Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09083


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Full Text



un xmi.
132.
Por tres ezes adianlftts $000
Por tres mezes vencidos 6$000
SEXTA FEIB.A g DE JUHHO DE 1860.
Por anno adiantado 19$000.
Porte franco para o subscritor.
E.NCARREGA DOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Paralaba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
reira; Maranhao, o Sr. Manoel'Jose Martins Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joao Fernaniles de
Moracs Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Cosa.
=
PARTIDA UU* LOlillfc.lU.V
Olinda lodos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarjss, Goianna e Paralaba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prcla, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Todos n rorreios parlem as 10 horas da manha.
EPEHERIDES DO HEZ DE JUNHO.
La i heia as 2 horas e 26 minutos da (arde.
Quarto minguanto as 10 beras e 45 minutos
da n anha.
La nova as 3 horas e 4 minutos da manha.
25 Quaito crescenteas 10 horas e 16 minutos da
Urd'.
PBEAMAR DEHOJE.
Primeir) as 8 horas e O minutos da manha.
Segund > as 8 hora* e 4 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quinta.
Relago : Urjas feiras e sabbados.
Fazenda: tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tergas e sextas as 10 hora.
Primeira rara do civil: tergas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados ao
mpio dia.
PARTE OFFICIAL.
das da semana.
4 Seg. S. Francisco Caraciolo, S. Daciano m.
5 Ton-. R. Marciano ni.: S. Bonifacio b. m.
6 Quarl. S. Norberlo b.; S.Amancio ab.
7 Quint. ,$. Corpode Dos, S. Roberto ab.
8 Sext. S. Salusiiano c.; S. Sevcriano b.
9 Sob. Ss. Primo e Foliano mm., S. Melana e.
ODiiin. S. Margarida r.iinha de E**ossia.
LE N. 488.
Ambrosio.Loilfio da Cunha, presidente da pro-
vincia de Pernanibuco. Foco saber a lodosos
seus habitantes que'a assembla legislativa pro-
vincial decretou e eu sanccio.nei a lei seguinte :
TITULO I.
Despesa provincial.
Art. 1. O presidente da provincia autorisado
a despender no exerciciojdel860a 1861, de con-
formiHade com a dostribuicao desta lei, a quan-
lia de reis 1,198:7364002. "
CAPULLO I.
Assembla provincial e secretaria da presidencia.
Art. 2. Com a assembla provincial
1. Subsidio os deputados em tres mezes de
SOasSo................... 16:560*000
2. Ajudadecustodo
viuda o volta dos depu-
tados de fra da cidade o
provincia................ 1:9675000
3. Empregados da
secretaria.............. 4:980;0C0
5 4. Expediente e as-
seio da casa............ 400K>0O
5 publicgo dos
debates.................. 6:750j000 30.657$000
Art. 3. Com a secreta-
ria da presidencia:
1. Empregados..... 18:210*000
2. Expediente c as-
spio da casa, inclusive a
diaria de rs. 1(600 de
'cada servente........... 3:700*000 21:940*000
I.
CAPITULO II.
Inslrucro publica.
Com a direc-
Art.
loria :
g 1. Empregados...... 3:000*000
2. Expediente c as-
seio da casa, inclusive a
diaria de rs. 1*600 de
i^i servente............. 800*009 3:800*000
Art. 5. Com o gymna-
sio provincial :
5 1. Empregados e
professores.............. 40:000*000
2. Expediente...... 800*000
3. Aluguel da casa,
movis, ele.............. 2:500*000
4. Mensalidade de
12 alumnos pobres...... 3:240jO00
5. Preparaco e a-
condicionamentu dosob-
jectos do museo......... 1.000*000 47:540^000
Art. 6. Com os pro-
fessores da escola de
commercio, ficando ap-
I'! ovado a creago da ca-
tjeira de economa poli- .
tica, e aulorisado o pre-
sidente da provincia n
despender a quantia de
1:5000;j000 com o proes-
eor, que for nomeado... 4:500*000
Art. 7. Com as aulas
de latim. vigorando a
autorisieo das Icis an-
teriores :
1. Professores...... 3:400*000
S Aluguel da casa
do proiessor de S. Jos.. 200*000 8 100*000
2." Com ostudosgra-
phicos, procedendo sede
preferencia ao neeessa-
rio exame para conhecer-
sc a utilidsdo da mudan-
ca do leito do rio llnnilo-
Grande o odcsaguamen-
lo de un dosbragosdo rio
Taquera, na conformi-
dade das leis anteriores. 6:000*000
3 Reparo e con-
servagao das obras ; in-
clusive do calgamcnto da
cidade, e das cadoos, sen-
do dous contos da ris
para a coniinuacao dos
reparos do rccolhimcnlo
do Santissimo Coragao
de Jess do Iguarass,
dous ditos para a casa
da cmara e codea da
villa de Serinhem, e 3
ditos paia os da codea da
villa de Flores........... 85:000*000
4. Obras das matri-
zes, sendo um cont de.
ris pir a matriz de Ga-
ranhuns, o dpven.lo ser
paga ao vigario do Alli-
iiho a quantia de oito
centos mil rs., que adian-
to para as obras da res-
pectiva matriz........... 20:000*003
5." Com a odificac.no
de urna cada no termo
do Buique............... 3:0008000
6 Com o cemilcrio
publico da freguezia do
Cabo......-............... 2:000*000
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPgO-H) SL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; lahia, c* -
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joo Pereira Martins.
EM TERNAMBCCO.
proprielario do rn.iiuo Manoel Figuciroa- os
Faria.nasuo livraria praga da Independenciaor.
----------------228 981*568
CAPITULO V.
Theatro de Santa Isabel.
Art. 14. Com o thea-
tro de Santa Isabel :
g 1." Ordenado do ad-
ministrador.............
2. Subvcnco para
os especticulos..........
CAnuiLO vi.
Seguranza publica.
Art. 15. Com o corpo
de polica e pedestre___
Art. 16. Com a casa
de delengao:
S 1." Empregados___
2." expediente e ser-
ventes...................
1.800OOO
20.000*000 21:800*000
288:000*000
9:700*000
2:00O00
!W
Art. 8. Com as escolas
primarias:
1. Professores e ad-
nelos.................. 67:137*000
2. Alugucis de casas 8;500*OO0
3. Movis e expe-
diente das aulas......... 2:803$000 78:4403000
Art. 9 Com asubven-
ro, 'associagao dos ar-
tistas."................... 1:000*000
Art. lt). Comabiblio-
theca :
1. Ordenado do bi-
MlothecarioJ............. 900*000
2. Compras de livros
c expediente............ 2:40H|POO 3:300*000
CAPITULO III.
.4tm/ios industriaes e juros addicionaes.
Art. 11. Com auxilios
industriaes:
1. Subvencao a com-
panhia pernambucan.. 40:000*000
S 2. Juro addicional
fla primeira sessao da es-
trada de ferro.......... 53:333$333 93:333*333
CAPITULO IV.
Obras publicas.
Art. 12. Com a repar-
tigoo das obras publicas,
vigorando a aulorisagoo
das leis anteriores:
1. Empregados...... 31:536*000
2. Expediente e as-
scio da casa............ 1:929*000
3. Aluguel da casa 500*000 33:965*000
Arl. 13. Comas obras:
"1. Estrada emprei-
tada do norte, do PAo
d'Alho Nazarelh e de
Tamaudar; prestaces
das demais obras arrema-
tadas, obras da casa de
detengo, Gymnasio o
hospital Pedro II, urna
ponte sobre o rio Jpojuca
no lugar em que a estra-
da do sul, alravessando
o mesmo rio, vem encon-
trar as ras da villa da
Escada ; urna ponte so-
bre o riacho da Brgida,
no lugar denominado-
Barra do Giqui, em Ga-
brob, o nutra sobre a
passagem do Aracapa no
municipio da Boa-Vista;
sendo cinco contos do rs.
para a editlcagao do urna
cadea na villa do Boni-
to, e tres contos do ris
para a factura de urna
ponte, que ligue as fre-
guezias (McAgua-Preta e
Jlnrreiro* na altura da
villa de Agua-Preta ; e fi-
cando o govemo autori-
zado a mandar pagar a
quantia de tres contos
cento c dous mil ris,
que, na conormidade da
lei n. 445 devida a Ben-
to Jos Piros, arrematan-
te do 5." laneo da rami-
fieago do Cabo; bera co-
mo a mandar construir
nma ponte sobre o rio
Una. entre as fregueziss
de Una o Barreiros, no
lugar que mais convo-
niente tr, a* cadas
das villas deBA- Vista e
**..... 112-98U568
_ 00*000
Arl. 17. Com a illumi-
nagio da citado do Re-
nto, Olinda, Goianna,
Rio Formoso e Nazarelh,
inclusivo a gratificago
de cincoenla mii rs. men-
saes ao engenheiro fiscal
da illuotiiiagao a gaz,
|ielo lempo que tem ser-
vido, e nos.termos do
arligo 2 de regulamen-
lo de 22 do agosto do au-
no passido.............. 81:79*-2iA
CAPITULO Vil.
Soccorros de beneficencia.
Art. 18. Com os soc-
corros de beneficencia :
1. Estabelecimenloa
de caridade............. 25:000*000
2." Sustento e cura-
tivo dos presos pobres.. 40.000*000
3. Recclbimenlodo
Goianna.................. 800*000
4. Dito de Igua-
rass ..................... 1:000000
5." Dito de Olinda.. 500*000
g 6." Collegio do Bom
Conselho eui Paparaga.. 3:000*000
7 o Para aliraentaco
dos desvalidos da Santa
Cusa de Misericordia da
cidade de Goianna......
1:000*000
----------------71:300*000
8. .'.$ Alj rs. por cieca ueguu vuccuiu con-
sumido nos municipios da provincia.
9. ello de herancas c legados.
S 10. Mcia siza de escravos.
II. 20* rs. por escravo exportado de eonfor-
miiiodo com o 7 do art. 41 da lei n. 431.
12. Emolumentos de polica.
13. 10 por cento de novos e velaos dircilos
cobrado) dos ordenados dos empregados provin-
ciacs.
14. 12 por cento sobre os alugucis das casas
em que se achare a cidade do Recite os seguin-
les esta jelecimentos :
Lojas de fazenda relalho.
Armatensde fazenda em grosso
Tabernas e casas de leilao
S$ 15. 200* rs. sobro casas do cambio.
$} 16. 4 por cento sobre os alugucis das casas
dos seguimos eslabe'.eciraentos:
Arma'.ens de recolher.
Bolequins, botis e casas de pasto.
Typo;raphias.
Prensas de algodiio.
Cochriras e cavallariccs de aluguel.
Todo os mais eslabelecimenlos emquehou-
vc-rem {eneros exposlos venda, com exccpco
dosarmizens de farinha de mandioca, m.ideir e
cal, bcni romo as serraras, otarias o fabricas,
que firam isentas.
17. 50* rs. sobre casas de modas, de perfu-
maras ii de chapeos fabricados em paizes estran-
geiros.
8 18. 50ft rs. por casa de jogo de bilhar.
5 19. 100 rs. por libra de tabaco fabricado, 600
rs. do nio fabricado, 1*500 rs. por milheiro de
charuto: e cigarros, 800 rs. por arroba de sabao,
30 rs. por caada de bebida espirituosa, com
excepga i da genebra e dos licores, que pagaro
50 rs. por caada, 20 rs. por caada de vinajre,
tirando isentas dos impostos deste paragrapho
as fabricas da provincia.
2. 20 por cento de agurdente de proluccao
brasileia que for consumida na provincia.'
21. Pedagio de ponles.
8 22. Bensdo ovento.
8 23. Apprchenses de polica.
8 24. Mullas por infraccoes.
0 25. Resliluices c reposiges; .
8 26. Producto da venda de gneros. Micosis
e propr os provinciaes.
8 27. Rendimenlo da capatazia do algndao na
razao de 320 rs porcada sacco.
18. 8 por cento da renda annual dos terrenos
occopacoscom planto do capim, que for vendido
no moni.-pi do Recite.
8 29. Dezesseis mil ris por cada um carro
particular de quatro rodas o eixo fixo.
30. De/, mil ris por um dilo de duas rodas
dito.
8 31. Desoito mil ris por dilo de aluguel de
quatro das.
8 32. Onzo mil ris por dilo de duas rodas
dilo.
8 33. Vinle e cinco mil ris porcada mnibus.
34. seis mil ris por cada carrog, exfeplua-
dos os ihiculos empregados em servico agrcola.
8 35 Melado da dtida activa anterior ao 1.
de jiilhD de 1830. 4
8 36. Divida activa".
8 37. Juro das quantias depositadas na caixa
filial di Banco.do Brasil nesla provincia.
38. Dous por cento sobre os premios das
loteras maiorea de um cont de ris.
39. lira oaflhi de ris sobre as casas que
venscm bilhetcs de loteras n.io autorisadas
;>or cst i assembla, ficando prohibida a venda de
taes bilheles fura das casas correctadas, salvo
sendo lubricados pelos donos das mesmas casas,
son pe a de perda dos bilheles, que forem apre-
hendidos fora dcstas condiges .a beneficio da
fazendt.
8 40. Quinhculos e quarenta ris por folha
corrida sem ser para impelragao de graca.
41. Saldo do exercicio anterior.
Rendas com applicaco especial.
8 42 Producto das loteras do theatro de Sania
Isabel.
8 43. Dilo das do Gymnasio.
8 44. Dilo da laxa do art. 11 da lei n. 369.
8 45 Pedagio de estradas.
ierroe Vicente ^oneiia eu Cusa Miranda,
lador do embarreamento da estrada do
8 13. A convencionar com o coronel (.* BMe
Menezes Vasconcellos de Drummond opagBfien-
lo da divida legada por Joae Vieira Lima ao gran-
de hospital Pedro II, como julgar conveniente,
ouvindo a respectiva adrninistracao.
8 14 A mandar pagar aos professores jubilados
Simplicio Jos de Mello e Alexandrc Jos Dor-
nelltis a graiiflcagao por mais de 12annos de ser-
vico a que tem, direito, pelo art: 10 da lei geral
Je JfcOe.ontubro de 1827.
ro. A empreitar a conclusao da obra do hos-
pital Pedro II, sob a direegao e llscalisago da
administragao respectiva.
16. A pagar dentro do exercicio desta lei a
subvengao a que a companhia dramtica tiver
direito pelo contrato ja celebrado.
Arl. 27 A conservago e reparo das estradas
serao fei(03 por arrematago e por langos, apph-
cando-se especialmente a esta verba u producto
do pedagio ; ficando entendido que o producto
do pedagio de una estrada ser smenle noli
despendido, nao podendo ser applicado a outra.
Art. 28. Sefao restituidos a Thomaz Jos da
Silva Gusmo, Alexandrc Americo de Caldas
Rrandao, Jo.iodos Santos Porto Jnior, Anacilo
Antonio de Moraes e Joao Pedro de Jess da
Malta, os seus vencimentos
ta ite uo ped jo juitu. um oe esmr u ine-iiuo
commandanln hahilitado para fazer as despezas
coii vveres frescos para a respectiva, guarnigao
fra do porto desla cidade.Communicou-se ao
commandante da divisao naval.
Dito ao mesmo.A' vista da sua informaran
datada de 4 do correnle, o autoriso a mandar
adianiar com ase nitelas do estylo a Aloxandre
von Bally um mez da grattlvtagSO que lho com-
pete como agrimensor dos terrenos dos indios, de-
vendo a respectiva importancia'" am descontada
como fr conveniente.
Dilo ao mesmo Transmiti porropia a V. S.,
para seu conhecimento e direegao, o aviso de 18
de maio ultimo em que o Exm Sr. ministro da
fazenda atitorisa a esta presidencia a conceder
drii
mu se ordeiiou a essa dTrecloria em 21 de feve-
reiro ultimo.Comraunicou-se ao commandante
das armas.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. com urgencia
fazer osreparos de que necessila o edificio do
hospital militar, os quaes devem constar de rete-
Ihamento e caiago das latrinas.Communicou-
se ao commandante das armas.
Dilo ao conselho administrativo.Autoriso o
constlho administrativo a comprar para forneci-
mcnlo do arsenal de guerra as pederneiras men-
cionadas no pedido junto.Communicou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Portara.O presidente da provincia, alien len-
do ao que lhe jepreseulon o inspector da thesou-
raria provincial em ofllcio do hoje, sob n 191
Com
CAPITULO VIH.
Culto publico,
o culto
Art. 19.
publico
1. Coadjutores..... 12:000*000
8 2. Religiosos capu-
clunhos.................. 864*000
---------12:864*000
CAPITULO IX.
Cobranra, arrecadaro e fiscalisacaa das
rendas.
Arl. 20. Com a the-
souraria provincial:
$ 1. Empregados.... 28:034*000
2." Seis poscenio de
cobmnga judicial........ 4:933*000
3." Expediente c as-
seio da casa, inclusivo a
diaria de lfTOO ao sr-
venle.................... 2:000*000
Art. 21. Com o consu-
lado provincial :
1. Empregados 38:580j000
8 2. Capatazia do al-
godo................... 2:475*000
3. Expediente e es-
seio da casa............. 2.000$000
Art. 22. Com as collec-
torias e as agencias, fi-
cando em vigor a autori-
sagao das leis anterio-
res :
1. Empregados .
S 2. Expediente. .
-------------78:022*000
26:720*000
200*000
--------26:920$000
CAPITULO X.
Aposentados e jubilados.
Arl. 23. Com os apo-
sentados e jubilados:
1. Aposentados. 9:080*393
8 2. Jubilados.....18:2138468
---------------27:293J861
CAPITULO XI.
Divida provincial.
Art. 24. Com a divida
provincial :
1. Divida de exerci-
cios (indos.
2. Resgate do apoli-
ces, que se houverera e-
miuiuo.................. 28100*000
Rs. 1.198.-736S00?
TITULO II.
CAPITULO UIUCO.
lieceita provincial.
a Voin25"*!?"1 e""ecluar despeza do exercicio
de 1860 a 1861 (lea o presidente da provincia au-
lorisado a determinar a cobranga dos impostos
designados nos seguales :
1. 90 rs por arroba de assucar exportado.
2. 20 rs. por caada de agurdente e de al-
cool exportado.
3. 7 por cento sobre a expoilago do mel de
furo.
4.2 per cento sobre a exportagao do al-
godo.
g 5. 17 rs. por libra de couro salgado, secco,
de sola e le vaqueta exportado.
8 6. 5 por eenlo sobre os demais gneros ex-
portados, coa exeluso do caf, que Qca livre.
7. Dcima dos predios orbaoos.
Disposiroes geraes.
Arl. 26. Fica o presidente da provincia auto-
risado ;
8 l.c A reformara tabella que mirca o aluguel
da casi pira os professores, cujas reclamaces
forem ontendidas, nao excedendo verba paral
isto de: tinada.
2. A reformar tarabem pelo modo que jul-
gar mais conveniente, a tabella que marca os
emoluilentos da secretaria do governo, com
a|^vii;ao da assembla provincial.
g3.' A contractar com a companhia de Rebe-
ribo a collocago de chafarizes nos Affogados,
Santo Vmaro, o oulros logares distantak dos
bairros da cidade, mediante a elevaco doprego
dos bu des d'agua al a quantia de 40 rs.
4.' A conceder a companhia da estrada de
ferro do Recife a S Francisco dous annos do
prorogagao do praso fixado no contracto cele-
brado jm Londres com o ministro brasileiro em
3 de oatubro de 1855. para a conclusao de toda
a linhi frrea at o rio Pirangy, devendo o go-
verno provincial, de accordo com o geral, preci-
sar a htelligencia dos pontos sobre os quaes tem
havide duvida por parlo da companhia.
5.' A mandar suspender o proccdimejij
judicial internado contra o coIIoro de S. Vi
de Pai la, dirigido pelas irmes de carida
siderando a despeza feila com a vinda
mas ce mi dispeza autorisada polo art. 40 da le"
n. 452 Meando pertencendo a fazenda os objec-
los l-a dos para o culto, e oulros que nao forem
de con;iimmo.
6.' A aforar a Antonio Gongalves deMoraes,
o lern no da ra de S. Miguel da povoago de
Affogados, junto a estrada nova que conduz ao
lugar ilos Remedios, caso julgue conveniento o
aforan cnto.
8 7.' A conceder ao arrematante Francisco
Cavalcante de Albuquerquo o abale de vinte e
cinco ao/ cento, sobre otrego total da arrema-
tago |ue elle fez do imposto de dous mil e
quinhi ntos ris por cabega de gado vaceum que se
consoime nos municipios do Recito o Goyanna
e no ti iennio de 1857 a 1860.
8 A mandar pagar aos empregados do
consulado provincial Francisco de Paula e Silva,
Jos Cavalcante de Albuquorque, Antonio Joa-
qutm ile Oliveira Baduem e Luizde Azevcdo Sou-
za, a lifferenga de vencimentos que deixaram de
perceter, desde o dia 1. de julho do 1853 at
9 de a;;osto de 1854.
9.' A mandar pagar a ManoelAntonio Rodri-
gues Sannico o que se lhe de ver de ordenados von
cidos i orno agente pagador da reparligo das obras
publicis, durante os mezes decorridos de marco
a sel mbro de 1855, e fevereiro a margo de
1857, una que servio e deixou de ser pago.
ti A conceder ao commendador Antonio
Joaqunn de Mello a subvengao de 3:000*000, que
lhe serio entregues no nrimeiro semestre desta
lei, paia a coroposico e impresso do 4" tomo
das biographias e documentos histricos da pro-
vincia, de que ja publicou os tres tomos.
$ 11. A conceder a Manoel Francisco Coelho,
profesior pHblico4e latim da freguezia do S. Jos
desta i idade, um anno de licenga com todos os
seus v Hcimentos, para tratar de sua saude onde
lhe parecer.
8 12 A deferir como entender de justiga, e de-
pois di s precisos exames, aspeligdes submeltidas
a asse nblea provincial pelos seguinles arrema-
seus vencimentos como empregados
provinciaes pelo exercicio de suas funeces, du-
rante o lempo que provaram estar no exercicio
dosposlos.que oceupam na guarda nacional, du-
rante o aquarlelaraento da mesma, visto como
era permiltuo accumulagan.
Acl. 29. Aos herdeiros de Bazilio Gomes Perei-
reira perlence toda a importancia do sello dedu-
zido da heranga do finado Henrique Pope Girao,
e deve por isso cessar o procedimenlo judicial
contra clles intentado.
Arl. 30. Fica concedido a Joao Anaslacio Ca-
mello Pcssoa, arrematante do imposto de 2*500
sobro cabega de gado consuoiraido no municipio
de Pao do Alho, e a Manoel Barboza da Silva, ar-
rematantes de igual imposto nos lermos da Vic-
toria c Escada, o abale da quinta parle do prego
total da arrematago.
Arl. 31 Fica o presidente da provincia aulorisa-
do: primeiro a suspender, se julgar conveniente,
a coniinuacao das obras publicas exocutadis por i Sft
administragao ; segundo, a pagar as preslages
vencidas e que se forem vencendo das obras'ar-
rematadas e da empreza Mnmede, com apolices
emiitidas ao par, as quaes vencero de juro at
9 ^aoannoe scro resgaladasconforme as torgas
dos cofres; terceiro, a applicar ao mesmo lim as
sobras da receita de 1860 a 1861.
Art. 32. Ao prcsfUentc da provincia contina
a autorisaco do art. 44 da lei n. 452 designando
no regulameiito da thesouraria a disposieao de
licar sugeilo multa o embregado que poV falta
de exame ou erro concorrer para que seja ajui-
zado aquelle conlribuinle, que mostrar nada do-
ver, multa que sera descontada de seus ordena-
dos.
Art. 33. Contina em vigor as disposicOcs dos
arts. 30. 34, 38 e 39, o a segunda parte do Io
do art. 27 da lei n. 473, e bem assim o art. 28
da mesma lei, na parle que nao estiver acresecn-
lada.jm^
Vrf^m Continua igualmente em vigor o art.
35 daT^B.onada lei, distribuindo-se sobre os
oidenir^Kj por cento com to_dos os empregados
provinciaTs, inclusive os professores de instruc-
gao primaria.
Art. 35. A porcentagem do agente das bebidas
espirituosas igualada o do agente do fumo,
tabaco o do sabao, da qual pagar fiel que seja
de sua escolha.
Arl. 36. Picara revogadas as disposigocs em
contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a
quena o conhecimento e exocugo da presente
lei perlcncer que acuram'o fagam cum-
iirir lao inleiramente eVho nella se contem.
O secretario desla provincia a faga imprimir,
publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 16 de
maio de 1860, trigsimo nono da independencia
e do imperio.
' S. Ambrozio Leilao da Cunha.
Sellada e publicada a presento lei nesta se-
cretaria do governo da provincia de Pernambu-
co aos 16 de maio de 1860.Francisco Lucio de
Castro.
Registrada a fl do livro 5. de leis provin-
ciaes.
Secretaria do governvo de reraambuo 17 de
mtde 1860.Francisco de Bfcmos Duarte, cs-
aforamento pedido por Mesqnila & Dulra e Jos rSolve nos termos do arl
Pereira Vianna de um terreno na na do Bruro,
no bairro do Recife desla cidade, e ordena que
assim se proceda cora os qna se achatem em idn-
ticas ccumstancias:
Dilo ao mpsmo.Transmiti por copia a V. S.,
para seu conhecimento e direegao, o officio de
honlem, sob n. 631, em que o lente general
commandante das armas, commun-cando haver
determinado ao director do hospital militar, que
na falta dos vencimen'os dos empregados do
mesmo hospital no correnle mez, conlemplasse o
enfeimeiro-mr, q mentos e vanlagens marcados no regulsmento
de 25 de novembro de 1844, d ai Mzes desse
seu procedimenlo.Communiccu-seTo comman-
dante das armas.
Dilo ao mesmo.Estando nos termos legaes a
faina, relago e pret juntos era duplcala, mande
V. S. pagar ao negociante Jos Gongalves Mal-
veira a importancia dos vencimentos relativos ao
mez de maio ultimo da guarda nacional destaca-
da na villa do Bonito, conforme requisita o res-
pectivo commandante superior em cicio do Io
do correnle Communicou-se a este.
Dilo
clon
P
anno prximo passado e 22 de margo ultimo, te-
nho resolvido desatiender a reclamagao, que fez
o commandante dt> corpo de cavallaria do muni-
cipio de Ouricury, acerca de Antonio Lopes de
a, contemplado para o poslo de capito da
leflpira companhia do referido corpo na propos-
ta^f resentada plo mesmo lente coronel em
12 de marco daquelle anno. O que communico
a V. S. para seu conhecimento c expedico das
convenientes ordens.
Dito ao Sr. Jos Pedro da Silva.Pelo seu
officio de honlem. sob n. 192, fiquei inleirado de
haver V. S. assumido naquella dala o exercicio
- ei provincial n.
4/d de 5 de maio oo anno prximo passado, abrir
um novo crdito de qninhenlosesete mii ris pa-
ra as despezas rom o expediente da secretaria do
governo.Communicou-se ao supradito inspec-
tor. r
Dita.OSr. agente da companhia pernambu-
r.ina de paquetes vapor, mande dar transporte
para a provincia da Parahiba ao desertor Jos.
Rufino de Almeirfa, que lhe ser apresentado por
parle do l)r. chefe de polica, sendo a passagem
paga naquella provincia.Communicou-se ao
ebefe de polica.
Dita.O Sr. agente da companhia de paquete
a vapor, figa transportar para a provincia do Ma-
ranho por conta do ministerio da guerra, no va-
por que se espera do sul, os objeclos menciona-
dos na relag.io junta por copia.Cotiiraunicou-sa
ao directo- do arsenal de guerra.
Expediente do secretario.
Officio ao commandante superior da guarda na-
cional do municipio de Olinda e Iguarass.__S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda aecu-
sar recebido o offirio, que V. S. lhe dirigi em2
Dilo ao commandante superior da guarda na- do correnle, de cujo conledo Dea inleirado.
lonal da comarca da Boa-Vista.A' vista doex-j Dilo ao director do arsAal de guerra.S. Exc
oslo em suas informacoes de 18 de dezembro do ] o Sr. presidente ffa provincia, manda ceusar re-
aij^pi
paTtiea
do cargo de inspector da thosourar;
Dilo ao inspector da thesoraria
A' vista do incluso pedido mam
lar au Ihesoureiro pagador da repa1
bras publicas, conforme requisitou
director interino no oflJVio junto por copia, a
quantia de 12:200^000 mil res por meio de che-
ques de 1:000*01)0 rail para a coniinuacao das
obras por administragao a cargo daquella repar-
tirlo no correnle mez. Communicou-se oo di-
rovincia
ncia"
o das o-
o respectivo
cebido O nlliej^l
4 do correntf^acompahado do
166, que V. S. lhe dirigi em
conhecimento
dos objeclos -entregeselo agente Jos Joaquim
de Lima, com destino a*provincia do Rio Grande
do Norte.
Dispachds do dia 5 dejunho.
340 Antonio Martins Duarte. Opportuna-
mente ser atlendido.
341 Francisco de Paula Lima. Como re-
quer.
312 Francisco de Mallos Vieira. Opportu-
tiamrule ser atlendido.
343 Flix d'Araujo Lima. Informo o Sr.
adian- Dr. juiz municipal da l" vara.
3 Innocencia Mara do Rosario. Passe-se
portara concedeodo a licenga requerida.
315Joaquim Jos d'Azcvedo. Informe
Sr. Dr. chefe de polica.
346 Joao Gongalves Lucas Lisboa. Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
37 Joao Lins dos Santos. Dirija-sc ao Sr.
rector iuterino da repartigao das obras publicas, inspector do arsenal de marinha, a quem se ex-
Dito ao mesmo. Annuindo ao que expoz o
alteres do corpo de polica francisco Paulo de
Souza Malaguela no requerimento junto, recora-
mendo a V. S. que mande entregar ao mesmo
alferes a quanlia de 115*200 reis para psgamen-
lo do aluguel de 4 cavallos para o seu transpor-
te desla capital at a villa de Ingazeira, onde
vai exercer as funegoes de delegado de polica.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo. Era resposla aos offtcios
dessa reparligao de 1 e 4 do correnle, sob ns.
189 e 193, tciiho o dizer, que approvo a arre-
matago feila por Jos l'.aeano de Carvalho do
fornecimenlo dos medicamenlos para a enferma-
ra da casa de delengao com o abato de 10 por
cento nos pregos do respectivo formulario, e
sendo fiador Kariholomeo Francisco do Souza,
Dito ao mesmo. A'vista da conta junta
mande V. S. pagar a Anlonio ferreira da Costa
Braga a quantia de 585j000 mil reis, em qifc
importaram 100 lenges, 100 camisas e 50 col-
xes de brira, comprados pelo arsenal de guer-
ra para a casa de detengo. Comraunicou-sc
ao director do arsenal de guerra.
Dilo ao commandante do corpo de polica.
Mande V. S. apresenlar ao capito do porto os
pede ordem no sentido em qno requer o suppll-
cantc.
348Padre Joaquim Verissimo dos Aojos.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
349 Jos FelippeNunesde Santiago. Con-
cedo mais 10 dias de praso.
350 Lourengo Justiniano da Rocha Ferreira.
Opportunameulc ser altendido.
351 Lucio Jos de Sequeira Campos. In-
forme o Sr. Dr. chefe de polica, ouvindo o de-
legado aecusado.
352 Manoel da Silva Ancio.= Informe o
Sr. commandante superior interino da guarda
nacional do municipio do Recife.
353 Manoel Antonio Gongalves. Oportuna-
mente ser atlendido.
35-4 Miguel Cunegundes Cavalcanti d'Albu-
querqne.Informe o Sr. inspector do arsenal da
marinha.
355 Manoel Thomaz dos Santos. Posse-se
portara concedendoa licenga requerida.
356 Palmeira & Beliro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
5
357 Alexandre Von Bailly. Dirija-sc aoSr.
irario da qu3rta setecao.
Governo
EXPEDIENTE
DO

da provine
DA 5
DE )
M
Officio ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande do Norte.Paseo s mos do V. Exc..para
os convenientes exaraes, a Ia via dos conheci-
meulos dos objeclos. aue foram entregues pelo
director do arsenal de guerra ao agente Jos Joa-
quim de Lima com destino a enfermara e com-
panhia fixa dessa provincia.
Dito ao da provincia do Maranho.Expedindo
uesia data as conunilentcs ordens, para que se-
jam transportadora a a capital dessa provincia,
no prfmciro vapor qu i passar para o norie, os ob-
jeclos mencionados na relago, junta por copia,
pcrlencentes ao corpo fixo da provincia do Piauhy,
go a V. Exc. que ob faga seguir ao seu destino
a primeira oppotiunidade Communicou-se ao
presidente do Piauhy.
Dito ao coramandanle das armas.Pode V.
Exc. mandar abrir a
crula Manoel Jos M
jtilgado apto para c
consta do termo de
sentamenlo de praga ao re-
rcellino da Silva, que foi
servigo do exercito, como
nspecgo, annexo ao officio
de V. Exc. de honleii, sob n. 629, providencin-
do V. Exc. para que ello seja vaccinado.
Dito ao mesmo. Joeira V.Exc informar acer-
ca do que pede no ocluso requerimento o capi-
to Firmino da Cun la Reg.
Dito ao mesmo. l'endo em vista o que expoz
o commandante sujerior interino da guarda na-
cional deste muuic pi em sua informago de
hoje, sob n. 88, dar, a acerca do requerimento do
guarda do 2 bal ilho de infamarla, Bazilio
Bernardo Ribeiro d Amara!, que se acha reco-
Ihido no deposito | ara recruta, recommeodo a
V. Exc. a expedigo de suas ordens, para que o
mesmo guarda sejs posto em liberdade.Com-
municou-se ao supi adito commandante superior,
Dito ao chefede lolicia.Sendo expressa na
lei a incompatibilid ide dos exercicios de cargos
policiaes e de postas da guarda nacional, e len-
do chegado ao meul conhecimento por mais de
urna vez que, sem embargo daquelta disposieao
algumas autoridades policiaes pelo inletior da
provincia accumulaLn as jfuneges do cargo e o
exercicio dos posto i, recommendo a V. S. que
expega as mais le minantes ordens a todas as
autoridades polica ss, que oceuparem igualmen-
te postos na guard nacional, qne se nio Ibes to-
lerar semelhante buso, estando eu resolvido a
demtlti-las iinmed atamente dos cargos policiaes,
logo que chegue ai meu conhecimento a pratica
de tal abuso.
E para preveni-lbs couvra que V. S. procure
quanto for possive nao incluir naa propostas,
que me fizer para oa cargos policiaes, cidados
que lenham poitoi na guarda nacional, princi-
palmente da eonv andante de corpo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Nos taraos do i rtigo 1- 12 do docreto de
tantea da obras publicas, Joao Hypolito de Mei- i de "maio de 1841, "tanda* V? 7 abonar "a'o com-
Lina, Joio Francisco do Reg Maia, Pe-1mandante do vapo Yiamo a quantia de cento e
Ifa ma filloa Ur\n_ I !hIa mm _..: i...._i~^ .__.. _*
ra
soldados do corpo do seu coramando, Jos Hila- inspector da thesouraria de fazenda, a quem se
expede ordem conveniente.
358 Antonio Domingues d'Almeida Pocas.
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
359 Antonio Jacinlho Borgcs. Informo o
Sr. inspector da thesouraria provincial.
360 Joaquim Manoel de Carvalho. Informa
o Sr. Dr. chefe de polica.
361 Miguel Cunegundes Cavalcante d'Albn-
querque. Quando houver alguraa vaga do la-
gar que o supplicanle possa servir requeira-o.
rio de Lim3 o Silvestre Roza Muniz da Silva de
que trata o seu oflicio do 26 de maio uliimo,
sob n. 205.
Dito ao mesmo. Visto o que informou V.
S. em data do 3 do.correnle, e sob n. 218, com
relago ao soldado Jos Firmino Gomes, con-
ven que V. S. providencie em ordem a nao re-
produzir-se o fado a que es refere o meu officio de
2 desle maz, por ser muilo contrario discipli-
na do corpo sob seu commando.
Dilo ao commandante da divisao naval. Pe-
lo seu oflicio de honlem, sob n. 99, fleo inlei-
rado de que no dia 9 do correte tenciona Y. S.
sahir no vapor Viamo para ir a ilha de Fernan-
do e ao baixo dos cabras, ficando cncarregado
do servigo da estaco, durante a sua ausencia,
o capito lente Joo Gomes de Aguiar, com-
mandante do brigue-barca Ilamarac.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.
Junta achara V. S. a portara, que dever ser-
vir de passaporto aos quatro rabes, que tem
de regressar para o seu paiz 'no vapor por-
tuguez que se espera do sul, e por esta occa-
sio recommendo a V. S. que os faga seguir im-
prelcrivelmente.
Dito ao director geral da inslrucgao publica.
Com a cerlido junta, ministrada pelo juiz de di-
reito da comarca do Brejo, fica salisfeito o que
Vmc. requisitou em seu oflicio de 12 de maio ul-
timo* acerca do processo instaurado contra o pro-
fessor publico Manoel Joaquim Xavier Ribeiro.
Dito ao inspector da saude publica.Informe
Vmc. com urgencia se, indo como pareeeem aensl-
vet decltnago a epidemia reinante, anda sero
necessanas as providencias que a cmara muni-
cipal desta cid.de 'pede no incluso otRcio sejam
feilas pelos eofras provinciaes.
Dilo ao director interino da reparligao das o-
bras publicas.Com o seu oflicio de honlem re-
ceto a planta e o orgamenlo de urna ponte provi-
soria sobre o rio Ipojuca.a que eu-mandara pro-
ceder em 28 de malo ultimo, e dirigindo-me hoje
a varios agricultores daquelle districlo aquem a-
proveitar mais imraedialamente aquella obra,
Ins declare, que, altendendo ao critico estado
dos cofres provinciaes, aceito o offerecimcnto,qu6
me Ozeram alguns detles, de concorrer cora a
inadeira que fosse necessaria para a consttucc.ao
da predita ponle; devendo as mesmas madeiras
ser das dimensoes que indicar o engenheiro eo-
carregado das obras da estrada do sul, que coro
elles se entender, a podendo ser todas deposita-
das no engenho Trapiche.
Em consequencia do quo hija Vmc. do expedir
ordem naquelle sentido ao predito engenheiro,
dclcrminando-lhe que, logo que estiverem pos-
tas as madeiras no lugar indicado, lh'o participe
para ulterior deliberago desta presidencia.
C0MJIAND0 DAS ARMAS.
Qaartel general do commando das
armas em Pernambuco, S de-
junho de 1860.
ORDEM DO DIA N. 405.
O tenante-general commandante das arramas
faz publico para conhecimento da guarnigao que
a presidencia era data de 4 deste mez resolved
designar o Sr. Dr. Manoel Alves da Costa Cro-
cante, para dirigir a enfermara da companhia
de oprendizes menores do arsenal de guerra.
Assignado. liaro da Victoria.
Conforme. Pedro Gomes de Oliveira, alferes
ajudante de ordens do coramando.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA
CHIRA DOS SENH0RES DEPUTAO0S.
SESSO EM 18 DE MAIO DE 1860.
Presidencia do Sr. Conde de Baeptniy.
StmARio.Expediente. Ordem do dia. Elei-
ro de commissOes.
Ao mcio-dia, feita a chamada, e acha'ndo-s
frsenles os Srs. conde de Baependy, Pereira
inlo. Candido Mcndes, Salles. Gongalves da Sil-
va, Garca de Almeida, visconde de Camaragibe,
Teixeira Soares, Miguel de Araujo, Toscano Br-
relo, Pinto de Mendonca, Marlinho Campos, Pin-
to de Campos, Luiz Carlos, Costa Pinto, Penlo*
de Azevedo, baro de Maraanguape, Abelardo de
Brilo, Teixeira Jnior, Joio Paulo^aUmel Fer-
nandes Pacheco, Calheiros, Rocjft Franco, Cer-
queira Leile, Joo Hendear*Souza Leo, Gomes
de Soma, Sampaio VuMfha, Ferreira de Aguiar.
Paes Barrlo, Reg 'Barros, Alcaotara Machado.
Paula Santo&f-Villala Tarares, Torres-Horoew.
Dita ao mesmo.Ailendendo a falla de recurr -VCmi. e Silva, Silvino Cavalcanli. Sergio de Ma-
gos com que lula a cmara municipal do Raette,
como expoz a mesma.cmara em officio de 4 do
correte, determino a Vmc. quedando fazer os
reparos de que precisara aspatlfes e caes da ra
Aurora, ficando assim cavogida a ordem expedida
aquella muaicipaTidade em 26 de maio ultimo,
para a factura de taes reparos por conta dos res-
pectivos cotres.Communicou-se a cmara ma-
nicio*!
Dato, ao-director das abras militaras.Mande
l r;,j di,,,iici,ea, ?" "'.....
dn Lu iz de Atboquerque, Jos Fernandes Moa- | vinte e um mil qu. trcenlos e oiienta ris. cons- icessila." 4aart3 SoVffuihkXf SaVuJri. co-
cedo. F. Octaviano, Paulino de Souta. AlmeMa
Pereira, Lamogo, Casimiro Madureira. Belisano.
Araujo Lima, Belflno de Almeida Das Vieira.
Henriques, Parao.gu*. Pr"ho,s'MA,haZ^' $gZ
lisia llonteiro, Franco de A'meida Bao v.de.
Pndroira Machado, e Henriques de Almeida.
omparecendo depois os Sra. Silva Miranda.
Tobas Leile, Brabdio, Fausto de Aguiar, Cunha
Mallo, Saralva, CarrSo a bario de'Maui, abra-a
a testae s 11 horas a tres quarto.
Comparecen) depois da aberta a sessao os So.
Coelho de Castro e Augusto de Oliveira.
'ti ...


_... .-___Z___ajBBJ-----

tl
DIAPJO DE PERJUMBUCO. SKXTA FFJRA.
Faltara com participago os S-o, Cos'ia Moreira,
Paiva, e Percira do Salles.
Lida a acia da anterior, Bppro\aiJa.
O Sr. 1." Stcrttario d conla EXPEDIENTE.
Um offlcio do ministerio do imperio, Iransmit-
lindo a copia do decreto pele qual 8. M.o Impe-
rador houvc por bem conceder a Jos Jacome
Tasso Jnior e Joo Edwin Roberls autorisaee
para exploraren as minas de ouro ou de qual-
quer outro mineral que escobrirem em todos os
terrenos dos scrtoes liinitrophesdas provincias de
Pernamboce e Parahiba.A' commissao de agri-
cultura roins e bosques.
Outro do mesmo ministerio, transmillindo.com
os competentes documentos, a copia do decreto
pelo <\\ial S. M. o Imperador houve por bem de-
terminar que a aposentodoria conferida por de-
A s commisses de pensos e ordenados e m-go-
Cios csclesijsticos.
Outro do Joaquim Jos de Carvalho Siqueira
Varejo, bacharel em lolris, professor de dese-
nlio no Gimnasio, o de geometra, do mecnica
e de desenlio linear dos preudizes menores do
arsenal de guerra da provincia de Pcrnambuco,
pedindo urna penso sufficienle por tres annos
para ir Europa apecfcigoa*-se pralirameifto
nos diversos modas do fabrico de armas o do
construego naval. A's commisses de fazenda,
c marinha e guerra.
Outro de Joao da Silva Pedreira Filho, pedin-
do que se lhc cunte como lempo de servigo aquelle
quepreslou na secretaria da polica da provincia
do Cear na qualidade de amanuense extraordi-
nario.A'commissao de pensoes e ordenados.
Outro de Luiz Florentino Pereira do Lago, sr-
ores livor todas us iuesies queso suscitani a
creto de 5 de marco ultimo a Francisco Let.io de vndo o lugar de solicitar dos felos da fazenda
Almeida, no lugar do official daquclla secretaria na provincia do Rio-Grande do Norte, pedudo
de estado, seja com o ordenado da tabella aune- augmento de ordenado.
xa ao decreto n. 2,363 de 5 do mesmo mez o au-
no.A' commissao de pensoes e ordenados.
Outro do mesiiio ministerio, trnnsmillindo a
copia do decreto poloqual S. M. o Imperador hou-
ve por bem elevar a 1.200 annuaes a penso de :
600* concedida por decreto de 15 de Janeiro de
1828 ao teneuto-coronel Francisco Xavier de Bar-
ros Galvo.A' mesma commissao.
Outro do mesmo ministerio, enviando a copia
do decreto pelo qual S. M. o Imperador houve
por bem conceder viscondessa de Goianna a
pensao aonual de l:000tf000. A' mesma com-
missao.
Outra de mesmo ministerio, transmitiendo,
com os rumpcten'.es documentos, a copia do de-
cret j pelo qual S. M. o Imperador houve por bem
conceder a Paulino Gomes da Paxo, praga re-
formada do corpo de iroperiaes marinheiros, a
penso de 12$000 mensacs. A' mesma com-
missao.
Outro do mesmo ministerio, transmillndo ura
exemplar aulhenlicado do decreto que reorgani-
seuo archivo publico. A' segunda commissao
de oresracnlo.
Tres requerraentos do padre Domingos Rodri-
gues. Ernesto Cyrillo do Amaral Reg, o Pedro
Diamante, pedindo serem naturalisados cidados
brasiieiros.A' commissao de conslituigo e po-
deres.
Outro do padre Tranquilino Cabral Tavares de
Vasconcellos, professor de canto gregoriano no
seminario episcopal da provincia de Pcrnambuco,
pedindo augmento de ordenado. A' commissao
de pensoes e ordenados
Outro de Manuel Rodrigues de Arruda Cmara,
pedindo ooncesso para se matricular no prmei-
ro anno da academia jurdica do Recife, fazendo
previamente o examc de geometra, nico que
lhe falla. A' commissao de inslrucco pu-
blica.
Oulro de Antonio Borges da Fonscca Jnior,
pedindo para malricular-se no primeiro anno da
facultado de direito do Recife. fazendo pre-
viamente exame de inglez. A' mesma com-
missi.
O Sr. Presidente nomeia o Sr. vsconde de Ca-
maragibe para substituir o fallecido Sr. depulado
Luiz Antonio Barbosa na commissao mixta que
lem de rever o regiment coramum na parte que
exige a presenca do melade e raais um deputado
e senadores para que possa ler lugar a abertura
da asscmbla geral ; e para substituir interina-
menle os Srs. Jaguarhe, Junqucira Juniur e Oli-
veira Bello na comm'sso especial encarroada
do exame do projeclo reforma eleiloral oflero-
cido pelo Sr. deputado Sergio de Macedo na ses-
so de 2 de agosto do anno pasado, nomeia os
Srs. Saraiva, Torres-IIomem o Wreira de A-
guiar.
ORDEM af> DA.
EIEIC.A DAS COMMISSES.
Continua a eleico das couimsses, o ssheru
elcilosos Srs. :
Ia de cotilas (61 cdulas).
Silva Miranda, 53 votos ; Jaguaribe, 52 ; Cas-
lello Branco, 52.
2" de contas (60 cdulas).
Belisario, 48 votos; Benevides. 47; Goncalvc3
da Silva, 43.
3a de conlas (62 cdulas.)
Luiz Carlos,54 votos; Vicira Belforl,52; Bran-
do, 46.
Pensos e ordenados (60 cdulas).
Castello Branco, 45 votos; Silvino Cavalcanli,36 ;
Hachado, 33.
Fazenda 60 cdulas).
Sampao Vianna, 47 volos ; Henriques, 46 ;
Torres-IIomem, 34.
Indo proceder-se eleico da commissao do
juslica civil, reconhe-so "nao haver casa ; pelo
que o Sr. presidente manda fazer a chamada, e se
verifica lerem-se ausentado cora parlicipaco os
Srs. Pacheco e Btlisario, o sem ella os Srs'. Tos-
cano Brrelo, Paula Santos, Paulino do Souza,
Baplisla Mouleiro, Benevides, Carro, baro de
Mau e Coelho de Castro.
Dada a ordem do dia, levanla-se a sesso 1
hora e 3(4 da larde.
lido
devt|
por
I 10
par.
O
na I
lila
rosj,
vio
di'P
hab
con
A' mesma commissao.
Oulros dos empregados da facnldade do direito
da cidade do S. Paulo, pedind* augmento de
seus ordenados.
A' mesma commissao
Oulro de ionysio do Oliveira Silvciro Filho,
pedindo que por urna resolucao se lhe conceda
matricular-sc no 1. anuo da facnldade de direi-
to da cidado de S. Paulo, fazendo previamente o
exame de geometra, nico preparatorio que Iho
falta. A'commissao de inslrucco publica.
Oulro de Joao Antonio Muuhs, pedindo dis-
pensa do lapso de lempo para poder-se nalurali-
sar cidadao brazileiro. A' commissao de cons-
tituco.
Vo a commissao de poltica os requerimon-
lus de Antonio Francisco do Oliveira, Antonio
Alvos de Azcvedo, Amonio da Costa Pinheiro
Franca, Antonio Jos Machado, Americo Biazil
Fortes de Buslamante, Augusto Cesar Cosmclli,
Bernardo Noguera da Silva, Eduardo Jos da
Cosa Figueiredo, Francisco Antonio de Queiroz,
Francisco Antonio Borscs do Carvalho, Fruluoso
da Silva, Feaajindos Gomes Moura, Francisco de
Oliveira Guimares, Joaquim da Costa Passos,
correio desla cmara Joaquim Martins da Silva
Prates, Jos Francisco Ribeiro, Joaquim Jos de
Queiroz, Joo Duarlc dos Santos, Joao Jos da
.Silva Joao Mara Lobo Bolelho, Joao Baplisla
de Brito Magalhes, Joo Jos Fagundes fiezen-
de o Silva, Jos Gonealves Coimbra e Casiro,
Jos Maa da Natividade, Jos Basilio Pyrrho,
Jos Mara do Coulo, Luiz Martina Pinheiro, Ma-
uoel Al ves de Oliveira Pereira, Manoel Amonio
Bastos Ralcliff, Manoel Jos Baplisla, Molhial
dos Res Cabral. Modesto Alvos de Oliveira, Pal- \
merio Cardoso Tires de Oliveira, Paulino Anto-;
nio de Paiva, Paulo LCiz de Menczes Brrelo
Fulcao, Pedro Gomes de Alcntara, Pedro Jos
de Miranda, Rodrigo de Vasconcellos Parada e
Souza, e Salvador Joz do Amaral, mi que pe-
den] o lugar de continuo dosla Cmara.
ORDEM 1)0 DIA.
Eleico das commisses.
Contina a eleico das commisses, e sahem
eleitos os Srs. :
Juslica civil. ( 60 cdulas.)
Ferrcira de Aginar, 48 volos ; Dias Vieira, 43;
F. Octavian, 39.
Juslica criminal. (61 cdulas.)
Brandan, 45 votos; Saraiva, 41; Cerqueira
Leile, 40.
Diplomacia, (60 cdulas.)
Oliveira Bollo, 3 i votos ; Paranhos, 27 ; Ser-
gio de Macedo, 24.
Marinha o guerra. ( G4 cdulas,)
Lamego, 61 votos ; Ciinha Mallos, 49 ; Peixoto
de Azeveo, 45.
Redarco, ( 62 cdulas. )
Cunba Figueiredo, 55 roto*: Candido Mondes
53; Gavio Peixoto, 46.
Cmaras inunicipaes, ( 69 cdulas. )
Pedreira, 41 volos; Paulino de Souza, 31:
Joo Mendos, 30.
Indo proceder-se eleico da coramisso de
assemblas provinciacs, reconhecer-se nao haver
casa, pelo quo o Sr. presidente manda lazer a : eir]
chamada, c por ella se verifica lerem-se ausen- sel
lado com parlicipaco os Srs Candido Mendos e '
Beluario, esom olla os Srs. Barbosa da Cunha,'
Turros-Honafc, Paula Sanios, Joo Mondes, Tos-
cano BarreC Tobas Leile, Abelardo do Brito,
Alcntara Machado e baro de Man
Dada a ordem do dia, levanta-se asesso s 2
horas da larde.
cada
objeitos quo oceupara a sua altenco.
E' verdade que, apezar do sua'defeiloosa or-
gani: aco, o consclho do estado tem prestado
sem contestaoaograndes-.servic.os, sendo um va-
lioso anxliar do governo ; porm muito me-
Ihor* poder preslar, se se lhe derem os mcios,
c Mr constuido sobre bases menos cstroitas e
acan dadas.
A rfeico da urna secretaria, por onde cor-
ram os papis snbmeltidos s diversas scccocs,
nna das medidas a que maisse deve aitender
na n forma que se flzer do conselho de estado.
Aexieriencia tem demonstrado os graves incon-
voni ules que resultara de correr o processo dos
papi 3 que sao sujeitos ao seu conhecinicnlo por
secretarias differentes.
D. qui resultaa falta do nexo e de coherencia que
se nota as decises do conselho de estado, e a
ropt
Actt
das
vietas do imp
teresses de ma
ras do nosso
modo de proc
cuja adminislr
8 DE JUNtiO DE 1860.
aistitici,ao as ie pnineira ciasso, iraro a conso-
lico destas em questoes ja resoludas
almeule nao ha quero conserve a tradico
Jecises o consullas ; oque nao acontecer
desee qne houver urna secretaria,-a qual, tondo
conl ecimento de todos os negocios submel-
ao conselho de estada, informe o queja
lenl a decidido, c exponha as resoluees .to-
as.
mac
V
zenija publica, nenhura augmento de despeza
jo que-, as circumslancias actuaos da fa-
ser decreta Jo sem muila medilaQo, e qua
isso a creaco de urna secretaria do conse-
je oslado nao pode serfeita sem pesarem-
se fritaieiramcnto aquellas circumstaucias. Pa-
reci-me porm que se poder chegar a esse
ri'si. had.o sem grande onus dos cofres publicus,
ind-se a deliberadlo de. aproveilar do pes-
so.il das secretarias d'eslado o que fdr presiso
coropo-la.
jira modiicaco que julgo conveniente fazer
li orgnica do conselho de eslado a ins-
co de auditores ordinaiios o exlraordina-
aos qnacs seja encarregado o exame pr-
dos papis quo tonham do ser-lhe sutiiuot-
lidcs, de modo que estes clieguem s siia%jnos
com todos os esclarecimcntlPquo
momento, no meio da grande affluencia do auencia de sei era entregues as principaes oro-
I AS ,~t iii\ ii/>m J. S-------_ II t. .
irio, aquellas era quesoagtlara n-
ourulio, a cidados conhecedo-
nflnnismo administrativo, cujo
ler estoja no dominio publico, e
coo possa de certo modo ser jul-
gada de anlomjo. Assim os lugares de presiden-
lente das provincias mais importantes nao sero
do aprendieagdrn ; e os dosagradaveis effeilos, re-
sollantes da duspensao do espirito publico que
hojo quasi senjpre se observa ao comecar de urna
presidencia, soenfraquocerio muits.
Mas.se porlum lado convrn tratar de crear um
futuro aos cidados que tomam sobre si a penosa
e ardua tarotk de presidir a urna provineio, por
oulro convert igualmente, e muito, nao priv-ir
o governo dajfaculdada de ler como seus dele-
gados pessoafeque moreram sua inteira confanos.
Ocancterjpolitico do cargo de presidente de
provincia exige que o governo lenho eexerca es-
sa faculdad) com a maior liberdade, porque
sempro lhe ;abe responsabilidado pelas mascn-
sequencias i e urna cscolha infeliz, ou pela con-
servado inionveniente do um funecionario de
ordem lo i levada.
E porlant > necessario que os principios que (1-
cara estabelecidos quanto diviso das provincias
era classes, e ao accesso dos presideutes de urnas
para outrai segundo o seu merecimento o servi-
cos, nao lehham sempre urna oxecugo rigorosa.
O governo deve ler margom pira cscolher pre-
sidentes, mesmo para as provincias de maior ca-
tegora, entre os funecionarios de certa ordom
que lenhai por s a presurapeo de possuirem
os requisitas iudispensiwreis para o satisfactorio
desempeiiHo da msso que Ihos fr confiada,
ainda quaddo eslejam afaslados dos lugares pro-
priaroenle de adruinislra^o.
Allendendo a ludo quanlo Gca ponderado, or-
ganisei uti prujecta do le que ser sujelo ao
vosso illuiustrado juito, com o fim nao s de ga-
rantir umlfuluro aos presidentes de provincia, e
dar mais wttenso a algumas do suas allribui-
ces. como! de conciliar as providencias temidas
em sou beneficio com a faculdade ampia da qnal
nao pode sor inhibida a administrarlo suprema
do paiz n i escollia de seus delegados.
Nesse projeclo de loi procurou-se tambem,
dando mi Ihoros vaulagens, o eslabilidade para
os secretarios de provincia, crear urna classe,
d'ondo pjidosse tirar o governo para os cargos, de
presidente individuos habilitados pela piitica e
esludo Ups negocios administrativos.
irados, e
tem os conselheiros de estado a proferir
facilidade e presteza qualquer deciso.
ISia classe dos auditores oidinarios, que perce-
be nji vencimeutos, podero ser aprovel. conjultores das secretarias de estado augmentan-
do- ic apenas'os que forem esscncialmente pre-
cisas para que os papis notenham um processo
denj orado, e nao soja tarda a suasoluco.
A n i-aro dos auditores, alm das vantagens
que
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SESS.iO EM 19 DE MAIO DE 1860.
PRESIDENCIA DO SR. CONDE DE BAF.PEXDY.
SinMARio.Expediente. Ordem do da. Elei-
co de commisses.
A's onze horas da manhna, feila a chamada,
acham-se prsenles os Srs. conde de Baependy,
Percira Piulo, Candido Mendos, Salios, Goncal-
ves da Silva, Fcrreira do Aguiar, Barbosa da Cu-
nha, Lamego, Pedro Muniz, baro de Mamangua-
e, Miguel de Araujo, Costa Pinlo, Calheiros,
arria de Almeida, Peixoto de Azevedo, vsconde
de Camaragibe, Rocha Franco, Torres-Homcm,
Villela Tavares, Paula Santos, Cerqueira Leile
Joo Mendes, Joo Paulo, Luiz Carlos, Manooi
Fcrnandes, Sampaio Vianna. Machado, Paes Br-
relo, Souza Lean, Teixoira Soares, Toscano Bar-
reto, Gomes de Souza, Pinlo de Campos, Tobas
Leile, Saraiva, Sergio de Macedo, Pinto de Men-
donca, Abelardo de Brito, Alcntara Machado,
Benevides, Coelho de Castro, Paranagu, Almei-
da Pereira. Athayde, Paulino de Souza, Rogo
Barros, Delphino de Alraeida, Teixera Jnior,
Lima o Suva, Araujo Lima, Silvino Cavalcanle'
Belisario, barao de Man, Pedreira, F. Octavia-
ai. Marllnho Campos, Henriques Augusto de Oli-
veira, e Fausto de Aguiar.
Comparecendo depois o Sr. Paranhos, abre-se
a sesso s 11 3/4 horas.
Comparecem depois de abeita a sesso os Srs.
Silva Miranda, Henriques de Almeida, Baplisla
Mouleiro, Casimiro Madurcira, Brandio, e Dias
Vieira.
E* lida e approvada a acta da antecedente.
O Sr. 1.a Secretario d conla do seguinle.
EXPEDIENTE.
Uro officio do ministerio do imperio, enviando
a represenlaco que ao corpo (legislativo dirige a
cmara municipal da cidade de s. Joo de El-
Rei pedindo um auxilio pecuniario para a estra-
da denominada do Bom Jardim. A' commissao
de fazenda e obras publicas.
Oulro do mesmo ministerio, remetiendo a co-
pia do contrato felo pelo governo imperial com
o Dr. Nicolao Rodrigues dos Santos Franca Leile,
para a resciso do contrato de 17 de dezembro de
1856.A' commissao de colonisaco.
Outro do mesmo ministerio, enviando a copia
da acta da eleico doa novos eleilores da paro-
era de Pianc. da provincia da Parahyba a que
se procedeu a 2 de Janeiro do anno passado, por
terem sido anmillada? as oleieoes anteriormente
leilas. A'commissao de coastituico o mo-
deres. w
Oulro do mesmo ministerio, commnnicando
que S. M. o Imperador flcou inleirado das pes-
soas que compoera a meza desla cmara. ln-
leiraa.
Outro do mesmo ministerio, enviado o requo-
rimenlo e informacoes no qual Jos Ribeiro Soa-
res da Rocha, porteiro da faculdade de medicina
da Babia, podo augmento de vencimento. A'
commissao de peosee e ordenado*.
Oulro do mesmo minislerio, enviando o reqoe-
rimenio em quo Joaquim Joa de Queiroz, ex-
pala do exorcilo, pede o lugar de continuo des-
ta cmara. A' commissao de polica.
.***' "wnieierio da ezenda. enriando as in-
pedi4s por esta cmara, relativas i
,?*!*^S!" 3?* 9e,vc do alfamkt-a na pro-
vincia d* Matfrn>ao. v
Aqueta faia7?i|sicio.
Oulro do mmweriNd4ju.iica, pedindo copia
anUienUca do roquerimtJy ocamcoUs rn
qoo Eatevo Jo Lope da SMveVra.Castra
dio a esta cmara paca fMer exame vago
una das facuklades de direito do Imperio.
Manda-se salisfazer.
Outro de Dr Jotd Antonio de Magaibea Cat-
iro, oflereeendo um exemplar impresso da um
projeclo de cdigo criminal Hilar, por elle or-
aoisado. roceUo cera ajado, e manda-
eaMaovar.
0 requerimendo de Jos Lopes Cansado, ti-
Wrio collado da irogueiia d loavSaceeeso, do
wtpadode Mariano a. pedindo ama resoluAoona
?Atonta ovsrao duro peder ser apwentado
o o jwmuMiio dcorrua que percebe.
BELATOIUO
apresontado assembla geral le-
gislativa na quarta sessau da de-
clina legislatura pelo ministro e
secretario de estado dos nego-
cios do imperio Joao de Almeida
Pereira Filho.
AUGUSTOS E DIUNISSIMOS SENIIOHF.S BErRESEXTAX-
TES DA NAIjiO.
Cumprindo o preceilo da lei venho hojo apre-
seular vossa Ilustrada consideradlo o relato-
rio dos negocios que correm pela repailico que
me esicunliada.
.'ULIA IMPEBIAL,
A preciosa saude de SS. MM. II. e de SS. AA.
conserva-so sem alleraco, gracas Divina
Providencia,
Cuinpre-mc prevenir-vos de que S. M. I. a
Sercnissiroa Princeza a Sra. D. Isabel deve com-
pletar no dia 29 de julho do correle anno a!
idade em que, na forma do que dispu o art.
106 da constituigo, tem de preslar juramento
como herdeira presumpliva da corda.
Contina, por motivos de saude, a residir fra
do imperio, com licenoa de S. M. o Imperador,
a serenissiraa princeza imperial a Sra. D. Ja-
nuaria.
VIAGEM DE SS. MM. II.
EHWtiiou-se sem o menor Incidente, gozando
SS. MM. II. de prospera saude, a viagem que,
como vos foi annunciado na (alia do enrerra-
mento da ultima sesso legislativa, resolver S.
M. o Imperador f. zer a algumas provincias ao
norto da do Bio de Janeiro.
Teslemunha occular do sincero e enlhusiasli-
co acolhimenlo que receberam SS. MM. II. na
Bahia, Pernarabuco, Parahiba, Alagos, Sergipe,
e Espirito Santo, sinto vivo prazor em commu-
nicar-vos que mais solemnes manifeslaces de
amor e lealdade nao podiam fazer-lhes "os ha-
bitantes daquellas provincias.
Nao s as grandes, como mesmo as peque-
as povoaces, cada qual porfa procurou dar
inequvocas proras do intimo regozijo que sen-
ta ao vero augusto chefe da naco e sua virtuo-
sa consorte, e de quanto est arraigada no es-
pirito do povo a crenca de que s sombra da
nionarchia constitucional representativa pode
prosperar quo lem dieito pelos seus immensos e varia-
dos recursos.
Comjjrehendeis bem os resultados proveito-
sos, que se devero esperar doconhecmenloque
S. M. o Imperador de mais perto adquiri nes-
sa viagem das necessidades e recursos das pro-
vincias visitadas, porque sabis que o simples
esludo dos horaens e das cousas no proprialu-
gar em que elles residem, e se passam os acon-
lecimentcs, sempre urna licao mais proGcua do
que o exame mait aecurado dos fados longe dos
pontos em que clles succedem.
PAgO IMPERIAL DA CIDADE,
O estado de pouca seguranca em que se acha o
paco imperial da cidade inspira cuidados, e por
isso chamo de novo a vossa altenco, como j
fez o meu illustrado anUcessor no seu rolalorio.
para a necessidade indocliiiavel de Iralar-se da
couslruccio de um novo edificio, que seja digno
do imperio, e preeniha os ns a que e desti-
nado.
Podis bem avallar essa necessidade, recor-
dando-vos do que ji em principio do atino pas-
sado declarou a commissao de engenheiros in-
pdelrazcr facllaudo o Irabalho c o exame
diversas quesles sobre que fr chamado a
consultar o conselho de estado, leuia grande con-
veniencia de offerecer um vivuiro, d'otule o gu-
io possa lirar individuos habilitados para os
os lugares da adiniiislracao superior pelo
ido das quesles administrativas,
lm deslas modificaces, outra mais impor-
te me parece conveniente fazer-se.
o ha ahi quera desoonheca a necessidado
cessar o arbitrio a quo eslo sujoilos es
idos as suas relages com a admiiiistraco
lica em molerla de contoucioso idminislra-
i. e a oomalia, quo se d actualmente, de
rcorrer-se para o poder judiciario das decises
administrar i, sujeilainlo-sc assim as roso-
ies desla ao juigaraento de um poder diverso,
i aeco pode ser lambcm por seu turno nulli-
da todas as vezes que a admiuistra^o on-
enljoiider que uo lhc deve dar cumprimenlo.
Isiabolocer o contencioso adminislrtico, do-
ndo-o do estado de embno em quo se acha,
arso polas musas lois e regula metilos ; sujoi-
io a rogras, e fixar o modo do procesesr as
sles que Iho perloncem, 6 una necessidado
soluro uo pode ser adiada por mais
ipo,
i creaco de urna nova seccao do conselho
estado, qual sejam submellidas todas as
sles do contencioso, urna medida de que
lero provir grandes beneficios.
o eslas as modificaces mais salientes, quo
minha opinio deveni fazer-se ua lei do coti-
lo de eslado e seu regulometilo, a sobre
la projeclo de lei, confiando que asabedoria do
ler legislativo uo dcixar de dar a simi-
nte objeclo urna solugo justa e conveniente.
LSlSEMBLAS LEGISLATIVAS PROVINCIAES.
falta de deciso acerca de muitos aclos das
a.sJcmblas legislativas provinciaes que o gover-
no lem sujeiado considcrac.o do poder legis-
lal vo, por julga-los exhoibitanies das allribui-
6'8 das mesmas a.s,semblas ; tem dalo lugar a
qoi ellas cominuem no syslema de legislar so-
Para Auxiliar os presidentes no exercicio de
suas var adas funeces, julga o governo conve-
niente a creaco de conselhos de presidencia, que
dovero ser ouvidos quando os mesmos presiden-
tes tive im de fazer uso de algumas das impor-
tantes a tribuces que lhes confere o acto addi-
cional, i em lodos os negocios de contencioso
adminil rativo ;e podero tambem ser consulta-
oulras quesles de mera admimslraco
palidades nao podem ser culpadas por nao rea-.'
i isa re tn o fim para que fornm creadas, e nao con-
vrn que caa era completo descrdito urna ns-
luicao do que tantos beneficios podeiiam provir.
Da sabedoria do poder legislativo se deveui es-
perar acertadas medidas para obstar a esle mal
lo geralmenlo recouhecido.
Por sua parte o governo coadjuvar os repre-
sentantes da naco com ludo que dclle depender
para o conseguimenlo desse lira.
Aproveilo a occasio para lembrar-vos a ulili-
dade, de que j tratou um de meus antecessores,
de mudar-so o dia marcado no art. 72 da le do
1 deoulubro de 1828 para as eleigesdos juizes
de paz e de voreadores.
E' lo pequeo o intervallo que vai desse dia
ao em que devem ser empossados os novos elei-
tos, que o governo nao tem lempo suficiente
para cumprir convenientemente o disposlo no art.
118 da lei de 19 do agosto de 1846, resolvendo
as duvidas a que do lugir essas eleices eilas
em todo o imperio.
Sendo indispensavel obler informaces que o
haliiliiem para proferir urna deciso fundada no
peifoito conhccimenlo dos factos, acontece qne
muitas vezes sejam empossados e exentara aclos
de autoridade funecionarios, cuja legitiuitdade
conicslada, sendo por fim despidos dessa aulori-
dade por se conhecer nulla a respectiva eleico
e viudo a subslitui-Ios os vereadores do qa-
Iriennio lindo al quo se proceda a nova eleico
em quo sejam guardados os preceitos lgaos.
Nem se diga que csse mal dcsappareco pela
facnldade concedida aos presidentes de provincia
de proferirera taes decises provisoriamente,
sempre que da deraera resulte nao entrarcm em
exercicio no lempo proprio os novos eleitos,
porque, como bem se ponderou em ura dos ante-
riores relalorios, podem nao ser ellas approva-
das pelo governo.
Parece-mc pois evidente a conveniencia de ser
mudado o dia em que so deve proceder s elei-
ces de que mo oceupo.
Cont que decretareis alguraa medida que po-
nha cobro aos niales que licam aponiados.
SECRETABIA DE ESTADO.
A nova organisaco dada a esta secretaria de
eslado pelo decreto n. 2,3G8,We 5 de margo do
anno passatio, habililou-a prra bem desempe-
nhar os variados e importantes servicos que lem
a sou cargo.
Della lem resultado as vantagensde serem
todos os negocios aecuradameme esludados o
preparados'na secretaria antes de se apresenla-
rera ao conhecimento e deciso do ministro; de
fiscalisar-sc mais minuciosamcnlo a execugo das
ordens dadas, e dos servidos que correm pelas
diversas reparlices annexas; de manler-se maior
regularidade nos Irabalhot, e finalmente -de ox-
pedirem-se os negocios cora a conveniente cele-
ridade.
dos em boiras quesles de mera admimslraco Talvez se possa melhorar em algums pontos
sujeilas resolucao presidenaial, lodas as vezes cs1,1 reforma ; emendo porm, vista dos bnns
que os (residentes enlcnderein isto necessurio. resultados da experiencia de mais de ura anuo,
sle auxiliar a adminislra5o das provin-'lu.e >'"a merece a vossa approvaco, qual esl
e olferecer mclhores garantas, quer aos I sujeila.
Com
cias de
cidad'i as suas relages com a adminislrago
queras provincias em geral em vista do exame e
esludo mais aecurado, a que licam sujoilos os
seus interosses.
O cojnsclho de presidonciao offerecero aind.i a
vaulagfem, que me parece do muito peso, de st-
vireinjde escola de habililaco para os elevados
cargos! do estado. .Nellcs podero ser emprega-
dos os/ presidentes que deixarcm os lugares, ja
conhelcedores do nosso syslema administrativo, e
porlanto em cmdices de preslar servicos reaes
no ddsernponho do seu cargo.
No intuito de aitender a esta necessidado pu-
blica JconWjmplei no projeclo do lei a que me re-
isposic.es relativas creaco dos conselhos
csidencia.
feri
de pij
REFORMA ELEITORAL.
roximando-sc a poca em que lem de ser
mcnle execulado o decreto n. 812 de f9 de
ibro de 1855 na parle relativa eleico de
lados asscmbla geral legislativa, julgo
do (lien dever expr-vos os inconvenientes que
provm da nossa actual legislacao eleiloral.
preponderancia por ella dada aos pequeos
nova
sol
depi
A
que
Ja ass
r
ein-
r objeclos da exclusiva competencia da
bh a geral.
slo syslema nao pode deixar de so- 4guido
de funestas cor.sequencias. ptiucipalmc guan-
do lac< actos, versando sobre a crcacao ile im-
poitos, sao capazes de nullificar quaesquer me-
dii as que o poder legislativo adopte na sua toli-
cit ide pelo bem publico.
assim que qualquer deciso do poder geral
c >rca da reduego dos impostes de exportaco
pole ser amiullada completamente, se as assom-
bl as provinciaes augmentaren! por sua parlo os
qi a su cobrarem pela sabida dos producios das
pectivas provincias
or olro lado, o modo differenla por que va-
ru s assemblas etileudjpan algumas de suas allii-
l>u ces, segundo o espiril i mais ou menos ce-
ir; lisador quo as domina, Iraz graves resultados,
qi a s desapparecer lixando-se o sentido ge-
no de algumas disposices do acto addicio-
nt i
ni
sendo isto de vossa competencia, o goveino
era que loa aris acertadas medidas para de-
ir claramente o alcance das attribuiyes das
embicas provinciaes.
om o que levo dilo nao lenho em vista escu-
er os servicos prestados pelas mesmas assem-
as. Desejo nicamente que se declare por lei
ondease esleude o seu poder, de maneira que,
dxando-se-lhesjfRcaminho desembarazado p
'" erem s respectivas provincias todo o" bem
fa
seis recursos pcrmitllrem. nao lhes soja licito
C(
til
a
ci
cumbida por meu antecessor de examinar o paco
imperial, e de que, leodo continuado a actuar
as mesmas causa* quoproduziram o seu eslado
ruinoso,deve elle achar-se em peiores condi CONSELHO D ESTADO.
O conselho de estado, regido ainda pela lei
de sua creaco, e pelo regnlamcnio de 5 de fe-
veretro de 1842, reaenta-se da ua organnoeo
acanhada o esl longe de prster todos os ervi-
cos que se devem esperar de urna to ull ins-
lituico.
Convencido desla verdade, por mais de urna
s tero indicado o governo a necessidade
.5JS*** "" su* argamaslo e unecoes,
e modo aTtrjr-se lodo e- proveile que podem
taislrar ag lirltfe experiencia dos mentaros
fe Q cmf^iaem,T^tgjm%tuHio a esto ponto,
chamando para elle
la, oomo para
Sig^* "renle7rec^d.spel.
Ho nosso ayatema e govornonao posairel
que os ministros, homens polticos e adma-
IraSores ao metmo lempo, ptoatem a nemetos
tsto o cuidado preetto. e leham as foca* in-
syetMirrets para esH/da-los ceaveoienieawote,
ntei osses locaes ; o carcter de favor pessoa
imprimi a eleico dos deputados : o amor-
ntrariar ou nulliicar actos emanados dos su-
pi :mos poderes do estado.
Compre||ido a difiiculdade, ac nao impossibi-
ade, cm^ue estis, de rever em lo curio pra-
qual o lie urna sesso, lanos actos, sujoilos
ossa diciso, nos quacs afassemblas provin-
es leem exorbilado de suas allribuces.
Mas nao deixarcis tambem de reconhecor a pos-
lilldade do se ir fazendo alguma cousa em or-
m a lirmar essa competencia em quesles de
ir^iior ponderico, e a grande inconveniencia de
arem perennemeule sera solugo objeclos de
tonto alcance : por isso espero que alguma pro-
" Jencia daris nesla sesso.
ADMIM3TRACAO DAS PROVINCIAS.
O
Urna das medidas que o paiz mais instanlc-
cnte reclama a de dar eslabilidade aos presi-
ntes de provincia.
As administraeoes decuria durago nao podem
oduzir grandes beneficios, porque falla lhes o
lifmpo preciso para o acurado estudo das necessi-
ides publicas, c para a confrontaco destas eu-
t e si, aim de sabercm quaes ns mais momenlo-
s, e as quo devem ser de prompto attendidas,
vista dos recursos disponiveis.
Quando o presidente mdhor vai conhecendo a
p -ovincia, e aquilatando o mrito relativo dos in-
viduos, n5o de certo conveniente a sua subs-
( Inicio, salvse, ao passo que adquire esse co-
lecimenlo, abraca interesses illegitimos e pal-
ies locaes.
teciiieulo das conviegoes polticas, sem as quaes
enlr llanto o espirito publico nao se conserva
sem ir vigilante, como convera, sobre a marcha
e so uco do grandes negocios do estado ; o in-
cita nento que eflorece pora se viciar o processo
elei oral c promover eleices duplicadas, obri-
gam o governo a solicitar leda a vossa altenco
pan a necessidade de rever aquelle decreto.
O meu illustrado antecessor, convencido de
qua ilo ora urgente legislar sobre tal assumplo,
apn senlou considerago do poder legislativo
um projeclo contendo ideas que o governo nao
pod! em geral deixar do adoptar-
O alargamento dos actas distrrlos eleitoraes
pol reunifto de dous ou tres contribuir podero-
sas ente para4fcer desapparecer muitos dos in-
con 'cnienios do actual rgimen eleiloral. Diffi-
culiandoa fraude pelo pouco proveito que della
se possa colher, enfraquecer o peso dos peque-
os interesses locaes no resultado final da elei-
co e promover o rcapparecimento entre os
ele lores do lago poltico que deve assegurar o
trii mpho dos principios professados pela maioria
des les
( augmento do numero de eleilores urna me-
did i concomtame, que muito concorrer para
tor lar a eleicio o reflexo das opines dominan-
tes no paiz; pois mais difficil empregar meos
poi eos regularos e fazer valer as lelacoes parli-
cul ires, quando se trata de um grande numero
de ndiriduos, do que quando esse numero mais
limitado.
lor isso, e porque a populaco do paiz lem
conpideravelmenle crescido, parece-me conve-
niente alterara base que offerece o arl. 52 da le
de l'J de agosto de 1846 para a Dxago do nume-
ro do eleilores de cada parochia.
Pens que ser acertado fixar o numoro do
eieiloies das diversas freguezias na razo de 30
volantes para cada eleilor, lomando, para calcu-
lar numero total com que cada urna deve car
o mnimo dos volantes que nella liveremTaihj
quslficjdos nos anuos de 1857. 1858 e 1859.
exlincco do lugir do supplente de dopula-
tarabem do grande conveniencia, ptra
tseja urna lei nvariavel o da indivisibiliJade
Entretanto, adoplando a opinio do meu illus-
tre antecessor, expressada no relaloro que vos
apresenlou, enlendo ser do urgente necessidade
dividir-se em-dous o minislerio dos negocios do
imperio. Asrazesqnc juslificam osla medida
se achara plenamente expostas no mesmo rola-
torio.
Na ultima sesso a cmara dos Srs. dopulados
approvou um projeclo, para esle fim formulado
por aquelle digno ex-minislro. Julgo dever de- ,
clarar-vos que lambem o adopto.
ARCHIVO PUBLICO.
Entendendo, como os meus lluslros anteces-
, .sores, que esta rcpartlgo nao poda, por dofoilos
' We sua organisaco, desempenhar plenamente os
servigos para que foi instituida, Iralet de refrma-
la aproveilando-mc de ura Irabalho que para es-
te fim aehei preparado.
Por decreto n. 2,511, de3 de marco (annexo
A), levou-se a eficilo esla reorganisaco polo mo-
do que ao governo parecen mais conveniente.
Esl sujeila vossa approvaco.
Oaugmoulo de despeza que resulla da reforma
aienasjja^:820.:, procedente da elevagu dos
vencirae^rrolroos empregados.
Esscs vencimentos, marcados na tabella junta
ao decreto, sao inferiores aos que em outras re-
parliges compelen! a empregados de iguaes ca-
tegoras.
A considerago de se dever manler toda a eco-
noma possivei, justifica esla differenca.
SALDE PUBLICA.
irCKICIFIO DA COUTE.
A febre amarella poucas vezes se manifestara,
ainda a bordo dos navios surtos no porto, duran-
te os ltimos inezes do anno que (indou, lempo
era que, nos annos anteriores, j pelo contrario.
gMHus. Lnniti-me a aulorisar a consirueco
destas,. dexando para mais tarde aquellas cojo
orcamonlo excede as forcaa da respectiva verba.
Esl era exeeuco e-nevo regulamenlo dado ao
hospital polo decrete n. 2,416 de 30 de abiil do
anno passado. Com quanlo melhorasse o servigo
a diversos respeijos, a experiencia lem mostrado
que carero de algumas modifleacoes que Irara-
rci de rcalisar.
Lazaretos.
Tendo-se reronhecido que a localidades esto-
Ihida na ilha de Marica para um estabelerimento
desta natureza era inconveniente por duerenles
motivos, e alera disto achanJo-te arruinada a
casa que all existo, tomou u governo a delibera-
Sao de manda-la alienar.
O da ilha do Caj na Jurujuba esl tambem
deteriorado.
Incumb o presidente da junta central, e e>
provedor de saude do potto, de examinarem qual
a localidade mais ventajosa para a fundarn de-
finitiva de um lazareto que offerega todas* as pro-
porgos e condges desejaveis. Aguardo o resul-
tado do seu Irabalho.
Medidas hygienicas.
A necessidade que sent esla capital de medi-
das hygienicas, que melharem o seu eslado,
por todos reconhecida. As difuculdades pornv
que arompanham a sua execugo teem obrigado
o governo a espagar urnas, e a realisar outra
incompletamente. A principal dessas difDonlda-
des a exiguidade dos meios pecuniarios de que
elle pude dispr, em relago s respectivas des-
pozas.
O presidente da junta central em sou relaloro
( annexo B ) indica as medidas que sao raais ins-
tantemente reclamadas.
Urna das mais importantes e urgentes certa-
mente a conservaco das florestas quo aindo exis-
ten as montanhas d'onde manam as aguas que
abaslecem a cidade, e a sua reprodueoo em lo-
dos os lugares das mesmas montanhas* nos quaes
foram destruidas com depleravel imprevidencia,
vislo como, alm de exercerem a mais bencina
influencia sobre a pureza e temperatura da atmos-
phera, conservara a quantidade e qualidade da
aguas.
A diminuicao deslas tem sido sensivel ; du-
rante os mozos da ultima eslarao calmosa csras-
scaram por tal modo, que se tornaram insuffi-
cientcs para salisfazerem bem as necessidades da
populago. #
E', pois, lempo de se tratar seriamente de pre-
venir a calamidado que a esle respeiio aegeaca a
cidado, rujo rpido cresiimenlo loma de dia era
dia mais largas proporee?.
Daquerte servico est incumbida a insperc
das obras publicas. Mal pode porm ser deso'm-
penhado, porque a esla reparlirao rallecem para
isso os precisos meios. Compre que seja sysltma-
ncamente organisadn, como a sua natureza exi-
ge, dando-se-lhe todo o desenvolvimenlo^em-
bcra avultern as despezas. 0 governo oceupa-so
com este assumplo.
O servico da irrigago das mas. tambem a
cargo da mesma inspeceo, como aquelle, e
anda pela razo dada, incompleto e defeiluosa-
mente cumprido.
O servico do asselo das ras e pracas lem sido
felo com regularidade pela empreza que o lomo
a si, segundo o contrato celebrado com o meu "
digno antecessor no anno passado.
I'aroceu conveniente alterar o sysIeTia de lis
calisaco Em vez dos agentes especiaos do go-
verno, aos qnacs fora incumbida, actualmente
exereida pela municipaliJade, e pelo chefe d policio o seus delegados.
A limpoza das cisas particulares continua a
ser feila por modo muito inconveniente, e a sa-
lubiidide publica reclama promplis providencias.
A empreza'dc Busseil e Vianna de Lima, a
qual lem por fim este servigo, e o do esgoto das
aguas pluvaes, realisandu-'o segundo o syslema
do ranalisagao estabelccido noconlralo que cele-
braran! com" o governo em 25 de abril de 1857,.
anda nao pode levar-sc o effeilo por circums-
lancias que lem embaracado o forrnacoda cura-
panhia que deve execular esse contrato.
Allendendo a taesdilliculdades, e a represen-
laco quo lhc ditiglram os emprezerios, o gover-
no resolveu, por decreto n. 2,495 da 80 de Miem-
bro do anno passado, prorogar por um anno o
prazo que fra estabelccido para couieeo das
obras, e que linda va cm 25 do outubro. Ao tres-
illo lempo altern algumas disposices do dito
contrato, como consta do decreto:
No entretanto aulorisou o governo, por de-
creto n. 2,491 dr 30 de selembro do auno passa-
do, a formaco do outra companhia, com a de-
nomintcio depromotora do asseio publico,
destinada ao primeiro daquollos flns, segundo 03
estatutos que foram approvadus.
Propondo-se esta companhia a execular o ser-
vigo por raeio de vehculos, nao prejudicar por
ise notava o sou crescimento ; comegou porm o
recrudescer no mez de Janeiro do corrente, sendo i "iodo alguin a que for organisada por aquclles
do direito de representar o paiz.
elcigo om collc
a lei de 19 de
;ins eleiloraos, como deler-
agosto de 1846, tambem
1439doentes.
2(7
1185
7 *
674
45
627 a
2
proiidencia nslantemente reclamada. As lon-
gos e penosas viagens, que os eleilores sao obri-
gadjis aclualmcule a fazer at a sede do dislricto
eleiloral, teem inconvenientes graves, j revela-
dos! pela experiencia, e impem sacrificios quo
abona nma juslificaco plausvel.
sisto om que prestis toda a vossa atlengo a
pontos que o governo reputa capitaes e
de seria considerago, aflm de que desap-
ro os males que a experiencia demonstrou
larcm do systema eleiloral inaugurado pelo
decreto citado, posto que talvez so^entenda inop-
porluna essa reforma na ultima sesso da legis-
latura. Como porm o dever me compellia a nao
odcultar-vos o pensamenlo do governo acerca de
oljjecto de tal importancia, j sujeito vossa de-
ciso pelo meu illustrado antecessor, iranquill-
sa-me o haver cumprido esse dever.
CAMABAS MUNICIPAES.
E' urna necessidade, que o paiz senle, c de que
b teem oceupado meus antecessores era seus re-
561 doentes.
2
451
48
Para que a cstabelidade que se deseja se torne I ilorios, o melhorar a inslituico municipal, que
u na rcalidade, cumpre lirar ao cargo de presi-
ente o carcter de simples commissao Iraosito-
a e sem (uluro ; compre dar o primeiro passo
pira u creaco dacarreira administrativa.
A certeza" de que, ao deixarem a poslgo eleva-
da que oceuparam, os presidentes continuarao a
erceber vaulagens, emquanio lhes nao fr cen-
ado o dosempenho de outras commisses, con-
I 'huir poderosamente para chamar ao exercicio
t e loimporlanles funeces cidados experimen-
t idos no meneio dos negocios pblicos, ou co-
hecidos por seu saber, illustrago e patriotismo
(imlnuido assim os embaracosque o governo en-
(jonira no cumprimeDlo da fntssao melindrosa de
t ornear aquellcs a quem lem de ser "entregue a
(Jirecgao dos negocios provinciaes.
A declarago expressana lei, o dlctadaa pelos
p-eceitos de orna poltica esclarecida, de que pa-
r o referido cargo sero preferidos os que ja o
hoovwem exercido, estimulando os presidentes
a bem servirem para Portalecerem o seu direito
essa preferencia, darl ao governo nma garan-
t a da liel execugo de Sua poltica, -tjae i condi-
g 10 de seu crdito no paiz, e por conseguinie de
tu forra.
Se essa poltica nao fr deameniida na pratica,
i spinr confianca e eteitar tdheses, garrtran-
d o governo, cm bem da cauta puorrcB, inrpo>
i. ncia e prestigio.
A diviso das provincias em classes, conforme
o sen deecnvolvrmenlo, suajiopolafio eriqoeza,
consagradlo do principio de que, para ser
fl*oao S administras* p mor, rumore ter eerTrdo por %nn tempo com
o pode hoje preeneber satisfactoriamente a sua
isso.
Baldas de recursos, confundido o que delibe-
alivo com o que execnliro, pouco podem fa-
er as cmaras, a quem foi entretanto confiado o
overno econmico e municipal das cidades e
filias.
Seria pois conveniente, respeilando as regras
Iconstilucionaes, adoptar medidas que lhes aug-
mentassem os meios do renda, e que. para tor-
nar raais efilcazc immediala a aeco do governo
e dos presidentes de provincia, exi'slisseum fune-
cionario nomeado, pelo mesmo governo na corte,
e polos presidentes na provincias, ao qual osse
entregue a execugo do que deliberassera as mu-
nicipalidades no uso de suas attribuices daudo-
se-lhc os precisos meios para o prompto e exac-
to desempenho de suas funeces.
Pelo que respaila ao augmento de suas rendas
se nossivel turnar umancdida eflicnz era rota-
gao corte, oulro tanto nao acontece relativa-
mente s provincias, pois que o acto addicional
ceaiou s assemblas provinciaes a Bxago das
despezas mumeipaes, e a decretago dos impos-
tes para fazer-lhes face, com a nica limllaco
de nao prejudicarem as imposiges ceraes do es-
tado.
A obrigago de combinar as disposiges eons-
lilncionat's cem as medidas que podem dar mais
.inimago a nslituico municipal diftlculta qual-
quer Irabaiho qne s quelra emprehendor nesse
senitao.
Entretanto urge que alguma couta so faca, por
qnOftaet como boje cxielem, os nossas munici-
gradual de cutio em dianto o seu progresso. Se-
gundo a marcha que lem costumado seguir, deve
comecar brevemente o seu periodo de decl-
naco.
As pessoas que teem por profisso a vida ma-
rtima, e as recem-chegadas de paizes de eleva-
das latitudes, teem continuado a ser, com prefe-
rencia, aceommcltidas por esla molestia.
O rolalorio do illustrado presidente da junta
central de hyzicuc publica (annexo Bj, traa das
oulras tnoleslias que grassaram e que nierecem
especial menso pela sua graviAdc, ou pela for-
ma epidmica com que se apresentaram.
Hospital martimo de Santa Isabel.
Foram tratados nesle estabclecimenlo durante
os doze tnezes decorndos de Janeiro a dezembro
de 1859. como consta do respectivo mappi junto:
De febre amarella, inclusive 25
que linhain passado no anno
anlcrior ......................
Falleccram......................
Tiveram alta....................
Picana em traiamcnio..........
Do outras molestias, inclusive 83
que linham passadu do anno
anterior.......................
Falleceram......................
Tiveram alia....................
Ficaram em Iratatnento..........
A morlalidado nos de lebre amarella foi do 16,
8 por cenio, proporco inferior do quadro do
anno de 1858, segundo o qual se elevara a 19 por
cenlo. Contondo-se, porm, os ltimos nove
mezes smenle, desceu aquelle algarumo a 9 por
cenlo. as oulras enfermidades foi de 6, 7 por
cenlo.
Durante o primeiro trimestre do corrente anno
foram tratados :
De febre amarella, incluidos 7
que passaram do auno findo..
Falleceram......................
Tiveram alta....................
Ficaram cm tralamento........
De outras molestias, incluidos
2 que passaram do anno ante-
rior............................
Falleceu ........................
Tiveram alta....................
Ficaram cm tralamcnlo........
A morlalidade nos de febre amarella foi de
pouco mais de 11 por rento.
O funesto habito que tem os capitaes de alguns
navios, ja como se lem observado em outras oc-
casics, de nao apresenlarcm os doentes aflm de
serem rerolhidos ao hospital logo que os prirae-
ros symploraasdo mal se manifeslam, entenden-
do que esles se dissiparo sem tratamento, ou
cora applicaces quasi sempre inconvenientes,
augmenta o algarismo da morlalidade nesle es-
tabclecimenlo, pois em geral tcm-se ja lomado
lo grave o eslado desses doentes,pela longa du-
rago da molestia, quando elle chegam, que
muitas vezes sao infructferos os meios quo se
empregam.
Augmenta a responsabilidado dos capitaes, que
assim sacrificara por incuria a vida de tantos ho-
mens, a circumstaucia de lhes offerecer e facili-
tar o governo lodos os recursos gratuitamente,
j maniendo um vasto hospital, situado em urna
das mais salubres localidades dcsta bahia, e con-
fiada aos cuidados de mdicos zelosos, especial- j
menle habilitados por sua longa experiencia para
o tralamento da febre amarella, j sustentando
um vapor que diariamente com um medico a
bordo faz a visita de todos os navios aflm do re-
ceber e transportar os doentes para aquello esta-
belecimenlo.
A despeza feila cora todo o servigo do hospital
e do vapor da visita sanitaria, durante o anno
passado, e o primeiro trimestre do corrente, cons-
ta do mappa junto.
Comparada a despeza do dilo trimestre cota a
do correspondente do anno passado, nola-se na-
fiielle a diminuicao de 12:2418132.
Esta dninuigo que comegou a haver dosde
os ltimos mezes do anno passado provm nao
sde ler-se prohibido maiseflicazmenle a prati-
ca abusiva de se admiltirem pessoas cora moles-
tias de carcter nao pestilencial, mas tambem de
medidas de falsifktco que foram tomadas.
Concluiram-se as obras quo eslavam em cons-
tmego para acresoentmenlo do edificio. Falta
ainaa acabar-so a frente, e fazerem-so outras
obras do menor cuito, algunos das quaes sao ur-
11
1
6
4
emprezarios Russell c Vianna de Lima.
Tambem ainda se nao organisou.
Neslas circumslancias o governo cuida em pro-
mover a realisago deslo melhoranienlo pilos
meios que lhe forem possiveis.
PROVINCIAS.
as do Para, Maranho, Cear, Parahiba, Ala-
goas e Espirito Sanio manifeslaram-.se casos de
febre amarella.
Na capital da Bahia tem-se feito sentir esta
molestia com inlensidade, e causado estragos,
principalmente as pessoas que professam a vida
do mar.
A varilo flagellou diversas locallidades das
provincias do Ro Crandc do Norte, Cear, Pa-
rahiba, Pernarabuco, Alagoas. Sorgpc, Bahia e
Minas Geraes.
Em algumas provincias reinaram febres quo
sao endmicas em corlas localidades, tomando
era algumas carcter grave.
Inspec^ao de saude dos portas.
O novo regulamenlo, dado a eslas repartios
pelo decreto n. 2,409 de 27 de abril do anno pas-
sado, tem eslado em execugo.
Algumas de shm disposices lem a pratica de-
monstrado que precisara de ser modificadas.
Trato de habilitar-me suUicicnlemente para co-
nhecer as que mais convenham,
Facino.
Esle servigo continua a ser feito com muita
irregularidade as provincias.
Concorrem para isto diversas causas que, co-
mo vos lem sido exposio repelidas vezes, nao
possivei ao governo remover promplaraente epor
meios directos.
ESTABELECIMENTOS DE CARIDADE NA
CORTE.
Sanfa Casa da Misericordia.
Acerca do eslado deslo eslabelecimenlo, e dos
que lhe eslo ligados, o relaloro do seu digno
pro vr dor ( annexo C) con lm minuciosas infor-
ma ces.
fecolhimento de Santa Tkeresm.
O Ilustrado presidente da mesa administra-
dora deste recolhimenlo, em seu relaloro (an-
nexo C ) ministra todos os esclareciraentos ne-
cessarios para se conhecer o seu estado.
Hosrital dos Lazaros.
Durante o anno ndo foram tratados 105 mor-
phelicos. Falleceram 21 ; tiveram alta 7.
A receita do eslabelecimenlo no mesmo pe-
riodo foi de 39:295844. comprehendida a ex-
traordinaria de 7:200*000, procedente de uro le-
gado ; e a despezs subi a 48:60445303, incluin-
do-sc a quantia de 11:2X79693, gasta em obra
feilas no edificio.
Deduzidas de amhas as vernas as duas addi-
ges extraordinarias, a despeza exceden a receit
era 280566. ...
Os cofres pubicos prestsm ao hospital a sub-
vengo annual do 2:000j060.
SOCCORBOS PBLICOS.
Durante o auno decorrido at o fim de feve-
reiro ultimo realisaram-se, segundo as parlici-
pages rocebidas, as seguintes despesas proce-
dentes do socorros prestados a diversas povoa-
ces pelos cofres pblicos.
Por molestias:
Na provincia da Bahia.......... 186*000
do Sergtpc................ 2:0Ott8OOf>
das Alagas............... :483j4C6
de Pernambuco........... *:765708
da Parahyba............... 870*820
do Rio-Grande do Norte.. 1:278*228
do Cear................... 19:202(888
do Para.................... 3:380"049
> de S. Pedro............... 807j76l>
39:974*931
aliaeolicios:
... 24:197#20O
WkOtO
Por carencia de geoeroa
da Bahia......-.....
do Rio-Grande do Norte...
do Piauhy.................
25*44#50
COR REOS.
O telalorio apresenUdo
geral dos correios (aanexo
tas informages acerca
digno director
onlcm minocio-
iervijo.


alcanzar o grao de deseiivolvimentu e regula-
ridad o a quo lemchegado nos paizes mais adan-
todos, j porque repetira penas o que tem ido
por (amosvezes dito, j por nao ler esse traba-
Jlio ulilidade immediala
E cora effeito, por um lado dculdades, por
OM aosupiraveis, porque nosccm da falla de
commmucasao, ou da iroperfeicio da maior par-
le das que existem c por oulro a inconveniencia,
casactuaea circumstoncias, de angoieiilar con-
sideravelmenlo os despezas publicas, foram a
adiar a realisacao ;de muitos desees melhora-
xnenlos.
E' porm incontcstavel que temos consegui-
do procreaos, cornquanto lentos c graJuaes, os
quacs constam das expsitos que annualraenle
vos Icru sido fuilas.
O governo continuar a proroov-los quaolo
o pcrmilltrcm os recursos postos sus dispo-
tt(a. Apeuas vos lembrarei particulaiiienle a
necesstdade do se augmoniarem os (nudos vota-
dos, ahin de so d.ir tmelo consirucco de
casas apropriadas para as administrarles, e niais
desenvolvinento no systema das linias de cor-
sendo 81 malheres e 8 homcns.
Foram visitadas s enformoriss pelo cirurgio
Pinto s 8 horaae 8 minutos da manhaa, pelo
Dr. Doradlas, s 8 horas da mantisa e pelo Dr.
Firmo as 3 horas da tarde de honlem.
Folleceu um homem de hydropecordile.
Communicados
Postoque me mereja tanto peso o despre/o do
Sr. Barata, quanlo sempre me inerceu sua con-
sideraco, deque alias tenho documentos, e de
que nunca fiz caso algum, cumpre-mo todava
dizer algumas palavras em resposta correspon-
dencia dessc senhor publicada no Diario n. 131
de C do correte junho, e escripia em phraseolo-
gia delarimba.
Sejam quaes (orem as fumacas lo Sr. Barata, de-
clino de si'ii jni/,0, quamio so mella as (unduras
de aquilatar minha intelligencia, de cUssilicar de
parvoices o que cu diase em minha corresponden-
cia publicada no Diario n. 121 de25demaio finio.
Os homcns Ilustrados, os que podcm ler e leem
e as relacoes coninicrciacs voto na materia, me julgarao. pouco me importan-
do o jui/.o doSr. Barata e do oulros quo laes en-
crescera rpidamente.
Desta* necessidade lera tambcm tratado os
neus dignos antecessores, c, como ellcs, rcco-
nhcco a sua urgencia.
Forana creadas, durante o ultimo anuo, 34
novas agendas de correios, sendo 5 na provin-
cia do Uio de Janeiro, 3 na da Babia, 3 q*dodor da
Maranbao, 1 jia de Pernambuco, 1 na de Santa
Calharina, 6 na de Minas, 9 na das Alagas, 2
lia de S. Podre, e 4 na de S. Puolo.
Supprimio-se 1 na ultima provincia por se lor
tornado intil.
Jim todo o Imperio existem 503.
A respectiva tabella, junta uo relatorio do
director geral, conten ludas as csoecificces
obre oslo objecto.
No uliimo relatorio que vos foi apresenlado,
exptiz o meu digno antecessor as ra/.es pelas
quaes jolgava conveniente alterar-so a disposl-
cao do 4 do arl. 29 da lci n. 939 de 26 de
selembro de 18o7, relativamente aos limites
que estabeleceu pura seren tixados os enc-
menlos dos agentes das cidades e villas.
Concordando com esto ponsamenlo, reQro-me
s pahvras desse illuslre ex-ministro.
Como consta das labelhs, (orara creadas du-
rante o anuo lln lo 19 linlias de correios, sen-
do t na provincia do Rio de Janeiro 4 na de
S. Paulo, O na de S. Podro, 1 na do Maranbao,
"J na de Minas, 3 na da Babia, c 1 na da Pa-
rahyba.
Foram exlinclas 1 na provincia do Rio de Ja-
neiro, oulra na de S. Pedro.
Pdc calcular-sc em 9,171 leguas a superfi-
cie pe/corrida pelas linhas de correios j creadas.
O reiidiiuoiiio docorreio em lodo o imperio,
no exercioio lindo, subi a 317:526*004, o a des-
peza a 491:579*638, como consta especifleada-
mente das respectivas tabellas. Comparados com
os do exercicio anterior, apresentam o seguint
augmento.o Io de 12:680i281, e o 2a de. .
5;t:,sv!883.
Este accrescimo de despeza proveio ;Io, de
SO leiem clevajo os salarios a diversos corleiros
6 estafetas, por ser impossivel obter o seu ser-
vico d'ouiro modo ; 2o, do augmento de prego
exigido por varios arrematantes do seivico da
coriduc.au de malas, c que se nao podia icusar,
j por estar em relacjio com o lugineulo dos res-
pectivos gastos, j por nao ler spparecido quera
o li/.esse com menor retribuidlo ; 3o, da crca.ao
das novas agencies o linhas ;*4, da elevaco dos
vencimenlos dus agentes na forma do arl. 5 da
loi de 2b" de selembro de 1857.
O numero das culis e inais papis que entra-
ra m as diversas administraces durante o auno
lindo subi a 5,303.501, nao se contando os que
foram expedidos pelos agencias.
No anuo anterior o numero do laes cartas e
papis foi de 5,107, 38. Continua pois o aug-
mento progresivo no movimcnlo do correio.
[Conlinuar-se-Aa.]
(rascados ua seiencia das olbinlias, "sabios sera
instrueco, eruditos de bolequim.
Cuidar o Sr. Barata que j sao pascados tan-
tos nonos que o lente coronel da guarda na-
al. o subdelegado de Santo Antonio, o verea-
caniara municipal, o requr-rcnle, o solici-

MAMO DE PEfiNABMUCO. SEXTA FEBA DE JUNHO D 1
O "cor
talvez p<
paternal,
poucos
que lho
morador!
tacha mi
ta fervor
que lanl
(er o ni
Senho
pecrfnhe
peona di
baaos, i
nel Luiz
Joao AnH
digno su i
nel C ."m Scrates na V mufle ^ Snii el
r que ten." Par* com lodos um coraco
que se lhe na 'irado do engenho mis
lo criminosos nssesjanezes prximos,
lagavam o i n dispensa (oro como ssus
s que eram : muitt.boa jola, nao ha
i que se Ihc pom'iO, c demais a mais
to inlclli gente e instruido as passo que o Sr Lnlz
Maranhai ;analphnbelo.Acfw-lhe todaarazo.
Sr. Justes.
Eu tat bem sou um admirador, u.n cticomias-
iso daquella caboga sabia do corone!,
peza, como quanlo vale Dealus ten-
eportavi!
es redactores.Nunca so osleutwi oais
lo o despeilo do que quando mova a
Justus. Embrulhando em aecusaces
algores torpes, j o Sr. lenle cro-
de Albuquerquc Maranbao, e j o Sr.
stacio Camello Pessoa Jnior, muilo
delegado dessa freguezia, disse-se at
do prime ro, ai que desnko que... (ora pobre.
lador, o procurador (escolha o Sr. Barata o que
lhe agradar) leuliain eilo esquecer o antigoBa-
ratinha, o eximio fiscal do buirro de Santo
Antonio ole, etc., etc.?___
E a historia do lenenio-coroncl do vereador,
etc., nao serlo segundo voluiue correcto o con-
sideravolmento augmentado da historia do Sr.
ex-scal?
O que essa historia de plvora sin, ou l'cila
ou illicilamente avariada despachada com que
rindes, o que sublirhastes Sr. Barata?
E alguinainsinuaeo que fazois contra a minh.i
honra ? Sede franco deixai um dia de ser cover-
de ; eipHcai-vos, ou na falta o publico os lera
por iim miseravel calumniador.
A minha historia, Sr. Barata, a minha chroni-
Cfl 5 bem saluda em Pernambuco, onde nasci,
criei-me o t<*uho sempre vivido, merecendo
maior conecito do lodos oshomens do bem, en-
tendis?
Nao desojo enlreter polmicas com vosco, por-
que falla-mo o lempo, e ser-ine-lia dif/icil leiun-
tar-rosum falto para relribnir-vos muilot, que
me levantareis, mas Dcai corto de que nao pas-
sar&o desapercobidos vossos botes, acharis sem-
pro na estacada.
Recite 7 do jtrono de 1SG0.
Cmiao Pinto de Veras.
E se ha
tos, e na
segundo
nunca o
muilo ze
ment m
nhodo s
les servil
nn lempe
nina con
E quandi
roo mais
e ouvir snmelhante necessdade do Jus-
) o correr com vaias? Que pato Do
liga o que disser, quo nao Ine abalar
conceilo de urna autoridade policial
osa, muilo activa, conceilo que jusla-
recc, porque 6 incansavel no dose.ope-
u cargo, porque tem prestado relvan-
os ao bem publico da comarca, o qual
do_ coronel Lourenco considerava-se
a va. urna abstraecao pura esimples,
oi que a polica de Pao d'Alho procu-
por todos os meios o cumprimenlo do
Tuelhe nuumbe? Nunca, meu tidalgo
E' ago a que se prendera criminosos onligos.
que o en ra mesmo no termo, quo se capturara os
descrlore?, que OS procseos se (o
no tempe
ve sesso
eram jul}
tos?..
comarca
embarga
posico dji polica.
pois, Ion
c ao Sr.
J mili
ce respos
as aleivo
eabedork
lojam loi
so o :na-
or ao seu
NEGOCIOS
e do as p
pelo ran
que om
proprio d
O Sr.
que ni o qj.i
Sr. Ur. a
dila o se
como leal
ve roo o o
litados.
Pu dV
da delegacia docoaonol Lourenco hou-
dejury. em que smente dis reos
arlos. Ser islo uina mentira, Sr. Jus-
E quera o contestar sinceramente?!
. Ninguem. O estado policial da
ii nao o tnais lisongeiro c porquo o
mnente a dilicien.ia dos meios a dis-
Esta a ojiuio geral e
ores^sejam dados ao Sr.' Joio noslacio
r. S, delegado do municipio,
o extenso vamos.O Justos no mero-
a a ludo quanlo disse. Foram tantas
as, quee preciso dizer cora o lvro da
.reraeve de ti a bocea maligna, e es-
ge de t os labios que dolrahem.
uas palavras ao observador do Liberal,
ilavras somonte. Ha accusacGos, que,'..
>r que nellas transparece, e pelo 'punco misterio
mesn-.as valem. Irozem coinsigo o seu denuncio-o com franqueza', que, sendo verdad'
eleno rcagonlo. prestar um servico ao paiz, c se fr falso,'pa-
ra que lho soja iinpresso na fronte o ferrete,
REVISTA DIARIA-
Temos reclamaces contra urna pessoa da es-
trada do Ro/.ariii!io, quo possuindo urna malilhj
deixa-os sabir para a estrada, ond accommet-
tem a quera passa descuidado c sem meios mui-
tas vezes de repellir sernelhanlc alaque.
Anda ha poucos das avam;aram contra urna
prela, que passava; e qual rasgaram loda a
roupa, podendo ella livrar-se s por milagro do
ser dilacerada pelos canzarres.
O que para mais admirar em ludo isto, que
conserva-so a tal pessoa ou os de sua (amilia,
o'uma indiffereiiQa prxima da_ insensibilidade,
quau o tem lugar a orara dos caes arremetierem
morderem a quein val seu caminbo
Srs.
re
DE PAO D'ALHO.
Srs. redactores.Depois d'aquellas tres philip-
picas do Justus, eslampadas em seu jornal, as
quaes o despeilo uavegou de veulo a pupa, de
bandeiras despregadas, e mui ampeiro pelos ma-
ros da mentira e do embuste asqueroso e vil, ata-
cando as repulaces mais bem formadas com urna
maiu'ira lao indecorosa, que bem denunciava a
hydrophobia do seu aulor, ou antes, do anlpha- qc nos d
beto brulamonto que as cnconin.eridou. o quo fa- Ero, de 2
zer o Imparcial ???... H I segunda i
Quasi, verdade que fugo de enjo, mas lhc Diario, e
curnpna nao deixar o seu posto de honra, de liel i dar a sua
interpreto da verdade, vis--vis do depravado aquello cr
vandalismo da pandilha de Pao d'Alho, que quer
'lar por forra com o coronel Lourenco era panta-
na ; e, como considerasse que o pio'leilorse nao
deixs levar por caraminholas que lhe implngem,
e forra-se de impansinaedes, e nao d muilo pe-
la sautidade do catual da malla, disso de si para
Si, c cora seos botes, que era muilo conveniente
anda tima voz a tcrreiro para ajuslar dio*
Justus as suas conlas velhas"; por que o
imparcial dos que cantara devagar e entuado.
Depois, tera andado lao cabido de seus acha-
ques, tao adoenlado, nao obstante as felizes e mi-
lagrosas applisacdes homeopaihicas do incompa-
ravel Chacn, que chainem-lhe o que quizerem,
jaboty, ou bot de correia. vamos e venharaos,
o iionicm de pala por excellencia, quero dizer, o
lioracopalba desta boa torra, que foi por islo e
nao por oulra cousa, que nao foi logo aos baba-
dos do Sr. Justus, o qual inda que general como
se diz que anianhe-sc l como quizer de ru-
del.a o espada, que esl cora genle.
Tariibern, sempre ouvidizer, que de urna via
sefazom dous mandados, c pois, o Sr. Observa-
dor do Liberal chege a falla, depois que li?erraos
perneado o juslus.
L)u primas em primeira, cumpre dizer a este
senhor commuuicante, que com loda aquella sua
indigesta c cansada e farfalhud perlenga nao
eonseguio nada pelo que lhc ocgnselho que lioj.
pe por quera a uiao parede. Nem pode mar-
car como quiz o conceilo de que goza o tenenle
coronel Luiz d'Albuquerque Maranho, como ri-
sa
o o Sr.
lu
;ar a
mesmo el
cdigo, qi
poda ler
rimada ? I
OSr. Perito eslava cm sou direilo dando q
reto, embora improvisasso crmeque
, para avalar em 500,^000 a irnportan-
amno causado; porque islo se corn-
e mesmo porque o seu advogado po-
melhor honorario ; o que nao ad- nlssaro, no processo do vigario Santos, fez a D.
c morderem a quera -----.....-- -,---,.....---------, *....-
O inconveniente do semelhanle abuso salta aos j oadao prestante e dedicado as ideas boas, como
olhos, e mesmo cusa a crcr que elle s-'ja tule-, hornera de linas qnalidades e maneiras cavallei-
rado, sendo portanlo necessario qualquer provi- | rosas, e menos pode oscurecer que o coronel Lou-
dencia, ou da paite do proprio dono, ou da auto- rengo tera tilo troperos que fazera lastima, por
ridade publica.
Urna pessoa da povoago dos Afogados pe-
de nos que mostremos a desconveniencia quo ha
n'uma manada de porcos all existente; a qual
lera (ossado todo o povoado, segundo a iufonna-
cao a que nos reportamos.
Nao s esse (acto desconveniente, mas anda
tem em si una inrraeco de postura, que veda a
criaro de laes animaes dentro dos povoalus do
municipio.
A praca do cipim acha-se em mizerrimo
estado comas dunas quo tem cahido.
Antes desta ciicuuistancia concorre, j era
esse local classco em imraundicie, que por ago-
ra tem augmentado com a lama.
Na ra da Trerape seria convenienlo abrir-
pe um sulco, que dsse sabida s aguas, que all
forraam um lago, de raancira a inlerromper a
passagem das pessoas p.
O trabalho nao pode ser mui penoso ou dif-
ficil em sua execugo, e menos anda custar
muilo dinheiro.
Construe-se de prsenle o muro, que ha
puuco ora representado na ra do Sebo por urna
cerca de pal ha de coqueiro, e do qual j nos oc-
cupamos por mais de urna vez.
Seja elle construido em boa hora, para cm-
bellecimento da ra, e subtraego s vistas do
publico daquelle espantalho, que despeitara o
riso do estrangeiro e a pena do nacional.
Ou sejamos nos a causa ou oulro qualquer,
bemdizemos o effeito ah notado.
Foram capturados por ordem do delegado
de polica do termo de Iguarass no dia 29 do
passado, os criminosos Antonio Germano, pro-
cessado pela subdelegada do segundo dis-
Iriclo daquelle termo por tentativa de morte
na pessoa do inspector de quarleiro da Chaa
do Estevo, Luiz Elias da Silva e Maooel Tho-
znaz, conhecido por Manoel Caboclo, processado
por crime de ferimenlos, e que se havia evadido
la cadeia daquelle termo :
Por portara de 4 do corrente foram no-
meados :
Subdelegado de polica do primeiro dislriclo
do Pontal no lermo da Boa-Vista, o cidado
Francisco Manoel Rodrigues Coelho, primeiro
supplente do mencionado subdelegado Jos Bo-
nifacio de Andrade Araponga.
Foi exonerado 4 pedido seu Manoel Caval-
canti de Albuquerque eco, do cargo de subdele-
gado da freguezia de Papacara.
Por portarla da raesma data foi creado no
termo de Iguarass mais om districto de subde-
legada, que se denominar1districto do Mari-
cota.
Passageiro da barca hespanhola Chrislina,
vinda de Montevideo: Manoel Jos de Souza,
Passageiro do brigue porluguez S. Manoel
I., vindo do Porto : Jos Antonio Aires.
Matado uno publico :
Matsram-se no dia 6 para o consumo desla
cidade 111 retes.
MORTALIDADE DO DU 6 DO CORUBKTI!
Norberto, prelo, escravo, 4 nanos, escarlatina.
Rosa Mara da Conceico, semi-branca, viuva, 50
anuos,, dyarrhea.
Capitulino, pardo, 7 annos, escarlatina.
Manoel Jos do Nascimenlo, branco, casado, 50
annos, hydrcpisa.
Francisca Romana de Souza Franca, branca, sol
leira,. 24 annos, tubrculo pulmonar.
Antonio, branco, annos, convulsoes.
Uainelina, parda eserava, 7 annos, angina.
Soterio, prcto, solleiro, M annos, phtysico.
Joaquina, braoca, 3 annos, escarlatina.
1-.J..I. u__i I 'J.----. -'-------.------- --- cog bbuj o ouuenc gaiuur, amas aui
m>!. CoBCSaof P"*r soneira,, il ^ej o, mais sao. O oorenel um santo, ver-
branco, casado, 50
asaos, angina.
Joao de Daos d'Assumpcio,
ofoos, hydropecardile.
Hosa-itAL M caiMoao*. ExUls* Wrhe-
saecs 50 muUteres, naotonaes; 5 honeoj OS-
trangeiros, 1 escravo ; totil^lS.
que lhe deu na vetla andar e obrar pelos c?be-
cas de uns piegas, que lhe hao de botar ainda
mais para dianie sal na mollera depois de velho;
pois, se fosse genio de juizo quo o lomasse pela
mao est claro, mais do que a luz do da. que o
nao haviam de comproraelter em caso algum, e o
pobre do barco velho nao so melleria a piqoe;
mas o avarenlo do Pina que lhe faz o inveulario
em vida, que se encasquelou que poda ser cousa
na historia, e que por islo foi que casou com a
sua filha, pondo o olho na sua defuncta influen-
cia em Pao d'Alho, quo Dos leuha em gloria ?
Ah se Dos fallasse u'alma do coronel I... O Pi-
na, que como promotor publico desta comarca se
sevaudijou ao ultimo ponto de degradacao, como
voz publica, tanto que, (l vao tactos) se disse,
e at a elle proprio, que se justiflcasse do pecca-
do que lhe allribuiara de haver recebido urna
quanlia de dinheiro para a soltura de um preso
da freguezia da Gloria, contra quera seu sogro ia
prjceder, e que efleclivametite foi sollo pur sua
interferencia? O Pina, que como curador de or-
phaos n'nquella inesma poca, pouco mais ou
menos, funecionou sem sobroen em um inventa-
rio, no qual, nao sei do arraigo surdio seu mano
pomo procurador do invetilariante que era ura
simplorio, para receber no Recito dividas activas
do espolio inventariado, (acto este sobre que se
d os melhores commeulos de lhe (izer amargar
a bocea? Ah se Dos fallasse n'ahna do coro-
nel ? I... Quem mais I O bacliarellete do Sr, Joa-
quim Francisco deNazarath, que j em um lem-
po lhe fazia as peiores ausencias, e que est mos-
trando naquelle seu arribitadinho nariz o ingrato
que olvida o sepulta o beneficio, como elle olvi-
dou osepullou rauiios que lhe fea o Dr. Louren-
co Bezerra Carneiro da Cunha, no agro lempo do
sou abandono dos meios e dos recursos da vida?
O Sr Jouquim Francisco?.... Ora, j se v que
nao com essa genle que o coronel hade ir bem.
Deixe que lhe confesse, Sr. Justus, que muilas
vezes cahi de riso em lendo alguns dus pedamos
apologticos dos scus comraunicados. Dizer que
o corouel Lourengo foi j aqui om Pao d'Alho
um desempenho para o partido dominante, nem
era cousa que lerabrasso ao Sr. Juslus, c nem a
nenhuma alma chrisla que guardasse acatamen-
to a verdade. Aqui torca dizer, a modo dos
rancezes,enonouisons la rotepor que pre-
ciso rir muilo, rir como Deroocrito, dando ensan-
chas ao bago. Que I.... dizer-se que o coronel
Lourenco teve sempre a sua bolea aborta, quando
se tralava dos nlciesses do partido, ao qual en-
lo pertenda? digo ento, por que hoje cal em
entente perfeito com o famigerado padre Vicente
(do qual estimo que lire bom proveito.) Dizer-se
que o mesmo coronel foi sempre o chele da po-
ltica saquarema na comarca, quando nao ha
quem ignore, que o finado Francisco do Reg e
Albuqoerque sempre o Irouxe retaguarda? On-
de esiao o rasgos de obnegago onde esto os
sacriGcios que se apregam (eilos de sua parte?
Todo este Pao d'Alho sempre'o conheceu mui-
lo afferrado, sim, 4 cobraoca inexoravel dus lo-
ros de seus moradores, o ao mu indefectivel
chambre.
ella nao se sepulta ?
Quando foi delegado, era o que todos safiera ;
s se por ventura nao bastasse ftaier a pilo- a
demissaoqne lhe fulroinou Bxm. Sr. Sanaiv,
quando presidente neaU proriod, podormoa
referir muilo boas pasasgens pare qualiBcar a
sua' adoTiaisrat;o, 90 neto ites arraoraasse-
oos de fatigar o leiter. Mas, nao ; ha de se cn-
deosar a lodo transe ojeoronalLeurenco, e depri-
mir aa cegis este e quelle atractar, ainda que
dtssemos,
Principal o a
o fado p<
zem ile Dantas
loria, e
cumstanci
o subdclr
sen senho
crava em
cautela del
gar a esse
correu
contar o f
Se o ce
que foi a
ser espan)
caeacos.
ios : u kou
de Saogoe nessa
snpposlo que faze'nd'o um papel secundario
iioin cara uaorijtlo 10111 lelraj
pagina negra do noisa historia.
1 elns ditas VIMagra,
mnain, porque
?., 1. 9Cmpre levo muilu "J '" bal-
as e soubc escapar-se, antes que o perigo se
ternasse imminente s c se na sua f dcUcio se
nao operou algum milagre, que declare cm que
errifo se empregou durante essa poca.
Que comraetteu atrocidades proprias do seu
gcrno, quando commandou a ilha de Fernando
o denunCHram as fulhas publicas desla cidade,"
sem que o Sr. Pinto 011 o seu communicanic o
derendesse, e podemos oflancar que oslamos
multo par de ludo quanlo ali se passon nesse
lempo, e u contaremos se o Sr. communU-aiile o
exigir.
Quando trouxemos esles fictos em nossa pri-
meira correspondencia, nao tivemos em rala fa-
zer sangrar essa ehaga que o Sr. Pinto talvez
julgasse cicalrisada: somenlc quizerans mostrar
que, sendo elle desptico e absolutista, desde
sua infamia, nao era por cerlo o mais pmnrio
para ser subdelegado de urna freguezia, mxime
daciJade; e o por islo que tornamos responsa-
vois pelos seus actos aquellos que o nomearara.
O v- linio c basinrito conhecido nesta torra, c
principalmente de nos que o temos preso ao
nosso torniquete ; nao precisamos fallar de sua
vida particular, que rospeilamus, a.-sim como de
qualquer oulro individuo.
Ainda encommodou 00 tal communicanic o
ler a nobre digna redaccfio da Revista Diaria
chamado a ottonoo das autoridades superiores
para a nossa correspondencia: e leixa a rodac-
ciio do injusta e loviana. Para ler lugar essa
censura seria preciso que o digno Dr. chefe de
polica nao livesse reparado a oioeocia e arbi-
trariedade do seu hroe, mandando 1 r em li-
b rlado o prelo. logo que conheceuilo faci-
portanlo foi um servico muilo valiusu que a no-
ble redaeco prestou ao seu paiz. assim como
oulros muitos idnticos tem prestado
guoii, lunhu piciencia, aconselh inelh
hroe.
i:*limamos que o tal communicanle nos lenha
desceberto a calva (se que nao nos loinou por
um oulio cabelleiro que por ah anda bem co-
nhecido do seo hroe, a quem bem cabera os
seus epilhelos ), se o coramunicanie nos conhe-
4 Orias. 5 pipas lo Uji-
C.
ditos azeile do
m
rl3 vohos ; i Teixeira Bastos, S &
8 pipa 6 37 barra vinhos, 30 di._.
ce, 20 ditos carne de porco ensacada. 200 siccos
faroilo, 45 raixas o 14S raoVIros cebolias ; a l'ran-
... *>' companhia.
Miguel Archnnglo fietno.
Candido Nunes de Mello.
_ ,. 6 a companhia.
Felr* Fernludes dos Santos.
. 7. comdauhia.
Jesuino Ferreira da Silva.
Sala das sesses do eonselfio de qualiflcscao
da guarda nacional do municipio de Santo Anto-
nio, 2 de j.uiho de 1800.Joao Jote Pereira de
tana, Iteres vugal, secretario.
* vin-afm1"! l'^lTco, ^XSfU
cisco Soveriano R. & Filhos.
20 caitas muscalel; a Marcono Jos Concal-
ve da Fonle
30 canastros batatas
lela.
3 caixas e 1 barril
Con l o.
a Antonio Alvos Vil-
drogas : a Ignacio Jos do
ce vonha direilo nos. naga os fados o os pro- Ignacio V.'Fernandos.
Irmo
5'J saceos semea ; a Jarnos Halliday & C
. 4 pipis. 8 moias e 10 barris vinagre. 100 bar-
ns loucinho, 20 ditos chouricas ; a Jos Marceli-
no di Rosa.
15 barra azeite do oliveira, 50 ditos toudnho
^0 dilos banha de poico, 22diios carne ensacada'
10 pipas e 25 barris vinho, 12 pipas rinaffre 1
caixi ura fogao do ferro ; a Carvalho No-
gueira.
6 eaisotes marmelada-; a Amorim & Irra.ios.
1 dito li*roa ; ao cnsul porluguez.
2 barris muscalel ; a Domingos Francisco la-
vares.
3 ditos vinho ; a Rabe Schmetlau & C.
20 ditos alpista ; a Azcvedo & Mondes.
76 ditos o 3 caixas loucinho. 10 pipas vinagro
olO molhos ceblas ; o ordem de diversos carre-
gadores.
100 barris loucinho, 50 ditos chouricas ; a Joao
da S. Regadas.
20 dilos azeile, 20 dilos alpista
Irniao.
13 pipas e 30 barra
a NL J. Ramos e Silva.
10 barris vinho, 7 ditos azeile de olivojra, 25
ditos chouri.;as, 10 dilos paios ; a David Ferreira
Rallar.
1 barril vinho de Lisboa ; a Manoel Bibiano de
Carvalho.
1 dito dito ;a Joao J. de Gouvcia.
20 ditos chourigas. 1 dito carne, 50 sacco1? se-
nieta, 100 caixas btalas ; a Luiz Jos da Costa
Amorim-
o cnixotes doce rie calda
a Molla cS;
vinhos, 5 pipas vinagre ;
3 ditos marmelada ; a
cisecom a mesma irn |uoza com que o (azemos:
doixe os iiomes de pessOaa que alo estranhas ao
nosso procedimenlo, c que se nao lerabram
delle, e menos de suas pureas e miserareis ba-
3 de pergaminho das beatas ; se iilo
que ewolve algum fado criminoso
r. Sa esl muilo cima dos botes de
eir calumniar. Continuo o mesmo
seguir a mesma senda nobre quo lhe
carcter, e ha do merecer sempre
merecido al. boje a con flanea do go-
a Manoel Alvos
a Joao Lucio Mar-
apoio dos homcns sensatos e mora-
II10, 29 do mato de 18G0.
O Imparcial.
>rre3poDdencias.
a cos-
i por
9 pedias de cantar'n ; aos encarregados da obra
da matriz da Roa-Vista.
20 caixas vinho muscalel
Gucira.
1 caixolo carno e legumc ;
ques.
50 barris loucinho : a Tasso^ limaos
1 dito carne ; a J. B. Fragoso.
1 eaixa quina, 2 ditas incens, 1 dita capsulas
Z Ollas leos medicinaes, 1 fardo flores ditas ;
11. .1. de Souza.
ltalo nacional Sergipano, viudo do Assi con-
signado a Luiz Rorgos de Cerqueira niaufostou o
sexo inte '. ^*
l>i algueiras sal, 155 com 01 arrobas c ^0 li-
bras de cera de carnauba, 58 cornos salgados
O molhos coraSoO courinhos curtido,-. 18 meios
de sola, 4 saceos com 41o cliifres ; a ordem
3 barris mantoiga, 32 dilos cognac, 3 caiioles
ricores. Se nao lora a pwoeaclo
o Communicanle do peridico Nova
p. passado, nao occuparianios por
3z os paginas de seu bern conceiluado
conieiiiananios sm'enleem recommen-
eilura ao respeilaVel publico, por ser1
mmiiuicado mais a conflrmaro do que
do que uma deba.
^oraniuiiicaule confossando que
nos exposto se deu denlro do arrea-
mas que nao fiel a nossa his-
pir sso a contara cora ludas os cir-
s ; diz mais que verdade ler ido
ado prender o prelo era casa de
por lhe haver espancado a sua es-
resenca de multa gente ; mas leve a
oceultar nao s o motivo que deu lu-
conflicto, como o lempo que u'elle de-
nsao ; nao obstante ler promellido
co coai todas os circunstancias.
nlliclo so deu era casa de Dantas, o-
ver a eserava do subdelegado
para
ada ? Nao ve que foram osmaldilos
na
com que se cosluma marcar ao ri e infame ca-
lumniador : nada do facecias, que s servoni pa-
ra denunciar o (alia de razio, c pouca gravida-
de e eJucacao.
Tambora j lhe doscobrinos as orelhas, e es-
tamos agarrados ellas, aperar do desfarceque
procurou cora 1 cnrela que nos fez.
Vamos concluir, declarando ao tal amigo do
OJ1J3UI que o Cabelleira c veterano, e esl
tomado a baler-se com qualquer iuimi
mais ousado que seja, c quo oeiihumaidi fumo; a Campos k Lima
voRoii cara ; porquo para todos tem armas pro-
prias. islo se enconlra um ravalluiro, sabe
enlistar e quebrar com elle uma (anca; porm,
se cm voz de cavalleiro apparece um burro '
0 enconlra de chiclo cm punho prompto a /ur-
zi-lo al contar-lhe os coices; se aiuda ora
lugar de burro ve:n um bode, eulao coiiten-
ta-se em lho torcer as orelhas pira o fazer
bufar c borrar ; e se finalmente c cao daii-
nado, o enconlra de azorragne prompio, para
com elle fa/.er engolir a baba liydropiiob'ica, c
cora ella loda a porcada que por ventura lance
de sua bocea postlenla e nauseabunda; veja
puis era quo candor so aprsenla para Ibc dar
a conveniente resposla.
rente por diante pagam-se os ordenados dos e"m-
pregados proviodaea, vencidos uo mez de maiD
prximo lindo.
Secretaria da thosournria provincial de Per-
nambuco, 1 do junho de 18'iO. o secretario
.tuionio Ferreira da Annunciaco
Joao Rrrnardino de fasceoeellos, official da im-
perial orlein da Rosa, e mafor con,mandante
interino do segundo batalhao de fuzileiros da
guarda nacional do Ro.ifo, oto.
Paco saber a quera intciessar possa. na noali-
dade do presidente do conseiho do qualiiicacoe
de conformoade com o drsposto no oriiao Io S i"
do decreto n. 1,130 de 12 do marco de 1^53 e
inslriiccoes do 25 di; oulubro de 1850, que se' ha
de reunir o referido ceBsetho 110 da 10 do cor-
rente mez, s 10 horas do dia, para a qualillcaru
e rcvisao dos guardas nnoionaes, no consistorio
da tgrela do Terco, que serve de matriz da fre-
guezia ite S. Jos.
E para que chegue ao ronhocimenlo de lodos.
mandei passar editaes que serio publicados pela"
imprensa c oflixados nos lugares designados por
Quarleldo commaudo interino do segundo ba-
talhao da guarda nacional do municipio do Red-
ro, 2 de junho de 1800.
Juao Rcrnardirio de Vaseoiicollos.
O mu. Sr. usiicrlor da inosourarli pro-
vincial, om cumprimenlo da resol neo o da junta
do fwnda, manda arer publico que a arremala-
cao da obra do empedramento da estrada da
Victoria entre os marcos de 6 a 8 mil braco*Ib
transferida para o dia do junho prximo *in-
douro.
o prsenle o
de Pcr-
Cu11.su ludo
Rendimento do Jia 1 a 5 .
dem do dia G .
Sera I.
5:889981
oliJju3
6:252|38
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 5 .
dem du da
O Cabelleira.
ad du Victoria SI de maio
de 1SGO.
Srs. Redactores.^-Quando urna epidemia grassa
as cidades, villas, ou aldcias, lodos sofrem. o
rico, o pobre, o (orte, o fraro, o moco, o velho,
o homem a mulher, e a fin al al os animaos irra-
. 676j29d
"....... 191^101)
o querer torca ler lenha sera lhc clonaos, c quando esta epidemia deia de perse-
custar du letro : e como que sendo o subde- > g,,ir- deve desempostar-se osses lugares, a fin de
egauo, ni sle caso, parle.se anrosenlnu nm.i no lodo extinguir-so esso flagello, ou pelo me-
nos para alguns annos
A epidemia, Srs. Redactores, deque tralo o
padre Francisco Xavier dos Santos, que por mais
hora depns para offeeluar a prisio, leudo
ssiflcad o crime no ort."iin"do nosso
mulo flanea s e pelo que nao
prisao anles da culpa
contra o
nao exist
ca do
prehendej
deria ter
nultimos,
so coust
invadir t
casos que
mente os
O Cabel
aconselha
que pode
com a por
presteza.
Que o
victima d
teslemunt
c que pre
que dando]
senhor, 1
que tena
uhor; ma
ccs, quaij
a cujo co
pois de 01
as pesquis 03 e deligencias qu ju'lgou conTenTen-
u por o prelo em liberdade, recouhe-
iri a tiio delegado 'into?! II
*.Oquealmira que, depois disto, elle ainda
continu orno subdelegado ; ainda mais quom
seja lao cinco e adulador que o venha defender
pelos jorn es, a troco talvez de um arbitramento
* i *. ._-_._----------.^, ,-., j.^,, iMl.,0
1 for- de / annos nos tem atormentado, porm gracas
ao zelo jreliginzo de S. Exc, Rvm., que alTast'ou
ucixa dfi ,ls *?;iu flagello! e para dosomposlar nosso
slo consta-nos que como bom pastor ondosa-
mente procura retirar o lobo devorador de seu
rebauho, mandando ao juizo ecclosiaslico o in-
terrogatorio, que o vigario Gamillo, juiz com-
porm, e nem se compre
luisse juiz em causa propria 1
< brutalmente a casa alheia, e (ora dos
1 le tem estabelecdo, para cevar so-
u genio dispolico e ringtlivo.
eir aproveita-se da occasiao para lhe
que nao (ac disto muilas veies ; por
encontrar quem lhe (oca nao acertar
a, (azendo sabir pela jauella com mais
pj'eto nao espan:ou a prelo, e anles oi
i sua depravada lingua, dizcm todas as
as aponladas pelo proprio subdelegado,
enciaram o (acto, o nem era possivel
-se o coulicto denlro da casa de seu
le a jjisrespeitasse por tal (rma, por-
corao cerlo ser castigado pelo seu so-
para que nos cansar com demonstra-
do o muilo digno Dr. chee de polica,
iheciraento oi levado o negocio, de-
vir as tcslemunhas, e proceder a todas
de fianca.
Ser tai
- ler-se apresenlado no dia
14 Jlo p. pissado, naquelia subdelegacia Francis-
co Jos d< Costa Guimarres, morador na ra do
ongel^aiompanhadoda cabra Ignez, eserava de
viuva da ra Direila, queixando-se de
ella (urladoJuDs chapeos do fellro, e
queoSr. into sem mais demora mandou logo a
" a casa de detenco como presa em
em le mo de apprehcnso ?
S que, sendo o queixoso, e a senh
cabra par
flagrante,
Ecomo
da querellada moradores na freguezia dVs^H
Antonio,
Pinto se j
proseguir
truoso, m
imagnaci
deve servir
falta de
peticao do
auloada p
como era
sem estar
no chefe
Sr. Pinto
agentes, si
rar a pobr
da insignil
(importe
feitas eom
pobre viu
mais podr
que se pra
Consla-i
tal Guimi
queixa por
rar no disl
nao hada
leude, que Maria Appolonia, e seu marido Felippe Nery da
jpria para s'lva, o qual j tem sido publicado por vezes
polos jornaes, para que lomando em considera-
cao procedesse na forma da lci, e constituidlo
do bispado, acerca da sollicitaco noconQciona-
no, que fez aquelie vigario Santos a referida D.
Mora.
Consta-nos tambem que o imparcial juiz eccle-
siaslco mandou extrahir copia do dito interro-
gatorio, remelteu ao vigario Santos, para esse,
no prazoemprorogavel de quinze dios responder,
a flm de mandar instaurar o competente proces-
so, porm,Srs. Redactores,infelizmnte t o pre-
sente nada tem aparecido, e esse segundo pro-
cesso era remedio eflicaz para a desempestacao
da freguezia, extinguindo para sempre o pesie de
nossa cidade, visto como em quanlo aquelie vi-
gario Santos nao contrariar o juramento de D.
Mara Appolonia (o que duvidamos) est irrigu-
lor, e como inepto para curar as ovclhas do bom
pastor. E assim rogamos ao Sr. Dr. vigario ge-
ral, que como medico encarregado da desem-
pestacao das freguezas, nao dexe tornar para
esta aquella peste que tanto nos delacerou.
Somos, senhores. Redactores, seus constantes
Icilores. %
Os devotos do mez mariano.
Respachos de exportaco pela me-
sa do consulado desta cidade n
dia t de juntan de 184O
Rio da PratoPatacho hanoveriano Allanlico,
T. Freres, 5) barricas assucar branco.
Rio da PrataBarca hanoveriana F.rnel& Geor-
ge, A. Irmos, ICO barricas asswar branco
Rio Grande do Sul Brigue nacional Olinda
Silva Loyo & C 260 saceos ossuerr branco. '
Rxportacao.
Barrcllona. brigue hespanhol Vigilante, de
221 toneladas, couduzio o seguint : 583 au-
cas .ilgorJau, S paos de Jacaranda.
Baliimorc, patacho ingles cAtila, de 198 to-
neladas, couduzio o seguint : 2,000 saceos
assucar.
Hecebedoria de renlus internas
geraes le Pernambuco.
Rendimento do da 1 a 5 3 0405991
dem do dia 0....... 807974
3:84S;965
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 5
dem do dia 6
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 6.
Ass 17 dios hiole hrasileiro, Sergipano de
54 lons., cap. Henriquo Jos Vieira da Silva,
equip. 6, carga sal ;_a Luiz Botges de Serqueira!
Monte-Video 25 dias, barca hesponhola
Chrislina, de 180lons., cap. Mariano Rodrigues,
equip. 15, carga 4,300 quintaes de carne"; a Ara-
naga Hijo &c.
JVacio sahido no mesmo dia.
Porto Rrigue porluguez S. Miguel I,
Carlos Ferreira Soares, carga assucar.
ibem falso
o supposto crime all pralicado
ilgou auloridado competente para
10 processo ? E que processo uions-
COMMERCIO.
Caixa filial do banco do Brasil
em Peraambuco.
EM 29 DE MAIO DE 1860.
Directores da serfTana os Srs. :
Dr. Joao CapiStrano Bandeira de Mello e Joo
da SiUv Regadas.
A caixa desconta letras a 11 O/o, c recebe
dinheiro ao premio de 10 O/o ao anuo.
iu Deus II E um parto da ferlilissima
> do Sr. Pinto, e seu sdvogado, que lhe
r de padio de gloria : nelle se vea
I pprehenso dos objectos furlados : a
queixa sem despacho, e nao obslanle
lo escrivao : termo de curadora feilo
audiencia e na piesenca do curador
)or ello asslgnado : um outro termo d
juramento a novo curador sem constar dos autos
a razo de sua noraea jo : nada de nota de cul-
pa, emfim uma maravilha o tal processo : fe-
lizmente e isa peca prima foi ler s ruaos do dig-
* e policis, e esperamos que desla vez o
tague o novo e o velho.
EmquarMo corra o processo por esta forma.
gundo se diz, se ompregavam em ater-
! viuva, propoudo-lhe a acommodagao
cante qnanlia 370J e tantos mil res,
o furto] e mais 150JO0O de despezas
adtogwlo e procurador, viodo assim a
'a a perder a sua eserava, quo pouco
r valer I I aqui dentro da cidade
icam actos desta ordem I !
os que ji nao a primeira vez que o
raes aprsenla aquella subdelegacia
fado lemolhaule, apezar de n5o rao-
:clo daquella jurisdigao; maa como
r assim se o Sr. Pinto viro rodeado
Dar. ., Ui j n"0 auo b rr cuniui ao v nuiu urs ivueauu
rara que nao depois, soUcrrar a verdade si de Uo mos conselheiros que nao se impor-
a nll SO cortitlla 9 2 '* ___> _iP-r
lam de o Ce mprometter !
Muilo mr guou ao tal cemmuoicante a aecusa-
cao que flz.mos ao Sr. Pinto de ler sido soldado
ttaidor e iebeU9 ju^ou t-lo defendido, di-
zendo i also ; a islo respondemos que 00-
nhecemos > Sr. Pinto desdo a infancia, e que ten'
.So sido esse fado publico s o pode ignorar
quem r s ipinametUe hospede na historia de teu
poit, ou er lao' a requintada' rh f acompanhada
dhr mais vi ehaiM adtiheao.
O Sr. Pinto foi uta *>* aoucot bratiitirot de'-
.dada ; ma dentroda sua casa, tiesta villa j lh& .^erados, que rrt rtril d* mi se reuni e-
,roi lirado u* wbvaMiOv oouheeido por Jote do
Apu, criminoso de morte, tura perfeito scota-
n*o. Islo- nia dedamaco, fado, eris a ra-
*So por qurdigp queH) Imparcial caula de vagar,
porm ntoadt.
j-anfaro qua abusando da tvSMa kotpitaKd*-
m. tiveroc a leuca prfAencJm de adamar o aa-
ittitnvs* im nossa tersa, alcMda o grito da re-
belda que nessa epocha aasaagutilou o> atlo do
rrssa pal ia com o pretiss^aague de seus
Praca do Recife 6 de janho de 4860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotaces ofilciaes.
Cambio sobre Londres25 1/4 d. 90-d(r.
Assucar mascavado 29550 rs. por arroba.
George l'atchettPresidente.
D ubou reqSecretario.
Alfandegra.
Rendimento do dia 1 a 5 48.826gl85
dem do dia 6.......11.590f872
o. to
o.
u
B I
Horas.
S
o"
C5

|

Atmosphtra.
Direcgo.
S3
a
o
I Intensidade.

i- a.
S> -4 o>
0> U a
Centgrado.
o 2 **
oo ia l^
8 5S
00 s
I
Reaumur.
so
oc
o
"4
Fa/iren/ieit
o
00


o
Hygromelro.
si
o
Barmetro.
60.417*057
Slovlmento da alfandecra
35
391
Voluraes entrados com fazendas
com gneros
Voluntes sabidos com fazendas
a a com gneros
426
125
236
-- 261
Dcscarregam hoje-8 de junho.
Barca franceza Adelefazendas.
Brigue* iOgles-Titaniabacallio.
Barca ingewr Isattella RilleiddnY.-
Barca portuguezaVencedora mercaduras.
Brigue inglezLindisfarnedem.
Galera insW*Hermioneferro e cmo.
Brigue (merkM^Brandy-tfinetirio ha e bo-
lachinho.
Brigue prussianoPaul Augustfazendas.
Importacao.
Barca portugueza Vencedora, vinda de Lisboa, r
consignada a Carvalho e Nogoeira, manifestou o
seguint :
ti pipas, 80 barris o \Q ancorlas vinhos, 29
bsrrie azeite de oliveira, 8 barricas cera de gr-
mr, 200 saceos semea ; i Thomaz de AquinO Fon-
seea.
50 barris loucinho, 112 chorigas, 37 pipas e 4
meias vinhos ; a Thomaz de qunio Fonseca J-
nior.
I 30 pipas e 100 barr vinhos, 6 voiumos oama-
Ws^cadeiras e cama* de ferro ; Barroca & Me-
) barris azeile de oliveira, 10 ditos, 4 pipW'ddl7a^le^T&mr*
tjA noile nublada e churosa, vento SE. e ao
amanhecer rondou pelo N.
OSCILLACXO O HAR.
Preamar as 6 h. 30' da manhaa, altura 7.0 p.
Baixamar 0 h. 42' da tarde, altura 1.20 p.
Observatorio do arsenal de marinha 6 de junho
de 1860. Viscas Jnior.
Editaes.
Thesouraria provincial.
O lm. Sr. inspector da thesouraria provincial
em cumprimenlo da resolucao da junta de fazen-
da, manda fazer publico que a arreraalaco dos
impostos annunciada para o dia ft do corrente, fi-
ca transferida para o dia,14 do mesmo, devendo
ts hablitagoes ler lugar nos dias 6 e 12.
E para cooslar se mandou afxar o presente e
publicar pelo Diarx. .
Sodrotaria da th?sOuMria provincial de Per-
arabuco, 4 de junho de 1860.0 secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. presidente do conseiho do con-
seiho de qualifieacio da guarda nacional da pa-
rbehia de SS. Sacramento de Santo Aotonio do
Recite, manda declarar aos guardas nacionacs
abaixo mencionados, que dvero comparecer so
consistorio da igreja matriz de Santo Antonio,
'no dia 4 do corrente s 10 horas da manheo, para
seaem inspeccionados.
1.* companhia.
Conrado Hermenegildo Xavier Ramos.
Aristeu Saraiva de Araujo Galvio.
MantMrt Vieira PeTdlga\>.
li 2.' companhia.
Francisco de Assis Cruz.
Ctaudino Ba piula Barroso.
Leo Diniz Hachado.
Hcrmelinde de Oliveira Passos.
(.. 4>* CtKttktf.
mu Jos-Jim da Gloria.
Jas Angelo Peroiro-,
Akitanio Joad do-SMlda dva
l para constar so mandou aflixar
publicar pelo Diario.
Secretaria di thesouraria provincial
liambuco, 25 de maio de 186U
O secretario,
A. F. da Annunciarao
._ O Illm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, em virtud" da rcsoluco da junta de fa-
rendo, manda [asenda, manda fazer publico, que
de cjnformidado com as leis e regulomentos em
vigor, parante a mesma junta, devem si>r arrema-
tados por municipios e eomareas no dia 6 de ju-
nho prximo vindonro o? imposkwtos seguirnos:
Slunicipio du eeife.
28500 r.=. sobre o nado morto para
o consuma, avallado annualraenle
em..................................
Comarca ao Limociro.
Arrematados conjuntamente.
Os. sobra o gado mono para
o consumo, avallado annualmenle
cm.................................
Impostos a cargo da collecloiia
vallado annualmenle em..........
idem......................o.........
Comarca do Donilo.
Arrematados conjuntamente.
2>500 sobie o gado morto para
o consumo, avallado ounualmcnlo
em...................................
Impostos a cargo da coUecloria
857a398|do municipio du Bonito em........
" : 20 por centq de agurdente idem
idem...............................
Municipio do rejo.
Arroma todos conjuntamente.
25500 sobre o gado morto para
0 consumo, avahado animalmente
un..................................
impostos a cargo da collecoria
idem................................
20 por ccnlo de aguardante, idem
idem..............................
Municipio de Cimbres.
Arrematados conjuntamente.
2$5C0 sobre o gado morio para
o consumo, avahado animalcenlo
Impostos a cargo da coUecloria
20 por cento de agurdente idem
idem................................
Comarca de Garanhuns.
Arrematados ronjuntanienle.
2-r."niO sobre o gado morid, para
1 consumo, avahado annualmenle
em..................................
Impostse caigo da coUecloria
em.......a........................
20 pbr ceiitu da agurdeme dem
dem................................
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente.
2fi5O0 sobre o gado moito para
o consumo, avahado annualmenle
em..................................
Imposto a cargo da coUecloria
em..................................
20 por cento xlc agurdenle idem
idem................................
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente.
2&500 sobre o gado morto para
o consumo, avahado animalmente
em.................................. 3:50Oj00O
Impostos a cargo da coUecloria
em.................................. 1:5008000
20 por cento da agurdente idem
idem................................ 508C0O
As arrematar;.'es sero feitas por lempo de 3
annos, a contar do 1 de junho do corrente an-
uo a 30 de junho de 1863, sob as mesmascondi-
ces das anteriores, e na forma do artigo 76 do
fegitlamenlo de 3 do agosto de 1852.
As pessoas que se quizerem propor a estaarre-
matarocomparecam na sala das sessoes da men-
cionada junta no dio cima indicado, pelo meio
dio, competentemente habilitados na forma dr
arl. 75 do alado regulamente, devendo as habi-
lilacoes serem julgadosnos dias 3! do corrente o
4 de junho.
E paro constar se mandou afflxar o presente o
publicor pelo Diario.
Secretario da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
Art. 75. Os contratos de arrematarlo de renda,
que imporlarem em mais de 2:00j(X)O, sero cf-
fectuados sob a garanta de dous Dadores idneos,
que lenham bens de raz na cidade do Recife, ao
menos um driles, uma vez que o outro seja no-
toriamente abonado.
Art. 76. As arremalages poderfio eftectuar-
se pela maior ou menor licitadlo offerecida ena
cartas fechadas.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virlude resolucao da junta de fazen-
da, manda fazer publico, que de ccnformi-
dade com as leis e regulamentos cm vi-
gor, perante a mesma junta, devem ser arre-
matados por municipios e comarcas no dia 14 do
junho prximo vindouro os impostos se-
guintea :
Municipio de Olinda.
295OO sobre o gado mordo para
o consumo, avahado annualmenle
8:552*286
1:709J825
10.262^111
cap,
c
sr
v.
<
?

m ts
? p=
c
s
T5:000;>00a
23OO5OOO
850500O
20^OCO
2:7O0jjr!CO
C50S00O
lOOtfOOO
9000000
60JJ0CO
M|8CfJ
1:40OO0O
320S00O
503000
*:50OD0e
500J00O
1003000
2:60OSOOO
1:1009000
50*000
em.
3:100800
1/wtHcipio de Iguarass'.
Arrematados conjuntamente.
2*500 sobre o gdo morto para
o consumo, avahado annualmenle
em..................................
Impostos a cargo da coUecloria,
avahado annualmenle em.........
20 por centO de agurdenteme,
idem...............................
Comatca de CoaMna.
2g500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avallado annualmen-
le em...............................
Comarca de Nazaruh.
V 2*500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avahado anamaf
mente' em.........................
Comarca da Cavo.
2*900 rs sobro X&jRl&f**
m''""mmm& o'kiit.
rk^!e4mm. dv5rw ttiato* _______
riBW WRm..'. .....v........iv.... lO'.TfJtfOfJt
tfoet- f. dfN>M morto
h^homim*?
's em.................,,,,,,.,,,
2:500*00Oj
500foeo
120100
I0:800#00fi>
8:
S:100f00v>


4>
5:100C0O
5-900JOOO
360*000
350000
150$000
150S00
lOOgOOO
3003000 '
10O00U
5OJO00
lempo de
Municipio do Rio Formoso t Agua Prtta
25500 rs. sobre o gado mo>\0 pa-
ta o consumo, avallarlo ahnual-
menle era.......'.ti%t.........
Comarca He Pao d'Alho.
2$500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avallado animal-
mente em.....>....................
Imposto de 20 por cento sobro o
consumo 'agurdenle no muni-
cipios seguinves :
linda, avhado auiiualmente cm -
.........................
'Nazari-fli..........................
To d'Alho.......................
Cabo..............................
Sncrto Anio......................
Re Foimoso e Agua Trola......
Serinhaem........................
As arremalaces sero feilas por
tres annos, a contar do 1. de julho do correle
fimo a 30 de jutiho de 1863, sob as inesinas
Condkdes das anteriores ; e na forma do ar-
tigo 76 do rcgularuciilo de 3 de agosta de
1842.
As pessoas que se propo?ercra a estes arrema-
tarles, comparecam na sala das sessoes da mes-
ma unta, no da cima declarado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas oa forma do art.
75 do citado*- rogulamenlo, devendo as habi-
litacocs seren julgados nos dias 6 e 12 de junho
vindouro.
E para constar se mandou aflixar o presente
C publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860.O secretario,
A. F. da Annunciaco.
* Art. 75. Os contratos de arrematarlo de
renda que importaren! em ntais de 2:000j000 rs.,
scrao euccluados sob a garanta de dous (adores
idneos, que leiiharu lieos de ra/, na cidade do
Rccife, ao menos um delles, urna vez que o ou-
tro soja notoriamente abonado.
Caiiania do porto
Da ordem do Sr. capllao do porto se fai p.u-
blico. qne no dia 5 do corrente ir novanienle a
praca o bote denominado Total que pertenceu
Francisco das Chagas, e se acha hoje abondona-
do aos direilos que deve a fazenda nacional.
A arremutago continua a ser feila por meio
de propostas era cartas fechadas, servindo i ellas
de base "5$ rs., que fez Manocl Lopes da Silva
Araorim.
Secretaria da capitana do porto de Pernambu-
co, 1." de junho de 1860. O secretario, J. P.
Brrelo de Mello Reg.
Repai-tico da polica.
Secretaria da polica de Pernambdco, 4 de ju-
nho de 1860.
O Illm. Sr. Dr. chefo de polica manda fazer
publico, para conhecimenlo dos interessados, as
disposicoes do artigo 72 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro de 1812.
Nao se conceder passaporte a cidado Rra-
sileiro, para porto estrangeiro, ou a estrangeiro,
ainda que sej.i de nm.-> para outra provincia do
tnperio. sem que sua sahida seja previamente
unuuciada nos jornaes 4rcs dias pelo menos.
Onde nao houver jornal os annuncios se aflixarao
na porta da matriz da freguezia, e nos lugares
mais pblicos.
S no caso de necessilade urgente e especi-
ficada se dispensa; essa formalidade aos que
preslarein llanca idnea.
O fiador se responsabilisar nesle caso pelas
duvidas do all.inrado, e se sugeilar a pena do
mulla al 201)5000 no caso de so mostrar que o
afliancado procuiou por esse meio evitar qual-
quer rrsponsabilidade.
CDnforrae.O secretario, Rufino Augusto de
lusjuu-rao do arsenal do mai-iulia,
Faz-so publico que a commissao de peritos
examinando, na forma determinada no regula-
mento acompanhado com o decreto n. 1324 do 5
seg
me
o r
seul
sea
ter
res
n
REAL COMPANUIV *
Anglo-Luso-Brasiieira.
t vapor Miford Hacen, espera-se dos porlos
do siil no dia 9 do corrente e scgui para os da
Ei ropa depois da demora do costume, para pas-
eas eiros eencoramendas a tratar com os agentes
*~ iso Irmos.
Ta
Art. 76. As arremalai.os podero effectuar-se de fevereiro do 185 i, o rasco, machina, caldei-
ras, apparelhos, maslreaco, veame, amarras e
ancoras do vapor l'ersinunga da companhia l'er-
naraburana de Navegacao Costeira, achou lodos
esses oljeclos em estado regular.
Inspeccao do arsenal do marinha de Pernam-
buco, 4 dejunho de lS. O inspector, Eliziario
Antonio dos Sanios.
pela maior ou menor licilaco offerecida em car-
tas fechadas.
Conforme.O secrelario, A. F. da Annun-
ciaco.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, cm cuoiprimento das orden? do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fa/c-r publico,
que no dia 14 du junho prximo vindouro, pt
rantc a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar, a quera mais der, a laxa
das Barreiras da piile do Manguind e da es-
trada da Capunga, avaliadas annuiluieule ambas
em G:700.t>ll0 rs.
= A administracao geral dos eslabelociruen-
los de candado manda fazer publico, que nosdias
31 do corrente, 5 c 8 do prximo futuro mez de
junho pelas-10 horas da manhaa, na sala de suas
sesses, iiao i praca-as rendas das rasas abaix
, declaradas, pelo lempo que docorrer do 1. de
Asarremalaeoesseraofeila.por lempo de Iros :,,, do corrcnie om.o o 30 de junho de 1803.
annos a contar do i da jull.o do corrente au- ,0s prolPndonteS d-.vem comparecer com osres-
ao a 30 de junho de lb6J. peclivos fiadores, ou munidos de caitas desles ;
As pessoas que se propozerom a esla arrema- '
tacao, comparecam na sala das sessoes di mes-
ma junta no dia cima indicado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas, cora suas propos-
tas em carias (odiadas.
E para constar so mandou ailixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pei-
nambuco, :{ de maio de 1869-O secretario, .1.
/'. da Annuncicrao.
Declaracoes.
Tribunal Ifl onimorcio
Tela sei retara do tribunal do commcrcio da
proviucia de Pernambuco, se faz publico, que
nesla uala lca inscripto no livro competente o
theor da alleraco feila ao cntralo social de
Antonio Joaquim Vidal e Joo Carlos Baslos de
Oliveira, abaixo transcripta.
Secretara do tribunal do commcrcio de Per-
e pievinc-se aos inquilinos que nao esliverom
em dia, qne nao serio receidos os seus laucos.
Administracao geral dos eslabelecintenlos de
candado 2 de maio de l^GD.O escrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Baitro du Rccife.
Roa da Cadeia ns. 23 e 30 : roa da Cruz n. 15;
ra do Encantamento n. 3 ; ra do Cutdouiz n.
9 ; ra do Azoile de l'eixe n. 1 ; ra do Cosa
n 1 ; roa da Senzala Nova n. >) ; ra do Amo-
rim n 31 ; ra da Lapi ns. 5 e 8; ra da Uoeda
ns. 31 o 35 ; roa do rilar ns. 73. 7, 93, 95 e 97;
becco da Lama na. (i e 3 '.
Bairro de Santo Antonio.
Ra da Cadeia n 24 ', ruado Queinado n. 15;
ra Diroila ns. 5. 7,8, 33 c 12:! ; ra Nova ns.
9, 43, 48, 57 e 59 ; ra do Padre Ploriano ns.
13, 17, 43, 5, 47, 49.63 e65 : ra do Faguodes
ns. 32e3i ; rua dos Pescadores n.ll ; ra das
Calcadas ns. 30, 32, 3, 30 e 38; rua das Cinco
Ponas ns. 70,98, 110 e 118 ; rua da Viraco ns.
7 e 17 ; rua de Hurlas ns. 33 e 94 ; rua de Sania
nambuco de4 junho de 1SC0. Julio Guimaraes, i Thereza ns. 4, 5e 7; rua larga do Rosario n. 26:
official maior.
Copia.Nos abaixo assignado*, Antonio Joa-
quim Vidal e Joao Carlos Mostos Oliveira, socios
no estabelecimento de ferragens na rua da Ca-
deia do Ro fe n. 5G A, sobre a firma de Vital &
Baslos, cuja gerencia social era a cargo do socio
Antonio Joaquim Vidal, mas nao podendo conti-
nuar na (lila gerencia por causa dos seus mull-
Maranho e Para
seluo com muila brevidade o hiato Lindo Pa-
qu'le, capilo Jacinlho Nunes da Costa, por ler
un a grande parle do carregamenlo arranjado :
pa a o resto trala-se rom os consignatarios Al-
m ida Gomes. Aires & C, ra da Cruz n. 27.
- Para a Bahia segu era poucos das o pa-
lh bole nacional Dous Amigos, por fer a maior
pa le da carga prempta : para o reslo, Irala-se
cono s in* us, na rua da Cadeia n. 51.
se
o Rio de Janeiro
ue em poneos dias o pala -Iw nacional
pujain, ainda poJe adraitlir alguma carga.
pilcados pa lecimenlos,"
venciohado le da
pelo presente Ionios con-
loe
roa da Itoda ns. 3, 5, 7, 9 e 39 ; rua do Calinga n.
3; rua do Calobouco n. 18 ; rua do Senhor llom
Josus lias Crioulas n. 8 ; rua do Nogueira n. 17,-
largo do Carino n 13 ; rua de Santa Cecilia n. 16;
travessa do Carcereiro ns. 11,13 c 17 ; traressa
de S. JoseVns 5, 7 c 11 ; travessa do S.'Pedro
n. l; becco do Calabouco n. 2 ; becco da Carva-
l!io o. 5.
..Bairro da Boa-Vista.
Rua da Imporalriz n. 08 ; rua da Cnnceico n.
5 ; rua da Alegra n. 5 ; rua da Gloria C5;
Becco du uiabo n. 8.
.0 novo banco de
da
dala deste em dianle a dila
gerencia social Rea exclusivamente pertencendo
80socio Joao Carlos Basles Oliveira, a quera s
competir o uso da firma social era letras e ou-
tros mais ducuiiieiilos e Iransaccoes ledenles a
soriedade, ficando lambom expressameute pro-
hibido ao dilo gerente Bastos o uso da lirma so-; r>
cial cm outres negocios que nao sejam da eoeie- t ernaillbUCO rCI)ete O aVl"
dade, sob pena de pagar una mulla em pruveilo ,.
ff:-!de otm'e", c?so do im?M|- so que fez para serem re-
nenio na gerencia por molestias ou qualquer II
^ata^^ colhidas desde j as notos
cao do socio Bastos, para isso defmenle auto-1 e |0000 C ^0,000
Recite, 30 de maio do 1800.Antonio Joaquim
Vidal eJoo Carlos Baslos Oliveira.domo les-
Umiiuha l'a'on Nask & C., l'rander Brauder &
C Samuel Power Johnslon i C, o Prenlo Vi-
anna ,v r,
Recouheoo verdadairas as seis assiguaturas
suppra : don fe:
Cidade do Recife, 31 de maio de 1860. Em
teslemniiho do verdade (eslava o signa) publico)
o tabcllao publico, Pranisco B.-> li-io de Alraei-
da. Numero 85, 160. Pagou 160.
Recife 31 de maio de 1860.Carvalho.Sena.
- Conforme, Julio Guimaraes, oflicial-maior.
Tribunal do commercio.
Tela secretaria do tribunal do commercio da
de lo ooo
V
eniissao do banco.
Acha-se rerolhido cosa de delencao or-
dem desla subdelegacia, por fgido da casa de
sua senhora, Lourenco, que diz ser escravo de
D. Hara Carneiro Montcira : quem sejulgar com
direito a elle, dirija-se a esto jui/.o, munido de
suas provas. Subdelegacia di freguezia de San-
io Antonio do Recife 26 de maio de 1860. Vil-
laca, subdelegado.
Pela subdelegacia do Recife se faz publico,
que esl recolhido casa de detenrao um preto
de nomo Joao, queso ocha fgido," e suppdc-se
provincia, de Pernambuco se fa? publico, que nes-; scr dos uerdeiios de Scbasliao de Albuquerque.
ta dala fui inscripta no competenlo livro a caria Ciillcrtnri-i nrnvi.i.iai Ap ilinH-.
de matricula do Sr. Antonio Jos de Castro, ci- succiona piovmuai Ue Ulinda.
dadlo Biasileii-o, de 40 annos do dade, domi- O colleclorde rendas provinciars e Olnda faz
ciliado e eslabelecido nesla cidade, com casa de publico pelo presente, que o prazo de 30 dias
dcscontos. uteis marcados no regulamenlo de 16 de abril
Secretaria, 4 de junho de 1860. Julio Au- de 1842 para a cobranca dj 2.
gusto da Cuitka Cuimares, official maior.
O conselho adminisliativo do patrimonio
dos orphos tem de prem hasta publica, na sala
de suas sessoes, no dia 9 do corrente, a renda de
una parte das casas do mesmo patrimonio, abai-
xo menciona la--, por lempo de um a 3 annos, a
conlar do 1. de julho prximo futuro, segundo o
que dispoem os arls. 28 o 29 dos estatutos ero
Tigor ; a saber:
Praga de Pedro II.
Ns.
1 Segundo audar da casa de sobrado do mes-
mo numero.
1 Loja pequea do dito sobrado.
Rua do Imperador.
2 Casa de sobrado de dous andares.
Rua das Larangeiras.
5 Casa terrea.
Rua do Rangel.
6 Casa lerrea.
Rua Velha da Boa-Vista.
8 Casa terrea.
Rua de S. Goncalo-
10 Casa lerrea.
11 dem dem.
Rua do Sebe.
12 Casa terrea.
Rua dos Pires.
13 Casa terrea.
Rua do Rosario da Boa-Vista.
14 Casa terrea.
Rua da Lapa.
40 Casa terrea.
41 dem dem.
Rua da Cacimba.
66 Casa terrea.
67 dem idem.
Rua dos Burgos.
68 Casa terrea.
69 dem idem.
Rua do Vigario.
72 Casa de sobrado de dous andares.
Os licitantes bajara de comparecer com seus
fiadores, na sala das sesses do mesmo conselho,
is 10 horas da manha do mencionado dia 9 do
corrente.
Secretara do conselho administrativo do pa-
trimonio dos orphos, 5 de junho de 1860.Dr.
v-ioeoie Pereira do Reg, secretario.
f,.hi, me" .do consulado provincial se faz
ree, eW8aLr.0prl?iarJos d?" Pedios urbanos das
J?fr.u 2uC"." C,dadc c da dos Affogados, que
Zt0 mit.P"rS V'jVMnlo a bocea do
^e de 18M riMft f' ""?1? do 8nno flnan-
ri?aS-: k 1860J8ePncipiam acontar do
fia 1.* de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco.
2 de maio de 8>.inlonto Comeiro Machado
Itiot.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
fe fai publico, que no corrente mez que os de-
hedores do segundo semestre do exercicio cor-
rente de 1559860. relativo aos seguintes im-
pos: decima addieionaj de mi morta ; imposto
<,** P cento sobro lejas, e dito especial a 80|
a casas de movis, roupas, perfumaras
de
Penara
------------ \r t v I Vi "-" f i 1**' M^*#* *
!. ** i ,f,ori<:do em paiz eatrangeiro teem
Sf""'.,if.redmulta. RccebeiJorM de Peni
semestre do cor-
rente exercicio de 1859 a 1760, principia-se a
contar do dia 1. de junho, (indo os quaes paga-
rao a mulla de 3 0iO os coniribuintns que nao
oagarcro no referido przo. Collectona deOlinda
26 de maio de 1860.O escrivo,
Jos Goncalves Rodrigues Franca.
THEATRO
bURtO DB frgRRAMBflrX) ^ ^ifl FAUA- i M JKHO t>E 1 ?6.
i io Grande do Sol
ie rom brevidade a barca Ifalhilde, por ter
ade da carga prompta : quem quizer canegar
slo cnlrnda-se com Manoel Alves Guerra,.no
cscriplorio da rua do Trapiche n. 14.
Para o Aracaty
Avisos diversos.
O abaixo
aMRovuo faz sciente a todas es
pessoas que ten. erripeuh(ldo em seu d b
de ouro e prala, hajam do ir busca-las no pr.zo
do 15 das, a contar da data deste, do contrario
cre ae vende-las fQta a inderauisacode jurse
capital : poderao procurar-me era roinha resi-
dencia na rua de Hartas n. 124, a qualquer hora
do da. Recife 28 do maio de 1860.
Joaquim Cavalcanli do neg Barros.
Francisco Antonio Pereira de Bntto
ueern poucos dias o Mate Beberibc por j pede a todos os seus amigos, a caridade
e de seu carregamenlo : para o | de assistirem as ultimas exequias, que
1 *e tem de celebrar pelo seu filho o ac-
THEATRO DE VENUS.
Companhia-ljTica austro-gallo- chino marreq oino.
DE
JOSEPH MACARRN!.
o e passageiros
ero 5.
trata-so na rua do Vigar
Ca-
pas-
;eiros e escravos ; a traiar com J- B. da l'on-
a Jnior, na rua do Vigario n. 23.
demi-ojftlanoel Malaquias de Albuquer-
que Britto, boje, pelas 3 horas da tar-
de, na matriz de Sanio Antonio.
Precisa-se alugar um escravo para todo o
scrvico de um hornera sollciro estrangeiro : a
fallar na rua do Trapiche Novo n. 18, escriptorio,
Um preto da Costa, que sabe as obrigaces
de criado, desoja empregar-se em alguma casa,
e reside na rua Imperial n. 72
Precisa-sede urna senhora que saiba o fran-
cez c geographia com perfeicao, para ensinar 4
meniuasem um engenho perto desla praca : a
senhora que se achar nestas condices e quizer,
poder procurar a pessoa que precisa, na rua da
Cadeia do Recife n. 53, loja do Alvaro & Maga-
lbaes.
.... o Kg,d0 ""P"""0 da. companhia animaleja, faz saber a lodos os senhores as-
S"i&q.^a,a|de cheSa*t CJea^a COm seu corP c "n" cantamos, e que pretendo
dar alguns espectculos nesla torra da Santa-Cruz, aonde espera lograr os lulos e embacar ainda
os. em battot, figados, hryvgts el reliqua
r?SlSP2d,,i h TlM d,e recorami,"dao P3"1 provocar as tntfemniaaeoM competentes, fazer
n M. d0 Pre*enle nnuncio lodos os theatros do mundo em que tem feilo eslirarem-ss
"VXlJWnF bCh.r,hS; maS Ptefere P^n'-'o. sen, cou a que uvWTou
, aos diletanu da mistura de gritos descorapassados e contra todas as *-- *
inscrover
as magnifica
prevenc.ao- faga
msica
Entretanto
regras do
para que se
nhia. abaixo publica o seu Cenco? 'Jfo^Vln^'tSpY^"'^ ,M 0'm'm '*' ^^
peclaculo.
1."
GlDDUPMlUi
DAS
[cssageries imperiales.
Ale o dia 12 deste mez espera-re da Europa o
por francez Cuycane, coininandaiile Enout, o
qi al depois da demora do coslumc seguir para
Rio de Janeiro locando ua Babia, para passa-
geiros etc. trata-se com os agentes Tissot-frercs,
n a do Trapiche n. 9.
Le loes.
.Wat mwmfw wa
Ilyppolito da Silva fura' leilSo por
c mta e risco de quem pertencer, de
2)0 caixas cora snbao ipglez : sabbado
) do corrente as 11 boras em ponto, no
mazem alfandegado do Sr. Jbaiao
da Livramento, no Forte do Mattqfs.
LEIL10
DE
Luiz Soulan.culileiro e armeiro fran-
cez. que trabalhou em rasa dos Srs.
Pommaleau e Pradines aiu, previne
ao publico que acaba do estabelecor-se
na rua das Cruzes n. 38, aonde offerc-
ce seu presumo, qur para amolaeoes,
qur para concertos de qualquer espe-
cie, o que promelle fazer com rapidez S^
g e perfeicao. Igualmente se encarrega |H
g de concert de instruineiilos de cirurgia ^j
A* e dentistas ; quem de seu presumo se 1H*
\$ quizer utilisar podo iicar inteiramenlo
*|? descancado quanlo ao apurado du Ira- K#
0| balho. g
O abaixo assignado faz sciente ao corpo do
commarci) desla praca, que traspassou as suas
lejas de chapeos, sitas na prsca da independen-
cia ns. 14 e 10 ao Sr Joao da Malta llellro. Pi-
cando o mesmo abaixo assignado responsavel
pelo passivo das mesmas lujas, islo desde 31 de
maio prximo passado. Recife 4 de iunho de
1860.
Placido Jos do Reg Araujo.
Precisa-se de 8DO-JO00 a premio, dando-se
por seguranca urna casa ; quera tiver annuncie
para ser procurado.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Ricardo GoraesH
de Carvalho, cconio se ignora oa>de mora, rega-
sc-lhe queira declarar.
Atten^o.
0 autor do pao de folha faz ver aos seus fre-
guezes, que nao so illudum cora outro pao de lo-
Iha que agora opparece, que nao como o do an-
nuncianle na qualidde ; islo faz scienle para se
nao desacreditar o stu pao.Manoel rerreira
Lima.
2.
3."
4.
5."
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14."
15.
16."
Alem desles, lem
o programma do
Telbraraini, dona-prima.com martellos (cartelli)
mimo (bartono), idem.
seu primeiro es-
A Sra. condena Emilia
O Sr Tarbollucci, niarili
O Sr. Cutcvia, primo-baixo de profun'dit, dem.
O Sr. Marionetli, primo-tenor, idem.
O Sr. Regimentano, piimo-buffo-baixo, sem marlellos [cartelli).
A sra. rmeme, prima-dona desptica, idem.
A Sra. Gazzclla, prima-dona-contralto, idem.
A Sra. Celiinne Regimentano, prima-dona, idem
O .Sr Charmelli, primo-tenor, idem.
O Sr. Placacidi, prirno-baritono-guliural. idem.
O Sr. Riomatti, primo-baixo, idem, idem.
O Sr Piebiasenlo, preparador dos coros.
A Sra. Rosbol, prima-bailarina.
^9Sro.?" To".'"iquele, Chauve-sours e Salmiakoff, segundas bailarinas.
n-Ss-raRT!'T,TPr'inr,robf.\larno e lesorganisdor'de'eonTe"objectos".'
irs. Ts.n-Tsin, CliofT-Choff, Kan-cn-kan e Arequipa.
. segundos bailarinos.
hn i Crp. d0 ba!lnrinus inferiores e superiores, coristas de todas as
especies quadrupeues, bpedes e Iripedes, quo irao apparecendo pouco e pouco.
u LSualuienlc Pouc elle um cosraorama, formado de quadros vive
as circumslancias do lempo e do lugar. 4">
rose morios, ludo apropiiado
PRIMEIRO ESPECTACUL0-UR1C0-MAGIC0
DIA 9.' DO MEZ MEDIO.
Estra dos primeiros personagens.
Depois da nreessara ouverliira. subir secna a linda c sublimada opera do maestro Gave-
ta, em 4 actos e 54 quadros imitativos :
na qual estram os Srs. Tabolucci, Cotona, Regimentano, Marionetli e as Sras. Telbramioi. r-
meme eGazzella, e toda a domis companhia sem estra.
As mutaces serao feitas peranle o paiblico.quo apreciar enlio a ligeireza mgica do conlra-
regra o Sr. Tanibor-iniff, condecorado com a medalha do ovo de S. II. o rci da Cochindiina
Nos intervallos dansar-se-ha o seguiule :
1. Umptuto o cinco, por toda a companhia. *""
2. A Maccarroneida, passo bufto de carcter, pela Sra. RosbolT e o Sr. Rosbiff.
3." O Isllimo de Smes, phantasnugoria-raimica, por toda a companhia que dar saltos e Pi-
ruetas tao grandes que provorarao syncopos s nervosas damas.
O abaixo assignado, confiado no amor ue lem aos cobres do respeilavel publico, e na ma-
neirasempre benigna por que acolhc os horriplenlos cantores de ignotas torras, espera tirar bom
proveilo desla primeira reprcsenlaco.
Sendo o thealro porttil, c nao pouendo o pmprpzario despender dinheiro com a illumiiiaco
a '3i, so lera cuineco o espectculo, quaudo a la sabir.
Joseph Maccarroni.
7entosas ainda
nao vistas.
r-SK
O Dr. Manoel Moreira
Guerra, mudou
seu escripioriode advocacia para a rua
do Crespo n. 10 primeiro andar, onde po-
der ser encontrado das3 horas da ma-
nhaa al as 3 da tarde.
are
A 8 do corrente.
O preposto do agento Oliveira far
inta e risco de quem perlencer.
leilo por
de 258 pares
borzeguins de lustre e de bezerro, para ho-
era e senhora: sexta-feira 8 do correnle, s
1) horas da manhaa, no seu cscriplorio rua da
(adeia do Recife.
Se\la-feira 8 do correnle
Beneficio do ador Cosa Lima.
QUARTA-FEIRA, 6 DO CORRENTE.
Subir scena a excellenle comedia-drama em
3 acioaajdo C. Lacerda :
UMA LI(1A0
DE
Seguir-se-ha, representado pelo beneficiado a
engracada scena cmica:
0 MATUTO NO RECIFE.
Dar (ni ao espectculo, a jocosa comedia cm
um aclo :
1IARICOTA
o
ucacao.
Tomaro parte no espectculo, em obsequio a
beneficiado, os artistas Raymundo e D. Isabel,
aos quaes o beneficiado grato a boa vontade com
quo se prestara, nao podedeixarde lesiemunhar-
Ihes os mais sinceros agradecimientos.
N. B. Era consequencia da repentina morle do
infeliz Rozendo, deixa de ir a comedia Rachador
e sim a Lcjo de Florete.
Os bilhetes acham-se venda no escriptorio
do Ihealro.
Comegar s 8 horas.
Avisos martimos.
Ass.
Segu nesles dias o hiato Sanio Amero, rece-
be carga e passageiro : a tratar com Caelano Cy-
Ma- rlaco da Costa Moreira, ao lado do Corpo San-
_ J W n, J5,
Pelo ultimo vapor vindo da Europa chegaram
cxcellentes ventosas quo pela primeia vez \'\. -
, ram ao Brasil ; ellas sao inicuamente superiores
, d? oulr.as, poi fazendq-se com o escarificador
. pequeas inciscs e applicando-as em cima, liaj
j o sangue sem precisar de f-jgo, s sim pela sub- '
i Iracao do ar. Tambem sangra-so, ti rara-SO den-1
; les e raize; cora loda delicadeza, o lia larabcra
grande pon.-ao de frasquinhos com balsamo para '
( dessipar as dores dos denles ; remedio este j
milito conhecido pelo seu bom resultado : os
I pretendentes que precisaren!, poden) dirigir-se
; a rua da Cruz no bairro do Recife n. 58, que
adiar Joaquim Bonifacio Moreira do Parias,
jsempre proiiipto a fazer as applicaccs necessa-
rias.
Precisa-so de una ama que cozinhe e en-
gomrne ; na rua da camboa do Carino n. 12.
Precisa-se de urna pessoa conr'
ISO a
Convida-se
gos Forre ira
na
dia
aos creciles de Domin-
Maia, nara reunirein-se
sala da associacao ctmineicial no
11 docorreute as 11 lioras da ma-
to e esplendida tuobilia di3
Jacaranda com tatnpos de
marmore, urna dita de ama-
relio, guarda roupas, guar-
da vestidos, camas de casal,
cadeiras avulsas, espelhos,
toilets, aparadores, mesa
elstica, relogios de porce-
lana, apparelhos de almoco
ejantar, crystaes, candela-
bros, serpentinas, prata,
ouro em joias, relogios pa-
tente inglez, e varios es-
cravos pegas etc., etc.
O agente Borja honrado com a con-
tanca do Illm. Sr. Joaquim Luiz Viei-
'a, que se retira para a Europa nopro-
cimo vapor, ara' leilao na casa de sua
esidencia, rua do Trapiche n. 36 se-
cundo andar, de tola a sua rica e ex-
pendida mobilia, a;sm como de toda a
ua prata, ouro e jiias cima mencio-
nados, e timbera de seus
Escravos.
Principiara' as 10 horas em ponto,
|uer chova ou nao.
Grande e imporlaiile
LEILAO
Segunda-feirail do corrente.
magnifieos sobrarlos de 2 andares, no-
ros e bem edificados, acabados em 1858
a rua do Rangel ns. 18 e 2'*, as 11
loras em pouto, cujo leilao sera' eito
>elo agente Camargo no seu armazem
ia rua do Vigario n. 19, os Srs. pre-
endentes podem desde ja' dirigirem-
i e ao mesmo agente para examinarem
os ."sesmos predios e mais coniccoes da
i enda.
A 5 de junho de 1800.
Ao publico, o s a elle me dirijo. Deixei de
assignar-mc Joaquim Goncalves da Silva por ha-
ver oniro do igual nume, "filho do finado l'ran-
cisco da Silva, o qusl por fragilidade assassi- hablitic.oes para contra-mestre de urna
no"scu'r,,,a(|co'noP.uW.ico;8ciidu que pariai'ioja de alfaiate: na rua da Madre de
facto era outras provincias onde era eu co- \ ,-S -0 i
nhecido. soiiri aecusacoes, o eis o que maobri- Deos n- o6> primeiro audar.
gou assignarnne como hoje me assigno. Des-
prezo soberanamente o que disse no Diario de
hoje Jos Rodrigues do Passo, pois minha prisao
em fevereiro de lfc'J foi devida a motivos poli-
tiros, e nao a irapulacao lujuriosa que esse de-
Iraclor de ludo que justo e honesto quer fazer
pes3r sob minha repntacao. Desafio-o a apresen-
lar os documenlos que exislem na secretaria de
polica a nieu respeito, poique desta mancira se-
r elle proprio que me far a defesa, c o cuspo
nauseabundo Iho cahir sobre a lata. Protesto i
sob minha palavrade honra nao responder maisin,laa a'lm
a este ente, pois conheco quo quer provocar me racao sobre a
a castiga-lo como se faz ao escravo, e disto tirar'
partido. Picoa espera da vendida que elle pre-
tende tomar competentemente, e enlao lhe mos-
trarci que souJoaquim Goncalves deAlboquer-
que Silva. #
O Sr. Podro Jos Pinho queira apparecer
na rua da Senzala Velha n. 112, no quarto an-
dar, a negocio de seu interesse.
A pessoa quo precisa de 80g, dando porlP s '
segliranca urna casa, appareca ns caes do Hamos
numero 6.
Antonio Bernardo Vaz do Carvalho, testa-
menleiro do fallecido Joo Baplista de Campos,
avisa a todas as pessoas que sao devedoras ao'
mesmo, de virem quanto antes salisfazer seus
dbitos na rua da Cadeia do Recife n. 19, c as
que se julgartm credoras por qualquer titulo, de
apresenia-las, afim de serem verificados e at-
lendidos.
_ A cmara municipal desla cidade faz ses-
sao ordinaria no dia 11 do correnle, e nos se-
guintes.
Sexta-feira, 8do correnle, depois da audien-
cia do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, lerao do ser
arrematados por ser a ultima pra$a, 3 bois e 2
carros do carreto constante do escripto que se
acha em poder do porteiro do julio, a requeri-
menlo de Simda Mara do Espirilo Santo, lesta-
menleira dos bens de Ambrozio Izidro da Con-
o dia 8 do corrente mez, pelas 11 horas
da manhaa, linda a audiencia do Illm. Sr. Dr.
juiz de orphos, lem de ser arrematada a renda
de Ires catas c varios sitios, sendo as casas sitas
na rua da Venda Grande, cujas casas o sitios per-
tencem acs orphos filhos do finado Manoel da
Silva Barros.
Hetor Deslibeaui, subdito francez, vai ao
Rio de J/uneiro.
Atten^ao.
bem
tamet
lar:
lns
Rog-sa aos Srs. Libnio Candido Iticeiroo
Joaquim Antonio de Castro Nunes e Prancisc-
Carlos Brandao. que tenham a bondade de com
parecer na rua da Cadeia do Recife n. 23, loja de
Augusto & Perdigao para lhe serem entregues
umaslcarlas vindas do centro.
recisa-se de nra fornciro que sirva tam,
e mestre de maceira, quo enlenda perfei-
te tanto de umacousa como de oulra atra-
a rua do Rangel n. 62, armazem.
"so do arsenal de marinha.
KFJz-se publico que a commissao de peritos
exan inando na forma determinada no regula-
men o acompanhando o decreto n, 1324 de 5 de
feve eiro de 1851, o casco, machina, caldciras.ap-
parc hos, mastiearao, veame, amarras e anco-
ras o vapor Iguarass da companhia Pernam-
bucina de navegado costeira, achou ludo em
esta lo regular.
Ii specgo do arsenal de marinha de Pernam-
buc >, 6 dejunho de 1860,-0 inspector, Elisiario
Anl inio dos Santos.
Um. pedido
Rjga-se encarecidamente aolllrt. Sr. Escrivo
datonfraria de Sania Rita de Cassi, o especial
fav r de entregar as alanlernas, que a seu pedido
foro emprestadas para o ornamento do santo Se-
pul hro na 5* feira santa ; e como al cala dala o
nao leuha feito por isso pede ,
Um Ir mi Confrade.
-f O abaiio assignado deelara ao respeilavel
putlico que o 6r. Pedro Ignacio Pores Quinto,
dei ou ser seu caxeiro, dedo odia 9 dt Jupho.
Re< ifo, 6 de;Junbo Ae 1860.
*HmnB. B.Sparr

de tomarem urna delibe-
conducta que tem a se-
guir, em vista da viagm que o mes-
mo fez sua participarlo aos seus ere-
dores.
Sahto luz o 31 tomo uas biofjra-
aiguns poetas, e outros ho-
mens illuslre da provincia de Pernam-
buco, pelo commendador Antonio Joa-
quim de Mello. Contera as biographias
de Luiz Francisco de Carvalho Couto,
Jeronymo de Albuquerque Maranhao,
Alvaro Teixcira de Macedo, e Joao
Antonio Salles de Mendonc.a ; versos,
ntreos quaes 30 odes anacrenticas,
urna noticia interessate do levante de
Goianna em 1821, e noventa e dous
documentos inneditos. Por ora em
mao do auter.
Attenco
No dia 3 do corrento mez ausentou-se de casa
de seu senhor o escravo de nome Vicente, com
os signaos seguintes: alio, cheio do corpo, cor
fula, lem falla de dentes na frente, e a marca de
um talho no bcic,o superior : quera o pegar, le-
vo-o a seu senhor na rua Direita n. 112, ou na
rua de Apollo n. 23, armazem de assucar, que
ser recompensado.
Io da do correnle mez de junho lem de
ir praca depois da audiencia do Illm. Sr. Dr.
juiz municipal da segunda vara civcl os movis
penhorados porexecuQo de Antonio Gongalves
de Azevedo contra Thomaz dos Santos Estima
Lcssa : os licitantes que pretenderen!, dirijam-se
ao meto dia, na sala das audiencias.
Compra-se urna casa lerrea na freguezia de
Santo Antonio ; quem tiver, dirija-se a rua do
Sol, casa lerrea junio ao sobrado, ou annuncie.
Compra-se um carro e boi para o servido da
alfandega : ua rua do Rosario da Boa-Vista nu-
mero 42.
Compra-se um sobrado de 2 ou 3 andares,
uo na falta 2 ou 3 casas terreas, com tanto que
sejam as seguintes mas : Iraperatriz, Impera-
dor, Nova, Queimado, ele. : os pretndanles po-
dem dirigir-se a rua Imperial n 53, pa"ra traiar,
ou na falta annunciarem sua morada.
Precisa-se de um criado : na rua do Impe-
rador n. 75, piimeiro andar.
Aluga-se a excellenle loja da casa da rua
do Imperador n. 75, lado do caes : a tratar no
primeiro andar da mesma casa.
Na rua da Praia n. 43, deseja-se fallar ao
Sr. Manoel Thomaz da* Santos, antes que se re-
tire para a Ilha de Fernando.
Azeite de carrapato puri-
ficado.
Conlinus-se a vender por cnida e por garrafa:
na rua dos Guararapes n. 60, em Fra de Pollas.
Vende-se um sitio na cidade de Olinda, M
lideira da 84, com um sobrado de um andar, o
sitio lem 400 palmos em quadro, lodo murado, e
tara urna baixa para capim, e um bonito quintal
para plantajes; a tratar no dito sillo.
OVO DEPOSITO
DE
UBUSBIflIlft.
Rua(lalmpciatiiz n. 7o
Nesle esUbeleciroeote a sempre um grande o
variado sorlimenlo de camas de ferro de urna o
tluas pessoas, dilaspara meninos, bcrcos do diflfe-
rentes qualidaJes ; como tambera ha urna pe-
quena porro devinho para se vender em caixas
de urna duela, sendo Madeira, Alicante, Malva-
zia, por prce i cu.modo.
Arar uta verdadeira,
multo supenor; em Santo Amaro, esirada de
Belem, casa encarnada, a 1;} a libra.
Ignacio Rento do I.oyola mudou a sua re-
sidencia da rua da Praia para a casa n. 39 da
mesma rua.
Offerece-so urna crioula para ama do casa
de portas a dentro : na rua do Rangel n. 71.
O Dr. Joo Ferreira da Silva mudou-seda
rua do Rangel para a do Livrami uto u. 0, so-
brado do Sr. Manoel Buarque de Macedo, d.'fron-
tc de sua anliga habilacao. A grande pratira de
auscullacao reconhecida por quasi lodos os seus
collegas desla cidade lorna-o recommendado no
diagnostico das molestias dos pulmoes e do cora-
cao ; asira como para verificar o eslado do son-
de dos escravos que se desejam comprar. Pelo
crescido numero e vaiiedades de operages quo
ha feito cora bom resultado em o exercicio do
mais de 20 anuos, se julga habilitado para prati-
car toda e qualquer operario cirurgica por mais
delicada e diOlcultosa que'seja.
Borzeguis prova (Tagua.
Ma rua de Cadeia n. 45, loja do Porto & Ir-
mao, na esquina da rua da Madre de Deos,
acham-se venda pelo mdico preqo de 10f, a
dinheiro, plimos bnrzeguins inglezes pioprios
para a presente estaco.
Taberna da estrella,
no largo do Parsizo n. II, vende-so manteiga
ingleza a 800 rs. a libra, dila franceza a 600 rs.,
dita de tempero a 320 rs., cha hysson milito bon>
a 28, dito preto a Il60, caf do Rio a 280 rs.,
espermaceti; a OSO rs. a libra, tambera tem fogos
raiudos para Santo Antonio.
Vendem-se saceos com farin!ia de mandio-
ca, da marca grande e tambem da marca peque-
a, depositados no'lraplchc da alfandega velha ;
a tratar no mesmo, ou na rua da Cadeia Velha,
loja n. 26, esquina do becco Largo.
Milho e farello.
Prelo a 4$50O, milho a 4$, c. era cuia a 240 rs.:
na taberna da estrella no largo do Paraizo n. li.
Vende-so urna pequea fabrica de sabao,
bom montada, cora todos os utencilios, em bom
eslado ; quem pretender, dirija-se a rua do Drum
n. 44, que ahi achara cora quem traiar.
Na rua do Vigario n. 8,
vende-se superior gomma, chapeos de palha e
esleirs grandes e pequeas do carnauba, ludo
novo, fazenda boa, do Aracaty.
Delphina Marinha Dias Cordciro lem auio-
risado e constituido seus bstanles procuradores
para receberem dos diversos devedores casa de
seu finado marido Joo Tavrres Cordeiro e Joo
Baplista Compianno e Manoel MunizTavares Cor-
deiro. Recife 1 de iunho de 1860.
Precisa-se de um caixeiro para segundo de
urna padaria e que lenha as qualidaJes necessa-
sanas para supprir a falla fio primeiro cm algum
impedimento : aquelle que esliver as circuns-
tancias e afianzar a sua conducta, pode dirigir-se
rua larga do Rosario, padaria n. 18, que acha-
ra com quem tratar; na mesma precisa-se do
dous trabalhadores de masseira que enlenda per-
fetamenle do trafico.
Delphina Marinha Dias Cordeiro, viuva do
finado Joio Tavares Cordeiro, roga a lodos os
credores de seu finado marido hajam de apre-
sentar suas cantas, tanto de letras como de con-
tas de livro, o mais'breve possivel, para serem
conferidas e descriptas no inventaro a que vai
proceder pelo uizo de orphos, onde oa mes-
mo* senhores credores lem de se habilitaren pa-
ra serem atlendidoa.
O abaixo assignado declara que desde o dia
SO de maio deixou de ser caixeiro do Sr. Vicente
Perreira da Costa, assim como agradece ao mes-
mo senhor e a sua familia o bom tratamento qu
recebeu durante o lempo que fai seu servo.
Manoel Jos Ferreira Jnior.
Custodio Jos Machado, tendo chamado seus
credores no dia 28 do prximo passado, e nlo
tendo comparecido estes senhores no dia acias a
designado, do novo roga quefram apparecer no
dia 6 de junbt em sua cajaa na roa Direita n. 9.
Precisa-se de urna ama para comprar o
corinhar para casa de harnea nlleiro: na rua
do Queimado loja fi. 41.
C



i
jfivt r rg
lrmandade do Saotissimo I
Sacramento da matriz;

do Corpo Santo.
0 actual escrivao da iimandade do SS. Sacra-
rcento da matriz do Corpo Sanio de novo convida
a todos os seus irmaos para que se dignera com-
parecer no consistorio da irraandade, no dia Gdo
correnle, ao meio-dia, visto no dia 3 nao se ha-
ver reunido numero suDcientc, aflm de proceder-
se a cleico da nova mesa que tom de servir du-
rante o anno de 1860 a 1861.
Francisco Xavier de Oliveira.
OITerece-so um criado para casa eslrangei-
ra, pois entende perfeilamente decozuha : quem
pretender dirija-se ra do Collegio, tatema da
quina.
Na ra larga do Rosario, taberna do Lemos
n. 31, precisa-se de urna ama de leile.
O Sr. Antonio Aniceto da Silva que eslevo
noengenho Pimenleiras, na reguezia da Escada,
lem urna carta na ra do Queimado, luja n. 18.
Precisa-se
do um menino porluguez com pralica ou sem el-
la, para urna taberna em Beberibe, principalmen-
te dos ha pouco chegndos de fra, e lambom de
urna ama forra ou captiva, para servir urna casa
de tres pessoas : a tratar na ra da Gloria n. Gil.
ColIegio de Nossa SenUorag
[ doBom Conselho.
I Precisa-se de ctiados e paga-so bcm.
a
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro daa loteras manda fazer pu-
blico que se acham a venda, lodosos dias noes-
criptorio das mesmas loteras na ra do Impe-
rador n. 36, o as casas commissionadas pelo
mestuo Sr, thesoureiro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 o 16 o na rus Nova u. 56, os bi-
Ihetcs da quarta parto da quarla lotera do Gyra-
naso.Pernambucano, cujas rodasdevero andar
iroprelerivelmenlo no da 16 de "uaho p'roximo
futuro.
Thesouraria das loteras 26 de maio de 1860.
J. M. da Cruz, eserivo.
Leoncio de S Cavalcanti de Albuquerque,
subdito Brasileiro, vai a Europa.
Attencao.
Precisa-se de urna ama secca : quem preten-
der, dirija-s6 a ra da3 Aguas Verdes n. 45, casa
terrea, que achara cora quem tratar.
Convida-se aos Srs. credores de Barbosa
Lima para receberein no escriplorio de Piulo de
Souza & Bairo, na ra da l'cuha n. 6 : o que
lhes pertence no ultimo rateio, conforme as coti-
las apresciitadas em juizo pelos administradores
da raesma massa ; lindo o qual lhes scrao entre-
gues livros c u.ais papis em nosso poder aquel-
tes rehabilitadas, conforme o mando do \m.
juiz especial do commcrcio.
5$ r. Augusto Carneiro Monleiro da Silva @
j Santos, medico operador e parteiro pode ftt
$p ser procurado na casa Je sua residencia @
na ra do Rangel n. 10.
- O abaixo assiguado, morador na villa do
Brejo da Madre de Dos, previne ao publico em
gcral que nao faca negocio de qualidade algnma
com una letra sua, passada ao conego Francisco
Ruchad Pereira de Brito Medeiros em dezembro
do auno proiimo pielerilo. provenienlc delO!.no ,\T" """m lW10uIe.1 ',": >[rt>a"IS <*Mn-
vaccas que Ihe comprou. e cojo prazo deve findar i!\*** ?"', m C,br,0,e/ ,lc 2 ro'las e 2 as"
era rrovembro futuro, pois estando em boa f nao ; c t0S' descob rl : "a rua Nuva
duvidou passar dita letra antes de recebe-las, e Na botica da rua d> Calinga so dir que'"
como boje se acha convencido de que o referido i lem pira vender ud barcada em excolleiilc es"
cor.ego ja entao nenhuma rez possuia, faz esta lado, a qual carrega 203 sacios de assucar.
deelaracao nao s para salvar a sua rcsponsabili-
casa
na u
Aluja-se a cxceileute e couimoda
da rua cid Aurora n. 26 : a tratar
esma rua n. 16 A#
>H*&99 93
DENTES
\kVB12 1 IAIS.
gRuaestrcita do Rosario n.3
raucisco Pinto Ozorio colloca denles ar- #
ciaes pelos Joussy.stemas VOLCAN1TE, &
ipasdoouro ou platina, podendo ser
curado na sobredila rua a qualquer
'a.
$e9s @ @g @ @@
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Ljte & Gorreia era liquidacio, o obsequio
de rn ndarsaldar seus dbitos na loja da ruado
Que nado n. 10.
nho,
Costel
qum
Marn
reio
que \
Po
nt
O^Liedes de franee
piano
;^J Mademoiselle Clemence de llannetot '-'
^| de ManneviUc continua "a dar licoes de $
l, francs e piano na cida le e nos arrabal-
Jg des : na rua da Cruzn. 9, segundo andar. ef
mmsm &&m asesie n&m sisae m
Alniaoak da provincia,
Sahio a luz a folhinha com
o almaoak da provincia para
o crrenteanno de
dade, como para que ninguem possa allegar ig-
norancia. Villa do Brejo Ib de marco do 1860.
Pedro Cavalcanti de Albuquerque.
Precisa-se de una aiua quo saiba engom-
mar e cozinhar, para casa de iiomem solleiro :
na rua do Carnario n. 7, taberna.
Manocl Marlins Je Oliveira publica ao re-
pcitavel publico, o particularmente ao corpo do
cummercio, e ao Sr. Luiz Jos Marques, que do
l.dejulho vindouro deixa de vender espritus
nacionaes, na sua taberna sita na rua do Pilar
u. 13!.
Antonio Jos da Costa Cabral prelendendo
comprar a taberna da rua Direita n. 9!) perten-
centes a los Loorenco de Menczes, c como de-
seje fazer esta compra lino e desembarazada,
pede a toJos os credores do dito Sr. Henezes a
reunir-se na mesraa rasa, no prazo de :j dias,
afim de tratar de tal negocio, lindos os quaes o
mesmo cima nao lera responsablidade por qual-
quer Irausaeco tendentes a daa taberna, ou com
u mesmo Sr. Henezes.
Sr. Andr Alves da Fonseca Jnior queiru
por favor ir ou mandar ;'i rua Nova, luja n, 7 a
cegorio que nao ignora.
(i Sr. Juao Luir. Gonealves lera uma'earta a f lc
vmda de-Lisboa, na rua do Vigario n. 19, "pri- 4Uai se Ventle a
meiro andar.
Aluga-se um qnarto no interior da oseada
de um sobrado, preere-se algutn moco solleiro :
trata-se na travessa da rua Bella n. 6."
Precisa-se de um caixeiro para teberna : a
tratar na rua Imperial n. 41.
agencia los fabricantes america-
nos Grouver & Ituker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Jolsnston & C, rua da Senzala Nova n. 52
DENTISTA FR/INCEZ.
Paulo Gaignoiix. dmi!e -... j.- r. *<
t-me$jim%G .^mm-^m
z

una
penU
Boa-
sas
sard;
babo
assii
para
va a
vida
UlOb rEftAMBCO. SEXTA IpeiRA S DE JNtO DE 1860.
Os Srs. Antonio Cardoso de Mallos Sobri-
Anlonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Guimaraes, Guimares & Alcoforado. Joao
Pereira Arantes c Miguel Alvares de Abre-
ho, queiram apparecer na repartido do cor-
fim de sattsfazerem o porte de urnas cartas
icram da sec retara de polica.
uoi corle de cabello e
ITrisamento S00 rs.
'5>
Ghmde e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuos precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de S saias
Ditos ilitos de ditos de seda de cores
cora babados
Ditos lilos de ditos de gaze phanlazia
de cores
Rorae ras de Gl de seda preta bordadas
\ istia ; de grosdcnaples preto burdadas
con froco
Grosdmaples de cores com quadrinhos
cov
Ditol
Seda
Diial
ido
Rua da Imperatriz n. 7.
Leomte acaba de receber do Rio de Janeiro
o prii i'ro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro viudo de Pars. Esto eslabele-
cimei
pos
objec
rao s
gios,
baile
nhor.
lo est hoje as melhores condicoes que
ivel para salisfszer as eucommendas dos
os em cabellos, no mais breve lempo, co-
jan) : nrralas aLuz XV, cadeias de relo-
araceleles, annes, rosetas, etc., etc., ca-
ras de loda a especie, para homens e se-
s, lava-se igualmente a cabeca a moda dos
so preto e de cores, covado
avrada preta e. branca, covado 1}J e
sa prela e de cores, com 4 palmos
de argura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze Irans-
paenles
Dilos) de ditos de cambraia e seda, corle
Carutraiasorlandys de cores, lidos pa-
drdes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tirad e entremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
D"la! de fil de linho relas
Chama de seda de lodas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditoi de dita do algodao bordados
Pan 10 preto e de cores de todas as qua-
lt ades, covado
Case miras idem dem idem
Gollnhas de cambraia a
Cha es de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas asqualidades
Enfiles de vidrilho franceses pelos e
de coies
Abqrluras para camisa de linho e algc-
dpo, brancas c de cores
Saiis balao de varias qualdades
Taftl rxo, covado
Estai us-Unidos, sem deixar urna s pelieula na Chitas francezas claras c escuras co-
vpdo
a dos clientes, para salisfazer os pretenden-
lerfio feilos em sua fas. francezas de cores, vars
prescjnca.se o desejarem, e achar-se-ha sempre f X CS8U5 d8 Unh m"
jessoa dsponivcl para cortar os cabellos, e
ar as senhoras em casa particular.
L' chegado loja de Lccomle, aterro da
'isla n. 7, o excedente leile virginal de ru-
anca para refrescar a pelle, tirar pannos
scespinhas, e igualmente o afamado oleo
sa para liipar e fazer crecer os cabello-
como pus impeiial de lyrio de Florcita !^|^
borluejas e asperidades da pelle, conser-
resenra e o avelludadu d iniuiavera da
L'ni completo sortimento de roupa feita
f

9
9
9
1200
8
3&000
19500
IOjOOO
16J00
18000
9
9
9
9
9
8
900
9
9
(640
9
3>500
6fl00
500
5*280
J500
(800
sendo casacas, sobrecasacas, paleto,
colleles, caigas de muitas qualidaiies
de fazendas
Chapeos fraceczes finos, forma moderna
Um sorlimenlo completo de grvalas de
seda de todas as qualdades
Camisas francezas, petos de linho e de
algodao trancase de cores
Ditas de ustao brancas t de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivasmuito finas
Um completo sorlimenlo do fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de sedapara menina, par
Luvas de jf8**de Escocia, pardas, para
_ menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina de cores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu--as de
seda bordadas, lisas, para seuhoras,
homens e menines, de lodas as qua-
ldades
Cortes de col'ete de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezilas ou sombrinhaa de seda com
molas para senhora
Sapatiuhosde merino borJados proprios
para baptisados, o par
Casiiielas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Setim liso de todas as cores covado
Lencos de gorguro de seda prelos
Relogios e obras de ouro
Cortes de casennra de cores a
9
S9500
9
8
9
8
9
8
9
Ia600
Attenco.
No holel Trovador, na na larga do Rosario n.
44, nico no bairro de Santo Antonio, e offere-
cendo por .sso populaco inteira dessa bella
capital loda a acoromodaco no que respcUa ,o
conforlavel, contina a servir de ludo com prom-
plidao e asseio, por menos do que em qualqucr
oulro holel nesta cidade.
Altenco.
B
curso pratico e theorico de lingua fran- $
ceza por urna senhora franceza, para dez &
g mocas, segunda e quinta-feirade cada se-
mana, das 10 horas at meio dia : quem &
| quizer aproveilar pode drigir-se a rua da A
! ,r2 i*9' se8und anJar. Pagamentos
\$ adiantados.
LASA LISO-BRASLEIKA,
% Goklen Square,. Londres.
J. G. OLIVEIRA-iendo augmentado, com to-
| mar a casa conl.gua, ampias e excellenles ac-
. commoJaes Para muito maior numero de hos-
83'20 pedesde novo se .-ecommenda ao favor e lem
182(10 branca dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
9700 visitera esta capital; continua a prestar-lheseua
,, \ser"',c.se onsoOicinsguiando-os era /das as
lflOOO I pa.z etc.: alera do porluguez e do irjei ialla-se
na casa o hesnsiihol e francez.
.^i Jl'ar^""i'is-C0 dcCarvalho manda para Por-
SSdo f:'h0 Joaodev,ne"or idade- ^n conipa-
nina do Joaqun) Lu/. Vieira.
i7,S s1enhor: s iue tiveiem em seu poder le-
tras sacadas pelo abano assignado e aceites por
Ilnago da Cosa Ferreira Estrella lenhVnV .Do"
dade de levar ou mandar loja de Vidal i Bas
los na rua da Cd.ia do Recic n. 56 A, orna
nota com deelaracao de seus nomos das amias
das mesmas letras e dat pocas de seus venci-
2ooo memos. Recite 4 Je junho de 1860.
c Anlonio Joaqun) Vidal.
terri^t r'-qu nn"ndU vcnder llns Mlosde
mero 21 fdros'*PP"" 'a do Rangel
9
9
2c50U
1{000
1S600
8
I
MI
5;0C0
uu-
NATURALLE DE VICHY.
na botica franceza rua da Cruz n.22.
L
w
800 rs. na
praca da Independencia 1 ivra-
ria n. 0 e 8 eontendo alm lo
Calendario ecelesiasco e
civil:
Noticia dos principaes esta-
llos da Europa e America com
o lime., idade etc. de seus iin-
iix, dentista, rua das La- 21 .
rangelras lo. Na mesma casa tum agua e 3 pCriiUOrCS, reiS e presidentes.
p di-milico. - uesumo dos nnjiostos
Uenlisla de Pars.
15- Rua Nova-15
Fredenco Gamier. crurgiio dentista
raz lodas as operaoks da sua arte e col-
H loca denles arliflcraes, ludo com a sui e- '
'0"dado e perfeifio que as pessoas en- M
<* tendidas ihe recooheeem.
"|mJ^!SS*JLP-'" fficios ele.
~...-- --.
MU
i?-v -; ./
-Mu
l'ne
mm\m paiu \m.
Esli venda na nvraria da praca da Inde
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 18150
pressas nesta lypographia, dasieguin tes qual-
dades :
ge
municipaes
W
)LniNHA RELIGIOSA, eontendo, alera do
kaleudaro e regularaentodos dretos pa-
rochiaes, a coatinuaco da bibliolheca do
Crslao Rrasileiro, que se compoc; do lou-
vor ao santo nonie de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Sanio e
? N. S., a imifacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commeuioracao ao SS. Sa-
cramenlo e N. S. do Carmo, exercicio da
\ ia-Sacra, directorio para oraco menta
dividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos c anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
-o'Jtras oraces. Preo320rs.
ir A DE VARIEDADES, eontendo o kalenda
rio, regulamento dos dreitosparochiaes.e
urna collecrao de ancdotas, ditos chisto-
sos, cuitos, fbulas, pensaraenlos moraes,
jeceilafi diversas, quor acerca Je CAzinha,
fuer de cullura, e preservali/o de arvores
e ruclos. Preeo 320 rs.
'ITADE PORTA.a qual, alm das materias do
costuras, contera o resumo dos direitos
parochiaes. Pre o 160 rs.
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na rua do Col-
eg venia a. 25 ou na rua do Queimado loia
n. 10. J
D
raes, provinciaes,
jt|epoiciaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Em pregados civis, milita-
:"es, ecclcsiasticos, lilterarios
le loda n provincia.
Associfres cominerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
i'ias e particulares.
Estabeleciineutos fabris, in-
dustriaes e corumerciaes de
todas as qualidades como lu-
jas, vendas, acougues, enge-
uhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfiui para todas as
classesda sociedade.
Sipop du
orFORGET
JARABE
Este xarope est aprro\-3dd
__Icomo sendo o mellior para cu
affecces dos brjncbos, ataqiies de peito, rritaedes
pela maiib, e oulra noile so suriicienles. O (lcito
lempo o doente e o medico.
O dtposito na rua larga do Rosario, botica de B^rtholonto Francisco de Souza, n. 36.
FUNDIQAO

acha-se conve-
los mensaes para
remuneracao de
Assignatur. de banhos fros para urna pessoa pormez.....
momos, de choque ouchuviscos por mez
Series de r.artnes e banhos avulsns aos oreos anuunciados.
10|000
isjoon
[GRASBE SOftTIMEMO
Precisa-se de duas ama?, urna pa- (
ra cosinhar e oufra para engomiEar, s
dndose prefcrericia a escravss: a 1ra-
jtar na ruado Imperador n. 15.
Wm Direita4S
De 5$000 aG^OOO.
O projrrietario deste estabtlectmento
entao.
ga-se un sobrado de* um .indar que t,
salas, S surto* bou, cozinba Mr*, na rua In pe-
rial. a tratar no oltimo sobrado da rua Al-
que fica o oit.io no vifWo do Sr. Muniz.
AJuga-se um( PSfraa muito esperta, hu-
iMa fiel: quemprerisar de seus ser
d ja-soarua da Praia n. 83, secando
que achaia tom quem tratar.
anda i,
Atteii,
No botequim d'aguia de ouro, na rua ostreil i
^Rosario n.3, eonfronle a ru das Laran
ras em todos os das das 7 horas em diam
manhia papa defarinha do MoraohSo e ara,
Irrcisa-sc de um raixeiro uno tenha
a de taberna : na roa do Raoi
de massas, se dir
^^i.
quem
prali-
gel n. 6, deposuo
precisa.
E...... ?-rf , i i u --Consultorio central homconathico:! ,ao e',atio I'0,,co ,i>onSei,
WllIJja l ,UUl,a ICIlfl I TPr&TP^nWtroriTr^ S *-~+**mi*meo phiUn-
NltUBDBIlICft. .
-0 Continua sob a mesma direccao do Ha- S
5- noel de Maltes Teixeira Lima) professur -
r em hoineopaihia. As consultas como d'un- &
% ts. S
I \ i
Botica central hoineonalhiea

i
IDH. SABINO 0, L PIMO-
fj No vos medcanienltishomeopalhicos en- i->
vj vindosda Europa peloDr. Sabino. S.
--5 Estes medicamonlos preparados espe- M
cialmenle segundo as necessidades da lio- S.
-i
@ racopaihia no Brasil, vende se pelos pre- 5
8
POR MEDIDA.
Sai loja e arma/.em de Joaquii
Rodrigues T. de Mello.
Una do Qucuwao W 8T,
e m sua loja de 4 portas.
T< ni um completo sortimento de roupas feilas
e po medida a rontade dos freguezes : caigas de
case nira e de brim, colleles de diversas quali-
des, sobrecasacas de muito bom goslo, um sor-
liu.e ilo de paletols de panno e de casernira, al-
pac, laaziuha, riscadinhos e de brim, quo tudoltS "s conhecidos na botica central horne-
se v
llmel
de
lo si
lez
irlo
pai
seda
com
olii
chai
tern
zas
deg
lodd
seri
prec
ven
a di
peiioresa 1G$, chapeos de sol de seda in- \ I \ *V~%f*rr\
s dos melhores que tem vindo ao mrcalo, lltCHLtlU
francezes de diversas qualdades, ditos de Os cTeitos anlepidmicos, que sao produ/dos
o grandes o pequeos, corles de vestidos de j pelas furngaces hygicnicas de Guylor. de Mor-
de variados gostos para diversos preeos, um
ilelo soilimeiilo de bordados e enlre-meios,
hase manguitos, ludo por preeo commodo ;
deseda e laa de goslo mais apurado que
ipparectdo a 1$280 o covado, chitas france:
r,uito superiores de 250 at 4(0 rs. o covado
islos muito delicados : um grande sortimen-
fazendas francezas e inglezas e allemis que
veau, sao efficazes, como prova a experiencia qd%
dellas se lem lirado ltimamente. Os vaporas
que se elevara do urna formula desta fumigacao
bastam para desinfectar um espado de 340 pCs
cbicos ; e de 10, as nilricas, assim explica Car-
nichael Smitli. O andaco que nos vecha de pr-
senle, lem ceifado muias vidas, e convem que
(para prevciiir-sc o mal, antes do que cura-lo de-
imposs.vcl aqu se poder mencionar com pois de apparecido) as pessoas desta cidade onde
i oulra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram i
botica n. 88, na rua Direita, onde se acha ven-
da quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na rua da
Praia n. id, reconhecendo estar a sua casa alTec*
tada desla epidemia, pois quasi lodas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assgna_do, que subministrando-lhe a fu-
e mais era conla que em oulra parle sendo
heiro.
DOFORGET.
pelos mais eminentes mdicos de Paris,
-ar conslipacoes, tisse convulsa e ouins,
ervosas e insomnoleucis: uina colherada
desU! excelente xarope snisfaz ao mesmo
me-
DO
I).
Rua do Brum (passando o chafarial.)
l\o deporto deste estaYielecimcnto sempre lia graluue sortimento de
enanismo para os engenhos de assnear a saber:
Maias moendas com rodetasmotorasoaraaptia ravallm ,', K:. i j n j
Taixa. de ferro fundido e batido, e de cobre acabada, en agu.lhoes deaza. ;
Au^mT if caU?' ,v^e port" de'ferro Para a! oralh";
L. K 6 l0d8 r0'tamanho P" vapor, agij^cayallo. ou bo. ;
Agmlhe, bronze e parausos, aradoi, eixos e rodas para carrocas, formas giWamzada* para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o onram, pela longa experiencia que elle temado mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim
assim como pe*continua^o da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontadodo cada comprador, e defa^er osconcertos de que p3dero necessitar.
migacao', produzio ella saltiUres resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumslancias, que
preci3arem das uesinfecces, o achaiao sempre
prompto para mandar eflecluar a devida appliea-
:ao. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
lo approveitm, e previnem a invasao das epide-
mias no inlerior das habitares ; assra como
de importante ulilidade a sua applica?ao as fe-
rida3, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado do putrefacto. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O prejo de
2*000.Jos da Rocha Paranhos.
COMPA\HIA
ALLIANCE
Estabelecida era Londres
pl
trpico em pcidos leus antigoi fre-
guezes, tem a honra c!e elle rece i -Hies
um resto de boizeguins de bezerro e
lustre, un muito bom etado, medanle
a retribucSo cima.
@'$3i^P^gfO Sftfi
W Dr. Carneiro Monleiro aproveitando da S
proporcao que tem para mais fcilmente
? executar oslrabalhos de parlo, e aconso- S
?5 Ihado pelo feliz resultado que tom oblido
"i em multiplicados parios laboriosos, tem A
9 feilo sua esperialidude sobie ete' ramo S
5 para o que podei ser procurado a qual-
quer hora, na roa do Itaiigel n 1.
OITerece-se para caixeiro de loja um peque-
o bastante esperto, o qual j lera alguma prali-
ca : quem pretender, diiija-se a rua da Cadeia
n. 35, loia.
Altenco.
o
Acha-se estabelecida nasua^e Jasmim do
bairro da Boa-Vista urna nova fabrica de feneiro
com lodas as proporces n.-cessarias para bem
desempenhar quaesqoer eucommendas, tanto de
obras novas como de concertos de toda a espe-
cie relativamente dita arto. O proprklario do
dito eslabelerimenlo, (uilherme Daipel, promel-
le executar com promptidao todas as eucommen-
das que lhc forcm fcit.is, e por isso
rnddjuvado por todas as pessoas
de seus servicos.
Precisa-sede urna ama de meia idade para
casa de pouca familia : na camboa do Carmo nu-
mero 15.
Precisa-se alugar ura andar de sobrado que
tenha bons commodos para familia, e era algu-
nias tas mas dos bairros de Sanio Anlonio ou
iioa-\isla : quem o liver, queira procurar na rua
da Imperatriz n. 48, segundo andar, que achar
com quera tratar.
espera ser
que precisaren)
Msica.
Reccbcu-se pelo ultimo paquetefcni-
tas msicas para piano : na ma Nova
n. 43
Loja de marmore.
ai los uboi:
CABELLEIREIRO. If
I Praga da Boa-Vista n. .
Participa que lendu recebido nm eran- V
52 de sorlimenlo de cabellos de Paris, ada- f&
^ se prompto para Batisiuer no mais breve '
da
Prevala.
Jos Domingues Pimenla promove iceio de 1-
bello contra os h. renos da tinada I) Francisca
Antonia da Fonseca c coiwlando-lhe queri
estes v^der o. ,ue lhes tocar c m paitilha, ...
e.Urpara, na rma da le, BatisdVrem o Ju>-> o
queso ( publico para que ninguem se ,' a
'fhomaz Whiiman, subdito Iuglez e sua se-
nhora, vio para Inglaterra
Manuel Jos Dantas Jnior vai n Portugal
tratar de sus saude ; quem com o mesmo lier
cenias apresentc-as a seu pai, no prszo de8dias
na rua das Boias, ou na rua nova de Sun.. Rila
- Precisa-sede un .rabalhador: n. Onacao
rua do Pilar n. 118.
- Joanna Maria da Conreicao, eonhecda por
Joanna dos Pasaos, faz lembrar a ularia da rua do
Mondego, que para o concert do sen sobrado da
Trompe nunca comprou nada a crdito, para cu jo
litn sempre leve o diodeiro necessario, e se es a
otaria se acha cora direiio de ser credora della
pode apresenlar a letra, carta ou bilhele d,l,
Joanna que sera paga em continente, islo no
prazo de ires das. '
- Precisa-se fallar ao Sr. Jos Simos Pi-
menla, que se mudou de O.inda para o lie lio i
'gnora-sea rua, a negocio de seu iulere.'se ; r'o-
ga-se-lhe queira anuunciar.
O abaixo assignado vai a Portugal cora sua
senhora e 5 hlhos menores, 1 criado e 1 criida
deixando por seus procuradores, em primeiro
lugar seu socio Antonio Manoel Bastos ; em se-
gundo Jos Joa [uim da Silva Gomes, e em tr-
ceiro Joao Francisco de Camino.Joaqun Luiz
titira.
la
El
CAPITAL
Cinco miWioes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers 4.C* tem a honra de In-
formarles Srs. negociante*, proprietartos de
Msas, eaguemmais convier, que esto plena-
mente autorisadoa pela dit* companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de telha o igualmente sobre os
objectos que coutiyorem osmesmos edificios
quer consista em mobilia ou em fazendas d
qualquer a]idade.
Na travessa da rua das Cruzes n. 8, segn -
do andar, ao p desta lypographia, tinge-se com
perreicSo de qualquer cor, e mais barato que em
oulra qualquer parte.
Nova casa de pasto
da aguia de ouro.
Na rua estreita do Rosario n. 23
confronte a ruadas Larangeiras, forne-
ce-sealmocjoe jantar com todo o asseio
e promptidao e mais barato do que em
outra qualquer parte, assim como se
achara' comidaDrompta a qualquer ho-
i
J. D. Frick de Lisboa, tem a salUraco 3
de informar a todos os seus amigos e cor- |
respondenles, que o seus despachos le-
-'egraphicos pelo vapor Magdalena, fo- |b
rara os primeiros que so enlregaram na 5c
estaco telegraphioa de Lisboa.
ra que se p
BollinhoSo
Bandejas enfeiladas. com diversos goalos, dos
melhores bohnhos do nosso mercado, em porcao
de libras ou a relalho, que conserram-se rauito
l!iD, l?"qu.C 0U ,,8eni a!im co<> Pudios.
pastis de nata, creme. tortas, ou oulra qual-
quer pasteletiapara.desswt.: tambera preparara-
se Dolos finos para o tempo de S. Joao e S. Po-
dro, das melhores qualdades da maso* molhada
e secca superior, tudo com o melUr a*Mo.-roj.pMCa ,ja independencia*,
hiaii em conta do mercado, dirija-sc a rva-daf | .
Penha o. 25, para tralar-se.
gjCollegio de Nossa Senhora
do Bom Conselho.
tt DIllECTOR *jj
gO bacharcl Joaquioi Barbosa Lima.
H Esle estabelocimenlo transferido nu
K da 6 do correnle para a rua da Aurora {Ji
Eduardo Candido de Oliveira, vai a Lisboa.
Ama de leite
Precisa-so de urna ama deleite; no siiio da
viuva do comendador Luiz Gomes Ferreira. no
Mondego.
Joaqum Marcolino da Silva declara quede
hoje em dante se associou cora o seu cunhado
Bernardino Dias Ferreira, gyrando com a firma
social de Ferreira & Silva, ficando todo o aclko
e passiw do mesmo a cargo de ambos. Rccifc
1.' dejunho de 1660.
Na rua do Imperador n. 22, loja de louga,
aluga-se urna negra para engommar e coser.
Domingos Gomes da Silva Saraiva rclira-se
para Portugal a tratar de sua saude.
Ama.
Precisa-se de urna ama boa cozinheira ; na
rua do Crespo n. II.
Antonio Luiz dos Santos &. Rolim avisam
que ninguem faca transaccao com urna letra da
qnantia de 2:943a20O. a vencer-? 2ida.ja-
neiro de 1861, sacada pelos mesmos, e acota
por Francisco da-Guerra ifachado, da praja do
Cear ; cuja letra incluida em urna carta que Ji-
rigimos era 30 de IbarQp prximo Passado, no
vapor Cruzeiro do Sul. a Manoel de Moura Ro-
i.n. jtgM^Ua cidade. foi extraviada: fica, prr-
laSUi'sCTiFnPito a dita letralfcaso venha a ap-
parecer, visto ter' p-dito Sr. Guerra aceitado pu-
ira de igual vSlor. "
a 5r. Francisco Xavier de Mallos f el tes
tem urna carta do norte, nalivrsria ns. 6 e S da

Jos Ricaud, Hespanhol, Tai a Lisboa.


:^"-f .;-.:-.<
"'______________ -______________________
l>
tUItlO DE PERWAMBCO. SEITA FFIRA 8 DE JUWHO DE M60.
BARATO SO NOPROGRESSO
DE
Nesle armazem de molhados con-
Sal do Ass
b-c a bordo do hiate Bom Amigo : Ira-
n o capilio Perera Jfarinho a bordo, ou
dePalmeira & Bellro, na largo do Cor-
on. .
mde-se uro carro 6 bo de trabalhnr na
a, ludo em pcrfcito oslado, pelo diininu-
de 200J : quem quizer,appaaec,a na So-
padaria n. 16, para ver.
AttencAo.
Vend?ra-so 20 mondas de ouro, portuguezas :
Vend
ta-se c
em cns
po San
V
alfande
lo preg 1
ledade,
na ra
V
tro a 2(0 rs. a garrafa : na ra da Lapa n. 13.
V
a-so a vender os seguirles gneros abaixo mencianados de superiores qualidades c mais barato andar 1
que em oulra qmlqucr parle, por serem a niaior parle delles reccbidos em direitura por coala c sueco
topnetanos.
Manteiga ing\eza
-., 1 :' lamente flor a mais nova que lem rindo ao mercado
;. far algum abatimento.
frauceza
de CO a 800 is. a libra e ora barril
Qucjos l'\amci\gos
muito .ovos recenlemenle chegados no ultimo vapor da Europa de 1S700 a 3J e a vista do gasto
fue o freguez Qzer se far mais algum abatimento.
Queijo prato
as mala novos que cxisleru no mercado a !{} a libra, em porro se far abatimenlo.
jYmeixas francezas
en, latas de 1 1[2 libra por 1S300 rs., c em campoteiras de vidro conlendo cada urna 3 libra
por jOOO.
Mustavaa i i\g\eza e ranceza
2iu frascos a C40 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
Ycvaa&eiros figos de comadre
em caixinhasde 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1600 rs.
raa cas
orinogi
rial, or
a mais nova que ha no m
llo\aeUu\iuft. inglcza
reado a 21) rs. a
lira e em barrica com 1 arroba por 43.
Potes vidrados
te 1 a 8 libras proprias para manleiga ou outro qualqucr liquio de 400 a 1J-000 rs. cada um.
lYwieiuXoas concitadas pvo\>i*Vas pava sorles
de S 3oao
a Ijj! a libra e em frasquinhos, conlendo 1 1(2 libra por 2J.
Ai \u*eo, \iysoa e \cvo\a
os melhorcs que ha ueste mercado de 1(600, 2-5 c 2500 a libra.
Macas ein caixiiias de $ \i\iras
conlendo cada una diferentes qualidades a 4)500.
Palitos de denles llenados
em mollios cjm 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijolo fvancez
iroprio para limpar faca a 200 rs.
Conservas inglezas c francezas
era latas e em frascos de differenles qualidades,
Viesa utos, chonricas c palos
o mais novo que ha nesle genero a 480, CO e 720 rs. a libra.
lalas de \*o\ac\\u\\ia de soda
de differenles qualidades a t>G0O em porco se far algum abatimento.
Tambera vendom-se os seguintes gneros ludo recenlemenle chegado c de
qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelada do mais afamado fa-
jas Flores, taberna n. 37.
rade-se effeclivamente sement de coen-
ende-se na ra Direita, sobrado de u
33, defronlo da padaria, doces de calda
larabem se fazem bolos chamados de S.
Joo, c ifi-iudos com capellas, ramos, coracocs
com le reros, coroas, ludo de olfinim ; na mes-
1 se fazem bandejas de bolinhos de lindas
es, queserviram no baile de S. M. Impe-
ladas com o melhor goslo, dasquues lem
urna ft 'laleza ; lacnbcm se fazem pastis de ra-
la, do '.es d'ovos, jaleas de fructas c de subs-
tancia,
\ ende-se urna carrosa nova, d'agua, bem
ida, por prego muilo commodo : nos Afo-
rua de S. Miguel n. 39.
lliores machinas de coser dos mais
autores de New-York, I.
Singer SCe Wiieeler & Wilsoa.
Eo novo eslabcleci-
mcnlo vendem-se as
machinas destes dous
autores, mostram-sc a
qualqucr hora do din ou
d3 noiie, c responsabili-
samo-nos por sua boa
qu.lidade c seguranca :
no armazem de (azendas
do Raymundo Carlos
Leile & Irruios ra da
menle alerro da Boa-
Imper triz n. 10,
Vista.
anti
Ra do (Jueimailo n. SI
A 30S cortes de vestidos de seda quecuslaram
otty; a 16} cortes de vestidos de puaulasia oue
custaram 30; a 8S chapelinhas para senhora:
oarua do Queimado n. 37.
REMEDIO INC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWA* *
Milharesde individuos de todas'aanacoea po-
dem testemunhar as virtudesdeste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, quo
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mesa-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega-
do inutilmeute outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os dias ha muitos ainios ; e a maior parte
dellasso lo sor prndenles que admiran, so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reeo"
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soflrer a
amputacol Dolas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submellerem essa operagao dolorosa foram
curadas completamente, mediante o uso dess
preciosoremedio. Algumas das taes pessoa n
enfusao de seu reconhecimenlo declararam e
tes resultados benficos diante do lord correge!
dor e outros magistrados, am de mais autenti-
carem sua rraativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
Uvessebastante confianca para ensaiar estere-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentrataloqueneccssitassea natureza domti.
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente
Que ludo cura.
*uaSHeaio8 til, mais particu-
*a,'meite uos scgniulescasosi
lullaiumacao dabuxiga.
da matriz
e.
lielegios e candieiros
americanos.
Ach i-se venda no escriplorio de Adamson,
Howu & C, na ra do Trapiche n. 42, um va-
riado) orlimenlo de rclogios e candieiros ameri-
canos para cima de mesa, os quaes serao vendi-
dos per mdico prego, a dinheiro vista.
"ende se a casa da ra da Roda n. 33 : a
1a ra do Queimado n. 4, on na ra do
n.l.
tratar
Crespd
1
i
S
I i
.. b 1 los, por isso promeitem os proprietanos tenderen por muilo menos do que oulro qualquer '
lelem mais larabem serviremaquellas pessoas que mandarem poroulras pouco orticas como i
< riessem pessoalmcnte ; rogara taubcra a lodos os souhoresde cngei
1 ieiram mandarsuas encommendas no armazem Trogresso que se lhes
o acondicioiamcnlo.
io-lF)zendaseokasfcilas
"Loja
oes
m
DA
L

Gompram-se es-
cravos.
Compram-se, vendem-sc e Irocnm-se cscra-
vos na ra do Imperador n. 79, primeiro andar
Terceira parte da primei-
ra do Espirito Santo.
Os abaixo nssignados venderam da lotera su-
pro os seguinles premios :
Ns.-71l 5:000$ Bilhcle.
202 1.000 lquarlo.
A garanlii d paga na ra na ra do CoUego
I!. 21
I.ayme & Madureira.
Praca da Independencia n. 4.
O Ur. Cosme de Sa' l'eieirag^
le volt desua viagem instructi-P
stiva a uropa continua no'exer-n|
:iciodesua proQssao medica.
Da' consultas em seu cscrpto-fjj
rio, no bairro do llecife, rua da'
Gruz n. 53, todos os dias, menos!
ios domingos, desde as 6 horasj
Ut as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos :
l*. Molestias de olhos ;
l*. Molestias de cora cao e dei
peito ;
). Molestias dos orgaos da gera-j
cao, e do anus ;
\i'. Praticara' toda e qualquer
operacao quejulgarconvenien-!
te para o restabelecimento dos?
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-!
3 nente, e na ordem de suas en-
jeradas; fazendo excepcSo os doen- i
V.es de olhos, ou aquellesque por
notivojustoobtiverem hora mar-;
hada para este Gm.
A applicacao de alguns medica'
oentos indispensaveis em varios!
i:asos, como o do sulfato de atro-
1 >na etc.) sera' feito,ou concedido]
gratuitamente. A confianza quei
I elles deposita, a presteza desuaj
liccao, e a necessidadeprompta'
le seu emprego; e tudoquanto o)
lemove em beneficio de seus
doentes.
Grammaticaingle-
za de (MIendorff.
Novo methodo para aprender a lr,
a cscrver e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova,, para uso de
todos os estabelecimento* de nstrucefio,
pblicos e particulares. Vende-e na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
egio) n. 37, segundo andar.
Sentiaella, alerta.
O abaixo assignado, conslando-lhe que lgoem
ssera per ah que pretenda interromper os 1ra-
Wos da Compaohia Apollo 11 para depois nelle
se-eBtsixar, atiaoca de baixo dopalavrs decap*-
doei, quo u| ao ha, Deo| me livre de fazer
* MUrcaeia com inveja do
Meta wtouill...
BaSSS=9SSS=S=9S
Largo do Carmo,
a dellorlas n. 2, corr
a arroba.
Compra-se
esquina da rua de Horlas n. 2,
nacs a 3J200 a arroba.
compram-ss jor-
um carriuho de mo que csteja em bom estado ;
na rua da Glorian 69, ou annuncie.
Precisa-se comprar duas malas de vigem,
quem liver annuncie.
em bom estado'
Vendas.
Bichas de Ham-
burgo.
Eslo venda aos ceios e a retalho, chegadas
pelo ultimo*havio de Hamburgo : na rua eslreila
do Rosario n. 3, loja de barbeiro.
Vende-se urna cabra (bicho) muito boa com
aous cabrilinhos : na rua do Ouro n. 1.
Attencao.
I33fa& i^
GRANDE S0RTIHENT6
DE
Alporcas.
Caiuibras
Caitos.
rl"res.
^0lladuras.
'ea de cabeca.
-das
-d
costas.
da cutis
las.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
I'ulmoes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas
Tinha, em qualquer par-
tf que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarliculaces.
Vcias torcidas ou noda-
KA
e armazem
DE
\os membrO
Ln|er,,Hdades
emgeral.
ni'asdoanus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fistulnsao abdomen.
Fnaldade ou f.ilta de
calor as extremida-
des.
Priciras.
Gengirasescaldal
l'ichaeoes
I"1animacao do ligado. das as pernas
Vende se este ungento no eslabecimento
geralde Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
Jo snl.Havana e Hespanha.
Ven le-se a 800 rs., C3da boectinha contm
urna nstruegao em prtuguez para o modo de
zer uso deste ungento.
O deposito geral 6 em casa do Sr. Souru>
. pharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Per-
|! nambuco.
LOJA DO VAPOR.
Grande < variado sorlimcnlo de* cs, roopa feita, miudczss finas c perfumaras,
ludo por menos do que em outras parles : na lo-
ja do vapor na rua Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inesiimavel especifico, compoclo inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, eacompleigo mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feilos.pois bu|caeremoveasdoen$a3 de qual-
quer especi* e grao por mais antigs e tenazes
que seam.
Eutre milharcs de pessoas curadas cora este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e toreas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis aducas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
eicazes elTeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Colla.
Ilemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indi^estes.
Inflammaces.
Ir reg u aridades
menstruaco.
Lombrigasd'e toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstruyo deventre.
l'htysica ou consump-
pulraonar.
Retenrao de ourina.
liheuraatisrao.
Symptoraas
rios
Tumores.
Tico doloroso.
'Ulceras.
Venreo (mal).
=
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou exteruia-
co.
Debilidade ou falta de
forjas para qualquer
cousi.
Dysinteria.
or de garganta.
de barriga.
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditos ongado.
Ditas venreas.
Enxaqueca
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Grande sariimento.
45-Rua Bircilr45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Hornera.
Borzegain&ariitocraticoi. 9.5000
Ditos (lustree bezerro)..... 7<000
Borzeguins arranca tocos. 7$000
Ditos econmicos....... C000
SapatGes de bater (lustre). 5000
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar) ......5^000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4j500
Borzeguins para meninas (Cor-
tissimos)..........4000
E um perfeitosortiment de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso :
De i e 6?.
Na rua Direita n. 45.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem a senhora,
secunda- de um ,los mdhores fabricantes de Liverpool,
^elo ultimo naauelpinffl a
Southal
Compras,
S jpr. -irija- Tg StttBS
Na fabrica de lamancos da rua Direita n. 29,
confronte ao deposito de rap Heuron, contina
a ter grande sorliraento de lamancos de todas as
qualidades, tanto em porcao como a retalho, e
mais baratos do que em oulra parle ; visla dos
compradores se far todo o negocio ; tambera
lem de couro de luslro a i J o par.
Vendem-se 6 bahus de tartaruga, por prero
commodo : na rua das Aguas Verdes n. 102.
Vende-se a armacoe pertences de taber-
na, o aluga-se a casa a qualquer pessoa que pre-
tenda se estabelecer com pouco ou mais fundos :
quera pretender, dirja-sa a rua do Araeo, ta-
berna t.
Erva doce.
Na rua das Cruzes n. 4t A, vende-se rva doce
de boa qualidade, tanto em arroba como em
libra.
Vendem-se pes de folha o melhor que po-
de haver; na rua Imperial, padaria n. 55.
Papis para sortes.
Na rua estreita confronte ao Rosario, loja de
calcado, onde foi confeitaria, vendem-se papis
picados com eslalo para sortes, por preco que
admira visla do trabalho. H
Vende-se urna linda escrava crioula de
20 annos deidade, sem deleito, e com habilida-
des : na rua da Praia, primeiro andar n. 43.
Vendem-se duas casas terreas na
rua Augusta, bensjdjlptdas e noves, os
pretenden tes difl^^HFa rua do Viga-
rio n. 17, BxftH;
Vende-se a taberna da rua da
Praia n. 48. ^m
Vende-se doce de goiaba muito
Gno em caixoes de 4 libras a 2^000 e
1#600 : no pateo do Carmo n. 1.
Vende-se um carra de passeio em
muito bom estado com reda de sobre-
cellentes, bons arreios e por preqo com-
modo : na rua do Queimado n. 15,
Saca-se para o Porto, Lisboa e
liba e Sr. Miguel, no escriptono de
Garvalho NOguejra & C.f rua do Vigario
th..9> primeiro anda*.
ATTEN<$0.
Vende-se sebfio ansardlo a 80 r.
libra em porcSo-e a rehrlbo : na rua da
Concordia n. 201
Na rua do Queiinad) n.
46, frente amarella.
Grande e variado sortimenlo de sobre- j
c sacase casacas de pannos finos pretos 1
o de cores a 28$. 30J e 35$, paletots dos
S n nsmos pannos pretos e de cores a 28$, 1
fl 2 1 22J> e 255, ditos de casemira msela- {
s desupcrioi goslo a 16$ c 18J, ditos j
s mesmas casemras saceos modelo 1
glez 10, 12S, 14el5. ditos de al-
phca pr.-la fina saceos a -15, dilos sobrte- 1
c isa lambem de alpaca a 7$,8$e9j, m-
is de merino selim a 105, ditos do ote- '
n de cordao a 9j. calcas pretas das '
mesmas fazendas a 53 c 6$, colleles pa-
1 luto da mesina fazends, paletots de
S fcrm trancado a 5$, dilos pardos e de
~ f islo a 4 e 5$, caigas de casemira de
c >r e pretas a7j>, B$, 9g c 10$, ditos das
esmas casemiras para menino a li>, .5
89, dilos de brim para homem a Uj,
J500. 4$ e 5$, ditos brancos finos a 5$,
CJ e 7a, ditos de meia casemira a 48 e
>, colleles de casemiras preta e de co-
s a 5$, e 68, ditos de gorguro de seda
bjrancos e de cores a 58 e 6$, ditos de
3lludo prelo e de cores a 9$ e 108, dilos
i a brim brauco e de cor a 3a, 3$500 e48,
ililols de panno fino para menino a
1 58,168 e 188. ditos do casemira de cor
a 7$, 88 e 9$, dilos de alpaca a 38e3$500,
s )brecasacas de alpaca lambem pa.-a me-
ino a 58 e 68. camisas para os raesmos
e cores e brancas a duzial5$, 16$ e 208,
leas cruas o pintadas para menino de
t )dos os lamanhos, caigas de brim pira
(s mesmos al$500 e38, colarinho de li-
no a 68000aduzia, loalhas de linho pa-
4a maos a 900 rs. cata urna, casaveques
e cambraia inulto Gna e moderaos pelo
minuto prego de 128, chapeos com abas
lustre a 58, camisas para homem do
tbdas as qualidades, seroulas para bo-
lera a 168, 208 e 258 a duzia, vestimen-
ta para menino de 3 a 8 annos, sendo
(alga, jaquela e coletea tudo por 108, co-
1 orlas de fusto a 6$, loalhas de linho
I ara mesa grande a7$ e 8$, camisas in-
lezas novamente chegada a 36$ a duzia.
K<*1 flSlf^Bfttti^ MS 35 ^M^ ^KI "W. i'.M
Baratissimo.
a
Roa do Queimado n. \xj.
Armazem de fazendas.
Cl litas francezas finas de padroes miudinhos a
220 o covado, pegas de chita com 38 covados por
5$8(0.
Coberta a 2$000.
C< bertas chioezas muito lindas a 2$.
111 sea do francez a 2#000.
Cides de riscado com 13 1(2 covados por 25.
Lencos brancos a 2#000.
Li ngos para algibeira a 28 a duzia.
A godio monstro a 600 rs. a vara.
Cbales de merino a 2$500.
diales de merino estampados a 2500.
Casemira preta a 6$000.
C irles de casomira pros fina a 6$, paletots de
brir 1 a 38, fil de lina* fia* a 800 rs.
Cambraia decores a 160rs.
C irabraia de cores muito fina com defeito de
agu 1 doce a prego de 160 o covado.
= Ganga de edr e brim de linho muilo fino a
500 rs. o covado.
- Vende-se ama taberna bastante atrefuezada
e com poucos fundos, propri para quem quizer
prio ;piar, no Rocte na ruado Amorim n. 17 :
quen 1 a pretender, dirija-se ao primeiro andar:
da n esma cas^.que acitara com qnem tratan.
B IRITIS
4ut!?iisto & Perdigo,
com loja na rua da Cadeia do Recife n.
23, conlronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabam de sor-
lir seu novo eslabelecimento com fazendas de
goslo, finas, e inferiores, para vender pelos pre-
gos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a relalho, se vendero por um prego fixo
que ser o seu proprio cusi as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas visla.
Nesle eslabelecimento se encontrar sempre
um sorliraento completo de fazendas, e entre el-
las o scguinle :
Vestidos de seda cora babados e duas saias.
Ditos de la c seda e duas saias.
Dilos de tarlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezas do gorguro de seda pretas.
Cinluroes para senhora.
Espartilhos cora molas ou clcheles.
Enfcites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora c meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Tentes de tartaruga dos melhoresgostos.
Perfumaras de Lubin e outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaplbs de cores.
Chitas escaras francezas e inglezas.
Collas e manguitos os mais modernos.
Camisas da linho para senhora.
Ditas de aljgodo para menino.
Algodo de todas as qualidades.
Lengos de labyrinlho para presentes.
Collas de rochet pera menino.
Vestidos de rlicn azia.
Roupa feita.
sobrocasacas de panno fino.
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
11 Mellors & C.
Vendem-se eslas pilulas no eslabelecimento
geral de Londres n. 22i, Strand, e na loja de
lodos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda era toda a America do
Sul.Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna inslrucgo em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O dsposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cruz n. 22, era Per-
Borzeguins inglezes, pro-
va d'agua.
Pechiiicha sem igual.
Os verdadeiros e j muilo conhecdos borze-
guins inglezes, prova d'agua, c tiradores de calos.
A 10$ o par, dinheiro a' vista.
*L'ite i rmo, na ruada Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avsam aos seus numerosos
freguezes, e ao publico na geral, que novamen-
te acabam de receber os afamados borzeguins in-
glezes, oque continuam a vender a 10g o par,
dinheiro visla. o melhor calgado que ha pa-
ra aquellas pessoas que padecem de calos, por-
que usando os nao soffrem mais.
Pede-sc toda attencao.
Na loja d'aguia de ouro, na rua do Cabug n. 1
B, vende-se ludo por precos baralissimos para
liquidar, assim como seja :
Fitas e franjas.
Fila de velludo de todas as larguras, aberas el
lisas, do lindos padroes. *
Franjas de seda de lodas as larguras e de lin-
dos gostos.
Ditas de la e seda por preco que admira.
Ditas de 1 inlia para casaveque.
Ditas de algodo para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Dilos de massa virados a imilago de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Dilos de desembaragar cabello.
Para bales.
Molas para fazer bales, vendem-se a 160 rs. a
vara, ou pega de 50 molhos a 68.
Bicos,
Bicos de seda de tidas as larguras e lindos pa-
droes.
Dilos de algodo.
Leques muilo finos.
Capellas braucas para noiva.
Chapeozinhos para crianca.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, as-
sim como redomas com flores.
Assim como perfumaras muito finas, e mais
objectos que vista do freguez far-se-ha lodo o
negocio.
*ai oa>siX3*nx]>ns9ssfto:$
Rclogios
Suissos.
Em casado Schafleilln&C, rua da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimenlo de
relogios de algibeira horisontaes, patentes, chro-
nomelros, meios chrononielros, de ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo estol relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que so ven-
dero por precos razoaveis.
IfELOiIOS.
Remedio asialieo
Seguro conlra Fogo
COMPANHIA
Ti "P riri n?
1
i
Casacas e
Paletots de casemira.
Olgas de lasemira pretas e de cores.
Colleles d! seda idem idem.
Dilos de fusto.
. Camisas inglezas todas de linho.
Ditasfranezas de diferentes qualidades.
Halas e suecos de viagem.
Borzeguins de Hellier e outros fabricantes para
home .
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Bahia e manilha.
Camisas le flanella.
Chapeos 1 le todas as qualidades para homem,
senhora e (angas.
Cortes de estidos brancos de blonde com ca-
pella e n anta.
Didos de 1 islidos brancos de seda para casa-
meatos.
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
l C, na r 1a da Cruz n. 26, vende-so :
Candein s de lati de Lisboa.'
Lazarina ; e clavinoles.
Lena lar a de superior qealidtde.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados cora perfeigo.
Ferros di 1 seo para engommar.
Ferro sueco em barras.
Chumbo em lencol.
ancezes e de conslrucco, de todos os
= Vende-se a casa da rua
Irat r na rua do Queimado n.
Crespo n. 1.
da Roda n. 33 : ai
*4 ou na roa doi
A i se mentes, plantas de flores e fructeiras dt
Eun pa, que ee achivam na loja da rua do Ca-
ho n 8 A, veadvot-se desoVeo dia 2$ de maio
.mapiD^do.Uchiaa sitio d finado Sr. Aolonie
Baputa.Bih^re da Par, da 6 ia 8 horas da
man aia e das 5 horu da larde en diante.
Pregos f^
lamanhos.
Pregos c braes do Porlo.
Chaleirai estanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas pdrluguezas muilo finas.
le novo modello para pesar 1,000 e
Salanga
2,000 libra
Mercurio
f**r
de Lisboa.
Ferros d > lati para engommar.
Esporas, Urides e estribos de metal do principe.
Rices tejeduras francezas para portas cora
botes de 1 idro.
Ctes de i erro de todos os taraanbos.
Ricos pa leiros e linteiros de metal pratesdos.
Linhas d i carreteis de Wfrjardtrs do autor-Ale-
xandre.
Cera em retard Lisboa.
LONDRES
AGENTES
I
!
i
S
IC J. Astley A Companhia. j
I
e
1
i
\
1
1
Vende-se
Formas de ferro para
purgar assucar.
Estanto em barra.
Verniz copal.
Vanos flnot de Moselle.
Enchadas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metaL
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composicao.
Lona ingleza : no arma-
zem de C.J. Astley A C
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praga do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
e tambera trancf llins e cadeias para os mesmos,
deexcellenle sosto.
I Contra as erisipelas. I
^ Esta maravilhosa prepararo conhecida f*
S e populansada na India entre os Malavos Sj
Seo mais evidente remedio contra as c*ri- 2
2 sipclas, vende-se na botica da rua da
S Cruzn. 21.
Tachas para eDgenho
Fundico de ferro e bronze
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Vende-se una meia mobilia de amarello
era bom estado: na no becco da Bomba n 9
FUNDICIOLOW MOW,
Rua da Senzala Nova n. 42.
Neste eslabelecimento continua a haver um
comapletosorlimento de moendas e meiosmoen-
das para eu8enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
para dio
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
Antonio e S. Joo.
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos de Santo Antonio e S. Joo, que lera es-
labelecido a sua fabrica de fogos na rua Imperial
alem da fibrica do sabao, conforme a licenga que
obteve da cmara municipal, e ahi enconlraro
os freguezes fogos de lodas as qualidades, rece-
bendo lambem encommendas, lanto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as com
a maior promplidao possivel; assim como vende
raateiiacs para os mesmos j preparados rara
aquellas pessoas quo quizerem fabricar particu-
larmente e sem muito trabalho, tudo por pregos
mullo razoaveis ; os pretendentes podera ahi di-
rigir-se, ou na casa de sua residencia, que o en-
conlraro a qualquer hora do dia, e protesta ser-
v-los de forma que os deizc satisfeitos, nao s-
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
dos materiaes que emprega, e pericia dos artis-
tas que poesue em seu eslabelecimento.
Na raa da Iraperatriz a. 16, se dir quem
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem montada, e excellenle porque ainda nao
prestou servigo.
- Em cata de N.
successores vende-se :
Brilliante* de toda as- dimentes.
Algod&ozinbo da Bata.
Cognac em caiatt de i duzia.
Ditas em barro.
Vinho xerez em. dito.
Champagne da mu acreditada marca
Barre & C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac d MilSo.
tonas, briasCere brins para vetla.
aspar Antonio Vieira
Guimares gerente Jos
Gomes Villar.
mdo Crespo n~l7.
Este esUbelccimento de fazendas Unas cons-
tantemente recebe de Franja, Inglaterra e Suissa
as raelhores fazendas tanto em qeaildade como
em gostos.
,LS^f., **. >whoae algobes, chapeos de pa-
iha da Italia ricamente enfeiladoa, ditoa de seda
manteieles de gupar e. merthor; pasakel4, ditos
{rete de seda bordados, dilos de seda azul com
iao, inaptos s*atteee borda*, vestido Bran-
cos bordado, bjoues de aaadlo, vealimeatas de
lodas as qoaiiao>s par menina* e meninos
cialaadetMqmmaMaeailovCdrto roea, knoee
e prelo de supenor qualidade.
Aaama-se vender baratismaca: e mandie^s*
amostra as fazendas.


V-
r

i^eBaana --1
WARIODEPERNAMBUCO. SEXTA FEIRA t>E JUNHO DI 1860.
Seus propretarios offereeem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de Vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca e para descarocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ricini, portdes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, arados, cultivadores, peotes, aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
botes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra seja qual fdr sua natureza pelos
des ranos ou moldes que para talJim forem apresentados. Recebem-se encommendas neste esta-
belecimento na ra do Brum n. BAeu ra do Collegiohoje do Imperador n. 65moradia do cal-
leiro do estabelecimento Jos Joaqtum da Costa Pereira, cora quem os pretendentes se podem
entender para qualquer obra.
Potassa da Russia
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: tudo nor oreos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
_ Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabelioi em dez minutos, como
tambem tingem-se na mesraa casa a
qualquer bora.
Artigos para lulo. |
Chapelinas pretis e raais objoctos pro- ?
| prios de luto para homem e senhora,ven- 1S
I^P' LOJA DE MARMORE. j|
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armszens de Tasio
Irmaos.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos pretos de seda,
Ditos brancos e pretos de algodo.
Luvas pretas de torgal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendero-sa
por precos commodos, em casa de SouthallMel-
lors 4 C., ra do Trapiche n. 38.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na roa do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor.
Gila-percha.
Artigos para invern de gutta-percha
ou borracha, vende-se na ra Nova u. 45
t3 LOJA DE MARMORE.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praea do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres,
muito proprios para este clima.
Enlettes de vidrilho e de retrox a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
mm a* mm mm mm mmm
CHAME ARMAZEM
DE
oupa feitaj
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceigdo dos
Militares.
Neste armazem encontrara o publico
um grande e variado sortimento de rou-
pas feilas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots d
panno Uno preto e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira prela e de cores, dilaade
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados,
| calcas de algodo, colletes de velludo
preto e de cores, ditos de sem preto e
| brauco, ditos de gorguro e casemira, di-
i tos de fusles e brins, fardamentos para
' a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos e
1 grvalas, grande sortimento de roupas
i para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
, dando ao comprador algumas das roupas
[ feitas se apromptaro outras a gosto do
| comprador dando-se do da convencio-
nado.
Verdadeiras luvas de Jovin de
das as cores, ra da Imperatriz n.
loja do Leconte.
liMMIll
I Vende-se
^9* Relogios patentes.
" Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoutos.
Em casa de Ark-wight 4 C. ra da
Cruz n. 61.
to-
7,
Brim trancado de lnho,
todo preto.
A mclhor fazenda neste genero que tem vindo
a este mercado, por ser muito superior e nao
desbotar: vende-se nicamente na ra da Cadeia
do Recife n. 48. loja de Leile & Irmo.
Aos Srs. acade-
i micos, I
$ Paria & C. propretarios do novo esta- tt
belecimenlo decorado de marmore, na ra $&
tN'ova n. 43, avisam aos seus amigse fre- A
guezes da dislincta corporacc acadmica 0
9 desla cidade, que pelos ulli'mos paquetes $
# procedentes da Europa receberam artigos g
9 vanados de modas e do melhor gosto, os $
9 .quaes podem satisfactoriamente corople- $
JJ lar o sortimento de um rico e moderno t$
toilet 8propriado aos cavalheiros de lo 2
nobre classe.
Cocos italianos
de follia de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodosnossosa 400 rs. um
e 4/jf urna duzi: na ra Direita n. VI,
loja de unileiro.
Admiraveis remedios ameri-
canos
Todas as casas de familia, senhores de enge-
r ho, fazendeiros, etc., devem estar prevenidos
com esle remedios. Sao tres medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e enra os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabec.a, nevralgia, diarrha, cmaras, colieas, bi-
lis, indigeslo, crup, dores nos ossos, contuses,
queimadura, eropcoes cutneas, angina, reten-
cao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todasas enfermidades escrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de raaos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prompto e radicalmente cura, escrophulas,vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, aferedes do flgado e rins,
erysipclas, abeessos e ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, diffculdade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
way
para regolarisar o systema, equilibrar a circula -
cao do sangue, inicuamente vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores de ventre. dses de 1 a 3 regalarisam, de 4
a 8 purgara. Estas pilulas sao efflcazes as affec-
es do figsdo, bilis, dor de cabeca, ictericia, n-
digestio, e em todas as enfermidades das mu-
Ihercs. a saber : irregularidades, fluxo, relen-
coes, flores brancas, obstruccoes, histerismo, etc.,
sao do mais prompto effeito na escarlatina, febre
biliosa, febre amlrella, o em todas as febres ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de instracres impressas que mos-
trara com a maior miouciosidade a maneira de
applica los em qualquer enfermidade. Estao ga-
rantidos de falsificarlo por s6 haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leite
a. lrmao, na ra da Imperatriz n. 10, nicos
agentes em Pcrnambuco.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado d panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o St. James Crabtree & C. n.
4* ra da Cruz.
I Engenho.
9 Vende-se o engenho Santa Luzia,sito na f%
% freguezia de S. Lourenco da Matta, entre
% os engenhos Penedo de Baizoe Penedo de %
% Cima : trata-se no mesmo engenho ou no g;
engenho Mussambique com Felisbino de f
Carvalho Rapoae. sjt

/ rados americanos machina
para 1: var roupa: em casa de S. P. Jo-
hnstorj & G. ra da Senzala n. 42.
Vliiho de Bordeaux.
Era cala de Kalkmann Irmosd'C, ra da
Cruz n. 0. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos S s. Oldekop Mareilhac A C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades
De Brandeaburg frres.
St. Estih.
St. Julic;i.
Margaux
Larose.
Chaleau
Chteau
De
St, Juliei}.
SI. Ju liei i Mdoc.
Cha tea u
Na
vendd
-oville.
klargaux.
Oldekop & Mareilhac.
libras
Na
junto a ;
femgens
de znco,
minuto
Veri
case do
casa de
n. 3 .
aoville.
mesraa
r:
casa ha para
Sherry e n barris.
Madeira i m barris.
Cognac eln barris. qualidade fina.
Cognac e o caixas qualidade inferioz.
Cerveja L ranea.
Tachase moendas
Braga Silva & C, tem sempre no sea deposito
da ra da
de tachase moendas
acreditad
mesmo d
Moeda n. 3 A, um grande sortimento
le moendas para engenho, do muito
) fabricante Edwin Maw : a tratar no
psito ou na ra do Trapiche n 44.
Peehineha.
Com icqueno toque de avaria.
Na. ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem- e pecas de algodo cncorpado, largo,
com peqi eno loque de avaria a 2$50O cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra do Queimado n. J, leja do Preguica-,
vendem- e chitas de cores fixas bastante escu-
ras, pelo laratissimo prec de 6S a pega, e 160
rs. o cov ido.
Car e de vacca salgada, em barris de200
m casa deTasso Irmaos
abrica de caldeimro da ra Imperial,
bric* de sabo, e na ra Nova, loja de
n. 37, ha orna grande porrao de folbas
j preparada para telhados, c pelo di-
eco de 140 is. a libra.
( e-se superior linha de algodlo, bran-
ores, em novello, para costura: em
euthall MellorA C, rus do Torres
PERFUME PARASENHORAS
Fazendaspor baixos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 1.
Anda restam algumas fazendas para conclui
a liquidado da firma de Leite & Correia, as quaes
se vendem por diminuto pree, sendo entre ou-
tras as seguintec:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditaslargas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezesde cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padrees, a 240.
Brim de linho de quid ros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bem, va_
ra, a IJSOtK).
Cortes de calca de meia casemira a 2$.
Ditos de dila de casemira de cores a 5$.
Panno preto fino a 3$ e 4$.
Meias de cores, finas, para hornera, duziaa
11800.
Grvalas de seda de cores e prelas a 1.
Meias brancas finas para senhora a 35.
Ditas dilas muito finas a 4g.
Ditas cruas finas para hornera a4{.
Cortes de colletes de gorguro de seda a 29.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4f.
Chales de la e seda, grandes, um 2J.
Grosdenaple preto de 1J600 a 25.
Seda prela lavrada para vestido a 1#600 e 2g
Cortes de vestido de seda preta lavrada a I69.
Lengos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peilospara camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2(500.
Toalhas de linho para mesa a 2# e 49.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baplisar crian-
cas j 59000.
Corles decaiga do casemira prela a 69.
Chales de merino com franja de seda a 59.
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 19280.
Lencos brancos de cambraia, duzia, a 29.
mm immM
DE
ray e Lanman,
machado mais acolhimentono
co! Vende-se 20,000 duzias
de frascos por me!
Esta a ;ua encantadora extrahe-se das diversas
flores, qi le se enconlram no paiz onde Ponce de
Len e S>ut.> iam procurar a fonie dajuventude
lencos um chelro muito agradavel e
te, o augmenta a belleza da cutis, des-
) sardas e mais manchas que de costu-
eterna.
D aos
refrigera
(ruindo ;
me ataca m o rosto. Aconselhamos s pessoas
debilitad
agua em
zer recui
racao.
Para e
ve-se p.
Lanman^
lulo traz
itar ser engaado por falsificarles de-
ocurar aAgua Florida de Murray c
-, e averiguar-so se o envoltorio e ro-
m o profixo de Murray e Lanman.
E' fabricada esta agua nicamente pelos pro-
prietanoi D. T. Lanman e Kem, droguistas por
69 Water Slrel, e 36 Cold Street, Nova
atacado,
York.
Acha-
perfuma
Luiz Anl
I
C, ru
elegan
teTrai
nova e n
deia do
e venda era todas as boticas e lojas de
ias do imperio, em Pernambuco loja de
>nio de Siqueira, roa da Cadeia.
m casa de Babe Scbmettan &
da Cadeia n. 37, vendem-se
espanos doafamado fabrican-
mann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
uilo bem acondicionada : na ra da Ca-
ecie n. 38, primeiro andar.
itnendoas confeitadas para sor-
tes de i. Antonio, S. Jo5o e S. Pedro e
tambeiapora presentes a 2$ o frasco,
vende-
daCad
Ve!
palmos
se na loja de Leite & lrmao, ra
iia do Recife n. 48.
ide-se e retalha-se em pedacos de 100
e frente, mais au menos, a v'ontade do
cao de
carreto
casas, p<
para des
a mesmi
nio da S
Pern
preco mi
berna n.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior .qua-
lidade a 6550o, 7 e 89, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7fl, 9 e 10$, ditos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 69 e 79, ditos do chile a
35oo, 5, 6, 8,10 e 129, ditos de feltro em gran-
de sortimento, lano em cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 29500 a 7$, di-
tos de gorguro com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conta, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualidades, para
majnnos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
les para cabeja, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhores freguozes, vis-
ta do preco e da qualidade da fazeirta, nao dei-
xarao de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ruaDireita n. 61, de B. deB. Feij,
ras deit
publicas
tenha o I
chode i(
annuncii
por gram
no caes
era grano
muito em
dendo-se
conhecide
dades de
nao se le
s pelo calor do vero de usarem desta
banhos, pois tem ella a virtude de fa-
erar as torcas perdidas pela transpi-
comprad W, com 250 palmos de fundo, chaos pro
prios, o iilio que foi do Brilo, na ra Imperial,
com a fi 'ule para o nascenle, e por isso muilo
fresca mirada, e muito agradavel para construc-
ilimas casas, alera da commodidade do
material para o fabrico das mesroas
la proximidade de dous porios do mar
embarque: os pretendentes dirijam-se
ra Imperial ao seu proprielario Anto-
Iva Gusmo.
iras de couro da Russia
Vendejm-se encllenles perneiras de couro da
Russia, issim como bolas e paletots, ludo isto
proprio iara a eslacao presente : na ra da Ca-
deia do ilccife n. 53.
Ve de-se urna negra de 16 annos com va-
ras hal ilidades, ptima conduela e figura, por
lo commodo
22.
na ra das Cruzes la-
Cera de carnauba
Na lanzara da ra da Mocda, confronte ao
trapiche do Cuuha, vende-se superior cera de
carnauba e por prego commodo, em porco e a
retalho, vontade do comprador.
Pedras baratas.
Joao D innelly tendo contratado com o governo
da provii cia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das o iras publicas o fornecimento de todas
as pedras extrahidas da ilba de Santo Aleixo,
propriedtdedo annunciante, para calamento das
i cidade ; e como as mesmas obras
mr emquanto se acham poralysadas, e
xrn. presidente da provincia por dr-spa-
deste mez concedido licence ao mesmo
le para dispor das mesmas pedras, c
fe quantidado que tem o aununciantc,
i) Ramos, offerece a quem inleressar,
ou pequea porgo, que as vende
conta. O mesmo annuncianto cnten-
:om o Sr. Rampa, hbil architeto, bem
nesta cidade, conhecedor das quali-
edras e lijlos, se lem admirado de
empregado em alicerces este material,
qual as p ,,ras do annunciante, como se pralica
na Europa, para evitar a bumidado as paredes.
O mesmo Sr. Rampa tem entoramendado ao
annuncian e 400 toneladas para esse fim. dizen-
do que en obra sua jamis deitara tijollos em
aheerce ; icio prego quo tem o annunciante
vendido ai mesmo senhor lhe sahe mui raais
barato do uo lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenr.a para usar do seu nomo no presente
annuncio. As pedras escolhidas para armazens
ou calcada i, a dez muris por cem palmos, dei-
ladas as p( dras em qualquer parle desla cida-
de a cusa do annunciante, com toda actividade
possivel, pira o que lem*as proporgoes necessa-
nas; os pietendenles dirifam-sa a ra da Praia,
esenptorio do enunciante.
CONSULTORIO
DO
P. A. lobo Moscos
HlffiMffi IPilirSIIM)
DA GLORIA, CASA IMVlJtfftJLO 3
Clnica por ambos os syalemas.
Fago artificial,
Pistolas de 3 a 6 tiros.
Buscaps pequeos.
Rodinhas de onxoufre.
Traques muito novos.
Sortes para homens e enlinras.
mm?.!"86 P-r pre fon'raodo, lano a rclalho
quem pretende-la, dirija-se i
que achara com quem tratar.
petfeicio :
ra Nora n. 56,
4
ou
horas,
outras
as 10 horas da manhia e em caso de ur-
por escripto em que se declare o nome da
0 Dr. Lobj Hoscoso di consultas todos os dias pela manhia ede tarde depois de
Contrata partido i para eurar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos
propnedades ru aes.
Os chama los devem ser dirigidos sua casa at
gencia aoutra qualquer hora do dia o a da noite sendo
pessoa, o darua e o numero da casa.
N? f !5?i? que \ forem de ur8cnci. Pessoas residentes no bairro do Recife poderao re-
metter seus bilh -tes a botica do Sr. Joio Sounn A C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
Nogueira ae houza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa lojj e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medica-
mentosnomeopa lucos ja bem conhecidos e pelos pregos seguintes :
I tica de 11 tubos grandes........... 100OO
>u>8 dei ditos. .*..:........: ; is
i tos de 36 ditos. ....... snnin
to de48do............; ; ; ; igooo
I itos de 60 ditos............... 9000
ubos avulsos cada um............ igooo
l rseos de tineturas........p..... SfOOO
llanoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr trduzid'o ^^
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,....... 209000
I edicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 108000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6JD00
DE
m ra Imperial i \ 8 e 120 junto a fabrica de sabia.
Stbaktia J. a Silva dirigida por Francisca Hetaira a Gasta
M9rJ!!rSlVrt^,-C,ra.en'0i,aKSeroi>re g?ggg tombiques de cobre de differeotes dimencSes
(de 3009 a 3.00te) simples ed obrad os. por. destilar agurdente, aparelhoT destilatorios contnos
para resillar e destilar espmtos com graduacao at 40 graos (pela graduacao deSellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados e^conhecidoi nesU e outras provincias d imparto, bombas
de todas as dimpncoes, esperantes ede repuche Unto de cobre como de-bronze e ferro, tornelras
de bronzedeodasasdiraencoese fetios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronzee
ferro para rodasl d agua.portas parafornalhas e en vos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camasde ferro com armacae e sem ella, fugoes de ferro potaveis e
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras. cocos
para engenho fclha de Flandres, chumbo em lencole barra, zinco em lencol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, Iences de ferro latao,ferro suecia inglez de todas as dimensoes, safras, tornos
e folies para ferjeiros etc., e outros muitos artigos por menos preco do que em outra qualquer
parte, desemper e para commodidade dos freguezes que se dignaren honrarem-nos com a sua conflanca acha-
r*o na ra Noval n. 37 loja de ferragens pessea habilitada para tomar nota das encommendas
Ferros de en-
gonimar
econmicos
a 5^000.
Estes magnficos fer-
ros acliara-se a venda-
no armazem de fazen-
das de Raymundo Car-
los Leile & lrmao, rua-
da Imperatriz o. 10.
Gonfeitara.
Na ra da Seoaala Nova n. 30 ; nesle novo es-
tabelecimento preparam-se bandejas peto gesto-
de francos do imperio com os melhores dores
vendem-se omendoas confeitadas. papis pora*
sortes, o cenlo das mesmas a 29, recebem-se en-
commendas de pao-de-l, bolo inglez, dito fran-
cez, dito imperial, pastis de todas as qualidades,
doce secco e de caldas para a ierra c exportacao.
afianzando as boas qualidades.
Escravos fgidos.
Reloi
gios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigaro n. 3, ura bello sortimento de relogioi
de ouro, patente inglez, de um dos. mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
variedade de bonitos traucelins para os mesmos.
"rilo de vinho com 44
graos.
Vende-se espirito de viaho verdadeirecom 44
reos, chegadod* Easrepa, as garrafas ouaa es-
andas: na- ra larga de Resari b. 84V
Oleado de
icores.
Vendsawse oleados de-cores os mais fines que
possiv^ e'cgenero, e de-diveraaa larguras
por preeoVoJ^ede : ne rae Direita a. 61, leja!
de chapeos de B. de B. Feij,
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa da S. P. Jonhsten k C. ras-
quetas de lustre para carros sellins e silhes in-
glezes, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreies para carro de um e douscaval-
os. e relogios d'ouro patente inslezea
Aviso aos! senhores armaze-
narjos de assucar.
Fio inglez pasa coser ssccos, de superior qua-
lidade, pregos americanos em barris com 100 li-
bras, e ditos ripaes do reino de 30 molhos o
barril, seu prero o raais commodo possivel : na
loja de Thomaz remandes da Cunha, na rus da
Cadeia do Recife n. 44.
Dinneiro em cobre.
em
Vende-se na ra da Penha, sobrado n. 1,
pequeas e grandes quantias.
Vendem-se ps de laraDgeiras de umbigo e
da China, ditos de frueta-po, de sapoti e de li-
mao para cercas: na Ponte de Uchoa, sitio da
viuva de Joo Carro!.
Vendem-s duas portas de amarello com
os seus dous (competentes r nchams tude
muito bom, e tambem urna escada para andai-
mes, dez estacas de embiriba com ponas, trinta
o tantos travesses para andaimes: a tratar na
ra dosGuararapes n. 46, das 6 horas da manhaa
at as 10, e de tarde das 4 horas era dianle.
Trezenas de Santo Antonio.
Acha-se venda na ra do Imperador n. 15,
nova edico da trezena de Sanio Antonio, im-
presso era muilo bom papel e lypo grande, e mui
legivel.
Vende-sena ra do Imperador n. 63, doce
de goiaba fino da casca, por preco commodo,
queijo prato muilo superior, e manleiga ine
gleza fina ; villa se dir o menos preco.
Vinho feitoria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, tem mes-
mo no caixio 1834 com 2 duzias e 1 garrafinha
da amostra por 40,000, tambem se vendem as
garrafas a 29; da ra do Rangel, loja de louca n.
4, e na ra defrontc da Madre de Dos, armazem
de Barros & Silva.
Aviso aos acadmicos,
Hi KDrJJ
Encyclopedica
Milho e farello.
Vende-se milho a 49500, em porco por menos
e em cniaa 240 rs., farello a 5$ o secco; na 1ra-
vessa do pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello com oito para a roa da Plorentina.
Vendem-se saputis em quantidade, sendo
muito grandes e muilo doces, os quaes sao tam-
bem preprios para embarque : a tralar no sitio
darua Imperial n. 64.
Loja de marmore
DE
43Ra Nova 43
Os propretarios deste estabelecimento
avisara ao respcitavel publico, que aca-
bam de receber pelos nlmos vapores da
Europa, um variado sortimento de arti-
gos de novidadea, lanto para scnborasco-
mo parahomem e menines, e enlre es-
tes :
Para senhoras
Vestidos de cores de moirantique e gro-
de-fiie.
Capas para sahida de baile e thealro gnar*
necidas a arminho, ultimo gosto.
Mas de velludo preto, ultimo gosto.
Enfeites de phanlasia para baile e thea-
' tro
Chapelinas de palha da Italia e seda ul-
timo gosto.
I.equcs de phanlasia o madreperola.
Ctiales de cachemira com bordado es-
pecial.
Braeeletes de sndalo e lequcs.
Retratos de sndalo.
Vestidos de cambraia branca bordada.
Luvas de Jouvin brancas, pretas e de
cores;
Mreos, broches e pollerines com man-
guitos de cambraia finissima, borda-
dos a ponto de Inglaterra e guarne-
cidos a renda valenciana.
5#000.
Grande sortimento de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos quo se podem en-
contrar neste mercado, com seus perlences de
tova invenc.ao, que muilo dever agradar s pes-
soas que os comprarem na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Refinaco de assu-
car do Monteiro.
Conlinua-se a vender assucar crystalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo preco de 790OO a arroba, e aprompta-
se barricas de todos os tamanhos, com brevida-
de e aceio : na ra do Caes de Apollo n. 63.
lovidade.
Reeebeu-se pela barca norte-americana Unido
espelhoscom molduras douradas, ondeas senho-
ras e senhores sao convidados comparecer para
examinar, os quaes serao vendidos por preco
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, ra do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa a
55 o sacco : na ra do Rangel n. 62, armazem.
Fareio
Gaspar Antonio Vieira
Guimares gerente Jos
Gomes Villar.
Ra do Crespo n. 17
Vende-se por precos commodos boas fazendas
para homens o meninos.
Sobrecasacas de panno fino do melhor fabricante
em Pars, Mr. Contard.
Paletots do panno, de casemira e do brins.
Colletes do ensenaras de cores, de seda, de vel-
ludo c de fusto.
Calcas de caseroiras e do brins.
Camisas para homem, peito de linho, de algodo
o ditas de meia.
Chapeos de castor branco e pretos, do massa, de
seda, de palha e oulras qualidades.
Calcado Milli.
Seroulas, lencos de linho, meias e outros objec-
tos proprios para homens e meninos.
Charutos dos melhores fibrieanles da Babia.
em saceos muilo grandes, ltimamente chegado
do Porto : vende-se no escriptorio do Carvalho,
Nogoeira&C, na ruadoVigano n. 9, primeiro
andar.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrlha Brxstol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febles].
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oneas a
12 libras.
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja d Leconrte.
Fugionodia 2 do mez prximo passado
urna escrava de nomo Anglica, reprsenla lr 40
ano'i pouco mais ou menos, levou comsigo ves-
tido de chita preta e chale preto com flores ro-
as, e com os signaes seguintes : rstalnra baixa,
cor parda, ps e olhos pequeos, denles da freo-
tre podres, e muilo regrisla quando falla, julga-
se que ella esteja acolitada em alguma parle :
portante roga-se a pessoa que a tem em seu po-
der leva-la a seu senhor, quando nao, se proce-
der com todo rigor da lei : porlanlo, pede-se as
autoridades competentes e capitaes de campo a
captura da dita escrava, e gralifics-so a pessoa
queleva-la a seu senbor, na ra do Queimadc-
n. 18, segunde andar.
Fazem 5 semanas que do Recife dasappare-
ceu o mulalinho Henriques, com 18 annea, uxn
pouco claro, cabellos rarapinhoa, um denle po-
dre ou ja quebrado na frente, olhos brancos. des-
corado do rosto com principio de amareUidao
falla um pouco gago : suope-se que foi sedu-
zido por alguem, conducido para o su) ou par o
nortada provincia a titulo de forro : ruga-seis
autoridades policiaca e capitaes de campo eos
propretarios que o facam recommendar era seus
districtos e propriedades, pagando-se com gane-
rosidade a qualquer homem do povo que o tiouxer
ao engenho Pindobal, comarca de Pao d'Alho, Y
Joaquira Cavaicanti de Alquerque Mello.
Duzentos muris
Continua estar futida a escrava Paula, diz chamar-se Paulina, alia, magra e fula, e ha
toda a paobabilidade de estar acoutada em alara-
na casa, ou raucaube nos arrabaldes desla cida-
de : quem a pegar, leve-a rna da Cadeia Vefcft
n. 35, que receber 200$.
Ausentou-se de casa de seu senhor o escra-
vo de nome Filismino, pardo escuro, representan-
do ter 22 annos de idade, estatura regular, pee-
ca barba, denles da frente arruinados, ps gran-
des, e cabellos crespos : qaem o apprehender o
levar casado tallecido commendador Luiz:Go-
mes Ferreira, no Mondego, seri generosamente
recompensado.
Gratificacao de 50#000.
Fugio no dia 17 do crreme mez o escra
crioulo de nome Matheus, de idade de 20 a 25
annos, e tem os seguinies signaes : cor prela,
altura regular, espigado e- refercado do corpo,
falla descansada, mos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passomiudo, ecom basiao-
le espinhas no rosto ; levou calc.a e camisa de al-
godo de listras azues, chapeo de palha da Itilia
j usado com fila preta ; este escravo nalural
de Qucbrangulo, onde tem mi e irmaos, e fti
perlencenteo dito escravo neste lugar aes Srs.
Cosme de Pinho Santiago e Jos Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
ram e deratn em pagamento aos Srs. Souza, Bat-
ios 4 C. desta praco, e estes venderam ao S.
Silvino Guilherrae de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmo; consta que este escravo fa>-
gio em companhia do cabra escravo, Marcolina,
de Macei i portanto, pede-se as autoridades p liciaes e algumas pessoas particulares, quo o
capturem e levem-o a ra de Apollo n. 7, ou
ra Novan. 1, que gralificaiao com a quanli.
cima..
100S de gratiOcacff,
a quem pegar o pardo Eloy, fgido em 23 de do-
zembro do ann passado, escravo Sr. do Pedro
de Oliveira Coelho, residente no Rio de Janeiro
veio para esta provincia em 13 de junho do mes
mo anao em coropanhia de Joaquim Francisco de
Paula Estoves Clemente ; tem os signaes seguin-
les: estatura mais que regular, cor acaboclad
nariz o bocea regulares, cabellos negros e corri
dos, anda sempre penleado e usa estrada da li
berdade, bem parecido, falla bem e um pouco
baixo, com lodos os denles da frente, pouca bar-
ba e nao usa faze-la, as pernas arqueadas, anda
bem vestida e calcado, de paleto de alpaca prela,
de panno fino ou de brim, quer passar por bran^
co e livre ; diz algumas vezes chamar-se Eloy
Pereira da Silva, natural da Baha, com idade do
32 para 33 annos, pouco mats ou menos, tem os
ofhcios de pedreiro e pintor de que mais usa tra-
balhar, naturalmente teri mudado o nome para
nao ser conhecido ; consta que esleve trabajan-
do de pintor no caminho de ferro e em aluns
navios mercaolis : quem o pegar leve-o i ra da
Gloria n. 10 da freguezia da Boa-Vista, que sera
gratificado com 1004 rs.
Ausentou-se do casa do abaixo assignado o
escravo Anselmo, preto. crioulo, idade 35 annos
pouco mais ou menos, levou calca de algedo
riscado e camisa aberla, por cima da calca usa
de camisa de meia cor de rosa, falla do d'entes
da parte de cima, com alguns bigodes c cabellos
pelos queixos, os ps ura pouco#apalhetados
lendo os dedos dos mesmos curtos: quem o pe-
gar leve-o a ra da Guia, taberna n. 9.Joo
Francwo da Silva.
No dia 11 desle mez desappareceu ummo-
|eque de nome Francisco, cora os signaes seguin-
tes : crioulo beta preto, sera barba, tem os per-
nas finas, bstanle secco, o estomago um pouco
crescido, os ps torios para dentro, a maca do
rosto do lado dlreito um pouco grosso, corla-
dor de carne, bem fallante, lui visto no dia 14 na
tasa rorte em cammbo para o Monleiro, por isso
roga-se a qualquer pessoa, e as autoridades poli-
ciaes a apprebensao do dito moleque, leva-lo 6-
rua do Rangel n. 41, que ser bem recompen-
Fugio do engenho do abaixo assignado, na
freguezia da Escoda, um fscrovo de nome Mar-
cos, com os signaes seguintes : cor ftla, olhar
carregado, estatura regular, cheio do corpo, j
foi surrado, tem as pernas marcas de feridas
falla grossa e mansa, urna cicalriz em urna da:
maos, pouca barba, cabello pxaim, c crioulo s
quera o apprehender, love-o ao engenho Mar-
cuja, na freguezia cima, ou nos Afogados, rua-
Direita n. 41, que ser generosamente pago.
Fugio no dia 25 de junho p. p. o escravo mu-
lato de nome Luiz, de idade 18 annos, cor bem
clara, cabellos crespos, cortados rentes, alio,
secco, e muito marcado de bexigasque sofTreu ha
pouco lempo, levou calca azul e camisa de bala
da mesnia cor, suppe-se ler urna cicatriz de ta-
Iho em um dos ps. Esle escravo foi comprado
a Sra. Joaquina Francelina do Espirito Santo,
moradora era Timbauba de Mocos, lem irmo e
parrn'es no mesmo lugar, provavel que se di-
rija para abi : por isso roga-se ass capitaes de
campo e o qualquer pessoa que o encontr a sua
apprebensao, e que o leve ra Velha n. 69, que
scrao generosamente recompensados.


m
DIARIO DE PERNAMBUCO. ^ SEXTA FEIRA 8 D JTJNH DE .0.
Litteratura.
Madama Swelcbiie.
(Continuago )
Este pcnsamer.to, no mesmo lempo lio profun-
do, to humano, Io contrario a todo o rigorismo,
ninguem sabe o quo vale, ge nao ro submellido
a prova las vcissiludes da vida, -e talvez que a
fclicidade seja maig necessaria que o soffrimento
para temperar a ajma c dar-lhe toda a energa
le que olla susceplivcl.
Naiw este um carcter admiravel, urna alma
elevada, urna inlelligcncia independeute, e o lei-
lor nao experimenta, como nos, um vivo desojo
de conhecer melhor madama Swetchine ? Sua
vida divido-se om quatro grandes acontecimen-
tos de nossa propria historia : sua infancia c a
revolugio franceza, sus mocidade, o reinado do
imperador Alexandre, a invaso da Russia, sua
r.onversio ao calholirismo e a reslauraco do ra-
mo primognito dos Dourbons, seu eslabeleciroen-
4o dellnivo era Paris e as duas revoluces de
1830 c de 1848.
Nao involuntariamente que eu approximelas
diversas phases da vida de madama Swetchine,
dos pocas memoraveis de nossa historia ; para
ella, a Franca era urna nova patria, urna patria
-espiritual, se mepossoexprimir assiro. Para todos,
dizia ella militas vezes, dorante i ultima lula en-
tre a Franga ca Russia, guerra ; mas para mim
guerra civil. E entretanto, como ella perma-
necer Russa, como gsto desse grito de pa-
triotismo.
Kssa entrada da esquadra no Bltico, escre-
via ella condessa Creplowitch, cansa-me um
offoito extraordinario ; o paiz nao ahi mais vul-
neravel que alguros ; mas ocosoboqual
. viv, sao nossos prains, o ponto com o qual se
confunde ninis a ideada patria, e ahi sinto-me
erida no corceo 1
Passoremos rpidamente pela infancia de ma-
dama Swclciiine ; ella palenteou logo a firmeza
de vontado, a tendencia ao sacrificio, a religiao
do dever, o amor do trabalho.
De dozo a quatorzo annos Sophia Soymo-
nolf sabia q russo, que Ignoravam a maior parte
4o seus compatriotas, fallava italiano e inglez
com lana pureza como o francez, o allemo cora
correegio, estodava o lalim, o grego. e o he-
braico. Seu pae, autos de morrer, a tioha casa-
do com um homoin cuja carreira fra biilhanle,
o que j era seu amigo pessoal. No momento
le seu casamento, Sophia Soyrnenoff linha chc-
.gado ao seu dcimo stimo anno.
A residencia na corle nao lhe linha lirado o
habito do tralulho ; a eroulacio augmentara suas
prendas ; anda hoje oxistem pastis de sua mo,
que fariam liunra a um artista de prolissio. Sua
voz, cheia. sonora, flexivcl, de urna rara exlen-
sio, eslava f.innliarisada com as brilhanles me-
lodas da Italia ; lia a msica primeira vista, e
acompanhava-se no piano.
Era entSo um inlenlo raro. O todo de seu ex-
terior nao desafiava a attenco, mas sua physio-
nomia, sen gesto, seu acceiilo, erara' dotados de
um attratlvo sympalhico indetinivel. Seus olhos
aznes, pequeos e ligeiramentc regulares, eram
animados a benevolentes. Sua tez era de urna
trescura admiravel, sua estatura pouco elevada,
seu andar nolavelmente fcil e gracioso ; suas
menores palacras e todos os seus movimentos
eram egualmcnle cheios de delicadeza e dis-
tinceio...
O general Swelchine era um homem de aspec-
to mngestuso, de carador lirmo, justo, de espiri-
to calmo e cheiode omenidade ; tiuha quarenta
anuos de edade. A joven Sophia ocolheu essa
escolha, como ludoquanto lhe vinha de seu pae,
un alfecluosa deferencia. O que seduzia prin
cipnlmenie nesga uniio, era a certeza do que sua
pequea irma nao a deixnria.que ficaria senho-
ra de lhe prodigalisar seus cuidados e de lhe ser-
vir de mae.
Fidalgos russos linliam pretendido a mo de
Sophia Soymonoff. O conde Strogonoff nao oc-
cullou sua inclinagao nem seupezar, e prova que
a descripeo feita pelo historiador de madama
Swelehiue por demais exacto.
Calharina morreo depois de haver aproveitado
a tormenta causada pela revolucao franceza para
acabar o desniembramcnto da' Polonia, e no
momento em que ella projectava urna exped-
go contra o dominio inglez em Bengala. M. do
Falloux passa rpidamente por esse reinado, que
deu a czarina o nppellido de grande, anda que
comegado por um assassinalo c continuado no
meio do urna dovassido de costuraos, do qual a
espoza de PedroJ III, ainda gra duqueza, nos
deu um quadro parcial, mas sem reticencia, e
que corrobora plenamente o que nos deixra a
pena vivo o sabia de Rulhire.
Calharina fui sem duvida urna grande sobera-
na, c a Russia lhe deve muito. Sua uniao com
Pedro III, a cruel siluagio em que se achou ao
principio, pedem explicar, seno desculpar todo
o seu comportameiilo ; alias, asimperalrizcs que
a procedern), nao lhe deixaram oxemplos mui
edificantes Entretanto o carcter de Calharina
oi engrandecido e al augmentado pelos pdiloso-
T>dus francezes'com qurm enlrclovo semprc urna
troca do vaidade salisfeila. Os escriptores sao
testribuidores e muilas vezes emprelteiros de
fama : os soberanos, os ministros, os homens do
poder que elles pouparam, dio-se bem com isso.
A lonja do pensamento nao tem limiles ; ella
sobrevive oppressao, e vinga-se della O pri-
meiro, lord Malmesbury, um dos diplmalas nias
dislnctos que leve a Inglaterra, parece-rae ter
apparecido melhor a Calharina, em algumas pos-
sagens de sua solida e sagaz correspondencia, do
rne os homens de letlras.
Pelersburgo, 1C de Janeiro de 1778.
planos, intrepidez para execuia-los, mas tallara
as virtudes mais varonis da doliberagao, da mo-
deracio na prosperidade. da clareza no julga-
menio, ao passo que se v nella em um alto grao
a fraqueza vulgarmente atlribuida ao sou sexo, o
amor da lisonja e da vaidade, sua companhoira
iuieparavcl; falta de attciigan para osronselhos
saudaves, porm desagradaveis, e urna inclina-
gao para a voluptuosidade que a langa em execs-
sos que deshonrariam o carcter de urna mulher
em qualquer siluagio.
No mex de abril do'1782, sois annos depois,
sir Jamos llarri? escrevo a M. Fox :
Agradar-lhc-hia qualquer quo fosse a de-
monstrogio de conflonga que julgassemos eonvo-
nienle fazcr-lhe relativamente s medida que
projectamos, pacificas ou nao. Ella gosla de ser
consultada, e ludo consiste, em se tratando com
ella, em faze-la adoptar como suas as opinios
dos oulros. Durante de/, annos, o rei da Prussia
esteve era posse da dircegio dessa corlo, fnzendo
crer impcratriz quo era conduzido por ella,
quando realmente ella s obrava sob a direceo
do rei. Ellj foi corrompida pela lisonja o pelo.
bimi exilo ; a leviaudade e a falta de precisio em
suas ideas, sao o lado.fraco de seu carcter, o
augmentara nella com a edade. >
Calharina, sem prever a approximagio de sua
morle, que foi repentina, creava planos lento
em
me1
vid
seq
de i
os (
did
vad
mais gigantescos, quaulo linha ella menos lempo thrc
para execuia-los. Tratava-se da destruicao do
imperio Oltnmano. Harria a denominava de vi-
sionaria : comtudo os acontecimentos parecern]
muilas vezes dar-lhe razo. Morrcu, deixando
um ihcsouro vazlo, e osceptro da czarina passou
para as niios de seu filho Paulo I, criado quasl
como principe oriental, lon^o dos negocios, in-
quieto sobre seus proprios das, nao encontran-
do oulro alimento para sua aitividade senao urna
viagem pela Europa, que poda passar por um
exilio. Todos conhcccm o reinado phanlaslico! sua
de Paulo, e a horrivel calastrophe que lhe deu pos
Un; a violencia pareca dever inaugurar c ter- | ma
minar os reinados; a necessidade de escapar a de
um senhor extravagante e cruel foi a nica em I con}
levar a um assassinalo lerrivel os conjurados da sua
noilc de 12 de margo do 1801 ? A inelinagio de | um
Paulo pnra a Franga e o prirero cnsul lona- um
parle quo impellia voluntariamente a Russia em I tel
urna nova via, onde o succeasor de Faulo devia
ir lo adiante nao foi a causa principal que fez
pronunciara scnienga do morle do czar T Seja o
que fr, o gonro do M. Soymonoff, pouco antes
dessa calastrophe, deu a Paulo I provas da uma
dedicago c de um valor raros e de uma inde-
pendencia de carcter que linha faltado a seu 80-
rn
os
mo
un
ve
e d
tos
rio*
uu
Anda que eu eslivesso preparado para, a
THagniticencia e brilho desta curte, a reolidade
excedeu minhns previsoes; uma ordem e decen-
cia p. rfeila rennem-se a represcnlagio. A pro-
.pria impcratriz sabe, em un grao maravilhoso.a
arle de por a seu gisto aquellos a quem olla
honra com sua conversa e de conservar ao mes-
Dio lempo toda a sua dignidade. Toda a sua nd-
fninistraco ressente-sc de seu carcter, c, com-
quanio soja obedecida rigorosamente, inlioduzio
jio mundo a govcinar urna dogura dcsconhccida
ueste paiz antes de seu reinado.
Calharina linha enlo quarenta c novo annos;
lord Ualmesbury, entio M. Harris, era mui jo-
ven ; traduzio sua primeira improsso. Esta nao
tardou em modilicar-se, e seis mezes depois, elle
escrova no rondo de SufToik :
Em nma monarchia absoluta, ludo depende
do carcter do soberano; meu principal objeclo
oi porlanto aprofundar o carcter da impcratriz,
e lanto segundo as miuhas proprias observnges,
como segundo as de homens bem informados e
sem prevencao, pnrece-me que ella tem uma for-
ra de espirito masculino, tonacidade em seus
Um dia o Imperador cncarregou o general
Swolchine da exccuc,rio de uma sentenga crin
relativa a um coronel. O general adianiu'u-se pe-
la praca d'arraas, niarcliou para o condemnado,
jS despido at a cintura, e he diz :
Hetomai a espada, dcixai Pelersburgo ago-
ra mesmo, o imperador perdoa-vosl
Logo depois o general sobe ao aposento do
imperador:
Senhor. trago-vos a tuinha cabega ; nao
exceulci as ordofisde V. M. ; u coronel est li-
vrc, rcsltu-lhc a honra o a vida ; agora mandai
ferir-me em seu lugar.
O imperador apcrlou volcnlamentc o brago
do general, hesilou, e lhe disse:
Obraste com acert ; tenho sentido nao ter
fallado disso ao grande duque Alexandre;e
acrescentou : que isto ao menos niio seja sabido
em Pelersburgo.
O general Swclciiine, pouco lempo antes da
morle de Paulo, linha rceebido primeiro o posto
de commandaulo militar com residencia no pa-
lacio imperial ; ao depois o do govornador pro-
visorio de Pelersburgo. Esla situacio obrigav os
conjurados a se lhe abrir acerca do seus desig-
nios; o general tragn uma nairaco dessa cir-
cumslnncia que damos por inleiro. E' uma pa-
gina da historia escripia por um servidor dedi-
cado e por um homem de bem. O cstylo bem
exquisito, mas o quadro frisante:
Entre as pessoas que viciam felicitar-mc pe-' m
la minha nomeacao de governador geral, o almi- ve
ranle R.... me dirigi os elogios mais lisongei- lo
ros. Fez paite dos soires do minha mulher, e
conseguio ser superior a os oulros. O conde ** *
visilou o novo governador, contra n seu costurae
de nao visitar ninguem por espirito de dignida-
de. Convidou-mo pan ir a sua casa, alim de
fallar de negocios; l fui s sois horas da larde,
como ello havia indicado. excepgao do por-
teiro, a casa eslava vn/.ia, sem um criado. O con-
de recebeu-mo com um casiigal na mo, previ-
nio-me de quo eslava s, o levou-mo pnra um
gabinete isolado.
General, em vo3sa qualidade de chefe de
forca armada, tenho a ro.volar-vos uma conspi-
racao formada contra o imperador : eu sou seu
presidente. Recordando-se do estado glorioso
da Russia ao morrer a impcratriz, humilhado
por v-la aaora separada da Europa e sem al-
liancas, um congresso das pessons mais Ilustres
da nago, auxiliado pela Inglaterra, prop-ae
derribar um governo vilenlo o vergonhoso, para
por sobro o throno o grnm duque Alexandre,
herdelro presumptivo, que d toda a sorle de
esperancas, garantidas por sua edade e por seus
sentimelos. O plauo esl feito, sao ccrlos os
meios de execnco, os conjurados numerosos.
Tratase de invadir o palacio S. Miguel apenas
o imperador houver lomado -posse d'elle, o pe-
dir sua abdicacao em favor de seu filho. O im-
perador ser "feito prisioneiro de estado, encer-
rado na fortaleza, guardado com todas as al-
inenos devidas ao titulo de pai do soberano ;
con! ludo iio responderemos pelos accidentes
que sobrevierom na passogem do Neva em uma
eslaeao em quo elle leva pedamos de gelo e na
obscuridade da noile. Trata-sc de saber o par-
tido que lomarei nesse aconleciraento nacional.
Senhor conde, eu nao parlillio a opinio de
que alguns particulares sem outra auloridade
quo seu arbitrio, tenham direilo de mudar a
ordem de um governo. Os soberanos ou chefes
heriditarios de nagoos sao, no meu pensar, seres
quo nao podeni abdicar. Um re enfermo, ou
imbcil,.como os temos visto em oulros paizes,
se subsfitue por um conselho de regencia. A
morle de Carlos Io. e de Luiz XVI sao assas-
sinatos, crimes d'alla traico. Eis a minha opi-
nio : enlendo que devo conservar o meu papel
e nao muda-lo como arlequn! no theatro. Qiian-
to ao mais, pode tranquilisar-se, nao me apro-
veilarei de vossa contianc.a para obler favores
por uma denuncia aviltant. A lci concede-me
o direito e os meios de chegar enlloca come-
cando pelos pg,. e vou pecupor-nuj disso. Ea-
quecei-vos, senlvor conde, de que vos fallei, e
peco-vos que consideris nossa entrevista como
un sonho .
Nada mais justo c honroso que o coraporlamcn-
to e. os principios do general Suetchine, mas
sao principios que a historia tem muilns vezes
conlradilo. Sem sahir da /russia, Calharina nao
seu pai oceupra na vespera cheio de vida, mos-
i-se egoalmenle indifferenle para com aquel-
que tlnham appressado a sua subida e para
Iro
os
1 cor i aquellos que quiseram retarda-!a. Relira-
chiie comegaram uma existencia que aoimavam
a t
a e

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FOLUETI31''
DE PARS A BADN.
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VIAEM DE UM ESTUDANTE E SUAS
C0NSEQUENCI1S.
quena usurpar o throno de Paulo e fazer soniai
nelle seu neto Alexandre ? O grao duque Cons-
tanti o, herdeiro presumptivo do imperador Ale-
xand e, nao cedeu o throno a seu irmo o grio
duque Nicolao? Quando s abdcages, ellas
sao ra lo grande numero que he sufcienla
fazer alluso. Ao termo de assassinalo de Car-
los '.". e de Luiz XVI, o general poderia ajun-
lar o epitheto de jurdico. O general Suetchine
contina assim a sua narraco.
c l'oucos das depois, o almirante R... visitou-
me f perguntou-me : general, que partido lo-
man is si houvesse uma insurreico ( o que jul-
go mpossivel), e se entretanto fosse preciso
dice>lir-vos pro ou contra? Segneria o con-
selh i da honra e dicidir-me-hia pelo juramen-
to. > O almirante lancou-se ao meu pescoco,
abraj;ou-me cordialmente e a conselhou-mo que
conlinuasse na carreira da fidelidade. Dous
dias depois, foi nomoado senador pela manha
e dcmiliido a noile :
C> m effeilo esse desenlace he muitas vezes o
resi liado da fidelidade.
O general Suetchine perdeu as bjas gragas,
Pau o morre, Alexandre lhe succede, o ana su-
bids ao throno he saudada com accalamages
uni' ersaes.
A tristeza misturada de terror quo lhe tinha
cau ade a sua repentina o violenta elevagao ao
no, dssipou-se pouco a pouco diante da
rcaguez publica, mas licito crer que a
incolia que elle conservou em loda a sua
,e quesombriou seus ltimos annos,era a con-
venca da commoco que soffceu no comogo
eu reinado Alexandre conhecia os designi-
os conjurados ? Eslava informado das me-
s extremas que elles eslavam decididos a
tomjar ? Mysieriosas perguntas sobre as quaes
a divida licita 1 O general Suetchine, pri-
do valimento de Paulo, que dosconheceu
fidelidade, nio procurou reconquistar uma
i;ao na nova corte. Ahi parece, poralgu-
passagens, alias pouco explcitas, dolivro
M. Fnlloux, que nunca tinha elle gozado do
pleto valimento de Alexandre, ainda que
mulher livesso tido com esse monarcha
i correspondencia cuja desapparico seria
i perda bem sensivel, senao fosse inrepara-
Paulo havia procurado, ha muilos annos,
otgos e fleig amigos de Pedro III, assim co-
os cmplices de sua morte; recompensara
, e infligir aos oulros o espectculo de sua
erago para com a memoria de sua victima
is honras fnebres que Ozera aos seus res-
Alexar.dre, sentado era um throno que
biiiddde, de calor e vida, conieniandu-me um ac-
crescentar. para previnir um falao juizo, que
o esquecimento do passado me poderia obrigar a
fazer contra mim mesmo na idade avangada em
que eu relase eala collego, que, depois que
meua olhos se abrir m luz dz verdade, mi has
opini&es sobre esse ponto importante nunca va-
riaran) 1
Nao citei esla passagem, escrila sem elegancia
e sem clareza, senao em virtude do aen'.imenlo
honeato e da vista prophelica que ahi se notara.
Depois de miiitos annos, ella escrevia a lapis, por
baixo da passagem que acabo de citar : Hoje
5 de maio do 1834, na idade de cincoenta e um
annos e Ires mezes, afrma, sorrindo-me dt-sses
esrrnpulns, que, nesses vinte e oito annos que
tem completado cada vez mnis, animado o forli-
cado minha f, nunca lire a menor duvida e in-
vtrinvelmente offoigoada as bases do chrislianis-
mo, nao conheci algumas oscillacoes senao para
lornar-me no seio da egreja calhlica ainda mais
chrisla I
A converso de madama Suetchine foi um
dos maiores acontecimentos de sua vida, talvez
o maior. Sem duvida esse acontecimenlo a de-
cidi mais tarde a fixar sua morada em Paris,
onde seu espirito e sua alma tiveram urna per-
feila dilatagao. Desde sua tenia mocidade, ella
conhecra vivas nspiracoes para Deus :
Eu desperlci joven 4e um somno pcior que
o da raoite. Na edade de dezonove annos, lan-
fTaiiCa. u gei.er.i Suei.hiiie lornou -."rr SM que lhe8 inspiroram s mais sombras dou-
em servigo activo, e sua mulher se retirou para
trinas.
C por isso principalmente que de Maislre o
homem do passado, e apezar da seus eloquerrtes
sophismas, no poderla recondozlr a humanidade
ao reinado da theocracia, a uma resi^nagao mu-
da A miserias incuraveis, ao culto do carrasco.
E' doloross para a memoria do conde de Maistre
que elle nao ten ha permanecido com .o mesmo
carcter, apaixonado, maa algumas vezes cheio
de graga e de encanto, que nos fra revelado
pelas obras que elle deixara ; comu que nao
dos havemos do admirar e entristecer so mesmo
., lempo ao 1er, tragadas pela mi que escreveu o
mas ruja cx.pressio aborrego sob urna pena fran- i livro do Papa, as linhas ultrajantes que foram
ceza. Quanlo a mim, nesse duello ternvel, se- dirigidas ao manso e infeliz Pi Vil, porque case
nao posso recusar minha estima o admiragio a | bom papa sagrara o restaurador do culto, o au-
quem defende seu solo e seu lares, nao poderei 'or da concrdala I E essa carta em que um
deixar de estar de corpo e alma com o grande I P"i de familia, chdio de honra c jusliga para si e
capitao, mesmo desvtirado pela poltica e com Parn s seus, leva a paixao de seus deverea di-
suas trras dos governos de Nyni e de Sorotof
Nos nao contamos a historia da Russia, nem a
da campanha de 1812 ; os negociarles que a
precederam, e a lula gigantesca de Napoleio le-
vando a Allemanha apos si centra oa russos fo-
ram referidas e descriptas de um modo inleira-
nienle original por Mr, Thiers, que julgou com
uma. severa imparcialidade o vencedor de Smo-
lenk e do Mnscow, e que langa sobre elles os
erros e as infelicidades dessa guerra. Mme. Suel-
chine fallando de Alexandre e de Napoleao so
exprime alternativamente com um enlhuaiasmo
e uma animosidado bem naturaes em uma Russa,
o seu heroico exercito.
Depois da evacuacio do territorio da Russia
pelos Francezes, o imperador Alexandre entrou
na Allemanha, onde sanguinolentas lulas se re-
novaran entre a Europa inteira insurreccionada
contra nos e um exercito recrutado como por
milagre, e que ia sssombrar o mundo com as
victorias de Dresda, do Lulzen e Baltzen ; a im-
peralriz Elisabeth sollicilou sem obler, a fclici-
dade de acompanhar Alexandre. Seguio de lon-
cei-me nos bragos de Deus com uma paixo tal,: ge a marcha re seu esposo e visitn "algumas es-
cuja vnacidado a nada posso comparar. Duran-1 -
le alguns annos, a religiao leve em mim esse
carcter, e, acredila-lo-heis. minha amiga? fo-
pitaes d'Allomanha. Madamoiselle Roxandre
plomatieos ao ponto de pedir jovens addidos
bem felos e de rosto agradavel, adra de se ser-
vir delles para iolroduzir a desorden as fami-
lias e penetrar os segredoa dos maridos sedu-
zindo as mulheres? Quanlo ao conde de Maistre
diplmala, fez elle durante sua missio na Rus-
sia uma campanha verdaderamente desastrosa
para sua repuiagao de astucia, sagacidade epe-
netraco ; quero fallar do plsno que elle conce-
beu de pedir uma audiencia ao imperader Na-
poleao a de obter delle que resiituisse ao rei da
Sardenha seus estados da trra firme, que se
da lorie, mas nao na capital, M. e M. Suet-
uoros os amigos, grandes cstudos, c que a-
menisavam, para .urna joven a quem os reedi-
cos haviam annunciado que jamis conheceria
logria da malernidade, os cuidados prestados
.lucaeao do joven irma, tcrnamenle amada,
oi entilo que comegli o que se pode cha-
os trabalhos de Mm. Sucthine ; lem-se a
va disso os volumes dos extractos que olla
xou de suas leituras, e que remontara a 1801.
Boissonade tinha ensillado a Mm. do Tracy a
ler os livros como se engolem cerejns, Mm.
thine tinha por insudo seguindo as ligues do
n e sabio hellenista. Os tratados de moral,
BarUielensy, os preceilos do Pyihagoras, ller-
dn do Saint Pierre, as Noiles de Youug, M.
Genlis, tradueges de Homero, Joo-Jaques
usseau fornacem-lhe mu morosos extractos ou
lyses. Voltnire excluido, Mm. Suetchine
sjevera para com o pairiarrha Ferney. Mui
icas vezes pude ler Voliaire sera expciimen-
a mais penivcl impressao, ao passo que as
iles de Young me reconduziram muilas vezes a
a agradavel situagao moral. E' intil cen-
ar tudn quanlo ha de injusto no juizo que im-
icam estas palavras. Vollaire, poeta pico e
_ico, s causa impressoes peniveis porque
tilas vezes fastidioso, enfadonho e porque ser-
se de uma lingoa em que abundara os defei-
mas o secuto de Luiz XIV, a historia de
Caldos XllT algumas poesas folgasans, a algu-
is tragedias, sao obras cuja Icitura ofTereee
i grande encanlo, sem ferir os espirilos mais
orislas cas almas mais delicadas. E curioso
proximar essas linhas escritas antes que Mm.
clhine conhecosso o conde Josph de Maistre,
rigorosa aposlrophe do autor dos Serves de
o Petertburgo : Ai daquelles que cm sua
iliolheea vollam militas vezes os olhos para as
ras do Ferney. Porm de Maislre tinha li-
Vollaire a fundo, e provavelmenle o prefera
(foung. A propria litteratura nao escapa a
ida ; debaixo de alguns pontos de vista seas-
scmelha a msica. A que sc-ouvw'o\mocidadn
corlas situeedes d'atrnaj dela umaS ineffavel
impressao que nao poderiam deslrorn- obras
mais sabas c mais harmoniosas. Ase >as apai-
nadas, as imaginaces vivas, as in 'gencias
sadasempreslam muilas vezeaa^niT^aberem
as riquezas a obras comparitvanienle medio-
ciles. Tal o enthusiasmo de madamc Sue-
le aine por Young e pelo Belizario, do Marmon-
. enlrclanio ella nao era s quem apreciara
eflsa obra quo um soberano de genio, mas de um
sto litterario duvidoso, chamara o breviario
s reis, quo Calharina traduzia em Rnsso, e que
lenas uma dissertaco de clamaloria, e, so-
nido pens, enfadonha, sobre os deveres dos
beranos. E' que no secuto XVIII havia rouita
nvengao e falsidade nos espirilos. De cerio, o
igano c de todas as epochas. Montaigne esli-
a que Ronsard nao se affusle da perfeico dos
ram cinco minutos de exaltago religiosa que
baslaram para obter todos os sacrificios, e para
dar ao resto de minha vida a direceo que ella
toniou. Foi uma graca, eu digo-vos'eom o mais
profundo sentimenio de convieco, nao a merec
de modo algum. Mais larde Jrovldencis t-
rou-me o loile e as andadeiras. Como senti-me
iraca quando foi preciso andar s, e subii em
vez do voar I >
( Carta condessa d'Edling.)
Um raro ronruro de circumstaneins se reuni
para furlhrnr sua inclinagu piedade c condu-
zi-Ia ao seio da egreja calholiea : a devogo da
impcratriz Maria, vuva de Paulo I, de quem So-
phia Soymonoff tinha aprendido a conhecer e
admirar a dolorosa resignagao durante o reinado
amoaesdor e agitado do fallecido Czar; a socie-
dad* dos emigrados francezes estabelecidos m
S. Pelersburgo nesse reinado e principalmente o
conJiecimenlo que Iravou com o conde Joseph
de Mnislre, erabmxador do re da Sardenha, ro-
nhecimento que se converteu em amizade, seu
eonselheiro e quasi seu director no camnho que
ella se proposera seguir, o sem que elle desen-
volvesse o menor espirito de proselylismo. O
capitulo consagrado por M. de Falloux aos emi-
grsdos francezes na'Russia um dos mais into-
ressanles da obra.
Principes de sangur-, fidalgos de alta jerar-
chia, ecclesiasticos, alguns dos quaes linliam
tido a honra de receber era Franca o conde
do norte ou de o conhecer, procorar'am um re-
fugio na cite de Paulo; foram ahi recebidos,
uns com magnificencia, todos com generosidado
Alexandre *acceitnu essa hormiga do. seu pae ;
accroscentou-lhe a nobre graga de suas manei-
ras, a sua exquisita polidez, sua inclinagao a
soccorrer. A resignagao dos exilados, a pratica
exemplor de sua religiao. os piedosos trabalhos
dos ecclesiasticos, a morta edificante da princeza
de Trenlo, a ultima dos Chatillons, amiga de
Maria Anloniella, fizeram sobre a sociedade rus-
sa em geral e sobro madama Suetchine em
particular, a mais profunda impressao. Os jui/os
mais severos foram proferidos acorea dos emi-
grados, muitas vezes sem dislincco daquelles
que deixaram a patria, e abandonaran) seu rei
desde o comeco da rcvolugo de 1789 e daquel-
les que nao se deridiram "a fugir seno para evi-
tar uma morte certa. Ninguem pode julgar que
esses juizos sejam fundados, quando se trata
daquelles que onipunharam armas contra a Fran-
ca, e eombatoram as fileiras de seus inmigos ;
al no seio da nobreza, alguns caracteres chfios
de altivez e de dedicacao pela patria, protesta-
rom com o seu exemplo contra o jugo de uns e
o comporlamento de oulros. O pae do duque
de Brog_lio recusou emigrar, e quando ia ser
guilhotinado, recommcndou o seu filho quelle
mesmo que Iraz hoje to nobremente osso bello
nomo, que nunca se esquecesse que se devia a
seu paiz. Os Montesquieii, os Riron, os Custi-
ne servirn) repblica at sacrificaren) suas ca-
begas; mas os que emigraram podiara dizer que
em sua conviieao intima, om sua f, para assim
dizer, a Franga ora o rei, que esse rei ora seu
chefo, que a sua bandeira era a dilles, que es-
se rei prisioneiro no soio de su capital era sen
dever livra-lo. Mas do um, em oulros partidos,
tem romrnetlido a mesma falla, e nao tinha b
mosma desculpa. Nao mesmo do centro do
partido que tem declamado mais contra b emi-
grarSo, e contra Cobleniz que sahiram os ho-
mens que om Cdiz, era 1823 o no cerco de Ro-
ma em 189, retiraran) sua bandeira franceza?
Grande ligio bem dada para inspirara rnodera-
go, o esquecimento do pausado, a indulgencia
entre todas as classes de cidados!
Vollemos madama Suetchine. Ella se havia
ligado com madamesolle Roxandre Stoudza,
joven agradavel. originaria do nma familia natu-
ral da Moldavia c pertoncento comitiva da im-
pcratriz Elisabeth, a piinceza l.uiza do Bnde, ca-
zada mui moga com o gio duque Alexandre.
Essa uniao. apezar da belleza e da graca da im-
poralriz, uo foi feliz. Alexandre esleve por
muilo lempo separado de sua mulher, e s se
Slourdza nao a deixou durante essa viagem, que! haviam convertido cm deparlamentos francezes,
deu lugar, entre Mme. Suetchine o ellas, a uma i ou antes a creaco do um novo reino a cusa do
correspondencia, cuja metade s reproduzida I algum soberano expellido. E' bom ter ludo isso
por Mr.Falleux ; nao foram encontradas as cartas i contado pelo propno conde de Maislre. A gente
de Madasmoielle Slourdza. O eslylo de Mme. se assusta e se diverte ao mesmo lempo por lan-
Suelchine agora fcil, claro e suavemente com-
movido ; os pensamentos fazem impressao sem
serem procurados e o senlimento de um patrio-
tismo exaltado e de uma piedade que se Irans-
forroou em sua vida, respirara em todas as suas
cartas e anima-as.
Lembrem-se que uma russa e uma moldavo
que apenas teem passado os trinta annos, que
pertencem os espheras rnsis elevadas da socie-
dade russa, que escrevem n'uma lingua que nao
fo) a de sua mi e concordaran) que essa corres-
pondencia lem lodo o encamo do uma obra de
llcgio e todo o atlraclivo da realidade. Fallo
como se toda a correspondencia das duas amigas
eslivesse diante dos olhos. ao passo que s lo-
mos as cartas de Mme. Suelchine; mas, lendo-as,
parece-rae que Icio as de Roxandre Slourdza.
Os doces reflexos de sua alma eselareceu as car-
tas de Sophia Soymonoff. Lde antes : A me-
dida que se adianlam, o circulo de nossas penas
lo crguihn e tanta extravagancia. E' essa per-
sonagem extraordinaria, agradavel, cheio do
grandeza e sirnplirldade, como hornera e como
christo, que mademoisolle Suetchine conheceu
em Pelersburgo c que exerceu sobre ella uma
profunda e ineffavel influencia F.saa influencia
foi involuntaria da parle do conde de Maistre.
Esse calholico fervoroso e persuasivo nao linha
nada de missionario
Nao era elle um pregador ; mas a grandeza, a
belleza do catholicismo, pralicada e confessada
por um gentil homem dotado de uma cloquea-
da incisiva, eram poderosos meios fobre as al-
mas, e madeine Suetchine os sentio unidos
a outras cansa,'resolvendo-se a aer um cstudo
profundo da religiao para a qual se senta eha-
! rnada ; retirou-se para uma Ierra perlencente no
| principe Banatinsky, levando apenas con.sigo
, uma moga que adoptara, chamada Nadina, e os
, livros que havia escolhido. Sendo por ella cor*-
eslende-se, relrahe-se o de nossos prazeres : eu su|ladili M. de Maislri> oppoz-se ao u designio,
nao conhego maior prazer que o de uma con- e ocombaleu, mostrando-lhe lodns as difficul-
d sincera que coruega pela troca de dades de sua empresa. A senhora. dizia elle.
nunca ha de chegar peloeamioho que temou. A
fadiga ha de esmaga-la ; a senhora gemer, mas
sera un nao c sem consolac.ao ; ser entregue a
nao sei que raiva secca que roer uma depois da
outra todas as fibras de seu coracao, sem que
V. Exc. possa livrar-so de sua consciencia o de
seu orgulho.... V. Exc. l agora Fleury, condem-
nado pelo Summo Pontfice, para saber exacta-
mente como ha de haver-so com
ideas, e acaba pela dos senlimenlos; daquollos
conversas que s o acaso parece Irazer e as
quaes, a proporgao quo se animam, vft-se es-
lampada toda a bundade da Providencia. Encon-
Irei Ludo isso em vossa conversa.... Crde-me,
ninguem conhece perfeitamenle seno as pessoas
qoe comegou por advinbar. E'preciso uma es-
pecie de analoga, preciso ser differenlemenlo
semelhanles para se compreuender cora perfei-
co......
curam no cunos aesic munao... bitas se locam,
, senlern que se encoDtraram, a confianca se esla-
belece entre ellas sem que possam muilas vezes |er Febronio contra a Sede Roma; c o conde de
assignalar urna causa .valioso. | Maislre continua assim a enumerar os iii-8 e os
Nao fcil fazer urna escolha as carias de in-4 as duzias, e cujos ttulos s por s seriara
madama Swetchino ; limilar-me-liei a algumas suiT.ciento por causar vertigem. Pois bem, co-
passagens cm que ella se revela por tragos que mo diz com toda a razio M. de Falloux, o conde
farao melhor corapreliender, do que ludo quan-
o Su mino Pon-
Porecc-me sempreque as almas se pro- unce ; bem feito, senhora. mas quando lver
se locam. acabado, aconselho que leis a refulagao de Fleu-
ry pelo Dr. MarchefTi ; ao depois V. Exc. ha do
lo cu poderia dler, a atragio, o ascendente que
exerceu em torno de si mais tarde e que carac-
terisaram essa mistura de reserva modesta e
quasi tmida, de subordinngo de prnprio, com
urna auloridade roorol innata, urna especie de
dom de dominar as olmas, sem se imprc quasi
sem jnlgar-se propria para isso.
Nao preliro os outros a mim mesmo, mas os
oulros sao as unirs pessoas a quem amo ; nel-
les que se acha enllocada loda a minha persona-
lidade, e ludo bom para mira com lanto que
nao viva concentrada em minha pessoa ; nunca
pensei que alguem me devesse cousa olguma (nao
leodes idea da latllude que dou a isso), c sem-
prc sent que, para ser inleiramente infeliz, cu
devia crer que ludo devia aos outros.
Sei o que uma alma piedosa pode esperar das
delirias de sua reunan no glande ser, mas o co
se parecera bem
de Maislre pensava langar um desalio, o apena3
faxia tragar um programma que foi seguido pon-
tualmenle. Nao ocompanharemos mademoisolle
Swelchinc em seu laborioso retiro em suas pes-
quizas theologicas, preferiroes indicar logo
todo o resultado.
CoNf(nt(ir-se-/i(i.]
Variedades.
andes poetas da anligudade, c pensa que elle approximou doli pouco lempo antes de morrer.
lngio o apogeo da poesa franceza ; mas os so-
jranos que fizeram uma Icitura assidua de Plu-
rco, Cezar, Phelippe de Comraines e Machiavel
rom melhor inspirados que Calharina, ao menos
ionio a escolha do talento e do genio. Mar-
ontel nao um litleralo dislinclo senao em
lus excellenles Elementos de lilteratura o cm
s jos memorias. Rousseau, Manperluis, mada-
le de Slael. Duclqs, macme Coltin, Pan-
e Virginia, Bourdaloue, Le Sage, Bosuet,
ue mais larde devia opoderar-sc da admiraco
madair.e Suclhine formam as suas collec-
oes. Nao poderamos dar os extractos que ella
?z, sem irmos muilo adianto ; sao variados ;
ensamentos"profundos, sublis, s vezes irnicos,
hi se acham ao lado daspaginasquc SantPreux
scrva a Julia. No quinlo 'volume, niadame
uclhine, a proposito de Delphiua, de ma-
ame de Slael, loma a palavra em pessoa. S
sla collecgo nao fosse destinada a mim s
estaria em transcrevor fragmentos desla carta
in que Delphina mauifesla opinios to pouco
emelhanles s minha?..... Mas como s junto
ses materiaes dispersos para mim s e como
ior consequencia nao tenho que leceiar inter-
lelracocs malignas, julguoi que poda enllocar
qui m trecho que me parecen cheio de sensi-
O iNiuMK. Quando se pretendeu introdu-
zir o inhame na China, foram geraes as esperon-
gns de que esta raz poderia substituir perfeita-
menle a batata, c muto mais o arroz; mas se
as esperancas foram. fcilmente concebidas ;
mais fcilmente ainda se dasvanceram, succe-
com o co se nao podessemos dendo um completo desprezo pela planlago, que
; lano se havia elogiado.
O inhame tinha sido muito gabado, pnra qne
as primeira! difllculdades inherentes a toda nova
cullura nao desgnstasse aquellos quo quizeram
; experimenla-Ia. O inhame foi dosacreditado
! rom lana vivacidade, como antes tinha sido elo-
giado.
Sua produceo foi considerada como roesqui-
nha, sua colfieila muilo difflcil; porque suas
raizes penetrara demasiadamente o interior da
Ierra ; e a despez do anancamento apenas com-
pensava o valor da colheita. Desde logo o in-
unir essa idea sublime de nosso futuro deslino
algumas ideas sensiveis? Onde estara a perso-
nalidadc sem a qual diz-sc que a imniortalidade
nao seria seno un dom inutil, se a memoria nao
se lhe liga'sse, se o eu cessasse de existir ? F. se
esso eu se encontr, que regio, que felicidade
poderiam lhe fazer perder o que se identificara
com elle ?
A oraoSo nunca me cansa, mas ennfesso-vos
que tenho algumas vezes sido tentada de crer-
me impo, polo enfado que mecausam os melho-
res livros de devogo. Bocejo no primeiro pagi-
na, e ha muito que nao diego a segunda. L'm
Idelogo que falla de religiao me coramove me-' hame foi condemnado ao abandono, o pelo rnc-
Ella leve ao rueos a consolaeo do acompo-
nho-lo em suo viagem oo sul do Russia e do
prodigalsar-lhe, era seu roliro intimo, aquellos
cuidados tornos, delicados e dedicados, que per-
niiitom. al s imperatrizos, desenvolver os en-
cantos e as virtudes da esposa. Madama Suet-
chioc em Sao Pelersburgo divida o lempo en-
tre seu marido, suo irma, princeza de Gngarin
e mae de cinco filhos, e madamesolle Roxandre
Slourdza, o conde de Maistre c o ostudo Os fi-
lhos confundan) sua me e sua lia, e soffriam
cora impaciencia ludo o que a sopnrava delles.
Mme. Suetchine va-so obrigada algumas ve-
zes a fechar-se a chave em seu aposento para
se entregar em paz paixao do ostudo Os me-
ninos armavam-sc enlo de seus brinquedos
mais alroadores, faziam o maior barullio atroz
da porta a lira de obrigar suo ta a inlcrromper
seu Uabalho. Repelidas vezes Mme. Suetchine
cedia a esla tempestuosa cilago, ora permane-
ca inflexivelmenle fechada ; mas apenas entrea-
bra a porta,os meninos faziam irrupeo cortos de
serem acolhidos nao somonte sem censuras, mas
anda com sorrisos e caricias. Ficai cerlo de
que para ser assim amada pela infoneia, pre-
ciso ler uma alma pura e amanto 1 Essa vida do
familia foi interrumpida pela guerra com a
' n i u -..... m
nos do que um homem de sociedade que se acha
pendrado disso ; um lem o ar do cumprir um
dever, o outro de seguir nma inclinagao, c eu
nao sei duvidar entre aqnelles que fsl conven-
cidos e os que esli persuadidos .
Foi com elfeilo um secular que devia deiidir
da convorsio de madama Swelchine ; foi o conde
Joseph de Maislre, de quem se lem fallado lano
ha algum lempo a esta parle; podemos, pois.
dizer : fallemos nossa vonlade. Isso sera mais
fcil e mais agradavel quando apenas condeci-
nos nao foi considerado seno como objeclo de
curiosdade, e proprio para ser cultivado nos
jardins.
Esle juizo pareca definitivo, e ninguem trala-
Ta do o contratiro ; ltimamente porm foi
apresenloda sociedado agrcola de Valencien-
nes uma memoria, enjo autor pretendo apellar
de uma sentenga pronunciada ab irato.
Depois do haver consignado as qualidades ali-
menticias do inhame, c enumerado todas as pie-
mos as Consideraroes sobre a Rtvolucat france- j paraies culinarias, as quaes elle se presta, o
xa), os Series de Sao Pelersburgo, o Papa, as
Carlas e Opsculos. Eu era bem moco quando
li pola primeira vez o conde do Maistre ; nunca
linha ouvido follar delle ; o ocaso o poz em mi-
rillas pos fui arrastado, jlesluinbrado por esse
altivo* geutilhomem, esso eloquento campiao,
profundo, paradoxal, do papado e do poder mo-
narchico; esse fogoso opostolo do passado, ao
autor urope um novo mclhodo de cultura em
profundos sulcos, o que augmentara a produc-
co, o sympliflcaria a colheita. Infelizmente o
aulor da memoria parece haver feito sua experi-
encia n'uma escala muilo limitada, para que so
possa assogurar favoravelmcnte o mesmo resul-
tad*) na cultura em grande E' verdade que ello
obteve uma colheita, em raizes, muito superior
quol o odio do presente dava resabos de prophe- 'd 1ue poderia produzir a mesma superficie do
la, nao ganhou com a pub'icago da correspon-
dencia indita.
Mr. Lamartine, em (tas Confidencias, linda
desendado seu retrato con) una negligencia que
podia fazer duvidar que o grande poda conde-
cesse o illustre escriplor ; madama Swelchine
reslituio a esse retrato una semelhanca lisongei-
ra, mas bera deslripta ; emlira mui recontemen-
te o autor do Curso familiar de literatura nos
deu uma nova copia de seu quadro quo se oppro-
xima muilo mais da verdade. Josepd de Maistre
lem paginas sublimes e consoladoras sobre o go-
verno imperial da Providencia e sobre o poder da
supplica, mas, assim como o Danta tomou dos
lerriveis acontecimentos de que foi teslemunha
suas sombras pinturas do inferno, Joseph de
Maislre paftee ler recebido do Terror as impres-
terreno plantado de batatas ; elle contentou-sa
de dar na planlago do inhame o mesmo ama-
nho que se d s batatas plantadas n'um terreno
regular ; mas todos sabem a enorme differenea,
que exisle entre o producto devido a ensafos
deste genero, e aquello que se pode obler do
mesmo processo applicado a uma grande exten-
so de Ierra.
As experiencias feilas n'Afrca teem comtudo
produzido os melhores resultados, e era Algcria
j ha dezoito especies ou variedades deste vege-
tal, que nada deixam a desejar.
O inhame ajudado pelo clima vegeta com
mais vigor, e contm muilos mos principios
nutritivos.
POR
P. I. STAHL.
XXXV
Oque acrcsccnlarci a islo ? senao que feliz
sem le-lo merecido, soube mais tarde que nao
me tinha engaado e que eu levava uma parte
do coracao de Cecilia assim como lhe deixava
uma parlo*do meu ; o amor e a amizade linham
descido no mesmo da sobre mira, sobre as fei-
ces de Odila e Cecilia, enviadas do co, sem
duvida, para minha salvagio, por meu pae e
minha mc. Tudo so passou como Odila linha
previsto e imaginado. A moca mais cedo do que
eu e muito mais cedo do qu Cecilia principal-
mente, linha descoberlo no fundo do coracio da
sua amiga a secreta inclinagio que linha por
mim, e duas vezes me, para mim o para Ceci-
lia, resolver fazer-ae merecer aquella a quem
eu aniava antes de dar-lhe parte dos nossos sen-
tmenlos mutuos.
Fiz corajosamente e com verdadeiro. prazer, a
aprendizagem do Irabalfo, e quando, depois de
alguns annos de provas, annos deliciosos e crueis
so mesmo lempo, casei com Cecilia, conhecia
embriaguez da verdadeira felicidade, da felici-
dade na familia e pola familia, no dever e pelo
dever.
*) Yide o Diario a, 131.
ueofli
Estas recordaces dos meus annos de moco
sao escripias,sinlo algum vexaroe en) confessa-
lo,por um homem a quem nada resta dese-
jar para si.
Feliz em minhas affeiges, tambera, o sou nos
meus trabalhos. Director da fabrica de___ eu
pude, casando os inleresses da Alsacia aos do
Gram Ducado, pagar a minha divida oo paiz que
me viu nascer e quelle que me deu a me de
meus filhos.
XXXVI
Eu devia terminar aqui esle jornal da minha
vida. Mas um amigo que acaba de ouvir-lhe a
leilura reclama, e reclama com a maneira pe-
remploria que lhe habitual, um capitulo sup-
plementar em favor de alguns dos personagens
que appareceram nesla historia, e a quem na opi-
nio delle, eu fazia mal em nao dizer a ullima
palavra.
Este velho amigo raen, lalvez lamuem o seja
leu, amigo leilor, e perdoar-mo-has que ceda a
pedidos que na bocea delle tem todo o geito de
uma serie do ordens. E' ornen aller ego na vi-
gilancia dos meus trabalhos, o maride de Odi-
la, o capilo Prospero Plourk, em pessoa que
me pe na ohrigago de abusar ainda da la at-
tenco :
Vem c, Odila, disse elle com a vivacidade
que lodos lhe conhecem, passa aqui um sabio
nesle senhor, porque ello tem-te respeito ; olha
que esqueceu-se de leu mano.
Deus me guarde, meu charo Plouck, de
esquecr o nosso boro. Stein I O leitor sahiri
poi3, j que voss o deseja, que as excellenles
qualidades de Stein e seus enormes suspiros,
durante e depois da nossa viagem oo castello,
linham commovido o co'agao de uma dos ilhas
do molciro, aquella que depois servio comlgo de
teslemunha no casamento do capilo ; e depois
de ter casado com ella, elle succedeu a seu so-
gro na geslio da granja e do moinho, o que to-
dos os que virom-a trabalhar, comprehendende
sua mulher, concordara que o brago que resla t
Nicolao vale por dous.
Um, disse o capilo ; possemos Agora ai
segundo esquecimenio. Este imperdoavel por
que emru de contas aquella a quem esquece es
na sua algbeiro. Cora que enlo julga suo
nene que depois de ler Tallado de negros e ne-
gras durante nao sei quantas paginas no princi
po desla historia, bastar aos seus lelores, pn-j foram educadas
ra que se declarem salsfeitos, que lhe linha
mostrado Zo empoleirada em uma torre velha,
sem ao menos dizer lhe se por acaso cabio da
la? Zo nao nenhuma sombra chineza ; logo,
nao pode apparecer era desapparecer sem raiva
nem razo ; ludo deve ler um encadoiamenio na
nalnreza, uma ordem lgica, e ludo nesle mun-
do lem, excepto o diabo do sen livro !
Um riso tmido e brando que leve por acom-
panhamento um sorriso do Cecilia o uma careta
maliciosa de Odila, acabaran) de me chamar
ordem, segundo a expresso favorita do ca-
pilo.
Perdi, minha boa Zo, exelamei eu Mas
sio modesta, fazos lo pouco harulho c o ca-
pilo, leu cavalheiro, faz lamanha matinnda, que
eu eslava em riscos de pensar menos em li do que
tu mesmo pensas de ordinario.
Deixemo-nos agora de madrigacs Zo,
disse o capilo. caso dizer dola ao leilor em
algumas palavras o que elle presisa sa*cr ; oqui
esl uma penna novinha, molde-a na tinta,
e conliouo a historia sem se afaslar da or-
dem.
A' ordem lo terminante s havia obedecer.
Obedoci, pois.
Afiango-le, amigo leilor, que eslava muilo
longe de suspeitor que a linda negra cuja sorle,
no trajelo de Paris a Saint isier me linha ins-
pirado reflexes que talvez te parecessem exqui-
sitas, lomara um dia um lugar irupertante na
minha casa, as minhas affeiges, e porque nao
o dira ? na minha familia. Era entretanto o
que devia succeder : Zo, e bem admirado fiquei
quando fiz esso agradavel descoberia, era ir-
ma de leile de Cecilia, e quasi minha por con-
seguinle.
O meu sogro linha casado naAmorica. Minha
mulher linha nascido em Nova York. Tinham-
Ihe dado, como se pralica muilas vezes nesse
paiz, uma ama de cor. Enviuvando, algum tempo
depois do seu casamento, o- pai de Cecilia vol-
lra A Europa e Irouxcra com a orno de sua li-
dia o lete de sua
Iha.o filha que parlilhava com
mi. Essa tilha, era Zo.
Uma tema amizade uni as duas meninas, que
juntas o receberam ambas o
mesma educaeio. Zo tinha a adminislrago ie
loda a casa ; ora olera disso encarregadn de to-
das as misscs delicadas, compras de vestidos,
de jeias o de toilleltes que se fazfe naturalmente
em Paris quando se. Iralava de Cecilia. Ella aca-
bara do cumprir uma dessas misscs quando, cu e
0 capilo a encomiamos.
No momento em qu eu escrevo oslas lindas, os
meus dous filhos desenngam nos bragos dessa
excellenlecreatura. Acharam ndla uma seguuda
me o urna tnesira do urna dogura e de uma im-
j paciencia inalleravcis............................
1 Voss escreveudous filhos, disse o capi-
lo, porque apenas tem dous 1
Ora ouga. Prospero, disse eu ao meu amigo
Plouck. nao dado a lodos lerem como voss,
meia duzia. Tcnha orgulho, mas nio humilde os
mais !
Ora muto que bem, disse o caplio olhando
com ar vencedor para a pobre Odila que occul-
tou o seu enfiarelur nos bragos de minha mu-
lher ; eisahi esl o quo eu quera que dssesse.
O capilo Plouck lem seis filhos, seis rajazotes 1
Havia de ser fresca a sua historia se deixasse
ignorar posteridade esse fado, glorioso para
mim e para minha mulher.
A posteridade nao o lia de ignorar, meu
charo capitao, dsse-lhe eu. J que quer que eu
lhe envo uma relagio exacta dos sens sorvigos e
riquezas, fique cerlo que ella o re cebera I E ago-
ra que isso est feito, permilla-me que ponho
um ponto no lim desla phrase e depois da ul-
tima linha desle manuscriplo a palavra
Ftm.
A palavraFtmdisse-mo o capilo cha-
mando-mc de parle, colloque-a ahi para os seus
lelores do interior. Mascreio que, para comple-
tar a satisfago daquelles dos seus lelores de
fora que goslara das historias celhegoricas, nao
faria mal em arrescenlar nossa historia um
post-scriplum. Ha cerlos detalhes de que cu nun-
ca lhe fallei que tera.o seu interesse para elles e
para voss,
charo
Pois enlo dicte voss mesmo, meu
Prospero, disse eu ; anda maisdepressa.
Nao foi preciso repetir ao capilo. Pegou no
meu papel, na tinta e nos minhas pernios, irans- i
portou ludo para a exlremidade do salo, para
mais myslcno, e logo que me vio prompta para ;
oscrevef, cojuecou uestes termos e meia voz a I
sua narraco.
O capitao Plouck, disse elle, achando-se |
recentemenle em Pars por causa dos negocios j
da casa Tedro Stiglcr tCompanhia, cnlrou por
acaso um dia, para compiar charutos, em um
soberbo estanque de tabaco que faz quina da ra
de"- e du boulevard Montmartre.
Em que que una post-scriptum destes po-
de interessar alguem, capilo ? disse eu.
Paciencia, replicn elle, frisando os bigo-
dos, paciencia E continuando a sua lliada, a-
crcscenlou :
Ora, cumpre snber que o sobredto extan-
que de taboco, onde tudo era novo, pinturas,
balcio, vidros o eaixas, era administrado "per
uma particular de boa cara na qual o copio
Plouck roconheccu in'continente modemoiselle
Fleurelle em pessoo.
A dito moderaoisellt Fleurelle tinha judiciosa-
inentc escolhido para lente a sua amiga in-
tima, mademoiselle Finelle. a qual, sentada em
uma soberba poltrona de velludo vermelho, ram-
pcava como a deusa da jusllca atraz do um par
de balangas.
Accendendo o seu charuto, o capito entrou
muito naturalmente em conversago com as duas
seohoras. Nao so linham tornado ferozes. Sou-
be, conversondo, quo a concesso dosse estan-
que de tabaco linha sido adjudicado mademoi-
selle Fleurelle pelas poderosas recommendgate
de um celebre jurisconsulto, que ella livera a
honra de contar no numero dos seus amigos no
lempo em que segua os cursos da Escola de Di-
reito.
O capilo nio julgou a proposito levar mais
longe as suas invesligaces, mas julga dever
consignar aqu-, como fegao. de carcter, que esse
Om quasi burguez Uvera resultados inleiramente
opposlos sobre as. ditas organisaces (le made-
f
m..
I
<:

J
moiselle Fleurelle e Fenelle. A primeira linda
engordado consideravelmento. A segunda tinha
emmagrecldo extraordinariamente e ficado ama-
relia.
Todava mademoiselle Fnelle nao linha do
que queixar-se da sorle, porque era protegida ha
muito e utilmente pelo mais rico corrector de
couros da proga de Pars.
Mas o que quer, disse ella ao capitio, allu-
dindo a sorle de'Fleurelle superior tua, quan-
do a gente obrigada a viver ao p de pessoas a
quem as calhandras cahem assadns na bocea,, a
quem succedein todas as felicidades no momen-
to em que menos pensara, nio l cousa que
faga muilo prazer.
XXXVII
Desla vez ludo ? disse eu ao capilo.
Espere, espere, disse-mc ella, esfuegando
a testa como querendo fazer sahir della uma
rocordago que pareca escapar-lhes. Ora, es-
pere I
Ah disse elle de repente, acertoi ; o fac-
i que ianios esquecr nao tem por si mesmo
grande importancia, mas c melhor peccar por
excesso de consciencia do que por omisso, Es-
crevo pois tambera, emquanlo esl com a mo
na massa, que o lenor paleado em Strasbucgo
durante os primeiros das da sua chegada foi
chamado de novo pelo povo que o linda paleado
e expellido. e que cm pouco tornou-se o mimo
da cidade.
E' sempre bom mostrar quo as nmllidoes
sao catavenlos o que, como se diz na Hespa-
nha, as cousas humaras sio ventos e turbi-
Ihes.
A's rail maravlhas, respond cu a Prospe-
ro ; gragas voss, meu querido capilio, a nos-
sa frivola historia acabar ao menos com uma
reflexao philosophira.
Philosophica epoliticareplicn o capi-
lio que quera por forga dizer a ullima palavra
eque cffeclivamente a disse.
FIM.
, PERN.-TYP.DEM. F.DEFAU. -1860


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