Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09087


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Full Text
MU XXXY!. HUMERO 136,
!! '
Por tres mezes adianlados 5$000.
Por tres mezes vencidos 6$000.
QUIMA FEIRA 13 DE JSHO DE Igfa.
Por anua adiantado 9j|000.
Porte fraaco para snbscritor.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPQAO' DO NORTB.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio arquea da Silva; Arncaiy, o
Sr. A. de Lemos Bmga; Cera, o Sr. J.Jus de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Jo5o Fernandos do
Moraes Jnnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cosa.
paki'iua 5535 i.uiuciu.>.
Olnda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, AUinhoe
Gnranhiins as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejn, Pes-
queira, lngazeira. Flores, Villa Bella. Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una, Barreiros.
! Agua Prela, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
i (Todos os correios partem as 10 hornada manha
Prim<
Sezu
PARTE OFFICIAL
ministerio da fazenda.
EXPEDIENTE DO DU ti DE MAIO DE 1860.
Ao ministerio de estrangeiros, comrouuicando,
cm resposla ao seu aviso de 16 do Janeiro ulti-
mo, que nesta data se declara ao presidente do
Amazonas: 1. que, era quanlo achnr-se em vi-
gor a disposico do art. 25 da le n. 369 de 18 de
selembro de 1815, que refulou gneros nacionaes
de producco dos estados liraitropbes nlroduzi-
dos pelo interior daquella provincia, nao esio
sujeitos a direitns do imporl os que de qualqucr ponto da repblica do Per
enlrarem no imperio; 2. que. deprehenden-
do-se do ofTIcio daquella presidencia, dirigido
ao mencionado ministerio, que a laxa arrecadada
dos mencionados gneros portence recia pro-
vincial, o sendo essa arrecadnco contraria no
que expresa terminantemente disioe'o art. 12
dd acto addtccional, cumpre mesma presi-
dencia promover por sua parto a cesso dessn
abuso, e informe com urgencia qual a Ici que au-
torsa a percepeo do imposto.
Dia 18
A' thesouraria do Para, em snlueo duvida
proposla em sena oflicios ns. 114 e'53 de 30 do
maio de 1855 e 24 do marco de 1859, se licito
aos estrangeiros commerciar nos barcos do nave-
gacio do interior, que pagam o imposto de 4:800
creado pelo alvar de 20 de outubro de 1812, c
conservado pelo regulamento de U de juuho de
18I. declara-se que na forrea da ordeui de 12
de fevereiro de lf-38, abaixo transcripta, nao
vedado aos estrangeiros, ainda aos. das asedes
com quem nao ha tratado, lorem embaicacdes
miudas, que se empreguem no trafico comnier-
cial de uns para oulros pontos dentro da barra ;
devondo porm entender-so as disposieoes da
mencionada ordem pelas do decreto noriasimo
do 28 do selembro do anuo passadn n. 2,485.__
Ordem de 12 de fevereiro do 1839. Miguel
Cslmon du Pin e Aluieida, presidente do tribu-
nal do thesouro nacional, conformando-so com
ns observnces feitas pelo Sr. presidente di pro-
vincia de Santa Catliarina sobre o ufficio do Sr.
inspector da respectiva thesouraria deJ5 do mez
lindo, sob n. 1, declara: 1." que das embarca-
coes que navegam dentro das barras da provin-
cia, aoja qual fr a sua lonelagem, se devo ha-
ver a importancia de 4J300 ; 2." que as leis pe-
naos est estabelocido o castigo contra o crirae
de falsidade, convindo promover-se a sua execu-
cao contra os estrangeiros, que se servirem de
esrripturas simuladas, para podorcm fa/.er com-
mercio de caboiageni ; 3. que aos estrangeiros,
anda aos das naces com quem nao ha tratados'
nao vedado terein embarcacoos miudas, que s
empreguem no trauco commeraal de uns para
outrus porlos dentro das bahas da provincia, pa-
gos os respectivos imposlos; 4., finalmente,
que em occasio opportuna se tomarao as medi-
das pelo Sr. presidente exigidas, para obstar as
traudes e extravos nponlados. Theseuro publi-
co nacional em 12 de fevereiro de 1939. Mi-
guel Calmon du Pin e Alnieida.
ti i > ver no da provincia,
EXPEDIENTE DO DA 11 DE JIMIO.
Offieio ao commandanle das armas.Sirva-se
V. S. de man lar avisar ; tres offictaes superio-
res para servirem na junta, quo, nos termos da
portara de 19 de novembro de 18E8, lem de
regular o processo do soldado do corpo de po-
lica Malhias Antonio dos Passos ; devendo os
refer.lo3 olliciaes comparecerem ncsle palacio
no da 18 do crrente as 11 horas da manh.
Comraunicou-sc ao juii de dircito da priraeira
vara.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. do mandar
apresentar ao chefo de polica nos das 12 a 13
do crrente ns 5 horas da tarde doze pracas de
cavallaria, afim do seren empregadas no'poli-
ciamento desta cidade. Communicou-se ao
chefe de polica.
Dito no mesmo.Commnnico a V. Exc. que
em aviso de 26 de maio ultimo declarou-me o
Exm. Sr. Ministro da Guerra ter sido approva-
dos os contractos celebrados com os mdicos
civis Drs. Pedro Antonio Cezar e Manoel Enedi-
no do Reg Valenca para servirem na guarnico
desta provincia.Igual au inspector da thesou-
raria de fazenda.
Dito ao mesmo. Paco apresentar a V. Exc.,
para ser inspeccionado, o recruta Francisco Xa-
vier d'Oliveira.Communicou-se ao chefe de
pelicia.
Dito ao chefe de polica.A' vista da inor-
tnacao de V. S, de 9 do correulo, sob n. 393.
tenho resolvido que fiqno por ora na casa de
delencao o criminoso Thomaz Antonio de Go-
veia.
Dito ao mesmo.Tendo por portara desta
data concedido tres mezes de liecnca ao subde-
legado da freguesia de Tejucupapb, Francisco
Goncnlve3 de Arruda ; assira o communico
Dilo ao mesmo.Mande V. S. apressnr o en-
tregar no quartel do Hospicio dez cavallos para
conduelo do fardamenlo destinado as pracas de
prirecira linha, destacadas na villa de Ouricury,
dando-se preferencia a animaes que tenham d
regresar para a comarca de Pao d'Alho ou de
Limoeiro.Communicoo-se ao commandanle das
armas.
Dito ao presidente do tribunal da relacio.
Communico a V. S. que pela reparticao dajusti-
ca me foi declarado em 29 de maio ultimo que
por decretos de 26 do mesmo mez houve por
bem S M. o Imerador conceder ao bacharel Sil-
vino Cavalcante d'Albuqucrque a demissao, quo
pedio, do lugar de juiz municipal da primeira
vara desla cidade, e remover para o referido lu-
gar o juiz municipal o de orphos de Bag, na
provincia de S. Pedro do Sul, o bacharel Hermo-
genes Scrates Cabral de Vasconcellos. Igual
ao juiz de direito da primeira vara, e ao inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.__
Ao lenlo do 10 balalho de infanlaria Joa-
quim Carioso dos Santos mande V. S. entregar
ns quantias que, nos termos dos meus oUicios
de 8 do crreme, tem de enviar ao raajor Joao
do Reg Barros Falco, commandante da forca
estacionada no termo de Ouricury. o ao colleclor
da tomarca da Boa-Vista ; bem como abonar-
lhe na ratao ultimamcnie estipulada e sob mi-
aha responsabilidade, no caso de nao haver
crdito, a somma necessaria para occorrer ao
pagamento do aluguel de oito cavallos, que de-
yem condtizir o fardamenlo destinado a referida
orgi. Communicou-se ao commandanle das
armas.
Dito ao mesmo.Cobcrtas cora as copias dos
oflieios, que me dirigi o inspector do arsenal
de marinha em 12 do maio ultimo o 9 do cr-
reme, sob ns. 213 e 249. remello a V. S. as
contadas despezas feitas nesta provincia re-
quisico do Exm. presidente do Cear com qna-
t'o rabes vindos dall, eflm de que mande pa-
girsobminha responsabilidade a Andr de Abreo
Porto a importancia de laes despozas, conforme
inJicao mesmo inspector no ultimo dos men-
cionados offlcios. Communicou-se ao inspector
do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo.Mande V. S pagar ao Dr.
Ignacio Pirmo Xavier a gratificaco, que Ihe
compete, como inspector da saudo publica,
relativamente ao me do maio ultimo, visto nao
haver inconvenientes iies pagamento, segundo
consta da informaco por V. S. ministrada cm 9
do correnle sob n. 579.Communicou-se ao
referido 1 r.
Dito ao mesmo.Communico a V. S. que em
aviso de 29 de maio ultimo declarou-me o Exm.
Sr. ministro do imperio ter sido approvada a
deliberacao, que tomei. de.mandar pagar a
qnota pertcncente a aquelle ministerio relativa-|
mente nos rcncimenlos do engenheiro William
Manineau.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Silva-se V. S. de informar acerca do que expe |
o director interino da reparticao das obras publi- :
cas no oflicio junto, deverido indicar logo as
providencias, que lhe parererem convenientes,'
para obviar os embaracos apontados no mesmo
offieio.
Dilo ao mesmo.A' vista do competente certi-
ficado, mande V. S. pagar ao arrematante da
! conservado da estrada de Pao d'Alho a
importancia das preslaces, a que tem direilo,
por haver cumprido as eondices do seu con-
tracto nos mezes de marco a maio dos)p nnno,
segundo me declarou o director interino da re-
parliciiu das obras publicas em oflicio de 9 do
correnle, sob n. 182 Communicou-se a este.
Dito no mesmo.A' vista das duas conlas I
juntas, estando ellas nos termos legaes, mande '
V. S. pagar a Jos Elias de Olieira a quamia de
dous eolitos setecentos e quarenla e tres mil e
oitenta ris, despendido no u.ez de maio ultimo
com o sustento e curativo dos prezos pobres da
casa do deteneao, segundo consta de oflicio do
chefe de polica de 9 do correnle sol n. 794.
Communicou-se a este.
Dito ao commandanle superior da guarda na-
cional da comarca de S. Anlao.Deferindo o
lequcrimento do alferes do batalao n. 27 da
guarda nacional da municipio de S. Anlao. Dati-
vo Francisco Pedroso, sobre quo versa a infor-
macio de V. S datada do do maio ultimo, o
aulorso a mandar pasear a guia de que Irala o
art. 45 do decreto n. 1120 de 12 de marro de
185J, visto ler elle mudado a sua residencia
para o municipio do Recife.
Dilo ao capillo do porto Tendo-mo sido
declarado em aviso da reparticao dos negocios da
marinha de 29 de maio ultimo que, de confor-
midade com a consulla do consellio naval de 18
do mesmo me/., fra deferido o requeriineoto
do pratico Manoel da Silva Neves, por nao ter
direilo ao beneficio do art. 66 do regulamento
de 23 do fevereiro do 1851, visto como os servi-
ros por elle allegados nao foram prestados como
memliro da associacao dos praticos desta provin-
cia, e sim antes da creaeo .le senielhanle insti-
tui.-o ; assim o communico a Vine, para que a
faca constar ao supplicanle.
Diloao mesmo. Com a inclusa copia do avi-
so da reparticao da marinha de 30 de abril ulti-
mo transmiti a Vmc, para te.r publicidade, a
descripcio das boiaa ullimamente collocadas as
pedras submarinas denominadas do Cacao, e das
Pescadinhas nos canses das barras do sul e noiie
da provincia de Santa Catliarina.
Dito ao mesmo. Para que en possa resolver
acerca do pagamento solicitado em o seu uTieio
de 5 do correte, sob n. I2f, f.iz-se preciso que
Vmc, me declare sealguns dos empregados dessa
capitana sao militares, e quaes elles.
Dilo ao provedor da sau te do porto. Logo
que fr possivel dspensar-se. os servicos do Dr.
Luciano Xavier de Moraes Sarment, c'ncarrega-
do do lazareto da ilho do Pina, e de todas as mais
pesadas empregadas nos rflesmos servicos, cuai-
pie'que Vmc. m'o communique.
Dilo ao juiz de paz. presidente da junta quali-
ficadora da Freguesia de Pao d'Alho. A'vista
da deberacio constante do olficio, que a V. S.
dirig em 4 do correnle, nada ha por ora a resol-
vor acerca da materia do seu oflicio de 2 desle
mez.
Dito ao administrador do correio. Temi si-
do entregue hoje ao secretario da provincia a
parte dessa reparticao relativa ao vapor Trance*
(luyenne, vindo da Europa, quaudo esse vapor
chegou ao pinto desta cidade, e parihaara o seu
destino hontem, resultando disso a^jKar de se-
guir a correspondencia, que naqusti occasao
podia r, cumpre quo Vmc. informo de qneni par-
ti essa falla, que deu lugar demora da entre-
ga da parle.
Dilo ao Sr. Antonio Jos de Castro. O Exm.
Sr. minislro dos negocios estrangeiros, communi-
eando-rue, em aviso de 23 do maio ultimo, que o
cnsul geral da Toscana, na corle, revogra a no-
rnaaco quo fez de Vmc. para exercer o cargo dB
viee-consul daquelle plz nesta provincia, recom-
menda ao mesmo lempo que eu faga cessnr o
exequtur imperial, que para tal im Ihe foi con-
cedido. O quo declaro a Vmc. para seu conho-
cimenlf.
Portara. O presidente da provincia, alten-
deudo no que lhe requeren Joaquim de Freilas
Leo do Amaral, resolve conceder liecnca para
ir ao presidio de Fernando tratar de seus* nego-
cios.
Dita.O presidente da provincia, altendendo ao
que o juiz do direito da comarca do Limoeiro, ba-
charel Lourcnco Francisco de Alnieida Cntanho pro-
vou documentalmenlo achar-se impossibililado
por moleslia de saguir para sua comarca, resolve
conceder-lhe dous mezes de licenca com venci-
menlos para tratar de sua saude nesta cidade.
Dispachos do dia 9 de junho.
385Bellarmino da Costa Ramos.A presnte-
se no quartel general para ser inspeccionado.
38oChristovo Slarr & C* Informo o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
387Joo do Reg BarrosComo pedo
388-Joiqum Jos de Azevedo. J nao pode
seguir hoje.
389Joaquim Theolonio Soares de Arelar.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
390Jernimo Cesar Marinho Falcan. Infor-
me o Sr. director geral da inslrucgo publica.
391Padre Manoel Paulino de Souza.Espere
que haja crdito.
392Arcediago Placido Antonio da Silva San-
tos.Informe o Sr. inspector da thesouraria de
fazenda.
403
satisft
404
nspec
iPHEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
3 Liacheiaas Chorase 26 minutos da tarde.
1 O arlo minguante as 10 horas e 45 minutos
d manhao.
19 L a nova as 3 horas e 4 minutos da manhaa.
25 0 ario crescenleas 10 horas e 16 minutos da
la de.
PBF.AMAR DE HOJE.
ira as 11 horas e 42 minutos da ronnha.
do as 12 horas e 6 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fnzenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados
meio din.
ao
Jos Amonio Goncatves de Mello.acra
Icr opportonamentc.
-Jos Marcelino da Rosa. Informe o Sr
ordo arsenal de marinha.
405. Joao Braulio Correa e Silva. Passe-se
portar'a.
406--Bacharel Lourcnco Francisco de Almeida
Calan! n, juiz de direito da comarca do Limoeiro.
;-se portara concedendo a licenca com
entos na forma da lei.
Manoel Jos Soares. Informe o Sr. ius-
da thesouraria de fazenda.
-Manoel Antonio Alvos da Silva. Mostr
DAS DA SEMANA.
11 Seg. S. Barnab ap. : Ss Flix e Fortonato.
12 Tere. S. Joao de S. Facundo : s. Onofre.
13 Ouart. S. Antnnio f. padroero da provincia.
14 Qunt. s. Basilio Magno b. douior da Igreja.
15 Sext. SS. CoracSo de Jess : s. Vito m.
16 Sab. S. Joan Francisco : s. Aureliano b.
17 Dnm. S. Theroza rainha de Lio.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO flO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bsfia,-
3r. Jos Martins Alves; Ro de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa ie
Faria.nasuo livraria praja da Independencia tw.
Pass
vencii
4074
pector
40S-I
ter daoao registro os terrenos a que alinde, ou
se o n;
rilo, n
o deu, satsfaca a multa em que ha ircor-
JS termos do artigo 9> do regulamento de
30 de i aneiro de 185i.l'cito o que volto para ser
deferic
409-
visla
mo do
rector
411
-Thomaz Antonio de Gouveia.Indeferido
das informaces.
410--Vicente Perreira da Silva Braga, mordo-
collegio dos orphaes. Informe o Sr. di-
lo collcgio dos orphaos.
-Vicenta Perreira de Santa Barbara.
Informa o Sr. inspector do arsenal de guerra.
2 sceo. N. 97. Palacio do governo de
Sergp. 21 de maio de 1860.
Illm e Exm. Sr. Considerando de grande
conven enca ao bom resultado da execucao das
resolur jes da assembla desta provincia, sob n.os
589 e E93 desle anno, que lnham ellas loda a
possivef publicidad, nesto flm iransmitio-as por
V. Exc, pedindo-lhe que sdigne de niai:-
lublicar nos jornaes officiaos dessa pro-
copia a
da-las
vincia.
Apro
meus p
Deus
sidenle
da Cui ha Gaho.
Mane
rai fus
sidenle
capiiao
da orle
Sergipc
Paco
asseml
saneeio
Arl
a orga
estabet
que exis
montos
Ar. i
assigua
ris err|
Arl
conlrar
eito a occasao para reiterar a V. Exc.
olestos de estima e consideracao.
guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. pre-
da provincia de Pernambuco. Manoel
N. 589.
el da Cunha Galvo, presidente da Impe-
Huio Sergpano do Agricultura, vico-pre-
honoranodo Instituto de frica, bacharel
em leu is pela Universidade de Pars, douior em
lliei ticas pela faculdade do Rio de Janeiro,
do corpo de engenheiros, commendador
i da liosa o presidente da provincia do
saber a lodos os seus liabtanles, que a
ea legislativa provincial dccrelou e cu
ni a resoluco seguidle :
i. O governo da provincia fica autorisado
r isar urna companhia que se empregue no
1 cimento do salinas em escala superior s
tem na provincia, e com os rnelliora-
que for possivel obler.
Fien igualmente autorisado o governo a
por conta da provincia qualro contos de
acedes.
i. Ficam revogadas as disposir-e em
o.
11
393Antonio Januario da Cunha. Informe o
Sr Dr. chefo de polica.
39i Belisa-o do Reg Barros.Informe o Sr.
chefe da estacan naval.
395Dativo Francisco Pedroso, alferes do 23
balalho de infantariada.guarda nacional___Como
pede.
396Eugenia Mara do Carmo Lobo.Informe
o Sr. director do arsenal de guerra.
397Empregados da recebedoria de rendas
geraes.Esperen que haja crdito.
398Francelina Juliana Encantadora de Jess.
Informe o conselho adminislralivo do patrimo-
nio dos orphos.
399Francisco Marinho de Albuquerque Mello
e oulros eleitores supplentcs da freguezia do Po-
co da Punclla. Deferidos com a resoluco desta
presidencia comrunicada nesta data a cmara
municipal do Recife.
400Fernando Francisco d'Aguiar Monlarroyos
e oulros eleilores da freguezia de Murbeca.In-
deferidos ; visto que as faltas argidas junta de
qualificaco e nao provadas devidamente pelos
supplicantes, nao san de nalureza, que autorisem
a medida que reclamam.
401Hermenegildo Fernando de Souza Lobo,
informe o Sr. director do arsenal de guerra.
402Joaquim Jos Pessos, ei.rermeiro mor do
hospital nulilar.--Corao pede.
quem c
resoluc
prir la'<
secreta
car e c<
Palai
1860,
L. S.
Sella
secreta
Mane o, por tanto, a todas as autoridades n
conhecmento e execucao da presente
o pertencer, que a cumpram o facam cum-
inteiramente como nella se contera. O
o desta provincia a faca imprimir, publi-
rrer.
10 do governo do Sergpe 4 do maio de
!9. da inlependencia e do imperio.
Manoel da Cunha Galvo.
la e publicada a presente resoluco nesta
ia do governo de Sergpe aos 4da maio
Je 1861 ServinJo de secretario, Dr. Francisco
Sabino Coclho de Sampaio.
Reg* Irada a fl. do 1. 5. de leis provinciaes.
Secrtlaria do governo de Sergpe 6 de maio de
860.- Servindo de offical maior, Jos Pinta da
Cruz.
Confcj
Boas
rrae.O socretario, Manoel Diniz Villas-
N. 596.
Mano da Cunha Galvo, presidente do Impe-
rial lus iluto Sergpano de Agricultura, vice-pre-
sidente honorario do Instituto d'Africa, bacharel
em lelr
raalhen
capito
da orde
Sergpe
Faco
semblj
cionei a
Art.
sado a
engenh
que estr
Arl.
anleced
por dir
concerli
do forro
lempo f
pela Universidade de Pars, douior era
micos pela faculdadc do Rio de Janeiro,
do corpo de engenheiros, commendador
n da Rosa, e presidente da provincia de
agrcola;.
Art. 3
que tral i b
conimis
taris pa
com o rirt 2o
Arl.
conlrari
Mand
quem o
soliicao
prir "tac
jaber.a todos os seus habitantes que a as-
legislaliva provincial dccrelou e eu sanc-
resolucao seguinlo :
O presidente da provincia fica aulori-
ar o premio de cioco contos de ris ao
iro mecnico ou a qualquer particular
belecer nesta provincia urna fundico.
. S ter direito gratificacao do artigo
nlc o estabeleciraento que for dirigido
ictores 'professonaes^ e que so preste ao
do machinas de engenho vapor, rodas
de moer com agua, e que ao mesmo
ibricar lod,as as ferrngens e instrumentos
para ler lugar a entrega do premio de
artigo 1", o governo nomear urna
o oe dous engenheiros peritos na ma-
a darera seu parecer do conformidade
Ficam revogadas as disposicoes
em
. por tanto, a todas as autoridades a
conhecmento e execucao da presente re-
lertcncer, que a cumpram e tacara cum-
inleiramenle como nella se contera.
O secre aiiu desla provincia a faca imprimir,
publicar]
Palaci I
maio de
e do im
L. S.
Manoel da Cunha Galco.
Sellacfa e publicada a presento resoloco nesta
a do governo do Sergpe, 8 de maio de
ervindo de secretario, Dr. Francisco Sa-
ino de Sampaio.
a fls. 86 do livro do leis provin-
secrelar
1860.-.'
bino Co
Regstfrad
ciaes.
Secretara
de 1860.
da Cruz,
Cont
Boas.
CORR
correr.
do governo do Sergpe, aos 8 de
1860, trigsimo nono da independencia
erio.
do governo de Sergipe 8 de maio
Servindo de official maior, Jos Pinto
me.0 secretario, Manoel Diniz Villas-
EXTERIOR.
iSPO.NDENCIA DO DIARIO
NAMBUCO.
DE PER-
Paris, 7 de maio de 1860.
Ainda no dcurso desle ultimo mez todos os
successtj convergeram para a queslo italiana.
As principses potencias oceuparam-se, mesmo
nos seus negocios interiores, das apprehensoes
suscitadla pelos destinos da Pennsula, eos Par-
lamento nos seus trabalhos foram o echo fiel
dessas apprehensoes. Em Paris, a queslo ro-
nana forneceu materia para as mais importantes
discusss lano no sonado como no corpo legis-
lativo. Era Londres, a annexaco da Saboya
Franca, sse corollario da annexaco da Italia
central i Sardenha, promoveu longas e timultuo-
sas sess'ies na cmara dos communs ena cma-
ra alta, Em Berln, a sorle das provincias rhe-
raanas, que falsos e infundados receios ho que-
rido fon osameole ligar aos novos deslinos da
Saboya \ de condado d Ntce, tem-se tornadq a
e ou ames 2 ,i "" rl,;Prr*en,,'lw- tm Ber-. comu graiido Ulu .iiir..r.!ii.:a. e ,i respe.lo,
m-M anda'd?^". h" eu^Pas- ?ccu- os caffselhos quo lhe sao dirigidos de toda |.art
nonos co.tes.^i. Sa ad per,g0' "' ^ P?ra a refdrma M 9uas "Stilaie5es, e com laes
derivoTe veiir*' PJera TT"" ""f"" "sposcoes resolveu soccorrer-se a um partido
cao de f aula i!, 7 jonaeqtiencln da encorpora-1 extremo. O jornal de Roma do 7 de abril pu-
cao der}ii o ^ Pauc.gny ao territorio fran blicou a nomeaco do gener,l Lamoricere para
Ual'i elo men\ ^ vP Se laml)e im ede l \ITZJ* V""'.0 V* tCdaVla nao adoptada pelo governo dos estados da ig.eja, de-
. Te LTreceini "8/ a.'?ha. '"llmcnt9 n H monlr" a ** "m 'iu ha o Papa para
fi basTntXaZlZ 1,S ,,0*JeT ,us,r!,c". e(VID os subditos, o leude a apresenta-lo co-
ki udaidiiiu Itnuielo neln os ,i, n rtna tii-u n_ i,%,^ .-i..., ...l,.. -_________- _-'_
ja bastante Inquieto pelo estado das suas fl-
n ancas.
Quanto a Italia, quer no norte, no centro, oo
no sul, se preocupa exclusivamente do si pro-
pria, sera allender para o que se passa alm das
suas fronteiras : a Sardenha, augmentada, trata
da riaxein.do seu soberano, oda nova organisa-
eao, resultado necessario da annexaco ; Roma
oceupa-se do seu deslino, c o governo pontifical
se aclis empenhado na composico de urna for-
ca militar cosmopolita, a que debaldo qnerer im-
primir uin carcter serio e respeilavel ; l para a
extremidad.) da Pennsula, a alienend das Duas-
Sicilias se acha absorvida pelo desevolvirnento c
pela repress3o de um movimento, cujo fira ar-
rancar essa nnco ao seu isolamento polilico, e
sua vassalagecn para com a Austria ; finalmen-
te Veneza gome silenciosa sob
mo.eslrangero no seu pioprio paiz.
Com eiTeto, Po IX insta para que so retire n
guarnico franceza, c em vez de substtui-la por
urna forca nacional, admilte ao seu servio, com
o tilulo decalholico do exterior,lodos os ho-
mens que lhe chegam da Irlanda, da Austria, da
Blgica, da Franca, da Suisso. era summa de to-
das as partes, menos da propria Italia, e confia
de um general estrangeiro o.commando desses
homens.
Dir-se-hia que a corlo pontifical trabnlha por
collorar-se Jora da patria Italiana, e consliluir-se
em opposico s aspiracoes da nacionalidade
commum.
Ella procura a soluco das dfliculdades com
que lula o principo temporal dos estados roma-
nos, bem longe do lugar em quo
. a deve encon-
- o peso das ca- Irar; c por ler cegamenle resistido s legitimas,
!oa, le Vi?,Pf f adesPed;,"c.n-sa antes i reclamares de reformas, el-la cl.egada ao pon.,;
nt.n-.Vii 'i de rescindir lodo o poder poltico no dia do
O senado e o corpo legislativo da Franca tecm libertamento da patria, u de, usando da compres-
proseguido nos seus traba hos; mas infelizmente sao, aubmetler n ponulaedes por meio de "
?-?imf2I2f^ ',a ,n"1,0.1"e s Prsenla,,), exercito cosmopolita.' svmbolo vivo do dominio
ini T, m TUndana; 2 reS1erva pres- pela for^a nl*nle deu as costas a essa Italia
cripta ao senado, que s urna vez foi alterada o dos italianos, que cada vez mais se exalta anesar
f,,^?^ IT ,C *W Ul"^ c '"dv3'Tel dos obstculos. Os homens sinceros e esclafeci-
o e o?nhfhonl04','8,Slal,V0' t?? obilaculos estes dos do ca.holicismo achara em ludo isto mu o
que prohibem essas assemblas loia a commu-: com quo afnigirem-se
nicacao com o povo. transmittndo ou recebendo O general Lamoricirc. esse anligo republicano
dah como primeiro da Franca de 1848. quo j em 1849 lastmava o
as nlelligencias dislinclas, que lomam ; nao poder salvar a repblica romana, lomando
as dos cmaras, se lornam inuieis e posse do commando, declaran s suas tropas e,n
S, oque deve naturalraenledesgosta-las urna ordem do daque ello nao hesitara em
ao, quo Ihos rouba quas toda a noto- "
e anturidade. Com isto a naco so (Ir
lente, c soffrera lambora no futuro; por-
i de os homens polticos nao se pode-
rera deifnvolver ali, ondo os negocios pblicos
sao tratados e discutidos seriamente, sob as vis-
tas do palz, accresce que a imprensa, j to ro-
deada de embaracos por lodos os lados, se acha
alhela sos trabalhos legislativos ; e por conse-
guidle nao pode cnlregar-se, sobre os projectos
de leis presentadas, a esse exame c analyse pre-
paratorts que desembaraza ns discusses dos seus
argumAlos parsitas Assim pois o paiz, na fal-
la de ormaces, cada vez comprehen Je menos
os mothros e o espirito das leis, que Iho sao im-
postas, cada vez consegue menos adoptar-so n
ellas, o conserva-so quas eslranho s insttui-
Se o governo leve razoes
lomar de novo a sua espada reclamada pelo Papa,
e pelos catholicos commovidos voz do Vatica-
no ; que o christanismo a vida da civlisaco;
que a revoluco amnaca a Europa como antiga-
menle foi ella amoscada pelo Islamismo; e que
a causa do Papa a cansa da civlisaco e da li-
berdado.
Nao sei a que vera o Islansmo para o caso, a
menos que seja elle urna homenagem derradera
rendida recordaco das primeras facanhas do
general francez, e reminiscencia dessa torra
d'Africa, onde asuacstra fez lao bem augurado
o seu futuro.
Receben igualmente do governo imperial a
aulorisacao necessaria para que a sua neceitacao
ao servico em paiz estrangeiro nao lhe lizesse
perder a qnalidade de francez; e no fundo de
sui verda-
coes, porque se rege, se o governo leve razoes su'alma conserva os senlimenlos da
para temer na sua ongem um excesso de ani- deira nacionalidade: porque como mulo bem
macao no paiz, hoje maioros razoes devo ler pa,a | disse cm Paris um dos representantes do corpo
recetar um excesso de desanimo e alonia. legislativo: Urna de duas: ou a misso confia-
: LC_f?m.8ia1c!!S te?m m.udado mulo, e erais- da ao general ser intil, o sera resultado algum,
ou collocando-so ello a frente dos mercenarios ao
sold do Papa tentar ir alm das Romagnas, e
al os muros da Bolonha, reconquistar o poder
temporal, com o r1sc,o de bater-se contra o exer-
cito piemontez, tai-vez contra css^s soldados
io con-
r mu-
ler contar com isto. A vida normal dos povos
nao dovo ser urna vida de agilacoes, era tam-
bem de paralisaco ; nao devo ser urna vida de
tormentos,.nom lambem uina calmara completa;
convm bascar o meio termo entro estes dous
extremos) vistosos, e a Franca c'omeca j a quo-
rer que oigoyerno o descubra e adopto.
Entre qjji dbales dascamaras, que pelos pro-
cesso. '-eaflues oflicaes c*garam ao dominio da
publico, o tnsT inieressa%;w6 senduvid
ma o que leve lugar uo corylo legislativo
queslo romana por occasio de ser aprt
um projeuto, redusindo de 110,000 a 100.OJO ho-
mens a prxima leva de soldados. Dos orado-
res, a quem coubo a palavra nessa discusso, ci-
taremos M. Julio Favro, advogado ilumnenle e
merabro da opposico ; o qual julgou a proposito
fazer serias reflexes aos seus collegas, alim de
que a naco comprehendesse bem em face dos
successos acluaes que. renunciando aos seus di-
reilos, se expunha a todos os perigos e aventuras.
M. Julio Favre moslrou todos os incidentes da
queslo italiana, o concluio cora alguna argu-
mentos, talvez que bastante indiscrelos-
francezes que majs de^ujna vez elle pro
dnzio victoria, etc. E na realidndei
to ditlkil desfazer-se est dilemraa.
Seiacomo for^ xerlo que a c negad?
>aric
ene-
raais
,R"~r*1 ^OCM'-eaeKu^'uV8B*ra'fo!cor^*io _
miro a^confias^a o prazer, e elle msmo, marchando de
apresenlado encanto em encanto, se moslrou nao menos satis-
feilo, e maravilhado de ver as tropas ^roniificaes
sua moral, enpiido dos respectivos ofiiciaes;
tomn a resoluco de elevar a 30,000 hompns o
ellcclivo desse exercilo, em que os voluntarios
da nobresa franceza sao em pequeo numero, e
bastante embaracados de sua posico ; assim
como nao se pode contar no mesmo exercilo cora
os napolitanos, visto o estado actual das DuasSi-
cilias
O cardeal Antonetli recorreu ao recrutamento
dos mercenarios belgas. 0 duque#e Modena
poz a dsposico do Santo Padre o pequeo exer-
gual era o lira, dizia elle, quaes deviam ser cilo de 3,000 homens que haria urganisado para
as consequencias da gloriosa campanha to pre-
cipitadamente tiilerrompida as margens do Mn-
cio para dar lugar a urna paz inesperada ? Re-
pelhr a Austria pura alem dos Alpes du norte,
dar a Italia a sua independencia : pelo menos
tal era o prograrama, a principio mu pouco
comprehendido, mas aclamado entliusaslicaraen-
to logo as primeras bravatas guerreiras. Os suc-
cessos sobrovieram uns aos oulros ; e aquellos,
iiue no comeco da guerra a ella se opposcram]
si, continuando a prov-los tanto do sustento
como do equipamcnlo.
Concluio-se em Bruxellas um emprcslimo de
50 milhes de francos a 90 francos ao juro de
4 1/2 ,; e organisou-se urna commisso compos-
la dos carde.es de Villecourt, Wiseman e Rei-
sach sob n presidencia do ministro da fazenda
para recolher as olTertas destinadas defea dos
estados.
O general francez entrou inmediatamente em
responden a 19 de abril por um discurso bastan-
te importante as fortes inlcrpellacoes de M. Hors-
roan para dar a entender que a borrasca britni-
ca devia tocar a seu termo. M. Horsman havia
declarado que o gabinelo Palmerslon Bussell nao
Unba sufTlcientcmciile protestado contra a anne-
xaco da Saboya. A seu ver o imperador Na-
poleao, deoois doler hurailiaJo e enfraquecido
pouco a pouco as potencias do conlinente. no>
-? /,",.ro1,,',e,', d"rgr era um momentr,
e,colhido todas as suas Torcas contra a Gran-Brc-
lin no.
Pelo que se tem ouvido dizer. o governo fran-
cez pronos Prasaia ullimamente urna rectifica-
Uab%frun!clras *.M do Rheno. prometiendo.
indenTbisa-la depois com os pequeos estado
allomaos; por conseguinle. importa Inglaterra
saber se deve oppdr-so Franca desde j, ou so
deye esperar primeiro que esta se apodere da
Blgica e de urna parte da Allemanha. Em loda
esta discusso o gabinete, repellindu a aggressa
foita a sin sabedoria diplomtica, se cngio pou-
co mais ou menos 3 ideas de M. Bright que ex-
clamara : Pereca a Saboya antes do que acti-
vemos urna guerra entre a Franca e a Inglater-
ra; e u um discurso pronunciado em Manches-
ter perante 5,000 ouvinles usou das seguinles cx-
pressoes cm conlraposco s de M. Horsman -
tratado de commercio tem adquirido sympa-
thias na Fram;a. J v
A Itussia declarou nao ver em ludo islo cons*
que ofTcnda o eqatfibrio europeu, e se moslrou
mimo satisfeita, e segura das boas ntonces da
! ranea. *
Ninguem se esqneceu ainda de quo a Allema-
nha abandonou a Austria, c que a Suissa lhe lo-
ca menos de perlo ; e por mais queso julgue ella
obriga ia aos tratados de 1815 comprehende to-
dava que a poltica do resistencia nao Iho ser
conveniente emquanto a Austria nao refizer as:
suas forcas ; por conseguinle poo-se de lado o
deixa andar as cousas, por mais que isto lhe ais-
le. A reumo de urna conferencia est ainda no
dominio dos fados provaves, avista da adhes
vaga c indecisa teslemunhada por dilferentcs po-
tencias europeas.
Nao pretendo oceupar a altonco do meu cor-
respondente com a analyse minuciosa dos des-
pachos e circulares trocadas e itro as chancella-
ras europeas o diplomacia ; o pois passcinos a
tratar rio que se acha consumado.
A'15 de abril o condado de Nice leve do pro-
nuneiar-se subre a sua encorporaco Franca -
e apesar dos esforcos era contrario empregados
porGanbaldi, que se deixou dominar pela'prcoc-
cupacao do um sentmenlo anli-polilico e lodo>
pessoal. ei3-aqui o resultado obtido : Eleilores
inscriptos no arrolaraenio 29,142; ditos quo to-
maram parte no escrutinio 21.637; dcstes vota-
ram a favor da annexaco 2.448 e volarara con-
tra 160 ; votos queso nao apuraran) por nulllda-
de 29. Dexaram porlanlo de votar 4.505, com-
prehendendo-so neste numero urna pequea
fra-ecio de opposlore, os contingentes militares
incluidos no arrolmiento, por so acharem ento
no servico, os dqentes, os pastores das .nonla-
nhas e um numero ronsideravel de operarios,
que nessa poca do anno costumam passar-se*
para a Pranca, em urna palavra os ausentes por
diversas causas.
A' 22 de abril os Sabqyanos veram tambero
de votar. Esle voto foi de ant-mo repellido, e
proclamado pela confederaeo helvtica, como
nao seado a expressao da vntade livre das po-
pulacees, o o resultado de um combnaco con
a Suissa, tornandq-se por isso ssceptivel de nao.
ser apoiado pela mesma Suissa.
Nao obstante essa opinio da confederaeo a
mamfestncao da vonladc nocional foi a mais su-
blime possivel. e a 29 de abril prodamou-se em
Lhambery o resultado dessa manfeslaco por en-
tre enlhusiastcos apptausos.
Inscriptos 135,449 ; votantes 130.839 ; votos a
favor 130,533 ; votos contra 235 ; ditos nao apu-
rados 71 ; que dexaram do votar 4,610. Pe
rumo que levam os negocios de crer que as po-
tencias europeas ac har o por deixar ao arbitrio
da Franca o beneficio do tratado de 24 de marco ;
e cis porlanto como o sulTragiu universal combi-
nado por esta potencia com o direilo internacio-
nal fundou um reino na Italia superior, rectili-
cou urna frontera nos Alpes, decidindo com au-
toridade sem igual sobre problemas que o canliao
nao teria podido resolver em dez annos. Elle
nao se suspender nessa primeira misso. A
Europa lera nocessidadeMe mutas transforma-
res ; e porque razo nao tratar ella do substi-
tuir sem rcvoluces o seu rgimen e leis antigs
de rectificar sem combates as suas fronteiras mal
estobelecides ?
So pois o suffragio universal devo ser o autor
eolendoram depois que a honra da Franca eslava I relaces directas cora Po IX. e para logo lomou
nisso comproraellida, e exiga que fosso conclu- parte activa as medidas governaraentaes, mes- .,
da a emproza ; em urna palavra, enlenderam I mo naquellas que sao alheas s suas atlribui- !, 3 es?as mudan8s. lem diante do si urna
que era impossivelj nao digo recuar, porque I coes militares ; declarou que nao se devia con- i !ga c"reira a percorrer. Ah eslo Roma. Na-
os francezes nao sabem o que quer duer esta pa- senlir em Roma correspondencias de iornae- es- po.fs *eneii1.. c"la sorle "
trageiros, o e Norte e o fornal dos Debates seriara fS, lmpono 1Pomn>
lavra, mas suspender-so em quanlo o estandarte
libertador nao tremulassc por (oda a parle do
terreno oceupado pela Austria. Assim porm nao
succedeu. A vootade de um s determinou a
guerra, a vontade de um s suspendeu o curso
das victorias, e deixou incompleta a obra, a que
havia assocado a dignidade e os interesses do
paiz, o qual, contrariado nos seus senlimenlos,
pode enlo comprehender que se linha entrega-
do as mos de um senhor. A paz de Villa-fran-
ca foi um desmenlido dado proclamaco de 3
de maio, a Italia nao aceitou as suas combina-
eoes, o proseguio no seu grandioso empenho de
unidade, que collocou sob a egide do Viclor Era-
os primeiros a soffrer os resultados desla me-
dida.
Todava a sua posico nao levou muilo lempo
que nao despertasse o ciumedo cardeal Aotonelli
o qual deixou cahir a pasta da guerra as mos
do monsenhor Merode, memoro do episcopado
Belga, e soldado do exercilo francez na frica au-
les da sua ordenaco.
Esle acto talvez fosse urna laclca em despeito
aoPapa pela sua Ilimitada confianca n'um estran-
geiro, e ao mesmo lempo para significar ao ge-
neral que ello arrepender-se-ha, se continuasse
a apresentar ares de muilo independenle. Fal-
manuel. O nico facto que podena legitimar a lou-se ltimamente de urna nova acquisico teila
guerra de 18o9 era a illegilimidade do dominio pelo governo pontifical, e da entrada para o mi-
austriaco ; ara se o dominio da Austria na Italia nisterio do interior de M. Corcelles, que Wra in-
era_ legitimo, a guerra emprehendida pela Franca leiraraenle dedicado aos negocios da Eranca cons-
foi impa e opposla ao direito das gentes ; se pelo
contrario a Austria exercia sobre a Italia ura ju-
go Ilegitimo e oppressor, neste caso cumpria
Franca repelli-la do toda a Italia: mas assim nao
aconteceu, porqua a Austria ainda conserva Ve-
neza, logoeis-nos chegados a urna siluaco in-
decisa e bastante penevil.
A Franco nao pode oceultarassuas sympalhias
para com a Italia ; o governo imperial n'uma
brochura, que se tornou celebre, cnunciou o seu
pensamenlu, o qual tero sido solemnemente con-
firmado em virtude da sua atitude, apezar das
coleras do mundo religioso. Porque razao, per-
gunta anda M. Julio Favre, nao da elle o ullimo
golpe nessa infallibilidade poltica que faz que em
Roma o Pupa seja na ordem civilnao o repre-
sentadle dos seus povos, mas o representante de
Deus ? Ou enlo porque nao restaura elle na sua
integridade a realeza temporal do soberano pon-
tfice, c reconquista para* este as Remagnas ? O
nosso orador nao admilte o meio termo ; qur
que o governo d expliracoes colhegoricas que
ponham lermo a esse syslema mal entendido, a
seu verconsequencia necessaria de urna poli-
tica estratgica e variavcl, a qual o paiz nao
adopta : quer que o mesmo governo esclareca pa-
ra todo o estado mal definido, em que lhe parece
achar-sc a questo italiana. A estas exigencias
se ha respondido muilo bem, trazendo-se a lem-
branca de todos a conducta do partido requbli-
cano, quando elle diriga a poltica da Franca em
1849, e declarando-so alto e bom som que os re-
sultados imcompletos oblidos pelo governo im-
perial sao preferiveis aos reveses oocasionados
o'aqulle lempo pelos homens, hoio da opposico,
relativamente a mesma queslo italiana. Quan-
lo ao dillema estabelecido elo orador, achou-se
melhor nao responder-se-lhe, e nisto nada mais
se fez do que usar-se do beneficio do regimo de
discusso reservada imposto i tribnna e a im-
prensa.
Passemos a Roma, k Santa S persiste em
considerar como o mais deploravel ailentado,
titucional durante a restauracao e o reinado de
Luz Felippe.
Ninguem sabia o que quera isto dizer; se era
M. de Corcelles, anlipo parlamentar do partido
liberal, que se havia ligado a causa do soberano
absoluto reinante em Roma, ou se era este que,
abandonando as inspiracesllo cardeal Aotonelli,
cuidava em outorgar as reformas to anheladas,
e voltando sbreos seus passos ia novamente em
adoptar a poltica que no comeco do seu pontifi-
cado o tornou to popular na Italia. Aquelles,
que admittem esta segunda supposico, julgam
mais que esse triumvirato composlo de M. La-
moricire, anligo republicano, de monsenhor Me-
rode, anligo soldado do exercilo francez, c de M.
Corcelles, anligo ultra-liberal, reorganisar
nao s o exercilo, como lambem o governo, e fa-
zendo-se senhor da siluaco dar flm ao reinado
dos cardones ; finalmente que esses dous france-
zes e esse belga leem um passado de que Ihes ha
do restar inevitavelmenle alguma cousa, quaes-
quer que tenham sido as suas tendoncias ulterio-
res ; pelo que o seu legilimismo ultramontano
alm dos Alpes deve cm Roma ser liberalismo,
ainda que porimitaco.
Em lodo ocaso Deosaueira que se vempalli-
decendo a estrellado cardeal Aotonelli!
Sobre a annexaco da Saboya Franca tanto
tem gritado a Suissa, to pequea como que
afina conseguio despertar a attenco da Eu-
ropa.
As suas montanhas, como as da fbula, esto
prestes a parir; o que sahir desse trabalho to
pcnivel e to longo o que ella mesma cometa
a receiar, i vista das respostas pouco salisfalorias
que as outras potencias ho dirigido s suas pro-
testacoes.
Lord John Bussell, depois de ter deixado apa-
siguar-se, ou antes canje-se a colera da opinio
publica em Londres, de/pois de ter deixado a In-
glaterra toda a libertado de afastar-se das regras
da discusso legii;ima, entregar-fe ao seu odio, e
satistazer o ser., espirito de mesquinha opposico
parece indecisa ; ahi
que depois de nu-
merosos desmerabramentos, lende para urna rui-
na fatal e prxima talvez, como o atlestam gra-
veniente os ultimo3 aconlccimentos da Servia ;
ah est a confederaeo germnica que, achsn-
do-se impotente perante a sua posico actual,
sonha com projectos de unidade, centralisaco o
liga dos pequeos principados, o fluctuando en-
tre a Austria e a Prussia igualmente insufDcien-
tes para corresponder s suas aspiracoes, deseja-
ria romper com as suas proprias mos os tratados
de 1815, aos quaes se mostra fiel bem contra a
sua consciencia. Estes, e oulros elementos que
laes, que deixamos de mencionar, sao causa do
perlurbacoes e conflictos.
O que resta pois? O suffragio universal, iuau-
gurado pela Franca nos negocios italianos, siga a
sua marcha sobre o velho continente, porque a
Franca que o protege bastante forte, e se ncha
bastante segura de si, era face da Europa dividi-
da, e incapaz de urna colligaco com elementos
laes como os seguinles : a Inglaterra preoecupa-
da com as suas reformas eleitoraes c inquieta
pela sua propria segranos ; a Bussia absorvida
na sua obra collossal de traosformaces no inte-
rior; a Austria acabrunhada sob o peso do seu d-
ficit, e do dcscontentamento dos seus povos; a
Prussia na esperanca de muilo ganhar. e por si
insuiRcicnte para tornar-se o campeo da conser-
vacao europea.
Vctor Emraanuel a 15 de abril deixou Turin,
acompanhado dos seus ministros, para ir visitar
Florenca, Modena, Parma e Bolonha, essas con-
quistas do suffragio universal.
0 parlamento, cujas sesses foram inlerrompi-
das para que os depulados parlilhassem dos re-
gosjos e testas dessa real vngem, linha anteci-
padamente approvado a annexaco. a que dara,
a ultima saneco a visita real.
E' verdadeiro o boato de que poucos dias antes
quando os membros da representaco nacional
liveram de tratar da cesso de Nice e de Saboya,
esse berco dos reis da Sardenha, um sentimento.
de tristeza inevitavel se apoderou delles, e dala
sobrevieram incidentes, que s liveram lim quan-
do se oceuparam do engrandecimento italiano do
reino sardo.
A discusso sobre a annexaco da Saboya, vio-
lentamente promovida por Garibaldi, (oi addiada
por M. de Cavour para depois do voto, das popu,-
lacoes. O minislro foi o mais reservado possivel
naa suas explicares, o evilou mostrar que a an-
nexaco da Saboya e de Nico era condeso ne-
cessaria da gloriosa acquisico de Florenca, Par-
ma, Modena o Bolonha.
Em toda a parte por onde passava o rei as po-
pulaces o siudavam com enthusiaamo ; e essas
ovacoes que lhe erara rendidas contraslavam
singularmente cora os successos que so mesmo
lempo tinham lugar na Sicilia, successos que
mencionaremos, e que os cegos. e obstinados pro.-



m
MARIO DE PBRNAMB6Q. QAttTA PEIRA IS DE JUNHO DE 1860.
t iran imputar nao ao descontentamente doa po-
aos, porm a um mal que, lavrando aqui e aco-
l, deixa nos lugares por onde paasa o desanimo
no seio das populages, as quaes sem a sua visi-
ta seriam fcllzes e cooteutcs. Para aqueiles que
assm pensara, Francisco II gnverna de accdrdo
coa a vontado do seo povo, e-este nao lera mo-
tivos para laslimar-se: elles attribueru ludo a
este Bagello que se chama revotucao. Mas per-
gunlareuios nos : porque razio vsse genio mi,
cuja invaso sobre todos os pantos da Italia can-
trel se lera pretendido assignalar, produz era
Fiorcnga, Uodena, Parma e Bolonha resultados
absolutamente contrarios aos que prodnz cm a-
ples c Palermo? Por que razu Vctor Emma-
ouel recebe dosseus povos um acolhimento Uo
diverso das antipalhias qua* a Francisco IIAcste-
luunham as populachos sicialianas? Porque ra-
mio tantos Italianos* vieram de Roma, de ap-
les e de Veneza at Florenga para apresetilerem
Vctor Emtnanuel os scus estandartes coberlos
de luto 1
Um grande movimenlo so opera na Sicilia eni
nomo da unidad* italiana ; 6 bem diOicil seguir
.-sscs graves successos na sua apreciado. Esse
de miradores nacionaes, quo sero denominados
os melhores aliradores da Inglaterra o da Euro-
pa, alim de ver so assim desperla a cmulago dos
voluntarios. No dia 2 de julho teta lugar a pri-
ineira festa desse genero, e a rainha ir pessoal-
mente passar revista aesses voluntarios.
A situago da Irisada senipre para a Ingla-
terra urna ehaga vergonhosa. Esse paiz infeliz
lem recorrido ao triste lenitivo da eraigrago
;ermanico. Me ni uro do gabinete Scneva-
jorg Sladion, oi um dos colaboradores da
constjituigo de 4 de marco do 1819, que infeliz-
menti nao foi posta eiu execugo. Como minis-
> commercio, posto que lutando coro diffi-
des immensas, realisou reformas conslde-
s, a saber; cmara do commercio, systema
anisaco dos correins, linhas lelegraphcas,
no
ryem
tro d
culd.
ravc
or
a quart parte da populago lera abandonado essa lect
torra de fume e de miseria ; e assim raesmo des- '
l>ovoada a Irlanda se fina cada vez oais na pe-
nuria. Na sesso da cmara dos communs de
17 de abril um deputado irlarrdcz inlerpcllou o
governo sobre as medidas que pretenda tomar
para aedar essa miseria espantosa que lavrava
entre es camponezes e as classes laboriosas no
oeste da Irlanda. Respondeu-se que infelz-
1 mente existia esse mal em alguns distiietos do
oeste, mas quo seriam sufflcienles para reme-
nredia-lo os meios ordinarios da assistencia pu-
I Hica ; e que em todo o caso era impossivel ao
governo laucar ni a o na occasiao de qualquer
um outro recurso. Na ventado faz lastima
qua n'uraa grande nai.au como a Inglaterra se
caminhos de ferro, substituido de sysleraa pro-
povo opprimido, tratado do teapos immemo- deixe sem remedio lo grande roal.especielnienie
riaes como inferior, subalterno o escravo, conse- provodo elle de qneamesma Inglaterra tira ludo
goir n'um esforc supremo sacudir as pesadas a pobre Irlanda sem nada Ih dar, como so prova
cadeias que arrasla ? As populares do reine de com- factos irrecusaveis. Aolheita de 1845 na
aples conservaro sempre esse espirito de ce- i Irlanda, que precedeu a um i poca de grande fo-
ueira, e de funesto antagonismo, que perpetua I me, foi mullo abundante, e los 13 porlos irlan-
o jugo'detestavel sob que gomera igualmente as dezes saliiram para as praia i da Inglaterra, co-
duasSicilias? Ninguein osaber dizer. Onanto j mo de ordinario, carregame itos consideraveisde
falta de mformaces suficientessobre a tusurrei-gado : porem, como acaba inda de acontecer,
<-.o siciliana, explica-se omito bem pelo cordo veo a fallar a batata, nico ecurse dos campo-
de seguranza, e linha hermtica que formara ao | nezes irlandezcs. Assim, en quanto os propre-
redor da ilha'20 a 30 barcos de vapor armados i tarios coosumiam no exter or as contribuicoes
cm oslado de guerra, ou canhoneiras to fretadas para o inesmo lira ; ssira, pois.j les ? Morriam aos centos sol >re o niesmo terreno
apenas se poderio obler aljsumas noticias 111- que elles haviam cultivado
completas. As priraeiras hostilidades rompern) Este estado de cousas se 1a reproduzido bas-
cm Palermo a 4 de abril, quando os chefes do tantes vetes, e anda hoje hi populaces, em que
inovimento discutan! o seu pr.'igramma no con- os habitantes pedeni a grai des gritos um ali-
dust
COffl
pres
seg
salv,
finai
sio
bil 1
A
sol
rade
que
did(
des
umi
dac
mai
diss
vento de Gancia ; elles s deviam comecar quiu-
ze dias mais larde a sua obra, cujo segredo a
traigo entrogou em niaos do governo. Assaha-
dus "pelas liopgs raaos, succiimbiodo ao nucro,
deixaram o convento e a cidade, ese n-fugiaram
nas uioniaiihas, onde organsaram um governo
provisorio.
All crescendo em numero pela reuniao dos
bandos de camponezes armados que Ihe ebega-
vam de diversos pontos, propagaran! o rnovi-
n,culo em toda a parle meridional da ilha, em
Ciracuza, Girgcnti e Galana. A guarnicao de
Melazzose rendeu; em Crapaui a tropa e o" poro
coufralernisarara ; 30,000 nsurgeotcs se dirgi-
ram sobre Palermo que conservaram por algum
lempo em estado de cerco ; em Gadagua, em S.
Lorenzo as tropas reaes forain batidas, e em pun-
co lempo a band'eira Iricolar trcmulou na parlo
mais occidental da ilha. Em quanto se davara
csaea successos as tropas do raj, fazendo urna d-
versae, |iruvocaram as populaces iuoffensivas
deMcssine Coucinc, ameag.Tam-nas cora um
bombardeamcnlo, o por meio de nlelligencias
oceultas se apoderaran! das posices ; as pupu-
lacdes sublevadas se, lancaram nas campias ga-
iiliaudo as montanhas oceupadas pelosoutros in-
surgcnles. Posto que nas provincias do conti-
nente a agilaeao se tenha manifestado mais to-
dava alguns dias depois dessas lutus terriveis se
diase em aplos, com razio ousem ella, que os
bandos armados da Sicilia linhara sido persegu-1 ijm dos despachos cheg
dos, e finalmente dispersados. O re passou re-1 noticia de que um regii
vista a sen axercilo ; offerecoram-so banquetes
aos generaes e oOiriaes ; cas lionas deram es-
trepitosos viras a Francisco II, que percorreu a
capital a frente deltas. Este ultimo se mostia
muilo alTerrado ao seu progranma : seu lio o
conde de Sracusa Ihe dirigi urna carta, em que
Tccoramendavu que outorgassea seus povos una
constiluic&o, que adoptasse urna poltica nacio-
nal bascada sobre os verdadeiros interesaos do
e-.ta.in, tendente a promover a uuiao do reino da
Italia do sul com o da Italia do norte, que se sub-
tratitsse a loda a prcsso eslrangeira, especial-
mente ri rassalagnm da Austria; emfim que
abandonasse eese isolamcuto poltico quo pode j
fazer do paiz a presa dos partidos. O inleresso '
de familia, e a lgica imperiosa da locessidadel
poltica exigcm que se satisfaga a essa cloquenlel
reclamarao du paiz manifestada pelo orgoda
iusnrreiro siciliana. Esla caria, ou seja a ex-
pressao de um ambicioso que se prepara para.o ;
futuro, ou de um amigo dedicado cora, nao
dcixa de ler muilasignificayo.
Muilas pessoas, em quanto esperam os acou-
lecinieotos, se conservara incrdulas noticia do
que a insurreicao tcnba sido abofada ; e al se
diz, o repele a cada instante que existe entro as
iHontanhds uma.vasta planicio inexpuguarel, o
inaecessivel a tropas regulares, d'onde podeni fa-1
ciliueule homens p couiiounicar-se com as ci-
lades do sul, e tl'ah tiazer vivries e iniHihues
todos os dias. O p'auo concertado foi absudu-
nar-se as cidadei lu^'o que fusse dado o [uinieiro
signal, o relirarem-se lodos para esso poni, .
alim de atlrahir para shi as tropas reaes. dan.lo
lempo s populaces du operar urna sublevai.ao
c cominai-ao, que Ibes poupasse o bombardea- !
menio que Ibes foi to faial em IS'J. Talvez
que o que era aples so encarou como um suc- !
cessade'.lniivo, nao fossosenio a paraeira exe-'
cu.ao desse plano, e que a planicie indicada con-
aerve anda intacto lulo o elemento dainsui-r
rcieo.
idea inspiradora de ludo islo so descohre
talvcz n'uma proclama';5o sabida da sociedodo
nacional italiana, cuja influencia e ramiQca^es
cm loda a Pennsula b-ni conhecida, a qual
(irelendo reunir sob o sceplro constitucional d
ment qualquer, c se veem reduzidos miseria
mais espantosa. Os vivero 1 lem subido a urna
caritia incrivel, e por cun ulo do desgrana falla
a palha para o gado, que 11 orre defomc como a
gente. Ha muilasnocoes ueinvejan a opulen-
cia da Inglaterra ; seria mi Ihor que antes a lea-
timassem com essa compa xao profunda que em
nos disperla um rico mo 1 ovronlo.
Porm a Inglaterra pone 1 so importa com esso
oslado lastimoso da Irlanda ;s trata de defen-
der o seu llloral, o de aog neniar o pessoal da
sua marinha ; e os engajan lentos feitos para esso
fm nao correspondeudo si nao de urna maneira
imperfeita aos votos do go orno e da naci, pa-
ra suppriniir-se a boa vuniade dos marojos, r>!-
sulveu-se estabelecer de iovo o recrulamento
na maritha, essa odiosa violaco da lbcrJadu
individual.
Todos esses pensamontoi de guerra sao com-
pletamente absurdos, quando se os compara com
a conducta da Inglaterra tesde
dos negocios da Italia, ec
navio^ tundeados nas agua
ingles para nao comproin
recusou hos[iitalidade a se
seciliano infeliz amcacadoj
ultiiiias noticias viudas d
siloacao como cada dia maNs aggravada, a insur-
ao sysloma prohibitivo, aniniacao sin-
iaa particulares, onsaios sobre tratados de
nercio. Como ministro da fazenda em 1854
ou i Austria um servico assignalado co-
udo a poder de genio, energa e actividade
r a monarchia de um verdadeio desastre
ceiro ; e actualmente se apresentava occa-
do operar um milagre semelhante, que o ha-
linstro tralava de renovar,
vista disto c das circucastaetas graves o
unes em que se aclia o paiz, lem-se procu-
cercar a sua mcrle de um mysterio, sobre
homens coniava ja 21,000 us hospitaes de Ceu-
ta, per que finalmente um tal-enfraquecimeji|t0
do torcas devia aconse'lhar o orgulho nacional
mais do que a inlervenco inglcza PP'lia desper-
tar s anas susceptibilidades. A' 2i os p'.enipo
tenciarios marroquios chegaram a Tetuan. e
immedialamenle eomecaram
Outro de Francisco da Silva e s Bandeira, pn-
bre o tratado diflniivo, que acatou por ser aco-
Ihido favoravelmente em Mai'/rid, 4 vala da nova
siluaeao creada pelas u'imas eventualidades.
dindo o lugar de guarda das galeras desta earoa
ri A commissao de polica.
Outro do padre Bernardo Barbosa de Andrade
Pinto Brandao. pedindo dispensa do lapso de
lempo para poder naluraliaar-se cidadao brasi-
ai1 negociacoes so-1 jeiro.A' commissao de constituido.
Outro do Luiz Barbalho Muniz Fiuza e outros,
alumnos do 3a anno da escola de marinha, pe-
. dindo quo se aulorise o governo imperial para
A' 26 a paz foi assigna.da, e alguns dias depois reintegrar os supplicanles na prac^i de aspirantes
O'Donnell chegou Madrid ento a corto lo- a guardas-mannhas.A' commissao de marinha
raou um partido, e a 2 de maio foi publicada e guerra-
urna annislia geral; o conde de Moniemolin e
seu irraao, depois de haverem abandonado os
seus direitos, devora partir para um paiz estian-
geiro. As cortes se reunirao a 22 ou 25 dcste
mez.
Portugal, que deve a seu jovem re o haver
despertado do lelhargo em que jazia lia dous
sceulos, na pocha actual avanca cada dia um
todava o insiincto popular nao se lem illu-| passo no caminho da civilisacao e do progresso.
A palavra suicidio sahio de alguns labios e Desta vez vai elle por-se em completa commu-
obrio-se quo esse doloroso succosso linha ; ncago com o centro do velho continente euro-
a relacao com urna triste historia de depre- \ peu, para o qual fez em outro lempo affluir a
es commellidas em prejuizo do est3do;pelos|sua glora do ponto extremo que oceupa. Crcou
altos funecionarios do imperio. Ninguem
1 que M. de Bruck participavn desses actos
verj;onhosos, mas seu cimbado foi preso como
cmplice nelles, e alm disso era elle amigo in-
titulo de M. de Richler, director do banco, o
quil s pela morle pode sublrahir-se persegui-
co'. de aue era obiecto. Na tarde do dia 20 nl-
Oulro do baro de Sabara, pedindo que se Ihe
entregue urna represenlacao e os documentos a
ella juntos.A' commissao a que est affecto este
negocio.
Fixaco da forca naval.
O Sr Primeiro Secretario declara que se acha
so^re a mesa, e vai a imprimir para entrar na
ordera dos trabalhos, a seguinte proposta do go-
verno, convertida em projeclo do lei pela respec-
tiva commissao:
A' commissao de marinha e guerra foi pre-
sente a proposla do poder executivo fixando a
gao', de que era objeclo. Na larde do dia 20 el
le I ii ouvido como testemunha na inslruccjo do
pro-esso ; o seu depoimcnlo deu lugar a novas
inq liriQes que tornanm necessaria a sua con-
frorliae.o cun outras testemunhas e cora os acu-
sad 3S.
> o dia 22 o imperador Ihe dirigi um bilhete
auijgrapho concebido ncsles termos :
A' vosso pedido deixo-vos era disponibili-
iade por algum lempo, e confio a direccao
provisoria do ministerio da fazenda a M. "do
1 tener o
1 -te bilhete foi recebido por M. de Bruck na
lar le do da 22, c na manlia de 23 encontraran!
o 1 linstro todo coberto de sangue estendijo so-
a prmeira phase
Dm a alliturlc dosseus
secilianas. Um capilo
bter a sua seguranza
1 burdo a mais de mn
do perder a vida. As
ssas paragens do a
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se
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reco se estendendo porltoda a II13, e as guar-
nie.'s de todas as cidades; em estado do cerco
al mesmo o avanzara
uto napolitano recusou
sabir de Palermo para uialrcliar contra os insurgen-
tes Francisco II pedio a o! gjvcrno britnico que se
oppozosso a pretendida aartida de liaribaldi para
a Secilia, por niio de sua intervengan junto ao
gov rno sardo. O re ntipolitano estar disposto
5 pagar esse sel vico ouljorgando as reformas exi-
gidas
Tratemos agora da Apsliia : os conselheiros da
coia maisafferrados as antigs tradiees, o o
proprio chofe do gabinete M. Kcchberg, cotiiecam
a recuar espantados parante a pesada larefa c
responsabilidade de prestarem o seu apoio a um
syslema que, poltica a tlnancoiramenle fallando,
lem leduiid do no em||reo dos meios os mais
inadnmsivc8. Com ell'oiio, a corle de Vienna au
liasso quo aiuiuiicia afllungria, 1 or isso que dol-
a so arrocoia, coucjsses. e reformas mais ap-
parenies quo roaos, as quaes prometiera n'um
futuro nao dotcrnimaldo. o prompto reslabeleci-
meutodas su as assemblas, o a convocagao pr-
xima da Dieta, a- quilos confiara os Hngaros a
mu lente general, que reunir .sol a sua aulo-
ri.lado ue todos os anligoa dislrictos do reino,
mais someule os cinco dislrictos da Hungra mu-
tilada e relalliada dez anuos fv liote-so quo es-
se homem eeulliido em \cne4a o general B.'-
iK-.ieek, jim huncaro que em 1816 a 1818 fez
I cruenta forra a sua palflaj ; ella s.; dispe pa-
ra acabe liar a-pobre Veneza^ porque desio se
arreciia meuo-, rom una medida por ta\.'uima
uppressiva e iraiqua, romo .nao bajexeinplp dc
outra fciial na -Ala hislorta poltica to^abun- |,
I danto f.-miosa nene genero. Admirada da ver
o 1111 me rocera pro creacenl da eungr-v-fw vene-
ziana, olla nao so eoulenla com o haver guppii-
mido iiileramonloa lbenla.le .le ir e vir nos
SOUS oslados italianos, punir com a pona de1
morle a tolo aquello que fosse cmplice nal
iemigrac,ao de qualquer dos seus subditos, casti-
garos meninos, prender asmaos, as mii'.lieies el
as irmiia.s que nao quizessem denunciar seus Pi-
lilos, seus maridos e seus irinaos, dispe-seain-1
da mais para s. questrar, isto lio verda.uio j
sentido dasa))usas, para confiscar lodos os bejisl
dos emigrados. Gom o systnma de administra-1
e.io, e formas do curadora usadas nesse imperio, I
em 1 es casos pode-so lor a certeza do que cm I
seus caminhos de ferro, e es aqui um verda- forca naval para o anno fioanceiro de 1861 a 62,
o seu leito.
1 examc que se procedeu no cadver mostrou
iislcncia de urna incisao 110 pescoi;o desdo o
raga at a vertebra cervical: esla ferida nao
profunda, e nao havia offeudido nem as ca-
das, nein as duas veas jugularcs ; os pulsos
am igiialmeute incises que deixarain as
as abertas : a" effuso do sangue deiermiuou
papiamento a muri.
la para 3 naces terriveis presagios que sao
no situaos de flaqueza o de ruina ilumnente
is coi tos que batallias
nombradas
deiro successo. A Franca, que o graude foco
das ragas latinas, volla 'as suas visUs, emprega
as suas syrapathias, e abre os scus cofics para
essa obra importante, que arrancar Portugal
vassalagem commercial e poltica, que lho lera
sido imposta ha longo lempo pela Inglaterra.
Ella sabe bem quo a nacionalidude porfugueza
foi levada'a todos os cantos do inundo pelos Ca-
braes, Dias, Magalhans, Vascos da Gama, e Al-
buquarques, quo a sua lingua tambera a lia-
gua desse floroscenle e giganiesco imperio do
Brasil, o qual ella v com prazer ligar cada vez
mais os scus destinos aos deslinos da Europa :
assim pois ao mesmo lempo que ella eslabelece
11 m servico martimo para o Rio de Janeiro, to-
cando em Pcrnambiicn e na Baha, assoca-se
prossurosa sorle de Portugal, sendo a primeira
a subserever as accoes para esses caminhos de
ferro que de Lisboa vao lor 0111 lerrilorio hespa-
tihol, o dah cm territorio francez. A empresa
bella, c piomette um successo vantajoso; o cal-
culo nanceiro tal quo os concessiunaros pro-
metiera desde j um lucro de 0 a 18 por 0)0 so-
bro o capital industrial e'mpregado, abalendo-so
sornenle sobre o producto bruto de 20 a 30,000
trancos por kilmetro percorrdo : a feliz esco-
Iha do terreoo por onde passa a linha, que alra-
vessa a poptilaco mais rica de Portugal, pare-
ce promotter nm resultado que nao estar abaixo
do resultado al o presente conhecido das me-
lhores linhas da llespanha. As nolabilidadts fi-
pordidas e provincias nanceiras e induslriaes da Franca fizorain
| empresa un acolhimonlo benigno, o que bem
a qual a mesma commissao lem a honra de offe-
cer consideracao da cmara, convertida cm
projeclo de lei.
A assembla geral legislativa resolve :
Art. 1. A forga naval para o a,nno nancei-
ro de 1861 a 1862 constar :
1." Dos officiaes da armada e das demais
classes que for preciso embarcar, conforme as lo-
taces dos navios o eslado-maior dasdivisesna-
ves ;
2." Em circunstancias ordinarias, de 3,000
pracas de marinhagem e de prel dos corpos de
marinha embarcadas era navios armados c trans-
portes, e de 5,000 em circuinstancias' extraordi-
narias :
3. Do corpo de imperiaes rnaruheiros,
das corapanhiasde aprendizos marinheiros crea- jfjli^""^
das p. las leis anteriores, do batalho naval c das '
companhias de imperiaes marinheiros da provin-
cia de Malo-Grosso, continuando a autorisac.no
para eleva-las ao seu estado completo.
Art. 2. A forga cima mencionada- ser
proenchida pelos meios autoiisados no art. 4 da
lei n. 613 de 21 de agosto de. 1851.
Arl. 3." Ficsin revogadas as disposices cm
contrario.
A commissao, de accordo com o governo,
julga tambera til a adopgao do seguinte artigo .
Vem mesa,
uieiida :
congenie, quo este projeclo tenha urna s dis-
cussao, na qual enln immediatamente.
Vem i mesa, lida e apoiada a seguinte
emenda :
Accrescente-se ao artigo:sendo paga a pen-
so as agraciadas desde a data do decreto Gar-
cii de Almsjfc.Peixolo de Azevedo.Sergio-
de Macdo^T
Posto a votos o projpcto, approvado; bem
como a emenda ; e sendo o mesmo adoptado,
remellido commissao de redaccio.
Penso 4 viuva e Dlhos do conselheiro L. A.
Barbosa.
Entra era seguida em 1* dscussao o proj clo-
que approra a pensSo concedida ?iuva e fillius
do conselheiro Luiz Antonio Barbosa.
O Sr. Pedreira pede, e a cmara consente, quo
este projeclo lepha urna s dscussao, na cual
entra immedialamenle.
Vem a mesa, lida
emenda:
Ao art. 1 accrescenle-so .sendo paga a
penso desde a data do decreto.F. A. Alhavde
L. Pedreira.L. Carlos. J
Poslo a votos o projeclo, approvado. bem
como a emenda ; e sendo o mesmo adoptado
remellido commissao de redaccao.
e apoiada a seguinte
Penso mi e til ha do brigadeiro J. Fran-
cisco Coelho.
Entra lambem em Ia dscussao o proiecto que
approva a penso concedida mi c ti I lia do fal-
lecido brigadeiro Jernimo Francisco Coelho.
O Sr. Garca de Alraeida pede, e a cmara cn-
senle, que este projeclo tenha urna s dscussao,
na qual entra inmediatamente.
Vem mesa, lido o apoiada a seguinte e-
meuda:
Quo se pague as agraciadas a pnio desde a
data do decreto que Ih'.i conferio.P. de Azeve-
do.Lamego.Silva paranhos.6. do Macedo__
Sampaio Vianna.Garca de Almeida.Cunha
Posto a vnlos o projeclo, approvado, bem co-
mo a emenda, c sendo o mesmo adoptado, re-
mellido mmisso de redaccao.
Anliguidade dosofliciaes da armada.
Entra em 3'1 dscussao o projeclo que mando
contar aos ollicaes da armada que tiverem servi-
do a bordo dos navios de guerra nacionaes, quer
como pralicai.tos quer como pilotos, o lempo quo
w V>'.il.iil->ni', ov u^wwiuv v "ii \t jjUUtlIU. tr,n I -i -----r T
julga tambera ull a adopgao do seguinte artigo J^J ^0*ereti*, <|ualquer que soj
lida e apoiada a seguale e-
addilivo *
Artigo (addilivo). Fica o governo intensado
a crear desde j companhias de aprendizos maii- i
nhelros em todas as provincias do litoral, c soc- '
Qcs de companhias nos pontos do mesmo lilora
'ornando Veneza, acaba olla de se dirigir s ; atiesta que elles descubren entre sen paiz e Por- que julgar convenientes ; o estado completo das
.i.. ... .1 ___-. ___1 _____1 -____:, -.....1- _:___.;j*.i .4* --..;.^ ____..:_.. 1 ________------- _._____j______ ____.
jao da Associaco-ceuiral-
cra Turim a qual redimi
ultimas itihas citaremos I
ueellarias pelo or
eziana instaurada
memoria!, cujas
11 :
l Aquillo que a Anslria comprime, appelli-
ido espirito revolucionario, a aspiraco in-
icivel nacionalidade. Veneza nao quer, nao
Je concessdes, quer o podo a sua indepoffden-
nacional, e persiste no voto solemne inaiites-
o em 1818, vol que foi aceito peio parla- ,
uto e pola casa da Saboya ; s islo pode Iran-
qiAMisar Veneza. assegurar a paz Italia, e !
lo la a Europa. Aos governos e diplomacia ca- i
o cuidado de pieveuir coullictos iuevilaveis; [
o o mundo os pode prever n'um futuro mais
menos prximo, porm ninguem sabe quaes;
a.i as suas cousequencios, porqnanlo zombam j
as das conjecturas da poltica mais sabia o
iis prudente.
3 oslada desse enfermo quo so chama imperio |
co se oggrava cada vez mais.
JO velho principe da Servia lem ltimamente
nado urna altilude imperiosa que deve ler da-
jiiuito que pensar era Conslanlnopla.
ililosch envin l'oiia urna depulagao exi-
ido : augmento de lerrttoio, reeiicaco das
nleiras, direilo hereditario ao throno para loda
lugal a mais ampia reciprocidade de ser vicos
tanto no presente como no futuro.
No dia 2 de maio foi constituido o novo gabi-
nete de Lisboa da maneira seguinte:Aguiar,
presidente do eonaelhe ; viscoude da Luz, mi-
nistro da guerra ; Vargas, da marinha ; Casal
Bibeiro, da fazenda, e negocios esliangoiros.
G II.
INTERIOR.
acham-sc presentes os Srs. conde de Uaopemlv,
Perera Pinto, Candido Mondes, Salles, Goncalres
da Silva, Lamego, Torres-lloniem, Forreira de
Agqiar, Garca de Almeida, Pacheco, viscoude de
Camaragibe, Saraiva, Hartinho Campos, Rocha
Franco, Das Vieira, Luiz Carlos, Pinto de Itcn-
jf-.nilia, restriccao dos trrenos quo forinam a j doea. Machado, Sampaio Vianna, Costa Pinto,
ventia da fortaleza de Belgrado oceupada pe-1 Lima o Silva, Gunha Mallos, Nebias, Cerqueira
Turcos, evacuac.o da Servia pelas familias Leile, Vilelli Tarares, Peixoto de Azoredo, Mi-
lu Ara ujo,
Vctor Emmanuel os 25,000,000 de Italianos que bem puncos annos nada restar aos proprielaiios j a collocando um menbro da familia impe-
viveni entre os Alpes e o ponto mais reservado dos heos que li es forero confiscados ; o que elles
da Sicilia, a qual vai por tola a paite repolludo sern pura o siinplesinenla despojados e arrui-
cste brado de uniao : I nados. Ser preenclier o grande vacuo dos seus
A Italia e Victu Lnitnaniiel quo so lam tor- .cofres, solapara supprir ao omprestuio, que
nado o brado de M.iz/.in um puuco adaptado "
porm aos ltimos successos.
Garibaldi leve una conferencia pello de Geno-
va com M. Faria, presidente da associago na-
politana, alim de concordaren] sobre o meio de
sustentar e soccorrer o movinieiilo siciliano, e
enviar para a ilha homens, armas, e muniees.
As ultimas noticias viudas do Ihealro da lula,
por mais vagas e contradictorias que sejam, cou-
flrniam todava que os insurgentes persistem no
seu empenho : villas e cidades sao queimadas,
arrasadas, destruidas ; oni Carini sobretudo se
lera commetlido horriveis atrocidades.
Assim pois a questo italiana progride sempre,
eem vio que para suspender o seu curso se
appella para a letra dos tratados. O mundo,
bem como o proprio homem, lem necessidade de ;
mud.irira, deronovaco ; e oppr a essa necessi-i
dade providencial ideas absolutas de immobili-
dado, e duracao sem limites, o mesmo quo in- .
troduzr m vida das nacoes urna causa incessan- '.
te de porlurbaces e sofrimeiilo, de que mis-
ter que ellas escapen) mais dia ou menos da. As
tradiees, os tratados sem duvida devem ser
muilo respelados. c sao dignos de loda a consi-
doragio; porm nao pdem ligar os povos para
sempre, nem pdem lambem maniclar eterna-
ineute o dcscnvolviracnlo deslcs : os tratados
que se invoca nao sao outra cousa mais do que
o indicio manifest da ruptura de tratados ante-
riores ; c os nossos pas, que se nao julgaram in-
linilamenteobrigados pelos aclos dos seus ante-
passados, nao tiuham o direilo de obrigar para
sempre aos seus descendentes : .elles levaram a
ua vida entre a descendencia do passado, e
florescencia do futuro. Facamos o raesmo que
abortn em Cv.useqoen.-ia do urna falla absoluta
do couliaiiea, 10:110 hoje notorio o visivel,. al
mesmo entre os subditos allemcs, quo a Austria
quer laucar mao desse meio iuqualiticavel ? As-
sim parece : n as essa medida nao pode tor ou-
tro resultado .-enao augmentar ainda mais o (so-
la monto quo seproduz ejn torno do governo im-
perial,
Para dar urna iJa desse solamento absoluto
e ameagador, remontemos aos factos anteriores
que se passaioin nas regies mais elevadas do
poder. Pela semana santa o ministro da fazen-
da, baro de Bruck, pedio a reunio de um
conselho extraordinario de ministros, que coin
efeilo leve lugar dias antes da festa da Paschpa
sob a presidencia do imperador. O ministro da
fazenda se levanlou o pedio pcrmisso para ex-
por a siluaeao nanceira i vista do mo Mito
relativo ao empreslimo : dcclarou que o thosou-
lomarchava para grandes euibaragos, que talvez
o pozossem ua mpossibilidade de occorror s
precises urgentes ; acrescentou que em tal caso
julgava do seu dever i.o dissimular um s mo-
mento a gravidado da siluaeao, e insistir nas
proposiges, nicas capazes de modifica-la; que
a patente relativa ao conselho do imperio nao
linha produzido o elfeilo desojado ; o paiz peda
garantas mais elevadas ; que urna constiluigo
formuladt segundo o espirito do seculo XIX, e
adaptada a tudas as provincias do imperio, era
o nico meio de reslabeleccr a confianga, sem a
qual a monarchia nao pode persistir.
Depois do discurso, do ministro da fazenda M.
.do ftechberg se levanlou por sua vez e declarou
[ que ello havia reflectdo maduramente, desde
le se achava no exercicio das suas funeces, so-
ASSEMBLEi GERAL LEGISLATIVA
CMARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
SESSAO I-.M l'\ DE MAIO DE 18G0.
'residencia do Sr. conde de Bependy.
As 11 horas da manlia, feita a chamada, o
i
amanas quo all se achara eslabclecidas, ou
to submisso das inesmas familias le ser-,
, linaliuente privilegios doanarios. A Polla ro-
sn salistazer laes exigencias, e jamis con-
itu nislo ; porquanlo eila \ eom despelo
apar-lhe a Servia, e Abdol-Medjed nao qiiere-
por suas proprias mosaffiouiar os lagos que
ara ainda esse piincipado ao seu impeno : al
mo di/.oni que ella nolilicoii ao principe H-
sch a sua i'.estiluica); porm ler-se una
nfianea illimitada na sabeJuria do ditan, nao
pody crer em semelhaule loucuraJque Ira-
a como coiiscqueiica ua rompimeulo imiue-
alo X J-
ICnlJJt'anlo, abslrahiim d.-sse neto, os sucres-
s qro se passa ni na Servia preparara esse
incipado para representar um papel importante
i grande drama oriental quo se ensaia.
A recusa da Porta irespeiloda soberana he-
ditaria para a familia de om principe, quo
jo octagonario ; anima as esporancas de to-
do anle
eucarni-
is os partidos vencidos que exeam
o e surdtiia una lula bstanlo
.la.
Domis es chefes do partido nacional souhain
r in um grande imperio slavo no sul, e depois
so haverem insinuado no aadoaode M. Slera ;
ia, actual presidente do senado c da confian.: i
Milosch, trabalhara em segredo contra a ele- :
u provavel do lilho desie. ultimo, enutroin
espeanca do dar conieco roalisaco da sua
;uel do Ar-iujo, 'aaiao de Mamanguapo, ToSCauo
Brrelo, Tobas Leile, Barbosa da Ciinha, Joo
Paulo, Teixeira S .ai. s, Pinto de Campos, Pedro
Muniz, Manuel Fernandos, Paulino de Souza,
Souza Leo, Silva Miranda, Henriques de Almei-
da, i.alueiros, Sergio de Macodo, Almeida Pere-
ra, Juo lleudas, l'.rtas, Hollino de Almeida, Sil-
vino Cavalcantl,Teixeira Jnior, Pedreira, Abe-
lardo, de Brito, Cunha Figueiredo, Henriques,
Alcntara Machado, Casimiro Madureira Paiva
Reg Barros, Araujo Lima,1 Augusto de livera!
e Paes Barreto.
Comparecendo depois os Srs. Bautista Monte!-
o, Costa Moreira, Paranhos, Coelho de Castro,
e Uolisaiio> abre-se afes.suo is 11 horas'o lies
qi irlos.
Coinparccem depois de aborta a sesso os Srs.
Brandao,Fausto de Aguiar, Athayde, Paola Fon-
soca F. Uclaviano, Franco de Almeida, Piulo de
Mondonga, o bario de Haui.
Falla com participago o Sr. Paula Santos-
E lida o approvada a acta da antecedente.
O Sr. \. Secretario d cunta do scguiule
r ai da Russia no throno ua Servia : assim, apo-
I ir da sua dedica ;o apparenlaj se acham uiui
ilisfeitos inl.iriuru.oute pela recusa dada do-
[iilaco em Consiaiiliuopln aguardara e esprei-
l un una occasifio favocavel de obrar, a qual do-
estar prxima, visto a idade a vaneada do
rinc.ipo ; e niiiguciii pode prever as coiisequen-
as dos seus aclos.
s ltimos successos da Canda se tornara cada
ia mais irreparaveis; urna ilha perdida para
Porta : os turcos ahi apenas loetn urna autori-
ado nominal, c para torna-la real seria preciso
uo elles a conquislassein de novo por meio
as armas. Fuad-Pacha concebe esperangas de
ir. a ser o prncipe, e desde j pro ligahsa a
i|)os chcias favores e pro:nessas para se crear
raigos e proslitos.
A empresa baida de xito tentada nas libas
.aleares ao brado de viva Carlos VI proiu/.o
a tlespaulia urna exp!os.>o de syinpaihias p,ira
EXPEDIENTE.
Um offlcio do ministerio do imperio, Iransmit-
lindo a copia do oftlcio do presidente da provin-
cia do Mai.mli.io, em viiludc de lor esta cmara ,,r|? .' r."
podido os motivos que delerminarara o governo'
imperial
iom a rainha consllucicvtia1.
elles ; nao opponhamos s iiecessidades demons- I bre a questo, de que se tratavn, e a respeilo ad-
tradas do nossoseculo o rospeito de direitos j quirira a convieco de que o parecer emillido
caducos, ideas antigs, combinagoes extempor-
neas, c a autoridade de pergaminhos golhicos ;
aio provoquemos o espirito de revolla que pode-
ra logitmar-se por urna resisloucia insensata ;
nao esbarremos o curso que leva o rio, poupando
assim inevilaveis Iraebnrdamcntos o innunda-
coes. Os iLaiorcs revolucionarios dos lempos
actuaes sa os principes italianos que recusaram
e continan) a recusar aos seus povos a liberdade
de consciencia, a liberdado do culto, um governo
yerdadeiramente italiano, urna represeutago
inteiramente nacional, o examc das deapezas
publicas por depuiados etetos pelo vol lire, a
publindade dos debales jndieiaros, e finalmente
zi liberdado de dscussao. Sao elles que teera
provocado o grande moviraento actual para suo
ombirem na lut, nao ob3tanle os seus esforgos,
fira oio poderem salvar urna nfallibilidado po-
iilica, em que ningurajioje aeredila, nem raes-
mo os caropees, a qacaa est incumbida a sua
defeza.
A Inglaterra depofttjfe lar avangado na ques-
to da Saboya mais do*.que conviuha, vio-se
forjada a recuar ; esta dmhta raorol deixou-lhe
impresso no coracao o seirlmenlo do mais pro-
fundo despeito, e ainda essa questo nao se acha
talvez concluida, j ella formula novas queixas
contra a Franca, censurando a esla o querer es-
tabeloeer sua preponderancia sobre o mar Ver-
melho ; pelo que emprehende a difBcil tareta de
organisar um corpo de voluntarios. A aristo-
cracia se acha a frente do movimento que traa
da organisago militar do paiz, e o governo para
excitar o eDihusiosrao vai crear urna companbia
pelo seu collega era o nico recurso conveniente,
e pois a elle adhera ; filialmente que nao esque-
na o que devia ao throno, mas a sua cons-
ciencia nao Ihe permillia pronunciar-se de outra
sorte.
Quando elle acabou de fallar, reinou na sala
profundo silencio; o imperador relirou-se para
um gabinete visinhn, e dah a urna hora maudou
dizer no conde de Rechberg queestava levanta-
da a sesso.
Depois desse da o conde deu-se pordoente ;
o ministro da jusiiga pedio a sua demisso ; e
iralou-se de designar pessoa que subsiiluisse o
baro de Bruck, cuja morle, alguns dias depois,
foi mais urna clamidade para a-monarchia. S-
menle o conde Goluchowki, ministro do interior,
a conceder companhia do navegaco
tosteira de vapor da referida provincia os favores
exarados nas condignas do contrato celebrado
cun a mesma companhia e approvado pelo decre-
to ii. 2,107 de 20 do juuho do 1858.A quera fez i
a roquisieo.
Outro "lo mesmo ministerio, enviando um vo-I
lomo de leis da provincia do Maranhao, promul-
gadas no anno passado, n que foi enviado pelo
presidente da mesma provincia cora destina a es-1
ta cmara.A' cuinmsso de asscmblas pro-
vinciaes.
Outro do ministerio da fazenda, enviando um
dus aiilographos sanecionados do decreto da as-
sembla geral legislativa, orgando a recela e fi-
xando a despoza para o exercicio de 1859 a 186;).
A' archivar-se, fazondo-so a devida comrauui-
caeao ao senado.
Outro do ministerio da juslica, enviando o re-
querimenlo em que os empregados da secretaria
de polica da. provincia do Sorgipc podera aug-
raonlo de seus '/encmenlos, assim como as in-
foruugas du presdeme e do chefe de polica da
mesma provincia.A' commissao do penses c
ordenados.
Outro do mosmo ministerio, enviando o offico
do Rvra. hispo de Pornambuco, acompanhando a
planta do edificio do cullegio de Nossa Senhora
do Bom Conselho da villa de Papacaga, a 60 le-
guas da capital da provincia, o onde e'xiste gran-
de numero de meninas desvalidas, no qnal pede
urna suhvengo animal para aquella cslabeleci-
mento.A' commissao de fazenda.
Outro do ministerio da guerra, enviando o re-
quormento, competentemente iuformado, em
que os empregados do arsenal de guerra da pro-
vincia da Baha pedem augmento do ordenado.
A' commissao de penses e ordenados.
Outro do mesmo ministerio, transratlindo os
roquerimenios, competentemente informados, era
que ios empregados do arsenal de guerra da pro-
vnola de Malo-Grosso, o mostr da officina de
cardinteiros do da Baha, Jos Goncalves dos San-
tos Marques, e o servente do armazem de artigos
bellicos da de Sergipe, Manoel Ignacio da Con-
| ceio, pedem augmento do veucimcnlos. A'
nicfsma commissao.
ulro do Io secretario do senado, participando
c a 21 do abril
olas duas horas da madrugada foraiu presos j
unto a Toitosa o proprio conde de Muntmolim o
en irrao D. Femando. Desio o dia id que se I
vislava ura navio descunliecido costeando as
iraias do. Rpita prximas aquella cidade;
sse navio pereca ser o do Prelundenle, e as
utoridades locaes cuviaiam logo uraa canho-
icira seu alcance. Antes que se effUuasse essa
!>riso, Ortega havia pago com a vida a parlo
[uo lumava uessa louca tentativa ; o seu tiin,
me foi o de ura hornera corajoso, fez com que
) governo hespanhol podesse mais sua von-
.ade resolver sobre a sorte do conde de Moulc-
nolin; e a principio hcsilou entre dous partidos:
primeiro consista cm mandar conduzir os
prncipes a Madrid, e ah fazc-los julgar pelo
senado como culpados de alta-lraigo; o senado
reduzia-se simplesmenle deportar os captivos
para as lirias Cananas sera forma de processo ;
Jdepois esses dous meios oferecendo as suas
difficuldades, porque ura enlregava culpados nu
mesmo grao ao juizo de tribunaes dilTerenlcs, e
o outro suscitava a questo sobre desigualdades
sociaes, resolveo-se esperar a volta do O'Don-
nell para quo fosse decidido to grave embarago.' qu o mosmo senado adoptou, e vai dir
A opimao publica autecipando a decso linha saiego imperial, a resolugo aulorisando
companhias nunca ser menor de cem pracas, o
o das seceos de cincoenla.
Paco da cmara dos doputa-.los, em 23 de
mail de 1800.Josuino Lamego CosaLibanio I
Augusto da Cunha Mallos. Peixolo de Aze- '
voJo.
Leoui-se, jnlgam-se ohjeclos de deliberagao, o '
vao imprimir, para entrar na ordera dus traba-
lhos, os projectos 'ue conclucm os seguinlospa -
recetes :
Naluralsaces.
A' commissao de constiluigo c pudores fo-
ram presentes os roquerimeiitos dos subditos es-
traugeiros aboixo especificados, supplirando a
esta augusta cmara a graca dedispensar-lhes o
lapso de lempo que, conformo a lei, falta-lhes
esperar para poderem requerer carta de naiurali-
sagio, a saber; Joao Roberto Lehman, natural
da Allomanha, residente na provincia* do Rio
Grande do Sul ; Rene Joseph Avrignon, subdito
francs, engajado ao servigo do exercito bras-l
U-io, cuja peiico foi romcltda pelo ministerio
da guerra ; Joaqun) Osear Elster, subdito dina-
marqus, residente na provincia da Babia ; o pa-
dre Domingos Rodrigues, natural da Hespanha, !
residente na cidade de Pelotas da provincia do
Rio Grande do Sul ; ililaiio Maia da Rocha, sul- !
dito portngucz, residente na provincia de Santa
C ilharna ; Manuel Mailins da Silva, subdito por-1
luguez, residente na provincia do llio Grande do I
Sui ; o padre .Manoel Ignacio Muuleiro de A/o- :
vedo, subdito portugus, residente na mesma'
provincia ; o padre JoS BentO da Costa, subdito
portugus, residente [i,i provincia de Minas Ge-
; raes : Isidoro Paulo de Olivoira, natural de Vien-
na d'Austria, residente na provincia do RioGrao-
: de do Sul ; llodolpho Selinei ler, natural da
Prossia, engajado no servico do exercito brasilei-
ro, cujo rcquerimenlo foi remellido pelo mims-
i torio da guerra ; O padre Jos Valls do S. Frail-
is, o, natural de Hespanha, vice-rcilor do semi-
llara episcopal de Porlo-Alegre, provincia do
, Rio Grande do Sul, e o padre Jos Vasquea Gon-
galvcs, s-ibio portugus, reaidcnW ua mesma
provincia. ,
Alteielendo aos inumoios procedentes es-
labelccdos por osla cmara, alga a commiss i
admissivel a prelencodoa supplicafes, que se |
.presentara em idnticas circumslancias daquel-
les que anle'iormente tora oblido igual favor, c
por isso de parecer que soja adoptada a seguin-
te resolugo :
A assembla geral legislativa decreta :
Arl 1," Ogovemo imperial fica auton'.sado
a mandar passar caria de cidadao brasileiro a
Joo Roberto Lehman, natural da Allomanha :
Rodrigues, natural da llespa-
11! 11 de Olivoira, natural de V ion- j
na d'AustHH|[*Rodolpho Schnoider, natural da
Prussia'; paoTe Jos Valls de S. Francisco, n-ilu-l
ral da tlespanha ; padre Jos Vasques Goncalves,
Ran o Martin-; da Silva, o padio Manoel Ignacio '
Mimteiro. subditos portugueses, tolos residentes!
ni provincia de S. Pedro do Itio Grande do Sul ;:
o bom assim a Rene Joseph Avrignon, subdito
franco/, engajado ao servico do exercito ; Joa-
quim Osear ristor, subdito dinamarqus,'residen- i
le na provincia de Sania dilhariua ; e padre Jo-,
s Beato da Costa, subdito pottuguez, residente;
na provincia do Minas-Gcraes.
< Art. 2. Para osse lira ficain revogadas as'
disposiges em contraro,
Pago da cmara dos doputados, 24 d& maio
de 1860.J. J. Teixeira Jnior.L. Pedreira.
villela Tavaros
A commissao de conslituieo c poderos exa-
minnu o roquerimonto de Bernurdino Guaslavino,
subdito argentino, e do Fernando Elchebarno,
subdito francez. reineltidos a esta augusta cma-
ra pelo ministerio do imperio era 13 do maio de
1859, os quaes pedem dispensa dos intersticios
que Ihes fallara para poderem obter carta de na-
turalisaco ; e atlondendo a commissao aos do-
cumentos olferecidos pelos supplicanles, assim
como ao fado de se acharen! ao servico da nossa
marinha desde 1851 como pratcos dos ros da
Prole e Paran, julga que, segundo os preceden-
tes estabelecidos por esta cmara, deve ser at-
tendida asna supplica, o por isso o le rece sua
consideracao a seguinte resolugo :
< A assembla geral legislativa resolve :
Artigo nico. O governo imperial autori-
sado a mandar passar carta de cidadao brasileiro
a Bernsrdino Guaslavino, subdito argentino, e
Fernando Llchebarne. subdito francez, arabos
engajados ao servigo da marinha brasileira como
pralcos do* ros da Prala e Paran ; rehogndo-
se para tal fm as disposices om contrario.
Pagoda cmara dos doputados, 21 de maio de
1861).J. i. Teixeira Jnior.Villela Tavares.
L. Pedreira.
Ao artigo unL-o do projeclo accroscenlo-so,
depois da palavrapillos, as seguinles :
volntanos.Lamego.
O Sr. Paranhos:Sr. presidente, esta resolu-
go lem um lira quo rao parece de juslica ; por
ella se determina que aos ofibiaos da armada que
serviram, em virlude de omeeodes provisorias,
cerno pilotos, piloios-escrivaes, ou om qualquer
outra classc, so cont esse lempo de servico para
sua anliguidade. Parece-me porm, que os ter-
mos cm que se acha concebida a resulncao ii.io-
sao bstanle claiOS. O |ieiisimonl da urdir com-
missao de marinha e guerra apparece em toda
sua luz na uxposcao do motivos; nao assim, a
mea ver, na paitdeposttiva do sea parecer.
Alm disto eulendo que semelhante disposgo
se deve loruai extensiva aos ofOeias de fazenda
que servera a bordo dos navios de guerra, alguna
dos quaes tambera com.earam em virlude dono-
ine.ices provisorias: a mesma raso se d para
que a estes se cunte o lempo do servico que ef-
fectivamente prestaran) como embarrados, o quo
a nobre commissao allega cm favor dus ofDciasda
auna !>
Eu pois offereco urna emenda substitutiva, tor-
nando, segando orcio, mais clara a disposieo do
projeclo, e fazendo-a extensiva aos oflkiaes do
corpo do fazenda.
Vem mesa, elida e apoiada a seguinte emen-
da substitutiva do projeclo :.
Substitua -se o artigo nico pelos dous segra-
les :
(i Ait. 1. Os oflkiaes da armada e 09 do res-
pectivo corpa de fazenda, que titerera euVctiva-
mente servido a bordo dos navios de guerra na-
cionaes, como pralic.mles, pilotos, pilolos-escri-
>i. s, o em qualquer outra praea, un virlude de
noine.iiOos piovisorias e dependentes de confir-
mago da secretaria de esla Jo ou quartel-gonera!
da marinha, conla'to suas anliguidades desde a
data das referidas nomeages.
Ait. 2. Picara revogadas as disposiges cm
contrario.J. M. da Silva Paranhos.
Posta a velos a emenda substitutiva, approva-
da, adoptando-so o projeclo assim emendado, joI-
gaiido-se prejudirada emenda do Sr. Lamego,
vai commissao de redaccao.
ve no a prorogar por mais um
co n que se acha o conselheiro
tendidos direitos, e seriam perdoados. Presen-
temente est provado que o principio de legi-
timdade o de direilo divino na Hespanha nao
solfee a menor duvida nem no exercito, nem
entre o povo. D. Isabel II pode reinar som re-
celos, e por couseguinlc ten razo paiaser cle-
o go-
anno a licenga
Thomz Xavier
avangado que os principes seriara julgados pelos
tribunaes ordinarios, e conderanados a urna da-
tengo mais ou menos tonga; que logo depois re- JG'irca'de'Almeida" rp7ra"co7icedermamo de
conhecenam Isabel II orno rainha soberana de luenga com os respectivos vencimentos a Salus-
do toda a Hespanha, abandonariara os seus pre-1 ti no Jaciulho de Andrade Pessoa e ao padre Ma-
m el de Vera Cruz.lnterada.
conservou se sereno em ludo isto. Foi ento | mente. De mais esse ultimo exforgo.de um par-
que o governo ateraorisado comerou a promet- lido agonisante consolida raas a durago de
ler aos Hngaros as concesses, de que mais aci- O'Donnell no ministerio.
ma fallei. Este ultimo deve star salisfolo com seme-
H. de Bruck, quo to fatalmente lerminou a Ihanle diverso que lem de alguraa forma des-
sus carreira em Vienna a 23 de abril, era o uni- trahido as preocupacoes marroquinas da opiniao
co homem relativamente liberal que coniava o publica, para quem a noticia da paz esleve na
gabinete auslriato. Nascido em Elberfehl no au-
no de 178, dirigio-so em 1821 4 Trieste, afim
de embarcar na qualidade de voluntario para a
guerra da independencia bellenica ; porm re-
solveu depois demorar-se nesta dade ; ahi in-
volveu-so em muitos negocios commercaes, e
razao inversa do anuuncio, dado era novembro
ultimo, relativamente ao comeep das hostilida-
des. To grande foi e> eiithusiasmb naquelle lem-
po, quo grande hoje o descomen lamento ; e
entretanto O'Donnell devia assigoac essa paz,
ainda que para isso livesse de perder parle da
foi mais tarde fundador da importantissima om- sua gloria, ainda que houvessem de sacrificara
presa martima o Slovd. Deputado em 1848 ao i popularidade quo dah lho resullajia ; porque o
parlamento de Pranckfort pela mesma cidade de clima e a eslaco lem sida para os Marroquios
Trieste, veio a aer depois ministro do governo poderosos auxiliares, porque ello vio quo em
austiiaco junto ao archiduque vigario doirope-1 quatro mezes o sou exercito de menos de 100,000
Outro do mesmo secretario, participando que
P ir olfico do ministerio da fazenda conslou ao
s nado que S. al. o Imperador consente no de-
c eto mandando vigorar no exercicio do 1860
1 61 a lei do orgaraento de 1859 a 1860.Intei-
r da.
Um rcquerimenlo de Fabio Sizino Bastos da
S ilvn, pedindo que por urna resolugo spja ad-
milldo matricula e exaraedas raatoriasdo pri-
meiro anuo da faculdado de medicina deela corle
que frequenla como ouvinte.A' commissao de
nstrucgo publioa.
Outro de Manoel do Souza Rolira e Alencar, pe-
indo que seja admiltido 4 matricula eexamedas
nalerias do primeiro anno da faculdade de di-
eito do Recife, fazendo previamente o exame de
nglez.A' mesma commissao.
Outro de Francisco de Paula Costa Jnior, pe-
lindo que seja admiltido matricula e exame do
irimeiro anno da faculdado de medicina da corle
zendo previamente e? preparatorios de rhelori-
:a e geotnglria que Ihe faltara,'A' raettma com-
BIMfO.
Penso a P. Gomes da Paixao.
< A commissao de penses e ordenados, tendo
examinado o decreto de 23 doselembro do anno
prximo passado, polo qual foi concedida a Pau-
lino Gomes ds Paixao, praga reformada do corpo | !"e"u," i"","?''',l'
do imperiaes marinheiros. a penso de ,2^000 'mpostos provine ios
mensaes, assim como os documentos que acora- "
panham a copia do referido decreto, pelos quaes
se conhece que o agraciado acha-se inutilisado
para ganhar os meios de subsistencia por tor per-
dido o brago direilo e tres dedos da mo esquer-
da, por occasiao de salvar a Ierra a corveta D.
Isabel no cabo da Boa-F.speranga, de parecer
que a mencionada penso seja approvada, e para
isso offerece consideracao da cmara a seguinte
resolugo :
A assembla geral legislativa resolve :
< Art. 1." Fica approvada a penso de 12$000
mensaes concedida por decreto de 23 de setem-
bro do anno passado a Paulino Gomes da Paixao
praga reformada do corpo de imperiaes mari-
nheiros.
Art 2. Picam revogadas as disposiges em
contrario.
Pago da cmara dos deputados, cm 24 de
maio de 1860. Silvino Cavalcanli do Albuquer-
que.Antonio Jos Machado.
OHDEM DO DA.
Penso viuva filha do marechal do exer-
cito J. C. Pardal.
Entra em Ia discuso o projeclo que approva
a penso concedida i viuva e filha do marechal
do exercito Joio Carlos Pardal.
0 St, Peixolo de Azevedo pede, e a gamirs
Dispensa das leis do ainorlizago.
F.nlra om 3'1 dscussao o proiecto que dispensa
as l.is de amorlizago era favor da iimandade do
Santo Antonio do Porto das Caxas.
Vem mesa, lida e apoiada a segrate e-
meu.la :
< Igual favor se conceda santa casa da Mi-
sericordia da cidade da Victoria, capital da pro-
vincia do Espirito Sanio, para pOSSU bees de
raz al o valor Ue 100.(k)u0Cl>.Fereia Pinto.
Posta a votos a emenda, approvada ; adop-
lando-se o projeclo assim emendado, vai cum-
! mi.ssio do redaccao-
Em seguida entra lainboiii om 3a dscussao o
projeclo fazendo igual dispensa om favor das ir-
mandades do Nossa Senhora do Rosario das cida-
des do Peoedo o Sanios.
Vem mesa, c lida e apoiada a seguinte c-
menda :
O raesmo favor so conceda ao bospiUl de ca-
ndado da cidade de Valonea provincia da Babia,
para possurbeusde raiz al 10.00J;>()00.C. Ma-
duiera.
Posta a votos a emenda, approvada ; aop-
lando-se o projeclo assim emendado, vai a com-
missao de redaccao.
Entra lambem cm lerceira dscussao o pfjeeto
fazendo igual dispensa a favor da santa casa da
Misericordia da cidade da Constiluigo e da ma-
triz da cidade do Rio Claro.
O projeclo adoptado e vai commissao do
redaccao.
Matricula decstudanles.
Entra finalmente cm segunda Biscusso o pro-
jeclo do senado que manda admllir os taludan-
tes Ramiro Jos do Assis Alhavde, matrcula
do primeiro anno da faculdado de direilo do S.
Paulo; Francisco Basilio Daque c Jos Marcianno
da Silva Puntes, aquello do primeiro auno, e es-
te a do quarto da faculdado de medicina do Rio
de Janeiro.
O artigo primeiro do projeclo sem debate en-
cerrado por nao haver casa para ser poslo a vo-
tos.
O Sr. presidente manda fazer a chamada, d a
ordera do dia seguinte,e levanta a sesso',s 2 ho-
ras da tarde.
FEBtfflBUCO.
REVISTA DIARIA-
Informam-nos que para Santo Amaro ha
dias em que os lampeos apagam-so logo, ou
uo sao acosos.
E' preciso quo islo seja remediado com provi-
dencia, que ponha um obstculo ao reapparec-
menlo dosso abuso nu inconveniente, que d-so
na lluniinago d'alli.
A mani.ia lem lugar, peante a junta da
fazenda provincial, a arremalacao de diTerenles
cobrados em alguns lim-
pios da pr
Remelle-nos o seguinte :
Fui infructfero at hoje o que Vmc. disse
era sua Recitla sobre a maiilha de caes, que
alguem lem na estrada do Rosarinho. Continuara
elles no seu antigo costurae de investir a quem
passa por aqui, sem que com isto se imporlem
os seus donos.
Desta maneira, porlanto, sem outro recurso-
para evitar-se o dente dos cachorriuhos, pareco
que s um meio existe de precaver-se a gente
delles, c dei'ar-lhes urnas certas bolinhas, quo
todos noss-beraos serem efficazes para ocaso.
Com estas liabas anda queremos evitar a
pratica desla medida, chamando razo o
donos dos laes caes, que nao devem regozi-
jar-se com os incemmodos alheios.
Em reclificaco noticia que honlcm de-
mos sobre o vapor Persinvaga, cumpra-noa
dizer, que elle nao voltou cem a carga, qua
conduzira d'aqu para Mace.
O que elTociivamenle teve lugar foi quo all
demorou-se mais lempo do que. o devido, a lira
de dcscarregar, cm consequeucia da grande cha-
va ; mas a final conseguio aquelle Um e lomar
nova carga, com a qual regressou a este porto.
Na sesso da junta da fazenda provincial,
que lera a manha rugar, ha de ser arrematada a
laxa do pedagio (las birreirat da Maddlena e da
Cspunga,


A.1 ^wt-m da cidade do Garuar, em dala
do 6 de crrante, o seguirte :
tu?.? D i".1 de direil F"ncico Amonio de
inil J'te,ro acha-se qM restabelecido dos
incommodos que o haviam obrigado a guardar o
eito, coro grande petar das pessoas quo o lioham
ireqnenlado ; pois a lodos peohorou o modo s-
suao e tracto franco eom que dfgna-se S. S. tra-
zar a aquellos que o procuram.
Deus consinla posss o Dr. Rbeiro prestar a
justtea desta trra os serviros que sao de esperar
de sua illuslraco e intereiza.
Apraz-nos consignar aqui alguims patarras
saniosas, como uma lembranca viva da breve
judicatura do Dr. Pedro Camello Pessoa, que
oube deisar traeos indeUveis de sua intelligen-
A provincia de Magdas, mais feliz do que
eos, tem a (rente da polica este magistrado, que
e um dos melhores caracteres, que temos-podido
apreciar por conliecimonio proprio.
* i? "i "Pjuca ,em ao euxurradas, o quo
nos ha alegrado bislante, esperando conlinuem
as cliuvas quo aiuda sao necessarios ao planto
Ce lavouras.
Festejou-se, na capella da Conceco desta
cidade o mez do Mara com decencia e houve
constante concurrencia de povo.
K' bem sensirel a falta do padres nosta ci-
dade, onde apeuas residuo nosso vigario.
A primeira sesso do juz do termo desta
cidado convocada para o da 4. leve honlem
principio, sob a presidencia do jury municipal
gueredo, por causa dos ancoinmodos que soffreu
o Or. Oliveira Rbeiro.
l'uram recolhidos a cass de detenco, no
da 11 do corrente, 7 homes todos livres ; sendo
2 n ordem do Dr. chofe de polica e 5 a ordem do
subdelegado do Recfe.
zm\ isa ta cn*ouA!LLF.s. A mino de
Rollalack, em Carnouailles 6 unja das mais cu-
riosas da Gra-Bretanha. Ella est situada a
280 ps de altura, e raede 425 ps do profund-
dade. Nada ha to pitoresco como esta mina,
uja abertura est n'um rocliedo borda do mar.
Pura chegar a esta abertura, em cima da qual
esl edilicada uma casa, preciso subir uma es-
cada feila sobre a rocha, e passar por cima de
precipicios sobre degros grosseiros fetos de
troncos do arvores, sustentados pjr barrotes a
prnmo, cuja solidez fcilmente destruida pelo
lempo.
Por um caminho estrello, sobre degros que
rangera c vacillam a qualquer presso, homens
com um pao na mo, jumentos carregados, so-
bem ou descera continuamente, e animam a
passagem solitaria, e.n quanlo que o ostrondo da |
machina, que exlrahe o mineral, d uma voz a
essas rochas bem differente da que produz o
echo montono do mar. E' necessario ter um
p (irme c a cabeca forte para subir e descer o
caminho da mina ; e quem nao raineiro, ca-
rece de um valor mais quo vulgar para descer I
aquellas galenos por baixo das ondas, e ao nivel
dos abvsmos do ocano.
No fundo da mina o (hermomelro marca 85
graos de Fahrenheil cima de zero. Os minciros
trabalham diariamente oilo horas, e nao obstan-
te este limitado lempo, elles nunca passam dos!
incenla anuos consumidos pela excessiva trans- i
piraeo, e victimas da transigi rpida do fro
paro o calor e vice-versa.
Rollalack tem sido visitado por lodos os via-
jantes distinclos, reis, principes, sabios etc ; por
que, na verdaie BolUtack to curiosa como
urna pyramide do Egypto. O tsabalho pira le-
vantar uma, nao (o mais penoso do que para
abrir a oulra. S ha a difirenos que as pir-
mides lera servido para guardar morios,"em
quanlo que a mina faz viver um distrito inleiro.
o espado de seis anuos tem sido em pregados na
sua exploracao mais de 28 O.W operarios.
_A dilficuldade do trabalho c tal, que carece de
nao pequeo esforco para o vencer. Vinle
ou liinta homens podem apaas cavar algumas
polegadas n'um ilia, naiiuelias galeras, que tem
actualmente multas milhas de extenso. A triste
expessa luz das laolernas, o roncar das ondas,
o haier dos marlellos e dos pcatelas, ludo con-
funde a vista e oouvido do visitante; alm disto
o calor insupporlavel.
A mina tem un directo: para os trabalhos
subterrneos e outro para os trabalhos exterio-
res ; superior a estes dous funecionarios ha um
director geral.
O interior conlm entre as carnadas de ardo-
sia minerio de ferro, arseniato do ferro, sulphu-
reto de bismutho, de colbato, e de ferro.
ARciiEOLOciv. As exc.uacoos, quo orase
fazem no eslaboiecimenlo das' aguas thermaes
em Aixsobreo terreno oceupado, no lempo dos
Romanos, pelos bandos de Seslrcs. deseobriram
um resto de at.tiguidade, que vai excitar a cu-
riosidade dos archeoloROs,, e (orne.cer materia
para um sem numero de hypoteses.
Este fragmento do marmore de Carrara, com
a altura do 52 centmetros, e30 de largura, esl
quebrado e destacado do um monumento de
dimenses muito maiores. Uma das faces a mais
bem conservada representa uma figura do ro,
oroada de (olhas, e tendo na mo um ramo de
palmeira ; est recostada n'uma attltude mages-
losa sobre uma urna, donde sabe um jacto
d'agua. I*.' uma esculptura de cxcellenlc tra-
balho, e (cita em boa epocha.
O outro lado nao deixa perceber seno o resto
de uma lisura, da qual a maior parle esl des-
truida ; uma cauda de peixe, como de um tritio;
parte de um braco estendido sao os restos,
que .ficararn sem alteraco. Alm disto, tara-
bem se achou cora este baixo relevo um capitel
de cornthio feito de marmore perfeilamento
onservado.
MORTAUDADE DO 12 DA DO CORRENTK :
Luiza, parda. 5 das, tclano.
Joo, preto, escravo, 69 annos, solleiro, des-
entona.
Theodora Perpetua da Fonscca, parda, sol-
teira, 40 annos, escarlatina.
Mara, preta, escrava, solleira, 35 annos, uma
qncimadara.
Anna Francisca de Mello, branca, viuva, 80
annos, dcarrhea,
Luiz oPIycarpo Saboia, pardo, solleiro, 23 an-
uos, hydropisia.
Mara, preta, escrava, soltcira, 50 annos, li-
sies.
Thereza lla'ria de Jess, parda, viuva, 41 an-
nos, congesto cerebral.
Egidio de Rarros Hinnlio, branco, solleiro, 19
annos, erysoela.
Mariano, pardo, 7 das, convulcoes.
Hospital de caridade. Existem 67 ho-
mens e 54 mulheres, nacionaes ; 5 homens cs-
irangeiros, 1 escravo ; total 127.
Na totaldade dos doentes exislem 39 alienados,
sendo 31 mulheres e 8 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao
Pinto s 8 horas da manhaa, pelo Dr. Dor-
ticllas, s 8 horas da manhaa, e pelo Dr. Fir-
mo, s 5 horas da tarde de honlem.
Falleceu um homem de darrha.
Matadouro publico :
Malsram-se no da 12 para o consumo desla
cidade 107 rezes.
recurrid,
Recurrente, ttoruhrdo Jos* .Uartmxa
a junta.
Relator, o Sr. desembargador sV,,ra Gomes.
Sorteados os Sr$. desembargad.1* Gitirana,
e Silveira.
Deram provimenlo.
APPtLLACES CRIMIS.
Appellanle. o ju zo ; appellado, Antonio Jos-
quim de Araujo Pcqucnioo.
A novo jury.
Appellanle. Anlt nio Peroira de Carralbo; ap-
pellado, Jos Joaqun dos Reis. -
Improcedente.
DILIGSHCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica, as appellacoes crimes :
Appellanle, o juizo ; appellado. Joaquim Jos
de Sanl'Anna.
Appellanle, o juizo ; appellado, Saturnino da
Silva Peixoto.
Appellanle, Francisco Barbosa de Almeida Cas-
tro ; appellado. o ji izo.
Assignou-se da para julgamcnto das seguintos
appellacoes crimes
Appellanle, o julio; appellado, Antonio Jot-
quim do Sanl'Anna
Appellanle, oju;;o; appellado, Bonifacio Pe-
reira de Araujo.
As appellacoes civeis :
Appellanle, 1). Francisca Theodora da Cunha
Rogo; appcllada, D. Antonia Eugenia do Espiri-
to Sanio.
Appellanle, D. Francisca da Conceicao Cunha ;
appellado, o juizo.
DI TRIBl'ICOES
Ao Senhor desembargador Silveira, o aggravo
de petico :
Aggravanl,
o juizo.
A uma hora enseirou-se a sesso, nao haven-
do julgamentos pela falla dos senhores desem-
bargadores cima
DIARIO DE PERWABMUOO. --QRTA FE1RAJ3 DB tlMO t .800.
M'rS^'^?lcJi^e'C ^^ "'""-"-" I ^ura.nus-^pa'M^a 1
> r>feetiee9 ao individualismo b*ta ttw m
o Di
. curador geral; aggravado,
Nao contavam.is Ijer uecessidade de ocr.upar
as paginas do Diario de Pernamftuco.deslrahiiido
assim de seus importantes mysteres; mas a pro-
vocaco estulla de ym ente millo e perdido que
aqui nesia villa de FJIores se diz lenlo coronel
e comraandante de um corpo da guarda nacio-
nal nos obriga a tanto.
Antonio Jos de Campos Barbosa, nao conhe-
cendo sua nullidade^ tem pretendido voar qual
Icarocom azas de cflra, sem se advertir da sorlc
que leve esse ser fabuloso, que procurou para
seu modelo.
Tendo noticia que em quadras calamilosas a
poeira se levantara potcstade, e julgando inda
lempo do abalain-se'as cadeiras e lecamtam-se
as Iripegas, porque o improvisaran! tenente-co-
ronel de nada que era, emsoberbeceu-se e orgu-
Ihou -se e disse oit posto.
E sua demencia subi de poni, quando esque-
ceu-se lerelle por frente cidados de uma vida
inconcussi e sem macula, que rrspetadores do
dircito o da justica, sabem todava zorabar dos
mesqunhos que se alrevem por coufiarcm nao
sih. Alguem tem procurado Iludir qur a presi-
dencia da provincia, qur a admioistraciio supe-
rior da polica, apreseutando como pessoas de im-
portancia por lores c moralidades antes do cali-
bre do Sr. lenenle-coronel Campos Barbosa;
nos hoje vimos desvendar o poder provincial,'
para queconheca o syphantas que na capital nos
procura desconsiderar por nos nao julgar ins-
trumentos azados de suas prelences, de seus
delirios.
Quem o lenenle-coronel Antonio Jos de
Campos Barbosa, que aqu commanda um cs-
quadro decavallaria da guarda nacional? Eis
parle de sua vida.
Ue inslinctos ferozes e baixo, esse celerato
mitn na fazenda Santo Amaio ao infeliz Joa-
quim Jos, e sendo processado pode livrar-seem
recurso por patronato que dispoz em seu favor
ojuiz de direitode enlo.
Apenas acabava de salrar-se desse homicidio
foi publica e audazmente as*assinar na fazenda
de S. Braz ao infeliz Joaquim Grande, de cujo
crime oabsolveu o jury da Floresta, o para essa
absolrico foram conniventes o promotor publi-
co c juiz de direito, que nao appellaram.
A defeza astcniou em ter ido prender o assas-
sinado por ordem do delegado de Floresta, que
declarou nunca ter-lhe dado tal ordem.
E depois de laes barharidaloa uinJa uusou
mandar pelo celebre Francisco Silvestre seu pro-
tegido o alloma coiisa mais, espingardiar alro-
cissimameule na Lagoa de Baixo a Antonio de tal
filho de Goncalo Jos do Moura, e por esse de-
licio nao foi'ainda processado.
eixemos tactos de oulra ordem pora quando
nos responder o Sr. lenenle-coronel da guarda
nacional c segundo supplenlc de delegado da
villa de Flores.
E' um hornera tal que pretende calcar aos ps
o direito poliiico dos cidados, c que na cleicao
municipal de Janeiro de 1859 andava lodo aga-
loado pelas estradas a violentar seus subordina-
dos para so subuicllerem a sua chapa ; e porque
pobre de espirito, quando algum guarda es-
carneca dizendo-lhe hoje nao ha superiores
aqui, somos todos volantes, lhe responda v es-
tes gales que me foram dados pelo imperador
para mandar-te e nao obstante ludo islo per-
deu vergouhosaraenle, sem lhe valer mandar ir
a seu quartcl debaixo de ordem os seus subor-
dinados.
O sicario nesta si'uajo tornou-se objecto da
rsola publica.
Esperamos a publcaciio desle artigo porque
interessa ao paiz conhecer de quem se esl lau-
cando miio para a direceo dos negocios no in-
terior ; e quando deste tenebroso estado de cou-
sas resulta a desordem, clamam contra o povo,
que paciente domis.
Assgnamos este artigo, para que o Sr. lenen-
le-coronel nao atlrlbua a algum miseravel e fa-
ca victima de seu bacamartc.
Villa de Flores 12 de maio de 1869.
Jos" Luis de Souza Barros.
Joao Baptisla de thayde Siqutira.
.ividvialigmo pra-n irter-
vir indirectamente as eleicoei, sempre nos li-
nules do justo e do honeslo, sen corromper, sem
c >agir, e sem intimidar.
Como cidados os homens que esto no poder
ti m o direito de intervir na eleicio, e pugnar
pila causa que adroga, sel as opinioes que aus-
piinlam.
O contrario dlsso admlttr o absurdo, de que
a opiiao, que esl no poder, dere suieidar-se,
si dic.-in.do na opiaio contrara o direilo de s
ei'a intervir na eleico.
Ufa amo-nos de, nesle ponto, seguir a opinio
di mu Ilustrada redaeeib do Regenerador.
t Quando se me dita na atlitude do gabinete ;
qiando se pensa na especie do vasrillaco em
qiiese acha a opinio do governo acerca dos in-
tei esses mais vilaes do paiz, fica-se por demais
re eioso do caminho quo as cousas publicas le-
va-So.
Parece que o autor desle artigo nao leu com
atenco a falla do throno, ou lera o firme pro-
posito de queror dar o ministerio vascillanle acer-
ca dos interesses mais ritaes do paiz.
r 'oucos ministerios temos tdo to firma e lo
neo era sua opinio acercados interessos mais
vil es do paiz.
la falla do Ihrono, nos relatnos dos diversos
ministerios, e no uo que respeito dessas po-
cai fizeram as folnas mais importantes do pro-
prio partido liberal, est a repulaco da opinio
da rednecao do Liberal Pernambucano, e o elo-
gie do a.-.iubl ministerio.
i'or oulro qualquer fado poder ser acensado
o Ministerio ; nunca porm por nao ter sido flr-
m, franco, e corajoso na manifestaco de seu
:o ante as cmaras acerca dos inleresses mais
es do paiz
Ao passo, porm, que as cousas esto nesse
ido de incerteza, v-se um desojo de reforma
toral manifestado pebs homens que esto no
o de antigs vanlagens, reform que se con-
veite era ataque le actual dos "circuios. La-
me
um
I

ag
esf
i
rol
Vlt
4i
esl
ele
gn
Agora... ajocrbadog anfe Dms
-Oremos por sua alma ( junto ao corpo
Lhe dganos o noss ultrmo adeus 11
Rerife, 8 dejunho do 1860*.
Eplpkaiio Bilencour:
Z^OMMERCIO.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
niror, EM *2 DE JUNHO DE 1860.
oirectores da semana os Srs.
Francisco Joao de Bmos e Joao da
desconla letras a 11
Slv* Re-
c recebe
Hamos que loes tendencias possam arraslar
destecho com que se nao conla.
O reapparecimento do pmjeclo do Sr. Sergio
goma cousa que se asscmelha a um mo
uro no momenlo mesmo, em que algumas
erancas iam alimentando o povo brasileiro
indaaqui nao tivemos a felicidade de com-
pre hender o autor deste artigo.
ota-se por loda a parle, disse elle, uma es-
peciie do anciedade na opino publica, no so
pocendo mesmo prever o resultado prximo dos
iteciraentos; todos receiam-se do caminho
as cousas publicas levaro: lamenta-se que
endencias Jdo governo possam arraslar um
echo com que se nao conla: entretanto o reap-
cimenlo do projeclo do Sr. Sergio asseme-
se um mo agouro no momento mesmo em
algumas esperanzas iam alimentando o povo
ileiro
ludo susto, medo, terror, se em nada se
i ter confianoa, se o ministerio vacilante na
io acerca dos inleresses mafs vilaes do paiz,
esperanzas sao estas que iam alimentando o
brasileiro, c que sao mal ogouradas pelo
aro
qut
as
des
par
Iha
que
illii:
s
pd
opii
que
pov
proj?cto da reforma eleiloral ?
O
cir
refo
A
dac;
de t
para
capi
resu
na f

cida

jara
ministerio nao pede a revogaco da lei dos
ilos, que nao em sua essencia atacada pola
raa proposta pelo Sr. %ergo.
experiencia feila, como diz a Ilustrada re-
5o do Regenerador, nao sufficienie para
ido condemnar-se a lei, prem sufficiente, i
que se peca a correceo dos seus~ doeitos |
aes, o so chame atteiico do corpo legis-
ladas.
LilCaXa Qescn'a letras a 11 0/0,
inheiro ao premio de 10 0,/0 ao anno.
i N0V0BANC0
DE
PERilMBCCO.
EM 12 DE JUNHO DE 1860.
n.?anC0 desconl prsenle semana a 11 por
cento ao anno al o prazo de 4 mezes. e a 12 0/n
utr.ni mez.CSl e lom* "'""eiro em conts
corremos simples ou com juros pelo proraio c
prazo que se conveocionar.
Praca do Recife 12 de janho de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotafoes ofOoiaes.
Cbmhio sobre Londres25 1/8 d. 90 div. a prazo
Disconto de lelras=15 0|O ao anno.
Georjs Patchett Presidente.
DubourcqSecretario.
Alfandega.
Ilendimeoto do da 1 a 11. .
iiem do dia 12......
102.626g281
12.0819483
114.707*76 (
MoTlmento da alfandega
V)iumes entrados com fazendas
com gneros
VUlumessahidos com (azendas
com gneros
167
623
------ 790
110
442
-------552
latno para os pengosinfalliveis e inevitaveisque
laram desses defeitos.
Por oulra parle o que quer dizer o governo
lia do throno, quando pede a inlerpretacao
do a -l. 6 1 da constituicao ?
Este artigo lem por fim designar quaes sao os
los brssileros, e o 1 assim concebido :
Os que no Rrasil liverem nascido, quer se-
ingenuos, ou libertos, anda quo o pai seja
estringeiro, uma vez quo este nao resida por
serv co de sua naoo.
Jier a inlerpretacao que se pede relativa aos
filhojs de estrangeiro Qualquer que seja a in-
tcrpjeta^o, parece-nos que ella tendera a rao-
dificlir a letra da constituico em assumpto cons-
titucional, que na forma do art. 178 comprchen-
direilo.s polticos c individuaos dos cida-
pois que a inlerpretacao pode ir ao poni
do o
dosj
de tirar todos os direilos
a le
desij
cid
(und
polticos que, segundo
a da constituico, corapetem a lodos os
nados no referido art. 6 urna classe de
o. que se achnva na comprehensao da lei
CHRONICA JUDICIARIA.
TRIBUNAL DARELAQiO.
SESSO EM 12 DE JUNHO DE 1860.
presidencia do eim. sr. CONSELUEIRO ERHEL1N0
DELEAO.
s 10 horas da manba, achando-se presen-
tes os Srs. deserabargadores Silveira, Gitirana,
-Guerra, Bastos do Oliveira, e Silva Gomas, (al-
tando com causa os Srs. desembargadores Fi-
gucira de Mello, Lourenco Santiago e Caetano
Santiago, procurador da corda, foi aberta a
.sesso.
Passidos os (eitos e entregues os distribui-
do., procedeu-se aos seguinles
JULGAMENTOS.
RECURSOS DE ELBICE8.
Recorreete, Pedro Bezerra Pereir* de Araujo
Beltro ; recorrida, a junta.
Relator o Sr. desembargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Gitirana.,
e Silva Gomes.
Deram provimenlo.
Recrreme, Alexandre Gongalves de Miranda ;
recorrida, a junta.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Silra Go-
mes, e Silveira.
Deram provimenlo.
Becorrente, Benlo Jas da Veiga ; recorrido,
Joo Joaquim da Cunha Reg Rarros.
Relator o Sr. desembargado; Bastos de Oli-
veira.
Sorteados os Srs. desembargadores Silreira,
e Silva Gomes.
aegaram provimento.
f) artigo de redacto do Liberal Ternambuca-
no, n. 119 de 5 do corrente mez, esl escripto
em linguagem enigmtica, e um pouco obscura,
o quo para admirar em escriptores, que tim-
bram em ser francos e claros.
Qual a razo dessa falla, que se nota no citado
artigo nao a sabemos nos. 4
O que apenas observamos que, depois de
um certo silencio myslerioso cerca dos actos
mais recentes do actual ministerio e da prefe-
rencia dada a transcripeo de artigos que o elo-
giara, appareceu o Liberal com o artigo de qne
nos oceupamos, c cuja integra pedimos permis-
so ao Sbu autor para a transcrever, acompa-
nhando-a de,algumas refloxoes, que lalvcz se-
jam argidas de insensatas, e inconvenientes.
Assim comeca o Liberal Vernambucano n. 119
o seu artigo edicto ra l:
RECIFF 5 DE JUNHO DE 1860.
Nola-se por toda a parte urna especie
de anciedade na opinio publica, nao se sabendo
e nem mesmo podendo-se bem prever, qual ser
o resultado prximo dos acontecimentos. S um
facto poderia resolver o problema :a liberdade
do vol. Mas ter-se-ha liberdade de rolo? E'
esta entretanto a questo, cuja soluco offerece
osembaracos que acabamos da mencionar.
Contestamos ingenuameote que nao com preben-
demos o sentido das palavras transcriptas.
Que acontccimeuio sao estes, cujo prximo
resultado nao se pode bem prever?
Qual o problema, que s pode ser resolvido
pela liberdade do voto ?
Quaes os embaracos mencionados, que se of-
ferecem a solueco da questo da liberdade do
voto?
O aulor desle artigo ou esqueceu-se de narrar
os acontecimentos cujo prximo resultado se
nao pode prever, de expor o problema, cuja so-
lucio est na liberdade do rolo, de mencionar
os'embaracos, que offerece essa questo da li-
berd>de do voto, ou escreveu em estylo lo ele-
vado e sublime, que escapou a nossa fraca com-
prehensao.
Quanlo a perguntase terentot liberdade de
coto responderemos, quo boje ninguem dunda
da sinceridade do governo em manler a liberda-
de do voto, tanto quanlo a exige a verdade do
sysiema representativo; mas nao como a desoja
a gente do Liberal Pernambufitno, islo que os
homens que eslo no poder, que combaleram,
e anda combaten pela realisacs de ideas, -que
julgaro faro a felicidade do paiz, cruzom os bra-
cos, e deixem qe as suas ideas, o as suas opi-
ides ejan derrotadas e vencidas as uruas il-
ludidas, ou violentadas.
O goverao que eomprehende bem a sua ns-
sio de verdadeiro reprasentanle dos inleresses
menta
guando as cousas lom che tal, uj.i i pruueucta c vigilancia sao poucas.
No sabemos porque a redaeco do Liberal
Pernambucano se mostra to assustada por ler
o go 'orno na falta do throno pedido a inlerpre-
la^i do g 1. art. 6. da constituido, a ponto do
perg ntar logo ser a inlerpretacao que se pede
relativa aos pinos de estrangeiro?
Pa,rece-nos que sim, porquo nao nos consta
que -.obre os libertos baja nocessidade de inter-
prgtir-se a constituico. E to desorientada (I-
cou i redaeco nesle ponto, que concluio de nm
med talvez contrario s suas inlences, pois
que le suas palavras nada se pode concluir con
tra a idea consignada na falla do throno.
Todos nos sabemos que a materia do 1. art.
6. da conslituico est comprehendda no art.
178 da mesraa constituico, assim como que na
inlerpretacao pode sermuilo modificada, e que
at interpretaco pode ir ao poni, como se
diz, le lirar todos os direilos polticos, que se-
gunco a letra da consliluicao, compelem a todos
os designados no referido art. 6." o una classe
de cedadnos que se achata na comprehensao da
lei fundamental: mas tambera n.io ignorara os
que (i art. 174 da consliluicao autorisa a propos-
ta de governo, couda na falla do throno.
O iue cumpro, porem, saber se vsla da
dispi sico do art. 25 do acto addicional (parte in-
tegrante da conslituico) o poder legislativo ordi-
narit o competente para dar a inlerpretacao pe-
dida pelo governo. ou so se devo proceder nos
termos dos arls. 174, 175 e 176 na consliluicao.
Esmeramos quo a redaeco do Liberal Pernam-
bucano se dignar dar a sua opinio a rcspeilo
dosl questo.
Recife 8 dejunho de 1869.
W.
Ledo-so em algum dos nmeros do jornal
A O dem, de que editor o Sr. Ignacio Bento de
Loyclha. algumas palavras equivocas sobre a
impcrlaco no mercado de moeda-papel falsifl-
Descarregam bje 13 dejunho.
rea frHncezaAlfredvinhos.
lora franceza Adelemercaderas.
rea porlugiiezaVencedoradiversos gneros
igue inglezRunnymedebacalho.
igue inglezTitaniabacalho.
igue ingle/.Lindisfarnc ferro ecarvo.
guo americano Brandy-wine familia de
lugo.
cuna hollandezaMonnia i.idammercadorias
Consulado geral.
R odimento dodia 1 a 11. 8.304J867
dem do dia 12....... 3:515^483
11:9209350
Diversas provincias.
Ilrindimento do dia 1 a 11. 1:406$254
Id;m do dia 12.......I:l61j637
2:567891
Despachos de exportacao pela me-
sa do consulado desta cidade n
lia i tt de junho de 180O
L\' erpoolBarca Ingleza H'Tmione, Johnston
'aier&C, 761 saetas algodo, 933 saceos as-
i ucar mascavado.
CanalBriguc inglez Dregad, S. Brothers &
C.. 1,009 saceos assucar mascavado.
CanalRrigue inglez Titania, J. Paler & C*
25 saceos assucar mascavado.
Rio da PialaPatacho hanoverano Atlntico,
". Preres, 159.barricas assucar branco.
Hocebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
riduneuio uuuia i^ II. "9.6335139
[dim-.do dia 12.
2.201 $507
11:S3S66
Consulado provincial.
pdimenlo do da 1 a 11. 16:7844fl3
Re
dem
do dia 12.
cada
justi
essa
Te
era c
de q
E'
129,
se s
que
l
^ublica^oes a pedido.
meu dever e no interesse
exacc,o o os fundamentos
entend de
a verificar a
noticia vega,
iho conscienca de que fiz o meu dever, e
aso idntico e.u o sabciei cumprir respeito
em quor que s^ja.
como julgo dever responder Ordem, n.
em troca de algumas expresses com que
rviu honrar-me e dos benvolos conselhos
e dignou inslruir-me.
F. L de Gusmo Lobo,
Rec tada junto ao cadver de mea col-
ligae amigo Manoel Malaquias de
Ibaqoerque Brillo.
Pobre mancebo I lbrega existencia I
Em xtasis dizia-lhe a sciencia
Caminha, vae alem I >
Masdisse-lhe o Snhor, de l de cima :
Aqui que a sciencia se sublima ;
Va da Ierra e vera I
Franklin Doria.
Que ipparato dOnrorte 1 a sepultura
Est lili enrodelada e hiante...
Quenji espera?!... i sombra dos cyprestes
Vaeioitar-se algum novo viandante?
Sin I[eh amigos I vae deilar-se um mogo I...
V de-lhe os olhos... o seu brilho 'triste I
Os lal ios estam cerrados para sempre,
Parou-lhe o coraco 1 j nao existo I
E contudo e\\fi foi a flor da esp'ranca
De seus pais que lhe criara no futuro,
E lut >u com os espinos da sciencia
?ora o sempre... caminaar seguro I
Tinh; um phanal cujos lumes santos
Curv va a fronte e sempre obedeca
Era a amlzade 1 foi leal amigo !
Lde o n'aquclla face to sombra I
E ag ra ? ei-lo alli dormino o somno
Do ct rpo, da materia to sraente I
Voeu sua alma n'uma nuvem d*ouro,
A e Coi habitar no oo conten I
5.086J>450
21.8709993
Pauta dos precos dos principaes gene-
ros e produccoes nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de Ilal6e ;unno de 1860.
Ag lrdenle alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
dem caxaoa.......
den de cana...... >
dem genebra......
dem idem.......botija
Idc m licor.......' caada
Idi m idem.......garrafa
dem resillada e do reino caada
Alipdo empluma 1.a sorte arroba
ld( m idem 2.* dita ....
dem idem 3.' dita ....
dem em caroo.o.....
Ar oz pilado...... arroba
>


dem com casca..... alqueire
As ucar branco novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeile de mumona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina ...... arroba
dem grossa.......
Ca^ em grao bom..... arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca ...
dem moido.......
Carne secca. .
Caivo de madeira .
Ceiade carnauba em pao .
dem idem em velas. ...
Charutos bons...... cento
dem ordinarios.....
dem regala....... >
Chifres........
Cocos seceos......-.
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes..... >
dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba
dem seceos......
Espanadores grandes. um
dem pequeos......
Esleirs de preperi .... uma
Esloupa nacional..... arroba
Parinha de araruta ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijlo......... alqueire
Fumo em folha bom .... arroba
dem idem ordinario....
dem idem restolho .... *
dem em rolo bom ....
[dem idem ordinario. ...
Gomma polvilho .....
Ipecacanhua....... arroba
Lenha em achas grandes canto
dem idem pequeas...
dem em toros. ...
Madeiras cedro taboas de forro, ama
Louro pranches de 9 custados im
Coaladinho. ...... una
Costado.......
880
489
500
800
280
960
320
800
7$300
6$300
5J300
lfBBS
3JO00
33600
4$900
2#650
960
1$920
7$000
4$000
7$500
4g500
5$000
9$6O0
5|0OO
2^560
8$500
13SOO0
20500
1$000
3S000
5SOO0
4g000
285
400
180
800
osooo
500
400
JOOO
3JI200
1)600
300
i'UtfU.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz......
Virnhlico pranches de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eiios de secupi-
ra para carros ....
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel.........
"ilho.........
Pedras de amolar. ....
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em molhos ....
Sabo........
Salsa parrilha .
Sebo em rama.
Sola ou vaqueta (meio) .
Tapioca......
Unhas de boi.....
Vinagre
Pao brasil .



um

>



2S50U,
<|000
2*240
15600
anegooo
IfJrJfOCt
45J00C
16S000
5S000
lOfOOO
par lOJOOO
305000
caada 280
alqueire- 2f5O0
uma 800
95OOO
15120
um 2O0
libra 120
arroba 255000
| lgOOO
uma 352OO
arrba 3$520
cento 530O
pipe 504000
quintal 8J0OO
MoTimento do porto.
Navios entrados no dia 12
JZr^lVla~^0,aaS- !"" i^leza Yelfcerlon.
ae 5SO toneladas, capilao Thoraaz Ealos, eaui-
pagcni 12, carga 3,000 barricas cora bacalho
a James Crabtree & C.
TeLrQ N,uvar?9 dias' brig"e in8,M "iUietnle. de
219 toneladas, capilao Patrios. 1 Couelilan
equipagera 12. carga 2.941 barricas cora baca-
lho ; a Johnston l'aler & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro Patacho brasileiro Capuam ca-
pito Joao Peroira da Cruz, carga assucar."
CamaragibeHiaie brasileiro Santa Lua, ca-
pto Eslevo Rbeiro, carga varios goueros.
S. Thomaz Escuna prussiaua Henrielle Dorn
capito C. Iahnke, em lastro.
Porto RicoBrgue inglez habella, capilao Fre-
dericlc Howell, era lastro.
Hav-anaPolaca hespanhola Paraton<>, capito
F. Roses, cora a mesma carga que Iroxe de
Ruenos-Ayres. Suspenden do lamaro
AnilinasB.irca ingloza Slateman, capilao Sa-
muel Coysh, era lastro Suspendeu do ta-
ra ai o.
nao
, nem
eien-
e incer-
aiilos concluso*

O
B
3
I
3
Horas.
c
5
C/3
r3
Atmosphera.
Direceo.
so
I
Intensidade.
V 0 o ^4
m -4 O ce
*- ~4 -4
V 0: -4 tn 05
C5 00 ! Centgrado.
P GO 1 Reaumur.
3 ! Fahrenheil
03
00
_o 1
tu =
r>3
o
I Hygrometro.
I
Barmetro.
A noite nublada, vento SE, vcio para o terral
e assim amanheceu.
0SC1LLAC>0 OA NAR\
Preamar as 11 h. 6' Ba manhaa. aiinr.i6.as P.
BdjKama o 3 h. 18' Ooser"-'"-:~'----------' J-
de"i860
bservatorio do arsenal de marraba 12 dejunho
IKGA|_y|j[lI01l.
Editaes.
Pela capitana do porlo se foz publico o
odilal da secretaria deesi.do dos negocios da
munnha, que abaixo segu, relativamente as
boias collocadas as pedras submarinas do Cacao
c das Pescadinhas dos canaes das barras de San-
la Catharina e Ro Grande do Sul.
Capitana do porlo de Pernambuco, 12 de iu-
nho de 18G0.
O sotretnrio,
J. Pedro Brrelo de Mello Reg.
2.a Socole Rio de Janeiro. Secretaria de es-
lado dos negocios da marinha, em 30 de abril
de 1860.
NOTICIA AOS NAVEGANTES.
Pela secretaria de estado dos negocios da
marinha se faz publico, para conhecimenlo dos !
navegantes, que as pedras submarinas denomina- i
das do Cacao e das Pescadinhas, a primeira no
canal da barra do sul e a segunda na do norte da :
ilha de Ssnla Catharina, acharc-sc hoje balisadas, I
por meio de boUs de madeira da forma de um
35OOO
35000
75000
155000
95OOO
75OOO
IoJOOq
65OOO
3520O
25fOOO
25500
15600
125000
35000
8J0QO
1000
Sanio Anlo.....................
Rio Folmoso e Agua Preta......
Scrinhem........................ ev
As arremlaces sero feilas por lempo ^
tres innos, a contar do 1." de julho do corrente
anno a 30 de junho de 1863, sob as mesmis
245OOO condices das anteriores ; e na forma do er-
145000 i'*' '6 do 'gulameiiio de 3 de agosta de
1842.
As pessoas que se propozerero a estes arrema-
tar/oes, comparecam na sala das sessoes da mes-
ma iunla, no da cima declarado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas oa forma do arl
75 do citado regulamento, devendo as babi-
litacoes serem julgados nos das ti t 12 de junho
vindouro.
E para constar se mandou afiliar o presento
e publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provine'rol de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860.-O secretario,
A. F. da Annunciaco.
Arl. 75. Os contratos de arremataeo da
ronda que imporlarem em mais de 2:000600ra.,
i ser0 elToctuados sob a garanta de dous fiadores
idneos, que teuhan bens de rail na cidade do
I nocir, o mpnos um delles. uma vez que o ou-
| Iro spji notoriamente abonado.
Arl. 76. As arremlaces nodero cftectoar-se
pola maior ou menor liiiuco offereeida em car-
ias fchas.
Conforme.O secretario. A. F. da i4nnm>
ctoedo.
O cidado Manoel Ferreira Accol, juiz de p
do segundo anno desta frogue/.a de S. Jos do-
Recife em exerciciu no quarto, em viiiude da
le. etc.
Fico saber aos quo a prsenle carta viren ou
della noticia liverem, era corao por este juizo
requenroenlo de Leal & Carrclro. se prncedeu
embargo ero umquario, pedrea, em grao, frente
arjcrla e bebe em branco ; perlence ao execulado
Miguel Moreira de Almeida, o qual sendo citado
para os termos conciliatorios nao coropareceu
procodoii-se a su revelia, sendo condemnod
no pedido dos exorenles cima e as rustas
passaudo-so mandado de penhora, fora esta eiTfr-
luada no rofert.io quinao embargado o
achando-se presente o devedor execulado
se sabenih o lugar corlo de sua residencia '
do os oxequenles juslifteado a ausencia
loza do lugar, subindo-me os
em vista dos depoimuitos mandei que
passasse carta de edilos com o prazo de 8 das e
fea prsenlo, pela qual e seu thoor se chama
cita e hei por intimado ao referido execulado au-
sente para todos os termos da penhora at Dnal
arremataeo e real embolso dos exequenles Leal
& Larreiro.
Pelo que toda e qualquer pessoa, prenlos
amigos ou conhecidos do dito execulado o pode-
ro fazer sciente do que cima tica oxposlo, afim
de que allegue o direilo que liver, pena Uc re-
velia.
O porteiro do juizo affixar e publicar a pre-
presente nos lugares do tosturae e ser publica-
i da pela imprensa.
I Dada e passada nesla freguezia de San-Jos do
Beeife, aos 9 de junho do junho de 1860.Eu.
j Jos Gonc.lves de S, escrivo a cscrevi.
Manoel Ferreira Accioli.
Olllm. Sr. inspeelor da ihosouraria de fa-
; zenda manda fazer publico, de conformidade com
I a ordem do liiluinal do Ihesouro nacional n. 6'J
de 9 de maio prximo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se fura concurso nesla thesouraria
para preenchimento das vagas que ha de prali-
cantes na mesma : aquellos pois que prelende-
: rem ser admillidos ao concurso deven a presen -
i lar nesta secretaria seus reqnerimentos instrui-
' dos c >m os documonlos que provem : Io. lerem
; 18 annos completos de idade : c.Harem livres
de pena e culpa e 3o terem bom procedimentn.
Os examos neste concurso versa rao sobre le
! tura, analyse grnmmaiiral, orthogrsphia e ari-
i themetica ale a Iheoria das proporcoes inclusive.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O ofeial maior
: inlerino. Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
Do ordem do lllra. Sr. inspector da the-
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blico qne a aircmatacao de uma parte do sobra-
do de dous andares no valor de um cont cenlo
cincoenla e cinco mil quatros e oilenla e dous
rtis, silo ni ra da Guia, pertentoncente a fa-
zenda nacional em virtude de adjudicaco, nao-
leve efTeito no dia annunciado por falta'de lici-
tantes : p por isso fen trnnsferida a mesma ar-
rclaco para o da 30 do corrente mez.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 do junho de 1860. O official maior
interino. Luiz Francisco de Sampaio c Silva.
Claudino Rcnicio Machado, official da imperial
ordem da Rosa, cavalleiro da ordem de Chris-
tu, majur comtuatidanle interino dol.bola-
nao d infanlnrio c prcoidcnlo do aonaoHiA ta
qualifioaco da guarda nacional da parochia do
SS. Sacramento de Santo Antonio o munici-
pio do Recife, por S, M. o Imperador, que Dcos
guardd, etc., etc.
Faz constar, que nesta data foram encerrados
os trabalhos da qualficarao c reviso da guarda
nacional, cojas listas (ica'rn na forma da lei, af-
lxadas na groja matriz, e bem assim que tem
designado o da 23 do correnie para novameule
rounir-sc o consclho, afim de tomar em consi-
deraeo as reclaraacoes que liverem de fazer os
iuleressados, e reclior os recursos que liverem
ae interpor peranle este conselho para o de re-
vista. O que se faz publico para conhecimenlo dc-
quem convier.
Sala das sessoes do conselho, 9 de junho de
1860.
Claudino Benicio Machado.
c
Be
J
p
Vi
ti
> c
hS V-
I 5
f
r-
C
c
r.
>
i
Thesouraria provincial.
O Illm. Sr. inspector da theourari.i provincial
cone truncado, forradas de znco, lendo a Veoco i ^m cumP.rimenln rwoloco da junta de fazen-
raergnlhada pintada de branco, e a nucluanle de' da' ma"da f"'er p"-,'l" qe..a rremala5ao dos
encarnado, medindo esta ultima dezoito polle-
! impostes annunciada para o dia 6 do correte, fi-
gad^s de alt a cemadas da" n ha dVn uc.uPa 7 | Wf^ K" f" U ".mosmo devendo
a A boia que assignala o escolho do c. nal da "_hab,,,lS0" ,er l"8" os das 6 e 12.
barrados^est tundeada em. quMroVraJas.e iSRffSJSF*" PreSete
agua, e dista delle seis ditas ; avistada, a olho
, da distancia de duas milha:
P
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
n, da distancia de duas milhas e pode-se sem *"" .ua u'es"""r'" proTinoai ae rer-
perigo passar a F. e a O della. P nambuco. 4 de junho do 1860.-0 secretario, dn-
A boia do canal do norte esl fundeada em '"t0 ferre,.rB da Annunc^ao.
10 palmos e meio na baixa-mar de 3guas vivas nr- Fr"cnco de Araujo Barros, cavalleiro das
e serve *>ara guiar o navcganle que demandar
bordejando o porlo da cidade.O dircelor geral
inlerino, Angelo Thomaz do Amaral. a
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
ordens de Christo e da Rosa, juiz municipal da
segunda vara do termo da cidade do Recife.
por S. M. o Imperador, que Deus guarde, etc.
Faro saber, que pelo Dr. Bernardo Machado da
vincial, em virtude resoluco da junta de fazen- Cos,a Doria- !* de direito da primeira vara cri-
da, manda fazer publico', que de conformi- minal oa comarca desla cidade, me foi coromuni-
dade com as leis.e regulamenlos cm vi- ; ca(l ,1BVCr designado o dia 25 do corrente, pelas
gor, peranle a mesma junla, devem ser arre-
matados por municipios e comarcas no dia 14 de
junho prximo vindouro os impostos se-
guinles :'
^^ Municipio de Olinda.
2>500 sobre o gado mordo para
o consumo, avaludo annualmenle
em.........".:....................... 3.1005000
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados conjuntamente.
2;500 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado annualmenle
em.................................. 2:500*000
Impostos a cargo da collectoria,
avaliado annualmenle em......... 500JO00
20 por cenlo de agurdenteme,
idem............................... 12O&OO0
Comarca de Goianna.
2$500 r. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annualmen-
le em............................... 10:6003000
Comarca de Nazareth.
2jt500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle era......................... 8:700$000
Comarca do Cabo.
2*500 rs sobre o gado morto pa- -
ra o consumo, avaliado annualmen-
le em............ ................. 8:1005000
Comarca de Sanio Anlo. '
25500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle cm.......................... OTOOJWOO
Municipio de Serinkem.
2#500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consume, avaliado annualmen-
le em .............................. 1:100*000
Vunicipio do io Formoso e AgvaPrela.
2)500 rs. sobre o gado morlo pa-
|ft o consumo, avaliado annual-
me*t em.......................... 5:100|000
Comarca de PocTAlho.
2$500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle em.......................... 5900*000
Imposto de 20 por cento sobre o
consumo d'aguardente nos muni-
cipios seguintea :
Olinda, avahado aunualmenle em 1 360*000
Goianna......................... 3501900
Nfwrelb.......................... ISOifM
Pod'Albo........................ lMfeoe
cb.............,................ oofooe
10 horas da manhaa para abrir a lerceira sesso
do jury desle termo, que trabolhar em dias con-
secutivos, tendo procedido ao sorleios dos 48 ju-
rados, que tem de servir na mesma sesso, ero
conformidade do srl. 326 do regulamento n. 12
de 31 de Janeiro de 1842, foram sorteados e de-
signados os cidados seguintes .
Freguezia de S. Fr. Pedro Goncalves.
Antonio Jos Conrado.
Antonio Jos Pacheco e Silva.
Benedicto Jos Duarle Cedrim.
Jos Francisco Ribeiro.
Joao Ajitonio Ribeiro.
Ismael Ccsir Duarle Ribeiro.
Manoel de Souza Ferreira.
Santo Antonio.
Florencio Jos Carnciro Monleiro.
Domingos Nuues Ferreira.
Antonio Jos Teixeira de Caslro.
Fraacisco Joaquim Cardoso.
Lauriano Jos de Barros.
Jos Francisco de Mello.
Manoel Fonscca de Medeiros.
San-Jos.
Joaquim Mauricio Goncalves Rosa.
Antonio de Jos Yasconeeflos.
Joaquim Luiz Vires.
Manorl Jos Baptisla.
Alexandrino Mximo Leal de Barros.
l)r. Joao da Costa Ribeiro Machado.
Boa-Vista.
Dr. Manoel do Nascimeuto Machado Portel!*.
Francisco BorgesLeal.
Faustino Jos dos Santos.
Hermas Carneiro Machado Ros.
Jos Alfonso dos Sanios Bastos.
Ricardo Perera de Farias.
Benlo Jos Pires.
Jos Antonio de Oliveira e Silva.
Ignacio Nunes Corris.
Dr. Pedro Alvares de Miranda Varejo.
Manoel Jos da Silva Lcile.
Rodrigo Jacome Maros Perera.
Joo Rbeiro Guimar&es.
Manoel Coelho Cintra.
fogaios-
Seraflm Leile Pereira.
Francisco Rodrigues Lima o Silva.
Joo Chrlsostomo de Albuquerque.
Francisco de PinHo Borgea.
Poco da Panella.
J#io Carneiro da Cunha.
Vare*.
Jos Cavatean Filgueira do Manazos
IMITILADOi


f4>
bhftio de jEhSilfcocft qarta feiia i a de juMi tB 1866.
S. Lourcnco da Malla.
>?r. Vicente Jeronymo Wandcrley.
Jaboalao.
Joao Kilippo Cav>lcanli.
Joo Coclho da Silva.
FranceliDO Carneiro do Lacerda.
Muribeca.
Joao Ferreira da Costa.
Pedro de Alcntara Lyra.
Uionizio Soierio Percira.
l)r. Francisco do IWgo Barros de Lacerda.
A todos os quaes e a cada um de per si, bem
como s todos os iuleressadosera g^rsl, se convi-
da para comparecercm no primeiro indar da
casa que foi radeia, ira a sala das scsscs do
jury, lauto no referido dia c hora, como nos mais
dias seguinles emquanto durar a sessao, sob a>
penas da lei se faltarem.
E para que chvgue a noticia a todos, mandei
nao s passar o prsenle que ser lidio e affixado
nos lugares mais pblicos e publicado pela ini-
prensa, e tambera rcmeller iguaes aos subdele-
gados do termo para publica-los e mandarern fa-
er as notifleaces necessarias aos jurados, aos
culpados c as lesiemunhas que se acharcm nos
scus dislrictos.
Recite, 9 de junho de 1860.Eu Joaquini Fran-
cisco de Paula Estoves" Clemente, escrivao do
jury o subscrevi.
Francisco de Aran jo Barros.
-- O 111 ni. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cni cumprimento das orden? do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo vindouro, pt
rante a juno da fazenda da mesma thesuurarn
se ha de arrematar, a quem nmis der, a laxa
das Barreiras da ponte do Manguinho e da es-
trada da Canuuga, avalladas anuualmente ambas
m <5;70O0O rs.
As arrcmalacessero feitas por lempo de tres
unos, a contar do 1, de julho do correute an-
uo a JO de juuhode 18G3.
As pessuas que se propozorem a esta arrema-
tarlo, comparezca na sala das sesses da mes-
ma junta no dia cima indicado, pelo meio-dia.
competentemente habilitadas, cora suas propos-
tas cin carias (echadas.
Epara constar semandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 16600 secretario, A.
F.da Annunciacao.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendadoi
da imperial ordeni da Rosa e da de Chrislo, e
juiz de direilo especial do comuiercio desta ci-
dade do Recite, capital da provincia de Per-
nambuco e 8CU termo, por S. M. Imperial, que
Ueus guaide, etc.
Faijo saber aos que a presente carta de edilos
virem, cin como no dia 21 do correnlo mez, de-
pois da audiencia deste juizu, se hu de arrema-
tar os gneros e mais objeclos que se achara re-
colhidos no deposito silo no paleo de S. Pedro
n 6, polincenles a Jos Das da Silva Canleal,
sendo a arremataban feila cni dito deposito, os
quaes sao os seguinles :
Lina armaefroe balcao de ainarello envernisa-
lo, e alguna caixdes de pinho que fazem parle d3
mesma armacao, avalladosem 120j0, una ba-
tanea de columna de ialao em 30fc000, um bail
com vinho de cinco era pipa cora a marca PRJl,
. em (l;000, onze qncijos do reino, 30 frascos de
Locca larga, grandes e pequeos a 50u rs. cada.
um, os quaes vao parle por oxecueo, de Fran-
cisco da Rocha l'assos Lins, como cessionario do
l)r. Manoul do llanos Brrelo, contra o referido
Jos Dias da Silva CarJeal ; o nao havendo lan-
zador que cubra os procos da avaliacio ser a ar-
remalacio feita pelo prec.0 da adjudicado com o
batimento da lei.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos,
mandei pastar ediiaes, que sero publicados pe-
la imprensa e allixados nos lugares designados
no cdigo comrnercial.
Dado e passado ncsla Cidade do Recite de Per-
nambuco, nos 8 dias do rnez de junho de 1600,
trigesimo-noiio da independencia e do imperio do
Brasil.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivao o subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
Deciaraces.
Conselho Contrata este conselho no dia 21 do corrente
mez, os fornecimenlos de medicamentos e uten-
silios enfermara de marinha, e o de ambulan-
cias aos navios da armada, por lempo um e nu-
tro fornccimcnl de 12 mezes, contados do 1. de
julho prximo, isso vista de propostas entre-
gues nesse dio al s II horas da manha, sob
1C rnn.li^ooo runalotilca d. IIOl quC 30 Ql'llfl fr.ln-
ca nesla secretara para quera quizer consulta-
la, bem como o formulario c tabella, regulando
csses fornci-imentos, o que ludo por minucioso
deixa-se de declarar.
Nao se conceder passaporte a ciuadao Bra-
sileiro, para porto estrangeiro, ou a eslrangeiro,
anda que seja de urna para oulra provincia do
imperio, sera que sua sabida seja previamente
annunciada nos jornaes tres dias pelo menos.
Unde nao houver jornal os aunuricios se afiixaro
na porta da matriz da freguezia, c nos lugares
mais pblicos.
S no caso de necessidade urgente e especi-
ficada se dispnsala tssa forraalidade aos que
prestaren llanca idnea.
O fiador se responsabilisar neste caso pelas
duvidas do affianrado, e se sugeilor a pena de
mulla al 201)5000 lio caso dse mostrar que o
affiancado procuiou pnr esse mcio evitar qual-
quer responsabilidade.
Conforme.O secretario, Rufino Augusto de
A camaara municipal dcsla cidade faz ses-
sao ordinari no dia 11 do corrente, e nos se-
g intes.
A adroinistracao geral dos estabeiecimenlos
de caridade manda fazer publico, q do corrente, pelas 10 horas da mauhaa, na sala
das suas sesses, conlint a praca das rendas das
casas abaixo declaradas, que flcaiam por arrema-
tar na praca do hoe, por falta de lempo : e pre-
vine as mermados que a casa n. 26 da ra lar-
ga do Rosario, para maior garanta dos inquili-
nos, ser dividida em tantas arreinalacdes quan-
los forera os andares e lujas. De novo previne a
mesma adminisliacao aos inquilinos que nao es-
liverem em dia, que nao serio recebidos os seus
laucos se nao saldarem os seus dbitos.
Bairros do Recite
Ra do Pilar n. 73 ; ra da Moeda n. 35 ; ra
da Lapa n. 5; becco da Lama ns. 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio
Ra da Cadcia n. 24 ; ra do Queimado n. 15 ;
ra Direita ns. 8, 33, 5, 7 e 123 : na do Padre
Floriaoo ns. 13, 17, 43, 45, 47. 49, 63e65 ; bec-
co da Carvalha n. 5 ; na do Fagundes ns. 32 e
34 ; iravessa de S Jos ns. 5, 7 e 11 ; ra dos
Pescadores n. II ; ra da Calcada ns. 30. 32, 34,
36 e 38 : Cinco Puntas ns. 70,98, 116 e 118 ; ra
da Virarn ns. 7 e 17 ; travesa de S. Pedro n.
2 ; ra do Hurtas ns. 33 e 94 ; ra de Santa
Titercza ns. 4, 5 e7 ; ra larga do Rosario n
26 ; ra da iluda ns. 3, 5, 7 e )9 ; becco du Ca-
laliuuei) n. 2 ; ra do dito n. 18 ; ra do Cabug
n. 3 ; ra Nova ns. 29, 43. 48, 57 c 59 ; ra do
Scnlior Bora "Jess das Crioulas n. 8 ; ra do No-
gucira n. 17 ; largo do Carmo n. 13 ; Iravessa do
Carceireiro ns. II, 13 e 17 ; ra de Santa Ceci-
lia n. 10.
Bairro da Boa-Vista.
Roa da Imperatriz n. 68.
AdmisUtraco geral dos estabelecimentos de
caridade 8 de uuho de 1860 O escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Tribunal do coininercio
Pela secretaria do tribunal do commcrcio da
; proviucia de Pernambiico, se faz publico, que
nesla uala fica inscripto no K*ro competente o
! theor da allcracao feila ao contrato social de
I Antonio Joaquim Vidal e Joao Carlos Bastos de
Uliveira, nbaixo transcripta.
Secretaria du tribunal do commcrcio de Per-
I iiambuco de4 juiihode 1860. Julio Guimaraes,
i officinl maior.
Copia.Nos abaixo assiguados, Anlonio Joa-
| quii Vidal e Joao Carlos Bastos Oliveira, socios
I no eslabelecimcnlo de ferragena na ra da Ca-
| deia do Recite n. 56 A, sobre a firma de Vital &
Bastos, cuja gerencia social era a cargo do socio
I Antonio Joaqun] Vidal, mas nao podeudo confie
| miar na dita gerencia por causa dos scus mull*
pilcados padccimenlos, polo prsenle temos con-
1 vencionado que da dala deste em (liante a dita
; gerencia social fica exclusivamente'pertencendo
I ao socio Joao Carlos Raslos Oliveira, a quera s
| competir o usu da firma social era letras e ou-
, tros mais documentos e transaccoes tendentes a
j sociedade, (cando tambera expressamente pro-
hibidoao dilo gerente Bastos o uso da firma so-
cial em uuiros negocios que nao sejara da socie-
j dado, sob pena de pagar urna mulla em proveito
da sociedade de 26:0O0J5, e no caso do impedi-
mento na gerencia por molestias ou qualquei
oulro motivo, devolver ella de novo ao socio Vi-
dal, conjuinlamente cora outra pessoa a nomca-
rao do socio Bastos, para isso'dcvidamcnte auto-
risado.
Recife, 30 de maio de 1860.Antonio Joaquim
| Vidal e Joao Carlos Bastos Oliveira.Como le*-
temunha Papn Nask & C, Brander Brander &
c Samuel Power Joluisth & C. c Prenlo Vi-
anna & C. ..... -^
Reconheco verdadeiras as seis assguairas
suppra : dtu. f: <
Cidade d#Recife, 31 de" maio de 1860. Em
teslerannho oe verdade (eslava o signal publico)
o tabcllio publico, Francisco Raplista de Alme-
da. Numero 85. 160. Pagou 160.
Recife 31 de maio de 1860.Carvalho.Sena.
- Conforme, Julio Guimaraes, oicial-maior.
Tribunal do coinmercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio da
provincia de Pernambuco se faz publico, que nes-
Para a Bahia
segu err poneos dias o hule Bom Amigo, de
superior marcha ; para carga, trata-se com o ca-
pilio Peieira il.irinho. em casa de Palmeira 4
Bellraa, uolirgo do Corpo Santo n. 6.
Para o Aracaty
segm; inprelerivelment na seguinte semana o
liiale E .halacao : para o restanlo da raiga c
passagei os, trata-so com Gurgel Iriuaos, na ra
da Cade a n. 28, primeiro andar.
Por
Carne!ro Monteiro, o agente Hyppolito
la Silva fara* le la o de todos os gneros
e raov ns existentes no armuzcm do fal-
lecido capitao Davis : quarta-feira 13
do coi rente as i 1 horas ein. ponto no
referido armazem.
LEILAO
D
ir.
L
Leiloes.
Leilo
ordem ao Sr. Florencio Jos
Iriiiaudade acadeniica de Nos-
sa Senhora do Bom Con-
selho*
O secretario desta irmandade por or-
detndo irmao juiz, convida os seus iv
ruaos para comparecerem quinta f'jira,
14 do corrente, no consistoiio r|,a mes-
ma, allin de assistiram os ul'umos su-
fragios pela alma do ciiarissuno irmao
Manoel Francisco CaWcanti de Albu-
querque.
Aluga-se o segundo andar do so-
brado n. 15 da travessa do Veras, no
bairro da Boa-Vista, o-qual multo
fresco e tero bom commodo* para fa-
milia : trata-se na ra da Cadeta arma-
zem n- 50.
Pro2.i*amnin da fesla do glorioso Sanio
Antonio do arco da ponte do Kectfe.
* Venue-se
m liiiaH. An "'" t"8" ,e' ue peura e cal,
tnV 9 .it.r olmii' ru d0 Amparo, cora 3 quar-
ria dP t ,ozinha ". quiot'l : tratar -
ra de >anla nila n 45
na
A r:quiimento dos administradores
da ra< ssa fallida re Antonio da Si va llo-
clla e despacho do Exm. Sr. Dr juiz de
diretto especial do coinmercio, o agente
Hypp jlito da Silva fara' leilao das divi-
das p< rtencentes a Hita massa fallida na
impoi tanda de 57:376'315 rs. : quin-
ta-feii a 1 i do corrente as 11 horas em
ponto no seu armazem da ra do Impe-
rador n. 55.
LEILAO
Os devotos do glorioso Santo Antonio, lendo
de festejar este gloiioso Santo destinaram a fes-
leja-lo no domingo 17 docoirente, sendo o seu
festejo da maneira seguinte :
Na sexla-feira s 8 horas da noite, ser arvo-
rada a boudeira do mesmo glorioso Sanio, con-
ducida em procissao por meninas da ra do Im-
perador, seguindo a direccao do coslume ; nodo-
mingo s nove horas da m-inha, ser conduzida
a imagem do mesmo glorioso Santo em procissao
para a groja do Collegio, pela respeilosa irman-
dade do Divino Espirito Sanio, aonde ser so-
lemnemente festejada com toda a pompa, cons-
tando a (esta cora o Sanlissirao Sacramento ex-
posto, sendo o orador o Rvm. padre Antonio Ma-
nuel d'Assumpcao. Finda a (esta, ser o mesmo
glorioso Santo conduzido pela mesma irmanda-
de, para o arco, em que tirar exposto vista dos
devotos at s nove horas da noite. Os mesmos
devotos, rogara a todos os irmaos da mesma ir-
mandade do Divino Espirito Santo que tivercni
capas em sen poder, para se acharem reunidos
na mesma Irmandade s horai indicadas, para
maior solemnidade o brilhanlismo.
No lia J5. ao mcio da, na ra do Apollo,
no sobrado u. 9, se ha-de arrematar em presen-
ca do Sr. Dr. juiz de ausentes o espolio do au-
sente Francisco de Paula Figueira de Saboia.
Otferece-sc urna ama que cosinha, emgom-
raa, a admiuislra urna casa bem preferindo casa
cslrangeira: na loja do convenio de S. Francis-
co, delimite do Dr. Sarmenlo,
Appareceo urna prcla crioula que represen-
ta, de 23 30 anuos e diz ser de nascimento
livre de nomc Maria ler violo do engenho 8.
fliaz a 15 ou 20 dias da corapanhia de sua lia .*
permaneca a porta da igreja de N. S. da Penha
noite e dia ao rigor do lempo, fui recolhida a
rasa prxima na roa da Penha n. 25, por carida-
de sor procurada pela autoridade, que j foi
sabedora, ou a quera nleressar possa.
Attenco

Vendc-se a padaria da Passagem da Magdalena,
Iravessa dos Remedios n. 31, com lodos os seus
pertences, e bem afreguezada ; ao comprador se
di' o motivo por que se vende.
ATTENCaO.
Na padaria da ra Imperial n. 55, vende-se o
multo afamado pao de folha, melhor do que era
qualquer oulra parle, por ser irabalhado com
muita delicadeza ; e na mesma aluga-se um pre-
lo para o servico externo.
Vende-se urna casa terrea na ra do Padre
Floriano n. 39 : trala-sc na loja da ra Direita
numero 62.
Quem precisar alugar urna prela que com-
pra e cozinha bem, o da qual a conducta se ga-
rante, pelo prego de25000 mensaes : dirija-se
ao pateo de S. Pedro 11.19.
Aluga-se na Baixa-Verde urna casa terrea,
cora qualro quarlos, duas salas, e cozinha tora :
quem a pretender dirija-se Capunga, casa de
Joaquim Pereira Arantes, ou praca da Inde-
pendencia ns. 13 el5.
Leoncio de S Cavalcanli de Albuquerque,
lendo de seguir para a Europa, deixa como seus.
bastantes procuradores nesla praga, em primeiro' casas, pela proximidade de dous portos do
lugar a Francisco Tiburcio de So'uza Neves, era
seguudo a seu mano o tenente-coronel Joao de
SA Cavalcanli de Albuquerque. e em Icrceiio ao
Dr. Francisco Luiz Correia de Audrade.
Aluga-se o tereciro andar e sotao com gran-
des commodos para familia: na ra da Cadea
do Recife n. 29.
- Finda hoje a audiencia do Sr. Dr
nicipal da primeira vara, a urna hora
serao arrematados varios objectos e utensilios de
BarraC & JMe-ieiros Umb.'in sac-
cam para o Porto.
Antopio Bernardo Vaz de Carvalho, tcsla'
menleiro do fallecido Joao Baptisla de Campos,
avisa a todas aa pessoas que sao devedoras ao
mesmo, de virem quanto antes satisfacer seus
dbitos na ra da Cadeia do Reciten. 19, e as
queso julgartm credoras por qualquer titulo, de
apresenta-las. afim de seren vcrificades e at-
lendidos.
Hctor Destibeaux, subdito francez, vai ao
Rio de Jineiro.
Precisa-se de um criado : na ra do Impe-
rador n. 75, primeiro andar
-- Vende se urna negra de meia idade sem
achaque algum, cozinhelra e lavadeira : a roa
da Cruz n. 43.
Vende-se o engenho Recanlo, silo no ter-
mo de Sennhem. com as obras necessarias e
terreno sufncienle para safrejar 2.000 pies n-
nuaes, e de muita produccio : os prelendentes
queiram dingir-se ao engenho Coelhas du mesmo
termo, que achara com quem tratar.
-- Vende-se e rctalha-se em pedacosdelOO
palmos do frente, mais au menos, a fontade do
comprador, cora 250 palmos de fundo, chaos pro-
pnos. o sitio que foi do Brilo, na ra Imperial
com a frente para o nascenle, e por isso muilj
fresca morada, e muilo agradavel para construe-
gao de ptimas casas, alera da commodidade do
carreto do material para o fabrico das rnesnias
- .-------_ mar
para desembarque : os prelendentes dirijam-so
a mesma ra Imperial ao seu pioprielario Ato-
1110 da Silva Gusmao.
Amante da imprensa,
e conherodor da grande utilidade que ha
na pu-
l
posso
... praticado
um acougu-ee um burro, po'rexecuco de Blan: ^/iiZ ornad." Associagoo Popular de Soc-
corros Mutuos, pelo qual appellou para a assera-
iuiz mu- ,S"? aS Cl0i dfl(ll,ellea 'l"m est coullad
' da larde ? g, de 'mPorl"l "leresses. nao poss
ti. '. 11f" '"-me ao dever de publicar o acto praticad
din Ain contra Francois Poupille'; a ultima
praga.
Precisa-se de urna ama forra ou ciplUa pa-
ra o servigo interno e externo de urna casa de pe-
quea familia : na ra do Turres 11. 20, segundo
audar.
BraulinaCil da Fonseca Candi, inventaran-
te dos bens do seu fallecido mano Marcolinc Lud-
gero da Fauseca Candi, pede a lodos os credores
do mesmo que apresenlcm quanto antes suas
cuntas, afira de serem desciiplas no inventario
que se est procedendo.
bla feral, da eliminagao feita em a sessao de 6
; do correute por determtnago do arl 75 68 1
1 2." e_3. dos eslalulos. Nao sou amigo da i.i-
fraegao da le, e Dos me livre que ella se d na
nossa associacao ; mas como sempre me lenho
pronunciado contra essas eliminagocs, e a favor
desses nossos limaos, so se tivesscm dado slau-
raas circumstaucias que merecessem ser atten-
didas julgo que o aelo da direcloria s.ra digno
de lodo o elogio, pois o Sr. Dr. Borges Carne?, o
, napraticade actos semelhantes. nao altendend
a oulros maiores que os da juslica. contai sem-
pre cora os votos sinceros do verdadeiro irmao
Lluiano Gomes da Mello.
Josepha Maria da Conccico como hordeira
de seu pai Joaquim Fernandes de Azevedo de-
clara que nmgiiem faga negocio com seus irmaos
*.!.^! v&*}&Atei!&j 1 ~ & sdm srs sur -9uxn d
Sortes.
Acha-sejio prelo um lindo e divertido livro de
sortes paia as nuiles e Sanio Antonio, S. Joao e
S.Pedro: as pessoas que se quizerem divcitir
livraria do Sr. Nogueira e def.arem .'nomeS. I contra loda e qualquen^soaque" te*^ asS-
-1 do a rogo por ella, pois que nao aulurisou a nes-
sii.i n irniim r,-n-i ,-^t.. r, ... ____ ; .
equerimento de Multa Irmaos e
Joao Luiz Vianna e despacho do Exm.
r. juiz especial do coinmercio, o
agente ilvppol to da Silva, iara' leilao
de duas tojas ns. 15 e 53 da ra do L-
2nto, arrestadas a Antonio Joa-
Vinhas: sexta-fetra 15 do
vram
quim
rente as 11 horas em ponto, as
mas
vios da armada c estabelecimentos de marinha,
pelo lempo smenle do 3 mezes, findos em se-
tembro vindouro, sob a coudigao de serem os
roesrnos objectos foruecidos da qualidade e na
quantdade contratados, e na falta psgar-se a
multa do 50 0/o do valor de cada um, alem de
carregar o contratante com o excesso do proco
no mercado, caso o naja, em razo dessas faltas
motivarcm a ahi recorrer-se.
Objectos.
Arroz do Mnranho, agurdenlo branca
de 20
graos, assucar branro, azoile doce, bolacha, ba-
ralho, carne secca, caf, carne verde, cangica,
arinha de mandioca, feijo, manteiga trance/a,
malte, pao, Icucinho do Lisboa, vinagre de dilo,
velas de carnauba, ditas de espermacele.
Sala do conselho de compras navaes de Per-
nambuco, 12 de junho de 1660.
Directora geral da instrueco
publica.
Fago saber aos inlcressados, que o Illm. Sr.
director geral, de conformidade com as instruc-
;es de 11 de junho de 1859, tem designado o
dia 15 do corrente, pelas 9 horas da manha, pa-
la o exame de habiiitacao dos oppositores ca-
deira da lingua franceza do gymnasio provincial
que se acha em concurso. Sao, pois, convidados
a comparecer em o referido dia e hora nesta re-
partigo os que para esso fira se acham inscriptos.
Secretaria da inslrucgo publica de Pernam-
buco 9 de junho de 1860.O secretario interino,
Salvador Hcnrique de Albuquerque.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguinles :
Para provimenlo dos arraazens do arsenal
de guerra.
5,000 pederneiras do adarme 17.
Para os sentenciados militares com deslino
ao presidio de Fernando.
6 chapeos ; 6 mantas; 51 esleirs.
Para a companhia de pedestres.
Sello de metal com as armas e o dstico da
companhia 1.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do ia 15
do corrente mez.
Sala das sesses do conselho administrativo
ara fornecimento do arsenal de guerra, 8 de
juntio de 1860.liento ios Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interina.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprietarios des predios urbanos das
reguozias desta cidade e da dos Allegados, que
s irinta diasuleis para o pagamento a bocea do
ofredo 2. semestre da decima do anno finan-
-o de 1859 160 se principia a acontar do
Mesa do coasolado provincial de Pernambuco.
S3 de maio de 1860.Antonio Carueiro Machado
/(IOS.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
ce taz publico, que no corrente mez que os de-
vedores do segunda semestre do ciercicio cor-
rele de 1S591860, relalivo aos seguinles ni-
pos : decima addicionsl de mao mora ; imposto
de 20 por eento sobre tojas, e dilo especial a 80}
sobre casas de movis, roupas, perfumaras e
calgado fabricado em paiz eslrangeiro leem de
paga-lo livre de mulla. Rccebedona de Pernam-
buco i de junho de 1860.-O airaioislrador, A/a-
noti Carneiro de Souxa Lacerda.
Bepartif&o da palela.
Secretaria da polica de Pernambdco, 4 de ju-
nho de 1860.
O Illm. Sr. Dr. chefe de policia manda fazer
publico, para conhecimenlo dos ioleressados, as
disposiges do artigo 72 io regulamenlo n. 120
de 31 de Janeiro do 1842.
dcscontos.
Secretaria 4 de junho do 1860. Julio Au-
gusto da Cunha Guimaraes, ofcial maior.
Collectojia provincial de Olinda.
O collector de rendas proviociaes e Olinda faz
publico pelo presente, que o prazo de 30 dias
ulcis marcados no regulamento de 16 de abril
de 1642 para a cobranga do 2. semestre do cor-
rento excrcicio de 1859 a 1760, principia-so a
cantar do dia 1." de junho, findo os quaes paga-
rao a mulla de 3 OO os contribuinliis que nao
pagarcm no referido przo. Collcclona de Olinda
26 de maio de 1860.O escrivao,
Jos Gongalves Rodrigues Franca.
cor-
mes-
Jja.
PELO AGENTE
PESTAA.
Semea.
O r< terido agente Ur leilao por conla e risco
de qu m pertcncer, quinla-feira 14 do corrente
1 ..irP= a.j maiihaa nfl. armazem do Sr. An-
fronte da allanaos
ues d
ff
30 3acc.os com feijo mulatinho. ,
00 c.iixas com charutos.
36 barris cora figos 1
2 caixes cora toucinho e presunto/
Barris com banha de porco.
53 rolos de fumo.
20 fardos de alfazema.
LEILAO
PELO AGENTE
Avisos martimos.
COMPANHIA BRA-SILEIRA
DE
PAQUETES 1 V4P0R.
Para os portos do su!.
O vapor Tucanlins, commandanle o primeiro
IcnenteP. Hyppolito Duarte,espera-so dos portos
do norte at o dia 16 do corrente.
Recebe-se desde ja passageiros, encommendas
c engaja-se a carga que o vapor poder conduzir
sendo despachada com antecedencia at a ves-
pera de sua chegada : agencia ra do Trapiche
n. 40, escriplorio de Tlnmaz de Faria.
Or
de q
s K
daC
Marc
- Jos Francisco de Allcmo Cys-
neiio declara aos seus amigos, que
d'or a em diaule assignar-sc-ha por Jos
de Jlcnezcs Cjsneiro Bandeira e Mello.
dos
n. 3
ciar
seu
REALCOHIPANHIA
DE
Paquetes inglezes a vapor
No dia 13 do correnta espera-s do sul o vapor
Tyiie, commandanle Jelicoc, o qual depoia da
demorada coslume seguir para Southamplon,
tocando nosooilosde S. Vicente e Lisboa : para
passagens etc.. trata-se com os agentes Adam-
son Howie 4C, ra do Trapiche Novo n. 42,
P. S. Os embxulhos s se recebem al duas
horas antes de e fecharem as malas ou urna ho-
ra pagando um patacao alem do respectivo frele.
Para a Bahia.
Segu i m preter re] roes le no dia 16 do correrle
o hiale Dous Amigoi: qara o reslo da carga tra-
ta-se com seu cansignatar Domingos Alves Ma-
llieus, na ra da Cadeia do ficcife n. 51.
= Psra o Aracaty, o hiate Sauta Rila sahe
com brevidade, anda recebe carga ; trala-se na
ra da Madre de Deoa n. i.
Para Lisboa,
com poucoa dias de demora vai sahir c patacho
porluguez Diligente, rapilao Antonio J de Al-
meida Rosa ; recebe qualquer carga a trate m-
dico : a tratar com Aldeida Gomes, Airea A C.
ra da Cruz o, ti.
. a
terido agente far leilao por conta e risco
era perlencer, quinla-feira 14 do corrente
horas da manha no trapiche do Sr. Jos
nha no Porte do Mallos
DE
MJS 20 saceos cora farinha de mandioca-
Avisos diversos.
Um mogo habilitado e de hoa conducta 3*
cEferece-se para ensinar em qualquer ca- il>
i parlicular.a pessoas de qualquer sexo, <&;
rimeiras lellras, lingua nacional, fran- ^
-z, lalim, msica, lnslruraental e vocal, a
bera assim copia qualquer peca de mu- JK
ica muilo bem imitando a copia lithogra- Ig
hada, ornando a frente da peca de ca- O
acteres gticos ou do outros quaosquer
isto com a presteza que se exigir: a if
Iralar na ra larga do Rosario n. 1, pri- J
Haniro andar. fe
Aluga-se um sobrado muilo fresco na ra
fanoeiros; a tratar no Recife, ra da Cruz
: armazem.
Joaquim Francisco Lavra, pelo presente de-
que, no dia 8 do corrente desappareceu o
aixeiro Joaquim Francisco da Silva, o qual
de rienor idade ; e para que nenhura tacto por
elle pralicado era seu nome tenha valor, taz o
presente para sriencia do publico. Recife, 12 de
junl o de 1860 Joaquim Francisco Lavra.
Joaquim Pereira Ramos previne ao respei-
lavfl corpo do commercio que seu tilhe Justino
Pen ira Ramos deixou sua corapanhia para se
eslaiolecer por sua conta e risco; oporlanto
se responsabilisa pelas
fe 11 de junho do 1860.
transaccoes d'olle.
\oratIriMos
pedera a seus devedores de vlr pagar vis- S
lo que esio para so retirar.
-) Os devotos do glorioso Santo A*nlono da
por^e, tendo de festejro mesmo glorioso Santo
no oomingo 17 do corrente, pedem a todos os
moridores da ra do Crespo, para que illuminem
suas varandas, nos dias 16 e 17 do corrente para
maiir brilharitismo e solemnidade.
- Preciaa-se de urna ama forra ou scrava
bar., cozmhar: no largo d Santa Cruz n. 106.
A I5OOO a la la de biscoilos e bolacbahas
de (oda : Tende-se na praca da Boa-Vista nu-
mero 16A. .....
- Charutos da Bahia a 1|500 a calza : vende-
se ra praca da Boa-Vista n 16 A.
Precisa-so de urna fjessoa que aaiba traba-
lhai com um boi, para se eucerregar do trabalho
com um carro da alfandega em ginho : na ra da
Aunran. 40, pavimento terreo.
= Pedro da Rocha Flgueira mora acLualmen-
e ni 1 holel francez, da Barra de Pedro Pueche.
1 <- A 640 rs. a libra de velas de espermaeete :
Tence-seoa prajada Boo-Yiaia a. 16 A.
Em saceos grandes, e de qualidade superior,
para fortalecer animaos : 110 largo da Asscmbla
n. 19, trapiche de Anluues Guedes & C.
Lazinhas para vestido a 320
rs., e toalhis de riho a
800 rs.
Na ra do Queimado n. 19, vendem-se liazi-
nhas muilo finas para vesiido, e para meninos,
pelo barnlissinio preco de 30 rs. o covado, loa-
Ihas de linho a 800 as. cada urna, coberlas a chi-
ueza, de chita muilo fina a 2?.
Camisas nglczas
Na loja de Goes & Bastos, ra
do Queimado u 46.
Acaba-se de, receber um grande sorlimculo
das verdadeiras camisas inglezas mirto finas,
com pregas largas, peitos de linho, sendo estas
ultimas camisas do un goslo apurado, tanto em
pregas como era cullerinlios, pois decente tanto
aos rapazesconio aossenhores de maior. por isso'
sendo rauila a porcao que recebemos, sea vende-las por38tf a duzia, nesta bem conhe-
coa loja ue ouuo v d.=i =
Furlaram do engenho Bomfim, freguezia de
Ipojuo, ao amanhecer do dia 8 do cOrrente, 3
cavllos, sendo 2 da fazenda e um de morador
do mesmo engenho, cojos caballos leem os sr-
naes seguinles: nm da fazenda de sella.carrega-
dor baixo, alasao claro, taraanho mediano, cas-
trado ; o oulro de carga, castanho, lamanho
legular, inteiro, e quaudo viaja mais emagrece
das raaos por causa de ventos, e ambos leem no,
quaito o ferro da fazenda ; o do morador ala-
sao e tem falta de um denle na frenle do queixo
superior; foram vistos passar era direccao a vil-
la do Cabo previne-secom estes signaos a quera
quer que forera offorecidos dito3 cavallos, que
nao sao licitamente navdos, e gratifica-se a
quem dclles der nolicia cerla no preoito enge-
nho, ou na praca, no escriplorio dos Srs. M. I.
de Oliveira & Filho, pra^a do Corpo Santo.
Vendem-so dous casaes de ganaos : na ra
do Ser n. 2.
Um a mil pares
promptos.
O respeitavel publico desta ci-
dade e de fra, con vidado a
ir a graude fabrica de ta-
i]ancos da ra Direita, es-
quiua da trayessa de S. Pe-
dro, casa pintada de verde
n. 16,
que achara continuadamente sem interrupclo, o
mais bello e riquissim) sorlimento de laraancos
dos que ha do melhor nesta arle, proprios para a
presente cstacio, que o proprielario da mesma
fabrica est resolvido a vender tanto a retalho
como em porcoes, por menos do que em outra
qualquer parte ; a casa lera sempre urna reserva
effectiva prorapla para qualquer cncommenda por
grande que seja, de 1 a 1,000 pares.
Marn Bernel, sua senhora e2 ilhos meno-
res, retir un-se para a Europa.
Al iga-s urna casa grande, toda envidraba
da era roda, com urna grande sala na frente, 2
alcovas grandes, sala de janlar grande e 2 quar-
los, cozinha fra, 1 iiuario para despensa, cacim-
ba de agua de beber, cora alguns arvoredos no
quintal, silo no lugar da Capunga : quera preten-
der, dirija-se ao Recife, ra da Cruz n. 8, pri-
meiro andar, ou na ra do Livrameuto, loja de
calcado n. 35.
Offerece-se urna mu'.herqno cose e engoni-
ma com muita perfeicao, preferindo que seja pa-
ra casa de familia: a tratar n? ra do Caldeirei-
ro n. 80.
Os abaixo assignidos doclaram que nao fo-
ram os autores do annuncio publicado em julho
do anno protimo passado contra o encarregado
da testa de S. Manoel da Paciencia, erecto em a
igreja de N. S. do Torgo, mas sim o esmoler das
almas da freguezia de S. Jos. Recife 9 de junho
de 1860.Manoel Carneiro da Silva, Manoel Jos
de Souza.
Claudina Amelia de Carvalho relira-se pa-
ra fra da provincia, julga nada dever, mas quem
so julgar seu credor, aprsenle suas conlas ues-
tes tres das afim.de serem pagas.
O abaixo assignado faz scianle aos devedo-
res da loja sita na ra Direita n. 102, quo per-
tenceu a seu cunhado Antonio Arco Ramos* Maii,
que nao pagem seno ao abaixo assignado, sob
peua de pagarcm segunda vez.
Jos de Azevedo Maia e Silva.
O abaixo assignado roga aos sonrieres de-
vedores da loja sita na ra Direita n. 102, que
perteuceu a seu cunhado Antonio Arco Ramos
Maia, que lenham a boodade de virem liquidar
acus dbitos, visto o abaixo assignado ter de li-
quidar a dita loja, c querer fazer isso amigavel-
racnie. Jos de Azevedo Maia e Silva.
Precisa-se de8.000J a premio sob hypolhe-
ca em um sobrado que rende 1 600$ de aluguel :
a quem convter annuncie.
Aluga-se um primeiro andar da casa n. 112
na ra Imperial, com muitos commodos : a fal-
lar aa ra Direita, casa n. 0.
pois protesta
Pede-so ao Sr. Theolouio
querque Mello o obsequio de apparecer na ra SOa ala una uara ei fl
do Imperador n. 18. a ultimar o negocio que S^^S^n inesmo sim
nao ignora, v.sio nao saber-se o lugar da sua ella ser oJvVja, do que licar sen c fei o todo^
morada faz-sc o presente, con inuando-so al | qualuu^r negocio fe lo pelos mesmoa Recite II
que se digne apparecer para definitivamente re-; de junho do 1860. "-mos. netite 11
Vende-se doce de goiaba
solve-lo.
Fondicao de ferro
e broDze.
\Y\ui do l\vun\ A. \\\.
James E. B Spears.
muito
i '2$000e
fino em caixocs de 4 libras
I#00 : uo pateo do Crmo n. 1
Papis para sortes.
Na ra eslreita confronte ao Rosario, loja de
calcado, onde foi confeitaria, vendem-se papis
puados cora estslo para sortes, por preco que
admira rista do trabalho.
Fundidor machinisla e engenheiro cncarrega-
se de qualquer obra, assim como sentar vapores !
de todas at qualidades para serrara, refinacoo, i
fabrica do sabo, machinas para amassar pao,
para moer mandioca, tudo por pierdo commodo,,
e concerta alvaienges, bombas, vapores, e toda e
qualquer obra.
Carros fnebres.
Agr, administrador deste estabelecimenlo,!
Queijo do serlo.
Vende-te a 800 rs. a libra ; nos qualre cantos
da Doa-Vista n. 1.
Erva doce.
Na ra das Cruzes n. i A, vende-se erva doce
de boa qualidade, tanto em arroba como em
libra.
Vende-se effeciivamcnie sement de coeu-
tem preparado um novo carro para adultos,e jul-; tro a 240 rs. a garrafa : na ra da Lapa n. 13.
ga que satisfar com elle aos prelendentes, pois1 Vende-se na ra Direita, sobrado de um
est com cachimunia adornado; assim como o andar n. 33. defronte da padaria, doces de calda
boleeiro est fardado de novo e com goslo. ; c seceos, tambera se fazem bolos chamados de S.
O abaixo assignado avisa ao respeitavel pu-1 Joo, enfeilados com capellas, ramos, coracocs
blico e parllcularmonle ao corpo do commercio, com letreiros, coroas, ludo de alfinira ; na ies-
que deixou de ser caixeiro de seu pai o Sr. Joa- ma casa se fazem bandejas de bolinhos'de lindas
quim Pereira Ramos desde o dia 10 do corrente, | anuaces, que serviram no baile de S. M. Impe-
e agradece so mesmo senhor seu pai o bom Ira- i ri.il, ornadas cora o melhor gosto, das quaes lem
lamento que Ihe deu duraute o curto espado de 5; urna fortaleza ; larnbem se fazem pastis de na-
annos e 22 diaa que foi sen coUeiio. Recife 10 la, doces d'ovos, jaleas de fructas c de subs-
de junho de 1860.Justino Pereira Ramos. i laricio.
Justino Pereira Ramos declara ao respeita- I Vende-se urna carroca nova, d'agua bera
vel publico e particularmente ao corpo do com- construida, por preco rauit commodo : nos Afo-
mercio, que tem tratada c comprada a taberna gados, ra de S. Miguel n. 39.
sita na ra da Praia n. 48 ao Sr. Joo Jos Celes-
tino de Mello, livre e desonerada de todos os d-
bitos que a mesma esteja obrigada alea data des-
te. Recife 11 de junho de 1860.
=Precisa-se de um caixeiro porluguez de 12 a
14annos,quo tenha pralica do taberna : na ra da
Prata n. 48.
Precisa-se de ura criado : na ra do Impe-
rador n. 75.
Relegios e candieiros
americanos.
Jireita, casa n. 6.
Caixeiro.
No pateo lio Terco, taberna u. 28, precisa-se
do um menino de 2 a U anuos, co pralica,
aanjando a conducta.
Deseja-se encontrar urna casa, quarlo ou
sala, na Boa-Vista, mesmo era casa de familia,
perto da academia e que forueca comida : quem
quizer C7irija-se a ra do Imperador n. 35, pri-
meiro andar, para informacoes do raeio dia era
diantc.
Francisco Nuncse Antonio Marlins, subdi-
tos porluguezes, reliram-se para o Para.
Precisa-se de una ama de leite : no pateo
do Tergo n. 26
= Maternus Lins faz publico que contina a
fazer pao de Senleio lodas as quaitas-feiras e
sabbados, depois do mein dia, na padaria em
Santo Amaro, na taberna da ra da Impocjilri/ n.
2, na ra da Cruz no Recife n. 5, n lambem as
Cinco Ponas, defronte da eslaQo da estrada de
ferro, deposito n. 148.
Attenco.
O Sr. Laurino Soares da Silveira tem urna car-
ta de importancia viuda de Mamanguape do ma-
jor Jos Gomes da Silveira, em mao do fir. Ro-
cha Campello, na Passagem da Magdalena, uo
primeiro sobrado passando a ponte pequea a
direila, ou annuncie a sua morada para lhe ser
entregue dita carta, isto uestes 3 dias porque se
precisa saber da deciso deste uegocio.
Ida Amadla vai a Europa.
Ignacio Denlo de Loyola mudou a sua re-
sidencia da ra da Piaia para a casa n. 39 da
mesma ra
Precisa-se de una ama que cozinhe c en-
gorme ; na ra da camboa do Carmo n. 12.
Aluga-se urna casa para pequea familia,
nova, e muilo bem acabada, na ra daAmizade,
na Capunga ; a sala da frente e quarlos sao es-
tucados, solo muilo bom, cora janella no oitao,
cozinha fra, copiar, quarto para criados, coxeira
e estribara, gallinhciros e pombal.caciuipa, etc.,
ludo de podra c cal. por 600*000.
Manoel Alves Guerra, curador fiscal da mas-
sa Taluda de Pedro Jos de Mello Costa, participa
aos credores do mesroo ftllido, que em cumpri-
mento do art. 859 do cdigo comrnercial e 93 do
decreto n. 1597 do 1. de maio de 1855 devem
apresenlar no prazo de 8 dias seus ttulos para
serem examinados c se proceder a classificago e
rateio do producto apurada na mesma massa, na
ra do Trapiche n. 12.
Jos Albino Pereira de Fariis segu para a
Europa.
O Sr. Francisco Xavier de Mallos Telles
tem urna carta do norte, na livraria ns. 6 e 8 da
praga da Independencia.
Jos Ricaud, Hespanhol, vai a Lisboa.
Precisa-se fallar com o Sr. Au-
gusto Carlos de Lemos,a negocio de in-
teresse, nesta rt/pographia.
Os Srs. Antonio Csrdoso de Mattos Sobri-
nho, Anlonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Costa Guimaraes, Guimaraes & Alcoforado. Joao
quim Pereira Arantes e Miguel Alvares de Abre-
Marinho, queirara apparecer na reparlicao do cor-
reio aflm de satisfazerem o porla.de urnas cartas
que vieram da secretaria de policia.
Precisa-se alugar um andar de sobrado que
tenha bons commodos para familia, e cm algu-
mas das ras dos bairros de Sanio Anlonio ou
Boa-Vista : quem o tiver, queira procurar na ra
da Imperatriz n. 48,, segundo andar, que achara
com quem tratar
Jean Dauphant, Jorge Dauphant, Pierre
Malhou, subditos francezes, reliram-se para o
Rio de Janeiro no primeiro vapor.
J. G. Knaus, subdito Suiaso, faz ama via-
gem i Europa.
Aloga-se a excellente loja da casa da ra
do Imperador n. 75, lado do caes : a tratar no
primeiro andar da mesma casa.
cSC ven(Ja D0 escriplorio de Adamson.
Howie & C, na ra do Trapiche n. 42, um va-
riado sorlinienlo de relogios c candieiros ameri-
canos para cima de mesa, os quaes serao vendi-
dos por mdico prc(;o, a diuheiro vista.
Vende se uraa'taberna bstanle afreguezada
e com poucos fundos, propria para quem quizer
principiar, no Rocife na ra do Amorim n. 17 :
quem a pretender, dirija-se ao. primeiro andar
da mesma casi,que achara com quem tratar.
Vende-se a casa da ra da Roda n. 33 : a
tratar na ra do Queimado n. 4, on na ra do
Crespo n.l.
Na ra do Trapiche Novo n 42, precisa-se
de urna ama que se queira encarregar do traba-
lho d urna casa de um mogo solleiro estran-
geiro.
Compra-se urna casa terrea na freguezia de
Santo Antonio ; quem tiver, dirija-se a ra do
Sol, casa terrea junto ao sobrado, ou annuncio.
Compra-se um sobrado de 2 ou 3 andares,
uo na falla 2 ou 3 casas terreas, com tanto que
sejam as seguinles ras : Imperatriz, Impera-
dor. Nova, Queimado. etc. : os pretendemos po-
dem dirigir-sc a ra Imperial n 53, para tratar,
ou na falla annunciarem sua morada.
AVISO
Boga-sc ao Sr. Joo Evangelista de Menezes,
escrivao do hiale Parahibano o favor de entre-
gar ao Sr. Belisario do Reg Barro3 urna caixi-
nha conteiido toalhas e grades, lencos, tudo de
labyrintho, que recebeu na provincia do Bio
Grande do Norte do Sr. Augusto Joaquim de Car-
valho Lessa para entregar nesta provincia ao mes-
mo Sr. Bclisaiio, cojo objecto recebeu no anno
de 1858, e como at a dala deste nao tem o Sr.
Menezes entregado, por isso haja de restituir os
ditos objectos, quando nao se proceder na forma
da lei.
Muita allencuu.
Ao bom e barato que faz ad-
mirar aos compradores.
Ra Direita loja n. 68.
Nao se engeita dinheiro.
Biqoissimos cortes de vestidos de grosdena-
ples prelo bordado a velludo, corles de vestidos
de phantasia de seda muilo moderno, cortes do
vestidos de mossulioa de seda, cortes de vesti-
dos de barege de seda com ricos deseuhos, cor-
tes de vestidos decambraia bordado a seda, po-
lacas de grosdenaples preto muito bom objecto
da moda, paletots de panno de lodas as qualida-
des, ditos de rasemira muito fino,ditos de alpa-
ca de differentes modelos e qualidades, calcas do
casemira preta e de cores, ditas de brira branco
e decores de puro linho, camisas de todas as
qualidades, cambraia organdys com modernos
deseuhos, chales d-. mrito mnito fino bordado
a troco todo em roda e com pona redond.i, obra
de muito goslo, chapeos de sol com molas e
sem ellas, seroulas de puro linho, hquissimos
cortes de casemiras de coies muilo fina pedios
do muito gosto, enfetes de vidrilho, luvas, gr-
valas, eapartilhos francezes, alpacas de lodas as
cores, grosdenaples preto francez o melhor que
pode haver. Alm dcstas fazendas exislcra ou-
iras muitas que se eslo vendendo por menos
do seu valor.
O Porluguez Joaquim Alves Machado de
Carvalho avisa a quem lhe interesse a sua retira-
da para o Rio de Janeiro o mais prximo pos-
si vel.
Thomaz de Paria saca sobre o Porto ; na
ma do Trapiche n. 40, escriplorio.


-fr?
-se
75t
?
DA O DE PERNAMBUCO. QARTa FE1RA 13 DE JUNHO DE 1860.
ao seuhor do engenho
Escada, Jos Abes de Olivira, que mando pa-
gar a letra de 600tf quo obrigou-se cumprir no
dia de scu vencimcnlo, 3 de abril prximo fin Jo
Alvaro Teixeira de Mactdo, e Jo5o'
Antonio Salter de MendonQa ; versos,
entre os quaes 30 odes anacrenticas, Mico q'uo
urna noticia intereisate do levante de cri.Plono i
Goianna em 1821, e noventa e dous
documentos inneditos. Por ora em deacia ns
mo do autor. lhciesda
Sabio a luz o or lomo -ai Diopra-
phias de alguns poetas, e outros ho-^
mens Ilustre da provincia de Pemara- ,
freguezia da bu? Pel commendador Antonio Joa-
quim de Mello. Gonte'in as biographias ,
de Luiz Francisco .Je Carvalho Couto,:
uia ue scu veiiuiuiuiuo, O 06 un piunuiu uuuv i I ll_ .
do corrente anno, o que nao ha feiio at o pre- *eronymo de Albuquerque Maranhao,
sent, despresando os meios brando e suasorios, '
que se lem empregado para fazer curaprir o seu
de ver I....
AVISO
AO
mam.
Luiz Soulan.eulilciro e armeirofran-
cez, que Irabalhou em casa dos Srs.
Pomroateau e Pradines aio, previne
ao publico que acaba de cstabelecer-se
na ra das Cruzes n. 38, aoude offrre-
ce scu prestimo, qur para aniolacocs,
qur para concertos de qualquer espe-
cie, o que prometle fazer com rapidez
e perfeico. Igualmente se encarrega
de coucrlo de instrumentos de ciiurgia
e dualistas ; quem de seu presumo se
quize- uliisar pode ficar inteiramenlc
descancado qutnlo aj apurado do Ira-
balho. *
Deseja-se saucr a moraa i no sr. Podro da
Rocha Filgueiras, vindo da Europa no paquete
inglcz do mez prximo pascado : ou enlo appa-
reca o mesma senhor na ra da Guia n. 58.
Precisa sp de um caixeiro dos ha pouco che-
gados para urna fabrica de velas na ra do Vi-
/. Ai. da
Pr
O Dr. Joao Ferreira da Silva mudon-se da impreleri\
ra do Rangel para a do Livramenlo n. 26. so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Mace/do, defron-
le de sua antiga habiacao. A grande pratica de
auscujtarao reconhecida por quasi todos os seus
collegas desta cidade lorna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmos e do cora-
ran ; assim como para verificar o estado de sau-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operacoes que
ha foito com bom resultado em olcxercicio de
mais de 20 unos, se julga habilitadlo para prali-
car loda e qualquer operario cirurgica por mais
delicada c dilcultosa quesja.
Thoraaz Whilman. subdito Iogjez, e suase-
nhora, vao para Inglaterra.
baca-se paia o Porte, Lisboa e
Ilha de S. Miguel, no escr ptono de
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
Piccisa-sc de urna ama para i ozinhar e en-
gommar em una casa de homeo sdleiro : a tro-
tar no Hospicio, piimeiro porliio c e ferro, pas-
sando o quarlel.
No dia 7 do corrente mez fugi i de bordo do
liiale Lindo Paquete, fondeado nesU
gario n. 29, e igualmente de dous moleques para tenee ao Marsnbo, o preto Geraldo
trabalhar : quem os tiver dirija-se a mesma quo
se faro bom ajuste.
nome de Linygdio, de idade de 35
pouca barba, levando camisa e calca
Attenco.
Um rapaz com as precisas habilitacoes se of-
ferece para caixeiro de alguma casa slrangeira
para o que d fiador a sua conducta : quem de
scu prestimo se quizer utilisar, dirija-se esta
lypographii em carta fechada com as iniciaes
F. e P,
porto e per-
qu d pelo
a 40 anuos,
de algodo
azul e barrete de laa ; representa s< r maudrio :
quem o apprender queira dirigir-se a bordo da-
quelle navio ou ao escriplorio de Almcida Go-
mes, Alvos & C, ra da Cruz n. 26, onde se gra-
tificar esse servico.
Precisa se de 800 S a premio < ando-se por'
seguranza urna casa : quem livor an
Attengao.
JoSo Sim>s Pimenta continua a morar
Instrucci
esoureiro das loteras manda azer pu-
se acham venda, lodosos das no es-
as mosmas loteras na ra do Impe-
rador n. J6k o as casas commissiooadas pelo
mesmo Si. ihesoun-iro na praca da Indepen-
de 16 e na rus Nova n. 56, os bi-
inerla parle da quarla lotera do Gyra-
en anibucauo, cujas rodas devero ondar
elmenlc no dia 16 de junho prximo
futuro.
Thcsourir das loteras 26 de maiode 1860.
' ruz, cscrivao.
scisa-se de urna pessoa com
habilitarles para contra-mestre de urna
loja de
eos n.
Jose
para a Euiopa.
Alug
lidate: na ra da Madre de
56, primeiro andar.
h Novdla, subdito italiano, relira-se
-se um dos melhores sobrados de um
andar e sol ao na freguezia de Santo Antonio, co
extriordin
_m
irios commodos e bstanle asseiado :
os pretend entes dirijara-se a ra da Cadeia n. 36,
primeiro andar.
im-se 2 escravos padeiros, por praco
quem pretende-los, podj dirigir-se
renliiia n. 2. que achara com quem
= Alug
commodo
ra da Fie
tratar.
@38S $>m> $$$ esdss
? Dr. A iguslu Carneiro Monleiro da Silva
@ Santos, medico operador e partero pode
5$ ser produrado na casa Je sua residencia g
t:- na ra lo Rangel n. 16. jj
-. i'ocal ie um taimoiei u ro.as o rsseti-
tos, coberli, por um cabriolet de 2 roda e 2 as-
senlos, des oberlo : na ra Nova n. 22.
Na bo ica da ra do Cabug se dir quem
lem para v 'nder urna barcaca em exccllentc es-
lado, a qua.carrega 200 saceos de assucar.
luncie.
Um mojo sollciro, de excellenle bouducla, se
na pfferece para ensinar em qualquer epgenho per-
Lig
ra do Varadouro, da cidado deOlinia, na casa ; lo dosta praca, nao s primelras letras, para o
coutigua a sua ex-venda ; quem com o mesmo
quizer fallar, dirija-se mesma casa.
Aluga-se um negro muito robusto, que en-
tend: alguma cousa da arte colinaria, e do ofO-
c\o6e padaria : a tratar na ra Nova, sobrado n.
50, no seguudo andar, das 11 s 3 horas da tarde.
Ama deleite.
Precisase de urna ama de leile ; a tralar na
loja de livios ao p do arco de Santo Antonio.
Precisa-so de urna senhora que saiba bem
primeiras lellras, fraucez, piano e musir, para
lomar conla da educaoao de seis meninas, em
um engenho da freguezia da Escada : a tralar na
ra do Imperador u. 39, segundo andar, entrada
pelo beceo do bolequim do Paiva.
como lam-
coni docu-
e seu pres-
ta ser pio-
Mad
de Manr
francez
des : na
3s de francez e
piano.
moiselle Clcmence de Hannetot
oville continua a dar licoes de
e piano na cidade e nos arrabal- ^
ra da Cruz u. 9, segundo andar. f
que esl compotontemcnie habilitad
bem latim e geoaietria, o que prov
renlos e por j ler ensinado : quem
limo se quizer utilisar, annuncie p
curado.
Precisa-se do urna senhora que Jaiba o fran-
cez e geographia com perfeico, parki ensinar 4
meninas em um engenho perto destta praca : a
senhora quo se adiar neslas condicoe; e quizer,
poderl procurar a pessoa que precisa na ra da n t\ IIII I lllil k la nrOVflCfl nnro
Cadeia do Reciten!! 53, luja do Ah ro & Maga- udlulJIIt,tt- uapiUVIlllH para
Ih
es.
"fr
U Ur. Manoel Moreira Guerra, linudou &
Sahi
o corre
Domingos Fodrgues do Andrado c D.
Josepha Francisca de Andrade e sua filha
D. Arma Pastora de Andrade compenetra-
dos dos maiores scnliruenlos pela perda de
suas caras c sempre choradas filhas c irmaas
Mara dos Passos de Andrade e Rochel Je-
n&Teva de Andrade aquella a 26 de maio c
esta a do correle, vem por meio desle
agradecer cordialmenle a todas as pessoas
que seserviram lomar parle nests lao do-
lorosos scnlimenlos, assm como os que
tivcram a honra de assistir aos ltimos snf-
fragios e os acompanharam ao cemlerlo
publico; caliendo especial agradecimenlo
ao Sr. Jos Botelho Pinto Jnior pelos seus
valiosos c incansaveis serviros prestados
durante a molestia das mesms a
horado dia e da noite.
Recife 9 de junho de 1860.
pai
do Crespo n. 10 primeiro andar,
der ser encontrado das 9 horas
6 nha at as 3 da larde.
onde po- 3f
(a ma- >
qualquer
Altcncao.
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra dos Pescadoresjis. 1 e 3.
Sebastio da Costa, subJito porluguez, vai
oo Rio de Janeiro.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
r.ua 7 ZWiiP n 2 Iralar na travossa da Ma-
dre de Dos Ti 21.
Urna mulher ce-se para o'servicc inierno de urna casa de pou-
ca familia ou dehoriem solleiro : pode ser pro-
curada r.a ra da camboa do Carmo n. 19, em
casa do sangrador i enlista Jos Anacilo da Silva
i
w
Almaiak da provincia.
b a luz a folhinha com
ik da prov
ufe anno de
PENTES
ARTIffIGIAES. I
fRuaestrcita do Rosario n.3|
Francisco Pinjo Ozorio collona denles ar- @
iniciaes pelos JbussystcmasVOLCANITE, tt
chapas de ouro|ou platina, podendo ser
procurado na Sobredia ra a qualquer tt
^ hora. a
S9S99S9S^ SS S@@
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leile & Crrela ern liquidado, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queiraado n. 10.
i
Por um corle de cabello e
frisaaicnlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomlc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Pars. Esla estabele-
ciinenloesl hoje ras melhores condigoes que
possivel para satislazer as encoramendas dos
objectosem cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rosetas, etc., ele, ca-
balleras de loda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os prelenden-
les, osobjeclosem cabello serao feitos em sua
presenra.se o desejarera, e achar-sc-ha sempre
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras em casa particular.
E'chegado loj* de Lecomte, altrro da
Boa-Vista n. 7, o excellenle leile virginal de ro-
sas branca para refrescar a pello, tirar pannos
sardasc espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os cabelloi
assim como pos imperial de lyrio de Florenga
para bortuejas o asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida.
ms Mi! m
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos presos.
Do-se amostras com penlior.
Lindos corles de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
rom babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com troco
Grosdenaples de cores' com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de dilos de cambraia e seda, corte
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
dros, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Leos de cambraia de linho bordado
Dilos de dita de algodo bordados
Panno preto e de cures de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem dem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de lodas as qualidades
Eufeites de vidrilho francezes prelos e
de cores
Aberturas para camisa de liaho e algo-
do, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de ronpa feita
e de cores para
para
endo casacas, sobrecasocas, paletots,
colloies, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes unos, forma moderna
Um sortimento completo de grvala de
seda de lodas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodo
Capeas brancas para noivas muito finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas,
menino
Vclludilho de cores, covado
velbulina decores, covado
Pulseiras de velludo prelas e ds co-
res, o par
Ditas de seda dem idero
Um sortimento completo de lu--as de
seda bordadas, lisa, para Eenhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de col'ele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
38500 I Sapatinhos de merino bordados proprios
| para boplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Setim liso de todas as cores covado
Lerdos de gorgurac de seda prelos
Relogios e obras de ourt
Cortes de casen.ira de cores a
s

9
1200
f
3j>000
1C500
oaooo
16000
19000
I
V
9
I
I
8
S900
9

J640
9
63000
J500
92801
500|
$800
f
89500
9
S
9
s
9
s
*
19600
9320
l20O
9700
2$00O.
19000
|,
9
2950
9
J^OO
19000
19600
9
|
9
atOCO
EA MINERALE
Rigeiroo
1'raV.cisc-
Companhia doBe-
beribe.
No dia 1 i do corrente pela 12 horas
do dia tera' lugar no escriptorio da
companhia ra do Cabuga' n. 16, a ar-
retnataQao do rendimento de todos os
chafarizes e bicas por bairios e por es-
pacodeuuaanno, sob as bazes abako
transcriptas e mais condicc/ies patentes
no escriptorio; os Sis. licitantes compa-
recam com seus fiadores ou declarado
dos mesmos no mencionado dia deven-
do ser as propostas por escripto.
Bazes sobre as quaes se deve Janear.
Bau-ro do Recife.
Chafariz c bica do caes da
alandega
Dito da ra da Cruz
Dito da ruado Brum
Dito do Forte do Mattos
5:27(000
6:755#r50
:68i^(i50
2.8*ljj|300
18:532^/500
Roga-sa aos Srs. LlMnio Cand
Joaquim Antonio de Castro Nunes
Carlos Brandao. que lenham a bondkide de com
parecer na ra da Cadeia do Recife n. 23 loja de
Augusto & Perdigao para lhe seren entregues
urnas cartas viudas do centro.
g DENTISTA FRANCEZ. 3
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 2
K rangeiras 15. Na mesma casa lem asma e -<
J; p dentifico. <><
- PHJipUa PAR .8G.
Estao a venda na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 aa folhiahas para 1860 im-
pressasuesla typographia, dasseguintes quali-
dades :
FoLHINHA RELIGIOSA, contendo, almdo
kaleudario e regulamentodos direitos pa-
rochiaes, a conlinuacao da bibliolheca do
Cristo Brasileiro. que se compe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo e
e N. S., a imilagao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e conimemoracoao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exerekio da
Je toda
Asso
agricol
Via-Sacra, directorio para ora^oo menlal, -as e I
dividido n^lni ili. /lo .... _1-------;-.i
Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do
Carmo
Dito do largo do Paraizo
Dito .do PaMeio Publico
Dito da ra do Sol
Dito da ra da Concordia
8:260^600
0:813$i50
3:30*|210
3:095^150
3:093^090
21:566^530
Bairro de S. Jos.
Chafariz do largo da ri-
beira
Dito da ra Impsrial
12:03^82
3:972^375
16:007a200
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica da Ponte 5:460^(000
Dito da caixa d'agua 4.'872^000
Dito da praca 4:735500
Dito do largo da Soledade 683^550
15:75|^050
Escriptorio da Companhia do Bjrib3
9 de junho de 1860.
N. B. S se fornecera' agua as canoas
e embarcaedesas duis bicas do caes do
Becife e do Capibaribe. O secretario
Manoel Gentil da Costa Al ves.
Precisa-se fallar iudubitavelmen-
te com oSr. Dr. Antonio de Hollanda
Ca?alcanti da Rocha Wanderly, a ne-
gocio de seu interesse : na ra da Ca-
deia do Recife n. 40, casa de Martinho
& Olivira.
Saca-se sobre o Porto por qual-
quer soma a' vista ou a prazo, paga re
all ou em Lisboa, podendo as lettras a
prazo serem pagas a vista mediante o
descont na razSo de 4 por cento ao
anno, aos portadores que o exigirem :
dirijam-se a Jaquim da Suva ftutro,
ra do Crespo.
pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coragao de Jess, saudaces devo-
tas s chagas de Christo, orajes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respongo pelas almas, alm de
outras oraces. Prego 320 rs.
'iTA DE VARIEDADES, contendo o kalenda
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
njp eollecgo de ancdotas, dilos chisio-
808, cootos, fbulas, pensamentos moraes,
receitaa diversas, quer acerca de cozinha,
quer de ullu". e oreservatiro de arvores
e frucloa. Prego 320 rs.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, conim o resumo dos direitos
parochiaes. Pre o 160 rs.
Roga-se aos Sr. devedores do estabele-
eimento do fallecido Joda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus debilos na ra do Col-
eg venda it. 25 ou na ra do Queimado loja
o. 10.
se vende a 800 rs. na
a Independencia livra-
e 8 contendo alm do
trio ecclesiastico e-
ia dos principaes esta-
JSuropa e America com
, idade etc. de seus im-
res, reis e presidentes.
mo dos impostos ge-
ovinciaes, municipaes
aes.
lia dos emolumentos
parochRaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
a provincia.
iacoes commerciaes,
as, industriaes, littera-
articulares.
oelecimentos fabris, in-
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramenlos
mentemente montado, far-se-hao tambeni do 1 de novembro em vante, contrat.
TantosTaSio,adeeeconomiadoPublico de quem os proprielarios esperam vlZ
feilos acha-se conve-
es par8
uneragao de
Assignaturj de banhosfrios para urna pessoa por mez.....OOOO
mornos de choque ouchuviscos por mez 15a00O
sptips ie. cartoe.s e banhos arulsos aos oreos annuneiado.
nhoSie
Serv|
O
timo e
classes
Esta
dustrises e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
c, etc.
i elle de guia ao com-
merciaiite, agricultor, mari-
emfim para todas
da sociedade.
as
Precisa-se de duas amas, urna pa- {
ra cosinhar e outra para engommar, j
clando-se preferencia a cscravas: a tra-j
tar na ra do Imperador n. 15.
Fazendas e roupa feila
POR MEDIDA.
Na lojaearmazem de Joaquim
Rodrigues T. dp. Mello.
Ra do Queimado u! SI,
cm sua loja de 4 portas.
Tem um completo soilimcnto de roupas fela3
e por medida a vontade dos freguezes: caigas de
45Koa Direita-43
De 5^000 a 6#000.
O proprietario dtste estabelecimento
^Consultorio central homeopatliicof a,lttnend1 ao estado pouco Hsopgeiro
l da bolsa da maiorpuite da populacao,
c animado por um sentimento phian-
tropico em prol dos seus antigos fre-
guezes, tema lionra de ol'erecei-Ibes
u^i resto de borzeguins de bezerro e
luaire, mnauioJituB estado, mediante
a retribuirao cima.

DE
IPilMllMiD.
&
C'j
- $
Continua sob a mesma directo da Ma-
noel de Mallos Teixeira Lima, professor @
em homeopalhia. As consultas cuma d'an- @
teii
Botica central homeopalliica
Do t
DR. SABINO 0, L PIMO
Novos medicamentoshomcopalhicos en-
casemira e de brim, colletes de. diversas quali- vadosda Europa pelo Dr. Sabino.
des,sobrecasacas de muito bom goslo, um sor- .i,,*!", medicaraanlos preparados espe-g
,. j I cialmcnte segundo as necessidades da lio-,
lmenlo de palelols de panno e de casemiro. al- | mcopalhia no Brasil, vende se pelos pre- "
paca, laazinha, riscadinhos e de brim, que tudo@ eos conhecidos na botica ceulral horeo-
fe*
se vende por preco commodo ; um completo sor- @ Plhica. ra de Santo Amaro (lluodo No- %
____. a..\...L____..- j 1*9; vo n 6.
lmenlo de chapaos pretosde seda para homem,
de superior qualldade a 10#, ditos de castor mui-
to superiores a 163, chapeos deso de seda in-
Rlczes dos melhores que tem vindo ao merca lo,
ditos francezes de diversas qnalidades, ditos de
8
Altenco,
m
Os elTeilos antiepidemicos, que s'o produzdo-!
seda de variados goslos para diversos presos, um
completo sortimento de bordados e entre-meios,
goliuhase manguitos, ludo por preeo commodo ;
chaly deseda e laa de gosto mais apurado que
lern appareeido a lotSO o covado, chitas france-
zas muito superiores de 260 at 4fO rs. o covado
de gostos muito delicados : um grande sortimen-
lode fazendas francezas clnglezas o allemasque
seria impossivel aqu se poder mencionar cora
precos, assevera-se aos Bfrcguezes que ludo se
vende mais era conta que em outra parle sendo
a dinheiro.
Siirop du
DrFORGET
JARABE DO FOKGET.
lempo o
O
FUrtfDICAO
Ra do Brm
No deuo'Mio deste estabe\e ehauismo para os eugeuuos de ass
Machinas de rapor modernas, de golpe cumj
Este xarope esla approvado pelos mais! eminrrles mdicos de Pars,
orno sendo o rnelhor para curar conatipactes, tosse convulsa e ouirss.'
hios, ataques de peito, irriucftes nervosas e insoraaolencias: urna colherada
xarope sitisfaz ao mesmo
aHecce.
pela ma.ba, e oulra i noite sao sufDcienles. O tffeito desle exceleute
doente e o medien.
dtposito na ra larga do Rotarlo, botica de Bmrlholomeo Francisco de Soma, n.
36.
DO
ti I. w.
n (passando o chafariz/
meuto sempre ua grande sortimento de me-
icar a saber:
urido, econmicas de combustivel, e defacMhmoassento :
cJnJctfe Cf0m .C,ub0i de ^^i" largas, leves, fortes, e bem balancada. ; *
Cannos de ferro, e port a d'agua oara cuta.,! e serrilhas para rodas de m tdeira \
Moendas inteiras com virgens muito fortes, e convenientes
r'S.Tt"T^&r.T;:M"110'' ahA>.M -- t
Paresebicas para o caldo, crivos e portas d: ferro para asfornalbas
Alambiques de ferro, moinhos de mandioc, fqrnos para cozer farinha
Rodelas dentadas de todos os tamanhos para .apor, agua, carallos oubois'
AgudhOe, bronzes e parafuso,, arado,, eixo, e roda, paracarrocas, frma', galv^^ par. purgar etc.,etc.
D. W.Bowman confia que>s seus freguezes acharotudo diroo d preferencia rom
m^SZT'^,alDgae?PerrCaqieellelemd0 nechauismoVopriomtZZS.
torw desta provincia, e pelo facto de nandar construir pessoalmeate as suas obras as
oaais acredttadas fabricas da Ioglatem, para onde elle faz viagem annnal paTa o dito m
assim como pela continuado da gna fabrica em Pernambuco, para modiacar o mechan*-'
ibo a vontade de cada comprador, e de fiizer os concertos de que pbder^ SsX
eau, sao^ffiazes, como prova a experiencia que
dellas se lem lirado ltimamente. Os vaporas
que so elevam de urna formula desla fumigarao
bastara para desiofeclar um espada de 340 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim expica Car-
nichael Smith. O andaro que nos vecha de pr-
senle, tem ceifado niuilas vidas, e convem que
(para prevenir-se omal,antc% do que cura-lo de-
pois de appareeido) as pessoas desta cidade, onde
oulra qualquer parle, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e so tem manifestado, recorram
bolica n. 88, na ru Dreila, onde se acha ven-
da quanlidadedaquelle desinfectante O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunta, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo eslar a sua casa afec-
tada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subminstrando-lhe a fu-
migado, produzio ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumsiancias, que
precisarem das desinfcces, o achtiro sempre
promplo para mandar eftecluar a deuda applira-
;ao. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as (asas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
| to approveitem, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das hablaces ; assim como
de importante ulilidade a sua applicagao as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado de pulrefaccao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. 0 prprn de
2.H"<*.Jos da Bocha Parauhos.
COMPANHIA
ALLIANCE
Eslabelecida em Londres
wmm i 824.
CAPITAL
Cine* milnoes de libras
esterlinas.
& proporcoo que lem para mais fcilmente Q
n evecular ostrabalhos deporto, e acenso- m
Ihado pelo feliz resultada que lom oblido Z
& era muiliplicados pnlos laboriosos, tem S
leito sua especialidade sobre ette ramo
H para o que poder ser procurado a qual- 2
quer hora, na ruado Ranee! n 16. Z
IIMIIH @@? ##
. T",?,Tcrccc's,; um fjrneiro para pedaria, que
irabalbe pouco : a Iralar na da ra Direila nu-
mero o
Caixeiro
a,QnUCr pl,Ccisa1r dt "m rapaz para caixeiro, leu-
do pralica de cpbrancas e alguma de balcao para
aqu ou para fura da cidade. queira ir a ra Di-
ruta n. oB, que achara com quem trata*.
-- Ourgel limaos, na ra da Cadeia do Recife
n.3, pnmatro andar, vendem cera de carnaaba,
sola, couriuhos curtidos, fariidia, feijao.
Inhaber dts, Berra Se-
z zugehorenden vierten

Saunders Brothers & C." tem a honra deln-
rormar aes Srs. negociantes, proprietario de
3asas, eaguem mais conrier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros aobre edificios de tijolo e po-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre o$
objectos que contiverem os mesmos ediflcioa
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer nalidade.
Na trareisa da ra das Cruiea n. eegun-
Dei
hlappri
Bandes von~ Heinricli Heines
sammtlichen Werken (Philadel-
piba Aus/jabe) wird hofclist er-
suhet denselben an ffern vander
Liuden abzuliefero.
Jos Thumaz de Campos Quarcsma mudou-
se do paleo do S. Pedro para a ra Augusta, rasa
de dous andares n. 19, porm sua residencia
no segundo andar, onde se contina a vander o
superior doce secco de caj, e de lodas as mais
qualidades, em porlao c a relalho; tambera se
preparara bandeijas e bucelas enfeiladas, a von-
tade do comprador.
Altenco.
i. D. Frick de Lisboa, tem a salisfaco
de informar a todos os seus amigos e cor-
respondentes, que os seas despachos tc-
legraphicos pelo vapor Magdalena, fo-
ram os primeiros que se entregaram na
eslago telegraph:a de Lisboa.
Precisa-se (Je uro criado que saiba cozinhar,
para o servico de urna casa de pequena familia :
na Tonle de L'chda, sitio com porlo de ferro de-
fronie do Sr. Benlo Jos da Costa.
fiollinhos.
Randejas enfeiladas com diversos goslos, dos
melhores buiinhos do nosso mercado, em porco
de libras ou a retalho, que ronsemm-se muito
para embarque- ou viagem ; asfira como pudins,
pstela de nata, creme, lorias, ou outra qual-
quer pastelera para dessert: lambcm preparam-
se bolos finos para o lempo de S. Joio e S. Pe-
dro, das melhores qualidades da massa molhada
e secca superior, tudo com o melhor asscio e o
mais cm conla do mercado, dirija-sc a ra da
Penha n. 25, para Iralar-se.
Msica.
Recebeu-se pelo ullimo paqoete boni-
tas msicas para piano: as ra Nora
n. 43
Loja de marmore.
Precisa-se de urna ama de leite, forra ou
wcrava : as Cinco Ponas n. 67, loja do pintor,
ao andar, ao p desta typographia, linge-se com Francisco Lujt Viries retira-te para fora da
peneicao de qualquer cor, e mais barato que em provincia por algum lempo para tratar de sua
1 outra qualquer psrte. Isaude.
_


<6l
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
GZ*
Fran
peitavcl pi
ressar, qui
radur a se
DU llO DE PERWAMBUCO. QUARTA FEIBA 13 DE JUNHO D 1860.
isco ll.icuus Mala taz cenle au res-
blico e principalmente a quem inte-
lem constituido seu bstanle procu-
i genroJos de Azevedo Mua e Silva ;
glezes, re
O Si
por favor
negocio q
e portantn
dos alugu
gocios.
Y. Hl Harrison
o nico autorsado a pssar recibo
is de alies casas, o tratar de seus ne-
um.
-largo da Penlia
Neste armazem de molhados con-
lioua-se a vender os seguintes gneros abaixo mencianados do superiores qualidades e mais barato
dos propnetanos.
Mante'iga ingYeza c franceza
perfeitamente flor a mais nova que tem vindo ao mercado de 640 a 800 rs. a libra e cm barril
se tara algum abatimenlo.
Queijos flamengos
Hiuilo novos recentemenle ebegados no ultimo vapor da Europa de 1A700 a 38 e a vista do gasto
que o freguez fizer se far mais algum abatimento.
Queijo pvalo
s mais novos que exislem no mercado a 1 a libra, em porcao se far abatimenlo.
iVmcxas francesas
em latas de 1 1 [2 libra por 1S50O rs., e em campoleiras de vidro contendo cada urna 3 libra
pot JS000.
Musanla ingle a e vane exa
cm frascos a 640 rs. e era potes franceza a 800 rs cada un.
ATerdaaeiros figos Ae comadre
m caUiohasde % libras elegantemente enfeiladas proprias para mimo a 1J6O0 rs.
l\o\acV\Vn\\a ing\exa
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 45.
Potes vidrailos
de 1 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 18000 rs. cada
.Ymciidoas confeadas \ro\mas para sortea
de S Joo
18 a libra e em frasquinhos, contendo 1 1 [2'libra por 2tf.
Cupreto,nysoi\ e nevla
es melhores que ha nesvj mercado de 1J600,2 e 2&500 a libra.
Macas em eaixinnas de 8 libras
contendo cada uan diffcrenles qualidades a 4500.
Palitos de denles licuados
era niolhos cam0 raacinhos cada un por 200 rs.
Tijolo i" vane ex
pToprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c f rancezas
em latas e em frascos de difTerentes qualidades.
Presuntos, cnonvVcas c palos
Lia tas de nolacliinna de soda
de difTerentes qualidades a 1^600 em poreo se far algum abatimeuto.
Tambem vendem-se os seguintc's gneros ludo recentemenle chegado e de uperio-
tes qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourir.a muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
itncaotede Lisboa, maca de lmate, pera secca,pas3s, fruclas em calda, a
con atneni jas cuberas, confeites, paslhas de varias qualidades, vinagre t
ptra conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de le
mamuilo lina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cerveias de ditas
epermacete barato, licores francezes muilo Qnus, marrasquino de zara, azeitedoce purilicado azei'
- nas muilo novas, bauha de porcu refinada e oulros muilo gneros que encoolrariio tendentes a
ra uados, por too prometiera os proprielarios venderem por muito menos do que outroqualquer,
(it o melera mais tambem servircra aquellas pessoas que mandarem poroulras pouco pralicas como
, ..? Pef30alraente rogara tambem a todos os sonhoresde engenho e senhores lavradores
i i-Mram mandarsuas encommendas no armazem Progrcsso que seibos affianca a boa oualidadee
Compra-se o Diario de Pernambuco de 16
de ouluhr
mero 69.
Cumpri rase casas em Olinda que o seu custo
nao exce a de 2:0008: quera liver annuncie para
se procuur.
Con pram-se 3 moradas de casas terreas era
boas ras em Olinda, nao sendo o seu custo mais
de 1:000
Nova n.
Compr
vos na
e J. Kirkham, subditos n-
iram-se para a Europa.
Andr Alvos da Fonseca Jnior queira
rou mandar 4 ra Nova, lo ja n. 7, a
te nao ignora.
Compras.
i de 1854 : na ra Direita, padaria nu-
Olinda.
a 1:2008 cada urna
0, primeiro andar.
a tratar na ra
Compram-se es-
cravos.
LO JA DO VAPOR.
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa eila, miudezas finas o perfumarias
ludo por menos do que era oulras partes : na lo-*
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DEH0LL0WAY
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contera mercu-
rio, neta alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno 4 mais tenra infancia, e a compleicao mais
ira-se, vendem-se e trocam-se escra-
rua do Imperador n. 79, primeiro andar
Attengo.
Vende-so a loja de miudezas no principio da
ra Direita, que foi de Marcolino da Costa Rapo-
so, todas as fazendas sao novas e de goalo os
pretndeme dirijam-se a Letellier & C ra da
u.To VigrioTs'.'"^ AU" de Pinh M
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nagoes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario. ano
peiouso que delle fizeram tem seu corpo e mem- delicada igualmente prompto o seguro para
d fnn Z'T16."0 6p0Sde hare-remPrega- desarreigar o mal na compleicao mais robusta:
uo intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosaa
pela leilura dos peridicos, que Ih'as relatam
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao tao sor prndenles que admiran: so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer i
amputago! Dellas ha muitasque havendodei-
xado esses asylos de padecimeutos, para senao
submetterem 4 essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodess.
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa n*
enfusao de seu recouhecimento
Vendas.
Na ra Nova n. 52, loja do louga, precisa-
se de un hornera solteiro para feitor de um sitio.
Veiide-se urna cabra (bicho) muito boa com
dous catrilinhos : na ra do Ouro n. 1.
** vsm e rswrnwrn* irw*WBr sWSwtTOSSeM
Chineas para invern.!
N ra daCadea do Recife n. 23 loja ^
conf'onte ao Becco Largo, vendem-se 3
chai cas proprias para o invern ou para 5
andi r-so em cosas ladrilladas a marmore af
ou t jlo pelo mdico prego de 3J cada S
urna.
Vend
assim c
criplori
che n.
V
muala
nila fig
- declararam es
es resultados benficos diante do lord correge_
dor e outros magistrados, afim de mais autent;"
caremsuafirmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confiaba para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratajo que necessitasse a natureza do mu,.
cujo resultado seria prova rincontesUvelmente
uetudocura.
ungaento le til, mais particu-
larmente nos segnintescasos
Altenco.
No hotel Trovador, na ra larga do Rosario n.
-M, nico no bairro de Sanio Antonio, e ofl'ere-
eeitdo por isso a populacao inteira dessa bella
capital toda a acoiuraodacao no que respeila ao
confurlavcl, contina a servir de ludo cora prom-
plidao e asseio, por menos do que em qualvier
oulro hotel nesla cidade.
| Attenco. 1
9 Curso pralico e theorico de lingua fran- @
4b ceza por urna senhora franceza, para dez @
^ mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
> mana, das 10 horas at raeio dia : quem @
< quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da *,
3$ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
$.-$ adiantados. ^
CASI LUSO-BRASLEHA,
% Goklen Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
taar a casa contigua, ampias e excellenles nc-
coraraodagoes para muito maior numero de hos-
pedesdn novo se recommenda ao favor e lem-
yranga dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-lhesseus
serviros e bons officios guiando-os era lodas as
tusas que precisera conhecimento pralico do
paz, etc.; alem do portuguez e doinglez ialla-se
o casa o hesnanhol e francez.
Dentista de Paris.
15-Ra Nova15
j Fredenco Gautier, cirurgiao dentista
:S ,1Z ldas as operacoes da suaarlo e col-
^ loca denles artificiaes, tudJ com a supe-
Vi rioridade e p<*rfeieao que as pessoas en-
Vgg tendidas the reconhecera.
WkJ*m "gua e pos denlifricios ele.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Simdes Pi-
oienla, que se mudou de Olinda para o Recife e
tgnora-sea ra, a negocio de seu interesse ; r'o-
ga-se-lhe queira annunciar.
Aluga-se um carro da alfendega, dando-se
uro inez adiantado; na ra do Rangel n. 73. Na
raesma casa vend-so cascos vasios a 160 rs. cada
m, e de 50 para cima dase a 120 rs.
SAL DO ASS',
-so a bordo do palhabote Oliveira II,
imo palha de carnauba : a tratar no es-
i de Manoel Alves Guerra, ra do Trapi-
4, ou com o capilo a bordo,
nde-se ou trocase por alguma negra, ou
um negro moco muito robusto, o de bo-
ira : na ra Nova n. 52, primeiro andar.
'VfPx'f jA. -j:>v~a ^SP^V. aa >^.a aoa a -jj j ski
*** cttW 'mS 2SW?W*"CT!WwW'9WrWlWOTS5lIJWo
Alcatifa. |
Cimpos& Lima, na ra do Crespo n. *B
16, tem para vender alcatifa com 4 pal- <<
rao. de largura de muito boa qualidade ^
e p opria para alcatifar, salas e igrejas a
800 rs. o covado, dinheiro a vista.
RiadoQueimadonl.
branco Rordeaux.proprio j Ha | ara vender por pjcc.os muilo commodos as
lodas as qualidades,gora- seguin es fazendas, pjra liquidaeo :
Cort s de riscido faancez, um 2$000.
Diloi de dito dito, covado 200 rs.
Cus ;s de cassa de barra, um 1$.
Cassia franceza de cor, vara 440 rs.
Dita dita, covado 240 rs.
Corles de meia casemira preta a 3J500.
La e seda, covado 400 rs.
Dita dita, covado 320.
Diti la so a 400 rs.
Len:os de seda para algibeira, um Ig.
Diti s francezes proprios gara rap a 300 rs.
Gra ratas de seda de cor de2voltas a lp200.
Dit. s dita de 1 volta a 900 rs.
DilJs dita de mola a 800 rs.
Alporcas
Caimbras
Callos,
an ceres
^rtaduras.
Do.res de cabeca.
^fls costas,
"os merabros.
Lnrermidades da cutis
.emgeral.
Ditas danus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Pistulasno abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Prieiras.
Gengira escaldadas.
tnchacoes.
Innammacodoflgado.
Inflamniacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de oihos.
Itordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
gar o mal na compleicao mais robusta;
inteiramente innocente em suas opera^es e ef-
feitos; po8 busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie egr4o por mais antigs e enazes
que seam.
Entre milhares de pessoas caradas com este
remedio, muitas que j4 estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregarle ade-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
eflkazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Tachas para engenho
Fundido de ferro e bronze
>
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas
Convulsdes.
Debilidade ou extenua-
do.
Demlidade ou falta de
forjas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no venlre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto internitento.
Go'.ta.
Hemorrhoidaa.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoes.
Ir r eg u laridades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenco deourina.
Rheumalismo.
Symptomas ecunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
ende-se este ungento no estabecim,ento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl.Havana e Hespanha.
Vende-se a 800 rs., cada bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum>
pharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
nambujo.
PROVINCIA.
Terccira parte da primei-
ra do LspirUo Santo.
Os abaixo assignados venderam da lotera su-
pra os scg\inles premios :
Ns.711 5:000* Bilhcte.
202 1.000 lquarlo.
A garanta paga na ra na ra do Cjllegio
hay me & Madureira.
Praga da Independencia n. 4.
OUr.Cosme de Sa' Pereiraj
Sde volt de sua viagem instructi-!
Stiva a uropa continua no exer-J
scicio de sua proissao medica.
Da' consuitas em seu escrpto-P
icio, no bairro do Recife, ra da}
Cruz n. 53, todos os dias, menosS
Snos domingos, desde as' Wioras
^t as 10 da manha, sobre osf
(seguintes pontos
Champanha. |
Campos & Lima, na rui do Crespo] n. w
, lem para vender urna porro delgi- ^
afa'^o^io'.^ d0 supeVior *T[-
Vendem-se 2 pare3 de rodas novas para
carrojra : na ra Augusta, casa de sotao confron-
te ao gazomclr. Na mesma casa alugi-so por
preci o.ommcdo um molequo de 14 anuos, para
serv ;os leves.
m$ms%$m mim %&mm$mm
Molestias de olbos
de cora^ao e de
&'
Rnga-sc ao Sr. Antonio Francisco* de
Azevedo. que levou era 19 do abril dous
pares de borzeguins para senhora (amos-
tra) queira levar a mesma loja o seu im
oorto ou a fazenda.
Aluga-se urna casa grande loda euviJraca-
alcovas grandes, sala de jantar grande o 2 quar-
oa_d agua de beber, com alguns arvoredos n
quintal, sito no lugar daCapunga : quem preten-
der, dinja-se ao Recife, na ra da Crnz n. 8 or-
metro andar, ou ra do Livramenlo, loja de cal
;ado n. 3o.
, Molestias
peito ;
Molestia* dos orgaos da gera-|
cao, e do anas ;
. Praticara' toda e qualquer!
operacSo quejulgarconvenien!
te para o restabelecimento dos|
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-jj
ultarem sera' feito indistincta-!
mente, e na ordem de suas en-!
tra das; fazendo excepcao os doen-
tesde ollios, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem hora mar-i
ada para este fim.
A applicacao de alguns medica
mentos indispensaveis em varios)
casos, como o do sulfato de atro-
pinaetc.)sera'feito,ouconcedido
atuitamente. A confianza que!
nelles deposita, a presteza de sua
acco, e a necessidadeprompta
de seu emprego; tudo quanto o I
demove em beneficio de
doentes.
cu
e armazem
DE
seus
Carlos Dabois
CABELLEIREIRO.
Praga da Boa-Vista n. 3.
Participa que tendo recebido um gran-
de sorlimento de cabellos de Paria, acha-
I se prompto para salisazer no mais breve
jg como sejam marrafas a Luis XV.cabellei-
gs ras de loda especie lano para homom co-
^ mo para sehhoras,creacenlea.bands ca-
ja deias de relogios, braceletea, trancas pa-
JQ ra a neis etc., etc.
Preven Jos Domingues Piraerita-peomore cc5o de li-
ello contra os herdeiros da finada D. Francisca
Aatonia da Fonaaca, e constando-lhe quererca
estes vender o que lhes tocar era parlilha, os fez
itarpara, na rma da le, satisdarem o juizo, o
ugaoo. .
Grammaticaingie-
za de Ollendorff.
Noto methodo para aprender a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar,
agencia dos fabricantes amerlca-
nos Groa ver A Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Joanston 4 C.rua da Senzala Nova n. 52.
fEscnptorio de advocacia.
3 O bacharel Gusmao Lobo adroga" no ci- S
S vel: ra do Rangel n. 61 D.
Offerece-se urna senhora que cose e engom-
ma com muila perfeico, prefeiihdo-se que ceja
para casa de familia : a tratar na ra do Calde-
reiro n. 80
Thomaz Heywood, cidadio britanajeo, ra-
tira-M para a Europa.
GRANDE SOnTMEYTO I
DR J
e okasleilasj
laoja
Ges&BastoJ
Na ra do Oueimad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre-
casacas e casacas de pannos finos pretos
o de cores a 28}. 30$ o 35$, paletols dos
mesmos pannos pretos e de cores a 28jj,
20S 22$ e 25, ditos de casemira mescla-
dos de superior goslo a 16$ e 18&, dilos
das niesmas caserairas saceos modelo
inglez 103,t2}, 14 e 15. ditos de al-
paca preta fina saceos a 4, ditos sobro-
casa tambem de alpaca a 7$,8$e 9#, di-
tos de merino selim a 10, dilos de me-
rino de cordao a 9$, calcas pelas das
mesmas fazendas a 5$ e 6$, colleles pa-
ra luto da mesma fazenda, paletols do
brim trancado a 5$, ditos pardos e de
fustao a 43 e 5$, calcas de casemira de
cor e prelas a 73, 8! 9$ e 10$, ditos das
mesmas casemiras para menino a 6$, 7
e 8, ditos de brim para hornera a 3,*,
33500, 43 e 5$, ditos brancos finos a 5,
6$ e 7, ditos de meia casemira a 43 e
53, colleles de casemiras preta e de co-
res a 5$, e 63, dilos de gorguro de seda
brancos e de cores a 53 e 6$, dilos de
velludo prelo de cores a 9$ e 10. ditos
de brim branco e de cor a 3, 3$500 e4,
palilots de panno fino para menino a
153,163 e 183, ditos do casemira do cor
a 7$, 83 e 9$, ditos de alpaca a 3) e 3$500,
sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me-
nino a 53 e 63. camisas para os mesmos
de cores o brancas a duzia 15$, 16 e 203.
_ meiascruss o pintadas para menino do
) lodos os lamanhos, calcas de brim para
I os mesmos a 18500 e33, colarinho de li-
nho a 63000 a duzia, toalhas de linho pa-
*ji ra maos a 900 rs. cada urna, casaveques
?!} de carabraia muito fina e modernos pelo
iji diminuto prego de 123, chapeos com abas
, do lustre a 5, camisas para hornera de
i lodas as qualidades, seroulas para ho-
mera a 16*. 203 o 253 a duzia, vestimen-
tas para menino de 3 a 8 annos, sendo
* calca, jaquela e coletea tudo por 103, co-
| bertas de fusto a 63, toalhas de linho
para mesa grande a 73 e 8, camisas in-
i glezas novameolo chegada a 36$ a duzia.
rmmmm mam mmmmm
Barato.
Leite, lenha e fnieta.
No sitio do fallecido viaconde de Goianna, na
estrada de Joip de Barros, hn par a vender leite
poro, lenha de malta, e fruclas de difTerentes
qualidades, por prego ommoda, de modo que
[ode se revender aesia cidade e tirar bom ganho.
Augusto & Perdigao,
com loj'a na ra da Cadeia do Recife n.
23, couronte*ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. queacabam de sor-
lir seu novo eslabelecimento cor,' fazendas de
gosto, unas, e nienores, para ver.'dcr pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a retalho. se vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas vista.
Neste eslabelecimento se encontrar sempre
um sorlitnento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda cora babadose duas saias.
Ditos de lia e seda e duas saias.
Ditos de larlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas prelas de seda e de fil.
Polonczasde gorguro de seda prelas.
Cinluroes para senhora.
Esparlilhoscom molas ou clcheles.
Enfeiles de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de bailo para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumarias de Lubin e outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdonaplcs de cores.
Chitas escuras frmcezas e inglezas.
Collas e manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhors.
Ditas de algodao para menino.
Algodao de todas as qualidades.
Lengos de labyriulho para presentes.
Collas de crochet prra menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Caigas do casemira pretas e de cores.
Clleles de seda idem dem.
Dilos de fuslo.
Camisas inglezas lodas de linho.
Ditasfrancezas de differeules qualidades.
1 ilas e* saceos de viagem.
Borzeguins de Hellier e outros fabricantes para
home .
Ditos para senhora.
Charutos de llavana, Baha e manlha.
Camisas de flanella.
Chapeos de lodas as quilidades para homem,
senhora e criancas.
Corles de vestidos brancos de blonde com ca-
pella e manta.
Didos de rislidos brancos de seda para casa-
mentos.
No armazem de Jos Antonio Horeira Dias
de C, na ra da Cruz n. 26, vende-so :
Candieiros de lato de Lisboa.
Lazarinos e ciavinotes.
Lena larga do superior qualid ide.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados cora perfeico.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de construogo, de todos os
lamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Ghaeiras estanhadas e forradas de porcelana
inglesa.
Carlas portuguezas muito finas.
Balanga de novo modeHo para| pesar" 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisfcoa.
Ferros de lato para engommar.
Esporas, brides e estribos de metal do principe.
Ricas feixaduras fraocezis para portas com
boloes de vidro.
Paes de ferro de todos es lamanhos.
Ricos palileiros e tiuleiree de metal prateados.
Linhas de carreteis de 200 jardas do autor Ale-
xaudre.
Cera em reas de Lisboa
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul.Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O daposilo geral em caaa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
narob co.
Borzeguins inglczes, pro-
va d agua.
Pechincha seni igual.
Os yerdadeiros e j muilo conhecidos borze-
guins inglczes, prova d'agua, e tiradores de calos.
A 10# o par, dinheiro a' vista.
Leilc & Irmo, na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisara aos seus numerosos
freguezes, e ao publico en geral, que novamen-
lo acabara de receber os afamados borzeguins in-
glczes. c que continuam a vender a 10$ o par,
dinheiro vista. o melhor calgado que ha pa-
ra aquellas ppssoas que padecem de calos, por-
que usando os nao soffrem mais.
Fraecisc Aotoiio Correia Carta,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
NOVO DEPOSITO
DE
(C MIJLS ME HEffith
Ruada I pera Ir iza. 7 o
Neste eslabelecimento ha sempre um grande e
variado sortimento de camas de ferro de uma e
duas pessoas, ditas para meninos, berros de difTe-
rentes qualidades ; como tambem ha urna pe-
quena porro de vinho para se vender em caixas
de uma duzia, sendo Madelra, Alicante, Malva-
zia, por prego com modo.
ilraruta verdadeira,
multo superior; em Santo Amaro, estrada de
Belr ni, casa encarnada, a 1| a libra.
Borzeguins prova d'agua.
Ma ra de Cadeia n. 45, loja de Porlo & Ir-
mo, na esquina da ra da Madre de Dos,
acham-se venda pelo mdico prego de 10$, i
dinheiro, ptimos borzeguins inglezes proprios
para a presente estago.
_ Na estrada do Manguind, sitio da
viuva Carvalho, vende-se por preco
muito commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quatro assentcs, para um ou
dous cavallos, com os seus respectivos
arreos, ou s?m elles, do modo que mais
conveniente parecaao comprador : o si-
to do lado da igreja e o segundo de-
pois desta.
Um sitio para iavrador, com boa casa de
vivenda, estribara, senzala para escrovos junto
ao engenho, e a margem do rio Goit, rom terral
de produegao, distante 6 legoas do Recife : quem
o pretender, dirija-so ao engenho novo Goit, fre-
guezia da Luz, propriedade de Joaquim do Reg
Barros Pessoa.
Pede-se toda attenco.
Na loja d'aguia de ouro, na ruado Cabug n. 1
B, vende-se ludo por pregos baratssimos para
liquidar, assim como seja :
Filase franjas.
Fila.de velludo de todas as larguras, aberias c
lisas, do lindos padres.
Vrar.ias de ert de toda* as larguras e de lin-
dos gostos.
Dilas de laa e seda por prc;o quo admira
Ditas de linha para casaveque.
Ditas de algodao para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de laa brancas e de cores.
Pentes.
Pentes do tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a imilagao de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para baldes.
Molas para fazer balees, vendera-se a 160 rs. a
vara, ou peca de 50 molhos a 6#.
Bicos,
Bcos de seda de lodas as larguras e lindos pa-
dres.
Ditos de algodao.
Leques muilo finos.
Capellas braucas para noiva.
Chapeozinhos para crianga.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como peifumarias muito finas, e mais
objectosque vista do freguez far-se-ha lodo o
negocio.
3 J>CSTtC
l
Seguro coaira Fogo
COUPAHli
T
LONDRES
AGENTES
C J. Astley & Companhia.
para
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanho em barra.
Verniz copal,
Vinhos finos de Moselle.
Enchadas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composico.
Lona ingleza: no arma-
zem de C. J. Astley A C.|
Na ra do Vigario n. 8,
vende-se superior gomms, chapeos de palha e
esleirs grandes e pequeas de carnauba, tudo
novo, fazenda boa, do Aracaty.
As seracntes, plantaa de flores e fructeiras da
Europa, que se achavam na loja da ra do Ca-
bug n. 3 A, veadem-se desde o dia 88 de malo
na ponte do Uchoa sitio do finado Sr. Antonio
BaaJta Ribeiro da Paria, dai f h 8 hora* da
manha e das 5 horas da larde em diante.
ATTENCO.
Vende se sabao amarillo a 80 rs. a
libra em porcao e a retalho : na ra da
Concordia ji. 26.
Vende-se uma canoa muilo p'opria para
aterro, est junto ao estaleiro do Sr Joaquim
Antonio Rodrigues, ra do Brum : trala-sc no
escriptorio da Companhia Pernambucana, no For-
te do Mallos.
Vendem-se canoas de amarr-llo, de 25 a 35
palmos de comprimento e proprias para pescaras,
e abrir, por prego commodo : na ra do Vivirlo
numero 5.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York. .
M. Singer & C. e Wheeler & Wilson.
o novo eslabeleci-
mento vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-sc a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade e seguran;a :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leite 4 Irruios ra da
fmperalriz n. 10, amigamente aterro da Boa*
Vista.
Labyrinthos.
Na roa da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
28, vendem-se ricos lengos e toalhas de laby-
rinthos.
Baratissimo.
Hna to Que nimio n. \\i.
Armazem de fazendas.
Chitas francezas finas de padres miudinhos a
220 o covado, pegas de chita com 38 covadospoi
5$800.
Coberta a 2|000.
Coberlas chinezas muito lindas a 2j.
Rucado francez a 2$000.
Cortes de riscado com 13 1(2 covados por 2j.
Lencos brancos a 2'000.
Lengos para algibeira a 2# a duzia.
Algodao monstro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2#500.
Chales de merino eslampados a 2&500.
Casemira preta a C$000.
Corles de casomira preta fina a 6J, paletols de
brim a 3$, fil de linho fino a 800 rs.
Cambraia de cores a 160rs.
Cambraia de cores muilo fina com defeto de
agua doce a prego de 160 o covado.
= Ganga de cor e brim de linho muilo fino a
500 rs. o covado.
Guita-percha.
Artigo? para invern de gulta-perchn
H ou borracha, vende-se na ra Novo n.45
|| ^* LOJA DE MARMORE.
msmmmm @ies ^mmm
Atfenco.
Vende-te uma pequea fabrica de sa-
bao bem montada, com todos os uten-
cilios, em bornes!; do: quem pretender
drija-se a ra do Brum n. 4-i, que
achara' com quem tratar.
wgafita,ata.aaa*.'aa. Aat^yaa moa,
55waSWwHflBWlWwH5 Arligos para luto.
Chapelinas pretas e mais objectos pro-
prios de luto para homem e senhora,ven-
de-se na ra Nova n. 45
fc^ LOJA DE MARMORE.
Pechincha
Vendem-se biscoilos e bolachinhas de difTe-
rentes qualidades, por menos prego do que em
qualquer outra parte, sendo em porgo : queui
precisar, mando ver na ra dos Pescadores ns.
I e 3, padaria.
Vende-so umbom escravo : na roa do Sevo
em uma das casas defronte da do finado Dr. Na-
varro.
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Russin para
rapazes, muito proprios para a presente estagao
chuvosa, para os que tem de andar diariamente
na ra, sao fortes, de muila durago e nao entra
agua dentro, tem pretos e cor de bisouro, pelo
diatiauts prego de 4* cada um i na praga da In-
dependencia ns. 19 e 21, loja do lampcao na
porta.


BttttO DE WWMH|JCO. QAPttTl Fg4 18 |
FUNCMQAO DAURORA.
Mi-i rf.?!IelriM" **recem 8eus numerosos freguezes e ao publico em eral, toda e
fwaqw obra manufacturada-era aeu reconheeido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
tojos os tamanhos rodas d agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
k m.e,a.moend**' tacj1" de ferro balido e fundido de todos os lmannos, guindastes, gu-
enos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para dcscarocar algodao, prencas para mandioca e oleo de ricini, portes gradada, co-
lumnas emoinhos de Tent, arados, cultiva Joies, ponles, wldeiras e tanques, boias, alvarengas.
ooies e todas as obras de machimsmo. EiecuU-se qualquer obra seja qual for sua natureza pelos
oes ranos ou moldes que para tal flm forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
betoamenlo na ra do Brum n. 28 A e na rua do Collegiohoje do Imperador n. 65moradia do cai-
xeiro ao estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira, com quem os pretendentes te nodem
entender para qualquer obra.
PotassadaRussia
ECAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potaasa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: ludo or nrecoa muito
razoaveia
Loja da boneca rua da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos era de minutos, como
tambem lingem-te na mesma casa a
qualquer bora.
Admiraveis remedios ameri-
canos
Todas as casas de familia, seuhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Milho c farinha.
Vendem-so saceos grandes com milho muito
)om e faiinha de mandioca : na taberna grande
la Soledade.
Vendera se sapuus em quanlidade, sendo
auilo grandes e muito doces, os quaes sao tam-
>em proprios para embarque : a tratar no sitio
la rua Imperial n. 64.
De Brandeaburgf reres.
>t. Estph.
>t. Julicn.
iargaux.
I .arse.
tihtcau Loville.
(Ihteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
i t. Julien.
81. Julicn Mdoc.
(hateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
herry em barris.
adeira em barris.
Cognac em barris.qualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Ceneja branca.
CONSULTORIO
DO
4,000 rs.
por sacca de milho; nos aimazens de Tasso
Irmos.
Aossenhores logistas d miudezas.
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos e prelos de algodao.
Luvas pretas Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos : vendem-so
por precos commodos, em casa de SoulhallMel-
lors & C, rua do Trauithe n. 38.
Prorapto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores ; l aCiaS C llOGIitlaS
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
d i rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
d) tachase moeedas para engenho, do mullo
arredilado fabricante Edwin Maw : a tratar no
sesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
Pechincha.
(lom pequeo toque de avaria.
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguira,
iiidera-se pecas de algodao encordado, largo,
>m pequeo loque de avaria a 2g500 cada uma.
'ranos
Saunders Brothers <& C. tem para vender
seu armazem, na praca do Corpo Santo n.
alguns pianos do ultimo gosto, recetitime
chegados, dos bem conhecidos e acreditados
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres
muito proprios para este clima.
em
II,
nte
fa-
e
."vas'*:?; ^
asen m&m mmmmm;
GBAINDE ARMAZEM
na
3 Rua Nova n. 49, junto
i a Hjreja da Conceicdo dos
H Militares.
gg Neste armazem encontrar o publico
9| pas (citas, como sejam casavas sobreca- "
sacas, gndolas, fraques, e ,'aletols deS!^ *Uli'T>-
sobrl^sn.TT ^U r.? Fi?10'. Vende-se eS'> SantaLuzia.silo na |
Sua nroloe do o, fe l'T^ & | 'gueri ^ 8. Lourenco da Malta, entre fe
^ V^IcXIL^^^^aI9. ,bT os engenhos Penedo de Baixoc renodo de e.
*! Cima : trata-sc no mesmo erigenho ou no I
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de
cabeca, nevrajgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslo, crup, dores nos ossos, contusScs,
queimadura, erupcocs cutneas, angina, relen-
fo de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as eufermidadesescrophulosas.chro-
nicas syp hliticas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
promplo e radicalmente cura, cscrophulas.vene-
rco, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, sferedes do figado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das regrns das
mulhcics, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o syslema, equilibrar a circula-
jao do sangue, inteiramenie vegelaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores Jo venlre, doses de 1 a 3 regularisam, de 4
(des do iigrdo, bilis, dor de cabeca, ictericia, u-
dixcslo, e em todas as enfermidades das mu-
llidos, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
cues, flores brancas, obslruccoes, histerismo, ele,
sao do mais prompto effeito na esc-arlalina, febre
biliosa, febre amarella, e em todas as febres ma-
lignas.
tsles tres importantes medicamentos veni a-
conipanliados de instruccoes impressas que mos-
tram com a maior miouciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidnde. Eslao ga-
rantidos de falsilicaco por s liaver venda no
armazem de fazendas de Baymundo Carlos Lt-ito
& Irmo, na rua da Impcratriz n. 10, nicos
aenlos coi l'crnaiiibuco.
Vende-se um cerro de 4 rodas, bera cons-
truido e forte, cem assento para 4 pessoas de
dentro, e um asser.to para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bera arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
12 rua da Cruz.
9 ssw&lz- <. y '> .3 V m S
Engenho.
V
c
/los amantes da economa
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica,
v tndem-se chitas de cores fizas bastante escu-
r< s, pelo baratissimo preco de 6 a peca, e 160
r. o covodo.
Na fabrica de caldeirciro da rua Imperial,
ji nlo a fabrica de sabo, e na rua Nova, loja de
ferrngeus n. 37, ha uma grande porcao de folhas
d> zinco, j preparada para lelhados, c pelo di-
minuto prec;o de WO rs. a libra.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cise do cores, em novello, para costura: em
cisa de Seuthall t?ellor& C, rua do Torres
n 3 .
Em casa de Rabe Sel mettan A
, rua da Cadeia n. 37, vendem-se
e egantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nva e muito bem acondicionada : na rua da Ca-
d> ia do Recife n. 38, primeiro andar.
Ameadoas coi licitadas para sor-
t t mbem pora presentes a 2^' o irasco,
v mde-se na loja de l.eite & Irmao, rua
d i Cadeia do Recife n. i8.
I
|..v.w v w> wits, uiiua uo afino piuto e rj
brauco, ditos de gorgurao ecasemira, di- R ;
tos de fustoes e biins, fardaraentos para f3
a guara nacional, libres para criados,**'1
ceroulas e camisas francezas, chapeos e ^
i comprador
i 'Jo.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cotes, rita da Imperatriz n. 7,
loja do Leconle.
]! 'hiendas por baixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas o. 10.
Ainda restam algumns faze idos para conclu
a liquidacSo da firma de l.cile Ji Correia, as quaes
sendo cutre ou-
claras, o corado
se vendem por diminuto pro"
------T<-"
a240c2C0.
fixas a 200 rs.
s, a 20.
ovado, a 160 rs.
Relosios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C, rua da
Cruz n. Cl.
Brim trancado de linho,
todo preto.
A melhor fazenda neste genero que lem rindo
a este mercado, por ser muito superior e nao
desbotar: rende-se nicamente na rua da Cadeia
do Kccife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Cocos italianos
de follia de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram qualrodos nossosa 400 rs. um
e i# uma duzia : na rua Diretta n. 47,
loja de unileiro.
Alten cao
Na rua das Cruzes n. 25 se dir quem rende
uma taberna era uma das melhores ras da re-
guezia de Santo Antonio.
Superiores foges
Vendem-so foges de ferro do melhor autor,
para cozinhar oom carvo ou lenha ; na rua da
Madre do Dos, armazem n. 32.
Chitas de cores escuras e
alGO rs.
Ditas largas, francezas, linas
lscados fraueczesde cores
Cassasdo cores, bons padr
Brim de linho de quadros, c
Brim trancado brauco de lioho muilo bom, va-
ra, a IJsOO.
Cortes de calca de meia caiemira a 2jJ.
Ditos de dita do casemira eje cores a 5#.
Panno preto fino a 3j> e 4;M
Mcias do cores, finas, p ra homem, duzia a
11800.
Gravatasde seda de cores ; pretas a 1$.
Meias brancas finas para s rahora a 3^.
Ditas ditas muilo finas a 4 J.
Ditas cruas finas para horiera a 4J.
Cortes de collelesdc gorg rao de seda a 29.
Cambraia lisa fina transpa ente, peca, a 48.
Chales de laa e seda, gran les, um 2#.
Grosdenaple preto de 1600 a 29.
estido a 1600 e 2g.
>reta lavrada a 16j>
Tranioia.
Chegou loja de Ramalho, na rua Direita n.
83, um grande sortimento de tranioia ou babado
do Porto, largo o eslreilo, a 8J e 100 rs. rara.
Bicos e rendas da IIha
Chegou loja do Ramalho, ne rua Direitn u.
83, um grande sortimento de bicos e reodas da
Illia, da largura de um dedo at 2 palmos, por
jucco muilo coinmodo-
Vende-se por commodo prec,o um
fino apprelho de porcelana, mandado
Tr de encommenda, constando de tres
ricos servicos para cha', almoco ejan-
tar : na rua da Cruz n. 61, armazem.
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston & C. rua da Senzala n. 42.
Yinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos &C, roa da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhectdas marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
deaox. Tem as seguintes qualidades :
Fardo
em saceos muito grandes, ltimamente cheaado
do Porto : rende-se no escriptorio do CarriHio,
Nogoeira 4 C, na rus do Vigano n. 9, primeiro
andar.
Seda treta lavrada para
Cortes de vestido do seda
Lengos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para resli o, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 2
Chita franceza moderna, ngindo seda, corado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 2(0 rs.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$E00.
Toalhas de linho para mesa a 2 e 4$.
Camisas de meia, uma C0 rs.
Lencos de seda para pescogo de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos borda
cas a 5-;000.
Corles decalca de case
Chales de merino com/tranja de seda a 5)J>.
Cortes de caiga de risebdode quadros a 800 rs
Merino verde para vellido de montana, cora-
do, 1*280.
Lencos brancos de cambraia, duzia, a 2#.
CALCADO
Grande sortimento.
45Rua Direita*45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
BorzegjinsarUtotraticos. 9|00O
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$00D
Borzeguins arranca tocos. 7|00O
Ditos econmicos....... 6$CGO
SapatOes de bater (lustre). 5$0flO
Senhora.
tot P. A. lobo Hoscoso,
mosm tunsm i wmmm.
S RUA DA GLORIA, CA^ADOFUMDlO 3
Clnica poT ambos os sysiemas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela mqfUa ede tarde depois de 4 horas
Contrata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os eneenhos ou outrai
propriedades ruraes.
Os chamados derem ser dirigidos i sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da I Itonmmi^ nma;~> i f.
pessoa, o darua e o numero da casa. !DoneSll,nt pnmeiraelasse (sal-
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife poderao re- de quebrar).......500O
metter seusbilhctes a botica o"Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos DitOS *"'-- J- -------*
Nogueira de Souza na rua do Crespo ao p da ponte relha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medica-
mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes...........101(000
Ditos de 24 ditos...............15$000
Ditos de 36 altos..............20^090
Dito de 48 ditos...............25*000
Ditos de 60 ditos................0;000
Tubos arulsos cada um. ;..... ....". 12000
Frascos de linduras............. ." 000
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez cora o diccionario dos termos de medi- *
cia,cirurgia etc.. etc. ,.......20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10$000
....... 63000
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
todos de merm contra
calos (salto dengoso).....4J50D
Borzeguins paia meninas (for-
tissimos)..........4j)00O
E ra perfeitosortimento de todo caI-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
| ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
g@00 @8 O $-,#;>
i Remedio asialieo

i Contra as erisipelas. S
I' t ......;n__________.. .' Ai
Esta maravilhosa preparacao ronlieciilo
e popularisada na India entre os Malayos
6 o mais evidente remedio contra as eri-
sipelas, vende-se na botica da rua da
Cruzn. 21.

i
<8>
DE
glLQUKlgil g Pdlfigifl GE IITA68.
Sita na roa Imperial n. \\8 e i20 junio a fabrica de sabao.
DE
do
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Cosa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de difTerentes dimenr-e* fptP"in<. rt
300 a 3:000*]1 simples e dobr.dos.para destilar guariente, aparelhos desliK. c^t^o, i abXido
@ e@ eS
Fogos de-vista
Para o festejo de Santo
Antonio eS. Joao.

Jos Paulino da Stlr declara aos amantes dos
Jc Santo Antonio e S. Joao, que tem es-
Suissos.
para resillar e destilar espirilos com gra'duarao al 40"gros"7pela"ad'acao"d sonTart&ri'H!! Mm"H7 \LVltl.",* U fKr0S "" r'!? lmP^^
melhores systcmas hoje opprovados e conhecidos nesta o provS do imniri hl ; ShuJ I "d, "b'-' c?"forni0 a '"S
je todas as diraen.oei asperan.es e de repucho tanto de cobre'coKrbSTn0 .ToVrncS. SE^SS3J^.^2LW,^
Je bronze de radas as d.raengoes e femos para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e bendo tambera enron.medas tat nn'.!,^^
ferro pararodas d'agua.por as para fornal has ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas : como para ra. da ,r"i"a in n
u d.mencoespara encaraentos camas de ferro com armacao e sera ella, fugos de ferro potaveis e TwSJ^S^S^JSST^t^S.
econmicos lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumaderas, cocos mateiiaes P"dt'
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco era lencol e barra lsnces e
arroellas de cobre, lences de ferros lato.ferro suecia inglez de todas as dimenscs, safras Tornos
e folies para fcrreiros etc., e oulros muitos artigos por menos preco do que om outra qualquer1
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda cora presteza e perfeicao ja conhecida
e para commodidade dosfreguezes que se dignarera honrarcra-nos com a sua onGanca acha
rao ua rua Nova n. 37 loja de ferrageus pessoa habilitada para tomar nota das encommendas"
Relosios.
Era caa de Schafleillin&C, rua da Cruz
3 !. vende-se um grande e variado sorL'.menlo
ri Ionios de algibeira horisonlaes, patentes, chro- i
o imulros, mrios chronomclros, de ouro, prala \
d"urada cfollu'adosa ouro,sendo estes relogios
d s priraciros fabricantes da Suissa, que se ven- i
di io por procos razoavtis.
Pedras baratas.
Joao Donneny t.ju contratado com o soverno
provincia, por uitermeoio 4.ni0i Sr dircc.
ti r das obras publicas o furnecimento do iodo.)
a pedias exirahidas da ilha do Santo Aleixo,!
popiiedade do annuncianlo, para clcame uto das
ins desta ciaade ; e como is niesmas obras
blicas por emquaulo se acliarn poralysadas, e
nha o Rsra. piusidcntc da provincia por dospa-
i" ile 16 desle mez concedido Uceaba ao mesrao
nuncianle para dispor das mesmas podras, c
pjr grande quanlidade que tem o aununcianlc,
nD caes do Hamos, oTereco a quera interessar,
n grande ou pequea porgao, que as vende
n uo era cotilo. O mesmo annunciante cnten-
!iido-se com o Sr. Hampa, hbil architeto, bem
c inlici ido nesta cidade, conhecedor das quali-
dides de pedras e lijlos, se tem admirado de
nio se ler empregado em alicorees este material,
q lal as pedras do annuncianla, como se pralica
uiF.uropR, para evitar a humidadp as paredes.
C mesmo Sr. Hampa tem encoinraendado ao
a nuncianle -00 toneladas para esse fin, dizen-
d> que em obra sua jamis deitar lijollos era
a icerce ; pelo preco que tem o annunciante
v radido no mesmo senhor lhe sabe raui mais
b iralo do que lijlo. O mesmo Sr. Rampa jeu-
n e licenc.a para usar do seu nome no presente
a inuncio. As pedras escolladas para aimazens
o i colgadas, a dez mil ris por cera palmos, dei-
t;das is pedras em qualquer parle desla cida-
d i a cusa do annunciante, com toda aclividade
p issivel, para o que lera as proporcoes necessa-
ri is ; os prcteudeiitcs dirifam-sa a rua da Praie
eicriptorio do annunciante.
Vende-seem casa de Johnston Patcr & C, rua
do Vigario n. 3, um bellosortimcnto de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem uma
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
=on Espirito de viuliocom 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
lirios, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua larga do.Rosario u. 36.
YG,^CIY
para os mesmos j preparados para
aquellas pessoas que qiiizerem fabricar partiiu-
larmcnloe sem muilo trabalho, ludo por precos
muito razoavois ; os pretendentes pudem alii di-
riglr-se, ou na casa de sua residencia, que o rn-
rontrarao a qualquer hora do dia, e protesta .,-r-
vj-los de forma que os deise satisfeitos, nao s
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade-
dos matenacs que rmprega. e pericia dos artis-
tas que possue em seu estsbclecimenlo.
FlNDICiO LOW-,PW,|!Tic^oTfTTgloi:
Hua da Senzala i\ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
j comapletosorlimentode moendas e meiasmoen-'
das para engenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado, de todos os tamanhos
para di
1 Loja de
Si HE
ao.
.**
Biarmore
43
II
te
Rua Nova 43
9 Os proprietariJS desto estabelecimento M
' himl* Oo rcP'iavel publico, qno ac- &
bam de receber pelos ma.os'val.ores da
Rua da Senzala Nova n. 42
Vende-e em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glczes, can deciros a casticaes bronzeados, lo-
uas inglezas, fio de vela, cliieote para canos, e
montana, arreios para carro de um e dous caval-:
os. e relogios d'ouro patente inalezes
Para senhoi as.
\cslidos de cores de moiranliquc o gro-
de-fic.
Capas para sabida de baile e lliealro guar-
necidas a aruiiiilio, ultimo gesto.
Ditas de velludo preto, ultimo gosto.
Enfeites de phantasia para baile e I
I tro
iea-
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porto de superior qualida-
di, era caixinhas de 12 garrafas, por preco com-
mjdo : no armazem de loura de Fragoso i Valle
n; rua da Cadeia n. 6.
No pateo do Carino
n|. 43, deposito de Franco &
Santos,
hajum completo sortimento de charutos dos mais
al" mudos e acreditados fabricantes da Baha,
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques:;p
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,; loja d Lecomte.
Vinho feiloria do Porto,
i como ainda aqni no veio, de 26 aunos, lem mes- ({
' rao no caixo 1834 com 2 duzias e 1 garraflnha I 9
da amostra por 40,000, tambera se vendem as lj>
garrafas a 2 na rua do Rango!, loja de louca n.
4, e na rua defronte da Madre de Dos, armazem
do Barros & Silva.
Metaes finos.
Chegou pelo ultimo paquete esta loja um ri-
quissimo sortimento de metaes das seguintes
qualidades: apparellios para almoco todo com
piolo do verdadeiro metal plaque, dilos ordina-
rios, baxellas para juntar, e todos os ornamentos
para completara baxella que vem avulso, e or
pregos mais commodos que se podem obter, co-
Iheres para sopa, cha, terrinas, e assucareiros.do
verdadeiro metal plaque.lalheresdecabo de metal
do verdadeiro marim, osso flno, bfalo, unicor-
ul-
es-
Chapelinasde palha da Italia e seda
timo gosto.
Loques de phantasia o madreperola.
Chales de cachemira com bordado
pecial.
Braceletes do sndalo e lequcs.
Extractos de sndalo.
Vestidos de cambraia brauca bordada.
Luvas do Jouvin brancas, prclus e de
cotes. 3|
Murgas, broches e pollerines com man-S
gilos do cambraia finissima, borda- jft
dos a ponto de Inglaterra e guarne- a
cidos a renda valenciana. ^
5^000 .
Crande sortimento de ferros de engonimara
i
Fugio da casa doSr. Manoel Ferreira l.iioa, no
dia 8 do eorrenie, as 8 horas da noite, aonde sr i*
senbor o tinha alugado, o u.ul-ilo de nome Be-
larroino, natural do sertao, com os sigoaes se-
guintes : cstalura regular, clieio do corpo, olhos
algunacousa vormethos. principalmente quande
bebe, barba pouca, beigos grossos, ios idom, em
ti m delles tem um dedo ;! ij.ido de um lalho de
machado, c diz o Sr. Lima elle estar presente-
mente com uma (crida em um delles de um lado,
i muilo regiista, intiiula-se glosador, de idade de
40 anuos, pooco mais au menos, levou vestido
calca, camisa de algodao azul e chapeo de biela
cor de macaco ; elle veio ha poucos mezes ao
engolillo Alto, de Joiio l'ernandcs, fregurzia de
Agua Preta. aonde seu senhor foi rendeiro. Des*
conQa-se olio andar pelas rreguezias de Samo
Antonio o s. Jos : portanto rog.-seas antorida-
ues potiriacsorifiLi,.; ne campo halara de o sd-
prehendere lrva-lo 6 casa de seu soubor. na ra
Imperial n. 169, que so,ao genarosamenle recom-
pensados ; roga-se tambe. aossenhores empie-
gados da esiaru da via ttrreS tepararni tanto
[g na sabida do trem os iiassjgeiros, e eomd n;
y comotiva do servico, pois o mesrao j tentn je
J outra vez sabir para ir trabalbar na estrada da
mesma via.
Pugioo rrolccnle delnome Ccraldo, a 9 do
correte mez, idade 15 alio annos, cor preta
'^ I feicoes bonitas e miu' as, cabera redonda o pe-
ra,- : quena, pescoco lno.corpd espigado,um lan'o sc-
% coporm espadando e refireadodos peos.bra^os
ig> c pernas finas e compridds, em uma das cael'l.is
gg i lem cicatriz de ferida e nd peilo esquerdo marcas
en de ventosas, do mesmo lqno marca de um gran-
ffi
3g de caustico, muito ladino e velbacole, levou vrs-
^ lido camisa de algodao d; Ierra.calca de ganga i;i
O vellia decr aciscnlada, itiapo de fel.ro de igual
S ( cor a da calca tambem vlho ; rogase as aulliri-
3K dados o quaesquer particular a captura do dito,
I' pelo que muilo se agradcela e se recomr.onsa-
jr a quem o levar a seu senhor Jos Pereira d8
Ges ou der noticia no piteo do Terco, segundo
andar.
Acha-se fgido desde
o escravo Flix, crinulo,
lera os seguintes signaos
o principio de maio
,- | vapor dos mais ricos modellos quo se podem en- <'"", m,'v,0' fa"a dscanad:''. Jpm P
s contrsr neste mercado, cora seus perlences de '. i e tr>''1ftl' ""la-se po
- cova invencSo, que muito dever agradar s pes- u ador H *'i T S, "8kl nf
soas que oscomprarem na rua Nova n.
do Viaona.
loja
as para baptisarcrian-
ra preta a 6$.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6J50o,7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ta e baia a 7, 9 e 10$, dilos de lontra prelos e
de coces, muito linos a 6$ e 7a, dites do chile a
3550O, 5, 6, 8, 10 e 12$, dilos de felice em gran-
de sortimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homens e meninos, de 2&5O0 a 7jg, di-
tos de gorgurao com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conla, bonetes
francezes e da Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, lavas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhores freguezes, vis-
Ua do preco e da qualidade da fazenda, nao dei-
laro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ruaDireiia d. 61, de B. deB. Feij.
sirji como ha no mesrao deposito vinho de sune- via. e de oulras muitas qualidades para
mesa e sobremesa por presos muilo commodos e
que muito dever agradar ao freguez : na rua
Nova n. 20, loja do Viauna.
riejr qualidade, licores, consorva, mormelada
miito nova, genebra de Uollanda, chiskey.
Ruado Codornizn.8.
Vende-se.
lilho em saceos,
arinha de mandioca.
/arele de Lisboa.
ij.liatutos da Italia.
Ij'eijao aroarello.
ijabao massa.
li'ito amarello.
rroz com casca.
1 outros muitos gneros, ludo mais baralodo
qm em parle alguma podem encontrar os fre-
sedulas velhas e cobre por
gu.
gei
zes que trocara
eros.
na,
go
C
Barato que admira.
a loja de Machado & Santos, rua do Queima-
do o. 6, por bailo da boneca, vendem-se as se-
lles fazendas
lecas de algodao com pequeo toque de ava-
tendo cada peca 20 varas e 4 palmos do lar-
hilas francezas para coberta, covado a 280 rs.
I' itas ditas para vestidos, btalos padres co-
) a 240 rs.
11oaU" muUo fln08, boniiot padres, cova-
280 rs.
vad
El
do
PSlas inglezas escuras, bonitos padres, covado
a 10 rs.
Lsazirrhas para vestidos muito finas, covado a
800 rs.
Clitta de seda, ultimo gosto, covado a 400 rs
Cortes de ganga para calca, boa fazenda, a
L ;ncM de seda de cores a 1&.
Birzeguios francezes de superior qualidade a
8#6tO.
4J0C j, e um completo sortimento de roupas fe-
tss ce todas as qualidades, por menos preco do
que ;m outra qualquer parte, dao-se amostras
com penhor.
Vende-se uma prela com 80 annos de ida-
de, tozinheira e perferta engommadeira, dndo-
se a prova ; s vende-se para o mato : na rua
das 3ruzes o. 30, so dir quem rende.
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5#000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leile 4 Irmao, rua
da Imperatriz n. 10.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
luiargo da usscuibla.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijo mulatinho muilo novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca de diversas quali-
dades, milho, farelo superior era saceos muilo
grandes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha de carnauba, lu-
do por pregos commodos e em grandes porcoes
ou a relalho, conforme a vontade dos compra-
dores.
Bezerro francez
grande e grosso ;
De 4 e 59.
Na rua Direita n.' 45.
cobert
ouro p
de um
vindos
South
e descabertos, pequeos e grandes, de
tente inglez, para homem 9 senhora,
los melhores fabricantes de Liverpool,
)elo ultimo paquete inglez: emcSM de
MelloraiC.*
IMUTIL
Refinaco de assu-
cardoMonteiro.
Continua-se a vender assucar crystalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica doMon-
teiro, pelo prego de 7000 o arroba, e aprompla-
se barricas de lodos os tamanhos, com brevida-
de e aceio : na rua do Caes de Apollo n. 63.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambemtrancellinsecadeias paraos mesmos,
deexcellente costo.
Bandeijas.
finas e crdi-
113 rua Nova
Riquissimos temos de bandejas
narias por precos muilo commodos
n. 20, loja do Vianna.
Na rua da Imperatriz n. 16, se dir quem
vende uma fabrica de fazer velas de carnauba,
bem monlada, e excellenle porque ainda nao
preslou servico.
Botica.
Barlholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salaaparrlha Bristol.
DiU Saods.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).'
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Elliiir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de % oncas a
121ibraa. *
Assim como tem um grande sortimento de pa-
A nMa (nrrn (tu r. ...i -..j______j
de idade de 24 annos, e
cor fula, altura legu-
erna direita
r forro, o
m diversos
bairros do Recife e lambern na Passagem da
Magdalena e Po?o da Palnella : roga-se, pois, s
autoridades policiaes ou a qualquer pessoa que o
reronhecn que o caplurem c levem-no rua da
Guia n. 58, que se graliiear.
Fugio no dia 29 do rcez prximo pnssado
uma escrava de nome Anglica, reprsenla Icr 40
annos, pouco mais ou menos, levou comsigo ves-
tido de chita preta e chale preto com flores r-
xas, e com os signaes seguintes : estatura baixa,
cor parda, ps e olhos pequeos, denles da fren-
tre podres, e muito regrisla quendo falla, julga-
se que ella esteja acoulada em alguma paiie :
portanto roga-se a pessoa que a (em em cu po-
der leva-la a seu senhor, quando nao, se proce-
der com todo rigor da lei : portanto, pede-se as
autoridades competentes e capiles de campo a
captura da dita escrava, e gratifica-se a pessoa-
que leva-la a'seu senhor, na rua do Queimado
n. 18, segundo andar.
Desappareceu no dia 5 deste mez o escravo
crioulo. de nome Germano, estatura mediana,
cor regular, bstanle descarnado, picado de be-
xigas, cabeca grande, representa ler 30 annos de
idade, foi comprado no dia 31 de maio proxim
passado ao Sr. Joao Evangelista do Mello Brilo,
morador na freguezia dos Afogados : quem o ap-
prehender, leve-o rua Velha, casa n. 34, a sei
seu senhor o abaixo assignado, que ser recom-*
peusado.Feliciano Joaquim dos Sanios.
- No dia 7 do crrante fugio o moleque An-
lonino, do idade de 15 annos, secco, esperto, de
cor fula, levou calca branca, jaqueta de riscadi-
nho, chapeo de felro pardo com fila prela larga,
talvez se intitula de forro : quem o apprehender,
leve-o a rua do Imperador n. 73, que ser re-
compensado.
que
Duzentos mil ris
Contina a eslar fu vida a escrava Paula, .,
diz chamar-sc Paulina, 6 alia, magra e fula, e ha-
toda a probabilidade de estar acoulada em algu-
ma casa, ou mucambo nos arrabaldes desla cida-
de f quem a pegar, leve-a i rua da Cadeia Velh
n. 35, que receber 200$.
Fugio no dia 25 de junho p. p. o escravo mu-
lato de nome Luiz, de idade 18 aonos, edr bem
clara, cabellos crespos, cortados rente, alto,
secco, e muito marcado de oexigas que soffreu ha
pouco lempo, levou calca azul e camisa de bata
pelpMt forro de saiaj o qual ve"ude"a"modro da D,ema cor, suppoe-se ler uma cicatriz, de ta-
Iho em um dos ps. Este escravo foi comprado-
a Sra. Joaquina Francelina do Espirito Santo,
moradora em Timbauba de Mocos, lem irmao e-
parentes no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para abi : por isso roga-se aas capiles de-
campo e a qualquer pessoa que o encontr a sua
apprehenslo, e que o leve rua Velha n. 69 que
seiio generosamente recompensados.
preco.
Para padre.
Bicos da Ilha a largura de 1 dedo at 8 pal-
S?i".; "e0,,e,8'.anlesque se acabem: na rua D-
retla n. 83, loja.


w
Litteratura.
O proleslanlsmo mtderie e a phrloso-
phia da historia.
(Conmuto.)
Nessa philosophia ha muilas rousas, ruja res-
P o n s :i l i I i da Je nao aceitara a lhe olngia mu lerna.
Na realiilade Mr. Bunsen nao reserva da theoria
protestante seno urna f mystica que se allia
cota a crenga .racionalista to extrauhanienie
quanto a ntelligencia e a consciencia natural
sao para nos os interpretes do pensamento divi-
no. Supprimi o dogma da salvagao gratuita e da
importancia humana ; supprini' a i lea do quo
o humoni, para aehar o repouso.lem necessidade
de apagar as su.is faltas, e purgnr-se dos vicios
que Iho fuera m commeller, o de que nem as-
sim podo conseguir por si mesmo o que lhe
indispensavel conseguir ; supprimi o perdo e a
regoneraeo ; e nao haver raais protestantismo
e segundo os protestantes, nao haver mais
chrstianismo. Seohoraem por si sufficiente
para expiar os seus peccados e para se sanctfi-
car, neste raso ser intil a inle.rvengao de Deus
dos o* poderes que, na uirecgao dos individuos,
os lem habituado a oo consultar seu orculo
interior, quo elle faz remontar como sua ori-
gem a incredudade dos lempos modernos, e
desorgjin3ago social que dahi provem ; e pola
abolicao dessa servidao espiritual, pela suppres
sao de todas as legislaces e de todos os legisla-
dores terrestres que se" collocam entre o christao
o Deus, que elle espera fa/.e-r rollar as almas
supremaca do Espirito Santo. E nao obstante
Mr. Bunsen, ewdonternente um homem fervo-
roso mais do que um crente aferrado
mesmo consiste o seu tituto do honra.
DIARIO DE PEftWAMBDCO. OUaJiTA FHRi 13 DK JNHO DE IIM.
; e nisto
Desojan-
do o que desejariam os Wesley, os Spenor'e'ou
tros apostlos da religio do corario el'le nio
possue o seu lado exclusivista. Enlre aquelles
urna necessidade reprimi* a outra, e para aug-
mentar a utensidade dos sentimentos. elles pro-
curavara mais ou menos sacrificar as intelligen-
nas, afaslando-as da dscussao sobre as doutri-
nas ; ao passo que M. Bunsen com a sua nature-
za mais franca procura precisamente reanimar as
aueicoes, despertando a actividade dos pensa-
menlos.
Quer a independencia da razW por qie o
examo veda o esquecimenlo : quer que o
chrstianismo seja o dominio em que se exergam
sobre a ierra, e a religio da redempcao oerde-1 i .'!oss;,s ""S" mtellectuaes, que seja
ra lodo o valoren) que a temos, e que faz della
o complemento da nossa humanidalo. Pois
essa ideia que M. Bunsen supprime, ou pouco
fallou para supprimi-la, pe poder immenso
que elle d vontade e liberdade. Deixa-se
menos levar pelo que a theoria protestante tem
de profundo, como a expresso do fado real da
alma humana, de que por aquillo que ella dei-
la a desejir como .systema moral, e como meio
de direegio.
Emhcrga sobre ludo urna difflculdade que ella
nao esclarece a do dever, e dos estorbos que
nos cabe fazer contra nossas inelinaces. Como
fallar do dever, quando se nao recoiihece outra
santid.ule valiosa senao a atgenoragio da alma,
a possessao de urna noa natureza moral instinc-
livaraenle inclinada a todo o beni ? O dever
luppoo urna lula, urna necessidade a que o ho-
mem so impoccontra o seu coracao. O protes-
tantismo parte de urna victoria j conseguida ;
pasa aquellos, que n.io podera ir alm do dever,
nada ha que dizer senao que elles nao possoem
anda a fe que transforma o coragio, o que essa
fciimpre-llies obter. M. Bunsen, oo contra-
rio, insere no proprio dogma a necessidade da
lula o a accao inctssanlc da vontade, que pre-
cisa ser constrangida para qne seja livre. As
arcos, quanto ao seu systema, nao dimanaru
somcitfo do esrUdo de graga, a que se chega
pela f; a detorminacao de obrar, o sacrificio que
laxemos do mo principio da acriosao cansa c
philosophia em que se condensen) toda a nossa
experiencia o todas as nossas concepces, e isto
para que a f penetre na vontade c na ennscien-
cia por todos os polcrcs do espirito.
E rebaixar a revelacao, diz elle, trata-la como
urna verdade toda externa, que nao deixa uo ho-
mem aegio alguma. c quo, segundo a expresso
de um adorador do sentido lilteral, poderia ser
outhorgada egualmentc a um cao, se tal fosse a
vontade de Deus.
A revelagio, acroscenta elle rrpetindo urna
expresso do reverendo Mauricio, nao forma a
verdade, pois \que ella a enunciagio da mosma
verdade.
Mas ser corto que a, razio entregue a si mes-
ma poder concordir com o Evangelho em suas
concluses? Para Mr Bunsen nao ha duvida a
respeito ; e snppor-so que assim n.io seja, de-
monstra falla de f, o mesmo que negar que o
chrstianismo seja a verdade, porquanto, so elle
verdadeiro, nao pode ser contrario ra*ao.
Nunca vi tanlo racionalismo ;- este systema
bem se assemelha ao antigo axioma que
tjdoque inconcebivel nossa razi, por isso
mesmo um obsurdo, um irapossivel, um desar-
rasoado absoluln.
Mr. Bunsen acrespenta todava que essa indo-
pon Jencia do pensa nenio individual exige por
ouiro lado urna stria reflexao sobre os cosiu-
mes fralernaes da congregarlo. Ha apenas um
meto de dar pralipa os seus direilos legtimos
e.ru"rau (.gra,lo e cenles uiianiujes
c>mi toda a sinceridade empenhada na
pj-la em pratica. cada um por
na H.
flm de
i e lodos por
s-'us esfonjos coniunclos, convm antes que ludo
qio se procure formar a associacao Dor adhe-
- associacao por adhe
s.es voluntarias ; convm que a vontade dos
rrembros determine f
que
e a regra a que se tem
e les de sujeitar.
Em consequenria.pois.dcssas principios, cessa
a egreja do estado, cessa a lei civil que di ao
o ipltsmo ou aceilacao, um formulario qualqupr,
cissa aauloridade sacordotal qu- charna a si o
piivlcgio de dictar aos leigos umay lei religiosa
que piles nao tem aceitado segundo as suas con-
vicQoes, cessa finalmente a hiearchia geral, que,
p >ra levar todas as cungregicdes uniformida-
Wc. nOnsfii oecUoi.i coima a sautftloritf os n .
os lempos, quo julga ha ver regulado as rolacoes
entro a religio e asociedade civil, proclamando
a separscao da egreja e do estado, isto pon-
do em face um do outro, um estado sera religio
sem influencia sobr a marcha da sociedado.
Ello nao qnor que o poder ecclcsiastico orde-
ne sobro o magistrado, era que o poder polti-
co regule as conscie nrias : mas para impedir ao
mesmo tempo essas duas lyrannias, o meio a
que elle se soccofrro anr.iquilar a aulordade
sacerdotal, restituir communidade chrislia a
liberdade que lhe foi suhlrahida, e estender
communidade civil a niesma liberdade : que os
fiis reunidos era congregarles so tornera os
, nicos arbitros de suas proprias rrencas oue
r enT, ^'^ ^ sutf proprla cons-f os raesmos horaens que na qualidade de eda-
I daos elegem os seus deputndos, ni qualidade de
_ No se pode todava dizer que Mr. Bunsen seja
lao recto nesses planos como se presumo pela;
si as paiavras. Na realidade elle nao deixa o in
di viduo entregue a si proprio, pois quo cstabe
le-ecorao principio que a congregacao, ou, com
elle diz, a consciencia collcctlva o ute'rprcl
di Espirito Santo. Alm disto permiti um epi
copado promiscuo: prope que as parochlas fon
mm grupos ou pequeas egrejis, lendo cad
una um presidente noraeado mais ou raenos'di|-
rellmenle pela reunio dos deis, e encarrega
de administrar na qualidade di chefe sob a v -
g aneia da assera^la geral. Porm quanto e.;-
sa i pequeas egrejas, sero inleiramente abar -
donadas descripcao da ignorancia ou da san-
doria, do espirito de t ou de incredudade. qi e
peder dominar na valora dos seus membroi,
perqu at mesmo em materia de dogma o pod ir
legislativo nao deve pertcncer senao comrai -
ni lade.
Por outro lado entre esses diversos estados so-
beranos Mr. Bunsen nao deixa subsistir vincu o
al;;um obrgalorio, alguma auloridade que offen -
e.a urna garanta contra 03 conflictos, qne possan
ha ver as commundades. A provincia eccl 1-
sistica deve ler por nica base as conferenci is
livres regularisadas por synodos, em que lomem se
-" v >>**' |"']|c'|'iu um *t' V ----Jtii l urja j.
parte integrante desse estado.' Em urna pala-1 sem 1". cl,la compiometta a paz c a caridade .
vra, a salvacao nao depende do inerecimento i essc n,el. "ronsliluir o chrstianismo collec-
dc Chrisio : "Chrisio nao fez mais do que abrir o 1 iV ? afu;'> rren0P vinculo.cntrc os chris-
enminhn, ensina-lo, e preencher por si o sacri- i, "1S lsolail3. fazeni o destes a qualquer momen-
Ocio que serve de modelo, o triiimi.ho comple-i' verJ!d"""s coll boradores, pormitlindo-lhes
10 da natureza divina sobre a natureza humana- | u.m conjunclo de dueilos e de deveres ecclesias-
porm mislerque cada homem procure de sua I os ('"e os chamc 'onlinuamente a deliberaren)
parte alcancac urna victoria egual. O voto de ,,e c?n'mum accord(, c de commum accordo pro-
sacrilicio da nossa personalidade o nico bap-
tismo efficaz, o baptismo que nos lauca no
seio da chrislandadc : nao precisamente'urna
eonversao que se sent e se elTeclua n'um 1110-
mento dado, a oblac.lo de lodos os ins'.anles,
o facto quoldiano da nossa renuncia ao egos-
mo, e do nosso juramento de Ddelidade ao
Espirito Sanio.
N.io houvc anda doulrina p'olestanle que
apr''seiilasse tendencias to pralicas ; e entretan-
to Mr. Bunsen conserva, exaltando-a, todo espi-
rilu'.ilismo que se a poia enlre os protestantes oa
doulrina da salvacao somonte pela f. Nngucm
mais do quo elle se afasia da doulrina opposta
das boas arcocs, ninguem mais do que elle pro-
cura fechar osolhos a rectidao di conducta ; vai
al querer apresentar ae homym a perspectiva
da perfeico divina ; o seu lira chegar al o
nllimo di'gio da humanidade, e chegar por as-
sim dizer parlindo do mundo para a vida eterna.
Tambem ninguem se mostra menos disposto
do que elle a admillr a idea de urna lei; nao sei
que bajara paginas mais bellas, e que respiren)
tanta exallario de sunimas aspirares, do que
easas em que elle descreve a lula daegieja con-
tra o partido judaico, cujo espirito jamis pode
calcular a distancia que ha do homem para Deus,
e que_ aUribuia lodo o direilo escravido mo-
ral, nao considerando o Creador, seno como am
polor, um Senhor.D
J rouiinua elle, sob a influencia da inspira-
co livre. se hara creado alguma cousa seme-
llianie urna sociedade ; os senlimenlos chris-
tsns tlnham espontneamente prodimdo o casa-
mento christao, a palernidade chrislia, urna no-
va cutleccao de relacoes publicas e privadas. Se-
ria conveniente prevenir a reincidencia do pec-
cado, tornando para sempre obrigatorio esses
coslurncs j eslabelccidos, e decretando-os como
una parle do culto exigido ? Espirtos esclareci-
dos assim o pensaram. Inteligencias cegas, co-
raedes pusilnimes!
Nao romprehendiara que, para fazer cora que
os individuos se nao desviasem do seu caminlio,
propunham malar-Ibes a vida d'alma. Ligar-se
a este pensamento ser o mesmo que admittir que
a religio do Chrislo nunca passar de um ritual,
de uva regra social : ser o mesmo que condem-
nar o christao a nao passar de escravo de urna
aatoridade que. o impedira de ser fiel sua cons-
ciencia ; ser reduzi-lo a nao ser um ente moral
constantemente movido pelo seu proprio senli-
mcato do dever moral.
Assim, pois, liberdade plena no dever, activi-
dade incensante sob a inspirarlo da coosciencia
pessoal christi?nisada pola f," privilegio e obri-
gaeao cada individuo, de submetler a sua alma
ao esoirito, esforcando-se depois por executar
dos seus actos o que o mesmo espirito lhe dicta, e
orno condico primara dc?se chrstianismo per-
manente, liberdade completa do pensamento
christao. da rai&O applicada interprelaco das
escripturas, c cspeculacao phlosophica, esta
em poucas paiavras a theoria de Mr. Bunsen.
Quem poder suppor, pergnnta elle com des-
preso, que para curara miseria do nosso lempo,
para erguer o chrstianismo da sua proslrac.io,
ser preciso dobror de scveridade.obrigar os povos
e os individuos a fazer aquillo que o clero orde-
nou, ondena, e ordenar com promessa do co
para os que cumprirem suas ordens, e com amea-
ea do inferno para os que as nao quizerem obe-
decer ?
Entretanto b sua ennviccao diaraelralmente
opposta. E escravido das inleliigencins, s
coufissocs de f, aos concilios de bispos, e to-
spguirnm no mesmd fin.
O espirito de isol raento o schisma univer-
sal da nossa poca mister quo o sculo da
paz e da communho seja urna verdade, que a
massa dos renles, hoje disseminada, se reor-
ganse como sociec ade, dando comeco pola con-
gregacao ao seu Iral alho de cohes.io.
Em primeiro que ludo, o culto deve servir no-
vamenle para por os membros do mesmo grupo
era relaco intima unscom os outros, e fazer que
lodos participen) da vida de cada um, ligando os
successos e os devi res domsticos com as sup-
plicas geraes da communidade.
Assim, respcilo lo baptismo das criannas, Mr.
Bunseu se pronuncii contra o uso que faz desse
acto como que umaj ceremonia clandestina. Elle
querera antes que em rada anno se lomassem
quatro domingos, os quaes fossem reservados
para um servico blptismal ; que nesses dias. e
s nelles, todas' as criancas naseidas depois do
ultimo seryiro, fossem solemnemente apresta-
das egreja, e sua recepr.io, assim como o com-
promisso dos seus ais o prenles de Ihes dar
urna educacao chril taa, fosse o objeclo principal
do oflicio, a que judera assislir loda a congre-
gacao.
Alm do culto espiritual que associa os fi
por nm mesmo vot) de amor para com Deus e
para com o prximo, Mr. Bunsen reclama egual-
mente a associacii para ludo o que diz respcilo
ao culto pratico, alo ao complemento desse
voto. Elle apona como um dos maiores succes-
as enlo ao mesmo lempo os bispos, os delegados
do clero, e os representantes legos das par 1-
ch as.
V naco religiosa, da raesina sorte.nao pode
ser seno urna federacao entre as diversas coni-
mnnhoes christas, federacao bascada n'uma s
lilliurgu, abracada por lodos com a faculdade a
ca> a um de omitlir as passagens relativas que* l~
lofs controversa.
)) esla anda urna diminuta parte dos resultados
qu Mr. Bunsen espera da liberdade chrisia.Nio
lo ive anda quem fosse tao pratico como elle ; a
applicacao do chrstianismo. lal qual a conceuc
vai muito alem de ludo quanto havia sonhadoia
ed de media, e de ludo quanto ella tentou fazer
paia complemento *4 supremaca uuiversal do
poMer espiritual.
i: o homem que Mr. Bunsen envolve no chriL
tiausmo para fazer cessar a lula interior que [o
cxliaure. Quamo ao moral somos lodos allccl-
do- do mal de Brighl A' par do crente que e]n
no so eneonlra, ha tambem um sabio incrdulo
um pensador, um corr raereianie, uro poeta, qi|e
todos loem a sua lei parte, um cidado que n,{o
recinhece mais a moral do que a consciencia of-
dei ada pela conducta do individuo. A ambicio
e a esperance de Mr. Bunsen se estende a ponto
de nierer delucidar esse cahos envolto era noso
sei; as suas aspiracoes chega m a querer recor
tru r organismos perfeitos, trazendo a inspirar
chisia para o centro do nosso ser, e laxen
del e o raobil principal dos nossos sentimentos!
de toda a nossa actividade. Quanto a elle n
de< o existir dislincr.ao entre o temporal e o e
pir tiial, entre o dominio poltico e odomir.
re gioso ; nao deve existir obra que seja da egrle-
ja 1 obra que seja do estado. A nica obra di-
v)nimente boa e viver na f, e preencher na f a
miisao que nos assignada, querella seja do
pmeipe ou do philosopho, do sacerdote ou do
sarateiro. E assim como a realsacao do espihi-
toi hristao mais completo no casamento que na
vida solitaria, na congregado que na familia, ns-
sim lambera o na naci "constituida como tal,
no centro de um estado catholicamunto consti-
tu Jo.
! Ir. Bunsen nao quer cora isto somente diter
qu nossa f religiosa deve lambem drigir-ios
na nossa vida publica ; elle est persuadido de
qu? a liberdade civil urna parle inherente do
chiislianismo. e de que a communho dos fillios
de Deus, revelada pelo Filho de ordem do Padre,
So ser urna verdade em quanto houverem co-
cinantes, e governados em quanto o impetrio
chnstios elejara lambera os seus bispos, o
seus ministros, que a regra em materia ecclesi-
astica proceda, como em materia civil, daquelles
que a ella se sujeitara : desta sorte deixa de e-
xislir o antagonismo da egreja o do esta-
do. Quo a naco seja urna e a mesraa que
lome assenlo nos synodos, o nos parlamen-
los, quo administro os seus inleresses eccle-
siastica c civilmente sob a inspiracao dos mes-
mos sentimentos o das mesmas conviegoes, que
de ambos os lados marche sempre para o mes-
mo um e sob as mesmas leis que imposer
sua propria consciencia. Desta sorte o parla-
mento nao ser mais que o orgilo pelo qual a
nacao religiosa far applicacao da sua f, o a
porta do remo de Deus se abrir tanlo para a
commum e publica dos povos, como para
almas individuaos. Sobre este ponto dei-
xare as ideias do Mr. Bunsen conservarem-se
vagas como elle proprio as deixou, observando
somento que nao devem ellas ser confundidas
com as de um outro homem, que fi seu ami-
go dedicado o qual tambem grangeou nome pe-
lo ardor cora que reclamara a idnlcacio da
egreja e do estado. O Or. Amele, pois delle
quo fallamos, quera quo a sociedade adoptas-
os principios do Evangelho, e que era ma-
vida
as
- taui<-s ua 90,1 cunscieiicia e di sua rozao ; e jn-
ga que basta acabar cora todas essas preven, oes
e pr%cauc,es organisadas contra as ms inspira-
res, para que estjeamos certos de s ter boas
inspiracdes e de nao obedecer seno a ellas. A
fallar a verdade Mr. Bunsen se absorve lodo na
preoecupacio de reviver a f. e com 01 olhos
uios npsse um, lera muita razo de sustentar
que os formularios e os directorios que querem
dictar a verdade, rouban.lo aos individuos a li-
bertado de formaren) a sua propria ennviccao
acabam nfallivelmento por crear o indifTeren-
lismo universal ; porm quanto ao ouiro lado
da queslao, aquelle que diz respeilo constiiui-
'.ao que convm egreja, elle se afierra cre-
ca de que nao lhe necessaria constiluco al-
guma. Guarda a conviccao de que Deus quer o
triumpho finil n universal do principio espiri-
tual na humanidade, e que a vonlade do Todo i
Poderoso certamente ha de prevalecer como a
mais forte. Se isso um erro, e se a verjade
se acha por acaso do lado, j nao digo daquelles
que negara o Espirito Santo, mas daquelles que
o comprehendera de outra forma, se ella est do
lado dos chnstios para os quaes o Espirito Santo
e a mlluencia quo penetra, que toca o coraco.
ao passo quo a escriitura e o ensno humano
sao os encarregados de communicar a raesma
verdade, entao o systema de Mr. Bunsen des-
moronarse lodo. A' julgar pela experiencia, re-
piio, oflVreco esse systema muita occasio de se
presumir que todas essas congregarles e indivi-
dualidades independemos, todas essas pequeas'
sociedades entregues ao voto das maionas, essas
mil molculas desligadas de todo o laco obriga-
tono o seguindo as suas proprias aihnldades
corroajaoc grande risco em altender militas vo-
iucionaliu..de que pode concorrer para que me-
Ihor se comrirehenda esse espirito particular
que mostrei existir na theologa moderna." A
par da Franja, onde predomina a inlofligeneia,
em parle por quo mais indifferente, a Alle-
raanha tem f por qne tem enlhusiaamo. Dahi
nasce o inslinct*. que foi cantado por Longfel-
low no seu Exc*Uio$. Dahi una das causas de
produ/ir-se na Inglaterra o governo constitucio-
nal, que, longe de substituir os homens por dis-
posicoes e regiilamentos, eslbelcceu por ludo
agentes livres. que se conforraassem suas ins-
piracoes e s suas vontades. Dahi finalmente
a f especulativa na liberdade, que se traduz
tanlo no protestantismo de Lulhero, quanto na
philosophia de Fichlc e de Schellig. A escola
iheologica tralou a Kant e seus successores co-
mo adversarios ; com eftVito elles o er.tm no
seu ponto de partida, pois quo punham a su
conanra na propria natureza do hornera era
vez de posita b na influencia divina, quo rege-
nera. Entretanto, anda que oppostas, as duas
concluses na sua direcsao erara determinadas
pelo mesmo pensamento Ou a theologia de-
posite a sua confianca nos individuos por causa
da graca que elles podera receber
sophia nelles confie por causa
direito de nascimeulo ; ou urna suppriraa toda a
hierarchia, lo lo o formulario, por que julga o
homem susceptivel de lornar-se irapeccavel pe-
la f de loda a verdade. porque julga mais ou mo-
nos que o nosso espirito c o espirito absoluto e
universal que em nos so demonstra ; nao me-
nos cerlo todava que urna e outra, quanto ao
cssencial da sua theoria.
ou n philo-
de que sao pelo
----- -----------------...............- creom egualmentc
zes somente ao espirito que nao inspira a unio i l? mp P.ode Pssmr em si mesmo o ora-
e a razo que n.io impelle para o Evangelho '! e a .inluiSJ 1"e dispensam de loda a re-
Nao quero esquecer que o passado nio ne, '
nao pode ludo prophelisar. O futuro nao s
urna reprodur.co, tambem
ra exterior. De ambos os lados existe a mes-
inclinaco par a esperanca sem limites.
I a mesma propenso para identificar o ideal e o
na 1
v
sos da nossa epoc a creado dt>s diaconales "d .s | dafo'rcal WXZ~Zrj^ttt
XSr'; "k ",SS0CS l"lerires1 1"c ,pm J "S'ismoeda vnntade pessoal, nao for banid
f.0o o.">'nho para urna nova era. em quea nosos systemas sociaes para dar lugar ao imbe
assistenea aos po .res. o all.v.o dos enfermos, e rio do amor e da verdade. da f interior j-5?-
tooas as ouiras t)rmas da candado serio litlc- benlade inlelieciual co> i--'- ocr esi.ibele-
ralmcnle funecoe da vida congregada. Os syno- cid> romo publico do Evangelho? ur.
dos da egreja unida da Allemanha. com /"' / 'sen nao o explica de urna maneira rircca
FOLUET!
z:ao2
IIE3'Tb7"

pon
elli nada lera desses reformadores que ae apre-
senlam com urna rereila para curar e transformar
logj a face das sociedades ; nicamente suppe
cono certo que as leis do universo e o)plano divi-
no, da maneira por quo se revelaran)' no passa-
do, recia mam e annuneiam urna era futura em
que o Chrislo, depois de se ter feito homem,
se ara humanidade. Sua f chrislia, como j
vinos, sem lmites n'um progresso* cujo fim
necessario a perfeico suprema : elle er que
Dets formando a Ierra, edando-lhe o Evangelho,
qui: que o Espirito Santo d conquista em con-
quitta a po3suisso toda ; e pirece-lhe chega la a
hora em que os povos sio chamados obedecer
a esa invencivel vontadechristianisando fi-
nal as suas nsliluices, as suas legijlaces, os
seus caracteres nacionaes.
r o seio das nossas sociedades europeas a de-
sor ranisaco, longo lempo destarrada sob a capa
de urna grangrena Interior, rebenlou de todos os
lad)?,ecomo quer abrir osolhos. escrercu em
grossos caracteres a cndemnajo da nossa pili-
los >phia poltica ; demonslrou que nos tentamos
um impossivel procurando firmar as nossas ins-
tili icocs no interesse geral bem interpretado pe-
la ixperiencia, e que egualmentc insensata a
esperanzado reunir os homens pelo egosmo col-
lee ivo como pelo egosmo pessoal.
. J.3 nagessao livres como os individuos ; po-
na, neslo caso enraquece-se a voz da conscien- rni os designios de Deus marchsm, c marcharn
ca ; em lugar de um systema impralicivel, ter- sem prejudicar a liberdade ; marchar.io porque os
se-ha um systema caviloso que far da egreja germens de morle acabarao por produzir os seus
urna mentira, c que de sorte alguma poder con-1 fru :los de morle, e as sociedades que se obslina-
."_"l-P."aJ'' _var._03 iI'.'.l?1.vl.u"0S e .s Pvos oreni era organisar-se no centro do principio de
loda a desorganisaco serio anniquilladaspor sua
prepria cegueira.
Levando a queslao a um terreno mais familiar
que representa o.elemo/iio ioi*". ">o parecera
aimta uma innovolf.o cialmente no sentido deque elles preparan) urna
reforma mais amala que permillir s congre-
gaces a dmnistracio dos seus negocios pro-
prios, e quo transformar dest'arle o rebanho
passivo do sacerdote em corporac.o pensadora e
responsavel, ouupada sem cessar dos seus inle-
resses religiosos.
Anda aqui, tanlo para organisar como para
reproduzir, na liberdade que Mr. Bunsen depo-
sita loda a sua confianca. Assim como os puri-
tanos, elle enlende que" a egreja realmente urna
rommunidade de santos, onde ninguem pode
entrar sem dedicar-se ao seu pacto proprio, a
elle conformando a sua conducta. Comtudo a
questSo relativa disciplina se lera lomado in-
soluvel pelo desenvolvimento do poder cle-
rical.
Se, como prelendem os puritanos, se deve
obrgar os fiis sanlidade, permitlindo-se aos
ministros o direito develar sobre elles, admoes-
la-los, excommunga-los,segiie-se dahi urna es-
pecie de rgimen de inquisico, quo leva o ho-
mem hypoerisia, e quo excl'ue a fraqueza arre-
pendida, ao passo que se torna insupportavel pe-
la sua tyrannia.
Se, em virtude desses perigos que a severda-
de traz comsigo, se procura relaxar a discipli-
senlimento da responsablidade moral.
Para que a congregacao possa ser o quo dve
se.r, para que possa lorn'ar-se effectivamente n'um
loria civil ao menos ella usasse da forca 's 1
para prohibir os actos oppostos esses princi-
pios. Mr. Bunsen pela contrario repelle sob to-
das as suas formas a protercao da egreja pela po
liria ; elle falla da eonversao de Conlanlino co-
mo do urna poca funesta, porque ella nos Irou-
xo as religides de estado, a liga entre a espada
e a mitra, entre Babylonia e Jerusalem. Ora
quanto a elle esse duplo despotismo a grande
apostasia que lancou o mundo fra das vas do
chrstianismo. O poder material sendo substi-
tuido ao poder do Espirito Sanio, nada tico 11 da
religio moral que o Chrislo viera ensillar aos
homens. Para resumir em poucas paiavras as
ideas de Mr. Bunsen diremos que elle, autor
do Christiany and Mankind, s lera f na
liberdade ; e elle proprio ha resumido o seu
credo as segantes paiavras o A harmona
entre os individuos, assim lambem enlre as sel-
las o as naQoes, s pode ser cslabeleeida
grande principio da reforma, pelo rgimen de li-
berdade poltica que dahi dimana. Esse gran-
de principio a responsablidade rajral basca-
da na t individual em Chrislo. Semclhante f
engendra com elTeilo o seutimento de respon-
sablidade ; este produz o imoerio sobre si, que
permute e acarrla a liberdade poltica c asta
liberdade poltica a nica salvaguarda ao mes-
mo lempo quo o fruclo da liberdade religiosa.
As duas liberdades reunidas lomara possivel a
tolerancia material sem a indillerenca, o deter-
minara o preparam o tempo em que a divina
caridade deves reinar como soberana sobre a
trra .
III
Procurando manifestar esse vasto systema de
philosophia religiosa, apenas me foi possivel dar
urna fraca idea do que ahi aprsenla um ca-
rater mais saliente : quero fallar da rica e po-
derosj naturalidado que ahi se rodele. Co-
nhece-se que as opniOes do autor nao sao
simples juizos masque ellas se identificara com
as suas affeices, com a sua vontade, e com os
seus sentimentos moracs. Mr. Bunsen sanio
victorioso da batalha da vida ; soube conquis-
tar a unidado do seu ser chegou a conciliar as
suas diversas facilidades entre si para crear-se
urna verdadera indivilualidado, e a sua ima-
gen) reflecto era ludo qvanio elle diz ; mas
emsuas menores paiavras adevinha-se um pensa-
mento interior que lende ao infinito da alma
humana. Quanto sua doulrina, lem ella em si
com que altrahir ao mesmo lempo os espir-
tos philosophicos, as consciencias honestas, e
os jovens eulhiisiastas que se enai|.i..u as
esperanzas sem 11*r ; Apoiando-se pouco
sobro .o-onencia original, apresentando o
Chrislo como iniciador dos destinos futuros, ap-
pellando egualmentc para as aspiracoes masti-
cas e para as inergias activas, cncedendo
razao tanla auloridade e liberdade quanla jamis
ella ambicionou, certamente apresentou urna
nlreprelacao do chrstianismo que no ponto de
vista theorico mais fcil do ailmiiir do as antigs theologias.
Mas se for encarado o seu systema sob o ponto
de vista de urna applicacao possivel, entao em
lugar de urna reunio de ideas entre si concor-
des, ter-se-hia um plano que est longe de com-
binar com as iipcessidades deste mundo. Mr.
flunsen fez bem em seguir o raelhodo historien ;
elle nao se apoia sobre os testemunhos dos tac-
tos ; por instinclo um pensador priori, um
idealista que parte das suas proprias ideas para
decidir o que devem ser os fados. Peranlo o
tribunal da razo, que julga o futuro, como o
passado. as suas concluses nio se conservara
inalteraveis. Sua logira se reduz lilloralmente
ao seguinte sob o pretexto de que o falso chrs-
tianismo e a falsa uniforraidade, que resultara
do constrangimenlo, sio o contrario da religiio
e da unanimidade verdadeiras que provm da
de amor, o autor do Chrislianismo
a formar suas esperanzas dos sus deseios. i ?u<; dove
.1,, i....i____'... .-1,_____j_" i uno.
nosso
porque o nosso des-
duo
suas vontades das tendencias, sob pena de'ser i
condemnado a conservar-se na indecisao. O so-
nlio de Mr. Bunsen se realisar algum dia ? Aca-
so nio vira o tempo em que, sem os individuos
renunciarem sua liberdade. Ibes bastar a
consciencia para bem as dirigir, em que nio se-
r m.is preciso submoller as mullides a una
le que ellas nio keram, em que as sociedades
serio capazos de (ancetonar harmoniosamente
sem necessidade de urna administrarlo, cuja
efiiearidade garantida pelos vicios dos pro-
prios administradores, pelo interesse que riles
loem. como casta dislnc.ta, em sustentar a l- t
Solacio o o governj, a quo estio ligados o seu i tm Salamanca agila-se o projecto de fundar
bem estar e a sua importancia social? Acaso um banco agrcola. A junta de agricultura da
nao vira o lempo era que a humanidade ver-se- dita provincia noraeou j urna commisso pira
ha l.vre do lerr.vel d.lemra, de servir a poderes I tra(ar deslc objeclo
de obedecer sua '
O conde de Oslen-Saken, secretario da cra-
baixada rasas, e encarregado dola actualmente
pela ausencia do conde de Galilzin, sahio de Ma-
drid co.m direceo Anduluzia.
J. Milsami.
(Ittvut detdeux Hondea Silveira ).
Variedades.
MOSAICO.
pelo t que Iho ronbam o direito
consciencia, o de nao usar da sua liberdade se-
no para tornar a vida impossivel ? Felzcs
daquelles quo assim o creem I Quanto a mira,
siiito com pezar que estamos mu longe dessa
era feliz ; porm nao esta urna razio para que
esperanca nao seja um facto neslo mundo, e
A polica de Londres recebeu aviso da de
Pars de ora roubo de joias feito nesta ultima ca-
pital. Enlre as pedras preciosas roubadas con-
lam-se rail caracteres de diamantes, rubios e ou-
Iras pedras, que leem ura valor de rauitosmi-
lhes.
lenha a sua til missio. Uns cora mais inlelli-
gencia quo iraaginago buscam descubrir o mo-
b|l que al o presente teem determinado as ac-
Qoes humanas; outros preenchom quic urna
missio mais nobre, pensando sob'o dctame de
suas aspiracoes n'um ideal que os satisfaga mais
do que a realidade do momento, e dest'arle tra-
balhando para desenvolver entre os seus seme-
Ihantes os desejos e as sympalhas, que lhes tem
suggcrido as suas esperances.
Qualquer que seja o futuro, ha em ludo isto
alguma cousa que muilo agrada ; ver que ura
velho, ura diplmala por longo tempo em con-
l-'Clo cora o mundo, lenha conservad > tanta con-
Uanca na natureza humana. Nao fallam ho- empurrado como nos muiros vapores a hlice,
mens que nada receem da liberdade levada al
O Grcenock-Adverlscr desneve um no-
vo methedo de propulsa o, que foi applicado a um
vapor, o Clyde O parafato do hlice lem
Ires folhas, e collocado pa proa em vez da po-
pa ; assim, pois, o navio puxado em vez de ser
o ponto de suppresso de todo o governo, de
tola a lei imposta ; mas ae elles eonservom
lanli confianca porque nio lomera que os
individuos sejam governados por seus inleresses,
por seus appetites ; porque nio enchergam
nem mal era perigo, nem degradacio nem
amcacra de desorden). Nao desta confianca
que eu fallo ; mas daquella que repousa na cren-
ca da excollencia da n iturezi humana, na cren-
ea de que em sua essencia o mal nio mais que
um accidente, que o amor do bera e a dedicado
predouinam sobre o egosmo e a vaidade. que
pnlraa.wi aos seus instiuctos ella naturez* se in-
clina sempre a altender sua sabedor*!, e a sua
consciencia antes que a seu bello prazer, e
esses mesmos inleresses, essas jnesmas inclina-
ces, pelas quaes os outros optimistas nao ro-
ceiara que ella se deixa dirigir. Porque razio
essa f s se eneonlra enlre os horaens da raca
germnica ? Porque acontece que as extrava-
gancias da Inglaterra e da Allemanha tnham
sempre denotado um e.wsso de esoeraneas e
enihusia3mo, ao passo que as nssa iTSiu
um excesso de duvida e dcscontianca ? 'on-
do vera que o echo das nossas vozes somente
exprine desanimo, prnjectos inventados para
por abrigo da malicia dos visinhos e dos po-
deres o bem estar de cada um, ao mesmo tempo
que o echo das vozes allemaes io a expresses
de almas cheias de desejos, cubica, e predilecges
que procurara, a pezar da sua scicncia, inventar
o seu ideal supremo, e fazer delle a suacrenca ?
Quanto a M. Bunsen era particular, persua-
convirrao e de amor,
e da humanidade comee. por fazer desapparecer! servado, ludo quanto
todas as autoridades e as legislaces, e se limita formar a mais alta dea
No da 17saKo de Paria para Boma o mar-
quez de Pimoda*. 1ue foi noraeado chefe do esta-
do maior do y"ieral Lamoricre. O marquez do
Piraodan flat"ra' "e Franca e servio noexercilo
austriac/- Esereveu obras militares em francez
que i/vcram grande xito, urna das quaes foi de-
IjOda ao imperador Napoleo, que o condecorou
cora a cruz da Legio de Honra.
Por ordem de Napoleo III vai-se levantar
ura monumento na margen) do rio Oise, prximo
da antiga ponte de Compiegne, Donzella d'Or-
leans, no logar onde foi agarrada pelos Inglczes,
noda 23 do maio do 1W0. O monumento con-
sistir em urna estatua de Joanna d'Arc e se exe-
cular segundo a obra enahuefOi da princeza Ma-
ra d'Orleans.
Em S. Petersburgo vai-se construir, era
i frente do palacio de Alexandre, um grande pala-
cio de cryslal, semelhante ao da exposiro uni-
versal de Londres, cusa da sociedade de hor-
ticultura, afina de collocar all urna colleccio
permanente de plantas e flores.

A dreccao dos correios de Londres publi-
cou um annuucio para que 33 cartas para a China,
ou qualquer outro ponto mais alm da zona lor-
de-se ello de que essa sua disposicio para a rida, sejara fechadas com obreia ou gorama para
conlianca, ou para a 1 luso. como auiserein j 1 j
nao pode ser attrbuida falla de exptViend. en,ar as '"conveniencias do lacre, que se derre-
dejuizo. A sua doulrina nasceu precisamente le e faz que se peguera urnas cartas as oulras.
do ura senliraenlo profundo quo falta aos ho-
mens da poca, isto o seutimento dos seus
erros, e das suas miserias.
le O mal ; nao
da humanidade
Elle r perfeitamen-
isongeia, nao exagera o retrato
somente lulo quanto lom ob-
sabe n.ii) lhe imperte de
do hornera tal qual p-
PAULO DE KOCK.
11
-i
apanya e o veterano.
A rapariga, que veio annunciarno eslalajadeiro
que havia carangueijos, poda ler seus dezesele
para dezoilo anuos; era alia, bera frita, csbolla,
p pequenino, perna bem fcila, braco um pouco
magrinho, mas mo bonita e dedos afilados. Era
urna moreniuha de tez queimada pelo sol, de
olhos negros niuito vivos, cheiosde fogo, traqui-
nes ; esses olhos dizem muita cousa mesmo
quando nao tem inlencoo, imagine-se o que de-
vem ser quando um scntimenlo vivo os anima.
F.rafim sao desses olhnhos que as boas velhas
chamaraa perdicao d'alma!
Mas, se isso fosse verdade, porque razo a na-
tureza, quo se diz to boa, deixaria que lanas
pobres raparigas viessem ao mundo com olhos
que devem infallivelraenle condemna-las !
Aquella cujo retrato tragamos tinha, de mais,
urna lida bocea, risonha, amavel, feiticcira, e
denles alvos c era boa ordem ; 0 nariz bem feito,
era delicado como a bocea ; as sobrancelhas bem
arquoadas, a barba redonda, e era cada urna das
faces, assim como no meio da barba, desenhava-
se urna corintia seductora todas as vexes que a
moga ria-se, e ella ria-se mgilo ; emllm, algu-
raas veas azucs, qne Iho appareciam as fontes,
formavam um tecido mimoso que era asiombreado
pelos seus bollos cabellos castanhos.
Era, como osleitorcs veenr, uraa linda more-
niuha a rapariga ; porm o quo nclla agradava
lalvez mais do que lodos os allraclivos, era um
modo gracioso,"servical, que nem sempre acom-
panh a belleza, e que todnvia duplica-lhe o po-
der.
O traje da raoc.a era muito simples ; trazia urna
saia curta e urna camisola branca atada ao cor-
po, e na cabeca um lenco do cor, amarrado com
muita graca. Mis com esse (rajar modesto, sen)
duvida nenhuma lera sido preferida a muilas i-
dalgas que arrojam velludo e sedas
O viajante tinha llcado \g paleo, com a cabera
pendida para o peito, parecendo refioclir triste-
mente sobre a sua posic.o, e nao reparando na
moca que, pelo contrario, examinav-o alenla-
mente.
Ambos nao prcslavam oltencao nenhuma a
grossas gottas dechuva quecomecavam a cahire
alguns Iroves frequenlemenlc repelidos que
pareciam annunciar ura temporal prximo.
Com o diabo exclamou afinal o veterano,
lomando a por a moxilla aos hombros; nio l
das melhores cousas pr-se a gente a caminho
quando se est estafado 1... Nao parei um ins-
tante s de dia... Espcrava indemuisar-me hoje
de uoile. A crida que retebi na nema esquerda
incommoda-me deveras... D'aqui a pouco temos
trovoada velha, isto um barmetro que nio fa-
Iha... E nao saber onde hei de dormir... Ah com
Irezentos milhes...
O viajante engulio metade da praga, porque den
cora os dous olhos da moca titos nelle ; mas fran-
zio a sobrancelha e replicou :
depois a esperar que a f o a caridade penetrem I de ser e ser um dia. Sera duvida isso demo'ns-
por si mesmas e reinem as almas desdo quando ira que a experiem ia e os conheciraentos do seu
nada mais se flzer para repellir destas a discor- '
dia e a incredudade. Era outros lerraos, elle
raciocinio como tem raciocinado tantos enihu-
saslas pblicos, tantos sectarios da liberdade do
espirito, que teera oltribuido s regras o s leis
a causa dos desvos que ellas procurara prevenir.
Todos os meios que se ha imaginado para
impedir que 03 homens cedara influencia da
sua ignorancia e dos seus vicios, lhe parecera
nicamente usurpaces que lera antes impedido
que os mesmos homens se governcm pelos dic-
nii lhes melhora o carcter. Ah I ahi vem a chu-
va. NJo fallava raais nada.
-- Nio nada, na frica agente! chuvadas
maiores. Toca, a caminho !
Mas o senhor nao pode caminhar com urna
temporada destas. A trovoada prometi ser gran-
de os arredores dos caminhos nao sao bous.
-- Vou palnhando por ahi fra.
-- O Sr. Chatouill recusou aloja-lo?
-- E como diz. Ah este china chama-se Cha-
touill I Ora deixa estar, que anda um da ap-
pli :o-lhe o nomo nos hombros.
-- Ah! um vrenlo, um homem que s
coi hece o dinheiro... Foi mo em nao querer dar-
llie cama... E'verdade que temos muita gente
aq' i... Chegou-nos esta manha urna sucia de
rot lieos .. Olhe, aquelle carro aborto e aquelles
catados .-o delle?...
-- Chama de cavallo
csti pastando ?
- Oh o mesmo, sio bem felizes aquellos
cnicos. Sabem muita cousa, leem muita rou
pa.... Cantara, dansam, declaman), fingem ma-
tarse cora punhaes de pao.?.. Oh! bem diver-
tid .?
-- Que roe iraports isso? E' por causa destes
aquelle rabeen quo alli
juizo nao sao nicamente que determinara as
suas ideas sobre o futuro e sobre o possivel :
sem duvida ludo isso indica um carcter em que
a consciencia e as affe)coes oceupam o primeiro
lugar, uraa especie de organisai;io que tem,
qualquer quesrja forca da sua intelligencia.ainda
una forca maior para amar e aborrecer, para
pensar e querer ; se bem que so incline sem-
pre a crer 110 que lhe inspira mais amor, a ler
por verdadeiro o p>ssivel o que pensa do mais
nobre. Se me nio engauo ha ahi um trar.o de
Um peridico ingles di a noticia de que a
rainha de Hespanha visitar no vero prximo
os novos dominios de Hespanha em frica.
O rci da Grecia vai passar o verao prximo
em Allemanha. S. M. permanecer algum lem-
po era Carlsbad para tomar banhos, c em segui-
da residir em Munich.
as escolas publicas da Noruega deelarouse
obrigatorio o esludo de ioglez.
Um jardiueiro que solicita occupac.o an-
nuncia-se no 1 Dublln Daily Express como um
liomjm que sabe do seu oilicio, e que nio tem
outro defeilo seno o de ser casado.
Que que est me olhando? Acha-meal- 'cnicos que mandam dormirn retento um po-
() Yide o Diario a. 135.
guraa cousa de engracado? Acha graca ver um
pobre soldado ferido, caneado, estafado, a quem
botara pela porta fora, porque nao tem meios de
pagar um quarto? Dou-lhe parto que o tal seu
patrio lem-me cara do um sovina, de um tro-
ca tintos de mo cheia, que merece bem fazer co-
nhecirLento com a sola dos meus sapatos I Noo
quer ter-me era casa, porque cahi na asneira de
dizer-lhe que s queria para ceia dous sidos do
pao c dous sidos de queijo ? Eu sei bera que
com isso elle pouco ganhava ; mas quem esla-
lajadeiro, deve dar pousada tanlo ao rico como
ao pobre, tanlo ao grande como ao pequeo...
Parece que nao o coslume deste bicho I Ainda
mesmo que eu rao zangasse. nao adiantava idea...
Dobrado marcha! pelo flanco direito!
Ento onde vai ? disse a moca pondo bran-
daraente urna das mos no braco do viajante, no
momento cm que este se ia pondo a caminho.
Eu sei c onde vou I Nao conheco jngoeni
nesta ierra, mas sou obrigado a proevar urna
pousada. Balerei na cabana de qualquer campo-
nez... Talvez ache algum hospitaleiro...
NSo 14 muito cerlo... Quanto mais prxi-
mo do Pars, menos eirilidade e humanidade se
eneonlra na gente do campo, o contacto da cidade
brt soldado que passou vintee cinco anuos a ser-
vir o seu paiz, e que nao quer pagar um quar-
to, porque quer guardar um dinheirinho para
sei velho pae ? Oh muita humanidade! Os
Beluinos nao a fariara melhor!___ O que
qu digo? os rabes nao fariam isto, porque en-
tre os povos a quem chaman) de barbaros, a hos-
pitilidade o mais sagrado dos deveres. O amor
do; pacs, a venerado pelos velhos enlre elles
sasrada... ('.omero a crer quo elles nao sao os
baibaros... nos que temos nomo errado. Mas
esl 1 chuva osla se lomando massante___ Al
mais ver, minba filha, ou antes adeus, porque
lahez eu nao a veja mais....
h moreninha deteve do novo o viajante, dizen-
do lhe :
Nao, senhor, nao, nao supportarei quo o
sei hor se ponha a caminho com um lempo des-
tes. Est dociilc, caneado___ soflie privacos
pa a levar o dinheiro a'seu pae 1 Ah! isso .
bo n I
Vocfi faria o mesmo, pequenola?
Sim, senhor, sinto que faria o mesmo....
se eu tivesse pacs, mas nao tenho.... Nao leuho
nii guem que se inleresse por raim.
O lindo rosto da moca tornou-se de repente
triste e severo.... baixou os olhos para o chao, e
do seio cscapou-lhe profundo suspiro.
J orphaa I disse o soldado, examinando por
sua vez aquella que lhe fallava. Ah I pobre me-
nina l E' iriste I
Masanuvein que passra pelas foicos da mo-
ca dissipra-se quasi logo, 00 sorriso lornou a
essa phisionomla agradavcl.
O Sr. Chatouill nao quer dar-lho pousada,
coninuou a joven criada ; pois eu Ib'a darei....
porque nio quero que passo a noile fra e apa-
he esla chorada.
O que que est dzendo, filha ? responden
O soldado levantando a rabee,, o afagando os bi-
godes. Quo bondade'a sua I Toda a moca bonita
boa.... S as feias que sio ms. .. E onde
me metiera ?
No meu quarto.
No seu quarto !...
O veterano ficou lodo admirado do offereci-
mento que lhe acabavam de fazer. Mas inmedia-
tamente murmurou :
Ora, eu sou muito feio para que haja peri-
go, e eu vejo, pequea, que. voc lera confianca
era raim. A f de Sabrelaeho, quo nao abu-
sa rei.
O senhor chama-se Sabretache?
Sira, menina.
Oh I quo uome exquisito!...
_ E' o de um bravo, uiulia filha, que nunca
virn costas ao inimigo !
Nao duvido, senhor, nio duvido. Mas venha
depressa comigo, emquanto eu tenho lempo, e
antes que me chamein.
V andando, que eu a a acompanho.
A linda moreninha drgio-se para ura lado do
paleo cm que havia urna porta pequea quedava
para urna escada muito estrella e ingreme. Anoi-
tecera mais depressa por causa do temporal que se
amontoava sobre o paiz. Na oseada via-se mui-
to pouro ; entretanto a moga galgara os degroo
com a ligeireza de um veado; aquelle que a
acompanhava nao poda caminhar lio depressa ;
alera de nio conhecer o terreno, era tenle e es-
lava caneado. E por isso gritava a cada mo-
mento :
Mais devagarinho, se quer que a siga. C a
recta-guarda nao tem pernos de quiuze annosl
Mil bombas! como sobe a menina ao assalto I
Safa I Deviara formar balalhes de mocas para
lomar os reducios...
A linda mocinha tinha parado no segundo an-
dar onde a escada lerminava ; abri urna porta
que dava para urna agua-urlada, em que havia
[Commercio do Porto.)
urna camiuha, urna cadeira, uraa mesa, um es-
pelho e o mais necessario.
Sabretache que nesse momento chegava boln
do os boles pela bocea, parou dianle da mora que
o fez entrar no quarliuho dzendo :
Cuidado, abaixo-se para andar, porque ote-
lhado n.io alto.
Na verdade, pequona, nio sei como hei de
agradecer-lhe o que faz por mitn. Voc nio me
conhece... v-meesta noile pola primeira vez, e
d-rae a hosptaltdade no seu quarto, a mira que
nao tenho nada que possa iuleressar urna rapari-
ga, j nao son moco, o nunca fui l essas cousas
como bonito.
_ Ah se o senhor fosse um rapaz bonito, eu
nio o teria introduzdo 110 mcu quarlo !
Isto prova que ludo ueste mundo lem suas
vanlagens, mesmo n fealdade.
O senhor um miUtAr velho, doente, can-
sado... o que eu '^CofP senhor, parece-me
muito natural. A camamii est, deitc-se, dur-
ma: se baterenynio abra a ninguem. Eu tenho
a iiiinha chave, ais larde, quando lodos se ti-
vcTciii retirado, eu lite Irarei alguma cousa para
cciar o quo eu puder Trarei o quo fr melhor.
Qualquer pedaco de pao, um copo d'agua,
quanto basta... Nao sou difficil de contentar.
Espero ofTorerer-lhe cousa melhor.
Mas voc, ininlia filhs, onde se deilar esta
noile,j que rne den osen quarto?
NJo lenha sustos. En sou da casa. Acharei
por ahi qualquer lugar... Deseanco Talvez quei-
ra luz?
Para que? Nunca me sirvo della para4pr-
mir, e atUj |Mbe que vou pegar no sorano co-
mo so lve^ppago cincnenla francos.
EnloTnoa noile. D'aqui a duasou tres ho-
ras, trago-lhe ceia.
Muilo obrigado.
A moga sabio c fechou a porta sobre si.
Apenas se vio s, Sahrtacho poz para um la-
do a moxiila, o casquete, o basti de vagem, de-
pois estendeu-se na caminha a fio comprido d-
zendo :
Ah I levaste no olho, mcu estalajadeiro das
duzias! Vou dormir na la casa. Ah 1 que boa
menina que esta e bem bonita... Seria pena que
lhe succedesse alguma desgrana.
III
Os cmico ambulante.
Emquanto Sabretache, que achara urna pousa-
da no momento em que menos o esperava, ador-
com delicias os membros fatigados por urna ela-
pe extraordinaria, a grande sala baixa da esta-
lagem coutinha urna companhia assaz numerosa.
Era urna companhia de cmicos ambulantes, que
chegra nesse dia casa do Sr. Chatouill, em
uraa especie de carrinho puchado por um s ca-
vallo ; e por isso o tal vehculo raras vezes anda-
va a trole. O galope era um andar a quo Vrtigo
(assim. se chamav o cavallo da companhia' tinha
completamente renunciado desdo quo pi.tha.v>
lio numerosa collecgo de talentos.
A companhia compunlia-so do onze pessoas ;
cinco damas e seis homens. Uns linliam repre-
sentado nos Iheatrinhos de Pars, e provavelmen-
lo nao tnham sido apreciados,- cousa em que el-
les nio ronvinhatn ; os outros tinhara perlencido
a alguns thealros de provincia; outros levavam
urna existencia nmada e transporlavam conti-
nuadamente osen talento do villa em villa, al
que achassem e ni fin urna occasiio para se do-
micijjarem
Vanws travar conhecimenlo com a companhia.,
e corad de razio comisaremos pelas damas :
Madama Rambaure, sujeitinha de seus quarm-
la e cinco annos feilos, que tinha sido bonita,
muilo appetilosa, mas que agora tinha o nariz
vermelho, o a bocea sem alguns denles. Rcpre-
senlava do aia e mi nobre, cantara os Padeiros,
cm que tinha abusado das volatas, o que lhe tL-
nha deixado na voz 11 ni certo tremor que nao era
desagradavel nos papis choroes. Mutis depois
Elodia, que ao casar tomara o nome de Cuchot,
mas que, nos carlazes, sempre usava do'noaie do
baptismo, porque o do sen esposo prestava-se a
pilherias que podiam prejudicar sua entrada
em acea.
Elodia era prima-dona, com ou sem volatas,
segundo a opera que representara. Fazia os pri-
meuos papis deapaixonada, e de privreza; era
urna Malibran, urna Dugazon, umttStoli. O ma-
rido atliancava que sua mulher era capaz de
ludo.
Elodia era lima rapariga loura de sens tinte e
oito annos, um tanto magra, mas cujns olhos
lnguidos uo erara desagradaveis, vistos i lux
los candieiros. Por infolicidado tinha ura p
muito grande e chato ; mas como andava sem-
pre com vestidos compridos, o p era constante-
mente dissimulado.
meca na caminha da agua-furlada, e descanga' a^ PBRS.TYP. DE M. F, DE FARU. 1860
{Confinuar-M-fta.)
tMUTILADO


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