir* Cn ',0 seS"nuo nno. deixada pelo
mesmo Dr. Braz; pelo qne todos os pre.enden.es
ao uno lugar se podero apreseutar desde j nes-
im "f1*,"' '"" inscrever 8e,'s "ornes no livro
compacte o que Ihes permlt.do fazer por
?Ka0Pr"e.e,l"?re.m "'aO lgoas desta
tioade ou liverera justo impedimento. Sao po-
rom obngados a npresentar documentos' ue
raoatrem sua quahdade de -idado brasileiro e
un que eslao no gozo de seus direilos curia e o-
'icos eerlidao de baplisrao, folha corrida do
lugor de seus domicilios, e diploma de doutor
por urna das I-acuidades de Direito do imperio,
ou publica forma, justificando a impossibidade
la apresontncio do original, e na mesmn occa-
jiao poderao entregar quaesquer documentos que
uigarem convenientes, ou como titulo de habi-
"ncao ou como provas de servigos prestados ao
a ue seieulOro
astado, humanidade ou s i. dos quaes
MtEItCIO.
Airaiidlejpa.
jndmento do dia 1 a 14. .
em do dia 15.....
136.-840994
9.072#435
145:9135379
Movlmento da alfandega
iiumesentrados com fazendas !)4
com gneros 181
Oescarregara lije 16 de junho.
(.rea porluguezaVencedora-diversos gneros
igye hespanhol Amavel llosa farinlia de
trigo.
irea iugleza Uraniamercadorias
Coasuladu ajeral.
isndimento do lia 1 a 14. .
em do dia 15....."
iluraessahidos com fazendas
com gneros
------275
161
305
-------406
13:4315012
1:865121
. se Ihes passar recibo, ludo de coufor'midade co
? *li%?22(i. e 37 abril de 1854. e 111 c seguntes de n. li(J8 de
; i de fevereiro de 1855.
K para que rlnvue no conhecimento de lodos
nnnduu o mesmo Exm. Sr. director interinoafil-
xar o presente, que ser publicado pelas folhas
desla cidade e da corle.
Secretaria da Faculdade de Bifolio do Rccife 16
dcjunho de 1860.O secretario,
Jos Honorio B de Menezes
De ordem do Illm. Sr. inspector da ihesou-
raria de fojebda desla provincia se faz publico
para conhecimento de quem inleressar, que no'
da II do correte me/, peranle a mesma Ihe-
sourana.serao arrematados a quem mais der u
anendameulos annuaes, que devem ler princi-
pio no 1." de julho prximo seguinte
pnos naciooios abaixo mencionados.
Serrelaria da thesauraria d
de junho de 1860,-0 oflicial maior interino.
I.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
reza "*" lClt*a "',21, "a rua de Sa",a','i'e-
Uma dita n. 19, na mesma rua.
Urna dita n. lo, na rua das Aguas Verdes.
Lu sobrado de dous andares n. 11, na rua
Un dito de dous andares n. 71, na rua do Pa-
dre Flon.ino.
Um armazem no Forte do Mallas.
Um dilo no mesmo lugar.
Urna pane do armazem que se acha oceupado
pelo consulado gem.
Um lelheiro em Fra de Portas junio do cuar-
tel dos engajados.
Pela inspeecao da alfandega so faz publico
que existindo nos armazens alm do lempo mar-
cado pelo regulamento, os mercadorias a
designadas, sao convidados seus donos
ui-.i l.uiicz.i llaoiil, eulraJd en
de 1856, n II. Bru & C.
Marra N. O. B, 1 dito ditas rindo no msmo
nano, entrado na mesma dala, o Birlr & C.
Marra II, 1 dito n. 636 ditas, rindo na barca
hamburgueza Osear, em 29 de setembro de
1856, a H. Brum A C.
Marca diamante B, 1 dito ditas n. 58. viudo no
mesmo navio, entrado na mesma dala, a T. Moa-
san &C.
Marca XXO. 1 dito dita rindo no mesmo na-
vio, entrado cm 3 de otatiiOro de 1856, a Bieber
u C.
Marca triangulo travessio KOB &C, 1 dilo
ditas vmdo no mesmo navio, entrado aa msma
dala, ao mesmo
Merca NOllI. 1 dito dlsMlndo de Hamburo
na barrhaiiib.irgucza Jobn Kalkmn, anIrado
cm 28de outubro de 1856, ao mesmo.
Marca E. Bidoulac, 1 dilo rindo no mesmo na-
vio, entrado na m-sma data a Bidoulac
Marca Miik, 1 dilo vindu no mesma nario, en-
trado na mesma data, ao mesmo.
Marca Bi C, 1 dito n 75, vindo no mesmo na-
vio, eolrado na mesma dala, a Bieber A C
Marca S 4 C, 1 caixa u 1689, vinda n*-gT-
ra franceza Olinda, enlrada em 17 de no-
vemhro da 1856, n Schafeitlim & C.
Marca XX8, 1 embrulho viudo na barca ham-
hurgueza Cilo, entrado em 10 do dezembro de
18a5, a II. Bruj).
Marras, 1 dilo vindo no mesmo navio, entra-
do na mesma data, a T. M 4 Vinnassa.
Marra i Keller, 1 caixa viuda no mesmo navio
entrada na mesma data, a J. Keller.
Marra OR, 1 embrulho vindo na barca dina-
?M9"i/PreIiV*>' n,,ldo em 10 de dezem-
bro de 18)6. a Bieber 4 C.
Marca tibngulo traveseo v, 1 dito vindo no
mesmo navio, mirado da mesma dala, ordem
Marca coracao, 1 embrulho vindo no uiesm'o
navio, entrado na mesma dala, a Bieber 4 C
Marca Rabo Scnmeltau 4 C ,1 embrulho, v'indo
no mesmo navio, entrado na mesma dala ao
mcmo. '
Marra C F. 1 caixa n. 1008. vinda na barca fran-
reta Strene entrada na mesma
Irmaos,
Marca II J III, 1 euibri'llio
navio entrado na mesma dala, a ordem.
Marca S. A Siqueira, 1 dito viudo na barca
. "lo-' ,lavrp -'trada em 11 de dezembro
de-18o6, ao mrsmo
Marca H B e C 1 dilo vindo no brign ham-
l'urguez Oltoa., entrado em 3 de Janeiro de
miaren n. 8.
Marca P, 1 caixa n. 25. vinda na escuna in|e-
z iokom, entrada em 9 de abril de 1853 a
James Crabtrefii C1 '
Miren leirriro.,,1 lata viuda na barra portu-
S."^L\ M"ri!' i1>k6' ?>nl""* 1 d* setembro
de 185*. a Feliciano Jos Gome*.
Marca Intreiro, 1 embrulho. rindo no mesmo
navm, eniaado rm SO de setembro de 1854, a An-
tonio de liveira Nb&N.
Marca triangulo JV. 50 peras de marhinim<>
viudas na barca>wh>u F.leonore. enlrada em
17 de abril de 18o5. S. p. lohnslon 4 C.
Marra dem, Z barrica ns. 15-16, rindas no
oxesnio navio, entradas na mesma dala, aos nw-s-
raos
Mirra SS, Icanasiran. 3. .inda ,. ba,r,
portugueza t Flor da Maia. cntraOa t-ni li do
fevereiro de* 1855, a Sebasliao Jos de Souza.
Sem marca, I caixa vinda nu mesuio navio
entrada na mesma dala, a Jos Manoel d., Silva"
Bastea.
tem, 1 dita vinda no mesmo
na mesma dala, a ordem.
Marea lelreiro, 2 Larris viudos no patacho bra-
sileiro Santa Cruz, entrados em 29 do marco
de Iboo, ordem.
Marca JaSI.B. 1 caixnte vindo no brigue nor-
s?r* *, V'B""P- ,'""''",n pm 27 ne de
lonb, a Jos;, l.ima Bastos.
Marca PS, 1 fardo rindo na barca nillllgsnu
t.ralidao. entrado em 27 de maio de 1-56 a
Antonio L. deliveira Azeredo.
Marca C. 3 jarros com pasea*, rindas na barra
'nsleza Modera, entrados em 11 de junl. de
1?56. a ordem.
Morca B 4 B, 1 barrica u. U, rinda no saasjM
navio, entrada na mesma dala, a J. da C Bravo
Marca AM, 2 ditas ns. S38, vmdas na barca
porlngueza Constante. entradas em 15 de ia-
neiro de IboO. a Pulicarpo Jos l.avme.
Marca triangulo t., 1 embrulho "vindo no pata-
chonacional Amelia, entrado era 4 de abril
de 18;.6. a T. M. 4 Vinassa.
Sem morca, 3 ditos folhas de louro, \indos na
navio, entrada
dala, a Cals \ bTP l'orlugoe/., Santa Cruz, entrados em 14
de junlio de 187, a J. Jos Mondes.
Marca SG, 1 barril razio, rinde na liaren ingle-
outubrode 1856, ao
vinoo no mcsmi
dos pro-
Pernambuco 14
15.3963733
Diversas provlacias,
Riendimento do dia 1 a 14. .
li em do dia 15.......
2:759;78G
58102
2:817J88S
espaciaos de exportacao pela me-
sa do consulado desta cidade u -
dia 15 de junho de 1 SCO
arre'Barca franceza cAdele, Tisset Freres,
6CI) couros salgados.
Lhverpool Barca ingleza Herinune, S. Bro-
thers 4 C, 128 qiiinlaes e 1 arroba pao Brasil.
CanalBrigue ingloz Dreyad, S. Brothers &
C, 1,400 saceos ansuenr mascavado.
Buenas-AyresSumaca sarda Astralato. Ma-
noel Alves Guerra, 100 bajncas assucar bron-
co e 100 ditas dilo mascavado.
litscebedoria de reuilas Internas
eraos de Pcrnumbuco
fendimento dodia 1 a 14. 13:735,1630
aVMc
lem do dia 15.
I:710j550
15:446gl80
Consulado provincial.
endimento do dia 1 a 14. 25.1633024
iem do dia 15....... 3.-208>591
20 371*525
7iniento do porto.
Naoios sahidos no dia 14.
ortos do Norte, vapor brasileiro Cruzeiro do
Sul, commandante o capilo de mar e guerra
Gervasio Mancebo.
Navios entrados no dia 15.
io-Grande do Sul, 28 dias brigue brasileiro Ta-
pir, de 281 toneladas, capilo Antonio Ignacio
de Olveira, equip. 12, carga 11:920 arrobas de
carne ; a Amorim Irma o.
arcelona 36 dias. polaca despatillla aymun-
da, de 160 toneladas, capilo D. Jos Bel-
trand, equip. 12, carga vinho ; a Aranaga Hi-
tNavios sahidos no mesmo dia.
io JJlPtata, sumaca hespanhola Alaria As-
sunla, capiliio Jos Isern, carga assucar.
arbades, barca ingleza Isabeth fidley, em
lastro.
Tliomaz, brigue prussiano Paul Augusto, capi-
to W. Maap, em lastro.
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Boros.
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itmospAero.
Direccdo.
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Intensidade.
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Centgrado.
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Reaumur.
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A noile nublada e churosa, venlo SE, e assim
i manheceu.
OSCILUCAO DA M\R.
I aixamar as 7 h. 18" da manha, altura 1 50 p
reamar a 1 h. 30' da tarde, altura 0.8 p.'
Observatorio do arsenal de marinda 15 deiuuho
1 e '86fl V.kcas JutnoR.
Editaes.
A cmara municipal desta cidado manda
I ublicar, para conhecimento dos3eus muaicipes,
i s artigos de posturas abaixo transcriptas, que
liram approvados provisoriamente polo Exm.
I residente da provincia.
Paco da cmara municipal do Recife, em ses-
ao ordinaria de 15 de junho de 1860. Manoel
Joaquim do Reg e Albuquerque. presidente
i a noel Ferreira Accioly, secretario.
| Quarta seccao.Palacio do governo de Per-
rambuco, em 14 de junho de 1880.
O presidente da provincia tendo vista o'que
i epresentou a cmara municipal do Recife, em
< fficio de 13 do corrente. sob uuraero 58, resolre
psrovar provisoriamente os seguintes artigos de
I osturss :
Art. 1. E' permittido ao infractor de qualquer
I ostura pagar a multa competente para nao ir a
lito, cobrando para sua defeza recibo do procu-
iador da cmara, sem prejuizo da pena eorporal.
- ue tambera possa ler.
Arl. 2. Quando o infractor nao pagar a malta
abaixo
... ou con-
signatarios a virera despacha-las no praso de 30
das lindo o qual sero 'ellas arreuiiadas em
hasta publica, sem que Ihes fique compelindo
allegar cousa alguma contra os effeilos deta
venda.
4riazei n l.
Marca A P S, 1 caixa sem n vinda no vapor
nacional 5. Salvador entrado era 20 de novem-
bro de 18 7, a Brander a Brander &c.
Marca TCS 1 dita sem n" viuda no navio por-
luguez Carlota e Amelia, entrada era 1U de
desembro de 1850, a ordem.
Marca JG 1 pote sem n" vindo no navio Scotia,
entrado em 13 de maio de 1855, idem.
Sem marca, 1 chapa para fogo vinda no na-
vio francez Gustavo II, entrado em 13 do
agosto do 1855. dem.
Marca T4S, 2 caixas ns. 80, 81, viudas no
brigue porluguez Bom Successo, entradas em
24 de marco de 1851, a Amorim 4 irmaos.
Mana 11V, 1 pacole n. 2, vindo no navio
burgus cPctropolea, entrado cm 15 de
jZfT.li'.de 1857, a J, P. Vgeley.
/ Marca triangulo SC, 1 caixa n. 771, vinda no
mesmo navio, enlrada na mesma data, a Srliaf-
heillin &c
Marca travessao, 1 embrulho n. 1812, vindo
no navio Hydaspe, entrado em 30 de juuho
de 18o7, a ordem.
Marca lelreiro, 1 dito vindo no vapor inglez
Avon, entrado em 3 do julho de 1857, a or-
dem.
Marca Bastos & l.emos, 1 dito vindo no mes-
mo navio, entrado na mesma data ao mesmo.
Marca Adamsnn, 1 embrulho vmdo de Liver-
pool na barca ingleza John Martin, eulrado
ea 6 de abril de 1858, ao mesmo,
Marca J, Keller, 1 embrulho vindo no mesmo
navio, entrado na mesma dala, ao mesmo.
Marca A. Tncknesse, 1 dito vindo no mesmo
navio, entrado na mcsina dala, ao inesmo.
Marca EI1H, 6 fardos ns. 12 a 17, viudos de
Liverpool no navio inglez Miralto, entrados
em 22 de fevereiro de 1858, a K. H. Vyalley.
Armazem n 5.
Marca OD, 1 caixa n.2l vinda no vapor in-
glez Mercury. entrada em 30 de abril de 1853,
a Deslibeux.
Marca B, 2 fardos vindos no vapor nacional
Persenunga, entrados em 1 de abril de 1857
a ordem.
Armazem n 6.
Marca diamante B, 2 caixas ns. 1. 2 rindas no
navio Nanphante entradas cm 26 de setembro
de 1857, a N. O, Bieber 4c.
Marra T4P, 1 dita n. 14 vinda no navio Lin-
da, enlrada em,20 de novembro de 1857, ao
mesmo.
Marca BC, 1 sacco vindo no navio Trovador,
entrado em 12 de dezembro de 1857, a M, F. da
Silva Carrico.
Marca JS4C, 1 caixole vindo no navio Olinda
entrado em 18 de dezembro de 1857.
Soum S C.
Marca A. 1 caixa vinda no nava Flor de Ma-
ra, entrada em 29 de novembro de 1858, a A.
Q. de Olveira Azcvedo.
Marca T4P, 1 taboa n. 17 vioda no navio
Linda, enlrada em20 de novembro de 1857 a
N. O. Bieber 4 0.
Sem marca, 33 gigos amostras vindos no na-
vio Indoo, entrados em 26 de fevereiro de
1859, a diversos.
Marca diamante FP, 31 barricas viudas no
navio Ilermioiie, entradas em 21 de Janeiro
de 1859, a A. G. Furness.
Marca diamante A, 25 barricas vindas no na-
vio Gralido, entradas em 22 de julho do 1859,
a Antonio L. de Olveira Azevedo.
Marca triangulo travcssso, 50 ditas vindas no
mesmo navio, entradas na masma dala
mesmo.
Marca XX, 10 ditas rindas no mesmo navio,
entradas na mesma dals.ao mesmo.
Marca M, 15 barris viudos no navio aJarco,
entrados em 23 de agosto de 1e59, a Thomaz de
A. Fonseca 4 Filho.
Marca MB, 10 barricas vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma data, a F. de S Lcilo.
Marca CF, 2 ditas ns. 156-170, 2 dilas vindas
no navio Aralo, entradas era 23 de selembro de
1859, a Cals & Irmaos.
Marca LD, 2 caixas ns. 4-5, vindas no navio
Raoul, entradas em 27 de setembro de 1859, a
F. Sanvage.
Marca P travessao,4 barricas vindas no navio
Piedade, entradas emSO de setembro de 1859
ordera.
Armazem n. 7.
Marca EL, 4 caixas ns. 247, 248, 249, 251, e 253,
vindas no navio francez Alma, entradas em 25
de fevereiro de 1856, i ordem.
Marca EL, 1 dita vinda na barca franceza Conl
Roger, entrada em 28 de marco de 1856, idem.
Marca SWMNOB, 1 embrulho amostras, vindos
no brigue sueco Cleopelra, eulrado em 21 de
Janeiro de 1856, a Bieber 4 C.
Marea E, 1 caixa n t rinda na barca franceza
Gustava II, entrada em 30 de-Janeiro de 1856,
ordem.
Marca MIP, 1 dita n. 13 vinda no mesmo
vio, entrada em 1 de julho de 1856, idem.
Marca 1 barrica n. 2 vinda no mesmo na-
vio, entrada na mesma data, dem.
Marca L. A. Siqueira, 1 embrulho vindo no
brigue francez Alosa, entrado em 8 de agosto de
1858, idem.
a J,
ao
na-
MatcaH. Brum, 1 embrulho amostras, viudo na
1857, a Henry Bruna.
Marca I M F. 1 caixa rom amostras, vinda no
brigue dinamarque? Auna Mana, eulrado em
de fevereiro de 1857. a Bieber & C.
Marea R8& C. 1 pacole dilas, vindo no mes-
mo navio entrado na mesma dala, a R. Siha-
meltau.
Marca R K 4 C, 1 dito dilas, vindo no mesmo
navio eulrado un mesma data. Schaplienn \- c
, HercaC, 1 dito, dilas, rinda no brigue dina-
morqoez Annua Mara entrado na mesma
dala, idem.
Marra S-US-F, 1 dito dilas. vindo no mesmo
navio eulrado na mesma dala, ao mesmo
Marca N O B. 1 dilo. ditas, viudo no mesmo
uatio ntralo na mesma dala, a Bieber 4 C.
Marra Diamante, 1 dilo n. K7, dilas, vindo no
mesmo navio eutradado na mesvia dala ao
mesmos.
Marca N O B, 1 dito vindo na barca franceza
Gustavo, entrada em 9 de fevereiro de 1857
aos mesmos.
Marca I) P, 1 caixa n. 21C0. vinda na barca
iranreza Cont Roger, enliada em 21 de feve-
reiro de 1857, a Sc.liapbeitlin 4 C.
Marca L X II 4 C, 2 embrulbos n 25-26 amos-
tras, vindos na escuna hanoveriana Johnn v.
entrada em 5 de marco do 1857, a II. Brun 4 C.
Marca XX, 1 parolo ditas, vindo no mesmo
navio entrado na mesma dala, a ordem.
Marca Manoel Joaquim liamos e Silva, 1 om-
brulhn ditas, viudo na barca Erna Mathilde
ntrala em 6 de maio do 1857, nos mesmos
Marca lt S 4 C. p | G. 1 caixa n. 45 rinda na
galera franroza Olinda entrada cm 19 de dezem-
bro do 1857. a Borle S.m/.a 4 C.
Marca G. S. Gmmaraes. 1 embrulho amostras
viudo na barca Irauccza leiiezueca entrada em 13
de maio de 1857 ro mesmo.
Marca Siqueira 4 Pereira.l dito dilas rindo no
mesmo nano entrado em 13 de mao de 1857,aos I
mesmos.
Marca X X, I embrulho amoslias viudo no bri-
gne hamburgus Elbt entrado em 22 de fevereiro
18)7, a ordem.
Marra Iriangntn travessao N o B 4 C, 1 ['acote
ditas vindo na polaca dinamarquesa Mara en-
trado em 13 de junho de 1857, a Bieber & C
Marca N O B, 1 dilo n. 5)45,5917, dilas vindo
na barca franceza Carlhagene entrado cm 16 de
junho de 1857, aos mesmos.
Marca G & C, 1 dilo dilas vindo
1356,
l\ 1 barrica rinda na barca ingleza Me-
za Linda, entrado em 1 de
mesmo.
Marca !>, 1 di, vi|I|)o a barfa poilllslll,/a
Uraliano, entrad i em 29 do maio de
l'homn/. de A. Fonseca.
Marea T 4 C. I caixa n. 71, vinda no mesmo
navio, enlrada em 30 de maio de 1S56, a Anto-
nio L. de Olveira Azevedo.
Marca J|\ 1 oii.i n. 200, viuda no brigue li.no-
yer.ano < Miranda, entrada ira 13 de agosto de
18oG, a ordem.
Marca
dora, entrada em ti de dezembro de
oidcni. '
Marra lelreiro, 1 embrulho viudo na barca por-
lugue/a Gralido, entrado em 8 de fecreiro
de 16o8. a F. de Frailas Gamboa.
Macci FJC. 2 caixas ns 12, vindas no bri-
gue porluguez Laio III, cuitadas cm 26do
agosto Ue 1857, ao raptO.
Marra SS. luO caixas velas, rindas no patacho
dina marque/ Fortuna, entradas cm -2 de ou-
tubro do 1857, a ordem.
Marca idem, 1 dita amostras, vinda no mesmo
navio, entrado na mesma dala, a ordem.
Marca T, 1 embrulho, viudo na escuna nacio-
nal /.ilusa, entrado em 6 de
185&, a T. M. 4 Vinassa.
Marca SG. 2 caixas, viudas no brigue porluguez
Brico, entradas em 26 de fevereiro de 1858
a o id e m.
Mana BS4C, ditas ns. 25/28. vindas na bar-
ca francesa Ema Malhllde, entradas en 4 do
marco de 1858, a Burle Souza & C.a
Marca P, 1 dita n. 2, vinda no mesmo navio,
entrada na mesma dala, a F. Pinto iV C."
Marca lelreiro, 1 embrulho. vindo no mismo
navio, entrado na mesma dala, a T. Monsen &
\ inassn.
Mi
leven-no te
U'O
_.._ .... na escuna
diiianiarqueza Margarith entrado em 19 de ju-
nho de 1857, n Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Marca S, 1 caixa vinda no mesmo navio entra-
do na mesma data, a ordem.
Marca I. A S, 1 dita n. 141, ditas vinda na
escuna Belga Orline entrada em 20 de Janeiro de
18j7, a L. A. de Siqueira.
Marca II 4 C, 1 embrulho dilas vindo no bri-
gue hamburgus Amasone entrado era 28 de
marco de 1856, a ehathiatUo 4 C.
Marca K k\' ,;. 1 dito viudo no mesmo navio
entrado na mesma data, a J. Keller & C.
Muca 11 K, 1 dilo viudo no navio Jony entra-
do em 13 de agosto 1957, a ordem.
Marca lelreiro 1 dito-ditas vindo no brigue
hamburguaz Amazone currado em 28 de ma
de 1857, a Scliafhisll.n & C.
Marca HOB' 1 dito ditas viudo na barca
franceza Tampico entrado em 9 de Janeiro de
1853, a Bieber 4 C.
Marca JEI'VP, 1 caixa n. 8 vinda no mesmo
navio enl ado em 5 de Janeiro de 1858, a J. F.
Prenle Vianna.
Marca AG, 1 embrulho amostras, viudo na
barca franceza Cont Roger, eulrado em 6 de
julho de 1857, a Feidel Pinto Si C.
Marca FP 4 C.,1 dito vindo na barca franceza
Cont Roger, entrado em 17 de julho do 1657,
a ordem.
Marca JP & C, 1 caixa amostras vinda no bri-
gue sueco Jeny. entrada em 13 de agoslo de
1857, a J. Palor 4 C.
Marca NOB, 1 dita n.86l ditas vinda na barca
franceza Paraluba. entrada cm 19 de agoslo de
18)i, Bieber 4 C.
Marca B travessao, 1 embrulho 11,035 dilas
viudo no patacho dinamarqus Mara, entrado
era 26 de selembro de 1857, a F. Mensen 4 Vi-
nassa.
Marca triangulo travessao R, 1 dito n. 225 di-
tos viudo no mesmo navio entrado na mesma
dala, aos mesmos.
Marca NPS, 1 caixa n. 4 vinda na barca fran-
ceza Emma Mathilde, enlrada em 26 de selem-
bro de 1857, a Cli Sannier.
Marca Henrique 4 Sanios, I embrulho amos-
tras vindo no brigue francez Cear, entrado em
21 de setembro de 1857, aos mesmos.
Marca T, 1 caixa dilas vinda na escuna ingleza
Venilia. enlrada em 12 de outubro de 1857 a
Lopes Rodrigues.
Marca D 4 C, 1 eaixa n. 788, vinda na barca
franceza Venesuela. entrada em 6 de novembro
de 1857, a J. Denker.
Marca NOB, 1 dita n. 8 amostras vnda na bar-
ca dinamarqueza Preciosa, entrada em 20 de
novembro de 1857, a Bieber 4 C.
" Marca SP, 1 pacole n. 87 dilas vindo no pata-
cho diuamarquez Mara, entrado em 13 de se-
lembro de 1857, a Schafheillitn 4 C.
Marca BSS, 1 caixa o. 1398 viuda na barca
franceza Ccnte Roger. entrada em 28 de no-
vombro de 1858, a B. 4 C.
Marca ABC, 2 ditas ns. 43 e 44 vindas no mes-
mo navio entradas era 12 de novembro de 1857,
a ordem.
Marca P, 1 dita n. 1,452 vinda na barca fran-
eeza Asalj enlrada em 7 de setembro do 1857,
a T. M. 4 Vinnassa.
Marca Rocha Lima 4 Guimaraes, 1 embrulho
amostras vindo no mesmo navio entrado em 28
do marco de 1856, aos mesmos.
MarcaS, 1 embrulho n. 1994 ditas vindo na
barca francez Tuspan.s entrado em 6 de feverei-
ro de 1853, a J. B. Fragoso. I
Marca NOB 4 C. 1 caita n. 06 vindo no mes-
mo navio entrado em 4 de fevereiro de 1858 a
Bieber 4 C.
Marca CF, 1 dita n. 1287 rinda na barca fran-
ceza Louize Mara. entrada era 13 de Janeiro de
185, a Cals 4 Iranias.
Marca DF, 1 dita n. 367 vinda na barca fran-
ceza Savamilla enlrada em 25 de fevereiro de
.1858, aos meemos'
Marca HBCW, 1 embrulho vindo na barca fran-
ceza Ema Mathilde enlrada em 6 de maio do
1857, fora do manifest.
Marca FP 4 C. 1 dito vindo na barca franceza
Cont Roger entrado em 17 de julho do 1857.
dem. *
Marca F, 1 caixa vinda ds barca franceza Be-
lem entrada era 3 de 14 a 21 viudas
entradas era 4 do
Jnior.
12 vinda na liare .
era 16 de fererer
irra BP, 2 caixas, rindas na barca portugue-
za Gralido, entradas em 25 de setembro do
18:)8, ao capilo.
Mina diamantes PRSS, 1 fardo, vindo na biBJM
ingleza Richmond, eulrado em 29 de dezem-
bro de 1858. n eslradj de (erro.
Marca GltK, 1 barril, vindo na barca ingleza
< Imogene, entrado em 3o de outubro de lt?5s,
a ordem.
Mana JAMft, 2 fogareiros, vii.dos na barca in-
gleza l.aiieastria, entrados em i do outubro
de 1&58. a Jos Antonio Moreira Dias.
Marca TA. 1 barril vindo na barca ingleza
Cruzader entrado eui 12 de agoslo de 185
ordem.
Marca JC, 8 barricas ns.
na batea Ingleza l.anraslria
outubro de (858 J. Carrol
Marca TJC, 1 birrioo n.
ingleza Genovieve entrada
de 1859 ordera.
Marca DPC, 1 caasen vinda no patacho por-
tnguez Promplidao entrado cm 14 de abiil de
(8o9 J. l'erera 4 Comp.
Sem mana 4 sacias com folhas de louro.
viudas na baica nacional Tay, entrada era 2 le
abril de 1859. ordem.
Id'-m 370 Garuuchos vindos no mesmo nao
euirados na mesma dala dem.
Mana.MA, 40 gigos viudos na salera fr.in-
u/a Adelle entradas em 29 oe abril de 1859
Almeida Gomes Alves & Comp.
.lenlo Jos Miranda, 1 cnixa vinda na bar-
ra nacional Despiqu do Beir3, entrada em
de selembro de 1857, fora do manifest.
Jr/ii:t';/i n. 9.
Sem marca 6 jarres com santas, vindos na bar-
co ingleza Floating Cloud, entrados ura 6 de
dezembro de 1856 ordem.
Marca BCC, 1 gigo viudo no mesmo navio
entrado em 5 de mao de S57, Braga Carva-
lho 4. Comp.
Jolinslon Paler, 1 caixa viuda no mesmo na-
vio, entrada na mesma dala ao meanio.
Man a lelroiro, 2 dias vindas no brigue por-
luguez Constante, entradas em 29 de Janeiro
de 1857, a J. 15 Campos.
Sem marca, 1 mollio de louro, vindo na barca
porlngueza Bracharenee, entrado em 2 de
marro de 1857. a Manoel Jos da Silva.
Marca J. C. L., 1 volume, vindo no mesmo na-
vio, entrado na meania data, a J. da Cunda Lobo.
Marca P 4 C. 1 caixa n 19, viuda no brigue
J,porlug.iez Lasa III, entrada cm 28 de marco
de 1857. a Feidel Pinto 4 C.
Mana lelreiro, 1 embrulho vindo >a barca por-
luguez) Flor de S. Smfo, entrado em 11 de
junho de 1957, a Luiz Jos da Silva Araujo.
Sem marca, 1 molbo de louro, vindo na barra
porlugueza Nossa Senhora da Boa-Vingem,
entrado em 23 de junho de 1857, a Moreira 4
Dnarle.
Marca P 4 C. 1 pacole, vindo no patacho |or-
tuguez a Mara Ignez, entrado em 4 de agosto
de 18)7, a Feidel Pinlo 4 C.
Marca HB 4 C, 1 dito, vindo no brigue hollan-
do? Tewe Kornillisser, entrado em 22 de ages-
to do 1857, a ordem.
Marca triangulo D 4 C, 1 embrulho, vindo no
brigue hamburguez Tewe Kornellisser, en-
trado em 19 de fevereiro de 1857, a Domneos
Alves Malheus.
Marca B, 1 dito, vindo ni barca hamburgueza
Tewe Aludas, entrado em 19 de ferereiro da
1857, a T. Monsen 4 Vinassa.
Idem.l dilo, vindo no mesmo navio, entrado
na mesma dala, aos mesmos.
Marca V 4 C, 1 dito, vindo no mesmo navio,
entrado na mesma dala, aos mesmos.
Marca B, 1 cesto, vindo no mesmo nano, en-
trado na mesma data, a H. Brunn 4 O.
Maro A, 1 caixa, n. 69, vinda no patacho por-
luguez a Duque du Porto, entrado em 4 de de-
zembro de 1857, a Albino Jos da Silva.
Marca CCJ, 1 barril, vindo na barra ingleza
Scraohina, entrado em 16 de dezembro de
1857, a Johnslon Pater 4 C.
Marca A 8 B, 6 barricas, vindas na barca por-
lugueza Sympalhia, elradas em 30 de Janeiro
de 1858, a ordem.
Sem marca, 1 feixc de louro, vindo no mesmo
navio, entrado na mesma data, idem.
Marca lelreiro, t embrulho, vindo no brigu
dinamarquez Gewide Damnor, entrado em JJQ
de feveiro de 1858, a Luiz Antonio de Siqueira.
Sem marca, 1 sacco vindo no mesmo nano,
entrado na mesma data, a ordem.
T M 4 V, I caixa n. 60 vinda na barra kollan-
deza Henrira. entrade em ti de marco de 1858
a T. M. & Vinnassa.
Marca B K C, 1 embrulho vindo no messso na-
vio, entrado na meante dale, a Keller & C.
Marca M K. 1 dito vindo na galera inglesa Imo-
gene, eulrado em 20 de marco de 1846, a N. O.
Bieber & C.
liaren diamante T. C, 1 caixa vinda na barra
ingleza Genovierp, enlrada em 30de Janeiro 4*
1857 a ordem.
Sem marca, 8 esleirs viada na barca ingleza
Quiera, entrsdo em 16 de agosto de 1865, idem.
dem, 1 sacco viudo no patacho peAugues Al-



fredo. entrado eru 16 de marco do 18W. a Jacin-
tbo da Ponte.
Mcm, 1 peso de ferro vindo na galera ingleza
Swordisk, entrado cm 11 de novembro Ue
1851, a ordem.
Marca T V, 7 caixinhas viuda no raesmo navio,
cnlra Jo na mesma dais, a ordem.
dem, 1 condeca viuda no mesrao navio, entrado
na mesma dala, a oedem.
Marca A C, 1 baruca vinda no briguc sardo
Daino. entrado em 8 de novembro de 1854 a
ordem.
Armastm 10. .
Marca B, 2 fardos vindos na barca ingleza ZUk,
entrados cm oulubro de 1857; a Adamson.
Marca particular, 1 molho de pues, vindo no
brigue dinaraarquez Anua Maria, entrado em
fevereiro de 1860, ordem.
Sem marca, 18 barricas bolachas,, vindas na
barca ingleza Accgiton, entradas em fevereiro
de 1860. a ordem.
Armazem n. 11.
Marca B, 10 barricas vindas no brigtie porlu-
guei S. Jos, entradas cm 18 de fevereiro de
1859, a Balihari Oliveira.
Marca B, 30 canastras vindas no mesmo navio,
entradas na mesma data, aos mesmos
Marca 1IPC, 6 canastras vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma data, a Domingos Perei-
ra da Costa.
Marca DRA, 2 ditas vindas no mesmo navio,
entradas na mesma data, a Domingos Rodrigues
de Andradc.
Marca IF, 1 caixa viuda no mesmo navio, en-
trada na mesma data, a Joao Ferreira da Silva
Marca letreiro, 1 condeca vinda no mesmo na-
vio, antrada na mesma dais, a Antonio Jos Lei-
te Bastos.
Marca VAF, 24 caixas vindas na barca porlu-
gnpza Boa-Fe. entradas em 18 de agosto de
1859, a Antonio Lopes Rodrigues.
Marca a mesma, 10 ditas vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma uata, a Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
Sem marca, 100 oncoretas azeilonas vindas no
mesmo navio, entradas na mesma data, ao
mesmo.
dem, 1 sacco folha de louro vindo no mesmo
navio, entrado na mesma dala, a ordem.
Marca S. 20 ditos rom rollris vindos na barca
portuguesa Amelia I. entrados em25dejulho
de 1859, a Cosme Jos dos Santos Calado.
Marca B, 13 ditos com ditas vindos no mesmo
navio, entrados na mesma data, ao mesmo.
Marca F, 4 ditos com ditas vindas no mesmo
navio entrados na mesma data, ao mesmo.
Marca diamante, 16ditos vindos no mesmo na- !
vio, entrado na mesma data, ao mesmo.
Marca S, 13 Caixoes com ditas vinda no mes-
mo navio, entrado na mesma data, ao mesmo.
Os licitantes liajHiii e comparecer com seus
1K *e8' "* Sal* aS 8esOC3 d0 "mo conse-
lho, a 10 horas da manh do mencionado da
16 do correnle.
Secretaria do conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphios 13 do juuho de 1860.
Dr. Vicente Pereira do Reg,
Secretario.
MARIO DE PEfiNAMMJCO SABBMX) 16 fi J6NHO DE ,860.
Oedaraedes.
A administrado geral dos eslabelecimentos
de caridade manda fazer publieo, que nao lendo
hivido eessao hoje, por uo se ter reunido a
matarla de seus membros, foi transferida para o
da 21 do conente a arrematarlo das rendas das
casas annunciadas para hoje.
Adminislraco geral ds eslabelecimentos de
esndade, 14 dejunho de 1860.O escrivao inte-
rino,
Joo Pinto de Lemns Jnior.
Pela subdelegada do Recife se faz publico,
que se aeha recolhido casa de deteneao um
preto de nome Benedicto, fgido desde 1849. e
que diz ser escravo dos herdeiros de Manoel de
Almeida Lopes, genro que foi de Joaquim Lobato
Ferreira
Ignacio Antonio Borgcs.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para serem re-
colh.dys desde j as olas
de lo,ooo e 2o,ooo da
emisso do banco,
Directora geral da instruccao
publica.
Faco saber aos interessados, que o Illm. Sr.
director geral, de conformidade com as inslruc-
coes de 11 de junho de 1859, tern designado o
dia 15 do correnle, pelas 9 horas da manlta, pa-
ra o exnne de habiiilacSO dos oppositores ca-
deira da lingua fraterna do gymnasio provincial
queseachaem concurso. Sao, pois, convidados
a comparecer em o referido dia c. hora ueste re-
parlicn os que rma esse lim se achara inscriptos.
Secretaria da inslriicrao publica de Pernam-
buco 9 dejunho de 1860.0 secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
Pela recebedoria de rendas internas geracs
Duco 1 ue luulio oe lo6U.o aoniutisuaor. Ala
uoeW prajeiro de Souxa Lacerda.
Beparti^ao da polica.
VfC alaria da polica de Pernambdco, 4 de h-
BhrTd'1860. n
O Illm. Sr. Dr- chete de polica manda fazer
publico, para couhecimento dos inleressados, as
dispoMces do artigo 72 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro do 1842.
r* 5o se conceder passaporte a eidadao Bra-
sileiri, para porto eslrangeiro, ou a eslrangeiro,
ainda que seja de urna para outra provincia do
impeli, sem que sua sahida seja previamente
annu ciada nos jornaes tres das pelo menos.
Unde lo houver jornal os annuncios se aflixaro
na po la da matriz da freguezia, e nos lugares
mais mblicos.
< S i no caso de necessidade urgente e especi-
ficada se dispensar essa formalidade aos que
prest rem flanea idnea.
O fiador s responsabilisar neste caso pelas
duvidis do atliancado, ele sugeitnr a pena de
multa al 2005000 no caso de se mostrar que o
affian ;ado procurou por esse meio evitar qual-
quer -esponsabilidade.
Cor forme.O secretario, Rufino Augusto de
THEATRO
lina 19
ponto.
?ni
do correnle as 11 horas ein
Marca 0 F, 4 caixas ns. 69-7T-72-73 vindas no se ,,ub,llC()- 1ue e correnle mez que os de- |
Lrigue portugus Constante, entradas em 9 de l ved.0re8 do.8,,,5"ndo semestre do exerccio cor-
actembio de 1859, i Antonio Luiz de Oliveira A- rcn,e :e ?59_ 186?'- relativo aos seguules im- .
zexedo. | pos^ decima addicional de mo mora ; imposto
dem, 12 banicas vindas no mesmo navio, en-
COMPANHIA DRAMTICA
Sob a d ireefao do actor Car-
valho.
HOJE. 16 DE JUNHO DE 1860.
Log que a orcheslra terminar uma'brilhante
ouvcr.ura, subir scena, pela primeira vez nes-
te thenlro, o drama em cinco actos de grande
appanlo :
A ESCRAVA ANDREA
ou
i It&INH DLTS MARS,
Em beneficio do continuo do mesmo Ihcatro
PERSONAGENS.
.Capilio Rcinand............. Carvalho.
Marnheiro Antonio.......... Lima.
Contn-mestre Lamben...... Jos Alvos.
Plok.......i.................. Lisboa.
1- olicial.................... Lessa.
2. d to....................... Francisco.
1." e 2. mariuheiro.......... N. N.
3.m irinho................... Lessa.
Amina....................... D Maria Luizo.
Fin alisa o espectculo com a scena cmica pelo
Sr. Ce sla Lima :
IEEA0
PELO AGENTE
PESTAA.
O referidp agente far leilao por conta e risco
de quem pertencer. segunda-feira 18 do correnle
JislO horas da manha no armazem da ra do
Trapiche Novo n. 14
DE
50 barris com loucinho americano o carnes em
barrisde 200 libras, o que melhor tem vindo
ao mercado.
LEILAO
o mchaeos. feridas ou ulceras, o molde do scu u
So onde existem, aflm de que as chapas possaa ser
faze. > ..ccBBBn
molestia em que parle di corpo existe, ee u
corpo, declarando a circumslanca e sendo
nno em um pedaco de papel o a declaracao
bem applicadas no seu lugar. ------ """' "" "" ""c cnP possaa
P^hf!,s?ttndar de ^flwep ponto do imperio do Brasil
rio. p.:.ChcXSaeS0 dCeuTnhld" Capel^ "",ic-^- todof of*^
d d /k 'aaarw. _
Ri
DE
Urna taberna.
PELO AGENTE
Tflfta
trado na mesma data.ao mesmo.
Marca OSV, lo pipas, vindas no mesmo navio,
entradas na niosuia dala; a Thomaz de Aquin
l'onccca.
Marra MC, 4 ditas, vindas no mesmo navio,
entradas na mesma dala; ao mesmo.
Marca Mem, 2j barricas vindas no mesma na-
vio, entradas na mesma data; ao mesrao.
Marca idem, 8 112 pipas, vindas no mesmo na-
vio, entradas na mesma da dala; ao mesmo
Marca MMG, 12 barricas, vindas no briguo por-
tuguez Relmpago, entradas em 13 de oulu-
bro de 1859; ao mesmo.
Marca RC, 2 caixas nmeros 76 e 77, vindas
no mesmo navio, entradas na mesma data; a
Antonio L. de Oliveira Azcvedo. \
Marca dem. 1 barrica, vinda no mesmo na-
vio, entrada na mesma data; idem.
Marca SUCO, 200 anrorelas azeilonas, vindas
na barca portngiieza Harmona, entradas em
2 da jullio de 1859; a Manoel Uuarle Rodrigues.
Una porco de gesso em pedra, vindo do Ha-
vre na barca Roul.
Alfandega de Pernambuco 12
1860.
de junho de
0 inspector
Ce/io Jos Fernando Barros
U Illm. sr. inyector da tnesouraria pro-
vincial, em cumprmenlo da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que a arrema-
tado do imposto de 2g500 sobre o consumo do
gado do municipio do Recife. fleo Iransferida
para o dia 18 do correnle, lendo lugar a respec-
' habilitarlo no dia 16
de 20 por cenlo sobre lojas, e dito especial 80jU lYIATUTU NO RECIFE
sobre casas de inoveis. roupas, perfumaras e O rosto dos biiheles acham-se no escripton
calcado fabricado em paz eslrangeiro teem de do nnsmo thealro.
paga-lo livre de mulla. Recebedoria do Pernam- I Comecar s 8 horas.
THEATI
DE
SANTA ISABEL
COMPANHIA LYRICA
DE
Terca-feira, 19 de junho.
o presente e
de Per-
tiva
E para constar se mandou affixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial
naiubuco, 11 de junho de 1860
O secretario,
A. F. da Annunciaro
Pela capitana do porto se faz publico o
edilal da secretaria de cstido dos negocios da
marmita, que abaixo segu, relativamente as
boias collocadas una pedras submorinns do Cacao
e das l'escadinhas dos canaes das barras de San-
la Calharina e Rio Grande do Sul.
Capitana do porto de Pennmbuco, 12 de ju-
nho de 1860.
0 setretario,
J. Pedro Brrelo de Mello Reg.
2.a Seccao Rio de Janeiro. Secretaria de es-
tado dos negocios da marinha, em 30 de abril
de 1860.
NOTICIA AOS NAVEGANTES.
Pela Secretaria de estado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimento dos
navegantes, que as pedras submarinas denomina-
das do Cacao e das Pescadinha, a primeira no
anal da barra do sul e a segunda na do norle da
ilha de Santa Calharina, achare-so hoje balisadas,
por meio de boias de madeira da forma de un
cone truncado, forradas de zinco, lendo a seccao
raergulhada pintada de tranco, e a flucluante'de
encarnado, niedindo esta ultima dezoito polle-
gadas de allura cantadas da Imita de fluctitacao
a A boia que assignala o escolho do canal da
barra do sul, est Tundeada em quatro bracas de
agua, e dista delle seis ditas; avistada, a olho
n, da distancia de duas milhas e podc-se sem
pe igo passar a F. e a O della.
A boia do canal do norle est fundeada em
10 palmos e meio na baixa-mar de aguas vivas,
e serve para guiar o navegante que demandar
bordejando o porto da cidade.O director geral
interino. Angelo Thomaz do Amara!.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de conformidade com
a ordem do tribunal do Ihesouro nacional n. 69
de 9 de maio prximo findo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesta thesouraria
para prcenchimento das vagas que ha de prali-
cantes na mesma : aquelles pois qite pretende-
rem sor admitlidos ao concurso devem spresen-
tar nesta secretaria seus re.juerimentos instrui-
dos C3m os documentos que provem ; !. terem
18 annos completos de idade : 2o. estarem livres
de pena e culpa c 3o terem bom prooedimento.
Os exames neste concurso versa rao sobre lei-
tura. analyse grammatical, orlhographia e ari-
themetica al a Iheora das proporcoes inclus>*e.
De osdem do Illm. Sr. inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico que a a/rematacao de urna parte de eobra-
Piimeira reeila de assignatura c da prin
Representar-se-ha a opera em tres aclos, de Bel ini
eir serie para os camarotes.
As 8 horas em ponto se dar principio, e para m
estar aberto meia hora anles.
Existem ainda bilhetes do camarotes e cadeiras p
no da do espectculo, desde 9 horas em diante jntame iie nos de platea.
Avisos martimos.
COMPANHIA PERNAHBICANA
DE
Navegado costeira a vapor
O vapor Persinunga, commandanle Lobato,
sahir para os porlos do sul de sua escala no dia
20 do correnle. Recebe carga at o dia 18 o meio
dia. Previne-se aos Srs. carregadores que ne-
nbuma carga ser receltida a bordo sem bilhele
da gerencia.
REAL COVAHHIA
Anglo-Luso-Brasileipa.
Espera-se da Europa do dia 19 era dante o va-
por Portugal, e depois da demora do costume
seguir para os portos do sul. Passageros etc.
a tratar com os agentes Tasso Irmos.
Cear.
Seguo com brevidade o palhabote Santa
Cruz, recebe carga a frote e passageros ; a tra-
tar com Caetano Cyriaco da C. M. no lado do
Corpo Sanio n. 25, primeiro audar.
Para a Babia.
va, i
a m ima massa ; quinta feira 21 docor-
rent
Man jumho
Sevt.
ra
crr
ma
taue elfeilo no -dia annunciado por falla'de'lici-
tanlea ; e por isso fica transferida a mesma ar-
rclaco para o dia^O do corrate mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O Ricial maior
interino. Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
O conselho administrativo do patrimonio
dos orphaos lem de por em hasta publica, na
sala de suas sesses, no lia 16 do correnle, a
reada de una parte das casas do mesrao patri-
monio abaixo mencionadas, por lempo de um a
3 annos, a contar do Io de julho prozimo futu-
ro, segundo o que dispoem oe artigos 28 e 29
dos estatutos em vigor, a saber:
Hua da Cacimba.
N. 66 Casa terrea.
67 dem idem.
Ra do Burgot.
> 68 Casa terrea.
69 dem idem.
IIua do Encantamento.
74 Casa terrea.
75 dem idem.
Bna da Senzalla-velha.
81 Casa terrea.
- 82 dem idem.
Ra da Guia.
83 Casa terreo.
8i dem idem.
Fora de Portal.
91 Casa terrea.
92 dem idem.
93 dem idem.
W dem idem.
95 dem idem.
96 dem idem.
= Para o Aracaty, o hale Sauta Rila sahe-
com brevidade, ainda recebe carga ; trala-se na
ra da Madre de Dos u. 2.
Para a Baha
segu em poneos das o hiate Bom Amigo, de
superior marcha ; para carga, trala-se com o ca-
piao Pereira Mnrinho, em casa de Palmeira &
Bellrao, no largo do Corpo Santo n. 6.
Rio Grande do Sul. .
O brgue Firma* segu no dia 25 de juuho,
recebe ainda alguma carga : tratase com Tei-
xeira Basto, S i C, no largo do Corpo Sanio
numero 6.
Leudes.
LEILAO
MOVIS.
A requerimiento dos depositario da
maa fallida de Claudiano Xavier de
Oliveirae despacho do jutz especial do
oommercio, o agente Hyppolito da Sil-
ior commodidade do publico, o Iheatro
ra assignarem-se, ou para serem vendidos
O referido agente far leilao por conta e risco
de quem pertencer, sabbado 16 do correnle s 11
horas da manbaa na taberna do palco do Terco
numero 14
DE
Armacao, caixoes, fiteiros, gneros novos e fres-
cae, prompta para o comprador se quizer con-
tinuar a vndela e em um ou mais lotes a
vottlade dos compradores.
Avisos diversos.
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.

$>.
iMm

GRANDE ARMAZEM
DE
-fJy/4>
-iy\i
ira' leilao dos movis pertencente
sma massa ; quinta-feira 21 do cor
! as 11 horas em ponto, no stip do
contronte a casa do Sr.
LEILAO
DE
lima luja de lazendas.
requenmento dos depositarios da
massa fallida de Claudiano Xavier de
01 i vi ira e despacho dojuiz de direilo
espe :i,tl do commercio, o agente Hyp-
polilo da Silva, fara' leilao das fazendas
e ar naco existentes na loja n. 55 da
la Cadeia velha : sexta-feira 22 do
me as 11 horas em ponto na mes-
oja
LEILAO
Terfoa-feira 19 do correiite
DE
Urna taberna
NO
Pateo do Ter<;o n. 28,
PELO AGENTE
CAMARGO
AS 11 HORAS EM PONTO.
O agente cima fara' leilao de ama
tabei na com noucos fundos propria pa-
ra mu principiante:no mencionado dia
as 11 horas.
Leilao
O agente Hyppolito da Silva fara'
leil em seu armazem sito na ra do
Imperador n. 35, por despacho do Illm.
Sr. l menlpde Anna Jeronyma Gorreia eou-
Iros, de um sitio na ra do Destino
(Boa-Vista) com bastantes fructeiras,
murt jlo dos lados e cercado na frente
com madeira. ten do casa terrea de Pe-
dra cal. com 40 palmo* de faente e 35
de fundo, aisent em solo proprio epa-
ra ex ame dos Srs. concurrentes poderao
se en ender coca o agente cima que se
acha habilitado para este fio : terca.
aseociaco gp ofraplitca
pevnambucana.
Amanhfta. 17 do correnle. s llhoras do dia.
ta ma sessao do conselho director, 410 lugar do
coslumo.
J. L. Dornellat Cmara,
Io secretario.
BALOES
de papel fino transparent e co-
loridos, de diflerentes desenhos e
letreiros, proprios para festejos
de S. Joao: vendem-se por pro-
bos muio commodos, na ra da
Cruz no Recife armazem n. 10.
Loleria da provincia.
O hilhete n. 5262 da terceira parte
da primeira loteria do Espirito Santo
premiado com a sorte de 10:000$, foi
apresentado pelo Sr. Fortunato Jos
Das de Sampaio, guarda livros dos Srs,
Uraga & Actns, sendo-lhe remettido
dito bilhet- da Parahyba. O thesou-
reiro, Camilio Pires.
Deseja-se fallar com urgencia ao Sr. Anto-
nio Mirtina de Seixas l.emos, a negocio de seu
inleresse : na ra da Cadeia do Recife n. 45, es-
quina da Madre de Dos.
A pessoa que annunciou precisar de outra,
que sailta escripturar por paitidas deliradas, po-
de dirigir-se ra de Apollo n. 2 B, acma'zcm de
assucar.
Segu urna linlia de carros para Sanio Ama-
ro Jaboatao lodos os dias s 4 horas da larde, e
volta s 6 horas da manhaa, a 69 ida e volta : na
cocheira da ra da Paz n. 13 A.
A pessoa que annunciou querer comprar
urna escrava moga, c que seja ptima engomma-
deira, cozinheira e coza. e nao lenha achaques,
dirija-se ao Hospicio, taberna do Elephante, que
se dir porque se vende. Na mesma se vende
herva-male multo nova e mais em conta queem
outra qualquer parle, bem como sement de
quentro.
Ao publico.
LBUM DO RIO DE JANEIRO.
Na ra do Imperador n. 22, primeiro andar,
recehe-se nssignaluras para o lbum do Rio de
Janeiro, coulendo um panorama c doze vistas, ti-
radas do natural por C. Linde, instituto artstico
de Pleiuss Irmos & Linde, na mesma casa en-
contrarao as pessoas bellos- retratos das prince-
zas imperiaes, vistas da quinta da Boa-Vista, ca-
pella imperial, passeio publico, estrada do ferro
de Pedro II, u oulras que vista das pessoas se
mostrar. E' o mais bello presento que pode
possuir a nac,io Brasileira.
A pessoa que annunciou precisar de urna
pessoa que enlendesso de partidas dobradas, di-
rija-se ra do Nogueira n.20, segundo andar.
O Sr. Dionizio Ferreira Cavalcanii tem urna
carta na ra do Quelmado n. 28, primeiro andar
i
[Chapeos para senlio
S Dendem-se rhapelinas com lindos en-
feiles e de diiVreutes cores pelo baralissi-
^ mo prego de 100 cada urna : na ra do
Queimado loja de 4 portas n. 10.
Ra Nova n. 47, junio a igreja da Con-
ceicao dos Militares.
n,t;iCFa'8ead7C?-da^nadeSte editado armazem obabiM
$m atiit& Francisco de Assis Avellar, antigo contra-mestre do fallecido ^^
^ M.noel Jos Ferre.ra. O respettvel Pubhco continuar." a eZn- ^
->>>^ ratr em d,t0 armazem um grande e variado sortimento de roupa, fe
^ e.tas, como seMm: casacas sobrecasacas, fraques, paletoU de panno S
^s fino, ditos de catem.ra de cores, de merm, bombaz.na alpaca nreta ^
3^ e decores, ditos de bnm de l.nho branco. pardo e de' c.es .leas ^<"
W* de^sem,ra P,eta e de cores, ditas de merino, de princeza, de briot'%2
^*r pardo, brancoe de cores, colletes de velludo preto e decores, ditos de S^
^5 porgu. ao, ditos de setim preto c branco, ditos de merino para luto g!
|H ditos deifusto branco e de cores, paletots. casaos, jaquetas, calcaste
^ e col'tetes para meninos de 6 a 1 2 annos, camisas, seroulas. chapeos *&
mt e grvalas pintas e de cores, libres par- ciados, fa.damentos para S
^ a guarda nacional da capital e do interior. ^J
^ Apromptam-se becas para dsembargadores, lentes, juiz-s de di
^j leito, municipaeseApmotores, e vestidos para montaba. Noapra- ^
^ dando ao compradoTUgumas das roupas le i tas se aprompta. So ou- ^
^ tras a seu Rosto, quer com fazenda st.a ou do armazem para o que *Ht
W t.Cm escoll"do e habis officiaes. dande-setoda e qualquer roupa no j&
X^; da convenctonado. r mm
Venda de urna casa terrea.
Na lerca-fcira, 19 do correnle, tem de ir por
venda, por ser a ultima praca, pelo juizo muni-
cipal da primeira vara do civel, a casa terrea na
ra dos Pescadores n. 6, com 2 salas, 3 auarlos,
coziuha fra, quintal murado, com cacimba in-
dependcnle, no valor de 2(JjU0.
Attcncao.
As pessoas que tiverem objectos por vender, na
agencia deleitos do fallecido Marcolino de Bor-
ja Geraldes, queiram apparecer no armazem da
ra do Imperador n. 75 para Ihe serem entre-
gues.
Alugs-se o primeiro andar da casa n. 112
da ra Imperial, com muitos commodos ; a fal-
lar na ra Direila, casa n. 6.
Attenao.
Quem annunciou precisar de tima pessoa que
enlenda bem de partidas dobradas, queira diri-
gir-se a ra do Passeio Publico n. 11.
Deposito geral ma do Parto n. 119
RIO DE JANEIRO
Em frente, a
matriz da Boa-Vista n. 86.
Vendem-se e alugam-se bichas de Hambur-
go recenlemente chegadae, pela casa do Sr. J.
Falque ; assim como se npplicam ventosas pela
allraccao do ar, sem precisar de levar fogo.
3 Verrte-se urna escrava moca de 18 a 18
annos/ de boa figura e conducta, com principio
de va fia habilidades, e prego muilo commodo,
sendo para o malo melhor; na ra da Roda nu-
mero 114.
FEIJAO' AMARELLO.
Em saceos grandes de 30 cuias, era pequeas
e grandes porges; vende-se muito barat para
acabar, e saceos com farelo, o melhor que tem
vindo ao mercado, a 5 : na ra do Vigaro n. 27
O Sr. Jos Antonio da Silva Jnior qoeirs
enlender-se com Teixeira Basto, S A C, no lar-
go do Corpo Santo n. 6, segundo andar, o nego-
cio de sep inleresse.
Attenco.
*
Acabam de chegar de Lisboa muito boas dro-
gas como sejam, sulfat de quinino, iodurelo de
polassa, quina muito fina, etc., que ludo se ven-
de por pregos mais razoaveis queem outra qual-
quer parte, visto ser para liquidacao : na ra da
Cadeia do Recife n. 8, primeiro andar.
ATTENSA'O.
Vende-se continuadamente soceos com farinha
de mandioca, ditos com milito e farelo de Lisboa
por menos prego que se vende em outra qual-
qaer parle : na ra ds Raugel n. 62, armazem.
Vende-se um excellente deposito com al-
guus gneros, e urna boa armario, boa casa, ex-
cedente localidade, tendo duas entradas, urna
pela ra do Imperador e nutra pelo Caes de 22
de Novembro para cnqimercio, um dos printei-
ros estabelecimenlos"na ra do Imperador n. 71:
na mesma casa se dir com quem se (rata.
Veadem-SC plalLJ de dircraas moda?, da
tartaruga, tambem marrafns; concertam-se tam-
ben! quaesquer obras deste genero : na loja de
lartarugeiro no pateo do Carmo, loja do sobrado
da esquina que volia para a ra das Tiincheiras
numero 2.
O abaixo assignado, thesoureiro oncarrega-
do de fazer a festa no dia 27 de selembro futuro
dos gloriosos martyres S.S. Cosme e Damio des-
ta villa de Iguarass, pelo prsenle declara a to-
dos os fiis devotos que se dignarem concorrer
com suas olleras para o brilhantismo da mesma
festa, que ello achando-se, por incommodo phy-
sico, impossibilitado de agencia-las, tem accor-
dado nomear urna rommlssao composta dos Srs.
Luiz Ferreira Dandeira de Mello, Joao Luiz de
Almeida Ribeiro e o alferes Manoel Jordao Rol-
dao de Vasconcellos, a quem podero os mesmos
senhores devotos entregar as suas oTerlas, visto
como o abaixo assignado lhe tem concedido lodos
os poderes relativos a tal fim, sendo que igual-
mente declara que a supradita commisso ficar
obrigada por qualquer despeza que flzer superior
as rsmolas que tirar. Iguarass II de junho de
1860.Antonio M irtins do Coulo Vianna.
Um moco com bonita letra, e competente-
mente habilitado ein escripia por partidas dobra-
das, se oflerece para caixeiro de alguma casa
commercial: quem precisar, dirija-se a loja do
Sr. Figueiroa, era carta fechada, com as iniciaes
A.S.
Sincero reconhecimenlo.
Inlammae&o dos bofes.
Nada ha mais justo do que dar os devidos lou-
vores a quem os merece, c por isso que fago a
presente declararlo s preciosas virtudes das
Pi
Em nacotes pe Z caixas n. 1 e n. a
Um curativo rarissimo feilo pelo medico Car-
los Pedro Etrhecoin. sobre a ppssoa abaixo as-
signada, l'adeci o anno pasado um cancro rot-
douro nopeilo eiquerdo, procedido de urna espi-
nha ou urna dureza de que foi o principio, e com
contiendes, e timas rerlaa dores que me respon-
dan! no eoiarao. Quaudo prorurei o dito senhor
a ferida era horrenda que poda caber um ovo de
gallinha. Grartas a estas pilulas sarei em me-
nos de 60 dias. Fehzes daqut-lles que liverem
ao seu alcance os raros remedios do autor
S. Vicente 12 de dezembro de 1859.
Escolstica Maria.
Vende-se o verdaleiro doce de guiaba, da
casca, o que pode haver de melhor neste gene-
ro : na ra do Rangel u. 62.
f.iiillmi'i.-i
mular fgido.
Fugio da cidade de Macei, no dia 18 de mar-
co prximo passado, do abaixo assignado, s.'.i
escravo de nome Jos, crioulo, de idade de 25 a
30 anuos, estatura regular, ou anles robusto o
musculoso, barba grande por baixo do queixo,
com todos os denles da frente, rosto redondo!
cara grande e ps proporcionados, levou toda a
roupa, c entre ella una capa de bala azul fer-
rete, calca de algodo linio e oulras de bnm
branco e pardo : este escravo foi por alguna an-
nos proeiro da barcada do Sr. Francisco Ingle/.da
S. Miguel dos Milagrcs, e provavel ter sido se-
duzdo, visto que sobre elle pende qucslo que
pronz ao mesmo abaixo assignado Rufina alaria
da Conceico, da villa do Porto de Pedra* cm
Macei, tanto que senJo preso nesta cidado
(quando fgido) em das de julho ou agosto do
anno passado foi remettido para Macei, aonde
o leligio : quem o apprchender ou delle der no-
ticia, ser gratificado generosamente.
Manoel Antonio Lopes Silva Muriliba
N. II. Consta ter o dito escravo aportado nesta
provincia na mesma jangada com que fugio, e
que dalli seguir em dita.jangada para a provin-
cia da Parahiba, e dessa para o Rio Grande do
Norte ; a pessoa que delle der noticia cierta ou
apprehende-lo, pode dirigir-se a seu senhor, ou
nesta mesma cidade a Ferro & Maia, que ser
igualmente gratificado.
Dos tres cavados furtadosno engenho Bom-
fim, ao amanhecer do da 8 do crrente, cuja
sublraecao foi aanunriada por e.-le Diario ; ap-
pareceu um, o do morador, que foi lomado a um
ladrao no lugar lbura, recolhido ao deposito uos
Afogados. e ahi entregue a seu respectivo dono ;
coniiniiam, porent, a estar furlados os oulros
dous da fazenda, sendo um alasao claro, carrega-
dor baixo. rastrado ; o oulro castanho, inleiro, e
lem rento as mos que o faz
prseme uenaragau at. pietiusae muues u.is u-m vento as iiios que O taz einagn cer
chapas medicnate do Sr Ricardo Kiik, morador: quando viaja mais : roga-se as autoridades do
na ra do Parto n. 119, pois no curto espajo de i lugar onde foi apprehondido aquelle ravallo. de
30 das curaram tima escrava minha que padeca [ indagaren! esse negocio que hoje mais fcil'por
de inflammaco nos bofes da qual eslava j lao se haver prendido o que o linha oeculto. Oual-
atacada, que nao podit estar senao deitada, ape- quer noticia a respeito pide ser dada na praca,
zar de ter feilo lodosos remedios. Por tanto j no escripton dos Srs. M. I. de Oliveira & Filhoi
nao obslanle as ditas chapas serem bem conhe- j pr,ica Oo Corpo Santo, que satisfar qualquer des-
cidas por suas inniimeraveis curas, faco tambem peza para obtengo dos mesmos cavallus.
esta declaracao em signal de meu sincero reco- |
nhecimento.
Caes da Gloria n. 90, Rio de Janeiro.
Luiz /os da Costa.
Reconhecida verdadeira a assgnalnra supra pe-
lo labellio.Jos Cardoso Fontes.
Lo mor e merecimento.
Inflammaco ua bocea do estomago.
Possuido dos mais sinceros agradecimentos,
vou por meio desta folha declarar o feliz curativo
que minha senhora recebeu por meio das cha-
pas medicinaes a Sr. Ricardo Kirk, escriptorio
ra do ft^n 11^- "cando boa em 30 dias de
urna in/laWkacono eslomaao, que padeca ha
mais de 2 annos, por cuja causa soffria immen-
sos incommodos ; por to justo motivo confesso
a minha gralido para com o autor de lao pre-
cioso remedio, que pode sem duvida ser til a
tantas pessoas que padecem a mesma molestia.
Ra de S. Pedro n. 291, Rio de Janeiro.
Anselmo Malta das Neves.
Cura completa.
Sem resguardo
.>. tJwiw otni-litllU UVC UirailIVS (.UVUllliSa
Precisa-se alugar urna
escrava.
Quem liver e quizer alugar urna escrava para
casa de muilo pouca familia, lendo as quilida-
des seguinles: que seja muilo fiel e humilde,
que cozinhc soffrivelinente ; dirija-se a ra do
Queimado n. 46. loja, licando o senhor responsa-
vel pelas qualidades exigidas.
As pessoas que liverem penhores vencidos
na ra Direila n. 60, tenham abondade de tirar
al o dia 19 de junho, do contrario serio ven-
didos.
Offerece-se urna senhora que cose e engoro-
ma coro rouila perfei(o, prefeiindo-se que seja
para casa de familia : a tratar na ra do Caldei-
reiro n. 80.
Offerece-se urna croula para ama de casa
de portas dentro, menos eugommar : no largo-
das Cinco Ponas n. 138.
No dia 15. ao meio dia, na rus do Apollo,
no sobrado u. 9, se ha-de arrematar em presen-
ta do Sr. Dr. juiz de ausentes o espolio do au-
sente Francisco de Paula Figueira de Saboia.
Offerece-se urna ama que cosioha, emgom-
ma, a administra urna casa bem preferindo casa
cstrangeira: na loja do convenio de S. Francis-
co, defronte do Dr. Sarment,
Aloga-se um
nem ineoinmodas4j ~ AIU8a-e um sobrado muito fresco na ra
pos Tanoetros; a tratar no Recife, ra da Cruz
Forte inflammaco na bocea do estomago, "in. 31: armazem.
E*i abaixo assignado, faco publico, em bene-Li." Jo,1uim/"""'o Larra, pelo prsenle t*
flcio da humanidade, que soffrendo por espaco I ?i'ra I"*.' nn,d,a 8. docorrele desappareceu o
de um anno urna forte inflammaco na 6oc do ^ ""lio Josquim Francisco da Silva o qual
ae menor idade ; e para quo nenhum faci por
elle pralicado em seu nome tenha valor, faz o-
prsenle para sriencia do publico. Recife, 12 d*
junho de 1860.Joaquim Prancisco Lavra.
estomago que me causava falta de respiraco e
um canemeo extraordinario, e lendo tomado e
applicado varios remedios, nenhum resultado fa-
voravel oblive : achando-me quasi desesperado,
recorr finalmente s chapas medicnate do Sr.
Ricardo Kirk, ra do Parlo n. 119, escriptorio,
com as quaes, trazendo em suppurico os hu-
mores, em 38 dias achei-me inteiramenle livre
desta terrivcl molestia ; pelo que dou ao dilo se-
nhor os roeus mais puros e sinceros agradeci-
mentos. Ra (os Ouhvf i n. 2, Rio de Janeiro
/ol Joaquim Ferreir.
Aluga-se urna casa grande toda envidraca
da em roda, com urna grande sala na frente, 2
alcovas grandes, sala de jantar grande e 8 qusr-
los, cozinha fra, 1 quarto para dispensa, carim-
ba d'agua de beber, com alguns arvoredos no
quintal, silo no lugar da Capunga : quem preten-
der, dirija-se ao Becife, na ra da Croa n. 8, pri-
meiro andar, ou rus do Livramento, loja de cal-
fado n. 35.


DIARIO D pfeftNAMBUC. -
Partidas dobradas
Precisa-sc de urna pcssoa que entend bcm
de escripluacao era partidas obradas para
odianlar um. atrasada seis mees; annuncie para
ser procurad).
Preciai-se de roa senhora que saiba bem
primeiras luirs, fcancez, piano e msica, para
tomar cont da educaco de seis meninas, em
un engcnhi dn freguezia da Estada : a tratar na
ra do Imperador n. 39, segundo andar, entrada
pelo becco dcbolcquim do Paiva.
4
AVISO
AO
Luiz Soulnn, cutilciro e armciro fran-
cez, qje trabalho* em casa dos Srs,
Pommiteau e Pradines ain, provine
ao putlico que ataba de e^tabelecer-se
na ruadas Cruzes n. 38, aonde offere-
ce sea prestio, qur para araolaces, \
qur pera -concertos de qualquer espe- |
ce, o que pvomeile fazer com rapidez 1
e pereicao. Igualmente se eucarrega I
de concert de instrumentos de ciiurgia j
donustas ; quem de seu presumo se \
quizer ulilisar pode ficar inteiramenlo \
'descansado quaulu ao apurado du tra- 3
balhes
ifAfffffffffmf7fffffffl
Attenco.
Prerisa-sodc ura menino portuguez que quei-
ra servir de criado em casa de um moco solteiro:
<|iieni se achar tiestas condicoes, poder se diri-
gir loja n. 8 da rut do Queimado, que adiar
com quem tratar.
Resposta ao annuncio de hontem.
O esmoler das almas da freguezia deS. Jos do
Hecife, respondendo ao encarregido da fesla do
anno prximo passado de S. Manoel da Pacien-
cia, erecto na igreja de N. S. do TeTCO, o que
tem a dizer que nao est para gastar lempo
com as....
Diz o abaixo assignado que no da 12 do
eorrenla perdeu na eslscao do Cabo um quarlo
de bithete da lotera qu corre to da 16, de nu-
mero 1186.- Maoocl Joaquim daCosta.
lni mogo habilitadle de hoa conducta
offereee-se para ensinar-em qualquer ca-
S sa particular,a pessoas de qualquer sexo,
*JS primeiras lellras, lingua .nacional, fran-
CE e bemassim copia qualquer peca de mu-
S| sica minio bem imitando a copia lilhogra-
as> piadn, ornando a frente da pega de ra-
in raeteres gticos ou de outros quaesquer
fgj e iste com a presteza que 9c e*igir: a
a> (rular na ra larga do Rosario n. 1, pri-
;Jj meiro andar.
Precisa-se de urna ama de leite : no pateo
do Terco n. 26.
= O aba i xo assignado participa oo rcspeilavel
publico e principalmente ao corpo do commercio,
que desde o da 18 do corrente o Sr, Jeremas
de Carvallio Branduo deixnu de ser seu caixeiro.
Recife 44 de junho de 1860.
Manoel Francisco de Moraes.
Partidas dobradas.
Pode procurar na ra do Trapicho n. 7.
Os abaixo assignados avisara oo respeitavel
publico e coui especialidade ao corpo do com-
nercio, que amgavelrnente dissolveram a socie-
Jadc quctinliam na loja de ferragens da ra do
)ucimftdon. 30, que gyrava sob a firma de Car-
loso &C, Qcando o activo e passivo a cargo dos
Rocos Joo Jos da Cruz Muniz c .Ignacio Pedro
r las Neves sob a firma de Huniz 14 de junho de 1860Antonio Francisco Correia
Cardoeo, JoaoJos da Cruz Muiii, Ignacio Pedro
das Neves.
Aluga-se o egundo andar do so-
brado b. I da travessa do Vera*, no
bairro da Boa-Vista, o qual e multo
fresco e tem bons commodo* para fa-
milia : trata-se na ra da Gadea arma-
.zem n. Zt.
O Ut. Cosme de Sa l'eFeiraJsjj
levoltadeiua viagem instructi-fc'
civa a uropa continua no exer-j
:iciodcsua prosso medica.
Dj.' consultas em seu escripto-n
i.-io, no bairro do Recife, ra da'
ruz o. 55, todos os dias, menos';
toa domingos, desde as 6 horasj
h as 10 da manhaa, sobre os'i
se^uintes pontos :
(. Molestias deolhos ;
1-, Milestias de coracSo e de;
peito ;
. Molestias dosorgaos da gera-|
cao, e do anus ;
Pratieara' toda e qualquer!
o,)erac5o quejulgarconvenien-'
te pira o restabelecimento dosi
seus doentes.
O exanae das pessoas que o con-i
^fultarem sera' feto indistincta-f
oente, e na ordem desuasen-l
'.ra das; fazendo excepeo os doen-
tes de olhos, ou aquellesque por|
, aotivojustoobtiverem hora mar-'
-dd para este im.
A appliccao dealgtins medica!
aeatos i n dispensa veis em varios)
imsos, como o do sulfato de atro-j
>ni etc.) sera'feito.ou concedido
gratuitamente. A confianca que
elles deposita, a presteza de sua
[icc3o, e a necessidade prompta
le seuemprego; tudoquantoo
demove em beneficio de seus I
I loen tes.
r.
AMA
ou captiva
para
Impcralriz,
Procisa-*e de urna ama farra
casa de pouca familia ; na ra da
loja o.i*.
No dia 19 do corrente mez se ha de arre-
matar era pr*ca publica, flnda a audiencia do Sr.
Dr. juiz mudicipal da primeira vara, um sitio co-
nhecido por Quebra Bunda, no lugar do Luca,
freguezia jos Afogados, por execuco Je D. Rosa
Candida Goncalves Perreira, contra Luiz Conzaga
de Viterbo, e a ultima praca.
Sociedade de sel-
leiros.
Roga-ge a03 senhores socios desta til socieda-
de que se dignem ir ver as machinas de coser,
proprtas para esleofflcio : na ra da Impe,ralriz
numero 10.
Tendo de cer arrematado na porta do juiz
de paz do l. distrelo da freguzia da Boa-Vista
no dia 16 do corrente mez, as B horas d j dia, a
requeriruento de Bernardno Antonio Pereira
Bastos, peohora feila a Joaquim Carneiro Leal,
20 paos de cicupira, sendo 11 cora SO palmos de
cooiprido e 9 com 10 palmos cada um, a I eos-
aao de amarello : quem pretender, dirija>H no
i-'ia florclareada.
Sabio a luz o 3 ionio ^as oiogra-
phias de algun poetas, e outros ho-
mens Ilustre da provincia de Pernam-
buco, pelo coaamendador Antonio Joa-
quim de Mello. Contem as biographias
de Luiz Francisco .je Carvalho Couto, I
Jeronymo de Albuquerque MaranhSo,
Alvaro Teixeira de Macedo, e Joao1
Antonio Salter de Mendonca ; versos,
entre os quaes 30 odes anacrenticas,
urna noticia intersate do levante de
Goianna em 1821, e noventa e dous
documentos tnneditos. Por ora em
nao do autor.
O Dr. Joan Perreira da Silva mudou-se da
ra do Rangel para a do Livramento n. 26, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, defron-
te de sua anliga habiacao. A grande pratica de
*ullaro reconhecida por quasi todos os seus
gas destasfcUde loma o recommendado no
diagnostico daHioleslias dos pulmes c do cora-
co ; assim como para verificar o estado do sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operacoes que
ha feilo com bora resultado em o exercicio de
mais do 20 annos, se julga habilitado para prati-
ca r toda e qualquer operacao cirurgica por mais
delicada c diQcultosa que sejn.
saca se pa>a o Porto, Lisboa e
I Na de S. Miguel, no cscriptono de
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
Instrucco.
Um mofo solteiro. de excellenle conducta, se
olferece para ensinar em qualquer engeuho per-
lo desta praca, nao s primeiras letras, para o
que est competentemente habilitado, como tam-
bero latim e geometra, o que prova com docu-
mentos c por j ler ensinado : quem de seu pres-
limo se quizer ulilisar, annuncie para ser pro-
curado.
a& Roga-se ao Sr. Antonio Francisco de
fb Aiovedo, qHe levou em 19 dG abril dous
Sfc pares de borzeguins para senhora (amos-
<5g tra) queira levar a mesma loja o sen im
3k nono ou a f.izenda.
(LBTiaja
DA
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico qu: se acham I venda, lodosos dias noes-
criptorif das raesmas loteras na ra do empe-
rador n. 36, o as casas commissionadas pelo
mesmo :>r. Ihesouroiro na praca da Indepen-
dencia rs. 14 e 16 e na rus Nova n. 56. os bi-
Ihetes d;i quarla parte da qusrla lotera do Gym-
nasio Pcrnambucano, cujas rodasdeverao andar
impreleiivelmeuto no dia 16 do junho prximo
futuro.
Theso iraria das loteras 26 de maio de 1860.
J. M. d.i. Cruz, cscrivao.
Dr Augusto CarneKo^nTinTdT Silva"
Sanl is, medico operador e parleiro pode @
# ser procurado na casa Je sua residencia^
na rua do Rangel n. 16. m
Ss@*# @ r*"9fjtS
l^rancisco Jos Arantes previne a
seus friiguezes, que inudou o seu arma-
zem dt materiaes da rua do Imperador
(a ntiga da Cadeia de Santo Antonio) pa-
ra o p teo do palacio da presidencia
hojeCmpodas Princezas, ao lado da
repart ;o das obras publicas.
O abaixo assignado roga aos senhores de-
vedores >la loja sita na rua Direita n. 102, que
pertenec, a seu cunhado Antonio Arco Ramos
Maa, qu i tenham a bondade de virem liquidar
aeus deb tos, visto o abaixo assignado ter de li-
quidar a dila loja, c querer fazer isso amigavel-
mentejlos de Azevedo Maa e Silva.
= Malernus l.ins faz publico que contina a
fazer pa de Senleio lodas as quartas-feiras e
sabbados depois do meio dia, na padaria em
Santo Ai taro, na taberna da rua da Imperairz n.
2, na rua da Cruz no Recife n. 5, e tambera as
Cinco Po ilas, defronte di cs(ac.o da estrada de
ferro, de osito n. 148.
Joaqmm Jos Silveira. invenlariantc do ca- !
sal do finado Marcolinode Borja Geraldes, convi-1
da a todas as pessoas que se jul^arem credoras
do fallecido, a apresenUrem ao aiinuncianle, na
roa da Cadeia do Hecife n. 31, seus Utulo3 alim
de seren devidamenle avaliados.
S2= Alugam-se 2 escravos padeiros, por preco
commodo ; quera pretende-los, pode dirigir-se
rua da Florentina n. 2, que achara com quem
tratar. > ^
Carlos U. ubois
M
CABELLEIRElftO.
Praga da Boa-Vista n. 3.
Participa que leudo recebido um gran-
* de sortimenlo de cabellos de Paria, acha-
g se prompto para satisfazr no mais breve
n lempo qualqupr encommenda de cabellos,
=g como sejara marrafas a Luiz XV.cabellei-
g ras de toda especie tanto para humara co-
g mo para senlioras, crescenles,bandos, ca-
& deias de lelogios, braceletes, tcanjas pa-
3g ra anes etc., ele.
Atten^ao.
Roga-sa aos Srs. Libnio Candido Ricekoo
Joaquim Antonio de Castro Nunes e FraVrcisc-
Carlos Branduo. que tenham a bondade decora
parecer na rua da Cadeia do Beciie n. 23, loj de
Augusto & l'erdigao para Uic seren entregues
urnas cartas vkidas do centro.
DENTISTA FRANCEZ.
Z Paulo Gaignoux, dentista, rua das La- ^
K raugeiras 15. Na mesma casa tem agua e i
J^ p dentilco. j
'FOLffli^IlVS PARA .860.
Eslo venda na uvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhiahas para 1860, im-
4)ressas ucsta lypographia, dasseguinlesquali-
.lados :
S?OLIIINHA RELIGIOSA, contendp, alm do
kalendario e regulameato dos direitos pa-
rochiaes, a continuacao da bibliotheca do
Cristao Brasileo, quese compoe: do iou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Sa&lo e
* N. S., a imitacao do de Santo Amhrozio,
jaculatorias e commemorajo ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudaces devo-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responso pelas almas, alm de
oulras oracoes. Prego 320 rs.
WlTA. SE VARIEDADES, contendo o kalenda
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna collecco de ancdotas, dilos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha(
quer de cultura. Dreservat)70 e arvores
e fructos. Preco 320 ra.
Lqws de francez e\
piano.
Majdcnioiselle Clemence de Hannetot
de Mjunevillecontinua a d3r lices de
franch i e piano na cidade c nos arrabal-
des : a rua da Cruz n. 9, segundo andar, m
Vi! iiiak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o aluiauak da provincia para
o corrente anno de
Jos Gorjuan vai a Europa e deixa encar-
regado do sua offleina o Sr. Joao Martina da Luz,
ecomo seus procuradores, em primeiro lugar o
Sr. Jos Pinto de tiagallies, e em segundo Jos
Rertine.
= Precsa-se de urna ama para cosiuhar: na
rua dos Pescadores ns. 1 e 3.
O abaixo assignado faz publico que nao ven-
dara nada fiado ao seu escraro ioaquira. em seu
nome ou de sua senhora, assim como nao d
nada para amostra, porque nao se responsabili-
sa por nada. Recifo 15 de junho do 1860
Francisco Jos Goncalves de Siqucir.

DENTES
gRuaestrcita do Rosario n. 3j
$J Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- #
tificiaes pelos doussystcmas VOLCANITE, $
g) chapas de ouro ou platina, podendo ser ^
a procurado na sobredita rua a qualquer ^
hora. fj
D
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Pre o 160 rs,
o Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
eimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
equio de saldaren! seus dbitos na rua do Col-
gi venda n. 25 ou na rua do Oueimado Ioia
o. 10.
se vende a 800 rs. na
a Independencia livra-
e 8 contendo alm do
ario ecclesiastico f
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquidarao, o obsequio
de mandar salda i seus dbitos na loja da rua do
Queimado n. 10.
Por um corte de cabello e
li'isanienlo 500 rs.
Rua da Imperatriz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Pars. Esta estabele-
cimenloesl hoje as melhores condicoes que
possivcl para salisfazer as cncommeudas dos
objeelosem cabellos, no mais breve tempo, co-
mo sejara : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rosetas, etc., etc., ca-
belleiras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, pora salisfazer os pretenden-
tes, os objeelosem cabello serao feilos em sua
presenca.se o desejarem, c achar-se-ha sempre
urna pcssoa disponivel para cortar os cabellos, e
penlear as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lccomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o exccllente leite virginal de ro-
sas branca para refrescar a pelle, tirar pannos
sardas e espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para litnpar e fazer crescer os cabelloi
assim tomo pos imperial de lyrio de Florenca
para borluejas c asperdades da pelle, conser-
e o avelludado da primavera
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lfdades por baratissiuios precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias
Ditos dilos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiraa de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco '
Grosdenaples de cores* com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado lf e
Dita lisa prela e de cores, com 4palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
drees, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fll de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodo bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem dem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de lodas as qualdades
.Eiifeitcs de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de liaho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualdades
Tafeta rdxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, varj
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um oomplelo sortimenlo de ronpa feita
S

9
1*200
8
39000
19500
10*000
16 000
19000
f
9
9

9
5
8900
9
9
{640
9
9
39500
9
6ono
8500
, 280
9500
8800
e de cores para
sendo casacas, sobrecasacas, palelota.
Golletes, caigas de multas qualidade
de fazenda
Chapeos francezes Gnos. forma moderna
Um sortimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualdades
Camisas francezas, peiTos de linho e de
algodao brancas e de cores
Bitas de fuslao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivss muito finas
Um 'completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de lio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, corado
Velbuna de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para senioras,
homens e meninos, de todas as qua-
ldades
Corles de col'ete de gorguro de seda
de cores
Dilos de velludo muito finos
Lencos de seda roxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhos de merino borJados proprios
pora boplisados, o par
Casiuetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Selim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, coro 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Selim liso de todas as cores covado
Lencos de gorguro de seda pretos
elogios e obras de ouro
Cortes de casemira de cores a
8*500
i
$
9
$

9
19600
9320
lomo
$700
2S0OO
19000
9
9
2|50
9
2SO0O
ltOOO
11600
I

9
5*000
va a frescura
vida-
da
ca dos principaes esta-
Europa e America com
o nomje, idade etc. de seus im-
perad >res, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, ] rovinciaes, municipaes
B&mMmnmMM-w-mtMmmmmW
EAU MINERALE I
Assignatur. de banhos fros para urna pessoa por mez
So. '. niornos, de choque ou chuviscos'pr mez
------------Sene de carine e banhos avulsos aos oreos annunciado
Prtcisa-se de duas ama?, umapa- |
I ra cosinhar e outra para cngominar,:
dndose preferencia a escravns: a Ira-
10JO0O
15*000
SORTIMMO
DE
tar na rua do Imperador n. 15.
1
Fazendas e roupa feila
e poli<
Tal
paroc
Ass
mes.
ella dos
naes.
emolumentos
Em iregados civis,-milita-
res, eeclesisticos, Iliterarios
le toda a provincia.
)ciaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Est ibelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas is qualidades como lo-
jas, vtndas, acougues, enge-
nhos,i;tc, etc.
Ser1 e elle de guia ao com-
rnerci aie, agricultor, mar-
timo < mfiui para todas as
classeida sociedade.
^Consultorio central liomeopatliicof
ni
TDTTDWnsTnTDTrT(j
Continua sob a mesma direceao do Mo-
noel de Maltes Teixeira Lima, professor $
5* em nomecpalhia. As consullas como d'an- &
%- tes. S
i
i
i
POR MEDIDA.
NTa loja c armazem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
fta}d Queimado n 31, g Bota CCDtra| h
cm sua loja ac 4 portas, j I do
Tem um completo sortimento de roupas feilas || DR SABI1\0 (U L PIMO
e por medida a vonlade dos fieguezes : calcas do ^ Notos medicamentos homoopatilicos en- H
casemira e de brim, colletes de diversas quali- vadosda Europa pelo Dr. Sabino,
des, sobrecasacas de muito bora goslo, um sor-' Estes medicamonlos preparados espe-*
timento de pa.etots de panno e de casemira, a,- ; | SSOffSC XSgffSS k |
paca, laazinhs, nscadinhos e de brim, que ludo ^ gos conhecidos na botica central horneo- 1
se vende por preco commodo ; um completo sor-' $) Path'ca, rua de Santo Amaro (Mundo No- |
tmenlo dechapos pretos de seda para hornera, \ vo' n >
de superior qualidade a 10*. ditos de castor mui-
lo superiores a 16g, chapeos deso de seda in-
plezes dos melhores que tem vindo ao mrcalo,
dilos francezes de diversas qnalidades, dilos de
panno grandes e pequeos, corles de vestidos de
seda de variados gostos para diversospfecos, um
completo sortimenlo de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, luifb por preco cSmraodo ;
clnly de seda e la do gosto mais apurado que
tem apparecido a 19280 o covado, chitas france-
zas muito superiores de 260 at 410 rs. o covado
de gostos mwto delicados : um grande sortimen-
to de fazendas francezas c inglezas e allemas que
seria impossivel aqui se poder mencionar com
pregos. assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais em conta que em outra parte sendo
a dinheiro.
S^rop du
DrI'ORGT
JARABE DO FORGET.
Este xarope est approvado pelos mais emimntes mdicos de Paris,
icomo sendo o melhor para curar conslipacoes. tosse convulsa e mura-;
o d^nue o me""co.Sa SufDc,entes- t,Ml desle celeou xarope su.sfaz ao mesmo
) dtpotuo u* rua larga do Rosario, botica de Bartholonuo Francisco de Souza, n. 36.
lempo
FUPDIQAO
DO
innm d. m
Ru^po Bruln (passando ochafariz.)
No depo/Ato Aeste estabelt eimeuto sempre na grande sortimento Ae me-
enanismo para os engennos de ass uear a salier:
Machinas de vapor moderna, de golpe curx prido, econmicas de combustivel, e defacillimoassento ;
Rodas d agua de ferro com cubos de madeirt largas, leves, fortes, e bem bataneadas :
Cannos de ferro, e portas d'aguapara ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito fortes, convenientes ;
lias moendas com rodelas motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhOes deazs :
ixai de ferro fundido ebatido, e de cob-e;
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas i le ferro para as fornalhas
Alambiques de ferro, moinhos de mandiot, fornos para cozer fari'nba
Rodetas dentada de todo os tamanhos para /apor, agua, cavallo ou boi-
IrVguilhoes, bronze e parafuo, arados, eixoi e rodas para carrosas, forma galvamzada para purgar etc., etc.
D.W.Bowman confia quejos seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio paraos ajrricul-
tore desta provincia, epelofacto de itandar construir pessoalmente as su'obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterr i; para onde elle faz viagem annual para o dito fim
assim como pela continuacao da sua fa brica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fiper os concertos de que podero necessitar
Altenco.
i
Os effeilos anliepidemicos, que sao produzidos
pelas fumigaS6es bygienicas de Guylon de Mor-
veau, sao efficazes, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ltimamente. Os vaporos
que se elevara de urna formula desta fumigaco
bastam para desinfectar um espado de30 ps
cbicos ; e de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Smilh. O andaeo que nos vecha de pre-
sente, tem ccifado muitas vidas, e convem que
(para prevenr-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
scnvolvendo e se,tem manifeslado, recorram
botica n. 88, na rua Direita, onde se acha ven-
da quantidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na rua da
Praia n. 49, reconhecendo estar a sua casa anec-
iada desta epidemia, pois quasi lodas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salulares resultados : as
i pessoas pois, em idnticas circumstancias, que
precisarem das desinfecces, o acharo sempre
prompto para mandar effectuar a devida applica-
I ;ao. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approveilzm, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das habitarles ; assim como
de importante ulilidade a sua jpplicajao as fo-
ndas, ou ulceras chroncas como.detergente para
preserva-las do estado de putrefacto. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O pre re
2?'."J9.-Jos da Rocha Parauhos.
COjIIFANHIA
ALLIANCE
Estabclcciila em Londres
EN
fiffij m mu.
CAPITAL | ^^^
Cineo milnoes dentaras
esterlinas.
-Boa Direita4S
De 5^000 a G^000.
O propietario deste estabdecimento
attendendo ao estado pouco lisongeiro
da bolsa da maior parte da populacao,
e animado por um sentimento nl.ilan-
tropico em prol dos seus antiros fie-
guezes, tem a honra de oei ere.-U.es
um resto de borzeguins de bezerro e
lustre, i m muito bom estado, mediante
a retribuidlo cima.
,; lro Mo,,,e,ro "Provcilando da S
9 proporgao que tem para mais fcilmente
t l, ".P,!f rpsullaJ q"e lem oblido
3 em inullipliradns pntos laboriosos, lem 2
fe.lo sua especialidade sobre cele ramo 2
9 P"a o que poder ser procurado a o ,1-
,2?lLh0"- "a rua d0 """Sel n 16. S
Caixeiro
,1f,QnlJr!PHeCSa,r dc l,mraP para caixeiro, len-
dopraucade cobrancas e algun.a de balcao para
eiu n fi"nffra I" eid8d0- <1,,eira ir '^Di-
reita n. o8, que achara com quem tratar.
Jos Thomaz de Campos Cuaresma mudou-
se do pateo de S. Pedro para a rua Augusta, rasa
de dous andares ...19, porm sua residencia
no segundo andar, onde n contina a vender o
superior doce secco de caj, e de todas ns mais
qualdades, em porcao e a relalho ,- lambem
preparam bandeijas e bocelas eufeitada?
tade do comprador.
Bollinhos,
Bandejas enditadas com diversos gostos, dos
melhores bohnhos do nosso mercado, em porcSo
de libras ou a relalho, que con para embarque ou viagem ; assim como pudins..
paslefs de nata, crome, tortas, ou outra qual-
quer pastelera Dar dessert: tambem preparam-
se bolos finos para o lempo de S. Joao e S. Pe-
dro, das melhores qualidades da massa roolh'ida
esecca superior, tudo com o melhor asseio, e o
mais em coma do mercado, diriia-sc a rua da
Penha n. 25, para tralar-se.
S'J-
a von-
Msica.
Saunders Brothers A C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
zasas, e a guem mais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objecto que couliverem osmesmos edificios
quer consista em nobilia ou em fazendas d
qualquer nalidade. r
O Sr. Andr Alves da Fonsocs Jnior queira
por favor ir ou mandar rua Nova. Ioia o 7. a
negocio que nao ignora.
Maurice Harnirch vai para Europa.
a| Recebeu-se pelo ultimo paquete bon-
tas msicas para piano : na rua Nova
n. 43
Lojde marmore.
Nova fundico de ferro
e bronze.
Una do Brum n. James E. B. Spears.
Pundidor machinisla e engenheiro encarregn-
sc de qualquer obra, assim como seniar vapores
de todas as qualidades para serrara, refinardo
fabrica de sabao, machinas para amassar pao'
para moer mandioca, tudo por preco commodo'
e concerla alvarengvs, bombas, vapores, etoda
qualquer obra.
~ Arrenda-se ou compra-se urna olaria qne
fabrique obras finas, ou olaria que fabrique lijlo
de olvenana grossa, que seja perlo do rio e le-
nha uom barro : qurm tiver e quizer fazer esto
negocio, dirija-se alraz da caixa d'agu. <-aaa n.
1, porlao verde, que achara com qurm tratar.
= D. Thereza Schubz, sua irm e 5 filhos
menores reliram-se para a Europa.
A pessoa que annunciua precisar de auem
fe encarregue deadiantar urna escripia seis me--
ies atrarada, pode dirigir-se rua da Cadeia n.
53, terre.ro andar, que encontrar as habilitaron a
que exige.
Precisa-se fallar rom o Sr. Manoel Serapiao
de Almeida Fortes a negocio de seu inleresse :
as Ciltco Ponas n. 82.
O Sr. Jos Vicente de Paula Almeida quei-
ra app^recer na loja da roa do Queimado n. 10.
que se Ihe deaeja fallar.


>6|
DIARIO DE PEBWAMBUCO. SABtUDO 16 DE JRBO DI 1860.
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
<=s*
-Largo da Penha--
Nesle armazem de molhados con-
tinua-se a vender os seguinles Roneros abairo m'ncianados'do superiores qualidades e mais barato
do que eni outra quilquer parte, por serem a maior parle delles roccbidos cm direilura por conta
dos propnelanos.
Manteiga lng\exa e rance/.a
pcrfeilamente flor a mais nova que tem vindo ab mercado de 640 a- 800 is. a libra e cm barril
se tara algum abalimento.
Queijjos flamencos
muilo novos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de 1J700 a 3J> e a vista do gasto
que o freguez izer se far mais algum abalimerito.
4)ue\jo \u*ato
os mais novos que existem no mercado a 1 a libra, em porfi se far abalimento.
Yin e\ xas f raueczas
em latas de 1 1)2 libra por 1S500 rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 33000. q
Mustar da ingleza c franceza
em frascos a 610 rs. e em potes franceza a 800 rs! cada um.
YcT&a&eiros gos Ae comadre
re caixinhasde % libras elegantemente enteitadas proprias para mimo a lg600 rs.
o\acMnna ingleza
a mais nova que ha to mercado a 240 rs. a libra je em barrica com 1 arroba por 4J.
Potes vidrados
do 1 a 8"lil>ras proprias para manteigs ou oulro qualquer liquido de 400 a llttOOO rs. cada um.
iVmcnaoas confeitadas nronvias para sorles
de S Joao
a 1g a libra c em frasquinlms, contondo 1 1|2 libia por 2>!
C\x preto, \\yson c perla
os melhores que ha neste mercado de 1&600, 2# e.2500 a libra.
Macas cm c aixi n\\as de fc libras
rontendo cada' una difforenles qnalidades a 4?50Q.
Valilos de denles lieliados
em mollios com 20 macinhos cada um por 200 rsL
T i jo\o francez
propriospara limpar faca a 200 rs.
Conservas inglcxas c vaneexas
cm latas e cm frascos de diferentes quilidadcs.
Presuntos, cnonricas c naios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
lalas de nolaclnna de soda
de dilTercnles qnalidades a 1&00O em porcao se far algum abalimento.
T.iml.iMii rendem-se o* sgtiinte*s gneros ludo recenLemente chcado c de uperio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, ehouricn muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
bricaote de Lisboa, mac.. *
P
Muila attenco.
Ao bom e barato que faz ad-
mirar aos compradores.
RuaDireita loja b. 68.
N%o se engeita dinheiro.
R quissimos cortes de vestidos de grosdens-
ples pelo bordado a velludo, 9>rtes de vestidos
de phanlasia de seda muilo moderno, cortes de
vesl dos de roossulioa de seda, cortes de vesti-
dos de barege de seda com ricos desenlio.', cor-
les ile vestidos decambraia bordado a soda, po-
laca i de groslenaples pelo muito bom objeclo
da iioda, palelols de panno de lodas as qualda-
des, ditos de casemira muito Ano,ditos de alpa-
ca ce differenles modelos e qnalidades, calcas de
cas* mira preta c de cores, ditas de brim bi anco
e dt cores de puro linho, camisas de todas as
3 na idades, cambraia organdys com modernos
esi nhos, chales d* merir. mnilo Dno bordado
a frico todo em roda e com pona redonda, obra
de 1 Quilo goslo, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, riquissimos
corlas de casemiras de cores muilo Qna padres
do imito goslo, enfeites de vidrilho, luvas, gra-
valts, esparlilhos francezes, alpacas de lodas as
cor pod haver. Alm dostas fazendas exislcm ou-
tras muiuis que se estfio vendendo por menos
do cu valor.
Chuicas para invern, i
flja ra da Cadea do Reoife n. 23 luja ^.
confronte ao Decco Largo, vendem-se l|
.liancas proprias para o invern ou para a
u ani|ar-se em casas loJrillnda.4 a marmore 3e
REWE0I0 INCUIWPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as aacoes po-
demtestemunhar as virtudes deslc remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mean-
dros inteiramente saos depois de haveremprega-
do intilmente o utros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dossascura s maravillosas
pela leitura dos peridicos, jue lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas s tao sor prendentes que admiran: o
mdicos mais celebres. Quantas pessoas recof
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer
amputarlo I Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submetterem essa operacao dqlorosa foram
caradas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa
na
ou lijlo pelo mdico preco
de 33 cada
wm
SAL DO ASSIT,
Vende-se a bordo do palhabole Oliveira II,
assim como palha de carnauba : a tratar no es-
critorio de llanocl Alvos Guerra, ra do Trapi-
. 14, ou com o capilao a bordo.
Vende-se ou trocase poralguma negra, ou
ata, um negro mogo muilo robusto, c de bo-
fiaura : na ra Nova n. 52, primeiro andar.
che
Campos & Lima, na ra do Crespo 11. D
6, lem para vender alcatifa com 4 pal-
mas de largura de muito boa qualidade Uf
propria para alcatifar, salas e igrejas a a?
600 rs. o covado, dinheiro a vista. ma
vejs
spermacole barato, licores francezes muito linos, marrasquino de zara, azeiledoce purificado azei
to:ias mallo novas, bauha de porco refinada e oulros muilo gneros que encootrariio tendentes
m Hn ido"
N estrada de Jnao do Barros, no primeiro si-
tiii o direil.i, possandp a igreja, acha-se de con-
formidade com as posturas nuiuicipaes nionlada
un.i fabrica de foo Je artificio de todas ss qnali-
dades, aoude os apreciadores o poderao comprar:
rcrebeni-se encoininendas para o mesino, na ra
da Cnnceicao 11. 20.
Lotera !a provincia.
Corre itipretenveluiente sabbado 16
do corrcnti as 9 horas.
1'. J. Layine.
Engomniado.
Urna pessoa de capacidad:' encerr-
^a se de roupa pora engommar por
peco rom modo : a tratar 11a ra das
Fio res loja de marcineiria n. 1.
Al 11 {ja se para casa de familia urna
preta quecosinlia, engomma roupa de
mulher e coze peneitamente ; a tratar
no Manguind, sitio da viuva Carvalho.
Terceira parte da primei-
ra do Espirito Santo.
Os abaixo assignados venderam da lotera su- ""j
ra os seguinlrs premios :
Ns.-711 5:0n0S Bilhcle.
202 1.0009 lq 11 arto.
A garanta paga na ra na ra do C>l'"^;o
. -I
I.ayme & Madureira.
Praca da Independencia n. 4.
Alcatifa.
ilia do Quciaiado ir 1.
I a para vender por pjecos muilo commodos os
seg lirjies fazendas, para liquidagao :
tDries de riscado faenciz, um 2000.
I itos de dito dito, covado 200 rs.
f cistes de cassa de barra, um 1.
Cassa franceza de cor, vara 440 rs.
f ita dila, covado 240 rs.
( orles de mea casemira pela a 3g500.
I aa e seda, covado 400 rs.
fita dila, covado 320.
I ita 15a s a 400 rs.
I neos de seda paraalgibeira, um 1$.
I itos francezes proprios gara rap a 300 rs.
Cravalas de seda de tdr de2voltas a 1&200.
I iros dila de 1 volta s 900 rs.
ilas dita de mola a 800 rs.
Champanha. |
Campos & Lima, na ra do Crespo n. >
H6, lem para vender urna porcao de gi- m
gns com champanha de superior quaii- 55
dade a 203 o gigo. 1
m
enfusao de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos dianle do lord correge-
dor e outros magistrados, am de maisaulenti
carem suaflrmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
ivesse bastante conflanca para ensaiarBStere.
medio constantemente seguindo algum lempo o
menlratatoquenecessitassea natureza domti.
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente :
Oueludo cura.
O ungento Je til, mats particu-
larmente nos sesuintes casos.
^'P0^38 Inammacao dabexiga
Caimbras -da matriz
Calls- Lepra.
cSrUd?;,, Majos das pernas.
ir.- uras- dos peitos.
ojesdecabeca. -de oihos.
_aas costas. Mordeduras de reptis.
os raembros. Picadura de mosquitos,
^'ermidades da cutis Pulmes.
emgeral. Queimadelas.
Ditas do anus. Sarna
Erapcoes e eseorbuti- SupuraroeSputridas
Fistuiasno abdomen. Tthn;,emJiUadlqUerPar"
Frialdade ou falta de le 1ue cJa-
calor as extremida- Tremor de ervos.
dea. Ukerasna liocca.
Frieiras. do ligado.
Geugiva escldalas, -das articulares,
achacos Veias torcidas ou noda-
Inflammaco doflgado das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224. Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl.Havana e Hespanha.
Venie-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambujo.
LJ4 O VAHO.
Grande e Taado orttoienlo de calcado fran-
coz. roupa fela, miudezas finas c perfumaras
ludo por menos do oue em outras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE H0LL0WAT
PILULAS HOLLWOYA.
Esteinestimavelespecifico, composto Integra-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria.Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto o seguro para
desarreigar mal na compleico mais robusta;
inteiramente innocente em suas operares e ef-
feitos; pois busca e remove as doencn3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, militas que j estavam as portas
morle, preservando em seu usattk conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se ade-
sesperacao ; fa^am um competente ensaio dos
eflicazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se per%a tempo cm tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Couvulses.
Debilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dure/a noventre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Tachas para e
Fundi^o de ferro e
DI
ronze
Cardwt,
Fraicisco Antonit Grrcia
tem um grande sor ti ment de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de fero fun-
dido como batido.
LIVROS DE SORTES
\
cleir
t i semcnles, plantas de flores e frucleiras da
ii opa, que se achavam na loja da ra do Ca-
a n 3 A, vendem-se desde o da 28 de raaio
na'ionio de Uchna sitio do finado Sr. Antonio
Caplsta rtibeiro de Paria, das 6 s 8 hoias da
ma ha e das 5 horas da tarde em dianle.
En
Colla.
Hemorrhoidas.
llydropesia.
Ictericia.
lndigestes.
Inflammaeoes.
Ir regu laridades
menstruaeSo.
Lombrigas de toda es
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruccao de ventre.
&3l
PARA
fzeibas m\m
ngusto & Perdigo,
Denlisia de Pars.
15-Ra Nova15
Frederico Gauter. cirurgiiio dentista, ^
faz todas as operacoes da sua arle e col- jag
g loca denles ariificiaes, ludo com a supe- 5
riordade c perfeicio que as pessoas en- |*
tendidas Ihe reconhejem. m
Tem agua e pos denlifricios ele. 3
wmmm emtm msmmsKm
Semea.
1 m saceos grandes, c
pai i "
de qualidade superior,
fortalecer animaes ; no largo da Assembla
9, trapiche de Antunes Gu mariies & C.
Cozinheiro.
i alugar um preto cozinht
i 25.
Alten cao
Precisa-se alugar um preto cozinheiro
do Crespo n 25.
na ra
MSI Ll'SO-BRASLEISA,
8, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to- |k
n.ar a casa contigua, ampias e excellentes c- gS
commodagoes para muito maior numero de hos- SS
p?desde novo se recoramenda ao favor e lera-! ||
hypo-l branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes quelS
Precisa-sc de 1:000$ a juros, dando-se
Hii'ca cm urna casa terrea nesta cidade
quier fazer este nagocio,
Lnr.ingeiras, casa do Sr. Paulo Gainoux. das 9 s>rvicose bons offlcios guiando-os cm todas as
horas da manhaa al as 3 da tarde, que lhe dir epusas que precisem conhecimento pralico do
NA W
e armaicm
DE
rua"dM : v silem csla c,Pila,: C0Qlinua a prestar-lhesscus
jt quein pretende.
fAltenco. |
Curso pralico e theorico de lingua fran-
ceza por urna senhora franceza, para dez
% mocas, segunda e quinta-feirade cada se- #
M mana, das 10 horas 8t meio dia : quem $
6 quizer aproveitar pode dirigr-se a ra da %
Cruz n 9, segund andar. Pagamentos
adiantados. ijit
paiz, etc.: alm do porluguez e doinglez fulla-se
na casa o hespanhol e francez.
agencia dos fabricantes amerlca-'
nos Grouver & Baker.
I Machinas de coser: em casa de Samuel P.
| Johnston & C. ra da Senzala Nova n. 52.
GRANDE SORTIHBNTO
DE
Fazendas e obrasfeitas.
Ges&Basto.)
Na ra do Queiinad > n. |
46, frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre- J
casacas e casacas de pannos finos prctos
e de cores a 28. 30J e 35#. paletols dos |
mesmos pannos pretos e de cores a 28jj, c
Attenco.
Precisa-se alugar urna preta que tenha alguma
pratica de vender ; n* ra da Roda, taberna nu-
mero <8.
^- Precisa-se de urna ama de leite que nao le-
nha fllhos queira dirigir-se a ra do Amorim
n.7, primeiro andar, ou aonuncie.
OlTerece-se urna mulher que cose e engom-
is com muila pertei^ao, preferindo que seja pa-
ra casa de familia: a tratar na ra do Caldeirei-
ro n. 80.
Claudina Amelia de Carvalho retira-se pa-
ra frada provincia, julga nada dever, mas quem
se julgar seu credor, aprsenle suas contas oes-
tes tres dias nfim.de serem pagas.
O abaixo assignado faz scienle aos devedo-
res da luja sila na ra Direila n. 102. que per-
tenceu a seu cunhodo Antonio Arco Ramos Maii,
que nao pagem seno ao abaixo assignado, sob
pena de pagarcm segunda vez.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
A viuva do fallecido Manoel Ferreira da Sil-
va Maia avisa a lodos os credores do seu casal,
que se apresentem a justificaren! seus dbitos no
prazo do 1 das para poderera ser attendidos no
inventario que esl procedendo pelo cartorio do
esenvoo Panas, na cidade de Ollnda, pois j che-
gou a procuraguo do herdeiro ausente
acabar com o referido inventario, ist
breve possivcl.
Quem annunciou querer comprar casas cm
Olinda, falle'na ra do Rangel n. 21, que acha-
ra com quem tratar.
Francisco Ramos Maia faz sciente ao res-
pelavel publico e principalmente a quem inte-
ressar, que tem constituido seu bastante procu-
rador a seu genro Jos de Azevedo Maia e Sjjva ;
e portanlo o nico autorisado a passar recibo
dos alugueis de sues rasas, e tratar de-seas ne-
O Sr. Joaquim Antonio de Partas Barbosa
tem urna carta na ra da Imperatrlz, Uja n. 14.
quer
o mais
Escriptorio de advocacia.gj
O bacharel Gusmo Lobo advoga no ci- T
vel : ra do Rangel n. 61 D. 5
Precisa-se de urna ama de leite ; na ra do
dabug n. 8,
Antonio Rodrigues Marlins Ferreira, subdi-
ta portuguez, vaiao norte do imperio.
Quem precisar de ama ama para engom-
mar em casa de pouca familia, dirija-se a ra de
Santa Rila n.47.
Compras.
ATTENCO.
Comprsra-se utencilios de fabrica de velas; na
ruado Vigario n. 29. Na mesma vendem-se velas
de carnauba ou de composicoo, as melhores que
ha no mercado e cm conla para acreditar; tam-
bera se vende cera de carnauba era conta.
Compram-se es-
cravos.
Compri^^e, vendem-se e troenm-se escra-
vos na twlaiaiperador n. 79, primeiro andar
= Precisa-se comprar urna escrava moja com
habilidades ; quem a liver e queira vender, diri-
ji-se a ra da Proia n. 13, que achara com quem
i-alar.
SOS 22#e 25, ditos de casemira mcscla-
dos desuperioi gosto a 16J e 18$, ditos
das niesmas casemiras saceos modelo
inglez 10, 12, 14el5. ditos de al-
paca preta fina sccos a 4, ditos sobro-
casa tambem de alpaca a 7J,8ge9, di-
tos de merino setim a 10, ditos de me-
rino de cordo a 9j*. calcas pretas das
mesmas fazendas a 5 e jj, colleles pa-
ra luto da mesma fazmda, paletols de
brim trancado a 5$, ditos pardos e de
fuslao a 4 e 5$, calcas de casemira do
cor e pretas a 7, 8! 9g c 10g, ditos das
mesmas casemiras para menino a 6J, 7
e 8, ditos de brim para homem a 3,
3500. 4 e 58, ditos brancos finos a 5,
6{ e 7, ditos de meia casemira a 4 e
5, colleles de casemiras preta e de co-
res a 5$, e 6, ditos de gorgurao de seda
brancos e de cores a 5 e 6$, ditos de
velludo preto e de cores a 9jJ e 10, ditos
de brim branro e de cor a3, 3J500 e4,
palitols de panno fino para menino a
15, 16 e 18, ditos de casemira de cor
a 7g, 8a e 9$, ditos de alpaca a 3e3g500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 5 e 6, camisas para os mesmos
de cores e brancas a duzia 15g, 16 e 20,
meiascruss c pintadas para menino de
todos os lamanhos, caifas de brim para
os mesmos a lg5O0 e3, colarinho de li-
nho a 6000aduzia, toalhas de linho pa-
ra maos a 900 rs. carta urna, casaveques
de cambraia muilo fina e modernos pelo
diminuto preco de 12, chapeos com abas
de lustre a 5, camisas para homem de
todas as qualidades, seroulas para ho-
mem a 16, 20 e 25 a duzia, vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaqueta e colles ludo por 10, co-
berlas de fuslao a 6, toalhas de linho
" para mesa grande a 7 e 8, camisas in-
glesas novamente chegada a 36$ a duzia.
mmtmm mt& mmmmm
Na ra do Vigario n. 8,
este mercado, por ser muito superior e nao v mde-se superior gomma, chapeos de palha e
desbotar: vende-se nicamente na ra da Cadeia e.leiras grandes e,pea.uenas de carnauba, ludo
dO Recife n. 46,4oja de Leite & Irmao. *' novo, fazenda boa, 8o Aracaty.
Vendas.
Brim trancado de linho,
todo preto.
A melhor fazenda oeste genero que tem vindo
com loja na rui da Cadeia do Recife n.
23, coalronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabam de sor-
lir seu novo eslabelccimento com fazendas de
gosto, finas, c inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
uao a relalho, se vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio cusi nas casas inglezas,
urna vez que sejaui pagas vista.
Nesle eslabelecimenlo se encontrar semprc
um sorlimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguintc :
Vestidos de seda com babadose duas salas.
Ditos de laa e seda e duassaias.
Ditos de larlatana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezasdc gorgurao de seda pretas.
Cinluroes para senhora.
Esparlilhos com molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora c meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras de Lubin c outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaples de cores.
Chitas escurasfnncezas e inglezas.
Collas c manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodao de todas as qualidades.
Lencos de labyrinlho para presentes.
Collas de crochet pira menino. "
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Calcas do casemira pretas e de cores.
Colleles de seda idem idem.
Ditos de fusto.
Camisas inglezas lodas de linho.
Dilasfrancezas de differenles qualidades.
Malas e saceos de viagera.
Rorzeguins de Melliere oulros fabricantes para
home .
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Bahia e manilha.
Camisas de flanella.
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e criancas.
Corles de vestidos brancos de blonde com ca-
pella e manta.
Didos de vslidos brancos de seda para casa-
mentos
No armazem de Jos Anlonio Morera Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-se :
Candieiros de lato de Lisboa.
Lazarinis e c'.avinotes.
Lena larga de superior qualidade.
Linha do ro'ris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados com perfeico.
Ferros de ac,o para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em len;ol.
Pregos francezes e de conslrucco, de todos os
lamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Carlas porluguezas muilo finas.
Balanza de novo modello para' pesar 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lato para engomma,r.
Esporas, brides e estribos de metal do principe.
Ricas foizaduras fraacezas para portas com
botos de vidro.
Taes de ferro de todos os lamanhos.
Ricos paliteiros e tinteiros de metal prateados.
Linhas de carreteis de 100 jardas do autor Ale-
xandre.
Cera em velas de Lisboa
pulmonar.
Relenro deourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios
xaqueca Tumores,
"erysipela. Tico doloroso.
ebre biliosas llccras.
Kbreto internitente. Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. esda urna
dellas, contem urna instrueco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O doposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 25. em Per-
namb o.
Pede-se toda attenco.
Na loja d'aguia de ouro, na ra do Cabug n. 1
B, vende-se ludo por presos baralissimus para
liquidar, assim como seja :
Fitas efranjas.
Fila de velludo de lodas as larguras, abortas e
lisas, de lindos padroes-
Frar.jas de seda de lodjs as larguras e de lin
dos gostos.
Ditas de laa e seda por prero que admira.
Ditas de linlia para casaveq'ue.
Ditas de algodao para toalha e para coiiinado.
Trancas de linho e de laa brancas e de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a imilaco de tartaruga.
Ditos lisos para alar cabello.
Ditos de desembarcar cabello.
Para bales.
Molas para fazer baloes, vendem-se a 160 rs. a
varo, ou peca de 50 molhus a 6-j.
Bicos.
Bicos de seda de l idas as larguras e lindos pa-
dres.
Ditos de algodo.
Leques muilo finos.
Capellas brancas para noiva.
Chapcozinhos para ctianra.
Riquissimos quadros para enfeile do sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muilo finas, e mais
objectos que vista do freguez far-se-ha todo o
negocio.
fB | I KUifjfjifl! .,, ;t> na o) | 11 p
A Si billa de Bajara ou sottes diverti-
da! para recreio das familias na t5o fes-
tiva noite de S. Joao, contendo35' ver-
sos, nos quaes se pronostica o futuro
de cada um dos consultantes. Detodas
as advinbasconhecidas a Sibilla colheu
os maiores louros, sendo reputada co-
mo orculo dos destinos : vende-se na
livraria ns. 6 e *8 da praca da Inde-
pendencia.
A lJfOOO a lata de bisrotos c bolachinhas
de soda : vende-se-na prica da Boa-Vista nu-
mero 16A.
Na estrada do Manguinho, sitio da
viuva Carvalho, vende-fe por preco
muito commodo, um ptimo carro ame-
Phtysicaou consu np- "cano, de quatro assentos, para um ou
dous cavallos, cora os seus respectivos
arreios, ousem elles, do modo que mais
conveniente pateca ao comprador : o si-
tio do lado da greja e o segundo de-
pois desta.
3 Seguro coaira Fogo
i COMPAIiniA
S LONDRES
AGENTES
| G J. Astley & Companhia.
I
para
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanto em barra.
Vera iz copal.
3 Vinhos finos de Moselle.
| Enchadas de ferro.
i Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composicao.
j Lona ingleza: no arma-
5 zem de C. J. Astley & C.J
3
CALCADO
Grande sortimento.
45Roa Dircitr-45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegainsaristocrticos. 9#000
Ditos (lustre e bezerro1..... 7^000
Borzeguins arranca tocos. .9^000
Ditos econmicos....... 6000
Sapatoes de bater (lustre). 5$000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5,8000
Ditos todos de merino contra
calo (salto dengoso).....4^500
Borzeguins para meninas (Por-
tissimos)..........4^000
E um perfeito sortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
lro de lustre, fio, fitas, sedas'etc.
Camisas inglezas
Na loja de Goes & Bastos, ra
do Qucimado n. 46.
Acaha-se de reccher um grande sortimento
das rerdadeirns r.-imMs inglezas muito linas,
com pregas largas, peilus de linho, sendo estas
ultimas camisas de um gosto apurado, tanto t ra
pregas como em colRrinhos, pois decente tanto
aos rapazesromo aossenhores de maior. por isso
sendo muita aporeoque recebemos, deliberou-
se a vende-lns por 383 a duzia, nesta bem conhe-
cida loja de Goes c\ Basto.
As mtllioi-es machinas de coser dos mais
a lama dos autores de New-York, 1.
M. Singer & C. e Wheeler &\Vilson.
r t Q Neste estabeleci-
X ment vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-se a
<|nal ds noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
q'i;-lidade e seguranra
no armazem de fazendas
do Raymundo C&rlns
Leite & 1 rn aos roa da
Imperatriz n. 10, amigamente aterro da Boa-
Vista.
Laliyrinlhos.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
26. renden)-se ricos lencos e toalhas de latv-
i i n I los.
Baralissimo.
Iiua do Quciaiado n. l'.f.
Armazem de fazendas.
Chitas francezas Tinas de padioes miudinhos a
220 o covado, pecas de chita com 38 corados por
5}S00.
Coberta a 2#000.
Cobertas chinezas muilo Uwfn ? 2j.
Riscado francez a 2S000.
Corles de riscado com 13 1|2 covados por J|.
Lencos bi ancos a 2P000.
Lengos para algbeira a 2j> a duzia.
Algodao monslro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2p00.
Chales de merino eslampados a 2(500.
Casemira preta C#00<>.
Corles de casomira preta Gna a 6$, paletots de
brim a 3#, fil de linho fino a 860 rs.
Cambraia de cores a IGOrs.
Cambraia de cores muilo fina com deteito de
agua doce a preco de 160 o covado.
= Ganga de cor e brim de linho muilo uno a
500 rs. o covado.
Guita-percha.
JE ou borracha, vende-se na ra Nova n. 45
I t^ LOJA DE MARMORE.
Bolo de S. Joo, no deposito de
massas finas na ra da Im-
peratriz n. 11.
Participa-se ao respeilavel publico que neste
deposito rerebem-se encommendas de bolo de S.
Joao.de lodas as qualidades,assim como bolhhos
para cha.
A 640 rs. a libra de velas de espermacete :
vende-se na praca da Boa-Vista n. 16 A.
Arados americanos e machinas
paia lavar roupa: cm casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
Vende-se urna preta com 30 annos de ida-
de, cozinheiro e perfeita engommadeira, dando-
se a prova ; s vende-se para o malo : na ra
das Cruzes n. 30, se dir quem vende.
gocios.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assanlo para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42 ra da Cruz.
Grammalicaingle-
za de Ollendorff.
Novo metbodopsra aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instrueco,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
Barato.
Leite, lenba e fineta
No sitio do fallecido viseonde de Goianna, na
estrada de Joao de Barros, ha pata vender leite
puro, lenha de malta, e fruetts de differenles
qualidades, por preco commodo, de modo que
pode se revender nesta cidade e tirar bom ganWo.
Charutos da Baha a 1)506 a cala : vnde-
se na praca da Boa-Vista n. 16 A,


^"
PUMO DE PERNAMBUCQ. -^ SABBADO |6 DE JNHO DE
Seus propnetanos offerecem a seus numeroso freguezes e o publico em gem, toda *
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a sabor: machinas de vapor de
todos os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas do (erra oa para cubos de madeira moen-
das e metas moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os lmannos guindastes guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassr man-
dioca e para descarocar algodo, prengas para mandioca e oleo de ricini, portes gradara, co-
lumnas e motnhos de vento, arados, cultlvadoies, pontes, valdeiras e tanques, boias. alvarengas.
botes e todas as obras de machimsmo. Bxeeuta-se qualquer obra soja qual fr sua natureza pelos
deamhos ou moldes que para tal Qm forem apresentados. Recebem-se encoramendas neste esta-
belecimento na ra do Brum n. 38 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n. 65moradia do cai-
leiro do estabelecimento Jos Joaquina da Costa Pereira. com 'quem os pretndeme te podem
entender par qualquer obra. r-
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito di
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Ro de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: tudo sor oreos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Veadem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem-se na mesina casa a
qualquer bota.
Aos senhores logistas de miudezat.
Bicos prelos de seda,
Ditos branoos e prelos de algodo.
Luvas pretas de torgal.
Cintos elsticos.
I.inhas do algodo em novellos : vendem-sa
por [trenos commodos, em casa de Soulhall.Mel-
lurs & C, ra do Trauiche n. 38.
Pianos
Admiraveis remedios
americanos.
Todas as cosas 4* familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tros medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os pelores casos de rheumatismo, dor de
cabega, nevrnlgia, darrha.xamoras, clicas, bi-
lis, indigstalo, crup, dores nos ossos, conlusoos,
queimadura, erupges cutneas, angina, reten-
gao de ourinla, etc., etc.
So utivo renovador.
Cura tudas as enfermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp Mticas; resolve os depsitos do mos
humores, pjurifica o songue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, escropliulas,vene-
reo, luinorc glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afecces do figado e rins,
erysipelas, abce3sos e ulceras de todas as classes,
ojlios, difliculdade das regras das
pocondria, venreo, etc.
molestias d
mulheics, h
Pilulas
GRANDE AKHAZEM
reguladoras de Rad-
way
DE
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praga do Corpo" Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
^x^a^a^aaa&/^aasA0saaaaiisaxsa.V'\p?Ta.rogaU's"- s3'stema. equilibrar a circula-
ajsv^wK 'c*5^fi? saSSSW BSSs SsSv.S J* : cao do sangiie, nleiramenle vegetaes favoraveis
em todus os
casos nunca occasiona nauzcas nem
dores do vei}(re, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgan>4 Estas pilulas ao efiieazes as atToc-
[ c,es do fige|do, bilis, dor de cabrea, ictericia, in-
: digeslao, e pm todas 03 cnfermid'ades das rou-
Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
| coes, florrs brancas, obsirueges, histerismo, etc.,
, sao do mais prompto effciio"na escarlatina, febre
j biliosa, febre amarella, o em todas as febres ma-
lignas.
Estes" tre importantes medicamentos vem a-
companhados de inslrucces impressas que mos-
| tram com a maior minuciosidade a maneira de
, applica losiem qualquer enfermidade. Eslo ga-
rantidos do! falsiflcaco por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leile
i & lrmao, ^ia ra da lmpcralriz n. 10, nicos
agentes col Pcrnarabuco.
Roupa. leita.
! Ra Nova n. 49, junto \
\ a igreja da Conceigao dos \
Militares.
Tachas e moendas
Braga Si va & C, tem sempre no seu deposito
da ra da ,'loeda n. 3 A, um grandeaortiroento
de tachas e moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante dwin Haw : a tratar do
mesmo df\ losito ou na ra do Trapiche a 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vender^-se pegas de algodo encorpado, largo,
com peque 10 toque de avaria a 2}500 cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra d > Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas de cores xas bastante' escu-
ras, pelo baratissimo prego de 6J a peca, e 160
rs. o cavado.
Na fal rica de caldeirciro da ra Imperial,
junio a fabrica de sabo, e na ra Nova, loja de
ferragens n 37, ha urna grande porgao de folhas
de zinco, i preparada para lelhados, e pelo di-
minuto pre;o de 140 is. a libra.
/ende se superior linha de algodo, bran-
ease do co'es. em novello, para costara: em
casa de Se uhall afeitar & C, ra do Torres
n. 3 .
Em casa de Rfcbe Sel mettan &
C, ra ia Cadeia n. 37, vemiem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traum ann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova e muilo bera acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recifen. 38, primeiro andar.
Vrnendoas confeitadas para sor-
tes de S. \ntonio, S. Joao e S. Pedro e
tambem pora presentes a2$ o irasco,
vende -se na loja de Leite & lrmao, ra
daCaiJeia do Recife n. i8.
1860-
j
CONSULTORIO
DO
Suissos.
O um grande e variado sortimento de rou-
3 pis feitas. como sejam casacas, sobreca-
C sacas, gndolas, fraques, e paletots de
ac panno liuoprelo e de cores, paletots e
*S sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
Jj casacos de seda ecasemira de cores, caU
5 gas de casemira preta e de cores, ditas de
i merino, de princeza, de brira de linho
branco e de cores, de fustao e riscados,
calcas de algodo, collctes de velludo ta
ac preto e de cores, ditos de setim preto e |j|
Vj brauco, ditos de gorgurao ecasemira, di- 3b
As loa de fustes e brins, fardaraentos para ||
ff 'i guarJa nacional, libres para criados, y*'
SK corontas e camisas franeczas, chapeos e
!k grvalas, grande sortimento de roupas S
jg para meninos de 6 a 14 annos ; nao agro- Se
(j, dando aocomprador algumas das roupas ^;
J feitasse apromplaro outras agosto do Jg
S comprador dando-se no da convenci-
i SkimmMtwmmimBmmm
Verdadeiras luvas de Jovin de to-1
disas cores, ra da Imperatriz n. 7
'oja do Leconte.
irt 11 in m i ti n n nae >mnmi|
| Engenho. |
@ Vende-sc o engenho SantaLuzia,sito na $g
: freguezia de S. Lourengo da Malla, entre $j
os engenhos Pcncdo de Baixoe Penedo de Z
;@ Cima :[lrata-se no mesmo engenho ou no $
\m einentio Mussambique com Pelisbino de
C- Carvalho Rapozo.
Fazendasporbaixosprecos
RuI do Queimado, loja
de4porlasn. 10.
pslam algumas fazendas para conclui
o da firma de Leilo & Correia, as quaes
por dirainulo prego, sendo entre ou-
f^
-se

Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Bisco utos.
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
Cocos italianos
de folha de Qandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
tarara quatrodos nossosa iOO rs. um
e V.1) uina duzia : na ra Dirata n. 47,
loja de unileiro.
Vende-se por comrnodo prero uro
ino apparellio de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos serviros paia cha', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz n. 61, armazem.
Um a mil pares
promptos.
O respeitavel publico desta ci-
dade e de fra, convidado a
ir a grande fabrica de ta-
mancos da ra Direita, es-
quina da travessa de S. Pe-
dro, casa pintada de verde
11.I6,
que achara continuadamente sem inlerrupgao, o
mais bello e riquissiini sortimento de tamancos
dos que ha de melhor nesta arle, proprios pra a
presente estagao, que o proprietario da menina
fabrica est resolvido a vender tanio a relalho
como em porgos, por menos do que em outra
qualquer parte : a casa tem sempre urna reserva
effectiva prompta para qualquer encomraenda por
grande que seja, de 1 a 1,000 pares.
ATTENC40.
Na padaria di ra Imperial n. 55, vende-se o
multo afamado pao de folha, melhor do que em
qualquer ou'ra parle, por ser trabalhado com
milita delicadeza ; e na mesma aluga-se um pre-
to para o servigo externo.
n Arligos para lulo. I
Chapelinas pretas e mais objectos pro- ^p
prios de luto para homem e scnnora.ven- |E
Sde-se na ra Nova o. 45
ft^ LOJA DE MARMORE.
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Russia para
rapazes, muito proprios para a prsenla estagao
chuvosa, para os qe tem de andar diariamente
na roa, sao fortes, do muila durago o nao entra
agua dentro, tem pretos e cor de bisouro, pelo
diminuto prego de 4* cada um : oa praca da ln-
dependencia ns. 19 e 21, loja do lampeo os
porta.
Ainda
a liquidag.1
se vendem
tras as sejuintcs:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Dilaslargas, francezas, finas, a 210 e 260.
Riscados francezesde cores xas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito boni, va_
ra, a IJfOOO. .
Cortos delcalga de meia casemira a 2g.
Ditos de aila de casemira de cores a 59.
Panno preto fino o 3 e 4#.
Helas de cores, finas, par3 homem, duzia a
15800.
Grvalas de seda de cores e pretas a !#.
Meias brancas finas para senhnra a 3$.
Ditas ditas muito finas a 4$.
Ditas cruiip finas para homem a 4J.
Cortes de ollelesde gorgurao de seda a tf.
Cambraialisa fina transparente, pega, a 4j).
Chales de (aa e seda, grandes, um 2$.
Grosdenape prelode lg600 a 2j>.
Seda preta lavrada para vestido a 1^600 e 2g.
Cortes de veslido%de seda preta lavrada a 165J
Lengos decjhitaa 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita francera moderna, lingindo seda, covado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a 640 rs.
Ditas bordailas finas a 2gE00.
Toalhas de inho para mesa a 2^ e 4$.
Camisas de meia, urna 640 rs.
seda para pescogo de senhora a
Em cuate Schafleitlin&C, ra da Cruz n.
38. venle-seum grande e variado sortimento de
relogios de algibetra horisonlaes, patentes, chro-
nomelros, rieios chronometros, de ouro, prala
dourada e f( Iheadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeios fabricantes da Suisso, que se ven-
deao por pregos razoaveis.
Pedras baratas.
Joao ponnelly lendo contratado com o governo
provincii, por iutermedo du Illm. Sr. direc-
jbras publicas o foniecimcnto de todas
as pedns c;trahidas da ilha do Santo Alcixo,
propricc ade do annuncianle, para calamento dac
taciaade; e como as mesmas obras
poi emquanlo se acham poralysadas, e
Exm. presidente da provincia por despa-
8 d ;ste mez comedido licenga ao mesmo
bule para dispor das mesmas pedras, c
juantidade que lem o aununciantc,
do llamos, offereco a quem intuiessar,
de n pequea porgo, que as vende
hi cunta. O mesmo aiinuuciaiitu cnten-
e cem o Sr. Hampa, hbil archcto, bem
lo i esta cidade, conhecedor das quali-
! pe Jras e lijlos, se lem admirado de
er empregado em alicerces osle material,
pedras do annuncianla, como se pralica
na Europa, para evitar a humidadu as paredes.
O mesmo Sr. Rampa tem encommendado ao
amiiinciauU 100 toneladas para esse fim, dizen-
do que em obra sua jamis deitara tijollos em
alicerce ; p;lo prego que lem o annuncianle
vendido ao mesmo senhor lhe sahe mui mais
baralo do q le lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenea >ara usar de seu nomo no prsenle
aiinuncio. As pedras escolhidas para arraazens
ou calgadas, a de/, mil ris por cem palmos, dei-
tadas as pedras em qualquer parle desta cida-
de a cusa (o aiuiuncianle, com toda aclividade
possivel, para o que tem as proporges necessa-
rias; os prt tendentes dirifam-sa a ra da Praie
esenptorio Jo annuncianle.
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porto de superior qualida-
de, em caixinhas de 12 garrafas, por preco com-
rnodo : no rrmazem de louga de Fragoso* Valle
na ra da Cii.deia n. 6.
ras de
pul'lii-as
tenha o
cho de 1
annunci
por grai de
no caes
em gra:
muito e
dendo-sl
conheri
dados d
nao se i
qual as
de
neos bordados para baptisar crian-
Dr. P. A. Lobo Hoscoso,
BISMM) ff ^
S HIJA DA GLORIA, CASADOFUXDlO 3
Clnica por ambos os syslemas.
&L
Pechincha
Veodeib-M biseoitos e bulachinhas de diffe-
rentes qualidades, por menos prego do que em
qoalqpr'Ot)tM parto, sendo em porgao : quem
(reosar, mande v r na ra dos Pescadores ns.
e 3, padaria.
Vende-so urea vaeca ingleza para dar lei-
te.: na Ponte de Ucha. sitio da viuva do Jo
Carrol.
Milho e trelo.
Prelo a 4(500. milho a 4. e em cui a 240
ra. ; na taberna da estrella, no largo do Paraizo
numero 14.
A 5,000 rs.
Vendem-se a 5|. saceos com mho : na rus da
Cadeia do Recife n. 8.
Sal do Ass
trata-e
de Haneei
p ? Dr-^bo Moscosod consultas todos os dias pela manhaa e de tardedepois de 4 horas.
oontraia partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou outras
propriedades ruraes. .
Os chamados devem ser dirigidos i sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da aoite sendo por escripto em que ee declare o nome da
pessoa, o darua e o numero da casa. -'
-itN^.?.1?k ?Ue nl forem de urenci. Pessoas residentes no bairro do Recife podero re- n^'l\^^'^rJ^de J0,,1,}uim ?'"
metter seusbUhetes a botica do Sr. Joao SounnA C. na ra da Cruz ou loja de livros do Sr. Jos de Barr0?, "" lratcMa da Madre de ,,eo n- a-
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da poute velha.
....i.- na "!a d0 nnnnciaute achar-se-ha constantement e os melhores medica-
entoshomeopalhicos ja bem conhecidos e pelos pregos seguintcs:
Botica de 12 tubos grandes...........lOjIOOO
A bordo do palhabole Olireira II
na^iua do Tripiche m. 14. escriplorio
Ditos de 24 ditos.
Di los de 36 ditos.
Dito de 48 ditos
Ditos de 60 ditos
i unos avulsos cada um....... ... 18000
Frascos de tincturas.
151000
........ 20S090
d,tLd!!...............25S000
Manoal de medicina homegpa'.hica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ......
Medicina domestica do Dr. Ilering, com diccionario. '.
Repertorio do Dr. Mello Uoraes......
oaooo
igooo
2g000
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
Antonio e S. Joao.
20S000
lOgOO
6000
FBBIC
DE
ummmk i oikbc(1s m uns.
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 jauto a fabrica de sabao.
DE
Sefeastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Cosa.
Neste estabelecimento ha sempre
.de 00.. B:0O0 simples e ^n^^f^JiS^^^^iSSrA;1^^
para resillar edajanilar espiritas com graduagao at 40 graos (pela graduaco de Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do importa, bombas
Je todas as dimengoes asperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferio, torneiras
de bronze dei odas as dimengoes e felios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas as dimengoes para encmenlos, camas de ferro com armagao e sem ella, fuges de ferro potave;s e
econmicos, taohas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos
para ngeiiho, rtha de Flandres, chumbo em lengole barra, zinco era lencol e barra, lsiices e
arroellas de com, lencos de ferro a latao,ferro suecia inglez de todas as dimnses, safras lomos
e folies para fcrreiros etc., e oulros mmtosartigos por menos preco do que em outra qualquer
parte, desempennando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeigo ja conhecida
e para commodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianga, acha-
ra na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas '
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos de Sanio Antonio e S. Joao, que lera es-
tablecido a sua fabrica de fogos na ra Imperial
-alem da fjbrica do sabflo, conforme a licenga que
obleve da cmara municipal, e ah enconlraiao
os freguezes fogos de lodas as qualidade*. rec.:-
bendo tambero encommendas. tanto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as cora
a maior promplidao possivel; assim como vende
raaleiiaes para os mesmos i preparados rara
aquellas pessoas quo quizerem fabricar particu-
larmente c sem niuilo trabalho. tudo-por precos
muito razoaveis ; os ptetendentes podere *ln di-
; rigir-se, ou na casa de sua residencia, que o en-
conlraro a qualquer hora do dia, e protesta ser-
vi-los de forma que os deiic satisfeilos, nao s6
, pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
! dos maleiiaes que etnprrga, e pericia dos artis-
: lasque possue era seu estalelciiniento.
Gurgel limaos, na ra da Cadeia do Recife
n. 28, primairo andar, vendem cera de carnaata
, sola, courinhos curtidos, farinha, feijao.
= Nos quatio cantos da Boa-Vista n. 1, ven-
de-se doce fino a 1. o caixao, queijo do Serid a
| cOO rs. a libra, dito de coalha a 600 rs. a libra.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bellosorlimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitas trancelitis para os mesmos.
Espirito de vinho com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ouas ca-
andas: na ra larga do Rosario n. 36.
AG^CIA
A
Calatos.
Vendem-se sapales do Aracaty para homem a
900 rs. o par, ditos de inarroquini para senhora a
800 e 900 rs., ditos ditos do lustre a ISStiOe
1JJ440, bezeiro francez muito novo a 452(0 a rel-
ie : na ra'da Imperatriz ns. 72 o 74.
Azeitede carrapa-
to purificado.
Conlinun-sej vender por caada e por garra-
fa ; na ra dos Guararapes n 60, em Fra do
Portas.
FUNDIDO LOW-MOW,
Ra da Senzala Hova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
Escravos fgidos.
AlteiiQ&o.
Fugio no dia 12 de abril o preto Thomaz. do
estatura regular, espadado, crioulo. idade de <
Loja de marinore
Fardo
em saceos muito grandes, ltimamente chegado
do Porto ; vende-se no escriplorio do Carvalho,
NogoeirafiC, na ra do Vigario n. 9, primeiro
andar.
Vinho de Bordeaux.
Emcasa de Kalkmann Irmos&C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhecidas mi rea dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
De Brandetiburg frres.
St. Eslph.
St. Julien.
Margan
Larose.
Chnleau Lnville.
Chleau Ua 'gaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chateau.Ltiville.
Na mesma casa ha
leado
peores
Veodem-Je oleados de cores os mais finos que !
possivel BTWe genero, e de diversos larguras, j
por prego commodo : na ra Direita n. 61, loja" '''
de chapeos de B. de B. Fej,
Ra da Senzala Nova n. 42 |
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va- 1
quetas de lustre para carros, sellins esilhdes in- \;
glezes, candeeiros e castigaes bronzeados, lo-.; i
as inglezas, lio de vela, chicote para curros, e
montaa, arreios para carro de um e dous caval-,
os. e relogios d'ouro patente inclezes
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7, i
loja d Lecomte.
Vinho feitoria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, lem mes-
i dio no caixao 1834 mm 2 dnzias e 1 garraflnha I
: da amostra por 40,000, tambem se vendem as |
| 4, e na ra defronte da Madre de Dos, armazem ***9f'9iiH? toSsSSsSS *SS38wS|S
de Barros & Silva
para
Lengos
560 rs.
Vestidos br,
cas a 5$000.
Corles de cajiga do casemira prela a 6.
Chales dereerin com franja de seda a 5J.
Cortes de caiga de riscado de quadros a 800 rs, \
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1280.
Lengos brancos de cambraia, duzia, a 2$.
em grande sortimento para
hornens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a CjOo, 7 e 8J, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7|, 9 e 10$, ditos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 69 e 79, ditos do chile a
3$500, 5, 6, 8, 10 e 129, ditos de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homens e meninos, de 2&5O0 a 75, di-
tos de gorgorSo^ com aba do couro de lustre, di-
tas de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conla, bonetes
francezes eda Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muito em coota e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tea para cabega^ luvas, chapeos de sol, e outro
muitas objectos que os senhores freguezes, 4nt
la do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. de B. Feij.
^
mesma casa
vender:
Sherry em larris.
Madeira em barris.
Cognac em larris.qualidade fina.
Cognac em caixasqualidade inferior.
Cerveia brarca.
Ruado Codornizn. 8.
Vende-se.
Milho em saceos.
Farinha d) mandioca.
Farelo de Lisboa.
Charutos ila Italia.
Feijao aroiirello
Sabo ma na.
Dito amarillo.
Arroz con casca.
E outros nuitos gneros, tudo mais barato do
qne em parle alguma podem encontrar os fre-
guezes que trocara sedulas velhas e cobre por
gneros.
Barato que admira.
Na loja de Machado & Santos, ra do Queima-
do n. 6, por baixo da boneca, vendem-se as se-
guintes fazei das :
Pegas de algodo com pequeo toque de ova-
ra, tendo cada pega 20 varas e 4 palmos de lar-
go a 4 e 4!>00.
Chitas francezas para coberta, covado a 220 rs.
Ditas ditas para vestidos, boilos padioes, co-
vado a 240 r i.
Ditas ditas muito finas, bonitos padres. cova-
do a 280 rs.
Ditas inglezas escupos, bonitos padres, covado
a 180 rs. *
Lazinhas para vestidos muito finas, covado a
800 rs. ,
Chita de s< da, ultimo goslo, covado a 400 rs.
Cortes de i anga para caiga, boa fazenda, a Ifi.
Lengos de seda de cores a 1$.
Borzcguins francezes de superior qualidade a
896OO.
Sapales i -glezes proprios para o invern a
4J00O, e um completo sortimento de roupas fol-
las de todas a j qualidades, por menos prego do
que em outra qualquer parle, do-se amostras
com penhor.
Lazinhas para vestido a 320
rs., e toalhis de linho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendera-se lazi-
nhas muito finas para vestido, e para meninos^
pelo baralissi no prego do 320 rs. o covado, to "
Ibas de linho a 800 js. cada urna, cobertas a chi-
oeza, de chili muito fina a 29.
Vende-sc um carro de 4 rodas de trabalhar
na alfandega, em muito bora estado ; e aquellas
pessoas que o pretender,dirijam-se a eslaco das
tinco Ponas.
Bicos de Croch.
Chegou loja do amaino, na ra Direita n.
83, um grande sortimeulo do bieos e rendas de
Croch, vindos da Ilha, do largura de um dedo
al dous palmos; j> elles, antes que se acabem.
Vende-se por prego commodo um escravo
crioulo. mogo, de bonita figura, sem vicios, com
o oflicio de calador ; na ra dos Marlyrios n. 4.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5#000.
Estes magnficos fer-
ros acharo-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leite & lrmao, ra
da Imperatriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
luiwgo da visscn\\iVa.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijao mulatinho muilo novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca do diversas quali -
dades, milho. farelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranho, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha de carnauba, lu-
do por pregos com modoa aera grandes porgos
ou a relalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso ;
De 49 e 59.
Na ra Direita n.' 45.
comapletosortimento de moendas e meias moen- anuos, pouco maisou mems, barbado, rosto ler-
das para eu8enho, machinas de vapor e taixas: go, descarnado, e desacotado; pede-s'e portanto
de ferro batido e coado. de todos os taannos aos pedestres ou qualquer que o encontrar, que
I o letra rua Velha n. 76, que serao recompen-
^s5 Fuglo no dia 10 de marco desle anuo do
engenho Gameleira, um es.r.i'io por nomo Ma-
noel, crioulo, idado de 30ann egiiinles : alto e sereo du corpo,, cgo do mu
olho e fallo de denles na lente, poura barba,
muito cheio de prosas, com fumacas de rateittita,
e diz a lodos que fez fogo pela revolla, disconfia-
se estar em Santo Animo de Jaboatao por ler a
mai no dito lugar, quo forra, e juntamente urna
irmaa. Portanto roga-so as autoridades policiaca
: e aos capilaes de campo que lenham de o eaptu-
' rar e levar no dita engenho, ou nesta praca, ra
I Imperial n. 32, que ser gratificado.
Acha-se fgido desde o principio de maio
o escravo Flix, crioulo, de idade de 24 annos, n
tem os seguintes signaos; cor fula, altura regu-
lar, rn.igro, falla dcscancada, tem a poma direita
. inchada de erysipclla ; inliluta-se por forro, e
locador de viola. Tem sido visto em diversos
bairros do Recife e tambera na Passagem ua
| Magdalena e Pogo da Poncho : roga-so, pois, s
autoridades policiaes ou a qualquer pessoa que o
i reconhega que o capturen) olevem-no ra Ua
Guia n. 58, que se gratificar.
Na quirta-feira 13 dejunho, larde, fugio
do sitio de Angelo Rapllsla do Nascimenlo, na
Passagem da Magdalena, o escravo, pardo, Mu-
noel, estatura alta, magro e feio de feigOes : es-
| te escravo l'a/em dous mezes que fez outra fgida,
i e faz um, pouco mais ou menos, que foi pres
' em Nazarelh da Matta, por un amigo do senhor,
a quem o remelleu ; provavel que para all
. nao tornasse : conitudo rogn-se as autoridades
i policiaes a soa apprehens.lo, e manda-lo enlre-
; gar a Manoel Pereira Lemos. ra larga do Kosa-
i rio n. 33, que se gratificar generosamente, ou
! enlo recolhfi-lo a qualquer cadeia e participar
ao seu senhor, o mesmo Lemos.
15 $000 de giatilicar3o.
i Ainda contina estar fgido o escravo de nomo
, Ganrel, que se ausentou no mez de Janeiro do
| anno de 1859, do engenho Mussumb, com os
signaos seguintes : crioulo, alto, corpo a propor-
en"ommorai :'0, I)E
43Ra Nova-43
S> Os proprietarios deste estabelecimento
JR avisara ao respeitavel publico, que aca-
B bam de receber pelos nllimos vapores da
ffi Europa, um variado sortimento de orli-
P gos de novidades, tanto para senhorasco-
^ mo para homem e meninos, e entre es-
iS ,es '
Para senhoras.
| \eslidos de cores do uioirantique e gro-
de-fric.
| Capas para sabida de baile e theatroguar-
*? necidas a amiinho, ultimo goslo.
j tro
.. Chapelinas de palha da Italia e seda ul-
[$; timo gosto.
^ beques de phantasa o madreperola.
| Choles de cachemira com bordado es-
I* n Pial.
a Braceletes de sndalo c leques.
*' Extractos de sndalo.
^ Vestidos de cambraia branca bordada.
b Luvas de Jouvin brancas, prelas e de
j coi es.
ai Murgas, broches e pellerines com man-
^ gitos do cambraia linissima, borda-
dos a poni de Inglaterra e guarne-
cidos a renda valenciana.
5$000.
Grande sortimento de ferros u
vapor dos mais ricos modellos quo se podem ^onda. grande e cheia de tapiabas, olhos r;
de
- en-
contrar neste mercado, com seus perlences de
nova invengao, que muito dever agradars pes-
soas que oscomprarem na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Refinaco de assu-
car do Monteiro.
Continua-se a vender assucar cryslalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo prego de 7^000 a arrobo, e oprompla-
se barricas de lodos os lmannos, com brevida-
de e aceta : na ra do Caes de Apollo n. 63.
HEL010S.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C., praga do Corpo Santo, relogios 4o afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente Kosto.
Vendem-se duas partes do sobrado de dou s
andares e soto sito no largo do Imperador n. 6 :
a tratar na ra eslreita do Rosario, loja de enca-
dernador n. 26, ou na ra do Queimado n. 29,
outr'ora 27.
Novena de S. Joao.
Vende-so a novena e officio de S Joo Daptis-
la por 320 rs. ; na praga da Independencia, li-
vr3ria n3. 6 e 8.
Veodom-se saputis em quanlidade, sendo
muilo grandes e muito doces, os quaes sao tam-
bem proprios para embarque : a tratar no sitio
da ra Imperial n. 64.
cobertos e descoserlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem 9 senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emcasa de
SouthallMelloraC.'
Botica.
Cartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas [contra febres).
Ungento Ilolloway
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmalhico.
Vidrosde boca larga com rolhas, do t ongat a
lthbras. *
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o a.ual Teude a mdico
prego.
, vermelhos, muilo ladino, lem marca de tasugo,
| foi do Dr. Manoel Firmino de Mello, n.orador em
; Beberibe, este senhor o comprou a D. Rosalina,
| hoje casada com o Sr Augusto Gomes Crrela de
i Mello, genro docapito I.uiz Cavakonti do Sou-
j za, fhorador na cidade d'Aroa, em poder dos
i quaes lem o dito escravo Gabriel mai e mulher .
roga-se as autoridades policiaes e capilaes de
campo a prisao, e a entrega a seu senhor, no en-
genho Mussumb, ou no Recife ao Sr. ente-
coronel Jos Gomes Leol, de quem recebero os
1508 promeltidos.
Desappareceu no dia 3 deste mez o escravo
crioulo. de nome Germano, estatura mediana,
cor regular, bastante descarnado, picado de be-
xigas, cabeca grande, representa ler 30 annos de
idade, foi comprado no dia 31 de maio prximo
passedo ao Sr. Joo Evangelista de Mello Brito,
morador na freguezia dos Afogados : quem o ap-
prehender, leve-o ra Velna, casa n. 34, a seu
seu senhor o abaixo assignado, que ser recom-
peusado.Feliciano Jooquim dos Santos.
No dia 7 do corrsnte fugio o moleque An-
(onino, de idade de 15 annos, secco, esperto, de
cor fula, levou calca Branca, jaqueta de riscadi-
nho, chapeo de feltro pardo com fila prela larga,
talvez se intitula de forro ; quem o spprehender.
leve-o a ra do Imperador u. 73, que ser re-
coTipensado
Duzentos mil ris
Contina a eslar fueida a escrava Paula, que
dizchomar-sc Paulina, alia, magra e fula, e ha
toda a prnbabilidade de eslar acolitada em algu-
ma casa.ou-mucambo nos arrabaldes desta cida-
de : quem a pegar, leve-a ra da Cadeia Velna
n. 35, que receber 200$.
Fugio no dia 25 dejunho p. p. o escravo mu-
lato deoome Luiz, de idade 18 annos, cor bem
clara, cabellos crespos, cortados rentos, alio,
secco, c muild%iarcado de bexigasque sofTreu ha
pouco lempo, levou caiga azul e camisa de bota
da mesma cor, suppe-se lerumo cicatriz de ta-
ino em um dos ps. Este escravo foi comprado
a Sra. Joaquina Francelina do Espirito Sanio,
moradora em Timbauba de Mocos, tem irmo e
prenles no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para ah : por isso roga-se aes capilaes de
campo e a qualquer pessoa que o encontr a sua
apprehensao, e que o leve ra Velha n. 69 que
sero generosamente recompensados.
No dia 7 do correte mez fugio de bordo do
hiato indo Paquete, tundeado neste porto e per-
lence ao Maranho, o preto Geraldo, que d pelo
nome de Emygdio. de idade de 35 a 40 annos,
pouca barba, levando camisa e caiga de algodo
azul e bar-reto de la ; representa ser mandrio :
quem o appreodcr queira dlriglr-se a bordo da-
quelle navio ou ao escriptorio de Almeida Go-
mes. Ahes A c, ra da Cruz n. 26, onde se gra-
tificar este servigo.


.__..


L
L i Itera tura.
Fragment historie*.
O imperador Nicolao.
Umprehonderaos hoje dizer algumas palavras
acerca da vida de um horaem. desaparecido
ha pou.-o da acea do mundo, e rujo nome res-
peilarel oceupa um dos mais desuncios lugares
na brilhanle pagina da historia das naces.
O din 6 de julho de 1796 marcou urna era no-
lave! a historia da Russia. Foi nesse anno me-
rnoravel, e no bello e piloresco castello de Tsar-
Tkoc-Selo que Maria Peodorow.ua, mulher de Pedro
l'etrowilsch, deu aluzaseufilho Nicolao, aquelle
que um dia havia deempunhar o sceplro russo,
garantir a aacionalidade de sua patria, e mos-
trar-se digno do um descendente de RomanofT.
O feliz sconterimento assoalhou-se logo por lodo
o imperio, a Russia inleira exultara do prazer, a
alegra brilhava na face de lodos, um srriso
presagio de um bello fuluro se deslisava dos la-
bios de seus habitantes ; que o povo tem um
inslincto divinatorio. Catharina a Grande, con-
gratulndole pelo nascimenlo de seu neto, pro-
lelisava que naquella fronte havia de fulgurar
um da a mesma cora que oulr'ora ornara a tes-
ta do mraorlal Pedro Grande. De feilo, realisou-
se a profeca da Semiramis do norte.
II
la pouco a pouco se desenvolvendo o astro fa-
ado para alumiar os destinos do povo russo.
Chegido edade em que devia cultivar sua in-
teligencia, foi sua educaco entregue ao gene-
ral conde de Lambsdorf, aos conselheiros de es-
tado Slorck, e Adlung, o conde MuravtefTean
professor Dupuget de Lausane. De3deenln prin-
cipiou Nicolao a mostrar grando rorago car-
ri'ira luterana ; sua dedicago, sen z'lo, seu im-
menso desejo de accumular cabedaes scienlilkos,
forain por sem duvida ttulos que o lornavam
credor da dislincgo o estima do seus sabios pre-
ceptores. Proseguindo em seu afanoso lidar, ia
de da em dia Nicolao colhendo lomos, revelan-
do grande talento, e Irilhandoa estrada por onde
dovia chegar o fim que Ihe destinara a Provi-
dencia.
III
Na edade de dez annos j se achava Nicolao
bem preparado na historia da Russia ; era uni
dos pontos a que elle com mais esmero se appli-
cava. .
Um dia estando elle a ouvir as licces de seu
rneslre, e fallando-llie este na morte' do infeliz
Ltnz XVI na Franca, Nicolao admirado c absorto
disse-lhe: O, meu meslre, se em 1793 eu fosse
imperador da Russia, de cerlo iria Franca pe-
dir em nome do povo russo que ella chamabr-
baropara que perdoasse ao infeliz monarcha
Aqu revela o joven aprendiz, grandeza d'alma, e
magnanimidade de um coraco bem formado.
Ao; doze annos de edade acliava-se Nicolao pre-
parado, e fallando as principaes linguas vivas
com singular admiraco de lodos. Dedicou-se
depois s scicncias txactas, e conheceu-so enlo
que Nicolao conlinha em si um genio verdadera-
mente mathemalico, com innata facilidade resol-
va qualquer problema por mais intricado e ex-
tenso que quinzo annos de edade, havia concluido tambem
o sen curso de humanidades. Por aqui se pode
avallar a vasta indiligencia d'aquelle que gover-
nou o maior imperio do globo.
IV
Nao param anda aqui os vos d'aquelle genio.
Nicolao j antevendo que tlgura cataclysma bel-
lico poda vir abalsr o socego do sua uagao. en-
trego ii-se com ardor e vehemencia ao estudo da
arle militar, e semprc se alegrava quando con-
versava com os velhus generaes acerca de anti-
gs batalhas ; era-lho agrad3vel o toque do tam-
bor folgava de ouvir onbombo docanhao. Nem
foi frustrado o seu presentimento. Napoleo,
essa aguia, para o qual lodo ar era pouca espbera,
nao contente anda corn as conquistas que o fize-
ratii respeitado pelo mundo inteiro, quizera, po-
rm. de balde, atravessar o Beresina, e vir'me-
dir seu poder com o do czar que cnto impe-
rava. r
Nicolao, porro, sabondo que urna invaso ou-
sada era feila pelo vencedor das Pyramides e
dcslembrado de Anlerlilz,Trieste etc., ou at des-
posando lodos os flores de gloria, que lauto ha-
viam elevado o hroe de Walerloo, nao heslou
em esrrever seu irmao Alexandre para consen-
tir que elle lomasse parlo na lula que presles
unlia de ser declarada pelo imperador dos Fran-
ceses.
Alexandre, porm, hornera prudente c de grande
lino administrativo, qual raro se encontrar nos I
annaes da historia, teniendo o ardor de una mo-
ndado alimentada pela seva do patriotismo, o
iiiexperienle ainda as lulas bellicosas, eque em
consequencia podesso perigar a causa da Russia, I
reiusou assentir ao pedido de seu irmo.
Foi forzoso a Nicolao, exaltado pelo sentimento
de liberdade, c disposto como se achava. a de-
fender palmo
que ora vimos de duer, uto e quando lalirra
obre a celebre guerra da Crimea. Nicolao, cool
lodo hornera sujeilo aos doces embales do ame
sen lio que urna faisca abrasadora fazia pulsar pela
primeira vez seu carago, al enlo desconheci-
do a estes certa mes amorosos; era urna jov
prussiana que por meio de sua brilhanlo forra
sura quera alear nocoracao d'aquelle principe,
rico, mas pesado edificio do amor, e na verda e
conseguio o que inlentava. Oolhar magnelit
c fascinante do Nicolao, comparare!, como t
gunrn j o disse, aos relmpagos do monte Sin
sua alivez e soberana, ludo foisupplanlado pe
gracas, belleza, e virtudes da encantadora Lu
Fredenca Carlota Wilhelmino,' princeza da Pru
sia. Tambem ella nao foi insensivel aos culi..
que Ihe renda aquelle a quera breve linha de tur
confiada a mais bella, sono o mais importar
cora do mundo. Fcil fot a Nicolao desposi
se com aquella que com lauta presteza soule
captivar-lhe. pagando assim o tributo que se da-
ve a urna das mais acertadas insliluices
chnstisnisraoo casamento. Realisarar-se
nupcias sobre o consenso do Frederico Guille
me, pae de Luiza Frederica, e re. da Pruss
apparcnlando-sc assim asduss naces, e consa-
lidando maisamisade que de ha milito profess
vam entre si. Depois disto Nicolao deraorou-
algum lempo na Prussia; roas circumslanc
imprevistas o chamavam a S. Pelersburgo, pt
onde seguio sem demora.
Ahi chegando, foi saudado alegremente pors
irmao que coji a Russia inleira se congratula' a,
e bemdizia o seu feliz casamento.
VI
A morte de Alexandre veio collocar deiiniliv i-
mente o ihrono as mos de Nicolao. Consta i-
lino a quem devia pertencer o sceplro russo p
lo direito de primogenilura, ou por que conh
cesse sua nimia insuficiencia para dirigir as r]
deas de um imperio tao imporlante, ou por q
houresso desposado urna mulher pebla. conilra
o disposto as leis russas, a qual sobre ser c
Iholica era de nacao polaca, havia antes da me
le de Alexandre concordado com este
DIARIO DE PRRHAMBUCQ. SaBBADQ 16 Dfi JM ftE 1IM.
com este em .
nunciar seus direitos cora em favor do gr >-
iduque Nicolao, o que realmente se achou me
gloriado no testamento do ex-imperador.
Examinemos agora perfunctoriamentn o cara
er que lomou o horisonte polilico da Russia,
era consequencia do urna tal-disposico. Fall >-
^endo o imperador Alexandre em Tanganrog p
Sn onde se havia relindo, afim de, por mei
ynienieos, debellar o mal que desde muito
riiarlyrisava, nao se fez muito esperar que a f
il noticia circulasse em lodo imperio. Nicol
chando-se ento em S. Pelersburgo, fez co
due o exercito russo prestasse juramento de
ijelidade a Conslanlino, herdeiro presumptivo cora, ignorando assim o que esle principe h
ia concordado com o tinado Alexan Ir. rtci
do o parlamento afim de se tomar conh
ment do que acabava do acontecer, e segii
0 cxemplo de Nicolo, um de seus memhnjs,
Galilzin, conhecedor do testamento de Alexa i-
re, se oppoz ao reconhecimeuto de Cunstanlii o
i1
? llegando que este havia feilo reverter em pi ni
Jlo Nicolao lodo direito a corda da Russia. Qu; si
toda a assembla, que mostrava mais adheso
Conslanlino, indignou-se conlra o projeclo apr
ciliado por GaliUm. A discusso foi caloro.'a,
H por mais calorasa que fosse, dizemos n(
niea ninguem ultrapassarh os limites da d
:encia, ao em vez do que acontece enlre os Br
lileiros ; os doestos, as invectivas nao ousavam
destinado a discutir-
icnetrar aquelle recinto
legocios de alta monta. Deliberaran) portanlb,
lepois de longo debate, que Galilzn lesse o te-
amenlo de Alexandre alim de orientar a asser.
dea acerca do objeclo em discussao; Feita
eitra, j nao restava mais duvida de que tos
Nicolao o successor ao llirono ; mais de repen
npresenla-se o conde Miladorowtch declaran
que, a despeilo do lestamenlo de Alexandrb,
iVcolo persista em reconhecer autcrata de l i-
das as Russias a seu irmo Conslanlino. E' una
das phases mais criticas da historia d'aquella n i-
tao.uraa lula eslabelecida enlre dous irm.ios pa
:eder um ao oulro o sceplro auguslo dique
rasle imperio, e nao sabemos ond existe o s
:riticio se da parle daquelle que renuncia una
to
toiOa, ou se daquelle que a aceita, por quar
jovernar um imperio vasio como aquelle, sli-
tisfacao do povo. por sem duvida cousa bas-
tante diOicil.
VII
O germen de urna insurreico eslava errra
plantado, e o sanguo russo devia em breve cor-
rer, rou grado daquelle que se considera
causa desla calastrophe, que bem se podera dis-
pensar. Nicolao chamado ao senado para d
clarar suas inlencoes, ahi publicameule manife
ton que se achava tinne em acclamar seu ir ni
Constantino imperador da Russia ; mas acous
ado pela.imperalriz mi, e pelos de seu par-
tido, fez expedir a toda pressa, um estfete
Varsovia, onde se achava Constantino, comm
nicando-lhe o que havia passado, o pedindo-l
que sem a menor dilacao e afim de poupar
desrdeos subsequeuies, declarasse quaes as su
'nleuges acerca da cora.
Isto feilo, Nicolao aguardava com imponen
a palmo, o lorro em que havia febril a resposla de seu irmo, para d'esl'aike
encelado o curso da vida, conformar-se com de-
cisao de sen irmao, e soberano. Mas elle sabia
que para commandar milhares de homens, era
preciso primeirameale saber obedecer s ordens
di> seu inonarcha ; de feilo resignou-se. Nao es-
liva, purera, muito longe o dia em que a aguia
(ranceza devia penetrar o coragao da Russia, e
desfailecomprovara previso do grande Nicolao.
Nos eslreitos limites desto escripto -nos difiicil
referir profusamente a derrota que o exercito
francs soffreu na mitiga capital da Russia, en-
tretanto diremos de passagem que foi ahi que o
seu general pagou lalvez bem cara, a ousadia de
penetrar o terreno moscovita; foi ahi que Na- ; banifesto, baseado no testamento de Alexand
poleao. qual Conobno fumegando em ira, ex- ba resposla do Constantino,, e em lodos os
clamara multas vezes : impossivel proseguir fcumentos capazes de convencer a opnio pub
em niinha prelenco. O denodado e intrpido' bi de que a cora Ihe havia sido abdicada,
general arripiou carreira na impossibilidade de
vencer o fri extremo me viclimava aquelles
que lana gloria Ihe haviam dado as batalhas
que einorehendera. Eia-lhe por tanto impossivel
combaler com duas forcaso trio, o o exercito
russo.
vitar que derraraasse o sangue de seus subdiu
mas, como veremos logo, foram frustrados I
bous desejos.
A resposla de Conslanlino foi prompla e br
ve; um manifesio posto quo raui lacnico, ce
locou as mos de Nicolao o sceplro que i
bem dirigido fra por seu antecessor. J n
havia materia de duvida, ludo estava decidid
Nicolao, depois de lida a resposla, exclamo
sQue a voniado de Deus seja eitj, e nao a ir
ii ha.
Immediatamente fez vir a sua presenc.3 o
prelario do estado, ordenou-lhe que lizsse mu
li
preseuiu-so e intima-os para que preslera jura-
mento a pessoa de Nicolao ; mas em resposta
leve o signal decisivo da hoslilidade declarada
por Stecheoine. A vista do lo solida delibera-
Sao, o ajudante de campo voltou a communicar
a Nicolao o infeliz xito do sua missiva. e faxer-
Ihe scienie de que urna medida enrgica devia
ser abracada, afim de punir severamente aos re-
vocantes dando assim um exemplo normal, e
restabelecendo a orderu e o socego publico per-
turbado por um punludo de homens,cujo fim era
macular o principio de um reinado que tanta
prosperidade promeltia ao imperio russo.
Ncsla coiijunctura caliginosa, Nicolao no ex-
tremo de sua impassibilidade o singue fro, con-
fiado na justica de sua causa, e era sua espada
inflexivel, aprsenla so peranlo a inassa popular
que se reunia perlo do senado, e diz-lhes : O
que fazeis aqui juntos, meus Qlhoj?
0 povo o ouvio com religiosa attengo, dizen-
do-se que quera saber quem era o successor de
A'exandre.
Nicolao, sem hesitar, manda 1er o manifest
de Conslanlino no qual eslo abdica a cora em
seu favor, e depois desla leitura foi saudado
com enlhusiaslicos applausos de Viva Nicolao,
viva o imperador da Russia. Desi'arle conse-
guio acalmar os nimos, prevaleceodo-se dos
raeios brandos de preferencia aos enrgicos.
IX
Ainda nao estaba completamente exmela a
insurreico, ao contrario ia ella lomando maior
incremento. Se Nicolao com sua palavra grave
e poderosa, conseguio acalmar o povo, com estas
raesmas palavras exasperou ainda mais as trops
sublevadas, quando a ellas so dirigi acompa-
nhado por seu irmo Miguel, e o seu estado
maior. Adproximandosodos diversos grupos di-
rigia-lhes a palavradaamisade.inosirandolhesque
so empregava meios brandos para corrigi-los ;
mas urna grande descarga dada pelus insurgen-
tes veio mostrar ao imperador que ineflkazes
eram aquelles meios para acalmar a nimos des-
enfreados. Nicolao por lano que sement que-
na erapregar meios enrgicos depois de esgota-
do o calix da prudencia, chegou a ultima ralio,
pedindo ao arcebispo de S. Pelersburgo para
que com sua palavra sania, fizesse as tropas
abandonarem os meios hoslis, reconliecendo os
seus deveres O venerando incio com a mitra
na cabega e a cruz na mo, eihorlava a mulli-
dao revoltsda para que se sojeilasse so poder
d aquelle que a Provideucia Ihe havia dado para
imperador, mas coitado seria Wcliraa de um po
vo nfrene se o dedo de Deu* nio se iuterpozes-
se entre elle e as balas que parliara de lodos os
ados. A palavra da religiao j era surda aquel- o titulo de proletora e garante especial
ludo e por ludo a grandeza nacional da KdsSia, e
para roeihor deserapenhar o systeraa de govorno
que pretendi adoptar, delerminou que ella culli-
vasse sua proprla lingua de prefereucia outra
qualquer, que ella frtil em riquezas raaleriaes
conservasse a mor parte d'ellas para suas manu-
facturas ; que se abracasse. como verdadeira a
religiao grega, flnslmenle que cstabelecimenlos
pblicos fossem feilos afim de, com mais facili-
dade, so derramar a nslrucco.
Para terminar o pensamento de Pedro-Grande,
Nicolao lomou sobre si a gravo larefa de edificar
um monumento legislativo Russia ; a coordo-
naijlo do suas leis em ums cdigo envolva em
si a solucao de quostes inlriocadas. por cuja
causa nao so havia at enlo eieculado a grande
idea di tantas vanlagens aquelle paiz. O succes-
sor de Alexandre, que zornbava das dfficuldades
quando se traiava do engrandecimento do paiz
que se Ihe havia to merecidamente confiado
emprehendeu e concluo a obra comecada havi
mais de um seculo.
Corriara assim os tempos, e Nicolao agente-
mente entregue aos progressos de seu paiz, foi
de repente avisado pelo governador do Caucaso
de que urna invaso se fazla na Georgia.
O Schah da Persia, desrespeitando o direito das
gentes, havia transgredido o Iralado do 24 de
outubro de 1813, pelo qual elle nao podia pene-
trar os dominios russos. mas Nicolao, cujo olhar
perspicaz abrangia a esphera de seus dominios
nao se demorn em obrignr aquella naco a
exacto curaprimento de seu tratado, e a assignar
em Tourkmaulchai, depois de dous annos de lula
cruenta e encarnicada, urna paz que Ihe deixou
.em recompensa as provincias de Erivan e de
Nakhitchevan
s vascas da morte, quena desde logu tazer-ie
autopsia e risca-la do mappa das nagdes. A guer-
ra por Unto era mevitavel, e os mdicos se alija-
rara para salvar o infeliz doente.
Esgolados os meios que a prudencia indicara,
a Franca o a Inglaterra, deram ordem para quo
suas esquadras. alravessando os Dardanellos fos-
sem oceupar o Bosphoro sera cora ludo pooetra-
rern o mar negro. O goveruo do sulto ordenou
so general UortschakolT, commandante das torcas
russas. para proceder evacuac&o dosprincipi-
dos danubianos. O general, como russo que era
despreza a ordem musulmana, e Omer Pacha ee-
neralissimo turco, faz ribombar as ranrgens do
Danubio o primeiro e liro do caoho a favor dos
direitos de seu ebefe.
A victoria alcancada em Sinope pelo almirante
Nachimoff, official russo, 30bre as tropas turcas
deti-nniuou a entrada da esquadra anglo-france-
za as aguas do mar negro. Nesta grande ques-
lo a Inglaterra e a Franea representaram papis
bem diversos, esta defenda a Turqua por honra,
por gloria, por prestigio, aquella ao envez trata-
ra somente de seus inleresses particulares. De
feilo o gabinete de S. James temia que o colosso
do norte, chegando s colouiu anglo-indianas,
fizesse soar aos ouvidos daqueles nnsersveis su-
jeilos ao jugo de cruel despotismo, a mgica pa-
lavra liberdade o os iuduzisse prompta
emancipae.no.
A Austria, envolta na capa de medianeira, tom
sido com razo aecusada por noter desposado a
causa da Russia. ella pode-lo-hia ler feilo sem of-
fensa aos inleresses da Europa, e de sua propria
autonoma. Em 1849, quando ella reprimindo a
insurreico hngara decllnava de seu poder, foi
que s esperaran q fatal grilo do
e
les ouvidos
fogo.
Pouco lempo depois desle terrivel accidente as
! balas sibilavam em torno de Nicolao que impa-
| vido se conservava firme era sea posto de honra;
i sua grande coragem desaiiava osis a ira de seus
adversarios.
O general Tol rendo o perig* que ameagava
o imperador, dirige-se a elle diieado que para sua
salvago para seguranca do inperio, era mys-
ler adoptai-se meios exiremos para dispersar os
insurgentes, cujas columnas in> mais a mais
engrossando pelos retorcos que de todos os pon-
tos recebiam. Nicolao pormeon aquella cora-
gem quo o deslinguia Ihe diz : Queris vos.
general, que eu principie o mea governo, der-
ramando o sangue de meu povo?
Nao havia remedio, a occasie o exiga ; Nico-
lao balbuciava, duas vezes a palavra falal esleve
a escapar do seu labios, porm na lerceira o
general Tol o ajudou bradanda fogj>-fogo. A
lula lornou-se ento terrivel, sanguinolenta,
cncaroigada ; os rebeldes correaandiam intr-
pidamente a descarga da artilharia imperial.
De urna e de outra parle havia molla coragem,
uns eram dirigidos pelo senlimenlo do dever,
ou'.ros levados apenas por um inqualificavel de-
sespero.
Era um espectculo bellico representado pelo
soberano e pelo povo. os eslrondos da artilha-
ria, as descargas da mosquetaria, o estridor das
bayunelas, os gritos dos commandanles, os ge-
midos dos Teridos, ludo delineara uro espantoso
quadro aos olhos do povo russo. Os oflficiaes
que cercavam Nicolao vendo que grande era o
perigo que corra sua preciosa vida, dirigem-se
a elle alira do relirar-se do combale. O impe-
rador desdenhando seus pedidos, responde-lhes
com toda a calma Nao aqui meu lugar, se-
nhores ?
Pouco tempo depois a victoria penda para o
lado dos legalistas, os rebeldes alinal se disper-
saran! de urna maueira confusa, e nem lugar
encontraram onde esiivessem abrigados do fogo
da arulharia imperial, uns corriara, outros in-
lernavam-se nos buracos aberlos para deposito
dos eslerquilinios da cidude. Por- ultimo, ao
alravcssarem o Neva levaram ainVa como des-
pedida urna grande descarga do'mosquetaria.
Bem caro pagaram a ousadia I t
Foi emlim basteado o pendo w' paz, foi rea-
Iisada a coroago de Nicolao, que tanloseto
graudes beueficios Irouxe aquelle imperio, por
sem duvida diguo de tal obcrano. "
i a
com
do
resl. Era 1827,"revoltando-seos Gregos cotra
porta oltomana, Nicolao aliia-se esquadra an-
glo-franceza, e derrota na baha de Navarnu a
esquadra lun o-egypciaca comraandada por Ibraim
I ach A Turqua exasperada pelos bous suc-
cessos que tiverarn as esquadras alliadas, irrila-se
contra Nicolao, refusando executar o iralado de
Akermann, pelo que a Russia Ihe declarou guer-
ra, resultando disio o Iralado de Andrnopole as-
signado a 14 de setembro de 1829 que deu-lhe
maior extenso as costas o mar negro e o pro-
tectorado dos principados danubianos. Nicolao
Iravando de novo relaces com a Turqua, pro-
tege-a contra o Pacha do Egypto, e obtem o tra-
tado de 13 de julho de 1833 que conferio Russia
n titulo de proletora e garante especial da
Turqua.
Nicolao foi um dos principaes agentes do tra-
tado de 15 de julho de 18(0 celebrado contia a
Franca, pela Inglaterra, Austria, Russia e Prus-
sia. alim de se restabelecer a paz do oriente. Em
1848 quando as revoluces abalaram os lluonos
da Europa occidental, Nicolao eonslerou-se
sent de qualquer perigo, e nao inlervinha em
negocios dos estados visiuhos senao quando sua
proteceo so fazia oecessaria.
XII
A Russia havia j allingido ao apogeo de glo-
ria e de grandeza polnica. Representante da
fnrea moral a) material do principio conservador.
Nicolao se julgava arbitro em todas as decises
da Europa e de feilo o seu prestigio era quasi
sempre invocado pela Allemanha. Auslra etc.,
mas a memoravel lula comecada em 18>3, veio'
ofuscar, de alguma sorle, a aurola de gloria
que cingia a fronte do successor do Alexandre.
Nicolao, nositisfeito com a vaslido de seu ter-
ritorio, de ha muiloprocuravaoccasio asado para
ampliar seus dominios at deniro das rauralhas
de Conslajitinopla, idea que predominava em lo-
dosos soBeranoi da Russia. Chegou alfim a dc-
sejada occasio.
O principe Menschikoff enviado pelo czar jun-
to corte do sulio alim de tralar de negocios
relativos aos lugares sanios, e saber so as
concessoes feitas aos Lalnos eram compaliveis
com a siluacao dos Gregos. Chegando o princi-
pe a Conslantinoplacommnnicou ao grao-senhor
o objeclo de sua m3sao, e fcilmente obtem ex--
plicaces satisfaclorias. Meando aplainadas todas
as llovidas
Conseguinlemenle devia o principe regressar
o communicar a seu soberano o bom exilo de
sua commissao, mas assim nao "aconieceu ;
Mer+schikolT declara o verdadeirc- lira de sua ida
a Constaniinopla, que era exigir do sullo urna
promessa ou tratado que concedesse Russia o
protectorado dos subditos do sullo que perten-
cessem orthodoxia.
A' este pedido deseommunal o vi/ir respondeu
em nome do gro-senhor, que a sublime porta
linha scinpre sabido sustentar os privilegios que
ella, por seu livre arbitrio, havia/oncedido aos
subditos chrislos e sobretodo nago grega o a
seus religiosos, por isso nao deviia assignar um
tratado que alm de contrario aos direitos nacio-
nas paginas de sua bisioria.
XIV.
Nicolao achou-se isolado na Europa ; abando-
nado por todas as naces, elle media cora sua es-
pada a carta do seu vasto imperio, e se alearava
por tor de medir suas forgas com as potencia do
occidente. O povo russo cnlevado pela fantica
idea de que a relgiiio orthodoxa era ameacad
corra do todas as partes a cercar o throno de seo
soberano ; exercito, nobreza, pessoas de toda
classe.se apresenlavam dispostos a queimar o ul-
timo carluxo, e a derramar a ultima-gota do san-
gue em defeza da cruz grega. MSsnomeiolJe
todo o enlhosiasroo, quando o imperador Nico-
lao comecava a mostrar que seu isolamento na Eu-
ropa nao o obrigava a retroceder, um successo
tristissimo e inesperado veio cobrir de lulo o im-
perio inteiro. Os dias do successor de Alexandre
eslavam contados, a obra que, rom lano afn,
fora encelada devia soffrer os efTeilos da perda'
de seu rhefe.
O imperador soffria de uma-pequena losse, es-
la foi progiessivamenie se exacerbando al que
por lim houve paralysacao completa do- pul-
mo.
Foi ahi que a medicina urna ve/. mas mostrou
sta reconhecida fraq>ueza ; cercado de mdicos,
Nicolao ia mais a mais detinhando e finalmente
a cruel e impiedosa morte arrebalou-o dos bra-
cos de sua chorosa e inconsolavel familia. As-
sim se acabou o grande homem que por si s n-
baloit a Europa inleir.i ; trinta anuos de reinado
foram trinta annos de gloria, de augmento e pros-
peridade para a Bussia
Os contemporneos nia lom feilo a juslica de-
vida ao carcter do grande inonarcha, uns consi-
deran Nicolao como um tyranno, um ero, ou-
tros com toda a imparcialidade o olham como o
lypo do bom, do bello, ele.
Nicolao por isso niesmo quo elle governava
as raas-da humanidade linha como lodos os so-
beranos, alguns defeilos ; mas estes desappare-
ciara diaule-de suas immensas qualidades, e de
seu carcter nobre e elevado. Soja como tor,
Nicolao, quer como horaem, qoer como sobera-
no, foi um dos maiores personagens do seculo
XIX. A Russia so ufanar sempro por eonla-lo
no cilalogo de seos maiores soberanos a par cora
Podro Grande, Catharina e Alexandro l, e as por-
vndouras eras admiradas lero na historia do
passado as facanh.is do grande here.
Junho de 1860.
J. B. de Soasa Leao.
(O Esludante.)
na mo, o general mouro olhara-o com grande
inleresso "
Assim que lho resol ven 0 problema, moairou-
se completamente satisfelto e dirigio-ao aos offl-
claes, laxando demonstracesde admiraco e di-
zendo ao coronel
Tem talento
Deus lh'o conserre.
FAI.LENCIAS EM INGLATERRA.
Em urna correspondencia de Londres, com da-
ta de 10 do corrente, dirigida ao peridico
francez Journal du cridit publie, le-se o se-
guidlo acerca da legislago ingleza sobre fallen-
cias :
Ha urna le que preoceupa mmente a ror-
porago commercial ; a iei sobre fallencias.
Se ha povo que pela importancia de suas tran-
saegoes, pela grandeza de suas Irocas, pela forca
de seus instlalos mercants, mereca orna legis-
lago perfeila sobre esle assumpto; porcerto o
poro da Graa-Brelanha. Mas como nesla parle os
ourope.s amigos nao podan, serrir-nos, e a le
dinaraarqueza, a le saiooia e a Iei normanda s
otTerenam elementos imperfcilos. a recessidade
de innovar de.xou os nossos legisladores muito
abaixo da larefa. Modificada ha uns doze ou
quinzo annos, a bankruptey law (Iei das fallen-
cas notardou a aecusar n mais deploraveis
iroperfeicoes. Aquillo de que principalmente se
oceupavam os juizes-comaissaros era saber co-*
mo e porque linha lido lugar o sinisiro. eslabe-
lecer melhor.ou peior a somma dopassivo e do
activo, verificar os ttulos dos que se julgavam
com direilo sos futuros dividendos, e destribuir
ao Tallido um certificado de primeira, segunda
ou tercera elasse, segundo a maior ou menor
probidade do mesmo. 0 sollicitor encarrilado le-
lo homem que sofirera um desastre commercal
de dirigir a liquidacao. corlava por largo e arbi-
trariamente no activo, deslribuia para si a me-
Ihor parte possivel, e apenas deixava migalhas
ais credores. Urna fallencia de 20,000 Irhrao
apresentando um resto liquido de 5,00o1 libras'
por exemplo, resolvia-sc muilas vezes pcHr e-
ema partowlesta somma para dividir entre es
credores.
O novo projeclo de Iei sobre fallen -ias [Bnn-
krupley-l.ill), apresentado pelo procurador geral.
obvia a alguns dos antigua inconvenientes, mas
nao os removo lodos. Mais tutelar para com es
credores, confero ainda aos juizes-commissarios
urna omnipotencia inliniliwnente grande H>ive-
na boas providencias a adoptar da legislacio
iranceza, que se podiam aceommodur nossa
adocando algumas de suas sereridades dema-
siado excessivas para os eostumes commerciaes
da Inglaterra, mas por desdetn, por amor-pro-
priiv nacional, nem se quer nisso se lern pensa-
do. Gom a Iei sobre as fallencns acontecer o
mesmo que aconleeeu com o- nosso syslema mo-
netario.- Reconheremos o proclamamos bem alio
a immensa superioridade do principio decimal
mas sacrificamos-lhe o menos possirel, e ludo
porque um systema nasctde em ir
trangeiro.
FORTUNA INESPERADA.
paiz es-
leanlo urna conspirago contra a vida do N
:olo, e conlra a familia imperial era urdida r.
omens avenlureiros 'que adrede prelerili:
bstar a coroacao do llostre monarcha ; n
licolo sabendo de tao impetuoso arrojo,
vaporar o terrivel plano tragado por seus gi
luilos ininigos, e os obriga a entrar na orb
le seus deveres.
,
i-
i-
i-
i-
nr
m
as
i
l-
la
Nicolao ancioso por viajar trras eslranhas
anu de dilatar mais seus coiihecimentos sienti-
ficos, parti em companhia de seu irmo Miguel
para o occidente da Europa; estere algum lem-
po em Franga, em Inglaterra, viajou parte da
Allemanha, e d'ahi seguio para a Prussia, afim
tc instrur-se no servico da infantaria d'aquelle
paiz ; chegando ao sen destino, Nicolao esmerou-
securn loda a dedkac.io na arle mililar, estudava
cora alfinco todos os pormenores, procurava ex-
plicaco de ludo, mostrava indisivel interesse
noroiihecmento da nfaniaria prussa.
Era um grande guerreiro que se preparava para .
fazer face ao acervejado Inglez, recuar o orgulho-1 lamino.
so Francez. o mostrar ao indolentoTurcosua nihi-l Em quanto o chefe rebelde emprega seus .
lidade nacional. Digamos isto de passagem. a- tetados com o fi.n de embar as tropas, um aiu-
o de, para diante desenvolver o dante de campo, munido de ordens lerminan-s
VIH
i As tropas commandadas por aquellos, que p
surdina fomenlavam a revolugo, uegavam-s
reconhecer Nicolao como imperador da Russ
0 principe Siechepine, hornera de genio fer
0 alaimado em negocios polticos, insufflava srjus
subordinados sob o falso pretexto de que Cot
lamino por ler querido reivindicar seus direi
ao Himno achava-se preso, e seria em com
quencia um crirae de alia liaico jurar lidelidide i
a um homem incompetente, e depois desla cap-
ciosa arenga eutoava vivas ao imperador Cois-
lOLUETOI
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMRUCO-
RE&EHHA lARIfl.
XXI
SinH.vnio. 0 relatorio do Sr. ministro da
t marinha.
Tendo exposlo nossas ideas acerca da secreta-
ria do estado dos negocios da mauuha, agora
opporluno fallarmos do conselho naval e do
quartel general, que sao os seus auxiliares mais
importantes, o mais immedal^, as molas prin-
tipaes da administrago militar da marinha.
Nossa opinilo acerca do conselho naval, lal
qual se acha constituido, nao nova ; por muilas
vezes havemos expendido com franqueza. Em
um psizem que frente da administrago da ma-
rinha sempre se v ura homem nao profissional,
o nosso conselho nao se cumprehende, esl des-
locado, nenhnma aegao tem para fazer o bem,
nem para obstar o mal.
Est reduzido urna repartigo meramente
consultiva, sem iniciativa alguma, com mais res-
triegues anda do que o conselho do alnnranlado
fraocez, reformado pelo Sr Ducos, na inlengo de
que A mao quem a Franga linha entregue
seus deslinos, nao devia flear sem prerogutivaa a
sem auturidade.
Embora, porm, seu pensamento fosse restrin-
gir a aegao do conselho, libertar o ministerio da
marinha da sugr-igo om que se achava pela orga-
nisaco de 1850, que ampliou u attribuigoes do
poca nenhuraa da historia russa ofterece um
espectculo mais importante e mais dignode ser
nsludado do que o da ascenco de Nicolao ao
llirono de seus antepassados. (j mais generoso
exemplo de desiuteresse dado por dous irmos
aos olhos da Europa civilsada, a revoluco que
lizeram os rebeldes para conseguimento le seus
impos fins, a effuso de sangue que banhon as
ras de S. Pelersburgo, a guerra civil atoada
as provincias pelo genio audaz dos insurgentes,
o enlhusiasmo do povo, o airepcndimenlo dos
vencidos, a -nagnaninidado do vencedor, sao pai-
neis bem raros na historia de um povo.
Depois do triste e luctuoso dia 26 de dezembro
de 1825, dia em quo o imperador Nicolao provou
com sua espada que se a forga tem direilo. tam-
bem o direilo tem forca, nenhuma alteraro veio
perturbar o publico socego, ludo estava era paz,
e lodos se preparavam para assislir o feslim na-
cional que devia ter lugar em Moscow. Nicolao
e toda a familia imperial partiram para a amiga
capital, afim de efTeciuar all sua coroacao, o foi
na egreja de Nossa Senhoia da Assump'cao, onde
os seus ascendentes haviam tambem prestado ju-
ramento de lidelidade ao throno da Bussia, que
Nicolao, no meio de voluntario rigosijo popular,
recebeu a heranca de Tedio o Grande. Foi no
mesmo lempo marcado par esta grande solemui-
dado, que o corpo diplomtico, enviado por todas
as nagescom o fim de felicitar ao joven impe-
rador se apresenlou a Nicolao para nianifestar-lhe
os jubilosos senlimenlos que aniniavam a seus
soberanos, e o desejo que tinliam de estrellaras
relages de amizade que deve haver entre na-
ges cultas e civilisad3S. Nitolo bstanle pe-
nhorado, agradeceu s demonstrages de estima
moslrando-se possudo dos mes'mos desejos. e
disposto a manter a amizade e harmona, lo ne-
cessarias prosperidade das grandes familias eu-
ropeas.
XI
Nicolao lendo em mira fazer prevalecer em
GENERAL MOURO.
ltimamente visitaran! o acampamento hesrja-
nhol em frica, diz a Correspondencia de Hesp-
nha, varios chefes mouros. entre os quaes se
achava Jamud-ben-Nohamed, general de arl-
litara, muito sympalhico e instruido as scion-
iiads, ia abalare mesmo destruir o principio de'as exactas,
sua independencia. Este generaj examinava- mnito alternamente
Trocam-se por isso notas e mais notas e final- una pega ralada, chamadaTili, fundida nao
mente Menschikoff, horaem de inaudita aclivida-
Anle-hoiiiem noile eradla defer, eum
operario marcineiro, chamado Roberto-, lendo
recebido a sua quinzena, quiz despejar alguns
copos com os-seus camaradas, de sor.e que es-
lava, seno completamente embriagad}, ao rue-
dos enlre as dez e as onze, como se costuma
dlzer.
Regressando casa, vio na exposicio de um
adlo urna figura de pao, com ar grotesco e que
rreganhava os denles de to singular roa-
neira, que, depois de examinar por algum
lempo, pergnnlou quanto cuslava, e, sem rega-
tear, deu por ella seis francos que o adlo Tliu
pedio.
Chegando i cosa, o artista deu as suas-contas
sua companheira, mulher de governo, que. a
principio, se indignou rendo-o enlrar em tal es-
lado, e que se irou ainda mais quando achou na
quinzena um dficit de 7 francos.
Ora vamos, nao le agastes,- disse o marci-
neiro rindo, eu nao beb ludo ; fiz no caruinhu
urna compra que le dar prazer.
E, duoiido isto, lirou de- bolso a figura.
logae, com ar- se-
de, e acostumado a preferiros extremos 4 conci-
liario, intima o vizir para que dentro em pouco
respondesse affirraativa ou negativamente, scien-
liticando a porta de que, a nao dar assentimento
ao pedido do czar, elle retirar-se-hia com todo o
ha muilo em Ilospanha, o que, sendo observado
por um capilo da arma, ebamado Aguado, man-
dou que alguns artilheiros monlassem e desrnon-
lassem a pega, que fizessem fogo e mano-
brassem.
Parece-vos muilo pequea esta pega, nao 8
pessoal da log'go russa. e a queslo seria deci- verdade? disse o official hespanhol.au'que Ja-
dida pela surte das armas. Nao obstante as; mud respondeu affirmaliramcnleNao obstante.
ameacas, o gabinete turco persislio em sua
resposta primitiva, e o principe como havia pro-
metido relirou-se para Odessa.
Chegando a noticia a S. Pelersburgo, o conde
de Nelserode, enlo ministro dos negocios eslran-
geiros, lenlou anda consultar ao governo da Tur-
qua aceica da missao de^Menschikoff, declaran-
do arrogantemente que, a nao ser concedido o
que a Russia exigia, romper-se-hiam as hostili-
dades.
A Porta continuou a insistir em sua resposla
negativa, e a esquadra russa nao se demorou em
invadir os principados danubianos, mfrigindo as-
sim o. tratado de 1811, que demarcara os limites
do territorio oltouiano com as fronleiras russas.
A Turqua olhando este acto como arbitrario e
hostil, protesta peante a Europa, conlra o pro-
ceder da Russia, e apezar de se achar disposta a
dar-lhe qualquer satisfazlo consenlai>'i com seus
brios e dignidades, collocou-sc na defensiva a
ver se podia, ao menos, retardar os vos da aguia
que lliu quena roubar os direitos da nago
XIII
A Inglaterra c a Franga traduzindo o procedi-
menlo russo por una formal aggresso Turqua
e tomendo mais que muito os innmeros prepa-
ralvosde guerra que ha Icmpo-se faziam na Bes-
sarahia c Sebastopol, enviaran) suas esquadras
para o eslreilo de Dardanellos afim de observar
os passos do gigante russo. Alliadas a Austria
e a Prussia mandaram embaixadores a S. Pelers-
burgo cora o lim de conciliar as pretencoes da
Hussia, e manler illesa a independencia da Tur-
qua ; mas nada se conseguio. Nicolao, como
elle mesmo disse sir amiilon Seymour, consi-
derando a Turqua qual moribundo luctaudo co'm
proseguo o capilo, sabis que esta peca v-os al-
cangaria perfeilamente anida que esiivesaes em
Alcazaba.
Jamud ficou admirado.
que poz sobre o caixilho do
lisfeito.
A mulher, no auge da desesperarlo, quando
soube que a figura cuslra 5 francos,'pegou nella
e alirou-a ao soalho com lal forga, que se fez
em bocados; porm julgue-se da'admiraco do
marcineiro e da sua chara metade vendo, na
meio dos bocados, um pequeo bilhele dobrado e
reconhecendo que era urna nota de I.OUU fran-
cos.
A figura era um estojo, que, sem duviJa,
foi vendido em algum leilo por mono do dono,
e lalvez que a ola passasse incgnita por
muilas mos depois de metlida no seu-oscon-
drijo.
esposar o
UMA CANTORA.FELIZ.
Mademoiselle Piccolomini sahiu ulnamcnto
de Londres para Sienne, onde ra
marquez Gaelani.
Os esponsoes solemnes tiveram lugar antes da
sua partida, lavrando-so o contrato- de casa-
mento.
Madamoiselle Piccolomini ajnntou, como ar-
tista, urna fortuna pouco inferior a 40;OO0 libras
esterlinas (360OOO.;OOO res).
O marquez rico e do familia mullo nobr*.
O verdadeiro nome de mademoiselle Piccolo-
conselho cusa das do poder execulivo, que
| bra sem independencia, com ludo no rogu
i moulo expedido l-seesio arligo importante :
I Excepto nos casos de urgencia nennum p
,jeclo de Iei, nao ser o orgamento e as (bul
ser propost ao corpo legislativo ; nenhuma i
dida de organisaco, quer do pessoal, quer do t
erioi de marinha, sor convertida em decreto,
aviso, ou regulamento, sem o previo parecer do
conselho do alniiranlado. O projeclo de Iei, a
so, ou regulamento dever ser precedido da f ir
mua. Ouvido o conselho do alniiranlado o
Eis ahi a salva-guarda contra abusos e en as.
que um ministro mal intencionado, ou nao p o-
fissional possa comraeller.
Este arligo na organisago do nosso conse ho
converleu-se no scguiule :
O conselho naval essencialmhle consu t-
vo, cncarregado do estudo e exame de todas as
questes, que Ihe foram sujeitas pelo preside ile
(o ministro) ou vice-presidenle.
^ue Ihe forem sujeitas diz o artigo ; urna c is-
posigo facultativa, e nao obngaloria : o miris-
tro pode tomar as mais importantes deliberagees,
propo-las ao corpo legislativo, sem ouvir a opi-
nio profissional, sem que ellas recebara <9le
baplismo, por assim dzer ; porque a purifi :a-
go do-peccado original em que nasccram.
Fcilmente se concebe quanto. viciosa una
organisago destas. All em 1848 e 1850, as l-
pberdades publicas reagiram contrae autoridale,
o tomaram um excessivo desenvolvimenlo, >me
foi preciso mais tarde, depois do golpe de esttdo,
comprimir de novo: enlo a utordade re gio
por sua vez, e, declarando que nao ha poder
sem independencia e sem prerogativas, ampliou
estas condices favor do execulivo, corta ido
dos corpos deliberativos e constitutivos da nacao,
que se virara reduzidos inaego, ou, para d zer
a rerdade, que (icaram apenas exislindo para at-
leslar ura simulacro do governo reprcsemalivo,
cuja verdadeira formula i o rgimen absolutt,
Felizmente gozamos de urna mvlhor siluago ;
mas notamos destas anomalas, que acabamos de
designar ; porque aqu o elemento civil quer de
toda a sorle preponderar, como j dissemos, o es-
torva por todos os meios a acgo propria do ele-
mento mililar, que nem ao menos lem voz acti-
va sobre o que lho respeita immedalamenle.
Smenle o ministro da marinha nao peder
deixar de ouvir o conselho quando liver do deli-
berar sobre promoges, auliguidades, e reformas
dos ofliciaes de marinha.
Ainda assim, nao poder deixar de ouvir, nao
implica a obrigneo de seguir a opiuio do con-
selho, e por tanlo o ministro pode promover
quem quizer ; ainda nesle ponto, o regulamento
francez mais ampio e offerece mais garantas ;
porque diz positivamente :
Em cada anno, conforme os relatnos e as
proposiges dos inspecloies geraes, dos comman-
danies das Torgas navaes ou dos navios sollos, dos
cheles dos corpos ou de servigo, o conselho do
alniiranlado, assislrtlodos directores competentes,
organista o qaiiro geral, por graduages, dos
ofliciaes de marinha, e de todos os corpos de ma-
rinha, tanto militares, como iris, habilita jos a
serem promovidos por escolha.
Os ofliciaes generaes e os capiles do mar e
guerra nao sero comprehondidus no quadro de
promogo.
Da mesma sorte os offlcaes dos outros corpos
de marinha da mesma graduago.
a Ninguem poder ser\promooido por escolha se
nao estiver collocado no quadro de accesso ou se
nao estiver ligado ao estado maior do prncipe
presidente ou ministro da marinha.
Em caso de servigos extraordinarios, de mis-
ses especiaes de coramandos sollos, o ministro
mscrerer ex-officio no quadro os olficiaes que
liverem merecido esta recompensa
Compare-se uma.com outra dsposgo, e veja-
se de que lado est o arbitrio eq) maior es-
cala (
Eslivestes na baialha'do dia 23 porguntou- mini Clemeiilina, filh do conde Glementiai.
Ihe o coronel de Baza. Nas-ultimas cinco represenlaces que deu em
Est bem de ver! respondeu o general Ja-' Londres gauhou 620 libras esterlinas |5;580lrs 1
mud.
Tivesles mais de 3.C00 homens fra do
combale n'esse dia ?
Muilo mais respondeu sinceramente.
E, francamente, que vos' parece o vosso ex-
ercito ?
Que tem urna falta completa, de organisa-
go, disse Jamud.
At os vossos vestidos me parvee deverieis
reformar lambem.
Sao muilo ristosos, mas offerecem muito.
alvo e sao muilo incommodos para os soldados,
porque nao Ihes permitiera mover-so, e, em caso,
necessario, nao os de vm correr.
Porque que o vosso imperador se nao ac-
cupa da organisago do exercito?
Vai faze-lo, relorqoio Jamud, organisando
40,000 homens europea.
Quarenia mil homens?- disso Nobella..
Quarenla ni|| repeli Jamud.
E nislo o general de artilharia enlreteva-so a
fazer meiguices a um menino do coronel.
Como se chama ? pergunlou o Mouro.
Frederico.
Sabes j malhemntica, menino ?
Srm, senhor., retorquio.
Pois vou te pedir, continuo)!, a solucao de
um problema, a ver se sabes achar o. quarto ter-
mo de urna proporgo geomtrica.
E, emquanio o menino responda com a penna
Na Iei franceza ella existe sempre, nem pos-
sivel deixar de concede-lo em pequea escala ao
governo ; na nossa Iei nao ha correctivo algum,
o arbitrio existe enlhronisado com lodas as suas
fataes consequencias.
Deixemos," porm, estas consideragdes para
quando nos oceupar a analyse do tpico do rela-
torio que se refere le de promoges.
Declara o actual Sr. ministro da marinha que
o decreto u 2514 do 17 de dezembro do anno lin-
do, e o aviso de 14 de Janeiro ultimo, eslabele-
cendo aquelle, que o membro divergente motive
o seu voto na acta, e assigne. as consullas com a
necessaria reslricco, e osle que, se imprimara as
ditas consultas, completa vam urna lacuna mui
\ seusivel que se nolava no regulamento do conse-
I lho naval : concordamos com S Exc, que leve
urna boa idea em por termo este grando incon-
veniente.
Somos, porm, de opinio que no se deve per-
mitir a accumulago dos membros do conselho
naval em nutras fu neg .'s ; porque S. Exc. expri-
mo a verdade quando diz que os negocios eon-
cernenles 4 repartigo de marinha sao especiali-
dades de lal natureza, que exigem lalvez a ex-
cllisira dedicaco de quem os (em 4 seu cargo.
Pode S. Exc. riscar affoutamente este lalvez,
corlo de qne seu principio lem completa' applca-
go sempre.
As accumulages sao ordinariamente prejudi-
ciaes, quando nao exigidos por altos inleresses
do estado. E necessario que a probidade do funr-
cionario publico, esleja abrigado da mais leve
suspeita ; que nao se possa enxergar nesla accu-
mulago um meio de suborno, intentado pelo po-
der, que nao cuiuprc os seus deveres, e deseja
conseguir certos fins occullos.
VIDROARDENTS.
Um operario inglez residente em Islinglon
fabricou ultiroamenU, diz o Illustrated Lohdon
News, um vidro ardenle, d'uma torga extraor-
dinaria. O apparelho.lem tros ps iiiglezes do
dimetro. A sua. acgo sorprendente. As
materias as mais duras, taes-como o. platina, o
ferro, o ago, elcK mal sao exposla* m> foco in-
candescente, sao. instantneamente postas cm
fuso.
UMA VICTIMA 1>A\ SCIESCIA.
Mr. Deslais, professor de physica no lyceu Jo
Chaln, foi encontrado- mono do seu quarlo.
A sua morte parece ser o resultado d'uma gene-
rosa imprudencia. Mr. Deslais- oecupava-se mui-
to da lherisacao, e na vespera linha feito acer-
ca d'ella una longa prelecgo aos seus disc-
pulos.
A posigo do cadver inclinado sobre om co-
po cheio. d'elher. a as. janellas abenas, como
para prevenir a asphyxia, ludo induz a err que
Mr. Deslais quiz fazer. solue si mesmo una, pe-
rigosa experiencia.
[Commercio do. Porlr*.)
bitradns aos membros do ronselko, visto que,
como mui bem disse o Sr. minisiro, nti sao elles
extrahidos da elasse m'ais abastada da sociedade,
e sao mui valiosos os auxilios que prcslam ao
governo.
Exercndo funeges lo importantes como o.
director geral da secretara de marinha, quo lem
7:200$ aonunaes, e de muila superioridade 43
dos directores de secgo da mesma secretara,
que lem 5:000a, inconiebivel quo se Ihes d, ': ment a repartigo, foi lgico o acertado, embora
aos paisanos, apenas 4:000$, isto tanlc, como! por est raao se lenharn creado novos emprc-
4 um Io official da secrelana, e aos militares 200J gos en Ierra, que os olficiaes procuran, mas.em
mensaes, alm da sold ; o quo colloca osles I que ao podero permanecer alm do lempo con-
dt-lje devidareenle todas as ordens, e as. traasmit-
te 4 esquadra, onde se faz sentir imaiediarncntu
o impulso da vonlade do poder execulivo.
As obrigares quo Ihe foram impostas sao ar-
duas, exigem muilo talento, illustraco, e sobre-
ludo urna completa dedicaco ao. servigo. Por
isso laflvbem, foi bem resolvdo. que seus venei-
mentos soj-ira os de commando de forca naval.
0 systema adoptado, de militarisar complela-
ainda era peiores condiges.
Appllque S. Exc. uo caso o principia j citado <
do Sr. Ducos uo ha poder sera independen-
cia, nem prerogatiras e rcsolver4 a queslo
perfeitamente.
A risita aos arsenae?, intendencias, eslabeleci-
meotos do marinha e divses navaes, por um
membro do conselho, que deve comegar no cor-
rente mez, ser realmente mui til 4 repartigo
de marinha, e (oigamos quo o Sr. ministro a
mande realisar, como annuncia em seu rea-1
lorio.
Fallaremos agora do quartel general de mari-
nha, que acaba do ser reformado pelo decreto n.
2,536 do 25 de fevereiro ultimo.
O regulamento annexo ao mencionado decreto
nos parece bem concebido, e conter a necessaria
unidado de aegao e simplicidade de mechanisma,
para que a repartigo funecione perfeilamcnle.
As attribuiges do chefe do quarlcl general es-
to claramente deffinidas ; em suas mos se con-
centran lodo o raovirnenlo da armada, sua dtsci-
Desejamos, pois. quo se roanlenha inleirn #1*. torga, como era indispensarel.
(principio estabelecldo de incompatiblidade, ac-| Este alto funecionario, que ao mesmo tempo
ceitando-se a sua consequencia immediata, isto I ajudante de ordene do ministro da marinha, ou
a conveniencia de se elevar os repcimenios ar- por oulro, o chele de seu estado maior, recebe
veniente seno por um abuso tolerado pelo mi-
nistro, que os poder Vivremenle deoiittir.
Para perfeilo correctivo do abuso, o para so,
contrariar esta tendencia, basta que passe o prin-
cipio geral de que nenhuma commissao de ma-
rinha durar mais de tres annos, como se pro-
jecta no conselho naval, em urna proposta sub-
meltida sua apreciagao.
E indispeasavel esperar que o lempo nos d a
sua opinio acerca da ora organisago do quanel
general : a experiencia s poder mostrar qual-
quer vicio que ella encerr, e que se deva extir-
par, entretanto que nao podera produair grande
mal, emquanto testa delte se achar um militar
brioso, esclarecido, amsoto de sua elasse, pela
qual se inleressacom a c-xaliago de devolamea-
tamento, como o Sr. chelo de esquadra Joa-
qun Jos Ignacio, actual cncarregado do mesmo
quartel general.
Devemos, pois, ter confianga nessa organisa-
go, e auxiliar o disiinclo general na sua uobre
e grandiosa larefa, fortalecendo os lagos da dis-
ciplina a animondo o espirito de elasse, quo es-
t tao libio, e quasi aoniquilado.
E. A.
PERN.TYP. DE H. F. DE FA.RIA,. 1860
1 aftl


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