Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09086


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Full Text

^^aa^Si
ATO XXXYI. HOMERO 135,
P*r fres meses adianlados 5$000.
Vw tres mezes vencidos 6S000.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty. o
Sr. A. do Lemoj Braga; Cora, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Maranhao. o Sr. Manoel Jos Martina Ribei-
ro Cuimorae3; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos do
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J.'Ramos
Amazonas, o Sr. Jcronvmn da Osla.
l'Alll IDA. DOS OKtSIS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Jguarjss, Goiaaua e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Alliuhoe
Garanhnfis as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth; I.imoeiro, Brojn, Pes-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bolla, Boa-Vista,
ricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
I AguaPrela, Pimenteiras c Natal quintas feiras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
3 Lu cheia as 2 horas e 26 minutos da (arde.
11 Qu rio minguante as 10 horas e 45 minutos
da manhaa.
I Lu nova as 3 horas e 4 minutos da manhaa.
-25 Qu,
larile.
Prime
(Todos nscorreiosparloin as 10 horas da maiiha.|Segun
rio crescenteas 10 horas e 16 minutos da
PAflTE FFICIAL
po-
Diw> iu da comarca la l)oa-Vis(:Consiaudo-
mc de parlicipaces da secretaria de estado dos
negocios da justi.;a, datadas de 28 de maio nlii-
ino, que S. M. o Imperador, por decreto de 22 do
mesmo me*, houvc por bem declarar sm effeilo
o decreto de 27 de julho de 1859, quo nomeou a
Symphronio Nunes de Barros para o posto de le-
nenle-coronol comuiandantc u'iijiitj nacional dessa comarca, c nomoar para o
referido posto o major Manuel Lopes do Barros;
assini o communico a V. S. para son conhoc-
iiieulo o expedico das convenientes coramuni-
caooes.
Dito ao jutz municipal de Pao d'Alho. Res-
pondo ao seo officio Je 27 do maio prximo iludo
declararrio-llie, que nao procedeu Vine, regular-
mente, deixaudo de incluir no sorleio para for-
mara do eonsi'lhn do recurso dosse municipicr o
nomo de eleilor Chrislovo de llollanda C.nal-
'anii de Albuqucique, a pretexto de sor ello li-
Iho do juiz do paz, que piosidio a junta do qna-
liflcacao, porquanto, Bando expresan no aviso n
131 do4de abril do 1857, que uo ha incoinpali-
bilidade aeservirem em urna junta prenlos em
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO- DIA 8 DE TOWNO.
Offirio ao comman lanle das armas Remello
por copia a V. Exc. para son conherimonto, o
aviso circular expedido pela repartirn da guer-
ra em 21 de maio ultimo, rerommedando a lit-
(oral execucao das disposics comidas as circu-
lares de 14 de Janeiro de 1851, e 31 de Janeiro
de 1856, afim de que eesso o fado de seren rc-
inotiidos para a corle individuos inhabeis para o
Strvico das armas.Igual ao chote de
cia.
Dito ao mesmo.Queira V. S. informar acerca
do incluso requerinienlo de TherezaMa.-a de Je-
ss.
Dilo^ ao mesmo.Faro apresentar a V. Exe.,
para serem inspeccionados, os recrutas Antonio
Jos dos Santos, Francisco Gomes dn Silva e
Jos Francisco do Lomos.Commttnicou-se ao
rhefe do polica.
Dilo ao mosmo.Faro aprsente* a V. Exc. I T'alqotr grao, devia essa disposieo servir do
pira sor inspeccionado', o recrula Antonio Joa-|ro*>ra Para n reuniao do consclh.I'.emetleii-sc
quin Alves.-Commenicou-se ao chefe do no- DOr c"l''a ao predim eleilor.
liria Dito ao commandanie do presidio
Dito ao chefe de polica.Remello por copia
a V. S., para son conhecimento e execur.io na
parle que Iho diz respailo, o aviso expedido pe-
lo ministerio da jusiica om28 de maio prximo
lindo com relacao ao aluguel da casa .em que
1'onci una pasa repartirlo.
Dilo ao mesmo.Gara resolver sobio a malc-
ra do olla-iodo V\ S. de 8 do crrenle, sob n.
783. relativamente ao aluguel da casa que serve
de quartei ao deaiacameulo da Varzea, faz-se
necessario, que V. S. declare a que coreo per-
tence o mesmo destacamento ; devendo seme-
llianle dcclaruro fazer sonijire que se tratar do
pagamentos desla nalureza.
Dito ao mesmo.Respond ao officio de V. S
de 8 do correte, sob n 78i, relalifo ao paga-
mento no diarias a presos pobres das cadeias do
interior da provincia, dizendo que convto que
V. S lenii>ie oulro meio para aquelle (lu, visto
como as ordena terminantes do ihesouro nacio-
nal Ihesouraria de fazeuda se oppem ronli-
nuaco daquelle pagamento polis eolio lo-
rias.
Dilo ao mesmo.Sirve-so V. S. do informar
sobre a materia do cilicio do lenento-coroiil
coinmandanio do balalhao n. 7 de infamara da
guarda nacional ueste munigipio, a que se refero
ii incluso do respectivo commandaote superior de
8 do correnlc, sob n. b).
Dito ao inspector da thesooraria de fazenda.
Tendo sido approvada, como consta do aviso da
reparlico do imperio, datado do 25 de maio ul-
timo, a despeza de cen mil ris, Coila com o pa-
gamento da ultima gratificarn monsal,"que maii-
dei abonar, por ofHcio de 11 daquello mez, ao ci-
rurgia Manoel Jos Peixolo dosGuimaraes, por
haver Iratado dos indigentes accommcllidos pela
varila na villa da^Escada, desde 22 do marco
al 22 da abril nliimo ; assim o comiuuuico a V.
S. para seu conhecimento
Dilo ao mesmo.Tendo o Exm. Sr. ministro
dos negocios eslrangeiros, por aviso do 23 de
maio ultimo, mandado cassar o Imperial Exe-
qutur, concedido a Antonio los do Castro para
assim
Dito
provin
inunic
o lene
la pro
Dito
De o
vincia,
dens,
CO.MP,
Beu
desla
PREAMAR DE HOJE.
as 11 horas e 42 minutos da manhaa.
as 12 horas e 6 minutos da tarde.
AUB1NECIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Trib nal docommercio: segundas e quintas.
Rea ;ao : tercas feiras e sabbados.
Fazc ida: terfas, quintas e sabbados* as 10 horas.
Juiz do commercio : quintas ao mcio dia.
Dito do orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Prin eir vara do civil: tercas c sextas ao mcio dia
Scgi nda vara do civil; qnartas e sabbados ao
i icio dia.
nal do: i* provincia Viciorino Lopes do Barros
i manda conimunicara V. Exc.
ao mesmo O Exm. Sr. presidente da
!a, mandn acensar recebulo o oflicio, que
V. Exc. Ihe dirigi em 28 de maio ultimo, cm-
odo ler sido reformado no mesmo posto
ile-coronel da amiga guarda nacional des-
incia Amonio Xavier de Moraes.
ao commandanie do.presidio de Pcrnindo.
dem de S. Exc. o Sr. presidente da pro-
solicilo do V. S. a expedico de suas or-
ara que sejam enviados a* esta secretario
na pritfaeira opporlunidadc alguns caixiies de rea
prela.
presentados por sous procuradores, 18 accionistas
possui
O S
Si
vovar
da coi
que ve]
lo das
norial
II
el u ida
sis 0l
Dito ao commandanie do presidio de Fernan-
do.Pelo commissario do vapor Viamo ser en-
tregue a Vmc. a quanlia de viole con tus do ris
para occorrer ao pagamento das despezas desse
presidio. ,
Dilo ao mesmo.Tendo expelido ordem para ^"cunl
que sejam transportados para esse presidio nn
vapor l'iamo os sentenciados Flix de Araojo
Los, Sabino Lins de Araojo, Jo.'io Paixola, Ma-
noel Francisco das Candnas e Manoel, escravo ;
assim o comuiuui'o a Vine, para seu cooheei-
inenlo.
Dito ao director das obras militares.Mande
Vmc. com urgencia rcletlur a cubera da casa da
secretaria do 10 balalhao de infantaria, como
j so ordenou, e be ni assim caiar o respectivo
quarlel. Commuuicou-se ao commandanie das
anuos.
Diic ao ih"soureiro das loteras.Emresposla
ao seu offirio de C do correte, lonbo a dizer-
Ihe quo, depois de extrahidas as loteras classifl-
nadas ni tabella inclusa, dore Vine, aposentar-
me nova clssiflraco, para quo cu resolva a se-
inclbanie respeito.
ItIO DE JANEIRO.
26 dn maio.
NIIIA DE NAVRGACiL#fc COMMERCIO
DO AMAZONAS,
lio-sc huiilem a assembla geral ordinaria
ompanhia. Comparecern! por si, c re-
DIAS DA SEMANA.
11 Seg. S. Barnab ap. : Ss Flix e Fortunato.
12 Toro. S. Joao de S. Facundo : s. Onofre.
13 Quart. S. Antnilio f. padroeiro da provincia.
14 Quint. S. Basilio Magno b. doutor da tgreja.
15 Sext. SS." Coraco de Jess: s. Vilo m.
16 Sab. S. Joao Francisco : s. Anreliano b.
17 Dom. S. Thereza rainlia de Lian.
ENCARREGADOS DA STJBSCRIPCAO NO St.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcJo Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Marlins.
EM rERNAMnUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiroa de>
Faria.nasua livraris praca da Independencia n^
16 e 8.
augn enio de serricv, por acreditar que tanu nao
resu aria compensado correspondente ao acres-
cimo de despeza.
lodavia um facto inqueslionarel que ns
subv incoes concedidas a esla empreea sao ampla-
men e cornpensadas nao s pela inaior faciliiade
e cci non* de despeza no transporto dos passa-
geircs.cargns e dinhelros do governo,mas anda e
sobii ludo.polo extraordinario crescimenlo da ren-
da giral do Para. Basta, para o reconhecer, tan-
car (s ollios sobre o quadio da renda da provin-
cia i os cinco exercicios anteriores inauguracao
do strvico da rompanhia, e compara-la com a dos
cinc > exercicios posteriores.
Renda geral do Para.
Exercicio de 1871848.... 477:0003
1848-1849.... 478:OOOS
18 9-1850.... 573:0003
180-1851.... 885:000.3
1851-1852.... 871:0003
lores de 2.451 arges.
r. baroo de Man leu o relaloiio seguinte :
nhores accionistas.liemoroi-me era con-
ista reuniao ordinaria da assembla geral
ipaiihia, alim de poder, ao mesmo lempo
s apresentasse o balando o a exposicao das
slanciasda empieza, aiiiiunciar-vus' o exi-
negociacoes pendentes rom o governo im-
e com a repblica do Per.
ije, que essas nogO'iaQoes se acham con-
. venho dar-vos conta do resollado de nos-
rieoos^io ultime biennio, encelando mi-
nha tairefa pela narraeao das oceurrencias relati-
vas aojservnjo contratado.
AjViag.iui de julho de 1858 na segunda linha
rematijii oservleo a que nda haviamos compro-
o para com governo peruano, e desde
einbro do anuo p.issado lornou-se o porlo
raetlid
al di
de Jal tinga, na nossa fronleira, ponto terminal
dessa
A
daque
recia ayes por parle dos interessados no corn-
il officio supra
do gymuasio
TO-
exercer ncsti provincia o cargo de vice-cousul
da Tosrana, por haver o respectivo cnsul geral
na curie revogado a nonieaco do rfcrido.Cas-
tro para aquello lugar; assim o commiinico a
V. S. para seu conheciinenlo, c afim do quo tara
i uti*i ir ao inspector da altan lega e ao adminis-
trador da mesa do consulado.Fizeram-so as
do ni ais comniuiiicacos.
Dilo ao mesmo.CommunieoaV. S.,parasen
conhecimento, que. segundo consta de aviso ex-
pedido pela reparlico do imperio em 25 de maio
ulli'iio, foi approvada a despeza de 109<)U0, quo
mandei fazer com o pagamenio dos medicamen-
tos fornecidos pelo pliarmacculico Luiz Gomes do
A/.evedo Campos, pira o iratamenlo dos indigen-
tes accommcllidos pola varila no lermo da Es-
cada, e a que so refere o meu oIBcio, duigido o
V. S em 11 daqu lie mez.
Dito ao mesmo Sendo-mo declarado em avi-
so expedido pelo ministerio da jusiica em 28 de
jnaio prximo lindo, que do ministerio da fazenda
se solicitou a expedico de ordena para ser aug-
mentado com a quanlia de OO0O5OOO o creJilo
concedido a esta provincia para as despezas com
o servico da verbaPessoal da policano actual
exercicio ; assim o communico a V. S. para seu
conhecimento.
Dito ao mesmo.Remello por copia a V. S.,
para seu conhecimento c direcoao, o aviso expe-
dido polo ministerio da justica'em 19 de maio
prximo findo com a demonstrado das quolas
destinadas a esla provincia, para pagamento dos
deferentes servicos a cargo daquelle ministerio,
no anuo prximo futuro de 1860 a 1861.
Dilo ao mesmo.Constando de communicaco
da secretaria de estado dos negocios do imperio,
dalada de 23 de maio ultimo, que por decreto do
19 do mesmo mez foi transferido o lente da fa-
culdadc de direilo desla cidade, Dr. Braz Floren-
tino Delinques de Souza, da primeira cadeira do
segondo anuo para a primeira cadeira do tereci-
ro anuo da incsiua faculdade, e nomcado o len-
to substituto Dr. Joao Silveira de Souza para a
mencionada primeira cadeira do segundo auno ;
assim o communico a V. S. para seu conbeci-
mento.Igual ao respectivo director interino.
Dilo ao mesmo.A vista da guia junta mande
V. S. ajustir as conlas de vencimenlos do alteres
Joao Bezerra de Salles, que se acha nesla pro-
vincia, e lein de seguir para a do Ceai a incor-
porarse ao respectivo meio balalhao.
Diloao mesmo.Constando de aviso expedido
pelo ministerio do imperio em 2-2 de maio ultimo,
que solicilara-se do Exm. Sr. ministro da fazenda
o augmento de mais de 312$ill para o crdito
abono a esta provincia pela verba Colonisacao;
assim o communicb o V. 5. para seu conheci-
mento.
Dilo cmara municipal do Recife.Tendo em
vista o que informou a cmara municipal do Re-
cife cm 30 do maio ultimo, acerca da aprnsenia-
cao que alguns cidados da freguezia do Poco da
Panella me dirigiram contra a nova divisao do3
districlos, all fela ltimamente, e julgando eu
que a cmara dovia ler procedido a este respeito
sement em considerarlo ulilidade publica c os
inleresses daquelles seos municipes, resolv de-
clarar-lhe que subsista* a nova divisao, menos na
parte concernente seleicoes, que lero lugar no
correnio anuo, porque, sendo eila essa divisao
depois da qoaliuca^o dos volantes daquella fre-
guezia, os quaes devem ser chamados na forma
da lei pela ordem dos quarlcires e districtos, que
Jicarara alterados, pode resultar d'ahi perturba-
cao marcha regular do3 trabalhos cleiloraes;
ievendo portanto subsistir para esse feito a divi-
. sao alterada por que se fizera a qualificaco.
Dilo ao commandanie superior da guarda na-
cional do municipio de Villa Bella, lugazeira e
Tacaral.Communico a V. S. que pela secreta-
ria de estado dos negocios da jusiica me foi de-
clarado, que S. M. o Imperador, por decreto de
22 de maio ultimo, houve por bem conceder re-
forma no mesmo posto ao lenle coronel da an-
tiga guarda nacional Antonio Xavier do Moraes:
o que V. S. Ihe tari constar.
Dito ao mesmo.Communico a V. S que, se-
gundo me conslou de parlicipaco da reparlico
. da jusiica de 28 de maio ultimo, S. M. Impera-
dor, por decreto de 22 do mesmo mez, houve por
bem conceder reforma no posto de icnenle-coro-
nel ao major da antiga guarda nacional do mu-
nicipio de Tacaral, Victorino Lopes de Barros : o
que V. S. Ihe far constar.
TABELLA i que se refere
l.1-! parte da 4." lotera
vncial.
2 "3.a parlo da 5.a lotera do hospital Pedro II.
3.a&* parta da i.'' lotera do gymnasio pro-
vincial.
4.a4.a parle da 5." lotera do hospital Podio II.
5.aUltima parle da 8.' o 1.a da. 9.a 1.noria da
matriz do bairro da Boa-Vista desta ci-
dade.
6.a1.a parle da 1.a lotera do collegio do N. S.
do Rom Consolho desta cidade.
7.aUltima parte da 1.a e 1.a da 2.a lotera do
iheatro do Sania Isabel.
8.a2a parle da 1.a lotera da irmandade do N,
S. do Livrament desta cidade.
9.a2.a parle Ja 2.a lotera do lliealro de Sanio
Isabel.
10.a1.a parle da 1." lotera dos religiosos fran-
ciscanos desUP cidade.
11.a1.a parte da 1.a lotera do cemilerio da
villa do Cabo.
12."1.a parlo da 1' lotera da Associaco Ty-
pographica Fernambucana.
Portara O presdeme da provincia, confor-
mando-se com o quo propoz o chefe oe policio
em ollieio de 8 do correle mez. sob n.731, re-
solve crear mais um disiiiclo de Subdclegacia
110 lermo de Ouricury, comarca da Boa-Vala,
com a denominaco de Serra Branca, o qual
abrangear todo o lerrilorio eonhecido co>n esse
nomo, inclusive OS sitios Orejo do Santo Antonio,
Feitoria, Taboqomha e Olho d'Agva d'Anna Ge-
ralda, a extremar com o distrielo da villa de Ou-
ricury as fazendas Tanque Novo, Queimadas,
Miiliares, Baixas o Papa-mel exclusive, as quaea
periencero ao dislrcio da mosma villa.Com-
iniiuicou-se ao rhefu de polica.
mera
enCn
povoa
qoe enlo comociva a desonvolver-se
is nossas duas provincias ribeiriohas e as
dea peruanas de Iquem dos Andes, pos
sem enbargo do pouco adiantamenluem que por
ora si
ment
ram a
los b silci
pelos
do cp
vou-s
gencr
163:01
lio vi
B
prolic
extre
inha.
soppresso da navegago
para os porlos
por
bio
exe
uas
ral

vol
nos
lo
ess

m
Exercicio de 1853-1851....
18511855....
185")1856....
18561857....
l;i-1853....
657:0003
Media
1.515:0003
l,43i:OOOJ
1,133.0003
1,420:0003
1.378000J
1,376.0003
Ah temos que a renda media da provincia
antis de estabelecer-se a navejaco resillar a va-
foi de657:000, e depois de e-Ubolecida su-
1 1,376:0003, isto a mais do dobro. No
1 cicio de. 1852 3 1853, leudo a companhia ape-
funecionado drame 6 mezes, j a renda go-
,e eleyou a 944:964$823.
Daqui se deprehende quanio se lm desen-
hlo as transaccoes commerciaes da provincia
7 anuos de uosso comalo, e qual o auginen-
a fortuna particular que tem determinado
nolavel acrescimo da ronda publica.
Torna-se, pois, evidente que as aubvencSea
coi cedidas pelo governo imperial constituem
apias um adantamenlo cujo reembolso por
me o do incremento de
la ro-pub.ica_exci.ou desde logo clamorosas ^Z^oZ^Z^T^'' ^^'^
acham essas regios, nolavd o incrc-
que desde a fundacao da companhia tive-
suas transaccoes de perinola com os por-
be n es
mi lia ti
je O servico
tal de nina
raflleira.
as para promover o
parte importante da grande fa-
iros : o valor das mercadorias lvalas n
nossos vapores aos porlos da repuDlica, sen-
mas do 28:OOU7OO no anuo de 1856, ele-
em 1857 a 05:0003000, e as qualro via-
gens Ae 1858 subi a 75:0003000 ; os retornos em
is de produccao peruana foram no valor Je
OjOOO no auno de 1857, sonndo as qua-
gens (!> auno seguinte a 268:0'>0;00.
tes algarismos luvom ultima evidencia a
idade da navegaco a vapor entre o porto
10 no lerrilorio brasileiro e as prximas
povoatoes peruanas; perroitli, porm,'senhores
accionislas,
aqu l
que o
lidadt
a pros
no quj
Kxc.
J
sei
l'K
Dita.O presidente da provincia, tendo vis-
0 officio do commandanie superior da guardi na-
cional do municipio de Nazarelh, datado do 12 de
abril ultimo, delermina que ao cidado, nomea-
do por portara de 3Jde marco deste auno, alfa-
res da< companhia do balalhao 11. 18 do iofan-
laria da inesma guarda nacional, rom o nome de
Joao Nepomucono Machado Coitinho, se passe
palenle com o de Joaquim Nunes Machado Coiii-
nho, ficanijo nesla p'irte corrigida a referida por-
tara. Commuuicou-se ao supradito comman-
daote superior.
Dita. O presidente da provincia, atlendendo
ao que requeren o professor publico de instruc-
cao primaria da villa do Bonito, Joao Braulio
Correa e Silva, e lenJo ;i vista a iuformacao mi-
nislrada pelo director geral da instruccao publica,
ouvindo o conselho director, resolvo"considra-
lo habilitado para perceber as vantagens do art.
2G da lei n. 369 de 14 de maio de 1855. Coin-
municou-se no supradito director. "
Dita.O Sr. agente da comapaniha brasileira
de paquetes a vapor mando dar transporte por
conta do ministerio da goerra, no vapor que so
espera do sul, aos capelles alteres da reparlico
ecclesiaslica padres Antonio de Mello e Albu-
querque e Joaquim Virissirao dos Aojos, este para
a provincia do Para, e aquelle para a do Mara-
nhao. Communicou-se ao commandanie das
armas.
Dita.O Sr. agente da companhia brasileira
de paquetes a vapor mando dar passagem para a
corte por conta do ministerio da guerra ao cade-
te do Io balalhao de arlilharia a p Tito de Sou-
za Camiso. Commuuicou-se ao commandanie
das armas.
quo, para mais cabal demonstraeco,
ranscreva omeloquento Irecho do relatorio
illnslrndo Sr. Dr. Lcito da Cimba, naqua-
de vico-presidente da provincia do Para,
niou respectiva assembla legislativa, e
al, rferindo-se u este assumpio, dsse S.
|i seguinte
jui/.a agn, senhores, da peda que vamos
lir com a cessaco de semellianle navega-
quaodo os mais altos inleresses das popu-
liieiies dosla provincia, da do Amazonas o da
ublica do Per, que demoram uiuem da
coidilheira dos Andes, exigem imperiosamente
s que amiiidenios aquclUs viagens, como
i facilitemos as relajees commerciaes que
is no-i proporcionan!.
( om elfeilo a populacn di repblica do Pc-
Aquem dos Andes, na zona oomprehen iida
ir o litoral de Hoyobaraba e Loreto, corn-
ada em 150,000 almas, c se comprehenlor-
5 o departamento de Cajamarca, sobre a cor-
teira, teroraos urna populacao de cerca de
,000 almas, que ha de ser por torca consu-
lora dos producios que importamos do cs-
rej
nai
qu
e
ni
en
P'
111
il
25
mi
Iraigeiro, so facililarmos os meios de trans-
te daquelles producios, e convidarmos por
didas adequadas aquella populaqao a que
lira fornecer-se pelo nosso porlo a faz-lo
das nossas Ireslinhas de navega-
foi desonipenhadu durante o biennio com a
ior ponlualidade.
PAQUETES A VAPOH.
O novo vapor Mando, construido em Birke-
oad as acreditadas offieioaa dos Srs. Laird,
el egou ao Par no da 6 de dczitubro, partindu
ni
se
a
i'1
n
11
w
da 18 do mosmo mez para Manos, d'ondo
recolheu de voila no dia33, completando assim
jijgem redonda da primeira liiilia no breve ea-
50 de 12 das. O casco desle vapor 6 de fer-
lom 220 ps ingle/.es de quilha, 25 de boca e
1|2 de poiital : guas machinas sio da turca
valor aegurad do vapur lti> atgro foi decidido
a nosso favor em 6 de fevereiro, c fata-se de ve-
rificar essa robranca.
Possuimos actualmente dous sareiros de fer-
ro o dous de madeira para o embarque e des-
embarque de cargas, alm de dous grandes de- I
psitos flucluanlcs de ferro, que niuilo facililaro
aquelle expedienlc.
Acham-se funecionando cinco dos pharoleles,
do cuja construeco foi a companhia encarregad.i
pelo ministerio da marinha, e promplas as tres i
boias para serem collocadas nos lugares compe- '
lentes. Estas obras, que muilo facilitara a na- I
vogacao do Amazonas, foram execuladas sob a |
direrc-o do hbil capito-tenejale Francisco Pa-1
rahibuna dos Reis, a cujo zelo c apiido prolls-
sional estimo ter occasio de novamente render
I homenagem, lamentando que sua alquebrada
saude o forcasse a deixar o servico da companhia,
que por espaco de sele anuos tan inlelhgento-
mente dosempenhara
OBRAS rilOJECTADAS.-
J no meu relatorio anterior al Indi a inde-
clinavel uecessidade em que nos adiamos del
no porlo do Para urna carreiracm que os nossos
paiuelrs encnlhem, quer para serem reparadas
suas obras vivas com mais presteza e soguranc,
quer para se Ibes limpare pinliro fundo, do que |
muito depende a doraco dos cascos de ferro.
Sen o, porm, una obra como essa de que ca-
recemos necessiriamonte dispendiosa, a direc-;
loria antes de eniprehcnde-la enlendeu de>ver|
proceder a ora esludo aecurado sobre os dife-
rentes modos que se aprescnUm de conseguir
aquelle desidertum.
Consulte) portanto a tal respeiloo Sr Charles
Neate, disnclo cngeuheiro hydraulico 00 ser-
vido do minisiciio da fazenda, que as obras do
caes da alfandega e em oulras de que lem sido
encarregado tem dado inequvocas pravas de sua
proficencia. O Sr. Noote, vsla di planta do
terreno e demais informaces convenientes, or-
ganisou o plano das obras* e seu orcamento, que
submello vossa insp.ceo.
Na respectiva planta observareis'o modo por.
que o Sr. Neale, aproveilando hbilmente asdis-
posicoes naiuraes do terreno, grupou asofflcinas
junio da morlona do maneira a facilitar e bara-
tear o servico, empregando um s molor para to-
dis ellas.
Aopassoqne no anno seguid-
lo sommou a reeeita geral. .
e a despeza incluido o dividendo.
passando a fundo do reserva. .
803:8165743
802:8685900
977t783
O decrosriinento da rr-rcila soral prorm
exclusivamente Un iulerrupcao do servico para o
Per durante o anno de 1856 em que nao livemos
subvenoao dessa repblica.
Do augmento e prolongacao das viagens na
segunda linha em Virlude dos recentes contratos
deve infallivelmenle resollar este anno inaior
incremento na nossa reeeita eventual, cujas fon-
tes principaea, desde a origem da companhia,
tido a progrcsso que indica o seguinte
3>
mappa :
Anno.
1853
1854
1855
1856
1857
1S58
1859
Frotes.
12.855SI82
26:994#348
47.0338316
62:483|73
76.-235S542
98:330^351
102:ii43a43
Pass.igens"
2i:350s6:;0
31:964576;
56:6598563
51:8975314
67:426*317
57:790*317
57:411^257
Total em7znnos 42GO96,5S0 37:497#l67
* Anno.
1853
1854
1855
1856
1857
1858
1859
Total.
34:205ffl
5S:956 103-7125349
117:3805587
1 8:66la829
166:12056
159:525*800
Augmento.

24:7092Sl
44:786:817
13:637s618
26 2815212
12.458-8:1
3.405J131
Total em7 anuos 773:5015756 125:3I9$97!)
Por ah so vil que se a renda proveniente,
dessas duas verbas tem marchado em escala as-
cendente durante os sete anuos decorridos desde
que a companhia ene, Ion a navegaco o vapor no
Amazonas, isso llovido nao as pssagens, que
entre suas Ductuacoesapresenlam urna diminui-
da cerca de 10.U0J na locoila de cada um dos
dous ltimosannosrelativamente & de 1857; mas
aos fieles, que nesie mesmo periodo quo acabo
de comparar apresenlam umaccrescimo do mais
de 20.0005. sem embargo da extraoidiara en-
A morlona de que se trata lera capacidade pa-1 t'l"'"le do Amazonas eml859e da perda degran-
a receber quaesquer embarcacos ale ao pone '' I';1,lc da safra de cacao em Camel.
Ora, sondo o toril:
por
fontc di
ra reoeDer qu
de 700 tonel idas, e ser lauem urna
rendas ; pos que a ella lero de recorrer para
fabricar militas das embarcarnos que frequentam
o porto do Para. Remet! para a Inglaterra co-
pia dessa planta ali-n de serem all consultadas
ouiras opnioes professionaos, e em breve espero
se possa dar principio a urna obra cuja palpitan-
te uecessidade cada da se faz sentir com mais
vigor.
riVOPlUEDAUES.
Os predios o os terrenos pela companhia com
Ora, sondo o termo medio da safra animal
dos principacs productos amaznicos infinitamen-
te superior quanlidade que desees generas trans-
portan! oa nossos vapores, como dnela a seguin-
te compararn, nfallivcl o augmento de nossa
reeeita de troles medida que as viagens se amic-
darcme que formoa adqurindo vapores de inaior
capacidade, pola que o nosso transporte, alm
domis rpido e seguro, 6 tambera mais econ-
mico qneos das emba-eacoes de vela.
Termo media da safra annunl dos princi/iae.
producios amazonicos-e quantidade transpor-
tada nos vapores da cempankia em 1658 c
1859.
plis carvoeiras. Qs alojanientus combinam a tes e lellioiros, que, sendo conslrucces proviso- Producios. Safra an-Transporto Transporte L'ni-
laetivo, de 18'J cavados, e o navio tem capaci- prados figuram no balance annexo por 65:568$,
le para lO toneladas de carga, alm de am- ; lendo-s eleminado desta verba o cusi das pon-
lior simplicidade possivel com todo o conforto j risa, se arruinaram com o lempo e prolongado
Expediente do secretario do governo.
Officio ao director geral da secretaria de esta-
do dos negocios do imperio.S. Exc, o Sr. pre-
sidente da provincia, manda aecusar recebido o
officio que V. Exc. ihe dirigi em 23 de maio ul-
timo, participando que, por decreto de 19 do
mesmo mez, foi transferido o lente da Faculdade
de Direilo desta cidade Dr. Braz Florentino Hen-
rioues de Soza, da 1* cadeira do 2o anno para a
1* cadeira do 3*anno da mosma Faculdade, e
nomeado o lente substituto Dr. Joo Silveira do
Souza paro a mencionada primeira cadeira do 2"
anuo.
Dito ao director geral da secretaria de estado
dos negocios da justira.S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, manda aecusar recebido o officio,
V. Exc Ihe dirigi em 28 de maio ultimo decra-
rando, que S. M. o Imperador, por decreto de 22
do mesmo mez, houve por bem nomoar o major
Manoel Lopes de Barros para lenenic-coronel do
balalhao n. 47 de infantaria da guarda nacional
desla provincia.
Dito ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da
provincia, manda pailicipar a V. Exc, que Ihe
foi entregue o officio de 23 de maio ultimo, em
que V.. E,xe. communica que S. M. o Imperador,
por decreto de 22 deste mez, houve por bem de-
clarar sem effeilo o decreto de 27 de julho de
1859, que nomeou a Symphronio Nunes do Bar-
ros, para o posto de lenente-coronel comman-
danie do balalhao n. 47 de infantaria da guarda
nacional desta provincia.
Dito ao mesmo.S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, tendo recebido o officio de 28 de maio
ullimo, em que V. Exc. Ihecommunica que, por
pe os do mar Pacfico, dos qoaes tem ella de
nsportar os gneros com os grandes incom-
dose embaracos que enconlram na possa-
m dos Andes.
Vssim, donamos nao s mandar all nossos
va sores mensalmente, deslembrando-nos a
pi iicipio, se fosse necessario, de lucros pecu-
niinos, como por exemplo, estabelecer para
aquella repblica o commercio de transito ou
de recxporlaco, ou pelo menos equiparar os
di eilos que actualmente pagara na nossa al-
< fa ilega os artigos que para all remellemos
aoi que laes artgos pagara, na alfandega do
a Pir, cuja larita nao impoe sobre gneros es-
'-; ngeiros diroitos ( exeepQo dos prolectorcs)
tiores de 25 por rento, sendo que sobre as fa-
ldas de linho, de lia, papel, etc, impoem
as na imporlacao 25 por cenlo, tendo enlra-
franca o ferro, ferrauentas de agricultura,
carvo de pedra, etc.
Ora, como os arligosque temos mandado pa-
all sao precisamente fazendas grossas, fer-
e fcrragens.e estes gneros pagara na nossa
aljfandega de 5 a 30 por cenlo, segue-se que s
grandes embaracos que enconlram os Pona-
is de quem dos Andes.no transito por aquel-
rordillieira podem convdale n que nos
efiram para scus fornecedores^joTno ia acon-
cendo.
Ajuizai, porm, senhores, do vulto que lo-
artara nossas remessas para aquella popula-
5 o, so ella as podesso haver com a facilidade
le proporcionara a medida que lembro, co-
udo, como forzosamente devenios coniar,
m augmento da raesma populacao e de suas
cessidades e commodos, logo que se ponham
n relaeoes imraediatas com os paizes da Eu-
pa por nosso intermedio. >
Estas aceitadas ponderacos do digno adm-
ador da provincia do Para, as representacoes
as assemblas legislativas dessa e da prorin-
fsinha, por meio de votajoes unnimes, re-
eram dirigir ao governo imperial, in'duzi-
-0 a entrar em ajustes com a companhia pa-
tr
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ra 1 no a navegaco da segunda linha se tornasse
s frequenle logo que com o governo do Per
vessemos coutratado novamente a prolonga-
das viagens at aos porlos da repblica. Dos-
ijusto resultou o contrato que era 27 de julho
anno passado celebrou o nosso agente era Li-
com o governo peruano, e o decreto imperial
ero 2,591 de 9 do corrento mez, llcando as-
^ o servico da segunda linha, desde o mez de
jan uro. ultimo, no p de urna vagem menssl
ente Manos. capital da provincia do Amazonas,
e o porto peruano da Laguna, na foz do rio Hual-
lag, desempenhando alternadamente esses ser-
vicos os vapores Taftatinoue Marojo.
( Pelos contratos vigentes temos, pos, de rea-
lis ir na aclualidade 60 viageos animaos, sendo
24 na primeira linha, 12 na segunda e 24 na ter-
co ra.
: A presidencia da provincia do Amazonas repre-
se itou ha lempo ao governo imperial sobre a con-
vc iencia de harmonisar o servico da seguuda
cmoda primeira linha, eslabelecendo naquella
la nbem duas viagens mcusaes ; o governo ira-
decreto de 22 desso raez, houve S. M. o Impera- perial, porm, atlendendo aos encargos que pe-
dor, por bem conceder reforma no posto de te- sa 11 sobre o thosouro nacional, enlendeu em sua
nente-coronel ao major da. aliga gnarda naci -1 sa ledoria que nao era po,t ora convtaie.me tal
que os passageiros possam desojar, o sao perfei-
1 mentn ventilados. A conlruc.ejo deste vapor ,
ci mo ilo Tapujos, oriunda das mesillas ollici-
nis, extremamente solida, o suas obras do ma-
derat^jis do leca da Asia, o que Ihe affianca
liingn SjiKaco. Nao posso eximir-me ao prazer
df transrrt'ver aqu a lacnica, mas expressiva
iuformacao que o nosso digno gerente me trans-
oiillio chogada desle magnifico vapor ao Para :
( 0 Manos, escreve o Sr Pimenia Bueno, o
melhor vapor que conheco, c nada absoluta-
mente me deixa a desojar. t'.iisiou-nosesle
paquete, promplo a navegar, 27,200 ou ris
2I8 972J730; o seu com mando foi confiado ao
Sr. Adete Elisiario da Silva, anligo servidor
da companhia.
Ao Tupajos fi/.eram-se durante o biennio, e
de modo a le-lo sempre promplo a entrar em
servico, sendo necessario, os colicortos de que
este vapor careca, e que agora mais fcilmente
podero ser concluidos. Para se Iho examinar,
impar e piular o fundo, foi este vapor escalbado
sobre picadoiros na praia do Masqueiro, e por
essa occasis se recoiihecciido seu perfeilo esta-
do, gracas a solidez de sua conslrucc,o. Conli-
na a commanda-lo o digno capilo lente An-
tonio Jos Pereira Leal.
O Solimdes, aps dous annos de aturado ser-
vido na 1" linha, demanda agora alguns reparos
as suas obras vivas, atacadas pelo tur nos lu-
gares em quo o cobre lem dado de si. J em fe-
vereiro deste anno se den principio a esses ropa-
ros, indo o vapor encalhar no mesmo sitio onde
se Raer o concert do Tapujo:, e, ultimados
ellos, conta-se que o Solimei possa trabalbar
elleclivamentc por espaco de dous annos s^m ca -
reccr de novo fabrico. O Sr. Jos Antones Ro-
drigues de Oliveira Calramby, seu commandan-
ie, por mais de urna vez tem merecido os enco-
mios da directora pelo zelo que o distingue no
desempenho de seusdeveres.
Mediante ligeiros reparos continuou o Taba-
tinga durante o biennio a desempenhar todo o
servifiO da 2a linha; logo, porm, que seja ren-
dido, lera de substituir algumas latas e concer-
tar as caldeiras ; feito o que, ficar este vapor
em excellentes condioes. A falta completa de
recursos as paragens por onde elle navega exi-
go da parla de 30U commandanie a mais perse-
verante actividade e energa, e folgo cm reconhe-
cer que o digno capilo-lenente Nuno Alvares
Pereira de Mello Cardoso lem plenamente satis-
feilo expectativa da directora.
O decano de nossos vapores, o Mar ajo', foi
o que durante os ltimos doos anuos mais atu-
rado servico presin na 1* linha, onde nesse pe-
riodo fez 19 das 46 viagens realisadas. No tlm doj
anno foi reparado do que careca, e passou ao
servico da 2a linha, onde o estado actual de seu
casco o machinismo Ihe permiltir trabalhar por
alguns mezes sem nterrupco.
O Camet, especialmente affeclado ao servi-
co da 3a linha, para o qual tem por emquanto
siifficienles proporcoes, acha-se em estado sa-
tisfactorio c poder navegar incessantemcnlc lodo
este anuo. O digno Io lenle Manoel Pereira de
Figueiredo, que o r.ommanda, tu,-na-se credorde
nossa consileraco por son zelo e pela econo-
ma que o caracterial.
u O Uonarcha fez os concerlos precisos, e con-
serva-se promplo para substituir o Camela no
'servico da 3a linha, era caso de necessidade, ou
para qual quer outra viagem extraordinaria ; est
a cargo do commandanie do vapor de soresa-
lento da Ia linha.
Em virlude do augmento deservido contra-
lado na 2a linha, deliberou a directora raandir
fazer um oulro vapor de ferro, o Inca, da forca de
100 cavallos, com 167 ps inglczes de compri-
mento, 23 de bocea e 10 de pontal; este vapor
construido tambem com todo o esmero as offi-
cinas dos Srs. Laird, de Birkenhead, fez a sua
primeira experiencia, que deu satisfactorios re-
sultados, no dia 5 de abril, o deve a esta hora
achar-so no Para, prestes a entrar no servico da
2a linha. E aqu seja-rae licito render os devi-
dos encomios ao Sr. Henrique Hoffamiih, dis-
tinelo chefe de divisao da armada nacional e im-
perial, pela dedicaco com que se presin a fis-
calisar a bem dos inleresses da companhia
construeco do Inca v do Mandos, pois que sua
reconhecida pericia e 0 perfeilo conhecimento
que lem de nossas necesidades muito concorro-
ram para dar a esses dous navios as eminentes
qualidades nuticas que os collocam na vanguar-
da dos paquetea a vapor nacionaes,
a O pleito quo livemos de intentar compa-
a Noy. Fenuaae.ttta para delU haYerraoft o l
uso, eachain-s boje sem valor; a importancia Borracha,
dolas foi levada conta de lucros e pedas, pela Cacao. .
verba de reparos nos predios. Castanha.
PeMencein mais a esto ululo os terftnns doa- Piraruc.
dos polo governo em compensarlo dos prejuizos
da colonisaeo e o valor do inventario du colonia
Itacoaliara, seminando ludo 327:9805112.
DIVIDAS.
No total de 106 8535390, que reprsenlam as
dividas
em 1859. dade.
19.500 arrobas
7.300
850 alquers
42,250 arroba.
11u.1l. em 1858.
130,000 15,193
S>30,000 47.(151
120,000 2.(16
100,000 24,358
COLOtnSAQiO.
Figura osla verba no balune.o pela enorme
quanlia de 327:980;312, sendo 57:220gll5 a so.n-
ma do inventario da colonia Ilacoaiara, o......
270:7605197 o valor que representa as 92 le-
aclivas.entra o overno imperial por.....I guas quadradas do teas que o governo
il:U2,y)i8, sendo 51:0005 dasubvenco corres- com janhia em compensuao deseos
ponaenle ao mez de dezembro, quo, como de
costme, foi receida nos nrmeiros dias de Ja-
neiro deste anno ; 6,' 9G?'j;)o, importancia de ps-
sagens e freles que, na conformidade da coudicio
15" do contrato vigente, sao pagas promptaran-
le pelas thsourarias do Pr e Amasnos; e fi-
nalmente 14:0959583, proveniontca do conlas de
frotes e pssagens de data anterior do refer lo
contrato, a3 quaes, embora legalsaJas pelas
mesmas thsourarias e ordenado o seu pagamen-
to pelos differemes ministerios a quo perlencem,
doou
prejui-
zos na importarn de colonos. Dia vira em que
essas torras, excellenlomenle roliocudas, como
so acham, nos localidades mais feriis e salu-
bres do Amazonas c do seus can daos .illl nui-
les, lenham subido valor ; por emquanto, po-
rm, e anda por nlgum lempo, apenas um
capital morlo que ah temos, e que cumpre ir
gradualmente amortizando logo que as sobras
do nossa receila para isso deem margen.
a A colonia Itacoaliara deu-nos anda 03
mais deplonvcis resollados nesle biennio; o
acham-se todava demoradas no Ihesouro na- comquanto nisso tivesso alguina parte a cheia
cional pelo moroso processo dos exercicios
lindos.
Jo rio, nao deve occullar-vos que as prinripaes
culpas recahem, sem possibilidade de justicaco
As agencias da companhia linham em caixa sobre o engenhoiro Morllz Bechi r, que para paliar
1 fim do anno 12:770j367, que figuram em seu os funestos resultados depessima administrar
no
debito.
As dividas de particulares montavam na mes-
ma poca a 22:88l9Sf5, leudo passado a lucros
e perdas, por incobraveis, 5:1435311.
Por oulro lado.as dividaspassivus limilavam-
se a 9:4105867, importe de saques da geren-
cia, com mais 3:5535550 que a mesma devia no
Par.
TRANSITO DE PASSACEIROS.
Os passageiros transportados pelos no3sos
paquetes cm tolas as dlreccoes, as tres linhas
por ellos navegadas durante o biennio, dividem-
se pela forma seguinte :
pessit
noirepidou cm Maquear a l' do gerente da com-
panhia, fornecendo-lhc informaces inexactas c
documentos phautasiados at, que, descoberta a
sua astucia, foi incontinenti demillido, c no-
meado para subslilui-lo o meslrc da officina de
machinas Francisco Alves Teixeira. J recom-
meniei expressanienle que, se, apezar dos es-
torbos do novo director, a reeeita da colo-
nia nao der para a sua despeza, sej ella
desde logo extincla, roantendo-se all nica-
mente o pessoal indispensavcl para evitar a rui-
na do material existcnle.
Em concluso, Srs. accionistas, julgo que
devenios felicitar-nos pelas con lices em que
se acha nossa empreza, pos, se continuar a
progrcsso de sua reeeita, e ludo me leva a
crer que assim succeder, dentro de mais al-
guns annos poderimos resarcir as passadas per-
das, o que tanto mais satisfactorio quanto 6
ceno que as acones da companhia sao conser-
vadas como emprego permanente de capital, o
., que bem se deduz por meio do um lance de
Sendo porlanto O total nos dous annos 8,014 0ihos 8obre a )sta dos accionista, e mais ainda
inha
Passageiros.
1858 1859
2,641 2,914
346 475
861 774
Renda.
1858 1859
461765878 43:383g752
5:9695689 8:46lg755
5 643J750 5:5625750
3,851 4,163 57:7905317 57:4115257
passageiros, que produziram a renda de
115:201g574. Daquelle numero, 611 erara passa-
geiros de estado, que, por virlude da condico
14a do nosso contrato, o governo fez transportar
gratuitamente, importando alias suas pssagens
era 35:355$000, que revertern) a favor dos cofres
pblicos, assim como 16:8719000, montante do
abalimento de 25 por cenlo as pssagens de coti-
la do governo.
As disposicoes internas dos nossos paquetes,
a boa ordem era que ellos se manlcm o o trato
delicado de seus officiacs, garanten) lodo o con-
forto aos passageiros, cujas commodidades se pro-
cura sempre sltender.
TRANSITO DE CARGAS.
O rocebimento, transporte e entrega de car-
gas contina a ser feito por forma que, alera de
nao ter dado lugar a reclamacdes, valeu ao nosso
gerente as fellcilacde* dos inlciessados. Ets a re-
ceila d'ahi proveniente:
1858 1859
Ia linha. 82:1725910 87:331*245
2- 9:162778 10:3413425
3 6994S663 4:438873
8:330J351 102:114*543
O que perfaz nos ous annos 200:4448894 ;
montando o frele das cargas e dinheiro do Estado
transportados gratuitamente no mesmo periodo,
em conformidade do nosso contrato,assim como o
abalimento de 10 por cenlo nos freles de cotila do
governo, a 3:988*255, que o Ihesouro economi-
sou.
O valor dos gneros importados pelos nossos
vapores as tres linhas, durante o anno prximo
(indo, subi a 1,413:852$624, ao passo que o dos
exportados foi de 1:492:246$400, como veris pelo
quadro appenso.
RECEITA E DESPBZA.
< Observareis pela demonstrarlo junta da con-
ta de lucros e perdas que a reeeita geral da com-
panhia montou no anno de. 1858 a 828:590*312
e a despeza incluindo o dividen-
d0*.........800:515*111
pelo facto de terem unicimenlo havidolS trans-
ferencias, representando 316 acedes, durante o
periodo que acabo de passar em revista.
Os nossos empregados cumprera satisfactoria-
mente seus deveres respectivos, continuando a
dislnguir-so o nosso gerente, Sr. Manoel Anto-
nio Pimenla Bueno, pelo zelo intelligenlo e
perseverante de que nao cessa de dar pravas
no servico da companhia, em que digoamente
secundado pelo Sr. Jos Antonio Affonso, seut
ajudanle.
E' me grato mencionar tambera a franca s
leal cnadjuvago quo me leem prestado os maus
dous honrados collcgas, e agradecer-lhes, bem
como a vos, Srs. accionistas, a benevolencia,
que me dispensaos.
Peco-vos que nomeeis commisso d; exa-
me de que Iratam os nossos estatutos.
Bio de Janeiro, 25 de maio de 1860. /Ja-
rdo de Mau.
Foram em seguida elcitos para a commisso.
de ciama de conlas os Srs. Jos Maria do Ama-
ral, Alexandre Taylor e Bernardo Casimiro de
Freilas.
deiuado par o fundo de reserva.
28:075$201
----------------
DIARIO DE PERrUMBUCQ
A hora adiautada em que recebemos nodo-
mingo, os jornaes de que foi- portador o vapor
francez la Guyenne, nao nos permitlio. dar ludo>
quanto elle nos trouxe.
Abaixo publicamos diversos extractos do Com-
mercio do Porto, pelas, suas competentes da-
las:
14 de maio,
As noticias de llalla sao gravea e far.em re-
celar serios Iranstornos.
Garibaldi, demiilindo-se do lugar de deputa-
do por Niza e de general do oxeMto sardo, reas-
sumio a sua enliga inalidade de cr.ete revolucio-
nario e partt* P" Sicilia i lrn.e d'uma expedi-
co armada.
c O governo sardo tralava guerra para Ihe impedir o desembarque ; e 6 de
crer quo egipregue outra'j medidas com o tlm do
provar que dcsapprov t conducta daquelle quo
imuhesdoii


>

imprudentemente se propoz reproduzir o celebro
contcciroenlo lo CagHari.
O procedimonto de Garibaldi vai aggravar as
lifficuldades cora quo lula o governo sardo. Tor
tim lado o risco d'um romiitmenio serio com a-
ples c por outro lado o divorcio formal com o
partido revolucionario italiano, quo ser conse-
quencia ncressaria das medidas contra a expodi-
j de Garibaldi. A siluacao entra n'uma phase
grave e cheia de perigos.
Lamoricire trabalhava activamente na orga-
niaacSo do excrcito pontillcio, coiu o qual se diz
deve brevemente marchar para as tronleires de
aples, o que denuncia o pensamento do ope-
rarlas combinadas com o excrcito napolitano dos
Abruzzos, que, segundo os boatos, que nao foi,un
--........'., .f.,, Di^uiiuu us i'UOiUS, i^uo nal luraill --**-. w*. nuiaun uill
resionaram outro.
IlPlll trtHUT.il fr.tipn. Pk*...*-..;..* tr k nnnnn. ....-_ _:
cauce, aiienidiivas diversas, o cuiisc luoncias po-
lincas do aconteciuicnlo sao por envnenlo incal-
culavcs.
Todas as opinioes sao concordes era qee o
laclo comprometi os deslinos do novo reino
ardo, e pode produzir um grave conftelo eu-
ropeo.
t Sobre a expedicao sao muito contradictorias
as noticias.
Os despachos do Tarn do uns noticia de
desembarque as immediacoes do Trapani, e ou-
tros que a expedicao se diriga Calabria, onde
se esperava um movimenlo insorrccional.
Um despacho do aples diz que as forcas
navaes napolitanas, raclteram a pique as proxi-
dades de Marsala um dos navios da expedicao o
pelo general francs Changarn'ier.
Nao preciso alcancar muilo para ver que o
horizonte poltico se lolda o que as probabilida-
des sao mais pela guerra, o guerra de largas di-
menses. do que pela paz, contra a qual e ma-
nifestara numerosos elementos do perturbado.
Elca de duvida que a insurreico siciliana,
momentneamente vencida as duas principaes
cidades, se aloou mais viva de novo, sem que se .
nri.ri5nji.;.,.. ---------- .,. dos antigua caladores dos Alpes.
A ongem suspeila da noticia, pode autorisar
duvida, porm nao 6 nada impossivel que seja
verdadeira.
A Independencia Belga diz que, alm dos
tre3 vapores sahidos de Genova, um quarlo sahi-
ra de l.eorne, que com mais tres sahidos do dif-
ferenles punios devein reunir-se no mar s tor-
cas expedicionarias, formando urna pequea cs-
m quadra do vapores com perlo de 3:000 homens
possa com preciso determinar as causas da re-
crudescencia, a que cm lodo o caso nao sern es-
tranhas as instigares do exterior c esperancasde
auxilio.
Segundo as declaraees de lord John Russel,
no parlamento, foi por virtude das admoestacoes
00 governo inglez, a pedido do napolitano, quo
o gabinete deTurin se decidi a lomar medidas
para impedir Garibaldi de levar aos revoluciona-
rios da Sicilia o auxilio do scu nomo o do seu
prestigio miiar.
O ro da Sardenha, no discurso que pronun-
ciou cm llolonha, disse :
llevemos esperar novas guerras. F.u estou
proiopto e deUrruinado para as sustentar.
Estas patarras significara claramente que os
ires que correm na Italia cada vez so lurbam
mais.
O novo datado entre a Russia o o Japo es-
tipula quo um ombailador japones residir em
S Petersburgo e un erabaxador nsso cm Icddo.
liste ultimo poder percorrer lodo o paiz. llave-
ra cnsules russos nos porlos japoneses abertos
ao commcrcio. Km leddoc Osaka s para nego-
cies commcrciaea seriio admittdos os russos.
15 -
Todas as allenccs so vollam para a Si-
cilia.
As noticias daqnella ilha sao ms, e as es-
plieras ofllciaes do Franc-i eomoc.un a preocj
cupar-so novameote da Italia, e manifoslavamjf
so recciosde qugajgnois dc lanos abalo? expori-
mentados por aqdWIi; paiz se possa chegar con-
SOdacao da orde'm do cousas actual.
A audaciosa empreza de Garibaldi vai^om-
plicar/gcsveineulc a questo, e produzir aconte-
cimenlos que mWilo devom ccmpromeller a si-
'S- eii
tuariioj lo elisia de diflkuldades.
Na presentados fadoscdosses acontecimen
tos, a posteo do l'iemontc c inelindrosissima.
A situ.n,'io dfANapoles*aggrava-se progressi-
vanienle, e o govwno nao distares os receios de
que o movimeolo que lavra ni Sicilia, so com-
Dioniquo ierra lirme.
As noticias deTurin dizera quo parece vori-
flcar-se o faci de ler o rci de aples desterra-
do scu lio, o conde de Syracus, por motivo da
caria desle principe, de que toda a imprensa se
oceupou.
coi Paiermo eonlaram-se a 27 de abiil 1,800
pessoas presas; mas, apezai disto e do rigoroso
a 0 inuiieioiado jornal diz que Garibaldi, em
vez de desembarcar na Sicilia, se propunha des-
embarcar na CaUb'ia, onde a agitaco dos espi-
ritos Ihc favorece o intento, auxiliado pela cir-
cumstaocia de ler o governo de aples tirado
daqnella provincia as suas melhores tropas para
as enviar Sicilia.
A passngcm da carta da Garibaldi, cm que
diz quo nao so na Sicilia que se deve ajudar a
insurreico siciliana, d alguma forca a esta sup-
posieo.
Alguns jomaos francpzcs dizem que o gover-
no inglez favorecer a empreza de Garibaldi, pon-
do a sua disposico o dinheiro necessario, leudo
em vista por um lado conlrabalancar a influen-
cia da Franc,a na Italia, c por oulro'impcdi-la de
provocar urna criso no Oriento.
0 ilorning Post, orgao do lord Palmerslon,
diz que fora a marcha dos aconlecirncnlos que
inspirara ?.os sicilianos, do mes mu modo que .ios
povos da Italia central o desejo de unir a sua boa
ou in sorle ao riemonte.
mesmo jornal diz preverque o actual re
de aples esl destinado a augurentar o nume-
ro ilos merabros exilados das familias reaes e
cx-soberanos de Italia.
De Inglaterra linha j partido o primeiro
comboio de voluntarios para se unir aos rcvolu-
cjoii.iiins da Sicilia.
lisies fados naocarecem comentarios.
21
0 conde de Mnniemolin e seu irmo D. For-
Hpndo dormirn) em Touloose na noito de l e
segoiram no .lia 18 para Paris. Por emquanto
amia nao publicarom o manifest confirmando a
renuncia lelia em Tollosa, como prometleram
lazer logo que desembarcassem em Ierra eslran-
goira.
O general D. Domingos Dulce y Caray foi
elevado grandozi de Caslella com o titulo de
marquez de Castcll-florile. Parece ser a recom-
pensa da parte que tomou para a renuncia dos
dous principes tilhos de I). Carlos.
O marque/, do Douro foi agraciado com o co-
lar da ordeni do Tosa o d'Ouro.
O horisonlo poltico est cada vez mais car-
regado e assuslador
A empreza de Garibaldi o texto dos com
niciilarios de luda a mprensa ostraogeira.
ConBrma-so a.noticia do encontr das for-
litanas com os navios da expedi-
ii n
do
na
gr
DIARIO DE PERNAMBTJCO. L. Tt.^X TEf*A i> DE JBNBO D i880.
i ..^^SBT^S^" "
Ha Uons
SO.
O movimenlo
uuuaiueiiius paia Ju'viuar O'esia
siciliano um novo incidente
movimenlo unitario italiano quo leudo a crear
Europa urna 6.' grande potencia, b uo Mcdi-
tei raneo um reino que reclamar orna parle
da --
m
preponderancia que a Franca tem n'aquee
A Inglaterra entrev estas eventualidades
n lana saiisfrco, como desgosto devera cau-
Franca.
H E este, no ponto de ?isla europeo, o perigo
insurreico italiana, e o motivo dos receios
ella deve inspirar.
-33-
{< As noticias da Sicilia sao
rea.
meme eniie Sipotes e a Sarentia a prooosito da
espedicao de Garit>ald.
* O commendador Garafa. ministro dos nego-
cios eslraugeiros do to do aples, em termos
quati desabridos dirigi urna ola a Mr. de VilU-
marinsrreprescntante do rci da Sardenha na edr-
tc de Francisco II, em quo aecusa o gabinete sar-
do de connivencia com Garibaldi.
Esta nota foi coinmunicada pelo governo de
aples a todos os seus representantes na cor-
les estraiigeirss. O jopresenlanle do rei Vctor
Emmanucl responde digna e hbilmente ao mi-
nislro do re de aples.
Estes documentos provam a gravdade da si-
tuadlo reciproca dos dous gabinetes, que abriram
em lermos enrgicos urna correspondencia que
os pode levara roniperem as suas relacoes diplo-
mticas. v
A Gazela de Colonia manifesla receio de que
o grao duque Fernando de Toscana esleja pla-
ueando alguma cousa. Eslo principo esperado
no fim-do mez em urna das bellas habilacoes do
lago do Conslanca.
A Independencia Belga publica a resposta da
Hespanna circular do consolho federal suisso
sobre a convocacao do congresso europeu.
O periodo impurionle da resposta o se-
guinie : r
O governo da rainha, julgando que a conser-
vacao da neulralidade suissa necessana para o
equilibrio europeu, esldisposla a deliberar com
O potencias reunidas sobre os meios mais ade-
quados. as acluaes circumstancias, de realisar
os lins que se liveram cm vista, quando o artigo
J- da acta do Vienna proclamon a neutralisaco
das provincias saboyannas do Chablais e do Fan-
cigny.
Os jomaos he3pan!ioes, dando conla dcsla
resposta, dizem que a resposta porlugueza foi di-
rigida no raesmo sentido.
Em Portugal nada se sabe a esle respeilo.
Estar acaso a resposta no masso 16 ?
do explica- Os Ilespanhes sabem mais de aue os Por-
s a Inglaterra flzera entrever a necess.dade uiguezns. ds actos de poli" ca inier ac"onal do
oceupar eventualmcnte um poni qualquer nosso "overno pv" nutriiacionai ao
costas da Sicilia que a Franca responder. A llcs()ilhn mari,]a N d .
seesla eventual.dade se real.sasse, julga- do guerra, o Co/o, eo Villa de Bilbao e sen-
a necessario oceupar igualmente algn, ponto ,o o seu corpo de rtilharia de 10,50 home,"s
cada vez mais
I Garibaldi conseguio, segundo as noticias de
Taris, um levamamenlOABral.
: Dizia-se tambem quWk insurreigo se esten-
a Calabria o Abruzos, na Ierro irme,
i A siluacao do governo de aples peiora de
i ment para momento ; c parece fora de duvi-
que jsolicilou urna intervenco hespanhola,
3 Ihe foi recusada; oque mesa nao poderia
-se, porquo segundo confirma om dos corres-
denies, om Paris, da Independencia Belga,
resultado das explicacoese negocia^oes entre
nglalerra e Franca, concordaran) osdous gover-
iemseabsler deluda o iniervencao, ocircums-
ver a lula entro o governo napolitano e a insur-
gi siciliana, excluindo ainlervcnco de lodaa
ra potencia.
Esta ultima disposico se applicar em pri-
mi ro lugar ao Piemonle, quuando quena auxi-
a insurreico, porque a Austria declarou,
n'esle cas inlerviria a favor do re do Na-
es
A nao intervenco so estender jambem e
nalraentc ao exercho quo hoje commaiida o
leral Lamoricire.
Diz-se lambem que n'esla troca
de
ni
dr
quj
da
po
en
al
no >
en
re
ou
lia
quf)
po
for
COI
de
da
qu
Tu'i V? mora "a vr"a a ^w, l'reien-
de all deleitar aos vizinhos com os seus ooraeto*
s saia,anT,;8me,n ,h',Pedi"ra : ese padio "con!
sisie em Smce. calar-se. altendendo prncpal-
S' "'iiinhanga ha pessoas gra?..
seu w','''' que n, Pdem "PPor.ar esso
seu extracto de grntnar, deque sabbado passado
deu tao grande copia.. ^
Th Inf0KrT"iK-"n08Jq"c um corne. menor, de
. um dos batalhoes da guarda nacional desta ci-
dade ou de seus suburbios, fra osboteleado por
| um indivipuo na freguezia de S, Jos: e que nao
podendo repellir essa aggresso, dera voz de
j pnso a ordein do subdelegado da referida fre-
guezia : ao scu aggressor laflslo, e quo abusa-
va da forca, mas que negse entretanto sobre-
vindo o balisa do seu halalho, lizera*o retirar-
se, e soltara oajreso por Ora sem lova-lo a pre-
sen;a da auloridade. f>
Este fado nao devendo ficar impune, convi-
ria que sobre ello se fizessem algumas indaga-
coes, para conhecer-se o delinquente e dar-se-
Ihe a competente puni^o.
O vapor Persimnga da companhia per-
nambucana, devendo rccolher-se do Macei no
da 9 do correnlo, somente vollou honiem, Ira-
da
<
gi" n
dil
Ilyl
pai
mi
cosh
vai
re
ve,

gi'
18
CU I
*!
ler
ph
me
lord
a
e
",la" ., vai ser elevado a 13,000; anda r
A grav,. aJe da situado dcnnnca-se na se- do mais un. bMathSode engenheirC
le nota do Jfon.(eitr de latile : (.xcrcllo mmtno commandado pelo -enc-
.ros, deve. Ce.ar prximamente a ^oulon llmAfia' de" ..^do E?U*VS
a partir n una missao quo se ignora. L per- u,-,do {,.. ..r^c, u""l; "- >'s cui-
p.iuos loiam pioaos, encontrando-se-lhes em ca-
sa avuliaco numero de olas perfeilamenle falsi-
ncadas, c icpresculaiido o valor de \>b mil es-
cudos.
,iw--"nc |#i-ooe I1IH3, Hile/-,!! UI3UI C UU i ) lll.l 1 tlSl) "........t.-o>J n ii'.nt.u, UU t-Tli-UIl
estada ao sitio, quando o contra almirante frau- ?s navaW napolitanas com os navio
ees desembarcou, no dia 25, fui rcebide com os 6* u0 wlebre avenlerelro.
brados de Viva a Italia! viva Vctor Entina- esquadra napolitana persog
noel I fra os Rorbonsl expedicionarios que so refugiaram r
A27houve um combato rendido nnriaa Marsala (Sicilia). Garibaldi desem
combalo renliiJo s portas
A 27 liouvo
de Paiermo.
Cada vez se duvida mais da rcunio da con-
ferencia, para se oceupar da questo franco-suis-
sa. Oque ha boje de mais claro na siluacao,
que a Suissa perdn mais terreno do queganhou
com as reclamarnos, e que as dilTcrenlcs poten-
cias di Europa, t exrepc.io >.i Inglaterra < Prussio
se limiiaraina testemunhar-lhe iiitcressc e nada
mais.
rea
lia
liilo suppor que se nao fr destinada pura as
as da Sicilia, ir cruzar nos mares do Le-
le, onde se manifesla urna agitaco poltica e
giosi, que poder tornar necossaria, cm bre-
a iiitervonco das potencias occidenlaes.
Garibaldi n'uma segunda proclamaco diri- -i........"jncam i acgumiea
recorda-liies a revulugo de !Pt ,?' V?m dos 'I"o dcixamos extractados :
Ac nara come-ou a discutir o tratado de
Zunch.
A eimmissao de deputados encarregada do
oxaminai -
nomenu
Os
No dia 10, diz a Correspondencia de Hetpa-
ifl chegar a Madrid o duque de Tetuaii,
com quaulu seja
Amaniol.qnc est situada entre as munlhasd.i
Honcleao as obras do canal de Lozoya esquer-
esperam-se de Alicante nm numero de len-
ojssuincionles para se levantar o acampamento
Logo que cheguo o duque de Teman so dai
um esplendido al moco aos commandanlese olli-
O Capilao general do primeiro excrcito e dis-
incto, I). Manoelde l.a f......ha, deu ordens con-
venientes para prever o acampamento de todos
los, apelrechose viveros que sejam pre-
sto os navios
.. no porto de
Marsala [Mctlia). Garibaldi desembarcou com
uns mil homens, o o resto lentuu defender-.se.
purni depois do morios mu ilos voluntarios, foi
distruido o vapor Piemonle c apresa lo o Lom-
bardo, a esquadra napolitana desembarcou gen-
te, quo com oulras tropas reaes persegua os re-
volucion i ros.
Estas noticias san offkialmente Iransmitli-
das por vii de aples e. [loma, o differem das
do l'urin, em dala do 15, que dizem que depois
de Garibaldi ter desembrcalo as (oreas quo le-
vava, que cliegarain os navios napolitanos e
metieran) a pique um dos navios da expediQao.
Diz-se que algumas fragatas inglezas esm- ,
di re :
sica i
aos romanos recorda-ilies a
9, o os convida a imitar seus ionios, quo suc-
ibiram defendendo Roma.
Esta proclamaceo revela o alcance que pode
a actual revoluco italiana so alguns triuiu-
s a robtrat ocotera. Parece que os a con tori-
llos quercm dar razo aos pessimislas, quo
aram a paz de Villa-franca como urna liego i,
ie dereria seguir- so urna, guerra anda motor
ais calamitosa.
24 -
O horisoiite poltico cada vez se moslra mais
_ son brio c carrega lo. A empresa de Garibaldi
re soprar o fugo que eslava apenas amortecido
as ciu/.as, e que lende a desenvolver-so do um
mo lo assuslador.
Um despacho de aples diz qiis as tropas
s desbarataran) baioaela os minutarios do
baldi.c que osles pcideram a bandeira.
A erigen) suspeilosa da noticia permita des-
confiar delta, mesmo porque as noitias por via
iunich (Gaviera) que sao insuspeilas e as re-
as em Marsellia, Ihe liraiii de algum modo
isos de verdade.
Nao est anda averiguado se a exped;o
ribatdi desembarcou luda, ou s parle, em
la.
Em Paris arredilara se geralmenlc que Ga-
^n^'^ lha d0 cyp" Serana do Nas-
cimenlo, 4 annos.
MarU. branca, lha d Antonio Jos Lisbo, 6 an-
^tee.*" HalhiM '<
Hermino pardo, Qlho de Ambrozio da Silva Ri-
beiro, 1 auno
HToS:7sfTLVerro% l0'6 kai0<*
PT.nnnno,s.,lerCUUn0da SW*' P,rd0' S0,loir^
Leocadia Maria do Rosario, parda, soltcira, 16
Antonio Toso Lisboa, branco, solteiro, 10 an-
nos.
Joo. pardo, fllho de Jeronymo Leito de Vas
concellos, 3 anoos.
0lGomes.P0r.dnOnoesSCraT0 d0 J8qUra ,B^
J( o!refri" Mi,U0S' Pard' CaS,ld0' 3< annos'
Maria, parda, fllha de Marcolina de Pajva Hara
da ConceiQo, 3 annos, (pobre)
Frederico, pardo, fllho do Delna Donizia do Je-
Maria. branca, filha de Ursulina Cintra do Arau-
jo, 15 meze?.
Isabel alaria Ferreira, branca, viuva, 75 an-
nos.
Deolinda, parda, filha de Valerio Gustavo de Al-
meida, 3 annos.
Joao, pardo, sollcro, 16 annos.
Maria Joaquina da Conceicao, branca, solleira 40
annos, (pobre).
Pedro, pardo, lilho de Casimiro dos Res Gomes o
Silva, 2 annos.
Joao Concalvcs Fontes. branco, casado, 50 an-
F1Svn03PdiraJs0' eSC,aT0 dC U0,Un8os G'" d
^irtLru"'*Mar,a Frands- *
Je205n?:nosUla0d ?Mam'". P"d, casado.
Aducho Eustaquio dos Santos, branco. solle.ro,
Dda:iV'T;os0na d VaSC0Cl-1'^. PVd.. casa-
""Taor' 'lh0 d C'audina *** Fc^".
'"'."(po'brcT' Afrkan lUrC- -toi". -
M'^a1nnuy'a,ltSdaCo,,ccic5o> Par,la. ltelra,
o tratado do ccsso da Saboya e Niza,
i marquez Bors para redigir o parecer
eputadosda Saboya, al agora auseules,
resolver m tomar parte na discusslo do tratado,
com o li n de sustentar a annexacao. Julga-se
que antes da discussSoso demarcaaj n fronteira

O fule de l.csseillon ser destruido.
Temo
Ha ni bu i ;
proco d
s seguinles gneros:
Cacao Uo Par77 1/4 por libra.
i

01
do
Crib l.i
OS
c
do t ar
Mai ta
ribaldi nao desembarcara na Sicilia e que seguir
con
des

ris,
forjas.
osos para as necessi I i les das indicadas
Km consequencia d'ialoenviarani-se algumas re-
messasde earvao, lenha, arroz e oulroa ranos
IG
A
ravidade, carece coiilirmago,
para acrcJilar quo os iiigiezos prote'gem indi-
rectamente a insurreico siciliana, pois segundo
as noticias do Londres, assegur-se nos circuios
polticos daquella capital, que os inglezes acha-
ran pretexto para impedir o bo.obardearaenlo
duas moas antis, sem o que nao poderiam des-
em barca Pas foivs de Garibaldi.
Sendo o governo acensado na cmara de
violaco das Iris inlornacionaeS, com relaco aos
aconiecimeiilos da Sicilia, declarou quo
va tal porque os partidarios da revoluco Italia-1
na, em Inglaterra, se limilavam a recolher subs-
cnpers a favor da insurreico siciliana.
_C pois do fcil inioiro conliecer que a paz
da Europa, e allianga anglo franceza eslo seria-
mente compromcilidas, e quo a questo italiana,
incerteza e a falta do correspondencias re-1 'Prosenl? muito ^tmbaragosa c critica. Na
Sicilia aiiunihnii ;.........:_ I l'oscaiia havia grande agitaco, lendo apparecido
pasquina affixados e espalhdoa pelos partidarios
dos amigos soberanos. Florela linham sido
iclexraphicameute, chamadas tropis.
A's complicacoes da Italia associam-se as
que comecaiii a manifestar-so uo-iienle, como
se ve do despacho de Londres quo publicamos.
A's diillculdades em quo actualmente se acha en-
volvido o governo ingloz vai juutar-se ouira de
muilo alcance.
Os Irlandezes aproveitando a douir'.in do
sulrragio universal, esio cnchondo de assigua-
luras um manifest, pedindo rainha aulonso
na Irlanda urna votacao publica, pelo snffragio
universal, para quo a naci irlandeza d a cu-
nhecer sequer a sua independencia, ou se qner
COI [
po
pro
no

va-
Na,

araaos! O coromendador Canofari, encarregwdo dos
nao l'i i- "'" c'0a dc ^BP'ea em Torin, dirigi agr gnvrr-
io i|i lia- "" ; ir''" "'" I"-0*08'0 enrgico acerca da expcdi-
uo a Austria c a rrussia Ta-' "T1" sus inuepeuoencia, ou se quer
franca pelos obstculos que ?anler latu-quo. Invocara oexemplo da Ita-
a allemo. A Austria liaba- 'llil C(?",ral-
viera, Saxonia, Wurleraberg I (< lNa l'r^eiica de todos osles fados, fcil ver
ao an unilacUmn ............ "' I o estado critico da Hiiae.'u, nnlilii>> ,! B.........
guiares da Sicilia augmenta a importancia das
noticias daquella ilha, para a qual estn rolladas
todas as altencoes, na previso dc grandes acon-
tecimenlos,
cas noticias do Paris de 12, dizem que Cari-
uaidi nao tinlia aimh desembarcado
liin despacho de Turin diz que nao linham
cnegado era vapores do guerra, era mercantes
com noticias da Sicilia, que as commuotuaciies
telegraphicas eslavam inlerrompidas, o que se
arredjtava quea insurreicocouiiuuava nao s no
interior, mas lambem no-litoral.
Desmente-so a noticia de 1er sido exilado o
conde do Syra'msa ; nao fui este principe mas
sim o seu secretario.
Arivalidade entre a Austria O a Prussia fa-
vorece as vistas da "
Oppe ao unitarismo
Iba por crear na Ba
c Hancover, opposico ao unitarismo prussiano
O sol do poder inaugurado cm Paris no ce-
lebre dia 2 de dezembro, anda vai alto. Por em-
quanto a fortuna auxilia a audacia.
Na caria do nosso correspondente de Taris
acharan os leilores considerarnos sobro a silua-
cao poltica da Europa, que be ni a desenliara
18
A insurreico da Sicilia, veio complicar gra-
vemente a questo italiana, c collocar o governo
sardo em muito Oilli.il o melindrosa siluacao
em consequencia da partida de Garibaldi para
Sicilia, de queja se nao pode duvidar.
Os jornaes sardos publicam una carta em
que o fumoso aventreiro diz que nao aconsolha
ra a insurreico, mas que lendo ella rebeniado
julgara do seu dever ajuda-la, e que o seu grit
de guerra ser: Italia e Viclor Emmanuel.
Sobre a expedicao sao conlradilorias as no-
ticias.
. *. A* do Marsclha dizem que Garibaldi chegra
a Sicilia com 1,800 homens, emquanto que ai de
Turin apenas o do sahido do Leome, onde fra
completar a orgauisaco da expedicao.
Garibaldi, illudindo as medidas que as auto-
ridades sarda* empregaram para rstorvar a ex-
pedicao, embarcou no dia 6 para 7 enlre Genova
e Spezzia, com 1,800 homens e 24 pc^as dc arii-
Em Genova Irocaram-se a ouro Iros milhoes
em notas, com o flm de facilitar a expedicao e
era objecto do serias conjecluras o saber-s a
procedencia de lo forte somma.
Os adversarios do governo do Turin attri-
buem-lhes complicidade accreta na expedicao
nlanto que o partido ultra-italiano, sobretud
era tttlao, acensa Cavour de infiel a causa da uni-
flade da pennsula. Como se vfi, e era de presu-
mir, ogoverno sardo alvo das aecusaces dos
ous partidos extremos.
Segundo diz a Independencia belga, o cnsul
inglez em Genova nao foi eslranho aaarranjos
subscripcoes colhidas enr Inglaterra, e arranjou
barco10"00 *ar'a malleM' CB1 1" Gar'baldi cm-
d ^eu"nd? i"f?rm.',e8 d* Patrie, conlUma-
r.h -ll,w* Raciono*, e navio que conduz
toda a o'tilh."^' SCgUd d6 mu0S OU,ro*."
lua. h i "u'na na ilha de Capraia.su-
tuad. pqjto da ,lha dc Corsega. e dahi se dir gi-
na para a Sicilia, procurando escapar aos cruzei-
ros napolitanos-e sardos.
4 J, ^* toW'torqae se opera sera estorro, nao
tardar a saber-se se Garibaldi foi lancar-so n'unt
so, cumo parecem indicar as noticias ufllciaes
ae aplas, annuociando que a ordem so acha
restabelccida n;3iclia, ou se pelo contrario a
M presenca bakiUtar os iiisurgMtes a repellir
para o mar as tropas napolianas, que se achara
s pnnctpaes cidades do lUoral,
-1~
.l^ ,eiDpro" do Gbaldi preoccapa esclusi-
acnl atleocao pebjica, por iste que o ajg
cao
gui
dipl
pasf

de !
con
em

joni
lib
de
ca
mil
por
lia

diz
pas
de
pie
ra

pro
i n
ent
voa
o estado critico da situaco poltica da Europa. ,.
- 22
A insurreico siciliana, quo hoje preoecupa a
silencio da Europa, cnlrou n'um phase nova
e grave, cura a aventurse empreza do Gari-
baldi.
Segundo se r dos despachos lelr-graphicos
que hoje damos, a empieza leve um xito muito
diverso d'aquelle quo annunciaram os despachos
oOiciaes de aples.
Garibaldi desembarcou no dia II em Marsella
cidade situada na parte occidental da Sicilia a 37
leguas dc Paiermo.
V-se pelas noticias que deu a Patrie de IG
jornal semi-offitial francs, que os grandes resul-
tados da expedicao se seguirn) immedialamente
ao desembarque. *
O Constitucional diz que o governo francez
pedir explicacoes cathegoricas ao gabinete dc
l'urin sobre a expedicao do Garibaldi, o d a en-
tender que as explieagoes do governo sardo sa-
tislizeram o governo francez.
O conde deCavourdeclarou que desnpprovava
lo altamente como a Franca a expedido do Ga-i.nei
rtbaldi, nras que nao depender do governo sar-
do irapedi-la, cornquanlo empregasse lodos os
meios pa-a fazor abortar a tentativa.
O condo de Cavour usou de toda a sua in-
fluoncia sobre Garibaldi para o dissuadir do scu
projeclo, lendo oblido d'elle a promessa dc ad-
diar, ao menos por longo lempo a sua par-
tida.
Diz que o governo, depois d'islo, nao ficou
monos surprehendido que o do Paris quando
soubo do embarque da expedicao. e termina de-
clarando que o governo sardo "repelle toja a so-
lidanedaded'essa empreza contraria aodireilo das
gentes.
O Conslilutionel diz que em vista da ponu-
ridarie aun r.arihnl.li i,nM.,;.in.. n.' r.
llor
de i
nuli
to <
pez
VI)
O
di/.


out
fe
Ga
lartdadc que Garibaldi conquislou na Italia e dos
servicos que preslou & causa de independencia
era diicil ao governo piemonlez empregar o cons-
trangimenlo para cora un hjjmem que reprsenla
urna lo grande forga ponulr.
O mesmo jornal reconhece que a empreza
de Garibaldi vai collocar o governo das Duas Si-
cilias em situaco muilo crilica, e io critica,
que a ninguem admira que triumphe lo avenlu-
rosa empreza.
A imprensa gevernamenlal de Paris que no
primeiro momento to hostil se mosirou a Gar-
l)aldi e a Inglaterra a cojas intrigas atlribuia o
raovimenio da Sicilia, coraeca a ser mais mode-
rada, e em vez de recriminaces i Ioglalorra e
aos revolucionarios italianos, altribue as compli-
cacoes que 6urgem cega ouslinacao com que o
rei de aples lem repellido todos os conselhos
das potencias occidenlaes. Parece que esla mu-
danza resuliado das explicacoes (rocadas entre
os gabioelea de Londres e Pars.
O Constutiom/ diz que quando o desenlace
da crise seja urna revoluco, pela unio, e ne
polo antagonismo e rivalidde das grandes polen-
cas, e pancula!mente da Franca e Inglaterra,
qae preciso cenjorar os perigos.
Gari
------. ......." ,.................- rv ""1'"
parlo das suas forcas para outro ponto aiuda
onhecido.
Os despachos lelegraphicos de Londres e l'a-
noliciaildo que um corpo de voluntarius de
baldi atr.ivessra o territorio pontillcio com
cao ao do aplos, aulorisaui aquella suppo-
\ violaco do lerrilorio pontificia por un
i armado coaipl.va gravemente, a siluacao
ica da Italia, anda mais ag^ravada com o
slu da Russia contra luda a aggresso ao lei-
s Doas Sicilias.
Em certas regios polticas de Parjsespera-
i quo nao tardar urna guerra directo enlre
iles e o Picmonte. )
O coramondador Canofari, ncarrejpvlo
Je Garibaldi. Julga va-so que sea lego se-
de um rompimeuto diplomtico, porm o
imalico napolitano nao pedio por ora os seus
apolles.
O governo ingle/, devia a presen lar na sesso
3, da samara dos lerda, a correspondencia do
ni ingle/, em Genova com o embaixador inglez
Furin, relativa a expedicao de Garibaldi.
As graves complicacoes^ia questo italiana
ini-SB as nao menos graves da questo do
Orii nte.
A Russia que nn desiste do scu designio de
lar osGregos subditos do aaltio, faz moli-
mos tos de tropas para o Prulh, allegando agita-
ce na Polonia a Porta rene um excrcito na
i elin commandado por Oraer-Facha, o trata
'ir em eslado de deeza as fortalezas do Da-
o; a cmara dob deputados da Prussia disco-
proposta de crdito extraordinario pira des-
Caf.- -
nario(
(! 1/16 i
3/8 ; re
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A
do pros
sai ni"
llil, Va
a iscep
Clrel,
bem
3 militares; e e claro quo ludo isio d met-, nem se
ara novas o vivas inquietacoes na Europa. Consi
Jornal d> Commercio de Lisboa do dia 'ti, cod'at
cinco
rico
das do
vara su
i seguinle :
Estamos sem noticias di Sicilia.
De Paris respon je o lelgrapho anciedode do
a na;oes, que naquella capital reina a maior
incerteza acerca da revolla nos dominios do rei
apoles, pois <[iic o governo francez s pobli-
ojque sabe offlcialmenle, llcando o publico li-
,do s inexactas o conlradilorias noticias que
lillerenles meios recebe a Correspondencia
i as.
Din tolegr.imraa do-Tnrin, com data do 21,
juea 18 noticiaran!de Paiermo, que as 1ro-
lapolilanas linham abandonado as provincias
Tirapani e Paiermo, e que retirando eir com- I surdos-i
i desordem se concenlrarara ncsla cidade pa-1 que-lhos
vista um hnltetim eommercial ile
o, com dala de 18 do-passado. que d o
quencia das copiosas churas que'alli encontrou.
em que esla companhia desejo conservar res-
nela pnniualidade, somonte o conseguir quan-
do receber o novo vapor que de sua coma se
cala construmdo era unidos mais acreditados es-
lateiros da Escocia.
Foram rccolhidos casa de delen-ao no da
10 do coirenle 6 homens e 1 roulher livres, sen-
do 1 ordem do ur. chefe de polcia. 4 ordem
do subdelegado da freguezia do Rccife, 1 4 or-
dem do subdelegado da freguezia da Boa-Visla
VarzM 'dem "0 ubdclesad0 da f-eguezia d
Camixhos de FF.uno na America.Um jor-
nal da l.ouisiana registra e celebra nos seguinles
lermos a concluso da immensa linha de vas
frreas, que communica daqui em dianle e di-
roctanienle as margens do Atlntico com as do
golpho Mxico :
Nova-Orleans sabio llnalmente do scu isola-
raento o toca no Canad.
O viajante, que menta n'um wagn na estacao
dc Jackson, pode deiiar a via forrea as mar-
geos de S. I.ourencn, so seus negocios ou seu ca-
pricho o obligaren! a ir lo longe.
A via do Jarksoo j, ha muito tempo chegava
a Cantn ; mas o Mississipi central, ao qual se
I devia juntar, otTorecia anda duas (acunas, onde
, o servco era feilo por diligencias.
| Molo S urna niilhas do Mississipi central, que
1 formaram urm das solucSos de continuidade
; turara construida?, o ji esio em cireulaco ; as- '"",us-
sim coraoC!) railhasdo raminho de ferro d'Oran- (lloul. (iberio, filho do Suzana, escrava
ge a Alexandiia-, conliecido geralmenlc seb o un-1 ""'/l's- .
me. de Piolongamenlo de Lynchburg, porque a Lettn"Guilhermiea de Oliaeir, parj0 S0[i,..
ultima parte da linlia se esleude do Cbarloll-wl- ra! lx >OS.
lo a l.yncl.burg. Uraraana, crioola, escrava de Joaquina dc Castro
A distancia entre Bangos', no Maine, o Nova- J|oura, ^0 aiuios.
Orleans. pelos camiulios de reno, de2,000 mi- Jeanna, parda, llha de Bernardina Maria da Con.
Ibas. ccirao, dias.
O railwajr nio encentra na sua passagera seno Cor,Ju'a. parda, ftlha de Firmino llerculmn d
quatrorioa, quo nao podo amia airavessar Silra, 3 aanos. rewwnojia
iludson, o Susquehznna, o Potomac e James p''re' P"*. seraeo de Antonio Alvos da Mi.
Ki*r. rauda Guimares, 10 me/es.
dous ullimna err.n Mui..a.. Dionizia, parda, filha de Bernardina Maria di
Conceicao. 1 ailo.
Do Rio : ordinario (i a 63/8, bom ordi-
3/8 a 6 1/2, bomG 9/16 a 6 5/8, fino
0 7/8; de Santos : ordinario6 1/4 a 6
ilar6 7/16 a 6 9/16 por libra.
o,Do Brasil : 7 a 81/i por libra.
Be Biienos-Ayres e Montevideo: sec-
a l, salgados7 12 a 8; do Rio Gran-
seceos12 a 13, salgados7 1/2 a 7
estes dous ltimos serie construidas
pontos, de maneira que os viajantes nao lero a
passar senao o Iludson e o Susquehaiiiia.
Eis-aqui as diversas divisos do camiulio, que ;
da metropolo da l.ouisiain so dirige aa Maine : de !
Noya-Orleans a Cantn, no Estado do Hississipi
Canten a Graiidf June
ao ih'Io
Pul i Maria, crioula, solleira, 50 annos.
Manoel, branco, fillo do Antonio Ferreira dos
Santos, 2 annos.
Mario, pardo, oseravo de Joo Anlonjo Lopes
Chaves, 5 das.
200 milhas ; de .
raihv.iy central do Mississipi, 105 milhas; da ". crioula, lilha de Maria da Conceicao
demais portos do Brasil
9 1/2 por 100 libras.
seceos salga-
r.Da Baha : emcaixas, branco171/2
cavado15 a 17, em saceos, mascavado
a 17: de Pernambuce : era saceos, brau-
21 12; mascavado 1 j a 16, por 100
do fumo.Do Brasil: 5 3/4 a 8 por li-
Grande Juucco a Stephenson, Alab.ma, pelo ea-
minho do Ferro de Uomp.his e du Charterton, 219
milhas; do Slopheneon a Chatlapooga, Temes-
seo, 38 milhas; de Chattapooga a Cleveland, 29
milhas ; do Cleveland a KllOXvillc, 83 milhas'; de
Kiroxville a Brislol, 130 milhas; do Brislolal
Lynchburg. 204 milhas; do Lynchbnrg a Alexan- I
anuos.
Rila Pulcheria do
anuos.
losepha, parda, escrava do
_ I leitas Pimenlel, 2 annos.
Benedicto, pardo, esrravoda Maria Francisca da
Rocha Feo, 2 annos.
Frcilas, branca, solleira, 3
Antonia Zeferina do
i i,., -7......j,. -v"......"o .ai'-.\.iii-; uociii reio, ziiniius.
REVISTA DIARIA-
rilo de associacao preseguc enlre nos
ni seu movimenlo expansivo.
ma soriedade se ergoe dentre as nossas
nonos elevadas, para so soccorrerem
eiileosco-assocados: a sociedade Unio
milhas: do Wasbinlon a Baltimore, 39 milhas"
de Ballimoroa Philadelphia, 98milhas; dePhi-
ladelphia Nova-York, 87 milhas; de Nova-
mk a New-ilaveu, 7*milhas; de New-Haven a
Springlield, 62 milhas; de Springfield a Wurces-
or, 9S milhas; de Worcester a Costn, .j mi-
lhas; de P.oslon a Porlland, l7 milhas; de Por-
lland a l'.angon, 137 milhas.
escrava de Manoel Ferreira Piulo,
annos.
Luria, parda.
2 anuos.
Oslerg, crioula, escrava dc Antonio Jos da Cos-
1 la Gabral, 3 annos.
i Mar.oel, pardo, escravo dc Antonio Jacinlho Bor-
g !8, i anuos.
rancisco Ignacio do Torres Bandeira, branco
Benefia nte Martima.
lacao dessa associacao, cujo segundo
livo indica a profisso dos respectivos
deve ler lugar no snlo de Apollo
urente mez, oia que foi escolhido in-
raente por commemorar nelle a igreja
tilo S, Pedro, que o padroeiro da as-
Esta linha iinmensa consta 18 railKvays dis- solleira, 80annos.
o''.';;'u ''''.C e"*ara,m,ft2.784;08ldollars; isle Mari. Joaquina da Conceicao. parda, solleira "6
o dcimo do cusi de todos os caminaos de ferro I auno* "
dos Estados-Unidos. Joa.r,im. branco. filho de Amonio Duarlo Coim-
AOVO PROCBSSO lK NVVliOV'AO \' VELA.-Os i '"''' 6 3111)03.
jomaos americanos assignalam u'ma nova inven- Francolina Thereza de Jess, parJa, casada o
cao que deve simpliflcar consideravelrnente al annos- caeaaa,
navegacao .so ella saiis(i/er a todas as rondirdes Tcnenlo augusta Carlos dc Siqueira Chaves bran-
quoprometlc. Esta mvencaa denominada (A ro, casado, 88 annos.
gemini ships. Maria, branca, filba de Domingos Nenes Ferreira.
E sabido, dizem as folhas des Estados-Un- Sanos. '
os. que o grande ponto da navegac.io vela o Jmino, pardo, fllliO de Dellina Mara dos Praze-
infor mam-nos
r o Sr. Andr
que o primeiro socio
de Abren Porlo.
mosessa associacao lodo o desenvol-
poesivel das forcas seeiaes.
urdes que passava por mal inourarel,
le ile acha-so verificado por urna commis-
ica. composta dos Srs. Lelul, Georges
dc-Gabel, Kafei, Billel o Behier, que
ivel do cura, como descobrira a joven
j> ofessera particular.
Apres! amo-nos por tanto a dar esla impor-
ale no icia aos dossos leitores, entro osquaca
po o existir algura surdo, siluacao que
. ro mu deplorare!.
s o o processo empregado para consecu-
"i elle Um em derramar-so pordia.no
------ ..... w"' .v.1iui-au |/Ul UlU, 11*1
conduele auditivo externo, urna dse de quatro,
cinco, se s. oil.i ou de/ unll.i* An oil,i>,. >lnk '
s, olo ou dez golias de ether slphu-
p dendo-se, depois de quinto ou rio le
i mprego deslo mel, para mais conscr-
cnergia. suspende-lo por alguns dias,
e recom car ao depois. A applicaco pode s.
coulinuai'-
I por mui
A sup
nislro ti
processo
gil 1
la seno indefinidamente, ao menas
lempo.
a-referida commisso, nomeada pelo mi-
a instriiccao publica para o examc desle
, reconheceu que, era consequencia de
appl cacao, o susurro o os sons orara oerc.e-
IlW (-...! ... _^^ ,_ I'.
bi los
c n seguida a abandonaren).
Depois da sua retirada, a insurreico aind
I redio em mais ampias proporcoes. Tres mil
o'gentes reunidos forca de Garibaldi, que
r >u cm Paiermo, ciiidavam em forlificar n cl-
mui
a-^A
dadi. O enthusiasmocra geral era todas as po-
es.
das
man
Asseguravam novamente que o famoso che-
n io esl na Sicilia.
A Patrie sostena neslcs lermos a ausencia de
rijaldidos expedicionarios do Marsala :
Assagurain que das declarad-oes dos prisio-
r is feilos pelas Iropas uapolitanas, resulla que
i laldi nao est na Sicilia, sendo certo quo to-
is ordens sao dadas pelo scu chele de eslado
r em nome do celebre general, quo anda
nao foi visto entre os expedicionarios.
As noticias do aples acerca do continente
i sao mais obscuras do que a respeilo da Si-
aind
cilial
jarlas datadas de 15 indicara bstanle inquie-
cao
nhei
qui
leva

de i
ac

emb
a Ga

fend
vigi
ios Abruzzos e na Calabria, onde ja e*am co
idos os inlenlos de Garibaldi ; rnas al
lia dala nao havia rebentado iienhuma sub-
:o neslcs dous pontos.
Toda a fronleira napolitana esl guarnecida
opas desde Fondi at Tagliacorro ; e um dos
pos
desil..
I'enoficin, que
surdez
fundar*
miseria
de trans
cabeca.
em resu
O .
deve ser
m
urna grande faclidade, e que, si os
xidos nao coniprehcndiam as palacras
erara dirigidas, ouviam-n' as ao menos"
livamenie.
abridora nao ficou sem recompensa do
proporciona aos que solirem da
loi-lho outorgado um dos premios da
Moiityon. Iufeliznicnlc a transico da
da obscuridade farlura e celebrida-
ornarara-lbeo cerebro, voltaram-lhe a
FezuJ) sorvico imporlanto, mmensa, i hu-
niamdade ^inas esse servco dcu-lhe a louciiia
poder lomar o mais vente possivel: se se po-
desse tomar quanlo fosse suflicienie, a veiocida-
dc do navio soria'igual do vento ; infelizmen-
lo ha um limite que. nao se pode exceder com
um s navio ; por isso nm constructor ameri-
cano tein imaginado o meio de fazer marchar
de conserva dous navios gmeos, munidos en-
tro si por urna grande vela de 260 metros de
extenso, presa a dous maslros cravadosno lado
interior de oda um dos dous novios.
Quando o vento soprar nesse largo panno de
209 melrcs, dever impellir os dous navios
com una velocidado a liinla a quareiila milhas
por hora.
Como os dous navios deven) tender seropre a
approximar-se, os dous homens do lome lam-
bem devem manobrar incessa nte mente sob um
ngulo de divergencia bastante aborto para con-
servar a vela lensa.
Logo que apparece algum lufo, os navios se
approxiuiam, a velha raergulha li'agua, Ti elles
licam em arvoro secca, c como ancorados no
meio do ocano.
nao carecem
do lodos os
Jase ve que esles navios razos
de maslros, vergas, cerdas, nem
res, 6 anuos.
Jos, branco, lilho de Jos Antonio Moreira Dias
-! annos.
Lio Joaqun) ds Sanl'Anna, pardo, sollciro, 40
annos.
Apelonia. parda, escrava do Maiianna Augusta
Bandeira do Mello, 8 anuos.
Mara, crioula, escrava de Claudio Dubenx, 7 me-
ses.
Maria Possidonia dos Prazcres, parda, solleira,
20 annos.
Olindino, branca, lha de Jos do Aquino Fonsc-
ca, 3 sanos.
Joo Dorollicu, Africano, livre, casado, 30 an-
nos.
Senhorinha Maria das Dores, branca, casada, 25
annos.
Marcelino langero Fonseca Candi, blanco, sol-
teiro. 42 anuos.
Angelo, pardo, lilho do Manoel Marianno do Mal-
los, 7 mezes.
Benedicta da Conceicao, Africana, livre, solleira,
100 annos.
Africano, escravo de Manoel Francis-
Francisco,
mais'objecibs em pregados" na navegaco""ac- ~,co d'1 Silv'1 Carr'5P- 70 annos.
ihomazia, crioula, escrava do Dr. Sabino Olega-
commercial do negociante nao
reputado era nada pelos ociosos,visto que
corpis do exercilo, lendo o quarlel general
Aqu '
.,---------ow.,,,, em
la, esla concentrado nos Abruzzos
4 costa desdo o golfo Torrac'na al aples
ivaniente vigiada.
Vlguns voluntarios quo tentaran) um des-
eque toram dolidos em Ury, e depois levados
;la.
\ Calabria, bera como os Abbruzos, sao de-
dos por fortes guarnicoes. Ha das que a
._ I ncia redobrou, porque a polica se apode-
rou em Pivro, pequeo porto da Calabria, de um
depotito de armas, e de algumas corresponden-
cias .,ue levantaran) suspeitaa de que o intrpido
Garil aldi quera dirigir a esla provincia o seu
pnmipal ataque, e os seus mais enrgicos esfor-
cos
) governo de aple?, eomprehendendo o
valoi poltico e estratgico desta proviocia, acli-
amt ule vigia a cosa, o mandou para ella dous
corp s de exercilo, (endo um o quarlel general
em (arilajaro, e o outro om Reggio, praca ma-
rilim situada noeslreitode Messina.
Oeseroite napolitano, ao presente em pe
de gt erra, reprsenla um efeclivo dc 150,000 ho-
mens.
Je CourrierduDimancke publica o resumo
da < rrespofldencia diplomtica (rocada receaie-
i .----7r----- ..... |"-iua vwiiisos.visio que
de sorle alguma pode ser elle um brinco da ma-
levolenc a ou uecessidade desses individnos
para quo o levem do rastro pelos boleamos e
ligares t e insulsas palestras, em que a vida a-
Inea entj-a como o principal adubo.
Ora, sisto urna verdade cora appiicaco
todos os lempos, pois que o legociinte vive
do credit., que nao podo deixar do resenlr-se
ae quaes quer insinuacoes desfavoraveis, de
presente loma maior foica de verdade pratic'a at-
lendendo se vossa siluacao eommercial pouco
iisongeira senao completamente difficil. Sem
embargo (islo. ha quem so divirla cora a exhi-
biaoduna lisia nominal dos logislas que. no
seu pensaK devora fallir ; list que com verda-
dero luxo desenrola-se a qualquer canto desta
Clu3u6*
Esse brinco innocente nao ser punivel ? Nao
'" lifamacao, urna calumnia sugeila s
es da nossa legislaco criminal ?
ueodocidam, os prejudicodosque o
o seu direiro, alim de que
ser urna i
commiuac
Outros
venlilem e
esses novillcros lenham cm pago das auis in-
vencoes, e com ellecomprem um pouco de dis-
en [".o.
Segu ido jornaes- francezes, o principe de
Joinville pirlio era direc{o deslo imperio.
Dorango pela manha locou o nneso porlo
o vapor G tenue, com que eslreou a companhia
iranceza d >s transportes imperiaes (messageries
imperiales^ a sua navegago entre a Franca e
esle imper-"
He mais
distancias,
moderna.
Partindo
do passado
o nosso po
fiflfflppog
um instrumenlo que. encurlando as
nos aproxima do foco da civilisaco
aquelle vaso de Bordeaux no dia 24
a 10 desle pela manha demanda va
. i lo, lendo locado em Lisboa e S. Vi-
cente, elcndnpor conseguinte gaslo d'alli at
aqu apenas quinze das effeetivos.
Um pedido mu simples tasemos a esse
lual.
Conseguintemculo a realisar-so a lovenca, a
navegaco (ica muilo mais simples, mais eco-
nmica, menos difficil emenos perigosa ; e qual-
quer pessoa pode servir para marinheiro sem
necessidadede aprender o complicado alphab-Mo
das curdas reinas cic. e sem que 1he se/a pre-
ciso saber subir aosjoauclos com a ligoireza de
uiy funambnlo.
O USO DO GELO NA PKUSl.V.O CODSlimo do
gelo entre os Persas lo vulgar no vero, qne
ninguem deixa dc beber agua, sem quo seja res-
fi i-ailii pelo gelo.
E' por isso que o fornecimenlo do gelo chega
a ser objecto da solicitudc. das autoridades, alim
do quo haja serapro abundancia na esta(o cal-
mosa, e seu proco seja moderado.
as provincias septenlrionaes faicm-se gran-
des depsitos no invern, que sao conservados
com todo o cuidado ; mas as provinaias do meio
dia, como a nev, nao abundante, preciso
que o gelo seja fornecido pelos navios russos,
que fi7.em lodos os verdes um grande commer-
cio nesto genero.
O vapor portuguez Uilford Hacen, sabido
para Milford llaven c porlos intermedios, rondu-
zio a scu bordo os seguinles pass igeiros: Ma-
noel Joaquim G. Casco, Manoel Moreira da Cos-
ta, Simo Pereira dc Almeida, Fernando Itigoni
de Vascoucollos, William Noake, Said Ben Moa-
med, Mosseird Ben Abege Moamed, Ilenretla
Cuck, Leoncio do S C de Albuquerque, Clino de
Meirelles.
Passageiro do vapor francez Cutenue, en-
trado de Buidcanx : Augusto Rordorf.
Passageira da sumaca nacional Hertencia,
sabida para a Baha : 1 escrava*, a entregar.
Passageiro do vapor francez Guie/n, sa-
hido para o Rio de Janeiro e Baha : Hctor Dis-
liboaux.
Passageiros do hiate nacional Videta, sa-
ludo para o Aracaty :Jos Joaquim l.cile e .
Alcxandrina Folix Nognera.
Passageiro do vapor nacional Persinunga,
entrado de Macei e porlos intermedios :Cxm.
Baro do Jaragu Jos Antonio do Mondonga,
sua sobiinha el criado, Manoel ThomCordeiro,
Antonio Cordeiro Sobral, N. E. do Albuquerque
Sarment, tenentc-coronel Jos Ignacio de Men-
donca, Jos de Almeida Cosa, Antonio Jos de
Squoirn Silva, Joaquim do Souza Maia-, Juven-
cio Antonio, Eugenia.Maria da Conceicao, Ma-
noel Honorato do Barros e 2 criados, Segisnando
llario Ramos, Antonio Joaquim Lamas, Antonio
Jos de Abreu, Francisco da Cosa Maia. Jos
Joaquim Gomes de Abreu, Pedro Alexaiidrino
Lins e 1 criado. Jos Araujo Vieira da Molla,
Francisco Pompeo, Jos Lopes, Jos Victorino'
da Silveira e 1 criado, Valurianna da Conceicao,
Maria Eugenia, 12 pregas do exercilo e 4 re-
crulas.
Relaco das pessoas fallecidas na freguezia
do Sanio Antonio, em maio de 1860 :
Tranquilino, branco, fllho de Domingos Franciso
Raraalho, 16 mezas.
rio Ludgcro Piuho, G6 annos.
Antonio, Africano, escravo do Simplicio Xavier
da Fonseca, 60 annos.
Ra, crioula, liberta, solleira, 20 annos.
Antonio Chrislovo, pardo, solteiro, 15 anuos.
Julia, branca, filha de Jos Marlins Dias,"1 auno.
Leocadio, crioulo, escravo de Antonio Ricardo do
Reg, 13 annos.
Francisco, branco, fllho do Vicenta Nunes da
Sorra, 4 annos.
Candida Gomes da Silva Rege, branca, casada,
26 annos.
Maria Maximilla Vieira d'Amorim, branca, sollei-
ra 15 annos.
Francisco Xavier Pereira do Brto, branco, sol-
teiro, 7 annos.
Luiza Francisca das Chagas, parda, solleira, 7
nos.
Maria da Conceicao de Farias, branca, viuva, 55
annos.
Nillo, branco, filho de Manoel I.uiz Coellio do
Almeida, 10 mezes.
Leocadia, parda, filha do Venencia Maria da
Conceicao, 7 annos
Josepha, parda, lilha de Maria Jo3 da Conceicao,
2 annos, (pobre).
Pedro de Alcntara Vieira Nunes, branco, sollci-
ro, 7 annos, (pobre).
Luiz de Franja Ribeiro Cosa, branco, solteiro,
11 annos.
Alfredo, branco, filho de Joo Ozono de Castro
Maciel Montciro, 3 annos.
Anna, branca, filha de Antonio Casimiro Gouvea,
19 mezes.
Jos, branco, filho dc Agostinho Vieira Lima, l
mezes.
Argelo, branco, filho do Antonio Alves da Sil-
va, 6 annos.
Ignacio Francisco dos Sanios, pardo, casado, 75
annos
Joo dos Santos Leile, branco, casado, 28 an-
nos.
Filadelpha Flolea de Moura, parda, solleira, 16
annos.
Jos Maria Goncalves, branco, solteiro, 30 an-
nos.
Francisco, branco, fllho de Ucnriquela Maria da
Luz, 6 mezes.
Maria, branca, filha do Jos Esteres Vianna, 2c
annos e meio..
Salvador, branco, filho de Joaquim Salvador Pes-
soa do Siqueira Cavalcanto, 5 annos.
Claudina Renta dc Rezende, branca, casada, 21
anr.os.
Bento Jos Pereira, branco, casado, 43 annos.
Claudiano de Jess Bandeira, pardo, solteiro, 23
annos.
Isabel, Africana, escrava de Manoel Lopes Ma-
chado, 38 anuos.
Lenidas, branca, filha do Lidio Alerano Bandei-
ra de Mello, 3 annos.
Patricio, psrdo, fllho de Firmino Herculano da
Silva, 1 mez.
Maria. branca, filha de Francisco Jos Moreira, 2
enqoj.-


Nimplia, bianca, filha de Folisiniua Mana da
Coicciqoo, 18 mezes. #
Julia, Dranca, Oiha ae Beniard no de Sena Ilen-
nques, 10 mezei.
Antonia, branca, filha do Nicacio Antonio Nuncs,
o ennos, (pobre).
Marianna, branca, lha de Joao das Neves, Son-
no.
Lauriana Candida Valeria, parda, casada, 33 an-
nos.
Jos do Palrocinio do Bomim, pardo, casado,
4 annos.
Hataoodro publico :
Mataram-so no da 10 para o coniumo desla
idade 115 rezes.
No da 11 do mesmo igual numero.
MORTALIDADE DolOlUA DO CORRERTE:
VicloriarJo, bronco, 4 mezes ; bronchile.
Florentiuo, pardo, 2 annos, escravo ; febre ce-
robral.
Jos Theodoro do Palrocinio Jnior, pardo, 11
annos ; escarlatina.
Bernardo Hermes de Santa Anna, pardo, sollei-
ro,16 annos; hydrothora.
Cu''hern.ina Norata da Cunha, parda, solleira,
23 annos; angina.
Jos, branco, 6 annos; enceplialilo.
Maxrallla, branca', 4 anuos i enccphalite.
11
Mara, parda, cscrava, 7 mezes ; convulses.
betro, branco, viuvo, 75 an-
Caiuliua de Cavslho Paea de Audradc, branca,
casada, 45annos; phihysica.
Alejandrina de Jess Gucdes, branca, viuva, 38
annos; phihysica.
Guilhermina, parda, 4 annos; escarlatina.
Joaniia, parda, 3 annos ; febre typhoide.
Jos Mauricio dos Santos, pardo, casado, 55 an-
nos ; afteccio cerebral.
Joao, branco, i mezes ; espasmo.
Antonio Joao Lopes, prelo, solleiro, 65 annos;
diarrha.
Eugenio, pardo, 8 mezes ; gaalrilo.
Bernardo, preto, 10 annos ; intermitiente.
Bernardina Jos ttlb
nos; erysipela
Ilerculana, prela, escravo, 26 annos ; an-
gina.
Hospital dr caridade. Bxistem 72 ho-
mens e 48 mulheres, nacionaes; 5 komens es-
Irangeiros, 1 escravo ; tolal 126.
Na lotaldadc dos doentes cxislem 39 alienados,
sendo 31 mull tres e 8 hornera.
Poram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Piulo s 7 3/4 horas da manhaa, pelo Dr. Dor-
nellas, s 8 e 0.minutos horas da manhaa, e
pelo Dr. Firmo, s 5 horas da tarde de hon-
tein.
Fjlleceu um homem de diarrha.
DIARIO DE PERWABMUCO. TPQa FE
BALANQO DA REGEITA E DESPEZA DOS ESTABELECIMENTS DE CARIDA-
DE, VERIFICADO NOHFZ DE MAIODE 1860.
Saldo em 30 de
abril a saber:
11ECE1TA.
682J145
Letras.........
Recibos........ 8:519*935
Moeda.......... 3199679
9:721*7 g
Bcrehido da Ihesouraria pro-
vincial, a saber :
SuLsidio venci-
do em dezem-
bro do anuo
passado...... 2:500090
Obra do Hospi-
tal Pedro II
idem......... 1:250*000
Curativo das pra
cas do corpo
de polica at
dezembro..... 2:O79ft90O
Do procurador do cslabcle-
cimenlo de caridade por
anta do rendimenlo dos
predios...................
De Jos Flix da Cmara Pi-
menlel, por mi de Jos
Antonio da Cunha & Ir-
ruios, importe do foro do
engenho Bem-Fica, venci-
do em 26 de dezembro do
auno Godo...............
5:829*900
1.125*300
1:0003000
5iU*000
MMHttJ,
Pago a irmaa superiora do grande hospital de
caridade, importe do vestuario de 6 irmaas que
se acham no sorvico do mesmo hospital, cor-
respondente a seis mezes, contados de 23 de
dezembro do anuo passado a 23 do junho do
corren te auno..................... 450*000
A dita da casa dos expostos, idem no
semestre de Janeiro a junho, cor-
respondente a 5 irmaas...........
A Mara Thercza de Soulo, importe
de seu ordenado vencido do Io de
outubro do auno Ando a 31 de
margo do corrente anuo, comoen-
carregada de auxiliar ns irmaas de
caridade que se acham no servijo
da casa dos expostos..............
A Angela Carolina, importancia do
seu ordenado romo servente da
mesma casa, vencido no tempo
cima..............................
Ao regente do grande hospital de
caridade. importe das despezas de
mez de abril....... ...............
Ao dito do hospital de lazaros idem.
A irmaa superiora da rasa dos expos-
tos, idem.............:............
A Bento dos Sanios Ramos, por 8225
librade carne verde, que forne-
ceu nos mezes de agosto c setm-
brodo auno findo.................. 1:645(^000
A Bastos & Irmos importe de 18 ar-
robas de assucar que forneceu aos
expostos de caridade..............
A diversos por despezas feitas com a
obra do hospital Pedro II, como do
livro respectivo....................
90;?0OO
75S000
069*20
447*560
396*100
Ui
ja.
sign
pone
guar
trem
chim
que
llios,
Or
fez p
Se pj
na p
ne,
Isa
Ai
havii
que i
reslri ca
agen es.
Ma
da ei
ludo
Irib
inais u tal infrmame
. ijiieiii quei que ae-
ue vendo o machinisla que apezar dos
es apenas ella ( a prela) se afatlava um
parou a machina, e tratou de aportar o
la frciopara diminuir a marcha, mparar o
Mas logo depois acrescenta que a mo-
passou muilo de vagar por junio da prela
se chava de p e de costas para os Iri-
ecl.
, se a machina pistn, se o machinisla a
|irar, como passou porm junio da prela ?
rm esta se afaslou um pouco, e a machi-
. issou por ella muilo decagar, carao que
lie tesfeckou um golpe too vilenlo que Ihe
cause u a morle? E nao lho den tempo para
corre ? Como crivel que a machina parasse,
c o l om seguisso atraz d'ell.i para ir malar a
pobn prela com um dos scuh estribos ? E lio
viole to foi
* DE JUNHO D Jfifl.
ordena q ie fortn reparadora do aggiatu uc que
cqneiM. E. ft. M.
Jo3 Luiz de Souza Barros.
Villa n Flores, 14 de maio de 1860.
o golpe que a morle foi inslanta-
e nao se verificou no dia seguinle como
falsaiaenlc asserera o informante !
1 da rosta saber-se, se no lugar do sinislro
guardas ou cercas & margem da estrada
mpedissem o transito, cunio por certo de
obrigacio da compaulu ou dos seus
aOnal de contas infelizmente os parvenus
franja entre nos teem carta branca para
Todava anda cont com o recurso dos
aes do meu paiz ; anda n'elles confio, c j
d'ellej espero nao s a vindicta publica, senao
lamb m a divida repararlo do damuo causado ;
pois vida d'um ente humano nao se equipara
d'u n cao, como esses senhores pensara, raor-
ment quando se trata d'um escraro, apezar de
lodo ,1 sua philantropa africana\
Fel z patria, ditosa gente.
Re. fe, 9 de junho de 1860.
Dr. Ignacio Nery da Fonseca.
"^V&
^TS>
NEMA
re taila sobre o tmulo do meu
amijro eolleg.i Munoel Mala-
quias de Alfctq.erque Brillo, no
da 1 i de junho, e orTer-ecirla a seu I
nsolavel pai o Illm. Sr. Fran-
1 Antonio Pereira de Britto, c !
aos meas collejas do tereeiro au-
no da raculdade de direito.
Aforte! palavra que tradnz mysterio'
soniftra na reuas vagar perdida I
Palhdo cirio de dardo funreo!
negro phanlasma que te abroga a vida!
Ha ta
nbem
( F. L. Bittencoirt Saupaio. J
POESA
dedicada a Illm. Sr. Domingos Rodri-
gues de Andratle e soa digna consor-
te, pela sentida niorte de sua filhi-
nba Racbel.
Murreu Itachel... que importa a um pai
Dar sua filha ao Omnipotente 1
Morreu, rerdade; mas entre os archanjos.
De ler morndo deve estar contente.
Morreu Bachcl... a filhe adorada
De um pai carinlioso ;
Morreo fi um anjo. que como oulros anjos
Foi ser ruis ditoso.
Morreo... que importa um anjo subi
A mansao eterna ;
Morreu um anginho, foi Deusqucm lirou
Da mansao paterna.
Morreo Rachel... fue importa a um pai
Dar sua lllha ao Omnipotente ?
Morreu, verdado. mas enlre os archanjos.
De tor morrido devo estar conleute.
Recife 5 de junho de 1860..
Por M. J. de Carvalho.
<*
(OUMIUIO.
Correspondencias.
69J-600
Sn redactores.Bonito l de junho de 1860.
Quen dar-lhe noticias de nunhv Ierra, tez-se
tamb m aqu o exercicio do mez mariano o bs-
tanle concurrido : porm o diabo que em ludo se
mellf, nao deixou Andar sera desgosto, no ulti-
mo d a houvc procissao, noite fogos de visla,
foi C: la a occasio que o diabo aproveitou.quon-
do o^iovo eslava reunido 110 pequeo paleo da
malri'., uns gaiatos de mo gusto soltaiam una
extra .rdinaria porcao de fogu#es buscaps, don-
de re: ultou sahirem duas mulheres e duas me-
ninas queimadas, alm de muitos vestidos ras-
gados joias perdidas e meninas extraviadas do
suas 1 nais. O alteres do destacamento, que se
achav 1 presente, preudeu um dos gaiatos a or-
dena ( o delegado, porm chegando casa onde
esta v
cora xju
lar al
por a
I ao Dr
! dizer
busca
qual
Mello
3:468*190
Saldo em caixa em 31 de maio a sa-
ber :
7:850;690
17-676*959
Lelras..
Recibos.
Moeda..
882*145
8:799a7l5
144*409
9826*269
17:676959
Adiuinistraco geral dos estabelecimenlos de caridade 31 de maio de 1860.
O thesoureiro, o escrivt
Jos Pires Ferreira. Antonio Jos Gomes do Correio.
API'A do movimento dos
estabelecimentos de caridade, verificado no mez
maio de 1860.
3 S
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o Q. fi
en C-J.-^ J ce
3 ae cc=c h W
Ilomens.
Mulheres
Total.
Admiistraeao geral dos eslabelccimentos de caridade, 31 de maio de 1860.
O escrivao
______ Antonio Jos Gomes do Carreio.
Communicados
Desgrana para Donito.
Ja tros mezes sao passados que os bonilenses
gozam da mais plena paz: as autoridades em
Jiarraonia se cntendiam para a manulennao da
ordem publica ; o povo era feliz com um t'al es-
tado de cousas. Mas ah quo ahi chega o ger-
mera da discordia, o dcpulado genuino, quo de-
pois de haver mostrado a sua habilidade na sala
da representaco provincial, ahi volta para nos
desunir o poder assira pescar as aguas turvas.
Meu Dos quanlas decepcoes, quantas intrigas,
qnautas miserias vao renascor para esle pobre
povo !! Misericordia Senhor tende misericordia
de "s...... E elle dizque vai ser nomcadopro-
motor publico desta comarca......ser islo
possvel?!! Dos illumine ao nosso digno pre-
sidente para nos preservar de tao subido mal.
Ksl
reza, lu
pressiva
rento d'
mais iuti
seu sem
Alfandega.
Rendimento do dia 1 a 9
dem do dia 11. ."
78.204513
2i:421768
102:626J281
hospedado o delegado e estando na porta existencia neste mundo nao era apena* u
arias pessoas sollou o sucio e madou sol- cruel, siria amia urna morle continuada
i mesmo o resto dos buscaps, nao sei se | Viernes, pois, conduzir um nosso amigo
para os tristes um momento de
resta, en que elles se junctam para pranlear sua
dOr, e eta que procurara lavar os negras cores'
de seus doracoe con, as lagrymas de seus olho*. ;
A ling agem do triste a linguagera da natu-'
iuagem muda e silenciosa, porm ex-
fnebre, que se faz couhecor pela tor- !
!ua, que, leudo sua foiitc as regies
ii ras_do sua alma, vem rolando por sobre .!.. ... -------
iljlante. r Movimento da alfandesa.
E iia"l quadr0 bera dolori,so e sigiiillcalivo Volumes entrados com fazendaa 119
!w.TA. *i,ie0S '1,'1'8 se reune,n Pa" P'"lar com geuero 479
a fcraiidiide da sua dr, da sua magua profunda. ___
.Terrivil fesla que a delles, enfeilada com ns I Volumes sahidos com fazendaa 164
pretas ro tpagens do luto e com os lgubres can- > com gneros .'." 332
ticos da morle, cujo dolo um cadver fro e i _._
mammatol ( Descarregarn hje 12 de junho.
Hoje e lamos pos, meus collegas, no meio de Galera franceza -Adolefazeudas.
urna ilessas testas, e o crep, q.ie nesie rao- ; Brigue niglexLindisfarncferro e carvao.
memo en uta esta scena exterior, lambem enluta Brigue inglezTitaniabacalhao.
as nossas alma, pois cada um de nos veio des- I Barca inglezaIsabella Ridleiidem.
minar un goivo e derramar urna lgryma de dr i Barca franceza Alfredvinhos
sobre a I ">
so amigo
Infeliz
raras e assageiras, e bem desgranados q ra-
mos, se ivessemos sempre de nos reunir diante
n iispectaculo seraelhante. Enlao a nossa
m peso
598
496
ipida, que encobre as cinza\ de um nos- Barca portuguezaVencedoradiversos gneros
, de iim nosso collega, emfim. Escuna hollandezaMonnia nidam arroz e at-
'S de nos, so estas festas nao fossem nebra.
nleao alferes, que prendeu o sucio
juiz municipal, que mora defronte, par
ao inspector que nao consenlisse soltar-se
>s, agora pergunlarci ao juiz municipal
era mclhor o lente-coronel Bezerra de
que altcncioso e conhecedor da lei pel
pratieh, ou o actual delegado? quem poder po-
licior melhor. o tenenle-Doroncl Bezerra de Mel-
lo qn : mora distante da villa um qunrto do le-
do pes-
e cahir
gua o o delegado que mora seis leguas
simo ;aminti? islo sahir das brazas
as li baredas.
s ltimos das tem chuviJo bastante, os
Iinportac&o.
Escuna hollandeza Monnie*am, viudo de
Anvers, ronsignada a Joao Kellcr & C, manifes-
tou o seguinle :
200 caixas genebra, 1 dita e 2.Vmollos ferra-
gens ; a O. P. Wila 4 C.
2 canas bulos de porcelana, 2 ditas colche-
tes, 14 caixas pt-dras de marmoro, 2 paroles
amostras ; a N. O. Bieber C.
1U0 saceos airo/., 20 barris pregos, 2 caixinhas
f| amostras; a Saunders Brothers & C.
2 caixas e 1 bail ferragens; a Henrlque &
Azevedo.
1 caixa quinquilharia ; a Prenle Vianna & C.
100 saceos arroz, 1 pacote amostras ; a Joao
heller C.
2 fardos papel ; aM. F. de Paria.
agrici llores esli esperaeados de boa colheita ;
nao a sim es creadores que esto zangados com
a caraira municipal e deputados dosie circulo
pela t rada dos gados deste districto, no que
acho-1 es iazo, porque nao fazem o prejuizo
com vmte contos de res.
O calado sanitario bom, gracas a Dos, os
gencris alimenticios por preces razoaveis.
Che;ou o deputado Gitirana, eslava a lerru
quieta breve teremos boas covas Al ontra
vez, q e lhe parliciparei o que fr occorrendo.
O Donitense.
0 Sr. Dr. Lucena e o Sr. Lucia de
Campos.
A correspondencia e a queixa do Sr. Lucio Jos
de Siqueira Campos conlra o Sr. Dr. Henrique
Pereira do Lucena, pnblicadas no Diario de
hontem, obrigam-nos a fazer mu ligeiras con-
sideraces sobre as censuras c aecusaces que
contem, e que quando nao estivessem baldas de
fundamento, jmala poderiam abalar o merecido
conceilo do Sr. Dr. Lucena, alienta a origem de
que procedem.
Nao era de esperar que deixassem de appare-
cer scmelhanles accusaQes, atlendcndo-se a'
niisso ardua era que se acha o Sr. Dr. Lucena |
rio termo de Ouricury, e as relacacs de amizade
e parentesco dos comprometidos no assassinato
do capito Domingos Alves Branco Muniz Br-
relo.
Comprehende-se bem qnanlo deve estar afile-
lo o Sr. Lucio de Campos pela prisao de sua so-
gra e de seu irmo e cunhados, o que longo de
empregar os meies de defeza em favord'aquelles
seus prenles, (o que lho seria muilo honroso)
venha fazer aecusaces c censuras a auloridade
que no riimpriraenlo de sua missao leve de pro-
ceder Contra elles. Se em negocio tao gravee
melindroso e quo affecla tao de perto os itile-
resses de sua familia, o Sr. Campos houvesse
procedido de outro modo, talvez conseguisse
abalar o conceilo de que goza o Dr. Lucena na
opiniao publica.
O fado de haver o Sr. Dr. Lucena cercado a
casa da sogra do Sr. Locio de Campos na mesma
noile em quo chegou no Ouricury, e corrido no
dia seguinle pola manhaa, por certo a aecusa-
$ao mais infundada que se pode fazer; ., em
No carcter d Sj. Dr. Lucena encontramos ra-
zio sufficiente para nao acreditar que houvesse
empregado as ameagas de quo falla o Sr. Lucio
de Campos a respeito de um escravo de sua so-
gra. Comprehcndemosque o Sr. Dr. Lucena, o
prendesse, interrogasso com o fim de chegar ao
conhecimento de alguma circumslancia neces-
saria para conseguir a prisao dos criminosos ; e
comp/ehendemos tambera que os que se dizem
perseguidos queiram por na bocea d'aquelle es-
cravo aquillo que nao exacto e que nunca se
passou.
Clama finalmente o Sr. Lucio do Campos por
achar-se sua sogra recolhida a urna cadeta, im-
raunda. escura e sem os commodos que desoja.
Tcnha paciencia. O Sr. Dr. Lucena, nao po-
da legalmenle dar-lhe outra prisao. Cremos en-
tretanto quo se nao tem lido esta senhora lodos
os recursos e commodos, nao devido isso a
prohibicao do Sr. Dr. Lucena, que, com quanto
inexoravel na observancia da le c no restricto
cumprimento de seus deveres, nao deixa todava
de atlendcr aos sentimentos do humanidade.
Sem querermos portanlo estender-nos mais
sobre as aecusaces do Sr. Campos, diremos era
concluso que esta perfeilamenlo engaado no
juizo que forma do Sr. Dr. Lucena, suppondo-o
iuexperiente o sem os requisitos precisos para a
missao de que se acha cncarregado.
Felizmente lodos sabem perfeitamenle que o
Sr. Dr. Lucena um moco distinto por sua pru-
dencia, illuslracao e aclividade ; oque os hon-
rosos predicados que lhe tem merecido os cargos
que tcem oceupado o oceupa, quer de eleicao
popular, quer de nomcacao do governo, teem
conquistado ama tal reputacao, que nao podo
fcilmente ser abalada, principalmente por ae-
cusaces, como as que lhe faz o Sr. Lucio de
Campos.
Recite 10 de junho de 1860.
O serlanejo.
Por minha vez venho ante o Ilustrado publico
d'esta capital pedir-lhe a suspensao do seu juizo
acerca da narrativa do assassinato commctlido
pelo machinisla que diriga a locomotiva do
trem da estrada de ferro na tardo do dia 31 de
maio p. p. sobro a pessoa da minha infeliz cs-
crava (victima da embriaguoz, incuria ou selvage-
ra do mesmo machinisla), lio inexactamente
exposta pela Re.visla do Diario de Pernambuco
de 5 do crcente, em quanto trato de colhcr
melhoresprovas do fado, fornecidas por pessas
insuspeitas e eslranliasaos interesses da respec-
tiva companhia.
L' rerdade que n'essa narrativa se refere o
seu auctor a indagaces feitas pelo Sr. Dr. chefe
de polica, mas obvio que taes indagaces ou
informaces foram sem duvida, nem podiam dei-
xar de s'er, subministradas por empregados da
companhia, e por conseguinle iuteressados
Srs redactores.A minha correspondencia de
oulro-dia sobre o hospital de Caridade segui-
ram-s mil interpretages a respeito da pessoa
que a houvesse redigido. Que querem? na po-
ca do inleresse e da materia, nada se faz (exep-
cao n caso) 3cm um fim til para o que professa
a escola do en. Alguns destes, leva rain o seu
desfae miento poni de dizerem que a corres-
ponde icia era redigida pelo Sr. cirurgio Pinto.
O auli r da correspondencia deixa desta vez seu
nome na lypogrophia, aonde quera quizer pode
vir le- lo.
An la se faz hojejustica ao mrito do assiduo
botica io deste estabelcci'menlo. Soxta-feira pas-
sada c hospital foi visitado por S. Exc. o Sr. pre-
sident i da provincia, que nao pode deixar de no
taro e itado de agglomeraco em que seachnm as
entera arias ; e deu espefingas de que ole o fim
do om o so-poderao passar para o novo hospital
de Ca dade os pobres doentes deste velho edi-
ficio.
Seu Srs. redactores,
O amigo da Justina e da caridade.
PublicaQes a pedido.
A G izela Medica de Lisboa do Io de abril des-
te ann >, traz o seguinle communicado :
Asscciagao Medica de Inglaterra [Brilish me-
dical a ssociation) e a liomcopathia. Esta scieu-
tifica, nlga e illuslre sociedade, leudo procedi-
do e eigao do seu presidente, para 186J, e A
admissao de novos membros, escolhidos enlre as
pessoa : mais instruidas, de maior moralidade e
consideradlo dos tres reinos unidos, ouvio ler
na me.jma sessao extraordinaria, ao Dr. Ranking
(de Nijrwicli) umu exposigao lucida e succiuta
acerca daquillo a que chamara don trina homco-
palhic. Por unanimidade adoptou a assembla
as seg tintes conclusoes, que foram igualmente
recebie as por todas as oulras sociedades medicas
e scier tficas de Inglaterra.
1.
de tod
llieori
pratica
E se
molesl
mente
(fiuo o syslema homeopalhico distituido
a probabilidade c de toda a verdade em
e igualmente destituido de resultados na
ndo cerlo que consideravel numero de
as se pode curar sem trataracnlo, unica-
polos estorbos da nalureza, ou pelo poder
esles r
2.
lema 1
o exen
gos ru
3.o
raeopa
duliilai
cirurgi
horneo
medicr
4.
lodos (Is
medica
le reso
da hygiene, a homeopathia s tem a seu favor
aullados negaliros.
i Jo mesmo paiz que lhe deu origem, o sys-
oracopalhico esli extincto, e as pessoas que
em sao justamente repellidas dos empro-
ilieos por loda a parte.
. Brilish medical association tem a ho-
hia como um dos meios de abusar da cre-
e do povo, e considera todo o medico ou
io que se junta em conferencia com um
>atha, indigno de ser membro da Brilish
association.
sociedade empenha-se enirecusar por
modos qualqucrronferdJfPoii reuniao
com os mdicos horaeopatnas. Semclhan-
m;ao foi immediatamente assignada pelo
presid ule e por todos os membros presentes.
Illm
da do i
commn
de Can
Tent
1856,
mo_ or
marco
panhia
comen
bons
loga at as medonha's cavernas do um sepulchioI
Quem poder descrever a dr, que sentimos,
quem si r capaz de medir o coiihecer do fundo
da nosia magua? Ninguem e somente Deus-
pois a nnguem dado
dos soffumentos allieios, e o nosso soffrimeiito
propno ) verdadeiro, porque arbamos de perder!
umiroiao. um compmlielro de trabalhos. e nem
mesmo | dado nos o exprimir a nosso dr in-
mensa, e ja que cerram-se os nossos labios, fal-
lera nosbos coraces, polo orgao de nossos olhos
ellos quta manifeslera a nossa grande magua, or-
vallada por urna endiente caudalosa de pranlo
Mas qin silencio profundo este, e que negro
mystcri i se aprsenla a nossos olhos?
E' qi o se desliga para sempre de nossas fllei-
las um soldado da sciencia, um nosso hora com-
panheno de martyrios para ir habitar oulra vida.
t quo seus amigos, seus collegas vierara depor
um cypreste sobre seu tninuloe rega-lo com suas
lagrym is, acorapanhando-o ao jazigo dos morios a V '
galas djsta nossa fesla de hoje.
Ah meus collegas, se fosse licito ao homem
erguer algumas vezes suas vistas ao Co para le-
lutor Supremo da vida suas amarguradas
, sena neste momento de dr extrema,
dem em toros. ...
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranches de 2 custados
Coslodinho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho.........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
V'irnhtico pranches de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a40p. dec. el/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dilo uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
ditas ....
*' ... ..'.'.'.'
Milho.........
Pedras de amolar.
dem de filtrar......
dem rebolos ....
Piassava em molhos .
Sabio........
Salsa parrilha .....
Sebo em rama......
Sola ou raqueta (meio) .
Tapioca.......
nhas de boi [ [
Vinagre......
Pao brasil .
12J0OO
ama 3fM
um 9*000
urna 8J0OO
> 600
2J50O
1 4geoo
2$240
* 1J80O*
um JlfOOO
> J4J000
'*
> 45908O
16fOOO
> 5J00O
ogooo
par
103000
> 30(000
caada 280
alqueirc 2#OO
urna 800
9J00O
1JI20
um 200
libra 120
arroba 25(000
10$000
urna 3(200
arrba %520
c^ito $3l.'0
pipe 50JS00
quintal 82OOO
o
m.
.
i'iro'
LISBOA. 26 DE MAIO DE 1860.
irerot correntet do* gneros de importaeSo do
ti ... Bratil.
Aigodao de Pernambuco. .
Dito do Maranhao e P.ra'
Aioelli KrotM........
Dita frca..........
Arcos de ferro inglrz .' ".
Assucar de Pernambuco b. (S>
Uilo masenvado .....
D|lo do Hio de Jan
Dito da Babia b
pilo dito mascavado ',
D"# do Pr bruto ...
Dito de Cabo Verde.....
Arroz da India (oa). .
pilo .1 M.rmil.au e Par* ord.
pilo dito melhor.....,
Dilo dito s-.prrior.....
Alpisla............^
Agurdente de caima do Bra^
"........P 483000 5O900O
Alfa,r0............b. 590O 6J00O
liK ls-20!)
25300
15800
l30O
9200
la>00
170l)
23700
m 36
3S81H)
5s(X)
SjMXO
800
155
145 15>
1139000
95(000
3960(>
29SIK
29200
29100
230O
IfBSO
29000
29750
49000
49000
5(100
69OO
Ail
a Uraudor a Brandis.
a J Hamos e Silva.
s as lagrymas podem traduzir o verda- I Re''dimento do dia 1 a 9
dem do dia 11.
var ao
queixa
em qud
deiros! nlimenlo, que nos pJnge'.i''ima,
urna billa existencia se elimina para sempre do
Uvro d 1 vida, em que urna familia inteira chora
una giande perda, em que urna corporocao
auscnlr-se de seu seio um de seus membros
en. qu. a propna patria lamenta a morle de uni
joven. lo viole o dous annos, e v despedacada
urna br lliante joia do diadena de sua gloria '
rt-, llaiSU>ACm V0S,i0S se,nuIi""es est rolrata-
da a e.dade do que digo, e em cada um de vos-
809 ollnseu diviso rebei.tar-sc urna lagryma de
1 caixa obras de ferro
1 dita lecidos de l.ia ;
50 caix.-.s velas. 3 ditas vidros, 13 dis papel,
100 saceos favos: ordem.
Consulado geral
a 1 a 9 6:6139136
dem do da 11
A,*a'dt...........& 29200
le palma.......nl.ii. 29i00
200
49OOO
396OO
39300
Diversas provincias.
dor e saudade pela eterna separaSao do nos-
so ardil ;o o collega Mauoel Malaquias d'Albuquer-
' lV(tio, que ha bem poucosdias percorria com-
pt ando e longo estadio da sciencia, e part
u l mbem comnosco dos seus saborosos fruc-
veraos apenas seu
saborosos fruc-
corpo guiado e
que B/
IIOSC|
Ihava
los, e agora
inanimado.
De quo valora as gloras e os pompas dcsle
mundo ? As riquezas e as mais doces esperan-
ras se atabam nos estreilos mbitos de um tu-
mulo.
O turulo bem o disse alguem, a ideia fra
o descamada da realidade, a ironia sacastica e
bellolt" l.,"d0.lUa.n,0- rand^ luJl> q-o
Despachos de exportar-;"o pela atie-
sa do consulado desta eidade 11 -
dia 11 de junho de lW;o
Rio da Prata Patacho hespanhol Mria As-
sum|ita. A. Irruios, 125 barricas assucar bran-
co e 25 ditas dito mascavado,
LiverpoolBarca Ingleza Hermionc, Jolinslon
Pater & C, 700 saceos assucar mascavado ; Kal-
kraan Jnior & C, 370 saceos cera de car-
nauba.
Recebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do da 1 a 9 6:5999852
dem do dia 11.......3.033(zS7
pito da S. T. e Prncipe.
Dilo da Angnl........
Cacao do Para.......b
Dito da Baha........
Dilo de San Tliom.....d
j CDlli da Cuica.......hb.
1:6619731 1P-r-'"...........<|q
Craro de- girofl....... b
Ditu do Maranhao b......n
Coran hos.....
Cha penla.......Iib.
hyssou.......o
u*m.......
'qoim.......
lllllj.......
paurh'ing......
Ph.......
congo 11.......11
8.-302867
993?717
412537
1:400(254
aljore ......
Cera emarclla........
Dita dita de Benguela. .
Couros seceos do Hm.....
Dituieipicliadot da Bahii. .
D los tilos das Millas .
Ditos ditos de Aug.da......
Diloa salgados do Maranhao .
Ditos ilg. de Pernambuco...
Ditos ditos das lillas......
Ditos ditos de Cabo Verde.. .
Ditos ditos de Angola.....
Ditos verdes do Para' .
Cevada estrangelra......
9:633(139 i Carvao de pedra.....
-----------------' Caitanhas do Maranhao
ludo quanlo sorrf.
e vida e de esperanzas
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 9 13.588503
dem do dia 11.......3.196C40
Que
aquelle peilo de mancebo ?
nao balara na
Que sonhos fague-
,
. b
ar.
D
o


1)
D
1


A
ton.


naci ,o novanoOpurTparam aq,,clla ima-1 ^uta dos precos dos priiicipacs gene-
- -~.w... ,i; (>uuo ueiunaer
scrvio-lle una existencia moc
Porque hio rieram em seu
de.
Exm. Sr. O lente da 4 companhia
squadriode catalana villo Bella Jos Luiz
de Souza Barros, vera ante V. Exe. reclamar o
seu dimito calcado aos ps pelo'lenente coronel
ndanle do mesmo esquadrio Antonio Jos
pos Barbosa.
o obtido sua patente em 23 de maio de
tomando posse em 2 de agosto do mes-
no e apresenlando-se fardado em 18 de
de 1857, estn.lo no enramando da com-
desfle 4 de agosto do 1858, como o dos do-
os ns. 1 e 2, e tendo prestado sempre
ervico, descancando-o sua concienciencia
. e por conseguinle iuteressados em
nosso pensar, urna prora da aclividade do Sr. dar cores justificativas ao crime commetlido por
Dr. Lucena : foi um acto legal, que nao merece outro empregado que so principia por elogiar
senao elogios. E tanto nao era sua inlcncio
perseguir aquella senhora, que nao a prendeu
naquella occasiio, c sim das depois quando no-
vas indagaces o autorisaram a semelhanle pro-
cediraento.* E o Sr. Lucio de Campos deve saber
que pouco ou nenhum valor tem a sua simples
assoveragio de que sao pacficos e innocentes
aquelles seus prenles, por isso que etsa inno-
cencia s pode ser verificada pelos meios lgaos.
Accrcscenta porm o Sr. Lucio de Campos que
na occasio d'aquelle varejo o Dr. Lucena dra
busca em papis e cartas confidenciacs, que in-
volviam negocios de honra da familia : a teine-
Ihonle esseveragio, poderiamos oppor urna la-
cnica negocio ; mas anda admitlndo quo tudo
isso fosse real, restara provar que o Sr. Dr. Lu-
ccoa nao Uvera justos motivos parafaze-lo, e que
a lei o prohibisse.
elimo pirito na sua propsso e bastante caute-
loso na direccao do trem.
Entretanto seja-me permillido fazer nolar
desde j as palmares contradicQcs e falsldades
em que cahio o informante da levisla Diaria
Pirmciramente diz elle que ao chegar o
machinisla curva da Imberibeira deu os sig-
nos do cslylo, fazendo ouvir o som do apilo de
machina ; na occazio em'que descreca a curva,
descobriu urna prela que eslava sobro os trilhos.
Pouco adiante, porm, diz que a prela eslava
encoberla pela curva que alli fas a estrada, e
que s foi avistada era distancia menor de cera
bracas.
Ora, so o machinisla descobrio a prela na'
occaiio em que descrevia a curva, como dizer-
se que ella eslava encoberla pelasniesma cmrva
qne alli faz a estrada 1 Dicant Paduani.
De que lhe valeram lanos marlyrios, lanos
sacril.ci.s em favor da sciencia, que nem mesmo
e pode defender a vida ? De que
desta e exemplar ?
- soeeorro as glorias,
quo Iholaguardavam um futuro estrellado e riso-
mic? J "0huriS0nte Prsa vida acade-
nJ"n nos quindoj liav.a chegado>o meio de sua
ornada, e que em breve tinha de receber o ta-
lismn te suas fadigas, de suas vigilias 1
Ouao r.fehz que foi este joven, cuja fronte al-
lirae rigorosa que Unha em pouco lempo
ser lauriada, dobrou-se anti o cruel
morle '?
Lugubro myslero este, que lemos em nossas
vistas, qie s a Dos permillido discorlina-lo.
Mas 01 suas viuudes nao morreram, ellas cxis-
lem ua 1 iJa real, e se o nosso collega e amiao
morreu ^ara nos, vive para a ciernidade.
ro aplenas umu flor, quo principiou 9 desabro-
char na ierra, para madurecer no co. Foi um
vianda it; do eco, que eslevo entre 'nos por al-
guns ins anles.
errai jemos nossas lagrimas sobre seu lumu-
0, quo sio as notas da inusi.a dos coraces dos
trtsles, pjrni consolcmo-iios que esta bella pa-
gina arrancada do nosso livro, vai ser unida eter-
namente ao livro de Deus.
Chrenos, como irmos; mas misturemos nos-
sas lagunas, que sio o balsamo e a verdadeira
exprossa 1 da nossa dor, de envolta com una sup-
erada, enviada ao co pelo seu repouzo
resignados, descancemos c no mundo
ros c proilucCocs nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 11 a 16 de junho de 1860.
Agurdenle alcool ou espirito
de agurdenle ..... caada
dem caxaca....... >
dem de cana...... >
dem genebia......
dem idem ........ botija
dem licor.......caada
Denles de marfim lei...
Ditos dito mejilo........
Dilos dilo escrdvelho.....
Ecva-doce...........<
16:781s5l3 ^'fo commura inglez era bar. qq
1 a da Suecia.
Folha de f di Suecia.
Gomma copal mperior..
Dita dita regalar.. ,
Hila dita ordinaria..





eterno, o
que elle ambem descanca l na Klernidade.
J. Fiel de J. Leite.
A0 ILIM. SR
aresptito de sua moralidade, como comprova
com y i documentos ns. 3 4 e 5, acaba de ser
preliri lo na proposta para capilio .da sua cora-
panhii por raio capricho do lenle coronel,
que n,"n s desrespeitou o arl. 48 da lei de 19
de seu mbro de 1850, cuja observancia fra or-
denade por aviso da presidencia de 25 de novem-
bro do 1856, como zombou do aviso da presiden-
cia de 11 do outubro. de 1859, no qual so coro-
munica nao ter sido promovido a capito o
lenenli Antonio Gomes Coimbro, pelas razes
exfund das pelo commando superior sendo as
razes expendidas pelo commandante superior
em fav ir do supplicante e deixando o exercicio do
commando superior o coronel Munoel Pereira da
Silva, >elo o exercicio da delegacia ; passando
assim 11 commando do lenle coronel de esta-
do maior, o lente coronel Campos repiti o
raesroc proposta para promorer-sc n capilao o
lenenl 1 quarlelmestre Antonio Gomes Coimbra,
compri tericao do direito do suppltcanlo garan-
tido p;la lei, e ordeus citadas da presidencia.
E pois que nio deve o capricho do lenle coro-
nel Ca npos prevallecer ao direito o a lauta*
disposi ;es, e ordena iao reputareis reclamando
seu di ello espeta da sabedor.! de Y. Exc. es
1NEN
OFFERECIDA
COaOXEI. ANTONIO GOMES LEAL
por occasio
dopassanento de sua querida e sempre lembruda
fllhinha Maroca.
Basta!A hora soou
a campa se abre.
(UagalUes.)
Em Unra dade pagaste
O trbulo nalureza ;
Posles ver de Dos a face
Ver do co sua belleza.
Na Ierra ingrata dormiste,
S'a Patria Eterna acordaste ;
?oi unida aos cherubinsi
Ju'ao Dos Imraenso louvaslcl...
sudosos Pas nio choris ;
lio choris a dura ausencia
la vossa fllha, qu'enta
lymnos, ao Dos de clemencia.
J vos resta enlao florinhas,
obre o lousa hoje espalhar;
evo a>ossa dr acerba
Balre as flores acabar.
/. /. Raymundo de Uendonga.
peso da dem idem....... garrafa
dem restilada e do reino caada
Algodio em pluma 1.* sorte arroba
dem idem 2*dita ....
dem idem 3.a dita ....
dem em caroco .....
Arroz pilado...... arroba
Idera com casca..... alqueire
Assucar branco novo .' arroba
dem mascavado idem ...
Azeitc de mamona .... caada
dem de meinfoim e de coco.
Borracha fina...... arroba
Idera grossa.......
Caf em gro bom..... arroba
dem idem restolho ....
-dem idera cora casca ...
dem moidr).......
Carne secca.......
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao >
dem idem em velas. ...
Charutos bons ...... cento
dem ordinarios.....
dem regala.......
Chifrcs.......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem idera seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra corlidos um
dem de onca......
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba
dem seceos........
Espaciadores grandes. um
dem pequeos......
Esleirs de preperi .... urna
Esloupa nacional..... arroba
8S0
40
500
800
280
960
320
800
7j?300
6300
D la do Bra.il.......... >,
M.-I.ico............
M mielga da Cilk ....
viilho eilr-iu..eiro.......
Ole.) Ouruc............
Pimenla da India........
PI|6 salgula* ranuras .
o em cabillo ie CjIcuI'
53IOO
49300
29800
39500
1S600
110
600
Sf400
19000
800
90o
400
600
19000
19200
650
900
323
325
192
160
17
110
167
177
200
120
140
112
310
19000
1930
19100
600
39*00
29900
45900
4 $000
9j000
4j000
29O0O
19400
19100
19*)<>
29800
23600
no
49100
3981
39500
&I60O
59600
49500
49OOO
390IM
3960O
38
I98tt0
130
700
3920O
19200
1920O
19100
48J
700
1g200
1J250
900
igloo
325
327
202
197
257
20(1
217
217
210
160
180
122
330
65000
l$2l)3
193.il>
19200
19100
391)00
3,-,000
cOOO
59i)0O
10.000
49500
:1900o
29000
39: 10
Salitre refinado..... Qp
Salsa parrilha supu r..... (0
Dita dita regular.......
Dita dita orJinana......
Tapioca boi........... @
Tugo eslrangeiro rijo..... A
o mole. ... o '
, L t/ella de Angola...... qt}
5S300. Dita de Beigotia....... a
1825! Dita de C^bo Verde......
P 3S9000 '.290OO
Ib. 295 301)
A 350 3'JO
lib. 100
Arr. 100 1'.()
130 140
i) 120 1f0
95 103
29800 4960O
1530O 169OOO
129000 149000
89000 10900O
19400
610
580
urna I9OOO 290O
a 29200 23>">0(>
Verguiuha pan pregningl. ijq 2^800 3000
fxporlagao.
Agurdenle........P. 2I090D0 2J690CO
39J50
Azeile doce........Alm. 338L0
d d para depoiitoe
C.MI-lillM......
Arroz uaciunnl
Farinha de araruta ....
dem de mandioca .... alqueire
Feijio.........alqueire
Fumo em folha bom .... arroba
dem idem ordinario ....
dem idem restolho ....
dem em rolo bom .... >
dem idem ordinario. ...
Gomma polvilho ....". >
ipecacanhua.......arroba
Lenha em achas grandes cento
dem idem pequeas. ...
3000 baquetas do Maranhao.....
35600' ,)'ta lle l>|!r,,ara',uco-s"
4$900
29650
960
1$920
7g000
4$000 Araendoa doce em milo
7)3500
4$500
5SOO0
9$600
5g000
2$560
8$500
13$000
2g500
1|000
80000
5$000
4$000
235
400
180
300
1OJ000
500
400
1$000
39200
1S600
300
lgGOO
3S000
3g000
75000
155000
9g000
7g000
16g000
68000
3g2O0
'255OOO
25500
15600
29OO
720
650
139'jOO
139.500
109000 1I9II00


.
. D
ir.
lib.


A
A
H
333.50
1$200
39OJO
Dita un caua ronca
Banha em rama unta (barril)
Batatas...........
Cra uacioual br-iK. .
d imnBi .
Cera branca em grurae. .
Dita dita era velas.....
Cevada ...........
t'.-nleii)...........
Ceblas.........
Carne de vacca....... 6 (
i) de porco
Chourr-os......... (g
CurliQi laqual del pul. pira
citas.........
f. i;t:n 2a qual. de 1 pul. .
a telgada tina 3t at 1 pal.
a ordinaria para perca
Figos do A's've enmadre, .(al
Farinha de lr>g..... B
Laranjai docei..... caii.
Milho............ A
das i I lias ....
Manleiga de porco.....
Paios............ Din.
Presuntos......... @
Sal......... Muio
a fino para a Ierra ...
Sarro de vinho linio @
I) anco u
Toucinho..........
Trigo rijo do reino..... A
300
370
3$0
400
360
370
qq 7g203
o 39OO0
55000
IgeilO
800
370
350
Dilo mulle .....
Vioagre da Lisboa linio
Dito branco dito ....
Vinho de Lisboa tinto .
Dito dilo branco.....
39450
igi.O
352OI
I06HO
39200
320
3iO
350
400
420
370
380
200
109000
229OOO
3960O
9g60O
4.5OOO
790JO
2j>20o
IgOOr
9uOOO
3g600
400
SCO
3920)
900
392OO
2.3OOO
2gOI)0
4;0iH>
49400
291OO
700
700
640
a 680
P. 459OOO 50UOO
4550OO 509000
P 1009000 1109003
B I2O9OOO U090J
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 10
Bourdcaux, Lisboa e S. Vicente16 dias, vapor
frarreez Guicune, de 1167 toneladas, corn-
mandanle Io lenle Enoul, equipagem 107,
carga differcnles gneros.


\H
Tena-Nova 29 dia, brigne inglez Rinyrae-
de, de K\ toneladas, capitoo Sawaet Prowse,. -
lhao ; a James CrnWree C. J*y. nto n
Naci sahio tto mesmo dia. \ di
Cear Hiale brasileiro So'braleiise, capilao
Francisco Jos da Silva Ralis, carga vatios ge-
WTOS.
Bttiia Sumaca brasilera -Horlenria, capilao
Jobo Custodio de Lomos, carga differcntcs g-
neros.
Hio de Janeiro Bah4a Vapor francs Goien-
ne, commandante Io lente Enou.
Navio entrados no dia 11.
Santos 14 dias, baria ingleza Statestnan,
de 250 toneladas, capilao S. Coysh, cquipagem
12, m lastro ; -a Saunders Brothers & C.
.Navio sabido no metmo dia.
Aracaly Uiat-e brasileiro Vdela, capilao
Francisco F. Nogueira, carga dilTerenles
neros.
:o-
o. 1S
O
a.
I
Horas.
e
c
c/i
3
o-
S
X
P5
A tmosphera.
Direcco.
53
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Inlensidade.

i.-.
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o 1 C5 -1
Centgrado.
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fteautnur.
-i
oo
, | Fahrenheit

-4
en
CJ
ob
lygrometro.
r>3
o
Barmetro.
A noile completamente nublada e churosa
vcnlo S e assim amaiiheccu.
0SCILLAC.AO DA MAII.
Freamar as 10 h. 18' da manhaa, altura 6.0 p.
Baixamar as i h. 30' da larde, allura 2.25 p.
Observatorio do arsenal de mantilla 11 dejuuho
de 18G0 Viegas Jumoh.
Editaes.
como s todos os intcress.iilws en geni, so emiti-
da para cnntparcicrom no primeiro andar da
fot cadeia, etn a .ala das sessrs do
refetido dia e-hor-a, como nos mais
segtiitiles emquanto durar a sessoo, sob as
penas da lei se fdltarcm.
E pata que choguo-e noticia a lodos, mandei
nao s pasttt o ptrscnte que ser lido e ofiixade
nos lugares ninis pblicos e publicado pela im-
prensa, e tambem remetier iguaes aos subdele-
gados do lertno para publica-tos e mandaren fa-
zer as nolificac,6cs -necessoras aos jurados, aos
culpados c as lestemuiihos que se acharera nos
KM dislrii tos.
Recite. 9 dejiHiho'dc 1800.F.u Joaquim Fran-
cisco de Paula Esleves Cleinetite, escrivao do
juty o subscrevi.
francisco de Araujo Barras.
-- 0 lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em ttimprimento das orden? do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo viudouro, pe-
nla a junta da azenda da raesnta ihesourarii
se ha de arrematar, a quem mais der. a laxa
das Borreiru da ponto do* Manguinlio e da es-
trada da Capunga, avalladas animalmente ambas
em 6:7003000 rs.
As arromalaces serao feitas por lempo de Ires
annos. a contar do 1, de julho do corrente an-
no a 30 de junlio de*1803.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco, compari'Cam na sala das sessoos da mes-
ma junta no dia cima indicado, pelo meio-dia,
competcniemenlo habilitadas, com suas propus-
tas em carias fechadas.
E i>ara constar se mandou aduar o presento e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesonraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1660 0 secretaria, A.
F. da Annunciaco.
0 l)r. Anselmo Francisco Perelti, commendador
da imperial nrdem da Rosa e da de Chrislo, e
juii de direito especial do coromerrio desla ci-
dade do Rccife, capital da provincia de Per-
nambuco e sen termo, pjjr S. M. Imperial, que
Deus guarde, etc.
Fago sabor nos que a presente caria d<3 edilos
i virem, em como no dia 21 do corrente mez, de-
: pois da audiencia desle juizo, se ho de arratna-
j tar os generes e mais objectos que se acliam re-
| colhidos no deposito tito no pateo de S. Pedro
la 6, pcrtenceiiles a Jos Dias da Silva Cardeal,
sendo n arrematacoo feita em dito dej osito, os
' quaes sao os seguimos :
Una armaran n bolco ilfi nmarello envcriiisa-
do, e alguns caixdes do pinito qun fazetn parte da
roa armocao, avahados em 120:000, urna ba-
la de columna de lati em 3O-J0OO, um bnnil
com vinlio de cinco em pipa com a marca PRR,
em OOO, onze queijoa do reino, 30 frascos do
bocea larga, grandes e pequeos a 50w rs. cada
um, os quaes vao parte por exerucao de Fran-
MARIO PE PEBUAMBPno'- napi^tlla\ 1^ DE JUNHO DE ,860.-
" I I MI f
"- >*; ra .Nova ns. i^, 4a, 48, 57 e 5t ; turf ox
SenhorBo n Jess das Criolitas n. 8 ; ra do Ne-i
gucira n. 7 ; largo do Carmo n. 13 ; lravv*ssa do
Oarc.ew.tn ns. II, 13 c 17 ; ra de Saula Ceci-
lia 11. 10.
Bairro da Boa-Vista.
Bua da imperatriz ir. 68.
Administraciio geral dos eslabelerimenlos de
caridade 8 de iunho de 1860.O escrlvjo,
Antonio Jos Comes do Corrcio.
1 ribunal do commerclo
Tela secretaria do tribunal do coinmercio da
provincia de Peruambuco, se faz publico, que
nesla unto Oca insciiplo no litro roni|ielente o
theor da ; Iteracao feita ao contrato social de
Antonio oaquim Vidal e Joo Carlos Bastos de
Oliveira, baixo transrripln.
Serreta ia do tribunal lo commcrcio de Per-
nambuco de4juiiliode 186A. Julio Guimaies,
ofTicial m. ior.
Copia.-Nos abaixo assigiiados, Antonio Joa-
quim Vid. I e Joo Carlos Bastos Oliveira, socios
110 eslabe eciroeulo de ferragens na ra da Ca
e moveixi$teute4 no airahzewdo al-
lecido capitSo Davis : quart feira 13
do corrente as 1 i hora eua ponto no
referido armazem.
dal, conji
cao do so
risada.
Recite,
Vidal eJ
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de conformidndo com
a ordern do Uibunal do Ihesouro nacional C9
*}v J de mam prximo lindo, que no dia 25 de cisco da Rocha l'assos l.ins. como cssionari) do
junio prximo se far concurso nesla thesouraria i Dr. Mnool de Barros Brrelo, -
netamente com cutio pessoa da nomea-
:io Bastos, para isso devidamcnle aulo-
30 de maio do 1860.Antonio Joaquim
. o Carlos Baslos Oliveira.Como tes-
emiinha Paln Nask & C, Brander Brauder i
C Samo
anua & C
Recan
supira :
Cidade
testen) un
o labellia
1 Power Johnslon 4 C. c Prente Vi-
A reqttriuiento do* administradores
da massa fallida de Antonio da Silva llo-
clla e despacho do Exm. Sr. Di*, juiz de
direito espacial do coinmercio, o agente
Hyppolito da Silva tara' leilo das divi-
das pertencentes a dita massa fallida na
Qportancia de 57:o76.Sol5 vr. : quin-
ta-feira 14 do corrente as 11 horas em
ponto no seu armazem da ra do Impe-
rador n. 35.
-------------- ._ -------D......._ ra da
deia do R ;cife n. 56 A, sobre a lirma do Vital & importancia de 57:576,^01 5 tt.
Baslos, ci ja gerencia social era a cargo do socio
Amonio J laquim Vidal, mas nao podendo conti-
nuar na d la gerencia por causa dos seus multi-
plicados radecimentos, pelo presente lomos con-
vencionado que da dala desle ero dianle a dita
gerencia social lien exclusivamente pertencendo
ao socio J iao Carlos Baslos Oliveira, a quem s
competir o uso da firma social em letras c nu-
tres mais documentos e transaeces. ledenles a
soriedade licando tambem expresamente pro-
hibido ao dito gerente Bastos o uso da firma so-
cial em oi*iti\s negocios que nao sejam da socie-
dade, sob pena de pagar urna multa em proveito
da socied ide de 20:0003. e no caso do impedi-
mento R gerencia por molesrins ou qualquet
oulro motivo, devolver ella do novo ao socio Vi-
LEIL&O
Ter^a-feira 12 do corrente.
PELO AGENTE
para preencliimenlo das Vagas que ha de prti-
cabtes na mesma : aquellos pois que pretende-
re m ser odmillidos no concurso devrm apresen-
lar nesla secrelaria seus reuiierimentos instrui-
los cim os documentos que' provem : Io. lercrn
18 annos completos de idade : 2o. esinrem livres
le pena e culpa c 3" lercm boni procedimento.
Os exames ueste concurso versarao sobre lei-
tura. analyse grammatical, orlhographia c ari-
, : -----------.-*.., w. ,,,.0, j|.||iU ; na ^w' puff.-umi iiioiu '.niitut: iit ut'Lilu Ut! I *T-
memetiea ale a llieona das proporcoes incluswe. i naml.iico, aos 8 dias do mez de junho de 1860,
, contra o referido
Jos Dias da Silva Cardeal ; e nao hnvendo lan-
zador (pie cubra os piceos da avaliacao ser a ar-
remalac&o feila pelo proco da adjudcacao com o
abaltmeiilo da lei.
l para i|iie cheguc ao ronherimcnlo de todos,
mandei pas.snr cuitaos, que sorao publicados pe-
la imprensa e aluzados nos lugares designados
no cdigo Cun inercia!.
Dado o pnssado nesta Cidade do Recife de Per-
Secrelara da Ihosauraria de fozenda de Pof-
nambuco 8 de junbo de 1860. O offlcial moior
interino. Luiz Francisco de Sampaio e Silva,
Doordem do Ittin. Sr. nspeclor da the-
souraria de f3zonda' fiesta prov,..cia se faz pu-
blico que a arrematado de urna parle do sobra-
do de dous andares no valor de um conlo cenlo
ciiicoenla o cinco mil qoalros C oilenta e do"<
res sito na ra da Guia, perlentencenie a fa- ~--------------------------------------------------------------
j adjud.cacao, nao DTecloHa geral da instrueco
i por falla de hci- : *
. ------ -------------- ,............j-.
Irigosirto-iiono da independencia e do imperio do
Brasil.
Fu Manoel Mara Rodrigues do Naseiiuenlo, es-
criviio o subscievi,
Anselmo Francisco Perc'li.
Declaracoes.
leve ell'eito no dia annunciado
Ionios ; e por isso (lea transferida a mesma or-
niacao para o da 30 do cotronle mez.
Societaria da lliesonraria de fazenda do Per-
nombuco S de junho de 1&C(>. 0 offlcial maior
aterino. Luiz Francisco do Sompaio e Silva
Clau, too Bellido Machado, offlcial da imperiai
ordern da Rosa, cavalleiro da ordem de Chris-
o.maj.u- commandante interino do I bal i-
lliao de infamara e presidente do consclho de
qualincacao da guarda nacional da parochia do
- ,an'cn,o le Sanio Antonio do munici-
pio do Recife, por S, U. o Imperador, que Dos
guardd, ele, ele.
m*$Hh!?' 'I'Je!i:s,a dala fn"n encerrados
os trabalhos da qualiflcrrco c reviso da guarda
nacional, cujas listas cam na forma da lei, af-
inadas na igreja n.atri/, c bem assim que leui
deaigoodu o da 23 do correnic para novamenle
r.'un.r-se o consclho. alim de tomar en, consi-
deracao as recla.uaK.es que liverem de fazer os
luleressidos. o recebar os recursos que liverem
oe inlerpor peranle este consclho para o de rc-
\ista. o que se faz publico para conhecimonto de
quem convier.
18C0ia d?S SC8S0CS d conselho' 9 de junho de
Claudino Benicio Machado.
Thesouraria provincial.
publica.
Foco saber sos interessados, que o lllm. Sr.
director geral, de conformidade com as inslruc-
coes de 11 de junho do 1859, lem designado o
da 13 do corrente, pelas 9 horas da manha, pa-
ra o exame do habiiiUeSO dos oppasitores ca-
deira da lingua franceza do pyinnasio provincial
que se acha em concurso. Sao, pois, convidados
a comparecer em o referido dia o hora nesla re-
paiiuo os que para esso lim se achaiu inscriptos^
Secrelaria da inslrucelo publica de Peruam-
buco 9 dcjuiiho'do 1860.0 secretario Interino,
Salvador Hcnrique de Albuquerque.
Conseliio n8ininistrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlc
Jo arsenal de guerra, tcm de comprar os o Ide-
los seguintcs :
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
5,000 pederneiras do adarme 17.
Para os sentenciados militares com desuno
ao presidio de Fernaodo.
6 chapeos ; 6 maulas 51 esleirs.
Para a compendia de pedestres.
. Sello de metal cun as armas o o dislico da
companhia 1.
Quem
eco rerdadeiras as seis assignaluras
don fe:
do Ilecife, 31 de maio de 1860. Em
10 e verdade (eslava o signal publico)
) publico, Francisco Baptislade Almei-
da. Numero 85. 160. Pagnu 160.
Recife II de maio de 1860.Carvalho. Sena.
- Coiiforine, Julio Gnimares, oflicial-maior.
1'ribunal do coinmercio.
Pela S'crolari do tribunal do commcrcio da
provincia de Pernainbuco se faz publico, que nes-
la data fi i inscripta no compleme livro a caria
de rnatriuila do Sr. Antonio Jos de Castro, ci-
dadao Brisileiro, de 40 anuos do idado, domi-
ciliado o estabelecido nesla cidade, com casa de
descont:.
Scerel; ria 4 de junho do 160. Julio Au-
gusto da Cunha Guimaics, offlcial maior.
Colljctoria provincial de Olinda.
O colle:torde rendas provinciaes e Olinda faz
publico pelo prsenle, que o prazo de 30 dias
ntois ma codos no regulamcnlo de 16 de abril
de 1642 | ara a cbranos do 2." semestre do cor-
rente exercicio de 1859 a 1760, principia-sc a
contar di dia 1." .le junho, lindo os quaes paga-
roamulla de 3 Od os conlribuintns que nao
pagaren] no referido przo. Collectorta de Olinda
6 de mtio de 1860.O e*moo,"
Jos Concalves Rodrigues Franja.
No dia cima designado e pelas 10 horas da
manota porta do armazem do Sr. Annos de-
fronte da alfandega, o referido agente far teilo
porconta de quem perlencer
DE
40 saceos com feijao mulalinho.
400 latas de biscoulo de soda vindos neste ulti-
mo navio de Liverpool.
4 raizas com 200 caixinhas de figos o peras.
100 rolos de fumo vindos no ultimo navio do Rio
de Janeiro.
20 fardos com alfazema.
500caixas com cnVutos de diversas marcas.
Champagne, velas sloarinas, vinho Jo duque do
Porto.
Pechincha
Vcndom-se biscoilos e bolachinhas de dilTe-
renles quatidades, por meaos proco do que em
qualquoroulra parte, sendo om porcao : quem
precisar, mando ver na ru dos Pescadores ns
1 0 3, padana.
Compram-se 3 moradas de casas terreas em
boas ruasem Olinda, nao sendo o*Seu cuto mnU
de 1:000a a 1200 cada urna : a tratar na ra
Nova n. 90, primoiro andar.
Pede-se oo Sr. Theotonio Jos do Albu-
querquo Mello o obsequio do apparecer na ru
do Imperador n. 18, a ultimo o negocio que
nao ignora, visto nao saber-se o lugar da sua
morada faz-se o presente, continuaud%-so al
que se digne appareccr para definitivamente re-
solve-lo.
Vende-se um bom oseravo : na ra do Sevc
om urna das casas defronte da Oo finado Dr. Na-
varro.
Fuadico de ferro
e bronze.
IVua Ao Brum A. 1S.
James E. B. Spears.
Fundidor machinista eengenheiro encarroga-
se de qualquer obra, assim como seniar vapores
de todas as qualidades para serrara, relinaco,
fabrica de sabio, machinas para amassar pao.
para moer mandioca, ludo por precio commodo,
e concerla alvarengus, bombas, vapores, e toda e
qualquer obra.
Chancus para invern 1
Na ra da Cadeia do Recite* n. 23 loja
confronte* ao Becco Largo, vendeui-so
chancas proprias para o invern ou para
andar-so em casas ladrilladas a marmore
ou lijlo pelo mdico proco de 3$ cada
urna.
ASSOQAgO
A
CCMPANHIA BRASILEIRA
_ quizer vender laes objectos apresentt
, M suas propostas om caria fechada na secretar
v uim. sr. inspector da thesouraria provincial i do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 15
om cumprimeulo da resoluto da Junta de fazen-1 Jo corrente mez.
,-^,,"1?". er pu,l>lu'0 que a "rremalacao dos Sala das sessoes do conselho adminishative
imposios annunciada para o dia 6 do correnlo, fi- I M*a fomecimenlo do arsenal de guerra 8 d
] para o dia 14 do mesmo, devendo junho de im.-Uento los Lamenha Lins, co-
as habilitacos ter lugar nos dias 6 c 12
L para constar se mandou affixar o presente (
publicar pelo Ulano.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 4 de junho de 1860.-0 secrelario, in-
tonso terrena da Annunciaco.
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro das
ordons de Chrislo e da Rosa, juiz munlipal da
segunda vara do termo da cidade Oo Recife
por S. M. o Imperador, que Deus guarde, ele'
taco saber, que pelo Dr. Bernardo Machado da
Costa Doria, iuu do direito da primeira vara cri-
minal da comarca desla cidade. me foi communi-
cado haver designado o dia 25 do corrente, polas
10 horas da manhaa para abrir a lerceira soWfio
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereirc
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprietarios dos predios urbanos das
freguezias desla cidade o da dos AITogados, que
os Irinta dias ulcis para o pagamento a bocea dn
cofre do 2. semestre da dcima do anno finan-
ceiro de 1859 1860 se principiam acontar do
dia 1. de junho rindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco.
23 do maio de 1860. ,iiitonioCanieirol/ac/iado
Rios.
Pela recebedoria de rendas internas geracs
se faz publico, que no correnic mez que os do-
vedores do segundo semestre do exercicio cor-
rente de 1551860, relativo aos seguinles im-
sectivns im,d,7 V ll" ulacori- "i-'uouiooii, relativo aos seguinles m-
1 'e Procedido aosorleios dos 48 ju- pos: dcima addicio.ini de mi mora ; imposto
1 ?-.*VZ1' na mPSI,la -'sao. em | de 20 por cer.to sobro iojas, o dilo especial a 80*
conformidade do art. 326 do regolamenlo n. 1;
lf.LC l'nsV0 te 1M2. foram sorteados e de-
signados os cidadaos seguinles *
Freguozia de S. Fr. Pedr Concalvos.
Antonio Josa Conrado.
Antonio Jos Pacheco e Silva.
Benedicto Jos Duarle Cedrim.
Jos Francisco llibeiro.
Joo Antonio Ribeiro.
Ismael Cesar Duarle Ribeiro.
Manoel de Souza Ferreira.
Santo Antonio.
Florencio Jos Carneiro Monieiro.
Domingos Nonos Ferreira.
Antonio Jos Tcixeira de Castro.
Francisco Joaquim Cardse.
Lauriano Jos de Barros.
Jos Francisco de Mello.
Manoel Fonseca de Medeiros.
San-Jos.
Joaquim Mauricio GongalvesRoso.
Antonio de Jos Vasconcellos.
Joaquim Luiz \ i raes.
Manor.1 Jos Baplista.
Alexandrino Mximo Leal de Barros.
Dr. Joao da Cosa llibeiro Machado.
" Boa-Visla.
Dr. Manoel do Nascimeulo Machado Porlella.
Francisco BorgesLeal.
Faustino Jos dos Santos.
Herwes Cirneiro Machado Rios.
Jos Alfonso dos Santos Bastos.'
Ricardo Pereira de Ferias.
Bento Jos Pires.
Jos Antonio de Olivera e Silva.
Ignacio Nones Corrcia.
Dr. Pedro Alvares de Miranda Varejo,
Manoel Jos da Silva Lcite.
Rodrigo Jacome Martins Pereira.
Joao Ribeiro Guimaracs.
Manoel Coelho Cintra.
Afogado8.
berafim Lette Pereira.
Francisco Rodrigues Lima o Silfo.
Joao Chnsoslomo de Albuquerque.
Francisco de Pinho Borges!
. .. ^ P5 da Paoella.
Joao Carneiro da Cunha.
Varzea.
Jos Cavalcanli Filgueira de Mcne'zes,
S. Lourenco da Malta.
Dr. Vicente Jeronymo Wanderley.
Jaboatao.
Joao Filinpo Cavalcanli.
Joo Coelho da Silva.
Francelino Carneiro de Lacerda.
Muribeca.
Joao Ferreira da Costa.
Pedro de Alcntara Lyra.
Dionizio Sotorio Pereira..
Dr. Francisco do Reg Barros de Lacerda*.
A todos os quaes e s cada um de per si, bem
sobr casas de movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado om paiz ostrangeiro toem de
poga-lo livre de mulla. Recebedoria do Pernam-
buco i de junho do 1860.O administrador, Ma-
noei Carneiro de Souza Lacerda.
Reparticfio da policia.
Secretaria da polica do Pernambdco. 4 de iu-
nho de 1860.
Olllm. Sr. Dr- chefe de polica manda fazer
publico, para cunhecirnento dos interessados, as
disposicoes do artigo 72 do rogulamenlo n. 120
de 31 de Janeiro de 1842.
Nao se conceder passaporle" a cidado Bra-
siletro, para porto eslrangeiro. ou a eslrangeiro,
anda que seja de uro para outra provincia do
imperio, sem que sua saluda seja previamente
arinunc.iada nos jomaos tros dias pelo menos.
Onde nao houver jornal os aununcios se afiixarao
na porla da matriz da freguezia, e uos lugares
mais publicas.
S no caso de nocossidade urgenle e especi-
ficada so dispnsala ossa forraalidade aos que
preslarera fianca idnea.
O fiador s rcsponsabilisar neste caso pelas
duvidas do amaneado, o se sugeitar a pena de
mulla at 201)5000 no caso de se mostrar que o
afiiancado proemou por esse meio evilar qual-
quer responsabilidado.
Conforme.O secrelario, Rufino Augusto de
_A camaara municipal desta cidade faz ses-
sao ordinari no dia 11 do correnle, e nos se-
guinles.
A adminislracao geral dos eslabeiecimontos
de caridade manda fazer publico, que no dia 14
do corrente, pelas 10 horas da manhoo, na sala
das suas sessdes, contina a praca das rendas das
cas8S abaixo declaradas, que flearam por arrema-
tar na praca de hoje, por falla de lempo ; e pre-
vine as interessados que a casa n. 26 da ra lar-
ga do Rosario, para maior garanta dos inquili-
nos, ser dividida em tantas arremalacoes quan-
los forem os andares o tojas. De novo previno a
mesma adminislracao aos inquilinos que nao es-
liverem em dia, que nao serao recebidos os seus
longos se nao saldaren) os seus dbitos.
Bairros do Recife
Ra do Pilar n.73; ra da Moeda n. 35; rus
da Lapa n. 5; boceo da Lama ns. 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio
Ra da Cadeia n. 24 ; ra do Queimado n. 15 ;
ra Direito ns. 8, 33, 5, 7 e 123; ra do Padre
Floriano ns. 13, 17,43, 45, 47, 49, 63e65 ; bec-
co da Carvalha n. 5 ; roa do Fagundes ns. 32 e
34 ; l-avcssade S Jos.ns. 5. 7 e 11; roa dos
ce,clor,'s n- -: ru* da Calcada ns. 30, 32, 31,
do o 38 : Cinco Pontos ns. 70,98,116 e 118 ; rna
ao virogao hs. 7 e 17 ; travessa do S. Pedro n.
2 ; ra de Borlas ns. 33 e 94 ; ra de Sania
Thereza ns. 4, 5 e7 ; ra larga do Rosario n
26; ra da Roda ns. 3. 5, 7 e 39; becco do Co-
laboujo n. S; ra do dito n. 18 ; ra do Cabug
do norlo
Reccb
e engaja
sendo di
pera de
Paq
visos martimos.
DE
PAflETES A VAPOR.
Papaos portosdosu!.
O vap ir Tocanlins, commandante o primoiro
lnente] Byppolito uarte.espera-se dos portos
A requeii ment du Motta Irma os e
Joao Luiz Vianna e despacho do Exm.
Sr. Dr. juiz especial do coinmercio, o
agente Ijjppol to da Silva, fara' Lilao
de duas lojas ns. loe 53 da ra do Li-
vramento, arrestadas a Antonio Joa-
quim Vinlias: sexta-lena 15 do cor-
rete as 11 horas ein ponto, as mes-
mas lojas.
Conliuuacfto do leilo
fianha de porco.
PELO AGENTE
al o dia 16 do correnle.
;-se desde ja passageiros, encorara endas
se a carga que o vapor poder conducir i
spachada com antecedencia at f ves-1
;ua chesjada : agencia ra do Trapiche
n. 40, c. cri|itorio de Tlnmaz de Faria.
O referido agento far lo>lo por conla o ris-
co de quera perlencer, hoje 12 do correnle as
10 horas da manhaa no armazem do Sr. Annes
defroutoda alfandega
DE
50 barris com banha de porco.
REALCOMPAMIU
DE
No di
7"yne, ce
demora
I' Cuido
passagei|
son Ho\
P S.
horas anj
ra pasan
icics inglczes a vapor.
1
13 do correnlo espera-se do sul o vapor
mmandanle Jelicoc, o qual depois da
costume seguir para Soulhampton,
nos portos de S. Vicente e Lisboa : para
s etc.. Irala-secom os agentes Adam-
ie &C, ra do Trapiche Novo n. 42,
)s embrolhos s se recebem at duas
es de se fecharem as malas ou urna ho-
do um pataco alem do respeclivofele.
segu
hiale F.
passagei
Avisos diversos.
Jos Francisco de Allemo Cys-
nciro declara aos seus amigos, qac
d'ora em diante assignar-se-ha por Jos
de Icnczcs Cysneiro Baudcira c Mello.
m
rZ.e7-!!t3 5^"^ SB9I
Gulta-perclia.
Arligos para invern de guita-percha
ou borracha, vende-se na ra Nova n. 45
ff^* LOJA DE MARMORE.
ara a Bahia
segu eiji poneos dias o hiale Rom Amigo, de
superior marcha ; para carga, trata-se com o ca-
pilao Pe eir Marinho, em casa de Paluieira &
Rellrao, io Urgo do Corpo Santo n. 6.
Para o Aracaty
nprelerivclmcnlo na soguinte semana o
thalogo : para o restante da cajga c
os, trata-se com Gurgel Irniaos, na ra
da Cadeia n. 28, priraeiro andar.
= Pa a o Aracaly, o hiale Saula Rila
com bre idade, anda recebe carga ; trata-
ra da .V adre de Dcos n. i
Para Lisboa,
com poul:os dias de demora vai sahir c patacho
portuguiz Diligente, capilao Antonio i de Al-
meidu R >sa ; recebe qualquer carga a frote m-
dico : a [tratar com Aliteida Gomes, Alvos & C.
ra da (ruz n. 27.
Alenoslo.
Vende-se urna pequea fabrica bem
montada, com todos os utencilios, em
bomestf.do: quem pretender drija-se
a ra do Brum n. H, que a-liara' com
quem tratar.
m
Arligos para luto.
sali
se na
CUHMUIIA BKASLIEIBA
DE
Para os portos do norte.
O var or Cruzeiro do Sul, commandante o
capilao lo mar e guerra Gervazio Mancebo, es-
pera-so ios portos do sul at o dia 13 do cor-
renle m iz.
Receb :-se desde j passageiros e engaja- se a
carga e mcommendas que o vapor poder condu-
zir, sonco despachada com antecedencia al a
-espera de sua chegada : agencia ra do Trapi-
che n. 4), escriptono de Thomaz do Faria.
Maranho e para
segu cam muita brevidede o hiato Lindo Pa-
quete, c.'piro Jacinlho Nones da Cosa, por ler
urna grande parte do carregamenlo arrimado:
para o r< slo trata-se com os consignatarios Al-
meida G iraes. Alves & C, ma da Cruz n. 27.
Chapolinas pretas c mais objectos pro-
prios de lulo para hornera e senhora,ven-
de-se na ra Nova n. 45
^ LOJA DE MARMORE.
m
i
Leiloes.
Leilo
^ Por ordem ao Sr. Florencio Jos
Carneiro Monteiro, o agente Hyppolito
da Sil vi fatVleo de todos gneros
M
Quem precisar altigar unta prela que com-
pra o coziuha bem, c da qual a conducta se ga-
rante, pelo preco de25S0O0 mensaes : dirija-se
ao paleo de S. Pedro n. 19.
Aluga-se na Raixa- Verde urna casa terrea,
com quatro quarlos, anas salas, e cozinha fora '
quem a pretender dirija-se & Capunga, casa de
Joaquim Pereira Arantes, ou praca da fnde-
pendrncia4Mp e 15.
Leoncio le S Cavalcanli de Aihuquerque, i
lendo de seguir para a Europa, deixa como seus
bastantes procuradores nesta prac.a, om primeiro
logar a Francisco Tiburcio de Souza Neves. em
segundo a seu mano o tonenle-coronel Joao de
S;i Cavalcanli do Albuquerque. e em terceiro ao
Dr. Francisco Luiz Correia de Andrade.
Aluga-se o terceiro andar e sotao cora gran-
des commodos para familia : na ra da Cadeia
do Recife n. 29.
Finda hoje a audiencia do Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da primeira vara, a urna hora da larde,
serao arrematados varios objectos e utensilios de
um acougue e um burro, por execugo de Blan-
di Ain contra Francois Poupille : a ultima
praca.
Compra-se o Diario de Pernambuco de 16
de oulubro do 1854 : na ra Direiln, padaria nu-
mero 69.
Precisa-so de urna ama forra ou captiva pa-
ra oserviro interno e externo de urna casa de pe-
quena familia : na ra do Torres n. 20, segundo
andar.
T B"u,inaGil da Fonseca Candi, inventaran-
te dos bens de seu fallecido mano Marcolino Lud-
gero da Fanseca Candi, pede a todos os credores
do mesmo quo apreseDtem quanto antes suas
contas, adra deserem doscriplas no inventario
que se est procedendo.
SAL DO ASS'.
Vendo-sc a bordo do palhabote Oliveira II,
assim como palha de carnauba : a trotar no es-
criplorio do Manoel Alves Guerra, rua do Trapi-
che n. 14, ou com o capito a bordo.
Barato.
Lei te, lenha e f nieta.
No sitio do fallecido viseando de Goianna.no
estrada de Joao de Barros," ha paia vender leite
puro, lenha de malla, e fruciis do difrerenfes
quaJades, por preco commodo, de modo que
pode se revender nesta cidade e tirar bom ganho.
Josepha Mara da ConceicJo como hordeira
do sen pai Joaquim Fernn los de Azevedo, do-
clara que ninguem faca negocio com seus irmfios
com o sitio do Porobal ou com parles do
mesmo sitio, seu olla ser ouvda, pois protesta
contra toda e qualquer pessoa que lenha assigna-
do a ro^o por ella, pois que nao autorisoo a pes-
soa olguma para este fim, por isto declara que
ninguem faca nogocio algum com o mesmo sem
ella ser ouvidi, do que licar sem etleilo lodo e
qualquer negocio fcito pelos mesmos. Recife II
de junho de 186O.
Fugio o roolecote de nome Geraldo, a 9 do
rorrete mez, idade 15 a lo annos, cor pela,
foiroes bonitas e miudas, cabrea redonda e pe-
quea, pescoco fino.corpo espigado,um lauto s*c-
coporm espadaudo e reforcadodos peilos,bra.;os
e pernas finas o compridas.'em urna dascanellas
lem cicatriz de ferida e no peilo esquerdo marcas
de ventosas, do mesmo lado mares de um gran-
de caustico, muilo ladino e velhacolo, levou ves-
tido camisa de algod.io da Ierra,coica de ganga j
velha decor acisentada, cliapo de fllro de igual
cOr a da calca tambem vclho ; rogase as autori-
dades o quaesquer particular a caplura do dito,
pelo que muilo se agradecer e se recompensa-
r a quem o levar a sou senhor Jos Pereira de
Ges ou der noticia no paleo do Terco, segundo
andar.
Deseja-se encontrar urna casa, quarto ou
sala, ni Boa-Vista, mosino em casa de familia,
perlo da academia e que forneca comida : quera
quizer dirija-se a rua do Imperador n. 35. -
meiro andar, para informacos do meio dia
dianle.
= Precise-so de urna ama para cosiuhar
rua dos Pescadores ns. 1 e 3.
Sebnslioda Costa, subdito porluguez,
ao Rio de Janeiro.
Aluga-se o primcir.0 andar do sobrado .
rua do Vigaro n. 22: a tratar na travessa da Ma-
dre de Dos n. 21.
Joseph Novella, sjbdilo italiano, relira-se
para a Eutopa.
Aluga-se um dos melhores sobrados de um
andar esolSo na freguezia de Santo Antonio, com
extraordinarios commodos n bstanle asseiado :
os pretndanles dirijam-se a rua da Cadeia n. 36,
primeiro andar.
En abaixo assignado faco osle annuncio de-
clarando, quo lenho om meu poder um relogio
descoberlo, caixa de ouro n. 579, e juntamente
urna corrente tambem do ouro, empenhado em
16 de janoiro do correte auno, com a condic-
coo de o vir tirar no ti ni do 3 dias, pela quanlia
de 36> rs. ; por isso a pessoa que o empenhou
nao o vindo resgalar da dala desle 8 das, Jica-
ra sem direito ao dito relogio. Isto no armazem
jurlo ponte provisoria n. 39, caes do Apollo,
Recife 11 de junho de 1860.Miguel de Almeida
Gomes.
Acho-se fgido desde o principio de maio
o escravo Flix, crioulo, de idade de 21 annos, e
lem os seguinles signaos: edr fula, altura regu-
lar, mugi, falla descanQada, tom a perna direla
indiada de erysipclla ; inlilula-se por forro, e
locador de viola. Tom silo visto em diversos
bairros do Recife e tambem na Passogem da
Magdalena e Poco da Panella : roga-sc, pois, s
autoridades policiaes ou a qualquer pessoa que o
reconheca que o capturem elevem-no rua da
Guia n. 58, que se gratificar.
No dia 7 do correnle mez fugio de bordo do
liiale Lindo Paquete, fondeado ueste porlo e per-
tence ao Maranliao, o prelo Geraldo, que d pelo
nome de Cmygdo, de idade de 35 a 40 anuos,
pouca barba, levando camisa e calca de algodo
azul e brrele do la ^ reprsenla ser mandriao :
quem o apprcnder queira diriglr-se a bordo da-
quclle navio ou ao escriptorio de Almcida Go-
mes, Alves & C, rua da Cruz n. 26, onde se gra-
tificar esseservico.
Precisa-se de 800ft a premio dando-se por
seguraiic,a urna casa : quem livor annuncie.
Deseja-so saber a morada do Sr Podro da
Rocha Filgueiras, vindo da Europa no paquete
inglez do mez prximo passado : ou enlao appa-
reca o mesmo senhor na ru da Gua n. 58.
Precisa-se de um caixeiio dos ha pouco olio-
gados para urna fabrica de velas na rua do Vi
DE
Soccorros Matos e Lenta Emancipado
des Captivos. ^
Ooarla-rera. 13 do correnle, as 6 horas *
manhaa, deve lor lugar na igreja de N. S. do Li-
vramento as missss do stimo dia por olma tfo
socio Jacob de Santiago, fallecido n dia 7 no
lugar e termo do Sonto Amaro de Jaboalo.' on-
de fdra sepoltado, sobro influencia da soriedade.
por intermedio de urna rommissao especial que*
para all foi mandada. Espera, porlanto, o Sr.
presidente, o comparerimento nao s dos'mem-
ores do conselho como dos de mais socios a as-
sistoncia dos suffragios.
Secretara da Associagio do Soccorros Molurrs
ae. .E,"'anc,P,,CSo dos Captivos 11 de junho de
lciO.Albino do Jess Bandera, 1." secrelario.
Isabel Alexandrina de Franca Lima An-
omo Augusto Ferreira Lima. Joana' Bap-
tista Barbosa Lima e Joaquim Barbosa Li-
ma, fendos do mais doloroso sofirimento
asradecem a todas as pessops que so diz-
naram assislir aos ltimos sulragos de
seu mu presado marido, irmao e cunhado
ur. Leonardo Augusto Ferreira Limo e
convidara de novo a seus amigos para 'as-
sistirem missa doselmo da que lera lu-
gar na igreja do Carmo no dia 15 s 7 horas
da manhaa.
Carros fnebres.
Agr, administrador desle eslabelecimento
lem preparado um novo carro para adullos e jul-
ga que satisfar cora elle aos pretendentes, pois
esta com cachimonia adornado ; assim como o-
boleeiro est fardado de novo e com gosto.
O abaixo assignado avisa ao rcspeitovel pu-
blico e particularmente ao aupo do commcrcio.
que doixou de sor raixeiro do seu pai o Sr. Joa-
quim Pereira Ramos desdo o dia 10 do corrente
e agradece so mesmo senhor seu pai o bom Ira-
lamenlo que Ihe deu durante o curto espaoo de 5
annos e 22 da que foi seu o.aixeiro. Recife 10
de junho do 186o.Justino Pereira Ramos
Justino Pereira Ramos declara oo respeila-
vel publico e parliculariuoiile oo carpo do com-
mcrcio, que lem tratada e comprada a taberna
sita na rua da Praia n. 48 ao Sr. Joao Jos Celes-
lino de Mello, livre e desondrada de todos os*de-
bilos que a mesma estoja obrzado alea dala des-
le. Recife 11 de junho de 1860.
=Precisa-sede um caixeiro poilugucz de 12 a
i iannos.quo tcnlio iralica de iaberna : na rua di
l rata n. 48.
r.Z Prel!sa:se de '" criado : na rua do Impe-
rador n. 75.
Champanha* |
'$ Campos 4 Lima, no rua do Crespo" n. >
:M lP,'n_p;>iri,_ve"d.er li,na PW?in de gi- Sis
de superior quali- &
gos com champanha
^ dado a 203 o gigo.
pri-
ein
da
Amante da imprensa,
e cenheeedor da grande utidade que ha na ou-
bhcacoo dos actos daqnelles a quera osla confiada,
a guarda do importamos inleresses, nao posso
urtar-mo ao devor de publicar o acto proticado
pelo.sr director da Associaco Popular de Soc-
corros Mutuos, pelo qual appollou paro a assern-
blea geral, da eliminarao feita- em a sesso de fi
corrpnle I'*"" delerminacao do art 75 SS 1 u
. e_3. dos estatutos. Nao sou amigo a il
fraccaoda le, e Dos me livre que ella se d na
nossa associacio ; mas como sempre me lefio
pronuncalo contra,essas oliminacoes. c a favor
dussos nossos irmdos, se se livessem dado algu-
mas circumslumios que merecessem ser atteu-
didas julgo que o acto da directora seria digno
de lodo o elogio, pois oSr. Dr. Borges Carneiro
napraticade actos semelhanies, no altendendo
a oulros maiores que os da justica. contar sera-
pro com os votos sinceros do verdadeiro irru
Lliziano Gomes de Mello.
Aluga-se um negro muito robusto, que en-
lende alguma cousa da orle colinaria, e do ol-
co de podara : a tratar na rua Nora, sobrado n
oJ, no segundo andar, das 11 s 3 horas da lardo.'
Ama de Jeit.
Precsase de urna ama de leite ; a tratar na
loja de luios ao p do arco de Santo Antouio.
Aliencao.
Fugio da casa doSr. Manoel Ferreira Lima, no
da do correnle. as 8 horas da noile, aoride seu
senhor o Un ha alugado, o mtililo de nomo Be-
larmino, natural do serto, rom os signaes se-
guinles : estatura regular, cheio do corpo, olhs
alguma cousa vermellios. principalmente quando
bebe, barba pouca, beicos grossos, pos idem, em
um delles lem um dedo aleijado de um laiho de
machado, o diz o Sr. Lima elle eslar prcsenlc-
menlo com una forida em um delles de um lado'
muilo regrisla, intitula-se glosador, de idado d
40 annos, pouco mais au menos, levou vestid
caiga, camisa de algodo azul e chapeo de baca
cor de macaco ; elle veio ha poneos mezes uo
engenho Alto, de Joao Fernandos, freguezia do
Agua Prela. aonde seu senhor foi rendeiro. Des-
confia-se elle andar pelas freguezias de Santo
Antonio e S. Jos : porlanto rogi-sc as autorida-
des policiaca e capite3 de campo hajam do o ap-
rehender leva-lo casa de seu seuhor, na rua
Imperial n. 169, quo sero genorosamenle recom-
pensados ; roga-se lambem aossenhores empre-
gados da eslaco da via frrea repararem lanto
na sahida do trem os passageiros, e como na lo-
comotiva doservico, pois o mesmo j lenlou do
ontra vez sahir para ir trabalhar na eslrada da
mesilla va.
M
Alcatifa.
Olinda.
Compram-se casas em Olinda que o seu custo
pao exceda de 2:000# : quem tiver annuncie para
se procurar.
Sortes.
Acho-se no prelo uro lindo e divertido iivro de
sortes pata ao rioiles ue Sanio Anlonio, S. Joo e
S. Pedro: os pessoas que se quizerem divertir u
ns felizes ncites de junho, rjueiram dirigir-so Nosoeiro & C, na rua do Vigano D
fraria do Sr. Nogueira e tasaren) sena nomosJ andar.
v---------------|--------------- ---------------------.-w w -VII'J UH MV -
gario n. 29, e igualmente de dous moleques para
trabalhar : quera os tiver dirija-se mesma que
so far bom ajusto.
Attenyo.
Um rapaz com as precisas hablilacots so of-
erece para caixeiro do alguma casa estraugeira
para o quo d fiador a sua conduela : quem de
seu presumo se quizer uliiisar, dirja-se esta
lypographii em carta fechada cora as ioiciaes
F. e P.
Aeneo.
Joao Simoes Pimcnla continua a morar na
rua do Varadouro, da cidade de Olinda, na casa
contigua a sua ex-venda ; quem com o mesmo
quizer fallar, dinja-se mesura cssa.
Para rapazes.
Superiores chapeos de couro da Rossia para
rapazes, muito proprios para a prsenla estacao
chuvosa, para os qae tem de andar diariamente
na rua, sao fortes, de muilo duracao o nao entra
agua dentro, tem pretos e cor de bisouro, pe4o
diminuto prego de 44 cada um ; na praca da In-
dependencia ns. 19 e 21, loja do lampcao na
porta.
Preciso-se de urna senhora que saiba bem
priraeiras leilras, francez, piano e musir, para
lomar conla da educacao de seis meninas, era
um engenho da freguezia da Escoda : o (rotor na
rua do Imperador n. 39. segundo andar, entrada
pelo becco do bolcquim do Paiva.
Fardo
em soceos muilo grandes, ltimamente chgodo
rio : vende-se no escriptorio do Carvalho,
9, primeiro
*$ Campos & Lima, na rua do Crespo n.
j 16, tem para vender alcatifa com 4 pal-
jg nios de largura de muito boa qualidado
y> e piopria para alcatifar, salas e grojas a
H 800 rs. o covado, dinheiro a vista.
Francisco Nunes e Antoni Martins, subdi-
tos portuguezes, reliram-se para o Para.
Precisa-se de urna ama de leite : uo pateo
do Terco n. 26.
= Matcrnus Litis faz publico quo conlina a
fazer pao de Senleio todas as quailas-feiras e
sabbados, depois do meio dia, na padaria em
Santo Amaro, na taberna da rua da Imperan iz n.
2, na rua da Cruz no Recife n. 5, e lambem as
Cinco Ponas, defronle da estOQo da eslrada de
ferro, deposito u. 148.
Atten$i o,
O Sr. Laurino Soarcs da Silveira tcm urna car-
ta de imporlancia vinda de Mamanguape do raa-
jor Jos Gomes da Silveira, em m.io do Dr. Ro-
cha Compeli, na Passogem da Magdalena, no
primeiro sobrado passaudo a ponle pequcoa a
direla, ou annuncio a sua morada para Ihe ser
entregue dita caria, islo uestes 3 dias porque se
precisa saber da decisao desle negocio.
Ida Amada vai a Europa.
= Alugam-se 2 cscravos padeiros, por prec.
commodo ; quem prelendc-los, podo dirigr-se
rua da Florentina o. 2, que achara com quem
tratar.
Kua do Queimado ni.
Ha pora vender por piceos muito commodos as
seguinles fazendas, para liquidacao :
Cortes de aseado faancez, um 2000.
Ditos de dito dilo, covado 200 rs.
Costes de cassa de barra, um 1.
Cassa franceza de cor, vara 440 rs.
Dita dita, covado 240 rs.
Cortes de meia cosemira prela o 3|50f>.
La e seda, covado 400 rs.
Dita dita, covado 320.
Dita lia s a 400 rs.
Lencos de seda para algibcra, um Ig.
Dilos francezes proprios gara rap a 300 re-
Grvalos do seda do cor de 2 volias a 1*200..
Ditas dita de 1 volta 900 rs.
Ditas dita de mola a 800 rs.
Vende-se ou troca-se por olguma negra, oa
aulata, um negro moco muilo robusto, e do bo-
nita figura : na rua Nova n. 52, primeiro andar.
Vendem-se 2 pares do rodas novas para
carroca : na rua Augusta, casa de sotao confron-
te ao gazoraolr. Na mesma casa aloga-se por
preco commodo um moleque de 14 annos, para
servicos leves.
i
1
___


Precisa-se fallar com o Sr. Au-
gusto Carlose Lernas, negocia de in-
teresse, aesta typographia.
Rogare
ao senhor do engenho Coipora da freguezia da
tscada, Jos Alvcs de Oliveira, que mande pa-
gar a letra de 60O que obrigou-se cumprir nu
da de seu vencimenio, 3 de abril prximo (Indo
do corrente auno, o que nao ha feilo at o pr-
senle, despresando os meios lirondos o suasorios,
que se lora empregado para fazer cumprir o seu
devcr !...,
AVISO
AO
Luiz Soulan, culileiro e aruioiro frao-
cez, que Irabalhou em casa dus Srs.
Pomruateau c Pradncs ain, previno 8
ao publico que acaba ilc eslabelecer-se s
na ra das Cruzas n. 38, aonde oficie- g^
ce seu presliuio, qur para amolaccs, &?
qur para concertos de qualquer espe- |f*
ci, o que prometle fazer com rapidez 5*
e perfeicao. Igualmente se eticarrega (
do concert de instrumentos de ciiurgia {
e dentistas ; quem de seu presumo so 8*
quizer ulilisar pode ficar iutcramcnlo fit
descansado quanlo ao apurado do Ira- &
bal lio. s|*
rmmw, t mi m*m
Manuel Alvos Guerra, curador fiscal da mns-
sa fallida de Pedro Jos do Mello Cosa, participa
aos credores do mesmo fallido, que em cumpli-
mento do arl. 859 do cdigo commercial e 3 dn
decreto n. 1597 do 1. de maio do 1855 devem
apresenlar no prazo de 8 dias seus litlos para
seren examinados e se proceder a classilicaeao e
raleio do producto apurado na niesma massa, na
ra do Trapiche n. 12.
Jos Albino Pereira do Parias segu para a
Europa.
O Sr. Francisco Xavier de Mallos Telles
tem urna caria do norle, na livraria ns. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Jos Ricaud, Hespanhol, vai a Lisboa.
Saino a luz" o 3 iomo -a* Diotjra-
plnas de alguns poetas, e cutres ho-
rnera Ilustre du provincia de Pernam-
buco, pelo co.rjmendador Antonio Joa-1
rjiaim de Mello. Contera as biographias |
de Luiz Francisco .Je Carvalho Couto, j
Jeronymo de Albuquerque Maranliao,
Alvaro Teixeira de Mactdo, e Joao!
Antonio Salter de Mencionen ; versos, ,
., xa j te =r. thesoureiro das loteras manda fnzrr pu-
enire 0$ quacS^OU Odes anacrenticas, j buco quo se acham venda, lodosos dias noes-
uma noticia interessate do'levante de "piorii das mesmas loteras na ra do Impe-
Goianna.em 1821 e noventa dous^ftUSJTna^rV^-
documentos inneditos. Por ora em'dencia i s. 14 c 16 o na rus Nova n. 56. os bi-
[ Hieles d i quarta parte da qnarla loleria do Gym-
nasio Pi rnambucaiio, cujas rodas devero andar
'mprele ivelmenle nodia 16 do junho prximo
DARO DE PERNAMBUCO. TERCA FURA \i DE JUNHO PE 1860.
iLiriEaaa
PROVINCIA.
mao do autor.
Ignacio Bcnto de oyla mudou a sua re-
sidencia da ra da Piaia para a casa n. 39 da
mesma ra.
O Dr. Joo Ferreira da Silva mudou-seda
ra do Rangel para a do Livramenlo u. 26, so-
brado do Sr. Manocl Buarque do Macedo, defron-
lo de sua antiga habilaeao. A grande pralira de
auscullacao reconhecid pur quasi lodos os seus
collogas desta cidade torna-o recommendado no
djagnoslico das molestias dos pulmes e do cora-
tito ; assim como para verificar o estado de sao-
de dos cscravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operaces que
ha feilo com bora resultado em o exercicio de
mais de 20 annos, se julga habilitado para prati-
car toda e qualquer operacao cirurgica por mais
delicada e dilTicultosa que'scja.
Thomaz Whilman, subdito Inglez, e sua se-
uhora, vo para Inglaterra.
Sacase pata o Porto, Lisboa e
liba de S. Mi:uel, no ccriptono de
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
Prccisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar cin una casa de hornera solteiro : o tra-
tar no Hospicio, primeiro portiio de ferro, pas-
cando o quarlel.
Prccisa-se de urna ama que cozinhc e en-
gorme ; na roa da camhoa do Carmo n. 12.
Aloga-sc una casa para pequea familia,
nova, e milito bem acabada, na ra aa Amigado,
na Gapunga ; a sala da frente e quartos sao es-
: turados, sarao muilo boni, com janclla no oiino,
I cozinlia fra, coiii.'ir, filarlo para criados, COtfira
ltXt^^S&!'^Mf'\^I^es de francez e|
rueco.
Domingos Rodrigues do An.lrado c D.
Josepha Francisca do Andrade e sua flllia
D. Auna Pastora de Andrade compenetra-
dos dos maiores sentimenlos pela perda de
suas caras e sempre choradas (ilhas e irmaas
Varia dos Pasaos de Andrade. o Rochel Je-
boTpva de Andrade aquella a 26 de maio o
esta a do corrente, vem por meio desle
agradecer cordialmenle a lodas as pessoas
que so serviram lomar parle neslis to do-
lorosos senlimenlos, assim como os que
liveram a honra de assialir aos ltimos snt-
fragios e os acompanharam ao cemilerlo
publico cabcudo especial agradecimenlo
ao Sr. Jos Botelho Pinto Jnior pelos seus
valiosos e incansaveis serviros prestados
durante a molestia das mesms a qualquer
hora do dia e da noilo.
Recite 9 de junho de 1860.
Companhia doBe-
beribe.
Nodia 14 do corrente pelas 12 horas
do da tera' lugar no escriptorio da
companhia ra do Cabuga' n. 16, a ar
rematacao do rendiinento de tDdos os
chaarizes e bicas por bairros e por es-
paco de um auno, sub as bazos abaixo
transcriptas e mais condicees patentes
no escriptorio ; os Sis. licitantes compa-
reeam com seus fiadores ou declararlo
dos mesmos no mencionado dia deven-
do ser as propostas por escripto.
Bazcs sobre as quaes se (leve laucar.
Bairro do Recife.
Chafariz e bica do caes da
alandega
Dito da ra da Cruz
Dito da ruado Brum
Dito do forte do Mattos
o:27!s'0G0
6:735(750
: 684jj|50
2.8U0300
18:532^500
Bairro de Sdn!o Antonio.
Chafariz do largo do
Carmo
Dilo do largo do Paraizo
Dito do Passeio Publico
Dito da ra do Sol
Dito da ra da Concordia
8 260^600
G:815$t50
5:304 3:095'I50
3:095/|090
2i:566^530
Bairro de S. Jos.
Chafariz do largo da n-
beira 12:054^823
D.to da ra Imperial 3:972^375
16:007^200
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica da Ponte 5:460$000
Dito da caixa d'agua 45872^000
Dito da pra^a 4:735j300
Dito do largo da Soiedade 683^550
15:75i,$050
Escriptorio da Companhia do Beribe
9 de junho de 1860.
N. B. S se brneoera' agua as canoas
e embarcacoesnasdua bicas do caes do
Recife e do Capibaribe. O secretario
Manoel Gentil da Costa A Ivs.
Precisa-se fallar iudubitavelmen-
te com o Sr. Dr. Antonio de Hollan Ja
Cava lean ti da Rocha WanJerl y, a ne-
roco de seu interesse : na ra da Ca-
deia do Recife n. 40, 'casa de Martinha
& Ojiveira.
"Saca se sobre o Porto por qual-
quer soma a' vista ou a prazo, pagavel
all ou em Lisboa, poden do as lettras a
prazo serem pagas a vista mediante o
descont na razao de 4 por cento ao
anno, aos portadores que o exigirem :
dirijam-se a Joaquim da Silva Castro,
ra do Crespo.
Barroca & Medeiros tarabem sac-
cam para o Porto.
Antonio Bernardo Vaz de Carvalho, lesla-
menteiro do fallecido Joo Baplisla de Campos,
avisa a lodas as pessoas que sao devedoras ao
mesmo, de virem quanto antes salisfazer seus
dbitos na roa da Cadeia do Recife n. 19, c as
que se julgartm credoras por qualquer Ululo, de
aprcsenta-las, aflu de serem verificados e at-
leoa'idos.
_.~".Hctor Destibeaui, subdito francez, vai ao
Rio doJ*neiro.
-- Precisa-se de um criado; na ra do Impe-
rador n. 75, primeiro andar.
AIoa-se a escolente loja da casi da ra
do Iraoerador n. 75, lado do cas ; a Irnjar no
prinsfo indar da niesma casa.
futuro.
Thesoiraria das lolerias 26 de maio de 1860.
/. M. d: Cruz, csirivao
Jci n Dauphant, Jorge Dauphant, Pierro
Majhou, subditos francezes, reliram-se para o
Ftio do Janeiro no primeiro vapor.
J. G. Knaus, subdito'Suisso, faz urna via-
gem t Europa
*recisa-so de urna pessoa com
habtlit jcoes para contra-mestre de urna
loja'dcalfaiate: na ruada Madre de
Dos n. 56, primeiro andar.
Pr 'cisa-se alugar um andar de sobrado que
tenhab(ns commodos para familia, e em algu-
mas das ras dos bairros do Santo Antonio ou
Iioa-Visia : quem o livor, qui-ira procurar na ra
da Impcratrizn. 48, segundo andar, que achara
com quim tratar.
Dr ..
S>ant is, medico operador e parteiro pode
ser p'ocurado na casa Je sua residencia ;
^ na v a do Rangel n. 16. 2
S^
ra c um raiiiioici uv ro^as c rsscn-
tos. cobi rto, por um cabriolet de 2 roda e 2 as-
sentos, i escoberto : na ra Nova n. 22.
Na bolica da ra du Cabug se dir quem
tem par i vender una barcaca em escolenle es-
tado, a i ual carrega 200 saceos de assucar.
Mr*- 35
bem
raentos e por j ler ensinado : quem de seu pres-
limo se quizer ulilisar, annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se de urna sonhora que saiba o fran-
cez e geographia cora perfeicao, para ensioar 4
meninas em um engenho perlo desia praca : a
senhora que se adiar neslas condicoes c quizer,
poder procurar a pessoa quo precisa, na ra da
Cadeia do Recifo n. 53, loja do Alvaro & Ifaga-
Ihiies.
enonsi..
^ Dr. Manuel Moreira
seu cscripiorio de advocacio para
Guerra.
ra .-:*)
o- $1
-} lo Crespo n. 10 primeiro andar, onde po- {
g dora ser encontrado das0 horas da ma- "-.-
Mj haa at as 3 da lardo. g 0 qu.l SC VCllde a 800 TS. U
Mmmmm-mm^mmm^^ da Independencia livra-
Atlcncao.
na u
Roga-sa aos Sis. Libnio Candido Riceiroo i i i
Joaquim Antonio de Castro Nunes e Francisc- i aCldiinO eCCleSiaSllCO
Carlos Brandao. que tenham a bondjade de com
parecer na ra da Cadeia do Recife n 23, loja de
Augusto & Perdiga o para Ihe sere i eulregues
urnas cartas viudas do centro.
----------------------------------------------------------- <
K
DENTISTA FRANCEZ.
Paulo Gaignoux, dentista, ru
rauo baignoux, entista, ru das La- << i ----------- "*"
t pHenaS: Na mesml casa te a agua e 3; perai lores, reis e presidentes.
xijLjLxixx FOLHIXSIAS 'AIU \m.
Esto venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas pajr 1860, im-
uinlcsquali-
03 '
pressas nesla typographia, dasse
dades :
KOLIIINHA RELIGIOSA, contebdo, alm do
kalendario e regulamento d< s dircitos pa-
rochiaes, a conlinuacao da bibliotheca do '
Crislao Brasileiro. que seco npe.ido lou- *^
vor ao santo nome de Dos
or, hymnos ao llspirito Sanio e
f N. S., aimitacao do de Santo Amhrozio,
jaculalo-rias e commemoricao ao SS. Sa-
cramento c N. S. do Carmlo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para|oroc5o mental,
dividido pelos dias da scifaana, Obsequios
ao SS. coro^o de Jess, iaudacoes devo-
tas s chagas de Christo, iracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de Jos e anjo da
guarda, responQo pelas lmas, alm de
outras oracoes. Preijo 3S0rs.
if ITA DE VARIEDADES, cosiendo O kalenda
rio, regulamento dos direjtosparochiaes.e
urna colleccao de anecdol as, ditos chisto-
sos, coutos, fbulas, pens imentos moris,
receitas diversas, quer aierca Je cozin-ha,
quer de cullura, e presen ati/o de arvorefl
e fruclos. Preco 320 rs.J
If PA DE PORTA.a qual, alen) das materias do
costurae, contera o resubo dos direito
parochiaes. Pre o 160 Js.
Roga-se aos Srg. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren seus dbitos na ra do Col-
eg venia n. 25 ou na ra lo Queiraado loia
n. 10.
;::;G"J:; @@S^^i@
: ua multier ue multo boa rondo, ta olfere-
ce-se para o servo o inierno de una esa de pou-
ca f.irailia ou de Iiumem solteiro : podo ser pro-
curada m ra da caroboa do Carmo n. 19, rm
casa do sangrador dentista Jos Anacilo da Silva
f DENTES |
S ARTIPICIAES. 1
@l\uaestreita do Rosario n.3f
v
JJ Francisco Pinto Ozoriocolloca denles ar- $
^ uficiacs pelos dous syslcmas VOLCANITE, (|
@ chapas de ouro ou plalina, podeiido ser
*J procurado na sobredita raa a qualquer
3 hora. ^ 2
Roga-scaos Srs. rlevedores a 6rma social
de Leite & Corroa era liquidarao, o obsequio
.le jnandar saldar seus dbitos na rrjja da ruado
Quemado n. 10.
Os Srs Antonio Cardoso de Mallos Sobri-
nho. Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Cosa Guimaraes, Guimaraes & Alcofurado. Joao
quim Pereira Arantes e Miguel Alvares de Abrc-
Marinho, quoiiam apparecerna reparli^o do cor-
reio nflm d satisfazerem o porte de unas cartas
que vieram da secretaria de polica.
Por um corle de cabello e
frisamenlo 500 rs.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios precos.
Do.-se amostras com penhor.
Almanak da provincia.
Saiio a luz a folhinha com
o ala anak- da provincia para
o correneanno de
Ra da Iraperatriz n. 7.
Lecomle acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Pars. Esta eslabelc-
cinrentoest hoje as melhores condicoes que
possivel para salisfazer as encoramendas dos
objectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejain : marrafas a Luiz XV, tadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rosetas, etc., ele, ca-
balleras de loda a especie, para liomens e se-
nhoras, lava-se igualmenle a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem dcixar urna s pelcula na
cabera dos clientes, para salisfazer os prelenden-
tcs, os objectos em cabello serao feilos em sua
presenca.se o desejarem, e achar-se-ha sempre
una pessoa disnonivel para cortar os cabellos, e
pontear as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomle, aterro da
Boa-Visla n. 7, o escolente leite virginal de ro-
sas branca para refrescar a pello, lirar pannos
sardasc espionas,*t igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os calello,
assim como pos imperial de lyrio de Flotenca
para borluejas e asperidades da pello, conser-'
va a frescura e o avellududo da primavera da '
vida-
Lindos corles "de vestidos de seda pretos
de 2 saias
Dios ditos de ditos de seda de cores
com batiados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fll de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples preto bordadas
com troco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1J e
ia lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
pa remes
Ditos de dilos de enmbraia c seda, corte
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
dioes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
liras e ntremelos bordados
Mantas de Monde brancas e pretas
IMas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lentos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
l anno preto e do cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemirasidem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquirr, brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
tampados do todas asquadades
Enfciles de vdrilho francezes pretos e
de cotes
Aberturas para camisa de flaho e algo-
dao, brancas e de cores
Sirias balao devanas qualidades
Tjela' rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, var
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sorlimento de rotipa feila
sendo casacas, sobrecasaess, palctofs,
colletes, calcas de muitas qualidade
de fazendas
Chapeos francezes finos, forma moderna
Un sorlimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fusio brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muilo finas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
corado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Dilasde soda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velhutina decores, covado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
, Dilas de seda idem idem
Um sorlimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas,- para senhoras,
iomens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de col'ele de gorguro de seda
de cores
Dilos de velludo muilo finos
j Lencos de seda rflxos para senhora
9 Marquezilas ou soinbrinhas de seda com
| molas para senhora
35500 j SspMinlmade merino bordados proprios
I para baplisados, o par
8 Casinetas de cores de duas largurasmui-
6?000 ; lo superiores, covado
j>500 Selira preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Setim liso de ludas as cores*, covado
Lencos de gorguro de seda pretos
Rclogios e obras de ouro
Cortes de casemira de cores a
s
9
*
5
1200
s
39000
1500
lOftOOO
16j 000
19000

9
9
9
9
S
g900
9

S640
9
0
itfoo;
ssoo;
9
8500
9
S
9
I

i
I
I56OO
&320
1*800
9700
SgOOO
19006
9
20
I
2SO0O
lOCO
1S600
I

9
5ifC0
6 e 8 contendo alm do
civil
Noticiados principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
igric
?ias
Es
dus l
todas
jas,
nhos
Se
mere!
timo
class
GHASE SORTIMENTO
DE
Fazendas e roupa fcia
raes, provinciaes, municipaes
e pol ciaes.
Tabella dos emolumentos
paro ibiaes.
Enpregados civis, milita-
ecclesiasticos, litterarios
coroadosac- je toda aprovincia.
Associaces commerciaes,
olas, industriaes, littera-
particulares,
tabelecimentos fabris, in-
iaes e commerciaes de
as qualidades como lo-
'endas, acougues, enge-
,etc, etc.
've elle de guia ao com-
ante, agricultor, mari-
e emfiui para todas as
es da sociedade.
POR MEDIDA.
Na loja e armnzem de Joaquim
tlodrigues T. de Mello.
ri^tomf^^'1.?50/513^ fei|os acha-se conve-
cientemente montado, far-se-hao lambem do Io de novembro em vante, contratos mensas
Vl,*!$$*** ^^to**1* de1uem o Pwprieto, eSperam a 4munes.o d"
Assignatur de banhosfriospara urna pessoa por mex.....ingooo
momos, de choque ouchuviscos por mex 15J00O
h__________Senes de cartoes e. pannos avulsos aos oreos annunciados.
Precisa-se de duas ama?, umapa- j
ra cosinliar e outra para engomtnar,
dando-se preferencia a eteravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15. 3
I t@@ #9999999999899
^Consultorio central liomcopalliicof a,
9 DE i l
I
45-Rua Direila-4
w
m Continua sob a mesma direcrao do Ma-
9 noel de Maltes Teixeira Lima, professor S
vi em homccpalliia. As consullas como d'an- f>
K les. X
Uu do Quemado 11. 1,|| Botica centrallomcopalhica
em sna loja de 4 vovas. 3 Do |
Tem um completo sorlimento de roupas eilas ^ DU# S/IBIIVO 0^ L PliVIlO'
e por medida a vonlade dos fieguezes : calcas de 33 Novos medicanienloshomeopalhicos en- i
casemira c de brim, colletes de diversas quali- v'a^0S(1a Europa pelo Dr. Sabino.
des. sobrepasaras de milita hom atMa ...n Mf_' ^s,es medicamontos preparad!
des, sobrerasatas de nimio bom goslo, um sor-
limento de paletots d panno e de casemira, al-
paca, laazinlia, riscadinhos e de brim, que ludo
se vende por proco commodo ; um completo sor-
lmenlo de chapeos pretos do seda para honiem,
de superior qualidade a 109, dilos de castor mui-
lo superiores a-16$, chapeos de sol de seda in-
glezes dos melhores que tem vindo ao mrcalo,
dilos francezes de diversas qualidades, ditos de
panno grandes e pequeos, cortes de vestidos de
seda de variados gostos para diversos precos, um
completo sortimento de bordados e entreincios,
golinhase manguitos, ludo por preco commodo ;
clialy de seda e laa de goslo mais apurado que
lemapparecido i 1280 o covado, chitas france-
zas muito superiores de 2G0 at 410 rs. o covado
de gostos muilo delicados : um grande sorlimen-
lode fazendas francezas n nglezas callentas que
seria impossivel aqui se poder mencionar com
precos. asevera'-se aos freguezes que ludo se
vende mais em conla que em outra parle sendo
a dinheiro.
ilos espe-
i irop du
DFORGT
JARABE DO FORGET.
Este xarope est aepnmdo pelos ma^s eniimntcs mdicos de Par<
--Jcomo sendo o melhor para curar constipiroes, losie convulsa e oulns.
oelai mauha e out^^T^T^Jft ^X?' Tr^3^ nfrvosas e "'somnolencia: urna colberad
Mt"i.*U,Suaamt*s- O eVito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
O dtposito na ra larga do Rotarlo, botica de Barlholomeo Francitco de Souza, 36.
FUENDICA
Ra do Br
I III
um (passando o chafariz.)
No AeBozito deste estabelecimeuto seuvpre na grande sorUmeulo de me-
ma nava a i>nirunlw,K .1- A ,_____*__
enanismo para os engennos de a
Machinas de vapor modernas, de golpe
Rodas d'agua de ierro com cubos de ma
Cinnos de ferro, e portis d'agua para di
DO
I
asnear a saber*/
c impndo, econmicas de combustivel, e defacillimoassento :
dura largas, leves, ortes, e bem bataneada;
- dii as, e serrilhas para roda de madeira ;
Moenda tnteiras com virgen muito (ortei, e convenientes
STf comrod^motorapara agua, cavallo, oboi, acunhada em aguilhoes deazas ;
laixas de ferro fundido e batido, e de cSbre; *
Pare e bica para o caldo* crivo e port s de ferro para s fornalhas
Alambique de ferro, raoinho de mandioca, forno para cozer farinha
Rodetes dentada de todo* o* tamanho p ra vapor, agua, cavallo ou bois'
Aguilhoe, bronze e parafu.0, arado, ixo e roda para carroca, forma' galvan.zada para purgar etc., etc.
?'W* Bowa? C0Qfia quejossens freguezes acharo tudo digno da preferencia com
.? ??ram Pela longa expenencuque elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
m2 SS .P^facto d3 mandar construir pessoalmenteP as snas obras as
oaais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim
rmvCon^lPf C0?tinua^a ^ca em Pernambuco,gpara modiQcar o mechad
mo a vontade de cada comprador, e de fazr os concertos de que poderao necessilar.
@ cialmenlc segundo as necessidades da lio- S
^ meopaihia no Brasil, vende se pelos pre- S
30 eos conhecidos na bolica cenital horneo- *>
* palhica, rua.de Sanio Amaro (Mundo No- %
v)n 6- s
AltencOs
Os cffeitos anliepidemicos, quo sao produzidos
pelas furnigacoes liygicnicas de Cuylon de Mor-
veau, sao eflicazes, corto prova a experiencia que
deltas se tem tirado ltimamente. Os vaporas
que se elevam de urna formula desta fumigarlo
bastam para desinfectar um c.-paco de 3f0 ps
cbicos o de t, as ntricas, assim explica Car-
nichael Srailli. O andaco que nos Techa de pr-
senle, tem ceifado muitas vidas, e convera que
(para prevenir-sc o mal, antes do que cura-lo de-
poisde apparecido) as pessoas desla cidade, onde
ouira qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram
botica n. 88, na ra Dircila, onde se ada ven-
da quanlidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunta, morador na ra da
Praia n. 49, reconlieccndo eslar a sua casa afTec-
tada desla epidemia, pois quasi lodas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salulares resultados : as
j pessoas puis, em idnticas circunstancias, que.
j precisarem das desinfeccoes, o acharo sempre
prompto para mandar effectuar a devida applica-
lao. O mesmo tambem vende na mesma bolica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
10 approveiUm, e previnem a invasao das epide-
mias no interior das habtaces ; assim como
de importante ulilidade a sua applicaco as fc-
ridas, ou ulceras chroncas como detergente para
preserva-las do estado de pulrefaccao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O pre de
2:"09.Jos da Rocha Parauhos.
COMPA\Illi
ALLIANCE
Estabclecida cm Londres
mmo> '
CAPITAL
Cineo mVlnoes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers 4 C." tem a honra deln-
formar aes Srs. negociantes, propietarios de
^sas, eaguemmais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia #ara
effectuar seguros sobre edificios de tiiolo epe-
dra, cobertos de tlha e igualmente sobre os
objectos que coutiverem os mesmos edificios
quer consista em mobilia ou emfazendaa d
qualquer >ialidade.
- Na traressa da ra das Cruzes n. 2, segn-
do andar, ao p desta lypographia, tinge-se com
pe fe.cao le qualquerjcorjemais baralolque em
ouira qnslquer parte.
De 5,$0y0 a C000.
O pror rete rio deste estebelecimento
attendendo ao estado pouco lifongeiro
abolsa da maiorparte da populacao,
g o animado por um sentimento phian-
?ropico era prol dos seus antgos fre-
guezes, tem a honra de offerecei-llies
um resto de boi zeguins de bezerro e
Lastre, un muito bom estado, mediante
a retribuico cima.
S@Sff (* &a&G&999
5 ur. Larneiro Monteiro aproveilaudo da ." >
@ proporcao que lem para mais farilnicnle &
$ execular os Iraballios de parlo, e aconso- {}
9 Ihado pelo feliz resultado que lem oblido :6
9 em multiplicados parios laboriosos, lem $5
feilo sua especialidade sobre este ramo ^5
para o que poder ser procurado a qna!- n
mu.
>; quer hora, na ruado llangel n 16".
Atlenco.
a
Acha-=e estabclecida na sua de Jnsmim do
bairro da Boa-Visia urna nova fabrica de ferreiro
com ludas as proporcoes necessarias para bem
descmpeiihar quaesquer encommendas, tanto de
obras novas mio de concerlos de looa a eape-
rio relyjumen!.> dita arte. O proprielario do
di 10 eaWCelecin-.enlo, Cuilherme Daij-tl, promei-
HaHfccular rom promplidao todas as encommen-
daique lhc forem feilas, c por isso espera ser
coadjuvado por lodas as pessoas que precisarem
de seus servicos.
Mmmmem smmmsmsmmu
Attenco.
I. D. Friikde Lisboa, lem a salisfacao <&
de informar a lodos os seus amigos e cor- jife
^ respondenhs, que os seus despachos le-
M legraphicos pelo vapor Magdalena, fo-
J> ramos piimeiros que so enlregaram na
jg: eslaco telegraphi:a de Lisboa.
m
&
rrecisa-sede um criado que saiba cozinhar,
para oservicodo urna casa de pequea familia :
na Ponte de Ucha, sitio com portao c'e ferro de-
fronte do Sr. Denlo Jos da Cos'a.
Bolliuhos.
Bandejas enfeiladas com diversos gostos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em porcao
de libras ou a rclalho, que ron-ervam-se muito
para embarque ou viagem ; assim coro pudins.
pastis de nata, creme, lorias, 011 ouira qual-
quer pastelera para dessert: tambem preparar-
se bolos finos para o lempo de S. Joao e S. Pe-
dro, das melhores qualidades da massa mohada
e secca superior, tudo com o mell.or asseio, e o
mais cm conla do mercado, dirija-so a ra da
Penha n. 25, para Iralar-se.
I Msica.
M Recebeu-se pelo ultimo paquete boni-
tas msicas para piano : na ra Nova
n. 43
Loja de marmore.
m^mmsm ese m&Gm$&m%
Offerccc-se urna ama porlogueza de muilo
bons coslumcs para cozinhar, ongommar, e fa-
zer oseivicode portas adentro : a tratar na ra
de Apollo n. 49.
O Porluguez Joaquim Alvos Nachado do
Ca/valho avisa a quem lhe interesse a sua relira-
da para o Rio de Janeiro o mais prximo pos-
sivel, r
Os Srs. Jos Oomingues Pereira,
guarda nacional do etquadiSo deste ci-
dade, Juviniano Jote Antunes, oficial
cigarreiro, Jo? Pedro Fernandet Vi-
lella, Francisco da Silva Queiroz, quei-
ram dirigir-se a ra Direita loja n. 68,
a negocio que nSo ignorara,
Precisa-so de urna ama de leite, forra ou
oscrava : as Cinco Ponas n. 67, loja de pintor.
FranciscdW-uiz Vires retira-se para Mra d
provincia por algum lempo para tratar de sua
saude.




&
**
1HARIO DE PERHAMBUCO. TERC^ FEIBA 12 DE JUNHO DE 1W0.
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
cz*
AVISO
--Largo da Penha
Neste armazem de molliados con-
tinua-se a vender os seguintes gneros aboixo mencianados do superiores qualidades e mais barato
do que eni outra quilquer parte, por seren a inaior parle delles rocebidos em dircitura por conta
dos proprietanos.
Mantega ingleza e raneexa
jerfeitamenle flora mais nova que lem vindo ao mercado do 640 a 800 is. a libra e o tu barril
se far nlgum abatimenlo.
Qucljos fVamengos
muilo novos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa do 1S700 a 3* e a vista do gasto
que o freguez fuer se far mais algum abalimeuto.
Queljo prato
s mais novos que exislem no mercado a 19 a libra, em porcao se far abatimenlo.
\meixas l'raucezas
em latas de 1 1|2 libra por lg50O rs., e em canipoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 3*000.
Musanla ingleza e franceza
era frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
V cnladeipos figos de comadre
ni ca'uinhasde % libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1$600 rs.
Uolacliinlia ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4J.
Potes vidrados
de l a 8 libras proprias para raanteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 19000 rs. cada um.
A.mci\doas conlVitadas proprias para sorles
de S Soao
a Ig a libra e em frasquinhos, contendo 1 1(2 libra por 2tf.
Cnprclo,uyson c peroVa
es melhorcs que ha neste mercado de 1&600.2# e 29500 a libra.
Ma^as em, caixinnas de 8 libras
contendo cada urna dilerenles qualidades a 49500.
Palilos de denles licuados
em molhos cjm 20 macioho cada um por 200 rs.
Timlo francez
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francezas
ic latas e em frascos de difierentes qualidades.
Presuntos, cliouricas c palos
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra,
lalas de nolaelinna de soda
de differentcs qualidades a 19600 em porcao se far algum abatimenlo.
Tambera vendem-se os seguintes gneros ludo recentemente chegado e* de uperio-
Ro ;a-se aoSr. Joo Evangelista de Menezes,
escri< o do hiate Parahibann o favor de entre-
gar a > Sr. itelisario do Rogo Barro3 urna caixi-
nha < ontendo loalhas e grades, lencos, ludo de
labyt ntho, que recebeu na provincia do Rio
Gran ledo Norte do Sr. Augusto Joaquim deCar-
valh Le asa para entregar nesla provincia ao mes-
mo S r. Belisaiio, cujo objecto recebeu no anno
de 1(58, e como al a dala desle nao lem o Sr.
Heneos entregado, por isso haja de restituiros
ditos objeclos, quaodonose proceder na forma
dale .
OITercce-sc um forneiro para padaria, que
trabajlhe pouco : tratar na da ra Direita nu-
mere 84
Caixeiro
Qiem precisar de um rapaz para caixeiro, ten-
do pi tica de^obrancas e alguma de balco, para
qui ou para lora da cidade. queira ir a ra Di-
reita n. 68, que achara com quem traUr.
Offerece-s urna senhora que cose e engom-
maiom muila perfeigao, preferindo-se que seja
para casa de familia : a tratar na ra do Culdei-
reir< n. 80
Thomaz Heywood, cidadao britannico, re-
tira-se para a Europa
Roga-se ao Sr. Antonio Francisco de
izevedo. quo levou em 19 de abril dous
iarcsde borzeguinspara senhora (amos-
' ra) queira levar a mesma loja o seu im
iorle ou a fazenda.
Aluga-se um carro da alfendega, dando-se
um Imez adiantado na ra do Rangel n. 73. Na
me ma casa vonde-sc cascos vasios a 160 rs. cada
um,
se <
se
de
no
sup
qua
pre
tad
pei
resij
rad
SPj
dos
got
e de 50 pira cima d-se a 120 rs.
Na ra Nova n. 5, loja de louca, precisa-
e um hornera solteiro para feitor de um sitio,
- Jos Thomaz de Campos Quaresma mudou-
o pateo de S. Pedro para a ra Augusta, casa
lotis andares n. 19, porm sua residencia
egundo andar, onde se contina a vander o
irior doce secco do caj, e de todas as mais
idades, cm porcao e a retalho; tambera se
taram bandeijas e boectas enfeitadas, a von-
ii do comprador.
Francisco Ramos Maia faz scientc ao res-
avcl publico e principalmente a quem ini~-
ar, que tem constituido seu bastante procu-
>r a seu genro Jos de Azevedo Maia e Silva ;
rtanlo o nico autorisado a passar recibe
alugueis de sues casas, e tratar do seus ne-
ios.
- Gurgel Irmaos, na ra da Cadeia do Recifu
!8, primairo andar, vendem cera de carnaabaf,
courinhos curtidos, farinha, feijao.
;** :*2r
Der Inhaber
des Uerrn S.-
hlappriz zugehorenden vierten
Bandes vori Heinrich Heines
sammtlichen Werken (Philadel-
piha Ausgabe) wird holiclist er- t
uelit denselben an lern vander
Linden abzuliefern.
Y. H. Harrison e J. Kirkham, subditos i
gl> zes, reliram-se para a Europa.
O Sr. Andr Alves daFonseca Jnior queifa
Altenco.
i ende-sc a toja de roiudezas no principio da
ruja Direita, que.foi de Marcolino da Costa Rapo-
sa todas aa fazendas sao novas e de goslo : os
P elendentes dirijam-se a Letcllier & C ra da
C ideia n. 14, ou a Francisco Aires de Pinho, aa
i a do Vigario n. 8. #
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Milhares de individuos do todas as nacoes po-
ojem lestemunhar as virtudes deste remedio in-
(omparavel e provar em caso necessario, que,
[ elo uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
rosinteiramenle saos depois de haver emprega-
< o intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
oder-se-ha convencer dessascuras raaravilhosas
ela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
odos os das ha amitos annos ; e a maior part
lellas sao tao sor prndenles que admiran; so
nedicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
iraram com este soberano remedio o uso de seus
iracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputacaol Dellas ha muilasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa n.
enfuso de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge.
dor e outros magistrados, am de mais autenty-
carem sua firotativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
Uvesse bastan t e confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitassea natureza dom&i.
cujo resultado sera prova rinconlestavelmente ;
Quetudocura.
O ungento *e til, mais part leu-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa- ; P< r favor ir ou mandar ra Nova, loja n. 7
bricanle de Lisboa, maca de tmale, pera secca, pasas, fruclas em calda, amendoas, nozes, frascos n<
cora amendoascoberlast conioites, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux.proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades.gora-
rr. muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermaeetobarato, licores francezes rauito unos, marrasquino de zara, azeiledoce purilicado.azei'
tonas muilo novas, bau'ua de porco reQnada e outros muilo gneros que enconlraro tendentes
moldados, por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualquer,
promclem raais tambera servirem aquellas pessoas que mandarem poroulras pouco pralicas como
e viessem pessoalmenle ; rogam tambem a todos os sanhoresde engenho e seuhores lavradores
q leiram mandar8uas encommendas no armazem Progresso que se lhes afnanc,a a boa qualidadee
o auondicionamento.
Altenco.
No hotel Trovador, na ra larga do Rosario n.
44, nico no bairro de Sanio Antonio, e offere-
cendo por isso populaco inleira dessa bella
tapilal toda a acommodar;ao no que respeila ao
conforlavcl, conlina a servir de tudo com prom-
plidao e asscio, por menos do que em qualquer
outro hotel nesla cidade.
I Altenco. |
Curso pratico e theorico de lingua fran-
ceza por urna senhora franceza, para dez @
mocas, segunda e quinta-feira de cada se- @
;-: mana, das 10 horas at roeio dia : quem 4$
iQ quizer aproveitar pode drigir-se a ra da "&
(^ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
~$ adiantados. k-'t.
@S@@ @@@ 9@ @ll
LASA LUSO-BBASLEIBA,
2, Goklen Square, Londres.
J. G. OLIVEIR.Vtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e exccllcntes ac-
commodacoes para ttiuito maior nun pedesde. novo se recommenda ao favor e lem-
branc.a dos seus amigos o dosSrs. viajantes que
visilem osla capital; continua a prestar- lhesseus
servii-ose bonsolDcios guiando-os cm todas as
cousas que precisem conhecimenlo pratico do
paiz, etc.: alm do porluguez e do inalez alla-se
na casa o hesnanhole francez.
1 Deiilisla de Pars. 1
15-Ra Nova15
Jp Frederico Gaulier, cirurgio dentista, ^
js faz todas as operar;oes da sua arte e col- m
* loca denles arlifleiaes, ludo com a supe- y
'fa noridadc e perfeieao que as pessoas en- M
jj tendidas llie reconheeem. ^|
el Tem agua e pos dcnlifricios ele. J
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Simoes Pi-
menta, que so mudou de OUnda para o rtecife, e
ignora-sea ra, a negocio de seu iuleresse ; o-
ga-se-lhe queira annunciar.
Nova casa de pasto
O altaixo assignado adverte a seus freguezes,
que mudou sua casa de pasto que anleriormcnto
linda no interior de sua taberna da ra das Cru-
zesn. 21 para o ptimeiro andar do mesmo sobra-
do, aonde conlina fornocer comedorias com todo
o asseio, assira como haver todos os domingos o
dias sanios niao de vacca, o de manhaa a boro
fela fejoada, principiando a raao de vacca as
vesperas as 10 horas da noile,
Diogo Jos da Cosa Fonles.
Aluga-se una casa grande toda envidraca-
da em roda.com urna grande sala na frente," 2
alcovas grandes, sala de jantar grande e 2 quar-
tos, comida fra, 1 quarlo para dispensa, cacim-
ba d'agua de beber, com alguns arvoredos no
quintal, sito no lugar da Capunga : quem preten-
der, dirija-se ao Recifc, na ra da Crnz n. 8, pri-
meiro andar, ou ra do Lirramenlo, loja de cat-
eado n. 35.
[Carlos U. Dubois
jX CABELLEIREIRO.
Praca da Boa-Vista n. 3.
ffli a *>ar''c'Pd 1ue tendo recebido um gran-
^ de sortimenlo de cabellos de Pars, acha-
ge se promplo para salisfazer no mais bra#o t
a, lempo qualquer encommenda de cabellos, 1
S como scJ?m marraras a Luiz XV.cabellei- M
ras de toda especie tanto para hoinom co- *
gg mo para senhoras, crescentes.bands ca- Sg
a deias de relogios, braceletes, trancas pa- 3
ra aneis etc., etc. m
Preven^o.
Jos DominguesPimenta promove ocqSo de li-
bello contra os herdeiros da Osada D Francisca
Antonia da Fonseca, e conslando-lhe quererem
estes vender o que lhes tocar cm parlilha, os fez
citar para, na forma da lei, sarlsdarem o juizo, o
que se faz publico para que niuguem se chame a
engao.
PROVINCIA.
Terceira parle da primei-
ra do Espirito Santo.
Os abaixo assignados venderam da lotera su-
pra os seguintes premios :
Ns.-711 5:000$ Silbte.
202 1.000 1 quarlo.
A garanta paga na ra na ra do Collegio
n. 21
La y me & Madureira.
Praca da Independencia n. 4.
<3| Dr. Cosme de Sa' Ferera
^de volt de sua viagetn instructi-
Witiva a aropa continua no exer-
.scicio de sua profissao medica.
**3 Da' consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as C Loras
te as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos :
1*. Molestias deolbos ;
l*. Molestias de cora cao e de
peito ;
gf3". Molestias dos orgaos da gera-
a cao, e doanus ;
i-. Praticara'toda e qualquer?
operacao quejulgarconvenien-j
te para o restabelecimento dosi
seus doentes.
I O exame das pessoas que o con-||
^sultarem sera' feto indistincta-f
mente, e na ordem de suas en-l
tra das; fazendo excepcao os doen- \
^tes de olhos, ou aqueilesque pori
^motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este fim.
A applic.icao de alguns medica^
mentos indispensaveis em variosS
^casos, como o do sulfato de atro-
^|pina etc.) sera'fetto,ou concedido
gratuitamente. A confianza queR
nelles deposita, a presteza de sua
acqao, e a necessidadepromptai
ie seuemprego; tudoquanto o
Jemove em beneficio de seus!
doentes.
Grammalicaingle-
za de OllendorlT.
Novo metliodo para aprender a 1er,
a csccever e a fallar inglez em 6 mezesJ
obra inleira mente nova, para uso dtj
todos os estabelecimentos de instrucc5o,
pblicos e particulares. Vende-$e na
praca de Pedro II (antigo largo do Col
legio) n. 37, segundo andar.
agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & C., ra da Senzala Nova n. 52.
gEscriptorio de advocacia.|
a O bacharel Gusmo Lobo advoga no ci-
Svel : ra do Rangel n. 61 D. 1
99-9999%ti
Na ra do Trapiche Novo n. 42, precisa-st
Su Uima nma 1uese lueira encarregar do traba-
lho de urna casa de um moco solteiro cstran-
geiro.
Thomaz de Faria saca sobre o Porto : na
ra do Trapiche n. 40, escritorio.
rmente os seguintes casos.
gocio que nao ignora.
Compras.
Precisa-se comprar duas malas de viagm
p ra paizes eslrangeiros, que estejara era b. m
c lado : quem tiver annuncie.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e trocam-se esc-a-
v13S na ra do Imperador n. 79, primeiro anlar
Compra-se urna casa terrea na freguezia de
Santo Antonio; quem tiver, dirija-se a ra do
Sol, casa terrea junio ao sobrado, ou annun :io.
Compra-se um sobrado de 2 ou 3 anda es,
o na falta 2 ou 3 casas terreas, cora lauto |ue
jam as seguintes ras : Imperalrlz, Impqra-
or. Nova, Queimado, etc. : os preten.denles po-
em dirigir-se a ra Imperial n 53, para tratar,
u na falla annunciarem sua morada.
Alporcas
Caimbras
Callos.
aoceres
^'aduras.
Do.res de cabeca.
~^as costas.
_ s membros.
tn|ermidades da cutis
. .emgeral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Pistulasno abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
GengiTa escaldadas.
tnchacoes
Inframmaco do Bgado.
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, (lavara e Hespanha.
Venle-se a800 rs., C3da bocetinha contem
urna tnstrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Crun. 22, em Per-
nambuao.
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sama
Supuracoes ptridas
Tinha, e'm qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sortlmcnto de calcado fran-
cez, roupa foila, miudezaa finas o perfumaras
ludo por menos do que em outras partes : na lo-'
jj do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DKOLLOWAY
PILLAS HOLLWOYA.
Este lnestimavel especifico, composto lnteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, a compleic&o mais
delicada igualmente prornpto c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta;
inteiramente innocente em suas operaedes e ef-
feitos; pois busca e remove as doen^as de qual-
quer especie egrao po^ mais antigs e enazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis afSictas nao devem entregar-se a de-
sesperago ; facam um competente ensaio dos
efficazes eTeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneflcio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
do.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfer mida des no ventre.
Ditas ongado.
Tachas para eogenho
Fundi^o de ferro e bronze
DI
Dlas venreas.
Enxaqueca
Herysipela.
Pebre biliosas
Pobreto in'ternitente.
Febreto da especie.
Gotia.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Iuflammacdes.
Ir regu laridades
menstruaco.
Lombrigasd'e toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
ObstruccSo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenco deourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Francisco Antonio Correia Cardezo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assira
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
NOVO DEPOSITO
DE
(CADAS MI81KD.
Ra dafmperalriz n. 75
Neste cstebelecimento ha sempre um grande e
variado sortimento de camas de ferro de urna e
duas pessoas, dilas_para meninos, bcrcos de diffe-
rentes qualidades ; como tambera ha urna pe-
quena porco de vinho para se vender em coixas
de urna duzia, sendo Madcira, Alicante, Malva-
zia, por preco commodo.
Vende-se urna cabra (bicho) muito boa ci
ous cabritinhos : na ra do Ouro n. 1,
Vende-se a casa d ra da Roda n. 33
i ratania ra do Queimado n.
respo n. 1.
Vendas.
4, on na rup do
GRANDE SORTIMENTO
DE
ifazendaseobrasieitasi
HA
Ltoja caravaiem
DE
Ges&Basto.
Na ra do Queimad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sortimento de sobre- j
casacase casacas de pannos finos proles
o de cores a 28#. 30$ o 35g, paletots dos \
mesmos pannos pretos c de cores a 28$,
20$ 229 e 259, ditos de casemira msela- '
dos desuperioi gosto a 16$ e 180, ditos
das mcsinas casemiras saceos modelo
inglez 109,12*. 14 e 15, ditos de al- {
paca preta fina saceos a 4, ditos sobre-
casa tambem de alpaca a 7$,8$e 9#, di- {
tos de merino sclira a 10;, ditos do me- <
ri de cordo a 9$, calcas pretas das |
mesmas fazendas a 5$ e 6$, colleles pa- '
ra luto da mesma fazenda, paletots de i
brim trancado a 5$, ditos pardos e de
fusto a 4 e 5$, calcas de casemira do
cor e pretas a 79, 89] 9$ c 10$, ditos das
mesmas casemiras para menino a 6$, 79
e 89, ditos de brim para homem a 39,
39500. 49 e 5$, ditos brancos finos a 50,
6$ e 79, ditos de meia casemira a 49 c
59, colleles de casemiras preta e de co-
res a 5$, e 69, ditos de gorgorito de seda
brancos e de cores a 59 e 6$, ditos de
velludo prelo e do cores a 9$ e 109, ditos
de brim branco e de cor a 39, 3$500 e-9.
palitots de panno fino para menino a
159, 169 e 189, ditos do casemira de cor
a 7$, 89 e 9$, ditos de alpaca a 39 e 3$500, q
(jt sobrecasacas de alpaca tambem pa.-a me- |
g nio a 59 e 69, camisas para os mesmos g
de cores c.brancas a duzia 15$, 169 e209, I
meias crues c pintadas para menino de |
lodos os lmannos, calcas de brim para 3
os mesmos aS$500 e39, colarinho de li- |
njio a 69000 a duzia,-toalhas de linho pa- d
ra maos a 900 rs. cala urna, casaveques 1
de cambraia ipulto fina c modernos pelo
diminuto preco de 129, chapeos com abas 1
do lustre a 59. camisas para homem de
3i todas as qualidades, seroulas para ho-
5 mera a I69,209 c 259 a duzia, vestiracn-
K las para menino de 3 a 8 annos, sendo
(ja calca, jaquelo e colotes ludo por 109, co-
3| borlas de fustao a 69, loalhas de linho
para mesa erudo a 79 e 89, camisas in-
glezas novamentc chegada a 36$ a duzia.
MNanvmtSia VSW9SM VB9 ISM SBt WJMmt
Vende-se urna taberna bastante afreguezada
e com poucos fundos, propra para quem quizer
principiar, no Rorile na ra do Amorim n. 17 :
quem a pretender, dirija-se ao primeiro andar
da mesma casi,que achara com quem tratar.
Augusto & Perdigo,
com loja na ra da Cadeia do Recite n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. queacabam de sor.
tirseu novo esidbelecimento com fazendas de
gosto, finas, o inferiores, para vender pelos pre-
sos os mais razoaveis ; as fazendas inferioresi
nao a retalho, se venderao por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas vista.
Neste eslabelecimento se encontrar sempre
um sortimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda cora babadose duas saias.
Ditos de laa e seda e duas saias.
Ditos de tarlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda o. de fil.
Polonezasdc gorgurao de seda pretas.
Cinlures para senhora.
Espartlhoscom molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Penlcs de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras de Lubin o outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaplcs de cores.
Chitas escurasfnneczas e inglezas.
Collas o manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodao para menino.
Algodao de todas as qualidades.
Lenros de labyrinlho para presentes.
Collas de crochel ptra menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletots de casemira.
Calcas do casemira pretas e de cores.
Colletcs de seda idem idem.
Ditos de fuslo.
Camisas inglezas todas de linho.
DitasMncezas de dilTereules qualidades.
Malas e saceos de viagera.
Rorzeguins de Mellicr e outros fabricantes para
home .
Ditos para senhora.
Charutos de Ilavana, Babia e manilha.
Camisas de flanella,
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e enancas.
Cortes de vestidos brancos de blonde com ca-
paila e manta.
Didos de v3lidos brancos do seda para casa-
montos.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-so :
Candieiros de latao de Lisboa.
Lazarinas e clavinotes.
Lena larga de superior qualid'ide.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados com perfeico.
Ferros de ac para engommar.
Perro sueco cm barras.
Chumbo cm lencol.
Pregos francezes e de construico, de todo3 os
laman hos.
Pregos cabraes do Porto.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguezas muflo finas.
Bnlanca de novo modcllo para pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de latao para engommir.
Esporas, brdese estribos de metal do principo.
Ricas fcixadaras francezas para portas com
boles de vidro.
Paes de ferro de todos osttmanhos.
Ricos paliteiros e loleiros de metal praleados.
Linhas de carreleis de 200 jardas do autor Ale-
xandre. ^
Cera em velas de Lisboa.
Vejidem-se estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Ilavana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna inslruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 21, sm Per-
namb co.
Borzeguins inglezes, pro-
va d agua.
Pechincha sem igual.
Os verdadeiros e j muilo conhecidos borze-
guins inglezes, prova d'agua, e tiradores do calos.
A 10$ o par, dinheiro a' vista.
Leitc & Irroiio, na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisnm aos seus numerosos
freguezes, e ao publico em geral, que novamen-
le acabara de receber os afamados borzeguins in-
glezes, c que continuara a vender a 10$ o par,
dinheiro vista. o mclhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas o.ue padecem de calos, por-
que usando os nao soffrem mais.
Pede-se toda altenco.
Na loja d'aguia de ouro, na ruado Cabug n. 1
B, vende-se ludo por procos baralissimos para
liquidar, assira como seja :
Fitas e franjas.
Fila de velludo de todas as larguras, aberlas e
lisas, do lindos padres-
Franias de seda de todas as larguras e de lin
dos gostos.
Ditas de lae seda por preco quo admira.
Ditas de linha para casaveque.
Ditas de algodao para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de laa brancas c de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a imilacao de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para bales.
Molas para fazer bales, vendem-se a 160 rs. a
vara, ou peca de 50 molhos 3 69.
Bicos.
Bicos de seda de l)das as larguras e lindos pa-
dres.
Ditos de algodao.
Leques muito finos.
Capellas braucas para noiva.
Chapcozinhos para crianca.
Riqussimos quadros para enfeile de sala, as-
sira como redomas com flores.
Assira como perfumaras muito finas, e mais
objeclos que vista do freguez far-se-ha todo o
negocio.
1 Seguro contra Fogo f
I COMPAHHU I
LONDRES I
AGENTES I
G J. Aslley & Companhia.
Arar uta verdadeira,
multo superior; em Santo Amaro, estraaa de
Belem, casa encarnada, a 1J a libra.
Borzeguins prova (Tagua.
Ma ra do Cadeia n. 45, loja do Porto & Ir-
mao, na esquina da ra da Madie de Dos,
acham-se venda pelo mdico preqo de 109, a
dinheiro, ptimos borzeguins inglezes proprios
para a presente eslaco.
Na estrada do Manguinho, sitio da
viuya Carvalho, vende-se por preco
muito commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quatro assentos, para um ou
dous cavarlos, com os seus respectivos
arreios, ou sem elles, do modo que mais
conveniente parecaao comprador : o si-
tio do lado da igreja e o segundo de-
pois desta.
Vende-se urna preta em Fra de
Portas, ra do Pdar n. 15.
Vende-se urna negra crioula do meia idado
e por preco commodo : no largo do Paraizo n. 14.
Um sitio'para avrador, com boa casa de
vvenda, estribara, senzala para escravos junto
ao engi'nlio, e a margem do rio Coila, cora ierras
de produccao, distante 6 legoasdo Recife : quem
o pretender, dirija-so ao engenho novo Coila, fre-
guezia da Luz, propriedade de Joaquim do Reg
Barros Pessoa.
ATTENCO.
Vende se sabao amarillo a 80 rs. a
libra em porcao e a retalho : na ra da
Concordia n. 6.
Vende-se doce de goiaba muito
Gno em caixoes de 4 libras a 2$000 e
1#600 : no pateo do Camo n. 1.
Papis para sorles.
Na ra eslreita confronte ao Rosario, loja de
calcado, onde foi confeitaria, vendem-se papis
picados com estalo para sorles, por preco que
admira vista do trabalho.
Vende-se urna canoa muito propria para
aterro, est junto ao estaleiro do Sr Joaquim
Antonio Rodrigues, ra do Brum : trata-so no
escriptorio da Companhia Pernarabucana, no For-
te do Mallos.
Queijo do serto.
Vende-se a 800 rs. a libra ; nos quatro cantos
da Boa-Vista n.l.
Vendem-se canoas de amarcllo, de 25 a 35
pslmos de comprimcnlo e proprias para pescaras,
e abrir, por preeo commodo : na ra do Vigirio
numero 5.
Erva doce.
Na ra das Cruzes n.4t A, vende-se erva doce
de boa qualidade, tanto em arroba como em
libra.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de Nevv-York, I.
M. Singer 4Ce Wheeler & Wilson.
Eo novo eslabeleci-
mento vendem-se as
machinas dcsles dous
autores, moslram-so a
qualquer hora do dia ou
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua boa
qualidade c seguranza :
no armazem de fazendas
do Baymundo Carlos
Lcite & Irmaos ra da
amigamente aterro da Boa-
Vende-se
Formas de ferro para j
purgar assucar.
Estanho em barra.
Verniz copal.
Vinhos finos de Moselle. |
Enchadas de ferro.
Brim de vela. f
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composico.
Lona ingleza: no arma-
zem de C. J. Astley & C.f
Na ra do Vigario n. 8,
vende-se superior gomma, chapeos de palha e
esleirs grandes c pequeas de carnauba,
novo, fazenda boa, do Aracaiy.
ludo
As sementes, plantas de flores e fructeiras da
Europa, que se achavan>na loja da ra do Ca-
bug n 3 A, vendem-se desde o dia 88 de raaio
na ponte de Uchoa sitio do finado Sr. Antonio
Baptista Ribciro da Paria, das 6 s 8 horas da
manhaa e das 5 horas da (arde em diante.
Imperalriz n. 10,
Vista.
Labyrinlhos.
Na ra da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
26, vendem-se ricos lencos e toalhas de labv-
rinlhos.
Baratissimo.
Ra do Queimado n. l'j.
Armazem de fazendas.
Chitas francezas finas de padres miudinhos a
220 o corado, peras de chita com 38 covadospor
5S800.
Coberta a 2#000.
Cobertas chinezas muito lindas a 2$.
R i sea do francez a 2'000.
Corles de riscado com 13 1[2 covados por 2$.
Lencos brancos a 2^000.
Lencos para algibeira a 2$ a duzia.
Algodao monslro a 600 r3. a vara.
Chales de merino a 2^500.
Chales de merino eslampados a 2&500.
Casemira preta % 6$000.
Cortes de casomira preta fina a Cg, paletols de
brim a 3#, fil de linho fino a 800 rs.
Cambraia de cores a 1 G0 i S-
Cambraia de cores muito fina com defeilo de
agua doce a pre?o de 160 o covado.
=. Ganga de cor e brim de linho muilo fino a
500 rs. o covado.
Vende-se effeclivamenle sement de coen-
Iro a 240 rs. a garrafa : na ra da Lapa n. 13.
Vende-se na ra Direita, sobrado de um
andar n. 33. defronte da padaria, doces de calda
eseceos, tambem se fazem bolos chamados de S.
Joao, enfeilados com capellas, ramos, coracoes
com lelreiros, coroas, tudo de alfinim ; na mes-
ma casa se fazem bandejas de bolinhos de lindas
armaces, queservirara no baile de S. II. Impe-
rial, ornadas com o melhor gosto, das quaes lem
urna fortaleza ; tambem se fazem pastis de na-
ta, doces d'ovos, jaleas de fruclas c de subs-
tancia.
Vende-se urna carroca nova, d'agua, bem
construida, por preco muilo commodo : nos Afo-
gados, ra de S. Miguel n. 39.
Relegios e candieiros
americanos.
Acha-se venda no escriptorio de Adamson.
Howie & C, na ra do Trapiche n. 42, um va-
riado sortimenlo de relogios e candieiros ameri-
canos para cima de mesa, os quaes sero vendi-
dos por mdico preco, a dinheiro i vista.
M.


FUNDIQAO
Admiraveis remedios ameri-
diow e p*r descarorr lpftrfjn nrl.o\f. 5 lornalha, machina para amassar mao-
lumnas moinho*ntf t?'Jren?a?,Parf mandioca e oleo de rieini, portdes gradara, co-
boKtodMM nr.H. ^'k" 0,t cu'llvaloje8. pontes. aldeiras e tanuues, boias. alvarengas.
dragos oumoldes2e D?ra l.\",B!0fer/eCfcUla"8e. 1ua,quSr bra 8ea ual W< 8ua nalureza Plo
lwtaS^tttoM rM Rn.m n ^ t*w.feita*0- Recebem-se encommendas neste esta-
XT^Km.?. i J'ia 6 5" ?* d0 Collegohoie do Imperador o. 65raoradia do cai-
^^t^S^Z^10^^^0^2^"'^ quem 8 wteadenlM se podem
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bern conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgcm em podra: tudo sor procos muito
razoaveis
Lojadaboneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se-caixas de tintura para t'n-
gir os cabello? em dez minutos, como
tambera lingem-se na mesma casa a
qualquer Lora.
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEHU
Arados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
ans) on & C. ra da Senzala n. *2.
Viulio de Bordeadx.
En casa de Kalkmann lrmos&C, ra da
Crua n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhec das marcas dos Srs. Brandenburg Freres
e do3 Srs. Oldekop Hareilhac 4C, em Bor-
deau::. Tem as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
Sfc Estph.
St. Ji lien.
Uarg ux.
La ros.
Chaleiu Loville.
Chile iu Margaux.
Ee Oldekop & Mareilhac.
St, Ju ien.
St. Ju ien Mdoc.
Chale; u Loville.
Na mesma casa ha
CONSULTORIO
DO
canos
Todas as casas de fani'lia, scuhores de enge-
nho, fazendeiros, etc., devera estar prevenidos
com estes remedios. Siio tres medicamentos coni
os quacs se cura eficazmente os priacipaes mo-
lestias.
Shcrrj em barris.
Madeii a em barris.
Cognac em barris. qualidade fina.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores cognac, era caixas qualidade inferior
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de Corve] i branca.
mesma
venler:
para
Prompto alivio deRadway.
cabeca, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi- rw\ i -
. 1 achas e moendas
4,000 rs.
lis, indigesto, crup, dores nos ossos, contuses.
queimadura, erupcocs cutneas, angina, reten-
cao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura tudas as enfermidadesescropholosas.chro-
' -----------------------------r.....~~~~,w..v
por jsacca de milho ; nos armazens de Tasso n,cas csi'P tilicas; resolve os depsitos de mos
Irmans. luimnrno mirifl..-. n r.nnn..A __....._____i___
Irmos.
Aos senliores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda,
Ditos.brancos o pretos de algodao.
I.uvas pretas d torzal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos : vendem-sa : m
por precos comraodos, em casa de SoulhallMel- n,ull,CICS' hipocondra, venreo, etc.
lors & C, ra do Trapiche n. 38.
. humores, purifica o sangue, renova o systema;
: promplo e radicalmente cura, escrophulas.vene-
i reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
i sos, tumores broncos, afercoes do figado e rins,
erysiprlas, obcessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'ulhos, difficuldade das rogras das
Pilulas reguladoras de Rad-
Saundcrs Brothers & C. tem para vender
seu armazem, na praca do Corpo Santo n.
alguns pianos do ultimo goslo, recentiroente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
wmm mmw&m mm mmm
way
para regularisar o systema, equilibrar a circula-
cao do sangue, inicuamente vegelaes favornveis.
; em todos os casos nunca occasionu nauzcas nem
dores do venlre, dses de 1 a 3 rogularisam, de 4
ern ,18 purgara. Estas pilulas .-ao elficazcs nos aflec-
loes do figedu, bilis, dor de caboca, ictericia, in-
? Idigeslao, e era todas a3 enfermid'ades das mu-
Uiercs, a saber : irregularidades. Iluso, reten-
cues, flurrs brancas* ohstruceoes, histerismo, ele,
fio do maja promplo efi'cilo na escarlatina, febre
biliosa, ufcro amarella, o em todas as febres ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos vera a-
coniponhados de instruo oes impressas que mos-
trora com a maior minuciosidade a maneira de
i applica los em qualquer eniermidade. Eslao ga-
rantidos de fslsilicacao por s haver i venda no
armazem de fazendas de Raymuiidu Carlos l.eile
| & Irmao, na ra do Imperairiz n. 10, nicos
, agentes em l'ernanibuco.
Vende-se um corro de 4 rodas, bem cons-
i (ruido o forte, cora assento para 4 pessoas de
I : dentro, e ura assento para boleeiro e criado fra,
Maigrejada Conceico dos ^!t^^A^ S^Tn
|g Militares. ff 42 rua da Cruz-
Neste armazem encontrar o publico 22? V>, ->rv^--^.T<--> ^-.a^^^^^ot.o,,
um grande c variado sorlimenlo de rou- ..V* >- --'- 1
M Ps fetas, como sejam casacas, sobreca- > \4 R< \ I CVi\ 11 fifi '
g sacas, gndolas, fraques, c palclots de O : JUlfi VyllIlU.
H Mhre!?.Wi doAcor,cs- Pal,ell? e Vende-sc o engenho Sania L.izia.silo na Ciprios, o
,. \ ?CC; mtn"6, alPa,'a c bomba- freguezia de s. Lourenco da Malta, mire I ; cora a f.
M oSUSaI?t'., CrCS' ''.ale'"ls e sobre- sj ; @ os engenhos Pcnedo de Baixo e IVi.rdo de 1', fresca m
;!"os.d-C_S(;lIa 8 ewemira de toros, cal- @ Cima : trata-so no mesmo engenho ou no |! cao de c
cora Felisbino de
U

Rua Nova n. 49, junto
Braga Suva & C, lera sempre no seu deposito
da rua dalloeda n. 3 A, um grandesortimento
de tachase moendas para engenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesme deposito ou na rua do Trapiche n 44.
Pechincha,
s
Dr. P. A. Lofto lose oso,
ismeqd pjirsni s ipimmil
V\ DAGL.ORIA^AISADOifllllDlO 3
Clnica por ambos os systemas.
CALCADO
Grande sorlimento.
4S--Ra Direit'-45
Os estragadores de calcado encontra-
rlo neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos preqos a baixo :
Hornera.
Borzegitinsanitocr&ticos. .
Ditos (lustre e bezerro).. .
Borzeguins arranca tocos.
Ditos econmicos.
atraa narUdn* 't0080 d C0B*ll8S toaos os dias Iel manhaa e de tarde depois de 4 horas. '
^ridJdi'S?.^" curar "liento no .6 pstr. a cidade como para os engenhos ou outraVsapatoe, de bter (lustre)
Senhora.
9^0f0
7$000
7^000
6$000
50 ca aVufSaTnp h^Ad^d03 & '^. CaSa at 10 horas d manhaa e em caso de '
Sessoo o d.rTOa"2 ttsa" ^ n,le SeDd Pr eSCrPl em ^ se declare ->.. da Borzeguins primeira classe (sal-
metter ses^Xtea'fboElr^S': T?* residentes no bi"o do Recife podero re- i de quebrar) ......5^000
NogueiradeSouVaena\tl?o^ Jos D.to todos de merino contra
AoneoniM ?!?JLiTa[***-^ onstantement eos melhore, medica- "i~ H'0 dtngOfo). 4500
Borzeguins para meuinas^lor
clica de lz tubos grandes
Ditos de 24 ditos. ... .......
Hitos de 36 di i os. ........
Dito de 48 ditos. .......
Ditos de 60 ditos. .....'.'.'........
Tubos avulsos cada um. ..'.". ', [.....
Frascos de linduras....... .....
Manoal de medicina homeoptica pelobr* Jahr "trduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,
Medicina domestica do Dr. He ring, com'diccionario'. '
Repertorio do Dr. Mello Moraes
10J0OO
15g000
20f!090
25J00O
O5OOO
IfOGO
SgOOO
20S000
ogooo
M0M
ti$iim<>)- ;........ iifOGQ
E um pe fetosortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, ecu-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande c grosso :
DE
Sita 11a rua Imperial nM 18 c i 20 janto.a fabrica de salto.
De 48 o 59.
Na rua Direita n.'45.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, pora homcm a senhoia,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ullinio paquete inglez: em casa de
Southall Mellor- & C.
Com pequeo toque de avaria.
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
vendeni-se pegas de algodao encorpado, largo,
cora pequeo loque de avaria a 2J500 cada urna.
Aos amantes da economa
Na n a do Queimado n. 2, loja do rreguica,
venden -se chitas de cores (isas bastante escu-
ras, pe) baralissimo prero de 6$ a peca, e 160
rs. o ci vado.
Carne de vacca salgada, em barris de 00
libras : em cosa de Tasso Irmos
N fabrica de caldeirciro da rua Imperial,
junio a fabrica de sabao, c no rua Nova, luja de
ferragei s n. 37, ha urna grande porteo de tullios
lsnces e nometros, meios chronomelros, do ouro'.'prala
,arte;desemp^h^e;ioda"7^,^-^ommc^^
Relogios
Suissos.
Em ca=ade Sehafleillin&C, rua da Cruz r
nova o nuilo bem acondicionada : na rua do Ca-
deio do Reciten. 38, primeiro andar.
Vmendoas confeitadasj para sor-
tes ile S. Antonio, S. Joo e S. Redro e
tambe n pora presentes a 2 o (rasco,
vende-se na loja de Lcite & hmao, rua
daCadjiia do Recife n. 48.
- Ve
palmos
,^ ....,ou,aiU1M.usemia(. cores, ca- gg; f$ Lima : trata-
m Saf?x^eBliI? Drcta e dc corps' ditas de / ; engenho Mussambiuue
S ""'",J3c,.prAnceza'..dP !"-rira d.e l?h0 ll Corvalho Itapozo
^
Ln3.% Wt ..;: 2 C<;r':;:iS!Pa'-a jjj tranco c dc cores, do fuslao
3 cal,;as de algodao, colletes dc velludo W,
pretjj e de cu
Jt^ branco, ditos
& tos de fustoes _
i suarda nacional, libres para criados,
H ceroulas e camisas (rancezas, chapeos e ?
hg grvalas, grande sortimonto do roupas J
'^r para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr-
lom algumos fa/endas pora conclu
, a iiqmuacao do Urina de Lcito & Crrela, asquses
^^t^^^^^-^|i;^^u;;il::iinul prc-'sc,,do cntre ou-
Chitas dc cores escuras e claras, o covado
ide-se e relolha-se em pedar.os de 100
. _o frente, raais ou menos, a vontade do
comprai or, rom 250 palmos do fundo, chaos pro
ilio que fui do Brilo, na rua Imperial,
(lile para o nosconte, e por isso muito
irada, e muito agradavel para conslruc-
plimas casas, alem da commodidode do
o material para o fabrico das mesmas
lo proximidade dc dous portos do mar'
carrelo
cosos, p
algodao, colletes dc velludo rp^JwwwwwwwwiP J-
7SS .itKV 11 azendasporhaixos precos"
es o bros, fardamentos para t Io
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
..i dando ao comprador algumos das roupas
Utas se apromptarao outras a goslo do ^! Anda res
.. i-omprador dando-se no da convenci- fr a licjuidajo
a mesm
o da i
i romp
nado.
Verdadeirat luyas de Jovin de to.
disas cores, rua da Imperatriz n. 7,
oja do Leeonte.

Relogios potentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglesas.
Peitos para camisas,
Biscootos.
Emcasa de Arkwight & C,
Cruz n. 61.
Brim trancado de linho,
todo prcto.
A raclhor fazenda neste genero que tem vindo
a osle mercado, por ser muito superior e nao
desbotar: vende-so nicamente na ruadaCadeia
do Recife n. 48, loja de Letc& Irraao.
A.os Srs. acadel
(-, as
i micos.
t Paria & C. proprielarios do novo esta-
C;5 belccimciilu decorado de marmoro, na rua @
9 -N'ova n. 43, avisam as seus amigos e fre- @
g guezes da distincta corporacc acadmica
t$ desla cidade, que pelos ulli'mos paquetes
@ procedentes da Europa receberam arligos
( vanados do modas e do melhor gosto, os ia
<'$ quaes podem salisfacloriamenlo comple-
@ lar o sorlimento dc um rico e moderno 'M
C-J loilet apropriado aos cavalheiros de t,1o h
nobre classe. S
Cocos italianos
de folha de flandres,muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram.quatrodos nossosa 400 rs. um
e l urna duzia: na rua Direita n. 47,
,loa de unileiro.
Altenco
Na rua das Cruzes n. 25 *se dir quera veDde
urna taberna em urna das melhores ras da fro-
guezia de Santo Antonio.
Superiores foges
Vendera-so foges de ferro do melhor autor
para coznhar com carvao ou lenha ; na rua da
Madre de Dos, armazem n. 32.
Tramoia.
Chogou a loja de Romalho, na rua Direita n.
83, um grande sorlimento de tramoia ou babada
do Porto, largo e estreilo, a 80 e 100 rs. a vara
Bicos e rendas da Ilha
Chegcu aloja do Ramalho, nc rua Direitn u
83, um grande sorlimento de bicos e reodas da
Ilha, da largura de um dedo at 2 palmos, por
proco muito commodo-
Vende-se por commodo prec/> um
fino apprelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricoi errico para cha', almoco e jan-
tar : na rua da Cruz o. 61, armazem.
a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, linos, a20e260.
Itiscodos franeczesde cores Gxas a 200 rs.
Cassasde cores, bous padrocs, a 250.
Brim de linho de qusdros, covado, o 160 rs.
Brim trancado bronco de linhu muito bom, va-
ro, a 15000.
Cortes dc calca de meia casemira a 2g.
Ditos do dita do casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3# c 4#.
Meias dc cores, nos", poro homes,- duzia o
1|800.
Grvalas de seda de cores c pretas a lg.
Meias brancas finas para senhora o 3g.
Ditos ditas muito finas a 4$.
Ditas cruos finas para hornero a 4J.
Cortes de colletes de gorgurao dc seda a 2#.
Cambroiasa fina transparente, peca, a 4).
Chales de la e seda, grandes, ura 2#.
Grosdonople preto de lg600 a 2{J.
Seda preta lavrada para vestido a 1&600 c 2g.
Corles de vestido de seda preta lavrada a 16,
Lengos de chita a 100 rs.
Laa dequadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chitafranceza moderna, lingindo seda, covad0
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Cimisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$E00.
Toalha3 de linho pora mesa a 2# e 4}.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
cas a 5S000.
Corles decaiga do casemira preta a 6$.
Chales do merino com franja de seda a 5$.
Cortes de caiga de riscado de quadros a 800 rs
Merino verde para vestido de montana, cova-
do, 1*280.
Lencos brancos de cambraia, duzia, a 2$.
da prov
lor das
tomar nota das encommendas"
rua Imperial ao scu pioprietario Anto-
Iva Cusmo,
Relogios.
Vende-se era casa dc Johnston Palor & C, rua
do Vigario n. 3, ura bellosortimenlo de relogios
de ouro, palete ingles, de um dos raais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; Lamben! una
variedade de bonitos Iraucelins pora os mesmos.
Espirito de vinho com M
VfiESICIA
RELOGIOS.
FlNDI&lO LOWOW,
Rua da Scnzala i\ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um' @@
comapletosorlimento de moendas e meias moen-
das para engenho, machinas de vapor e taixas .')
acierro batido e coado. do todos os lamanhos )
Pedras baratas.
Joiio honnelly tendo contratado com o governo
graos.
Vsnde-se espirito de vinhp verdadeirocom 4
^roos, chegado da Europa, as garrafas ou as co-
andas: na rua larga do Rosario n. 36.
para ii
SIS 9MSKIS
Vende-sc em cass deSaunden Brolheri &
C, praca do Corpo Swto, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pncos commodos,
, e tambemtranrrins e cadeias paro os mesmi-s,
deercellcDle zosto.
a
.>
i
Lola de marmore
nria, (ior intermedio do Illm. SrTdirec-
i bras publicas o furuecimenlo de lodas
as podra i extrabidas da liba dc Santo Aleixo,
1 i
propried
ras de
puldicas
lenha o
dio de
annuno
por^ron
no cocs
cm grou
muilo erl
dendo-s
ide do nnnuncianto, poro calgomenlo das
a cidade ; e como as mesmas obras
lI>or emquaulo se achara poralysados, e
-xm. piesidenlo jla provincia por dospa-
r dcste me/, concedido licenga ao mesmo
ule para dispor das mesmas podras, c
le quantidado que lem o aununcionlo,
lo liamos, ofTereco a quem inleiessar,
e ou pequea porcao, que as vende
corita. O roesmo annuncianle cnlen-
com o Sr. Rampa, hbil orchitelo, bem
Rua daSenzala Nova n. 42
ronhccii o nesia cidade, couhecedor das quali-l !, f
dades d( pedros e lijlos, se lem admirado de i 1uetasde li
niio se l r empregado era alicerces este material ^lez"s> ,ca1
qual as
na Euroi
O mesm
annunaii
do que t
alicoree
vendido
barato d
me licen
annuncioi
ou caiga
tadas os
de a cus
possive
h
$>
SjJB
i
^-.. .ruz n
11 Vi *
Remedio asitico
Contra as erisipelas.
Ksla maravilhosa preuflrm o ronhecida
o popnlarisada na [odia en c ra Malayos
o mais evidmle remedio contra as eri-
sipelas, vende-se na Lutica da rua da
Cruz n. 21.
::
.....jo;.
Vonlom-se oleados decores os moJs finos n0
6 possivcl neste genero, e de diversas larguras
por preco commodo : na rua Direita n. 01 lai
de chapeos de D. de B. l'eij,
Fogos de visla
Para o festejo de Santo
I ^^ov7d;dV;;u,Mo'prrs",h^asco: i Antonio c S. Joo.
n .P'ira homem menin". ^rc ea- p! Jos Paulino da Silva declara aos omon.es dos
I 43Rua Nova 43
'~S Os proprielarios desto estabelecimento %
usaro ao respeitavel publico, quo aca-
?j bam de receber pelos nllmos vapores da
Europa, nm variado sorlimento de'arli-

Para senhoras.
edras do annuncianle, como se pralica
paro evitar a humidade as paredes.
Sr. Rampa lem encommeiidado ao
ule 400 toneladas paro esso fim, dizen-
rn obra sua jamis deitar tijollos cm
polo prego quo lem o annuncianle
io mesmo senhor lhe sabe roui mnis
que lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
a para usar de sen nomo no presente
As podras escolhidas para armazens
os, a dez mil ris por cera palmos, dei-
ledros em qualquer parte desto cida-
i do annuncianle, 'com toda aclividade
., Jara o que tem os proporres necessa-
rias; os relendentcs dirifora-so a rua da Praie,
escripljri) do annuncianle.
Viuh do Porto.
e vinho do Porto de superior qualida-
ixinhas de 12 garrafas, por preto com-
i armazem de louga de Fragosu Si Valle
Cadeia n. 6.
Vende-se em casa dc S. P. Jonhston & C. ya-
'ustre para carros, sellins esilhoes in-
deciros e castigaos bronzeadus, lo- '
as inglczas, lio de vela, chicote para carros, e
montana,.arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezes
..
Sndalo.
* ^esldos de cores de moirantique e gro-
S dc-fric.
|> Capas pora sohida de bailee Uieatroguar-
i nocidos a arminlio, uliimo gnslo.
%r. Dias de velludo piolo, ultimo goslo.
m Enfeites de phaolasia para beile e ihea-
\M ,ro
;G Chapelinasde palha da Italia c seda ul- Hl
limo goslo.
Ki

B r'rci!lcs ^ P|ia,nll5i.a madreperola.
vendem-senarua da Imperatriz n. 7,!? n
l:~ A r._._ ; Rraccleles de sndalo e loques.
Ricas bengalas, p.lceiras e leque.; | ffide BSSS&TS
anniim -c a ^a m.* -1~ T-------_ T DOCal
m bordado
es- a
loja d Lecomte.
Vende
do, era d
modo : n
oa rua da
1
n. 43,
Sai
ha um co
') palco do Carino
deposito de Franco &
tos,
Vinho feitoria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, tem mes-
mo no coixao 1S34 com 2 duzias o 1 garrefinha
da amostra por 40,000, tambem se vendem as
garrafas a 23 na rua do Rangel, loja do louga n.
4, e na rua defronle da Madre de Dos, armazem
de Darros & Silva.
Metaes linos.
Cliegou pelo ultimo paquete
K Retratos de sndalo.
^ Vestidos do cambraia branca bordada. fij
K L-uvas do Jouvin brancas, pretas e de *
Sr COICS.
| Mreos, broches c pellerines com man-
1 gilos do cambraia finissima, borda-
> dos a ponto de Inglaterra o guarne-
> cidos a renda valenciana
I6H)
5^000 .
Crande sorlimenlo de ferros de engommara
t. beleeido o sua fabnca de fogoa na roa Imperial
alera da fabrica do sabio, conforme a licenra m,0
ODleve da caraara municipal, e ohi enconlrarao
os freguezes fogos dc lodas as qualidades rec-
bendo tambera encommendas, lano para denlro
como para fra da provincia, ivitndo-aa cura
o maior prorapiido possivel assim como vendo
moleiiaes para os mesmos j preparados rara
aquellas pessoas que quizerem fabricar particu-
larmente e sem muilo trabolho, tudo por precog
muito razoaveis ; os pretendentes podem ohi d-
rigir-se, ou na casa de sua residencia, quo o en-
conlrarao a qualquer hon do Jia. a protesta ser-
M-los de trma que os deixe satisfeilos, nao' .
pela boa qualidade dos fogos como pela bondad*
dos inatentos que empresa, e pericia dos artis-
tas qne possuc em seu estabelccimenlo.
Escravos fusdos.
quissimo sorlimenlo de" metaos das seguintes
qualidades: apparelhos para almoco lodo cora-
plelo do verdadeiro metal plaque, ditos ordina-
rios, baxellas para jantar, e Iodos os ornamentos
para completar o baxella que vera avulso, e por
precos mais commodos que se podem obter, co-
meres para sopa, cha, terrinas, e nssucareiros do
..ripelo sorlimento do charutos dos raais ^"vornTL^1''1 PVquo,lalhercsd?c"bo de metal
afamados i acreditados fabricantes da Bahia as-I d? v.erda.a,ro ma,r"n. osso fino, buflo, unicor-
sim como ha no mesmo deposito vinho de sune- 7 e c outras n,uilas dualidades para
rior qualidade, licores, conserva, marmelada : mj? m^,fi 5eiueSxa por ?res mui, co'nmodos e
11 que muito aever agradar ao frecuez na
Nova n. 20, loja do Vianna.
esta loja ura ri- vapor dos mais ricos mode auc s Dodem on* "f' C.m f Sgn.uS M*ulo = ^taluro boixo.
i das seguintes centrar neste mercado com s^ ocff?, &E& **? Pequeos, denles_ da fren-
mm
em grande sortimnto para
homens, senhoras e
meninos.
Vendera-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6$50o, 7 e 88, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7jJ, 9 e IOS, ditos de lonlra pretos e
de cores, muilo finos a 69 e 79, ditos do chile a
3S500, 5, 6, 8.10 e 129, ditos de feltro em gran-
de sorlimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homens e meninos, de 29500 a 7$, di-
tos de gorgurao cora aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conta, bonetes
francezes e da Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinaacom veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, eniei-
lea para cabeca, lu?as, chapera de sol, e outros
muitoa objectos que os senhoros freguezes, vis-
ta do pre^o e da qualidade da fazenda, nao dei-
arao de comprar; na bem conhecida loja de
chapera da rua Direita n. 61, de B. de. Feij*
-.. i .,,.!.,.- i ncni .', i. i i i .le i ti f III il l 11.
muito nov i, genebra de Hollando, chiskey.
Ruido Codorniz n. 8.
Vende-se.
Milho en saceos. jm %
Farinha de mandioca.
Prelo da Lisboa.
Charuto: da Italia.
Feijao aiaarello.
Sabao irassa.
Dilo am relio.
Arroz con casca.
E outros muitos gneros, ludo mais barato do
qne em pa le alguraa podem encontrar os fre-
guezes que irocam sedulas velhas e cobre por
gneros.
Barato que admira.
Na loja di Hachado & Santos, rua do Queima-
do n. 6, po' baixo da Boneca, vendem-se as se-
guintes fazi ndas :
Pecas de algodao com pequeo loque de ava-
ria, tendo cida pega 20 varas e 4 palmos do lar-
go a 49 e 4; 600.
Chitas francezas para coberta, covado a 220 rs.
Ditas dita i para vestidos, bonitos padres co-
vado a 240 s.
Ditas dita muito finas, bonitos padres, cova-
do a 280 rs.
Ditas ingl zas escuras, bonitos padres, covado
a 180 rs.
Laaziohas para vestidos muito finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimo goslo, covado a 400 rs.
Cortes de /;inga para cal^a, boa fazenda, a i
Lencos de seda de cores a 19.
Borzeguini francezes de superior qualidade a
89600.
Sapales inglezes proprios para o invern a
48000, e um completo sorlimento de roupas fei-
las de todas is qualidades, por menos preco do
que em ouln qualquer parte, dao-se amostras
com penhor.
Veode- se urna prela com 80 anuos de ida-
de, cozmheiri e perfeita ongommadeira, dando-
se a proa ; vende-se para o malo : na rua
das Cruze o. 80, se dir quem vende.
e
rua
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5#000.
Estes magnficos fer-
ros acham-se a venda
no armazem ne fazen-
das de Roymundo Car-
los Leitc & Irmao, rua
da Iinpcralriz n. 10.
Trapiche/de depsitos, ai-
fandegadon. 19.
L*argo da assembla.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feijao mulatinbo muito novo com 6 al-
queires, farinha de mandioca do diversas quali-
dades, milho, farelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha dc carnauba, tu-
do por precos commodos e em grandes porcos
ou a retalho, conformo a vontade dos compra-
dores.
Vende se urna negra de meia idade, sem
achaque algum, cozinhelra o lavadeira : na rua
da Cruz n. 43.
Venle-se o engenho Recanto, silo no ter-
mo de Serinhem, com as obras necessarias, e
terreno sufflcienle para safrejar 2,000 pes an-
ouaes, o dc muila produccao : os pretendentes
queiram dirigir-se ao engenho Coelhas do mesmo
termo, que achara com quem tratar.
Milho q Tarinha.
Vendem-sc saceos grandes com milho muilo
bom e farinha de mandioca : na taberna grande
contrarneslc mercado, com seus perlcnces de
tova nvenro, que muilo devera ogrodor s pes-
soos que os compraren! na rua Novan. 20, loa
do Vianna. '
Refinaco de assu-
cardpMonteiro.
Fuionodia29 do rcez prpximo possado
urna escrava de nomo Anglica, reprsenla ler 40
annos, punco mais ou menos, levou comsigo ves-
tido de chita prela e cholo preto -rom flores i-
xos, c com os signaos seguintes : estatura boixo.
-se a vender assucar cryslalisado de
...ade, da acreditada fabrica do Mon
teiro, pelo proco de 700O a arrobo, e aprompla
se barricas de lodos os lamanhos, cora brev
de e aceio : na rua do Caes do Apollo n. 63.
Festejos de Sanio Anto-
nio.
Riquissimo sorlimenlo de fogos arlificiaes para
festejar Santo Antonio ou S. Joao.entretinimento
de lamilias, por precos muito commodos : na rua
Nova ii. 20, loja do Vianna
ro podres, e muilo regrista quando falla, julga-
se que ella esteja acontada em alguma parle :
porianlorogo-se a pessoa que a tem em seu po-
der leva-la a seu senhor, quando nao, se proce-
der cora todo rigor da lri : poi lano, pede-se as
autoridades competentes e capilcs de campo a
capturo do dita escrava, e giolifico-sc a pessoa
que leva-la a seu senhor, na rua do Queimado
n. 18, segundo andar.
Desappareceu no dia 5 desic mez o esrravo
crioulo. dc norte Germano, estatua mediana,
superior qualidade, do acreditada fabrica do Mon-; ~ i-- -., onin iuruiem,
teiro, pelo preco de 700O a arroba e apromola I Cor ri'f?u,3r. bastme descarnado, picado dbe-
se barricas de lodos os lamanhos, 'cora brevida- "J3/' c,a!)ea Sran,de> reprsenla ler 30 annos de
lio n 61 j idade, foi comprado no dia 31 do maio prximo
'passado aoSr. Jooo Evongelisla de Mello Brilo,
morador na freguezia dos A fugados : quem o ap-
prehender, leve-o & rua Velna, casa n. 34. a sei
seu senhor o abaixo ossignodo, que ser recora-
peusado.Feliciano Joaquim dos Santos.
No dia 7 do corrnte fugio o moleque An-
lonino, do idade de 15 annos, secco, esperto, de
cor fula, levou calca bronca, jaquela de riscadi-
nho, chapeo de feltro pardo com lita prela larga,
lalvez se intitula de forro ; quem o apprehender'
leve-o a rua do Imperador n. 73, que ser re-
compensado.
Bandeijas.
Riquissimos ternos de bandejas finas e ordi-
narias por precos muilo commodos : na rua Nova
n. 20, loja do Vianna.
Na rua da Imperatriz n. 16, se dir quem
Duzentos mil ris
Na rua da Imperatriz n. 16, se dir quem Contina a estar fueida a escrava Paula ane
vende urna fabrica de fazer velas do carnauba, diz chamar-sc Paulina, 6 alta, magra e fula e ha
Dem montada A Pvrollonlo r.nrnua .itld-i lnAi ..d..UIU.l. j'_ _... 6. ""* ?""
da Soledade.
Vendem-se aapu
muito grandes e muilo
is cm quanlidade, sendo
---doces, os quaes sao tam-
bera proprios pora eml arque : a tratar no sitio
da rua Imperial o. 64.
bem montada, e excellenle porque ainda nao
preslou servico.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteup.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsapanilha Bristol.
DitaSands.
Vermifugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febre),'
Ungento Holloway.
Pilula3do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
Vidros de boca larga com rolhas, de 1 oncas a
lz libras.
------- --,-J------1 mug, c iuii, C lid
toda a probabilidadc de estar acoulada em algu-
ma casa, ou mucambo nos arrabaldes desla cida-
de : quem a pegar, leve-a rua da Cadeia Velha
n. 35, que receber 200$.
Fugio o escravo de nome Cesario, idade de
vinte e lanos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e reforcado, bons denles e lima-
dos, cabra escuro quasi negro, barba na pona de
qucixo, olhos avermelhados, pernas um pouco
arqueados, filho do Sobral (Cear); portante
roga-se aos capiles de campo, os autoridades
policiaes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o npprehendam e o levera a sua senhora no
caes do Ramos, sobrado enramado, que sero
gratificados ; e se protesta contra quem o tiver
acoulado em sua casa.
Fugtonodia25dejunho p.p. o escravo mu-
alo de nome Luiz, de idade 18 annos, cor bem
ciara, cabellos crespos, cortados rentes, alto,
secco, o muilo marcado de bexigas que sofreu ha
""":"a- "". o nuio marcado de beng8S que sofTreu ha
Assim como tem um grande aorhmenfo de na- pouco tempo, levon calca tiul e camisa de bala
pe para forro de aala. o qual vende a mdico da niesma cor, suppe-se ter urna cicatriz de ta-
co- Iho em uro dos ps. Este escravo foi comprado
a Sra. Joaquina Francolina do Espirito Santo,
morador em Timbauba de Mocos, tem irmo e
parentes no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para ahi : por isso roga-se aas capiles de
campo e a qualquer pessoa que o encontr a sua
apprehenso, e que o leve i rua Velha n. 69 que.
sero generosamente recompensado'.
Para padre.
Bicos da Ilha da largura de 1 dedo at 2 pal-
mos ; a ojies, ante.s que se acabem : na rua Di-
reilan. 83, loja.


'
""
)
(8)
Litteratura.
O protcstanUsme moderno e a philoso-
pliia da historia.
(Conlinuao.)
No Egyplo c na Pcrsia o systema fundamental
conserva-so o menino: smcnic a olaborocSo my-
ihotagics tem progreddo; e no ultimo dosses pai-
irs o dualismo se ha aproximad da dcia mo-
ral. A consciencia fez j un extorco pandes-,
ligar-se dos sentidos; todava esse passo s faz
condozir n urna nova forma do dualismo que
s irgio na ludia. O Deus do pauthcismo indio e
Brahms, perdido as profndelas inaccessucs;
que a obediencia, islo c u amor, o qual nao
precisa do lei, porque faz n.isccr esnnnlai m-
mente ns aftVicdes e as vnnlades sanias. En-
trelanlo as esperanzas de M. Pressonse tiUra as-
sam as crencas communs. Apesar da sua re-
serva claro que o ideal, que o allralio ao cliris-
tianismo. e que faz o mesmo christianipmo
parecer a seus olhos um vinculo luminoso, o
ideal de uina renovaoio absoluta, de m mi-
lagre interior, que nao reslabeleco somenle, pe-
lo lado de nossas inclinacoes humanas, um sen-
limenlo mnis puro da rntade divina, c una
forra matar para eonformarmos-nos cssi on-
lado, porm que faz lamben) de alguma sirte
desappararer as nossas fragilidades e impefei-
coes iniuraes tornando-nos j deste mundo en-
tes cima dopeceaio oda trra. Nao poderoi
r o que encontr de dolorosamenlc suli ime
i do
senliinenlo o da vergonha de suas infermidides
a pobre humanidade tem muitas vez-s va la-
entro a cega esperanza e a sciencia dosespe-
mas 6 nislo que*ella se lem mostrado
in-
ve-
do
rada ;
verdadeiramenle grande grande por sua
telligencia, porque, apesar dos seus desejos
nenenles, se ha conservado capaz de ver o
que lhe impossivelgrande por suas indo-
maveis aspiraooes porque, apesar de recoi he-
cor a sua impotencia, nao lem querido re
ciar ao objeclo de sua ambicio.
Os frageis enfermos iiio tem podido encibrir
o seu triste estado, e nena n vaidado da medici-
na humana, ncm a verdado lera podido al
ios. Bcm sabiarn que se achavora-contrafe
ucreriam antes ler o vigor de Hercules
asa de Apollo ; nao lhes era dado, po
mudar de corpo, e por conseguinle nen
menos podiam salsfazer os seus desejos.
xando de parle o sentido melhaphorico, (ire-
elle o ente indefinido, indeterminado, deqnem nessa f mystica. Por toda a parle rodead
todos os crestona emanen mais ou menos lon-
giuqua.ncnlc : e loda a natureza sob o seu aspec-
to ri>onho ou lerrivel representa a engauadora
llaia, o elemento maldito, e f-illaz. O mal nao
s o soflrimenio como na Phenicia, nao s a
eslerili'lade e a destrui^ao como no Egyplo, a
obscuridade physiea e moral como na IVrsia,
aiu la a diversidade variavel da vid i opposla
alcrna c immulavcl ; anda o facto de uasccr
lomar urna indivitaalidade. de arredaj-se pon-
en a pnuco da existencia sera condiccao para cair
M condic.io de um ente especial. Com seme-
lli.iule dogma a moral de nada serve. Assim co-
me no seu pruneiro periodo a religiao natural
Hnha por dvi3i a palavragosar, na Phenicia,
DO seu segundo periodo a palavra durar, no^
I ypto, cnoterceiro periodo as palavrascom- T}t.
bilcr e rircr, na Persia ; assim lumbem no seu
ultimo periodo lera por divisa na India as-pa-
la* ras morrer,anniquilar-se, islo 6, subtnfnir-
(D ao dominio do lempo, do movimenlo oda vi-
da. Chegada este ponto esl essa religiao poi
s mesma abatida ; porque atacou o seu proprio
principio, e eslaboleceu como coucluso linal o
deslruieo da natureza.
O lypo mylhologico, que vemos desenvolver-
se na Grecia, bcm dIterente. Gomos ptimel-
ros mylos da lo lia vediea, a crenea primitiva dos
Pelasges linha Bido no simples naturalismo ; po-
. ,. i contrario dos Aryanos da Asia, que pro-
curavam negar aos seus deoses toda a indivdua-
lidade. a rara hellenica com o seu genio livre e
k un lo procura descubrir 08 traeos das suas pro-
prias divindades, o eleva-las da vida impcssoil
da natureza phisica dignidade de entes pes-
goacs e livres. A poesa homrica faz sahir da
religiao natural o eolio dos hroes, o culto di
oiturcza humana Jpiter nao o lndra vedico,
o sol lor daa trovas ; e un granderei, um
Agam non. c <. Olympo lodo nao neis que a
lleose da Grecia. Polo menos ha. nislo um
progresso real, e vem a serque, se osunoralo-
i'-s do Olympo parlilham das fraquezas, e sym-
bolisam todas as paixoes da humanidade, perso-
nilicam tambora as suas grandezas, o re
fleciem assim esse lado moral pelo qual a hu-
DlMUC DE PRBWAMBUCQ. TERQA FEIRA 12 DE Jt'NHQ OE 1860.
comanla na i a/.ao e na coosrien ia, tira toao o | sua mese religiosa
valor i prudon;ia humana. E' este o elemento colher de lodos esse3
ameacador da heorogia moderna. Como theoria
na rcalidade um progresso ; mas poder aca-
so fundar umt egreja immorredoura? Isto de-
pender prova elmenie dos limites em que fo-
mantida as suas ideas sobre o Espirlo-
Sanlo.
II
mos, que pouco importaiia ao homem o co-
nhecer as suas fraquezas, o abomina-las ; iou-
co importara que nos seus actos fosse coi tra-
alo
|cxe-
so
l-
ala-
as
fsua-
e le-
glo-
ape-
un-
ate-
los;
e a
em,
ao
Dci-
bumanidade se spprozima a Dos.
E' a primeira vez que no paganismo n bo-
mem chega consciencia da sua individualidadc,
e do seu valor como ente dotado de liberdade.
J' rem desde os seua, mais bellos' das que
i poesa polyllicista encerra ,cm si propria o
I rincipio de anniquilamonlo; ella nao podo
i boro bello co ideal fora das raivasda na-
fa. Os deoses do humanittno com asjuas
cabreas de ouro nao deixam d>' ler os ps he-
diondos : o direi mais, negam de um lado a li-
i -i ido moral que afirman) do nutro, porque
il de contas nao representan! mais do
i| te as influencias exteriores por motadas qu es
ia explica os movimenlos da alma huma-
. ii que encerrara do mais elevado s deva
t rvir para o desenvolvimenlo c conservarlo das
aspiraci's que. um da ca'hiram por suas impu-
rezas. Homero prepara Scrates e Platao, e esle
ultimo, suspcilaudo urna divindade mais santa
Jpiter, vota-se ao desprezo da religiao na-
cional, som poder todava substitu-la por nutra
f porque, at para elle, a sabedoria pagua no
seu mais alto vio nio pode ir alem do dualismo.
Quanto a principio espiritual, ello admitle
nina ni iteria tierna, que o elemento da con-
lii ,'encia, da pluralidade c aUernalivas, c do
mal a seu molo de pensar. Nao 6 pois no es-
pirito do homem que elle cuitara a origen) do
s i erro, e basta isto para ser conducido a urna-
niliilidade insligada. Platao perdo as esperan-
zas de regenerar a vontado, assassina-a, ou
i menos anniquila-a em parle recomraendan-
do a absnrpr&o do homem na sua intelligencia. |
Assim nao para admirar que Q apogeo da ]
philosophia antiga fosse a respetada sua de-
cadencia. Quas logo de pois do Plaio comeea I
urna poca de scoplecismo edo (raqueza moral,)
queja mais cessar. A humanidade tocou o|
fundo da raza o ; resta-lho por tanto Bear cada '
dia mais convencida de que nao Ule jpos-j
-\i'l crer nos seos deoses, e que neni os seus
sacerdote}, nomos seos philosophos podem cu-
rar a corrupcao de que se sent apoderada, o
que elle por si incapaz de premeditar era al- !
gura oulro mrio de salvacSo.
A obra preparatoria que a razio e n liberda-
de promovern) no simo da humanidade pago,
lambcm a obra que deveni promover em
lodo o espirito individual para predispo-lo
eonverso. O seu empenho sempre o mes-
mo ; rhegar pelo "Seu exercicio & revelar-nos
a desharmonia que existe em nos ; 6 fazer lo-
do o possivel para lirrar-nos desse desharmo-
nia o convoneer-se da sua propria impolencia
pela nutilidade dos seus estorjos, guiando-nos
assim desesperar de nos proprios, e convie-
rao de que, sem um salvador sobrenatural,
nunca poderiamos abter a rchallilaco c paz
que reclama o nosso ser. Quando o nosso dos-
aeapero 6 completo, cntao chega a hora do eco ;
como os Alhenienses elevamos em nos alta-
res a um Deus desconhecido, c a f pessoa
iiu completa em cada individuo o plano da re-
dempcao, como Chrtsto o comnlctou no mun-
do com os seus soli'unenlos.
Sobre este ultimo poni M. do Pressens iu-
elina-se para o niyslicismo o mais pronuncia-
do Em geral os protestantes difTerem dos ca-
tholicos na maneira porque insisten) sobre o
phenomeno da conversao, c na dislinccao radi-
cal que estabelecem enlre a Antiga o a Nova
Alliauca. Esliio de accordo em pensar que
o chrislianismo muito mais de, que nina |oj
nova, mui'.o mais do que urna regra de conduc-
ta de creuea importa aos homens; pois que c
essencialmenle um acto de groca, que acabou
rom o regime da lei, que subslfluio a obriga-
co de observar urna orlen) nejo prevlegio d(
eiilo regfiicratlo, e que offerece, ao mesmo
tempo que exige, urna perfeico mais elevada
WUfEV l^t^'*Wli^s^&SBl^CT}5WBi^m^BBa3E!J%-Tv^^a)a^^a^^^^^^^^r^^i^-^i^^^^
FOILHEIT!
lictorio com as suas inclioaedes; ludo
i era nada, porque os actos e virtudo
Icutadoa contra os nossos inslinclos nao
oulra cousa mais de que urna sorlo do
lira e de (ingimentc urna especie do
dura que serve para ocultar aos outicjs
nossas ohagaa. O orgulho pode querer pe
dir-nos que dahi dos resulta mrito, porqu
idos que sustentar urna lula; ple elle
riar-se das moletas com que marchamos
sar das nossas fraquezas ; porm ah es|la a
consciencia que nao admitle a rhclo)rica :
perante ella licamos sempre na eonviccalo de
que somos estropeados. S urna cousa os po-
de consolar, e que realmente p le saciar ao
pobre estropeado, e vem a ser: deizar de par-
le o seu corpo conliafeilo o adquirir para a
alma a fora real de llrenles, a verddeira
belleza de Apollo. Pois isto justamente Bquil-
lo que lhe dado esperar. O que o homem nao
podo dar si. pode todava receber de oulrem.
A humanidade decebida nos Glhos do Adao se
reergueu n'um ente especialu Christo, etara-
do-so at cliegar a urna uniao perfeila com a
Divindade; e a es-o divino lypo se aelia ligada
urna virlude milagrosa. Basta que o enfermo se
aborrega de si mesmo, amo o Hornera
modelo, adore-o como a perfcico, que elle
quer allngir ; ento o seu desejo sera saiisfei-
lo : elle ter desl'arle tributado Christo o seu
amor puro ; e o amor infinito de Deus, que s
esperava a reciprocidade, lhe corresponder,
unci.
N.io cous commum verse um homem ja
celebre enlre i sescriptores de seu pal, por mu-
(o lempo revf slilo *e alias funcees, decidir-so
a escrever em linguagcm estrangeira urna obra
de grande ale; neo, inda maislmr ser urna obra
de philosophii histrica, e de iheologin, onde
vae elle expoi v ultimo pensmento de ludas as
suas conviczfes, e dos seus laboiosos esludos.
Foi o que fez ii. Bunson, o velennn da diploma-
cia prussiana, que foi ministro, em Roma por
mais de viaje aunes, que epresenlou em Lon-
dres o seu so terano diTrante quinze annos, e que
no decurso dr sua carreira poltica arhou lempo,
e teve energ a fara subir urna posicao anda
mais elevada por seus trabalhos de aliquario,
interprete c I isloriador.
Que moliv>s podoram determinar H. Busscn a
fazer escolha do inglez para escrever os sele vo-
tamos que cll s publicou ltimamente sob o titulo
de Chrisliani.y and Slunkind [O Chriilianismo
e a IIumanilade)1 Sem que te iba positiva-
mente declaiado, il todava a entender csses
motivos. Mrio naluralisado na Inglaterra por
stias sympatl las, quiz sem duvida dar a conhecer
& sua palria i doptva a sciencia e o pensmento
chrislao do seu paiz natal; c julgou faier um
beneficio cmsa do futuro e da verdade, refu-
tando as pre aricacocs de qoe tem sdoobjecto a
theologia all unaa da parle dos c'irstaos anglica-
nos ; porqna rio est elle convencido de que a
rcligio esp iculaliva da Allomaiilia c o chrislia-
nismo mais iralico da Inglaterra lem necessidade
de um do oulro para o seu Complemento; Hu-
manamente aliando, escreveu elle, c da Allcma-
nha c da In{ laterra que neste momento depende
a possioilidale de urna solucao parifica o reani-
madora sobie a queslao do chrislianismo.
IIj longo lempo que as autiguidades do chris-
lianismo hai iam allrahido a altrneao de M. Bun-
scn. e sobr laes materias elle "tem adquirido
mais que sittples conhecimentos, pois que um
pensador original, um cente fervoroso. As suas
Cortan tobr Ignacio, o sen Deus na historia, e
a sua Constitiioio da Egreja futura, linliam-nos
j fornecido occasiao de apreciar sua erudicao e
suas ideas religiosas. Na sua ultima obra appli-
ea-so de al; urna surto resumir indos os Iraba-
Ihos e lodo os ponsamentos de sua vida ; lauca
um golpe le vista sobre o passado e analysa o
futuro do chrislianismo, o passado e o futuro da
humanidad)] ;
tm ouucIusJlu pon le elle
liornas que a linguagera
tem sido apenas um principio de formaco e
urna le de augmento ; que a sua unidade fun-
damental atiesta a unidade da especie humana ;
que desden seu principio tem sido essensial-
menle racional, isto nio comecou por sim-
ples raanifeslacoes de afegria ou de dor. mas por
palavras que bcm expremiam um raciocinio com-
pleto, um objeclo desig
iidade ; que Analmente)
los que ha percorrilo n
lado por qualqur qua-
a serie de devolvimen-
ao mais que a serie de
progressos por quo a tepi feito passar a razio do
homem. chegando de
o inslru'nenio quo se
ces das suas necessda
mais a mais a dominar,
ava creado por instiga-
es. M. de Bunsen bus-
ca vsivclmenle eslnbeecer urna approzimacio
entre essa creagao do espirito humano e a gran-
de creacao do Espirito Supremo, que fez gradu-
almente apparecer sobre a tena a materia inor-
gnica, a vida vegetal, o finalmente a vida mais
perfeita do enlo nacional. As linguas monosy-
labicas, como auligamenle o chine*, represen-
tan) a seus olhos o esta|do rudimentario era que
o pensmento se achata, anda envolvido as
molculas inertes, e delqualquer forma mineraes,
do seu vocabulario. Com os idiomas aggluli-
nantes da origen) lurinana a
os seus insliuctos meinapiiysico, acola o Occi-
dente latino com o seu pensmento fizo sobre a
Ierra e sobre o presente ; iqui o dogma que se
formula c que ae lorna o vinculo de urna philo-
sophia e ciencia christias eombinando-se com
os conhecimentos e as ideas do mundo grego c
romano, aco|p> a existencia da congregacao cora
as suas ngras para admisaio dos calhoemenos,
suas assemblas de oracoes, seus diconos cn-
carregados de assislir os pobres, c suas viuvas
commissionadas de visitar os enfermos, c mil
oulros meios instituidos para enlretcr a intimi-
dado fraternal, c para fazer dos seus nim'i>ro3
n.io renles solados, mas chrislos assocados
pelo mesmo voto, unidos pela mesma vontado.
e velando sem cessarem que nenguem seja infiel
aos principios da corporariio.
Este ultimo lado, todo social e pralico, oceupt
tanlo o pensmento de M. Bunsen, que elle con-
sag'rou metade do seu estudo histrico em re-
construido. Procnrou sobretodo os vestigios as
eoitstituices e ordenanzas que se atlribucm aos
apostlos, posto que na realidade sao cilas em
resumo mu interpolado o desfigurado das li-
thurgias e costamos disciplinarios adoptados
pouco a pouco as primeiras egrejas. M. Bun-
sen levo que rcstabelecer primeiramento o tcxlo
do antigo monumento, ou antes descobrir os
meio das
malcra lnguisti-
&Lg\L"Za orf?,is3 "completa analo- [elementos originaos e aulhenlicos no
miil,. .?.!,?!. ''TI! "f feBL8!" P"'P""" e Wllcitoes em que so a
S. T2 o espirito halnumphado nerg'ulhaios. Sahio-se desta tarefa coi
inteiramente da malera; o pensmento Oepois ,
de '- -:-*------**-
n
m extrema
acidado cujas indueces foram ao depois con-
C5o
plenamente desenvolv do, onde
vrs concorre como un ora.io m
lido geni do lodo.
O estado de M. Bunsen sobre a historia e
philosophia do chrislianismo comeea na primeira
Pentecosts, c o autoj- nao nosdeixa muito tem-
po indecisos quanto a natureza di sua f chris-
laa.
Como Mr. de Pressonse, anda quo por difi-
reme forma, elle er no reino do Espirito Sanio,
nega absolutamente b sacerdocio no sentido ju-
daico e calholico da palavra: supprme inleira-
menie a egrej.i no sentido de ser ella
director e urna socledade organisada a quem
convm.perlencer papa ser salva. O chrislianis-
mo o rgimen da iaspiracao ; o cvangelho 6 o
fado do sacerdote e a auloridade da egreja; para
fazer de cada renle [um re, um sacerdote, para
dar a tolos o privilegio do communicar com
Deus directamente, d viver sob a le livre da sua
consciencia indvidopl. Tal c para Mr. de Bun-
sen o sentido do Perneosles, desse miiagre dos
ntilagres, como c!l( o chama, o de qual dita a
JmSZT!? 'i"-'!;"f'n\',.oKvai.ge!ho renovaca'o do mondd. n.io que elle faca all,
pelo lado s< lentiuco, e pelo lado histrico, para '
demonstrar o quo no seu entender o sentido in
timo do me mo Evangelho, e o segredo da histo-
ria, o que smenle lhe parece doulrina capaz de
ssas sociedades europeas, c conduzir
termo dos seus destinos.
;n deven o primeiro pcnsamonlo do
um antigo escriplO desenterrado e
ir urn sabio hellenisla, M. Emminuel
sa ob.-a infelizmente incompleta ( era
salvar as ni
o homem a
M. II u us
seu livro
publicado p
Uillcr. No
operando a sua lrans_li..
Todas as oulr is opinies, de Mr. de Pressonse
combinara com as suas idias histricas, ou
para melhor di/.cr, todas ellas formam urna u-
nica doctrina, que ao mesmo tempo o seu
! dogma do peccado e da greca, sua pnilosophia
i da historia o sua psychologia, sua theoria
I da liberdade e da accio divina ; o a pedia fun-
damental dessa explicacao universal a ideia
| de urna corrclacio ineessnnle, e de um con-
I curso necessario entre o Creador c a creatura,
l entre a razio e a gric i. Eulende ello que
assim como Deus se approxima do homem,
compre lamliem ao homem indinar-se para Deus,
se misler que do nosso coragiu se erga aign-
; ma cousa para ir ao. encontr do que desee do
j co. I) mis chama o homem ; a esto dado cor-
responder ao seu chamado ou resislir-lhp; po-
rm c consentimento, e nio a resistencia,
indispcnsavel para que ellle chegue Deus.
Histricamente fallando a red' mpcao teve lu-
gar moralmcnle fallando .cila nao ple exis-
tir para aquello que ni > lem fe ; o homem s
se ileve considerar resgalado do peccado quan-
do ci e seguo a obra de Christo, e enlao por
intermedio de nina acquieeeti' ia volunlaria, ou de
una acceilagio pessoal, elle censegue operar na
sua vida um successo grandioso"! Nada corla-
mente mais religioso do que esta doulrina, na-
ta mais racional, tporque a -nos3a ra?.o nos
cnsina que o nosso livre arbitrio se redoz i fa-
culdade .de aceitar ou rejeilar as inspirazes
que nos chegam. Antes que possainos obede-
cer a um bom sen timen lo, mister quo esic
surja em nos, so nos aprsenle, e islo nao de-
pende nleiramenle de nos.
Mas enlre as concln-oes que M. de Pressonse
lira dos s us principios, existe urna que lhe
pessoal, c a que lalvez pouca atlenciu se pres-
te. Elle nao se contena era indicara separacio
urna rfulteo de loUas as heresias, compota
no com eco
lomes falla
rccoohncidd
serido enti
puttlicar en
lor da Alci
Nao foi [
as cinco
vindicou a
de l'ortus,
rado roma
pouco ma
eii origen
o Chrislia
de Santo 1
cou um IrJ
u m quadn
lo III seculo. cujos tres primeiros vo-
am ao manuscripto ) M. Hiller havia
a continua ao de um fragmento in-
Es?e q
de ensaioj
gava o i
que breve
nismo i] ii
ao diyn das linguas, como o seu costme, por
que nao admiti esta inlerprelacao do texto. Se
o Pentecosts pe aos olhos urna data t,io me-
raoravel, c que um joutro prodigio, que se acha
a abrigo da iiossj citplicacao lilieral do toxlo, se
operou ento no fundo d'alma dos di-cipulos
reunidos ; que lodos ao mesMo lempo se sen-
tirn) possuidos de urna inspiraeao involuntaria
c soberana, que os lobrigou a baixar a cabee.a, e
a renegar sua. sabedoria humana, a pedir sem
Por isso mesmo que a nossa s*tno sahio do pen-
smento creador, encerra em si urna scenlella di-
vina ; para melhor dizer elU consubstancial ao
verbo, nos limites das condicoea do finito a pro-
pria razio suprema, mas urna razio suprema
mais ou menos cscrayisada ao principio egosta
e terrestre, e que mais ou menos se affasta do
coohecimenlo. de si mesma : foi para ajudar a
romper essa escravidao que o Yerbse encarnou
Os prophetas e os justos pdssuiam em si um re-
flexo da luz ; o Christo a propria luz. Por sua
vida e por sua morto, por sua victoria absoluta
sobre a personalidade, elle realisou a manifesta-
5*o completa da divindade na humanidade. eus
leilo homem desceu ierra, ohi raiou era lodo o
seu esplendor, para que a scentelha divina exis-
tente em nos recouhecesse a sua origen), pira
que pelo allraclivo de seu divino protolypo, e por
sua iuclinaQao para elle, chegasse essa scentelha
a desenvolver-so nleiramenle. Essa assistenefa
tornou-se necessaria em consequencia da culpa
original, ou a nossa primeira condicio moral
nicamente urna especie de eslado sera desen-
volvimenlo ? E' por urna influencia sobrenatu-
ral que Christo, nos eleva vida superior, ou
somenle pelo ascendente do exemplo?' Seiia
talvoz perigoso dar a conhecer cora precisao a
opiniio de M. Bunsen sobre estes pomos; limi-
tar-me-hei a urna simples idea. No pensmen-
to dos calholicos o Chrislo quasi exclusivamen-
te a victima que se offerece pelo perdi dos ho-
mens ; no dos protestantes elle o salvador que
regenera-
be ello a
faz antes
conhecer so espirito a imagem de um progresso
continuo como de urna reliabilitaeao- O Christo
a seu ver, o complemento das aspiraces e das
prophecias do passado ; e a porta dos destinos
futuros ; o degro que conduz para a vida su-
perior, para u ultimo periodo, ou para o princi-
pio divino do nosso ser ; e depois de ler cada vez
mais estendido as suas conquistas sobre o ele-
mento carnal, acabar um da por aniquila-lo
nesle mundo ; e entilo a humanidade ser a cx-
press.io plena do pensmento de Deus. M Bun-
sen nao pe limites s suas esperancas i respei-
lo : a perspectiva dessa divisao futura do uni-
verso para elle mais quo certa : 6 a conviezao
de que einanam lados as suas couvieces, porque
a obra da cspirilualisoco comecada pela incar-
naeaodo Verbo nao poderla ser inlerrompida pe-
los'homens Para que ella prosiga sem descan-
so e loque i sua perfeita realisacao e Chrislo reti-
relirando-se deixou aps si o E'spirilo Sanio, o
espirito da forja e da luz que foi promelli la a
mplazo do mundo visivel; o que egreja, o que permanecer al o llm dos seculos
1 onde quer que hajam auitos liis reunidos para
orar.
Seguindo assim o pensmento divino como se
manifest na humanitario, temos deixa lo a es-
para o oulro. Desgracadamonte nem~ os Gregos, \ phera cosmognica propriani>'nie dtla : c entra-
nem os Latinos, nem 'aquellos que s ibordmam o ; mos a 0rdem moral, cu, para fallar na propria
l-ilho ao Padre, nem aquellcs que iucluem quasi I.- .i. ,i
0 Padre no Christo histrico salsera ao certo 0 i Itnguagem do autor, na ordem antliropologica o
que fazem, c tanlo uns como-oulros aeabam por' histrica ; e ah anda Deus se nos aprsenla sob
cahir as formulas exclusivas, que deixam do o trplice aspecto que M. Bunsen define sempre
parle urna instado da verdade permanente. Quan-*!
lo 303 homens da pralica, cuja tendencia deve
rl. i. 0;a .i;i;...___: i. ii i laiisaiiuouii k.uuis iii'juvijucs iiiniiii ou ueuois tun ineus : no UU5 uiuiesiaiues une e O salva
!exve,.8'edm $ Z "% ^.? S S ^T^l^0^ "* "- ? W ^< e
le nao desenvolv non o, se eleven 4 conslruc- i Cr,p, Syr,nC' g*! ?a,nl0t- a Ml B"nSen nao C?"ceb,
5o grammalical quo faz delle um organismo! Na oulra melado do seu quadro, em que nos ideai de perdao nem da regeneracao ; f.i
cada urna pala- P'nla a inlclligencia chri/lia o a serie de opinies
obil pira o sen- '"!'a 1"a' S'adna a sua fe, Mr. Bunsen se estende
mu particularmente sobre o movimenlo de ideas
que se opera acerca do prologo do S. Joao, por-
que ah que se enconlra a philosophia do chris-
lianismi. Desde Ignacio e Polycarpo al S.
Clemente da Alexandria c Origines, elle sgue
passo a passo as moJific-ces do dogma da T in-
da le, citan lo as passsgensque mais demonslram
quanlo a doulrina da egreja primitiva se des-
viava do syslema proclamado pelos concilios. Na
egreja primitiva moslra a existencia evidente de
duas sorios de ideas que dumnam alternativa-
um corpo mente segundo os lempos c os lujares, que por
seu choqnc proluzem as lluluaees da theologia,
e que por n.io se destinguirem sullicientemenle,
nunca chegam a conciliarem-se, e a lerem cons-
ciencia do vnculo que as une. As inlelligencias
abstractas esforcam se em contemplar a razo
divina tal qual no seio da divindade : as natu-
rezas mais activas permanecem com maior em-
penho na emite
os preoecupa 6 o Verbo do Creador tal qual se
manifest pela creacao, pela historia, o espe-
cialmente por Jess de Nazareth. A Grecia e a
Asia propondom para um lado, a egreja latina
Iriumphar com os concilios, o Verbo feito carne
as obras de igenes, e, fazendo-a
Oxford, a altribuira ao celebre dou-
andria.
orin osla a opiniio do M. Bunsen, que
tartas dirigidas ao arcediago liare rei-
Refularao para Santo Hyppulilo, hispo
junto a Boma, e inembj do prcsbyle-
10, o qu il morrera marlyr em 235,
s ou menos. Esia coirespoiidencia
s tres obras dslinelas que eomoeni
ijino e a Humanidade. Com o titulo
yppolilo e sen lempo, M. Bunsen publ-
ballio histrico, que na realidade ora
completo da vida e da douliina das
inquieacao palavras articuladas para seus la-1 em Jesns, envolve a origem e o ideal eterno do
hios, c propalar com toja a pureza, cada um ] espirito ; quinto aos homens da methaphvsica a
na sua lingua malern, o que se passava em si razio infinita faz esquecer o celeste modelo 'da
propro, indepondante de sua vontade, A datar I existencia humana segundo Dos, e esses erros
desse momento a humanidade se emancipou das de theoria nio sao serio o syraptoma de um
religies eternas e naciomes que nao eram mais' mal mais radical que prepara a cataslropho do
do que a execuzo de cerlos ritos firmados por, futuro. Ao passo que o esplritualismo
sele primiiras geraces christias.
adro era alm de lulo acompaando
e de aphorismos em que o autor jul-
resente polo passado, e emittin anda
nenie, urna inlerprelacao do rhrislia-
em mais de um pomo era bascada
me dados iroteslanles. Mais para ti.intc.M. Bou-
sea recap tiilou lulas as suas ideas paro cipo-
as com n ais franqueza anlcs do que para jusl-
i i-a -las. i dah rcsullou um segundo Ira bal lio
m duas parles era urna pro:iira elle
explicar i o toda e reuniio das linguas a evolu-
rida pelo espirito humano, em ouira
que so cjiama a philosophia. do chris-
cao perco
formula
(lanismn, isto oplano divino que fui institui-
do por C risto, e qoe trata nao s do dsenvol-
vimento noral aliestado pela linguagem, como
tambera la creacao phisica o de toda almarcha
4a huma iidade. Para completar e'sse quadro
essa aprc ciacio M. Bunsen reuni, sob o lilulu
de Anale ;o anle-neccena, os textos menos co-
nhecilos da lilicratura chrislia dos lies primei-
ros secul is.
execuzo de cerlos ritos
um cdigo inimuiavel, ea repeti^ke de certas
palavras consagradas n'um idioma'sacramental
Dah era diante o Espirito Sanio descia trra
para nella dilTundir urna nova vida.e dar s almas
o dom de conimunicareni-se entre si apezar da
diversidade de idiomas ; vinha revelar a f e a
religiao da consciencia ; a f, que consisto na
civil a de que n somos outros lanos templos,
em que o orculo celeste se. tazouvir no silencio
d- nossos inslinclos egostas ; o culto, quo con-
sist" em obedecenHvremente a lei desse princi-
pio divino, c livrqmente Iraduzir em nossas pa-
lavras, em nossas acedes, o que elle suggero a
cada um le n?, e qu esl corla ser por lodos
eomprehendido, pois que a propria voz do Ks-
oiiilo Santo todos proraetlida, e que se mani-
fesla precisamente pela uuanimdade de todos.
procura
ierder-se com os seus vaos e altegoricos sonhos,
nao respoitando muito os fados e a lellra das
Escripturas, e deixando-se arrastrar por seu
desprezo realidade para o abysmo do u.m as-
cetismo inerte e destruidor; o sentiracnto pra-
lico por oulro lado, se divorciando com actvi-
da le do pensami-nto, nao se interna em um ca-
minho menos perigoso ; traballn Burdamente por
laucar a religiao no rlialissimo, c na sujeico
hiorarchica, em que a vida o a lbrdado do es-
pirito serio um da su (Tocados
O litn da nova reforma, para quo M. Bunsen
invoca o concurso de lodos aquellos que lera
peito o progresso das nossas sociedades acluaes,

com as mesmas palavras; Padre, Fillto eEtpiri-
j o Sanio ; porm dando a estas palavras urna
! significaeao prcnlie de consequencias. Pelo l'iliio
lentende ao mesmo lempo o Chrislo e o homem
; individual, o Christo como encarnaco completa
I do Verbo, o homem como sua manifestacao mais
loo menositnperfeila Pelo Espirita Santo enten-
d: a egreja com a rennio das crealuras, a hu-
manidade ou a rennio dos homens. Pouco lhe
importa que sej muito difficil comprehonder-se
logo como esta tercoira pessoa que, em Deus,
a existencia consciente ou a unidade do ser c do
pensmento, se acha representada na esphera
histrica pela sociedade tolal dos Chrislos e pe-
la totalidade dos homens.
O que Mr. Bunsen quer com islo afirmir, c o
quo declara mui calliegoricamenlo, que o r-
gimen democrtico o nico de dimite divino
ni communidade chrislia; c que o dom deco-
Nao he
gnnda di
de que
raea get
especial
homens
lossal di
fados o
ou hora
(anea d
excluir
absoluta da egreja e do eslado, e a coneossao s
congregaces pacciaes de urna in dependencia
que suppoe qutsi ausencia do todo o governo ge-
ral ; procura mais restringir nnlav Imenle a
extenso da. sociedade christia para assegurar-l
lhe maioo pureza; dcclara-se contra o mn/i-l
(udinismo, c recusa ver na ogreja urna institu 1
cao pedaggica, urna especie de escola para on-
de ser conveniente attrahir o matar numero;
possivel de ounnies. Com a sua lgica nflexvel
entende que s a vordadeira egrej? de Christo
a rennio dos verdadeires fiis regenerados,
c a naci espiritual, a que se nao chega nem'
pelo nascimealo, nem pelo baplismo, nem pe-
la educazao, mas somenle pela gnea d i Espi-
rilo Santo ; e os homens nao devein estabole-
cer urna nova egreja era que se veja de mis-
tura crentes e nao crentes.
Beceber os nconeerfioeis, na esperanca de
eonverl-los, c confiar mullo na habilidade mun-
dana ; promelter conserva-Ios enlre o numero
dos chrislos engana-los sobre o seu estado, e
anima-los nao sentir a necessidade da f. No
(ionio do vista [iralico, esta douliina pode levar-
nos muilo longo ; rom seminante disposicio de
allribuir ludo ao Espirito Sanio, vem a lotnar-se osla le]m
de nenhiiiii cffeito a necessidade de diiecco.
E' a democracia sem reserva na egreja.
Teremos occasiao de anolysar alguma cousa
de anlogo as douiriuas d um oulro escriplor,
que procede egualmente da escola allemaa. Ve-
remos que por diverso Irilho-, isto por sua
necessidade de. pendrar muito nase-
ssas obras para que o leilor se operceba
esl em paiz allemo. Parece q'ie a
naitica lem un prevlegio que lhe
em nenhuma oulra parle se encoutra
l'ie possam supporlar um peso to co-
erudigao sera que sejam por isso aba
enthusiasmo e o pensmento creador,
ns cuja imaginacao e acliridade espon-
) espirito passam por ser to fortes sem
a furca do irabalho. Nosso sentido M.
terminar por urna voz essa opoosicao entre o l nh vcrJa,,e n5l) foi reserrado um ho.
iiens,i,ii''iito e a accao, e restabelocer o necordo i .
entre o elemento pralico c o elemento espiritual, m*m especial, nem para alguma ordem sacerdo-
Enirelanio, nao obstante approximar-se assim I a1ni de que o chrislianismo torne a ser corpo e I tal destnela dos crentes ordinarios; que a
Mr. do Bunsen Mr. de Pressens'-, e em ge- 'alma. Ora entende elle que essa reforma se nia | totalidade dos liis leigos o ergio do Espirita
ral theologia Uderna, pela suz f na tnspl- eflfcctttar sem que se procure dar ao dogma di|Sanl0 e que a uniao de Deus e do hornera, quo
racao, conhece-SB todava que elle muito mais rrndade os seus polo) primitivos, o son alean-1
racionalisia, que exilia mullo as facilidades na-1 ce plr.losophico c histrico : por conseguinle
tur.es do homem, o o papel assgn ido sua \ Para esta obra que buscn contribuir, o em snbs-
vonladc. O desacord nao so limita a islo : Mr.' laneia eis aqui a sua solucio, que parecer talvoz
Bunsen partilha mais de urna tendencia pralica Intuito obscura ; purm recuar ante o que olla
que o afasia dos principios fundanfonlacs da re-[presenta de inslito, ser renunciar rompre-
forma. Elle liga aos actos urna importancia ti o I hensio de ideas que representara o espirito de
capitel, que os protestantes em massa o pode- urna das matares noces da Europa.
riam acensar do retrogradar idea sobre os mc-
obsorva que a razio pouco a pouco altrahida
para o fado de considerar -i Deus sob iros eepho-
ras diversas, que nio lecm sido sul ientemenie
esclarecidos
Bunsen ft soberanamente allemo. Ni-llesereu-
qualidades de poda, mclaphisico, apos-
al de um decorador de livros. Com
corn os longos trabaihos que consa-
ingua do Egipto, e philologia em ge-
i os modos subjeclivos da sua iulelligen-
3 sobretodo so inlorcssa na vida moral
era, dcscobrio naluralin"iite que a lin-
ea religiao eram os grandes monumen-
historia antehistrica, os nicos lesle-
grad,
ritos, e de altribuir aoromom o poder de jusli-
Bcar-se perante si proprio por suas acedes. Co-
mo historiador] os seus juizos dilTerem dos de
Mr. do Pressense. Em comparaeo o escriplor
franco/, pouco respeilo niostrou pela egreja do
seculo 11 e III. A seus olhos a dogo era cao co-
meea da edade apostlica. O myslicismo des
gnsticos lhe parece sobre ludo um passo retro-
grado para o dualismo pago, para a vclha dou-
lrina asitica, que atlribuia materia a causa do
mal, e qoe. si| recommendava o seu enniquilo-
mi uto O partido orlhodoxo por oulro lado lhe
parece tamben) prximo a um atraso : a idea da
lei, isto a tendencia para o chrislianismo.como
a unidade. da razio humana o da razo infinita
nao so manifest, nem se realisa sonio na con-
sciencia collcdva e unnime dos chrislos. Em
summa enganar-se-hia completamente quem
quizesse julgar pela apparencia que Mr Bunsen
um pensador perdido nis abslr.icees ; elle
tem urna intoncio mais firme, sabe perfeila mon-
te que quer applicar-se lauto na vida qootidia-
na.como as menores circunstancias do cullo.
que presidirn) ao appareciracnto do
E2aE5
JEaTar* TT JB3
nem as
tolo, o
ludo si )
grou
ral, cor
cia, qu
do hon
guageo
ios da
muuho
princip o pensador, e que guardaram a memoria
de tai as as suas Irinslonnaecs primitivas.
Foi na serie completa dos idiomas da Asia e da
Enrop que elle buscn as origen inlellectuaes
da nos a raca pa~a poder julgar, de acord com
o seu ii'onto de parlido, o desenvolvimenlo que
. apresenlado ; c volendo-se do auxilio
de mu tos collaboradores compor urna especie
de proj.ogo que, a bem dizer, um tratado geral
do phijlologia.
Nao querendo penetrar com M. de Bunsen
nessa jinvestigacio lingistica, devo todava rilar
os restallados que ella fornecera para apoio de
si mesmo o objeclo do seu coniiecimcntoe a
existencia conteitnle. Porm nao podemos egual-
ima simples ordenaiua, re.stabelecia-se j entre m-n1- encarar a Deus como o autor c como o re-
s Ignacios c Polycarpos; a f somente-consi- guiador do universo ; o por rouseguintc eis nos
chegados ruma oulra esphera. i-to a 'Sphe-
lanto as institttices rivis, como na constitu -
Na esphera transcendente ou melhaphosyca, cao da egreja. Somenle, lio positivo como, rc-
veste-se de um mclaphisico allemo, de que nos
d piovas curiosas ; por ezemplo, convencido
de que o verdadeiro sentido do chrislianismo se
lem ohscurieido sobrciu lo pelo fado das falsas
enlcrprelitces a que lem dalo lugar as formu-
las semticas das escriplura, emprehendeu iri-
duzir css.13 metaphor.is e esses senilmente?, de
urna oulra raea, na ngua abstracta o lgica dos
em oulros termos, quanlo procuramos fazer urna
ideia de Deus lal qual elle era sua essencia,
nao podemos imagina-lo seno orno o ser infi-
nito que peasa por si mesmo, o que importa que
na consciencia infinita o ser o pensmento nio
sao mais jijo nina mesma cousa, o dah Iros
idoias : o sero pensmento, ou Deus fazendo de
objeclo do seu conliecimenluo
fillios de aphet. Trodtuir aqui nao entrega-
do no sentido figurado; trata-so da Iraducco
lilteral dos quadros synoplicos em que o autor
'.ranscreveu para urna columna as passagens do
Evangelho, quo dizem respeilo Trinlaie c ans
designios do Deus sobre a humanidade, entre-
tanto que n'outra columna aprsenla o equiva-
PAULO DE KOCK.(I)
i
A esialagem do viado sem chifres.
Era pelo mciado do anno de 1312, em um dia
ndenle do mez de julho que, pelas oito horas
da nolte, entrava um viajante por urna estala-
ge m situada na estrada de Pars a Nemours e
quasi a duas leguas desla ultima cidade.
Essa estalagem, que linha na labolela o lel-
treiroao viado sem chifres letlreiro que os sa-
bichoes do lugar procuraran) explicar sem o con-
seguir, o quo fazia com que as besbilholelras dos
arreuores dssem boas risadas, quando fallavam
do estalajadeiro, que era casado, c a quem acha-
xam muito audaz no letlreiro, essa estalagem
serva de posta, porque o caminho de ferro an-
da nao funecionava nessa estrada ; servia de
granja; servia..... Se eu quizesse dizer aos lei-
lores para o que que e'.la nao servia havia do
ver-rae alrapalhado.
O viajante que acabava de entrar nao se an-
nuncava de um modo brilhante ; era fcil de
ver que ia caminhando calcantibus. Era um ho-
mem de quarenta e oito annos, de-estatura me-
diana, muilo magro de corpo c muilo amarello do
pello, o rosto mesmo linha chegado a um estado
(l) Nao se assusle a susceplibilidade dasleito-
ras ao ler o nomo do autor deste romance. Po-
demos afianzar-lhe que o menos decollel que
elle tem cscriplo e naquelles lugares onde por
ventura so (Orneum pouco mais livre, a tcaduc-
Zio fari dcsapparecer o que poder offendor a
pruderie d'alguem, porque o pongo consiste nos
equvocos quo fazem nascer as plirases francezas,
e que a nossa lingua. n&o comporta.
bronzeado que fazia duvidar que seu dono liresse
nascido na Europa. As feices desse rosto nao
eram regulares, mas, em compensazo, eram for-
lemenle desenliadas ; urna fronle larga, j muito
despovoada c cheia de rugas, nariz grande um
pouco chata, uns olhinhos pardos com largas80-
brancelhas, mazias salientes, urna bocarra que
raras vezes sorria, cmfim cabellos castaales j
branqueando e espessos bigodes anda prctos, eis
sem lirar nem por o physico desto viajante que
poda passar por feio e que pareca mais veiho
do que era realmente.
Entretanto, quem olhassc bem para esse ho-
rnera, c lvesse lempo de examina-lo vQiitade,
achava em seus olhos urna expresso sympa-
ihica, havia nesses olhos petulancia e boudade ;.
e quando fallava.os cantos da bocea linham urna
ironia ligeira que nao era desagradavcl e pare-
ca promelter alguma cousa melhor do que se
ouve sahii a cada instante de lodas essas boceas
que se abrem para nada dizer e todava Jizeni
mulla cousa.
Esse viajante Irajava um palelot azul muilo
comprido atacado e aboloado at o queixo. Una
calza azul de galio vermelho que devia ler sido
do uniforme, cahia-lhe sobre polainas brancas.
Urna gola prcla e um casquete coberlo de ence-
rado como usam os manijes; emllm, as cos-
tas, urna mochilla, na mo um pao grosso, eis o
traje do viajante ; ludo isso ennunciava um mi-
litar vollando aos seus penates e o traje nio men-
ta.
Este Ggurao entrou em um pateo que precede
os edificios em que esto amonloados instrumen-
tos de lavoura c ulensis de cozinha, em que o
cslrumc, alirado negligentemente para um canto,
serve de refugio aos animaos do chiqueiro e de
cama aos criados ; em que as marmitas volhas
esli confundidas com as ps e toreados, as pel-
les de coelho com os coelhos vivos, de sorle que
ninguem sabe se est n'uma estribara oun'uma
cozinha, e so conveniente entrar alli anles oo
depois de janlar.
Na verdade, podia-se evitar essa entrada de
tio mesquinha apparencia. Urna grande sala da
casa linha urna porta que abra directamente pa-
ra a estrada, mas essa porta eslava quasi cons-
tantemente fechada, quer porque o dono do cia-
do sem chifres tivesse medo que urna entrada du-
pla nio lhe permillisso fazer "bem a polica da
sua e|ta!agem, quer pensasse que engodaria os
v lujar
de au
entra
os
dorado como ti obra primara, c religiao torna-so chegados Turna oulra esphera,
de novo um psforco para ganhar a favor do eo ra cosmognica, que nao tem rolacio alguma com j'
em vez de ser um acto de glorilicaco para a sal- a da existencia absoluta, sem limites e sem va- |
razio gratuita. N'uma palavra ludo islo o re-1 riacos. A razo divina, sendo "causa creadora!
nasrimento ossignalado do espirito judaico, que I pela vontade de crear, deseen aa mundo finito
combinnndofse cora o dualismo asctico, acabar sob as condigdes de tempo c do espaco ; isto i
por constituir bem depressa a doulrina de Boma, dizer quo se nos aprsenla forzosamente como!
O po iio de vista de Mr. Bunsen complelamnn-i um i evolueo ; longe de ser por si mesma el-
le diveno, avesso tambem s ideas judaicas, I plcila, segu um movimenlo para tornar-so ex- lenle philo-ophico. Anda nao eludo: redigio
lie descobre no movimenlo poslerior aus aps-
telos una Hxpansio legitima, e nao una deca-
dencia. Incliiia-se mui particularmente para o
desenvolvimenlo que loma enlio a vida chriata,
a Bpplicacib do nov-o espirita s rclaedes publi-
cas e particulares do homem, porque com a sua
tendencia rauca, essa applieaco nao lhe parece
s unta nvanfeslaco de chnslianisma, parece-
Ihe alm (jisto uma parte de sua essencia. Por
tudo elle procura exprimir com pureza e apro -
sentar os dous elementos que nao cessam ja-
mis de ser a obra da egreja anlo-niciana: de
ura lado os homens do pensamenlo e do dogma,
como S. Paulo ; do outro os homens do goveruo
e da acziu1, como S. Pedro ;, aqui a Greci) com
^itiii i.i i
les fazendo-os alravessar o pateo povoado
maes morios e vivos, o fado qoe essa
la eslava sempre nberta e a porta da sala
plicita, e oblemos assim uma segunda serie de corajosamente uma especie de glossario no qual
'!Cl,f,/?"e-Senl,!'1"0,r-rlai P'lla,aS : 'V'V explicou os principaes termos duVelhoeSovo
ireador, o infinitoFi//io, a creacao, o finito "H1"-" r
Espirito, a unidade de finito e de infinito. Testamento pelas idias que lhes correspondem
A creacao se explica quanlo a M. Bunsen plo
dogma d Trindade. O universo foi feito do na-
da, porque o pensamenlo infinito quiz se iradu-
zir no lempo e no espaco; c cada urna das pila-
ses por que ha passado, desde a materia bruta
no pensamenlo moderno. Conhecemos j o sen-
tido japhetteo das palavras Padre c Filho; sata-
naz ou o demonio tem por synonimo o egosmo,
principio pessoal e terrestre ; a vida eterna, a
com suas" cegas afinidades at a crealura intelli- que se chega por intermedio de Chrislo, signifi-
ente e livre, c siinplesmenle um dos eraos suc- j ca 0 (rnmpho em nos do principio espiritual,
ser infinito, cierno, cima
cessivos dessa manifeslazio sempre ascendente
l) homem atada nao mais do que um novo ihea- cula PrPr,e(lalle
grande constantemente fechada ; as pessoas que
queriiin comer, alojar ou simplesmei'.le descan-
car loriado sem chifres, oulrava m quasi todas
pelo al palco do csirume;
Ha ia muito movimenlo na estalagem no mo-
mento em quo o viajante ia enlrindo ; M. Cha-
touil, o estalajadeiro, de jaqueta branca, calzas
de ganga, avental retorcido sobre o cdxa es-
quer la, com o barrete dealgodo posto elegan-
temente sobre a orelha, ia, vinha, gritav, flava
orde)S, fazia raedo aos gatos e aos caes, e en-
chu; ava a testa com a manga cada minuto, ex-
clan ando :
Vivorio 1 que do gente que temos ah I
Eslo.i Ionio 1 E iiinha molher que nao quiz que
eu 'esse 6 pesca hoje de manhia. nao temos
prixj e os freguezes a pedirem caldeirada ina-
rujal.... E' o mesmo.... fazo-a com albo, tou-
cinllo, cogumellos e crdstas de pao Se poga-
rem, dre que o pcix"ederrelcu-se por muilo co-
ridej. Ellos ongolem, ora si I
Madama Chatoueill, respeilavel matrona de
seuj quarenta annos, que linha sido bonitla e
alnij.a era muilo provocadora ao lusco-fusco, una
os jcus gritos aos do esposo ; e acabava por aba-
lar
zcs
indj
tan
Iro. em que a evolucao continua o seu curso, c
onde deve cliegar ao seu porfolio complemento.
do lempo e do espaQo.
IConlinuar-se-ha.)
a vozdcsle ; mas atacado havia alguns rae-
de gola, nao poda arredar p da pollrona ;
;mnisava-se gritando com mais forza, e agi-
'o a cada instante a campainha, pnncipal-
Lmei te quando o Sr. Chaiouill seu esposo, de-
moiavn-se mais lempo longe della. Um criado
de < slrlbaria, que fazia o offico de bicho de co-
zin'ia, urna criada velhae uma moza, que com-
pu'ihara lodo o pessoal da casa, procuravam
exieutar as ordens de seus amos e sorvirem os
nunerosos viajantes reunidos na estalagem. E
como lodos eslavam muito oceupados, nao pres-
tar im altenco ao novo figuro que acabava de
ap esentar-se. E' Verdade que o viajante nao vi-
nha de carro, que nada nelle annunciava sujeilo
de fazer grandes despezas, c nessa modesta es-
talagem como no mais rico hotel de Pars, diga-
m is melhor, como em toda o parle emlim, in-
di navam-se ante a riqueza, ante os escudos, e
nie tinham tempo de ver os pobres diabos, ou
pelo menos Qngiam nio ve-Ios.
O veterano parou no meio do paleo, deitou
urna olhaella em torno de si, c sacodio a ca-
neca murmurando :
Pelo meu cachimbo I vejara que asseo que
ra por aqui !... Tenho visto muita herdade, c
os Beduinos tem casas que se parecen) bem com
casas de caes... mas isso l na frica___ Nao
julgava que em Pranz-i quizessera imitar as mo-
das d'Algeria I..... Venht l alguem I Pasas lu-
do por aqu scarreras, quer mo parecer que ha
aqui algum casamento.... O' da casa !
O criado, quo ia passando cora uma porco
de fnu debaixo de um braco e com um pao de
quatro libras no outro, prou defronte do via-
jante e diverto-se em passar-o pao para o brazo
em que cstava o fno, dizondo :
O que que o senhor quer ? procura por
alguem ?
Quero uma cama para esta nole, meu
amigo ; julgoser cousa que se achaaqii...
Em vez de responder, o criado que se va mui-
lo alrapalhado com o pao e o fno em vez de
responder, poz-se agriar:
Ola, patrio 1 mais ura viajante... Ve-
uha c... Eu j nao sei mesmo se o pao ou o
fono que deve ir para sala pequea...
Appareccu Sr. Chalouill ; medio com os
olhos o viajor, reparou na podra que cobria a
roupac os sapales do reeem-chegado ; o resul-
tado dessa iuspcceo foi dizcr-lhe com modo
petulante ;
Entio ? o que ha ? porque que mo in-
commodam ?
Ah 1 por causa aqui do senhor. O que
quer Vine. ? Esta gente nao me deixa fazer a cal-
deirada....
Entilo os eslalajadores nao devora incommodar-
se quando lhe chegam viajantes? dsse o vele-
rano Blando no dono da casa uns olhos que nada
lem de tornos.
Queira o senhor perdoar-ma, mas bem v
que me incomraodo porque aqui eslou '...
Sim, mas velo como cachorro que levou chi-
cote...
So o senhor tivesse de fazer uma caldei-
rada, se eslivesse na minha po3Qo... alas aflnal
de contas o que quer ?
Um quarto, um quarlinho modesto... ora
canto ah no lelheiro, uo celeiro, seja onde fr,
sidos do quejo, o deixo-o tranquillo ; o senhor
nio lera precisao do oceupar-se mais comigo,
al amanba pela manhia.
Que alrevimento npresentav-sc n'uma cs-
lalagem como a minha! muimurou o Sr. Cha- meios nao me permuten) paga-lo... nao que eu
nhos esli tomados. S eslao vagos dous bellos
quarlos... Ah Se o senhor quer ura bello quar-
to, dlTercnte, vou manda-lo levarla.
Nada, nada, nio quero quarto.... os meus
touill vollando-se para o criado que anda nio
sabe era que braco ha-de por o pao c o fno ; e
para fazer umo despeza de quatro subios Islo
c.n;oar com a genle ? Nao s da minha opiniio,
Francisco ?
Senhor, o que esperam o pao ou o fono ?
Vou estribara ou sala pequea ?
O quo alarve Pois queros fazer esperar
aquellos personogens dislinctos que encommenda-
ram uma ceia lina O fono para o cavallo d'el-
les.... a estribara ha-de esperar. Cica para logo...
Forte paspalho que este rapaz !
Ento, estalajadeiro, por onde avanzo eu ?
quem meu chofe de fila ? Avie-se com mil
bombas! lem vontade de me deixar mofar aqui
ueste pateo que nao cheira rosa 1
Sinto muilo, meu seuhor, nao poder rece-
be-lo... mas nao tenho o que pede...
Entio nao lera pi e qcijo nesla futrica ?
Ora historias nao 6 possivel se fosse assim era
fresca a tal sua estalagem !
Nio nos falla, senhor.sem o pi nem o queijo,
gracas a Dous, aqui ha o que se coma ; lio bem
como uo primeiro restauranl de Pars.... Fran-
cisco, vai recommendar que alimenten) o fogo
caldeirada... fugo brando... para que as ceblas
nio (quem queimadas quando cu aspozer.... Se
o senhor quizesse comer um capao, havia de
acha-los aqui excellentes....
Nao lhe peco capio nem caldeirada ; quero
pao e queijo ; parece-me .que cada qual pode
ceiar como lhe agrada ou segundo os seus
motos.' ,
De corto... senhor... Francisco, dirs Joan-
ninha que descasque duasmos do cogumellos...
Ires.... Esl bom que dcscasjue quatro.... lalvez
seja melhor uma porco boa de cebollinho... A
tai caldeirada di-me agua pela barba, mas emlim
se sahir bem feita, que gloria e ha de sahir
boa I
Quando o senhor tiver acabado com os seus
cogumellos, cebollas e caldeirada, lera a boudade
de me responder ?
Oh 1 meu Deus o que nio lhe passo dar
4


esleja sem viniem... lonho aqu no meu bolsinho
de couro uma somma bem sotfrivel... mas nao
quero cspcrdza-la; quero leva-la a inteirinha meu
pobre pai que mo espera em Bagnolet, perlo de
Paris... Conhecc Bagnolet ?
Nio, senhor, nao conhezo Bagnolet. oque
lenho medo que o molho se queime...
E meu bom pai que tem perlo de oilenta
annos que nao v seu filho ha oito......Sim,
ha oito annos que estou na frica... necessario
levai-lhe com que possa beber a sua goltinha...
Senhor, eu nao irapezo que seu pai beba l
sua golilnha .. e beba mesmo ludo o que qui-
zcr...
Sim ? Eu sempre quera ver quem que se
atreva a impcdi-lo... conversara comigo I
Mas repito-lhe que nao posso aloja-lo, se o
senhor nio lomar ura quarto.. Quer lomar um
quarto ?
J lhe disse que nao quero os seus quar-
los... mas impossivel que nao haja na sua casi
um logarzinho para mira... Dormirei em cima
de um banco, em umacadeira ; quem andou lo-
do o dia nio precisa que o ninem para dor-
mir...
Nesse momento saho uma moza correndo da
casa o disse ao estalajadeiro :
Sr. Chalnull, a senhora manda diier-lhe
quo o vizinho Thomaseau arranjou seto caran-
guejos e que ella ji o chamou seis vezes.
Sele caranguejos exclamou o estallaja-
deiro balendo as raaos c levantando os olhos
ao co. Somos felizes, temos caranguejos I A
caldeirada ha-de ser soberba l vou .j fase-la.,.,
Senhor, sluto muito, mas nio posso aloja-l..k
procure em oulra parte...
E sem se oceupar mais com o viajante que fi-
cou no pateo, o dono do viado sem chifrt* vui-se
vivamente para tratar dos seus tornos.
*i
nao sou difficil de contentar, duirao muito bem em cama... O senhor quer um cantinho no celleiro,
cima depalha, depois, dous suidos de pi, dous I palha. Nao tenho na Ja disso. Todos os catUi-
(Contiauor-M-ia.}
PERN.TYP.D&II.F,DEFAkIA. 1860


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