Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09077


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Full Text
m
1
AIIO XXI?I. HUMERO 126.
mu
Por tres mczes adiantados o$000.
Pw tres mezes Yencidos 6j|000.
mmm

ENCARaEfiADOS DA SUBSCRIPTO' DO KOKTB.
Parahiba, or. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, -o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A do Lemos Braga; Cera, o Sr. J. Jus de Oli-
veira; Maranhot, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guirnaries; Piauhy, o Sr. Joao Fcrnandes de
Moraes Jnior;| Para, o Sr. Juslino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cosa.
l'AKIIUA UU.S CUliIItlU.V
Olinda todos os das as 9 1/2 horas de dia.
Iguarjss, Goiaaua e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Cardara, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
j^Pao d'Alho, Nazarelh, l.imoeiro, Brein. Pe1
^heira, **-'-- C1----- ** *- -
Mieira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oncury f Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barrnros.
Agua Prela, Pimenleiras e Natal quintas feiras.
(Tojos os correios parlera as 10 horas da manhaa.
EPHEMERIDES DO MEZ D&MAIO.
a cheia as A horas e 42 minutos da manhaa.
i Ui arlo minguanlo as 4 horas e 57 minutos
di tarde.
a nova as 4 horas *. 27 minutos da larde.
27 i arto crescente as 5 horas e 45 minutos da
la de.
5 L
PABTE OFFICIAL
Ministerio do Imperio.
lFXBETO N. 2,590 DE 9 UE HAIO DE 18CO.
Lleva a dous anuos o prazo de um atino estabe-
lecido no art. 13 do decreto n. 1,601 de 10 de
mato de de 1855 para a ralidade dos exames
cas materias preparatorias.
*ci por bem decretar o seguinte :
Art. 1." Fica elevado a dous o prazo de um
anno, eslabelecido no art. 13 do decreto n. 1,601
de 10 de maio de 1855 parr validade dos exames
das materias preparatorios feitos Dorante a ins- o uc ouiuoro ue 1831, a numeaco i
peeiona geral da insirurcao primaria e secunda- dos respectivos servenluarios. O nue V Exr
na do municipio da corle.
e d.is presidentes o provirficulu interino ue to-
dos os lugares da nomearo do governa impe-
rial ; lenho a declarar a V. Exm, que S. M. o
Imperador, a quem fiz presento o citado oflicio,
houve por bem approvor a soluro dada por
essa presidencia, porquanlo o aviso de 30 de
j.Tneiro de 1857 decidi, sobro consulta da sec-
eo de juslica do conselho de estado, que, era-
quanlo o corpo legislativo nao resolver a qnes-
lo, c esclarecer nesta parle o acto addicional,.
as assemhlas provincias deve- continuar na
possede dircilo emque esto de crearcm olficjos
de. juslica competindo lyift presidenta de pro-
vincia, nos termos do arl. 6.4 da carta de lei de
de outubro de 1834,
pa,
nado
i neiro
PREAMAR DE BOJE.
Prim ira as 2 horas e 30 minlos da manhaa.
?ei ido a.s 2 horas e 6 minutos da tarde
alivis aos mezes Ue evereiro n marco ultimo,que
acom tanharam o sen officio do 14 de abril prximo
lindo aflni de que V. S. os mande "reformar de
midede com o que representa o inspector
da th sourarw de fazenda no oiricio junto por eo-
imilando o numero do pracas ao delermi-
por esta presidencia em officio de S de ja-
iU aoinspectorda thesourariadefazenda. De-
volve ido a V. s. os documentos a que se refere o
scu olucio de 26 do correnle, sob n. 544. relativos
os ycncimenlos da guarda nacional destacada n
villa le Flores, tenho a dizer.quena etimm
gao essa Ihesouraria escapou fezer-so n
Art. 2. Este prazo vigorar lambem para os
exames das mesmas materias feitos perante a fa-
tuidad* de medicina da Bahia.
Art. 3. O prazo ser contado de urna a outra
poca dos exames e nao de dia a dia.
Arl. 4. Ficam revogadas as disrosn oes em
contrario.
Joao de Almeida Pereira Filho, do meu conse-
lho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenha entendido e faca exe-
cntar. Palacio do llio de Janeiro, em 9 de maio
de 1860, 39/ da independencia e do imperio.
Com a rubrica de S. M. o Imperador. -Juao de Ibes era prohibida pele aviso de 31 de outubro do
AlmexdaPerctrattlho. auno pasudo, o qual veda que os p-ornolores
advoguem as causas civiis une posso assu-
mir carcter crime (como as de fallencia ); ca-
: be-mu declarar o Vm. qua. M. o Imoerartor
oLan h a 'T LeTo "t"""00 ?V : h00?e, Pr bcm- confonnaTdo-se comoZo do
companhia de l\avegarao e Commercio do; consultor interino dos negocios da iustica re
iZaZs dTlm a decret "-1,988* l|*r cilad0 ^3ld oufi ;
[mudrihia n. podia prohjbr a accunimuUf.ao!
de
_ escapou tezer-so menea o
do oflicial a que allude V. S o qual lendo ser-
INTA FEIRA 3) DE HAIO DE 1860.
Por anno adianlatlo 19$000.
forte franco para o subscritor.
as DOS TI1IBNAES DA CAPITAL,
commercio : segundas e quintas,
jas feiras e sabbados.
Ierras, quintas e sabbados as 10 horas.
mmercio : quintas ao meio dia.
phaos: tercas e sextas as 10 horas.
JTara do civil: tercas e sextas ao meio dia
ara do civil; quartas e sabbados ao
a.
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Germano b.
29 Terca. S. Maximiano b. ;
30 Quarla. S. Fernando rei
31 Oninta. S. Pelronilla v. ;
1 Sexta. S. Firmo m ; S. Felinlo; S. Severiano.
2 Sabbado. S. Erasmo b. m.; S. Marcelino m.
3 Domingo, da SS. Trimlade. S, Ovidio b.
; S. Priamo m.'
S. Mximo m.
; S Flix p. m.
S. Lupicino.
Ma iiilclligencia
V. Exc. Joa l.uslosa da Cunha J'aranagu.
Sr. presidente da provincia das Alagoas.
2 secrao. Ministerio dos negocios da jns-
lica. Rio de Janeiro, em 16 de maio de 1860.
ltespondendo ao cilicio que Vm. me dirigi
em C de roano ultimo, no qual ponderou que,
biveiido sempre, no [ulerease da administrarlo
dijuslica, nomeado os dous promotores pbli-
cos desta corlo curadoies fiscaes de massas fal-
lidas, ltimamente nao se quizeram clles pres-
incumbencia. sob pretexto de que
lar a tal
DECHETO >-. 2,191 DS 9 \>F. HAIO l-E 1860.
que o
I prohibi, nem r
Atlendendo ao que me representen o baro de dS funches de curador
Mana, presidente da companhia de Navegaco e da juslica' publica, visto
Commercio do Amazonas, hei por bem alterar o
contrato constante das condicoes annexas ao de-
creto n. 1,988 de 10 ae outubro de 1>57. elevan-
do de seis a doze e numero annual das viagens
entre Manos e Tabatinga, de que trata a condi-
coes que com este baixaro, assignadas por Joo
massas fallidas e
como a lei nao in-
cumbi aos curadores Uscaes unieamenlo a de-
feza dos inreresses dos credores, mas com-
mettcu-lhes lambem o importante encargo de
esclarecer e auxiliar o juizo na quaBabacao da
faUniCjia ccnstrtflindo-se porlanto verdadeiros
cao 2.a do mesmo contrato, com as novas condi- Jirom"oiore publico?, nesse summario mixto cri-
minal e commercial ao mesmo lempo,
do Almeida Pereira Filho 'do met conselho, mi- i "''na pela pronuncia ou desp'roi'iu''ci o fal-
nistro e secretario de estufo dos negocios do im-| "do.
O que communicou a Vm. para sua intelli-
geocia c divida execucio. Deus guardo a Vm.
Joao Lvstosa da Cunha l'aranagu. Sr!
Jos Caelano dos Santos, juiz inlffino da 2.a va-
ra do commercio.
2." secrao. Ministerio dos negocias da jusli-
ca. Rio de Janeiro, em 18 iletmaro de 1860
lliro e Kmii. Sr. Tin],, uviBa aitkonhei'i-
peno, que assim o tenha entendido e faca execu-
'ioJE'S?0 do Rio de ,an*roi pm 9 de maio
de 1860, 39. da independencia e do imperio
C.m a rubiica de S. M. o Imperador. Juao de
Almeida Pereira Filho.
CONDICOES A Ql/E SE KEFERE O DECHETO N.2 591
DE 9 DE HAIO DE 1860.
1." Em lugar das seis viagens redondas em ca-
da anno de que trata a condican 2." do contrato -------------- ..,=, ju,t ,
upprovado pelo decreto n. 1,988 de 10 de oulu-i bar, nao obstante os justo motivos que alie-
bro de 1657, a conrpanhia de Navegic.o o Com-! fc'ou. podia continuar no excrcicio do eu car-
mercio do Amazonas onriga-se a fa/e'r urna va- I K. tendo dcixado de assumir a iusrisdiccSo de
ment de S. M. o Imperador o
sidencia de 1 de outubro
consultando : 1., se o juiz
onheci
sa pre
passado,
1 de Sa-
gem mensal na segunda linha de
vapor de sua enipreza, a qual lem
aconlecendo
deveriam as
rido/onirato. ~~J -<- "- -y ^-0 7^ "^ houTMeJp^suuot'aubi"
z. Alemjtt subvencao que a companhia ac-'Huicou Ja vara do dircilo; ni Jinda o mesm
inaim-xin pe>4be, urna vez eslabelecido o serv-1 augusto Senhor declarar a V.
a designada na>cendicJio anteceden- ; do arl. 17 7, da lei de 3
..as an-
nexas aoa mencionados documentos.
Dito ao mesmo.A' vista dos documentos jun-
tos, me me loram remettidos pelo gerente da
comp.nihin peroambucana de paquetes a vapor,
com cilicio de hoje, mande V. S, pagar a quantia
de oil -na mil rig, que se est a dever aquella
comp: nhia. de passagens e freles, ordenados pe-
la presidencia, porconla do ministerio da guerra"
Communicou-se ao referido gerente.
Ditt ao mesmo.-Em vista de sua informar-o
de lio tem, soh n. 545, dada acerca do requer-
ment em que M.inoel Antonio de Jesiis pedo o
pagan enlo de 3:53382i rs auleriso a V. S. a
mand ir pagar ao supplicantc sob minharesponsa-
de, ms lermos dq 12 artigo Io do decreto do 7
dq m.io de 1842, menle a quantia de 1:359#614
rs., em que imporlam o pao e bolacha por ello for-
nncidos ao arsenal da marinha, Picando o resto
para < uando houver crdito.
Dil( ao Sr. Jos Pedro da Silva, inspector da
ihesouraria provincial.Inteirado do conledo
do sen officio de honlem, lenho a dizer em rs-
posta, qua-ica V. S. dispensado do excrcicio do
seu en prego poralguns dias, como pedo no cita-
di oflicio.
DiU
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos- Martins Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figueiroa de
Paria, na sua livraria praca da Independencia ds.
respectivo cuinmauuanle
ovincial.
fiqnei in-
amentb o
a Ihesou-
pro-
navegacio a Jta dedireilo da comarca, par, que lora chimado enUdas pelo c f de po f? -Com
- pnncipio na <-mo 1. substituto ; 2", se, resolvida alrnia- a este polica.Com
cidade do Manos. capital da provincia do Ama- [ "vamenle esta priraeira consulta 9
zona?, e acaba em Tabatinga, na fronleira do re- j l<>r de abrir-se o jury de Sabara'
ru nos lermos e debaixo das clausulas do refe- respectivas sessoos ler presididas' p
presididas
iouvesse.n
o peja fi
?, pafara
e dentro d
citado contrato, a subvencao addiccional de
9:0009 rs. Palacio do Rio de Janeiro, em 9 de
maio de 1860. Joo de Almeida Pereira Filho
Exc. que, vista
de dezembro de
mais o governo imperial mensalmente, 1841, e nn. 211 10 do sen regulamento, que
ao prazo marcado na condicao 4.a do i mandain observar ua subslituiao de juiz de
1 direito, a orden que designare'ni os presiden-
tes as provincias, nao pode o juiz municipal,
1. substituto do ue dircilo, renunciar a subs-
para conservar-sc no excrcicio da
DECRETO n. 2,593 HE HAIO db 1860.
rtingue a imperial academia de msica e ope-
ra hjrica nacional, e revoga os respectivos
estatutos.
Hei por bem extinguir a imperial academia de
msica, e opera lyrica nacional, c bam assim re-
vogar os respectivos estatutos, approvados pelo
decreto n. 8,29 de 27 de outubro de 1858.
Joao de Almeida Pereira Filhoj do meu conse-
]ho, ministro e secretario de estado dos negocios
do imperio, assim o tenha entendido e faca exe-
cutar. Palacio do Rio de Janeiro, em' 12 de
maio de 1860, 39.' da
rio.
tituicao
vara
municipal, considerando-se assim em parte im-
pedido e em parle nao, e escolhendo as funcroes
quelhc convem excrcer, quamlo llie compete a
referida substiluicao pela ordem designada. O
que communico a V. Exc. para sua intelligen-
cia, e em resposta ao supracitado officio. Deus
guardo a V. Exc. Joao Luslosa da Cunha
Paranagu. Sr. presidente da provincia de
Nioas-Genes.
Governo da provincia,
EXPEDIENTE DO DIA 29 DE HAIO.
rubrim TT u eCldJmpe" ",,,t,u u J,,,i,ra ""'nicipai ao iicciie.-ueciaro
Lom a rubrica de S. M. o Imperador. a cmara municipal do Recite, em rcsposla ao scu
Joao de Almeida Pereira Filho.
Officio a cmara municipal do RecifeDeclaro
ministerio da Justica.
DECRETO M. 2,589 DE 9 DE HAIO DE 1860.
Crea urna secrao de batalhao da guarda nacio-
nal do servico de reserva do municipio da ca-
pital da provincia do Piauhy.
Atlendendo ao qne me represenlou o presi-
dente da provincia do Piauhy, hei por bem de-
cretar o seguinte :
Artigo nico. Fica creada no municipio da
capital da provincia do Piauhy, e subordinado
ao commando superior da mesma capital, ua
seceao de batalhao da guarda nacional, de duas
companhias, com a designacao de lerceira do
servico da reserva, a qual lera a sua parada no
lugar que Ihe fr marcado pela presidencia, na
fuma da lei.
Joao l.uslosa da Cnuha Paranagu, do meu
conselho, ministro c secretario do estado dos ne-
gocios da Justina, assim o tenha entendido e faca
exceular Palacio do Rio de Janeiro, em 9 de
maio de 1860. 39. da independencia e do Impe-
rio. Com a rubrica de S. M. o Imperador. Joa
Luslosa da Cunba Paranagu..
decreto n. 2,592 de 9 de haio de 1860.
Declara que a concesso de perdo aos reos que
forem condemnados por crimes militares de-
ver ter requerida por intermedio da repar-
ico da guerra.
Tendo ouvido o parecer da seceo de juslica
do conselho de estado, hei por bem decretar 'o
seguinlo
Artigo 1." A concesso de perdo aos reos
que forem militarmente condemnados, quer es-
estes tenham de rollar ao servido militar depois
de cumprida a pena imposta, quer (rquem del-
lc excluidos por rirtude da "senlnca, dever
ser requerida ao poder moderador por interme-
dio da roparlico de guerra.
Art. 2." As juslica civis, a cuja disposico fo-
rem postos os reos excluidos do dito servico pa-
ra cumprimento da sentenra, informaro s au-
toridades militares sobre o comportaraento da-
quelles que requererem perdo das penas a
que foram condemnados por crimes militares.
Joo l.uslosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro c secretario de estado dos
negocios da justica, assim o tenha entendido e
aca execular. Palacio do Rio de Janeiro, em
9 de maio de 1860, 39. da independencia e
do Imperio Com a rubrica de Sua Magesla-
dc o Imperador. Joo Luslosa da Cunha Pa-
ranagu.
2." seceo. Ministerio dos negocios da jus-
tica, ro de Janeiro, em 14 de maio de 1860.
Illm, e Exm Sr.Em rcsposla ao officio
que essa presidencia me dirigi em dala de 28
de fevereiro ultimo, acompanhando copia do que
Ihe remellen o juiz municipal supplente des-
sa capital Jos Angelo Marcio da Silva, com-
municando que havla ordenado ao cidado Jos
de Barros Accioli sobreslivesso no exercicio dos
oLicios do contador e distribuidor da mesma
capital, vislo terem sido aquellos oflicios crea-
dos pela assembla provincial e o dito cidado
nomeado pelo presidente da provincia, ao que
respoodcu esto que menos regularmente proce-
der o referido juiz, por ser da competencia das
assemblas provintiaes a creajo de tata offlcios,
officio de 14 do correte, que nao Ihe pode ser
permittido o recorrer para o governo imperial da
deciso desta presidencia sobre o conflicto do ju-
risdiccao cnlre o juiz de paz do primeiro distric-
j lo de Sanio Antonio dcsla cidade, Cactano Finio
de Veras, e o supplente juramentado pela cama-
i ra, Antonio Augusto da Fonseca, quer se consi-
dere aquella deciso como provimenlo ao recurso
inlerposlo por Veras, nos termos do artigo 73 da
leidu Io de outubro de 1828, da deliberaco da
cmara municipal do Recife, que o excluio do
exercicJo de juiz de paz, porque a nenhuin tribu-
nal recorrido concede a nossa legislaco o direito
de recorrer da deci-o do superior ; "quer se con-
sidere a predila deciso da presidencia como re-
lativa ao conflicto de jurisdieco que gerra a de-
liberaco da cmara entro o juiz de paz Veras, e
o supplente Fonseca, porque, sendo inteiramenle
eslranho s attribuicoes legaes das cmaras mu-
nicipaes o inlervirem nos conflictos do jurisdie-
co que apparecerem entre funecionarios pblicos
nada tcm que ver a do Recife com a deciso que,
a respeilo do que se dera entre aquellos funecio-
narios, proferio a presidencia, so para isso com-
pleme nos lermos da lei de 3 de outubro de 183
artigo 5 11, sendo que presidencia corre a
obrigagao de dar conla ex-oflicio de scmelhante
deciyo ao governo imperial.
Tomo a occasio para prevenir a cmara mu-
nicipal do Recife de que, sendo contra os princi-
pios receidos em direito administralivo.e sanrcio-
nados por varios avisos do governo imperial, o
lazer o subordinado publicar a correspondencia
que liver com o superior sem licenca desle, nao
poda acamara municipal do Recife fazer impri-
mir o extracto do oflicio a que ora respondo, no
do seu expediente, publicado no Diario de Per-
nambuco de hoje, sem embargo da aulorisaco
que se contera no artigo 62 da lei do 1 de ouiu-
bro de 1828, que nao deve ser exercida de forma
a contrariar os referidos principios e decises do
governo imperial, que s oppem i puhlicaco dos
oflicios que a cmara municipal do Recite dirigir
presidencia, quem inteiramenle subordina-
da, nos lermos dos arligos 78 da lei do 1 de ou-
tubro de 1828, e Io da de 3 de outubro do 183.
Dito aovice-consul da Sardenha-.Eom a in-
clusa infirmaco, ministrada pelo doutor chefe
de polica, respondo acommimicaeo que me di-
rigi o Sr. vicc-consul da Sardenha, em 15 do
correnle, acerca do fado occorrido a bordo da es-
cuna sarda Aslrolabo.
Reitero ao Sr. vice-consul da Sardenha os pro-
testos de minha eslima e considerarlo.
Dito ao commandantc superior interino da
guarda nacional do municipio do Recite. Haja
V. S. de expedir suas ordens para que urna guar-
da de honra, torneada por um dos corpos da
guarda nacional desle municipio, esteja pesiada,
s 3 horas da tarde do dia 31 do correnle mez,
em frenle da igreja da Santa Cruz da freguezia da
Boa-Vista, afim de acompanhar a procisso da
Senhora da CoDceico.
Dito ao mesmo.Tendo Antonio de Mello Al-
huquerque provado ser maior de cincoenta annos
mande V. S. dispensa-lo do servico aclivo da
guarda nacional, al que o respectivo cooselho de
qualillcaco, a quem deve elle requerer, o man-
de passar para a reserva.
Dito ao commandanie superior da guarda na-
cional do municipio de Villa Bella, Ingazeira e
TacaratuDevolvo a V. S. os prels dos venci-
oienios dos guardas oacionacs em Villa Bella, re-
ao contador da thesooraria
Pelo seu cfricio do honlem, sobn.
leirad) de haver Vmc assumido
exerci :o das funcroes de inspoct
raria.
Dte ao inspector interino oa Ihesouraria
vmcia .Em vista do sua informaco de honlem
sobn. 165, mando Vmc. pagar a G. Marinangeli'
actual einprcsanojdo theatro de Santa Isabel em
seguir.a aos utios pagamentos j designados, a
quantia de 6:0t) que se Ihe est antever da 2a
presta :ao do seu controlo.
Diti ao director do arsenal de guerra.Sendo
possivel mando Vmc. fornecer ao engenhoiro
- Heari.|ue Jos da| Silva Quinlanilha, doze ban-
- dcdJIpMS para a demarcarlo, a que proceder as
ierras da aldea dos Indios, na villa da Escada.
Communicou-se ap supradilo engenheiro.
Dte ao mesmo. Mande Vmc. receber nesse
arsenal, e substituir por oulras, rs cinco grana-
doras e duas armas roladas, que Ihe forem apio-
sentadas pelo chele de polica.Communicou-se
a este.
Dito ao capilo do porto Mande Vmc. por
em li lerdade o rccrula Tiburlino Cyriaco. que
mandil opresentar a Vate, com o meu oflicio de
11 do correnle, por ter provado isenco legal.
Dito ao comraissario vaccinador.Km vista do
aviso c o ministerio do imperio de 14 do correnle,
junto por copia, declare Vmc. em que tem de
ser en pregada a quantia de 160, por Vmc. pe-
dida en officio de 10 do marco oeste anno.
Dito ao gerente da companhia pernambucana
do pajuolcs a vaporPude Vmc. fazer seguir
para os porlos de seus destinos os vapores Pe.r-
stHuita e Iguarass nos dias indicados no seu
officio de hunicni.
Pon aria.O presidente da provincia, confor-
mandi-se com a proposla presentada pelo ins-
pector do arsenal de marinha, em officio de 26
do correnle, sob n. 233, resol ve nomear a Jos
ua Coila Rebello para exercer interinamente o
lugar rago de fiel do almoxarife do mesmo arse-
nal. iommnnicou-se ao respectivo inspector e a
Ihesouraria de fazenda.
Dita.O presidente da provincia, tendo em vis-
ta o a iso do ministerio do imperio, expedido pela
repart cao geral das Ierras publicas em 10 de fe-
vereiro deste anno, resolve nomear o 2o lente
de eiijenheirosHenrique Jos da Silva Quintani-
lha. que vai proceder a medirn e demarcaco
das te ras da aldcjia dos Indios da villa da Esca-
da, juiz commissario para intervir em lodas as
3i'ilMio5 ]!mil03' "os ,Prmos d0 dftcrel "
105 de 13 de fevereiro de 1858. que se susclarorn
por o-casiao dessa demarcaco.Communicou-
se ao director dos indios, ao juiz municipal da
c-scada, delegado da repartirlo especial das tr-
ras pu jlicas e ao nomeado.
Dita -O presidente da provincia, atlendendo
ao que requereu o ruajor commandantc do Io es-
quadrar.de cavallaHa da guarda nacional do mu-
nicipio do Recife, Domingos Alves Malheus re-
solve conceder-lhe 30 dias de lcenca.-Commu-
nicou-se ao respectivo commanda'nte
interino.'
superior
Dita O presidente da provincia, lendo a visla
o que niormou o commandanie superior da guar-
da nacional do municipio do Recife. em cilicio
de lo lo correnle, sob n. 75, resolve que seja
aggregjdo ao 1 batalhao de reserva do mesmo
municipio, o lenle da 1 companhia de seceo
dobaUhao de reserva n. 12 da guarda nacional
do mu nc.pio de Barreiros. Jos Rodopiano dos
tantos de conformidade com o art. 45 do de-
creto r. 1130 de 12 do marco de 1853.-Commu-
nicou-ieao respectivo commandanie superior.
una -O Sr. gerente da companhia pernambu-
cana d: paquetes a vapor, mande dar transporte
para a provincia das Alagoas, ondo scro pagas
as resteclivos passagens. ao criminoso de roorte
Josed Cruz, conhecido por Jos Cobra, o a duaj
pracas do corpo de polica, que o irao escollan-
do, no primeiro vapor, que para all seeuir.-
Commiinicou-se ao chefe do polica.
-?l!i'"~0 Sr" 8eren,e da companhia pernambu-
cana d)s paquetes a vapor, mando transportar no
vapor 'guarassu para o Rio Grande do Norte
Uisposigao do Exm. presidente daquella provin-
cia e lor conla do ministerio da guerra, doze
volum. s conlendo arligos bellicos, os quaes Ihes
serao Mandados apresentar pelo agente da mes-
ma provincia. Jos Joaquim de Liraa.-Commu-
nicon-;e a eslo.
DitaO Sr. agente da companhia brasileira
de pageles a vapor, mande dar passasem de
onvez para o Rio deJaneiro.no vapor mi* se
espera do norte a los Fredenco Borges c a sua
mulhei Lina, em lugares destinados para passa-
geiros le estado. v
Dita O presidente da provincia, lendo a vista
a profosta apresentadi pelo tenerile coronel
commrndante do batalhao n. 30 de infamara da
guarda nacioual do municipio do Buique, a qual
se rere-e a informaco do respectivo comman-
danie iipenor, com data de 9 de fevereiro ulli-
mo, sol n. 6. resolve de conformidade com o art
48 da lu n. 602 de 19*de agosto do 1850, no-
mear p;ira oliciaes do mencionado balalbo aos
cidado j abaixo dcoUrados :
t* companhia.
Alferes, o Io sargento Jos Luir de Albuquerque.
Alferes, o Io sargento
Cavalcanti.
Leonardo Bezerra Pessoa
Alferes, o Io sargento Ponciano de A ramo Ca-
valc nti. *
5a ,
Alferes, o Io sargento Jacob Bezerra Cvale^!1.
6*
Alferes, oIo sargento Manoel Clementino de Mel-
lo Lbalo.
los do dia 28 de inaio.
Antonio Agostinho da Silva Pinto.__
uvor alguma vaga, requeira u suppli-
ser attendido, segundo as suas ha-
e como emitir aosenico publico,
nlonio Borges da Fonseca Jnior, como
r do lenlo oronei Pedro Pessoa de
ampos.Declare o supplicanlo o no-
^la a que se refere,
^-enrule Francesco Goncalres de Arru-
da.lororme o Sr. inspector d Ihesouraria do
fazrnd/^.
' "87.3-B.-nlo Jos da Veiga o Joao Antonio
GomesjrWJinvcndo-se dissolvido o conselho mu-
nicipalde recurso, resta ios supplicantes o expo-
^5 exl'l'i lu osa*:') montos que lem em mo."
. -88,-rInnocencia Mara do Rosario.Iutorme o
Sr, Dr. Chefe de polk-ia.
289 Joaquim Jos de Mello Lima Aprescn-
ta^fiCj&inspccto no qnartel general.
rJoaquim de Andrade Fortuna Pessoa.
Difa-f gerencia da Companhia Pernara-
buranac.
291 jJoaquim Rodrigues d'Almeida.Infor-
"'ao W lns'ne,;lor da Ihesouraria de fazenda.
^'?/oao Izidro Gomes da Cruz. Expede-se
ordenj a Ihesouraria de fazenda, onde deve o
supplicnnle apresentar seu titulo para ser conve-
nienlooenle registrado.
293-Joo da Rucha Prannos. Nenhuma
m'ni '"' Para lomar"se administralivamenle.
294.Manoel Thomaz dos Sanios.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
294jj-Semianya do Espirito Santo.Informe
o Sr. Br. chefe. do polica.
295^-Silvano Antonio Gaiao. Passe-se por-
lanai.i
29RjfFrancisco Antonio Brayner de Souza
"aogOf. 2" labellio de notas do termo de Pao
d'Alhf.Passc-sc portara concedendo a licenca
requtfidu.
29-
297.Antonio de Mello Albuquerque.Nesla
data c expede ordem, dispensando o sup-
plicantc do servico at a reunio do conselho de
qualificaro, perante o qual deve requerer ser
paseado para a lista da reserva.
2fJt-BernarJino de Sena l'onlual.J foram
expedidas as ordens no sentido em que requer o
suplicante. '
299. Domingos Gomes de Aguiar Indefe-
rulo.
300.Joao Machado Das.Se habilite na for-
ma da lei.
301.Manoel Antonio de Jess. Dirija-se
Ihesouraria de fazenda, & quem se expede a or-
dem par pagar smente a quantia da 1:359-3614,
em que imporlam o poe bolacha tornecidos pelo
supplicantc, ficando o resto para ser salisfeto
quando houver crdito.
i-.3 secrio. Bio de Janeiro, ministerio dos
n'e&ocios do imperio em 14 de maio de 1860.
IlInTc vi Exm. senhor. Era resposta ao oflicio
dess* presidencia n. 476 de 17 do dezembro do
auwpassado, remetiendo o requerimenlo em
quellerculano Jos Ignacio pede um emprego,
decj-aro a V. Exc. que foi indeferida a pretenco
do supplicante, por nao haver vaga em que ps-
sa ser prvido.
Deus guarde V. Fxc. Joo de Almeida Pe-
reira Filho.Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das
armas em Pernambuco, 88 de
malo de 18GO.
ORDEM DO DIA N. 403.
O lenle general commandanie das armas faz
publico para conhecimenlo da guarnico, e de-
vido effelo, quo nesta data nos lermos da im-
perial provisan de 11 de Janeiro 1853. rontrac-
tou para servir por 3 anuos na muzica do 4. ba-
talhao de artilharla ap, na qualidade de mu-
zico de segunda classe, o ex-muzico do mesmo
batalhao Joo Jos de Mallos, que alm dos ven-
cimcnlos quo por lei Ihe compelirem perceber
o premio de 200000 rs., pago na forma do re-
gulamento do 1. do maio de 1858.
Assignado. Baro da Victoria.
Conforme. Pedro Gomes de Oliveira, slfere*
ajudante de ordens do commando.
EXTERIOR.
CORnESPONDENCfAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Paris, 4 de maio de 1860.
Desle mez em diante, as minhas carias da
quinzena Ihe chegaro as mos de qunzo em
quinze dias, gracas inaugurarlo do servico
francez pelo porto de Bordeaux quo tem lugar
no dia 25 deste mez, o que lenho razoes para
esperar que ser urna empreza seria c duravel,
porque pertence-a urna companhia poderosa, as
mesageries impertis, e ricamente subvencio-
nada pelo governo francez. Desejo boa sorle aos
meus compatriotas, e estou convencido de que o
seu exilu depende delles mesmos, porque o ser-
vico dos vapores inglezes nao sufliciento para
o transporte sempre crescente dos viajantes e
das mercadorias preciosas que se servem desse
modo rpido de cornmunicar;o. Para sustentar
a concurrencia, basta-lhes adquirir nica qua-
lidade essencial da marinha britnica, a exacli-
do, tao nocessaria as iransa.Cyes do-commer-
cio, porque, por lodos os oulros lados os capi-
les francezes esto cortos de chamar a si a fre-
guezia dos brasileros, que segundo me parece
nao apreciara muito a cozinha e a companhia dos
ofliciaes da marinha ingleza.
Vulto aos negocios da Europa. A annexacao
continua a ser a ordem do dia; a anncxaco.no
a aunexacao da Italia que j entrn na cathego-
ria dos fados consumados, porm sim a da Sa-
buya o de Nice. Est resolvido que urna confe
rencia europea ser encarregada de decidir o que
ha a fazer a respeilo da opposicSo da Suissa, o
nico eslado que reclama sob pretexto que a sua
neutralidade est compromellida. Mas para reu-
nir-so essa conferencia, espera-sc a sanrciio que
o parlamento piemonlez deve dar ao tratado de
annexago. Duas causas tem demorado csse
voto ; em primeiro lugar a viagem do rei Viclor
Emmanuel as novas provincias, viagem quo se
prolongou raais do que se pensavs ; em segundo
lugar o facile ler a cmara dos deputados que
fazer 74 reelelcoes, em consequencia das elei-
ges duplas.'quercomplelar-se antes de proceder
a esse acto solemne. No entanto, notas diplo-
mticas abundara a respeilo das prelencoes da
Suissa, e chamo principalmente a sua altenco
sobre duas notas do nosso ministro dos negocios
estrangeiros, M. Thouvenel, que foram publica-
das no Moniteur dos dias 1 e 2 de maio, e que
achara reproduzidas nos jomaos francezes do 2 e
3. Elias lem por Om estabelecer de urna parto
que-, no ponto de vista do direito, a Suissa nao
de modo nenhum aulorisada pelos tratados em
vigor a protestar contra urna cesso feita pelo re
Vctor Emmanuel, tendo sido a neutralisaco dos
districtos saboyanos prescripta no inleresso ni-
co da Saboya e imposta o Suissa como urna
obrigaco ; por oulro lado, que no poni de vis-
ta do laclo, a Suissa nada tinha a ganhar com
augmentar o seu territorio do lado da Saboya,
porque loria oulros pontos muito maja sttaca-
veis, se a Franca.qui/.estu violar 5 sua neulra-
lidade. Recommcndo a sua altenco essas duas
peras que sao obras primas de logca
A proposito da aunexacao da Saboya, tenho
que rectificar o numero de votos dados na mi-
nha caria precedente e que nao estavam com-
pletos. A apuroco geral dos escrutinios fui
feita pelo tribunal regio de Chamlry e deu os
resultados spguintes: eleilores inscriptos 135 449
votos para aunexacao 130,839 ; contra 235 :
votos nullos 71 ; 4.000 mil suflragios nao foram
expressados. J ve que enorme maioria se pro-
nunciou em favor davnncxaro.
Disse-lhe que era neressario ainda o vol do
parlamento piemonlez para que se realisi-sse a
annexaco. Parece que em Turin ha alguna sus-
tos a respeilo do resultado dessa proranca e que
os Ilalianissimos leem muito cncorumdo para
obler urna maioria que recusa a sua saneco a
annexaco de Nice. o que di um grande inle-
resse s leeleices que se esto fazcnJo ueste
momento. Mas sejam quaes forem esforros
de Garibaldi e de seus amigos, pode ter como
cerlo que a aunexacao se ha de effecluar ; em Tu-
rin precisam muito da Franca, para que se mel-
lara a Iranstornar-lhe os planos. A ingralido
familiar aos Italianos o elles nao ponara nisso
muila duvida, porm cm presenta da Austria
quo os ameara e dos governos da Italia meridio-
nal que Ihe sao hostis, esto niuilo dependentes
do imperador para Ihe pregarem alguma pera.
Falleiem Garibaldi c dir Ihe hia que na Italia
nao se comprehendia como era que esse condol-
tieri qao por tuda a parle prega a revoluro o a
revolla. licava na inacio, quando a Sccili'a esla-
va em fogo, ao menos tal era a verso dos jor-
naes de Genova. Tambem espalhou-se o boato
que esse impecluoso personagerrl ia embarcar
com o sen estado maior para se ir por a frente
da insorreicao seciliana. Mas custa-me a crer
que esse boato, que alias nao foi confirmado, te-
nha algum fundamento. Garibaldi ir a Secla,
se as apparencas de xito fossem serias, para'
Iriumphar, mas nao para fazer com que o fuzi-
lem. Ora, parece hoje muito ceito, que o go-
verno napolitano tem comprimido a insurreico
que o ameacava. Alguns bandos composlos dos
homens mais comprometidos nella, se linham
encerrado na pequea cidade de Carini ; as tro-
pas reaes cercaram-os capossaram-.se da cidade
depois de torera morto bom numero driles. De-!
pois desse facli. a ilha inleira est parificada.1
Tal a ultima versa o que veio pela via de apo- : ,1. .
les, e me parece muito verosmil. sul)"issao du conde de Monlemolin
Falle-lhe de oulra i
F. minio para desojar que essa versa.) sej.i a
verdadeira, porque o Sr. de Brurk era um dos
homens mais illustrados da Austria. Era filho do
suas obras, o so o tea mrito Ihe abrir ramiiihu
al as mais elevadas posirors da altiva e arrogan-
(0 arisiurra.ia d'Ausliia." Tinha opinioes libe-
raes eesforriva-se por applirar ao governo do
seu pau os principios salulares da economa po-
ltica. r
O tratado de commercio com a Inglaterra n"
precisa em Franca da saneco do corpo legislativo,
nos lermos da nossa consliluiro que da ao m-
pcra.lor o direito de modificar" as tarifas das al-
fandegas era execucao desses tratados que s el-
0 lem o dircilo de concluir. Mas a nossa assem-
bla electiva que conla era seu seio hora nume-
ro de partidarios do systenia protector o prohi-
bitivo, aprovetou o primeiro pretexto que Ihe foi
offerecido para fazer nascer una discusso a res-
peilo dcse tratado. Por orcasio do proje.clo de
le que supprime os dreilos sobre as las, algo-
does c materias tinturaos, que serreta de ele-
mentos de trabalho s nossas manufacliiras, sus-
ritou-sc um debate muito vivo, o os oradoresd
governo foram obrigados a defrnderrm-se contra
os atlaques dds interrssados que crilicavam com
grande animosida.'le o uso que o imperador tinha
felo do seu direito. Entretanto a le foi votada
quasi por nnaninidade, porque s se pronuncia-
ran contra 4 volos, sendo 216 os votantes. Esse
voto um symptoma feliz para a lei, sobre os
assucares, caf, carao, el, que muilo prxima!
mente vai ser submellida s deliberaedes du cor-
po legislativo.
Na Inglaterra, as interterpcllacoes acerca dos
negocios estrangeiros, tem perdido muito de sua
importancia, e a cmara dos communs oceupou-
se principalmente do bil das reformas. Comer
a espaihar-se entre os vclhos partidos wgd e lo-
ry, a opino de que o bil comquanlo apenas
entreabra a porta s classes interiores, bem po-
derla ler por effeito modificar completamente as
maioiias parlamentares c tirar o governo s clas-
ses superiores quo o tcm possuido at agora. Mas
nao se atrevem a rejeilar o bil, porque ja es-
lao muilo adiiuladas nesse camiulio e a segunda
Icitura foi volada.
7 de maio.
Resumo e completo no ultimo momento, as
noticias da quinzena que os ltimos das modli-
raram ou exclareceram.
E mais que verdade o que eu disse a rcspeiloi
c de seu
.nsnrreiro, a que leve lu- '/T'"0' 'lue,,el\"n,c1ia!n ao seus supposlos dreitus
gar na Hcspanha, c da qual general Orlega, foi I SS.-e ,co,1de Hespauha.
o chefe militar e victima. A priso do prelen- E" .ac., de renu"cta :
dente D. Carlos e de seu irmo que eu j Ihe an- abmo assignado; Carlos Luiz de Burbon o
nuncici, parece que doro simplificar singular- Braganca. conde de Moutemolin, declaro a faco
mente os embaracos quo esse negocio linha sus- niul,Jo publica e solemnemente que, inliraa-
cilado. I)-se como positivo (e a noticia quasi ,m?nle co"venc,do &* mefflcacia das diversas trn-
official) que o conde do Moutemolin renunciou as '!".c lefra sldo fellasem favor dos dreilos
para si e para os seus s suas prelencoes ao q!'e eu |,llg" lt,r a su"cssao da cora de Hespa-
throno de Ilespauha e que em consequencia des- u desojando que nem para niini, nem sob a
sa renuncia, o governo hespanhol linha amnys-' ,nvoca?a? J meu nonie. seja mais perturbada a
liado nao s os cmplices do prelendente como ,ran1u,"lade publico, bem como a calma e rc-
todos os individuos condemnados por crimes c ; pouso da D1.lna palna, cuja feiicidade desejo de
deudos polilicos desde 1856 : D. Carlos e seu i molu ProPno- c com a "ontade ruis livre c mais
irmao sero provisoriamanle reconduzidos fora cxPn,ariea. afim de que a abslenco em que me
do territorio da Hespanha, no luar em que Ibes ; a 1 "a0 Pnna nenhum obstculo, renuncio
convier ficar. Isso para a Hspanha um fado solemnemcr,fo agora c para sempre aos ditos di-
muilo consideravel, porque supprime para sem- I ro'los : protestando que esse sacrificio que faro
pre o partido Carlista e forneco aos horaen que I so os allares da patria, effeito do urna con-
seempenharam nessa causa um meio honroso I v,cno 1uo *liimn na ultima trnlaliva abortada,
de voltarem sua patria. Sei bem que os par-I q"C s csf"rros 1uc fossem feitos em meu favor
lidanosda legilimidade (e temos bom numero oms.lu"a,js' sempre urna guerra civil que que-
delles em Franca) sustentara que os principios '
nao mudam e que a renuncia de um principe nao
implica a suppresso de um dircilo immutavel.
Mas isso sao formulas que nao perlenccm ao
nosso lempo e com que os povos pouco se im-
porlam. Alm disso no ponto de visla abslratiac-
to. nao havia menos fondado do que essa prc-
lenlida legilimidade do irmo de Fernando VII
e as coites de Hcspanha estavam perfeitamenle
autorisadas a reslabelerer o velho dircilo mo-
narchico do reino, a hereditaiiedade das mu-
Iheres em linha reda, que o rei Philippe V li-
nha suppnmido, cm virlude de urna deciso das
corles.
Os negocios com Marrocos esto emlirn termi-
nados. O maiechal O'Donnell leve cm Tcluo
urna ultima entrevista com o negociador marro-
quino.
Foram splanadas todas as difliculdades c esta-
beleceu-sc que a conlribuco de cem milhcs de
toncos seria paga do Io de junho deslo anno ao
Io de Janeiro, reservando Marrocos para si o di-
reito de anlecipar as pocas do pagamento. O ma-
rechal O'Donnell vollou immcdialanientc Hcs-
panha c ehegou ha pouco ao Aranjuez, onde o
povo o a corte llie flzeram o mais enlhnsiastico
acolhimcnlo.
Um faci extraordinario que succedeu durante
esta quinzena fixou durante algum lempo a al-
tenco publica sobre a Austria ; o ministro da
fazenda do governo austraco o baro de Brurk,
matou-se volunlariamenlc.
So fosso simplesmenle um suicidio praticado
em um accesso de febre, como succedeu com lord
Casllereagh, o fado seria apenas digno de roen-
gao e nao faria especje a ninguem. Mas as cau-
sas que deram lugar a essa catislrophe lem um
inleresse todo particular.
Depois da guerra da Italia, o imperador Fran-
cisco Jos, advertido por algumas denuncias que
os fornecimenlos para o excrcilo linham sido ob-
jecto de enormes roubos, orderreu urna inquiri-
?o severa.
A instrueco desse negocio, confiada magis-
trados Ilustrados e honrados, acarrelou revela-
goes importantes.
O general Lynattin, que commandava unidos
corpos do exercilo da Italia foi preso. Enforcou-
se na prsflo, depois de ter fi ilo conlissoes com-
pletas em urna caria dirigida ao imperador. Ti-
veram lugar rauilas oulras prises. e enlre ou-
lras o do cunhado do Sr. de Bruck, director do
crdito moral austraco.
O tribunal de Vienna, senlindo-se apoiado pelo
imperador, rstendeu as suas investigacrs; o Sr.
de ltruck foi muitas vezes chamado como lesle-
niunha.
Na vespera da sua morto, o magistrado ins-
tructor julgou que era do seu dever nao souvi-
lo de novo, como confronla-lo com os aecusados ;
dirigio-se cora esse fin ao ministro da juslica,
qne apresenlou o officio ao imperador. Francis-
co Jos nao querendo que a alta posico do Sr.
de Bruck pozesse obstculo & indagaro da ver-
dade, escreveu ao ministro urna carta dizendo-
Iho que, por pedido seu, conceda-Ihe a de-
misso o quo conllasse provisoriamente a pasta
ao Sr. de Plener.
O Sr. de Bruck recebeu essa carta noile, ao
rollar do theatro, deilou-se, e no dia seguinlo
acharam-o de pescoro cortado e banhado em san-
gue. Expirou do da.
Eis os nicos dctalhes aulhenlicos a respeilo
desla lgubre historia. Mas inimedialamenle a
opiniao publica pronunciou-so dizendo que o sa-
crificio que o baro fizera da vida era 1 conflsso
formal da sua coraplrcidade, e os mais disposlos
indulgencia limitaram-se a dizer que elle era
apenas culpado de fraqueza por nao ter denun-
ciado um crimo do quo seu cunhado* era cm-
plice. Mas hoje vejo as folhas de Vienna, quo
procurara defender a memoria do Sr. do Bruck;
segundo dizem, o ministro da juslica chamen as
todas as pegas que podia 111 comproraeller o seu
anligo collega ; resutlou do seu exame que nao
existia o menor fado que podesso fazer cror na
culpabilidade do Sr. da Bruck que nenhuma par-
lo lomara nos extravos que a justica persegua.
Ao corpo diplomtico foi communicado urna no-
ta explicaddo os fados.
ro evitar a todo o custo.
Em consequencia. empenho a minha pala-
layra de honra em nunca mais consentir que a.
minha handeira seja arvorada na Hcspanha, ou
em seus estados, e declaro que, se, infelizmente
para o futuro, algiicm vier servir-so de meu
nomo com esse Om, l-lo-hei por inimgo da mi-
nha honra c de minha reputaco.
Declaro lambem que no momento em que
gozar de piena liberdade, renovarci a minha pr-
senle enuncia voluntaria, afim de que, em lem-
po algum se possa duvidar da espontaneidad
com que a formulo. Que a ventura e feiicidade da
minha patria sejam a recompensa deste secrifico!
AssignadoCarlos Luiz Dourbone de Draganra.
Dado om Torlosa, aos 23 de abril de 1860. *
A renuncia de D. Fernando concebida nos
mesmos termos.
O correio de honlem nos trouxe essa peca. O
de hoje traz-nos dous decretos um con:e"dendo>
amnista geral para todos os delictos o crimes
polticos commettidos desde 19 de outubro du
1856, obtro ordenando que os infantes sero
transportados por um navio do eslado ao porto
eslrangeiro que designarem
No ca beca I ho desses decretos acha-se um rela-
lorio dos ministros da rainha no qual se le a se-
guinte passagem ; urna tentativa lo insensata
[. mereca um castigo exemplar : porm o governo
inspirado pelos nobres c magnnimos pensamen-
los de V. M., nao quer que a lei, na" cxccuco
I da senlnca inexoravel da juslica, leve o lulo a
i nenhum ponto da peninsula, na vespera da ce-
i lebraco do annivcrsr.no de um des fados mais
i gloriosos da nossa historia, csse momento cm
que a naco se dispoe a saudar com graldo en-
tusistica o exercilo victorioso em taas bala-
Ihas, modelo perpetuo d bravura, de constancia
e de disciplina. V. M. quer cobrir com o veo da
sua inexgotavel bondade alternados que, se sao
indignse altamente criminosos, s lem servido
para demonstrar mais urna veza unio quo exis-
te entre a naco e o throno.
Eis um negocio bem terminado e urna era nova
de pacificago e de paz que comega para a Hes-
panha, oxal que ella proveile.
A Italia nao se resigna a descancar. O rei Vic-
lor Emmanuel faz os discursos mais bellicosos
em Florenga e cm Bolonha ; parece disposlo a
guerreare assignala o general Lamoricire como
seu futuro adversario. Como, com lal lingua-
gem espera elle ajunlar o seu amigo Garibaldi
que pretende querer levar a revolugo Sicilia
ainda que nao lenha partido, e se esforc para
quo o charoem a Turin, devendo o mandato quo
Ihe deram os eleilorcs de Nice expirar pela ces-
so Franga ? Na Italia ainda esl* ludo muito
barulhado.
Bullelim da bolsa3 % 11304 1/2 96,75
Consolidados inglezes95 3/8.
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
ASSEMBLA GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
NONA SE SSAO PBEPABATORIA EM 9 DE
MAIO DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel IgnUtcio Cavalcanti
de Laceria.
Ao meio dia, o Sr. presidente abri a sessao,
estando presentes os Srs. Vallasques, e Fernan-
des Torres.
Lida a acta da anterior, approrada.
Nada harendo a Iralar, o Sr. presidente convi-
dou os Srs. senadores para se tornarcm a reunir
no dia seguinte e Ieraniou a sessao.
DCIMA SESSAO PREPARATORIA EM 11 DE
MAIO DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanti
de Lactrda.
A's 11 horas e 40 minutos da manhaa o Sr.
presidente abri a sessao, estando preseutes os
Srs. Vallasques, Almeida e Albuquerque, Diniz,
bario de Qiefsin\ Gandido Borges, Araujo Ri-
J BY_Vl I


1
DIARIO DE PF.RWAMBUOQ. QUINTA PEIRA 31 DE MAIO DE 1860.
toiro, Silveira da Molla, Souxa Ramos, Nafra,
marquez 'branles, marquez de Cnxias, mar-
quez de Itanhaem, roarquez de Monl'ALegre,
marquez de Olinda, visconde de Abaet, viscon-
de de Albuquerquc, risconde de Sapucahy, o vis-
conde de Suassuna.
Lida a acia da anterior, approvado.
O Sr. 3. Secretario (servindo do 1.) deu con-
ta de seguido
EXPEDIENTE.
L'm aviso do ministerio dos negocios do impe-
rio, participando que S. M. I. se digna do receber
boje, ao meio-dia, no poro da cidade, a depute-
$ao de senado que deve ir pedir ao mesrao au-
gusto senhor que se digne de designar o din,
liora e lugar para a missa do Espirito Santo, as-
sim como o dia, hora- e lugar para a sesso im-
perial da abertura da assembla gem.
Um oflcio do 1." secretario da cmara dos
Reputados, communicando que inesaa ; cora as formalidades do eslylo, preste juramento
mars pode comecar os seus Irabalhos por j c ,oma assent0. "w-1" J
ter numero sutbcieiiie de membros para formar
abrir-jse a assembla geral, vai-se ofliciar ao gu-
verno pera saber o dio, hora e lugar etn que S.
M. o Imperador se dignar receber a depulaco
que por parte des! a cmara tero do pedir desig-
naco do dia e hora da missa do Espirito-Santo
na capella imperial, assim como o dia, hora e
lugar da abertura da assembla geral; c ncnia
pira a dita depulaco os Sr. Teixeira Jnior,
Lima e Silva, Gonclves da Silva, Joo Mendes,
Teixeira Soares, Peixoto de Azcvedo, Rocha
Franco. Alcntara Machado, Cerqueira Leite, Sil-
vino Cavalcanti, Denevides, Uenriques, Sergio
do Macedo, Paula Santos, Costa Pinto, Paulino
de Souza. Relizario, Martinho de Campos, Ai hay-
de, Coelho de Castro. Paulo de Miranda, Villela
Tavares, Brando, e Pereira de Salles.
Achando-se
Vice-presidente (60ceduU*). .
Visconde de Camaragibe, 40 votos.
Primeiro secretario (61 cdulas! '
Anlonio Pereira Pinto, 38 votos.
. leereario (61 cedulas.1
Candido Mendes de Almeida, 48 voto*.
3. secretario (61 cedulus.i
ntonio Francisco de Salles, 50 votos
4." secretorio (61 cdulas.)
(61 cdulas.)
Sebasliao Gonclves da Silva, 31 tolos.
Svpplentes.
1 Jesuino L.mego Costa; 2., Antonio Jos
He triques.
) chando-6e na sala mmediaia o Sr. ministro
da i-uerra, o Sr. presidente convida es Srs Sam-
poi,) Vianna, Torres-Homero, Sergio de Matedo,
na sala mmediala o Sr. Filinlo IIe,mques de Almeida, Toscano Brrelo e Sarai-
Hennques de Almeida, deputodo pelo 4." dislrc-
loda provincia da Parahyba do Norte, cuja elei-
co Jt foi reconhecida.pela cantara, inlroduzi-
casa.
Em seguida o Sr. presidente convida a depu-
laco para se dirigir ao paco da cidade e desera-
penhar sua rcisso.
Voliando a depulaco meia hora depois do
mcio dia, o Sr. SiWeiia da Mulla, como seu ora-
dor, diz que tendo sido inlroduzida a mesma do-
pulacao preseneade S. M.o Imperador, e cum-
prida a roisso de que fra encarregada, o mesmo
auguSto senhor se dignara de responder que a
missa do Espirilo Santo leria lugar no dia 1, as
10 horas da manhaa. na capella impciial, e quo a
sesso imperial da abertura da assembla geral
seria no mesmo dia, 1 hura da Urde, no paco
lo senado.
O Sr. presidente declara que a resposta de S.
H. Imperador era r,ecebida com muito especial
Agrado, e depois de convidar os Srs. senadores
Jara se reunirem no dia seguinte ao meio dia,
crauta a sesso.
SESSO EM 14 DE MAIO DE 1860.
Presidencia do Sr. Manoel Ignacio Caralcanl
de Lacerda.
s 10 horas e 3 quailos da manhaa o Sr. pre-
sidente abre a sesso, estando prsenles 30 Srs.
senadores.
Lidas as actas de 9 e 10 de selembro do anno
passado. e a de 11 do prcssule mez, sao todas
approvadas.
EXPEDIENTE.
O Sr. 3o Secretario l servindo de Io) le a car-
la imperial quo notriea senador do imperio pela
provincia de Minas Geraes o Sr. Manoel Teixeira
de Souza.
remettida com urgencia commisso de cons-
tituidlo.
O Sr. Dantas participa que o Sr. senador Sil-
va Ferraz llie havia pedido luecoaimunicasse no
senado que nao podia comparecer porseachar
anejado em eonsequencia do fallecimcnto 3e um
*eu fllho.Fica o scuado inleirado, e manda-se
tlesanojar.
O Sr. Presidente declara que so vai prece-
der elci^ao da mesa, commecando-se pela do
presidente, e depois das respectivas comoiis-
soes.
Corrido o escrutinio, sahem eleitos:
Presidente.
O Sr. Mannel Ignacio Cavnlcanli de Lacerda,
coma materia absoluta do 21 votos, ohtendo 17
Sr. visconde de Abaet, leudo viudo a mesa 38
cdulas;
V ice-presidente.
O Sr. F.uzebio de Queiroi Couiinho Matoso da
Cmara com a materia absoluta de 24 votos, ten-
do oblido o Sr. visconde de Abaet 4 votos, vindo
5 mesa 31 cdulas;
l.secrelario.
O Sr. Vnllasqiies com 17 vol?, e 3. o Sr. Al-
JXiU'ida c Albuquerquc com 15 ;
2." secretario.
OSr Jubim com 31 e 4." o Sr. Fernandes
"Torres cura 23, Ocando 1." supplenta o Sr. I).
Manoel com 5 votos, e 2. o Sr. llantas com 3,
por desempate com o Sr. Mafra.
Segue-se a nomeaeo das commissoes, c sao
eleitos para a de
Resposta falla do throno.
Os Srs. Baptista de Oliveira com 27 votos, vis-
conde de Abaelccom 23 e marquez de branles
om 15.
Conslituicoe diplomatia.
Os Srs visconde do Sapucahy com 30 votos,
visconde de Uruguay com 29 c marquez do Olinda
com 5.
Fazenda.
Os Srs. visconde de Ilaborahy com 32 voto*,
marquez de branles com 26 e Vianna com 17.
Legislorao.
Os Srs Souza Ramos com 21 votos, Silveirada
Molta com 19 e Vasconccllos com 7.
ilariiilta e guerra.
Os Srs. marquez de Caxias rom 7 votos, vis-
conde de Albuquerque com 24 e Souza e Mello
com 15.
Commercio, agricultura, industria earlen.
Os Srs. marquez de Mom'Alegre com 24 vo-
tos, Muniz com 15 e visconde de Suassuna
com 13
Emprezas privilegiadas e obras publicas.
va
la a depulaco desta
Horges com 22 volos, Dias
18 e Baptista de Oliveira
e negocios ecclesiaslicos.
beiro rom 2 volos, Nabuco
e Oliveira cora 10.
Os Srs. Candido
de Carvalho com
com 15.
lnstrucro publha
Os Srs. Araujo I
com 11 e Baptista
Sonde publica.
Os Srs. Candido torges com 29 votos, viscon-
de de Jequlnhonh com 19 e Dantas com 5.
Redacco e leis.
Os Srs. visconde de Saupcahy com 27 vo-
tos, Pimenta Bueno com 22 e Souza Ramos
com 17.
Estalistica, calechese e colonisaro.
Os Srs Cnnha Vasroncellos com" 22 volos,
Araujo Ribeiro com 22 e marquez de branles
com 21.
Assemblas procinciaes.
Os Srs. risconde de Uruguay cora 23 volos,
Dantas com 22 e Nibueo com 20.
Eslando concluid.i a eleico das rcmniisses, o
Sr. presidente d para ordera do dia da seguinle
sesso:
l."c 2.a discusso dos propositos da cmara
Jos deputados: 1.a creando um quarlo collegio
no 8. districlo eleitoral da provincia do Minas
Geraes ; 2." approvando a aposenlaco concedida
ao io jui/. de direitoj Joo Carlos Pereira Ibiapinn
com o ordenado de 1:200^000 ; 3.a approvando a
penco annual de 292$, concedida ao soldado do
corpo de polica Ricardo Jos Francisco.
1." discusso do projeclo das commissoes de
conslituico e estatitica dividindo em dous o
collegio doll.d3tiiicto elciloral da provincia de
Mnos-Geraes, que lera assondo na cidade da
Campanha.
Levanta-se a sesso s 2 horas c um quarlo da
tarde.
CHARA DOS SENHORES DEPUTADOS.
DECIMA TERCEIRA SESSO PREPARATORIA
EM 9 DE MAIO DE 1860.
Presidencia 'do Sr. Conde de Baependy.
Ao meio-dia, feiln a chamada, e achando-se
presentes os Srs. ejonde de Baependy, Pereira
Trato, Candido Memjes, Salles. Peixolo de Aze-
vedo, Teixeira Soares, Villela Tavares, Lamego,
Costa Piulo, Cerqueira Leile, Goiiralues da Sil-
va, Coelho de Caslr^i, F. Oclaviano", Luiz Carlos
Paula Santos, Delllnlp de Almeida, Joo Paulo
Joao Mendes, Rodrigues Lopes, Souza Leo Pa-
checo, Alcntara Machado, Silvino Cavalcanti
abre-se a se6so. \ '
E' lida e approvadala acta da antecedente.
Nao havendo flada\ a tratar-se, levanla-se a
sesso meia hora depois do meio dia
DECIHA-QUAHTA SESSAO PREPARATORIA
EM 10 DE MAIO DE 1860.
PRESIDENCIA DO S&| CONDE DE BAEPESOI.
Ao meio dia. eita a chamada, e chando-sc
presentes os Srs. con !e de Baependy, Pereira
Pialo, Candido Mendei, Saraiv, Ferreira de
Aguiar, Teixeira Soares Pacheco, Rocha Franco,
isciMidede Camaragibe Pedreira, Franco de Al-
Iva,
-, Paes
Brrelo. Aime4a Tere ra. Peixolo de Azevedo,
Cerquis* Lene, Teixeira Jnior, Alcntara Ma-
chado, Silvino Cavalcanti, Paranagu, o bnio
de Mamanguapc, abre- ie a sesso.
E lida e approvpda acta da anlecedenle.
O Sr. 2 o secretario, servindo de 1 d conla
de um ofljcio do Sr. deputado Miguel Fernandes
Vleira communicando tu poder comparecer esle
anno s sessea Vai commisso de poderes,
bern como o diploma co respectivo supplenle, o
Sr Manoel Femandas 'ieira.
O atesmo Sr. secretario participa queseacham
na corte e prompios p ra os Irabalhos da cmara
os Srs. deputados An onio Pinto do Mcndonca,
redro Mirau. Brrelo de Atago, Joao Baplista
OBteiro, Joaquun Pin lo de Campos.Roberto Ca-
lhciro de Mello e Pedro Antonio Ja Costa Moreita.
U Sr. Prtstdtnlt declara que eslaodo completo
9 numero preciso de deputados para ijuc $obsa
-.o.....u. uo ^.iiuaragiiip, reareira, rranco de
meida. Augusto de Oliieira, Gonclves da Sil
Dias>Kira Araujo Lima, Joo'Mendes, P
CHAJlADA DF. SLPPLENTE.
L6-se, e approvado sera debate, o seguinle
parecer:
A'commisso de conslituico e poderes foi
presente o officio do Sr. Miguel Fernandes Viei-
ra, deputado pelo 6." districlo eleitoral da, pro-
vincia doCear, participando nao poder compa-
recer aos Irabalhos desla cmara na presente
sesso ; e tendo sido presente a mesma commis-
so o diploma do respectivo deputado supplenle,
o Sr. Manoel Fernandes Vieira, que se acha pre-
sente, de parecer quo seja o raesmo senhor
admillido a lomar assenlo, prestando o juramen-
to do eslylo, visto ja achar-sc approvada a sua
cleico.
"Paco da cmara, em 10 de roaio de 1860./.
J. Teixeira Jnior.J. J. Pacheco.
Achando-se na sala immcdiala o referido Sr.
deputado supnjente, finlroduzido com as for-
malidades do eslylo, presta juramento e loma
assenlo.
A' una hora da lardo o Sr. presidente sus-
pende a sesso, at que chegue a resposta do
governo sobre a designagn do dia, hora e lugar
em que ter de ser receba
cmara.
A's duas horas da tarde, continuando a sesso,
o Sr. 2." secretario, servindo de 1., l um offi-
cio do ministerio do imperio communicando, que
S. M. o Imperador se dignar receber amaaha
ao meio-dia, no paco da cidade, a depulaco
desla cmara que lem de pedir a designaco do
da e hora da missa da Espirito-Santo na ("apella
imperial, bem como dia, hora e lugar da aber-
tura da assembla geral.Fica a cmara iutei-
rada.
O Sr. Presiden\e, declarando que amanhaa
devora haver sesso preparatoria, levanta a de
hojeas duas horas e um quarlo da Urde
DCIMA-QUINTA SESSAO PREPARATORIA
EM 11 DE MAIO DE 1860.
PRESIDENCIA DO SU. CONDE DE BAKTENDT.
A's 11 horas e meia da manhaa, feila a cha-
mada, e achando-se prsenles os Srs. conde da
Baependy, Pereira Piulo, Candido Mendes, Salles,
Saraiva, Casimiro Madureira, Piulo de Mendon-
ca, Gonclves da Silva. Miguel de Araujo, Costa
l'inlo, Ferreira de Agolar, Joo Paulo, Jo
MenJes, viscopdo de Camaragibe, Pinto de Cam-
pos, Alcntara Machado, Bcnevides, Rocha Fran-
co, Cerqueira Leile, Pacheco, Villela Tavares,
Peixolo de Azevedo, Toscano Brrelo, Paes Br-
relo, Pedro Muniz, Sergio de Macedo, Paranhos,
Reg Barros, baro de Mamanguapc, Costa Mo-
reira, Calheiros, Henriques de Almeida, Dias
Vieira, Teixeira Soares, Torres- Homem, Coiho
de Castro, Teixeira Jnior, elphino do Almeida,
Paulino de Souza, Henriques, Fausto de Aguiar,
Lamego, F. Oclaviano, Luiz Carlos, Gomes de
Souza, Franco de Almeida, Souza Leo, Martinho
Campos, Paula Santos e Araujo Lima, abre-se a
sesso.
E lida c approvqda a acta da antecedente.
O Sr. presidente convida a depulaco que tcm
de pedir a S. M. o Imperador a designaco do
din e hora da missa do Espirito Sinlo na capella
imperial, assim romo do da, hora e lugar da
abertura da assembla geral a cumprir a sua
iiiisso, e suspende a sesso al sua volia.
A' meia hora depois do meio dia, continuando
a sesso, o Sr. 2,"secrclario, servindo de 1,, d
; conla de um officio do Sr. deputado nionsen'hor
: Ignacio Marcondcs de Oliveira Cabral, partid-
: pando que por inrommodos em sua saudc nao
pode comparecer prsenle sesso.A' commis-
so de poderes.
Volisndo a depulaco, o Sr. Teixeira Jnior,
como orador d'ella, tomando a palavra pela or-
dem, declara que leudo sido a mesma depulaco
recebida com os formalidades do eslylo, e cuin-
prindo sua missao, S. M. o Imperador se servir
designar nsdez horas do dia do nmanhfa para a
missa do Espirilo Sanio, na capella imperial, e
urna hora da larde para a abertura da assembla
geral no pac, do senado.
O S', presidente declaiaqne a resposta de Sua
Magcetade recebida com muio especial agrado.
CHAMADA DE SUPPI.EM'E.
Vem mesa, lido e approvado sera debate o
seguinle parecer :
Participando o Sr. monsenhor Ignacio Mar-
condes de Oliveira Cabral, deputado pelo 3 dis-
triclo da provincia de S. Paulo, que por incom-
modos de saude nao pode tomar parle nos Iraba-
lhos di enmara na presente sesso, como consta
de seu officio de 25 de abril do correntc anno,
parece commisso de constituiro e poderes
que deve ser convidado a lomar assenlo o sup-
plenle do referido districlo, o Sr. Dr. Manoel
Marcondes de Moura Costa, cuja eleic&o j foi ap-
provada.
Sala da cmara dos depulado', 11 de maio
de 1860.J. J. Pacheco.J. J. Teixeira Jnior.
Nada mais havendo a Iralar-so, o Sr. presidente
levanla a sesso i urna hora da tarde, convidan-
do os Srs. depulados para compareccrem ama-
nhaa, na capella imperial e depois no paco do se-
nado s horas indicadas.
SESSO Fl 14 DE MAIO HE 1860.
Presidencia do Sr. Conde de Baependy.
Asll horas da manhaa, feila a chamada, acharo
se prsenles os Srs. conde de Baependy, Pereira
Pinto, Candido Mendes, Salles, villela Tavares,
Machado. Miguel de Araujo,Teixeira Soares, Lima
e Silva, Brando, Piulo de llendoncs, Peixolo de
Azevedo, Lamego, Souza Leo, Henriques de Al-
meida, Ferreira de Aguiar, Joc, Mendes; Rocha
Franco, Teixeira Jnior, Gonclves da Silva,
Torres-Homem, Henriques, Luiz Carlos, Calhei-
ros, barao de Marnanguape, DiasVieiin, Sergio de
Macedo, MonizPedro, Saraiva,Cunha Mattos.Para-
nhos, Sampaio Vianna, Toscano Brrelo, Paula
Sanios, Baptista Monlcjro, Garca de Almeida,
Costa l'inlo, Casimiro Madureira, Cerqueira Lei-
te, Silva Miranda, Pinlo de Campos, Martinho
Campos, Almeida Pereira, Pao Brrelo, Delphino
de Almeida, Joo Paulo, Pacheco, Pedreira, Pa-
ranagu, Tobas Leile, Alcntara Machado, Faus-
to de Aguiar, Manoel Fernandes, Araujo Lima.
F. Oclaviano, Franco do Almeida, Benevides,
Paulino de Souza, visconde de Camaragibe e Sil-
vino Cavacanii, ahre-se a sesso.
Comparecem depois de aberla a sesso os Srs.
Reg Barros e Belizario.
Fallam com pailicipaco os Srs. Costa Morei-
ra, Azavedo Paiva, Pereira de Salles e Athayde.
E' lida e approvada a actada sesse do dia 11
do correnle.
OSr. 2 Secretario, servindo de 1., d conta
do seguinle
EXPEDIENTE.
Uro olcio do Sr. ministro da guerra, pedindo
a designaco do dia e hora para a apresenlaco
da 'proposla das forcas de ierra para o anno'fi-
nanecirode 1861a 1862, bem como do relatorio
da repnrtico a seu cargo.4bMarca-se hoje urna
hora da larde para a apresenlaco da proposla*
e em seguida a leitura do relalorio.
Oulro do Sr. ministro da marinha, fazendo
igual pedido para a apresentai o da proposla li-
xando a forca nival para o auno finaneciro de
1861 a 1862, e bem asim para a spresenlaco do
rtlotorio da reparlico a seu cargo.Marca-se
amanhaa meia hora depois do meio dia, para a
apresenlaco da proposta, e em seguida a leitura
do relalorio.
Oulro do Sr. ministro do imperio, fazendo
?ara receberem o mesmo senhor ; o qual
senio inlroduzido com as formalidades do es-
ty U loma assenlo i dircita '
f!.TC1d0le"ara d* Prl'08U fte'fixa as 14 ann'os," pagando 'S'libs
forras de Ierra para o anno Rnancelro de 1861
lo Sr. presidente,
oposta qV&e'fi-
- Unanceiro de
a lt>oz, quo publicamos em oulro lugar.
C Sr.preiiaenle declara quo a cmara lo
..mar
considerado a proposta do poder
commissoes, e sa-
na devida
exe :utivo.
Passsando o Sr. ministro para a esquerda da
me: a, ahi procede leilura do relalorio do mi-
nisterio a seu cargo; e. finda esla, retirase
acoaipauhado pelos Srs 3o e 4 secretarios.
A proposta e o relalorio sao enviados s res-
pee ivas commissoes.
C Sr. Io secretario, pela ordem, l um offi-
cio do 1." secretario do senado, enviando a co-
pia aulhenlica da falla com que S. M. o Impe-
rad tr abri a 4." sesso da dual legislatura.__
A' 'ommissaode resposta falla do throno.
LLKll.A DAS COMMISSOES.
Procede-se eleigo das
hem eleitos os Srs.:
Resposta a (alia do throno (60 cdulas.)
Cinha Figueiredo, 45 volos; Nebias 44- Sa-
rn a, 25.
ConsliluieSo e podttei (60 cdulas.)
Teixeira Jnior, 50 volos ; Pedreira 41- Vil-
lel Tavares, 29. '
I ido proceder-se & eleico da l.M^wfgso
de orcamento, reconhece so nao haver casa
pel.i que o Sr. presidente manda fazer a chamada]
e pi r ella se verifica lerem-se auseulado os Sis.
Machado, Pinlo de Mendonca, Henriques do AP
raeida, Ferreira de Aguiar,"Joo MendsTlaro
de llamanguape, Pedro Moniz, Saraiva. Cunha
Mallos. Paula Sanios, Baplista Minlciro Casi-
mirD Madureira. Cerqueira Leite, Pinto de Cam-
pos. Pacheco, Tobas Leile, Manoel Fernandos
Araujo Lima, F. Oclaviano, Franco de Almeida!
Berevides, e Belizario.
Cada a ordem do dia. levanta-se
duas horas e meia da tarde.
SESSAO EM 15 DE MAIO DE 1
PRESIDENCIA DO SR. CONDE PE BAEPENDT.
>sll horas da manh, feita a chamada, a-
cham-se presentes os Srs. conde de Bacpedy
Pereira Pinto. Salles. Gonclves da Silva, Ville-4 loo. o Sr. I.'S. S
la i avares, Joao Paulo, Miguel de Araujo Pei-
xot de Azevedo, baro de Mimanguape,' Tei-
xei a Soaies, visconde de Camaragibe, Machado,
Lanego, Saraiva, Henquiques de Almeida, Pin-
to >!e Meudonca, Calheiros. Cerqueira Leile. Joo
Mendes. Torres-Homem, Souza Leo, Delphino
de Almeida, Cunha Mallos, Sampaio Vianna,
Gaicia de Almeida, Pacheco, Manoel Fernandes!
Teiieira Jnior, Paranagu, Paulino de Souza'
a sesscKS
gamos, conservava-se na mesma reserva* no
mesmo afastamcnlo que Ihc legou a presidencia
passada.
Esto estado porm de nossas relacei coro a
repblica vizinha, e que j se vai prolongando
eonsideravelmenle, parece-nos que de modo al-
gum nos pode aproveilat Siluaces semelhan-
les s podem Irazer maHos.
A legaeso ingleza achava-se em ajuste cora o
governo oriental sobre o arrendamenlo da ilha
de Gorreli para servir de deposito de munices
navaese estaleiro dos navios da esquadra ia-
gleza.
Esse ajuste anda eslao* longe de seu termo ;
mas apesar de parecer difficil que fossem aceitas
sem modiicaces os condicoes da legaco ingle-
za, o governo'entrelanto, pelas notas al ento-iCruzObligado
trocadas cora o ministro inglez, pareca inclinado
a effeclua lo.
A legaran ingleza prope arrendar a ilha por
00 libras slerlinas annuaes,
mas com o direito de levantar all a bandeira in-
gleza, as racimas condicoes com que se lovanta
no local do consulado inglez.
O ministro das relaces exteriores sendo in-
terpolado sobre esse assumpto na sala dos re-
presentantes, e aventndose nessa occasio a
queslo de competencia do poder execulivo para
scmelhanto ajuste, foi noraeada urna commisso
encarregada de dar o seu parecer a respeilo, -
cando assim suspenso este negocio al decisflo
da cmara. O ajuste pois eslava apenas ini-
ciado.
Por decreto de 5 de maio foi sanecionado :
l> 1ue o orcamento geral eslabelecdo para
1859 conlmuasse ora vigor al 30 de junhodo an-
no correnle ;
2o, que o poder executlro apresentasse antes
ofiV do raez oramenl0 geral para o anno de
1861 ;
3, que desde o Io de julho prximo at de-
zembro deste a/ino o poder execulivo se reger
pelo orcamento que fr sanecionado para o almo
segninte.
F'oi creada urna commisso para proceder o
mais breve posslvcl medida geral do territorio
ds repblica. Essa commisso coroeceu a func-
cionar no dia 10 deste raez na casa do ministerio
do governo.
Ume novo povoaco, denominada Tala, ia ser
fndala em distancia de 12 leguas de Canelones.
O governo tinha aceitado em 2 desto mez a pro-
posito apresenloda por Ildefonso de Len para
esse fim.
if RSOuf-1Iera'uAmancl Alcona, Rafael Trelies.
r.Hi'Jf x?'^ I A,ontea d8 0ci'' N- Avellada. I.
Gardenas, F. dol Avea. M. Martnez y n
Ces M R TrVu;V.alp,n Alsi0. I-de
ti i n. } i' > P Lucen>. Gabriel Ftuen-
r!n,dFn0,in,rd''-P' eTB Uerg0- Carlos l!"-
rand, D. F. Sarmienta^ I. Barros Pazos F Fl
jtaldo, Rufino Elizald,^. A. Garcia, I. 14 Canl I
lo. I. A. Cascalaras. "
A faor do Sr. Obligado votsram os Srs. Ven-
tura Bosh, H. Medrano, M. Gamboa, Vicenle Ga-
zon, Blaz I. Pico, S. Albairacin, E. Cosa o B
Milre.
A favor do Sr. Carreras os Srs. I. Hamos, F
Moreno. Lino Lagos, I. M. Real, k Babio e A
"uz Obligado.
E a favor do Sr. Manoel Ocampo oSr. Marmol
Deixaram de votar os Srs. Emilio de Castro
por ser presidente da assembla ; Felipe Laval-
los por ser governador ; Pastor Obligado, Velez
Sarsfield. Bernab Valenle, D. Marin, I. I. Mn-
dez, D. Olweira, M. Quintana, V. Cardato. I.
Jraola, Irineo Porlella e Claudio Mejia por nao
torera comparecido, uns porque nao haviam to-
mado posso, outros por docntes.
. A primeira organiso do ministerio do
gavernador compoz-se dos Srs. Alsina
o governo, Rieslra na pasta da fazeodo
leudo
na
novo
pasto
Ge#
porem
e Ricstro, o
ministerio ficou orgamsad definilivamente no
da 4 do correnle do seguiute modo : na pata
da guerra o Sr, Gellyy Obbis ; na do gavemo o
Sr. Sarmiento ; na da fazenda o Sr. Rufluo Eli-
zalde.
y Obbes na pasta da guerra. Nao
acenado a nomeaeo os Srs. Alsine
no-
gentes
O Sr. Dr. Joao Carlos Gomes tinha sido
meado lente cathedratico de direito das
da universidade.
O Sr. coronel Lczica, por deciso do senado
ultimamento lomada, linha sido reintegrado ao '
seu posto. |
Tinhi tido lugar em Buenos-Ayres a exhuma-1
cao dos reslos morlaes da familia do Sr. general
Uriuiza. A mforma Pacifica d conta dessa
cxnimaco nos seguinles termos :
Os reslos da respeilavel familia do Sr. gene-
ral Urquiza, cuja exhumaco leve lugar anle-
hontem, forara trasladados cora toda a
hontem no vapor Onze de Novembro
coiiduzi-los a Enlre-Rios.
Cenlo e cincoenta e cinco carruagens, con-
iiuzndo parle dos numerosos amigos do Sr. ge-
neral Urquiza acompanharam as qualro ormusas
pompa
que deve
e diversas ceremonias religiosas em celebraco de crep negro.
de victorias ganhnsera geas era que
trra nao lenha tomado parle.
Tmhara sido nomeados :
Chote poltico do departamento de San-Jos
era subslituioo do Sr. I. C. Sienra que nao acci-
Ma-
c*B)-
uarda
uu iuiiiij- ; ene so, se nao p
tarjreira, capiio'ciri4|io- levantarei a loi i
penoi da guarda nacwnal s assim se firraa
s, da mesma provincin ; I se serenan).

imperio, _
igual pedido para o apreseuia^o do relatorio da
reparlico a seu cargo. Marca-se amanhaa A
urna hora da tarde.
Oulro do Sr. minislro dos negocios estrangei-
ros, fazendo igual pedido.Marca-se amauha a
1 1|2 hora da larde.
Outro do Sr. ministro dffjuslica, fazeodo igual
pedido. Marca-se amaohaa s duas horas da
larde.
Dous dps Srs. deputados Marcos Pereira de
Salles, e Francisco de Assis Athayde, communi-
cando naopoderem ainda comparecer ssesses
Inleirada
ORDEM DO DIA.
Eleodamua.
Procede-sc eleico da uie, e sabem oleiloe
os Srs. :
Presidente (60 cdulas).
Conde de Baependy, 52 votos.
Fai sto do Aguiar, Pedreira, Almeida Pereira'
Hei.riqucs. Brando, Sergio de Macedo, Pint
de .ampos, Paes Brrelo, baro de Mau, Be-
newdes, Paula Santos, Silva Miranda, Alcntara
Ma. hado, Costa Pinlo. Casimiro Maduieira, Tos-
rano Brrelo. F. Oclaviano, Dias Vieira, Lima e
Sil' a, Augusto de Oliveira, Coelho de Castro
Sil'nio Cavnlcanli, e Baptista Monleiro.
Comparecen) depois da chamida os Srs. Be-
liz." no, Pedro Muniz, Franco de Almeida, Pa-
radnos, e Luiz Carlos.
jeDdo meio dia e nao havendo numero legal
o Sr. presidente declara nao haver sesso e que
a oj-dera do dia a mesma j designada. '
J 4 --- II ---
l orara nomeados:
I residente da provideia do Piauhy o Dr
noel Antonio Duarte de Azevedo.
Secretario da provincia de Pernambuco o ha-
chare! Joao Rodrigues Chaves.
-,- Por decretos do 28 de abril e 2 do maio
foi nomeado o capito da 2" classe do exercilo'
loao Antonio Nolasco Pereira da Cunha major
do 13" batalhao de infamara da guarda' nacio-
nal, da provincia do Rio do Janeiro;
ies Rodrigues Elvas, lenente-coronel
na idanle do Io batalhao de infantera da g
nacional da provincia do Piauhy
( Dr. Jos Sergio Ferrei
mor do enramando sup
do municipio de Oeiras
(' lenle Fortunato Jos Chaves, capitaosse-
creario-geral do commando superior da girirda
nacional do u.unicipio de Campo-Maior. da dila
previncin.
- Tiveram merc da serventa vitalicia :
Jos ^chaeer, do officio de escrivo do jury
do termo do Petropolis, da provincia do Rio de
Jai eiro ;
.ntonio Joaquim Pinto da Fonscca, do officio
de deposila-io publico do termo de Vassouras,
da mesma provincia .
Antonio Ayres do Mirauda Henriques, dos of-
ficios de partidor e contador do termo do San-
Be nardo, da provincia do Cear.
Foi commulada em 200 para o hospital
de Cabo-Fro, da provincia do Rio de Janeiro, a
pena de 3 mezes de prisc. simples, em quo por
de( reto de 17 de dezembro ulmo foi commula-
da a que foi imposta ao reo Braulio Moniz Dias
da Cruz, por sonlenca do subdelegado de polica
e tribunal do jury daquella cidade.
- Por decreto de 27 de marco do correnle
foi condecorado cora o habito de San-Benlo do
Aviz ocapitao Jos dos Santos Nunes Lima.
18 -
lio da 15 leve lugar era Santos a inauguraco
do i Irabalhos da linha frrea do S. Paulo a Jun-
di: hy, achando-se presentes os Srs. presidente
da provincia, chefe de polica, membros da mu-
nicipalidade, conego Ildefonso Xavier Ferreira,
cono substituto do Sr. vikario geral Aubrlin,
representante da companhia ingleza, o erapreza-
no, o engenheiro principal, alm de varias pes-
soi.s gradas.
Ao meio-dia comecou a ceremonia, recitando
or.conego Xavier Ferreira um discurso relati-
vo ao acto.
lim seguida o presidente da provincia lomou
una p e deitou um poucode Ierra em um carri-
ol) o de m,o preparado par* a ceremonia, e, se-
guido por muias pessoas, acomponhou o carri-
nlo at a distancia de 100 passos.
\hi vasaram o carrinho, c o Sr. conego Xavier
Ferreira abencoou a Ierra.
-ogo depois o Dr. Piolo Jnior, depulado pro-
vi icial, recitou urna linda poesia.
Seguiram-se alguns outros discursos, depois
dos quaes vollou-se para o lugar onde se ocha-
va nina mesa bem servida. O Sr. chefe de po-
lica procedeu leitura do acto de inauguraco
dos Irabalhos, quo foi ossignado por todas os p'es-
sois prsenles. r
EnioosconviJados tomaram assenlo mesa,
na qual forara feitos diversos brindes, entre elles
un do Sr. presidente da provincia companhia
njleza. que foi correspondido pelo Sr. Aubrlin
com um discurso em inglez.
0 lempo comecou a annn\-iar-se do l Ii2 hora
pera as 2, obrigando assim os convidados a sepa-
rarem-se mus cedo do que pretendiam.
As vistas da cidade o algumas poisagens foram
Diadas pelo hbil artista o Sr. Viclor Frond, an-
lor do i4/6nm dol Drasil Pilloreico, lie f,)ra
ei viado a Santos para essa fim pelo Sr. baro de
Miu.
I -19 -
Pelo paquete brasileiro Princeza de Joinville,
ei irado hontem, recebemos folhas do Montevideo
al i 12 do correnloj o de Buenos-Ayres al 6.
Ha va all igualmente noticias da Confederado
A gemina que alcijngavara al 4. De Paraguay
no adiantam as fdhas daquellas cattaos s da-
tai que aqui teraoj
(As noticias de Monlevid-o que nos Iraz este
p;qtiele sao destituidas de impotencia ; fado
afgum poltico se lavia ddo em relacao ao Bra-
sil que modificasse o estado de relaces pouco
ajiiigaveisqiiceiteenlre os dous paizes de ha
al {un lerapo para c.
A rejeico do Irritado de 2 do Janeiro, em nos-
sa opinio o poni mais imprtenle da poltica
biasileira no Rio da Prala, j era um fado es-
q'iecido, urna quetto mora, sobro a qual pare-
ca nao ser mais possvel vollar.
A commisso encarregada da demarcaco de
li niles com o Brasil cominuava suspenss." '
O tratado de permute de territorios, adiado
no senado o mez paseado a pedido do governo,
fin va anda retirado da discusso, cora pedra em
cima no ministerio do relaces exteriores.
As amaras c a opiaio publica proseguiam
u velan do-se em todas i ocessioes desafectas
ai Brasil.
O governo, finalmente, o
aeller-se, ou yor con
seu
Chefe porilice de Durazno, em substituco do
Sr. Villaurrela, o Sr. Ramn Aldo ;
Chefe da guarda nacional de San-Jos o coro-
nel Constancio Quinteros
De Buenos-Ayres chega-nos a noticia da elei-
co do novo governador, que recahio, como se
esperava na pesso* do Sr. general Milre. S.
E\p. lomou posse no dia 3 dcsle mez, e prouuii-
ciou nessa occasio ante a assembla nacional
o seguinle discurso, era que opresenlou o I
programma sobre a importante queslo da
corporaco"de Buenos-Ayres a Confederaro
Argentina :
HonradosOcnadores -o represntenles.Ao
jurar peranto Dos cumprir fielmente os altes
deveres que mo haveis recommendado, sinlo so-
breenrregada minha alma, porque comprchendo
quo tenho aceitado a lerrivel responsabilidade
de corresponder os esperanzas que um povo ge-
neroso dignou-se depositar em mira.
Por inmensa, porm, que seja essa respon-
sabilidado^or grandes que sejam as dfficulda-
des do presente e as incertezas ao futuro, o es-
tado moral do povo de Buenos-Ayres, de que
me sinlo penetrado, d-rae forca bastante para
assegurar-vos que essas esperancas nao seru
burladas era quanto de mim dependercm. Devo conllanca cora que me haveis hon-
rado a manifestado dos principios polticos que
me guiavam na realisocJ de que sois seus dig-
nos representantes.
Julgiria atr.ncoar meu mandato e os inlc-
resses da grande inaioria do paiz se nao decla-
rasse bem alto e perante lodos quo governarei
com o partido 'ie fundou e salvou as grandes
insliluires de Buenos-Ayres ; porm nao para
elle s, se nao para lodos som excepro alguma,
sobro todas as cabegas ; porque
raa a moral publici e as paixes
parte do
Leolamente marchou aquello imponente
cortejo ate ao muelle, onde foram tomadas as
urnas para conduz-las s lanchas, tambera ca-
berlas de luto. As corporales religiosas de S.
Domingos o -le S. Francisco formavam
acompanhamenlo.
Immenso povo concorren aqnolle lugar, le- i
vado j pela grandiosidade do espectculo j I
pelas sympaihias quOj espontneamente prof'es-I
san ao general Urquiza.
A missa fnebre comecou na Recoleta s 8 i
e meia da manhaa, dila peto Sr. bispo Aldozor.
Us cantos fnebres foram executados pelas duas '
coramunidades de S. Francisco e de S. Domin-I
gos.
Dai Confederaco havia noticias era Montevideo
ato 4 do corrente.
O general Urquiza j eslava de posse do cargo
de governador da provincia de Enlre-Rios.
S. Exc. j linha organisado seu ministerio, le
se corapunha dos Srs. Dr. Luiz Jos de La Pena
e coronel Ricardo Lpez Jordo. Um regula-
mente posterior devia eslabelecer a distibuico
dos assomptos que leeni de corresponder espe-
cialmente a cada ministerio.
dee-se entender, que nenhutn raso falal se lera-
dado, po) apenase ou 8 foram benignamente sc-
commettidoo, o leem sido medicados pelo respec-
tivo facultativo encafregado da enfermarte Dr.
Castro Mascarcnhss.
No dia 8 do eorrcnlo raezem Ierras doen-
genho Tres Pocos do districlo de S. Vicento do
terrao do Nazareth foram assassinadao Manoel
Joaquim e Manoel Alexandfo, por oro cabra de
nome Trajano, cscravo de Jos Joaqoim de Brito,
morador no lugar denominado Costo da villa do
Pilar da provincia da Vanthiba.
Os Jous infelizes viudo ero seguimenlo daqucl-
le facinora, q^e se havia evadido da casa do seu
sennor, dirijundo-se a Tres fccos, para captnra-
tos, loram ambos apuuhdlodos no aclo de effeclua-
rem priso.
O assnssino, tendo-se posto era fuga, foi preso-
cinco das depois peto subdelegado do districlo,
onde se deu o enme. *
Foram presos pelo delegado de Ouricury, o>
?^J'UIel," SaI-,a1 Jo^d'Almeida. como com-
plico do assassinato do infeliz tpHIo Alves
Bronco e Joao Jos de Moura, pronunciado em
crime de morte perpetrada na pes*6i de um re-
cruta, o que vivia de publico na Serra-Branc
daquelle termo.
Pelo juiz municipal supplenle de Ouricury
foi pronunciado JoSo Pereira de Carvalho. eomo-
inciirso as penas do art. 179 do Cod. Crim.
( reduzir escravido pessa livre.)
Forara recolhdos casa de deteneo no
dia 29 do correnle 1 homem e urna mulher, am-
bos livres; sendo 1 ordera do Dr. chefe de po-
lica e 1 ordem do subdelegado da freguezia de
S. Jos.
O hiato brasileiro Sania Lu-a, entrado de
Camaragibe, trouxo a seu bordo os seguinles pas-
sagekos : Francisco Mascarenha, D. da Silva,
Manoel Francisco, Jos A. de Souza e Joo B.
dos Santos.
Matadouro publico :
Maliram-so no da 30 para o consumo desta
cidade 107 rezes.
MOilTALIDADB DO DA 30 DO CRREME \
Manoel de Medeiros Lopes, pardo, 10 annos ;
apoplexia.
Francisca Firmina, prcto, solleira, 34 annos;
aneurisma.
Mario, parda, 4 mezes; escarlatina.
Manoel, pardo, 9 mezes; angina.
Maa, branca,2 annos; anasarca.
Luiz Leopoldo do Franca o Mello, bronco, soltei-
ro, 24 annos; tubrculos pulmonares.
Julia, branca, 10 mezes ; convulsoes.
Nimpba, parda, 18 mezes; convulsoes.
liara, pardo. 8 ditas ; espasmo.
Rodolpho, prelo, solleiro, 40 annos; apoplexia.
Francisca de Josus Fonscca, branca, solleira, 1
annos; liepalencepheliies.
Adriana, prcl.i, solleira, 70 annos ; angina.
Vctor, exposte, pardo, 1 mez; convulsoes.
Antonia, branca, 3 anuos ; escarlatina.
Joo, blanco, 5 annos ; escarlatina
Hospital db caridadb. Existen) 68 ho-
mens c 5} mullieres, nacionaes; 5 homeus es-
trangeiros f total 127.
Na totaliilado dos doeoles cxislem 40 alienados,
sendo 32 mullieres e 8 homens.
Forara visitadas ss enfermaras pelo cirurgio
Pinlo s 9_ horas e da manhaa, pelo Dr. Dor-
nellas, s7 3| horas da raanha, pelo Dr. Firmo,
as 3 horas da larde de hontem.
PERNAMBUCO.
Correspondencias.
REVISTA DIARIA.
Roilem-SC hoje, era casa do Sr. M. Fun-
ceca do Medeiros, diferentes guarda-livros desta
cidade para a" organisaco do urna sociedade da
respectiva rlasse.
E* mais um tcstemunho vivo do principio fe-
cundo, que rege o espirito do associaco ; por-
quanlo, ao passo quo as forcas isoladas'se ester-
lisam e quani nada produzeni, dando
inicios negativos, a ianrcao de
apenos
Srs. redactores.A impossibilidado ein que
me ocho de pessoalinenle diiigir-me aos Srs.
Amigos da Verdadcsignatarios de alguns af-
liges transcriptos em seu acreditado jornal rela-
tivamente aos negocwt da companhia Pernarn-
bucaua, bem como o que se l no do sexta-feira,
sol) n. 121, me obriga a recorrer a imprenso, a-
Om de por este meio llies rogar instantemente o
obsequio de se dignarera por termo publicnces
as quaes envolvam o meu nome, culos de que
assim pralicondo rae faio um grandissimo ser-
viro, viste como serapre abominei polmicos jor-
nalislicas que ordinariamente nao sao mois do
que a expresso da alTeico ou desalTeico que a
oulrem volamos e al as vezes a do amor
prio, que por esse meio preleudc elevar-se.
Agradecendo porm de todo o coraeo aos Srs.
Amigos da Verdadeo boro conceit e estima
que lites tenho merecido, lomando a si a larefo
de palenlcorem alguns de racus serviros presta-
dos como olficial empregado no commando do
p ro-
ite, on por temer compro*
rfoniiii que nao eaxer-
Profundamente penetrado de que o povo tcm
direito do esperar que os seus destinos se lixem
permanentemente pela adopeo de umi poltica
definitiva que colha os frtelos do lanos sacrifi-
cios, mareharei decidsmenlo reolisaco da
unio argentina, mais prompta incorporaco
de Buenos-Ayres ao resto da familia argent a,
como o melhor meio de assegurar sua paz no
presente e fazer sua felicidade no futuro ; porm
salvando sempre o decoro, os direitos e os inle-
resses de Buenos-Ayres, sera retroceder diante
de cousa alguma para que era caso algura caiam
em menoscabo
Persuadido de que temos bastante liberdade
e que necessitemos mois autoridad e mais ad-
minislraco, proponderei para fortalecer a accao
governativa que nasce da lei, afim de harmoni-
sar assim as forcas vivas da sociedade que con-
correm ao bem, porque esle o meio mais efii-
caz de dar impulso aos direitos moracs e malc-
raos pelo lado do caminho do progresso.
Manlerei a pureza administrativa, reprimi-
rei a desordem onde querque se aprsenle, al-
lenderei muito principalineute ao exercilo, que
lera de defender a frouteira, sem capitular por
nenliiima considerar.o com nenhutn inleresse
Ilegitimo.
Taes sa raeus proposites, honrados sena-
dores c representantes.
Para realisa-los conlo cora a vossa eflicaz e
decidido cooperaco, que espero nao me fallar
[liando a invocar era nomo do bem publico,
quaesquer que sejatn as provas que nos es-
peren).
Cont cora oapoio moral de lodos os cda-
dados e habtenles do paiz, era cuja opinio bus-
corei minlms iospiraedes.
Conlo com a deciso e as virtudes cvicas
da valerosa guorda nacional, cingida com a tri-
plico cora de Selembro, do Sitio e de Cepeda.
Cont cora a boa vonlade e boa f do go-
verno da Confederarn Argentina, que era pre-
serva dos grandes nteresses do3 povos saber
elevar-se altura que Ihc corresponde
Cont cora os votos e concurso desinteressa-
do de todos os homens das provincias irmas
quo amera deveras a liberdade e a unio, e
queiram deveros a paz, eslejam ou nao regendo
os seus deslinos.
Cont sobretodo com prolecno da Divina
Providencia, que jamis abandonar Buenos-Ay-
res, como nao a aban Junara as suas horas de
conflicto.
Depois desla manifestaco s me reste, hon-
rados senadores e representantes, elevar mcus
volos aoco pela ventura dos povos, deba'xo dos
auspicios da concordio, da liberdade e da paz,
para quo elle abence do alto nossas trelas, pa-
ra que possamos legar a nossos filhos urna gran-
de patria, livre e forte ; cumprindo assim o tes-
tamento de nossos pais.
O presidente da asserabla o Sr. Emilio Castro
respondeu ;
Sr. governador.A assembla geral, inter-
prete fiel da vontade do povo, charaou-o a diri-
gir os deslinos do Eslado.
Graves sao os compromissos que contrahis-
tes, porm os solemnes palavrasque acabis de
pronunciar enchem de salisfaco o cornean dos
quo araam a nacionalidade argentina, a liberda-
de e a paz.
Ides ter a gloria de que durante vossa od-
miiiistraco reappareca unida a amiga Repblica
Argentina ; e Buenos-Ayres, em cujo recinto sal-
vou-se a liberdade da repblica, lem direito a
esperar que sua reincorporarlo nao seja um sa-
crificio.
O progresso moral e material do paiz, como
uro elemento de paz, deve chimir seriamente
vossa attenco.
Para que curaprais lio altos fins, julgo ser
neste momento o echo da assembla e do povo
offerecendo-vos sua decidida coopetaco.
O resultado geral da eleico de governador,
segundo a Frionna e o Nacional, foi o seguinle :
o Sr. general Mitre 43 votos; o Sr. Pastor Obli-
gado 8 ; o Dr. Carreras 6; o Sr. Ocampo 1. Dei-
xaram de volar 17 entre representantes e sena-
dores.
Os que volaran jr favor do Sr. general Metro
foram os Srs, general Gelly y Obes, general Bu-
lino Ortega,general Mariano Svavedra, general
W. Pauner, I. M. LUpuente, general M. Ocam-
po, I. Cano, A.Xezica.C. Galvo, Francisco Mo-
lina, 1, Atocha, H, Giitza, Julio Marliuez, Ao-
quasi que
por qualquei
oscrc-
Cora este associaco, trocada dentro destes li-
mites, o o curso commerciol funecionau lo, deve
o nosso commercio passor por urna modillca-o
Acha-sn nomeado secretario da presidencia
desla provincia o Dr. Joo Rodrigues Chaves.
A nomeaeo do Sr. Dr. Rodrigues Chavos
uni bella ocquisiro paro a secretario do gover-
no, lano por suas qualidades pessoaes, rumo pe-
la inlelligoncis de que ello dolado.
Ha um charco d'agua na ra do Pires, per-
(o do caixa d'agua ; o qual conserva -se
lodo o anno, sendo augmentado
chuva, que caia, como ora cl-so.
Sobre islo reclamara por olgumo providencia
nos Icmbrumo-lo a quoin competir.
Do Igazeira. cora dala do 11 deste
vem-nos o seguinle,:
Deu aquello chuva, que te communTquci
no Itorge, o qual chegou para correr o rio ne-la
villa por algumas horas, mas larde eslava cor-
lado A chuva nao abrangeu doze leguascm qua-
dro; e, no havendo chovido mais, de nada ser-
vio a que cahio. Vomos portante pciorando "ca-
da qual s trata de salvar o precioso fardoa fa-
milia.
Nao ha recursos para os gades senio en-
trega-Ios ao rigor da seeca, c dar o niirrhada car-
ne e a ossodo aos urubs e vermes.
Os vveres leem subido de proco codo vez
mais. c eslo em tal altura, que nao sei como
suslenlor-se umo familia.
Bita villa acha-sn quasi deserta, e e nao
fosse um destacamento de guarda nacional, que
vive morrendodo fome, o venciendo o sold por
urna bogolella, estara somenlc oceupada pelo
professor, escrivo e o Joo Francisco do Anima
que lircve retirar-se-hn lombem. '
A seguinle noticia nos enviada, e nos
aqu a consignamos rom o fim de ser reparado o
obuso nella notado, se que com elToto rile tcm
lugar.
A faculdodo de elevar o proco des bilhelcs
permillido pelo controlo, exelue por certo o ar-
bitrio de ser transtornado a ordem anterior no
quo diz respeilo distribuic.ao material do edifi-
cio, tanto maisquanlo o thealro deve scracces-
sivel a todas as classcs da nossa sociedado, visto
que para elle concorrera as rendas publiras com
um subsidio menos mo.
Sr. redactor da Revista Diaria.Rogamos a
Vmc. o favor de hunnr-nos com o publicaco do
segniuto :
Consta-nos que o emprezario da companhia !
lyrira. tem reduzido a platea do Iheolro de Santa |
Isabel 20 asscntos.e quo pretende continuar no |
abuso de dar 4 entrados para cada ramorote, I
qnando exislem 6 assentos, afim de venderos!
entradas ovulsas a 1$ sem reserva de numero,.]
tornando impossvel ao assignanle do camarote
o conservar a porta do mesmo oberta, sob pena
de o ter obstruida pelos compradores de entrado
geraes.
Ora, alera de nos parecer, que nao esl no
atbilrio dos empresarios alterar a ordem dos as-
sentos do thealro, parece-nos lombem que a as-
sembla provincial quando concedeu a faculdade
oo cmnrezario da companhia lyrica de elevar os
prernj de entrada l 50 0|0, leve em vistas por
um paradeiro aos numerosos abusos commelli-
dos aqui no anno ilrazado ; e sendo a faculdade
para elevar at 50 OO, ser i do mais de 150 0[0
pela forma porque se procedo.
A viste do exposlo, rogamos respeitesomen-
to os auloridades competentes que ponhara um ter-
mo a semelhante estado, pois que todas as com-
pensarles eslo na elevacao de preco dos bi-
lhelcs.
Alguns atsijnantes do thealro.
26 do maio do 1860.
Chegou houlem o vapor Camaragibe, 1ra-
zendo a reboque a barca franreza AlfredoeClair,
que ao sabir desle porto para a Europa, na se-
tnaita passada, dcsarvorou na altura do Olinda, e
vio-so obrigada a arribar ao Rio Grande do Norte.
E' a mesma barca que eslcve cncalhoda nos
baixos de llamarac, quando veio da Europa, e
que pira safar leve necessidado de lancar ao mar
grondo parlo do seu carrogamento, consistente
rn vtnhos (rancezes, como entao noticiamos.
A noticia quo honlera demos do nao haver
apparecido na companhia dos menores do arso-
aal de gusrra, coso algura da epidemia reinante,
se bem serv, nao fiz mais do que cumprir deve-
res, e se errei, fci involuntariamente, o resul-
tado de nossa condico e que todos como homens
estamos sujeitos..
Bogando a Vv. Ss., senhores redactores, o pu-
bliracao denlos linhas, com o que muilo rae pc-
nhoraro, e subscievo-me do Vv. Ss., seu assig-
nanle c constante leitor
Antonio Silieira ilaciel Jnior.
Publica^oes a pedido.
I

UM V LAGRIMA
sobre o (mutilo da Exma. S. D.
Caudida Bcnlo de Rezcode Villa-
yerde. oflerecida ao sea esposo o
Sr. Jos Gonclves Villavcrde.
Morreo ?... baixou a sepultura a 'virtuo-
sa, a mais digna protectora dos infelizes. .
ahi so acha em poder do eleruo somno, nao
se lembra mais deste mundo de tormen-
te ? I...to moca ? .. apenas ainda contara
24 annos j em redor do si funamhulava a
cruel mor? Oh! deshumana parca...
traidora ingrata /... que no verdor da mo-
cidade rolaste a existencia i um anjo era
se quer prolongadamente n deixaslc gozar
das mais puras delicias de vida c de um
sentido esposo era embatar-lhe os mts
finos desejos no berro de seus projectos :
porque nao demoraste o lerrivel golpe 1 ..
pora quo resolveste so cedo a alegra em
prontos!?... pois que anda ha pouco nial
foz tres anuos que Dos uni os dous txcaur
cebos !... e como viesto tu eom teda a la
lyronnia implorar-lhes de um forzosamente
o olvidar o mundo de oulro o pfanlo... a
Mr... o negro mani da viuvez? .. Oh I...
injusta, nao prosigas to cruel, nao tornes o
mundo em vez le alegre, amormado deixan-
do imprimido no coraeo dos fiis a dr ?'..,
SONETO.
Jomis ancias da morte ?... cu a vi i
O seu ultimo suspiro exalou?.,.
Era meus olhos o pronto se abalou,
No meu peito a ddr imprim?...
Junio a ella o esposo nao vi I
Procurei-o. ai I a dor o abafou?...
L no peito a'ddr se a gerou,
Longos horas nao veio a si?...
Chorai?!... pois ella deixa o mundo
Suspendei!.,. que roe dte o coraeo
Que su'alraa enlre os anjos vai dar fundo,
Ella vai ? !. nao o segundo
Que entro es outros repousa, enlo
Eternamente no paraso oriundo.
PorS. CJ. C. S

Hontem fiz publicar por este Diario a injusll-
ca do sequeslro contra mim, na qualidade de in-
ventariaiiie dos bens de minha finada mi, orde-
nado pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orphaos desla ca-
pital, Ernesto de Aquino Fonseca ; hoje, que o*
effeilos de um tal sequeslro vieram penetrar 0
interior da morada de minha familia, cobe-me
fawr transcrever centro f nfra, e addicionar
\


o seguate : vendo-ma obrigado pelas provocacoca
e insultos dirigidoa a minha! familia por pessoas
na do noro inventariarte, que habitava no ter-
cciro anda do sobrado n___na ra da Itnnea-
tu, a transferir minha residencia, que enlo era
oe segundo daquello mesmo sobrado, ora que
nana habitado minha mai, oprouvo ao dito juiz
querer assistir a minha mudanca, que livero lu-
gar ea 1. de abril prximo passado, e, de fcito,
ella assistio, e recobeu no acto da mesrna as
ma 088 paneiros, 6 se, melado i cascos, \f
b., 6 apwrota*. doce 931 arralis, chifres 790,
couros 4963. oururu' 27 paneiros, raadcira para
marcenara 118 consoeiros. agurdente de cana 6
garrafoes, e 1 barril.
JgARIODE nfeKA6tCO. QUISTAretBA 31 Dfi MATA fig \m.
Existencia do3 seguinles eneros n'alfandega do
Porto em 8 do abril de 1860.
oMc5r do Bras 4'23 8accos- 38t b"icas,
------as **, 10 fexes, algodo 765 se, gummi 928 pan..
chayos do dito andar, levando-as pura seu ->oder, 31 b., farinha de pao 17 b.. arroz 7362 se caf
o all cando todos os moris ; as quaos chaves 2 somenle sahiram do seu poder no dia 25 do cor- chifres 23570, agurdenlo de cana 728 almude-'
rento mez para serem entregues ao herdeiro per i agurdente estrangeira 776 p ourucu' 22 pan '
sttrpes, e prente por affiniaade de minha mai ; 1 raelaco 1095 almudes.
a quera o dito juiz dignou-se nomear inventa- ____________
rante, j estando felas as partilhas, e cabendo-
me por ellas lodos os movis da heranca 11
Itecifu 29 de mai o de 1860.
. Josi Rodriguen do Passo.
HrH0 I"0 lend cx-invciitarian(c Jos Ro-
drigues do Passo, me pedido contra f. do quom
nos tmhamos recebido ns chaves do sobrado n.
4/ do segundo andar di ru da Imaeralriz, para
se proceder o sequestro nos bens que seachavam
t-niro, declaramos que recebemos a dita chavo
para o dito fin da mo do Sr. Dr. juiz de orphos,
a qual depois de leito o sequestro a enlregamos
ao novo invenlariante Juaiuim Gopcslves de Al-
buquerque e Silva.
por ser verdade. Recife 2 de maio do 1860.
Agostinho Jos dos Prazeres, oflicial do juizo.
Amaro Antonio de Furias.
Preco eorrente dos principaes gene-
ros de consom na Nadeira.
Oi presos sao em moeda insulana.
* t-
7*
o.
5'
o
a.
B I
7o ras.
S i
" *. w 9 i
_ ij
; a B b'* I"
SO 05 "
" &
I
Amotphtrt.
Dirtcco.
Inlensida.de.
va
as
4
Dom Pedro, por grana do Dos e unnime accla-
maco dos povos, imperador constitucional e
defensor perpetuo do Brasil.
Como grao-mostre da orJem da Rosa, taco sa-
ber aos que esta minha carta virem, que hei por
bem nomear a Caetano Piulo de Veras, da pro-
vincia de Pernambuco, offlcial da dila ordem.
Pelo que Iho mandei passar a presento carta, a
qual, depois de prestado o juramento do eslylo,
ser sellada com o sollo das armas imperiaes.
Pagou de joia 60#000. c de emolumenlos 47$,
como consta dos respectivos conhecimentos em
forma.
Dada no palacio do Rio de Janeiro, em 21 de
abril do 186;), trigsimo nono da independencia
c doimperio.-lVIPERADOR, com guarda.Joao
de Alraeida Tereira Filho.
Carla, pela qual V. M. I. ha pnr bem nomear a
'Caetano Pinto de Veras ofTicial da ordem da Rosa
como cima se declara.
Para V. M. I. ver.
Por decreto de 14 de marco de 1860.
N. 17.Eslava o sello.Pagou 403 rs. Recife
5 do maio da 18G0.Cunegundes Ferreira da
Sil ia.
Preslou juramenlou por procurador em 5 de
maio de 1860Almeida Pereira.
Registrada fallas 61 do livro 4. dos diplo-
mas da ordem da Rosa.
Secretaria do estado dos negocios do imperio,
em 8 de maio de 1860 Joao Rnmao Muniz de
Moraes.Manoel Crrela Fernandos, a fez.
700
Alfaruie*~a.
Rendimentododial a 29. .218-184^*21
dem do dia 30.......13:191228
S31.-375649
Movlmento ta alfande;
Voluraes entrados com fazenilas .
com gneros .
ja
28
983
Volumes saludos com fazendns
com gneros
------ 1,011
149
221
------370
Descarregam hojo 31 de maio.
galera inglezaHermioneforro.
Brigue inglezlaur.us-bacalho.
Brig.ieprussianoPaul Augustferro e carvao
la'acho portugiiez-Diligento diversos gneros
Uriguo hamburguez-J. II. ilurmingfarinha de
trigo.
Brigue inglez-Liniisfarnc-ferro e carvao
i alacho americano A. Dumbor farinl
trigo.
farinlia de
Escuna dinamarquezaVornus-mcrcadorias.
Bngu9hamburg.icz-IIennetl-farinha de trigo.
Consulado gcral,
Rendimonlo do lia 1 a 29. .. 46.8363125
1 do da 30...... 751857
" 47:5685282
Assucar de podra... @
branco.....
mascavado. a
Arroz...............
Amendoa............
Agurdente.........galo
Azeite doce......... @
peiio........galo
Azeilona___:....... alq.
Arenques salgados, barril
de fumo, um
Aduella de pipa___ milh.
de quarlo..
de quarlola.
Arcos de ferro...... fpixe
Riscoito............ @
Barras de ferro.....
Bacalho ...........
Carne de vacca salg* barril
de porco...;
Cha perola.......... arralel
plvora.......
uxim..........
hyson.........
sequim........
prcto..........
Caf................
Cevadinha lina.....
Cevada.............. moio
Cordagem...........
Chapro............
Carvao do pedra....
Ervilha.............
Feijo..............
Farinha fina........
Graodebico........ alq.
Linho em rama....
em raassos..
Manteiga de vacca.
de porco..
Melaro.............
Hilho..............
Presunto........... (8
Panellas de ferro., arratel
Queijo inglez......
flamengo.. um
Sal................ moio
Trigo rijo..........
molle.......
Toucin'io.......... (a
Taboado........... p
Vaqueta............ (5)
Vel. despermacete. arralel
de sebo.......
do slearina... 3JQ
1200
3800
35200
12*150
3S400
43800
4J20
39500
1-3900
fiJpOO
700
3j)5O0
19400
ce i
3
co
. ?
; 1 Centgrado.
O 00 2 Rtaumur.
0 S | Fahreheil
-1
5
S3
L, g _2 I Hygromttro.
tu
Co o

Barmetro.
c
te
ce
t*
Se
s
ig
C
t'w'Morca de Uotutmu.
25
115900) 1209000
70{000 75S000
9000
"2J200
I29OOO
800
800
9
m
pe
moio
alq.

barril



galo
moio
700 19000
1490 80
99OOO
500
99000
19000
6J00J
70
47jOOO
30
509000
19300
39000
1-9600
23200
149000
209000
19200
19200
I9200
600
19200
63000
2s9;)0
20JO00
I69OCO
90
109000
800
700
109000
19400
249000
49800
594OO
500
299000
103000
90
350
19000
99000
489000
4831)00
39400
35
79000
700
120
A noile nublada, vcnlo variavel, e assim am 1-
nnei eu. *
_ OSClLLAgO DA HAR.
Baixamar as 6 h. 30' da manhia, altara 1.75 p.
da larde, altura 7.50 p.
Preamar 0 h. 42'
2g500 r* sobre o gado morto pai
ro o consono, avaliado annualmen-
10 em.......V.........-........ 10:600$000
T Comarca de Nazareth.
v rs. sobre o gado morto pa-
consumo, avahado annual-
men,e *........................ 8:7009000
Comarca do Cabo
29500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annualmcn-
lecm.....y,...................... 8:100SOOO
9cuv Lomar de Santo Anido.
zjpoo rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle e....................... 10-70OJ000
*win "U',XC,P*<> d'Serinhem.
z**H! rs. sobre o gado morto pa-
te 0eCmn8Ume, avaliad0 annualraen-
Z.SUO rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle em...........
ra.
C iiiuiuo Juse un Metiu e Silva (21.
Fr. David da Naliiidadc da N.Senhoi
Francisco Julio Ferreira de Andrade.
Dr Francisco Jos da Silva.
Dr. Francisco Pinto Pessoa.
Francisco Romano Slepple da Silva
Francisco Xavier Tclles.
Graciliano Arlstidtfsdo Prado Piment!
Herrulano Duarle de Miranda Henrique.
U. iznlnra Senhonnha Lopes.
Joaquim Francisco.
Joaquim Jos do Almaida Pires
Joaquim Manoel Ribeiro Padilha.
ur. Joao Baptisla da Costa Carvalho.
Joao Cardoso Ayrcs.
Joao Francisco Bastos.
Jos Morcl.a Pontes.
JosMoreira da Silva Jnior.
Jos Pereira Vianna.
Luiz Francisco Teixeira.
Manoel Ignacio Bricio.
Manoel Jos Pereira.
Octaviano de Souza Franca.
Pedro Ferreira Coellio.
w
. JSv,lorio d0 seal de marinlin 30 de maio
de 1 i6 Viscas Jurior.
Editaes.
= O fiscal da freguezia de S. Jos faz ver aos
dono i de carros, carrosas e mais vehculos de
cond iccao, afim de que nao continu a nppare-
cer guorancia da parte dos conductores dos
mesnos vehculos, que a sahida e pelas ras de
Hort.,8, Marlynos o Augusta ; e a entrada pe-
las mas Imperial, Cinco Ponas em seguimento a
ra lureita.
E iara constar mandou publicar pelo Diario
Fijcahsacao da Ireguezia de S. Jos 29 de maio'
de 1J60.O fiscal.
Joao Xavier da Fonseca Capibaribe.
Pela inspeceo da alfandega se faz publico
que 1 o da 31, depois de meio dia, se hao de ar-
rema ar porta damesma repartiejo, sendo a
arrematncao livre do direilos ao arrematante 20
barr :as 1 G, e 50 bajrris marca triangulo com 'sar-
dinhis, vindas do Porto na barca portugueza Pro
gress sta, e abandonadas aos direitos por Jos
rraniiscodeSLeiao. Alandega de Pernam-
buco 29 de maio de J860.-0 inspector!
Benl|o Jos Fernandes Barros.
K;n/i Comarco dcPiotTAlho.
Z90W rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle em..................
Imposto de 20' por cenia sobro o
consumo d'aguardenle nos muni-
cipios seguintes :
Olinda, avahado annualroenleem
Goianna.
5:1009000 ped?.,anspn Fcrreira.
Conselho adiatiaaiaUrmlivo.
O conselho administrativo, para ferneeiaeat>
ao arsenal de guerra, tcm de compraros ol-
ectos aegutotes :
Para provimonlo dos armazens do arsenal ale
<\ a guerras
duzhfdehm,6. ,,,b0;,S d [,W0 d0 flssoa,to =
das V,h'u. d?rr?" ,ri8' 5 P-eg-
Oas d duzas do limas mu reas (rianiculae* dofi
pollegadas : 200 meios desoa. man*u,aes b
Ouem quizer vender os ditos obiertos m-
sente as suas propostas em carta fechad, n
secretaria do conselho s 10 horas da manhiato
da 4 de jiinho prximo vindouro. -"*
Sala dassessoes do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra 88 ri
ma.o de I860.-Ceno Josi LamenhaLin,.eo*
ronel presidenle.-Froncisco Joaquim Pereira
looo coronel vozal secretario interino.
A\isos martimos.
5-9009000
Rodolpho Joao Barala do Almeida.
U. Thereza de Jess Fonseca.
Collectoria provindai de Olinda.
mihlf^!I"l,0rdere,,das provinciaes e Olinda faz
publico pelo presente, que o
uteis marcados
que o prazo de 30 dias
- no regulamenlo de 16 de abril
O roJ P cobr"C do 2." semestre do cor-
u..uu....... snomnn T, C-lc,c#de ,859 a "60, principia-se a
ssRfc :-.::::::: ffi|S^A4f^saLaHHt
BioFormoso e Agua Prela...!!! loSoOO SubdelPri.CHOI,Sa,v-?'no0drae* Fran?"-
SennhSem..................... sSSS'\eh.. s ia. do *ccifel ^ dc m'odel860
As arrematacoes serao feit.s por lemZSe h*^ ,'^ r"'d ".'.'iT *?"'* <"** Pr
tres ,nnos, a contar do 1." de julho do eorrente pr?Ko doPl r H0,.n,!,no e Jos- ",do
nnnoa.30 d junho de 1863,' sob as meamos Dr!*&**" ?ort*' *4 *o
se seu verda-
Rio Grande do Sol.
O brigue
dias, recebe
brasllt
eiro P-Piai segu em pnnro*
alguma carga miuda e passageiros :
traa-se com os consignatarios Teixeira Basto
andar P Sa'" n* 6' S(,gond
nno a30 de junho de
condic5es das antoriores ; e na forma do ar-
i'o?a do r<,6ulraento do 3 de
1 o 12.
agosto de
400
(4 Juslifa.J
N. B.-Eslc jornal chegou Lisboa a 13 de
maio, por consequencia, traz as ultimas noticias
corumerciaes daquclla praca.
OIHm.Sr. inspector da llicsouraria pro-
vincii.l, em cumprimenio da resolucao da unta
de fa: enda, manda fazer publico que'a arremata- *,
cao di obra do ompedramenlo da estrada da
Victo u entre os ntreos dc 6 a 8 mil bracas fui
trans crida para o qia 6 do junho -
doun .
E rara constar su mandou affixar
publi ar pelo Diario.
Sei retara da thesouraria provincial do Per-
As pessoas que se propozercra a estes arrema-
tacoes, comparece m na sala das sessoes da mes-
rna unta, no da cima declarado, pelo meio-dia,
rompetenlemento habilitadas na forma do art.
/O o citado regulamenlo, devendo as habi-
ntacoos serem julgados nos dias 6 e 12 de junho
vindouro. *
E para conslar se mandou afflxar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860.-O secretario,
A. t. da Annunciao.
Dr. Nascimenlo e o lerceiro i
deiro senhor.
Ignacio Antonio Borges.
pr 1.rlbuna> *o coiiunereio
or esta secretaria se tai publico. nBe
dala fra inscripto no compeonlo livro o
ao papel de associa?ao em commandia
d do eorrente fizeram Francisco
drade, "
prximo vin-
0 presente e
O
vinciil.
Illm. Sr.
em
nambuco, 25 dc ma,io do 1860
O secretario.
A. F. da A anunciar o
pspector da tliesturaria pro-
virtude da rosolucao da jonla do fa-
450 "nda. ra?da fazerlda, manda fazer publico, que
' de conformidado com as leis e regulamenlo em
or. perantc a mesma junta, devem serarrema-
NOTICIAS COMMF.RCIAES E MARTIMAS.
Rio de Janeiro.23 de maio
Cambios.
Londres................
Pars.....................'.'.'.'.'
Hamburgo...............""
Lisboa e Porto.
Di^-cirsas provincias.
RcndinVento do" dia 1 a
dem do dia 30. .
29.
10:1903180
157>00
10:3i"3l8
Despachos de exportacio pela ine-
sa do consulado destak cidade n -
dia 30 de maio de IHIO
Rio da Prata Patacho hcspanliol Maria As-
sumpta. A. Irmaos, 50 pipas dachaca.
Riada PrataBarca hanoveriana *Ernest 4 Geor-
ge, A. Irmaos, 160 barricas assucar branco c
70 ditas dilo mascavado.
Lisboa-Brigue porluguez Boa F, C Nogueira
& C, 93 nucos mol.
Rocebedoria de rendas Internas
craes de Pernambuco
Rendimontodo dia 1 a 29. 32 0143109
dem do dia 30....... 523J457
32:537-3566
Consulado provincial-
Freles.
Antuerpia............
Canal....................'"'
llambureo........
E *1 ........... Vllllll
siados-Unidos, Norte....... 50 cts.
Sul......... 60 cls.
25 3/4.
370 a 375 rs.
705 715 rs.
113 Ojo a 90 das.
"40|oa60dias
150[oa30dias.
1 \'-J a
fll3
{114
(1151
lados por municipids e comarcas 110 dia 6 de ju-
nho p-oximo vindouro os mposiostosseguinles :
llunicipio do Recife.
295 )0 rs. sobre o jgado morto para
o coi suma, avaliado annualmenle
em................ '......
Art. 75. Os conlralos de arremalaco de
renda que imporlarem em mais de 2:0009000 rs., .
seroo efTectuados sob a garanta de dous fiadores n d,M0Ver, 'l"ando ".'""> dolles o exigir, tn-
idoncos, que lenham bens de ra/, na cdado do
Itccife, ao menos um delles, urna vez que o ou-
tro seja notoriamente abonado.
Art. 76. As arremalacoes poderao effecluar-se
pola maior ou menor licllacao offstecida em car-
las fechada.
Conforme.0
ciaco.
secretario, A. F. da Annun-
N'ominal.
Nominal.
Nominal.
f.ondr
Nominal.
Liverpool.................... Nominal.
gavro;,....................... 50frs.
Mnrselha..................... 4^ frs.
tonstantinopia.............. 37 s 6 d
Mediterrneo................. 35 a 40 sh.
Metaes, etc.
Onrasda palra.............. 329000.
^ubpranos.....;.............. 109000 a 10300.
lesoshespanhocs............ Nominal
,da patria.............. Nominal.
lalacoes......... ........... 29000.
Apohces de 6 0(0............ 10o 0m.
provinciaes........ 80.
"esconl03.................. l|2al00i0.
Ogro em moeda nacional.... Nominal.
Chegaram, procedentes de Pernambuco : a 10
o patacho hespanliol Lauriano, com 16 dias de'
viagem ; a 12, o palhabole Piedade, com 19, c o
brigiio Pedro II, com 15; a 14, as barcas Cas-
rnriL Tra'lal^ com 11 ; c a 16, a escuna
Carlota, com 18.
PmMVI'" farB": barca Iris' Palhabole
liedade e brigue A/mirante.
Comarcado Limoeiro.
Arrematados conjuntamente.
295 10 rs. sobre o gado morto para
ocomumo, avaliado annualmenle
em................i.................
Im| ostos a cargo da collecloria
avalla Jo annualmenle em..........
20 or cento de agurdente idem
idem...............................
Comarca do Bonito.
Arrematados conjuntamente.
295(0 sobre o gado morlo para
o consumo, avaliado annualmenle
em..................................
Imp istos a cargp da collecloria
do mu licipio do Bonito em........
20 p ir ccnlo de agurdente idem
dem................................
Municipio do Brejo.
Arrematados conjuntamente.
29560 sobre o gado morlo para
o consimo, avaliado annoalmente
em..................................
Imp istos a cargo da collec-ori
idem...............................J
20 pir cento de aguardante, idem
dem.......................
75:0003000
2:3009000
8509000
soogooo
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento das orden? do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo vindouro, po-
ranle a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar, a quem mais der, o laxa
das Barreiras da ponte do Manguinho e da es-
trada da Capunga, avaliadas annualmenle ambas
cm 6:7009000 rs.
As arrematacoes sero feitas por lempo de tres
8nnoS- a contando 1, do julho do eorrente an-
no a 30 dejunho de 1863.
As pessoas que se propozerem a osla arrema-
laco, comparegam na sala das sesses da mes-
ma junta no dia cima indicado, pelo meio-dia.
competentemente habilitadas, com suas prop-so
tas em carias fechadas.
Epara conslar se manJou afuxar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 do maio de 1860.0 secretario, A.
t. da Annunciaco.
O Illm.
nesla
theor
que cm
........-- Bolelho de An-
5o A5"dHUr,, C .caP,aIis,a Francisco Bofoll o
de Andrade entrar com a quamia de 10;X>000
em moeda, ou gneros, e nao ser respoSS
por preju.zo aIgum alem dc sua cnlwda e .6
s.m o soco de industria Vicente I.icinio qu ,e
n8a nCd."CICd,dP' aqual d""rq.res an-
nos, e mais lempo a aprasimento dos socios, e
a Igum dolles o ci'
do porobjecto dila socedade a compra e vend
2rmBaezeenrsSdC "*"' recoU"<<> dcllel1 em
Secretaria do tribunal
nambuco 29 de maio
llangel, official-ma
Para laifi-anguape
segu a barca Providencia, por ter j ler parte
carregamento promplo, para o resto que Iho
e passageiros trala-se na ra do Vigario,
falla
n. 5.
nos
de
US
521
53
40
20
40
2
Sr. inspector da lliesourana pro-
o.7nn*ii > \'nc,lal' Cn cumprimento da resolucao da junta
000, da f^enrta, manda fazer publico, que no dia 31
do orirciiie, se ha de arrematar, perante a racn-
ciojjjf a junta, a quem par menos fizer, as ira-
prAes dos trabalhos das reparlicoes provin-
ciaeaSavallados em 5 0009, animalmente:
A.arremalaco ser feila por lempo dc um anno
a contar do 1. de julho do corrento anno. a 30
dejunho dc 1860.
650gO0O
IOO9OOO
900g00O
6009000
509000
Rendimento do dia 1 a 29.
dem do dia 30.
41:5299796
2:643j008
47.1729804
Noticias commci'ciacs.
PflTO 10 DE MAIO DE 1860.
Gneros exportados.
De 1 43) de abril de 1860.
Assucar 2751 saceos, 33 barrs, 105 csixas. 6
latas, 2 fefxes, algodao 59 saccas, gomma 43 bar-
VcaSi ,-!i"ha dc Po22 sac"s. 9 barricas, chi-
{?A V?.2/' COuros 8719" arroz 7171 "ecos, baca-
II1S0 3016 quintaes, vaquetas 283, trigo 118 387
alqueircs, caf 372 saceos, 10 barricas, sal 5126
molos, cnxofre 926 barricas, 8 saceos, banha 828
volumes, salitre 260 saceos, folha deflandrelO'
caixas, manteiga 45 barris,127 potes, carvao 298
Sl3'-Challl5s 374' ferro 98 'oneladas,
JOlia barricas c fexes, farinha de trigo 97 sac-
os, ac 50 fcixes, campeche 3225i paos, 2321 q
sardinhas 2i79 railheiros. molaco ',
38 b., 50 p. c
11 toneis, agurdente 446 pipas' vilrosi'llO ci-
xas. azeite de pcixc 4 p., 3 b., ju ico 97 fardos,
azeile doce 53 p, c 3617 garrafoes breu 304 b
cal podra 111 barcos, 3200 a., gar afas 503, 678
grosas, cha 14 caixas, barro 200 entradas Ia 33
sac, hnho77 fardos, agurdente de cana 5 b. e8
garrafoes, doce 66 c. quiris 29 pcs, oleo de li-
nhaca7p., cacao 20 saceos, aduca 5800 paos
9136 fundos, 1300 feixes. figos 2288 a., arcos de
po 500 feixes, teribenlina 20 b.,
canhamo 592
fardos, caparosa 65 cascos, agua razj 14 b., pedras
oe amolar 97, soda 106 b., cevada germinada 50
sac. farinha de batata 53 sac, cidra 40 c, ara-
*/"? "rk'"3. pedras-ms 20, romos 200, oleo
(Pfioj lot consoeiras, unhas de boi 20100, cand-
as 000, tremocos 144 saceos, po amarello 1073
qTlaQ- rpianus 19 c-> alcalrao u b-> ^rbas de
uaiea do feixes.
Gneros exportados:
*- ->--, e l 30 de abril.
1- ma 2 p"1563 C3ix5es- franjas 2086 c,
Iaa 1080 sac. uitonas 357 ancoretas. feijo
6191 alq., azeite 19o6 almudes, vimes 13557 lia-
cas, cornea 8,3 q., rolhas 559 sac, 140 c, alhos
470 canastros ferragens 432 v., 1189 pecas sarro
40 b., sola 45 rollos, chumbo 125 b.. lousa 1100
pedras, Uboas 66 duzias, batatas 50c. ceblas
2,00 resteas, 8 canastras, sebo em po li>7 c em
volas 243 c, farela 190 se. cadeiras 388, cestos
1438 presuntos 230 b., 51 caixas. farinha de tri-
go 5800 alq., trigo 175 se. pregos 195 b., |p .
coes 50 v., vinagro 259 alm., prala em obra 5 c
couros 49o2, azulejos 121 caixpes, chapeos 52 '
palitos 40 c, retroz 13 c, pomada 32 c, 10 cu-
nlictes, louca 89 caixas. 7 b cevada 20 b,, amen-
doas 5 b. e 21 se, corda 53 pacoles, folha de lou-
Io'"" P?'; 9 fardos, castanhas 20 b., banha
,^,m'"e' c d0 p,lma 7 P- d' dil ^ b"rist
agurdenlo 1 p., a8sucar 300 se. cal 150 b pei-
S fc pe3ra de canla" 33, ouro om obra lJ
L iwS llmo,es 7 c" borras d "ho 4 meia
pipa, 1365 pecas, fogos 2659 a., carne 9 caixas.
. (.eneros di) Brasil.
Despachos para consumo de7 de abril a 7 de
maio.
Assucar 3353 saceos, 172 caixas e iTi hirri...
arroz 2058 se. caf 225 se o 4 b%lgodi5 6? '
farinha dc po 106 se, 6 b. o 33 paneirosfiom-
Bahia, 87 de malo
Conatos.
Londres-25 1/4 o 25 e 1|8 d. por 19 rs.
Pars375 a 380 rs. fr. nom.
Portugal118 a 120 0/n. nominal.
Hamburgo7h) a 720 rs. m. b.
felaes.
Doblos hespanhes.... 309500 a 329000 esc
.. *. dapalna....... 31$000 a 31S500
Moedas de 69400 vel has. 17g000 a 179100
de 40 velhas. 9jj500 a 10?000
Soberanos...............
l'ataccs brasileiros.. ..
hespanhes....
mexicanos.....
Prata miuda brasileira2
Ouro em moeda dila6 a
Papel miudo novo1 p. c
Chegaram. procedentes de Pernambuco : a S
o -brigue inglez Polly, e polaca sarda Ricardo',
com 5 das de viagem ; e a 23, o patacho Ama-
zonas, com 7.
%4S Pcrnarabuco- a 21. o palhabole
Achava-se carga, o brigue Seis Irmaos.

<



9J800 a IO9OOO
200 a 29IOO
29000 a 23100
18980 a 2S000
S. c. de premio.
p. c. idem.
idem.
1:4009000
32OS000
509000
2:500gOO0
500JJOOO
IOO9OOO
2:6003000
1:1009000
509000
3:50OjOO0
1:500;000
Navios sahidos no dia 29
CearHiate brasileiro Nicolao I, capilao Traia-
no Aniunes da Cosa, carga varios gneros
Baliia-Lugredinamarquez Felicitas, capillo M.
Wildecore, carga parle da que trouxode Ams-
terdam.
Ri*V.dA,ew? e. Baha ~ Vapnr succo Bmai
S cP.,l.ao J- A'ider.on, carga parle da que
trouxe da Liverpool. Suspcndeu do lamaro
Navios entrados no dia 30.
Camaragibe2 dias, hiale brasileiro Santa Lu
zta, de 24 toneladas, capilo Estevao Ribeiro
equipagem 4, carga assucar e madeira : a Gui-
lherrno G. da Molla.
TCJrB%,Si7A"i^dl"' .bare*inll Fleeltcing,
de 203 toneladas, capilao R. G. Knight, equi-
pagem 10. carga 2,812 barricas com baalho
a baunders Brothers & C.
Bahia5 dias, histe brasileiro Dous Amigos de
117 toneladas, capilo Jos Q. dos Santos
equipagem 8, carga fumo e mais gneros
Domingos Alvcs Malheos.
Rio de Janeiro20 dias, escuna brasileiro Emi-
lia, de 164 toneladas, capilao Jos J. Fernan-
des. equipagem 10, carga 9,800 arrobas de car-
ne ; 1 M. C. da Silva.
Rio Grande do Sul22 dias, barca brasileira San-
la Uan Boa Sorte, de 225 toneladas, capilao
I!" Luiz dos Sanls, equipagem 15, carga
10,000 arrobas de carne ; a Manoel Goncahes
da Silva. *
Rio Grande do Norte3 dias, barca franceza Al-
fredo Clere. capilao Boissier. com carregamen-
to do vinho que daqui sahio para o Rio de Ja-
neiro, enlrou dessrvorada do raastro traquele,
a reboque do vapor Camaragibe.
Navios sahidos no mesmo dia.
Para-Barca franceza Sphere, capitio Ribey, car-
vanos gneros.- r /-'
Anlilhas-Barea franceza Fgaro, capilo toier,
em lastro. r '
Ballimoro-Palacho ingloz Atilla, capilo S. Xhu-
ly, carga assucar. r
Municipio de Cimbres.
Arremaiadus conjuntamente.
2950) sobre o gado morlo para
o cons uno, avaliado annualmenle
em..................................1
Impiislos a cargo da collecloria
em..................................
20 p ir cento de agurdente iiie
idem................................
Comarca de Garanhuns.
Arrematados conjuntamente.
2950) sobre o gado morlo, para
o cons uno, avaliado onnualmento
em..................................
Impistosa cargo da collecloria
em..........:...................... I
20 p>r ccnlo da agurdenle idem
idem................................
* Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamente.
2950)sobrco gado morto para
o consumo, avahado annualmenle
em..................................
Impislo a cargo da collecloria
em..................................
20 pjr cento de agurdente idem
idem................................
Comarcada Boa-Vista.
a -n Arrematados conjuntamente.
29o0) sobre o gado morlo para
o cons mo, avaliado annualmenle
em..................................
Impcstos a cargo da collecloria
em..............................
20 pe r cento da agurdenlo idem
lde.m.......;........_............ 509fi00
As ai rematacoes serao feitas por lempo de 3
nnnos 1 contar do Io de junho do corrcnle au-
no a 3C de jut.ho de 1863, sob as mesmas condi-
coes dos anteriores, c ua forma do artigo 76 do
regular lento de 3 de agosto de 1852.
As ptssoas que se o/uizerem propor a eslaarre-
mataca) comparecam na sala das sessoes da men-
cionad! junta no dia cima indicado, pelo meio
da, competentemente Habilitadas na formado
art 75 do alado regulamenlo, devendo as habi-
lilacoes serem julgadasnos das 3! do eorrente e
4 de juiho. c
nnhiK.*,a C?B8n-r S? mondou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secr< lorio da thesouraria provincial de Per-
nambu.o, 23 de maiodel860.O secretario An
lomo Ferreira da Annunciaco. '
Alt, f5. Os contratos de arrematacao dc renda
que mi lorlarem cm mais do 2:0OO00 sero cf-
toctuad >s sob a garanta de dous fiadores idneos
que ten lam bens de raz na cidade do Recife a
menos ira delles urna vez que o outroseja no-
loriami nte abonado. '
Art. '6. As arrematacoes poderao effecluar-
se pela maior ou menor licilacio offerecida em
Confirme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annuniiacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virtudo resolucao do junta de fazen-
da ma ida fazer publico, que de conformi-
dade cpm as leis o regulamenlos em vi-
gor, perante a mesma junta, devem ser arre-
matado! por municipios o comarcas no dia 14 de
junho prximo vindouro os impostos se-
guintes :
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco comparegam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima referido, pelo meio dia e
competentemente habilitadas
E para conslar se mandou afxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario An-
onio Ferreira da Annunciaco.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico
que tendo sido avallada em 6-O00g a casa de so-
brado de dous andares n 29, sita na ra da Guia,
e pertencondo fazenda nacional, em virtude d
?d.Jrdic,aaCa0, u,"1 Parle desse sobrado no valor de
1:!55gf82, lem esla de ir praca no dia 6 de ju-
nho prximo vindouro, as 2 ho'ras da tarde, pe-
rante a mesma thesouraria, para pagamento do
que ficou devendo o finado Antonio Ferreira
Duarle Velloso.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 10 de maio de 1860. O oflicial maior
interino, Luiz Francisco de Smpaio e Silva.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico
para conhecimenlo dos interessados, que no dia
f> de junho prximo vindouro, s 2 horas da lar
de, lem do ser arrematada perante mesma the-
souraria, urna parle da casa do sobrado de dous
andares n. 29, sila na ra da Guia, penhorada
viuva de Anlonio Ferreira Duarle Vellozo para
pagamento do seu alcance, sendo a parle do dilo
sobrado avaliada na quanlia de 1:1559482, que
com o abale da quarla parle na forma da lei, foi
adjudicada fazenda nacional no valor de ris
8669612. pelo qual que lem do ir praca para
pagamento do dilo alcance.
As pi-ssocs, pois, que pretenderem licitar, dc-
verao comparecer no dia e horas cima indicados
na casa da referida thesouraria.
Secretaria da thesouraria dc fazenda de Tcr-
nambuce, 9 de maio do 1860.
O official-maior interino,
Luiz Francisco deSampaio e Silva.
Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
em cumplimento da resolucao da junla
do commcrcio de Per-
)o de 1SM. D. A. do Reg
lor nlcnno.
Arsenal de guerra.
Nao se tendo cffrcluado a arremalaco annun-
ciada para o da 25 do corrento por falta del d
mnE'r0 Illra-S.-- COronel ""** manda'J1^:
menle fazer publico 1 quem eonvier
termos do aviso do ministerio da guerra i
marco findo. se tem de I|lnndar XXturar
8 |aoSsde a1uiPamen,<> *oX?
Bornaes
Saceos para marmitas
Lences
Coberlas de chita
Camisas de brira
Colloies para alienados
n.,nm .a,has Pequeas para bancas 60
Uucm quizer arrematar o fabrico de laas arti-
doum mrJs dla 2dc ,,nh0 Pmo rin-
nrenor' nroon nT, ProPos,M cm 1* declarem o
d lo, rE'rm,' m "ue Pdem apresenlar
uuo3 artigns, e Auaps seus fiadores
deA166T-0e:-r1odel,er,ian!bUC0 2 demai0
Manoel Polycarpo Moreira de Azevedo.
tnrX 3dmi,"slr;":5o geral dos cstabelecimen-
tosde candado manda fazer putrco. que nos dios
31 do correte, e 8 do prximo fiurn mor rio
junho pe as 10 horas da manhia* naSa do sua,
sessoes irao PraCa as rendas das c las alnixo
Antonio Jos Gomes do Corr'eio.
B.-J^rro do Recife.
Roa d.i Cadeia ns. 23 e 30 : ra da Cruz n 15-
ruadoEncantamen.on.Sirua do Cordoni'z n
9 ra do Azeile de Peixo n. 1 ra do Costa
n 1 ; ra da Sonzala Nova n. 25 ; ra do Amo
rim n 3. : ra da Lap, ns. 5 e 8:' ra da MoTda"
io Grande do Sul
segu com brevidade a barca Malhilde, por ter
melado da carga prompta : quem quizer carregar
o resto cnlenda-se com Manuel Alves Cierra, no
seu esenptorio da ra do Trapiche n. 14.
Para a Bahia
a veleira e bem conhecida sumara nacional Uor-
lencia, prelende seguir com muila brevidade.
tem dous tercos de seu carregamento a bordo :
para o resto que lho falla trala-se com os seu-
5SKWTC- & Mendcs-no seu csc,ip-
JHaranhao e Para
segu com malta brevidade o hiato Lindo Pa-
quete, capilao Jacintho Nunej da Cosa, por ler
una grande parle do carregamento orranjado :
para o resto Irala-se com os consignatarios Al-
meida Gomes, Alves & C, ra da Cruz n. 27
COMPAMIA PER^A31DliCA!U
DE
^avegacao costeira a vapr
O vapor Persinunga, commandanlo Lobato
sabe para os portos do sul no dia 5de junho re-
ceba carga al o dia 4, ao meio dia. Provine-sc
aos Srs. carregadores que nenhuma carga ser
rcrebida a bordo sem bilhele da gerencia.
O vapor Iguarass. commandanlo Moreira
salur para os portos do norte 110 dia 7 dejunho
Recebe carga para o Ccar no dia 30 de maio
Aracaty 31, Maco no 1 de junho. Rio Grande;
do Norte nos dias 2 e 4. e Parahvba no dia 5.
Prenne-se aos Srs. carregadores'que nenhuma
carga sera recebida a bordo sem bilhete da ge-
rencia. B
Bn.W.74,W,4e7;

vincial,
da fazenda, manda fazer publico, que no d'ia 31
do crreme, peranle a mesma junta, se ha de ar-
remitar a quem por menos fizer o fornecimente
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
da casa de detcncao desla cidade, por lempo de
um anno, a contar do 1. de julho de 1860, a 30
dejunho de 1861.
Aspessoasque se propozerem a esla arrema-
laco, corrporecam na sala das sessoes da refe-
rida junta, no da cima indicado, pelo meio dia
e compelentemeute habilitadas, que acharao pre-
sentes o formulario e condices da arremalaco.
E para conslar se mandou affixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, n-
tonio Ferreira da Annunciaco.
ns. 31 e 35 .
becco da Lama ns. 26" c' 3'.'
Bairrode Santo Antonio.
Ra da Cadeia n 24 ; ruado Quei-nado n 15-
29a 4D3rC ? fkl- 8' 33 e 123 : S* n."
13' ?" 43' }? e79QrUfia1 d.-Padre Flori;,no ".
ns 32, r\, V e3 : rua Bo Fagundes
7lnu nS- 7ri' ?' '*"! ^vtScCo,nnCs0
ThPrl;.' / ,0r!'nS "^ 33 C 94 : rua de* Sania
J 1 n2- 4' 5 % 7J ua ,ar*a d0 Rosaro n. 26-
rua da Roda ns. 3. 5, 7, 9 e 39 ; rua do Cabug n
!S id ^abouco n 18 ; rua do Senhor Bom
Jess das Cnoulas n. 8 ; rua rto Nogueira n 17
argo do Carmo n 13 ; rua de Santa Cecilia n 16:
Iravessa do Carcereiro ns. 11,13 e 17 ; travessa
de S Jos ns 5 7 e 11 ; Iravessa de S Pedio
m rCCC0 d Ca'abouoo n. 2 ; becco da Carva-
ino n o.
Bairroda Boa-Visla.
Rua da Impcratriz n. 68 ; rua da Conceicao n.
p; ruada Alegra n. 5 ; rua da Gloria '
becco doQuiabo n.8.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Oyapoek, commandante o capilo l-
enle Santa Barbara, espera-se dos portos do
norte em seguimento aos do sul at o dia 31 do>
eorrente mrz.
Recebe-sc desde j passageiros e engaja se a
caraa c cncommendas que o vapor poder condu-
zir, sendo despachada com antecedencia at a
espera de sua chegada : agencia rua do Trapi-
che n. 40, esenptorio de Thomaz deFaria
Para o
n. 65
,3:1005000
Municipio de Olinda.
295OO sobre o gado mordo'para
o consuno, avaliado annualmenle
emv...........................v
Municipio de Igua.
Arrematados conjun
295OO sobre o-gado morlo jara
o consuno, avaliado annualipnie
cm..................................
Impo itos a cargo da collecloria*;
avaliadc annoalmente em.......... 5001000
20 por cenlo de agurdenteme,
,dem"'........................... I2O9OOO
2:5009000
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprielarios dos predios urbanos das
freguezias desla cidado o da dos Affogados, que
os trinla dias uleis para o pagamento a bocea do
cofre do 2." semestre da decima do anno flnan-
ceiro de 1859 1800 se principian a contar do
dia 1. de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco.
23 de maio de 1860. Antonio Carneiro Machado
Rios.
Correio geral.
Relaefio das caitas seguras, vindas do sul
pelo vapor naciotal Tocantins, e das existen-
tes na administrado do correio para os sennores
abis* declarados:
Alfonso de Paula de Albuqucrque Maranho.
Aureliano Jos dos Santos.
Dr. Anlenio Buarque de Guarni [2K
A a Ionio Jos da Costa Re
Bernardo Jos Crrela d
Baro do I.ivramenlo.
C. Y. Bensoo.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de lo.ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
rf.mi,tt"'te.PO,hdo C3Sa dc Jelencoo or-
dem desla subdelegada, por fgido da casa de
DUVaScaa;no?UrMn!01'-f'Ue di? cscravlde
di'rfi?. a ^rne.ro Monte.ro : quem sejulgarcom
lia rr.J i "V ?S,C J"izo- munid0 de
aiiaa proras Subdelegada da fregucza de San-
0 Antonio do Recife 26 de maio di 1860. Vil-
laca, subdelegado.
Tribunal do eommercio
Pela secretaria do tribunal do eommercio de
fernambuco se faz constar a inscripeo no com-
petente livro, do theor do papel de sociedade
queem 21 do eorrente fizeram Jos Fortnalo
dos Santos Torio c seu irmao Augusto Frederico
dos Sanios Porto, naturaes de Portugal, e domi-
ciliados nesta cidade de Recife, ledo por flm
dita sociedade a compra e venda de fazendas sec-
cas, e calcados na loja da rua da Cadeia do bairro
do Recife n. 45, sob a firma de Porto & Irmao
da qual usarao ambos os socios ; sendo que ess
sociedade durarjpor espaco de 2 annos. a con-
" .Ld.e Janeiro do eorrente a 31 de dezem-
bro ce 186 con, o capital de 10:000* foSo
pelo socio Jos Fortunato dos Santos Porto
Secretaria do tribunal do eommercio d P,r-
nambuco 28 de maio de lSP'j'l Wnamerico Au
gusto do Reg Rango!, r^fo SoA"
Tribunp.i do eommercio
loo acco doTe ;ia 8e az publ,co- *ue Por mn-
cial de E RX0*r80C10S da flnna comm-
5o socio N7;,uUre ^ C 8e oncedeu a retirada
se ai.:? ari5'soMana Carneiro, cstabelecendo-
q.e a liquidacao do que honver de lhe per-
l^ccr ser futa pelo balance dado o anno"pros -
E,tP. fr Kd-S em C0DU os diantamentoa
teos ao dito Narciso.
n,eKCrelafJdo ,rDunaI do eommercio de Per-
nambuco 28 de maio do 1860. Dinamerico Au-
gusto do Reg Rongel, offlcial maior Interino.
presidio
Dando
de Fer-
segu a barca nacional Atrevidasegiie em pon-
eos das: ~..:--------------- .
gem,
quem quizer carregar
estando competentemente
ou ir de passa-
habilitrdo pelo
presidente da provincia, dirja-sc a rua do Visaro.
11. 12, paia contratar.
o Rio de Janeiro
segu em poucos dias o patacho nacional Ca-
puam, ainda pode admiltir alguma carga, pas-
sageiros e escravos ; a tratar com J- B. da Fon-
seca Jnior, na rua do Vigario n. 23.
Ass.
Segu oestes dias o hiato Sanio Amoro rece-
bo carga e passageiros : a tratar com Caetano Cy-
riaco da Costa Moreira, ao lado do Corno San-
to n.'25.
Cear e Acnrac.
No dia 30 do mez correnle segu o palhabole
Sobaleuse com a carga que lirer a bordo
quem quizer carregar, enlenda-sc com Caetano
Cynaco da C. M. no lado f > Corpo Sanio n 25
segundo andar. "
Para o Aracaty
sahe no fim do correte mez o hiate Sania Ri-
ta, j tem a maior parlo da carga : quem no.
mesmo quizer carregar, trale com Martina 4 Ir-
mao, na rua da Madre de Dos n. 2.
e Porto.
Sahe imprelerivelmcnle al o dia 3 dejunho o
muito veleiro brigue porluguez
recebe carga e passageiros para os dous portos.
a tratar com os consignatarios Carvalho Noguei-
ra &C, rua do Vigario n.9, primeiro andar ou
com o capilao na praja.
Aracaty.
O hiale Sanio Amaro, recebe carga e passa-
geiros ; a tratar com Caetano Cyriaco da C M.
no lado do Corpo Santo o. 25, segundo andar.
==3
Leiloes.
Lcilio
-O agente Hyppolito tendo de mudar
o leu estahelecimentopara o bairro do
Recife ara' leilo de todoi os movis
. lji iTiT^nrr^^vi
17- ~zrr.


ss
-r-
f existentes era seu armazem, os quaes
serSo vendidos par todo e qualqucr
preco, e por Uso avisa a todas as pessoas
que tem movis em seu poder que os
retirem at sexla-feira 1- de junho,
pois do contraro o agente cima nao
se responsable*a senao prlo preco que
por ventura possa obter em leifa : sab-
bado 2 de junho ai ti horas em nonio
em seu armazem sito na ra do Impe-
rador n. 37.
LEILAO
Quiuta-feira 31 do corrento.
Ra do Imperador.
O agente Borja honrado com a con-
iianoa de urna familia que se retira pa-
ra fora da provincia, vender' em leilao
no seu armdzem na ra do Imperador
n- 7i>, todos os moveisque compunham
a casa da supradita familia, consistindo
em mobilias, guarda-roupas, toilets,
cadenas avulias, commodas, candela-
bros, louca. vidros etc., etc., e umain-
linidade de objectoi raiudos. ames
ma occasio tarabem vender' frascos
de todos os eitios e tamaitos que mul-
to servem aos Srs. boticar.os-
Attenco.
Constando que uma commisso de devotos,
que se propoz fazer o Mez Mariano na igrejs do
I Panizo, toniou sob sua responsabilidade o pre-
ciso para os actos qiiolidianos, c que por neg-
rencis de nao sei quem qoebrou-sc um sino da
Jorre ; comoirmo da casa, e nao podendo to-
lerar o prejuizo d.' urna irmandade lo pobre co-
mo a das Chagas, alertamos a mesa actual a res-
peilodessedamno causado pela dita commisso ;
e esperamos que ella, garanlindo n dircilo da ir-
mandade, proceda contra a commisso at que
ella restabeleca o sino como o aehou. A mesa
est rcsponaavel perante a irmandade pelos seus
actos Ora, se ella permitio que cssa.commis-
so funecionasse, como pretenden, com os ob-
jeclos da irmandade, do que consta se larrou um
termo, rlaro que tem de mandar refundir o si-
no a sua cust.i, pois que a irmandade nao deve
perder nesses actos particulares. O iriuo tilo-
so ureii o de boa f.
Fugio no da 14 do correnle o escravo Ma-
noel, crioiilo, alio, carpo regular, barba serrada,
reprsenla ler 38 annos, pouco mais ou menos,
tem falla descargada e amalulada, fugio cum
caiga de algodo azul, camisa branca c chapeo de
palha, caiador, e traba Iha como servente ou ga-
nhador : quem o appreliender, leve-o a ra dos
Msrlyrios n. 4, que ser recompensado.
Em praca publica, do Dr. provedor dos re-
siduos e capellas, se proceder a arremataeo da"
renda annual das casase silio perlencenle o pa-
trimonio da irmandadedas almas de Santo Anto-
nio, cuja arremalaco ter lugar no dia 4 de
junho.
Compram-se moedas de ouro de 20S. ra
Nova n. 36, loja.
Bichas de Ham-
MARIO DE PERNaMBCO. QUINTA FEIRA 31 DE MAIO DI 4860.
, ... .
burgo.
F.slo venda aos rentos e a retalho, chegadas
pelo ultimo navio de Ifamburgo : na ra estreita
do Rosario n. 3, loja de barbeiro.
Avisos diversos.
Roga-se ao Sr. Alcxandre Rodrigues de
Uliveira, que se digne restituir a pessoa que tem
0 bilhele premiado da rifa que fez, o iclogio, ri-
lado, afini de se livrar de maior vergouha.
O Sr. Francisco Aranha de Souza, tem urna
earla, na ra da Cadea do Recite, escriptorio de
Blnnoel Joaquim Ramos e Silva.
~~. (i Sr- All,,,lli" dc Souza e Silva, tcnlia a
bondade apparecer na ra da Cadea do Recite e<=-
criplorio de Manon! Joaquim Ramos e Silva para
tratar de negocio que llic diz respeilo ou annun-
Ciar sua morada para ser procurado.
Pcrde.i-se no dia 27 do crrente, uns co-
raos encastados de ouro, salnndo da igreia da
Madreado Dos, pola roa do mesmo nomo om
direccio a cade, at Fra de Portas: quem os
icliou, querendo restituir, dirija-so a Pura de
1 orlas, na do Pilar n. 56 ou annuncie para ser
procurado, que se gratificara.
Naolanado Sr. Marcelino Jos Lopes, ra
loiMoiidego troram-so lijlos de alvenaria ba-
tida e de ladnlho por la boas de assoalho e for-
ro de Iouro, assioi corno vendem-se ps de sapo-
tis grandes, em barra proprios para embarque
Irecisa-se de urna ama de leile, forra ou
captiva, sem lillio, para mamcnlar urna crian-
za : no patio do Hospital, sobrado, por cima da
cocheira.
Jean Baplistc Dumarquel, subdito francez,
rclira-sc desla provincia para Montevideo, con!
escalla pelo Rio de Janeiro.
Alugam-se 3 escravos sendo nm moleque :
na ra Direita n. 61 se dir quem tem.
Pergunlaqucnao offende
Pergunlamos a Illma. cmara desla cidade se
n sua portara que prohibe expressamento pora
os atravesadores nao venderem farinha denlro
do mercado publico desla cidade, se foi com ex-
cepsao do portuguez Manuel Domingues, que con
linua a vender denlro do mercado, por s=o ro-
ga-se a mesina cmara de dar suas providencias
(Seralmcnle.
DA
Aviso
Allenfo.
No bolequim d .guia de ouro. na ra estreita
do Rosario n. 23, co.Uronte a ra das Larangci-
ras, lera todos os das das 7 horas em dame da
manhaa papa de farinha do Maranho e aramia
Rogamos aos moradores
da ra do Crespo,
que estando o nosso glorioso padre Santo Anto-
nio no esquecmenlo de tudos os moradores ha
lanos annos, pedimos aos mesmoS que olhando
para a epidemia que nos est ameassaudo, e sen-
do por ella ceifados nossos tilhos e amigos, e po-
dendo esse glorioso sanio com sua mo dis'baslar
para serapre semelhante flagcllo detta nova Ve-
neza. rogamos aos moradores da ra do Crespo
que festegem este anno este nosso padroeiro em
quem esperamos lodo o augmento, nao s de
saude, como de negocio. Pois os santos tamben
nao querem ficar no esquecmenlo.Um devoto
O secretario da irmandade da Sania Cruz
dos canoeiros do bairrodo Recite, convida a lo-
dos os irmos da mesma, que domingo 3 de ju-
nho s 9 horas da manhaa, devero reunr-se no
consistorio da capella, atim de se proceder clei-
Cao.Jos do Palrocinio do Remedio.secrelario.
No flm do mez de abril prximo passado fu-
gio do engenho Gurja de baixo, silo na fregue-
zia de Jaboalo, um escravo de nome Jos, de
Jioa altura, secco do corpo, crioulo, cor prela
reprsenla ter 40 a^oos, muito regrisla, e a ou-
vi-lo nao o levaro adeia, e menos ao seu se-
nhor por dizer ser forro, tea o roslo com mareas
de bexigas, lera os ps ieio, e urna das juntas
dos ps grossa "por ter (ido urna ferida, que
anda conserva a marCa muilo viiiVel por cima
do. fteilo do pee pucha pela perna, fl,:da geiro
e tem raucas do chicle as cosas e ,;adegas.
Foi preso ha poucos das no Recite, porm >gio
docammho esuppoe-se andar por arrbala^
damesmacid.de, ou pela freguezia eW
guape ou Munbeca, por ser morador em Pmba J
quem o pegar leve ao engenho cima referido'
que ser bera recompensado.
Alteo cao
Precisa.se alugar urna casa terrea ou um so-
brado na freguezia de Santo Antonio : quem ti-
?err.ga o favor de ir no becco Largo, sobrado da
esquina, que achar com qnem tratar.
Clemente de Aaraujo f,!ma Jonlorscientifl-
t6\ao propnelano di loja de roiudezas da ra do
Quem.a 27. que sua residencia pa ra do
"* Vigarlo b,-?3! primeiro andar, aondo peda ser
nrocuradtv
vendeu da lotera
1:00:18 1 quarto.
200-5 1 meo.
200$ 1 dito.
200-5 1 dilo.
100 1 dito.
1008 1 dito.
10H8 1 dito.
1008 3 qu.rlos.
503 1 meio.
508 Rilhete.
5:)8 Bilhelo.
508 2 quarlos.
50 Bilhele.
508 1 meio.
5! 1 dilo.
518 1 dilo.
50J 1 dilo.
ASra. Joanna dos Passos, queira lembrar-se
los lijlos que mandn burear na olaria da ra
do Mondego, pelo Sr. Passos Coclho, para o con-
cert de seu sobrado da Trompe.
Attenoao.
,,y?de'8a .DP*ri?r doce >(le guiaba da casca a
18ij0, e ruis inferiora 18200 e \$ : quem pre-
tender, dinja-se as Cinco Ponas n. 82, junto as
casas caladas.
Rolo francez.
nii0rCenl/-OC1omme,rcial' na rua da Cadeiado
Recite n 15 loja de Jos L. Rourgard, existe
seropre grande deposilo do superior rap rolo
*SSSti ap,e.^de 2S80 bolde uma "b.
a^idO meia libra, atiineasc a qualidade : na
mesma casa ainda existe as superiores
Meias de borracha.
Vendem-se sapulis em quantidade, sendo
muilo grandes e muilo doces, os quaes sao tam-
bera pn.pnos para embarque : a tratar no silio
Ja rua Imperial n. 64.
Sillio o arelo.
Earclo a 4*500, milho a 48, e em cuia a 240
numero MU** da CSlrlla larg0 do Paraizo
Tercci a parle da primei-
ra do Espirito Santo.
O ahaixo assignado vendeu da lotera supra
os scguiilcs premios.
Ns.- 202
4G7
178
863
35(12
3874
544
1788
2462
761
3404
1184
3463
820
409
3138
357
Alguns premios de 208-
A garanta paga na rua do Collegio n.21.
P. J. Layme.
Atiendo.
Os curadores fiscaes da fallencia de
Claudiano Oliveira, avisam a todos os
develores a' masa, que devem tratar
de solver seus crebitosate ao lira de ju-
nho prximo vindouro, enter.dendo-se
para csse im com os Sis. Honteiro, Lo-
pes Si C, depositarios nomeados, na rua
da Cadeia do Uecife, certos de que fin
ilo esse termo serao chamados ante o
juizo com peten'e.
Lotera da provincia.
O bilhele n. 711 com a sorte de 5:000$ foi-nos
presentado pelo Sr. Jos Nuncs de Paula com-
mcrciante de gneros de estiva.
Layme & Madureira.
Alcxaridrina Flora de Oliveira Santos, viuva
do finado Jos l'orreira dos Sanios, pede aos cre-
dores de seu falleeido marido terem a bondade
de romparecerem em sua casa de officina doem-
palhador na rua das Larangeiras n. 4, no dia
quinla-feira 31 do correnle 1 hora da larde, le-
vando nessa occasio as cuntas de dbitos deque
a casa obrigada, para, A vista do estado da mes-
ma, os credores deliberaren! o que for mais con-
veniente.
Socieae
Vniao ttcnef&cei&te Aos Co-
cheiros em Peraambuco.
Domingo 3 de junho prximo fuluro, leri lu-
gar a inslallago solemne desla sodedade no sa-
loo dpalacto da ru. da Pr.la, devendo o aco
comocar s 11 horas da manha Os abaixos as-
;8i fa< ande convidar a todas as pessoas que quizerem
ab ilhanlar com suas presencas ess festa social, a
conparocerem & hora indicada ;devando o salo
esiar de noite exposto vesta das familias quo
no quizerem honrar. As 9 oras da manhaa os
sonosouviro uma mi3sa no convento doCarmo
mrndada celebrar em honra do Padroeiro da so-
ciedade, o glorioso S. Elias.
Salas das sessoe socedade niao Benificen-
do i Cocheros em Pernambuco, 27 de maio de
1/.0.Haymundoda Silva Gomes, presidente
Igi acio Francisco Comes, vice-presidenle Darna-
zo Miranda de Souza Couto, Io secretario Ven-
ceslao de Casiro Madeira. 2o secretario, j'oaauim
Fenandes da Rocha, ihesoureiro, Agoslioho
rnnetsco do Rosarlo, procurador.
Perdeu-se
Da rua das Cruzes al a rua do Qucimado uraa
pu ceira do ouro : roga-se a quem achou queren-
resliluir avista dos signaes delta, levar a Praca
da Independencia n. 38, que serecompensai
pela adiado. -
- Aluga-se um andar de casa no
bairro da Boa-Vista, com muito bons
conmodos para familia: quem precisar
queira indicar onde pode ser procurado
em carta com a inicial Z, que deixara'
na Itvraria da praca da Independencia
n. G e 8.
Bolinhos.
.ndejas enfeiladas com diversos gostos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em prco
de libras ou a retalho, que conservsm-e muito
para embarque ou viagem ; asjim como pudins
pasles de nata, crenie, tortas, ou ourra oual-
quer pasleleria para desserl: tambem preparam-
se lilos finos para o lempo de S. Joo e S Pe-
dro, das rneihorcs qualidades da massa mohada
es ma i em conla Jo mercado, diria-se a rua da
Per ha n. 25, para tratar-se.
5^s9
Q
Loja de niarinore |
DE
mm i, i J
43Rua Nova 43
g Os propretarios deste cstabelecimenlo f&
| avisam ao respeilavel publico, que ac- f|g
| bam de receber pelos nllimos vapores da <05
S Europa, um variado sortimenlo de arli- ^
5 gos de novidades, tanto para senhorasco- 3fS
I mo para hornera o menines, c entre es- S|
Para senhoras. %
\ Vestidos de cores de moiranlique e gro- .*
P de-fre. ft
| Capas para sahida de baile e theatroguar-
" nocidas a arminho, ultimo g"slo. *>
g Ditos de velludo preto, ultimo goslo. V Enfeites de phanlasia para baile e thea-
| tro.
5 Chapclinasde pallia da Italia e sejla
I timo goslo.
| l.eques de phanlasia a madreperola.
| Chales de cachemira com bordado
5 pecial.
I Braceletes do sndalo e leques.
S Retratos de sndalo,
i Veslidos de cambraia branca bordada
Luvas de Jouvin brancas, prelas e
I cores.
. Murcas, broches e pollerines com man-
g gilos de cambraia Qnissima, borda-
p dos a poni de Inglaterra e guarne-
cidos a renda valenciana.
ul-
es-
de
Roga-se a cerlo moco que em dies do mez
de abril prximo passado eropenhou um chapeo
do Chyli em uma taberna no pateo da Santa
Cruz, pela quantia de 108 para tirar no Io do
ccrrenle, e como al boje nao npparecesse ro-
ga-se o favor de vir tirar no prazo de 8 dias do
contrario ser vendido para seu pagamento.
PROVINCIA.
Tercera parte da primei-
ra do Espitito Santo.
Os ahaixo assignados venderam da lotera su-
pra os segrales premios:
Ns7H 5:000$ Bilhele.
202 1.0008 1 quarto.
A garanta paga na rua na rua do Callegio
n. ; 1
I. P'ara da Independencia n. 40
Companhia doBe-
beribe.
Nao se tendo boje reunido numero
sufliciente de accionistas para a conti-
nu sao da assemble'a geral Ja meima com-
pa r 11 a que foi con rocada p i ra o dia 18
do crtente, e queja se acha espacada
pan o dia-26 ; o Sr. director manda
convocar novamente para sexta-feir*V
de unlioprximo futuro ao meio djia.
Iiscriptorio da adm'tnistraqao da Ce -
pan la do Beberibe 26 de mato de llfiO
Jos Teixeira Bastos, secretario in
leri no.
BJDTESlOa
PROVINCIA.
O 5r. thesoureirto das loteras manda fazer pu-
bhee quo se acharb venda, lodosos dias no es-
criptorio las mesrrlas lolcras na rua do Impe-
rador n. 36, o as; casas commissonadas pelo
mes no Sr. Ihesoufeiro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 16 o na rua No'va n. 56, os bi-
IheUs da quarta p,rtc da quarla lotera do Gym-
nasi > Pernambucaiio, cujas rodas devero andar
impielenvelmenloiodia 16 de junho prximo
tutu o. r
Tlcsouraria das loteras 26 de maio de 1860.
J. n da Crin, esrrivo.
Ausenlou-se de casa de seu senhor o escra-
vo d! nome Filismino, pardo escuro, representan-
do Ut 23 annos de idade, estatura regular, pou-
ca birba, denles da frente arruinados, ps gran-
des, e cabellos crespos : quem o apprchender e
leva a ca3a do fallecido coramendador Luiz Go-
mes Ferreira, no Mondego, ser generosamenle
recompensado.
r
Attenco.
J. D. Frick de Lisboa, tem a salisfa^o
E de informar a todos os seus amigos e cor-
respondeales, que os seus despachos le-
I .'egraphicos pelo vapor Magdalena, fo-
35 rara oa nrimeiros que so entregaran: na
eslaco lei'c.sraphica de Lisboa.
xiste no trapiche da companhia
uma porc^o de caibros, kendo a maior
parte proprios para ndate.* : a tratar
no mes rao trapiche
Precise-se de uma am.1 forra ou **CW,
que saiba engommar, coznhar o ensaboar, o do
boa conducta : a tratar no palco do Terfo n. di,
taberna.
Precisa-se de uma ama que saiba coznhar
e fazer todo o servico de fasg : pa rua do Cal-
jeireiro, taberna n. tJO.
Jos Alves Lima, Jos da Silva Saraiva,
Di mingos Antonio da Silva Beirz, Jos Al-
vts Lima Filho, D. Francisca da Silva Li-
ma Beiriz, Anna da Silva Ferreira, Maria
d( Carmo da Silva Lima, Amalia da Silva
Lima, Francisco da Silva Saraiva, Patricio
Jos da Silva Saraiva, lepassados da mais
pi ngente raagoa pela inesperada morto de
sua prezada esposa, filha, ma o iima D.
Auna Joaquina da Silva Lima, vem pelo
pnsrnle agradecer a todas aquellas pessoas
que nao duvidaram tomar parle na dr que
el es eslo solTredo, e que se dignaram as-
sitir ao enterro e acompanhar o seu ca-
dver ao cemlorio publico, com especia-
licade o seu verdadeiro amigo o Sr. Ipnario
Jos do Cdulo que nao se aparlou do seu
le to al exhalar o ultimo suspiro. Ao mes-
m) lempo dirigem um voto de ngradeci-
m mo aos Rvda. religiosos carmelitas Frei
Joiquim de Santa Marianna Cunha, Frei
Ernesto de Sant'Anna Cunha, Frei Candido
d Sania Isabel Cunha e mais religiosos que
nesse mesmo sentido tanto se prestaran) e
taitas provasderam de amizade.
Aluga-se uma grande casa pan familia,
toda envidracada, no lugar da Capunga : quera
pretender diria-se rua da Cruz n. 8, primeiro
anda*-, que achara cora quim tratar.
Lotera da provincia.
Na loja da praca da Independencia n. 22 e as
mais lo coslume acham-se a venda os bilhetes,
meio., e quarloe da quarla parle da quarta lotera
do Gymnasio, garantidos p ir
St nlos Vieira.
Cu abaixo assignado I ac scienle ao corpo
do commerrio, que tenho ji glo e contratado para
socio do meu deposito sito i o paleo do Carmo n.
43, coran Sr. Antonio Machi do dos Santos, flean-
do de ora em dianle gyrando o mesmo estabele-
cimerlo sob a firma de Branlco & Santos, tfcando
o pasiivo anterior a esta dala aob minha ros.ion-
sabilic ade. Rccife, 28 de njaio de 1860.-Frrn-
cifeo Cetario graneo.
sr Ha rua do Sol, largo da Concordia, ha'para
vendei-se4 bols mansos para carrosa,- das 9 ho-
"t 9 raanqqa s 2 da (arde.
L% Al I
IX
Para scwm applicaaa s s partes atteetadas,
sem resguardo nem ineommodo.
vnifA mi <& mw .
des.e imS^JS^i!^9't0jssSUtim:de ,aneIro e em ,ods" provinfias
midades abaixo escriptaa o ouc^se iL Z f pelS boas c"ras ',uese ,em oE,ldo uas enf-
e de distinecoes. P q V com ,Dnu>eros atiestados que exislem de pessoas capazes
como do Ogado. bofes, estomago bKins uteo nJ'n rttP.ir.Cp).^m -nernas ou externas.
Tysipelfls. rheumatismo. ataques; nvM m l'J H",PI,fao de co5. 8"?n<. olhos,
tumores, como lobinhos. escrofuTs le %, Jul Mr '8eualme,"c .P"M s di^renles especies de
suppuracao scro radicalmente extirnBf,V. A3 se" tamnnho > profundeza, por meio da
culiativos. '^'raenie exlirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e dislinctos fa-
W-B^^ Pr ""I1"0' 'endo todo o cuidado de
molestia era que parto do co^rpo exTste se nPa r.hl,^" hmem' Se"hora 0u "ia"a. declarando a
corpo. declarando a circumffil. c ,cndo uh^n^r^,0, ''"m' CXa> pe,na- p ou lron<'0 do
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil '
ros neemri/p.".0 co""^'".!^^') comPc,enles "P"Soes e lambem de todos os accesso-
HORCA DO PARTO H9
PERTO DO LARGO DA CAKIOCA.
1c?^X ^n\^ w w < BARATO SO NOPROGRESSO
Neste armazem de molhados con-
doUaueSeeni ouni?.ern>.,,|8e?,,nle8.gOI,C'ros abaUo me"<-"nados de superiores qualidades e mais barato
do8proJriefflos.q q *""' *" "nm a 'nair PWl< de"eS ******' en dircil"ra Pr com"
Manteiga ing\eza e raneeza
%h*"w!&L"$r**w*m''mM aomcrcaddc60a 8o
rs. a libra e cni barril
Qae'ijos tVamengos
oT o sssera tt:xda e^> dc ** Quei^o pralo
os mais novos que existem no morcado a 18 a libra, em porco se far abalimenlo.
A.mcixas Craueezas
porl8800Oelll2UbrapOrlS500rS'>eeracaraP^ de vdro menJo cada urna 3 libra
Musarda \ng\ezae rauceza
em frascos a 640 rs. e em potes franceza a 800 rs cada um.
\erdadeiros figos de comadre
ara caixinhasde 8 libras elegantemente enfiladas proprias para mimo a 1$600 rs.
BoUvcUVuVia ingleza
a mais nova que ha no mercado a 240 rs. a libra e em barrica com 1 arroba por 4$.
Icoles vid va dos
de la 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1*000 rs. cada um.
Amendoas concitadas proprias para sortcs
de S Jo&o
a 1g a libra e em frasquinhos, contendo 1 I|* libra por 2}.
1 Wva pvelo, Uvson e pero\a
os melhores que ha neste mercado de 1*600.2 e 2500 a libra.
Ma^as em caiviulias de 8 libras
contendo cada uma differentes qualidades a 45t)0.
Palitos de den tes licuados
era molhos cara 20 raacinhos cada um por 200 rs.
Tijolo francez
proprios para limpor faca a 200 rs.
Conservas inglezas e franeczas
era latas e em frascos de differentes quididades.
Presuntos, cliouricns c paios
o mais novo que ha neste genero a 480, 640 e 720 rs. a libra.
lalas de uolacliinha de soda
de differentes qualidades a i#60O em porco se far algura abalimenlo
Tamliem vendem-se os seguimos gneros ludo reccnteracnle chcado c de s.inorm-
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmelad "do mais afamado a-
bncaole de Lisboa masa de lmate, pera secca, pas-as, fruc.as e calda, amendow. fiois frascw
com amendoascobertas, contoites. paslilhas de variasqualidades, vinagre branco Bordeaux p onrio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qlldads om-
ina muito fina, em has francezas. champagne das mais acreditadas marcas cerreia de!'J?Im
spermacetebarato, licores francezes muilo finos, marrasquino de zara, azeiledce pur litado azei'
lonas muilo novas, banha de porco refinada e outros muilo gneros que encontraV o endelcs a
molhados,por isso prometiera os proprielarios venderem por muilo menos do que ^ oquaCer
prometem raa.s tambem serv.rcra aquellas pessoas que mandarem poroutras pouco pmicas como
se viessem pessoalmenle ; rogara tambem a lodosos sanhoresde engenho e Pse Lhora avradSra
queirara mandarsuas encommendas no armazem Progresso que se lhes affianra a boa qualiddec
o acondiciouaracnto. 4 a"uaue1.
ASSOCIAgAO
DE
Sccorros Mataos e Lenta Emancipaca*
dos Captivos.
Em virtude do art. 19 cap. 5. de ordem do 8r
prosidenlesao convidados todos os senhores so'
cos para que sedignem de comparecer domingo
a ae junho, as 8 horas da tarde em ponto visto
estar a casa das sessoes oceupada pela manhaa
cora o festejo da inauguraso di socieJadc Unio
ueneflcentc dos cocheiros desla cidade, aflm do
funccionsr a assembla geral, visto que ha nego-
cios do summa importancia a tratar.
Secretaria da Associaco de Soccorros Mutuos
lefio" A.manC'paao dos Csplio 29 de maio de
18b0.Albino do Jess Bandeira, 1.a secretario
A200rs. ocovado
Vende-se na rua da Madro de Dos, leja n. 36
A, chita raneeza escura com pequeo toque do
avaria a 200 rs o covado.
A 320 rs. o covado.
Vendem-se na loja da rua di Madre do Dos n.
36 A, lazinhas dequadros de differentes corea
para veslidos de senhora a 320 rs. o covado, e
mais fazendas por baralissimo proco.
Perneiras de couro da Russia
Vendem-se excellenles perneiras de couro da
Russia, assim como bolas e paletols, ludo isto
proprio para a cslaco prsenle : na rua da Ca-
deia do Uecife n. 53.
Aos senhores de
engenho.
Na rua do Vigario n. 29, troca-so dinheiro
da Baha e do Rio, pelas sedlas genes e do
Banco, assim como tambera sedoda Baha e do
j.io pelas daqu. Igualmente se troca dinheiro
grande em miudo.
Msica.
i| Reccbeu-se pelo ultimo paquete boni-
** tas msicas para piano : na rua Nova
|| Loja de marmore.
3seja se fallar com o Sr. Manoel
C-ivalcanli Uchoa, lavrador do enge-
nho Jardim, no primeiro andar da rua
da Cruz n. 46 ou na Passagem n. 7, a
negocio quelhe diz respeito.
Precisa-se de um senhor sacerdote que
queira dizer a missa das 11 horas na matriz da
Boa-Vista, com a esmofa de 58: pode dirigir-se
pragada Boa-Vista n. 7.
Os abaixo assignados rogam as pesroas que
tenham em seu poder letras ou ttulos dos mes-
mo, queram fazer o favor de mandar uma nota
A loja da rua da Cadcia do Recito n. 56 A. Recite
28 do maio de 1860 Vidal & Bastos.-
Na travessa da roa das Cruzes n. 2, segun-
do andar, ao p desla typographia, linge-se com
perfeico de qualquer tr, e mais barato que em
oulra qualquer parte.
Attenco.
No hotel Trovador; na rua larga do Rosario n
44, nico no bairro de Santo Amonio, e offere-
cendo por isso populacho inteira dessa bella
capital toda a acommodncao no que respoila ao
confortavel, contina a servir de ludo cora prom-
plido e asseio, por menos do que em qualquer
outro hotel nesla cidade.
Precisa-se de um trabalhador para padaria :
na rua larga do Rosario n. 46.
Milagroso S. Braz.
0 S. Braz, advogndo das
erecto najgreja de N. S.
exposto no meio da igre-
; a elle. pois. recorrara
.. J na inlercesso deste mi-
lagroso santo, afloi de que nos vejamos livres da
tertivej enfermidade que tantas victimas tem
feilo.
Annuncio.
D. Delphina Marinha Dias Cordeiro, vuva do
finado Joo Tavarns Cordeiro, roga a lodos os
credores do mesmo finado, hajam dse reunir no
da 31 no correnle. ao nteio dia. na casa de sua
residencia, rua a Madre do Dos n. 36, segundo
andar, afim de Iratarcm a forma do nielhor an-
damento dos negocios da mesma casa.
Attenco.
6
O marlyr e mil
molestias de garg
do Terco, ainda-se
ji veneradlo dos
lodos os que tvere
Amga-sc um famoso negro de muilo boa con-
duela para todo o servico de casa do familia, c
tambem se vende : quem o pretender, dirija-se
as Cinco Ponas n, 8j, junto as casas cahidas.
Jos Antonio Alves, cidado. relira-se para
a Europa a Iralar de sua saude ; dexa por seus
procuradores, era primeiro lugar ao Sr Manoel
Cecilio Pinheiro ; em segundo Joo Antonio
Soares Veras e em tereciro Joaquim Rodrigues
Santos.
ATTEiNgO.
Roga-se aos senhores passageiros que honlem
desumbarcaram para esta provincia do paquete
inglez Tyno, se por engao da alfandega leva-
ra m com suas bagagens um sarco de viagem, de
oleado : fazendo o favor de declarar sua morada
para ser procurado, ou entregue na alfandega.
Prederico Velloso Koop vai ao norte do im-
perio a suas cobranzas.
SOCIEDADE
Instituto Pi e Litterario,
De ordem do Sr. presidente, scientificoaos se-
nhores socios, que amanha (quinla-feira) haver
sesso ordinaria do conselho director as 3 e 1|2
horas da tarde, depois da qual (is 4 horas) have-
r sesso extraordinaria da assembla geral, sen-
do ambas as sessoes presididas pelo socio hono-
rario o Illm. Sr. Dr. Antonio Rangel de Torres
Bandeira.
Secretaria do Instituto Pi e Lilterario aos 30
de maio de 1860.
Henrique Mamcdc Lins de Almeida.
2.a secretario servindo de 1.a
Vndese urna fabrica de carnauba com lo-
dos os pertences : na travessa do Carioca n. 11.
Milho e farello.
Vende-se milho a 4&0O, em porco por menos
e em cuia a 240 rs., farello a 5g o sacco ; na tra-
vessa do paleo do Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello com oito para a rua da Florentina.
A 17#i>0Q a duzia.
Vendem-se na loja da rua da Madre de Dos
n. 36 A, camisas franceza* brancas e de cores a
171 duzia, e ana a 10500.
Na rua da Madre de Dos n. 7, ha grande por-
co de camisas inglezas de bata para escravos
proprias para a presante cslaco a 2j> cada uma,
ou 2$ a duzia ; a ellas, antes que se acaben.
Emprcza do asseio
publico.
Carlos Luiz Cambronne. estando a partir para o
modo Janeiro, onde inleresses superiores con-
cerncnles a sua empreza, reclamara a sua pre-
senca temporariamente, (em a honra de prevenir
ao publico, qup suspende al a sua volta os tra-
balhos da canalisaco das ras da cidade, mas
que acollacaro dos apparelhos as casas nao
ser inlerrompida. Os senhores moradores das
ras do Crespo e Imperador, praca de Pedro II
ras do Qucimado. largo do Rosario, das Cruzes!
dos Quartcis. travessa do OnviJor, largo do Pa-
raizo rua de S. Francisco al o rio, parle da do
Calaboueo travessa da Matriz, becco Tapado o
rua [\ova do lado dircilo, em quasi cada uma das
quaes ha j apparelhos funecionando, podem
pois. continuara dirigir-se ao esciiplorio da ad-
minislracSo, na rua do Imperador n. 27 onde
achaiao apparelhos de diversos modelos pa'ra fa-
zerem a sua escollia.
Roga-se ao Sr. Clemente do Anulo Una
Jnior o favor dirigir-se a rua do Queimado n.
, loja de miudezas ; faz-se o presente annun-
cio por nao se saber sua morada.

Os abano assignados doprimiJos pela
mais protunda dr pela prematura morto
de sua excellente e sempre chorada esposa,
tilha o diluida I). Claudina Renta de Re-
zende Villaverde, mui eordialmeile agra-
dcelo a todas as pessoas, que se signaram
assislir aoeiil-rro c aioniuanharam al a
suai ultima morada o cadver da dita fal-
lecida, dando por isso uma prova da parle
que tomaram uc immensa dr c saudade,
porque os mesnios abaixo assignados es-
ta o passando.
Os mesnios abaixo assignados aproveilara
a occasio para pedir as mesmas pessoas
o favor de assistirem missa do stimo
da, que ter lugar sabbado 2 de junho, na
igi'-ja do Collegio, s 6 horas da manha.
Herir 30 de maio de 1860.
Jos Gonr.ilvt's Villaverde.
_____Marianna da Jess Siqueira.
Antonio Joaquim Vidal, Joo Carlos fastos
Oliveira, socios da firma coramercial de Vidal &
Baslos, declaramos pelo prsenle que loda a ge-
rencia do seu eslabeleciinenlo de ferragens na
rua da Cadeia do Recife n. 56 A, da data deste
em dianle, fica inleiramenle a cargo do socio Bas-
tos de Oliveira, o qual nicamente usar da fir-
ma social as transaeces perlcncenles a dila so-
cedade. Recife, 30 de maio de 1860.
Um moco portugnez recem-chegado c de
amaneada conduela, pratico no commercio. c na
cscripturacao mercan til, seoffereco aos senhores
commerciantes que dellc precisen), dignando-so
procura-lo na rua das Cruzes n. 30, padar3, ou
na rua da Madre de Dcus n. 9, armazem do fal-
lecido Sr. Tavares Cordeiro.
I
Francisco Jus Gonralvcs de Siqueira,
Jos dos Anjos Vieira'de Amorim, sua
mulher, seus lilhos e seus irmos, profun-
damente penhorados para com todas as
pessoas que se dignaiam assislir s exe-
quias que sefizeram a sua querida e eslre-
mosa filha, irma e sobrinha Maria Mazi-
milla Vieira de Amorim, c principalmente
para cornos dignos religiosos de Nossa Se-
nhora do Carmo, desejariara exprimir sua
gratido por esla prova de tanta amizade e
bondade ; mas servicos ha que collocam a
quem os recebe em uma poho didicul-
tosa, qual a de se nao cncoulrar termos
que possam ouphonicamenie expressar a
elfuso de seu reconhecimento, e sendo
desle quilate os que lhes foram prodigali-
sados por lo dislinclas pessoas. senlem ser
insulTicicnte a terminologa portugueza pa-
ra de uma maneira satisfactoria patentea-
rem o scnliraenio que ora domina seus
coraces, eappellam para o fuluro, onde
suas aeces daro a conhecer o que nao
pode explicar meras palavras.
Recife 29 de maio de 1860.
No dia 11 desle mez desappareceu um mo-
leque de nome Francisco, rom os signaes seguin-
tes : crioulo beci preto, sem barba, i-m as per-
nas finas, bastante secco, o estomago um pouco
crescido, os ps lortos para dentro, a macla do
rosto do lado dircilo um pouco grossa, "corla-
dor de carne, bem fallanle, loi visto no dia 14 na
Casa Forte em caminho para o Monteiro, por isso
roga-se a qualquer pessoa, e as autoridades poli-
ciaes a apprehensao do dilo moleque, leva-lo
rua do Rangel n. 41, que ser bem recompen-
sado.
Attenco.
Fugio no da 12 de maio do corrento anno, o
negro crioulo de nome Antonio, de idade de' 24
anuos pouco mais ou menos, estatura regular
cheio do corpo, denles alguma cousa limados',
cara lisa, sem barba nenhuma, falla mansa, anda
quasi sempre de caneca baixa, tem em uma das
raaos uraajunta roais alta do que oulra preve-
niente de uma desmentidura, e os pulsos com
marcas de quem foi algemado. o nos hombros
tambem tem signaes das cordas que foi em algura
lempo amarrado. Levou um chapeo de couro que
consta ler trocado por um outro de palha oleado,
levou vestido uma caiga amariscada e camisa de
algodozinho de listras e um capole de baela pre-
la. Este negro foi escravo do padre Antonio Luiz
Bezerra Monteiro, de Lagda do Gallo, freguezia
de Panellas e Allnho. Gratiflca-se com 50}0OO
a quem leva-lo seu senhor no engenho Bom
Tora, ou nesla praca as Cinco Ponas n. 82, jun-
to as casas cahidas.
O abaixo assignado faz scienle, que deixou
de ser caixeiro do Sr. Joo de Siqueira Ferro
por nao Ihe convir mais continuar, desde o da
22 do crrente. Recife 30 de maio de 1860.An-
tonio Jus Lisboa de jOliveira.
Os Srs. irmos da irmandade Santissimo
Sacramento da matriz de Santo Antonio desla ci-
dade sio convidados para coraparecerem no dia 3
de junho prximo futuro, pelas 11 horas do di,
afim do em mesa geral proceder-se a eleico da
nova mesa regedora.O escrivo, Paula e Silva
Jnior.
y


wm^m
i i
DIARIO DE PERNAMBCO. QUINTA FE1RA 31 DE MAIO DE 1860.
6)
A. N. Osborn, retratistc americao convida ao respcilavcl publico pernambucano, para
visitar scu eslabelcrihienlo de rplraios pelo syslema ambrolypo, com vidros dourados c so respon-
sabilisa pelasua conservacao Ilimitada, como lambem encontrar.io un salo especial para senho-
ras e grande e variado sobrecclonlcs do ohji'cios pertenccnies a mesma arle.
Retratos parb todos os preQose ao alcance de todas as boleas de 3 al 30g : na ra do
lmperapor n. 4, baodeira americana.
Altnco.
Na ra dasCruzes ij. 21, coniinua-sc a fornc-
cer comidas a 25&mcnsaoscom todo o asscio.
O abaixo assignndu faz scienle ao publico o
coro rspecialidade aorcspeitavel corpo decom-
ntercio, que ern virlude de ler fallecido scu so-
cio Antonio Luiz Vieira, firou extincla a firma de
Vieira & Pava desda 38 de novembro de 1859 de
que fazia parle o mesmo finado, tirando o abai-
xo assignado rcsponsavel pelo activo e passivo .
da dila Grma. e perlejnccndo-lhcs lodo o cstabe-! tambem bstanle pralica ; assim romo se ofTerc-
Aluga-se urna escrava para o servico inter-
no e externo de qualquer casa de familia; quem
precisar, dirija-sea roa da l'raia n. 80.
No domingo, 6 desle moz, as 8 horas da
tnanha, sahio o annuticiante de um mnibus,na
Cruz de Almas, deixando no assenlo urna cltaru-
teira de couro. O proprietlrio do mnibus vio
que un senhor lomou cunta da charu'eira c co-
mo este nao a voltou ao SCU dono, pede-sc-lhe
o favor de entrega-la quanlo antes na praca da
Independencia ns. 6 e 8.
0Terece-se um rapaz brasileiro, vindo do
mato, para caixeiro de cobranr.a ncsla praca, ou
fra, do que lem muila pralica, o lem andado
vciidcndo ora com oulras pessoas, do que lem
Compahia do Be-
beribe.
O S." caixa dd cowpanhia (commen-
dador M moe1 Gopcjalves da Silva) esta'
autor Sido a pagajr desde hoje o 21* di-
videndo a razao de 3^150 por accao.
Esctiptorio da companhia 19 demaio
de 186 0.Jos Teixeira Bastos, secre-
tario i i termo.
Attengo. |
Cu -so pratico e theorico de lingua fran-
Q ceza por urna senhora franceza, para dez
qioccs, segunda e quinla-feira de cada se- #
@ man.', das 10 horas al meio dia : quem @
3 quiz< r aproveilar pode dirigir-se a ra da 0
Cruz n 9, segundo andar. Pagamentos
adia liados. 2
@SOg @@ @@ S^
Por um corte de cabello e
fiisameoto 500 rs.
pean m
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios precos.
Do-se amostras com penhor.
rizn.7.
lo Rio de Janeiro
lecime nto desde a ro
cife 25 demaio do 18!
xLifdes
** Madcmoisclle
se de Manncville co
rida data cm diante. Re-
Joo Denlo Para.
francez em
ano.
Clemencc de Hannetot
ilinua a dar liroes de

francez e piano la cidade c nos rrabal-
des : na ra da (ru
9, segundo andar. 3|
de duas ama?, umapa*
tra para engommar,
Prectsa-se
ra cosinliar e o
dndose preferencia a escravas: a Ira-
ar na ra do In perador n. 15.
agencia dos fabricantes america-
nos G ron ver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johnston S C, ra ca Senzala Nova n. 52.
Aluga-se .ira armazem grande
sito na ra da Cuzdo Recife, proprio
para qualquer estabeleci ment: para
mais nformacoes na ra da Criu n. 1 I
DENTIS"A FRANCEZ. 3
Paulo Gaignoix, dentista, ra das La- 3
rangeiras 15. Ni mesma casa tem agua e 1
^ p dcnlifico.
X A AAi. A.A A tX A. Ai ..X A JLX A Xt*
LI1I11S PAR 1860.
FTio a venda na iivraria da prar.a da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 18G0, im-
pressas nesla lypogaphia, dasseguiutesq'uali-
dades :
aVOLIIINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a co^ntinuaco da bibliolheca do
Crislo Brasiloiro. que se compoe: do lou-
vor ao santo romc de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo e
f N. S., a imitirao do de Santo Ambrozio,
ce para nutra qualquer aarumarao, ainda que
pouca experiencia tem do oulros negocio, o d
, couhecimento de sua conducta : quem o preten-
der, annuncie para ser procurado.
Alntaiiak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
oalinanak da provincia para
o corren/eanno de
j
Ba da Impera
econite acaba de receber
opriraeiro contra-meslre da dasa Augusto Clau-
dio, o un oulro vindo de Parjs. Esto eslabele-
cimcnloest hoje as nielhores condices que
possiv :1 para salisfazer as
objectos era cabellos, no mais
rao seja n : marrafas a Luiz X, cadeias de rclo-
gios, boceletes, aunis, rselas, etc., ele, ca-
balleiras de toda a especie, p
nhoras, lava-se igualmente a
Estados Unidos, scmdeixar u
cabera ( os clientes, para salisjfazcr os prclenden-
ics, os cbjeclosem cabello scrao feilos cm sua
presenr i, se o desejarem, c a
urna pessoa disponivel para c
pontear as senhoras cm casa articular.
E' chegado a loja de Lpcomte, ate
Boa-Vis.a n. 7, o exccllenle 1
sas branca para refrescar a
sardasc espinhas, c igualmente o afamado ole
babosa ara limpar e fazrr cresccr os cabello
assim como p? imperial de
para borluejas c asperidades
va a friscura
vida.
cncommendas dos
breve lempo, co-
ira homens o se-
cabera a moda dos
na s pelcula na
:har-sc-ha sempre
triar os cabellos, e
da
:ite virginal de ro-
cllc, tirar pimos
lyrio de Florenc
da pellc,' conser-
Lindos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos d seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Roraeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdcoaples prelo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadriohos
covado
Dito liso preto e decores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado lj e
Dila lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de dilos de cSmbraia e seda, forte
Canibrsiasorlandys de cores, lindos pa-
drdes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
D.las de Ql de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Dilos de dita de algodo bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Casemirasidem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho fraucezes pretos e
de cotes
Aberturas para camisa de liaho e algo-
do, brancas c de cores
Saias balao de varias qualidades
Tafel rOxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado"
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguiao do linho mo-
dernos
Um completo sortimento de ronpa frita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
S collcles, cairas de nimias qualidades
de fazendas t
| Chapeos fraceczes finos, forma moderna 6^500
Um sortimento coroplelo de grvalas de
9 seda de todas as qualidades 9
S Camisas francezas, peitos de linho e de j
algodao brancas e de cores 9
3 Ditas de fusiao brancas c de cores $
Ceroulas de linho e de algodao 9
1$200 Capellas brancas para noivasmuilo finas $
S Um completo sortimento de fazendas
3^000 para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
19500 covado J
Meias cruas brancas e de cores para
lOfOOO meninos 9
16OO0 Dilasde seda para menina, par lfc60ti
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
1*000 menino
9 Vclluditho de cores, covado
9 Velbutina de cores, covado
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 res, o par
9 Ditas de seda idem idem
J Um sortimento completo de lu^as de
900 seda bordadas, lisas, para enhoras,
homens e mtuiucs, de todas as qua-
9 lidades
9 Corles de col'cte de gorgurao de seda
J640 de cores
9 Ditos de velludo muilo finos
Lencos de seda rdxos para senhora
9 Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
8^500 Sapalinhosde merino borJados proprios
para baplisados, o par *
9 Casinetas de cores de duas larguras mui-
6JKI00 lo superiores, covado
$500Selra prelo,encarnado e azul, proprio
{ para forros, com 4 palmos de largura,
9280! fazenda nova covado 15600
1500 I Selim liso de todas as cores covado 9
i Lencos de gorgurao de seda prclos I
800 Belogios c obras de ouro 9
I Cortes de caseara de cores a 5i00
fc3'0
19200 i
9700
SfOOO
15000
9
9
9
2*500 I
9
2^00
1$000
Grammaticaingle-
za de Ollcndorff.
Novo method.-> pjra aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra integramente nova-, para uso de
tocios os estubeleciroentos de instrucfao,
pblicos e particulares. Vende-e na
praca de Pedro 11 (anligo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andtr.
Attengo.
Ahiga-sc o armazem da casa n. 15 da ra do
V gario : quem prelendftlo, drija-se ao caes do
Ramos 11. 2,011 a roa Augusta n. 94, a fallar com
Prxedes da Silva Gusn.80.
Dcsappareccu na noite do dia 7 do correnle,
do engenhu Ronda, do silio Boavisla da fregue-
zia de Santo Antao, comarcada Victoria, do abai-
xo assignado, um cavallo com os signaes seguin-
tes: luco com pecas de vermelho. osdousjoelhos
sempre relados por ter cosluroc de topar, as pon-
las das orelhas trincadas, c o cabeca carregad,
ferrado com o ferro do legilima dono: quem del-
le der noticia certa, ser bem iccomp. usado.
Jos da Cmara Pimenlel.
Alcxandriuo Cesar de
Mello
faz scienle aos Rvms. clrigos e seus freguezes
que o annuncio desle Diario n. 120 c 121 nao
6 seu, pois o mesmo jinda mora na ra do En-
canlamento n. 7 ; e o mesmo contina no excr-
cicio de sua arte a fazer capas, balinas, samar-
ras, capas vialorias, barretes, mursas para irmos
de S Pedro, ditas para conegos da c apella im-
perial, solideos o becas para drsembargador.
Ao publico I
Acliando-se grassando epide- ^
I micairente angina e a escaria ti- ^
|H na, olFer.cemos as mais de f'unii- g?
lia o tra lamento homeopatliico, ff<

velludadjda primavera
>

jaculatorias e
cramento e N
Via-Sacra, dir iclorio para
dividido pelo
ao SS. corac
commemoracSo ao SS. Sa-
S. do Carino, exercicio da
oracao me uta
o (jual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclcsiaslico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
i o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
paroebiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
Je toda a provincia.
Associac.es commerciaes,
agrcolas, industriaos, liltera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
duslriaes e commerciaes de
AU MI
NATURAILE DE VICHY.
Deposito na bolira franceza ra da Cruz n. 22.
contendo os symptooias das mo- *
leslias e dos medicamentos pro-
priados com a mancirade os em-
pregar Assim como carteira com
^ os medicamentos Lomeopatliicos
para o mal.
N. B. Medicamento especifico |
e preservativo para estas slFtc-
I ees. Em glbulos c cm tintu-
^ia!. Pateo do Carmo n. o, pri-
1
O!
meiro andar, largo do Paraizo
n. 13, sobrado de um andar.
I
F
GMSDE SOR
DE
c r
POR MED
)upa feila
Neste proveitoso estabelecimenlo, que pelos no vos mclhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-sc-hao tambem do 1 de novembro cm vante, contratos mensaes para
tnaior commodidadee economia dopublico de quem os proprielarios esperam a remuneracao ac-
iantos sacrificios.
Assignatu-* de banhos fros para urna pessoa por mez.....10J00O
> momos, de choque ouchuviscos por mez 155000
^_____Rfirifts dp. rartons ebanhos avulsos aos nrecos annunriadoa.
Aluga-se a excedente e commoda I
asa da ra da Aurora n. 26 : a tratar,
na mesma ra 11. 16 A.
Roga-se a quem se julgar credor da exlinc- '
la firma de Vieira & Para por qualquer titulo ou \
45-iia Direila45
Na lojaearmazemdeJoaquim
Rodrigues T.
Ylu.\ do Q\icim|ado \\ \Y.
das da semana, obsequios
de Jess, saudarocs devo-
tas s chagas jde Chrislo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da i .
guarda, respingo pelas almas, alm dejtOdaSaS ([UalldadeS COUIO 10-
outras oracoefs. PreCo320rs. i jas, Vendas, aCOUgUeS, Cnge-
MFirA DE VARIEDADES, contendo o kalenda ullOS.CtC., etC^
rio, regulamenlo dos direitosparochiaes.e a ,,
urna colleccao de ancdotas, ditos chisto-1 kerVC elle de gUia aO COm-
sos, contos,fbulas, pegamentos moraes, merciante, agricultor, mari-
cbi sua \^a Ac|
Ten. um completo sortim
e por nedida a vontade dos
casemira e de brim, colleles
des, sibrecasacas de muito
limen lo de palelols de canil
paca, laazinha, riscadinhos
se vende por preco commod
lmenlo de chapeos prclos d
de su lerior qualidade a IOS,
lo superiores a 16$, chapcosjdc sol de
gleze.' dos nielhores que leen vindo ao
DA.
conta de Iivro vencida ou por vencer, c"e, no pra-
de Mello.
it
\ \orias
dnto de roupas feitas
'reguezes : caigas de
do diversas quali-
Uom goslo, um sor-
e de casemira, al-
l de brim, que ludo
, um completo sor- | DR. SABINO 0, L PIMO |
seda para hornera,
dilos de castor mu-
seda in-
mercalo,

Botica central homcopalliica
Do
m
f
receilas diversas, quer acerca le cozinha, ,
quer de cullura, e preservativo de arvores timo e eillUlll para
e fruclos. Prejo 320 rs.
todas as
classes da sociedade.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contera o resumo dos direitos
narochiaes. Pre o 160 rs.
ditos rancezes de diversas qualidades, ditos de
panni grandes c pequeos, corles de vestidos de
seda ilc variados goslos par; diversos preros, um
comp elo sorlimcnto de bor ados e entre-meios,
golinliase manguitos, tudo |ior preco commodo ;
chaly deseda e la de goslo mais apurado que
lem apparecido 3 1280 o ce vado, chitas france-
zas nuito superiores de 2oC al 410 rs. o covado
de goslos muilo delicados : ira grande sorlimcn
lo de fazendas francezas o i iglezas c allemas que
seria impossivel aqu se poder mencionar com
preces, assevera-se aos fnguezesque ludo se
vend; mais era conla que em outra parle sendo
a dinheiro.
JosThomazae Campos Quarcsma, partici-
pa as pessoas de sua amizade, que hoje a sua
resid>ncia na ra Augnsja, rasa de 2 andares,
do disembnrgador Alexandre Bernardino do Reis
e Silia. de n. 19.
@ Novos medicamenloshomeopalhicos en- @
>rj viadosda Europa pelo Dr. Sabino. q-
@ Estes medicamonlos preparados etpe-Z
^ cialmenle segundo as necessidades da ho- i-
^ meopaihia no Brasil, vndese pelos pre- '
eos conhecidos na botica central homco-
fe
De 5^000 a G#000.
O prorrietario deste estabclccimento
zo de 3 dias, apresenta-la para ser promptamen- attendendo ao estado poueo IisongeiiO
le P.aSai_na prac;a_da Independencia ns. 19 e 21. | da bolsa da tnaior parte da populacao,
c animado por um sentimento pliian-
tropico cm prol dos seus antigos fre-
guezes, tem a Lona de offercceidhes
um testo de boizegulns de becerro e
luslre, (mmuito bom estado, mediante
a retribuiqao cima.
g Antonio Jos Per reir Alves, mudou o i
m seugtbinele de consullas mediras-cirur- C@ |
gicas e operares para a ra doyurimado
i;( n. 38, primeiro andar, aonde poder ser ,
consultado al s 8 horas da manhaa c
@ das4.1s6 da larde Chamados a tuda a @!
@ hora do dia c da noite, sendo os pobres i
tratados c attendidos gratuitamente. es
*? ?'PS
W. B. Greenfield relira-se para a Europa.
Na bolica da ra dj Cabug se dir quem I
tem para vender urna bareaca em excellente es-
lado, a qual carrega 200 saceos de assucar.
Aluga-se urna excellente caa de
campo com grande sitio, ca estrada da
Casu Forte, com todas as commodida-
des para familia, coebeira, estribara,
panqus para banho ete, et", : quem
pretender a mesma ditija se a ra da
Cruz n. 4, casa de rV. O. Bieber & C,
successoivs.
Altenco.
Acha-se justa e conlratada a taberna de Do-
mingos Otlezo do Carvalho, na povoaoo de Api-
pucos ; e se alguem se julgar com direitu a ella,
enlenda-se com Manoel da Costa Rabcllo, no Ar-
raial, ou rom Manuel Ribeiro Fcrnandcs, na na
larga do Rosario.
SOCIEDADE
^Consultorio central homeopathicoj
5>lllBHJ\SuKD(C. I
Continua sob a mesma direceo do Ma- $
noel de Maltos Teixeira Lima) professor @
em homeopalhia. As consullas como d'an- g
les.
Moga-se aos Srs. devedores do estabele-'
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-l
sequo desaldareraiseusdebilos na ra do Col-1
egi venda n. 25 ojj na ra do Queimido loja
n. 10.
Sipop du
DrPORGT
JARABE DO FORGET.
urv
Esle xarope esl approvado pelos mais uinrnted mdicos de Paris,
Icomo sendo o melhor para curir conslipac.oes, tosse convulsa e ouir^s,
alTeces dos branchios, ataques de peito, irritares nervosas e insomnolenci-s: urna colheraila
pela manh, e outra noile sao suflicienles. O tll'eito desle excelente xarope
lempo o doente e o mlico.
O tpotito na ra larga do notario, botica de Barlholomeo Franeitco de
satisfaz ao mesmo
Souza, n. 36.
Ra do Brum (passando o chafara..)
Nt> Aepo/Aio tlesle esla\e\ecvmeiito sempre \ia grande sovlimculo de me-
enanismo nara as engenhos Ae assnear a saner:
Machia is de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel e de facillimo assento ;
Rodas cyagua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas ;
Cannos de ferro, eportis d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madein ;
Moendas inteirascom virgensmuito (ortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, cavallos, oubois, acunbadas e,n aguilbOes deazs ;
TaixasHde ferro fundido ehatido, e de cobre ;
Pare ebics para o caldo, crivos e portas de ferro para s fornalbas ; ?
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha :
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois *
AguilhSs, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carroc,as, formas ;;alvantzadas para purgar etc., etc.
D.W.,Bowman confia que os seus freguezes a chamo tudo tligno da preferencia com
que o honrm, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
tores desta torovincia, epelofacto de mandar construir pessoal mente as sufcs obras as
mais acred tadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem innual papa o dito fim,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, pirt modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador,^ de fazer os concertos de que ])odero necessitar.
palluca, ra de Sanio Amaro (Mundo No-2
Altenco.
m
Os effeitos anliepidemicos, que sao produzidos
pelas fumigagoes hygienicas de Guyton de Mor-
veau, sao eflicazes, como prova a experiencia que
dellas se lem tirado ullimcmenle. Os vaporas
que se elevam de urna formula desta fumigacao
bastara para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; c de 10, ai ntricas, assim explica Car-
nichacl Smilh. O andaro que nos vecha de pr-
senle, lem ccifado muitas vidas, e convem que
(para prevenir-so o niel, antes do que cura-lo de-
; pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram &
bolica n. 88, na ra Direila, onde se acha ven-
da quanlidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo eslar a sua casa nffcc-
tada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, reenrreu ao
abaixo assignado, que subminislrando-lhc s fu-
migacao, produzio ella sahilares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circunstancias, que
precisarem das desinfecres, o acharao sempre
promplo para mandar cffectuar a devida applica-
jio. O mesmo lambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o raso mui-
lo approveilzm, e previnem a invasao das epide-
mias no interior das habitares ; assim como
de importante ulilidade a sua applicaco as fe-
r'idas, ou ulceras chronicas como.detergente para
preserva-las do estado de putrefaeco. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O prego de
2#000.Jos da Rocha Parauhos.
COMPANHIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres*
lfi@G) I tm.
CAPITAL
Cinco milbes de Vibras
estcrUnas.
Saunders Brolners & 6." tem a honra de In-
formar tes Srs. negociantes, proprielarios de
28as, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisado9 pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, coberlos de telha e igualmente sobre os
objectos que couliverem os meamos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer ualidade.
Ferros de engom-
mar econmicos
A -SI000 rs.
Aviso as engommadeiras.
EcoBomia de lempo e de despeza reflui-
da a pcrfcieao c facilidade do
balito.
n.vs
ARTES MEGIIiMCAS E LIRERAES
DE
PERNAMBUCO.
Por ordem do respectivo director, o Sr. Joa-
quim Borgcs Carneiro, sao ronvidades os socios
(pie eslao atrasados nu pagamento de suas men-
saldades, a se porem quites com a sociedado
at aprimeira sesso ordinaiia do mez de junho
prximo futuro, sob pena de serem eliniinauos os
que, sem justa causa allegada o provada i erante
a sociedade, nienusprezan'm o prsenle aviso.
Secretaria da sociedade das Artes Mee harneas
c I.iberaes 25 de rr.aio de 1860.
Targino Franciuo de Helio.
Secrelaiio.
Os Srs Antonio Cardoso de Mallos Sobr-
nho, Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jo? da
Costa Cuimaraes, Guimarhes & Alcoforado. Joao
quim Pereira Alantes e Miguel Alvares de Abre-
Marinho, queiram apparecer na repail"n;ao do cor-
reio afim de sali>fa/.erem o porte de urnas caitas
que vieram da secretaria de polica.
O abaixo assignado faz publico que s se
responsabiiisa porconpr-is feilas em sen uome,
aquellas que forem por bilhelc du si u punho,
visto que tem pago diversas contas cr.nlrahidas
por sua escrava Thcodora, que se acha fgida ha
4 dias. Recife 95 de niaio de lbCO.
Joa Roga-se as autoridades policiaes c aos capules
de campo a apprehenso da prela escrava de no-
me Thcodora, natural do Maranho, estatura re-
gular, rosto comprido, com Jalla de um denle na
frente, feia, lem o andar peg'ado, a qual tem ha-
bilidadc para o servico de casa : quem a pegar,
leve ra Direila n.*112, loja de ferragens, ou i
ra da Concordia, casa de soio junio ao desem-
lpa_ baroadur Cuimaraes, que ser recompensado.
"V
Os ferros de rngonmar eronomicos de Bless
& Diake, sao ja k"io bem conhecidos, c por lodas
as parles em que sao usados, leem recobido um
acolito tao favoravel, que os fabricantes se limi-
taiao a simplesmenlc indicar aqu algumas de
suas valiosas qualidades, sera mencionar os nu-
merosos louvores, que a imprensa e muilos par-
ticulares toem dirigido aos inventores de um lao
ulil, quo importante ulencilio.
Na ra da Senzala Nova n. 30 ; ncsle novo es-
tabelecimenlo preparam -se bandejas pelo goslo
de francos do imperio com os melhoies doces,
vendemse amendoas confutadas, papris pira
sortea, ocenlo das mismas a 2?, recebem-sn cn-
commendas de pao-de 16, bolo inglez, dito fran-
cez, dito imperial, pastis de todas as qualidades,
doce secco e de caldas para a Ierra e cxportai ao,
aGancaudo as boas qualidades.
Custodio Jos Machado roga aos seus crc-
dore que scgunda-feira 28 do correle queiram
lera bondade de comparecer em sua taberna as
2 lioras da larde e com as suas cotilas correles.
No dia 23 do corrente, das 4 para as 5 ho-
ras da manilla perdeu se urna carteira com l(>9
e urna conla de 13J800, e alguns recibos : quem
a aclion, querfiido restituir, leve ao Recife, no
beceo da Boia, bolequim n. 12, que ser bem re-
compensado, e se lite agradecer.
O ab'tixo assignado faz scienle ao respeila-
vel corpo docommercio e ao publico era gcral,
que S6 acha justo c contratado com Justino da
Silva Boavenlura, era comprar a taberna n. 1,
As vanlagens dos ferros de engommar econo- sa na ruado Vigario ; Arando o vendedor res-
micos e sua inconleslavel superioridade sobre os | ponsavel pela divida activa da mencionada ta-
anligos, se deprehendem das razes srguinles:
1. Os ferros econmicos leudo em si o appa-
relho qne os aquenta e que serve a conserva-Ios
sempre, no grao de calor que se quer, mediante
mui facis condiccoes, fizem ganhar as engom-
madeiras o immenso lempo que as mesraas per-
dem, servindo-se dos antigos ferros, as conti-
nuadas mudancas que sao obligadas a fazrr, na
limpeza e preparo dos roesmos, no fogareiro, e
em rail oulros accessorios inherentes ao velho
syslema. A esla immensa vanlagcm deve ac-
crescentar-se que o engommado sahe mais per-
feilo, mais claro e mais lustroso.
2 o Um s ferro basla para cada engomma-
deira, noentretanlo que dos antigos era neces-
sario ler um certo numero.
3." A despeza de cada um desles ferros, para
um dia de trabalho, nunca poder exceder a
80 ris.
4." O Irabalho 6 muilo mais fcil e agradavel,
podendo effectuar-se em qualquer parle sem o
menor obstculo. O grave inconveniente do ex-
tremo calor produzido pelos fogareiros, sobreto-
do nos paizes quentes, desapparecc completa-
mente.
5 O perign de incendios e divenos oulros
males, cessa com o uso dos ferros eronomicos.
6. Commodfdade de transporte, solidez a du-
raeao do utenrilio. Muilas oulras vanlagens po-
deriam ser citadas ; os fabricantes porem julgaru
mais acertado, de recommendar as pessoas inte-
ressada8 de experimentaren! os ditos ferros, que
de si mesmo fallarlo mais alto, que ludo quanlo
em favor dos mesmos se poderia dizer.
nicos agentes em Pernambuco Raymundo
Carlos Leilej Irmo n. 10, ra da Imperalrii
amigamente atorro da Boa-Vista.
berna ; por isso faz o prsenle annuncio para
ninguem allegar ignorancia
Manoel Baptisla Barbosa.
Precisa-so de um menino de 12 a 14 nnnos,
porruguez, para caixeiro : na ra do Rangel nu-
mero 6.
Aluga-sc um armazem grande, silo na rita
da Cruz do Recife, proprio para qualquer estabe-
lecimenlo para mais ioformacocs, na ra da
C'uz n. 11.
Precisa-se de um criado para lodo o servi-
co de urna casa de familia, que d conhecimenlo
de sua conducta : na ra da Impcratriz n. 48,
segundo andar.
Precisa-se de urna ama para casa de um
rapaz solleiro, que saiba cozmhar e engommar :
a tratar das 6 horas da manflas e s mesraas da
dard por dianle : na ra da Senzala Yelha n. 10.
Attenco
*
Deappareceu desde domingo 20 do
corrente, do armazem do Sr. Flix
Teixeira da Cunha na ra dos'Gua-
rarapes, um burro dos ltimos crie-
gados a bordo da barca franceza Ft-
paro, capito Lestic : portanto pede-se
a quem der alguns esclaiecimentos a
respeito do mesmo ou se souberem on-
de o mesmo se acba dse dirigir aoes-
criptorio da ra do Trapiche n. 9, que
sera' generosamente recompensado.


^*
"T ^og-se "o &rs. devedores a tirn. social
de Lene & Correit em liquidado, o obsequio
de mandar saldar seus debaos na loja da ruado
Quemadon. 10.
DIARIO DE PERWAMBUCO. QUISTA FEIRA 3i DE MAIO DE 1860.
3 ^r^a
confronte a matriz
da Boa-Vista.
Recebem-se bixas de Haraburgo. vindas por
todos os vapores da Europa, as quaes lano se
vendem como se alugam, amola-se ledo ferro
crlame, bota-je ouvidos em armas de espoletas. I $ tiflciaes pelos doua systomasVoLCANlf"
Dentista de Pars.
I DENTES
tumi 14ni s
fRuaestrcita do Rosario n.3
Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar-
1
procurado
hora.
i----------------a ar *~**"""* wwa
na sobredita ra a qualquer
Flores de cera
em cinco lines.
15Ra Nova15
Frederico Gautier. cirurgiao dentista,
faz lodas as operaces da suaarto e col-
55> lora denles arliflciaes, ludo com a supe-
|B rioridade e perfeieio uno as pessoas pn- m
$ tendidas ihc reconhecero. P 1 O artista Jo Ricaud, lecem-chegado da cor-
'M Tera Rua e pos denlifririn. -t !? ensin* a fazor nres e fr"clss de cora- borda-
'.rasfeara ^^MttMaWaeiflll ?.0,,l>m v,dios c.ora ,as : d l5es em ca**s par-
23 :.;*27&97&S ^9s>f3 SPSaKSfflSSSSJd! l'culares. O artista mora no hotel Francisco, na
ra do Trapiche n. 5, o ir s casas d'onde'for
chamado, levando as amostras dos seus trabalhos
= Na pharmacia n. 30 da ra do Livramonlo
precisa-se fallar a negocio de urgencia com os
seguintes senhores :
Francisco Xavier da Rocha.
Andr de S Albuquerque.
Manoel Alvos Vianna.
Antonio Jos Gurjo, da Parahiba.
Antonio Pergentino de Moraes Souza, de Ita-
mnrac.
Manoel Joaquim das Trovas Marinho, da Victoria.
Quera precisar de urna ama que cose e cor-
ta vestidos, e engomrna, ludo cora porfeicao e
! de bous costumes, dirija-se ra do Caldreiro
n. io.
Manoel Jos Fernn les, Porluguoz, retira-
se para a Europa a tratar de sua saudc.
Precisa-se
Aviso etm geral.
O dono da grande fabrica do lamuncos da ra
Direila, esquina da Ira cssa de S. Pedro n. 16,
ofteroce ao rospeitavel publico desla cidade e u
fra o mais bello o rico sorlimento de tamancos
de toJas as qualidades, ijue est resolvido a ven-
de-los, tanto a rclalho como em porcao, por me-
nos do que em outra qualquer parte ; a estacao
propria.
cMlUPTORIO DE ADYOCACIAl
)| DOS BICHAREIS
C3 Cicero Odn Peregrino da Silva @
I r S
GAu'cliano Augusto P. de Carvalho.

m
I

de
alguos
RA DO QUEMADO
PRIMEIItO ANDAR.
meamos para aprender o of-
Qeio de marcineiro:na rui de
S.Faaiiciso confronte a igre-
ja annazem que tem a offici-
na da parte de detraz.
Sincera gralido
pela eura de ama
inflammacao do estomago.
Nao posso deixar de tributar os meus devidos
ouvores s chapas medicinaes do Sr. Ricardo
% kirk.cscriplono na ra do Parto n. 119, poisuue
, por meio de tao precioso remedio fiquei curado
la tn/lammaco do estomago, da qual padeca
lia mais de des annos, por cuja causa soffria falta
(te rep\raao, cansago e muito fastio ; e nao
leudo j esperanca de ficarraelhor, acho-me ao-
ra perleitamenle bom, depois de 40 das da ao-
plicacao das ditas chapas.
Por isso cumpro com- raeu dever, fazendo a
presento declararap em signa!
C',:, 9 8 3 3S@@-@@ @@
= O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publico, que
nao obstante nao achar-se ainda completamente
reslahelccido do grave incommodo de saudc de
que fura accommettido desde novembro do anno
passado, tera cora ludo destinado empregar algu-
mas horas cm o exercicio de sua prolisso, para
o que podera ser procurado das 9 horas da ma-
nhaas 3 da tarde, no paleo do Carino, sobrado
n. 9, priineiro andar ; e desla hora cm diante no
Cachang. O mesmo doulor havisa a seus fci
guezes e a todas as pessoas que o quizerem hoi^
rar, cuuliando-llie scusdoentes, que lem rcorga-
nisado a sua casa do saude, sita na Passagem da
Magdalena, entre as ponles grande e a pequeoa
do Chora-nieniuo, que alcm de se achar montada
convcniculcmentc dispoe de comiuodos para
mais de 40 doentcs, segundo a c*thcgoria e se- I
xos polo niais comraodo proco, que .ctuali- SBE"uTBS!S no R^tnT
dado se pode fazer. As pessoas livres rccolhidas ro.Agoslinho Ferreira Cardo'so.
enfermarla pagario adiara de 3$, e escravos ', Reconhecida verdadeira a assignatura supra
23; dando-so ainda algum abalimento no caso : p ub.el!iao peJro Jos de Castro
de que a molestia se prolongue por mais de un
Diez. As pessoas que desejarem un iralamcnlo
distincto pagario na razo da despeza que fize-
reiu. Para tratar, podem dirigir-sc casa do pa-
teo i\o Carmo cima indicada, ou com o Sr. Jos
Firmo Xavier na dita casa.
'.
S*
fereiraS
\^i O Di-. Cosme de Sa'
^ Je volt de sua viajjetn iistructi-i
i a Europa continua noexer-
. is : ji Ue sua profissao medica.
^.j Oa' consultas em seu escripto-
\o, no bairro do Recife, ra da
^Ciuiz n. 53, todos os dias, menoi|
>s domingos, desde as lioias^
S: c; as luda manhSa, sobre osP
J\S seguintea pontos :
l
los
!!"
- Molestias de o
. Molestias de coracSo e de
peito ;
. Molestias dos igaos da gera-
eio, e do anas ;
Platicara' toda e qualquer
3h o leracao (jucjulgarconvenien-^
^i te para o restabelecimento dosfE
f seusdoentes.
&i O esa me das pessoas que o con-
^suitarem sera' feto indistincta-
V! uente, e na ordem desuasen-i
S^U-adas; fazen'loexcepcoosdoen-1
^Slos de olhos, ou aquellesque por?
./:^ notivojustoobtiverem hora mar.-/
,^|;ada para este lira.
Egjfi A applicacSo de alguns medica
^ acatos i n dispensa veis cm variosf
y-i^asos, como o do sulfato de atro-'
^J )intetc.)8era'feito,ouconccddo|
j|gratuitamente. A confianca que
^ elles deposita, a presteza'de sua I
S|iCc3o, e a necessidadeprompla^
S^ !e seuemprego; e tudoquanto op
S^'omove em beneficio de seusf
Hagdoentes.
i
NOVO DEPOSITO
DE
Ra do Imperador, confronte
ao oittio do deposito dogaz.
Tiorott & C atloniendo a que os senhores con-
sumidores de gelo sao pela maior parto residen-
tos nos bairros de Sanio Antonio e Boa-Vista, e
que lutariam com grande difficuldade se este es-
tabelccimento eslivesso collocado no bairro do
Rocife.poderam encontrar na ra do Imperador,
confronte ao oilo do deposito do gaz, un arma-
zem com as proporcoes exigidas para deposito
doste genero, o qual estar aborto connurren-
eia dos mesaos senhores, das 8 horas da m-
nhaa s 6 da tarde do dia 3 do correte em
diante.
Madama Appolinc
g Ruussel, primeira coslureira da casa do @
w Madama .Millocheau. tem a honra de par-
Ucipar ao respeitavel publico, que se acha
prompta para satisfazer a qualquer en-
m
| cooimenda concornente a sua arlo, aSsira
como ricos vestios para casamento, bai-
m | esoirc, felosa ultima moda, e ptima &>
-) porfeicao : as pessoas que de seu prcslimo
.; so quizerem utilisar, podem dirigr-se #
rua da Imperalriz n. 11, primeiro andar. &
8 ; 53@8>g@@@
Ctl LISO-BRASLEIRA,
% Golden Squaref Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenlcs ac-
commodacoes para muilo mnior numero de hos-
hrfnpw n0V0 se 'ecmmenda ao faror e Iem-
v \'ull seusmiK0 OosSrs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-Ihesseus
couVarrnnPbn-fflC',S8U,ando os em t"" ea
PiU etr1 .iKSem ,conhecimeno pralico do
pata. etc. alm do portugus e na casa o hesoanhol e francez. ^
-Jos Antonio Alves, cidado porluguez, reli-
ra-sc para lora do imperio a tratar de sua saude.
Ama deleite.
Quera precisar de urna ama de Jeito com un
Ullio de 2 mezes, a qual lem bastante leite para
ambos os meninos, dirija-se a rua da Roda n. 4.
Ama.
Piecisa-se de urna ama forra ou captiva para
coznhar: a tralar na travessa do arsenal de
guerra n. 9.
Ordem terceira do Carmo.
Porordcra do nosso charo irraao prior, con-
vido a todos os nossos chirissmos irmaos, para
que sedinera comparecer era noisa igreja para-
m-nlados com seus hbitos, as 3 horas da larde
do da 31 do correnlc, para, era coramunidade
assislirmos arazoura cTe-Deum Laudamus, com
que devo finalisar os actos du Mez Mariano no
convento do Carmo, salisfazpndo o convite do
lUm. DX-jirotincial Fr. Joo d'Assumpo Moura.
Furtaram no dia 23 desto raez, do sobrado
n. 4-1, lerceiro andar, da rua Nova, un rclogio de
ouro saboncte, lodo Iavrado, do autor Berguers
a Taris n. 11514, com urna corrente de palmo
pouro mais ou menos, com ume chave pequea
soldada na pona da mesma corrente, o um sineto
imitando una cabrinha sobre urna cornalina en-
carnada, ludo do ouro. Oditorelogio bastante
chalo e lera um defeto no vdro do mostrador
que nao e possivel fechar diroito pos q.uaa sempro
conserva-so abeilo : Pde-se a lodos os Srs. re-
lojoeiros, ourives, vendclhoes e a todas as pes-
soas que lomara objeclos erapenhados, de o ap-
prehender no caso do |be ser ofTerecido o mes-
mo relogio o leva-lo casa referida ou na
rua da Cadeia do Recife no escriplorio Sr. Jos
Gomes Leal, que recompensar bem.
COLLEGIO DE BEMFICA
DIRECTOR
Eslevo Xavier da Cunha.
Esto eslabelecimento muda-se para a rua da
Aurora, casa contigua ao collegio das orphaas, e
desde o primeiro dejunho prximo ahi contina
a crismar todos os preparatorios exigidos para a
matricula da faculdadc dedireito. Alera de todas
as disciplinas designadas nos respectivos estatu-
tos, ensinar-se-ha a fallar com perfeicao as lin-
guas franceza, italiana e allemaa. residindo para
esse Qra no mesmo collegio um hbil professor
Compras.
. r ComPra-se urna morada de casa terrea, ou
sobrado deum andar, no bairro de Santo Anto-
nio e em bom estado ; a tralar na rua Nova nu-
ni ero o*
Gompram-se es-
cravos .
Comprara-se, vendem-se e trocam-so escra-
vos : na rua do Imperador.!. 7), primeiro andar
mT.C,omPr'1.ra-sJe moedas de prata e ouro de
n 42 qualldadcs : ua rua da Ca Vendas.
Vende-so urna meia mobilia de amarello
em bom estado : na rua do Santa Thereza n. 1.
Armazen) de fazendas,
NA
RuadoQueimadon. 19.
Cobertas de chita, gosto chinez, muilo finas, a
proco de 2J. '
Lengos de carabraia para algibeira a 2* a duzia.
trillas francezas miudinhas e muito Unas, co-
vado (pechincha) a- 240 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca,
muilo bonitos, tendo 13112 covados, por 2.
Lencos para menino o meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meiascruaspara menino de todos os lmannos
unas brancas para meninas.
Chalesde merino eslampados a 2S500.
Alpaca preta, o covado a 320 re.
Baloes para senhora a 6&.
Madapolo com pequeo defeilo a3
Algodao monslro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
50oaS miudiuha com 38 covados por
Paletols de brirn de cores a 3$.
oanga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos pretos o mais uno que ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala.
Chapeos de sol pira menina a 4
Madapolo fino a 6#.
Bramante de linho, rara a 2|300.
Itorzeguias inglezes, pro-
va (Tagua.
Pechincha sem iguaL
Os verdadeiros e j muito conhecidos borze-
g ins inglezes, prova d'agua, e tiradores do calos.
A 10| o par, dtaheiro a' vista.
Leitc & IrtnSo, na rua da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48. visara aos seus numerosos
fr< guezes, e ao publico om geral, que novamen-
le acabara de receber os afamados borzeguinsin-
gl'-zes, cquecontinuam a vender IOS o par,
dinheiromta. E o melhor calcado que ha pa-
ra iqueilas pessoas aue padecem de calos por-
qu< usando os nao soffrera mais.
Pede-se toda attencao.
a loja d'aguia de ouro, na rua do Cabuzfi n. \
B, vende-se ludo por precos baralissimos para
uq udar, assim como seja :
Fitas e franjas.
lila de velludo de todas as larguras, aberlas e
lisas, de lindos padres.
franjas de seda de lodas as larguras e de lin
dos gostos.
f Has de laa e seda por preco que admira.
I ilas de linha para casaven'ue.
Lilas de algodao para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pmtes de tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a irailaQo de tartaruga.
Ditos lisos para alar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para baloes.
Molas para fazer balos, vendem-se a 160 rs a
var;, ou peca de 50 molhos a 69.
Bicos.
B.cos de seda de tidas as larguras e lindos pa-
dros. K
D tos de algodao.
L ques muilo finos.
C pellas brancas para noiva.
C lapeozinhos para crianca.
_ R'iquissimos quadros para enfeile de sala as-
sim'como redomas com flores. '
Assim como perfumaras muito linas, e mais
objetos que vista do freguez far-se-ha todo o
ncgi co.
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
rua la Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
pota esa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal urgem em pedra: tudo sor procos muito
razoaveis
REME0I0 INCOMPARAVEL
UNGENTO HOLLOWaV: ""
Milhares de individuos de todas as nacoes po-
dem testemunhar as virtudes desto remedio in-
comparavwel e provv em caso necessario, que
pelo uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramenle saos depois de haver emprega.
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosa8
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao to sor prndente que admiran: s
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco?
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer 1
amputacSol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para sen0
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu reconhecimenlo declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aflm de maisautenti-
carem sua flrmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentrataloquenecessitassea natureza domt.,
cujo resultado seria prova rincontestavelmerrte
Quetudocura.
O aguento jho ulll, mais particu-
*rmente nos seguintes casos.
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sama
Supuraccs ptridas
Tinha.em qualquer par-
te que soja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulacoes.
Veias torcidas ou noda-
Bilhcles,
u: ara sj** tas. Sr
i**. 88, ,.Je.M "cl8utoV.-.r^
Chumbo de municao sortido. "gos.
Pregosde lodas as qualidades.
Alraiade.
Vinho de Shery. Porto, Hungarian em barra
Dito de Moselle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prala, patente echronomo-
tros, cobertos e descobertos (bem acreditados)
Trancelins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sortidos em latas pequeas.
DA
Alporcas.
Caimbras
Callos.
anceres.
Cortaduras.
Uores decabeca.
das costas,
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Lrupc6es e escorbti-
cas.
Fistulasno abdomen.
rrialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Prieiras.
Gengivasescalda!la9-
tnchacoes
Inflammacao doflgado.
Loja da boneca rua da Iinpe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem-se.na mesma casa a
qualquer bora.
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecmento
geral de Londres n. 224, Strand, e na lojade
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., C3da bocetsnha contm
umainstruego em prtuguez para o modo de
fazer uso deste tinguento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
Pharmaceutico. na rua da Crun. 22. em Per-
narabuco.
Pennas de ago inglezas.
17 ^0nrdem._S9 "a rua da Cadeia do Recife, loja n.
> i, acbuedes & Goncalves, as verdadeiras pennas
'oe ac inglezas, miniadas fabricar pelo profes-
isordccalygraphi, Guilhorme Sculy, pelo mdico
preco de l50l) a caixa.
GRANDE SORTMENTO !
DR
jl'azendase obras feitasJ
ha
luoja carmazcm
lies Basto.
I iVaru do Queimad) n.
46, frente amarella.
Completo egraodo sorlimento de cal-
cn caseraira.de cores e pretas a 85,
l'( 10J> e 12}, ditos das mesmas casomi- f|
rsa7j, 8je9J, ditos do brim trancado |S
blanco muito fino a 5S, 6$ e 7a ditos de M
ce ees a 3$, 3$500, 4g e 5, ditos de me- ^
n io de cordao para luto a 5g, colletos de t>
cJsemiras pretas, ditos de ditas do cores, 8
ditos degorgurao pretos e de cores a 5J, W
o* o 7d, ricas casacas de panno3 muito 11- Sg
nos a 35J e 403. sobrecasacas dos mesmos *tS
p nnos a 283. 301 e 35, paletols dos mes- M
mas pannos a 22$ e 243. palelols saceos |
di casemira modelo inglez 103, ditos de f
casemira mesclado muito fino de apurado 2
gistol53 e 163. ditos sobrocasa das mes- m
mis cores a 18$ o 20,?, ditos sobre de al- S
prca preta fina a 7 e 83, ditos saceos a II
4J. ditos de fuslo branco e de cores a 4, f2
4} 500 e 59, ditos de brim pardo rauii H
si perior 43500, camisas pa.-a menino de lodos oslamnnhosa26S000aduzia,meiaH ||
di todas os lamanhoa para menino e rae- &
ninas, palilols de todos os tamanhos o S
qialidades para os mesmos, colletes de 3g
bum branco a 3g500 e 48. ricos colletos
v ludo preto bordado o de cores diver- 535
sas o por diversos precos, ricos coberto-
res de fuslo archoado para cama a 68, S
eclarinha de linho a peer a 63500 a du- y*
zii, assim como temos recebido para i|
dt ntro desle eslabelecimento um coraple- S
to sorlimento de fazendas de gosto para if
senhoras, vestimentas modernas para me- /
nio e meninas de qualro a seis annos e si
ludo vendemos por precos razoaveis. As- <*
sin como neste eslabelecimento manda- H
se apromptar cora presteza lodas as qua- <
h lades de obras relativo a olllcina de al- f|
H fa.ale sendo isto com todo gosto e asseio. <
SagamnaK as^ mwsmmM
T >S.n.de"se ura sol' no 1ual se acham edifi-
cados 260 e tantas casas que pagara foro an dono
do m israo, no bairro do Santo Antonio, fregue-
zia do S.Jos nesta cidade, que comprehndo
a rua de Santa Cecilia, pelo lado do sul toda a
rua daNogueira e Acouguinho, polo lado do nor-
le S; na Rita, S. Jos. Assumpco, e por Iraz
de Santa Rila : os pretondentes podem entender-
se cora o abaixo assignado, que dar todos 03 es-
clare.imentos o lhes apresentarA os ttulos e o
livro Jo tombo, para verom e ajustarem ; assim
como pede aos devedores de foros das mesmas
casas que vrnham solver seus dbitos em casa
do abaixo assignado, na rua nova dos Pires nu-
mero 30.Manoel Gomes Viesas.
r

irtigos para lulo.
Chapelinas pretas o mais objoctos pro-
P' ios de luto para homem e senhora,ven-
dse na rua Nova n. 45
*^* LOJA DE MARMORE.
11
truid
dentr
Sndalo.
bas bengalas, pulceiras e lcques :
vene em-senarua da Imperatriz n. 7,
loja loLecomte.
rende-se um carro de 4 rodas, bem con3-
e forte, com assento para 4 pessoas de
deniri, e um assento para boleeiro e criado fra
lorrac i de panno fino, e tudo bem arranjado :
para miar, com o Sr. James Crabtree &C. n
42, ruida Crui. *
Vende-se. no termo do Porto Calvo, o en-
genhc Espirito Santo, novo o lodo de matas bom
d agu, distante do embarque urna e meia legoa
cammho lodo plano, o engenho tem proporcoes
para safrejar 2,000 paes annualmenle, tem a pe-
nas ura safra, suas obras muito bem feitas ven-
de a c inheiro ou em troca de predios nesta pra-
q, ou mesmo com parle vlsia e o naia em le-
tras cim garanta aqui a contento do vendedor
quera quizer, dirija-so a rua do Livrameoto n
WJ, a tratar com o seu proprietario Manoel Buar-
que acedo Lima.
SDAS BIRiTAS
Augusto & Perdigo,
com loja na rua da Cadeia do Recife n.
23, confronte ao bt?cco Largo,
previnem aos seus freguezes. queacabam de Sor.
lir seu novo oslabelccimento com fazendas de
gosto, finas, c inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a retalho, se vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas vista.
Neste eslabelecimento se encontrar sempre
um sortmenlo completo de fazendas, c entre el-
las o seguintc :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Ditos de 15a e seda e duas saias.
Ditos do larlalana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezasdo gorgurao de seda pretas.
Cinlures para senhora.
Espartilhoscom molas ou clcheles.
Enfcites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras de Lubin e outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaplcs de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Collas o manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodao para menino.
Algodao de lodas as qualidades.
Loncos de labyrinlho para presentes.
Collas de crochet pera menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Collelcs de seda idem dem.
Ditos de fuslo.
Camisas inglezas lodas de linho.
Ditas francezas de differeules qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Mellier e outros fabricantes para
home .
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manlha.
Camisas de flanella.
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e enancas.
Corles do vestidos-brancos de Monde com ca-
pclla e manta.
Didos de vislidos brancos de seda para casa-
montos
No arraazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na rua da Cruz n. 26, vende-se :
Candieiros de lato de Lisboa.
Lazarinas e clavinotes.
Lona larga de superior qualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios endados cora perfeicao.
Ferros do ac para engommar.
Ferro sueco" cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos fraocezes e de construccao, de lodo3 os
tamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Chaleiras estanhadas e forradas de porcelana
inglesa.
Cartas pnrtuguezas muito finas.
Balanca de novo modello para pesar 1,000 e
2,000 libras. *
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalao para engommar.
Esporas, brdese estribos de metal do principe
Ricas fexaduras francezas para portas com
boloes de vidro
Paes de ferro de lodos es tamanhos.
Ricos paliteiros e tintefros de metal praieados.
Llnhas de carretela de 200 jardas do autor A!e-
xandre.
Cera em yelia de Lisboa.
FUNDIDO LOW-MOW,
Rua da Scnzala tova d. 42.
Neste eslabelecimento continua a haver um
comapletosorlimento de moendas e meias moen-
das para enSenho, machinas de vapor e taixas
daraedrt0o Cad* de todos os ***
c LOJA DO VAPOR.
Grande e vana lo sorlimonlo de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas c peffumarias
ludo por menos do que em outras partes : na lo-
ja do vapor na rua Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DE HOLL WAT.
PILULAS IIOLLWOYA.
Kste lnestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta ;
inteiramenle innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as docnca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e icnazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguirn]
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais amidas nao devem cntregar-se a de-
sesperado ; facam ura competente ensaio dos
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das segumos enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
IMfH
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 650o, 7 e 8. ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7$, 9 e 10$, ditos de lontra pretos e
SC,.A^e^ mUl fln0? a W e 7, dilos do chile a
35500. 5. 6. 8. 10 e 12, ditos de felro em gran-
de sortimento, tanto
em cores como era qualida-
des para homens e meninos, de 2500 a 7$, di-
os de gorgurao com .ba do couro de lustre, di-
lll TsZlVom aba orrada de P1"*.
.emelIaa4S.dosde palh. ingleza, copa alia
e ba.xa, superiores e muilo ero conta, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho
ra, muilo em conla e do melhor gosto possivel
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
les para cabeca, luvas, chpeosle sol, e outros
muitos objeclos que os senhores freguezes, vis-
la do preco c da qualidade da fazenda, nao dei-
xarao de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da rua Direta n. 61, de B. deB. Feij.
I Engenho.
Vende-seo engenho Santa Luzia,sito na .
freguezia de S. Lourenco da Malla, enlre 1
g os ongenhos Penedo de Baixoc Pencdo de A
S ma L ra '" n?.mesmo engenho ou no X
g engenho Mussambique com Felisbino de ft
@ Carvalho Rapozo. 1?
98a9@A3@9e(8eg
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou exterwia-
cao.
Debilidade o.u falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysintcria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditasnofigado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas *
Febreto internitente.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropcsia.
Ictericia.
Indigesles.
Inflammacdes.
Ir r eg u aridades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucco devenlre
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao deourina.
Rheumalismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Relogios
Suissos
EmcasadeSchafleillin&C, rua da Cruz n
J8. vende-se om grande e variado sortimento de
relogios de algibeira horisonlaes, palentos chro-
nometros, meios chronomelros, de ouro nrAii
dourada efolhoadosa ouro, sendo estes nlodos
dos pr.meiros fabricantes da Suissa, que se von-
ueao por precos razoaveis. "
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, prara do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos
e tambem trancnllins e cadeias para os mesmos'
deexcellente Kosto. '
Rua do Oiieimado D> ^7,
Venreo (mal).
Vendem-se eslas plulas no eslabelecimento
geral de Londres n.224, cStrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, conten urna inslrucco em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico. na rua da Cruz n. 22, em Per-
narnb c.i.
6#000
5#000
Grande sortimento.
45-Rua Bircita'---4S
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabeleciment, obra supe-
rior pelos pregos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. O.sOOO
Ditos (lustree bezerro).....7<000
Borzeguins arranca tocos. 7^000
Ditos econmicos. ...;..
Sapatoes de bater (lustre). .
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar).......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4$500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)..........|00OO
Eum perfeitosortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4 e 5JJ.
Na rua Direita n.1 45.
IS-OMi
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem 9 senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & G.
A 320 RS.
a libra
de ptimo presunto, proprio para fiambre.
A200rs. abra
deamendoas do casca mole muilo novas.
A160 rs. a libra
de cevadinha muito boa, recentemenle chegada
A 1#500
o par de bolinas para senhora, calcado preferivel
ao de Franca, pelo preco e a qualidade : no ba-
zar pernambucano da rua do Imperador.
Vende-se.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmaos.
Milbo
nos armazens da Tasso 4 Irmao*.
Tachas para eigeiL <
Fundico de ferro e bronze
DE
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
-- Em cafa de N. O. Bieber & C,
successores vende-te :
Brilhantes de todas as dimensoes.
AlgodSozinho da Baha.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ditas em barris.
Vinho xerez em dito.
Champagne da mu acreditada marca
Barre S C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac de Milao.
Lonas, brinsCes e brins para vella.
Seguro contra Fogo
COMPMHIA
5
Na rua Nova de Santa Rita, serrara
de Ignacio Bento de Loyola, vndese
por preco commodo, tim lortimento
completo de taboasde amarello, louro.
sedro etc., e armaqSes de camas de ven-
to, bera feitas, e de boa madeira a
2500.
LONDRES
f\ AGENTES
IC J. Astley Si Companhia. |
Vende-se {
Formas de ferro para
purgar assucar. |
Estanho em barra.
I Verniz copal.
g Vinhos finos de Moselle. I
j Enchadas de ferro. I
S Brim de vela.
I Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composico.
Lona ingleza: no arma-
I zem de C.J. Astley & C.1
Cocos italianos
defolha de flandres.mito bem acata-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nonos6 00 rs. tim
e k$ urna duzia: na rua Direita n. 47,
Hoja de funeiro.
m


DIABIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 31 DE MATO DE 1860.
FUNDICAO DAURORA.
808 proprietarios ffereten a nos M^nerotot fregueies e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada ra seu recon^e,,lo estabelecimento a saber: machinas de vapor de
lodos os tamanhos, rodas d'agua para engeo*s todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
dase meias moendas, tachas de ferro balido e fundido de lodos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes", aguilbaes e boceas para fornalha, machinas para amassai man-
dioca e para descarocar algodio, prenfas para .mandioca e oleo de ricini, portes gradara, co-
lumnas e moinhos de vento, irado?, cultivaJoies, pontes, -aldeiras e tanoues, boias, alvarengas.
boles todas as obras de mac>inno. Executa-se qualquer obra seja qual fdr sua nalureza pelos
des-nhos ou moldes que PmJ** f J forem apresentados. Recebem-se encoramendas neste esla-
belecimenlo na ra do Bruffl # w A e na ra d/> Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro do estabelecimento (os oaquim da Costa Pereira. com quem os pretendentes se podem
entender para aualquer obra.
Ra Nova
n. 32.
Thom Lopes de Sena, donoda antiga loja que
era desuasogra Hdame Theafd, neste estabele-
cimento constantemente recebo-se em direitura
do franca bonssortimentos de objectos de nroda.
como sejara. chapeos de velludo e de seda de
cores para senhora, ditos do palha de Italia, di-
tos de ditos amazona, chapeos pretos para Inlo.
ditos do velludo e de seda de coros para meninos
e meninas, ditos para baplisados, gorras do vel-
ludo e de seda para menino, pentes de tartaruga
para senhora, ditos muilo modernos com vidri-
lhos, alQoetes dourados e com madreperolo para
segurar enfeites de cibeca, ditos pretos com v-
drilho, ditos ara segurar chapeo, tocados para
os mesmos, enfeites de cabeca de differentcs anua-
lidades, manteletes e capas de grosdenaples,
guarnecidas com bicos de guipure. guarnico de
inassabu para vestidos de baile, ditas do toldes
para os mesmos, csparlilhos de mola rom carre-
teis, ditos de enfiar, Cdpucho Mara Sluard para
sabida de baile ou Ihoalro, filas e franjas de se-
da de (odas as quadades, Glas de velludo bor-
dadas, dulciros do borracha muito modernos pa-
ra senhora, bulos proles cora borllas para ca-
Faveque ; na mesma casa recebem-se figurinas
todos os mezes, e fazem-se Vestidos da ultima
moda, vestuario para menino so baplisar, e ludo
niais quanlo pcrlence ao loilcl de urna senhora.
4,000 rs.
por sacca de
Irmos.
milho; nos aimazens de Tasso
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos prelos do seda,
Ditos brancos o pretos de algodo.
Luvas prctas de torzal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendem-so
por precos comraodos, em casa de SoulhallMel-
lors & C, ra do Trauiche n. 38.
Admiraveis remedios ameri-
canos
Todas as casA do familia, senhores de enge-
nho, fazendeiros, ele, devera estar prevenidos
com estes remedios. Sao tres medicamentos com
os quacs se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumalismo, dor de
cabeca, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, indigestao, crup, dores nos ossos, contusocs,
queimadura, crupcoes cutneas, angina, reten-
cao de ourina, etc., etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as enfermidadcsescrophiilosas.chro-
nicas csyp hlilicas; resolve os depsitos de mos
humores, purifica o sangue, renova o systema;
proroplo e radicalmente cura, escrophulas.vene-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores do os-
sos, tumores brancos, at-ccoes do Ggado e rins,
erysipelas, abeessos e ulceras de todas as otases,
molestias d'olhos, dilTiculdade das regras das
mulheies, hipocondra, venreo, etc.
Pilulas reguladoras de Rad-
iw @@@ gs?-

ltenco.
Armazem de fazendas
Ra do Queimado n.

m

Chita franceza fina escura de
miudinhos pelo baralissimo preco "de 220
rs. o covado, a ellas antes que se acabern,
pois o proco c a qualidade convida a
comprar. @
@@@s @@@@@e
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se osme-
lhores chaes de caslor. i
way
para regularisar o syslcma, equilibrar a circula-
cao do sangue, inteiramenle vegetaes favoraveis
em todos os casos nunca occasiona nauzeas nem
dores de veulre, dses de 1 a 3 regularisam, de 4
, a8purgam. Estas pilulas sao efficazes as alfec-
| toes do figedo, bilis, dor de cabeca, ictericia u-
: digcslao, e em todas as enfermidades das mu-
Ihcres, a saber: irregularidades, fluxo, reten-
I cues, flores brancas, obsirucees, histerismo ele.
sao do mais prompto eflVito"na escarlatina, 'febr'e
biliosa, ftbre amarella, c em todas as febres ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos vem a-
companhados de insirueces impressas que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira de
, S W.'^-ios cm qualquer enfermidade. Esli ca-
P5. %. i ra"tldos dc flsficaeao por SO haver vendo no
armazem de fazendas de Itaymundo Carlos Leile
& Irmao, na ra da Imperalriz n. 10, nicos
agentes cm Pernarabuco.
i

i
19.1

*zm
Golta-percUa.
g Arligos para invern de guita-percha
H ou borracha, vende-se na ra Nova n. 45
$* LOJA DE MARMORE.
Vende-se orna casa terrea com 5 mezes de
acabada, no bairro da Boa-Vista, cora 2 salas 4
quarlos, boa cozinha, quintal,, cacimba, e era
chaos proprios : na ra do Jasinm, a tratar com
Antonio Carneiro diCi
lopool.
losla, na. fabrica Sebas-
Vende-se ura hom boi de 'todo o servico
.muilo valer.le e muilo manteudrt: quem o pre-
tender, dmja-sc a ra Direila ti. 22, refinaeao dc
j francisco Jos de Araujo.
Escra\os.
Na ra da Cadcia do Becifc n.
escravos de arabos os sexos.
28, vendem-se
Vendem-se excellentes
cadeiras de balanco america-
nas con^ assento de palhinha :
no armazem ae Malheus Aus-
tin & C, ra do Trapiche nu-
mero 30.
Farinha e feijao.
Vende-se na ra da
primeiro andar.
Cadeia dolBecitc n. 28,
Na rna da Cadeia do Becifo n. 28, vende-se
superior sola e courinhos.
na
Saunders Brothers & C. tera para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentiroente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood fSons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
[Roupa fcita
Ra Nova n. 49, junto
aigrejada Conceigao dos
Multares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variad^ sortimenlo de rou-
pas feitas, como sejara casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno Quo preto e de cores, palelots e
sobrecasacas de merino, alpaca ebomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casicos de seda e casemira de cores, cal-
gas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco c dc cores, de fuslo e riscados,
caigas de algodo, collete3 de velludo
preto e de cores, ditos de setim preto e
branco, ditos de gorguro e casemira, di-
los de fusloes e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos e
grvalas, grande sortimento do roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromptaro outras agosto do
comprador dando-se no da convencio-
nado.
ATIERO.
Vcnd i-se bichas dc Hamburgo por 20$ a S5J>
o cento : na ra da Cruz n. 51, primeiro an dar
sala dc barbeiro.
irados americanos e machinas
para lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnstoit & G. ra da Senzala n. 42.
Vinlio de Bordeaux.
Era c isa de Kalkmann Irmos&C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhecidas marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos :>rs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguinles quadades r
Di Brandenburg frres.
SI. Esti ph.
SI. Juliin.
Margau:;.
La rose.
Chleau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Juliin.
St. Julit n Mdoc.
Chateau Loville.
Na mesma casa ha para
vender:
Sherry i m barris.
Madeira em barris.
Cognac i m barris. qualidade fina-
Cognac i m caisas qualidade inferior.
Cerveia jranca.
Tachase i moendas
Braga Silva 4 C, temisempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A', um grande sortimento
de tachise moeedas para engenho, do multo
acredita lo fabricante Edwin Maw : a tratar no
mesmo leposito ou na ra do Trapiche n 44.
Pechineha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ru do Queimadb n. 2, loja do Preguica,
vendera- se pecas de algodo encorpado, largo,
com pequeo toque de avaria a 2$50O cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra do Queimado a. 2, loja do Preguica,
vendem-se chilas de cores Das bastante escu-
ras, pelo: baralissimo preco de 6$ a peca, e 160
rs. o co"ado.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
(7)
9
em
libras : >m casa de Tasso Irmos
CONSULTORIO
DO
Drt P. A. lobo Moscos
HLSIUM) jTMTTBIII S IP21J5JDIL
S HIJA DA GLORIA, CASADO FUN DiLO 3
Clnica ambos os systemas.
rntrS rlarr^.~C090,l consI,ltas todos dias pela manhJa e de tarde depois de 4 horas.
pCrSaPde^uraerCUrtrannUalmente n* 8* P dade como para osengenhos ou outras
Nessa loja e na casa do annnncianto achar-se-ha constantement
mentosnomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguinles
Botica de 12 tubos grandes....... incnnn
Ditos de 24 ditos. v. ... ......iSEnn
Ditos de 36 ditos. ....... t -*' Inffi
Dito de 48 ditos.
Auimaes de roda.
Vendeie uma porijao de anirnaes de
roda, por prcro commodo, a dinheiro
ou a prazo : na esquina
n. 35.
da ra Bella
CAL DE LISBOA,
nova o muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do fiedle n. 38, primeiro andar.
Jos
e os melhores mdica-
Ditos de60ditos-.......;:; ;
Tubos avulsos cada um.........." '
Frascos de linduras........t *
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr." Jahr tradu'zido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cia, cirurgia etc.. etc. ,.....
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario! '.
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
20S090
25$000
OsOOO
1S000
ajono
20S000
osnoo
6S0OO
etHagSiSfl
DE
ftMfjgifi
SI lifkM.
Sita na roa Imperial n. i 18 e i 20 junto a fabrica de sabo.
DE
ores.
Vendej-n-se oleados decores os mais finos que
possivfl neste genero, e de diversas larguras,
por prejo commodo : na ra Direila n. 61, loja
de chapi|os de B. de B. Fej,
Ra da Senzala Nova n. 42
Vendc-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas d i lustre para carros, sellins esilhoes in-
glezes, randeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas ingl izas, fio do vela, chicote para carros, e
montari;, arreios para carro de um e dous cval-
os, e re ouios d'ouro patente inalezes
Na fabrica dc caldeirciro da ra Imperial,
junto a fibrica de sabo, e na ra Nova, loja de
ferragen n. 37, ha uma grande porcSo de folhas
de zinco, j preparada para telhados", c pelo di-
minuto t reco de 140 rs. a libra.
Vende-se superior linha de algodo, bran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall MellorA C, ra do
o. 3 .
Altenco.
ar
Na niE Direila
640 a libra.
Marmelada.
6. ha marmelada superior a
T
M
Na ra das Cruzes, taberna n. 42, junto a
sobrado do Sr. Figueiroa, vende-se manteig3
a mais superior que lem vindo a este mercado'
Verdadeiras luvas de Jovin de to_
das as cores, ra da Impera triz n. 7
loja do Leconte.
.Vende-sel
Relogios patentes.
Estopas. ^^m
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C, ra da HB
Cruz n. 61.
pan-s-ann
Brim trancado de linho,
todo preto.
A raelhor faztnda neste genero que lem vindo
a esto mercado, por ser muito superior e nao
desboiar: vende-e nicamente a ra da Cadeia
do Recife n, 48, lo) de Leile & Irmao.
Cera de carnauba.
Vcnde-semui superior cera de carnauba
ra da Cadeia do Recife n. 28.
Attenco.
Na ra da Madre de Dos n. 7, vende-sc muilo
barato as seguinles fazendas: palelots de brim de
linho franeczes a 3&, saceos de casemira a 8tf,
saias inglezas a balo a 5, camisas muilo finas
a 20 e 22$, ditas de fuslo muilo fln3s a 2GJ> a
dtuia, meias inglezas a 1$600 a duzia, madapo-
lao a 33600, dilo camiseiro a 4400, dito fino a
4g500 e 470O, dito muito fino a 6$, dito patente
a 6J600, chitas inglezas a 160 e 180 o covado
cambraia lisa a 3*200 e 3400, dita finissima
5J a peca, cortes de chitos rozas a 1*400 com 13
covados.
Fazendasporbaixos precos
Ra do {jueiinado, loja
de 4 portas n. 1.
Ainda restam. algumas fazendas para conclu
aliquidacaoda firma de Leile S Correia, asquses
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seguinles:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a2I0e260.
Riscados franeczes de cores fizas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padroes, a 240.
i Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom va-
ra, a 1J5000.
Cortes do calca de meia casemira a 2g.
Ditos de dita de casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3 e 4?.
Meias dc cores, finas, para Iiomem*. duzia a
1J800.
Grvalas de seda de cores c pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a Z$.
Ditas ditas muilo finas a 4g.
Ditas croas finas para hornera a 4g.^
Corles de collelcsde gorguro do seda a 2#.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4#.
Chales de la e seda, grandes, um 2.
Grosdenaple^relo de 1J600 a 2.
Seda preta tavrada para vestido a 1#600 c 2g
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 10
Lenjos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a.560.
Peitospara camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Cmisetas para senhora a 610 rs.
Ditas bordadas finas a 2$500.
Toalha3 de linho para mesa a 2# e 4J.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pesclo de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
5as a 5J000.
Cortes decalca do casemira preta a 6$.
Chales do merino com franja de seda a 5JL
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de montara, cova-
do, 1280.
Lengos brancos de cambraia, duzia, a 24.
Vende-se farinha de milho em
barricas, muito nova, chegada pelo ul-
timo navio vindo da America : no ar-
mazem de Bfatheui Austin & C., ra da
Senzala Vellia n; 106.
Rin do Codorniz n. 8
e fo
Vende-se feijo amarello, saceos de 30 caias.
por 10&3O.
Milho, saceos grandes, por 4ft000.
Cera de carnauba, ebo refinado
de algodo.
Contina a veldcr-se, no largo da Assembla,
armazn n. 9.
Calcado francez barato.
Na loj de Burle Jnior & Martins, ra
do Cabuga' n. 16-
lustre para hornera dos me-
Botinas ilo
lhores fabricantes 8*000
Ditas de bezerro e panno 7j00
Ditas de lustre para senhora 4^000
Ditas tocos de duraque preto sem salto
para senhora 3^00
Dilas de selim branco para senhora 50O0
Ditas de lustr sem sillo para meninas 3j00
Sapale inglezes de vaqueta 5^00
Ditos do lustre com borracha na frente 5CO0O
Ditos dito dito para meninos 3j>000
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
,. Neste estabelecimento ha sempre promptos alambiques de cobre de difTerentes riimenre
(de 300 a 3:000* simples edobr.dos. par. destilar aguardante, aparelho1 de.tffirio 3^
para resillare destilar espirites com graduacao at 40 graos (pela graduacao dcSellon Cartier] dos
melhores systemas hojeapprovadose conhecidos nesta e outras provincias do imporio bombas
de todas as dimen5oes, asperanles ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferio 'torneiras
de bronze dciiodas as diraencoes e felios.para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
ferro para rodas d agua.portas parafornalhas eenvos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as diraencoes para encmenlos, camas de ferro com armago e sem ella, fugoes de ferro ootaveis e
econmicos lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicos, espumaderas, cocos
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencol e barra, zinco em lencol e barra lsnces e
arroellasde cobre, lenccs de ferros lato.ferro suecia inglezde todas as dimnsoes, safras tornos
e folies para fermros etc., e outros muitos arligos por menos preco do que em oulra qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perreico i conhecida
e para comraodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianca acha-
rao na-rua Nova n. 37 loja de ferrageus pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
Plaas e flores diversas.
Pellorce, membro da sociedade de horticultu-
ra de Pars, cstondo para se retirar para a Euro-
pa no primeiro vapor, vender de hoje em diante
0 seu variado sortimento de plantas, flores, par-
reiras e fructeiras diversa, cora grande ebali-
raeolo de preto : na ra do Cabug n. 3 A.
Farello, cebla e feijao.
Prelo novo o raelhor que tem vindo ao merca-
do, cebla nova e feijao amarello, vende-se ba-
rato para acabar: no antigo deposito da ra do
Yigorio rt. 27.
Na praca da Boa-Vista 11. 16 A, ha para se
vender, vindo em direitura, das melhores fabii-
1 cas da Baha, as melhores marcas de charutos
que vem a este mercado, e vende-se por menos
preco do quo em outra qualquer parte, como se-
jam as marcas seguinles : lanceiros, suspiros, re-
galos do norte, regalos de yaya, traviata calha-
fior. penetellas, e muilas oulras marcas sem se-
ren anda aqui condecidas, o que vende-se por
, menos preco do que cm outra qualquer parle :
no mesmo estabelecimento vende-se manleiga
ingleza flor a 960 rs. a libra, latas de bisroutSs
e bolos e bolachinha de soda a 1 a lula, e mui-
j los oulros generes que eslo & vista do com-
prador.
Vande-sc uma preta encllente cozinheira e
engommadeira ; na ra do Cabug n. 2 D.
Vendo-sea taberna da ra Augusta n. 9, a
tratar na mesma.
5#000 .
Grande sortimento de ferros de engommara
vapor dos mais ricos raodellos quo se podem en-
contrar neste mercado, com seus pertences de
Os melhjres charutos
to baixo:
da Babia por precos mui-
PERl'UME PARA SENHORAS
Murray e Lanman,
A que em adiado mais acolhimenlo no
pub ico! Yende-se 20,000 duzias
dcf'ascospor auno!
Esta agua encantadora exlrahe-se das diversas
flores, q e se encontrara no pas onde Ponce de
Len eiouto iam procurar a fontn dajuvenlude
elerna.
D aos lencW um chelro muilo agradavel e
refrigerante, 9 augmenta a belleza da cutis, dcs-
truindo is sardas e mais manchas que de coslu-
me atac m o rosto. Aconsclhamos s pessoas
debiltalas pelo calor do verao de usarem desta
agua en baohos, pois tom ella a virtude de fa-
zer recu lerar as forcas perdidas pela transpi-
rado.
Para evitar ser engaado por falsificacoes de-
ve-se pocurar aAgua Florida de Murray c
Lanman -, e averiguar-so se o envoltorio e ro-
tulo traz'ro profixode Murray e Lanman.
E' fabiicnds esta agua nicamente pelos pro-
prietanos D. T. Lanman c Kem, droguistas por
atacado, 69 Water Street, c 36 Cold Street, Nova
York.
Acha- e venda em todas as boticas e lojas de
perfuma ias do imperio, em Pernambuco loja do
Luiz Antonio de Siqueira, ra da Cadeia.
I.m casa de Rabe Sel metan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos doafamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vendem-se balancas decimaes :
noarmizem de Denker & Barroso, na
ra da Cruz n. 16.
Chales ehinezesa
a 4^500.
Na beir conhecida loja do Preguica, na ra do
Queimadc n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
no do molernoselindos gosloscom um pequeo
Zefeito di mofo a 4c5C0 cada um.
Ra do Queimado n. 19,
mazem de fazendas.
Chitas francezES finas d padroes miudinhos a
220 rs. o covado, cortes de riscado imitando al-
paca com 13 lj2 covados a 2$, coberta a chinc-
za de chita muilo fina a 20, pecas de chita de co-
res fixas, muito boa fazenda, tendo 38 covados,
a 5f800, ganga franceza para calca e paletots a
500 rs. o covado, lencos de cambraia brancos pa-
Torres ra algibeira a 2$ a duzia, algodo com 8 palmos
a 600 rs. a vara, um resto de algodo superior a
2#500 a peca com pequeo defeito, idem de chi-
ta fina franceza a 180 rs. o covado, chales dc
merino estampados a 2ft500, brim de linho de
quadrinhos a 500 rs. o covado, baldes a 5$, len-
cos para meninos a 80 rs. cada um. sorlimento
de meias-pora meninos e meninas, Ot de linho
fino a 800 rs. a vara.
< Relogios.
Vendp-seem casa de Johnston Pater & C, ra
do Viftrio n. 3, um bello sorlimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem uma
variedade de bonitos Irancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Ilavana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Vende-se por mdico preco, uma arma^h de
taberna: a tratar na praca da Independencia
n. 26.
Amendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tambem pora presentes a2| o frasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, ra
da Cadeia do Recife n. i8.
Vende-se e rctalha-se em pedacos de 100
palmos dc frente, mais au menos, a vonlade do
comprador, com 250 palmos de fundo, chaos pro.
pnos, o sitio que foi do Brilo, na ra Imperial
cora a frente para o nascenie. e por isso muilo'
fresca morada, e muito agradavel para conslruc-
cao de ptimas casas, alera da commodidade do
carreto do material para o fabrico das mesmns
casas, pela proxiraidade de dous portos dc mar
para desembarque : os pretendentes dirijam-se
a mesma ra Imperial ao seu pioprielario Anto-
nio da Silva Gusmo.
Preciso,
Vende-se uma escrara boa cozinheira c qui-
tandcira, idade 36 annos por 780tf, 3 dilas 3
bonitos escravos por commodo preco, 2 escravos
muito baratos i na ra das Aguas Verdes n. 40.
Escravos fgidos.
Carne de vacca cm barris de superior quali- EOVa invcnCao, que muilo dever agradar spes-
dade. j*oas que oscomprarem na ru Nova n. 20, loja
Oleados americanos proprios para cobrir carros *">?>
Vendc-se um carro proprio para carregar
assucar dos engenhos para o Bccife, por ser bem
acabado, c dous bois dos melhores que pode
haver por Irabalharera muilo bom c estarem af-
ifeilosa isto, sendo o pasto no silio deronte da
casa do Sr. Joo Malhas, na Casa Forte, aonde se
pode examinar c njuslar. .
Vende-se uma pirita quilandeira, do meia
, idade, que paga duas patacas por dia : quem a
pretender, dirija-se a ra do Passeio n.7.
Vendem-se 128 libras de oleo de amendoa I
doce : na ra larga do Bosario n. 15, por prero '
commodo. I
Vendem-se 3 pirus muilo gordos, bons para
domingo de paschoa do Divino Espirito Santo '
na ra do Bangel.n. 21, se dir quem os tero.
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas quadades, como sejam :
o muito afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Menl Julop, Billers, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Machinas de coser, grandes c pequeas, dc dif-
erentes autores, do um modcllo inleiramenle
novo, por preco commodo.
Salsa parrilha cm frascos grandes e pequeos,
muito bem acondicionada.
Pilulas vegetaes (verdadeiras.)
Verme fuge.
Espirito dc vinlio com M
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegadoda Europa, as garrafas uu as cs-
andas: na ra larga do Rosario n. 36.
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenles por sua duraco, levesa e com-
modidade para os anirnaes : em casa de Henry
Gibson. ra da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapeos de man Iba.
Estes excellenles chapeos que por sua qualida-
de e elerna duraco, sao preferiveis aos do Chi-
le ; existem venda nicamente em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recite n. 62, por
prejo commodo.
Vende-se
linha dc novello de lodos os sorlimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas e prctas, por pregos commodos : era casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62.
Refinaeao de assu-
car do Monleiro.
Coniinua-se a vender assucar cryslalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo preco de 7*000 a arroba, eaprompta-
se barricas de todos os lamanhos, com Orevida-
de e accio : na ra do Cae3 de Apollo n. 63.'
lovidade.
Recebeu-se pela barca norte-americana Unido
espelhoscom molduras douradas, onde as senho-
ras e senhores sao convidados 6 comparecer para
examinar, os quaes scro vendidos por preco
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, ra do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
Vendem-se saccos'com fareln de Lisboa a
5$ o sacco : na ra do Rangel n. 62, armazem.
Vende-se um bonito cavallo ruco foveiro,
com todos os andares e bem gordo ; na ra da
Roda, cocheira do Paulino.
Farelo
AS MELHORES MAHINAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & C.
E
WHEELER & WILSON.
No novo estabelecimento vendem-se as machi-
nas destes dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia on da noite e responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade seguranca :no arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
Irmao, ra da Imperalriz n. 10, anligomente
aterro da Boa-Vista.
em saceos muilo grandes, ltimamente chegado
do Porto : vendc-se no cscriplorio de Carvalho,
Nogoeira&C, na ra do Vigano n. 9, primeiro
andar.
AA$e 4f 500.
Saceos com milho novo : na ra da Cadeia do
Recife n. 64, segundo andar.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Brislol.
Dita Sands.
Vermifugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway,
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 1 oncas a
1S libras.
Assim como tem nm grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual rende a mdico
prego.
Escravo fgido.
Na noite de 28 dc abril prximo passado fugio
de casa do seu senhor um escravo de nomo Ray-
mundo, idade de 18 a 20 annos, estatura media-
na, e roforcado, bonita Ogura, bocea pequea, o
bons denles, falla bem, (.abra escuro) iilho do
Ico, d onde veio, pouco mais ou menos, a um
anno, levou com sigo alguma roupa, consislindo
em calcas de brim trancado branco, de algodo
mesciado, camisas de madapolao, de algodo ris-
cado, jaqueta de panno fino azul, grvala i.rela
chapeo de fellro lino, cor clara, cosluma andar
calca^ intilula-se forro, salta muilo bem, r ois
tendo sido duasvezes apprchendido, lem se eva-
dido, consta ler uma amasia mulata, mulher for-
ra.,om quem rsieve na Boa-Vista, e aonde foi
apprchendido. csteve Irabalhaudo em Sanio A-
maro : quem o apnrehnecr e levar ra da
Cadeia do Recite n. 20, sera recompensado
508000 DE GRATIFICACiO.
Fugio da casa dc seu senhor no dia 4 dc abril
p. p. o preto de nome Flix, de nacao llocam-
bique, idade de 35 a 40 annos. levou caira du
brim com ramagem azul, eslalura baisa'. cor
tula, barba na pona do queixo, lem na testa
por cima do naiiz ura calombinlio que parcre signal da Ierra dclle, lem os pea um pouco ape-
llidados, foi esciavo do Sr. Manocl Francisco
Duarlc, este o vendeu oo Sr. Synphronio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no auno
prximo passado, esle tem sido pescador e caia-
dorenoje padeiro, e por isso lem callos as
juntas dos dedos pelo Indo das cosas das maos
em razoo da maceirn, j esleve fgido para ban-
dos da villa do Cabo muilo lempo, inliiula-so
rorro, muda o nome dclle para Joao. ou oulro
nome, foi pegado no Cabo porum moco do mes-
mo lugar por alcunho Guineas ; domingo 8 do
crreme, esleve a tarde n'umn taberna na pas-
sagem que vira para o Remedio, e o Sr. Duarle
diz que as snas fgidas lem sido para os lugares
seguinles: Caxang al o engenho Camaro-ibe
Barbalho, Ibura at o Cabo ; portanlo rog*a-
aos capilacs de campo c as autoridades polica es
' e qualquer pessoa que o possa encontrar o apre-
hendan! eo levera a seu senhor na padaria do
paleo da Santa Cruz n. 6, quo ser generosa-
mente recompensado, e protesta centra qucn, o
tiver acolitado cm sua casa.
Acha-se fgido desde o dia 16 doste mez o
escravo Marcelino, africano baslantc ladino,
afecta de relente, de estatura mediana, idade,
pouco mais ou menos, dc 35 annos, seceo do
corpo, pomas bem finas, barba fina, macf.es sa-
lientes, levou camisa de algodo azul, caijn par-
da, chapeo de palha ; quem o pegar, leve-o no
Recife ra Dimita n. 106, e se for preso fura,
leve o ao engenho Arimbi em Ipojuca, quo ser
bem gratificado.
GratiGcaeo de 50,j000.
Fugio no dia 17 do corrcnle mez o
crioulo dc nome Malheus, de idade de
annos, c tem os seguinles signaos
altura regular, espigado e reforcado do corpo,
falla descancada, roaos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, e com bastan-
te espinhas no rosto ; levou caiga c camisa de al-
godo de lislras azucs, chapeo .de palha da Italia
j usado com fita preta; esle escravo natural
de Quebrangulo, onde lera mi e irmos, e foi
pertencenle o dito escravo neste lugar aos Srs.
Cosme do Pinho Sinlingo c Jos Francisco da
Costa, negocianlcs neste lugar, os quaes compra-
ra m e derara em pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros & C. desta praca, e estes venderam ao Sr.
Silvino Gulherme de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmo ; consta que esle escravo fu-
gio era companhia do cabra escravo, Marcelino,
dc Macei5 : porlanto, pede-sc as autoridades po-
liciaes e .lgumas pessoas particulares, que o
caplurcm e levem-oa ra de Apollo n. 7, ou a
ra Novan. 1, que grotificaro com a quactia
cima.
Escrava ugida:
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correte, uma sua escrava da Costa de neme
Maria, que representa terde idade 4b annos, al-
tura e corpo regulares, cor uso muito pieta, tem
bstanles cabellos brancos, cosluma,lraz:r um
panno atado roda da cabeca, tendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente de
calor de figado. Esla escrava lendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, portanto, s autoridades poli-
ciaes, capites de campo e mais pessoas do pcvo,
a apprehcnsao de dila escrava, e leva-la loja
do Preguica, na ra do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do lllm. Sr. lenle coronel Sebas-
tio, une sero generosamente recompensado.
Fugio no dia 26 do corrente, do lugar de-
nominado Venda Grande, freguezia de Muribcca
e comarca do Recife, um escravo de nome Ma-
lheus com os signaes seguinles: molalo escuro,
alto ccheio do corpo, barba cerrada, olhos vivos
ou senlilgnles, nariz, afiliado, rosto regular, boni-
ta figura, p grande, tem um signal de cabello em
cima de uma das espaduas, bem fallante, e civi-
lizado, parece forro, de idade 38 a 40 a nnos,
pouco mais ou menos. Levou diversa roupa, e
chapeo do chille ordinario, e suppoem-se ler se-
guido para o Recife, onde lem algumas rrlaccs ;
de crer que lonha mudado o nome. Roga-so
as autoridades policas e capites de campo, a cap-
tura do dilto escravo, podendo ser condusido a
dilo lugar Venda Grande, a seu Sr. Miguel Ar-
chanjo Lopes da Fonceca, que recompensar,
escravo
20 o 25
cor prels,
Fugio no dia 1. do corrente mez, da casa
de sua senhora, uma preta de nome Joanna, a
qual levou vestido saia de la de quadros azues
c cabeco de madapolao ; esla preta bem co-
nhecida por andar vendendo agua e lavar rOupa
de varas pessoas; julga-se estar acolitada em
alguma casa, e desde j se protesta contra quem
a tiver orculla : pede-se a quem a pegar, leve-a
ra do Rangel n, 10, que ser recompensado.
j i ai a
T>^


(9)
Lilteratura.
Confcreucias de Nossa Sentara de Pars,
Pelo H P. Flix
Nao reprovo, por exemplo, a erencao moderna
d<>s nossos caminhos de ierro, que com una ra-
pidez ignorada dos nossos paes, fazcm circular o
oriniento e a vida no corpo social ; mas cum-
ple nHender para ns rousas, e observar as Infi-
dencias moraes cine provcem dos melhoramcntos
mnlcriaes. Pela facilidado que hoje temos de
mudar de lugar, de co. e de clima, vejo oesen-
vlver-se de dia cm dia urna necessidade que
pode produzir para a familia, resultados funestos,
isto a necessidade de nao so pirar em casa.
Os nllraclivosdo lar.se vo dlssipando as illu-
ses das viaeens ; dir-se-hia que a vossa vida
uo se pode fixar. O roovimenlo, que vos ar-
resta, vos da urna vida errante, nao as sodoes
do deserto, mas nos esplendores da civilisaco
no fluxo das multides. As hospedaras, que j>e
visilam lodos os das, se nao que se visitara
mullas vezes no da, comecara a ser vossa resi-
dencia ordinaria ; e nessas alternativa de uro
vida eternamente vagabunda, o amor da fami
desapparece e esse encanto, que prenda a no.
sos paes, na Ierra em que linham o seu berr
Por ruis, que dignes, essa tendencia perigosa.
Ella ameaca totnar-vos entes desarraigados na
familia, como j o sots na sociedade.
Assim, mudanca de sorte, do ccndico, e de
lugar, sito, tendencias soriaes estas que enlraque-
cem, e cada vez mais alleram a familia. Anda
ha outra tendencia mais funesta, maisameaga-
dora ; e vem a ser a separarlo antes de lempo
entre os filhos e seus paes, o coslume que estes
tecm de eucarregarcm a outretn o cuidado da-
quelle,
Esla tendencia, que eu vejo muito vnlgarisada
cm nossos das, nao concorro pouco para dimi-
nuir, em todas as pilases da vida, a influencia
providencial e necessariada paternidade e da ma-
ternidade sobre os filhos ; e tambera os meios de
vidaf as htstituicdes, e a proprra educacao Os
meios de vida que, quandosao abracados prema-
turamente, precipitara os destinos! o forcam os
paes a laucar seus tilhos na devorante almosphe-
ra das grandes cidades, antes iue teiihain podi-
do fazer delles horr.ens toda a prova soffiedo-
ros dos revezos da vida. As iiisliluicoes, obras
pias e heneficcnlcs, quo separara desde a mais
tenra edade os filhos das solicitudes e ternuras
da fami la, obras ero s boas, c de grande ulilida-
de, quando limilam o seu soccorro a necessidades
excepcionacs, e se prestam ao frvido dos pobres
desvalidos supprindo para com elles uina func-
jo muitas vezes impossivel de encontrar-se;
mas que occasionariam muito mal, se se pres-
tasseni tambera conveniencia dos ricos, de-
scmbarocando-os do cuidado dos seus filhos, e
fayorecendo ncslas tendencias sempre perigosa's ;
nao ha duvida alguma que o mal ira muito alrr
do bem, se essas obras como insltuices regu-
lares, permanentes e gerats, se quizessutt arro-
gar um ministerio'que, segundo o pianola Pro-
videncia, nao pode ser preenehido era toda a sua
extenso, era toda a sua pcrfeuao, seno pela
propria paternidade.
Finalmente a educacao, essa grande obra da
familia, que lendc a imprimir cada vez mais as
id*s, nos cosluraes. e no que se appellida ne-
cessidades do seculo, ura carcter exclusivamen-
te publico ; a educacao moderna, que val pouco
e pouco destruindo a acjao dos pajs sobro os fi-
lhos na edade em que as impressoes se tornara
mais profundas, e a formacao da vida mais deci-
siva ; sim, a educacao, tal qual o nosso seculo
cora as suas tendencias tolera ; lera alguma cou-
sa ao fatal familia.
DIARIO DE PERNAMBUCO. QUINTA FEIRA 31 DE MAIO DE 1860.
Ura, e ui a iiatuu-za humana que um execesso
a impelle para oulro exresso, e que procuran-
do evitar um nbysmo fcilmente se preeipila em
oulro. O egosmo, que so pode produzir a mor-
le, engeodrou para as geraedes acluaes qu
sentem a necessidade de viver, urna reaccolt-
gitims, a aual, excedendo os seus limites, se lor-
nou mais fu Mi a ainda para a familia, e para
sociedade ; mi reaeco e o socialismo, que S
tambera a exagerarlo do lado soejai da n
humana; o socialismo, que
senerosos ocrulta institutos
dores ; o socialismo, que a paixo das asi
ces arbitrarias, arlifkiaes, e i 01
possiveis, porque encerr em i
da sua propria vida, o odio associacoo rai^B
isto o odio amiUft.
Tor consegu: Jei bem, senhores. essas
duas cousas, a amilta e o tacialisijo sao to op-
poslas urna outra como os 40113 |>olos do mun-
do ; a diminuico vital da familia /#o progrcaso
do socialismo, ay.rciprora mente, 'a medida que
a familia se ergueo socialismo a ahfue. Aquel-
la que ama a familia odeia osocialismo, eaquel-
le que ama o socialismo odeia a familia. Assim
nao duvideis, o socialismo quer destruir 9 fami-
lia ; quer tomar os v%sos filhos para fazer delles
que mui pomposamente chama filhos da pa-
0 ; quer tomar os vossos campos para fazer
lies mui generosamente propriedade da patria ;
quer lomar sobro si todo o ensno afirade que
nao haja mais urna escola que se nao denomine
mui hypoc ilamenle a escola da patria Nao
sri o que Ihc falla ao coioco que a familia o
uliimo paradeiro que o suspende ; e pois traba-
Iha por derriba-la e enfiaquece-la por lodos os
modos. Se esta continuar a degrador-so e a
corromper-so entre nos, o Iriumpho do socialis-
mo ser certo ; por que o hornera nasdfu para
viver em sociedade, e o despreso da associaco
natural o impellir forzosamente para o sunho
das associacoes imaginarias, e sempre desastro"-
sas. Logo 6 chegado o momento de escolher
entre a familia sociedade natural e de insli-
tnicao divina, eo socialismo sociedade artifi-
cial e de insliluico humana 1... A nossa
coiha esl j feila ; nao abracamos o socialismo
nascido hontem e j hoje caduco ; abracamos
porm a familia nascda ha seis mil annos, e hoje
anda moderna ; abracamo-la como o sustent-
culo supremo da ordem social, tal qual Deus a
creou no son comeco, tal qual fui restaurada por
Jesus-Chrislo Nosso" Senhor.
{ Le Monde Sil reir).
Bsfnou singularmente as relaces entre lilho e
i mae.
lima noite que Jorge tloha sido levado ao bai-
le, elle se havia retirado um salo isolado, em
junnlo seu pae j< Java o whist em urna, cmara
risinha, o sua mae valsava nao obstante os trin-
la c seto annos que linham quebrado-lhe a bel-
leza, sem deslrui-la muilo. Elle eslava sentado
i um eanlo, n'um canap, e em frente delle trei
qtia.tr nincej|Ojttoe o nip conheciam, eolfo-
is junto de urna mesa de jogo abandonada,
1 machinalrairite as cartas e :asfJxas
* examinando' as dan^j
"- 11a
'4
s-Tde
O. I mi
go, tem
cont:
necessidades
geodas, que
o o
o a
da paternidade o da maternidade,
o quer que soja de estranlio.de
ao vosso cora-
Os collegios, senhores, ou intrnalos, em que
se agRloraerain os jovens separados do lugar do
seu nascimento para se lhes dar urna educacao
digna delles e de suas familias, os collegios, di-
Trn vaiitagcns relativas que eslou longe de
star : elles valein muito, como adaptados
excepcionacs, e situacoes e exi-
mio podemos negar ; prem, nao
obstante, dero revelar-vos aqu, com conheci-
menlo de causa, urna verdade, que vera a ser
os collegios, a'nda mesmo os melhores, teem in-
convenientes possiveis, e as vezes reaes, encara-
do- debaixo do poni do vista relativo familia
muco de que tratamos; elles acosluroam os vossos
lilhosa passareni muito cedo sem vos, quand
scntimenlo cometa nelles a florescer, quaodi
a ma exhala os seus primeiros perfumes, e se
abre as suas primeiras affeices, quando a vida
estende as suas mais profundas ratzes no bem ou
110 mal.
Seris pelo menos felizes se, nessas casas, on-
de vossos filhos vo buscar, longe da vossa alma
do vosso corante, e das vossas caricias, o duplo
thesouro da scienca c da educacao, Dcus pela
sua infinita bOndade c amor permillir, que elles
ah encoiilreni almas, coraces, e caricias capazos
de prcenchet as vossas ;' seris especialmente
felizes se a rcligio, exorcendo ah sobre elles o
seu divino c maternal imperio, os cnsinar a con-
servar intactas esse respeito, amor o obediencia,
que se nao podem conceder aos prenles, sena
quando se ha; aprendido a tributa-los Deus. Se
por desgraca assim nao acontecer.se nesses reti-
ros separados de vos, vossos filhos nao encon-
traren a benbflca ceco de uina religiao sincera,
c de una deqieacao paternal, essa educacao re-
cumia longe i de vos, sem o vosso auxilio, e tai-
vez contra a mos ditoa formarao da vida, mas ser urna tris-
te e irremedijavel disliguracao I
L'm dia, qujando esse menino vollar ao lar do-
mestico, do duo sahira amante e ainda puro, co-
mo se e nessn edade em que se est sob as vis-
tas vigilanlesj "
sentiris nell
reservado e lacia, que'mostrar
cao desoladoi a ruini da vossa obra, occasionada
pela obra de1 urna educacao falsa c adulterada e
vosdoixar dnlrever com secreto terror, um futu-
ro de desolaccs, e de iulorlunios para a fami-
lia !
Senhores, nao agora occasao propria de
apresenlar-vos circunstanciadamente o que se
deve fazer para conjurar esses perisos que amea-
cao a nossa geraco ; todava apresentar-vos-hei
de possaKom, que c la I vez conveniente retardar
o momento se separar do vos os vossos filhos
addiar-lhes a carreira que devera seguir, emquan
!o elles tiverem ainda necessidade de vos, dan-
do-vos assim lempo e a faculdade de formar ho-
inens na familia antes de mandar magistrados
fnnciionarios e soldados para a patria. Esuue-
cemo-nos de que antes de ser ludo isto, um ma-
gistrado distinti, um funccionaiio dedicado, um
soldado esforcado, convem que sejnmos o que
val mais que ludo, por isso que nos abro a poila
para todas essas carreiros, isto um verdadero
nomem. Quanlo educacao, que remedio con-
vemappllcar a esse mal da separacao, que asne-
cessiilades impdem, mas que seria'perigoso con-
sagrar como una cousa regular, urna condicao
normal ? O que fazer para corresponder a to-
das as necessidades sem causar algum prejuizo a
familia? Talvcz ir buscar o mais possivel 3 jus-
ta proporco, em que a educacao privada se pos-
sa conciliar com a educagao publica, para iniciar
os meninos nos segredos da vida social, sem na-
da fazer perder-lhes dos beneficios da vida do-
mestica. Uuaiqtier que seja finalmente a verda-
dera solncao pratica desla questo, o certo 6 que
so deve fazer alguma cousa para diminuir era to-
das essas relaces da vida social, a tendencia
universal separacao. incvilavelraenlo fatal para
a familia, que vivo sobre ludo da uniao c do
amor, da residencia e da estabidade
Senhores, a hora passa, c vossa altencao tai-
vez se canee ; ludo isto me adverle de que
lempo de Concluir esto exame rpido que tenho
.ello sobre as causas da dissoloco da familia
contempornea ; ohjeclo que completare! nos
discutios seguinlea. Entretanto nao lerminarei
o prsenlo discurso j bastante longo, sem mos-
trar-vos umsignal da dissolugao da familia, que
de proposito reservei para o fim, c que submel-
to a medilacao dos homens pensadures, como o
mais grave e mais decisivo, por que do alguma
sorle elle abrange lodos os outros signaes, que
vos mamfeslei ; ei-los a subslituico creecente
da associagao ficticia e artificial associaco
providencial e natural, que nao outra cousa
senao a familia ; n'oulros termos a marcha urnas
vezts oceulta, oulras visivel desse grande mo-
vimento contemporneo, a que se tem dado o
nome de movimenlo sotialista.
Ha na poca actual duas grandes tendencias
que parecem primera vista contradictorias, e
diaraetralmenlc opposlas, e que entretanto inti-
mamente ligadas urna outra, sao muilo amipa-
thicas familia : de ura lado o egosmo,do oulro
o socialismo. O egosmo solitario, estril, anti-
social, e como tal inimigo do familia, entre as
geraces, que nao sao catholicas o fruclo nalu-
ral das dutiirinas sensualistas, que se enraizam
nasintelligencias, e dos cosluraes sensuaes que
sobre
inda esl bella, diss
ttnha a imlisivel cor; recordou-se da desla agi-
lidade do suas mos, cujos dedos, um pouco com-
pridos, tioham i finura dos fusos de roarlira. que
fazcm rodar as fadas ; e da extrema siraplicidade
de seu modo de trsjar, que indicara um goslo
seguro o urna alma honrada : repeli algumas
alavras que linham trocado entre si, o confessou
de todas as mulheres, que linha visto, esta
e pareca a mais perfeila, o muito admirou-se
aetiao hare-lo notado quando ella era solteira.
Na flor desabrochada, respirava elle agora um
perfume, que nao tinha subido oulr'ora adevinhar,
quando era apenas botao fechado.
e passavam dianle da, Terei grande prazer em torna-la a ver, disse
depois d'um longo scismar; mas isto nao dove
itjipedir-me do trabalhar.
Boi era vao comludo quo o tentou ; as laboi-
nhis do manuscripto se confundiam, o dicciona-
ti traduria mal as palavras e a tinta eslava mui-
to branca: .nolhou gravemente a penna no areei-
ro, arrcmes3uu-a cora colera e sabio a passeiar.
Vercorrendo o Campos-Elysis notou muitas
vezes que fallava alto ; foi Opera nolte, e nao
lomou assenlo era sua cadeira sem ter primelra-
mjftnte olhido cora altencao todos os camarotes.
^epresenlava-se os Hugutnotes; no quarto
acto, durante o duelo de Raoul e Valentina, elle
1 aenlio os olhos hmidos. Entrando em casa.
paron para olhar a la e achou-a muito bella.
Ora esta
O lioinem do bracelete d'ouro.
1 .
Em1858 M. Jorge d'Alfarey tinh vinle e sele
annos. Era o que se chama um rapaz fcilo. Urna
decente forluna bastava seusgostos, e permil-
lia-lhe dar vida urna elegancia seria e sera fu-
lilidadc Sendo d'uma natureza independente e
ligeiramcnle selvagem, nao linha escolhido car-
reira alguma ; porm, para satisfazer as exigen-
cias desea curioso espirito, linha buscado e en-
contrado no estudo das*linguas um lenitivo s
necessidades de trabalho, que alornienlavam-
no : elle linha sido um dos raais assiduos audi-
tores de Burnouf, e linha correspondencia fami-
liar com o doulor I...., d Berlira. Seus amigos
zombavara alguma cousa delle eiinhanviio ap-
pellidado Jorge Pentecosts ; elle porm os dei-
xava rir, e cntregava-se com mais ardor aos es-
iranhos aljhabetos, que cora seu calam dese-
nham os. pbvos d'Asia.
Filho nlco, fructo mais sonhado do que es-
perado d'um casamento tardo, elle nascera d'um
pae de cabellos brancos, por quem professava
urna ternura respeilosa, que chegava quasi ad-
iiiracao. O vclho permanecer as recordacoes
de seu filho como o typo ideal da indulgencia e
da firmeza. Havia com effeito era seu proeeder
alguma cousa do fri e do doce, que poda expli-
car um grande desprezo dos homens e o habito
do soffriraenlo. Era um antigo convencional, que
adherir ao rpgimen imperial; may-pinda que o
titulo do conde e urna doaco asss importante,
tivessem viudo solicitar sua dedicacao absolva,
elta linha sabido (cousa rara nessa poca de
louca_ servidlo) conservar urna certa indepen-
dencia de opinies sob es9e governo, que subs-
lituio as liberdades do paiz por essa gloria des-
ptica, cujo fim foi lo tristemente escriplo nos
tratados de 1815.
A restauracap lancou violentamente M. d'Alfa-
rey na vida privada, onde o repouso que espe-
rara tornou-se-lhc ura enfado insupportavel : s,
e sem familia quiz ter urna, e apezar dos bons
conselhos de sua razao e experiencia, casou-se
com urna joven de vinlc annos, que tinha algu-
ma belleza, pouca fortunna, e ura vivo desojo de
ouvir charaarem-na a Sra. condessa.
Nesses lempos era ardente a reacio contra os
ideas lberaes e imperiacs, que um compromisso
insensalo confundir na mesma esperanca ; e M.
d'Alfarey conheceu, pelo acolho pessoalj que fl-
zeram-lie ao apreseniar sua mulher no grande
mundo, que ainda nao era occasi.io do sahir de
seu retiro ; occuliou-se por consfquinto de novo,
deixando i joven casada urna libcrdade, de que
ella usou algumas vezes al com indiscri-
cao.
Madama de Alfarey sabia algumas vezes sozi-
nha tarde, c quando licava em casa, um ciceulo
do rapases c raparigas da moda se reuniam em
seu salo : ella tinha entre os que a cercavam
alguns favoritos, mas seu velho marido pareca
nada notar, c acolhia a todos com a rcesma fria
pulidez, na qual um sagaz observador leria in-
dubilavelnionledescoberlo urna imperceplivel re-
signacao. Fallava pouco, nao esetttava as frivo-
lidades que se debatlam perante elle, e mui ra-
ramente iniromeiiia-se na conversaciio geral.
Todas as vezes que linham tentado faz'e-lo con-
versar sobre os aconteciraentos extraordinarios,
cm que livera parte, conservava-se mudo, re-
jeilando as questoes por una palavra pulida sem
responde-las. Riam-se muito dello, e lasliraa-
vam de bom grado madan.a d'Alfarey o ter
casado com esse velho jacobino, como o cha-
mavam ; mas todos era presenra tesleinunha-
vara-lhe um profundo respeito, que nao era
isento d'um certo temor.
J mullos annos linham decorrido depois do
seu casamento, e toda a esperanza de paterni-
dade o tinha abandonado, quando sua mulher
"deu luz ura menino, que foi Jorge. Este nas-
cimento pareceu nao fazer impressao alguma
sobre M. d'Alfarey ; elle nao tinha para com 1
pobre crlanca alguma dessas galiinanhas que sao
a alegra dos coraces paternos, e quando fal-
lava de Jorge sua nic, dizia-lhe invariavel-
menle : Vosso filho.
telo durou assim por muito lempo. Um dia
porm que o velho pareca ifiais sombro que de
ordinario tomou nos bracos a Jorge, e collocou-o
em p defrontc d'um espelho, e olhou-o muilo
lempo com urna altencao, com a qual a ciianca
se ificomii.odava.
Comparou trago por Iraco esses dous roslos,
ura fatigado, paludo, enrulado pela edade,
oulro fresco, roseo, resplandecenle do vida e de
saude ; descobrio entre ellos, apezar d'uma tao
grande dessemelhanca, relaces regulares nos
traeos principaes. A velha arvore c o lerno re-
nov eram da mesma essencia ; urna lagrima hu-
medecen os olhjs desse pao que se reconhn-
cia finalmente, o, apenando Jorge contra o pei-
lo, abracoii-o com urna ternura commovida, di-
zendo baixinho :O' meu filho I
Desdo esse dia M. d'Alfarey lornou-se na rea-
lidade o guia nico de seu filho, e por assim di-
zer seu camarada. Levara o a passeiar, brincava
com elle, ensinava-lhe a 1er, explicava-lhe a
significago das cousas, e pareca querer, forca
de cuidados, paciencia o maternidade, lancar
nessa lenra cabera lodas as firmezas, que Irra-
diaran] sua.alma. Mullas vezes noite quando o
menino, adormenl'ado por urna criada, chamava
por sua mae, e respondam-lhe que ella eslava
na Opera, ou no baile, ou era seu salao, d'oudc
nao poda sahir, M. d'Alfarey apparecia, senta-
va-se junto do leito, e tomando urna das maos
de seu filho as suas, contava-lho bellas histo-
rias, cheias do fadas resplandeccntes, cujas ma-
ravilhosas aventuras oembalavaradocemente al
que dorma.
Passava-se o lempo ; todos os annos o velho
curvava-se ura pouco mais para a leira, e o me-
nino crescia forte, ja serio, escotando cora una
especie de rocolhitnento enternecido as phrases,
que dos labios paternos cahiam claras, concisas e
formuladas como senlengas. A uniao enlre estes
dous seres era profunda. Jorge nao leve precep-
tor e nao foi apresionado era collegio ; seu pae
soube raulliplicar-se para ludo, e ninguem mais
senao elle, oceupou-se da educarlo de seu filho.
Madama d'Alfarey accomodava-so muilo cora es-
te geneio de existencia ; seu filho a desembara-
zara de seu marido, e este daquelle, e ainda quo
nao fosse ruim mae, ochava nesta ordem de cou-
sas urna lalilude mnior para as galanteras que
oceupayam-na. Entretanto Jorge a oraava ; mas
a affeisao que Ihe tinha, nao poda cemparar-sc
iraperam sobre os coraces ; o monslro ssso- com a que senta por seu pae
lador das familias, desenvolvido no seculo XVIII Utna circunstancia fortuita devia enfraquecer
e seropre progredmdo al o seculo XIX. i ainda esla affeico, c impor-lhe um leuior que
jPfTd
jdm'.
rucou o oulro, a coquelteria conser-
tas mulheres, como espirito de vinho cbnse*
.JW^rpontes.
s o grande C... que seu amante ?
1 quem sabe? Talver sm, talvez nao,
m e njo; a mulher muitas vezes varia, e
esta abusa da permissao,. Seu coraco um ca-
1 avent efue gyra quarHJo meimo o baTometra #1-
o mais fixo possivel.
-- E verdade, interrompeu um lerceiro, urna
abl mulher; ella soube bellamente engaar es-
ie velho jacobino d AlfareyT leve a habHdade
le ter um filhoqu* Ido assegura para o fuluro a
orluna de seu parida, enlem disto manobrou
ao hbilmente em seu espirito que o pae e o fi-
lio adoram-ee "absolutamente como se enlre elles
louvcsse outra*eo>ia que nao urna responsabli-
iade ie edictor.:.*"
Mas que dabo era o amante della, quando
?sse menino foi dado luz como um novo filho
lo milagre?
Era V...; nao, era R... ; a fallar verdade,
ao sei raais quem era, mas seguramcnlo era
liguen).
Todas estas palavras, repassadas do cynisrao
le que os homens abusam.quando conversara cu-
re qi, cahiram como urna" onda gelada sobre o
;oracao de Jorge. Ainda que muito ignorante
la vida, elle sabia e principalmente adevnhava
bsl*nle para coraprehender a que tinha otivido.
Muito joven para nao ser ridiculo se o revelasse,
o insulto que o acenso Ihe diriga, curvou a cabe-
sa sob una vergouha quo ainda nao conhecia e
sahio tremendo desse odioso salao para misturar-
se com a muliido dos curiosos e dancadores
conservou-se silencioso ao voltar para a casa d
seu pae. quem seguio ao quarto de dormir;
urna grande amargura crescia-lhe no espirito, sa-
bia que devia calar-se, e comludo senta una
pergunta ternvel abrir-lhe os labios contra sua
vontade. Seu pae eslava era p dianle do espe-
lho. oceupado em despir-se; chegou-se elle e
sbragou-o ; depois como por urna sbita meiiini-
ce, cullocando a cabega junto da delle, olhmdo-
as ambas, comparou-as e exelamon :
Vede, meu pae, eslou presentemente quasi
da vossa altura.
Noespelhaque rep'esentava a dupla imagem,
M. d'Alfarey sorprendeu sobre a fronte de Jorge
urna inquielacao dessa coslumadi; nesses olhos
inhabcis, em dissimular fio passar o scntimenlo
doloroso que torturara a alma do pobre menino:
recordou-se qu|e trezc" annos antes elle mesmo,
n urna hora de angustio, comparara o por assim
dizer compulsara os traeos desses dous roslos,
um dos quaes pareca propr hoje ao oulro urna
quesllo insoluyel. Com sua perspicacia habitual
comprehendeu a duvida que perturbava seu lilho
e adevinhou que alguns malvolos colloquios o
linham ferido de cheio no coragao. Enlo vol-
lando-se paraorge, collocando as maos sobre as
espaduas, olhando-o com urna docura, onde se
contrahar todos os amores da paleroidade. Ihe
disse:
Ouviste alguma tolice ? nao rae negues, eu
adevinho. Por que le perturbas com isso? Ha-
bitua-te a nao deixares jamis descer al la al-
ma -sp_alavra9 ultrajantes que cahirera em leus
ouvidos. E larde, vai dormir ; mas vai primei-
ro abracar tua mae.. E, accrescentou, abrindo
os .braTcos e medindo algumas de suas palavras,
aBraja tambera leu pae, raeu charo filho I
Ficou Jorge logrado com a astucia de seu pae?
Ignoro ; mas ei que desde esse dia sentio contra
sua vontade esnforecer a affeicao que linha sua
mae e fanar-se essa flor de'respeito, que o
perfume das verdadeiras ternuras. Intolerante
como sao os mancebos que ainda nio lem soffri-
do, elle linha moviraenlos de irritacao e quasi de
resenlimenlo contra sua ra&o ; prc'slava enlao f
s mis palavras que ouvira achava sublime a
mentira paterna, o sentia pelo velho urna com-
paixao dolorosa que remoia todas fibras de seu
ser, e desejario, forsa de dedicarlo, fazer-lhe
esquecer magoas suffucadas que entrevia sem po-
der medir-lhes a profndela. Coruprehndia-aue
toda a vda conjugal de M. d'Alfarey tufe ha ido
-, tffch
por Base o dogma divino do sacrificio, o Voi nes-
ses momentosmomentos chcios de lula' o de
torturaque formou para si e para sua existencia
ntera a primera nocao do dever, o qual^ie ap-
pareceu como urna lei implacavel que dele ce-
der toda a necessidade. A duvida pungente que
vnha assalta-lo quando per.sava cm sua rae
despertou-lhe n'alraa uraa vontade de fazer bem
e um imperlubavel amor do direito que foram o
orgulho e fiezerem a desgraca pe sua vida.
Quando seu pae morreu linha elle vinto e dous
annos ; a ultima palavra do velho seu filho foi
a seiilenea de Pasquier Quesnel : S neces-
sario o que eterno S a verdade cierna I
acrescenlou elle.
Depois desla morle, Jorge senlio-se inleiramen
le s ; preparou um quarto separado na casa que
sua mae habilava ; curapria attenciosaraente
oara cora ellas seus deveres, fazendo-lhe cora-
prehender que desejava passar urna existencia
independente, eentregou-se seus esludos de
predrleccao. Sua vida foi simples, sem grandes
paixjoes, sem amor mesmo, por quo sua natureza
fria e concentrada, nao era para ser abalada pc-
laas facis coquclterias que incitavam sua juven-
indo. Seus graudcs olhos de um azul quasi negro,
quo pareca lomar raais doce ainda a pallidez
baga de seu rosto, e a larga fronte ura pouco ja
desguarnecida, passavam vagamente pelas mu-
lheres, que procuravam seu olhar. e nao tarda-
vara era licar llxos como se tivessem sido absot-
vidos na conlemplagiio das cousas interiores.
Entretanto elle leve alguma dessas pequeas
aventuras secretas, I que um mancebo nao pode
sublrahir-se, mas poder-se-hia dizer, quasi se-
guramente, que seu coracao nao linha nellas par-
te alguma.
Nao linha pois anda amado, e comecava a crr
inuemenle que nunca amaria, quando era lins
do anno de 188 cncontrou em tira salo madama
de Chavry, cujo marido, ministro plenipotencia-
rio n'uma corte de Allcraanha. fura chamado a
Franca era consequeacia dos aconteciraentos do
fevereiro; o diplmala estabelecera-se cm Pars,
onde viva sua familia, e tinha eslreilado as rela-
ces que a sua ausencia tinha alTrouxado sera n-
lerromper.
Jorge tinha outr'ora visto Taulina de Chavry
quando era menina e dpressa renovou o conhc
cimento. Elle ptssou un sero assentado ao la-
do della adiando nesta iniima conversa um pra-
zer que at enlao nao 3entira, encantado de en-
contrar as ideas da joven mulher um parentes-
co cora as suas. Por mais frivolas que sejam as
conversaces dos que exclusivamente se dizem
gente do grande mundo, possivel comludo
tomar nellas interesse quando se lem a rara dita
de adiar um echo, e uraa aniraagao seus pro-
prins pensamentos.
Madama de Chavry acabava de passar cm urna
pequea cidade d'AUemanha quatro longos an-
nos, preenchidos pelos enfadonhos devores, que
fazcm da vida -diplomtica um supplicio para as
mulheres. Ella linha perdido nesso exilio era
Ierras de inlicis, como ella engraeadaruento cha-
mava, essa clareza rpida das conversayos pa-
risienses: pelo queempregou um particular cui-
dado em sustentar a conversaco com Jorge, o
qual, arrastado por nm allraclivo que soffria sem
analysar, esleve brilhanle, bello conversador, e
soube replicar de raaneira a fazer appareccr o es-
pirito dos outros sera fazer injustica ao seu. Elles
separaram-se apertando a mao ingleza.
Esporo tornar a ver-vos, diz Paulina Jor-
ge. Quarta-feira noite eslou cm casa, e duran-
te a semana mcus amigos leem quasi certeza de
enconlrar-me antes das quatro horas.
No seguinte dia Jorge hesilou ura pouco entre-
gir-se ao trabalho, e linha mais desejos de ir
passeiar do que traduzir um capitulo do Yadjour-
Veda, eslendido em sua mesa em bellas taboinhas
de palmeira do Ceylao. Dcscancou o queixo as
duas mos, e sabendo por experiencia que nao se
lera pensamentos, mas que ao contrario os pen-
samentos possuem ao humera, abaudonou-sc aos
que o domioavam. Bera depressa elles Ihe re-
cordaram o serao da v.espera c moslraram-lhe
Paulina sentada sob a elaridade das lampadas e
ouvindo-o conversar. Elle a vio de novo tal como
era, nao linda, bella ainda menos, porm raais do
que islo, encantadora ; recordou-se do porte de
sua cabeca; do enorme no de touros cabellos,
que descangavam-lhe sobre o eolio, e dessa voz
brondaraenie suffocada, que resoava como as le-
das longinquas do uraa harmnica ; e principal-
mele desse olhar ptofundo como o mar, do qual
disse elle deilando-se; o que
que me succede ? Estou louco ? E' para nada
comprehender!... Oh! acrescenlou. sem crer
basiantc em suas palavras, o vento leste que
ler-me-ha feilo mal aos ervos?
E' provavel que o vento leste soprasse ainda
no seguinte dia, porque o manuscripto foi tao
confuso, como na vespera, o o diccionario do
mesmo modo insufficente. Vendo que o Iraba-
Iho nao o prenda, Jorge lembrou-se que devia
visitas muitas pessoas. e foi direito casa de
madama de Chavry, quem nenhuma devia.
Recebendo-o com essa exquisita polidez das
mulheres do grande mundo ; polidez que s raais
das vezes consiste cm fingir senlimentos, que se
deveriara experimentar, Paulina nao pode dissimu-
lar urna cena sorprezavendo-o entrar. Eslava ella
por venlura admirada dessa visita lito precipita-
da ? Eslava admirada de que elle se apresenlas-
se no mesmo momento em que nelle pensava ?
E este o ponto duvidoso, diflicil de esclarecer.
Ella eslava s, vestida com um simples rou-
pao, sentada junto do fogo, costurando ; seu filho,
lindo menino de tres annos que so chamava Fir-
mno, brincava j/ianlo della sobre o tapete. Jorge
linha ulgado quo ia reatar com Paulina o con-
versa viva e familiar da ante vespera que tanto o
linha encantado: nao houve nada disso. Pauli-
na conservou-se n'uma frieza extremamente ama-
vel e nada mais ; ello mesmo sentio immensa
difliculdade era continuar a conversacao que
morria em cada palavra. Nao sei se linham al-
cousa a dizer-se: cm todo o caso, nao mostra-
ra m que tinliam, porque nunca seiiiclliautes lu-
gares-communs foram trocados enlro dous seres
dolados deintelligencia. Paulina poucooajuda-
va, parecia inlcressar-se com as inutilidades que
elle dia, respondia em curias phrases insignifi-
cantes, e puchava a agulha com urna regularida-
de de desesperar.
No fim de raei hora d'um tal supplicio, Jorge
relirou-se ; ia de muito mo humor, o nao poda
explicar essa sorte de paralysia inleleclual, que
o tinha sbitamente accoramraellido. Paulina
nao eslava raais satisfeila, e pergunlava sem po-
der responder d'onde vinha essa indisposicao, que
sentir durante a visita de Jorge : eslava muito
perturbada, o sem duvida muilo mais perturbada
ficaria, se, vendo esse effeito, tivesse podido com-
prehender-lhc a razao sufficiente, como o leria
dilo o doulor Pangloss.
No janlar Jorge eslava preoecupado, o que sua
me notou Cora essa hbil perseveran^ de urna
mulher, quera nunca os escrpulos contiveram
muito, ella chegou por mil rodeios a fazer esca-
par dos labios do filho o nomo que j II10 viva
110 fundo do coracao. Jorge foi apenas expansivo,
mas sua me nao se iliudio.
Elle contou simplesmenl que linha visto ma-
dama de Chavry dousdias antes, eque linha pela
raanha ido fazer-lhe urna visita, visto como to-
ra por ella autorisado ; disse sem desconlianca
que se tinha adiado muito llo, o- que nao se
senta no seu equilibrio ordinario, posto que nao
soubesse como explicar a perturbarlo que expe-
rimentava.
Ouvindo pronunciar o nome de Paulina, ma-
dama d'Alfarey lancera Jorge ura desses olha-
res de inquiii.'o maternal, que penetran) aos
mais profundos recnditos d'alma e sabem ade-
vinhar ura segredo otido muitas vezes era ainda
elle suspelado.
Ah encontraste de Chavry diz madama
d'Alfarey : nlguem ha quo falla bera della ; mas
na realidade urna boueca pretenciosa, que faz
grandes ostenlacoes de virtude, c que se vesle
qual .sectaria de Quaker, como so fossemos feilas
pira viver em conventos. Sua me, que eu co-
nhecia, era urna pessoa bera ridicula, toda de
Dcus, e mysteiiosa, a qual deu filha a mais tola
educacao do mundo, e a pobre menina aprovei-
tou-a perfeilamente. Seu marido finalmente
ura homem de bem. comprehende a vids como
convem ser comprehendida.
Contra sua volitado Jorge toitrbu a defeza de
madama de Chavry com aigura calor talvez ; e
deixou-se levar ponto do dizer sua mo que
anda*nao tinha encontrado urna mulher mais en-
cantadora e mais araavel, no sentido original da
palavra, isto digna de ser amada.
Tanto peior, replcou impcrlurbavclmcfllc
sua mao, porque o amor lem pouca capacidade
de coramover esse pequeo coraco secco e pes-
soal. Quando ella habilava na Alleraanha, um
genlilhomein da (Jaluza, o conde Ladislao Palki,
muilo celebre por uraa tcrrivel aventura, oceu-
pou-se della sera reserva ; mas cuslou-lhe caro.
Finalmente, nao conservou-lhe odio algum, ser
verdade oquedizein, porque perraanectu um dos
seus mais liis amigos.
Jorge, nao obstante lodos os esforcos por con-
servar-so calmo, e apezar do espantoque Ihe cau-
sava o inleresse que tomara nesses delalbes da-
dos com uraa voz ligeiraroente reprehendedora,
esculava-os cora una inquieta curiosidade.
Ao ouyir o norac de Palki, una dr passou-lhe
no coraco. como se o ciume o tivesse mordido, e
conservou-se bstanle fri durante todo o jantar.
Logo depois da sobremesa sahio.
Ah 1 estou louco disse apenas chegado
ra. Que rae imoorlam lodas essas historias so-
bre madama de Chavry? Que rae importa que
esse polaco a amasse intilmente ?
Isto lho imporlava sem duvida, porque nao
cessou de pensar era madama de Chavry toda a
noite; e atravez das p.hrases agro-doces de sua
me, cria reconhecer o ciume familiar s mulhe-
res contra toda a repulacio intacta e mere-
cida.
Esta repulacaodo urna virtude, que, censuran-
do, chamnva-so puritanismo, Paulina a mereca
lodos os respeilos. Severamente educada por
sua me, ella tinha julgado que acharia no casa-
mento a realisaco de lodos os seus sonhos. Ora,
seu sonho por cxcellencia linha sido aquelle que
crea 0 coraco da3 mulheres, creaturas mais in-
tcnconavclineutc viiluosas do que dizera, raais
geralmenle Iludidas do quo engaadoras, e que,
pondo de parle algumas pequeas e-cepces,
teem sonhado e procurado o amar no dever.
Paulina casou-se, julgou ingenuamente e com
a boa f das uliuM honradas, que seu sunho es-
lava realisado ; a illuso pouco pouco desvane-
ceu-se^o amor exlinguio-se n'um bello dia, e s
licou o dever austero e grave.
_ Entretanto M. de Chavry nao era um rao ma-
rido : elle tinha por >un mulher urna affeicao
seria, rail araaveis cuidados e uraa sincera defe-
rencia.
Apenas, como o dizia com urna bonhornia um
pouco limito franca, tinha seus hbitos : ora, es-
tes hbitos eram ir frequentemente ao club, amar
o mundo, que muito procurava, e nao crer que
commcllia um grande peccado, leudo aqui e alli
algumas galanteras, com tanto que pcrlurbassem
a paz domestica ; deposilava era tyajjina urna
conflanca Ilimitada, porque com o tacto'das pes-
soas acoslumadas a esludar 03 homens para del-
les servir-se, linha reconhecido nella qualdades
serias, quo nao falhariam ; sabia que sua honra,
pois quo assim se chama, sempre eslaria salva,
c conservara esto respeito una perfeila sere-
uidade.
Se Paulina nao tinha seu amor, em recompen-
sa linha sua estima ; por tanto ninguem mais do
quo elle ficiria sorprendido se-5lla coramel-
lesse una falta. So ella tivesse lido nm aman-
te, ello l-lo-hia soffrido por vaidade ; m-s tam-
bem por vaidade nao leria deixado nada disso
transpirar e acostumar-se-hia, porque pensava
que ura homem, que se respeila nao deve escan-
dalisar-se com estas cousas o andar propagan-
do-as pelas casas.
M. de Chavry, por mais corlez e altencioso
que fosse para com sua mulher, nao era o ho-
rnera, que devia abrir Paulina os bellos hori-
zontes, que suas phanlasjas do joven tinham en-
trevisto ella nao tardou cm rccoiihecer que es-
sa grande aplidao para os negocios encobria urna
millidaoo de si mesma ; e sob as exterioridades
d'uma omabilidade forcado, descobrio prompta-
raeutu uraa natureza raoml era excesso ; e se leve
pora cora M. de Chavry algum reconheciment de
passar urna vid exteriormenlo ao abrigo das cen-
suras graves, nao lho perdoou no enlinlo o va-
cuo enorme, cm que a deixava agilar-se sem
apoto enlre as necessidades de amague perma-
necendo insaciadas, gntavam mais alto do que el-
la lena querido, e a voi do dever. cujas imperio-
sas exhortacoes a impelliara pelos agros cami-
nhos do sacrificio e da abnegtcao. Nao heilou
e depois de muitos cmbales secretos, de que foi'
se ouso dire-lo. o theatro e o ador, fez o que n
vida ha raais diflicil a fazer toraou o seu par-
tido.
J qu rae nao foi dado ser esposa como
quera s-lo, disse ella, serci mo, nem mais nem
menos...
Bellssima decisao na venlado ; mas que a dei-
xava s garras com perlorbaccs, que apenasdo-
rainava forca do energa o vontade, porquo,
ah 1 convem dize-lo, o scnlimcnlo materno, por
mais poderoso que seja, nunca fechou na mae o
coraco da mulher, ente de expansao Ilimitada,
que necessita, para viver em equ^ibrio comsigo
mesmo, divulgar os mltiplos senlimentos, que
nella so renovam incessanteraenlc, sera jamis
enfraquecer.
Assim, apezar da resoluco lomada e dos as-
siduos cuidados, de que cerrara su filho, Pauli-
na linha horas do desanimo e de rcvolta.
Algumas vezes, nesses curtos instantes de du-
vida, seu marido parecia inquietar-so do v-la
dcixar repentinamente o costura, e ficar com a ca-
beca apoiadi as mos, immovel, e com os olhos
perdidos n'uma sorle do conlemplaco longinqua ;
ello comprchendia vagamente qu sua mulher
nao linha ludo o que desejava, e tema que ella
se enfadasse, porque a experiencia lho tinha cri-
smado que o enfado mortal paz domestica :
ontao propunha-llicque sahisse passcios, que
fosse opera, ao bosquo do Bolonha, que com-
prasse urna casa do campo para passar alzuns
mezes do anno.
Paulina apertava-lho a mo, agraderia-lhe sua
bondade, sorria interiormente desle empirismo
conjugal, cello retrava-se sem comprehender
esses lingimenlos, como elle chamava, e conso-
lava-so dizendo :
Oh ella lo nervosa 1 E nao pensava
mais nsso.
Paulina porm pensava. aecusando a sorle.
ftesolvda comludo a nunca discutir, resignada a
nao amar, por isso que nao poda faze-lo sem sa-
hir do dever jurado e aceito, pastara cm repouzo
sem felcidade, verdade, mas tambera sera pe-
zares, una existencia neutra, oceupada em inle-
resses secundarios, e que nada agora pareca de-
Assim, emquanlo um juravo nada pedir, e ou-
h?r.^0"iVU* "" d,r C0UM 8lulna : em o sa-
Derem. elles se encontravam em urna resoluco
muilo forte para ser inleiramcnle compallvel
com t fraqueza humana, e que devia talvez cbb-
lar-Ihes mais lagrimas e dores que urna desgra-
na definitiva. B
Semelhanto I esses homens, quem enerva a
credulidade, abite a inquiel5o c que s en-
tran) no hvre exercicio de suasfaculdades depois
deterem-se forleraente agarrado 4 urna resolu-
cao Jorge sentio-se mais calmo : para elle o sa-
crificio eslava consumando, acabava de pronun-
ciar seu modo seus votos eternos e marchava
com um coracao Arme, para os perisos que co-
nhecia.
foi breve fazer urna visita a Paulina, que, affa-
ei. poreceu-lhe compensar a perlurbaco invo-
aniina, qe sua primeira visila Ihe linha cau-
hJ^"."""10 u. lTesse aJmirado se. sob esta
te,Y. Me Vl,t0' imPsivel resoluco do
eti,L ,! Pr,Ia '' 1uiz perimenta-la
e feliz, o ver aquella, a quera aras vi, leve essas
exquisitas reservas, que lranqnil|Mm depressa
os senlimentos os mais perturbados. F"
Estas visitas a principio repetiram-e raras ve-
zes, depois mais frequenleraente.e pouco a oouco
Jorge tornou-se hospede assiduo da casa de Pau-
lina. Todos os das, antes de jantar. ia pastar
urna ou duas horas seu lado ; noite muitas
vezes enconirayam-sc as sociedades, o a pen-
dencia dos accidentes diurnos da existencia os
tinha insensivelenrnte levado esto resultado,
que suas phantasias linham ambicionado :vi-I
ver junto um do oulro, amar-se c nao falhar.
Tinham por venlura confessado que se amavara?
Nao ; as expanses do suas conversas intimas
nunca a palavra suprema, como dizem os ro-
mances, linha-lhes sahido dos labios; e para
quo dize-lo? Nao o sabiam elles, c a confianca,
que Paulina linha era Jorgo nao era por acaso o
resultado desse singular compromeliraento, quo
ella podia sem temor abandonar-se, visto como
entre elles a palavra amor nunca linha sido pro-
nunciada ? Eslranha coniradico do coradlo das
mulheres I quando linha reconhecido e por assim
dizer experimentado o extremo recato de que Jor-
ge cercava-se, dase entregava sem temor aoat-
traclvo que a puchava para elle.cra reconhecedo-
ra de que ello tivesse quebrado a barrcira.oa qual
ella ao menos mentalmente so havia rodeado
contra elle ; comprehendera que a prudencia ora
quasi injuriosa, e agradocia-lhc interiormente,
senlindo-se altiva de ter sabido conjecturar tao
bem do homem, quera aroava. E comludo,mais
d'uma vez repassando na memoria as palavras
que Ihe tinha dilo, as confidencias que Ihe linha
feto, a innrando-se talvez de que esse amor que
se lornava lo violento, livesse a forca de con-
servarse encoberlo, Paulina se dizia com in-
quietadlo :
case rae engao ? Dar-se-ha que rao nao
ame?
O mundo j linha olhado um pouco irnica-
mente para essa especie de ligaco ideal ; mas
suas censuras linham sido toreadas a cahir anlo
a allilude profundamente honrosa, grave e pla-
cida de laulina e Jorge. S M. de Chavry mos-
trou urna inquietaco, que leve alguma diflciil-
didc em acalmar : a presenca de M. d'Alfirey
tinho acabado por perlurbar-llie a imperlurba-
vel confianca, e, sem ceder dos hbitos de ho-
mem de bem, que do fado erara sua nica mo-
ral, senla-se em meio das suspeitas, de que
era sempre triuraphava como tena que-
rido.
Paulina que tinha as3is esttidado eslecarcter,
para conhecer-lhe as fraquezas, nao recorreu
subterfugio algum para iranquillisar a seu mari-
do ; nao quiz por myslerio algum em um pro-
ceder, que nao o careca, o coniinuou a vi-
ver aberlaraente sob as vistas- de II. de Cha-
vry.
Nada tenho a occullar, dizia ella ; se me
fallar, dit-llie-hei ludo.
Nao leve necessidade disso, porquo seu ma-
rido rendeu espontneamente sua vrtudo urna
homenagem, que ella nao rcclamava.
Uraa larde, depois do jantar, estova Jorge sen-
1: 0Un ? o8 no p de PauI'na.. hora. em
ver perturbar, quando o acaso conduzo junio
olla Jorge d'Alfarey. cuja vida era, muitos res-
peilos. semelhanle sua. Da conjura-cao dcsles
dous coraces profundamente honrados devia
nascor urna paixo seria, tanto raais violenta
quanlo raais combatida fosse.
Depois de visitar a Paulina. Jorge nao pode
adiar mais goslo cm suas habituaes oceupaces
scsmava, passeiava. fugia das sociedades mais
ainda quo d'ordinario. o rompa bruscamente a
conversacao, quando sua me quera fallar-lho de
Paulina. Mal a vio una noite era um salo, onde
iuvidava que ella estara, nao pode conservar 1-
iuso alguma sobre o estado de seu coraco, sen-
lindo ura aperlo iinmensn do garganta :*.sentado
immovel seu lado, permanecen por muilo lem-
po silencioso, absorvido em urna eniucau bstan-
le forte para ser sabiamente contida ; inlromrt-
lendo-se na conversacao, Paulina mirava-o. e o
achava paludo e como que emmagrecido depois
que o linha visto.Sofireria elle? e de que mal ?
A discusso conlinuava ; cada um lancava una
palavra banal ou profunda ; Paulina nao escuta-
va mais, pensava era Jorge ; com a maravilhosa
inluico das mulheres, adevnhava que ello li-
nha alguma cousa nessa mclancholia profunda.
Toda o chanima atlrabe af#torbolcUs; todo o
snior altrahc as mulheres, Wu nao creio, nao
obstante sua habitual c encantadora reserva, que
nenbura inleresse pessoal houvesse era sua cu-
riosidade, quando, voltando-sc para Jorge, Ihe
pcrgunlou :
O que tendes vos?
Jorge estremeceu ; durante alguns segundos fi-
xou tristemente os olhos nella. o disse-lhe cm n
voz bnixa, cora uraa intonaco to doce, que as- ,' i ,,, y ? BV "? C,"b- uando
------n.......' enlrou na sala para dizer adeus sua mulher,
semelhava-se utna caricia, este verso d'um poe-
ta, cujo nome nao sei mais:
J'ai plus d'amour au craur que je n'en puis porler!
Paulina ab ixou os olhos o contemplou ollen-
tamente as pinturas de seu leque. Arrancado
est scismar, Jorge entregou-se bruscamente
discusso ; nao sei que calor o animara, mas es-
cuta vam-no em silencio; as senhoras olhavam-
no, c os homens inclinavam a rabeca como para
melhor colhcrera essa joven palavra, cuja elo-
quencia singular resplandeca atravs dos mais
serios raciocinios. Todo o scntimenlo interior
modifica a cxprcsso do corpo, e o homem quo
ama, quando falla ou de phtlosopliia ou de po-
ltica, tem na voz nao sei que nova nota que Ihe
d sons mais doces, raais sonoros c por assim di-
zer mais musicaes
Paulina eslava penetrada dessa harmona ao
mesmo lempo terna e poderosa, a qual despren-
da una especie de forca magntica, que a loca-
va e abalava-lhe todas as fibras do coraco. E'
para mira que elle falla, dizia comsigo ; e elle,
contra a sua vontade, sera saber talvez, procu-
rava sua approvacao, era seus pensamentos que
pedia um echo.
Jorge retirou-se primeiro, o que teria sido urna
requintada coquetleria a ter sido refkclida ; re-
tirou-se siraplesraenle para evitar vollar com sua
mae, por temer quo ella fizesse ainda alguma
zombaria de Paulina.
Mal deixou elle o salo, foi um concert de elo-
gios ; porm Paulina esculava em seu coracao
urna voz que fallava de Jorge melhor c mais
alto.
Elle encantador, diz urna senhora de cer-
ta edade ; devenamos casa-lo, esse bello racio-
cinador.
Pensaes nsso, senhora ? replicou Paulina
com urna rapidez difficilmente cxplicavel. Que
ao ver J rge sen lado, como j tantas vezes li-
nha visto, nao pode reler um gesto de desagra-
do, lirou as luvas, puchou por urna poltrona o
sentou-sc diante da chamn na altilude a'nm
homem decidido a nao dcixar o lugar.
Jorge e Paulina olharam-se e continuaran) a
conversacao, m que M. de Chavry nao inlro-
melleu-se. Elle pareca contrariado ;de sua
propria desconlianca ou da presenca de Jorgo?
Nao sei. Nao fallava. absorvia-se jua conlem-
placo do fogo, mudava as prnas d-^ugnr, ba-
ta cora os dedos nervosos nos bracos da pol-
trona, f. potecia mcitido enlre tocia a sorle de
h''silacocs.
De repente levantou-se, e, estendendo a mo
sua mulher, disse-lhe um adeus com um des-
ses sorrisos, que nao sabem occullar nenhuma
suspeila.
O que lera elle por acaso ? diz Jorge
Paulina.
Nada,#cspondeu ella, somcnle comprehen-
deu que nos amamos I
Foi a primeira confisso.e Paulina foi bem im-
prudente em pronuncia I, porque derribava o
compromisso, airaz dos quaes se Ihesabrigavam
os coraces, c ia abriupassagcm lodos os ar-
dores de sua paixo comida
Desdo egs da com effeito nenhuma de suas
duvidas convencionaes podia subsistir; nada mais
tinham a descobrir um ao oulro. A palavra do
Paulina coiitiuha mais do que urna animaco ;
confessava urna derrola, c esta urna conl'iss
quo a mulher, quando quer conservar-so sem-
pre pura, nunca deve fazer, era mesmo ao cm-
plice de sua virtude. Esla nica palavra linha-03
por assim dizer desarmado, e elles nao podam
conservar-so virtuosos seno por ura accordo
tcito de graca o generosidade. Quanlo lempo
; poda durar esse accordo, c do que peso seria
razo ha para tal ? Deixai-lhe a independencia, e 11
eos serios passa-lempos que Ihe oceupam a rao- M n"") do uesl,n. 1u.e ,mPelle hulmeiilo
cidado !
Madama d'Alfarey nelinou-sc ncsle momento
ao ouvido de Paulina :
Nos observa-lo-hemos, diz ella rimlo-se, e
eu creio, minha bella, que elle nao deixaria de
consullar-vos antes de lomar tao alta determi-
naco.
Entretanto Jorge eslava s em face de sua cons-
ciencia, c consullava-se.
A noite foi longa e pausada ; foi paradle como
urna revista d'armas, hora de emprehender
um desses combates solitarios, que s teem por
leslcmunhas os pensamentos os mais secretos c
de que queremos sahir vencedores para bera me-
rcennos de nos mesrao?.
Elle descobrio directamente o mal ; atravez
das duvidas e irresoluces, atravez das Solicita-
ces de sua niocidade e dos enlevos. que o
amor o levava, elle soube deslindar a verdade, e
comprehendeu, cora urna abnegaco, era que o
orgulho leve parte, quo ello cra'arraslado por
urna paixo seria o profunda.
Nao lho ordenava o inleresse de sua propria
grandeza conservar essa paixo sempre intacta c
pura ?
Elle desprezou os caminhos vulgares, que nos
conduzem quasi seguramente no fim de nossas
ambices, c resolveu-se a ser virtuoso no verda-
dadeiro sentido da palavra ; nao olhou por mui-
lo lempo em redor de si para recqbecer a espe-
cie de dislocaco moral, que fere^s existencias
facis, e leve smcnlc de pensar em sua me, e
as palavras terriveis, que Ihc soaram oulr'ora
aos ouvidos ; vio seu pae. curvando a fronte ao
peso de cuidados, que elle nao nomeava, c leve
medo por si mesmo e principalmente por aquella
quem amara, de tima uniao que o mundo po-
da nao censurar, mas que linha tambera o di-
reito de estigmalisar ; jurou que occullaria s-ia
religiao para melhor adorar a seu Deus, e sem
um para o outro, os coraces captivos do mes-
mo amor ? Exteriormenlo "nada entre elles se ti-
nha mudado, mas um novo elemento linha pe-
netrado-lhes na alma c urna revoluco se linha
ahi operado ; apezar de seus esforcos", elles eram
presas do deus rioso, contra o qual nunca so
corabaleu em vo, e era somonte contra seu co-
raco que elles tinham do lular agora.
Ambos com urna boa f e urna corogem sor-
prendedouros chamavara Wiccorros eslranhos em
apoio de suas forras vacfllanles. Paulina oravo,
*dava csmolas, pedia humildemente Deus que
affaslasse do seus labios alterados esse clice
lo cheio d'uma tenlaco encantadora, escutava
com ardor as bauaes palavras que un sacerdote
Ihc murmurava aos ouvidos, esperando encon-
trar nellas urna luz que Ihc mostrasse a verdade
um ponto de apoio, que a sustenUssc em sua
marcha diffiril, c entrava era sua cosa raais ener-
vada, mais anciosa, sempre decidida a conser-
varse senhora de si mesma, porm desesperada
do trabalho terrivel, que nella se operara, e quo
lho abalava ?s melhores resoluces.
Jorge multiplicara seus Irabalhos, atirava-se
ludo uo mesmo lempo cora urna aclividade fe-
bril ; mas seu pensamenlo eslava cm outra parle,
arrebatado por um luorbillio que nao poda ven-
cer, deixando-o baldo e sem intelgencia em fa-
ce de seus cs'udos, que elle nao mais compre-
hendia. Os olhos liam, mas s levavam ao cere-
bro palavras rasias do sentido, que oesfilavam
dianle delle como vocabulos d'uma linguagem
desconhecida. Deixava cutio lodo ese embro-
glio scienlifico, fazia excrcicios d'esgrima, ou
arrebentava os cavados em carreiras insensatas,
procurando com as fadigas do corpo adormecer
o demonio, o deus talvez, que nelle velava.
Em fim fazia versos, crise grave para ura phi-
lologo I
Uraa raanha qno sua me enlrou cm seu quat-
saber coran Paulina acolheria um vol, p'romcl- '> k V'^0" Sbr* mCZ? !!'"n o.,h". d? P8Plcoi
leu nunca faze-lo, esquecendo que j o linha Ti- ^U^Siaf P^u. ues'B'"l com-
que sua promessa seria dillicil
to, e nao sabendo
de sustentar.
Julgou-se cora forca para affrontar todo o pe-
rigo, e fortificava-se em sua resoluco. susten-
tado por urna forca interna, que, recordando-lhe
a tristeza de seu pao e a vida de sua me, pare-
cia bradar-lho como os arminhos herldicos da
Brclanha :
Poln mori qvam fwdari I
Por sua parle Paulina pouco linha dormido,
ella nao so linha abandonado aos sentimentos
apurados, que linham oceupado a Jorge acorda-
do, nao linha sonhado e rcflectira sera hestacao
e com essa especie de brulalidade que as mulhe-
res leem para com seus proprios pensamentos.
Ama-lo-hei, se j nao o amo, disse comsigo,
mas nao serei sua amante. Se um coraco de-
dicado e cheio de alfeic.o, basta para a felicida-
de que elle procura, eslender-lhe-hei a rao era
signal de seria allianca ; mas se ello um desses
seres traeos, para quera a posse a nica consa-
grarlo possivel do amor, nao torna-lo-hei a ver
c Ocarei com urna illuso de menos e um pezar
de mais.
primelo s, no poni de vista de certas pessoas,
6 o que differenca a poesia da prosa. Pegou no
papel.
II etttoi, cecceur donl 'esperance
Va ven le lien, comme l'encentvers Diga...
Meu Olho, diz ella, as mulheres nao sao es-
trellas, e para approximar-nos deltas nao pre-
ciso subir ao sptimo ceu.
Jorge olhav em quanlo ella lornava a deilar
os versos sobre a meza.
Oh meu pobre pae diz em vozbaixa.
O pensamenlo do velho. a quem invocara nj&o
o deixou seno quando flcou sosinho. Nos#os
morios vivem em nos, isto nao ha duvida ;
muitas vezes elles apparecera-nos nleriormwi-
lo nos perigosos instantes da vida, e seas con-
selhos dlrigem-nos atravez dos obstculos que
nos tolhem o passo. No ddalo, em qu so
perdiam as resoluc,cs de Jorge, parecia que a
voz desse pae, quo elle anto amara, erguia-so
lentamente du fundo do s u oracae c dizia :
(ContMtMr-ss-na.}.
PERN. TYP. DE M. F. DE FARIA.
SJ
v
__________... _


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