Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09085


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Full Text
. ',___L.
rv
lili XXITl. HOMERO 134.
Por tres ezes adianUdos 5$000.
Por tres niezes vencidos GflOOO.
SEGUIDA FEIRA II DE JD1B0 DE ISM.
Por anno adiantado 49JJ0OO.
Porte franco tara o subscritor.
E.NCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Tarahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. do. Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Ol-
veira; Marinho, o Sr. Manoel Jos Marlins Rbei-
to Guimares; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronvmo da Costa.
PARTIDA DOS COIIKEIUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
IgM,ir.is.s, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruaru, AHinhoe
Garanhtins as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejn, Pe-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cobo, Serinhooni, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Preta, Pijnenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partetn as 10 horas da manha.
UEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
3 I.ua -heia as 2herase26minutosda tarde.
1 Quaito minguantc as 10 horas e 45 minutos
da o anha.
19 La nova as 3 horas i 4 minutos da man!,fia.
25 Quailo crescenteas 10 horas e 16 minutos da
lard
PREAMAR DE HOJE.
Prmeia as lOioras e 5t minutos da manha.
Segund > as 11 horas 18 minutos dn tarde.
dita portara,
ced
Chrisiovo
te, pelos
o lim de
ment;
PARTE 0FFIC1AL
Ministerio da justlca.
2" seceo.Ministerio dos negocios da jtistica.
Rio de Janeiro em 21 de roaio de 1860.
Illm. e Exm. Sr.Acensando a rocepee do
oflicio que V. Exc. me dirigi em dala de" 17 do ,
defeveveiro ultimo, acompanhando copia do que Jc Aluu1
Ihe Teraetteu o juiz de direilo da comarca do Ip.
noqual consulluu se, havendo recobido urna de-
nuncia contra Jos Bernardo Teixeira^del'
suppleiio.dp patine,pr mrme d*%poerar-se
de maleriaes destinados s obras da radeia da
referida comarca, de cuja commissao faztf par*,
devia lomar Ciibcciiiietito da mrsma denuncia,
na duvida desernti nao o ditoTe.ixoira emprega-
fosse aquelle crime considera Jo peculato, segn- j
do o dispostono art. 172 do cdigo criminal, nao
jmdia comtudo o acensado serjrueessado sean
n iro cvminiim, visto nao selfpfca qualidadffde
inenibro da commissao, omprgado p ibieo
tenho a declarar-lho que S. M. o Imperador]"
quem foi presente o citado oflicio, liouve
km, couformando-sc com OjBnJp ''u consultor"
interino dos negocios da jusflHfipprovar a s#lo-
co dada por V. Exc. JF x
O que far.'i V. Exc. constar ao'roeicioimlo juiz,
para su conliecmenlo e execiiQo."
Dos guarde a V. Exc Joao buslosa da Cu
l:a l'aranagu.Sr. presidente da provine
do Cear.
ver punidos os deliuqueutes com lodo o rigor la uliimo
lei. los sold
Dito ao juiz de direilo da comarca de Pao d'A- ranle o
Iho.Com a copia inclusa do ollicio que me di- vedaren!
rigi o Dr. chelo de polica da provincia, e com a mesm
os documentos que o acompsnham, encontrar ; fe de pe
\ me. lambem copia da portara-desla data, pela ; a que
qual resolv suspender do exercico de suas mez.
i incccs o Juiz municipal supplento do termo de | Dito
PO d'\lhO **!.!- An U/.II.i,i1b Cnnal.^nl!
enodo do citado ollicio, para seiem pus-
idos do corpo de polica nos caes du-
a e at certa hora da noile, afini de
que os despejos sejam feitos all, deve
i cmara proceder de accordo com o che-4
licia, a quom i recomrnendaco igual
irgi a essa cmara no Io do" crrante
de Uollauda Cavalcanli quallic
motivos exposlos na pro- ranhun
que Vmc. baja de pro- mar n|
de Garatihitns. Estando concluidas as
oes das fregueziasdo municipio de Ga-
coino me participo o presidente da ca-
uuicipal respectiva em ofcio de 29 de
,dea ~
Frnnc
_.n*rio e ministro pie- Iservico
!m Frajaba.No vpor rdispo'sr
Tto para -a Europa, e- nienle
Cijos servicos foram .lis- mes, q
do Cear, para onde lis-
iar* peinaren) dos camel-
itlnisterio dos negocios estran-
^Ciros.
c, tenlio
presidente
l
No da 23 do correnle, pelas 6 horas da larde,
dignouvse S. M. o Imperador receber no palacio
de San-Chrislovao, em audiencia publica de
apresent ico, o Sr. J Jacques Tscbudi, que na
occasiao do entregar a S. M. a carta que o acre-
dita no carcter de enviado extraordinario em
inissao especial da Confederaco Suissa ncsla cor-
le, proferto oseguiote discurso :
Senhor Pela carta que lenho a honra de
entregar a v. M. Imperial, moa governo, o con-
selho federal da Suissa, acredita-me junio de V.
M. Imperial no carador de sen enviado extraor-
dinario.
E' a primeira vez que feSuissi enva um
agente diplomtico 4 Americano Sul.
V. M. Imperial pcrmillir que Iho manifes-,
o prazer 1"c sinto de ler sido c3colhido para
desempephar esta honrosa niisso.
As fiagens scienlificas que cffecluei, lia dous
anuos, no Brasil, fi/.eram-me conhecer o grande
d*senvolvmento do imperio so\) o governo de
V. M. Imperial ; e e.sludanJo a impon.
lauda eulonisaco, convenci-mo de quant
II. Imperial oeseja que a sorlr. dos colonos 80-
ja a ni ais feliz possivel. Todava, e apesr dos
patentaos cuitadiis de V. M. Imperial, existe em
penosa sitiiaeo um numero bastante considera-
re! de emigrantes, dos quacs urna paite procede
di Suissa.
Meu governo eneirregou-me multo es
nienle de enipiider-me com o.s illiislre&- inpis-
tros de Vi M. Imperial s.,iire _> jnS|J '
proprins para suavi- re daqoelmB i
com patrilas.
t Os nobres e generosos sentinentos que toem
sempre carac'erisado o governo de V. M. Impe-
rial sao segura garanta do xito satisfactorio de
mos esforcos, e deque, por conseguiite, as re-
laQes amigaveis felizmente subsistentes entre os
go'vcrnos do Brasil oda Suissa, loruir-se-hao ca-
da vez mais intimas.
pend e madei
jo izo Chrisiovab
buquerque.
Dito ito i iiv'ii
nipolenesariu 4
que boje larg _
uem 'intftA^^Bt'
pensailMf|Mby-
iii slHo IflMi
all impovUdufc
Tzendo eflrciint
or lim annuir ans desej
daqneHa provincia.
Dito ao presidente da
do Norte.Passando s miios de"V Exc. ainfor-,
niaci, por copia, do inspector do arsenal do
mr.rinha de 6 do correnle mez, da qual consta
que nao ha nj mesmo arsenal o ferro e correnle
Dos por V. Exc cni oflicio de 22 de maio
para o balisamento da barra de Mossor
necs-i provincia, devo acrescenlar que nao ha
crqMBBsta provincia para semelhanie despez,
e esta presidencia.
Dito ao presidente do tribunal da re
O'Jniz de direilo interino da comarca do
participen em dala de 21 de maio pro
ter*-nomeado a Francisco Olegario de.
cellos Galvao, para exercer interinara
cargo de promotor publico, por ler o
entrado naquella dal no goso de um mez de
licenca. O que conMRunico a V. S para sen co -
iihecimcnto.IguaQp- inspector di Ihesouraria
do f'zciua.
Dito no inspector atBfeSourari.i de fazenda.
SotM^^^^espnM-abQMade e nos termos do
12 a'i9PMNkcr-lM de 7 de maio de 1852 man-
de V. S. pagar sem demora as fo'.has dos venc- j
menlos dos ronlenciados militaros, que existen) !
na foilaleza do ilriini, relativamente a 2*Mu-
zena do 11. i z do maio uliimo. Cummuiiicon-se
ao com mandante oas armas.
Dito ao mosmo. A' vista da folha junta, es-'
lando ella nos tormos legaes, mande V. S. pagar1
a quantia de dnzenlos edesonove mil c dozenlos!
ris, em que mportam as depezas feilas desde
12 a^ 31 da maio ulliou-com o palrao, rema-
dordEe escater ernpregww-no ser ico do los-i
pila! "provisorio da illia do Pina. Communicou-
se ao inspector da suude do porto.
Dito ao'mcsmo Mande V. S. pagar so!) mi-
inlia responsebilidade nos termos do arl. Io 12
do decreto de 7 de maio de 1842, a importancia
dos prcls; relativos
^er*pctrs mi
' garnieo"' nr-sta provincia, eOBI8S" requ;
nie o commaridanto den armas om olcio de G
do correnle, sob n 630. Coramunicou-se a
'este.
Dilo ao mosmo. A' vista do que V. S. iufor-
1 moii em seu ofcio do C do correnle, sob n 569,
o autorso a remeiler ao mejor Joo do Reg
Barros Falcio a quantia de <|uatro coritos de ris
hec1
mi
capr
tamJEto dn ,pi
:o da SjUa^
da armailv
o do chefj
destino, 0% e foi julgado incapaz do servigo, ,
Miaron em officio de 6 do correnle,
Conunuiilco'l-se ao chufe de polica,
ao director da instruc^ao publica.Para *>s econcu
Vmc. i
n. 123
Dito
que eulpossa resolver acerca do requcrimelo do
profes.'nr publico do Brejo Manoel Joaqun Xn-
Tjgf^l'cro, faz-se necessaro que Vmc. me de-
le o crime por que est o supplicanle im
O oii nao de responsabilidade, visto que
nformaco de Vmc, datada de 6 do cor-
nem o reauerimento a que ella se refere
dessa ^Aamstanoia.
ao curadj^B* Africano* \\ - re.
procos
nem a
rente,
tratam
Dit8
que Vijic. reme^^rnpreiori as oM
lens i iporiaes, a re asno dos Africanos I i v re
s na provincia, exigida por utficio dest*
:ia de 15 de maio ultimo.
director interino da reparlico das
icas.Convindo rednzir adespezacom
;
I gradcamenlo de ferro para elle, de-
Vmc. a planta e oro.amcnto, que acom-
Dto
obras i
o ce ni i
pensav
volvo
panhaiam o seu oflicio de 6 do correnle. sob
n. 178
rindo
muro,
dous pji
do no
om
do Linl
vincia
de ni i
niciiu
cuneo!
cargo
tor o
um m
302
afim de serom reformados neste sentido,
o mesmo cemiterio a ler smente um
que o cerque por lodos os lados, porlao e
vilhoes muilo sncptqf para tfvu iudica-
citado olTii-io.
Expedienta
io ao juiz de direilo iWnrtffo da comarca
ociro.=S. Exc, o Sr. presidente da pro-
manda acensar recebido o oflicio de 21
o prximo (Indo, em que *f. S. comrau-
er nomeado a Francisso Olegario de Vas-
os Galvao jiara oxercer inierinamerilo o
e promotor publico dessa comarca, por
ffeelivo entrado naquella dala no gozo de
z de licenca.
8u Mantudo o Imperador responden ncslcs P?ra "" VW'*"1 dos veuciruentos da
i torca de 1' linlia destacada no termo de Ouricu-
lermos:
Com a mata viva satisface^ recebo a cre-
(ncial que vos acredita como enviado extraor-
dinario di Confederaco Helvtica junto do go-
verno brasilciro.
Eu aprecio todas a? vanlagens que nossos
dooapaizea devem colher da votas niissao di-
plomtica : e a decliracao que acabis de faior,
segundo vossa propra experiencia, do intere.sse
que o governo brasileiro nao ha cessado de tes-
temunnarpela felieldade dos colonoscondi(3o
cssencial do progresso da emigracaotornar
sempre facis vossas relacoes diplomticas, asse-
guranio o espirito de crdialidade com que vs
sabereis monte-las.
ry "al o lim do mez correnle, litando V. S. cor-
to de que nesla dala ollio ao com mandante das
armas para indicar os meos de f izor-.se seme-
lhanie remesas com aeguranca. Officiou-sc
neste sentido ao commandantc dos armas.
Dilo eo mesmo. Nos termos de sua informa-
369
Passe
rida.
37i
Infer ,e o Sr.
zonda
371
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DIA 8 DE JIMIO.
Tortaria.O presidente da provincia, alten-
dendo i ropresenlacao que com dala' de 5 do
correnle nwz Ihe dirigi o Dr. chefe de polica,
o aos documentos que instruirn] a mesla re-
prosentac/io, em presenca dos quaes se prora
que o juiz municipal supplente do termo de Pao
l'Alho, Clirislovo de Hollanda Cavalcanli de
Albuqucrque, admiltio flanea os reos Silvino
Dnalo de Oliveira, Malaquiss Ferreira da La e
Paulino Filippe da Paciencia, pronunciados como
incursos as ponas do art 205 do cdigo crimi-
nal, afim de que um delles, que eslava preso,
osse sollo, e os outros podessem transitar livrc-
ncnte quaficando para isso arbitrariamente o
crime no arl. 201 do prcdilo cdigo, sem que o
podesse fazer, estando, como eslava sustentado
competentemente o despacho de pronuncia, o
qual s poderia ser reformado em grao de recur-
so, que nenhum dos roj inlerpozera : e cons-
tando mais dos sobredlos papis, que o reTerido
juiz tamlicm reformara a classificaco do crime,
porque fra pronunciado o reo escravo Manoel
por occasiSo deinlerpor o recurso o senhor do
dilo escravo, quando era vedado ao mesmo juiz
cao de 6 do correnle, sob n 505, mande V. S
adiantar um mez de sold simples ao capellao
alteres da ropaxlicao ecclcsiaslica do exeroilo
padre Joaqoim Verissimo dos Anjos, visto ter
elle Je seguir para a provincia do Amazonas, pa-
ra onde foi nomeado.
Dito ao mosmo. Estando nos termos legaes do |l0Upiial militar.Como pede,
as tullas juntas, que me foram remettidas pelo ; 37t.Jos Antonio Guncalves
inspector da saude do porto com offlcio de 5 do
3
corrento, mande V. S. pagar a importancia das
despezas feilas desde 17 al 31 de maio ultimo!
com o hospital provisorio do lazareto da ilha do :
Pina. Commuiicou-se ao inspector da saude
do pono.
Dito ao mesmo. Devolvendo a V. S. os pa-
pis relativos no pagamento, que pedio o com-
mandaule do 8 balallin d'infantaria, da quantia
de quatro ceios e oilenta e dous mil ris, des-
pendida pelo-mcsmo balallioe pelos respectivos
olliciacs com o alugueldo cavallos para o trans-
porte de suas bagagens do villa Relia para esta
capital, tenho a dizer mande cffectuar o paga-
mento de toda aquella quinii.i, de conformidade
com a sua nformaco de 5 do correnle, sob n"
563, dada com referencia a da contadura dessa
ihesouraria e parecer fiscal. Communicou-se
ao commandanle das armas.
Dito ao mesmoA' vista do que V. S. pon-
derou em seu oflicio n. 56i de 6 do correte
que i
zend
37f
-Co
37
ao S
man
37
tidal
37
Albu
37
remetier ao collector de rendas getBes da co-
marca d> Boa-Vista a quantia de dous contos
de teis, oOm de que elle possa occorrer ao pa-
gamento dos vcncimenlos das pravas da com-
pauhia de pedrestes na referida comarca.
Dilo ao inspector da thesouraiia provincial.
Para que eu possa resolver acerca do contedo
alterar a classiticaclio do crime contra o exposio I do seu officio de 6 do correnle, sob n. 196, re-
no corpo de delicio, tornando o mesmo crimo lalivamento arromalaeao dos reparos do em-
(estupro de urna menina de sesannos) de ina- | pedramenlotda estrada da Victoria entre os raar-
derou em seu ollicio n & de 6 do correte e pollaao do exercito^-lnforme o Sr. inspector da
aulonso, de conformidade com o disposto no [hPSI llrnria de fa7en(j v
Xl "!; X'A Ju"Jl. 7 de^ m"!L* B. a 38 I -Jos de Barros Correa Sete, fiel do ihe-
iancavei par3 afiancavel, sustentando alias o
despacho de pronuncia recorrido ; esolve sus-
pender o dito juiz municipal do exercico das
suas funecoes, e mandar que se Ihe forme culpa
nos termos da lei : para o que se remetiera co-
pia desta portara, e os documentos a que al-
ile, ao Dr. juiz de direilo da respectiva co-
marca.
Officio ao chefe de polica.Inleirado do que
V. S. me expoe em seu ollicio de 5 do correnle,
e do que so contera nos documentos, que ie-
ram annexos ao mesmo oflicio acerca do repre-
lieusvel comporlamento do juiz municipal sup-
plente do termo de Pao d'Alho, Christovo de
Hollanda Cavalcanli de Albuquerque, para com
os reos a que V. S. allude : tenho a dizer-lhe
aconselhada pelos mais vitaos interes9es da so-
ciedade, de nao relevar-se aos encarregados da
administrado da justiga a iudiffereiica e anda
menos a conirencia na perpetraco dos delicies,
c tendo-me convencido pelo exao.e dos referi-
os documentos da culpabilidade do predito juiz
municipal supplente, resolv, por portarla desla
dala, suspende-lo do exercico de suas funecoes,
e nnnd.i-lo responsabilisar, remetiendo para is-
so copia da mesma portara ao juiz de direilo da
comarca.
Procedeu V.S. multo regularmente, mandando
prender de novo os reos, sollos illegalmente por
aquelle juiz municipal, e recommendo a V. S.
quo contine a proceder do mesmo modo todas
as vezes que se convencer, que as autoridades
subalternas, esquecidas dos seus deveres, eo tor-
naren nos dislrictos antes agentes do terror, do
que de gKanli* os pacficos c bons cidadaos, a
quem nio pode icr indiferenle dcixarem de
com
do
da t
eos de 6 e 8 mil bracas, faz-se preciso que Vmc.
emita o seu juizo sobre o offerecimenlo feito
por Francisco de Pinlio Bornes.
Dito ao mesmo.A' vista do que V. S. infor-
mou em ollicio n. 193 desta dala, o autorso a
mandar adiantar ao commandanle do corpo de
polica a quanlia'de dous contos oilocenlos e
seis mil oilocenlos e quarenla res para occor-
rer ao pagamento dos vencraentos do official e
pracas, que destacam para o termo de Ingazci-
ra Communicou-se ao commandanle do corpo
de polica.
Dilo ao commandan'.e da diviso naval.Or-
do V. S. ao commissario do vapor Viamo, que
v receber hoje na thcsouraiia de fazenda a
quantia do vinle contos de res, para serem
entregues -ao commanda'nto do presidio de Fer-
nando.
Dito ao mesmo.Faga V. S. transportar para
o presidio do Fernando no vapor Viamo os
sentenciados Flix do Araujo Los. Sabino Lins
de Araujo, Joo Paixota, Manoel Francisco das
Candcias e Manoel escravo. os quaes Iho sei
aprcsenlados por parle do juiz municipal da Ia
vara.Ofllciou-se a este e ao chefe de polica.
Dito ao commandantc do corpo de polica.
Intcirado do contedo do seu ofcio de 6 do
correnle, sob n. 223, tenho a dizer-lhe, que,
logo que tor posshel, fac,a apresentar ao Dr.
chefe de polica, com quem dever V. S. enten-
der-sc a respelo, as tres pracas de que tratei
em oflicio dtquella dala. Communicou-se a
este.
Dito cmara municipil do Recite. Corto do
contedo do oflicio, que me dirigi a cmara mu-
nicipal do Recite em 6 do correnle, sob n. 54, te-
nho a dizer que, acerca da medida indicada no
quei
3
buq
rari
O"
AUDINECIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do oramercio: segundas e quintas.
Relajo : lerdas feiras e sabbados.
Fazenda: lejeas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do coijimercio : quintas ao meo dia.
Dilo de orph(aos: Ierras e sextas as 10 horas.
Primeira vasa do civil: tercas c sextas ao meio dia
Scgonda Yak-a do civil; quartas e sabbados ao
"pi0 diaj. %J1_
iiiniHicia o ijcgosijo-e as esperances que JHRm)T
a nae-JUjCe qqe Vossa Mageslade Imperial cordeal-
mentO/partilha, pela reunan do corpo legislativo,
a caAara nao pode deixar de encher-se de ufana
e pr*OTtf)reconhecimcnlo...
Ta liaongeira siluaco prova na verdade a
sabeln^ria dej nossas insiititiQoes polticas, cujos
printfioslijo do ser cada vez mais bem flrmidos
no esjjrilo -
da
OS!
DAS DA SEMANA.
11 Seg. S. rTarnab ap. : Ss Flix e Fortunato.
12 Tere. S. Joao de S. Facundo : s. Onofre.
13 Ouart. S. Antonio f. patfpfco da provincia.
14 Quint. S. Basilio Magno "K" ooutoV da tgroja.
15 Sext. SS. Coracao de Jesos: s. Vito m.
16 Sab. S. Joao Francisco : s. Aureliauo b.
17 Dom. S. Thereza rainha de Lio.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPgAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias-j Baha, o>
Sr. Jos Marlins Alvos; Rio do Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Figueiraa da
Farla.nasua livraria prar;a da Independencia nr.
l6 e 8.
jada sem o
eos livres, como imperios.unento o exigen os nu-
cessidades da industria e do trbalho.
A cmara dos depnladosemprcgar lodo o cui-
dado em allender legislacac concernento aos
de 1857, relativas companhia Brasileira de Pa-
quetes a Vapor. As commissocs de fazenda,
commercio, industria caries.
Oulro do mesmo ministerio, devolvendo o re-
ite publico pela contina^o do beneficio A cmara dos doouiados fixarS tambera
nterpa, de que felizmente' gozamos, sob JttHiMtjMlM* '' direilos da legisU
icios de um monarch illualrajO^J F*J^H
o mesmo cuidado Ihe merecer a conveniencia de"
regnlr os cITelos civis dos casamenlos de peS-
soas que nao prufesacm a reli^io do estado.
m s
W
lam
junicou-se ao
de Vmc.
fccruta Ail
"|j^ opto par
imu- mandar pri
lia, ur.a o couve
tonit Tgoacio
I
i to
los vivol
odoi Poderoso
g atular-sc [rclps P'snce
o !"de,mQr c OOWWnOoF^spontin'ia-
n festaiiiJs a\> chefe 'Supremo d i nOiai;
gal, ben como p6de deixar por (oda a parte
"aos ind -levis de sua jounifiecnoin e primoro-
allecto pira com CMOeoes subditos, saber
(ambetn mi Itipliear^^pW^1** torca d# 9ttk voniado
magnnima, os meios de Serem aprovatlaias as
riquezas na uraes dtrtLJjugares visitados e de todo
4 imperio.
s, MiftOe regu-
os pblicos,' a cmara
' governo imperial,
nsrsifo p iblica os ir.cios
JI^Eipeiiho diS' ttrvicos
ler' de i=l i os principios
ecomia^lliw por V|p lages-
I! com estai**vistas %
rma
ilado,J
Ionar
nienteoB
rso beneftep dos poderes do estado.
D'upachos do dia 6 de junho.
Antonio Machado e outros moradores na
egado in-
freguedia do Buiqoe.Informe o Sr. de
termo
H63
do fcil, Senhor, manter constanlemen-
eraieis as letacOes de boa intelligencia e
en re o impago; e todas os potencias es-
a lamara^ii depulados no'se admi-
e Igi m desacorflP tenha surgido, quando
enos se d|ovcra'cspevar. E pois:
Se a app ovarao do Irata'io de permutas de ter-
ritorios, celebrado ao mesmo lempo que o de coro
lo e navegajao 'de 4 de selenibro de 1857
a Repblica Oriental do Uuruguay, pende
ainindo poder legislhUvo Oosle estado, apezar
;da r$lifica;ao do tratado pelo governo brasileiro
"ler sido foi a sobre prflmessa de dever seraquql-
|e ratificad i pela Rjptrblica Oriental do Uuru-
guay ;
Se os Ira ados de limites e cxlradioco, nego-
ciados com a Corifodeaco Argentina em 14'de
dezembro ( e 1857, sendo logo approvados pelo
respectivo congresso, nao obliveram al o pr-
senlo a ne essaria raitica^ao ;
-Se o Ira ado definitivo complementar da com-
missaj de |>az de 27 de agosto de 1828, que os
plertlajoten-arios brasileiros e os da Repblica
Oriental di Uuruguay e da Confcderacao Argen-
tina assignaram em de Janeiro do anno passa-
do, o que i t o presente nao (o subraeltido ap-
provacao do congresso da Confederaco, acaba de
ser rejeila o pelo senado da Repblica Oriental
do Uroguay ;
Se, mov do pelo sentimento de benevolencia,
que deve ligar as potencias amigas, o com o in-
tuito de vi r reslabcler-ida a paz as margeos dn
Prate, ace Ion o governo o convite que Ihe foi
(eita pelos da Franca e Inglaterra, para conjnnc-
i a monte o ferecerem seus bons oflicios s partes
belligeranies ; e se o nosso offereciinento, bem
aceito de ma dolas, nao achou na outra um
bom acolhimenlo...
A cmara dos depulados.milito canda em que
a refle.xSole melhorcousellio da parle d'aquollas
potencias,le o tino e energa da parte do governo
imperial. Serio mais que bastantes para remover
6 (nssiiTar todas a3 difllcul.lados que se npponhaiu
Ojgota/e n^ futuro execucao dos uomproiuissns,
leI.?"?il!liri",Il"'J,aJ! [nmiiia.? ^'querimenlo em que Eleuterlo Gomes Arieira. en-
ligo pharoiaccnliro, e hoje estabelerido nesta
corte com bc-lica liomccopatbca, pede a conces-
.sao e,quatro loteras como auxilio para melhor
odor promover os mcios de sua industria..
ilslerio, enviando a repre-
da cidade da Franca do
prorincia do S. Paulo, pedindo a
qk fle nw'jwbr* oltio Grande,
"roamioado Jagilar; com .ns inlorma-
.Jlnara OMinicipal .fquella rldado e do
6 di proviflefr; ccinmissoo 8e obras
pii tfica?.
utro do mesmo ministerio, pnviaoitiPBs actas
das novas eleices primarias feilas na* parochias
de Santo Amaro, Lagoa Vermelha.e Simo Dia,
da provincia de Scrgipe, de conformidade rom a
resoluclo lomada pela mesma cmara em maio
do anno passado.A commissao de poderes.
Oulro do mesmo ministerio, commiinicando
que o governo imperial IIca inleirado de ler esta
cmara resolvido annullara elleicao do supplento
a que procedeu ulllmamenle o 3." dislriclo elei-
loral da provincia do Piauhy, por occasiao de
preencher-se a vagadeixada polo respectivo de-
pulado, o actual ministro e secretario de estado
dos negocios da justica, c bem ossim das raides
que nduziram a mesma cmara a resolver seme-
lhanie annullacan.Interaia.
Dous requerimeolos de Antonio do Amoral
Vorgueiro e Joao Antonio dos Santos, pedindo
lugar de continuo desla cmara. commissao
de polica.
Oulro de Joao da Silva Muraos, pedindo dispen-
sa do lapso de lempo para poder naturalisar-se
cidadio brasileiro. A' commissao de consti-
tuico.
Oulro do desembargador Severo de Amorim
do Valle, reclamando contra o decreto que o
aposenlou.A' commissao a que est affecto es-
to negocio.
Vrctenrn de M.A. Lopet Filho.
L-se e aprova-ao sem debate o seguinlc pa-
recer :
A commissao de instrueco pblio, a quem
camar, aproveilando a
om o prstanle aoxilio. dos Biasilei- mo8erar;ojlas pixo-s polticas e o espirito de
orden) <^u'e vai predominan^ era lodos os pontos
do impriacsmerar-se-haRm.cumprir sua mis-
sao, contando sempre com a assistencia do go-
verno imperial.
Senhor! Praza ao co que os nllimos trabalhos
da presente scsso legislativa, cararlerisados pe-
la mais esclarecida solicitado a bem dos inters-
ses que cstao confiados assemhla geral, prn-
duzam o augmento dos recursos do estado e o
mclhoramento de nossa legisla^ho, como Vossa
Mageslade Imperial no seu ardor pa'ernal pela
prosperidade df"nacao tanto desoja e a esmira
dos depulados ambiciona com a mais perfeila dc-
vojao.
S.io osles os protestos ano ella nos manda em
urna honrosa depulacao trazer augusta presenca
de Vossa Magostado Imperial.
Sala das commissoes, 26 de maio de 1800.
J. dn Cunha Figueiredo.J. 0. .Yetiris.Jos
Antonio Saraiva.
LAT1VA
ASSEMBLEl i
CMARA D
SESSA
Presidencia do
As
SENHORES DEPUTADOS.
1)1". MAIO DE 1SG0. -
courfe de Camaragibe [vi-
resij/eiie.)
11 KorasNa manha, feila a chamada,
foi presente o reqnorimeiito de Miguel Antones
Lopes Filho, natural desta corle, pedindo que se
aulorse o governo para mauda-lo concluir na
Europa os estados deengenharia mecnica, a que
se lem applicado com aprnveiliiiiento, conlnuin-
do-se Ihe a prostar os soecrros necessarios ale
acharam-se presentes os Srs. viscoudo ie Cama- completar os referidos estados, que por motivo
ragibo, Pereira Pinto, Candido Mandes, Salles. Ide.mclestia fra obrigado a inlerromper, de
Goncaivt-8 di Silva, Cosa Pinto, Cerqueira l.-ile,JJpfe<"Pr qu" sobre a pretencao do supplicanle se-
l'acheco, Ferreira de Aguiar, Peixolo de Azcvedo.
da reparlico especial das ierras publicas.
- Antonio Joaquim. Informe o Sr. Dr.
le polica.
Antonio Kduardo Popolio. Informo o
"*P*1>' presidio ita Fa*uwido. '**.-* do-paiz ; "de mo4o EmpregnOos da recebedona de rendas s(.ufr!,i0 a praliolica expressao de nrssTrMagwKt-
.Informe o Sr. inspector da Ihesouraria
^^HTnemente controliidos, e aos legilimos inle-
de Paula da Conceiao.In-
admiuislrativo do patrimonio
de fa; suda.
366 Francisco
forme o conselho
dos o 'phSos.
307 Francisco Lniz Viraes, bedel da faculda-
de de direilo.Concedo 3 mezes de licenca com
venc nonios na forma da lei.
363 Padre Florencio Xavier Dias de Albu-
qerqie.Espere o supplicanle que os recursos
da tln souraria provincial permiltam a prestaco
que p sde.
Francisco Podro Cavalcalcanli Ucha,
se portara coucedendo a licenca reque-
l.ins.
de fa-
Jos Pedro Velloso da Silveira
inspector da Ihesouraria
Joaquim Francisco de Paula.Assigne a
pclic.f B c volte querendo.
372 Joaquim Jos Pcssoa, enferme-iro-mr
de lnaperia
na cao
va adopt ido
A cam.'
ver-se re
passado,
convenc
de Mello.In-
forma o Sr. inspector da Ihesouraria provincial.
37 .Manoel Scnliorinho Lins Wanderley.
Passi -se.
37i.Mosquita & Dutra eJos Pereira Vianna.
Ao Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda para,
depoi I de procedida as diligencias legaes, man-
dar p ssar o titulo que pedem os supplicantes e
iiiccdu avista do aviso da reparlico da fa-
de 18 de maio ultimo.
.Padre Raphael Antonio Coelho e irma.
|no requerem.
8
.Antonio Joaquim de Mello Remedido
inspector da Ihesouraria provincial para
ar pagar.
. Francisco Lagos. D-se-lhe por cer-
I. Bacharel Francisco Gomes Velloso de
juerquc Lins.Como requer.
I.Padre Joaquim Virissimo dos Anjos, ca-
se alie soinpre dignidade da na-
esle nobre emponho, Senhor, a cmara dos
depulados assegura ao governo imperial a mais
decidida i firme cooperacao.
Muito s compraz a cmara dos depulados de
pie Uves e nina solucao pacfica a qucslo que
inolivou i guerra entre Buenos-Ayres e a Cun-
f'deraco Argentina ; assim como que fosse fiel-
mente m ntida a neulroliJaiie, que o governo
brasileiro em sua poltica sincera e generosa, lia-
ra dos depulados fica inleirado do ha-
lisado em Taris, a 27 de maio do auno
a iruca das ratiflcacSea de urna nova
) fluvial, celebrada em 22 de outubro
de 1S53 cam a repblica do Per; bem como que
cum o go rerno de Venezuela foi ajustado em 5
de maio | assado um tratado, que esl pendente
da appro'ao.odo respectivo congresso, regulan-
do a linli i fronteira e a navegaco fluvial, sobre
as mesn as bases cora que se teem negociado
iguaes aj istes cora outros estados limilrophes.
A cam|ira dos depulados laucar mo dos meios
convenientes para chamar a discusso sobre a
intelligercia do art. 6 1 di constiluico.
com bastante pezar que a cmara dos depu-
lados v
tom Vossa Mageslade Imperial que as
pessoas renos favorecidas da fortuna semem-se
opprimid
Auxiliad!
nistraco
souniro do consulado provincial.Passe-se por-
tara concedendo a licenca pedida com venci-
men os nos termos do arl.'49 do regulamcnlo de
3 de agosto de 1852
38 .Joao Mendes da Costa.Informo o Sr
nandante do corpo de polica.
38(2 Manoel Francisco de Moura, almoxarfe
seal de rnarinha.Inform
esonrar3 de fazenda.
e^> Sr. inspector
3r 3.Miguel Cunegundes Cavalcanli de Albu-
que.Nao pode ser admitlido.
4.Sergio Clemenlino de Souto Mair Al-
erque.Informe o Sr. inspector da thesod-
corrigimj
Mas, s
por um f
(lili os
motivo d
melhantd
pela mui
iinp
da Wtiia
lempos
A cam
sa Magos
so meio
spela car.stia dos gneros alimenticios,
pelos conhecirhenlos pralicos da admi-
a cmara envidar os maiores esfor-
cos en p ol das nedidas que obviem o doseuvol-
vimento ilo mal, quer animando a prodcelo,
o os abusos do monopolio,
no pode a cmara occultar o seu pezar
ido que deriva de causas to variadas e
le combalor, lem ella todava grande
i consolaco quando reconhece que se-
calaraidade nao lem sido desadcndida
bem entendida liben] ule do governo
nomeadamente a respeito da provincia
que mais lern soffrido oestes ltimos
qualquer
suos forc
C0MHAND0DASARHAS.
xrtel general do commando das
armas em Pernambuco, 8 de
iinho de 180.
ORDEM DO DIA N.' 406.
O lenle general commandantc das armas faz
cert i para conhecimento da guarnicao e devido
eff lo, que nos termos da imperial proviso do
II i e Janeiro de 1853, engajou nesta data para
ser' r por mais tres annos na msica do 10 ba-
lad ao de infantaria, o msico de secunda classe
Mai celino Jos de Santa Anni, que ja tinolisou o
seu'lempo de praca, o qual perceber alera dos
vem imentos que por le Ihe compelirem, o pre-
mio de 200$ res, pago segundo o regularaeoto
do Io de maio de 1858.
A signado. Bardo da Victoria.
Conforme. Pedro Gomes de Oliveira, alteres
aju lante de ordena do commando.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
26 de maio.
ara dos depulados, parllhando com Vos-
ade Imperial a convieco de que o nos-
circulante e o estado da faztfda publica
reclamara a atten^o do corpo le^Bf*o, con-
tinuar fazer quanlo em si couber^dictor-lhe
a conscicncia do dever para abrigar a naco'de
crse Snance-a que venha debilitar as
is no inle/ior e pdr em duvida o seu
crdito iip exlerior.
A cmara dos depulados toniar na devida
considerado a reviso da legislaco sobre as
companhas e sociedades auonymas, tanlo civis
como metcanlis.
Cora a mesma solctude procurar regularisar,
proteger e fomentar instituicoes que faciltem s
classes menos abastadas da socieda^^no s o
omprego productiva,de suas econonfl Vinas tam-
ben) o m^iio de assegurar a sortede^TO familias,
sobretudb aquellas que liverem por Gm protege-
las cuiiira a fraude e a usura.
No pro ecto que foi votado o anno passado a
cmara i os depulados ja tomn em considerarlo
a necessilade de ser dividido o ministerio do im-
perio, 'ista da variedade de negocios importan-
tes que por elle correm.
A cam ira dos deputados cogitar sobre a ins-
liluicao de conselhos que auxiliem as administra-
coes proyinciaes no exame dos multiplicados ne-
gocios qqe Ihe sao submeltidos, e sobre b modo
de dar a^srcsidenles e secretarios de provincia
a cstabflHde compalivel com os interesses do
estado, ampliando um pouco mais as suas aitri-
buices t creando mesmo urna carreira adminis-
trativa que animo as vocages.
A cmara dos depulados tratar tambem de
rever a l si do conselho de estado.
Sendo certo que a riqueza do nosso paiz depen-
de essencialmente do aperf-icoamento da nossa
agricultura, a cmara dos depulados ter como de
suas principaes obrigacoe3 prever sobre o cnsino
sgttcola e instituicoes de crdito rural.
Pelo quo diz respeito reforma da legislaco
relativa s hypolhecas, a cmara aguarda'as
emendas do senado ao projeclo que ella volou
para se poder concluir to importante trbalho.
A cmara dos depulados applaude no mais ol-
io grao o empenho do governo imperial em em-
Projeeto de resposta falla do throno.
rhor. Quando Vossa Mageslade Imperial
do alto do throno e na occasiao mais solemne I pregar lodos'os estonios na ialroduccaio ios bra-' eiro de 1850 e ao de o. 2,045 do 9 do dezembro
Franco de Almeida, Hucha Franco, Torres-Ho-
mem, Pnlli^dc Campos, Silvino Cavalcanli, La-
mego, Athay.ie, Miguel de Araujo, Sou/a LeSo,
Casimiro Madureira, bariio de Munanguapo, llar-
liuho Campos, Joo Paulo, Gomes de Soasa, Bar-
bosa da Cunha, Teixoira Soares, Vilelli lavares,
Pereira de Salles, Denevjdes, Sergio de Maedo,
Abelardo de tirito,Teiseira Jnior, Paula Santos,
delinques de Almeida, Alcntara Machado, Sa-
raiva, Das Vieira, Manoel Fernandos, Lniz Car-
los, Paranhos, Lima e Silva, Toscano Rairclo,
Delfino de Almeida, Calheiros, Coellfo de Castro,
Henriques, Araujo Lima, Paos 'Ba"rrTot"" Kego
iUrros, AlmitdityJrireira, l'ediu,^ BajUsla
Honteiro.
Faltara com participacao os Srs. conde de Bae-
pendy, Brando e Azevedo Paiva.
Sendo meio dia, c nao havendo numero legal,
o Sr. vice-ycesideute declara nao haver sessio e
que a ordem do dia a mesma anteriormente
designada.
SESSO EM 23 DF. MAIO DE 1860.
Presidencia do Sr. Conde de Baependy.
As 11 horas da manhaa, feita a chamada, c
acham-so- prsenles os Srs. conde de Baependy,
Pereira Piulo, Salles, Goncalves da Silva, .Miguel
de Araujo, Silva Miranda," CunhaMaltos, Nenias,
Ferreira de Aguiar, Rocha Franco, Athayde, Joo
Mendes, Joo Paulo, Vittela Tavaros, Teiieira
Soares, Garca doAlmeida, Souza Leo, Torres-
|-IIoraeiii, Pinto de Campos, Lniz Carlos, La mego,
Pacheco, Das Vieira, Sampaio Vianna, Alcn-
tara Machado, Franco de Almeida, Pililo de Men-
donca. Toscano Brrelo, Tobas Leile, Pedro Mu-
ni<, Manoel Fernandes, bario de Mainanguape,
Paiva, visconde de Camaragibe, Gomes de Souza,
Paula Sanios, Marliuho Campos, Henriqoea de
Al mu la, Saraiva, Sergio de Macedo, Abelardo de
Rrito, Silvino Cavalcanli, Hachado, Paranago,
Reg Barros, Lima o Silva, Costa Moreira, Pei-
xolo de Azevedo, Fausto de Aguiar, Dollino de
Almoila, Paula ronceen, F.Octaviano, Pelreira,
Paranhos, Brando, Araujo Limo, Calheiros, c
Almeida Pereira.
Comparecendo depois os Srs. Barbosa da Cu-
nha, Henriques, Candido Mondes, abre-se asesso
s 11 horas e tres quarlos.
Com parecem depois de aborta a sessao os Srs.
Casimiroidureira, Baptista Monteiro, Coelho de
Castro, Cerqueira Leile, Teixira Jnior, CarrSo,
e Paos Brrelo.
Sao ldus c approvadas as actas das antece-
dentes.
O Sr. 1. Secretario d coma do seguiule
EXPEDIENTE.
Um oflicio do ministro do imperio, enviando
um volume dos actos da assembla legislativa da
provincia da Parahyba, promulgados na sessao
ordinaria do anno passado, alim de que sejam
tomadas em consderac.o as tola do referido an-
no, ii. 12 de 2 de selembro, n. 13 de 5 de se-
lombro, or. 2 u. 15 de 21 de settmbro, u 20 de
28 de selembro, n. 26 de 3U de selembro, art.
90, que o presidente da provincia julgou conve-
niente sanecionar pelas razos expedidas n'um
officio cuja copia tambera enva, bem como do
parecer da secQo dos negocios do imperio do con-
selho de estado. commissao do assemblas
provincianas
Oulro do mesmo ministerio, enviando a copia
da le da provincia do Maranno n. 529 de 30 de
judio do anuo passado, aulorisaitdo o presidente'
da provincia a aposentar, com os vencimentos
correspondentes aotempo de servico, os profes-
sores de latim das cidades e villas do interior
que o requerem, e bera assra urna copia da. con-
sulta da seceo dos negocios do imperio do con-
selho de estado, na parle relativa dita lei.A
mesma coramiss'o. .
Oulro do mesmo ministerio, enviando a copia
da consulta da seceo dos negocios do injfero
do conselho de esiado, sobre a preleiiQo di as-
sociacao Sergpense, relativa exoneracao da
obriggo deifcr effeclivamente em servico duas
barcas de reboque as barras da provincia de Ser-
gipe.A quem faz a requisito.
Oulro do mesmo ministerio, enviando a repre-
sentarlo que a estn cmara dirige a cmara mu-
nicipal do Arax, na provincia de Minas-Geraes.
pedindo quo se divida em dous collegios o 10.
distrteto eleitoral da dita provincia. commis-
sao de estalistica.
Oulro do mesmo ministerio, enviando urna co-
pia do officio do presidente da provincia do Ma-
ranno, pedindo que se designe o dislriclo elei-
toral a que deve pertencer a nova parochia das
Barteirinhas, creado com territorios desmembra-
dos dos distfictos da capital, Itapicur-mirim c
Caxjos. mesma commissao.
Outro do mesmo ministerio, enviando as con-
dicoes impressas que baixaram com o decreto n.
2,513 de 17 de dezembro de 1859, alterando as
que eslo annexas ao decreto n. 1.515 de 3 de ja-
j ouvido o governo imperial.
Salla das commisso-s, 23 de linio de 1860.
Vilella Tacares.Joaquim Gomes de Souza.
Leem-so, julgara-so objeclos de deliberacao,
o voa imprimir para entrar na ordem dos tra-
balhos, os piojentos com que conclucm os seguin-
les paieceres:
l'ensfioj I). II. /;'. Xabuco e Carneiro.
A commissao de pensos o ordenados, ten-
do examinado o decreto de 26* de abril do cor-
rele anuo, pelo qual foi concedida viuva do
cnnsellieiro Joao Carneiro do Campos, D. Betfri-
quea Cernera Nabuen Carneiro, apensao annaal
de 600, assim como os importantes documentos
) 11 \ini annexos copia do mosmo decrelo, ii
"' p occer q.ic a monaiaaada pensao Soja apprn-
vadaf npra o que oftureco o seguala projaoia dn
resoiueao :
A assembla geral legislativa resoluc :
Arl. 1. Fica approvada o pensao amiualde
600?, concedida por decrelo de 26 de abril do
correnle anno viuva do co'iselheiro Joao Car-
neiro de Campos, D. llenri iiieta Eamoria Nabuco
e Carneiro.
Arl. 2." Ficam rev'ogadas os dsposcoes em
contrario.
Paco da cmara dos deputoos, em 22 de
maio de 18I0.Silcino Cavalcanli de Albuquer-
que.Antonio /ot Machado.
Pensao a vitcondeta de Goianna.
A commissao de pensos e ordenados, tendo
examinado o decreto de 21 de dezembro do anno
prximo passado, pelo qual foi concedida a vis-
coudessa de Goianna a pensao annuil de 1 000?,
e reconhocondo os servicos relevantes de seu fal-
lecido marido, o visconde do mosmo titulo, as-
sim como o estado pouco prospero de fortuna cin
que se ocha aquella senhora e sua familia, de
parecer que a referida pensao soja approvada, o
para islo eflorece o seguate projeclo :
A assembla geral-legislaliva resolve :
Art. i. Fica approvada a pensao annual de
1:000}, concedida por decreto de 2.4 de dezembro
do anuo passado viscondessa de Goianna.
cArl. 2." Ficam revogadas as disposiees eaa
contrario.
Paco "da cmara dos dos depulados, em 22 de
maio de 1860.Silcino Cavalcanli de Albuquer-
que.Antonio Jos lachado.
Pensao a da Silva Brando.
A commissao de-pensao o ordenados, em
presenca do docuraeuto pelo qual se prova que o
guarda nacional da 2." eompanMa de arlilharia
da corte, tibaldo da Silva Brando, peidera o
braco direilo na occasiao das salvas que liveram
lugar no dia 11 de fevereiro do correnle ano.
julga deluda ajusticia i pensao annual de 9409,
que Ihe foi concedida por decreto de 20 do mes-
mo mez e anno, pelo que de parecer que a re-
ferida pensao seja approvada, submedendo para
esse flm consideaagj da cmara a scguinle re-
soiueao :
A assembla geral legislativa resolve :
Art. 1. Fica approvada a pensao annual do
240$, concedida por decreto de 2 de fevereir
deste anno ao guarda nacional da 2.a compa-
nhia de arlilharia da corte, L'baldo"da Silva
Brando.
Art. 2. Ficam revogadas as dsposcoes em
contrario.
l'.o.-o da cmara dos deputados. era 22 de
maio do 1860.Silvino Cavalcanli de Albuquur-
que.Antonio Jos tocftiio.
OllDEM DO DA.
ELE1CA DAS COMMISSOES.
Contina a eleiQo das commissoes, c sshem
eleilosos.Srs.:
Agricultura, minas e bosques. (64 cdulas j
Pedro Muniz, 38 votos ; barao de Mamauguape,
35: Athayde, 32.
Obra3 publicas. (64 cdulas.)
Casimiro Madurei-a, 46 votos; Fausto de A-
guiar, 41 ; Souza Leao, 29.
Negocios ccclesiasticos. (62 cdulas.)
Pinto de Hendonca, 52 votos ; Pinto de Cam-
pos, 48 ; monsenho'r Felicissimo, 20.
Exame do Ihesouro. (62 cdulas.)
Marlinho Campos, 45 votos; Silveira Lobo,37;
Silva Miranda, 36.
Juizes especktes do commercio no capital dt
Para.
Procede-se i votar;ao e approvado em f."
discusso o projeclo, cuja discusso flcou encer-
rada era o 1. de selembro do anno passado, que
faz extensiva capital do Para a disposicao do-
art, 3. da lein. 709 de 16 de selembro de 1851
e passa 6 2.a discusso.
Penado ao conegoJ. B. de Figueiredo.
Entrara era discusso as seguinles emendas
approvadas pelo senado proposito da cmara
dos deputados que approva a pensao concedida
por decrelo de 25 de agosto do 185 ao conego
Joo Baptista de Figueiredo, vigario collado da
freguezia de Santa Barbara, da villa do mesmo
iiome. na provincia de Minas Geraes :
Depois do arl. 1, colloque-se 0 segrale
additiro, que sendo o V ;

IMUTILAOI
y


.?
Btti
......
_1*

?>
_-
O agraciado nao gozar desla merr anles de
veriucar-se a resignado du beneficio, cujas B'ri-
gacesno pode preenchar,
O arl. V passa a ser *V
Paco do senado, era 5 4 agoit do* tt59.~-
Manoel Ignacio Caoalcanii de Laceria, presi-
dente Manocidos Sanio A/ii IimVbHhi 3o secretario.Fredtiica.de Almeidae Albuquer-
ne, 1F dilo
As emenda sao approvadas, e, adoptad* o
zirejecto assim emendado, remullido com-
tuiseao de redaeco.
Lotera.
Entrara em discus.-o w sepililes emenda
opprovodos pelo senado proposito da cmara
los deputades qtic concede duas loteras em be-
neficio das obras di igreja matriz da villa do Pi-
lar, provincia da Parahiba do Noria :
O artigo nico fica sendo arl. 1*.
< No fim dellesupprimam-se as palavrasre-
hogados para esso liat as disposcoes em contra-
rio,as quaes passam a formar un artigo re--
digido na forma abaixo declarada.
o dos procesHtis aperfeic-uados, foriiocendo-tne
nreos do obler, melhor mercado e sob a garan-
ta de sua proprledade, capilaet que so desti-
era ao desenvolvimento da cultura e do pre-
paro dbe,poducios se poder obviar decoden-
eta om que a lavoura vai caminhado. Em re-
o nossos agricultores nao toem os instrumen-
tos em pregados em paizes mais adiantados pa-
ra supprir alalia de bruces, j no amanho^M
trras; ji na colheila g preparo dos-producto.
Por oulro lado tambero grande parle dclles ig-
nora os meto* do resiiluir s Ierra, que abon-
donara por cansadas, os gentes feriilisadores
deque as exhauriran coiheilas soccessivas, tor-
nando-as aptas para produr.irem lanto, se nao
mais do que quando pela primeir> vez foram lati-
nadas as ementes ao solo virgem.
_A necessidade pois de organisar o ensino a-
gricola entre nos salta a todas as vistas.
O ensino agrcola, -tanto theorico come era-
tico, em estebeleeimonlos modelos, habilitar
es nossos agricultores para se instru-irem nos
Moi efficazes de melhorar a lavoura j pelo
DIARIO PE PCTNAMBBCO. -^SEGURA FBHU ll DE JljNHQ PE ,860.
ttttjdV
la, a do 'iozenueirus daniei \~"'
soobrigarom a alimenta-los e tratados 33...
menor c ispendio dos cofres pubiieoe, tendeo
vantagen, do adquirir para si a r^attVdtt*;aeilo.
PrOtl UCC* (i\
Parece que c o melhor meio do
comvanlagem a propogieao desta raca-.
Anda se nao formou a companhia 'que obftve
Ijtmlegt pre liUMitf min>ito Hmmiv-M/KH
de Arroj a dos Halo, na provine de S Pedro .
Nao c(nvindoo,ue este ealadn^e prolongue in-
dctrmda icnte, trato de etender-me com o*
vepectii o emprezarios, aflm.de tila* n praaot
dentro le qual so realise- a organiaaro desea
oompanliia.
No entretanto o governo suspende # despeza
que se continuava a feer cora a otptoracao da
da mina, por se ter esgotado o crdito de 8000
concedido para -ste servico.
Foran concedidos privilegios a diversos em-
pizanos para expioraciio de mina de carvajo
__Bfxa!i reeiamaeoes coma o
_ fetlo pelos-ve pares desta linha.
0-govoij te|,idade medidas a tal res-
- '
epois do artigo 1 oeresrenle-se oseguinle : emprea^do de machinas apropriodas aos seos
c Ait. 2o. Ficar igualmente concedidos, com
es clausulas do artigo antecedente, duas loteras,
urna para a eonetasao das obras do igreja matriz
da villa Leopoldina, e oulro para as da matriz
do Espirito Santo, no municipio de Mar de Hes-
panha, provincia de Minas-Geraes.
c Ait. 3." t'icaiu revogados as disposijees em
contrario.
Paco do senado, em 13 de agosjo de 1859.
Manoel Ignacio Cavahanli de Laceran^ presi-
dente.Manuel dos Santos Marlins Vullasques,
a secretario.Jos Uarlins da Cruz Jobim, 4o
secretario
As emendas so apprevadas, e, adoptado o
projeclo assim emendado, remctlido a commis-
sao de redaeco.
Preenco de 4. Dios llicaiho m
Entra dcpnisem Ia discusso, e passa a 2" sem
debate, o projeclo que manda pagar a Joaquim
Dios fticalho, inspector aposentada da Ihesuu-
Taria da provincia de. Minas Seroe,
de ordenado que deixeu de receber era virtii-
de do melhornmento que obleve na sua sposen*-
oria.
Preenco de J. C. de Dos e Silva.
Entra logo em Ia discusso o projeclo que, exo-
nero o dcsembar#adnr Joo Candido de Dos e
Silva da-divida de 1:366$US coma fazenda publica, proveniente da impressao
das suas obras na lypographia nocional.
O Sr. Mijuel de Aravjo pede, e a cmara
consenlc, que este projeelecto tenha urna s
discusso, na qual entrando, 6 opprovado sem
debate e remctlido a commissao de redaeco.
Dispensa de rcHiluicao ao capitao F. do R.
Barros Falcao.
Entra tambem cm Ia discusso, e passa sem
dbale a 2", o projeclo que dispensa o capiloo
Francisco do Reg Borros Folcao da resliluioo
da quantia de 771jtque elle perceba a qua'li-
dade de recrulodor na provincia da Parahiba do
Norte.
Aposentara doriii: de direilo J.-F. de Arruda
Camara.
Enlra finalmente em Ia discusso o projeclo
jue aparara a oposenladoria concedida ao juiz
de direito Jo< Francisco de Arruda Cmara.
O Sr. Ferreira de Aginar pede, c a cmara
consenle, que este projeclo lenha urna s discus-
so, na qual entrando, approvndo sem debate e
remctlido a commissao de redoccae*
Estando esgelada a or-lem do dia, o Sr. pre-
sidente d a do dia seguate, c levanta a sessao
as dua9 horas da tarde.
tica ass
dilTerentes Irabilhos, j pelo conbecfmenlo do*
meihodos de resiiluir aos terrenos a iiri^a pro-
ductiva que lhea^^ar o das pocas mais pro-
prios para a rcnoWQp dos plantocoes.
_ O dcscnvolvimento, apoiado ek longo expe-
riencia, que o ensino agrcola lein-adquirido na
AMenaiiha, no Fronda, no Inglaterra e na Bl-
gica, tornar fcil transportar para a nosso paiz
oquillo que llie fr applicavcl.
Procedendo como em relocao Allemnnh fez
a Blgica, que s daquele p"ar. aproveilou o que
Me era bem cabido, podercmes fundar, csludao-
do a nossa lavoura, escolas agrcolas que nos
tragam beneficios reoes. Mas o simples funda-
Co do laes escolas serA de pouco proveilo, se
noo fr ocompanhada de otras providencias que
lendain a fornecer aos nossos lavradores, por
jpdo vanlajoso. os fundos de que careccm pora
melhorar seos estabeleciraentes.
A creacao de institu-igpeg de c/edito o
difforea^a |J*8 do maneiras que possaan adianlar'
aos agricultores por odlco juro, o com li
omrlisnnes, ouira iieceasidado auo nao pi
ser dlTenda por mulla tempe.
0 credUa territorial nao existe entre nos, nem **?
mesmo em embrio. i de plan
Os banco que posiiimoi;.ii^|iisivamenlo ae8-'de*e"^1
de pedr
Pernam
limitrof
SOCIEDVDE
Oscoislontesesforcos foitos por esta natrio-
Ihoram
niend.ii
Nej
enc4V
'I u o I he
dores p
ii a I m en
pesam,
ou de e
os prim
'Comeanata Bahiana.
o oonsr que tenha hovido irregularidades no
snreico.
i*anhia Pernamhwuu^^
anno pasaanio, pare^eooceder a este corapanhia
'um enuMiatmo de 310:0009000, foCelebrado o
contrato, approvado pelo decrete. n..*51f de 14
do.dezenbro. RoRnlando-se o sedo de realisar
oslo emprestimo, nlloraram-so ao mesmo lempo
algaimas dascondleoea do decreto n. M13 de 31
de Janeiro de 1853.
Naregaco cosltira entre os portos de Belm da
Fortaleza.
Deu-se romeco a esta navegoco, nos termos
em que fui conlralada pelo govefno com a com-
ncio do ponhia fluvial do Maronho ; a qual lem actufil-
. ed;^^s!Sreem^ric.nos rios u-^icur-Meario1'
i e de oulros mineraes- na pro
>uco : o de-oulros mineraes
AUXILIADORA DA
NACIONAL.
INDUSTRIA
o desen-
icia$ao no intuito de promover
volvimrnlo da nossa agricultura o industria e
aos qus ?s se de vera en grande parle alguns n'c-
ntos j introdueidos, ollamenle a recom-
I os poderes do estado. ,
?detlciencia do meies que !ho retarda e
| os passoa, nem a resistencia de inercia
oppe a mxima parte dos nossos Urca-
de sen aferr a velhos hbitos, nem fl-
eo Irabalho o sacrificios que ?olire ella
leem sido anda capazes de a aosanimar,
ifriar a zelo e solicitudc com quo desde
iros das de sua existencia marcha per-
severa Le para a realiaaco de seus grandes flus.
Eslu ar os necessidades mais urgente, da la-
ra^ dos oulros romos da industria do paiz ;
r aa-ooiihecimenloa de mais til oppti-
*litta */M pw iniciarem os melhoiamp.uios wuc-
iU experiencia ; inlrodu/.ir e iiiskkr
i nados para a'uxirar,
lemenle. adstricios a
com
eracoes
e consegidn-
e curto praao,
em tud
i8*a in
nao podem prestar recursos industria agricola ;',0Clcda'
usura, aproveitando-e das "difflculdsdes fue por mo"
era obler os adianl
Si
RELATOBie
apresentadu : assemblat '<*" 1 Ie-
SKlati\:t na <|uarta sessao da de-
cima legislatura peto ministro e
secretario de estado dos nego-
cios do imperio Joaode Alie Ida
Percira Filho.
Al LISTOS B 1'KiMSSlMOS SKM10HES HEPIIESENTAN-
TES |IA MACV-O.
(CoiKiimarvio.
A eonslrnccio das grandes
nos Parahyba, Parahybuna e
concluir-se com brevidade, lendo-so j vencido
as principaes defliculdades.
Espero o mesmo presidente que al o fim do
corrala anno oslar terminada e abena ao tran-
sito publico toda esla linda.
O servico de transportes no secefto de Pelro-
polis a Pedro do Rio teiu continuado a fazer-sc
om rcgiilaridade.
A rer.eita e rtegpeza no periodo do Io do abril
de 1858 a 31 de dezombru de 18U for.mi :
Rcndimenlo tirulo do irau^porie e mercado-
ras .........................
das diligencia...
Recolta aventual.............."
ponles sobre os
Piahanha, deve
Despeza.
Dudiizindo-sc as despezas pro-
ceJenles oa estacao, escrip-
lono, ele........'.. ....
Li-i
respec-
40.000.
Ponte nova do Rcc'fe.
Tenlo sido nomoada urna commissao de en-
Renheiros para f.izer a planta e orcamento desta
ponle, foiam-me prsenles iilliinamenle csses
Irabdlhos.
A punte deve ser construida de ferro sobre es-
tcos do mesmo metal, c e oreada em 215:000,'}.
Eeco-vos autorisico especial para levar a
cleilo esla obra de ineonteslivel necessidado.
Estrada de roiogem de S. Judo d'lil-rci
capital de Gorja:.
O gorerno, em execucoo do 27 da le n 939
de 20 de selembro do 1857, mandn por dis-
posico d.i presidente da provincia de Minas-
Geraes a quanlia de 10t):00-r(i00 para abertura
desta estrada. Tendo-se porm despendido so-
monte a somnia de 60:0008000 durante o
tivo exeicicio, fui onnullodo o saldo do
AGRIOJLTJfiA.
A siluaeo da nossa agricultura reclamo seria
atlencao dos poderes do estado. Presenlomeula
j olla nao ullercce lisongeira perspectiva, o du
receiar que, em un [ututo nao milito remolo,
sua eondieao venha o ser mullo mais penosa,
continuando o aduar as mesmas causas a quo
devido o declinio que vai BOffrendo.
A fall de bracos que sent, desde que eslan-
cou-se a funle onde 1.1 supprir-se annualmeiile,
e a repugnancia que lem ao engajomenlo do
trabalho livre, diminuetn-lne diariamente o nu-
mero de fraliclhadores, ou a obliga, para cou-
servar os eslabelecimeulos existentes, se nao a
cunlraliir dividas imorevdenlemenle, tornandu-
SO victima da usura, pelo menos a empregar a
mor parle de suas economas na compra dos
bracos eecravoa que se deslocara de um para
oulro ponto, sem quo se augmente com esta
operacao a somma geni dos trabalhadures do
poiz, nenfao lavrador tiqua liquido na mesmo
proporcao o frucio do sen trsbalho, vista do
prej0 elevado que Ihe cuslam boje esees bracos,
e da necessidado do emprego de maior capital
para o sua acquisicao.
O que resulla detse eslodo penoso de nossa
lavoura j se vai observando infelizmente lio
paiz, e cada um o sent a lodo momento.
A grande lovoura; dispondo de maiores meios
<> impcllido pelo insiincto de consorvacoo como-
r.ou a absor/cr a pequea culturo, irando-lhe
os bracos de que se servia^
Esta absoipcito lem prouUizido j, aira de ou-
trjs offeitos, sensivel elevaco no preco dos ge-
nero de primeira necessidade, Itazedo'schsses
menos favorecidas du fortuna gravamos consi-
deraveis, que podem originar lamenlaveis desas-
tres; eo mol se estender, seos lavradores nao
se lo re m convenceudo do quanto u/genlo irem
subslituiodo por liires os bracos escravos, para
que, estanque por seu lurno essa /unte onde ac-
tualmente se abastecen), nao voiam arruinar-se
os seus estabelecimenlos.
Se porm continuar a diminuicio dos bracos
empregados na la>uro, por nao aprcsenlar a
colonisacao, como at agora nao lem apresen-
lado, ineos do supprir a folla de cultivadores,
e nao procnrarein os lavradores fazer um e*forc.
para a subsliliucao do trpbalho escravo. que Ihes
val escasseando de crer que serio embaracus
temiam de afDiggir-nos no futuro.
Tudo pois quanlo tender a afaslar de nos lo
contristadora siluocao deic ser aceilo com oan.
Felizmente estamos em um paiz onde a ier-
ras incluas blindara, onde a Providencia com
profusa mtio semeou riqueza, e ainda muito so
podo fazer para orredar os tristes resultados da
decadencia da lavoura.
S facililando o aequiiicao de bracos lavou-
^k^P.Ce." lr'V,9por,e mai "rato a seus
productos, animando a ]uiroducSo d machinas
e a
encontrara^- Uvrsdoaaj
montos de qu careceBlenm de alargarem sitas
ploniocoes e sfmplificarem e processo do pianito
e colheilo, os *ea e opprlme, visto que chama
a si os obras que, se uossussemos as instiluicoes
o que me retiro, podeUsjm servir par* -<'mrio'rti-
saco dos emprestimos por elles conlrahidns".
Da solicilude do poder legislativo pelos vilaes
interesses do paiz se deve esperar que sejam
allendidas to urgentes necessdades, habilitando
o goveruo pora despender as quonlias que exige
a fuudaco de escolas agrcolas, e rolando me-
didos prolerloros das insliluiues de crdito que
se possam fondor pora fazer odiaiitameiilos aos
lavradores, mediante cautelas,, que entretanto
nao toinem sua sorle dependenlo-da boa ou m
rontade dos que dirgem essos instituices.
O governo creou ullimamenlo institutos de
agricultura as provincias da Bahio. Pernombu-
co,0 Sergipe ; e trata de fundar na Corte oulro
de ideniica naturezo. De muito proveilo poro u
nossa lavoura podem ser semelhantes estobele-
cimenlos, se, como de esperar, o zelo e o pa-
Irolismo de seus membros seciindarcm ns vistas
com que foram insliiuidos.
Tem coiilinuodo o governo a mandar vir de
paizes eslrongeiros, paro distribuir pelas provin-
cias, semen tese plantas, principalmente de caf
o canto, de qualidades superiores s das espo-
lies que entre nos exislem, e lambem de trigo,
cuja cultura promelle proMrr em algumas
partes do imperio.
CARESTA DE GNEROS BReNTICIOS.
Continiiom-se oinda a sentir o-trisles effeilos
da c.aresla dos gneros alimenticios ; o se bem
que em geral no tenhamos lutado com os hor-
rores do fumo, nao menos verdade que a alio
preco dos objeclos mais necessarius i vida lorna
cada dia mais penosa a subsistencia, sobretudo
das classes menos abastadas, as qnaes consituem
a ni.liona da populacao.
Em algumas provincias e com especialidade
nos serioes da Baha, esto mal leve grande in-
Icnsidade. Por sua parlo o governo fez o sen de-
ver, remetiendo gneros de primeira neoessida-
ilo para serem disirilmiilos pela popilaco. ra
esse o remedio que poda em tal coijnnctura ap-
plicar ; mas v-se lem que s tinlia a wrtude de
orcorriT provisoriamenle ao mal no presente, a
nao a de reinos e-lo no futuro.
A caresta de gneros tem de continuar, por-
que depende, de rausas, ninas transtoqps nutras
permanentes, cujus effeilos s ci m a acrao longo
do lempo podem ser altenuados.
A exemplo de meus antecessores, eorre-me o
dever de chamar para este fado especialmente
vossa allenco, na porque entenda que dos po-
deres de estado dependa a completa exiiiicco
de mal lo grave, mas porque vossa illuslraci.o
I seriamente em pregado, como ha de continuar a
-> _, ['*" ''"' assu'plo de lamanha imporiancia, pode
89:640^9731 deparar rom alguns nieios, lm dos j adopla-
"-----'----"*- ''"S, para ao menos attenuar a torca do mesmo
201:il(ij77 mal, e ir-so indirectamente preparando por esle
--------lado um futuro menos assuslodor.
Nao cansarei vossa paciencia, fazendo a enu-
merocao das causas, a queso doro aiiribuir este
est.nlo. Derivom-sc ellas de um Conjuiclo de
circunstancias, parle das qnaes SCligt e entrela-
5 por inancira tal, que dillicil, so nao impossi-
vel, tora o discrimina-las, destacando unas 'las
eulras, para avaliar-se qual, por actuar com mais
loica", deva ser principalmente combatida.
. Si'iiielli.iiiies causas leem sido assaz expostas
em dilterentca documentos, que vos bao sido
prsenles; tem sido por vezes [cito elijedo de
interessontes discussojs em ambas as cmaras e
j foram consideradas pela commissao esi.....Il
nomeada pela cmara dos Sis. depulados para
occiip-r-se com esla materia. Dados estalisll-
cos colliidos em varias provincias, memorias e
Irabalhos importantes leem sido depoia disto
enviados.'i mesnia cmara, o de esperar
referida commissao, osaminando-os
A re
artgos,
tos, ac
estrang
princip
do ciaj
mos, e
carece,
Alen
ressonl
tus de
mesmo
Iaf
la pul
propon
lem sid
trahalh
lidode.
Esta
aclualn
Irial d
com gr
res, e i
relacoe
identir
ocedade pois, quo pode ser considerada
ente como o centro do movimenlo indus-
i poiz pela sua correspondencia aclivo
ndo parle dos mais imporlnntes lavrado-
e por seus esludos especiaos, e por suas
com diversas sociedades europeas de
nalurezs, esl o por dos progressos que
3 mutis se rea lisa m constantemente nos di-
gamos da industria, deve ser por utilidade
protegida e auxiliada com urna subven*
solevada, para que posso piestai ouipla-
s importantesscrvicos a queso lem dedi-
versos
publico
c.n ma
mente
cado.
Ose
so-me
JAflDI.H
inlcressanle relalorio (annexo F] dispen-
Ic oulras consideradnos.
BOTNICO DA LAGOA DE RODRIGO
DE PREtTAS,
085:788tlO
09.00350011
6.079w-llti
760-929*916
-169:878 IG9
291:0519747
O nu
sexos,
limo or
balhadi
pa/.es
se acha
de idadj
Esles
pl.inlac
Tem-sr|
le re n le
se o cu
ero dos escravos do nacao do ambos os
mpregados.fui elevado a 10 durante o ul-
no. Tambem nelle exislem, como Ira-
res, 8 Africanos livres. Sao, porm, ca-
t e trabalho somonte 55 ; lodos ns oulros
n iuutilis.vlo>s por motivo de moleslia.ou
cun
que a
O S"U
ri'r.inhecido zelu, continu oppticar sua desve-
lada silencio a este ssumplo.
Promovendo o andamento das importantes
ras de comraunicaco que se acham em cons-
Irucco, e que, diminuiudn os precos fjUiiicul-
dadesdos Ironsporles. devern op.ii.\nWuas ci-
dades e villas do litoral os nossos centros pro-
ductores ; continuando a empregar todo.s os es-
forcos no intuito de atlrahir bracos otis e in-
dustriosos especialmente para os df{Tarenles iiii-
leres do lavoura ; procurando ammar e desen-
volver nessa agricultura, j por meio de asso-
ciacoes agrcolas como os ullimamenlo creada
e de incentivos S intioduccSti de machinas e if
procesaos mais expedidos, j por meio de auxi-
lios oulorgados pequea lavoura para que
esta, particularmente a que se destina o cultura
dos gneros de subsistencia, se estrula e gene-
ralise. j com facilidades prestadas mporlacSo
dos mesmos gneros por urna lerifa mois libe-
ral ; finalmente pondo em protica oulro meio
leem o governo e a assembla geral significado
imnorlaneia que ligara a esle objedo.
Nao basta, porm, o que se lem feilo ; ms-
ler aiuda que por medidas adequodas so extre-
mom os verdadeiros limites da lilierdadedo com-
mercio, de modo que, sob o pretexto desta, nao
so matitenham e desenvolvaui especulacoes que,
produzindo o monopuli.i, zombem impunemont
do soffrimenlo publico, e lornem infructferas as
providencias do poder legislativo tendentes a di-
minuir, ou at a supprimir os impostes
eros do primeira tiecessidade. E'
bem que se decrelem
cultura de laes gneros.
Todas estas medidas reunidas, que vos occor-
ram, nao serao entretanto, forja confessa-lo
suulcfwilcs, para era lodas os "quadra o occa-
sies exlirpar completamente o mal, como o nao
leem sido desdo i mais remota anJguidade em
todos os pai.'.es anda os mais opulerrfos e civtu-
sados ; rn.isservira para attenuar a su.i tntensi-
dade e duracao, e sero umtostemunho bem pa-
tento do zelo que anima os representantes da
nacao cm assumpto quo too dtf perlo interesaa o
feliciddde publica.
INDUSTRIA E MINEJUQO.
A fabrica de galops, canotilhos e oulros arte-
factos do ouro, piala e seda, esiabeloeida tiesta
cidade, e. que fui auxiliada com o emprestimo
do produelo liquido de quolro loteras, continua
a susienlar-se, mas sem notavel inerajuento.
E' a unic* quo resta dos fabricas quo foram
auxiliadas pelo governo.
Acerca de estabelecimenlos indusl/ueg as
provincias nada tonho que accreseenUr ao refe-
rido em anleriore relworio.
Cbsgaram provincia do Cenr os qualerze
dromedorios que o goserno mandn comprar.
Foram conjataf, coa a coneuienie aule-
i-
No
de mei
tos de
ve all
Nos
Irados
se ach
des
A pe
servaci
Com
om quej
do o
rompa
o sjrstfl
o con ralo
1851.
mente
naoeo t
clu
reconh
nacu
pe/.a di
do um
Tolo!
nos ge-
misier lam-
premios, que animem a
O se
ulna,
iheus,
Alte
que Ih
que I o
cessc
do ani
aprovincias semnlcs o.mudas
novas, ou das que, j oullivadas-, l'eOm
*do ;. ^auxiliar e gVerno com suas luzos
i o qn fropaaafjtenle a estas maietia :
sso imporlantissra que o si impos a
Je Auxiliadora, e que lem desempenliado
o que a torna digna dos maiores elogios
isU mensal que ella suslcnla, contendo
noticio a memoria sobre taes ossump
mpaiihados do extractos de publicaces
iras que mois nos pdem inlercssar, o
d meio pelo qual provcito de illutrur o poi;
le imprimir-lhe o impulso do que ti
encaminhando-o as vias do prog
desl revista lem ella dado lu
>s opiisculos e monaaati relativos
gricultura c induslrla, c prepara pa
fim oulros Irabalhos.
zmenle, por fulla de recuisos, nem oqn
icaco peridica tem podido tomar
oes e deseuvolvimeiito desejavei, n
i feila em maior escala a impress'io
is avulsos esiieciaes, de lo evidenio
) iMlO
L ilill!-
e Try 4 vapores e 6 barcas de rebo-
que.
Companhia de Commertio e Navegoco do
Amazonas.
Toem sido cumpridas as condices estipuladas
nos contratos entre o governo e esla companhia.
Com ella eclebrou o governo do Per em 27
de julho do anno passado um controlo, pelo qual
so obngou a auxila-la com a quantia de 10,000
pesos mensaes para estender a navegoco desde
Tabslinga, ponto onde terminava, al foz do
Iluallngo, devendo fazer urna viagem mensal.
Comecou o servido desta nova linha em Janeiro
do crreme anno.
A companhia propz ao governo elevar a 12 o
numero das viagens na linha de Manus a Tabo-
'inga, medanle urna subveriQoo addicional de
9:0009 mensalmentc. Esta proposla foi ulliroa-
menle aceita pelo governo.
Rio Vamahyba.
*A companhi i que se formn pora estobelecer
neste rio a navegoco por vapor desde a sua foz
al captol da provincia do Piauhy, na distan-
cia de cerca de 90 lame*, letav-rta manlido regu-
larmente com un rapoTqTee faz dnas^geus.por
mez.
O governo, em virtud da disposico do arU
3" 4 le do 5 de selembro do 1857, resfllv.
conimlior a prestar-Hio por emquanto o auxilio
do 2:000* mensalmeiiie.
E' tambem subvencionada pelos cofres pro-
vinciaes. ,.
ItiodeSr. Fnnciico.
Grande parle das plantas deste ro, levantadas
pelo engenlieiro l'. Ualfeld, estd j lithographada.
Brevemente se achara concluido esle Irajialho.
ra i govf rno entrou em ajustes com o conselhci-
.i ---- .._. *o Gongalves Marlins.poro estobelecer a navega-
eo por vapor desde a cidade do Penedo at a
villa do Pao de Assucar, com escala pelas villos
de Traip, e Porto de Folln, achando-se j as-
seniadas as bise3 do contrato, o qual ser sub-
eltido vossa approvoco, logo que fr celo-
rado.
Paraguay.
^esta corflpa-
tl Montevi-
sub-
dosqum-s da teslemuohuos seus luraic
nalhos a os meios empregados psra adquirir do-T
curnentos concemenlea historia patno, (az-se
cada vez mais digno da prolccdo dos poderes do
6SlttuO
i "n.
Suas sesses foram celebradas com s maior
gularidade dur.nte o noo, passado. lando com- eVb"2^'"V'l7n!onS!s
a augnsj*. presenja
paeenctier-se a falta que ha nes-
ta bibliotheca do obra antigs relativas histo-
ma tWiDnailed* Aaerica. o s lingufs indigc-
eas; bem como de copias do manuscriptos con-
eernentes aos meamos asswmptos, que se acham
uuandu a ser honrad
de S. U. o Imperador.
Por decreto de S de mar; do corrale anno
fi approvado o figurioo que deve servir de mo-
delo para o uniforme do aeus mambws efiae-
livo,.
INSTITUTO -COMHERGIA'I..
A experiencia lem mostrado qua este estabele-
cmenlo nao pode preencher o seu fim sem que
se fcam algumas alleracoes no decreto n. 1,763
de 14 de maio de 1858, que o reformou.
Bsta necessidado,' eiposta nos relaiorios do
cammissario.do goveruo desde o que fui apresen-
todo era 1857.0 se acha annexo ao do ministerio .
do Imperio de 1858. lem sido reconhcctda pelos I pessoas compe7enTt clJ*"! me?** .a
meus dignos antecessores. | das. us toraPeienles. coo.eoicnlcmepte relnbui-
0 resultado dos exames feitos no fim do anno
passado, e o fado de se terem matriculado no
tom o diependio de3.000000 anaualraenle so
conseguira farmar om -'/nr 'r" a^llamig
de taes obras e irabalhos, fawndo-se slmultf
metde acquiaicao litros e dacumtmtoa que so
tem publicado sobre ahisloria a ethnofrapnia e
completando-* as olleccea de memorias eea-
demieaa, revista e joruoea aeietitiOco, cujas se-
ne ealao interrompidas, ou muito atrasada.
Acessido dse organisar um cathalozo
hffi0 */**' o"* exialenie na
biblioiheca -dB ntanifesla urgencia; mas o go-
em #J?."r tt'.rW d *Deh '
semeetar habilitad- pra oceorrer s despeio
?"*> "^'Mno lio longo e penoso, o qual
como ja f0, observado, deve ter encarregodo a
correnle s 4 alumnos, dos quaes3 sao repelen-
tes, vieram anda mais provar que urgente pro-
videnciar afim do que nao continu semelhanle
estado de cousas.
Trato de lomar medidas neste intuito, modifi-
cando em alguns punios o citado decreto.
IMPERIAL INSTITUTO DOS MKNINOS CEGOS
Conla este estabelocmenlo 24 alumnos, sendo
16 do sexo masculino, o 8 do feminino.
. Sao naturaes: 13 do municipio da Corle e da
provincia do Rio de Janeiro, 4 da Baha 3 de
Sanla-Catharina, 1 de S. Paulo, 1 de Minos 1 do
Espirilo-Sadlo, o 1 da Prussia.
Contina o ser satisfactorio o son aproveito-
mento nos diversas molerlas do ensino.
COMMISSAO SCIENTIFICA.
Em meiados do anno passado liveram principio
com regulandade o, trab.lhos de explrelo na
provincia do Cear. r ^ a
As secces de que se compoe a commissao lo-
raaram dircrcoes diversas, segundo o exiga o lim
especial a que codo urna della se destina.
Grande parte da provincia tero sido j visitada
e explorada, o apezar dasdifculdades com que
lutam as secces, provenientes da deficiencia do
recuisos no Interior do paiz para o fcil desera-
penho de su* empieza, leem oblido resultlos
que se podem considerar satisfactorio otlenden-
do-se ao curto esporo decorrdo ot data das ul-
timas informores.
Pela seci;o ue botnica foram colhdas econ-
venienieuieuib ocondicionadas raas de
Augmetou-se a bibliothec. cora 22 volumes! mo;\V..Te^"l7n"o",,enlre,,.r^ 3"
imprcssos em pontos e era caracteres urdinsrins d *-. ha para Clma
olem de oulros que forom iranre sos n. ivooirt! ?nnS,.if,Pa : ? 8e PreP8r'"n 15 -*-'uxoa. a-
phio ao iinsti.uto%23 pecas dTZic. ^"^ 2,irXt*Si5 """* Dun'e-
promover o commer-
de approvoco do go-
bracos sao opplicodos aos Irabalhos de
o, limpezs, o conservarn do jardim.
tratado ao mesmo lempo de preparar dif-
porcesde terreno com o fim de .entar-
ima de (llantas alimenticias e doforragera
para us i dos trabalhadores C dos animaos do. ser-
viro. I
Plan arom-se algumas novas semenles do or-
voies i e conslrucco e de rnalo, exticas e\in-
digeua e lem-fe cnnlinaado a distribuir porio-
vr.idon s semenles e mudas d is plantas que ojar-
dim po noo. *
Quer como passeio publico, quer como eslabe-
ecimei lo do occlimacrio de plaas, carece de
muitus melhoromontoa, pira os quacs insuffi-
cienle somma destinada ssuas despezas.
Send i enlrelanlo urgentes a conslrucco de
um pm ao para a frente do jardim, e o "de um
lontilh lo, bem como diversos COncertoa na casa
em que se accon.modam os trabalhadores, fuiau-
lorisadl pora estas obras a despez de 6:UtlJ#.
JAIID1M DO PASSEIO PUBLICO.
so lendo podido levar o effeilo, por falla
IS tici unanos, nenlium dos melhor.-.men-
]ue enere este eslabeleoimenlo, nao hou-
acio no seu estado.
elalonioa apresenlados pelos meus illus-
utecessores, e anda no do anuo passado,
ni exposiis as suas principaes oecesaida-
easaa exposiydoa me reQro.
s se lem tratado do que relativo con-
0 O linipe/.i.
o li mi de diminuir a despez de 4 928;00
imporlava a i
verno en I nulo
hia da illiiiniuacao a gas, eatabeleeeu'-se
no .le queiuiar por oonlador, altcrando-se
celebrado em 29 de novembro de
icio qual era obligado o pasar alegral.
sem excepc-io de noite Iguma, u illumi-
luminaoao do jardim, ten-
em rovos ajustes com a
a gaz,
mpanhia de na vega gao do Ao
Te ve c o moto" navegaba o, flK <
ia osla obrigada, entro as clalilm
do c Cuyab com escalas.
as tabellas de passogens e frotes foram
meliidas a approvacfto do goveruo.
Rio Jequitinltonha.
Nao consto ou governo que lenha anda come-
codo a navegoco doste rio, contratada sob as
condices anuoxas ao decreto n. 2,242 Wt Io de
selembro de 1858, e approvadas pelo de n. 1,04 i
de 20 de selembro do anno passado.
Rio Tiel
Formou-se na capital da provincia do S. Pau-
lo urna sociedode com a denominaco de Dous
de ezembro, destinada a a estabelecer o nave-
goco | ir vaaor noajes Tiel o Pinheiros entre
a misma ca)aw e coAs pontos, podendo eslen-
dc-la n n ,1,'os.ponta^pmos los e seus affluen-
tes. Pro'ie-se tambara a
co e colonisaco.
Seos estatuios pendem
verno.
Bahia do Rio de Janeiro.
Orgnnisou-se a nova companhia quo so pro-,
pe a estobelecer urna lnha de vapores poro
ironsporte do possageiros e de cargas, enlre esla
cidade e a de Niclheroy.
IN.STRUCCA PUBLICA.
1. Inslruccao publica.
As quatro facolda lea forana frequent.idas no
anuo lindo por 1,1(8 alumnos, perlencendo.
A faouldade de Medicina do Rio de Janeiro. 130
(< da Babia .... 1.0!)
do direito de S. Paulo. .428
<'o Recfe. 4JI
Concliiiram os esludos 2d5, sendos
Da faculdode de Medicina do Rio de Jajieiro. 39 m"
da Baha. 3li
dedireilo de S. Paulo. ... 82
do Recife. ... 48
03 moppas e os memorias histricas (annexo
G) conten informaces
acerca das mais nolaveis OCCUrreOCiaS.
Nenhuma alterac.au houve no que respeila ao
syatema do ensino, e em todo o servico so mon-
leve ordem e reg: rid.ije.
Contra a disciplina delinqui um alumno da
faculdade da Baha, o qual fui punido pela res-
pectiva congregacao.
O ensino prali'co nas faeuldades de medicina
contina a soffrer por fallo de laboratorio* e "a-
binetes bem organisados. e do oulros eslabele'ci-
menlos accessorios, como liortos botnicos, en-
fermaras de m 'lernidode, ele.
A somma de 6:000$, deslina-'a para tal fin.
pela le vigente d~orcamento, nao era su furiente
para salisfazer esta tiecessidade Enlrelanlo o
governo a applicou, pelo modo mais conveniente
compra dos Instrumentos e objeclos de
m is se precisav.
msica
O edificio carece de reparos, sendo urgentes
o* ,ue se referm 1 ua^pjaj, [matlko:
tem sWo ojsivcl porm 'aflndei' a
dade, poJalta do fundo ^destinados para tal
I^TUTO D|SUItt)0S-MOD0S.
Existem actualmenPneste ioslituto 17 alum-
nos. Em geral satisfactorio o seu oproveila-
ment nos esludos a quo se appcam.
Comquanto diminuisse a renda eventual do
eslabelecimcnto no decurso dn anuo passado
pode manler-se todava o equilibrio entre a re-
ceita e a despeza, medanlo a^nnis rigorosa eco-
noma. _^
A sua divids^uja mortisaco secontinuoo _
lazer. achavo-sc rcduzida o 601^)00 no finido!
mesmo anno.
Mso traeos recursos de que se dispe, e que i"!*0* acertado comecar'nci'os'que 7crlenccm
npenas comportara ocluaes. nao permittem que feoea pralie, como de mais imm -dala ulili-
A organisaoao de urna carta descriptiva e iti-
neraria da provincia tora, sido o objecto dos seus
( primeiros irabalhos.
ro de notas acerca das propriedades medieioae
daquellas plantas, o de suas applcoces iudus-
jC X sec?ao de geologa e mineraloga lem encon-
Irado lazidna de dillerente mineraes, algumas
das quaea Ihe parecem ser de grande riqueza
Entro esaa menciona as de ferro como sendo da
melhor quol.dode conherido. Ten. observado
muitos indicio de minos de corvo da nedra A
escossez porm do lempo Ihe nao permitlio pro-
ceder a experiencias. e
A do zoologa tem clossiflcodo mutas especies-
e espero poder o presen lar urna collecco com-
pleta da parle oreUmilogica da piovinotV pr
auaWj possue mais de 50J exen.plares.
uanlo do astronoma, convencendo-ge osut
aT^"*> a T|sla de embarocos em que se achou de
0 : qW'Ora impraiieavei execucoo simuhanea' de
lodoavoa trabalhos'emsarrega ios o esla -
o instituto ganha maior descnvolvmenlo, nem
que ao menos sejam salsfeitas algumas necessi-
dades de reconhecida urgencia.
itkVcceilo procedente do subvenco e pensoes
do governo imperial, duranle ajutlle aun, fot
O fundador o director do eslabeleumenU^to.
no de elogios pelo zelo com que se tem del
4b conlantemeute ao desempenho Jo seu dfficij en-
cargo, reprsenla a necessidode de ser elevada n
11 OOOjgOOa subvenco annual fiza d5:000g000
que pt^sloda pelos cofres publicos
Applieacao da somma que pede seria ase-
guinio :
As verbas Alimento vestiario
m obilia..............................
Ao pagamento de um professor, c do
urna prufessora com habililajos es-
peciaos ...........
A um cpelloo, profesaj de reli-
gio..
o dados necessa-
e
sso
.jpranda pane dos elementos
rios se ocha j colligida.'
A de elhuographia tem-se oceupadocora exa-
mes o esludos estatislicos, e com a colleccu do
documenlos histricos.
Pelo que respeila aos indgenos, nenhum Ira-
balbo leem podido fazer, porque os primi-
tivos habnanles da provincia des.apporecerom
ou confundiram-se na mosso geral da oonu-
lacoo. Y '
Tundo os Irabalhos de proseguir no correnlo
2:0O0J|000 an"- |0S T,u a estacoo proprio o permiltir.
i de esperar que os seus resultados corros-
pondim s >ieU com que foi creada osla conf-
missao.
2:iO0>.KK)
a......... 8005000
Aum inpcclorde alumnos......ajHHOOil
A um medico...................^^ iTOOL'o
_ ^. 6:OOO;0U0
I a^te-me altendivel esla solcilaco. Se nao
nos ainda possivel elevar esle^stbelecmenlo
00 ponto a que tem chegado em oulros paizes
instituices da mesma nalureza. cumpre ao rae-
nos melhorar o seu estado d.indo-lhe o que
iudspensavcl.
ACADEMIA DAS BELLAS-ARTES.
O relalorio do seu ilhsatrodo director ( annexo
1 ) menciono os fados mois importantes, suecc-
didos no decurso do ultimo anno, os qnaes de-
monstrara o melhoramenio que vai leudo esle
; eslabelecimenlo.
Pelo decreto n. 2,421 do 25 de maio do anno
passado rwjilisornni-.o os ideas, quo vos foram
opreseoiadas pelo meu aiitecee-:or, do din.lu
"WS" cursos o ensino da academia, e de tor-
nar vre a matricula do diversas aulas
gratuito a frequencia de todas.
Era esle o meio de fazer proficuo o ensino in-
dustrial creado pelos estatutos : c a aUluencia
^n.?!.C.!::Lna"l,t;'0Si,s:d" pessoasque leem concomio ao curso noc-
turno prova as vantagens queja setern colhido
ddsla reforma.
Conlinuam a ser hbilmente resloaredOS os
preciosos quadros que formara a anlga collec-
co da academia.
Do mappa que ocompanha aquello rea torio
consia o numero e aproveitamciiio dos alumnos
que frequenlariin as aulas.
CONSERVATORIO DE MSICA.
Nas diferentes aulas d?ste estaboleoiroeni
esloo matriculados 131
sexo feminino.
Os resultados do
TIIEATRO LYRICO FLUMINENSE.
No dia 4 defevereiro de 1861 terminar o pra-
zo do coiilraio celebrado com a empreza que so
encarregou de sustentar urna compouhia de con-
t ueste Iheolro.
"Duranle o anno Pind foram cumpridas regu-
larmente as obrigaces estipuladas.
Exiraliirani-se os 36 loteras concedidas em-
preza.
IMPERIAL ACADEMIA DE MSICA E OPERA
LYRICA NACIONAL.
J o meu illustre antecessor, como derlarou
no seu relalorio do armo passado, linha reconhe-
cido ser mull a sustentaban desta academia
visto que exista oulro eslabelecimenlo d
idntico nalurezau conservatorio de msica
ao qual convino anles dar mais desenvol>i-
menio.
Pensondo do mesmo modp, e lendo fin dado os
contratos feitos rom os professores e mais ar-
U.-los que rompiinham a academia, o governo
u exlingui-lo, o que so realisou uliima-
sendoi melllc>
(Confinuar-s-/ia.)
que
o numero tizado dt lampeestl
Irneulo, diminuido as&e numero, que se
ceii sm excessivo, o suppriruida a [lumi-
as nuiles em queso torna inulil, a des-
gaz elfeclivamenle consumido lies quoio
te-cu da somma a quemoniava.
scsgoslos reclamados para estebelecimen
vn)n)r
lo de r avi sysiem i do iliumin u;o fiearain
o da i onipaiihia. O material existente fni-lhe
cnmpnidn polo governo pe'a quanlta do I2:000#.
Ni VEGACAO POR VAPOR COSTEIRA E
PLUVIAL.
Compa xhia Brasileira de Paquetes porvd^or.
Depnis de ler-se o governo habililalo por lo-
dos os neios a sen alcance p ira avallar o estado
desla cimpanhia, e os termos em que devio usar
da ute iisoc*Bk do artigo 2 do decreto n. 1,011
de 14 e seWtiro do anno possadq, innuvou o
rsped vo contrato, segundo os condices que
acomp nhom o decreto numero 2,513 de 17 de
dezcml .o ullimo, ouvido a seci;d* dos negocios
do imrerio do conselbo de estojo.
A su ivencio que por viogens redondos ero de
27:000 ;000 no linha do nono, o de 8:0()0i000 na
dusiil, foi elevoda o 32:000(00 > no primeira,
eslabe acida quouto a segunda pelo modo seguin-
le : 8:1009000 oo porlo do Rio Grande com esco-
la pele de Santa Caiharino, inclusive o servico de
conduico de malas o possageiros ot o do Porto
Alegre e LJeOOjlMOi) estnJendo-so al Moule-
vido.
"OTO!
panhia Espirito Santo.
(vico da navegoco a cargo desla compo-
nlrc os porlosdo Rio de Janeiro e S.*Ma>
tera continuodo com ^guloridade.
idendo, porm, o governo represenloco
> foi dirigida expondo os difficuldades com
ava a companhia, fez-lhe as seguirnos con-
por decreto uumero 2,063 de 6 de julho
o Ando :
Proiagou por 12 mezes o prazo.
findo em 23
opresen-
ulados no
I*:
de jun o.do 1859, dentro do qual d
toros vapores com os condices
respectivo con troto;
Alte mu a tabella das passogens e
mesmo lempo acrescentou a obrigacio de
tocaren os vapores, era lodos as viogens, no por-
to do I imo, logo que a desobstruecao du Hio-
Novo | ermiilr o transporto de productos em pe-
queo: trabarcacoes.
Empnza de nacegaco enlre os por los do Rio de
Janeiro a Caravellas.
Esla empreza lem salisfeilo aos encargos que
tomn nao obslanto haver soffrido a perds do xa-
por qi e fazia o servijo da linha. *
Bptt xa de noeeaofop entra ot portas Ao Rio de
Janeiro e Sania Calharina.
Por lecroio n. 2,450 de 18 de agosta do auno
pascad > foram approvadas os estatuios pelo*
qnaes i overa reger-se a companhia que oompre-
zari i pbiigou organar.
A quanlia de 2:000$, tambera opplcoda pela
mesma le acquisicao de livros para o biblio-
theco de cada taculdade, deve sor conserva la
nos orcamonios seguinles, adra de que se pos-
sam ir euriquerendo graJualmente. Conviiiu
olem disto que se desllnassse nutra quanlia para
assignoluros dojruaes e revistas scieulicas e
publicaces de nalureza seinelli.inlo.
Com n exercicio de 185859 coducoram os
crditos de 50:0001 e de 00:00:i> concedidos pelo
7 du o-t. 10 da lei n. 91 de 26 de selembro
de 1857 para a conslrucco de edificios propiios
para as facilidades do Recife e do Rio de Janeiro.
Convut quo estecrditos sejam restabelecidos
afim de levar-so o efleito a conslrucco desses
edillcios, cojas plaas ja se acham levantadas.
Esloo prvidos lodos os lugares de lentes e de
substituios, a cxct-pcoo de um, destes na facul-
dade de S. Panto, o qual j est cm concurso, e
oulro na do Recife.
Quauto classo dos opposilores nas facilidades
de medicina, dillicil lem sido S sua oigouisaco.
por serem pouco desejados estes lugares. Por
vezes lem acontecido serem pastos a concurso, e
nem um prolendenle so aprsenlas. Parece que
duas cousas coniribucm pora esle resultado
existencia da olease dos substituios, e os
nas renigaos que sao ligadas posicao.
feudo a experiencia mostrado a conveniencia
de se atlerarem em grande parle as disnosces
das inslrucces do 12 de maio de 1856 relativas
aula pratica do pharuiaca, o governo os subs-
liluio pelas de 7de*janeiro ullimo (onnego G )
Por decreto n. 2,579 do 21 de abril deste anuo
foi opprovado o modelo para as vestimentas que
o director, lentos e mois empregados das facili-
dades 8e medicina devem usar nos aclos solem-
nes, na forma dos arls. 339 e 341 do regulamen-
Bahia,
30 de maio do 1860.
Cachoeira.
As folhas dessa cidade alcancora a 26 do cr-
renle.
Le-se no Progregso :
Nestes ltimos da? tem chuvi-lo bstanlo
nesta cidade ; consta-nos porem que estas chu-
vas s cliegarom al o Jacar, e que s no da 23
alumnos, sendo 13 do l!nI,il navi,lo un pequeo aguaceiro na Fera do
bant Anno .
t de juiho
[i re- Climas.
Carlas do sorlo dizem que na Chapada, no Rio
O pensionista que se ocha em Pars lem de Conla e em Caetile j linham cabido ebuvas
u .do provos de grande aproveilomenio. em abundancia, e que a populacao eslava muito
Duranle o anuo lindo foi o patrimonio do salisfeita e esperancoda.
consenatoiio augmentado com a quanlia de 2
! ,,llia iR> a no*! secca e a r"ir"Camiso- .
. De urna caria da villa do Camiso. datada de
i 16 de maio, pora o Progresso da Cachoeira ex-
5iooo*aoo lri,h^"os 1S,;U!"10:
b hornbijissimo e mexplicavel o estado do
32:800*432 ",is,,ria c '1"0 es\ reducida este termo.
I Como lliedis.se no rainha primeira a emi^r.i-
7055750
ensino conliiuam a ser van-
lojosos. Muios dos alumnos leem sido
miados.
......w*------- |...#u.,^i.r ,,u (IIUU IOI
no das dezeseis que Ihe foram cune
Este patrimonio compe-so de
5 apolicos do divida publica
do valor de l:OOOgi>00........
Dlnhciro depositad no Banco
Ilypothccario.................
Dito no cofre de con-
servatorio......................
87:506;232
o
peque-
lo complementar dos estatutos, approvado pelo
decreto n. 1,764 de 14 de raaii de 1856.
2oIiultueco primaria e S'.cundaria do mu-
nicipio da Corle.
Nesto ramo da industria publica lem havido al-
leraco notavel.
O governo nao lem podido levar a elTeito as
medidas de que depende o seu meihoromnio,
porque o exeeuco dellas exige despezas para que
se nao acha aulorisado. As mais urgentes tem
sido indicadas nos rotatorios dos aonos pas-
sodos.
Derara-se entretanto algumas providencias ten-
dentes o regujarisar melhor o servico, e continua-
r o governo a empregar nesse intuito lodos os
meios de que puderdispor.
O relalorio do digno inspector geral (annexo
II) contm minuciosas inforraaces sobre esle as-
sumpio.
ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA.
Tem continuado esta academia a celebrar re-
gularcenle suas sesses, nas qnaes so aoresenla-
ram ira barbos importantes, e so ouviram discus-
soes luminosas sobro assumptos acieutiflcos.
A publicarlo do aeu peridico intitulado An-
naeBrastlieoes-de-l*edieina tem-se feito tam-
|jem com ragulandade.
INSTITUTO HISTOR CO EGBOGRAPIIICO BRA-
SILEIRO.
Eroseguindo esle Instituto em sun importante
empieza, seare com.OB.wai0 zulo dedicajia,
Somma............
A receila do conservatorio, procedente do ju-
ros deslas aplleos e dinbeiro depositado no
bouco, actualmente do 55J6')33. A sua des-
peza esi oreada cm 5:OuO$000.
Por proposla da directora ordenou ultma-
raenle o governo a compra de mais dous pre-
dios silos na ra da Larapadoso, contiguos ao
que j (ora adquirido poro conslrucco do edi-
tieio proprio para as aulas do conservatorio.
Estes predios eslam ajustados, um pelo quan-
lia de 10:00000,.0, e o outro pela de 6:0;)09<)00,
quo sero pagos pelo patrimonio do eslabcie-
cimonlo.
CONSERVATORIO DRAMTICO.
Nao tem sido possivel a associacc, por n-
siillicicncia de recursos, dar a ses Irabalhos
o desenvolvimento quo conviria para corres-
ponder ao fim a que se propz.
Elle se tem limitado critica
pecas*submellidas sua censura
les empresos e por particulares.
De 250 que Ihe forom presentadas duranle
o anuo findo, obtiverom apruvico 235.
MUSEO NACIONAL.
O seu estado o mesmo que tem sido des-
criplo nos anteriores relatnos,
Por urn lado a exiguidade da somma volado
pora as despezas de.-le eslabelecimenlo, e por
oulro acanhado capacidado do edificio obstara ao
seu desenvolvim'iitp, o al ao conveniente ar-
ranjo o exposc.o de graode parle dos objeclos
que possue
o quo
c emendo de
pur. difloren-
Como Ifaedisse na rainho
eo ero incessonlc e tem continuado. Na madru-
gada de hoja chegacam cincoenta mulheres [!) as
quaes rcvelou-nos em seus Asquerosos andr.jos
e em suas lvidos frontes o coroclerislico di mais
completa miserabilidadc Aqui chegadas, o que.
deviam elles esperar ?----a morle I Sm, a mor-
le. porque o Exm. governo fot-a surdo as sup-
plcaa da cmara municipal, ossnn como do juiz
municipal, que Ihe pediom soccorros urgentes !
O governo?.... que se importo elle com
por c vai relalivaiuenlo a fonie?....
E so nao bastante o que levo dito para com-
provar essa niinha proposito, en vou relaiar
Ihe um fado deshumano, que asa depe contra
o goveruo e quo sci sufliciente paro convencer
a qualquer que elle so nao comptnelra do flagel-
lo que actualmente tortura esla villa.
Expedio elle ordeus para que neste termo so
recruiasse ; o chefe de policio, ha pouco remel-
len para aqu, afim de ser processodo, um indi-
viduo, o quol, em rozo do pessimo oslado du
codeiira remeiiido em um tronco, onde tam-
bera tem sido diversas recrulas ; pois bem, o
governo mandando prender pora recruta o remet-
iendo presos para serem aqui processados. nao
lhes d o sustento quotdiano ; esses individuos
< esmolam do tronco caridade de qum passa
i pela porta da priso, que e ao rez do chao e do
delegado que sendo um capilo de polica, j dei-
xa ver que nao abastado, pois nessa classo que
vive do exiguo e chorado ordenado do governo,
nao se coma um que o seja, apenas passam eco-
nmicamente, e, conseguintemcnle nao pode to-
lerar esse peso que compelo provincia. A c-
mara municipal reprsenla, o juiz municipal re-
clamo paro que so crie aqui urna collecloria pro-
0 meu illustre antecessor ponderou a noces- Tmcia' 1ue -"lente os miseros presos, o gover-
sidado de so destinaren) fundos suflieientes pa-
ra se promoverem os mais urgentes melhora-
raenios, sem os quaes o nosso museo nunca po-
der progredir.
Peco tambera a rosta, altengo nara este as-
sumpto.
Os Irabalhos concernentes conservado e
classifico nicamente foram os que se execu-
trom no decurso do anfio qne findou.
DilTerentes pessoas offerecrau alguns objec-
los ao eslabelecimenlo, e a estes se limlram
as suas novas ocquisices.
BIBLIOTECA PUBLICA.
O servico deste eslabelecimenlo lem sido feilo
com reguliridade.
No decurso do anno que findou foi [requemado
por 2920 leilores, os quaes consultaran) 5,103 o-
bras.
Por doaces feitas por parto do alguns gover-
nos estrangeiros, pela soeicdade dos Anliquarios
du Norte, e por diversos panic llares, adquiri
no mesmo periodo 145 volumes. enlre os quaes
se con la o obras de notayel metecimenlo.
no respondo que a collecloria da Tapera abrango
parle deste termo o que a outia melade fica na
comprehenso da da [eir de Sanl'Anna I!
-.< Ora, como se explica isto, que nao deveria-
ser dito por pessoa extrauha administrarn da
justica, quanlo mais pelo governo que. melhor
que ninguem, sabe a inlerferoncia immediata
que mutas vezes leem os collectores na idminis-
trocon da juslQO ?
O quo se dir de um senhor que mondando-
meller no tronco um seu escravo, nao Ihe d a
subsistencia diaria?___ E o que se diri do nosso
governo, mandando prender e nao dando susten-
to aos miseraveis? I.... Horrorll HorrorII....
Agora mesmo chega-nos a noticia por essa.
emigradas, de quo cima Ihe fallei, que oito de
suas competiheirss, que para aqu emig'avam,
nao poderom resistir aos terriveis efleito d
fome e pereceram no lugar denominadoJa-
lon >
Um desses etimes que horrorsam a propria
natureza, consta que fra consumado na djairic-
to do Monte-Alegre : urna raulher vendo-se op-
prossa no ullimo pon
****

vJJUTILSK.1
______
_


sedo, a^sir.camo scufiiihos, .c.iMifawottuc
.^ ** f mpe#r| F ivJSUrJIM! tor
atento para preguir na jornada da eroigracao,
desesperada o maUra,.jara p Mu do chegar com
os ouiros cm lugar t>nfle ka | foccorresse, visto
que qualquer demora Imporiava' o dar-se a mes-
M o*tanuac0 do occas nos doman Oihoa I Ol-
iera que essa inel esl presa.
a A farinba. parle da qual se conduz para aqu
na esbeea, esl a SJASO e a 4 a quorto, epro-
porcionaLnioata o rmiho euijo.
.ios 4ias 4, 5 6 dosi* se lUejahpw aqui
ptect ad peltndam pluviam, que foram muito
coiiconidaa, e ella (U-ivo) na raonhra devli-ap-
pareceu levemente, e oi-e, oeoaaranando-a per-
da da stmejite que se plantn.: alera de queda
couce, alem-do nao liaver legumes, aluda veio a
No da 30 do passudu Manuel Conexivos de
liveira deu urna faeada ni regi.io hypogaslria
da pessoa de Queriuo de Souta origiiiou-tsto
queslo sobre aparas de oapim paracavallo o
pacientejaest-boni; o o uffeusor refjuoreu fian-
$a pela delegada, por onde corre o respectivo
summano a ex-ofJieio.
. 'gario de Monte-Alegro, na idade de cer-
ca de C) anuos, levou palma e capella por assim
pedir quando cor.heceu que eslava prximo o
seu passameato I
(Jornal da Bahaj.
DIARIO DE PERNAMBUCO
O vapor france/. La Guyenne, ntralo hentero
<>e Bordus, (di portador de jornaes com datas de
lia m burgo 20, de Loudrese de Pars Si do cor-
rele.
O nosso correspondente de Hamburgo diz-nos
< seguinle :
Nao quero delxar partir o prmeiro vapor da
linha franreza sem dar-lho algumas noti.-ias da
Europa, cujo estado asss delirado. Serei bre-
ve, mas preciso. Quando as difficnldades susci-
tadas pela cess.io da Saboia 6 Frang eslavam
ser pacificamente resolvijas com satisfacao geral,
eis que um movimento arrebenla no rapio dia da
Pennsula Italiana, e vero juntar una nov.i com-
pi'-ac_an i nuaeo embancada da Europa.
No dii 5 do correnle parti d'um porto perlo
de Genova o famoso Garibaldi com dous mil ho-
iiL'ns cm soc.corro do iusurreigau da Sicilia. J
temos noticia do desembarque da forra de Gari-
baldi no porto Siciliano de Marsala. As noticias
que recebemos do aples aaecontiadictorias, o
que f,i7 receinr os progressos' o*a insurreican, tn-
breludo pelo prestigio do noine de Garibaldi,
GrtrWt LlferpndV; Tt-Sif (15) doVar'a Li-
.teipooI ; CttoiiHe (18) de Pernambuco a Liver-
pool; Hnwy Clem f!6) da Parohvba a Liverpool
Irene- (16) da Jarataba a Ptymmh; Afina (17)
da Parahyba o Plymoulh ; e Adelim (18) de Per-
nambuco a Cl/de.i
Seguirm nesse mesmo periodo de diversos
porlos da Grfra-Bretan* para o Brasil osseguln-
Im navios : Success (8)" de Cardiff pora a Baha ;
Mttem (11) de Grimsby para a Bahi* ; rW-lfa/-
Utee f2/ de CardifTpara o Para; Castor (15) de
tardiir para a Baha; o Marry Worrall (17) de
Liverpool para.PeinarakBco.
As acedes das.nossss estradas de ferro eon-
linuam a descont. As da Bahia e de S. Paulo
estao cora o de 5/8 a 1/2 por accao ; o as do Re -
cife com o de I 3/4 a S 1 5/8. Os dividen-
dos das duas primeiras emprozas serio pagos nos
priraeiro djus de julho ; os da lerceira o sero
so mais lardo.
Osnossos fundos pblicos de 5 por cenlo fl-
cam colados a BU 1/B,; o* de J por cento de 185
tora como os de 1860, a 90 3/4. Os coiisoliUa-
dos ingiezes lera sido negociadosnestes ltimos
das a 91 3/4-7/8; os undos porlugueze3 de 3 por
cento a441/2; os sardos de.5 por cenlo a 815/8
os hespanhes de 3 por cenlo a 47 3/8; e os tur-
cos de 6 por cont a 73 3/4 o 74 i/8.
Os nossos arligos de exportacoo d venda no
mercado inglez, fican colados da maneiraseguin-
lo : Algodo de Pornambuco de 7 d 3/4 a 8 d 1/2
por libra ; o da Baha a 7 d 1/4 ; e o do Mara-
nhao a7d 7/8: a veuda diaria desle genero, no
mercado de Liverpool, tem variado de 60 a 90
saccas, sendo a procura.firmo O coco do Brasil
(1 d de direilo por libra) de 52 s. a 68 s. per cwl.
Caf prirneira qualidade 61 s 71 s. per cwl.:
segunda dita 58 s. 64 s.; ordinario 51 s. 57 s. (3
d de direilo por libra. Pao Brasil do 80 s a 8>
s. por tonelada. Assucar de Pornambuco o da
Parahyba branco 27 s a 32 s. per cwt; dito mas-
cavado dn 20 8. a 26 s. Couros salgados do Bio
Gninde 7 d 1/4 a 8 d 3/4 por libra; ditos seceos
de 9 d. a 11 d; o dilos seceos^ salgados de 8 d
c S. M. a rainlia, qne depois*das ferias da pas-
CBoa reculbeu-se a Londres de volla do easlqllo
de Wiglil, de Windsor, se acha actualmente e
Gsborn, na ilh.i paraonde par-lio no dAH9 doto.-
renle. No dia 18 tova aqaf lugar o cortejo poruc-
casiodo anniversario.ualalicio d mesrna augus-
ta senhora, que completou 41 annos; nesse dia re-
ceben a rainha no palacio de S. Jamos nao s
o corpo diplonalico estraogeiro acrdiiado junto
da sua pessa como lambein os grandes digmts
rios da corda, aleiu das senlioias que tem entrada
na edrto. Pan uMnteremonia muitissimo concorri
j!jffg MsjmwatlattJCOg ^ jggfJtmt mu trie naam m t Consideran, lodos mu.to compromellida a pOBi-lda e long.i,' leudo comedido a7horas" 'fiudaJo
rao do re de aples, mas o que acontecer de-I perlo das 5, quast sera i'nterropco.
pois? rala-nos lemuo oara anrofundnr sla iu.......... .-.......____i_ K?
. Na noiie,desse mesmo da os ministros de es-
ado dero sumpluosos banquetes officiaes, sendo
o raais notavel o que offereceu ao corpo diplo-
malico lord Jonh Uusscll no minhferio dos nego-
cios eslrongeiros: lodos os ebefes dn misso, a-
qui acreditados, asslstiram a esse ocio ofilcisl. I
Lord Palmerslon, primeiro ministro, recei'beo de-
pois do sen banquete raais de mil pcssai, a(!pa-
recendo_ grande numero era uniforme.
A ogeui do principo do Galles aos Bstados-
Unido da America e ao Canad fui defeiida pa-
ra mais larde. S no principio'do julho que S.
A. R. d'eixar a Inglaterra de caminho para ali,
sendo> Mompanhado por lord Sr. Gcrmans como
sen aio actu.ilmenle aih i-se o herdeiro da co-
rda em Oxford, onde continua a frequonlar os os-
tudos superiores O principe Alfredo, se* jrmao,
que aqu viera pouc.o de volla de timti longa
viagera pelo mediterrneo, acaba de cmbbrcar-se
em Porsihinoutli a bordo da fragata cm que serve,
leudo j seguido viagera para o c'jbo da B3-Ks-
peranca; osle jove principe mostra decedida
inclinaco pela vida nariiima, em quejeiilrou ha
pouco mais ou menostrez anuos.
A noticia poltica maisjimporlanle que dosla
vez posso dar con; relacao aos negocios exterio-
res da Gria-Bietanha a recusa por parle do im-
perador da China ao ultimtum da Inglaterra por
motivo dos aconteciinciilos do Pet-h no decurso
do auno proximo-.passado. S. M. chine/.a se re-
i cusa nao s a reconhecer o direilo que aGra-Brc-
lanha pretende do subir pelos rios cima al Pe-
kn coru seus navios de guerra, corr.o tambera a
darsatisfacoes pelo successo do Pei-h, pois que
considera ler sido aquillo um mero desaggravo
do insulto que ao sen territorio Qzeram as aulo-
nda.ies britannicas. Logo que pelas forras m.iri-
tiuias inglezasfoi sabida a resposla do imperador
ao ullimalun da rainha, esliheleceu-se o blo-
queio us porlos da China por parle das forcas
naves britannicas, tendo ja sido comrannicada
all aos ag-nles das potencias oslrangeiras resi-
dentes nessas paragens ; e brevemente se espera
quo desembarcaro no territorio cbinez os allia-
dos francezes e ingiezes no numero do quarenln
mil hornees. Segundo tem anuunciado algmnas
ralbas da Kuropa, achavam-se ha pouco lempo
na Lilia Bourbon viole e cinco rail soldados ran-
cezes com destino guerra da China : a Ingla-
terra entrar em carapanha pelo menos com 15
j rail horaens. Desle modo esl novamente co-
! mecada urna guerra entre a China e a Inglaterra
alijada com a Franca ; da qnal porem ninguem
h m*i
e,9tSs
~*|Mm' dwrante os mesmos das, 16 era barca-
rgWWroantM, ^^^ de 6>1M ,0R0_
"*-*nn.d'n>,' thironie os mesmos dias
ral, 3.rM(t9693 rs. ; a rocebedwtedbs rendas jte-
:tnciiu^t?Prs-' coami^. *-
O njoviineBta;garal da nl/andega, durante
esses mesraw Jias, fui de 8.490 voluntes, a sa-
MT ~ volumes entrados com fazeiMlas 327 ;
T JfSf?,0.-1.''U8.;-4oUl dos volumes enlra-
oos,-,urfa ; vota raes- sabidos, cora fazendas,
49J; cora gneros, 962:--lata! dos volu-
mes sabidos 1,455,
Flleeeram durante a semana 85 pessoas ;
sendo livres : ai.bomoos, 19 nuillicres-e 33 prvu-
los : escravos, 5 horaens, 1 mulher.e 6 prvulos.
IUCIFI-9 BEJUIIHO 4)11.160.
is seis nonas da tarde.
Hetrospecto semanal.
Dunrale a ihihAmn Kdnve'Mf absoluta de no-
ticias i a Europa. [o ana iniciada pa*a eSV das, arralo ifPesla
hora o ib saa hegados.
*te as, patera, pelo UHford /Torvo, rindo
do Sul, recentes noticias das repblicas do Rio
da Pra a o das provincias do imperio, que ficam
para ei se lado.
Ta provincia de S. Joo linha rebenlado urna
revolui; o, promovida pelo partido Benavid>>z e
capitaneada por um corouel de nomo Uelchior
Diaz. A revolugao tinba sido suffocada ; mas
Helchii r Diaz conseguir evaJr-se e achava-se
era Lia ios reunido ao general Penaloza. Tinham
sido pr >sas em S. Joo algumas pessoas impor-
tantes compromttiias n'aquelle movimento, e
entro e las urna senhora de_ neme Queiroga. E' i
j a teiceira revolta que*app'arece em S. Joo de
tres mi zes a esta parle.
Um oroal do Cordova, o Imparcinl diz que
se espekiva urna revoluco igual era Mendoza.
Em (rnenlos linha lambem havido umd su-
hlevao mllilar por occazio do embarque re um
batalha) que doria seguir para o Rosario. De
'JO pra;as que deviara embarcar apenas se ron-
seguio azer ambarcar 00, porque as raais eva-
diram-: e levando comsigo o arniaaidnto.
As o liras provincias- as la va ni cm paz, mas
ninguem pdde ss^gtarar qne de nm momento
parta o i tro nao appJrdc algunia perturbacao.
h' esta i '
da Ame...
sao me ios frequentes, e em que lia mois socgo,
urde ni e tranquUldade a repblica do Cluli, i -r'""'a """tipm az sessuo or]
quo, -Mizmeiite- vai nrolhoraiido consideravel- "". I'J continuar nos di.. subseqoentes.
raento. T Helereni-iios o seguinle laclo, que deca
O coigresso federal rfe Par.rn aindaVilo es- a'*f'P,llla a boa ordem mililar, visto oe neile
lava inbalbandopor.lalmdo umoro.sullicieulo ucM'sv ""PUcila una desobediencia, quo eum-
nmn diaria.
Sexta-feira pela larde desabou a cpula da
torre da igreja da Santa Cruz, na bairro da Boa-
>isia. causando algum estrago no lelhado da
menina igraja.
Felizmente nao temos a lastmar*eno o ha-
ver sido ofTendldo um entalhador, que naquella
occasiao Irabalbava na sacrislia.
Na supposicflo de achar-sc desaprumatPn re-
ferida lorre, fura lomadas medidaspromptss
pela polica, ron. o fim do prevenir algnra si-
nistro de que podesso ser victima quero por all
passaase. H H '"
a condicao das repblicas hcsponholas i "T* -*lni"lfaa ermins-se o preceso das habl-
?rica. A nica, em que as perturbacoes i, os .Pr?Ponentcs arremolaco dos m-
ios fra s n cmara municipal faz sesso ordi-
Eirrilm, pirtii, 2snus: pardiltr.
Polipurrlo, bfiTiWo, 4 anuos ; esMrfatfna.
Hanoel, preto, escravo-,'4 annes; intertie chro-
nici.
Bacharel Leonardo Augusta Fereira Lima, bran-
co, rasadj, 80 anuos ; escarlHina.
Hara, branca, 3 annos: naterc.
Naria da Conceico, prcta, sollerra, 22 nno ;
escarlatina.
Paulina, branca, 3 mezea; convursf.
Jnaquim, branco, 2 annos-; sna-.'arca.
Joaquina Mara da Soledad*, parda, sulleirt, 41
annos ; angina.
Hosprr*L Dg CAniDAor. Existen 71 ho-
mens e 48 mulheres, naeionaes ; 5 horneas es-
Irangerros, 1 escravo ; total 125'.
Na lotalirtadc dos doenies existen 39 alienados
sendo 31 mulheres e 8 horaens.
Foram visitadas as enfermaras pelo clrorglo
Procurador interino.
Manoel Pcreirs Vianna.
Manoel Cabral Borges.
R>reuknp Ploiene-o do Espirito Sanio.
Joo FraHaism de Panla.
Antonio Pereira Pastos,
ioo slaia da Silva.
Manoel Antonio do Nnscimenlo.
Pronciico Balbrno de Mello da Luz.
Tiburtlno GorrfiaMJte Amonm.
Jovino de Sena ai Luz.
Soitt itiitalladoret.
Antonio Silvano dn romera.
Elpidio Feliciano Pereira de l.yra.
Jos Vielra da norha.
Joao Gomes ibeiro.
Justino Francisco de Assfs
Fabin Jos de Souza.
Jos* Tavnres de Arruda.
J
Pin.., as 8 horas dn manh^-pelo r^ Vo3as SS^Z
i. 7 horas e 3/4 da raanbaa^e pelo Pr. Firmo.' tSZfiZZ'-
Jos Antonio de Salles.
Joaqun Olegario Carnc-in Monleiro.
- ------- ? iurtMiiua,^
s 6 horas da tarde de honlera.
________
do repesantarttes
A cenveac^o de luerifOs^Ayres, enearregnJ
.do rev- a consliluico federal, tiitha ullimado
^]o*tfiis trabhlaJoa, edatrbndo que a cousHllaao
1C_ da.Io.ce maio do 1853. devia ser reformada
Crrtn irtas r.onaicdfcs.'SiJppresses e siil>stihi:i-
edes u icadasnfc quadro de reformas que junlou
sua a :ta final. Algumas d'essas reformas en-
lendem cora a constiinico ntima, allornm pro-
fundam -nte a condicao actual dos estados do
Rio da
uovidac c
raro
de ser
cmara
gularid
cada di
As res|
era cad
cusses
potados
mente
Campos}
O mii
comeca
mbrad
presideij
senado
loteras
lei, e p
dos os
lisai;o |>
O Sr
apresen
livas e
conhecf
conven
pela pr
Jen
lac.io asi
Exra. S
geral d
inos acl
pois? Falta-nos lempo para aprofundar esla
queslo, limitando-nos par buje a resumir os
fados consumados.
Urna nova coraplicaoodespould no horisonlc
poltico.
A Itussia reclama a-reunio de urna confe-
rencia pira s" inquirir da pTOico dos christos
nos dominios do suiuo.
a A Franca est completamente de accor.lo cora
a Ruasla, e parece que a Inglaterra, receiando de
licar isi'.ad.i, apoiar tambera a posico da Itus-
sia. D'aqui podein apparecer aconlecimeulos de
grave importancia.
O estado da Alleraanha nao 6. bom. Os ciu-
mes dos pequeos eslados contra a Prussia se
desinvolvem cora multa vivacidade, e a Prussia
nao lera nem um Viclor Bmanuel, nem un conde
de Cavour para vencer as diffi-uldades da silua-
cao. O que ha de raais claro'om ludo islo, a
flaqueza evidente da Alloman ha, que, unida e
obeJecendo urna s vonlade, loria voto prepon*
derante na Europa, no entretanto que no estado
actual mlis uni embarnen do que oulra cnusa.
a Veremos como se sabir a nova liaba postal
dos vapores (rancezea : sao excellentes navios e
co ni mandados por offlciaos muito capazes.
O do Londres, diz 8 seguinle :
Pelo paquete francez da nova linha entre
Bordus e o Rio do Janeiro, c que dove seguir
viagem no dij 2 do crrenle, remetlerei a pr-
senle caria, preferindo este moio mala do Mil-
ford Havcn.que lambem deverser expedida para
o Iiasil naquelle dia, por ser nolorio que aquel-
Ja nova linha de paquetes vai encelar um sorvi-
co regular; "inquanto que a oulra nem sempro
lera cumprido u seu programnia, pelo que o pu-
blico nao confia mais nella. Serapre receei que
islo viesse a succeder* porque lugo de principio
a directora dessa empresa fui menos puntual
quanto poca das partidas, u depois pelo que
respeita ao material dos vapores, tendo logo aa
lercoira ou quarla viagera do frelaf um vaso
{o Jitson) de pessimas condicoes de navigabilida-
de, como boje sabido: ludo islo tem concorri-
do para que o publico nada mais espere daquel-
la linha, leudo passa.io toda sua conlianca para a
linha de Bordus. que prometi prosperar pola
avullada subvengo que vai receber do governo
francez.
Desla vez" sahir osle paquete no dia2i do
crtente de Bordus; mas para as seguidles via
gens as partidas sero a 25 de cada mez.
O correio inglez poz-sc j do accordo com o
d Franca quanlu oxpedigio da mal que da- ,, ,ru resulladosMi^r pTrq'ue^'s'ciVnas a
qoi deve levar no porto de Bordus a coriespou- sa^ao sel 0 ^ ^alsquer compromis-
l.! Ui ,!\ T u ?"rdS a"U'S t Sd" s"5' "l"e "" spi'nl rrancados pela vrciorT
luda do paquete daquelle porto, fechar-sc-ha era ; nolicia Ju.sumolnale sccosso 'imio
i! Srer,5dTKorq^ ^^t^iiViT'" F
yo para a vjag.m des.a capi.a, aqSelie ponto de Kjfl TB ol ma," n^^raei
partida ondea dita mala sera confiada aos cui- de S11'1S roUcges COraraerciaes coraloluP0 mun-
bm %t> vgxjttx, s?3 ffft KSass:
8 d.j_e termas financciras e econmicas de Mr. Gladslone | J^
as rendas publicas solTreram nolaVel dirainuico. i'
Assim, pois, nao me parece que esta nova guerra'
raereca aqu vivos applausos; comquanlo soja
cerlo que a naca o se prestar a quaes.iuer sacri-
ficios para salvar a honra nacional ollendida na
embocadura do Pei-h.
A segunda leitura do bil para a abolicao do
Duly paper, ou Cessaco do imposto sobre quaes-
quer publicaedes literarias, fui rejeitada na cmara
dos lords por urna raaioria do-89 votos contra o
do Rio da Prala.
venr.ao nacional
N t. re do Rio
das _riiflifenies reparlices minisleriaes. O Sr.
iiri\>ijl..i I. A.. nn.. .^1!. .' ... .______ j
t do conselho linha apresonlado ao
m projecto de lei prohibindo as rifas e
de quolqner especie, nao aulorisadas por
ssando para o ministerio da fazendi lo-
negocios relativos n loteras, sua Osea
coplas respectivas.
ministro do imperio prepajava-se para
ar osprojectos do reformas administra-
la lei eleiloral por circuios, que se re-
ra ser defeiluosa e*cheia de grandes in-
rates desde que leve de ser exceulada
neira vez.
ittiraog o nosso humille parecer em re-
reformas administrativas proposla polo
, ministro do impeli. Julgarao-las era
asanle neeeseidodo
hi n'ell
Quan
mus qutl
gislacic
se toba
tuico i
do 3/4 mas nao excedendo 1 onca,
finalmente por cada 1/4 de onca ddicional a es-
te ultimo peso, pagara cada carta mais 8 d. Os
jornaesiinglezes, revistados no correio geral para
o cslraAeiro, pagaro os seguintes portes confor-
me seu peso: at 0/4 ozs., 1 d. ; cima desse
peso, nao excedendo comtudo 1/2 libra, 2 d,:
ulem del/2 mas inferior a libra, 4d.: mais
de 1 al 1 e 1/2 libro, 6 d,; c por cada 1/2 d-
dicional a este ultimo peso, pagaro esses im-
pressos mais 2 d Quaesquer oulros impressos,
do iuipi
le dos g
gamcnl
ro d.\ d
do iium
d i treo
mente
a torna
Clona
O res
legios e
d.ide pa
tongas i
fazer,
reni-se
A lei
cional i
raulera
que a
iuconv
pios, ti
niesqu
presen
candid
para o
reciarn
Prala, c altj proiendem,' por amor da
substituir o amigo noine de Confede-
gentlna pelo de /'Votnieias tnicas
Ir
Esse plano- do reformas lem
subnietlido deliberacao de urna con-
de Janeiro rontinuavam as
os seus Irabalhos legislativos com ro-
le e calma. O ministerio conquista val
maior numero de adhesdes legitimas, j
estas jal la do tliruno tinham passado, !
urna I Bramaras, sem -as.longas dis-
do coSmie. A da cmara dos Sis. de-
passou em lerccira discussio, leudo so-
ornado a palana o Sr. Marlinlio do
isterio, fiel ao seu compromisso linha
o a apreentar as medidas e reformas
s no discurso da corda e nos relatnos
ir-nos era desaccoido quanto as minu-
ciosidades da etecuco, nao disseutiraos no que
Tendo um soldado 4o nono latalhM) de vina-
dores comprado, segundo nos diiem, una divida
do ura olllcinl de balaltiao di vano, trajando
paisana, fot cobra-la do referida''evedor. Mas co-
mo esto ih'a nao podesse rrlao'Faiisrazer, o tal
creder cobrio-o de insultos c improperios, como
componsacio da dernova I F. au comente anda
coninto. voltou no draimibsequentc; oceguindo
o mesmo systema, o ofDcial, qe smenle onto
o reeonhecera coma soldado, repr-IIio-lhe as
misernveis aggressoea, que elle faziu-lhe.
O facto fui presenciado, segundo no-lo referem,
por varios capiles e alfares, alm de outos vi-
sidhos do siipr.i-mencioiado official.
ansia-nos que aquello soldado j fdra preso,
e acha se submellido A um conseibo de investi-
lacao ; o qunl deve fechar, na .-yodicai-o do Tac-
to, os olhos qualquer consi leraco, e apenas
faaor effectivo o disposto na legis'laceo militar
para que esses o oulros fados idenicos ou an-
logos se nao repilam rom detrimento da disci-
plina do exercito, cuja torga nao pode re-
fusar n'outros principios, sem duvida al-
gum ia.
Entre nos tem ullmiamenle sido ludo sub-
mellidoao systema do especolacao, que em er-
dade nao cncoiilra limites em'seu deseovoUi-1
raento serapre crescente : com tuda se especula, |
ludo serv de instrumento para consecucao uesse
lira.
Nessa cxlenso nao poda deixar de ser rom-
prehcr.dido igaalntente o alog.ir-se predio paia
subloca-lo a outcem cora lucro ni renda, em
puro veame do sublocalnrio esein proveilo al-
gum do real proprielario.
Esla especolacao prelendeu anda ha pouco fa-
zer um individuo quo, leudo sublocado a urna
pessoa um sobradinho, no que fazia urna diffe-
I renca a seu favor de cenlo 0 lanos mil r.is, en-
l leuden por fin que devera elevar essa differenca
i adlenlos mil ris para ndjutorio de urna di-
greasao Europa. Mas, como nem sempro ludo
sahe medida dos nie-sos desojes, alguein appa-
recen quo sem ser aro l foi meiier ludo nos
luvidos do respectivo proprielario; e quando
ve-se sem a
CHBONICAJIJflttURIA.
Conspire Rodrigues da llocba.
Antonio da Cosa Prrcira.
Socios houurarios.
Os Eiiiij. Srs.
Barao da Virtari.
Bario de Guararapes.
i Barao do Livramento.
I Desembargadur I). Francisco Balthasar da SU-
veira.
TflrBOML DIRELQlO.
SESSAO EM 9 DE JUNIIO DE 1860.
raESlDESClA DO BXH. SK. CONSKI.UEIRO KRMELCTO
DE LEAO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-'
tes os srs desembargadores Fi^ueira de Mello, Cfom-l Domingos- AITonso Nery Ferreira
?'''"' ^I,|fa,ln- lla*los deiDliveira, Guerra, Cnenle-coronel Florencio Jos Caineiro Mon-
Loureuco Santiaso e Si vn Rama. r.li ler,. "
i ------- """w ui;jiii(ih uuerra,
Loureuco^Santiago, e Silva Gomes, fallando cora
causa o Sr. desembargadur Caelano Santiago,
procurador da cora. foi oherla a sessao.
assidos qs feitos e entregues os distribui-
do?, procedeu-se.oos seguintes
JULG AMEN TOS.
nEClU30S CHIMES.
tiecorrenle, Jos do llego Uanos ; recorrido, o
. Relator o Sr. desembargado: Baslos de Oli-
*i'. i TTCI ,o;,q"Tm o Ksptnto Saut
<;;u c8,08?- desembargadores Gtirana., fr. Jorge de Santa Auna uork
Silvmra e &lv,i Gomes. Fr. Antonio do Monio Carmell
improcedenleaecurso. Pr. Joo d'AssumprSo Honra.
li*".\l)|'"P,'slMrWbeas-corpus de Francisco Jos Dj- 'oioda Cunhft Tetxeirn.
Mariins da ( osla. Dr. Antonio Vicente dn Nase
nerraram acr.liup.. nn.i.X. rr u......i.,n m .__i \. n .-
lero.
Teoente-coronel Jos Francisco Pires
Teaenle-coronel Jo.io Pinto de Lemos Jnior.
Tenente-coronel Rodoiyho Jooo Barata de VI-
meida.
Tenente-coronel Manoel Gamillo Pires Folco
reneohs-coronel Sebastiau Lopes Guimoraee
Major Gustavo Jos do Pego.
Major Jeaajeaquim Aa+urtes.
Capitao JosiS Franciseo ppreirn da Silva Jnior.
ni Joaqnrmdo Espirito Samo.
"laaVio
garamasollura podida
. i. APrau-aiiEs cmuEs. ;
nefla.htUa,,.,e.-SaW" pellado, o jui/n, r
A novo jury.
ArPElLACES CIVE'S.
Appellanle. Luiz llorges de Ccrqueira ; appcl-
lado. Manoel Florencio Aires de Moraes. ?
J-onlirmada a sentenca.
Appellanle, Joaqun Goncalves Baslos ; ap-
pellado, Joao Valenlim Villela.
Reformada a sentenca.
ebeique possa- ""., respectivo proprietnru
aiiaulo as mino- m,;"os .pe"sava n08s0 especulador,
is de esaenoial.
o reforma da lei dos circuios, entenlia-
o melhor seria reslabelccer a antixa le-
da fleicao por provincias, por ser a que
perfeitamenle de accordo cora a consii-
o imperio. Entretanto, parece-nos que
ns alle icdes propostas pelo Exm. Sr. ministro
rio lei dps circuios pode remover por
ravos inconvenientes dessa lei. O alar-
los circuios com o augmento do nurae-
pulados por cada circulo, e o augmento
'ro dos cleitores sao medidas, que, pon-
as ambiedes do influencias lucaes pura-
as miis das ve/.cs i Ilegitimas, lendbm
r|mais pura e genuina a represenlacao na-
j...: ,-_. j -----' uos lorus uor nm.i maiona ue OJ votos contra n
devidamenie legislados no correio inglez para se- averno Esta laxa ou imnnl I, h i
TOin pnvind.n fr.i ,1o rnitn n>.i ,1 t.Sl!. M-- o"v.-rllu- l-l<' lala. "J imposlo, que desde
abelecimenlo da sntiga eeico por col-
citoraes lambem de reeonheejda ulili-
a os eleitofes, que poupam desla sorte
penosas viagens, que sao obligados a
pbrque a lei actual os obriga a reuni-
na taboca do circulo,
eleitora de 185, sobre ser inconslilu- I
orno nos parece le-lo piovado exhube-1
i nte mu i tos dos (Ilustres parlamentares!
ella se oppuzeram, tiuha o gravisslrao
nenie de acabar com a lula'dos princi-l
: eudo-a substituir |>or una desastrosa e
i ha guerra de iuleresses pessuas. Em
y i do inleresse individual Me cada um dos:
a os, desapparecia essa uniao
iumpho das ideas, e cora
is partido;, sera os quaes
i e o governo representativo. Assira, qual-
quer in dificacao ni lei de 16-j'j, no sentido de
tornar t a iuleresscs cominuus, ser ura melho-
ramenl.i do syslema eleiloral do imperio, o qual
chegari i a ser tanto mais porfeito quanlo rnais a
unidad da represenlacao nacional se appruxi-
asse la urudade do'mndalo. A eleicao por
eleilores de provincia era segujameme* a que
approximava desse lypo.
r. deputado das Alagoas,
almejada mmala.
Ni esla a prirneira ospecuTacao desse ge-
nero, que d-se entro nos ; c se "iodos os pro-
prietarios procedessera por forma idntica, ella
cessaria paraaeoipre, c a populacaonio soffreria
mais osse nial, que eo-inuo d atravessamen-
lo dos gneros alimenticios.
Foram sabbado sorleiadas na sala dasses-
so-.siia cmara municipal, nchando-se presentes
o Dr.'iui/. de direilo da prirneira vara criminal
presdanle da cmara e Dr. promotor publi.
us Ib juizes de faci que devora servir na pr-
xima sessuo judiciaria, convocada para O da 25
do correnle.
No dia 9 do correnle fallocou, victima de
um alaque de escarlatina, o Sr. Dr. Leonardo Au-
gusto Ferreira Luna, professor de ingle/, no col-
legio das Artes, legando a sua esposa e fillios o
crep da u vez e orphaudude. A Ierra lhe seta
leve.
Ha rendo o nosso colleaa da Ordem dado
urna noticia acerca do olas falsas, abaixo pu-
blicamos, as pesquizas que orocedeu a po-
lica :
c Illm. o Exm. Sr Diz o promotor publico
iileiuio do termo do Recite que, leudo era
ura dos ltimos Quineros do jornal A Ordem,
que se d estampa nesla cidade, algumas pa-
lavrasquedoiiunciam o facto criminoso de in-
Irodticcaj no mercado do inoeda-papel falsifica-
da, faz-so de misier por bom dus iuteresses da
juslig.i, que V. Exc, fazendo comparecer a este
nio tao precisa! T;\ .i.,,'r '"',uu comparecer a esto As nppellacdes crimoa
i ella dusauna-:J <-"i'tor rospousavel do supra-.nenciouado Ap|ip|lonie. Francisco Xai
s nao se cum-IJ.')rl l"'?l'cd', a unj au, vo. Assim. qual- ^'"" vf'",car .** dessa nolicia e osin- Appellanle. Antonio Luiz
CIUMl..
Appellanle, ojuizo ; appellado, Jos Cesar de
Miranda.
A novo jury.
AppolJ/y.te; o juizo ; appcll.ido, Anlonio de
Souza Arroda.
A novo jury.
Appe:lauto", Ignacio Alves Guerra ; appellado
ojuizo. '
A novo jury.
Appellanle. Domingos Alves llespanhol; ap-
pellado. o juizo.
Confirmada a sentenca.
Appellanle, ojuizo 'appellado, Manoel Bezer-,
ra de Moura.
Confirmada a senleura.
Appellanle, ojuizo;" appellado, Jos Ignacio
Pessoa.
Improcedente.
Appollaute, o promotor ; appellado, Lucio Pe-
reira da Puriiicacao.
A novo jury.
Appellanle, o jbjeo ; appellado, Jos da Fon-
seca Jnior.
A novo jury.
Appellanle. ojuizo; appellado, Manoel Anto-
nio da Conceico.
A novo jury.
Appellanle; Jacinlho Hoque da Cimba ; appel-
lado, o juizo.
Improcedenle.
Appellanle, Anua Mara de Carrallio ; appella-
do. Franciseo Pedro Gondim.
A novo jury.
AppcHanla, ojuizo; apaeirado, Anlonio Joa-
qun da Luz o oulros.
A novo jury
DiLicRNciAs cana.
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da
jusliea, as appellacoes crinies :
Appellaute, ojuizo; appelladcs. Bonifacio Pe-
Com visla ao IJr curador :
Appellanle, o esrravo riaymundo ; appellado
Anua Joaquina Rosa Fernandos.
DITAS CITIS.
Cora vista ao Dr. curador geral as appella-
coes civeis: ''
Appellanle, Manoel da Vera-Cruz Lins c Mello:
appellada, a administrar-iodo raridade.
Assignau-se dia para j'ulgamento das seguintes
appellacoes veis :
Appellanle. Chrislovo Xavier Lopes ; appel-
lada, a irmanda le das almas.
Appellanle, Anlonio do llego Barros ; appel-
lado, Francisco Percira de Carvalbo.
Appell.-.nie, Antonio Lopes de Queiroz ; oppel-
lado.'Jose Francisco de Sampaio.
As appellacoes crimos :
Francisco Xavier das Sanios ; ap-
^. .menlo Feflosa.
Dr. Manoalde Figueiida Paria.
Dr. Francisco Jos Martins Peona Jnior.
T)r. Anlonio de Vasconcellos .Menezes de Drum-
mond.
Dr. Anlonio Epamiunnd.13 de Mello.
Dr. Rufino Augusto de Almtida.
Dr. Thom Fornindes de Castro Madeira.
Dr. Monoel Moreiro Guerra.
Dr. Joaquim Jos da Fonseca.
Dr. Joao da Silva Ramos.
Dr. Alexandrc de Souza Percira do Carmo.
Dr. Francisco Jos da Silva.
Commoiidador Jos Pires Ferreira. *
Cornmendador Antonio Marques de Amorim.
A ti ir de Abren Purlo.
Franrisco de Atsfs llrilo.
Franciscod Paula e Silva Lins.
Joo Mara d Moraes Navarro. ,
Joaquim Francisco de Torres Galindo.
Manoel Gentil da Cosa Alves.
Manoel Luiz Vires.
Sala das sessoes da sociedade Liniao BenaCcen-
le dos Cocheiros em Pernambuco? de iualio de
ISC'J O lsecr.taiio,
Damazo Miranda de Soasa Coo.
1 fraga do Hccii'i ) de juulio de 18GI).
AS TRES 11011x8 DA TARDE.
CMa^ea orii;-:xo?s.
Cambio sobre Londres-io 1 /i d. 9i) d|v.
Oeonje l'utcheltPresdeme.
ubourcqSeciolario.
Rendiment do da 1 a 8 .
dem do dia 9 .
;:s.
G8.575^S!i5
U zSy)
78.2MB&13
MuvVitTMitu da airsiijl!>yr;i
Volumes entrados cora (azendas
cora genero
Volumes sabidos com fa/endas
com geneos
230
51
-------711
1.15
611
-------76
Descarregam lije 11 dejunlio.
Calera francoza A-lele inercadori.is.
Barca francoza Alfred vinhos.
Calera ingloza lleimi. nocar. a o.
1!rigue inglezTitaniabacalho.
Barca HlglczaIsabclla Itidloiidem.
Brigue inglez Lindisfarncobjecloa para a es-
trada.
Eseuna hollandesaMonnia i.idam arroz e ge-
nebra.
Barca portngiiezaVencedora diversos gneros.
Brigue americanoBreudy-wiueidem.
Impoi-tiM-ao.
Barca bespanliola, ChriiliM, vinla,de Mon e-
vido, consignada Aranaga 4 C*, manifest* o
seguinle :
3,359 quintaos c 43 libras de carne seceo, 80
couros do cavallo ; o ordem
Consulado (eral*
Reodimenta do dia 1 a 6 6.47df&64
Idem do dia U....... 172.r)92
rem enviados fra do reino.^pagaro o trplice dos
jornaes ingiezes na pioporcao que Pica aponlada.
IVenliuraa caria ser expedida duqui por esta no-
va linha, sem que previamente lenha sido fran-
queada.
s noticias do Brasil, vindas pelo ultimo pa-
que de Milford, nada adianlarara do que aqu
conslava pela mala de Soulhamplon ; assim pois
as folbas desla capital nao lem publicado alguma
-cousa a respeilo do imperio.
Chegou a Plymoulh, vinla de Nova-York a
nossa crvela Daus de Julho, que como sabido
sabio ha algum lempo do Brasil como escola pa-
ra os guarda-mnrinhas. Era Nova York, onde
sse vaso de guerra da nossa raarinha foi nova-
mente forrado do cobre, encontrou o seu cora-
mandanle, officiaes, o raais guornico. um aco-
Ihiraento sumraamente favoravel p'or paite nao
s das autoridades americanas como lambem da
populacao, que por varias veze3 manifestaran] sua
sympathia pelo povo brasileiro as peatfpi da
uaniico da referida corveta, chegando a muni-
cipalidade dessa grande cidade al ao ponto de
conferirao commandante e officiaes daquelle nos-
an vaso de guerra o Ululo docidadios de Nova
York.
Em ura grande incendio, occorrido em Broo-
klin entre varios navios sollos nesse ponto, a of-
licialidnde c i guarnicoo da Dous de Julho, le-
ve oc-asiao de prestar relevanlissimos serv-
eos, destinguindo-sc principalmente o corpo dos
guarda-marinhas ; o por esse motivo a populacao
de Nova York encheu-se de enlhusasrao pelo
bro dos r.ossos compatriotas, que lano se tinham
deslinguido na mencionada oceurrencia.
A corveta brasileira dever seguir denlro de
pouco lempo para o mar do norte, onde vai con-
tinuar sua viagem de instruccao ; mas antes de
sua partida do Inglaterra, o commandante e of-
ficiaes virao a esta capital onde o ministro do
Brasil espera recebe-los. sendo cerlo que Ibes
proporcionar lodas as facilidades, para que pos-
sam conhecer todo quanlo de importante ha nes-
ta famosa capital.
Naufragouom odia 11 do correnle em Whi-
lesand Bay, perlo de Plymoulh, o brigue Geor-
ge, procedente de Pernambuco com um carrega-
m^nto doaasucar, do qual apenas 600 caixas fo-
ram salvas. Sote horaens da guarnicio perece-
rn] ; e o casco do navio, segundo urna parle le-
legraphica de Plymoulh em 17 do correnle, er-
dea-se lolalmenle, teodo sido feito emaoedacos
polo mar.
Desde 8 do correnle at esta dala entraram
era diverso fKJrto de Inglaterra, procedentes do,
norte do Brasil, os segrales navios : Bonita (8)
de Pernambuco a Liverpool -. Heiwieh 18] de Ma-
celo a Farmoulh; Utlece (8) de Pernambnco ai
SLivfpool; TriacHo (B) da Parahyba a Bristol;
ehe'\9) do rio Grande a Brislol; Ami fU) tfol
o flrarrd* rjratsehd-; Stieittft Xtmtnfh
. que .
muito lempo c impopular na Inglaterra, consli-
lue aproximadamente urna verba de renda publica
no montante de um milho eslerlino e lem sido
al boje um dos iteM com que o chancheller do
exchiquier tem contado para o oreamenlo da dcs-
peza ; mas Mr. Gladslone propoz a sua rejeicao
que passou na cmara dos coramuns, esperando
que no futuro por meio de una tao liberal medida
viesse o desenvolrmenle daquella iusduslria
compensar o sacrificio qne de momento o th^sou-
ro tena de fazer pela cessaco dessa verba de
reccila. A oppo3icao, porem, na cmara dos
lords, cornbaleo o projecto, nao em principio, mas
em relagao s circunstancias actuaos do th^souro
cujas rendas seriara gravemente aneciadas pela
medida, oinda raais do que j tem sido pelas re-
formas de Mr. Gladslone ; e considerando a ques-
lo principalmente neste terreno repellio-a pro-
posta do governo por urna maioria notavel. Nao
por emquanto sabido o expediente que neslas
circunstancias pretende o ministerio Palmerslon
adoptar ; mas se acredita geralmente que o go-
verno continuar no poder, resolverdo-se a n.io
considerar como questao ministerial a adopeo da
mencionada medida, que acaba de ser rejeitada.
Lord Derby, chefe do* partido tory. tornou urna
parte importanlissima na discussao do bil para
abolicao do Duly paper
Quando escrevi a rainha ultima caria, cira-
muniquei algumas noticias acerca da insurreicaoda
Sicilia ; e disse ento que a revolugad ia decli-
nando, depois dos combales era Palermo e Mcssi-
na. Noticias posteriores, porem, vicranf annun-
cm que a insurreico, tendo-se concentrado no
interior do paiz, havia ganhado muitos pontos ;
e qne de Genova seguir no dia cinco do correnle
com dous mil e quinhentos homens o general
Garibaldi com deslino Sicilia. E cora effeilo
o moviraenlo revolucionario cresceu lano de pon-
to que ainda antes do desembarque de Garibal-
di em Marsala.no dia 11 do correnle, as tropas
nadolilanas foram obrigadas a fazer sorlidas em
grande forca contra os insurgentes, carecendo
lodos os dias de noos raiorcos para impor ao ini-
migo A expedicao Garibaldi desembarcou na-
quelle dia na costa da Sicilia, e tres dias depois
suslentou um combate em Calatallmi, onde dizera
algumas folhas que as tropas napolitanas foram
batidas, apezar de terem feito muito estrago nos
rebeldes. A' ultima hora sabe-se quo Garibaldi
se acha em marcha contra Ptlerrao, e so espera
em breve a noticia de nm combate as portas
dessa cidado.
Urna parle lelegraphica de aplos em data
do 20, aonunciaque o general Filangieriio porlir
para a Sicilia, atim de ollerecer aos Sicilianos,
em nome de dl-rei, uma annistia, o vice-reina-
do do conde de Trani, e um governo separado.
De Lisboa nada ha digno de especial raeoco.
----------------,
mais se
Um
Miguel
querim
sobre a
lual, en
1859, e
tao pen
loaqoim de Araujo fuudaiueuluu um re-
nto, pedindu infrmameles ao governo
li.ios de suspeila, se os ha. Nastes ter-
mos :
a Pede a V. Etc., Exm. Sr. Dr. chere de poli-
ca, lhe delira como requer.E 1!. M.Francisco
Leopotdiuo deGusmao Lobo.
Sim ; e soja o editor intimado para compa-
recer arainhaa pelas 11 huras do dia. Recite, 8
de junhoade 1868.Alencar Ararme.
Sr miro' Aos ^ das do mez do jinilio do anuo do as-
'! cimento de Nosso Senhur Jess Chrislo de 18Gl>,
de Per lambuco relativamente a apresenlacoes e
propusl isde benelicijs eclesisticos. OSr. deputa-
do Dr,VillelaT.ivares pedio que orequerimcnlo do
Sr. padi o Araujo fosse considerado corno indicncao
e como
negocio,
deres.
E' p
esla di
qual
de par
lados,
grado
uma vei
temos t
mella
logo de
guezias
confiadi
. Foi r
munici)
edido
Sr. Dr.
que j
neslida
duvidas suscitadas pelo poder espiri-
virtude do aviso de "28 de outubro de
em que estado para actualmente a ques-
lente entre o mesmo governo e o bispo
tal remeltido s commisses reunidas'de
eclesjasticos e de consliiuigo e po-
ovavcl que -desla voz ttque resolvda
sagradavel e inconveuiento questao, da
rssulla quo se achein grande numero
ichias desle bispado sem parochos col-
como xpressaraente determina o Sar
Concilio Trideulino. Acreditamos que
i resolvda a queslo do modo porque a
ntendido e exposlo, S. Exc. Bvm. sesub-
decisao dos poderes do Estado c trate
abrir concurso para provmenlo das fre-
vagas, corao pede o bem das ovelhas
. a seu cuidado.
movido do lermo de Bag para o juizado
al da Io vara desla capital, vago por ler
lemissao o Sr. Dr. Silvino Cavalcanli, o
llermogenes Scrates C. de Vasconcelos
qui servio cora reconhecido zelo c li-
le o cargo de deiegado de polica A esco-
Iha lab honrosa para o Sr. Dr. Herraogones co-
rao pan o ministro que soube distinguir o mrito
J gno Pernambucano.
ihia nada consta de importante,
licias do interior da provincia, bera que
orias pelo que respeita ao socego e tran-
deste d
Da B
As n
satisfac
proprie
peila ai
lgicas.
As er.
quillidaje publica e seguranza individual e de
pode, sao pouco lisongeiras pelo que res-
eslado sanitario e s condicoes raeleoro-
-r demias que grassam nesla capital teera
apparecido lambem em alguns pontos do inte-
rior.
Na cijlade j se tcem dado alguns casos graves
de angi'ia e de escarlatina. A varila grussa
igualmente por algumas partes, mas cora sensi-
vel dcci escimenlo.
As cluvas, copiosas e continuadas em urnas
partes, intermitientes e pouco abundantes em
outras, leem fallado completamente em algumas.
A comt rea de Taearat resentia-se desla falta,
que estiva produzindo grandes males jcreaco
do gad< e agricultura.
Aqoi no Recife o invern vai mais ou menos
regular nento de alguns das a esta parte. As
epidem as coniinuam a fazer nao pequeo nume-
ro de victimas.
Aindi nos sckaoos sab apressaa da crso
comraecial. Ha grande esesssez de numerario,
e osagiwtas espeoulam dando-o com juros tx-
orbitaaiaa.
"-" Bt mandaraa o oaavo porto, da dia I a
nesla cidado do Kecife de Pernambuco, em a se-
cretaria de policio, presento o chefe de polica
o Dr.j Tristo de Alencar Araripe, comigo es-
crivo ahaixo declarado, comparecen o Dr. pro-
rnoloj publico interino interino Francisco Leo-
poldijio deGusmn Lobo assira como compore-
ceu Ignacio Benlo de Loyola, ao qual em virlude
da pelico do mesmo doutor promotor, foram
follas! as perguutas seguintes :
Perguntado, que fundamento linha para no
peridico O'dem publicar como aviso polica.
quo aresenlemenlo havia introdueco no merca-
do d]e moeda-papel falsa 1
espondeu que nada sabe de positivo, pre-
ndo apenas pelas rpidas forluuaS que se
leva ilain de alguns individuos quo
a
sutn
e vo
Irod
^turnara ir
lar di Europa, que eses uJivflKos sao in-
iclores de raoeda falsa,
a Pergunlado se sabo do algum facto especial
dessis individuos ?
Respondcu que nao, e que nao noma es-
ndividuos, porque alm de seren mufcos,
pode indicar fados especaes, nem compro-
as asserces quo vagara no meio da pupu-
ses
nao
var
lacajo

don
BBBBl
E por nada mais lhe ser perguntado, man-
ojuz lavrar o prsenle lermo, em quo as-
sig a conu despenueiile o Dr. promotor publico,
de iue ludo dou f.
Eu Francisco do Barros Corroa_*)Krvao, o
esc Bvi Alencar Araripe.Ignaoia^fcento de
Lojola. Francisco Leopoldino de Gusmo
Lu O.
- Informo-nos que a estrada de Santo Amaro
Jaloatao se acha intransilavcl, principalmente
nl o os engenhos Velho e Socorro, por cuja
ca za suspendoo o mnibus suas viagens por aquel-
la (sirada, lcaudo as familias que ali rczidem por
rao ivos de molestia sem comunicado, aqual mes-
mo para animes com carga olferece ificuldado.
Or; sendo nauli a comuuicacao da Victoria, c
est ada do JKro, con vera que se remedei de
pro >plo esleBStado, que cada dia deve empeorar.
- Teva%igar no dia sete do correle na calhe-
dra de 01 inda, a procisso de Corpus Chrils feila
pe i respectido Cabido : 0 Templu.estava adorna-
do :om magnificencia, o acto estove explendido c
foi a corapauhado por dois batalhes era tuzido
uniforme, diversas irmandades, pessoas gradas o
grande concurso de povo ; nolaudo-se ora lodo
ell o mais profundo respeilo c acalamento.
- Matadouro pi'Biiao :
1 iataram-se no da 9 para o consumo desla
cidade 117 rezes.
Mortlidad do 9 da do corrente:
An onio Frinciico da Souza Lima, branco, ea->
do, 20 anuos; gaslro hepalite.
Pai la, prcta, 5 das ; cspiamo.
Fraicelinr1 Varia Pessoa, parda, carada, ift an-
uos; escarlatina.
Mai daJena, prta. solteira. 90 annoi; heemoph-
t slo. "^ r
Huiia, preta, solloira, 70 aaAov eryslpata.
.- Pereira de Carvalbo ;
appellado. Jos Joaquim dos Res
Appellanle, ojuizo : appellado, Antonio Joa-
quim de Araujo Peqocnino.
DISTRIBUIf.ES.
Ao Sr. desembargador figueira de Mello, as
appellacoes cnuies :
Appellanle, o juizo; appellado, Manuel Thom
do Jess.
Ao Sr. de.semborgador Slvera, o recurso
de qualilicacao :
Recrreme, Pedro Bezerra Pereira de Arauo
llellrao ; recorrida, a junto.
Ao Sr. desembargador Gtirana, o recurso de
qu iliucaco :
Recorrjgfi, Alexandrc Gongalves de Miranda ;
recorriifaflPJunta qualilicadora.
Ao Sr. desembargador Baslos de Oliveiro o
recurso de qualifleacao :
Recrreme, Benlo' Jos da Veiga ; recorrida a
junta de quaiilicaefio '
A appelloco civel :
Appellaute, cmara municipal ; appellado
Ir.ij.uio Antonio Alencar.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago o
recurso de qualilicocau :
Recorreote. Jos Mondes Carneiro Leo ; re-
corrida, a junia.
As appellacoes civeis :
Appellanle. Joaquim Ribeiro da Silva ; appel-
iados, Anlonio Jos Bezerra k Filhos.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, a re-
curso :
Recorrenle, Bernardo Jos B.irboza ; recomda
a junta quahlicadora. '
A appellaco crime : -
Appelldnle, Jos Maximiano Soares de Avelar-
appellado, Euzebio Pinto.
A uma hora e mcia da larde, cncerrou-se a
sessao.
6.6IScH6
Diversas provincias.
Rendimenlo do dia 1 a 8 .
Idem do dia 9.......
87S6C5
119112
9933717
Kecebedoria de reas inteniasi
geracs de Pernamfcuco
Rendimento dodia 1 a 8 4:6205015
dem do dia 9.......1.97J937
6.599J852
Publica^es a pedido.
Sociedade Uniao Beneficente
dos Cocheiros em Pernam-
buco.
Suramaraenle agradecida ao obsequioso con-
curso do todas as pessoas que se dignaram abri-
llantar com suas presentas o aclo da inslallacao
desla associacoo. e noiavelemnle s sociedados
queenviarara commisses de seu seio, a socieda-
de dos Cocheaaos mandq palentear publicamente
o quanto est penhorada para cora lodos esses ca-
vallei'ros e dignas corporaces sociaes.
A sociedade Uniao Beneficenie dos cocheiros
em Pernambuco acha-se aclualmentc coroposla
da forma seguinle :
Socios fundadores.
Presidente.
Raimando da Silva Gomes.
Vice-prcsidente.
Ignacio Francisco Gomes.
1* secretario.
Damasio Miranda de Souza Couto.
S8 secretario.
Wenceslao de Castro Madeira.
Tlicjoareiro.
Joaquim Fernandos da Rosa.
Procurador efTeetii-o* ,, -
Agoslioho Fraclsro 5o Rosarlo.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 8 ll:121;991
dem do dia 9.......2.463J5I2
13.588503
PRACA DO RECIFE
O DE .1L \H DE I O
i AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semana!.
Cambios-----------Sobre Londres saccou-sc a 25
1/4 e 25 1/2 d. por 1. sobro Pa-
rs de 33 o 385 rs. por fr., so-
bre Hjmburgo a 715 is. por m.
b., sobre Lisboa de 110a 112
de premio, subindo a 70.0 S
os saques da semana.
Algodo------------0 superior vendeu-se a 7j2fl0
por arroba, e o regular a 700O.
Assucar O branco regulou de 4&8O a
5IOO por arroba, o somonos do>
4J0U0 a 4$2IJ: macavado pur-
gado de 3s0)0 a 3j200; Ame-
lica de 2ft600 a 2*700; e C mal
de 23400 a. 2j500 por arroba.
Agurdenle--------Vendeu-se de 90$ a*95&000 por
lipa.
Couros Os seceos salgados venderara-so
de 280 a 285 rs. por libra.
Arroz ----- Aquilina venda regu'.ou a 30ft
por arroba.
Azcite dice--------Vendeu-re a 2;809 por galio.
Bacalho-----------Em atacado obicve 139500 e a.
retalho de 14> a 16J, Bcaudo
era ser 11,000 barricas.
Btalas-------------Venderam-se de 2g000 a 3900a
por arroba.
dem de 6fi800 a 7*230 por ar-
roba. r
dem de 1$600 a 1J900 por k-
Pra.
A do Rio-Grande do Sul reta-
lhou-so de agOO a 4$M0, e a
do Rio da Prala de 3 a 3*500
or arroba ; ficando em sea
0,000 arrobas da prirneira o
45,000 da segunda.
Gerveja-------------Vendeu-se de 2*500 a 4J900 a
duzia de garrafas.
Ferinha de Irigo- A de Richmond relolhou-se
de 18* a 20 a de Trieste, de
20* a 22* e a de Philadelphia
de 18f a 20S, fleando ora ser
9,500 barricas da prirneira.
11,000 da segunda, e 4,300 da
lerceiT.
Caf---------------
Cbi---------------
Carne secca- -
%


l i I ,
/
W
Hila de mandioca Vendeu-se 68000 a sirca.
Feijo.....dem de 18*80 l*800 Pr r"
roba.
Genebra----------A de Hollsnda regular por 6.
a frssqueira e a de Hamburgo
a 58400.
-Manleiga----------A inglesa vendeu-te 850 rs.
por libra, o a franceza de 520 a
530 rs., fleando em s^ 2,500
barris, sendo a malor parle
desta.
Queijos Oa flaraengos venderam-se de
2400 a 2(700.
Vinagre----------dem de 120*000 a 1309000
a pipa.
Freles-----------Para o Canal a 25, e para Liver-
pool a 12/6 pelo lastro e 7/16
pelo algodo.
Descontos A caixa filial deseonlou cerca
de qualro ceios tontos de ris,
que lano imporlou o seu rece-
bimento desta semana. O di-
nheiro anda foi procurado e os
descontos variaram de 11 a 4
por ccnlo ao anuo.
Clauino ItonTcio
chua. uuicial Ja imperial, ~ Acha-se recolludu casa do deleucao or-
ordem da Rosa, cayalleiro da ordem de Chfi- tuero desta subdelegada, por
lo. major commandante interino do 1-.- bal*.' 8ua iflnhor8i Lourenco, que
hao de mfanlaria e presidente do conseHro de1" -
J.UMQ be ftfttUittpO sfesqA feiba h dr jusho PE-taao.
fgido da casa de
diz ser escravo de
" D. ana Carneiro Monteiro : quem se iulnar com
* .S'm.n.*,r TTf' 4 P?mhU doidire a e,,e- d"'-M < juio. munido de
!f !! deSaunl tAlOT, ? ..rdd m, "' X" S* "' .*---*H-W'. 1*" Dos lo Antonio do Recite 2 de maio di 1860. Vil-
Runruu, etc., CIC. i \tr, SUbdttgdO.
Fas constar, que nesta data forara encerrados
NOTICIAS MARTIMAS.
Chegaram procedentes deste porlo :
Aodo Rio de Janeiro, a 23 do passado, o brt-
5ue Eugenia ; c a 30, o palhabote Artista, coro
11 dia.
Ao da Baha, a 4 do trrenle, a barra ingieza
Fleelioing, cora 3 dias,-e n briguc portuguez Mi-
nerva, com 11 dias, desarvomdo.
Sahiram para este porto, do do Rio, a 26, o
brigue Almirante.
Achavam-se cffrga, para esle porlo :
No do Rio. o palhabole Piedade.
No da Baha, polaca llarinho.
Movimento do porto.
Navio$ entrados uo dia 9.
Fcnsaroia, 108 dias, patacho americano Slella,
de 307 tonelladas, rapitiio C. I. Lilly, equip.
9, carga raadoira ordem. Vcio refrescar e
segu para o Rio de Janeiro.
Ass, 18 dias, bialo brasilero Oliveira II, de
28 toneladas, capitao Jos Leite de Olvein,
equip. 12, carga sil e palha ; ordem.
Navios sahidos no tnesmo dia.
Kio-Crande do Sul, brigue brasiloiro Olinda,
capitao Jos Manuel Vieira, carga varios ge-
nero*.
Itio da Prala, barca hanoveriana Ernesl & Geor-
ge. capilo I. P. Lange, carga assucar.
Rio de Janeiro, barca brasilera Imperatris Ven-
cedora, cipitio Augusto 0. de S Pereira, car-
ga assucar.
Mlford-llavcn e porlos iuiermedios, vapor por-
tuguez A/ilfurd-Hacen, conimandaiile Jos
Maria de Oliveira.
Una dp. Fernando, crvela nacional a vapi r
P'iarpao, commandante o l. lenle Ma'mcdio
Simos de Almeida : couduz 20 sentenciados.
os trabalhos da qualificaco o revisao da guarda
nacional, cujas listas flcam na forma da lei, a(-
flxadas na igreja matriz, e bem assira que lem
uesigoado o dia 23 do correnie para novameute
reunir-se o consclho. nfim de tomar em eonsi-
deracao as reclamacoes que tiverem de fazer os
luteressados, e receber os recursos que tiverem
oe inlerpor pecante esle conselho para o de re-
vista. O que se faz publico para couhecimento de
quem couvier.
Sala das scsses do conselho, 9 do junho de
1860.
Claudino Benicio Machado.
Thesourarla provincial.
O Illm. Sr. inspector da ihesourari.t provincial
em cumpr menlo d*solucao da junla delazen-
da, manda fazer publico que a arrematado dos
imposlos anounciada para o dia 6 do crrenlo, fi-
ea transferida para o dia 14 do mesmo, devendo
as habililaeoes ter lugar nos dias 6 e 12.
fi para constar se inandou aflixar o presente
publicar pelo Diarto.
Secretaria da thesonrara provincial de-Per-
namburo. 4 de junho de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
Declaraces.
Collectoria provincial de Olinda.
O collector de rendas provinciaes e Olinda faz
publ ico pelo presente, que o prazo de 30 dias
ulei_ marcados no regulamento de 16 de abril
de 1 s42 para a cobranca do 2. semestre do cor-
renli exercieio de 1859 a 1760, principia-se a
conl ir do dia 1. de junho, ndo os quaes paga-
rao. 1 multa de 3 OO os contribuintns que nao
pg rem no referido przo. Collectoria de Olinda
26 de maio de 1860.O escrivao,
Jos Goncalves Rodrigues Franca.
REAL COMPANHIA
DE
ra
o> ce -
a. t
, : a
I
Horas.
5
n
c
3
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Atmosphera.
*5 si X 8 Direcco. < m 2 O
3 * =3 oa Inlensidade.
O 1.3 es -I 0 -* ia U Centgrado. 4 M 0 t^ X -1 9 O
p ce 'na -~1 10 0 ce 1 Reaumur.
ce 0 OO -1 51 Fahrenheil
-1 ce -1 10 ^1 ~1 0 co Hygrometr t>.
SJ3
C33
Barmetro.
A adminislraco geral dos eslabeiecimentos
de caridade manda fazer publico, que no dia 14
do correle, pelas 10 horas da rnanhaa, na sala
das suas sesses, contina a praca das rendas das
casas abaixo declaradas, que Qcaratn por arrema-
tar na pra$a de hoe, por falla de lempo : e pre-
vine as interessados que a casa n. 26 da ra lar-
ga do Rosario, para maior garanta dos inquili-
nos, ser dividida em tantas arrematares quan-
los- forera os andares e lojas. De novo previne a
mesma adminislraco aos inquilinos que nao es-
liverem em dia, que nao scrao recebidos os seus
laucos se ujyt saldarem os seus dbitos.
Buinos do Recife.
Ra do Pilar n. 73 ; ra da Moeda n. 35
da Lapa 11. 5: becco da Lama ns. 26 e 30.
Bairro de Sanio Antonio*
Ra da Cadcia n. 24 ; ra do Quemado n. 15 ;
ra Direita ns. 8,33, 5, 7 e 123; ra do Padre
Floriano ns. 13, 17, 43, 5, 47, 49, 63 e 65 ; bec-
co da Carvalha n. 5 ; roa do l'agundes ns. 32 e
34 ; l'aressa de S. Jos ns. 5, 7 e 11; ra dos
Pescadores n. 11 ; na da Calcada ns. 30, 32, 31,
36 c 38 : Cinco Ponas ns. 70,98,116 e 118 ; roa
da Virano ns. 7 e 17 ; travessa de S. Pedro n.
2 ; ra do Hortas ns. 33 e 94 ; rua de Santa
Thcreza ns. 4, 5 e 7 ; roa larga do Rosario 11
26 ; rua da Roda ns. 3, 5, 7 e 39 ; becco do Ca-
labouco n. 2;.rua do dito n. 18 ; roa-d^Cabug
. n. 3 ; rua Nova ns. 29, 43, 48, 57 e 59 ; rua do
I Senlior Bom Jess das Criolitas n. 8 ; rua do No-
I gueira u. 17 ; largo do Carmo n. 13 ; travessa do
! Carceiroiro ns. II, 13 c 17 ; rua de Sania Ceci-
I lia 11. 10.
Bairro da Boa-Vista.
Rua da Ioiperalriz n. 68.
Adminislraco geral dos eslabeiecimentos de
caridade 8 de junho de 1860.O escrivao,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Directorio, geral di iustruccao
publica.
Faco saber aos interessados, que o Illm. Sr.
de conforniidada com as inslruc-
junho de 1859, lem designado
Paquetes inglezes a vapor.
Ifo dia 13 do eorrenia espera-se do sul o vapor
Tym, commandante Jelicoc, o qual depois da
demorada coslume seguir para Southarapton,
tocando nos porlos de S. Vicente e Lisboa : para
pass geos ele. trala-se com os agentes Adam-
son Howie 4C, rua do Trapiche Novon. 42,
P S. Os embrulhos s se recebem al dnas
hons antes de se fecharen) as malas ou urna ho-
ra pigando um palacio alem do respectivo frote.
seg
mei
seu
IB
iS
jo Grande do Sul
e com brevidade a barca Malhilde, por ter
ide da carga prompla : que*m quizer carregar
o re.ilo enlenda-se com Manuel Alves Guerra, no
escnplorio da rua do Trapiche n. 14.
a Bahia segu em poucos dias
- Para
lli.it
par
A noile nublada e chuvusa, vcnlo SE. veio
para o terral e assim amanheceu.
OSCILLACVO DA m:.
Preamar as 8 h. 5i' da maiilia, altara6.S0 p.
Baixamar as 3 h. 6' da larde, altura 1.75 p.
Observatorio do arsenal de marinha 9 de unlio
le 1860. VlEUAS J'J.MOR.
: director geral
g roes de 11 de
w j dia 15 do correle, pelas 9 horas da manha, pa-
r : ra o came de habiiitacao dos oppositorcs ca-
c deira da lingua franceza do gymnasio provincial
que se acha em concurso. Sao, pois, convidados
a comparecer era o referido dia o hora nesla re-
partirn os que para es Secretoria da inslruccao publica de Pernam-
buco 9 de junho de 1860.O secretario interino
Salvador Henrique de Albuquerque'
Consellio administrativo.
Editaes.
.-- O Illm Sr inspector da Ihesouiaria provin-
cial, em comprmenlo das orden do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia II de junho prximo vindouro, po-
rantc a jnla da fazenda da mesma thesourarii
se ha de arrematar, a quem mais der, a laza
das Barreiras da punte do Mauguioho e da es-
trada da Capungo, avalladas anuuolinenle ambis
era 6:7005000 rs.
As arreniatacoesseio feilas por lempo de Ires
anuos, a contar do I," de juilio do correle an-
uo a 30 de junho de 18C3.
As pessoas que se propozerrra a esta arrema-
lacao, comparecam na sala das scsses da mes-
ma junla no dia cima indicado, pelo meio-dia,
fooipeteiiteniento habilitadas, con suas
tas em carias fechadas.
F. para constar se matidou affixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesourari.i provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de IsGO.O secretario, A,
F. da Annunciaco,
O Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, deconformidade com
a ordem do tiibunal do lliesouro nacional n. 69
de 9 de maio prximo lindo, que no dia 25 de
julho prximo se far concurso nesla Ihesouraria
para prcenchimento das vagas que ha de prali-
canles na
o pa-
ole nacional Dous Amigos, porfer a maior
da carga prempta : para o reslo, irala-se
com) o seu consignatario Domingos Alves Ma-
inel 8. na rua da Cadeia n. 51.
Para a Bahia
segde em poneos dias o hiate Bom Amigo, de
superior marcha ; para carga. Irala-se com o ca-
pita 1 Pereira Mdrinho, em casa de Palmeira &
Bell a, no largo do Corpo Santo n. 6.
Para o Aracaty
e imprelerivelmetilo na segnnle semana o
i Exhalago: para o restante da cajga c
pasageiros, trata-se com Gurgel Irmos, na rua
' adeia n. 28, priraeiro andar.
Para o Aracaly, o hiate Sauta
brevidade, anda recebe carga ;
Ja Madre de Dos n. 2
Para Lisboa,
poucos dias de demora vai sahir c patacho
porljguez Diligente, capilo Antonio J. de Al-
'erca-feira 12 do corrate.
PELO AGENTE
PE3TMIA.
Noi da acuna designado e pelas 10 horas da
nanhaa porta do armazem do Sr. Annes de-
f onteda alfandega, o referido agente far teilio
j or conta de quem pertencer
DE
o saceos com fejaa mulalinho.
'00latas de biscoule (tenida rindos oeste ulti-
mo navio de Liverpool,
eaixascom 200 caixfhhas de figos e peras.
00 rolos de fumo vindosno ultimo navio do Rio
de Janeiro.
60 fardos com alfazema*
>00 caixas com charutos de diversas marcas,
hampagne, velas stearinas, vinho do duque do
Porto. *
Grande e importante
LE1LA0
Segunda-feira 11 do corrate.
DE
2 magDiicos sobrados de 2
andares, novos e bem edifi-
cados, acabados em 1858 na
rua do Rangei ns. 18 e 20, as
11 horas em pooto, cujo lei-
io ser feito pelo agente Ca-
ma rgo no seu armazem da
rua do Vigario n. 19, os Srs.
pretendentes podem desde j
dirigirem-se ao mesmo agen-
te para examinarern os mes-
mos predios e mais condic-
coes da venda.
Bicos e rendas da llha
Chegcu loja do Ramalho, ni Tua Direiln u.
53, um grande sortimenlo de bicos e rendas da
llha, da largura de um dedo al S palmos por
preco muito com modo- r^
seg
hial
da (
cora
rua
com
mei
dicoj
rua
propos-
o prsenle e
O conselho administrativo, para lornecmentc
Jo arsenal de guerra, lem de comprar os obiec-
los seguinles :
Para provimenlo dos arraazens do arsenal
de guerra.
5,000 pederneiras do adarme 17.
Para os sentenciados militares com destino
ao presidio de Fernando.
6 chapeos ; 6 mantas ; 51 esleirs.
Para a coinpanhia de pedestres.
Sello de metal com as aunas o o dstico da
compauhia I.
Quem quizer vender tacs ohjectos apresenU
as suas proposlas era carta fechada na secretarit
do conselho, s 10 horas da manha do dia 15
do correnie mez.
Sala das sessoes do conselho adminislrativc
para fornccimenlo do arsenal de guerra, 8 de
junho de 1S60.liento )os Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco ioaqiUia, Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Cunsellio administrativo.
0 conselho administrativo, para fornerimerilo
lo arsenal de guerra, em' cumprmenlo ao arl.
22 de regulamenlo de 14 do dezembro do 1852,
faz publico que foram aceitas as propostas dos
senhores abaixo declarados.
Para lornecimeiilo do arsenal do guerra.
Manuel Francisco de Mello200 mcios de sola
da marca Z a 3g800.
lpacio Denlo de Loyola20 duzias de laboas
de luuro, 2i a 28 palmos de romprimento e 10 a
12 pollegadas de largura a 31fi> a duria.
O conselho avisa aos mesos vendedores, que
devem recolher os objectos comprados na secre-
taria do mesmo conselho, slO horas da manha
no dia 11 do correute mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornccimenlo do arsenal de guerra, 8 de
Rila sahe
Irala-se na
Para padre.
Bicos da llha da hrgura de 1 dedo at 2 pal-
mos ; a elles. aules que se acabein : na rua Di-
reila o. 83, loja.
Vinho do Porto.
Vende-se vinho do Porto de superior qualida-
de, em caiiinhas de 12 garrafas, por preco com-
modo: no armazem de louca de Fragoso & Valle
na rua da Cadeia n. 6.
No pateo do Carmo
n. 43, deposito de Franco &
Santos,
ha um completo sortimenlo de charutos dos mais
afamados e acreditados fabricantos da Bahia, as-
sira como ha no mesmo deposito vinho de supe-
rior qualidade, licores, conserva, marmolada
muito nova, genebra le Hollanda, chiskey.
O bilhele n. 1419 da 43 lotera da casa de
correccao da corle, e o de n. 4390 da 10 lotera
a beneficio das obras do hospicio Pedro II. per-
lencera a Antonio Jos de Oliveira Castro, e Do-
mingos Rodrigues do Andrade.
Francisco Bamos Maia faz sciente ao res-
peilavel publico e principalmente a quem inte-
ressar, que lem constituido seu bastante procu-
rador a seu genroJos de Azevedo Maia e Silva ;
e poitanto o nico autorisado a passar recibo
dos alugueis de sues caso?, e tratar do seus ne-
gocios.
Gurgel Irmaos, na rua da Cadeia do Becife
n. 28, primairo andar, venden cera de carneaba,
sola, courinhos curtidos, faruha, feijo.
Avisos diversos.
Altenco
a
Na rua das Cruzes n. 25 se dir quem vende
urna taberna em urna das melhores ras da fre-
guezia de Santo Antonio.
Superiores fogoes
Vcndem-so foges de ferro do melhor autor,
para cozinhar cora carvao ou lenha ; na rua da
Madre do Dos, armazem n. 32.
H er Inhaber des, llerrn Sc-\
i Mappriz ugeliorenden vierten" y
ffl Bandes yon Heinrich Heines ff
II sammtlichcn Werken (Philadel-
pilia Ausgabe) wird hofltclist er- w
ueht denseiben an Hern vander *
H Linden abztitiefem.
Roa do Qneimado n. 37.
A 30/J cortes de vestidos de seda que custaram
60J); a 163 cortes de vestidos de phantasia que
custaram 30; a 8J chapelinhas para senhora:
na rua do Quemado n. 37.
Pe^rneiras de couro da Russia
Vendem-seexeellenlcs perneiras de couro da
Russia, assim como bolas c paletols, ludo isto
proprio para a estaco prsenle : na rua da Ca-
deia do nerife n. 53.
Vende-se urna negra do 16 annos com va-
rias habilidades, ptima conducta e figura, por
preco muito commodo : na rua das Cruzes ta-
berna n. 22.
la Rosa ; recele qualquer carga a frele mo-
a tratar cora Almeida Gomes, Alves & C,
da Cruz n. 27.
mesma aqueiles pois que pretende- junho delSGO.-Franosco Joaqnim Pereira lobo
rem ser admittidos ao concurso devem apresen- ; coronel vogal secretario interino
lar nesla secretaria seus reujierimeiilos inslrui- Pela mesa do
dos cjm os documentos que provem : Io. lercrn
18 annos completos de idade : esiarem livres
de pena e culpa e 3o. lerem bom procedimenlo.
Os exames neste concurso versaro sobre lei-
lura, analyse grammalical, orlhograplna e ari-
Inemetica al a ihcoriados proporces inclusive.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda do Pcr-
narabuco 8 de junho de 18rb. O official maior
interino. I.uiz Francisco de Sampaio e Silva.
De ordem do Illm. Sr. inspeclor da Ihe-
souraria de fsienda desta provincia se faz pu-
blico que a airemalago de urna parle do sobra-
do de dous andares no valor de um cont tent
cincoenla e cinco mil quatros e oilenia e dous
nis, sito na rua da Guia, pertentem enle a fa-
zenda nacional em virlude de adjudicarao, nao
leve elTeilo no dia annunciado por falta'de lici-
tantes ; e por isso Oca transferida a mesma ar-
rclacao para o dia 30 do correnie mez.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco 8 de junho de 1860. O official maior
inlerino. Luiz Francisco do Sampno e Silva.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, coinmendadoi
da imperial ordem da Ifcisa e da de Chrislo, e
juiz de direilo especial do commercio desia ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
nambuco e seu lermo, por S. M. Imperial, que
Deus guaide, ele.-
Faco saber aos que a presente caria de editos
vreos, em como no dia 21 do corrento mez, de-
pois da audiencia deste juizo, se hao de arrema-
tar os generes e mais objectos que se acham rc-
colhidos no deposilo silo no pateo do S. Pedro
n 6, pcrlenienles a Jos Dias da Silva Cardeal,
sendo a arrematado fcita cm dito deposilo, os
quaes sao os seguinles :
Urna arraacao e balco de amarello envernisa-
oo, c alguns caixoes de pinho que fazem parle da
niesma ormacao, avallados em 120000, urna ba-
lanqa de columna de lato em 308000, um barril
f^-nVnn0 de cinco em P'P" com a marca PRR.
era olitOOO, onze queijos do reino, 36 frascos de
oocca larga, grandes e pequeos a 50u rs. cada
um, os quaes vao parte por execuco de Fran-
cisco da Rocha Passos Lins. como cessionario do
?*"*!fnoeJ d.Barr,09 n"elo. conlra o referido
Jos Das da Silva Cardeal ; o nao havendo lan-
zador que cubra os precos da avaliacaoser a ar-
reroalaco fela pelo preco da adjudcacao com o
abalimenlo da lei.
Epara que chegue ao conherimcnlo de lodos
mandei passar edilaes, que sero publicados pe-
la imprensa e afiliados nos lugares designados
no cdigo cornmercial.
Dado o passado nesta Cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 8 dias do mez de junho de 1860,
trigesimo-nono da independencia e do imperio do
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nesciraento, os-
rivao o subscrevi.
Ati#/mo Francitco Ptretti.
COMPASniA B8ASLIEIRA
DE
VMllulIFffS ilTAINKR.
Para os portos do norte. (
Oj vapor Cruzeiro do Sul, com mandante o
cap lao do mar e guerra Gervazio Mancebo, es-
pen-so dos portos do sul al o da 13 do cor-
ren e mez.
R cebe-se desde j passageiros e engaja-se a
carta c cncommendas que o vapor poder condu-
zr, sendo despachada cora antecedencia al a
'esi era desua ebegada : agencia rua do Trapi-
che n. 40, escriptono de. Thomaz de Faria.
Para o Araca ty
segeem poucos das o hiale BebcribcB por j
ter i maior parle de seu carregamenlo : para o
resl) o passageiros, trala-so na rua do Vigario
nun ero 5.
Maranhao e Para
e com muila brevidade o hiato Lindo Pa-
e, capilo Jarinlho Nunes da Costa, por ter
grande parle do carregamenlo arranjado :
o resto trala-se com os consignatarios Al-
a Gomes, Alves & C, ra da Cruz n. 27.
seg
que
u m;
par;
mei
mesa do consulado provincial se faz
publico aos propriclarios dos predios urbanos das
freguezias desta cidade o da dos Alfogados, que
os trila bs otis para o p8g, cofre do 2._semeMre da decima dq^iio llnan-
eeiro do 1859 1660 se priucipiam^Jpnlar do
dia 1. de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambucn.
23 de maio de 1860. Antonio Carneiro Hachado
Rios.
Pela recebodoria de rendas internas geraes
se faz publico, que c no correle mez que os de-
vedores do_segundo semestre do eiercicio cor-
rele de 1559186il, relativo aos seguinles i'm-
pos: dcima addicional de moo mora ; imposto
de 20 por cenlo sobre lojas, e dito especial a 80j
sobre casas de movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz eslrangeiro leem de
paga-lo livre de multa. Ricebedorin do Pernam-
buco i de junho de 1860.O administrador, Ma
noei Carneiro de Souza Lacerda.
Repai-tvao da polica.
Secretaria da polica de Pernarnbdco. -i de to-
rillo de 1860. J
O Illm. Sr. Dr. chefo de polica manda fazer
publico, para conhecimenlo dos inleressados, as
disposicocs doaitigo72 do regulamenlo n. 120
de 31 de Janeiro de 18(2.
Nao se conceder passaporle a cidadao Bra-
sileiro, para porto eslrangeiro, ou a eslrangeiro,
ainda que seja de um para outra provincia do
imperio, seifl que sua sahida spja previamente
annunciada nos jornaes Ires dias pelo menos.
Onde nao houver jornal os annuncios se afflxaro
na porta da matriz da fregucza, e nos lugares
mais pblicos.
S no caso de necessidade urgente e especi-
ficada se dispnsala essa formalidade aos que
preslarem flanea idnea.
O fiador se responsabilisar neste caso pelas
duvidas do afTianeado, ese sugeilnr a pena de
mulla at 2005OOO no caso de se mostrar que o
afliancado procuiou por esse meio evitar qual-
quer responsabilidade. &
Canfnrme.0 secretario, Rufino Augusto de
_A camaara municipal desta cidade faz ses-
so ordinari no dia 11 do correte, e nos se-
guinles.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de i o.ooo- e 2o?ooo da
emisso do banco.
fRoga-se ao Sr. Antonio Francisco de 3S
Azevedo. que levou era 19 do abril dous n>
^ pares de borzeguns para senhora (amos- ^
tra) queira levar a mesma loja o seu im- t)
porte ou a fazenda. S
M^m^!m mm mmmzmn
Companhia doBe-
beribe.
No dia l i do corren te pelas 12 horas
do dia tera' lugar no escriptorio da
companhia rua do Cabuga' n. 16, a ar
reinataqao d*o rcnJimento de todos os
jchafarizes e bicas por bairros e por es-
pacode umanno, sob as bazes abaixo
transcriptas e mais condiccoes patentes
no escriptorio ; os Srs. licitantes compa-
recam com seus fiadores ou declaracao
Idos mesmos no mencionado da deven-
ido ser as propostas por escripto.
Bazes sobre as qnaes se (leve lancar.
ltairro do Recife.
Chaariz e bica do caes da
alfandega
pito da rua da Cruz
Oito da ruado Brum
Dito do Forte do Mattos
Leudes.
LEILO^
5:271s000

Domingos tiodrigues do Andrade e D.
Josepha Francisca do Andrade ja sua filha
I). Anna Pastora de Andrade compenetra-
dos dos inaiores senliraentos pela perda de
suas caras e sempre choradas lilhas e irmaas
Maria dos Passos de Andrade e Itochel Je-
noveva de Andrade aquella a 26 de maio c
esta a ido correle, vem por meio deste
agradecer cordialmeute a todas as pessoas
que soserviram lomar parte nests lao do-
lorosos sentimentos, assira como os que
tiverara a honra de assistir aos ltimos snf-
fragios e os acompanharam ao cemiterlo
publico; cabendo especial agradecimenlo
ao Sr. Jos Bolelbo Pinto Jnior pelos seus
valiosos e incansaveis servicos prestados
durante a molestia das mesuis a qualquer
hora do dia e da noile.
Becife 9 de junho de 1860.
Bichas de Ham-
burgo.
EstSo i venda os ceotoa e i feUlho, ehegadas
pelo ultimo navio de Hamburgo : na rua estrella
do Rosario n. 3, loja da barbeiro.
Largo do Carmo,
Y. H. Harrison e J. Kirkharo, subditos in-
glezes, retirao^-se para a Europa.
Aluga-se um carro da alfendega, dando-so
um mez adiantado; na rua do Rangei n. 73. Na
mesma casa vende-se caicos vasios al60rs. cada
um, e de 50 para cima d-se a 120 rs.
Na rua Nova n. 51, loja de louca, precisa-
se de um homem solteiro para feilor de um silio.
Jos Thomaz de Campos Quaresma mudou-
se do paleo de S. Pedro para a rua Augusta, casa
de dous andares n. 19, porm sua residencia 6
no sdgundo andar, onde ae contina a vander o
superior doce secco do caj, e de todas as mais
qualidades, em porcao e a retalho ; tambera se
preparara bandeijas e bocetas enfeiladas, a von-
lade do comprador.
O abaixo assignado faz scienie ao corpo do
commircij desla praca, que Iraspassou as suas
lojas de chapeos, sitas na prs^a da Independen-
cia ns. 14 e 16 ao Sr Joao da Matla Beltro, l-
cando o mesmo abaixo assignado responsavel
pelo passivo das mesmas lojas. islo desde 31 do
maio prximo passado. Recife 4 de junho de
1860.
Placido Jos do Reg Araujo.
Precisa-so alugar um esciavo para lodo o
servico de um homem solteiro eslrangeiro : a
fallar na rua do Trapiche Novo n. 18, escriptorio.
A mesa regedora da irmandade de S. Jos
Ribamar convida a lodos os seus irmos para uo
dia 10 do correnie. as 9 horas da manha, com-
parecercra no consistorio da mesu para urna
mesa geral, afim de se tratar de negocio a bem da
mesma igreja, do que esperamos era Vmcs. nao-
haver falla.Manoel dos Alijos Torres, secreta-
rio da mesma.
RESPOSTA A UM PEDIDO.
O escrivflo da confrira de Santa Rila, respon-
de ao irrao confrade que devia ser um pouco-
mais polido ; que S. S. sabe perfeilamente que
suas lanternas qucbraram-se e que se Ihe disse
que as fosse buscar na rua Nova, na loja do
Sr. Castelo para escolher a sua vonlade : mas
o publico ja couhece que infelizmente a naconfra
ria irmos que so desejam intrigas, mais tambera
se vai conhecendo queosque assim praticam sao
aquellos que raamdam ah lermos a si e a sua se-
nhoras e deixain de pagar ponlualmente e al
as vezes necessario dar Irabalho ao escrivao
o iuulilisa-los.
Atten^ao.
Jsolvida a sociedad
'S e Companhia, d
e ficaodo sob a res.
do pnmeiro socio Domingos de Sorna Barro,to-
dos os negocios tendeles a liquidaco, quer
no activo, quer no possivo da casa cornmercial
da mesma firma ; o abaixo assignado faz scien-
te ao publico, que os socios Antonio Luiz do
Barros, e Antonio Alves de Carvalho Veras, que
faziara parte da firma social, licarara desde aquel-
la dada sem gerencia alguma nos negocios rela-
tivos a mesma firma.
Domingos de Souza Barros.
Recife, 8 de junho de 1860.
Em praca publica, do Dr. provedor dos re-
siduos ecapellas, se proceder a arrematarla
da renda annual das casas c sitio perlencente 33
palrmanio da' irmandade* das almas de Santo
Antonio, cuja arremalaeao lera lugar no dia 9
de junho.
Vendem-se paos de folha o melhor que po-
de haver ; na rua Imperial, padaria n. 55.
esquina da rua de llorlas n. 2,
naes a 3j200 a arroba.
Achando-sc desolvida a soriedade cornmercial
do Souza Barros e Companhia, desde maio do
correnie anuo ; e llcaodo sob a responsabilidade
Ruado Codornizn. 8.
Vende-se.
Milho em saceos.
Parinha de mandioca.
Prelo de Lisboa.
Charutos da Italia.
Feijo amarello.
Sabo massa.
Dito amarello.
Arroz com casca.
E oulros muitos gneros, ludo mais barato do
qne em parle alguma podem encontrar os fre-
i guezes que Irocam scdulas ceibas e cobre
0:7oo7ot): gneros.
3:684$450
por
comprara-ss jor-
Compra-se
2:8lf#300
18:532 Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do
Carmo
Dito do largo do Paraizo
pito do Passeio Publico
Dito da rua do Sol
Dito da rua da Concordia
8260,sGOO
G:813$i50
o:3042V0
3:095,sl50
5:093^090
2V:566p30
Cfialariz.
beira
Dito da
Rairro de S.
do largo da
Jos.
ri-
ma Iinpe id
il
12:03^82
3:972>375
16:007$200
OJ referTBl agente far leilo por conta de
quejn pcrlencer, hoje 11 do correnlo s 10 horas
da rjiauha no armazem do Sr. Aunes defronle
da eilfandega
DE
lixas com molhos de ceblas vindas neste
ulitmo navio Vencedora, de Lisboa.
Bairro da Bja-Yista.
Sliafariz e bica da Ponte 5:4G0$000
ito da caixa d'agua 4872{j000
Dito da praca 4:735#500
Dito do largo da Soledade 683/^550
15:751 050
Barato que admira
Na loja de Machado & Santos, rua do Quema-
do n. 6, por baixo da noneca, vendem-se as se-
guinles fazendas :
Pecas de algo lao com pequeo toque de ava-
ra, leudo cada pec,a i0 varas e 4 palmos do lar-
go a 4> c 4$500.
Chilas francezas para cobeita, covado a 220 rs.
Ditas ditas para vestidos, boiilos padroes. co-
vado a 210 rs.
Ditas ditas muito finas, bonitos padrocs, cova-
do a 280 rs."
Ditas inglezas escuras, bonitos padrdes, covado
a 180 rs. '
- Lazinha3 para vestidos muilo finas, covado a
800 rs.
Chita de seda, ultimo gosto, covado a 400 rs.
Corles de ganga para caira, boa fazenda, a lg.
Lencos de seda de cores a 1$.
Borzeguns francezes de superior qualidade a
86O0. '
Sapaloes inglezes proprios para o invern a
jjOOO, e um completo sortimenlo*de roupas fei-
las de todas as qualidades, por menos preco do
que em outra qualquer parte, do-se amostras
com penhor.
AlteiiQo.
Vende-se a loja de raiudezas no principio da
rua Direta, que fui de Marcolino da Costa Rapo-
so, todas as fazendas sao novas e de gosto : os
pretendentes dirijam-se a Letellier & C-, rua da
Cadeia n. li, ou a Francisco Aires de Pinho, na
rua do Vigario n. 8.
AVISO
3at*ha de porco.
Sejgunda-feira 11 de corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
Otmenrionado agento far leilMBfegunda-feira
peljs 10 horas da manha por cflla de quem
pertencer a porta do armazem do SrT, Annes de-
froqtoda alfandega
I DE
100 barris com escolenle banha de porco re-
ce nlemenle desembarcada.
Leilo
Mor. ordem ao Sr. Florencio Jos
Ca neiro Monteiro, o agente Hvppolito
da iilva fara' leilo de todos os gneros
e novis existentes no armazem do fal-
lecido capitao Da vis ; quarta-feira 13
do -orrente as 11 horas em ponto no
ref< rielo armazem.
Escriptorio da Companhia do Beribe
9 de junho de 1860.
N. B. S se fornecera' agua as canoas
e embarcacoesnasdu.is bicas do caes do
Recife e do Capibaribe. O secretario
Manoel Gentil da Costa Alves.
Precisa-se fallar iudubitavelmen-
te com o Sr. Dr, Antonio de Hollando
Cavalca nti da Rocha Wandei y, a ne-
gocio de seu interesse : na rua da Ca-
deia do Recife n. 40, casa de Mat tinho
<& Oliveira.
Saca-se sobre o Porto por qual-
quer soma a' vista ou a prazo, pagavel
all ou em Lisboa, podendo as lettras a
prazo serem pagas a vista mediante o
descont na razao de 4 por cento ao
anno, aos portadores que o exigirem :
dirijam-se a Joaquina da Silva Castro,
rua do Crespo.
Vende-se por commodo preco um
fino apparelho de porcelana, mandado
vir de encommenda, constando de tres
ricos servidos paia cha', almoco e jun-
tar : na rua da Cruz n. 61, armazem.
* Labyrinthos.
Na rua da Cadeia do Recife, primeiro andar n.
28, vendem-se ricos lencos e toalhas de laby-
riolbw.
Roga-soao Sr. Joao Evangelista de Meuezes,
escrivao do hiate Paraltibano o favor de entre-
gar ao Sr. Uelisario do Reg Barro3 urna caiii-
nba couteudo toalhas e grades, lencos, ludo de
labyrinlho, que receben na provincia do Rio
Grande do Norte do Sr. Augusto Joaquim de Car-
valho Lessa para entregar nesta provincia ao mes-
mo Sr. Belisaiio, cujo ohje'clo recebeu no anno
de 1858, e como at a dala desle nao lem o Sr.
Menezes entregado, por isso haja de restituir os
ditos objeclos, quaodo nao se proceder na forma
da lei.
Offerecc-se um forneiro para padaria, que
Irabalhe pouco : a tratar na da rua Direila nu-
mero 84.
uracarrinho de mao que esteja em bom estado
na rua da Gloria n 69, ou annuncie.
Precisa-se comprar duas malas de vigerr,
em bom estado : quem liver annuncie.
Offerece-se um criado para casa eslrangei-
ro, pois entend; perfeilamente decoziulia : quem
pretender dirija-se rua du Collegio, taberna da
quina.
Na rua larga do Rosario, taberna do Lem< 9
n. 31, precisa-se de urna ama de lele.
O Sr. Antonio Aniceto da Silva aue estevo
noengenho Pime.nleiras. na freguezia da Escada,
tem urna caita na rua do Quemado, loja n. 18.
O abaixo assignado, morador na villa da
Brejo da Madre de Dos, previne ao publico era
geral que nao faca negocio de qualidade alguma
com urna letra sua, passada ao conej-o Francisco
Rorhael Pereira de Brilo Medciros em dezembro
do anno proiimo preterilo. proveniente de 10
vaccas que lhe compron. e cujo prazo deve findar
era novembro futuro, pois estando era boa f nao
duvidou passar dita letra antes de recebe-las, o
como hoje se acha convencido do que o referido
conego j ento nenhuma rez pnssuia, faz esta
declarado nao s para salvar a sua responsabili-
dade, como para que ninguem possa allegar ig-
norancia. Villa do Brejo 25 de marco do 1860.
Pedro Cavalcanli de Albuquerque.
Precsa-se de urna aran que saiba engom-
raar e cozinhar, para C3sa de homem solteiro :
na rua do Camaro n. 7, taberna.
Manoel Marlins Jo Oliveira publica ao res-
peilavel publico, e particularmente ao corpo do
commercio, e ao Sr. Luiz Jos Marques, que do
1." de julho vindouro deixa de vender espritus
nacionaes, na sua taberna sila na rua do Pilar
n. 131.
Antonio Jos da Costa Cabra] pretendendo
comprar a taberna da rua Direila n. 99 perlen-
cenles a Jos Lourenco de MenezfS, o como de-
seje fazer esta compra livre c desembarazada,
pede a lodos os credores do dito Sr. Menezes a
reunir-se na mesma casa, no prazo de 3 dias,
'. afim de tralar de (al negocio, lindos os quaes o
mesmo cima nao lera responsabilidade por qual-
^ quer Iransarcao tendentes a dila taberna, ou cora
o mesmo Sr. Menezes.
Joao Francisco de Carvalho manda para Por-
tugal seu filho Joao de menor idade, em compa-
nhia do Joaquim Luiz Vieira.
Os senhores que tiverem em seu poder le-
tras sacadas pelo abaixo assignado e aceites por
Thiago da Costa Ferreira Estrella tenham ahon-
dado de levar ou mandar loja de Vidal & Bas-
tos, na rua da Cadeia do Recife n. 56 A, urna
nota com declaracao de seus'nomos das quanlias
das mesmas letras e das pocas de seus venc
menlos. Recife 4 de junho de 1860.
Antonio Joaquim Vidal.
4^8r. que annunciou vender uns solos de
tertas de foros, appareca na rua do Rangei nu-
mero
Caixeiro
Tramoia'
Chegou loja de Ramalho, na rua Direila n.
83, um grande sorlimento de tramoia oa babado
do Porto, largo e eilreilo, a 80 1100 rs. rara.
Quera precisar de um rapaz para caixeiro, len-
do pratica de cobranzas e alguma de balcao, para
iqui ou para fra da cidade. queira ir a rua Di-
reila n. 68, que ochar com quem traltr.
Urna mulher do muito boa conducta offere-
ce-se para o servico interno de urna casa de pou-
ca familia ou de hornera sollero : pode ser pro-
curada na rua da camboa do Carmo n. 19, em
casa do sangrador dentista Jos Anaclelo da Silva
Desappareceu no dia 5 desto mez o escravo
crioulo, de nome Germano, estatura mediana,
cor regular, bastante descarnado, picado de be-
xigas, cabeca grande, reprsenla ter 30 annos de
idade, foi comprado no da 31 de maio proiimo
passado ao Sr. Joao Evangelista de Mello Brito,
morador na freguezia dos Afogados: quem o ap-
prehender, leve-o rua Velha, casa n. 34. a seu
seu senbor o abaixo assignado, que ser recora-
peusado.Feliciano Joaquim dos Sanios.
Precisa-se de urna ama de leite, forra ou
osera va : as Cinco Pontss n. 67, loja de pintor.
Francisco Luix Vires relira-se para lora da
provincia por algum lempo para tralar de sua
saude
No dia 7 do corrite fugio o moleque An-
lonioo, de idade de 15 annos, secco, esperto, de
cor fula, levou cales branca, jaquela de riscai-
nho, chapeo de mitro pardo com fita preta larga,
lalvez se intitula de forro : quem o apprehender,
leve-o a roa do Imperador n. 73, que ser re-
compensado,,
2f.
Attengo.
Aluga-se um sobrado de um andar que tem 2
salas, 2 quartos bons, coziuha fri, na rua Impe-
rial : a tratar no ultimo sobrado da rua Augusta,
que fica o oito no viveiro do Sr. Muniz.
Aluga-se urna escrava muilo esperta, hu-
mildo e fiel: quem precisar de seus servicos,
dirija-se a rua da Praia n. 33, secundo andar,
que achara com quem tratar.
Precisa-se do um caixeiro que lenha prali-
ca de taberna : na rua do Rangei n. 6, deposilo
de massas, se dir quem precisa.
Manoel Jos Dantas Jnior vai a Portugal
tratar de sua saude ; quem com o mesmo liver
con tas aprsenle-as a seu pai, no prazo de 8 das,
na rus das Boias, ou na rua nova de Santa Rita.
Precisa-sede um irabalhador: na re finar o
da rua do Pilar n. 118.
O abafxo assfgnado vai a Portugal com sua
senhora e 5 illhos menores, 1 criado e 1 criada,
deixando por seus procuradores, em pritneiro
iugar seu socio Antonio Manoel Bastos ; em'se-
gundo Jos Joaquim da Silva Gomes, e em ter-
ceiro Joo Francisco do Carvalho.-'-Kioirim Lnix
Vieira.
fl&nardo Candido de Oliveira, vai a Lisboa.
Precisa-se
de um menino portugus coa pratka oa sem el-
la, para urna taberna Sti^^Hbe, principilmen-
le dos ha pouco rhej^H M^
ama ama forra ou
de tres pessoas:
f
inbem de
JaoTvlr urna casa
ru da Gloria n. 99.
J[
'


Preeiu-MfilltrMBf Sr. Au-
gusto Carlt*e Leaes, a iegci 4e in-
teresscjicsta ty^rapuia.
-le
ao seuhor do eogenho Calpora da freguezia da
Escada, Jos Alves de Oliveira, que mande pa-
far a letra de 600 que obrigou-se cumprir nu
la de seu vencimento, 3 de abril protimo Ondo
do correte anno, que nao ha feilo ale o pre-
sente, despresando oa meios brandos e suasorios,
que se tero empregado para azer cumprir o seu
dever I....
i
AVISO
AO
Luiz SouUn.culileiro e armeiro fran-
cez, que Irabalhou em rasa dos Srs.
Porniualeau e Pradioes ain, previne
ao publico que acaba de esiabelccer-se
na ra das Cruzes n 38, aonde offere-
ce seu presumo, qur para aruolaces,
qur para concertos de qualquer espe-
cie, o que proruelle fszer com rapidez
e perfeico. Igualmente se encarrega
de concerlo de iostrumentos de citurgia-
e dentistas ; quem de seu presumo so
quizer ulilisar pode ficar inlciramenlo
descansado quanlo ao apurado do tra-
balho.
Manoel Alves Guerra, curador fiscal da mas-
sa Taluda de Pedro Jos de Mello Cosia, participa
aos credores do mesmo fallido, que em rumpri-
meuto do are. 859 do cdigo rommercial e 93 do
decreto n. 1597 do l. de maio do 1855 devem
npresenlar no prazo de 8 dias seus ttulos para
serem examinados o se proceder a classifiocao e
raleio do producto oourado na niesma massa, na
ra do Trapiche n. 12.
Jos Albino Pereira do Farhs segu para a
Europa.
Precisa-se altigar um andar de sobrado que
tenha bons comino Jos para familia, e em algu-
nos das mas dos bairros de Santo Antonio ou
Boa-Vista : quem o tiver, queira procurar na ra
da Imperalriz n. 48, segundo andar, que achara
com quem tratar.
Aluga-se urna rasa para pequea familia,
nova, e muito bein acabada, naerun aaAmizade,
na Capunga ; a sala da frente e quartos sao es-
tucados, soio mullo born, com janetla no oitao,
cozinha fra, copiar, quarlo para criados, coxeira
e estribara, galliuheiros e pombal.caciuiDa, etc.,
ludo de podra e cal, por 6O03COO.
Instrucco.
a
Um mofo solleiro, de excellente conducta, se
olTciecc pan ensillar em qualqucr engenho per-
lo desta praca, nao s prmeiras lelns, pura o
que est competentemente habilitado, como tam-
bem latiin e geometra, o que prova com docu-
mentos e por j ler ensinado : quem de seu pres-
umo se quizer utilisar, anuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se de um criado : na ra do Impe-
rador n. 75, piimeiro andar.
Aluga-sc a excellente loja da casa da ra
do Imperador n. 75, lado do caes : a tratar no
piimeiro andar da mesnia casa.
Na ruada l'raia n. 43, deseja-se fallar ao
Sr. Manoel Thoraaz dos Santos, antes que se re-
tire para a Una de Femando.
Precisa-se do urna senhora que saiba o fran-
cez egeographia com perfeico, para ensinar 4
meninas em um engenho perlo desta praca : a
senhora que se achar nestas condicoes e quizer,
poderi procurar a pessoa que precisa, na ra da
Cadeia do Recito n. 53, loja do Alvaro & Maga-
Ihes.
W"1
Sabio a luz o.3-, lomo -a* Diogra-.
pinas de alguns poetas, e otrfct ho-
rneo Ilustre d;i provincia de Pcrnam-
buco, pelo commendador Antonio Joa-
quim de Mello. Contetn as biographias
de Luis Francisco Je Carvalko Couto,.
Jeronymo de Albuquerque MaranhSo,
Alvaro Teixeira d Maoedo, e Joao
Antonio Saltcr de Mendonca ; versos,
entre os quats 30 odes anacrenticas,
urna noticia infere;safe do levante de
Goianna em 1821, e noventa e dous
documentos inneditos. Por ora em
mao do autor.
Ignacio Benlo de Loyola mudou a sua re-
sidencia da ra da Praia para a casa n. 39 da
mesma ra
Offerece-se urna crioula para ama de casa
deportas a dentro : na ra do Rangel n. 71.
O Dr. Joao Ferreira da Silva mudou-seda
ra do Rangel para a do Livramento n. 26. so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, defron-
te de sua antiga habitacao. A grande pralica de
auscultado reconhecida por quasi todos os seus
collegas desta cidade torna -o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmes e do cor-
ceo ; assim como para verificar o estado de sau-
de dos esclavos que se dvsejam comprar. Pelo
crescido numero e variedades de operacoes que
ha feilo com bom resultado em o exerclcio de
mais de 20 annos, se julga habilitado para prali-
ca r toda e qualquer operaco cirurgica por mais
delicada e diQlcultosa que'seja.
Thomaz Whitman, subdito Inglez, e suasc-
uhoro, vo para Inglaterra,.
Antonio l.uiz dos Santos & Rolim avisam
que nioguem faca transando com urna letra da
quantia de 2:943"20O, a vencer-so em 24 de Ja-
neiro de 1801, sacada pelos mesmos, e aceita
por Francisco da Guerra Machado, da praca do
Cenr ; cuja letra incluida em urna caria que di-
rigimos em 30 de margo prximo passado, no
vapor Cruzeiro do Sul, a Manoel de Moura Ro-
lim, daquella cidado, fui extraviada: fica, per-
ianto, sem effeilo a dila letra, caso venha a ap-
parecer, visto ter o dilo Sr. Guerra aceitado ou-
tra de igual valor.
Saca-se pata o Porto, Lisboa e
Ilha de S. Mieuel, no cscriptorio de'
Carvalho Nogueira & C, ra do Vigario
n. 9, primeiro andar.
Precisa-se do urna ama para cozinhar e en-1
gomraar em una casa de hornera solleiro : a Ira- j
tar no Hospicio, primeiro porlo de ferro, p'as-!
sando o quarlcl.
O Sr. Francisco Xavier de Mallos Telles
tem urna carta do norle, na livraria ns. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Jos Ricaud, Hespanhol, vai a Lisboa.
Precisa-se de urna ama que coziuhe c en-
gomle ; na ra da camboa do Carino n. 12.
Precisa-se de urna pessoa com
hab I tu cues para contra-mestre de urna
loja de alfaiate: na ra da Madre de
Dos n. 36, primeiro andar.
HAMO EE FSKHAMWJCQ. ~ SEGUNDA gtfIRA
mmm
O Si. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico me se acham venda, lodosos dias no es*
rriploiio das mesmas loteras na ra do Impe-
rador 1. S6, o as casas commissonadas pelo
mesmo Sr. thesoureiro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 16 e na rus Nova n. 56, os bi-
Ihetes da quarla parle da quarla lotera do Gyra-
nasio 'ernambucAiio, cujas rodas deveio andar
impreierivelmeuto nodia 16 de junho prximo
futuro
The: ourara das loteras 26 de maio de 1860.
/. M. da Cruz, eicrivao.
Jian Dauphant, Jorge Dauphanl, Pierro
Malhoi subditos francezes, retiram-se para o
Rio de Janeiro no primeiro vapor
J. G. Kuaus, subdito Suisso, faz urna via-
gem 1 Europa.
Attenco
No da 3 do corrento mez ausentou se de casa
de seu seuhor o escravo de nome Vicente, com
os sigoaes seguales: alto, cheio do corpo, cor
fula, U m falla de denles na frente, e a marca de
um (allio no beico superior: quem o pegar, le-
ve-o seu senhor na ra Dircita n. 112, ou na
ra de Apollo n. 23, armazem de assucar, que
ser re impensado.
$ r. Augusto Carneiro Monleiro da Silva $$
$ Sanios, medico operador e parteiro pode $
ja) ser procurado na casa Je sua residencia $
a* na :ua do Rangel n. 16. st
". .'oca- se um taimoici w, roas e rssen-
tos, co lerto, por um cabrolet de 2 rodas e 2 as-
sentos, descoberlo : na ra Nova n. 22.
Ni botica da ra da Cabug se dir quem
tem pa a vender urna bnreaca era excellente es-
tado, a qual carrega 200 saceos de assucar.
mLijoes de francez &k
piano.
llademoiselle Clemence de ITannetot g
de Ilanncville continua a dar ligos de s
frai ecz e piano na cidade e nos arrabal- jj
des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar, m
Alnanak da provincia.
hio a luz a folhinha co.m
o-alnanak da provincia paraj
o correneanno de
O Dr. Manuel Moreira Guerra, mudou
seu t-scripiorin de advocada para a rus
do Crespo n. 10 primeiro andar, onde po- ^
der ser encontrado das 9 horas da ma-
nha ale as 3 da larde.-
A pessoa quo precisa de 8093, dando por
seguranca una casa, apiareca ns caes do llamos
numero 6.
Antonio Bernardo Vaz de Carvalho, tesla-
menteiro do fallecido Joo Baplista de Campos,
avisa a todas as pescas que sao devedoras ao
mesmo, de virera quanlo antes salisfazer seus
dbitos na ra da Cadeia do Rccife n. 19, e as
que se julgare m ciedoras por qualquer titulo, de
apresenta-Tas, aQm de serem verificados e al-
tendidos.
Hctor Deslibeaux, subdito francez, vai au
Rio de Jineiro.
Attenco.
Roga-sa aos Srs. Lilinio Candido Riceiroo
Joaquim Autouio de Castro Nunes e Francisc-
Carlos Brandao. que lenham a bondade de com
parecer na ra da Cadeia do Recie n. -i, loja do
Augusto & Perdigo para (he serem eulregues
urnas carias viudas do centro.
Precisa-se de nm fomeiro que sirva Um,
bein de ineslre do macira, que rulen li perfei-
lamente lano de umacuusa como de oulia aira-
lar: na ra do Rangel n. 62, rmazem.
Os Srs. Jos Domingues Pereira,
guarda nacional do esquachao desta ci-
dade, Juviniano Jos Antunes, olkial
cigarreiro, Jos PeJro Fernandes V-
lella, Francisco da Silva Queiroz, quei-
ram dlngr-se a ra ireita loja n. 68,
a negocio que nao jnoram.
D. Francisca da Cur.ha Bandeira de Mello
seus filhos Antonio Carlos Pereira de Ber-
gos Ponce de Len, Jos Flix Pereira d
Burgos, Carlos Pereira do Burgos, e oulrot
como seus genros Amonio Corrcia Gomes
de Almeda e Joaquim Pessoa Cesar da Cu-
nta transidos do mais doloroso sentimoii-
to, pelo inoyinado e premaluro Lillecimen-
lo da sua muilo querida e presadissima -
Iha, irmSa e cunhada D. Ignacia Pessoa
Bandeira de Mello, falliran) com ludo de
cumprir cora o mais sagrado dever, se nao
descera, como do. um publico testeraunho
de profundo reconheciraento o gratdao a
todas as pessoas caridosas. quo lomando
parte em um da lao pungente, tiveram a
summa bondade de assslirem os ltimos
suffragios felos no convenio do Carino
pela alma d'aquella^ue dorraindo o som-
110 da elernidade a ser encerrada em o mais
triste jazigo para jamis ser visto I
E com especial particulardade, agrade-
cen) com loda a efuso d'alma ao Illm. Sr.
Antonio Jos Conrado, que conhecendo toda
a inlensidade da afflicgo de quo tanto sof-
friara pela mais dura e cruel separacao do
objoclo de suas afleices, de muiio boa
voutaJe se encarregou do enterro e so pres-
tara par lodos os modos de nm perfeilo e
verdadeiro chrislao, cavalheiro c amigo.
Aliso.
Convida-se aos credores de Domin-
gos Ferreira Maia, nara reunirem-se
na sala da associacao comraercial no
dia 11 docorreute as 11 horas da ma-
nba, aim de tomarem urna delibe-
ra cao sobre a couducta que tem a se-
guir, em v isla da viagem que o mes-
mo fez sua participadlo aos seus cre-
dores.
TyTYTYTTYTr'TT'S'YTTrrr?TTTTT>i
DENTISTA FRANCEZ. 2
> > rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e **
, p dentiDco. *< (
FOLHIMIAS PAR 1800.
1 Esto venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla typographia, dasseguiutesquali-
i dades :
Folhinha religiosa, coniendo, aimdo
kalendario e regulamenlodos direitos pa-
rochiaes, a conlinuaco da bibliolhcca do
Crislo Brasileiro. que se compe; do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hyniuos ao Espirito Santo e
N. S., a imtacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoracao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, excrcicio da
Via-Sacra, directorio para oragao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coracao de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, oraees a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
ulras oracoes. Prego 320 rs.
VITA. DE VARIEDADES, contendo o kalenda
rio, regulamenlo dos direito^parochiaes.e
urna collecgo de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca Je cozinha
quer de cultura, e preservali/o de arvores
e fructos. Prego 320 re.
If ITADE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
Darochiaes. Pre o 160 rs.
toga-se aos Srs. devedores do esiabele-
eimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren! seus dbitos na ra do Col-
eg venda n. 25^u na ra do Queimado loia
o. 10.
O qu
prat;
AJuga-se a excellente e otnmoda
casa da ra da Aurora n. 26
n mesma ran. 16 A.
DNTES j
S Airnri iai:s.
|Ruaestreita do Rosario n. 3J
9 Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- \
9 tiOciaes pelos doussyslcmasVOLCANITE, <
chapas de ouro ou platina, podendo ser j
rocurado na sobredita ra a qualquer i
hora. t
Roga-seaos Srs. devedores a 6rma social
de Leite & Corris em liquidarlo, o obsequio
de raanJar saldar seu3 dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
Os Srs Anlonio Cardoso de Mallos Sobri-
nho, Anlonio da Cruz Ledo, Domingos Jos d
Cosa Guimaraes, Guimares & Alcoforado. Joao
quira Pereira Arantes c Miguel Alvaro de Abre-
Marinho, queiram appirecer na reparlico do cor-
reio aflm de satisfazerem o porte de urnas cartas
que vieram da secretaria de polica.
Por um corle de cabello e
frisaiiienlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecorule acaba de receber do Ro de Janeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, e um nutro viudo de Pars. Esta eslabele-
cimento esta hoje as melhores condigdes que
possivel para salisfazer as encommendas dos
objecios em cabellos, no mais breve tempo, co-
mo sejam : marraras a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, annes, rosetas, etc., etc., ca-
belleiras de loda a especie, para homens o se-
nhoras, lava-se igualmente a cabega a moda dos
Eslados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabega dos clientes, para salisfazer os prctenden-
les, os objectosem cabello scro feitos em sua
presenga.se o desejarem, c achar-se-ha sempre
urna pessoa dsponivel para cortar os cabellos, e
pentcar as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lccomte, attrro da
Boa-Visla n. 7, o excellente leite virginal de ro-
sas blanca para refrescar a pello, tirar pimos
sardas o espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e fazer crescer os cabello,
assim como pos imperial de lyrio de Florenga
para borluejns c osperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da srimavera da
vida.
se vende a 800 rs. na
dal ndependencia livra-
ria d. 6 e 8 contendo alm do
kale idario ecclesiastico e
civil
Noticia dos principaes est-
dos da Europa e America com
ne, idade etc. de seus im-
lores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes provinciaes, municipaes
epoliciaes.
T bella dos emolumentos
parochiaes.
Eiupregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, lilterarios
le teda a provincia.
o no
peral
As
ras
YJ
dust
toda
jas,
nho
sociagoes commerciaes,
ugri'-olas, industriaes, littera-
b particulares,
tabelecimentos fabris, in-
riaes e commerciaes de
5 as quatidades como lo-
/endas, acougues, enge-
Selrve elle de guia ao com-
inero iante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
clasees da sociedade.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por bafatissioios precus.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de 2 salas
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Roraeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdcnaples preto bordadas
cora froco
Grosdenaples de cores com quadriohos
covado
Dilo liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1J e
Dila lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraiasorlandys de cores, lidos pa-
droes, vara ,
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Manas de blonde brancas e prelas
D.las de fil de linho prelas
Chales de seda de todas as cores
Longos de cambraia de linho bordados
pilos de dila de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
udades, covado
Casemiras dem dem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Enieites de vidrilho francezes pretos e
de coi es
Aberturas para camisa de FHho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varas qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sorlimenlo de ronpa feita
s
I
9
19200
I
3O00
1^500
109000
16 000
19000
9
9
9
9
9
8
$900
9
9
$640
9
9
3$500
9
eooo
$500
9280 |
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
Golletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas y
Chapeos francezes finos, forma moderna 8aS09
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades y
Camisas francezas, peitos de linho e de f
algodSo brancas e de cores 9
pitas de fustio brancas e de cores I
Ceroulas de lfnho e de algodao i
Capellas brancas para noivas muilo finas f
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado |
Meias cruas brancas e de cores paTa
meninos y
Ditas de seda para menina, par 1&600
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino $320
Velludilho de cores, covado lj200
Velbutina de cores, covado 700
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par 2$C00
pitas de seda idem idem 1&000
Um sortimento completo de u->as de
seda bordadas, lisas, para renhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades y
Corles de col'cle de gorgurao de seda
de cores j
Ditos de velludo muito finos 9
Lengos de seda rxos para senhora 2500
Marquezilas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora )
Sapalinhosde merino bordados proprios
para baplisados, o par SJ^OO
Casinelas de coros de duas largurasmui-
to superiores, covado ljOOO
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos da largura,
fazenda nova covado lj|600
t500 ; Setim liso de todas as cores covado 9
-o i Lcnos de gorgurao de seda pretos V
$800 j Relogios e obras de ouro 1
' Corles de casemira de cores a 5l'C(0
*MMMmmmmm-m-mmm.m*
S EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22.
u?oV8scdii4ade e economia d0IpubliC0 de quem os ^^Sa^s:
Assignatui-s de banhos fros para urna pessoa por mez.....10J000
momos, de choque ouchuviscos por mez 1500O
series de cartoes e banhos avulsos aos oreos annunciados.
Prccisa-se de duas ama?, urna pa-
ra cosinhar e outra para engomrjoi
GRANDE SORTHESTO
d d __aV, 45-Kua Direila43
dndose preferencia a escravs: a Ira- ,. Anfxn niln
tar na ra do Imperador n. 15. e i>5000 R 6.^000.
DE
Fazendas e roupa feita
POR MEDIDA.
Na lojae armazem ile Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
IVui do Quemailo n. S^
cm sua loja de 4 portas.
Tem ura completo sortimento de roupas feilas
e por medida a vonlade dos freguezes : calcas de
casemira e de brSm, clleles de diversas quali-
des, sobrecasacas de minio bom goslo, um sor-
f (
5&S

eSv
o 5?;
m Continua sob a mesma direcrSo do Ma- noel do. Maltes Teixeira Limaj professor @
%0 om homeopalhia. As consultas como d'an- &
% ll' S
1 -- I
Botica central homeopatliica f
I DR- &UIR0 (I, L PI,\H0.
j Novos medicamenloshomoopalhicos en- ^
& viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
{ Estes medicamonlos preparados espe-- ^
[ ^ cialmenle segundo as necessidades da ho- Z
tmenlo de polclols de panno e de casemira. al- | meopalhia no Brasil, vende se pelos i-re- 2
O prorrietario dtsle estabelecimento
|Consultorio central lo^mclpalli]co#!aIulI1end,oao ^,ado poilco lison6e'o
@ de :1 da bolsa da maior porte da populacao,
IfflSW

paca, liiazinha, riscadinhos e de brim, que ludo ^ Qns conhecidos na bolica central horne-
se vende por preco commodo ; um completo sor- \ Pn,n-,C8i ru de Santo Amaro (Mundo Nu- !|
lmenlo de chapeos prelos de seda para homem,
de superior qaalidade a 109, ditos de castor mui-
lo superiores a 16$, chapeos de sol d seda in-
glczcs dos melhores que tem vindo ao mrcalo,
ditos francezes de diversas qualidades, dilos de
panno grandes e pequeo?, corles de vestidos de
seda de variados gostos para diversos procos, um
completo sorlimenlo de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, ludo por preco commodo ;
clinly de seda e lan de goslo mais apurado que
lera apparecido a I38O o covado, chit3s france-
zas muilo superiores de 250 at 4(0 rs. o covado
degoslos muito delicados : um grande sorlimen-
lo de fazendas francezas o inglesas e alternas que
seria impossivcl aqui se poder mencionar com
pregos. assevera-so aos freguezes que ludo se
vende mais era conta que em oulra parte sendo
a ilinheiro.
Offerece-se urna senhora que cose e engom-
ma com muia perfeico, prefeiindo-s'e mn seia
para casa d^.familia : a iralar na ra do Caldei-
reiro n. 80
Thoma* qrweed. cidado britsnnico, re-
lira-se para a En/opa.
M V^^H Hltf1" 30 annos de ida-
de, cozmheii ^ssmadeir, dndo-
atas CrsMHlU W, Sfl'flt quem vende.
Sirop du
1
I
JARABE DO FOKGET.
Este xaiope esi aprovado pelos mais eniim nies mdicos de Pars,
[como sendo o methor para curar consiipocoes, losse convulsa e ouins,
aUceoes d03 broncbos, auques de peito, irriUQes nervosas e insomnolencbs: urna colberada
pe manba, e outra nolte sSo sufficientes. O ttfcito desie excelente xarope salis6l 30 mesmo
lea po o doente e o medico.
O dtposito na ra larga do notario, botica de Bartholomco Francisco de Souza, n. 36.
LNDIQAO
*
DO
[10 11.
I Ra do Bhim (passando ochafariz.j #
Ko depoiilo desie esUbi Aeeimciito sempre lia grande sormenlo de me-
cuausmo para os engennos de ssucar a saber:
Machinas de vapor modernas de golpe Rodal d agua de ierro com cubos de mac eir largas, leves, fortes, e bem balancadas:
Cannot de ferro, e port.s d agua para d tas, e serrilhas pararoda de madeira ;
Moendas inteiras com virgens muito forb-1!, e conveniente! ;
Meiat moendas com rodetaimotoraiparji agua, cavallos, ouboil, acunhadas em aguilhoes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de :obre ;
Paroet e bicas para o caldo, crivoi e por.it d ferro para as fornalbat 1
Alambique! de ferro, moinhos de mandioca, foroos para cozer fari'nba
Rodetas dentada! de todoi os tamanhot pura vapor, agua, cavallot ou bois'
AguiUtOei, bronzet e parafusos, aradot, eixos e rodat para carrocat, frma'i galvanizada, par* purgar etc., etc.
p.W.Bowman confia que'osstius freguezes acharotudo digno da preferencia com
iue o nonram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio ptra os aKricul-
tore^ desta provincia^ e pelo tacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagein annual para o dito fim
assim como pela continuado da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a voutade de cada Comprador, e-de fazer os concertos de que podero necessilar
Altenco.
i
Os elTeilos anliepidemicos, que so produzidos
pelas fumigacoes hygienicas de Guylon de Mor-
veau, sao eflkazcs, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ullimsmente. Os vaporos
que se elevam do urna formula desta fumigacao
bas'tam para desinfeclar um espnco de 3-10 ps
cbicos ; e do 10, as ntricas, assim explica Car-
nicbael Srailh. O andaro que nos vecha de pre-
sente, lem ceifado muitas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas esta cidade, onde
oulra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se lem^nanifeslado, recorram
bolica n. 88, na ra Direila, onde se acha ven-
da quanlidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunlia, morador na rua da
Praia n. ^topeconhecendo citar a sua casa iffec-
lada desla epidemia, pois quasi lodas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticos circumslancias, que
precisaren) das desinfecces, o achaio sempre
prompto para mandar effecluar a devida applica-
;5o. O mesmo lambem vende na mesma bolica
os ingredientes para conservar nos casos os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mui-
io approveilim, e prerinem a invasio das epide-
mias no interior das habitaces ; assim como
de importante utilidade a sua npplicaco as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como delergenle para
preserva-las do estado de pulrefaejao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta". O pr ^ dft
. ".1?.-Jos da Rocha Paranhos.
COMPArtMIl
ALLIAItCE
Estabelecida em Londres
Msp II mu.
CAPITAL
Cinco mUnoes de lilms
esterlinas.
Saunders Brothers 4 C* tem a honra de in-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
lasas, eaguemraais convier, que estao plena-
rnente autonsados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo eoe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos q_ue converem os mesmos edificios
3uIlqr^.aiidealm0bUa U em^.. de
c animado por um sentimenlo plnlan-
tropico era pcidos seus anegos fre-
guezes, tem a l.ooia de ol'erecei-lbes
um resto de boizeguins de bezerro e
lustre, m muilo bom eslado, mediante
a retiibuieao cima.
;? Ur. Carneiro Monleiro aproveilando da Si
0 proporcao que k>m para mais fcilmente S
5 e.xrrular oslreballios do parto, o acousf- H
$ mado pelo feliz resultado qu.> Irm oblido m
em mulnpliraiftaa pnios laboriosos, lem S
* leilo sua especialidade sobre etle ramo *
6 para o que poder ser procurado a n.,al- I*
Attenco.
Acha-se estabelecl
bairro da Doa-Visia una nr
com todas as
sua de Jasniim do
fabrica de feneiro
proporcocs necessarias para bein
desempenhar quaesquer encommend.-.s, tanto de
ojras novas como do concertos de tooa a espe-
cio relalivamcnte i dita arle. O proprie'lario do
Jilo estabelecimenlo, Guilherme Daisel promet-
i exccular rom promplidao todas as encommen-
das que he forem feilas, o pt,r s0 espera ser
coadjuvado por todas as pessoas que precisaren)
de seus servicos.
!F
Attenco.
J. D. Frick de Lisboa, tem a satisfaco ^f
de informar a lodos os seus amigos e cor- jt)
respondenles, que os seus despachas tc-
egraphicos pelo vapor Magdalena, to-
ra ra os piimeirosque so entregaram na
eslacao leleraphi;a de Lisboa.
Precisa-se do nm criado que saiba cozinhar
para osemrode ama casa de pequea familia :
na Ponte de Uclida, sitio com portao e ferio de-
fronte do Sr. Denlo Jos da Osla.
Bollinhos.
Bandejas enfeilodas cim diversos goslo?, dos
melhores boliuhos do nos;o mercado, era pon-ao
de libras ou a relalho, qi,e conservam-se muilo
para embarque ou viagera ; asjim como pudins.
pastis de nata, creme, lorias, 011 oulra qual-
quer pastelera para dessert: lambem preparro-
sle bolos finos para o tempo de S. Joao e S Pe-
dro, das melhores qualidades da massa molhada
e secca superior, tudo com o mell.or asscio e o
mais em conta do mercado, dirija-so a rua da
Penha n. 25, pora Iralar-se.
Msica.
Reccbcu-se pela ultimo paquete boni-
tas msicas para piano : na rua Nova
n. 43 H
Loja de marmore.
- Na travesa da rua das Cruzes n. 2, segn-
andar, ao p desta '--
rfeicio de qualquer
oulra qualquer parle.
. MaTctsa ua rua oas uru
do andar, ao p desta typographia
Nova casa de pasto
. daaguia de ouro.
Na rua estreita do Rosario n. 23
confronte a rua das Larangeiras, forne-
ce-sealmoco e jantar com todo o asseio
e promptidaoe mais barato do que em
outra qualquer parte, assim como te
acbara comida prompta a qualquer ho-
ra que se procure.
Offerece-se urna ama porluguez de muilo
bons costumes para cozinhar, engommar, e fa-
zer o setvico de portas a dentro : a trattr na rua
de Apollo n. 49.
O Porlufjiez Joaquim Alves Machado de
Carvalho avisa a quom loe inleresse a sua retira-
da para o Rio de Janeiro o mais prximo pos-
sivel.
-',:.,
'Ttffc


w
_.
____tll^l -___L2J
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16/
DI BtlO PE TERWAWBCO. Sgff WA TEB* MUE JOWtiO DE 1*M.'
E
p
8r. Alfdr* ArWeaKaKasca4uiuor por (a 4or ir ou- mandar i rwa Nva, loja a. 7, a
ncgor. o que nao ignora.
para |
ertadi
largo iln Fenta- _
Neste armazem de molhados con-
tinua-se a vender os scguintes gneros abaixo mencanados de superiores qualidades e mais barato
do que em oulra quilqucr parte, por serem a maior parte delles rocebidos em dircilnra por conla
eos propnclarios.
Mantelga ng\ez.a e trauceza
perfeilamente flora mais nova que tem vindo ao mercado de 640 a 800 xs. a libra e cni barril
se (r algum abalimenlo.
Quejos flamcngos
multo novos recentemente chegados no ultimo vapor da Europa de 1J700 a 3jf e a vista do gasto
que o freguez fuer se (ara mais algum abatimento. t
Queijo pvato
es mais novos que exislem no mercado a 1S a libra, em porcao se ar abatimento.
A.melxas fraueczas
etr, Inlas de 1 1[2 libra por 1500 rs., e em campoteiras de viJro conten Jo cada urna 3 libra
por 3?000.
Musanla ingleza e va aceza
em frascos a 60 rs. e em potes francoza a 800 rs cada um.
Verdadeiros figos Ac c ornad ve
n caixiuhas do 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a lg600 rs.
HoYacuiuna ingleza
a mais aova que ka no mercado a 240 rs. a libra c coa barrica com 1 arroba por 4J.
Votes vidrados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou oulro qualquer liquido de 400 a 1$000 rs. cada um.
iVuicudoas eouteitadas vvoymas nava sories
de S loao
a 1$ a libra c em frasquinhos, contendo 1 1\2 libra por 2J.
Cia \>rco, nysou c nevla
os mcihores que ha neste mercado de I5OO, 2ft e 2#500 a libra.
Macas em eaixinlias de 8 lilivas
cerniendo cada una dilTercnles qualidades a 4&5GO.
Palitos de deutes llenados
em molhos cim 20 maciuhos cada um por 200 rs.
Tljolo rancez
proprios pora limpar tara a 200 rs.
Conservas inglezas c f vancezas
em latas e em frascos de dilTerenles qualidades.
Presuntos, ch.ourlc.as e naios
o mais novo que ha neste genero a 480, 040 c 720 rs. a libra.
Latas de holachnha de soda
de differnlea qualidades a I36OO em porcao se far algura abatimento.
Tamboril rendem-se os spg>iintc*s gneros tudo rccenieuienle che^ado e de uperio-
es qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, mannelada do mais afamado fa- i
alfiui
rueio
Comgras^
reena-se compiYn.dnaamaUa de videra
awes ostrangetros, que eteira em-'bom
: queai tiver aacuneie.
Compram-se es-
cravos.
Cor ipram-se, vendem-se e trocam-se esera-
tos na raa do Imperador 11. 79, primeiro an-iar
>mparBe urna, casa terrea na fregueza de
Antonio; quem tiver, dirija-se a ruado
Sol, osa terrea junto ao sobrado,, ou annuncio.
3ompra-se um carro e boi para o servido da
ega : ua ra do Rosario da Boa-Vista nu-
42
Zompra-seum sobrado do 2 ou 3 andares,
uo nfi falta 2u 3 casas terreas, com tanto que
sejarr as segoinles ras : Imperatriz, Impera-
dor, flova, Queimado, etc. : os pretendenles po-
dera '-
ou n;
lirigir-sea ra Imperial n 53, para tratar,
falla annunciarem sua morada.
Vendas.
Veode-se urna cabra (bicho) muito boa com
dous cabritinhos : na ra do Ouro n. 1.
Vende-se efTeclivamcuie sement de coeu-
tro a 240 rs. a garrafa : na ra lia Lapa n. 13.
Vende-so na rui Direita, sobrado de um
anda n 33. defronte da padaria, doces do calda
e sec :os, lambem se fazem bolos chamados do S.
Joao enfeilados com candas, ramos, coranes
com elreiros, coroas, tudo de alfmim ; na mes-
nia (asa so fazem bandejas de bolinhos de lindas
cr-s, que serviram no baile de S. 11. Impe-
jrnadas com o melhor goslo, dasquacstem
fortaleza ; tambera se fazem pastis de 11a-
oces d'ovos, jaleas de fructas e de subs-
a.
Vende-se urna carroca nova, d'agua, bem
r.ons ruida, por preco muitcommodo : nos Afo-
gades, ra de S. Miguel n. 39.
elegios e candieiros
americanos.
ha-se venda no cscriplorio de Adamson.
Ijov te & C, na ra do Trapiche n. 42, um va-
Azeite de carrapalo pun-
fcaflo.
Conlina-se a vender por caada e por garrafa:
na ra atoa Guararapes n. 60, em Pora de Torta*.
REMEDIO WCOMPMUVEL.
UNGENTO UOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes po-
dem teitemunhar as virtudes deste remedio iri-
comparavel e provar em caso nece&saro, que,
pelo uso que delle fizerons tem seu corpo e mem-
hros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada peso*
poder-8e-ha convencer dessascuras niaravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os dias ha muitos annos ; ea maior parte
dellas sao lao sor prndenles que admiran, so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braran) com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam solTier s
amputacaol Dellas ha muitasque havendodei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso dess
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa n^
enfuso de seu reconhecimeDto declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afn de maisaulent^-
carem sua Qrmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
'ivesse bastante conan^a para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentrtalo que necessitasse a natureza do mu,
cujo resultado seria prova rincontestavelmente'.
Que tudo cura.
*> ngaento *e til, mais particu-
larmente nos seguimos casos.
Alporcas.
Ca rubras
DO VAPOR-
Grande e^variado orrlmetto de calcado fran-'
cez. raupa filia, miudesaa finas e>perfumara
ludo #or menos do que em outras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEIA MEDICO DE OLLOWAY
PILDIiAS H6LLW0YA.
Este inestimavel especifico, compoelo lateira-
mente de hervas medicinaes, nio contm mercu-
rio, neia algum a outra substancia debacteria. Be-
nigno mais teura infancia, eacompleicao mais
delicada igualmente promplo o seguro,para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaQoes e ef-
feilos; pois busca e remove as doen^as de qual-
quer especie egro por mais antigs e inazes
queseiarn.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedie, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn)
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis affliclas nao devem entregarle a de-
sesperarlo ; fac,am um competente ensaio dos
eficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o benecio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias(malde).
Aslhma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extena-
para
Fundi^irJd fefro e broDze
B

riad isorlimcnlo de relogios e candieiros amerl-
canes para cima de mesa, os quaes serao vendi-
dos >or mdico preco, a dinheiro vista.
Vndese a'casa da ra da Rada n. 33 : a
(ral, rna ra do Queimado n. 4, ou na ra do
Crespo n.l.
Callos.
ancercs
Cortadura3.
Dores de cabera.
~uas costas.
dos membros.
tafermidades da cutis
e"igeral.
Ditas do anus.
ErupS6es e escorbti-
cas.
Pistulasno abdomen.
Erialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengira escaldadas.
l"chacoes
inflam'macao doflgado.
GRANDE SOUTIMESTO
luflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tiuha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
doflgado.
das articulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas
So.
lidade ou falta de
forQas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Dilasno ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto intemitente.
Francis* Antonio Orwia Cardft#,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, nssim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
r *~. Vende-se um sitio na eidade de Olinda, na
Udeira da S. com um sobrado de um andar b
sillo tem 400 palmos ero quadro. todo murado* e
tem urna baixa para capim, e un bonito quintal
para plantacoes ; a tratar, no dito sitio.
NOVO DEPOSITA
DE .
(EiffiMlSrail.
Ra dalmperalriz n. 7ii
Neste eslabelccimenln ha sempre um grande c
variado sortimento de camas de ferro de umae
duas pessoas, dils para meninos, berros de dirlc-
rentes qualidades ; como laaibem ha urna pe-
quen* porcao de vinho para se vender em caixas
de urna duza, sendo Madcira, Alicante, Malva-
zia, por preco com modo.
ilrarut verdadeira,
estraa de
Febreto da especie.
Cotia.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammaces.
Ir r-eg u aridades
menstruano.
Lombrigas de toda es-
pecie.
{Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucclo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar. Ma ra do Cadeia n. 45, loja de Torio & Ir-
Retencao de ourina. nio, na esquina da ra da Madre de Dos,
Rheuniatisrno. acham-se venda pelo mdico preco de toj, a
Symptomas aecunda- dinheiro, ptimos borzeguins inglezes propri'03
os para a presente esleco.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
mullo superior; em Santo Amaro,
Beleni, casa encarnada, a 1$ a libra.
Borzeguins prova d'agua.
DE
Fazendas e obrasfeilasj
DA
. cele barato, licores francezes muilo finos, marrasquino de zara, azeitedoce purificado,azei i
tu.ns muilo novas, banha de porco refinada e outros muilo gneros que cncontrarao tendentes a
1.1 ilhados,por isso prometiera us proprietarios venderem por muito menos do que oulro qualquer,
I "p '' 'i m i; tambera servirera aquellas pessoas que mandarem por outras pouco pralicas como
e liessem pessoalmenle ; rngam lambem a lodos os sanlioresde engenho e seuhores lavradoies
q ira n tnandarsuas cncommeudas no armazem Progresso que se lhes aianca a boa qualidadee
v acondiciuiiainenlo.
luoja eavuiaxem
DE
Vende-se este ungento no estabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarrejadas de sua venda em toda a America
do snl. llavaaa e Ilespanha.
Vende-se 6800 rs., cada bocetinha contm
urna instruc^Bo em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum>
pharinaceutico. na ra da Crun. 22, em Per-
nambujo.
No hotel Trovador, na ra larga do Rosario n.
44, nico no bairro de Sanio Antonio, e olTcre-
cendo por isso populado inleira dessa bella
capital leda a acommodaeio no que respeita ao
confortavel, contina a servir de ludo com prom-
ptidao c assek), por menos do que em qualquer
eulro hotel nesta eidade.
lLenco.
e
:, Curso pratico e iheorico de lingua fran- @
/.a por urna sen hora fr^aceza, para dez Ci
: : mojas, segunda e quinta-teira de cadas- 9
nana, das 10 horas al meio da : quem
; quizer aproveilar pode dirigir-se a ra da ?
) Cruz n 9, segundo andar. Pagamentos @
1 ianlados. ^
I ::;;:@d9il
(IlSl USp-SRASLEUfil,
2, Golden Square, Londres.
J. G. 0LIVEIRAlendo augmentado, com to-
mar a casa conligua, ampias e exccllcntes ac-
commodaces para muito maior numero de hos-
sJe novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos c dosSrs. viajantes que
visitmosla capital; continua a prestar-lhesseus
sorviQose bous officios guiando-os cm todas as
cousas que prechem conhccimenlo pratico do
paiz, etc.: alm doporluguez e doinslez ialla-se
:-n casa o liesnanholc rancez.
m T<\ i t 1 ai U
8
de Pars.
. 1
j 15 Ra Nova15
Frederico Gaulier, cirurgio dentista, ^
j faz lodas as operaedes da sua arle e col- ~
: va denles arliQciaes, tudo com a supe- j>
a9S noridado c perteicio que as pessoas en- %
' lomudas Ihc reconhecera. o,
SS Tem agua e pos denlifricios ele. $|
Prccisa-se fallar ao Sr. Jos Simoes Pi-
penla, que se mudou de Olinda para o Recife, e
ignora-se a ra, a negocio de seu inleresse ; ro-
ga-se-lhe queira annunciar.
Nova casa de pasto
O abaixo assignado adverte a seus freguezes.
que mudou sua casa de pasto que anleriormenlc
linlia 110 Interior de sua taberna da ra das Cru-
zeso. 21 para o primeiro andar do mesmo sobra-
do, aonde contina furnecer comedorias com todo
o asseio, assim como haver todos osdomingose
dias santos niiio de vacca, c do mantiaa a bem
feila fejoada, principiando a mo de vacca as
vesperas as 10 horas da noite,
Diogo Jos da Cosa Fonles.
Aluga-se urna caa grande loda envidraca-
da cm roda.com urna grande sala na frente, 2
alcovas grandes, sala de jantar grande e 2 quar-
tos, cozinha fra, 1 quarlo para dispensa, cacim-
ba d'agua de beber, com alguns arvoredos no
quintal, sito no lugar da Capunga : quem preten-
der, dirija-se ao Recife, na ra da Cruz 11. 8, pri-
meiro andar, ou ra do Livramenlo, loja de cal-
cado n. 35.
DA
PROVINCIA.
Tcrceira parte da primei-
ra do Espiito Santo.
Os abaixo assignados venderam da lcleriasu-
|ira os seguintes premios :
Ns.711 5:000$ Bilhcle.
202 1:0008 1 quarlo.
A garanta paga na ra na ra do Cjllegio
n. 21
Layme & Madureira.
Prae,a da Independencia n. 4.
fj O r. Cosme de Sa' l'ereii.g
^'Je volt? de sua viagem instructi-^
^ftiva aiuropa continua noexer-pC
Qp.soiclo de sua proissao medica. gg
$ Da' consultas em seu MermtO-gg
j^rio, no bairro do Recife, ra da|*j;
Cruz n. 53, todos os dias, mcnoW
^nos domingos, desde as C Loras
5te as 10 da manha, sobre os
;^5 seguintes pontos :
{f 1*. Molestias de olhos ; '<$
$$1'. Molestias de corocao e de|^
^ peito ; m
m3a. Molestias dos orgaos da gera-f*
j| cao, e do anus ; |v
ii-. Praticara' teda e qualquerSK
operacao quejulgarconvenien-^
te para o restabelecimento dos^G
seusdoentes. 25
O exame das pessoas quffb con-^
,"sultarem sera' feto indistincta-^
rnente, e na ordem de suas en-
v11-& das; fazendo excepqao os doen-
a^tesde olhos, ou aquellesque por
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este fim.
A applicacao de alguns medica
mentos indispensaveis em varios
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera' fetto.ou concedido
ratuitamente. A conGanca que
oelles deposita, a presteza de sua
acejio, e a necessidade prompta
ie seuemprego; tudoquantoo
lemove em beneficio de seus
doentes.
ICarlos U. uboisf
^ CABELLEIREIRO.
S Praca da Boa* Vista n. 3. R
^ Participa que lendo recebido um gran-
* de soriinienio de cabellos de Pars, acha-
* se promplo para aalisfazer no mais breve
g lempo qualquer encommendao cabellos,
^ como sejam marrafas a Luiz XV.cabellei-
j ras de loda especie lano para homom co-
66 m para senhoras, cresceniea.bands, ca-
deias de relogios, braceletes, trancas' pa-
ra aneis ele, ele.
Grammaticaingle-
zade Ollendorff;
Novo methodo para aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instrucco,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
agencia dos fabricantes anterlca-
nos Gronver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Joanston & C, ra da Senzala Nova n. 58.
| Na ra do Queimad > n. ^
46, frente amarella.
j| Grande e variado sorlimento de sobre- ^
picasacase casacas de pannos linos prelcs jl
* c de cores a 28*. 30$ o 35$. paletols dos ||
mesmos pannos pretos c de cores a 28$, m
203 22? e 25, ditos do casemira mcscln- |g
dos de superioi gosto a 163 o 18>,.dilos ?J
das mesmas cnsemiras saceos motlelo g
inglez IOS, 12?, 14 e 159. ditos de> al- $g
paca pr<-ta fina saceos a 4, ditos so|)ro- x
casa lambem de alpaca a 7J, 83 e 9#,' di- <9|
tos de merino selim a 10, dilos de me- &
rio de cordao a 9t, calcas pretas das |-,E
mesmas fazendas a 59 e g, collelcs pa- g
ra lulo da mesma fazends, paletols de ge
brim trancado a 5$, ditos pardos e de *J
fustao a 4 e 53. calcas de casemira do gS
cor c pretas a 7, 8! 93 c IOS, ditos das ^
mesmas casemiras para menino a 63, 7 =
e 89, ditos de brim para liomem a 39, i
39500. 49 c 53, dilos brancos finos a 59, M
6g c 79, ditos de meia casemira a 49 e J
59, colletes de casemiras prela e de co- |s
res a 5g, e 69, dilos de gorgurao de seda ^
brancos e de cores a 59 e 6$. ditos de m
velludo prelo e de cores a 93 e 109, dilos |c
de brim branco e de cor a39, 3$500 e43, w
palilots de panno uno para menino a ^
15, 169 e 189, ditos de casemira do cor *
a 7g. 8 e 93, ditos de alpaca a 3e 33500, .
sobrecasacas de alpaca lambem pa.-a me- gg;
nio a 5 e 69, camisas para os mesmos^
de cores c brancas aduzial5$, 169 e209, !5
meiascruss c pintadas para menino de &jj
todos os lamanhos, calcas de brim para efe
os mesmos a Jg500 e39, colarinho de li- g?
nho a 6jj000aduzia, toalhas de linho pa- &
ramos a 900 rs. cala urna, casaveques f
3' de cambraia mullo fina e modernos pelo 9
1 diminuto prego de 129, chapeos oom abas Us
S! de lustre a 59. camisas para homem de ^
| todas as qualidades, seroulas para lio- j
1 mem a 16, 20 o 25 a duzia, vestimen- ||J
!| (aspara menino de 3 a 8 annos, sendo |g
'!! calca, jaqueta e coletes ludo por 10, co- cnp
>!| bertas de fuslo a 6, toalhas de linho ffi
[i para mesa grande a 7 e 8, camisas in- ^
'!; glezas novamenlochegada a 363 a duzia. 'ffi
Baratissimo.
Ra do Queimado n. \\t.
Armazem de fazendas.
Chitas francezas finas de padres miudinhos a
2 0 o coWdo, pegas de chita com 38 covados por
5,1800.
Coberta a 2#000.
Cobertas chinezas muito liadas a 2.
lliscado rancez a 2$000.
Corles de riscado com 13 lr2 covados por 2S.
Lencos brancos a 2/jOOO.
Lencos para algibeira a 2 a duzia.
Algodo roonstro a 600 rs. a vara.
Chales de merino a 2#500.
Chales de merino estampados a 2500.
Casemira preta % 6$.)0 ).
Corles de casomira preta fina a 6J, paletols de
t rim a 3, fil de linho fino a 8Q0 rs.
Cambraia de cores a 160rs.
Cambraia de cores muito fina Com defeito de
gua doce a prejode 160 o covado.
= Ganga de cor e brim de liafes muilo fino a
00 rs. o covado.
Vndese urna taberna bastante afreguezada
t com poucos fundos, propria para quem quizer
p incipiar, no Rocife na ra do Amorim n. 17 :
qaem a pretender, dirija-se ao primeiro andar
ii mesma cass,que achara com quem tratar.
Preyenco.
Jos Domingues Pimenla prom'ove acQo de li-
bara eonlra os herdeiroa da finada D Francisca
Antonia da Fonseca, e conslando-lhe quererem
estas vender o que Ibes tocar em parlilha, os fez
citar para, na forma da lei, saiisarem o juizo, o
que se taz publico para que ninguem se chame a
engao.
gEscriptorio de advocacia.
SO bacharel Cusma o Lobo adroga no ci-
el: ra do Rangel n. 61 D.
N* rQa do Trapiche Novo n. 42, precisa-se
iw "i"8 ama 1ue8e Qieira encarregar do Iraba-
Iho fetro.
-- Thomaz de l'aria saca sobre o Porto ; na
ra do Trapiche n. 40, escriptoria.
As semcnles, plantas de llores e frucleiras da
lUiropa, que se achavam na loja da ra do Ca-
I ugn 3 A, veodera-se desde o da 28 de maio
i .a ponte tic choa sitio do finado Sr. Antonio
llaplista Ribeiro de Paca, das S aa 8 horas da
laanha e das 5 horas da larde em diante.
FiZMOlS BIRVT18
4iiffasto & Perdigo,
com loja na ra da Cadeia do Recife n.
23, confronte a o becco Largo,
previnem aqs seus freguezes. queacabam de sor-
tir seu novo eslabelecimento com fazendas de
goslo, finas, c inferiores, para vender pelos pro-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a rclalho, se venderao por um preco fixo
quesera o seu proprio custo as casas inglczas,
urna vez que sejam pagas visla.
Neste eslabelecimento se encontrar sempre
um sorlimenlo completo de fazendas, c entre el-
las o soguintc :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Dilos de la e seda o duas saias.
Dilos do larlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas prelas de seda o de fil.
Polonezasdc gorgurao de seda prelas.
Cinluroes para senhora.
Esportilhos com molas ou colchetes.
Enfoilcs de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora c meninas.
Chapeos para senhora o meninas.
Pentes de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras de Lubin c outros fabricantes.
Cassas o organdys de cores.
Grosdenaples de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas.
Collas e manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodo para meniuo.
Algodao de todas as qualidades.
Loncos de labyriotho para presentes.
Collas de crochet pera menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Calcas do casemira pretas e de cores.
Collelcs de seda dem idem.
Ditos de fusto.
Camisas inglezas lodas de linho.
Ditasfrancezas de differcutes qualidades.
Malas c saceos de viagem.
Borzeguins de Mellier e outros fabricantes para
home .
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha.
Camisas de flanella.
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e criancas.
Corles de vestido brancos de Monde com ca-
pella e manta.
Didos de vislidos brancos de seda para casa-
montos.
Nu armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-so :
Candieiros de latao de Lisboa.
Lazarinos e clavinotes.
Lena larga de superior qualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados com perfeigo.
Ferros do ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de conslrucqo, de lodos os
lamanhos. i
Presos caibraes do Porto.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguesas muito finas.
Batanea de novo modello para pesar 1.000 c
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de la lao para engommar.
Esporas, brides e estribos de metal do principe.
para poetas com.
\&endemise estas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 224, Slrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Souru
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 22. em Per-
namb co.
Borzeguins inglezes, pro-
va d agua.
Pechincha sem igual.
Os verdadeiros e j muilo conhecidos borze-
guins inglezes, prova d'agua, c tiradores de calos.
A i0g o par, dinheiro a' vista.
Leile & Irmo, na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisara aos seus numerosos
freguezes, e ao publico em geral, que novamen-
to acabara de receber os afamados borzeguins in-
glezes, c que continan) a vender 10g o par,
dinheiro a vista. o melhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas que padecem de calos, por-
que usando os nao soffrem mais.
Pede-se toda attencao.
Na loja d'aguia de ouro, na ruado Cabug n. 1
B, vende-se tudu por precos baralissimos para
liquidar, assim romo seja :*
Fitas efranjas.
Fila de velludo de todas as larguras, aberlas c
lisas, de lindos padroes.
Franjas de seda de lodas as larguras e de lin
dos gostos.
Ditas de la e seda por preco que admira.
Ditas de linha para casaveque.
Ditas de algodo para toalha c para cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Dilos de massa virados a imilago de tartaruga.
Dilos lisos para alar cabello.
Dilos de desembarazar cabello.
Para balees.
Molas para fazer balos, vendera-se a 160 rs. a
vara, ou peca de 50 molhos a 6#.
Bicos.
Bicos de seda de lidas as larguras e lindos pa-
droes.
Dilos de algodo.
Leques muilo finos.
Capellas brancas para noiva.
Chapeozinhos para enanca.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como pe fumarias muilo finas, e mais
objeclos que a visla do freguez far-se-ha lodo o
negocio.
.*
I Seguro contra Fogo 1
COMPAimiA i
IMS?
LONDRES
AGENTES
| C J. Astley & Corapanhia. I
Vende-se
Formas de ferro
Ricas feixadiiras (rancezaa
botes de vidro.
Paes de ferro de todos os lamanhos.
Rices paliteiros e lioteiros de metal prateados.
Linhas de carreteis de 200 jardas rio autor Ale-
zandre.
Cera em velas de Lisboa.
para
purgar assucar.
! Estanho em barra.
Verniz copal.
Vinhos finos de Moselle.
Enchadas de ferro.
| Brim de vela.
9 Folhas de metal.
I Ferro sueco.
Ac de Trieste.
I Pregos de composico.
| Lona ingleza: no arma-
| zem de C. J. Astley A C.f
Milho e farello.
Farelo a 4(500, milho a 43, c era cuia a 240 rs.:
na taberna da estrella no largo do Paraizo n. 14.
Vende-se urna pequea fabrica de sabo,
bom montada, com todos os ulencilios, em bom
estado ; quem pretender, dirija-se a ra do Brum
n. 44, que ah achara com quem tratar.
Na ra do Vigario n. 8,
vende-se superior gomm, chapeos de palha e
esleirs grandes e pequeas de carnauba, ludo
novo, Tazenda boa, do Aracaly.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca, ta marca grande e lambem da marca peque-
a, depositados no trapiche da alfandega vefha ;
i trotar no oieamo, ou ua ra da Cadeia VoIIm,
oja n, 26, esquina do becco Largo.
Taberna da estrella,
no largo do Paraizo n. 14, vende-se manleiga
ingleza a 800 rs. a libra, dila franceza a 600 rs.,
(lila de tempero a 32D rs., chi hyssun muilo bom
a 23, dilo prelo a I36OO, caf do Rio a 280 rs.,
espermacete a 680 rs. a libra, tambero tem fogos
miudos para Santo Antonio.
Ventosas ain da
nao vistas.
Pelo ultimo vapor vindo da Europa chegaram
excellenles ventosas que pela primeira vez luc-
ras ao Brasil.; ellas sao inicuamente superiores
as oulras, pois fazendo-se com o escarificador
pequeas inrisoes e applicando-*s em cima, lira
o sangue sem precisar de fogo, s sim pela sub-
tra^o do ar. Tambera sangra-se, tiram-se den-
les e raizes com Inda a delicadeza, elia lambem
grande porcao de frasquinhos com balsamo para
dessipar as dores dos denles ; remedio esle j
muilo cnnliecido pelo seu bom resultado : os
pretendenles que preiitarem, podem dirigir-se
a ra da Cruz no bairro do Recife 11. 58, que
achara Joaqun) Bonifacio Moieia de Parias,
sempre promplo a fazer as applicaccs necessa-
as.
Na estrada do Manguinho, sitio da
viuva Carvallio, ven.!e-se por preco
muito commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quatro assentcs, para um ou
dous cav los, com os seus respectivos
arreios, ousem elles, do modo que mais
conveniente parecaao comprador : o si-
tio do lado da ijreja e o segundo de-
pois desta.
Vende-fe urna preta em Fra de
Portas, ra do Pilar n 15.
Barroca & Me.itiros tau.b m sac-
cam para o Porto.
Vende-se urna negra crioula de meia dado
c por precu commodo : no largo do Paraizo n. 14.
Um silio para iavrador, com boa casa de
vivenda, estribara, senzala para esrravos junio
ao engenho, c a margem do rio Coila, rom Ierras
de producto, distante 6 legoas do Becife : quem
o pretender, dirija-se ao engenho novo Coila, fre-
guezia da Luz, propriedade de Joaquim do Rezo
Barros Pessoa.
Sal do Ass
Vende-se a bordo do hiato Bom Amigo : Ira-
la-se com o capilo Pcreira Marinho a borda, ou
em rasa de Palmeira & Bcllrao, no largo do Cor-
po Santo n. 6.
Vende-se um carro de passeio em
muito bom estado com rodas de sobre-
Ccllentes, bons arreios e por preco com-
modo : na ra do Queimado n. 5.
ATTENCAO.
Vende se sabao aroarello a 80 rs. a
libra em porcao e a retalho : na ra da
Concordia n. 6.
Vende-se doce de goiaba muito
fino era caixoes de 4 libras a 2$0OO e
l#G00 : no pateo do Cermo n. 1.
Papis para sorles.
Na ra eslreila confronte ao Rosario, loja de
calcado, onde foi confeitaria, vendem-se rapis
picados com eaalo para sorles, por preco que
admira visla do Irabalho.
Vende-se urna linda escrava crioula de
20 anuos de idade, sem defeito, e com habilida-
des : na ra da Praia, p'imeiro andar n. 43.
Vendem-se duas casas terreas na
ra Augusta, bem edificadase noves, os
pretendentes dinjam-se a ra do Viga-
rio n. 17, Recife.
Vende-se urna canoa muito propria para
aterro, est junio ao estaleiro do Sr Joaquim
Antonio Rodrigues, ra do Brum : Irala-sc no
escripiorio da Companhia Pernambucana, no For-
te do Mallos.
Queijo do serto.
Vende-se a 800 rs. a libra ; nos quatro cantos
laBoa-Vislan.l.
Yendem-se 12 cadeiras, 2 consolos, 1 ban-
ca de meio de sala, 1 sof e 2 cadeiras de bracos,
sendo tudo de Jacaranda, e por barato preco : na
ruado Pilarn. 141, piimeiro andar.
Vendem-se canoas de amarello, de 25 a 35
palmos de coroprimcnlo e proprias para pescaras,
e abrir, por preco commodo : na ra do Vigirio
numero 5.
Erva doce.
Na ra das Cruzes n. 41 A, vende-se erva doce
de boa qualidade, tanto em arroba como era
libra.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, I.
M. Singer & C. e Wheeler & Wilson.
Eo novo eslabeleci-
mento vendem-so as
machinas denlos dous
autores, moslram-se a
qualquer hora do da ou
da noiie, e rcsponsabili-
sarao-nos por sua boa
qualidade 0 seguranca :
no armazem de fazendas
do Raymundo Carlos
Leile Irroos ra da
fmpeTalriz n. 10, amigamente aferr da Ba-
Visla.


DHItie DBWtMMCQ)^/gMaam;ttt.l WimWHm W **>
Seua propetarioa offereee. mus numoo(rogeMB'eo publio n 1 teda e
qualquer obra manufacturada em aeu.reeonhecido estafeterioieoto* saber: macttnisde vaaor^e
tads.a tamanhos, rodas d'agua paro-engenhos todas de ferro ou para cubo* de madeira, moen-
das.e meias mocadas, tachas de ferro batido e fundido de lodoi 03 lmannos, guindastes guin-
chos e bombas, rodas, rodete, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para deswocar algodn, preacas para mandioca e oleo de ricini, portoes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados. cuiUvaJaies, ponles, -aldeiraa e*auesT boias, alvareims
botea^e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual fdr sua natureza pelos
desouhos ou moldes que para tal fim forem apresenlados. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimenlo na ra do Brum n S8 Ae na ra do Collegiohoje do Imperadora. 65moradia do e*i-
teiro do estabelecimento Jos Joaquim da Costa Pereira. com quem os pretendentes se podem
entender para qualquer obra. Y
Po t assa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vendei
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambero
cal rtrgem em pedra: tudo sor precos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambera tingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
I Arligos para lulo. ||
fChapelinas pretas e mais objeeios pro-
prios de luto para bomem e senhora,ven-
de-se na ra Nora n. 45
fcF* LOJA DE MARMORE.
4,000 rs.
por sacca de
Irmos.
milho ;* nos armazeos de Tasso
Aossenhores logistas de miudezns.
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos o prnlos de algodao.
Lavas pretas de torcal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos vendem-sa
por precos commodos, em casa de SouthallMel-
ors 4 C, ra do Trapiche n. 38.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
nores chaces de castor.
n mmmmkmKmmmmmm
Guita-:
-percha.
Artigo? para invern de guita-percha
ou borracha, vende-se na ra Nova n. -I53
^ LOJA DE MARMORE. I
Pianos
Admiraveis remedio* ameriy
canos
Todas as casas de fanrlia, scuhores de onge-
nho, fazendriros, etc., devera estar prevenidos
com estes remedios. Se tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio d Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas 'dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
calera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigeslao, crup, dores nos ossos, contuses,
queiroadura, crupedes cutneas, angina, releo-
cao de ourina, ele, etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enermidad es escrophulosns.ch ro-
icas esyp hlilicas; rcsolre os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas,ven-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, aferces do figado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difficuldade das rogras das
mulheies, hipocondria, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regularisar o systemn, equilibrar a circula-
cao do sanguo, inteirameiiie vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca ocosionu nauzeas nem
dores do venlre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas sao efflcazcs as affec-
ies do Ggrdo, bilis, dor de cabrea, ictericia, in-
digeslo, e em todas as enfermidades das mu-
lleres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
coes, flores brancas, obsiruccoes, histerismo, etc.,
sao do mais promplo effeilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, o em todas as febres ma-
lignas.
Esles tres imporlanles medicamentos vem a-
companhados de instrucres impressas que mos-
trara com a usier minuciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Esli ga-
rantidos de falsilicaro por s haver venda no
armazem de fazendos de Raymundo Carlos Leite
4 lrmo, na ra da Imperalriz n. 10, nicos
agentes em Pcrnambuco.
Vende-se um cerro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um asenlo para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree 4 C. d.
42 ra da Cruz.
Ainatius araeriouno machina
garalararroupa:emcasa(e Si P.J-
nstonlA C. ra. da Saazala n. 42.
Vlnho de tafan.
Em estji de Katkmann lraaios A O,, roa da
Cruz n. lj). eocontra-se o deposito da* bem co-
ma km dos Sr. Brandeoburg Prres.
Bor-
nbecidas
e dos Si
deaux. 1
De
St. Bstp
St. Julio*
Margaux.
Larose.
Cbieau I
Chleau I
De
St. Julien
St. Julien
Chateau USoville.
Na
vende
Sherry em
Madeira ei
Cognac em
Cognac em
Cerveja br
Tac
Braga Si
da ra da:
do tachas
acreditado
mesmo de
Saunders Brothers & C. tem para vender em
sen armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood 4Sons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Entcltes de vidrilho e de retroz a 4$ cada
um : na ra do Queimado n.37, loia de 4 porta?.
GRANDE AMAZEJL
DE
Roupa feita.
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceicao dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sortimento de roti-
pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques,, e palctols de
panno liuoprelo e de cores, palelols e
sobrecnsacas de merino, alpaca ebomba-
ziua prelos e de core?, palelols e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de caseraira prcta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fuslao e riscados,
calcas de olgodao, collete3 de velludo 5
preto e de cores, ditos de setim preto e ^
branco, ditos de gorgurao e casemira, di- IB
tos de fuslocs e brins, fardamentos para =8j
a guarda nacional, libres para criados, >
ceroulas e camisas franceza?, chapeos e %*
grvalas, grande sortimento de roupas ^
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr-
dando aocomprador algumas das roupas ^
feitas se apromplarao outras agosto do W
comprador dando-se no da convenci- s
nado. =ft
n
^^
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
oa do Leconte.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biseoutos.
Emcasa de Arkwight & C, ruada
Cruz n. 61.
mona
Brim trancado de linho,
todo preto.
A raelhor fazeuda neste genero que lera vindo
a este morcado, por ser muito superior e nao
desbotar : vende-se nicamente na ra da Cadeia
do llecife n. 48. loja de Leile& lrmo.
@99 999 99999999999
|Aos Srs. acade-
micos.
i
9
@ Faria & C. propriclarios do novo csla-
beleciracnlo decorado de marmore, na ra
tNova n. 43, avisam aos seus amigos e fre-
guezes da dislincta corporacc acadmica
9 desta cidade, que pelos ulimos paquetes
procedentes da Europa receberam arligos
9 variados de modas e do mrlhor gosto, os
9 quaes podem salisfacloriamenlo comple-
41 lar sorliracnto de um rico e moderno
9 toilet apropriado aos cavalheiros de Uto
9 nobre classe.
999999999-S99-9999999
Cocos italianos
de folba de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto qtianto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e i$ urna duzia: na ra Direita n. 47,
loja de funileiro.
I Engenho. |
t Vende-se o engenho Santa Luzia,sito na @
freguezia de S. Lourenco da Malla, entre @.
os engenhos Penedo de Baixo e Penedo de @
@ Cima : Irata-sc no mesmo engenho ou no ;
9 engenho Mussambique com Felisbino de #
* Carvalho Ilapozo.
99ti99t9ii99999999999tt99
Fazenclasporbaixos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Anda reslam algumas fazendas para conclu
a liquidado da firma de Leite & Coneia, as qu3es
se venden) por diminuto prego, sendo entre ou-
tras as scguinles:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, finas, a 210 e 260.
Riscados francezesde cores Gxas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muilobom, va-
ra, a 1#000.
Cortes do calca de meia casemira a 2g.
Ditos de dila de casemira de cores a 5$.
Panno preto fino a 3# c 4{>.
Meias de cores, finas, para homem, duzia a
1 800.
Grvalas de seda de cores c pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3jJ.
Ditas ditas muilo finas a 4g.
Ditas cruas finas para homem a 4#.
Cortes de colletcsde gorgurao de seda a 2g.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4$.
Chales de Iaa e seda, grandes, um -'?.
Grosdcnaple preto de 1600 a 2$.
Seda prela lavrada para vestido a 1 j600 e 2.
Cortes de vestido de seda prcta lavrada a 16$,
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peilos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora a CO rs.
Ditas bordadas finas a 2$E0O.
Toalhas de linho para mesa a 2# e 4$.
Camisas de meia, urca 640rs.
Lencos de seda para pescoQo de senhora a
560 rs.
Vertidos brancos bordados para baplisar crian-
cas a 5t000.
Corles de calca do casemira prcta a 6$.
Chales de merino com franja de seda a 5tf.
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para, vestido de montara, cova-
do, 1280.
Lengos brancos de cambraia, duzia, a 2jf.
em grande sortimento para
homens, enhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezesde superior qua-
lidade a 6j50o, 7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7g, 9 e 10$, ditos de lonlra prelos e
de cores, muilo finos a 69 e 79, ditos do chile a
3$50O, 5, 6, 8,10 e 12$, dilos de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homens e meninos, de 29500 a 7$, di-
tos de gorgurao com aba de couro de lustre, di-
los de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conla, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinascom veo para ienbo-
ra, muito em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para caneca, Juvas, chapeos de sol, e ontros
muilos objeeios que os eennores freguezes, vis-
ta do preco e da quaftilade da fazenda, nao dei-
xarao de comprar; na bem conhecida loja da
chapeos da ruDireita n. 61, di B. deB. Heij.
i. Oldekop Mareilhac 4 C,
em ai seguintea qualidades :
Brandenburg fr'res.
a.
orille.
argau.
Mdekop & Mareilhac.
ttdoe..
DO
nesraa casa ha
para
barris.
i barris.
barris. qualidade fina.
caixasqualidade inferior.
nca.
iias e moendas
va & C, tem sempre no seu deposito
ioeda n. 3 A, um grande sortimento
e moendas para engenho, do muilo
fabricante Edwin Maw : a tratar no
osito ou ryi ra do Trapiche n. 44.
pechincha.
Gom pequeo toque de avaria.
Na ra lo Queimado n. 2, loja do Preguka,
vendem-se) pecas de algodao encorpado. largo,
com pequero loque de avaria a 2^500 cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra d) Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se cliitas de cores fixas bastante escu-
ras, pelo b; ralissmo preco de 6$ a peca, e 160
rs. o cova< o.
Carne de racca salgada, em barris de 200
libras : em casa deTasso Irma os
Na Calmea de caldeireiro da ra Imperial,
junto a nica de sabao, e na ra Nova, loja de
ferrageos n. 37, ha urna grande porc&o de folhas
de zinco, y preparada para telhados, e pelo di-
minuto prero de 140 rs. a libra.
V^nde-se superior linha de algodao, bran-
cse do cores, em novello, para costura: em
casa deSeuthall UellorA C. ra do Torrea
n. 3 .
PERFtME PARA SENHQHAS
r. Pt A.lobo Hoscoso.
- Mwm ip Airani i dipoi judka.
I RA DA GLORIA, CASA DO FIJNDiO 3
CUnAca por ambos os systen&as.
contrae narUd^.T0*004 C0MuU *o*o <*" peU manhia ede Urdedepois de 4 hona.
W**^FCamU> n**0'6f*r* cid*dco>0Po^o ou outras
ff" fiJS^iS ddadcl;da DOlle SeDd *" eSCrpl em ~ dec,"r8 nome da
me4terNseaCbnhiUe,Dt>f ?? d= u'ca- a P*" residentes no bairro do Recife poderao re-
5rttorded2413itosbo8.grande9...........jsbs
Ditosde 36 ditos. ..........!5jffi2
Dito de 48 ditos. .....* JSfiSS
Ditos de 60 dilos...... .......?22!
Tubos avulsos cada um. '. '. '. \ '
Frascos de linduras......" .*.****
Manoal de medicina homeoptica pelo br.' Jahr'traduzid'o
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cia, cirurgia etc.. etc. ..,,...
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario". ". *
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ....
O9OOO
igooo
2J000
6^000
5^0C0
209000
lOjOOO
68000
DE
eme!fum i mmtm u iitcis.
Sita na rna Imperial n. 118 e i 20 janto a fabrica de sabe
DE
Sebastiao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de rnhro rirtifrof.i.in. j;--.;..
(de 300 a 3:000*, simples e dobradol para destilar aguardante. *X?^Sll??i
para resillar e destilar espintos com graduacao at 40 graos (pela graduacao de Sel Ion CarUer dos
mehoressystemas hoje approvados e conhecidos nesU e outras provindas do impario, bombas
de todas as dimencocs esperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro torneiras
de bronze de indas as dimencoesefeaios para alambiques, tanques ele, parafusos de bronze^
ferro para rodas d'agua.por as parafornalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos camas de ferro com armacao e sem ella, fugos de ferro potaveis e
econmicos lachas e lachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras cocos
para engenho folha de Flandres, chumbo em lengole barra, zinco era lencol e barra lsnces e
arroellas de cobre, leoccs de ferro a lalao.ferro suecia inglez de todas as dimensoes, sifras. tornos
e folies para fcrreiros etc., e outror muitosartigos por menos preco do que em utra quslauer
SniU^SliM", 17 r,0d" 6 qUalquer ncommeoda com presteza eperfeicao j conhcdda
epara commod.aade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conlianca. acha
rao na ra Nova d. 37 loja de ferragens pessoa habilita para tomar nota das e.iconWenda*.-
Graode sortimento.
45Ra Bireiti-45
Oiettragadoret de calcado encontra-
rfio neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Hoinem.
Borzegjintariitocraticos. 9g(30O
Dito* (lustre e bezerro).....7$000
Borzeguins arranca tocos. 7^000
Ditos econmicos.......
Sapates de bater (lustre). \
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......hj^^
LHtos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....45o#
Borzeguins paia meninas (for-
tissimos).........Hmo
Eum perfeitosortimento de todo cal-
cado edaqulo que serve para fabrica-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso :
. De 4 e 5.
Na ra Direita n.'45.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
4e um dos melhores fabricantes de
vindos pelo ultimo paquete inglez :
Southall Mellor- 4 c*
Liverpool,
emcasa ce
Relogios
Suissos.
^ DE
Murray e Lanman,
A que tem adiado mais acolhimcnto no
publico! Vende-se 20,000 duzias
de fra >cos por anno!
Esta agu i encanladora exlrahe'se das diversas
flores, que se enconlram no paiz onde Ponce de
Len eSouto iam procurar a fonte dajuvenlude
elerna.
D aos le neos um clielro muilo agradavel e
refrigeranti, a augmenta a belleza da culis, dcs-
Iruindo as sardas c mais manchas que de costu-
me aUcam o rosto. Aconselhamos s pessoas
debilitadas pelo calor do verao de usarein desia
agua em bmlios, pois tem ella a virtude de fa-
zer recupeiar as forcas perdidas pela Iranspi-
rago.
l'ara evilar ser engaado por falsificacScs de-
ve-se procurar aAgua Florida de Murray o
Lanman-, c averiguar-so se o envoltorio e ro-
tulo trazen o profixo de Murray e Lanman.
11' fabric >da esia agua nicamente pelos pro-
priclarios '). T. Lanman e Kem. droguistas por
atacado, 61 Water Street, e 36 Cold Slreet, Nova
York.
Acha-se 4 venda em todas as boticas e lojas de
perfumaras do imperio, em Pernambuco loja da
Luiz Antot io de Siqucira.'.rua da Cadeia.
Em casa de Rabe Sel mettan 4
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegante .pianos doafamado fabrican-
te Trauuiann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova e muilo bera acondicionada : na ra da Ca-
deia do Re -ife n. 38, primeiro andar.
Aniendoas ccnfeitac'asj para sor-
tes tle S. Antonio, S. Joo e S. Pedro e
tamlem pora presentes a 2$ o irasco,
vende-"e na loja de Leite & Itmao, ra
daCade'a do Iltcife n. 48.
Vcnd;-se e rclalha-se em pedamos de 100
palmos do frente, maisau nienof, a vontade do
comprador cora 250 palmos de fundo, chaos pro-
prios, o sil o que foi doBrilo, na ra Imperial,
com a fren le para o nascente, e por isso muito
fresca monda, e nitito agradavel para conslruc-
cao de ptimas casa?, alem da commodidade do
carrito do material jara o fabrico das mesmas
casas, pela proximidade de dous portos de mar
para desen barque : os pretendentes dirijam-se
a mesma na Imperial ao seu propietario Anto-
nio da Silv t Gusmo.
Trezeaas de Santo Antonio.
Acha-se i venda na ra do Imperador n. 15.
nova ediQc da trezena de Santo Antonio, im-
presso em muilo bora papel e lypo grande, e mui
legivel.
Vendera-se ps de larangeiras de umbigo e
da China, d tos de fruda-po, de sapoli e de li-
nio para ci reas : na Ponte de Uchoa, silio da
viura de Joio Carrol.
Cera de carnauba
Na lanoaiia da ra da Moeda, confronte ao
trapiche do Cuuha, vende-se superior cera de
carnauba e i ior preco commodo, em porcao ea
relalho, a v inlade do comprador.
Pedras baratas.
Joo Doni elly.tcndoconlratido com o governo
da provincii, por iutermeJto do IUra. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimento de todas
as pedras e: Irahidas da ilba do Sanio Aleixo,
proffriedade do annunciante, para calamento das
ras desta c.dade ; e como as mesmas obras
publicas por emquanto se acham poralysadas, e
lenha o Exn presidente da provincia por despa-
cho de 18 d'-sle mez concedido licenQa ao mesmo
annunciante para dispor das mesmas pedras, c
por grande i uanlidade que lera o aununcialc,
no caes do tamos, ifferoce a quem inleressari
em grande cu pequea porgo, que as vende
muito em cenia. O mesmo ana incianto cnten-
dendo-se co n o Sr. Hampa, hbil archileto, bem
conhecido n -sta cidade, conhecedor das quali-
dades de pee-as e lijlos, se tem admirado de
nao se ler enipregaco em alicerces esle material,
qual as pedrus do annunciants, como se pratic
ua Europ, para evilar a humidade as paredes.
O mesmo Sr. Rampa tem encoramendado ao
annunciante 400 toneladas para esso lm, dizen-
do que em obra sua jamis deitar tijollos em
alicerce ; pe o preco que lem o aun uncanle
vendido ao mesmo sen hor loe sahe mui mais
barato do qu 3 tijolo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca p ira usar de seu nomo ne presente
annuncio. ..s pedras escolhidas para armazens
ou calcadas, a dez rail ris por cera palmos, dei-
tadas as ped as em qualquer pacte desta cida-
e a cusa dn annunciaute, com toda aclividade
.possivel, par o que tem as proporcoes neceas*-
rias ; os prel tndenles diritsm-sa a ra da Prsie
escriptorio d > innuncUnl.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, rua^
do Vigario n. 3, um bellosorlimcnlo de relogios*
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de dodIos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinhocom 44
graos.
Vande-se espirito de viDho verdadeirocom 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas ouas ca-
aodas: na ra larga do Rosario d. 36.
FDINDIC10L0W-M0W,
Rna da Senzala Ptova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletoiortimento de moendas e meias moen-
das para enSenho, machinas de vapor etaixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para ti
Emcasa de Schafleillin &C, ra da Cruz n.
d. vende-se um grande e variado sortimento de
relogios de algibeira horisontaes, patentes, chre-
nometros, meios chronomelros, de ouro,' prala
dourada efolheadosa ouro, sendo esles relogios
dos pnmeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
aeao por precos razoaveis.
Loja de marmore
DE

Vendem-se oleados decores os mais finos que
possivel neste genero, e de diversas larguras,
por preco commodo : na ra Direita n. 61, loja
de charcos de B. de B. l'eij,
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um c dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inslezes
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja d Lecomte.
Vinho feiloria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, tem mes-
mo no caixao 1834 com 2 duzias c 1 garra fin ha
da amostra por 40,000, tambem se vendem as
garrafas a 2. na ruado Rangel, loja de louga n.
i, e na ra defronte da Madre de Dos, armazem
de Rarros & Silva.
Metaes finos.
Chegou pelo ultimo paquete a esta loja um ri-
quissimo sortimento de melaes das seguintes
qualidades : apparclnos para almoco- todo com-
plelo do verdaleiro mcial plaque, dilos ordina-
rios, baxellas para janlar, e todos os ornamentos
para completar a baxella que vera avulso, e por
irecos mais co nmodos que se podem obter, co-
heres para ao.ia, cha, terrinas, e assucareiros, do
verdadeiro iiietnl plnque.talheresdecabo de metal
do verdadeiro marfim, osso fino, bfalo, unicor-
nio de viado e de oulras muitas qualidujes para
mesa e sobremesa p, r precos muilo coramodus e
que muito devera agradar ao freguez : na ra
Nova n. 20, loja do Vianna.
Ferros de en-
gomma*
econmicos
a 5#000.
Estes magnifleos fer-
ros acham-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leite 4 lrmo, ra
da Imperalriz n. 10.
43Ra Nova 43
Vende-se emcasa de Saunders Brothers 4
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambemtrancellins e cadeias para os meamos,
deexcellente Kosto.

i
I
i
i
Remedio asitico
Contra as erisipelas.

Esta marsvilhosn preparncao conhecida
e populansada na India entre os Malayos
e o mais evidente remedio entra as eri-
sipelas, vende-se na buik-a da ra da
Cruzn. 21.
i
"
15- 9S proprielarios deslc estabelecimento
a avisam ao respeilavel publico, que aca-
ba m de receber pelos nllimos vapores da
Europa, um variado sortimento de arli-
os de novidades, tanto para senhorasco-
m me para homem o menines, e entre es-
'? les :
b Para senhoi as.
m y eslidos de cores de moirantique e gro-
Q de-fic.
afc Capas para sahida do baile e Iheatroguar-
i necidas a arminho, ullimo g'sto.
M 51',0* e velluuo Prelo. ullimo nosto.
8> Enfeites de phanlasia para bailo e ihea-
S Chapelinas de palha da Italia e seda
%'e limo goslo.
g Leques do phantasia o madreperola
M Chales de cachemira com bordado
| pecial.
II Braceletes de sndalo e leques.
X Exlrat .r de sndalo.
H Vestidos do cambraia branca bordada.
je Luvas do Jouvin braneas, prelas e do
B cores.
m Murcas, broches e pollerines com man-
guiios de cambraia Gnissima, borda-
dos a poni de Inglaterra e guarne-
,rldos a rpnda valenciana. ^
5^000 .
Grande sorlimenlo de ferros de
vapor dos mais ricos modellos q
contrar ueste mercado, com se
cova invenjao, que muito devera
soas; que oscomprarera na ra Nova n. 20, loi
do Vianna. '
ul-
es-
8
Fogos de vista
Para o fes tejo de Santo
Antonio e 8. Joo.
Jos Paulino dn Stlvt. declara aos amanles des
festejos oe Santo Amonio e S. Joo, que lera es-
labelecido a sua fabrica de fogos na rna Imperial
alera da (..l.rira do sahno, conforme a licenca m,e
obleve dn cmara municipal, e ah encontraao
os freguezes fogos de lodns as qualidades, rece-
bendo tambera encommendas, lanto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as com
a maior promplido possivel; assim como vende
raaieiiaes para os mesmos j preparados para
aquellas pessoas que quizerem fabricar particu-
larmente c sem muilo trabalho. ludo por precos
muilo razoaveis ; os prelendenles podem ah di-
ngir-se, ou na casa de sua residencia, que o eu-
conlrarao a qualquer hora do dio. e protesta ser-
vi-los de forma que os deiic salisfeitos, nao s
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
dos matenaes que emprega. e pericia dos artis-
las que possue em seu eslobolecimento.
Na run da Imperalriz n. 16, se dir quem
vende urna fabrica de fazer velas do carnauba
bem montada, e escolenle porque anda
prcslou serviro.
nao
Escravos fgidos.
'neommarsl *BOniidia & do mez prximo passado
luc se dS en! umn e9crava dc Dom<, Anglica, reprsenla ler 40
us cricncM de ,a-7,05' T00 ,na,s ou "'0D0S' ,cvo> cn,fi8o res-
ReflnsJfco de assu-
cardoMonteiro.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
l^argo da asscmMa.
Ha continuamente para vender neste trapiche
saceos de feju mulalinbo muilo novo com 6 al-
queires, farioha de mandioca de diversas quali-
dades, milho, trelo superior em saceos muito
grandes, arroz do Marauhao, cera de carnauba,
courinhos curtidos, sola e palha de carnauba, lu-
do por precos comfjjos e em grandes porces
ou a relalho, cont asa a vontade dos compra-
dores.
Vende se urna negra de meia idade, sem
achaque algum, cozinhelra o lavadeira : na ra
da Cruz n. 43.
Vetiie-se o engenho Recanlo, silo no ter-
mo de Scrinhem, com as obras necessarias, e
terreno sufRcienle para safrejar 2,000 paes ao-
nuaes, e de mnila produccao : os pretendentes
queiram dirigir-se ao engenho Coelhas do mesmo
termo, que achara com quem tratar.
Milho e farinha.
Vendem-se saceos grandes com milho muilo
bom e farinha de mandioca : na taberna grande
da Soledade.
Vendem-se sapuiis em quanttdade, sendo
muito grandes e muilo doces, os quaes sao tam-
bem pmprios para embarque : a tratar no silio
da ra Imperial n. W.
Conlinua-se a vender assucar crystalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
leiro, pelo prer.o de 700O a arroba, eaprompla-
se barricas de todos os tamanhos, com fcrevida-
de e accio : na ra do Cac3 de Apollo n. 63.
Festejos de Sanio Anto-
nio.
Riquissimo sorlimenlo de fogos arlificiaes para
festejar Sanio Antonio ou S. Joao.entretinimenio
de tamilias, por precos muito commodos : na ra
Nova u. 0, loja do Vianna.
Bandeijas.
Riquissimos ternos de bandejas finas e ordi-
narias por precos muito commodos : ^n ra Nova
n. 20, loja do Vianna.
Fardo
em saceos muito grandes, ultiroamenlo chegado
do Purto : vende-se no escriptorio do Carvalho,
Nogoeira 4 C, na ra do Vigano n. 9, primeiro
andar.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).'
Ungente Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidresde boca larga com rolhas, de % ones* a
iz libras.
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o nal vende a mdico
preco.
Dinheiro em cobre.
Vaae-se na rus da Penha, sobrado d 19
pequeas e grandes quanlias.
xas, e com os signaes seguintes : estatura baixa,
cor parda, ps e olhos pequeos, denles da fren-
Ire podres, e muilo regrisla quendo falla, jiilga-
so que ella estoja acoutada em alguma parte
porlanloroga-sc a pessoa que a tem cm seu po-
der leva-la a seu senhor, quando nao, se proce-
der com todo rigor da loi : portanlo, pede-se as
autoridades competentes e capiaes de campo a
captura da dita escrava, e gralica-se a pessoa
que leva-la a seu senhor, na ra do Queimado
segundo andar.
u. 18.
Fazem 5 semanas que do Recife dasappare-
ecu o mulalinho Honriques, com 18 annos, um
pouco claro, cabellos cnrnpinhos, um dente po-
dre ou j quebrado na frente, olhos brancos, des-
corado do rosto com principio de amarellidao
falla um pouco gago ; suppoe-se que fui sedu-
zido por alguem, conduzido para o sul ou para o
norte da provincia a titulo de forro : roga-se s
autoridades policiaes e capiaes de campo e os
proprielarios que o facam recommendar em seus
dislriclos e propriedades, pagando-sc com gene-
rosidado a qualquer homem do povo que o trouxer
ao engenho Pindobal, comarca de Po d'Alho de
Joaquim Cavaicanti de Alquerque Mello.
Duzentos mil ris
Contina a estar fueida
-------- a escrava Paula, aue
dizchamar-se Paulina, alta, magra e tula, e ha
a probabilidade dc estar acoutada
toda
ma casa, ou mucambo nos arrabaldes"desta cida-
de : quem a pegar, leve-a rua da Cadeia Velha
n. d5, que receber 200g.
. Fugio o oscravo de nomo Cesado, idade de
vinte e tantos annos, pouco mais ou menos, es-
tatura mediana e roforcado, bons denles e lima-
dos, cabra oscuro quasi oegro, barba na ponta de
quoixo. olhos avermclhados, pernas um pouco
arqueidos, filho do Sobral (CearJ; portanto
roga-so aos capiaes de campo, as autoridades
pohciaes, o qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o apprenendara e o levem a sua senhora no
caes do Ramos, sobrado encarnado, que sere
gratificados ; e se protesta contra quem o livor
acoulado em sua casa.
Fuglo no dia 25 de junho p. p. o escravo mu-
alo de oome Luiz, de idade 18 annoa, cor bem
clara, cabellos crespos, cortado* rentes, alte,
secco, e muilo marcado de bexigas que solTreu ha
pouco lempo, levou calca azul e camisa de bala
da mesma edr, suppoe-se ler urna cicatriz de la-
lhoem um dos ps. Este escravo foi comprada
aSra. Joaquina Fraacelina do Espirito Santo,
moradora em Timbauba de Mocos, lem irmo e
parrntes no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para abi : por isso roga-se aas espitees de
campo e a qualquer pessoa que o encontr a sua
apprehonsSo, e que o leve ra Velha n. 6 que,
serio generosamente recompensados.


<)
MARIO DE PRRAMIU
Litleratura*
M*dia Swctcfciie.
(Concluso.)
M de Falloux refere, en uro cari palhetica
so conde de Monfalemberl, a raorte
ha lanos seculos, occupa um lugar importante Ksse senlimento q
na historia do mundo civilisado. As revolucdes, racter germnico conslilue cffeclivamenle _
ai reformas sociaes, as applicacoes de todo o ge- sencia da reforma, quede sorie alguna te dere
ero podem ter sido obras de eutras nacoes ; mas considerar cerno irma do reuascimeoto, e sim
90Bk.il DI ICNBO DC t8t.
todas as rezos que um novo principio de vida rom
ractamorphoscar o espirito humano, da Allema-
nha parte esse novo principio impellido sobre o
mundo. Foi ella a patria do Luthero, de Kanl, e
de Schiller; & rila aero tambera a Europa o que
ha de original na sua poesa, e na su philoso-
phia ; e agora mesmo oscu no*o pensamenlo rc-
lann um so sympiomn irania u.i -----. t r""" -
cabeea eslava inleiamenle inclinada \'SX0S0 V"ece destinado S propagar-se : ji pene-
i; leranlav- com diffkuldade por |I0U na Inglaterra e na Franca, e comega a pro-
a raorle ediOcante
dessa senhora :
Ella achava-se sentada em sua eadeira junio
do sua serrdaria"; um s sytnploma Irania sua
molestia ; a
para o pello i< .m.,n i-,, ium ihi'hiv y-* .
um esorro que pieria cnslar-lhe rauilo. e que 1uz.'r lru"sno dominio dos fados. Com a sua
s durar un instante. Quando nlguem se sen- I lug'.ca ('"rada ao ultimo excesso Calvino semeou
lava bem prximo para coniemplar-lhe o physio- divisa o no campo da reforma ; com prclences
nomia, sen sorriso era o mesmo, e sua voz con-1 maisj extensas c inslinclos menos exclusivos a
servara sempre suas veriacei e toda a sua deli- cscola alleraa prometi reunir as diversas sei-
cadeza de infiexo. Aceilou sem resistencia,! [* E" c"'1 seguramente que tom preparado o
acerca do minha visita, o motivo que lhe apre- ll'rrcil sobre quo se fundou a allianca ecangeli-
_. ___________i. 1...1-_______" ._______. en hummu /,,.,.><. .... j.i. :i j.___:..._
senlci, informou-sc de ludo o que me tocava com
a sua constante sollicilude, fallou-me pouco de
si, e pedio-me que llcasse para jantar. Recusei,
dizendo-lhe que lhe custaria muito passar para a
sala de janlar. visto a difQculdade que linha em
ca, associacau europea que dala j de rauilos an-
uos, e cojo flm fundir em urna especie de con-
federaco todas as rommunhes evanglicas.
Alm disto a nova ideologa em si mesma
mullos respeitos herdeira da philosophia e eru-
andar. Ella respondeu-me : o tal vez que cu nao id'c.io germnicas. Para o historiador, e pensa-
msente a mesa, mas sabeiei que o senhor!dor' nssim como para o crente, as qu es toes de
esl muito perto.e isso me dar prazer. Con-'1uo e"a na datado, a scionria de que ha dado
linuei a recusar, dizendo-lhe que iria alar no l,rovns. 8n0 de mais alto inioresse : e causa pun-
caes por Orsay, que fienria muito prximo, e vol-: 8"Pls admiraeo que tantas ideas lenbam side
taria ao depois. Sim, me disse ella, ms se o "g"adas s nossa? portas, at mesmo entre nos
senhu Dcasse, eu ganharia todo o lempo que >em 1"e "'"''o tenha dellas duvidado, serr
Ivivia degaslar para vollar. i -"e a bj* leiga 011 calholica trnha lomado al-
M. d; Falloux leon, c madama Swetchine con-| 8",na P;lr1'' ainda mesmo quando fosse pan
tinuoii com urna peifeila calma : Quero, apenas combale-las.
livor fechado os olhos, permanecer dous dias em I
minha querida capella, depois levar-rac-ho pa-
ra a igreja de Montmarlre, e serci depositada no
pequeo cemilerio ao lado do meu marido. >
M. Raycrera o medico de madama Swelchine;
ello acaba do ser cruelmente feri.lo pela morle
de sua mulher ; passaram-se tres dias sem ir
vizitar sua doenle. As doces cxhorlaces de sua
lilln lhe deram o animo de vencer sua dr. Va,
meu pai, r ; se minlu mi eslivesse viva, seria
a.prmelra em manda-lo. Madama Swelchine
Deve-sc todava reconhecer que para poder-j
mo-nos imeressar nessa nova pitase do proles
tantismo convm que deixemos do paite anligo
prejuizos. E' cousa curiosa ver-sc que, apena
temos chegado a senlir a importancia das reli
gies, quasi todos os nossos escripiores se achn
concordes em encarar a reforma como primeir
explosoda philosophia do seculo XVIII. Par.
uns, era a invaso do racionalismo que devi
ignorara a morle de madama Kayer; quando M. I malar a fe depois de te-la enserado ; para ou
Rayer apparecru. perguntou-lhe : Como passa
mailama Rayer ? K' ella quem me manda ,
respondou o doulor. Ao ver sua doenle, M.
Rayer coroprohendeu que tudo eslava perdido, e
do:is dias depois clladcixavo este mundo.
Tres muihereSi norias pouco lempo urna de-
pois da oulra, exercerom um verdadeiro imperio
sobre as geroces que atravessaram. Eram ti
rainhas, e depois dellas, seo llirono ficou v
1.' mais fcil sucreder ao poder e as honras he-
reditarias do que ao genio, belleza, graca e
'i seduccoo ilas mais sublimes qualidades d'al-
roa. A prinrezo de Sievcn, madama Rcarnier e
madama Swelchine, empunharam todas tres um
sceptro,e foi em Pars que reinaran. Urna ra-
zo superior, familia risada com os matares inle-
ressesds poltica europea, um commercio assi-
d'io e intimo com os prmeiros estadistas da In-
glaterra, di Franca c da Russia, .reunido a urna
verdadeira paixao pelo conhecimcnlo dos acn
tecimontos, a troca do ideas ea conversa, deram
a princeza de I.ieven nina auloridade, nao s in-
Iros, era um successo glorioso, por isso que cr
o prefacio de 89. Em urna palavra. tanto os de
fensores como os depredadores da reforma, cn|.
vez de julgarem com reclidao e desrobrirem
causa e tendencia que dislinguinm essa agilac
moral do Allcnionho, contentaran)-se com des
cobrir ahi suas proprias prcoci:upa;oes, a anlig
phisionoma do partido franc.cz que estavam ha
biluados a amar ou odiar. Sem duvida quo na
se poda evitar inteiramcnle csso erro ; porque
peusameulo de I.niero era para a Franca un|
pensamenlo novo, e^jue nao pattU do sen pas
sado; e en casos tais O inuilo natural queco
mecemos por illudirmo-nns respeilo de nos
sas recordacoes pessoaes. Todava scmolhanl
aprociacao est longo de romporlir um exame
a reforma nao foi um simples esbozo da revolu
rao franceza ; n.io foi cgualmenlo o preludio d
proprio liberalisno que devia desenvolver-se en
tro nos mais coniplelameule pela declararan di:
direitos do hornera.
Rasta um pequeo cnnhecinienlo da hisloii i
contostavel, mas cujas deeis5es sao procuradas moral da Allemanha para nel'a dcscobrir-se drs- t't'm as v"niados, e quo al mesmo a caridade e
vidamente. O papel de madama Rcarnier j foi de I.ulhero al Schelling, e al a llieologia mi -
aui caraeierisado ; urna rara belleza, um genio
de una dorura r e una perfeieao maraviihosas,
una graca e tuna benevolencia tjes que mais de
um coraeo ijpaixoiiada suspeiiou ou leraeu ser
rictini de uwa mistura de casquilhara e de n-
dillVreiira. Em casi de madama Swelchine, a
auloridade iiuc ella exerecu nao devia nada aos
encantos e alus interesses mundanos. Urna in-
telligeucia superior, um senlimento religioso,
moral e profundo, una cffuso constante, por
assim dizer, d'alma, lhe graugearam a affecluo- cao ingenua o natural ae snakspeare, soiiiti r
sa veneracao de que era rodeada ; ella curaca os confiando apenas nos movimentos involuntarias
dorna, urna serie pcrfeitamenle regular de fact
que sao vivas encarn.ic.es sucerssivas de un;
mrsma tendencia. E nio nativo da rara ou da sua educaro chrisla
Nao nos importamos com islo. Em lodo caso,
um inslinclo que nao morro entro os Alenme
que s iaz mu Jar de forma, e quo loma^idn
principio de todos os seus pensamenlos o obr,
como naco. Lessing rompendo com a lilterati
ra melliodicn e calculada para exaltar a nspin
o ingenua e natural de Shaksprare, Schill
confiando apenas nos movimentos involuntari
do coraeo e fazendo rr.nasccr a poesia do seiil
coraroes, mas nunca os fa/.ia sangrar ; anima
va ou ajudava as ambieoes, porm mostrava- ment da imaginaran, Kanl cstabelecendo C
Ibes os bens da vida eterna, e nos os bcus passa- rao principio que a fmn.a das nossas ideas au
.eiros pelos qiiaes o homemse agita.
Tod is tres furarn amadas, porm o amor sen-
tilo e inspirado por madama Swelchine foi sem-
pre filalo materno. Seu pensamenlo se eleva
lio cedo e somonte para Dos ; que parece quo
ella soleve affeicoes humanas associadas a idea
de Dos. Sua influencia foi profunda c perma-
necer ni sociedade fiauceza ; ella creou un
Salo, do qual nao era banido nenbun grande
inleresso humano uem objecto algun digno de
agradar ao espirito, mas onde ludo era levado
sem estoico e sem mesmo o salieren), harmo-
na e a unidado religiosas. Tudo o que llie as-
segura a independencia d'alma, lhe era caro.
Quizera crea* urna grande familia, tirada de lo-
< is as naces c ondefossem cartas de naluralisa-
ca i a piedade, a caridade, o culto das cousas su-
blimes, a dedicaco e a completa suboitssao aos
decretos da Providencia. Nao fcil succeder,
anda diridindo, ao imperio deixado por essas
tros m.ulheres, ruja lemCranra Pars conservar
por rauilo lempo.
Eugenio Pocmde.
Lltevue CoiUciiiporaine.)
O pi'olcslaiilsiiio modci-iio c a pliiloso-
l'hia da historia.
Lina nolsvel transformaco se projecla no 3eio
do protestantismo; rada vez mais se vai este
alongando das eslreilas formulas, em que prin-
cipio so baria encerrado para nielhor atacar e
defeuder-se. Estamos niui longo dos lempos em
que.com o recro de ver os espirites recahir as
antigs crengas, arancara a ponto de negar pre-
cisamente tudo quanlo oslas allirmaram, e mlro-
duzir at mesmo o fatalismo no seu dogma da
graca, para mais forlemcnte contestar as obras
meritorias dos calholicos. llojc raais seguro de si
mesmo tem co.n maior libcrJa.le prescrulado a
sua propria ronsciencia, penetrado o seu carac-
lor.e sem nada perder dos seus elementos reli-
E' anda a Allemanha que em grande parle tem
lomado a iniciativa desso movimeutoella que,
FOLlIETOl
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
determinada pela nalureza dos objectos, inasp
la constituieao do nosso proprio espirito, Ficlil
declarando quo o no-eu urna pura rrcaco" i
ei, e ine a nossa tarefa nfcste inundo procui
era nos mesmos um idea] conforme s leis o
nosso ser para depois a ello accommodarmos
fados, sao estes os orgaos do espirito gcrnait-
il)
oppostq,
co. V. esse espirito dianietialmenle
que na Franca se ha manifestado, cora rgujal
perseveranra, por urna serie de fados inte
luaes nao menos regular. O que se lem passa
entre, nos? Na poca de l.uiz XIV os poetas pr
curaram atliugir perfeiono confiando tudo
raciocinio, o nada da iusp'iracao; La Rochefo
cauld descreo dos insiinctus a ponto de declai
que a raidade e o egosmo sao os nicos sen
montos nilurues ao horne. No seculo XVlll
philoBOphos (i/.cram di sensaco a unir ong(
das nossas ideas, os Ihcophilanttopos resumir;
a religiao na caridade ; a Franca toda s leve
na sciencia, e creo que o segredo da sabedo
consista em saber calcular a luillo quo prodj
consoquenrias mais vrmlajosas. Aiuda em nos;
dias nada se tem mudado. A maior parte dos n
sos syslemas polticos ou socialistas, leu leu
organisar a perfeico, inliodu/.indo por toda
parle os machinismos que so julgam proprio? i
ra o nielhor anda'mento das cousas, ape/.ar
individuos, c Sfin o seu concurso. No fundo Je
lodas essas doutriuas fcil reconhecer utita
mesma inrlinacao que d um perpetuo desmen i-
do ao pensamenlo allemao. A Pranca en ton de
quepara obler a felicidade e o talento pocl.co
basta saber e querer; o Allemanha enlende que
a vontad'2 c a sciencia de nada servem sem os
dons do co, e as disposires involunlarias. A
Franca nao v as faltas dos homens seno una
prora de loucura ou ignorancia, c ambiciona to-
brcludu os conhecimrnlos que podeni desenv il-
ver a arle do evitar as cousis nocirs; a Alien a-
nlia vi nos erros a suggesio e o cffeilo de u na
m inilinarao, de uina affcico pervertida, e ;s-
pera lornar-se insliiictivamenle infallivel, des*n-
vohendo em si as sympitliias e causas normos,
que nao podem desvairar, por isso que se aclnlri
de harmona com aileis divinas do universo.
como urna proteslacao da Allemanha contra o
velho espirito romano e pagio que, era rirtule
do mesmo renascimento, ia prevalecer entre to-
j Jos os poros de opgem latina, impelindo-os
' para o raciocinio absiracto, para o culto da feli-
cidade e arte do acaso. Na esphera religiosa, o
dogma da salvaco dependendo da f, que s po-
de resultar da graca e da renuncia nossa pro-
pria raso, vinha mu claramente deslronisar o
cal:ulo o a sciencia, a arte de chegar ao co
pelo conhecimcnlo das obras pias e vonlade de
pratica-las. A palavra do-^-livre exameinscrip-
ta pelos innovadores sobre, suas bandeiras tai
objecto de mullas llusfes ; ellos reelamavam
urna acro livre, c julgou-se que o seu inovel
era o amor da independencia ; mas no seculo XVI
o lirre exame, como o suppunham, implicara
antes a ideia de um dever para cora Deus do
que a de um direilo individual. O pensamenlo
dominante dos reformadores era sublrahir o
chislao dictadura do sacerdote para colloca-lo
directamente sob a auloridade da Biblia ; e era
por Deus, diziam, interpretado somentc pelos
concilios p pelo papado, que elles reinvindica-
ram a liberdade de se fazerom ouvir, Quanto a
garantir a cada individuo o direito de professar
esla ou aquella crencha do seu agrado, de sor
alheo ou sociniano, conformo a iuclinaeo de
sua razo estavam lao longo de nislo pensar por
isso mesmo que liuham confianca de, reclamando
o livre exame, ou por outa a Biblia para lodos,
lunJar a unidade de crenca, o Irlumpho univer-
sal da doctrina, que cites encaravam como a
mica inierpretaco verdadeira das escripturas.
Tanlo isto verdade que aquelles, que julgaram
Luthero um apostlo da liberdade no sentido do
seculo XVIII, so riram condemnados a nada
comprchender de sua conduela, ou a accusa-lo
a cada instante de iuconsequente e hypocrita.
Pars dar urna explicaco da recusa do monge de
Willenberg a prestar* o seu apoio Hutien e
e aos camponeses que se levanlayam para sacu-
dir o jugo dos seus senhores, viram-se forrados
a suppor que elle sacrificara nislo os seus princi-
pios ao seu proprio inioresse,trahira sua conviccao
a sua causa, com receio de chamar sobre si a
odiosidade dos grandes da poca, e dest'arte
prejudicar a sua'predica religiosa. Luthero po-
rm nao linha necessidade de ser iuconsequente
para separar a sua causa da do partido poltico.
A' fallar a verdade elle nao cuidara raais era
eslabelecer a jttslica no governo das ciusas hu-
manas do que em fazer d'esle mundo um reino
do felicidades A moral que s tem por fin a
divisan igual do poder c da felisidade, o hesois-
mo que s se dedica o interesso publico erara
por elle tidos como impiedade c idolatra, ambas
sobo titulo de egosmo. Una e oulra cousa
procedera ainda dessa parle do nosso ser que
nao condece outro bem senao o gozo, nem oulro
mal se nao o soTrimenlo. c esse espirito mun-
dano era precisamente o peccado, a que elle
quera arrancar as almas. A sua ideia lixa era
ensillar que o bera e o mal nao residen.
obras, mas sim no estado da alma donde proce-
di : ludo de que o hornero e capaz ne-
ralor tem para apagar os seus pee*
eados ; e elle ao nao poder* sanetiflcar ae
nao por neio de nma conrersno que s o Es-
pirito Santo pode realisar ; a salracao$ um dora
todo gratuito da misericordia do Padre Eter-
no, qu.perda pelo merecimenlo, de Jesus-
Christo, e a f que sobre nos estende essa mise-
ricordia nao mais do que "uro effeito da gra-
ca. Nida mais consequente que este svstema ;
emsuis diversas partes proclama que ludo verr!
de Deus c que nada aqnillo que provein do
homem. Como pois se pbde censurar refor-
ma o seu racionalismo ou dar-lhe lano merilo ?
Confcsso que nada comprehendo O que
porem esl muito claro que a doctrina proles-
testante era urna Iheorin loda myslica, urna
llieoria que endeosava o milagre, quo puuha a
salvaco sob a eventualidade de ums conrerso
milagrosa, e que cnsinava que nenhum norial
poderia ser chrislo sem haver primeiro recebi-
do o Espirilo Santo, nico que faz o homem ira-
petcavel.
Ede faci foi por seus excessos de myslicismo
o de esplritualismo que a reforma pro<-ocou as
reaccoes que amca^am o seu dr-senrolrimento.
Teniendo que os espiritos rhogassem considerar
o christiamsmo como um simples cdigo do derer
humano, e procurando conrence-los -de que a
religiao a relago que existo enlre Deus e a al-
ma, e que s o reino interior do amor de Deus
conslilue a sanlidade, o espiritualismo haria ba-
rateado o mais possivel a moral publica, buscan-
do demonstrar a sus insuffliiencia a ponto de a-
prescnta-la romo intil.
Por oulro lado o elemento mystjco nao so con-
servava egualmenle nos seus limites legtimos,
lrapcllido pela necessidade de tudo altribnir
Deus, Calvino de corto modo fizera do mesmo
Deus o autor do pencado, o aos seus minutareis
decretos imputara tanto a condemnaco do re-
probo como a salvaro do justo. Para engrande-
cer e exaltar o poder de Deus elle hara suppri-
mido a sua jostica ; para mais beatificar a reli-
giao elle lhe hara roubado a sua espirltualidade,
pois que no seu syslema o estado moral dos in-
diriduos era nada. Neslc poni o calvinismo es-
lavo longe de ser o orgao do senlimento religio-
so ; por quanto esle nos diz quo a aeco divina
p'sc poiwloda a parle ; porm Calvino ccrescen-
lava que em parte alguma exista oulra aeran se-
no a acro divina, que em cousa alguma a von-
lade do homem linha arcao sobre o seu destino
espiritual; n oJla negaco de Calvino provinha
da sua lgica excessiva e exclusivista.
O racionlismo do seculo XVIII foi a Nemesia
dessas exagerares. Na Inglaterra principalmen-
te a rearro se opercu no sentido da moral pra-
tica ; o ideial da sanlidade espiritual estere a pon-
to de eclipsar-se pela preocuparlo do bera pu-
blico. Na Allemanha fo nnles o culto do espiri-
to humano que araeor.ou substituir a adoracao do
anda em busca da rerdude, e nao pode existir
sem ella. Easa ioeplncio inlellectual, emanada
de Deus loma a alma capaz de reconhecer esse
dom. do que tem tila necessidade: a atiracio
do Padre que nos eoodus para o Pilho. >
Em outros termos ; a verdade umarerelacio
de Deus, a sanlidade um effeito da araca Do-
ren se a razio ineapaa de pereeber a rerdade,
? V" ?p" "* bra5-**: aonenle a graca
pode transformar o homem, ella dere todaria ser
aceita por sua vonlade ; pela f pessoal pelo
livre consonlimenlo e aceilacao livre que ae ope-
ra em nos a salracao.
Nao procurarei dar urna uajeo exacta da Iheo-
logia moderna ; porquanlo mal se pode reslrin-
gi-la urna s formula, porque ella nao lem
urna communhao de ( definida, e antes urna
tendencia que se reproduz sob formas rariaveis I
enlre os dirersos individuos. O que ella con-
uomanos astronmicos; nem com Herder, aera
quem % historia universal i puramente hisitria
de sim composto de dootrinas. de foreas, e SJaftao-
sicde humanas tm rtlaco com ot ttrnpm ttov
o$ ufara; ren com a escola tradicionaaia
que, pelo orgao de Bonuald de Lamennais pre-
tendeu deKobnr nos myrlos da Asia e da Grecia
a tradicsao de orna regiao primitiva' revelada
or Deus antes da dispersao das rar^is. Taes
ypolheses admitiera muilo dependencia do es-
pirito para com a materia, e fazem injuria i na-
lureza humana, reduzindo a um trabalho de ete-
morisaco todos os seus progresos para a rer-
dade. *M. de Pressens nao so contena anda
com outros mylhologos que, sob o pretexto de
distinguir o essencial do superficial, reduzern S
um tb typo todos os cultos do passado.
Pouco
tem de essensial nos pode ser descoberto pela bra nesC.vmlT Ben.J'"n!n Constanl descu,
eitura de duas obrasrecentes.umadasqu.es go "aUiraV?Jlios,var,are,s uma mes,ma -
foi escripia em inglez por um dos homens mais ciencia?" ninS c !.ern?. refelacao da cont-
a adorarn sao objectos de irreligio quando nao
sao dictadas pelo amor do nos proprios. Em
logar da moral de conveniencia, em lugar da re-
giao que apenas uina tentativa para captar a
benevolencia do Co, c que lera por mira as
boas obras, Luthero "quera uma religiao que so
fundasso no arrepecdimenlo c na f, romo se
enlo exprima, isto, que livesse a sua origem
no senlimento de nossas fraquezas, e o seu flm
na regeneraru da nossa entidad'1.
celebres da Allemanha, M. Bunsen, e outra por
um joven autor francez, sabio protestante, M.
Edmond de Pressens, que recebeu parte da sua
educacao na Allemanha.
A obra do M. de Pressens uron historiados
primeiros seculoi da Egreja chrisla : Apenas
leem apparecido dous volumes dessa obra que
chegam at o fim do primeiro socolo ; mas no
ponto, de que trato, es3e principio basta para
revelar-nos inteiraroente o pensamenlo do au-
tor. Poslo qu M. de Pressens seja orlhodoxo
em malcra protestante, nao delxa de ter uma
inclinacao quo lhe propria, o at mesmo
pastor d'uma congregarlo que se ha constituido
sob bases espeelaes, sera com ludo romper coro
a egreja evanglica de Paris. Enlre elle e H.
Bunsen existem profundas dfferencas de ideas e
de temperamento, eslao quasi lao distantes uro
do outro em pensamentos como a Franca est da
Allemanha. Todava manifeslam bem fortes a-
nalogias, que sao tanto mais importantes quan-
lo reprrsentam ellas justamente o espirilo mo-
derno do protestantismo.
Na compararao, que se faz ntreos dous es-
cripiores, salla logo vista, que a theologia mo-
derna nao s mais philosophica que o protes-
tantismo primitivo, como que tem avangado
mais na drecco seguida pela reforma desde o
seu cometo. A reforma linha feito um extor-
co para espiriloalisar o christianismo ; a theo-
logia moderna fazia 9inda mais espirilualisava-o.
A respeilo dos sacramentos I.ulhero parou em
meio caminho, e os proprios calvinistas as suas
ideas sobre o baptismo, e observancia do do-
mingo.nao se haviam completamente separado da
theoria calholica, que liga em parle a salvaro
certas condicoes raaleriaes, certas formalida-
des exteriores. A escola moderna torna litte-
ralinenlo a alma o thealro nico do christia-
nismo. A communhao e o baptisrao nao sao
C.!frV U q"e Sr'uxer De>^descubra 7 .Vcee-
."""' "Presto do aenlimeulo que a natureza
n rRS" an!msd0-. Esss dous syslemas. como
l fmn? p0f ,m quc ny'hologiasrere-
r?mi e. 1mwin" cegueira, icndem a sup-
primir a historia e o deSenv0l,ime.nlo das rcli-
gloes. Nao se pode fallar de uma evoluco da
conscencia; s os signaes s5o differentcs a
cousa significada sempre a mesma.
lo
)
I"
I-
r
i-
os
na
ra
j
ia
II z
os
s-

a
i-
dos
A C4RTE1R4.
Isto nao quer dizer que a reforma nao Irou-
xesse comsigo immunidade dos espirilos. Lut
tero afllrmava seu modo a rospousabilidade
pessoal de cada chrislo. Fazendo depender a
salracao da f individual, c n.io da submisso ao
credo do sacerdote, iulrodnzndo sobre tudo no
dogma o que era lido como fatalismo do mesmo
dogma, dava a liberdade uma baso inabalavcl.
E certo que a queslao da liberdade nao se sena-
ra mesmo estabetecida nessa rpoca ; preocupa-
rles do protestantismo no seu berro tomavam
um oulro norte. Todo o seu empelio era res-
labcleccr na religiao o elemento religioso, e o
elemento espiritual que, cumprc confcssa-lo, nao
exislian no mundo, nem no sanctuario. Acre-
ditara-se nos reliquias, as raadonas. as indul-
gencias, as perigrinacoes ; acreditara-so na
intersessao dos santos e'nos sarramentos, n'agoa
do baplisino quo regenera, c na na absolricao do
confesso que apaga os peccados: porera uma
religiao que se limitara a essas cousas eslava
longo de suppor o homem por si mesmo c por
sua ronlude, sem o socorro divino, sufllricntc o
capaz de salisfazer o seu desojo de BXinhero co,
gracas a cortos mcios milagrosos, orte sem du-
vida rciuontavam primitivamente a Deus, mas
que depois se ochavara a disposlctfo do mesmo
hornera. Tudo isto sempre foi c um raeio de
aliribuir-nos a soberana ; uma salisf iro dada
ao irasco amor proprio, a esse inslincto derevol-
to que repugna conhecer que pode haver um im-
possivel para nos, que uto quer mesma reco-
nhecer fra de nos um poder sem o qual nada
somos, e que sempre proeurou escapar a esse
penivel senlimento da nossa dependencia, bus-
cando descubrir segredos amigos que submel-
tessera nossa vonlade ludo o que ella podes-
se desojar. Nao este por ventura um inslinclo
contrario ao inslinclo religioso? O verdadeiro
inslincto religioso em primeiro que tudo,
o consciencia da nossa impolen'cia e por
conseguinle o senlimento incessante da ac-
ro divina ; a conlisso da nossa propria fra-
quezj, no que consisto ao mesmo lempo a lio-
raenagen rendida omnipotencia de Deus; a
tendencia para reconhecer que nada se passa em
nos, nem [ora de nos, sem a intervenro de
uma forra superior que nao esl s nossas or-
den?. Jntroduzir no christianismo esse senli-
mento da supremaca divina, eis a obra empie-
heudda pela reforma. Examinen) o seu dogma
que licite s eiironiraro um pensamenlo de
Creador; a egreja rauilo ajudou a philosophia no para ella raais que puros $ymbo>os o dever
seu empenho de apresentar a religiao como sim-i do chrislo livrar-se do espirito m, e inrli-
i>les ciearo das faculdades naluraes do homem ; nar a alma a Deus por intermedio de Jesus-
todavia cumpre notar aqui una circumslancia j Christo. Por oulra pane essa escola exalta
importante, e que na Allemanha o proprio ra- muito os myslerios da cncarnaco e da redem-
cionahsmo conservou-se fiel a esse espirito gor- \ pcao, islo o que raais especial na religiao
nianico de que mais cima fallei. Exaltando a chrisla. A difiiculdade, dizia ura arceluspo
razao eslava longo do exaltar o que a Franca en- | inglez Li-ighton. nao consiste em convencer
leude por esta palavra, isto a inlelligencia que os homens d3 necessidade de uma mudanca de
julgae conclue segn io os fados visiveis: em I conducta, ou do principios; consisto sim em
vez de confiar iressa razo que definimosa fa- : leva-las reconhecer a redempeo porinlerme-
culdade de ver as cousas laes quaes sao na reali-' dio de um salvador, e a necesidode desse mo-
dadoagarrava-se raais ou menos idea de que dianeiro sobrenatural E na icalidade era lao
alera de nos nada possivel"conheccr-sc ; em grande a difiiculdade, que o calholirlsmo pralico
vez de obrararesla lliese anligaque todo o des- do seculo XVI linha pouco raais ou menos sop-
vio nasce do senlimento, e que a sciencia das primido o my-tero da remdempco ; pelo ne-
cousas e suas consequencias deve ser nosso nico nos havia frito delle, nao urna influencia de
guiaden muito apreeo a ura cspirituulismo ira- lodos os lempos, porm um (acto consumado :
moderado, a uma fu illirailada no eit humano depois da morle de Christo a colero divina l-
Assim pois o racionalismo da Allemanha era an-' nha abrandado ; estava j completa a obra que
te-religioso, porque nada faza remontar a Deus; |o homem por si mesmo nao podera completar ;
pelo contrario, como Luthero, empregava loda a dahi por dianle o chrislo se achara as mes-
sua attcnco as foreas invisiveis que obrara em mas roniiecoes que o pagao ; para ambos srt se
A Iheona de M. de Prescens esl de accordo
com o ana critica ; pde-se nao arcritar a crenca
que elle desenrolre em seus elementos ; porm
o que ningucm negar que essa theoria raais
comprohensivcl quo qualqucr dos syslemas re-
jpiiados pelo autor; e que d melhor conta das
dinerenc-as e relaroes, que uns ou outros leem
cnxergado as mythologias, admiltindo ao mes-
rao lempo a arrao divina o a aclividode propria
da ronsciencia huonna. a influencia dascircuras-
lancias e de urna IradicQio primordial.
A ',,.r.e,i?r,1sa I" s*he dessa Iheoria hist-
rica a te. no peccado original e na graca; mas
o peccado original lambem espiritualisado
raoo e somenle urna reprovacSo exterior quo pe-
sa sobre o homem em co'nsequenria do acto
commellido pelo pae de todos os homens;
uma degradarlo moral que se engendrou na na-
tureza humana, quando Adao se dcixou levar
pelo espirito malvolo, degradarlo que dellc se
uropagou para lodos os seus descendentes.
Essa decadencia, essa existencia de um pecca-
do inherente ao nosso ser. e que o inquieta, que
Ino cansa um rogo temor e necessidade mortifi-
ca dora de abrandir a divindade : na opiniao
de M. de Pressens, o f.acto dominan* o perma-
nente que atiesta lano a historia do paganismo,
como a historia do judaismo. As opinioes mn-
,,c.rna* sohre progresa nao rsrlarerem a difii-
ruldade, enredan-a mais rrcando noraadiffi-
euldades E' violentar a consciencia tornar o
mal semelhante a uma imperfeico natural, quo
seria um degro necessario na "escala do nosso
progresso.
Nao como mostr cscrevemos nos : uma las
muitas notas de nossa Carteira, que ainda io-
dom ir a lume sem lomar os feires do um ji izo
definitivo, sem pretences o sor chrismada do
crilica ou de preleeQaO cm coisas lillerarias.
nos; todo o seu empendo era ronbar B verdade
objecliva historia religiosa, declarar que os ca-
sos mencionados na cscriptura uosetinham p.is-
sado seno no espirito humano, que o rlirislia-
nismo era um ideal e uma tiadiro creadas por
nossas aspiraroes, que cora o andar do lempo to-
maran) o carcter de um fuclo histrico.
Foi osla nma nova exageraco que prorocou
lamben a sua rearro. Considerando o hornera
um deus, cojo desuno dependa nicamente da
sua propria aclividade, oliribuiridu-lhe a honra
de ter credo por assim di/.er a creaco e o Crea-
dor, c de ser era todo o caso a encarneci do en
universal c absoluto, do quem o universo eri o
pensamenlo, o racionalismo se linha entregado
de ps e mos atadas oos ataques dos sentimen-
os irresisliveis que elle arcorrimetlia do frente.
Assim ludo o que se havia introducido na theolo-
gia s servio para despertar o inslinclo religioso
'u- s'' **u protestantismo. Fallo somentc do rao-
viuienio que se despertou sobre as doutrinas;
foi de 1820 a 1830 quo elle apparcceu na Allemo-
ulia. Preparado por Schleicrmocher acabou por
lomar vulto no lempo c sob a Influencia de Ne-
ander, Tholuck, Dorner, Hongslenberg, Lllman,
ele; e era esse um progresso reol, por isso que
todo o pensamenlo religioso dos prirneiros refor-
madores se ochava incluido no dogma ; e poique
de oulro lodo a theologia moderna, nome que lhe
emprestaran, sabia melhor que o protestantismo
altribuir Deus toda a gloria sem ronbar ao ho-
mem toda a responsabilidade ; alm disto ella se
havia ao mesmo lempo justificado do erro do ra-
cionalismo em desconheccr que a soberana nao
peilcnce ao homem, e se havia collorado em a-
brigo das soos objecces no ponto em que o mes
rao racionalismo sostena como legitimo o que o
consciencia e a razo allestam
A theologia moderna, dizia o professor Dor-
ner n'uma communicaco dirigida Attianca e-
vangelica, tem supplanlado oo mesmo lempo o
velho supranaluralismo e o velho racionalismo;
ella nao quer fazer do espirito humano a origem
da verdad'1; por isso que reronhece que a crea-
lora, typo do peccado, nao pode ser a verdade, e
nem conlc-la cm si; oo posso que nao ignora
que a mesma cteoturo formado mogom de Deus
tratara do procurar agradar Deus pela pratica
dos seus deveres. Os primeiros protestantes
sera duvid a'guma ligavam ao elemento chris-
lo um ralor muilo mais consideravel ; por
quanto, segundo as suas ideas, o individuo qual-
quer nao era considerado como remido pelo
simples faci de ser naptsado, e nao era bastan-
te que se justificaste por seus artos; eunpria
alen disto lar f em Christo, c no perdo ad-
quirido por intermedio do mesmo Chrisio, a lira
de que essa f o tornasse, apesar da sua indigni-
dade, agradavel a Deus, e lhe permittisse obler
a groca do Espirito-Sanio.
A llieologia moderna vae ainda mais alm.
Faz da redempeo o centro da historia univer-
sal, precisamente porque atlribuo razo e
liberdade humanos urna parlo na obra da sal-
vaco. Ni opiniao de Luthero e de Rossuct um
abysmo separa o mondo pngo do mundo chris-
lo. Pela theologia moderna, ludo o que pro-
ceden a Christo assim como ludo o que se lhe
seguio, e tudo o que so passa no individuo
antes c depois da conversan, depende eguai-
rncnle de sacrificio oll'erecido sobre o Calvario.
O desenvolvimrnlo da humanidade pagas, bem
como o drsenrolyimouto das nossas faculdades,
faz parle da le' divina do Universo, de que
Christo o Redemplor. A redempeo o fim do
passado come o principio do futuro ; o chris-
tianismo rom a ser una philosophia da hiato-
lia. Ahi se v um sigual bem patente das no-
vas tendencias.
Na longa ntroduccao rni quo M. de Pressens
resume a historia das religie?, e da philosophia
do mundo.anligo, ha para admirar-so um talen-
to nolovel de syntese e de classilicaco. O au-
tor comrQa tratando dos prnpaes syslemas,
rmillidus ot o prr?cnte sobre o movimeuto re-
ligioso d.i humanidade antes oo christianismo,
e a critica por elle hila lora justamente no que
ellos leem de exclusivo, e que os torna insulli-
cienles.
Elle nao pode adnittir iodos os syslemas, que
desla ou daquella rnancira explicara "as religies,
pela influencia de circumslanciss exteriores.
Nao pode conlenlar-s^ nem com Dupuis, que as
encara como una simples leproducco dos phc-
Deve-se pois altribuir a origem do u:al err-
nea deU'rmimcan da vonlade do homem. que se
suhlevou contra Deus nes'sa poca mvsteriosa,
que precede historio, e que comprehendo a
prova solemne, por que devia elle passor romo
lodo o ente chamado ao uso serio da liberdade.
Assim pois afaslando-se di lei do espirilo, cohio
sob o dominio do mundo inferior: e a alrra sc-
uarada de Deus nao leve a forra precisa para do-
mar o corpo. Por grande o profunda que fosse
a queda do homem, nao foi com ludu absoluta ;
nao porque eMe nao se perdesse era consequen-
cio della, mas porque 'nao firou inteirom.rata
privado de poder aspirar e conseguir anda a vi-
da superior. O inslinrto divino, a aptidan reli-
giosa, o necessidade de approxinsr-se Deus,
subsislem no corarn do hemem.
Nunca a natureza humana se pode conlierer
sem eomprehender que ella nao se achara vo
seu estado normal, e quo ahi havia o quer quo
fosse, que a obliga va a ronreber e esperer um
estado nielhor. D'ahi a historia, d'ahi a evpld-
cao religiosa, social r philosophica do mundo
antigo, que representa puramente o= osforms
do homem para livrar-se da responsabilidade da
culpa. Se um poro tem si lo guiado pdns rovo-
lacoes positivsa, a massa da humanidade era
por isso tem sido abandonada ; porque lem sido
subniettiio oulra educaro, a da experiencia
permitirla por Deus ; c era preciso que assim
fosse, para que a redonpclo podesse ter lugar
sem que o lei do juailca fosse violada ; era preci-
so que o homem culpado, mediante a sua pro-
prio aclividade, reennhecesso a sua degradado,
e lancasse um grilo de desespero.
Madamo de Pressens cingio-sp al rerlo pon-
to do pensamenlo de Schelling : que os diversos
cultos da ariliguidade sao as phases que^leter-
minam as grandes trises da ronsciencia humana.
No meio da ronfisso oppsrente das mylhologias
elle distingue alguma rousa que lem um princi-
cipio, um meio, o um fim. As religies do nalu-
reza, diz elle, sao os primeiros creaces religio-
sas da humanidade depois da queda*. O homem
comer por mostrar qae se ocha iileirsmenle
suamellido ao dominio do materia. E' smente
materia qup elle adora sob o duplo aspecto de
um poderbemfasejo, origem da vida e da felici-
dade, o de um poder maligno, de quera provra
a dr e a morle. Com loes dirindades a pratica
do justica deixa de . moneira de adora-las, imita-las ; islo de um
lado entregar se sem freio sos gosos r praseres
seneuaes para glorificar o poder bemfasejo da
natureza, e de outro lado submetter-se a soffri-
menlos voluntarios para honrara forro niolfase-
ja. Desdo a Babylonia at a Syrio, na Arabia, na
l'hrygio, e no Sevihia encontramos sempre no
inesn.o naturalismo grosseiro, que smenle va-
ria as proporroes que loman as suas orgias e
erueIJades, c que s servem para espantar os ho-
mens com as monstruosidades de seu cullo.
IContinuir-se-ht.)
9 DE JUNI10 DE 1860.
AtC. NS APOXTAMESTOS SOBRE A L1TTERATCRA P0R-
TUGCEZA. O Sil. RKBEttO DA SlLVA E OS SECS
ESCR1PT0S.
*
O impulso quo nos lora levando desde multo
pjra o campo dos eatudos Iliterarios, estimul-
nos a saudar sempre com o raais profundo respei-
to aquellos d'enlre os cultivadores das lcllras que
mais se tura distinguido em sua civilisadora e pro-
gresiva misso.
Esie natural senlimento redobra, porm, de
forga, quando lancamos olhos alientos sobre os
grandes vultos da lilleralura porlugueza, que
n'esie seculo, quasi de lodo absorvioo no positi-
vismo da malcra, se nao deslembram da pingue
neranca quo lhcs deixarara os clossicos era seus
preciosissimos thesoiros, e que, se possivel. os
vao augmentando cada vez raais todos os das e
a todos os momentos.
Retacos de estrella filiaco entre duasnajes,
que se entendem por mais de um titulo, pren-
dero, por isso mesmo, duas lilleraluras irmaas,
hamogeneos em sua origem, e que ainda conser-
ram e ho de conserrar sempre uma certa con-
vivencia pelo pensamenlo e pela idea, alm da
familiaridade inlima que se lhes depara pela liu-
guagem. "
Nao de cstranhar, pois, que no redigir sim-
ples apontamentos Iliterarios, no enfeixar algu-
mas paginas do esludus que andamos fazendo,
ha j lempo, nos surja espontaneo mais ura rolo
do nosso parlicularissimo oll'eclo lilleralura
porlugueza ; e que, mira de um viajante cu-
rioso das coisas importantes que r e observa em
sua peregrinaco de niezes c do annos, tracemos
cm nosso Uvro de lembrancas algumas impres-
ses viras, que entendem com essas olas, com
csses mesmos apontamentos.
Quizeramosescrerer mais de espaco, rnais lon-
gamenlo, e respeilo de mais de um dos acluaes
representantes do progresso das lcllras cm Por-
tugal. Desejaramos mesmo fazc-lo em artigos
especiaes, com especial referencia a cada um de
esses vultos dislioclos ; mas a digresso por esse
terreno seria muilo ardua, e nao vera casar mui-
to proposito com a ligeireza dos esbcelos
que ramos tentando.
Sirram estas observaces nossas como um pro-
logo ou antes prologo ao que segu, que uma
parle d'esses aprra.lamentos, a que haremos allu-
dido.
giosos^procura allrahir A sua doulrina ludo o
ene ha de mais elevado .as conquistas do pen-
samenlo.
O Sr. Rebollo da Silva inconteslarelinenle
ura dos escripiores poitugue/.cs que mais ued ca-
damente ho concorrido no prsenle seculo rara
a gloria do seu paiz, e para o florescimenlo d es-
sa lilleralura l.rilliante que tem sua frente lo-
mes como os dc.Vieira e Comes.
Compreheodendo perfeilaraenle a necessidade
quo ha de estrellar cada vez mais a lingua e a
lilleralura perluguezas, s suos origens clossi ms,
sem matar-lhe a inspiraco que ogosto pode fo-
mentar urna escola mais livre c expansiva;
quelle escriptor nao csquoceu.por outro loda, a
conveniencia de fazer servir a palavra aos sa ase
verdadeirosiuleicsses da religiao e da philoso.ihio
social.
J nao de pouco importancia, polo meritc in-
trinseco, e?so trabalho que, sob o titulo de E lu-
do biographico litlerario, o Sr. Rcbellc da
Silva collocou frente da nova publicaco das
obras do Bocage.
Sem pretender julgal-'o n'essa composieo po-
iida e elegante, em que ello desenhou um dos
mais formlos qnadros da lilleralura eaind i da
historia de seu paiz ; sem que nos lmeme s do
vo desejo #de apreciar devidoraentc esse risgo
soberbo de sua esclarecida inlelligencia, po que
para isto nos faltam habilitaces, podemos d /.er,
entretanto, que ahi so encontr com suas i Ores
proprias o mais rapareis! juizo era reloco es-
cola fundada" pelo mimoso traductor de Ov dio,
por esse poeta que alias lera sido tro mal jul ado
e ao injustamente interpretado.
Airares da minuciosa descripcao que essi es-
criptor nao pe dianle dos olhos, descripcao tan-
to raais bella e inleressanlc, pelo que toca a sen
objecto, quando se pode qualificar de filelisiima
em irosos pora a poesia e para a historia 1,ite-
rara de Portugal, resplandece a analysegnre e
severa d'essa mesma poesia, levada para o < am-
po oade Bocage a desenvolver com todo o igor
do seu genio.
Cora effeito, arallar luz do uma critica i lus-
trada e desprevenida, o gosto, as inelinaces par-
ticulares, o estylo e as formas naluraes di ura
autor, que, em razo do espirito e da physiono-
mia do seu seculo, miis ou menos abraca va as
tradices classicas da velho geracao hilera ia, o
ao mesmo lempo deixara transparecer em suas
intimas inspiraces, a caradura c a singela di o-
ra escola, mais ilol e remontada : eiomi-
nar miudameute as feicdes caractislicas < 'essa
poca, em que o impulso das lcltras portugiezas
parta quasi inleiramenle dos orculos da Arca-
dia, e em que um homem de genio, sem reicgar
de todo s crencas que all bobera, procuris se-
questrar-se a um jugo orillante que lhe pedera
cerrear os vos da imaginaco, sera duvida,
uma tarefa das mais difficeisde preencher, ? que
denuncia, de parle do quom a euiprehei de, o
mais elevado bom sonso, o. mais apurado crile-
rium em materiasd'arle.
De mais, o Sr. Rrbello da Silva, pondo-so,
por assim dizernios, dianle de Bocage, respeilo I
do qual sua aualyse linha de correr r'esapaixo- \
nada e livre, epreciou pcrfeitamenle o carcter |
d'essa guerra continua a que fra levado aquello
aihleta da lilleralura, j estimulada pelo despin-
te, j irritado pelo biilho de ovocoes alheias, j,
emiini, occoinmellido, no seu posto de glorio,
pelos golpes da iuveja, da maledicencia, e ain-
da mais do orgulhoso pedantismo de seus de-
tractores.
Esse Estudo, pois, velo a restabelecer, em mui-
to parle, o ciedico do delicado Emano, e o dar
ura raais aprimorodo relevo escola que elle fun-
dan, e que, aos olhos de rauilos crticos de ex-
rcssivo rigorismo, e de propenses innatos para o | espirito perscruiudor que a philosophia imprime
imperio da rolina. ia opossando quasi desaper- e com que entra na marcha da historia, j a vor-
cebida o sen deixar ura echo de sua propria dadera opreciaco do que era naquelle lempo
Rebollo da Silva soube escrever com tanto mes-
tria e cora loTino goslo, nao menor o aproen
que ligamos ao seu bello romance A mocidade
de D. Joo Y.
Esta composico tem o subido merilo de reunir
ao explendoi e oo variado matiz das mois deli-
radas e enrgicas descripres, oo realce mimoso
dos qnadros c das scenas quo a aformosim, a
Iradocro inleira, e exortissimo, das ideas, dos
coslumes, dos successo?, do desenvolvimrnlo,
enilim, Iliterario e poltico de urna das pocas
raais singulares da historia porlugueza.
Primoroso na forma, esse romance abraca, no
seu todo, uma das raais longas paginas dos fas-
tos portugiiezes,c no piular de cada ura dos
episodios que lhe eslendera a accjio e o pensa-
menlo principal, observa-se, j a influencia desse
fama.
Extremar o filintismo do elmanisnio, conside-
essa naco de um passado to glorioso, to cheio
do rejsaidaces heroicas, e to enrequecido do al-
ral-'os cm seporado, as suasexageraces c nos la reputaco pelas faronh-is de Ormuz, de Malaca,
seus desrios ; dar a cada um d'erleso quo lhe
conrinha, o que lhe perlencia de direilo ; ana- j
lysar-lhes as fricos caractersticas ; e por ulti-'
dio ossenlur, em base solida, a verdadeira criti-
ca do uma e de outra escola, coraprehendendo-
as arabas era sua marcha para o mesmo ponto
o progresso das lcllras : foi trabalho de superior
importancia pora a historia da poesia e du lille-
ralura porluguezas.
O nosso dislincto mestre e amigo, o Sr. con-
selheiro Antonio Feliciano de Castilho, j linha
aberto ura ampio caminho a esses estudos criti-
co-lillerorios a respeilo dos seus Ilustres conter-
rneos Bocage e Fililo. Obras do lavor primo-
roso,'em que se arham enlacodos as pennas ele-
gantes e eruditas daquelle nosso amigo o do seu
digno irmao, o Sr. conselheiro Jos Feliciano de
Castilho, prepararam era grande parle o terreno
pura esse emprego tanto raais digno do allenco
quanto certo que foi lucidamente desenvolvido
em todos os seus pontos. Entretanto, o Sr. Re-
bollo da Silva, como homem de esforco e de in-
lelligencia, como um critico iraparcial e fiel
sua misso. rauilo fez nesse mesmo sentido, es-
lendeudo e dilatando aquellas deas capitaes que
ao bom-senso da lilleralura porlugueza j se lhe
figuravamiufalliveis c indispensaveis.
Para que se comprehenda bem a regencracao
poelica e Iliteraria de Portugal, misler, antes
de ludo, mirar cora olhos de observador, esses
(uadros esplendidos e lo raros que ello nos
aprsenla as suas obras primas d'arle o do gos-
to : e quando so analysa lo fielmente uma gran-
de poca e um grande homem, como o fez o Sr.
Rebello da Silro, no seu Esludo que temos
presentes, j se pode dizer que a critica foi ma-
nejada cora perfetgo, e que o escriplor, a quera
ella se dere, um consummado litterato.
Se to elerado.o conceito que ligamos ao
portanlissirao Esludo biographico-lillerario,
proposito de Elmano e da sua escola,
m-
que,
3 Sr,
de D.iuio e do Ceuta, pelo ralor dos Albuqner-
ques, Pachecos e Cusiros, nao menos quo pelos
canios immorlaes de l.uizde Cainos, Gil Vicen-
te, Bernardino Ribeiro e Antonio rerreira.
Nao que all se trace o nascer progressivo da
monarcha, e a luda do nacoiialidade porlugue-
za contra o jugo tos barbaros que dominaran! nos
primeiros lempos. Nao que alravz dessrs
qnadros preciosos transpareca o vida desse paiz
n'um periodo, como o do D*. Diniz, em que as
lassrsindusiriaes enrontram estimulo, em que
se obre vasto horisonle. agricultura, em que se
amplia ao trabalho urna rbita de acro e de mo-
vimeuto rpido. Nao que all se pinto unt rei-
nado, como o de Pedro o Cr, na qual a pro-
lecQo ra al os aposentos da classe meda, e
leranta o poro da shjnrcao e da oppressao da
aristocracia orgulhoso e mproada. Nao que
se paicnle esse espectculo brilhante do seculo
de i). Joo II, daquella poca de floreciracnto e
de grandes fastos, que lixa, talvez, o ponto mais
sublime do adianlamcnto e da civilisaco para
Portugal. Nao que se all desenlio esse appa-
ralode dcscobriraentos, esse prospecto do forra
armada, esse preparativo de esquadras que o rei-
nado de D. Manoel aprsenla em sua maior esca-
la, como consequencia do_s esforros e das diligen-
cias feli/.es de sjru antecessor. Nao que se des-
dobre alli em relevo essa anciedode indecifravel
de patriotismo, esse arrojo lerrerario de um jo-
ven monarcha, enterrando as aras de Alcacer-
Kibir o germen de urna existencia c as lembran-
cas de uma gloria que por tanto lempo embalara
uma naco, presa por esses estmulos ao soberbo
desrane'cimento das conquistas. E' oulro o pla-
no a seguir, e a concepeo do romance o preen-
che de uma vez.
V-se alli nada menos quo uma phase especial
e assigoalada da siluaco daquelle paiz, que j
tende para o occaso, que j carainha para a do-
cadencia ; que recordando as paixes fanticas e
supersticiosas do corle de D. Joao III, e os suc-
cessos de pocas posteriores, aprsenla ao mundo
os resultados de um governo singular que invoca
a bealice c a immoralidade, c se expande era
sentiraentos e em accoes contrarios e hetero-
gneas,
Formar ura romance que represente o pensa-
menlo de urna edade tan diftVil de trasladar e
de cora pretender : moldar perfcilomente os ca-
racteres d'e3sa poca: esborar a juveniude do
principe, que apparcre n'esse periodo : relralar-
llie as feicoes, a ndole, os coslumes, e a influ-
encia que todas essas circunstancias deveriam
produzir sobre o espirilo da naci : tarefa que
demanda, alm de rauilo, aprofundar na (unte
das indagaces histricas, rouila foica de imagi-
noco, e muito engenho, sem o que nem ha
bellcsa na substancia, na concepro, no ideal,
nem graca c mimo na phrase.
Esse ro'mance, que j foi sobejamente julgado
pelos raais eminentes conhece lores e interpre-
tes das ledros, e queja niereceu a ura sielles,
o Sr. Alexandro llerculann, o raais desopaixo-
uado e honra^or elogio, um dos mais formo-
sos monumentos da lilleralura porlugueza. E'
ello (concluamos com esle nosso humilde ajui-
zar ) ura typo no seu genero, e ainda moi um
brado eloquenlissimo da historia porluguezo,
echoando, atreves dos seculos, no variado e ma-
gesloso expedaeulo da actualidade.
*
Entretanto, se nos permitlido asssignar, por
nos mesmo, o 'primeiro lugar, o lugar de dis-
lincco, a alguma das obras do Sr. Rebello da
Silva, preferindo-as a quaesquer oulras fa-lu-
heraos, por certo, declarando que nenhuma nos
parece tara profunla, lam bella, tara primoro-
samente empreheiidido,- como os seus Fastos da
Igreja.
A misso do escriptor publico nssiime loda a
importancia e cleraco, quando elle consagra
sua penna qnelles objectos que roals podem
inleressar a sociedade, e que eslo intimamente
ligados com o bera estar do genero humano.
Que materia mais digno de allenco, raoissus-
ceptivel de ser Iraclada cora todo o cuidado
da inlelligencia, com todo o brilho da phrase,
do que o christianismo, suprema doulrina do
progresso e da cirilisaco, a lei suarissima do
amor c da caridade?
Cora os Fastos da Igreja fez o Sr. Rebello da
Silra um reluvantissimo servico a todos os ho-
mens, clcvonlouum padro do gloria que fol-
ala por seu nome a lodas as geraces, assim
como falla j tara vivo o lam precioso a tod i a
sua naco.
Se nao estamos no seculo da incrcdulidade
absoluta, vivemos n'uma poca de quasi total
indiflerenQa, mormenle quanlo aos assumptos
de mais elevada philosophia religiosa.
Rao temos que receiar, verdade, os ridiculos
sophismas da escola de Yoliaire, os absurdos das
deas de Dupuis, a iffipiedade das deutrinas da
encyclopedia, as immoraeae anti-religij3os pro-
posicoes dos espiritot foriet, os paradoxos de
Volney, o inqualicave ryoismo dos partidario
da. Deusa-Rato ; mu (ora de duvida que al
cerlo ponto se pronuncia uma "especie do reac-
eo as Scicnriis, m lilleralura, era todos os
ramos dos conhecimrnlos humanos, rearro essa
que os voi levando quasi pela nio as Ionios pu-
ras do saber, pela historia, pela Iradiro e
pola f, nao menos inconiesiavrl que'soba
forma especiosa de' affertada seriedade, novos
pensadores leem procurado renovar o abominare)
cullo dopnn/ieismo ; e que. remocando-n com
todo o opporatode uma dilTerento linguagnm, e
no final intuito de solapar os fundamentos da
crenca calholica, se ho esforcodo por substi-
tuir-lhc os esteres principias, as doutrinas ri-
das do prfido rnrioitasmo.
Agora, pois, qoe se empregam oras armos
para rombaler a religiao e derrocar-lhe o edifi-
cio ; agora que se vai pedir aos theologos alle-
tes e aos panlheistas franceses essa pestfera
doulrina dos Fichte, dos Hegel, dos Kanl, disfor-
zada com o prestigioso incanto de uma especial
phraseologia, quasi innilelligirel e barbara; ago-
ra que por um lado nao se ataca a divindade do
fundador do christianismo, c a sublimidode de
sua lei paro de proposito c mais a salvo con-
nndi-lo com o homem e negar sua obra o
carcter de soperioridade quo a distingue, como
so deprehende, em grande parte, dos sonhos me-
taphisicos de Lerminier o JourTroy, c por outro
lado se recorre ao vaslo sentido do mylho, para
explicar, segundo Slrauts, a misso do liberta-
dor do grnrno humano ; agora mais do que
nunca preciso reanimar a fe amortecida, ruos-
irar -a harmonio das sciencias com a rerelaro
e as tradices religiosas, fixara evidencia os
principios fundamentaos da crenca despeila
das variadas applicaces que lhe do os diffe-
renles poros, e patcniear a lodos os bens em
que se firmo o cnsino calholico.
Foi islo o que o Sr Rebello da Silra compre-
hendeuo desempenhou tom bellamente nos seus
Fastos do Igreja, obra esla cojo primeiro vo-
lunte abre j um maravilho prospecto ao di-
lado horisonlc quo elle se propoz percorrer.
Segniido os possos de Chateaubriand, de
Roselly de Lorgnes, Wiseraan, Ponjoulal, Lacor-
daire. Ventura e lanos oulros, que ncslcs l-
timos lempos leem pugnado valerosos era prol
do christianismo, o Sr. Rebello da Silva procu-
rou e investigou em sua origem as grandiosas o
profundas recordarles desla religiao que s por
si irouxeao niundoa luz t o progresso; e, para
fazer ouur mais clarameule a sua roz, remon-
lou-se, pelo esludo c conlemplacao da historia
at o proprio berco do chislianismo, propria
instituico dessa philosophia rauilo mais social
o civilisadora do que a do Prtico e da Acade-
mia. 9 ,
*
Paremos n' esla parle dos nossos apontamen-
tos. n'ouira Carteira reataremos e fio, que nao
pode deixar de ser interrompido agora, aliento o
pequeo espaco que nos cabe.
Torres Bandeira.
PERN. TYP. DE M. F. DE FAR1A. 18G0.
tvt.


Full Text
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