Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09084


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Full Text
iHIO XXXYl. HUMERO 133.
Pr tres raezes adianlados 5$000.
Pop tres mzes vencidos 6$000.
SiBBIDO 9 DE JOHHO DE 1860.
Por anuo adianlado 19$000.
Porte frauco iara o subscritor.
ENCARREGAD09 DA SBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; CerS, o Sr. J.Jos de Ol-
veira; Maranhao, o Sr. Maooel Jos Marlins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandes de
Aloraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joroiiymo da Csla.
PART IJ A UOS CUlilltlUS.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do di.
Jguarjs.su, Goiaaua e Paralaba as segundas
e sextas eiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns as lernas feiras.
Pao d'Allio, Nazareth, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira.lng.-izeira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
ricury e Ex ras rjuartas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barrciros.
Agua Preta, Pimenteirns c Natal quintas feiras.
(Todos os correios parlem as 10 horasdn manha.
EPHKMEltlDES DO MEZ DE JUNHO.
3 La eh ;ia as 2 horas e 26 minutos da tarde.
11 Quarlo mnguante as 10 horas e 45 minutos
da mai lua.
19 La nova as 3 horas i 4 minutos da manha.
-25 Quarto crescenteas 10 horas e 10 minutos da
tarde.
PREAMJQ DE HOJE.
PrimeirD as 9 horas e 18 minutos da manha.
Segundo as 9 horas e 42 minutos da tarde
AUD1NECIAS DOS TBIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados a 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao raeio dia.
Dito de orplios: lernas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas o sextas ao meio di
Segunda vara do civil; quarlas e sabbados ao
meio dia.
DAS DA SEMANA.
Seg. S. Francisco Caraciolo, S. Dariano m.
Tere. B. Marciano m.; S. Bonifacio b. m.
Ouart. S. Norberto b.; S. Amancin ab.
Quint. >c Corpo de Dos, S. Roberto ab.
8 Sext. S. Salustiano c; S. Sevcriano b.
9 Sab. Ss. Primo e Feliano mm., S. Melanca c.
10 Doni. S. Hanrarida rain na do lisoonsin.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO NO SOL.
Alagoas, o Sr. Ca ud i no FalcBo Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alves; Bio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manocl Figuciroa de
Faria, nasua livraria praca da Independencia ru.
6 e 8.
PARTE OFFICIhL
Mlnlsterla du imperio.
EXPEDIENTE DO DIA 2 DE AB1IIL DE 1860.
Ao presidente da provincia de Scrgipe, nosse-
gniiles termos:
Foi ouvida a seceo dos negocios do imperio
do conselho do estado sobre o oflicio dessa pre-
sidencia n. 30 de 9 de abril de 1857, e posterior-
mente acerca do de V. Exc. n. 137 do 24 de de-
zembro do znno passado, nos quaes preslou os
osclarecimenios exigidos de conformidade com o
parecer da mesma socqjo, da^o e:n 19 de maio do
dito anuo sobre aquello primeiro ollicio.
Informando V. Exc. que nao estarn incluidos
na qualifiuacao de votantes de 1833. pela qual se
fez a eleico de 7 de selembro de 1655, os cida-
daos Ignacio llamos do Espirito-Sanlo, l.uiz Cy-
nllo Lima e Lufa do Mello de Faria de Audrade,
o Io eleito juiz de paz, e os dous ltimos verea-
dores, f.ii de parecer a seceo, em sna nova con-
sulln de 25 de evereiro Ueste anuo, que a dila
eleico milla, cm vista do uue dispon a lei re-
gularaenlar dastleces, e como tal deve ser de-
clarada, eliinanda-sc os nonios daquellos cida-
daos das lisias dos juina de paz e voleadores,
sena embargo da observaco que V'. Exc, faz, de
que semellianle annullacau acarrelar a nullida-
de dos actos platicados pelos referidos cidadaos
no exercicio dos empregos que oceupem ; por-
quanlo, era primeiro lugar e inadmissivel que se
sustente como valida urna eleico que nulla de
seo principio ; e era segundo remove-se o in-
conveniente que V. Lxe. pondera, revalidando-so
por uraa lei os actos offieiaes em que laes cida-
daos liveraiB parle, como se fez cm oulro lem-
po a respeilo dos que pralicra o juiz de orphos
da Victoria, os quaes pela resolucau da assein-
lila geral legislativa de 23 de -igosto de 1823
(orara revalidados para o elfeilo smenle de nao
podercm ser uuuullados pelo vicio da notoria
nullidade da eleico do mesmo juiz.
E S. M. o Imperador, conforuiando-se, por sua
imraediata resolucu de 17 do mez passado, cora
o referido parecer, assim o manda declarar a V.
Exc, ordeuando-lhc que faca cassar os diplo-nas
dos inencionadusc idados, e que mande substitu-
los pelos scus supplentes lgaos; licando V. Exc.
prevenido de que o govemo imperial solicitar
da assembla geral legislativa na sua prxima
rcuniso a revalidacao dos actos praticados pilos
j mencionados cidadaos no exercicio dos em-
pregos de que sao privados, oque V. Ex. lera
un muila consideracao para que nao cousinla
conteslaoo sobre laes actos al que a mesma as
scmbla'gcral resolva o que em sua sibedoria
julgar mais acertado.
la director
geral do irr1
genheiro p
liuteudeiit
liares que
Foraiu e
gados. Do
eos que a
cora o gov
Segundij
despeza d
o seguiute
2.
1.
2.
1."
2.
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DIA C DE JIMIO.
Ollicio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte. Passo s ruaos de V. Exc. a conla dos
objectos, que, de conformidade com os olTuius
desta presidencia de 20 de marco c 30 de abril
desle anuo, foram comprados Carucico & Ir-
mo para a cumpauliia de polica dessa provin-
cia, alim deque se digne V. L\c. de mandar pa-
gar a respectiva importancia do seiscentos e, vio-
le um mil rs.
Dito ao da provincia da Parahiba. Ao oflicio,
que V. Exc. me dirigi em 10 de maio lindo
acerca da remessa de dous elephantiacos para o
hospital dos Lazaros dosla provincia, leulio a d-
zer-lhe, que podem ser ellos reniellidos para o
referido hospital, porm correndo por conla dessa
'provincia as deBpezas, que se li/.crem, com o
sou sustento e curativo, visto que os recur.-os da
administracao dos eslabeleciinentos de candado
desta cidade apenas chegam pera os trala e
quatro enfermos, que sustenta naquclle eslabele-
cimenlo. Coinmunicou-se a administracao dos
eslabeleciraenlos de caridade.
Dito ao conimaiidanle das armas. Cerlo do
contedo do ollicio, que V. Exc. me dirigi no
primeiro do corrento, o sob n" 614, acerca da
orea da 4a companhia do 8o batalhao de infan-
tara, eslaccionada na cidade de Caruar, tenho
a dizer que reitere a ordem para que essa [orea
2.
1.
2.
O graudl
dous uliii
pu sol) seu corutuaudo, auin de escollarem ale o
termo do Rio Formse o criminoso Manuel Fjan-
ciseo de Sonzi Barata.Commuuicou-se ao che-
fe de polica.
Dito cmara municipal do Recfe.Rcconf-
mcudo a cmara municipal desta cidade, que
devolva os papis de Jos Moreira da Silva, que
llic furam remettidos com despacho desta pre-
sidencia cm 21 de svtembro do auno prximo
rindo.
Dito a mesma.Com a inclusa copia da infor-
maco, ministrada pelo inspector da saudo pu-
blica, respondo ao oflicio, qoe mo dirigiu a c-
mara municipal do Recite era 4 do crrenle, sob
n. 12, acerca das medidas, que devem ser postas
em execucao, a bem da salubrdade publica por
oceasio da epidemia reinante.
Dito a administrarlo dos eslabeleciraenlos de
caridade. Em res pos I a. ao <. > fl i io que com dala
lo 1. do crreme me dirigi a inaioria dos
ni en: Oros da administracao dus cstabelecimentus
de candado, tenho a duer-Ihe que, alteudendo
ao qne expende, e manifiesta inconveniencia,
qoe lia, em tentar a mesma adfiiiuistrayo, quor
a aeeo recisoria do accordo, que, ei grao de
revista, obliveram contra a mesma administra-
cao os herdeiros do Mrquez do Kecife na ques-
Io, que Irouxcrara sobre bens porteucontes ao
exliuclo hospital do l'araizo, quer a urduiaria du
revindieaeo dos mosmos bens, pleitos cm que
nao se metlcria a administracao sen grandes dos-
pe/.as, superiores aosseos recursos, e com todas
as probabilidades de nao oblor niclhor resultado,
do qoe aquello que j collieo, no que lerilou
coma os mesrnos herdeiros; resolv determinar
mesma administraban, que, acechando o ae-
cordo, a que alinal chegaram os preditos herdei-
ros, em cedcr-Ibe o valor de res noventa e otlo
contos (93:0005000), nos bens e dinheims cons-
ianies da reljco que remello inclusa, assigna-
da pelo secretario.interino da provincia, mande
lavrar a respectiva escriplura, e faga proceder
a todos os actos judiciacs da. posse dos bens
cedidos.
posto que a inaioria d'adrainistraro dcixas-
80 de concordar na iuformacau acerca do recc-
bimerilo da igreja do l'araizo, como parle daquol-
Ips bens, resolv fndavia fazo-la incluir na re-
lac.io junta, nao s porine a mesma igreja faz
parte do edificio cedido pelos herdeiros, e acollo
pela admiuistraro, como porque neuliiiui ou ru
desuno conveniente se poda dar-llio, alui de
servir santa casa da mizericordia desta cidade,
era cuja creacu cuido, nos tormos da aulorisa-
co concedida pela le provincial n. -Vi') do 12
de junho de 1858.
A admiyistr.ieiu dos estabclecimcnlos de cari-
dade me dJi coala de lodo o resultado do pre-
dilo accordo.
Dito i mesma.Transmiti por copia a ad-1 jantes, pr
ministradlo dos eslabeleciraenlos do caridade o I passegen^
oflicio, que rae dirigiu boje o promotor publico!ciedade.
desta capital, alim do que preste os esclarec-i
memos pedidos no final do offlcio acerca da
queixa criminal, dada pela mesma adminUtraco
contra o escrv5o Fiancisco Ignacio Alhoyde",
Dito ao capilo do porto.Face apresenlar a
Vine, para sor inspeccionado, o recruta Jos Clo-
menlo Ferreira.Cummunicou-sc ao chee de
polica.
Dito ao diractor interine da repartiese das
obras publicasConcedo a aulorisagao que Vine,
pedio era seu oflicio de. 4 do correlo, sob n.
176, para mandar lavrar o termo de rocebiraenlo,
c oxoneracao da responsabidade do encarroa-
do da conservacao da estrada da Victoria.
Uuanto ao pagamento se efleetuar, logo que
o permitlam os recursos dus cufies provinciaea
Coiumuuicou-s ao inspector da thesouraria
provincial.
Uito ao mesmo.Iulcirado do contedo do seu
ollicio de hornera, sob n. 177, tenho a dizer em
resposla, que deve Vmc. mandar fazer cora toda
a economa sement os reparos de que precisa a
cubera do theatro de Santa Izabel, addiando o
icais para quando o permillirem os recursos do
cofre provincial.
Dito ao chefeda commissiio astronmica e hy-
drographica.Para satisfazer o que pedo a agen-
te da companhia brasileira de pequetes a vapor
cn olicio de boje, deelare-mc Vmc. quantos sao
os mernbros. dessa commisso. que devera ser
transportados para a corle, cora a declaraco
de seus nomes, e bem assim qual a quanlidde
n da cuuipauliia, eiicu legn o Cnsul
peno na Blgica do contratar um ch-
ira vir nxercer as funecoes desupc-
geral da linha, bem como os auxi-
esto julgasse necessarios.
ITeclivainBiitn contratados taes empre-
modii porm purquo foram foilos os
contratos em surgido alguns pequeos embara-
iirecloria trata de solver du accordo
rno.
os relatnos da directora, a rcreita e
estrada nos tres ltimos semestres foi
Uendimenlo bruto.
Semestre de 1858223:922*740
de 1659261:11653362
do 1859-456:835-3181
9I4 823283
Deaneta.
Semestre de 1858116760*675
de 1859-211; 187! 19
de 1859-365 683S74
723.0319168
Reii'limonio liquido.
Semestre de 1858107:1628065
de 1859- 22.877g9:t
de 1859- 91:152S107
221:192$115
! augmento de despeza que se nota nos
os semestres pro^cio das gastos ex-
traosdiriai os, rorapuiados nidia, feitos cora os
linporlaiil
cessilava
Cora a
breveinen
esperar q
que regul
gao corre
gressao l<
risuio ass
Segund
jantes exi
productos
rnar-se n
de arroba
A diroe
melhorar
lisacao, b
cargas, e
pregado i
A eleva
raittido a
freles de
de man
os genere s
das A lav
.-a reparos e reconstrueges de que ne-
i as obras reecl>idas.
essago completa desles gastos, o que
e se realisaid, nao so pode dcixar de
e, reduziudo-sc a despeza da linha
irmcnlo exige a sua simples conserva-
lie, o rcndimeiilo liquido, cuja pro-
ra sido constante, aprsente um alga-
z lirongeiro.
i os dados olflciaas, o numero dos vin-
-de de 20,000 jior mez,*o a inassados
transportados anuualraente pdecsti-
cquivaleulu do quasi quairo milhoes
se recolha a capital, sem embargo da requisicao do volumes, que devem ocompanhal-os.
As obr
que lenl;
servico f
de 1/5 da
A aber
grande I
embaraed
denles qt
niellianle
A pozar
tratado i
lia razos
turo dess
concenln
preza
Ostrab
dos con!
para a cx|
do juiz de direilo do Bonito, a quera ollicio dan-
do as providencias necessarias, para que naquel-
la cidade lique (otea sufficienle de ouira arma
para guardar a espectiva cadeia.
Dito ao mesmo. Respondcndo ao seu offieio
do hontem, sob n" 634, tenho a dizer, que pode
V. Exc. autorisar o comraandante do 4o baialho
de artilharia a p a fazer a despeza necessaria
com o transporte das pracas, que carecerem de
iralamcnlo no hospital raililar, e que, pela gra-
vidade da molestia, nao poderem marchar a p
para o mesmo hospital. Communicou-so ao
inspector da ihesouraria de fazenda.
Dito ao chefe de polica. Qucira V. Exc.
considerar acerca do que expoz o juiz de direilo
da comarca de Nazareth no incluso oflicio, que
me ser devolvido.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de inlerpr
o seu parecer, e dar as nfurmacoes, que coluer
nessa reparticao, acerca do rcqueriraenlo incluso
do criminoso Tiiomaz Antonio de Goveia, c mais
papis a elle annexos. ,
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
O juiz de direilo da comarca do Limoeiro, b i-
chnrel Lourengo Francisco de Alraeida Calanho,
parlicipou que.iendu Cuidado no dia 5 do torrente
a licenja, de que gozava, deixou por molestia
de seguir para a sua comarca. O que corainn-
nico a V. S. para sua inlelligencia. Igual ao
presidente do tribunal da relacao,
Dito ao mesmo. De conformidade cora a sua
informaco de hontem, sob n" 561, dada acerca
do ollicio do coiurnandanle das armas, a que
veio annexo-oulro, em que o majur comraandan-
te da forca em diligencia no termo de Ouricury
declara ser insutliciente para sustento da mesmi
forca a etape de quatrocentos e quarenla res,
como se acha estabelecido, tenho resolvido, qne
as mesmas pracas conlinucm a percebe-la na
razo de quinhenlos ris diarios. O que commu-
nico a V. S., para seu conheciroento o execucao,
.na inlelligencia de quevou levar esta minhade-
'liberaco ao conhecimento do governo imperial.
Communicou-se ao commadanle das armas.
Dito ao comraandante superior da guarda na-
cional do Bonito. Expeca V. S. com urgencia
suas ordens para que o deslamento da guarda
nacional de Caruar seja elevado a 16 pracas de
prel inclusive um cabo d'esquadra, as quaes de-
vem ficar sob o comisando do oEQcial de polica,
que all se acha destacado. Communicou-se
o juiz de direilo daquella comarca e ao inspec-
tor da thesouraria de fazenda
Dito ao da guarda nacional de Garanhuns.
Dcvolvo a V. S. aproposta, que veio annexa ao
seu oflicio de 4 de maio ultimo, sob o. 21, para
o precnchiraento das vagas existentes no bata-
lhao de infantaria n. 89 da guarda nacional sob
.seu commando superior, aura de que lenha em
vista a nota junta, fleando na inlelligencia de
que nao se pode considerar vagos os postos sera
que assim tenba sido declarado por acto da pre-
sidencia, e so depois do que, sao regulares as
propostas para taes preenchimenlos.
Dito ao da guarda nacional do Brejo.Com o
oflicio de inspector da thesouraria de fazenda,
unto por copia, respondo ao de V. S. de 14 de
malo prximo fiado. |
Dito ao comraandante do corpo de polica.
Mande V. S. apresenlar ao chefe de polica, aa
machi do dia 7 do correte, tres prac,ai do cor-
Portaria. presidente da provincia, altcn-
dendo ao que requeren Thomaz Jos da Silva
Gusmao, Ihesoureiro da thesouraria provincial,
resolvo prorogar por seis mezes cora vcnciraeii-
los, na forma da lei, a licenca de um mez, que
ihe fui cuncedida por portara de 4 de maio ul-
timo.
Dita.O presi lente da provincia lendo em vis-
la o que requercu Francisco Luiz Virios, bedel
da faculdadc de direilo desta cidade, e bem as-
sim a informaco do respectivo director interino,
datada de hontem, resolve conceder-lhe tres me-
zes de licencia oom vcncimcnlos, na forma da
lei, para tratar do sua saude fura da provincia.
Cuminunicou-se ao supradilo director interino.
Dila.O presidente da provincia, tendo a vis-
la a informaco do comnrjndanle superior da
guarda nacional da eomarca de St. Anto, data-
da de 22 Je maio ultimo, resolve conceder pas-
sagera pa?a a 6" companhia do batalhao de in-
fantaria n, 23 da referida guarda nacional ao l-
enle da 8a companhia do batalhao n. 24 da
mesma arma, Manoel Joaquim da Silva.Com-
municou-se ao supradilo commandante superior.
Expediente do secretario do governo.
Oflicio ao juiz de direilo da comarca do Li-
moeiro.S. Exc, o Sr- presidente da provincia
manda aecusar recebido o oflicio de 5 do corre-
le, em que V. S. enmmunica que, tendo lindado
a licenca de que gozava, deixa por moloslia de
seguir para a sua comarca.
poni era
de lunno
Alera
Iras, a n
dcia entr
ros Tira
milhas.
A com
verno os
nha, n,a
tensan di
dahi em
A com
bla dos
do para
censuras
celebrad
tuu pare
tes. Esle
scmbla
INTERIOR.
BELATOBIO
apresentado assembla geral le -
Sislatlva na quarta siessao da de
cima legislatura pelo ministro e
secretario de estado dos nego-
cios do Imperio Joao de Almelda
Pereira Filno.
AUGUSTOS E
le UfldloS seniolliaiilua
primeira seev&o.
O Koverno se nao descuida de providenciar,
nao s para que sejam convenientemente emol-
aos uue lia nas obras da ciouista do 3, (38j aeces.
se deve em grande parte
Irada.
A directora da respectiva
A lo pudoroso auxilio
a couslrucco desta es-
compnnhia trata de
dados, mas tambera para evitar que se reprodu- levar a estrada at o grande centro productor de
zara nas obras que seseguirem.
Acliam-se em couslrucco os edificios da es-
taca o da Escada.
A' vista do atrazo era que esto as obras dcsla
secgo, e priucipalmeule as du tunncll, nao
possivel prever a poca em que a linha se abrir
au transito publico
Teixeira o quarta sec^oes.
Na tereora os trabalhos tem proseguido com
rogularidade : os que sao relativos a atorros e
desaterr esto em parle acabados na extenso
do corea de 6a 7 milhas inglezas. Occupam-se
diariamente nesla linha 500 operarios.
O'iaulo a quarla. executam-so trabalhos pre-
paratorios, afim de principiar-so brevemente a
construeco,
Da fahia.
A linha desta estrada esli dividida era 6 sec-
ces.
As obras cxeculadas na primeira apresenlam,
em geral, as desojaveis condicoes de solidez c
perfeiQo. As irregularidades que se notara sao
fcilmente remediaveis
O pequeo liinnel ou subterrneo de Perip^ri
aclia-se j perfuradode uraa outra extremida-
de, lendo de coinprimento 216 ps, c est con-
cluido lodo o seu revesiimento. Para a condu-
eo desle luanel falla a cqnslrucco das fa-
chadas.
Esl quasi concluida a obra do viaducto sobre
a enseada do Ilapagipe; trabalhase actualmente
no asseiitamento dos trillaos. E'a obra mais im-
portante de toda a estrada ; o seu cumpriracnlo
tulal de cerca do 1.820 ps.
oria tern tomado medidas tendentes a
o sy.si.cma de administracao e do lisca-
m corno o servico de transporte das
diminuir despeza do pessoal orn-
as obras redu/.indo O seu numero.
|;.i progrossiva do rondimento tem per-
uiius redurecs, nao s nas laxas dus
lonoios O objecljs, cuja baixade proco
(esta conveniencia publica, quaes sao
alimenticios e as machinas destina-
iura, mas laniboin na taiifa dos via-
icuiaiido-so, quanlu pussivel, por as
ao alcance de todas as classes da so-
2.a SOCCo.
s dosla soecn loom proseguido, posto
ment. Al 31 do do/.ombro ullimu o
lo imporlou cm 1,671:9039160, cerca
quantia cm que foram oreados.
ura das poco para a perfutaco do
innel lera sido contrariada por graves
O inl>:rroi.;6'S, rnolivadus por ati:i-
0 coslumam subrevir em obras de se-
al ureza.
porm do laes conlratempos, qoe a
adminisli icio da cnmpantiia o o governo Icem
Canlagallo, e para tal firn fazora-se os convenien-
tes cstudos na serra.
OBRAS PUBLICAS NO MUNICIPIO D\ COBTE.
Canal do mangue da Cidade Nuca.
As obras teein prugrodido regularmente.
Acham-so concluidla 200 bracas do canal alera
dos 50 que, antes do contrato celebrado com o
empresario, linham sido construidas como en-
sato a expensas do governo.
Deve ler esto canal 575 bracas cm sua exten-
so total : esto perianto os trabalhos quasi era
metade.
Den-SO principio a ponte do Aterrado, que lera
de ser construida de podra e ferro, e acham-sc
quasi promptas urna das pontos pensis e urna das
lixas.
Na baca teem continuado tambera os traba-
lhos, o esto adialilados.
Espera-se que todas as obras se acabein al o
din do anuo de 1S6J, praso estabelecido.
Caes da Gloria.
As obras desle caos achem-se muito adianta-
das, o toera sido executadas cora a rogularidade e
perfeico desclavis.
Por circumslaucns attndiveis o governo pro-
rogou por seis mezes o praso estabelecido no
conlralo para a concluso de tolos os trabalhos,
e que devia Cuidar cm 23 do dozembro do anuo
passado. *
E' de esperar que ueste praso as obras se con-
cillara.
Tendo-me representado o engenheiro encarre-
gado de flscalisar a execucao desta obra, C. Nea-
to, que pelas observages que havia feitu duran-
Os caes, paredes, e canaes de esgoto.proraot-, lo OS trabalhos reconhocora que a ac\-o do mar
lera longa duraco. | sobre o caes nas occasiOes de gran les ressacas
Quasi lodos os trabalhos do atorros e cortes nao poderia deixr de causar grandes estragos no
eslo completos. O mais importante deslos cor-' parapelo, sendo construido de podra de alvena-
los oda Olaria, cuja extenso de porto do ra. como fura contralado, e que perianto couri-
60,')00 jardas cubicas.
Ach se eslabelecida avia permanente cm urna
extenso de 13 kilmetros 0,670 (prximamente
2 leguas 0.215), e est laucada a primeira cama-
da de lastro sobra tima parto da estrada com-
preliandendo porto de 8l) bracas de compri-
luenlo.
Concluirn!-se todas as muralhas de seguran-
ct que linham sido projectadas. Apenas era al-
guns lugares devera ser feitus inda trabalhos
deslina los a amparar a estrada.
Todas as pontos, ponlilhes e esgotos esto
tambera acabados, excepeo de urna ponto que
se acha em principio.
A casa para a eslaco da Jequilaia esl era
couslrucco ; concluio-se um arrnazera com ca-
paciiade para acommodarS locomotivas; e tra-
balha-se nos edificios que devera servir para of-
finas c deposito de machinas.
Se, como de esperar, proseguirem os traba-
lhos com a iegulavridade e boa direceo que lera
lido, e se os uo enibaracarejii circuinstancias
extraordinarias, poder no lira do prazo Qxado,
(30 de junho do correle anno), eslar concluida
a linha deiita sece.o, a qual comprehende 1 1(2
milhas ddSapilal al o eugenlio Aral.
I i n if 4 segunda seceo progrido a oxcava-
e rdnover pelos moios possiveis, nao
para que se nutran; roceios sobre o fu-
i obra iinporlanlissiina, na qual se
m as inaiores dilliculdadcs da em-
lhos a que me reCiro se comprehen-
dom no (onlrato de enipreilada, do qual j ton-
ecimonlo, celebrado pela companliin
ccuqo de tolas as obras porleucenles
parto i a seceo que se estn le da Belm at o
que a serra ser iransposla pelo gran-
ela parle, cuja linha de 17 1(2 mi-
esma secc-o abrang.i ainda a que me-
o ultimo ponto e o da confluencia dos
Ipy c Paralaba com a extenso do 11 lt.2
anhia j sujoilou A approvaco do go
planos conecruentes nao s a esta li-
tarabera ao son prolongamenlo na ex-
17 1 [2 milhas, o continuara os estudos
diante.
nisso espechl, nomeada pela assem-
accionistas no principio do auno passa-
xarainar o fundaraciilo das queixas c
felas acerca da execucao do contrato
i para a coiislrucc,o das obras, apresen-
er concluindo que nao eram pruceden-
parecer foi approvadtjpela mesma as-
Fundos garantidos.
Da im >orlancia real do emprestimo de Lon-
dres, qu de 12.666 6663666, restara ainda ds-
poniveis 10,220:3399816, alm de 4,200:0003uOU
que a companhia lem de ha ver ainda dos accio-
nistas.
stas quantias espera a empreza poder
io vallo do Parahiba, e construir nao
ilhas pela margera desta rio. S do cn-
dianto so farao precisas novas erais-
Com
chegar
poucas
lo era
soes.
Os fui
rentes d
vada do
verba, c
os sacri
estando
est ore
ximo a o
da gara
var-se 3)
munissmos semiores
- tes d\ iucao.
REPRESB.XTAN-
dos disponiveis eslo arender era diffe-
iposilos, q em conacqucncia da taxa ele-
juros na praca, os rendimentos desta
editados no thesouro, muilo attenuam
icios do Estado, b' por esta razo que,
j realisados 20,466:666)666 de capital,
ida apenas era 253:333$333 para o pro-
uo de 1860 a 1861 a despeza procedente
Um de juros, quando alias deveria ele-
1,023:3333333.
o Kecife.
1.a seceo.
O ser ico do trafeso tem continuado com re-
gularid.de ; efelizmente se nao tem ainda de-
plorada acontecimento algum do carcter grave.
Quan o s obras desta seceo, tcm-se verifi-
cado qi e nem todas foram construidas com a in-
dispens ivel seguranca.
Urna das mais importantes, o viaducto do Ca-
banga, foi por tal modo fcita, que se reconhe-
(Conlinuaco.)
OBRAS PUBLICAS.
. ESTRADAS DE FERRO.
De D. Pedro 11.
1.a seceo.
Os dofeilos de construeco das obras dosla sec-
eo obrigararn a companhia a fazer importantes
reparos e reconstrueces na maior parto das
pontea e boeiros, o em toda a linha, durante o
anno passado, e especialmenio ne segundo se-
mestre. Estes trabalhos molhoraram a estrada
consideravelmente, e de esperar que d'ora em
dianle preste bom servico sem intcrrupc&o.
A renda avultada, que no mesmo peiiodo a
companhia percebeu, habililou-a para occorrer
s despezas extraordinarias que essas obras exi-
giram.
Convindo, pelas razoes expostas no relalorio
do meu digno antecessor, que fossem contrala-
dos na Europa empregados pratlcos, que ee in-
cumbiesen nao s dos ser vicos da administracao
e conservacao da linha, mas tambera des que
ceu a
luida p
conveii
que na
que aqi
agentes
Os tr
dos, e
iecesidade de ser sem demora substi-
>r um aterro em linha curva. O governo
nesta substuico, declarando porm
i concorreria com quanlia algoraa, visto
ella obra fra sempre reprovada pelos seus
ibalhos desse aterro foram logo comeca-
e^ra sido execulados satufactoriamenle,
achando-ie j terminada em grande parte.
As p tmtes que atravessam os ros Capibaribe,
Matio-(;olombo, Jaboato e Pirapama, posto que
estejan- construidas como solidez, apresenlam
defeito. quecumpre corrigir.
O goerno em pregar os moios a seu alcance
para que sejam remediados estes e outros doiei-
tos que se nolam uas obras.
Est'i concluidos os edificios das estacoes da
Boa-V agem e do Cabo.
Nao posso apreseotar-vos os quadros da re-
ceita e despeza desta parte da estrada, bem como
do me imeato do seu liafego, por nao me terem
sido re mettidasinformacoca.
2.a seceo.
A ob ra de maior importancia desta soeco o
tunnel do Pari.
Com)caram-se asexcavaces nos dous pontos
norte e sul, e tem-se exccuiado outros traba-
lhos : i sea comprimeoto total dere ser de
cerca c e 480 pis Ingleses.
Os iiversos trabalhos da linha esto em gerel
sao relativos i Iraccio, o gorexno, soititado pe- pouco disalados, e apresenlam em grande par-
Na
cao do ItftnneitB' Upelle, que' deve ser de cerca
e 630 pes. Est aborta urna galera inferior
desdo a Irada occidental do lonnel at o se-
gundo poro, -v, qual se prosegue na exeavaco
a encontrar a galeria que vera do terceiro.
Esta seceo j oiTerece dift'erenles laucos de
estrada, posto que anda grosscirame-itc feitos.
Todos esles trabalhos sao executados por mo-
do salisfactorio, e cm geral o material empre-
gado melbor do que o das obras da primeira
soeco.
De Sanios a Jundiahy.
Tendo-se difQcullado em Londres a organlsa-
co da companhia que devia a tomar a si a cons-
irucco desta estrada, julgou o governo ser in-
dispensavol alterar algumas das condicos anne-
xas ao decreto de 26 de abril de 1856, afim do
conseguir com brevidide a rcalisaco desta em-
preza, cujo embaraco principal, segundo allega-
ran 03 eoncessionarios, eslava na circurastancia
delimitar-so a 33 anuos o prazo da garanta de
juro3, quando s oulras de idntica nalureza, da
llihia e Pcrnambuco, fra esle favor concedido
por espajo de 90.
\\.o governo pareceu altendivel essa rcclnmaeo,
visto que os capitaes deviam affluir com prefe-
rencia para aquellas uutras emprezas assim mais
favorecidas era ponto lo importante ; e pelos
decretos do 2 de abril o 30 de oulubro da anno
pasado fez essa concesso empreza.
Conjunclamento. estabeleceu-se que o paga-
mente dos juros, durante a construeco da es-
trada, doixar de ficar a cargo do governo, deven-
do a companhia, para cobrir as despezas proce-
dentes desse pagamento, levantar um capital que
seta addicionado ao primitivo, e gozar, como
este, da garanta de juros, depois de verificado u
sei total eraprego.
Perniiltio tambera o governo que todas as
ac;es podessem ser cmitlidas na praca de Lon-
dres.
Finalmente, acrescentaram-se algumas oulras
disposices que parecoram convenientes, e que
soacham no citado decreto de 30 de oulubro do
amo passado, e no do 7 de abril ultimo
Mediante as referidas eslipulaces .acha-so fe-
liznente organisada a companhia*.
Todos os decretos citados se acham annexos
so) a letlra E.
Segundo as ultimas noticias, Iralava-se da for-
marlo do contrato definitivo com o conlratador
apesenlado pelo agente dos eoncessionarios, e
esierava-se que em breve serla concluido, c se
coaecariam as obras da estrada.
De Tamandar ao rio Una.
trgansada a companhia, que toiuou a si a
cotslrucco desta estrada, deu-se comeco aos
tralalhos os quaes teem progridido rcgular-
ineile.
De Mau.
Sao satisfactorios o estado de conservacao des-
ta osUada t o do seu trera rodante.
Houve alguma diminuico, durante o ultimo
anno, do numere de passageiros, o qual desceu
a 48,569, tendo sido do 50. 834, no de 1858.
O tranrporlo de cargas aprsenla, oorra.ono-
tavel augmento de 615.000 arrobas, differenca
entre o numero do 1,562:000 e o de 2.177,000
arrobas, 'transportadas no anno de 1858 e no
de 1859.
Acomanhando esto movimenlo ascendente,
a recela que fora de 319:148^151 em 1858, su-
bi a 39:7359559 era 1859.
Pelo ( ntrario, houve decrescimonlo na des-
peza, qu tendo chegado a 261;z47j>158 no pri-
meiro dstes aonos, reduzio-so a 244:347J864
no. filio .
A vis do que, e achsndo-se sol vida a divida
que pes a sobre a companhia, pde-se conside-
rar i aro vel o seu estado.
De Nielkeroy a Campos..
O pre dente da provinuia do Rio de Janeiro
lom iu deliberacao de rescendir o contracto
que for celebrado no Io de dezembro de 1857
pan a nstrucco desta estrada. Esta resolu-
co oi rada a effeilo, procedendo accordo da
raii ria os (empresarios.
I Porto das Caixas a Canlagallo.
T rm aram-se as obras desta estrada, a qual
v%i lo I rio das Csixss at 4 raz da serra de
Pril ur( e foi aberta ao transito publico no dia
1) o i passado em presenta de SS. MM. II.
A pr incia do Rio de Janeiro garante o juro
de' X capital nellas emprendo al a impor-
dons mil contos de ris, alm de serac-
ulii para sua duraco que csse material fosse
substiluidu na face exterior por cantara grossa,
foi ueste sentido alterado o contrato com o em-
presario. Tambera foi modificado quanlo s di-
menses do mesmo parapelo alim de evitar que
em laos occasics o mar veucendo a sua altura
alague a na. O augmento da despeza prove-
niente destas alleraces de 50:000}.
Morro do Castello,
O governo lera tratado de habilitar-se para for-
mar um juizo definitivo c seguro acerca dos tra-
balhos que cora preferencia devain ser foilos por
causa do estado ameacador do grande pirie desle
morro, j lo habitado, e otn cujas fraldas esto
assentadas ras extensas, e das ra>is populosas
1 da cidade.
Os desmoronamentos que as copiosas chuvas
do anuo passado occasionaram, tacto que em lem-
| pos anteriores linha j par vezes acontecido era
iguaes circuinstancias, despertaran! novamenle a
atlenco do governo, que logo inandnu proceder
I por coinmisses de peritos a serios examos.
Do resultado deslos prmeiros trabalhos deu-
I vos conhecimento o meu Ilustrado antecessor
1 era son relalorio.
l'icaram araptamente demonstradas a grvida-
de do perigo, e a indeclinavcl necossidade de re-
tantia
move-lo por raeio de obras, que por sua nalure-
za exigirao, quaesquer que ellas sejam, avullados
dispoudios.
Nao foi porm, nem poa s-lo sem cxanies
especiaos mais accuiadus, resolvido o problema
se coiivm, conservando se o morro, proceder
a grandes obras de seguranca, ou antes arrasa-lo
A soluco desle problema depende do esludu de
questes complexas, a qual demar.da lempo.
Incumb este importante traballio a urna com-
missao composls dos habis engonhoiros Lae,
Nealo, Cinly e Lrwv ; e o governo aguarda o seu
parecer, que sugeilar vossa cousiderscAo, lo-
go que o receber.
No entretanto exocularam-se algumas obras
provisorias destinadas a prevenir a inimincucia
do perigo.
Helliorainento das callas de esgolo do bairro do
Cllele.
O mo est-Jo destas vallas urna causa per-
manente de insalubridade nesse lu frequcniado
e populoso bairro da cidade.
Sendo pois de manifesla c urgente necessida-
de remediar scmclhante nial, mandn o governo
proceder pela inspeceo geral das obras publicas
ao orcameuio das despezas que exige nao s o
melliorameulo das vallas existentes, seno tam-
bera a abertura de alguns rainacs com direceo
ao mar.
Segundo este orcamento devem importar as
despezas em 179:383J.
A elevaco desle algarismo impedio-me de
ordenar a realisaco das obras, por exceder as
torcas da respectiva verba, cujo augmento uo
posso deixar de pedir-vos para este fim.
Estrada da Boa-Vista Gavea.
Concluirn!-se as obras desta estrada.
O governo obrigou-se a concorrer para ellas
cora a quanlia de 14:628;$.
Estrada de Santa Cruz.
Foram coustruidas novas ponles sobre os rios
Guando c It.
Calcamenlo do Aterrado.
Concluio-se esta obra que o governo, pelas ra-
zoes expostas no ultimo relalorio, deliberou man-
dar fazer por conla dos cofres pblicos.
Obras a cargo da inspeceo geral das obras
publicas.
Durante o ultimo anno foram continuados to-
dos os trabalhos comegados para o abastecimen-
to d'agua nesta cidade ; e a outros se deu prin-
cipio.
Na linha do novo encanamenlo do Maracan, o
qual segu das caixs do meio da serra da Tiju-
ca para as origens do rio, foram assenlados 888
tubos, alm dos que se collocaram para substi-
tuir os arruinados e conslruinm-se muralhas e
oulras obras para sua seguranca e para mellio-
rameulo da estrada por onde passam. Esle en-
canamenlo j chegou ao alio da Boa-Vista.
Continuaran) os trabalhos de conservacao no
antigo encanamenlo do mesmo nome.
Para terminacho das obras relativas s caixas
da serra da Tijuca faltam apenas algumas pe-
quenas muralhas e um SQude de cantara.
Nas caixas de purificarlo e deslribuico do
Barro-Verraelho proseguiram as obras segundo
o respectivo plano.
Deu-so principio substuico do encanamen-
lo arruinado de andarahy-Grande por oulro de
tubos de ferro de maior dimetro, e esli a con-
cluir-sc a nova caixa.
Traballn-sc no prolongamiento desle encana-
menlo desde o Eogenho Novo ao Pedregulho e
do Beraflca Praia Pequea.
Junto ao aqueduclo geral da Carioca foram fe-
las algumaa muralhas para sua seguranca, o con-
tinuaran] as obras de construeco da respectiva
caixa.
Execularam-se trabalhos de conservacao, nos
encanamenlos das Larangeiras e do rio Cabeca.
Foram assenlados novos encanamenlos, e con-
cluidos os que linham sido j principiados,nas
ras de S. Francisco Xavier, Engenho Novo, Bem-
Qca, Campo-Alegre, Sanio Amaro, Guanabra,
Ypiraoga, Santa Thereza, Serocaba, Santa Chris-
lina, Paraso, Pinheiro, e no morro de Santa
Thereza.
Em diflerentes nonios da cidade collocaram-se
23 torneiras publicas. O numero destas, na ci-
dade e auburbios, eleva-sa a 490, nao se contan-
do as dos chafarizes.
Foram concedidas a particulares 225 peanas
d'agua. Sobe a 1,900 o seo numero total.
Tem-se continuado a (aser p1antac,5es de ar-
vores nas proximidades das uasceojles e dos en-
canamenlos que sao por eslas abastecidos, tra-
tando-se ao mesmo lempo da conservacao das
maltas ooutadas.
Concluio-se a abertura da ra que, partindo
de Matacavsllos, se estendo at o alio do mor-
ro de Sania Therez, a esl franqueada ao tran-
sito publico, fallando apenas algumas obras psra
sua seguranca.
Continuara' os trabalhos para abertura da es-
trada de rodagem destinada a ligar o alio da
Boa-Vista na Tijuca cora o Jardim Botnico da
l.aga. Devera conc4uirse al o fira do corrento
auno. .
Foram conservadas, e em algumas partes re-
paradas, as estradas de Santa Cruz, da Pa-
vona.
Dpxo de fazer menco especial de outros tra-
balhos execulados pela inspeceo geral das
obras publicas, por serem do menor importada.
OBRAS Pl'BlCAS >"AS PROVINCIAS.
O governo autnrisou a applicaco das segnin-
los quantias obras publicas provnctaes no exer-
cicio corrente :
Provincia de Sania Catharina 25:0005000i
de S. Pedro 30:0OjOOO
do Espirito-Santo 11:612*500
da Babia..... ?0:00t)000
de Sergipe .... 14:IXIO#i>03
das Alagoas .... t5:000c00O
dePeinambuco 31:01 IgoOO
da Parahyba 15:00OaO0O
doRioGiandedoNorte 4 500fcO0O
do Coar..... ISiOOOjOOO
do Piauhy .... 12:0003000
do Maranhao 20:000>OUO
do Para..... 15:0005000
do Amazonas 10:00l);00t
de Guyaz..... I0:00l>000
de Matto-Grosso l.OOOjOOO
de Minas-Geraes 33:000300;)
do Paran .... 20:OtH)gOOO
de S. Pauto .... 39:000^000
371:154^000
As obras a que lem sido applicdas estas quan-
tias sao as que passo a referir:
Santa Cathariiia.Molhoraraonto de estradas, e
especialmente da que communici a provincia
com os dislrictos da Vaciara e l.aga-Ver-
melha na de S Pedro.
S. Podro.Melliorameulo de estradas, e particu-
larmente construeco da que destinada a
communicar osla provincia com as do Paran
e Mallo-Grosso.
Espirito-Santo.Conlinuaco das obras do canal
de Iianas.
Baha.Mellioramonto da estrada entre Valonea
e Victoria, e obras de seguranca da montaiihn
da capital.
Pernambiieo Itpparos da ponte do Becife, o
construeco do caes junio ao palacio do go-
vsrno.
Rio Grande do Norte. Reparos do aterro do
Bio Salgado.
Coar.Melhorarnento de estradas.
Maranhao.Reparos e inclhoramenlns na ostra-
da do Carainho-Grando. que commuiiica a ca-
pital com diversos pontos do interior, e na
que vai da villa da Corda da Chapada ; e
abertura da estrada cutre Caxias o Barra da
Corda.
Para.Trabalhos preparatorios para abertura da
estrada destinada a communicar a capital com
Braganca.
Coyas.Reparos de estradas o pontes.
Mallo-Grosso. Mellioramonto de estradas
Muias-Goraes.Mellioramonto de estradas, e en-
canamenlo d'agua polavel para a cidade de
Barbacena.
Paran.Coiitinuaco da estrada da Graciosa.
S. Paulo.Mellioramonto de estradas, e especi-
aliueiileconlinuaco das obras da de Avo-
nhaii lava ao Itapra, desobslrucco do ro
Itibeira.
Rio de Janeiro.O governo auxiliou a obra do
encanamenlo de agua polavel para a capital
da provincia forneceudo urna porco de
tubos.
De oulras provincias ainda nao recebi infor-
maces.
Estrada de rodagem da companhia Unido e
Industria..
Segundo as informaces prestadas pelo presi-
dente da companhia, |em progredido com acli-
lividade os trabalhqs de construeco da parte da
estrada comprehendida entre Pedro do Rio c a
eslaco do Juiz do Fra. Eslo all empregados
3,500 operarios.
A parle que vai do primeiro ponto Posse j
foi franqueada ao transito publico.
A que se eslende da parte do Parahybuna
eslaco do Juiz de Fra esl concluida.
aparle restante da linha vo muito adiauta-
dos os trabalhos d'arto, e esto quasi a termi-
nar 03 de movimenlo de trra.
IConinitar-se-Aa.)
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA-
Temos cartas da cidade do Ico, e de uraa
dellas extractamos o seguinle :
Nada de novo propriamcnle (eraos por c.
mas ha cabido chuva de modo que nutrimos es-
perances de fartura.
Sobro poltica, nao preciso dizer-lhe quo
vai no seu ram ram: todos dormem, e ninguem
se inquieta pelo dia d'amanha a este respeilo
feliz quietismo I Todava posso afiiancar-lhe que
ser eleito deputado o Dr. Raimundo, e supplen-
le o Dr. Benjamn, segundo o actual accordo ge-
ral, como j de outra vez Ihedisse
Corre quo o vigario Frota deseja permutar a
freguezia pela de Maria Pereira ; mas don qua-
rentena a esto corre, porque ello comeca che-
gar-se para aquellos de que se segregara.
c Ua pouco daqui seguio para a capital o ox-
commandanlo do destacamento desta cidade, o
alferes de 1* linha Antonio Jos Pinto Bandeira ;
e ja temos por c o seu substituto o capilo do
corpo de polica Joaquim do Carrao. Ainda igno-
ra-se quem seja o substituto do delegado Tei-
xeira.
Foi preso o Jos Vicente, filho do reino Sou-
to, como indiciado em crime ee furto de caval-
los ; ha fortes ameacas, cuja narraco aguarde*
para outra vez
O Dr. Rufino de Alencar continua aqui a ou
ter verdadeiros triumphos na sua prosso de
medico, fazendo-se cada vez mais credor da
estima dos Icenses.
O commercio deslo nosso lorro vai em urna
completa desgraca ; s se falla em quebradeira.
quo nunca lero sidas, quem sabe 7
Por aqui nada se diz a respeilo da senatoria.
Sem embargo, porm, os mais |f mbrados sao o
desembargador Figueira de Mello e o Dr. Tristao
de Alencar. Algumas hesitacoes levantam-se
acerca do primeiro, mas icio ainda sao lampejos,
3ue nada exprimera contra elle, porque em ver-
ade acho mais disposico a sou favor ; o quo
bem pode ser o resultado do segundo nao dar
passo para este fia, ao menos como supponho a
me consta.
c O nosso clero vai como sabe. O padre Theo-
dulpho Franco Pinto Bandeira que se destaca
desse fundo escaro, quer como homem, quer como-
sacerdote de virtudes evanglicas. Na tribaoa
ssgrada todos os dias conquista novos louros, pe-
recendo a sua predica como que inspirada ; e es-
te effeito ainda ha pouco todo aejai txptnstea-


u>


*

tarara nos sermoes de encontr e da dosceudi-
menle.
Remeltcm nos a seguinle noticia obro um
acto cuja importancia rcelama por urna provi-
dencia ; a qual dove apparecer, estamos cortos,
apenas ejam estas linhaslidas pelo Sr. T)r. elis-
io de policio, que integro, como nao soTrer
juea impunidade tome vulto mesmo aqui den-
tro da cidade, aos seus olhos.
Das 8 para as 9 horas da noite, do da 4 do
corrate, foi brbaramente pancada no lugar
passagem da Magdalena, junio ao porlo do Sr.
Jos Antonio Bastos, urna preta escrava do Sr.
Antoaio Joaqun de Paria, morador no masmo
lugar, de cujo cspancamenlo se ada a mesma
cm perigo de vida, sendo o autor o prelo Luir,
serevo do Sr. Joo Bernardo do neg Valonea,
pelo que diz a victima e cousla de algumas pes-
soas do mesmo lugar.
Ate.-ta data a polica parece nao ler conhori-
anento desto delito, apezar de ser elle Distante
grave publico, e nu dever o autor passar im-
pune, para que nao se reproduzam outros factos
scmelhantes. *
E' para lastimar que nao haja naquelle lugar
tim inspector de quarteiro ; poisque a referida
preta estere all exposta at as dez horas da roa-
iiha, sem ninguem importar-se com ella, e me-
atos apparecer urna providencia I
Informam-nos que tem-se dado no 3o ba-
lalbo da guarda nacional deste municipio o abu-
so de serem recolhidos priso, por falta de
cumprimento de servico, guardas que para este
nao foram avisados.
Ora, sem esta condicao previa, como saber-sc
o quando cntra-se de serv-co 1 E como pren-
ler-se a quem ignora que Ihefoi marcado ser-
vico para este ou aquello dia
Solicitamos a quem competir que seja isto
syndicado, assim como que se coarcte o abuso
indicado.
Ilontem falleceu um ataque de angina, o
Sr. Marcolino de Rorja Gerades, agente de lei-
les eslabelecido na ra do Imperador, deixando
na viuver e orphandade sua senhora e quatro (i-
lliiuhos em tenra idade. *
Foi capturado pelo delegado de polica do
termo do Limoeiro, o reo Alexandre Gomes de A-
raujo Jnior, por estar pronunciado por crime de
ofensas phisicas graves
Foram igualmente capturados pelo snbdc-
legado de Buiquc o reo Flix Callindo de Carva-
lho, pronunciado por crime de reduzir a'escra-
vido pessoa livre.
Pelo delegado do mesmo teimo, Licerio Bezer-
ra Cavalcanli, pronunciado por crirne de offensas
phisiras em Manuel Ignacio Bezo ira,
Sahe boje para a ilha de Fernando de No-
ronlia e baixa das Cabras, perigos no occidenla
da mesma ilha, a crvela a hlice l'ianio, rom
o Sr. chefe de diviso commandante da eslaco
aval, e seu ajudontc d!ocdens e secretario.
Consta-nos que o tim desla commisso pin-
lar-se urna baha que existe no referido baixn, e
observar-se que utilidade se pode tirar dellr
para a navegaco, em vez de ser um escolho pa-
ra ella e urn oslorvo.
Seguem os mesma curveta vinte sentenciados
militares.
W incrivel a assuada que coslumam formar
em Fra de Portas, ros domingos e das santos,
os remadores das embarcacoes da pralicagem,
principalmente ern nina taberna defronte do
liocco Largo, onde se reunem e proferem as mais
njenlas palavras sem atlenco s familias que
por alh residen) 1
Chamamos a attenco da polica para este lu-
gar e Ihe recommeiidamos que faca terminar se-
melliante pratico, que anda onte-hoiitem se re-
piodozio.
Furam recolhidos casa de delenco no dia
4 do correle 8 homens, sendo : livres 7 e es-
cravos 1 ; a saber : a ordem do delegado do 1"
ditrkto 2; a ordem do subdelegado do Recite 5
a ordem do da Boa-Vista 1.
No dia seguinle foram recolhidos mesma 5
Iiomens c 1 mulher ; sendo : 2 livres e 4 escra-
vos, a saber : a ordem do delegado do 1 dislric-
to 2,-a ordem do subdelegado do Recife 1 ; a or-
dem do de Santo Antonio I e a ordem do da
Boa-Vista 2.
Foram recolhidos casa de delenco no dia
G do conenle 7 homens ; sendo livjes 4 c escla-
vos 3 ; a saber : a ordem do l)r, chefe de polica
3 ; do delegado do Io dislricto 2 c do subdelegado
do Recife 2.
Foram recolhidos a mesma no seguinle da
4 homens ; livres 2 c escravos 2 ; a saber; 3 a
ordem do delegado do Io distrelo e 1 do subde-
legado do Recife.
urna
H
Mari?, preta, 5 armos, angina.
Manoel, prete, scravo, solteiro, 60 anuos,
hernia.
Izidoro, preto, 3 annos, bexigas.
Amelia, branca, 10 mezes, diarrhoa.
"Jovlta, branca, 5 annos, intermitentes
Antonio, prelo, escravo, olleiro, 80 annos, ditr-
rhca.
Ermilinda, branca, 14 mezes, con7ulsoes.
Manoel Maluquios de Albuquerque Brilo, branco,
solleiro, 22 annos, febro perniciosa.
Marcolino Borja Geraldcs, branco, casado, 36
annos, escarlatina.
Alfonso, prelo, sulteiro, 40 annos, plcoriz.
Thereza Mara do Jess, parda, viuva, 66 annos,
congesto cerebral, f
Hospital db cauidapr. Existem 70 ho-
mens e 48 mulherea, nacionaes; 5 homens cs-
trangeiros, 1 escravo ; total 12i.
Na totalidade dos doeotes existem 39 alienados,
sendo 31 mulheres e 8 homens.
Foram visitadas as enfermarlas pelo cirurgio
Pinto s 8 horas e 10 minutos da manhaa, pelo
Dr. Dornellas, s 8 horas e 5 minutos da ma-
nhaa.
Falleceram duas mulheres ; urna de diarrhea c
oulra de congesto cerebral.
ElMUO I>E PERNAMBUCO. t~ i aBBaDO % flt HJNHO DE"l880.
* .'' ..... "
o > Miguel da puvuduu uos Aiugadu. a lavor
do su mano Antonio GonQalves de sleraes, que-
foi q icm primelro requercra, visto que, lendb
idoem prac,a o aforamento, ninguem eppare-
ceu i|ue olTeteceese mais do que o oito (cu if-
mo, a cmara resolveu que se officiasse pre-
sidei cia, remeliendo-sc a pelieao e pedindo-ze
uto saro para se efecluar o'aforamento.
Despacharan)-se as pelicoes de Antonio Por-
nand:s da Silva Beris (2) Antonia Francisca Ca-
dava Tinto, bacharet Abilio Jos Tarares da
SiWi, Antonio Ferreira da Costa Braga, Bartho-
lomco Franciico de Souza, Fr. Benlo de Monte
Camello Flores, Fortnalo Carduzo de Gou-
vcia Guilhermc da Silva Guimares, Henriques
Postar & Comp., D. Isabel Raimanda dos San-
ios Pinhoiros. Jos Fernande Bastos. Joaquim
Pereirada Silva Santos, Jos Antonio Moreira
Dias te Comp. Joaquim Lobato Ftrreira, Joaquim
Domingo Tarares, Thomaz Femeniles da Cu-
nta c levanlou-so a sesso.Eu Manoel Ferrei-
ra Ajerile, secretario a escrevi. Barros Reg, P.
lego, Olveira, Gameiro, Pinto.
P.
hHARlQ DE PERMWBUCO
CHR0MCJU0DICMRIA.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSO ADMINISTRATIVA EM 8 DE JUNHO
DE 1860.
PRESIDENCIA DO EXSI. SR. DESEMBARGADO!
SOUZA.
As 10 horas da manhaa, achande-sc presentes
os Srs. depulados Reg, Basto, Lemos c Silveira,
o Sr. presidente declarou aberta a sesso.
Foram lidas e approvadas as actas das duas
antecedentes.
DESPACHOS.
Um requerimento de Bailar & Olveira, visto
pelo Sr. desembargador liscal, pedindo carta de
registro para o seu brigue Olinda.Aprsentelo
o registro do brigue Parahibano.
Oulro da viuva Amorim & Filho, igualmente
Visto, pedindo que se declare sobre quem deve
recahir o pagamento dos sellos de saques sobre
pravas do imperio, quando negociados forados
bancos.Na forma do parecer liscal.
Oulro de Frederico Roblliard, rorretor, pedin-
do os conhecimeutos do imposlo.do seu ofllcio,
que apreseutou para serem registrados.Como
requer.
Oulro, visto pelo Sr. desembargador fiscal, de
Eugenio Marques de Amorim. pedindo ser no-
mcadu Coirelor.
Oulro de Jos Antonio Pinto, tamben) visto, pe-
dindo igual uomeacao.
Sendo conclusos os autos de rehabilitarlo do
Miguel Soares Moreira de Araujo. Tev o se-
guinle despacho :Ajunte a relacao das dividas
com a quitaciio dos credores.
Nada mais houve a tratar.
SESSAO JDICIARIA EM 8 DE JUNIIO DE 1860.
presidencia do exsi. sil. deseubarcauor
souza.
Secretario, Julio Guimares.
Ao mcio-dia, aohando-se prsenles ossenho-
res desembargador Silva Guimares, e deputa-
dos Rogo, Raslo e Lemos, o Sr. presidente de-
clarou aborta a sessao ; e foi lida e approvada
a acta de 2i de mao.
E nada havendo a tralar-se, o Sr. presidente
encerrou a sesso.
II
nosf
dor
hia
ntema5 1(2 horas da tarte fondeou em
0 porto o vapor Milford-Haven, sendo prta-
le jornacs, do Rio de Janeiro at 1 o da Ba-
il 6 do eorrenle.
E s o que colhemos na leilura dells:
24 de nwio
Cr mecou hontem no senado a primeira discus-
sao do projeclo de esposta falla do ihrono.
Orai am os Srs. Dantas, Ferraz e Suuza Franco.
i hora competente apresentou o Sr. Ferruz
projeclo prohibindo rifas e loteras de qual-
especio nao autorisadas por Ici, e passando
o ministerio da fazenda lodos os negocios
ivos a loteras, sua fiscalisaco o cuntas.
N
um
que
pan
rea
A
dep
E
tensl
da
Ai;
dos
ao
con
Iriz
or
E
cmara dos deputados approvon hontem
is de terminara eleicao das commissoes :
i primeira discuswo o projeclo que faz ex4
Ta ""P"31 do P"r a dsposico doart. 3.
i n. 799 de 16 de setembro de 1854;
emendas do senado proposico da ca.nar i
deputados que approva a pensao concedid
onego Joao Baptista de Figueiredo, o qu
ede duas loteras em beneficio da igr.'jn m
pag
tadd
xou
que
E
resl
qua
da villa
e;
P
do Pilar, provincia da Porahyba dki
n primeira discossao o projeclo que man.la
r o Joaquim Dias Biealho, inspector aposer
da thesouraria de fazenda da provincia .
Min{as-Geraes a dilTertuca de ordenado que de
de receber em virtud.- do niclliuramen
obleve na sua aposenladona ;
n primeira discusso o projeclo que dispen a
oconilao Francisco do Reg Barros Falco
luico da quaniia de 77lg qon per.cbia
idade de recrutadorua provincia da Parahv a
do Noite
Lembranras kittorica da Saboija.Lo-sc
a Uazeta de Sabaya o seguinle : Parece-nos
Opporluuo lemhraragora summariamenlo algu-
mas das glorias do nosso paiz, come^ando pela.-
littras, sciencias e arles.
Vangulas naseeu em Oliambery no (im do sc-
culo.WI, foi membro da academia franceza. Du-
cis, poeta, naseeu em llontelric, no valle de
Beaufort, succedeu Volsani em 1779 como
atembro da academia franceza. De Maistre |Jo-
seili e Xavier) daus eseripiort-s celebres e igual-
menie respailareis. Michaud (Jos Praneiscoj,
nascidnem Alo.mis em 1707, historiador e poeta.
Siinl-Realfdo Sainl-Real-Vichard, nascido ern
Cliambery em 16:19, autor milito eslimado de urna
historia da conjiiranio contra l'eneza. llei-
tholle, nascido em Taloires, Este uome univer-
salmeuie conbecido; o de um do inaioreschi-
micos. e mais profundos naturalistas, quo lem
existido na Europa. Finalmente a corpora.;o
medica de Franca nao ser iiiJilTerente quando
SDuber que mu dos seos mais Ilustres meiobros,
o professorTo rienne em 1764.
A Sibuy.i, juntamente orgulhosa por ser a pa-
tria di ses don sabir% que foram tamben) dous
homens de besa, j elevou a cada um delles nina
magnifica e-lilua
ASaboya lera sido sempro frtil em homens
de guerra ; e basta citar alguns deutre ellos, sem
especificar mais panienl-ridades.
Chastel [Luiz Claudio) naseeu em Tlionon em
1792, lendii_partido como simples voluntario na
Idade de (17 auno;, acabou a sua carreira no
posto de lenle general. Elle fez rjnasi lodas as
campaiibas desde 1792 at 1814. Curial (l'hili-
ben) naseeu em Saint-Picira-el-Albigny ern 1791,
e dislinguio-se em todas as campatihas de Na-
poleo. Derour, general de diviso, nascido em
Genova. Dcsais (Jos Mara) naseeu cmThonon
cml764, foi um grande capiao, e fez todas as
cnmpnnhas de Napoleao. Elle commandou em
chefe oexercito dos Alpes em 1815, c derrolcu
o Austracos em Aix, Algucbelle, Meillerio e
loniieville.
Ainda podemos citar Doppel, nascido emCham-
lierg em 1743, que seguio gloriosamente o car-
reira das armas, depois do se haver doutorado
?m rtfedieina na universidade de Turin ; Dudas
nascido em Uvian, que servio as ordens de Na-
poleao, e chpgou a tenerte general ; Foristici
(Gaspar.)) marechal de campo, nascido em Aix
em 1767 ; Guiliet Pierre), general de brigada,
nascido cm Ch.imbery em 1765 ; Matiod (Luiz)
majorde dragoes da guarda imperial, que igual-
mente naseeu em Chambery em 1774 i e final-
mente Monifalcon (Jool nascido em Poni-Beau-
voisim e fallecido em 185, foi um distincto cabo
de guerra, e chegou no gio de lente general.
Passageiros que segueni para os portos do
norteo vapor nacional lanarassA: Dr. Clau-
diano Becerra Cavalcanii, Jos Pereira Ribeiro
Guimares, Jos de Azeredo Silva, Antonio Dias
Pinto, Joaquim Eze*riel Barbosa, Antonio Jos
Lisboa de Olveira, Jos Ferreira Pinlo Campos
Balthazar do Mouia e Silva, Jos da Rocha Mo-
reira, Manoel Baziliano de Andrade Vo" Ilde-
fonso Jos Moura, Dr. Pedro Secundino Mendes
J.ms e 2 escravos. Jos Luiz Pereira Lima Jnior
apotro da Cosa Moreira, Frauctsco Bernardi-
no da Silva Machado Lobo, Manoel Evaristo Pe-
reira do Lago, Jos Baptista ,|0 Reg0i Dr. Amaro
Carneiro Bezerrn Gavalcanli, 1 criado e 1 ascra-
vr, Manoel de Jess Olveira, Joaquim Joa de
Almeida, 2 desorioros, 2 criminosos de inorte e 3
proras de polica.
Passngpiros que seguem para a Europa no
vapor portuguez Milford-Haven : Jules Berr
Antonio de Olveira Barros, Guiseppe Barigalupo'
francisco Vidal Leite Castro, Manoel da Srr
l-ira, Gaspar Albino de Magalhaes, Francisco1'
Joaquim Junqueira, 9. JuMn Anglada.
Mataoouro publico :
Malsram-se n* da 7
cdsde 69 rezes.
No dia 8 d mesmo 84.
HoRTALimes do 7 da do oorreste :
Jos, Ufaneo, 4 ezes, espasmo,
Uararouther eaWsda pelo delegado ao hospital '
o rarlRadei cojo no me fgnora-se.
para o consumo desta
, twboranro-cpulmooar;
Jot^a, fdf 4-nn9, esearlaltw:
. Vo, totKM, 56-M- ,/^sldo lida **^^ A AnMjelo A^
Bd, dbro- aowrella.
rla^djwwaa; 6 mw, angin.
CAVARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO EXTRAORDINARIA EM 21 DE MAO DE
1860.
Presidencia do Sr. Barros Reg.
Presentes os Srs. Rrgo, Barata, Oveira e Ga-
meiro, faltando com causa os Srs. llego e Albu-
querque e Mello, e sem ella os mais Sis., abit-
se a sessao, n foi lida e appiovada a acta da an-
tecedente.
Fui lido o seguinle :
EXPEDIENTE.
Um oficio do Exm. prctidenle da provincia,
dizeudoque devendo correr por conia desta rnu-
nicipalida le as despezas a fazer com os reliaros
de que precisam as pontea e caes da roa da Au-
rora, por seren essas obras por sua nalurezd mu-
nicipaes, recommenda cmara as raaudasse
exoeutar, visto que cada dia s torna m el le* mais
urgentes, segundo declarou presidencia o di-
re.lor interino da repartirn das obras publicas.
em ollieio de l do corruule, sob II. 162.Q.iesc
respondesse S. Kx.-. que laes obras nao pertcn-
riain, nem nunca perlenceram municipalidadc,
e sim provincia, por cojos cofres foram feitas,
havendo apenas mandado u cmara proceiler a
alguns conceilos ligeros na primeira ponte da
ra da Aurora (a do lado do sul) por ler obser-
vado que ninguem delles se eucariegava, e tan-
to stu era venia !e que as l.is dos orcamcnlos
municipaaa nao se [azis menco dellas, marcan-
do-so quota para a sua construceo ou reparos.
Oulro do mesmo, aulorisando a cmara a des-
pender al ao lia do exerri. io iqrreuie a quantia
ile Ct)050li0 ris pela verba do eventuaes.Inlei-
rada, e tnandoii-se conimuiiiear roiiladuria.
Outro do mesmo, re.ommendaudo Uzease 11
cmara chegar sua presenea, no mesmo dia
em que Fosse datada. 011, quando mnito, no im-
medialo, estando elle aqu, a correspondencia
oflkinl.Iuleirada.
Urna representado, viuda da presidencia pira
a cmara informar, de dez moradoies da fregne-
zi.i do Poco da Panella, contra a resolucao que
a cmara lomara de alterar a diviso dos dous
distados de pai daquella freguezia, rguindo-a
do irregular, auaichica o extempornea,Ao re-
reador Barros Reg, que fui o Palor da proposta
d'.illeraco.
Oulro do inspector da saudo publica, requisi-
tandoo numero das nessoasfallecidas de escarla-
tina ede angina, nos mezes de mareo e abr
ultimo e maio crremeQue o administrador
do ceuiiterio satisQiesse curo urgencia.
Oulro do fiscal supplcutc em exercicio do nair-
ro do Recife, informando que James C. B. I.pear
poda cstabelecer fundicao vapor na ra do
Itrum Concedeu-se a licene.i.
Oulro do cugenheiro coideador, informando,
que, sobre o requerimento do los Fernandes
Bislos, que reclama contra proceder do fiscal
de Santo Antonio, por ler obstado a que elle des-
so andamento ao sobrado do 11111 andar, que se
resolveu a fazer, depois de ter obtldu cordeacSo
e licenca para fazer urna casa terrea, allegando
ser singlo om dos oiles ; linha a di/cr que,
dirigindo-se obra, sita na ra das Cruzes do
dito bairro, observara le com effeito o oilj do
sobrado vizinhn a mesma obra era feito d'urn s
lijollo, bem que do marca antiga, leudo consc-
guintemeute mais de oilo polegudas do grossura,__
que quaiiio a solidez dS obra, entenda que nao ha-
via iicr.hiim risco, porquanlose, estando o sobra-
do solado ha limito lempo, nao linha soffrido
nenlium detrimento, fican.lo agora amparado pe-
lo oulro que junto delle se a levantar, len.lo o
oilo exterior do sobrado, muito mais seguro
ficaria.Concedeu-se a licenga para continuar
com a obra.
Oulro do mesmo, informando a favor da pre-
tencao de Barlolouieu Francisco do Souza, e Jo-
s Caelano de Carvalho, relativamente a cons-
lrucc.o que pretenden! de casas de porta ejanel-
la no seguimento da travessa do Pou.inho junto
da casa de delencSo.-Mandou-se dar cordeacao
Outro do mesmo informando tambem favor
da prelenco de Andr de Abren Porto, que quer
levantar um telheiro volante para estribara de
tres cavallos do seu uso, no predio de marinha,
Uo lado da ra da Guia.Concedeu-se a licenca!
Outro dojuizde paz mais volado do 1- dislricto
da Murtbeca, remellen Jo o livro da qualificacao
dos respectivos volantesAo archivo.
Oulro do procurador, informando nao ler pa-
go a Guilherme da Silva Guimares a quautia de
59J60 de lapete que vendeu para o cemiierio,
por se ler ha muito csgolado a quota para des-
pezas eventuaes do cemiterio.Mandou-se re-
moller a coula ao procurador para pagal-a, logo
que o estado do cofre o pcrmiltir.
Oulromesmo informando sobre a pelieao de Joa-
quim Pereirada Silva Santos, que requr tambera
o pagamento da quantia de 102J> rs. do;arandeilas
que vender para o paviltiao, levantado no lar-
go da Praca de Pedro II, e dizendo que por ora
nao poda ser esta despeza paga.O mesmo des-
pach cima.
Ootro do administrador do cemiierio, envian-
E
o di
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faze
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que
dir
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que
do
I
pro
con
1
proil
cido
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n urna s discusso o projeclo que exonr+a
sembargodor Joo Candido dr. Dous e Sil -a
Ma de 2:366^980 em que est pnrn con a
ida publica, proveniente da impresso Jas
obras na lypographia nacional ;
finalmente, em una s discusso o proje lo
approva a aposentidoria concedida ao juiz
10 Jos Francisco de Arroda Ganara.
ordem do dia de hojo :
imelra discusso do projeclo n. 1 desto afino,
approva a penso concedida viuva e G
nareclial do exercito Joo Carlos Pardal.
em do projeclo n. 2 do mesmo anuo.
1 a
pasado, que manda contar aos ollklaes da
mac
gue
con
reml
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Sai
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le
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da
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do
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Jar
nu
ai'ehe'tidioo lias oisposiioea uo Q f art. 9" da le
. 648 del8 do agosto de 1862.
26 -
A cmara dos depulados approvou hontem O'
art 1 de um projeclo do senado, assim como ra-
rias rmendaa, additivos e subslilulkos, relativos
aos csludhntes Ramiro Jos _de Assis Alhayde
Francisco Basilio Duque, Francsdo de Paola Co
ta Jnior, Jos Marciano da Silva Pontcs Ma-
noel Rodrigues deJAzevedo Cmara e Pedro Luiz
Rodrigues Horla.
Enlrou depois em discusso, e fkou encerrada
por nao haver numero legal para se rolar, a pri-
meira emenda do senado ao projeclo que dis-
pensa as leis de nmortisaco em favor da irman-
dade do Santissinto Sacramento da villa de Caldas
e nutras corporaedes de mao moita.
A ordem do dia para boje ;
Discusso de requerimentos, e. se houver lem-
po, discusso das materias anteriormente desig-
nadas, precedendo a votacao da emenda do sena-
Jo cuja discusso Ocou encerrada
27 -
Hontem nao houvo sessao no senado nem na
:amara dos depulados por falla do numero legal.
A ordem do dia de segunda-feira na cmara
los depulados a seguirte :
As materias designadas na ordem do dia 25,
jue nao foram decididas, icajascendo a2" discus-
in do projeclo n. 96 de 183Tque approva o pri-
vilegio concedido n Guilherme Moulfech para fa-
bricar porcellana do greda cermica e louca floa,
com o parecer da commisso de commercio in-
dustria o artes, apresentado em sesso de 30 de
maio de 1859.
28
Por decrelos do 22. 23, 25 e 26 do correrte fo-
ram aceitas as renuncias quo fizeram :
O padre Rernardino Dutra da Vera-Cruz da
igreja parochial do Santa Cruz do Villarinho do
Monte, no Baixo Amazonas, e diocese do Para
O padre Manoel Joaquim Pereira. da igreja pa-
rochial do N. Senhora da traca da Pr.iuha no
Baiso Amazonas, e diocese do Para ;
O padre Jos Simplicio de Siqueira, do cano-
nicato que oceupava nfS de Marianna
O padre Joaquim LourenQo Dias, do canonicato
que oceupava na mesma S.
Foram demitlidos a pedido sen :
O ba.harel Silvino Caval.un do Albuquerque
do lugar de juiz muiiieip.il da primeira varado
termo da capital da provincia do Pernambuco ;
O hachare! Joo dos Reis de Souza Dantas do
logar dei.iiz-niimieipnlo de orphos doo termos
louindos de Pombal e Tucano, na provincia da
Baha ; '
O bacharel Candido Jos do Andrade, do lugar
de juiz municipal ede orphos do termo de Jaca-
Idein Uo projeclo n. 4 do mesmo armo, que
faz extensiva i capital do Pora a dispo*ico do
art. 3o da lei n. 799 de 16 de setembro de 1854.
y Jnairnnir-ttTBs Biealho. inspector aposentado da
f!f?""JU Pro.vi,,cia de Miaaa-Geraes. a dif-
Idem do projeclo 11. 57 do mesmo mino, quej Z,? a! il"*do <0 dei* de receber em
dispensa o capiio Francisco do Reg Barros Fal-? inua*,i! "nel""ejila que obleve na sua apo-
rhn Ka nclilnli-An ri. .....;. i. i7?.Ann_____.. SenlaOOna.
cao da reslituico da quantia de 7718000, por elle
pcrcebida na qualidado de recrutador na provin-
cia da Parahyba do Norte.
Primeira discussjo do projeclo n. 59 do mes-
mo anno, que approva a aposeoladoria do juiz de
dreilo Joao Mruricio Wanderley (bario de Coli-
gape) no lugar de desembargador ;
dem dos projectoa ns. 24, 30 e 66 do mesmo
aono que dispensan) as leis do smortizacao cm
favor da ordem lerceira de S. Francisco da ci-
dade do Campos, da irmandade do Sanlissimo
Sarramenlo da freguezia do Boipeba o da capella
de Nossa Senhora dos Humildes do municipio de
Jaicoz, no Piauhy.
que ip-
a penso concedida viuva c filbos
elheiro Luiz Antonio Barbosa ;
em do projeclo n. 3 do mesmo anno, que
a a penso concedida mi e lilha do faljl-
brigadeiro Jeronymo Francisco Coelbo .
rceira discusso do projeclo n. 26 do arl
a que uverem servido 1 bordo dos navios
ra nacionaes, quer como pralicanlcs, q
o "
de
ha
do
ip-
il o
II-
de
iei
e-
pilolos, o lempo que como laes hou
servido, qualquer que seja ,1 sua prolisslo ;
em do projeclo n. 108 de 1857, dispensai do
is do amorlisaco em favor da irmandadode
o Antonio do Porto das Caxas ;
em do projeclo n. 53 do 1858, fazendo iguil
KllSa om favor das irmandadesde Nossa Se-
a do Rosario das cidades do Periodo e
os ;
em do projeclo n. 156 do mesmo anno, fa-
o igual dispensa a favor da Santa Casa de
ricordia da cidad na GOMliluic&u e da ma-
da cidade do Rio-Claro;
onda discusso do projeclo do senado n.56
nno passado, que manda admitiir /di re sos
danto mslricula das fatuidades de Paulo
o de Janeiro ; T
om do projet-Io n. 123 de 1858. que alitorisa
' verno para pagar a Manuel Jos Teixefca Bar- V".1"'1"10 superior da gua
1 a quartia do 150:732;1J0. iinpoitJcia da ".fM,ws o Rio Bonito eCa
enea que o mcsa.o obleve conato Tazenda e .l|!',ro
i.ica. Jl,au Miliario de Meneze
orphos Jjo l.adislo
o Mello, do lermo da
ara a vara do orphos do
provincia
, ca de Pernambuco ;
0 juiz de orplius do termo da Cachoeira Fraa-
! cisco Goncalves Martius, para o lu
; nicipal da 1.a vara da ca
hia ;
I O juiz municipal c de
Japyass do Figuoiredo
l'eira de Santa Anua
lermo da Cachoeira, da mesma
O juiz municipal o de orphos Francisco Man
Nudio Pereira, do termo de Sania Atina do Ca-
roisao, para o da feira de Santa Anua, da mesma
Foram nomeadns:
O bachaiel Funcisco Ferreira Bandeira, juiz
municipal e de orphos du lermo do Sania Alina
uo Larnisao. na provincia da Batiia ;
ba.harel Tertuliano Ainbrozino da Silva MI-
.hado, juiz municipal 0 do orphofdo 1
age, na provincia de S. Pedro do Sul ,
O bacharel Joaquim do Reg Barros, 'juiz mu-
nicipal e de orphos do lermo do
provincia do Pernambuco ;
O major Anlonio de Carvalho Pinlo
nenie-coronel commandante do lisia
(arteria n. 36 da
Bahia
O major Manoel Lopes de Barros, lenenle-co-
ronel commaudaiiie do batalho de infartara n
17 da guarda nacional da provincia de Pernam-
buco ;
O major Antonio Alves de Olveira tenerte-
coronel commandante do 3." corpo de'cavallata
da guards nacional da provincia do Paran
Antonio Basilio Ribeiro Dantas Jnior, lenle
COionel commandante do batalho de infartara
n. 5 da guarda nacional da provincia do Rio
Grande do Norte;
Carlea Jos Nnrfnho Jnior e Eduardo Vugust
Lo,Unes Laxe, majores njudautes d'ordens do
co mi 11 am lo s; 1; p. 11 o r d a guarda nacional dos mu-
pira ri da provincia do
Tere merc do titulo de conselho o primelro
ofliciol aposentado da secretaria de, estado dos
negocios da marinha, Dioclzio de Azevedo Pe- i
canlia.
Foram nomeados ravallciros da ordem da Rosa1
os Srs. Luiz Miguel Quodros, bacharel Antonio
Marques Rodrigues. Drs. Alexandre Theophilo
Carvalho Leal, e Jos Ricardo Jauffret, o len-
te coronel Raymundo de Brilo Gomes de Souza,
Antonio Joaquim Lopes da Silva, e Jos Cesar
Machado.
Foram nomeados:
1 Sr. Belmiro Paes de Azevedo official pape-
lista da adoimislracao do correio da provincia do
Marsnhao ;
O Sr. Dr. Luiz Picnlznauer. oppositor da sec-
500 de sciencias cirurgicas da faculdade do me-
dicina da corte. *
Foi aposentado o Sr. Jos Ignacio de Almeida
Oouva, judanlo n cortador da administraco
do correio da provincia da Babia.
Por decreto de 25 de maio correrte, concedeu-
se a Antonio Lourenco Pereira de Carvalho a
aposentadora que requereu, no lugar, que ac-
tualmente exorce, do priraeiro escnpluraiio da
contadura da marinha.
Teve mert do foro de fldalgo cavalleiro da
casa imperial, Manoel do Reg Barros.
30
O senado approvou hontem,sem debate, cm ni
tima discusso, a proposico da cmara dos de-
putados relativa a aposentaco concedida ao juiz
de dircilo o Sr. ronselheirn Jos Thomaz Nabu-
co de Araujo com o ordenado de I:357000.
Em seguida entrn tambem em ultima discus-
so a proposico datoesma cmara, approvando
a aposentaco concedida ao Sr. conselheiro Her-
A^oaoM-cm.segAuda discusso. depois de um
meidaemi.iislrod uslica, o projeclo que f
d da le n. 799 de 17 de setembro de 1854
rom urna emenda eslendendo o mesmo favor
cidade do Rio-Graude do Sul.
Entrando por Uro em segunda discussio o pro-
jeclo que dispensa o callao Francisco do Reg
narros ralco da restituirn da quartia de 771*
por ello percebida na qualidado de recrutndop
na provincia da Parahyba do Norte, flrou a dis-
?Uta t'"l'er^',1 Pr uao h,rer casa pa:a so
A ordem do dia para hoje :
rlaT^I! Par,fl- 7 "^ n,,lerias "ormerte
designadas, precedendo a votacao do projeclo n.
57 do auno passado, cuja discusso licou encer-
feigU"iv P'rl-e [4J UB" h0" da ,;"-J ni di-
do Uir7noSCUSSa projecto de rcsP^a a falla
1 de junlni
Hontem no senado nao houve sesso or falta,
de numero legal.
A aaraa dos dePu,a(Jos approvou hontem
em 2. discusso o projecto que dispensa o
caintSo Francisco do Reg Barrus FalcSoda resli-
luicao da quantia de 771 por ello percebida na
quahdade de recrutador da provincia da Parahy-
ba do Norte. J
Votou em urna s discusso o projecto que
approva a aposentadoria do juiz de dircilo Joo
Mauricio Wanderley no lugar de des. mhargaJor.
Approvou em l. discusso tres projeclo
que dispensara as leis de amorlisaco em favor
da ordem lerceira de S. Francisco da cidsde
de Campos des Uoytacazes. na provincia do-
R10 de Janeiro; da irmandade do Sanlissimo
Saeramerto da freguezia de Bolpeha.da provin-
cia da'Baha ; e da capella de Nossa Senlior
dos Humildes do municipio de Jaicoz, no Pi-
Rejeilou em seguJ. f0m varias emenda?,
depois de algumas observaces do Sr. Vilu-i
lavares, o projeclo que ma'nda admitiir A ma-
tricula das (acuidades de diretto e medicina de
!., laulo e Rio de Janeiro. Ramiro Jos de Assis
Alhayde. Francisco Razilio Duque, e JosMa-"
nano da Silva Portes.
Entrn por fim em discusso o projeclo do
resposta falla do throno, orando smenle
Manuel Pelizardo e viseonde de Abael.
Approvou em primeira discusso o projeclo do
o governo para permitlirl
.1 mora possam possuirl
senado, aulorisando
ara o ugar de iui/ mu- 7" H' a,"""r,,,u"
*l da provincii a B i TlZTSZfi? ,1' T
I os liens de raz que Ihe fo
que Ihe lorem legsdos 011 doados.
Apprjroa-se em primeira o segunda discusso
n lica adiada para hoje na segunda, a proposico
na cmara dos depulados, aulorisando o governo
para conceder aos herdeirns do fallecido Aflbnso
Jos de Almeida Corle Rual a remissu da
da divida proveniente do aircudsmenlo
cao do Salean.
parle
do rin-
termo de
Buique, na
Lima, te-
ho do in-
guatda nacional da provincia da
25
senado approvou hontem ern 1." discusso,
lis de orarem os Srs. baro de Quaraliim,
az e Caiisanco, o projeclo de resposta a fal-
0 throno ; em I." e 2.a, sem debate, a pro-
co da cmara temporaria creando urna no-
ecielaria de estado ; cm 3." a proposico da
ina cmara, mandando auuiillir o Sr. 1)7. Er-
0 Ferreira Franca a defender these em qual-
quer das facilidades de .iireito do imperio.
cmara dos depulados adoplou hontem os
ocios quo approvam as pendes concedidas
a e lilha do marechal do exercito Joo Car-
Pardal, viuva e liliios do conselheiro Luiz
onio Barboza. o mai e lilha do fallecido
adeiro Jeronymo Francisco Colho
dopiou igualmente a cmara
idaudu c.orlar aos olliiiaes d
in servi.lo a bordo dos navios de guerra Ma-
l?*, quer como pralicantes, quer como pillos
mpo que como laes houverem servido, qtinl-f
r que seja a sua proQssao, e dispensando *(
de amorlisaco em favor da irmandade d
Lnlonio do Porto das Caxas, das irraandjtdic
Sossa Senhora do Rosario do Penedo e SauC
e da Santa Casa da Misericordia da cidadi
uonstituico e matriz da cidade do llio-Claroi
ntraodoem 2.'1 discusso o projeclo doseua-
que manda admiltir diversos esludanfes
ricula das facilidades de S. Paulo e Rio de
eiro, licou a discusso encerrada por falla di
loro legal para se rolar.
ordem do dia para amauha c :
otaco do art. i. do projeclo no senado
n. j(j de 1859, coja discusso leon oacerra.ia, e
em seguida a discusso dos mais iitigosdo mesj
mu projecto:
hiscussfo nica das emendas do senado n: I
rJcle anno ao projeclo desta cmara, que dis-i
pe sa as leis de amorlisago em favor da irinan-
da.l do Sanlissimo Sacramento da villa de Cal-
da: c oulras corporaedes de mo-morla ;
1." discusso do projeclo 11. 5 leste anno, qu.
apirova a penso concedida ao guarda naciotu
Ubjldo da Silva Brando ;
dern do projeclo n. C do mesmo auno, qie
ap irova a penso concedida a viscoudessa d
Goianna ;
dem do projecto 11. 7 do mesmo anno, qtfe
apirova a penso concedida viuva do const-
lh'iro Joo Carneiro de Campos ;
:dem do projecto n. 107 de 1859, que alterao
de'.rolo de 11 de outubro de 18*3, exiinguindio
vir culo do Jaguar, em Minas-Geraes ;
!! a dita do projeclo n. 17j do mesmo amo,
qii! npprov o privilegio concedido a Jos ler-
na do Te>xeira,para explorar e lavrar na provin-
cia do Coar as anas de diflercnles qaalidades
de mineraes que descobrio e houver Jo des-
eo irir;
'!.' dita do projeclo u. 178 do mesrrn anno,
qus approva o privilegio concedido a Thomaz
l)i:on Lowdeu para a construceo de un estra-
da de ferro na provincia do Cear ;
!." dita do projeclo n. 182 do mesmo anao, que
apirovao privilegio concedido ao Dr. GKerme
Se nich de Capauerna para preparar libra de ve-
ge a es indgenas, para o fabrico*de papel
'.'..' dita do projeclo n. I8 do mesn anno,
qu 1 approva 03 estatutos da conipanhi de na-
ve, ;acao a-vapor na bahia do Rio de Jai iro, de
qt emprezano o Dr. Chinton Van Tu
lila do projeclo n. 193 do mesrl anno,
qu; approva o contrato Celebrado com niobio
Jos Soares para a .navegaco a vapi entre
Montevideo e a cidade dq Cuyab.
- Por decrelo de 23 do correle foi pVdoado
ao I" cirurgio capio Dr. Antonio Fran seo de
Seiibiz a pena qu Ihe foi mp ta por
ezes Druramond, capito
secrelario-geral do mesmo coramando superior-
Gabriel Moreira Damasco, capito quarlel-.nes-
tre do dito command.i superior ;
Dr. Jos Antonio de Mallos Silva, capito ci-
rurgiao-mr do mesmo commando superior.
roram reformados:
Joo Baptista do Olveira Ribas, tenerte-coro-
nel commandante do 3o corpo de cavallana da
conal da provincia do Paran, no posto
Ja artiga
ertiatubuco, no
de corone
Victorino Lopes de Barros, major
guarda nacional da provincia de P
posto de teneule-cororrel.
I Antonio Xavier do Hornea, tonenle-eoronel d
amiga guarda nacional da provincia de Pcrnsm-
uuco, no mesmo posto ;
Joaquim Alves Machado, no posto do major da
ira es projectos, antiga guarda nacional da provincii do Rio de
a armada que ti-(Janeiro ;
L.riz.CWnrirtd.*l^V*.o>;.UeTro, rtlM,, 2LVi2!fSLSf.3fe l!?^.^^ ^iS Pa
brooquile.
V^*iz**t^ r***. '*. 70 ..ver da f.lha de umVmo"d. mesr
refere a guia n. 585 (3o serie), rada pkrasepul
tura reservada.Mandou-se remeller ao procu-
rador.
poder ser sepultada em calacnrrrba da irTffndade
do SS. Sacrameulo da freguezia do Recife. o ca-
Wnio de tToraes, requ%rndo mandasse a cmara
lavrar rerrab de aforamriib oV tmob da m
ser; tenf,a do conseibo supremo militar diiu
de Ib tfe abril antecedente, e'jjor oulro ecrete
da nesmj dala.fo:lbo concedida a den i que
pecio do Servico do exercAo.
. -- Pordecrelo do 23 do conenle o, nced-4
da 'eforma.na forma dalei.ao tenerte-co meldo
3 eg.mento dtf cVaUaria ligeira Joo Costa.
ubi ros Mascarenhas.
-- Por decreto de fual dia o refot ao.o o
'l^-coton'-'l do corpo d esladu-mti. ddW"
cas se Jos Joaquim do Could, por se it com-.
Foram demitlidos a pedido seu :
O bacharel Francisco Xavier Pinto Lima do
posio de lenenlo-eoronol commandante do bala-
lalhao n. 3G da guarda-nacional da provincia da
Jos Joo da Cunha Tellea do posto de tenen-
ie-coi-ouel-commandante do 2 batalho de in-
lanlariH da guarda nacional do municipio da
corle ;
Foi designado o capito do batalho d* infin-
lana 11. 12 da guarda nacional da Bahia, Fran-
cisco Jos Damasio Mallos, para major do mes-
mo batalho ;
Declarou-se sem effoilo o decreto do 27 de ju-
lho de 18a9, que nomcou a Symphronio Nuues
Je isarros para o posto do lenenle-coronel coin-
mandanto do batalho de infartara n. 47 da
guarda nacional da provincia de Pernambuco :
- 29
No senado nao houve hontem sesso por falta
do numero legal, fomou, porm, asscnlo o Sr.
Manoel leixeira do Souza, senador pola provincia
de Minas-Geraes. "
Enlrou hontem em discusso na cmara dos
depulados urna emenda do senado ao projeclo da
mesma cmara que dispensa as leis de amorliza-
cao para que a irmandade
ment da villa de Calda
nheios
dem do projeclo n. 14, do mesmo anno, quo
apprcra a elevaco de l:2Wg da penso do
OOXW concedida ao tenerte coronel Francisco
Xavier de Barros Calvan ;
dem do projecto 11. 73, do mesmo anno,
que faz extensivas as diaposkoes dos aits. 9,
Oe 13 do legulanienlo de 10 du Janeiro do
I808 aos corpos poliriaes das provincias, oe or-
garnsaeo semclhanle ao da Corle:
Segunda parte Conlinuaco da discusso do-
projecto de resposta (alia do throno.
Recebemos folhas de Montevideo at 19 do-
me/ passado. de Buenos-Ayrcs at 17, eda Cun-
lederaeo Argentina al lo.
As noticias de algumas provincias da Confe-
doracao sao dcsagradavels.
A Preiua Oriental transcreve do Impar-
cial de Cordova o boato que all corra de urna
recente rcroluco na provincia de S. Joo, pro-
movida pelo partido Benavidez, o capitaneada
por um coronel de nome Melchor Diaz. A re-
volue.io linha sido suftocada a lempo, mas o co-
ronel Diiz se havia reunido ao general Penalo-
za ern Llanos,. Ficavam presas em S. Joo
om ferr.ts aos ps 10 011 12 pessoas nolaveis
envolvidas na conspiraeo ; entre ellas urna
senhora Queiroga, mulher disuada do lugar.
Approvou por fim em segunda discusso a pro-
posico da cmara dos deputados declarando que
a jubilaco concedida aos lentes da antiga acade-
mia de mirinha. Jos de Paiva e Silva, Jos Joa-
quim d'Avila, d-lhes diieito ao ordenado porin-
teiro que peicebiam naquelle lempo.
A ordem do dia par hoje : ultima discusso
do projeclo de resposta falla do throno, lercei-
ra discusso da imlieaco apresentada na sesso
de 15 de julho do anno passado, propondo a alte-
raco de alguns arligos do regiment, com as
emendas que passaram na segunda discusso ;
lerceira discusso da proposico da cmara dos
deputados, approvanlo a aposentaco concedida
a Honorio Pereira de Azeredo CoiiUuho, no lugar
de secretario da presidencia da provincia de Per-
nambuco ; conliuuaco da segunda discusso da i Accrescentava o mparcial queso esperara igual
proposico da mesma cmara, aulorisando o go- I C0'n"lS{,,, om Mendoza. L' j a lerceira revolu-
rarno para conceder aosherdeiros do fallecido I S*.*ro S. load de marco para ci.
Alfonso Jos de Almeida Gotto Real a remissao Em Corrientes referen) timbero- os jomaos do
da parle da divida proveniente do arrendamenlo I *,0*'to-video ter corrido sangue. Ne memento
do linco do Saican, com o parecer da commisso 'do etnb"rar para o Rosario um balalhu corren-
de fazenda e com a emenda apoiada. ''"" 1ne devia ir augmentara guarnico daquel-
______________ la cidade, snblevou-se t leve lugar un con.bale
; "je bayoneta em que houve morios c fendns. De
na cmara dos deputados, honlem, o Sr. Luiz 1 00 homens, mais 00 menos, de que se compn-
Carlos luiiiamenlou e nprcsenlotl fres projectos e i "ha o bal.iilio, s conseguio-se fazer emburar
urna ii.dicacao relativos : primeiro, reforma do 100 ; o reato evadi se levando o armamento
systeme eleiloral; segundo, uebncessao ao rolle-!O Sr. Pujol, rs-gorernador da provincia e ac-
Kio 011 lyeeii que se eslabelecer m Miiim Ueraea '"-'I ministro di guerra da Cu n federa cao uuo
de privilegios igua.-s aos deque gozain os ah.ni- alt havia ido para fazer seguir es*a Irooa em-
nos do rollegfo.de Pedro II ; ierce.ro. conces- I barco no dia ar.lecedente ao do conflicto para
--!ir *8*0 B "l"'1 "" '*" co,nla,,h'as 'I'"": ,,i,r-1", lalvez por prever semelhante resisten-
emprenendam a navearo a vapor no rio do S. cia.
dn'r."if'Le.^,';',n'l0',l''s: 01u",. *orma De fucoman. Cordera e Rosario as noli,ios
do rgimen o da cmara. sao pacificas e sem importancia.
Km seguida o Sr. Mguel de Araujo furidaineii- Acredilava-se em Tucuman que seria
louum requerimento pedindo informales ao go-, do ministro general do governo da
dos sepililes I Sr, I). Benjamn Villafane.
verno, pola societaria da justica,
pontos :
nomea-
prov inris o
O Sr. Fraquetro, governa lor eleito Je Cordova
^".Hl n.S_du_v|',a.s (|."e fu,'arn ?idM por par-1 ainda nao havia asumido as
te do poder espiritual em virlude do aviso de 28 Por
de outubro de 1859, expedido por aquella serr-' 0<
redeas do goveinu-
motivos de gande.
cor.gresso federal do Paran ainda n.io se acha-
de;:;ri > V "m PX',llca'las H4e 23 de n iberio por falta de numero, linham lido lu-
dezembro do mesmo anno e em que eslado p- gar apenas algunas sessdes preparatorias d.i
.0 a queslao pendente entre o mes- i mar dos depulados ;
morusa
do Sanlissimo Sacra-
e oulras corporaedes de
mao-morta possam possuir bens de raz O pri-
meiro artigo deste projeclo foi approvado, e o se-
gundo adiado requerimento do Sr. Marliuho.
Campos.
Adoplou a cmara em seguida os projectos que
approvam as pensoes concedidas a tibaldo da Sil-
va Brandao, viscoudessa du Goianna, e a D.
Ilcunqueta Esmeiia Nabuco e Carneiro.
Approvou depois em primeira discusso o pro-
jecto que altera o decrelo exlinguindo o vinculo do
Jaguar, na.jovinc3 de .Minas-Geraes.
Approvou tambem em segunda discusso os
projeclos relativos aos privilegios concedidos a
Jos Bernardo Teueira par explorar o lavrar na
provincia do Cear as minas de diflcrenles qua-
lidadcg de mineraes que dcscobriu e houver de
descubrir; a Thomas Bixn Lowdeo, para a cons-
truceo de urna estrada de ferro na provincia do
Cear ; a Guilherme Boulier.h, para fabricar por-
cellana de greda cermica e louca fina ; ao con-
trato celebrado cora Antonio Jos Soares para a
navesaco a vapor entre Montevideo ea cidade de
Cuyab, e aos estatutos da compsnhia de navega-
cao a vapor na Bahia do Bio de Janeiro, de que
emprezariOo Dr. Clinton Van Tuyl.
Rejeilou por m a cmara o projecto que ap-
prova o privilegio concedido ao Dr. Capanema
para preparar libras do vegelaes indgenas para
o fabrico do papel.
Foi apresentado o projecto de resposta falla
do Ihrono.
A ordem do dia para amanha :
Depois da apresentaco do projecto e indicaedes
dos Srs. Luiz Carlos e Migue! de Araujo, para o
quo se venceu urgencia.
ConiinuacJQ da discusso da segunda emenda
dosenado (n. 4 deste anno) que lkeu diada a
nced-;.rquenme/)K>Ido,.Sr. Uarliitiu Campos.;
Segunda discusso do projeclo n. 77 do ion
mo governo e o hispo de Pernambuco, relativa-
mente a apieseutacoes e protestas de beneficios
erclesiaalKos, Oraran) os Sis. ministro da jus-
tica e Villela lavares, mandndoosle ultimo se-
nhor um requerimento de ordem para que o re-
querimento do Sr. Miguel do Araujo fosse consi-
derado corno indicacu e remclliuo s comrnis-
soes reunidas de negocios .-eclesistico.-; e de
coiislituico c poderes, o qual nao foi volado por
nao haver casa.
A ordem do dia para hoje :
As materias anteriormente designadas, prece-
den.lo a volaro do requerimento de ordem do
Sr. Villela Tavares, cuja discusso ficou encerra-
da ; o accrescendo :
ca-
esperava-so porm que uo
da 2a de maio leria lugar a aherluta.
Km Buenos-Ayres lerrmnuram no da 12 de
maio os trabarnos la eonvenco erteerregada de
revisara ronsliluir-o de maio! Na mesma noite
desse da leve lugar na caibedral um Te-Deum
decretado pelo governo cm solemndade de se-
melhante acontec ment.
Eisaqui a'ocio final da ullima sesso da con-
venci e redigida pelo Sr. Marmol, relator da.
commisso encarregada de confecciona-la.
Acta final da eonvenco Na cidale do
Boenos-Ayres, a \X do m.z jo maio do anno do
1600, a eonvenco nomoada pelo povo de Bue-
nos-Ayres para examinar a conslitnico poltica
que se deram as demais
r...,,:., >- -... -.a u.i.1,113 pruvincias argentinas
lerceira discusso do proiocto do senado n.56 em Io de mate de 1853 declarou
lo anno passado, que manda admiltir
esludanles s matriculas das f,
Paulo e Rio de Janeiro, com as emendas n. 13
deste anno, approvadas por esta cmara na se-
gunda discusso do mesmo projeclo.
O
O senado approvou honlem, sem debate, ern
ullima.discusso, o projeclo de resposta falla
do throno.
Approvou em seguida, sem debate, cm 3"
diacusso, a indicaco apres. nlada na sesso de
lo de julho do anno passada, alterando alguns
arligos do regimenlo, cora as emendas que o
acompanham.
Approvou igualmenlescm debate, om 3a discus-
so, a proposico da cmara dos depulados ap-
provando a aposentaco concedida a Honorio Pe-
reira do Azeredo Couiinho no lugar de secre-
tario da presidencia da provincia de Pernambu-
co com o ordenado de 2:0009000.
Continuando a 21 discusso, adiada honlem,
da proposigo da mesma cmara aulorisando o
gnveino para conceder aos honleiros do fallecido
Alfonso Jos de Almeida Corle-Real a remissao
de parte da divida proveniente do arrendamen-
lo do rinco do Saican, corr o parecer da com-
misso de fazenda e a emenda do "Sr. Jobim
apoiada na sesso antecedente, oraram os Srs
viseonde de Ilaborahy e Jobtm. Encerrada a
discusso, fof approvada, e passou 31 discus-
so, ficando prejudicada a emenda.
A ordem do da de hoje : discusso da redaccao
que e cha sobre a mesa ; 1* 2a diseusio das
propoicds da cmara dos deputados : Ia soto-
risando o governo para conceder um armo de
licenca com todos os vencimenios ao joiz de
rfireito Pedro Antonio da Osla Moreira. alim de
tralar de sua saude onde Ihe convier, e segunda
tulirisando ao governo para mandar passar car-
ta denaturalisago de cidado brasileiro a An-
tonio Vieira Maciol e oulros ; segunda .discusso
da oroposicao da mesma cmara mandando pro-
cessar, ainda que ausentes do imperio, e jul-
ger logo que forera presentes, os ddados bra-
sileiros que perpetrarem certos crimes em pai-
zes estrangeirus. com o parecer das commisses
do legislaco e conslituigo e voto em sepa-
rado. '
A cmara dos depulados approvou hontem em
primeiro lugar o requer,nenio do Sr. Villela
Tavares, cuja discusso flera adiada na sesso
antecederte, pedindo que o do Sr. Niguef d*
Araujo, que solioiuva informacoes do minislerio
* jusica, fosse enviado is commissoes de ne-
gocios ecclesiaslicos o de constilui^o e poderes
AdopHOu em seguida, depoirde algumas ob-
que em seu
dmitlir diversos J"izn, e com a consciencia de propender para o
acuidades de S. bem do povo argentino, a referida consliliiiraa
' de 1853 deve ser reformada com as condices,
suppresses e substituiecs que vo eiprssa
no seguinle quadro de reformas, sendo a Ia par-
le do quadro general um plano de projectos de
reformas,-que sesubmette ao juizo de urna eon-
venco nacional : e a 2a prrto, as condiers es-
tablecidas, expressa ou virtualmcnlo, n'o pelo
de 11 de iiovcmbro do anno passado, e que oflec-
tim as dispoiigoes conslituciouaes a que essa
parle se refere.
Segue-se o quadro de reformas, que as folhas
que temosa visto supprimem.
O Sr. Velez Sarzlleld em um discurso estirado
apreseuloii nos ltimos dias da eonvenco urna
moco para subsliluir-sc o ululo de Confederacao-
Argentina pelo de Provincias Unidas do fio da,
Prata. O Sr. Sarmiento sustenlou a moco doSr.
Velez Sarzlield em outro estirado discurso. Ara-
|ue a irroaoOade do Sanlissimo 8a^
W de Caldas e oulras torfvnq+n
i mo-morla po
Adonlou lambem 5" projeclo qu marida
quodeixou ,de rcele vUtude d, **^-l**mh<*lJX^^'?g
menfo que obteve na sua apbsenladoria. I Adontou Umi,en7n,KKT ."?
bo?, ditera as fullias de Mcnlevido, electrisaram
a eonvenco, e a moco foi approvada por ac-
clamaco. O euthusiasmo dessa sesso chegou
ao delirio.
Em dala de 15 o ministro do governo do Bue-
nos-Ayres notifica ao do iulerior da Confedera-
cao Argenlma que o Sr. general Mitre lomara
posse do governo do Boenos-Ayres no da 2 de
maio. Esse faci e os termos da nota revelam
quo Buenos-Ayres reconhece a superioridade do
governo da Confederacao as condices do paci
de 11 de novembr, que faz de Buenos-Ayres
provincia da Confederacao. O Sr. general Mitre
ofliciou igualmente o lodos os govpfnadores das
provincias, dando parte da sua subida ao poder.
Em Montevideo nada occorreu de notavel.
Da Baha nada ha digno de menco.
Communicados
A algumas palavras publicadas acera do-
conlratanto da impresso e pubifeac dos Ira-
balhos das difTerentes reparticoes provinciaes.
vimos dizer o seguinle i
Sabem lodos quo a estada de S. M. o Impera-
dor nesla provincia, lirande-a dos seus hbitos
ordinarios, deu lugar transferencia de taria
reparlicoos publicas do um para oulro edificio ;
e como nesse movlmcrto despeudeu-se o lempa
que era empreado era serreos certos exter-
minados, occorreu que os respectivos trabalho
lque nao eram ezpedienle, se demorassem em ser
rcmeiiidos para a lypograpliW ; de eorte non
aqueHes-que de*nm ah estar ro mwde flezem-
bro. lmente forant eirviadOa em maree.
-E'visto, portanto, que se a I rizo houve, pre-
v ello de entra cous, e nao da assignada is-
to #, daayvagraphio, que apviras tomou o lempo
doeeshnne a* pt*piiflea{o ; e ar om eon-
trasenso prtender-H que, nao lendo recebid

i
I


nsm
ella de dezembro a fcrcreiro as dtflerentes pcas
que Daviam do sw impresas, urna grande parle
ais quaes l- loram entregues un mez d-'po*
Ua,enun da assombla pronnr-i.l. ai dsse
*>!"tl(PlaS Ul" "P^S0 materialmente inipos-
ilsl posta, resulta que as preconizas raul-
>ias nao pudiam sor impostas h ronlralmtle,
porque a falta ou procrastinaciio nao era dolle"
-sen lo por consoguinio ellas inri acto do obser-
vador.
A Lilla argida di existencia do dous taehi-
W'lios. rc-seiile-se da mesma or geni creadora
das multas. Ambos cxisliram, cassim o rosolveu
i assiMiibu-a, rinanto algorn fez all egual incre-
paeao, que nonhiiiii elTeilo prodUaio.
ruuioi assim explicado para o publico o que
digno havia disso.
^^"-j"t'l*,^,-*ayqa'yfyTi
Correspondencias.
Srt. rcdactore*. Quando nas ruis maispubli-
cas desta populosa ctdade e om pleno da os si-
carios cravarn o panhal no seio das victimase se
evadem fcilmente, nao lia quera injurie a iodos
os redientes ou pracianos era goral; mas logo
que algum assassinalo se commeile nos serios,
orno foi o assassinalo do infeliz capitao Honiz
Barrlo, delegado do Ouricory, logo se escreve
injurias era abundancia, e como que urna voz ge-
ral se diz os serlanejos sao selragens, sao fras
indmita?, que nio rpspoitam a loi, e appellam
apenas em suas desavengas particulares para o
acamarte.
Pois boni: o atollo assignado rcio dar um dos-
tnenddo formal n essas acusacocs vagas e indis-
cretas. Irslentunha oceulardas violencias e cruel-
dad,'., oxercidaa pelo delegado aclual de Ouri-
cury, o bacharol lionrique Pereira de Lucena,
contra pesso.is pneicas o innocentes de sua fa-
milia,a pretext de nslruir-se o respailo do ver-
dadelro autor e cmplices do dito assassinalo na
pessoa Jo caprino Henir TUrrelo; perseveranle
em e i is onvircScs pacificas o conduca constante
do obediencia s aulorid idos: odiando as vas do
11 :lo, o roqflando ludo d'aeco sahitar das leis.
parti daquella villaje Ouricury, para esta cida-
oe, aoude, ten do chegadu depois de urna sores-
Bada e encomrnoda viagem, apresentou ao Exm.
t>r. presidente da provincia, a queixa abaixo pu-
blicada contra as arbitrariedades e excessos do
actual deleglo de Ouricurv, o dito backarcl Lu-
celia, podindo providimas a respeilo.
tomo o abaixo assignado a maior parle dos
homens dos nossos serles : homens de razo I
calma, do prudencia, moralidade e de maior re-
;io para soffrerem, do que os habitantes das:
les populosas, que contara mutds recursos I
contra os excessos das autoridades, e meios lc-
gai a o rfficaz< s de contlas na rbita de seus de- [
veres, uo passo que estas autoridades tpelos]
s se tornara irresponsaves, o bzem militas
czes vinganeas pessoaes, perseguices, c arbi- '
tro sua le suprema.
Nao precisa o abaixo assignado repetir nesla
correspondencia as violencias commellidas polo!
bacharel Lucena. boje delegado de Ouricury; nas;
pessoas dfl sua familia, pois que COIISttCI do .seo
requeiiinonto abaixo publicado, o apenas doi-i
xar o respclavel publico inteirndq do estado em
; (ix tu a sua sagra, I). Isabel Adolaide de!
Squeira Granja, viuva do coronel PaciQcu Lopes;
de Squeira, ruja vida foi Ilustre por sua mo-1
deraoo e relevantes serviros prestados ao go-1
Yl'MIII.
Sito, doixou esta infeliz viuva presa em um I
quarlo escuro, incnmmunicavel, sentada no chao
por nao haver cadena, ncm quahjuer usro rao-1
vol, qpe I lio servisse do assenlo, doenle de aslh-
ma. sem ler quom a serviste e ohmios quera llie
ministrasso remedios e outros soccorros, e ex pos-
ta a om assassinalo commotiido em nome da loi.
E quando meios, como estes, irritam e in-,
dispoom muitos nimos, se ousa dizer que. aquel-1
le delegado levava desia cidade instruccoes para
urna roisso inllligente, enrgica e ao mesmo
(euipo prudente e imparcial, procurando ver se
o lenenle-coronel Alvaro Granja, a quera se im-
pula o dilo assassinalo, so onlregava a prisao, e,
com elle seas verdadeiros cmplices I
Pareca que o gorerno, querendo promover a
prisao c punirn do autor e cmplices de seme-
lliame aiii ni ido devia mandar como sen delega-
do um homcm do prudencia, aclividade, lino,'
prespicacia eronOanca goral bem merecida pelos,
edn les de sua vida, polos seus bons servi-1
os o Deis dcdicacocs a jusiiea o bem publico, e'
nao a um mo(0 inexperionte, que tonda servido
de delegado nesla cidade do Recito deu provas I
pudesse ella ser luccorrid com rW-dius, man-
dn recolhe-l a a cadea. allegando, que sen pai
lambem era um coronel c estivera preso iucom-
municavel o. com forro ans ps
fiestas circiimstancias esta sonhra, ali/Ss in-
nocente, tena succuiobidu, se Dos nao livesse
amparado seus das de vida.
Deixou o supplicanle pajsar alguns das a ver
se otempopolcria quebrar asurard'aquelle de-
legado. E assira no fim o qualro dina roine-
reu-lhe, mostrando que nao era pnssivel que uma
senbora, ja com alguma ida lo. delirada, habitua-
da a bom intrnenlo, e Jocote, pudesse suportar
uma tal prisao, sera ler pessoa que a servissem,
sera puder dormir de noito cora os hmdos das
senlinelbs. e vo/.orias dos soldados. E nao quiz
aquefle delegado despachar a policio, dizendo
vcalinouto que o preso devia estar sonde era
a prisao publica, o por conseguidle que o nao re-
mova para oulra prisao.
Resignando-so o supplicmite e outras pessoas
de sua familia a soffrer estes massacros. Neslo
entretanto aquello delegado uinudou era rom-
miss.io o lencnio-coroncl Cornelio Carlos Peixoto
de Alentar, o major Joaquim Lionel de Alencar,
fin de que rizessem com que o tenenle-roronel
Alvaro Granja, se entregas voluntariamente a
prisn, sondo que estes conseguirn esta pro-
messa do lenenle-coronel Alvaro, o que apenas
oedia dez dias para se aproraptar o entregar-se
preso. Has continuando aquello detegado era
suas oppresses contra pessojs innocentes, bem
corno o coronel Severo o qual ames do assassi-
nalo do capiao Brrelo so achara lia mais de um
mez no Bau com sua mulher-e urna filha doenle
continuando al a opprimir aquellos, que inter-
rogados sobre o facto criminoso nao satisfaziam
sous dosojos, ludo Islo deraovu o lenenle-coro-
nel Alvaro a nio mais entregar-se a prisao.
Sabendo disto aquello delegado, flcou em fu-
ror, prometiendo tomar una vingauca dosle aclo
e defeite interrogando Iodos os dia's novas pes-
soas sobre o faci, maltrtala a ninas que diziara
nao sabor quaeseram os cumulices, anieacava a
outras : a violencia e o insulto era a sua lei su-
prema, do sorle que interrogando o alforos da
guarda nacional Joao Anlonii
)UniO D V-RNABMUCO. SA^BADO 9 DE JNI1Q DE 1860.
m
K esi 'eanj d'aulr'oAinR' enlo >.,udira
Poi simbra engaosa de baeo rlaro ;
Agor, os leus sonhos n.* fallara mentira
Ao sel penetrante qu' occe/'do a razio.
E o negro plianlasma d'hnrro.ri' de morl^,
O gelj da irontcqu assim te pr^'",
Sao museasde bordo d,'uin frgido ,?orln^
R' nudo d'aquelleque nunca embarcou.
O vasj tumba co' as cruzes do sello,
A loma o registro a memoria conten;
O ma s mysterio... nao queiram sabef-o
Que c negro cyprcsle nao diz a ninguem.
Recife, 6 de junho de 18G0.
SI. de B. Machad,) Paira.
uivr9>n |iroviatt;iuti.
Readirftento do da 1 a 6 66T;3!)8
dem fe da 8....... 7S7 i


^
5 4
Huras.
8T4S6C5.
Hecebedoriu de rendas internas
~""raes de Pcrnambueo
Reolimerito dou^.1
dem du da 3 .
1 aC
Exma.Sra. D.Maria Bernardina da
Gonceico Lima.
NO DA DE SEU5 ANXOS.
Eis-rai' a.qni a leus pi^s, mulher divina,
Do la festa na bridante aurora.
Acela a minlia ofnlia, pequenina,
Pobre, despida de valor, eiubora. "
De bon grado ou te de'ra a rainha lyra
Se nao parlisse da desventura a man.
.ird > sem harpao coraoao suspira
lediud), era balde, um echo solidao.
Por iss > no me acenses, se sombro
For enlre os risos dessa fesla, la.
Eu sou como um cadver, mudo e fro,
Paido luz ie somnolcnla la.
S6 feliz, tu que podes na existencia
Colher is flores do prazer e amor.
Queira Deus: nunca proves a inclemencia
De negia sina era lagrimas c dr ;
3.548965
772^,70
4:Gt$635
ilmosphtra.
Vi
tn
Vi'
Vi
Direcgo.
5S
05
Consulado p^ovlneial
Rendimeoto do da 1 a 6 / *
dem do dia 8
iiisitw
10.2G2dll1
8lJ2i?8S0
(om moios insultantes descontente com as res-
postas dosio olliiial, no dia seguinte mando-lho
levar um olli. io para elle alteres J( ao Antonio,
leva.Io a cidade do Grato provincia do Ceai.
E dirigido-se osle officiol ao Dr. juiz do di-
reito e dftendo a este que elle, um offioial do
patento, nao eslava no caso de servir de crrelo,
o juiz ilo direilo disse-llio que llie nao dava re-
modio porque o negocio nao eslava em suas at-
liibuirOos; pelo que o dito alteres tomn o par-
lidode pagar rom sen dlilhciro um humera que
lerasse o Ofllrio no Craio, para assim livrai -so
do furor daqncllc delegado.
Anda mais eontinuou aprender a lorio e a
dircitooutras pessoas pacificas, quoiiulum mais
ou menos nlai-es cora o lenenle-coronel Alvaro,
sen lo un dos seus actos de vinganca o metter a
meia rioitc do dial I urna torga dentro da cada
e passar lodos os presos para j en :hovia, pessoas
Qno po isas sempre assim a vida ua
. ..., .a | Verdes isar-se festival e bella,
e mostrando-se ; Como e n uoile de nuveus pura e una
Docemcnte desusa branca estrella.-
Vai, mi lher, no caininho di existencia
Sempre foliz caminbars assim.
A la si naflor de pura essencia
Nao nu rcha, nao se esfolha, nao lera fim.
Eis-rae iqui a leus p.s, mulher divina
De ua esta na brilhajilc aurora.
I'orda a rninlia offerta pequenina,
Aceita-.., pobre, sera valor, embora.
7 de j mlio da 18GD.
\~icluriuno Valharti
Pauta dos precos dos principes gen
ros e produccoes nacioiacs,
que se detpacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de i a 9de junho de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente ..... caada
o-
Intensidade.
. Cenligrado.
feaumur.
Fahrenheit
Hygromelro.
c
9
v
%
<
s I
09 V.
5 3
i
i
R
>
Barmetro.
u
dem eaxara.
dora de c*na
dem geneb,ra
dem dem
dem licor
dem dem
dem resilla fa e do reino
pluma !. sorle
i.'dita .
It." dita .
Algodo em
dem dem
dem dem
dem em cajroco
Arroz pilad
Id om com dasca .
Assucar brinco novo
dem mnscavado idem
Azoito do mamona
dem de i
Borracha fi ia
dem grosi
icnduim e de coco.
AO PUBLICO.
Urna queslo pende entre Antonio Cordein
consenlindo uma sua criada para scrvi-la, e pon-
do-a incommunicavet.
Contra islo requeren o supplicanle e nenlnim
dospacho obtevo, dzendo-lhe aquello deloga.lo,
que era escusado requerer, de sortc que nesi
prisao conserva aquella senbora, como uma pes-
soa dospresivoi, sentada no chao, sem lerquem a
sirva o aclo mais airo/., que se lera visto ; pois
nem polo curar-se, ncm lomar os soccorros que
possam vir de sua casa,
E pan esclarecer o publico e as autoridades
sobre esse fado, cunrm fazer uma expes%&o de
suas occ nrrencias.
Arrodi mandando para o Recite 150 pios de
sicupira a capitana do Porto, a requisicu de
Cordeirc, os aprehbdeu ; mas depois, e.-n vala
de nmi ustilicajao dad peante o jn/.o muni-
cipal do Uoianna, fe/.-se entrega dessa madeiui,
o islo ai tes de chegar a mesma capitana um of-
Qctode lordeiro, em que a avisara de que Ar-
. nem os alimentos que
UllOr III .111.1.-1 r l.r.l.i-ll--li- t.li. A I. ..- .">-'" "O J"IWIi -' '!'": i lau a uu iiuu .-vr-
sen furor dl!sl,0"s'"> em rilJ,, al ;ar, lestomunlias para dar a jusl.licacao
i- nuii o;.... .. coinqiK reliouvc a tnadeia.
tan I / ,',; o ''''l'8 T 5UPPliSantB t]- l'^ a '>"r Cord-'ir" a 'V>^ na capitana,
i-, i ., %*T-" f; r?mpend0 i,s "'i" "Dre- eo em iuiao, por meio de urna queixa
ia o privacoos de uma longa e precepi- Aiwto. porm, pretendo defenderse cora a li-
- cenca qi
deiras, c
lioul
lada viagem em lempo de secco, veio apresen-
lor-sa a V. Exc. o implorar remedio salular con-
tra ossas arbitrariedades se os serlanejos, como
ousam dizer, sao homens sem civilsa$ao, o da-
los ao crinie, nao cora outros homens do typo
do delegado Lucena, que se os ha de civilisar.e
instrui-los em seus deveres: pede a Y. Exc se
digne deferir.E. R. M.
Lucio Jos de Siqveira Campos.
Recite, 2 de Junho de 1SG0.
irregular que leva, nao en quer amedrantar, que posse caria branca do
Exm. Sr. presidente da provincia para fazer o
que bem quizer, e tero dado a entender em con-
versas, que pretende ser candidato & depulaoao
goral por a indio circulo.
b verdade que um homcm om rerdadeirascon-'
d:ro-s Oe ir do delegado para Ouricury nas cir-
cuinstancias actuaos, custsria uma tal commissol
mais cara ao governu ; mas com homens desta
ordem que se polo conseguir o exilo de morali-l
sar os serlanejos, e obter o Iriumpho da punigao
dos crines.
Nao posso por mais lempo demorar-mc nesla I
cidade com o coraro ferido de violencias com-
mellidas em pessoas, que me sao charas, c nao
recriando mesmo vingancas contra mim, dirigi-
me osla cidade a pedir providencias primeira
autoridade da provincia: volio resignado com
ludo que sobrevenha, tendo como doce recom-
pensa o haver exercido um direilo sagrado, qual
o do queixa nos termos da lei.
Deploro e hei de deplorar sempre o assassna-
to do infeliz capitao Barfeto, e tambem deploro,
que se queira por meios violentos e parciaes,
que comproineiiein os innocentes, conseguir a
prisao e punicao dos verdadeiros criminosos;
tanto mais quanto sumelhantes meios ser muito
Jn.ia dillicil captura-Ios.
Lucio Jos de Siqueira Campos.
lila, e Exm. Sr. presidente.Lucio Jos de
Siqneira Campos, capitao da ginrda nacional de
Paje, vom pedir sabias providencias a V. Exc.
contra as violencias o perseguices empregadas
contra sua familia em Ouricury pelo aclual dele-
gajo diquclla villa, Ucntique Pereira du Lu-
cena.
E sabido o deplorare! aconlcciraento do assas-
fn.ito do delegado o capitao Muniz Brrelo n'a-
quelle lugar, altribuido ao. lenenle-coronel Al-
varo Granja, o qual dera lugar ao anlecessor de
V. Exc. mandar o dilo Lucena de delegado para
aquelle lugar, a fim de lomar coiihecimento do
faolo, prender e processar os comprometidos.
Chegando o supplicado Lucena em Ouricury
no dia l de abil a; 5 horas da larde, nesle mes-
mo dia a meia noulc mandn cerrar a casa da so-
gra e cunhada do supplicanle D. Isabel Adolaide
de Siqueira Granja, viuva do coronel Pacifico, a
rasa do irroao do supplicanto lenenle-coronel
Olmas, a do coronel Severo, a do professorde
I." Ultras Manoel Francisco de Souza Pcixe, e
oulr-s cases, dando varojo na manha do diase-
{,'uinle nas dilas casas, fjzendo abrir gavetas,
coagin lo as parles a Ibes enlreg.r ot papis o
cartas contidenciaes, que involviam negocios de
honra de familia, e eni todo esleexame minucio-
so nada schou que compromeltesse qual quer das
referidas pessoas no fado acontecido, turnando
algumasarmas e cariuchos velhos, que o lenen-
le-coronel Dinias linha em sua casa como juiz
municipal cuino om- exercido. Findo este aclo
maniou o escrivao lavrar um termo de nada ha-
ver se adiado, fez n dita D. Isabel assigna-lo, e
prenden o coronel Severo, um seu genro o pro-
essor Manoel Francisco de Souza, e outras mili-
tas pessoas, inclusivelmente um esravo da dila
]). Isabel, o insisti em sedzir este escravo para
declarar aonde s achava o lenenle-coronel Al-
varo, prometiendo a este escravo, que se elle
descobrisse o lenenle-coronel Alvaro e ns pos-
soas que haviarn lomado parle no aes'assintlo d.)
capitao Muniz Brrelo, seria condu/.ido para esta
Cidade para V. Exc. passar-lhe carta de libnrda-
6e, e se nio descobrisse seria acontado al que
4jescobru)se.
Estes manejos Immoraes nao sorliram cffeito
porque nao podiam dar ao escravo uma setnela,
que elle nao linha, pelo que o Conserrou preso
sendo preciso o eupplicant recorrer a prudencia
e mparcialidade do major Joo do Itego Barros
Fatcao conrnrandante da forca de tinha all exis-
tente, para que osle conseg'uisse do supplicado
soltar o escravo, alias innocente.
Passado cinco dias, fui novamente cercada
casa d-i dila D. Isabel, e a nova busca minuciosa
se procedeu, e pesar de nada nenar-se, pren-
dou-n c prenden n don? filbos della, ambos or-
phos e menores a ordem de V. Exc. serdo os
reclamares qoe o supplicanle e muras de ots-
soas imputantes fizernm a respeilo do m* es-
tado-de saiiileodesto senhora, que entile eslava
.itaoada de aslhma, pedfsde-llte pele menos que
sseuma prisao commodaaesla senhora, aonde
Sr. redactor.As parvoices, .c insultos que o
Sr.Caetano Pinto de Viras vomitn contra mim,
sem razan alguma, om sou Diario u. \-2\ de sex-
la-letra 25 do passado, e que apenas foram por
elle essignidas do cruz (pobre honicni), resoun-
docom um inundo e solemne desprezo, podendo
o Sr. Veras (car corlo, que nem toda a plvora
Sl.1"'~2".."'.x".'" '<'. ou illicilamente det-
mudar de proposito.7*)'"""" M* rr,fi f'"'',
Recite, 5 de junho de 1860.
11. J. Barata de Almcida.
Srt. redactores Yenlio pedir a Vmcs. um pe-
quenoespaco no seu importante Diario para um
vol do gratitlao no beneficio que recebi dos phi-
lantropicos negociantes de Macelo, os Srs. Manoel
Joaquim da Silva Leao, Joao Manoel Baplisla e
Joao Lucio Marques e Periiambuco. os quaes
achando-me cu baslantemenle doenle, a meu pe-
dido mandaram-rae para o hospital Porluguez
anude esloo sendo muito bem tratado. Devo-lhes
olena gratidao : tanto mais apreciave se faz eslc
beneficio que recebi, quanto entre eu e o prinrei-
ro nao haviain desinleiligencias, como no-
lorio.
Sirvam-sc os referidos Srs. de aceitaren! este
meu frisante leslemuiiho que apresso-me a pu-
blicar. r
Igualmente agradoco aquellos csvalleiro's de
Hacei, que tambem concorreram com algumas
qnanlias para o mesmo fim.
Com a publicacao desta, renov os meus sin-
ceros protestos do considoracao a V.S"., de quera
sou com estima ltenlo venerador e criado
Jote lmeida Oliveira Campos.
alcanouu d* govorno para corlar ni a -
com a justiUcac&o que arraujou era
Goianna.
Voreu os que peso podem ler os documentos
de Arru la.
A juslifi.-agao prova que Arrud em selembro
do anuo passadorecolhia em Catuams, madeiras
iradas (tn [(amarar, sendo lestemunhas nesaa
jusiiiica ao tros ou quat o pessoas residentes em
Goianna que devia ler ido a esse lempo a Ca-
luama, onde vira o prelo livre David, forro, e o
pardo M imode, escravo de Airuda, emprogados
DO tiran enlo das madeiras.
E'pan fa/.or especie que Arroda cm vez do
dar su< justificaoao com gente de llamarac e
Coiuamai, que sem duvida siria mais apla para
Piiblicacoe-s a pedido.
A sentida niorte do meu colica Manoel
Francisco Cavalcanti de lbnqner-
que, acadmico do quinto annoda
"laculdadc de Dircito desti cidade,
offerecida sua Ex.ma familia
inforraarl
loslomba i
Leste mw
rain lao
circumsi
ma uu (Li
Isto re
zao, qua
foram a
f~---------w... ---.-------- ---...- ....d i.,,,.. ,...!,.
sobr^ o fae.to queslionado ; fosse buscar
s moradoras na cidade de Goianna, c
has que indo a negocio a Caluama, fo-
uriosas que indagaram logo de ludas as
i Icias relativas ao tiramiMiio de madei-
esuiu .i 11 o.1.1 i
lmenle, faz crer, que Cordciro tem ra-
ido diz que as lestemunlias de Anuda
ciadas.
A pro a da licenca do governo a quo se soc-
corre Ar uda contra producenle. Lsia licenca
foi cotice Jida em 13 de de/.einbro do anuo pas-
sado, pua corlar l paos de sicupira ; mas Ar-
ruda em selembro, isto tres mezes antes da
licenca, j i linha, como consta da sua justifica-
oao, a qi deira cortada, commettendo assim o
crime de irar madeiras sem licenca, o quo nao
era do 'sperar de umi autondado policial.
Acrestc i laisque sendo a licenca para 1UU paos,
Arrudn li-ou 1501
A lii.ei ca foi concedida a Arruda para lirar a
maloira las maltas do seu engenho Camb, en-1
genho qi e nio existe em llamarac, e nem pos- ,
sue elle m nenhum oulro lugar. Em llamara- |
c o qu'3 existe uma propriedade denominada
Gamba ( a qual Arruda consenhor na impor-
Unca d>; 30. diz Cordeiro ; mas Arruda requer
licenca il ndo-se senhor da lal propriedade, e
dando-lh calhegoria de engenho, sem apresen-
lar o con.- enliiiicuio dos oulros coiiseuhorcs, e
assim illa de o governo, por um mudo que nao
asenla n uma auloridide deconlianca !
A prop iedade Gamba, asseguia Cordeiro que
nao lera nadeira de sicupira, ao menos que che-
gue para 150 paos. E onde, pois, foi Arruda ti-
rar a mai eir do que se trata ?
Os sub 'rfugios, os engaos a que se soccor-
reu Arruda pira lirar a madeira qm?slionada, e
obier a lii enea do gobern, deixa desconliar que
de sua pa te ha se nao dolo, ao menos urna ra
f, que ci mpre que seja averiguada com cri-
leno.
E' isto c que queremos que se faca, provocan-
do Arrud; a publicar os documentos" a que nos
referimos,! para livrar-nos do trabalho de o fazer..
0 Cazumba
^zrrrzar{rrlimi !! i n i Mili
Dorme ; nao ves?A morte c um deserto
Em que perdido o viajor descansa
Em seu ultimo somno.
** ....
Teixeira de Mello.
Meu Dous que vale a vida ? um mar d'engano
Mais neerto que as vag,is do ocano
Ao viajor?....
F,m tantas I re vas uma luz escassa !...
P'ia lano arcano ignorancia crassa!...
Perdao, Senhor.
Tu s Senhor do que o universo encerra
Do mysterio o porvir dos cos, da ierra, *
Senhor da luz...
E esl'alma qu' aosepuldiro a larva deil.i
Tambem, Senhor, perlonce 6 la seila,
Seguio a cruz.
F.ra um astro quo apenas desponlava,
Um lyrio, uma peroU que rtlliava
Pela maubaa :
0 vento aQoula ns ondas, tolda os ares,
Varreu a ierra, os campos eos palmaros
E a flor luujaa.
E o astro nnscente perdeu-se nas nurens,
A pedia preciosa no combro d i mar,
A flor dosfolhou-se na borda do tmulo
E dormo o mancebo da rampa no larl
Sim! dorme collega... circunda-te a fronlo
Aurola fulgente que cierna relu- ;
So agora tumbaste de sobre o horizonte
s ii oulro hemispherio radiante do luz.
Cerrando os leus olhos nas trevas da vida
Abrislc-os no cueanlo da eterna manha
Bem como o romeiro, cansado da lilla,
Dosperla aos rubores d'mrora loiQaa.
O sol que divisas n'um manto dourndo,
As aves que trinara de ob os vergeis,
JL' luz deslumbrante de um Himno eievado,
Srr hyrnuos dos anjos em rubros doceis.
(*) Por ler sabido com uma' transposir-o de
piavras, repefrmos ho.e a ptoiente correspon-
dencia.
A reiaeco.
I .-.--' T
a.......
Caf em grio bom. .N .
dem dem restollio ....
Idom idem cora casca .
dem moida.......
Carne seco i.......
Carvao de madeira ....
Cera de carnauba em pao .
dem idem em velas. .
Charutos ijons......
dem ordinarios.....
dem regala.......
Chifles I........
Cocos seceos.......
Courus ddboi salgados .
dem idrjm seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de abra corlidos .
dem de onea......
Doce de :ulda......
dem de Guiaba.....
dem sei eos......
Espanadires grandes. .
dem pequeos. .....
Esleirs lio preperi ....
Fstoupa nacional.....
Farinha fie araruta .
dem de mandioca ....
Feijao.........
Fumo cii folha bom ....
dem idern ordinario ....
dem ideln rcstolho ....
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. .
Gomma pnlvilho.....
Ipecacanllua.......
Lenha aro achas grandes .
dem )eip pequeas. .
dem efii loros......
Madeira cedro taboas de forru.
Louro jaWrcirOe de 2 costados
Costadnho. .......
Costado........
Forro ... ........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
Idem quirz.......
Virnhlico pranchoes de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
Idem taboas do costado de 35
a 40 p. de c. e 2 1/2 a 3 de
largura.......
dem dem dito do dito uzuaes
dem idom de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obtas eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
ditas.......'.
Mol.........
Milho.........
Pedras de amolar. ....
dem d filtrar......
dem rebolus......
Piassava em inollios ....
Sabo. ..!.,..,.
Salsa parrilha ...
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (neio) .
Tapioca ........
Unhas de#oi.....
Vinagre .......
Po brasil......

>

botija
caada
garrafa
caada
arroba

'

arroba
alqiioirc
arrdbi
>
caada

arroba

arroba



>



cento


nuile nublada e chuvosa, vento SE. e
A 'ecr rondn pelo N.
amanht. osciuacao da har.
~ h. i' da manha, altura C.75 d.
Preamar as 6 js' da larde, altura 1.50p.
Uaixamar as 2 .. -5linai de ruarinha 8 de junlic
I 1860 V,M" J';n,ob-
8S0
480
500
80
280 f
980 Joan P.ornardino de Vaseoscellos vn.
320 WMialorlem da Rosa, c major romma,.
gco. interino do 60J..UI. lo batalhio de fuzileiros
ditach.
I da im-
danle
da
guarda nacional do Recto, ele.
fiL\ri i 5**?1* -5 l"em '"'crt-ssar poSM.na quali-
C$2)0 | Jado de presidente do conselho de qualii',,-,,..,,,,.
O Dr. Ausolinu Franci.sco Poreiti, coiumvndador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, e
juiz do direilo especial do commercio desia ci-
dadso Recite, capital da provincia de Per-
nambuco c seu termu, por S. H. Imperial, quo
Deua guaide, rlc.
Faro'Sabcr aos que a presente caita de rdilos
virem, em como no da xl do correnic me/, de-
pois do audiencia desie juizo, so hao de arrema-
tar os generes e mais objectos que se acham re
colhidos no deposito silo no pateo de S. Podro
n 0, pericltenles a Jos DUs da Silva Cardeal.
ai .ido a arrcm-tlaco feila cm dito deposito, us
quaes sao osseguiulcs :
Uns ormaeo c bslco de amarillo enrernisa-
do, e alguns eaixe do piuho que taaem parte da.
mesma armacao, avallados em liO;UO0. uma ba'
langa de columna do loto cm 3000o, um bail
rom vinho de cinco em pipo c>m a marca |rr
f n. OOOO, onze queijo3 do remo, 36 frascos d
bucea larga, grandes e pequeos a 50u r?. rada
um, os quaes vo pane por execueao de Fran-
cisco da P.oclia l'assos Litis, como eesswwiKo do
Dr. Manuel e Barros Brrelo, contra- o referido
Jos Dias da Silva Car leal ; c nao havendo lan-
zador que cubra os procos da avaliaco ser a ar-
remalai'o feila pdo preeo da adjudiraco com u>
ablimenlo da lei.
E para que cheguc ao cnnhoeimonlo de todo-
mr.m.ei passar editar?, que genio publicados pe-
la mprensa e afinados nos lug.res designados
no cdigo comDierrial.
I'.ido o pa'ssao nesla Cidade do Recite do Per-
nambuco, nos 8 dias do mes do Junho de 1860
rigesircu-iiuno da independencia e do imperio do
Brasil.
iva?osubi^:;:R,,!si'esd'iN---'^
Anselmo Francisco l'ereUi.
or
i es-
-, ---, -.. ,-....-,.,-,. u lonseino ue i{iialiiif-ai-.~ii> h
55200 ,';,, conformiaade com o disposto no anico l's zc
u I instruccoes do 2o do oulubro do 185.I, que se ha
de reunir o ref.-ri lo conselho no dia lo do cor-
le revisan dos guardas nacionaes. no consistorio
la igr.la .lo rerro, que servo de matriz da re-
gn- zia de S. J ,-..
E para que eheaue an cnhecimenlo de rodos
1 mamtei passar editaos que serio publicados pela'
I jiijprensa e afiliados nos lugares designados por
era cu
da. m
3'20C
3$G00 I rente me, as 10 horasdo d. p^.'^ffi^ JlKS
2.5750
9CG
iSO
7$ooo:
ThfKourAria proviuefai.
lm. Sr. '"ftor if tfacMoraria fmaimtUi
Ul 1'1'nJll I !> .1.. i
ropr meiilo resolugao da jula de fazrn-
nnda fazer pu.. "" '1'"' .l aiioiiial.n,, ds
nnuneinda pjra. '.' iiux 6 do corrento, fi-
9g60C
5g000
. yo....... uo comnianuo inieiif.o do segundo oa- n ni-, c '. ,- ^
lalliao da guarda narunal do municipio do lle.-i .T .," l"fP|dentn do conselno do
le, 2 de junho de HJSO aellio de qualiflcacio da guarda nacional da
Joao Bornardino de Vasconcello n"'''Jn A* S^ >ac,:'""'"i'' de Sanio Antoni
-Olllm. Sr. in.noolnr .1, il.M.......=. 5?5*' *ft* *CC,aMr ao> larda "**<>

libra


ura '

libra

um

uma
arroba

alquoire
alqueire
arroba
arroba
cento


uma
um
uma




um
4SCC0 : Qnarlvl do com mando interino du segundo oa-
7g5J0 l
4')00
55000
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em viriude resoluco da junta de fazen-
da, manda fazer publico, que de cenfornii-
2560 de com as leis e rogulametrtos em vi-
85500 "'"' Pwa,,, nesma una, devera ser arre-
inalados por municipios o comarcas no dia 14 de
>ui'<)..jui.Iio prximo vindouru os impustos se-
2J300 guiles : v
1|900 a ... Municipio de Olinda.
Sflflfifl *&**' '=01,r u gado inordo para
o consumo, avaliddu aniraalmenle
BfciiU ieni..................................
45O1KI. Municipio le guaras*'.
2S5 i Airematados conjuntamente.
2^500 sobre u guio morto para
o consumo, avallado aniiualmente
cm.................................
Impos'.os a cargo da rolleeloria,
avahado aunualmenlcem.........
21 por cento de aguardonlcnie.
idom..............................'
Comarca de Goianna.
2$5')0 rs sobre O gado morto pa-
ra o consumo, araliado animalmen-
te em...............................
Comarca de Nasarelk.
oOH 1 2;500 rs. sobre o gado muito pa-
1$000 'a o consumo, avahado aimual-
3$000 mc"lt em.....;;..................
...,,r,. Comarca do Cabo
' 1 2;503 rs solo o o gado morto ;a-
0 ra o consumo, avallado annualmen-
15g00 le cm............ .................
Comarca de unto Anido.
2^500 rs. sobre o gado morto pa-
0 consumo, avahado annual-
eui..........................
Municipio de Serinliem.
2^500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avahado animalmen-
te ei...................
40U
180
300
10|00(
500
- 400
1SCTS0
3J200
1600
9$0C
7}00
16g000 ment
6^000
3$200
25J000
2-500
15000
12#000
3j000
93OOO
OJOOO
65000
2$500
4$000
2j[2i0
1|600
1:100*000
Municipio do Rio l'ormosoe Agua-Preta.
2IJOOO
14000
2;50J rs. sobre u gado morlo p -
ra o consumo, avahado animal-
mente em..........................
Comarca de l'o d'Allio.
2500 rs. sobre o gado morlo pa-
'* nonanmn avaliad anuuil-
nwnle era......................."* -
ImpoStotM 20 por cont sobro o
consumo d'aguardente nos muni-
cipios seguiiU's :
Olinda, avahado animalmente era
Goianna.................
Nazareih___ ............
Pod'Alho............
Cabo.....................'.'.".'.'.'.'.'.'
Santo Aulo....................[[
Rio Formoso e Agua l'rota......
Serinliem........................
As arremalsedes serio teitaa por
w|imuiim Hinmcnm y*. -----*- "vtvin-imi |*_
ea Irouefprida para o da K u" "esino, devendu)
as hai,i!i,iroe< ler lugar nM -'lJS Ce 12.
E p.na constar so lu.indou afjkac o prsenle a
publicar polo Diario.
Secretaria da tliosonraria provincial de Per-
nambuco, 4 do junho de 18I!).O secrelario, An-
tonio Ferreira da Anntmeiaeo.
O Illin. Sr. presidente do conselho do con-
pa-
lon:o du
. ..aeionais
abaixo menciona Jos, que id voiao comparecer nu
consistorio da igreja matriz de Santo Antonio
no dia 4 do crreme s 10 horas da manhao, para
se aera ins| eccionados.
1.a con. panhia.
Conrado Hermenegildo Xavier llames.
Aristn Saraua de Arauj iGalvio.
Manoel Vieira l'orltg'io.
2.a eonipauha.
Praneface de asss Cmz.
Claudino Baplisla Barroso.
3:100gOOU Leao Diniz Hachifdo.
Ilerinelinde de Oliveira Passos.
4.a companhia.
Antonio Joaquim da Gloria.
i Jos Angelo Pereira.
2:500,7000 Antonio Jos dos Sanios Alvos
Joaquim Remigio de SanfAm *.
5." rompanhia.
Miguel Archangeio Prsteruo.
Candido Nunca do Helio.
0 a companhia.
Pelix Formndos dos Santos.
7." comdanbia.
Jesuino Fornira da Silva.
Sala das sessocs do conselho do quafieacSo
da guarda nacional do municipio do Sanio Anto-
nio, 2de junho de 1860.Joao Jos l'ereira de
Furia, alforos vognl, s eielario.
i lnm. Sr. ui.-|.. rtor da Uiosourarn pro-
vincial, em ciiinpiiriioiito da rosoluoo da junta
R mnvirn 'lo fawn8" ""da fazer publico que arremata-
o-twifuuu cao da obra do empedramento da e.irada da
victoria eutre os mareos de 6 a 8 rail bracas foi
transferida para o dia do junho prximo iu-
10 <00*000 ; i- paM constar so mandn afinar .o presente a
publicar pelo Di rio.
Secretaria da thesouraria provincial de Pct-
nambuco, 25 do mato du 1S0O
O societario,
A. F. da Annnnciarao
scogooo
120500C
10:G'IO$000
8:7005000
5:1005000
5-UOOffOOC
Deelarac
Ta-ibmial lo coiiiiimrei
Pela secretaria do tribunal do commrrcio da
proviui-ia de Pernambuco, se faz publico, quo
nesla nata Oca inscripto no livro competente >
J ;: thenr da alteraran foiia ao contrato social de
Ia"1""!" Joaquim Vidale Joao Cirios Bastos do
. ^J"" ohvoira, abaixo Iranscripta.
Secretaria du tribunal do commercio de Por-
100$OOI
SofljOOU
100*000
50fJOO
lempo d
-------------------......* ------ -' I 11 .1 I | [ U(. i |'| ---
nambuco del junho de 1SC0. Julio Gumares
official maior. *
Copia.Nos abaixo assisnados, Antonio Joa-
quim Vidal e Joao Carlos Bastos Oliveira, socios
no estabelecimentu de ferrag<>ns na ra da Ca-
doia do Recito n. 56 A. subir a firma do Vital &
Bastos, cuja gerencia social era a cargo do socio
45$OO0 lfiOOP nn" a do j'"i''" de 1888, sob as mesmas
rX, ''"di'.'> das anteriotes; e na forma doar- l l 15 ^ *'"'l !ocia' era car fl0
5JJ909 ligo 70 do regulameirto de 3 do acost de ; i?2 iT1" l ",;'S "a"i'"J.....Iu ""*'
a 10S00C 1H12. 8e "' dila gerencia por causa dos seus sttlti-
As pessoas que se propozerem a estes arrema- i.'1"* ?a<,ecime,,,0J8. 1'^ presento lomos con-
comnelenlcmenle habilitadas o tortita dmril! < .Ohwtra, a quom su
75 do citado rogulamonlo dovend as I abi- i, om!-oHra o uso da firma social em letras e ou-
Kes ser jugados nos'dias RftS jtt. ^ttSaMflSl^
o teff-*amx3r >\ rVr" r:?j2 ,nV^ <-":z
.Secretan., da lliesouraria provincial de Per- \' *ct^IodXim Tn\T^ T ?
nambueo, 23 de maio de 1800 -O serve' -.rio socitnaiK 'de 211.1,0.1^, o no ca,o do mpedi-
i.F.JaAnmu.ciaJo. secrc.ar.o, monto na Kcrenci. por molestias ou qnalquet
A... 75. Os contratos de arremnlaco de A,re mo-<,T. d^'^4 ella de novo ao socio Vi-
ronda que importaren] era mais de 2:000)000 rs.,
serao elioeluados sob a saranlia de dous liadoros
NOVO BANCO
P^IIMMBIJCO.
' EU 5 DE JUNHO DE 1860.
O Bancr desconta na presenta semana a 11 por
cento ao o mo al o prazo de 4 mezes, e a 12 0'n
al o de i mezes,-o toma diohero em cuntas
Clrrentes simples ou com juros pelo premio e
prazo que se convenconar.
Praga d<> Recife 8 de junha de 1860
Ai lltES HORAS DA TARDE.
!;Cotaroes ofilciaes.
Cambio soire Londres25 1/2 d. 90 d|v.
George PatcKellPresidente.
ubourcqSecretario.
Alia ii depra.
Rendimen o do dia 1 a 6 .
dem do lia 8 ..... ..
60:417057
8.583S3G
63:575*893
Mo\ lamento dst alfa atleta.
Vol uraes n Ira dos coro-fiftend as
cb'in gneros
Volumessaludos com fazendas
com gneros
29
1,165
------1,39 i
160
207
- 367
Drscarregam hje 9 de junho.
Galera francezaAdeleazendas.
Galera ingl?zaHermioneferro e carro.
Brigue nghzLindisfarneidem.
Barca port gaeza-r.Vencedocadiversos gneros
Briguo americanoBrondy-wineidem. -
Brigue pruisianoPaul Auguslfazerjdas.
Consulaalo qp;el>al.
RendimentiidoJia a 6 ..." 6:252#38l
dem do d a 8....... 218jl''0
6:470#S4
caada
alqueire
uma


um
libra
arroba

uma
arrba
cento
pipe
quintal
30i00fl
2S0
2j500
800
9^000
15120
2or
12c
25000
ogooo
3$200
3;520
$300
50SOOO
7ft',00
Rio le Janeiro 31 tle maio,
COTACES OFF1C1.ES DA JUNTA UOS COBAETOKES.
Ca 1/16 ios.
Londrcs-25 3/1 s9d. v.
Bexjamim Muniz Brrelo,
Presidente.
Dbcleciano Bruce,
Secretario.
C-orreio Mercantil, do Ro).
Kalii, 5 de junho
CAMBIOS E MuTAES.
Londres 00 e 90 Pars 380 a 385 o f'r.
Hamburgo > 715 a 720 m. b.
Lisboa 115 a 118 O/o-
Doblos hespiihcs 31g a 31 j500.
d,i pakra-308O a 3lcJ.
Pecas de CgiQ \uhas-l63nOQ a 17z.
de 4-(93W a 9400.
Soberanos-9t0fla 10*.
I'atacocs brasjleips2# a 2|1100.
hespbn'.es2J a &100.
mcxjeaiDsl98!> a 29.
[Diario da Baha].
Navio sahidos no dia 7.
Porlos do nort i'a[ior n-cional /juarassil.rom-
maudaule 2' leenlc Joaquim Alves Moeira.
Costa d'frica--Brea porlugueza Progresista
capitu Ante nio Jos Rodiigues, carga dilfe-
rentes gener >s.
A'apiosentrados no dia 8.
Rio de JaneiroM dias, barca nacional Tris, de
303 toneladas, apltao Francisco Gomes, e'qui-
pagem 14, eiiislro ; a Aranaga Hijo 4 C.
" Veio receberlcrga e seguio para o Ass.
Anversdidias. tscuna tiollandeza JVonnisen-
dam, de lOBloneladcS,' capitao Ernstman,
eqnipagem 6, crga fazendas e mais gneros ;
a Joo KellerkSC.
Liverpool46 dU, brigue inglez Urania, de 197
toneladas, cpalo C. Penkman, equipagem 10,
carga fasenddi mais gneros ; a 9aunders
Brothers & C.
Porlos do sul7uas, vapor portOguez Milfori-
Hav%, comraddanle Jas Hara de Oliveira.
EGVELl
idneos, quo lenliam beis de ra/, na cidade do
Recife, ao monos um dalles, uma vez que o ou-
lro seja notoriamente abonado.
Art. 76. As arreraalacos podero effectuar-se
pela maior ou menor licilacao off-recda cm car-
las fechadas.
Conforme.O secretario, A. F. da lnira-
ciaco.
- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimentu das orden? do Exm. Sr
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo viudouro, pi-
rante a junta da fazenda da mesma lliesouraria
se ha de arrematar, a quem mais dor, a laxa
das Barroims da poni do Itemguiho e da es-
trada da Cnpunga, avahadas annualmenle ambas
cm 6:7O0j!O0O rs.
as arreraalacos sero [ellas por lempo de tres
annos. a contar do 1," de-julho do corrente au-
no a 38 de junho de 1863.
As pessjas qua se propozerem a esta arrema-
lacao, comparesam na sala das sessoes da Mes-
roa junta no dia cima indicado, pelo meio-dia
competentemente habilitadas, com suas propos-
tas em cartas fechadas.
E para constar so mandou aflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcr-
nambuco, 23 de maio de 1860O secretaria, ,1.
t.da Annunciaro.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico, de conformidade com
a ordem du tribunal do thesouro nacional n. 69
do 9 de maio prximo Ando, que no dia 25 de
julho prximo se tara concurso nesla thesouraria
para preenchimenlo das ags que ha de prat-
cantes na mesma : aquellos pois que pretende-
ren! ser admitlidos ao concurso devora spresen-
lr nesta secretaria seus reqnerimentos nslrui-
dus om os documentos que provera : Io. lerem
18 annos completos de idade : 2o. csiarem Hvrcs
de pena e culpa e 3\ lerem bom pronedimnto.
Os exames neste concurso versaran sobre lei-
tura, aiiDlyse granunalical, orlhographia e ar-
themetica at a theoriadas proporeus inclus0.
Secretaria da thesouraria de fazenda do Per-
nambuco 8 de junho do, 1860. O oieial maior
interino. I.uiz Francisco de Sampso e Silva
. De ordem do Illm. Sr. inspector- da thei
souraria de fazenda desta provincia se faz pu-
blica que a arremalacao de uma parle do sobra-
do de dous aodares no vlor de um cont cento
clncoenla e cinco mil quatros c oilenta e dous
ris, sito na ra da Guia, pertenlencente a fa-
7;^a^a-, V" virlude teve eireilo no da annoficiado por falt de lici-
tantes e por iso Oca luansterida a mesma ar-
relacao para o da 30 do corrente mez.
heorelana da lliesouraria de.faaendrdc Per.
narabuco 8 de junho de 1860. O olcial maior
inlenno. Luiz Francisco do Sampio o Silva.
dal, eonjnetamente rom oulra pessos da nnmea-
eflo do socio Bastos, para isso dovidanientc auto-
rlsado.
Recite, 3!) de maio de 1860.Antonio Joaquim
Vidal ejoo Culos Basles Oliveira.Como les-
emunha Paln Nask & C, Brander Brander &
C Samuel Power johuslon i C. e Prente Vi-
anna tk f,,
Reconhoco verdadeiras as seis assi'naluras
suppra : don t: 0
Cidade do Recife, 31 de maio de 1.S60. Em
teslemnnlio 00 verdade (eslava o si^nal publico)
o labclliao publico, Prartdisco Baplisla de lmei-
da. Numero 85. 160. Pagou ICO.
RP'ctfe 3* de maio de 1S60.Carvalho.Sena.
- Conforme, Julio Gumares, oflicial-maior.
O conselho adminislralivo do patrimonio
dos orphaos lem de por era hasta publica, na sala
de suas sessoes, no dia 9 do corrente, a renda do
uma parte das casas do mesmo patrimonio, abai-
xo mencionadas, por lempo de um a 3 annos, a
contar do 1. de julho prximo fuluro, segundo o
que dispoem os aris. 23 e 29 dos estatutos cm
vigor ; a saber:
Praga de Podro II.
Ns.
1 Segundo andar da casa de sobrado do mes-
mo numero.
1 Loja pequea do dito sobrado.
Kua do Imperador.
2 Casa de sobrado de dous andares.
I!ua das Larangeiras.
5 Casa terrea.
Ra do Rangel.
6 Casa terrea.
Roa Velha da Boa-Vista.
8 Casa terrea.
Ra de S. Gonralo
10 Casa torrea.
11 dem dem.
Ra do Sebo.
12 Casa terrea.
Ra dos Pires.
13 Casa Ierres.
Riffc do Rosario da Boa-Vista.
14 Casa terrea.
Ra da Lapa.
40 Casa torrea.
41 dem dem. <
Ra da Cacimba, a
66 CaSa terrea. <
67 Idialidcrru
Ruados Burgos.
68 Casa lerre.a,
69 dem dem.
Ra do Vgaro.
72 Casa de sobrado de dous andares.
Os licitantes hajam de comparecer com sens
fiadores, na sala das sessoes do mesmo conselho.
s 10 horas da manha do mencionado dia 9 do
corrente,-
Secretaria do conselho adrninislraliro do pa-
imoniodos orphaos, 5 de junho de 1860." Dr.
lAATllA R.ia.ilai -I .- H____u.l___*_
tri
Yicenle Pereira do Reg, secretario.



w
DIARIO DE PCTmMBCO SAB0ADO 9 DE HJNHO DE 1860.
Pela meta do consulado provincial se faz
Jiublico aos proprieiarios dos predios urbanos das
regaczias dcsta cidado e da dos AITogados, que
os Irnla dias uleis para o pagamento bocea dn
cofre do 2. semestre da decima do ano finan-
cetro de 1859 A 1860 se principiatn a contar do
Jio 1. de junho vindouro.
Hesa do consulado provincial de Pernambuco,
23 de maio de 1860.inlonio Carneiro Machado
Itios.
Pela recebodoria de rendas internas geraes
se fax publico, que no corrente mez que os dc-
vedores do segundo semestre do exercicio cor-
rente de 15591860, relativo aos seguales ni-
pos: decima addicional de mi mora ; imposto
de 20 por ccnlo sobre lojas, o dito especial a 80$
sobre casas de inoris, roupas, perfumaras e
calcado fabricado cm paiz cslrangeiro teem de
paga-lo livre de mulla. Rccebedoria do Pernam-
buco 1 de jurIio de 1860.O administrador, Ma-
noei Carneiro de Souza Lacerda.
Tribunal do contmercio.
Pela secretaria do tribunal do commcrcio da
provincia de Pernambuco se faz publico, que nes-
u data foi inscripta no competente livro a corla
Para Lisboa,
com poneos dias de dejnora vai sahir c patacho
porluguez Diligente, capitao Antonio J. de Al-
meida Rosa : recebe qualquer carga a freto m-
dico : a tratar com Almeida Gomes, Alvcs & C,
ra da Cruz n. 27.
C0SPAMH.I BRASLIEIR.V
DE
IPJLDTOISS UTO!.
Para os portos do norte.
O vapor Cruzeiro do Sul, commandanle o
capitao de mar e guerra Gervazio Mancebo, es-
pera-se dos portos do sul al o dial3 do cor-
rente mez.
Recebe-sc desde j possageiros e engaja se
de matricula do Sr. Antonio ios de Castro, ci-! carsa c cncomraendas que r vapor podYcondu-
Jndao Brasileiro, de 40 annos do idade, domi-! zir, sendo despachada cora antecedencia at
ciliado o estabclccido ncsiu cidade, com crfsa de
dcscontos.
Secretoria 4 de junho do 1S60. Julio Au-
gusto da Cunha Guimares, official maior.
Repartico la polica.
Secretaria da polica de Pernarabdco, 4 de ju-
nho de 1860.
O lllm. Sr. Dr- chefe de polica mondo fazer
publico, poro conhecimenlo dos inlcressados, ns
disposiciics doniiigo72 do regulamenlo n. 120
de 31 de Janeiro de 1812-
N.io se conceder passaporto a cidadao Bra-
sileiro, para porlo etiangeiro. ou a cslrangeiro,
ainda que scj.i de urna para outra provincia do
imperio, sem que sua sahida seja previomenle
aununcuda nos jomaos tres dias pelo menos.
Onde nao huuver jornal os annuncios se afiixaro
na porta da matriz da freguezia, c nos lugares
mois pblicos.
S no caso de necessdode urgente e especi-
ficada se dispensar csso formaiidade aos que
prestaren) flanco idnea.
O fiador s rosponsobilisar neste caso pelos
dnvidos do amaneado, ese sugeilar a pena de
mullo ot SUltjOOO no coso de se mostrar que o
fioneado procurou por esse meto evitar qual-
quer responsabilidade.
Canforme.O secretario, Rufino Augusto de
A eamaara municipal desla cidade faz ses-
soo ordinari no da 11 do corrente, e nos se-
guiates.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para seren re-
colhidas desde j as notas
de lo^ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
Acha-se recolhido casa de. delcnco or-
dem desla subdelegacia, por fgido da casa de
sua senhora, Lou renco, que diz ser escruvo de
li. liara Carneiro llonteiro : quera sejulgar com
direilo a elle, dirija-so a osle juizo, munido de
suas provas. Subdelegacia da freguezia de San-
to Antonio do Recite 26 de maio de 1860. Vil-
laca, subdelegado.
Colloctoria provincial de Olinda.
O collectorde rendas provnciaes e Olinda taz
publico pelo prsenle, que o prazo de 30 dias
uteis marcados no regulamenlo de 16 de abril
dj> 1fci2 para a cobranca do 2." semestre do cor-
rente exercicio de 1859 a 1760, princpis-se a
contar do din 1." de junho, lindo os quacs poga-
roomulla de 3 Od os contribuintns que nao
Dagsrem no referido prazo. Collcclona de Olinda
26 de maio de 1860.O esrrivo,
Jos, Goncalves Rodrigues Franca.
TI1EATRO
DE
'espera de sua chegada : agencia ra do Trapi-
cho n. 40, escriptono de. Thomaz de Paria
Para o rticaty
segu ern poucos dias o hiale Beberibe por ja
ter o maior parle de scu cirregamento : para o
reslo e possageiros, trala-se na ra do Vigario
mmero 5.
MaraDlio e para
segu com milita hrevidade o hiato Lindo Pa-
quete, capitao Jacinllio Nuiles da Costo, por ter
urna grande parle do corregoraento arranjado :
para o reslo Irotn-se rom os consignatarios Al-
meida Comes, Alvcs & C, ma da Cruz n. 27.
o Rio de Janeiro
segu em poucos dias o patacho nacional Ca-
puoin, oindo jioJc ailu.illir algunia carga, nas-
sogerose escravos ; a tratar com J- B. da Pon-
seca Jnior, na ru do Vigario n. 23.
Queijo do serto.
Ven Ic-se a 800 rs. a libra ; nos qualro cantos
da Boi-Visla n. 1.
''endem-se 12 cadeiras, 2 consolos, 1 ban-
ca do neio desala, 1 sof e 2 cadeirssde bracos,
sendo tudo de Jacaranda, e por barato preco : na
ra de Pilar n. 141, p:imeiro andar.
>'endem-o canoas de amarello, de 25 a 35
s de comprimento e proprias para pescaras,
F Por preco commodo : na ra do Vigario
numeo 5.
Vende-se urna negra crioula de meia idade
areco commodo : no largo do Paraizo n. 14.
pslmi
e abrir
e por
lessagcries imperiales.
Al o da 12 desle mez espera-se da Europa o
vapor francez Gnyenne, commandanle L'noiit, o
qual depois da demora do coslumc seguir para
o Rio de Janeiro locando na Babia, para possa-
geiros etc. trnta-sc com os agentes Tisset-freres,
ra do Trapiche n. 9.
Leudes.
n
yppohto da Silva tara' l.ilao por
conta e risco de quem pertencer, de
200 ciixas com sabao ipglez : sabliado
9 do corrente as 11 liorus em ponto, no
armazem nifandefrarlo do Sr. barao
do Livramcnto, no Forle do Mallos.
l-fi
lcneirio do actor Cosa Lima.
IIOJE 9 DO CORRENTE.
Subir scona a excllenle comedia-drama em
3 ocios, do C. Lacerda :
DE
s-se-ha, representado pelo beneficiado a
engranada scena cmica:
0 MATUTQ NO RECIFE.
Dar fim ao.espectaculo, a jocosa comedia em
tira acto :
MlIUCOTl
O
Sa
dos,
quei
arqu
tona

ao sertt'eito p.e'o agente Ca-
na rgo no sea armazem da
*ua do Vigario n. 19, os Srs.
pretendentes podem desde j
Jirigirem-se ao mesmo agen-
te para examinarem os mes-
mo8 predios e mais condic-
es da venda.
Avisos diversos.
/
-Jos Francisco de Allemo Cvsneiro
declara aos seus amigos qae d'ora cm
liante assignar-sc-lia por Jos deMe-
nezes Cysneiro Bandcira c Mello.
Piccisa-sc fallar com o Sr. Au-
gusto Carlos de Lcmos,a negocio de in-
teresse, nesta lypograpliia.
Os Srs. Jle Domingues Pereira,
r'uarda nacional do esquadt ao desta ci-
dade, Juviniano ot Antunes, official
eigarreiro, Jos Pedro Fernandes Vi-
lella, Francisco da Silva Queiroz, qnei*
iam ctliijjir-sea ra Direita leja n. 68,
ti negocio que nao ignoram,-
Na estrada do Manguinlio, sitio da
viuya Carvalho, vende-te por preco
tauto commodo, um ptimo carro ame-
ricano, de quatro assentos, para um ou
c ous cavallos, com os seus respectivos
arreos, ou sem elles, do modo que maiSjlatura mediana c reforjado, bous denles e lima-
conveniente parecaao comprador : o si-
tio e do lado da igreja e o segundo de-
{ os desta.
Vende-se urna preta em Fra de
fortas, ra do Pilar n. 15. -
Barroca am para o Porto.
). Francisca da Cunha Bandeira de Mel-
lo, seu3 (Dios Amonio Carlos Perein de
Dujrgos Ponce de Len, los Flix Percjra
de Burgos, Carlos Pcreirfde Burgos, e ou-
tr Ge me? de Almeida o Jo.iqura Pessoa Ce-
sai do Cunha, npprinidos de grande dOr,"
co ivjdain a tolos seus prenles o amigos,
qus dignem-se de manifestar a sua canda-
do indo assistir a missa da visitacao da
co a do stimo dio, no convenlo'do Carmo,
on le tem de ser ella celebrado, no dia se-
gu ida-feira 11 do corrente s 6 horas da
m inhaa, pela alma de sua presodissima li-
lh i, irmao e aniada D Ignacio Pessoa
Baiuleira de Mello.
Jos Albino Pereira de Farhs segu paro-a
Euro )a.
Fugio escravo de nome Ce-ario, idade de
viole o tantos annos, pouco mais ou menos, es-
THEATRO DE VETO.
Companhia-lyrica auslro-ga lio chino marroq aino.
DE
JOSEPH MACARROMI.
O abaixo assgnado, emprezaro do companhia animaleja. faz saber a todos os senhores -
signantes, que acaba de chegar do Oceania com o seu corpo de animaes cantantes, e que pretendo
dar alguns espectculos nesta Ierra da Santa-Cruz, aonde espera lograr os tolos e embarar ainda
os mois visados, em batios, figados, larynges el reliqua.
Bem podera, guiso de recommendocao para provocar as indemnisaces competentes, fazer
inscrcver no texto do presente annuncio todos os thealros do mundo em que tem feito etiirarem-st
as magnificas gargantas dos seus bichinhos, mas prefere apresenla-los. sem cousa quo duvida ou
prevenco faca, aos dilelanli da mistura de gritos descompassados e contrf lodos as rcras do
msico.
Entretanto para que se nao gnorem os nomos dos personagens que formom a sua compa-
nhia, abaixo publica o seu cleuco, dando ao mesmo lempo, o programma do scu primeiro es-
pectculo.
1. A Sro. condeca Emilio Telbromini, dona-prima, com martellos (carlelli).
2. O Sr Tarbollucci, martimo (borilono). idem.
3.. O Sr. Col vio, primo-boxo de pro funds, dem.
4. O Sr. Morionelli, primo-tenor, idem.
5. O Sr. llegimentono, primo-bufTo-boixo, sem martellos (earltU).
6." A Sra. Armenio, prima-dona,despolico, idem.
A Sra. Gozzclla, priraa-dona-contrallo, dem.
A Sra. Celiinue Uegimcniano, prima-dono, idem.
O Sr Charmetli, primo-tenor, idem.
O Sr. Plocacdi, pnmo-baritono-gultural. idem.
O Sr. Iliomalli, primo-baixo, idem, idem.
O Sr Picbiasenlo, proparador dos coros.
A Sra. Rosboff, prima-bailarina.
As Sras. Touruiqucle, Chauve-souiis e Salmiakoff, segundas bailarinas.
O Sr. RosbilT, primeiro bailarino c desorgauisadnr de rorpos e objectos.
Os Srs. Tsin-Tsin, ChofT-Choff, Kan-.en-kan c Arequipa, segundos bailarinos.
Alem destes, tem mois um corpo de boilarinos inferiores c superiores, coristas de todas as
especies, quadrupedes, bipedes e tripedes, que iroo oppaiecendo pouco e pouco.
Eguolmenle possuc elle um cosmoroma, formado de quadros vivos e morios, tudo opropiiodo
ascircumstoncios do lempo e do lugar.
7.
8
9.
10.
11."
12."
13.
14."
15.
16.
#flKflBeos-ai
.-
gUnio
r?
I
-fc

Tomaran parte no espectculo, em obsequio a
ienefitiado, os artistas Uaymundo e D. Isabel-
aos quaes o beneficiado grato a boa vonlode com
que seprestom, nao pode deixar de teslemunhar-
lhes os mais sinceros ogradecimentos.
N. B. Era consequencia da repentina morle do
infeliz Rozendo, dcixa de ir a comeda Hachador
e sim o Lcoo de Florete.
Os bilhetes acham-se venda no cscriploiio
do thcatro.
Comecar s 8 horas.
PELO A.GEXTE
De ordem do Sr. JoaoBaptista de Medeiros c
por conta de quem pertencer o referido ogente
for leiio hoje ao meio dia cm ponto na prenso
n. 3, no Forle do Mallos
DE
11 saceos com 54 arrobas e 2 libras de algodao
cm plumo segunda sorle, oproveiladas do in-
cendio havdo em sua prensa na larde de 27
do dezembrodo auno prximo passado.
SOCIEDADE
Ucncficcntc dos Cochciros.^
ordem do Sr. presidente
(So convidados os Si s. socios para
compatecerem na sala das nossas
sessoees nosabbado II do cor-
rente as 8 bol as da noite cm
ponto, para formar a attemblea
ge ral para tratar negecio de in-
t?resse
Secretaria da sociedade Uniao
Benecenfe dos Coc'.ieiros em^
PeVnambuco 8 de junbo de 18t.(). "'' \
O primeiro secretario, Datnaza
M randa de Souza Coufo. ^
Vende-se urna canoa muito propria para
a(terro. esl junto ao esloleiro do Sr Joaquim
ninnio Rodrigue., ra do Brum : Irata-se no
scriplorio da Companhia Pernambucana, no For-
I i do Mallo.
Prcisa-sedo um criado que soibo cozinhar,
pino o servio de urna casa de pequea familia :
a Ponle de Uchoa, silio com porloo de ferro de-
f on le do Sr. Rento Jos da Cosa.
Na ra do Trapiche Novo n 42, precisa-se
urna ama queso queiru encarregar do Iraba-
II o de urna casa de um moco sollciro eslran-
;iro.
Thomaz de J'aria saca sobro o Porto ; na
|ia do Trapiche n. 40, escrplorio.
O Porluguez Jo-jquim Alves Machado de
Cirvalho aviso a quem 1 to interusse o sua relra-
i para o Rio de Janeiro o mais prximo pos-
si re. .r -
AHiia-se urna preta que cozinha, ergomma
e ensiboa : quem qnuer, dirija-sc a ra ta Praia
a 20, segundo andar.
Offerece-se urna ama portiigueza ilg muifo
bj)ns coslutnes para cozinhar, PiigomaniCr, '.-
u>aafsin u P.-< .. .i^.mu : a ualuf na ra
3 Apollo n. 49.
Jean Dauphant, Jorge Dauphanl, Fierro
alhou, subditos froncezes, rcliroin-so para o
Pio do Janeiro no primeiro vapor.
J. G. Knaus, subdito Susso, faz urna via-
3m i Europa. *
lnstrucco.
Um moco sollciro.de excllenle conduela, se .
(Tereco para ensinor em qualquer engenho per- i
desla praca, nao s primeiras letras, pero o ,
qjue esl competentemente habilitado, como tam-
sm lalini o geometra, o que prova com docu-
enlos e por j ter ensinado : quem de seu pres-
mo se quizer ulilisar, aiiuuncie para ser pro-
irodo.
PRIMEIRO ESPECTACULOLYRICO W.AGIC0
DIA 9.' DO MEZ MEDIO.
Estra dos primeiros personagens.
Depois da necessora ouverlnra, subir i secna a linda o sublimada opera do maestro Gavcl-
to, cm 4 actos e 54 quadros mulalivos :
abra escuro quasi negro, barba na pona do
o, olhos avermelhados, pernos um pouco
Cadas, lilho do Sobral (Ceari); poilanto
se oos capitaes de campo, os autoridades
poiic oes, e qualquer pessoa que o possa encon-
trar, o opprehendam eo leveni a sua senhora, no
coes do Ramos, sobrado encarnado, que scrao
grali Icados ; e se protesta contra quem o livor
aeou ado cm sua cosa.
Um silio para iavrador, com boa casa do
vive da, estribada, senzalo poro escravos junto
ooergenho, e a morgem do ro GoilA, com trros
de pioducQo, distante 0 legoasdo Recife : quem
o pretender, dirija-so ao eogenho novo Goit. fre-
ne/, a da Luz, propriedade do Joaquim do Reo | na 1"al rsiroi,ro ? Srs. larbotucci, Cotovia, Uegimentano, Manonelli c as Sras. Telbramini, Ar-
Barn s Pessoo. menie e GazzelU, c toda o deisais companhia som eslro.
tar^'B;,>,,,vtvbs&st'*a ^oopoffla I As mulaces scrao feilas peranle o publico.que apreciar entio a ligeircia mgica ao conlra-
*,,+ >v, **,&,:,&&i*-&t*&9W9&9f* regra o Sr. Tambor-iniff, condecorado com a medalha do ovo de S. M. o rei da Coehiuthna.
^LsCnptoriO (le aUVOCaCia.f Nosintervallosdonsar-sc-haoseguinle:
l -.--. 1. L'm pasto a cinco, por toda o companhia.
2. A Maccarroneida. passo bullo de carcter, pela Sra. Rosboff e o Sr. Rosbif!.
3." O hlhmo de Siie;, pliantasnifRoria-miinca, por (ola acompanha que dar salios e pi-
ruetas lo grandes que provoca rio syncopcs s nervosas damas.
O abaixo assigndo, ronflado no amor que tem aos cobres do respeifavel publico, e na ma-
neirasempre benigna por que acolhe us horriplenlos cantores de ignota^Ierras, espera tirar bora
proveiio desla primeira repreaentaco.
Sendo o lliealro porttil, o nao podendo o empresario despender dinheiro com a illuminaco
gaz, s ter comeco o espoclaculo, quando a la sahir.
Jottph ilaccarroni.
^
O bochorel Gusmoo Lobo advoga
vi 1 : ra do Rangel n. CI D.
no ci-
V.
Cavallo para cor-
ridas.
Chefeou nesla cidade um cavallo muilo corre-
dor, nropiio pora corridas, do bom tamanho,
muilo novo, esl bastante gordo, cor russa. com
piula de pedrez ; quem o pretender, dirjase a
ra dn Livromcnto n. 20, lerceiro andar, casa de
Correr $ Irmaos, isio o mais breve al amauha
10 do correle.
i luga-sc una casa para pequea familia,
nova. i> muilo bem acabada, na ra daAmizadc,
na Corunga ; a salada frente e quartos sao es-
tucados, soio muito bom, com janella no oit.io,
cozinhifra, copi.'ir, iiuarlo para criados, eoxcira
e estrilara, gallinhciros e pnmbal.cacinioa, ele,
ludo de pdra e cal, por OJOj&OO.
DE
Avisos maritimos.,
REAL COMPANHIA
DE
Banha de porco.
Segunda-feira 11 de corrente.
PELO AGENTE
PESTAA.
O mencionado agento far leiliio segunda-fero
pebs 10 horas da manhi por conla de quem
pertencer o porto do ormozem do Sr. Annes de-
froutoda alfondega
DE
100 borris com excllenle banha de porco re-
ceiilemente desembarcada.
LEILAO
Terca-feira 12 do corrate.
PELO AGENTE
Altenco.
Achando-sn desolvi la a sociedade commercial
de Souza Rorros e Companhia, desde moio do
carrele anuo ; e ficando sob a responsobilidade
Domingos de Souza Barro,to-
cos os negocios tendentes a liquidarlo, quer
o aclivo, quer no possivo da cosa commercial
(a iiiesnia firma ; o abaixo assgnado faz scien-
la ao publico, que os socios Antonio Luiz de
otros, e Antonio Alves de Carvalho Veras, que
iziara parte da firma social, ficoram desde aquel-'
i dada sem gerencia alguma nos negocios rela-
vos a mesmo firma.
Domingos de Souza Barros.
Recife, 8 de junho de 1860.
D. Francisca da Cunha Bandeira do Mello
ns;Mhos Antonio Carlos Pereira do Ber-
|f>N.IUIIIUW......| _,:_ .._:... j.
urgos, Carlos Pereira de Burgos, o outros
imo seus genros Anlonio Correia Gomes
e Almeida e Joaquim Pessoa Cesar da Cu-
ha transidos do mais doloroso sentimen-
o, pelo inoyinalo e prematuro fal'.ecimcn-
o da sua muilo querida e presodissima fi-
lia, irroa e cunhada D. Ignacia Pessoa
Bandeira de Mello, falt.riam com tudo do
cumpnr com o mais sagrado dever, se nao
desce, como dao. um publico tcslemunho
do profundo reconhecimeulo e gratidao a
todas as pessoas caridosos, quo tomando
porte em um da lao pungente, tiveram a
summa bondade do ossislircm os ltimos
sutTragics feitos no convenio do Carmo
pelo olma d'aquella que dormindo o som-
no da elernidode ia ser encerrada em o mais
triste jazigo para jamis ser vista 1
E com especial parlicularidade, agride-
cem com toda a efusao d'alma oo lllm. Sr.
Anlonio Jos Conrado, que conhecendo toda
a intensidade da afflici.'o de que tanto sof-
friam pela mais dura e'cruel separaro do
objecto de suas affeices. de muio boa
vonta le se encorregou do enterro e se pres-
tara por todos os modos de um perfeilo c
verdadeiro chrislo, cavalheiro c amigo.

i
Nova, em Bmxeas (Blgica),
SOB A DIRECCAO DE E- KtRVW
[\ova casa de pasto
Paquetes inglezes a vapor.
No dia 13 do correno espera-se do sul o vapor
Tyne, commandanle Jelicoc, o qual depois da
demora da coslume seguir para Southampton,
tocando nos portos de S. Vicente e Lisboa : para
passagens etc., trala-se com os agentes Adam-
8on Howie 4 C, ra do Trapiche Novo n. 42,
P. S. Os embrulhos s se recebem at duas
horas antes de se fecharem as malas on urna ho-
ra pagando um pataco alem do respectivo frete.
Ass.
Segu oestes dias o hiale Santo Amoro, rece-
be carga e passageros: a tratar com Caetano Cy-
riaco da Costa Morcira, ao lado do Corpo San-
to n. 25. v
liio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Mathildt, por ter
metade da carga prompta : quem quizer carregar
o reslo enienda-se com Manocl Alves Guerra, no
.scu escriplorio da roa do Trapiche n. 14.
Para a Baha segu em poucos dias o pa-
lhabote nacional Doos Amigos, por fer a maior
parle da carga prropla : para o reslo, trala-se
com o seu consignatario Domingos Alves Ma-
theus, na ra da Cadeia n. 51.
No da cima designado e pelas 10 horas da
monhaa porta do armazem do Sr. Annes de-
fronle da olfondcga, o referido agente far teilao
por conla de quem perlencer
DE
40 saceos com feijo mulalinho.
400Iotas de bis.oulo de soda vindos neste ulti-
mo navio de Liverpool.
4raixaseom 200 caxinhas de figos ;c peras.
100 rolos de fumo vindos no ultimo navio do Rio
de Janeiro.
20 fardos com alfazema.
500caixas com charutos de diversas marcas.
Champagne, velas slcarinas, vnho do duquo do
Porto.
Grande e importante
LEILAO
Segunda-feira 11 do corrate.
DE
2 magnficos sobrados de 2
andares, novos e bem edifi-
cados, acabados em 1858 na
ra do Rangel ns. 18 e 20, as
11 horas em ponto, cujo lei-
O abaixo assgnado adverle a seus ireguezes
-"rn p~ra"cyp"blica7 doTi. provedor dos re- feemdou sua caso do posto que anteriormente'
(inha no interior de sua taberna da ra das Cru-
esn. 21 para o primeiro andar do mesmo sobra-
lio, aonde contino fornccc-comedorios com lodo
i osseio, assira como haver todos os domingos o
lias sanios mao de vocea, c do manita a bem
eits fejoada, principiando a mao de vocea nos
resperas as 10 horas da noite,
Diogo Jos dn Cosa Fonles.
Aluga-se urna coso gronde todo envidraca-
tn em roda.com urna grande sola na frente, 2
ilcovas grandes, sala de jantor grande e 2 quar-
os, coznha foro, 1 quorto para dispensa, cadm-
a d'agua de beber, com alguns arvoredos no
[uintal. sito no lugar do Copunga t quem prelen-
ler, dirija-sc ao Recife, na ra da Crnz n. 8, pri-
neiro andar, ou ra do Livramento, loja de cal-
jado n. 35.
nos ecapellas, se proceder a arremataco
di renda annual dos casas e sitio perlencenle'ao
ttrimaoio da irmandade das olmas de Santo
Antonio, cuja arremalaco era lugar no da 9
junho. ^
RESPOSTA A UM PEDIDO.
O escriviio da contraria de tanta Rila, respon-
3 ao irmo confrodo que oevia ser um pouco
n ais polido ; que S. S. sabe perfectamente que
as lanternas quebro'ain-see que se lhc disse
ue as fosse buscar na ru Nova, na loja do
r. Castelo para escolher asua voutade : mas
cj publico ja conhece que infelzmenlo naconfra
lia irmaos que so desejam inligas, mais tombem
5,3 vai conhecendo que os que ssim praticam sao
i'qoelles que raamdam ah lernos a si e a sua sc-
i horas c deixam de pagar lontualmcnle o at
a; vezes c necessario dar Inbalho ao escrivo
c inulilisa-los.
Ama de lei te.
Precisa-se de urna ama de hite ; no silio da
viuva do comendador Luiz Gones Fcrreira, no
l.ondego.
Vendem se sapulis' cm ^uanlidade, sendo
rinito grandes e muilo doces, is quaes sao tam-
I em proprios pora embarque :a tratar no silio
Oa ra Imperial n. 64.
ltoga-se
ro senhor do engenho Caporida freguezia da
l.scada, Jos Alves de Olveira que mande pa-
tar a letra de 600> que obrigiu-se cumprir no
cia de seu vencimenio, 3 de aril prximo findo
uo corrente anno, c quo nao la feilo at o pre-
s nte, despresando os rocos bandos o suasorios,
3ue se tem empregado para faer cumprir o seu
nvcr 1....
A mesa regedora da irmndade de S. Jus
Fibaraar, convida a lodos os sus irmaos para no
dia 10 do corrente. as 9 horasla manhaa, com-
f arecerem no consistorio da nesn para urna
mesa geral, aflm de se tratar d negocio a bem da
tiesma igrejo, do que espralos cm Vmcs. nao
I aver falla.Manoel dos Anjo Torres, secreta-
r o da mesma.
Manoel Alves Guerra, curdor fiscal da mas-
s i Taluda de Pedro Jos de Meo Costa, participa
a credores do mesmo fallido que em curopri-
n ento do arl. 859 do cdigo cmmercial e 93 do
dcreto n. 1597 do 1. de mai de 1855 devem
a iresenlor no prazo de 8 dasseus ttulos para
si vem examinados e se procede a cla.isificaco e
Vendem-se paos de folha o melhor^uc po-
de hover; na ra Imperial, padaria n. 55.
Bichas de Ham-
burgo.
Estao venda aos centos e a rctalho, chegados
pelo ultimo navio de Hamburgo : na ra estrelo
do Rosario n. 3, loja de barbeiro.
Largo do Carmo,
esquina da ra de Horlas n. 2, compram-ss jor-
nacs o 3#200 a arroba.
Compra-se
um carrnho de mao que esteja em bora estado ',
na ra da Gloria n 69, ou annuncio.
__ Precisa-se comprar duas malas de vhgcm,
em bom estado quem tiver annuncie.
Offerece-sn um criado para coso cstronge-
ra, pois entende perfeilomenle de coznha : quem ,
[
f--
(
i
Este hotel collocado no centro de urna das capitaes importantes da Europa, toma-sede grande
valor paraos brasileiros e portuguezes, por seus bons commodos e confortavel. Sua posic,ao
urna das melhores da cidade, or se adiar nao s prximo s estacos de carainlios de ferro, da
i ,,-, ,- i?.auia, corno ,ior ter a aous minuius ae si, todos os theatrose diveriimenios; e,
alera disso, os mdicos precos convidam
No hotel hasempre pessoas especiaes, fallando o francez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguez, paraacompanhar as touristas, qur em suas excurses na cidade, qur no reino, qur
emfira para loda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (35200 45?000 )
por dia.
Durante o aspaqo de oito a dez raezes, ahi residiram os Exras. Srs. conselhairo Silva Fer-
ro, e seufllhoo Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e os Drs. Fehppe Lopes
Netlo, Manoel deFigueira Faria, eJesembargador Pontes Visgueiro ( do Brasil, ) e rauitas ou>
tras pessoas tanlo de um, como de oulro paiz.
Os precos de todo oservico, por da, regulara de 10 a 12 francos (455000 4&50O.)
No holelencontrara-se informaces exactas acerca de ludo que pode precisar um eslrangeiro.
O Sr. que annunciou vender uns solos do
ierras de foros, opporeca na ra do Rangel nu-
mero 21.
Attenco.
Alugo-se um sobrado de um ondor que tem 2
solos, 2 quorlos bons, coznha fri, na ra Impe-
rial : a tratar no ultimo sobrado da ra Augusta,
que fu-a o oito no viveiro do Sr. Muniz.
Aluga-se urna escrava muito cspeila, hu-
milde e fiel: quem precisar de seus servicos,
dirja-se a ra da Praia n. 33, segundo andar,
que ochar com quem tratar.
Preciso-se de um caixeiro quo tenha prati-
ra de taberna : no ra do Rangel n. 6, deposito
de mansos, so dir quem precisa.
Manoel Jos Dantas Jnior vai a Portugal
Iralar de sui sonde : quem rom o mesmo tver
contos opresenlf-as a seu pai, no prazo de 3 dias,
na rus dos Roas, ou na ra nova de Sania Rilo.
Precisa-sede um irabalhador : na refinaQo
da ra do Pilar n. 118
O abaixo assignado vai a Portugal com sua
senhora e 5 tllhos menores, 1 criado e 1 criada,
deixaudo por seu3 procuradores, em primeiro
pretender dirija-se 5 ra do Colleglo, loberna'da lugar sen socio Antonio Manoel Bastos ; em se-
qnli guudo Jos Joaquim da Silva Gamcs, e ( m ter-
__ a ra larga do Rosario, taberna do Lemos j ceiro Joo Francisco de Corvalho.Joaquim Luiz
n. 31, precisa-se de urna ama de leile. i Vieira.
- O Sr. Anlonio Aniceto da Silva que estero Eduardo Condido de Olveira, vai a Lisboa,
no engenho Pimenteiros, na freguezia da Escado, | l3PaC*a^Cl Ci
lem urna carta na ra doQueimado, loja n. 18.; JL J CI_/loCl.OV>'

300ociaco Cnpogtraphica
Domingo, 10 do corrente, s 10 horas da raa-
jihaa, haver sesso ordinaria do consclho direc-
or, no lugar do coslume.
J. L. Dornellat Cmara,
Io secretario.
Sal do Ass
Vende-se a bordo do hiale Bom Amigo : tra-
a-so com o capitao Pereira Marinho a bordo, ou
eo Santo n. 6.
Vende-se um carro e boi de trabalhar na
alfandega, tudo em perfeito estado, pelo diminu-
to preco de 200j : quem quizer.appaaeca na Sq-
ledade, padaria n. 16, para ver.
Attenco.
Vendera-so 20 raoedas de ouro, portuguezas :
r)a ra das Plores, taberna n. 37.
Vende-se um carro de patseio em
muito bom estado com rodas de sobre-
cellentes, bons arreios e por preco com-
modo : na ra do Queimado n. 15.
Vende-se a taberna da ra da
Praia n. 48.
Erva doce.
ffa cha das Cruzes n. 4t A, veqde-se erva doce
dfjJMia qualidade, lano em arroba como em
iba.
O abaixo assiguodo, morodor na.villa do
Brejo da Madre de Dcos, previne ao publico em
geral que noo faca negocio de qualidaite alguma
com urna letra sa, possoda ao couego Francisco
Rochad Pereira de Brilo Medeiros era dezembro
do anno prximo pretrito, proveniente da 10
voceas que lhe comprou, e cujo prazo deve (Indar
em novembro futuro, pois estando em boa f nao
duvidou passar dita letra antes de recebe-las, e
como hoje se ocha convencido de que o referido
conego j ento nenhuma rez possuio, faz esta
declaracao nao s para salvar a sua responsabili-
dade, como para que ningnem possa allegar ig-
norancia. Villa do Brejo 25 de marco do 1860.
Pedro Cavalcanti de Albuquerque.
Precisa-se de urna ama que saiba engom-
mar e cozinhar, para casa de homem solteiro :
na ra do Camarao n. 7, taberna.
Manoel Martins Je Oliveira publica ao res-
peitavel publico, e particularmente ao corpo do
commercio, e ao Sr. Luiz Jos Marques, que do
l.dejulho vindouro deixa de vender espiraos
nacionaes, na sua taberna sita na ra do Pilar
n. 131.
A-nlonio Jos da Costa Cabrl prelendendo
comprar a taberna da ra Direita n. 99 perten-
centes a Jos Lourenco de Menezes, e como de-
soje fazer esta compra livre e desembaracado,
pede a loaos os credores do dito Sr. Menezes a
reunir-se na mesma casa, no prazo de i dios,
adra de tratar de tal negocio, lindos os quaes o
mesmo cima nao ter responsabilidade por qual-
quer iraosaccao tendentes o dila taberna, ou com
o mesmo Sr. Menezes.
__Joio Prancisco de Carvalho manda para Por-
tugal sei filho Joo de menor idade, em compa-
nhia do Joaquim Luiz Vieira.
__Os senhores que Urtera em seu poder le-
tras sacadas pelo abaixo assignado e aceites por
Thiago da Cosa Ferreira Estrella lenham abon-
dade de levar ou mandar loja de Vidal & Bas-
tos, na roa da Cadeia do Recite n. 56 A, ama
nota com declaracao de seus nomes das quanlias
das mesmas letras e das pocas de seus venci-
menios. Recife 4 de junho de 1860.
Anlonio Joaquim Vidal.
de um mjnino porluguez cora pralica ou sera el-
la, paro urna taberna cm Beberibe, principalmen-
te dos ha pouco chegados de fra, e tombem de
urna ama forro ou captiva, para servir urna casa
de tres pessoas : a tratar na ra da Gloria n. 69.
ua do Queimado n. 37.
A 30S cortesde vestidos de sedaouecustaram
60$; a 163 cortes de vestidos de phaulasia que
custaram 309; a 8g chapelinhas para senhora.:
na ra do Queimado n. 37.
Perneiras de couro da Russia
Vendem-se excellenles perneiras de couro da
Russia, assira como bolas e palelols, ludo isto-
proprio pora a estaco presente : na ra da Ca-
deia do Recife n. 53.
Vende-se urna negra de 16 annos com va-
rias habilidades, ptima conducta e figura, por
preco muito commodo : na ra das Cruzes ta-
berna n. 22.
Milho e farello.
Vende-se milho a 4$50O, em porcao por menos
e em cuia a 240 rs., (relio a 5fl o sacco ; na tra-
vessa do pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello com oito para a ra da Florentina.
Vende-se urna raeia mobilia do amarello
em bom estado: na no becco da Bomba n. .
Aviso aos senhores armaze-
narios de assucar.
Fio inglez para coser saceos, de superior qua-
ldade, pregoa americanos em barris rom 100 li-
bras, e ditos ripaes do reino de 30 molhos o
barril, seu preco o mais commodo possivel : na
loja de Thomaz Fernandes da Cunha, na ra da
Cadeia do Recife n. 44.
Vende-se urna escrava de 25 annos de dt-
de, a qual coznha e engomma com perfeicao :
quem pretende-la, dirija-te a ra Nora o. 56,
que achara com quem tratar.



Saino a luz o 5* iomq ai)t>iogra-
phias de alguns poetas, e utros ho-
mens illustre du provincia de Pernam-
buco, pelo cotmeadar Antonio Joa
quita de Mello. Conten at biograpliias
de Luiz-Francisco de Carvalho Couto,
Jercnyrao de Albuquerque Maranhao,
Alvaro Teixeira de Macido, e Joao
Antonio Salter de Mendonca ; versos,
ntreos quaes 30 odes anacrenticas,
urna noticia intersate do levante de
Goianna em 1821, e noventa dous
documentos inneditos. Por ora em
mao do autor.
Precisa-se de un criado : na ra do Impe-
rador n. 75, primeiro andar.
Aluga-so a excellent loja da can da ra
do Imperador n. 75, lado do caes : a tratar do
primeiro andar da mesma casa.
Na ra da Praia n. 43, deseja-sc fallar ao
Sr. Manoel Thomaz dos Sanios, aniei que se re-
tire para a Ilha de Fernando.
Trecisa-so alugar um escravo para todo o
scrvico de ura homem sollciro eslrangeiro : a
fallar na roa do Trapiche Novo n. 18, escriptorio,
Precisa-sede urna senhorn que saiba o fran-
cez e geographia com perfcicao, para ensinar 4
mcnioasem um engenho perto desla praca : a
scnliora quo se achar nestas condiccs e quizer,
poder procurar a pessoa que precisa, na ra da
Cadeia do Itccife n. 53, loja do Alvaro & Maga-
Ihaes.


Luiz Soulan.cutilciro e armeiro frsn-
cez, que trabalhou em casa dos Srs.
Pommaleau e Pradines ain, previno
ao publico que acaba do eslabelccor-sc
na ra das Cruzas n. 38, aonde offere-
ce sen presumo, qur para amolaeoes,
qur para concerlos de qualquer espe-
cie, o que promelte a/.er com rapidez
e pcrfeico. Igualmente se encarrega
de concert de instrumentos de ciiurgia
e dentistas ; quem de seu presumo se
quizer utlisar pode ficar inteirauente
descansado quanlo ao apurado du 1ra-
balho. "
?|E3
I


I
O abaixo assignado faz sciente ao corpo do
romnurci) desla praca, que Iraspassou as suas
lojas de chapeos, sitas na pri<;a da Independen-
cia na. 14 e ICao Sr Joao da Malla Bellro, li-
cando o mesmo abaixo assignado responsavel
polo passiyo das mesmas lojas. isto desde 31 de
inaio prximo passado. Recite 4 de iunho de
1869.
Placido Jos do Reg Aran jo.
ffi l)r. Manuel Moreira Guerra, mudou .'j.
3| seu escripiorio de advocada para a rus P
^ do Cresp'o n. 10 primeiro andar, onde po- |
<&' der ser encontrado das 3 horas da ma- 85
H nliaa at as 3 da larde. 3!
mmmmm-mm-mmsm
A pessoa quo precisa de 800$. dando por
seguronca urna casa, appareca ns caes do Ramos
numero 6.
Antonio Bernardo Vas de Carvalho, testa-
menleiro do fallecido Joao Baplisla de Campos,
avisa a todas as pessoas que sao devedoras ao
mesmo, de virem quanto antes salisfazer seus
dbitos na ra da Cadeia do Reciten. 19, e as
que se julgartm credoras por qualquer titulo, de
apresenia-las, afim de seren verificados e at-
endidos.
p IIclor Dcslibeaux,.subdito francez, va ao
IVio de J luciro.
Altencao.
Itoga-sa aos Srs. Lib&nio Candido Uiceiroo
,J>aqun Aulouio de Castro Nunes e Prancisc-
Cailos Brando. que tenham a bnndade de con
parecer na ra da Cadeia do Recita n. 23, loj de
Augusto & Perdigue para lhe seren entregues
urnas carias viudas do centro.
Precisa-se de nm forneiro que sirva tam,
bem de meslre de maceira, quo enlenda perfei-
tamcnlc lano de umacuusa como de oulra atra-
tar: na ra do Rangel n. 62, armazem.
Um pedido
Roga-se encarecidamente aolic Sr. Eserivao
da Contraria de Sania Rila de Cassia, o especial
favor de entregar as alantemas, que a seu pedido
forao emprestadas para o ornamento do santo Sc-
pulchro na 5a feira santa ; e como at esta data o
nao leona feito por isso pede
Um Irmo Confrade.
O abaixo assignado declara ao respeilavel
publico que o Sr. Pedro Ignacio Peres Quinto,
deixou ser seu caxeiro, desde odia 2 de Junho.
Recite, 6 de Junho de 1860.
James f. B. Spears
Festejos de Sanio Anto-
nio.
Riquissimo sorlimcnlo de fogos artficiaes para
festejar Santo Antonio ou S. Joo.enlretinimenio
de lamilias, por presos omito cominodos : na ra
Nova u. 10, loja do Vianna.
Metaes linos.
Chegou pelo ullimo paquete esta loja um ri-
quissimo sorlimcnlo de metaes das seguintes
qualidades : apparclhos para almo.;o tojo com-
pleto do verdadeiro metal plaque, ditos ordina-
m rios, baxellas para jantar, e todos os ornamentos
I para completara baxulla#que vem avulso, e por
I precos mais commodos que se podem obter, co-
I lheres para sopa, cha, terrinas, e assucareiros, do
| verdadeiro metal plaque,talheres de cabo de metal
do verdadeiro marfim, osso fino, bfalo, unicor-
I nio de viado e de outras muitas qualidades para
I mesa e sobremesa por precos muito commodos e
I que muito dever agradar ao freguez: na ra
f Nova n. 20, loja do Vianna.
Bandeijas.
Riquissimos temos de bandejas Anas e ordi-
narias por precos muito commodos : na ra Nova
ii. 20, loja do Vianna.
Trapiche de depsitos, al-
fandegadon. 19.
largo da assemMa,
Ha continuamente para vender nesle trapiche
Saceos de feijao mulatinho muito novo com 6 al-
ijueires, farinha de mandioca de diversaa quali-
idades, milho, trelo superior em soceos muito
randes, arroz do Maranhao, cera de carnauba,
aurinhos curtidos, sola e palhade carnauba, tu-
o por precos commodos e em grandes porcoes
u a retalho, conforme a vonlade dos compra-
ores..
Vende se urna negra de meii idade, sem
achaque algum, cozinheira o lavadeira : na ra
da Cruz n. 43.
Venle-se o engenho Recanlo, silo no ter-
mo de Serinhem, com as obras necessarias, e
terreno sulflcienie para safrejar 2;000 pies an-
aouaes, e de muila p'oduccao : os prelendentes
jueiram dirigir-se ao engenhoCoelhas do jnesrao
termo, que achara com quem tratar.
Milho e farinha.
Vendem-so aaccoa grandes com milho muito
bom e farinha de mandioca : na taberna grande
I da Soledade.
Precisa-se comprar duas malas de viagem
tt para paizes cstrangeiros, que estejam em bom
V estado : quem liver annuncie.
Precisa-ae de orna ama para cozinhar e en-
^ gommar em urna casa de homem sollairo : tra-
^L tar no Hospicio, primeiro porlo de ferro, pas-
I aando o quartel.
I
Ignacio Rento oe Luyla mudou a sua re- .
sidencia da ra da Traa para a casa n. 39 da
mesma ra.
DIARIO DE PBRNAMBDCO. SaDBADO 9 DE JUNHO DE tS0
Ofierece-sc urna crioula para ama de casa
de portas a dentro : na roa do Rangel n. 71.
O Dr. Juao Ferreira da Silva mudou-aeda .
ra do Rangel para a do Livramento n. 26. so- !
brado do Sr. Uanoel Buarque de Macedo, defron- ;
to de sua anliga habilaeo. A grande pratira de ,
auscultarlo rcconhccida por quasi todos os seus ,
collegaa desta cidade lorna-o recommendado no '
PROVINCIA.
diagnostico das molestias dos pulmes e do cora-
i O Sr. th
?soureiro das loteras manda.fazer pu-
uos poiinui-s e uo cura- f, ,.-------v----r :------ "i"' '
tao ; assim como pira veriflear o estado de sau- i .;!^?1,JC. ,.e.aiara.r '/J.^toaos os das nocs-
o cxercicio'do i mc8mo Sr
I dencia ns
de dos escravos que se desejam comprar.
crescido numero e variedades de
ha feito com bom resultado em
mais de 20 annos, se julga habilitado paro prat- ; uen,cinjns
car toda e qualquer operaQao cirurgica por mais 'bD?s da
delicada c difflcultosa que seja. n
Thomaz Whilman, subdito Inglez, e" sua sc-
nhora, vo para Inglaterra.
^Collegio de Nossa Senhora
|| do Bom Conselho.
S DIRECTOR ^
00 bacharel Joaquim Barbosa Lima.g
ge Este cstabelecimento transferido no a|
yr dia 6 do correte para a ra da Aurora ft
Joaquim Marcolioo da Silva declara quede
hoje em diante se associou com o seu cunhado
Bernardino Dias Ferreira, gyrando com a firma
social de Ferreira & Silva, ficando todo o activo
e passivo do mesmo a cargo do ambos. Recifo
1." de junho de 1860.
Na ra do Imperador n. 22, loja de louca,
aluga-se una negra para engommar e coser.
Domingos Comes da Silva Saraiva relira-se
para Portugal a tratar de sua saude.
Ama.
Precisa-se de urna ama boa cozinheira : na
ra do Crespo n. 21.
Antonio l.uiz dos Santos & Rolim avisan
que niugoem faca lransacc,ao com una letra da]
quantia de 2:9i3j200, a vencer-so em 24 de Ja-
neiro de 1801, sacada pelos mesmos, o aceita
por Francisco da Guerra Machado, da pra(a do
Cear ; cuja letra incluida em urna carta que di-
rigimos em 30 de marco prximo passado, no
vapor Cruzeiro do Sul\ a Manocl de Moura Ro-
lim, daquclla cidade, foi extraviada : fica, per-
lauto, sem effeiio a dila letra, caso venba a ap-
parecer, visto ter o dito Sr. Guerra aceitado ou-
lra de igual valor.
O Sr. Francisco Xavier de Mallos Telles
lein urna caria do norte, na livraria ns. 6 e 8 da
prac.n da Independencia.
Jos Ricaud, Hespanhol, vai a Lisboa.
Precisa-se de urna ama que cozinlie e cn-
gumuie ; na ra da camboa do Carmo n. 12.
Precisa-se de urna pessoa com
liabilitacoes para contra -tnestre de urna
loja de alfaiate: na ra da Madre de
Dos n. 3G, primeiro andar.
rriptorio ( as mesmas lofrias na ra do Impe-
rador n. I i, o as casas commissionadas pelo
thesoureiro na praca da Indepen-
14 e 16 e na ra Nova n. 56, os bi-
narla parle da quarla lotera do Gym-
ambucano, cujas rodas deverao andar
tmprctcrivelmenlc no dia 16 de junho prximo
futuro.
Thesour ira das loteras 26 de maode 1860.
Cruz, eserivao.
J. M. da
Precisa-
der, dirija
terrea, qu
Dr. i
Santos,
ser pro
na ra
Altencao.
le de urna ama secca : quem preten-
so a na das Aguas Verdes n. 45, casa
i achara com quem tratar.
Attenco
*
No dia 5 do correnle roez ausentou-se de casa
de seu sen mr o escravo de nume Vicente, com
os signaos seguintes : alio, cheio do corpo, cor
fula, lem hita de denles na frente, e a marca de
um talho ro beijo superior: quem o pegar, le-
vo-o a seu senhor na ra ircila n. 112, ou na
ra de Apt Uo n. 23, armazem de assucar, quo
ser recom pensada.
:@s@ @@ s@S@i3
uguslo Carneiro Monteiro da Sirva g$
medico o; eraaor e parleiro pode %'
orado na casa Je sua residencia do Rangel n. 16. ;-j
;$:gg @@f *#"
-. roer
tos, cobcrl
sctitos, des
Na bclica da rna do Cabug se dir quem
lem para v
lado, a qua
nder una barcada em excellent es-
carrega 200 saceos de assucar.
Lig
a MaJ
^8 de Man
^ francez
ij des : n
se um catiioiei m- ro-.as e ssen-
i por um cabriolot do 2 rodas e 2 as-
:oberto : na ra Nova n. 22.
fi
Convida-se aos credores de Domin-
gos Ferreira Mua, nara reunirem-se
na sala da associacao commercial no
dia 11 do correute as I l horas da ma-
nliaa, afim de tmirem urna delihe-!
rac3o sobre a conducta que tem a se-
guir, em v isla da viagem que o mes-
mo fez sua patticipacao aos seus ere-
dores.
2s de francez \
piano.
bmoiselle Clcmencc de Hannelot '-*'
leville continua a dar licoes de M
e piano na cidade c nos arrabal- 5>
ra da Cruzn. 9, segundo andar. ffl|
\imaoak da provincia.
Sahi 3 a luz a folhinha com
o alma ak da provincia para
o corre iifeanno de
o qiml
pra$a (
ra a.
l DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaiguoux, denlista, ra das La- ^<
> rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <
* p denlifico. ^
^ .. lLi.i.L.XXJL FOLBISIliS PAR 1860.
Esto 4 venda na livraria da precia da Inde-
peudeucia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressasnesta typographia, dassegiirrte^*li-
dades :
K OLHIXIIA RF.LIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e rcgulauonto dos direitos pa-
rochiaes, a continuacao da bibliolheca do
Crisliio Rrasileiro. que se compe: 'do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S.,aimilacao do de Sanio Ambrozio,
jaculatorias e commemoraco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, excrcicio da
Va-Sacra, directorio para orocao mental,
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. corojo de Jess, saudacoes devo-
tas as chagas de Clirislo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oracoes. Prego 320 rs.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda
rio, regulamenlo dos direitos parochaes.e
urna colleccoo de ancdotas, ditos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca Je cozinhat
quer de cultura, e preservativo de arvores
e frucl08. Prego 320 rs.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, conlm o resumo dos direitos
parochiaes. Pre o 160 rs.
Hoga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos ns ra do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
Aluga-se a excelleutejf ommoda
casa da ra da Aurora n. 20 : a tratar
na m'rsma ru,> n. 16 A.
@a 9 e3
1 DENTES |
All II III AIS. I
|Ruaestrcita do Rosario n. 3|
@ Francisco Pinto Ozorio colloce denles ar- &
& tificiaes pelos dous syslemas VOLCAN1TE, g
^ chapas de ouro ou platina, podendo ser
*} procurado na sobredila ra a qualquer $
g> hora.
@^eie @@@@@@
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leile & Gorreia em liquidagao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ra do
Queimado n. 10.
Os Srs. Antonio Cardoso de Mallos Sobr-
nho, Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Costa Guimaracs, Guimaraes & Alcoforado. Joao
quim Perera Arantes c Miguel Alvares de Abrc-
Marinho, queiram apparecerna reparligo do cor-
reio afim de salisfazerera o porte de urnas cartas
que vieram da secretaria de polica.
Por um corte de cabello e
frisaracnlo S00 rs.
Ra da Impcratriz n. 7.
Lecomte acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-raestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Pars. Esta eslabelo-
cmentoesl hoje as melhores condigoes que
possivel para salisfazer as cncommendas dos
objecios em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gos, braceletes, annes, rselos, etc., etc., ca-
balleras de loda a especie, para homens o se-
nhoras, lava-se igualmente a cabeca a moda dos
Eslados-L'iiidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objeclosem cabello serao fcitos em sua
prosenco.se o desejarero, c achar-se-ha sempre
una pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o excellent leite virginal de ro-
sas luanca para refrescar a pello, tirar pimos
sardasc espinhas, e igualmente o atareado oleo
babosa para lirnpar e fazer crescer os rabelloi
assim como pos imperial de hrio de Florcnca
para bortuejas e asperidades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de vestidos do seda pretos
de 2 aaias
Dilos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Dilos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com truco
Grosdenaples de cores com quadiinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada prela c. branca, covado 1J e
Dia lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de. ditos de cambraia e seda, corte
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
droes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Mantas de fclonde brancas e pretas
-.tas de fil de iinho prelas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodiio bordados
Panno preto e de cures de todas as qua-
lidades, covado
Casemirasidcm dem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de coi es
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas c de cores*
Saias balio de varias qualidades
Tlela rxo, covado
dulas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, van
Collannhos de esguiSo de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de ronpa feita
I

15200
8
3000
19500
10JJO0O
16)000
laooo
&
9
9
I
I
s
900
9

640
I
9
3J500
9
C2000
sendo casacas, sobrecasacas, palelots,
colletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes Anos, forma moderna
Um sorlimcnlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fuslao brancas e de cores
teroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muito ltfas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meios cruas brancas e de cores para
mcLioos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda dem dem
Um sortimento completo de lu-as de
seda bordadas, lisas, para cenkoras,
homens e meiiints, de todas as qua-
lidades
Cortes de col'ete de gorgurao de seda
de cores
Dilos de velludo muito finos
Lencos de seda rteos para senhora
Marquezitas ou soiubiiuhas de seda com
molas para senhora
Sapalnhnsde merino bordados proprios
para bapiisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
$500 Sclim prelo, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura.
9280
9500
S800
fazenda nova covado
Selim liso de todas as cores covado
Lencos de gorgurSc de seda pretos
Rclogios e obras de ouro
Curtes do casen ira de cores a
t
89500
9
II
9
9
9
I
9
1960>
93SO-
1C20O
970O
2S0OO
I5OO
9
9
2S50O
9
ss^oo
16000
19800
9
I
9
50C(
'|.y J-r
e vende a 800 rs. na
a Independencia livra-
e 8 contendo alm do
kalend irio ecclesiastico e
civil
Noticia dos priiicipaes esta-
dos da Europa e America com
o nome
perudo
ResL
raes, pi
epoliciaes.
- Tabt
parocli
Emp
, idade etc. de seus im-
res, res e presidentes.
mo dos impostos ge-
ovinciaes, inunicipaes
lia dos emolumentos
laes.
regados civis, milita-
le todo
Asso
agricol
todas a
jas, ve]
res, ecclesiasticos, litterarios
a provincia,
ciaces commerciaes,
as, industriaes, littera-
as e particulares.
Esta belecimentos fabris, in-
dustrio es e commerciaes de
s qualidades como lo-
das, acougues, enge-
nhos.etc, etc.
Serv elle de guia ao com-
raerciaate, agricultor, mar-
timo e einfiui para todas as
classes da sociedade.
[GilANDE SORTIMENTO
DE
Fazendas e roupa feita
POR MEDIDA.
Na Itfja e armazem de Joaquim
^Rodrigues T. de Mello.
H\m do Queimado n. SI,
eu\ sua loja de 4 portas.
Tem um completo sorlimcnlo de roupas feilas
e por medida a vonlade dos fieguezes: calcas de
casemira e de biim, colletes de diversas quali-
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor-
timeuto de palelols de panno c de casemira, al-
paca, l.iazinha, riscadinlios e de brim, que ludo
se vende por prego commodo ; um completo sor-
limcnlo de chapos pretos de seda para hornera,
de superior qualdade a IOS, dilos de castor mui-
lo superiores a lfl$, chapeos de sol do seda in-
glezes dos melhores que lem vindo ao mrcalo,
ditos francezes de diversas qualidades, ditos de
panno grandes e pequeos, cortos de vestidos de
seda de variados goslos para diversos precos, um
completo sortimento de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, ludo por preeo ommoJo :
ehaly de seda e lia de gosto mais apurado que
tem apparecido a 1-5280 o covado, chitas france-
zas muito superiores de 250 at 410 rs. o covado
de goslos muilo delicados : um grande sortimen-
to de fazendas francezas e inglczas c allomas que
seria irapossivol aqui se poder mencionar com
precos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais em conla que cm oulra parle sendo
a dinheiro.
1ientpJ!!St.eoprV'tS0festabe?e-ciment?' qe pelos no vos melhorameatos feitos acha-se conyp.
ario LHv'tid0,far"SC_h-a0, ,am,b-ra d,0 10 de""vembro em vante, contratos meolaMpI
Tactos sacrificio, CC0m* io'-9aUlco de 1Uem 0S P^priolanes esperara a remunerado e
Assignaturr. de banhos fros para urna pessoa por mez. .... lOgdOO
> momos, de choque ouchuviscos por mez I05OOO
series de cartnes e banhos avuisos aos precos annunciadna.
Precisa-se de duas ama?, 11 ma pa- { #f> |ft
ra cosiahar e oulra para engommar, jW""'lilil
dando-se preferencia a escravas: a Ira-
tar na ra do Imperador n. 15.
$ %mi m J2' ela" l,ts,e ertabtleomento
^Consultorio central homeopalhicov? i ,Utin(end,0 a0 ta,o pouco Jisonge-ro
1 c,abo|a da ir.aioi parte da popul:
iPUTTin C animado ior 11111 seotimento philan
*3 Continua sob a mesma direcao do Ma- (-:'
noel de Maltes Teiieiii Urna', professor (
4 cm liomecpalhia. As consullas como d'an- @
ireia-
De 55000 a C$000.
T
DE
TO
les.

Sirop du
DrPDRGT
JARABE DO FOUGET.
affec^'e
pela m;
lempo i
Este sarape esta approvado pelos mais eminmtes mdicos de Paria,
Icomo sendo o melhor para curar consiipa^oes, tbsse convulsa e ouirs,
dos broncbos, ataques de peito, irrita<;ies nervosas e usoinnolencbs: urna colherada
donVe o m T'o ^ sumcieules tBeit0 desle excelente xarope satisfaz ao mesmo
dtpotito na ra larga do Rosario, botica ie Darlhaloimo Francisco de Souza, n. 30.
FUNDICAO

Ra do Brujai (passando o chafariz.)
No denozVto desle estcele eimento sempre Va grande sortimento de me-
enanismo nara os engennos de assnear a saber:
Machinas de vapor moderna, de golpe cum prido, econmica de combustivel, e de facillimo assento ; '
Ko Jas d'agua de ferro com cuboi de madeir 1 largas, leves, fortes, e bem bataneadas ;
Catinos de ferro, e port. ts d'agua para ditas e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgens muito fortes, t convenientes ; ^
Meias moendas com rodetas motoras para ag ta, cavallos, oubois, acunhadas em agdlliOes deazs
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobr i; '
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as fornalhas
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha *
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos oubois'
AguilbOes, bronzes e parafusos, arados, eixes e rodas para carrosas, frma's galvanizadas para purgar etc., etc.
D.W.Bowman confia que'os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela continuacao da sua f brica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a Yoptade de cada comprador, e deiazer os concertos deque podero necessilar.
Bolica central homeoptica
Do
I di. sabino e, l rvm.,
f| Novos medicamenloshomcopalhicos en- p
@ fiados da Europa polo Dr. Sabino. j.
@ Estes medicamantos preparados espe- 3t
@ cialmcntc segundo as ne-.essidades da lio- S
meopalhia no flrasil, ve idc-sc pelos pre- A
eos conhecidos na bolica central horneo-E
palliua, ra de Sanio Amaro [Mundo No- S
vo) n 6.
Attenco,
Os effeilos anliepidemicos, que sao producidos
pelas fumigares liygienicas de Guyion de Mor-
rean, *io elDiazes, como prova a experiencia que
dellas se lem (irado ultimamenle. Os vaporos
que se elevam do urna formula desla fumigaclo
bastara' para desinfectar um espaco de 3f0 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Smilli. O andaco que nos vcclia de pre-
sente, tem reifado muitas vidas, c convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram
botica n. 88, na ra Dircita, onde se acha ven-
da quanlidadedaquelle desinfeclanle. O Sr. Do-
mingos Itibeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconliecendo estar a sua casaifTec-
lada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia liaviam aloecido, recorreu ao
abaixo assignado,-quo subministrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella sal llares resultados : as
pessoas pois, emilenlicas circumslancias, que
precisaren! das des nfeccoes, o acharo sempre
prompto para man lar cffectuar a devida applira-
;ao. O mesmo tanbem vende na mesma bolica
os ingredientes pan conservar nos casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approveitam, e previnem a invasao das epide-
mias no interior da; habitarles ; assim como
de importante ulilid .de a sua applica5o as fe-
raas, ou ulceras ch onicas como detergente para
preserva-las do esta lo de pulrefaeco. A maneira
de applicar se acha na diquela. O preco de
&>000.Jos da Ro ha Prannos.
OHP ANUA
ALLIANCE
Estabeleeid i em Londres
lgflfi) m mu.
CAPITAL
Cinco uil\i5^8 de libras
esterlinas.
Saundert Brothers 4 C.m tem a honra deln-
Tormar aes Srs. negociantes, proprielarios de
lasas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos q_ue conliverem os mesmos edificios,
qner consista jtm mobilia ou em fazendas de
qualquer saudade.
Na travetsa da na das Cruzes n. 2, segun-
do andar, ao p desla Urpographia, linge-se com
perfeicao de quolquer:tr,|e mais baralolquelem
outra qualquer parte.
ropicoem pcidos seus antigos fre-
guezes, tem a Lonra de offerecei-Hus
um resto de ^otzeguins de bezerro e
lustre, cni minio bom ettado, mediante
a retiibuieao cima.
S?fJS -
ur. carneiro Monteiro aproteitando da
S proporcao que lem p-iia mais fcilmente
necvtw Miwhciiuw de parlo, o aconso-
9 Ihado pelo feliz K-sultado que tem oblid
... em1 inDltiphcados partos laboriosos, lem
B foilo sua especlalidade sobie ele ramo
para o que poder ser procurado a qual-
quer hora, na ra do Rangel n 16. ;
Allenco.
Acha-se eslabeleeida na sua de Jasn.in; de
batrro da Boa-Vista uma nova fabrica de ferniro
com todas as proporces necessarias para bem
d.'sempenliar quaesquer encommendas, lano de
obras novas como de concerlos de toda a espe-
cio relativamcnle Sita arle. O proprietaiio do
liio eslabelccimenio, Guilhe'rme aisel. promel-
te exteular rom promplidao todas as encommen-
das que lhe forem feilas, o por isso espera ser
coudjuvado por lodas as pessoas que precisaren
de seus servicos.
?ro ja 9 do correnle mez de juntio tem de
ir praca depois da audiencia do Im. Sr Dr
juiz municipal da segunda vara tire! os movis
penhorados porexecurao de Amonio Goncalvo
le Azuvedo ceir Thomaz dos Santos Estima
Lessa : os licitantes que-prelenderem, diriinmse
ao meio dia, na sala das audiencias.
T ^recisa-se alugar um andar de sobrado quo
lenhabons commodos para familia, o em algu-
nias das mas dos b.,irros de Sanio Antonio 011
Boa-\ista : quem o liver, queira procurar na ra
da Imperalrizn. 48, segundo andar, que achara
com quem tratar.
i
?
" cO>
Iteceieu-se pelo ullimo paquete boni- L"
tas milsicas para piano : na ra Nova **>
n. 43 K
H Loja de marmore.
Nova casa de pasto
da a guia de ouro.
Na ra estielta do Rosario n. 23
confronte a ruadas Larangeiras, orne-
ce-sealmo e promptidoe mais barato do que env
outra qualquer parte, assim como se
adiara comida prorapta a qualquer Lo-
ra que se procure.
Attenco.
i
i. D. Frick de Lisboa, lem a salisfaco 3
de informar a lodos os seus amigos e cor- a
respondenies, quo os seus despachos te- *F
legraphicos pelo vapor Magdalena, fo- s
ramos primeiroa que so entregaram na E
eslaso tclegraphica de Lisboa. i
Bollinhos.
Bandejas enfeladas com diversos goslos, do
melhores bolinhos do nosso mercado, em por?ocr
de libras ou a'retalho, que conservam-se muito-
para embarque ou viagem ; assim como pudins,
pastis de nata, rreme, lorias, ou outra qual-
quer pastelera para desserl: tambera preparara-
se bolos finos para o lempo de S. Joo e S. Pe-
dro, das melhores qualidades da msssa molhid
e secca superior, ludo com o melhor asselo, e o
maia em conla do mercado, dirija-so a ra da
Penha n. 25, para Iralar-se.
A


-..

<*t
MARIO DE PER1UMBUCO. SaBBAOOO DE JUHHO DE 1860
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
C
-largo da Penha--
Nesle armazem de molhados con-
us-se a vender os seguinlos gneros abaixo mencionados do superiores qualidades e mais barate
4 Manteiga ingleza c frfflaccza
p flora rr.ais nova que tem vindo ao mercado de 640 a 81)0 is. a libra e cm barri
k faca aigun abalimcDto.
Queijos \amcngos
travos rocentemente chegodos no ultimo vapor da Europa de lg700 a 3J e a visa do g
1I(' c reguez fizer se far mais algum abatimeulo.
Queijo nirato
s a:ais novos que existem no mercado o lJJ a libra, cm poroo se f.ir abatimeulo.
A.meixas fraueczas
ni litas de 1 1(2 libra por 13500 rs., c era campoteiras de vidro conlendo cada urna '.
Mustarda ingleza e franceza
em irseos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
Ycvuailcros gos Ae comadre
eai caiiinhasde 8 libras elogMiioraentc enfeitadas proprias para mimo a l$Gl)0 rs.
Bo\ac\\ii\\\a ingleza
* B*is eeva que In no mercado a 240 rs. a libra e o.n barrica com i arroba por 4J.
Potes vidvaaos
: l *8 libras proprias para mgnteiga ou outro qualquer liquido d8 400 a IgOOO
\i\iciidoas coneitadas \>vonvias ytara sovVcs
ile S 5oao
a 1J a libra e em frasquinhos, cor.lcndo 1 1[2 libra por 2J.
Ci\\\pvcto,l\ysoi\ c nevla
lores que ha neslc mercado de I5COO.2&C 2$500 a libra.
M.a$as ein caixinlias de 8 liln*as
tnleado cada una dilToronic-s qualidades a 35(J0.
Palitos de denles lidiados
a nielaos ara 20 niacinhos cada um por 200 rs.
Ti jlo fvanecz
proprios para limpar faca a 200 rs.
Conservas Inglezas c rancez&s
n latas o cm frascos de diflcrcnles qualidades.
Presuntos, elion.vic.as c naios
.i mais novo que lia ueste genero a 4S0, 610 c 72o rs. a libra.
lalas de nolacliinlia de soda
; ules qualidades a IfSOO em porcao se far algum abalimento.
ibom vendem-se os seguintes gneros ludo reccnlemente chcado
rs. cada
un
U Sr. Aiidie Alvos da Fon.seea Jnior queiru
por favor irwj mandar ra Nova, luja o. 7,
negocio que nao ignora.
Compras.
Compra-se urna carrosa nova ou em bom
uso,om pipa ou sem ella, para conduzir agua :
quero a tiver, dirija-se a ra da Madre de Dos
numero 12.
Compram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-se e trocam-se escra-
vos na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Compra-se urna casa terrea na freguezio de
Sanio Antonio; quein tiver, dirija-se a ra do
Sol. casa terrea junto ao sobrado, ou annuncie.
Compra-se um carro e boi para o servico da
alfandega : na ra do Rosario da Boa-Vista nu-
mero 42.
Compra-se um sobrado de 2 ou 3 andares,
un na falta 2 ou 3 casas terreas, com tanto que
sejam as seguintes mas : Imperatriz, Impera-
dor. Nova, Queimado, etc. : os~prelendenles po-
dem dirigir-se a ra Imperial n 53, para tratar,
ftu na falla aonunciarem sua morada.
Vendas.
c do iinori
Laudados, presuntos a 480 rs. a libra, rhourica muilo Dova, marincloda do mais afamado f
ale de Lisboa, maca de tomate, pera secca, posas, fruclas em calda, amendoas. nozes frase
;: !n I ia3coberta$, confeltes, pastiihas do varias qualidades, vinagre branco Bordean* prop
ns ; is, charutos dos melhores fabricantes de 8. Flix, macas de todas as qualidades "or
tatlo fina, ervilhas [rsncezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de 'di;
te barato, licores (rancezes muilo linos, marrasquino de zara, azeitedoce purilicado az<
malo novas, bauia da pnreo retinada c outros tnuito gneros
. idos
que encontrarlo tendentes
Vende-se urna cabra (bicho) muito boa cora
dous cabrilinhos : na ra do Ouro a. 1.
Vende-se eftectiva mente sement de coen-
tro a 240 rs. a garrafa : na ra da Lapa n. 13.
Vende-se na rui Direita, sobrado de ura
andar n 33, defronte do podara, doces de calda
eseceos, lambem se fazcm bolos chamados do S.
Joo, enfeilados com capcllas, ramos, coracoos
com Ielreiros, coroas, ludo de alfiuim ; na res-
ma casa se fa/em bandejas de bolinhos de lindas
-armaces, queservirara no baile de S. M. Impe-
rial, ornadas com o melliur goslo, das quaes tem
urna fortaleza ; lambem se fazem postis de la-
la, doces d'ovos, jaleos de fruclas c de subs-
tancia.
Vende-se urna carroca nova, d'gua, bem
construida, por proco muito commodo : nos Afo-
gados, ra de S. Miguel n. 3'J.
liclegios c candieiros
americanos.
Acba-se venda no cscripiorio de Adamson,
llowie & C., na ra do Trapiche n. 42, um va-
riadosorlimenlo de relogios e candieiros ameri-
canos para cima de mesa, os quaes serio vendi-
dos por mdico proco, a dinhoiro vista.
Vndese a casa da ra da Roda 33 : a
tratar na ra do QueimaJo n. 4, on na ra do
Crespo n.l.
ism mma &&m$m
Azeite derarrapato puri-
ficado.
Conl irma-se a vender por caada e por garrafa
na ra dos Guararapes n. 60, em Fra de Tortas
REMEDIO INC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nacoes po-
dem lestemunhar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e prora* em caso necessario, que,
pelo uso que delle zeram tem seu corpo e mem"
"ros inicuamente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os. das ha muitosannos; ea maior parte
dellas sao tao sor prndenles que admiran, so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer i
amputacao! Dellas ha muitasque havendodei-
xado esses asylos de padecimenlos, para ue
submetterem essa opera^o dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodess
Prectosoremedio. Algumas das laes pessoa n*
eafusao de seu reconhecimenlo declararam cs
tes resultados benficos diante do lord correge-
0r e oulros magistrados, afim de maisaulentr
carcmsuarirmaliva.
( N'iiguem desesperara do eslsdo de saude sa
'vasse bastante confanos para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algura lempo o
mentralatoqU(.necc3Slassea natuma domu
c"jo resultado seria prova rinconlostavelmente '.
Uueludo cura.
JittSueuto toe utiI) mais partleu.
arineate nos seguintes casos.
L0J4 06 VAPOR-
Grande c variado sortimento de calendo fr.in-
z, roupa feila, miudczss finas o perfumaras
ludo por menos do que era outras parles : na lo-
jado vaoor na ra Nova n. 7.
SYSTE1A MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este lnestimavel especifico, composto lnieira-
mente de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio, nein alguma outrn substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleica mais
delicada igualmente prompto c seguro para!
desarreigar o mal na compleica mais robusta ;
inteiramente innocente cm suas operares e ef-
feitos; pois busca e remove as doencas de qual-
quer especie egro por mais antigs e tenazes
que sepm.
Eutre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavara as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afilelas nao devem entregar-?e a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
efflcazes efleitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca lempo cm tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Fundido de ferro e bronze
DI
Francisco AhIodo Corrcia Cardezo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concer ta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
GRANDE S0RTJ3EN0
DE
Fazeiitee obrasfeilas/|]?;ev
L.oia
Alporcas.
Caira bras
Calios.
aucer Ci
^orladuras.
Uorcs de cabera.
~aas costas.
.. ',i,,s membros,
""ermidades da cutis
emgeral.
Di'asdoanus.
Erupfoes e escorbti-
cas.
j;istuIas!io abdomen.
rra dade ou falta de
calor as extremida-
des.
Prieiras.
Gengivasescaldaias.
lnchacoes
I"nam'ciacaodoflgado.
Vende-se este
nflamniacao dabczig.i.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos pcitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de inosiuitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de nervos.
Ulceras na bocea.
dofigido.
dasarticulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Conyulses.
Debilidade ou extenua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei mida des no veutre!
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxnqueca
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto internitonte.
Gotta.
Hernorrhoidas.
Hydro pesia.
Iclericia.
Indigestoes.
Inflammacoes.
Ir reg u aridades
menstruacao.
Lombriga3 d"e toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucao de ventre.
Phtysica ou consumn-
pulmonar.
letenrao deourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo fmal).

Encyclopetlica
31
i
i
KA
idos, por isso pro melle m os proprietarios venderem por muito menos do que outro qualqu
tem mais tambera servirem aquellas pessoas qnemandaren poroutras poucopraticas coi
ssera pessoalmente ;rogam lambem a lodos os sonhoresde engenho e scuhores lavrado
m larsuas eneommendas no armazeral'rogresso que selhea affianca a boa quaidad
: endicioiiamcnto.
Allt'.uco.
o
T\'o holel Trovador, na ra larga do Rosario n.
nico no bairro de Sanio Antonio, e oTere-
r isso populaco nteira dessa bello
capital toda a acoramodacSo no que respeita ao
orla el, contina a servir deludo com prom-
i) e asseio, por menos do que em qualquer
i hotel nrsta cidade.
-. .
-
1MHA
:,; e@S
ilcjico.

Curso pratico e theorico de iingua fran- S
eza por una senhora franceza, .ara de/ S
'. is, segunda e quinla-feirade eadase-*
na, da? 10 huras al meio dia : quera
lizer aproveilai pode dirigir-se a ra da .-*
"uz u 9, segundo andar.
antados.
. .-. r-, tv . *n, -
v_. v> ^. v.-, v> t >
.TV ^
v>- v_* _r .
Pagamentos <
i
mi LDSMUSUILU,
2, Golden Square, Londres.
-!. G. OLIVEIRAlendo augmentado, com to-
casa uontigua. ampias e exccllenlcs ac-
cammodacoes para muito maior numero de los- J'f 'v
isJe novo sj recommenda ao favor e lem- ^JCi*
ca dos seus amigos c dosSrs. viajantes quehC^no
tem osla capital; continua a prestar- Ihesscus
icose bons officiosguiando-os era todas os
usas que. precsela conhecimenlo pratico do
pitt ele. alera do porlugueze doinzlez ialla-se
i asa o hespanhole francez.
'- -
Pars.
Terco ira parte da prime
ra do Espiilo Santo.
n. 21
l.ayme & Uladureira.
Praca da Independencia n. 4.
\S} O lir. Cosiuc de Sa l'ereirn
mde volt? desua viagem instructi-
Pftiva a Europa continua
a^ccio de sua proissao medica.
rgi Da' cotiuitas em seu escripto-l
^rio, do bairro do Kecife, ra da
no exer-
lenlisla k
13-Ra Nova15

,.; Frederico Goulier. cirurgio dentista !
z lulas as operagoes da sua orle e coi-
..cadentes artificioes, ludo cora a supe-
5 noridade e perfeijao que as pessoas en- W<
n-lidas ihe reconhecem.
f em agua e pos denlifricios ele.
e armazem
DE
ungento no estabecimento
g^ralde Londres n. 224, Strand, e na lojade
'odos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarroadas de sua venda em toda a America
-|jdo snl.davana e Hespanha.
Ven Je se a800 rs., cada bocelinha contera
trueco era prtuguez para o modo de
m*er uso deste ungento.
g 0 deposito geral em casa do Sr. Soum-
gIpharmaceutieo, na ra da Crun. 22, em Per-
nambujo.
h

m
< [-
Naru:do Quehnad) n.
4G, frente auiarella.
Grande e variado sortimento de sobre-
_^ casacase casacas de pannos finos prelos cj
^ o de cores a 23-5.30j e 35g, paletots dos jg;
Si mesmos pannos prelos e de cores o 28$, a
f.^' 203 22J e 253. ditos de cosemira M-scla- |^
iOg dos de superioi gosto a 16g o 18a, dil03 Wg
| S*?) das mesinas caserairos saceos pdelo :f
V; inglez 103,125, 14 e 15*. ditos to al- m
! i> poca pr<-ta fino saceos a 48, dilos-obrc- ti
j ?j casa tambera de alpaca o 7J. 83yj, di- ^g
I S> los de merino selim a 10J, ditos de me- <
ri de cordao a 9J, calcas prelos das
mesmos fa/.endas a 53 e C$, colleles pa- j
|S ra luto da mcsino fazenda, paletots de |
w
Os alwixo assignados vendoram da lotera u-! i
pra os seguintes premios :
Ns.711 5:000$ Dilhete.
202 1:000 lquarlo. f& Drim trancado a 5g, ditos pardos e de *
A garanta pago na ra na ra do CoiU JM g rueloo a 43 e 5,0. calcas de casemira de M
"T cor e pretas a7, 83, 9$ o 10$, ditos das '.',
'y
-w O Sr. Joo Luiz Goncalves
de Lisboa, ua ra do Vi
re andar.
lera una carta
gario n. 19, pn-
Precisa-sc <2 um eaixeiro para teberna : a
'jalar na ra lii.eiial n. 41.
liento.'
- -v. : '' liaLd'a*,,ia dc ouro, no ru estrella
ras, tem todos os das das 7 horas em dianle do
t.-anhaa papa denrinlia do Maranhaj e ararula.
'.?3K! mvmmw mme
UailosU. Dubois|
C\BELLE1REIR0. -itf
m Praca da Boa-Vista n. 3.
Participa que lendo recebido um gran- E
de sorlimenlode cabellos de Pars, ocha-
promplo para satisfazer no mais breve ^
lempo qualquer encommenda de cabellos *
mo sejom morro fas a Luiz XV.cabellei- m
ras de toda especie tonlo paro homam co-
mo poro senhoras,crescenles,bandos, ca- Pk
i^E ra aneis etc., etc. sj
Prevcneo.
Jos nomingucsPimcnla promove acc&o de 1-
fcello contra os herdeiros da finada D Francisca
AHtonia do Fonseca, o conslando-lhe querercm
ses vender o que lhes tocar em parlilha, os fez
llar para, na trma da le, salisdarem o juizo, o
que se faz publico para que ninguem so chame a
gano.
Joanna Mara da Concei^o, conhecida por
Joaana ds Pessos, faz le*ibrar a olaria do ra do
^Ind paro o concert do seu sobrado da
Trompe r0J>ea coraprou nado a crdito, para cujo
Hm sempr.ieve o dindero necessario, e se esla
Ua se achn com dircilo de ser credora della,
|> Jaanna, quo ser paga em, continente, islo no
prazo de tres das.
l'rcdsa-sa fallar ao Sr. Jos Simos Pi-
fneola, que se mudou deOlinda para o Rccife, e
ifMrs-sa.roa, a negocio de seu inleresse; ro-
S*-se-lhe quelra anuuociar.
uz n. 53, todos os dios, meno
nos domingos, desde as C hora!
jgt as 10 da manhaa, sobre o.
^seguintes pontos-:
'', | I Molestias de olhos
1*. Molestias de curacao e dc
ffiK peito
^|3-. Molestias dos igaos da gera-
J4 cao, e do anas ;
I'.(. Prat-icara' toda e qualquer)
a| o>erac5o quejulgarcouvenien-
2 te para o restabelecimento doj
*^ seusdoentes.
13 O exame das pessoas que o con-j
Vsultarem seta' feto indistincta-
\\meute, e na ordem de suas en-
^trada; fazendo excepeao os doen-
^tesde olhos, ou aquellesque poi
^'notivojustoobtiverein hora mar-
y cada para este fim.
O A applicacao de alguns medic^
^.nentos tndispensaveis em vario:
J|casos, como o do sulfato de alio
Tapia etc.) sera'feito.ou concedido
^gratuitamente. A confianza que
Vinclles deposita, a presteza des
5iaccao, e a necessidadepromptr
jgdemove em beneficio dc seus
J^doentes.
. JSfiSrl
Grammaticaingl
za de Ollendorff.
Novo metliod > para aprender a
a cscrever e fallar inglez em 6 mej
obra inteiramente nova, para uso
todos os estabelecimentos de nstruc
pblicos e particulares. V'ende-e
praca de Pedro II (antigo largo do ]ol-
legio) n. 37, segundo and ir.
^ mesmos casemiras para menino a 6, 7 ^
w e 85, ditos de brim para homem a 3#,
f/s 35500, 45 c 53, ditos broncos finos o 5,
Se CS e 75, ditos dc meia casemira a 4- c
i 55, colleles de casemiras prelo e de co-
res a 5$, e 65, ditos de gorgurao de seda
broncos e de cores a 5} e 0$, ditos de
velludo prelo e de cores a 9,? elOf, ditos
|^ de brim branco e de cor allj, 3S300 e45,
SS politols dc panno fino para menino a
jlgj 155. 165 e 185, ditos do casemira de cor
31 S? a "3. 8 e 9, ditos dc alpaca a 39e3$500,
5 ^ sobrecosocos de alpaca lambem pa.-a me-Q9
& nio a 55c 65, camisas para os mesmosp
(K) de cores c bramos aduzial5$, 165e205,
^jj raeias cruus c piuladas para menino deje;
| lodos os lmannos, calcas de brim p3ra[>;
? os mesmos oljJoO e3j, colorinho de li
<* nho o 6-jOOOa du/.ia, toalhos de linho pa
?* ro moos a 900 rs. calo urna, cosaveque ^
jS de cambraia muilo lina e modernos pe
|g diminuto preco de 125, chapeos com aba!
de lustre a 55, camisas pora homem di
todas as qualidades, seroulas para ho
mj mem a 165, 20$ c 2">5 o du/.io, vestimen
m ._______.,: n <* e ,. ___i

--
^
^Collegio de Nossa Senhorai
do Bom Conselho.
Precisa-se de ciados e paga-se bem.
Alugo-se um quorlo no interior da essada
de um sobrado, prefere-se algura mocosolteiro :
trala-se na travessa da ra Bella n. 6.
agencia dos fabricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SammlP.
lohnston & C, ra da Senzala Not n, 52.
M tas para menino de 3 a 8 annos, seiid K
(2/ calco, joqueto c coletos tudo por 105. co 5j>
gj| bertas dc fustao a 69. toolhas de linh |"|
* para mesa grande a 75 e 83, camisas in *
gi glezas novanieiitechegada a 36J a dujiii J:a
Baralissimo.
Ra do Qncimailo 11. ]>.
Armazem de fazenda
1
5.
Chitllfrancezas finas de padroes miudin ios o
220 o covado, pe;as de chita com 38 covad s por
5g800.
Coberta a 2000.
Cbbertas chinezas muilo lindas a 25.
Riscado francez a 2<000.
Corles de riscado com 13 1[2 covados pjor 2J
Lencos brancos a 2000.
Lengos para olgibeira a 2# a du,zia.
lgida o monslro a 600 rs. o vara.
Thales de merino a 2,>'50O.
Chales de merino estampados o 2;500.
Casemira preta ^ C^OOi).
Cortes de casoraira preta Gna a 6S, paldtots de
brim a 35, Ci de linho fino a 830 rs.
Cambraia de cores a 160 rs.
Cambraia decores muilo fina cora de cito de
agua doce a preco de 160 o covado.
= Ganga de cor e brim de linho muitj fino a
500 rs. o covado. ^.
Vndese urna taberna bastwe afrei;uezada
e com poucos fundos, propria paro quen
principiar, no Rorife na ra do Amorira
quem a pretender, dirija-se ao primeiro
da mesraa casa,que achara com quera tralor.
Augusto & Pcrdigo,
com loja na ra da Cideia do P.ecife n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguozes, queacabam de sor-
lir seu novo eslabelecimenlo com fozendas de
gosto, finos, c inferiores, poro vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores-
nao a relalho, se venderao por um precio fixo
que ser o seu proprio custo as asas inglezas,
urna voz que sejam pagas vista.
Neste estabclccimenlo se encontrar sempre
um sortimento completo de fazendas, e enlreel-
las o seguate :
Vestidos de sedo com bobodosc duas saias.
Dilos de laa e seda o duas saias.
Dilos de tarlalana bordado a seda.
Manteletes prctos bordados cora franja.
Taimas prelos de sedo e de fil.
Polonezosdc gorgurao de seda prelas.
Cinluroes paro senhora.
Esportilhos com molos ou clcheles.
Enfeilcs de vidrilho ou flores poro senhora.
Vestuarios pora meninos.
Salas de bolo para senhora c meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
lentes de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras dc Lubin e outros fabricantes.
Cassas c organdys de cores.
Grosdenaples de cores.
Chitos escuras francezos e inglezas
Gollos e manguitos os mais modernos.
Camisas de linha pora senhora.
Dilos de olgodo pora menino.
Algod.io do todas as qualidades.
Lencos de labyrintho pora presentes.
Collas de crochet prre menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrccasicas de panno fino.
Paletots de casemira.
Calcas de casemira pretas e dc cores.
Colleles de seda idem dem.
Ditos de fustao.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditosfrancezos de diflereutes qualidades.
Malas c saceos de viagem.
Borzeguins de Melliere outros fabricantes para
home .
Dilos parasrnhora.
Charutos de Havana, Baha e raanilha.
Camisas de flanella.
Chapeos de lodos as qualidades para homem,
senhora e crianzas.
Cortes de vestidos brancos de b'.onde com ca-
pela e manta. ,
Didos de rislidos brancos de seda para casa-
mentos,
No armazem de Jos Anlonio Moreira Das
& C, na ra da Cruz n. 26. vende-sc ;
Candieiros de laloo de Lisboa.
Lazarinos e olavinotes.
Lona larga de superior qualidide.
Linha do roris.
quizer
n. 17:
andar
As semenles, plantas de ores e frucleias da
Europa, que se ochavara na loja da ra do fia-
bag n. 3 A, vendem-se desde o da 28 de mo
na ponto do Uchoa sitio do finado Sr. Ailonio
Baplista Ribeiro de Paria, das 6 os 8 ho
manhaa e das 5'horns da larde em diante.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados con perfeigoo.
Ferros dc oco para engommr.
Ferro sueco em barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de conslruicao., de todos os
lamouhos.
rrogos cai.braes do Porto.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelano
inglezo.
Cortos porluguezas muilo finas.
Balanza de novo raodello para pesar 1.C00 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Forros de lalao para engoromar.
Esporas, brdese estribos de metal do principo.
Ricas feixaduras fracezas para portas com
botes de vidro.
Paes de ferro de lodos os lmannos.
Ricos paliteiros e tiuteiros de metal prole3dos.
Linhas dc carreteis de 200 iardos do aulor Ale-
as, do, ixonlre.
Cera em velas de Lisboa.
ardas do aulor Ale-
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
goral de Londres n. 224, tStrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. esda urna
dellas, conten urna inslruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar deslas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Souru
pharmaceutieo, na ra da Cruz n. 22. em Per-
namb co.
Borzeguins ingiezes, pro-
va (I agua.
rechincha sem igual.
Os verdadeiroa e j muito conhecidos borze-
guins ingiezes, prova d'agua, e tiradores de calos.
A lOi) o par, dinlieiro a' vista.
Leito & Irtuoo, na ra do Codeia do Recite, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisara aos seus numerosos
fregnezos, e ao publico em geral, que notamen-
te acabara de recebar os afamados borzeguins in-
giezes, e que continiiam a vender 10$ o par,
dinhero a vista. o melhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas que podecem de calos, por-
que usando os nao soHVcm mais.
Pede-se toda at tenca o.
Na loja d'aguia de ouro, no roa do Cobng n. 1
B, vende-se ludo por procos baralissraos para
liquidar, assim como soja :
Fitas e franjas.
Fila de velludo de lodos as larguras, abcrlas c
lisas, do lindos podres.
Frar.jos de sedo de todas as larguras e de Un
dos gostos.
Ditas de laae seda por preco que admira.
Ditas de linha para casaveq'ue.
Ditas de algodao para toalho para cortinado,
Trancas de linho c de loo broncas e de cores.
Pentes.
Pontes de tartaruga virados e lisos.
Dilos de massa virados a milacao de tartaruga.
Ditos lisos poro alar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para baldes.
Molas paro fazer balos, rendem-se a 160 rs. a
vara, ou poca do 50Wlhos a 6-J.
Bcs,
Ricos de seda de tidas as larguras e lindos pa-
droes.
Dilos de olgodo.
Loques muilo finos.
Capellas brancas paro noivo.
Chapcozinhos poro crionco.
Riquissimos quodros poro enfeile de sola, as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muilo finas, e mais
objectosquc vista do freguez far-se-ha todo o
negocio.
I Seguro contra Fogo S
COMPAH1IIA S
\ LONDRES i
AGENTES
G J. Astley & Companhia. ]
8 I
1 Vendc-sc j
I Formas de ferro para '
purgar assucar.
Eslanho em barra.
Vera i z copal.
I Vinhos fino* de Moselle. |
Enchadas de ferro.
Brim de vela. I
Folhas de metal.
Ferro sueco.
A50 de Trieste.
Prego? de composicao.
Lona ingleza: no arma-
3 zem de G.J, Astley & C.f
Milho e farello.
Prela a 450O, milho a 4^, o em cua a 240 rs.:
na taberna da estrella no largo do Paraizo n. 14.
Vende-sc urna pequea fabrica de sabo
bom montada, com lodos os ulencilios, em bom
estado ; quem pretender, dirija-se a na do Brum
n. 4, que ah achara com quem tratar.
Na ra do Vigario n. 8,
vende-se superior gorama, chapeos de palha e
esleirs grandes c pequeos do carnauba, tudo
novo, fozenda boa, do Aracaty.
Venflem-sp saceos cora farlnha de mandio-
ca, da morco grande e tambera da marca peque-
a, depositados no trapiche da alfandVga velha ;
a tMiar no msmu, ou na ra d* Cadoto Vellio,
loja n. 26, esquina do becco Largo.
DE
Gaspar Antonio Vieira
Guimaraes gerente Jos
Gomes Villar.
Ra do Crespn Al.
Esle eslabelci-iraenlo de fazendas finos cons-,
tonlemente recebe de Franca, Ingloterra e Suissaj
os melhores fazendos tonto cm quolidode como
em goslos.
Sedas, loas, linhns o algodoes, chapos de pa-
lito do Itolia ricamente enfeilados, dilos de seda,
manteletes de gupar o melhor posshcl, ditos
preto de seda bordodos, ditos de seda ozul cora
bico, roupos broncos bordodos, vestidos bron-
cos bordodos, loques de sondlo, vestimentas dc
iodos os quodndcs para meninas e meninos
chales do luqiiim omarello, coV de roso, bronco
c pelos de superior quolidade.
Anianca-se vender borotissimos c mandilo sel'
oniostra as fozrndos.
Vende-se um sitio na cidade dc Olnda, na
ladein da Se, rom um sobrado de um andar, o
sitio lem 400 palmos era quadro, lodo murado,
lem urna baixa paro copim, e um bonito quintal
pora plantocoes; a trotar no dilo sitio.
n *'
s
OVO DEPOSITO
DE

<
HlfflS DI IHBSf.
lina dalmperalriz n. 73
%
Neste estf belecimenlo ha sempre um grande o Q
variado soitimento de comas de ferro de uiro e '.
duas pessoas, dil is paro meninos, berros de diffe-
renles qualidades ; cuino lambem ha una pe-
quea porrao de vinbo pora se vendar cm caixas
de urna du/.ia, sendo Madcra, Alicante, Malva-
lia, por prego commodo.
ilrarnta verdadeira,
mullo superior; em Santo Amaro, estrada dc
Beleni, casa encornado, a lj o libra.
Borzeguins prova d'agua,
Mi ra du Cadeio n. 45, loja do Torio & Ir-
mio, na esquina da ra do Madre de Dos,
achainse ; vendo pelo mdico preco de fftS, n
diulieiro, ptimos borzeguins ingle/.es proprio-,
poro o presente esloro.
Taberna da estrella,
no lorgo do Paraizo n. 1 i, vndese rronlcif
ingleza a 800 rs. a libro, dita franceza a 600
dita de tempero a 320 rs., cha bysson muilo
a 23, dilo prelo o lcGuO, caf do Itio a 2b"'
espernancte o 6S0 rs. o libra, lambem lem
uiiudos para Soulo Anlonio.
Ventosas anda
nao vistas.
Pelo ultimo vapor vindo da Europa chegarom
cscellenls ventosos que polo primeiro vez vi -
rom ao Brasil ; ellas sao ilcitamente superioraj
as outras, pois fazendo-sc com o escanlicadoi
pequeas incisoes e applicando-as em cima, tira
o sanguc sftn iirecisar de fogo, s sim pola sub
Iracao do ar. Tambera songra-se, ti rara-so dei
tes e raizer cora toda a delicadeza, cha tambe
grande porcao de frasquinhos com balsamo por
dessipar as dores dos denles ; remedio esle U
muilo conhecido polo sen bom rcsullodo : os
pretendentes que preei.-orem, podem dirigir-se
a ra da Cruz no bairro do Berifu n. 58, qui
ochar Joaquim Bonifacio Moreira de Parias,
sempre promplo a fazer as applicacdes necessa'
ros.
Sacase para o Porto, Lisboa e
[Iba de S Miguel, no csciiptoiio de
Carval'io Nogueira & C, ra lio Vigario
n. 9, primeiro andar.
ATTENCO.
Vende-se sabao amarcllo a 80 rs. a
libra era porro e a retalho : na roa da
Concordia n. ^G.
Vende-se doce de goi:iba muito
fino em catxOes de 4 libros a 2$000 e
l.S'600 : no pateo doCcrtno n. I.
Papis para sortcs.
Na ra eslreila confronte ao Rosario, loja i*
calcado, onde fui cordjpitaria, vendem-se pap<
picados com slalo pora sortes, por preco qi
I admira vista do trabalho.
Vende-se urna linda escrava crioula (
O anuos deidode, sem deleito, e cora habilid;
des : no ra da Traa, p-irneiro andar ti. 43.
Vendem-se duas casas terreas i
ra Augusta, bem edificadase novrs, (
pretendentes dinjam-se a ra do Vig
non. 17, Hecife.
Altcnco.
Na fabrica de (amneos da ra Dreila n. 29,
confronte ao deposito dc rape Mcuron, conliaa
a ter grande sorlimcnlo de lamancos de loda as
qualidades, lano era porcao como a reldlho, e
mais borolos do que era outra parte & vista dos
compradores se far todo o negocio ; lambem
te ni de como de lustre a Ijj o par.
\endem-se 6 bahus de tartaruga, porpreio
commodo : na ra das Aguas Verdes n. 102.
Vende-se a armacao e perlences de tabe!-
na, e aluga-sca caso a qualquer pessoa que prt-
lenda se eslabeleacr com pouco ou mais fundos:
quem pretender, dirija-so a ra do Arago, ti^
berna n. 8.
As melhores machinas de coser dos mais
afamados autores de New-York, l
M. Singer 4Ce Wheeler & Wilso-
Eo novo eslabelec-
monlo vendem-se a
machinas desles dou
autores, mostram-se a
qualquer hora do dia oa
da noiie, e responsabili-
samo-nos por sua bol
qiilidade c sognranen:
no armazem de fazcn'drs
do_ Baymundo Corlo*
Lfite i. limaos na da_
rmperalriz n, 10, anligamentc aterro da Boa|
Vista,
liflJTILADOl


DIARIO DE PEBNAMBUflft. Si

1|
h
D
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos fregueses e ao pubfl m eeral toda e
SSflT.L" ?,a,,u^ctu"da em Mu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de Vapor de
,^. K'"vmtoeDdHa8> UC^f d e^K-aUdV U0dld0 delod09 o Unannos, gnuidastes. guin-
?A -' 0da8, rdet^' a8u,lhoe8 e bocc" P fornalha, machinas para amassar man-
i ^n.!f dT*r2?ar,1f0da0,i,reBa?.Par? "oca e oleo de ricini, portees,gradara, co-
umnu e momhos de reato, arados, cultivaioies, pontes, *aldeiras e tanuues, boias, airaren
liles e todas as obras de machinismo. Execula-se aualaer obra seia niial M ... nnirn?i
SM^blS.KS,,5&: S SASSf1 cf ,e"Kr^,f Towdil d%c8i-
entender para qualquer obra. rereira. com quem os prelendentes se podem
PotaSSadaRlISSia |Admiraveis remedios amen-
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambero
cal virgem en pedra : ludo aor precos muito
raleareis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se calva* de tintura para t'm-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambera liogem*se na mesma casa a
qualquer bora.
| Arligos para luto.
^ Chapelinas pretas e mais olijcctos pro-
^ prios de luto para hornera e soohora.veu-
,0> de-sc na ra Nova n. 45
3B e^* LOJA DE MARMORE.
canos
Todas as casas de famMia, seuhores de enge- '
nho, fazendeiros, ele, devem eslar provenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com I
os quacs se cuta eficazmente as primipaes mo- i
lestias.
Arado americano e aucuina
pata lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hn*t )n & C. ra da Senzala n. *2.
Viaho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrralosftt., rna da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhecnlas marcas dos Srs. Brondenburg Frres
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguinles qualidades r
De Brandeaburg frres.
St. Ettph.
St. Ju icn.
Marga ix.
Larosc.
Chleau Loville.
Chale; u Margaux.
Di Oldekop fe Mareilhac.
St. Julen.
St. Julien Mdoc.
Chalesu Loville.
Ni mesma casa ha para
vencer:
Sherry em barris.
Madcirs era barris.
Cognac em barris. qualidade flna.
f
9 DE JUNHO DE 186(1.
CONSULTORIO
DO
4,000 rs.
por sacca de
Irmaos.
milho
nos aimazens de Tasto
Aos senhores logistas de raiudezaS.
ljeos pretos de seda,
Ditos brancos e pretos de algodao.
I.uvas pelas de torzal.
Cintos elsticos.
Linlus de algoJao em novellos : vendem-so
por pregos cramelos, em casa de SoulhollMel-
lors & C, ra do Trapiche n. 38.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, yendem-se os me-
nores chapes de castor.
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores C^ac em erim'qlXXiSfarioi.
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de Cerveja branca,
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indkgeslao, crup, dores nos ossos, contuses,
queimadura, erupces cutneas, angina, reten-
cao de uiiriiia, etc., ele.
Solutivo renovador.
Cura ludas as enermidades escrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolvo os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o syslema;
prompto e radicalmente cura, cscropbulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afercocs do Ogado a rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difTiculdade das rogras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.

5
Guila-pera. f
Artigo? para invern do gulta-perchn
i borracha, vndese na ra Nova U. 4
^* LOJA DE MARMORE.
iaiios
Pilulas reguladoras de Rad-
way
i para regularsar o systema, equilibrar a circula-
gao da sangue, intciramente vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores do venlre. dses de 1 a 3 regularisam, de 4
a 8 purgam. Estas pilulas ao efDcazes as affec-
ces do Ogedo, bilis, dor de cabeca, ictericia, in-
digcsiao, e em todas as enfermidadea das mu-
Iheres, a saber : irregularidades, fluio, reten-
ooes, flores branras, obslrucroes, histerismo, etc.,
sao do mais prempto elfeilo na escarlatina, febre
biliosa, febre amarella, e em todas as febres ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instrutroes impressas que raos-
tram com a maior miuuriosidade a maneira de
opplica los em qualifuer enfermidade. EslSo ga-
rantidos de falsilicaco por s haver venda no
J' i nrmazcm de faz< udas de Raymnndo Carlos l.eile
jg; & lrmao, na ra da Imperalriz n. 10, nicos
y, j agentes em Pernambuco.
& i T Vc,: 2 | truido e forte, cem assento para 4 pessoas de
! dentro, e um assento para boleeiro e criado ra,
| forrada de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crablree & C. n.
42 ra da Cruz.
S@@g:
Tachas e moendas
Brag Silva & C, tem sempre no seu deposito
de tac use moendas para engenho, do multo
acredil ido fabricante Edwin llaw : a tratar.no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche a 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de aTaria.
Najia do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
venden -ae pecas de algodao encorpado, largo,
on pequeo toque de a varia a 2J500 cada urna.
Aos amantes da economa
. Na rt a do Queimado n. S, loja do Preguiea,
venden -se chi'as de corea fixas bastante escu-
ras, peb baratissimo prego de 6$ a peca, e 160
rs. o c ivado.
Ci rne de vacca salgada, em barris de 200
libras : em casa deTaaso Irmaos
Ni fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junio a fabrica de sabao, e na ra Nova, luja de
ierrageps n. 37, ha urna grande porcjno de lolhas
de zinc i, j preparada para lelhados, c pelo di-
minuto preco de 140 is. a libra.
Ve ide-se superior linha de algodao, bran-
cse d > cores, em novello, para costura : em
casa dVSeuthall MellorA C, ra da Torrea
n. 3 .
PEB FUME PARA SENHORAS.
em

Engenho.
Vende-sc o engenho Sania Luzia,sito na
i
9
Dr. P. A. lobo Hoscoso
nmiiM ipjinriiiiffi a wsisjm.
WUA A^IOHIV.(A8\HHl\IV\0 3
CViniea por ambos os systemas.
HtrarUd!, "tC0S d con8uUa9 todos ? di" P> nhaa e de tarde depois de 4
Tve priende, rur/es """ annualmente -nao s Pa" dade como para os engenhoa ou
boraa.
outras
_ caso de ur-
eclare o nome da
ruraes.
aaelltoho!?eo;tt,lh1^o^^ e 9 ^elhores medica-
ne aiosnomeopatmcos ja bem conhecidos e fHbs presos seguinles :
Botica de 12 tubos grandes. intfvui
DiloadaM ditos. .. Jsfooo
D|losde36dilos............ ItfS
Dito de 48 ditos....... IS
Olios de 60 ditos........ ...... s3gfi2|
Tubos avulsoa cada um....... SSCj
Frascos de linduras.............. JjSJJ
llanoal de medicina homeopathica palo jk.' la'hx 'traduxido
em portuguez com o diccionario o termos de medi-
cina, cirurgia ate. etc. ....... _. ^-^
Repertorio do Dr. Helio lio
CALCADO
Grande sortimento.
45Ra Bireita45
Os estragadores de calcado enconlra-
; r5o neste estabelecimento, obra supo
I rior peloa^)recos abaixo :
j Homem.
Borzegainsamtocraticos. 9$M6
Ditos (lustree bezerro)..... "$*!
Borzeguins arranca tocos. 7J88&
Dito econmicos. ...... 61664)
SapatOes de bater (lustre). 5|0O
Senhora.
Borzeguinsprimeiraclasse (sa-
to de quebrar) ......5|<,t
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4^60
Borzeguins paia meninas (for-
tisstmos)..........^ff0
E um perfeitosortimento de todo ral-
eado edaquillo que serve para fabrir-
lo, como sala, couros, marroquins, cc-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4 e 5.
Na ra Direita n.' 45.
de
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, iin
ouro patente inglez, para homem a seaaer,
de um dos melhores fabricantes de Live/pe-ol.
viudos pelo ultimo paquete inglez: em rasa J
Southall Mellors 4.C.*
m no
Saundcrs Brothers & C. tem para vender .
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11, freguezia de S. Lourenco da Malta, enlre
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente os ngenhos l'enedo de Baixoe Penedo de @
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa- Cima : lrata-se no mesmo engenho ou no $
aricantes J. Bruadwood &Sons de Londres, e en?enho Mussambique com Eelisbino de |
muito proprios para este clima. I Carvalho Rapozo. ^
Entettes de vidrllho e de retroz a 4 cada i
um : na na do Queimado n.37, loja de 4 portas, j
nmm gisg^ smm &$& eeRK!
ARMAZEM S
DE
SSJE
<5
oupa leita.
Tia Nova n. 49, junto
l a tgreja da Conceigdo dos
Militares.
8
3
Nesle armazem encontrar o publico
um grande e variado sortimento de rou-
pas feilas, como sejam casacas, sbreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno lino pelo e de cores, paletots e
k sobrecasacas de meriu, alpaca ebomba-
ti| zina prelos e de cores, paletots -e sobre-
dtw casacos de seda e casemira de cores, cal-
^ ?as de casemira preta e de cores, ditas de
6 merino, de princeza, de bvim de linho
f| branco e de cores, de fnslao c riscados,
!j> calcas de algodao. collete3 de velludo
M preto e de cores, ditos de selim preto e
<>j branco, ditos de gorguro e casemira, di-
g tos de ustos e brins, fardaraenlos para
g a guarda nacional, libres para criados,
t ceroulas e camisas francezas, chapeos e
grvalas, grande sortimento do roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
> dando ao comprador algumas dos roopas
^ feitasse apromptaro outras agosto do
to comprador daudo-se no da convencio-
Jj5 nado.
Mmm
Verdadeiras Itivas de Jovin de to-
das as cores, rua da Imperatriz n. 7,
loa do Leconte.
e-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peilos para camisas,
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C, rua da
Cruz n. 61.
Brim trancado de linho,
todo preto.
A raellior fazenda neste genero que tem vinflo
a este morcado, por ser muito superior e nao
desbotar: vende-.e nicamente na rua da Cadeia
do Recife n. 48. loja do Lele,& lrmao.
s^$ &m ^#@@@
Aos Srs. acade-1
I micos, 1
Paria & C. propriolarios do novo esta- o
( belecimenlo decorado de marmore, na rua
Nova n. 43,'avisam aos seus amigse fre- S
guezesda disltncta corporacac acadmica H
desta cidade, que pelos ltimos paquetes
& procedentes da Europa receberam arligos @-
9 variadas de modas e do melhor gosto, os $
9 quaes podem satisfactoriamente) complc- S
# lar o aorlimcnto de um rico e moderno <$
(g) toilet apropriado aos cavalheiros de lao
nobre classe. g
Cocos italianos
.de folha de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um dorar tanto qnnto
duranx quatro dos nossosa 400 ri. um "V^0? *% "Dhor" fezes, i.-
Jo Pqo e da quahdaae da fazenda, nao dei-
Fazendas por baixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restom algumas fazendas para conclu
a liquidado da firma de l.eile & Correia, asquees
se vendem pos,diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seguinles:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 1G0 rs.
Ditas largas, franeczas, finas, a 240 c 260.
Riscados francezes de cores fixas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padres, a 2-10.
Drim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a 1*000-"
Cortes de calca de meia casemira a 2J.
Ditos de dita de casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3# e 4*.
Meias de cores, iuos, para homem, duziaa
1 {800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3g.
Ditas ditas muito Gnas a 4$.
Ditas crus finas para homem a 4$.
Cortes de colletcsde gorguro de seda a 2J.
Cambraia lisa fina transparente, pega, a 4J>.
Chales de 15a e seda, grandes, um 2$.
Grosdenaple preto de 1S600 a 2$.
Seda preta lavrada para vestido a 1#600 c 2j
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16,
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas pira senhora a 610 rs.
Ditas bordadas finas a 2500.
Toalhas de linho para mesa a 2# e 4$.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pesclo de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baplisar crian-
cas a 5J000.
Corles decalca do casemira prela a 6j>.
Chales de merino com franja de seda a 5.
Corles do caiga de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1&280.
Longos brancos de cambraia, duzia, a 2#.
I
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6$50o, 7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7g, 9 e lOg, dilos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 69 e 79, ditos do chile a
3S500, 5, 6, 8,10 e 129, ditos de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homens e meninos, de 29500 a 7g, di-
tos de gorguro com aba do couro de lustre, di-
los de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4g, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conta, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, ctiapelinas com veo para senho-
ra, moito 'm conta e do mehor gosto pirsivel,
chapeos de seda,ditoa4e palha amazonas, enfei-
tes para eabega, lmvas, chapeos de sol, e ontros
DE
JUIGCOMtf A I fWmm If ilf 118.
Sita Da roa Imperial o. 118 e 120 juuto a fabrica ift sabao.
DE
ScliasliaeJ. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa
^nKVffifltni!I!t-ah'i^!rpre Pro?P!os aloques de cobre de d.lTerentes"dimences
Bi\ff!"?!2l^ destilatorios continos
dos
bombas
irneiras
ferro; para.rodas d'agua.portas para ^"^^17^7^ d'e' cob7e eXUo dundas
as dimences para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fugos de ferro potaveis e o0Ea> e" de ^""""'"n & C, rua da Criw r.
^T^J Cr ,lS eHlaCcb.S de cob.' (1ndos d,e amMques, passadeicasT espumadeiras, cocos 38, V.cnd$-Sfi1u.ra 8nde e variado sortimenio do
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco era lencol e barra Isnces rplog,.os de alg,be,ra horisontaes. patentes, ,-hro-
uro( lias de cobre, lenccsde ferroa latao.fcrro suecia inglez de todas as dimenses, safras, tornos nome'ros- emxe'03 chronomelros. do uuro, pralo
e fol es para fcrreiros etc., e oulros muitos arligos por menos preco do que em outra qualquer doura(!a e/olheadosa ouro. sendo estes lelgios
part(,desempenhando-se toda e qualquer encommenda cora presteza e pereicao i conherida (!0S.Prime>''0s fabricantes da Suissa,
e paia cOmmodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca acha de,ao Pur Precos razoaveis.
rao aa rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das
Relogios
Suissos
que se veD-
DE
Mu rray e Lanman,
A que tcui adiado mais acolhimcnto no
pmlico! Ycnde-se 20,000 duzias
de frascos por anno!
Esta agua encantadora exliahe-so das diversas
I flores, que se cnconlram no paizonde Ponce de
Len e SouU iain procurar a fonto da juvenludc
eterna.
D aus lencos um chelro muito agradavel e
refrigc ante, % augmenta a belleza da culis, des-
truindn as sardas e mais manchas que de coslu-
me atacam o rosto. Aconselhamos s pessoas
debilil.idas pelo calor do verao de uearem desta
agua era banhos, pois tem ella a \irtude de fa-
zer recuperar as torgas perdidas pela transpi-
racao.
Tara evitar ser engaado por falsificacoes de-
e-se procurar a Agua Florida de Murrny c
l.8nmnn, e averiguar-sc se o envoltorio e ro-
tulo ir. zem o proxo de Murray e Lanman.
E' fabricada esta agua nicamente pelos pro-
prietarios D. T. Lanman c Kem, droguistas por
atacad >, 69 Water Street, c 36 Cold Street, Nova
York.
Ach i-se venda era lodas as boticas e lojas de
per fu n aiias do imperio, em Pernambuco loja do
l.uiz Antonio de Siqueira, rua da Cadeia.
Em casa de Rabe Sclmettan &
C, r ja da Cadeia n. 57, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Tr lumann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
nova muito bem acondicionada : na rua da Ca-
deia d > Recife n. 38, prmcuo andar.
Araendoas confeitadas para sor-
tes tic S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tamban pora presentes a2|o irasco,
vendiese na loja de Leite & lrmao, vua
da Cadeia do Recife n. 48.
'ende-se e relalha-sc em pedar.ns de 100
encommendas
Relogios.
VerJde-seem casa de Johnston Paler & C, rua i
do Vi ;ario n. 3, ura bellosortimcnlo de relogioc ;
iVGTS,^CIJV
palmo
compiidor, com 250 palmos do fundo, chaos pro
rtrna i elli.\ r... (*.. A., n.'.t^ ^. -____ _______ i
prios,
com a
fresca
(.ao i)<
carret
casas.
para c asembarque : os prelendentes dirijam-se
na rua Imperial ao seu piopriclario Anto-
a mes
nio da Silva Gusmo.
Tr
Ach
nova (
presso
legivi't
i-se venda na rua do Imperador n. 15,
dicao da Irezena de Sanio Antonio, im-
em muito bom papel e lypo grande, e mui
da Chi
mo p
viuva
Nal
trapicri
Joo
da pro
lor dasj
ras d
publica
lenha <
cho de
annunc
e 4frjMdu!g|g ?na rua Dlrlia j/
loja de'funileiro.
ttl
garfio de comprar; na bem conheeida loja de
chapeos da roa Direita o. 61, de B. deB. Feij.
de frente, maisau menos, a vonlade do
deouo, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambera urna
vanee ade de bonitos trancelins para os mesmos.
Espirito de vinlio com 44
graos.
Vailde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas ouas ca-
inda: na rua larga do Rosario n. 36
Ojeado de
^eores.
Ve dem-se oleados decores os mais finos que
-"^sivel nesle genero, e de diversas hrguras
nreco commodo : na rua Direita n. 61 loia'
apeos de B. de B. l'eij, '
Rqa daSenzal Nova n. 42
Vehde-se em casa de S. P. Jonhston & C. va- i
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glezes, candeeiros e castigaes bronzeados lo- i
as inglezas, lio de vela, chicote para carros, e l
montma, arreios para carro de um e dous cav'al- '
os. e relogios d'ouro patente inslezes
<
Sndalo. j
Ricas bengalas, pulceiras e leque:!
vendem-se na rua da Imperatriz n. 7,|
loja (1 Lecomte.
Vinho feitoria do Porto,
comojainda aqni nao veio, de 26 aunos, lera mes- \
mo no coixo 1834 com 2 duzias o 1 garralnha
da amostra por 40,000, lambeta se vendem es ; f
prrafos a 2. na ruado Rangel, loja de louga n. [j
4, e na rua defronle da Madre de Dos, armazem i
de BaUs & Silva. 11
PlIDICitLOW MOW,
Rua da Scniiala i\ova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
RELOGIOS.
Vende-se- em cass deSaunders Brotherj A
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
ido fabricante Roskell, por pregos conmofe),
e tambemtrancellinsecadeias paraos meamos*
ideexcellente osto.
-------._ ...vihiu,v,i,u mu,11,1 o nan'l U11J ; lOjUia--^
, comapletosorlimentode moendas emeiasmoen- ^e @SIS@
das para euSenho, machinas de vapor e taixas;
de ferro batido e coado, de todos oslamanhos
para d ,
po,
por
de ch
| 43Rua Nova
Remedio asitico
Contra as erisipelas.
Esla maravilhosa prepar.iro roiihecirtB
e popularisada na India entre os Ualaros
e o mais evidente remidi contra as eri-
sipelas, vende-se na botica da rua da
truzn. 21.




w
m
#
r>
$#e^
Os prnprietaiios deste estabelecimenlo
avisam ao respeitavcl publico, que aca-
ba m de receber pelos nllimos vapores da
uropa, um variado sortimento de nrti-
Bos de novidades, tanto para senhorasco-
mo para homem c menines, e entre es-
tes :
Para senhoras.
\eslidos de cores de miranlique e gro-
de-fic. ;
Capas para sabida de baile c theatroguar-
nocidas a arniinlu), ultimo g"Slo. '<
Dias de velludo preto, ultimo gosto.
Enfeites de phaniasia pora bile e thea- i
tro
Chapelinas de palha da Italia e seda ul- ;
limo gosto. i
Loques de phantasia o raadreperola. I
diales de cachemira com bordado es-
pecial, i
Braceletes de sndalo e loques.
Exlralor de sndalo.
Vestidos de cambraia branca bordada.
LuSB do Jouvin brancas, prelas e de
cores.
Murgas, broches c pollerines cora man-
gilos de cambraia finissima, borda- f
dos a ponto de Inglaterra e guarne- {
(idos a renda valenciana.
Fogos devisla
Para o festejo de Santo
Antonio eS. Joo.
j I Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
. festejos de Santo Antonio e S. Joo, que tem es-
tabelorido a sua fabrica de fogos na rua Impela]
>. acm da fabrica do sabao, conforme a licenca no
obleve da cmara municipal, o ahi onconlrarso.
os froguozos fogos de lodas as qualidades, rerr-
bendo tarabem encommendas, tonto para'dentro-
como para fura da provincia, sviando-as cotn
a maior promplidao posaivel assim como vcn.lt
mateiiaes para os mesmos j preparados par
aquellas pessoas que qui/erem fabricar partir-
lornienlce sem muilo Irabalho, ludo por precos
muito razoaveis ; os pieteiiiientes podem ahi 'd.
rigir-se, ou na cosa de sua residencia, que o ei>-
contrarao a qualquer hura do dia, e protesta ser-
vi-los de forma que os deixc salisfeitos, na
pela boa qualidade dos fogos romo pela bondad
dos malcraos que omprega. c pericia dos artis-
tas que possue em seu estabelecimento.
Na rua da Imperatriz n. 10, se dir qiier
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem raonlada, e excellenle porque anda n.:i
preslou servico.
sitio que foi do Brilo, na rua Imperial,
frente para o nascenle, e por isso muilo
morada, e muito agradavel para conslruc-
oplimas rasas, alem da cornmodidade do
do material para o fabrico das mesmas
pela proximidade de dous portos do mar
w^~
izenas de Santo Antonio.
] endera-se ps de larangeiros de umbigo e
f I L L 1 **\ /tllAH il A fn..AlA w L 4 1 ~.* % t
Ce|ra de carnauba
nronle
noana da rua da Moeda, le do Cuuha, vende-se superior cera de
carnau >a e por prego commodo, em porgao ea
retalhc, a vontadedo comprador.
Pedras baratas.
Donnelly lendo contratado com o governo
'lacia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
obras publicas o fornecimento de todas
as ped os oxlrahidas da ilha de Santo Aloixo,
proprmadedo annunciante, para calgamenlodas
itn cidade ; e como as mosmas obras
por emquanto se achara poralysadas, e
Exm. piosidenlo da provincia por despa-
18 deste mez concedido licenga ao mesmo
ante para dispor das roesmas pedras, c
por gn nde quanlidado que tem o aununcianle
no caes do Ramos, offereco a quem inleressar.'
ero gra ido ou pequea porgao, que as vende
muito ira conta. O mesmo annunciante enen-
dendo- e com o Sr. Rampa, hbil architeto, bem
.conheciio nesta cidade, conhecedor das quali-
dades d 3 pedras e lijlos, se lem admirado de
nao se ler empregado em alicerces este material,
qual as pedras do annunciants, como te pratico
na Eurrpi, para eviUr a humidade as paredes.
O mesno Sr, Rampa tem encoro mea Jado ao
annunc ante 400 toneladas para esao lim, diren-
4o que era obra saa jomis deilar tijolkis em
alicercf ; pelo pneco que tem o annunciante
veodidi ao mesmo senta* Ihe sohe mui mais
barato lo quo lijte. O mesmo Sr. Rampa deu-
me lice ira par mar de seu neme no presente
annunc. Aedras escolMdas para armazens
on calg idas, a de* mil ris por cem palmos, dei-
tada* a: pedras em qualquer parte desta cida-
de a curta do annunciante, com toda actividade
possivF para e que tem as proporcoes necessa-,
ras; o prelendentes dirifam-sa a rua da Prai .
escriptcrio do annunciante.
Aviso aos acadmicos.
Encyclopedica
DE
Gaspar Antonio Vieira
Giiimares gerente Jos
Goznes Villar. #
Rita do Crespo n. 17
Vendcl-se por pregos commodos boas fazendas
para homens o meninos.
Sobrecasacas de panno fino do nielhor fabricante
em Pars, Mr. Contard.
Paletots lie panno, de casemira e do brins.
Coltetes ce casemiras de cores, de seda, de vel-
* ludo e le fuslo.
Caigas de casemiras e de brins.
Camisas para hornera, peilo de linho, de akstfoo
e ditas le meia.
Chapeos dfe castor branco c pretos. de massa, de
seda, dd palha e outras qualidades.
Calgado Mllli.
Serbulas, lencos de linho, meias e outros
tos proprios para homens e meninos.
Charutos dbs melhores fabricantes da Bahia.
ee@
5^000 .
Grande sorlimenlo de ferros de engommara
j vapor dos mais ricos modellos que se podem en-
contrar neste mercado, com seus perlencos de
nova invengo, que muito dever.1 agradar s pes-
soos que os coroprorem na rua Nova n. 20. loia
do Vianna.
Reinaco de assu-
cardoMonteiro.
Continua-se a vender assuca'r crystolisodo de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo preco de 7j>0OO a arroba, e aprompta-
se barricas de todos os lamanhos, com brevida-
de e 8ceio : na rua do Caes de Apollo n. 63.
Eseravos fgidos.
objec-
Ferros de en-
gommar
econmicos
a 5^000.
Estes mogniflcos fer-
ros arham-se a venda
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leite da Imperatriz n. 10.
Recebeu-se pela barca norte-americana Uniao
espelhoscora molduras dourados, ondeas senho-
ras e senhores sao convidados comparecer para
examinar, os quaes serao vendidos por prego
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, rua do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
Vendem-se sarcos com farelo de Lisboa a
58 o sacco : na rua do Rangel n. 62, armazem.
Fardo
em saceos muilo grandes, ltimamente chegado
do Porto : vende-se no escriptorio do Carvalho,
Nogoeira&ft, na rua do Vigano u. 9, primeiro
andar.
Botica.
Na rua da Senzala NoAii. 30 ; neste novo es-
Ubelecimei lo preparara -se bandejas pelo gosto
de fraacos do imperio com os melhores doces,
vendem-se amrndoas confeitadas, papis pora
sortes, oce to das mesmas a 2tf, recebem-so en-
commendas de pao-del, bolo inglez, dito fran-
cez, dito imperial, pastis de lodas as qualidades,
doce secco i do caldas para a trra e cxporlaco,
aflangando i s boas qualidales.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguinles medica-
mentos :
Rob L'Affecteur. .
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmalhico.
Vidrosd boca larga com rolhas, de % oncag a
121ibras
Assim cem tea um graade sonimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual Toude a mdico
preco.
Difibeiro em cobre.
pequeas e grandes quanlias.
Fusiono dia 29 do rcez prximo passodo
urna escrava de nome Anglica, reprsenlo ter 40
annos, pouco mais ou rceuos, lcvou comtigo ves-
tido de thila prela e chale preto com flores rO-
iss, e com os sign'es ieguintcs : estatura baixa,
cOr parda, ps e olhos pequeos, denles da frec-
Irc podres, e muito regrisla qut-ndo falla, juga-
se que ella estoja acoutada em alguma parte :
portanloroga-se a pessoa que a tem em sen po-
der leva-la a seu seuhor, quando nio, se proce-
der com lodo rgor da lei : porlnnlo. pede-se as
autoridades competentes e topiaes de campo a>
captura da dita escrava, e gratifica-so a pesso
que leva-la a seu sonbor, na rua do Queimado
n. 18, segundo andar.
Fazem 5 semanas que do Recife dasapporr-
ceu o muloliitho Henriques, rom 18 annos, uro
pouco cloro, cabellos raropiihos, um denle po-
dre ou j quebrado na frente, olhos broncos, des-
corado do rosto com principio de amarellidSo,
falla um pouco gago ; suppoe-se que foi sedu-
zido por olguem, conduzido para o sul ou para *>
norte da provincia a titulo de forro : roga-se s:
autoridades policioes e copitoes de campo e os
proprietaiios que o fogom recom'mendar em seus
dislriclos e propriedados, pagondo-se com gene
rosidado a qualquer homem do povo que o ttouxer
ao engenho Pindobal, comoicodePo d'Alho, d
Joaquim Cavaiconti de Alquerque Mello.
Duzenlos mil ris
Contina a estar fueida a escrava Paula, que
diz chamar-so Paulina, alta, magra e lula, c ha.
toda a probabilidado de estar acoutada em algu-
ma casa, ou mucambo nos arraboldes desta rida
e : quem o pegar, leve-a rua da Cadeia Velba
n. 35, que receber 200$
Pugio do engei.ho do abaixo assignado, n
freguezia da Escoda, um escroto de nome Mar-
cos, com os signaes seguinles : eflr fula, olhar
carregado, estatura regular, cheio do corpo, ja
foi surraciOj tem as pernos marcos do feridas,
fallo grossa e monsa, urna cicatriz cm urna dar
maos, pouca barba, cabello ptxaim, e crioub s:
quem o apprchender, leve-o ao engenho Mara-
cujl, na freguezia cima, ou nos A fugados, ru
Direita n. 41, que ser generosamente pogo.
Fugiono dia 25dejunho p.p. o escravomo-
lato de nome Luiz, deidade 18 annos, cor beta
clara, cabellos crespos, cortados rentes, alto,
secco, c muilo marcado de bexigasquesoffreu hr
pouco lempo, levou caiga azul e camisa de bati
da mesma edr, suppoe-se ter urna cicatriz de ta-
ino em um dos ps. Este escravo foi comprad
a Sro. Joaquina Francelina do Espirito Santo.
moradora em Timbauba de Mocos, lem irmao a
prenles no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para ahi : por isso roga-se aas capities do-
[ior isso roga-se
quer pessoa.que o encontr asa
\ ende-so na rua da Penha, sobrado n. i9. e opprthensao, e que o leve rua Velha n. 69. qu
Pflllpnus o ornm'nc n.i.i.. Z!x~ n....,n.,i, ...__.._..J..
seio generosamente recoropensodos.


<)
DIARIO DE PB1WAMBUCO. SABBADO 9 DE JNHO DE 1860.
Litleratura.
-
Madama Swetchioc.
{Continuago.)
Foi 8 de novembro de 1315 que madame
Swelchine fez sua abjursgo. Esse da foi em
suo vida um dia de grande lelicidade; elle vem
en.pro 6ua penna com a expesso da e Ilusa o e
do roeonheeimenio ; em urna ola sna, escrita
ni Tours em 1817, le-se oslas palavras:
Dia mil vezes abeneoado, 8 de novenbro,
;.ii[iiversirio querido.
Madame Swetchine conservou sempsjbuma ex-
trema discripno a respeito desse grande acto de
sua vida, e Ulvez que nao o livosse tornado pu-
blico com tanta prompliJo sem ontro aeonlecl-
mciito que ni Pnissn leve grande celebridade ;
quero fallar da prcscripgo dos jesutas. Acolla-
dos na Bussia por Calharina II e na Piussia por
Fredcrico II, na aecasio da tempcslade quo os
dispersou no XVIII seculo, e que os obngou a
fugir do Franca, da Hespsnha e de Porlugal, os
jesutas ncliarain una pioleceao cfllcaz durante
todo o reinado da Czarina e no de scu filho Pau-
lo ; no governo absoluto do incrdulo Frederico,
da gaida Calharina, de sen fantstico filho, a so-
ciedade pode livremenle exercer seu culto e ctim-
prir um dos principaes preceilos de sua ordena,
'iccupando-se com a educago. O imperador A-
! 'xandre continuou a conceder-lhe os mesmo3
bcr.eficios, e elles mostraram o seu reconheci-
menlo, prodigasaiido-lhc os cuidados mais tor-
nos aos feridos e moribundos de todas as naces
cojo sangue inundava o solo da Prussia ; mas
dentro era pouco o imperador lhes retirou suas
hoasgracas e seu appoio. A 3 do Janeiro de 1816,
o primeiro ukasc os haniu de S. Petersburgu e
de Moscow. O motivo dado pelo uktise era as
converses operadas pelos reverendos padres nos
jovens e as mullieres. De balde prestou-Hies
o appio de seu talento conde dofcluce ; nao
pondo salva-Ios. Quaes foram os verdadeiro
motivos que decidiran o imperador Alejandre?!
Allegaram-se muitos, mas nao entra em nosso
plano disculi-los aqu. Pode-so acolher o pen-
sarnento do que essa alma mystica, lerna, in-
quiela e irresoluta foi por um momento ton-
uda a procurar um refugio e o repouso n seio
do callinlii ismo, e que sua inrlinac.io 011 sua to-
lerancia para com os jesutas foam abaladas
lelas suspeitas que os inimigos dessa socied.ide e
principalmente o clero russo conseguiram fazer
penetrar em seu espirilo, amedrontando-o com
o .pongo que sua propria omnipotencia poda
correr ? Nao podemos pionunriarrao-nos. O
poder absoluto rao isento.de condescen-
dencias para com a opinio desvairada, nem de
[ueza para com validos exigentes, e ningncm
pode mostrar-so mais severo a respeito do im-
I' : i lor Alexandre, do que para com osgovernos
conslitucionaes, os eseriptores hberaes e as as-
semblas que experimentaran] cu lingiraro o re-
fera dos jesutas, os quaes se uo foram persc-
los, au menos foram denuncia los opinio,
endo una guerra sem treguas. As almas
m | res perd >arn fcilmente aos perseguidos, e o
odio da injusticia leva dediego aquelles que
ii .espera eram apenas libios. A perseguido
los jesutas tez com que Madame Swelclino io-
masso a resnlucao de confessar sua nova com-
munhao; ella dcclarou-se catholica, e dirigi-
le paraa celia Jo superior da ordem, o 11. P. Ro-
saren, alim de levar-lhe a suavisaeo material
iuo sua siluaco reclamava e asconsoiages do co-
jo. Esse bollo eomporlamenlo dosaQou di parte
do imperador Alexandre urna vira esympathiea es-
tima. Talvoz que o imperador livessa lid conheci-
i:. nlo Ja correspondencia do madama Swclchine
com madamosellc Slourdza ; e aquella alma
sobre a qtial a mystic madama Krude-
ner exercra um verdadeiro ascendente, ia
/ soffrer a influencia da razo mais segura,
ajlioda a urna elevada piedade, por um commer-
cio inielledual com a amiga da amavel Roxan-
, [uand i novas inlriaas,renovando no czar an-
';. ; dcsconliancas mal destruidas, foram orga-
: 19 contra o genera! Swelchine, e lhe lizo-
ratn preferir a expatriaban ao cuidado humi-'
Ibante para elle e lalvez nnlil, de se juslllicar.
Sua mulher o accompanbou, lamentada, mas
nn retida por Alexandre, que achon um eom-
inisso entre sua fraqueza como scnlior e seus
enlimenlos de amisade pedindo a madama
tollina que lhe escrevesse durante a sua via-
m. E' a correspondencia mencionada no co-
) desle estudo, cuja publicago lo viva-
ru le desi j ida.
Quando ella chegou a Pars afim de passar o
rno ie 1816 a lbiT, madama Svelchino ti-
rilla Irinla equalro anuos ; encontrn ah o mar-
i de Aulichamp, o duque de Richelicu, o
luqno de B'.accas, que conhecra na Russia ;
poi intermedio de M. do Riclefeu conheceu
su s irmaas, a marqueza de Montea Ira e a con-
densa Oe Jiiiuillc. i-.ni iraia una caria d<>
conde do Haistre para M. de Conald, na qual, o
primeiro dizia :
< O senhnr nunca vio tanta moral, intelligen-
cia e inslriicgo reunidos a tanta bondade 1
Eo viscondo de Bonall respondia-lhe
c E' urna amizade digna de V. Exc. e urna
das prlmeiras intelligencias que tenho encontra-
do, effeito or causa das qualidades do coraran
mais escolenles do que pode ser dotado um
mortal,
A sociedade franceza tal eomo se reuna on se
reformara no comeen da restaurarn, offerecia a
madama Swelchine, um mundo que lhe era sym-
pathico por mnitos lados: a posicao social, a reli-
gio.a dedicacao monarchica.o.cultodo passsado.
Na senhora duqueza de Duras, que deixor* uraa
reputac*odegraca, de intelligencia, de adradnos
sociaes, que o lempo s faz Piigrudccer^ mada-
ma Swclchine ochou urna.amiga, e em seu salo,
o que M. de Falloux chama com urna grande fo-
licidade.de exprcsso, o feixo compacto da3 in-
telligencias monarchicas M. do Chateaubriand
e M. Abel de Rimusal, M. Cuvjer e n visconde Ma-
llieus de Monlnierency, M. Mole, M. Villemaiu,
M. do Baranle. F casa de madama de Du-
ras que ella cncontn^madama de Stael janlanlo,
a qual no tinha visto na Russia. Mad una Swel
chine, sempro cheia de disetirao. dcixou passar
em silencio quasi todo ojanlar, levantando ape-
nas es olhos para a illuslre conviva, sentada em
fronte dola.
Depois do janlar, madama de Stael dirigio-se
para madama Swelchine : Dssuram-me, se-
nhora, que liulieis vonlade do conhecer-me ; cn-
ganaram-me ?
.Nao, de certo.mas .sempro o rciquem falla
primeiro.
^ E por que nao a rainha ?s Seria uwa indi-
tU ao genio viril dos-fies annot.de exilio! ma-
daina de Du/as affeicoou-se a 'osla. Itussa,
comprehendia lo be'm o genio frtncez,
le iiith viagem do m anno-qne mBttt
chine fez a S5 Peter
marido, obrlgado a Ir lu
ras intrigas, a autora dOnr
sua nova amiga umacorreseo
davel, algumas vezes salyuca
sa sem alfeclacio. \ -s
dama Swelchina 6 urniprivar"
rida aintgi, escreva-mc rep-li
alim de que em na volla nao t Hiamos
que liizer. Tere mus a felioidade de La Itruyi
bstanle estar com aquellos a quem se ama."
Ah I como is* exacto iTert a fecidade ue-
pois da vida como na vida, ec osle o pensmen-
lo em que gosto de descancar.
M. do Chateaubriand cuj > neme, a proposito
de madama Rcaraierv*'vem despertar os mil
eolios da imprensa, conserva egnalmenle o pri-
meiro lugar na correspondencia de madama Du-
las. M. de Chateaubriand parti um msculo da
perna, ei-lo de cama por quarenta dias. V'ou
vc-lo, mas V. Exc. nao faz idea do vacuo que ha
em minlia vida por nao ve-lo mais urna ou duas
horas pela maulia nesse gabinete, a pensar alio
coraigo. Eslou Iriste a murrer. Nao ha nada lo
interior como a fecidade, e com ludo o que sio
os objectos exleriores sem ella? 1? a luz quem os :
alunita. Tudo est embaciado e Irisle quando
elle se retira V. Exc. est doonte, novo clima
lhe necessario, volle por quem ; sinto muito
por nao ver cousa alguma fixa no projeolos de V.
Exc... Madama Swelchine vollou Nao achou
mais na Russia a condessa de Edling, eslabcleci-
da em Weimar, nem sua irma a princeza Gaga-
rin, cujo marido tora obrigado a deixar a Russia.
.Madama de Nesselrode, sua amiga, absorvida pe-
las graves occup*Qe3 da poltica, nao poda dar-
Iho lodo o lempo que scu coracaa quizera con-
sagrar-lho.
Madama Swelchine lornou a encontrar em Pa-
rs as vivas ainizades que soubm conquistar, po-
rm antes de se domiciliar foloiivamonto, fez
uraa viagem a Italia, em 18* lr-so-ha com
inlcros.se suas cartas marqueza de Moulcalm,
as olas em que ella d conia de suas impresses
a vista das obras primas das artes em Florerica,
Roma c algores ; urna caria madama Rcamier,
datada de aples, respira, por assim dizer, a se-
duego que essa mulher adoravelsabia espalhar
em torno de si, e que fez a fecidade e o tor-
mento daquelles que amaram-a.
Senti-me presa antes de cuidar em defender-
me ; cedi esse encanto penetrante, indefinivcl,
que prende ataquellcsdo3 quaes ninguem selem-
bra ; vos me fallis comosetivessemosmuolem-
po juntas, como se livessemos muitas recorda-
coes commuiis : como 6 que alguem se empobre-
ce assim daquillo que nao possuia honlem? Se-
ria inexplicavet, se nao houvesse um pouco de
eternidade em cortos momentos ; dir-se-hia que
as almas, tocando-se, furtam-se a todas as con-
dicesde nossa pobre existencia, e que mais li-
vrs e mais felizes, ellas obodecem 'ja s leis de
um mundo inelhor.
U'ie expressoes uitlaniadas I quasi que ah se
descobre o sopro d^um amor humano e apaixo-
nado. Nada roe revela melhor o poder de ailrac-
cfto exerc ido por madama Rcamier, e que era
tanto ma s furle quanlo ella propria nao o senta
a respeil'i dos oulros. Prefiro esla carta em
dessa de Edling, retirada com seu marido em suas
trras da Russia meridional, pezar da aiTccmtw
sa eslim, que tinha por ella o imperador Alexan-
dre, assa z amante para conservar urna lembranca,
niui fracn para ceder s suasinelinaces mais le-
gitimas, quando conlrariavam as'pessoas por
quem en rodeado.
Boma, 1 de novembro de 1821.
Minl a querida Roxiudre, vivo e amo-vos, eis,
segundo pens que cu Isrei o cuidado de vos dizer. 5e a afle-
rao nao ios houvesse unido urna vez por todas,
ella nao iria como V3, a duvida usara contra vos
daquella forca que dispe para dominar, porm
lio impossivcl para mira nio julgar vosso co-
ragao sejundo o raen, quo no intimo de mim
mesmo que verifico todos os seus movimentos...
Trago sempre o vosso pequeo annel ao dedo
Esse synbolo, frgil como lodos os symbolos,
nunca n c dcixar ; elle ha do me sobrevver, mas
nao invi jo nada, pois estou certa que o senii-
menlo que me faz dar-lhe tanto apreco, ha de so-
brevivei-lhc por sua vez... Esse novo estbale-
cimento que projectaes, C3sa civilsaco toda re-
ligiosa que pretendis plantar nos deserlosom que
sem vs^ homem nao viveria ou nao vegetara
senaojl-sua infecidadc, sorriem a vossa iina-
ginaqaTT que "se alimenta de virtude. Gosto de
ver-yos, tao boa. lo elevada, como vos mesmo
medind ) as vossas acfes pelo vosso carcter ; e
cnlrelai lo, minha querida o verdadeira miga,
supporl > com impaciencia o peso dessas necessi-
dades que vos relra longe de mim.
i Nao i os demoremos muito em nosso caminho
por causa da correspondencia, de que M. de Fal-
aux ei uma cscolha lao feizl, e que reuni t.io
'iBRule cm sua. narrai;o. Voliemos a Paris
Swelchine, que, depuis de haver
Vrennos, junto da duqueza
U-se na runde S. Dominico
. 71, em um palacio situado
n^fcir nloo e s por ella oceupado.
ue pasiou tririta annos e que. sem mo-
as i fLJtmw esquecer suas antigs
ia. sem tralrigir cora sens principios e
li. sonbo fazer respeitar-so, procurar-
se, arai.r por novas geracoes, almas jovens, ar-
denles, apauonadas. pe* verdade religiosa,
catholi:os fervorosos oa hrislSos convencidos,
porm amigos da liberdade e pedindo duas me-
Ihores lincas para o iriumpho de suas convic-
cen; lai assim que depois da amizade de Joseph
de Miiitre. do M. Bonald, do R. P. Rosaven,
grangeiu a do M. deMoritalemberl.de M. de
Killou: do R. P. Lacordaire, de M. Alberl do
Broglir e de Aleixo de Tocqneville. Ella con-
coraco numauo, de suas fraquezas, de suas ne-
cesidades, d|e sua grandeza e de seu destino, que
deixou entre aquelles que a conheceram, uraa
admracio profundamente sentida e sempre ex-
prs** com vivacidade.
Madama Swetchine era, se ouso dize-lo, um
confessor, mas um desses confessores ao p dos
anr* alma com satisfacAo, porque
osecoDossa. Seu lempo que s
*s obras, se divida eoiro aooacao
Ue conseguir mandar edificar em
o ornara com suas maos habis, de-
dosas ao mesmo lempo, os actos de
qW*sage^
nao te noli !
perloncia s,
na capella
sua casa e q(.
licadas o pie
unn nexgotavel caridado, cujosexemplos nume-
rosos deve-sjo buscar nolivro do M. Falloux, a
conversa, urna correspondencia seguida com suas
amisados antigs e modernas, e, finalmente pie-
dosas mediacoes quo seu excciitor leslaraenlario,
auxiliado por alguns amigos, recolhcu piedosa-
racnie e que formara sob o titulo do Fascculos,
Pentamento, Yelhice e ResignacSo, o segundo
volme publicado por M. de Falloux.
Madama Swelchine nao era um auior, mas
um escriptoii notavel; alimentada com leiluras
quasi se tornara lalal a Ruasia. e onde elle eseu
irmao, o grao duque Constantino, excluido do
throno por sua propria vonlade, lularam entro si
sobre gnnerosidade. Pouco depois, revolucio
de 1830 derribava o governo francez que merecen
mais sympalhias da parte de madama Swelchine,
mas sem abalar sua cituacAg pessoal e sua alta
influencia que s fazi**|Hpntar na sociedade
franceza A olerac&u de Nicolao ao throno cau-
sou a madama Swelchine crueis dissaboros. Ir-
ritado contra a Franca cuja revoluco tinha ferilo
o principio da legitimidade e ajudado a sedicao
di Polonia; inquieto e descontente pelos pro-
gressos do calholicismo, que pedia sua forca, nao
ao oppois do poder, mas lberdada; illudido
pelas suspeitas ou pelas aecusaces que lhe re-
presentaran) a allianca do calholicismo o do pa-
triotismo como impossivcl em lodo o bom russo,
o czar, daudo ouvidos a antigs queixas articula-
das coutra o general Swelchine, c que dalavam
do reinado de Paulo, mandou inlimar-lhe uma
sentenca que lhe dava para auxilio algura ponto
affaslado da Russia.
E' procico obedecer; madama Swetchine
mu fecunda, familiarisada com Bossuel a poni acompanha o general, chesa no outouo. conse-
de descobririem suas obras passageos de uma
belleza immqrlal, que olhos assiduos nao linham
notado anda ; habituada as relaces de grandes .
eseriptores d'Altemanha e da Inglaterra, seu pen-1 quaresmi, a
smenlo, muilas vezes profundo, quasi sempie
original, ach^, sem Irabalhoappareale, a expres-
sao que convjm. Do certo, sao estas grandes
qualidades; porm o que me faz dar o nomo de
escriptor notavel a madame deSwdlchine aerao-
Qo que ella sent evidentemente ao escrevere
que communtca aos seus leitores. Quando meu
corana o 80 commove, quando meus olhos se hu-
medecem, quando minha alma, com o auxilio do
pensament que lhe offerecido, se eleva para
Deus, nao ponera eu moslrar-nio severo para as
exigencias e s porfeices da forma. Eis aqu al-
gumas fascinlas loma'das ao accaso
Que n03ja vida spja pura como um campo de
nevo, onde nossos passos se imprimam sem dei-
xar sigoal.
Dos \lous filho! do segundo Paul
primeiro morreu trts dias antes do
seu pai e o oul'ro tres dia"depois..
templa va com seronidade^|iz M. de Falloux,
os acoi lecimentos e os homens ; nao se vollava
levanr mente para o lado dos vencedores, mas
recusa a exaltar-se a vonlade dos vencidos. .
Ella v i e amou emigrados de tolos os nossos
regimeus successivoi, da arislrocacia, da bur-
gue/.ia e al da Repblica. Mas quaesuncr quo
fossem. alias, seu esiirto sera talento e sua pro-
bidade uns e oulros ficram para ella sempre
suspeilos, quando so Iralava de apreciar o estado
social nascido ou desenvolvido sem elles... Era
no pro irio espirilo de seu lempo, dizia ella, era
seus vdrdadeiros movimentos, cm suas verdadeiras
tendercias que procurava pendrar; quando ella
tinha mesmo uma opiniao formada, procurava
a conserva daquelles que defendam o
r contrario De quo serven* fivor, dizia
e nunca se ouvisse senfio o som da nro-
DZ ?
uTII
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAHI3UC0-

anda
parece]
ella,
pria
Pal;
rilo l
Durai
passar)
egreja
de-se
da em
dia ca
len
Tocqu
pro fu
de Br
va de
zade
joven
Des
tao di
tanta-
da mi
reuni
lor dd
ro
para
de dar seus conselhos s senhoras mais
mais bellas, mais seductoras.
as relaces, dosso commercio cora pessoas
ersas, tu brilhantes, t.io cultivados, com
paixoes, tantos pozares c tantas aspiranoes ;
(tura do passa'do, do prsenle e do fu'luro,
os, por assim dizer, em termo do doce ca-
um lar sempre egual e sempre hosplilaloi-
KSa existencia mltipla de que ellf. viva
consolar, animar, conler dessipar a* penas
de uns, o desanimo de oulros, as esperancas mu
louca ou as resolurjoes incompletas, madama
Sweti hie, tinha adquirido um conhccimculo do
XX
Si iimario.O rclalorio do Sr. minislro da mari-
nha.Publioago das ordens goraes do quar-
lel-genei : de marinha at o lim do anno pas-
sado.Viagem da corvla D Isabel.O Sr.
primeiro tjnenlc Joaquini Mara de Alraeida
Portugal.
s detidaracnte podemos agora fazer uma
nnalyse a i i virio doSr. ministro da marinha,
irabalho por mais de um titulo recommendavel
atlencao publica, porque revela quo S. Exc.
(em feifo um estudo circumspeclo dos negocios
complicados quo correm i>or sua odminslracao,
dando a devida allenjao s upiuies valiosas'dos
prolissiouaes, apresentadas quer na impren-
sa, quer cm documentos oliiciaes da repar-1
ti^ao.
Nesta nnalyse, inteiramente iraparcial, na qual
nos guiaremos somenle pela razo e convenien-)
cias publicas,to grao de apreciaco que a nossa
intelligencia lies d, seguiremos a ordem adop-
tada por S. Exc, para melhor clareza, e por-
lanlo, oceupar em primeiro lugar nossa alteo-
<;o a
dministraco central.
A aJminislra'.iio central da marinha repousa na
respectiva secretaria de estado, de quem sao au-
xiliares o conselho naval e o quarlel-general de
marinha.
Aquella reparlino superior o centro do rr.o-
vimento do servic'o da marinha de guerra. Re-
formada ha pouco, entende o actual ministro que
a deslribuico dos servidos que correm pelas suas
diversas secces, j carece do allerac,o, as
prevista no regulamenlo. l'unccionando debaixo
das suas vistas tora S. Exc. observado esla ne-
cessidade, que basta allender-so ao regulamenlo
que baixo.i com o decreto o. 2,359 de 19 de fe-
vorciro do auno passado, para se reconhecer
logo.
Cora effeito, nesle regulamenlo prescreveu-se
n simplicidadc das rodas administrativas,a promp-
tido dos meios de cxecuQo e a unidade da di-
recQo central, que, na opinio competente do
fallecido ministro da marinha franceza, o Sr.
Theodoro Ducos, sao condiQoes indispeusaveis de
qualquer boa organisagao naval.
Quando elle pretenden reformar a secretara
da marinha, apresentou, como de costurae, e
coslume mu til, que usavamos no lempo do
governo absoluto, urarelalorio ao principe pre-
sidente da repblica em 3 de margo de 1852, em
que juslificava as ideas em que era concebida
na esclarecida reforma, que, como lodos os ac-
tos desle distinelo ministro, que clevou a mari-
nha franceza uma posicao poderosa, recons-
truindo-se em solidas bases, podem servir de ly-
po, para guiar as domis naces no mesmo as-
sumplo.
Nesle inleressante relatorio lera-so asseguin-
tos memorareis palavras :
A dministraco dereser feita para o uso da
rola para a qual instituida.
A idea a mais simples aquella que preva-
leceu em lempos em que o poder era grande e
nao tinha necessidado de pedir emprestado sua
(potencia considersfes ou influencias pes-
oaes.
A armada se conslilue com homem, navio*
e dinheiro.
Fra deslas tres necessidades de primeira
ordem, nao exisiem seno necessidades secunda-
rias ou accessorias.
Portento, correspondendo a constiluico dos
tres grandes ramos administrativos i cada um
testas necessidades fundamentaes, satisfar fcil
e completamente a todas as exigencias do ser-
vico, sob denominarnos raciocinacs e sim-
ples como ellas, de Direegao do pessoal, Direc-
Co do material, Direcco da comptabilidade
i (eral.
Ora, nao ha certamenle nada mais lgico do
j que esla diviso de servcos, harmonisad-i s
I exigencias da dministraco, que pode fazer lodo
; o bem quo della se deve esperar, sem se ver cm-
! baracada rada passo, por eslurvos nascidos
de sua complicada, seno ininlelligcntc organi-
sacao.
Por ventura leve o nnsso legislador cm motile
o mesmo plano que o legislador francez ? Rea-
lisou esla simplicidade das rodas administrativas,
esta promptido de meios de execucao, esla ani-
dado da direccio central, que, como j vimos,
sao os enienlos indispensaveis qualquer boa
orgaiii>ago naval ?
Lcndo-se o regulamenlo, acode iogo aos labios
uma resposla negativa.
Bom que dividida em tres secces a nossa se-
cretaria de marinha, os servidos se confunden)
por todas ellas, e nao se acham extremados com
a habilidade com quo o fez o Sr. Ducos.
Assim, lodas csto incumbidas da direcco do
pessoal, competindo primeira o que for rela-
tivo ao corpo desande, corpo ecclesiaslico, ofli-
ciaes de nutica, balalho naval, corpo de im-
ponaos marinheirose companhias de aprendizes,
isto de cnvolla com a forca naval, inclusive os
navios do transporte e desarmados, que o ma-
terial. A segunda lem de baixu de sua ace.'io o
corpo de fazenda, que parle do,pessoal, ea
terceira o corpo de oliiciaes niarinheiros, o corpo
de machinislas, a companhia de artfices e do
menores, que tambera compcm o pessoal,
misturado com arsenaes, cortes do madeiras,
etc., etc.
Dsla singular deslribuigo nao pode nasccr
seno confuso e desordem ; o ministro lica pri-
vado de saber cada inslanlo as torgas de que
dispe ; porque para consegui-lo lem de pedir
informages todas as secges, quando pelosys-
lema cima preconisado basla dirigirse um
chefe para flcar logo ao fado dos recursos con-
fiados sua direcco, quer em pessoal, quer era
material.
Em fado de administrago militar, nossa opi-
nio que devemos propender para o syslema
francez, cuja superioridade tem sido altamente
reconhecida por mais de uma vez, recebendo
anda recentemente as guerras do Oriento e da
Italia um novo sello quo o lornou mais notavel e
apreciavel.
Elle lem maravillosamente allado a econo-
ma de lempo, a celeridade da acno, que dis-
tingue a administrago ingleza, com o espirilo da
ordem, e de providencia, que o scu cunho es-
pecial.
Crcmos que as nossas circunstancias o me-
lhor exomplo seguir-se, principalmente quan-
do este syslema j recebeu a sanego de expe-
riencia, e provou o alilameoto, e elevago das
Vistas de seu autor.
*>Rccoramendaraos, por conseguinte, S Exc.
o Sr. ministro di marinha, que as alleragcs
que pretende fazer, se guie, quanlo for possivl,
pelos decretos de 3 de margo do 1852, regula-
menlo de 19 de julho do mesmo anno, e modill-
cages elles feila em 20 de oulubro de 1855,
que se acham impressos nos alraanacks da ma-
rinha franceza de 1856 e 1857, es quaes prova-
velrrente so encontrara na nossa bibliotheca de
marinha.
Procedendo assim, S. Exc facilitar a sua la-
refa, e a do seus successores; uiilisar uma maior
somma de estoicos, quo hoje se neulralisain, por
que se embatem e so contrariam mutuamente,
conseguir pUnlar em nosso paiz uma excellento
oiganisaoo naval, principalmente recordando-te
anda deslas palavras do citado ex-mioistro, que
fazcm parte do seu relatorio:
Na marinha, todos os negocios tem entra si
um eucadeamento inevitavel.
Elles dovem-se roordenar, e oiigem um coo-
curso absoluto de ideas communs entre os che-
fes do servigo.
Por pouco que esto accordo dciie de existir,
o ministro, que resume cm definitiva lodas asde-
cisei, se vO condemoado aos maiore esforgos
sil, i^
O
roa;
ment
geni
porte
So
na re
re.vell
lidad
dcstal
proc
cao i
AS
la ule
ciaes
porq
adra
da u
cora
Ihor
osu-
do m
no
vras profundas e bem dignas de um espi-
io superior e do uma alma tas dirislaa.
e liinla anuos, madama Swetchine vio
em seu salo lodas as illuslraces da
da poltica, das leltras, do mundo. Po-
dizer que a Europa inteira foi representa-
sua casa, e o espirito e ninente que po-
Hivar o nuncio Lambruschini, Mgr. dcQue-
I. Donoso Cortos. M. de Radowilz, M. de
ville que dava conselhos lo tersos o lo
dos. a M. de Montalembcrl, a M. Alberto
lalie. ao padre Lacordaire, nao desdenha-
tino do Immem que mo8 mes de ser
que Besanas tora alguns dia para s-lo.
Oleres que paneem frios c quo apenas
tullidos, adorara desde que ousam amar.
Parece que s podemos conheeer o infinito
por nossa llores. Somos fetttes? Os limites da
vida nos ceneam por todos os lados.
Quem cessou de gozar da superioridade de
scu amigo,'cessou de aroa-lo-
E' exacioi mas no chrsto.
i < E' prodigioso tudo o quo nao podem aquel-
les que podem tudo.
o servilismo vui quasi sempro alm do abu-
so do tomihando.
O mundo s concede alguma compaixio s
,penas posi vas. Elle consom om perder o que
perdis, nunca o que vos falla.
Podemos repetir ludo sera nos embolar-mos.
A muUierque nao fui linda, nao fui jovon.
E' isto mu severo e mu gfjflBara sor exacto.
Com essa eondico, mu poudswspulhcres foram
jovens; a niooidfcde a esperanca e o amor 1
Quantas mlulheres sem belleza alguma consegu-
rain inspirar o amor? .
Em algiunas palavras, M. Swelchine v retratar-
se como senhora d'alla sociedade.
A polidez de uma dona de "casa consiste cm
alimentara conversa e em nunca se aporrar del-
la ; lem a j guarda dessa especie de fogo sagrado,
mas preciso que lodos se pessam approxirnar
dello.
la n, u i los salos em que esse preceilo devia
ser cscriptp em letras gordas. Eis agora a mulher
de uma candado nexgotavel:
Niiigubm rico seno do que d, e pobre do
que recusa. >
Ao depois eis o lance d'olhos do moralista ;
A lisonja mais perigosa a inferioridade do
que nos corea.
Os /'ensai/ienos s differcm dos/'uscicit/as pe-
lo Ululo ; unta_collec;o de mximas relativas
a Deus, a religio, a alma ao mundo:
Nao ha cousas pequeas neslo mundo, vislo
que opparece um ludo.
O leus dos christos o Deus das mclhanior-
(i/.er-so confidente, de conceder sua ami-l pirases. Se lancaesador cm seu seio, tiraos d'ahi
a paz; So lancaes o desespero, 6 a esperanca
quem sobrenada ; um peccador que tocou,
um sanio que lhe d gracas.
A piedade ameuisa ludo quanlo o animo sof-
fre.
Concordo em que alguem seja santo, mas
quero que. soja anles e superlativamente um ho-
mem de bem.
E' falso que os grandes cuidados lornem o
homem menos sensivel s penas leves.
Entretanto succediam-se os aconlecimontos ;
morria o imperador Alexandre, o imperador Ni-
colao suba ao ihrono no meio de uma crisc que
gue justificar seu marido e a si propria, correm
muito larde para poder evitar o invern. Esli-
veram do volla em Pars no primeiro dia da
4 de marco de 1835; toma rioza
em seu caminho na capella de S. Vicen-
te de Paula, e entra cm casa para cahir des-
fallecida e lular com a morte durante tres mezes.
No anno scgurnio recebeu um golpe mais
cruel anda ; sua filha adoptiva Nadina, condessa
de Segur d'Agncssen, morre em lodo o brlho de
sua mocidnde. A orago, as obras de caridade,
as medtages profundas foram a consolaco do
madama Swetchine.
Duas jovens e notavcispessas de sua amizade,
que se linham tornado o objecto do toda a sua
solicitude, appsreciam enlo na scena religiosa o
poltica ; o conde do Montalembcrl o o padre La-
cordaire ; ho de ler suas cartas ao joven par ;
que elevada razo, que solicitude maternal para
cora aquella nobre, brilhante e inquieta inlelli-
[ Foi ella qu*m deu ao pulgitn o eloquen-
hra, e o mondaraAMgr.de
oiroreccu ao joven sacerdote admi-
da egreja de Nossa Senhora. Ouvi
ira conferencia obre o poder da f.
u para ousar tomar a palavra dian-
te desTe~uHIfciiu Mas o meilrcebispo fez um
c|o de f, e eu eslou He vos I > Esse
grande orador chrsto, esse Ol)* submisso do
Deus, celobrava missa ua capella da ra do S.
Dominico ; sua f mutua o setena anavisava os
soffrimenlos da edade e as dores d'alraa dessa
mulher piedosa nubre.
A rovolugo de I8i8abalava o mundo em tor-
no delta, e a*seca** lenicis que ensanguenta-
ram Paris lizeram sangrar seu roraco. Ella le-
ve aonsolaci*- do ver uma de suas raclliores
amizade, aquella a quem devemos sua biogra-
'liia, representar uessas crucls conje'cturas um
papel cheio de firmeza. O general Swetchine
morreo, e comprehendia-se [ior suas saudades,
pelo cilio que raostrou sua memoria, o lugar
quo oocupra em sua vida esse homem simplo3,
esse chrisio modesto, esse subdilo fiel, obe-
diente, mas altivo at na submisso. Foi enlo
que ella conheceu o general Radowitz o Donoso
Corles ambos roubados pr^maluiamente ola
Ororle sua palria e Europa.
Esses dous coranes generosos, essa duas al-
mas atenles, esses duus profundos pensadores
viudos, Um d'Allcmanha, o oulro da Hespanha,
tendo ambos o senlraenio e como que a advi-
nhaco dos deslinos de sou paiz, eram dolados
daquella eloquencia que nao espera polas assem-
blas e pela tribuna para seduzir, e que captiva
em um salo c uma conven* intima. Madama
Swetchine inspirou-lhes uma viva sympalhia.
As enfermidades crescian^ sua nio Iragava
os dous tratados da Vmhice e da Resigna cao
especies do medlaces teligosas, ondo.o desa-
pego da trra, a paciencia anglica nos soffri-
vientos, a approx:.mago do inlinilo e a paz viva-
mente desejada no seio de Dos, foram um qua-
uro de um colorido suave, calino, melanclico,
mas d'onde o raio de uma divina esperanca cx-
pellio todo o temor e toda a tristeza.
Chegamos 4 sua morlo, o quizeramos afaslar
esse momenlo ; ella pareca reviver por nov&sJ
amizades. Entre as ultimas, mas nem por isso
menos queridas, conlavam-se a do M. M. de Fal-
loux, de Broge e de Aleixo de Tocquevillo.
Nao sei qual foi a origen) das relaces do joven e
eloquMite autor da egreja e do imperio romano
cora madama Swetchine; mas sei que M. de
Tocqueville hesitara em conlrahir um lago quo
devia mais tarde catvar sua alta razo. Madama
de Falloux aprsenla alguns pontos do seme-
Ihanca cutre essas duas amigas amizades de ma-
dama Swetchine, e uma das quaes lhe sobrevi-
veu loo pouco I Entre essas duas intelligencias
de primeira ordem se enconlram
grao, qur em seus Jvro, qur em suas cartas,
o homem de sociedad* que falla de religio. de
philosophia e de poltica, tea fazer homilas,
sem pedantismo sem aspereza. Sao admira-
reis as cartas de aleixo de Tocqueville. e im-
possivel que alguem as lea sem sentir mais pro-
fundamente a perda que as letra* e a Franga sof-
freram cora a morta .do jutor da Democracia na
A mrica.
Essas cartas, que n* quizeramos apresonlar
integralmente, serao lidas com proveilo. Ellas
conlm, sobre o papel e a influencia das mulhe-
res ero seu interior, sobre os deveres para com
a patria, sobre a allianca da religio com o pa-
triotismo, pensamentos de uma elevago, de uma
pureza, e ao mesmo lempo de uma simplicidade,
que moslra os progrestos quo lucra esse homem
eminente, como escriptor, como moralista e co-
mo estadista; parece-me quo raras vezes as bel-
las qualidades de um Francez do anligo rgi-
men e de um rerdadeiro Francez moderno se
reuniro melhor.
A velhice v ludo renovar-se em torno de si;
o imperador Nicolao morreu, terminando um
grande reinado com uraa morte amarga. A sau-
de de madama Swetchine deelinava rpidamen-
te ; ia procurar o repouso e a tranquillidade dos
campos em Fleury, na exlremidade da floresta
de Fontaineblau. Madama de la Rochejaquelcin,
uma das filtras da duqueza de Duras, pozera esse
castello a sua disposigo; ella ahi passou dous
annos em um reliro respeitado por suas amiza-
des. Faziam-lhe companhia a baroneza de See-
bach, segunda fllha de sua amiga a condessa de
Ncssclrolde c madama Craven ; fllha do conde de
la Ferronuys, anligo embaixador em San-Pelcrs-
burgo. Quasi todos os dias ella ia ouvir missa
pela manba cgr*J parochial. < E lhe havia
proposto, escreve o cura do Fleury, do dizer a
missa da semana cm uma hora mais conforme s
exigencias de sua saude; quasi nunca, porm,
quiz consentir nisso receando incommodar as ir-
maas de caridade que ouvam-na com ella. Ao
domingo, todos oajnoradores da parocha fica-
varn satisfoitos ao^R-la, e cercavam-na quando
ahia da missa cantada ; enlo ella folgava, por
assim dizer. com elles; tinha para todos pala-
vras agradareis e animadora?. Os afilelos e os
pobre, que haviam experimentado sua immensa
caridade, doixavam resignadamente sabir a rrnil
lido, e approximando-so ao depois, nunca vol-
Uvam sem trazer proras de sua liberadade.
Quando nao poda sabir mandara chama-Ios.
Nsso retiro, applicava-so ao estudo de si raes-
ma, que sempre recommendra.
Leso ii'uma carta do madama Craven : X'jo
era somenle para consagrar a Dos as primeiras
horas do da que ella comecava to cedo, mas
lamben) para lersempro um lempo consideravol
allm de emprega-lo no estudo ; disse-me ella
que os annos s faziam augmentar o prazer que
liana cm seus esludos. Chega a lal poni, diz
ella, que, quando me npproximo dessa mesa para
comecar meu querido Irabalho, o coraco palpita
de alegra. Ah dizia ella, a velhicidado nao
a bella edade, mas fique certo, minha querida
amiga que uma bella edade. Eis alguns pen-
samentos encontrados em folhas meias rotas do
dous quadernos do algibeira.
Receai as magoas e a irrilano.
* Deusabengao homem, nao por 1er adiado,
mas por ter procurado.
Nao ter lutado bastante com o mal, deixa-lo
vencer-mo, ter deixado tudo entorpecer, desde as
pernas al o espirito.
Sera verdadeiro o mal physico, que havia
feilo progressos assusladores. Recouduzia a Pa.
saris a dragada de duas sobrinhas suas. Por cau-
sa dellas deixou seu retiro de Fleury, que nunca
mais vio.
i\> mesmo
:^vw*>ra
de in
unida
para
ment
elle s
falla
proprl
ciso confessa-lo, do antagonismo do uniforme', ou
da ri
Esl
lelligonria ou de memoria, para manler a
le do vistas, de regras e de principios, o
o dar sua assignafura ordens essencial-
diversas e conlraditorias. E' preciso que
conserve sempre em guarda conlra esta
c accordo, quo provm algumas vezes da
a natureza das cousas, e sobre ludo, prc-
alidade da funeco.
i 6 uma verdade, quo om relago ao Bra-
m uma applicac.au immedata.
emento civil, ceg pelo seu Irumpho, lem
lo de uma maneira perigosa contra o elc-
militar, inradndo com grande desvanla-
>ara o estado, funeges que exclusivamente
iccm este.
ihor das primeiras posiges, principalmente
parlico da marinha, iodos os seus actos
im esta rivalidide, a mais notoria parcia-
\ e o completo olvido de lodos os direios
eUssede servidores do oslado, que debalde
ra por lodos os meios legues sahir da posi-
csvanlajosa em que se aelta collocada.
jira, eraqnanlo que em Franca vemos cons-
menle no gabinete do ministro somenle olfi-
de marinha, ou de fazenda da maiinha ;
ie ahi deve residir a acgo, quo preside a
uislrago, o segundo o Sr. Ducos, a allianga
lidado de cominando, que augmenta a forca,
o sogredo. que quasi sempro uma das ine-
s coudiges de seu oxercicio ; assim como
de loda3 as repailices em que se subdit-
as Iros dirccces da adiiiinislracaocenlr.il;
rasil notamos a exeluso delles, ordinaria-
mente.
E' ontro poni, por consoguinle, para o qual
solicitamos a atlengo do actual Sr. minislro de
mar nha, quo so moslra disposto deixsj^ra ras-
lo liininoso de sui passagem na serio In mi-
nisii os da reparlicao, quo a historia tem de rc-
gisiiar.
na ora creagao tambera se faz j mister om
a nuplio : a de um historiugrapho, con-
adorearas archivos, lugar Ilustrado era Fran-
slo conhecido Sr. A. Jal Muitos fados hon-
s, pralicados por nossos officaes jazcm no
lecimcnto por falta de um chronista que os
de fielmente para a posteridade ; o que so-
naueira lamenlavol.
tu. Jf wyrj.|e cendo com sua rara perseveranca os multiplica-
dos embaiiagos que lira apresontavam a falla na
reparlicaol os livros onginaes em qual ellas so
expedirn!; anles do 1813.
Nao tennis cxpresses cora que possaraos de-
votamente! [elieilar ao Sr. elide de esquadra Joa-
quini Jos Ignacio por este magnifico Irabalho,
que veio s.llisazer uma das primeiras necessi-
dades do ossa marinha.
Resla agfira que conformo o seu desojo, sejam
ellas submetlidas ao exame do conselho naval,
ou de uniacoinmisso especial, para desenmina-
las e propor as que deveiu prevalecer, visto que
muilas se acham em dosharmonia.
Seria lanibeni mu conveniente que a dislri-
buco dos exemplarea fosse em mais ampia es-
cala, locasse aos oliiciaes do todas as classes c
graduagocs; porque justamente a vautagom des-
la obra esta na sua maior publicidtde, no seu
completo conhcimeulo da parte do lodos os in-
teressados.
fConlinuar-se-ha).
U
nos
sen
P
rose
osq
gua
bre
da
Siempre que o escriptor publico, que esluda
con cuidado os diversos problemas que nteres-
san ao paiz, e d luz suas ideas sobre as solu-s
elles reclamara, v que suas lucubra-
prdidas, que as autoridades cons-
Htcngao suas propostas, o as rea-
novo alent, retempera suas forgas,
o c intinua a sua misso trabalhosa cora satisfa-
porque v que ella proveitosa par a pa-
gue i quocile
ei n*Bo
lili idalVo
sfm, cobra
gac
Iri.
slas considerages nos foram suscitadas ao
recjeber os dous volumes recem-publicados pelo
riel-general de marinha, da compilaco dos
nns geraes al o lim do 1859, o nos cblloca-
ran na situagao agradavel que alludimos.
tt agora os odiciaes de marinha se viain ca-
passo embaragados para cuniprirem seus de-
veres bordo, o commeitiam taitas notareis;
po' que nao linham ura corpo deJUrina que os
gui isso, nem era possirel rccordlmn-se do uma
mu lido de ordens, 4 que uma temporaria ausen-
cia do servigo os lornava iuteiramento cxlra-
nlns.
)ahi resultara notavel prejuizo para o servigo;
uma perda de lempo extraordinaria para se pro-
currosla ou aquella disposigo que se sabia exis-
tir, e que se queria consultar.
ln virtude disio escrevemos no Brasil Mari-
tu o, em Janeiro do 1856, um artigo, lem brando
ao Ilustrado Sr. chefe do quarlel-general, a con-
veniencia do se compilaren) todas as ordens, pa-
ra seren distribuidas pelos odiciaes da ar-
m ida.
Este incansavel e disliclo chefe, que durante o
lempo que tem dirigido o quarlel-general. ha fci-
to importantes servcos & repartigao, prestou-nos
inmediata Ucnjo, c effuciuou mais osle, ren-
Temos prsenle una caria de um dislincto of-
ficial da crvela D. Isabel, datada do Now-York
le He 17 do abril lindo, recebida pelo paque-
te inglez Tyne, que nos d as seguintes noticias
sobro a viagem da momia crvela, que julgamus
sero lidas com interesso.
A viagem para este porto foi a mais feliz
possivl, c apezar da m estago, aqni chegou a
crvela com 41 dias, lendo apenas apaninado um
temporal do N. E. ao sul das Herminias, que a
obrigou capear 18 horas, o oulio do sul, que
durou pouco lempo, tres dias nl03 do da draga-
da. Fizeram-se lodo3 os clculos e excrcicios
possiveis,o os guardas-marinhas mais inlelgen-
les e de nfelhor vonlade, csto aptos para desen-
volver com facidadc e presteza os clculos mais
complicados cm uso na navegago.
A entrada da curvla no pono de New-York
produzio pouca impresso : aqu, o moviracnto
do navios lo extraordinario, e a atlengo pu-
blica lano so concentra no commercio, que isto
nao sorprendo 1 uma fortaleza respundeu nossa
salva de coilezia, primeira dada por canhoes bra-
sileigts, no solo americano poderosa Unio, c
no-dia seguidle o Comodore,*inspcctor do arse-
nal manduu cumpriracularo commandanle.
No dia 8 d margo, isto cinco depois de nos-
sa chegada,sl*> acompanhado pelos Srs. len-
les Caio Pinheiro de Vasconcellos e Antonio Mo-
reira das Noves, foi Washington comprimeutar
o iosso dislincto ministro, o Exra Sr. Miguel
Maria Lisboa, que os acollieu com a polidez
que o torna notavel, e con a afTabilidade de quem
rev compatriotas que lhe recordara nem pa-
lria.
Elle tere a bondade nio s de acompanhar
aquelles oliiciaes na risita que lizeram ao arse-
nal de marinha daquella capital, observatorio, e
capitolio, como de apresenla-los ao minislro da
marinha, ao presidente da repblica, e ao corpo
diplomtico, quo reuni uma das noites em sua
casa.
O primeiro magistrado dos Estados-Unidos re-
cebeu-os com a maior amabilidade ; disso que o
nosso imperador era um Homem muito sabio, e
que governava muito bem o seu paiz. l'de-se
fazer ideado nobre orgulho que sentirn) aquelles
oliiciaes quando ouvirsm semelhantes palavras,
quo lio bem reproduziam os seus seotimentos
nacionaesl
Por occasio de visilarem o observatorio, fo-
ram apresentados ao commander Maury, direc-
tor do mesmo, e mui conhecido no mundo scien-
lifico, o qual tralou-os comcorlezia, opedio-lhes
os diarios das observacoes fcitas durante a via-
gem pelo seu modelo, seguido geralmeule pelos
navegadores mais adianiados. Achou-os mui
completos, e solicilou com o maior interesso que
lira remetlossem as obsertages que oblivessem
de Lisboa para o Brasil, na volt* da crvela ;
porque tinha muito poucas observacoes de nossa
costa.
Depois de dous dias e meio de demora na ca-
pital, lempo bastante para o commandanle in-
formar ao minislro das obras de que seu navio
precisara, e para.este pedir ao goreroo que taes
obras fossem fellas ii'um arsenal do slado, vol-
laram elles par New-York.
No da 1G enlrou a crvela para a dca do ar-
senal de Brooklyn, donde sahio no dia 31. O sou
fundo cstava bom, excepto duas pequeas por-
ges do costado (branco da madeira) que se en-
conlraran podres. A pregadura de forro do dito
costado eslava toda gasta pela ferrugem, e fui
substituida pprTOe Untascarilhas de cubre : nos
nossos arsenaes das provincias anda nao se ca-
pacitavam de que um navio do guerra nao deve
ser pregado com ferro, e l ficoubcm patente esla
prova do nosso alrazo. O calafeto daquellas par-
les foi renovado o o forro do cobre, bem que nao
estivesse inteiramente arruinado, foi mudado ;
porque o constructor disso que apenas durara
mais .um anno.
Todo osle fabrico iroporlou.em 4,420 dollars,
(cerca de 8.500$) inclusive uma verga grande,
outra de gavia, umi bitacla para a agulha estan-
darte, e outros pequeos ananjos.
O arsenal foi completamente franqueado nos-
sa officialidade, e em todas os offioiiias e arma-
zens hara ordem para que mostrasse ella e so
Ibes explicasse o que ella quizesse rer ; nume-
rosas machinas subslitucm ahi o grande pes-
soal que se v nos nossos arsenaes.
O inspector convidou o commandanle e tres
oliiciaes a janlar quando o navio esleve na doca,
onde era visitado cada momento por ura gran-
de numero de pessoas, que sahiam salisfeilas do
asseio que observavam bordo, o ordem, nao obs-
tante os trabalhos que se operavam, e da nossa
polidez.
Ao sahir da doca, subi a guarnigo s vergas
e deu muitos vivas,conservando-so o destacamen-
to do balalho naval formado em cima do castel-
lo, e levando a crvela aorada no lpe grande
a bandeira americana, que por esta forma sauda-
vamos pelos obsequius que receberaraos das au-
toridades do arsenal.
Esta feliz lembranca do commandanle Carvalho
produzio um magnifico effeilo.
A numerosa gente que eslava nessa occasio no
arsenal correspondeu ella com enlhusiasmo. A
nao Nort Caroline que se ochava fondeado pcrlo
da doca, com o pavilho do chefe do porto, com-
primentou-nos quando passamos com hurrahsda
guarnigo, que subir as enxarcias.
Osjornaes que at enlo nao so linham oceu-
pado com o nosso navio, censuraran) speramente
as autoridades civs da cidade, por nao terem fei-
lo obsequios marinha brasileira, representada
pela ofRcialidadc aqui presente. Iinmedintamcn-
le o mayor mandou pedir ao commandanle que o
procurasse, eque lira marcasse um da para elle
bordo fazer-lhe uraa visita. Formou-se tam-
bora uma comraisso das autoridades municipaes,
que apresenlou-sc bordo e fez muitos offereci-
menlos ao commandanle e officaes para visila-
rem a cidado o eslabelecimeotos pblicos, pondo
logo nossa disposigo os meios de conduego o
estes fferecimenlos foram com toda a polidez re-
jeilados ; porque o navio eslava prestes i sahir,
e nao havia lempo sent para cuidar nos deveres
do servigo.
Nao obstante isto, o mayor veio bordo no dia
13 de abril com um grande numero de eraprega-
dos pblicos, jornalslas. etc. o fez sua visita, cu-
ja descripeo se acha eslampada era varios jor-
naos americanos, que, na sua boa vonlade de nos
obsequiaron), commelteram inexaclidos no-
taveis.
O nosso minislro nlo se descoidou de pagar a
visita recebida em Washington, provaudo mais
uma vez o seu cavalheirismo, eapproveilando a
opporlunidade de pisarem em territorio brasi-
leiro.
No dia 12 deu o commandanle Carvalho um bem
servido janlar em um dos medrares holeis da ci-
dade, ao Comodoro, inspector do arsenal, ao qual
estere presente aquolle diplmala, nosso cnsul,
doua officaes americanos trasidos pelo Corno-
dore, o constructor e alguns offlciaes de navio de
lodas as classes.
A nossa guarnigo, que alguns dias depois da
chegada gozan saude, linha ltimamente senti-
do muito a mudancade temperatura.
As constiparles e infiamraages de garganta
eram geraes 4 bordo, at entre os officaes. Ti-
remos o desgosto de perder Aova soldados e om

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A
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imperial marinheiro, um daquelles do lypho, e
os outros dous de pneumona. As nossas gunr-
uigesachara-se presentemente lo mal munidas
do roupas propriaspara este clima, que eslou in-
teiramente convencido de que esta a principal
causa de haver bordo porto de 40 doenles. Sof-
frem ainda mais dosla falta os soldados do bala-
lho naval, collpcados em peioros rondicoes ; por
quanlo fazcm duas horas de sentinell'a em um
lugar fixo. cmquanlo o marinheiro se agita ;
teein niuilo menos venciinontos do que esto, e
nao podem trazer por baixo da farda, que justa,
seno mui pouca roupa, emquando que o mari-
nheiro podo usar de duas ou ires camisas do ba-
la, assim as lenha.
ltimamente tinha-se atcado o fogo em uma
galera americana, que eslava sahir, carrega-
da com algodo ; uwa guarnisago da crvela o
primeiro socorro quo atracou ella. Os jor-
naes americanos lecem os maiores elogios aos
servinos que prestamos nesta occasio, e meu-
cionam o nomo de todos os officaes que tra-
balharam com ardor.
No dia 18 partimos para a illia de Angra, o
devoremos tocar successivamenie as de Borla,
Pona Delgada, e em Plymouth, Porlemoulh.
Antuerpia, Ostende, Cherbourg e Lisboa, doodo
regressaremos ao Brasil.
Desojamos que a nossa crrela continu a
sua viagem to felizmente como comegou, e que
na Inglaterra ou na Franca mande fazer o Go-
verno Imperial o principal" melhoramento de quo
carece este bello vaso Sua Iransformago em
navio hlice como j lembramos, de sorte
que volle assim aproveilada encelando uraa mu-
danga necessaria oulra3 nossas crvelas de
vela.

No Paquete Tync veio de passagem o Sr.
1." tenenlo Joaquim Mara de Alraeida Portu-
gal, que se achara cm Londres, e foi chamado
Corle.
Este ofllcial goza ali da mais elevada conside-
rago ; o que, para quem conhece a sociedade in-
gleza, uma prova bem importante das habili-
taces superiores que possue o nosso compa-
triota na ospecialidade que se dedicou, que
foi a conslrucgo naval.
Quando so construiram as nossas canlioeiras,
o Sr. lenle Portugal foi incansavel, e o dis-
lincto Sr. almirante, baro de Tamandar en-
comia os relevantes servigos que elle prestou
por esta occasio percebendo os raesmos venci-
menlos que anteriormente tinha, quo fsse as-
signado por aquelle almirante para seu secreta-
rio, e quando os oliiciaes d'aqui mandados. Ven-
ciam mais do quo elle vinte e tantas libras es-
terlinas ; o que lhe d direito indemnisago
relativa.
O Sr. lente Portugal membro honorario
da associago dos Architectos navaes, rcenle-
monte creada em Londres, eformou-se em direi-
to em ume das Universidades da Allemanha,
convencido cortamente de que o perganiinlio. be
ser muilo til em nos paiz, e tque o tornar
apio para tudo.
O conhecmcnlo que lem da Europa es! offl-
cial, suas relages pessoaes, e as habilitages
scientificas que possue, o designara ao nosso
governo como o mais capaz de cumprir ali,
com vantagom publica, qualquer commissao do
que o governo tenha necessidade, querem ar-
mamento, quer em construegoes, quer de com-
pras para os nossos almuxanfados.

A finalisar-se de lr estas lnhas leromos
perpassado o pharol da baira, e iremos em de-
mando da llha de Pernando, e do baixo das ca-
bras, ondes tencionamos fazer algumas obser-
vacoes de inleresse.
E' assim a nossa vida. Cumprido o dever que
conlranimos por devocao, vamos saplisfaiar o
quo nos impe a obrxgacao ou vice versa..
Com tudo, nossa ausencia sera caita, a* o
contrario nao determinar a providencia divina,.
e pesar d'ella a Retenha oh fui oattia, o
apparecer nos dias do costume.
Por tanto, partimos como costuroam dizer os
francs*Sana mit.________________g, 4.
PMN, -TW. DE H. P. DE IklU." IjWQ
J


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