Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09089


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Full Text

V
'
iii niTi. irono m.
Por tres metes adunia* 5|000.
Por tres mezes vencidos &J6O0.
SEXTA mu 15
Pot-mbo adianto* 19$000.
Porte-franco para o subscritor.
CXCA.RRF.GA.DOS DA SCBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxondrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos raga; Cera, o Sr. J.Jus de Oli-
veira: Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
to Guimarcs; Piauhy, o Sr. Joo Fornandes de
Motaos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Cusa.
i'AtiriOA uosooautiu.s.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarjss. Goiaaua e Paralaba as seganoas
e sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruaru, Altiohoe
Gnraiihiuis nas tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
quera, Ingazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex na quarlas-eiras.
Cabo. Serinliem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partem as 10 horas da manha.
EPH
Lnach
Quarto
da na
tarde.
mu
-MERIDES DO MEZ DE JUNHO.
>ia as 2 horas e 26 minutos dn larde.
minguanto as 11) horas e 45 minutos
ihaa.
19 La nc|va as 3 horas e 4 minutos da manha-.
25 O'iartojcrescenleas 10 horas e 16" minutos da
PREAliAA DE HOJE.
as 2 horas 6 minutos da tarde,
as 2 horas e 30 minutos dn manha.
Primeira
Segundo
PARTE OFFICUL
Ministerio la Justina.
Ministerio das negocios da juslica. Rio de
Janeiro 28 de mam de 1860.Foi presento a S,
M. o Imperador o officio que o antecessor de V.
S. me dirigi com data de 8 de mareo passado,
no qual expunhi parecer-lhe incoinpativel o
exercicio simultaneo do cargo de juiz de paz
com o officio de escrivo da polica, por ler esse
de permanecer na secretaria nas horas em que
ella funeciona, e estar alm disso desembarca-
do e prorapto a acudir ao chamado do chefe de
polica ou Io delegado, pira o desempenho de
qoalquir servico ou diligencia dentro ou fora da
sarn aos enfermeiros di enfermara uo resolu-
tivo arsenal de marinha, Joo Valonlira de Al-
meida e Francisco Jos Pereira.
5
A' inspoeco do arsenal de marinha do
Pernambuco, para que mande levantar, com a
possivel brevidale, urna planta compreoelldendo
lodo o terreno actualmente oceupado potfc-fes--
ptclivo arsenal, e odemais que preciso adqui-
rir afim de ter o eslabelecimeulo a necOHaria ca-
pacidade: devendo na mencionada planta, desig-
nar-sc os edificios existentes, com declaraco dos
empregos que teem : e bem assim os predios
que preciso desapropriar.
"9
A' presidencia do Maranho. declarando,
em snluco ao officio de 31 de mareo ultimo, que
cidade, e dever aquelle letutem estar desemba- i* em avlS0 de 7 (l me" Passado se dsse que de- legislatii
meado para preencheras funeces ciris, inclusi-
vo as de almotacoria, criminaes policiaes o pol-
ticas, que a Jei lhe incumbe, e vigora no caso
vrteme a disposico genrica do decrelo de 4
de Junlio de 1847, em virtudo do qual sao im-
compaliveis os cargos quo se nao podem servir
ao mesmo lempo: e accresonlava mais ser por
sem duvida ucurial que um cidado exarca as
nttribuices de ju/. no proprio dishiclo em'qoe
c escrivo. E o mesmo augusto Senhor, leudo
ouviJo o conselheiro procurador da cora. c con
formando-se com o scu parecer, manda declarar
a V. S., em resposla ao sobredlo officio, que nao
podem com elleilo exercor se simullaneamente o
cargo de juiz de paz eo officio de escrivo de
culo,
cimento.
fazenda
Dito a
va proceder-se s obras de que carece o vapor
D. Pedro*, e para fazer face s despejas pode
aiitorlsar a thesouraria de fazenda a sufiprir os
fundos necessarios, indepeniieiitc de crdito,
comanlo que se f>ca a escripturacao dcbaixo da
verba competente, como despeza "pertenccnle ao
municipio da corle, c assim se comprehenda na
demonstrarlo respectiva ; couvindo, todavii, que riicandu
a esta secretara lie estado soja remellito o orea- ] fazeuda
ment de toes obras, o que naja a matar econo-
ma o liscalisaoo no dispendio dos diuheiros p-
blicos?
- 11
Circulars presidencias do Para, Pernam-
buco. Baha, Santa Catharina e Matn-Grosso, re-
AUDINECIAS DOS TRIBl'NAESDA CAPITAL.
Tribunal do comraereio: segundas e quintas.
Relaco: tercas (giras e-sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 he-ra.
Juizo do comnujtco^ quintas ao meio da.
Hilo de orphoaf tercas e sextas as 10 horas.
Primeira rara feml: tercas c sextas ao meio-dir
Segunda rara do civil ; quartas e sabbados ao
meio dia.

DAS-SA SEMANA.
11 Seg. S. Barnab a->. : Ss-Fe e Fortunato.
12 Tere. S. Joo de Sv Pc.unde-: a. Orofro.
13 Onarl. S. Antonio t pidroek-n- da- provincia.
14 Quii. S. Basilio Magno-b. euter Igreja.
15 Sext. SS. Coraeao de Jess-: Vito- m.
t6 Sab. S. Joo Francisco : s. A urdan b.
17 Dora. S. Therczn rainha de Lran.
ENCARREGABOS DA SUBSCBJPCO NO SUL,
Alagos, o Sr. Glsudrno Falca* Das; Baha,
Sr. Jos Martins Aires; Rio dr Janeiro, o Sr
eio Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do auo Manoel Fjgnciroa d*
Farla. na sita livraria praca da Independencia ds-
constara canela junta por copia.Igual ao copilo
do porto. vincia.
Dito ao presidente do tribunal da relaco.Par- Dito ao conj
licipando o juiz de direilo- da comarcado Limoei- nio dos orph
ro. bacharel Lourenco Pr*ncico de Almeida Ca- tralivo do'pati
anho, te entrado em 12 do correte no gozo da respectivo colUj
licenca di dous mezes que, por molestia, lhe foi refere a sua iafl
concedid : assim oconimunico a V S- para seu Dito ao adrainj
conheciminto.Igual ao inspector da thesoura- a Vine., para soJ
ra ile fa/. Mida. ministro do impi
Dito ao mesmo.O promotor publico da co- lo corrente IMf
marca dt Santo Anlo, bacharel Jos Mara Ri- do-correio, que
beiro Paraguass, parlicipou em 9 do torrente pelo das malaa ]
que, terrrnando no dialo a licenca de 15 das, i poros da linha^f
que obliiera, deixira de reassumir o exercicio
do seu c?rgo por lor.de seguir para o Maranho,
afim d t jmar assenlo na respectiva assembla
provincial, como depulado pelo 5o cir-
gua putavel paP o huspital militar desla
pro-
administrativo do patrrmo-
Mande o conselho admnis-
io dos- orphos admitlir no-
o menor Antonio, a que se
05*0 de-ti do corrente.
ador doeorreio.Commnico
nhecimorno, que o Exra". Sr.
decHirou rae em aviso de 6:
mmenoado ao director geral
oceda provisoriamente- a res-
e forera eonduzdas pelos va-
sailanliea franceza, pela mes-
se procede em relaco as con-
tares da linha de Southarap-
ma forma por
tfuzidas*" pelos
ton.
Dito ao Dr. Candido Jos Casado LimaTendo
O que communieo o V. S. para seu conhe-! designado a Vmc."para fazer parle da commis-
ii __Idnil f>(\ iinitnnliir ila llmfiniiaikiia J i >1^ .. .. > im a >. __ >_____. .1! MP* .1 .____________ a
Ignal ao inspector da thesouraria de
aojuiz de direiio da sobredita comarca.
i inspector da thesouraria de fazenda.
Transmiti por copia a V. S., para seu conhec-
mcnlo, ( aviso que me foi dirigido pela repart-
cao da rnariulia em 23 de maio ultimo, commu-
er-se offieiado ao Exm. Sr. ministro da
fim de expedir as convenientes ordeus
conline a abonar-se ao secretario da
do arsenal de marinha, Alcxandre Ro-
os Aojos, a gralificacao que se Iho con-
para que
1 inspeuea
' drigucs
I ceden prlra igualar o seu vencimento ao do se-
policia pelas razoea expostas, fundadas nos priu- I commendando a expedico de ordens lermii.an-
cipios do nosso direilo adminislrativo ; devendu
portMto o esi-.rivo da polica julgar-so imped-
do para servir o olfir.io quaudo esteja cora exer- '
Cicio do cargo de juiz de paz, cumprindo ao che-
fe demolida ein tal caso providenciar na forma
da le a respcilo da subslituico do escrivo. O
que communieo a V. 8. para "seu conhecimenio
e para fazer constar ao escrivo da polica da
corte, Antonio Joaquim Xavier Melo. Dos
guarde a V. 6.Joo Lusluta da Cunka Para-
nagua.Sr. chefo de polica da corle.
les, afim de que as companhas de aprendices
mainheiros nao tenham mais do que dous pifaros
e dous tambores, como estabelece o arl. 3o do
regulamento que baixou com o decrelo n. 1517
de 4 de Janeiro de 1855 devendo por consequen-
eia extinguir-se qualqner banda de msica que
se possa ler creado em algumas das referidas
provincias. Fe:-se a necessaria coramuni-
caco.
A' presidencia de Pernambuco, approrando nhccira
cretario la inlendencia da marinha da Bihia, pa-
gando-si o que se esliver a dever de semelhan-
le gratli arao.
Dlo a i mesmo.Constando de commtinicaco
da secrc aria de estado dos negocios do imperio
de 6 do orrcnle que, por portara da mesma da-
la foi nc meado Domingos da Silva Saldanha para
o lugar le agente do coneio de Ouricury, vago
pela det lssao dada a Minocl Francisco de Sonza
Peixo. Ii
Pereira
ultimo
Ministerio da guerra.
EXPSMEHTE P0 1)IA 2 DE MAIO 1)E 1860.
Ao presidenta de Pernambuco, declarando
que lendo o delegado do eirurgiao-Bir d exer-
ciio na dita provincia requistado dous cirurgies
para o seivico da respeciiva guaruico, e nao os
harn lo disponiveis no quadro do corpo de sali-
do, o aulorisa a contratar dous mdicos civis,
nos termos das disposieoes vigentes, dando co-
nhecm-nto dos contratos a esta secretaria de
estado pira se resolver definitivamente.
Ao do Cear, para mandar fazer cargo da
qoantia de 36> ao majar Joo Bapls'a de Mel-
lo pela wissagem dada a dous criados do mesmo
niajor, da provincia do Para para all, no paquete
a vapor l'rinceza de Joinvlc.
Ao do Para, autorsando a contratar dous
mdicos civis para o servico da guarnic.io do
Amazonas, remetiendo nota das condicocs a esta
secretaria do estado para se resolver definitiva-
mente.
23
Ao presidente da provincia do Para, man-
dando forneecr pelo arsenal de guerra 2{6 capo-
tea ao 3" batallio de arlilhara a p.
Ao do Amazonas, approvando o contrato
eilo com o pharmaceulico Vicenta Aires da Sil-
va, para forneecr medicamentosa eufermajia mi-
litar da mesma provincia.
26
Ao presidente da Pernambuco, declarando
cm resposla aos seus nflicios de 10 e 21 de abril
ultimo, que fu rain approvados os contratos cele-
brados com os mdicos Drs. Pedro Antonio Ce-
zar e M-inoel Euedino do Reg Valenra para ser-
virem na guaruico da dua provincia.*
- 28
Ao da Parahiba, exigindo informaeo -s so-
bre o pagamento do fardamenlo manda'io fazer
para os recrulas, que havia sido impugnado pela
sua m confeccao. como a mesma presidencia
liavia declarado anteriormente.
Despachos em requerimentos.
Joao Bezerra de Salles, alferes do meio bala-
lh.lo de infantaria do Cear, pede que se lhe
mande abonar os roacimenlos do correte mez,
c a gralificacao adJicional do mez lindo.Nao
ttin lugar.
Chnsliano Raidnier pode que se lhe mande
entregar, com baixa, o pardo Luiz, que fugra da
compjiiliia de sau fallecido sogro Joo Ventura
Rodrigues, e se acha com pra^a no 6 balalho
-de infaniaria com o nome de Joaquim Aires da
Silva.Nao ha que deferir.
Os capites Vicente de Paula Ros de OUreira,
do 13" batalhao de infaniaria, e Galdino da Silva
\ illas-Boas, do 4o da mesma arma, pedem troca
de logar nos respectivos corpos. Nao lem
1 ugar.
Josi^ Pedro Djinngues do Coulo, alferes do 5"
balalho de infaniaria, pede permissao para vir
em 1801 estudar preparatorios na escola militar.
Nao tem lugar.
Bento Correa da Silva, soldado do 2 rgimen
to de cavallaria ligeira, pede baixa do servico. =:
Neo lera lugar.
Andr Alvea Lcite de Oliveira Bello, lenenle-
oronel cumraandanle do 4o balalho de infanta-
lia, pede tres mezes de licenca com sold simples
para tratar de seus negocios.Por ora nao lem
lugar.
Sebaslo Joaquim de Alencaslro, segundo te-
nente reformado, nomeado commandaule da for-
taleza de San Joo, da capital da provincia do
a despeza folla com a construccao de 23 bracas
de caes, roniraiado com Francisco Botelho de n-
drade.Communicou-so ao ministerio da fazenda
e coatadorh.
12
A' prcsidencD do Maranho, dizendo, cm
resposla ao ofOcio em que requisita um guin-
cho para subsliluir o que se quebrou na bar-
ca de excaraco, que faz-so misier a remessa
para aqu do predilo guincho partido ou peio
menos de um desenlio minncioso delle.
14
2 si'cc.o.A' presdercia de Pernambuco, ac-
ensando o recebimento do ofiicio de 23 de marco
ultimo, em que rommuniera haver designado
o ajudante do es-rivo do almoxarifado dessa
provincia para cxcrccr interinaincnle o lugar de
almnxarifc, e declarando que este funecionario
devra ter sido substituido pelo respectivo fiel,
nos termos dos arls. 30, 33, 83 e 8i do decre-
to regulamentar u. 1,769 de 16 de junho de
18)6.
A' mesma, di/.endo que, ouvindo o inspec-
tor do arsenal de marinha, informe acerca do of-
ficio em que o capito do porto representa con-
tra a interprelaeo dada por aquellc funecionario
segunda parte do arl. 4" do decreto n. 800 de
30 de junho de 187.
loo do
maio ul
que Joal
se;n eff
lugar
provine
Dito
rinha
ciment.
Dito
Governo da proviacia.
Dito
DO DIA 13 DE JIMIO.
requer
apona
desla (
cao de
P.'la secretaria do governo^se tazem publico .".'1
os despachos, proferidos pel Exm. Sr. ini-iis- | ^;.'
Iro da juslica, durante o mez-de maio prximo
finjo, nos requeriraen'os constantes da relaco
abaixo.
Francisca Francolina de Mello.A' vista das
infonnaees nao ha que deferir.
Pedro Paulo da Silva Nao tem lugar.
Alexandrino Alves d'Oliveira.Por ora nao
tem lugar.
Manoel Francisco Teixeira.Por ora nao lem
lu;ar.
Jos Bento Figueiro-i.Nao tem lugar.
Joaquim Bernardo do Figueiredo.Nao tem.
ando som elleilo a nomeaco de Pedro
le Mello, feila, por portara "de 31 de maio
assim o communieo a V. S. para seu co-
mo.Ignal ao administrador do correio.
Dito f o mesmo.Transmiti por copia a V. S.
para sei conhecimenio edirecfo, o aviso de5 do
correnti, em que o Exm. ministro da guerra au-
lorisa a esta presidencia a mandar pagir as des-
pezas f las com o aluguel de cavallos para o
iranspo te da bagagem do 8o balalho de infan-
iaria do termo de Villa Bella para esta capital.
Dito no mesmo. Communieo a V. 8., pare
scu con leciwento e direceo, que, segundo cons-
ivso do ministerio da fazenda de 24 de
iiuo, tira iiideferido o requerimento em
juim Theodoro Alves pedia que licasse
lio o decrelo, pelo qual foi dcmitlido do
e eolitlador dos fetos da fazenda nesla
a. Igual ao juiz aos fetos da fazenda,
ao mesmo. Communicaudo-me o Exm.
Sr. ministro da marinha em aviso de Janeiro ul-
timo qi e S. M. o Imperador houve por bem con-
ceder a Manoel da Silva MendoiiQa o augmento
de seis enlos ris diarios no salario qus percebe
como eicrevente lias olficinas do arsenal de ma-
assim o declaro a V. S. para seu conhe-
ao mesmo. Communieo a
V. S., para
constou de
nicacao da secretaria d'eslado dos neg-
imperio do Io do correte, foi nomeado,
taria d-i mesma dala, Manoel Jos Con-
fiara o lugar de agento do correio da Vic-
aso por fallecimenlo de Antonio J0.V0 de
seu ccnhcimenlo, que, segundo
com mi
cios do
por po
Calves
loria,
Lima.-i-Igual ao administrador do corjeio.
ao mesmo. A' vista de sua iuformaco
o corrente, sob n 583, dada acerca do
ment em que Francisco de Paula Lima,
lor das obras do melliorameulo do porlo
dado, pede lhe seia obouada a grallilca-
qualro ceulos ris diarios, durante todo o
mez di marco ultimo, por haver exercido o lu-
ap Hila lor do mesmo arsenal no impe-
l de Jo o a V. S. a mandar pagar ao suoplicante
atilicaco.
ao mesmo. Tetido em vista e sua infor-
de 11 do correije, sob u 580, dada cer-
requerimentos' de Bento Joaquim Gomes
;o Xavier da Costa, autoriso a V. S, a
guar d
dimen
autora]
essa g
Dito
maco
ca dos
e lgna
e Irinta
lhe es i
necea
presid
EXPEDIETrTE
Ofio ao Exm. presidenta da provincia do
Espirito Santo, Dr. Antonio Alves de Soasa Car-
valho.Pelo officio que V. Exc. se servio diri !
gir-me cm 26 de maio ullimo fiquei inteirado
de haver V. Exc. tomado posse do cargo de!
presidente dessa provincia para o qual foi no- i
meado por carta imperial de 25 de abril deste
armo.Agradecondo as obsequiosas expres-es |
de V. Exc, offereco-mc para o cumprimento
de suas ordens, quersej.im relativas ao servico
publico quer ao particular de V. Exc.
Dito ao da provincia do Paran Accuso a
recepcao do officio que V. Exc. me dirigi em 21
de maio ullimo com 2 exemplares do relatorio
que V Exc. apresentou a assembla dessa pro-
vincia por oceasio da aberturi da 1 sesso
da 4.a legislulura no corrente auno.
Dito ao de Santa Calharna.Aecuso recehido
o officio que V. Exc. me dirigi cm 3 de maio
ullimo com 2 exemplares do relalorio com que
V. Exc. abri a 1.a s-sso da 13.a legislatura da
assembla dessa provincia, no corrente anno,
Dito ao commandaule das armas.Remello a
V. Exc, para seu conhecimenio, copia do avisoex-
pedido pelo ministerio da guerra em 16 de maio
ullimo, declarando que nos officlaes reformados quantl
do exercilo, enenrregados de lomar conta das duelo
fortalezas desarmadas, nao se Ihes abone, por
este encargo, ranlagem alguma; podendo ellos
man 1, r pagar ao primero a quanlia de trezenios
dito p
Dito
Res til
fe re a
autori
Carm*
nrove
do mi
biblio
Di I.
oflici
abrir
pedie
as ob
taria,
phico
gar a
perda
acha.
e seis mil cenlo cucoenla res, que se
a dever, proveniente de lijlos que for-
para obra do caes em .torno do palacio da
Ocia ; e quanto ao pagamento que requer
o seg ndo, ser elfecluado quaudo houver cre-
so de exarae. que no din 15 do corrente tem de
verificar no Gyioaasio provincial ashabir-itacocs
das pessoas que propem ao ensino da lingua
franceza; assim Ih'o declaro para seu conheci-
menio e execiic&o.Communicou-se ao director
da jnstruccao publica.
Ditn ao agente da eompanhia brasileira de pa-
quetes a vapor.Mande Vmc. pdi disposQo
do director do arsenal de guerrra um cnixo rom
cenlo e trinla e cinco covadosde panno msela, o
qual veio do arsenal de guerra da corte no vapor
Cruzeiro do Sul.Olllciou-se ao supradilo di-
rector para mandar receber.
Dito ao mesmo.Pode Vmc. fazer seguir para
o norte o vapor Cruzeiro d<> Sul hora indicada
no seu ofiicio de boje.
Portara. O presidente da provincia, alten-
dendo ao que expoz o inspector da thezouraria
provincial em officio de 11 do corrente, sob n.
203 resolve, nos termos do arl. 30 da le n. 473
de 5 de maio do anno prjimo passado abrir no-
vos crditos supplcmenlares, sendo ura na im-
portancia de setenta e sele mil e tresenlos ris
para as depezas com o expediente da repartirlo
das obras publicas no correle exercicio, visio
ser inlliciente para esse fim a quanlia de cenlo
e dous mil e sclecenlos ris. que anda resta, e
outro de qualro conlos de ris para occorrer ao
pagamento das despezos com as obras da casa
de deienco, no mesmo exercicio.
Dilo. O Sr. gerente da eompanhia pernim-
bucana de paquetes a vapor mande dar trans-
porte para o Cear, na primeira opporlnnidade,
ao sentenciado Raymundo de Vasconoellos, c a
doas pracas do corpo de polica, que o vo es-
coltando, sondlas passagens pagas naquella
provincia. Officou-se ao commandante do cor-
po de polica para prestar as pravas, e coramn-
nicou-se ao chefe de polica.
Dito. O Sr. gerente da eompanhia pernam-
bucana mande dar transporte para as Alagoas,
na primeira opportoriunidade, ao sentenciado
Joo Ferreira de Souza, escollado por duas pra-
cas do corpo de polieia, sendo as passagens pa-
gas naquella provincia. officiou-sc ao com-
man tanto do corpo de polica para prestar as
pracas, e communicou se ao chefe de polica.
Dito. O Sr. agenta da eompanhia brasileira
de paquetes a vapor mande dar transporta para
o Maranho por cunta do ministerio da guerra,
no vapor Craseiro do sul ao 2o lenle da ar-
mada Joo Henriques de Carvalho Mell.
Commudicou-se ao commandante do brigue-bar-
ca Ilamhrae.
Dito./-O Sr. agente da eompanhia brasileira
de paquetes a vapor insude dar ransporte paj
a provincia do Para por corita do ministerio da
guerra, no vapor Cruseiro do Sul ao desertar do
3o bitalho de arlilhara Malaquias Amarico.
Communicou-se ao commandaule das armas.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao director geral da secretaria d'eslado
dos negocios do imperio.O Exm. Sr. presidente
da provincia manda aecusar recehido a communi-
cac&o que V. Exc. lhe dirigi em o Io do cr-
lenle, declarando haver sido nomeado, por por-
tara da mesma data, Manel Jos Gon;alves, para
o lugar de agenta do correio da Victoria nesla
provincia, vago por fallecimenlo de Antonio
Joo de Lima.
Dito mesmo Manda o Exm. Sr. presidente da
provincia acusar recebida a communicaco que
V. Exo. se servio dirgir-lhe em 6 do trrenle,
da qnal consta ter sido nomeado, por portara
da mesma dada, Domingos da Silva Saldanha
parap.lugar de agente do correio de Ouricury
nesla provincia, vago pela demisso dada a Ma-
noel Francisco de Souza Peixe, licando sem ef-
feilo a nomeaco de Pedro Pereira de Mello,
feila-em dala de 31 de maio ullimo, visto ler
420. Francisco Lula Viriles. C*pt*0 9o
balalho de infaniaria da- guarda mcionar.P.is-
se-se portara concedemto- a- licenca requerida.
421. Guilherrae Jos Pereira", capito ag-
gregadn ao Io balalho de- reserva fhi'iru-ard no-
cional. llequeira pelos- conaes rerap^teiHes.
422. Ignacio Xavier da Costa-. Espereque
haja crdito.
423.Jos Joaquim Ptnho de- Mello. In-
forme o conselho admirrstrativo do potrirtMmio
doe orphos.
424. Joaquim de Souze Re. Ficwn- ex-
pedidas os ordens necessaras- pra- a adoseo
dv menor de que se Irata.
424 Jos Francisco Pinto.Gormara*. In-
forme a administraco geral do cstabeleetmento
de caridade.
426. Manoel Joaquim Mhdureira. Infor-
me o Sr. Administrador do correio.
427. Manoel Joaquim Xavier Rtketro.
Indeferido por que do favor concedido peloart.
165, 4 di cod. do proc. a qin> se soevorre o
sopplicante s podem gosat os-pronunciados por
criine oe responsablidade, como se dorara as or-
do thesouro do 27 de junho de 1835 e 9 de ju-
nho de 1838
EXTERIOR.
Ao subir ao throno o imperador d'Austria lo-
mara por base de seu reinado a realisaco da
grande obra da unidade. *
Tudo faz ver que scmelhanlc obra hoje *m-
possivel, mas cusloso ahandona-la.
Em vez de inaugurar francamente um novo
syslema.-como ha dez annod, o gabinete de Vien-
na procede por concessoes successivas, parciaes,
e que mostrara a inlcnro de salvar lanos frag-
mentos, quanios forem possiveis, do naufragio do
systema unitario.
Por urna consequencia natural, as intences,
aitribuidas no goerno austraco, excitam a "des-
coufianes das parles interessadas, e deslroem o
effeilo das concessois mesmo as mais serias. E' o
que se vio principalmente, ha alguns mezes, por
oceasio da patente relativa aos protestantes da
Hungra.
No parecer de um juiz nao suspeilo, M. Bar-
Iheteray de Siemera, presidenta do conselho de
ministros da Hungra sob o governo de M Kos-
sulh, esta patente conlem disposieoes eminen-
temente liberaos ; Bella enlloca os protestantes
na possessao deseos amigos direilos ; um
syslema admirare!, baseado sobre o sufTragio
universal, mundo n'uraa bella harmona a ordem
3 mais perfeila com a liberdade individala mais
ampia, e comparavel dos preshylcriaoos da Es-
cossia.
Tudo islo 6 amplamenle verdade, e, sem fallar
dos pazes calholicos ou mixtos, ha poneos paizes
prolestanlcs, onde a igreja lenha urna organisa-
co lo indepeudente, lo liberal. Porque razo,
pois foi lo mal acolhida essa patente, com. que
por toda a parle alias se felicitaran)?Principal-
mente porque ella nao restabeleceu as antigs di-
tria : folgamos em crr que elle nao sobrevivir:
ao reinlegramento da censtituicao.
Se-a neressidade de que fallara* for claramen-
te comprehendWa por arabas as *rtas, se o jro-
verno austraco-arrolla- sinceramente, sem sub-
terfugio e sem pensamento oerulles. a vid cons-
lituefwtal na Hungra, elreser per urna conse-
quenci sempre natural, levado a resolver tm-
bem 3"|nelo constitueional nas entras partes
da moiwrrhin, nao podendo marcharen! juntos o
absolutismo e o regimem constitucional. R' st0
o que mnito-bem exprima o programm hnga-
ro de 1847 : 8
Estamos persuadidos-qn se os EMados here-
ditarios s* collocassein presentemente na ordem
das naces-consiilucionnes-, e-se o gorerun, quo
rege a monarrhia mleira, fosse animado pelo es-
pirito parlamentar, nosso in4eres*es e os seus,
que agorn sao mui'as vezes devidido, algiimas*
mesmo ooslos, eencilinr-se-hiam mais fcil-
mente.
E o mesmo diz Szemere em sua brochura.
E' impossivel imaginar urna perfeila e dura-
vel unio entre Eladn, uns dosqnaes fessem re-
gidos conshturional, ontros despticamente.
Todas as difliculdades da p4iiica interior da
Austria resolvem-se assim por si mesmas e um
pela oulr. Basta claramente ver a situacao e
deixa-la desenvolv-of suasconseo/ieneias. A Hun-
gra nao pode passar sem a Ausiria, a Austria
sem a Hungra, o nio pode conserva-la sem res-
labelecer a naoiona1idadi> hngara em seus direi-
for c<
sfm,
tos, finalmente o governo ausriaco nao pode ser
sinceramente constitucional na Hungra, se nao
constitucional em lodn a prte, e lomar seas-
de consequencia em consequencia, o centro
de una federacao de Estados eonslitucionaes.
Nao dizemos que um tal governo seria fcil; a
unidade, a eentralisaco sao muilo mais eommo-
das para os governanles, ou ao menos estes fin-
gen) crfi-lo, mas convem que ellas sejam possi-
veis, e a experiencia musir asss que ellas nao
o sao na Austria. Por conseguinte o que a uni-
dade nao pode dar-lite, convem que a Austria o>
pca a liberdade, e que a tentativa seja to com-
pleta, to resoluta como o foi a lenta uva unitaria.
Cromos que ella seria mais feliz, porm eremos
principalmente que as mais urgentes considera-
ces ordenan) Austria n arrisca-la. E' neces-
sario aeresrentar que o successo o desempeceria
egualniente de seus emharacos financelros? Nao
sao as recursos que lhe f conlianca nasc-na naturalmente da seguranza da
liberdade e da censura. E' mais neressario mos-
trar o que a Europa ganharia com esta transfor-
marlo que conciliaria os inleressas da estabilida-
de e do movimenlo, o assegurnria por muito lem-
po o equilibrio europeu com um grande proveito
para a liberdade e inslitn"icoes Itheraes?
A Allemanha em particular achar-se-hia de-
sembarazada d'uma oppresso, que a paraliza des-
de 1815. Nao representando mais a immobilida-
do por necessidade de posic.i, a Austria nao te-
ria n ais iileresse em comprimir rTdesenvolvi-
mento de liberdade allema; nao enfraqueoer-
se-hia, alliviar-se-hia e alliviaria a Allemanha re-
limudo-se da C'onfederaeo,
viso-es territoraes ecclesiaslcas, e deixou car- Nao fallamos de Vene'za. Nodaem que a Aus-
ra elle.
o inspector da thesouraria provincial.
lindo a V. S. o rcquerimenl a que su re-
sua inforraacao de hornera sob n' 208, o csle mildad0 de residencia.
o a mandar pagar ao Prior do convento do
desla cidade a quanlia de cen mil ris,
lento do um quarlel do aluguel do salo
sino convenio, onde se acha eslabelecida a
beca da provincia.
Espirito-Santo, pede pagamento dos vencimen-I residir nos respectivos qunrteis, o
tos a que se julga com Jireito por aquello exer- {deinais dependencias das mesmas
c.io.Indeferido.
Francisco Ignacio Coelho, particular sargento
quartal-uiestre do corpo de guaruico lixa de S
Paulo, pede dous mezes de licenga de favor
para tratar de seus negocios.Indeferido.
Firmitio Jorge da Rocha, almoxarie da 3
rlassc do almoxarifado do arsenal de guerra da
curie, pede se lhe abonem os respectivos venc-
iii"nlos.Nao lem lugar.
Padre Bento Pereira da Maia, capello de ura
dos corpos existentes no Rio-Grande do Sul, pe-
de ir oceupar a vaga que ha no corpo lxo de
(joyaz.Nao lera lugar.
Manoel Ferreira do Mendonca, ex-soldado do
2" balalho de infaniaria, pede ser reformado.
Indeferido.
Ildefonso Moreira Sergio pede que se lhe en-
tregue, com baixa, seu escravo Angelo, que,
rom o nome de Manoel dos Santos, se acha com
praca no 7o balalho de infaniaria.Indeferido.
Isa ce! Maria da Conceicao pede baixa do sera
vico para seu marido, o soldado da companhi-
fi\a de Sergipo Andr Avelino dos Sanios. In-
deferido.
Joo Francisco Cllele, rnajor graduado do 3o
batalhao de arlilhara a p, pede ser nomeado
offlcial da ordem da Rosa. Selle os docu-
mentos.
Ministerio da marinha.
EXPEDIENTE DO DI 3 DE UlO DE 1860.
presidencia do Para, recommendando
que faca sentir ao Dr. Ricardo Tocantins, que se
acha na dita provincia, e foi por decrelo de 15
de dezembro prximo passado nomeado segundo
cirurgio do corpo de aaude da arm ida, que deve
partir para esta cflite no primero vapor, afim
de apresenlar-se no quarlel-general.
A mesma, 'emetlendo, para ler. o conveni-
ente destino, os ttulos de nomeaco que se pas-
desfruiar as
fortalezas. j
; Igual ao inspector da thesouraria de fazenda. j
Dilo o mesmo.Remello a V. Kxc, para seu '
conhecimenio, copia do aviso expedido pilo'
| ministerio da guerra em 4 do corrente, decla-
I rando que nao pode ler lugar a reposco, que
| pretende a thesoraria do fazenda, do que de
mais foi abonado para etape e fprnagens, at e
data em quo principiaran) a vigorar nesla provin-
cia as tabellas appru.vadas pelo governo imperial
fixaudo o valor da mesma etapoe forragens pa-
ra o semestre, qoe finda no corrente mez.Igual
ao inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar abrir
assenlamenles de praca aos recrulas Antonio
Jos Alves, Antonio Jos dos Santos, Jos Fran-
cisco Lemos o Francisco Gomos da Silva, que
foram julgados apios para o servico do exerclo,
como consta do termo de insaeceo, annexo ao
seu officio de honlem, sob n. 1662, providenci-
ando para quo os tres ultimoskejam vaccinadus.
Dito ao mesmo.Mande V. Exc. apreseutar
ao Dr. chefe de polica, afim de dar-lhe o des-
tino que julgar conveniente, o recrut) Francis-
co Xavier d'Oliveira, visto ler sido considera-
do incapaz do servico do exercilo, como consta
do termo de snspecco annexo ao ofiicio de V.
Exc. de 21 do correle, sob a. 664. Communi-
cou-se ao chefe de polica. I
Dilo ao mesmo.Communieo a V. Exc, para
seu conhecimenio que, seguido consta de aviso
expedido pelo ministerio da ( uerra em 14 do cor-
rete foi approvada a delib raco que lomei de
suspendere mandar rccolher preso a esta capital
o commandante da compan lia de pedestres da
comarca de Tacarat, Luiz Ai Ionio Foiraz Jnior.
Dilo ao mesmo.Sirva-se V. Exo. de informar
acerca do que pede o recrut Joo Frutuoso dos
Santos no requerimento junt .
Dito ao chefe de polica.- -Experma V. S. suas
ao mesmo Em vista do exposto era seu
de 11 do corrente, sob n 203. resolv
nevos crditos su pplemonlares para o x-
ito da repartico das obras publicas e para
as da casa de detenco, como ver da pnr-
junta por copia. Quanio aos esluo'os gra-
e obras do-Gymnasio mande V. S entre-
sommas pedidas no corrente mez ; a pri-
meira! pela insignicancia da despeza, porque, po-
dende arruinar-se a obra taita no gymnasio com
de grande somma, no estado em que se
cumpre qne se faca o adiaulemento da
a pedida, que ser restituida com o pro-
das loteras, que devem correr brevemente,
segur do as ordens expedidas.
Dil) ao commaudanle superior interino da
guar a nacional di municipio do Recfe.Sirva-
se V S. de expedir suas ordens para que urna
guar a de honra de algum dos balalhdes sob sou
com; ando superior assisla a fesla de Santo An-
tonio que tem de celebrar-se na igreja do Divino
Espir to Sanio, no dia 17 do corrente, acompa-
nii nido a imagem do mesmo Senhor do arco da
ponU para aquella igreja, e desta para o referido
arco.
Di
S. su
de al
peaio
aiuui
mora
ordens para ser capturados,
provincia, o desertor de ma
Moraes. Almouia, cujos
se apparecer nesta
inha Joo Francisco
si znaes caracleristico
o ao do municipio do Goianna.Expeca V.
as ordens para que urna guarda de honra
jum dos batalhes, sob sen enramando su-
r, assista a fesla de S. Benedicto no da 10
de julho prximo vindouro. e acompanhe tar-
de a respectiva procisso, que deve sabir da
igrej, do Rosario, dos homens prelos dess* ci-
Di o ao inspector do arsenal de marinha.Man-'
de V. S. prestar raa lancha equipada ao direc-
tor d arsenal de guerra para conduzir amanha
s9 horas do dia para bordo do vapor Cruzeiro
do Sul li caixes cora differentas objectos des-
tinat os provincia do Piauhy.Communicou-se
ao d rector do arsenal da guerra.
D'to ao capito do porto.De conformidade
com o disposlo no aviso da repartir da mari-
nha de 31 de maio ullimo, mande Vmc. dar pu-
blcilado inclusa noticia relativa ao lampeo
ultii .menle collocado da fortaleza dos Santos
Res Magos, na barra da capital do Rio Grande
do Norte
Diio ao juia de direilo da comarca de Flores.
P ra cumprimento do aviso expedido pelo mi-
nistirio da juslica de 5 do cociente, informe
Vm :. sobre o incluso requerimento em que Ma-
noe Vicente Goncalves Ayres pede so lhe acei-
ta a renuncia que taz dos.officios de escrivo de
orplios e do civel e labellio do judicial e no-
tas lo termo da Villa Bella.
Dito ao director das obras militares.De con-
fort idade com o disposlo no aviso expedido pela
repiriicao da guerra em 4 do correle, constan^
lo i a copia junta, remetta-me Vmc. com urgen-
cia o c-amcnio relativo ao abasieciuieuta 4'
Dlo aoinspeclor da thesouraria de fazenda.
S. Exc, o Sr. presidente da provincia, manda
remoller a V. S. o incluso otfioio da secretaria
d'eslado dos negocios da fazenda.
Dilo ao mesmo S. Exc.., o Sr. presidente da
provincia, manda remoller a V. S. as quin/.e
inclusas ordens do thesouro nacional de nmeros
76 a 90.
Dio ao commandante superior interino da
guarda nacional de Santo Anlo.S. Exc, o Sr.
presidenta da ajovincia, manda aecusar recebi-
lo o officio de Wo correle em que V. S. com-
cou ler asiumido interinamente o cora-
do superior 4*. gualda nacional dessa co-
ca, no impedimento do eileclivo.
Dilo ao juiz de direjto da comarca do Limoei-
ro. bacharel I.onrenco wrtricisco d'AIraeida Ca-
tanho.S. Exc, o Sr. presidente da provincia,
manda aecusar recebido a communicaco que
em 12 do corrente lhes fez V. S. de ter entrado
naquella dala no goso da licenca de dous me-
zes, que lhe fui concedida.
Dilo ao bacharel Jos Mara Ribeiro Paraguas-
s.O Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarar a V. S. que tioou iiileiradu pela leitura
do seu officio de 9 do correnle de ter V. S. de
seguii para o Maranho a tomar assenlo na res-
pectiva assembla gelislaliva, como depulado
eleito pelo 5o circulo.
Ao Sr. Ernesto Diniz Street. Peta secreta-
ria do governo se coraraunica ao Sr. engenhei-
ro Ernesto Diniz Street que, segundo constou
de aviso da repartico do imperio de 6 do cor-
renteJVsolicitou-se do Exm. Suministro da fa-
zenda aquella dala a evpedicflMas necessarias
orden.' para que nesla'ffcanKia seja entregue
a Smc, a quanlia de treswtldlt. vinio mil res,
a que lem direilo era virtud fo seu contrata
celebrada cora o governo imperial.
Despachos do da 11 de junho.
4J2. Arder Elodta Lavenre.Remetlido ao
Sr. director geral da in?lruco publica para ai-
tender a supplicanle nos termos de sua informa-
cao de 11 do correnle.
413. Antonio Jos Goncalves Fraga.Diri-
ja-se a thesouraria de fazenda, a quera se ex-
pede ordens para o pagamento requerido. -
414. Jos Lins dos Anjos. Por ora nao
ha vaga.
415 Joanna Emilia de Brito. Como re-
quer, sendo esle despacho apresenlado ao Sr.
director geral da instrueco publica para o fim
conveniente.
416. Maria Anglica de Cavalho. Infor-
me o Sr. dr. chefe de polica.
13 -
417. Antonio Jos de Oliveira. D6-se
passagem de coovex.
418. Bento Joaquim Gomes. Dirija-se a
thesourr>.ru de fazenda, a quem se expode or-
dem \>ara o pagamenlo requerido.
4'i9. Bernardo Jos do Costa. --. Espere que
(b'.ja vaga. #.
go do Estado o Iralamenlo d'uma parle do clero ;
porque pretenden oulorgnr direilos em vez de
reslilui los, e finalmente porque reservan a vigi-
lancia e saneco do Estado, que a tallar a verda-
de, nao aeveriam em parlo alguma existir era
materia religiosa, mas que existen) quasi em lo-
ifit^pafte, flae nao era do todo urna novijade
n4Huii2ra""""Os protestantes hngaros estima-
rara que o governo tomasse para si a parle mais
bella, o a palele em vez de acalmar a agitarn,
fomenlou-a e complicou-a.
Depois deste precedente era fcil prever que as
promessas polticas, receutemente feilas aos hun
garos, seriara mal acolladas. Essas promessas
nao teem a clareza da palele, os meos propos-
tos parecem morosos, as perspectivas raesquinhas,
o resultado incerlo, e o que principalmente oho-
cou o senlmeiito nacional que as reformas sao
promellidas, nao ao antigo reino da Hungra, mas
Hungra bem diminuida do principe de Seh-
warzeuberg. Taes meias medidas nunca sao fe-
lizes ; porque palomeando a fra pieza de quem as
prope, redobram as exigencias da parte adversa
em vez de applaea-las. Tudo faz prever que a
Austria ser obligada a obrar contra seus interes-
aos em favor da Hungra ; melhor seria desde lo-
go faze-lo promptaineulc e por obsequio. Mas
tambera seria de misier que a Hungra se mode-
rasse em seu interesse, c nao exigisse cousas ira-
possiveis ou funestas.
Nao ha programma oflicial dos votos da Hun-
gra, mas se, curao se pretende, ella aspira des-
rae:nbrar-se completamente d'AusIria, eremos
que se linde e desconhece sua siluaco e inle-
resses. Ella lem pleno dircto de nao preocupar-
se com o equilibrio europu, com o vacuo que a
dislocae.o da Austria produzrii na Uuropa, com
o duplo pezo com qoe a Russia pozara sobre o
occidente ; porm deve considerar o quo ella mes-
ma se tornara. Ella so lisongeia. dizem ; de po-
der galgar com vanlagcra a posieo quo a Ausiria
oceupa, bera ou mal, no equilibrio eoropeu, lem-
bra-se que foi o escudo da Europa contra os Tur-
cos ; e altiva cora esta lembranra, nutre a con-
lianca chimenea, nao s de mantor-se em pre-
senta da Russia, mas anda de contar esta formi-
davel potencia. Sao perigosas Ilutos, perigo-
sas para todo o mundo, e para a Hungra em par-
ticular, e que preciso ter a coragem de suffucar
e dissipar.
A pequea nacionalidade magyare seria bem
depressa submergida no ocano esclavonico ; eas
populacoes esclavonicas, que o cercan) no solo da
Hungra, e quecommuns desgracascom ella re-
conciliaran), uo lardaran) em cscapar-lhe para
vollarem-se para a Russia. Os Hngaros propria-
raente ditas nao figurara com effeilo, seno por
seis milhoes nosquinzo que conta a Hungra.
A Austria e a Hungra teem egualmente neces-
sidade urna da oulra, e esta necessidade reciproca
mais tarta que todas as incompatibilidades, as (or-
na solidaras; roas essas incompatibilidades exi-
gen) sacrificios. E' mistar que a Ausiria e a Hun-fe
gria abandonen) francamente aquella sua chimera
de unidade, esta sua chimera de independencia
absoluta ; misier que a Ausiria faca plenamen-
te juslica votos, que ella nao conseguir jamis
suffocar, c que, sem fallar dos direilos e ttulos
antigos, sao legtimos desde que subsisten) e se
manifestara. A nacionalidade. hngara para vi-
ver e ser reconhecidn nao necessitade outro titulo
mais do que sua existencia, que e inconteslavel.
Mas convem que por sua vez. esta nacionali-
dade reconheca a lei de sua stluaco, e acceiteas
conseqnencias' da necessidade, que a prende
Austria; convem que, livre e autnoma no inte-
rior, resigne-se a nao ser, no exterior, seno par-
te de um todo, e que na paz, na guerra nas alli-
ancas, ella se subordine ao governo central.
Neste ponto de vista, e n'oulros anda, a ami-
ga conslilulco cuja reinlegraco a Hungra re-
clama, loria necessidade de algumas reformas:
ella nao perfeila e lem side muito gabada. At
1848 funecionou. om proveito de um milho e
quinhentos mil previlegiados em urna popula_cao
de qumzo mhes: os que volaram o imposto
nao o pagaram.e os que pagavam nao erara admil
lidos a volar. Esta iniqutdada desappareceu ~
a constiluico hngara linha anda outros
e contraria disposieoes, que parecem dfficil
concillareis, ja cora a siluaco partcula
tria tiver comprehendido que nao pode conservar
a Hungra com vanlagem a nao eslituir-lhe sua
vida nacional, tari tambera cumpichcudido que
nao pode conservar Veneza prejo algura. A.
queslo veneziana nao em tudo idntica ques-
lo hngara. Veneza sabe ondo ir ; a Hungra
ao contrario, c este o irrVda siluaco, n Hungra
nao pode sera annulaf-se, desrnelbrar-se dt
Ausiria.
[La Prense S. Fillio.)
INTERIOR.
gria, j com as nac&es geraes de governo o de
juslica que prevalecen! hoje, queremos fallar da
ingerencia da Dieta nas qnestoes de paz e de
guerra, da destlluico dos depulados por seus
elcitores, e finalmente do di reilo de conliscaco.
M. Szemere faz obsecrar can amirgura que esle
ultimo artigo o nico que foi raaudo pela Aua>

RELATORIO
iipreseiitatlo u assembla geral le -
gislativu na quarta sessiao da d-
cima legislatura pelo ministro e
secretario de estado dos nego-
cios do imperio Joao de Almeida
Pereira Filho.
(C'oncfiisao.)
REPARTICO GERAL DAS TRRAS PUBLICAS.
Tem continuado esla repartirlo a prestar va-
liososservicos no desempenho nao s das func-
jdes que a lei de sua creaco e o respectivo re-
gulamento lhe desunaram, como dos encargo
que por conveniencia do seivico lhe foram pos-
teriormente nddicionados.
Deixou ltimamente o lugar de direilor geral.
por ser nomeado para oulro importante cargo,
o conselheiro Manoel Felizardo de Souza e Mel-
lo, lendo serapre prestado ao governo a mais ef-
ficaz e desvelada coadjuvaco. I'assou a subsli-
lui-lo interinamente, na forma do regulamento.
o fficial-maior bacharel Bernardo Augusto (ls-
cenles de Azambuja, que lano nesla qualidade
como quando por diversas vezes ha sido cha-
mado mesma substiluio.o, tem dado provis
de sua habilitac.o e zelo.
Ueparlifes especiaes.
Em todas as provincias linha o governo crea-
do reparli^es especaes. Os factos porm mos-
traran) que algumas nao prestavnm servicos que
compensassera as despezas que cora ellas sa l-
ziam.
Por esta razo foram exlinelas, por decreto de
14 do mez findo, as que existan) nas provincias
do Amazonas, Piauhy, Cear, Parahiba, Rio-
Grande do Norte, Sergipe, Maranho, Ro de
Janeiro. Mnas-Geraes e Goyaz.
Aos presidentes destas incumbo nctualraento
exercer as atlrihuices que eram conferidas aos
delogdos do director gem.
Mediroa e vendas de Ierras publicas; legitima-
coes, reealidaces, e registro das possuidas.
Aos cito territorios medidos, demarcados o
descriptos al a data do ultimo relalorio, accres-
ceram dous, sendo um no municipio de Car.a-
na, em S. Paulo, c oulro no Paran, contiguo
aos dous j i medidos no Assungny.
Pelos motivos expostos no relalorio do direc-
tor da repartico geral das Ierras publicas.(an-
nexo 1), ordenon o governo a oxlincco das
inspectoras geraes de raedico de ierra nas
provincias de Santa Catharina, S. Paulo, Paran*
e AlagiVis.
Convindo.entretanto zelar as Ierras devolulasr
que por sua posieo e qualidade sao de ir.ai&
fcil venda, e melhor se prestara colonisaco.
determinou que nellas se procodesse medic&o
de permetros de territorios, ou de porr6cs de
terrenos pblicos contiguos aos particulares, le-
gitirtando-se ou revalidando-se ao mesmo tem-
i as ierras possuidas, que estiverem no caso de
ser subraettidas a taes formalidades.
Para esle fim, e lambem para a medlco, e
demarcado de prazos, ou lotes de Ierras, desti-
nados venda nos ncleos j formados, e em
outros que se vio crear, exislem era differeutes
provincias commissocs. especiaes.
proseguido os Uabalhos preparatorios de
arranchamentos, e oulros.doa quacs
meu Ilustre antecessor, para a
pequeos ncleos coloniaes nos
im admil- provincias con
ceu, masK Teem prose
os vicios, (Berrubadas, a
leilmente I fez menco o
r da Hun-1 formaco de
........ cao .... j.w-^.-
territorios da Itajahy. Iguape. e Assu.nguy. Es-
pero que para estes ncleos possam ser envia-
dos qs primeiros colonos que chegarem.
Nao teem sido alteradas as aulonsacoes dadas
S diversos prosidenles para venderem pelo modo
mais conveniente a particulares, que os quize-
rem apioveilar pata a lavqura, qu cteacao,
alna
J mi iTir^rrri


jK^F'
71 *r
r v~

m 17-r. ig;
--
UocU, e parece q
" >astee.ndo do braga
Toles do trras nm territorios mmlidm, n igu|- I uioino e ulleruce abs
mente terrenos devolutos existentes ein quaes- troauegao de colones
quer pontos das provincias, -h
Contraclra O governo no anno passado os
trahalhos de levanlamenlo do pWnlas do% mis
llajahy-Ass, Ilajahv-Mirlen, Luu Aires, e seus
afluentes as proximidades da cc-Td'nla*
nao, e, alen/ de ouiros lfjta.es, a adjao _
urna (afea do alto Itajahy-Aaa al- o Ilopori,
no sal das Ierras da S. A. o principe de Jo-
invill.
Mas, achflgdo-se esses trabalhas em motarte
pouco mais ou manos, emenden o governo im-
perial ser mais conveniente aos interossos do
thesauro, pelas razos expendidas no reiatorio
annexo, rescindir tal contracto, o entrar em no-
vus ajustes para o levantemcnto da planta do
rio ltapoc.
Tein-se recebido novas ioformagoes acerca das
trras devolutase das ppses,.ssinarias. c outras
r
lazonoeiius jiJt* a h-
i de al urna tmper-
dovia mave-los a rrem
livres os seus cstabcleci-
aa encommonflas por
do que so dnvia espo-
t ilant
.mentas.
Infelizmente ne/estao
as na prepprco
r visU.
rajos t^flf
so offoreddas.
Apenas tave a.Assoeiaco Central de Colaoi-1 a presenta iMaotoriVs
saga* eneomraendas de differeotea fazendeiro posto ose do mais rase
para o engajamenlo de 2.178 colonos, com a ex- "
presea dcclaracj de que tosaera portuguozes,
sonde penas um da pequeo numero do ita-
lianos.
Comprehendo-se bem o motivo porque os fa-
tendeiros preferem colonos porfugnezes.
filies vem nestes colonos identtdade de lin-
gua. cpslume, rcligiao, e mancira de viver. Mn.
governo contina a empiogar lodos os roeos a
seu alcance, alim do obtor os dados o elementos
que Ihe fallan! para poder organisar o quodrd
conoessoe sujeitn* s ormalidndes da le. t> lo inMor lacilulade en engajareiB-** por salao-| o SaiiU' ~Calnart~n""J geucroTUetprinieira ne-
ou por parcena.
Tal preferencia, porm, acanha o desenvolvi-
nir-nlo da inlroducco de bracos livres nos esla-
<-rl das Ierras devplulas nas diversos pro- bdedmouios ruraes, porque* o pequeo lerrilo-
viucias.
Cuuipre todava nao dissimular que nesle s-
suaipto encontrain-se muitas difliculdades, pro-
venientes de causas j ponderadas nos relatnos
anteriores.
Pouco resollado se tem lirado das recommen-
daces feitas aos presidentes de provincia para
Momearen) os examinadores de que trata o art.
35 do regulamenlo de 30 de Janeiro de 1854. ja
porque em muitas provincias faltan) pessoas ha-
bilitadas para tal commissao, j porquo em ou-
tras oenhuin az.rimei.sor se tena aprosenlado a
exame.
Por oulio lado a deficiencia do juizes com-
missarios, e escrevcnles habilitados nos termos
do citado regulamenlo, e a escasgez dos venci-
mentes que Ibes sao marcados, embarag. a
observancia da le.
Para remover laes inconvenienles fonnulou
o ex-director geral um projocto, sobre o qual fui
ouvida a seceo dos negocios do imperio do con-
seibo de estado. Nesga projocto se alleram al-
guna artigos do regulamenlo do 30 de Janeiro.
Se fiir adoplado, e os presidentes do provin-
cia usarem convenientemente da autorisaeo,
que pelo art. 33 do mes rao regulamenlo Ibes
conferida para prorogar os prazos que eslivercm
iludo?, evitar-se-ha que sejam declaradas em
commisso Ierras nao legitimadas, ou revalidadas
por motivos independentes da venlade de seus
pnssuidores.
Einlira .pelacircular de 6 de seteiobrode 1359,
transcripta no reiatorio annexo, foram resolvi-
das vanas din-idas suscitadas a respeito desle
ramo de servico
O registro das trras possuidas lem progredi-
do gradualmente. Depois de lindos os prazos
marcados em quasi todas as provincias, conti-
na a ser feito nas raparlicoes especiaos.
Segundo o mappa junio ao reiatorio annexo
acham-se j registradas 240,936 posses, e tom
sido multados 4,673 possuidores em 566 fregoe-
7.ias, importando as multas em 185:2.8>000, de.
que por ora pouco se ton cobrado.
Emigraco.
Attrahir a emigraco na maior escala um
de ver imposto polo patriotismo aos que olham
com allencao e se iuleressam pelo futuro do
paiz.
DIARIO DE PEKNAMBUCO. SF.tA f EIR1 15 l> JUNHO t)TE 1860.
as cuireines e emi^t^iu es-
eslaueluceiii
on tanca.
Apopulacao desla colonia acha-se elevada .1
>.295 almas, segundo as informsQoes mais re-
mtos. o a sua produccio agrcola leo augmew-j j
do proporcionalmente.
A colonia Santa Cruz, cuja
dita ; A > 1 IT221
Jula^o, sendo
uueixitijo-ae o* indios o algoaa aldeamentua
S, CBBfrrioje
m quao a
9;
ova Petropolis, vanlajpaa
.lindo temas mui fertiws,
leotas lo progress, Hi
(,lo=no deetsu do ullimo
513 pessoas
A de Santa Isabel, fnJada n\ 1
apodante ncleo cilooial, eSsi
celleiro que abastece a capital da
rio de Portugal nao permlle esperar-se que dali
venhara os braQos precisos, embora o governo
respectivo jA nao creo embsracos, como ainda ha
pouco aciuiieceu, levado por ftiformacoes inexac-
tas, que fetitmento so acham hoje desvanecida.
Convem, pois, tralar de fazer desappnrecer u
animo dos agricultores essa preferencia, o esti-
mula-losa engajar Irabalhadures de oulros pon-
tos da Europa.
Nrsle iMuito 6 necessario tomarora-se algumas
medidas que nao s teiidam a> auimar os (a/.en-
ileiros, na a vencer a repugnancia que por sua
parle leem os emigraiilcs do oulros paizes, cora
especialidade os da Allemanha, ao engajamenlo
por salario, ou.por contrato do parceria.
O sysiema do colonisaQo por parceria lem
vaulagfiis iiue sao inaufestug, e ha de prosperar
natuialuieule desde que os fazoudeiros o colonos
cumprirera com inlclligencia e honeslidade os
contratos celebrados Lona fide
Infelizmente esso. systeiua, ensaado com tanto
proveilo no paiz, tem perdido terreno, havendo
contribuida para isso nao s os disturbios que
occorrorant na colonia Ybicaba, onde elle linha
tomado grande desenvolvimento, mas tambeiu a
falla de zelo e previdencia com que loram cum<-
pridos algons contratos.
A parceria poupanos colonos decopcoes a que
se expem os eslrangeiros que comerm a culti-
var a Ierra |ior sua propria conta, nao cuuhecen-
do as pocas das planlacoes, nem o amarillo dos
terrenos em um solo virgem coberlo de grossos
madeiros, que impedem o emprego do arado, e
dos methodos aporfei;oado3 de cultura, e nao
leudo ainda os hbitos do paiz, nem oslando a-
costumados ao seu clima ; poupa-lhe.sdispendios
imitis, que siio obrigadus a fazer at que a ex-
periencia propria Ihes ensine a melhor pralica
do liabalho.
O colono assim engajado lem urna escola, do
que 6 mostr o propriitario do eslabelei'imento,
na qual so habilita a cultivar com vantagem as
tenas de que vicr a ser proprielario, possuindo
j no paiz um centro de relacoes, c leudo adqui-
rido seus hbitos e costumes.
A quem conhece o iiuo o estabelecimenlo
de urna propriedade om terreno coberlo de mil-
las vKgens, nao causa admiraban o desanimo em
que cahem os emigrantes ao verom-se cercados
1 j* um
como
provincia
essidade.
A colonia Dlumena'u Dassou a ser do gover-
o em virlude do contracto de 13 de Janeiro
llimo, celebrado com o empresario que Iho
era o seu uome. Conserva-so este na dita co-
ma na qualidade de director, tundo sido res-
indidos lodos os contractos anteriores. No
elaterio annexo se acham exnradas as bases
rincipaes dessa Iraosocgao, bem carao circums-
i nidadas nformaces cerca do estado prospero
este ncleo colonial, que de esperar se tor-
e em breve uai importante po.nlo. de atlracco
e emigrantes pora a provincia d Santa Calha-
tna.
Ao que disse o meu illustre antecessor em
au reiatorio do auno passado relativamente s
olonias Sania Isabel o Santa Leopoldina, da
rovincia do Uspirilo Santo, accrescentarei que
?m continuado a augiimenlar aif o numero dos
ilonos. Aclualraenle conta a priineira 573, o
segunda 912, Ambas prometiera lisoiigeiro
f lluro,, porque reunem aj.condigpes de lerre-
os feriis, clima saudavel, o cojnrounieaijes
aceis para a capital da provincia.
Comegam a sor fundadas algnm'ds colonias no-
do governo, e outras eslao projectadas :
- I lodo o accordo com esta, f-eno mui provavci que
VX*1 r!?dr!?. dnierr"Jque hM n PJoMC "Waet as aspiracc.es da miona,
tenotom. a governo te.n expedido ordeos lor- e se v.sse por ella enlao hoslilisado erniMn^
muantes ara que aojara medidas e demarcadas, tos administrativos; esperando emflm me7&*r
Umita i de tadV8 V8 dPul">o da msioria da provincia
! ? conviccao da ainceridade de son enundado pe-
Aa*B-se concluidos os trabalhot lopographi- la sequencta de sua mareta, conformidade di
alivos. aaB^Aa.de divisa^^f^^^^pro- Ujt Cft^ft-Oue acabava de,A|aAr.
do Rm de aWlirn e de St. MdHg|erao s- fic- abundou na .P^ao dlrYMrjes de
res a vossa ilimitada considsrse%Sejuiic-, probalidade para na Mrcm aerediladosNilguns
boatos, que espnlhavam sem o moner fundamento
tendentes a pd-lo em desarruoni com a maori
da proviavia, que em mxima parle oceupa as
posicoea ofDciaes, quanco suas vistas, que nao
contrariava;ii ns do governo, era*) nao fazer
persegiaieoes nem inversoes lodos contrarias a
poltica de moderago, jasiiea e concordia que
tora proclamado o governo do paiz.
. relaeao questao ia eleicao em doplicaU
Depois.do encerramonto. da ultima scssao.o- ,|||IS uoP"lidos pelo circulo de S. Miguel, raanifes-
ram abertos pelo ministerio a meu cargo os se- lou^- 1ue seu sentir, em "vlsla dos ducu^
r|| nri?r^ rmj ,ff|
Umeiitecom os easiarocimeiitos e Hcoes
que le possivel oblas,
CoavBS!q4s-Ma^esiao. assim costo outras
ds.idnlica natureza que pendem 4o vm deci-
sHji>-jam com urgencia solvlas/posie de'.las
rslflkim cmillictos quo pode.n occas
gradaveis occurreoeias.
CMSDIT0S.
desa-
guintes crditos; | mantos oiliciaes que existiam o dos inforraares
** -.-_-,_. 'l"e bavia podido obler, era qoe pareci ser a
Extraordinario. oullidado de ombas as Metcdes a medida mais
s" importancia de 200:0005, pelo decrclo n. ,K)r"'sl e adequadu juslica, por constar qtie os
z,a03 de! 16 do novembro, para oecerrer a desue-i VICI.0S zas exigidas por medidas indispensaveis, relati-
vas ao melhoramenlo do esldo sanitario em di-
versas provincias, ao abaslecimenlo de vveres em
alguns lugares que soffreram por caresta do g-
neros alimenticios, e a outras providencias de
idntica natureza, comprehendidos no titulo Soc-
cwos Pblicos, para que nao havia fundos espe-
cialiuenle deslinados na lei do ornamento.
Na importancia de 7:50O#, polo decreto n 2 563
de 24 de marco, para pagamento de despezas fei-
las com a inlroducco do dromedarios na provin-
cia do Coar, 3s quaus tamftom uo liuham sido
previstas na lei.
Supplementar.
Naimportancia do 553:980^53. polo decreto.)
n. 2,a80 de 21 do abril, sendo destinado a supprir i
ossoguintes delicils :
De 2:23l853 na verba Conselho do Estado.
. De 30;UM( na verba Presidencias do previ,,- i *e 1UPm "8
O de saslos feilos nara tu "Ugrada
acoiraada uraa das eleice (ava tambera a entra eekao indigilada como le-
gale escoimada dedefellos.
Nessa oc.casiao, e depois do Stlnr o Sr. Leao
velloso, pedio elle n opiniaodo alguns deputa-
dos que liveramoccasiao .:e maniesiar de um la-
do o prazer qt.ie sentan) com a manifestacilo
franca qtte aeabava de fizer S. Kxc. sobre a sua
administradlo, e por oulro lado as difliculdades
em que se achavam n aprociaco das eleicoe
em duplcala, de S. Miguel, a julg.ir pelo qu
voz publica annuucisva acerca do modo porque
em tal objecto havia sido prevenida a mesma
opiniao, esperando que o exame da questao trou-
i,; Htt|palvilre "justado e digno da assem-
IU*l.i.llt.Mmues da Franca, que algunas se-
gua para o distncto de crim'e onde i se arn%%a
A fes^tl^ deU^do^. papi4atfdo mesmo cofiu.
fisle.ao Cdelano da Cunf,a. que para nlli lafc-
Loom tlrni s?guidd\ enV-xitro diligencias do ser-
vico,_o/Hites de saber do atlenlado.
~ (J 9*. ttpillo Bstovao. segundo nos consta
o e Subdclegada>d Caetsno Jos MsrttieTde Let^Tljie a agenda
do delegado fhou enearregtdo de abrir a cares-
pondencia, e providenciar convenientemente, p*r-
taram-se por forma digna de louvor. e as ultimo
pela prompta expedicao da brea ero auxilio do
delegado dere-se a prisao dos criminosos, contra-
es quaes o valentc cabo inveslio com a sua gente-
de bayonetas armadas, o llies iirtimoa a ordem do>
pnsao. qoe de balde Isnlaram resistir: sendo-
lhes enlio tomadas ao Joao Bellas urna espada,
nm jogodopittollas esrtcgsdas o urna faca de-
pona; e a Manoel Moreira, sen cmplice, una
elavirte, tambem enrregad* e umi faca de pona.
Sendo franca a endeia da villa do Cnmisao,
onde o pies Bellas tem innuend, e ammides
alem de dispor de recursos pecuniarios, sabemos
que, 4 requisieo do Se. Dr. chee de palie, o
Exm. presidente da provincia, ai raanda-lo
transferir cora o coreo para as radoias desla ca-
pital, pira o que parte com toda b'revidade urna-
forca com um oilicial, alienta a patente do-
preso a.
PERNAMBUCO.
bla.
Depois d
se retirara
tralou-se familiarmente, c lodos
- mais on menos salisfeilos ; o que
Redramos, porque, provavelmenle alguem hou-
palavras do Sr Leo- Velloso mui-
rn).
III
io a de Monlalvc.no na provinciau de S. V-' 1 '""'in i- K****"1*^ *f ga8l8 eUS para
ro. de Thercsopolis na eslrada de l.ages en.' '^J'*-0!^" e mbl ,a ^^.sos palacios,
rauta Calharina, e doas de nacionaes. sendo S.tS,"*,^ ??*!** 'lUm da Vn. nesia mesma provincia, c ou.ra no ^ X^^^ IS^T ^ "^ ^ -
."' SXltSS^^A^^ > 526:749 Hierba Obras publicas do rmn.i- assis lisongeiro 'dP. p^me^s.Teb^xo
is tsido em .inaamcoio. os iraoattios prepara- cl[)|0 da ^ u da prolcccao e nspiracoes de urna lisa comon ^"S cXgs ^aT pelo governo. | oe^JX^ '\ <> -? '<>! ? ^ &* *4 d%7BSS
n 1'1,-iiiit oAiin para obras
A cessaco do trafego Irouxo urna revolucao do una natureza grandiosa, sem podaren) appli-
eionoinica. cojos effeitos j se tem foito sen-
tir, e vo pesando sobre a populncoo, c s po-
den) ser .-inclinados pela importaran de bracos
livres, que vcnhain rotear a Ierra,' substituidlo
com um irabalho mais intelligcuie, e por eon-
scguinle mais productivo, os bracos que deixa-
mos felizmenle de importar da frica.
um
Nesse empenho ha a vencer grandes difliculda-
des que a experiencia uos lem j revelado ; lia
necessidade de. consderaveis dispendios, qoo j
temos feilo, e do cuja contiiiuac.o nao podemos
anda prescindir.
Mas preciso nao esnuuecer, porque na 80*
lucio deslo problema assenta o porvir do Bra-
sil.
Compenetrado dosis venlade o governo tem se
esforzado por auxiliar e dar a maior auimac.ao
colonisaQo; e se muilo nao tom conseguido por
diversas cinuiuislancias, sao todava para desa-
nimar os resultados oblidos, antes o governo nu-
tre fundada esperanza do quo a emigraco co-
niecada nao tardar a desenvolver-so em grande
escala para o imperio.
Al boje dous sysiemas tcm-se segui lo, co-
mo sabis, na inlroducco do bracos livres :
um leu lo por liui a creacio e desenvolvi-
mento de ncleos coloniacs, e oulro o suppri-
Hi nt.t de br.)cos nos eslabelecimeatos ruraes
existentes.
Qual porm destes sysiemas deve ser preferido
queslo que multo se lem ventilado, O em cuja
'' ^- .''' uo.entru, |torque denenliutii proveilo
actualmente quando ambos se acham enraiza-
dos e acceilos no paiz.
O que a experiencia demonstra que hoje
nao se pode seguir um e abandonar o oulro ;
dahi vera a necessidado em que se lem visto o
se a lia o governo, de auxiliar a ambos e pro-
curar dar-llies desemolviuienlo simultnea-
mente.
Na realisaco do primeiro desses sysiemas ha
porm una questao quo merece allencao : a
da preferencia do lugar em que se devera eslabe-
lecef os mdeos colouiaes.
Al hoje estes ncleos leem sido creados em
terrenos dcvolotos, situados no interior de al-
gomas provincias, langa dos principaes mer-
cados.
A preferencia dada lem seos motivos dejus-
tifii aco, porque em negra o solo all mais fr-
til, o nada tcm-se de despender com a acquisi-
^o "de terrenos.
Mas pare.c-mc que essas la/.es nao sao mais
ponderosas do que <>s inconvenienles que apre-
_ sonta ao colono a distancia dos principaes merca-
dos, e a difficulJade do liausporto que o desani-
ma e faz esmorecer.
EstoU convencido de que a colonisago loria
caniiuhalo mais rpidamente, so os ncleos co-
louiaes fossera oslabelccidos nas proximidades
das grandes povoagoes, onde os colonos achas-
sem mercado provimo para os seus productos, e
mais facilidado de transporto.
Alem d-ssas vsnlageiis offerccidas aos co-
lonos, com a adopQo desle sysiema havia a da
criaco da pequea cultura junio aos gran-
des ceiros do populacao, os quaes podiam
ser por ella abastecidos dos gneros alimenti-
cios.
Nas proximiia les da corle ou de qualqner po-
voacao iinporlanlc, em urna zona donde com fa-
cilidado podesse o colono transportar os seus
productos pilas estradas de (erro ou de rodagem,
ou por vas fluviaes navegaveis, o eslabeleci-
mento de ncleos colouiaes sea de grande pro-
veilo, o offeroceria ptimas coudc.5es de desen-
volvimento.
X nica difliculdade queso podo oppor adop-
cao desle sysiema o grande dispendio corn a
acquisicio dos terrenos necessarios para o esta-
belecimenlo das colonias.
Se allender-se porm s despezas que actual-
mente se fazem com a medico de prazos, aber-
tura de estradas, e ludo quinto preciso para o
comeco de um ncleo em lugares longinquos,
fora das vistas do governo, essa mesma objec-
fo se desvanecer.
E' rainha opinio que se devoro fazer cusaios
desee systema ; e ueste sentido Iralo lia acquisi-
cao de terrenos aprapriados : para tal assuraplo
chamo a vossa allencao.
Os diversos ncleos coloniaes existentes em
algumas provincias vo prosperando, ecomc^am
a attrahir a emigracao espontanea.
Entre eUea avulta o dcS. Leopoldo, na pro-
vincia de S. Pedio: o melhor cxemplo de que
a emigndio, embora ao principio se desenvolva
lentamente, loma grandes proporcoes quando os
ncleos coloniaes leem j cerlas condices do
vida c commodidade.
Esles ncleos situados cm boas Ierras serao
brevemente poderosos centros de allraccSo para
novos emigrantes, c coucorrero para poupar
ao thesouro o dispendio que actualroenle faz com
ama mantenga e desenvolvimento. e para ha-
bilitar o goveruo a crear novos ncleos era cu-
tios pontos.
J na provincia de S. Pedro os colonos teera
remellido grandes sommas para auxiliar a vinda
de novos
car o syrtema de Irabalho quo aprendern! -.
seu paiz.
Estude-se a mancira porque so roinecaram os
osUboJecimentus ruraes que existen) espoliados]
pelas diversas provincias, e ver-se-ha quo o me-'
Uiodo ensinado pela experiencia diverso do J
que se tem procurado plantar, e que s vinga
Cusa de grandes dispendios e sacrificios.
Adianto do proprielario caminhou sempre o
posseiro, quo derribou as maltas primilivas, efe/.!
a primeira cultura.
E podar o colono europeo, ao chesar ao nos-
so paiz, representar o papel o posseiro iudige- '
na? Tal servico nimiamente arduo para o re- ,
cem-chegado, e o deslenla logo cm comeco.
Esta verdade hoje sentida tom aconsdhado ao ;
governo a conveniencia de preparar previamente
o terreno dos ncleos creados no interior de al- i
gumas provincias.
Nesles trahalhos preparatorios vao-se unpor-j
| tantos sommas, que sao indispensaveis, so a co- ',
lonisacao dos grandes ncleos continuar a ser'.
encaminhada para os serles.
Adoptado o sysiema de pa cea, que nao ex-
cluo, nem leve excluir, a creadlo des mdeos, o,
colono, no (Ira do sen engsjmiientn, j nclimada
o alfeilo ao Scrvigo de nossa lavoura, e com um '
peculio formado pelas nas economa?, podera ',
crear seu ostabelocimeuto do territorio que, co-
mo orcniio do sen Qjigajamente elmente com-'
prido, Ihe coubei no ncleo proferido por elle
Podem-se opndr ohjecges ao sysiema de pa-j
recra assim concebido, por nao li\i- colino.3
o obrigir os propriclarios a mudar peV iiamen*/i
le de trabalhadoros, quo so aoscnlaro lindo o*""Y
seo contralo.
(.loando isto procedesse, e nao se podessem
contar com o id ngaj irncnlo dos colonos, o l'a-
z'ndo.irotinba o meio de obviar semelhanle in-
conveniente, engajando os Irabalhailores em po-
cas diversas do molo que os contratos nao liu-
dasseo ao nwsino lempo, e so rclirassem os co-
lonos gradualmente, dan.lo-Ihe espago para sua
substituigo.
systema do parceria, quo o meio do que
pode-se com melhor vanlagem laucar mo para
sustentar us estabetecimeulos existentes, nao po-
dera, porm. rehabilitar-se, sotn qoe so provi-
dencie no sentido de Jar melliores garantas, as-
sim aos fazendeiros, como nos colonos.
A croaco de urna jnrisdicco especial e priva-
tiva, para julgar as quust^s que se suscitaren]
entre os proprietarios e os colonos, nina medi-
da indispeiioavei para evitar as delougas nos plei-
tos em que sao partos uus e oulros
que ellas suggerem.
A coucessao de ureinios aos colonos que cum-
prirera lidmenlo o seu contrato ; a de moluores
vautagens aos i|ue se reeugajarew ; a iuclusao em
tolos os contratos de paera, do clausulas es-
senciaes que deeni ao colono proveaos, cortos,
sao tambera providencias quo muilo eoiicorrero
para rehabilitara parceria, a qual ja produzio lio
bous resultados no paiz.
Com oslas medidas, e com a boa execucao do
regulamenlo do primeiro de niaio de 1858, CXpe-
mjo futuro se espeta quo soja mais ou menos
rospero, merecem especial uiengao as de I)
rancisco, Santa Mario da Soledade, Pe 1ro II,
ucury e Ro-Novo, cstabelecidas : n 1.a na
rovincia de Sania Calharina, a 2." m ilc S.
edro, a 3." e 4." na do Minas, e a 5.a na do
spirito-Sanlo.
U primeiro dcsles ncleos o mais impor-
inte ; em sua populago, que se elova a 2: 75
| essoos, contaro-se 533 ualuralisadas. A maior
arto dosles colonos oceupa-so cora trahalhos
avoura ; 691 einprega-se em servicos in- |
uslriaes, e 200. pouco mais ou menos, sao
irnaleiros.
Secundo as iuformac.es recchidas, progridem
obras da eslrada que segu dessa colonia pela
rra com direcgo provincia do Paran, as!
uaes leem sido feilas com perfeieo, bem como j
5 domis servicos relativos a "outras vas de
bmmuuicogo.
O governo celehrou om julho do anno passado '
contracto com o procurador da Sodelaie
Clolonisadora do Ilainburgo, o qual cancorrer
ara inaiiler-se a eslabilidade desla colonia, ei
} irantir o seu futuro.
Na de Nossa Senhora da Soledade a empresa
oiitravel, SiUeiro i C. lem j inlroduzidol
,512 colonos, tiuinero excedente ao contrallado.
ua populacao etroctiva porm actualmente de
,310, compondo 27G familias, por se terem ro-
rado os que desojaran! ir reunr-se a seus pa-
nnos, existentes em oulros ncleos.
Apezar do pouco lempo de sua [undago defl-
i itiva, nota so ueste est-ibclecimeuto bastante
I rogresso nos trabalhos de lavoura.
A colonia Pedro II, pertenceiile companhia
niao e Industria, pouco augmento leve em seu
[essoal ; consta todava quo vai bem, e salis-
f dorio seu estado sanitario. Possue urna popu-
co de 1,191, colonos, pela [maior parle calho-
cos.
A empresa do Mucury apenas inlroduzio no
vfillo desle nomo 22 colonos durante o anno de
^59, os quaes, com os importados nos dous an-
os anteriores, profazem um total de 1,237; fal-
l 1,763 para completar o numero estipulado
o seu contracto.
0 respectivo director requoreu facullade para
iiporTar 1,000 colonos dentro do prazo de dous
J Ihe disse que o Jornal de Macti vio a luz
no da Io deslo raez, A ^parecen com
Jequi, entrando mais um nomo de
urgentes j tomecadas, mas tambera pela iude- Pcssoa a quem parece que d
duidvel necessidade de seren feilas as seguidles: ter 1U e Sr* '-uiz f^orre
RVIStA DIARIA.
Hoje lem tugar, na secretaria da directora'
geral da inslruceo publica o proresso da hnbili-
tncao dos oppositoresa cadeira vaga da lingua
franceza do Gymnasio provincial.
Para fnzer parle da commissao de axnme. que
deve apreciar as provas, foram Horneados os S,s.
LuizAmavel Doubonreq e dr.Jos Soares de Azeve-
do, professor do referido Gymnnsro, que pedin-
do dispensa, fot substituido pelo Sr. dr. Candido
Jos Casado Lima, profossor da mesma lingua do
collegio das arles.
Pela directorio interina da facilidad* do
direiio foi declarada posta em concurso a raHei-
r de ingles, do curso de preparatorios da mesma
faculdade, que vngou por fallecimcnlo do res-
pectivo lente.
praso assignado
de Atalaia. ...anuo mais um nomo de u praso assignado patata mscripcSo dos c
|ue desejam compromet- didatos de qualro niezes, devemlo esles prc-
ea de Menezes.'que ap- viamente jusiilicarem perante a directora a mu.
tara soguranca do aquedutto geral da Carioca, P"ere assignado na lista Ja liga. |i,|,,de do cidado brasileo maioiidauV lesa
8 em geral para se nielhorar o dar mais oxlen- i Uisserara logo no principio que respeilariam as capaci Jade pronsslonal e morali lade *
sao ao encanauent das aguas do rio Muracana I Pessoas dolado Opposlo, que empregariara toda Parece-nos que seria conveniente que n iUu-
e oulros, com as quaos ibasieci la a maior par-1 a "'"deracao, e atlences para com essas pes- minaeo publici so ex^endesso at a' ra de Joao
.-. par
le da cidade e sena suburbios.
Pora o levntamelo do parapeito do caes da
Gloria, e reveslimenio do caularia na parle ex-
terior do mesmo caes. (Eslas obras, nao se in-
cluirn) no contrato celebrado com o respectivo
empresario.]
Todos os credilos referidos setao sujeitos
vossa approvago, acoinpnnhados do minuciosa
expusico dos motivos quo os juslilicam.
inguagem e jiroceder futuro o Fernandes Vieira
ento sera julgado o la^,
soas e que a sua
provaria, c que
Jornal.
l-'.m breve, logo no numero, seuao estou em
erro, foram desabridamente ao Dr. Jacintho de
Mondonga, considerando-j 0 autor vineaii*o e
rancocoso que avassatari a sssmbta paro que
asta procedesse de accordd com a sua vontade c
annullasse a eleigo legal, na sua phrase, do cir-
culo do S. Migiel, porque fra ello quem aconsc-
Ihara ao tciioiite-coronel Vceato paia fazer a du-
plcala.
_ N5o sendo para salisaze-los semelhanle aggrcs-
sao tSo ostensiva, a que hingnora jufgou a propo-
pre prompto para'presiar-vos'quaesquer escar'c- s.'' jeapondpr, entendern dever aggredir ain-
ciuiculos sobre us negocios perlencenles ao mi- "nl n'0''" JBUfiramana inslito, a oulro
Por falla de informacoes, que exigi, dcxa de
ser esta exposico mais miiiociosa, como dse-
jara, acerca do alguns assuniptos. Estar! sem-
membro da assembla, o director litara, do quem
, disseran, com a maior-sem cerimoliia, que fe-
ria do seu emprego um manejo poltico a desa-
bafo a seus caprichos Ale morrer o Tempo,
nunca havam chegado a dizer isto daquelle di- coinrceile por conseguiule
nislerio a meu cargo,
lto de Janeiro, \ de ruaio do 1860.
Joao de Almeida Pereira Filho.
COIUIESPONDENUA DO DIAUIO DE PER-
NAMBUCO.
ALAGOAS.
Macei, 12 de juuho de 1800.
I
A noticia que mais oceupa presentemente as
altencoes aqui, sendo ainda hoje o objeclo dos
salees a da unprtusa, o parecer da commissao
de consliluigo e poderes sobr
nal do 4. circulo oleitoral d
Migue..
Antes de infornid-lo desla occurrcncia, permit- H"6^0.'" un_' ura Viv. que Ihe diga algumas patarras leden-
les a pd-lo ao (acto das precedencias; islo do ,
que so den al a org.iuisago do corpo legislativo i
provincial quo actualmenlo (uneciona.
Na forma do rug ment era o dio 31 de maio o
designado |iara se rounireo os membros eleilos
pois que escura como ella
existe, presta-se a emboscadas mui facis e a
ataques seguranca individual e mesmo a pro-
l riedade.
& preciso concluir-so a domolico do outao
dessa casa da ra da C6a-Esperanca ; aqual dcs-
ahou ha algum lfm|>o.
E' esta urna medida preventiva, para preca-
ver_ alg'im smistro ; pois que Ircendo aquello,
oul.io prximo s domis cas.n, e cm lagar do
passagens, pode muto bem ser que, n'om des-
monoramento momentneo e inesperado, apanhe
nquem pnsse.
Os candidatos so magisterio primario, que
submelteram-se ao processo da respectiva ialu-
litacao, nao foram julgados aptos para o con-
curso, a vista da provas dadas.
r.nmmnniram-iios que no becco d->s Acnu-
guinhos existe uma taberna, cojo dono possue
um cao, que sendo bravio e vivende solio, ac-
rector, como empregado publico !
Tem, pois, o Jornal de Maeei 12 das de vi-
da ; e eis-aqoi os seus arruubos Poder islo
servir ao menos de uma pequea respostt a esses
senhores que tem escriplo arligos publica los no
seu Diario em com mullicados, elogiando aos
cheles dos lempislas o a toda a sua seila ?
achanto ellos em regra melicosa e dulsiflcanle
re a eleicao provhi- essas P'imoiras impresscs de amenidade e docili- N'eate est
esta provincia,S. !,lilJe fol'l'ca. para quem promeltc nina vida no- ; ponsavel p
va, de amorosos e dulcissimos amplexos Nao que se nao
e nomearem a mesa pro-
e as queixas
dido para proteger o colono no seu trajelo da c a commissao s mencionadas colonias quo? re-
I- ir,-ii i .nt-'i ,\ i. ....-,-i .'. Jh ama. _.^ J_____.-_.! i *
Europa para o imperio, decror que dcsappare-
gam as nrevengasde alguns goveruos acerca da
eiqisracao para o Brasil.
Ainda bastante elevado o prego de trans-
porto dos colonos importados quer por conta do
governo, quer dos particulares ; nunca so pode
anuos, o cun as nicsmas vantagens an orior-
lenli' concedidas, allegando para isso as ( intra-
tadla soll'ridas pola companhia ; mas n io oh-
:f- defemcntofavoravel, por oslar o governo
solv ido a empn-gar nos ncleos j creados, c
os que houver de crear por conta do oslado, os
i icios do qoo poder dispr para mantc-los e
ti esenvolve-loo,
A empresa colonial do Ro-Novo tem lutado
un dilficuldados ; e o governo, vista da ex-
osic.ao que deilas fez o seu director, conceden-
lo varios auxilios, celebrando um novo con-
tracto.
Pendem ainda de deciso do governo, a espera
e iufoi macos, uulras represenlacOcs de mesma
mpresa.
No rt la torio annexo adiareis as condices com
qjue, por um coulraclo, se pz lerrao As questdes
endentes a respeito do estabeleciinenlo colonial
ole Iancilvania, nargem do Rio-Doce. Esse
Diitracto sei submelttdo vossa appravacjio.
Resta-me fallar das colonias particulares, quo
nlao receban] auxilios do governo.
Na provincia do S. Pedro continuara a pros-
perar as do Honda-Novo, Conventos, e Estrella,
populacao da primeira de 512 nacionaes c
)3 est- -ngeiros ; na segunda ha 76 daquellcs e
12 dcsles ; a lerccira conta 192 habitantes, dos
fuaes apenas 20 sao eslraugeiaoe.
Tendo apparecida ainda queixas rdativameiile
algumas colonias eslahelccidas ctu S Paulo, o
overuo, alim de informar so da verdade dos
da assembla provincia
visoria.
Comparecern) pois 16 depulados dos mais cir-
cuios 0 4 duplicados do S. Miguel.
Foram nonioaJos por acclamaco, presidente,
o commendador Jacintho do Meudoiica, o secre-
tarios, o Dr. 1\ J. Mena o Dr. Ma'rianno J. da
Silva.
Corren lodo o mais processo regularmente -il
a inslallacao da assembla, nao tendo podido a
commissao de poderes interina dar parecer deli-
niiivo sobre a eleigo S. Miguelor havor pe-
dido as actas o documentos que houves.se a res-
peito.
A 3 do correle levo logar a inslallacao com
todas as formalidades do esiylo, havendo presen-
tes 20 membros, excluidos j entao os da dupl-
cala.
S. Evo. o Sr. l.eao Vollozo leu o sen reiatorio,
em que fez aubresahir sua r-iodico, e den prava
de quo o lempo de 33 das passados, apenas, na
administradlo Inviaui sido principalmente eui-
pregados no estmlo do conhechnonto e necessida-
des da provincia.
O acto foi hrilhanlemenle concn ido, e to-
das a3 gt lenas se acharara lilleralmenle oceupa-
das.
a todos que all pas-
sam ; o que anda deu-se no sahhado passado
para com urna urna manea, aqual deixou por
Ierra, e quasi qoe dilacera leda.
Era fle suppor que depois desle fado, fosse o
canzarrao amarrado; mas assim nao entended
o respectiva dono, que deixou-o no mesmo es-
lado de liberdade para morder aquem ndoca-
hir-lhe em graea,
stndo importa,que se faca esse dono res-
pelos dainos causados pelo sen cao ;
"io deve consentir, alin dislo, continuar
a prejudicar aos passam, quer mordendo, quer
complacencia e respeitosa delicadeza no dando paitadas nelles.
tratanienlo de seus adversarios polticos ? Talvcz Ilontem, parante a junta da fazenda pte
parees... vinrial leve lugar a rrantataco do imposto do
Por esta vez, nosso dever manifeslarmos o 20ior 0/0 de agurdente da prodorce brasilei-
nosso sentlmenlo de rtgosijoem presenca do 1 ravfiie for consumida na praneia, des monici-
iiumero da Aurora Alagoaaa, que surgi na lio- pi"sd'e Olinda, Goianna. Nasarelh, Pao d'Alho,
nsonle da imprensa, 18o elevada o sobrancelrasI Cabo, S. Aniso, Rio Formlo e Serinliem
miserias e peccados do mundo actual. e do imposto de 2;500 do gado vaceum consu-
I'elicilamos a esses jovens patricios lao cheios mido nos municipios do Brejo, Bonito e de vida e de esperancas, lioInleressados no bam Para a arrematacio deste ultimo imposto des-
de san paiz o lao dignos de conaiderago j por 'e municipio nao pparecan lidiante algum.
la.ento Iliterario, toalhe:os do sentir desle raon-'
binada
do real o lao puros ainda uessas UbacOOS placi-
das da scicncii no gabinete.
Combaten* rao vigorosa o absatotaameute
toda a actnalidade, que parece poderem dar-nos
um fotura prximo cora o renascimenlo da moral
a mais pura o saa, qoe seria cortamente0 quan-
tum satis de todas as aspiraces dos pavos do
O m.islro da lorre do collegio, que serve
de leh'grapho, parti honleni pelas 2 1|2 horas
da lardo no lugar em quo divido pelo oulro
horisnnlal, que indica as posiges de N. e S.
Apezar da patts quebrada ter cabido pelo lar-
go, todava nao offendea a ninguem felizmenle.
---- CONSIUO DE TABACO" NO MUNDO INTEIRO.
Eisaqu algumas particularidades a respeito do
mundo. Ah! quem nos dora urna idade de ouro, consumo do Tabaco no mundo.
quai Ugura a Aurora de ver surgir om nosso ho-
lisonte.
O co core t.io puros desajos : oque possam
ellos, quan io envolvidos pessoatmonle noste tor-
velinho das paixes c dos interesso?, achar o lio
de Ariadna, que Ihes indique o verdadeiro cami-
nho de sal- aco, qoo a nos, que vivemos envol-
tos nestes mivcns de Juuq e Astra, nao dado
descobrir pir modo algum. Deus abenrAe os
seus esforcos, para que desapparega o mal da
actnalidade.
A provincia Qca em paz : mas comecam asan-
tinas e as fe brea de
A Inglaterra consumo animalmente perto do
15 milhoes d" kilogrammas de tabaco, sem prc-
juizode qunntidades ronsideraveis, que o con-
trabando inlroduz no sais. Ha dez anuos, o
consumo inglez augmenlou uma quarla parte.
Ili em Londres 125 commissarios, especial-
mente encarrejradosda venda do tabaco, !)0 ra-
hricanles e 1,569 lojas dedicadas venda por
miada. As difiranles partes desta fabricaco
oceupam 7:880 operarios, e em todo o reino-
unido nao ha menos de 252,018 lojas de venda
publica de tabaco.
Ka cantinea!*, o consumo a as despezas, quo
e as le brea de mo carcter, alem di
-Pinda a leilura do reiatorio o concluido o core- p)"nyica pulmonar.de que fallece o cofre prorin- Iba sao inherentes lera lomado proporges vnr-
moiiial do estylo, proredeo-se a eleicao da me- cla da leir.unenie gigantescas, Em Tranca fuma-so
sa, o foram reelelos o presiilenlo e o"s dous se- Wimaa | "iais_do que em Inglaterra, se se aendor pro-
cretarios, sendo eloito vice-presidenle o director
J. C. S. Tiira -
A commissao efTecliva de consliluicio o pode-
res, constante dos depulados coronel Theotonio,
Dr. Meira e Tiira, depois de procedemos Iraha-
; Ihos des muitos papis quo Iho foram prsenles
icios, mandn proceder a exanies por um com-|sobre oM,;t )o' lVJ J^ito d(J a^ggi
apresenlou seu parecer na sosso de 8 do cor-
iissatto seu, o qual apresenlou as iniorraaces
i. umstaiiciadis, constantes de seus relalorios
inlos ao daropartic.io geral.
Espera o governo como resollado oVssa s
lovidas algumas das causas que ainda leem ali-
lentado lao desagradavel oslado de cousas, ces-
n esto em pouco lempo.
Colonias militares.
Muitas vantagens poden resultar destes estas
obler por menos do 7268 a passagom de um bdecimentos, quando bem dirigidos, o conve-
colono, excepto de porluguozes viudos das ilhas,; rientemento auxiliados pelo governo.
Com o tim de proteger a pop '
;ado cora passagens na razo de
S em vigor um contracto que
a casa de-'Sieinian, do An-
alta se coinprohiolluu a trans-
que leem ch
53f820.
Acliialmenle esl
fez o governo com
lucrpia, pelo qual e
portar mil colonos dentro de um auno, rece-
bendo a subvenco do 100 francos por colono.
A iuaufiioiencia desla subvengo para o trans-
porte de colonos de Antuerpia "para o Brasil re-
vela que nao pequea parlo das passagens j
paga pelos proprios emigrantes ; o que musir
tendencia favoravel da emigraco para o Brasil.
O numero total dos emigrantes cnlrados no
Jrasil durante o anno passado eleva-se u 19:695,
sendo
Portugiiezes.............. 9:3 2
Allcrrtes.................. 3:1*5
Do oulras nacionalidades.. 7:188
O governo considerou cadoca a autorisaco
quo Ihe concedestes pelo decreto n. 885 d 4
de oulubro de 1856, c nao lem delta feilo uso
seno para sustentar os servigos creados era vir-
tude da mesma autorisaco.
Comprehendeis necessidade do promover a
emigraco na mais larga escala para o Brasil ;
sement que, bem cuidada, dar proveilosos
[rucios, e cujo abandono pode irazer grandes
inconvenientes.
De vossa illustragao esporo as medidas que
julgardes mais acertadas, alim de solver esla
queslo que enleoJe com o futuro do paiz.
Colonias.
Apenas faria algumas considerages a respeito
das colonias que pela sua importancia o cres-
acao de certas
1 icalidades do interior contra as correras dos
ijidos selvagens, e facilitar as edmmunicaces
e o enoimercio, teem sido creadas estas colonias;
nas poden) taca, eslabelecimenlns prestar ainda
(ulro servico importante : o auxiliar os ncleos
(oloniaes civis que se fundaren em suas vist-
i haneas,
Noste intuito mandn o governo medir trras
(cvolulas nas proximidades da colonia Leopol-
iua em Alagas; e autorisou o presidente da
I rovincia do Espirito-Santo a crear uma colonia
(e nacionaes no Guando, junio ao porto do
rente.
O parecer foi extenso c mui largamente funda-
mentado, coiidoiiido pela nullidade de ambas as
ejegoes, pela imposshilidade, disse a commis-
sao, do veriflear-se a denudado e legitimd.ide
do lodosos eleilores que liguraraui em ambas as
eleicoes.
Foi nesse dia 8 discutido o apprnvado o pare-
cer, fallando em opposico manifesla o Dr. Es-
pindola, somonte, leudo o depulado Lucio Soa-
res se oceupado de divergir de algumas das ra-
zos expostas no parecer, comquanto concordasse
com a sua concluan.
Est o parecer publicado no Diario das Ala-
gos de 11 do crranlo : parecendo que nao seria
sem ulerease para o publico o os Alagoanos ahi
resilientes, que fosse lido nas paginas do Diario
de Pernambueo.
Como sena para prever, o lado adverso ou os
liberaes vermelhos d'aqoi receberam esse alvilre
da commissao e da assembla como uma ferida
aos S"us direilos, e clamam cora todas as forcas
contra semelhanle resultado ; prometiendo em o
I seu novo Tempo, que com a denominaco mais
Dl&RKh DE PERNAMBUCO
Os jomaos do que foi portador o Tijne, penas
adiantam um dia do Rio de Janeiro.
Nada do nolavel occorreu na capital do impe-
rio, depois da sahida do Cruzeiro do Snt.
liahia.l'ar portarla dn presidencia foi proro-
gada al 30 do correte a assembla provincial.
I.C--SO no Jornal da Tarde :
Feira de Sanl'Anna.Tem havido preces e
procissoes ad pelendam plnram ; a imagem do
Sr. dos I\tsos foi levada da matriz para S. Jos
(2 leguas disianti'
vin lo de l do N. S da So-
: no sabhade ultimo fez-so a respectiva annual em 18:7179000 kilogrammas.
porco da populacao.
Itambureu queima .10:000 charutos por dia, o
sua populacao nao excede de 150.' 00 habitantes ;
10,000 pessoas, mulhores e rapazes estn pela
maior parle empreados nesto fabrico, qoe pro-
no/, tnnualmente 150 milhoes de charutos, Km
Dinamarca o consumo annual sobre a enorme
proporco de dous kilogrammas por pessoa sobre
toda a populacao; o na Blgica ella ainda
maior, excede dous kilogrammas. Na America,
linalmente, calcula-so que todos que fazem uso
do tabaco consumera annualmentc 20 milhoes
de lorela las de tabaco, isto lanto como 10
milhoes de inglezes consoniem de pao.
Passando agora a examinar a praducio do ta-
baco no imperio turro, calcula-se a sua co'heila
A quali-
troca. dade do produelo da rolheila na Turqua lao
o Ao amanhecer do dia 2 do Crrente, erigi- ; diversa, como differenles sao seus dsticos ; eila
se na prsca publica o estandarte nacional, pre-1 varia principalmeute conforme as provincias, em
que a planta cresce.
cursor dos feslejos, que all se fazem ao memo
ravel dia 2 de julho. A msica do batalho na-
cional tocou o hymno e diversas peras de msi-
ca : houvo multa concurrencia de povo, e dizern-
nos que o festejo nesto anno esl com bstanle
influencia.
Os principaes lugares de produr-cao sao a Ma-
cedonia. a Thulia, e a parle septentrional da
AnatoHa. As visinhangas de Karissa e Armyra,
na Tliessalia, produzem perto de 2 milhoes o
meio de kilogrammas de tabaco. Desta qnanli-
Nesles ltimos das lera chovdo bastante Idade urna lerca parte consumida no paiz. O-
Ura fado horroroso acaba de ter lugar na resto pSssa pelo porto de Vol, rcmetlc-se para
freguezia de Monte-Alegre do termo do Camisao. \ a Grecia e dalli su espalha para o resto dn Knro-
No dia 20 do mez passado o tenenle-coronel! p. A Macedonia produz annualmente4 milhoes
da guarda nacional daquella villa, Anlonio Joo de kilogrammas de tabaco. 1.200 milhoes sao
Bellas, prendeu sua ordera o guarda nacional expedidas para a Europa, o resto consumido
novos emigrantes ; e da colonia de D.F.ran- cento prosperidade merecera particular raengao.
cisca, na provincia do Santa Calharina, iguaes' O reiatorio annexo contera minuciosos esclare-
reniessa.s so tem feito, posto que era menor pro- cimenlos c informagoes sobre'eslo assumpto.
porgao. As colonias do governo que se acham neslas
Cabe aqu observar que a nspecgSo dos nu-^ircumstancios sflo as de S. Leopoldo, Sanio
a inspeegao dos n-
cleos coloniaes eslabeleeidos pelo governo, e o
teslemunho de pessoas Ilustradas que os leem
visitado, abonam o seu estado prospero e asse-
guram o seu desenvolvimento.
Continuaran) os estabelacimentos ruraes exis-
leaie* a ser auxiliados polo governo na forma do
t"e0dlsPo o regubimento de 18 de novembro de
1858.
O auxilio que em virlude daquelle regula-
Cruz, e Nova Petropolis na provincia de S. Pe-
dro, do Sata^Iaabel e Blumenau na de Santa
Calharina, e de Santa Isabel o de Santa Leo-
poldina na do Espirito-Santo.
A primeira, quo a mais nriga e fiortscen-
le, offerece um exemplo poderoso da vjnla-
gens que raaultam da formagao de grandes cen-
tros coloniaes, quando sSo convenientemente
fundados, visto aer pora lies que naturalmente
i os nacionaes.
Algunas colonias militares leem sido creadas
f ra dalis oais recentes. As principaes sao : dos
Inorados, Avanhandava, e Itapra.
No reiatorio annexo se acham minuciosas in-
firmadles sobre este assumpio.
Catecluse e cioilisaco dos indgenas.
A filfa de'missionarios contina a ser um dos
tiaiores erabaragos que se oppoein catechese ;
c que de deplorar exiaiindo anda hordas nu-
norosas de indios errantes, algumas das quaes
0 ostram disposges pera receberera os benefi-
c os da civilisago.
O governo applica para esle flm os limitados
r"cursos de quo pode riispdr, e nao lem cessado
3 chamar especialmente para este obeclo a at-
t Tico dos presidentes das provincias.
Tem progredido o aldeamentodeS. Jeronymo,
i ven consiguido lomar e quebrar o estoque.
14 Assim se conservava o infeliz guarda desde
Fosse quo o presidente da provincia quizesse ; 20 at 26, em cujo inlervailo peitou Joo Bellas
com franqueza fazer ao corpo legislativo da pro- diversos individuos, que se recusaran) para o ina-
yincia uma franca e sincera raanii'estagao de suas! lar quando pelas 9 para s 10 horas da noite
ideas administrativas, promovendo assim o accor- desse ullimo dia foi elle mesmo ao carcere pri-
do entro os dous poderes, fosse porque emendes
so que eslava no interesso publico enunciara ma-
ncira porque entenda que dovia ser resol vida a
questao de mais palpitante interesso da occa-
siao ; o corlo que o Sr. Leo Vellozo convocou
por carta oflici.il a todos os depulados provin-
ciaes para orna reuniao era palacio pelas 7 horas
da noite de 2 do corrente.
Effeclivamenle, romparecendo todos, dirigio-
Ihes S. Exc. a palavm, declarando que pretenda
manifeslar-se perante a represenlaro provincial,
para que fosse conhecfda qual a marcha que de-
va ter a sua administrarn ; e declarou que de
collocado uma
para o viga -
c-eadona fazenda do mesmo nome, da qual o ba-1 modo algum pretenda, nem viera fazer desloc3-
rio de Antonina fez cesso ao governo imperia
Para evitar a repeticao de hostilidades ntreos
i dios dos aldeamenlos de Nonohay na provincia
d ; S Pedro, e de Palmas na do Paran, ippro-
v tu o governo a resolugao, lomada pelo presi-
d rale desla, de/emover os ltimos para os coen-
p >s do Chng.
ges na provincia, e menos derrocar partidos po-
lticos, como se dissera ; que abracava lodo us
mcrecimenlos, sera que de modo algum estives-
se disposio a satisfazer as.exigencia Ilegitimas
de algum partido, e quo nem estas p.ram as vistas
do governo imperial; que reconliecia na meioria
da assembla a maioria da provincia, e deiejava
vado de sua victima, onde havia
guarda romposla de doas pragas
rem, e .icompanhado do faccinoroso Manoel Mo-
reira, olirsffl sobre a victima indefeza, que espi-
ro,! immedialumenle no mesmo lugar onda se
achara deitado preso ao tronco I
03 dous guardas horrorisados" bradam por
soccorro ao infeliz e a estas vozes Joo Bellas or-
dena oo seu cmplice qna alire sobre laes ho-
mens, que felizmente escaparan) por haverera
desapparecido. Consummado o atroz e brbaro
delicio s duas feras percorrem as ras da re-
guezio, dando tiros e procurando saciara sede d9
sangue em novas victimas, que haviara j fgido
espavoridas.
Estes doas criminosos com bastantes anmaes
para mudas tinham fgido, quando a ires leguas
de distancia daquella freguezia de Monte-Alegre,
e era direceo para a Feira de Sanl'Anna ou ci-
dade da Ca'choeira, foram capturados era caroi-
nho, no da 31, pelo corajoso cabo do corpo pe-
fui do 303,808, pouco mais ou menos 3 por cenlo.
O numero dos chefes ou principaes indgenas -
106,105, e o dos sacordoles indgenas de 56.093.
A populacao das oulras possessoes hollandezas-
qo archipelago orienlal de 5:477,540, o que da-
ura total geral de mais do 17 milhoes de habi-
tantes, que vivem sob as luis e o pavilho da
Bllanos.
Estatistica.Diz o ancet, jornal inglez,
que, no primeiro de Janeiro de 1860, havia na*
diversas casas de alienados na Gran Brelanha
36,ll9loucos, enlre os quaes contam-se 682 cri-
minosos. E neste numero nao sao incluidos o
doudos, que vivera em suas casas e tratados por
suas familias.
Passageiros di vapor inglez Tyna, sabido-
para Soulhampihon e pollos intermedios :
Joao Francisco de Carvalho Jnior, Joaquina
Luiz Vieira, sua mulher, 5 filhos menores e 2.
criados. John Waigt, Manoel Jos Rodrigues Pe-
reira, Manoel Jos Dantas Jnior, Philippa Frilb
Needham, Jos da Konseca Mariz, Genge Nielas
Ida Amada, William Banco Greenttel, Eduardo
Candido de Oliveir, bario de Jaragui, D. Mara
do Carmo Mendonga, Anlonio Cardoso Sobral, 1
pelo liberto, Jos Albino Pereira de Parias, i.
Jueell, D. Jean.
I


M iTHiOtiUI PUBLICO :
Mataram-so. no dia'H do corrento para o'Con-
suraoestaoidadfi 70 r*tes.
MOUTALIPADE pODI,14 DO COBnKSTB :
i&aswoff 5 ios. -a*.-. > i ]
. orancajfc asiiiTrjL e*ephllc. I f%
Joatina. br3nA,^Mfc*1Pl< aliguet, sem
Julio, branc
Joanrt
Seohorinha Angela Peroira Marques, branca' syl-J c. m systema que o publico Valia pela' pri*
uj.iio o medico humanitario, que nao encara a le; xa bombas, i urM eiul.. Q cota
scimeis medir como um aViSravel mercenario de ftrro, 25 barcis oleo mineral *l barrasde
o* importar, a* a ltumanid.de utelhoro as ierre, 2 feiches machado, 42ffis 2Tec2
conloes sanitarias, se o svslema que segu. I obra ; de ferr ; aJ. H Harria.
"iJSS.S?1 "ypoiheses a reafrtflo de s.ias tjaeses. 1 esto
.iWAIWO'DE'mjfAMTOB&.-i- SEaTa reH&ANftrftETOMiPtfe'|60.
?**!
,co
M**e. pois ulor do tracto e pblica-
eWepi,iipaa4lareiiffperanlo o pobli-
lica
leira, 17 annos, plilhisica.
Joaquim Moreno da Costa, pardo, casado, 35 an-
no, efisipella,
Ianoel,fcra Ignacio, preto, escravo, soltciro, 38 annos", ane- !'
mia.
triza. bNHcklJn Hospital db caiudaor. ExisU?m Qi ho-
mens e 51 mulheres, naciovaoa; fji horneas esv
Na lotalidade.Josdoentescxislem 39 alienados
-sendo 31 m.iltK+ei e 8 horaens.
Forain visitadas ,* enfermara pelo cirurgioo
Pinto Ss7horase55 minutos da raanhaa, pe-
lo l)r. Dornellas, s 8 horas- e 5 minutos da
manhaa.epelo Dr. "Firmo, Ss 5 1i2 horas da
de huiilun.
Aperar da Gazela Medica de Lisboa, apezar da
Asocirho medica do Inglaterra, o enfermo que
arliar tn hrtcneapnibja o nlivio sua enermida-
',-IJa d* ritSdo autor do extraa de toaos os
ciftihsWJfcs."
Carneiro Leo.
- \ n :, y, ii'. _*m
PitblipQoes a pedido.
ard
Coman meados
A colera divina so aplacen,
ea pomba Irouxe para a ar-
ca santa o symbolo da paz, a
liomoopathia !
(O medico JooVicenle Hartins)
Vetramos mnio orcupados; a epidemia rei-
Jiante nao nos permillia remanso ; o enfermo no
leilo ra dor atirahis toda a nossa nlleucao;
loando, por acaso, lenios no Liberal n 99, de
II de nnio, sob a cpigraphe Variedadesmn
atluu, dizeudo-se; extracto da Gazela Medica
de Lisboa.
Esie artiga na la miis PJa do que urna dialribe
contra a liomeopnthia. Sua leilura, i>er tanto,
nao noscausou aenae o senlimento do desprezo!
Pensarnos e parece com razao, que nao mere-
ca respoot mu artigo, em que nao s.; iralava de
rotular um systoma, qual o homeop'a'iuiro, como
dore refutar ludo oque scienlilico; mais
nicamente embair novo e iudir os incautos.
Pensamos tambera c parece com razao. que tai
artigo nao poda ser escripia por um homem.
que merecesse o litlo de medico; porque um
medico um homem de seiemia e de verdade ;
pode errar, eru umitas tezes mas cala con-
vicio, tem boa f, e nao quer engaar.
Pensamos lambern, liiialmeiile, que semelhan-
te artigo nao poda ser exlrahido fielmente da
Careta Medica de Lisboa, e mfhosanda qae fos-
ee evaeto o que nesse extracto se attribue As-
soi iacao Medica de Inglaterra.
K nesse pensa.mento fo fcil lembrarm-nos
<)o ar.tigo preceilo cum brulis non esl luc-
a nd u ni.
Mas o autor do evtracto nao firou contente rom
a sua primeira pii|itc.aco ; e eis que a repele no
i)tariode Vernnmbuco de 12 do crrente.
Admiramos a audacia c mais muda a impu-
dencia Agrira mosino, qnando a experiencia
nos est mostrando, que as victimas da epide-
mia reinante tratadas liouieiipalliicainenle por
medicas competentes, lem lodas escapado mor-
te; que mullas, 4 principio tratadas allopathi-
camente, e cuja cura era problemtica, u-ndo re-
corrido a hemoopalhia, salvaram-se do comit-
rio, e que s nao podoram escapar aquelles que ,
a ailojjitihia jliavia arrasta lo bordado lumu- Henriijuea,
lo ; agora mesmti, que um dscolo pretende,
prol da humaiiidade (j se sabe) desacreditar um
SYsU-ma, que finando nao seja perfilo tem urna
Buperiaiidade iuconieslavel comparado com os
outros, porque, qnando dio cura, cerlamenle,
nao riiartyiisa, nao mala.
Nao pedemos, portante, conservarme -nos mu-
dos lellares de mu tal extracto ; nossa conscien-
cia nao nos permita o silencio, e, pondo do par-
te a Gazela Medica de Lisboa e a Associarao us ',
Mdicos Ingleses, que alias respeilamos. per- despacho, mandar passnr a cerlidao pedida,
ni uta o autor do extracto que facimos urna suc- M-
cuija aualyse sua publicacao. Como requer. Onda, 7 de maio do 1837.Dr.
^ Nao trataremos da curia descripcao preaiuhu- Alvi,|1,,s Inglez.
lardo exlracto; vamos as quao conclusoes
maguas com que ello termina.
O svslema homeopalliico nao lem rerda-
. n. ni resultados na pratica. K
porque? Ha urna exposicao rigorosa e exacla
desse systema! r.'fulau-so os seus principios?
iaz-se a sua liislora, para se conhecer a sua
ineucsfija na pratica?
Nada disso ; lia siraplesmenle a leilura de
una sucenla exooslco de um mdico de Nor-
Wich : eelia basta para que a rcspeilavel ass'o-
Clacarj medica do luglui.-rre conc.lua tambem :
eiu 2." lugar, quo a homeopalha est exmela
no pas onde nasceu e mais aiu Ja ;
3 d decisao; que o medico allopalha fique con-
demnado ao ostracismo, se conferonciar com um
medico homcopatlia, e final mente a sociedade
medica inglesa ducide que iienhum medico pos-
sa reunir-se com os humeopallias !
iV preciso muila serieda le, para nao rir de
tanto disparate ; necessario nao ler o menor vis-
lumbre de inlelligencia para nao conhecer todo
o absurdo de semelliante extracta
O sqslema homcepalhico nao tem rerdade, diz
O autor do extracto, porque elle s cura as mo-
lestias qu"e a n.iiureza pode curar sem Iratamen-
to medico ; e dz-se islo era Pcroambuco?
Lolao o cholera, a febre amarella, actual epi-
demia sao molestias^que a natureza cura Dor
si s ? r
Se assim fosse
Itesposta ao 8tj Matoei Fen'eira Lima..
Admira o modo com que se porlou o Sr. Lima
eni sen annuncio do hoje, laxando ao ab-iixo
assignado de ambicioso, por fabricar um pao
igeal on superior ao seu. No lempo que se diz
ser esforra-se por aperfeiQoar o seu trabalbo, e por
esse mcioganhar mais crdito no negocio ; nes-
le lampo em que cm muitos paizes prema-se
aquelles quo mclhor trabalham em sua arte,
nao se pode fazer um pan, porque outro tam-
bem o faz Onde se vio islo, Sr. Lima? Esta le
sua ? Poi feila por Smc. ? Que importa ao pu-
blico que Vmc. faca este ou aquello pao? Por
ventura tem Smc. direito de propnedade ? e an-
da que lvesse nulro qnalqner por meio do sua
experiencia nao poderia npresentar ao publico
o que hinnesse conseguido ? Ora, SrLima, dei-
xe-se de meninices. ...
O Sr. Lima diz ler utensilio 4Hfferenles das
maispadarias, e por consecuencia s elle deve
tozer p.io bcrafeilo, lodos os outros porm sao
falsificadores, esiao Ihe roubaodo os lucros com
os paos nialieitos, eom os p.ies, segundo a sua
phrase, fejlos OSr. Lima diz nao precisar chamar os fregue-
zes, porgue j brta acreditado ; pois bem, nao
digo nada ; dcixe quom osla em principio cha-
mar, porque tambera se quer acreditar. Islo
nao tire vai ferir os seus direilos, c muilo me-
nos dcsacrcdita-lo ; esrusado Irazer afrente
pormenores que nao Ihe competem ; escusa do
dizer que rculeiro qiiem est fabricando oj-
ito pao goal ou superior ao seu. Se rendeiro
on nao, nao Ihe pi-rtiice saber, poriuo nao c
Smc. quem respond por elle. Quando Smc.
prineipiou a id foi monos que rendeiro, c no
en tan lo j est arrolando (collado sem tor de
quen.-e menoscabando de quem esta nesteou
abolle estado.
Se o pao do abaixo assignado feito com lim-
poza on cem porcaria nao ,)a sua conla, por-
que a Smc. nao compele inspeccionar ; e, se
quizer, denuncie parque me sujeltarei vesio-
na, lic.Mi.1o porm Smc. responsavel pelo que
for de f.lso. '
Finalmente pode o Sr. Lima ficar descancado,
porque o abaixo assignado nao ihe tari mal
con. o seu pao ; por isso desdo ji, ccom mais
forra, avisa ao publico, que continua a fabri- .
car o pao de lolha igual ou superior ao do Sr I
Lima.
Herir, 14 de junho de 1SC0.
Joo Goncalces Rodrigues Franca Sobrinh. ';
qppijos; a J. Jt. Nash.
37 barricas enchadas, 6 caixas feriasen; a
Isidc ro Halliday & C. '
2 > ai xas o 5 fardos azewdas de Igodo; a-Bar-
noca 4 Medeiras. ?,
8 i aixas fazendas de algodao, do linho e dejaa;
a A. C. de A-breu.
SO) saceos arros, 6 caixas biscoitos ; a Taeso A
Irmao. j
25 toneladas de forro bruto, 5 barri's tinta','ilO
bffr(S'da ferro r a C. Strr:ft C. ^*
58 caixas e 47 Cardos fazendas de algodSo : a
J. Rjder& C.
tatxs chapeos de sol; a Kalkmann Irmaos.
1 laceo amostras; a diversos.
8 raixas fazendas de algodao ; a II. Gibson.
O hrigue inglez Millicenit, vindo de Tcrra-o-
va, c insignado a Johuston V* ou o segu nte :
2,911 barricas de baealho: aos consignatarios.
Edilaes.

-----------
Pola J.nspeccao da alfandega se fazjiublico
que exisundo nos urmazens alm do lempo mar-
cado pelo reculamente, as mercadoias abaixo
designadas, sao convidados seus donps ou con-
SiRnatarittaa tHrm despacha-las no fraso de 30
das fi.ido o qoal serio ellas arrematadas cm
hasta puftica, sem que Ihes li.ue- compelindo
allegar Capia* alguma contra os effeiios desla
venda.
Armastm n 1.
re*i o 1 'lixa sem n* vinda no vapor
nacional a'. Salvador entrado em 20 de no
Uro de 187. a Brander a itrandtr&c.
Marca TCS 1 dita sem nu vind un
de fevorciro it
jvem-
------- un navio por-
luguez Cariota e Amelia, entrada era 19 de
desembro de 1850, a ordein.
Marca JG 1 pote sem n vindo no navio Scolia.
entrado em,13 de majo do 1855, dem.
Consulado jteral.
Rend ment dodia 1 a 13. .
dem do dia 14....... .' "
13:431s612
-^=
Diversas provincias.
Rend ment do dia 1 a 13. 2:63fiJ98I
dem do dia 14....... 122805
do
Des tachos de exportaoo pela me"
sa do consulado desta cldade n *
ilii! 14 de junho de lHiiO
Canal-j-nrigae Ingle! Titania... J. Paler & C.
975saceos assucar mascavado.
a) n
Som marca, 1 chapa para fogo vinda no na-
vio frai.ee/. Gustavo II, entrado em 13 de
agosto de 18o5. idem.
Marca ;T4S, 2 caixas ns. 80, 81. viudas no
12.271*256 hngue porluguez Bom Successo. entradas cm
1d60;j36 *J "la'-?o de 1851, a Amorim & rmeos.
Marca HV, 1 pacote n; 2. vindo no navio
hamburgus Pelropolus. enlrado cm 15
junho de 1857, a J, P. Vgelcy.
Marca triangulo SC, 1 caixa n. 771, vinda no
rnesruo navio, entrada na mesma data, a Schof-
heillin 4c.
Marca trawssao, 1 embruiho n.
-------------- "0 navio Hydasue/.
2:759j78Gdcl87, aorem.
Marca letMiro, 1 dito vindo no vapor inglez
Avon, entrado em 3 de inlho de 1857, a ur-
dem.
Marca Baslos & Lemos, 1 dito viudo no mes-
mo navio, enlrado na mesma data ao mesmo.
Marca AlarrlSdii, 1 entbrulho "vindo de Liver-
pool na barca ingleza John Martin, culrado
182, vindo
entrado em 3 de juulio
R.o di Prata-Pa acho hanovenano .Vllanlico, j em C de abril de 1858,ao mesmo.
T. 1.reres. 200 barricas assucar mascavado. Marca J. Keller, 1 embruiho w
,'rr[l 7 ,?" '.nS,0'a Hermione. S. Bro- nado, entrado na mesma dala, ao
theis & C, 180 quinlaes pao Brasil
Evportacao.
List90, brign Bolamnarro.>, de 323 toneladas,
conde :;n o seguinte : 3.20 saceos e 2 barri-
cas as up.ar, 61 cascos mol. 12 sacras algodao, 1
dita c f, Igarrafao niel, 2 ditos agurdente.
Lii rponl, brigue ingl-z Thelis, de 332 lo-
neladt, conduzioo seguHle 1,000 saceos as-
sucar, 12 saccasslgoiio, 735-couros salgados.
Ueeiibedoria de realas Internas
geraes de Pernainbuco
Rendijnento dodia 1 a 13.
dem ,do dia 14. .
13:735*630
Consulado
It'Midi icnto do dia 1 a
dem lo dia 14. ,
provincial.
13.
23 397jr}236
2.765;798
26.163*034
RIO GRANDE DO SUL.
PRAGA I'O RIO
I,
0
alferes An(ot:o Lobo Alberlim
bem seu.
de Mirando
que V. S
em ter-
1."
-de era theo'ia.
a allopathia devia ser aecusada
como autora dequasi lodosos fallecmenios, que
essas epidemias tem trazido 4 esta provincia e ao
mundo.
Ainda existera e cm grande numero, as victi-
mas do cholera o da febre amarella, que foram
traladashomeopalhicameiite; o como essas vic-
timas nao devem a sua salvacao seno a nalu-
jeza. hygiene; feila a comparagao relativa das
fallecidos, j tratados pela allopathia, j tratados
pela homcopalhia, tiraremos urna conclusao mais
racional, mais lgica, mais vigorosa do que a
conclusao de exlracto, assenlando que o systema
allopalhico 6 um svslema assassiao; por qiianto
a u ilureza c mais provdeole, e cura muilo me-
lhor do que a medicina allopalhica.
Na actual epidemia, nao foram poucos os doen-
tcs, que tratamos e ainda continuamos a tralar,
e juramos face de Dos, nem um s, a quem
accedimos dosde o comeco do curativo, leve a in-
felicidade de suecumbr. E se a homeopathia
nada mais faz do que a natureza poderia fazer :
feliz systema c feliz natureza mais capazes de
curar do que a allopathia!
Mis para que prosehuir? para que tratar ago-
ra de demonstrar a inepcia do que diz o extracto
na sua primeira conclusao? a sua simples leilu-
ra a sua condemnacao.
A segunda conclusao diz, que o systema ho-
meopaihico j exmelo no pas que Ihe deu ori-
g"m, as pessoas que o exercom sao repelidas dos
cm pregas pblicos.
Pois se j nao existe o systema, como ha ain-
da quem o pralique? como foi ello extnio?
aqui, desculpe-nos o autor do extracto, pre-
ciso que Ihe digamos, ha um absurdo abaixo do
toda a crilica.
Quanto j excomraunham que os horacopalha
soffreram da associarao medica ingleza, s em
esiylo faceto se devoria responder; o autor do
extracto quer que os inglozes usem formlenle
de urna excomm-inho, se naa eccle3iaslica ao
menos scientiQca.
Nao se contcntou de excluir das funeces pu-
blicas na Allemanha os mdicos homepalhas,
que, segundo elle j nao existem, mas vai mais
longo, condemna nao s os homepalhas, mvs
os mdicos quo se reunirem com os homepalhas,
como indignos e reprobos ; e ser possivel dei-
xarde rir rala de lana miseria?
O autor do exlracto est decididamenlo com
medo da homeopathia; os mdicos desse syste-
ma tiram-lhe a fre^uezia; engana-se doctor : nao
e a homeopalliia que o priva dos pingues inte-
resses, que sera duvida esperava da sua clynica ;
a sua ignorancia, a sua inhabilidade; porqu
s a ignorancia o a inhabilidade podiam concor--
tr para um extracto, qual aquelle a que allu-
limos.
Um systema, qualfluer que elle seja, embora
nao se adopte, nao nunca condeuinado xn li-
*nine, sera.se mostrar a sua falsidade; e essa
nao se prora com a-sucerpta exposigo de um
medico.
Embora haja urna associaco que condemne
Jim systema, que seconclue d'ahi ? Omovimeri-
tn da ierra deixoij de ser oma verdade, porque
Galtlofoi condemnadoa oma rttraclacao?
Oual esystaiaa-medico provadodataaneraporana a elige o outor do
xtracto ?
Haheraan era im homem de genio, era ura sa-
ino, era uro medico em toda a extenco da na-
lavra, era um ver'daSeiro homem de bem ; o -se
como homem era suscodlirel de errar, preciso
mostrar o seu erro; assim faz o medico philo-
pira oem seu, precisa
mande ao escriao Paria, que revendo os autos
crimes julga los pelo jury de 2o de Janeiro do
auno de IS, lli'a aprsenle por cerlidao de
ceibo ad ve.r'jum, a sentenca de absolviciio de
Jos Joaquini de Souza Barros, por antonomasia
Zoca ; assim como tambem qual a pessoa que
dirigi a defu/.a no refer Jo jury, ludo
raos que pioduzam f.
Pede a V. S. lllm. Sr. Dr. juz municipal do
Min.o de Olinda, digue-se pelo seu respeilavol
L'
Filippo do Nasciraenlo d Paria, serventuario
vililicio dos odieios de escrivo do crirne, civel
e Cabellio publico do judicial e notas, e'priva-
tivo do jury do termo desta cidade de Olinda, '
por Sua Mageslado Imperial e Constilucional'
que Doos guarde, etc.
Ceriflco, que revendo os aulos crimes do Jos I
Joaquina de Souza Barros, por antonomazia Z- i
ca, pelo crime de conluses, o qual viera da re-'
lacio desla provincia com o sen accordo, e j
suhoieltidos segunda vez ao tribunal do jury, dost
qiiaes consta da copia da acta a folhas 58 ler
gidogeu defensor na sesso de 25 de Janeiro de
1855 o supplicanle Antonio Lobo de Alberlim de
Miranda Hennque ; outro sim, consta dos mea-
mos autos a sentenca do tribunal do jury, em
qoefo.-a absolvdo o dito Jos Joaquim de Souza
llanos do crime em que era Recusado.
E' o que consta dos Jilos aulos, aos quaes in*
repollo.
Olinda, 19 de maio de 1857.Subscrevi e as-
signoi, om f de verdade. escrivo, Filippo
do Nascimenlo de Para.
Cambi





CIIAMIK, 21) DB MAIO
DA TARDE.
v's 5 HORAS
is sobre Londres 25 3|4 0 26.
Pars. 370 e 372.
ManHuygo; 7] 5.
Rio, ao par a 15 e 20 ds.
Baha, nominal.
Pernambuco nominal.
FRF.TES.
Para otRio de Janeiro, 400 rs.
P-ialiia, 500.
Fjernambuco, 600.
Paralo canalcouros salgados 35d6 por 010
de cap.
Cinz 25 djO.
Para o* Estados Unidos li2 por 0(0.
KTAS.
Oncas 32;50d. Procuradas.
Pesos 2J003.
Pataco s 251)00.
Pecas meric. de 5 drs 10#000.
> ds2 2(1 50t).
Moeda naciouaUp ipel, sen premio, ouro (na-
cional) 8 por 0,0.
(Diario do Rio Grande.)
NOT
I
Apv
lirtaaai
Gons
caf p
iransaitcoi
l.ondn
Che}
buco,
vagei 1.
Ach.
COMMEBICIO.
Praca do Uecife 14 de junho de 1860.
AS TR1-S HORAS DA TARDE.
Cotaces ofilciaes.
Cambio sobre Londres-251/2 d. 9:J dtv
Cotacoea olllciaes no dia 13 de junho depois das
tres horas da larde.
Cambio sobre Londres25 l|l d. 90 div
fete de algodao para Liverpool-7/16 e 5 OpO
George l'atclieU Presidente.
JJu6ourco Secretario.
cas commkrciaes e martimas.
o de Janeiro, z de junan
ira esleve fechada hoje, por ser dia san-
a-nos que so venderam 2,000 sarcos de
ira os Estados-Unidos, e que se li/.eram
de pouca mouta em cambio sobre
indo no mesmo
. ao mesmo.
Marca A. Tuckuesse, 1 dilo vindo no mesmo
navio, enlrato na mesma dala, ao mesmo.
Marca EHH, G fardos ns. 12 a 17. viudos de
Liverpool no navio ingle/. Mirallo, entrados
em n de foveieirodc 1858, a K, II. Vyatley.
Armazetu n" 5.
Marca OD, 1 caixa U.241 viuda no vapor in-
gles Mercury. entrada cm 30 de abril de 185*
a Dosiibeux.
Marca B, i fardos viudos no vapor nacional
..l'erseuuiigu, eulraJos em 1 de abril de 1857
a o de m.
12:958jl6l8 Arma:em n 6.
7773012 ^ Marca diamante B-, 2 eaixa< ns. 1, 2 viudas no
i navio Nauphanln entradas em 26 de setenibro
de 18)., a N. O, Riob.-r Ac.
Marca X&P, 1 rlita n. 11 vinda no navio chin-
da, entrada em 20 de novembro de 1?57 o
mesmo.
Marca BC, 1 saceo vindo no navio Trovador
oolialo em 12 dedezembro de lb57, a M d
Silva Carricn.
Marea JSAC, 1 caixnle vindo nn navio Olinda
entrado em 18 de dezembro de 1857 a
Soum & C.
Marea A. 1 caixa viuda no navia *f lor de Ma-
na.., entrada em 29 de novembro de 1858, a A
Q. de Olivoira A/.ovedo.
Marca T&P, 1 lalma n. 17 vinda no navio
cLmda, entrada em 20 de novembro de 1857 a
N. O. Biefcw *..
Sem marea, 33 gigos amnslrns viudos 110 na-
vio ilhdoo, entrados em t de fevereiro de
18 >9, a diversos.
Marca diamante PP, 31 barricas vnd.is no
navio Horminney, entradas em 21 de Janeiro
de 1859, a A. G. Fmese.
Marca diamante A, 25 barricas vindas no na-
vio Gratidao, entradas .em i de julho do lSj'J
a Antonio L. de Oliveia Azeveoo.
Marca triangulo travesssao, .SO ditas vindas no
mesmo navio, entradas na masma data ao
mesmo.
Marca XX, 10 ditas vindas no mesmo navio,
entradas na mesma data,ao mesmo.
Marco M, 15 barris vindos no navio Jateo
entrados om 21 de agosto de lc59, a Thomaz de
A. Pon seca & Filho.
Marea MR, 10 barrica! vindas ro moshio na-
vio, entradas na mesma dala, a F. de S Leilao
Marca CP. 2 ditas ns. 156-170. 2 ditas vindas
no navio Aralo, potradas em 23 de setembro de
1859. I Cals & Irmaos.
Marra Ll), 2 caixas ns. 4-5, vindas no navio
Rartut, entradas em 27 de setembro do 1859, g
r. Saiyvage.
M irja P travessrio, 4 barricas viudas no navio
PieiL-Mlo, entradas em 20 de setembro de 1858.
a ordem. ^
Armasen* .7
f Marca EL, 4 caixas ns. 247. 248. 249, 251, e 253,
; viudas no navio (ranees Alma, entradas em 2o'
Ido fevereiro de 1850, 6 ordem.
are* CM> l mo vimio na'liaren i'rnnn>z
. r,.i ans mnsmes-.
! Marea D P, 1 caita n. tlCO, vinln nn Inrca
'francesa Cont Itoger, potra-Ja era 21 de fevo-
'reiroHe!857, a Schapliertlin A C.
Marro L X B 4 C, 2 embruiho* n 5-S6 amos-
tras, vindo na rseuna hanoverian JJohnn
entrada om 5 de mareo re lt>57, a H Brun 4 C.
I Marca XX. 1 parol ditas, vjndn no mesmo
navio entrado na mesma dala, a ordem.
Marca Manoel Joaquim Riamos e Silva, 1 om-
brulho ditas, vindo na burra Erna Msiliilde-
entrada i>m 6 de maio de 1857-, nos roosmos.
Marra R S 4 C. P I G. 1 raita n. 45 vinda na
Rilora fraorez.-, Olindi entrada em 19de dezem-
bro de 1857. a Burle Souza & r,.
Marca C. S. Guinaraes. 1 embruiho amostra'
vindo na Wirea trancpza 1'eneiue/a entrada em 13
de,maio dp 1857 to mesmo.
Marca Siqueira & Poreira.l dilo ditas viudo no
mesmo navio entrado em 13 de maio de 1857.aos
mesmos.
Matea X X, 1 embruiho amoslias rindo no brl-
gne hamburguez Elbe entrado em 2* de fevereiro
187, a otdem.
Marca triangulo Irarssao NOBifi.l pacote
ditas vindo na polaca dinamarqneza Mara en-
trado em 13 do junho do 1857, a Bieber & C
Marca N O B. 1 dito n. 5)45.5947, ditas vindo
na barca franceza Carthagcne entrado cm 16 de
junho de 1857, aos mesmos.
Mana G 4 C, 1 dito ditas vindo na escuna
dinamarqneza Margarilh enlrado em 19 de ju-
nho de I857,*n Manoel Joaquim Ramos e Silva
Marca S, 1 caixa vinda no mesmo navio enlra-
do na mesma dala, a ordem.
Marca I. A S. 1 dita n. 141, ditas vinda na
escuna Delda Oeline entrada om 20 de Janeiro de
J8i, 1 L. A. de Siqueira.
Marca II & C, 1 embruiho ditas viudo no bri-
guc liamburiuez Amname enlrado em 28 do
marco do 1S5G, a ^chahistlin & C.
Marca K & C, 1 dilo vindo no mesmo navio
enlrajo na mea uta data, a J. Keller & C.
Mi roa 11 K, 1 dilo indo no navio Jony entra-
do om 13 ,|,( agosU, 1937i )irdl.n)-
Marca l.-lroiro l dito lilas vindo no brigue W( "'mi
hamburKu..z ^H,-on-oi,lrado em 28 de mar selmro <*> 185,, tora do manifest.
nal Xelnsa, entrado
1858. a W.m/k Vinas.
Marra SG._2 caixas, vindas no brigue pnrttifchpi
" Korico, entradas em 26 do fevereiro del868.
a ordem.
Matea BSvStC, 4 dllae ir, 25/28. vind.s na Bar-
ca frtmreza Kma MatltlMe, entradas en 4 do
martjo de 1858. b,i -Snuza-'A C *
M >rra p, | dlll, n_ 2 trinda- no mesmo (Bario.
entrada na riipuma dala, p Pint.-i A C
Marco Iptrplro. 1 embrnllio, rindo no nemn
nav,, enrrodo n> mfsma data, a T. Monsen .V
Vtnassa. *
arca RP, 2 caixas. rinda, |rcn porJgUP_
za, Gralidao. entradas em 25 de setembro do
i 18^8, ao capiiao.
Marca diamanles PRSS. 1 fardo, rirtdo na turca
ingleza Richmond, entrado em 29 dt-dezem-
'bro de 1858. a rslradi de ferro.
Marea GIlK, 1 barril, vindo na barra inglpz.i
tnragene, enlrado em 3l) de outubro de 1858.
n orden*.
Marca JAMI), 2 fof:areiroa, vindos na barca in-
gleza l.snrasirin, entrados em 4 de outubro
de 1858. a Jos Antonio Moreira Dias.
Marca TA. 1 barril vindo na barca ingleza
Cruzader enlrado em 12 de agosto de W58 A
ordem.
Marca K., 8 barricas ns.
na barca Ingle/a l.anr.islna
outubro do 185* a J. Carrol
Marca TJC, 1 barrica n.
Itigleza Genovieve entrada
de 1659 i ordem.
Marca DPC, 1 ranaslra vinda no rialarh por-
Ingupz Promptidn enlrado em 14 de abril de
18*19 I). J. Pereiru 4 Comp.
Sem marra 4 Surcas com folhas de Inoro.
viudas na batea nacional Yav, entrada cm 2de*
abril de 1859, & ordem. *
Idpm 370 Gnrunchos vin los no mesmo navii>
euirados na mensa data idem.
Marca MIA, 40 gigns vimios lia calera fran-
W Melle entradas em 29 de abril de 1859
Atmeida (ornes Alvps 4 Comp.
Rento Jos Miranda, 1 caria vinda na hsr-
- nacional Despino do Botris, entrada cm
de 14 a 21 vindas
entradas cm 4 do
Jnior.
12 vinda na barct
em 16 de fevereirt
na barca
Janeiro de
s a 25 3/4 d.
(t'orreto Mercantil, do Ro,.
ou este porto, procedente do de Pernam-' ra "^1' d,la V|"di' na u;irra Knces4| ConI
7, o patacho Amazonas, com 14 dias de' Bo,!;or- c'\\?'h] Pni 28,,p m;""Q" de 1856, idem.
Marca SWM.NOB, 1 embruiho amostra*, viudos
no brigue sueco Cleopeira, enltado 0
va-se carga, o pclhabote Piedade.
Bnhia, 9 le junho
Cambios.
Londrcls 25 1/2 d. por Ig rs.
Paris375 a 385 rs. fr. nom.
Porlugfil118 a 120 O/o. premio.
Ilambt
Airaiitleg
Rendimento do dia 1 a 13.
dem do dia 14. .
ra.
126.574S931
102605013
136.840j94i
Moviiuento da alfandega
185
562
DoblOc

Moeda.

Sobera
Pataco es


Prala
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Ach;
patach
Volumes sabidos cora
com
fazendas
geneos
-------747
342
282
-------62 i
rgo715 a
120 rs. m. b.
Metate.
hesponhes.... 30.J500 a 32J0O0 esc.
da patria....... 31g000 a 31500
de 69IOO velhas. 17000 a 17i00 .
de 4JOO0 velhas. 9o500 a 10>000
9S800 a 10.3000
2000 a 2!00
2*000 a 29100
l$98i) a 2S000
nos.
brasileiros.. ..
hespanhes....
mexicanos.
niuda brasileira2 p. c. de premio.
Ouro cm moeda dila6 o 8 p. c. idem.
Papel mudo novo1 p. c idem.
(Jornal da Dahia).
Gheou a este porto, procedente do Pernam-
buco, i 11, a barca ingleza Spiril of Ihe Times,
cora 3 dias de viagem.
Sahi) com destino i Pernambuco a 8, o brigue
bespai bol Temotheo.
vam-se carga
1 Amazonas.
a polaca. Marinlio, e o
Descarregara hje 15 de junho.
Barca inglezaUrania fazenJas.
Rrigue inglezRuunymedebacalho.
Escuna hollandezaMonnia Kidamfazendas.
Barca portuguezaVencedoradiversos gneros
Importacao.
0 brigue inglez Urania, vindo de Liverpool,
consignado a Sauniers Brothers & C., manifes-
lou o segiiinte:
24 fardos fazendas de algodao, 1 dilo belhuti-
na, 5 caixas cassas, 1 dila objeelos do escriplo-
rio ; aos consignatarios.
2)0 barricas barrilba, 100 barris manteiga de
porco, 4 fardos fazendas do linho, 22 ditos e 12
caixas dita de algodao, 3 barricas e 1 caixa dro-
gas ; a Patn Nash 4 C.
4 caixas linhas ; a V. 4 Leal.
5 laxas de ferro, 1 columna de ferro para guin-
daste ; a D. W Bowman. .1
18 fardos e 11 caixas fazendas de algodao a
James Crablree & L.
6 barris vinho de xerez, 31 gigos e 1 barrica
louga, 1 caixa charutos, 5 volumes camas e ca-
diras, 1 fardo cobertores, 50 barricas barrilha
6 gigos filtros de podra, 8 barricas agua de soda,
1 caixa e6 fardos fazendas de algodao ; a ordem
de diversos.
50 caixas folhas do (landres, 10 volumes fa-
zendas de linho e olgodo o de seda e dilo ; a
G. Kalkmann 4 C.
10 fardos pannos de algodao, 1 caixa fazendss
de seda o algodao elstica; aN O. Bieber 4 C.
1 caixa roupa, manteiga, loucinho, queijo c
urna machina para lavar: aM Coope.
29 volumes fazendas de algodao, raiudezas,
etc., 1 barril provisoes ; a Soulball Mellors 4 C.'
2 caitas miudezas, 3 ditas linhas, 1 dila fazcti-
da de algodao ; a Amoral Alves 4 C.
25 caixas 11 faidos fazcodas de algodao, II
caixas dita de lnha ; a Admson Hawii 4 .
1 caixa fusles ; a Lioden Wild 4 C.
6 dilas c 2 fardos fazendas do algodao ; a Mils
Lnihara 4 C.
2 fardos fazendas de 15a, 28 volumes dita de
algodao e de linho e dito, 5 caixas bscoilos; a
Ackwrightl 4 C.
20 barris cal; a Roslron Rooker 4 C.
1 caixa fazendas de algodao ; aJohoslon Pa-
ter 4 C.
17 ditas vinho ; a John Whifleld.
23 barricas obras de ferro, 12 feiches picOes, 1
agulinao. carrorjas/l volnrao'perteoces da dila,
Moviment do porto..
Navios entrados no dia 14.
Rio Glande do Sul19 dias, brigue brasileiro
Mafia, de 270 toneladas, capitn Jos Joaquim
D. d;)s Prazeres, equlpagem 12, carga 10,800
orrolias de carne ; a Amorim Irmaos.
Baha-1-5 dias, brigue hespanhol Temotheo, de
256 oueladas, cajiao Antonio Cseles, cqui-
pagem 12, em lastro ; a Arauaga Hijo & C.
Hambi,'rgo 50 das, brigue hamburguez Alma,
do 2"'l0 toneladas, capitao A. I. Baug, equipa-
gem 10, carga fazendas e mais generas ; ao ca-
pitc. Veio refrescar eseguio para Hon Kong.
Rio de /aneire o Babia6 dias, vapor inglez Tyne,
com uandante Jclliroo
Navios eahidos no mesmo dia.
Barbad5csBarca ingleza, Jene Cargell, capilao
Jamis Hell. em lastro.
Rio fin ndc do SulCarca brasilea Mathilde,
capillo Joo Per reir Pinto, carga essucar.
A no.te nublada e chavse, vento SE, tor-
nando-ib perto-do amanheeer variavel.
OSGlLLAgiO DA HAR.
Baixara ir as 6 h. 30' da manhaa, altura 1.50 p.
Preams 0 h. 42' da tarde, altura 6.75 p.
Observatorio do arsenal de marinha 14 de junho
de 18t$g Viboas Jnior.
. Mn 21 de
Janeiro de 18u6, a Bieber 4 C.
Marca E. 1 caixa n 1 viuda na barca ftaneeza
'Gustara II, entrada cm 30 du Janeiro de 1856
ordem.
Marca MIP, 1 dila n 13 vinda no mesmo na-
vio, entrada em 1 do julho de 1856, dem.
Marca f., 1 barrica n. 2 viuda no mrsmo na-
vio, entrada na mesma dala, idem.
Marca L. A. Siqueira, 1 embruiho vindo no
brigue francez cATma, enlrado em S de agosto de
1853. idem.
Marca H. Brum.l embruiho amostras, vindo na
barca franceza Raonl, entrada em 5 de setembro
de 1856, a II. Bruin4C.
Marca N. O. B, 1 dilo dilas vindo no mesmo
navio, entrado na mesma dala, a Bieber 4 C.
Marca H, 1 dilo 11. 636 ditas, vindo na barra
h-mburgoeza Osear, em 29 de seleniro de
1856, a H. Brum & C.
Marca diamante B, 1 dito ditas n. 58. viudo no
mesmo navio, entrado na mesma dala, a T. Mon-
sen 4C.
Marca XXO.l dito ditas vindo no roesmo na-
vio, entrado em 3 de outubro de 1856, a Bieber
4 C.
Marca triangulo travesso NOB 4 C, 1 dilo
ditas vindo no mesmo navio, enlrado na mesma
dala, ao mesmo.
Marca NOBI, 1 dilo dilas vindo de Hamhurgo
na barca hambnrgueza John Kalkman, enlrado
em 28de outubro de 1856, ao mesmo.
Marca E. Bidouiac, 1 dilo vindo no mesmo na-
vio, enlrado na msma dala a Bidouiac
Marra Mitk, 1 dilo viudo no mesma navio, en-
trado na mesma dala, ao mesmo.
Marca Bi C, 1 dilo n 75, viudo no mesmo na-
vio, enlrado na mesma dala, a Riebtr & C
Marca S 4 C, 1 caixa 11.1689, viuda na gale-
ra franceza Olinda, entrada em 17 de no-
vembro da 1856, a Schafeitlim 4 C,
Marca XXB, 1 embruiho vindo na barca ham-
bnrgueza Cito, entrado em 10 de dezembro de
1855. a H. Brum.
Marea S, 1 dito vindo no mesmo navio, entra-
do na mesma data, a T. M. 4 Vinnassa.
Marta J Keller, 1 caixa vinda no mesmo navio
entrada na mesma dala, a J. Keller.
Marca NOB, 1 embruiho vindo na barca dina-
marqueza Preciosa, entrado em 10 de dezem-
bro de 1856. a Bieber 4 C.
Marca triangulo travesso v, 1 dilo vindo no
mesmo navio, entrado da mesma data, ordem.
Marca coracao, 1 embruiho vindo no mesmo
navio, entrado na mesma dato, a Bieber 4 C.
Marco Rabe Scamoll3u4 C.,1 embruiho, viodo
no mesmo navio, entrado lia mesma dala, ao
mesmo.
Marca C P, 1 caixa n. 1008, vinda na barca fran-
cesa Sirene entrada na mesma dala, a Cals
Irmaos,
Marca HJ III, 1 embruiho vindo no mesmo
navio entrado na mesma dala, a ordem.
Marca S. A Siqueira, 1 dito vindo na barca
franceza Havre entrada era 11 de dezambro
do 1856, ao mrsmo.
Marca 11 B e C, 1 dilo vindo no brigue ham-
burguez Olio enlrado em 3 de Janeiro de
1857, a Tienry Btunn.
Marca I M P, 1 caixa com amostras, vinda no
briguo dinamsrquez Auna Mana, entrado em
3 de fevereiro dp 1857, a Bieber 4 C.
Marca R8 4 C, 1 pacote dilas, vindo no mes-
mo navio entrado na mesma dala, a R. Scha-
meMeo.
Marca R E 4 C., 1 dilo ditas, vindo no mesmo
navio enlrado na mesma data, Schapheiiliti 4 C,
Marca C, 1 dilo, dilas, vindo no bngue dTOa-
marquez Anona Marta*, entrado na mesma
data, idem.
Marca S-BS-P, I dito dras, rindo no mesmo
navio enlrado na mesma dala, ao roesmo.
Marca N O B, 1 dito dilas rindo no mesmo
navio entrado na mesma data, a Bieber 4 C.
Marca Diamante, 1 dilo n. 87, dilas, vindo no
mesmo navio entradado na mesma dala, aos
mesmos.
:de 1357, a SchaJJHtltffl & C.
i Marca N O R, 1 do dila= viudo
trance/a Tampico enlrado em 9 de
! 1858, n Riober A C.
Marea JEPVP. 1 caixa n. 8 vinda no mesmo
navio eut'adn em 5 de Janeiro de 1858, a J. F.
Prenlo Vi.inna.
Marca Al, 1 eu.b.-ulho amostras, vindo na
barca franr-za Cont Hagan, enlrado em 6 Je
julho de 1857, a Peidel Puno ft C.
Marca FP 4. C.,1 dito vindo na barca francesa
Come Roger. enltado era 17 de julho de 1857,
a ordem.
Marca JP iVC, 1 caixa amostras viuda no bri-
gue sueco Jeny. entrada em 13 de agosto de
16-a.. a ). Palor A ('..
Marra NOB, 1 dita n.Sfil ditas vinda na barca
franceza tParahiba. entrada em 19 de agosto do
1857. Bieber & C.
Mana l travesea, 1 embruiho 11.035 dilas
viudo no patacho dinamarqus Mara, entrado
em26 de setembro de 1857, a R. Measen 4 Vi-
nassa.
Marca triangulo travesso It, 1 dito n.*25 di-
tas viudo no mesmo navio enlrado na mesma
data, aos mesmos.
Mana NI'S, 1 caixa 11. 4 vinda na barca fran-
ceza Rmma Balhitde,; entrada em 26 do setem-
bro de 1857, a Ch Sannior.
Marca Ilouiique 4 Sanios. I embruiho amos-
Iris viudo no brigue IVanrez-Cear,>. entrado em
21 de setembro do 1857, aos mesmos.
Marca T, I eaixa ditas viuda na escuna ingleza
Venili.j, entrada em 12 de outubro de 1857. a
Lopes Rodrigues.
Marra I) A 0, 1 caixa n. 788, vinda na barca
fr.iin r/..iVpiiosuela, enlrada em 6 de. novembro L
ue 1857, o .1. Denker.
Marca N')l,-1 dila n. S amostras viuda na bar-
ca dinamarquesa Preciosa. entrada era 20 de
novembro de 1857. a Bieber 4 C.
Marca SI". 1 pacote ti. 87 ditas vindo no pala-
dn diuamarqiipz ... Mara, entrado era 13 de SO-
lembru de 1857, a Sehafheiilim i c.
Marra BSS, 1-raixa n. 1398 vinda na barca
franceza Gente Roger. entrada em 28 de no-
vembro de 1858, a II. 4 C.
Marca ABC, 2 ditas ns. 43 e 4'i rindas no mes-
mo navio entradas em 12 de novembro de 1857,
a ordem.
Marca l'l), 1 dita n. 1,499 vinda na batea fran-
ceza Azu. enlrada em 7 de setembro de 1857,
T. W. t innassa. "i
Marca Rocha Lima 4 Guimarcs, 1 ertvbruttto
amostras vmdo no mesrro novio entndo em 28
de mareo de 1856, nos mesmos.
Marcas, 1 embruiho n. 1994 dilas vindo na
b.in-.. rraneez Tuspan. entrado cm 6 de feverei-
ro de 1b58, a J. B. Fragoso.
Marca NOB & C. 1 caixa n. 19'6 vindo no mes-
mo navio entrado em 4 de fevereiro de 1858 a
Bieber & C.
Mana LP, 1 dita n. 1287 vinda na barca fran-
ceza l.ouizo Mura. entrada em 13 de Janeiro de
185, a Cals 4" Irmao.
Marea DP, 1 dita 11. 367 viuda na barca fran-
ceza Savamilla entrada em 25 de fevereiro de
1858, aos mesmos-
Mana I1BCYV, 1 embruiho rindo 113 barca fran-
cesa Ema Mathilde entrada em 6 do nnio de
1857, fora do manifest.
Marea IT & C. 1 dilo vindo na barca franerza
Conie Roger enlrado cm 17 de julho de 1857
idem.
Marca P, 1 caixa vinda na barca franceza Bo-
lera entrada em 3 de julho de 1856, idem.
Armatcm n. 8
Marca P, 1 caixa n 25, vinda na escuna glo-
sa Tokom. entrada em 9 de abril de 1853 a
James Crablre& C."
ia Lobo.
1 brig'ii)
to agos-
Ariimzem n 9.
Sem marca 6 jarros com passas vmios na bar-
co ingle Ptoalhrg Cloud, entrados em 6 de
dezembro de 1856 ordem.
Mirra PCI'., I glgo vindo no mesmo navij
entrado em 5 de maio de 1857, Braga Carva-
llo 4. Comp.
Johuston Paler, 1 eaixa vinda no mesmo na-
vio, entrada na mesma data ao metBIO.
Mana lelrniro. 2 dilas viudas no briguu por-
luguez Constante. entradas em 29 do Janeiro
de 1857, a J. B. Campos.
S ui marca, I nmllio de luro, viudo na barca;
portuguesa Brarhartnsv, ntralo em 2 de
marco de 1857. a Manoel Jos da Silva.
Marea J. ('.. I.., 1 nilume, vinda no mesmo ua-
rio, enlrado na raeam* data, a j. da Cuul
Mi rea P 4 0. 1 caixa n. 19, vinda
portusuoz l.aia III, enlrada em 28 de m.i"re.
de 1857, a Peidel Piolo 4 C.
Mar.a lelreiro, 1 embruiho vindo na barca por-
tugueza l'lor de S. Simio, enlrado cm 11 de
junho de l%7, a Luis Jos da Silva Aratiio.
Sem mnrea, 1 mollio de lomo, viudo na barca
portugueza Noey S. nhora da Bo:i-Viagem,
entrado em a3 de junho de 1857, a Moreira'&
Duarle.
Mar.a P 4C.1 pacote, vindo no patacho por-
'turnp/ Maii.i Ignez.* enlrado em 4 de agosto
de 1857, lVdel Piulo & C
Marca III! 4 t'-. I dilo, vindo no brigue hollan-
dez Tewe lv irnilisser, entrado em 22 de
lo do 1857, a orden.
Marca Irjangulo D 4 C, 1 embruiho, vindo no
brigue hamburgus Tewe Kornellisser, en-
trado em 19 de fevereiro de 1857, a Domingos
Aires Malinos
Marca B, 1 dilo, viudo na barca hambnrgue/a
(' Tewe Allidas, enlrado em 19 de fevereiro do
1857, a T. Monsen 4 Vinassa.
Idem, 1 dilo, viudo 110 mesmo navio, entrado
111 mesma data, aos mesmos.
Mana V .S: C, 1 dilo, viudo no mesmo navio,
entrado na mesma data, aos mesmos.
Matea B, 1 cesto, vindo no mesmo navio, en-
trado na mesma data, a II. Bruiin 4 G
Marca A, 1 caixa, n. 69, vinda no patacho pot-
luguez Duque -lo Porto, entrado em { de de-
zembro de i857, a Aliono Jus da Silva.
Marca CCJ, 1 barril, viudo na batea ingleza
( Sersphiua, entra lo era 16 do dezembro do
1857, a Johnslon Palor 4 C.
Marca A S B, 6 barricas, vindas na tarca por-
lugoeza Sympalhia, citadas em 30 de Janeiro
de 1658. a ordem.
Som mariu, 1 foixe de lou;o, vindo no mesmo
j navio, entrado na mesma dala, idem.
Msiea lelreiro, 1 embruiho, vindo no brigue.
dinamarqus Owido Damnor, entrado enT3(1
de feveiru do IS5S o Luiz Antonio de Siqueira.
Sem rnarca, 1 sacco viudo no mesmo navio,
I entrado na mesma dala, a ordem.
T M 4 V, I caixa n. 60 rinda na barca hollin-
; deza Heorira. entrado em 22 de mareo de 185S
; a T. M. ^ Vinnassa.
Marca B K C, 1 embruiho vindo no mesmo na-
vio, entrada n mesma data, a BollorA C.
Mana M K. 1 dito viudo ni galera ingleza Imo-
. gpne, entrado em 20 de maico de 18C. a N. O
I Bieber i C.
Marca diamante T. C, 1 caixa viuda na barca
ingleza Genovieve, entrado em 30 de Janeiro d.j
1857 a ordem.
Sem marca, 8 esleirs v inda na barca ingleza
' Quiera-, entrado em 16 de agosto de 1855, idem.
dem, 1 sacco vindo no patacho porlnguez Al-
fredo, enlrado cm 16 de marco de i855, a Jacin-
llio da Poni.
Idem, 1 peso ile ferro vin lo na galera ingleza
Swordisk. entrada em 11 de novembro do
185i, a ordem.
Marca T V. 7 ramullas rinda no mesmo navio.

Mareo lelreiro, 1 embruiho, vindo no mosmn
navio, enlrado rm 20 de selemtrodo 1851, a An-
tonio de Oliveira limaos.
Marca triangulo JV, 50 pecas de machinismo
vindas na barca igteza Eleonnre, enlrada em
17 de abril de 185, a S. I, lohnsinn & C*
Marca idem, 2 barricas ns. 1516, vindas 110
mesmo navio, entradas na mesma dala, aos mes-
mos
Marca SS, 1 canaslra n. 30, vinda na barca
porlngueza Plor da Maia, cuitada em 16 de
fcveiviro de 1855, a Sebaslao Jos de Souza.
Som marca, 1 caixa viuda no mesmo navio,
enlrada na mesma dala, a Jos Manoel da Silva
Bastos.
dem, 1 dita vinda no mesmo navio, enlrada
na mesma dala, s ordem.
Marca lelreiro, 2 barris vindos no patacho bra-
sileiro Santa Cruz, enlrados em 29 do marco
de 1e55, a ordem.
Marea JASI.B, 1 caixote vindo no brigue por-
luguez Viajante, enlrado em 27 de maio do
1856, a JosS. Lima Baslos.
Marca PS, 1 fardo vindo na barca portugueza
Gralidao. entrado em 27 de maio de 1856, a
Antonio L. de Oliveira Azovcdo.
Marca C, 8 jarros com passas, vindos na barca
ingleza Medora, enlrados cm 11 do junho de
1856, o ordem.
Marco B 4 B, 1 barrica n. 11, vinda no mesmo
navio, entrada na mesma data, a J. da C. Bravo.
Marra AM, 2 ditas ns. 3233, viudas na barca
porlngueza Constante. entradas em 15 de Ja-
neiro de 1856, a Policarpo Jos La vmc.
Marco triangulo L, 1 embruiho vindo no pata-
cho nacional Amelia, entrado era 4 de abril
de 1856. a T. M. 4 Vinassa.
Sem marca, 3 ditos folhas de louro, vindos na
barca portugueza Santa Cruz, entrados cm 14
de junho do 1857, a J. Jos Mendos.
Marca SG, 1 barril razio, rindo na barca ingle-
za Linda, entrado em 4 de outubro de 1856, ao
memo.
Maiea P, 1 dito vindo na barca portugueza
* Gralidao, entrado em 29 de maio do 1856, a
Thomaz de k. Fonseca.
Marca T 4 C, 1 caixa n. 71, vinda no mesmo
navio, enlrada em 30 de maio de 1856, a Anto-
nio L. do Oliveira Azovcdo.
Marca JP, 1 dita n. 200, vinda no brigue harto-
veriano Miranda, entrada em 13 de agosto de
1856, a ordem.
Marca P, 1 barrica rinda na barca ingleza Me-
dora, enlrada cm 27 de dezembro de 1856,
ordem.
Marca lelreiro, 1 embruiho vindo na barca por-
tugueza Gratid.io, enlrado em 8 de fevercko
de 1858. a F. de Preitas Gamboa.
Marca EJC, 2 cairas ns 12, rindas no bri-
gue portugoez Laio III, entradas em 2fi do
agosto de 1857, ao capilao.
Marca SS, 100 caixas velas, rinda no patacho
dinamarqus Fortuna, entradas em 4 do ou-
tubro de'1857, a ordem.
Marca idem, 1 dita amostras, *ind no mesmo
navio, entrado na mesma djMa, & os#M).
Marca T, 1 embruiho, tina* *- tornea nack-
nano, enlrado
na masma data, a otdem.
Marca A C, 1 barrica rinda no brigue sardo
Daino. enlrado em 8 de novembro de 1851, a
ordem.
Arma sem n 10.
Marca B, 2 fardos vindos na barca ingleza Zisk,
enlrados em outubro de 1857. a Adamson.
Marca particular, 1 molho de paes, vindo no
brigue dinamaniuez Anua Mara, entrado em
fevereiro de 18G0, a ordem.
Sem marca, 18 barricas bolachas, vindas na
barca ingleza Arcgiton, cutalas cm fevereiro
de 1880, a ordem.
Armazem ti. 11.
Marca B, 10 barricas vindos no brigue portu-
5iiez S. Jos, entradas em 18 de fevereiro do
859, a Ballhar4 Oliveira.
Marea B, 30 canaslras vindas no mesmo navio,
entrados na mesma data, ans mesmos
Marca DPC, 6 canastros vindas no mesmo ni-
vio. entradas na mesma dala, a Domingos Perei-
ra da Costa.
Marca DRA, 2 ditas vindas no mesmo navio,
entradas na mesma dala, a Domingos Rodrigues
de Andrade.
Marca IF, 1 caixa viuda no mesmo navio, en-
trada na mesma data, a Joo Ferreira da Silva
Marca lelreiro, 1 condena vinda no mesmo na-
vio, anlrada.na raesraa dala, a Antonio JosLci-
le Bastos.
Marca VAF, 24 caixas vindas na barco portu-
gueza Boa-F. entradas era 18 de agosto de
1859, a Antonio Lopes Rodrigues.
Marca a mesma, 10 dilas vindas no mesmo na-
vio, entradas na raesmu dala, a Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
Sera marca, 100 oncorelas azeitonas vindas no
mesmo navio, enirodas na mesma data, ao
mesmo.
dem, 1 sacco folha de louro vindo no mesmo
navio, enlrado na mesma dota, a ordem.
Marca S. 20 ditos com rolhis vindos na barca
portugueza Amelia I, entrados em 25 de julho
de 1859, a Cosme Jos dos Santos Calado.
Marca B, 13 ditos com ditas vindos no mesmo
navio, entrados na mesma data, ao mesmo.
Marca F, 4 dilos com ditas vindas no mesmo
navio enlrados na mesma dala, ao mesmo.
Morca diamante, 16 dilos vindos no mesmo na-
vio, entrado na mesma dala, ao mesmo.
Marca S, 13 Caixoes cqfi ditas vinda no mes-
mo navio, entrado na mesma data, ao mesmo.
Marca O F, 4 coixas n. 69-71-71-73 viudas no
brigue porluguex Constante, entradas em 9 de
setembro de 1859, a Anlooio Luiz.de Oliveira A-
ze*edo.
Wem, 12 barricas vindaa no mesmo narlo, en-
trado na mesma dala, ao me*mo.
Marca OSV, 1t>pips, vindas no mesmo navio.
Mitradas na masma data; a Thomaz de Aquino
Ponceca.
Marca MC, 4 ditas, vindas no mesmo nano.
entradas na mesma dato; ao mesmo.
Marca idem,, 2) barricas vindas no mesma na-
vio, entradas na mesma dala; 8o mesmo.
Marca idem, 81(2 pipas, vindas no mesmo m-
vio, ea4rds na mesma da d*la; ao mesma.


T^
mamo de-tutu
AMfiTK
Matea M1IG, 12 barucas, vindas do brigua por-
tugus Relmpago, entradas em W deoutu-
bro de 1859; no mesmo.
Marca RC, 2 raixas nmeros 76-c 57, indas
no mesmo navio, entradas na mvsnia dala; a
Antonio L. de Oliveira Azevedo.
Marca dem. 1 barrica, inda na mesmo na-
vio, entrada na mesma data; dem.
Marca SMCO, 200 ancorlas sesionas, vindas
na barca portiifueza Harmona, entradas em
2 da julho de 1859; a Manoel Duarle Rodrigues.
Una porco de graso em pedra, vindo do Ha-
vre na barca Ron I
Alandega de Pernambuco 42 -de juaho de
W^Mrti&oYz L"^"*' ^ pordespacho do Uim.
agua.e'dista-delle seia*itM; awstada. a otho propoilas rceebtdaa nesse dia s at 11 hora* da &r> V*. jurados orphaos e a requer-
nianh ia. o forneetmcnlo de merca ontros vb- meato de nru Jeronvma Corrcia eou-
jectos abati d-eclarados para o consumo "os -na-11,. j -m i_ j .^
viosdi armada -e eslabelecimentos de maruna. !} ? to na ra pelo lempo gmente de 3 mezes, flndoe ero se- (noa-ViSta^ com bastante fructeiras,
lembro vindooro, sob a coi.dico de trem os j murado -orlados e cercado M (tent
objertos nrnecidos da qua lidstlo enL_ -Ar sTj J-
pagarse cora >ra. tendo caa terrea de Pe-
1860.
O inspector
fenlo Jos Ftmnno 'Darrot
O r. Anselmo Francisco Poretti. commendador
da imperial ordem da Ros* da de Chtito,
juiz de direilo especial do eoniuiercio desta ci-
dade do Recite, capital da provincia do Pe-
oambuco c seu termo, por S. l. Imperial, qae
Deoa guarde, etc.
Faco saber aos que a presente carta da ed i los
virem, em como no dia 21 do crrante me/., de-
pois da audiencia deste juizo, e hio de-arroma-
lar os gneros e mais objectos que se acJinm re-
colbidos no deposito sito no pateo de S.-Pedro
n 6, perlencerites a Jos Bias da Silva Caracal,
endo a arremalaco eila en dito deposito, os
quaea sao os seguidles :
Ums arraacoe balean de amarello envemsa-
mesma armaco, avaliadosem 420c000, urna ba-
lanza de columna de lalo em 308000, um bail
com_ vinho de cinco em pipa com a marca PRR,
em 30{000, onze queijos do reino, 36 trascas de
bocea larga, grandes e pequeos a 50o rs. cada
um, os quaes rao parle por execuco-de Fran-
cisco da Rocha Pasaos Lina, como cessionario dn
Dr. Manoel de Ranos Brrelo, contra o referido
Jos Dias da Silva Cardes I ; e nao ha tonda Un-
tador quo cubra os precos da avatiaco-ser a nr-
rpmala^o feita pelo prei.o da adjudicacao com o
batimento da lei.
E para que rhogue ao conheeimeoto de todos,
tnaiidci pascar ediiaes, que serio publicados pe-
la imprensa n aftixados nos lugares designados
no cdigo rommercial.
Dado o passado nesla Cidadc do jlceile de Per-
nambuco, aos 8 dias do mez de junho de 1860,
liigesmo-rinno da independencia e do nperio do
Brasil.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascime*to, es-
crivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
- t) uini. ;sr. in*|ierlnr rta inesourarta pro-
A'boii4iuo asigooU -o escwllio do canal da
harr
n, da -distanci de ditas miWias e pode-se sea
perigo possor a E e a O delta.
A ho do canal da norte -est tundeada ai
10 paterna e meio na barca-mar-de aguas vivas,
e serve para gaiar o ave-gante quo demandar
tmrdejtodo o porto da cidade.O director geral
interino. Angelo Thomaz lo Amoral.
Olllm. Sr. inspector da thesonraria de fa-
zenda manda fazer publico, do conformidad com
a ordem do tiibunal do'lhesouro nacional .09
de'9 de maio proikno finio, que no dia 25 de
-julho prximo se tar oorcmtso nesla thesooraria
para prcenchimeolo dos vagas que ha de praii-
canles na mesma : acuelles pois que prelende-
rem ser admiitidos ao concurso devem apresen-
tar nesla secrelaiia-sfus requerimenlos instrui-
dos cara os documentos que provem : Io. lerem
18 annos completos do idade : v. estareralivres
de pena e culpa e-5 lerem bom procedimeole.
Os exames neste concurso versa rao'sobre lel-
lura. analyse granrmatiral, orlhogrsphia e nri-
(hemelica al a tlieoria das proporgoes inclus''C.
De ordem do tllro. Sr. inspector da tbe-
soursria de tazenda desta provincia se faz pu-
blico que a arrematarlo de urna parte do sobra-
do de dous andares no valor de um conlo rento
cincuenta e cinco mil quatros e oitenla e dous
rcis, silo na ra da Guia, perlcnlencente a ta-
zenda nacional eui virtude de adjudicacao, nao
leve elTeilo rio dia annunciado por falla de lici-
tante ; e por-kso tica iransfeiida a mesma ar-
rolacio para o dia 30 do corronie mez.
Secretaria da -Ihesouraria de tazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. 0 olTicial maior
interino. I.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
aran* pe* a tu f>e iimeo m tsat.
or Hala maisiiuttia 25, tambem do correnlc
mesrnoa
quanl idade
contratados, e na falla
Thesonraria provincial.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial
em ciiniprmenlo da resohino da jimia de fazen-
da, manda faaer publico quo a arremataco dos
impostos anntinciada para o dia 6 do corrento, ti-
ca transferida para o dia 14 do mesmo, devendo
as habiliaces ler lugar nos dias 6 r!2.
E para contar se mandou afDxar o presente c
pnhlirar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de Per-
nambuco. 4 de junho de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira Ja Annuncinc'm.
> conselho admuiislratiro do patrimonio
dos orphaos lein de por em hasia publica, na
sala de suas scsses, no dia 16 do correnlc, a
renda de urna parle das casas do mesmo palri-
i mnnio abaixn mencionadas, por lempo de nm a
! 3 annos, a contar do Io de julho prximo futu-
ro, segundo o que dispocm os artigos 28 e 29
vinrial, em cumplimento da resoluco da junta i duS eslalulus em vigor, a saber:
N.

a:t
da fazenda, manda fa7er publico, que a arcema-
ta<;ao do imposto de 2$500 sobre o consumo dn
gado dn municipio do Recife, fleou transferida
para o dia 18 do corronie, tendo lugar a respec-
tiva habiliac-io no dia 16
F. para constar se mandou afixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria ds_ thesonraria provincial de Per-
nariibuco, 14 de junho de 1860
O secretario,
A. F. da Annunciar&o
Capitana do porto
Pela capitana do porto se faz publico, o aviso
nbaixo, da suUslitnicao da lanlerna enllocada na
fortaleza dos a Santos Res Magos do barra do
Rio Grande do Norte, p.or um grande lanipeao
circular de 8 biros. j
Capitana do porto de Pernamburo, 14 de junho
de 1860.O stecrelario, J. P. Brrelo de Mello !
Reg.
AVISO AOS NAVEGANTES.
2." geceo. Rio de Janeiro. Secretaria de es-'
lado dos negocios da marinha, cm 18 de maio
de 1860.
Pela secretaria de estado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimento dos
navegantes, que a lanlerna da fortaleza dos San-1
tos Reis Magos situada na barra do Rio Gran-i
de do Norle. em Intiliide de 5o 45' S, e longilude
de 3.V 13" 15" O de G\V, fui substituida por um
grande lampean circular de 8 bicos collorado so-I
bre urna torre rylindriea, construida na plata-
forma daqurlla fortaleza. Esta nova luz, que j
fiza e do cor natural, csia elevada 65 palmos por- a adminislracao geral dos eslabelecimentos
luguezes sobre asuperlicie das aguas, as mares de caridade manda fazer publico, que nao tendo
regulares, ende sor avistada na distancia de 12 havido a-ssao hoje. por nao se ler reunido a
)1 nlonno, Angelo Tho- maiora de seus membros, foi transferida
dia 21 do correrite a arremataco
casas 'jiinuncia las para hoje.
, Administrado geral dos eslabelecimentos de
buquerque se faz publico, que esta posta a con-' caridade, 14 de junho de 1860.-O escrivao inte-
curso com o prazo de 4 mezes a cadeira de in- rio.
llua da Cacimba.
Casa terrea,
dem idom.
Ra dos Burgos.
Casa terrea.
dem dem.
Ra do Encantamento.
Casa terrea.
75 dem dem.
Rna da Scnzalla-velha.
Casa terrea. .
dem idem.
Ra da Guia.
Casa terrea.
dem idem.
Fora de Portas.
Casa terrea,
dem idem.
dem idem.
dem idem.
Idom idem
dem idem.
66 -
G7
68
69 -
74 -
81
82
83
81
91
92
93
94
95
96
multa de 500/o do valor de cada nm, nlem do j dra e Cal, com 40 palmos de tiente e 35
catre, ;ar -o-contratante com o excedo do proco de funda, aliento em solo DTOOrio ena-
no m ireade. raso o naja, em razao dessw faltas __ Mn iat-uio em soio proprio e pa
ra exame dos Sr. concurrente poderao
te entender com o agente cima que se
acha habilitado para etle fian : terca-
trira 19 do corrente as 11 horas em
ponto.
PELO AGENTE
PESTAA.
O referidp agente far leilo por conta e risco
de quem pertencer. segunda-feira 18 do correle
as 10 horas da manha no armazem da ra do
Trapiche Novo n. 14
DE
SObarris com loucinho americano c
barrisde 200 libras, o que melhor
ao mercado.
motil a-rom .a ah recorrer-se.
Objectos.
Ar nz do*Maranh5o, agurdente liranea de 20
groi. assucar branco, azeito doce, tolaclia, be-
ralho. carne serca, caf, carne verde, cangica,
tarima de mandioca, feijao, manteaba franceza,
matt;, pao, loucinho de Lisboa, vinagre de dito,
velm de carnauba, ditas de espermacete.
Sa a do conselho de enmuras na raes de Per-
namliuco, 12 de junho de 1860.
Dij^ctoria geral da instruc^o
publica.
Fa;o saber aos interessados, que o lllm. Sr.
director geral, de conforroidade eam as inslruc-
coes de 11 do junho de 1859, tem designado o
dia 15 do coi rento, pelas 9 horas da manha, pa-
ra o exame do habiiiiso.no dos oppositorcs ca-
dfir; da lingua franceza do gymnasio provincial
que: cacha em concurso. Sao, pois, convidados
a co npaiecer em o referido dia e hora nesla re-
parico os que para esso fim se aeham inscriptos.
S [-cetaria da instrueco publica de Pernam-
bc< 9 de junho de 1860.0 secretario interino,
Salvador Henrque de Albuquerque.
Consellio administrativo
fJJJi


Oslicilntes hajam de comparecer com seus
fiadores, na sala das scsses do mesmo conse-
lho. s 10 horas da manila do mencionado dia
16 do crrenle.
Secretaria do conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphaos 13 do junho de 1860.
Dr. Vicente Pereira do Reg,
Secretario.
Oeclaracocs.
O feonselho administrativo, para fornecimentc
Jo a seal de guerra, tem de comprar os objec-
tos s r>guinlos
ara provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
(|00 pederneiras do adarme 17.
ira os sentenciados militares cora deslino
esidio de Fernando,
hapeos ; 6 mantas ; 51 esleirs.
Para acompunhia de pedestres,
o de metal com as armas e o dstico da
anhia 1.
Quem quizer vender taes objectos apresentt
as si as propostas em carta fechada na secretaria
nselho, 3 10 horas da manha do dia 15
rrente mez.
a das sessoes do conselho administiativr
fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
de 18C0.liento los Lamenha Lins, co-
presidentc.Francisco loaquim Pereiro
coronel vogal secrelario interino.
Pela mesa do consulado provincial se faz
co aos proprietarios dos predios urbanos das
ezias desta cidadc e da dos Alfogados, que
nta dias ulcis para o pagamento a burea do
do 2 semestre da decima do anno finan-
do 1859 1860 se principiara acontar do
de junho vindouro.
sa do consulado provincial de Pernambuco.
maio de 1860.Antonio Carneiro Machado
5.
I
ao |i
6
Se
com
do ci
do cr
Sa
a va
junh
roe
Lobo
maz do A mar
De ordem do Kxm. Sr. coriselhoiro
tor interino o Dr. Pedro Autran da Malta
direc-
e Al-
para o
das rendas das
pul
freg
os Ir
cofre
ceirt
dia
M
23
Riosl
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico, que no crreme.mez que os de-
vedi res do segundo semestre do cxeicicio cor-
rent de 15591860, relativo aos scguinles im-
pos decima addicional de mo mora ; imposto
de 2) por cenlo sobre lojas, e dito especial a 80j
sobr j casas de movis, roupas, perfumaras e
cal$ ido fabricado em paiz estrangeiro teem de
pag -lo lirre-de mulla. Rrcebedorin de Pernam- S
buc 1 de junho de 1860.O administrador, A/o-
noe Carneiro de Souza Lacada.
S
nhn
O
pub
disr
de

sile
aiie
rIcz, do curso de preparatorios desta faculdade
de direilo. e o candidato que se rjuizer inscre-
ver, devora justificar perante o Exra. Sr. di-
rector :
1. Ser cidado brasileiro.
2." Maioridade legal.
3. Moralidado, por meio de attestados dos pa- i Ferreira.
nichos, e de folhas corridas, nos lugares onde I
boa ver residido nos cinco ltimos annos.
4. Capacidade profesional.
Os que porm ti ver m sido em algum lempo ,
connemnados a gales ou sotTrido aceusaco u-| Precisa contratar para o fornecimento
Joao Pinto de I.emos Jnior. | pre larem fianca idnea.
Pela subdelegara do Rocife se faz publico,T
que so acha rorolhido casa de detenco um* du<
prelo de nome Oenedieto, fgido desde 1849, e
que diz ser escravo dos herdeiros de Manoel de
Almoida Lopes, genro que foi de Joaquim Lobato
Ignacio Antonio Borges.
i Conselho econmico do hatalliao de in
fa nta ra n. 9.
de suas
dicial de furto, roubo, eslellionalo, banca rala, piaras arranchadas, durante o semestre que de-
rapto ou outro qualquer crime, que offenda a '< correr de julho a dezembro desle anno, os gene-
moral publica ou a religiao do estado, nao so ros em seguida mencionados, os quaes devern
poJero inserever, excepto, so a arcusacao judi- ser ^e boa qualidade : arroz, sssucar branco sem
cial livor sido argida de falsa, pelo candidato e ser refinado, ou refinado Irigueiro, aceite doce,
nao liouver provocado condemnaoao judicial ; e bacalho, caf em carosso, carne secca, dila ver-
assim o decidir a congrega^o por via de recurso ie> farinha de mandioca, foijo, lenha, mantei-
inlerposto dentro de 10 dias. ga, pao do 4 oncas, ditos de 6, loucinho e vina-
Para a capacidade professional, devora exhibir Rr quem pois se compromeller a foroecer di-
o candidato algum dos documentos scguinles: los gneros, aprsente suas propostas em carias
1. Titulo de capacidade na materia em con- [ochada, na secretaria dndito balalhao, no dia
afTn
qui
(
pa
20
curso coiiferido pelo conselho director da ins-
trueco primaria e secundaria da curte.
2." Titulo de professor publico, tambem da ''
materia em concurso, concedido pelo goveruo'
imperial.
3." Diploma de bacharol ou de doulor as fa-'
cuidados do imperio ou academias estrangeiras
ou bacharel em leltras, salvo as pessoas notavois
por sen talento e cfeonhecidamenlo habilitadas,
que forern dispensadas desla prora pelo governo '
ou que so quizerem prestar a um exame previo;
tudo de conformidad^ com o capitulo 4o do reau-
lamcnto de 5 de maio do 1856.
Secretaria da faculdade de direilo do Recife
13 de junho de 1860.0 secrelario,
Jos Honorio B. de M'netes.
O Br. Antonio Joaquim Ruarqoe Nazarelh, juiz
municipal c de orphaos e ausentes, nesta ci-
dade da Victoria u seu termo da comarca de I
Santo Anlo da provincia de Pernambuco por
C. o Sr. D. Pedro II. que ^1 Antonio Joaquim
, H *. "", nuar na dita gere
28 do corrente, at as 10 horas da manha.
Quartol na cidadc do Recite 15 de junho de
1S60.0 lente secrelario.
Jos Francisco de Moraes e Vasconcellos.
Tribunal lo commereio
Pela secretaria do tribunal do commereio de
proviucia de Pernambuco, se faz publico, que
nesla nata fica insciiplo no livro competente o
Iheor da alterarlo feita ao contrato social de
Antonio Joaquim Vidal e Joo Carlos Rastos de
Oliveira, abaixo transcripta.
Secretaria do tribunal do commereio de Per-
nambuco de.4 junho de 1860. Julio Guimares,
official maior.
Copia.Nos abaixo assicnados, Anlonio Joa-
quim Vidal e Joo Carlos Rastos Oliveira, socios
no estabelecimonlo de ferragens na ra da Ca-
deia do Recite ti. 56 A, sobre a firma de Vital &
Bastos, cuja gerencia social era a cargo do socio
carnes em
tem vindo
S3
.WM)
JJJJw
JJJJ
XCr>aJ
ililiiili
GRANDE ARMAZEM
DE
Ra Nova n, 47, junto a igreja da Con-
ceico dos Militares.

Aclia-iena direcqao daoflioina deste acreditado armazem o hbil !^5e
^^3 artista Francisco de Assis Avellar, antigo contra-mettre do fallecido ^3
^^3 Manoel Jos Ferreira. O respeitavel publico continuara' a encon-
^^| trar em dito armaem um grande e variado sortimento de roupas ^5s

LEILAO
DE
Urna taberna.
PELO AGENTE
0 referido agente far leilo por conla o risco
de quem perlencer, sabbado 16 do correnle s 11
horas da manha na taberna do paleo do Terco
numero 14
DE
Armarn, caixcs, fiteiros, gnerosnovos e fres-
caes, prompta para o comprador se quizer con-
tinuar a vende la c em um ou ruis lotes a
vonlado dos compradores.
LEILAO
333 feitas, como sej*m: casacas, sobrecasacas, fraques, paletots de panno
|H>! fino, ditos de catemira de cores, de merm, bjinbaznai alpaca preta W&
32%% e fe cores, ditos de brim de Imito branco, pardo e de' cores, calcas ^
335*3 de casemira preta ede core, ditas de merino, dd prinieza, de bri'ns |^
^|| pardo, brancoe de cores, coetes de velludo preto e decores, ditos de Sfe
^^ porguio, ditos de setim preto e branco, ditos de merino para luto ^5
s^ ditos de fustao branco e de cores, paletots, casacas, joquetas, calcas f^
gil e colhetes para meninos de 6 a 12 annos, camisas, seroulas. chapeos r*&
^^g e gravatas pretal e de cores, libres para criados, fardamentos para |fS
33>>3 a guarda nacional da capital e do interior. g^^
gg| ,Apromptara-se becas para desembargadores, lentes, juizr-s de di- ||
3$*S re,to municipaes e promotores, e vestidos para montana. Naoapra ?
^ dando ao comprador algumas das roupas eitas se apromptaiao ou- 6&
^ tras a leu gosto. quer com fazenda sua ou do armazem para o que S*5
3^ tem escollados e habis officiaes, dando-setoda e qualquer roupa no fe
^/77S illa rnnvpnpir\nann *.
j? ;* 9 :

illilllilllilii
Maurice Haruirch vai para Europa.
O Sr. Joaquim Anlonio do Parias Rarbosa
tem urna caria na ra da Imperalrlz, loja n. II.
MOA.
Bepartico da policia.
crelaria da polica do Pernambdco, 4 de ju-
de 1860.
Illm. Sr. Dr- chote de policia manda fazer
ico, para conhecimenlo dos interessados, as
osices do artigo 72 do regulomenlo n. 120
I de Janeiro de 1812.
Nao se conceder passaporle a cidado Bra-
ro, para porto eslrangeiro, ou a eslrangeiro,
A requerimento de Motta Irmos e
Joao Luiz Vianna e despacho
Dr, juiz especial do cotnme
agente Hyppol to da Silva, fa
de duas lojas ns. 13 e 33da ra do Li-
vramenlo, arrestadas a Antonio Joa-
quim Vinhas: sexta-feira 15 do cor-
rente as i 1 horas em ponto, as mes-
mas lojas.
.O
Procsa-se de urua ama farra ou captiva para
casa de pouca familia ; na ra da Impcratriz,
loja a. 14.
Vcnde-sc por prego commodo um escravo
crioulo. moco, de bonita figura, sem vieios. com
o olficio de caiador ; na ra dos Mirlyrios n. 4.
. Vende se por pouco dinheiro duas travs de
fundo, do boa qualidade, cora 36 palmos de oorn-
prido e 9 pollegadai de face ; na iua di Praia,
taberna n 39.
ATTENgAO.
Cnmpram-se utencilios de fabrica de volas ; na
ruado Vigario n. 29. Na mesma vendem-se velas
de carnauba ou de composico, as roelhoresque
ha no mercado e em conta para acreditar; lam-
ben) se vende cera do carnauba era conta.
No dia 19 do corralo mez. se ha de arre-
matar em praca publica, linda a audiencia do Sr.
Dr. juiz mudicipal da primeira vara, um sitio co
nhecido por Qucbra Runda, no lugar do Luca,
A 5,000 rs.
Vendem-se a 5J. saceos cora milho
Cadeia do Recife n. 3.
na ra da
Bicos de Croch.
Chegou loja do Ramaho, na ra Direita n.
83, um grande slimento de bicos e rendas de-
Croch, vmdos da Ilha, de largura de um dedo-
al dous palmos ; a elles, antes que se acaben.
Vendem-se duas partes do-sobrado de dous
andares e solao silo no largo do Imperador u. 6:
a Iratar na ra estreila do Rosario, loja de enca-
dernador n. 26, ou na ra do Quciroado n. 29
oulr'ora 27.
Vende-se um carro de 4 rodas de trabalhar
na alandega, em muilo bom estado ; e aquella*
pessoas que o preleuder.dirijain-so a eslacao das
'o "co Puntas.
Sal do Ass
A bordo do p-ilhabola Oliveira II : trata-so
na ra do Trapiche n. II, escriptorio de Manoel
Alvos Guerra, ou na taberna de Joaquim Vieira
de Rarros, na travesea da Madre de Dos n. 2.
= O abaixo assignaJo participa ao respeitavel
imperio,
aur
Oni
na
que soja de urna para outra
sem que sua sahida
provincia do
soja previamente
unciada nos jornaes Iros dias pelo menos,
e nao houvpr jornal os annuncios se affixaro
iorla da matriz da freguezia, e nos lugares
ma s pblicos.
So no caso de necessiiade urgenlo e especi-
| Pcala se dispnsala essa formalidade aos que
O fiador se responsabilisar neste c.*so pelas
idas do aflanoado, ese sugeitar a pena de
muta al 2Oc000 no caso dse mostrar que o
ncado procurou por esse meio evitar qual-
responsablidade.
(anforme.O secrelario, Rufino Augusto de
Collectoria provincial de Olinda.
collector de rendas provinciaes e Olinda faz
lico pelo presente, que o prazo de 30 dias
ou s marcados no regulamenlo de 16 de abril
de
ror
coi
I(
1842 para a cobianca do 2. semestre do cor-
te excrcicio de 1859 a 1760, prncipia-se i
lar do dia 1. de junho, findo os quaes paga-
a mulla de 3 0(0 os contribuintns que nao
oaJ/arcm no referido przo. Collectoria de Olinda
de maio de 1860.'O escrivao,
Jos Goncalves Rodrigues Franca.
Avisos martimos.
Avisos diversos.
Jos Francisco d*e Allemo Cys-
nciro declara aos seus amigos, que
d'ora em diante assignar-sc-ha por Jos
de Meuezes Cysneiro Bandeira c Mello
FOGO! FOGO!
FOGO!
Na estrada de Joo de Barros, no primeiro si-
lio a direita, passando a igreja, acha-se de con-
formidade com as posturas raunicipaes montada
urna fabrica de fogo de artificio de todas as quali-
dades, aonde os apreciadores o podero comprar:
recebem-se encommendas para o mesmo, na ra
da Concpico n. 20.
Joaquim Pereira Ramos previne ao respei-
tavel corpo do commereio quo seu lilho Justino
Pereira Ramos deixou sua compunhia para se
estabolocer por sua conla o risco ; o porlanto
nao se rcsponsabilisa pelas Iransaccoes d'cllc.
Recife 11 de junho de 1860.
para adiaular urna escripia por partidas dobra
das, atrasada seis mezes, queira dirigir-se pa-
os a Indopendencia n. 34, que se Ihe dir com
quem deve tratar.
Sociedade de sel-
leiros.
Manoel Fi-ancisco de Moraes.
Joaquim Jos Silveira, inventariaute do ca-
sal do finado Marcolinode Borja G-'raldes, con vi -
' da a todas as pessoas quo se julgarera credoras
do tallecido, a apresciiljrem ao annuncianle, na
ra da Cadeia do Recife n. 31, seus ttulos alim
1 de serem devidamenle avaliados.
O abaixo assigna lo fu publico que nao ven-
dam nada fiado ao sen escravo Joajuim. em sen
nome ou de sua senhora, assira como nao dii
Roga-seaos senhores socios desta til socie.da- nada para amostra, porque nao se rospo-sabili-
de que se dignem ir ver as machinas de coser, sa pomada. Recife 15 de junho de 1S6J
proprias para este officio : na ra da Impcratriz : Francisco Jos Goncalves de Siqucin.
numerlo. O abaixo assignado roga aos senhores dc-
Tendo de ser arrematado na porta do juiz vedores da loja sita na ra Direita n. 102, quo
de paz do 1. dstricto da freguezia da Bo-Visla ', perlenceu a seu cunhado Antonio Arco Ramos
no dia 16 do corrale mez, as 9 horas di) dia, a | Maia, que tenham a boodade de virem liquidar
W
Noratlrmios!
CONPANHIA
PERMBICA^A
DE
Vidal, mas nao podendo ronli-
rencia por causa dos seus mulli-
S. M. I. e
guarde etc.
Faco^aher que por este me juizo do ausentes i",c'ldo8 Pa|Jecimeiitos. pelo presente temos con-
peranle mim se proceden a arrocadaoSo dos bens Vencl0"odo ?".e ,la d,1la desle em dianle a d5<
deixados pela finada Isabel Maria Bezerra, a re- i gerencia social fica exclusivamente perlencendo
querimeoto do collector de diversas rendas ge- I ao MfX0. < Cnrlos, Bastos Oliveira, a quem s
raes desle municipio, e como nao se oblivesse : COmpe lra "S da flrmfl soeia' em ,olras c "-
informa(;oes exactas acerca da morada dos her-
deiros da dita finada, visto aeharem-se em luga-
.res nao sabidos, ordenei se passasse* prsenle,
rpelo qual cito, chamo e roqueiro o cooparecl-
mento dos herdeiros de sobredila tinada., bem
orno a todos cisque direilo tiver-em em *ua he-
tanca afim de virem habililar-se no.praxo de 30
das a publicarlo deste, o qual setr afTuado no
lugar publico do costil me epublieado pelo Dia-
rio,de Pernambuco em
prao, lindos 06 qijaes tudo prorederei .a rve-
lia o.na forma da .lei, e para constar se passou o
presento que vai por mira assignado cora o sello
do juio, que ante fltim serve ou valha sem sello
x-cauea.
Dada passada nesla cidade da Victoria aoc
8de abril do anno do.rwscimento do NossoSe-
ihor Jess.Christo de 186Q, trigsimo nono da in-
lependencc c do imperio do Rrasil.Eu Anto-
nio Ludgoro da Silva Costa,,.escrivao de orphaos
e ausentes o screv,
Anlonio Joaquim Buarque Nazarelh.
7- Pela capitana do porto se faz publico o \
dilal da secretaria de esi ia dos negocios da
narinha, que abajxo segu, reialivamente as
boiascollocadas naapedras submarinas do Cacao
e das Pescadinhat dos canaes das Larras de San-
la Calharina e Ro Grajade do Sul.
CapilaDia do porto de Pernambuco, 12 de ju-
nho de J860.
O selrelaro,
J, Pedro^Barreto de Mello Reg.
* 2.* Sccciio Rio de Janeiro. Secretaria A* es-
tado dos negocios da marinha, em 30 de abril
de 1860.
NOTICIA AOS NAVEGANTES.
'< Pela secretar i a de ealado dos negocios da
marinha se faz publico, pora conhecimento dos
navegantes, que as pedros submarinas denomina-
das do Cacao e das Pescadinhai, a primeira no
canal da barra do sul e a segunda na do norle da
ilha deSanta Calharina. arhara-se hoje balissdas,
por meio de bous de madeira da forma de um
cone truncado, forrados de zinco, tendo a seceo
raergulhada pintada de branco, e a flucluante de
encarnado, niedindo esta ultima dezoito polle-
JjadM de altura cenladni d liaba de fluctuaco.
letras
Iros mais documentos e Iransaccoes tendentes a
sociedade, ficando tambem expessamciite pro-
hibido ao dito gerente Rastos o uso da firma so-
cial em oliln s negocios que nao sejara da socie-
dade, sob pena de pagar urna mulla em proveilo
da sociedade de 20:000$, e no caso do impedi-
mento na gerencia por moleslias ou qualquet
outro motivo, devolver ella de novo ao socio Vi-
dal, conjutictamertte com outra pessoa da nomea-
rferido 11J socio Bi,slos. Vara isso devidamenle auto-
Recif^.-30 do maio de 1860.Anlonio Joaquim
Vidal eJoo Carlos Bastos Oliveira.Como les-
lemunha Pnlon Nask & C, Brander Brander &
C Samuel Power Jolinston 4 C. e Prente Vi-
orina & C.
Beconheco rrdadcitas as seis assignaturas
suppra : don f:
Cidade do Aecfe, 31 de maio de 1*60. Em
teslrninnho 00 verdade (eslava o sigoal publico)
otabcllio publico, Francisco Baptisla de Almei-
da. Numero 85, 160. Pagnu 10.
ecife 31 de maio de 1860.Carvalho.Sena.
- Conforme, Julio Guimares, official-maior.
Tribunal do eommercio.
Pela secretaria do tribunal do eommercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, que nes-
ta data foi inscripta no competente lirro a corla
de matricula do Sr. Antonio Jos de Castro, ci-
dado Brasileiro, de 40 aonos do idade, domi-
ciliado o eslabolecido nesla cidade, com casa de
dcscontos.
Secretaria 4 de junho do 1S60. Julia A*-
gutto da Cunha Guimares, officisl maior.
Conselho de compras navaes.
Contrata este conselho no dia 21 do corrente
mez, ns /ornecimenios de medicamentos e uleu-
sios enfermara de marinha, e o de ambulan-
cias aos navios da armada, por lempo um e 0,1-
tro far.fieciinenio de 12 mezes, contados do 1. de
julho prximo, ,'.sso vista de propstas entre-
gues uesso dio al s 11 horas da manha, sob
ascondicoesconstamles da ola que se acha fron-
ca nesla secr.ar"a para quem quizer consulla-
la, bem como e /ormulario e tabella, regulando
esses foruacimentOL, 9ue tudo por minucioso
deua-se de declarar.
f> avegacao costera a vapor
) vapor Persinunga, coraraandatile Lobato,
so tira para os porlos do sul de sua esrala 110 dia
20 do corrente. Recebe carga al o dia 18 ao meio
di 1. Prcvnc-se aos Srs. carregadores que ne-
nl urna carga ser recebida a bordo sem bilhele
da gerencia.
REAL fMP.VMII V
4nglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 era dianle o va-
por Portugal, e depois da demora do costume
ejuir para os portos do sul. Passagerps etc.
a iratar cora os agentes Tasso Irmos.
Cear.
Segu com brevidad o palhebole ^Santa
Ctjuz, recebe caiga a frete o passageiros ; a tra-
tar com Caelano Cyriaco da C. M. no lado do
Ci rpo Sanio 11. 25, primeiro andar.
Para a Bahia.
Segu iinprcterivelmente nodia 16 do correle
late Ootig Amigos : qara o resto da carga tra-
ta se com seu consignatario Domingos Alves Ua-
lh;us, na ra da Cadeia do Itecife n. 51.
= Para o Aracaly, o hale Sauta Rila sabe
coaa brevidade, anda recebe carga ; trala-se na
ufda Madre de Deo* n. 2
Para a Bahia
se ru em poneos das o hiale Bom Amigo, de
superior marcha ; para carga, trata-se com o ca-
pitio Pereira Marinho, em casa de Palmeira &
Be Ir, no Isrgo do Corpa Santo n. 6.
requerimento de Bernardino Antonio Pereira
Bastos, penhora feita a Joaquim Carneiro Leal,
20 paos de cicupira, sendo 11 com 20 palmos de
comprido e 9 cun 10 palmos cada um, e i cos-
tado de amarello : quem preiender, dirija-sa no
dia e hora marcada.
O Sr. Jos Vicento do Paula Almeida quei-
ra apparecer na loja da ra do Queimado n. 10,
que se Ihe desoja fallar.
Constando ao abaixo
dos engenhos Camaloao do Norte o Algrete da
freguezia de Agua Preta, quo se est tratando de
vender o engenho Pharol,o qual osla edificado em
Ierras dos ditos engenhos, por osle motivo faz
publico a quem convier possa, que esl determi-
nado a revindicar o terreno que Iho perlence pe-
los moios legaes, c faz este aviso que servii de
protesto para que ninguem se chame a ignoran-
cia. Engenho Algrele 8 de junho de 1860.
Zcferlno da Cunha Baslos.
15 #000 de gratificado.
Ainda contina estar fgido o escravo de nome
Ganriel, que se ausenten no mez de Janeiro do
anno de 1859, do engenho Mussumb, com os
aetis dbitos, visto o abaixo ossignado ler de li-
quidar a dila loja, e querer fazer isso araigavel-
monte Jos de Azevedo Maia e Silva.
= Muternus Lins faz publico quo contina a
fazer pao de Senleio todas as quartas-feiras e
sabbados, depois do meio da, na pa laria em
Santo Amaro, na taberna da ra da Imperatriz n.
2, na ra da Cruz no Recife n. 5, e tambem nos
Cinco Ponas, defronte da eslaco da eslrada de
ferro, deposito n. 148.
- Arrenda-se 011 compra-so urna olaria quo
assignado, proprietario fabrique obras linas, ou olaria que fabrique l jlo
Attcncao.
do alvonaria grossa, que soja perlo do rio e le-
nha bom barro : quem liver e quizer fazer eslo
negocio, dirija-se alraz da caixa d'ngua, casa n.
1, porlao verde, que achara com quem tratar.
Milho e arelo.
Farelo a 45500, milho a 43. o em cuia a 210
rs ; na taberna da estrella, no largo do Paraizo
numero 14.
= D. Thereza Schubz, sua irms e 5 filhos
menores relirain-se para a Europa.
Perdeu-se vespera de Samo Antonio urna
pulseira do ouro, da isreja de S. Francisco al a
ra das Cruzes : quem a aehou, querendo resli-
Leiles.
Leilao
O agente Hyppciilo da Silva faia'
leilao em i .u armazem filo na rtia do
S pedem a seusdevedores de vir pagar vis- 8
f lo que esio para so retirar. X
Lotera da provincia.
Corre ijjpreterivelrneute sabbado 1G
do correnta as 9 horas.
P. J. Layme.
Engommado.
Urna pessoa de capacidad.; encerre-
ga se de roupa para engomraar por
preco commodo : a tratar na ra das
Flores loja de marcinciria n. !.
Aluga-se para cata de familia urna
preta que cos nha, engomma roupa de
tnulher.e coze perfectamente ; a tratar
no Manguinho, sitio da viuva Carvalho.
O novo banco de
Pernambuco repeteo avi-
so que fez para seren re-
col h idas desde j as notas
de 10,000 c 2o,ooo da
emisso do banco
Na quarta-fera 13 de junho, tarde, fugio
do sitio de Angelo Rapllsla do Nascimenio, na
Passagem da Magdalena, o escravo. pardo, Ma-
noel, estatura alta, magro e feio de feigoes : es-
te esrrao fazem dous mezes que fez outra fgida,
o az um. pouco mais ou menos, que fui preso
em Nazarelh da MaMa, por um amigo dosenhor,
a quem o remelleu ; provavel que para all
nao lornasse ; comtudo roga-se as autoridades
P-elkiaes a gua apprehensao, o mauda-lo entre-
gar a Manoel Pereira Lemos, ra larga do Rosa-
rio a.33, que se gratificar generosamente, ou
.iilo recolh-lo a qualquer cadeia e participar
ao sen senhor, o nomo Lemos.
Cozinheiro.
Precsa-se altigar um preto cozinheiro ; na ra
do Crespo n. 25.
Attenco
Precisa-se de 1:0009 juros, dando-se hypo-
iheea em urna casa terrea nesta cidade: quem
quizer fszer este nagocio, sppareca na ra das
iarangeirag. rasa de Sr. Paulo Gainoui, das 9
horas da manha at as 3 da tarde, que*Ihe dir
quem pretende.
signaes seguintes : crioulo, alio, corpo a propot- luir, leve ra do Imperador n. 28, une ser gra-
cao, do idade 40 annos, mui'.o barbado, cara re- lilicado.
donda, grande echeia de -spinhas, olhos rasos e j A pessoa queannunciou precisar de quem
vermclhos, muilo ladino, tem marca do castigo, se encarregue do adianlar urna iscripla seis mo-
foi do Dr. Manoel Firminodo Mello, morador era zos atrasada, pode dirigir-so ra da Cide a n.
Reberibe, este senhor o rompron a D. Rosalina, 53, lerceiro andar, que encontrar as habi loco s
hoje casada com o Sr. Augusto Gomes Crrela de 1 que exige.
Mello, genro do capilo I.uiz Cavalcanli do Sou-
za, morador na cidade d'Arca, em poder dos
quaes lem o dito escravo Gabriel ra e mulher :
roga-se as autoridades polciacs c capiles de
campo a priso. e a entrega a seu senhor, no en-
genho Mussumb, ou no Recife ao Sr. tenente-
coronel Jos Gomes Leal, de quera receberao os
150$ promellidos.
Partidas dobradas.
Pode procurar na ra do Trapiche n 7. i
Os abaixo assignados avisam ao respeitavel '
publico e coui especialidadu ao corpo do com- j
merco, que amigavelmente dissolveram a socie-'
dade que tinhara na loja de ferragens da ra do i
Queimado 11. '0, que gyravn sob a firma de Car-
doso & C, ficando o activo 1 passivo a cargo dos
socios Joo Jos da Cruz Muniz o Ignacio Pedro
das Nevos sob a firma de Muniz i Nevos, Recife
14 de junho de 1860.Antonio Francisco Correia
Cardoso, Joo Jos da Cruz Muniz, Ignacio Pedio
das Nevos.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado n. 15 da travosu do Veras, no
bairro da Boa-Vista, o qual inuito
fresco e tem bons commodos para fa-
O abaixo assignado, nao podalo, polp ra-
pidez de sua viagem para o Piauhy, despedu-so
de todas as peMuas que o honram com sua ami-
zade, o az pohj|8te meio, ofTerecendo seu dim:-
nulo pioslimo aquella provincia, onde vai .'er-
vir na quahdade-de capello do excri ilo.
Padre Antonio de Mello Albuquerque.
Precisa-se faltar com o Sr. Manoel Si-rapio
de Almeida Fortes a negocio de seu inleresse :
as Cinco Ponas n. 82.
A viuva do fallecido Manoel Ferreira da Sil-
va Maia avisa a todos os credores do seo casal,
que so apresenlem a jusiiflcarem seus dbitos 110
prazo de 15 dias para pnderem ser atlondidns no
invenlario que esl prucelendo pc'o rartorio do-
escrivao Parias, na idade de Olinda, pois j chu-
gou a .proe.urar.ao do herdeiro ausenle. o quer
acabar com o referido inventario, Uto o ma.s
breve possivcl. .
Quem annunciou querer comprar cisas era
Olinda, falle na ra do ti ngel o. 21, que reha-
r cora quem iratar.
Vendo-se urna vacca ingleza paia dar la-
te : na Ponte de Uchoa, sitio da viuva de Jo 1 j
Carrol.
Altenco.
No hotel Trovador, na ra.larga do Rosario n.
milia : trata-se na ra da Cadeia arma- 44i nico n0 bairro de Sanl0 Allloni0i B o(rere.
zeta n. 5.
Furtaram do engenho Bomfim. freguezia de
Ipojuca, ao amanhecer do dia 8 do corrente, 3
cavf los, sendo 2 da fazenda e um de moraunr
do mesmo engenho, cojos caballos teem os sig- '
naos seguintes: nm da fazenda de sella,carrega-'
dor baixo,, alaso claro, lamanho mediano, cas- |
Irado ; o outro de carga, castanho, lamanho'
regular, ioleiro, e quaudo viaja mais emagrere '
das raaos por causa de venios, e ambos teem no
quarto o ferro da fazenda ; o do morador ala-
so e tem falla de um dente na frente do queixo
superior; foram vistos pasear em direcoo vil-
la do Cabo previn-secom estes signaes a quem
quer quo forem Herecidos ditos cavados, que
nao sao licitamente bandos, e gratifica-so a
quem delles der noticia certa no predito enge-
nho. ou na praca, no escriptorio dos Srs. M. L
de Oliveira & Furto, praca do Corpo Santo.
Offerece-se urna mu'.herquo cose e engom-
ma com muita perfeico, preferindo que seja ca-
ra easa de familia; a Iratar na ra do Caldeirei-
ron. 60.
Claudina Amelia de Carvalho relira-se pa-
ra tora da provincia, julga la-Ja dover, mas quem
se julgar seu credor, aprsenle suas contas oes-
tes tres dias alim,de serem pagas.
O abaixo assignado faz sciente aos devedo-
res da loja sita na ra Direita n. 102, quo per-
lenceu a seu cunhado Antonio Arco Ramos Maii,
que nao pagem seno so abaixo assignado, sob
pena d.e pagaren) segunda voz.
Jote de Azevedo Maia e Silva.
cendo por isso populaco inteira dessa bella
capital toda a acommodacao no que respeita ro
conforlavel, contina a servir de tudo cora prom-
ptido e asseo, por menos do que em qualquer
outro hotel nesta cidade.
Compra-se o Diario de Pernambuco de 16
de nutuhro do 1854 : na ra Direita, padaria nu-
mero 69.
Attenco.
Vcnde-se urna pequea fabrica de sa-
bao bem montada, com todos s uten-
cilios, em bomestdo: quem pretender
dirija-fe a ra do Bram n. 44, que
achara' com quem tratar.
Caixeiro.
No paleo do Terco, Ubern u. 28, precisa-se
de um menino de 12 a 14 aonos, cem piatica,
afiangando t conducta.
Pechincha
Vendem-se bscoitose bolachinhas de diffe-
rentes qualidades, por menos prer;o do que em
qualquer outra parte, sendo em porc,J : quem
frecisar, mando vr na ra dos Pescadores ns.
e 3, padaria.


Partidas dobradas
Precisarse de urna pessoa que cnienda bero
de escriplurjh; ero partido* dobradas para
adianlar urna tratada seis niczos; aunuucie para
ser procurado.
Precisa-se de urca senhora que saiba bem
Sanio a luz-'o 3 >omo -a* uioyru-1
pinas' de alguoi poetas, e o u tros ho-
mens Ilustre da provincia de Pernam-
buco, ptlo couimeodador Antonio Joa-
quitn de Mello. Contin as biographias
de Luiz Francisco Je Carvalho Couto, i
primeiras leltras, fiancez, piano e niusjt-a, para Jeronymo de Albuquerque Maranho,
tomar conla da educacao de_ seis meninas, em ^[varo -

'MAMO Dfe PERNAMBUCO. SEXTa PEffiA 15 D JUNHO DE 1860.
um engeulio da fi eguezia da Escada : a tratar na
ra de Imperador n. 8, segundo andar, entrada
pelo becco do bolcquiu do Paira.
AVISO
PROVINCIA.
AO
Teixeira de Macado, e Joao!
Antonio Salk-r de Mendonca ; verso, .
entre os quac-s 30 odes anacrenticas,; bhcc ..
cripDno das mesmas loteras na ra
ir. ihesoureiro das loteras manda fazer pu-
que se acham a venda, lodosos dias no es-
piono das mesmas loteras na ra do Impe-
uma noticia intnsate do levante de i rado n, S6j 0 nas caM8 commissionadas polo
Goianna em 182!, e noventa dous'mcsiao Sr. Ihesonnro na pracs da Jndepen-
documentos inneditos. Por ora em
mao do autor.
O Dr. Joo Ferreira da
dent
Iheti
; nasi
Silva mudou-se da nipi
Luir Soulan.cutileiro e armoirofran-
cez, que trabalhou em casa dos Srs.
Pommateau e Pradines aio, provine
ao publico que acaba de estabelecer-se
na ra das Cruces n. 38, aonde olTerc-
ce seu presumo, qur para amolacoes,
.^uer para concertos de qnalquer espe-
cie, o que promelte fazer com rapidez
e perfeicao. Igualmente se enearrega
de concertle inslrumontos de cirurgia
e denstas ; quem de seu presumo so
quizer utilisar pode flcar inteiramenlo
descancaifo quanlo ao apurado do tra-
balho. *
Attenco.
ra do Rangel para a do Livramento u. 26, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, defron-
te de sua anliga habitaco. A grande pralira de
auscultarse revonhecida pur quosi todos os seus
collcgas desta cidade torna-o recooimendado no
diagnostico das molestias dos pulmes e do cora-
cao ; assim como psra verificar o estado de sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operacocs que
ha feito com bom resultado em o eiercicio de
raais de 20 anuos, so julga habilitado para prali-
| car loJa e qiialquer operacao cirurgica por mais
' delicada e difJicultosa queseja.
saca se pa Ilha de S. Miguel, no escriptorio de
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
* | Un moco sollciro. de excelente conduela, se
i clTerece para onsinar em qualquer engeuho per-
i lo desta pra^a, nao s primeiras letras, para o
t I que est competentemente habilitado, como lara-
Precisa-scde ura menino portugus que ^u<- bem latitn e geometra, o que prova com docu-
ra servir de criado en casa de um mogo solteiro:
quem se achar nestas condices, poderS se diri-
gir leja n. 8 da ru> do Queimado, que achara
com qrtem tratar.
desposta ao annuncio de hontem.
O csmolcr das almas da freguezia de S. Jos do
Recife, respondendo ao encarrogado da osta do
anno prximo .pausado de S. Manoel-da Pacien-
cia, -credo na igreja de N. S. do Terco, o que
tem a dizer que nao est para gastar tempe
com as.,..
Offerocc-^e urna crioula para ama de casa
com
ra
trata1
a ns. 14 e 16 e na rus Nova n. 56, os bi-
s da ijuarta parle da quarla lotera do Gym-
Pernambucnin, cujas rodasdeverao andar
eterivelmeotc no dia 16 de junho prximo
fnlu o.
TI esouraria das loteras 46 de maio de 1860.
/. Al. da 6rus, cscrivo.
Alugam-se 2 escravos padeiros, por prego
foodo ; quem pretendo-los, poda dirigir-se
a Florentina n. 2, que achara com quem
r.
Jos Uurjuan vai a Buropa e deua eucar-
regado de sua olcina o Sr. Joo Martins da Luz,
e como seus procuradores, era primeiro lugar o
Sr. Jos Pinto de Magalhes, e em segundo Jos
Sertine.
= Precisa-se de ama ama para cosinhar : na
ra dos Pescadores ns. 1 e 3.
Aluga-se ura primeiro ndar da casa n. 112
na ra Imperial, com tnuitos commodos : a fal-
lar na ra Direite. casa n. 6.
Marn Bernel, sua senhora e2 Olhos meno-
res, retiram-se pora a Europa.
I OENTES I
S ARTIFICIABA. S
f Ruaestreitado Rosario n.3
^ Francisco Pinto Ozoriocollocadentcs ar- #
g lificiaes pelos doussyslcmas VOLCAN1TE, #
chapas de ouro ou platina, podendo ser
procurado na sobredita ra a qualquer $
$ hora.
montos e por j ler ensillado : quem de seu pres- .bal.
limo se quizer utilisar, amiuiicie
curado.
para ser pio-
MRoga-se oo Sr. Antonio t'iaueisco de jJK
Azcvcdo, que levou em 19 de abrit dous JB
$& pares de borzeguins para senhora (amos- &
CV ira) queira levar a mesma loja e seu im
%' uorie ou a fazenda. Bt
seu:
zeu
(an
r
lioj
rep
vene.
os p
tio
cion
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios precus.
Do-se amostras com penhor.
Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
mos, medico operador e parteiro pode
x procurado na casa Je sua residencia $$
a ra do Rangel n. 16. ;
- Francisco Jos Arantes previne a
freguezes, que mudou o seu arma-
de materiaes da ra do Imperador
iga da Cadeia de Santo Antonio) p -
) pateo do palacio da presidencia
Campo das Princezas, ao lado da
u-tirao das obras publicas.
Josepha Clara da Silva, viuva do finado
Joaqiim Fernandos de Azevedo, tem exposto
a os terrenos de seu sitio na estrada do Pom-
para pagamento dos credores de sen casal :
tendentes podero se dirigir ao mesmo (i-
qualquer horado dia, a tratar com amen-
ida.
Nj sitio do Sr. Marcelino Jos Lopes, na
estr/jda do Arraial, tem duas escravos para alu-
gar ae, urna boa quitandeira e fiel, e a outra para
criar], mas lem ftlho.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Corris em liquidadlo, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos ns loja ds ruado
Queimado n. 10.
Por um corte de cabello e
risamento 00 rs.
Aluga-se urna casa grande lt>ia envidrara- '
deportas a dentro, menos engommar: no largo da em reda.com urna grande sala na frente.* 2,
Nlcovas grandes, sala de jama, grande e 2 quar-
> i tos. cozinha fura, 1 quarlo para dispensa, cacim-
ba d'agiia de beber, com 'niguas arvoredos no
quintal, sito no lugar da Capunga : quem preten-
der, dirjase o Keclfe, na ra da Crnz u. 8, pri4
raeiro andar, ou ra do Livramenlo, loja de cal-
cade n. 35.
Diz o al'.iixo assignado que DO dia 12 do
correle perdeu na est-jc&o do Cabo um quarto
de blhete da lotera que corre no dia 16, de nu-
mero 1186.Manoel Joaquim da Costa.
As pessoas que liverem petiliores vencidos
'na ra Direita u. 60, tenham atondado de tirar
al o dia 15 de junho, do contrario sere ven-
didos.
Offerecc-se urna senhora que cosoe-engom-
ma com muila perfeicao, preferindo-se que seja
para casa de familia : a trillar na ra do Caldei-
reiro n. 80.
tm moco habilitado -e de boa conduela ?jfc
o(Icrece-se para ensinarcm '(ualqoer ca- ifo
sa particular a pes=oa de qualquer sexo, p -g se ,ir0mpto para salisfazer no mais breve
primeras lettra,, hngu. nacional, faj. I g lempo ,l'ialPr encommenua de ^tto
como sojam morrafas a Luiz XV.cabellei-
ras de toda especie lano para homom co-
mo para sonhoras.ciescenles.taiids, ca-
deias de relogios, braceletes, trancas pa-
liarlos U. Dubois^
CABELLETREIRO.
Praga da Boa- Vista n. 3.
s* Parlicipa que leudo recebido um gran-
*jj de soilimeniode cabellos de Pars, acha-
n cez, latn, msica, tnslrumental -e vocal,
e bem assim copia qualquer pega !e mu- ^
^ sica milito bem imitando a copia lithogra- M
Ou phada, ornando a frente da pega de ca- 8d
m> racleres gticos ou do outros qaesquer
| o isto com a presteza que se exigir: a g|
fip raeiro andar. ?E
Aluga-se um sohrndo muilo fresen na ra
dos Tanoeiros; a tratar ao Recite, ra da Cruz
n.-3l: armazem.
Joaquim Francisco Lavra, pelo presente de-
clara que, no dia 8 do cerrentc deesppareceu -o
seu caxeiro Joaquim Francisco da Silva, o qual-
de menor idade ; e para quo neuhuin fado por
elle praticado em seu nouie tenha valor, faz -o
presente para stiencia do publico. Recite, 12 de
junho de 1860.Joaquim Francisco Lavra.
Programiiia daicsla do glorioso Santo
Antonio to arca da ponte do liedle.
Os devotos do glorioso Sanio Antonio, lendo
de festejar este glorioso Santo deslio a ram a fes-
"leja-lo no domingo 17 do coi rente, sendo o seu i
festejo da maneira seguiute :
Na sexta-feira s 8 horas da noite, ser arvo-
rada a bandeira do mesmo glorioso Sanio, con-
ducida em procissao por meuinas da ra 9o Im-
perador, seguindo a direccao do costume ; no do-
mingo s nove horas da ni-jnha, ser condu/.idn
o magem do mesmo glorioso Santo em procissiio
para a igreja do Collegio, pela respeitosa rmau-
dade do Divino Espirito Sanio, aonde ser so-
lemnemente festejada com toda a pompa, cons-
tando a fosla com o Santissimo Sacramento ex-
posto, sendo o orador o tvm. padre Antonio Ma-
noel d'Assumpcao. Finda a fesla, ser o mesmo
glorioso Sanio conduzido pela mesma irmanda-
de, para o arco, em que (cara exposto vista dos
devotos at s nove horas da noile. Os mesnios
devotos, rogam a lodos os irmos da esma ir-
mandade do Divino Espirito ^anlo que liverem
*apas em seu poder, para se acharem reunidos
na mesma hinaudade s horas indicadas, para
inaior sotemnidade o brilhanlismo.
O r. Cosme de Sa l'ereira'
le volta de?ua viagem instructi-|
ti va a Europa continua no eser-
icio de sua prolissao medica. h
D-i' consultas em seu escripto-^(
io, no bairro do Ueeife, ra da)
druz n. 53, todos 0S-..das, menos;
ios domingos, desde as 6 horasS
sobre osS
tigoes de francez e
piano.
Mademoiselle Clemence de llannetot j*
oe Manneville continua a dar lices de M
'rancez f piano na cidade e nos arrabal-
les : na ra da Cruz n. 9, segundo andar. 3fc
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
oaliuanak da provincia para
o corrento anuo de
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomte acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro viudo de Pars. Esta estabelc-
cimenloest hoje nas melhores condices que
possivel para salisfazer as cncommeudas dos
objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejara : marrafas aLuiz XV, tadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rselas, ele, etc., ca-
balleiras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Eslados-uidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objectos em cabello scro feitos em sua
presenca.se o desejarem, o achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras em casa particular.
E' chegado i loja de Lf.comte, aterro da ;
Boa-Vista n. 7, o exccllente teile virginal de ro- '
sas branca para refrescar a pello, tirar pinina
sardasc espiuhas, e igualmente o afamado oleo j
babosa para limpar e fazer crescer os cabellot
assim como pos imperial de lyrio de Florenca
para bortuejas e asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da prmavera
vida.
Lindos corles de vestidos de seda prelos
de S saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantaza
de cores
Roreeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdensples preto bordadas
com froco
Grosdeoaules de cores com juadrinhos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado 18 e
Dila lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraias orlandys de cores, lindos pa-
drees, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de Ql de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodo bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem dem idera
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Eufeiles de vidrilho francezes prelos e
de coi es
Aberturas para camisa de linho e algo-
do, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado ..
Cassas francezas de cores, vari
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de. roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
eolteles, caigas de muitas qualidades
de fazendas f
Chapeos francezes Anos, forma moderna 8y5D0
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades y
Camisas francezas, peilos de linho e de $
algodo brancas e de cores o
Ditas de fusto brancas e de cores $
Ceroulas de linho e de algodo >
Capellas brancas para noivas muilo finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado J
Meias cruas brancas e de cores para
meninos $
Ditas de seda para menina, par I56UO
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino $320
Vclludilho de cores, covado 1*200
Velbulina decores, covado #700
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par 2f0f>0
Ditas de seda idem idero l$G0O
Um sortimento completo de lu~as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meoines, de todas as qua-
lidades 9
Cortes de collele de gorguro de seda
de cores 9
Ditos de velludo muito Gnos 1
Lencos de seda rxos para senhora 2|50
I Marquesitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora }
I Sapalinhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par 2(00
. Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado ljOOO
iSelim preto,encarnado e azul, propro
para forros, rom 4 palmos de largura,
fazenda nova covado 1$600
J500 Sclim liso de todas as cores covado 9
i Lencos de gorguro de seda pretos 9
800 Relogios e obras de ouro 9
Cortes do casemira de cores a 5lC.t 0
1*200
3(MHl
1500
10*000
16)000
100C
i
i
t
9
I
S
$900
1
i
S64
f

3*500
I
eaooo
$500
J>280|
P%X'liH9fll8ill'"K-liHrilHHnK!
EAU MINERALE
ra aneis etc., etc.
5SS
?@
Aten^ao.
Roga-sa aos Srs. Libnio Candido Riceiroo
Joaquim Antonio de Castro Nones e Frnncisc-
Carlos Brando. que tenham a bondade de com
parecer na ra da Cadeia do Recife n. 23, loja de
Augusto & Perdigo para Ihe seren entregues
urnas cartas viudas do centro.
tfTVTT^rTyrvrTYYrVTTTTTTTTTTYfc
DENTISTA FRANCEZ. 3
>o- Paulo Gaignou, dentista, ra das La- 5
> rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e H
p dentitico. <
X-.AAA.4..4_1J_AAA lSJk.XXXJLJLl*.XJLJLiHr
FOLIMIAS I'AfU 1860-
Esto venda na Uvraria da pra^a da Inde-
pendencia ns. 6 e as folhinltas para 1860, im-
pressas nesta typugraphii, dasseguiutes quali-
dades :
ffoLHINHA RELIGIOSA, contendo, slm do
kalendario regulamenlo dos direitos pa-
rochiaes, aoontinuaco da bibliotheca do
Cristo Brasileiro. que se compe: do lou-
vor ao santo orne de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo e
e N. S., a imi^cao do de Santo Amlirozio,
jaculaloriaa e oommomoraco ao SS. Sa-
cramento -e N. S. do Carmo, exorcicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dividido pelo6 das da semana, obsequios
ao SS. corac,ao de Jess, saudages devo-
tas s cliagas de Chrislo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrecinio.de 5. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
ouras oraces. Prego 320 rs.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kolenda
ro, regulamenlo 4ae direito6parochiaes,e
urna colleccio de ancdotas, ditos chisto-
sos, coritos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca Je cozinha,
quer de multara ureaervaYO de arvores
e fruclos. Prego 320 re.
O
U as 10 da inanba,
[euintes pontos T
l'. Molestias o"eolhos
l
. .Molestias de coraijao e dey peito ; |
. Molestias dos orgaos da gera-W
co, e do a us ; |l
. l'raticara' toda e qualquerS
operacjlo quejulgarconvenien-
te pira o restabelecimento dos
seusdoentes.
O exame das pessoas que ocon-S
sultarem sera' feito indistincta-
nente, e na ordem de suas en-
eradas; fazendoexcepqaoosdoen-
tesde olltos, ou aquellesque por^!
aotivojustoobtiverem hora mar-
cada para este (im.
A apppCricSo dealguns medica^
nentos indispensaveis em varios;4.
:asos, como o do sulfato de atro-||
,)ina etc.) sera'feito.ou concedido
gratuitamente. A confianza q\*e*
telles deposita, presteza de sua
cijao, e a neessidade prompta
le seuempreg*, tudoquantoo
lemove em beneficio de seus
Joeotes.
No di 15. ao raeo dia, na ra do Apollo,
no sobrado u. 9, se ha-de arrematar em pr*on-
ca do Sr. Dr. juiz de ausenTjjr^spolo do au-
aente Francisco de Paula Figueirado Saboia.
Offerece-sc urna ama que cosinha. emgom-
ma, a administra urna casa, bem proferindo casa
estrangeira: na loja do convento de S. Francis-
co, defronte do Dr. Swwmsto,
Appareceo urna prela crioula que represen-
ta, de 25 a 30 anuos e diz ser do nascimenlo
livre de nome Mara tur viudo do engenho S.
Braz a 15 ou 20dias da companhia do sua lia ;
permaneca a ziorla da igreja de N. S. da Penha
noile e da ao finor do tempo, oi recolhida a
casa prxima n ra da Penha n. 25, por canda-
de fcscr procurada pela auloridade, que j to
asedara, ou a quem interessar pos,
Precisa-se de urna ama de leiie : no wieo
do Terco d. Sfi.
O
o praca da Independencia livra- i
riit n. 6 e 8 coutendo alm do
kalendario eeclesiastico el
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, lilterarios
J toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
aercolas, industriaes, littera-
?\ is e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
tedas as qualidades como to-
jas, vendas, acougues, enge-
n ios, etc., etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mari-
ti no e emiui para todas as
classesda soeiedade.
NATURA LLE DE VICHY
Deposito na botica franerza ra da Cruz n. 22.
DE BANH
mmm wmm
ITA DE POBTA.a qual, alm ds materias do
costume, contera o resumo dos direitos
parochiaes. Pre o 160 re.
Roga-se aos Srs. devedores do esubele-
,cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequo de saldaren seus dbitos ns ra do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Queimado lois
10.
n.
GRANDE SORTIMENTO
DE
Fazendas e roupa feita
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
I cientemente montado, far-se-hao tambem do 1" de novembro em vante, contratos mensaes para
i maior commodidade e economa do^publico de quem os proprietarios esperara a remuneracao de
tantos sacrificios. *
Assignatu* de banhos frios para urna pessoa por raez.....10$000
# > momos, de choque ou chuviscos por mez 15aiJU0
____________Sorjps de cartee e banhos avulsos aos oreos annunr.iado.
Prtcisa-se de duas ama?, urna pa {
ra cosinhar e outra para engorcmar, t
dndose preferencia a etenmt: a tra-
lar na ra do Imperador n. 15. i
8@ 1 O proprietario deste estabtlecimcnto
^Consultorio Central honieopathCO^iUendendoao estado pouco lisongeiro
g. Ja bolsa da maior paite da populaco,
e animado por um scntimenlo plnan-
45-Rua Direita4S
De 5^000 a 6^000.
J 4J U U o
Continua sob a mesma direccao da Ma- ?3f
noel de Mallos Teixeira Lima, professor .
$ em homeepathia. As consultos como d'un-
% les.
9 --- i
i
i
Botica central liomcopalhica
Do
S DR- SABINO 0, L PI1NII0
@ Novos medicamciiloshomeopolhicos en-
q viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
5 Estes medicamanlos preparados espe-
^ cialmcnte segundo as ncce.ssidades da ho-
^ meopaihia no Brasil, vende se pelos pre-
,;..{ eos conhecidos na boica central horneo-
jrf, palhica, ra de Santo Amaro [MuudoNo-
@ o) n 6.
Altenco.
Os effeitos anliepidemicos, que so produzidos
pelas fumigac,es hygienicas de Guylon de Mor-
vi'.ju, sao elTitazes, con.o prova a experiencia que
dellas se lem lirado ullimsmeule. Os vaporos
que se elevam do urna formula desta fumigacao
baslam para desiofectar um espaco de 310 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Smith. O andaco que nos vecha de pre-
sente, lem ceifado niuias vidas, c convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-io de-
pois de appatecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parle, onde o mesmo se tai de-
a duiliciro.
Sipop du
DrFORGT
JARABE DO FOKGET.
Este xarope est approvado felos mais eminentes mdicos de Paris,
Icoruo sendo o melhor para curar; cooslipcoes, lose convulsa e ouir. *,
ad'eccfies dos bronebios, ataques pela manbS, e outra i noite sao sufQcieules. O licito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o me.lieo.
O dtpotto na ra larga do notario, botica de Bartholomco Franciico de Souza, n. 36.
Ra do
NDIQO
DO
HfiEMIftl I. W. I\1M
Brum (passindo o chafariz.)
No depozUo desle esi lYieVeeimenlo sempre \ia grande sorlimenlo de me-
chanisuao para os engenlvos Ge assucar a saber :
Machinas de vapor cao lernas, de golpe cutnprido, econmicas de combustivel, e defacillimoassento ;
Rodas d'agua de ferro com cubos Te nadeira largas, leves, fortes, e bem balancadas;
Cannos de ferro, e portts d'agua ;>ai a ditas, e serrillias para rodas de madeira ;
Mendas inteiras com virgens muito lortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetasmotoras >ara agua, cavatios, ou bois, acunhadas em aguill.ots dazas ;
Taixas de Ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivus e aortas de ferro para as fornalhas ;
Alambiques de ferro, moirahos de Mandioca, Tornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os taran nh is para vapor, agua, cava los ou bois ;
L Aguilhoes, bronzes e parafusos, arad js, eixos e rodas para carrosas, formas galvanizadas para purgar etc.,etc.
D. W. Bowman confia quecos seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
jue o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo propro para os agricul-
tore desta provincia, epelofact) de mandar construir pessoalmente as suas obras nas
mais acreditadas fabricas da Ing aterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela continuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
vao a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero necessilar.
POR MEDIDA.
Na loja e armazem de Joaquim
/ Rodrigues T. de Mello.
Woa do Queimado n. OT,
em swa loja de 4 portas.
Tem um completo sorlmcnto de roupas fcilos
e por medida a vontade dos freguezes: calcas do
casemira e de biim, colleles de diversas quali-
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor-
timeiito de palclols de panno e de casemira, al-
paca, laaziuha, riscadinhos e de brim, que tudo
se vende por preco commodo ; um completo sor-
tmenlo de chapeos prelos de seda para hornera,
de superior qualdade a 10$, ditos de caslor mui-
lo superiores a 16$, chapeos de sol de seda In-
gleses dos melhores que tem viudo ao mrcalo,
dilos francezes de diversas qnalidadcs, ditos de
panno grandes e pequeos, corles de vestidos de
seda de variados gostos para diversos presos, um
completo sortimento de bordados e entre mcios,
golinhase manguitos, ludo por pre<;o commodo ;
clialy de seda e laa de goslo mais apurado que
lem apparecido a 1;80 o covado, chitas france-
zas n.uilo superiores de 260 at 410 rs. o covado
de gostos muito delicados : um grande sortimen-
to de fazendas francezas einglczas c allemasque
seria impossivcl aqu se poder mencionar com
pro<;os. assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais era conla que em outra parte sendo j senvofveiio e'se tem manifesiado, recorram
. botica n. 88, na ra Uircila, onde se atha ven-
da quanlidadc'daquelle desinfectante. O Sr. I)o-
. mingos flibeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo estar a sua casa 'ilfec-
tada desla epidemia, pois quasi todas as possoas
'de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
I abaixo assignado, que subn;iiiistrando-lhe a fu-
{ migaco, prodnzio ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumstancias, que
precisarem das desinfectos, o atharao sempre
prompto para mandar cTeciuar a devida applica-
| jo. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar nas casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mui-
to approveitam, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das habiaccs ; assim como
de importante ulilidade a sua spplicaro nas fc-
ridas, ou ulceras chrouicas como detergente para
preserva-lus do estado de pulrefarcao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O proco dp
2;00O.Jof.da Rocha Taraiihos.
031PAKHIA .
ALLIANC
Estabclccida em Londres
iis si ms.
CAPITAL
Cinc m'vlVioes de liaras
esler'Uuas.
Saunaers Brothers 4 C* tem a honra deln-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
jasas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguro sobre dilcos de fijlo epe-
dra, conferios de telha e igualmente sobre os
objectos que coutiverem os meamos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer nalidade.
Precisa-so de urna pessoa que saiba traha-
Ihar com um boi, para se eucarregar do trapallio
com um carro da alfandega em grabo : na ra ds
Aurora n. 40, pavimento terreo.
trpico em pcidos seus antgos fie-
guezes, tem a l.onra de oirtrecei-llus
um resto de boizeguins de bueno e
lustre, tm muito bom estado, mediairte
a ret i bu rao cima.
39 1. Carneiro Monleiro aproveilando da 4|i
@ proporcao que tem para mais fcilmente a
& exeeular os iraballios de parlo, a aconso- &
:& Ihsdo pelo feliz resultado que lem oblido @
@ cin inulliplicados paitos laboriosos, tem
Icilo sua especialidade sobre etle ramo fij)
para o que poder ser procurado a qual- @>
quer hora, na ruado Rangel n 16. s>
Caxeiro
Quem precisar de um rapaz para caxeiro, ten-
do pralica de eobrancas e alguma de balrao, para
aqui ou para fra da cidade. queira ir a ra Di-
reita n. 68, que achara com quem Iralar.
Jos Thomaz de Campos Quaresma mudou-
se do pateo de S. Pedro para a ra Augusta, casa
de dous andares n. 19, porm sua residencia
no segundo andar, onde se contina a vender o
superior doce secco de caj, e de lodas as mais
qualidades, em porrao e a rttalho; tambem te
preparara bandeijas e hcelas eufeadas, a vun-
lade do comprador.
| Attenco. |
9 J. D. Frick de Lisboa, lem a satisfarao
#8 de informar a lodos os seus amigos e cor- &
respondentes, que os seus despachos lo- *
m legraphicos pelo vapor Magdalena, fo- ^
S ramos piimeirosque so eulregaram na j5
^ eslacao tefegraphisa de Lisboa.
BollinhoSa
Bandejas enfriladas com divrrsos gostos, dos
melhores bolinlios do nosso mercado, em porcao
de libras ou a relalho, que con.'ervam-fe muito
para embarque ou viagem ; as-im como pudins,
pastis de nata, rreme, tortas, ou outra qual-
quer pastelera para desserl: lambem preparam-
se bolos finos para o tempo de S. Joo e S. Pe-
dro, das melhores qualidades da massa mulhada
e secca superior, tudo com o melhor asscic, e o
mais em conta do mercado, dirija-sc a ra da
Penha n. 25, para lralar-se.
&aKtt&ei9ei6$B ees skkhnkh
Msica.
Recebeu-se pelo ultimo
tas msicas para piano :
n. 43
paquete boni-
lla la Nova
Loja de marmore.
vfij ftffffl *4*> P^H/8 ^fc^JCfl*^ ,*^
Nova fundicao de ferro
e bronze.
Una do Brum n. 1.
James E. B. Spears.
Fundidor machinisla e engenheiro encarregs-
se de qualquer obra, as.-im como sentar vapores
de lorias as qualidades para serrara, reflnaeao,
fabrica de sabio, machinas para amsssar pao.
para moer mandioca, ludo por pre;o commodo.
e concerta alvarengos, bombas, vapores, e lodaje
qualquer obra.
Os dcvoios do glorioso Santo Antonio da
ponte, lendo de festejsro mesmo glorioso Santo
no domingo 17 do ror/enle, pedrm a lodos os
moradores da ra do Crespo,-para que illuminern
suas varandas, nos dias 16 e 17 do correle para
maior brilhanlismo e solemnidade.
Precisa-se de urna ama forra ou csrrara
bara cozinhar : do largo ds Sania Cruz n. 106.


Vl
DIARIO P PERSAMBUCO, -^ SEXTA FE1JU i 6 DE JUWgO DI 1.800.
BARATO SNOPROGRESSO
DE
-largo iln IPenlia--
Neste armazem de molhados con-
tinua-se a vender os seguinles gneros abaixo mencianados de superiores qualidades e mais tralo
do qnceni onira quilqner parte, por serem a maior parle dcllcs reccbidos em direitura por conla
dos pruprielarios.
Mantega ingXeza e franceza
porfeilamente flora mais nova que tem vindo ao mercado de 640 a 800 is. a libra e cm barril
se fcira algiini 3batimeDlo.
Qaeijos flamcngos
muilo novos rcrentemonte chegados no iillimo vapor da Europa de 1J700 a 38 e a visla do gasto
que o freguez fizer se far raais algum abatimeuto.
Qneijio prato
os maia novos que existem no mercado al} a libra, em porco se farl abatimento.
xVmcVvas f raucezas
em latas de 1 1|2 libra por 1S50O rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por :;?ooo.
Mitita atlenfio.
Ao bom e barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Rna Direita toja n. 68.
JVac se engeita dinheiro.
Riquisimos cortes do vestidos de grosdena-
ples plo traillado a velludo, corles de vestidos
de phaniasia de seda mui^o moderno, cortes de
Teslido! de mossuKoa de seda, corles do vesti-
dos de-1 rege de aedacoin cieos deseuhos, cor-
les d i cstidos-de cambraia bordado o seda, po-
lacas di grosdennplos preto muilo bom objecto
da ibcaI i, paletois d panno de lo Jas as qualida-
des, diljs do casemira muilo fino,ditos de alpa-
ca do di Serenes modelos e qualidades, calcas de
caseBiii preta c de cores, dilas de brim branco
e de coi es do puro linho, camisas deUodas as
Jualidaies, cambraia organdys com modernos
esenhis, chales d* merino mnilo Gno bordado
a froco todo cm roda e com pona redonda, obra
de mui o gosto, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, riquissiinos
corles ile casemiras de cores muilo Gna padres
de mui o gosto, enfeites devidrilho, luvas, gr-
valas, i sparlilhos francezes, alpacas de todas as
cures, ( rosdcnuples prclo rancez o melhor que
pode h iver. Alera di'slas Uzeadas existen) ou-
Iras iw itas que so esiao vendendo por menos
do seu valor.
Vende-se urna casa terrea na ra do Padre
Florin j n. 39 : lala-so na loja da ru** Direita
numen 62.
um.
Mustar&a ingleza c f ranecza
em frascos a 6!0 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
Veri\a&cii,os figos de comadre
ra caixinhos de % libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a lj$600 rs.
oAacninna ingvcza
a mais nova que ha no mercado a 241 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4J.
Potes vttra&os
de 1 a 8 libras proprias para manleiga oo outro qualquer liquido de 400 a 1000 rs. cade
A.n\cndoas conletailas proprias pava sortes
de S 5oao
a 1> a libra e em frasquinhos, contendo 1 1|2 libra por 2}.
C\n\prcto,nyson c perola
os melhores que ha nesle mercado de lc600, 2 l 2500 a libra.
Macas cm caixinnas de 8 libras
conlendo cada una dilTerentes qualidades a 45500
Palitos de denles lidiados
em niolhos CDm 20 macinhos cada um por 200 rs.
TI jlo rancez
proprios pora mpar [ara a 200 rs.
Conservas Inglczas c raneczas
en: latas e em frascos de diferentes qualidades.
Presuntos, cnonricas c palos
o maia novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
L*atas de lilaclvlnna de soda
de dilTereotes qualidades a 1$600 em porcao se fari'algum abatimento.
Tambera vendem-sc os segnintes gneros ludo recenlemente chegado e de ok r qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chouriea muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
b inte de Lisboa, maca de tomate, pera secca, pascas, fruetas em calda, amendoas, nozes, frascos'
c >n i o i loas roberas, conteites, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux.proprio ';
pir i conservas, c'i irut i< das ni >l!i ires fabricantes de S. Flix, macas de lodas as qualidades,gomr
ma muilo floa, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervjas de "ditas,'
n cete b-iralo, licores francezes atrito finos, marrasquino do zara, azeitedoce purificado,azei
19 m tito novas, banha do pnreo refinada e outros mnilo gneros que encontrarlo tendentes a
ii ii los, por isso proai 'tem os proprietarios venderem por muilo menos do que oulro qualquer, I
l i netom mais tambera servirem aqullas pessoas que mandarem poroulias poucopraticas como!
e vi's.'n peS3%almente ; rogam tambera a lodos os sjnhorcsde engenho e senhores lavradoios'
: irsrn m in 1 iranas en.Minraendas uo armazem Progresso que se lhes afflanra a boa qualidadee
ii mi'li.-iniiaiicnto.-
m
Cliancas para invern 1
qnj f o ra da Cadea do Recite n. 23 luja f
cor fronte ao Becco Largo, vendem-se jj|
y. chineas proprias para o invern ou para 3
^ ani ar-se em casas ladrilhadas a marmore j|
g ou lijlo pelo mdico preco de 3[ cada <*
8F urna. *&
SAL DO ASSU',
Ven le-se a burdo do palhabole Oliveira II,
assim omo palha de carnauba : a tratar no es-
criplor.o de Manocl Alves Guerra, na do Trapi-
che n 14, ou com o capilo a bordo.
>cnde-se ou trocase poralguraanegra, ou
irulal;, um negro moco muito robusto, o de bo-
nita fisura : na ra Nova n. 52, primeiro andar.
m
Alcatifa.

p llampos & Lima, na ra do Crespo n. <
(*$ 16 lem para vender alcatifa com 4 pal- wj>
jrf mis de largura de muito boa qualidade |^
Jg e iropria para alcatifar, salas e igrejas a tu
* 8011 rs. o covado, dinheiro a vista. |f
liba do Qucimado n* 1.
Ha para vender por pjeros muilo commodos as
REirepoiiniarpwmL.
. JGKNTO IIOLLOWAY.
Milhaiejd Djdi,vid>s dotod^sisnaboes pj-
dem teteffiuBhtr as rtrtuderdesre remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que
pelo aso qu^dellitoerim^eiB se^corpoe e'
hrosiateiaame^tertEs depo d herpreg*-
do iiiuttlen,te outros tratamentos. Cada pea
poder-se-ha convencer flessscurltmaravilhosas
pila leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellassoto sor prendentes que dmiraa: o
mdicos mais celebres. Quantas pessoas recoS
braram com este soberano remedio o uso de seu"
bracos e pernas, depois de ter permanecido lonS-
gotempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputacao I Dolas h| muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submeltercm essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa na
enfusao de seu rcconhecimenlo declararam es
les resultados benefleos dianle do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti-
carem suaflrmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude'sa
livesse bastante confianca para ensaiar estere,
medio constantemente seguindo algnm tempo o
mentratatoquenecessitassea natnreza domti,
cujo resultado seria prova rincontestavelmente :
ueludo cura.
O asuento be til, mais pariieu
.*rmenlc uOS seS>tescasos.
InQammacad dabeiga.
da malriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.-
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmocs.
Queimadelas.
Sarna
Supuracocs ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do Ggado.
dasarticulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das nas pernas.
UMA DO VAPOR.
. Grande^e varalo sorUmento de calcado tran-
ce/, roupa feila, miudezas finas c perfumaras
toda por menos do que em nutras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SSTEMHlEDlt DE HOLL WAT.
PILLAS HOLLWOYA.
Este lnestlmavel especifico, composto Inteira-
mente de hervas medicinaes, no coulm mercu-
rio, era algum a outra substancia delecteria. Be-
nigno fi mais tenra infancia, e a corapleicao mais
delieada ignalmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleiciio mais robusta ;
dinteiramente innocente em suas operaedes e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie e grao por mais antigs e ienazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
efiieazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febn-to da especie.
Taclias futra eigcnlio
Fundi^o de ferro e bronze
DI
Francisco Antonio G*rreit Cartio,
tem um grande sorlimento de
tachas deferro fundido, assim
como&e, faz e cojicerta-se qual-
quer obra tanto de ferr fun-
dido como batido.
Allencao.
Vende-se a loja de miodezas no principio da
rus Direita, que foi de Marcolino da Costa Rapo-
so, todas as fazendas sao novas e de gosto : os
pntendntes'dfTijam-se a Leleltiev 4 Cadeta n. 14, ou 1 Francisco Aires de Pinito, na
roa do Vigario n. 8.
LIVROS DE SORTES
1WRA
seguii
Cor
les fazendas, pira liquidacao :
es de riscido fasncez. um 2S000.
Dilcjs de dilo dilo, covado 200 rs.
Cos es de cassa de barra, um 1?).
e de uperio-! Cas: a franceza de cor, vara 440 rs.
Dit
Cor
La
Diti
CASA LUSO-BRASLM,
2, Golden Square, Londres.
.1. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
Btar a casa contigua, ampias e excellcntes ac-
commoda^ocs para muilo maior numero de hos-
pedes le novo se recorani"nda a o favor e lem-
branca dos sous amigos c dosSrs. viajantes que
visitmosla capital; continua a prestar-lhesseus
servil-oso bous ofiici.is guiando-os cm todas os
cousas que precisera conhecimento pralico do
paiz, etc.: alora do poriuguez e doiuelez ialla-se
aa casa o hesnunhol e francez.
Prevencao.
Jos Doiningues Pimenla proraove accao de li-
bello contra os herdeiros da finada Francisca
Antonia da Ponseca, c constaudo-lhe queterera
estes vender o que lhes locar era parlilha, os fez
Citar para, na forma da lei, salisdaretn o juizo, o
que se faz publico para que ninguem se chame a
engao.
Attenco. I
& Curso pralico e Iheorico de lingua fran-
ceza por urna senhora franceza, para dez fe
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-i'
9 mana, das 10 horas at meio dia : quera
Q$ quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da *.
tt i.ruz n 9, segund andar. Pagamentos
C; adianlados. S
Alpofcas
Cairabras
Callos.
aneeres
Cortaduras.
,)0Jes de cabeca.
das costas.
dos mernbros.
''"'erniidades da cutis
em geral.
Ditas doanus.
Erupgees e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor nas extremida-
des.
Prieiras.
Gengiva escldalas.
I'ichaijoes
Inflaiumacao doflgado.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja dej
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Venie-se a800 rs., cada bocelinha contm
urna instrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso d-;ste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambujo.
dita, covado 240 rs.
es de meia casemira prela a 3$500.
e seda, covado 400 rs.
dita, covado 320.
Dil la so a 400 rs.
Lercos de seda para algibeira, um 1J.
Dili s francezes proprios gara rap a 300 rs.
atas de seda de edr de2voltas a 1$200.
s dita de 1 volta a 900 rs.
s dita de mola a 800 rs.
Alporcas.
A mpolas.
Areias(mal dej.
Asthma.
Clicas
Convulses.
Debilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta de
torcas para qnaiquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de. barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Rilas no ligado.
Ditas venreas.
Ki'xaqueca
Herysipela.
^ebre biliosas
brelo internitente.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammaces.
Irr eg u laridades
menstruaeo.
A Sibilla de Bajara ou soites diverti-
das para recreio das familias na tSo fes-
tiva noite de S. Joao, contendo 35> ver-
sos, nos quaes se proftnotica o futuro
de cada um dos consult.-inten. Detodus
as advinbasconhecidas a Sibilla colheu
r!todaes-'OSmaore?,ouros'senrfj '-eputada co-
pe ce.
Mal de pedra.
Manchas na cu lis.
Obstruccao de ventre.
vende-se na
praca da Inde-
Champanha
Campos V Lima, na ra do Crespo n.
, lem para vender urna porco de gi-
s com champanha de superior quaii-
de a 203 o gigo.
Atleucao
TCrCCra parte (1a priniei-j' Ve .dc-seapadaria da'pssagem da Magdaena,
ra do Espii-ilo Sanio.
I
x
9
Os abaixo assignados venderara da lotera su-
pra os seguinli's premios :
Ns.711 5:000fi Bilhcle.
202 1.0009 lquarlo.
A garanta paga na ra na ra do Cillcgio
n. 21
I.ayme & Madureira.
Praca da Independencia n. 4.
Iraveisa dos Remedios n. 31, com lodos os(seus
pertcaces, e bem afreguezada ; ao compradrjt se
dir 1 > motivo por que se vende.
En
para
Aitencao.
Precisa-sealugar urna pela que (enha alguma
pratica de vender ; na ra da Roda, taberna nu-
il: ero 48.
~ Precisa-se de urna ama de leite que nao te-
nha lilhos ; queira dirigir-se a ra do Amorim
ji.7, primeiro andar, ou annuncie.
Quem precisar do urna ama para engom-
mar em casa de pouca familia, dirija-se a ra de
Santa Rita n. 47.
= A pesie
Pr
inado, botica n. 15, qu dir'quem faz "esle"ne-
gocio.
= Precisa-sc de urna ama de leile ; na ra do
Cabug n. 8,
Antonio Rodrigues Marlins Ferreira, subdi-
to poriuguez, vai ao norte do imperio.
Dentista de Pars.
S 15 Ra Nova15
A Frederico Gautier. cirurgio dentista,
$ faz lodas as operajoes da sua arlo e col-
loca denles anificiaes, ludo com a supe-
rioridade e perfeico que as pessoas en-
^ tendidas lhe reconhecem.
ej Tem agua e pos denlifricios etc.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo metbodi>pra aprender a lr,
a rjscrever e a fallar inglez ero 6 mez.es,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos (Je instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
= A pesioa que annunciou precisar de 80OJ a' legio) n. 57, segundo and ir
r<^\?J?<>?Pl ^y-" a Q-ei- sencla dos Imbricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Jonnston & C.,rua da SenzalaNova n. 52.
|Lscrtptono de advocada.
@ O bacharel Gusmo Lobo advoga no ci- %
6$ vel : ra do Rangel n. 61 D. S
Semea-
saceos grandes, c de qualidade superior,
orlalecer animaes ; no largo da Assembla
trapiche de Anlunes Guedes & C.
ha
e aTmazcm
DE
Compras.
Olinda.
Compram se casas em Olinda que o seu custo !
nao exceda de 2:000& : quem liver annuncie para !
se procurar.
Comprara-se 3 muradas de casas terreas era !
boas mas em Olinda, nao sendo o seu custo mais I
de 1:000* a l:20ttttcada urna : o tratar na ra '
Kova n. 90, primeiro andar.
Compram-se es-
cravos, |
Compram-se, vendem-se e trocara-se esers-
vos na ra do Imperador 11. 79, primeiro andar
Precisa-so comprar urna escrava moga cora
habilidades ; quem a livor e queira vender, diri-
ja-se a ra da Praia n. 13, que achara cora quera
tratar.
Vendas.
Vende-se urna rela cora 80 annos de ida-
de, coamhem e perfeita engommadeira, dndo-
se a prova ; so vende-se pora o mato: na ra
das Cruzes o. 30, se dir quem vende.
Vendera-sc dous casaes de gneos : na ra
do Seve n. 2.
Francisco Ramos Maia faz sciente ao res-
peilavel publico e principalmente a quem inte-
ressar, que lera constituido seu bastante procu-
rador a seu genro Jos deAzevedo Maia e Silva ;
eportattto o nico aulorisado a passar recibo
dos alugueis de suos casas, e tratar de seus ne-
gocios.
Veude-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido o forte, com assento para 4.pessoas de
dentro, e nm assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino e ludo bem arraniado :
para filiar com o Sr James Crabtree C. n.
Al ra da Cruz.
Charutos da Baha a 1^500 a calxa : vnde-
se na praca da Boa-Vista n 16 A.
CALCADO
Grande sorlimento.
J5---Rua Direita*45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzegins aristocrticos. 9#000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7^000
Borzeguins arranca toco. 7#000
Ditos econmicos....... 6jg000
SapatOes de bater (lustre). 5J000
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar) ......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4$500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)..........4^000
E um perfeitosortimentode todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, con-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
O Se. Andr Alves da Fonseca Junio r nocir
por favor ir ou mandar 4 ra Nova, loja n. 7. 9
negocio que nao ignora.
GimDE S0RTIMEXT0
DE
Sazendase obrasfeitas
lioja
les&Bastoj
Na ra do Queimad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sorlimento de sobre-
asacase casacas de pannos finos prclos
de cores a 28. 30j o 35S, paletots dos
nesmos pannos pretos e de cores a28j,
!0S 225 e 25j, ditos de casemira mescla-
os de superior gosto a 165 18j>, ditos
las mcsnias casemiras saceos modelo
nglez 10a, 123, 14 e 15, ditos de al-
>aca preta fina siccos a 4, ditos sobre-
pasa tambera de alpaca a 7g,8ge %, di-
jos de merino selim a 10a, ditos de me-
rino de cordao a 9j, calcas prelas das
nesmas fazendas a 5 e 63, collelcs pa-
a luto da mesma fazenda, paletots de
arim trancado a 5g, ditos pardos e de
jfustao a 4 e 5$, calcas de casemira de
pr e prelas a 7, 89; 9J e 108, ditos das
mesmas casemiras para menino a 6$, 7$
e 8, dilos de brim para homem a 33,
J53500. 43 e 5$, ditos brancos finos a 5,
6g e 73, ditos de meia casemira a 43 e
53, colleles de casemiras prela e de c-
rese 5g, e 63, dilos de gorgurao de seda
brancos e de cores a 53 e 6g, dilos de
velludo prelo e de cores a 9$ e 103. dilos
de brim branco e de cor a3o, 3J500 e43,
palilots de panno fino para menino a
153. I63 e I83, dilos do casemira de cor
a 7JJ, 83 e 9g, ditos de alpaca a33e3j500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 53 e 63, camisas para os raesmos
de cores c brancas aduzial5jj, 165 e 203,
meiascruss c pintadas para menino de
todos os lamanhos, talcas de brim pira
os meemos a 18500 e 33," colarinho de li-
nho a 63000aduzia, loalhas de linho pa-
ra mos a 900 rs. caja urna, casaveques
de cambraia muito fina e modernos pelo
diminuto preco de 123. chapeos com abas
de lustre a 5j>, camisas para hornera de
todas as qualidades, seroulas para ho-
rnera a 163, 203 e 253 a duzia, veslimen-
I las para menino de 3 a 8 annos, sendo
calca, jaqueta e coletos ludo por IO3. co-
g bertas de fuslao a 6, toalhas de linho
para mesa grande a 73 e 83, camisas in-
glezas novamenlc chegada a 36 a duzla
Barato.
Leite, lenba e fructa
lio sitio do fallecido viiconde de Goianna, na
esl oda de Joao de Barros, ha paia vender leile,
pui o, lenha de malta, e fructas de differentes
qualidades, por preco commodo, de modo que
pode se revender nesia cidade e tirar bom ganho.
y,
nmm
Augusto & Perdigo,
com loja na ra da Cideia do Recic n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabara de sor-
lir seu novo estabelecimento com fazendas de
gosto, finas, o inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a retalho, se vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo nas casas inglezas,
urna vez que sejam pagas a visla.
Nesle estabelecimento se encontrar serapre
um sorlimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguintc :
Vestidos de seda cora babadose duas saias.
Ditos de la o seda e duas saias.
Dilos de tarlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados cora franja.
Taimas prelas de seda o de fil.
Polonezasdo gorgurao de seda prelas.
Cinlures para senhora.
Espartilhoscora molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Penles de tartaruga dos melhoresgostos.
Perfumaras de Lubin c outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaples de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas.
Collas e manguitos os raais moderaos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodo de todas as qualidades.
Lencos de labyriotho para presentes.
Collas de crochet pfrs menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletots de casemira.
Galgas de casemira prelas e de cores.
Collelcs de seda idem idera.
Dilos de fuslao.
Camisas inglezas lodas de linho.
Dilasfrancezas de dilTereotes qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Mellier e outros fabricantes para
lime .
Dilos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha.
Camisas de flanella.
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e crianzas.
Cortes de vestidos brancos de blonde com es-
polia e manta.
Didos de vislidos brancos de seda para casa-
menlos
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, veade-sc :
Ciindieiros de lalo de Lisboa.
Lazarinos e clavinotes.
Lona larga de superior qualid'ide.
Linha do roris. f
Missanga para rosario.
Rosarios entiados com perfeico.
Ferros de ac para engommar.
.Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lenc.ol.
Pregos francezes e de construirlo, de lodos os
lamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Chalciras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Carlas portuguezas muilo finas.
Batanea de novo modello para pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalo para engommar.
Esporas, brides e estribos de mclal do principe.
Ricas feixaduras froocezas para fiarlas com
boloes de vidro.
Taes de forro de todos os lamanhos.
Ricos paliteiros e tinleiros de metal praleados.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n.224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, cowtem urna instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
?O doposito geral era casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22. em Per-
numb co.
Borzeguins inglezas, pro-
ra dagoa.
Pechiucha sem igual.
Os verdadeiros e j muilo conhecidos borze-
guins inglezes, prova d'sgua, e tiradores de calos.
A 10,$' o par, dinheiro a' vista.
Leite & Irnio, na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisam aos seus numerosos
freguezes, e ao publico em geral, que novamen-
te acabara de receber os afamados borzeguins in-
glezes, equo continuara a vender a IOS o par,
dinheiro vista. o melhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas Que padeiem 'de calos, por-
que usando os nao soffrem mais.
Pede-se toda attenco.
Na loja d'aguia de ouro, na ra do Cabug n. 1
B, vende-se ludo por precos baralissimos para
liquidar, assim como seja :
Fitas e franjas.
Fita de velludo de lodas as larguras, aberlas e
lisas, de lindos padres.
Frar.jas de seda de lodas as larguras c de lin
dos gostos.
Ditas de laae seda por preco que admira.
Ditas de linha pora casavejue.
Ditas de algodo para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pontos de tartaruga virados e lisos.
Dilos de massa virados a imilaco de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para baloes.
Molas para fazer balos, vendem-se a 160 rs. a
vara.ou pcc,a de 50 molhos a 63.
Bicos,
Bicos de seda de t)das as larguras e lindos pa-
dres.
Ditos de algodo.
Loques muito finos.
Capcllas braucas para noiva.
Chapeozinhos para enanca.
Riquissimos quadros para enfeite de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim cerno perfumaras muilo finas, e mais
objeclosque visla do freguez far-se-ha todo o
negocio.
CJ <0 .13 _J CU ..Ju L5 3iQ >j>::
mo orculo dos destinos
livraria ns. 6 e 8 da
pendencia.
Phtvsica'ou consumo- A ~ ,;!:000 a ,8,a dp l,'sre'tos o bolachinhas
pulmonar. oe soda : vende-se na priga da Boa-Vista uu-
Retencan de ourina. |merl6A.
Rhenrati3mo. Na estrada do Manguinho, sitioda
Syraptomas secunda- viuva Carvaio, vende-se por preco
niuito commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quntro assentcs, para nm ou
dous cavi-lhos, com os seus respectivos
arreios, ou sem elles, do modo que mais
conveniente parecaao comprador : o si-
tio do lado da igreja e o segundo de-
pois deste.
Um sitio para iavrador. com boa casa de
vivenda, eslribaria, tenala para esnavos junto
ao engenho. e a margera do rio Coila, rom trras
de produeco, distante 6 legoasdo Recife : quem
o pretender, dirija-sc ao engenho novo Goil, fre-
guezia da Luz, propriedade de Jnaquim do Rt"o
Barros Pessoa.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Seguro contra Fogo
COMIMlXHIA
p
MTO
I
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia. 1
i
para
Vende-se
9 Formas de ferro
purgar assucar.
! Estanho em barra.
Verni2 copal,
g Vinhos finos de Moselle. g
| Enchadas de ferro.
3 Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composico.
Lona ingleza: no arma-
zem de C. J. Astley & C.|
Camisas inglezas
Na loja de Goes & Bastos, ra
do Qiieimado n. 4G.
Acnba-se de receber um grande sorlimento
das vrrdadeiras camisas inglezs muito finas,
rom pregas largas, peitos df linho, sendo estas
ultimas camisas de um posto apurado, tanto rra
pregas como em collennhos, pots 6 decente tanto
aos rapazescomo sos senhores de maior. por isso
sendo muita a porco que recebemos, deliberou-
se a vende-las por 38j) a duzia, ncsla bem contie-
nda loja de Goes"c\ Basto
Vende-se urna canoa muilo p^opria para
aterro, esl junto ao estaleiro do Sr Jnaquim
Antonio Rodrigue, ra do Bruhi : trala-sc no
cscriplorio da Companhia Pernambucana, no For-
le do Mallos.
Vendem-se canoas de amarello, de 25 a 35
palmos de comprimento e proprias para pescaras,
e abrir, por preco commodo : na ra do Vigirio
numero 5.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Sioger C. e Wheeler & Wilson.
Neste estabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, moslram-se a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade o seguranca :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leile & limaos ra da
niperalriz u. 10, amigamente aterro da Boa-
Vista.
Labyiinlhos.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
28. venden)-se ricos lencos e toalhas de laby-
rinllios.
Baralissimo.
Roa do Qucimado n. I'j.
Armazem de fazendas.
Chitas franrezss finas de padies miudinhos a
SSO'o covado, pecas de chila com 38 covadospor
5g800.
Cobcrta a 2#000.
Cobertus chinezas muilo lindas a 2*.
K i sea do francez a 2^'000.
Cortes de riscado com 13 1(2 covados por Sf.
Lencos trancos a 2^000.
Lencos para algibeira a 2jj a duzia.
Algodo monslro a 600 rs. a vara.
Cliales de merino a 2<500.
Chales de merino estampados a 25500.
Casemira preta % (JjOOO.
Corles de casomira prela Cna a 6g, paletots de
brim a 3#, fil de linho fino a 8Q0 rs.
Cambraia de cores a IGOis.
Cambraia de cores muilo fina com defeito de
agua doce a-preco de 160 o covado.
= Ganga de cor e brim de linho muilo fino a
500 rs. o corado.
Gulta-pera.
a>g Artigos para invern de guita-percha
3J ou borracha, vende-se na ra Nova n.45
3* LOJA DE MARMORE.
tsmt
*
Bolo dcS. Joao, no deposito de
massas finas na ra da Im-
peratriz n. 11.
Tarlicipa-se ao respeitavel publico que nesle
deposito recebem-se encommendas de bolo de S.
Jo.io.de lodas as qualidades.assim como boliahos
para cha.
A 640 rs. a libra de velas de espermaecte :
vende-se na praca da Boa-Vista n. 16 A.
Na ra do Vigario n. 8,
vende-se superior gomma, chapeos de palha e
esleirs grandes e pequeas de carnauba, ludo
novo, fazenda boa, do Aracaty.
As sementes, plantas de flores e fructeiras da
Europa, que se achavam na loja da ra do Ca-
Linhas de carreteis de00 jardas do autor Ale- bu n. 3 A, vendom-e desde o da 18 de maio
. 1 na ponte de Uchoa sitio do finado Sr. Antonio
"ure- Baplista Ribciro de Paria, das 6 is 8 horas da
Cera em velas de Lisboa. maahaa e das 5 hora da larde em diante.
Uligos para Inte. 1
Chaprlinas prelas e mais objectos pro- ^
prios de luto para homem e senhora,ven- 1K
de-so na na Nova n. 45 SE
^ LOJA DE MARMORE. H
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Rossia para
rapazes, muilo proprios para a prsenle esiaco
chuvosa, para os qae tem de andar diariamente
na ra, sao fortes, do muita daracao o neo entra
agua dentro, 4et pretos e cor de bisouro, pele
diwioulo preco de 4 cada um ; na praga da In-
dependencia ns. 19 c 21, loja do lampeao na
porta.


dubio ntr"'gERNAMBPc. .' s&& ee^Jl i.jMtt.'fti/Aio^-
Seus proprietartos. offarecem a seus numerosos fregueses e an publico em. eral toda e
qualquer obra manufacturada era seu reconhecdo estabelecimenlo saber-: machinas de Vapor de
todos os taannos rodas d agua para engenhos tedas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e metas moendas, tachas de ferro balido e fundido de lodos os UmanJjoa, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes aguhoes e boceas para fornalha, machina para amassai man-
dioca e para descarocar algodao, prencaspara mandioca e oleo-de nciui, portoes gradara, co-
umnas e moinhos de vento, arados, cultivadores, pootes, -aldeiras e tauauea, boias" alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Eiecuta-se qualquer obra soja- qual fr sua natureza pelos
destnhos ou moldes que para tal fim orem apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimentona ruado Brasa n. 18 A e na ra do Collegiohoje do Imperadorn. 65moradia do cai-
TeirodoestabelecimentoJo3eJoaquimdaCostaPereira.com quem os pretendemos se podem
entender para qualquer obra. k>""
Potassa da ftssia
E CAL DE LISBOA.
N bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa ta Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em Oedra: tudo or arceos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabello em Je* minutos, como
tambem tingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
4,000 rs.
milho ; nos rmateos
Admiraveis remedies
americanos,
Todas as casas de familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devera estar prevenidos
com esles remedios. So tres medicamentos com
os quacs se cura eficazmente
leslios.
Tachas e moendas
B raga Silva & C.r tem sempre no seu. deposito
da i ua da Moeda n. 3 A., um grande sortimento
de tachase moeedas para engeoho, do mullo
acn dilado fabricante Evio Uaw : a tratar na
a< n^o deposito ou na ra do Trapiche a, 44.
Pechincha.
Ce m pequeo toque de alaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
ven iem-se pecas de algodao encorp.do, largo,
con pequeo loque de arara a i$5O cade urna.
Aos amantes da economa
N i roa do Queimado n. 2, loja do Preguica,
veni em-se chitas de cores fizas bastante escu-
ras, pelo baratissimo preco- 4 6g a peca, e 160
rs. o corado.
Na fbrica dectdeirciro da. na Imperial,
junt > a fabrica de sabio, e na tu.-Nova, loja de
ferngetis r. 37, ha urna grande poreflo de folhas
de z neo, ja preparada para reinados, c pelo di-
inin ito preco de r40 is. a libra.
fnde-se superior linha de algodao, bran-
cas* do cores, em noveHo, para costara: ere
as principaes mo-icas* de SeuthaM Kellor A C, ra do Torres
-- Em casa de Habe Sel mettnn A
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
M
DO
Dr. i\ l# Lojto Mese oso,
go de
i feteM fatonb e ftff*.
de
por sacca de
Irmos.
Aos senliores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda,
Ditos brmicos e prelos de algodao.
I.uvas preUs de torcal.
Omos elaslicos.
Liabas de algodio em noveilos : vendera-so
por precos com modos, em cosa de SoulhallMel-
lors & C, ra do Trapiche n, 38.
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores delante piano* doafamado fabrican-
te I raumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
novt e muilo bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
-- Areadoas confeitadasi para sor-
tes Je S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambem pora presentes a2| o frasco,
ven le-se na loja de Leite & liinao, ra
da(,adeia do Recife n. 48.
lanos
e cora os peiores casos de rheuroatismo, dor de
cabeca, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigesta, crup, dores nos ossos, conlusoes,
| queimadura, erupgoes cutneas, angina, reten-
cao do ourina, ele, etc.
Tawoi Solutivo renovador.
I Cura lodasasenfermidadesescrophulosas.chro-
i nicas esyp hlilicas; resolve os depsitos de mos
I humores, purifica o sangue, renova o systema;
i promplo e radicalmente cura, cscrupliulas,ven-
reo, luinores glandulares, iclerieia, dores de os-
sos, tumores broncos, aferrdes do figado e rins,
' erysipolas, abeessos e ulceras de todas as classes,
' molestias d'olhos, difliculdade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
Saunders Brothers & C. lera para vender em i
seu armazem, na praca do Corpo Santo o. 11, Pora regulansar o srstem
alguns pianos do ulimo goslo. recetitiraente '
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Meieeae sssgse^s en ee &$&! I
DE
jRoupa eilaJ
Ra Nova n. 49, junto i
l a igreja da Conccwo dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
i um grande o variado sortimento de rou-
! pas leitae, como sejara casacas, sobreca- !
> sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno linoprelo e de cores, paletots e
'sobrecasacas de merino, alpaca e bemba- =
| zina pretos e de cores, paletots e sobre- i
i casacos de seda ecasemira de cores, cal-
! cas de cesemira prela e de cores, dilasde
i merino, de princeza, de brim de linho j
| brinco de cores, de fustao c riscados,
calcas de algodao, callete3 de velludo i
; prelo e de cores, dilos de setim prelo e
brauco, dilos de gorgurao ecasemira, di- <
i tos de fuslocs e brns, frdame otos para =
; a guarda nacional, libres para criados,
i cnroulns e camisas frsncezas, chapeos e |
i grvalas, grande sortimeuto de toupae \
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- 5
dando aocomprador algumas das roupas
...a, equilibrar a circula-
cao do sanguc, inteiramenie vegetaes favoraveis
em todtis os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores do venlre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 porgnm. Estas pilulas 8o efllcazes nns affec-
i;oes do figedo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digeslao, e em todas as enfermidades das mu-
Iberes, a saber : irregularidades, lluxo, reten-
coes, florrs brancas, obstrueces, histerismo, ele,
sao do mais promplo eflfeilo naescarlalina, febro
biliosa, febre amaTelle, e em lodns as febres ma-
1 lignas.
Estes tr^s impoTtanles mcdicamenlos vem a-
companhndos de etrucrps impressas que mos-
| iram com a maier minuciosidade a maneira de
applica los em qulqner enfermidade. Esto ga-
rantidos de falsificncao por s haver venda no
| armazem de fazendos de Raymundo Carlos Lete
& lrmo, na roa da Imperalriz n. 10, nicos
agenles em Poma rebuto.
En^enho. 1
i
i. Vende-sc o engeoho Santa Luzia.sito na
; freguezia de S. Loureoco da Malla, entre a.
j jj os engenhos Penedo de Baixon Penedo de ($
i %> Cima : Irata-se no mesmo engenho ou no fe-
I' @ ensenlie Mussambtque com Felisbino de t
; SO Carvallio Bapozo.
Relogios
Suissos.
Eti caade Schafleillin&C, ra da Cruz n.
38. "jende-sc um grande e variado sortimento de
reloj ios de olgibeira horisonlaes, patentes, chro-
nom :lros, meios chronomelros, de ouro, prala
dourida cfolheodosa ouro, sendo osles relogios
dosj'rimciros fabricantes da Suissa, que se ven-
deja > por precos razoaveis.
Pedras baratas.
o Donnelly temi controlado com o governo
ovincin, por intermedio do Illm. Sr. direc-
wmm mwM________
i RA DA GLORIA, CAI^A DOF1 HDlO 3
Clnica fot amnas oaayalemas
f1-f1"0 [estelos de Sanio Antonio e S. Joao, que lein es-
labelendo a su.r.bricade fogos na ra Imperial
alera dii fjbnca do sabio, conforme a licen,'. que
blete da cmara municipal, nhi eneonlrarfto
os fregneres fogos de rodas as qualidade rece-
berulo tambero encommendas, Unto para'dentra
como para fra da provincia, ari^do-as com
a miior proroptidao possivel ; assim como vende
mareiiaes para OS mesreos j preparados para
aquellas pessoas que quizerem fabricar parm-
Inrmentce sem muilo Irabalho, ludo por rreroe
n rir rnKu ., ,, muilo razoaveis ; os preteedenles podem alii'iH.
Contrata nriS n consultas todos os das pela manha ede tarde d.epois de 4 horas, riglr-se. ou ha cosa de sua residencia, que o en-
nrnnried id r? Par CUrar ann'ialmeate nao s para a cidade como para os engenhos ou outras: conlraro a qualquer hora do dia, e prolesU ser-
proprieaaaesruraes : vi-los deforma que os deixe satisfeios, nao ?*
ffPr.cia a niitr m.?i t d}Fl8ldo sua casa t as 10 horas da manha e em caso de ur- pela boa qnalidade dos fosos como pela bondade
^"", H.rq, querhora do d,a ou da n0lte sendo por escripto em que se declare o nome da dos maleriaes que empresa, e pericia dos artis-
P Nos caso. nrr da ,Casa- ,os 1"e Pw o estabelecimenlo.
metter seifs i,ihJ)Je i .rem dS ur89nCLa- as pessoas residentes no bairro do Recife poderao re- Gnrgel limaos, na-ruo da Cadeia do Fecife
VoBueira de W, n,* S" Sr- ,oaoi:s?unn 0. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos n. 28, primairo andar, vendem eera de carnaaba,
g Nessa U?Z5 "" fUa do,CfesP ao.P d Ponte velha. sola, courirrhos curtidos, farinha, feijao.
nentoshomenn.^ "* "v* aaPctan'e achar-se-ha^ constantement e os melhores medica- '
mentosnomeopaUncos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes ;
Botica de 12 tubos grandes,.........IflOOO
Ditos de 24 dilos. ......... ikln
Ditos de 36 ditos. ......, 209090
Dito de 48 dilos....... 9>iflnnfi
Dilos de 60 ditos ..... k ......' i '. *. ojoo
Tubos avulsos cada um. .,..........ijooo
Frascos de Uncturas........,.....2SoOO
anoal de medicina homeopa'.hica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,......
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. .
Repertorio do Dr. Helio Moraes. .
=r Nos quatro cantos da Boa-Visl n. 1, ven-
de-se doce fino a Ij) o caixo, queijo do Sendo a
500 rs. a libra, dito de coalha a 6*00 rs. a libra.
Calalos.
20j000
KlgO
62000
FABRIC
Gtiflllttfi
DE
fi !? m.
Sita na roa Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de salmo.
Vendem-se sapates do Aracaty para hornera a
900 rs. o par, dilos do marroquim para senhora a
800 c 900 rs., dilos ditos de luslre a 1$2S0 e
IS40, bezerro francez muilo novo a 4(200 a pel-
le : na ra da Iinperalriz ns. 72e7f.
Azeitedecarrapa-
to purificado.
CoDlinna-se a vomlr,- por canala e por garra-
fa ; na ra d03 uararepes n. 0, em Fra do
Portas.
Egcnmg fug-oy.
Alteicao.
BE
Fngio da casa doSr. Manoel Ferreira Lima, no
da 8 do correnle. as 8 horas da noile, aomie feu
senhor o linha alugado, o mualo de nomo Bh-
larmino, natural do sf rlao, rom os signa- s se-
guintes : estatura regular, rheio do corpo olhis
dros extrahidas da ilha do Sanio Aleixo,
iedade do annunciante, para calcamenlo das
desla ciaade ; e como as uiesmas obras
cas por emquanlo se achara poralysadas, e
o Exm. picsidento da provincia por despa-
e 18 deste mez concedido licenca ao mesmo
ciaiite para dispor das mesmas pedras, c
ronde quanlidado que tem o aununciantc,
es do llamos, offroce a quem interesaar,
ronde ou pequeua porco, que as vende
em *conta. O mesnio annunciaiito cnlen-
dendj-se com o Sr. Uanpa, hbil archileto, bem
conhjcido nesla cidade, conhecedor das quali-
de pedras e lijlos, se lera admirado de
i ler empregado em alicerces este malerial,
as pedras do annuncianla, como se pralica
ropa, para evitar a humidado uas paredes,
smo Sr. Rampa tem encommendado
as pi
prop
ras
publ
lenh
cho
011(11 II
por
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Selasliao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa
Neste estabelecimenlo ha sempre promptos alambiques de cobre de dilTerentPo',im,xM "'"jes : rstalura regular, rheio do corpo, olhis
(de 300 a 3:000*) simples e dobrados, para destilar agurdente aporeho deslKr?oa S vermelhos. principalmente quaedo
para restilaredestilar spirilos cora groKduaCao al 40 graos (pela gwduoclo d SeK CarHer dol m, do '.^ i'1.r"<'8,Hb(',1-0S, S!^ Ps id,m- cm
melhores syslemas ho e approvados e conhecidos nesta e oulrs provincias do imowio hftmhS. : 11 1 T ,,n'do( 9 0,0,J"Jo de um lalho de
de todas as dimencel, asperantes ede repucho tanto de cobreimsm de"bronae e7ePrio 'in?ir.! %l% tSrJL,ma *"e pf,ar Preaente-
de brooze de iodas as dimencoes e feitios para alambiques Tannes ele^ narafneo, d' hZ f """ "n!''' (ond? em um dp,lf,s de um ].
ferro para rodos d'ogua,porto para fornalhas e crito. de &ro tboa de cobTe humn SeTh ?ftU1, l*^ "ll",."a-se S'osador. de idade de
39 dimencoes para entamenlos/camas de ferro com armaco e sera ella, fS-n, Hp *J,l!i i ?, '""fl CS T'* "" nie',ps- '"" "stido
Jo
da p
tor das obras publicas o fornecimenlo de todas as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella u<-oes dei fcr?ci notaveise
l Aloixo. econmicos lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas" espuraadeiras cocos
paraengenho folha do Fiandres, chumbo em lencol e barra, zinco era lencol e barra lsncese
arroellas de cobre, lenccsde ferroa latao.ferro suecia inglezde todas as diraansoes, safras tornos
e folies pora fcrreiros etc. e outros mullos artigos por menos preco do que em outra qualZ?
parte, desempenhando-se loda e qualquer encommenda com presteza e perfeirao j conhecida
^r^Tr.ad?!-rTe?8que8e dgn"Lem hon^remlnoscom a%ua conQ.ncS? .cha.
roo na ra Nova n. 37 loja de ferrugeus pessoa habilitada para tomar nota das encommendas
.nuil H'iaiile 400 loueladas para esso

M
Fazfidaspof haixos precos
Ra do yueiraado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda resiam algumas fazendns para conclu
Verdadeiras I uvas de Jovin de to.
das as cores, rita da Iinperatriz n. 7,
loja do Leconte.
'3

ende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas irislezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwiglit & C, ra da
Cruz n. 61.
S2?.?,5 aPr.u'u',larao utas a KOBio'di I a liquidado da ftrmade Leite & CoTreia. as
g comprador daudo-ee no da convenci- s j- sqines
- nado. |g | sc vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras ae vguintoe
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditaslargas, franoezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezes de cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padrocs, a 240.
Briiu do linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muilo boni, va-
ra, a 18000.
Cortes de calca de meia casemira a )f.
Dilos de dila do casemira de cores a 5#.
Panno prelo fino a 3$ e 4#.
Meias do cores, finas, para homem, duziaa
1J800.
Grvalas de seda de cores e prelas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3$.
Ditas ditas muito finas a i-.'.
Dilas creas finas para homem a 4g.
Cortes de colletcsdc gorgurao de seda a 2$.
Cambraialisa fina transparente, peca, a 4$.
Chales de laa e seda, grandes, um 2$.
Grosdenaple pretodc 1J600 a 2$.
Seda prela lavrada para veslido a 1600 e 2g_
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16#
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para veslido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chitafranceza moderna, lingindo seda, covad0
do q
al ice
vend
Relogios. I
Vende-seera casa de Johnston Taler & C, ra j
do Vigario n. 3, um bello sorlimenlo de relogios '
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem um.
variedade de bonitos Irancelins para os mesmos.
ie em obra sua jamis deilar
ce ; pelo preco que tem
do no mesmo senhor lhe salle
Brim trancado de linho,
todo prcto.
A melhor fazenda neste genero que tem vn a esto mercado, por ser muito superior e nao
desbotar: vende-se nicamente na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leite & lrmao.
Cocos italianos
i
de folha de flandres, muito bem acaba- ira 40 "'
dos, podendoum durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
e i# urna duzia : na ra Direita n. 47,
ioja de funileiro.
Vende-se por comrnodo preco uro
lino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servicos para'cba', almoco ejan-
tar : na ra da Cruz n. 61, armazem.
Arados americanos e machinas
americanos e
para lavar roupa : em casa de S. P. Jo-
hnston & C. ra da Senzata n. 42.
Um a mil pares
promptos.
O respeitavel publicodesta ci-
dade ede fra,coimdado a em grande
ir a grande fabrica de ta-
mancos da ra Direita, es-
quiua da travessa de S. Pe-
dro, casa pintada de verde
ii. 16,
que achara continuadamente sem inierrupcao, o
mais bello e riauissim} sorlimenlo de tama neos
dos que ha de melhor nesta arle, proprios para a
presente eslaco, que o proprietario da mesma
fabrica esl resolvido a vender lano a relalho
como em porgos, por menos do que em outra
qualquer parle ; a casa tem sempre urna reserva
elfeciiva prompla para qualquer encommenda por
grande que seja, de 1 a 1,000 pares.
Vende-se uro* casa terrea de pedra e cal,
na cidade de Olinda, ra do Amparo, com 3 quar-
tos. 2 salas, cozinha fra, quintal: a tralar na
ra de Sania Rila n. 45.
Cumisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2JE00.
Toalhas de linho para mesa a 2# e 49.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos broncos bordados para baptisar crian-
cas a 5J0OO.
Corles decalca do casemira preta a 6#.
Chales de merino com franja de seda a 5.
Cortes de calca de riscadode quadros a 800 rs.
Merino verde para veslido de montara, cova'
do, 1 $280. .
LenQos broncos de cambraia, duzia, a 2#.
bara a do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me Ii;enca para usar de seu norae no presente
annu icio. As pedras escolladas para armazeus
ou c loadas, a dee mil ris por cem palmos, dei-
ladas as pedras em qualquer parte desla cida-
de a sosta do aiinuncianle, com loda aclividade
possi.el, para o que tem ts proporces necessa-
rias; os prelendenles dirifam-Sd a ra da Praie,
escr 'torio do annunciante.
Vinb.o do Porto.
V-e ide-se vinho do Porto de superior qualida-
do, en caixinhas do 12 garrafas, por preco com-
modt : no armazem de louca de Fragoso *& Valle
na rio da Cadeia n. 6.
em s. ecos mnito grandes, ltimamente chegado
doPirlo. vende-se no escriptorio de Carvalho,
Nogo-ira&C, na ra do Vigario 11. 9, primeiro
andan.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, ra da
Cruz o. 10. euconlra-se o deposito das bem co-
nheciias marea .'dos Srs. Brandenburg Frres.
e doi. Srs. Oldekop Mareilh.c & C, em Cor-
deausl. Tem as seguidles qualidades :
De Brandenburg frres.
Mph.
lien,
ux.
nnmendado ao|^ii _-
s !" Espirito de vinnocom 44
o annunciante i *
ahft mili ninio I p
graos.
mu mais'
INDICIO LOW-MOW,
Ra da Scnzala Hora n. 42.
Neste estabelecimenlo continua a haver um
comapletosorlimento de moendas e meias moen-
das para eu3enho, machinas de vapor etaixas
de ierro batido e coado. de todos os tamanhos
para di f .
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na ra larga do Rosario n. 36.
.
1 eores.
43Ra Nova
SI. E
St. Ji
Marg;
La ros
Chale
Chale

iu Loville.
iu Margaux.
e Oldekop & Mareilhac.
para
sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
ATTENCiO.
Na padara da ra Imperial n.-55, vende-se o
multo afamado pao de folha, melhor do que em
qualquer ouira parte, por ser trabalhado com
muita delicadeza; e na mesma aluga-se um pre-
lo para o servico externo.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 650p, 7 e 89, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7j), 9 e lOf, dilos de lontra pretoe e
de cores, muito finos a 6 e 7jj, ditos do chile a
3g500, 5, 6, 8, 10 e 12, dilos de feltro em gran-
de sorlimenlo, Unto em cores como em qualida-
des, para comeos e meninos, de 20500 a 7J, di-
tos de gorgurao com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira cora aba forrada de p.lhs, ou
sem ella 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conla, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualidades, para
Beninos, chapeos de muilasqa.lid.de. para me- com pcnior.
ninas de escola, chapelin.s cora reo para senho-
ra, muilo em cont. e do melhor goslo possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabe$a, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objeclos que os senhores freguezes, vis-
ta do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
x.rao de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. da B. Feij.
St, Julien.
St. Julien Mdoc.
Chateiu Loville.
Na mesma casa ha
ven3er:
Sherr em barris.
Madei a em barris.
Cogna: em barris. qualidade fina.
Cogna: em caixas qualidade inferior.
Cerveii branca-
Ruado Codornizn. 8.
Vende-se.
Millo em saceos.
Fari iha de mandioca.
Fardo de Lisboa.
Chutlos da Italia.
Feijioaraarello.
Sabio maesa.
Dito amarello.
Airo com casca.
E ou!ros muitos gneros, tudo mais barato do
qne en parte alguraa podem encontrar os fre-
guezes que trocara sedulas velhas e cobre por
genero i.
ISaralo que admira.
Na l( ja de Machado & Santos, ra do Queima-
do n. 6, por baixo da boneca, vendem-se as se
guiles fazendas :
Peca de algodao com pequeo toque de .va-
ria, ten do cada peca 20 varas e 4 palmos do lar-
go a 4 e 4500.
Chita > francezas paro coberta, covado a 220 rs.
Ditas dilas para vestidos, boaitos padres co-
vado a 40 rs.
Dilas dilas muito finas, bonitos padres, cova-
do a 28) rs.
Dias inglezas escuras, botutos padres, covado
a 180 n.
Laazinhas par. veslido. muito finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimogosto, covado. 400 rs.
Corle* de ganga para calca, boa fazenda, a lg.
Lenco de seda de corea a ly.
Borzeijuiua francezes de superior qualidade a
8j>600.
Sapati -s toglezes proprios para o invern a
4|000, e um completo sorlimenlo de roupas fol-
las de tolas as qualidades, por menos preco do
que em (utra qualquer parle, do-se amostras
VenJffm-ae oleados decores os mais finos que
possivel neste genero, e de diversas larguras
por preco commodo : na na Direita o. 61, loi
de chapeos de B. de B. Fojo,
I Ra da Senzaia Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston ft c. va- i
queas de lustre para carros, sellins esiihcsin- I
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo- !
as inglezas, fio de. vela, chicote para carros, e ;
montaa, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques : [
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,'
' loja d Lecomte.
Vinho feitoria do Porto,
I como anda aqni nao veio, de 26 aunos, tem mes- ,
, mo no caixiio 1834 rom 2 duzias e 1 garraflnha
' da amostra por 40,00, tambem se vendem as ,
garrafas 2. na ruado Rangel, loja de louca n
! 4. e na rua defronto da Madre de Dos, armazem
de Barros Silva.
e gro-
Metaes linos.
Chegou polo ultimo paquete esla loja um ri-
qusimo sortimento de metaes das seguidles
qualidades: apparelhos para almoco lodo com-
pleto do verdadeiro melal plaque, ditos ordina-
! nos, baxellas para jantar. e lodos os ornamentos
para completara baxella que vem avulso, e por
precos mais commodos que se podem obter, co-
Iheres para sopa, cha, terrinas, e assucareiros do
verdadeiro melal plaque,lalheres de cabo de metal
do verdadeiro marfim, osso fino, bfalo, uuicor-
nio de viado e de outras umitas qualidades para
mesa e sobremesa por precos muito commodos e
3,ue mult" aeT?r agradar ao freguez : na rua
Nova n. 20, loja do Vanos.
iFerros de en-
gommar
econmicos
a 5#000.
Esles magnficos fer-
ros achara-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leite & Irmo. rua
da Imperatriz o. 10.
Os proprietarios desle estabelecimenlo
avisara ao respeitavel publico, que aca-
ban) de receber pelos nllimos vapores da
Europa, um variado sorlimenlo de arti-
gos de novidades, lano paro senhorasco-
mo para homem e meunes, e entre es-
les :
Para senhoras.
Vestidos de cores de moiranlique
de-fic.
Copas para sabida do baile e theatro guar-
necidas a arminhn, ultimo goslo.
a> Dilos de velludo prelo, ultimo goslo.
as Enfeiles de plmnlasia para baile e Ihea-
;< tro
: Chapelinasde palha da Italia e seda ul-
^2 timo goslo.
3r Chales de cachemira cora bordado es-
pecial.
Braceletes de sndalo e leques.
- Exlraclos de sndalo.
Vestidos de cambraia branca bordada,
ap Luvas de Jouvin brancas, prelas e de
fgf cores.
a. Mu reas, broches e pollerines cora man-
re gilos de cambraia inissima, borda-
yf> dos a ponto de Inglaterra e guarae-
^ odos a retida valenciana.
5^000.
Grande sorlimenlo de ferros de engommara a
vapor dos mais ricos modellos que se podem en- tido de hila prela o (hale prelo
conlrar neste mercado com seus periencos de xas, e cora os sign.es seguintes : estatura I
n,,n,nZeC*' q"e 'nU" deVe "Srad!"-^pes- cor'parda. ps eoll,os pequeos, dente" da fro":
do Vil. C0B*prarem U rua Nova n" 2. l0J" lre Podres. o muito regrista qu.ndo falla julga-
se que ella esleja acontada em alguma parle:
porlanloroga-se a pessoa que a lem em seu po-
der leva-la a seu senhor, quando nio, se proee-
| der com lodo rigor da li : poilano, pede-se as
autoridades competenles e capitaes de campo .
captura da dita escrava, o grolifics-sr a pessoa
Gonlinua-se a vender assucar cryslalisado de ^^^ "-*"' t**"*' "a rU0 fl0 yueimau0
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
leiro, pelo preco de 7*000 o arroba, e aprompta-
calca, camisa de algodao azul e ehapoo de bata
cor de macaco ; elle veio ha poucos mezes uo
engenho Alio, de Joao Fernandos, freguezia de
Agua Preta, aonde seu senhor fui rendeiro. Des-
ronfia-se elle andar pelas freguezias de Sanio
Antonio e S. Jos : portanto roga-se as autorida-
| des policiaes e reptaos rie campo hajam de o op-
rchender e leva- lo cata de cu seuhor, na rua
mperial n. 169, que seao goiurosamente recom-
; pensados ; roga-se tambem aos senhores empre-
gados da estarlo da vi. fprrea repararon) lano
na sahida do Irem os passageiros, e romo na lo-
j comotiva do servico, pea o mesmo j loniou de
onlra vez sabir para ir trabalhar na estrada da.
mesma via.
Altenco.
Fugio no dia 12 de abril o proto Thomaz, de
estatura regular, espadado, crioulo. idaue de !'8
annns, pomo mais ou menos, barbado, rosto 1 ,ir-
go, descarnado, e desaenlado; pfde-sc portanto
"aos pedestres ou qualquer que o enoonlrar, que
o levem rua Velha n. 76, que serao recompen-
sados.
Fuglo no dia 10 de marco deste anno, do
engenho Ganicleira, um escravo por nomo Mn-
noel. crioulo, id.de de 30 annos, com os signaos
seguidlos : alto e secco do corpo, cgo de um
' olho e falto dodentes na frente, poma barba,
muito choio de prosas, com fumaras de v.lento,
e diz a Todos que fez fogo pela revoita, disconSa-
seeslar era Santo Amato de Jaboaiao por ler a
mai no dilo lugar, que forro, o juntamente urna
I km... Porlanlo roga-so as auloridadis policiaes
e aos eepHeee de campo que lenliaui de o captu-
rar e levar no dilo engenho, ou nesta praca rua
i Imperial n. 32, que sei gratificado.
Fugio o volenle do nomo Ueraldo, a 9 do
: rorroiite mez, idado 15 a lo anuos, cor preta,
j fcicoesbonilas e miudas, taboca redonda e po-
1 quena, pescoco fino,corpo espigado,um lano Sfc-
coporm espa.iaudo a roforca.Jo dos peilos.br.cos
, e pernas finas e compridas, em urna das cneljas
! tem cicatriz de ferida e no peilo esquerdo marcas
I de ventosas, do mesmo lado marca de um gran-
de caustico, muilo ladino e velhaeole, levo re*.
; lido camisa de algodio da Ierra,calca de gana j
velha decir acisenlada, tbapeo de fel:ro de igual
' or a da calca tambem vellio ; roga-se as aulori-
dades e quaesquer particular a captura do dito,
pelo que muito se agradcela e se recompensa-
; r a quem o levar a seu senhor Jos Peroira do
Gos ou der noticia no pateo do Terco n. 4o se-
gundo andar.
Acha-se fgido desde o principio de maio
o esclavo Flix, crioulo, de idade de 24 annos, o
tora os seguimos signaos : cor fula, altura regu-
lar, magro, falla desraizada, tom a porna direna
inohada de erycipell. ; intiluia-se por forro, e
tocador de viola. Tom sido visto ora diversos
bairros do Recife e lamben na Passagem da
Magdalena e Poco da Panella : roga-se, pois, s
autoridades policiaes ou a qualquer pessoa que o
reconheca que o capturen) c levem-no rua da
Guia n. 58, que se gralificar.
Fugio no dia 29 do mez prximo passado
urna esor*va de nome Anglica, reprsenla tor 40
annos, pouco mais ou monos, levou comsigo ves-
cora flores r-
oo vianna.
Refinado de assu-
car do Monteiro.
n. 18, segundo andar.
Desappareceu no dia 5 desle mez o escravo
se barricas de todos os tamanhos, corfr brevida- cr""
de e aceio : na rua do Cae3 de Apollo a. 63.
RELOGIOS.
Lazinhas para vestido a 320
rs e toalhis de linho a
800 rs.
Na rus do Queimado n. 19, vendem-se lazi-
nhas muito linas para veaiido, e para meninos,
pelo bar. lisiimo proco de 80 rs. o covado, toa-
lhas de I nho s 800 js. cada urna, cobertas a cbi-
neza, de chita muito fina a 2#.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
L.argo da asscuvViVa.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijao mulatinho muito novo com 6 al-
queires. farinha de mandioca de diversa, quali-
dades, milho, farelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha de carnauba, lu-
do por pregos commodos e em grandes porcoes
ou a relalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4# e 5.
Na rua Direita n.]45.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
. de nome Goimano, estatura mediana
cor regular, bstanle descarnado, picado de be-
xigas, cabeca grande, representa ler 30 annos de
idade, foi comprado no dia 31 de maio prximo
passado aoSr. Joao Evangelista de Mello Brilo
morador na freguezia dos A togados : quem o ap-
prehender, leve-o a rua Velha, casa n. 34. a seu
seu senhor o abaixo assignado, que ser recom-
peusado.Feliciano Joaquim dos Santos.
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos !. No1di.817jdu corr-.nte fugio o moleque An-
H.tii......... lonino, dei idade de 15 annos, secco, esperto, do
cor fula, levou calca branca, jaquela de riscaci-
nho, chapeo de fellr pardo com (la prela larga
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez: em casa de
SouthallMellorsAC'
deezcellente Eosto.
Bandeijas.
Riquissimos temos de bandejas finas e ordi-
narias por precos muito commodos : na rua Nova
n. 20, loja do Vi.ona.
Novena de S. Joao.
Veode-so a novena e officio de S. Joao Baplis-
ta por 320 rs. ; na praca da Independencia, li-
vrana n3. 6 e 8.
Vendem-se saputis em quanlidade, sendo
muilo grandes e muito doces, os quaes sao tam-
bem proprios para embarque : a tralar no sitio
da rua Imperial n. 64.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ru. larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparnlha Bristol.
Dita Sands.
Vermifugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febre).'
Ungento Holloway..
Pilulas do dito.
Ellxir anti-asmathico. *
.X?rosde boca lara c rolhas, de
ll libras.
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qu.l vende a mdico
preco.
1 orj;.s a
talvez se intitula de forro : quem o apprehender
leve-o a rua do Imperador n. 73, que ser re^
compensado.
Duzentos mil ris
Contina a estar fueida a escrava Paula, que
diz chamar-se Paulina, alto, magra e lula, e ha
toda a probabilidade de estar acoutada em algu-
ma casa, ou mucambo nos arrabaldes desla cida-
de : quera a pegar, leve-a rua da Cadeia Velha
n. 35. que recober 200g.
Fugio no dia 25dejunho p.p. o escravo mu-
alo de nome Luiz, de idade 18 annos, cor-bem
clara, cabellos crespos, corlados rentes, alto
secro, e muilo marcado de bexigas que soflreu h
pouco lempo, levou calca azul e camisa de boia"
da mesma cor, suppe-se ler urna cicatriz de ia-
lho em um dos ps. Este escravo foi comprado
a Sra. Joaquina Francolna do Espirito Sanio,
moradora em Timbauba de Mocos, tem irmao e
prenles no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para ahi : por isso roga.ee aas capilSes de
campo e a qualquer pessoa que o encontr sua
apprehensao, e que o leve rua Velha n. 69 que.
seao generosamente recompensados.
No dia 7 do correnle mez fugio de bordo do
hiale Lindo Paquete, tundeado oeste porto e per-
lence ao Maranhao, o prelo Gemido, que d pelo
norae de Emygdio, de idade de 35 a 40 annos
pouca barba, levando-camisa e calca de algodao
azul e barrete de laa ; representa ser mandriao :
quem o apprender queira driglr-se a bordo da-
qdelle navio ou ao escriptorio de Almeida Go-
mes. Alves & C, rua da Cruz a. 26. onde se gra-
iiuc.raAesse servico.
o-


m.
DIARIO DE PERNAMBUCO. SEXTA FEIRA 45 DE JUNHO DE 1*60.
Li Itera tura.
Considerares genes sobre a eseravi-
de, a servida e a coUaisae.a. A
agricultura na provincia it Sergipe.
i
A escravidao e um (co antiqusimo, diz o
conselhciro Dr. Autran ; remonta i origom das
sociedades, e as mesmas causas, que onto a pro-
duziram, renovaram-se as colonias dos poros
modernos.
A cruz e o scu conscclario, a civilisoclo, mo-
ralisando ludo, e aperfeioosndo as ideas, por uro
lado, e o augmento da populoclo, as vaniagensdo
irabalholivre sobro o Irabalho escravo o o oper-
fcicoamenlo das industrias, por oulro, leem-se
esforzado muilo c muito pela exlincclo dessa
Cuando a inrasao dos ideas civilisndorss, tra-
7i las pelo nosso pacto fundamental, impetuosa- maldita e horrivol peste social ; o se pJo dizer,
nn'iilt enrecu e espraiou-se por todo o solo Ura-
aileiro, unta nova aurora raiou para a liberdade,
c esta fagueiro illuso dos dourados sonlios dos
servo* do absolutismo, que, rcalisoda no paiz da
Washington na America e na Europa banharan-
n'a oiii saiiguc fervento de milhares de matyvos,
g'.ii/.o da ilivindode da redompelo humana, de
quem era lllha, e filha querida, bella as suos
dores, plsnlou a sua bandeira no topo do edificio,
que abrigou o nosso governo.
Tiremos urna constituido livre. to livre, que
o duque de Wellinglon, consultado sobre ella pe-
lo no-so plenipotenciario em Londres, responden
que nao sabia, se na Europa haveria um s povo,
que se sugeitasse & tanta provocan; lio livre e
lao boa, que Mr Dutot, no seu excedente lirro
Franee el Hrftil, chegou dizer ; approxima-
so da porfeico quanto dado s instiluices hu-
manas opproximarem-se no seculo XIX.
Ncsla conslituicao, talvez possamos duer.mo-
delo, era que, alm de ludo, basta o sen arl. 179
que se de todo nao est exlincla, em breve o es-
tar. fc#*
111
O trabalho livre superior ao Irabalho escra-
vo. E um aphorismo da ciencia econmica.
A escravida>conlraria as vocacocs, anniquilla
a intelligencia, e destrue a voniade.
-Sem voeacoes o homem exercer sempre mal o
mister, que lhe for destinado. Sem intelligencia
o trabalho e o industria deixarlode ser produc-
tivos.
Sem vontade, o trabalho fatigante, extenua-
dor e de pessimos resultados.
qoiiiin niu se transformar a nalurea humana
lerero as distinecese a dependencia. Os Saint-
Si mor anas, os Pourieristas, os Ownistas, Phrou-
doniai os e Socialistas trabnlham em vao.
Pele exlinccao da escravidao e servidlo, pela
proclanaco da liberdade, endeusaroente da
egualt ade e definidlo dos direitos do homens nlo
finara n de todo as desegualdades no mundo. A
desegnaldade de vinda da natureza, por melhores
nivela ment? que se queirara fazer, ella reappo-
recer como a pbenix de suos cinzos. Um m-
ntente depois do nudamente leromos : ricos, e
pobre:, proprietarios, e proletarios, capitalistas e
trabal laJores, artistas e conirnerciantes, produc-
tores e trabalhadores
Vil
Da le do trabalho ninguem tem esenclo, o
trabal lio a condicao da vida humana, e um apos-
tlo de Jess Christo disse-o quem nao traba-
Iha ndigno de viver.
A igrieullura olhada desde os primitivos lem-
pos, lomo a primeira e a mais fecunda das fontes
da r( ueza humana ( de quem especialmente fal-
lamos J em todos os estados o quo com mais
altentao deve ser tratado; principalmente n'a-
quelli s que sao essencialmente agrcolas. Em
O trabalho escravo o trabalho do animal, mas nomo da moral e da poltica, diz o baro de Da-
do animal reluctante, do animal, que, algumas rinte, na sua iuteressante obraEludes tille-
vezes desprezadas as insligaedes por urna reaecu rairc: ti hisloriques aeremos honrar a pri-
meira das industrias Falla elle da agricultura.
Em oitra parte diz: as fomes sao frequenles e
de sua natureza, substitue-oa morte.
IV
Poneos passos vio da servidao escravidao ; a
c para se concluir da maior adoracao, que servidao o escravidao em roupagens menos
podem os homens prestar liberdade; tiesta
conslituicao, dizemos, era impossivel, que a es-
cravidao se manlivesse como instituido justa, le-
gitima, ou ao meuos, poltica.
Nesla coustituien, que no scu art. 5., consa-
gra a Religio Cathulca Apostlica ltomana como
a religin do estado, era impossivel continuar a
escra vidio.
Paroste povo as soguintos palavras de Saint-
Pierrc doveriam de sor bem comprehendidas :
Quando o homem prende tima eada ao pos-
coeo do escravo, Detis sida a outra cxlremidade
ao pescoco dntyranno.
De feito, os fillios de urna conslituicao 15o
livre s poderiam produzir urna convenci, qual
a de 1827 ; o governo deduzdo de urna consti-
tuirn tao livre s poderla obrar no sentido do
nosso em 1850.
Infelizmente os escravos nao poderam acabar-
so, a pnhvra escravidao niio pd le anda ser ris-
cadn do diccionario poltico do Brasil; houvone-
rpcsil.idr de um respeilo propriedade, pro-
priedaite, que, no 22 do art. 179, foi garan-
tida em toda a sua plenitudc.
II
A escravidao, na phraso de um escriptor alle-
mao, urna das grandes vergonhas da humani-
dade, que fazem curvar a caboca quasi sempre
com desespero, quando so lhe segu os tragos
londo os nmaeoes das edades possndis: a os-
ernvidio, esso mal, como disse ilguem, superior
5 reunan de tndns ns males, cssa degoneraoo
dn homem racional e moral, o aviltamenlo e a
degradadlo do que essencialmente nobre, tem
a sua origeui em lempos bem remotos. A escra-
vidao siippnzeram-a urna uecessidado, l'latao e
toscas ; mas sempre a destruidora da liberdade.
0 bradn unnime da civilisaco pregando a sua
exlincclo 6 a demonstradlo mais evidente do que
dizemos.
A servidao da gleba pouco difiVrencova-se da
escravidao primitiva, os senhores de Monl-Joie e
de Meches, o bispo de Avranches e outros nao
eram menos crois com os seus servos do que os
antigos senhores com os seus escravos : se estes
liiiham o/ns rilas el neecis sobre os seus escra-
vos, aquellos esqoentavam os seus ps cnrejela-
dos do fri do invern as cnlranhas (umegontes
dos seus servos.
A servidao, porm, se tem mitigado, e o que
mais, a civilisaco tem protestado pela sua ex-
linccao. A servidao e a escravidao caminham ao
seu termino, e este nao est longinquo do nosso
horisonte.
Sea servidao pouco menos que a escravidao,
a mesma escravidao desfajada e coberla por
melhores vestes, o Irabalho do servo 6 quasi o
mosino trabalho do escravo ; o I rabal lio obliga-
do menos productivo, que o trabalho livre.
V
' As colunias em principio eras pequeas povoa"
res, que so formuvam pela reunio voluntaria
de pessoas, que, ou eram batudas, ou o acoresci-
mo da populoclo as cidodes as obrgavam um
espontaneo abandono, ou seguiam um aventurei-
ro ousado a quem obedecam como cnefes. Assitn
que formaram-se as colonias gregas da Asia-
Menor e da Italia.
As colonias romanas tvorain um c arador di fe -
rente das que fiemos de notar : as primeiras Irans-
piaulando para novo* solos as orles, scienriis e
iiislituic,oes forarn principios de importantes ci-
Arisioteles nao concebiam urna cidade privada de [ dades, e laes lornaram-sc Epheso, Agrigento,
escravos, e este chognu & dizer, que se os ho-
nen< inessom machinas animadas, que, como as
tiempos c iripocas de Vulcano, podessem obrar,
c por si rnoverem-se, ent somonte nao teriam
iiccessidade de escravos. Escriptores e pensa-
tfi re; Ibes loom seguido os traco? : Oldendoife
Ctolius recebem-a da natureza"; Tomasio, Wolf
( Burlamaqui legitimam-a, quando em tal re-
dui-c."io entra a volitado dn oscravisandn, e este
ot celebra asdocuraa desla condigao, citando o
seguitite verso do' Virgilio:
0fortunali nimium,sua si bonanorinl, Agricolcc
A o=eravidrio em todas as pocas, em tndns ns
lugares, as sociedades antigs e as modernas,
o desmentido solemne e condemnador do dito
de Burlamaqui. So Polio sustentara as morcas
do sen viveiro com come dos seus escravos, al-
guem de boje os faz expirar sob o dilacerar im-
piedoso do a7.orragno do um feitor; se o Romano'
brbaro dava operlaculns desangue ao seu ami-
go, assassiiandn um seu escravo, o civilisado da
aclualidade mostr n tronco e o cano, Iheatros
horriveis de Instissimas tragedias; e at bem
pouco lempo o pelourinho as pravas publicas,
como boje o aconte as grades san testemunhos
vergonhosos de a trazo*, em que inda estamos.
t relebrar a delicia da vida servil oscrever o
epieramma da civilisaco.
K verliide, que tnesmo nos lempos remolos
cruci nospaizes que nao sao agrcolas. > t Pa-
ra qti; a riqueza de um paiz 3C desenvolva de
urna inaneira normal e permanente, diz 11. Dus-
sard, preciso, que a agricultura prospere, todos
o reiouhecem. Esta prosperidade, deixando a
cada ndividuouma maior somma de bens da tr-
ra, a subsistencia de todos enlo segura.
O tenhor de um terreno, emuora capitalista,
nao ((iile por si s derribar mallas, seccar panta-
nos, -olear campos, plantar o que a Ierra deve
olTencerem profusoo, abrir estradas, fazer trans-
porte) e quejandos outros misleres, que soem ser
neces ssrios 4 agricultura sem o auxilio de traba-
Ihadcres e operarios: elle precisj de bracos, e
com a ajuda desles e dos seus capitaes por certo
conseguir tudo.
VIII
O llrasil lodo, cujo melhodo de cultivar os tr-
ras nao tem um perfuito deseuvolvimento, tem
necessidade extrema de bracos; o sul do impe-
rio, (nde existem as nicas e mais prosperas co-
lonia. compra animalmente por presos fabulosos
cenle las e centenos do escravos; e ellos anda
sao piucos, a procura contina; e a parte do
nosso terreno em que a agricultura est mais
aporf coada. O norte, talvez mais frtil que o
sul, sl em abandono, o sem> animaco ; os pro-
priet; ros acham inelhor deixar sohrem os seus
escra 'os do que emprega-los na cultura, que lites
seria lao productiva.
O sul est em falta do bracos, e em pciores
circu lista acias o norte.
IX
Ous diremos do numero desses bracos ua pro-
vine! i de Sergipe, n'essa provincia essencial-
ment agrcola, pouco populosa, e cujos habi-
tante) mais aptos aos trabaihos do campo em na-
da se^querem afazer a osla vida ? a provincia de
ges. Milhares de urna e de outra juncaram e se-
varara a Ierra que os consumi.
A falla de bracos, por tanlo, em Sergipe, j de-
via de ser bem considerare!.
Depois desta criae desoladora e luluosa, se-
gnio-se, ou, antes, est-se em outra nao menos
penosa e desgracida. A lavoura, que muito e
mHito soffrera pelo cholera, mancira da luz, .que
nos seus extremos bruxoleios loma um alen de
vida e de esplendor para reanimar-so, mas que
s pode extinguir-se, no anno imraedialo produ-
zio, e prodnzio espantosamente; mas chegou-lhe
urna aecca lerrivel dn tres amaos afios, e ella
boje se extena, deinha e se acaba. E' preca-
iio e e misrrima.
A classo escrava que, segundo os clculos eco-
nmicos, a meaos reproductiva e de menos lon-
gevidade. conlina a desappareccr na formo habi-
tual ; e o que 6 mais : a secca e a crise da agri-
cultura a diroinie por oulro lado.
Os ptoprietaries de engenhos precisara de cap-
laes, para sustento de suas fabricas, de suas la-
vouras, de suas MMdas e familias; contrahem
largos crditos conjuros Je dous ou mais por
cont ao mez, com esperanca de salda-los as
prximas safras. Succede urna outra secca,
mal alguns podem aproveilar os restos das can-
nas, para, com sementes, replanta-las.
O commercio pelo soffriraento da lavoura cahio
em crise ; v-se tambem empenbado; aperla os
proprietarios pelos seus capilaes emprestados e
juros; estes, para nao vender os seus enge-
nhos, principiam por offereccrem seus escravos
indemnisocio dessas dividas, que correm em
progresso lerrivel; e o commercio precisado os
recebe por baixos precos revende-los na Baha
ou no Rio de Janeiro, para, seu turno, salva-
rom-se dos seus empenhos.
Os escravos por osle modo vao consegointe-
menle, se acabando ni provincia. E a prova do
que dizemos esl no primeira viagem do vapor da
companhia Bahiaua de Sergipe para a Baha, em
que para l iamos, na qual contamos-cesscnla e
com esta praca, porque s as tem indirectas
Alagos) melhores resu
qi
mesma Babia' ou Ali
por ventara aufereria Pernambuco, mais acces
aivel ou mais prximo ao estrangeiro, tende por
menos do que a Baha: a praca de Pernambuco
que idolatra mais o crdito do que o capital,
mais franca do que aquella. E o commercio de
Sergipe lao sincero o de lio bons desojos, como
, e como provam os fados, laei os que citamos
do transporte de escravos para a indomnisacao
de dividas, jamis abusando, verdadeiros e pros-
peros 'roclos colheria.
Alm da escolho no preco esta diviso traria a
escolha na qualidade, e o qoe mais: traria o sor-
liraeulo de tudo ; porque o que na Baha nao ha,
nos em Sergipe nao podemos ler.
Xf
A neccssidadja'da lavoura vai mais lnnge Ella
hnje esl cem capilaes, e sem ter a quem recorro,
e o caoilal se nao a fonle do poder productivo
umaeontradicao essenciassima de sua distan-
cia. Entre as causas mais effleientes do poder
productivo de urna sociedade, soja qual fr, es-
creveu o Sr. conselheiro Dr. Autran. deve-se con-
tar a somma do seu capital; porque quanto maior
for o capital, tanto maior ser o seu poder pro-
ductivo e a sua prodcelo. Releva, porra, ob-
servar, continua elle, q'ue esta cansa 6 secunda-
ria e nlo primaria ; porque o que fjz o capital
sustentar, regularisar e facilitar o trabalho; roas
o Irabalho quem lhe communica a vida, e tanto
que se o Irabalho afrouxar ou diminuir, menor
ser o poder productivo do capital > O distine-
lo economista brasileiro contina no deseuvolvi-
mento d'estas verdades com urna lgica irresisti-
velee clara, prova o.ue os capilaes destruidos
pelas inundacoes, terremotos, incendios e guer-
ras so readquirem coiu a mesma brevidade com
queso perdero os conseguidos por estas, entre-
tanto quo irreparavel lorna-se a riqueza, se o
trabalho atacado na intelligencia industrial, ou
nos hbitos verdadeiros que o produzem. O ca-
oiio escravos quasi todos a veaderem-sc; a pro-1 P'la' uao ^ a fonle do poder productivo de urna
va es' as ultimas noticias, que nos trouxerara nagao ; mas condcao iodispensavel d'ella.
osjornics da Bahia, que narram, quo ah hava I Tres agentes principos, disse um econo-
chogado conloe cessenta escravos procedentes de mista, o tlenlo, o Irabalho e o capital concor-
Sergipe, poro screm all vendidos; a maior par- "
le desta gente, diz um jornal linha sido lomada
' I precisaran! os seus habitantes de espera-Ios de
lliooj, merea4 ealranhoa n nasa .^{i.ui.
ein dividas.
Com taes incontraslaveis observaces, que di-
remos da sorld da lavoura em Sergipe? Sem bra-
cos, s empenhos, s juros, e jamis capilaes,
porque o seu commercio tambem desfallece, s
haver miseria, muilo miseria, penuria, em
su m na.
Em laes circumslanciog s a colonisocan po-
Lder por um bice ruina completa da agricul-
tura ; y colonisaco ser a nica egide, que am-
parar o proprie'taro. quem fogem una a urna
Indas as esperanzas ; o recurso dos consummi-
dores, que largas quantios comprando ludo,
comprar o mais caro; e talvez o pcior; e a salva-
guarda da provincia, quo alcancada, ter o di-
l'.u ento, Syracusa e oulras ; as segundas eram
iitteiamente militares, eram arsenoes aprovisio-
nados, que disposic&o di repblica serviam in-
difTereuienieute para a sua defeza ou oggressao.
As descoberlas de Vasco da Gama e deChris-
tovao Colombo, diz Coorcelle-Seneuil, deram nos-
cimento urna nova especie de colonias. Estas
tiveram por m, nao crear novas pannos, mas
enriquecer as antigs, o seu objecto nao foi o im-
perio, mas o gauho. Os rpidos successos dos
primeiros aventureiros, quo foram procurar for-
tuno nos Indias ou na America, tornaran) possi-
vel a furmacao de eslabeleelmealos mais vastos
que os que at enlao se linham visto.
As colunias no Brasil leudo por fin o augmento
da prodcelo agrcola, cujo terreno 6 prodigiosa-
mente frtil, psrlicipain das novas colonias a
rantagem de enriqoeeerem o estado, e das anti-
gs a do multiplicarom os povoados e cidades.
As colonTas nn Brasil nao sao a adscripclo dos
servos gleba ; mas o engajaincnlo de homens
livre?, que, sem vantagens nos seus paizes nalaes,
veem entre nos achar um servido certo, e um sa-
lario crescido, e que, alm de oulras prerogati-
vas, aclimalando-se em o nosso paiz, poderoser
eulros lanos cidadaos brasileiros, que lhe eleva-
ron o niimeio da pnpulacao ; que aproveitarlo a
vasta extensao de terreno de vegeiaeao soberba,
que possue ; que, liansportados da me patria,
podem Irazer oo paiz que os recebe c os adopta,
oslas linham opposicao ; e os antagonistas de i offerecendo-lhes beneficios em prousao, as arles
Aristteles bem sustentaran), que o poder do I tttei e ventajosas, os procesaos productores, os
gonhor contra a natureza ; quo a lei nicamente '. seos hbitos de moralidade e de trabilho ; e que,
que faz a differenen entre o homem livre c o i enriquecendo a si e o esludo, poderao fazer reci-
escravo ; quo a escravidao iniqua, pois que a : proca a ventura,
violencia, que a tem engendrado. vt
N.io Irabalho nosso historiar oqui o sorledosl
escravos nos primeiros e ltimos lempos..nem I A colonisaco nos lempos modernos 6 a cman-
aindacondemna-la como insliluico auli social,! cipaco mais bella di escravidao e da servidlo,
anii-mural o poltico : pela primeira a historia outr'ora lio endeusadas ; a servidao despndo o
Sergi
ca ti
sar
Di-
je, que do seu seio em prodigiosa abundan-
a especialmente o assucar da caima preci-
bracos?
lo-hemos : aim.
Os economistas nao negara, que, quando a po-
pularlo reduzida, e que as machinas e os pro-
cesaos iudustriaes no li-nitam o numen de
agenles trabalhadores, a escravidao Irai mais lu-
cros o produclor do qite o trabalho livre.
E' tste um principio, que nao soffre conlesla-
cao, e que as nossas circ.omslancias justifica as
vantgens dos nossos agricultores.
A rovincia de Sergipe situada em urna exten-
sao d leguas, habitada por almas, co-
mo fe v das ultimas cslalrsticas do governo,
visivi lmente pouco populosa; o numero- dos
seus trabalhadores bem limitado; estes roes-
moa to se querem alugar para o arduo Irabotho
da ce mu perceber a diaria de 500 610 rs.,
que o mximo do seu salario; todos ellos fo-
goni a elovacao do preco pouco convero aos
fftop ielarios e quando alguns se empregam,
mal 'unecionam, e os raesmos proprietarios, que
eslo afeitos a trabalhar com escravos, e tiue nao
saben tratar com homens lvros, sao os proprios
:rem, que para tal servico s africanos,
diaria ou salario oHerecido por dentis
unho ; nao chega mesmo paro a alimeota-
e a piogresso dos presos dos gneros de
ira necessidade, camiuhando com passos
a diz
A
mescj
cao
priin
de gij
ci
cons
Jo trab illi.idor. O homem, cujo salario
ste someule em a sua nutricio, diz o bario
nao equivoca, e pola cegundo, o brado da cons-
cienoiii universal rlarim r> percussnr do nosso
Celio.
Di-lo-hemos como elh apparecen.
Eslendida a roca humana pola superficie da
larra, formadas easas sociedades, ainda ignoran-
tes do sua marcha, tiveram liecossidodn de apro-
priaretn-se de terrenos, para estabelecereni-se
e cro-cerem. Do [acto da apmpriaclo veio anc-
cosstdaleda cultura, e como poneos eram os bra-
cos, que oslo trabalho se dedicavam, os pro-
prielarios comecarnm a procors-los; e o mein
uti'cn quo enllo exista era a torca e a redueco
ultimo des seus trapos de hedinndez : j nao a
servidlo e muito menos a escravidao ; lem as ap-
parenciasd'ellas, como tem o artista, o operario
c o trabalhador para com o emprezariu e o ca-
pitalista ; lem ligeiras spparencias, porque o ope-
rario e o colono precisan) de viver, precisan) do
um silorio, c por isso se contraan) e se o-
brigam.
A servidlo menos abominavel cerlamcnle que
a escravidao, menos tambem que o feudalismo e
o adscripcan gleba, que, postes devastadoras, in-
fectavam lodo o universo, forum conjunctamenle
destruidas pelo sanguedas victimas da revoluclo
ile Birnnte, tem urna existencia misernvelkc pre-
Elle estianho ans nfimos mellioitmenlos
da material : os anuos eslereis o aclv^m sem
sao e recurso. N*estas circuiustancias os
Ihadorcs na escolha do trabalho da caima.
s lhe d e mal para subsistir e outros, pro-
al os menos arduos, ou onlregam-se indo-
Be ociostdade, que loo pessimos elTeitos
smenle para minoiarem as suas penas,
e elles alguns ha, eremos, que, perdido o ha-
de trabalhar, sao incapazes de qualquer es-
carie
da v
prov
Irab
que
cura
lene
Iraz
Enli
bito
foro

gun
I'
lerd
illl[
pe
clasi
mai
que
ao son poder. Pela torca pois OS particulares o'os j de 1789 ; o a almosphera pcsHferada e moitifora troa
estados fizeram escravos, o as guerras e os pre-
zas eram machinas productivas, que os mullipli-
cavam. Os estados e os particulares enriqnece-
rani-so, c as lois, quo, principio, eram o ex-
pressan da voniade de un ou de cerlos, legiti-
maran) osla inslituicio.
A escravidao foi um ratio de prodcelo e urna
medida de poltica.
awwoglHPMiaijj.u.iiiiiiwu niwui aaaaiawiB
FOLMTm i
Z3j\E2
JBCS^iSJBEI'
do cntiio depurou-se e limpou-sc pelo estridor
altoadur dos canilles da liberdade, e incineracao
violenta de milhares de corpos. O trovan revo-
lucionario declinoii a poste detfastadoro ; nao a
extingui de lodo, porque quiz deixar outra par-
le a civilisaco, a quem don um grande impulso.
Nao pode nivelar asconlicos ; porque a nature-
za a origen) de toda a desegnaldade ; e cm-
de
Ira!
lol
l
rio
ca
c-ia
pon
PAULO DE ROCK.
IV
Conv$rsaa mais ou menos dramtica.
(Conlnuacao.)
Enlao, tu conlieces a electricdpde, Grange
ratit? Que sabiebao quo temos aqu
Anda conhego militas oulras cousas, mi- l
nha amiga ; quem estudou para ser nolario,
provavel que nao soja burro.
L por isso niio, que ha burros sibios 1 Is-
so lombra-meo pobre Duloc... o marido de ma-
dama Dufloc a primeira lirtugse de Lyon... era
bfeslt encorpads, e andava passeando continua-
mente pelos bastidores rom um vro dobaixo do
braco, tinham-o appellidido o burro sabio. Nao
v i'sso alfligr-le, Gringeranl, bem sabes que
rilo te opplieo a comparadlo.
E por isso lamben) nao me formaliso.
Porque nao te lizcsle notario, Gangoranl ?
porguntou madama Ramboure ; urna bella psi-
to o no inundo !
com o estomago a dar horas, disse a niiti do Al- j
berlina.
L vou, mnhas senhoras.
No momento em que i'ousscmard sahio da sa-
la, mademoiselle Zuizineiie entrn canlarolando
urna canconela de Luisa Puget, e saliiiandocomo
era seu coslume. O Fgaro levanlnu os olhos,
medio a Utjazel mordeudo os labios, e ptounn-
ciou com lum do chasco :
Como esl alegre! que bom humor 1
Pirece-nve que raras vezes ando triste, res
pondeu Zinzinellc collocando-se defronle de um
espethozinho em muitas partes privado ao ac
em que as caros opporeciam esverdeadas. O que
que letn esta noile, Dosroseatix. Ests com
voniade de puchai briga ? l'ois desde ja te ad-
virloquo4iSo goslo dellas... Queres quebrar? D-
ze logo e v feilo 1
Vejam s como ella falla 1 murmurou Al-
berlina dirgindo-se aos companheiros ; se Des-
roseaux tivesse alma no se dexaria tratar as-
l)i
mi
i:<
qil
III
ll
se
pe
ex
v
a
cr
vi
n
ii
sim.
Mas o Fgaro, que provavclmenle nao linha
voniade de quebrar as relaces com Zinzinelle,
Itirnou ao seu colelo :
Ta, la I la I m'uiho senhoa, est me pare-
cendo que o tempo ameaca irovoada por lodos os
lados 1 Eu me callo I
F. fazes bem
F. alinal de conlas quanto ganhamos nos em
Fontainebleoii, pagas as despezas ? disse a||onle-
: suma raudaado de posiclo e esleudcndo-se de
' costas.
1 Ja le digo, eslou acabando a conta.
Que espelho infame 1 Fica a g- ule com a
ida Mas 0 que querem voces ? I cara verdel cxclomou Ztnzinelte orranjando o sua
Este mal Jilo amor pelo Ibeilro Eu linha vislo lauca que. segundo o coi
Fieury representar, c disse comigo : Eu tambem
zes do provincio, eslava sobrecorregada de flores
e filas.
Hara de dar-lhe Irabalho achar um espe-
lho em que se visse coma pelle branca, murrau-
i rou Llodia deilando urna olhadella Albertina.
Qualrocenlos cincoenla e sele francos sos-
senta cntimos, exclamou Desroseaux sorrndo
"empea de nao leres sido no- i com satisfaclo, nosso beneficio liquido.
t __ I7,i nmit.i hnm rnennn a vettia.
rem para a produejo. O capital, fornecc a ma-
teria e os instrumentos, o talento determina o
seu emprego, e o Irabalho execula o que o talen-
to iudicou.
as crcumslaucias actuaos da provincia de Ser-
gipe s a creacao de um banco agrcola poder
occorrer s despezas, salvar, sustentar e aug-
mentar a prodcelo.
O commercio, que era o prestador de capilaes
ao lavrador, i nlo os tem para o fazer, antes
com lodas as torcas exige os emprestados. Ora
se sem capilaes nao pode haver producan, a
creacao de um banco destinado a occorrer as exi-
gencias da agricultura, com mdicos juro, ser
urna medida de grande alcance e de felicidodc
para a provincia.
Na Franra dous tercos do producto agrcola
nheiro, que falla, quando a prodcelo desappa- sau consumnidos no irabalho da prodcelo
rece.
X
um s que destinado I troca de outros pro-
ducios. Na Inglaterra um agricultor produz tres
vezes a sua despoza. Mas, pergunta Dussard, o
de locar, ao menos do passagem Ju f?* *"$ lara ouler:e es,c re"
, lavrador de assucar em Ser- P ?" r-lle responde; urna umea cousa, o
Nao deixemos
ua condigao do
gipe-
Depois de um process* arduo e dfiicultoso,
porque nenhum syslema moderno Ibe lem minis-
trado meios de mais fcil Irabalho; moendo o
maior numero os suos canoas em eog'enhos mo-
vidos por animaes, a qualidade do se produelo
nao pode ser equiparada ao de cerlos de oulras
provincias, como por exetnplo de Pernambuco,
em que o irabalho mais aperfeiedado os seu fe-
los sm mais preciosos, entretanto que os despezas
slo os meamos e talvez superiores.
Obrigados Irsnuporla-los leguas e legues por
pessimos enmin lise estradas pouco transita veis.
toda esta despez, ossm como a de sen deposito
nos armazens e trapiches sao feilas sua costa.
Alin disto anda pogam os frotes dos barcos, que
osconduzem para a Bahia, e depois de ludo a
grande porcentagem, que os negociantes desla
piaca-exigem pela sua venda em nue mullas ve-
zes impiedosamente monopolsam.
Se vendern ou incumben) a negociantes da pro-
vincia, que se cnearregnm do vende-los, a des-
poza sempre a mesini. Em tudo porm alisios
oo inelhor precn, sujeilo as intemperies do lem-
po, oos riscos do map e das perlgosas- barras da
provincia, que annuo-l-niciite consommem largas
e largas fortunas, slo talvez os productores mais
incanc.oveis-, e cujos lucros menos corresponden!
aos seus esftjrcos.
Felizmente o Cotinguibo-j possue algumas ci-
sos encarregadas de compras de assueares; mas
jante, loma cada vez mais critica a cund-| ainda infelizmente compram-se pelos baixos pre-
).
provincia de Sergipe nao pode, de forma al-
contar rom os seus bracos livres.
ir outro lado, pola poca calamitosa do cho-
-morbus, em que o lulo fui o roupngem do
"rio por muilos mezes, lodoso sobem, Sergi-
oi urna das provincias mais sofTrentes, e a
10 escrava (sustentculo da sua lavoura) a
victimada : senhores de engenho honre,
de cem e mais captivos licarom rcduzidns
ou punco mais. A classe menos snecorrida
cuidados, mais aeccssivol pesie pelo mo
ment, e pessmo acondieionomeuin., fui a
guarda avaneada sem baluartes, que arroslrnu
eos do provincia-.. Desojramos um meio defa-
ze-los chegsr oo ordinario, porque se venden)
nos grandes mercados do-imperio; asstm como
desojramos, que o commercio estrangeiro tam-
bem se ostendesse pelo meio mais conveniente
ao sol do Sergipe, que, productivo, merece melhor
sorte.
Sempre que o nosso commercio for indirecto
com o estrangeiro, viveremos nos curtos-limites
que nos pode assignor umo proco caprichosa.
Honra porm, soja feita i proco do commercio
da Bahia, om cuja absoluta dependencia estamos,
que nlo nos muilo imiiiedoso ; mas loda o
emanciparlo noste sentido vordadoimente van-
lajosa a provincia, o por isso nao era mo que
trahalhosscmos eemponhassemos todos-os nossos
esforcos para lol aeqtnsie.lft.
O aporfeicoamenlo do assucar que se pode ob-
diubeiro
Desla comparadlo, pois, entre o producto
ogricola do Franca e o da Inglaterra v-se, que
esla dispondodc mais capilaes lem mais produc-
ges ; desla comparadlo ; feila entre verdadei-
ros tactos, concluimos, que a%ecessidade de un
capital indeclinavel para a rehabilitadlo e
augmento da prodcelo em Sergipe ; e o meio
que ha de fornce-lo o que viemos de offerecer.
A provincia acha-se slcancada. verdade, ma
o modo de sohir de urna posiclo diflicil deve de
ser tambem dilficil, e para esle de mister in-
gente esforco. de mister o ultimo eropenho, tal-
vez. Esperar Dns sem- meios, ou querer con-
sequenci is sem estabelecer principios, pedir o
que se nlo prouiotleu, aguardar a vizila incer-
la da fortuna dciljdo no leilo.
Se a agricultura que couslilue a riqueza da
provincia, contemporisar com os remedios, quan-
do ella jaz enferma e desfallecida, quori-la-ex-
tenuada e morta, e com ella entrar no mesmo
tmulo. Tudo o mais no aPtuatidade para a pro-
vincia sccuudaiio ; o- seu recurso nico a
Ierra: faga-se d'ella sabir a abundancia, e nao
se pense, que pelo systema das imposiQoes-,
como quor alguem, se a pode rehabilitar.
XU
Um dos grandes inconvenientes da provincia
de Sergipe a sua opplieacao invariavel ao fa-
brico do assucar, lodo aquello que a elle se nao
d nlo tem esperancas de lucro. O algndlu, o
fumo, o caf, o cacao', a baunilha, a mandioca, o
arroz coslogumes, que alias poderiam ser bem
aproveitados, e que sao fuios copiosas de ri-
quezas em oulras parles, slo desallendidos e
despresados nessa provincia, quo os poderla
oftVrecer em profusao.
O algnaao e o fumo leem se tirado em peque-
as quaiilidodes, e planlocoes acanhadas leero
sido bem fructferas, do- que lomos-si.lo leste-
mu n Ins. O caf no sul da provincia tira, seuln
para ab.istece-ln toda, ao menos, para duas ter-
cas partes suns. O cacao, segundo urna memo-
ria sobre su lavoura e vantagens, principalmen-
te na provincia da Babia, cojos- terrenos slo
quasi os mesmos do Sergipe, importante traba-
lho do Sr. desembargados Jooqnim Rodrigues de
Souza, pode vanlojnsameiile ohi ser applicado
A baunilha tamboin in'jra em sua ierras, e um
prejoctn do Sr. Dr. os Ignacio de Barros l'i-
mereertM estro uhos, os quaes ordinaria maule
veem mios a por precos allissimoa ; nlo s nao
preciaarlara nessss pocas criticas, mas ainda
serviran) para abastecer os mercados deficien-
tes das oulras prorlncias, que se achassem e"m
penuria.
E' preciso, que a ferlil provincia de Sergipe
nlo se d exclusivamente ao trabalho da canna :
de misier, que tambem se entregue a outros
plsntaces, mesmo para evitar algn) mo re-
sultado, daconcurrencis.de quo, acaso arreceie-
se; de misier, que certiflque-se, que nao s
o assucar, que productivo, e que tontas outras
latouraa, d que p le lancar mi, omitas vezes
lhe slo superiores, entretanto que exigen) meno-
res e mais leves esforgos.
Por que razio alguns dos seus mais ricos pro-
prietarios e senhores de terrenos nlo se apph-
cam planlacan da mandioca, o deixam-a aos
pobres, com cujo producto slo os que abastecem
por pequeos precos os mercados da provincia ?
Se esses qoe dispem de terrenos, capilaes e
bracos a aproveilassem, nlo loriamos productos
copiosos para o consumo interno o exportado '?
Precisariam elles de fazer compras de farioha
pessmo, muitas vezes nauseabunda e inlragavel
por crescidos precos ? Cortamente que uao.
Elles conhecem esla verdade ; mas despre-
sam-a ; c voluntarios dedicam-se aos soTrimon-
tos : geraem e brsdsmarrependidos as crises ;
mas, passadas, nlo se emendara.
XIII
S. M. o Imperador, quando, honrando o norle
do seu vasto imperio, visitou Sergipe, conlie-
cendo da fertalidade do seu terreno, quiz por uro
grandioso acto seu assignalar a poca de sua para
sagena. Elle o quiz e cumprio, Fondou o iis-
iiiiio Imperial Sergtpano de Agricultura, pos-
o qual nomeiou desde logo directores e commis-
sw, e deixou 10:000 ; devendo-se realisar
pelas mesmos condices dos da Bahia e de Per-
nambuco.
O Instituto, porm, nao pode ir avante, e ape-
nas um prnjecto de engenho modelo foi a idea
subsequcnlo retirada dos Imperiaes Visi-
tantes.
Desojramos, que alguma cousa se emprehen-
desse ; alguma cousa que, ou Iratasse'do aper-
feicoamento do fabrico do assucar. ou da sppli-
cocao de novas especies de agricultura, ou do
augmento do numero dos. bracos, deque precisa
o provincia. O esquecimento de urna lal idea
Iraz a dessipacao do primeirocapital, e olvido do
primeiro impulso, e a privarlo .desses donativos
feilos agricultura slo les'es evidentes dos seus
direitos.
Xiv
A nnssa sabia ossemMa gem, patritica-, como
, e zelosa dos interesaos do paiz, nlo s*ja por
osla vez suida ans lirados da necessidade de Ser-
gipe: olhe-a com olhos de-compaixo ; wnalyse
o estado de sua Agricultura, e prepare um espe-
cifico aos seus males.
O seu limitado numero de quatro representan-
tes por si nada podem fazer ; mas ligados- aos
seus collegas pdem fazer ludo ; pdem sanara
chaga, que mala o provincia : lodos elles sao
seus representonles, porque o slo da nacioa
que Sergipe pertence ; todos ellos-nao devein
ser immnveis aos gritos de suas dores.
Um remedie- provincia que gente, plantar a
gralidao no pello-dos seus lilhos; um remedio
provincia que soffre, far-me-ha sempre bemdizer
a cmara que o soccorre.
Kecife,28de rooio de 1860.
1. L. A. d'Araujo.
Variedades.
o furia do inimigo.
epois dola foi a dos trabalhadores e prob-to-
o segunda mais fulminada ; e, em resumo, a
so dos bracos lidadores da torro foi o esson-
monto, ceifada pelo dcsliuidor viajar do Can
ler com o frabilho dos colonos podei Irazer a : menlel, esto anno na cmara provincial, era urna
sua boa qualidade ; por sua boa qualidade olTere- animaco assaz nocessaria para esta importante
cemos um convito e um ingresso ao estrangeiro I especie de agricultura. Infelizmente a esperan-
pora os nossos mercados- por este convite e pro- tea do lucro, que nll'encia o projeclo, nlo Ikou,
cura principiar, por consequencia, a emancipa- j ao menos,era oaperanea paia animar slgun cili-
cio do nosso commercio e lavoura. lor. O arroz c de prsperos resultados nas mar-
Em quanto a provincia depender, e depender | gens do rio de S. Francisco, onde existem ma-
lte ludo, do proco da Babia, jumis podtr ospi- chinos de pila-lo. t.a mandioca e legumes sao j
rar ascenclo segundo ordem e muito monos a.' apenas planlacoes que fazem oslavradores para
primeira (o que nao impossivel, porque dados consmalo seu, do suas fabricas e trucas nos
os meios, consequencia, que chrgaremos aos : mercados da provincia.
lins.) So mandioca e os legumes fossem urna espe-
se oo menos dividisse olla o s#u commercio I ci de lavoura, era que se applicassem com at-
com Pernambuco, rstabelerendo vas directas lenclu e em quandade, nos-anuos esteris, nao
DE.SCOBEP.TA IMPORTANTE.
O Journal general de Vinstruclion publique
publica O'ielalorio de urna commisslo, compos-
la de MMv Llul, GeorgSS Rit, ValadeGabel, Ra-
fel, Billel e Bebier, sobre umo descoberla im-
portante de mademoisetle Clore!, meslra par-
licular, cerca do meio de curar a surdez.
O processo consiste em verler ether sulphu-
rico no lubo auditivo exterior, na dse do
Depois de vinto dios du emprego uWsle meio,
pode-se, para inelhor lhe conservar a sus ener-
ga, suspende-lo alguns dias e depois conli-
nuar.
A opplicaelo pode ser conlininda, sonSo in-
definidamente, ao menos-por muilo lempo.
A commis*lo nomeada pelo ministro da ins-
trc?oo publica pora examinar o processo de ina-
demoiselle Clerel recottheceii que,, em conse-
quencia da sua applieacao, os ruidos e os sons
eram porcepliveis para- os meninos sordos, e
que, se estes nao comprehendinov as palavras
que lhes eram dirigidas, as-ouvia;nr pelo monos,
>em positivamente.
Modemoiselle Clerot foi repoift^nsada com o
premio da fundacao Monthyon.
Desgra^adomeiite, a transilo-d miseria e da
obscuridade ao bem-estar e celebridad') Irans-
toruou o espirito 6 pobre mulr.er,une fez um
servicio Importante humanidade, maa endou--
deceu.
[Commercio do Porto.)
serei comido.
Eu linha mcus dosejos de saber que Tela-
rlo jamis existi cutre elle e Fleuryl murmurou
Albertina pondo o lenco na bocea para obafar urna
risada e olhtndo paro a mai que est a procura
de um copo ainda maior.
Mas, sempre
lorio? disse a velha.
Isso cousa que tanto nos como o publico
Sentimos amargamente, murmurou Albertina.
f que nao I Gracas oo co nlo tenho ox-
Foi muito bom, rosnou a velha.
Acharaos uro publico que soube apreciar-
nos, dis*e. Grangerant
Ol! o publico era encantador!! disse Eladio
Dizes isso, porque te tiraron) um romalhe-
periuienlado revezes no "minha carreira Ihoatral.
Sei bem que em outra posiclo seria mais rico, j 'e muilo ruim, respondeu Zinzinelle comecando a
__ E nao leria tiabolhos, dis^e Aliicrlini vol-
tando-se para Desroseaux. Eru iucorrigivel a
moca I
M is os opplausos do publico e o amor pela
arte podem bem Sbslituir a fortuna.
Decida mente boje nlo se ceia aqu 1 bradou
Cuchot balancando-isenasuacadeira. Nao pos-
siv-'t I O eslalojodciro esq^ueceu- se de dos 1 Meu
Pou^semard vai, por obsequio dar urna volla al
cozinha pors vetes o que'ha por l!
Ohlsim, vai Pousseraord, porque eslou
{) Yide o Diario n. 137.
walsar com urna cadeira.
Ruim o meu ramalhetel Dize, minha charo,
que era lindissimo, linha urna camelia no meio !
Umo dholia.
Umo camelia.
Era urna dhtilio.
Pois fosse l oque fosse.lu davastudo para
recebe-lo. m
Olha a poteta I Quando eu quizessa um ra-
mslhete, nSo me hade ser diflicil ler! Manda-lo-
hei comprar o dtirei quatro vinlens a qualquer
garoto pora atira-lo, rjuando eu estiverem scona
'-se-ha caso que supponhos que fui ou quem
ndou atirar o ramalnetoi quando reprsenle na
iaixatris 1 Cuchot, ests OUVindu ? Dizem
lu me mondas atirar ramalhcles ?
1 Eu nunca disse que ero leu marido quem
iidava alirar os ramallietes...
Ora gr.ic.as 1
Vamos l, ha|a paz, mos senhoras Quan-
eslou em seena ostimaria bom que me aiiras-
flres ou confeitos, venhom l d'onde vtciem,
uco importa !
lh! Jess! Cuchot, nao dizes o quo pensas!
lanioii madama Grollonboub que nao podo mi-
fallor nisso sem se lembrai do incidente qoe
ez renunciar seena.
O que eu pens que nao querem dar-nos
io e que isso nlo me agrada nodo. Mai olli
m Potissemord.
Enlao, virtuoso Pousscmord, porque razio nao
s vem dora ceia Aconleceu nlgum desostm
is tornos ?
A caldeirado a causo da demora, disse o
imomzinho magro indo sentar-so em um banco;
nao ser isso ja eslava tudo prompto.
Mas tambem para que diabo pediram ral-
iirada? exclamou Desroseaux. Esle Cuchle
una glotonera sera egual. Pois em Pontai-
le as bollas carpos que se admirou nos lagos?
Ah que horror I disse Zenziiiille, carpos
ue leem mais de cem onne-s do existencia, se-
anudo dizem por ah. Hade ser deteslavcl o gui-
tirto, e ou nao coma, oinda que me pagassem [
Meus' lilhos, Desroseaux enganou-se... ou
sl gracejando Em Fontalnebleou o que en
ueria comer era urna carpa frita, nas que nlo
i ).-se centenaria. Tenho muito respeilo o vellii-
e. Aqu ped caldeirnda. Onde esl o mol ?
oslo de caldeirado. E alero disso, quando o gen-
e est endinhoirada, c lem feilo rocetas mons-
ros, pode se tomar olg ins regalos, nlo ocha,
irinosi Grattenboub ?
Subscrevo iiiteiromcnle a sua maneira de
ver.
Endinheiradas hum ora lempo que tivos-
emos a cchenle de Fonlainebleou, quando nlo
slavamos servidos, chalinhos como um pralo.
sempre quando a genio est em secco que
vera a chuva 1
- Ah se vcs lem seguido o meu conselhn,
se tem dado Joco nde em vez da Emhaixalriz ti-
i hamos feito muilo mais dinlieiro disse Monle-
! urna deixando erafitn a sua posiejo horisnilol.
E porque que teamos feilo maisdinhei-
ro com a 7oconde ? Porque lu representas o po-
pel de Joconde e por que se escreveria em lellras
gordas no carlsz. O Sr. Monlesuma far o papel
de JoConde, disse Albertina.
Parcce-me que esses nnuncio nunca flze-
ram mal a receita,
Que fatuo 1 As mulherej teero-te deitado a
parder
Quaulas conquistas li/.esie lu era Fonlaine- ,
bleau, Monlesuma? disse Desroseaux em ar de
mofa.
Nao tomo nota dessas cousas, lomor-me-hio
muilo tempe.
Arruinar-se-lin com a compra dos lapis !
O que. elle fez foi um fiasco completo em
Ponlainebieao, disse baixinho Albertina aos seus
visinhos, eis a razio porque est furioso por nao
ter representado de Joconde. Tinha juigado fa-
zer alguma cousa com urna perfemistasinha quo
vira duas vezes ao balean, e noite, depois do
espectculo, sabendo onde morava a sueilinha,
foi bator devagorinho nos j.mellas do loja ; mas
julgueui l do desopontamenlo do rapoz quem
lhe obre a janolla um joven oficial da guarni-
lo, e persunla-lhe com voz spero o quo quor
ao larde. Niio soliendo o que dizer, Monlesuma
inventou que precisav muilo de pomraada, e foi
obrigada a comprar um boiao por dous trancse
cincoenla cntimos. Eu soube de tudo isso, por
que, mi dia seguinte, o joven oflicial contou a
anedocto a mullos cantaradas...
E tu naturalmente que linhos relaces com
a guarnilo... '
possivol, amiguinho, por que mi tenho '
queda polos uniformes. Porgunla Moalesuma
se tem boa pommodo e vei.Vs a cara que le faz.
Que bdo dula que esto Albertina I mur- '
mu rou Zinzinelle voltondo-se para madama Raro" i
bouse.
A velhi conlentou-se com fazer um signal
afrmstivo aspirando com delicias urna enorme
pitado de tabaco. O pai nobre, que nlo tinha
dito nada baria murta lempo, poz-se em atiitude
nn meto da sala, como se fosse representar, A/i-
sanlhropo, disse :
Meus tilhns, se nos quizessemos anda fazer
mais dinbeiro em Pontatnt bleau, nao deviamos
ter repres'-ntado nem./oconde nem Embaixalriz,
antes fosse Tarlufo, oh! Twtufo, porque digam
l o que disserem, nao lia nada superior a Mo-
ler. Aquelle o nosso mestre... Quem esle-
ve em caso de um procurador, conhece o respei- que follas ?
Gomo, dispendioso? Chamamos quasi
sempre amadores da cidade que. licam conlen-
lissimos por nos prestanin gratis o seu auxilio-,
porque isso lhes d entrado nos bastidores.
Mas esses sujilos slo bem mos nlguinas
vezes, disse Albertina. Ucpararom- em l'onlai-
nelileau n'aquelle que gorduclio que se meiii.i a
locar cmela e que nunca acabava com os (ni-
tros? J os outros linham lindado os suus par-
les e elle ainda dava cada nssoprndelh de hados
os diobos. O pobre Poussemand matava-so a
fizer-lhe signal para que parasse, qual 1
E' verdade, disse Poussimand, mas em
compensadlo lio vio um locador de rabeclo que
andava sempre atrasado.
E' singular I Era um rapaz que pareci
tocar cora muito fogo; agilsva-so como um
possesso, eu dizia comigo: aquelle sujeilo est
: doenie do br. Siui, porm o mais. bonito do negocio e com
que eu dei depois, que o lal amador rifara o
aico e em vea de tocar com a crino tocava com
[ o pao. Sabia locar rabudo como eu sei chiuez !
Ah que boo pilheria '.
fcEssc sujeilo liinga*sg ama lor para ler um
lugar no orcheslra.
Nlo foi tolo.
Sim, mas d'ora em dianle hei de-espori-
menlar o talento do lodos esses.omigos.: senlo,
se a orcheslra toda se compusesse dc-tacadoree
como o. lal do rabecoo ; eslavara bem servidos os
que caolassem.
Abrio-se a porta, apparcccu una novo pr-rso-
ni; era o joven Angyly., que faz de galn e
^ao menos tem o phisico do emprego.
Entrn com ar ajenado, transportado, tonlen-
lissimo, e correu aos camarodas exclamando :
Ah! mcus chacos amigos, que descoberla !
que achado 1 que thesourol E isso enralicado
u'uma estolagem, que aqu lolvez ficassesse o
acaso nlo nos Inessc trastdo. Mos nao licor...
voceis j virara
Virara o que, homem de Deus! De que
o nnssa companhia est completa, e que nax>
faltara oos senhores mulheres bonitas.
Nao, de corto, disse velha bzendo da
boca iim coraclo,. aqui eiUre o que nao falta sao
mulheres bonitas.
Nunca talum mulheres bonitas onde ou o
minha lilh i estamos, disse madamc Gxatlen-.
boule,
Ora mea Deus.! disse Angely, cu nunca:
leve inlencao de off^ode-los! Ninguem inris do>
que. eu faz jusli;a encantos, cujo poder tenho
OCOastao do a{irceiav lodos os dias !
Estas uitimas palavras foram ditas con am
acconlo que fez com que ns mulheres sorr.ssem
ligeirunoBte e com que alguns cmicos fxan-
ztssem e sobr'olho O galn nao se impotlou
cura aquillo e toi continuando i
- Mas tudo isso nao impede dizer-se que ha
nesla casa urna mora eircauladora, o que cssa
moca lem urna bella voz, dessas voz.es frescas e
puras, que a natureza raras vezes dfslnbae, des-
tas vozes que sao una fortuna quando.a gente as
faz IralHlhac !...-..
Obi urna Grise, uruo HaJibran, que
descasca ceblas esperando occasilo de estrear
na opera !
lo dos estudontes pelos rlassicos...
Ah! sim! muilo bonilo o que ests duen-
do, Grongoront respondeu Disrosoux. Nos c
tambem estimamos os classicos rendemos ho-
menagem ao grande Moliere, mas nlo menos
j
Nio comprcheodomos cousa neubuma.
Dividirs coninosco, Angcly ?
F.m que consiste o lal Ibcsouro ?
Ora em quo? em urna moca bonita, como
se quer, feito oo torno
Os homens Isrgnrom umo risada, as mulheres
E porque nlo? Votes bem sabem que nao
seria o primeira que se descubrase um erando
tlenlo em urna oldoio, nao falUm exemplos ..
E como sabes lu que a moca tem b-inia
voz? O que lhe ouvisle cantar? alguma chaco-
ta, alguma quadiillia!
Que importa a aria para julgar a vo ?
A aria faz muito: lodo o mundo pode cantar
Malbornugh, mas fo/.e a la criada da eslalagem
cantar o Barbeiro, que seremos obrigados a tapar
os ouvidns
Mnhas senhoras, disse o soberbo Moolesu-
ma lomandu posteo-es de minuete, pora que osla
discussao ? Sou de opinilo que nunca se deve
conJemnur sera ourir. JqueAngely di', que
ha nesla rasa utu tlenlo ignorado, susceptivei
de brilhar nos primeiros Iheatros da Europa,
ou vi-la hemos boje mesmo, e com effeilo, se
esso rapariga tiver na garganta sesseii'a mil
francos de rendiuienlo... ciuoo...#
Pedir-He hemos que aqueca a nossa coma
disse Albertina voltondo-se para as compa-
uhi'iras.
Mas nesse momento cntrava na sala o Sr.
verdade que o publico quer cousas novas e (
est cansado do que sobe decore salteado. Para levantramos hombros com despeilo c Albertina i Chetouill, ycompanhado pelo seu criado Fron-
te agradar, representomos Tartufo em Corbeil, murmurou: cisco cada um delies trazi
e flzemos seis francosquinze sidos de recei- Ora vejam s I Fazer-nos vir agua boco gando,
la .. Foi urna receita de bota abaixo, heitn ? dizendo que achou um thesouro e o lol Ihesouro ; Ah! por Hercules chegou a final a cem I
Porque era dia de feira eos habiionlesipifca-so em urna criada de estalagcm I... | disse Cuchot, ora felizmente l Vamos, anieza
estavam ocrupodos ero oulra parle quando! Este Angely insupporlavel para isto 1 disse lodos... discutirlo a voulade o morecimenlo dessa
Grangerant representavaTaru/'o! disse Albertina
cm vo. tioixa ;
A nica razio quo podero militar em favor
dn coniftuio, replicn Desrosaux, que, pora
ropreseiita-la, nao se precisa de msica, ao
| passo que para s opera canica, oecessario
0 que queres dizee com isso, Ziqjinell ? i moeda cora usura!
Era todo o caso, tcn,ho^hes pago na mejma arranjar-se urna orchesto isso olgunaa vezes d
seu trabalho e dispendioso
por sua vezZinjeraille; inflamo-se pela primeirii oilava maravilha do mundo que Angely disco-
carinho que appnrece........... A primeira visto
slo phonial moa o seu enihusiasmo nao lom
longa duroQao.
E que nos importa a nos que elle tivesse
inconlrodo aqui urna rapariga bonita 7 disse
Elodia; quizera fnzo-la eslrear? Porm ainda
quando ella livesse, disposiedes, paroce-me que
brio... Peco que s apporeca ua sob:cmeza,
porque tenho modo que a sua presenca me tiro
o apetite: os prodigios sempro produzem cm
mi ni csse cToilo.
( Cotiinnar-t-/ ia "
PERN.TYP, DE M. F. DE FARIA. ~ l60


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