Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09079


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Full Text

--------------------------------- -I
im
UN 1X171. HUMERO 128.
r tres mezes adiantados 5S000.
lof tres mezes vencidas 68000.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTB.
Parahiba. o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
"I, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr J. Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. JoSo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. JfrnnvnnM, costa.
PARIIDA US COHUEIOS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
SrAnlao, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'AlhrT, Naiareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oncury e Ex as quartas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manha.
El
3 La
MEZ DEJUNHO.
heia as 2 horas e 26 minutos da larde.
minutos
II Quailo roinguante as 10 horas e 45
da n anhaa.
19 La iova as 3 horas e 4 minutos da mi
25 Quaito crescente as 10 horas e 16 minutos da
lard
Primeir
Segund
PARTE OFFICIAL
Ministerio da guerra.
EXPEDIENTE D0u24 DE ABIHL DE 1860.
,1, ?X ''rcsillon,e ua provincia do Maranhao, man-
,\l rfor".ccer Pel deposito de artigos bellicos
da provincia, 1." e 5. companhias de pedes-
tres, as peca de fardamenlo livro? menciona-
eos na nota quo se remetiem.
Ao da do Par. dem, pelo respectivo arse-
nal de guerra, as barras de madeira declaradas
na nota que se remelle
oo esquuiirao Uo i-avallana oa Baha, e Joao llap-
lista de Almeida, alteres do regiment da mes-
ma arma. Pedem troca de lugar nos respectivos
corpos.Nao tem lugar.
Guilherme Marques de Souza, tenenle do meio
balalhao do caladores do Piauhy, pede que se
mande cessar o descont que se lhe est fazendo
pela o.* parlo des seus vencimenlos, de ajudas de
cusi que recebeuIndeferido.
Os capiles Jos Joaquim Nunes, do 7. bata-
'haode infanlaria, e Leandro Correa do Lago
da 12." da mesma arma, pedem troca de lugar
nos respectivos corpos.Nao tem lugar.
Clemenlmo Pereirn Passos Cavalcanli, 2. sar-
Diio
de o Irrl
qualur
para co
provine
^-w?S Sslob=: I EA-e:
radas. .........^u8,,c
^ i, .We' batMao do Piauhy.
boldado Manoel Baymundo Cardoso.
xa > J!e' batal/tao do Cear:
Soldado Jos Cesar de Menczes.
ileio balalhao da l'arahyba,
Corneta Manoel Leandro da Pouba.
28-
Ao presidente
cionadas 'mr. ,.j..~ Z~ ""7"----------"""" I r1'"" pr vir em o anno prximo futuro e
Ignacio Jos de Moraes Cid, alferes reformado
pode entrar novamenle no exercinin rio .... >.
to, com as
mente no exercicio de seu pos-
vaulagens actuaes em remuneracao
Jos scrucos que prestaran elle e seu pai o fal-
lecido coronel Jos Feliciano de Moraes Cid.
Indeferido.
D. Luiza d* Oliveira Avena pede dous mezes
de licenga para seu lilho Joo da Oliveira Avena,
a de policaleudo Sua Magosto-
porador concedido o seu Imperial Eve-
a nomeacao do Sr. Ileniy Forster Hilch
suliulenno dos Estados-Unidos nesla
. assim o communico & V, S. para seu
.?J!he?|DMn,,-Igua, oeapiSo do porto, e ao
*' r da lliesouraria de fazenda para seu co-
S'u6 50m do 1"e faca constar ao
ra airandega e ao administrador da mesa
inspecli
nhecini
nspccli
do cons jlado.
Dito
posieao
gar con
ras, qu

ticios findo proveniente de consiguaco que dei-
xura e nao fia paga. "
Ao de Pernainbuco.para providenciar, como
julgnr conveniente, ouviudo a thesouraria de fa-
zenda e o commandanie do presidio de Fernan-
do de Noronha, sobre a falla da remessa, da par-
te do commandanie da forja all deslacada! da
iclacaodos vencimenlos da mesma ao comman-
danie do 4. balalhao de artilharia a p de que
tem resultado estar por pagar desde novembro
ao anno findo, remoliendo os necessarios fundos
ao almoxanfe do raesrao presidio para fazer os
dcridos pagamentos.
Ao ajudanle general do excrcilo, para man-
dar cumprir as sentencas proferidas pelocon-
sclho supremo militar do juslica, os seguales
processos:
Corpo de saude do exercilo.
1' cirurgiao Dr. Antonio Francisco de Oliveira
oClz. /
Meio batalho de caradores da Parah'yoa
Soldado Manoel Das Dorba.
Companhia fixa de cavallaria de Pernvmbuco
Soldado Innocencio Antonio da Rocha.
8." batalho de infamara.
I. cadete 2. sargento Amonio de Paula Ca-
valcanli de Almeida.
9 batalho de infantaria.
Soldado Theodoro Ferreira Soares.
10." batalho de infantaria.
Soldado Joao da Cruz dos Santos.
- 30-r
4 ~T A,? ajudante general do exercito, remcl-
tendo-Ihe, para.roandar executar, as sentencas e
processos seguintes:
3." regiment de cavallaria ligtira.
Teneole-coronel Joo da Costa Barros Masca-
renhas.
Companhia de artfices de Pernambuco.
Soldado Simo Judas Thedo.
1. batalho de infantaria.
Soldado Joao Nepomuceno de Barros.
Meio batalho do Cear.
Soldado Candido Jos da Silva.
Circular.Illm. e Exm. Sr.Picando rovo-
gado o aviso circular de 15 de abril do anno iiu-
turajao ao oflieial commandanie de oais de urna
companhia graticaces correspondentes ao nu-
mero de companhias que esliverconimaudando,de-
claro a V. Exc. para q fazer conslar, que essas
cespezas sero pagas pela Ihesourariade fazenda a
Vista das coulas documentadas c rubricadas pelo
commandanie das armas, se nao o houver, pelo
assistenlc do ajudante general do exercilo, nao
devendo porra exceder importancia das res-
pectivas graliucaces das companhias que esti-
-verem sob o commando desie offlcial.
Dos guarde e V. ExcSebaslio do Reg
Barros.
Sr. presidente da provincia de......
1 de maio.
Ao presidente da provincia de Pernambuco,
declarando, era resposta ao seu oficio de n. 55
bis, de 7 de fevereiro ultimo, que bem procedeu
mandando pagar o meio sold do tenenle-coro-
nel reformado Joaquim Caetano de Souza Cou-
iro, que se acha preso cumprindo sentencia, nao
obstante a falta da apresentago da sua patente
nao so porque o sold da reforma lhe 6 devid
integralmente, corno porque, procedendo daquel-
le modo, attendeu s necessidades do dito te-
nenle-corouel e aos inleresscs da fazenda na-
cional.
Ao mesmo, declarando, em resposta ao seu
ofcio n. 171 de 20 de abril findo, que llca ap-
provada a deliberajao que tomou de nomear in-
terinamente o leme reformado Manoel Carnei-
io Machado Freir para servir de ajudante da
directora da colonia militar de Pimenteiras
11 -
Ao presidente da provinciano Amazonas,
autonsando a mandar comprar um animal para
a carroca do corpo de guarnicao fixa, o qual ser
sustentado a cusa do mesmo corpo.
Ada Bahia, remetiendo topis do officio do
coronel director do arsenal do guerra da corle de
8 do correnle, aura de flcar sciente da remessa
de dous mil pares de spalos pela barca brasileira
Aurelia.
Ao do Maraohiio, declarando que a vista
que expe em seu officio n. 76de 26 de abril ni-.
timo, tica demiltidoo commandanie da 4.a com-
panhia de pedestres da dita provincia Duarlo
uilhermeConeia de Mello.
12
Ao presidente da provincia do Para, de-
clarando para o fazer constar a Jos Luzignano
Monleiro Baena, que nao pode ser confirmado
no lugar colaborador do escriv&o do arsenal de
guerra da mesma provincia, como pede, por nao
Jiaver semelhanle lugar.
Ao da do Maranhao, que nao convindo au-
4orisar mais compra alguma de artigo de farda-
menio por se ter mandado vir da Europa sup-
pnmenlo de fazendas para o exercito, deve limi-
lar-se a reinclier os pedidos do que for neces-
sario para os corpos all estacionados, bem como
da plvora precisa para as urgencias do servico
a lim de que nao naja falta.
Ao mesmo, que, em vista do aviso de 14
de Janeiro ultimo, nao devendo fazer parte do
conselho administrativo de compras da provin-
cia o capito Guilherme Leopoldo de Freilas,
pelo motivo de ter passado a aggregado por
doente, cumprequeseja dispensado do lugar que
xerce.
14-
Ao ajudante general do exercito, remetteo-
do-lhoos processos dos officiaes e pracM do
exercifFabaixo mencionadas, para mandar exe-
cutar as respectivas sentencas.
sado-mator da 8.* claue.
Tenente-coronel Jos Joaquim do Coulo.
4." balalhao de arhlheria a p.
Cspitio Antonio Maa Rabello.
Batalho de cacadort de Matto-Grosso.
Cabo Frederico Teixeira Coelho.
Corpo de guarnido fixa do Paran.
Soldado Manoel Joao.
Companhia de artfices de Pernambuco.
Soldado Manoel Francisco dos Santos.
Requerimenlos despachados:
Benjamn Pereir Monleiro, a 1 feces ajudante
\ '
Nao tem lugar
Leopoldino Francisco Caldas, alferes do 1. re-
giment de cav|laria ligpira, pede dous mezes
de licenja de favor para trotar de sua saude foro
da corte.Nao tem lugar.
Antonio Lourcnco da Silva, pede baixa do ser-
vico para o soldado do meio batalho de caca-
dores da Parahyba, Manoel Jos do Nascimento
que diz ser seu neto.Indeferido
Serafim Gomes Rboiro, pede baixa para Gal-
dino Gomes Ribeiro, soldado do meio batalho de
catadores da Parahyba.Indeferido.
Jos Joaquim de Santa Auna, soldado do meio
balalhao da Parahyba, pede baixa. Indefe-
rido.
Joao Jos de Sania Anna, soldado do meio
balalhao da Parahyba, pede baixa. Nao tem
lugar.
Ministerio da marinha.
EXPEDIENTE DO DA 14 DE* ABRIL DE 1860.
A presidencia de Pernambuco, para mon-
dar proceder aos necessarios exames a respeilo
de Ernesto.da Cosa il'nheiro, que, pelo chefe
de polica da mesma provincia, fra remetltdo
disposigo do commandanie da eslaco naval por
suspeitar ser desertor do corpsyie imperiaes'ma-
nnhetros. quando por diversos documentos se col-
lige ter elle oblido baixa do referido corpo era
setembro de 1857 ; devendo ser posto em liber-
dade, caso se reconheca a identidade de pessoa.
Fez-se communicaco ao quortel general.
_ A da Parahyba, communicando a expedi-
do de ordens am de aer o colre provincial da
mesma provincia indemnisado da quantia de
0:182jj80, imporlancii das boiaaesuas perteucas
mandadas construir em Pernambuco para bali-
samenlo do rio Parahyba, e que a thesouraria
dcsta provincia julgou dever lancar a cargo da-
quelle cofre. Communicou-so ao ministerio da
fazenda e conladoria de marinha.
A do Cear, aulonsando-a para despender
quanlia necessaria com a acquisico de urna jan-
gada de que precisa a respectiva capitana do
corpo.Communicou-seao ministerio da fazenda
contadoria de marinha.
do Maranhao, approvando a deliberarlo
que tomara de reduzir o numero dos pairos e
remadores da capitana do porto, augmenlando-
Ihes os vencimenlos.Communicou-se ao mi-
nisterio da fazenda e contadoria de marinha.
16 -
A presidencia de Maranhao, determinando
que no plano da obra do phorol de Sanl'Anna se
facam certas allcracoes indicadas pelo coronel
Duarle Jos Gomes Jardim.
presidencia de Pernambuco, declarando
que nos termos do aviso de 5 de marco ultimo,
s deve ser o corvo de pedra recolhido a depo-
sito particular no caso de nao ser possivel ter o
governo deposito seu, para o que bastar por
ora um lelheiro, ou mesmo qualquer lugar no
arsenal.
18
A do Cear, declarando, em resposta aoseu
officio de 10 de Janeiro ultimo, a respeilo das in-
formagoes reservadas exigidas pela circular de 25
de novembro do anuo prximo passado, concer-
n en les aos officiaes e empregades da marinha su-
jeitos a immediata inspeceo das presidencias
que deve ministrar somente vas vida reservada, e servir-se dos dados que
pode fornecer o capito do pono quanto aos ou-
iros quesilos que nao sejam secretos; certo de
que laes informaces devem ser escripias segun-
do o modelo de que se lbe reraetteu um exem-
plar.
19 -
porto er.
commu
Dito a
negocios
o I mpen
data sei
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Bastos
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perior.
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Em addi
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fe de pol
commam
de condu
provincia
impenae
cluso req
seu comn
Dito
Para que
junto por
perio em
informo
companh
PREAMAR DEHOJE.
as 4 horas e 6 minutos da raanhia.
as horas e 42 minutos da tarde.
SABBADO 2 BE JOfiHO BE Hf ;
Par auno aflautado 40(000.
Porte franco, para 9 ajuVaerilor.
muco
o chele
ADINECIAS DOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal do cororaercio: segunda e quintas.
Helaco : tercas feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as-10 horas.
Juizo do commercio : quintos ao meio-dia.
Dito de orphios: tercas e sextas as 10 hora.
Primeira vara do civil: tercas e sextas a neto dia
Segunda vara do cwil; quarlas e sabbados
meio dia.
ao
DAS DA SEMANA.
2* Segiwda. S. Germano b. ; S. Priamo m.
29 Terca. S. Maximiano b. ; S. Mximo ro.
30 Quarta. g. Femando rei ; S Flix p. ni.
31 Oninta. S. Petronilla t. ; S. Lopicino.
1 Sexta. S. Firmo m.; S. Felinto; S. Severiarro.
2 SaBtado. S. Erasmo b. ro.; S. Marcelino m.
3 Domingo, da SS. Trindadp. S Ovidio b.
Iir quanto antes o lelheiro em que all so u.a o
gado deronto do quartel do 4. balalhao de arN-
Ihana a pe, allanta a inconvenlenlo collocacao-
do mesmo nialarfouro o barlavenlo do respectivo'
quartel.
ENCARREGADOSfrA SUBSCRPeO O SL.
Alagoas. o Sr. Cltfmilno Falcad Das; Bahia, v
Sr. Jos Marlins Alrt; Rio de >eiro, o Sr.
Joao Pereira Marlins.
. EM PERNAgfeCb.
O proprielario do diario andel Pigselroa a
Fana. na sua livraria praga da- Independencia ns.
o mesmo.-Nesta dala mando por ds-
3e V. S., para dar-lhe o deslino quejul-
enipnle, o re.ruta Antonio Paes de Fa-
>. foi considarado incapaz para o servico
da rmala segundo declarou-me o capitao do
i ofcio do honlem, sob n. 118 : o que
ico V. S. para seu conhecimenlo.
) inspector da thesouraria de fazenda__
tonsta ( e parl'rcipacao da secretaria d'eslado dos
da juslica, de 21 desle mez. que S M
dor houvc por bem conceder naquella
mezes de liaenca sem ordenado ao dp-
idord relacao desla provincia, Audr
Oliveira. para tratar de sua saude. O
quecomtnun.-o V, S. para sua intelligencia.-
lgua ao presdeme do tribunal da relacao
-) mesmo.-Mande V. S. pagar sob mi-
jnsabilidade, nos termos do 12 do art
>crelo de 7 de maiode 1842, o que e
dever oos empregados da secretaria da
proveniente de seus ordenados.Com-
municou -se ao chefe de polica.
o mesmo. Consta de parliciparo do
Icipal do termo do Bonito, Dr. Lourenco
'iguendo, que em 16 desle mez reassu-
o exercicio do seu cargo, passando o de
reito da comarca ao respectivo propre-
Francisco Antonio de Oliveira Uihairo.
para sua intelligen-
ao tribunal da re-
Dilo a
nha resp
l.u do i
esliver
polica,
uni
Dito
juiz mu
Jos de
mo elle
juiz de
lario Dr.
O que cojmmunico a V. S.
cia_Jjual ao presidente
lacao.
Di lo
ofcio
que man
da polici
lidau de idotfc que lhe falla, ames de ser prvi-
do, no case de ser approvado.
- 19 -
Dito n. 8f ao mesmo, informando que ode
Manoel Mariano Cavaleanle de Albtiquerqw ser
auSlt rraPM'lfc-vP"nhla brasilei.ra d0 P"- i il?"Po para-o exame de capacidade para'o mal
2..1* J-'KTfff Vme- ["or ?"RU,r- para os gls4eri- embora te"ha Pirado o pra4. visto ser
Y Ut/apock, a hora indicada eor>veniento o maior numero possivel de cot-
ojo.
o mesmo. Em additamenlo ao meu
8 do correte recomraendo V. S.
le entregar ao thesoureiro fa secretaria
i, Joaquim Gilseno de Mesquita, a im-
porlancii dos prets c relaccs. que acompanha-
ram o cil .do ollicio. relalivos aos vencimenlos da
ic.onal destacada na villa de Flores.
cou-sc ao chefe de polica,
mesmo. Transmiti V. S., para o
nm conv miente, o incluso mappa das 10 pracas
da guardi nacional do batalho n. 37. destaca-
esqueira por ordem da presidencia,
cou-se ao respectivo commandanie su-
A presldencis do Cear, approvando a des-
peza de 300J que a mesma presidencia declarara
mandar fazer com a remocao dos comoros de
rea queso haviam formado junto ponte de de-
sembarque da alfandega ; devendo tal quanlia ser
suppnda pelo credlo aberlo para as obras do
mclhoramenlo do porto da capital da mesma pro-
vincia.Communicou-se ao ministerio da fazen-
da e contadoria de marinha.
A do Rio Grande do Norte, aecusando o re-
cebimento do officio com que remetteu um expro-
piar da collec{o dos actos da assembla legisla-
tiva da mesma provincia, promulgados no anno
prximo pretrito.
I 21
A presidencio da Parahyba, declarando que
a proposta feila pela mesma presidencia para
provimento de lugar de pratico-mr das barras
daquella provincia ser opportunamente lomada
em considerado.
commandanie do corpo de polica.
amento ao meu officio de 24 desle miz,
S apresentar opportunamente ao che-
cia mais urna praca do corpo de seu
o, aim de reforjar a escolta, que lem
'.ir a dous criminosos de morte para a
da Parahiba, no primeiro vapor da
lompanri :a Pcrnambucana.
)uo ao mesmo.Em cumprimento de ordens
, informe V. S. sobre a materia do in-
lerimento do ex-soldado do corpo de
ando. Francisco Luiz Bcltro.
inspector do arsenal de marinha.__
cu possa cumprir o disposlo no aviso
copia, expedido pelo ministerio do im-
19 do crreme, faz-se preciso qua V. S.
cerca do que representa o agente da
a brasileira de paquetes a vapor no offi-
cio, lamt pm junto por copia, relativamente s
despezas Je pralicagem da barra, que se pre-
co rar do agente da mesma companhia
incia, pela simples entrada e sahida dos
respectivas vapores neste porto.Igual ao capi-
tao do pe rio.
Ditoac mesmo.Transmiti por copia V S.,
lenha a devida execuro, o aviso de 21
uu correr le, no qual o Exm. Sr. ministro da
mannha, enviando o modelo junto para a con-
feccao do mappa, de que trata o aviso regola-
mentar di 17 de margo ultimo, acerca do pessoal
e.TprfgaC nos orsenacs de marinha do imperio,
d algunas instrueces para maior facilidade
na organ jocao do referido mappa.
Dlo ac director das obras militares.Mande
Vmc. con urgencia concertar um arrombamento
leito no xadrez do uarlel do 8o batalho de
inaniaria, e bem assim reforcar a parede ou pa-
redes que communicam com "o quarto de deposi-
to dos cu ios.Communicou-se ao commandanie
das arma
Dlo ao juiz municipal da 1.a vara.Para cum-
primento ie ordens imperiacs, informo Vmc. so-
bre o ir cluso requerimento dos reos Flix de
Araujo L ns, Sabino Lins de Araujo e Uerculano
Das Corma, providenciando para que inslruam
e"is 8ua lel'?o de conformidjde com o decreto
n. 2.566 i e 28 de margo ultimo.
Dito ao Sr. Cornelio Carlos Peixoto de Alencar,
juiz munhipal supplenle de Ouricury.Inteira-
li'do do officio que Vmc. me dirigi
abril ultimo, tenho a dizer em resposta
que, por ifficio de 22 do correnle, expedido ao
juiz mun cipal supplenle em exercicio, se mar-
- 24 de junho prximo vindouro para a
i conselho municipal de recurso nesse
essa occasiao expedio-se ordem res-
c amara municipal para o fim conve-
do do coi
cm 30 de
cou o dia
reunioo d
termo, e
pecliva
niente.
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DIA 31 DE MAIO.
Officio ao Exm. presidente da Parahiba.Nes-
la data expego ordem o chefo de policio para a
captura do prelo Gabriel, quo, segundo consta do
ofhcio do V. Exc. de 26 do correte, tondo as-
sassinadoo infeliz Francisco Bernardo, evadira-
se para o engenhoMussumbnacomarca de Goian-
na, propriepade do padre Luiz Jos, senher do
mesmo preto : o que participo V. Exc. em
resposta ao citado officio
Dito ao commandanie superior Interino da
guarda nacional do raubicipio do Recife.Devol-
vo V. S. a proposta para officiaes, apresentada
pelo tenente-coronel commandanie do batalho
n. 7 de infantaria,da guarda nacional deste mu-
nicipio, que veo annexa ao officio desse com-
mando superior de 25 desle mes; sob n. 85, a lim
de observar-se a ordem gradual do accesso, re-
commendada por aviso circular do ministerio da
jusiiga de 24 de selembro de 1856.
Diio ao mesmo.De conformidade com o que
solifilou o inspector interino da thesouraria pro-
vincial em officio de hoje, sob n. 187, mande
8- despensar do aquartelamento o alferes do
batalho da gaarda nacional desle raunici-
3.
po, Joao Pedro de Jess da Malta, que ianga-
dor do consulado provincial.Communicou-se ao
supradito inspector.
Dito ao mesmo. Mande V. S. dispensar do
aquarlelameolo o alferes do 3." bilalhao de in-
famara da guarda nacional deste municipio,
Biziliano Magslhes de Castro, que empregado
da secretaria do govemo.
Dlo ao capitao do porto.Pode Vmc. mandar
nao s ab ir assentamenlos de praca aos recrulas
Antonio Ivs d:s Chagas, Joaquim Pinheiro dos
Santos 6 'roncisco Antonio Gomes, vislo terem
sido julg dos aptos para o servico da armada
como dec arou Vmc. em seu offi io de hontomi
sob n. 11 e rcmelt-los para a corle, para o qu
ficam exp;didas as convenientes ordens ao agen-
teda com tanhia brasileira do paquetes a vapor:
curaprind i quo Vmc. mando apresentar ao chfe
do polica para que tenha o conveniente destino,
o de nom j Antonio Paes de Parias, que foi jul-
gado nica >az do mesmo servico, Ucando ero ob-
servacio < de norae Antonio Ignacio Gomes.
Dito ac director interino da reparlicao das
obras pub teas.Tondo nbsla data approvado o
orgamenti quo Vmc. remetteu com o seu offi-
cio de ho tem, sob n. 171, para os concertos de
que preci um dos boeiros da estrada do norte
ai go, concedo a nulorisago quo Vmc!
porlos do sul o v,
no seu officio do j
Portara.O presidente da provincia, atienden-
do ao que requer* Joaquim Das do Azevcdo,
resol ve conceden* Itcenga para mandar ao pre-
sidio do femando* barca nacional Atrevida, fi-
cando porm obrigido* fazer transportar, sendo
preciso e mediantKrp8R.>mu^i0i os ,.mpregados,
pracas, presos e gicros do estado, quo tenham
de ser enviados para all, e de nao consentir que
na dita barca se eonduza para-o mesmo presidio,
sem permissao d gnverno, gneros e quaesquer
o ti tros objectos p#leni entes a particulares.
Dita.O presidiiiteda provincia, ottendendo
ao que requereu aquim Das de Azevedo, resol-
ve conceder-lhe feem.M para remoller para o
presidio de Feriiafro, na barca nacional Atrevi-
da, osobjpclos mencionados na relago junla.
Dita O prcsifonlc da provincia, lendo em
vista o que requefea Candido Autran da Malta e
Albiiqucrque, amanuense da socrelaria da poli-
ca, e bem assim a informago do respectivo che-
fe, datada de honlem, resolve coneeder-lhe Irin-
la dias de licenga, com ordenado
- para tratar de
sua saude aonde lhe conv-r.
. a gerente da companhia pernambu- mais que nos atieslados mensaes haiam
cana de paquetes a vapor mando dar transporte clarar o numero de alumnos que
da Parahiba ao criminoso de data frequentam a escola
crrenles, e anda seno ter procedido o referido-
exorne que devera ler logar no asa 21 do
correnle.
Diton. 82 ao mesmo, solicitando o paramento
a pessoa indicada pelo delegado literario de Ipo-
juca da quanlia de noventa mil ris em que
importaram os bancos da escolo de instroeco
elementar da povoago daquella freguezia man-
dados comprar por um dos antecessores dte V.
Exc. os-quaes j se acham servindo.
Dlo j. 83 ao mesmo, remetiendo a relago
dos profssores pblicos d'enlre os quaes V. Ex*,
se dignar' cscolher os dous par examinadores
no exame da vrifhacao de capacidade para o-
magisterio que rai ler lugar no dia22do corren-
te dos candidatos inscripto para esse (ira.
Circular'o alguns delegados lUeraTios.fazcndo-
Ihes sentir o-inconveniente que causa a organi-
sta rao do quadro eslatistico a falta dos mappas
dos alumnos das aulas publicas cuja irregulari-
dade das rcmessas compre evitar notando entre-
tanto que muitos profssores asseverara nao ter
deixado de opportunamente fazer entregas delles
aos seus respectivos delegados. Kecommenda-se
de de-
moli Luciano Cromes, escoltado por urna praca
do corpo do poHcia, sendo as passagens pagas
naquella provincia.Communicou-se ao chefe de
polica.
at aquella
lgpde o JS6."
art. 2. do regiment de 30 de junho de 1859, e
nos atlcstados relativos aos mezes de margo, ju-
nho, selembro e dczeinbro, mencionenv se foram
entregues do mapna do respectivo |lrrmestrc ;
una.u sr. agente da companhia brasileira de a fim de que se possa applicar a pena da lei ao
aqueles a vapof mande dar transporte para a professor omissoT
21
Officio ao delegado de Iguarass.declarando que
por falla de commiuiicacjo official de S S. cer-
paq
corte, no vapor oo se espera do norle, aos ro-
dillas da armada Antonio Alves das Chavas, Joa-
quim Pinheijo dos Santos e Francisco Antonio
Gomes, os quaes lhe sero mandados apresentar
por parte do capilo do porto.
caos
ca do fallecimenlodawfessora publica daquella
. villa Mara Clemenlina de Figneiredo, o onde se
una r. igenle da companhia brasileira de ( nao linha posto a concurso aquella cadeira e ane
paquetes a vapor mando dar transporte para a por isso cumpria que S. S. declarle
corle, no vapor que so espera do norle, por con-
a do ministerio da gu-rra, ao desertor do bala-
lhao n. 12 de infantaria. Jos Antonio da Silva.
Dita.O presidente da provincia, lendo vista
< proposta apresentada pelo lente coronel cora-
mandante do 3." balalhao de infamara da guar-
da nacional desle municipio, qual se refero a
informago do respectivo commandanie superior
interino desla dala, sob n. 86, resolve, na con-
formidade do artigo 48 da lei n. 602 do 19 do se-
lembro de 1850, nomear para officiaes do men-
cionado balalhao, os cidadaos abaixo declara-
dos:
F.slado-mvor.
Alferes-sccretarioJos Pedro das Neves.
1." Companhia.
TenenloO alferea Francisco Antonio de Assis
Goes.
AleiesSebaslio Paes de Souza.
*K 2.a Companhia.
Tenenle JjjBia'feres Jos Eleulerio de Azevcdo.
' W* Companhia.
^|}TTM^^Ve^Amonio Jos da Costa
Tenente-0 Iteres'Symphrono""51:ym
Queiroga.
Commumcou-so ao respectivo commandanie
superior interino.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao director geral da secretaria de oslado
dos negocios do imperioS. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia, manda acensar o recebimentodo
officio quo V. Exc. lhe dirigi era 16 do corren-
le, acompanhado de 20 expropiares da falla com
que S. M. o Imperador abri a 4." secgo da 10*
legislatura da assembla geral.
Dito ao director da secretaria de oslado dos ne-
gocios da jusiiga. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, manda aecusar recebida a communi-
caco quo em 21 desto mez lhe fez V. Exc, do ha-
vor S. M. o Imperador, naquella data, concedi-
do seis mezes de licenga sem ordenado ao desem-
bargador da relacao desla provincia, Andr Bas-
tos de Oliveira, para Iratar de sua aade.
Dilo ao delegado de polica do termo de Ou-
ricury.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
manda declarar a V. S. que fica inleirado-de ter
sido capturado na villa da Birbalha, provincia do
Cear, Salviano Jos de Almeida, indiciado no
assassinalo do capitao Domingos Alves Branco
Miiuiz Brrelo, conforme V. S. communicou em
seu officio de lo d> correnle mez.
Dito ao Dr. Lourengo Jos de Figueiredo, juiz
municipal do lermo do Bonito. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, manda aecusar recebido
o officio de 16 desto roez, em que V. S. comrou-
nica ter naquella data reassumido o exercicio do
seu cargo de juiz municipal, passando o do juiz
de direilo da comarca ao respectivo proprielario,
Dr. Francisco Antonio do Oliveira Ribeiro.
Dilo ao |uiz de paz do 4. anno da freguezia
da Boa-Vi.ia desta cidade. S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, manda aecusar recobido o of-
ficio do 29 deste mez, em que V. S. communica
ler passade o exercicio do seu cargo ao respecti-
vo supplents por ter de aquarlelar-se, no 1.a do
roez de junio prximo vindouro.
pedio pan mandar fazer esses concertos na im-
portancia de trezenlos mil ris.Communicou-se
ao inspe lor interino da thesouraria provin-
cial.
Dilo ao mesmo.Tendo em vista a sua infor-
mago de honlem, sob n. 143, dada acerca dosre-
quenmen osera que os presos da casa dedelen-
gao, Pedr > Alexandruo Gomes o Lucio Roberto
Florentino do Espirito Santo pedem o pagamento
da parte i e seu salario, quo tem sido recolhido
:ssa reparligo, aulorisoa Vmc. a man-
ao cofre d
dar eolroi :ar ao primeiro dos mencionados presos
a quantia ie 367#175, e ao segundo a de 92700,
a que elle i lem direilo, segundo consta da citada
informagajo.
Dito ao 'director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. fonjecer casa de delcnco 6 cubos de ma-
deira de i.marello cora SO polegadas de altura,
azelhas do ferio e lampas, conforme requisitoo
chefe de (.olida em officio de honlem, sob n.
572, para >s dous lorrees e qualro prises soli-
tarias da i esm casa de detenglo. Communi-
cou-se aci chefe de polica.
Dilo aofmesmo.Sendo-me declarado por avi-
so do mirjislerio da guerra de 16 do correnle,
nao conv- effeituar-se a compra das bayonetas,
varetas e sacatrapos offerecidos pelos negocian-
tes Paren e Vianna & C., e sobre qu versa o seu
officio de 18 de abril ultimo, sob n. 135, vislo nao
serem ne munico a Vmc. para seu conhecimenlo.
Dito i amara mnnicip&l da Olinda.-. Cea-iim
que s. ca Ma municipal de Oliuda. jmite. obo-
Despachoo do dia 30 de malo.
302.Aolio Fernandes Trigo de Loureiro.
Dirija-so lthesouraria provincial, a quem se ex-
pede orden para o pagamento.
303.Artonio Ferreira da Costa Braga.In-
forme o Sr inspector da thesouraria de fazenda.
304.Cbra Mara d'Assumpgo.Prove o que
allega con altestados das autoridades do lugar.
305.Fancisco Gougalves d'Arruda.Informe
o Sr. Dr. ti efe de polica.
306.Jcs Elias Machado Freir. Era vsla
do que alhga, nada ha por ora que de deferir.
307.Xinoel Jus Pinlo.Informe o,conselho
adminislotivo do patrimonio dos orph'os.
31
308Candido Autran da Malta Albuquerque,
amanuent da secretaria de polica. Passe-se
portara, ioncedendo a licenga requerida.
369.'.Inocencio Garca Chaves. Exhiba ti-
tulo ou dlcumento que prove a posse legitima,
em que si achava a pessoa, de quem houve o
terreno, fe que se trata, e bem assim que foram
pagos osEspectivos dircitos.
310..Saquim Jos de Carvalho Siqueira Va-
rejo.Ctmo pede.
311.^-icio Roberto Florencio do Espirito San-
to.Dirji-se ao Sr. director das obras publicas,
a quem h expede a ordem para o pagamMkp.
312.Pdro Alexandrno Gomes.Dit^Re ao
Sr. direilir das obras publicas, a quem se expe-
de a orlen para o pagamento.
effia
Direcfria geral da instrueco publica.
IXPED1ENTK na 16 A 31 DE MAIO.
Dia 16.
Offi co jo bibliotecario provincial, remetiendo
para sai conhecimenlo a inclusa copia do officio
da presencia de 12 do correnle, em o qual
declar< taver mandado satsfazer o saldo das
despezis feilas com a mudanca daquella
blblioUct.
Dilo c. 80 ao presidente da provincia, infor-.
mande f voravelmcnte a petigao de Dervio.0 Jos
da Canaa, que desejando inscrever-se para o
examedj babililagao afim d fazer oppoalgo as
ctdeirjsde iuslrucgo elemeatK q,ue se acham
ejftQoarsO comprameUft-dMspresen.lax cer-- W>rd4eirQ.
pria que s. s. aeriarasso se era
exacta a noticia daqirelle fallecimento ese linha
acautelado o eslravio dos utensilios perlencen-
les a referida escola.
Dito ao delegado liirurorio do Brejo.solrctando
com urgencia as informagoes pedidas cm officio
de 17 de novembro do anno passado cerea de
olgumas escolas particulares que contava exisli-
rom naquelle districto.
Dlo n. 84 ao presidente da provincia, infor-
mando em sentido favor*vel o requerimento de
Hcrmillo Eugenio Luiz DMperron que por doen-
te pede permissao para assignar por procurador
o termo de inscripgo para a verificago de capa-
cidade para o magisterio, a fim deenliar como
oppositor no concurso a eadeira de francs do
gymnasio provincial.
Dilo ao professor publico de Fora de Portas,
convdando-o para achar-se na secretaria da
inslruccao publica no da 2* do correnle pelas
10 horas da manha, vislo ter sido designado por
S. Exc. o Sr. presidente da provincia para assistir
o exame de capacidado para o magisterio que ha
de ter lugar naquelle dia e hora.
ilo da primeira cadeira da Boa-vista,
a mesma communicago e convite.
25
Portara demillindo do cargo de raembr*s do
conselho do districto Iliterario d'OuricuryaAlvaro
Ernesto de Carvalho Granja, o Liberato Ribeiro
Granja, este por achar-se residindo no termo de
Cabrob, aquelle por estar indglado como man-
dante do assassinato do capito Muniz Brrelo.
-28 -
Dito aos membros do conselho director, con-
vocndoos para sesso no dia 31 do correntc as
10 horas da manha.
29
Dito ao delegado litlerario de Ouricury.commu-
ntcando-lhe que por porlaria de 25 do correnle
havia demillido 03 membros do conselho daquel-
le districto Iliterario,Alvaro Ernesto de Carvalho
Granja, e Liberato Ribeiro Granja, pelos motivos
constantes da referida portara que por copia se
lhe enva.
31
Dlo n. 85 ao presidente da provincia, aecu-
sando o recebmenlo do exemplar impresso da
Falla com S. M. o Imperador abriu no dia 12 do
correnle a presente sesso da assembla geral
legislativa.
Dilo ao professor publico de AfTogados, com-
municando que S. Exc. o Sr. presidento da pro-
vincia houve por bem concoder-lho ser conside-
rado professor do primeiro grao com as vanla-
gens prescriptas na le n 969 de 14 de roaio de
1855 de conformidade com o parecer do conselho
director.
Vistos.
Tracunhacra professor correspondente a abril
!amb!,. de Janeiro a margo
O de Olinda abril
Nazareih de latimtfcvereiro,margo eabril
Requerimenlos.
De Joaquim dos Santos, professor publico do
Abreu de Una, pedindo os vistos no seu atiesta-
do para cobrar os ordenados vencidos nos mezes
de marco e abril queesteve de licenga.Irregu-
larmcnie procedeu o supplicanle deixando na
regencia de sua cadeira urna pessoa sera appro-
vaco do delesado Iliterario, visto que sob esla
condico foi-lhe concedida a licenga.
Tambero procedeu irregularmente nao apresen-
lando ao delegado Iliterario a portara de licenga
como determina o arl. 3." das iostrueges de 30
de junho do anno p. passado.
modos
calamidades s
conridrdaos?
rs acudir ao
Portella.
EXTERIOR.
Porta inferi
Para Roma
PARA ROMA 1
I
non prcFvalebunt adversus eum.
esta a voz que repercute nos
nuvidos d lodos os catholicos. Para Roma I
ei8,8 a or!a <,,,e arra9la o eculo. Para Ro-
ma 1 esta a tendencia da geragao presente.
Para Roma I E este o roovi.nenlo da verdadeira
civilisagao. Para Roma 1 esta a aspiragao dos
homens que amam a verdade, dos que ja voltar
do extravo, era que os Uvera a inexperiencia,
dos que querem para o prsenle a paz e para o
futuro a ventura dos povos.
Temos anda que luctar ; mas luctaremos com
confianga. Temos ainda grandes contradicgdes ;
mas sabemos que as havemos de vencer. Te-
mos ainda muitos inmigos ; mas o mondo conhe-
ce-os.
O quo querem elles ? O que pensam ? Que
doulrna seguem ? Que rcligiao professam t Que
crenga tem ? Nio vo-lo diro, porque nao sa-
bem.
Dir-Tos-hio o que nao querem, porque a so*
missfio de odios; nao vos diro o que querem,
porque seria desmascarar a sua hypocrisia.
Pergunlais-lhes em' vo que pensara, pois
devereis antea perguntar-lhe o quo desejam. O
pensamenlo ral airaz da libertinsgem do coracao;
e d'ahi a libertinagem do espirito, a libertinagerri
da inleltigencia.
A relogiao que professam i a das commoduia-
des da vida, i a dos gozos maierwes, a reliaiao
do Epicuro.
Qu doulrna seguem 1 Esses espiritos Hvres,
naoaeguem; vap sempra odiante. Camlnhoja
KUMdoi nfl. paja a eslravagaute Hberdad dos
Pelo manes que/em eUa ftser-
nos acreditar que lem os olhos betu abertos, que
nao carecem de goia, que a razo para esses se-
res previlrgiados tn facho sem pro acceso, cuia
luz os-allumio a toda* hora.
AsXreyss do ero-fogem drante do- sol da in-
lellitmiea racionalista.
Pois que pensis vos t Se lhes allar em pro-
phelas, hao de dar-vos ora sorriso de compaixao
t lodaviascos acredilaes. os prophetas d poca'
actual sao elles. Elias o F.lisen faziam rssnrgtr
uro morto deitando-se sobre elle ; estes nossos
Etias olmiseardos, abragando-se ao cadavn de
urna geragao corrupta, de ntn- seculo descren-
le qnnl o seculo das revolugoes socites na Eu-
ropa, querem anda resuscilar esse prfido fiiho
da rouva corropti.^ corrido pelr lepra dos alcoi-
ces, asphyxiados nospagodes dadevassidao ed.r
era puta.
Elias conseguir que o azele e faiinha da viu-
va nao se exhaurissem apzar da grande quanli-
dade que delle se lrava para acudir 4s necessi-
dades do faminto ; estes novos-Elias-q/ierem re-
produzr o milagre, mas comendo costo do ira-
balho do pobre, bebendo do suor que Iho borbu-
fha em grossas golras sob o peso do enormes Iri-
Ihitos.
Qoerem ser elles-os sacerdotes da nova lei a
lu* do mundo qie- o araedronta com o ciaroo si-
ni$4vodo raio.
Com que milagres nos provara a sua nrisso ?
Com que marlyrios-nos provam a verdade- dsses
milagrea ?
E dizem-se renles-? Crentes em que ?' Nos
sonhos-da sua imagirwco ? as delicias do seu
sensualismo as voningcns da sua hypocrista ?
Na cegueira dos parvos que os adrairam ?' as
tristes consequencias-de seus erros fuoeslos para-
a sociedadc ? ^
Crentes-! Oh 1 fallar-vos-ho muito em Jess
Chnsio, muito no evangelho, muito as- virtudes
chrislas, porque sabem que ja la vo os lempos-
eiu que se-podio dzer : ecrase l'infame. deilar
por Ierra es altares de Dous vivo, e profanar os-
lemplos com o culto a urna deusa dos prostbu-
los, a que charoaram a densa-da Razo.
Nao podem abolir legalmente o domingo, mas-
poitcm claman que o domingo se emprega no tra-
balho durante o dia, nos Ihcalros c expectacu-
los lbricos durante a noile-. A le impa revol-
lava o pdVo ; a spducco do deleite illaqueia-o
as armadilhas de Salanaz, cujos ministros sao
esse. pregadores- da moral do Epicuro.
Ameslrado pela experiencia comprehenderam
que convinha affectar simulado respeilo s eren-
cas dos povos. fingir crenga e zelo, fallar muito
em Dens, e claroar contra os papas, contra os bis-
pos, contra os padres. O carainho mais tortuo-
so que o da Encyclopedia ; mas nao doixaria de
ser mais seguro, se geraco presente nao os co-
nhecera j
E aos que nio os conhecero, que nos brada-
raos : cautela com esses pharisous, da nova epo-
Chegai-vos bem perto deltes, oovi essas de-
clamagoes contra os papas, contra o clero em
geral.
Que vos parece ? J* liases esses rgidos censo-
res prosirados em lugar occullo, as sombras do
templo, como o puWieano, pedindo a Dos perdo
dos seus peccados r
Qual delles sarriOeeo ja aeue ialeresses por
um principio, e aniapoa o bem da patria aos com-
- de urna vida vegaiad. i Qu^ delles as
expoz a morle por salvar seus
Oual delles afronlou o contagio pa-
enfermo com os remedios d'alma e
do corpo ? Qual delles foi levar a derradera con-
solagao junto do leilo da dor; e na hora da ago-
na apontou o co. aos que viam diante de si as
negruras do tmulo ?
crP^I^W apJ'are?8m esses """'ye esuas
crengas profundas, essas victimas de longos dou-
trinos. Apparegam ; que os queremos contar,
queremos saber quaes inleresses rejeilaram par!
guardar Iealdade a amigos, qual futuro renuncia-
ran! por nao deslizarem do caroinho da honra !
fcsses ambiciosos ridiculos, essas ventonhas in-
eresseiras, esses camaleoes da atmosphera poli-
lica sao os ngidos censores do clero, os que nao
cessam de aecusar os pecendos dos papas I
.Qe S JT^'T*' i Tirtude e J"s,i?a scham-so
sempredo lado dos Mortaras, o vicio o apana-
gto dos sacerdotes calholicos. A vida de abne-
gagao e do sacrificio para elles urna mucura de
fanticos ; as grandezas e riquezas do mundo
ganhas pela intriga, pela torpeza da sensualidad
ou pela baixezada adulacao eisa grande sabedo-
ria do seculo.
Tambero aos sabios do mundo pareca louenra
o sacrificio da cruz ; e todava a loucura confun-
di o orgulho dos sabios, a ignominia da Cruz
converteu-se em nobreza dos povos 1
E se enlre esses detractores do pontificado al~-
guem ha que de boa f junta sua voz ignara, mas-
nao corrompida, aos gritos sediciosos dos phari-
seus modernos, permitla-nos que lhe pergunte
nos e que quer fazer o conseguir dando forga ao
brado dos impos ?
Acreditar que o christianismo por ventora-
urna theona philosophica, urna doulrna pura-
mente lilha da razo, inventada para civilisar r>
mundo, sem atlentar n'oulro mondo maior, de*,
mais tonga durago, immensamenle superior ac
esse alomo imperccptivel que voa nos espseos,
incgnitos aos orbes, perdido no infinito da ex
tenso ?
Nesse caso quando untar suas admirages aos-
que louvam o evangelho pela belleza da formo e*
o escarnecem pelo fundamento, confesase que
atira ao mundo com um sarcasmo impio, e lom-
ba da razio dos povos emquanto exalta a sua.
Confesse-se phariseoe hypocrila ; confesse que
propaga a mentira por interesse, que sacrifica a
verdade por malicia para dominar as turbas.
Mas se er que o christianismo alguma cou-
sa mais do que urna theoria da razao para illudir
a razio, um sonho da inlelligancia para dominar
a intelligencia, urna invengao da malicia para
desarmar a malicia, urna arteirice do hornera pa-
ra escravisar os homens ; se er que nellc ha
mais e muilo mais do que o que sa v do exte-
rior, que o que oelle do mundo nunca appare-
cera no mundo, se nao estivera por dentro a di-
vindado, se o autor nao fora um Deus encarna-
do ; enlao responda o que quer fazer, quando
desacredita aos olhos dos povos o centro da ani-
dada de doulrna, d'onde a luz da cirilsagio s
ergueu ha dezoilo seculos, d'onde parti a foro*
que chamou os homens para a unio fraternal,
para a adoragao de um s Doos, para a crenga
nica em que o genero humano pode repoustr
nao s as agruras da vida, aeno na hora exlre.
roa da morte ?
Mas a geragao presente comprehende aaelhor o*
christiaaismo, do quo os' homens que anda heo.
daraaa oa velaos hbitos do seculo descrate.
a para a f, cis o moviaenio geral,
a indigna^ T geral, que nasce da coaviegio, que
t experiencia, e que Beos por sua
Ipajnra aos homens para preservar o
monda 4a eatatlrophe que o ameacava.
Para Rasas I tis o arado quecotuegou a ou vie-
se, e que se eleva mais forte qusndo aa ambigoes-
de um rei, aa intrigas de um govemo snesquinho,.
aa vseillaces de oulro doram alma e torcas ao
espirito vertiginoso da libertinagem.
Base brodd ha de repetr-se, iorliBcar-se,
erescer tanto mais, qoanlo mais a impiedade se
esforcar por destruir aquella Pedra aobre a qual
aiflcou Jess Christo a loa igreia.
(afio. I


n*

INTERIOR.
vez
ve i
roe
I
re
I
h
ii
as segunda discusses o senado converlia-se
rm commissao geral, sendo licito a cada senador cao
_______ faltar qusnlas veres quizesso. Nesla parle oble- da
RA DE JANEIRO, ve-se n reforma do regiment, mas rejeilou-se
_. .,. *- m n Ple ** ASSEH6LEA GERAL LlylSLATltA a discussao sompre que na casa nao houveese
..- numero para se votar e nao livesse ningucm pe-
SSSSO EM 18 Bel MAIO DE 1860. Eatendia-e que havia extraordinario abusa do
PrentacM doSr. Manotllgnaeti Cavaleantt difejl0 _e UUar em eowttiissa geral na segunda
Je Lactra. discussao, revogou-se esaa pralica ; agora, pas-
A*s dez hora e Ires quartos da manha, o Sr. 8aao \$0 pUUC0 tempo, pretndese restringir ain-
presidente abre a scsso, celando prsenles 31 da, e cm escala Mito elevada, o dircilo da pa- n
Sra. senadores. lavra 1 eh
Lida a acta anterior opprovada. g sabido que pelo regiment da cmara dos di:
O Sr. Presidente participa que a mesa, em vil- deputados pode urna lei ser votada em menos de a
tude da aulorisacao do senado do auno passado, Ulna 8emanj. Se se adoptar urna njedida igual m
coulralou com o emprezano do Corroo Mercan- para 0 gen40> t,i,CI se tonha de lamentar pre- c<
til a puDlicaco dos trabalhos do mesmo sena- cipitaco na confccco das leis. Ora hiverl* de qi
do, comas condtces que oSr. secretario passa certo menor inconveniente em alguma damor n
a ler, ... as discusses de que em legislar-se precipitada- e
Terminada a leitura, o Sr. Io secretario di mente. a
coula do seguinle O senado un corpo conservador por sua or- ja|
EXPEDIENTE. ganism-o ; estabelecido como se acha pela cone- o
Dous avisos do ministerio dos negocios da fa- idurca, um grande correctivo a qualquer te-
lenda : 1" remetiendo um dos aulograpnos da aia precipitada que possa passar na oulra cama
cada umdos decretos da assembla geral, o i" tt; 80 por urna emonda ao regiment se foiem
oreando a receita e Cuando a despena para o rtulliQcar os principios constitutivos conservadores
exercicio de 1859 a 1860, o 2 manejando vigo- 0 senado, nao se consultarlo por ccrlo os tole-
rar no de 1860 a 1861 a lei do orcaarenlo para fosses do paiz.
aquelle exercicio ; e 2o enviando as iviforraacoes Feitas essas consideraces geraes, e entrando
jue Ihe foram pedidas em 21 de mato do anne na aualyse de cada urna das emendas propostas
prximo passado, relativas navegeco de vaaor na indicacao, o .orador observa que a primeira
estrada de (erro de Petropolis.Bo 1* aviso fie* nada significa, porque, como observa a mesa, a
a senado intejrado, e manda-se -comraunicar i pralica seguida al hoje flearem adiados para o
amara dos diputados : e o2, remeltido i quem dia seguinle os requerimenios sobre que se pede
tez a requ'rsicSo. a palavra, evilaudo-se assim que elles veriham
Um olcio do primeiro secretario da cemara consumir o lempo que j eslava destinado para
Jos epatados, participando a eteico ds mesa ouiras materias, que o que se pretende, Nao
uealli deve servir no presente mez.Fica ose- obstante, a mesa prope urna alteraco que tai-
nado inteirado. vez de em resultado consumir-se raais lempo do
Urna represenlacao da cmara municipal da qUe actualmente,
idnde de Silveiras pedindo a approvaco da pro- medida e3labelecda em segundo lugar,
posicao da cmara dos dcpnlados que concede quer pela ndieaco, quer pelo parecer da nac-
uma loloria para a matriz da mesma cidade.- sa, lambem de ha roiiilo que esl adoptada
Fica reservada para ser tomada em considera^o na pralica, nao importa modificaco alguma.
em lempo opporluno. A que respeila ao cncerraraenlo das discusseV,
E' remetlido para o archivo um exemplar mi- nos termos em que a mesa a redigio absoluta-
pressu do projeclo de cdigo criminal militar o- menle ineficaz.
ferecido por Jos Antonio de Magalhaes Castro. Quaudo depois de tres das do discussao sor
O Sr. 2o Secretario l o segundo parecer bre a mesma malcra, diz a emenda, nao houver
A commissao de consliiuico exarainou os mais na casa quom tenha a palevra, e nao se pu-
papeis concernenlcs eleieo de um senador feila der votar por falla de numero, julgar-se-ha en-
uliimaujnlo na provincia de Minas-Geraes para cerrada a discussao.
preencher a vaga provinda do fallecimento do j Nada mais fcil do que. nao havenJo ninguem
Sr. Nicolao Pereira de Campos Vergueiro. Nesla com a palavra, era casa para se votar, pedir
eleieo' nao occorreu a mais insignificante irre-1 qualquer metnbro a palavra, eevilar assim que a
materia com urna questio incidente rnuilat
;s sem importancia alguma, e que KaQ ha-
do casa para vola-la, se levante. t-eaaao ao
io dia, e mesmo antes.
I >e nao menos vantagem co'^^era fl emenda
itiva ao encerramento da Vtsea990 depois que
jalerji Uver do deba'_4t -,, lres dias, nao
.ver mais na casa a;JM u,,,., a pa|aTra, e
i se pudor volar i\or f.W_ d numero,
em succedido r^u,, vetrj elUf a casa en)
mero mais que, sufflcienle pan votar-se, a-
r-se esgola'ia a queslao sobra que versa a
cussao, e no momento em que vai ler lugar
'olaco ahirem do recinto alguna honrado*
imbrna, a nao poder realizar-se essa volaco,
nliGuaudo csse precedimento por esso facto
e nao quer lomar parle na discussao ou que
o teni que dizer, e ento, se a materia j est
clarecida, que necessidado ha de cuntinuar-se
discussao no dia seguinle ? Quem nao dese-
que ella se encerr pega a palavra e dis-
ta.
A mesa, diz o orador terminando, entendeu
e nao poda deixar de apresentar estas emen-1 bilidade physica ou moral para a aposenlacoo
q
d s para evitar as protelaedes, e espera que se-
jam aculas a bem da ordem, da prudencia e da
adureza que deveni dirigir asdiscussoes do se-
n ido.
Nao havendo mais quem pega a palavra, pro-
de-se volacao, e passa i indicado i 2." dis-
sso.
Achando -se engolada a ordom do dia, o Sr. pre-
dente marca a do seguinle, e levanta a sesso
is cincoenta minutos depois do meio-dia.
gula'ridade, foi plenamente legal nos 21 collegios
cm que sao distribuidos os 20 dislriclos elci.loraes
da provincia. As actas parciaes, a da apuraco
geral c a lista triplico, donde foi lirado o Sr. Ma-
uoel Tcweira de Souza, por caria imperial de
2> de abril prximo passado, combinara perfei-
lamente.
E' por isso a commissao de parecer que seja
approvada a eleico, e o Sr. Mauoel Teixeira de
Souza declarado senador do imperio.
Em aguns collegios [orara tomados em se-
parado os votos dos novos eleiloros de corlas
reguezias onde so fizeram segundas eleii;6es por
ler o senado annulado as primeiras. Os collegios
undam soa deliberaeo em nao lercm anda
sido approvadas pelo senado essas elciges. Os
volas assim apartados, longe de alteraren! a lista
trplice, acrescentam o numero dos que ah
o lancsram aos cidadaos que a formam, e os
couservam nos mesmos lugares que oceupam. E
leudo a commissao adiado regularos as novas
cleicoes parochiaes das freguezias de Nossa Se-
nhora da Luiz do Aterrado (15 dislriclo), do
Taboleiro Grande (2o dislriclo), de S. Seliastio
do Sallo Grande [i" collegio do 7" dislriclo) c do
Santissimo Sacramento do Taquarass (4U dis-
tricto), cujas actas lhe foram remedidas nesla
occasio, de parecer que taes eleices sejam ap-
provadas.
Paca do senado, em 15 de maio de 1860.
Visconde de Sapuoahy. Viscondc de L ruga y.
Mrquez de Olinda.
Posio logo era discussao o parecer, c approva-
do sem debate.
O Sr. Presidente declara enlao senador do im-
perio pela provincia de Minas-Geraes o Sr. Ma-
iroel Teixeira de Souza, e que se lhe vai ouciar
jwra vir lmar assenlo no senado.
Coraparcceram no decurso da scsso mais seis
Srs senadores.
ORDEM DO DIA.
Entrou em 3a discussao a proposico da cma-
ra dos dcpulados aulorisando o governo para
prorogar por mais um anno a licenca do conse-
llieiro Thomaz Xavier Garca de Alraeids, e para
concede-la a oulrosempregados com os respec-
tivos veucimenlos.
O Sr. ailveira da Molla combate a proposi-
co, por entender que a materia, como j o lein
fuilo ver em oulias occasies, c esscncialmenle
adtninislraliva. Ao governo, c nao ao corpo Je-
gislalivo, que compele a concesso e prorogu-
<,;ao do liceni;as ao3 fuuccionarios pblicos, por-
que elle quem poJe estar cabalmente informa-
do das circiiinslaucias que jusliliuam taes pre-
teucoes por parle dos mesmos funecionarios. A
nlervencao indebila das cmaras em scinelkanle
materia, intervengo que importa verdadeira n-
vaso as allribuices do poJer execulive, Iraz,
alcm de oulros inconvenientes, a injuslica que
se corametle para com mulos funecionarios as
circumslaucias dos de que trata a proposito que
se resignara a Iralar-se dentro do paiz com as
licencns que o governo Ibes concede e proraga,
porque no lem meios de obler do corpo ley-
lalivo urna excopgao pessoal para selraiarem em
paiz esltangeiro.
Expriniindo-se assim, nao quer dizer que os
peticionarios- nao eslnjam no caso de obler o fa-
vor qne solicitam. lspecialment em referen-
ia ao Sr. conselheiro Thomaz Xavier, pessoa
muito respcilavel, e que por corto uo pedera
tal favor se nao precisasse delle, j recouheceu
do primeira vez que fallou que quaudo pailio
para a Europa eslava as circuroslancias de me-
recer esta concesso ; mas oque nao quer que
ella seja feila pelo corpo legislativo. Esl antes
disposto a volar por urna medida geral aulorisan-
do o governo a conceder taes liceucas proro-
garoes, e para este tim prnpor que a proposi-
to seja remedida commissao de fazenda.
' apoiado o entra em discussao o seguinle re-
Requeiro que o projecto seja remedido
commissao de fazenda para propor medida geral
3ue autorise o governo a conceder prorogiges
e licencias aos empregados enfermos, para den-
tro ou tora do imperio.Silveira da Molla
O Sr Danta, concordando com e precedente
orador na parte em que ae pronuncia contra es-
tas ooncessoes individuaes. nao pode votar pelo
reqiierimenloporqiio. especialmente em reUco
ao Sr. conselheiro Thomaz Xavier, o governo
nao pode estar mais bem informado d qne lodo
senado, sabido, como qne esso honrado ma-
gistrado sabio do Brasil gravemente -enfermo, e
que o seu estado exige a continuacao de Irala-
nieuio na Europa. Alm disto, sendo a propo-
aicao fooullaliva, o governo pode conceder ou
deixar do conceder as licencas, apreciando as cir-
cunstancias do cada um dos peticinanos.
'O&r. Maques de Olinda acha razao no autor
do requerimeiilo quaudo quer urna kegislar'a
geral-sobre a maleria do que se trata ; mas nao
concorda ao odiamenlo da proposico porque
equivale a adiar o pcemplo remedio de que m
pretendentes carecem, e pode al fazer com que tes da adruinslrac,o.
discussao se encerr depois do tres dias
A medida tal qual foi pruposla pela indicaran,
alera de poder ser do mesmo modo Iludida, s
teria por eToito, como observa a mesa, espagar
para o Jia seguinle a vuUrao que era virtude das
disposices actualmeiile em vigor deve ler lugar
Ioko que termine qualquer discussao.
So visse que as emendas propostas linhara por
lim corrigir alguns dos defeitos do regiment,
que, segundo as pessoas enlcudidas na malcra,
carece de algumas correcQoes nao teria duvida
cm dar-lhe o seu assenlimenlo ; mas nos termos
em que ellas se acham, receia que se f;n;a urna
alteraco s para que fique registrado que o re-
giment de 1831 foi reformado nesla ou naquel-
la paite, mas sem vantagem alguma para a causa
publica.
Sabe que tem causado muila mpressao no se-
nado os debales dos ltimos annos ; sabe que se
adribuein ao espirito prolelador algumas obser-
vacoes mais extensas que as sessoes passadas se
hao feiio sobre varios assumplos : ignora se as-
sim so tem procedido, e deplorara que lal abuso
se desse na casa dos ancies da patria ; mas nem
por sso confia menos na sabedoria do senado c
no arrefecimenlo das paixoes, que natural que
nao venham fazer exploso no seu recinto.
Concluindo, espera que, tomadas eslas consi-
derares como simples reparos s medidas pro-
postas ; haja quem se digne esclarer-lo no voto
que deve dar, vol que aclualmeulo contrario
tanto indicaco como ao parecer da mesa.
O Sr. Silveira da Mulla declara que lem al-
guma repugnancia em dar o seu voto s emendas
propostas ao regiment do senado. Sao lao res-
peila veis as tradicres deste corpo, lautos os an-
uos em que com muito proveilo para o paiz tem
funcionado cora esta lei orgnica, que para jus-
tificar qualquer allera>;ao seria indi-|iensavel una
demonstrarlo cabal dos inconvenientes a que
tera ella -ido lagar. Longe Rorni de reconbe-
cer este fado, v que o senado lem feilo ao oaiz
relevantes serviros, sem que se tcnbam sentido
esses grandes inconvenientes do abuso da pa-
lavra. *
Seja porm como fr, urna discussao sobre ma-
teria desla ordem deve, no seu pensar, ser Ilus-
trada priiicipalmonld com a opiuio do governo.
Se o governo enlende que esseiicialnignto ne-
cessaria a reforma do regiment do sonarlo : que
pode rVuli.ir algum Inconveniente para a marcha
regular das discusses da continuacao da execu-
(o do regiment actual, nao lera duvida era dar
o seu voto para que elle seja alterado. Vendo
que granJc numero do admiuistracOcs de divesas
fei<;oes polticas se leum succedi lo, que todas el-
las loem achado apoio no.senado, e que leem li-
rado desle apoio as medidas que ho reputado
necessarias, nao Ibe possivel votar por urna
alteraco no regiment sera ouvir a opinio do
governo.
Nao desconheco que o regiment, tal como es-
l, se preslaa alguns abusos que ser lalvezcou-
venieule remediar. Por mudas vezes se lem vis-
to continuar a discussao de urna maleria, deven-
do reputar-so essa discussao exhausta por nao
haver oradores com a palavra, procraslinando-se
por 8 e 10 dias por nao estar marcado um pe io-
do para que o debale.se encerr. Cumpre por-
lauto que o senado icnlia urna regra para o cu-
cerramemo dos .cus debales, porque as discus-
ses eternas nao as que Ilustrara, e nada mais
acil do que elernisar as discusses, havendo, co-
mo ha, no senado oradores to qabeis, c alguns
mesmo asiaiicoa ; ligando-se tres ou qualro des-
ses oradores, pode lornar-se urna discussao
lerna.
E por sua parto muito amigo da discussao, nao
goela quo se lhe ponham estorvos ; mas tambem
reconhece quo a maioria de orna uamara< devo ter
o dircilo de impdr silencio minora quando as
suas razos ja eslao desallflh-iidas na discussao
o contrario consagrar o gove no da minora con-
tra a maioria, e isso nao nem racional nem
conelilucional.
Paroste m entende_que c pode- fazer algu-
ma emenda ; mas do modo par que esto formu-
ladas- ae que se diseulem, ficam as rousbis no
mesmo estado, as ideas da indica;ao ha algu-
ma cousa conveniente ; mas as da mesa s
urna reforma nominal ; e sendo assim, para que
vota-las f s para constar que se fez urna refor-
ma no regiment, ao passo que ludo fica come
eslava- ?
Se o governo declarar quo julga necessaria al
guma alteraco, esl, como ja disse. promplo i
a volar, e ento adoptar antes as ideas da indi
cacao do que as do parecer da meca. Roga por
lano a qualquer dos honrados membros do ga-
binete, qne se acham presentes, que manifest
tal respeito a eua opinio.
O Sr. Ferrsz (presidente do consethrr) agrade
cono precedente orador a manifesi*cao que acal
ba de fazer lao benfica para o gabinete, desejan
do que o nobre senador so acije sempre de luir
monia com este em todas as quesles importan
wm
OlAftIO DE PERWAMBUCO. SAlBAbQ DI JUNHO D 1860.
arece-lho ouvia a coiivcn^uuia destadispo A ,^ao apreaeniao na casaum projeclo q>ie oconu-
para evitar que ae preTudiqu^ adisc^jgj^ j B|,a, e que elle orador repello completa ment.
Reconhece a necessfdade de urna lei de aposen-
tadoras para os magistrados, mas quer. que se
eetebeiecam regras que os livrem iuieiraroeate
de qualquer arbitrio do governo. Foi para eate
f m que apresentou o requerimento, e por isso
contina a sustenta-lo.
O Sr. Souxa Franco decidio-aa a rolar contra
o projeclo, mesmo em primeira discusao, em
vista da maneira por que se pronuncia o aeu
proprio autor.
Receioso do grande alcance do projeclo, dos
abusos que d'elle pdem provir, S. Exe. como
que at se mostrou disposto a retira-lo : e daqui
concluio logo elle orador que o projecto era um
mero de aeran de que o ministro de enlao se
3ueria servir, confiando em si, os sua probida-
e, mas que receia entregar a oulro qualquer
ministro.
Vota portanlo_ desde j contra elle. Ilanda-lo
a urna commissao admittr que podo ser accei-
to, aue o senado pode adoptar a idea de collocar
os magistrados sob a arco do governo.
Se se tratasse de regular os casos de impossi-
no emprego att inspector geral da caixa da amor-
lisa>}ao com o vencimento que lhe competir
. Lev^nla-se a sesso meia hora depois do
maio dia.
atelal
SESSO EM 19 DE MAIO DE 1860.
residencia do Sr. Afanoel Ignacio Cavalcanle
de Lacerda
s 11 horas da manha depois de feila a cha-
nda, o Sr. presidente abre a sesso, eslaudo
-esenies 30 Srs. senadores.
Lida a acta da anterior, approvada,
Vai a imprimir o projeclo de resposla falla
db Ihrouo, apresentado pela respectiva coramis-
s 10.
ORSEM DO DIA.
Entra em nica discussao, e approvado sem
.'bate, o parecer da commissao do coiistiluicao
ibre a verificago de poderes do senador pela
provincia do Maraohn.
O Sr. Presidente declara cnio senador do im-
pbno pela sobredita provincia ao Sr. conselheiro
Jjaqiiim Vieira da Silva e Souza, e que se lhe
\ ai ofticiar para vir lomar assenlo.
Entrara, cada um por sua vez, em primeira
scusso e passam sera debate para a segunda, e
esta para a tercern, as proposiees da cmara
os dcpulados: primeira, appcovando a penso
nnual do 800, concedida s.filhas do fallecido
( ontador geral do thosouro nacional Antonio Cae-
Imo da Silva; e segunda, approvaudo a aposeu-
l i(o concedida ao juiz de dircilo Jos Gaspar
os Sanios Lima, com o ordenado corresponden-
: ao seu lempo de servico na magistratura.
Seguo-se a primeira discussao do projeclo do
sonado declarando o ordenado com que podero
ser aposentados os magistrados que esliverein
hysca ou inoralmenle impossibiliados de con-
uuar no exercicio de suas fu uceos, ou forera
.leadores.
O Sr. Bardo de Muritiba diz que, nao obs-
tjante ter sido eslo projecto apresentado por elle
rador quando se aohava testa dos negocios
a justiga, nao loma sobro si dcfeudn-lo agora,
orque, devendo urna proposico dcsla ordem
er toda ministerial, cuiupro que a respeito da
ua malcra o gabinete se pronuncie antes de
desses funecionarios, bem mas nao disso que
se traa, dz-se apenas pue o governo os poder
aposentar, dada essa impossibilidade. Sendo
assim, acha-so elle orador as mesmas circums-
tancias do nobre autor do projeclo, receia como
S. Exc. conceder semelhanle poder a oulro
qualquer ministro.
Se o adiamento proposlo livesse por firo dar
ao projecto urna morle suave, obstando a que
ello vollasse a discussao com a mesma idea, nao
duvidaria adopta-lo; mas, nao levando essa de
clararlo, prefere contribuir cora o seu voto para
que semelhanle projecto morra desde j.
_0 Sr. D. Manoel diz que se vai coslumando,
nao s a ouvir, mas a ver ludo no seuado. 17
realmente para maravilhar levanlar-se o aulor
de um projeclo, e dizer ao senado : Eu nao
sustento hoje as suas ideas, nao me importo
mais com elle, porque o affereci ao ministro
da cora porque o projecto iuteiramenle
ministerial
(Jnanias ids absurdas e disparatadas, diz,
nao so apresenlam nestas palavras! Absurdas e
disparaladas, porque primeiramenle o Sr.
senador aulor do projecto nao o apresentou como
ministro, mas comomembro do senado; depois,
ninguera dir que eslibelecer as regras que se
devora seguir as apreseuladorias dos magistra-
dos seja medida ministerial.
Nada mais fcil do quo fazer projectos, dizn
urna das maioresnotabilidades de urna das tran-
sadas cmaras temporarias !... O de que se Ira-
la foi por sem duvida facillimo, porque basta
l-lo para ver-so que nao lilho do esludo, da
meditaran, e siin, resultado de urna precipitarlo
iudesculpavcl em um senador o cm um ministro
de estado. Por ventura urna lei orgnica em
materia dcsta ordem deve limilar-se a dizer que
o governo poder apresentar os magistrados que
esiiverom physica ou moralmeule impossibilia-
dos do servir ?
Razo leve o nobre senador pcio Para quando
disse que se devia votar j contra scmelhante
projeclo; e na verdade elle s mereca completa
rejeico.
Como norera qualquer senador lem direito de
eruenda-lo na 2. discussao, ou de offerecer um
projeclo substitutivo, considcia preferivel o al-
vfire, proposlo pelo nobre senador das Ala ;>ins,
de reraelt-lo a urna commissao para que ella
proponha o melhor meio de prover-sc a urna ne-
cessidade publica, como a de apresentar os ma-
gistrados que eslivercm incapazes de servijo por
ualquer discusio. Pareco-lhe pnanlo co'nvc- de?ito physic? ou mora.L ...
ente que ella se adi al ser couhecida a ni- CumPre Porcm .'ue lsl ^guiado de modo
opi-
o do governo, salvo se o Sr. presidente do
:onselh, que se acha presente, quizer desde j
nanifcsla-la.
O Sr. Ferraz [presidente do couselho ) consi-
lera a materia do projecto, nao s util, mas in-
iisputavelmenle necessaria, porque nao ha le-
islaco alguma que regulo a aposenladoria dos
nagislrados. Couvem porlanto em quo se trate
lo mesmo projecto era Ia. discuso, reservando
para a 2", as observares que lem de fazer.
O Sr. Dantas declara que no.lhe importa sa-
ber se o projecto e ou nao do ministerio ; para
declarar o seu voto nada lem que ver com o mo-
que o governo nao possa excrcer era vuigan-
cas, era patronato, que todo o arbitrio lhe seja
oarlado,
Tal como se acha, o projeclo nem digno das
honras da discussao ; e se nao foca a faculdade
que ha, de cmcnda-lo cm lempo compelenle, se
o nobre presidente do conselho nao livesse pro-
medido j para esse lim o concueso das suas lu-
zes, apressar-se-hia lambem a concorrer com o
seu voto para que cahisse immediatamenle.
O Sr. barao de Muritiba declara que nao res-
ponde aos epilhelos de absurdos e disparaladas,
que o nobre senador lancou sobre as ideas delle
orador, porque entende que absurdo e dispara-
Ido por que pensa o gabinete.
N UP projecto era sua opinio atlen.oloria ___*? ? n"bre senador e para mulla gente e
konsliluico. A expresso physica ou moral-
nao esl de accordo com as
menle impossibilitodo susceplivel de urna
alitude immonsa. O quo causa moral? Ser
coirupcao ? sor loucurn ? ser qutlquer inimi-
zade com o governo 1 Fica ao arbilr* desle de-
fini-la, o nisto que nao pode co" ar. Quer
antes um magistrado ou mesuro to, do que o governo iuvestidoMa f%c>ililode Je i
aposentar nisgislradoo, |>oV acha-se recurso em oulro, mas do governo po-
de-so dizer quo nao ha recurso.
No projecto s v um laco que se arma para
que o governo possa dispor dos magistrados co-
mo o quando quizer. J se moslra urna tenden-
cia bem pronunciadla para se coarctar a discus-
sao no senado, j existe um projeclo para arro-
//iiir.ha tendencia se reformar para o jury,para se
reformar o processo da liberdado de imprensa 1
Depois disto o que restar ? Que garantas ofle-
recer o syslema representativo sera liberdade
de imprensa, sem lberdad de tribuna e sem
jury? &' permittido a um poeta pedir publica-
mente a ieia,iro.ao do governo absoluto, o nao ?/* 'a- mPrr-fanra nSH,?r
les da naci emi-i llu'iraai Parn cmcnda-lo i
ha de ser licito aos representantes da nacao
tirem suas opinies Nao ha ministerio que nao
queira tirar o seu naco das facotdades do regi-
ment, que DflO queira alguma reforma no jury
ou coarciaco na liberdade de imprensa ; agora
quer-se que o governo lenha o poder ue aposen-
tar os magistrado como bem lhe aprouver 1
NSo pudendo ir de accordo coni tal pensemen-
lo, prepor quo o projeclo seja remetlido com-
missao de legislaco para que formule um pro-
jeclo geral de apbsenl'adorias Va comprebenda
os magistrados e lodos os empregados pblicos,
do modo que fiquem garantidos de lodo e qual-
quer arbdiio do governo.
E' apoiado e posto em dHCusso o seguinle re-
querimento.
Requeiro quo o projeclo que se discute so-
bre a aposenladoria dos magistrados r com-
missao de legislaco para d ir o seu parecer
Danta* .
0 Sr. Ferraz { presidente do concilio) diz
que lhe parece nao ler sido bem comprchendi-
do o pensainenlo do projecto. nem oque por
elle orador foi dito.
Actualmcule, observa S. Exc, nao ha classe
alguma de empregados que nao lenharcgras li-
xae para sua reforma ou aposenladoria ; a lacu-j lece-se alg
ludo aquillo, que
suas opinies.
Tanto o nobre senador a quem se refere, co-
mo o seu nobre collega pelo Para, demonstra-
ran) cabalmente a oecessidade do projecto que
se discute ; investiram-o porm, julgando-u al
indigno da adenco do senado, porque, segundo
ellos, revesle o governo de um grande arbitrio.
Refleclindo porm suas palavras exaradas no
arl. l."i nao encoulra elle orador razo para
suppor que semelhanle arbitrio se possa dar.
Inlerpreando-sc essas palavras de urna maneira
absurda,I pode chegar-se concluso dos nobres
scnadore; mas quom em ha f conhece o quo
imposi ibilidade physica e moral, que estas
duas pal,- vras nao tem mais do que a significa-
cao quee sonso geral tem admidido, nao podo-
r encontrar no prcjeclo arbitrio alguna. E es-
tas mesmas expresses eslo consignadas em leis
de pai/.es de que o nosso pode tomar exemplos.
Mas, sel porventura existe este arbitrio no pro-
jecto, e ni elle necessano na idea capital, por-
nobros senadores a sua
? para que o rojei-
tam?
elle nao chegue a lempo, principalmente a -res-
pailo do-Sr. conselheiro Tilomas. Xavier, eujo
estado -mudo grave.
Encerrada a discussao, e posto a votos o re-
querimento, rejtitado, sendo em seguida ap-
provada 4 proposico para subir sanecio impe-
rial.
Entrara cada urna poraua vez em primeira dte-
cuseo, e passam em debate para a segunda,
dest para terceira, as proposices da mesma
amara : priroeiro approvaudo a pebsao animal
de 409000 caucedida a I). Florn da Ihemira iao-
ques Ourique, oaejaundo approvando a penso
mensal de 50060 concedida ao copilao da guarda
aiactonal da. provincia de S. Pedr4 Isaas Antonio
-opes.
Seguse a priaaeira discussao da indicaco
presentada na seaea de Ib de panno
passado obre alteraco de a
aagiaaento com o parooer da e*
a tal respeito.
O Sr. Vuuonoelios dn quo
pasaadia sa aun uncin a rofoe"
projecla, proieetou desde logo
algumas ooasideracoeai Vai po
*4e davery
A reforma prapaet pela indieaeji
peasar, ineaavemeaae ; e, Tca4c
acha pela ma, i incfficez. >
O rajvimonl* doaeaado fai pr
ate UJifl ; de '.eaopaa c m
No momento actual, porm. s podedizer-lh
quo a queslao propramento domestica, eco
nomica do sonado ; queslao em cuja deciso
gabinete nao tem nenhum interesse, indevidual
menle fallando,na qual nao lem de iutervir pi
forma alguma.
Mas, conclue S. Exc., e o nobre senador 11c
podo que como membro do senado manifest
sua opiniSo.declaia-Ihe desde ja que ha de (
tac pela emeuda da commissao.
O Sr. Jobim (2." secretario ) observa qne
modificaxes. proposlasipela mesa emendando
que se oilereccram na indicaQo, reduzem-se
penco, mas que lem todava grande importai
cia no tundo.
Segundo o regiment, os requerimentos apr
e-lados em upia sesso podem ser volados nrls-
5a mesma sesso. A mesa entendeu que pod
aver alguma preciojiaco qeslaa votagqs, pr -'servidos em cerlos cargos que nao s
cipiUco raudo incbnv'enienlc, porque o n I mente de mogislratura. O seu fim
na que existe na legislaco sobre eslt platera e
nicamente a respeilo dos magislrada, que es-
lo por este modo dependentes muias yezes do
arbitrio do execulivo. E' por lauto iidispcnsa-
vcl urna medida para esta clase**!
Nao diz que o projecto seja perfeito; mas en-
lende que pode elle, sem ioconveniette, passar
em primeira discussao, e ir depois a urna com-
missao para ser emendado.
Declara que o ministerio nao desoja por forma
alguma niutillar o regiment para coactar a li-
berdade da diseusso, nem reformar ajuillo que
o corpo legislativo nao julgue careccdjr de re-
lorma. Tambem nao quer licar investdo de ar-
bitrio para aposentar magistrados come lhe pa-
recer ; quer que se eslabeleQa toda is regras
para as aposentadoras, que se defina daramenle
cm que consiste a impossibilidade nuril ; em-
flm, pensa inleiramer.le a este respeito como o
nobre senador a quem responde.
Dir desdeja que nao lhe agrada a iartedo
pro|eclo que s conla para a aposeiladoria o
exercicio elTcclivo do magistrado, quandOilodas as
classes da empregados leem a seu favo'B conla-
gem do quaesquer servigos prestados eix diver-
sos empregos geraes. a legislado ce fazenda
|em vigor al so manda contar naratrodeum
terco es serviros prestados as admnslraees
iprovinciaes.
Est persuadido de que o pensamenli lo nobre
autor- do projecto em nada diverge do jtlle ora-
dor q^ulo aos ponlos capitas ; quen'm quer
que d^_perno tenha o arbitrio que arce re-
xeiar- o obra senador pelas Alagas, mn que os
a | magisirados fiquem prejudicados porprslarem
pria-
gnrar
Por sua parle apresentou a idea quo lhe pare-
ceu necessaria na occosio : se os nobres sena-
dores entindera que olla pode ser melhorada.
tragara ai senado o resultado de suas lucubra-
ces.
Quando disso que nao loroava a si defender o
projeclo qi iz apenas manifestar o desejo deque
urna lei sebre aposenladorias de magistrados li-
vesso o asienlimento do governo, porque elle
quem est mais inteirado das nocessidades que
a tal respe to existen). Nao cabe pois a esse modo
de exprim :-se a censura que se fez.
Nao se oppe a que a maleria do projeclo seja
considerad pela commissao, como doseja o no-
bre 3cnadot pelas Alagoas ; mas parece-lhc, de
accordo edm o nobre presidente do conselho,
quo o requerimento seria mais bem cabido de-
pois da primeira discussao. O senado resolver
entretanto lomo julgar melhor.
O Sr. D. Manat observa que para reconhe-
cer-se o ar (itrio que o projecto d ao governo,
basta l-lol Quom o juiz da impossibilidade
physica ou (moral de que ahi se falla? Eslabe-
D tribunal para sentenciar ? Nao, o
nico juiz ; eis o arbitrio, porque
|ats vago do que aquellas expresos.
bido, o projecto nao s absurd3,
eiro despropsito : nao haver Ho-
enha dos ideas de direiio quo nao
governo
nada ha
Assim conc
um venia
mera que
_-arenlos, nvQlveuo s vezes questoes (d
.Rima irapertancia,; por isso prqpoz que a sua
itaco ficasse sernpre reservada para o da s-
luite, e qpq havendo nesle quem pedisse a
Tjia, f^assear para ser discutidos no dia qip
presidcouo designasse. Entendeu igualme -
a mesa que devia segur-se na discussao a
"mesma pralica que se observa quando os reqie-
rimantps.sao oitps pelaa commissoes. ,
. -Ealauelece gualmenle a mesa que quando je
retfber'er e'adimenVo da materia em discussiq,
cfita seiba AitMi No-pwmtti'iibiirivpti** ou.se. su^eilar.a repodo dea qualquej queslao
no
arfan*
urna reforma gaj liaba par a eag ir P-arttlaaaV
e quizAwDaas;-inpsnio lempo fazer adoptar o cor-
rectivo que ''"j" Tmala itih-n n exicnio
a$ discuMet.
jie.ordem, e hao ho.uver p. casa o numero n -
^eassrio para se volar,.se,jiiTgue pTebjtfeadt i
-~:icile.olfi, e cpRloue a diCuao d
principa*.
a.sorta ess importante clasan por n de le-
gras Oxas"de que o governo nn possa ifsrlst-se.
Sobre esle potito nao haver lalvoz luis ideas
contrarias, e assim o dbale s ter de versar
sobre os promenores, que pdem sirnaisoii
menos Corrgidos da discussao pela sab?diria do
senado.
Nestes ICTinos, pede ao nobre senado* qie dei-
xc passar o proje'clo^em 1* dlsrusso,e que
reserve para a segunda, o destino que agfra lhe
quer dar-
qSr. Danto d al gamas exphc5&cdelloffln
do'quo esl certo.das boas intewoddnobre
presidenU *o cortseTno', e que cora o,pir disse
)3o quiz offendero nbftt barno de Munlti. tan-
lo _ie que '*>% Hitre^S; Sac. ; jrtinfca
dira que l desproposito, que nao lem senso
commum entregar urna ciarse iuteua de tunc-
ci ouaros aolarbitrio do poder.
Nao obstante, pelas razos que j deu ha de
votar que o projeclo passe em 1" discussao. Nes-
la nao possjivcl emenda-lo, e muito se admira
do que o autor do projecto, que ha tantos tunos
tem assenlo no senado, ignore esta disposiclo re-
g mental. Nq segunda, porm, elle pode ser subs-
tituido por outro em que se fixem claramente as
regras que devem dirigir o governo era tal male-
ria ; e espera que islo se faja o que se voto um
projecto digno e ser enviado cmara dos de-
putados.
Nao havendo mais quem peca a palavra
pdstuo requerimento votatjo, o rejeilado.
O projecto passa sem mais dbale para n 2*dis-
cussao.
Achando-se na sala immediala o Sr. conselhei-
ro Joaquini Vieira da Silva e Souza, senador pela
provincia do Marauho, sorlea-se a depulaco
que deve rccebe-lo, e soeleitos os Srs. Nuniz,
Cunha Vasconcellose Diniz.
Introdurido o Sr. senador com as formalidades
do estyto, presta juramento e loma assenlo.
Entra em Ia discussao, e rejeilado sem dba-
le, e parecer da commissao de fazenda e de uw-
rinlia eguerra sobres preteneo de Jofto Pereira
de Andrade reclamando a indemnisa^ao de pre-
sas feitas no Rio da Prala.
Estando esgoladn a ordem do dia, o Sr. pre-
sidente marca pora a da seguinle sossao ;
3a discussao das prrroosias da cmara dos de-
puhidos 1* approvando a aposentarn concedi-
da aojuiz de direito Joao Carlos Pereira Ibiap'ma
com o ordenado de 1:2009 ; 2* approvando a
penso annual de 2920 concedida ao soldado do
corpo de polica Ricardo Jos Francisco.
, 2" discussao do projeclo do sonado dividindo
em dous o collegio do 14 districlo eleitoral da
provincia de Minas Oerses, que tem assenlo na
Cidade da Campanha.
I"'e2* diseusso das proposlces da cmara
dbs deputads: r, spprovando a aposenteco
concedida ao juiz de direito o emo4h*iro Jos
Thomaz Ntrbtico de Aroujo, cor o ordenado- a*
nual dT^9ffi|; a'pBrofWro a aflosenfeeoo can-
CC-Wa ao canselheiYo Herouleno Ferpevfa Peoua
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
ILAfMAS
Cavrta tereeira lo bexraxo de B
ato visco-ule de BirvMry.
I
Ainda, nobre visconde,
Benzcr-nie nao pudo um da,
Lendo cosa toda a alegra
Alguma carliuha sua,
Fosse embora nua e crua.
II
Parece ser crueldado
Que duas lhe lenhu (cito
Uelalando-llio com gcllo
O que por ri vai passando,
V voc me desprezando.
III
Sem quo ao menos urna st .
Me tenha fcitoom resposla,
Desprezando a lei imposta
as alias sociedades
De dizer banalidades.
IV
Desl'arle ao menos fica va
Assim meio-consolado,
Parecendo que estimado.
Inda que pouco, seria
Da illustresenhoria.
V
Mas comludo ainda esta
Lhe aprsenlo respeiloso-.
Esperando que ditos
Merecer hei-dc resposla.
Sobre que (jqo urna aposto.
VI
Do cavaco como exordio
Basta j, meu Diry-Biry.
Permita agora que lira
Polo rol das novidades
Que viio as nossas cidades.
Vil
Saiba, visconde, que o hoincm.
Que vcio pr'a presidente,
Tem arzinho mui contente.
Mas assim mesmo inda agora
O col lia anda por fra.
VIH
Eu nao sei o que que ha,
Mas lhe posso assoverar
Quo algores ouco rosnar
Que a sucia nao esl contente.
Que resmunga e iriuca o dente.
IX
Logo no segundo dia
Espalhou-se na cidade
Que entufado de vaidade
L fra opach-nanico
Qucreudo raeltef o bico.
X
Que aprosentara o Jucundo
Cheio de lodo o cynismo,
Para co'seu sabichismo
Ter lugar no gabinete
Como ollicialcaeete.
XI
Mas que o hornera conhecendo
Onde bator podoria, .
Vendo quo patfaria
Nao quera desla laia,
Mandou o nnnico .Vpraia.
XII
Oulro quo lal presumido
A quem tralam por tambanga.
Arripiado da zanga
L fui ter ao presidente,
Com ares assim de gente.
Mil
Encrespado foi queixar-se,
Quo allonta'o elle exigi
U'uu.a falla em que cabio
A mulher, que c professora ;
O que nunca visto fra 1
XIV
Pensava quo do Egypto
Era o lempo das ceblas.
Era que elle atirava bolas
Cora ares de maioral,
Qual o lempo do Amaral.
XV
Mas o hornera que erespinho,
Respondeu que firme eslava.
Que agora nao se arredava
Daquilloque j mandou ;
E desl'arle u despachou.
XVI
O meu Soaros, coitado,
Desceu de pello aniar.-lli.
Por ahi contando estrellas.
De peritas bambas, cumplidas.
De pestaas encuitadas.
XVII
Por oulro lado'um baro
Desconcertado so foi,
Dizendo que o homu' boi,
Que lal lhe nao cheira bem.
Que vai galibar seu vinlem 1
XVIII
Que arrastado vai Picando
Com lonta dospoza forte,
Que nellas vai dar um corte,
Deixando fitas, onfeile.
Cuidar em vender seu leite !
XIX
De ccrlo que grande a crise.
Que ha muila falta de trigo.
De modo que su ao Rodrigo
Vai alguem pedir dinhoiro,
Faz-lhe cara do ferreiro.
XX
Mas o que mais engracado
Me parece na verdade,
E dizer sem loablade
O Tempo da despedida
Esta mentira comprida ;
XXI
Que foram conservadores
Que as historias inventaran
Dessas cousas que fallaran*,
De ser tuaaperseguido
Em campo raso batido ;
XXII
Que i plano foi esludado
De mentiras levantar.
Para desl'arle aterrar
A presidencia que oinha,
A qualdislo tundo tinha
XXHI
Nao m csrapadclla
Para quem os no conhece;
variante que toce
A cabeca que os govenia,
A qual quasi sompre inverna.
XXIV
cosime nessa gente
De lodos fazer papalvos.
Como so nao fosseni calvos
Os fedos que ellos coulavam
Dos empregos aue j da vara.
XXV
Como se fosse menlira
A carta j publicada
Por pessoa potentaaa
L do Prata ao padre, escripia.
. Como quera est de guarda.
XXVI
Entretanto dizer devo
Que anda nislo velhacada,
A ser verdade a coarctada.
Do Zezinho que informado
Sabe do que assenlado.
XXVII
Diz elle e o Ciscavel
Que o lempo nao chegado.
Que aquillo que esl tralado.
A seu tempe nos vira ;
E enlao nos mostrar !
XXVIII
Que do tolos j qps rimos.
Porque alguem tambem se ri.
Mas que ludo por aqu
Anda de beico adocaJo
Sem preparar o costado.
XXIX
Que dcixe a cmara encerrar,
O ministerio fleando,
Que enlao iremos chuchando
O melzlnho com farinha,
O gosloso da varinha.
XXX
Qae veja c Monr, o Silveira,
Como ambo* demtidos,
J l esto ambos ferido?,'
Um. sem ler o numerario,
O oulro cpolrciario. .
Ore cert efTeite, &tu,
Vveonde, parece ter,
Alguma ronza que crer.
Para quem com non euidadtr
Lr o lempo eepaiKide
XXXII
Nesse que por despedida
Le sabio perdo pedindo,
Foi lambem s despedrado
Da trra dos BraeHeiros
A todos os marinheiros I t
XXXIII
Recordou-lhes arrocho
Que chuchavam na terrina*.
Que si saudades j tinha
Qualquer delles, libremente-
Fots em vapor brevemente*
XXXIV
Que ao contrario a paciencia
Qutrendo esgolar do povo.
Enehe-los bem como nm dw
De pao fariam depre$ta\
Que 4o quemis interessa.
XXXV
Porlanto, tire voss
A natural consequensia.
Se possue bem a ciencia '
De deduzirillaores
De principios ligeirts.
XXXVI
At, visconde. olhe, entrn
N'uma certa biehigada,
Q'aqui anda bera turada
m barao, que foi pedir
P'ra o Bexiga escapulir.
XXXVII
Pois dosse modo pretendern
Servir-se al do Bexiga,
Faxendo desde ji liga
Contra os mesmos compsnheiros,
P'ra escovaros marinheiros !
XXXV11I
Adoos, visconde, massada
Urna carta lo comprida.
Peco por sua vida
Que nos livre do demonio-
Rosando p'ra Santo Antonios
Barao de Babeo*..
Macei 28 de maio de 1860.
PERNiMVIBUCO.
REVISTA DIARIA-
Verificou-se, como haviarao-lo anminciado, nd
dia 31 do passado, a reunio de differentes guar-
da-livros desla cidade, era numero de vinie o
qualro, para o lira que indicamos ; islo a ins--
tallaco de urna sociedade da respectiva classe,
a qual foi cfTectivamontu inslallsda.
Nessa occasio foram proposlos e acodos para
presidente o Sr. Miuuel Jos Rodrigues Vieira, e
para secretario o Sr. Manoel Fonseca de Medei-
ros, assim corqo foi nomoada a commissao de
rodan-ao de estatutos, composla dos Srs. Joa-
quirn Ferreira de Araujo Guimaros, Jos Maria
de Olivcra e Silva e Antonio de Albuuuerque
Mello H
O projecto de estatutos lem de sor apresentado
na prxima sesso, para a respectiva discussao
c organisacae definitiva da sociedade.
Nao conhecemos o Sr. Rodrigues Vieira, mas
informam-nos que a presidencia temporaria des-
sa associacao nao poda recahir om pessoa mais
habilitada, lanto por ser elle o aulor do Guarda-
Livros Brasileiro, irnpresso no Ro de Janeiro,
como por ser assuriado urna C)sa commercial
importante dcsta praca, condices cerlamonio
cssonciaes para delle esperar-se o desenvolvi-
monto da associacao que preside, e a que por
couseguinle tem d dar o impulso expansivo.
Ilonlcm aquartelou o 3o balalho de fuzi-
leiros da guarda nacional desle municipio, afim
do ajudar a tropa de linha no servico da guarui-
co dcsta praca : c desaquarlellouo 2o da mes-
ma arma, qu entrara para o servico era abril
prximo passado.
Segundo noticias que lemos do norle, Mr.
Brunet, professor de setnelas naluracs do nosso-
Gyranasio, em sua commissao sciontilica no Ama-
zonas, tinha chegadu essa provincia.
Mr. Brunet lem sido mui bera aceito, e consi-
derado naquolla provincia de maneira mui hon-
rosa ; o que faz esperar que a sua commissao se-
ja plenamente salisfeila.
Os excrcicios do niez de Maria, celebrados no
convento do Carmo, terminaram-se por unta
procisso na quinla-fcira a larde, a qual percur-
reu algumas ras desle bairro, levando cm ex-
posico a iniagcm da rainha dos Alijos.
O acto foi feito cora loda a decencia, tornan-
do-p mais luzido duas alas de meninas trajando
niformeiiionte branco.
Procedendo-se houtera a nomeajo da di-
rocgo da Companhia do Beberibe, sahiram
eleilos:
Direclor.
Dr. Jos Mamcde Alves Ferreira.
Vice-di rector.
Dezembargador Joo Capistrano Bandeira do
Mello.
Caixa.
Commcndador Manoel Gon^alves da Silva.
Io secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves.
Adjuncios.
Barlholomeu Francisco de Souza.
Jos Pereira Vianna.
Luiz Antonio Vieira.
Justino Pereira de Farias.
Exame de conlas.
Commendador Joo IGoncalvesda Silva,
Dito Benlo Jos Fernandos Barros.
Dilo Manoel Ignacio de Oliveira*
L-se na Imprenta da Parahiba, de 26 de-
maio :
Consta, era virtude de communicaco olli-
cial, e mesmo por informaces particulares, que
alguns malcarados om grupo nao pequeo, o-
niontados cavado, estavam assaltando os via-
jantes desdo Cruangy al Podras de Fogo, tendo
j feilo alguns roubos. Esta noticia lem lomado
tanto corpo, que alguns dizem sor o grupo de
40, oulro de 50, o nao sabemos que mais,
Vindo esta noticia ao conhecimento do go-
verno da provincia, fez esle marchar inmediata-
mente para Podras de Fogo urna forra de 30*
pracas de linha ao mando do lenle illas-
Boas do mesmo corpo.
a Alguns senhores de engenho das proximida-
des desla cidade, em virtude desla. assusladora
noticia retiraram-sc para esta capital, e ainda
uella se conservam.
Por cario do Sr. Villas-Boas consta ser falsa-
a noticia.
Sociedade real incleza de geograpiua.
A sua ultima sesso foi una das mais notaveis
dcsla sociedade. Achavam-se prsenles as tri-
bunas dos espectadores diplmalas, ministros cs-
Irangoiros. almirantes, generaes, litteratos dis-
tinctose sabios*de diversas naces, que tinham
vindo para ouvir as iritcressantos coaimuniruroos
enviadas de todos os pontos do globo Sociedade
Real.
Occupava a cadeira da presidencia S. Rode-
ick Murcbison, vice-prcsidenle.
O duque da Newcaslle apresentou, e foi lido o
relaloriode urna exploraco no interior da Aus-
tralia feila por M.J. Macdonald Stuart.
t M. Stuart, cujas precedentes exploraccs j sao
conliecidas da sociedade, e por isso j della re-
cebeu o presente do um rico chronometro de
ouro, pode penetrar, acompauhado de mais duas
pessoas, una parle da Australia, situada um
pouco actma de. 27 de latlitude sule do 135 de
longdudo ste. Elle avancou 300 railhas alcm,
do ponto, onde Babbage e Warburlun tinham
parado, O resultado dessa cxploiacao foi a des-
coberta de um vasto paiz riquissimo em pastos, e
abundantissimo em agua.
M. Stuart pardo d'Emerald-Springs em abril
da 1859, chogou ao ponto extremo de sua viagem.
em raaio. Em todo a tempo decorrido na su
viagem, nao passou um s dia que nao encon-
traste urna nasecnle d'agua. O paiz explorado
consiste era planicies extenssimas, someadas
de innnmeraveis collinas de 100 e 150 pea de al-
tura, de cojo curan se escapam vertemos d'ngua
pura e fresca que vio corlar planicie, e (anear-
se om rio, que lodos se dirigerapera sta. L'ru
desles ros tem em diversos lugares a largura de
3 milhas. M. Stuart fez alguns rodoios para os
lados de seu caminho, de SO e -5 milhas, a por
toda a parle encontrn o mesmo aspecto. E' um
pair da to fcil viece que poderia admitid om
pouca despeza o eslabelecimento de linhas lele
graphicaa para ligar-as eammunicates entre as-
colonias d"Australio. as Indine o a Europa.
Una grande porco do dslrielo expiorado -
repuiado como aurfero, e M. Stuart ero ln axis-
lencia de minas de ouro n'uma bacia rodeada de
montanha, situad soa _$ graos de longilude-
sul e 135 do latlitude ste.
Conciuida a leilura coronel Gawley pedio a
palavra para fazer observar que as deseoberlas
de M. Stuart- conflrmam a experiencia meteo-
rolgicas, que elle pessoaknenle Savia foilo, ex-
periencias, que Iho haviam revelado a existencia
de um paiz ferlit e ao Meweete de Porto-Au-
gusto. O coronel ttnhs observado, que.quanda
o vento soprava aaquelle diKC carregado de hondeada, emqusnta que o ordos-
?, ave paeeava por nm deaario era estrama-
A'eawa
eVi iTiT ^rr^?,vi.
"t---------
-i -...-
1 I I *_#*% #T
5;
.


jDente Meeo e dente. Ello aiualou que a
Auslralia assemelha-se por sua contarmaco
.phyewa a urna immensa cralf, cujas bordas
ao as lias monlanhas elevadas por loda a sua
costa.
A egana_commonleacao tamben) era relati-
va Australia. Apresenlada como a primeira
igualmente pelo duque do Ncwcaslta, fra diri-
fida por sir (i F. Bown, governaddr de Guens-
and. Seu objeclo era o estabelecimeuto de um
novo porlo sobre a cosa nordeste.
J.i linha sido obsprvado que ao norte e ao sul
e. Guenslaud sub 29" de laitilude sul, eleram-se
*ltas raonlanhas e sobre ellas extensas planuras
era direcco do norte para o golpho de carpen-
tere e Torres Strails. Este lenitorio. ainda que
era grande parto debaizo dos trpicos goza d'um
clima relativamente fresco e saudavel o por is-
so os colonos alli teern estabelecido a criaco de
grandes rebanhos. Entre as planuras e costa
do Pacifico ha urna exlensio do solo, que mui-
to apio para a cultura do algodao e assucar. Ha
alera disto abundancia do madeira, e o terreno
parece fortil em ouro c diversos mineraes. Con-
seaunteraente.o capito Sinclair, considerando
na grande vantagem, que haveria no eslabeleci-
mento de um porlo vasto e seguro nestas para-
gens, parti de Rorlchampton procura desse
porto tau desejado. e igualmente descoberta da
embocadura do lio Burdckn.
Tendo vizitado diversos puntos, onde achou
bous portos em lugares fertilissimos, o capito
avaricou at a bahia Edgccumbo, no fundo da
qual descobrio um bello e vasto porlo, que elle
chamou Denison, o qual pode abrigar de lodos
os venios as frotas do mundo
O presidente, depois de algumas observarles
relativas a esta communicaco deu a palavfa o
M. Jukps.
O orador em poueas patarras descreveu os ca-
racteres das costas d'Australia, particularmente
as do nordeste. Elle fallou dos bancos de coral
que seestendem por todas estas costas super-
licie d agua, n'uma exlenso da 1.200 milhas
Cf"" a largura de 30 milhas. e a profundidad'e de
l.oJJps. O orador acrescentou que o paizcm
toda a extensao da cosls 6 mais frtil que ne-
ulium oulro lugar da Australia. As raonlanhas
esiao t 30 milhas da praia, e o espaco. que as
separa do mar 6 adrniravelmenle proprio para a
cultura do algodao. da canni de assucar, de lo-
tos os mais productos das regioesdos tpicos.
Assim terrainou esta sesso, to inleressanle
como curiosa, deixando satisfeilos todos os con-
currentes.
Matadocro publico :
Malaram-se no da 1 para o consumo desta
Cidade 8* retes.
MORTALIDADE DO DA 1 DO CRREME :
Antonio, preto. 8 annos, aflexia.
Elvira, parda, 4 anuos, anazarca.
Modesto, branco, 3 annos, hydropisia.
Ludano, pardo, 6 annos, angina.
Anaslaciu Pereira Bezerra, pardo, 30 annos, apo-
plexia. r
Ernaslino. 4 annos, escarlatina.
Mara, branca, 5 annos. escarlatina.
Luas Mara de Albuquerque, parda, solteira, 40
annos, alienada.
Hospital de caridade. Exislem 68 ho-
mens o 53 mulheres. nacionaes ; 5 homens cs-
trangeros ; total 126.
Na totahdado dos doentes existem 39 alienados,
sendo di mulheres e 8 homens.
Foram visitadas as euferraarias pelo cirurgio
Piulo s 8 horas e 3-{ da manhaa, pelo Dr
Cornelias, s 8 horas e 20- minutos da manhaa
pelo l)r. Firmo, as 3 horas e Ii2 da tarde d
ontem.
Fallecen urna mulherdc congeslo cerobral.
Thesouraria provincial.
BEMONSTRAe.io DO SALDO EXISTENTE NA CUXA DE
DEPSITOS EM 31 DE MAIO DE 1860.
Saldo em 30 de abril
p. passado .... 75.521*125
Beceita de 1 a 31 do cor. 9
- ---------------75:521*125
Dc-pcza dem........ 757j500
pre de viagem por diversas^larles. dentro e lora
do imperio, aehava-se aqui desde fevereiro foafirff
passado; e me tendo vindo ochefeem jolbotrater
desuasaudc, seguo em aetembro com aquelle
m.T^'Ji*r"i.erlreBar-1,,e Cd,a d0 Afacaty, de
que elle chefe era gerente, porquanlo as en-
lermidades que acabrunhavam. o impossibilila-
vam de continuar frente de urna casa com-
mercial.
Ora, tomando o soeio Vicente eonta da geren-
cia da casa do Aracaty, esleve atropellado com a
----------------------------------11 I "- I
Mnliude, iiiiuiauenie estrupoK'*0 auVe
;sua alavra, suspeito o seu carcter, aew
prostign a sua pessoa e impossivel o seu mao*-
Neste caso se acha o Sr. deputado Luiz de Al-
;__ -----------j< -'- .u|.-nuu wi u iicsiu caso se arda o Sr \i
gnoranca em que se achara da maior parte das buquerque Martina Pereda "
transaccoes. ignorancia que nao podia ser sana- retataea 1 *.., .1 1- P .esl na
da porque as peoras onslanles da saude do te^V-SSKfJffi. 7*,*! *W-
chefe.
Saldo.
74:763*625
DEVOKSTMCO D0 SALDO EXISTENTE NA CAIXA DO
"brcigio de 1859 a 1860, ek 31 de maio de
looO.
Saldo em 31 de abril
|>. passado .... 61:128:620
Reeeita de 1 a 31 do cor. 51.457558
---------------115:586*178
n.-spezaidem.........88:237a551
Saldo.
27:318*627
CAIXA ESPECIAL DO CALCAMENTO DAS RAS DESTA
GIDADE. ESI 31 DE MAIO DE 1860.
Saldo em 30 de abril
p. passado .... 943*105
Reeeita de 1 a 31 do cor. 407*200
---------------- 1:350*605
Despeza dem......... 816*000
Saldo..... 531*605
CAIXA BF. AMOUTIZACAO DAS APOLICES.
Saldo cm 30 de abril*
p. passado .. 29:200*000
Recelta de 1 a 31 do cor.
Despeza idera .
I
29:200*000
Saldo.
29:200*000
RELAQAO dos doentes tratados na onfermaria
de marinlia desta provincia, no mez de maio
desle anno.
Exisliam.........45
Entraran.........116
Somma 161
Sahirara.........113
Falleceu.........2
Exislem.........46
Somma 161
Observaruo :
Osdous fallecidos, um fi de febre amarella, e
oulro de plcurizia. Entrara no numero total:
2") atacados de angina, dos quaes sahiram 21, e
lkam era trataraento 4, assim como um de cs-
carlalina, que continua em tralamento.
Enfermara de marinha de Pernaiubuco 30 de
maio de 1860.
-Jouquim Jos Alces Albuquerque,
Cirurgio e director.
Correspondencias.
Aos Srs credores de Camlnha &
Filiaos.
Quando se emprehende una tarefa difucultosa
pelo enredado das circumstancias, pelo enlrin-
tado dos factos e pela sua propria raagnilude,
4orna-se de mister lodo o cuidado e circuraspec-
co nao soda parle de quera tu cncarrega doli,
como de quem a analysa ; e agora que tomamos
sobre nossos debis hombros a honrosa, mas dif-
cil missao de patenlearmos a innocencia dos
Caminhas, desenrolarmos os aconteciroenlos que
de chofre os levaram a fallir, pedimos que os
seus credores, pondo de parte toda a prerencao,
altenlera cuidadosamente para o que varaos ex-
pender, e formem o seu juizo com aquelle crite-
rio, que caracterisa o honrado c sisudo negocian-
te, porque emquanto nao se pesar bem a forc_a
comparar a das suas refulacoes, nao se podor
-conhecer se houve fraude de sua parte ou se pelo
contrario foram elles victimas das contingencias
dos caprichos da sorle, a que esl sugeito lodo
o coramerciante.
Crente, portento, do que os credores do Catni-
nha 4 Filhos, ao menos a mor parte, nao se dei-
xam levar por noticias ifrfuadadis, e adrede es-
nalhadas por pessoas interessadas, vamos nosso
caminho, tendo porcompanheira a rerdade, e por
-alvo a innocencia.
Dizem no Aracaty, e aqu tero repercutido, qae
-os Caminhas flzerara a concordata de dezembro
prximo passado, e fecharan o bataneo geral em
fnis de Janeiro, so caro intuito do ganherem
tempo, para se poder vender bens egeneros, pon-
do-se logo o socio gerente do Aracaty de viagem
para esta cidade ", e que a ludo isto den lugar a
morte do chefe da casa.
. o mpossibilitavam de pedir explicaces;
pelo que atrazou-se com loda a razo nos servi-
dos do bataneo.
Porera desde enlo erapregando todo o afn em
cumprir n espinhosa missao que lhe deixara seu
respeilavel pai, e tendo recebido a conla>corren-
le desta casa, fez o seu balando, por onde
conheceu o estado precario de seus negocios ; e
reflecindo nos grandes prejuizos que eram emi-
nentes pelo estado assuslador dos seiloes, onde
eslavara espalhados lodos os capitaes das casas
resolveu pelos iifflelereis seotimentos de honra
ue que era dotado, vir incontinente apresentar
nesia prara o estado Bel de suas casas reunidas
e por sso parti em principios de fevereiro para
lernambuco, tendo fechado o bataneo em Ara-
caty nos fins de Janeiro.
Nao se pode, porlanto, dizer, que o ler sido
o bataneo feito em fins de Janeiro, e partir
elle logo para esta cidade urna prova de ler ha
vido desejos de defraudar seus credores, porque
o lempo decorrido de 7 de selembro. poca de
sua porlida'para o Aracaty, fevereiro deste an-
uo, nao lhe podia dar opportunidsde de alienar
bens e fazer vendas Adictas, urna vez que se in-
lercalou a suspenso dos pagamentos em 30 de
outubro, aenfermidado do socio chefe, e suas r-
pidas peoras, sua morte era 24 de dezembro, o
iratialho toreado para concluir o bataneo, sua
viagem para aqui, e muita cousa de menor
monta.
Depois, os seus bens constam lodos de seus ba-
lanros annuaes, que devem combinar, salvo pe-
quenas differencas, porque de um anno a Outro
ha compras e vendas do escrnvoj e aniraaes
t,ombine-sc os lancamentos de seus livros com as
cartas de remessas, recibos, etc.. veja-se a copia
de gneros comprados quisi s no Ico, e a sua
remessa para aqui e para o Cear, a regularda-
de da esenpturacao dos livros das casas, que de-
vem combinar os seus lancamentos, excepeo
de algum olvido muito suseeptirel, e mostr-se-
nos onde a fraudulencia, com que a torca sequer
inocular na causual fallencia dos Caminhas
Apresente-sc os sicarios de sua honra peilo
descoberto, com linguagem franca, a impugnar-
nos que nos encontrarao promptos na estacada de
viscira levantada sustentar o que aranr.amos
temos dito, e ha vimos de dizer; porque nao
certaraenle sob o anonymo, nem sob a assigna-
tura de certos farroupilhas assalariados, que po-
den) merecer f aecusacoes dis que teem sido as-
sacadas Caminha & Filhos. com tanto desabr,
ment e insolencia.
Anda se censura o tacto da exposicao fela
pelo socio Vicente do estado dos negocios, tendo
havidoem dezembro urna concordata ; entretanto
que esla mesma concrdala fo quem raolvou a
declarado, porque alera de rauitos credores nes-
la praca nao lerem-na assignado, acrescia que os
credores do Aracaty ve do Ico, longe de annui-
rem rizerara acrrimas exigencias, difficeis, ou
quic irapossiveis de so salisfazer.
A vista* desta concordata, sem plena acquies-
Sfil' ?3?Ca" ?"e moslraw a htolta da ar- |
guiLao d muelle deputado seriara bastantes se o
curso n"aunHeSSC da,' a enten*J" Cl el dis
conautal I" Cm Se" VO^raUeslao dos Srs
cnsules sendo por isso precisa a resposta de
mente' ZL""i q"C S el!a mos,rar wl-
menleq.o era exacta a arguic.io feila n.-m
._". ~j~-------- w--., m pian acquies- HUI-seja Ha bascada como no deiirsn c'o ,14 ,
rZZ:l" CM""el^ 1 Cear* da raerle do I cutendor em ioforraaeo ou at.es ,do de af-em
Chefe, ?agrande desfalque dos fundos pelos \ |0iwfn>p consular, do qual faz V Exc iaodi
muilos prejuizos que crai eminentes e iutalli
veis, deliberou-se fazer o que se fez, por que
estavam convictos de que novos e mais compli-
cados embaracos appareceriam, se se esperse
para pagar as primeiras ledras, por que sem pro
liiiham os credores que nao assignaiara a con-
cordata, os quaes araeacavam constantemente
de perseguir. K nao foi aquelle proceder filho
do nico pensar dos socios; mais sim aconse-
Ihado por quasi todos seus amigos, e principal-
mente por um prudente e honrado anciao, que
Ihes disse ser esse o moio mais seguro e mais
nobre era occasio lao espiohoss; pelo que ainda
eslao convictos de que procedern) com toda a
lealdadee franqueza, oque do sorle aigum7se i dc"en"ca*o"-Confiado britauntco i
acha comproraetl.da suj siluacSo, uraa vez que : co 18 de naio de 186J.-t" ho\ I onra d '
e a base do todas as operaees c tratos mercan- cusnr o r cebmenlo doolnc o, de V' s con d.
lis a sincendade, umeo escolho fraude o ao1''** 1fi .......'- ..,-u(-- s- co,n llata
V-se a primeira vista a conlradifo em que carreando um instante do caminho tracado por
cahem esses vis deloaorea, quando dzendo que seu respeilavel pae; e entao bem di rao os seus
se lizera a concrdala de dozeaabro para se ganh" ( inomenio era ain otario d.i rasn
--------------------------- ^ --*, VIO UUI I' w "llllllf
tempo, acrescentam que a isto dera lugar a mor-
te do chefe, o qual infelitiuea-e falleceu no di
24 do dezembro, ao paaw que a concrdala foi
feila antes de sua morte. De duas urna: ou a
norte do socio chefndeu lugar a fraude ou a con.
cordata, nao linha por fim o dol.
A inconsequeucia de seas propoeicdea, o anta-
gonismo deltas, proram por tomis a sua talsi
pela calumnia e peta inimrzade.
dolo, e um poderoso elemento do progresso cora
marcial.
E' verdade que nao obliveram o resultado que
esperavam, por que o que era franqueza, foi
lomado como artimanha, e ento levo lugar o que
sabido; mais, dando tempo ao lempo, e segu-
ros na tranquillidade de suas consciencias, es-
perara os Caminhas que o futuro os ha de jus-
tificar, moslrando a sua innocencia, e n tenaz
PTseguico de seus gratuitos inimgos, que se
leera abaixado ao mais ignobil meio.
Mas a.calurania nao se contentou com esse
pouco, por que a sus baba corrosivo ainia
ennegreceu o fado de so mandar cobrar as divi-
das da casa do Aracaty pelo seu caixeiro pri-
vativo, depois que o seu gerente foi d'aqui para
l, o que lambem fez o gerente da casa do Ico,
poisdisseram que se linha mandado toda a qua-
lidade de gente a cobrar os dbitos, o que se re-
cebeu duzenlos coutos de res 1
Causa indignaco ver a ludacia com que se
avaneara certas proposicoes, sera temor de ser
desrnacarado. E' verdade que, parlindo para o
Aracaty o socio alli gerenle, c deixando a casa
d aqui j abracos com cuslosos embarazos, man-
dou o seu caixeiro especial de cobrancas a agen-
ciar alguroa cousa, seguindo elle proprio logo
depois, no que foi imitado pelo seu mano socio
gerente do Ico.
E como quer que arontecesse partir nesla oc-
casio a cobrar suas dividas, alguns prenles de
sua familia, os encumbiram tambem os socios
de receberem de alguns seus devedores, que se
achavam no caminho de sua derrota. Porem tal
foi a sua infelicidade, e o estado precario dos
serles que succedeu vollar muilos cobradores
que levaram relaces de dividas no valor de
sessenta conlos, trazento cem rail reis, entre-
tanto que se prop~alava com cartas anonyraas
que esses cobradores linliam trazido grandes
somraas.
Alera disto nao salta aoe olho que urna casa
j enflaquecida em seu crdito nao poderia re-
ceber de devedores do sertao urna quantia que
todo o coramercio do Aracaty tatvez nao podos-
se receber em dous mezes ? Acaso n.io consta
dos livros, o sitios, as Ierras, os animaes, o as
casas recibidas em liquidaco de dividas ?
Tambem se disse que depois da suspenso dos
pagamentos, houveram transaccoes, mais adul-
teraran) um tacto loto innocente*e licito; porque
com cffeito se fizeram pequeas transaccoes
depois que se suspendeu no Recite a satisfago
dos compromissos, porera foi em censequeucia
de (er vindo noticia d'aqui da existencia de urna
concordata. Ora, se ludo isto verdade, se se
aproxima mais a realidade, como se erar nos
embustes dos vis pasquineros. Em as casas
cuja escripturaco forfeita com alguma regula-
ridade, todos ossousmorimcnlos, todos os seus
actos devem nellesser exarados; logo, deve cons-
tar deltas quando sae urna leltra pata se cobrar,
quando se recebe sua importancia, quando se'
compra um bem, e quando se vende outro, e
quando finalmente ha ou nao dinheiro, e assim
nao podo havor temor de fraude c artimanha.
Todos saliera que os livros commerciaes sao ver-
daderos balancos, onde peso-se o activo e pas-
sivo, e que nao se pode tirar d'ura sem que o
oulro nao denuncio. Purtaulo, s a calumnia
sob a capa do anonymo pode usar levantar fal-
sidades d'aquelle jaez.
Corapenelrai-ros, pota, senliores credores de
Caminha & Filhos, das considerandos que temos
expendido, meditae maduramente sobre o seu
peso e razo, e lancae de rossos espritus qual-
quer vislumbre de duvida, que ainda por l pai-
re. A fallencia dos Caminhas, que os lerou a
mendigar sua subsistencia d'um compaoeodo
prenle, nao passa de uraa miscravel especula-
cao que e futuro mostrar; e ento se conhece-
r onde a fraude, a aleivosia e a fraduloocia,
porque a verdade a ludo sobrepuja.
E quando chegar essa pocha de triumpho
para a jusliea, ctmhecer-so-ia que homens edu-
cados sob os principios da honra o da virlude,
nunca se olvidaram de seus deveres, nao des-
carreando ura instante do caminho tracado por
respuns
ser em aventurar proposifdes Vesivs "da /''Pf'a-
C^J aa. mxime de funecionartes pn*.'-
w pocedimentoleriano a tal respeia* tea'"
pwier-B-lhe demonstrar o contrario ta eraaa -
fercoes : e urna vez provada a sua lertffttettec.' Iheconvinha austrntar as nemas al
i*?:.?."!?.!!.^"-*-?. "! Ora sera hf<* v^' ** 610 rs. qu^eMo so Pa 0
I^-^Xr^l"!!0:.30..-!"* "une. fiz recia-
d da o., -": U "M!,,,bru *^7 .esp.,.,:
de lJ d norpm'hL"!!6 h'"a ,ido diriido **la,i
S rLl,. ldo mcsmo nno. em que V
L?i er ',l*a Ti9la da "> dos gne-
ros alimenticios o fornecedor dessa
-r^- <-tr
pnsao
*~ ,i-----" j", o que nunca liz rf
4", ualwenle, que nenhum subdito de minh
**;*, ae me quc.xo,. hoje de harer sidSmal.
t.-ntavfo durante o lempo quo estove recolhido ao
esiiherectraenlo que V 8. adminislra.
M.ic'ioBrijtuu iugn-/. htle*. ca-tio ^Hippe la
I enelle, carga assucar e algodao,
Arataty-Hinti. brasilciro Camaragiie. effK.'ao
Tirgino I. dos Santo, carga varios gneros.
S-^-""-P-tacho americano A. Dmmtof. -
pitao 1. h. Buck. era lastro.
Pitao V. C. Peterpon, carga parte da que trouie.
pode fazer o uso que jul-
lam ; i..'------- ui.r,ijua >! t'HIUUen-
ies e niuspettas fizeram immcdiatamenle as ac-
KT q.Ue e"e proferio *-a "serabla pro-
vincial entra a cua de detencao. A prova est
era ler ajudante deste eslabeleriraento provo-
cado, m .s debalde at hoje mui directa e posi-
i!.lmmef?? "0 "lVma seohor a 1uo rePila ei" I-
n.^L a3 pUbllCa .('"e alli Petarlo como de-
putado. A prora est no desraenlido solemne
2 J*.l:,MerrM,I"e seseguem do ao.....-
co pool, que deixou logo na mesma assembla
plena re uU5ao, pela falta sera dunda de docu-
nten os J ponto entretanto quo a conler um tacto
fiia 1,enhB,,,1des;,r Poderla esto irazer. nem
de enco Uro a algaras le iria. uraa vez que ti-
vesse h. vido annuncio, e accordo previo da par-
pni J S- SrS" consales Para melhor "'a-
u?- -JS S.US coraPa,r^'as. que no citado es-
labeleci nento estivessem dolidos.
Sou, ir, redactores, seu constante leitor.
q Florencio Jos Carneiro Monteiro.
28 dt mato de 1860.
J, ** oo quanto tenho dito, do que disse o
.,fr1ml'PU",d0,fque n,e Predeu, decorrena-
.uraime^e unvtacto iraportaulo e rerdadeiro :
nrMS .V," de-,eni0 8e dao abusos. 1
re'u im!,no6Sl'Td0s; assim nao 8ei Prq<-e
nronrtT .aSf.eCObra"aCaSa d0 oloncio dos
certa n. n de c,caT0! I"0 U s0 reulhidos
?2 ri,.,"'*,,,i,dilci e3cravos -
gados.'., nao sei tambera porque regulamento
de r.d.a Vr CnSUleS d0us mil ris PO 2ta
detengcp ge,r q"6 6 reco^ casa de
(Ha un aparta.)
...*? ?'" ?artins Pereira:Eu nao trago aiui
ism ? ,dos consuis q"e iee,n pn-raa8 p>
afflrmar i casa que esses tactos se leera dado por
mais de ima vez, e como deputado nao tenho
obr.goga.de documentar os tactos que redro
quero clamar a attenco da auloridade superior
para wr se nao se repelcm taes abasos.
Nume olOlO.-Illm. e Exm. Sv.-So Diario
faedoMari'PUblk'ad0 dSCUrso de umop-
tado Maitins Pereira, e era ura trecho dello se
uPdMlnS1 ajUr,,a,nle ?m fmecedor da ca
1 i e?00,acl d0 so cobrar dos Srs
cnsules a diana de 2* por cada eatranciro all
recolh.d.. e como V. Exc lem por d versas T
SSSl'flS.a "**<"33S. S
sua naga e tein nessa qualidade paK0 a res-
pecl.vas Jespezas, rogo-lho se dignf declarar
qual a d. .na quu por V. Exc. lem stao paga se
da por V Exc se respeito tem feilo rccla-
os aundl, a " ,?"" n3ao lera sido na menciona- ,
s convenientemente. Os docu- pela sentida morte da vil.na. Sra D
De Ji*lyaHrespoala
gar coi? remen lo.
Renov* a _?, S. os protestos de minha eslima
e considerara,'..
Dous guarde*." f. 5. Vice-consulado de Hes-
panha em Pernan-buco, 18 do maio de 1860.
Uta. Sr. administrador _ ... J*an Anglada Ilijn.
N. 5.Illm. Sr.Ar.ruso a recepcodoonViode
V. S>., com data de 16 do- correte, no qual V, 3
exige urna declaraco minha relativamente a dia-
na e trataraento dos subdito belgas que tem si-
do recolIndos a casa de detencao.
Cuinpre-uie responder-llio qsue adiara tem
sido de mi reis e emquanto ao traUraento os
subditos belgas lem-se mostrado satisfeilos.
A proveito occasio para renovar a V. S. os
meus protestos de estima e consideracao
Consulado da Blgica, em 21 de marco do
loDU.
Illm. Sr. lenente-coronel Florencio Jos Car-
neiro Monteiro.
Lmz A. de Siqueiro,
v c Cnsul,
c j i'e Sr*~Em sposla ao ofTu-o de V.-
S de 16 do correnle.cumpre-medizer que nunca
pelos presos na casa de delenco a minha ordem
me foi exigido mais do que a quantia diaria de
mil ris, e isto desde dezemb.ro de 1857. em at-
tenco a excessiva caresta dos gneros ; porque
al essa poca era a diaria de 64l> res ; quo com
q.ianto comigo nao fosse convencionado aqoc'la
alteracao, a ella me sujeilci pelas razes expen-
didas : que sobre o trataraento da casa nunca a
V. s. nem a auroridade alguma z reclarnaco.
oque naodenaria de tazef. como era meu'de-
ver, se estivesse persuadido de que eram mal-
tratados os meus compatriotas alli detidos a mi-
nha-ordem.
Asseguro 3 V. S. que me achara promplo sem-
pre tanto para aaervico publico do imperio, co-
mo para o par-Ocular do V. S., a quem consagro
particular eslima 6
Deus quarde a V. S. Consulado de Portugal
em Pernarabuco, |J de maio de 1860.
Illm. Sr. Florencio Jos Carneiro Monleir,
administrador da casa de delenco.
Jote Henriques Ferrtira.
Cnsul.
--------
m
Editaes.
vinria?!^' f1"' ,n,Pe,!,or d '"esonrana pro-
rern^L, da,faZer pubU,- V" do dia 2 docor-
ZJoJ 1 *"" e P***"1--* o ordenados dos em-
;of8rno8{;rd0V,nC,fteS' VeDCd0S M de -
n^hrelaf da -."^ooraria provincial de Per-
amonio Ferreira da Annuneiaea*
loao Bcrnardino de Vasconcellos. ofBcral da im-
5:100K10O
59001600
(*rr,c,JM0.rfo R%0 tomlo e Agua Preta.
Z950 rs. sobre o gado morto pa-
m\.T8,"B0> 8T''ado annual-
mento em............
a 8^500 rs. sobre o gae morto pa-
ra o consumo, araliade annual-
merrle em......................
imposto de 20 por cente'tobre'o
consumo d agurdenle nos muni-
cipios segirir.trs :
Olirrda, avallado atinualroente em
Coiarrna.......,.................
Nazarelb^......,..................
Po-d-Alho........,,.............
cbo..............................
SanjoAntao,...........'.,,.......
Rio Foimoso e Agua Preta,.....
Serinhem.....,............<,,...
As arremalacea sero taitas or
360*00(7
350$00l
1508000
150*000
1001000
3H0J00O
100*000
50*000
lempo de
penal ordem"dVlto^^^rnajoV SM ^LTR a C",a; l'\& ",hn do correBte
.merino do segundo bala.ho tel^SS S S^^^ -
Publicares a pedido.
Nenia
m"'ejparle Considero a resposta de V. Exc
como un: servico feito dignidado da reparlicao
que adm rastro ecomo um tarrico n^rn nro-
pno tallo, Reitero a V. Exc. os meus ,testos
de estimf e consideraran. protesto
irSo0da*ISS an^' H Cas* d^detaneao 16 Je
raaio de 860.Illm. e Exm. Sr. viscondo de I e-
JSStl W**Z- ^ministrador. ^_
rencio Jo te Carneiro Monteiro,
rieT"h aDSCOnsules d S. M. Brilennca, Awe-
ca. lies lanha e Portugal.
DOCUMENTOS.
n.i P" rraducCfto d oficio do Illm. Sr: cnsul
ingle* di, ,do aesr. administrador da casa de
Je 16 do janate no q'uai V"s""taV-nio diversa"
perguuta.; londenles as despezas e tratanTentos
dos subd. os bniann.cos. que teem estado presos
na casa d delenco, to admiravelmente admi-
nistrada | or V S as quaes passo a responder
i rimen o.Sob a adminisUar;io de V. S. nun-
ca paguei mais do que a quantia de 1*000 dia-
Segundb.Longe de achar esla quota diaria
exorbitan e, sempre ajulguei muito mediocre
porque ctnheQo bem a irnpossibilidade de ali-
mentar o; meus compatriotas era outra qualquer
parle de 1 ernambuco com lo mdica quantia
Terceiri*To abundantemente tem sido sup-
pridos, qi e muilos dos marinheros que para
ah tenho mandjdo, teem dado preferencia a es-
tar m pnsos rJT/r
seus navi m.
llimo Como V. S. nao ignora, por diversas
vezes ten io ido ahi visitar meus patricios e em
quanlo ajasseio e limpeza e mesmo cuidado
cora os pr.
se cumpr
?ao. esse estabeleciwento pode afoutamente de-
samar coi iparacao com qualquer da Europa da
credilo a provincia de Pernambuco, e V. S 'cora
justos mo vos pode ter soberba de uraa tal ad-
ministrado.
Approvjito-rae desta occasio Illm. Sr lenen-
le-coronel
tos de est
coronel i
Augustus
para renovar a V. S. os meus proles-
ma econsiderato.-Illm. Sr. lente
lorenco Jos Carneiro Monteiro.H.
. Cowper, cnsul.
*Z Cnsulado dos Estados-Unidos da Ame-
rica do N
nlio a hoi
de V. S. i
desde qui
------ -~ bv ^u, wo JU9VHUUA
dos so pa ;uei urna conta de comedorias de
pessoa q
um rail r
e nenhun
aue essa
disse nen
E' quar
os meus
Dos g
Illm. S
fez-me a
me um
provincia
Sr. Marti
no Diarit
dante de
isos, e a judcosa maneira pela qual
m os regulamenlos da casa de dten-
me em Pernambuco.Illm. Sr.=Te-
ra de declarar era resposta ao oIDcio
alado de 16 de maio desle anno, que
fui nomeado cnsul dos Estados-Uni-
n*na
e ah estere algura tempo a razo de
indianos, cuja quantia achei conforme
a dunda puz em pagar, tambera julgo
pessoa ah foi bem tratada, pois nada
se queixou.
to tenho a declarar reiterando a V S
.rotestos de estima e consideracao.
arde a V. S. Consulado dos Estadoi-
Uuidos en Pcrnamburo 19 de
Illm. Sr.
ministrad
Hitck, co
N. 3.-
visconde
ao Sr. ad
- maio de 1860.
Florencio Jos Carneiro Monteiro, ad-
ir da casa de delenco Uenru F
I J I ll 1 \ .-* l. .-.I.h-lr^.-. II-. J
sul dos Estados-Unidos.
"raduc;o do officio ao Illm. o Exra. Sr.
!. de Leraonle, cnsul francez, dirigido
ninistrador da casa de detencao.
Consuta lo de Franca era Pernambuco, 18 de
maio de 1860.
director." Rccebi a carta quo V S
1 onra de dirigir, lo smente expondo-
discurso feilo na assembla legislativa
. por um dos seus membros, o Illm
rs Pereira, que acaba de ser publicado
, no qual este deputado ataca o ajo-
f. S., como fornecedor da casa de de-
lenco, qijie V. S com tanto zeta administn V
S. recorre a mlm para que eu declare se era al-
gura tomt o tenho tido motivos para me queixar
ou se pele contrario eslava satisfeilo com a ma-
neir.T nota mial na auhiitna H. m;nk. -----
credores o momento em que o tacto da raso
espancee as trerae quo em seu espirito lanca-
ram a inveja, a intriga, a calumnia e a miseria.
(Coiili.iuar-se-ha.)
G.
DesnentosDleaiie.
Um homem qae se presa nunca dere asseve-
gomsmo oeiias, proTam poroemais a sua fats- rar factos de que nSo tertra certeza e por mais
dade, e que nao passam de aceusaeoes forjadas abroquellado que se eche um deputado com a
irresponsabilrdade da tribuna, em virlude mesmo
lifl ll II UPA n VOnlnncn am na* aIUm .,i_ ma
A J.- v .'"' ".D*J irresponsawiraaae oa triDuna, em virtude mesmo
t saotoo que o socto ficeate flese H557 m- da silua^ao rantajosa em que colloca esta tt-
neira peta
ahi tem e
dos, come
Eu igno
Pereira re
sular alte
discurso,
firma, ni
tal recebr
Pelo co
tisfetto co
qual os subditos dn minha naco, qi
lado delldos, lera sido sempro trata-
eu linha o direito de esperar,
o, Illm. Sr. director, se oSr. Martins
ceben de algum membro do corpo con-
tados, nos quaos elle se basa no seu
issim deve ser, uraa vez que elle o af-
o dero por consequencia durida-lo,
nunca
cao, jama
a quantia
sempre
mas o que posso certificar que de mim
"L"H.
itrario, tenho flcado sempre muito sa-
' maneira peta qual tem sido trata-
dos os de idos da minha naci na casa de delen
s tenho pago por cada um matado que
de mil ris diarios, quantia esta que
sin pareca muito mediocre, e declaro
mais que \ra tempo algum me tea sido preciso
fazer quale uer reclamarn, qner sobro o trala-
mento dos subditos da minha nacao, quer sobre
esta quots diaria.
E' urna ustiga que por fecidade me coube fa-
zer honr a aduinistraco de V. S., e que de
novo me i 6 occasio de lhe dar os meus agrade-
ci raen tos irapressionados, e de offerecer V. S.
minha coi sideracao.
Illm. Si. director da casa de detencao em Per-
nambuco.
Viscont E. de Lemon.
rt. 4. Uro. SrRespondendo ao offlcio queV.
S. dirigi- me datado de 16 do correle, tenho a
dizer-lhe l", qae nunca paguei mais de mil ris
pela diari. de cada preso, *qne a requisicao mi-
nha foi i rcolhido a casa de detencao ; z, qoo
esta qnan ia "foi conrencionada e npprorada an-
lecedeuloinente por mim om officio re a V. S.
Clautina lienta de Hezeiide Vil
laverde.
OlFerecida a sua familia.
Fazem hoje 7 dias que a lage sepulchral. esse
marraore cruel, somnolento o triste, cscondeu
para sempre os restos mortaes da esposa queri-
da., da (ilha obediente.... Fallo da consone do
meu inconsolavel amigo o Sr. Jos Goncataes Vil-
liverde. Menina e moga, na primavera da vida,
nessa quadra mimosa em que ludo sorri, e a vi-
da se sent desusar tranquilla, como as aguas se-
renas do manso ribeiro. Mas quo formosos e
quo breves que foram esesdias de amor e ven-
tura?! !.. D. Claudlna Benta de Rezenle Vjlla-
verde, acco.nmetiida pela lerrivel doenca, conhe-
ce que seu dia 6 cliegado, e resigna-so cora a sor-
te I sollYe a materia, parlilha raesqunha da na-
luieza humana ; mas seu espirito, oh esse nao.
Eu a vi tranquilla na ora extrema, quando j seu
rosto cobra a palidez da morle, soltar estas pa-
lavras consoladoras para o esposo e a rai que
gemiam afuictos! Oh!., nao chorem... riam-
se... as lagrimas me affligem !.. Nao este mun-
do de dor e inconstancia ? .. Para que tanto afer- '.
ro a existencia... quando nos cos a nossa ha-
bilaeao eterna? isto que devem crer c a reli-
gio no cnsina... Oh meu Dos, sedeeomigo!.....
Passaramase poucos momentos, depois desta pra-
lica, qnf.i"^^ exhausta fronte lho pendeu sem
alent,seuB'JB.riio desprendendo o envolucro ter-
resle, foi |?guramcnle repousar cm Deus. A Ier-
ra lhe soja leve. E vs, charo amigo, se a per-
da da consorte dilacera vosso coraeao, resignai-
vos. porque ella vive l no co elofnamenle.
T. S. de Almeida Sarzedras.
guarda nacional do Recite, etc
dart^a S"ber-a (,uem inlercssar posa, na quali-
dade de presdeme do conselho de quariikaco n
de conorra.uade eom 0 disposlo no arligo i> & v
.do decreto n. U de 12 de marco de 1853* e
.nsiruccoes de 25 de outubro de 1850. que se ha
renmir,0*e.d0CCIlse,h0 H 10 de cor-
7%5Z' 10 hrM d0 dia' P"a a qunftaaeo
ditoi!? a MT8""da3 "". no consiste'rio
guerSetlosT' ^C9CrTe doma^da^-
E para que ehegue ao conhecimento de lodo
i!'PnSSarI-edi'ae9(',-escrao PbHcados peta
iraprensa c aUtaados nos lugares designados por
Ouartal do commando interino do segundo oa-
ft" ae'.Kot ^:"8' IDUnCp0 d Re"-
Joo Bernardino de Vasconcellos.
O Illm. Sr. inspector da thesourara pro-
vincial, em cnrapnraeiiio da rcsuluro da i una
de fazenda. m,nda fazer publico que\ arrema. -
cao da obra do empedran.ento da eslrada da
Victoria entre os.marcos de 6 a 8 mil bracas foi
doro P3" d "bl> Pro:li,no vi"-
li para constar se mandn altaar
publicar pelo Diario.
Se.retarta da thesourara provincial de Per-
narabuco, 2o de maio de 1860
, ----------- ivirriu UV ai-
dO regulamenr de 3 de agosta de
o prsenle e
O secretario,
A. F. da Aununciaro
230O0O0
850jtf>00
200J00O
2:700000
C50$000
lOOjOOO
900S000
60OJ0O0
50#000
1
:-IOfKSO0O
320SO00
50#000
< Alfandega.
Rendimentodo dia 1.....12:6269001
Movtmento da atfandega
Volumes entrados com fazendas
com gneros
Volumessahidos cora
com
fazendas
gneros
153
223
111
236
376
317
dorias.
Descarregara hoje 2 de ju
Brigue prussianoPaul Augusti
Brigue ingle/.Lndisfarnedem.
Galera inglezaHormioneferro c ca.rvao.
Escuna dinamarquezaVernusinereadorios.
ltale nacionalDous Amigosfumo e charutos.
Consulado g-eral.
Rendimenlo do Jia 1..... 2:8098961
Diversas provincias.
Rendiraento do dia 1..... 107J661
Despachos de exportacao pela me-
sa do consulado desta cidade u
dia f ale junio de 1HIO
Rio da PralaPatacho hanoveriano Atlntico,
T. Preres, 30J borricas assucar branco.
Rio da PrataBarca hanoveriana Ernest & Geor-
ge, A. Irmos, 400 barricas assucar branco
Ro da Prata Patacho hespanhol iaria As-
sumpta, A. Irmos, 1)0 barricas assucar bran-
co e 150 ditas dito masca vado.
Porlo Brigue porlugeez S. M. I, Manoel Joa-
qun) Rmos e Silva, 310 saceos assucar bran-
co e 236 ditos dito masca vado.
Lisboa Brigue porluguez Boa F, C Nogueira
& C 840 saceos assucar inascavado.
Hecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco
Eendimentododia 1.....1:1049017
Consulado
Rendimenlo do dia 1 .
provincial.
2.1619592
Movimento do porto.
o ec o. te z. i o. 1 Borat. 1
v w 3! n 1-1 c O) rs Atmotphera.
v' = * Direcfo. H H O
* V S3 1 Intensidade.
M> tu m he a 4~ aa U Centgrado. M s o
8 t a *k> as *-< 2 $ i Reaumur.
^1 -4 OO 00 eo >- s a. | FnArenriet *,
* w * 8. -Ja r41 *a o o I Hygrometro.
-H Barmetro I
B
-5
3 S
5 "=
9 r*
o
r-
e
pa-
Anoite nublada e ermroaa, vento SE, veio
ra o terral e assim amnnheceu.
0SCll.LAQ*O Dk MiR.
Baiamat as 8 h. 6' da manhaa, altura 1 20
Preimer ae2 h. 48' da tarda, altura 7.50 p,"
Cbserratorio do arsenal de marinha 1 dejunho
de 18410 Tnm Jmnem.
Navio entrado no dia 1. '
Baila 5 dias, polaca heapanhola Sonto Antonio
JiPji-i0 Jo.a1nim Dura!!, equlpagem 1. carga
72.500 quintaos cerne secca a Amorim Ir-
nos.
IVatnoa sahidos no mesmo da.
MiranliioHiale brasileiro Wopoei, capitio Joa-
qutm Jos Vendes, casga assacar.
Rtrbad6es-Brigue ingiez ionw.capillol, AlhoU
em lastro. '
O Illm. Sr. inspector da thesourara pro-
vincial, cm virtude da rosoluco da junla de fa-
zenda. manda fazenda, manda fazer publico, que
de conformidado com as tais e regulamenlos em
v)gor, perai.le a mesma junla, deiera ser arrema-
lados por municipios e comarcas no dia 6 de iu-
nho prximo vindouro os irnpostostosseguintes :
Municipio do feeife.
29500 rs. sobre o gado morto para
o consuno, avaliado annualmente
em................................. 75:00O$000
Comarca do l.imoeiro.
Arrematados conjuntamente.
29500 rs. sobre o gadd morlo para
o consumo, avaliado annualinenlc
era.................................
Impostos a cargo da collecloria
avallado annualmente em..........
2d por cento de agurdenle idera
idera................................
Comarca do fonilo.
Arrein"taaos conjuntamente.
29j00 sobie o gado morlo para
o consumo, avaliado annualmente
em..............................
Irnpostos a cargo da collecloria
do municipio do Bonito em........
20 por cento de agurdente idern
dem...........................
Afantctato do Irejo.
Arrematados conjunta mente.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annoalmente
em.........................;........
Impostos a cargo da collecoria
dem................................
20 por cento de aguardante, idera
idera...............................
Municipio de Cimbres.
Arrematados conjuntamente.
29500 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado annualmenle
em...........................
Impostos a cargo da collecloria
era..................................
20 por cenlo de agurdenle idem
dera...............................
Comarca ae aranhuns.
Arrematados conjuntamente.
29500 sobre o gado morlo, para
o consumo, avaliado annualmente
em,.................................. 2:300*000
Impostos a cargo da collecloria
e,n-;............................... 5OOS000
z por cenlo da agurdenle idera
idem................................ 1009000
Comarca de Flores.
Arrematados conjunlamenle.
295OO sobre o gado morto para
o consumo, avallado annualmente
ca\.................................. 2:600SOOO
Imposto a cargo da collecloria *
**................................. 1:1009000
0 por cento de agurdenle idem
ldera................................ 50JO00
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente.
29500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmente
e.................................. 8:500JOOO
Impostes a cargo da collecloria
em..................................
20 por cenlo da agurdente idem
idem..........^...................
As arrematacM sero feilas por tempo de 3
annos. a contar do Io de junho do correle an- "
no a 30 de junho do 1863, sob as mesmascondi-
Qes das anteriores, e 11a forma do artigo 76 do
regulamento de 3 da agosto do 1852.
As pessoas que ser|nizerera propor a esta arre-
raalaeo comparecara na sala das sesses da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas na forma do
arl 75 do alado regulamenlo, devendo as habi-
htaces serem julgadasnos das 3! do correle e
4 de junho.
E para constar se mandou afDxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourara provincial de Per-
nambuco, 23 de maio del860.O secretario An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
Arl. 75. Os contratos de arremalaro de renda,
que importaren) em mais do 2:0003000, sero ef-
fectuados sob a garanta de dous fiadores idneos,
que lenliara bens de raz na cidade do Recita, ao
meaos um deltas, urna rez que o oulro seja no-
toriamente abonado.
Art. 76. As arreinalacoes podero effectuar-
se pela maior ou menor licilago offerecida em
cartas fechadas.
Conforme.O secretario. Antonio Ferreira da
Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesourara pro-
vincial, etn virtude resolucio da junta de fazen-
da, manda fazer publico, que de conforrei-
dade com as tais e regulamenlos em ri-
gor, perante a mesma junta, devem ser arre-
matados por municipios c comarcas no dia 14 de
junho prozimo vindouro os impostas se-
guidles :
Municipio de Olinda.
29500 sobre o gado mordo para
o consumo, avaliado annualmente
em..................................
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados conjuntamente.
24500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmente
cm..................................
Impostos a cargo da collecloria,
avallado annualmente em.........
Su por cento de agurdenteme,
idera...............................
Comarca de Geianne.
2g500 r. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annuatanen-
le em............................. 10:6W$OW
Comarca ie Nazarelh.
2J500 ra. sobre o gado marte pa-
ra o consumo, avaliado animal-
mente era.........................
Coma rea do Cabo
29500 rs sobre o gado morlo pa-
ta o consumo, avaliado annualmen-
te egj..............................
^^ Comarca de Santo Antuo.
zjaoxj rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
mente cm....................
_ Municipio de enneac*.
29500 rs. seore o gado morto pa-
ra o consume, avaliado annuahnen-
irgo 76
1842.
tarrTE! q"fi Se prI>Mer,m a estas arremav
mffi''"P^1"" Ba sa'tas sessoes da ane-
me luma, no da acuna d.-ctart.ita, pelo meio-dr
competentemente habilitadas na' forma do art.'
IhJiL .'^"lamento, devendo as habi-
rindwo,"e" *" *,d" D8 da*~ C 11*!Jh
Epata constar se mandou alSkar o present
e publicar pelo Diario. h>m
Secretaria da thsourara provincial de Per-^
namburo, 2Sde maio de 1S60.-O secretaria
A-, r. da Armunetaiao. *
,LArl' 7&# 3 ron,r,os do arreraatare de
ronda que importaren! era mais de 2:0009000 rs .
aerao elTeclu.dos s.,b a garanta de dous liadorey
itfoneos, que tenham br-ns de raiz na cidade do
lieeire. ao-menos um delles. urna rez que o oe-
tru s,,J0_nulurnu)ente abonado.
Art. 76\As arremalaeo* podero elTectuar-se
toa feSST1 nemT ,l'aC* 0lT"reciua cn- "-
. Cottferme.O secrelario. A. F. da Annun-
ciacao.
--0 Hlm. Sr. inspector dalhesouraria prorin-
cial. era cumprimento das ordens do Exm. Sr
residente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 1-i de jonlio prximo vindouro, pe-
rante a junta da fazenda da mesma thesourara
se lia de arremalor, a qem mais dcr. a laxa
das Barrera da ponte do Mwvgninho e da es-
cmljoSminrT ava,iadas M""a'>''e araban
as arn-mataces sero taitas per lempo de tres
annos a contar do 1. de julho do corrente an-
no a 30 de jiinhode 180*.
As pessoas que se propoaerem a esla arreraa-
lacao. compsream na sala das sesses da mes-
ma junta no da cima ndirado, pelo meio-dia.
competenlemcnte habilitadas, com mas propos-
tas em carias fechadas.
E para constar m mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da lliesoiiraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860 -O secretario, A.
t. aa Annunciaco.
ordem do Illm. Sr. inspector na thrsou-
raria de razenda desla provincia se faz publico
que tendo sido avahada em 6 0003 a casa de so-
brado de dous andares n 29. sita na ra da Guia
e perlencrndo fazenda nacional; em viiiude de
1 ir!2??* l""'1 par"' de9Se sobri,do no ralor de
i:ia5S4i)2. lem esla de ir praea no dia 6 de ju-
nho prximo vindouro. as 2 ho'ras da tarde pe-
ranlP a mesma thesourara, para pagamento do
que ficou devendu o tinado Antonio Ferreira
lliiarte Velloso.
Secretaria da thesourara de fazenda de Per-
nambuco 10 do maio de 1860. O otlirial maior
interino. I.uiz Francisco de S^mpaio e Silra.
Do ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
rara de fazenda desla provincia se faz publico
para conhecimento dos intereseados. que no di *
n .1c junho prximo vindouro, s 2 horas da tar-
de, lem do ser arrematada perante mesma the-
sourara, urna parle da casa de sobrado de dous
andares 11. 29, sila na roa da G-uia, peuberada A
viuva do Antonio Ferreira l>uarte Vellozo para
pagamento do seu alcance, sendo a parto do dito
sobrado avahada na quantia de 1:1559482, que
com o abate da quarta parte na forma da tai, foi
ailjiduada A fazenda nacional no valer de ris
oCbcl. pelo qual -que lem de ir prara para
pagamento do dito alcance.
As ptssocs, pois, que pretenderen! licitar dc-
verao comparecer 110 dia e horas cima indicados
na casa da referida ihesouraria.
Secretaria da thesouraiia de fazenda de Per-
nambucc, 9 de maio de 1860.
O offieial-maior interino.
Lu: Francisco de SampaAo Silva.
Declaracoes.
1:5009000
509000
3:100g000
2:5009000
500g000
1209000
8:7009000
8:1005000
10:700#000
Capitana do porto
De ordem do Sr. capio do porto se faz po-
tinco, qne no da 5 do crreme ir novamcnle a
praca o bolo denominado Tooi que perlenct-u
Irancisco das Cliagas. c se acha hoje abondona-
uo aos direilos que deve a fazenda nacional.
A arrem.V.acao continua a ser taita por meio
de propostas era cartas fechadas, servindo ellas
de base 259 rs., que fez Manoel Lopes da Silva
Amorim.
Secretaria da capitana do porto de Pernambu-
co, 1." de junho de 1860.O secretario, S. P.
Brrelo de Mello Reg.
Tribunal do commercin.
I el a secretaria do tribunal do comraercio da
provincia de Pernambuco se ta' publico, quenes-
ta dala flca ins. ripia era o competente livro a
carta de registro do hiate Gratido do porte do
d5 toneladas, do qual proprietario Firmian
Jos Rodrigues Ferreira Jnior c mostr Joo
Henriques de Almeida.
Secretaria, l. de junho de 1860.Julio Au-
gusto da Cunha Guimares, offietal maior.
Pela ncebedoria de rendas inlernas geraes
se faz publico, que no corrente mez que os de-
vedores do segundo semes.re do exercicio cor-
rente de 15591860. relativo aos seguintes im-
pos : dcima addinon.il de mo mora ; impost
de 20 por cenlo sobre Iotas, e dito especial a 80
sobre casas de movis, roupas, perfumaras e
calcado fabricado em paiz estrangeiro teem de
paga-lo livre de multa. RrcMiedorta de Pernam-
buco 1 de junho de 1860.O a<1rainistrador, Ala-
*oet Carneiro de Souza Lacerda.
Peta mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprielarios dos predios urbanos das
fregnezias desta cidado o da dos AlTogados. que
os Irinla dias otis para o pagamento a bocea do
cofre do 2 semestre da decima do anno finan-
ceiro de 1859 1860 se principia acontar do
dio 1. de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco.
2.1 de maio de 1860.ntonio Carneiro Machado
Ros.
Confio geni.
Relami das cartas seguras rindas do sul
pelo vapor nacional Tocaniins, e das existen-
tes na admiiiisiraco do crrelo para os senhorea,
abaiie declarados :
Affonso de Pauta de Albuquerque Maranhao.
Aureliano Jos dos Santos.
Dr. Antenio Buarque de Gusmo (2).
Antonio Jos da Costa Reg.
Bernardo Jos Corroa de S.
Barao do Livramenlo.
C. Y. Benson.
Candido Jos de Mello e Silra (1).
Fr. David da Nalividadc da N.Senhora.
Francisco Julio Ferreira de Andrade.
Dr Francisco Jos da Silva.
Dr. Francisco Pinlo Pessoa.
Francisco Romano Steopte da Silra.
Francisco Xavier Telles.
Gracihano Arlslidesdo Prado Pimental.
Herculano Duartede Miranda Uenrique.
D. Izidnra Senhonnha Lopes.
Joaquim Francisco.
Joaauim Jos de Almaida Pires.
Joaqutaa Manoel Ribeiro Padilha.
Dr. Joo Baptista da Costa Carvnlko,
Joao Cardn Avies.
Joo l'ranoeBastos.
Juet Morelsa Pontos.
rnlra da Silva Jnior.
Jos Pereira Yanna.
Luiz
Mane
Manr,
OcUi
PedVS
Un da
Asco Texeira.
ido Bricio.
Pereira.
Souza Franca.
ra CoelNo.
I Ferreira.
P. Ca**.
Bedolpt* Joo Barata de Ataaeida.
D. Thereza de Jess Fonseca.
Collectoria proviaciai de Olinda.
O coltaclor de rendas provinciaes e Olinda taz
publico pelo_presente, tjue o prazo de 30 dias
1-------- r-"-* r,,""""V| u*a\-> u utiiu ue jv uias
t "-'"""""' """""""'n- "tais marcados no regulamento de 16 de abril
e ctD.............................. 1:100P delWlpm tDbratjaiJot^waieslteuocor-


f*>
rente eiercicio de 1859 a 1760, principia-se a i Para O Ar&CatV
cantar dodial. de junho. ndo os quaes Pag?"1 sebero poucos dias o hiate Beberibc por ju
tioamulla de 3 OO os conlr.buinlns que nao ,VWr parle de seo carregamento: parao
arera no referi prazo. Collectona deOUnda ^ papiros, Irala-se na a. do Vigario
26de maio de 1880.O escrivao, numero 5
c kh J^ G.oniah.f Rdrj*ues.F"nJ*ft Para a Baha seguo cm poucos das o pa-
Subdelegando Recite, J do maio de 1860. lhabole nacionoi Dous Araig0SSi por [cr maior
--Achanr-sc rocolhidos a casa de detencao por, le a c, (irerapla : para o resto. Irata-se
fgidos, os pardos Pedro Rufino e Jos, sendo o c consignatario Domingos Alves Ma-
pnmeiro do Rio Grande do Norte, o segundo do lh rua da *Cadoft n M *
Dr. Nascimenlo e o lerceiro ignora-se seu verda- '
deiro aenhor.
Ignacio Antonio Borges.
Arsenal de guerra.
Tiose tendo cflVctuado a arremalacao annun-
-ciada para o di 25 do correte por falla de lici-
tantes, o Illra. Sr. coronel director manda nova-
mente fazer publico i quem convier, que nos
termos do aviso do ministerio da guerra de 7 de
margo lindo, se tem de mandar manufacturar os
seguintes arlignsdeaquipamento e hospital.
DIARIO >fe EfeRNAMBOCO. SABBADO 2 ^ junso DB '860.
a i
ze
de
TC
m
Pi
le
Mochilas
Boma es
Saceos para marmitas
Lences
Cobertas de chita
Camisas de brm
Golletes para alienados
Toalhas pequenasparabancas60
Quem qnizer arrematar o fabrico de taas rti-
cos, comprela na directora do mesmo arsenal,
245
521
53
40
20
40
2
lorio rua da Cruz n. I.
Maranho e para
segu com muita brevidade o hiale Lindo Pa-
queler capito Jacintho Nunes da Costa, por ter
urna grande parte do carregaruento arranjado :
para o resto Irata-sc com os consignatarios Al-
meida Gomes, Alves & C, rm da Cruz n. 27.
C0MPAM1I.4
PERNAHBICANA
DE
Rio Grande do Sul.
O brigue brasileiro Firma segnie cm poneos
das, recebe alguma carga miuda e passageiros :
Irata-se cora os consignatarios Teixeira Bastos
SA & C., largo do Corpo Santo ir 6, segundo
andar.
Para Hamangiiapc
segu a barcaca Providencia, por ter ja ter parte
do carregamento promplo, pan o resto que lhe
falta e passageiros Irata-se na rua do Vigario,
n. 5.
Para a Bahia
[a veleira e bem conhecida sumaca nacional Hor-
i tencia, pretende seguir com mula brevidade,
. J i lera dous tercos de seu carregamento a bordo :
pelas 11 horas do da 2 de innho prximo vin-! 0 regt e ,he faUa trata-se com os seu-
menor preco, o lempo em que podem apresenlar'
ditos artigos, e quaes seus fiadores.
Arsenal de guerra de Pernambuco 29 de maio
de 1860.O escrivo,
Manocl Polycarpo Moreira de Azevedo.
= A administrac&o geral dos eslabelecimen-
tosde caridade manda fazer publico, que nos das
31 do corrente, 5 c 8 do prximo futuro mez de
junho pelas 10 horas da manhaa, ne sala de suas
sesfes, irao praca as rendas das casas abaixo
declaradas, pelo lempo que decorrer do 1. de
jullio do corrente auno a 30 de junho de 1863.
Os pretendenles divcm comparecer com os re-
pcclivos fiadores, ou munidos de cartas-desles ;
picvne-se aos nquilinos que nao estiverem
m dia, qne nao seriio rceebidos os seus laucos.
Adminislraco geral dos eslabelecimentos de
caridade 24 de mato de 1860.O escrivao.
Antonio Jos Gomes do Correo.
Bairro do Recite.
Itoa da Cadeia ns. 23 e 30 ; rua da Cruz n. 15;
rua do Encantamento n. 3; rua do Cordoniz
i) ; rua do Azeile do. l'cixe n. 1 ; rua do Costa
n 1 ; rua da Senzala Nova n. 25 ; rua do Amo-
rim n. 31 ; rua da Lapa ns. 5 e 8; rua da Mocda
ns. 31 c 35 ; rua do Pilar ns. 73.74, 93, 95 e 97;
becco da Lama ns. 26 e 30.
Bairro de Santo Antonio.
Rua da Cadeia n 24 ; rua do Queimado n. 15 ;
rua Direta ns. 5, 7,8, 33 e 123 ; rua Nova ns.
29, 43, 48, 57 c 59; rua do Padre Floriano ns.
13. 17. 43, 45, 47. 49.63 e6 : rua do Fagundes
ns. 32c34 ; rua dos Pescadores n.ll ; rua das
Calcadas ns. 30, 32, 34, 36 e 38 ; rua das Cinco
Pontas ns. 70,98, 116 e 118 ; rua da Viracao ns.
7 e 17 ; rua de Dorias ns. 33 e 94 ; rua do" Sania
Tltereza ns. 4, 5 e 7 ; rua larga do Rosario n. 26:
rua da Roda ns. 3, 5,7, 9 e 39 ; rua do Cabug n.
3; rua do Calabouco n. 18 ; rua do Senhor Boro
Jess das Cnoulas n. 8 ; rua do Nogueira n. 17;
largo do Carino n 13 ; rua de Santa Cecilia n. 16;
travessa do Carcereiro ns. 11,13 e 17 ; travessa
de S Jos ns 5, 7 e 11 ; travessa do S. Pedro
n. 2 ; becco do Calabouco n. 2 ; becco da Carva-
llo n 5.
Baiiro da Boa .Vista.
Rua da Imperolriz n. 68 ; rua da Conceicao n.
5 ; rua de Alegra n. 5 ; rua da Gloria n. 65;
becco do Quiabo n. 8.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para seren re-
colhidas desde j as notas
de 1 o.ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
Aclia-se recolhido a casa de delenco or-
dem desta subdelegara, por fgido da casa de
sua senhora, I.ourenco, que diz ser escravo de
D. Mara Carneiro Monteiro : quem sejulgar com
direito a elle, dirija-se a este juizo, munido de
suas proras. Subdelegara da freguezia de San-
to Antonio do Recto 26 de maio do 1860. Vil-
laca, subdelegado.
Conselho administrativo*
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
ectos seguintes :
Tara provimeulo dos armazens do arsenal de
guerra.
20 duzius de taboas de louro de assoalho ; 3
duzias de limas raurcas triangulaos de 5 pollcga-
das ; 3 duzias de limas murcas triangulaes de 6
pollcgadas : 200 meios de sola.
Quem quizer vender os ditos objectos apr-
sente as suas propostas em carta fechada na
secretaria do conselho s 10 horas da manhaa do
dia 4 de junho prximo vindouro.
Sala dassesses do conselho administrativo,
para forneciracnto do arsenal de guerra, 28 de
maio de 1860.Beno Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo coronel vogal secretario interino.
Pela subdelegara do Recife se faz publicu,
que foirecolhido casa de detenjo um pardo
- Pela subdelegara do acrife se faz pulico
que se acha recolhido rasa de detencao o preto
Miguel, fgido do engenho Guararapes*.
100S de gratificado,
Xavcgacao cosleira a vapor
O vapor Persinunga, commandanle Lobato
sali para os portosdosul no dia 5de junho, re-
cebe carga al o dia 4, ao meio dia. Previne-so
aos Sis. carregadores que nenhuma carga ser
recebida a bordo sera bilhete da gerencia.
O vapor Iguarass, commandanle Moreira
! sahir para os porlos do norte no dia 7 de junho.
Recebe carga para o Ccar no dia 30 de maio,
Arac.ity3l, Maco no Io de junho. Rio Grande
do Norte nos das 2 e 4. c Parahyba no dia 5.
Previne-se aos Srs. carregadores que nenhuma
carga ser recebida a bordo sem bilhete di ge-
rencia.
Para o presidio de Fer-
14
segu a barc nacional Atrevida.segue era pou-
cos dias : quem qnizer carregar ou ir de passa-
gera, estando competentemente habilitado pelo
presidente da provincia, dirija-se a rua do Vigario
n. 12, para contratar.
o Rio de Janeiro
segu em poucos dias o patacho nacional Ca-
puan, ainda poje odmillir alguraa carga, pas-
sageiros e escravos ; a tratar com J-"B. da Fon-
seca Jnior, na rua do Vigario n. 23.
Ass.
Segu nestes dias o hiate Sanio Amoro, rece-
be carga e passageiros : a tratar com Gaetano Cy-
riaco da Costa Moreira, ao lado do Corpo San-
to n. 25.
Leiles.
Leilao
O agente Hyppolito tendo de muda
o seu estabelecimentopara o bairro d<
Recife fara' leilao de todos os rao\ei
existentes em seu armazem, os ser5o vendidos por todo e qualque
preco, e por isso avisa a todas as pessoa
que tem movis em seu poder que o
retirem at sexta-feira i- de junho
pois do contrario o agente cima n
se responsabiliza senSo pelo preco qu
por ventura possa obter em leilao : sab
bado 2 de junho as 11 horas em nont
em seu armazem sito na rua do Impt
rador n. 37.
Xm pegar o pardo Eloy, rugido om 23 de de-
ro do anno passado, escravo Sr. do Pedro
Oliveira Coelho, residente no Rio de Janeiro,
o para esta provincia em 13 de junho do mes.
i anno em companhia de Joaquim Francisco do
ula Esleves Clemente ; tem os signaos seguin-
estalura mais que regular, cor acaboclada,
ni riz o bocea regulares, cabellos negros e corri-
s, anda sempre penleado e usa estrada da U-
rdade, bem parecido, falla bem e um pouco
ixo, com todos os denles da frente, pouc bar-
e nao usa fazo-la, as pernas arquead js, anda
m vestida e calcado, de plelo de alyaca prela,
i panno fino ou de brm, quer pausar por bran-
i e livre ; diz algumas vezes chamar-se Eloy
jreira da Silva, natural da B;ihia, com idade de
! para 33 annos, pouco mais ou menos, lem os
licios de pedreiro e pintor de que mais usa tra-
bilhar, naturalmente ter mudado o nome para
aoser conhecido ; consta que esteve Irabalhan-
o de pintor no caminho de ferro e em nlguns
avios mercantis : quem o pegar leve-o rua da
loria n. 10 da freguezia da Boa-Vista, que ser
ratificado com 100; rs.
Pazem 5 semanas que do Recite dasappare-
ceu o raulalinho Henriques, cora 18 annos, um
ouco claro, cabellos rarapinhos, um dente po-
te ou j quebrado na frente, olhos raucos, des-
orado do rosto rom principio de amarellidao,
illa um pouco gago ; suppoe-se que fui sedu-
ido por alguem, couduzido para'o sul ou para o
iorle da provincia a titulo de forro : roge-se s
uloridades policiaes e capilcs de campo e os
roprielarios que o facam recommendar era seus
slriclos e prophedades, pagando-sc com gene-
osidade a qualquer homcni do povo que o tiouxer
o engenho Pindobal, comarca de Pao d'Alho, de
oaquim Cavnicanli de Alquerque Mello.
los Srs, acade-f
m micos, |
Faria & C. proprietarios do novo esta- $
belccimcnlo decorado de raarmore, na rua %
Nova n. 43, avisam aos seus amigse fie- @
^ guezes da dislincta corporagc acadmica O
desta cidade, que polos ltimos paquetes
procedentes da Europa receberara artigos f&
variados de modas e do melhor goslo, os 9
quaes podem satisfacloriamcuto cumplo- $
lar o sorlimcnto de um rico e moderno $$
toilet apropriado aos cavalheiros de tito
@ nobre classe. @
Companhia doBe-
beribe.
A direcqao da companhia cou com-
posta da maneira seguinte:
Director.
Dr. Jos Mamede Alves Ferreira com
264 votos-
Vice-ditector.
Desembargador Joo CapistraDO B. de
Mello com 262 votos.
Caixa.
Commendador Manoel Goncalves da
Silva com 21") votos.
Secretario.
Manoel Gentil da Costa Alves com 132
votos.
Adj n netos."
O Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Al-
coforado com 26i votos.
f> Bartholomeu francisco de Souza
com 216 votos.
Jos Pereira Vianna com 19
votos.
Luiz Antonio Pereira com 190
votos.
Justino Peceira de F'iria com
157 votos.
Exame de con tas.
Commendador Joao Goncalves da> Silva
com 260 votos.
Commendador Bento Jos Fernandes
Barros com 226 votos.
Commendador Manoel Ignacio de Ol
veira com 125 votos.
Escriptorio da administracao daCom-
panhia do Beberibe 1* de junho de 1860
Jos Teixeira Bastos, secretario in-
terino.
@&#@ @@ @@@g
Dr. Angosto Carneiro Monteiro da Silva ig,
Santos, medico operador e parleiro pode
^ ser procurado na casa Je sua residencia $
na rua^fep ttangel n. 16.
barato so noprogresso
DE
c^
--Largo da Penlia-
Neste armazem d molhados con-
tinua-se a vender os seguintes gneros abaixo mencianados de superiores qualidades e mais barato
do que om outra quilquer parte, por serem a maior parle delles recebidos em dircilura por conta
dos proprietarios.
Manteiga inglexa e franceza
perfeitamente flora mais nova que lera vindo ao mercado de 640 a 800 is. a libra e om barril
se far algum abatiraento.
Qu cijos flamengos
muilo noTos rccentcmenlo. chegados no ultimo vapor da Europa do 1J700 a 39 e a vista do gasto
que o freguez fizer se far mais algum abalimeulo.
Queijo pralo
os mais novos que esistem no mercado a 1 a libra, em porcao se far abatimenlo.
\u\cixas paueexas
era latas de 1 li2 libra por lg500 rs., e em campoteiras de vidro contendo cada urna 3 libra
por 3000.
Mustara iug\ca e paucc a
era frascos a 640 rs. e era potes franceza a 800 rs. cada um.
Vepdadeipos ugos Ae eoiuadpe
sm ca'uinhasde 8 libras elegantemente enfeitadas proprias para mimo a 1$600 rs.
Bolac\\iu\\a iuglexa
a mais ora que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por ig.
Potes vidpados
de 1 a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 15000 rs. cada um.
.Vuiciuloas eowVeUadas ppoupias para soples
de S Joao
a 1g a libra e em frasquinhos, conlendo 11(2 libra por 2f.
lAvvv ppelo.\\\sou e uepola
os melhores que ha neste mercado de I36OO. 2 e 2*500 a libra.
Mascas em eai viuias de S \iupas
contendo cada urna differenles qualidades a 4J500.
Paulos de deules licuados
em molhos ora 20 macinhos cada um por 200 rs.
Tijolo fpaucez
proprios para limpar fara a 200 rs.
Couscpvas inglezas c f paueczas
em latas e em frascos de diferentes qualidades.
PpcsuuIos. clioupi^as e uaios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 c 720 rs. a libra.
"Latas de uolacluua de soda
de differentes qualidades a 1^600 era porcao se far algum abatimenlo.
Tambera vendem-se os seguintes gneros ludo recenteraente chegado c de superio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito nova, marmelada do mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maca de tomate, pera secca, passas, frtelas em calda, amendoas, nozes, frascos
com amendoascobertas, conteites, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bnrdeaux,proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades,gora-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermacetebarato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeiledoce purificado,azei
lonas muilo navas, banha de porco refinada e ootros muilo gneros que encootrarao tendentes a
molhados,por isso prometiera os proprietarios venderem por muito menos do que ouiro qualquer,
promelem mais tarabem servirera aquellas pessoas que mandarem poroutras pouco pralicas como
se viessem pessoalmente ; rogam tarabem a lodos os sanhoresde engenho e seuhores lavradores
queirara mandarsuas encommendas no armazem Progresso que se Ihes alianea a boa qualidadee
o acondicionamento.
Baile nacional
NO CAES DE APOLLO
Sabbado, 2 de junho.
Bernardino de Scnna Barros&C, tem alugado
-ao Sr. Antonio Teixeira dos Santos o grande sa-
"15o do caes de Apollo, e escolheu o dia 2 para o
;seu primeiro baile, o muilo se esforzar para os
queso dignarem honra-lo sahirem s'alisfoitos d*
todo, e mesmo para tornar mais agradavl o pas-
sa-lempo dessa noile lem determinado havernos
intervalos polkas, cacliuchas, walsas figuradas e
iSolo, dansados per um dos mais habis proff sso-
res de dansa desta capital, que era censideracao
.ao novo administrador-se presta.
A msica nesso dia executar novas e bellas
-quadrilhas, schotis e walsas, tiradas dos mo'ivos
i. +de 29, Corda Sonsivel, Trovador, etc.,-etc.
Comocar s 9 horas da .noite, sendo annuncia-
v- -da a sua abertura por um Aoque marcial. -O salao
. joohar-se-ha elegantemente decorado e iUumina-
^0d 1*eS(,e espera segura a concnwencia do
publico pernarabucano, e prometle conservar a
.boa ordero e*aaonia era odas as noites do di
v*rlaiento ; e rcgulamento approvado pelo
Bliu. Sr. Dr. chefede polica serA elmente*xe-
culade.
"JPara damas gratis, para homensSJJ.
Comeexir s 9 horas e lerujirur-e-ha &e24a
madrugad*. ______
Avisos martimos.
LEILAO
Segunda-feira 4 de junhc
O agante Camargo Xara' leilao pe
conta e risco de quem pertenec-,
iorta do armazem do Sr. Annes coi
ronte a porta da alfandega
DE
100 saceos com feijo mulatinho e cen
e tantos barris com sardinhas. I
mencionado dia, ao correr do ma
tello as 11 horas em ponto.
* Cear e Acrae.
tto dia 30 do mez corrate segu o palhabotc
Subraleuse com a carga qu tiver a bordo ;
quem quizer carregar, entenda-se com Caelano
Cyriaco da C. M. no lado do Corpo Sanio o. 5,
geguwio andar.
LisJioa e Porto.
Sabe imprelerive-lmenU at o dia 3 de junho o
muito veleiro brigue porluguez
Avisos diversos.
Bichas de Ham-
burgo.
Eslo venda aos rentos e a retalho, chegar
pel ultimo navio de Hamburgo : na rua estre
doIRosirio n. 3, loja de barbeiro.
Dr. Carneiro Mouteiro aproveitando da
proporco que lera para mais fcilmente
e&ecutar os trabalhos de parto, c aconse-
Ihado pelo feliz resultado que tem obtido
ero multiplicados porlos laboriosos, tem
feit sua especialidade sobre este ramo
para o que poder ser procurado a qual-
quer tora, na rua do Rangel n 16.
recebe carga o passageiros para o dona portos,
a tratar com os consignatarios Carvalh* Noguei-
ra 4C, rua do Vigario n.9, primeiro andar ou
com o capitao na praca.
Aracaty.
O hiate Santo Amaro, recebe carga e passa-
geiros ; a tratar com Caetano Cyriaco da C. M.
no lado do Corpo Santo n. 25, segundo andar.
Eu abaixo nssignndo lendo visto um aum n-
cio no Diario de quinta feira em que filia n resf ei-
to de urna rifa, declaro que nao se enlcnde
aiigo, por tasto (aqo este para livrar da qujil-
q*ier duvida, que possa apparecrAlexan ir
edrigues de Oliveira e S.
Dolpliina Marinha Dias Cordeiro lem au o-
risado e constituido seus bastantes procuradores
para recebercra dos diversos devedores casa de
f eu flnado marido Joo Tavrres Cordeiro e J< o
Baptfstfl Compiano o Manoel MunizTavaresCor-
deiro. Recife 1 de junho de 1860.
I ASSOIAO
DE
Soccorros Mutnos Lala Emancipaci
dos Captivos.
Em conssquencia da inaueuraco da sociedi de
Uniiio Beneticcnte dos Cocneiro dssta cida que funeciona na casa das esses, nao po^e er
lugar a reuniao da assembla geral, domingo' 3,
como se havia annunciado, a qual flea transfer .'<>
para odia 7 do corrente, as 10 horas da manbia;
0 para que chegue ao conherimento dos ntercs-
sa.'los, o Sr. presidente mando fazer a seguir (c
pub.'icacao.
Secretaria da Associa^ao de Soccorros Uutu 3S
e Lenta mancipaco dosCaplivosl.' dejuuho le
1860.Albino de Jess Bandeira, !. secretarlj.
Precisa-se de um caixeiro para segundo de
urna padatjn e que lenha as qualidades necessa-
sarios jara supprir a falla do primeiro om algum
impedimeiito : aquelle que esliver as circuras-
tancias e afiancar a sua conducta, pode dirigir-se
rua larga doRosario, padaria n. 18, que acha-
ra com quera tratar; na mesma precisa-se de
dous Irabalhadorcs de nvisseira que eulenda per-
feitamente do trafico.
Precisa-so de urna ama para comprar e
cozinhar para casa de homem solteiro: na rua
_ do Qufcimado loja n. 42.
Joao Francisco de Carvalho, manda para
Portugal seu filho Joao, de menor idade, em com-
|. panhia de Joaquim Luiz Vieira.
Remedio asitico. -
Contra as erisipelas. |
Esta raaravilhosa prepraeao conhecida ^
e popnlarisada na India entre os Malayos Q)
9 o mais evidente remedio contra ps eri- AR
V sipclas vende-se na botica, da tua da $)
S Cruz n. 21. j|
*&Vtf?% zntsv CWft^S ^iPV it&>* 0JAV Eltn MB% cW.
Alugam-se Ires escravos de todo o servido,
na rua do Bruro n. 12, armazem de asSucar.
Troca-se um cabriole! de 4 rodas e 4 assan-
tos, coberlo, por um cabuolet de 2 rodas e 2 as-
sentos, descoberto : na rua Nova n. 22.
Eduardo Candido de Oliveira, vai a Lisboa.
Vende-se urna negra de 16 annos com va-
rias habilidades, ptima conducta e figura, por
prego muito coramodo : na rua das Ciuzes ta-
berna n. 22.
Precisa-se de um homem de idade, que sai-
b ajudar a missa, para uina capella, fazendo-se
somente preciso nos domingos e dias santificados:
a tratsr na rua de Santa Thereza n. 48.
OfTerece-se para caixeiro de loja un peque-
o bastante esperto, o qual j tem alguna pra.ii-
ca i quera pretender, dirija-se a rua da Cadeia
n. 35, loja.
Duzentos mil ris
Contina a estar tupida a escrava Pauli, que
diz chamar-se Paulina, alta, magra e tula, e ha
toda a probabilidade de es\or acoutada emalgu-
ma casa, ou mucambo nos arrabaldes desta cida-
de : quem a pegar, leve-a rua da Cadeia v'elha
n. 35, que receber 200g.
Attengo.
Desoja arrumar-se um moro vindo do noro do
Brasil ha pouco lempo, para caixeiro JMftbaco,
escripia ou cobraness, o qual lem as MmliUcoes
necessaras : quem de seu presumo quizer uili-
sar-se, dirija-se a rua do Queimado, casa i. 4,
que achara con quem trgtar.
Escravo ugido.
Fugio no dia 26 de maio prximo passado, do
engenho Pindoba, districto de S, Vicente, conar-
ca de Nazarelh, um escravo de nome Bento, ia-
580 Angola, com os signaes seguintes: baio,
roseo, bem preto, pouca barba, falla deseancala,
c>lhos vermelbos 2 dedos alejados cm um dos pjs,
de.ite' perfeitos, idade de 30 annos, pouco mtis
ou a>eD0S quem o apprehcnder leve-o ao dio
engen.^10. u nesta praca, rua. da Guia n.5,
primeir^Bdfir. quo sera generosamente recom-
pensado.

O abaixo assignado desoja saber se a casa
terrea n. 23, sita defronte da igreja de S. Jos
do Manguinho, osla sojeiti a algum imposto em
consequencia de ter servido a um estabcleci-
mento de taberna, ou por outro qualquer mo-
tivo obrigada ; quem se julgar com direito ro-
gado de procurar ao mesmo abaixo assignado
nesles oitu dias. Recife 30 de maio de 1860.
Joaquim de Albuquerque e Mello.
Irmandade do Santissimo
Sacramento da matriz
do Corpo Santo.
O actual escrivao da irmandade do Sanlissimo
Sacramento da matriz do Corpo Santo convida a
todos os seus irmaos para que se dignera compa-
recer no consistorio da irmandade, dusaingo 3 de
junho, pelas 10 horas do dia, afimde que, reuni-
dos em mesa geral, procedamfccleicao da nova
mesa que devo servir durante o anno de 1860 a
1861.
Francisco Xavier de Oliveira.
Nova casa de pasto
da aguia de ouro.
Na rua estreita do Rosario n 23
confronte a rua das Larangciras, orne-
ce-sealmoco e jantar com todo o asseto
e promptidaoe mais barato do que em
outra qualquer patte. assim como se
achara comida prompta a qualquer ho-
ra que se )rocure.
Fedras baratas.
Joao Donnelly tehdo contratado com o governo
da provincia, por intermedio do Illm. Sr. direc-
tor das obras publicas o fornecimento de todas
as podras cxl ahidas da ilha de Santo Alcixo,
propriedade do annuncianle, para calamento das
ras desta cir ade ; e como as mosmas obras
publicas por mquanto so acham poralysadas, e
lenha o Exm. picsidenlc da provincia por despa-
cho de 18 de ;te mez concedido licenca ao mesmo
annuncianle para dispor das mesraas* pedras, c
por grande qliantidadc que tem o aununciantc,
no caes do 1 amos, offercrt a quem interessar,
era grande o 1 pequea porgo, que as vende
muilo em co lia. O mesmo "annuncianle cnlen-
dendo-se co n o Sr. Rampa, hbil architeto, bem
conhecido n isla cidade, conhecedor das quali-
dades de pe ras e lijlos, se tem admirado de
nao se 1er empregado em alicerces este material,
qual as ped as do annuncianle, como se pralica
na Europa, lara evitar a humidade as paredes.
O mesmo ir. Rampa tem encominendado ao
annunciantt 400 toneladas psra esso m, duen-
do que em >bra sua jamis deitar tijollos em
alicerce ; p >lo preco quo lem o annuncianle
vendido no mesmo senhor lhe sahe mui imis-l
barato do q 10 lijlo. O mesmo Sr. Rampa deu-
me licenca | ara usar de seu nome no presente
annuncio. As pedras escolhidas para armazens
ou calcadas a dez rail ris por cen palmos, dei-
tadas as pe ras em 'qualquer parte desta cida-
de a cusa (o annuncianle, com toda actividade
possivel, para o quo tem as proporroes necessa-
ras ; os pr tendentes dirifara-sa a rua da Praia,
escriptorio do annuncianle.
Jos I rancisco Rodrigues da Costa vaiao
centro da provincia tratar de suas cobrancas.
Precisa-so de um menino portuguz para
caixeiro de ma taberna em Santo Amaro, ruado
Bom Costo, na cidade Nova : quem pretender di-
nja-sea mesma.
Preclsi-sede urna ama que cozinho e en-
gommo par um homem solteiro, do idade, e que
tome conta da casa : no rua da Cadeia do Recife,
loja do Leil > & Irmao.
Alexandrino Thomaz de Aquino Coelho, re-
tira-se para o Rio de Janeiro.
Vendem-sc pelles de guaraes encornadas,
proprias para flores : na tua do Encantamento
11.11, no Recife.
Fogos de vista
Para o festejo de Santo
Antonio eS. Joao.
Jos Paulino da Silva declara aos amantes dos
festejos de Santo Antonio e S. Joao, que lem cs-
labelecido a sua fabrica de fogos na rua Imperial
alem da fjbrica do sahao, conforme a licenca que
obteve da cmara municipal, c nhi encootrarao
os freguezes fogos de todas as qualidades, rece-
bendo lambem encommendas, tanto para dentro
como para fra da provincia, aviando-as com
a maior promptido possivel; assim como vende
mateiiacs para os mesmos j preparados para
aquellas pessoas que quizerera fabricar particu-
larmente c sem muito trabalho, ludo por preco?
muito razoaveis ; os pretendenles podem ahi di
rigir-se, ou na casa de sua resideucia, que o en-
contrarao a qualquer hora do dia, e protesta ser-
vi-los de forma que os dciie satisfeitos, nao s
pela boa qualidade dos fogos como pela bondade
dos raateriacs que emproga, e pericia dos artis-
tas que possue em seu estabclecimenlo.
= Vende-se a casa da rua da Roda n. 33 : a
tratar na rua do Queimado n. 44, ou na rua do
Crespo n. 1.
Vendem se no caes do Ramos n. 4, saceos
com feijao mulatinho, preto e rajadinho, o ruis
barato possivel.
Em casa de Dammeyer Carneiro & C, na
rua da Cruz n. 49, vendem-se livros em branco
pautados e riscados, ditos para copiar cartas,
prensas para copiar.
Na rua da Imperatriz n. 16, se dir quem
vende urna fabrica de fazer velas de carnauba,
bem montada, e excellente porque ainda nao
prestou servico.
Vinho feitoria do Porto,
como ainda aqni nao veio, de 26 aunos, tem mos-
mr>jo caixao 1834 cora 2 duzias e 1 garraflnha
da amostra por 40,000, lambem se vendem as
Sarrafas a 29: na rua do Bangel, loja de louca n.
, e na rua de fronte da Madre de Dos, armazera
de Barros & Silva.
Jos Duarte das Noves faz publico, que ten-
do recebido ero pagamento do Sr. Jos Pinto da
Cosli tres letras aceitas em 3 do junho de 1859
pelo Sr. Joao Baptista da Silva Lobo, na impor-
taucia de 6949 com o prazo de *, 8 e 12 mezes,.
se achara devidarttnte pagas, e se faz esta deca-
rac5o pelo descaminho das mesmas, em 3 de fe-
vereiro prximo passado.
Os abaixo assignados parlitipam que o Sr.
Antonio Martina de Azevedo deixou de ser sea
caixeiro desde hontem 31 de maio.
Fnscca A Martina.
Aviso aos seuhores armaze-
narios de assucar.
Fio inglez para cosor saceos, de superior qua-
lidade, pregos americanos em barris com 100 li-
bras, e ditos ripaes do reino de 30 molhos o
barril, seu preco o mais commodo possivel : na
loja de Thomaz Fernandes da Cunha, na ruada
Cadeia do Recife n. 44.
Dinheiro em cobre.
Vende-se na rua da Penha, sobrado n. 19, em
pequeas e grandes quantias.
Vondera-se ps de larangeiras de umbigo a
da China, ditos de fructa-po, de sapoti e de li-
mao para cercas: na Ponte de Uchoa, sitio da
viuva de Joo Carrol.
Vendem-se duas portas de amarello cora
os seus dous competentes enchams tudo
muilo bom, e lambem una cscada para andai-
mes, dez estacas de erabiriba enm ponas, Iriril.i
e tantos travessoes para andairaes: a tratar na
rua dos Guararapes n. 46, das 6 horas da maullad
at as 10, e de larde das 4 horas em dianle.
Trezenas de Santo Antonio.
Acha-se a venda na rua do Imperador n. 15,
nova edico da trezena de Sanio Antonio, im-
presso era muilo bom papel e lypo grande, e mu
legivel.
Vende-se ni rua do Imperador n 63. doco
de poiaba fino da casca, por preco commodo
queijo prato muito superior, o manteiga inc
gleza fina ; vista se dir o menos preco.
Precisa-se de um caixeiro que lenha prali-
ca de taberna : na rua do Rangel n 6, deposito
de massas.se dir quem precisa.
VSSOCIACAO POPULAR
DE
Soccorros Mutuos.
Tendo de cclebrr-se domingo, 3 do corrente-,
na igreja do N. S. do Livramento, urna missa so-
lemne cm honra da Sanlissima Trindade, excot-
sa padrooin desta asso iaeao, assim de ordem
do lllm. Sr. director o faco publico, convidarais
a todos os senhores socios a se acharem as 8 1|2
horas da manhaa na casa dis sessoes, na rua da
Praia, casa do antigo collegio da Aurora, afim ds
ensorporados se dirigirem iodos referida igreja,
comecando o acto as 9 horas em ponto.
Secretaria da Associaco Popular de Soccorros
Mutuos 1. de junho de 1860.
Bernardino de Senna Ribeiro.
1 secretario.
Procisso de Corpus Christi
em Olinda.
O cabido da calhcdral de Olinda, lendo de fa-
zer a procisso de Corpus Cristi pelas 4 horas da
tarde do dia (stimo) desle corrente mez de ju-
nho, a qual sahir pelas ras Nova, Amparo.
Qualro Cantos, Ribeira, S. Bento, Passo Castelha-
no e dahi para a S : lembra aos moradores das
referidas ras que preparem as varandas e fren-
tes de suas habitaces para um fim lo justo.
Delphina Marinha Dia3 Cordeiro, viuva do
finado Joo Tavares Cordeiro, roga a todos os
credores de seu finado marido hajam de apre-
senlar suas cuntas, tanto de letras como de con-
tas de lino, o mais breve possivel, para serem
conferidas e descriplas no inventario a que vai
proceder pelo uizo de orphos, onde os mes-
mos senhores credores tem de se habilitaren! pa-
ra serem altendidos.
SMiado i tle jmilio
estar venda, em frente a loja da rua do Pas-
seio n. 7, 2 bois, c 1 carroea para os mesmos, e
iudo se vender infallivclmento
Attenco.
i-
ICOS
Na rua dasru/.es 21 se dir quem
vende
urna taberna com poucos fundos, eni boa rua,fe
em boa casa propria para pequea familia, e ao
! comprador se dir o raolivo da venda. Na mes-
, ma casa fornecem-sc comedorias mais barato que
em outra parlo.
BU
Confeitaria.
Na rua d< Senzala Nova n. 30 ; nesle novo es-
tibclecimei to preparam-se bandejas pelo goslo
de francos lo imperio com os melhores doces,
vendem-se [ amendoas confeila'das, papis para
sortea, ocejnto das mesmas a 2#, recebem-sn en-
commendasde pao-de-l, bolo inglez, dito fran-
cez, dito ia
doce secco
afianzando
perial, pastis de todas as qualidades,
e de caldas para a Ierra e exportaco,
as boas qualidades.
VendB-se urna escrava crioula, bonita figu-
ra, de 18 a 20 anuos : na rua da Cadeia do Recife
n. 51, loja de Joo da Cunha Magalhaes.
. Vende-so urna loja sem armaco, forrada
de pape',, propria para qualquer eslabelecimen-
lo, na rua Direta n. 43: a tratar na rua do Ca-
bug n. 2 I).
T1TT
Um relogio de ouro, patente inglez, com un
correnlo de ouro de le com 17 oitavas, ludo
por 200ft : na rua estreita do Rosario n. 31, loja
de mobilia.
Para evitar duvi-
das.
Jos Goncalo do Espirito Santo, Josephina do
Bom Pastor Bezerra de Menezes e Antonio Jos
Leopoldino Arantes, como administrado! de sua
mulhor l'rancelina Candida de Menezes Arantes,
herdeiros do fallecido padre Jos Goncalo, che-
pando-lhesao conhecimento que Jernima Ma-
ra Marques, Francisca Mara Marques do Amara!
e suas filhas Isabel Francisca Calalo do Amaral,
Seohornha Franca Francisca do Amaral, preten-
den: nccultamenle vender a casa n. 9 da rua do
Arago, que dizem lhes pertencer: os annun-
cianres fazem sciente que pessoa alguraa faca
negocio de qualquer natureza com as mesmas
sabr a referida casa, visto achar-se era litigio
pelo juizo da priraeira vara, escrivao Cunha.
Cera de carnauba
Na lanoaria da rua da Moeda, confronte ao
trapiche do Cuuha, vende-se superior cera de
carnauba e por preco commodo, em porcao e a
retalho, a vontadedl comprador.
O Sr. Andr Altes da Fonseca Jnior queira
por favor ir ou nannr rua Nova, loja n. 7, a
negocio que nao ignora.
O Sr. Joio Luis Goncalves tem urna carta
vinda de Lisboa, na rua do Vigario n. 19, pri-
meiro andar.
Ausentou-se da casa do abaixo assignado o
eacrovo Anselmo, preto. crioulo, idade 35 annos
pouco mais ou menos, levou calca de algedo
riscado e camisa aberta, por cima da calca, usa
de camisa de meia cor de rosa, falla do deoles
da parte de cima, cora alguns bigodes o cabellos
pelos queixoe, os ps um pouco apalhetados,
tendo os dedos dos mesmos curtos: quem o pe-
gar lee-o. a rua da Guia, taberna u. 9.Joao
Francisco da Silva.
Cuno de Meirclles, subdito porluguez, re-
lira-se Para Portugal.
~t
^^ mvm 88g eiesi&sife;*
[Carlos U.-DuboisS
CABELLEIREIRO.
Praca da Boa Vista n. 3.
Participa que tendo recebido um gran-
de sorlimenlo de cabellos de Pars, adia-
se promplo para salisfazer no mais breve =y
lempo qualquer encommenda de cabellos,
como sejam marrafas a Luiz XV.cabellei-
ras de toda especie tanto para horaom co-
mo [>ara sonhoras, crescentos,bandos, ca-
dcias de relogios, braceletes, trancas pa-
5(S ra aneis ele, etc.
rlUCBW wxtov^KW CSV VmT (7m ETri &avo m citr
r-Aliso aos acadmicos,
m un
Encyclopedica
DE
Gaspar Antonio Vieira
Guimaraes gerente Jos
Gomes Villar.
Rua do Crespo'n. 17
Vende-se por procos comraodos boas fazendas
para homense meninos.
Sobrecasacas de panno fino do melhor fabricante
em Paris, Mr. Conlard.
Paletols de panno, de rasemira e de brins.
Cohetes de casemiras de cores, de seda, de vel-
ludo e de fustn.
Calcas de casemiras e de brins.
Camisas para homem, peito de linho, de algodo
c ditas de meia.
Chapeos de casTor branco e prolos. de massa, de
seda, de palha e outras qualidades.
Calcado Milit.
Seroulas, lencos de linho, moias e outros objec-
tos proprios para homens e meninos.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia.
Muita attenco.
A abaixo assignada declara que nao
pretende a empreza do theatro d'ApoI-
iocomo alguem tem feito propalar, e
taz a presente declaracao para que
ninguem se persuada que lanca nao de
mesquinhas intrigas para fazer arredar
d'alli a actual companhia como lhe
constou que alguem dissera ; Oque pois
o publico certo que ainda a abaixo as-
signada nfio proferio palavra com pes-
soa alguma que desse idea de serte-
(liante preteocSo alias tao insensata,
visto que jamis desejaria privar a aquel-
es que alli trabalham de ganhar o pao
para si eas suas familias. Kecife 31 de
maio de 1860.Isabel Mara Nunes de
Oliveira.
As sementes, plantas de florea e frucleiras da
Europa, que se achavam na loja da rua do Ca-
bug n 3 A, vendem-se desde o dia 28 de maio
na ponte de Uchoa sitio do flnado Sr. Antonio
Baptisla Ribeiro de Paria, das 6 s 8 hoias da
manhaa e das 5 horas da larde tm dianle.


Ccelho..
Sosres Veras
Sanios.
o em tercero Joaquim Rodrigues Na trayefsa da rua das^riizcsn- 2 Jegun.
& n-.in%'-il d-\ do. andar, o pdosla lypographia, linge-se cora
A I EiPl IjAC/. Perfei- de qualquer tr, e mais barato que em
m. m m. i y outra qualquer porte
Roga-se aos senhores passageiros que hontem -
desembarcaran] para esla provincia do paquete
inglez Tyne, se por engao da alfandega leva-
rain com suas bagagens um sarco de viagem, de j No hotel Trovador, na rua larga do Rosario n
oleado: fazendo o favor de declarar sua morada [ 44 unco n0 bairro de Sanio Antonio, e ofere-
para sor procurado ou entregue lia alfandega. j cendo por isso populado inteira dessa bella
T Predenco Velloso Koop vai ao norte do un- capital loda a acommodacao no que respcla *o
I conforlavel, contina a servir de tudo com prom-
rdote que piido e asseio, por menos do quo cm qualquer
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO % DE JTJNHO DE 1880.
Attenco.
perio a suas cobranzas.
Precisase de um
queira dizer a missa das 11 horas na matriz da
Boa-Visla, com a esmola de 5$: pode dirigir-so
S praca da Boa-Vista n. 7.
Jos dos Anjos Vioira de Amorim, sna
mulher, scus flllios c scus irmaos, profun-
damente penhorados para com todas as
pessoas que 6e dignaram assistir s exe-
quias que se Gzeram a sua querida e nslre-
mosa (ilha, irmaa e sobrinha Maria Maxi-
milla Vieira de Amorim, e principalmente
para com os dignos religiosos de Nossa Se-
nhora do Carmo, desejariara exprimir sua
gralido por esta prova de tanta amizade e
bondade ; mas serviros ha que collocam a
quem os recebe em urna posicao dificul-
tusa, qual a de se nao encontrar termos
que possam cuphonicamenle expressar a
cIlusa o de seu reconhcciinenlo, e sendu
deslc quilate os que Ihes foraro prodigali-
sados por lao dslinclas pessoas, sentem ser
insufficiente a terminologa portugueza "pa-
ra de urna mane-ira satisfactoria patentea-
rem o scnlimenlo que ora domina seus
coracoes, eoppellom para o futuro, onde
suas accoes daro a conhecer o que nao
pode explicar meras palacras.
Recife 29 de maio do 1860.
outro hotel ncsla cidade.
Anlonio Joaquim Vidal, Joo Carlos Bastos
Oliveira, socios da firma commercial de Vidal &
Bastos, declaramos pelo presente que toda a ge-
rencia do seu estabelecimento de ferragens na
rua da Cadeia do Recife 11. 56 A, dadatadoslo
em dianle, flca mleiramente a cargo do socio Bas-
tos de Oliveira*, o qual nicamente usar da fir-
ma social as transaccoes pcrlencenles a dita so-
ciedade. Recife, 30#de maio de 1860.
Um mojo portugus recem-chegado e de
afflancada conduela, pralico no comraercio, c na
esrripturacao mercantil, se offerece aos senhores
commerciantes que dellc precisem, dignaudo-se
procura-lo na rua das Cruzes n. 30, padaria, ou
na rua da Madre de Dcus n. 9, armazem do fal-
lecido Sr. Tavares Cordeiro.
Precisa-se de um irabalhador para padaria :
na rua larga do Rosario n. 46.
Milagroso S. Braz.
U marlyr e milagroso S. Braz, advogado das
molestias de garganta, erecto na igreja de N. S.
do Trro, anda se aclia exposto uo meio da igie-
j veneracao dos Geis ; a elle, pois, recorran!
todos os que livercm f na intercesso deslc mi-
lagroso santo, afim de quo nos vejamos livres da
tcrrivel enfermidade que taas victimas lem
feito.
\Licoes de francez e\
piano.
* Mademoiselle Clemence de Tlannctot
I de Manncville continua a dar lie.5e3 de |
, francez piano na cidade e nos arrabal- *
I des : na rua da Cruz 11. 9, segundo andar. \
*8A ffAssa a^ga xm^se
Os abaixo assignados doprimiJos pela
mais profunda ddr pela prematura morle
de sua cxcellenle e sempre chorada esposa,
filliac enliada D. Claudina Renta de Re-
zende Villsverde, mui cordialme-ile gra-
Becom a todas as pessoas, que se signaram
nssisiir ao enlcrro e acomuanharam at a
sua ultima morada o cadver da dita fal-
lo, ida, dando por isso urna prova da parte
que tomaram ne immensa ddr e saudade,
porque os mesmos abaixo assgrrados es-
to passando.
Os mesmos abaixo assignados aproveitam
a occasio para pedir as mesmas pessoas
o favor de assslirem a missa do stimo
dia, que lera lugar sabbado2 de junho, na
igreja do Collegio, s 6 horas da manhaa.-
Recife 30 de maio de 1860.
Jos Gonealves Villa verde.
Mananta de Jess Siqueira.
Francisco Jos Gongalves de Siqueira,
*
Cpmpanhia do Be-
beribe.
dad
9
i
i
ce
m
m
qu
Cr
Prcctsa-se de duas ama?, umapa
ra cosinhar e outra para engommar,
dando-se preferencia a escravas: a tra-
bar na rua do Imperador n. 15.
agencia dos fabricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP
Johnston & C, rua da Senzala Nova n. 52.
Aluga-se um armazem grande
sito na rua da Cruz do Recife, proprio
para qualquer estabelecimento: pr.ra
mais informacocs na rua da Cruz n. 11
j^rTTTTVTTTTTTTrTTTTTTTTTTTY
l DENTISTA FRANCEZ. 2
S* Paulo Gaignoux, denlisla, rua das La-'2
rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e <*.
p dentifico. M
FbUHMIVS l'UU 1860.
Esto venda na vraria da praga da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla lypographia, dasseguiulesquali-
dades :
Aliianak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o al mana k da provincia para
o eorreiie armo de
Sr. caixa da companhia (commen-
r Manoe1 Gonealves da Silva) esta'
aute risado a pagar desde hoje o 2V di-
vide ado a razSo de 3#150 por aeco.
E criptorio da companhia 19 de maio
de 1 J60.Jos Teixeua Bastos, secre-
taria interino.
Altenco.
-urso pratico e Iheorico de lingua fran-
;a por urna senhora franceza, para dez #
gas, segunda e quinta-feira de cada so- m
na, das 10 horas ate meio dia : quem
zer aproveilar pode dirigir-se a rua da W
iz n. 9, segundo andar. Pagamentos*
adiantados. &
5@@ @@@ @@-?
Por um corte de cabello e
Visamenlo 500 rs.
Rua da Imperatriz n. 7.
Lecimtc acaba de receber do Rio do Janeiro
oprimeiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c ira outro vindo de Pars. Esta eslabele-
ciraen o est hojo as melhores condcoes que
possivcl para satisfazer as encommendas dos
objeci is em cabellos, no mais breve tempo, co-
mo sejara : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, aunis, rosetas, ele, etc., ca-
balleirtsde toda a especie, para homens e se-
nlioras, lava-se igualmente a cabeQa a moda dos
Estado j-Uuidos, scmdeixar urna s pelieula na
cabeca dos clientes, para satisfazer os pretenden-
tes, os objeclosem cabello scrao fcilos cm sua
presenta,se o desojaren), c achar-se-ha sempre
urna pissoa disponivel para cortar os cabellos, e
penlea: as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o exccllente leite virginal de ro-
sas bra ica para refrescar a pello, tirar pannos
sardas ; espinhas, e igualmente o afamado ole
babosa para limpar e fazer crescer os cabello
assim :omo pos imperial de lyrio de Florencj
para bi rtuejas o asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida.
fH
id w& m iiOTam 4o
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos presos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Diios ditos de ditos de seda de cores
com babados
Dilos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores
Romeiras de Al de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaules. prelo bordadas
cora froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado lj e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros"^
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de dilos de cambraia e seda, corle
Cambraasorlaodys de cores, lindos pa-
droes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
D.las de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
udades, covado
Casemirasidem idem idera
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
tampados de-todas as qualidades
Enfeitc de vidrilho fraucezes pretos e
de coics
Aberturas para camisa de liyho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balao de varias qualidades
Tafel rdxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, var
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de ruupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, calcas de muitas qualidades
de faiendas
Chapeos fraccezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodo brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivasmuito finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Dilasde seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina decores, covado
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu^as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de collele de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda roxos para senhora
Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
Sapatinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado c azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
1500 j Selim liso de todas as cores. covado
j Lencos de gorguro de seda prelos
$800 i Belegios e obras de ouro
i Cortes de casemira de cores a
s
9
120G
I
3000
1&500
10*000
16)000
18000

9
I

i
8
900

i
640
*
3^500
9
65000
500
9980!
9
8*500
9
S
9
8
9
f
9
1600
8320
1*200 I
9700
agooo
18000
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
No?o methodopira aprender a r,
a cscrever e a fallar inglez ero 6 meze,
obra intei r a mente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de imtruccao,
pblicos e particulares. Vende-$e na
praca de Pedro 11 (antigo laigo do Col-
legio) n. 37, segundo andir.
9
9
2*500
9
2$p00
18000
18600
9

9
5SC0
F
3LUINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamcntodos direitos pa-
rochiaes, a continuado da bibliolheca do
Crislo Brasileiro. que se compe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hyranos ao Espirito Sanio e
a N. S., a imitagao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoracao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, excrcicio da
Via-Sacra, directorio para or a c,ao menta
dividido pelos das da semana, obsequios
ao SS. corarao de Jesus, saudaeoes devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oraces. Prego 320 rs.
ITADE VARIEDADES, conlendo o kalenda
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, coutos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvore8
e fructos. Prec.o 320 rs.
'ITA DE PORTA.a qual, alm^as materias do
costume, contm o resumo dos direitos
parochiaes. Pre o 160 rs*.
# Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarern seus dbitos na rua do Col-
eg venia n. 25 ou na rua do Queimado loja
n. 10.
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
le toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos.etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfiui #ara todas as
classesda soeiektde.
ifl
EAU MINERAL
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza rua da Cruz n.22.
Ao publico
Acliando-se grassando epid-
micamente angina e a escarlati-
na, olTer. cemos as mais de fami-
lia o tratamento homeopatbico,
contendo os symptomas das mo-
lestias e dos medicamentos apro-
priadps com mam ira de os em-
pregar Assim como carteira com
os medicamentos Lomeopathicos
para o mal.
N. B. Medicamento especifico
e preservativo para estas a flec-
les. Em glbulos e em tintu-
ras-. Pateo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar, largo do Paraizo
n. 13, sobrado de um andar.
,;oniQNeS\e prT^ljS0/stabe}^^ feos acha-se conve
Sr D 6 T?t,ld0' far"se-h&0 tambem d0 I' de novombro em vante, contratos mensaesoar
u^TaSi'os 6 eCn0ma dPUblC ^ qUCm S PrPrielarios Pe I remunerado de
F
GRANE
DE
zondas e roupa feita
Assignatur de banhosfrios para urna pessoa por mez.....10S00O
. mornos.de choque ouchuviscos por mez lSfOOO
Series de r.artoes e banhos avulsos aos oreos annunriado*.
commoda
: a tratar
POR MEDIDA.
Na loja e armazem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
IVwi do Queimado 11. '*\1.
em siva\jiv4c 4 portas.
Tem um completo sortimento de roupas fcitas
e por n edida a vontade dos freguezes : caigas de i 3 em homeepathia. As consultas como d'an- @
caserai
des, so
liincnl
paca
se ven
liHflllil
de sup
panno i
sedo dt
z:
Aluga-se a excellente e
asa da rua da Aurora n. 26
na misma rua n. ICA.
Roga-se a quem se julgar credor da extinc-
ta tirma de Vieira & Para por qualquer titulo ou
con la de livro vencida ou por vencer, e, no pra-
de 3dias, apresenla-la para ser promptaraen-
ga. nu praga da Independencia ns. 19 c 21.
.t.OOSIlllui i CeUtli liuuicopotl.'.co
@ T DE

PSliMUB.
;' Continua sob a mesma direegao do Ma-
noel de Mallos Teixeira Lima, prufessor
a e de briro, colletes de diversas quali-
recasacas de muito bom goslo, um sor-
de paletots de panno e de casemira, al- i @
lazinlia, riscadinhos e de brim, que tudo i
e por prego commodo ; um completo sor-!
de chapeos pretos de seda para homcm,
iof qualidade a 10-5, ditos de castor mui-
to superiores a 16$, chapeos de sol de seda in-
glezes i os melhores que tem vindo ao mercado,
ditos fr ncezes de diversas qualidades, ditos de
randese pequeos, cortes de vestidos de
variados goslos para diversos pregos, um
comple.o sortimento de bordados e entre-ineios,
golinhcse manguitos, tudo por preco commodo ;
chaly desoda e laa de goslo mais apurado que
lemapparecidoa 1&280 0 covado, chitas trnce-
lo superiores de 260 at 4(0 rs. o covado
de gostjiS muito delicados : um grande sortimen
to de fzendas francezas e Inglczas c alternas que
airipnssivel aqui se poder mencionar com
assevera-se aos freguezes que ludo se
nais em conta que em outra parte sendo
les.
os,
vende
a (liiilu iro.
Ji s Thomaz de Carnpos Quaresma, partici-
pa as pessoas de sua amizade, que hoje a sua
residencia na rua Augnsta, casa de 2 andares,
do des mbnrgador Atcxandre Bernardino do Res
e Silva de n. 19.
Sipop du
DrFORGETl
JARABE DO FORGET.
Iste xarope eslii approvado
imo sendo o melhor para curar
affec^Aes dos broocbios, auq'ies de peo, rritaedes nei
pela manha, e outra noite sito sufGcieates. O t licito de
lempo o doeule e o medico.
O dtpos'tto na rua larga do notario, botica de Bar
FUNDICAO
DO
lilil l \l IIWI1S.
Rua do Brum (passando o chafariz.
Botica central homeopathica
Do
1DR. SABINO 0, L PINIIO |
@ Novos medicamentoshomeopalhicos en- &
:- viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
^ Estes medicamanlos preparados espe-
jj cialmenlc segundo as necessidades da ho-
^ meopalhia no Brasil, vende-se pelos pre-
^ qos conhecidos na botica central homeo-
^ palluca, rua de Santo Amaro (Mundo No-
vo) n 6. S
i
Altencae.
reos mais eminrmes mdicos de Pars,
conslipacoes, tesse convulsa e outras,
vosas c insomnolencias: urna colherada
>te excelente xarope satisfaz ao mesmo
iolomeo Francisco de Souza, n. 36.
I
No depox.Uo desle csiabeleelmenlo sempre \a gran de sortimento de me-
cliauismo para os engenltos de assuear a saber .
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, : defacillimo assento ;
Rodas d'agua de ferro com cubo* de madeira largas, leves, fortes, e bem balanG das ;
Cannos de ferro, e port is d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteiras com virgens miiito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rpdetas motoras para agua, cavafRis, oubois, acunhadas em guilhees deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre *
Pares e bicas para o caldo, crivos e portas de ferro para s fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinba ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois';
AguUhOes, bronzes e parafusos, arados, eixos e roda*para carrosas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D.W.Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo dijjno da preferencia com
que o nonram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalmente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela continuado da sua fabrica em Pernambuco, pare, modificar o mechanis-
mo a Yontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que porier&o joecessitar.
Os effeilos anliepidemicos, que sao produzidos
pelas fumiga^oes hygienicas de Cuyton do Mor-
vcau.so eflkazes, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ltimamente. Os vaporas
que se elevam de urna formula desla fumigarao
bastam para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assim explica Car-
menad Smilh. O andado que nos vecha de pre-
gante, tem ceif-ido muitas vidas, e convem qu>?
(para prevcnifcse o mal, antes do que curo-lo de-
poisde apparecido) as pessoas desla cidade, onde
(julra qualquer parle, onde o mesmo se vai de-
scnvolvendo e se lem manifestado, recorram
botica n. 88, na rua ireita.onde se atha ven-
da quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunha, morador na rua da
Praia n. 49, rcconhccendo eslar a sua rasa affec-
lada desla epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo sssignado, que submiuislrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salutares resultados : as
pessoas pois, cm idnticas circunstancias, que
precisarem, dos desinfecroes, o achaio sempre
prompto para mandar cffectuar a devida applica-
jo. O mismo tambem vende na mesma bolica
os ingredientes para conservar ras casas os va-
pores do chlorure, os qnaes em lodo o caso mui-
lo approveilro, e previnem a invasao ilasepide-
mias no interior das habitaQoes ; assim como
de importante ulilidade a sua applicac^o as fe-
ridas, ou ulceras chronieas como detergente para
preserva-las do estado do pulrefocjo. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O prego de
2&000.Josda Rocha Poranhos.
COMPANHIA
ALLIANC
Eatabelecida em Londres
umm m mu.
CAPITAL
Cineo mftboes de libras
esterlinas,
Saunders Brothers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
3as, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effecluar seguros sobre edificios de tijolo e pe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objecto* ^te coutiverem os mesmos edificios,
quer conaisla em mobilia ou em fazendas de
qualqur -*lidade.
45-Bua Direita-45
De 5^000 a 6^000.
O proprietirio desle estabelecimento I
attendendo ao estado pouco lisongeiro'
da bolsa da maior parte da populacao,'
e animado DOr Um nlimonln nhila. I
nuplcocm prt.l dos seus antigos fre-
guezes, tem a loma de oirerecei-lhes
um resto de borzeguins de bezerro e
lustre, cm minio bom estado, mediante
a retribuicao cima.
Antonio Jos Ferreira Alves, mudou o
@ seu gebinete de consultas medicos-rirur- &
gicas c operaces pora a run do Queimado
@ n. 38, primeiro andar, aonde poder ser Gb
Si consultado ot s 8 horas da manhao e
g> das4s6 da larde Chamados a loda a @
(& hora do dia o da noite, sendo os pobres
tratados e attendidos graluilonirnlp. &
iftfet
w. b. breciilleld retiro-separa a Europa.
Na bolica da rua do Cabug se dir quem
lem para vender urna barcada cm cxcellenle es-
lado, a qual carrega 200 saceos de assucar.
Ferros de engom-
mar econmicos
A 5*000 rs.
/lt% as engommadeira.
Economa de lempo e le despeza reuni-
da a perfeiro e facilidade do 1ra-
l.allio.
Os ferros de engormar econmicos de Rless
& Drake, saojS tao bem conhecidos, e por lodas
as parles em que sao usados, teem recobido um
acolho tao favoravel, que os fabricantes se lina-
lano a simplesmenle indicar aqui algumas de
suas valiosas qualidades, sem mrncionor os nu-
merosos louvores, que a imprensa e muilos par-
ticulares teem dirigido aos inventores de um lo
til, quao importante utencilio.
As vantagens dos ferros de engommar econ-
micos e sua iocontestavel superioridade sobre os
antigos, se deprehendem das razes sogointes :
- 1. Os ferros econmicos leudo cm si o appa-
relho qne os aquenta e que serve a conserva-Ios
sempre, no grao de calor que se quer, mediante
mui facis condic^des, fszem ganhar os engom-
madeiras o immenso lempo que as mesmas per-
dem, servindo-se dos antigos ferros, nos conti-
nuadas mudanzas que sao obrigadas a fazer, na
limpeza e preparo dos' mesmos, no fogareiro, e
em mil oulros accessorios inherentes ao velho
systema. A esla immensa vantogera deve ac-
crescentar-se que o engommado sahe mais per-
feilo, mais claro e mais lustroso.
2. Um s ferro basta para cada engomma-
deira, no entretanto que dos antigos era neees-
sario ler um certo numero.
3.* A despeza de cada um desles ferros, para
um dia to trabalho. nunca poder exceder a
80 ris.
4." O trabalho muito mais fcil e agradavel,
podendo efTectuar-se em qualquer parla sem o
menor obstculo. O grave inconveniente do ex-
tremo calor produzido pelos fngareiros, sobre tu-
do nos. paizes quenles, dcsapparece completa*
ment.
5 O perigo de incendios e divenos outros
mals, cessa com o uso dos ferros econmicos.
0. Commodidade de transporte, solidez a du-
ra$ao do utencilio. Muitas outras vantagens po-
deriam ser citadas ; os fabricantes porem julgam
mais acertado, de recommendar as pessoas inle-
ressadas de experimentaren) os ditos ferros, que
de si mesmo fallarao mais alto, que ludo quanto
em favor dos mesmos se poderi.1 dizer.
nicos agentes em Pernambuco Rayroundo
Carlos Leite & Irmao n. 10, rua da Imperatriz
amigamente trro da Boa-Visto,
SOCIEDADE
DAS
ARTES MECHAMCAS E LlftERAES
DE
PERNAMBUCO.
Por ordem do respectivo director, o Sr. Joa-
quim Borges Carneiro, sao convidados os socios
que eslSo atrasados no pagamento de suas men-
.aiidades, a se porem quiles rom a sociedad
ate a primeira sesso ordinaria do mez de junho
prximo futuro, sob pena de serem eliminaaos os
que, sem justa causa allegada e provodo peranta
a sociedade, menosprczaiem o presente aviso.
Secretaria da sociedade das Arles Meehanicas
e Liberaes 25 de maio de 1860.
Targino Francisco de Helio.
Secretario.
Os Srs. Anlonio Cardoso de Mallos Sobri-
nho, Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Costa Guimaraes, Guimaraes & Alcoforado Joai
quim Pereira Arantes e Miguel Alvores de Abre-
Harioho, queiram apparecer na reparlir.io do cr-
relo afim de saliiazerem o porte de urnas cartae
que vieram da secretaria de polica.
Altcncao.
a>
Aiuga-sc um famoso negro.de muilo boa con-
duela para lodo o servico de casa de familia, e
tambem se vende : quem o pretender, diiija-se
as Ciuco Pculas n, S, junio as casas cabidas.
I Aluga-se um andar de casa no
bairro da Boa-Vista, com muito bons
commodos para familia: quem precisar
queira indicar onde pode ser procurado
em carta com a inicial Z, que deixar*
nalivraria da praca da Independencia
n. 6e$.
Bolinhos.
Bandejas enfeitadas com diversos goslos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em poreo
de libras ou a rrtalho, que con para embarque ou viagem ; as;im como pudins,
pastis de nata, crome, lorias, ou outra qual-
quer pastelera para dessert: tambem preparam-
OTo a.i! mejores qualidades da masca mohad.
e secca superior tudo com o nu-ll.or .sse I
mus em cnnla do mercado diriia-u .?.' .
Tenha n. 25. para tratar se.' *"*" a rua "*
LOTSMx
PROVINCIA.
Terccira parte ta primei-
ra do Espiito Santo.
Os abaixo assignodos venderam da lotera su-
pra os seguintes premios :
Ns.711 5 000g Bilhcte.
202 1.0S 1 quarto.
A geraolia paga na rua na rua do Cillesio
n. 21
\.ayme & Madurcira.
Praca da Independencia n. 4
O abaixo assignado vai a Portugal com sua
senhora e 5 lilhos menores, 1 criado e 1 criada,
deixaudo por seus procuradores, em primeiro
iugar seu socio Antonio Manoel Bastos ; em se-
gundo Jos Joaquim da Silva Gomes, c em ter-
ceiro JoSo Francisco de Carvalho.Joaquim Luiz
Vitira.
Fugio, no dia 7 de maio, da casa do abai-
xo assignado, uro escravo cabra, de .ome Joa-
quim, por ol.uuho Itio- l'relo, de idade di) 20 an-
uos, cora os signaes seguintes : altura regular,
nenhuma barba, lem falla de denles na frente,
urna cicatriz no p esquerdo, tem no peilo di-
reilo una queimadnra, lera o dedo minimo de
p. diieilo levantado : levou caiga branca c ca-
rniza da mesma cor, levou tambem outra roupa
dealgooo azul, chapeo de mas-a rapado; des-
conlia-se que urna pessda o lem i^oilado cm sua
casa : e por esla desconfianca o alnixo assigna-
do protesta percas e damnos contra quem o le-
nha acuitado; quem o apprehcnder levp-o rua
Nova n. 48. que sfr gralificado com 5OJ00O rs.
Itecife 30 de maio de 1860.
Antonio /Hoy Rodrigues da Silva.
DA
PROVINCIA.
O Sr. thesourciro dos loteras manda fazer pu-
blico que se acham a venda, lodosos dias noes-
criptorio das mesmas loteras na rua do Impe-
rador n. 26, o as casas commissonadas pelo
mesmo Sr. ihesonreir na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 16 c na rua Nova n. 56, os bi-
Iheles da qnarla parle da quarla lotera do Gym-
nasio Pernambucano, cujas rodos deverao andar
imprelerivelmenlc nodia 16 de junho prximo
futuro.
Thesourari das loterias 26 de maio de 1660.
/. M. da Cruz, esrrivao.
Sociedade
Vniuo ReweUcowle Aos Co-
cheiros em Pernambuco.
Domingo 3 de junho prximo futuro, lera lu-
gar a installaco solemne desla sociedade no sa-
fio d palacete da rua da Praia, devendo o acto
comecar s 11 horas da manha Os abaixos as-
signados, seus acluaes directores, leem a salis-
facnde convidar a todas as pessoas que quizerem
abrilhsntor com suos presentas ess fesla social, a
compa/scerem hora indicado ; devendo o salo
estar de noite exposto vesila dos famrlias qr
nos quizerem honrar. As 9 horas da monh5"C%
socios ouviro urna missa no convento do Carmo,
mandada celebrar em honra do Padroeiro da so-
ciedade, o glorioso S. Elias.
Salas das sesfes da sociedad? Unio Benficen-
(e dos Cocheiros em Pernambuco, 27 de maio de
1860.Baymundoda Silva Gomes, presidente.
Ignacio Francisco Gomes, vice-presidentc, Dama-
zo Miranda de Souza Couto, 1 secretario, Ven-
ceslao de Castro Madeira, 2o secretario, Joaauira
Fernandes da Bocha, tiiesoureiro, Agostinha
Francisco do Bosarlo, procurador.


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16;
Deteja se fallar com o Sr, Manoel
Cu va lean ti Ucboa, lavrador do enge-
nho Jardim, no primeiro andar da ra
da Cruz n. 46 ou na Passagem n. 7, a
negocio que Ihe diz respeito.
Msica.
Reccbcu-se pelo ultimo paquete boni-
tas msicas para piano : na ra Nora
n. 43
Loja de marmore.
Koga-se aos &rs. devedores a Hrnu social
de Leite A Corroa em Hquidac.ao, o obsequio
de mandar saldar seas dbitos a a toja da ruado
Quemado n. l).
All II IC I \| S. S
Ruaestreita do Rosario i|.8
9 Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar-
# UQciaes pelos JoussyslcmasVOLCANITB,
# chapas de ouro ou platina, podendo ser
# procurado na sobredita ra a qualquer
W ora.
s
Flores de cera
Os Srs. irmos da irmandade, Santissimo
Sacramento da matriz de Santo Antonio dcsta ci-
dade sao convidados para comparecerem no dia 3
de jiiiiiio proiimo futuro, pelas 11 horas do dia,
alim de em mesa geral proqrder-se a eleicao da
nova mesa regedora.O cscrvo, Paula e Silva
Jnior.
No dia 11 desle mez dcsappareceu ummo-
lequc de nome Francisco, rom os signaes seguin-
tes : crioulo bem preto, sem barba, l-*m os per-
ivas finas, bastante seco, o estomago um pouco
croscido, os ps lorlos^ara dentro, a mara do
rosto do lado direito um pouco grossa, corla-
dor do carne, bem fallante, toi visto no dia 14 na
Casa Forte cm caminho para o Monteiro, por isso
roga-se a qualquer pessoa, e as autoridades poli-
c.ihs a apprehensao do dilo moleque, lera-lo
ra do Rsngel n. 41, que ser bem reeampen-
sado.
I Dentista de Pars.
15Ra Nova15
DIARIO Pg PIHUA MUCO. SABBADO 8 BE JWWO DE I8*>.
Attenco.
Con lando que urna comrnisso de devotos
que se propoi faier o Hez Mariano na igreja do"
Paraiz), tomn sob sua responsabilidade o pre-
ciso pi ra os actos quolidianos, e que por negli-
gencia de nao sei quem quebrou-se um sino da
torre; comoirinao da easa.e nao podendo to-
lerar ( prejuizo de uraa irniandade lao pobre co-
mo a .las Chagas, alertamos a mesa actual a res-
peito c esse damno causado pela dita commissao;
e espe amos que ella, garantidlo o direito da ir-
mandi de, proceda contra a commissao at que
ella re: labeleca o sino como o achou. A mesa
est re ponsavel perante a irmandade pelos seus
aclos Ora, se ella permittio que essa commis-
sao furccoiiasse, como prelendeu, com os ob-
Frederico Gautier. cirurgio dentista,
-fe faz todas as operaces da sua arle e col-
rrt> lora denles artificiaes, ludo com a supe-
jr rioridade e perfeir.ao que as pessoas en-
j?| Tem agua e pos dentifricios etc.
Aviso em geral.
O dono da grande fabrica de lmannos' da ra
Direila, esquina da travessa de S. Pedro n. 16,
offurece ao respeilavd publico dcsta cidade e de
fra o mais bello e rico sorlimcnlo de lamancos
un odas asqualidades, que est resolvido a ven-
de-Ios, tanto a rctalho como em porco, por me-
nos do que em outra qualquer parte ; a eslacao
lESCRlPTORIO DE ADYOCACS
r" S
5 nOS BAC1UREIS
@ Cicero OdoH Peregrino da Silva
&AuriMiano Augusto P. de Canalho.
RA DO QElMADO
PRIMF.IRO ANDAR.
0$
vr!w@@-@
Fugio no dia 27 de maio do corrente anno,
do engenho Po-Apique, o mulato Bernardo, de
idadu de 2i anuos, estatura baixa, alguma cousa
corpulento, ps curtos c grossos, bastante bar-
Lado c conserva passa-piolho, cabellos um pou-
co crespos, tem as cosas muilas cicatrizes de
r .lu, levou carniza de algodo azul e urna ca-
mizolla de risrado, ralea de castor de listras, e
mais roupas, chapeo de massa branco, levou
tambem urna espitigarda fina e curia ; julga-se
tt-r seguido para Figueiraes, freguezia do Bom-
lardim, d'onde veio por ler all certa familia
de sua criacao, em m.j. -.-,- ,......,_
irado e lalvez srja bem recebido ; pelo que
o aba'ixo asslgnado desde ja protesta contro tal
procediineuto, se com elVeilu se verificar, e roga
s autoridades policiales, cipitaes de campo, e a
qualquer pessoa em parlicjifu. o capturado re-
,' ,* .;.. inuo for encontrado, que recom-
pensar g.'nerc'Soniunt a quem o entregar, uo
scu engenho cima mencionado.
Joo Corveta de Aran jo e Vasconcellos.
$ U r. Cosme de Sa' Pereira
^fjS ie volts desuu viagetn instructi-
X] iva a Europa continua no exer-
^:icio de sua proissao medica.
Da' consuitas em seu escripto-
rio, no bairro do Itecife, ra da
rus n. 53, todos os dias, menos
tas domingos,- desde as' Choras
!t as 10 da manhaa, sobre os
seguintes pontos
em cinco lines.
O artista Jos Ricaud, recem-chegado da cor-
te, ensina a fazer flores e fruclas de cora, borda-
dos em vidros cora las : d lcoes em casas par-
ticulares. O artista mora no hotel Francisco, na
ra do Trapiche n. 5, e ir s casas d'onde for
chamado, levando as amostras dos seus trabalhos
= Na pharmacia n. SO da ra do Lirramcnto,
precisa-se fallar a negocio de urgencia com os
seguintes senhores :
Francisco Xavier da Rocha.
Andr de S Albuquerque.
Manoel Alves Vianna.
Antonio Jos Gurjo, da Parahiba.
Antonio Pergentino de Moraes Souza, de Ita-
marae.
Manoel Joaquim das Trevas Marinho, da Victoria.
Quem precisar de ma ama que cose e cor-
ta vestidos, c engomma, ludo com perfeico, e
de ons costumes, dirija-se ra do Caldereiro
n. 8.
Manoel Jos Fernandes, Portuguoz, retira-
se para Europa a tratar de sua saude.
Precisa-se de alguns
meninos para aprender o of-
icio de marcineiro: narm de
S. Faancisco confronte a igre-
ja armazem que tem a offici-
ua da parte de detraz.
Sincera gralido
pela cara de unta
inflammacao do estomago.
Nao posso deixar de tributar os meus devidos
j louvores s chapas medicinaes do Sr. Ricardo
Kirk, escriptorio na ra do Parto n. 119, poisque
por meio de to precioso remedio fiquei curado
! ha mais de dez annos, por cuja causa soffna falla
i de rezpiraco, cansara e nuito faslio ; e nao
leudo j esperanza de ticar melhor, acho-roe ago-
ra perleilamenle bom, depois de 40 dias da ap-
plicaco das ditas chapas.
Por isso cmpro com rneu dever, fazendo a
presente deelaraejo em signal de minha sincera
gralido. Ra do Sacco n. 53, no Rio de Janei-
ro.Agostinho Ferreira Cardoso.
Reconnccida verdadeira a ossignatura supra
pelo labcllio Pedro Jos de Caslro
Furlaram no dia 23 desle mez, do sobrado
n. 44, terceiro andar, da ra Nova, um relogio de
ouro saboncle, todo lavrado, do autor Berguers
a Paris n. 11514, com uraa corrente de palmo,
pouco mais ou menos, com unic chave pequea
soldada na pona da mesma corrente, c um sinetc
imitando urna cobrinha sobre urna cornalina en-
carnada, ludo de ouro. O dito relogio bastante
i chalo e tem umi defeilo no vidro do mostrador
que nao possivl fechar direilo pois quasi sempre
conserva-se abetlo : Pde-se a todos os Srs. re-
lojoeiros, ourives, vendolhes e a todas as pes-
soas que tomara objectos erapenhados, de o ap-
prehender no caso do Ihe ser offerecido o mes-
jectos i
termo,
no a si
pcrder
sourei
P
siduos
renda
trimon
nio. cijja
junho.
J
retira-
escalla
N
do Moi
tida e
a irmandade, rio qde consta se lavrou um
claro que tem de mandar refundir o si-
a custa, poisque a irmandade nao deve
nesses aclos particulares. O irroo tho-
o de boa f.
ai praca publica, do Dr. provedor dos re-
e capellas, se proceder a arremataeao da
nnual das casase sitio pertencente o pa-
o da irmandadedas almas de Santo Anlo-
arreraatanao lera lugar no dia 4 de
sobrad
nio e
mero
;an Baptiste Dumarquet, subdito francez,
te desta provincia para Montevideo, com
pelo Rio de Janeiro.
a olana do Sr. Marcelino Jos Lopes, ra
dego, t roca m-se lijlos de a I venara ba-
le ladrilho por taboas de assoalho e for-
ro de 1 juro, asstm como vendem-se ps de sapo-
idcs, em barris
lis gra
Frecisa-se de
captivi
ga: no
cochei
propnos para embarque,
urna ama de leite, forra ou
, sem filho, para amamontar urna crian-
pateo do Hospital, sobrado, por cima da
Milhares de individuos de todas as nacoes po-
dem tes tem un har as tirtudes deal* remedio in-
comparavel e prorar em caso necessario, que
elo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiraraente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poderre-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lb'as relatam
todos os dks ha muitos annos; e a maior parte
aellas sao to sor prndenles que admiran: s
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter. permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
araputaraol Dellas ha muitasque havendodei-
xado esses asylos de padecimentos, para sena0
submelterem i essa operario dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aflm de maisaulenti-
carem sua firmativa.
Ninguem desesperada do estsdo de saude sa
tivesse bastante conflanca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo alguna lempo o
mentratatoquenecessitassea natureza domu
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente!
Quetudocura.
O ungento Je ntil, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas. Inflammacao dabexifra
Caimbraj -da matriz
Bilhefes,
Compras.
Comprase urna morala de casa terrea, ou
> de um andar,
> m bom estado
1.
no bairro de Santo Anlo-
a tratar na ra Nova nu-
Cjompram-se es-
cravos,
Corojpram-se, vendem-se e trocam-se escra-
vos : na ra do Imperador n. 79, primeiro anlar
(ompram-se moedas de ouro de 20a. ra
Nova i. 36. loja.
\ende-se urna meia mobilia do araarello
em bom estado : na no becco da Bomba n. 9.
Borzeguins inglezes, pro-
va (Tagua.
Pechincha sem igual.
Os ^erdadeiros e j muito conhecidos borze-
guins inglezes, prova d'agua, e tiradores de calos.
/ilOjo par, dinheiro a' vista.
i & Irmao, na ra da Cadeia do Recife, lo-' de *50 inglezas. mandadas fabricar pelo profes-
portas n. 48, avisam aos seus numerosos sof de cal^graphia Guilherme Sculy, pelo mdico
r. ...... .
1
rJ
m
Molestias de olhos ;
, Molestias de coracao e del
peito ;
Molestias dos orgaos da gera-|
cao, e do anus ;
Praticara' toda e qualquer!
operacao quejulgarconvenien-i
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exarne das pessoas que o con- j
tultarein sera' feto indistincta-j
oente, e na ordena desuasen-!
radas; fazendo excepQao os doen-f
es da ollios, ou aquellos que porR
nottvojustoobtiverem hora mar-f
:ada para este Gra.
A. applicicao de alguns medica
aentos indispensaveis em varios)
usos, como o do sulfato de atro-
mii etc.) sera'fetto.ouconcedido
;ratuitamente. A confianra que
i?lles deposita, a presteza de sua
icqao, e a necessidadepromptai
U seuemprego; tudoquanto o|
lemove era beneficio de seus!
doentes.
ra da Codeia do Recife no escriptorio Sr. Jos
Gomes Leal, quo recompensar bem.
COLLEGIO DE BEMFICA
DIRECTOR
Eslevo Xavier da Cuiilia.
Este eslahelecimenlo muda-se para a ra da
Aurora, casa contigua ao collegio das orphas, e
desde o primeiro de junho prximo ahi contina
a ensinar todos os preparatorios exigidos para a
matricula da faculdade de direito. Alera de todas
as disciplinas designadas nos respectivos estatu-
tos, ensinar-s-ha a fallar com perfeicao as lin-
guas franceza, italiana e allemaa, residindo para
esse fim no mesmo collegio um hbil professor.
O Sr. Francisco Aranha de Souza, tem urna
carta, na roa da Cada do Recife, escriptorio de
Manoel Joaquim Ramos c Silva.
O Sr. Antonio de Souza e Silva, lenha a
bondade apparecer na ra da Cada do Recife, es-
I cripiorio de Manoel Joaquim Ramos e Silva, para
| tratar de negocio que Ihe diz respeito ou annun-
ciar sua morada para ser procurado.
Perdeu-se no dia 27 do correle, unsco-
res encastoados de ouro, salando da igreja da
Madre de Dos, pela ra do mesmo nome, era
dircegao a cada at Fra de Portas: quem os
achou, querendo restituir, dirija-so^ Fca de
Portas, ra do Pilar n. 56 ou aununaPUpra ser
procurado, que se gratificar.
Alugam-se 3 escravos. sendo um moleque :
oa ra Direila n. 61 se dir quem tem.
Leil
ja de
fregu
te ac
glezes
dinhei
ra aqu
que u
B, vei
liquid
ra
lisas,
. Pra
dos gdstos.
Dil!
Tra
Vendas.
Callos.
anceres.
Cortadur8.
Dores de cabe?a.
das costas.
dos membros.
Enfermedades da cutis
.em geral.
Ditas do anus.
upcoes e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
Inchacoes
Inflammacao doflgado.
Vende-se este
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
doflgado.
das artic ularoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas *de sua venda em toda a America
do snl.Havana e Hespanha.
Venie-se a80O rg., cada bocetinha contm
urna tnstrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambueo.
Penrias de ac inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
17, deG'iedes & Goncalves, as verdadeiras pennas
Na na Direita n. 61, loja de chapeos, de Beo-
lo de Barros Feij, vendem-se bilheles da lote-
ra da provincia por conta do Sr. thesoureiro.
Em casa di Southall Me'lors & C, ra do
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes artigos:
Chumbo de munico sortido.
Pregosde todas asqualidadua.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungariaa em barris.
Dilo de Moselle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Belogios de ouro e prata, patente echronome-
tros, cobertos e descobertos (bem acreditados).
^rance.lins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sortidas em latas pequeas.
INDIGH0L0W-M0W,
Roa da Senzala !to?a h. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosorlimento^demoeiidasemeiasmoen-
dasi para eu8enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
dar dto.
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sorliraento de calcado fran-
cez, roupa feta, miudezas finas c perfumaras
ludo por menos do que em outras partes : na lo-'
ja do vanor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DEHOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, composto Inteira-
raente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma oulra substancia delecteria. Be-
nigno 5 mais tenra infancia, e a com pie i rao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-j
quer especie egro por mais antigs e renazes
quesciam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando emseu uso: conseguirn)
recobrar a saude e Torcas, depois de haVer tenta-
do intilmente lodos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; faeam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo cm tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6J50o, 7 e 8a, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7J, 9 e 10$, ditos de Ion tra prelos e
de cores, multo finos aQe7|, ditos do chile a
3(500, 5, 6, 8,10 e 129, ditos de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 2&M0 ?J. di-
tos de gorgurSo com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, oa
sem ella a Ai, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conta, bonetes
francezes eda trra; de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muito em conta e do melhor gosto possivl,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhores freguezes, vis-
ta do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direila n. 61, de B. de B. Feij.
Engenho.
Vende-se o engenho Santa Luzia,silo na
freguezia de S. Lourenc.o da Malla, entre
oS engenhos Penedo de Baixoe Pencdo de
Cima : Irata-sc no mesmo engenho ou no
engenho Mussambique com Felisbino de
Carvalho Bapozo.
'.es, e ao publico era geral, que novamen-
iara de receber os afamados borzeguins in-
eque continuara a vender a 10J o par,
'o a vista. o melhor calcado que ha pa-
ellas pessoas que padecem da calos, por-
ando os nao soffrem mais.
Pede-se toda attenco.
Na loja d'aguia de ouro, na ra do Cabug n. 1
de-se tudo por procos baraiissimos para
ir, assim como seja :
Fitas e franjas.
ae yeiiuao de todas as larguras, abertas e
ie lindos padroes.
jas de seda de todas as larguras e dcJlin

s de la e seda por preco que admira. s
Ditas de linha para casaveque.
Ditos de algudao para toalha e para corlinado.
i cas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.-
es de tartaruga virados e lisos.
Pon
Dilcjs de massa virados a imilaco de tartaruga.
DiK '
Ditd
isos para alar cabello.
s de desembarazar cabello.
Para bales.
Mohs para fazer bales, vendem-se a 160 rs. a
ara, iu peca de 50 molhos a 69.
Ricos.
Bic >s de seda de tidas as larguras e lindos pa-
drees
Dili
Leques mnil4(MH
Capellas brancHpara noiva.
Cha'pcozinhos para criam-a.
Riq lissimos piros para enfeile do sala, as-
sim ciimo redamas com flores.
Asim como perfumaras muito finas, e mais
objectos que vista do freguez far-se-ha todo o
negoe ;o.
Aviso
NOVO DEPOSITO
DE
A Sra. Joanna dos Passos, queira lembrar-se
dos lijlos que mandou burear na olaria da ra
do Mond.-go, pelo Sr. Passos Colho, para o con-
cert de seu sobrado da Trempe.
Aliento.
No bolequim d agina de ouro, na ra eslreila
do Rosario n. 23, confronte a ra das Larangei-
ras, tem todos os dias das 7 horas em dianle da
manhaa papa defarinha do Maranho e araruta.
Attenco
*
Trecisa-se alugar urna casa terrea ou um so-
brado na freguezia de Santo Antonio : quem ti-
verfaca o favor de ir no becco Largo, sobrado da
esquina, que achara com quem tratar.
Roga-se a certo moco que em diis do mez
de abril prximo passado empenhou um chapeo
do Chyli em urna taberna no paleo da Santa
Cruz, pela quantia de I0J para tirar no Io do
correnle. e como al boje nao apparecesse ro-
ga-se o favor de vir tirar no prazo de 8 dias do
conlrario ser vendido para seu pagamento.
Ruado Imperador, confronte
ao oito do deposito dogaz.
Borott &. C allendendo a que os senhores con-
sumidores de gelo saq pela maior parte residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Yista, e
que lulariam com grande difliculdado se este es-
tabelecimento estivesse collocado no bairro do
Pecife, poderam encontrar na ra do Imperador,
confronte ao oito do deposito do gaz, um arma-
zem com as proporces eligidas para deposito
deste genero, o qual estar aberlo i concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nhaa s 6 da larde do dia 3 do correnle em
diante.
' SI LDSO-IUSLBU<
% Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenles ac-
commodaQes para muito maior ftumerode hos-
pedesje novo se recommenda ao favor e Iem-
nransa dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-Ihes seus
servicos e bons oficios guiando-os em lodas as
cousas que precisem eonhecimento prtico do
na Vi.; k d ?or,to8ue* e do inglez falla-se
na casa o hespanhole francez.
Attenco*
a
J. D. Frlck de Lisboa, tem a salisfa^o
de informar a todos os seus amigos e cor-
respondentes, que os seus despachos te-
legraphicos pelo vapor Magdalena, fo-
ram os primeiros que so eniregaram na
estajo telegraphisa de Lisboa.
s de algodo.
preco de 1*500 a caixa.
GRANDE SOUTIMEXTO
DK
tandas e obras leitasJ
(es&Basto.'
Ijfarindo Queimad) n.
46, frente amarelia.
HA
e armazem
DE
.F1ZEM8 B\R\M8
ngnsto i Perdigao,
com loja na ra da Cadeia do Recite n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. queacabam de sor-
lirseu novo estabelecimento com fazendas de
gosto, Anas, e inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores!
nao a retalho, se vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
uraa vez que sejam pagas vista.
Neste estabelecimento se encontrar sempre
um sortimento completo de fazendas, e entredi-
las o seguinte :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Ditos de la e seda e duas saias.
Ditos de larlatana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezas de gorguro de seda pretas.
Cinlures para senhora.
Esparlilhos com molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhoresgostos. -gsapat0e8 de bater (lustre).
Perfumaras de Lubn e outros fabricantes.rfT <-, ,) '
. WAtlh/\nA
Cassas e organdys de cores.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
cao.
lebilid
Debilidade ou falta de
foreas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no flgado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto inlermtente.
Febreto da especie.
Gota.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammaces.
Ir regu aridades
menstruafo.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengao de ourina.
Rheuraatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada urna
dellas, contm urna inslruccjio em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Cruz n. 85, em Per-
namb co.
CALQADO
Grande sortimento.
Ra Direila'45
Relogios
Suissos.
Era casa de Schafleillin&C, ra da Cruz n.
38, vende-seura grande e variado sortimento d
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, meios chronometros, de ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo osles relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, quo se ven-
deao por procos razoaveis.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
deexcellente so si o.
Roa do Ooeimado n. 37.
A 30$ cortesde vestidos de seda quecustaram
60$; a 16j> corles de vestidos de phautasia que
custaram 309; a 8jJ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
SAB40
do deposito geral do Rio
com Tasso dr. Irmos.
de Janeiro: a tratar
Farioha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmios.
ilbo
nos armazens da Tasso 4 Irmios.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DB
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. 9#000
Ditos (lustree bezerro).....7#000
Borzeguins arranca tocos.
Ditos econmicos.
7$000
CyOOO
5^000
cus
Existe no trapiche da companhia
urna potr.ao de caibros, sendo a maior
parte proprios para andares : a tratar
no mesmo trapiche
PrecisB-se de urna ama forra ou cscrava,
que saiba engommar, coztnhar e ensaboar, e de
boa conducta : a tratar no pateo do Terco n. 32,
taberna.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar-
e fazer todo o servico de casa : na ra do Gal-'
deireiro, taberna n. 00.
Perdteu-se i
Da rna das Cruzes at a ra do Queimado umal
pulcetra de ouro : roga-se a quem achou queren-i
restituir avista dos signaes della. levar a Pragaj
da Independencia n. 38, que serecompensar'
pelo achado.
Completo e grande sortimento de cal-
s de casemira de cores e pretas a 8,
? c*^' ^'tos das mesmas casemi-
ra s a 7J, 8j e9J, ditos do brim trancado
blanco muito fino a 5$, 6g e 7* ditos de
res a 3j. 3S500, 4J e 5. ditos de me-
l de cordo para luto a 5S, colletes de
semiras pretas, ditos de ditas de cores,
os de gorguro pretos e de cores a 5$,
f e 7j), ricas casacas de pannos muito fi-
s a 35$ e 40;, sobrecaaacas dos mesmos
nnos a 28. 30J e 35S, paletots dos mes-
)S pannos a 22jj e 24, paletots saceos
casemira modelo inglez 10, ditas de
csemira mesclado muito fino de apurado
sto 15$ e 16, ditos sobrecasa das raes-
is cores a 18$ e 20$, ditos sobre de al-
ca prata lina a 7$ e 8, ditos saceos a
. dilos de fustao branco e de cores a 4$,
i500e5, ditos de brim parlo muito
s'.perior 4500, camisas pa,a menino de
t( los os larnanhos a26$00O a dazia, meias
d todas os tamanhoa para menino e mo-
ni tas, palitolsvde todos os lamanhos o
qi alidades psra os mesmos, colletes de
biim branco a 3$S08 4. ricos colletes
v illudo preto bordado e de cores diver-
si s e por diverso precos, ricos coberto-
n s de fustao archoado para cama a 6,
ci larioha de lnho a peere a 6500 a du-
zia, assim como temos recebido para
d intro deste eslabelecimenlo um comple-
t( sortimento de fazendas de gosto para
sunhoras, veslimentas modernas para me- i
n .no e meninas de qualro a seis annos e
tudo vendemos por precos razoaveis. As-
s o como neste eslabalecimenlo manda-
s apromptar com presteza todas as qua-
lidades de obras relativo'a otncina de al-
f. lale sendo Uto com todo gosto e asseio.
Grosdcnaples de cores.
Chitas escuras frmcezas e inglezas
Gollas e manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodo de todas as qualidades.
Lencos de labyrinlho para presentes.
Gollas de crochet pera menino.
Vestidos de rhta azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrer-.asacas de panno fino.
Paletols de casemira.
fllicas de casemira pretas e de cores.
Colletes de seda dem itlem.
Ditos de fuslo.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditasfrancezas de differeutes qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Helliere
home .
Dilos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha.
Camisas de flanella.
Chapeos de todas as qu iidades
senhora e criancas. |
Corles de vestidos branc is
pella e manta.
Didos de vistidos branco i de seda para casa-
mentos
No armazem de Josl
& C, na ra da Cruz n. 25, vende-so
Candieiros de latao de Lisboa.
Lazarinas e clavinotes.
Lena larga de superior cualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Bosarios enflados cora perfeQao.
Ferros de aro para eng
Ferro sueco' cm barras.
Chumbo em lengol.
Pregos francezes e de cnstrusco, de todos os
tamanhos.
Pregos caibraes do Portij.
Chaleiras estanhadas e
ingleza.
Cartas porluguezas muit
Balacea de novo modello para pesar 1,0041 e
2,000 libras.
Mercal rio de Lisboa. I ,
Ferros de latao para enjeramar.
Esporas, bridas e eatrikos de-metal de principe.
Sicas feizaduras francezas para portas com
boloes de vidro
Paes de (erro de todos o lamanhos.
Ricos paliteiros e tinteirostfe metal prateados/
Liohas de carrateia de 800 jardas do autor Ale-
xandre.
Cera em velas de Lisboa.
outros fabricantes para
nilha.
para homem,
de Monde com ca-
eda para casa-
Antonio Morera Dias
immar.
forradas de porcelana
o finas.
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5^000
Ditos todos de marin contra
calos (salto denglio).....4#500
Borzeguins para**meoinas (for-
tuimos).......... 4^000
Eum perfeitosortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4 e 5.
Na ra Direita n.' 45.
Francisco Antonio Cerreia Cardezo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
-^- Em cafa de N. O. Bieber & C,
successores vende-se :
Brilhantes de todas as dlmensSes.
Algodaozinho da Bahia.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ditas em barris.
Vinho xerezem dito.
Champagne da mui acreditada marca
Barre & C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac de Milo.
Lonas,brinsces e brins para vella.
im$

cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez: emcaaa de
Southall Mellors &. C*
A 320 RS.
a libra
de ptimo presunto, proprio para fiambre.
ASOOrs. a libra
de amendoas de casca mole muito novas.
A160rs^alibra
de cevadinha muito boa, recentemente chegada
A 1500
o par de botinas para senhora, calcado preferivel
ae de Franca, peto preco e a qualidade : no ba-
zar pernarabucano da ra do Imperador.
Vende-se.
Na roa Nora de Santa Rita, serrara
de Ignacio Bento de Loyola, rndese
por preqo commodo, uta sortimento
completo-de taboas de amarello, louro.
sedro etc., e armacOes de camas de ren-
to, bem feitas, e de boa madeira a'
12^500.
$.*T3C9 C*lff0 Seguro contra Fogo
i GOSIP.tliniA
1
LONDRES
AGENTES
C J. Astley A Companhia. j
para
e
i
Vende-se
Formas de ferro
purgar assucar.
Estanto em barra.
Vera iz copal.
Vinhos finos de Moselle.
Enchdas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composico.
Loba ingleza: no arma-
zem de C. J. Astley & C.
Cocos italianos
de folha de flandres, muito fes acaba-
dos, podendo um dorar tanto qoanto
duram quatro dos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de funilerro.
i\/r-i


.
DIAMO DE PRWAMBDCO. SABBADO 2 DE JUNBO DE 1860.
Seos propietarios ofrereeeiB a leus numero* fregueze* e ao publico em fetal, toda e
qualquer obra manufacturada em aeu reconhecido estabelecimenlo a saber: machinas de vapor de
todo os lmannos, rodas d'agua para engenhos todas da (erro oa para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido SEtodos os tamanhos, guindastes, guin-
cho e bombas, rada, rodete, aguilhoes e bocea para Tbrnalha, machina para amassai man-
dioca e para descarocar algodao, prengas para Mandioca e oleo de ricni, porte gradara, co-
lumnas e moinhos de rento, arado, cullivaJojes, pontes, aldeira e tanaue, boia, alvarenga.
botes e toda as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual fr sua nalureza pelos
dea-nhos ou moldo que para tal Jim forem apresentado. Recebem-se encoramenda neste esta-
belecimenlo na ra do Bruna. A e na ra do Collegiohoje do Imperador n... moradia do cai-
aeiro do estabelecimenlo Jos Jojiquim da Costa Pereira, com quem oa pretndeme se podem
entender para qualquer obra. F
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recite n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal Tirgem em pedra: todo or srecos muito
razoaveis
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendera-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
A rligos para luto.
Chapclinns pretas e mais ohjcctos pro-
prios de lulo para hornera e senhora,ven-
de-se na ra Nova ri. 45
fc^ LOJA DE MARMORE.
4,000 rs.
por sacca de
Irms.
milho; nos armazens de Tasso
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelos-de seda.
Ditos brancos e prelos de algodao.
.uvas pretas do lorgal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos : vendem-sa
por precos commodos, em casa de SouthallMel-
lors & C, ra do Trapiche n. 38.
4 tienco.

Adiniraveis remedios ameri-
canos
Todas as casas de fam>lia, senbores de enge-
nho, azendeiros, etc., devera estar provenidos
cora estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quacs se cuta eficazmente as princpaes mo-
lestias.
Pcompto alivio de Radway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor de
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigesto, crup, dores nos ossos, contusdes,
queimadura, erupces cutneas, angina, reten-
cao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as eufermdadesescrophulosas,chro--j
nicas esyp Mticas; resolvo os dopositos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
prompto c radicalmente cura, cscrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dore de os-
sos, tumores brancos, aferces do ligado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as classes'
molestias d'olhos, difiiculdade das regras das
mulheics, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
para regulansar o systema, equilibrar a circula -
cao do sangue, inleiramenie vegelaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores do rontre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
j a 8 purgam. Estas pilulas sao efilcazcs nos affec-
, soes do Agido, bilis, dor de caboca. ictericia, in-
j (ligestao, e em todas as enfermidades das mu-
I Iheres, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
coes, flores brancas, obstruccoes, histerismo, etc.
sao do mais prompto eTeito na escarlatina, 'febr
biliosa, febre araarella, o em todas as febres ma-
lignas.
ATTENIJAO.
Vende-se bichas do Hamb urgo por f Ja 25$
o cento : na ra da Cruz n. 5 1, primeiro andar
sala de jarbeiro. '
* irados americanos e machinas
pai a 1; ivar roupa : em casa de S. P Jo-
hnston & C. ra da Senzala n. 42.
\inho de Bordeaux.
Em ci sa de Kalkmann Irmaos & C, ra da
10. enconlra-se o deposito das bem co-
i marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
r. Oldekop Mareilbac 4 C, em Bor-
Tem as seguintes qualidades :
! Brandenburg frres.
pi.
Cruz n.
nhecida
dos I rs.
deaux.
* D4
St. EsU
St. Juli.
Margan
La rose.
Chteau
Chteau
De
St. Julicn.
Arma-em fio fi~PVil(i fU^enuClS $g I companhados de inslruccocs impressas
(v)
na m
_Rua do Queimado n. 19.|
Chita franceza fina escura de padroes
@ miudinhos pelo baralissirao preco de 220 $g
t rs. o covado, a ellas antes que se acabem, $
pois o preco e a qualidade convida a
comprar. *>
@@@ @g@@@@
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se osme-
Ihores chapes de castor.
I Gulla-percha. J
^ ou borracha, vende-se na ra Nova u. 45 jSC;
M Z& LOJA DE MARMORE. W
St. Juli
Chteau
Na
vendler
Sherry i
Madeira
Cognac i
Cognac i
Cerveja
(7)
CONSULTORIO
DO
Loville.
Marganx.
Oldekop & Mareilhac.
n Mdoc.
Loville.
mesma casa ha para
m barrls.
em barr.
m barris. qualidade fina
m caixas qualidade inferior.
Dranca.
Ta.
Braga
da ra diMoeda n. 3 A, um grandesortimento
de tachise moendas para engenho, do muito
acredita lo fabricante Edvin Uaw : a tratar do
raesmo leposito ou na ra do Trapiche a 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ru do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendera se pecas de algodao encorpado, largo.
Vendem-sc excell entes
cadeiras de balanco america-
nas com assento de palhinha ;
no armazem de Matheus Aus-
tin & C, ra do Trapiche nu-j
mero 36.
- que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira de
I applica-los em qualquer enfermidade. Eslao ga-
rantidos de falsilicacao por s> haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Lejo
& lrmao, na ra da Imperatriz n. 10, nicos
agentes era Pernambuco.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, cem assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra
a0. fne P8nn n0 e tud0 bem "anjado ':
para fsllar com o Sr. James Crabtree & C. n
*a, ra da Cruz.
Armazem de fazendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertas de chita, gosto chinez, muito finas, a
preco de 2J.
Lencos de eambraia para algibeira a t$ a duzia.
LniiB trancezas miudinhas e muito finas, co-
vado (pechincha) a 240 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca,
, muito bonitos, lendo 13 1(2 covados, por 2.
| Lencos para menino o meninas a 80 rs. ca-
da um.
has e moendas
Silva & C, tem sempre no seu deposito
com peq ueno loque de avaria a 2g500 cada urna.
Aos
Na ru
vendem
ras, pelo]
rs. o co
amantes da economa
do Queimado n. 2, loja do Preguica,
se chilas de cores fixas bstanle escu-
baralissimo preco de 6g a peca, e 160
ado.
Caine de vacca salgada, em barra de 200
libras : !m casa de Tasso Irmaos
Na fabrica de caldeireiro da ra Imperial,
junto a libriea de sabao, e na ra Nova, loja de
ferragen
Di\ P. A. lobo Hoscoso,
S RA DA GLORIA, CASADOFUNDO 3
Clnica ^ Vende-se urna fabrica de carnauba com to-
dos os perlences : na travessa do Carioca a. 11.
Milho e fareo.
.^d?"Seroho a *6W em Poroso por menos
I! P*,cod? ParaiI 16. s pinlada de
amarello comoitao psra a ra da Florentina.
A 17j|ft>00 a duzia.
| Vendem-se na loja da ra da Madre de Dos
n 36-A, camisas francez.s brancas e de cores a
: \~9 a duzia, e urna a 1J500.
AltencSo.
Vende-se superior doce de goiaba da casra a
18440, e mais inferior a 1J200 e lg : quem pre-
tender, dirija-se as Cinco Ponas n. 82, junto as
casas cnidas.
Rolo francez.
ter MubluJ-.6l0.^!? dc "inicia, as pessoas residentes no bairrodo Recife poderao re-
CX *^ to ^d. hvros^Sr. Jos
m^^^S^^S^jS^^^^Wi e8 mClh0reS medC"
tica de 12 tubos grandes,.........10J000
15$000
No Centro Commercial. na ra da Cadeia do
Kecife n 15, loja de Jos L. Bourgard, existe
sempre grande deposito do superior rap rolao
ronlraS Mrti? Moscoso d consultas todos os dias pela manha e de tarde depois de 4 horas.
poprSades'J^P8" curar aflnalmenle nao s para a cidade como para os engenhos ou oulras
nri^8nn1fri?f **** MI diri*ido81 su* casa at as 10 horas da manha e em caso de ur- ;
nessoa o dan lT? i dla U da noile 8endo Por e8CtiPla em Ia* Redare o nome da i f ". Pco de 2$800 o boto de urna libra, e
Meias de borracha.
Vendem-se sapulis em quanlidade, sendo
muito grandes e muito doces, os quaes sao Um-
bem proprios para embarque : a tratar no sitio
da ra Imperial n. 64.
Milho e Trelo.
Earclo a 4&500, milho a 4, e em cuia a 219
rs. : na taberna da estrella no largo do Paraizo
numero n. 14.
Animaos de roda.
Vinde-se urna porcao de animaes de
roda, por preco commodo, a dinheiro
ou a prazo : na tquina da ra Bella
n. 55.
Ditos de 24 ditos.
Ditos de 36 ditos.
Dito de 48 ditos. !.....IsSSoO
Ditos de 60 ditos....... .......aOOO
Tubos avulsos cada um. ... V*
Frascos de linduras........",".".*.'."' 000
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr.' Jahr trduzido
em portuguezcom o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. ^tc......... 20*000
Mediana domestica do Dr. Hering, com diccionario. '. 10*000
Repertorio do Dr. Mello Moraes...... nema
6g000
FABIRC
DE
Sita na raa Imperial n. 118 e 120 janto a fabrica de sab.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa
ldii^b[\tVeiM^*fl.1mnit-ai,,e7pre PromP;?,s alambiques de cobre de d.fTereutcs dimencoes
iS^SSif. ^ i P e1dobrados.PJara destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
f^iiirf f destilar espinlos com graduacao al 40 graos (pela graduacao deSellon Cartier) dos
-1 |yl.eiB" >Je approvados e conhecidos nesta e oulras provincias do iparlo, bombas
i n. 37. ha urna grande porcao de folhas *Je toas as dimenc.oes, asperantes e de repucho tanto de cobre como de bronze e ferro torueiras
j preparada para telhados, c pelo di- de bronze de iodos as dimencoes e felios para alambiques, tanques etc., parafusos d'e bronze e
Escravos fgidos.
Alten^o.
de zinco
minuto Areco de 140 rs". a libra.
fer d-se superior linha de algodao, bran-
cvse do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthal! lellor & C, ra do Torres
n. 3
Marmelada.
Na ru
610 a lid
Cera
j ferro para rodas d'agua,portas para forualhas e crivos de fe
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaci
econmicos, lachas e lachos de cobre, fundos de alambiqu
para engenho, folha J
armellas
Fugio no dia 12 de maio do correnlc nnno, o
negro crioulo de nome Antonio, de idade de 24
anuos pouro mais ou menos, estatura regular
cneio do corpo, denles alguma cousa limados
cara lisa, sem barba nenhuma. falla mansa an
quasi sempre de cabeca baixa, lera em urna das
maos urna junta mais alta do que oulta preve-
niente de urna desmentidura, e os pulsos com
marcas de quem fui algemado, c nos hombres
i Direila n. 6. ha marroelada
ra.
superior a
Pianos
Saunders Brothers 4 C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.87, loja de 4 portas.
Meias cruas para menino de todos os tamanhos
unas brancas para meninas.
Chales de merino estampados a 2S500.
Alpaca prcta, o covado a 320 rs.
P.ales para senhora a 6$.
Madapolao com pequeo deleito a 3g.
Algodao monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs
5-800aSdeChUa miu Paletots de brim de cores a 3J.
. Ganga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos ptetos o mais uno que ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 4.
Madapolao fino a 69.
Bramante de linho, vara a 2}300.
Escra\os.
Na ra da Cadeia do Becifc n. 28, vendem-se
escravos de ambos os sexos.
Farinha e feijo.
GRANDE ARMAZEM
DE
Roupa feita,
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceigo dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sortimento de rou-
pas feilas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno uo preto e de cores, paletots e
sobrecasacas de ferino, alpaca ebomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
brauco e de cores, de fusto e riscados,
calcas de algodao, colletes de velludo
preto e de cores, ditos de setim preto o
brauco, ditos de gorguro e casemira, di-
tos de (usles e brins, fardamenlos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas franeczas, chapeos e
grvalas, grande sortimento de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas dasroupas
feitas se apromptaro oulras a gosto do
comprador dando-se do da convencio-
; nado.
Con lii
armazei
le carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
a a vender-se, no largo da Assembla,
i o. 9.
PERFUME PARA SENHQRAS
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
epara commodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conCanca acha-
ro na ra Nova n. 37 loja de erragens pessoa habilitada para tomar nota das encommeudas
e ferro, tubos de cobre e chumbo de todas ]lanibo"' tem sicnaes das cordas que foi em algn
co e sem ella, fugoes de ferro potaveis e ,rmP marrado. I.cvou um chapeo de couro que
iques, passadeicas, espumaderas, cocos i fons,a 'er trocado por um outro de palha oleado,
levou vestido urna calca nmariscda c camisa de
algodozinho dc lisfraa e um capole de baca pre-
ta. Fste negro foi cscravo do padre f titonio Luiz
?nho, folha de Flandres, chumbo em lencole barra, zinco era lencol e barra, ls'nces e ]V0U vo,,do uma cal^a amariscada e c
de cobre, lencesde ferroo latao.ferro suecia inglezde todas as dimenses, safras, tornos "
e folies para ferreiros ele, e ou tros muitosartigos por menos preco do que em oulra qualquer
Bezerra Monteiro, de Lagoa do Callo, freguezia
de Panellas c Altinho. Gratilica-se com 5OJ00O
3 quem leva-lo seu senhor no engenho flora
Tom. ou nesta praca as Cinco Ponas n. 82 jun-
to as casas cahidas.
Allencao.
da Cadeia do Becite n. 28,
Vende-se na ra
primeiro andar.
- Na rna da Cadeia do Recifo n. 28, vende-se
superior sola e courinhos.
na
Ra do Queimado n. 19, ar
mazeiii de fazendas.
Chitas trancezas finas de padrees miudinhos a
220 rs. o corado, cortes de riscado imitando al-
paca com 13 1|2 covados a 2$, coberta a chine- ,
za de chita muito fina a 2#, pecas de chita dc co-
res fixas, muito boa fazenda, tendo 38 covados,
a 5&800, ganga franceza para calca e paletots a
500 rs. o covado, lencos de eambraia brancos pa-
ra algibeira a 2; a duzia, algodao com 8 palmos
a 600 rs. a vara, um resto de algodao superior a
2Jw00 a peca com pequeo defeilo, idem de chi-
i ta lina franceza a 180 rs. o covado, chales do
merino estampados a 2#)00, brim dc linho de
I quadrinhos a 500 rs. o covado, balos a 5$, len-
; eos para meninos a 80 rs cada um. sortimento [
de meias para meninos e meninas, fil de linho
lino a,8(J0 rs. a vara. <
Relogios. I
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
, do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
tem aCliadO maiS lCOllmilCntOnO deouro, patente inglez, de um dos mais ala-
pul IC0! Vende-SC 20,000 dUZiaS mados fabr'tanles de Liverpool tambera uma
Farello, cebla e feijo.
Prelo novo o melhor que tem vindo ao merca-
do, cebla nova c feijao amarello, vende-se ba-
rato para acabar: no anligo deposito da ra do
Vigario n. 27.
de
Esta
MM fflMlMM
DE
Murray e Lanman,
A que
rseos por auno!
igua encantadora extrahe-sc das diversas
flores,.) ue se enconlram no paizonde Ponce de
Len e
eterna.
D ai
refriger
truindo
me aia(
debilita
jout.) iam procurar a fonte da juventude
s lencos um cheiro muilo agradavel e
nte, 9 augmenta a belleza da cutis, des-
as sardas e mais manchas que de coslu-
am o rosto. Aconsclhamos s pessoas
Jas pelo calor do verao de usarem desta
agua en banbos, pois tom ella a virlude de fa-
perar as forcas perdidas pela Iranspi-
Na ra das Cruzes, taberna n. 42, junto ao
sobrado do Sr. Pigueiroa, vende-se manteiga
a mais superior que tem vindo a este mercado*
Verdadeira* luva$ de Jovin de to-
das ai eores, ra da Imperatriz n. 1,
loja do Leconte.
-MMM!
i Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglczas.
Peitos para camisas.
B8COUtOS.
Em casa de A.rkwigut & C,
Cruz n. 61.
Brim trancado de linho,
todo preto.
Cera de carnauba.
Vende-se mui superior cera do carnauba
ra da Cadeia do Becifo n. 28.
Fazendasporbaixos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 1.
Anda restam algumas fazen das para conclu
a liquidacao da firma de Leile h Correia, as quaes
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
lras as seguintes:
Chilas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, Onas. a 240 e 260.
Riscados francezes de cores Qxas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padroes, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muilo bom, va-
ra, a 1*000.
Corles de caiga de meia casemira a 2J.
Ditos de dita de casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3 e 4.
Meias de cores,, unas, para hornera, duzia a
18800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1#.
Meias brancas finas para senbora a 8$.
Ditas ditas muito finas a 4$.
Ditas cruas finas para homem a.4J.
Corte* de colletes de gorguro de seda a 1$.
Cambroia,lisa fina transparente, peca, a 4.
Chales de 15a e seda, grandes, uro 2*.
Grosdenaple preto de lffiQO a 2fl.
Seda preta lairada para vestido a 1#600 e 2jj|
Corles de.vesHdo de sedo preta lavrada a 16*
Lengos de chita a 100 rs.
L,a de quadro* para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, flngindo seda, covado
ra 400 rs.
ntremelo bordados a 200 rs.
Camisetas para senbora a 640 rs.
Ditas bordadas finas 2JS00.
Toalhas de linho paca mesa a 2$ e 4$.
Camisas de meia, uma 040 rs.
Leos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancas bordaos para baptisar crian-
cas a 53900.
orles de calca de casemira preta a 6.
Chales d.c.roerin com franja
zer reci
racao.
Para
ve-se
Lanmar
lulo Ira
E' fal
prielari
atacado
York.
Acha
pe [um,
Luiz Ai
vitar ser engaado por falsificarles de-
rocurar aAgua Florida de Murray o
, e averiguar-sc se o envoltorio e ro-
era o profixo de Murray e Lanman.
jricada esta agua nicamente pelos pro-
s D. T. Lanman o Kera, droguistas por
69 Water Street, e 36 Cold Street, Nova
se venda em todas as boticas e lujas de
ras do imperio, em Pernambuco loja do
Ionio de Siqueira, ra da Cadeia.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegat tes pianos do afamado fabrican-
te Tra jmann de Hamburgo.
CAL DE LISBOA,
novo e nuito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Imendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambem pora presentes a 2$ o frasco,
vende -se na loja de Leite & lrmao, ra
daCac eia do Recife n. 48.
i- V mde-se e retalha-so em pedacos d
palmos J_
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Emcasa de Borott &C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se:
Cabriolets muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Pumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir canos
Carne de porco era barris HajiiD bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam : I
o muilo afamado licor intitulad* Morring Cali,
Sherry Cordial, Menl Julop, Bilters, Wbiskey 4 '
C, ludo despachado ha poucos das.
Machinas de coser, grandes e pequeas, de dif-
ferentcs autores, de um modello inicuamente
novo, por pre^o commodo.
Salsa parriiha em frascos grandes e pequeos,
muito bem acondicionada.
Pilulas vegelaes (verdadeiras.)
Verme fu.
Os propietarios deste estabelecimenlo $>
avisara ao respeilavel publico, quo ac- S
bora de receber pelos nllimos vapores da *
Europa, um variado sortimento de arli- %
gos de novidades, tanto para senhorasco- E
"tno para hornera o menines, e entre es- %l
les : ?K
Para senhoi as. %
Vestidos de cores de moirantique e gro-
de-fric. ^
Capas para sabida dc baile e theatroguar- &
Decidas a arminho, ullimo gosto. t
Di'as de velludo prelo, ultimo gosto. L
Enfeiles de phantasia para baile e thea- J
tro. >j]
Chapelinasde palha da Italia e^eda ul-
timo gosto. ar
Leques de phantasia a madreperola. S
Chales de cachemira rom bordado es- U
pecial.
Braceletes de sndalo e leques.
Retratos dc sndalo.
Vestidos de eambraia branca bordada. |
Luvss de Jouvin brancas, pretas e de 2
cores. *
Murcas, broches e pollerines com man- 2
gitos dc eambraia flnissima, borda- *
dos a ponto de Inglaterra e guarne- Sj
eidos a renda valenciana. I
S05M0 DE GBAT1FICAC0.
Pugio da rasa de sen senhor no oia 4 de abiil
p. p. o prelo de nome Pelix, de nacao Moram-
bique, idade de 35 a 40 annos, Uvou caira e
brim com ramagem azul, estatura balsa, rer
fula, barba na pona do queixo, lem na lala
por tima do naiiz um cal<>mbiiiho que parece 'er
signa I da Ierra del!*, tem os ps um pouco apa-
Ihelados, Tui esclavo do Sr. Mnnocl Francisco
Duarle, esle o vendeu ao Sr. Synpluonio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no anuo
prximo passado, esle lem s ido pescador e raa-
dor enoje padeiro, e por -, tem callos as
juntas dos dedos pelo Indo costas das mo
i era razao da maceir, j e ^ fgido para bal-
das da villa do Cabo m lempo, intilola-se
lorro. muda o nome de ,,ara Joao. ou outro
nome, foi pegado no C porum moco do raci-
mo lugar por nlcunho incas ; domingo 8 do
corrente, esleve a larde n'umn taberna na pa=-
sagem que vira pata o Remedio, e o ?r. Duarto
diz que as suas fgidas lem sido para os lugares
seguintes : Catanga at o engenho Camamgibc,
Barbalho. Ibura at o Cabo ; portanlo roga-se
aos capilaes de campo e as autoridades policiaes
e qualquer pessoa que o possa encontrar o ai>rr-
liendm eo levem a seu senhor na padariTdo
pateo da Sania Cruz n. 6, que ser
mente recompensado, e protesta
tiver acoutado em sua tasa.
Ausenlou-se de casa de seu senhor o escra-
Z ?w S?n.' Prdo escuro, representan-
do ler 22 annos de idade, estatura regular nou-
ca barba denles da frente arruinados, ps gran-
f.8:rV T fCnSpo : qucm Pprchendrr e
lear casa do fallecido commendador Luiz Go-
mes Ferreira, no Mondego, ser generosamenle
recompensado.
generosa-
contra quem o
do frente, mais au menos, a vonladTdo
compra |or, com 250 palmos de fundo, chaos pro-
prios, o sitio que foi do Brilo, na ra Imperial,
cora a frente para o nascente e por isso rauito
fresca morada, e muito agradavel para construc-
cao de ptimas casas, alem da commodidade do
carreto io material para o fabrico das raesmas
casas, pela proximidade de dous porlos dc mar
para de embarque : os pretondentes dirijam-se
a mesra ra Imperial ao seu proprietario Anto-
nio da .' ilva Gusmo.
A S!00 rs. o covado
Vend<
A, chita
avaria a
-se na ra da Madre de Dos, loja n. 36
franceza escura com pequeo toque de
200 rs o covado.
de seda a 58.
g. Cortes de a)c de riacada de quadros a 800 r.
A mellior fazenda neate genero que lera vindoB MiaA (nk m B.i *"" ^
aeMe mercado. p_or ser muito superior e naoL "^T9n*e,"rm veau4 *>". ^T
desbatas-: vtaaVsewwiffft~ii|irfeTiaT3^
do Recife n, 48, loja de Leile & lrmao. 1 Lencos braceos de eambraia, duzia, a 2$. Hoja do Leccmte.
A 320 rs. o covado.
Vend m-se na loja da ra da Madre de Dos n.
36 A, l izinhas de quadros de differentes cores
p3ra vellidos de senhora a 320 rs. o covado, e
mais faz Midas por baralissimo prego.
Perueiras de couro da Russia
Vend m-se excellentes perneiras de couro do
Russia, issira como botas e paletol9, ludo isto
proprio lara o eslaco prsenle : na ra da Ca-
deia dp leeife n. 53.
Aos senhores de
engenho.
I Na ro di Madre de Dos n. 7, ha grande par-
cao de c imiaas inglazaa dabata. paca escravos,
proprias para a prsenle eslaco a 2# cada urna,
ou 2ift a duzia ; a ellas, antes que se acabem.
Sndalo.
Rtca bengala, pulceiras e leques.:
vendeni-tenama da Imperatrir n. 7,
Espirito de viuliotom 44
graos.
Vaude-se espirito de vinho verdadeiro com 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
andaa: na ra larga do Rosario n. 36
Oleado de
cores.
Vendem-se oleados decores os mais finos que
possivel neste genero, e de diversas larguras,
por preco commodo : na ra Direila o. SI, loja
de chapeos de B. de B. Feij,
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cay aj-
os, e relogios d'ouxo patente intlezes
5#000.
Grande sortimento de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos quo se podem" en-
contrar Basle mercado, com seus perlences de
nova invenco, que muilo devora agradar s pes-
soas que os compraren) na ra Nova n. 20
do Vianna. '
Reflnaco de assu-
car do Monteiro.
Conlinua-se a vender assucar crystalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo preco de 7000 a arroba, e aprompta-
se barricas de lodos os tamanhos, com brevida-
de e aceio : na ra do Cae3 de Apollo n. 63.
lovidade.
Becebeu-se pela barca norte-americana Unio
espelhoscom molduras douradas, ondeas senho-
ras e senhores so convidados comparecer para
examinar, os quaes serao vendidos por prego
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, roa do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
Vendem-se saceos com farelr dc Lisboa a
55 o sacco : na ra do Bangel n. 62, armazem.
Vndese ora bonito cavallo ruco foveiro,
com todos os andares e bem gordo ; na ra da
Roda, cocheira do Paulino.
No flm do mez de abril prximo passado fu-
gio do engenho Gurjade baixo, silo na freguc-
zia de Jaboalao, um escravo de nome Jos! de
boa altura, secco do corpo, crioulo, cor preta
representa ler 40 annos, muilo regrisla, e a ou-
vi-10 nao o levarao cadeia, e menos ao seu se-
nhor por dizer ser forro, tem o roslo com marcas
oe oexigas, tem os ps icios, e uma 033 juntas
dos ps grossa por ler lido uma ferida. que
anda conserva a marca muilo vizivel por cima
do jeilo dop, e pucha pela perna, anda ligeiro
e lera nisreas de chicote as costas e nadeas
Foi preso ha poneos dias no Recife, por'm rugi
do caminho, e suppe-se andar por arrabaldes
da mesma cidade, ou pela freguezia de Maran-
loja ^uaPe ou "ribera, por ser morador em pmbs
quem o pegar leve ao engenho cima referido
que ser bem recompensado.
Pugio no dia 14 do correnlc o escravo Ma-
noel, crioulo, alto, corpo regular, barba serrada
reprsenla ler 38 annos, pouco mais ou menos'
tem falla descansada e amatulada, fugio cum
caiga de algodao azul, camisa branca e chapeo de
palha, caiador, e trabalha como servente ou ga-
nhador : quem o apprehender, leve-o a ra dos
Marlynos n. 4, que ser recompensado.
escravo
20 a 25
Fardo
em saceos muito grandes, ltimamente chegado
do Porto: vende-se no escriptorio do Carvalho,
Nogoeija & C.na ra do Vigario n. 9, primeiro
andar.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affectenr.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparnlha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque. .
Pilulas americanas (contra fei res).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmatbico.
AS MELHORES MAHINAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
L M. SINCER & C.
R
WHEELBR &, W4LSON.
No npve estabelecimenlo vendem-se as machi-
nas destes dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia ou da jioile e responsaMtisamo-'
nos por sua boa qualidade e seguranca :no *rna-1
MWni, jateos grandes, por 4KJ00.
Vidrosde boca larga com rollas, de S oncag a
lzlibras. *
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o o.ual veude a mdico
Ra do Codorniz n. 8-
lrmao, roa *a Imperatriz
'aterro da Bbn-Wsta. '
Grattficacao de 50^'000.
Fugio no dia 17 do correnlc mez o
crioulo do nome Matheus, de idade de
annos, e lera os seguintes signaos : cor preta
altura regular, espigado e reforjado do corpo|
falla descansada, mos e ps pequeos, denles
alvos, andargingado, passo miudo, e coro bstan-
le espinhas no rosto ; levou calca e camisa dc al-
godao de lislras azues, chapeo de palha da Ihlia
j usado com fila preta; esle escravo natural
deQuebrangulo, onde tem mi e irmaos, e foi
pertencente o dito cscravo nesle lugar aos Srs.
Cosme de Pinho Santiago e Jos Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes rerrpra-
ram e deram em pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros & C. desta praga, e estes venderam ao Sr.
Silvino Guilhertne de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & lrmao ; consta que este escravo fu-
gio em companhia do cabra cscravo, Maicolino,
de Maeei : porlanlo, pede-se as autoridades po-
liciaes e algumas pessoas particulares, que o
capturem e levem-o a ra de Apollo n. 7, ou a
ra Novan. 1, que gratiflearao com a quania
cima.
Escrava lugida;
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do crrante, uma sua escrava da Costa de nome
Mara, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muilo pela, tem
bastantes cabellos brancos, cosluma trazer um
panno atado roda da cabega, tendo por signal
mais saliente as mos fove)ras, proveniente de
calor de flgado. Esla escrava tendo sabido romo
de costume, com venda de arroz, nao volton
mais : roga-se, portento, a autoridades poli-
ciaca, cepita es de campo e mais pessoas do povo,
a apprebenso de dita escrava, e leva-la i loja
do Pregaicj, na ra do Queimado n. 3, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
dacocheirado nim. Sr. tenenle coronel Sebas-
tio, qne sero generosamente recompensado.
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Litteratura.
O uomeni do bracelete 'ro.
ii
(Continuado.)
E romo te chamas ?
A nuilhor que me criou, e que muilo tero-
Eiilretamo Jorge lodos os das r-monlrava a
jorcp Bohemia ; ella passava por elle correndo,
lanjando-lho um olhar e deaappirccia : algumas
vezes durante longos horas ella camjnhava a seu
lado, estendcndo os passos para poner acompa-
nhar o andar de seu cavallo, silenciosa, e como
que possuida de urna felicidadc interior que nao
deixava transparecer. Quaudo poraccaso no ca-
minho tinha lugar algum encontr com as tropas
* iK-n" h'T';?L^,r<- maS D0SS0S nimigaV;7a7o7ria^uiUsVe;ao do doT
homens charoara-me Mezaamet.
Ah exclamou Jorge rom sorprczo," 6 urna
palavra rabe, que signillcn cobra.
Eu o sei, rriiucou ella ; conhejo* muilos
linguas ; nos permanecen os dous annos junto de
una vi'lha cidade em ruinas, que a gente do paiz
ehama Itaalbeck : ah, apprendi o rabe.
Ali ah I ccnliuuou Jorge. Poders tu di-
zcr-me o que ha cm meu bracelete?
Nao sei ler, responden Mezaamet.
Jorge leu as palavras rabes, que se esteudiam
em bellas letras entenadas sobre as chapas de ou-
ro Ella eseulou-o, e depois encarando-o atlen-
tcnlamenle, sacubio a cabera com tristeza e res-
ponden :
Se fleardes, fareis mentir a legenda de vos-
so bracelete Estaes no paiz das horas mis : ide-
ros embora I
Em rao Jorge inlerrogou-a para ter a significa-
rao deslas ullimas palavras, ella recusou expli-
car-se. Ella tinha levantado os olhos para o co,
e segua com a vista um bando de passaros, qu
fugiam na direceo do meio-dia.
J tordos I diz ella lentamente. O invern
ser escabroso, e far fri para os pobres mortos,
que donnirem sob a Ierra.
Alguns instantes depois, ella acocorou-se dian-
le de Jorge, pegou-lhc no braco, e examinou cu-
riusamenle o bracelete.
Quem vo-lo deu ? disse ella ; quem vos
ama ? Ah 1 como devo ella chorar por nao vos
ver mais I A noile pensaes nisso, e ouvis retiir
em vos mesmo o echo de seus suspiros. Eu o
sei: honiem passaveis junto de um bosque, e ha-
riam velhos corvos pousados em um carvalho,
que me conlaram vossa historia.
Diabos carreguem a cobra I exclamou La-
dislao com algum espanto ; s por ventura feili-
ccira?
Nem mgica, nem feiliceira, relorquio ella.
Se cu lardasse em vollar ao acampamento, dar-
me-iam pancada ; boa noile, cavallciros IE rc-
tirou-se.
No din seguinle urna curiosidade que elles nao
Erocuraram communicar-se, os arroslou aos lio -
emios, Mezaamet pareca espera-Ios e veio ler
com elles. A peca de Obro que Jorge Iho dora
pendia-llie sobre o peito suspensa por um cordo
de rouro que passava por um buraco
E ento um talismn? perguntou Jorge.
Sim, respondeu ella, abaixando os olhos, ja
que foste vos quem m'o deu.
Decididamente, diz Ladislao com um ligei-
ro acerillo de irona, de que nao podem fugir os
espritus anda mesmo superiores quando veem
una mulhcr, quem quer que seja, prefenr-lhes
um outio homem,decididamenle a conquistas-
tes. Vamos, pequea mgica I dize-nos, diz elle,
cstendendo a palma da mo i Mezaamet, a btie-
naadicha.
Nao, respondeu ella com voz melanclica e
arrebatadora, por que s quero annunciar cousas
felizes ao homem do braceltee de ouro.
Aqu eslou para ade7inhar vossa sina, diz
urna velha que passava ; esta rapariguiuha nao
cntende nada disso.
A velha bohemia acocorou-se em presenja de
Jorge, que assenlou-se sobre o declivio de um
fosso. De um saco remendado, que lhe penda
da cintura tirou urna p de pi que eocheu de
areia.e desenhou nella ongracadas linhas, mur-
murando palavras estranhas." \juc pronunciava
muito depressa c muilo baixinho.
Eis o que dizia :
Pelo nome divino e humano de Schaddai,
pelo signo todo poderoso do penUgramma ; em
nome de Annael ; pela forca de Ado e Eva, que
sao Jolchavah, retira-te, Lilith, retira-te Nahe-
mah Pelos Santos Eloim, pelos nomes dos he-
mos Cashiel. Schalliel, Aphel e Zarahiel, por or-
dem de Oriiel, aparta-te de nos, Molocli! apar-
la-te de nos, tu nao leras nossos lillios a devo-
rar !
Mazaamet ajoelhada junto da feiliceira cober-
ta do andrajos, segui-a com olho ardente as li-
nhas, quo o dedo agl tragava na areia ; depois
seus olhos levanlavam-se com singular inlenie-
eirnento ao rosto de Jorge, que sorria animado
por urna sorle de incredulidade preconcebida.
A velha tinha concluido a invocajio, e conti-
nuou cm voz alta sem levantar os olhos de cima
da p cheia de areia mgica.
Bem longe, bera longe d'aqui ha gritos de
dr, e um ser acaba de cerrar parasempre os la-
bios que pronunciaram teu nome... Vai-te em-
bora esta Ierra mi para ti. Onde tua patria ?
Por que a deixasle ? Monta cavallo, foge, sem
rollar a cabeja. Ah tu queres ficar, pobre
piegas. que temes passar por um cobarde ? Mas
vai-te embora logo 1 ha sangue em teu pescojo,
e tua branca camisa lornou-se vermelha. Ah
como as mulheres choram, e como o lempo Ihes
compridoj Ah I a pequea cobra foi tambem
ferida no corajo, e nossos homens riem-se del-
la, por que seus olhos sao lodo lagrimas. Vai-te
embora ou a Ierra dos Magyares nao le deixar
mais parlir.
Mas cala-te, velha coruja exclamou Me-
zaamel, dando um murro na p, quo voou ao
longe com a areia. .
A Bohemia ergueu-se em furia, fazendo juras e
eorrendo a poza rapariga, que fuga.
Contra sua vonladc Jorge licra triste e preoc-
cupado: era daquelles que creem pouco no so-
brenalural, mas havia nos prediccoes da velha
feiliceira alguma cousa to clara e to precisa,
que elle flcou perturbado.
Nesse mesmo dia escreveu i Paulina, e a car-
ta resentia-se da inquietajo que lhe agitova o
espirito. E questao de tempo, dizia elle : an-
tes de um mea te remos certamente tomado a Tran-
sylvania, e ahi estaramos |em seguranza. Sor-
roe-ha permiltido enlo abandonar naturalmente
o exerrilo, e confesso-vos quefa-lo-hei com pra-
zer. Nao tenho mais cssa bella conflanea dos
primerosdias, e creio que me nao desprez"aes se
tos disser que tenho medo de morrer; sois pa-
ra mim como urna felicidadc longinqua, que um
da ser-me-ha dado attingir, e em quanlo esse
flia me apparecia no futuro, scr-me-hia odioso
parlir por isso que nossas esperanjas humanas
nos chamam um mundo melhor. Ah Pauli-
na, linhamos felicidade, era nossa porque a
quebramos assim to voluntariamente? nao com-
metlemos urna dessas acjoes ms, que Deus pu-
ne e nao perdoa ?
Se por milagre Paulina lvesse podido receber
essa carta no mesmo dia, em quo foi escripia
certamente que teria dito i Jorge : Vollai
todo o prejo Mas n&o foi assim e a carta che-
gou muilo larde.
FOLlIETlitl
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
1
DIARIO DE PERNAMBUCO. SABR DO 2 DE JUNHO DE 1860.
roleio. e deixwra euvir um grito de alegra ren-
do Jorge sao e salvo. Ello tinha-sc com ella
acoslumado, ella servia-o por assim dizer, c mui-
tas vezes foi quem desarreiou-lhe o cavallo c da-
va-lhe a rrfjo. Enlo acocorava-Su junto do
animal, em quanto esle comia, segurando-o pelo
cabresto, alisando a crina e beijando-lhe as ven-
las ; linha-lhe mesmo pendurado ao pello um
Squinho de conro, que conlinha, dizia ella, um
talismn infallivel contra a morte viol'iita e cu-
ja virtude era tal, que protega ao cavallo e ca-
valleiro. Jorge deixava-a fazer e agradeca com
um sorriso.
Ah 1 dizia ella, como vosso pensamenln es-
l longe d'aqui leste bracelete pois um encan-
to que vos une para sempre ?
Algumas vezes tinha para com elle encantado-
res e quasi miternacs cuidados ; e urna noile que
o exeicito tinha acampado cm campo descobeilo,
grossas nuvens, impellidas do oesle escureceram
o co, c logo a chuva coraejou a cahir. Jorge
doilado junto de urna moita dorma com a cabe-
ra apoiada em sua raal-i. Pela manh.ia desper-
tando junio de seus companheiros moldados at
os ossos, elle eslava abrigado por urna grande
capa rajada, que linham estendido sobre elle ;
Mezaamel, sentada i seu lado o tinha coberto
assim, vendo-o dormir ; a agua corria-lhe pelos
bragos magros c'pregava-lhe os cabellos sobre
ai fontes. Jorge reprehendeu-a : ella jiinlou a
capa, fez ouvir um riso o retirou-se saltando. La-
dislao ria-sc muito da paixio que seu amigo ins-
pirava e^sa estranha rapariga, o Jorge a consi-
derava como una meninice sem consequencia
Nos ltimos das do mez de julho Ladislao e
Jorge linham sido cncarregados de fazer um re-
conhecimenlo, a que o general D... dava urna im-
portancia extrema. Tratava-sc de fazer alrarcz
das trevas e em silencio urna viagem de perlo de
duas leguas, aflm de reconhecer a exacta posjo
de um corpo de tropas inimigas, que se suppunh i
em marcha para cortar as commuuicajes doex-
crcito hngaro.
A esrurido era profunda, as nuvens ogglome-
radas ennegreciam o co, nem se quer a mais pe-
quena vjraco agitava as arvores ; era urna des-
sas noites negras e silenciosas, como o esli lem
nesses paizes hmidos.
Cem cavallciros escolhidos para esta expedic-
jocslavam montados em seus cavados, troca-
ran) a senta em voz baixa e parliram com os
olhos espreita e os ouvidos escuta.
Alravcssarain campias de milho e pantanos,
d'onde as gaivotas acordadas voavam com grande
barulho.
No flm de urna hora tinham-se desencaminha-
do : o co nublado nao permillia consultar as
estrellas.
A tropa fez alto...
Onde estamos nos ? diz Ladislao.
Todos interrogavara-sc, ningucm responda
Hcsitavam.
De repente atravez dos juncos, que bordavam
um largo regalo, que se ouvia brandamente mur-
murar, deslinguiram urna forma alvecenla, que
marcha va para os cavallciros i m movis.
E' a fada das lagas, diz um velho soldado,
que eslava junto de Jorge : sua apparijo mi
agouro ; esla malvada diabinha. que lem cabel-
los verdes e ps de ra, apparece como signal de
morte, vou fazer fogo
Jorge suslevc a mao do cavallciro, que engati-
Ihava j a pistola.
Quem vive ? bradou elle.
Vive a trra dos Magyares respondeu urna
tenra voz, e quasi logo reconheceram Meza-
amel.
Ella encaromhou-se para Jorge e Ladislao.
Sabia que linheis partido cm expedico es-
ta notte, disse ella ; consultei asearlas, que me
cnsinaram que ieis perder-vos junto da lagda, e
corri depressa para esperar-vos aqui. Seguisles
um caminho errado ; sei onde ides, conhejo to-
dos os caminhos, deixai-me guiar-ros.
Caminha pois em nossa frente, repondeu
Ladislao, que eslava de muito mi humor, e se
tens amor a leus ossos, trata de nao engana-
res-le, porque eu desconfo de tua vil raga de
Bohemios.
Ah Polaco intralavel, murmurou .Meza-
amet, que m'imporlam as las amparas, Es por-
ventura tu, quem eu quiz salvar?
Ella approximou-se de Jorge al poder apoiara
mao sobre a crina de seu cavallo, o poz em mar-
cha atravez da sombra espessa com urna incon-
cebivcl ligeireza, que Jorge admirava.
Tu s, diz elle, como esse Uourdnai de olhos
de gato, oe que fallam os romances da Mesa re-
donda, vs de noile to bem como de dia.
Ah respondeu ella, eu vejo ante mim no
tempo c no espojo, e por isso que o meu cora-
cao esl triste.
Durante duas horas, caminharam assim na es-
curido, onde relumbav* s o surdo pisar dos ca-
vallos.
A pequea Bohemia parou.
aqui, diz ella ; eslaes alravez do urna re-
de de bosque que vos protege ; deixai-me ir exa-
minar na aldeia, antes de um quario do hora
vollarei,"elaboris o que vos resta a fazer.
Frzeram-a acompanhar de dous cavallciros,
que pozeram p em ierra, e ella affaslou-se intro-
metieudo-se por entre as arvores com umaagi-
lidade de cobra, que juslificava seu nome. As
informaces que trouxe no lim de alguns minutos
nao cram de nalureza a satisfazer i Ladislao.
Um corpo de exercilo inimigo atravessira coro
eITcilo a aldeia ; mas desde s vespera tinha parti-
do, dirigindo-se i marchas forjadas para o lado
da Transylvania.
As noticias dadas no general D... bem que exac-
tos, lhe linham sido transmitidas muilo larde, e
toda a vanlagem, que dellas ter-so-hia podido ti
rar, achava-se perdida.
A pequea tropa marchou para a aldeia, que
foi invadida, e inlerrogou aos habitantes, que
confirmaran) o dito de Mezaamel.
Ladslo voltou-se para Jorge com um desa-J
nimo que nem mesmo procurou dissimular.
Ah diz elle, nosso co tcm bem nuvens
Ah meu pobre amigo, que demonio inspirou-j
me essa idea de fos conduzir comigo i Hun-
gra I
Torceram as redeas c pozeram-se de volla. La
dislo i frente march.iva paludo e triste, edei-j
xando ao cavallo o cuidado de conduzi-lo ; Jor
ge scismava, e i cada movimento que fazio, i
bracelete linia-lhe no braco.
Eu ouco, dizia Jorgo em voz baixa ; ma
P >derei jamis reatuuir-le aquella, quo i mim
I. deu ? i
rassavam-se os (Has, e a hora da Hungra es-
va prestes a soar.
Desde tao longos mezes que o povo Magyar
lava pela causa sagrada de sua independencia,
le tinha visto suas justas esperances perderero-
I pouco i pouco, e comprehendia hoje, encerra-
a entre a Austria ea Russia, que s um milagre
odia salva-lo.
Otxercilo do general D... tinha marchado, e
itava apenas n'v.majcrnad da prn^i, de Tcmes-
ar, que durantes trez mezes os Hngaros sitia-
am em vio.
Seguido de perito pelo corpo de.Hay au c de
aniutino, o general D... retirava-se em boa or-
dem, maniendo suas pesjoes com n habilidade,
que o tornou celebre, nao aceitando urna bata-
a, que julgava ser fatal, e continuando imper-
rbavelmcnle seu plano, que era entrama Tran-
s lyani'a, reunir-se ahi os restos de todos os ex-
citas hngaros, e recomecar a guerra santa, a
uzada, como diziam os Magyares
Estava-se- i 8 de agosto de 1849, c o exercito
nha feilo alto, por volla do meio dia, para dar
i s tropas, estafadas pelas longas marchas ao ri-
gor do sol, o lempo de tomar um repouso torna-
do indispensavul.
Ladislio sahTa da tenda do general em chefe, i
uem um correio acabava de Ira2er os despachos
o governo, que, retirando-sc passoi passodian-
) da invasao inimiga, resida actualmente em
Atad.
Ah I diz elle i Jorge, d'aqui i pouco senti-
;mos o cheiro da plvora... Mas, toraai, cis-
a]ui urna carta de Franja enriada i vos com os
despachos do general.
Ladislio aflaslou-sc para dar ordens. Jorge
tirio rpidamente a carta, e mal tinha percorri-
o as primeiras linhas, deu um grilo de sorpreza,
ue pareca quasi um grilo de desespero. Leu m
arla, tornou a ler, e deixando cahir a cabera so-
re os bracos cruzados, abismou se cm seus
ensarnemos : duas grossas lagrimas corriam-lho
i o longo das faces, e toda a amargura da vida pa-
lecia ler-lhe subido ao coracao.
Ah I dizia comsigo, ter jogado com urna tal
lelicidade, nio ter ento mais do que estender a
ao para apanha-la, e perde-l, talvez, para
empre I
Neslc instante Mezaamel passava,cantando urna
strophe de batalha romana :
Dizc-lhe que despose urna bella rainha, a
noiva do mundo ; dize-lhe quo no momento da
i ni.io correu urna estrella ; que o sol e a la sus-
lenlaram a cora sobre minha cabeja ; que cu li-
e por lestemunhas os pinheiros e pltanos da
lloresta. por sacerdote as altas moulunhas, por
rchestra os passaros e por tochas os astros do fir-
mamento.
Do quem, pois, fallas t ? perguntou-lhe
orge.
Da morte, respondeu ella, a noiva do
nundo I
Quando Ladislio voltou para junto de Jorge
iichou-o n'uma tal agilajo, que asscmclhava-se
i febre.
Elle carainhava i largos passos, cora esse mo-
'imento rpido e regular dos animaes sclvagens
ncerrados em gaiolas ; apertava o coracao com
i mao inlroduzida sob a farda meio des'abotoa-
la ; algumas vezes pareva, apoiava-se contra
jma arvore, e, ergiicndo a cabeca, pareca pro-
;urar atravez do co um claro que elle nao aper-
:ebia.
Bespondia is palavras de Laddslio por mono-
syllabos, que lhe escapavam dos labios com bru-
alidade.
Mas oque tenies, meu pobre amigo? diz-
ihe finalmente Ladslo : vos soffreis. Sao ms
as noticias da Franca que recebestes I
A' esta pergunia Jorge fixou sobre Ladislao
os olhos, onde se chocavam sentinienios confu-
sos de prazer e de desespero,
Nao, ceriamente, diz elle : nao ms, e en-
tramo desastrosas. Ah meu coracao est pres-
tes a despedacar-se.
Um suspiro lhe cortou a voz. Ladislao ate-
morisado abrajou-o, e Jorge arrancou-se i seu
abrajo.
Deixai-me, diza elle, nao dai-me occasiao
de enlernecer-me; tenho necessidodc de toda a
minha coragem. de misler que eu seja um
homem, misler, o sel-o-hei, sel-o-hei repeliu
militas rezes machinalmenle.
Depois affastou-se alguns passos, ldncou-se
por Ierra i sombra d'uma arrore, e estendeu-se
com as mos crusadas sobre os olhos, como se
quizesse dormir ou conceotrar-se em um pen-
samenlo secreto.
Infeliz I murmurou Ladislao. Nao sabia
elle, vindo junlar-se nos, que s pode trilhar
nosso caminho aquelle, que disse um eterno
adeus is cousas desie mundo, cm que o homem
lem esperanza ? Elle soflre, e seu coracao est
cheio d'uma imagem, que o atormenta : chora
hoje o que fez honiem, como amanha sem du-
vida chorari sua tristeza de hoje. E lemb-an-
do-se d'uma passagem de Goelz de Berlichingen
acresecntou :
< Se nao queres espalhar em sua alma conso-
lado alguma, pae dos homens, enva ao menos
somno i seu corpo 1
Ladislio fcou muito lempo pensateiro, pre-
so em seus proprios pensamentos, onde se
confundan) sem duvida a lembranca inde-
cisa de Paulina e o ardor de suas aspiraces
por sua patria vencida. Scismou ot a noile
nao oblante o barulho, agitado por essas emo-
ces ragas de que nos recordamos depois d'uma
desgraca consummada, e que chamamos enlo
presenlimentos. la pdr-se em busca d'um lu-
gar, onde podesse dormir, quando ouviu um ro-
gar de vestido] as folhas e percebeu a peque-
a Bohemia. _eu rosto triste pareca mais pal-
udo que de eottume.
Vi Jorge, disse ella, elle dorme. Bem,
bem? quo elle lome forja Os imperiaes nio
eslo longe, sao numerosos, teera artilharia e
marcham em boa ordem. Se elles nao tives-
sem apagado o fogo, verse-hia d'aqui. Passei
atravez das vinhas, alravessei o Nyarad i nada,
e ti-os ; iotroduzi-me entre elles, ouvi-os, e
eslo disposlos a combaler.
seiitiuellas, qua bradavam de espajo i espaco
como um lgubre echo : c sentinellas, alerta 1
Depois o somno apoderou-se de suas palpebras.
Por rolla da meia noile, icntio que lhe toca-
raro no hombro ; dispertou bruscamente e i
ctardade da la, ji diminuida, por que come-
Cava o mingoante, riu Jorge sentado junto de si
Nao poaso dormir, lhe diz Jorge, esla noi-
le inlerminavel. Oujo em meu corajao mos
cuftslhos, que fallara mais alio do que eu que-
rerla. Perdoai-me por vos vir dispertar, mas
espero quo ao barulho de vossas palavras dss-
par-se-ho os phanlasmas que roe cercan. Con-
versemos, necessilo ser oMstrahido de ludo que
me atormenta.
Conversemos, relorquio Ladislio com a
philosophia dos homens forles acostumados a
soccorrer os desanimados. Elle considerara Jor-
ge, cuja pallidez, brevidade e tremor de voz
annunciavam urna perlurhajo excessva, mas
por certa Oxidade do olhar, comprebendeu que
seu corajo, esmagado por alguma nova triste-
za, nao eslava disposto a abrir-se a conferen-
cias. Elle comparou-o mentalmente ao docnte,
que pede um ailivio para seus soiTrimenlos sem
querer dizer qual seu mal, e, evitando mes-
mo pronunciar o nome de Paulina, enlabolou
com seu amigo urna conversajao sobre a guer-
ra, a diplomacia e o estado da Europa, cou-
sas eslas, em que Jorgo nesle momento nao
cuidava.
Absorto em seus pensamentos, Jorge pareca
esculal-o com recolhimento, quando nterrom-
peu-o de repente dizendo :
Nunca liveste medo em vossa vida, e du-
rante um combate nunca pensastes em fugir ?
Bofe, respondeu Ladislao, eslourandode rr,
boa fazer-me pairar ha urna urna hora para nao
me escular I Finalmente este vosso negocio, e
nao m'o desperlastesscno paraterdesum interlo-
cutor que vos drsse a resposla. Perguntais-mc se
tenho tido modo: sim, muitas vezes ; se tenho
pensado em fugir sim, urna vez. E abaixan-
do a voz conlou i Jorge a historia que Paulina
lhe tinha j contado.
Mas erofim, continuou Jorge, se n'um des-
tes dios, na prxima batalha, por cxemplo, eu
fugisse, que pensarieis de rrim ?
Ladislao, que cm mais dNma circumstancia ti-
nha podido apreciara coragem de Jorge, olhou-o
com espanto ; depois, levantando os hombros,
respondeu :
Pensara que estaveis lonco ou doenle. Mas
que dabo lendes vos com vossas quesles de re-
cruta 1
Eu ? relorquio Jorge, nao tenho nada. E
cahio onlra vez no silencio.
Ladislio fez um gesto que madama de Sevign
tena traduzido :
Lanco minha lingua aos caes ; depois
enrolando-se no capote, fechou os olhos e conti-
nuou sen somno inlerrompido.
Pouco a pouco a noile desvaneceu-se e o pal-
udo crepsculo apparcccu ; o co eslava puro e
semelhanle i urna abobada de turquezas ; para
o lado de leste algumas tintas cor de acafro
precedam o sol anda longinquo.
Jorge immovel ecomo que perdido n'um seis-
mar vago, permaneca assentado na orla do bos-
que e olhava a planicie immensa, que se desen-
rolava a seus olhos. De longe em longe, alguns
bolalhes j em marcha passavam afavs dos
campos de milho, cujas alias espigas faziam on-
dular ; urna brisa fresca agitava a folhagera das
arvores, em que os passaros dispertados conie-
javam a gorgeiar.
RESENHA lARfB,
XIX
Siswaiuo.O rclatoro do Sr. ministro da
marinha.
E nos tambem estamos promptos, respon-
deu Ladislio. Sei ludo o que me dizes ; masa
trra dos Magyares nao lhes pertence ainda.
A trra dos Magyares urna trra vida, re-
plicou Mezaamet; ella lem sede, preciso sa-
cial-a; tem fome, e preciso dar-Ibes susten-
to. A' larde os corvos vcaram por muito tem-
po em circulo depois do por do sol, signal que
cedo haver grande carnagem. Vellai por vos,
mas principalmente rellai por Jorge
Ella retirou-se lentamente sem vollar-se, e
Ladislio entregou-se i esse somno por assim
dizer vigilante, que peculiar aos soldados
e viajores. Urna ou duas rezes ergueu a ca-
beja ouyindo o barulho d'uma palrulha, que
passava junto delle ; abru os olhos i voz das
A poca da abertura das cmaras sempre sau-
dada pelo paiz com grande alrorojo ; porque o
paiz ncllas deposita toda a sua conOanja, c dol-
as deve esperar sua prosperidade.
Se nos lempos ordinarios isto suerede, quanto
mais actualmente quo passamos por urna crise
que i lodos inquieta, e preoecupa, seja ella arti-
ficial, ou realmente a consequencia de abusos do
crdito que por ventura se lenham dado.
Foi, pois, com emor.io, que su soube que ellas
nao se linham aberto no dia designado na const-
tuijao, e lodos aguardaran) o vapor que devia
sarnr dn Rio de Janeiro no dia 23 do maio lindo,
com impaciencia, desejosos de rer o discurso da
eora, e o geiio que tomavam na corle os nego-
cios pblicos.
Por este motivo, e por outros cgualmenle pon-
derosos, que dominavam corla elasse importante
d provincia; todos os olhos se crararam rom
anciedade no dia 29 no horizonte para a parte do
mi i ver se descobriam o penacho negro do ve-
hculo da grandeza de nosso secuto, e us fomos
do numero dos observadores inquietos.
O veloz Tocantins, ao principio um ponto no
espaco, foi gradualmente augmentando, at que
deu conhecer as suas graciosas formas, efun-
deou neste porto.
Fomos i bordo ; nossas primeiras pergunlasse
dorinhsm : a issembla Reral se haria aberlo
o dia 12 : o ministerio contava nella um apoio
firme e decidtdo ; os ministros ji havinm apre-
sentado o seus relatnos.
Ao digno comraandaule do rapor deremos i
obsequio de nos mostrar o de marinha, que no
confiou al a hora de sua partida.
Nao lemos, devoramos logo com a vista esta pe -
ja offtrial, tal era a amiedade com que desejai-
ramos reconhecer o pensamento do Sr. ministro
da marinha, i respeilo da elasse que administra
a mancira pela qual S. Exc. encarava a situajinj
actual, que providencias propunha tomarse i sei..
favor, que impresso havia produzido no anim i
de S. Exc. os arligos quo lomos cscriplo. recia
mando urna serie de reformas uteis e urgentes!,
que sero a salvajio do nossa marinha de guer
ra, e que nao derem ser por mais lempo preter
dos, sem a desorganisar completamente, sem
compromellcr seriamente, de um modo deplora
re, que causar o seu total anniquilnmcnto.
A impresso que experimentamos foi agr
davel, retemos com mais pausa, reflexiona -
mos sobre seus diversos tpicos, e, devenios d
ze-lorecresceu nossa satisfajo. Feliz seria
marinha do Brasil, se parte das medidas al
apuntadas, fosse realisada I Ella rapidament
prosperara, e redamos Iransformar-sc sbita
mente o desanimo em esperanja, o abalimcnl
em elevajo, a desconflanja na mais nobre con
fianea uestes mesmos elementos informes qui'
possuimos, que s precisara do urna boa drecjij
para se tornaren), em vez de inertes, como hojej,
outros tantos promotores de urna justa influenj-
cia do paiz na poltica americana, os garantes do
respeito que lhe derido, os conquistadores &
lugar que nos compete entro as demais najoes d
mundo, perantn is quaes sempre nos aprsenla-
mos cora aranhamento, como o homem que o
nao confia em si mesmo, ou demasiadamenl i
modesto!
Mas, em fado do relatnos estamos muilo
desabusados. Ellos sao, como os fogosde vista:,
aprcsenlados para produzir o effeilo da occosit.
Isto conseguido vio fazer compnnhia aos seu i
antecessores, que jazem sepultados no p do es-
quecimento, nao se recordando ninguem mais das
boas ideas do defunlo, que flea eu complot
quielajio.
A repartijo da marinha os possue expeliente i,
csciiptos cora talento e lucidez: neiles so er-
contra remedio para lodos os nossos males; i a
Entre prados mais verdes que esmeraldas, dis-
linguia-se as sinuosdados bnlhanles do Nyarad,
cujo curso irregular eslendia-se aqui em lagos
ampios, e acola se eslreitava al toinar-se urna
especie de trrenle. Deilados confusamente, mor-
ios de fadiga, os soldados dorroiam, em quanlo
os cavallos presos tosqueavam, na extenso do
cabresto, a hervs que podiam tocar ; a atmos-
phera transparente annunciava um desses bellos
dias de julho, que sao com) feslas luminosas,
que o sol d i Ierra. A' cima das monlanhas,
que crcundavam a planicie e fechavam o ho-
risonle, um bando de cegonhas fendia o co.
Jorge o segua instinctvamente com os olhos,
o, respondendo aos scismares, que o arraslavam
um mundo sobrehumano, fazendo por sua vez
esse voto de todos os loucos e scismadores, di-
zia comsigo:
Ah I se eu tivesse azas !
Esta calma .e serenidade eram para elle como
urna promessa de vida e felicidade. Com a noito
os phantasmas desvaneceram-se ; elle pensava
cm sua mocidade, em sua forja, na onda de vi-
da que lfie enchia o corajio ; e pensara m Pau-
lina, as felicidades, que entrevia, e senta de
novo desabrocharen) nelle todas as bellas flores
da esperanja.
Vamos, dizia elle, eslive louco ; mas por
menos se enlouqucceria. Vivam o sol, a nalure-
za c o amor I
la ler com Ladislao c disperta-lo, quando uro
longo claro de repento brilhou, o urna formi-
davel canhonada rompeu o ar. Todos levanta-
ram-se sobresanados, soava o clarim para mon-
tar a cavallo, rufayam os tambores, e os gritos
de commando retian) por toda a parle ao mes-
mo lempo. No meio do tumulto,o bando dos Bo-
hemios appareceu cm desorocm, tocando com
toda a pressa seus cavallos magros esuas cabras.
Mezaornet correu a ter com Jorge :
Sao os imperiaes e os Hussos, diz ella ;
rinde comnosco, nos ror oceultaremos.
Jorge espantosamente paludo oihoa ao redor
de si, e vio Ladislio, que, cingindo o sabr, fa-
zia-lhe um signal cora a cabeja como para di-
zer-lhe :
Aqui estou I
Vai-ie embora, demonio, bradou Jorge i
Mezaamelt repellindo-a.
A joven Bohemia voltou i elle, tomou-lhe a
mao com urna submisso de escrava, chegou-a
aos labios e se poz a correr para alcanjar os
zingari, que reliravam-se rpidamente.
Continuava a canhonada, os ofliciacs passavam
galope dando ordens, e Jorge e Ladislao esla-
vam a cavallo lado a lado.
Ser urna batalha ? perguntou Jorge.
Espero que nao, respondeu Ladislao era voz
baixa, porque ficariamos perdidos ; tatvezuma
escaramuza que se annuncia com grande fra-
casso.
Ah 1 nao era uma escaramuza : os Austracos
e os Bussos, Hayoou e Paniulino atacavam oo
exerrilo hngaro.
E' preciso saber o que fazemos, diz Ladis-
lao i Jorge ; fleai aqui junto do bosque com os
nossos cavalleiros, e esperai-me.
Poz-se a correr, atravez das bateras, que
punham em posijio, chegou promptamente i
aldeia de Kis-Becsbereck, onde o general cm
chefe passara a noile. Em breve voltou cora or-
dens, que lhe traravam sua conducta para a jor-
nada.
Ah I bem I diz Jorge com inquietaco ape-
nas o mo. -1*1-
OVlho D... nao desiste de seu plano, res-
pondeu Ladislio. e lev raao. Elle eali revi-
vido a neo aceMar a batalha e a combaler l-
mente pan assegurar sua retirada. O derrito
em duas columnas se dirige i Temesvar : mal
lenhamos passado os lagos do Nyarad e tenha-
mos ganho os bosques, i que protege o canal de
Cega ; desafio a todas as aguias de duaaeabccas
do mundo que nos apauhem ; mas al pre-
ciso susler o inimigo. Isto compete artilharia,
e nao i nos : ora lemos cenlo esessenta e qua,
tro boceas de fogo, e nossas balas rao fazer ca-
minho por entr, as fardas brancas e os capotes
verdes.
A pequea tropa coroposta d'uma centena de
homens, poz-se gravemente em marcha, pas-
so. Junto della passou uro regiment de caval-
laria, cuja msica fazla e.slrondar os instrumen-
tos como n'uma parada, e locura a marcha de
Baboczy. De longe ssudaram-se- com o sabr o
Irocaram eljens e hurraht. Jorge tinh esse fri
involuntario, que agita on mais impassiveis, ba-
tia-lhe o corajao ortemcnle ~c pareca retiir
como umcho das longincuas arlilharias. Ladis-
lao marchava i seu lado, na apparencia indiffe-
renle.Je assobiava uma velha aria da Gallizia, sof-
freando o cavallo, que se cnthusiasmava com o
barulho.
Jorge via serpeiar ao longe esse ribeiro do
Nyarad, que lhe pareca enlao mais difftcl a at-
tingir do que um dos quatro rios sagrados do pa-
raizo terrestre.e pensava que de,sde que a pequea
tropa, de que fazia parte, tivesse-lhe franqueado
as bordas, haveria entre ella e o inimigo uma
barreira pouco mais ou menos insuperavcl. Er-
gua algumas vezes os olhos para as monlanhas,
que bordavam a planicie e successivamenle via
apparecerera pequeas linhas negras e movedi-
jas, do seio das quaes rompa breve urna nu-
vem de Jumaja branca, alluroiada no centro por
uro claro rpido : eram novas bateras inimi-
gas, que lomando posjo procuravam fazer ca-
lar a artilharia magyare o corlor o exercilo em re-
inada. Na direejao de Semeswar podia ver-se
dilTerentes corpos hngaros, que continuavam
sua marcha ao redor do estandarte e da indepen-
dencia.
Eram onze horas da manha pouco mais ou
menos. Jorge e Ladislao linham felizmente aira
vessado o Nyarad ; alguns cavallos alolados na
lagoa linham ariebenlado os membros, o seus
cavalleiros desmontados seguiam i p a pequea
columna. Era s o que se tinha soffrido, nenhu-
ma morte tinha anda liando as Weiras, e ludo
ia bem. #
Emfim, estamos salvos dizia comsigo Jor-
ge pensando cm Paulina.
Do repente vio-se o exercito hngaro paror ;
coda corpo fez alto por sua vez ; um silencio
solemne reinou nesta mullidao durante alguns
segundos, depois um grilo immenso resoou e
suffocou com seu eslrondo o trovejar do ca-
nho. Ufliciaes, ordenanzas, galopavam alravez
das lucirs, agitando os saines c dizendo pala-
vras, i que su responda por clamores do ale-
gra.
Ha novidade, diz Ladislao, c, com franque-
za, m escolhida a occasiao para fazer sor-
prezas.
Neste momento um ajudanle de campo appro-
ximou-se de Ladislao c explicou-lho em duas
palavras o que se passava. Bero acabava de
chegarlrazendo uma ordem, que lhe dava o
commando em chefe, retirado ao general D... Com
um golpe d'olho. Bero, que os soldados adora-
vam por crerem-o invulneravel e invendr!, ti-
nha julgado a posjo diversamente de seu pre-
decessor ; tinha suslido a retirada, ordenado ao
exercilo que voltasse a face para o inimigo. e
em rez de retirar-se diante da batalha, dispu-
nha-se a apresenla-la elle mesmo.
occasiao despertara sempre a esperanja abatida,
porque ella nunca abandona totalmente o ho-
rnero ; sao receidos com enthusiasmo por estes
pariis do Brasil, que se chamam offlciaes de ma-
rinha, que a gente mais fcil de inflammar-se
que fouhecemos. por ludo quanlo nobre e ele-
rado, porque nobre o elevado sao os pensa-
mentos quo brotan) na almadellcs do alto mar,
perante Deus e i immensidade.
As ideas caplacs do actual Sr. ministro da
marinha sao as seguinles : E' de grande con-
veniencia para a fisealisajo e contoblidade re-
duzir todos os vencimentos dos ofliciaes da ar-
mada e das dilTerentes classes i sold de Ierra, e
vencimentos de embarcado, comprchendendo-sc
nestes as dilTerentes importancias que hoje sao
abonadas debaixo de diversas denoroinaees.
_ E reconhecida a oecessidade de se fazerem
viveiros das madeiras mais preciosas, das quaes
havemos forcosanienle recorrer em uro fuluro
mais lemoto, quando se exlinguirein ellas as
florestas com que to prdigamente nos dotou a
nalureza ; assim como de que os cortes sejam
feitas segundo os procesaos hoje to conhecidos,
que tanto influem na durajo dellas.
A ronrerjo em lei do projeclo de promo-
jes j approvada na cmara temporaria, com as
niodficajes deque por venturaeareja.
Melhoramento dos scldos actuas, comple-
mento daquella medida ; porque ambas fallam is
nobres sspirsjes, e ao inleresse legitimo do ho -
mem, e sao os aieios poderosos, rom os quaes o
governo poder destruir tendencia que mostrara
os offlciaes para deixar o serrico.
Que a oceupajo de empregados eslranhos i
repartijo da marinha, deve importar a saluda
do oflicial do quadro effectiro, e al em eerloa
casos, a sua reforma ou demissoo.
c Que os jorens offlciaes da armada que boje
reruam dianle de uma vida sera futuroaisaslison-
gerra, se aleotwitm, se O governo dimiouisse o
nnraero de offlciaes subalternos do quadro, e fi-
zesse o correspondente augmento as classes su-
periores.
c Quo pedem a justija e a conveniencia do
servijo, que jeja levantada a clausula do artigo
141 do regulamenlo que acompnnhou o decreto
d. 2163 do 1 de maio de 4958, impendo aos se-
gundos (enentes sabidos da elasse dos pillos a
obrigaro de novos exames para passarcra aos
poslos superiores.
Que de maior importancia organisar o cor-
Ladislu percorreu com a vista o horsonte,
cujas collnas se cobriam cada rez a mais ;
via-se avanjarem precipitadamente longas luci-
ros brancas dos imperiaes, apoiadas nos flancos
por corpos de cavallaria, e precedidos pela arti-
lharia ; considerou durante alguns instantes o
terreno cnlarocado e quasi impraticavel, que ia
ser o campo da batalha ; lnclinou a cabeja como
um homem resignado, mas nao convencido, o
lomando a mao do Jorge sem pronunciar uma
palavra, aperlou-a com um desses apertos supre-
mos, cm que o corajo balo lodo inlero.
Joigc com esta noticia de queuma batalha seria
c talvez difiniva ia empenhar-sedeixou escapar
uma dessas imprecajOes enrgicas, que em falla
de elegancia e boas maneiras, leero ao menos o
mrito de indicar claramente o estado d'um
espirito. Ora o seu eslava perturbado, e a es-
peranja que por um momento o sustentara, fu-
gio de novo
Em breva travou-se o combale por loda apar-
to. Veio ordem i Ladislao para carregar com
seus cavalleiros afirn de desembarazar uma balle-
na ameajada de muilo perlo po<* granadeiros
russos. Isto foi de pressa e brilhanleraenle exe-
culado. Na volla, conlaram-se rpidamente com
os olhos. fallavam alguns homens.
Jorge sentia-se animado. No tumulto tinha i
pona de seu sabr um homem, i quera desdi-
r, e como aquelles, que fazera esmola, quando
eslao ameajados d'uma desgraja, na idea confu-
sa de que sua caridade lhes ratera a indulgen-
cia da sorte, elle esperava que esla boa acjo
seria contada por Deus e protege-lo-hia durante
a batalha.
Passavam as horas e a lula nao se terminava ;
como uma innundajo humana a onda dos ini-
migos crescia sempre. O fraco esquadro, que
Ladislao commandava, j diminuido, esculava
esse immenso fracasso composto do grito dos
soldados, do troar da artilharia, do galopar dos
cavallos, que o barulha das batalhas, mas da
sorle do exercito nao se saba cousa alguma.
Um grande tumulto, feridos que se carregavam,
tropas que avonjavam ou recuaram gritando,
nuvens de fumo que o rento impellia c condu-
zia, era ludo. Tinha sido dada urna ordem pa-
ra conservar-se immovel a fin) de encubrir uro
momento da infamara. Esperava-sc novas ins-
truejes, mas em vao ; esle troja* do homens pa-
reca esquecido no meio do compale. A impaci-
encia gaohava os mais habituados i obediencia
passiva Alguns gritaram : Arante I
Silencio as filleiras disse Ladslo com
uma voz firme e doce.
Bestabeleceu-se a calma Envinraro-sc alguns
homens para conheccr, elles partirn) em mui-
tas direjts, e roliaram trazendo cada um ins-
truejoes diversas.
No terreno, em que eslavara reunidos os ca-
valleiros de Ladslo a Ierra trema is vezes
com um assobio : eram as balas que saltlavara ;
alguns homens foram feridos, um foi cortado
em dous, e seu cavallo ferido cahiu espantosa-
mente no meio dos oulro cavallos alemorisados.
Uni as filleiras, dizia Ladislio impassiveI,
e asss seohor de si para deixar ver as emoces
pungentes que lhe opprimiam o coracao.
1nf .elle ,on*e a5nd. mas perita-
mente distinctos. dous batalhdea de unffufroes
brsBtos acabaram de se postar como Jarem"
bargar-lnes a *ssagem. e ao mesmo tempo uro
cavallciro, correado i toda a brida, gritara pas-
sando i Ladislio quo i trezentos passos i recta-
guarda um regiment de lanceiros imperiaes pa-
reca dingir-se i elle para altaca-lo A oc-
casiao era critica e todas as sahidas fechadas-pera
reunir-so ao exercilo hngaro era de mislcr'pas-
sar sobre o corpo dos granadeiros poslados em
ordem de batalha ; poderia Ladislao faze-lo com
os setenta homens que lhe restaram ?
Todos estes homens, affeitos i guerra, linham
com um olhar gravemente reconhecido o perigo
elles preparavam-ze pora morrerem. Do meio de
suas filleiras e elevavam-se algumas vozes viris
que enloarsm lentamente a velha cantiga na-
cional :
Lembremo-nos, lembremo-nos dos antepas-
ados I Magyares, bravos c soberbos, quando
deixareis o trra dos Scythas. nobres patriar-
chas de oul'ora, nao pensaveis ter fllhos escra-
ros lembremo-nos
Os officiai-s consultados sacodiam a cabera, e,
sentido-se perdidos, repeliam o dito popular'na'
Hungra u Nio ha mais juslija na trra ; o rei
Malhias est morlo
Mas o que lendes ros ? exclamou Ladis-
lao voltando-se para Jorge, que eslara com
uma pallidez lvida.
Tmho fri no corajo, respondeu elle.
Fri no corajio 1 continuou Ladislio com
violencia ; nao occasiao disso, nos ramos an-
niquilar esses camisolas brancas gritando : Viva
a patria I
E seremos esmagados antes de toca-Ios,
relorquio Jorge : crede-me, nao tenlai oimpos-
sivcl, fariaroos melhor se nos tendessemos e
deposessemos as armas.
Bender-nos para sermos enforcados I Per-
dis a cabeja, Jorg*; melhor morrer com a
espada em puoho do que com a corda no pes-
coco. Vamos, meu filho, tenho visto outros que
tacs.e neste invern conversaremos sobre ludo
islo ao p do fogo.
Jorge nio respondeu, dcixou cahir de novo a
fronte, o depois, Deijando com raiva o bracelete
d'ouro, que lhe tinia no pulso, ergueu os olhos
e o braco para o poente, na direejao ideal desse
Paria, onde viva ludo que amava ; e coro ama
voz, que teria arrancado lagrimas i quem o ti-
vesse ouvido, exclamou :
Oh I Paulina 1
Tela reloguorda viam-se os lanceiros, que chc-
gavam ; pela vanguarda os Austracos continua-
vam a marchar.
Ventre sobre as sellas! nada de quarlel!
bradou Ladslo ; avante! e viva a Hungra 1
Viva a Hungra! responderam os cavallei-
ios, que parliram i galope com a cabeja baixa e
a espada em punho.
Estavara i cem passos pouco mais on menos
da infamara, quando uma descarga parti. La-
dislao ourio gritos rompetem enlre seus compa-
nheiros, e alravez deslcs gritos houve um ao
mesmo lempo estridente e .suflocado, que lhe
abalou o corajo. Proseguiram. De repente,
ferido por uma bala no peito, o cavallo de Ladis-
lao cahio. Ladislao tentou cm vo erguer-se:
seus cavalleiros passararo por cima dele, e na
retaguarda vinha todo o regiment doa lanceiros
austracos. Ouvio passarem os esquadres por
cima de sua cabeja com um estrondo de raio, as
caudas dos cavallos varriam-lhe o rosto, e as pa-
tas erguidas pela carreira parcciam-lhe como
chispas de ferro, c machucavam-no impetuosa-
mente. Emflm receben na testa uma contuso
tcrrivcl, que o fez desmaiar.
Quando recobrou os sentidos, ludo estava cal-
mo, o ao redor delle ao menos a batalha tiuha
terminado.
po de
necess
fficioes do culto ; porque do sacerdote
ta sobre ludo o marinheiro nessas horas
solemr es de eminente perigo, que lo frequente-
menti: se reproduzcm na vida do Ocano, cm
meio da lula dos elementos, para robuslecer-lhc
a f, se m a qual uo ha acjBo.
Qi e ninguem descouhece a necessidade que
sent t nossa armada de algumas fragatas e cor-
velas de primeira ordem do systema mixto, e que
para ol te-las deve o governo estar autorisado a
despendor annualmenie urna somma de 1,200
contos, at que se completo o numero de laes
navios, de sorle que no lim de oilo ou dez annos
lenhan os urna esquadra, se nao poderosa, ao
menos icapaz de altrahir-nos algum respeilo como
oajo martima.
Que para viveiros de raarinhagera se devem
crear oropanhias de aprendizes marinheiros em
todas s provincias do lilior.il, sendo este plano
contemplado com a inscrpjo martima.
Quem se recordar do que havemos publicado,
quer no Brasil Martimo, quer nesta Resenta,
notar a identidade deslas providenciaa.com as
quo constantemente reclamamos, e pois nao se
admirar de quo elogiemos o trabalho apresenla-
do pelo Sr. ministro da marinha, que tem o gran-
de monto de altender i nossa situajo, de resol-
ver o problema que nos occapa ventajosamente
para obstado.
Com|effeto, no 2o numero do 3 rolume da-
q no lie i peridico, que sahio i luz era agosto de
1853, estampamos uma tabella dos vencimentos
-qne prApunhamas para os offlciaes da armada,
reduziiido-08 i duas especies, somente, como
agor pretendo S. Exc. : sold em trra, aoldo
embarcado, conforme a importancia da com-
missoj
Esta tabella, em que procuramos reparar as
queixas daquelles ofliciaes e de uma simplirida-
da nota re, e presla-se fcilmente contabiltda-
de e tiscalisajo. Entao dizemos nos : Era at
occnsiti mui propra para reduzr os vencimentos
O dia ia fmalisando, c o orbe do sol descia
vcrmelho ao horisonle como um escudo sangui-
nolento : ouvia-se apenas alguns tiros, que reli-
mara distantes. No cimo das arvores os corvos
parecam regosijar-se com esle abundante pasto
preparado na planicie. As collnas, onde pela
manha os canhes linham lanjado seu retum-
bar terrivel, eslavam silenciosos agora, e ne-
nhun soldado lhes pcrlubava as cristas tranquil-
las ; as grandes planlajes de milho, calcadas
pelos ps, agilavam-se ainda aqui e ali ao ago-
nisar de algum cavallo ferido; algumas vezes
ouvia-se um estorlor de moribundo que breve se
extingua.
Com grande difficuldade, e na confusao d'um
soffrimento que lhe envolva lodos os membros,
Ladislao conseguio sabir de debaixo do seu ca-
vallo morlo. l'assando a mao pelo roslo, seiitio
sangue secco, que lhe tinha corrido sobre os
olhos, e na lesla uma ferida larga o irregular;
tentou reunir suas lembranjas, mas seu pensa-
mento estava obscurecido por uma nuvetn cs-
pessa, d'onde nao sahia luz alguma para sua me-
moria ; nao tinha outra snsojo seuo a d'uma
insupporlavel dr de cabeja e a d'um cansajo
geral.
Como se tivesse despertado bruscamente d'um
somno, dizia comsigo : Onde estou eu ? Endi-
reitou-se, o sabr vermelho pendia-lhe ainda ao
punho; deu alguns passos em frente; depois,
muilo fraco para caminhar, senlou-sc em um
caixo revirado e olhou lentamente ao redor
de si.
A' visla dos cadveres de seus soldados, que
cobriam a Ierra, as lembranjas affluiam-lhe de
repente ao espirito; fixou os olhos em todos os
pontos do horsonte, e nenhum ser humano nelle
se mora : ento experimenlou essa especie de
pavor, que causa a solido e sentio-sc desespe-
rado, Ouvio andar, vollou-se e vio um homem
que passava alravez d'uma pequea malta, da
qual cada arvore tinha um golpe. Chamou-o, o
homem veio ; era um honved.
Aonde vais lu ? pergunta Ladislao.
A' Arad, ^espotideu o hornera chorando,
leTar a nolicia.
Onde esl o exercito?
Nao ha raais exercito; ludo est em f-
gida.
Ento perdemos a batalha?
Perdemos! e perdida est tambera a Ierra
dos Magyares!
Onde deremos enlo reunir-nos?
Em Lugos; mas, se a cavallaria austraca
perseguir-nos, nao haver amanha vivo um
Hngaro do lodo o nosso exercilo. Que Deus
nos defenda, meu oflicial Eu parto.
O homem afaslou-se a largos passos, e Ladis-
lao, deixando escapar um desses suspiros, que
despedazara o peito dos mais relentes, ergueu os
bracos ao Co, exclamando :
(Continuar-tt-ha.)
classifleaco actual, odo do Ierra, niaiorias, co-
medorias i que ainda se addicionou no corpo de
saude a verba crgratiQcajes.
Rccommendaraos i S. Exc. o estudo della, por
nos parecer mais ranlajosa do que a que se acha
no senado, mas, uma ou nutra deve passar esle
anno ; porque desde 1857 que a armada espera
de balde por este augmento lio promellido, c to
protellado, e nao conven desanima-la mais.
Sobre madeiras do conslrurco ainda recente-
mente fallamos, vpja-se o Diario de 14 de abril
ultimo, e se observar que S. Exc. concorda com
as nossas proposijes de se determinaren) cortes
peridicos em eslajdes sdequadas, para prori-
mento dos depsitos nacionaes, e de se plantaren!
novos seres .
Mas preciso mais alguma cousa do que o re-
conhecimenlo dsla necessidade, pela qual ainda
mais grave responsablidade contraho S. Exc. do
que a qne j tinha. Importa que quanto antes
providencie na sentido de se efTectuarem estas
planlsjoes nos terrenos j reconheridos como p-
blicos, e nole-se bem, qne esta medida uma
das que reputamos salvadoras da nossa mari-
nha, e era que deve haver perseveranja
Tambero no nono numero do lerceiro rolume
do Brazil Martimo, publicado em 21 de Janeiro
do anho passado escrwemos o seguinle trecho,
que aqui transcrevemos para que se confronte
cora as propostas de S. Eic.
< O desanimo C 0 desconlenlatnento lavram
intensa e extensamente. Todos os dias daa-
mos por providencias para esta situajo assusla-
dora : esludando as cousas que a lecm creado,
conscienciosamente indicamos alguns reme-
dios salulares, e continuamos nesta tare!
Se nio se pozer um dique i deserco do nes-
soal de nossa marinha, nao seri'po* falta de
conselhos nossos ; aceite-os quem quizer que
far um serrico real. Augmonto do sold de
Ierra pan reparaco do mal que fea a publica-
jao da tabella de vencimentos da corpo de sau-
de, isoladsmenleaugmento do numero doa
offlciaes superiores, para se abrir um horisonle
miw vasta i nobre e legitima aspirajo A mo-
Icidade intelligentc, que vegeta e morro aos pos-
los subalternos eliminacao do quadro, nos meio
de retoma, de uma porcia de ofScUe que oa
-rr-
embarcan), porque nao qnertm, ou porque nao
podem, e que entretanto rao subindo os poslos,
o impedindo o accesso aos que trabalham por
querer c poderrepetieo das riagens de longo
curso com frecuencia.
Muito eslimamos ler a mesma linguagem na
pega oflicial que nominamos, e por este fado
nao s laudamos i S. Ese. o Sr. ministro da
marinha com reconheeimento, como nos con-
gratulnos coro a marinha imperial.
Reconheco igualmente S. Exc. comnosco, e
cora loda a armada que se dere levantar a clau-
sula importa aos segundos (enentes que ac-
tualmente existen), sabidos da elasse dos pi-
lotos.
Que lem que rer a assembla geral nist?
Esla clausula nao foi lanjada por ella, mas sim
por um ministro de marinha ; pode, porlauto.
oulro nullifica-la, rislo que a julga injusta e iu-
coareniente, o que j pedimos em a nossa se-
gunda Resenta.
A organisaco do corpo de ofliciaes do culto
mao carece de commentario para so recoassien-
dar. E' uma necessidade palpitante e oppor-
Imna, o por mais de uma vez a temos lem-
brado.
Tudo o mais tem] igualmente oceupado nossa
attenjo em mais de urna occasiao.
Nio fazemos hoje uma anal)se rompida ao
relstorio da repartijo de marinha ; porque nio
lemos teropo para isso ; apenas expomos estas
ligeiras considcrajci que proram que S. Exc. o
Sr. ministro tem esludado asnecessidadesda ma-
rinha de guerra e que est disposto a satisfa-
ze-la.
Pazeaos tolos para qoe S. Exc. continu no
poder, afim de qne teuha lempo de realisar os
seus lourareis intentos, coro o que, por cerlo,
far prosperar a uossa marinha, e se tornar
eredor da gralidio publica, e principalmente do.
elasse mais particularmente inleressada nisto.
B. i4...
PERN. -TYP. DE F. DE PARIA. ~ttM
4J


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