Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09075


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Full Text
1.
/
ARIO XHYI.. ROIERO 124.
Por (res metes atontados 5M90.
Por tres mezes vencidos 6J000.
TERCA FEIBA 29 DE IAI0 DE 1861.
Por anno adianlndo .9JJOO0.
Porte franco para subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Leraos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Marlins Rbei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jcronymo PARTIDA UOS CUltHtlUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass. Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinho e
Garanhuns as tercas feiras.
Pi d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazcira, Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as qtiarlas-feiras.
Cabo, Serinhem, Rio Formse*.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios parlem as 10 horas da manha.
EPHI
5 La che
12 Quarto loinguante
da larde.
20 La novj as 4 horas e 27 minutos da tarde.
27 Quario < rescente as 5 horas e 45 minutos da
tardo.
Primein
Segundo
PARTE OFFICIAL.
Governo da provincia,
exprmeme do da 26 de maio.
Officio ao Exm. presidente do Rio Grande do
Norte.Satisfazendo a requisico de V. Exc.,
contida era seu officio de 5 do correnle, remel-
o-lhe orna pena contendo 6 tubos capilares com
puz vaccinieo.
Officio ao commandante das armas.Sirra-se
V. Exc. de mandar por cm liberdade o recrula
Valeriano Francisco das Chag.is, visto le prova-
do iscneo lega!. Communicou-se ao com-
mandante superior do Rccife.
^ Dito ao mesmo.Em resposla ao officio que
V Exc. me dirigi honlem, sob n 591. tenho a
dizer-lhe que desde o dia 24 do corrente, se cx!
pedio ordem a thesouraria de fazenda para ef-
fectuar sob minha responsabilidade o pagamento
da diaria dos clcelas ci^servi^o nos corpos da
guarnico dcsla capital.
Dito ao mesmo.Convindo que nao sejam lo-
go rcmetldos para a corle os recrutas, que le-
nham os reqnerimenUis dependentes de deciso
da presidencia, afim de que Do sueceda, o que
ora se da acerca do de Joo Jos Barbosa cujo
requerimcnlo indo a informar a V. Exc. era 22
do corrente consta da relaco, que o acompa-
nhou o seu officio de 23 tr elle seguido para
all; rogo a V. Exc. se sirva de dar as suas or-
dens neste sentido.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar abrir
asseiilamento de praca ao paisano Manoel Jos
Segismundo, que olTerecendo-se voluntaria-
mente para servir no exercilo foi julgado apto
para isso como consta do termo de nspecco
onnexo ao seu officio de 25 do correnlo sob n.
590, providenciando V. Exc. para que elle seja
vaccinado.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar abrir
nssentamento de praca, aos recrutas Jorge Jos
Bernardo e Benedicto de Souza Braga, que foram
julgados aptos para o servico do exercito, como
consta do termo de inspeccao annexo ao seu of-
ficio de hontem, sob n. 593.
Dito ao chefe de polica.Queira V. S. por a
disposicao da thesouraria de fazenda, o caixSo
corn os restos da ambulancia fornecida ao Dr.
Pedro Antonio Cesar para tratamenlo dos ac-
commcllidos da varila na freguezia de S. Lou-
renco da Malta, a que se refere o seu officio de
21 do corrente, sob n. 721.Communicou-se a
thesouraria.
luto ao barao de Guararapes, director geral
dos IndiosAccuso a recepeo do officio que
>. S>. me dirigi communicando ter engajado pa-
ra o servico de estafetas, os Indios constantes da
relarao que acompanhou o citado officio.Com-
inn:cou-se ao administrador do crrelo.
Dito ao mesmo.Respondendo aos olficios de
V S de 22 do correnle, tenho a declarar-lhe
que licam expedidas todas as ordens pedidas nao
so por arbitramento das rendas dos engenhos si-
tuados as trras das Aldeias dos Indios da Es-
cada, mas lambem para a 4emarcaco e modi-
ao das mesmas trras. Acudo V. 8. autorisado
a recobcr a ronda vencida do engenho Firmeza
para applica-li a essas despezas, como solicita
V S. cm umdos citados cfficios.
Dito ao barao de Ulinga.Devolvo a V. S. os
da-umenlos, que vierara annexos ao seu officio
do 15 d> corrente. sob n. 7. relativos aos ven-
cimentos dos guardas nacionaes destacados nossa
comarca, aQm de que, conforme indica o inyec-
tor da thesouraria do fazenda, em officio de ho-
je, os competentes recibos sejam passados ao tho-
soureiro d'aquella repartijao, Domingos AfTonso
Nery Ferrcira.
Diloao inspector da thesouraria de fazenda.
Respondendo ao officio quo V. S. me dirigi a
2 do correnle, sob n. 539, acerca do pagamento
dos vencimenlos do engenheiro Ernest Dias
Slrcat, tenho a declarar-lhe que nao prcedem
as razes apresenladas por V. S,, por quanto nao
so nao necessaria raais aulonsacao sob respon-
sabilidade desta presidencia, urna vez qu ja fui
approvado pelo governo imperial, a que foi ex-
pedida, como consta do aviso da reparjco do
imperio de 5 deslr mez, para o referido 'paga-
mento que a thesouraria, anda nio realisou, co-
mo tambem s se manda pagar ao referido' en-
genheiro, o que se lhe estava a dever al o ul-
timo de marco prximo passado, como se v do
officio dirigido a V. S em 21 de abril ultimo.=
Cumpre por tanto, que V. S. faca effectuar as
ordens j expedidas para esse fim.
Dito ao mesmo.Avista das contas juntas em
duplcala, mande V. S. pagar ao pharmaceulico
Luiz Leopoldo dos Guimaraes Peixolo a quantia
de 183$, importancia dos medicamentos compra-
dos pelo consclho administrativo para forneci-
raaiito do arsenil de guerra, com destino a colo-
nia militar de Pimenteiras.
Diio ao mesmo.Devolvendo os documentos
a que se refero a sua informaco de hontem, sol
n. 538, relativos ao pagamento, que pedem Pal-
meira & Beltro. de diversos gneros que forne-
coram ao arsenal de marinha nos mezes do feve-
*- con1!arco desle 8nno' na importancia de
4 /7U5837 rs., auloriso a V. S. a mandar pa^ar
essa quantia sob minha responsabilidade, nos
termos do art. 1 1-2 do decreto de 7 de maio
fle 1842. Corrrmunicou-so ao inspector do arse-
nal de marinha.
Dito ao mesmoQuando houver crdito man-
de V. S. pagar a quantia de 8, a que tem di-
rato o soldado do 10 batalhao de infantera Jo-
s Pedro Cardoso, por haver capturado o deser-
tor do mesmo batalhao Manoel Filippe de Santa
Anna, como se v do altestado junto em dupl-
cala, que mo foi remetlido pelo commandante
das armas em officio de hontem sob n. 592.
Dito ao mesmo.Visto que, segundo consta de
sua uformaco de 25 do corrento, sob n. 535,
nao ha crdito para o pagamento, que no re-
ju. rmenlo junto pede Manoel de Souza Tavares
da quantia de 3:523j328, proveniente de carn
verde, que forneceu ao arsenal de marinha no
mez de abril ultimo, autoriso a V. S. a mandar
effectuar esse pagamento sob minha responsabi-
lidade, nos termos do art. Io 8 12 do decreto de
de maio de 1842.
Dito ao mesmoMando V. S. pagar sob mi-
nha responsaftlidade nos termos do 12 art. Io
nT7Jl0 de 7 de mai0 de 1812- a quantia de
107S486, que, segundo o requerimenlo, que de-
volvo, e a que se refere a sua informaco de
hontem, sob n. 538, se est a dever a Antonio
Rodrigues de Souza, preveniente de obioclos
que vendeu ao conselho de compras navaes.
Dito ao commandante superior interino d Re-
rife. Devolvo a V. S. o processo do conse-
lho de disciplina a que respondern! os guardas
nacionaes Olegario Francisco Dias e Manoel An-
tonio Rosalino do Nascimenlo, afim de lera exe-
cuco a seulenca da juuta de appellacao.
Dito so commandante superior do Recife.
Conver que V. S. emita o seu propicio juizo
acerca do comporlaraenlo e requerimenlo, que
Oeyolvo do guarda nacional Bazilio Bernardo Ri-
beiro do Amaral, com a informaco junla do
respectivo commandinte.
Dito ao commandante superior da guarda na-
cional de OlindaInteirado de lodo o conleudo
quer na represenlajo que V. S. troui|e ao meu
conheetmento contra o capillo Francisco Luiz
Viraes e resposts desle, a quem ouvio.lquer na
queix4 do otpito Joo Goncalves Rodrigues
l'ranga e na informlo por V. S. prestada con-
cha que existe urna per-rta e muito inconve-
niente, desintelligencia entre V. s. e os ditos of-
ficiaes. a qual infelizmente Irazida por uns e
por outros para o terreno do aervico publico, al
mediante recriminaces pessoaes : em conse-
quencia do que resolv mandar archivar aquellos
papis e recorameudar a V. S., que trate de
corlar por todas as questoes existentes, procu-
rando manter sobre aquelles officiaes a posigo
referida que lhe d alei. Com a raesma lei em
mo osera considerarlos, que lhe sejam ostra-
nhas, far V. S. punir aos mearnos officiaes pelas
fallas, que por ventura comniotlam ou lenham
coromeiiido, recorrendo esta presidencia, todas
as vezes quo poder precisar faelos puniveis con-
tra os ditos officiaes, e achar embaraco em corri-
gi-los pelos meiosordinarios postos a sua dispo-
sicao ; tendo principalmente em vistas que nao
convm distrahir a attenco da presidencia preo-
cupada com assumptos to variados e de tanta
importancia, para factos como sao alguns d'aquel-
les porque V. S. arge o capito Franja, integ-
ramente particulares, e que nenhuma relaco
lera cora o servico da guarda nacional, em cuja
esphera deve V. S. manter suas relaces com os
officiaes, com quera, por ventura tenha inler-
rompido suas relaces privadas. V. S. mandar
cassar qualquer ordem do prisao que haja expe-
dido contra aquelles officiaes por fallas anteriores
a esta deliberaco.
Dito ao commandante superior de Garanhuns.
Expeca V. S. suas ordens, para que das 40 pra-
vas da guarda nacional sob seu caminando supe-
rior, destacadas nessa comarca, doze sejim postas
a disposicao do delegado de polica do termo de
Buique como requisitou o Dr. chefe le polica.
Communicou-se ao chefe de polica e a thesou-
raria de fazenda.
Dito a thesouraria provincial.Visto que, se-
gundo consta a sua informaco de 2 do correnle
sob n. 158, nao ha inconveniente cm ser entre-
gue ao thesoureiro da sociedade das arles meca-
nicas e liberaes, Francisco Jos Gomes de Sania
Rosa o cont de ris votado na lei do ornamento
vigente para aquella assocaco, autoriso a V. S.
a mandar effectuar essa entrega, logo que tenha
lugar o pagamento de Jos Augusto de Araujo ar-
rematante dos reparos d ponto do Bujary.
Dilo ao mesmo.Em vista de sua informaco
de hontem sob n. 123, dada acerca do requeri-
menlo que devolvo de Francisco Lucio de Castro,
autoriso a V. S. a mandar pagar a quantia de 30J
mensacs a que elle lem diieito por se achar exer-
cendo as funecoes de olfioial-maior da secretaria
do governo.
Diloao juiz municipal de Santo Antao.Sol-
vendo a duvida por Vmc. proposta era seu officio
de 14 do correnle acerca do cumprimenlo da sen-
lenca do 3) dias de prisao simples, a que fra
condemnada pelo jury a r presa Maria Felisraina
da Couccico, tenho a dizer-lhe que, deven-
do em geral subsistir os efteilos da pronun-
cia, desde que a sentcnca fdr appellada, sof-
fre todava semelhanle principio as excepces
e3labelecidas nos 8 1 e 2 dos arts. 458 o 459 do
regularnento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, e
como a especie sugeila, est expressaraenle de-
clarada no primeirodessesartigos, segue-se que,
ao reo condemnado pena de prisao simples, s
deve abrir assontamento do cumprimenlo da
senieuca desde o dia em que foi elle posto a dis-
posicao do juiz execntor, embona dentro do pra-
zo em quo pode dar-se appellacao da mesma
senlenga ; e tanto que perdendo a appellaQo por
ventura se haja inlerposlo, ainda assim, cumpri-
da a pena deve ser posto em liberdade, como de-
clarou o aviso de 6 do agosto de 1859 : e se de-
ve deduzir, por maioria de razao, da disposi-
cao do arligo 459 do precitado regulamento,
quando determina que mesma seotenca abso-
lutoria se d a execuco sem embargo d'a appel-
lacao interposla, soltando-se o reo logo que te-
nha sido absolvido, salvo o caso das excepces
dos 1 e2do mesmo artigo. Carecendo por con-
sequencia de base juridha a opinio de Vmc,
cumpre quo a reforme nao sna questo sujeita,
como as occorrentcs.
Dilo ao juiz de paz da junla qualificadora de
Pao do Alho.Tenho prsenle o officio que Vmc.
dirigio-mcem 27 de abril prximo passado con-
sultando : Io se tendo-at^pudado os cidados
Luiz de Albuquerque Maiflhao, Manoel Tliomaz
de Albuqerque MaranhaoWAnlonio Bernardo de
Moura, da freguezia do Pao do Alho, onde erara
eleilores para os engenhos Aldeia e Caramba da
freguezia de Tracunhem do dislricto ehUbrsl de
Nazareth, anles de serem estes cngenho3 encorpo-
rados a aquella freguezia pela lei provincial n.
469 de 5 de maio do auno passado, podem func-
cionar como cleitores na freguezia de Pao do
Alho : 2o Se Luiz de Albuquerque Maranhao ten-
do mudado de domicilio pode fazer parle do con-
sclho municipal de recurso de Pao do Alho ; 3o
finalmente, se tendo os referidos cidados loma-
do parte e influido na formaco da junta de qua-
lilicaco de Pao do Alho nos cinco dias da revi-
sao pode subsistir a qualificaco preparada pela
junta de que fez parte Antonio Bernardo Ribeiro
de Moura.
Respondendo a sua consulta, tenho a dizer-lhe:
Io que em vista dos documentos annexos ao seu
officio, e sendo cerlo que os cidados, a quem
allude, mudaram-se dessa freguezia de Pao do
Alho, para os engenhos Caramba e Aldeia, sitos
na do Tracunhem, do dislricto eleitoral de Na-
zareth, fora do duvida que nao podem clles
funecionar como eleilores em Pao do Alho em fa-
ce dos avisos de 13 de dezembro de 1848 e no de
20 de fevereiro de 1847 ; c embora a lei provin-
cial n. 469 de 5 de maio de 1858 encorporasse
a Pao do Alho os referidos engenhos, doram
aquelles cidados nos termos dos avisos n 418
de 23 de noverabrode 1857, votar c serem vota-
dos na freguezia de Tracunhem, a quo perlen-
cia o territorio desligado por aquella lei em que
se acham os seus domicilios como ja decUrou
esta presidencia em 5 de marco prximo (Indo :
2 Que nao sendo, por tanto, Luiz de Albuquer-
Maranhao mais eleilor de Pao do Alho nao per-
lencendo a esse municipio a fceguezia.de Tracu-
nhem. claro que nao pode elle fazer parte do
respectivo conselho municipal de recurso; 3o fi-
nalmente, que pelas razoes ja expendidas os ci-
dados de que se trata, nao podiam entervir na
junta de qualificacao dessa freguezia, achando-se
por tanto ella organisada irregularmente cumpre
que seja dissolvida e organisada outra para fune-
cionar nos cinco dias na reviso da qualifica-,
Cao dos votantes, devendo se guardar na sua re-
nio lodos os prazos marcados na lei.
Dito ao conselho administrativo do patrimonio
dos orphos.Tendo sidosanecionada e ja publi-
cada a lei provincial n. 485 de 10 do corrente,
augmentando o ordenado do director do collegio
dos orphos, assim o communico ao conselho ad-
minisirativo do patrimonio dos orphos, para seu
conhecimenlo e execuco na parle quo lhe loca.
Dilo a cmara municipal do Recife. Respon-
dendo ao officio que hontem me dirigi a cmara
municipal do Recife sob n. 48, tenho a dizer que,
sendo a obra das pontos c caes da ra di Auro-
ra denatureza puramente municipal, como ex-
presso na lei do Io de outubro do 1828, segue-se
que se ella foi feita por conla dos cofres provin-
ciaes tem isso lido lugar muito irrcgularmenle,
pelo que determino mesma cmara que. sem
embargo s rcflexoes comidas no seu citado offi-
cio mande proceder aos reparos de que pre-
cisa aquella obra, devendo essa despeza ser le-
vada a respectiva verba da lei do orcamento mu-
nicipal, *
Dito ao mesmo,Approvo que seja aforado a
Antonio Goncalves de Moraes o terreno silo na
ra de S Miguel da pofoacao dos Afogados, con-
rorme indica a cmara municipal do Recife no fi-
nal do seu officio de hontem sob n. 47 que fica
assim respondido. '
Dito cmara municipal de Pao do Alho.
Cumpre que a cmara, municipal de Pao do Alho
aprsente com urgencia, jiob sua responsabili-
dade ao Dr. juiz municipal do termo, o livro da
proceder-si
esta presid
formar-me
transraittid
Communict
Portara,
o requerim
batalhao n
MERIDES DO MEZ DE MAIO.
o as 4 horas e 42 minutos da manha.
as 4 horas e 57 minutos
PREAMAR DEHOJE.
os 54 minutos da manha.
ais 30 minuios da tarde.
AUDINECIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relaco : tersas feiras e sabbados.
Fazenda tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commereio : quintas ao meio dia.
Dito de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Primeira vara do civil: tercas e sextas ao meio da
Segunda vara do civil; quartas e sabbados ao
meio dia.
qualiticaci dos volantes dessa fregue/.ia, alira do
ao exarne qii6 foi determinado por,
rac'a ; devendo a mesma cmara in-
dos motivos porque deixou de dar
cumprimenlo a ordem quo para esse fim lhe foi
em officio de 7 de abril ultimo.
u-se ao supradito juiz municipal.
.O presidente da provincia deferindo
ralo do capito da 84 companhia do
18 de infantarla da guarda nacional
do municipio de Nazareth, Silvano Antonio Gaio
acerca do qual informou o respectivo comman-
dante supeiior em officio de 5 do correnle, re-
solve conceller-lhe passagem para a guarda na-
cional do m.incipio do Limoeiro.Communicou-
se ao respetivo commandante superior.
Dito ao gerente da companhia pernambucana
de paquetes) a vapor.O Sr. gerente da compa-
nhio perna nbncana de paquetes vapor mande
dar transporte para a provincia da-Parahiba ao
desertor do] corpo de polica daquella provincia
Francisco J >s Mendes da Costa, sendo a passa-
gem paga na mesma provincia.
Despachos do dia de malo.
N. 273 Antonia Cherubina de Azevedo.Por
ora nao ha vaga.
_ N. 274Iternardi de Sena da Silva Guima-
raes, prime ro escripturaro da thesouraria de fa-
zenda Passe-se portara concedendo um mez
de licenca.
N. 275 Francisco Gomes Ferrcira. Por ora
no ha va; a.
N. 276 Francisco Jos Gomes da Rosa.Ex-
pede-se ore em a thesouraria provincial para at-
plicante.
licidade Maria da ConceiQo.Inde-
tender o su >
N. 277-1 e"
ferida.
N. 278'
-Prove que
supplicante.
N. 279 r
oao Evangelista Ribeiro.Nao sendo
orphfio o filho do supplicante, s pode ser ad-
mitlido na :ompanhia de aprenpizes menores do
arsenal de marinha.
N. 280-
orpho e ji
N. 281-4
Nao lem luzar, em vista da informaco.
N. 282-11
deferida en
N. 283-1
sao orphaas
CORRESIONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Hamburfgo
5 de abril de 1860.
Os receio:
apparecerar
queja neste
guinolenlo
fue dar o
verdado qu>
ora p red oro
plomatica.
disso do q>
pria Suissa
quanto pre
se dever
Seja que os)
rigos de q
sempre de
seja que ne
dativa elTec:
ou outro
final o gerq
tara do pro
por diante
notas, que:
que ningue
contra a ere
to s oulras
nao pos
o imperado
para tranq
merciaes de
Durante
cas, nao
lencia a
da Saboya
teria sido u
r primei
contra o n
existe prin
quera sa
apesar de
rancisco Ferreira Comes de Menezes
orpha a menor, de quem trata o
oaquim Jos de Lima. Prove que
nte cerlido de idade.
Delphino do Nascimenlo.
lanoe!
aria Albertina Ferreira Copes___In-
vista da informaco.
osalna Leite de Souza. Prove que
e a idade que allega.
EXTERIOR.
do urna prxima guerra de novo des-
pelo momento. Nao se pensa mais
anno se appellar de novo ao san-
jogo das armas. A queslo auissa
Jnncipal motivo paro eases receios,
nao levo anda soluc.io, porra por
na a esporanca de urna soluco di-
naluralmenle ninguem aproveitar
e o Napoleonismo. Tambem da pro-
a poltica franceza conseguir?* tudo
endeu desde o principio, e a Europa
c ontenlar com phrases .sobre o papel,
gabinetes ouropeus nao rejaife os pe-
e os ameacam os sempre novos e
:ididos triumphos do napoleonismo,
hum tenha a coragem para una ini-
tiva contra a Franca, ou seja |ue um
espere aproveilar para si da cnfuso
que mais cedo ou mais tarde resul-
ediraenlo da Franca que sempre vai
um fado quo se expedem notas c
ediplomalsa, intriga e negoc a, mas
n pensa n'uma verdedeira res slencia
scenlc supremaca da Franca/ (Juan-
potencias una interrupeo da paz,
e3perar. Tambem, segundo [parece,
Napoleo quer urna pausa pacifica,
ilisar as classes industriaos e cora-
seu paiz.
pane da Saboya a annexar a Franca, bein se
comprehender a humiliaco da Europa, se ella
agora consenle n'uma conferencia, que nao vale
senao para ratificar urna phnse sobre o papel.
Tambem a Dalia comecou de novo a preoecu-
par a particular allenco do mundo poltico. Sao
por cstaJMz os aconlecimenlos do reino das Duas
Sicilias.TT
Na ilha da Sicilia rompeu urna insurreco em
principios g> mp de abril, a qual apezar de j
so ter dito supprimida completamente, contina
ainda. Somonte as cidades maiores as costas,
se achara de novo em mos do governo ; no in-
terior da ilha, e sobretudo as montanhas, a in-
surreco est ainda em pleno andamento, o se-
gundo as ultimas noticias os insurgentes amea-
cavam atacar Palermo
O governo contina a mandar tropas para a
Sicilia, e em consequencia da diiuinuico da for-
Ca das guamiles do continente napolitano nao
se julga impossivcl de ver all lambem romper
um levantamento. Em todo o caso as cousas
em aples vao mal para a dymnastia reinante
de sorte que j so falla aqui e l, e sobretudo
em Pars, do regulamento da questo da Italia
do sul. E' um segredo publico, que insurre-
co na Sicilia nao sao estranhas inflencias mura-
listas.
Mais anda a queslo oriental ameaca de lo-
mar c- primeiro lugar na scena. Todas as no-
ticias da Turqua conlirmam a crescente irria-
cao as provincias slavonicasdo norte. O prin-
cipe Milosch da Serbia est morrendo, e em
Constanltnopla se receia geralmente que a
sua raorte ser o slgnal de um levantamento
geral dos slavoes turcos para estabelecimenlo
de um grande e independente reino slavoniuo
debalxo do sceplro da Serbia. J ha mezes quo
a Porta Ottoraana se est preparando para poder
fazer face essas receiadas eventualidades. Ao
raesmo lempo o principe Kallimaki, enviado
turco era Vienna faz lodos os esforcos cora o
gabinete austraco para assegurar Porta a assis-
tencia do mesmo, e nao menos activa em senlido
contrario a diplomacia franceza em Vienna. J
por vezes correu o boato que se tinha realisado
um accordo entre Pars e Vienna na ques-
to oriental. Temos porm lodo o motivo para
disso duvidar, a poltica franceza parece uo se
poder at agora gabar de qualquer particular re-
sultado em Vienna.
Vamos agora fallar dos negocios na Allema-
nha. J ha mais lempo so quera saber de ne-
gociaces para o fim de urna allianca austro-
prussiana- De dotis lados se trabalhav'a em fa-
vor- da mesma : urna vez do lado dos estados da
Allemanha central, e especialmente da Saxonia,
e do outro lado de parte de Inglaterra. A in-
(enco dos estados centraes era sobretudo neu-
.trahsar pela Austria a prsenle poltica indepen-
denle da Prussia na Allemanha, cuja poltica co-
meca a inquietar esses estados por ciusa do seu
carcter popular, ao mesmo lempo que do seu
lado a poltica ingleza pensava ter achado n'uma
allianca prusso-austraca os meios para afastar
da Inglaterra, porquanto mais lempo posstvel.
DIAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Germano b. ; S. Priamo m.
29 Terca. S. Maximiano b. ; S. Mximo m.
30 Qeiarta. S. Femando re; S Flix p. m.
31 Qnnta. S. Petronilla v. ; S. Lupicino.
1 Sexta: S. Firmo m.; S. Felinlo; & Severano.
2 Sabbado. S. Erasmo b. m.; S. Marcelino m.
3 Domingo da SS. Trindade. S. Ovidio b.
--------------- ^- i
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCONO SUL.
Alagoas. o 8r. Claudino Falco Dias; lahia, o
Sr.Jos Martin, Alves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diakio Manoel Figueiroa d<
Faria.nasua livrarla praca da Independencian.
o e o.
(0
algum lempo pareca que n Suissa,
metalo se cao fosse apenada pelas outra i
poten-
ecusaria fazer urna enrgica resis-
nexaco dos slriclos neuti alisados
5 Franca. Ilm tal procedimtnto nao
na to grande ousadia, como parece-
a vista, porque nao fallando dbs van-
tagens estr legicas que |i Suissa teria tdo^m seu
favor por causa, das circumslancias lerritoriaes
nao sena de dufrdar qiJe urna guerra da Suissa
' "apoleonismo I tornara impossilvl, era
poucas semanas, a posico neutra dos estados da
Allemanha Mesmo contra a sua vonlade os seus
governos teriam sido envolvidos na guerra, obri-
poderoso impulso da opinio publica,
posico bcllico3a tomada ao principio
pela Suissa nao durou muilo tempo.
Sobre lulo a Vare oriental da Suissa, onde
n plmente a grande industria, nada
bir dos disturbios de urna guerra, c
continuar a se lhe oppor o partido do
procedmei lo enrgico, todos os esforcos o agi-
tacoes dest! ultimo nao podero contar final-
mente com qualquer resultado.
Na asserobla federal Ha Su3?a se manifestou
ni clarara nte a minora do partido bellcoso, e
isa circunstancia muito resfriou o zelo guerrei-
ro do conse.ho federal, o qual nao cessou de pro-
testar pela a diplomtica contra o procedimen-
10 a V.ar"-a nos districtos neutralisados, recla-
mando das potencias signatarios dos tratados de
Vienna de inlervrem em favor dos diretos da
Suissa.
As poten as responderam s reclamarles da
suissa .que eslavam promptas para defender por
va diplom ilica os diretos da Suissa, Prussid
Inglaterra i Suecia, nao oceultando quejeoncor-
davarn coi a Suissa respeito dos meios para
"urar esses direilps ; a Austria por conlra ob-
lando una posico mais reservada, e a Rus-
pron inciand bastante abertaraenle em fa-
\* poli.ica franceza.
o mesn o lempo as ditas potencias aceitaram
em geral a conferencias, proposlas pela Suissa
para reguh r a qu/esto saboyana, e presentemen-
te se est legociando acerca da poca, do lu-^ar
e do prognmm provisorio com o gabinete fran-
cez. Entre tanto este ultimo j lomou o diantei-
ra procedei do a voiaco geral na Saboya, a qual
como bem se comprehender, se soube realisar
com urna r laioria enorme cm favor da antiexa-
Cao Fran ;a.
Nao cont ;nle com islo, a Franca nao quer en-
trar no corferesso antes de poder nelle presentar
um segund > facto consummado, islo ,, a ralfica-
ejo pelo rarlamendo de Turin, do tratado con-
cluido com-.o gabinete sardo respeito] da cessao
da Saboys' e do Niza. E OnalmenteJ ella exi-
ge mais qu ; a indivisibilidade da Sabcrya seja a
base das r ogociacoHS da conferencias", ficando
assim excluida a entrega dos districtos neutrali-
sados Suissa. A respeito disso e da,exigencia
da Franca, que as conferencias lenham lugar cm
Pars, esli anda penderites as negoeaces, e
nao se duvida que em Par s sabero fazer execu-
lar a sua vuntade.
Naturalmente a conferereia cnlo nenlmm va-
lor ter, i nica vantagera que poder tero
arranjo que se fizer, ejt e a futura ijeutrallsa-
Qo dos dis relos suissos, em caso de guerra, se
regular pe r um tratado g ral curopeu, e nao por
ura tratade sefiarado entre a Franca a Suissa.
Se se cbnsdera que a exigencia geral i ainda em
fevereiro ultimo era dirigida sobre a| completa
separaco ios districtos neutralisados da outra
oa pengoa da guerra Uc 4ue am^.. "" indo. Sob pretexto de dar urna
siluaco do
prov de wmpalbia rainha da Prussia na
dor que lheausa a molestia d'el-rei, a' rainha
da Saxonia e a archiduqueza Sophia d'Auslria
chegaram i corle da Prussia em fins de abril, c
poucos dias mais tarde Ihes seguio el-rei da Sa-
xonia_ Mas o verdadeiro fim da sua ida Ber-
ln nao era outro senao promover a allisoga
susiro-prussiana, e se possivel fosse leva-la a
urna concluso provisoria. As negociacoes po-
rm, nenhum resultado tiverara.
Nao que cm Berln se opposessem cm princi-
pio allianca, mas julgaram deverfazer as suas
positivas condenes, devendo especialmente exi-
gir da Austria que ella deixasse completamente
mo livre poltica prussiana na Allemanha, e
essas condicoes nao foram aceitas. Por isso se
acham por agora rompidas lodas as negocia-
ces acerca da allianca era questo, e a Prussia
c a Austria cada urna vai o seu propriocamioho,
militas vezes como se deve sentir bastante op-
posto*
Nai Prussia entretanto a opinio publica nao
considera isso urna desgrasa, o pelo contrario
urna grande maioria da populaco est conten-
tssimi, porque considerara urna allianca com
a Austria como um mal decidido para a Prussia.
A* esse espirito da populaco acamara dos de-
pulados prussiana acaba de dar urna expresso
mu significativa. Tralava-se da queslo da
ciinstiiuico da Hesse Eleitoral. Como se sabo
a Dicta federal em 24 de marco tinha lomado
urna deciso nessa questo, contra a qual a Prus-
sia se tinha visto obrigada a levantar protesto.
Na dlscusso da proposla de se declarar ao mi-
nisterio o reconhecimonto da cmara dosdepu-
tados, a mesma aprnveitou a occasio para se
pronunciar com urna inaudita franqueza acerca
da poltica da Dieta senhoreada pela Austria. Em
algumas fallas se declarou que o rompimeoto da
Dieta por meio da retirada da Prussia da mesma
devia ser o nico alvo da^olilica prussiana, sen-
do o seu assumpto realisar a uno da Allema-
nha sob a direccao da Prussia, e excluindo a
Austria. A dita proposta foi aceita com grande
maioria, depois de haver o ministerio pela bocea
do ministro dos estrangeiros o barao de Schlei-
nitz declarada a sua firme inlenco de persistir
na poltica at agora seguida 'na queslo da
Hesse Eleiloal, sejam quaes fossera as conse-
quencins, oppondo-se com toda a forca a qual-
quer violencia material de parle da Dieta federal.
Est claro que esses aconlecimenlos na cmara
prussiana, deviam causar urna mmensa sensa-
Co era teda a Allemanha. Descontentamente
de parte dos governos partidistas da Austria, e
grande jubilo da parte do povo allemo. A dis-
cusso a respeito da Hesse hoje o principal the-
ma dos arligos de fundo da imprensa allema, e
ella de anda rnaior importancia, porque forti-
licou de novo em urna queslo essencial a har-
mona entre a maioria da cmara des deputados
e o presente ministerio, harmona que tinha sido
um lano abalada por causa de algumas questoes
particulares.
O ministerio est hoje mais firme do que nun-
ca, c um ultimo passo da> casa dos senhores de-
baixo desias circumslancias, teve por consequen-
cia o contrario do que ella tencionava. ComoJ
ha mais tempo se suppunha, a casa dos senhores
regeitou cora grande maioria as propostas acerca
dos imposlos, sobre os bens de raz, j approva-
das pela cmara dos deputados. Como parece
ella conlava que esse golpe tocara lano mais sen-
si vel mente o ministerio, quanto a nova organisa-
co do exercilo por elle proposla essensivel-
mente baseada no resultado dos imposlos, so-
bre bens de raz requeridos. Em lugar disso
a consequencia que o ministerio, por causa
dessa rejoico, vai fazerconces3es acamara dos
deputados na questo da organisaco do exerci-
to, e assim lambem nesta queslo se fortificar
a harmona entre o governo e a rcpresenlaco
nacional, ao mesmo lempo que a casados senho-
res val perder as ultimas sympathias na corle do
principe regente, a qual da grande valor a exe-
cuco da organisaco do exercilo na sua forma
primitivamente apresentada.
O e8lafl He el-rei sempre o mesmo : as for-
ras inteyjBtwies desappareceram completamente
e nao I nenhuma esperanca de restabeleci-
menio. ^
4)a Austria as noticias que temos a referir sao
muito tristes. Em 23 de abril, pela manha, o ba-
rao de Bruck, ministro das financas foi achado na
sua cama com o pescoco e veas do braco corladas.
Os mediuos que acudiram o encontraran ainda
vivo, roas elle morreu na tarde do mesmo da. O
barao de Bruck se tinha suicidado 1 Impossivel
descrever a unprtsso dessa Insto noticia. Ain
da nao se conhece a exacta coherencia das cr-
comstancus quo motivaram esse funesto aconte-
cimento. S urna cousase sabe, que na noite do
da 22 de abril o baro do Bruck tinha receido a
sua demissao, por ninguem presentida, e que o
motivo dessa demissao fra a implcaco do mi-
nistro das financas no processo por causa das
grandes defraudacoes durante a guerra da
Italia.
A respeito do dito processo repetiremos eciui o
seguinte : '
O chefe da adminstraco dos viveres para os
exercitos austracos, general do Eynalten, urna
personagem de estima na corte, tinha sido preso,
e sesuicdou na prisao, depois de haver feilo lar-
gas conOssocs. Estas confisses foram o signal
para militas outras prises, e enlre outras do pri-
meiro director do credil-mobiller austraco, Fran-
cisco Richter, de cujas prises se seguiram ou-
lras, e finalmente a prisao de tres chefes das pri-
raciras casas de Triesfe, dos quaes ura foi o Sr.
Rivoltella. cunhado do ministro das financas, ba-
rao de Bruck, o seu anligo socio. Na casa do dilo
se acharam cartas do baro de Bruck, tornaram
necessaria a sua cila;o no processo, o em todo o
caso as primeras inquiricoes devem ter apresen-
lado suspeilas, que motivaram a sua demissao.
Com isso naturalmente nao anda dito quo essas
suspeilss for*m fundadas ; mas a demissao leve
lugar e na forma a mais dura. Erara dez horas
da noite quando se enlregou ao ministro a carta
do demissao do imperador. Na mesma noiVe leve
lugar o suicidio. Naturalmente esse suicidio
causou urna suspela geral, e um novo alimen-
to para o profundo desconlentamcnlo, ou antes
desprezo das circumslancias do estado, que domi-
na hoje quasi todas as classes da populaco aus-
traca.
Pouco tempo antes do suicidio de Bruck, um
oulro suicidio tinha causado a mais viva sensacao,
sobretudo na Hungra. O coude Eslevo Szecheny,
quem a sua patria linha dado o nome do mais
nobre dos Magyares, e que desdo 1849 se achava
soffrendode alienaco mental n'um hospital de
alienados em Vienna, all quas curado, teve um
novo ataque, e suieidou-se. Segundo se diz, o
motivo foi urna visita domestica feita pela polica,
que o alterou profundamente. O governo sus-
peitava que a sua alienaco era uro pretexto,para
poder Irabalhar no dilo hospital, como n'um asy-
lo, em favor de agitaces polticas no inleresse
nacional da Hungra, e essa suspela deu moti-
vos para as ditas medidas.
O suicidio do pati iota hngaro foi um grave gol-
pe, cuja culpa a opinio publica na Hungra quer
atlribuir ao governo austraco. Toda a Hungra
est de lulo, e em todis as cidades da Hungra
se celebrara festas funerarias em memoria do
defunto conde, demonstracoes que augmentan)
cada vez mais o rancor contra o governo. Etn
Vienna nao se desconhece a grave siluaco para
com a Urigria, e tem-se o desejo de concilia-la
por meio de concesses. Mas essas concesses
lem por ora sido insufficientes para conseguir o
fim desejado.
nao so pode anda realisar; o lempo para as suVPs-
criproes decorreu, foi prolongado e o resultado de
lodos os esforcos foi, que finalmente s se acha-
rara assignaluras por 76 mllhes. O baro de
Bruck, nao tinha desesperado cora tudo, e ainda
um din anles da sua niorte publicou um novo
programma flnanceiro,approvado pelo imperador,
mas no da seguinte j estava elle morto, e at
agora o governo nao encontrou ainda urna pes-
soa propria para substituir definitivamente o de-
funto. *
Um Sr. de Plener se declaro entretanto promp-
to para dirigir provisoriamente a pasta das finan-
Cas, mas ninguem sabe al agora quem o Sr.
de Plener. Toto mais dissabjrosa se torna
a posico polifila, tanto maiores sero tambem
as difliculdades Onanceiras por haver falhado o
novo empreslimo, e tanto mais fraca de torna a
esperanca do achar um homem de estado capaz,
que tenha a coragem de se encarregar definitiva-
mente da direccao das financas do estado. Ao
Sr. de Bruck ao menos nunca "faltava a confianca
na possibilidade do urna fivoravel soluco, mes-
mo debaixo das mais dfices circumslancias, e
tal voz isso a principal qualidade que deve pos-
suir um ministro das financas austracas debaixo
da presente siluaco critica.
Concluiremos a nossa missiva, dzendo que
aqui em Hamburgo a questo da constituico se
acha ainda na antga posico de negociarlo en-
tre o senado e os cidados, sem esperanca de
breve soluco.
De outras partes da Allemanha nao ha nada de
novo digno de mengo.

Londres
8 de maio de 1860.
Pelo paquete que amanha dever seguir de
Southampton com a mala para o Brasil, remello
a presente carta.
O Magdalena, entrado naquelle porto no dia
4 do corrente, trouxe-nos noticias do Brasil, que
desta vez foram destituidas de inleresse, quanto
sua importancia poltica ; apenas, referindo-se
a communicaces de Montevideo, disseram as fo-
Ihas desta capital com referencia ao Brasil
que as cmaras daquella Repblica tinham re-
jeilado o tratado que celebrara ella ltimamente
com o imperio, para garanta de sua indepen-
dencia.
Esta noticia passou por emquanlo sem com-
menlario algum ; mas nem por isso se crea me-
nos que ogabincto britannico deixe de tomar
ola desse successo, com o qual cstou conven-
cido se ter regosijado, e de que tirar todo o
partido para hostilisar cada vez mais a pol-
tica do Brasil naquelle estado e era todo o Rio
da Prata.
E' urna Iradro no Foreign Office desle paiz
que o Brasil pretende engrandecer-se a todo cus-
i do lado da repblica oriental c anda mais
adiantc ; e por isso lem sido poltica constante
de todos os minislros da Inglaterra, encarrega-
dos dos negocios exteriores, nao s vigiar a ac-
Cn do Brasil all, como al desvirtua-l, fazendo
sempre acreditar quo o imperio acta por mo-
tivos de mero egosmo.
Lord John Russcll herdou de seus antecesso-
res as mesmas ideas,e, comquanlo pareca muitas
vezes disposto a congrassar-se cora o Brasil pa-
ra o fim de 8mbos plantaren) no Prata e suas
visinhancas um poltica sabia e capaz de produ-
zir urna paz permanente, participa todava do
mesmo defeilo de seus predecessores, intrigando
contra o Brasil a quem acarecia s quando, corto
da influencia natural que esla potencia all exer-
ce, precisa dells para conseguir fins depuro in-
leresse britannico.
Nao nos admiremos pols se ainda virmos os jor-
naes inglezes applaudirem a medida que re-
centcmenlc acaba de adoptar o congresso de
Montevideo em relaco ao Brasil
Mr. Doria, que exercia desde muilo tempo o
cargo de secretario da legaco britannica na Per-
sia, acaba de ser nomeado encarregado de nego-
cios do governo Inglez na capital da Confedera-
cao Argentina.
As foitias inglezas publicaran) os nomes dos
diversos minislros que hoje formam o ministe-
rio argentino ; assim como a nomeaco do ge-
neral rquiza como commandante em chefe do
exercito.
Esla ultima noticia produzio aqu grande con-
fianca, pos se receiava que esse general, desa-
puntado par nao ter sido ree'.eito para a presi-
dencia, teutasse perturbar a paz na Coofede-
raQlo.
Ha dias foi lord John Russell nterpellado na
cmara por Mr. Cairas accica do andamenlo dos
lrab<
glez
;
hos
da comraisso mixta brasileira e in-
ara deciso das reclamaces exislenics en-
tre os dous paizes por virtude do presas, na con-
formidade da convenco de 2 de itmho de 1858
Lord John respondeu aquella moco, dzendo
que os trabathos haviam sido supen'sos por algu-
mas difliculdades que surgiram, sem comludo
lomear essas difliculdades nem designar a par-
te doudc parti o motivo para suspenso dos
trabathos.
E' sabido que foi o commissario inglez quera
se declaroa sem instruyes para resolver certos
processos que lho foram submettidos pelo com-
missario brasilero, devendo ambos dar o seu
julgamcnlo ; entretanto o ministro inglez evitou
explicar-se cabalmente, deixando assim elasli-
cidade para se acreditar que as morosidades pr-
cedem da parle do plenipotenciario brasi-
lero I
As noss'as emprezas frreas, cotadas no mer-
cado de Londres, ficara ainda a descont. As ac-
Ces da estrada de Pe-mam buco eslo a S 1 1 ii a
S 1-112 descont ; as da Baha a Sf li21|4- e
as de S. Paulo de 1|2 a 1(4 igualmente ded'cs-
conto.
Os fundo? brasilciros de 5 por ceuto lem sido
colados a 100 1|2 ; os 4 por cenlo de 1858 a 91
1|2 ; e os 4 por cento de 1860 a 90 1t2. Os con-
solidados inglezes 93 3|8 o lj4 ; es austracos 5
por cento 81 ; os mexicanos 3 por cenlo 22 li8
os 4 l|2 por cenlo peruanos 921|4 ; 3 por cent
porluguezes a 45 3|4 ; russos 5 por cenlo108 ;
sardos 5 por cenlo a 85 3<4 ; e os hespanhoes 3
por cento 483|4.
Os nossos gneros ficam colados como so se-
gu :
Algodo de Peruambuco e Maranhao 8 d. e 8
d. 1v2 ; boa procura.
Caf superior de 64 s.74 s. per cwt; e ordi-
nario 51 s.57 s.
Pao Brasil 80 s.85 s.por tonelada, lvre de
diretos.
Couros salgados 7d. 1[4 a 8 d. 1i2 por libra ;
seceos 9 d. a 11 d ; e seceos salgados 8 d. 1 a
Assucar de Pernambuco e da Parahybabran-
co 27 s. 32 s. per cwt; e mascavado 20 s. a
2o s.
As procedencias do Brasil para aqui dos lti-
mos dias de abril e nos primeiros de maio foram
as seguintes :
Do Rio Grande Flandre (21) a Falmouth ; da
Parahyba (23) Criterion a Liverpool ; da Para-
hyba Saumeler (24) a Liverpool ; de Pernam-
buco Gepbiena Helena (161 a Falmouth ; da Ba-
J. New-Mary (26) a liull ; da Parahyba Arena
(23) a Queenstown ; do Pernambuco (maio t)
Margarelh a Clyde ; o da Parahyba Crown (4) a
Bristol.
De Inglaterra para o Brasil no mesmo periodo
seguiram os seguintes navios :
De Newport Tranquebar (20) para a Baha
de CardilT Dorolhia (27) prra a Baha ; e de Li-
verpool Inca (3 do correnle) para o Para.
As discusses no parlamento britannico duran-
te a ultima qunzena nao tem merecido maior
6 brf d'a reforma eielloraTToTTdo pela segun-
da vez na cmara dos communsjio dia 3 do cor-
rente, e a dscusso sobre este assumpto foi cal-
ma e sem grande opposic.io ; at o publico in-
gloz paroce estar caneado deseraelhanto materia
c disposto a aceitaras reformas introducidas pel
bil de lord John Russell sem mais polmica.
Tanto na cmara dos lords, como na dos com-
muns, tem continuado as invectivas da opposiro
contra o gabinete falraerston pela annexac&o da
Saboya e Niza Franca.
Lord Normanby pretendeu responsabilisar o
condo do Cowley, cmbaxador inglez cm Pars,
pela deficiencia com que se correspondeu offical-
mento com lord John Russell a respeito daquelle
successo; mas, vista das explicaces quo
aquelle cmbaixador vco pessoalrncntn dar peran-
lo a cmara alta, e pelas quaes demonslrou haver
lealmente informado o seu governo do tudo que
dizia respeito alludida annexacao, aquelle par
relirou a sua moco, ficando por conseguidlo sem
resultado a sua sahida hostil contra o ministe-
rio.
Na cmara dos communs lord John Russell te-
ve tambera de iratar ainda dosse mesmo assump-
to, o a esse respeito declarou que o governo
francez aceitara a proposta de urna conferencia ou
congresso., composlo das potencias signatarias do
selo do Vienna de 1815, afim de por esse modo
ser concillado o artigo 92 do Irstado de Vienna,
pelo qual foram neutralisados os districtos do
Chablaiso do Faucigny, como artigo V do trata-
do de Turim, que consagra a idea do conservar
intacta a natureza dessa porcao da Saboya. Na
opinio do ministro dos negocios eslrangeiros da
Gra-Rrclanha, a Franca aceitara qualquer pro-
posta que possa conduzir ao fim desejado pela
Suissa c contemplado pelo congresso de Vienna,.
urna vez que nao importeo desmembramenloda-
quelles districlos do resto do territorio cedido pe-
la Sardenha ; mas o conselho federal parece con-
siderar este expediente, quo a Frana repelle,
como o mais cfficizpara lhe garantir urna fron-
teira militar, do que do ver pode surgir tama-
nho embaraco para as iiegociacocs que estas nao
produzam resultado algum. Entretanto lord John
Russell pirece confiar na cfficacia do congresso
que deve reunir-so pan o fim em questo, pos
acrescenlou nesta occasio que ha outros meios,
alm da idea de desmembrado, que a Suissa po-
derla propor, para salvaguardar a sua neutralida-
de, dos quaes se oceuparia o governo da rainha,
assim como as potencias reunidas ora conferen-
cia.
A Suissa lera pretenlido que a reunio do con-
gresso tenha lugar anles mesmo de haver sido ap-
provado pelas cmaras sardas o tratado pelo qual
el-rei do Piemonte cedeu Franca a Saboya e o
condado de Niza; bem como que'os districlos
neutralisados nao sejam civil e militarmente oc-
cupados pelas autoridades francezas.
O gabinete de Pars recusou anuuir ao primei-
ro ponto, e pelo que rrspeita ao segundo, decla-
rou quo comquanlo semelhanle pedido parecesse
significar duvida acerca do urna complete trans-
ferencia desso territorio pelo tratado de Turim, o
que de modo algum a Franga poda admillir, S.
M. o imperador dos Francezes nao apressaria to-
dava a oceupacao daquelles districlos, como um
meio de conciliar a susceplibilidado que a esse
respeito manifestara o governo federal.
Mr. de Thouvenel tem explicado, em varias
notas dirigidas aos gabinetes das grandes poten-
cias, o pensamento do imperador dos Francezes
acerca da neulralidadedo Chablais e do Faucig-
ny. e por esses documentos lem o Ilustre dipl-
mala procurado convencer o mundo do desejo o
firme inlenco cm que est o seu soberano d
respeitar lodas as condicoes que conslituem. a
neulralidade da confederado helvtica, tal como
se acha definida pelo acto de Vienna, declarando
ao mesmo lempo que a mais solida barroira para
a defeza dessa neulralidade a disposicao firme
em que est o governo francez de respeitar os di-
retos da confederaco, independente de quaes-
quer garantas que ero defezs dellc* possa o di-
reilo publico europeu consagrar. Esla linguagern
na opinio de inuilos cavilosa, e destinada para,
no congresso habilitar o plenipotenciario francez a
sustentara cessao da Saboya purae simplesmen-
te, islo cora as mesmas condicoes que esteva
sujeita Sardenha, mas sem oulras quo postara,
importar restrieco na transferencia feita.
Os gabiueles de Vienna, Berlim, Ruana e In-
glaterra, aceitaram todoa a idea do ulna confe-
rencia para a deciso dessa questo.
A Inglaterra procuro, a f*iiiciio mover a
Prussia e a Austria a formarem urna coalisio
conlra. a Franca, por awtma annoiacio da S*-


y..-________rr- M J /-____r.
DIARIO DE T>ERSAMBCO.
noya, e para esse flm impellita a Suissa a pro-
testar coulra este aclo como eilentlorio do tra-
tado de Vienna mas vendo para loga trie o ga-
binete austraco declinara assumlr urna attitude
imponente para cora Frang por cmelheBle
motivo, declinou do seu plano, o foi at quem
veio a aconselhar o governo federe" avmendtger
reuniko de un eongresso, depois de haver co-
mpcado case goveroo pela bravata de um pro-
testo.
claro qee a fim egostico do gabinete britn-
ico era tentar amedrentar a Franca, Caaendo sup-
vr que a Suissa era apoisd pela grande po-
telinas; para no caso de triumphar scmtitiaiite
iiolilica vir a -Inglaterra a tirar disso as legitimas
Lisboa
13 de malo de 1660.
Dentro era poneos das ser apiesensada em
cortes peto governo urna proposta de le elevan-
do o nosso.exercito, que de 14 rail homens, a
um etTectivo de 50 mil, e oulra pora se tratar
activa etffurazmenle da fortiucocao e defeza mili-
lar do Lisboa e Porto.
Ha ucos dias o Futuro Social, que 6 urna as-
sociaeo de artistas de Lisboa, come^ou a discu-
tir por proposta do um de seus membros, que nao
artista, mas redactor do Portugus : se
conveniente a unio de Portugal cora a Hespa-
nha.
Esta dscuSo [ol annonciada em todas as fo-
* do Porto que alt*
dan em culpar o
bn sahindo o do ex-carcereiro
se terarn quasi lelos cenwr-
mioislro de cortfiunoia, se-
da relaco Jo
DE MAIO DE 1860.
Ai___ _._...
ti a **-k
u.
PERMMBUCO-
consecuencias. "ando-se frente da tearct, quo i Ihis, (ucluinao a folbaoffictil. A inscrco nes-
os signatarios dos tratados do Vienna procurariarh la ultim foi causa do interpellaroes oas duas ca-
jirovavelroente deseorolrer contra a politica ac-| meras, na electiva pelo deputado A Ivs Marlins,
mal da Franca.
A energa porem do imperador Napoleo des-
cnnceclou comptetamenlo o plano de lord Joba
Russell; c nao ser para admirar que vejamos
inda o plenipotenciario ingle/., que tiver de to-
mar parte na conferencia, estar por ludo qaaalo
a Franca quizer acerca da questao da Sabaya !
Ha pouco mais de um mez o ministro dos nego-
cios estrangeiros da Gra-Brelanha deelarou na
cmara dos coramuns, que nao existia mais urna
ufante cordiale entre a Inglaterra o a Franca,
i>nje parece entretanto ir aps as pizadas do ga-
binete francez como-se este o levasse pela mao ; c na hereditaria pe4o par "do rno marquez de
Vallada, fundanto-se os interpelantes em quo os
Ra itisla de lucilos, do ex-guarda-ihor ieved
Vi ura, e de Jernimo Ferreira Pinto Aaslol, que
se referiram to que tinha relatado umhenM
co sobre a remesas d'umas notas falsas
d'i mas pcas de panno de linho. Nesle's
orntos vinham allusoes inulto desisvoravets
honra do Sr.i Bettateio, vico-eonsul do Brasil no
Pi rio, mas climpre advertir, como o fez notar o
di ilincto advogado 4o autor, que o tal pardo foi
ccndeinnado por calumniador convicto ; que Aze-
vtdo Vieira, era um hornera demitlido por mal-
ve rsacocs, e quo tem trocado de nome para oc-
ci llar as suas gentilezas, o que o ex-carcereiro
F citas eslava lespeitado pela demisso. lira juiz
o Dr. Villaca. O jury condemno* o editor em
l;ai)00de mulla, o as cuatas.de processo. No
da segoiole dzia elle n'um supplemento ao Aga
Benedicto, preto, sulUiro, 50 anuos; allaque ce-
rebral. n
Jos Mara Goncalvcs, branco, solleirofJM an-
nos ; febro amarella. ^*^
Candido de Arruda o Mello, branco, 11 afinos
angina.
Ciclo, preto, escravo, soltciro; phlhysica
pendente toba Vecebeiste^ho^-- j"&9'?'.'09 ffiSi,,,.
legraphieo do seu collega em Pars : ^^ "" Dran-- anno """'soei.
gmphicas do
Tt rei se Ihe
agora mesmo acaba Je seguir corno plenipoten-
ciario inglez para a China lord Elgn, depois do
ora Paris ter entrado no mais pereito accordo
om o overno do imperador, que tambem -M>n-
dou para all como seu plenipotenciario o bario
de Gros.
que ento lord John Russell contara com o
triumpho do-eeu plano, 'emquarrto actuolmenle,
desamparado.pel Austria e at pela Russia, pre-
cisa comtenvpoiisar com a poltica da Franca,
embora haja-nislo quebra de dignidade nocional!
O imperador dos Franceses, .porm, de ludo
parece tirar partido ; de sor-te que a Franca
quera actuolmento lera no mundo urna posico
sonda.
Na Italia central a questao, poltica nao soacha
Completamente rcsolvida. verdade quo el-rei
Vctor Emmanuel se acha de poss'c dos novos
estados annexados, leodo ot sido acclamado rei
em Florenca e Dolonha, onde tem estado uestes
ltimos lempos ;' mas o'Papa parece querer dis-
putar Ihe o territorio desmembrado dos oslados
da igreja, c nessas circunstancias que se receia
a rcapparcio da guerra nessa parle da Italia.
O general Lamoricicre, com man da rite en chote
populares que podem resultar de discusses inof-
Censivcrs. IP
Ca para o nosso temperamento, antes se dcba-ls
tara os grandes ioleccsscs polticos roda de
urna meza e com certas formas parlamentares,
quo ao ar livre, ingreza. Os mcetings anda se
nao aClimataram na pennsula.
Entretanto ;ucm tem a culpa de se agitarem
apprehensoes desla ealureza entre o povo, nao
foram os eluquenlcs pamphletos do inleliz .Visto
Cmara, emigrado hespanhul, neui as memorias
ibricas de De-Sinibald, mas, com os seus pr-
logos de Latino Coelho. Essas publicarles nao
conseguirn! acordar a indiffert-nr.a publica. Mas
as circumslancias mudaram. Atheoria das au-
nexacoes vae-sc convertendo, ao que parece, em
ui novo principio de direilo publico turopeu.
No gabiuclo porluguez esli homens conhecdos
pelas suas ideas ibricas,, sobreludo o Sr. Casal
Ribelro, que escruveu neste sentido e cujos es-
criplos de ha uilo arinos eslo agora sendo ana-
lysados com severidade pela imprensa.corao o fo-
ijiii as suas injuriosas diatribes contra o conde
de Thomar com quem se recouciliou retratndo-
se em pleno parlamento.
tuda e puulicou-se um folheto que
remello para fazer delle o uso que
dogmas nao se dscutem, e quo este-da aou'-pito barata a leira 1 Tomaram-se notas lachi-
uiiidade poltica estava nesse caso, estranhando
nao menos que.o governo cottsentisse quo o Dia-
rio nublicasse aquello aviso.
O ministra do reine dlsse que storvaria dentro
da esphera legal aquella discusso, poisos esta-
tutos da sociedade Futuro Social nao Ihe per mil- a
tem discusses polticas. p
O corto iiuo outras associocOos lem tratado s
'de ludo que I los tem parecido e que o governo &
o suBeear as manifestaeoes
Igar mais conveniente.
A situado vai iodo a boiac a tona de lodos es-
s escndalos. Ha dias foi cercada pela pulicia
casa do conde de Bulhio, em virtude dilu des-
icho de um Jos Juicos crimiuaes do Porto, diz-
qnc por estar implicada na questao da moeda
Isa. O conde desappareceu. Costumava re-
var a miudo um passaporte para o estrangero,
as suppoe-se que se nao servio delle desta vez,
>rquo nao foi visado em legacao alguma. Pas-
iram-se ordens terminantes*para prender este
fidalgo onde quer que appareca. Entretanto o
t co do nSo ter ainda apparecido motivo, algu-
i ias insinulicoes muito violentas que honlem na
imara alta o marquez do Vallada dirigi ao go-
erno, diz^ndoque oraquanto o ministro da jus-
ca fazia [todos os esforcos para capturar os fal-
s is moedejiros, algumuos seus collegas atisavam
om anleclipacao os mais graudos para se evadi-
era a lenjpo de nao ser apanhados.
O Sr. Fuciles replicou com grande vehemencia.
> fado 6 .que o conde nao apparece.
A polica, diz-se, quo lem ja os dos da meada
As cartas c jornses que recebemos da Europa
>acaa*. as aicgainles dalas :
__i 5. Londres 8, LisbOa 13, e Hespa-
d caira B^> ^ do correa le.
detHfc ^rouco antes' de se fechar a malla, o nosso cor-
ro! 'P
graphleo do seu collega
Paris It s 5 horas e 45 minutos da tarde
Costina* a insurrei
jinda nao desembarcou.
do de reunir a Baviera. Saxe, Wurlemberg o o
Hanovre contra o unitarismo.
A questao da Saboya lodos os dias se tem
mostrado com nova tare, e aos comraentarios que
se fazem sobre as differenles versos nao dexam
de augmentar acoafuso em todo este negocio.
Diz-se que lord Cowley, embaixador d'Iuglater-
ra, que ja regressou ao seu posto em Paris, an-
nuncra ao governo francez que o gobioete bri-
lannico, collocando-so no raesmo terreno esco-
Ihido pela Russia, deitava de sustentar as pre-
lencoes da Confederacio Helvtica. O governo
russo tinha reconhecido a legitmidado da cessao
feila pelo l'iemonte, o com quanlo offerecesse al-
gumas reservas a favor des direitos da Suissa.
ao deixava de considerar suicienles, as decla-
ra^es feitas pela Franca.
A Franca formulou, segundse diz, o seu pro-
jecto, quo ha de ser submeltido s parles inte-
ressadas. Reduz-se esto projecto a restringir as
faculdades da conferencia ao simples exame do
art. 92 do acto final do tratado de Vienna, que
o que contm as disposces relativas aos lerri-
lorios neulralisaJos de Chablay e Faucigny.
A Franca accescentalque est prompta a accei-
tar as mesmas obrtgaces, que forara impostas
ao Piemontc pelo citado artigo a favor da Suissa.
Publicouse urna extensa carta de Thouveuel s
potencias signatarias" do tratado de Vienna con-
tra a ncutraliscao da Saboya.
A Suissa contina era grande agitarlo. Era
muitas assemblas populares se pedio n forma-
cao de batalhoes voluntarios. Em Thun um
Auna Mara de Jess,
hepatiles.
parda, riuve, 48 annos
comraunieando ochar*
esta/ em exercicio do
mandou-se oliciar
no assassinalo da rapariga, cujo cadver appare- nieeting de 2:5^0 pessoas votou urna manifesla-
pe^as
das tropas pontificias, deseja, segundo se alliruia, | Bem v que pouca cunfianqa pode inspirar um
recuperar a forra d'armas as legacoes e para esse homem publico agitado e baloucado quotidia-
11 ni reorganisa* com toda activiuade e pressa o j mente nestas conlradiroes. Os favores es-
exercito sob seu commaudo, fazendo entrar no caudalosos que o ministerio fez volar Salaman-
quadro dos olucaes grande numero de oflkiaes j ca-< produziram mmpre3sao, c sobre ludo osru-
francezes da sua inleira conlianca. O duque de | 'ores de que a Hespanha, por accordo com a
Modcna far entrar os seus soldados no territorio Fianca pcnsa em renovar os tratados leoninos de
pontificio, para formaron) parto do exorco do; Foniainebleau, tem poderosamente concorrido
Papa sob aquelle commaiMo, devenooo total das I IMtts que o espirito publico entre nos se nao dei-
forc.33 subir a 40 mil combalentes. Eutretanlo | xe repousar n'um assumplo que de vida ou mor-
uno se aciedita que o guverno reccorra sorle te_ para*a nossa autonoma cutio as domis.na-
das armas, sem que as circumslancias Ihe per- (oes.
uiiilam o. apoio da Austria e de aples. Espera-so o duque de Saldawha, da sua viagem
(Juuiilo siesta potencia, porm, lord i o vira lal-' a l'aris, para onde liiou passaportc no principio
deslo mez.
Diz-se que fra all
leu n'um caixi em Rio-secco. Parece cicie fora
assassinads em casa doDr.de Judiabas que se
suicidou na prisao do Liraooiro. Tudo islo hor-
floroso.
j A semana passaa appareceram urnas
talsas ; cram de platinaigalvanisada.
Abro-se om Lisboa olempreslimo roinano pa
a as urgencias do governo pontificio. Nao mo
oiisla que tenha havidol subscriptores.
Creio que na minha dd 1. do correte llio dis*
se como se tinha recomdoslo o gabinete, depois
la morte do duque Ja Tirceira : Joaquim Anlo-
jiio de Aguiar, presidente tsem pasta ; Si Vargas,
narinha ; visconde da Luz, guerra interino ; e os
ministros anligos, que so\: Fonles, reino ; Casal I
inaurreicao ^^rtaWi mWdiotoi prcl0, eKr.o. 10 dias; eapasmo.
~ Amelia, branca, 2 annos : congeslao cerebral.
28
Joanna Marques Vianna, parda, soltoira, 17 an-
nos; camplexia.
Mara dos l'assos de Andrade, branca, 11 annos ;
escarlatina.
Philadelpha Filites do Moura, parda, solteira, 16
annos; phlhysica.
Berrio Jos Pereira, branco, casado, 43 annos;
pcritones.
Mara da Conco^o, branca, solleira, 45 annos ;
escarlatina.
-Francisco, branco, 6 raezes; convulsoes.
Mari, preta, 2 horas ; espasmo.
Claudina Benta do Rezcnde, branca, casada, 24
annos ; paralysia.
Mara, branca, 2 mezes ; hepaltes aguda.
Salvador, branco, 5 annos; escarlatina.
Caelana, prcla, solleira, 45 annos ; paralysia.
Josepha, branca, 5 annos ; escarlatina.
Mara Candida de Mallos, branca casada, 36 an-
nos ; congeslao cerebral.
Isabel, preta, solleira, 28 annos; phlhysica.
Claudino de Jess Bandeira, pardo, soltciro, 23
annos ; febro amarella.
Hanoel de Souza Leao, branco, solteiro, 23 an-
uos ; febre amarella.
Lydia, branca, 3 annos; escrobuto.
Ho8pitl dk CAiiiDAUE. Existom 69 ho-
mens e 5i mulheres, naciouacs ; 5 homens es-
trangeiros ; total 128.
Na totalidado dos doeotes exslem 40 alienados,
sendo 31 mulheres e 9 homens.
l'oram visitadas as euformarias pelo cirurgiao
Pinto s 8 horas da manhaa, pelo Dr. Dor-
nollas, s 8 horas da manhaa, pelo Dr. Firmo,
as 4 1/2 horas da larde de hontem.
Falleceu um soldado do polica, do febro ama-
rella.
Vez a ser'o apoio, porque se acha ella a bracos
com a revolucao na Sicilia, para ondo vai man-
dando cada dia numerosas torcos. Em Polermu i
Messina foi supplanlada verdad a revolta ; mas
por oulro lado espalhou-so esta pelos campos,
onde as tropas roaes tem diariamente de susten-
tar combales contra os insurgentes.
A pequea cdade Carini, a algumas leguas de
Palermo, e onde se haviam foiiiUcado os rebel-
des, acaba de ser quasi reduzida a ruinas pela
arlilharta real, pela occasie do ataque contra os
rebeldes; e em diversos sontos tem licado o paiz
assolado pelo saque c pela guerra. eslas cir-
cumslancias o apoio de aples ao Papa parece
bastante inccrlo.
O da Austria, que em todo o caso seria mais
efBeoz, parece loroar-se cajla dia masdifficil, at-
ientas as difijculdades financeras do thesouro
austraco para sustentar urna aova guerra an-
da ha pouco quiz o govefno austraco levantar
no paiz um emprestira, a nao o conseguio As-
assislir assembla geral
dos accionistas da companhia real dos camiuhos
de ferro porluguez, de que um dos directores.
Urna tulla da capital diz hoje que o visconde da
Luz, ministro da guerra, pedir a sua demisso,
passaudo o Sr. A. do Serpa dos obras publicas pa-
ra a guerra, e o Sr. Casal lUbeiro da fazendo pa-
ra as obros pblicos.
Nao diz quem o substituir na pasta da fa-
zenda.
Tralo-se aqu mu activamente de urna expedi-
c.'.io a Angola para castigar a audacia dos gentos
rebeldes.
As ultimas noticias qucdaquella nossa posses-
sao vieram sao muito graves. O fado que o
principe do Con^o, Agu Besada, pai, era subdi-
to obediente du re de. Portugal ; mas o lilim que
al certo lempo o fora tambem,e exercia em Loan-
da um enip-ego de fazenda, deu-lhe ha lempos,
na cabeca robellar-se contra a mctropole, leudo
sim pois nao creio que detprompto possa o Papa de acollier-so a urna feitoia ingleza ou amcricT-
conlar com o auxiliar d'Austria. na no Ambriz.
O Piemonte faz euiictanio approximar torcas I
respeitaveis do lado das Marches, parecendo dis-
pr-se para repellir qualquer teulaliva coulra as,
legoces por parlo do excrcito pontificio.
Diversas commnnlcacdus telegraphcas de Ma-'
driel annu'ociaram para "aqu uestes ltimos dias '
cao dirigida ao cooselho federal, pedindo-lhe
que lome disposces para impedir a nune.xac,ao
da Saboya do norte Franca.
Teera havdo em Messina e Palermo muitas
prisoes. A cidadella e es cadeias estavam cheias.
Muilos iam ser deportados.
Em \'erona"teeni sido presos alguns emissanos
piemontezes que espalhavam escriplos incendia-
rios, excitando o povo cmigraeo c os soldados
desei\'o.
Comecaram as operacoes para marcaros lmi-
tes das novas fionieiras da Franca e Sardenha.
Em Paris irabalhavo-se muito para a orgauisa-
cSo das novas provincias.
Garibaldi. depois de ser demitlido dos dous
Ribeiro, fazenda ; Anloniolde Serpa, obras publi- \ cargos de deputado de Niza e de general do exer-
cas ; Harteos Ferriio, juslica.
As reprcseiilaros contra os projeclns de fazen-
da prosegucm, mas suppod-se que ludo ser vo-
lado. O dtlicil nao volar impostos, mas co-
bra-Ios quando um goveniolpor suas prodigalida-
des so nao lorna merecedor da confianza pu-
blica.
As corles votaram duqikcza viuva una pn-
alo oiinual de 4:40.19300.
O fillio segundo do marqiez do Loul fui ele-
vado ao titulo de conde da A cambuja, c.casou es-
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSO EXTRAORDINARIA EM 14 DE MA10 DE
1860.
Presidencia do Sr. Reg e Albuqucrque.
Presentes os Srs. Barros llego, Reg, Barata,
Olivcir, e Gameiro, faltando com causa partici-
pada o Sr. Mello, e sem ella os mais souliores,
abno-sc a sesso, e foi lida e appiovada a acia
antecedente.
ta sumaria com a menina
mais rica herdeira de toda
O cavalleiro Seria Gomes
nest.i corlo val casar com a
l'enaliel, qu4 tambem her|l
luna.
Ferreia da ltegoa, a
provincia do Muilio.
da legacao brasilcira
Tormos'
eir de
condess i de
ivullada for-
L.
iisse na minha ahi-
los crimes polticos
de 1856, o adundo
Acabad ni por agora
a noticia de hacer a rainlio concedido, ji
r-fi-mf pjcT*--rorros wa trnncjs polticos, por
lUlfl .-lln- .,
oocasio d sublevacao carlista que all acaba de
.bini.n. Nella forom por conseguinie compro- i
beadidos I). Carlos, conde de Monteraoln, osen'
ii mao D. Fernando, que ha ven Jo apparecido
frente do movimenio, tioltam sido uHimauente
capturados em Lldecona, prximo de Xorloza,
o estovom destinados a ser julgados pelo senado
iiespauhol. A medida, adoptada pela raiuha
Isabel, lora sido geralmenleapplaudida ; e lauto
mais que foi ella seguida de una generosa con-
ducta por porto da mesma soberana para com
seus augustos prenles, que se achavam prisio-
neros, condo tja Monlemolin, bem como o
infante I). Fernando, escreveram raiuha logo I
depois de amnistiados, fazendo prolestaco de I
reconhecerem Soa Mageslade como soberana da !
Hespanha ; a rainha porm, sabiamente acn- :
selhada, nao quiz acechar como decisiva seme- I
lhanle maniteslai/o, e limilou-se a declarar-ibes '
que linham sua disposico um navio de guerra i
para sahirem do reino, e que se quizessem re- i
pelissem no eslrangciro, quando Unes de quol-'
quor sombra de cocc^ao, a submisso que haviam
ofTereciu'o.
Nao poderia ser mais acertada e discreta a
conduela do governo hespanhol nessa crise.
Quando a revolucao apparece, c ella logo com-
batida c_supplanlada, sendo seus chotes punidos
com o rigor das leis ; mas desde que a pal ra
cessau de correr o risco que a ameo^ra, e que
apenas reslava conhecer de crimes meramente
politices, e nos quaes se achavam involvidos o
chote do partido carlista e seu irmo, o governo
hespanhol reconheceu com sabedoria que o me-
lhor meio do acabar com o carlismo na Hespa-
nha era amnistiar nao s a mulldao compro-
niettida na revolucao, mas tambem ( o que
anda mais ) o proprio chefe do partido rebelde
Os jornaes de honlem publicaram a renuncia
fet pelo conde de Monlemolin em favor da rai-
nJia Isabel ; os termos daquelle documento se
referem nao s aoreconhecimenlo da soberana
da rainha, mas ainda os lacos de obediencia que
unam os seus partidarios sua real pessoa, e
dos quaes o principe os desliga paraeempre. O
infame l>. Fernando reminciou egualmente ; mas
o infante D. Joao, que aqu reside, obstina-se
em nao reconhecer a legitmidade da rtinha
Isabel.
O conde de Monlemolin, e seo irmio, seguir
provavclmenle para aples, onde se acha ua
esposa a prinecza D. Carolina. E*q>era-se que
d'alli repetir provavelmcnle Sua Alteza Real a
sua renuncia, e nesse caso ser reconhecido pelo
governo hespanhol como infante de Hespanha.
O marechalO'Donnell,duque de Totuo, regres-
sou a Madrid nos ltimos dias do mez d'abril.
Deixou emTefuo uma forte divisao doescerciio,
al que a indemnisaco pecuniaria slabolecida
pelo tratado de paz tenha sido integralmente
paga. Esse tratado, de cujos leamos j -em ou-
tra occascao dei noticia, foi assignado m 26 de
abril ultimo pelo mareohal duque de Tetuo e
por Muley-Abhas, plenipotenciario do imperador
.de Marrocos, sendo ratificado poneos dias de-
pois. Desie modo a companhia hespanbola ei
frica findou gloriosamente para as armas da
rainha D. Isabel II ; e d'ella pode o governo ti-
rar oe nielhorestruclos, se nao auizer todava
abusar da paciencia dos vencidos."
O duque de Morilpensier, quo aqu veio visitar
a rainha Amelia, regiessou ha uiaa Hespanha.
As ciniaras francozas adoplaram em urna de
suas ultimas sesses a proposla do minilro das
linaucas acerca da redcelo dos diteitos sobre a
Jmportacao do algodo em Franca. JTaqu! para
-dame esse artigo Gcar sugeito seguinte ta-
JJW lodio importado em navios francezesde
jugares tora d Europa, eento de dircilos de im-
l,.l* Ti '**V'0S ,na* ^ procedencias
europas-8 francos por cada 100 kilogrammas :
dito importado em nanos estrangeir^-5 tran-
eos por cada 100 khogranimas.
-O imperador e a imperairiz dos Francezes
azem j os seus preparativos de viagem para a
Maboya e Niza, ondo deverao ebegar em princi-
pio do mez de junho prximo.
A (Utea OffUal de Londres puWicon ha dias
rtrt,? que Sflai Mtgestado a rainha concedeu
** n"*ef --"os, nolural ds Rio de Janeiro, o
que nara sido condcronadOjtV morle por ler as-
esinado P-* "o ario er que servia. Foi-
---eo-MBiilsda-spettijMiatolMbglhos por toda
Mjnu em sUeaci a te,, qne, Bfeiiz e8tado
por vezes alienado, como, cuidadosamente re-
?r 'H' '^fl-w 0 Bf08il D'a corle ao g>
Urna partida de negros submissos ao governo
porluguez., mas por sua alta recreaco e sem or-
dem olicial fu rain procurar o Agua. Rosada lilho
c. esciuariejoiamno. O governador de Angola
Amoral, saben Jo do c3so coi re a vingar o assas-
snalo do rebelde, como ullraga boudeira por-
lugin'Za; visto ler ello sido um func.ciunario nos-
---- -----........ fraiir, u ;:.....lii.il"! com a iropa qui
podo obler na provincia, que em geni e por m
organisaco colonial, se compoo dos degradado
que doqu'i se mandam pora aquellas torras, suc
reileu-llie perder uns doze homens c vir fugjodl
adiauledos negros, com a genio extenuada do SO
de o cain;asso.
Persu.ido-mo que ningucm linha encommon-
dado aquelle serm!lo_ao governador, neiii a inatu
I la que assassinou o principe rebelde merecia
I consideraro que Ihe deu.*
Agora, porm, qua as cousas mudaram decir
cumslancias, pois o decoro nacional (O compro
! mettido pelo desbarate que sofl'reu a nossa geni
[ e pelo- enxovalho que passou diaijba dos geuiiosl
Ha quem diga que os amigos IngWes assoprau
por l:az da cortino aquellos sclvagensaiim de per
dennos mais depressa um dominio que Ibes fa
sombra.
Na frica oriental nao se tem ellos descuido Je
o nao lardar que se v.'jom os resultados das ex
ploraeoes geogrophicas do doutor Livingston qu
o nosso governo, prolegcu, na boa t, o mais qu
pude.
Mas vollaulo costa occidental : as cousos os
lavom all mal figuradas ; navia s urna embar
cacao ce guerra ; estamos em risco de purder
Ambriz falta va diuheiro, o crdito all nao
havia.
Hespanha.
Promulgou-ie como lho
ma, urna amnista geral |
commeltidos disde oulubi
a ultima teniallva carlista.
os fuzilamculosl mas eslclaclo de clemencia to
precedido pcloj san^ue dj qualro virlimas. O
conde de Monlemoliii e eu irmao D. Fernando
foram obligados a fazer un
dos direlos que julgavam
ulia ; oxal que desla voz
nem a querer fazer reinvi idicar direlos tio con-
lesloclcs, e que tanto san jue tem eto derramar
ii'aqucllo reino, como em muitas outras partos,
dcitos anlogos! Oxali, nao quoiram fazer
servir para a Hespanha es reuadosilespciiicoso
SJ OS..Iln.'inl oes .-iiiJa*Ji..je nao {jo-
cho picraoiilez, embarcou para a Sicilia trono
de urna oxpedieo armada. Diz-se que o gover-
no piemoulez dcsapprova esto acto, e que an-
uuncira o navio que conduz Garibaldi cora os
seus signaos em toda a costa.
A concrdala enlre Austria e Roma na parie
referente Lombardiafji annullaJaofficialmenle,
ouvido o cunselho do estado, em ludo aquillo } oras, c o splenle do mesmo, que acamara
que se oppoo consituigao do novo reino ha- junnienlou Autono Auguslo da Fonseca, sendo
liano.
Foi ldo o seguinle :
EXPEDIENTE.
Um ofiicio extenso doExra. presidente Ja pro-
vincia,resolvenco o conflicto do jursdic;ao que se
Jera entre o juiz de paz do Io districlo da fregu
ais de S. Amonio, desla cidade, Caotano Pinto de
Ostro da aeamo fiscal,
se doenle, o nao poder
seu cargtr. Intdrada,
ao supplenle.
Outro do engenheiro cordeador, informando
que lho pareca prudente exijir-se de Francis-
co Alves Viegas um risco da obra que pretendo
fazer na sua cata, na ra VSiuio Amaro, n.
8, por nao ha-er o pelicioosiTS esclarecido bem
a sua protenco. Despachou-ae neste sen-
tido a peticio.
uutro do sub-delegado de i:9 districto da
freguezia da Ba-vislo, participando, olim de
que mandasse a cmara arrecadar as multas,
que, os carros pcrlencenles a Antonio Teixeira
Bastos, Antonio Lopes Rodrigues, coronel Drura-
mond, pr. Augusto Frederico de Olivelra, Fran-
cisco de Paula Corroa da Andrade, e mais ou-
j Ca,V n- 2I> d cocheira de Antonio Ber-
nardo Oumteire, linham sido oacontrados 6 nor-
te com as lonternas apagadas. Quo se re-
melesse esto officio por copia ao procurador para
o fim conveniente.
Outro do contador, declarando, como a cma-
ra Ihe havia ordenado, quaes as despezas que
correra pela verba de evenluaes. Que se pe-
disso autorisaco au governo da provincia, para
se despender mais pela mesma qtloia al ao
Dm do exercicio crreme a quantia de 600$ rs.
Outro d o procurador, enriando o balaucet
da reccita e ;despeza da cmara, no mez de
abril ultimo. A' commisso de polica.
Outro do fiscal de S. Jos informando sobre a
peticio de Manocl de Souza Tarares, que
requercu licenca para collocar urna salga-
deira, no lugar do matadouro publico. Dos-,
pachou-sc que o supplicaolo s poda eslabcle-
cer a salgadcira no lugar quo fra designado
pela cmara.
Oulro do fiscal da Ba-rista, participando que
o guarda municipal Miguel de Castro Ol reir
se achara doente desde 6do correnle, e envian-
do o atteslado de medico quo elle guarda Ihe
mandar apresentar. Inleirada.
Etcvo em praca o vforamcnlo do terreno, na
ra de S. Miguel, na povoaejio dos Afogados, o
qual fora requerido por Antonio Concalves de
Morac, e nao appareceu quem o quizesse aforar.
Despacha.am-se as petices de Antonio Gon-
alves da Silva. Agoslinho Tiburtio de Sama
Auna, Antonio Ferreira Braga-, Barlholomoo
Francisco de Souza, Eustaquio Jos das Chaga
bacharel Fraucisco de Araujo Barros, Fran-
cisco Alves Viegas, Francisco sfafRS Raposo,
Guilhcrme da Silva Gui^ries.JesliBe Pendra
de tarn, Justino PereiriWe Andrsde, Jos Fer-
nandos Luna, Joo Jos de Medirs e Mello,
Joaquim Le bato Ferreira, Jos Baplisla Braga"
Jos FernanJes Bastos, Joao Maria- de Moraes
Navarro, James C. B Spears, Luiz Antonio do
Barros, Matioel Jos de Souza Tavares, Salusliano Gomos da Silva,
Virginio Horacio de Freilas ; e levantou-se a
sessao. Eu, Manoel Ferreira Acc.ioli, secreta-
rio a escrevi. Barros Reg, !?. p._n.PjZ(> oa_
rala de Almeida, Oliveira, Gameiro.
a renuncia voluntaria
ler cora de Ilospa-
e omeudura e nao tor-
nes
polilco. djevem tralar
po perder pouca que
infantes
s sa-
l'orlosa para All'abiues,
general o du alcaide, o
vapor de guerra Colon,
nduzir ao porto quo in-
e
r-
i-
i-
10
f s-
A prmeira cousa ae que o governo tralolu
quando recebeu taes noticias, foi pedir s corte
autorisaco para levantar um emprostimo de.ee n
conlos, e oulra para conceder corlo numero
vonlagens s pracos do pret e oflciocs que vr
lunloriomcnte se offeferossem para fazer parte i
expedicao que brevemente se vai mandar pa
acola.
Volbu-sc promplamonle.
Parlirara, primoiro a escuna a vapor D Mar
Auna, como aviso, e depois as corvetas I). EH
phania c Bartholoineu Diat, e mais larde, co
pequeo Inlervallo a nao Vasco da Gama. O g'
verno afretou o vapor frica, da companhf
/./litio Mercantil, por 17 conlos, que transpon
r pelrechos de guerra, barracas de campanha
tropa.
A forca enviada ser de 1,200 praejas por el
quanlo.
O inspector do arsenal da marnha CarJozc
mais ofiieiaes que servem debaixo das suas
dens. olTereceram-se hontem ao ministro da ma
nha espontneamente esem clausulas ou com
foes de quoesquer vanlogens ou accesso. S
Alloza o infante D Luiz vai commandando a
quadrilha, e dizia-se hoje que Ihe ser conferu
antes de embarcar, o posto e graduado de ch
do divisao.
N8o parece conveniente a partida do infante d
ser muito altreito a febres, alienta a insalubiida-
de do clima, e os seus pouecs anuos, alm de
que a presonca de to alia personagem prend
al corlo ponina aegao do governador. Nao
quem Ir substituir o governodor Amoral. Te
se indigilado rauitos nomes, mas ao cerlo aixi
se nao decidi a esculla, porque rauitos se te'
recusao.
Os aspirantes alumnos da escola naval ofTe
ceram-se para partir para a frica, para o que
diram se Ihes lizessem mais cedo os seus oxar es
annuaos.
O soldado porluguez depositario e herdero
gloriosas IradicQes, que Ihe compre transmi
lo iminaculadas como os leem consagradn
mais brlhantes paginas da nossa historio.
Esla expedicao frica est parecendo a ct
traposicao empreza de Marrocos, ha pouco a ie-
as terminada pplos nossos visinhos de alm-
Guadianna. Oxal que sejamos lio felizes cono
elle* I Assira o creio, porque a noa tropa
guerrda. e desta res nao iro para Anca os cj
colos de exercito, mas soldados bons.
h
or
de
tir
as
in-
a-
is-
Teve lugar ha tres dias o julgamento do jmial
de Lisboa o Agapilo, aecusado de ter dlamado
e calumniado o raintairo da juelica, asseverando
que S. Exc. eoulemporisava com os moedoi os
falsos,e procorava abafar o processo desloa crii.ii-
nosos. Assisli audiencia que foi aqu um aein-
lecimonto pelo intorosse geral que anda ligado
esta questao. O editor do jornal aecusado lio
acttou advogado, sendo proeiso detende-lo, ex-of-
fleio, o primoiro quo se apresenlou na st\n, ru
foi ura moco chamado Calheiros. O advog'dodo
m,n'"ro o' Dr. Iloitrcman. As testemunlias
de defeza, mas que em nada contrihuirain p ira
aliar o reo da aecusaoo que sobre elle pesara,
foram o conaelheiro Antonio Jos d'Avila, Aires
Marlins, Lopes de Vasconcellos, Viftonde do Pi-
nhelro, Ribeiro de S, D. Rodrigo de Menezei e
Antonio Marciano de. Azovede. Os depoimw lo
absolutos ; se os
saui Je grande tiberdade
de a coiiijuistar, e de n
leem
'Em resultado da renujicia dos ex
h'ram estes no dia 7, de
em companhia do capiliol
d'ahi embarcaram no
que tinha ordem de os cej
dtcassera.
Segundo nos parece eram esperados em Celle,
as costas de Franca- I
Eis a renuncia do donde de Montelin ; a do
infante Fernando aploga a esto :
Eu, t. Carlos Luiz. de Buurbon e de Broqan-
go, conde de Montemol^i, digo e face do mundo
publico c solemnemente declaro : que intima-
menio. persuadido pela ineflicacia das dilferenies
tentativas que se ho* feilo em pi dos dire'los
quejulgo ter/ successio da cora de Hespanha,
e desojando une, nem. pela minha parte, nem in-
vocando o neu nome, loiue a perlurbar-se a paz,
a lianquilidjde o o socogo da minha patria, cuja
(elicidade atfuelo, de tnotu-propiio e com a nuis
.livre e espontanea vontade, poro a qual em nada
obsta a rocluso em que me acho, renuncio so-
lemnemente agora e para sempre aos enuncia-
dos direitos; protestando que esto sacrificio que
fco em favor da minha patria effeilo da con-
riccaoque Bdquiri na ultima malograda lenloli-
vo, de qufe esloreos que em meu favor se facam
occasioiiario seniprc urna guerra civil, quo quero
evilar cusa de qualquer sacrificio.
Portante, empenho a minha palavra de
honra de nao tornar jamis a consentir, que
su levante em Hesponlio, nem nos seus dominios
a minha bandeira ; e declaro que, ge por desgra
ca hou/er quem no futuro invoque o meu nome
para este Dm, o lerei por iniraigo da minha hon-
ra e fama.
Declaro tambem, que no momento que che-
gue a gosar de plena liberdade, reuovarei esta
voluntaria renuncia, para que em lempo algum
possa haver duvida na e/poiilaneidado com quo a
formulo.
Que o augmento e a felicidade da minha
patria sejam o galardao deslc sacrificio.
Dado em Torios, nos 23 de abril de 1860.
(Assignado) Cartot Luis de Bourbon e dt
liraganca.
Assignou-se o tratado de paz com Marrocos, no
dia 26 a noite.
Estipula-so neste tratado, que os limites da
praca de Ceuta, sejam d'ora em dianle, os que
forom morcados pelos commissaros para esse
lim nomeados.
Concorda-se na inmediata ratificajo ilo tra-
tado de Malilla.
Indica-so o dia 1. d junho prximo, para o
pagamento da primeira parlo da indemnisaco
dos quotro ccntns milhoes, devendo completar-
se o resto no decurso d'eslo anno, com quanlo o
imperador se reservo o direito do encurtar os
prasos para recobrara praca deTutuo. Esta
praca llca em poder da Hespauha, como garanta
at o completo pagamento, e em quanlo se nao
adquirir o direilo de cstabelecer urna igreja ca-
lliolica. e de cunservar perpeluomenlo um cemi-
Icrio em que sejam sectuludos os Hespanhoes.
O tratado deve ser raclificado no praso de vinle
dias.
O general Garcia ficou encarregado do com-
maudo em chefe al o total embarque das tro-
pas que parlcm para Hespanha. Flcam em Mar-
rocos oceupando'Tetuo 20 batalhoes, 7 esqua-
droea e o primeiro regiment de artilharia de
montanha, o segundo montado, um botalho de
artilharia a p, qualro companhias, s ordens
do general Ros.
Em Ceuli ficam 6 batalhoes, 1 esquadro, 1
balera de n ontanha, eduas 'companhias deen-
genheiros, lin da guaruieo da praca as ordens
do generad asset. '
chegaCa de O'Donnell. duque de Tetuo a
O Estado Pontificio quer contratar um empres-
litno, om todo o mundo calholico.
O exercito pontificio, confiado ao commando
do general Lamoricire, contina na sua reorga-
uisoco, hacend toda esperanca de que os seus
servicos possjm ser viutojosamentc aprovei-
tada. 1
O governo piemontez d\spoz-sea enriar navios
s costas da Sicilia para impedir toda a tentativa
de desembarque debaixo da protcCQo do pavilho
sardo, quo o que leva Garibaldi.
Esperavam-sc mil Irlandezes com deslino ao
oxercilo pontificio. O general uudinol desmon-
te a noticia de que vai servir no exercito pouti-
Em Hespanha termnou ja revolucao carlista.
Lavrou-se amuislia geral pora lodos os crimes
polticos, commeltidos desdo oulubro de 1856, e
incluiudo a ultimo tentativa^ O conde de Monle-
molin eseu irmo D. Fernando lizeram renuncia
voluntario, de lodosos diremos que. julgavam ler
cora d'Hespanha, sahirarh de Torioso, e, se-
gundo se diz, dirigem-se 'Celte, as costos de
Franca.
Assignou-se o trtalo de paz com Marrocos.
O exercito volta pennsula.
As cmaras eslo convocadas para 25 de
malo.
De Portugal consta que se estava armando urna
oxpedieo de cinco embarcacoos de alto bordo e
urna for^a de tropos contra os negros de Ambris,
que, segundo as ultimas noticias d'Angola, li-
nham icchacado o governador da colonia com os
soldados que levara para castigar os rebeldes.
Em Lisboa Iratava a polica de prender o
conde de Bulho.
O estado sanitario era bom.
PERNAMBUCO.
REVISTA DiARIV
As churas continuam em boa hora a cahlr
por quasi todas as localidades do centro da pro-
vincia, reanimando todas1 as esporanras amorte-
cidas.
Commuiiieam-nos p scguiitc :
Por sentenca do delegado de polica desla
comarca do Cabo, capillo. Jos Peroiro Teixoira
foi condemuado Francisco l.eito de Vasconcellos
Limo, por crimedo injurias veibaes, um mez
de prisao simples e inulta correspondente me-
lado do lempo, grao mnimo do arf. 236 comb-
nalo com os arlig03 237 5j 3. c 218 do cdigo
penal.
Com esta condemnar;oo, o digno delegodo
mostrou que, no cumprmeiilo de seus devores,
s lem diaute de si a loi.
Prosiga assim, quo teri a o cesto cao Je todos
os homens sensatos desla comarca.
A fcslvijode Jo divino Espirito Sanio, no
convento de S. Francisco, foi celebrada com a
devida decencia, domingo 27 do correnle.
Foi ojodor tanto da Casta como do Te Deum, o
rovorendissimo plegador da copella imperial, Fr.
Joaquim do Espirito Sanio.
A msica da orchestra, dirigida pelo professor
Jos Miguel Pereira, o a marcial pelo respectivo
mostr Hermogcnos Norberlo JeGusmoo, lircram
um desempenho salisfatorio.
Foram distribuidos aos. pobres esmolas de 500
res, em vez de pao que. coslurae dai-se pela
testa Jo Pentecosts.
N ogrojo do Espirito Sanio houve igual-
mente idntica fealividade, tendo do vespera swd<-
do levantada a bandeira o meio dia, ao loque de j
msica marcial c por entre fugeles do ar.
Chamamos a altenco do respectivo inspec-
tor de quarleirao para osso par, que mora na ra
da Boa Esperanza, o quo incommoda aos vz-
nhos por meio do reciproco berreiro a qualquer
horo do dio ou da noite.
Seraolhanle procedimenlo deu-se anda sabba-
do passado alta noite, pois a porla da casa foi
convertida n'uma calis do guerra ou lambor, em
que rufuu-se estrondosamenle, sem que lodavia
apparecesso alguma providencia, a nao ser o api-
lado continuado que feria os ouvidos das incom-
moJaJos ; o qual bem pedera ser tima segaaii
voz em consonancia com os rufos.
Os cocheiros desla ciclado ossociorom
enlre s por meio .l'ucna sociedade, que deuom
naram Unido beneficenle dos cocheiros.
No dia 3 do vindouro pretenden! realsar a ins-
lallaco solemne da mesma sociedade, no palace-
te da ra da Praa. \
O patacho brasilelro Flor da Bahia, sahido
para o Ro de Janeiro,! conJuzio a seu bordo 3
escravos, a entregar. I
Q vapor inglez Tyne, enlrido de Southamp-
lou e portos niormeJios, trouxe a seu bordo os
seguimos passigeiros:liarles L. Ilorne, Tho-
mosJollins, EJuard Ernist, Jos Miguel dos San-
tos o sua irmai, Joaquina Rosa, Jos Ferreira de
Magalhes, Ivo Marlins de Almeid*, Rernanlino
Joaquim da Silva, Manoel Jos de5.moriin, Ilde-
fonso Lopes Forroira debmend, T. Muhle, Pedro
da Rocha l'ilgueiras, /James
UtCI-
nda
ira-
Aranquef, i rainha Isabel I deu* um sumptuoso Sherry, JaniVs""lVeiit.' Ilfnja'mm rWm,*Charle8
banquete, para que coavidou lodos os olliciaes
generaee qie se achavam em Hespanha eque it-
nhaar ftilo a campanha d'Africa. A rainha quiz
a/sira dar ao comraandanle geral e maisoflkiali-
dade, urna demonsiroco do aprcQO emdjtae tem
o serviyo prestado durante a guerra Rea.
AS cmaras foram convocadas partfo Jje 25 de
maio correnle.
Vofazer-sc grandes melhoramentos no porte
de Bacelloria, arremataram-se os obras per dotrs
milhoe9 o nove mil nove ceios reales.
Na madrugada de 21 chocaram-se dous trerrs
no cmfnho do ferrado Alicante; (tacas victimas
ha aMamenlar.
I.
Jonathan Winpory, Wl II. Vnlpey, Antonia P. R.
de Carralho, Anna Jqrlings o 4 filhos. Charla
llolfo, Eduard StaltP Mi E. Grirebael e E. Fillid.
MxTADODaO PUBLICO
Malaram-se no dia 27 para o consumo desta
cidade lt?'rezes.
No dia 28 do mesrao, 116.
MoriTALlDADB DO DU 27 DO CORRKSTt:
Maria Francisca, preta,. solleira, 45 annus ; ery-
sipeja.
lop Antonio Pereira, bronco, casado, 25 anuos;
angina.
Anooa oa,^u",', *a Sur* Lima, branca, casada,
28 annos ; febre cerebral.
Harcionila, parda, 1 anno ; convnlso.
Luiza, brauc, 21 auuos; conrulsoes.
a Jeciso favor daquelle, por haver S. Exc.
juigado temporaria a ausencia de L'mbelino
Guedes de Mello, juiz de paz do referido dislriclo,
eleilo para o 3. anuo, em lugar de quem servir
por uni anno nteiro, o dito Veras.
No final deste officio deelarou S. Exc. que
a deliberaco que a cmara tomara em relaco
Veras, eslava em perfeito desacord com o com-
porlameuto que tivera ella em casos idnticos
respeito de juizes de paz do 2 dislriclo da su-
pradita freguezia do S. Amonio, e da de S. Jos,
pois que conslava dos documentos olliciaes que
Uvera em mo, que o juiz de paz eleilo para
servir no 4." anno, no referido 2 dislriclo, F-
lix Francisco de Souza Magalhes, lendo servido
no 2 e 3." annos do qualrienio, na falta dos
eieitos pora essos annos, que mudaram de domi-
cilio, eslava servindo no correnle, por Sr aquel-
le para que fra eleito, semque tivosse acamara
juramentado supplenle, nem feilo observaco al-
guma ; assim como constava tambem dos m'esmos
documentos, que na freguezia de S.Jos servir
no mesmo orino, na falta de Manoel Jos Tctxei-
ra Bastos, o juiz de paz eleilo paro o 2.", Mano-
el Ferreira Accioli, que depois servio no sen
anuo, sem que tambora flzesso acamara a menor
objeccao; concluindo S. Exc. por dizer, quo cx-
cepees somelhantes podem oucnJcr a ligorosi
imparcinlidod* mm que duvem haver-se as cor-
poracaes e empregadfis pblicos no exercicio i>
suas funecesele. Posto este ofiicio em diseossto
a cmara resolveu que se rospondosse a S Exc.
que, posto respeilasse ella muito as suas deci-
soes, todava Ihe peJia permisso, nao s para
recorrer para o governo imperial desla auc aca-
bara S. Exc. de dar, como por declarar-lhe qu,
quaulo lomou a resoluco de juramonlar aquelle
supplento, Antonio Augusto da Fonseca. n.io so
guiou smento pelo seu proprio juizo, fundou-se
tambem na opiniao, alias raui conceiluada doi
pessoos aulorisadas : que senta S. Exc. laehassc
de imparcial o seu aclo, por nao haver lido ella
igual procedimenlo para com os dous referido
juizes de paz, Magalhes e Accioli, visto que na-
da soube a cunara relativamente ao exercicio dos
meamos juizes.isto .nao soube que tivesscm clles
funecionado em lugar deoutros que haviam mu-
dado de domicilio, pojuto ler recebido commu-
ntcaco nem de uns, Sn deoutros, conslando-
Ihe apenas, mas nao drncialmcnte, que o Io dos
dous mencionados juies do paz havia servido
por algurntempo em lugar de oulro. nao polen-
do por isse doixar deservir no anno que Ihe com-
pela, o que o 2o o de S. Jos, posto livesso ex-
ercido a vara lo lo o anno que perlencia ao Io
eleilo, nem por isso osle caso era idntico ao Je
Veras, o antes inleiramcnlc diverso, pois que este
servio em lugar Je oulro, que a cmara julgou
mudado de domicilio, e ter perdido assim o di-
reilo ao cargo, pelo quo juramentara o supplen-
le, entretanto que aquello exerceu no impedi-
mento do outro, que nunca sahio da freguezia, e
que sempre que quizesse poda assumro exer-
c-icio, nao podendo a cmara considerar o seu lu-
gar vago ; nem obstar que o 2oleito, pelo tacto
de haver servido o Io anno, deixosse de servir o
2". que Ihe competa : que um ou oulro niz do
paz participara quando eutiava em exercicio no
seu anno, ou no impedimento de oulros, d'ondc
procediara 'muitas vezes os conflictos de jurisdic-
co entre ollcs ; e quo esla mesma doliberago.
que tomara acerca de Veras, nao leria lido lugar,
se ello nao houvesse participado, e dsse asscn
uccaso Je averiguar-se o faci, quo podia ler
passado desapercebido : quo a cmaro proceden-
do como procedeu, nunca leve em mente negar
a um o direilo que suppe-se ter ella reconheci-
do era ontros ; nao fra o espirito de parciali-
dado que a guiara, ouvra a quem julgou e ainda
"alga habilitado sobre qucsies desta ordem.
Oulro do raesmo Exm. presidente, declarando
ficar inleirado de quauto a cmara Ihe expozom
oIBcio de 7 do correnle sob n. 40, relativamen-
te as publicaces da Revista Diaria. Iutei-
rada.
Outro do mesmo, dizendo que podia a cmara
com aquanlia existente da consignaco volada
pela le do orcamen'lo vigente para dsapropria-
i.'os, proceder na forma da le, a do solo da casa
demolida da ruado Codorniz, pnenteme Joo
Jos Fernandos de Carvalho, como propoz.__
Mandcu-se expedir ordem ao procurador para
se cnltudcr com o referido proprelario, sabr
o .proco da indemnisaco do solo.
Oulro do mesmo, devolvendo approvada a
planta, alterando a do lugar do Caminho Novo,
da Soledadc a Manguinho. Que se enviasse
aplanla ao engenheiro.
Outro do fiscal do Recite, tratando da neces-
sidade de, na quadra actual, augmentar-se o
servigo da limpeza das ras, por nao sersufci-
enle on.de trabalhadores nelle era pregados, e
pedindo autorisaco para uzar de urna carroca
para conduzr o lixo.Posto era discusso, entra
o Sr. Franca, que, tomando parle nella, e fazendo
diversas coiisideraooessubre o desenvolvimento
que vai lendo a epidemia reinante ongina e
escarlatina havendo j feilo muitas vicmas,
manda mesa o seguinle requenmento, que foi
uninimeule approvado :
. Proponhoque, aLlendendo-se ao deseovolvi-
menlo da epidemia reinante, cujo efTehos sao
bem conhecdos de lodos, se recommende aos
fiscaes de empregarem todo o cuidado na limpe-
za da cidade, c principalmente das ras e caes
Que se vedem j. os despejos no lugar da fregue-
zia de S. Jos, onde formando um recanto a
mar nao chega seno de 15 em 15 dias o as-
sim ficam os monturos em fermentac cor
rompendo o ar ambiente.
a Oue se peca ao governo da provincia pro-
videncias afim deque os pobres sejameocorridos
com mdicos e medicamentos, em quanlo durar
a epidemia.
Que so a cmara uio tora meios para oc-
correr a estas despezaa extraordinarias com a
limpeza da cidade, meca ao mesmo governo
. Paco da cmara
venador Franca. >
Correspondencias.
Sr. Redactor. Em o seu Diario de 12 de
maio lo.-se o discurso do Sr. deputado Sebaslioo
de Lac.erda, quaado se discuta o ai ligo do oica-
mento relativa casa do delcnca, da qual s'ou
administrador. N'esss discurso maoifeslava o di-
to Sr. depulado o seu oslado de duvida a lespei-
lo de certos boatos quediria ello existiam contra
osle cslabclccimeulo.c aos quaes nao r/ueria dar,
nem tirar forja. Lmenlo que o Sr. Locerda que
desde pequeo nutria coroigo rclac.oes Je ami-
zado, a quem sempre estimei, e nunca offend, e
quo anda poucos das antes do pronunciar o di-
to discurso foi casa de delenco visitar a um
seu lio, nao livesse ltenlas as suas retacos pa-
ra commigo, se dignado expr-me as suas duvi-
das. e exigido explicaces de taes boatos ; pois,
esto-,1 certo, leria de licor com a sua consciontja
de juiz tranquilla, e sua independencia de depu-
lado austero salisfeila ; porque eu lho mostrara
com toda a iudividuacao e minuciosidade nao s
toda a escripluracio, limpa, regular a em dia,
como a rasa da arrecadoco, onde S. S. poderia
examinar escrupulosamente OS gneros alimenti-
cios, como diversas vezes e inesperadamente hoo
feilo chetos de polica e presidentes ; e pedira a
S S. que porcorresse ccllula por cellula, exami-
nasse o oslado dellas, ouvisso lodos os presos,
etc.
Mas, riele quo o Sr. Laccrda, em ver de ler
assim procedido, foi, ttm tirar, nem dar forca a
taes boatos, loruar-se echo delies no seio da le-
presentacao provincial, deixiudo assim pairar
suspuilos sobre a repulaijo de um ciJudio, que
j prestara importamos servicos ao paiz, quando
ainda o S. Lacerda b.clbuciava os pnmeiras let-
Iras do alphabeto. julgo que a nica resposla
que por ora devo dar ao dito Sr., ou a quaesquer
oulros que por ventura leuhara as laes duitus
-em seu espirita, ou queiram campar du Cales,
pedir a Vmcs., Srs. Redactores, a bondade
de repetir a publicaco de minha corresponden-
cia insera no seu Diario de M de junho do au-
no passado, n. 172. Seu constante leilor
Florentio Jos Carneiro Monteiro.
25 de maio de 1860.
Sr. Redactor. Alguns desairelos mcus
suppo/.eraui que me coufundiam, allegando quo
o Sr. Silva, cirurgiao da casa de delenco. lem
representado contra o modo por que su alimen-
tados os presos.
O meu roblono impresso o Diario de Per-
nambuco, de 26 de maio ultimo, na paite relati-
va alimentario, responde aos gritos calculados
dos meus dcsafTeiblos.
Se olles nao julgarem islo bastante, podem
pedir por cortdo ao Sr. chefe de polica os cili-
cios quo lho dirig em Jala Je 26 de noveiubro
de 1857, 2t de outubro do 1858. e 25 de Ja-
neiro do correnle anuo; c se anda nao (r sut-
ficiente, podem pedir por cerddo na secretaria
do governo a informado que dei, quando o Sr.
Soroiva eslava no presidencia, e o Sr. Dr. Doria
de chefe de. polica, em 13 de abril deslc anuo,
acerca da rcprcseniocoo do inspector da saude,
que ocompanhava as observaces feilas pelo Sr.
Silva.
Talvez essos'seuhores fiquem admirados de
saber que eu nao s lenho dito ofiicialmente a
mesma cousa que o Sr. Silva, raas que lenho ido
alm.
Quanlo s qnesloes Si Pereira, nao lenho
culpa de que livesse elle procedido com despei-
to. e imprudencia, o apenas me lisongeio de to-
rera o meus autos nesse negocio merecido a ap-
provagao do Sr. Dr. chefe de polica, que, Ilus-
trado e justo como nao poda ir de accordo
com as imprudencias do Sr. S Pereira era me-
nos-proco ao regulamento que rege a casa do
delenco, regulomento que o mesmo Sr. S Pe-
reira seube respeitar quando subdelegado do
Rocife.
* Tenho servido.com o Sr. Paiva Teixeira,
Lopes de Leo, Gama, Doria, Thoodoro Machado,
Alencar de Ararpe, lodos como chotes de poli-
ca, com os-Exms. Sre. Jos Bcnlo, Sergio, Por-
tella, Taques, Manoel Fclizardo, Saraiva e barao
de Camaragibe, como proside'nles da provincia,
lenho merecido de todos inleira confianca, tenho
por muilos desses seuhores sido elogiado, nao
existe nos archivos deste estabelecimento nem
ao menos urna admoertaco a mim feila ; islo
quo eu aprecio, islo sem duvida que a gente do
Liberal nao gosla : pois bem, sverbem lodos os
senhores de suspeitos, e ento os meus desaire-
los lorio razio.
Consinlam esses senhores que eu diga, quo
actualmente neste estabelecimenlo exislem 323
presos,nao corro o sangue, ha perfeita disciplina e
completo asseio, o que. fcil a qualquer exami-
nar < verdade porm que eu eslou frente do
estabelecimento e nao lenho tolerado que a titulo
deadvogados, e procuradores, se especulo torpe-
mente com a situi-o desses infelizes, como em
oulros lempos se fazio. Sou seu constante
leilor.
Florencio Joe C. Monteiro.
25 de julho de 1859.
Publicaces a pedido.
m
Tendo o Se. Dr. juiz do orphos desla cidade
mandado proceder no dia 25 do correnle meza
um injusto secuestro em toda heranca de minha
finada mii, o isso estando feilo j o inventario, o
os parlilhas, quo s linham de ser julgadas, ludo
assira feilo no espaco de dous metes, consla-me,
que s quer justificar agora esse sequeslre com o
dizer-se, como diz ura dos herdeiros, a quemo
dito juiz passou a nomea-to invonlarianle (depois
do invealario, o parlilhas feilas I !) depondo-mo
de o ser, sem que fosso ouvido, que eu estava
recebando allugets adiantados dos predios da ho-
ra neja ; contra o que protesto, e declaro ser fal-
so ; so este foi o motivo do snqnrslro afflrmo,
de maio de 1880. O que foi o senhor juiz iludido ; o para verdade do
que aqui afflrmo, indo o provoco para que seja


"Presentado por e<
!Srp'i,rtl# *****
tribunal compelen
qe existo um
recibo manto por
conherimenlo ,dp caso
7>a casj na ra do
Janoel Antonio Pires,
rapiche,
w'? fe1*8"?* d"
geT^..ntfeT,,r """^PretenSo ? *
piicuo c",ioelogaropporluno er K-
toe* Rodrigues do Pasto.
dem mscva'J'o ldnY
ArtilfrdtaaAona ...'.'
H de meadoi e de coco.
*
MA LAGRIMA
vertida sob-e a lousa sepulcral
do meu collega Jo5o Antonio
Pereira Monteiro.
// nos reste aprs son trepas
Le par'fum de sa renome.
n U
r U u 'uraul oais m cadver; vcio
ri\ ta.P mor,e ror cnlre as veredas
aa oxisioocia ceifar urna preciosa vida : foi
o br. joo Anlouio Pereira Monteiro, sim
jouormeo eterno sorano esse joven a quem
as rosas do viver aiudat o vrenles foram
preruaturas desfolhar campa Haviam
luasi J annos, que este moco tinha entra-
do para casa do Sr. Francisco Antonio Cor-
rea Cardoso, de quem era fiel doposilaiio,
- opumo conndente ; sua vida fof sempr
illibada e recta, s.-meada de occoes nobres
Li"'!M),'n*wllllDl o Prado alisado
de lyrios e flores.
Infelizmenle s dous mc/.os e lano gozei
n Zf0rapanhin'. 8lwro colic*a- raas era
,a% k nesp.0Jasoi,be apreciar o auo
11a noi bello n urna lmaos primores de um
corarao. Companheiro fiel, quem te nao
Hade carpir? Saudoso amigo, quem doi-
lar de por ti verter mil pranlos o recor-
dar que anda hontem eras todo vida, e
"ojeniim volver d'olhos faxes do mundo
senipUera. ausencia?! Eu bera sei que
.nni8 n''- OUVO' e nem os echos d0 se"'i-
mmh80 Pen''lrf a ",udpz d sepulcro.
mas embora as lagrimas sao unitivo da
Zri!*"sepdobasear,,ra coraa
oppr.mido da mais acerba saudade,
rfeixasle a chara trade co
Iilliinho ouvolvida n
TS ncrsoL- roa.
jru
Ahi
innocente
Borracha Ota
dem grossa. .
Cal em>gro bom. '.,
Idea idem restollu) .
dem idem com casca .
dem moide.....
Carne secca.....
Carvo de madeira
Cera de carnauba em pi .
dem idem em Telas. ,
Charutos bons......
dem ordinarios'.....
dem regala.......
Clires........
Cocos seceos. ...-,
Couros de boi salgados
dem idem seceos espichados,
dem idem verdes. .
dem d cabra cortidos ,
dem de onca.....
Doce de calda......
dem de Goiaba .
dem seceos .'.....
Espanadores grandes. .
dem pequeos. ..... >
Esleirs de preperi
Estoupa nacional .
Farinha de araruta
dem de mandioca
FeijSo.....
Fumo em folha bom
dem idem ordinario
dem idem restolho
dem em rolo bom ....
dem idem ordinario. ...
Gomma polvilho..... >
Ipecacanhua.......arroba
cento


urna
um
urna



>

aada.

arroba

arroba
, i*


>



cento




libra


um

bra

>
um
900
1S9W
7JO0
43OOO
7jj000
4|500
55OOO

P*
J87-14.200 ,
Arre*.
As tr iiScgoes nao foram
moilo
urna
arroba

alqueire
alqueire
arroba


5$500
*S560
9J000
13|OOo
2J500
1J000
SJOOO
55OOO
45000
285
400
180
300
105000
509
400
15000
35200
1S600
300
1$600
35000
35000
75000
145000
95000
75000
155000
MI Cauto.
ao I ouvo raudanra ntate!
de
Assucar,"{
ib mi Mpit.?.
S
dos can
DaB
de 9 l|
Existe
e salgai
Da no
Babia a
S ha
Contin
672 sa
lados no
Colam
banco
- ...-,., os eottras aesa-
muam a ser procuradas. ^
o%Msc^;?cr1'6w'peio^
oda : 1,700 couros da Baha seceos
Tabaco.
' colheita se venrteram 4.000 oacoles da
Grecos firme.. 5 3,4. 6 3i4^ffi,
em ser 600 pacotas da Baha? *
Cacao
aa com tendencia de subida
LIV
G
AlgodJo
ERPOOL. 8 DE MAIO J)E 1860
Importacao.
res de direilos para o vendedor.
n"o$. Preeot.
le Pernambuco por liba-
ros da
so e"xem-
0
creps de d, clio-
la nconsolave. pordi1 0h
duro o trance quai.i a Dlr(, f
tal vem roubar o f.lho torno JL .. C"
carinho?a familia, ejamis Hfn&
piar de cujo suor muitas vezes <
Imtns vidas!... Deixaste o mundo, "U"
phantasma Ilusorio que nao 6 mais que
uin sonho, para ires enriquecer a casa dos
aojos; jas anda leu corpo 6 verdade na
lousa sepulcral, mais porque o homem,
como diz Chateaubriand, nao pode elevar-
se a Deus sera passar pelos desertos do t-
mulo. Morresle, sim, mas ahi lirn la
dourada fama, ahi se v esvoarar o perfu-
mo de la noraeada por entre as turbas de
leus conbecidos e amigos, e jamis por en-
tre aquolles que pertencem elasse que
tanto honrasto I .Basta, nao mais de extre-
mos, minhas.ragrimas nao me deixam con-
tinuar, e eis aqui quando o silencio
orador.
Acompanhe sua lislimosa familia na
acerba magos, que lao justamente a devora
elevando preces ao Eterno pelo (nado, e
verlendo pela ultima vez urna lagrima, pe-
nhor de eterna saudade. O seu collega
J. D. Sousa Mello.
GOMHERCIO.
Alfandega.
Rendimentodo lia 1 a 26. 202:4'.8f976
dem do dia 28....... 6:120*231
Lenha em ochas grandes .
dem idem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranches de 2 custados
Cosladinho. .......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhtico pranches de dous
custados.......
dem dem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a'40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros.....
dem aem >... ...
,., *" W* oara
ditas........ r
Mel......... caada
Milho......... alqueire
Pedras de amolar. urna
dem de filtrar...... >
dem rebolos......
Piassava em inolhos um
Sabio......... libra
Salsa parrilha ..... arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio) urna
Tapioca........ arrba
Unhas de boi i cento
Bom.
Mediano. .
Ordinario.. .
dem da lahia, bom ... .
Mediano .
Ordinario .
dem do aranhao, Obra loriga
Alcntara/. .
Ilapicur,. .
Casias
dem de niac!iina bom
Me.iiano
Ordinario.
Assucar pjrl!2 do Rio, b.
dem de I
um
>



par
35000
255000
2J500
15600 IJem da Bj
I25OOO
35000
85000
85000
6&000
25500
45000
25240
^00! Cacao, por
Paral
2I5OOO! Bah
15000
Vinagre
pipe
Pao brasil.......quintal
453000
16S00C
55000
lOgOOO
105oo
"man
280
25500
800
95000
15120
200
120
255OOO
105000
35200
3J520
5300
50*000
2*500
208.569*207
Movimento da ni funde:
Vuluraes entrados com fazendas .
> com gneros .
Voluntes saludos com fazendas .
com gneros
sa
196
28 i
Hainburso ti tus mam ci? asooi
Boltlim commercial.
A posicao commercial desta praga presento-
mente a mesma como as oulras do continente
europeu, isto nao plenamenlo satisfactoria os
motivos dessa posigo sao as circumstancias po-
lticas. E' verdade que se deve suppor que todas
: as potencias lera a intengao, tanto quanlo dolas
depende.de evitar no crrante anno urna interrup-
1 cao da paz geral; mas as circumstancias na Eu-
480!
12
208
------220
Descarregam hoje 29 de maio.
Pa'acho porluguez Diligenle=dversos gneros
Brigue hambur^uezJ. II. Ilerurq farinha de
trigo.
Brigue ingle/.Lindisfarneferro e carvo.
Brigue inglezGlaucusbacalho.
Brigue inglezAgnesbacalho.
Brigue harabnrguez Henrietifarinha ae trigo.
Patacho americanoDumbo* farinha de trigo.
Consulado geralt
Rendimenlo :1o dia 1 a 26.
dem do dia 28. .
42:584*731
45:498*250
Diversas provincias.
Reudimento do dia 1 a 26.
dem do dia 28. .
9:7255760
1985061
9:923*821
Despachos de exportacao pela me-1
sa do consulado desta cidade n
dia 2S de maio de iHtiO
LiverpoolBrigue inglez Thclis, N. O. Biebcr
& C, 735 cooros salgados ; Kalkrnann Irraos
ci C, 72 saccas algodo.
BaltimorePatacho inglez Altila, Johnston
Pater Africa^Barca portugueza Progressista, T. Bas-
tos, S& & C, 50 pipas agurdenle.
LiverpoolBrigue porluguez Boa F, C. No-
gueira & C 57 cascos mel.
LisboaBrigue portiiguez Relmpago, Anto-
nio A. Barbosa, 15 cascos mel.
Rio da PralaBarca hanoveriana Erncst&Geor-
gc, 330 barricas assucar mascavado e 100 di-
tas dito branco.
Decebedoria de realas internas
geraes de Pernanibuco.
Rendimentododia 1 a 26. 9:4435937
dem do dia 28.....; 1:6015362
31:045*299
Consulado provincial.
Rendimenlo do dia 1 a 26. 40:209*950
dem do dia 28.......2:846*341
43.056*291
, ropa chegaram a um ponto de incerteza, que nao
! deixam contar com certeza na durac.ao da paz. O
1 consumo em conseqoencia disso s limita lauto
que pode, c a especulado repousa.
O dinhpiro nao falta, e em quanlo que durante
a catastrophe em tins de 1857 o descont era aqui
de 7 a 8 0|n, elle nao excede hojo de 2 Ojq. A
posicjio commercial sa era geral, depois de ha-
ver a ciise mencionadaafastado lodos os elemen-
tos nao solidos; mstil negocios nao ganhara
oinda grande exlenso Somente nos ltimos
das as esperances de paz acerca do conflicto da
Suissa cora a Franja deram niaior actividade s
transaremos; todos os fundos publicosSera come-
cado subir.
Caf
Desde o nosso ultimo bolctim nao houve mu-
danga na posicao do mercado ; elle so conserva
til 3519 1 tranquillo, o s se realisam vendas para o consu-
' mo. Por precos mais baixos ha muitas ordens,
mas os possuidores principaes conservam com fir-
meza os seus precos. As ultimas noticias do Rio
de Janeiro de 7 de abril, que recebemos pelo le-
legrapho s fallara de pequeas remessas, e com
quasi lodos os navios partidos para o Canal, j
lem destino para oulros porlos, principalmente do
norte, aq^ui haver ura grande desfalque na im
poitaco do caf do Rio de Jaueiro nos prximos
meses.
A importarlo do La Guayana, como j se sabe,
ser muito inferior do anno passado. e por isso
os presentes precos do caf do Rio o de La Guayana
sao bera fundados, ossim como os do cat de
Santos que dever supprir o desfalque dos trilla-
dores de La Guayana ; no raez passado se vende-
rara aqui 70,000 saceos de caf. Os precos es-
tando to firmes preciso que a nova colhita no
Brasil seja muito grande para que elles bai-
xem.
As ultimas vendas de caf do Rio c de Santos
se realisaram 6 1|2. 7 schilling de banco.
Importacao de caf at fins de abril.
1860-31 milhoes de libras.
1859-28
1858-12
185721
1856-311(2
Existencias em fins de abril.
186012 milhoes de libras.
1859-14
1858-18
1857-15
1856-301 [2




Pauta dos precos dos principaes gne-
ros e produccoes nacionaes,
que se despacham pela mesa do cosu-
lado na semana de
de 28 de maio a 2 de junho de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente.....caada 880
dem caxaca....... 470
dem de cana > 500
dem genebra...... 800
dem idem.......botija 280
Caf, por 1
dem da B
dem do Ce
Caslanha po
Cebo por 1
Clina por 9
Couros por
c
dem do Ri


Ca
Id
Id<
dem de P
24. peloaa IWrf'e i7^"-*0 a? Vrcr-os W
o hiato cuaiiatiucom v"erca d I.oTWacuosr
irado lambeai de draj^r um hiale com 400
saceos.
em que es-
os possui-
eira que
lfv>s co-
8i|2da9J
8 d a 8 lld
7 I|id7 3|4 d
D* ha
7IJ4 d
7 da7 1|8 d
8:|ida9 l,i d
8 1,2 da 8 3|4d
8d a8 1|4d
81j|'2 ' *|8d a 77(8 d
h mediana'; ? "g2,1? P,eJfl" ** *l 1|*pe-
misturadas AiSj^^ 'tfX'S-
becas de negro p 1>S 1.0 tP ', peas c-
Timfcein nnii 'l* pel sernamby.
ucao.b mui procurado. As
luadas depois da partida do ulli
BU6 genero, pois, da Ut patojo
*f*a pissar a um* apathj. lang,, o^
dores h.odeiedmur os procos de^^
toniaes inglezes.
monta em |.sacros
is e tt8 mccos ; c de Liverpool, 695 sacaoe
96," x.os B"ri' coa
Movimento do porto.
pelo .de g" ipo"e 0 56 \t !TO ** ? 6i
SoTcr'i'ljB ToenrdaPsef1JO(, 'nn0 P^
1850"onAaPsa"aoi7O ^''-*f monta era Is'a""! ra^-VoaV'S!^"^7^
F.m ser em M a .JT42e.* 4J 1UJ
tu.
vendis effoc-
Louro
-Mascavado .
ernamlmco branco.
Louro ,
Mascavado .
iliia e Mncei b. .
Louro. .
Mascavado .
Balsamo de cupaiba por a,claro
Turvo .
Borracha ior fina. .
Mediana. .
Ordinaria .
Cabeca de Negro
Sernamby .
dem doCtar, pedes. .
Sernamoy. .
112 libias:
bura.....
t .....
12 Rio 1.a serte.
Segunda .
Escolhido .
hia primeira lorie.
Srgunda a
EscoMiidu .
ir ordinario .
112 ft do Para n.
2% do Rio Ur.ode
Bol) e lluro
Escuro. I .
Cera decarrau.., ^^j < < 4 ~
123 de vadw
U boi. / "J
s de cisus pe mulala
fintaci.
Frea
Je ca vallo
de vacca
do Rio,
eccos de 30 a 35%.
de 20 a 24 *
e liiuro-, 35 o40
Grande, por %:
Sa gado,de65 a 70 l
de 45 a 50 "S
le vacca 10 a 48 i
alio eccos, 10 a 13
. um
;in salgados, 23 a
30 .....
m idem 16 a 20 %
roambuco, Baha,
Sdeos ialg.,26 a 30 %
eitpicliarios 16 a 20 R
f.. .1:1__1 II a.
" ~ *7k l""ua ao uuimo paquete mon-
ftl- Winii ,,6,.62l a 65' por libra' Pdo do
ple?0'd?lBaah?a.le62lPel0d0-Ceara-eAa81
hiaPdeS8a'.Ta^rr-"70 i0nei^B >' Br-
illa ae x 11 a af 11 o s. por loneladi
Jacarand.-Ha grande falla/e quaIquer nac-
ida que chegasso nesfa occas---
bom preco.
a h 1 .ffavio tahido no dia 27
Navios entrados no dia $8.
* 'ias, va-
frm Meck, f m aet.ffiljS
OiKieqU''? r'rg" a^nd". a
8o!"">P.touJ porlos iiilermedio8rq ,i
portel Tune. eommandanie Jellkof"
Liverpool b S. Vrenle 27 di*. JZ;
A ^rl"Cia^CSl0 ^""TculMe'HJjSre'm
M*u Foixos Barricas Wot
2 { \ 43O rrp,Zneiie_Pd',C,, *oncu"enca no mercado ;
pre,o consorva-se firme s nossas colacoes.
dao ri'i'7 mercaa,,PSla 8uPP"'ocJm oalgo-
e5o ---" e P!:>so este gene
ra7.
A
realisaria um
Precos torrentes do* gneros de importado do
.,".',_, *rasi7.
AlgodSo de Pernambuco.. *
Dito do Maranhao e Pira'
Assucar de Pernambuco bran-
co ...........
Dilo mascavado .
mH ''." Riu.de JaBeiro
I'Uo da Bahia b.
Dito dito mascavado.'
Dito do Para broto '
Biio de Cabo Verde.
Agurdeme de canna'd'o Bra-
sil.........
Alpisla .....,
Arrox da India (Goa)*. '
)ilo do Maranh.epdri'iup.'
l)i(o dito b ra.....
Dito dito ordiu.ria ." .' *
Dtl dito meado........
)'lo de Inglaterra superior.' .'
D'tn rliln r>u|.r
Caf do Rio primeira sorle*. '.
Di o dito segunda dita. .
Dito di lo terceira dita ....
Dito de Cabo Verde
Dilo da S. T. e Principe.' '. '.
Dito de Angola. ......
Cacao do Para ..."
Dito da Baha ." "
Dito de San Thom '.
Lera a.narella de Augola
'>"a diia de Benguela. .
Cravo de girofl.....
{lufres ...
DdUos0vSeCCOSd'0'RV- ',r-
||l>MUf VSplcn'IUUA n*'Paiitf*






p
A

*


d

o
150
2j00
1-5S00
iS(it)t)
2#200
13'MH)
18t)0
2JJ700
48)000
800
33000
5S600
sm
3S800
35200
SgiiK)
4^)00
49200
39700
39VM)
9SJO
49400
3o6iM)
29S00
3JJ0O
153
155
29900
29200
23200
2300
1*950
29O0O
29800
50J000
49000
69OOO
5JI03
43000
39500
piteo
IflSOO
4910J
39900
39600
6^000
53800
4-5600
39700
390J0
- tera Altera-
Lrilrarara do Maranl.ao 135 sacra, do Pa-
, d Angola 153, e de Liverpool 153 fardos
mb^not'"6 d Brasil "Te'n conlTnuadT'os
le^Ki?"",08 ASre8 eos preos tera-se
elevado pela reduccao que o deposito tem lido
la^'V- B9hi"J.0 W". M.ranh8? da
Wadeira 3 pipas e 5 barris. de Glasgow 36 oh as
do Uverpool 20. e de Hamburgo 12 pTpas Pe' 20
volumes.
400
e i saceos
M, dV-?ndres- e 1.500 de Liverpool.
*ffi?ar*Tf^Hi.lS saceos
e 85 volumes. As
mercado eslS des-
e de Amsterdam23 barricr
vendas foram limitadas, e o
prvido.
C.h1'J*03 s!'PPrirncntos mencionados em nos-
sa ultima rev.siaobtiveram mais al
ra ao que os precos
que
urna melho-
ulliraaraente se effoc-
ca^e2mlnrt21eZTpr^orese^^vVS
'nquarenlcna.edosinoisqucse
consumo.
ro para
ilo. O
xcepcao do de
ser realisado lo"o non
os possuidores cedan, das exageradas prleCoes
{suda tem. O de Angola obte LiSXF!
A noite nublada e chuvosa
assini amaoheceo.
vento vanavfi, e
Snrnrc!,nvnTS"mem"Soas "Sacias do u
t provavel poisque os presos .leste genei
o segrate paquete tenhan baixado mu
te^'V^ *ttal sorle cepcio
^. inomeque fcilmente
59IKW, mas hojo lera
em arroba.
Durante esto periodo
- de 9300 a
baixado de 400 a 5l0 rs.
r..wUU as entradas for.ira de
\1, ?*' U bnmcas 696 volumes do Rio de
ai a accos ,la Bahi. 77 eos d'\n"ola
684 de S. Thom e 61 de Cabo-Verde. '
.'il!^"i-5.]"ram.-. no dec"rs desta revisla
d Angola J93 giradlas, de Benguella 72 de Mos
saraedes 14, de Cabo-Verde 30 e dc Londres 30
rariTfb T '? ?0,ldM de Gcnova *' desfa-
orave,, con.tudo bouveram algumss pequeas
uacao.Ha procura para este genero mas os
2252*27! afas,am-3e f- ncrca'do pe as altas
exigencias dos possuidores.
sarso'L,C.n1''1 dL' %'*" ''el0 Flor d< V'- reali-
aoVrei"^^^?':' P0ssuidcederera
^Observatorio do arsenal de marina 28 de mac
VllCAS Juhiok.
Editaes.
O Illr
120
) o .0 SSSforara dc 36T saccos de s- n-*
di?r.8nTJ-T;88 ffU a,g"mas '"nsaccoos em
s qualidades das diHerenles
320
320
4 10| a 5
2 0| af4-5
9 d a 1(3
9 J a 12 l|3d
9 da13d
9 d a 13 d
8 d a 10 d
7d a 8 l|id
7 d a 8 d
7da8d
81 a 10|
10 a
6| a
14i
91
Cu
dem do
Comma
ou

Pe
Bi
Jacaranda
I lem da B
Ger/elim,
Piassava po
da
Pixorim, p<
So Isa parril
111
Tapioca po
Or
Uruc por
Consulidadc
Reduxidos,
Fundos de
Belgas.
Brasileiros

Dinamarqa
Uespaiilie.'
B
Ouro em b

dem licor
dem idem ." *
dem resillada e do reino
Algodao em pluma 1 sorte
' dem idem 2.* dita .
dem idem 3.a dita .
dem em caroco ....
Arroz pilado.....
dem com casca ....
Assucar branco novo .
caada
garrafa
caada
arroba

a

arroba
alqueire
arcaba
960
320
800
7JO0O
6S000
sfooo
1$75
3JTO0
3,600
4|900
Assucar.
O mercado foi sobremaneira muito animado na
ultima semana,ese realis'aram consideraveis ven-
das por bons precos. No mez passado venderam-
se 3,000 saceos de Pernambuco 17.marcos de
banco, 500 saccos da Parahyba pelo mesmo preco,
900 saccos e 40 barricas do Rio Grande c Parahv-
ba 18 1|4 marcos de banco, e entregar 5,000
saceos da Parahyba acerca 171 [4 marcos de banco.
Importacao. de assucar al fins de abril.
1860 9 1(4 milhoes do libras.
. 185915
1858- 8
1857-16
1856-22
Existencia de assucar at fins de abril.
1860--6 milhoes de libras.
18596 1(2
18583112
18572
18566 114
Algodo.
Durante o mei passado as transaccoes foram
limitadas, mas os precos se cooservaram firmes,
e os possuidores nao mostram vontade de apre-
sentar o genero no mercado pelos precos pre-
sentes. .
O algodo de
schillings.
Imparig fio de algodo at fins de abril.
186u^39.0O0 balas.
1659-22.800
185815.800
165740.000
xwitco de alodio em /*w,da*6r(.
Onjas hes

Prala em i
Patacas bi
Pernambuco se vendeu 7 5(8

u
Lisboa.
Porto.
Rio de Jaeiro.
Baht e Pcrnamb.0
Amslerdar .
Hamburgo
Pars.
a .
P\avios
Maranhac
ParaRh
8d a 9 1|2 1
9d a tO 1)2
9daI0d
5 li2 d a6 1[2 d
8 l|2d a 10 d
5d a 6 1(2 d
1,6
1(4
4| a 4|3
3(6 a 3t 10
3| a 3,4
4| a 4|2
3(6 a 3|10
2|9 a 3|3
3i9 a 3i10
3|
1110 a 2|
(
(
lidos 7 a 9 %
Mi diados sais., 40
46 .
j'.ear, Par-ahiba e
M cei por S.
Se eos salg. 30 a 32 %.
diados 45 a 50 %
Curaar poir libra bom..
i lioario
med de p"ie por
irujubs, Ia quilid
2a oi'a.
3a dia.
cada, Ia quni i.ide
-2> dita.
3 dlla.
Pirihab3, Ia .)il.
2 dita
3a dita,
re, 1a qo 1I1 la le
2a dila
(lor tonelada.do Rio.
hia
or quarteirao.
2210 Ib. do Para'.
Baha.....11 a S 11 5
r 112 libras, bom. 15i
la por libra boa.
erior
112% Rio superior,
oaria
% do Para bom.
Fundos e Cambios.
Fundos inglezes.
Banco de Ioklalerra (accoes) Por 0|ft224 226
. 395 3|8 a 95 1(2
. 93 1(2 t 93 3(4
. 3 93 Ii2a93 3|t
Estrangeiros.
. 41|297 a 99
. 599 a 101
. /4 1|290 a 92
zea.. /. 3
. /. 348 a 49
. Heridos. 338 a 39
Passivos./ 3 15 a 16
Uollandezej. ./ 2 1,265a67

Mexicanos
Por(ugueze{
o
Rssos.

Banco de I
Fu
1|9 1{10 2(
16a 19
13 5 17
62|
30
1(9
1,6
65| a 70|
40[ a 50|
9d
18561857 .
. 1853
4 100 a 102
322a221|4
344 a 45 1(2
3 45 a 46
. 5107 a 109
. 4 1|297 a 99
ranea (accOes). fr. 2815
ndos francezes. 4 1,2 9610 fos
o a 37110
Melaes preciosos.
irra.....P. onja 77|9
Porluc uez em moeda.
Brasil
>anholas.
merica
arra
asileiras
Pesos colu nnarios heipau.
Pesos das lepublicas liasp.
Moe.lai da i fr
Cruzados n vos
77|5
d 77(7
d 76i9 a 77(3
74|3 a 74(6
01 5(8
50 5|8
> 61 a 72
a 59 5,8 a 62
. ... 59 3|4
. d 60 1,8 a GO 1 ('
Cambios.
90 d.d.52 3,8 a 52 1i2
52 5,8 a 52 7(8
60 d. v.23 3(4
. 3m. d.-l!.161i2
13.5 3,4
25.35 a 25.40
. 3 d.y.25.10 8 25.20
a carga para o Brasil.
Edward Itousted 21.
-Chsscly-21.
ndda15. \
Shark15. \
PernambuioBelle8^.
Atrevida10.
Mary Worrall15.
Isabella 25.
AlgodacO total das entradas este anno al
4 do corr>nle monta em 1.62H.087 saccas, in-
cluindo 3f,374 do Brasil. As vendas no mesmo
periodo ro intam em 1,191,310 saccas, incluindo
47,360 do Jrasil. Em ser fleam 1,015,100 saccos,
incluindo 14.300 saccas de Pernambuco etc.,
3,950 da Bahia, etc., e 7,800 do Maranhao. O
mercado cara o slgodao do Brasil ura pouco
frouio.
Ditos Silgados do Maranhao .
Ditos 9{g. de Pernambuco...
Ditos ditos de Angola.......
Ditos ditos de Cabo Verde.. .
Ditos ditos das libas......
Dilo ditos mooros.......
Cevada eatraugeira......
Comii bus .....' .
Denles de mariin lei......
Ditos dito ineiAo........ >
Ditos dito escravelho.....
Erva-doce...........iD
Gomma copal superior.....
Dila dita regular.......
Dila dita ordinaria.......
Dila do Ura-il..........
>li|lio e Melnco............ P
Oleo de cupaliiba
o,,. .....
Pimenta jii India.......'.
Salsa i) BUS superior..... a
Dila diti/ regular.....
Dita dita ordinaria.. .
Tapioca boa.......
Trigo eslrangeiro rijo..
o b mole.
Urzella de Angola. .
Dila de Benguela ... .
Dita de Gibo Verde. .
Vaquetas do Maranhao.
Dila de Pernambuco. s..
Exportacao.
Agurdente........P. 2IO9OO 2I6300J

*W -Mi,
167 217
157 207
110 180
129 150
190 210
120 160
310 330
2uw 39200
13250 19350
19100 19250
700 19100
33400 33(500
43000 43701)
8920O 39800
19400 I96O
19O0 39000
350 390
403000 '.29'JOO
B 503000 529J00
Arr. 130 1S0
ra. Sr. inspeVjor da lliesouraria pro-
.lr fvi'n CUm5ri?"'* da resolucao da ii,1)ta
de faxenda, manda fuer publico que a arrema a
cao da obra do empedramento da csS ,H
V letona entre os marcos de 6 a 8 rail bracas ti
transfenda para o dia 6 de junho KRlfc
Secretaria da Ihesouroria provincial do Per-
nambuco, 25 do mato de 1860
O secretario,
A. F. da- AnnuUciaro
O Illm. Sr. inspector da Ihesnnnn .
v.ncial, em vi.iudeda reaolucaa as U,]>T
/enda manda faz,nda. manda" faser Rm
!f-2 ^ra,d.ad Cm8S '"^egulamentos^
vigor, perantea mesma junta, devem sorarrem-
t.'dos por municipios e comarcas no dia 6 deia-
nho prximo vindoorp os mpos.oswseguinki-
9*-nn Uunxcxpxo do Itecife. '
.3a00 rs. sobre o gado morto par*
o consuma, avaliado animalmente
em............
a


B
13U 111)
153000 163OOO'de
129000 143000
83000 1031)00
19400 29400
tiiO 720
580 650
139M)0
139500
119'><0
23II0
Sfooo
103000
urna I9OOO
a 29200
o
or.

A
A
M
Azeile doce........Aira.
Amendoa doce em milo
Btalas.........
Cera branca em grurae.
Dita dila era velas. .
Cevada ..........
Cenleio.........
Ceblas..........
Carne de vacca....... 6 @
o de porco d.d
CIiouiqos......... ()
Farinha de trigo..... Jj
Milho............ A
Manteiga de porco..... @
Paios............ Diz.
Presuntos......... @
Sal...... Moio
Trigo rijo do reino.....A
Dilo mulle......... d
Touciiilio..........
Vinho de Lisboa tinto
Dilo dilo branco
39800 39!i00
89400 3S500
300 32(
380 id 1
400 420
360 370
370 3S0
200
103000
229OOO
39600
99000
3SO 400
39200
900
39200
19800
640 700
680 700
2it)0
P 1003000 1109OOJ
d 1209000 1409000
Vinagre" de Lisboa tinto P. 459000 509000
Dito branco dito....... 45$0O0 503000
Cambios.
Rio de Janeiro. 60 d,v. 220.
Londres 90 d|4 ....... 54
Par 100 d|d. ...... 532
Genova 3 m|d.......529.
Hamburgo 3 inpl.....47 1,2
Amsterdam 3 nipl.....421 I,i
Madrid 8 d|v........945
Porto 8 d(v.........psr.
Metaes.
Pecas de 83000 ....
Ooca heapanbalas. .
Dilas mexicanas. .
Aguias de ouro dosE-la-
doi-Unidoi ....
Soberanos (a prala). .
Ouro cerceado (a ouro) .
Patacas hespanholas .
Dilas brasileiras .
Dilas mexicanas ,- .
Viole francos ....
Cinco francos ....
Prata (marco).....
Fundos e aeces.
3 por cent de asieutarasnto 45 I|4a45 3|4
Coupons......44 1|4 a 44 e 3(4
Divida-defferida 33 a 33 1(2
Banco de Portugal. 545000 a 57S000
Dito commercial do Porlo 2559000 a 256900o
Dito mercantil, idem 250/000 a 2519000
83000 83030
1541100 153200
148000 I492OO
188250 189100
43190 49500
13970 18990
940 960
910 90
950 970
33530 39560
880 890
83120 88160
com pouca
REVISTA COMMERCIAL.
De 12 de abril a 11 de maio.
Durante o periodo desla revisla o nosso mer-
cado teve pouca animacao, e as IrnnsacQes effec-
tuadas forara pela maior parle destinadas ao con-
sumo.
O mercado de fundos conserva-se
aniraaco.
Assucar.Apezar dos supprimentos mencio-
nados em nossa ultima revisti, nem por isso os
compradores deixaram al vinle e tantos do' mez
passado de entrarem em algunos Iransacges,
j nessa poca com a diminuicao -nos precos de
100 a 150 rs., a que deu motivo noros snppri-
menlos chegados, inclusivo alguns de Ingla-
terra.
Ultimamonte o entrada da galera lngl^za West
viada das indias Mauricias com 6,357 sac-
ou es compradores e possuidores em
o, porque sendo aquelle carregamenlo
dona tercos mascavado e um terco branco foi
vendido bordo de 1g700 a I98OO rs. a arroba,
Os presos colados pdem reputar-se como no*
iinaes, visto quo as transacQes electuadas sao
revendas sem importancia alguna. Anda ha
navios em vwgem com assucar do Inglaterra, a
em quinze ou viole das teremos de Genova o
Vi r- -Ir
samedes, 483 de Cabo-Verde, e 32 de S. Thom,
e do Hamburgo 100 fardos e 16 caixas.
Goraraa copal.As qualid'ides superiores sao
procuradas, o as ordinarias conservara-so ero
cmplela apalliia.
Enlraram de Benguella 30 saceos.
Gomma do Brasil. Poucas vendas. As entra-
das foram dc 30 barricas do 4io do Janeiro, 90
saccos de Pernambuco e 470 paueiros do Mar- I
nhau.
Sal. Sem alterado.
Melaco. Os possuidores conservara-se fir-
mes nos precos collados e a ellos se realisou
urna partida", mas a diminuicao nos direitos de
agurdente far sem duviJa bixardo preco este
genero. Eutraram de Pernambuco 383 cascos,
18 pipas, e 191 bariis. do l'ar 143 barris. do
Maranhao 25, e de Londres 56 cascos e 28 pi-
pas.
M iilin. As entrados desta genero foram
115 ponas de Luanda, 165 do Benguella,
105 de Mossaniedes, e 13 de S Thom ; reall-
zaram-se ltimamente alguraas rendas com re-
duco do preco.
Oleo do cupahibai Nao'ha.
Salsa parrilha. Poucas irausaccs em rela-
ca o ao deposito. Os possuidores conservam-Sd
Unnes. Viciara do Pora 214 rollos.
Urzella.Desde a nossa antecedente revisla
enlraram do LoonJa 916 saccos. da Benguella
233, de Mussamedes 101, de Cabo-Verde 22.
As qualidades boas lem prompla venda, as or-
dinarias sao completamente dsprezadas.
Vinhos. A novidade pendente pequea,
e as vinhasj alguraas se achara affecladas do
mal. Para Inglaterra tera continuado os em-
barques.
EMBARCACES DESPACHADAS
Pernambuco. Deligenie ( pat. poit ) cora 25
pipas, 215 barris e 3 caixas do vinho, 2 pipas e
61 barris de vinagre, 6 barris d'azeite. 265 de
carne, 230 de cal, 66 pecas de cairo, 100 saccos
de farellos, 56 de feijo, 224 pedras de canta-
ra, 23 barricas d'alpista, 500 molhos e 50 cai-
xas de caballa*, e 79 volumes do drogas.
FlOr de Mana ( pal. port. ) com 31 pipas, 310
barris c 2 caixas de vinho, 6 pipas, 8 meiasdi-
ditas e 25 barris de vinagre, 3 pipas e 130 bar-
ra d'azeite, 230 barris dc carne, 200 pedras. 52
Comarcado Limoeiro
^ttmmaiimmVmm
75:0005003
ate.
850*000
lavatorios, 280 caixas de batatas,30 pecas de cairo,
6 barricas de cera, 275 ~ '
Impnstos a cargo da colletloria
avaliado annualmenle cm..........
20 por ccnlo de agurdenle idem
dem................................
Comarca do Bonito.
Arrematados conjuntamente.
295OO sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmenle
era..................................
Iraposlos a cargo da collccloria
do municipio do Bonito cm........
20 por cento de agurdenle idem.
idem...............................
Afunicipio do Orejo.
Arrematados conjuntamente.
29500 Sobre o gado morto para
o consumo, avaliado animalmente
em..................................
Iraposlos a cargo da collec-oria
dem................................
20 por cento de aguardante, idem
idem..............................
1/iintcipio de Ctm6res.
Arrematados conjuntamente.
23500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmento
em..................................
Impostos a cargo da collectoria
era..................................
20 por cento do agurdente idem
idem......'..........................
Comarca ae Caranhuns.
Arrematados conjuntamente.
23500 3obre o gado morto, para
o consumo, avaliado animalmente
em.........................i........
Imposto a caigo da cof|ecloria
em..........................X.....
20 poY cento da agurdente dem
idem................................
Comarca dc Flores.
Arrematados conjuntamente.
28500 sobre o gado merlo para
o consumo, avahado annualmenle
em.................................. 2:6002000
Imposto a cargo da collecloria
em.................................. 1:109)900
20 por cento dc agurdenle idem
idem................................ 50300O
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente.
23500 sobro o gado morto para
o consumo, avaliado annualmenle
lem.................................. 3:50O0OO
Imposlos a cargo da collecloria
em.................................. 1:500cOCO
2:7009000
' 650SO0O
IOO9OOO
900S0CO
6008000
50300O
1:4009000
320S00O
5O3OOO
2:500$000
500$000
1009000
volumes de passas, 25
srirroes d'alpista, 5 saccos e 11 barricas de
ervadocc, 80 barris do cal, 72 saccos de farellos
e 16 volumes de calcado diverso.
Vencedora (barc. port.) cora 101 pipas, ^
raeias ditas, 313 barris, 10 ancorelas e 40 caixas 20 por cenlo da agurdente idem
de vinho, 35 pipas, 12 meias ditas c 20 barris de idem................................ 509600
vinagre, 142 barris de azoite, 296 do carnes en- As arrematarles serao feilas por tempo de 3
sacadas. 482 barris e 3 caixas de loucinho, 30 annos. a contar" do Io do junho do correle an-
barris e 60 latas de banha, 40 barris de alpista, 8 no a 30 de junho de 1803, sob as mesmas cundi-
do cera em grnrae, 30 canastros e 100 caixas de ; Coe3 das anteriores, e ua forma do artigo 76 do
batatas, 45 caixas e 458 molhos do cebollas, 1 regulamenlo de 3 de agosto do 1852.
caixote com grao e carne ensacada, 14 com doce, As pssoas que se quizerem propor aestaarre-
1 do livros, I barrica, 8 caixas e 1 fardo dc dro- ; matacaocomparecam ira sala dassessoes da mon-
gas, 1 caiga com ura fogao de ferro, 6 volumes de cionada junta no da cima indicado, pelo meio
raobilia dita, 9 pedras de cantara e 500 saccos de
seineas.
Milford Uaven (vap. port.) com 300 arrobas
de batatas e 8 volumes diversos.
Para.Ligeiro (brig. port.) com moia pipa, 306
barris c 4 ancorelas de vinho, 7 caixas do dilo
muscalel, 70 barris de vinagre, 220 barris e 13
caixas do azeile, 10 barris de carne ensacada, 156
dia, ^competentemente habilitadas na forma do
ari 75 do citado regulamenlo, devendo as habi-
lilaci's seren julgadasnos das 3! do coi rente e
4 de junho.
E para constar se mandou aflixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio dcl8t>0.O societario. An-
de loucinho. 10 de banha, 5 de paios, 72 barris e lon Ferreira da Aniiuncia^o.
40 ancorelas dechouricas, 3 barris c 40 ancore- Arl- 75. Os contratos do arrematarlo de renda,
las de prezuntos, 91 mios de sal, 200 ancoretas 1ue importarem cm mais dc 2:00000, serao ef-
de azeitonas, 10 caixas de azulejos, 9 barris dc fectuados sob a garanta de dous fiadores idneos,
tintas, 27 fardos do cabo de liuho, 70 volumes 1ue 'enham bens de raz na cidade do Recife, ao.
de leos, drogase ervas medicinaos, 6 caixis e 1 I menos um delles, urna vez que o oulro seja no-
barrica de ferragens. 181 caixas de cera em vel- loriarnente abonado.
las, 18 de doce, 4 de vidros, 2 de queixos, 14 de Arl> 76- As arrematarles podero effeduar-
sebo om vellas, 5 de poleame. 250 de figos, 30 dc !se Pe,a maior ou menor licita?o offerecida em
massas, 10 saccos de grao, 10 de ervilhas, 30 de
feijao, 150 volumes do obra dc palma, 10 caixas
de massinhas, 62 caixas, 59 raeias e 98 quartos
de passas, 90 lages, 8 soleiras e 8 marcos de can-
tara, 40 barricas de caslanha pilada. 10 sac-
cos de nozes, 5 de amendoas, 600 volumes de
louca faianca, 400 arrobas de batatas, 74 caixas
e 690 molhos de cebollas e 75 volumes diversos.
BARBA DE LISBOA.
Entradas.
Abril 13 Oneida (v) Bevis Southarnpton
25 Gralido, Pestaa Pernambuco
26Unio, Rocha Para
26 Tejo. Ribciro Pernambuco
28 Tarujo 1, Franco
29 Uniao, Nobre
Antonio l'erreira da



Maio

30 Magdalena. Woldward Brasil
4 Souza 4 C, Souza Pernambuco
7 Portugal (v) Brion Brasil
7 Flor do Vez.Neves Par
7 Julio, Madeira Maranhao
Sahidas.
Abril 13 Oneida (v) Bevis Brasil
16 Deligenle, Rosa Pernambuco
19 Ligeiro, Santos Para
28 Vencedora, Fernandos Pernambuco
Maio 2 Milford Haven (v) Oliv. Brasil
9 Flor de M., Bugiganga Pernambuco
Embarcacoes a earga em 14.
PernarabucoBrigues Soberano, Tarujo4 Fi-
Ihos, barca Gratido e patacho Maria da Gloria.
toraBhio^-Palacho Boa F* gatera Aurora.
ParWinsjtta Ligeiro II.
cartas fechadas.
Conforme.O secretario,
Aonunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria.pro-
vincial, em vrtude resolucao da junta de fazen-
da, manda fazer publico", que de cenormi-
dade com as leis c regulamentos em vi-
gor, peranle a mesma junta, devem ser arre-
matados por municipios c comarcas no dia.14 de
junho prximo vindouro os impostos se-
guales :
Municipio de Olinda.
28500 sobre o gado mordo para
o consamo, avaliado annualmenle
em...........;......................
Municipio de Iguarassu'.
Arrematados conjuntamente.
29500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado aunualmente
em..................................
Impostos a cargo da collectoria,
avallado onnualmente em... ......
20 por cento de aguardeOleme,
idem...............;.'..............
Comarca; de Qoianna.
2g500 rs. sobre 6'gadomprio pa-
ra o consumo, avaliado annualmen-
le em...............................
Coiaarea de Namareth.
2J5O0 rs. sebre gado morto pa-
ra o consumo, actuado anuual-

3:1008000
* *
2:5009000
500|000
W03000
O^OMOOO
8r700|0K)


4>
'Comarca 4o Cabo.
29500 T9. sobre o gado roorto pa-
ra o consumo, avaliado annualmen-
te en............ '..................
Comarca de Santo Anlao.
2J500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, avaliado annual-
tnenle cm..................."VI"
Municipio d Sertnhaem
2*o00 rs. sobre o gado morlo pa-
ta o consume, avaliado annual0ylin.
16 o ro **
Municipio do Rio Formte e Agua Prtla
29500 rs. sobre o gado morlo pa-
Ta o consumo, avatiatfo annual-
menle ero............\*............ 5:100ftC00
Jess das Cnoulas n. ; rua u0 Nogueira u. '"},:
8:100*000
1070r>0
1:1009000
9OO9OOO
360jOOO
350J00O
1508000
1509000
100SOOO
300S0O0
100900O
5O90O0
lempo de
Comarca de Pao d'Alho.
2*500 rs. foore n gado roorto pa-
ra o consumo, araliado annual-
menle em................'........
Imposto do 20 por cento sobre o
consumo desurdenle nos muni-
cipios seguinles :
Diinda, avallado aunualmente em
Coianna.........................
Nazerelh..........................
Pao d'Alho.......................
Cabo..............................
Sanio Anio......................
Bio Formoso e Agua Prcla......
Sari n ha o m........................
As arremalacoes serao [filas por
"tres annos, a contar do 1." de julho do correnle
anno a 30 de junbo do 1863, sob as mesmas
condicoos das anteriores ; e na forma do ar-
tigo 76 do regulamento de 3 de agosta de
1842.
As pessoas que se propozerem a estes arrema-
tares, comparecam na sala das sesses da mes-
roa unta, no dia cima declarado, pelo meio-dia,
ompelenlemenle habilitadas na forma do art.
5 do citado regulamento, devendo as hab-
lilacdes serem julgados nos dias 6 e 12 de junho
vindouro.
E para constar se mandou afflxar o presente
e publicar pelo Diario. a
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860.O secretario,
A. F. da Annunciao.
Art. 75. Os contratos de arrematado de
ronda que imporlarem em tnais de 2:0003000 rs.,
serao eflectuados sob a garanta de dous fiadores
idneos, que Icnham bens de raiz nacidade do
Recife, ao menos um delles. urna vez que o ou-
tro spja notoriamente abonado.
Art. 76. As arrematares podero eTectuar-se
rola maior ou menor licitadlo offerecida cm car-
tas fechadas.
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
ciaco.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumpriroento das ordens do Exm. Sr.
presidente da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo vindouro, p-
nala a junu da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar, a quem mis dor, a laxa
das Barreirns da ponte do Manguinho e da es-
trada da Capunga, avalladas annuolmente ambos
em 6:7009000 rs.
As arremataces serlo feilaspor lempo de Ires
annos. a contar do 1, de julho do correnle an-
no n 30 do junho de 1863.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco, comparecam na sala das sessons da mes-
ma junta no dia cima indicado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas, cora suas propos-
tas em cartas fechadas.
L para constar se mandou affixar ojtfSCnle j
publicar pelo Diario.______ -^n '- "
. O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumprimonto da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, q'ue no dia 31
do correnle, se ha de arrematar, perante a men-
cionada junta, a quem por menos fizer, as im-
pressoes dos trabalhos das repartios provin-
ciaes, avahados em 5:0009, animalmente.
A arrematado ser fcila por lempo de um anno
a contar do 1. de julho do torrente anno, a 30
de junho de 1860.
As- pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco comparecam na sala das sesses da mesma
junla, no dia cima referido, pelo meio dia e
competentemente habilitadas
E para constar se mandou affixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
onio Ferreira da Annunciao.
largo do Carmo n _. rua de Santa Cecilia -a, ie;
travessa do Carr;ereir0 n>. \\t 13 o 17 ; Uavessa
de S Jos t>6 5, 7 o 11 ; travesa, do S. Pedro
n. I; SflTco doCalabouco n.i; beceo da Cam-
ino omt
Bairro da Bo-Vista.
Rua da Imporatriz n. 68 ; rua da Conceico n.
5 ; rua da Alegra n. 5 ; rua da Gloria n. 65;
becco do Quiabo n. 8.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de lo 000 e o.ooo da
emisso do banco.

-33=
.^^^
___
giros a escravos i tratar com J- ti. da Pun-
ca Jnior, na rua do Vigario n. 23.
Cear e Acrae.
No dia 30 do mos corrento tegua, o pslhabote
Subralease com a carga que tiver a bordo ;
cuem quizer carregar, enlenda-te com Caelano
(yriaco da C. M. no lado do Corpo Santo n. 5.
sgundo andar.
Para o Aracaty
abo no fim do correte roez o hiato Santa Ri-
a, ja tem a maior parto da carga : quem no
nesmo quizer carregar, trate com Martina & Ir-
nao, na rua da Madre de Dos n. 2.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico
que tendo sido avallada em 6-000$ a casa de so-
brado do dous andares n 29, sita na rua da Guia,
c perlencendo a fazenda nacional, em virlude de
adjudiraco, urna parte desse sobrado no valor de
1:I55482, tem csl3 de ir praca no dia 6 de ju-
nho prximo vindouro, as 2 horas da larde, pe-
rante a mesma thesouraria, para pagamento do
quo ficou aevendo o tinado Antonio Ferreira
Duarte Velloso.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 10 do maio de 1860. O official maior
interino. Luiz Francisco de Sampao e Silva.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimento dos interessados. que uo dia
b de junho prximo vindouro, s 2 horas da lar-
do, tem de ser arrematada perante 4 mosma the-
souraria, urna parte da casa do sobrado de dous
andares 11. 29, sita na rua da Guia, penhorada
viuva de Antonio Ferreira Duarte Vcllozopira
pagamento do scu alcance, sendo a parlo do dilo
sobrado avallada na quantia de 1:1539482 que
com o abale daquarla parle na forma da lei, fui
adjudicada A fazenda nacional no valor de ris
86GS612, pelo qual quo tem de ir praca para
pagamento do dito alcance.
As pissoes, pois, que pretenderem licitar, do-
verao comparecer no diae horas cima iudic'ados
na casa da referida thesouraria.
Secretada da thesouraria de fazenda de Per-
nambuce, 9 do maio de 1860.
O oficial-maior interino,
Luiz Francisco deSampaio e Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm curaprimenlo da resoluco da junta
da fazenda, minda fazer publico, que no dia 31
do correnle, peranle a mesma junta, se ha de ar-
remitar a quem por menos fizer o fornecimento
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
4a casa de delencao desta cidade, por lempo de
um anno, a conlar do 1. de julho do 1860 a 30
de junho de 1861.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tarlo, corrparecam na saladas sessos da refe-
rida junla, no dia cima indicado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas, que acharao pr-
senles o formulario e condicoes da arremalaco.
E para constar se mandou affixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciao
Capitana do porto.
De ordem do Sr. capilao do porto se faz publi-
co, que no dia 30 do correnle se ha de arrematar
um bote denominado Total, que pertenceu a fi-
nada Fraiicisca*Senhorinha das Chagas, ese ada
agora abandonado aos direilos que deve fazen-
da nacional.
A arremalaco ser feita por meio de cartas
fechadas, apresentadas nesta secretaria no refe-
rido dia, at 1 hora da tarde, sendo recebida a
maior ollera
O mesmo senhor capilao do porto manda igual-
mente fazer publico, que o producto da arrema-
laco rer recolhido thesouraria de fasenda,
para, depois de deduzdos os direilos devidos,
ser entregue o restante aos herdeiros da referida
Francisca das Chagas, que se moslrarem conve-
nientemente habilitados.
Secretaria da capitana do porto de Pcrnambu-
co 26 de maio de 1860.O secretario.
J. P. Brrelo de Mello Reg.
Acha-se recolhido casa do delencao or-
dem desla subdelegada, por fgido da casa de
sua senhora, Lourenco, que diz ser escravo de
D. Maria Carneiro Monteiro : quera sejulgar com
direito a elle, dirija-se a esto jui/.o, munido de
suas provas. Subdelegada da freguezianle San-
to Antonio*do Recite 26 de maio do 1860. Vil-
laca, sulujelegado.
Tribunal do commercio
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz constar a inscripto no com-
petente livro, do theor do papel de sociedadej
que em 21 do torrente fizerim Jos Fortunato
dos Santos Porto e seu irmo Augusto Frederico
dos Sanios Porto, palonea de Portugal, e domi-
ciliados nesla cidade do Recite, tendo por llm
dita sociedade a compra e venda de fazendas soc-
eos, e calcados na loja da rua da Cadcia do bairre
do Reciten. 45, sob a firma de Porto & Irmao
da qual usaro ambos os SOC03 ; sendo que ess|
sociedade durar por-espaco de 2 anuos, a con
lar do 1." de Janeiro do correnle a 31 de dezem
bro de 1861, com o capital de 10:0008 fornecid
pelo socio Jos Fortunato dos Santos Porto.
Secretaria do tribunal do commercio de Per
nambuco 28 de maio de 1860 Dinamcrco Au|
guslo do Reg Ran'gcl, official maior interino
Tribunal lo commercio
Por esta secrelaria se faz publico, que por mu
tuo accordo do lodos os socios da tirina comrnei
cial de E. A. Burle & C. se concedou a retirada
do socio Narciso Maria Carneiro, estabelecendo
se que a liquidaciio do que honver de lhe pe
- T4"^yto'i^ttto ico ddo o anuo prox
Secretaria do tribunal do confmdruio de re
nambuco 28 de maio de 1860. Dinamerico Ai
gusto do Rogo Rangel, official maior Interino.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenJa
do arsenal de guerra, tem de compraros ol
jectos seguinles :
Para provimeuto dos armazens do arsenal de
guerra.
20 duzias de laboas de louro do assoalho ;
duzias( de limas murgas triangules de 5 polleg
das ; 3 duzias de limas ni urcas triangulaes de
pollogadas ; 200 meios de sola.
Quem quizer vender os ditos objectos apr
sent as suas propostas em carta fechada 1.
secretaria do conselho s 10 horas da manhiadE)
dia 4 de junho prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativ
para fornecimento do arsenal de guerra, 28 dE
maio de 1860.Denlo Jos Lamen ha lina, co
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereir
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Para Lisboa
legue no dia 31 do corrente roez de maio o bri-
;ue portucuez Relmpago, anda recebe algu-
na carga e passageiros, para o que tratase com
) consignatario Thoraaz de Aquino Fonseca, na
:ua do Vigaiio n. 19, primeiro andar, ou com o
:apilo na praca.
Para a Babia.
A veleira e bem conhecida sumaca nacional
Hortencia, pretende seguir com muila brevida-
de, tem dous tercos do sen carregamento a bor-
do : para o resto que lhe falla, trala-se com os
seus consignatarios Azevedo A Mendes, no seu
escriplorio na rua jia Cruz n. 1.
Sociedade
\tai&oBeiiefieeiite dos Co-
cheiros em Pernambuco.
Domingo 3 do junho prximo futuro, tcr.i lu-
gar a installaco solemne desta sociedade no sa-
li dpalaclo da rua da Praia, devendo o acto
comecar s 11 horas da manhaa. Os abaixos as-
signados, seus actuaes directores, tcern a satis-
fiQode convidar a todas as pessoas que quizerem
abrilhsntar com suas presentas essa testa social, a
comparecerem hora indicada devando o salo
estar de noite exposto vesila das familias que
nos quizerem honrar. As 9 oras da manhaa os
socios ouviro urna mi3sa no convento do Carmo,
mandada celebrar ero honra do Padroeiro da so-
ciedade, o glorioso S. Elias.
Salas das sessoo sociedade Unio lienificen-
dos Cpcheiros em Pernambuco, 27 de maio de
1760.Raymundoda Silva Gomes, presidente,
Ignacio Francisco
zo Miranda de So
ceslo de Casiro
Fernandes da Rocha, tnesoureiro, Agoslinho
Francisco do Rosarlo, procurador.
A.
Declarares.
= A administracao geral dos eslabelecimen-
tosde candade manda fazer publico, que nos dias
di do correnle, 5 e 8 do prximo futuro mez do
junho pelas 10 horas da manhaa. na sala de suas
sesses, iro praga as rendas das casas abaixo
declaradas, pelo lempo que decorrer do 1. de
julho de corrente anno a 30 de junho de 1863.
Os pretendenles dvem comparecer cora os res-
pectivos fiadores, ou munidos de cartas destes -
e previno-se as inquilinos que nao esliverem
em dia, qne nao serao recebidos os seus laucos.
Administradlo geral dos estabelecimenlos de
candade 24 de maio de 1860.O escrivo.
Antonio Jos Gomes do Correio.
Rairro do Recife.
rua do Encantamento n. 3; rua do Cordoniz n.
t; na do Aieite de Pcixe n. 1; rua do Costa
n *' a da SpDza,a Nova n. 25 ; rua do Aroo-
r,mo1 U rUa d'JL8P? 5 e 8 ; rua da Hoeda
ns. 31 e 35 ; rua do Pilar ns. 73.74, 93, 95 e 97:
Aecco da Lama ns. 26 e 30. *<,
Bairro de Santo Antonio.
Rua da Cadeia n 24 ; rua do Queimado n. IB-
rua Direita ns. 5, 7,8, 33 e 123 ; rua Nova ns
29. 43. 48, 57 e 59; rua do Padre Floriano ns.
13, 17, 43, 45, 47, 4. 63 e 65 ; rua do Fagundes
ns. 32e34 ; rua dos Pescadores n. 11 ; rua das
Calcadas ns. 30, 32. 34738 e 38: rua das Cinco
Ponas ns. 70,98,116 e 118 ; T#. Viracao ns.
7 e 17; rua de Horlas ns. 33 e Wprua de Sania
Thereza ns. 4. 5 e 7 ; ras larga do losado n. 26:
Tua da Roda ns. 3. 5,7, 9 e 39; rua do Cabug n.
3; roa do CaUbouco n, 8 ; rua do SDhor Bou
Avisos martimos.
COMPAMII.V
PEUNIMBICm
DI
Navegado costeira a vapo
O vapor Persinunga, commandante Lobatl)
sahe para os portos do sul no dia 5de junho, re
cebe carga al o dia 4, ao meio dia. Provine-s
aos Srs. carrogadores que nenhuma carga ser i
recebida a bordo som bilhele da gerencia.
O vapor Iguarass, commandanto Morei
sal ir para os portos do norte 110 dia 7 de junh
Recebe carga para o Coar no dia 30 de maitl
Aracaly3l, Maco no Io de junho, Rio Grand
do Norte nos dias 2 o 4, c Parahyba no dia
Prcvine-se aos Srs. carregadores que nonhum
carga ser reeebida a bordo sem bilhete da go
renda.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Oyapock, commandante o capilao te
nenie Santa Barbara, espera-se dos portos 1
norte em seguimenlo aos do sul at o dia 31 1
correnle mez.
Recebe-se desde j passageiros e engaja se
carga e encommendas que o vapor poder condi
zir, sendo despachada com antecedencia al
-espera de sua chegada : agencia rua do Trapi
che n. 40, escriplorio de Thomaz deFaria
Para o Prezidio de Fernando,
segu a barc nacional Atrevida : quem qni-
zer carregar ou ir de passagem, oslando compe-
tentemente habilitado pelo^presidenle da pro-
vincia, dirija-se a rua do Vigario n 12, para cor -
tratar.
Lisboa c Porlo.
Sahe imprelerivelmente at odia 3 de junho o
muilo veleiro brigue porluguez
Para serem appUeadas fes partes afteetadas.,
sem resguardo nem in.eoHUn.odo.
AS CHAPAS MEDICINAES sao muilo conhecidas no Bio de Janeiro e em todas as provincias
deste imperio ha mais de 22 ahnos, e sao afamadas, pelas boaa curas que se tem obtido as enfer-
medades abaixo escriptasi oque se prova com innmeros attestados que exislem de pessoas capazes
e de distinecoes. ,, ...
Com estas CHAr*s-KLECT*o-iiACNETic*.-Mn*ASTiCAS obtera-se urna cura radical e infallivcl
em todos os casos da inlaromac.o (canaaco ou falta de resp\raao), sejam internas ou extornas,
como do flgado; bofes, estomago, braco, rins, ulero, peito, palpiiacao de coracio, garganta, olhos,
crysipelas, rheumatiamo, ataques nervosos, etc., etc. Igualmente para as difrerentes especies da
tumores, como lobinhosl escrfulas, etc., seja qual or o seu tamanho o profundeza, por meio da
suppuracao serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e dislinctos fa-
cultativos. ..... ,
As encommendas -au provincias dewra ser dirigidas por esenpto, tendo todo o cuidado de
fazer as necessaries explicaces, se as chopas sao para homem, enhora ou crianca, declarando a
to do corpo existe, se na-cabeca. pecoco. braco, coxa, peina, p ou tronco do
circumstaccia : e sendo incharao, ferid ou ulceras, o molde do scu tamanho
papel e a declaraco onde exislem, aQm do que as chapas possam ser bem ap-
plicadas no seu lugar.
Gomes, vice-presideute. Dama- h"1"1" crSr^ "/
uza Couto. Io secretario. Ven- ~rp,0'd'fi"*n! "
^":*>^\>?W ZaUdrasPneods?e0uKrP'
Pde-se mandar de qualquer ponto do imperio do Brasil.
recebe carga passageiros para os dous portos,
a tratar com os consignatarios Carvalho Noguei-
ra &C, rua do Vigario n. 9, primeiro andar ou
com o capito na praca.
Aracaty.
O hiate Santo Amaro, recebe carga e passa-
geiros -, a tratar com Caetano Cyriaco da C. M.
110 lado do Corpo Santo n. 25, segundo andar.
Perdeu-se
Da rua das Cruzes al a rua do Queimado urna
pulceira de ouro : roga-se a quem achou queren-
reslituir avista dos signaes della, levar a Praca
da Independencia n. 38, que serecompensar
pelo achado.
Aluga-se um andar de casa no
bairro da Boa-Vista, com multo bons
commodos para familia: quem precisar
queira indicar onde pode ser procurado
em carta com a inicial Z, que deixara
na livraria da praca da Independencia
n. 6e 8.
(As chapas sero acompanhadas das competentes explicaces e tambero de todos os accesso-
rios necessarios para a collocacao dellas).
Consullas a todas as pessoas que a dignarem honrar com a sua conflanca, em seu escriplo-
rio, que se achara aberto todos os os dias, sem excepeo, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
H9RUADOPARTOM
PERTO DO LARGO DA CARIOCA.
= Precisa-se de urna ama
no paleo do Terco n. 26.
forra ou captiva :
Leiles.
LEILAO
I Segunda-feira 28 do corrente

Bolinhos.
Bandejas enfeitadas com diversos goslos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em porco
de libras ou a relalho, que conservam-se multo
para embarque ou viagem ; as-:im como pudins,
pastis de nata, crcme, lorias, ou oulra qual-
quer pastelera para desserl: lambem preparara-
se bolos finos para o lempo de S. Joo e S. Po-
dro, das melhores qualidades da massa molhada
e secca superior, ludo com o mellior asseio, e o
mais cm conta do mercado, dirija-se a rua da
Penha n. 25, para tratar-se.
n
COMPANHIA BRASLIEI1U
DE
MQ1LT1IS ATOflME.
O vapor Crijetro do Sul, commandante
capito do mar e guerra Gervazio Mancebo, e^
pera-so dos portos do sul em seguimenlo ai
do norte al o dia 29 do correnle mez.
Recebe-se desdeja passageiros e trole de er{
commendas e dinheiro, e engaja-se a carga qt e
o vapor poder conduzir sendo despachada co a
antecedencia at a vesper do dia de sua che-
gada : agencia rua do Trapiche n. 40, escripto
rio de Thomaz de Para.
Cear e A carac.
O bem conhecido patacho EmulaQflo segu
con.1 brevidade; para carga e passageiros, trata-
se cora o eapilo, ou no escriplorio de Manoel
Goncajjrea da Silva.
1,
Rua do Imperador.
O agente BoTJa honrado com a con-
iianca de urna familia .que se retira pa-
ra fora da provincia, vender' em leilao
no seu armazem na rua do Imperador
n- 73. todos. o^ ran ^omp.urdiaja,
m moinlias, guarda-ronpas, toilets,
cadeiras avulsas, commodas, candela-
bros, louca, vidros etc., etc., e umain-
llnidade de objectos miudos. Na mes
ma occasio tambem vender' frascos
de todos os eitios etamanhos que mul-
to servem aos Srs. boticarios.
LEILAO
Terta-feira 29 do corrente.
NA
IVua da Ctht h.. ao.; ^i.-
meivo andar!
O agente Camargo faia' lci|o por
conta de urna pessoa que se retira para
fora
DE
Guardas roupas e vestidos.
Commoda* e cadeiras.
Joia de ouro e brilhantes.
0 excellentes pianos.
2 excellentes cavados.
1 carro americano de 4 rodas.
No mencionado dia as 11 horas em
donto.
*
Empreza do asseio
publico.
Carlos Luiz Cambronne, estando a partir para o
Rio de Janeiro, onde inleresses superiores con-
cernentes a sua empreza, reclamara a sua pre-
senta temporariamente, le ni a honra de prevenir
ao publico, que suspende at a sua volta os tra-
balhos da canalisacao das ras da cidade, mas
que, a collocacao dos apparelhos as casas nao
ser inicrrompida. Os senhores moradores das
ras do Crespo e Imperador, praca de Pedro II,
ras do Queimado, largo do Rosario, das Cruzes,
dos Quarteis, travessa do Ouvdor, largo do Pa-
razo, rua de S. Francisco al o ro, parle da do
Calabouco, travessa da Matriz, becco Tapado o
rua Nova do lado direito,em quasi cada urna das
quaes ha j apparelhos funecionando, poden),
pois, continuara dirigr-se ao escriplorio da an-
rninslra(;o, na ma do Imperador n. 27, onde
acharao apparelhos de diversos modelos para fa-
zerem a sua escolha.
DA
Avisos diversos.
Precisase de um official de ]
beiro : na rua das Cruzes n. 35,
10T1BI4
>ar-
Terceira parte da primei-
ra do Espirito Santo.
O abaixo assignado
os seguinles premios.
Ns
venden da lotera supra
o Rio de Janeiro
segu em poucoe dias o patacho nadonal Ca
puam, ainda pode dmiuir alguma carga, pas
202 l:00ta 1 quarto.
467 2005 1 meio.
178 200$ 1 dilo.
803 200$ 1 dito.
3502 1^0 1 dito.
3874 1003 1 dilo.
544 100 1 dito.
1788 llIOi) 3quartos.
2462 M 1 ,eio.
761 iO Bilhele.
3404 m Bilhele.
1184 503 2quartos.
3463 JOS Bilhele.
820 BOJ 1 meio.
499 5l'J 1 dilo.
3138 509 1 dito.
3574 50$ 1 dito.
Alguns premios do 20$.
A garanta paga na rua do Collogio n. 21.
P. J. Layme.
Attenco.
Os curadores fiscaes da fallencia de
Glaudiano Oliveira, avisam a todos os
devedores a' massa, que devem tratar
de solver seus dbitos at ao bm de ju-
nho prximo vindouro, entendendo-se
para csse fim com os Srs. Monteiro, Lo-
pes de C, depositarios nomeados, na rua
da Cadeia do Recife, certos de que fin-
do esse termo sero chamados ante o
juizo competente..
Lotera da provincia.
O bilhete n. 711 cote a sorle do 5:000$ foi-nos
apresentado pcloSr. Jos Nunes de Paula com-
merciante do gneros de estiva.
Layme 4 Madureira.
Alexandrna Flora de Oliveira Santos, uva
do finado Jos Ferreira dos Santos, pede aosire-
dores de seu fallecido marido lerem a bondade
de comparecern) em sua casa de ofScina deem-
palhador na rua das Larangeiras o. 4, no dia
quinta-feira 31 do corrente 1 horada tarde, le-
vando nessa occasio as contas de dbitos deque
a casa obrigada, para, vista do estado da mes-
ma, os credores deliberarm o que for mais con-
veniente.
PROVINCIA.
Terceira parte da primei-
ra do Espti lio fcanto.
Os abaixo assignados vendern) da luleria su-
nra os scauinles premios:
P J'.r'" 5;000S Bilete.
. --7A9 1:000 1 i-.rlo.
A garanta pag^oarua ua rua do Colegio
. ., -Laymi-iiMadureira.
Praca da Independencia n. 40
Companhia doBe-
beribe.
Nao se tendo hoje reunido numero
sufficiente de accionistas para a conti-
nuarlo dos trabalhos encetados na ses-
sao da assemble'a geral ,Ja mesma com-
panhia que foi convocada para o dia 8
do corrente, e queja se acha espacada
paia u Uta 20 O BT. UUCUIUI iui'uUu
convocar novamente para sexta-feira T
de junho prximo futuro ao meio dia.
Escriptorio.da administracao da Com-
panhia do Beberibe 26 de maio de 860
Jos Teixeira Bastos, secretario in-
terino.
Precisa-se de urna ama para cozinhar: na
rua do Queimado n. 48.
Aviso.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se acham venda, lodosos das no es-
criplorio das mesmas loteras na rua do Impe-
rador n. 36, o as casas commissionadas pelo
mesmo Sr. thesoureiro na praca da Indepen-
dencia ns. 14 e 16 e na rus Nova n. 56, os bi-
1 he tes da quarta parle da quarta lotera do Gyra-
nasio Pernambucano, cujas rodas devero andar
imprelerivelmente no dia 16 de junho prximo
futuro.
Thesouraria das loteras 26 de maio de 1860.
/. Ai. da Cruz, escrivo.
Flix l'ereira da Silva, Mana Felicia de
Araujo Silva, Antonio l'ereira da Costa Ga-
ma e Maria Candida dos Prazeres Gama, re-
passadus da mais penetrante dor pela pre-
matura morle de sua mui presada filha e
netaAmelia,vem agradecer a lodos os
seus amigos quo se dignaram parlilhar de
suas magoas, e acompanhtr o cadver de
sua mencionada filha e neta ao cemiterio
publico, prolestando-lhes urna cierna gra-
lido por essas bem manifestas provas do
anuzade. .
Joao da Cunta Magalhes faz sciente ao pu-
blico, que deixou de ser seu caixeiro o Sr. Ber-
nardo Jos de Araujo, desde o da 28 de maio
do 1860.
r
*.
/m
i
Jos Alvcs Lima, Jos da Silva Saraiva,
Domingos Antonio da Silva Beiriz, Jos Al-
ves Lima Filho, D. Francisca da Silva Li-
ma Beiriz, Anna da Silva Ferreira, Maria
do Carmo da Silva Lima,. Amalia da Silva
Lima, Francisco da Silva Saraiva, Patricio
Jos da Silva Saraiva, repassados da mais
pungente raagoa pela inesperada morlo do
sua prezada esposa, filha, rai e iiraa D.
Anna Joaquina da Silva Lima, vem pelo
presente agradecer a todas aquellas pessoas
que nao duvidaram tomar parte na dr que
elles eslo sofriendo, e que se dignaram as-
sislir ao enterro e acompanhar o seu ca-
dver ao cemiterio publico, cora especia-
lidade o seu verdadeiro amigo o Sr. Ignacio
Jos do Couto que nao se aparlou do seu
leito al exhalar o ultimo suspiro. Ao mes-
mo lempo dirigem um voto de ngradeci-
mento aosRvds. religiosos carmelitas Fre
Joaquim de Santa Madonna Cunha, Frei
Ernesto de Sanl'Anna Cunha, Frei Candido
de Sania Isabel Cunha e mais religiosos quo
nesse mesmo sentido lano se prestaram e
tantas provas derara de amizado.
Attenco.
Fugio da cas* n. 42, da rua das Aguas Ver-
des, um cachorrinho, casta de dogue, pequeo,
cdrvermelha, peilo branco, focinho curto : quem
o aehard noticias, quesera na mesma casa re- |vender-se4 bois mnsos~para csrroca'"dJVno-
compeasadogener-osamento. |ras da manhaa s 1 da larde.
No dia 26 do corrente fugio dos abaixo assigua-
dos um escravo crioulo por nome Domingos, cu-
jo escravo foi comprado ao Sr. Domingos Piros
Ferreira, e se achava trabalhando na reQnaco
*'ua de Hortus, lugar d'ondc se evadift l":
U aos ^ pugnar; bem*5 conhecido*
em loda esta cidade, elle representa ter iO an-
nos, em ambos os cotovoHos-tem 2 lorabinhos j
bem crescidos : quem o pegar, o poder levar
a seus senhores, no Passeio publico, ou mesmo
na retinara, que ser gratificado.
Ferreira & Qruz.
Aviso em geral.
O dono da grande fabrica de lamamos da rua
Direita, esquina da travesea de S. Pedro n. 16,
oferecc ao respeitavd publico desta cidade e de
fora o mais bello e rico sorlimcnto de lamancos
de todas as qualidades, que est resolvido a ven-
de-los, tanto a relalho como em porco, por me-
nos do que em oulra qualquer parte ; a eslago
propria.
Quom precisar de urna ama que cose e cor-
ta vestidos, c engomma, ludo com porfeirao, o
de bons costumes, dirija-se rua do Caldereiro
n. 78.
Manoel JOS Fernn lo, Torluguot, retira-
se para a Europa a tratar de sua saude.
UM VOTO DE GRATIDO.
Srs. redactores.Sem offender o melindro de
quemquerque seja, naoposso deixarde.era nomo
de muitos moradores do bairro do Recife c (nr-
menle do dislricto de Fra do Portas, agradecer
aos Srs. Luiz Antonio Vieira e Dr. Manoel Fran-
cisco Teixeira, pelo modo porque so hao podado
na criso porque ora estamos passanio.
Os senhores a quem cima me hei referido se
(em mostrado incunsaveis em soccorrer com sous
conhecimentos a pobreza desvalido, quando ac-
commellida da peste que ora accommelte a loda
populacao e portante digno de louvor seu pro-
cedimento.
Recife 24 de maio de 1860.
/. *. E.
Furtaram no dia 23 deslo mez, do sobrado
n. 44, terceiro andar, da rua Nova, um relogio de
ouro saboneto, todo lavrado, do autor Berguers
a Paris n. 11514, com urna corrente de palmo,
pouco ma.is ou menos, cora ume chave pequea
soldada na ponta da mesma correnle, o um sincle
imitando urna cabrinha sobre urna cornalina en-
carnada, tudo de ouro. O dito relogio bastante
chato_ e tem um defeilo no vidro do mostrador
que nao possivel fechar direito pois quad sempre
conserva-se abeilo : Pde-se a todos os Srs. re-
lojoeiros, ourives, vendelhes e a todas as pes-
soas que lomara objectos empenhados, de o ap-
prehender no caso do lhe ser offerecido o mes-
mo relogio e leva-lo casa referida ou na
roa da Cadeia do Recife no escriplorio Sr. Jos
Gomes Leal, que recompensar bem.
COLLEGIO DE BEMFICA
DIRECTOR
Eslevao Xavier da Cunha.
Eslo eslabelecimenl muda-se para a rua da
Aurora, casa contigua ao collegio das orphas, e
desdo o primeiro de junho prximo ahi contina
a ensinar todos os preparatorios exigidos para a
matricula da faculdade de direito. Alera do lodas
as disciplinas designadas nos respectivos estatu-
tos, ensinar-S-ha a fallar com pereico as lin-
guas franceza, italiana e allema, residndo para
osso Om no mesmo collegio um hbil professor.
Aluga-se urna grande casa para familia,
loda envidracada, no lugar da Capunga : quem
pretendor dirija-se rua da Cruz n. 8, primeiro
andar, que achara com quem tratar.
Domingos Rodrigues de Andrade e D. Jose-
pha Francisca de Andrade e suas lilhas, scicnli-
ficam, que, su romamente penhorados, e cumprin-
do um imperioso dever. cordtalmenlc agr.idecem
as demonstracoes de senlimento cora quo foram
honrados por lodos os seus amigos pela occasio
do passamento e suffragios prestados a alma de
sua muilo chorada c chara filha o irma Maria
dos Passos Andrade.
Eu abaixo assignado faro sciente ao corpo
do commercio, que tonho justo e contralado para
socio do raeu deposito silo no paleo do Carmo n.
43, com o Sr. Antonio Machado dos Santos, Pican-
do do ora em dimite gyrando o mesmo estibelc-
cimcnlo sob a firma de Branco & Santos, Qcando
o passivo anterior a esta dala sob minha respon-
sabilidade. Recife, 28 de maio de 1860.Fran-
cisco Cesario Branco.
Compram-se es-
cravos.'
Comp'raa-se, vendem-se e trocam-se escra-
vos : na rua do Imperadora. 79, primeiro andar
Compram-se moedas de prata e ouro de
todas as qualidades : na rua da Cadeia do Recife
n 42.
Roupa en go minada.
_ Precisa-se mandar lavar eengommar urna por-
co de roupa, e tirar-se-ha freguez, caso agrade:
na rua Na rua do Vigario n. 29, troca-se dinheiro
da Baha e do Ro, pelas sedulas geraes e do
Banco, assim como tambero sedods Baha e do
io pelas daqui. Igualmente se troca dinheiro
grande em miudo,
Na rua do Sol, largo da Concordia, ha para
Admiraveis remedios ameri-
canos
Todas as casas de fam'lia, senhores do engo-
nho, fazendeiros, ele devem estar prevenidos
cora estes remedios. Sao tros medicamentos com
os quaes se cura eficazmente as principaes mo-
lestias.
Prompto alivio deRadway.
Instantneamente alivia as mais acerbas dores
e cura os peiores casos de rheumatismo, dor do
cabera, nevralgia, diarrha, cmaras, clicas, bi-
lis, ndigesto, crup, dores nos ossos, cdntusoes,
queimadura, crupcoes cutneas, angina, relen-
Qo de ourina, ele etc.
Solutivo renovador.
Cura todas as eufermidadesescrophulosas.chro-
nicas esyp hliticas; resolve os depsitos de roaos
humores, purifica o saogue, renova o syslema;
promplo e radicalmente cura, escrophulas,ven-
reo, tumores glandulares, ictericia, dores de os-
sos, tumores brancos, afecces do Ogado e rins,
erysipolas, abeessos o ulceras de todas as classes,
molestias d'olhos, difflculdaJe das regras das
mulhctcs, hipocondra, vlico, etc.
Piluias reguladoras de Rad-
way
para rcgulagf" syslema, equilibrar a circula-
cao do s^8*. inleiramente vegetaes favoraveis
S._ .V.UU60S casos nunca occasiooa nauzeas nem
ores Jo ventre. dses do 1 a 3 regularisam, de *
a 8 purgam. Estas pillas sao efcazcs as affoc-
<;oes do Dgedo, bilis, dor de caboca, ictericia, in-
digeslao, e era todas as enferraidades das mu-
Ihercs, a saber : irregularidades, fluxo, reten-
coes, flores brancas, obslruccoes, histerismo, etc.,
sao do mais promplo effeito na escarlatina, febro
biliosa, febre amarella, e em todas as febres ma-
lignas.
Estes tres importantes medicamentos vero a-
companhados de insiruccocs impressas que mos-
trara com a maior minuciosidade a maneira do
applica-los em qualquer eufermidade. Eslao ga-
rantidos de falsificaco por s haver venda no
armazem de fazendas de Raymundo Carlos Leito
& Irmo, na rua da Impcralriz n. 10, nicos
agentes em Pernambuco'.
Sincera gralidao
pela cura de ama
inflamma^ao do estomago.
meus devidos
Nao posso deixar de tributar os
louyores s chapas medicinaes do Sr. Ricardo
Kirk. escriplorio na rua do Parto n. 119, pois quo
por meio de lao precioso remedio fiquei curado
da xnftammaco do estomago, da qual padeca
ha mais de dez annos, por cuja causa soflra falta
de respxracao, cansaco e muilo fastio; e nao
leudo j esperanca de flcarmelhor, acho-me a-o-
ra perfeilameiile bom, depois de 40 dias da an-
plicacao das ditas chapas.
Por isso curapro com mou dever, fazendo a
presente declaraco em signal de minha sincera
gralidao. Rua do Sacco n. 53, no Ro de Janei-
ro.Agoslinho Ferreira Cardoso.
Reconhecida verdadeira a assigoalura supra
pelo tabelliao Pedro Jos de Castro
Jos Antonio Alves, cidado porluguez reti-
ra-sc para fura do imperio a tratar de sua saude.
Ama de leite.
Quom precisar de urna ama de leito com uro
filho do 2 raezes, a qual tero bstanlo leite para
arabos os meninos, dirija-se a rua da Roda n. 4.
Ama.
Piecisa-se de urna ama forra ou captiva para
cozinhar: a tratar na travessa do arsenal do
guerra n. 9.
Ordem terceira do Carmo.
Por ordem do nosso charo irrao prior, con-
vido a todos os nossos chinsimos irmos, para
que sedi?nem comparecer era nossa igreja para-
montados com seus hbitos, as 3 horas da tardo
do dia 31 do correnle, para, em communidado,
assislirmos a razoura e Te-Ueum Laudamus, coro
que devo Qnalisar os actos do Mez Mariano r.o
convento do Carmo, salisfazendo o convite do
Rvra. ex-provincial Fr. Joao d'Assumpco Moura.
Vndese urna casa terrea com 5 mozos do
acahada, no bairro da Boa-Vista, cora 2 salas, 4-
quartos, boa cozinha, quintal,, cacimba, e em
chaos proprios : na rua do Jasmim, a tratar com
Antonio Carneiro da Costa, na fabrica Sebas-
lopool.
Vende-se um bom boi de lodo o servc.o,
muilo valeute e muilo manteudo : quem o pre-
iender, dirija-se a rua Direita n. 22, refinaco do
Francisco Jos de Araujo.
Escravos.
Na rua da Cadeia do Recife n. 28, vendem-se
escravos de ambos os sexos.
Farinha e feijo.
Vende-se na rua da Cadeia do Recite n. 28r
primeiro indar.
Na ma da Cadeia do Recife n. 28, vende-se
superior sola e couriuhos.
Cera de carnauba.
Vende-se mui superior cera do ciruauba : na
rua da Cadeia do Recife n. 28.
Attenco.
Na "fu da Madre de Dos n. 7, vende-sc muilo
barato as seguinles fazendas: paletotsdc brira do
inho francezes a 3, saceos de casemira a K$.
saias inglezas a balo a 5, camisas muito linas
20 e 22$, ditas de fuslo muito finas a 263 a
duza, raeas inglezas a 1$600 a duzia, raadapo-
lao a 3*600, dilo camiseiro a 49400, dilo fino a
4$500 e 470O, dito muito Uno a 6J. dilo patento
a 696OO, chitas inglezas a 160 e 180 o covado,
cambraia lisa a 3*200 e 3*400, dita fnissima a
51 a peca, curtes de chitas rdxas a 1#400 com 13
covados.
Comprase urna morada da casa terrea, ou
sobrado de um andar, no bairro de Santo Anto-
nio e em bom estado ; a tratar na rua Nova nu-
mero 51.
Taberna.
Vende-se urna muito boa taberna em
lugar de muito bom negocio, muito
af reguezadada para trra e para o ma-
to, com poucos gneros : para p.for-
macSo na ruado Codorniz n. 18, pri-
meiro andar.
Vende-se gomma do mataran verdadeira a
800 rs., e carriohosde mo muito bem construi-
dos a 14f: na rua Nora n. 71, junto a ponte.
. LYI i-rn~7ST^vt
,'
m
I II r-^*l\ mmmmm L


I
Companhiado Be-
beribe.
da
au
vid
de
tai
i
i .' .?bo.rn' tralista americano convida ao respeilavel publico pernambucano, para
visitar sou estabelecinenlo de retratos pelo syslema ambrolypo, com vidros domados e se respon-
samlisa pela sua conservado Ilimitada, como tambem encontraro um salo especial para senho-
ras e grande e vanado sobrecelcntes deobjeclos pertencenles a mesma arle.
Retratosi para todos os procos e ao alcance de todas as boleas de 3J al 30S : na ra do
imperapor n. 4, bandeira americana.
P
MARIO DE PCTHAtfTOCO. *** FEIIM tSPg MAIO DE f*60.
m
O Si', caixa da companhia (commen-
ior Manoe1 Gonca!ves da Silva) esta'
orisado a pagar desde boje o 21* al-
endo a razao de 3.^150 por acrao.
Escriptorio da companhia 19 demaio
1860.Jos' Teixeira Bastos, secre*
io interino.
Attemjo. f
Curso pratico e theorco de lingua ran-
:eza por urea senhora franceza, para dez
roras, segunda e quinta-feira de cada se-
nana, das 10 horas at meio dia : quera 0
(uizer aproveilar pode dirigir-se a ra da SJt
ra n. 9, segundo andar. Pagamentos A
idiantados. st
L
opr
dio,
cim
Attenco.
Na ra das Cruzes n. 21, coniinua-se a forne-
cer comidas a 25J mensaes cora todo o asseio.
O abaixo assignado faz sciente ao publico e
com especialidade ao respeitavel corpo decom-
mercio, que era virtude de ler fallecido scu so-
cio Antonio Luiz Vieira, Qcou extincta a firma de
Vieira & Pava desdi 28 de noverabro de 1859 de
que fazia parle o mesmo finado, ficando o abai-
xo assignado rcsponsavel pelo aclivo e passivo
ua dita firma, e perlencendo-lhes todo o estabe-
lecimento desde a referida data em diante. Re-
cite 25 de maiode 18(50.
Joo Berilo Para.
para
desta
praca
fLicoes de francez e
piano.
fij Mademoiselle Clemence de Hannelot
3k de Manncville continua a dar lines de
2g francez e piano na cidade e nos arrabal-
Jg des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar. H
Precisa-se de duas amas, urna pa-
ra cosinhar e outra para engommar,
dando-se preferencia a escravas: a tra-
bar na ra do Imperador n. 15.
agencia dos fabricantes amerlca-
nos Gronver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Precisa-se de um homem
distribuidor deste Diario, dentro
cidade : na Imaria n. 6 e 8 da
da Independencia.
t DENTISTA FRANCEZ. 3
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 3
>* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e M
p dentico. <'
FOLIIIMllS PAR 1860.
Esto venda na livraria da prac,a da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla typographia, dasseguin'.esquali-
dades :
aT OLHINHA RELIGIOSA, conteni, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuaco da bibliotheca do
Crislo Brasileiro. que se compe: do lou-
vor ao sanio nome de Dos, coroa dos ac-
or, hyninos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitaeao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoracoao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para orac, o menta
dividido pelos dias da semana, obsequios
a* SS. corceo de Jess, saudac,6es~devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
outras oraces. Prego 320 rs.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalenda
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna collecgo de ancdotas, ditos chisto-
sos, coutos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservatiro de arvores
e fruclos. Prego 320 rs.
ITADE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direilo8
parochiaes. Pre o 160 rs.
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio desaldarem seas dbitos na ra do Col-
eg venda n. 25 ou oa ra do Queimado loja
n. 10.
Aluga-se urna escrava para o servigo inter-
no e externo de qualquer casa de familia; quem
precisar, dirija-se a ra da Praia n. 80.
No domingo, 6 deste mez, as 8 horas da
raanha, sabio o annunciante de um omnibus.na
Cruz de Almas, dcixando no asiento urna charu-
teira de couro. O proprietlrio do mnibus vio
que um senhor lomou conta da charuteira c co-
mo este nao a voltou ao scu dono, pede-se-lhe
o favor de entrega-la quanto autes na praca da
Independencia ns. 6 e 8.
Offerece-se um lapaz brasileiro, vindo do
mato, para caixeiro de cobranza ncsla praca, ou
fra, do que tem rauila pratica, c lera andado
vendendo ora com outras pessoas, do que tem
tambem bastante pratica ; assim como se offere-
ce para outra qualquer aarumaco, ainda que
pouca experiencia tem de oulros negocio, e d
conhecimenlo de sua conducta : quem o preten-
der, aununcie para ser procurado.
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o correne anno de
ir um corte de cabello e
frisanieiilo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
comte acaba de receber do Rio de Janeiro
meiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
o uro outro vindo de Pars. Esta eslabele-
mtoesl hoje as melhores condiedes que
possivel para satisfazer as cncommendas dos
objt dos em cabellos, no mais breve tempo, co-
mo iejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios braceletes, anneis, rosetas, etc., ele, ca-
bolli iras de toda a especie, para horuens e se-
nhoias, lava-se igualmente a cabega a moda dos
Esta los-Unidos, sen deixar urna s pelcula na
cabe.'a dos clientes, para satisfazer os prctenden-
ics, )s objectosem cabello scro feilos em sua
pres 'nca.se o desejarem, c achar-se-ha serapre
urna pessoa disponivel para corlar os cabellos, e
peni iar as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o excellente leile virginal de ro-
sas branca para refrescar a pello, tirar pannos
sardise espinhas, e igualmente o afamado ole
babtsapara limpar e fazrr crescer os cabello
assi n como pos imperial de lyrio de Florenc,8
para bortuejas c asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avclludado da primavera da
vida.
110
o qual se vende a 800 rs. na
praa da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
jittes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
le toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agricolas, industriaos, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentosfabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos.etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfiui para todas as
classesda sociedade.
'b]
Grande e novo sortimento de fazendas de todas
lidades por baratissiinos precos.
Do-se amostras'com penhor.
Lindos cortea de vestidos de seda pretoa
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdcnoples prelo bordadas
cora troco
Grosdenaples de cores com quadrinbos
covado
Dito liso preto e decores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1J e
Diia lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraiasorlandys de cores, lindos po-
diocs, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de Monde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades. covado
Casimiras dem idm dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de (odas as qualidades
Enfeiles de vidrilho francezes pretos e
de cotes
Aberturas para camisa de Haho
do, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhoa- de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sortimento
e algo-
do roupa feila
f
1200
39000
lj>500
10000
16 000
19000
9
9
9
9
9
900
9
9
5640
9
9
39500
9
69000
$500
9280
1500
$800
9
S
9
I

I
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
coltetes, caigas de omitas qualidades
de fazendas y
Chapeos francezes Onos. forma moderna 89500
um sorlimcnlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellos brancas para noivasmuito finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, 15a e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
covado l
Meias cruas brancas e de cores para
meninos 9
Ditas de seda para menina, par I96OO
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino 9320
Velludiiho de cores, covado 1^200
Velbutina de cores, covado 9700
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par j000
ilaa de seda idem idem I9OOO
m sortimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
liomens e menines, de todas as qua-
lidades 1
Corles de coUete de gorgurao de seda
de cores 9
Ditos de velludo muilo finos 9
Lencos de seda roxos para senbofa 29500
Harquezitas ou sombrinbas de seda com
molas para senhora 1
Sapalinhosde merino bordados proprios
para baptisados, o psr
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Selim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Sctim liso de todas as cores, covado
Lencos de gorgurao de seda prelos
Relegios e obras de ouro
Cortes de casemira de cores a
2Sf00
I5OOO
firammaticajngle-
za de Oliendorff.
Novo methodopira aprender a lr,
a esc ever e a fallar nglez em 6 mete/,
obra inteiramente nova, para uso d
todos os estabeleciment* de-instruccao,
pblicos e particulares. Vende-e na
Eraca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
igi) n. 37, segundo andir.
Attenco.
ATuga-se o armazera da casa n. 15 da ra do
Vigano : quem prelcnde-lo, dirija-so ao caes do
Ramos u. 4. ou a ra AuRusla n. 94, a fallar com
Iraxcdes da Silva Gusmo.
Dcsappaieceu na noite do dia 7 do correle,
do engenho Ronda, do sitio Boavisla da fregue-
zia de Santo Anlao, comarcada Vicioiia, do abai-
xo assignado, um cavallo com os signses seguin-
les: ruto rom pegas de vermelho. osdousioelhos
sempre relados porter costume de topar, as pon-
as das orcinas trincadas, c o cabeca carregada
ferrado com o ferro do legitima dono: quem dil-
le dor noticia certa, ser bera recompensado.
* Jos da Cmara Piraentel.
Alexaiuriiio Cesar de
Mello
faz sciente aos Rvms. clrigos e seus freguezes
que o annuncio deste Diario n. 120 e 121 n
e seu, pois o raesmo jinda mora na ra do En-
cantamento n. 7 ; e o mesmo contina no exer-
cicio de sua arte a fazer capas, batinas, samar-
ras capas vialonas, barretes, mursas para irmao*
de S Pedro ditas para conegos da capella im-
e.fi'j olidose becas para desembargador
mmmmmmm-m'mmmmmmm
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22.
Ao publfbo
Acliando-se grassando epide-
mica ir ente andina e a escarlati-
na, olTervcemos as mis de fami-
lia o tratamento homeopatbico,
contendo os symptomas das mo-
lestias e dos medicamentos apro-
priados com a maneirade os em-
pregar Assim como carteira com ||
os medicamentos homeopathicos *
para o mal. .-,>,
N. B. Medicamento especifico
e preservativo para estas aflec-
QOes. Em glbulos e em tintil-
la?. Pateo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar, largo do Paraizo
n. 13, sobrado de um andar.
I
a dir
GRANDE SORTIMENTO
DE
'azendas e roupa feila
POR MEDIDA.
Na lojaearmazemdeJoaquim
Rodrigues T. de Mello.
Ra do Queimado u. 3*2,
cm sua loja de \ portas.
Ti m um completo sortimento de roupa* -feTa?
e po medida a vontade dos freguezes : caigas de
case nira e de brim, colleles de diversas quali-
des, sobrecasacas de muilo bom goslo, um sor-
timento de paletots de panno e de casemira, al-
pac, laazinha, riscadinhos e de brim, que ludo
se v ndepor preco commodo ; um completo sor-
lmenlo de chapeos; prelos de seda para homem,
de s iperior qualiddde a 10#, ditos de castor mui-
lo si periores a 16$ chapeos de sol de seda in-
gles s dos raclhorejs que tem vindo ao mercado,
dito francezes de diversas qnalidades, ditos de
pai o grandes e pequeos, corles de vestidos de
seda de variados ostos para diversos presos, um
com dlosorlimenlo de bordados o enlre-raeios,
golii hase manguitos, ludo por preco commodo ;
chai r de seda e 15a de gosto mais apurado que
tem pparecido a 1*280 o covado, chitas france-
zas i uito superiores de 260 al 440 rs. o covado
de g stos muilo delicados : um grande sorlimen
to d( fazendas francezas o Inglezas e alleras que
seri impossivcl aqui se poder mencionar com
pre? s, assevera-se aos freguezes que ludo se
vendj mais era conla que em outra parle sendo
ASA DE BANH
nienteSlP,I7?HS0fe^^ k'tos acha-se conve-
m ,t^ m17?l!!(i0,ar"!0'^0 tambem d0 r denovembro em vante, contratos mensaes Dar
Tamos saSi ^ 6 eCn0ma d0pubUC0 de qUCm S PrP'"ios esperara a S^J
Assignatura de banhos fros para urna pessoa por mez.....10S0OO
mornos, de choque ou chuviscos por mez 15^000
series de r.artoes e banhos avulsos aos oreos annunciadoa.
Aluga-se urna excellente casa de i
campo com grande sitio, na estrada da'
Casa Forte, com todas as commodida-j
des para familia, cocheira, estribara,
tanques parabanho ete., et<*, : quem
pretender a mesma dirija-tea ruada
Cruz n. 4, casa de A. O. Bieber & C,
successores.
Aluga-se a excellente e commoda
asa da ra da Aurora n. 26 : a tratar
na mesma ra n. 16 A.
fyga-se quom se julgar credor da extinc-
,rn'a |JJ Vieirai Para por qualquer litulo ou
la ae nrro vencida ou por vencer, e, no pra-
zo de 3das, apresenla-la para ser promplamen-
, paga, na prac.a da Independencia ns. 19 c 21.
fConsltorio central homeopalhicof
DE
heiro.
JosThomazae Campos Quaresroa, partici-
ij pessoas de sua amizade, que hoje a sua
encia na ra Augnsla, casa de 2 andares,
sembargador Alexandre Bernardino do Reis
pa a
resid
do d
eSil a. de n7l9.
Sirop du
JARABE
|T3 M) TH fi U Esle xarPe s'4 aprrovado
fcja^i^Bh^aJ^XJconio sendo o mclhor [iara cui
alleccoes dos bronctaios, auqnes de peito, irritacoes
pela manhS, e outra noite s5o sufQcientes. O tffsilo
tempo o doenle e o medico.
O dspbtilo na ra larga do Rosario, botica de Da
DO FOUGET.
pelos mais eminrntes mdicos de Pars,
hr consiipacoes, tesse convulsa e ouirss,
i trvosas e insomnolencias: urna colberada
lesie exceleule xarope satisfaz ao mesmo
tholomeo Francisco de Soma, n. 36.
FUNDIQAO
DO
IIID. \l
Ra do Brum (passando o chafarizl
IXo deuozito deste estabeleeimeuto sempte lia gra ide oUmeuto de me-
cuattismo uara os engeuhos de assuear a saber:
n *tl'2I7!.?! .0?.ernM'.de ?olPe cumprido, econmicas de combu.
e defacillimoassento ;
i,i,. ,!_.. j* / '. ai --f", t^umiv,i ue comoustivei. e t
r?n i. J8? r COrnP,ubo* de madera lff. 'ves, fortes, e bem balandad;
Cannos de ferro, e port.. d'agtia para ditas, e serrilhas para rodil de madeira
Moendas mteiras com virgens muito fortes, e convenientes :
^.T^oTndTdo^^ C"aH-' ". ^ H -HuilbOe. dea^s ;
Paroes e b.cas para o caldo, crivos e porta de ferro para as fornalba.;
Alambiques de ferro, mo.nhos de mandioca, fonos para cozer farinha ;
Rodelas dentadas de todos os tamanhos para vapor, aga, cavallos oubois;
AgurlnSes, bronze e parafusos, arados, eixos e roda, para carrocas, forma* galvanizada! para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia com
que o norjram, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
lore desta provincia, epelofacto de mandar construir pessoalnente as suas obras as
aLtL!.Cre is fabricas d* Inglaterra, para onde elle faz yiagem annual para o dito fim,
assim como pela conhnaaco da sua fabrica em Pernambuco, pai a modificar o mechanis-
mo a Tontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero necessitar
i
Continua sob a mesma direccao do Ma- tt
noe de Mallos Teixeira Lima, professor
em homeopalhia. As consultas como d'an-
les. S
| Botica central homeopathica
? Do
i DR. SABINO 0, L PIMO-
^ ovos medicamenloshomcopathicos en-
q viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
j$ Estes medicamonlos preparados espe-
^ cialmente segundo as necessidades da ho-
q mcopathia no Brasil, vndese pelos pre-
$$ Qos conhecidos na botica central homeo-
^ palhica ra de Santo Amaro [Mundo No-
9 vo) n 6.
@@ @@@t@@
Attenco.
Os eTeilos antiepidemicos, que sao produzidos
pelas fumigares hygienicas de Guyton do Mor-
veau, sao efflcazes, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ullimcmenle. Os vaporas
que se elevara de urna formula desta fumigacao
bastara para desinfectar um espado de 340 ps
cbicos ; e de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Smith. O andaco que nos vecha de pr-
senle, tem ceifado muitas vidas, e conven que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram
Ootica n. 88, na ra Dircila. onde se acha ven-
dai quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, rcconheccndo estar a sua rasa MTec-
tada desta epidemia, pois quasi lodas as possoas
u-*ua f8m,,,a hayiam adoecido. rccc.rreu ao
abano assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salulares resullados : as
pessoas pois. em idnticas circunstancias, que
precisarem das desinfeccoes, o acharo sempre
prompto para mandar eltectuar a devida applica-
;o. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes pora conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approveitam, e previnem a invaso dasepide-
mias no interior das habitages ; assim como
de importante ulilidade a sua applicarSo as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado de pulrefar^ao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O prero de
2?>000.Jos da Rocha Paranhos.
COMPxtUHIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
lAftrjrj M WM.
CAPITAL
Cinto miUioes de li^as
esterlinas.
Saunders Brothers & 6." ten a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarioa de
:asas, e a guen nais convier, que esto plena-
mente autorisadoa pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertoa de telha e igualnente sobre os
objeetos que coutiveren os nesnos edificios
quer consista en nobilia ou em fazendas d
lualquor ahdade.
45Ra Direita45
De 5^000 a 6^000.
O propietario deste estabtlecimento
attendendo ao estado pouco Iisongeiro
da bolsa da maior parte da populaqao,
e animado por um sentimento philan-
tropico em prcl dos seus antigos fre-
guezes, tem a honra de offerecei-lhes
um resto de borzeguins de bezerro
lustre, cm muito bom estado, mediante
a retribuic^aq. cima.
Antonio Jos Ferrcira AIvcs, mudou
seu gebinete de consultas medicas-cirur-
gicas e operacoes para a ra do Queimado
n. d8, pnmciro andar, aonde poder ser
consultado at s 8 horas da manhaa e
das4s6 da larde Chamados a toda a
hora do da o da noite, sendo os pobres
tratados e atlendidos gratuitamente.
i
@@ef # @@ $'@@
w .t-reeneld rciira-se para a Europa.
Na botica da ra do Cabug se dir quem
lera para vender urna barcaca cm excellente es-
lado, a qualcarrega 200 saceos de assuear.
Ferros de engom-
mar econmicos
A 5$000 rs.
Aviso as engommadeiras.
Economa de tempo e le despeza reuni-
da a perfeico e facilidade do fra-
Imllio.
Os ferros de rngoirmar econmicos de Bless
& Drake, sloj lio brm conhecidos, e por todas
as parles em que sao usados, term recobido um
acolho tao favoravel, que os fabricanles se limi-
to ro a simplesmenle indiPar aqui algumas de
suas valiosas qualidades, sem mencionar os nu-
merosos louvores, que a imprensa e muitos par-
ticulares leem dirigido aos inventores de um lo
nlil, quo importante utencilio.
As vanlagens dos ferros de engommar econ-
micos e sua inconteslavel superioridade sobre os
antigos, se deprehendem das razes seguinles :
1." Os ferros econmicos tendo em si o appa-
relho qne os aquenta e que serve a conserva-Ios
sempre. no grao de calor que se quer, mediante
mui facis condic^des, fazem ganhar as engom-
madeiras o immenso lempo que as mesmas per-
dem, servindo-se dos amigos ferros, as conti-
nuadas mudancasque sao obligadas a fazer, na
limpeza e preparo dos meamos', no fogareiro. e
em mil outros accessorios inherentes ao vel'ho
syslema. A esta immensa vantagem deve ac-
errscentar-se que o engommado sahe nais per-
feito, mais claro e nais lustroso.
2. Um s ferro basla para cada engorama-
deira, no entretanto que dos antigos era neces-
sario ler um corto numero.
3. A despeza de cada un dcsles ferros, para
um dia do trabalho, nunca poder exceder a
80 ris.
4. O trabalho muilo mais fcil e agradavel
podendo effecluar-se em qualquer parle sen
nenor obstculo. O grave inconveniente do ex-
tremo calor produzido pelos fogareiros, sobretu-
do nos paizes quenles, desappareco conplela-
menle.
5 O perigo de incendios e diversos outros
nales, cena con o uso dos ferros econonicos.
6. Connodidade de transporte, solidez a du-
racao do ulencilio. Muitas outras vanlagens po-
denan ser citadas ; os fabricanles poren iulgam
nais acertado, de reconmendar as pessoas inte-
ressadas de experimentaren os ditos ferros, que
lSi mesn5 '"Harao nais alto, que ludo quanlo
en favor dos nesmos se poderia dizer.
nicos af
Carlos Leile _
amigamente atorro da Boa-Vis.
Pelojuizo de"orphaos desla cidade, esen
Guimarcs, tem de ir a pra^a, de renda por lem-
po de 6 annos, o engenho Dous Irmaos, silo em
Ierras de Apipuccs, scOindo do base para a ar-
remalac.o a renda annual de 5.7005C0. porque
se acha aclualmenle arrendado As eendicoes
com que vai a dita propriedade praca, achara-
se patentes no edilal e escripto de pra\a em mao
do porteiro ; bem como podem ser vistas no in-
ventario, pelo cartorio do dito escrivao. A praca
se eiTectuar Andas que sejam 3 audiencias ilo
mesmo juizo de orphaos, at o dia 29 do correle.
Attenco.
Acha-se justa e contratada a taberna de Do-
mingos Otlezo de Carvalhn, na povoaoao de Api-
pucos ; e se alguem se julgar com direilo a ella
enlenda-sc com Manoelda Cosa Rabello, no Ar-
raial, ou com Manuel Ribciro Feruandes, na ra
larga do Rosario.
SOCIEDADE
DAS
ARTES
ML( IIAMCAS E LIKERAFS
DE
PERNAMBUCO.
Por ordem do respectivo director, o Sr. Joa-
quira Borges Carneiro, sao convidados os socios
que esto atrasados no pagamento de suas men-
salidades, a se porem quites com a sociedade
al a primeira sessao ordinaiia do mez de junlio
prximo foluro, sob pena de serem eliminados os
que, sem justa causa allegada e provada peranle
a sociedade, menosprezarem o presente aviso.
Secretaria da sociedade das Artes Mechanicas
o Liberaes 25 de maio do 1860.
Targino Francisco de Mello.
Secretario.
Os Srs Antonio Cardoso de Mallos Sobri-
nho, Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Costa Guimaraes, Guimaraes & Alcofurado Joao
quim Pereira Arantes c Miguel Alvares de Abre-
Marinho, queiram apparecer na reparlit;ao do cor-
reio aflm de satisfazerem o porte de urnas carias
que vieram da secretaria de polica.
O abaixo assignado faz publico que $ se
responnbiiisa portoapris feilas cm seu uorce
aquellas que forem por bilhele du seu punho'
visto que tem pago dirersas conlas conlrahidas
por sua escrava Tl.eodora, que se acha fgida ho
4 das. Recifc 95 de maio de 1660.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Roga-se as autoridades policiaes e aos capilaes
de campo a apprehensao da preta escrava de no-
me Thcodora, natural do Maranho, estatura re-
gular, rosto comprido, com falla de um denle na
frente, lea, lera o andar pegado, a qual lem ha-
bilidadepara o servico de cosa : quem a pegar
leve ra Direita n. 112, loja de ferragens, ou
ra da Concordia, casa de slito junio ao desem-
bargador Guiaaaraes, que ser recompensado.
Na ra da Senzala Nova n. 30 ; nesle novo es-
tabelecimento preparam-se bandejas pelo gosto
de francos do imperio com os melhores doces
vendem-se amendoas coneiladas. papis poro"
sortes, o cento das mesmas a 2*. recebem-se en-
coramendasdep;io-de-16, bolo inglez, dito fran-
cez, dito imperial, pastis de todas as qualidades,
doce seceo e de caldas para a Ierra e exporlaro,
afiancando as boas qualidade/.
Custodio Jos Machado roga aos seus ere-
dores que segunda-feira 28 do correne queiram
tera bondade de comparecer em sua taberna as
2 horas da larde e com as suas contascorronlos.
No dia 23 do correle, das 4 para as 5 ho-
ras da manhaa perdeu se urna carteira com 190JS
e urna conla de 13(800, c alguns recibos : quem
a achou, querendo restituir, leve ao Recife, no
becco da Boia, bolequim n. 12, que ser bem re-
compensado, e se Ihe agradecer.
O abaixo assignado faz scienlo ao respeila-
vel corpo docommercio e ao publico em geral
que se acha justo c contralado com Justino da"
Silva Boavenlura. em comprar a taberna n. 12
sita na ruado Vigario ; Acando o veodedor rcs-
ponsavel pela divida activa da mencionada ta-
berna ; por isso faz o presente annuncio para
niuguem allegar ignorancia
Manoel Baplisla Barbosa.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos,
portuguez, para caixeiro : na ra do Rangel nu-
mero 6.
Aluga-se um armazem grande, sito na ra
da CruzdoBecife, proprio para qualquer eslabe-
lecimenlo: para mais informacoes, na ra da
C'uz n. 11.
Precisa-se de um criado para lodo o servi-
do de urna casa de familia, que d conhecimenlo
de sua conduela: na ra da Imperatriz n. AS,
segundo andar.
Precisa-se de urna ama para casa de um
rapaz solteiro, que saiba coznhar e engommar:
a tratar das 6 horas da manhaa e s mesmas da
darda por dianle : na ra da Senzala Yelha n. 10.
Attenco -^
Desappaieceu desde domingo 20 dt>
corrente, do armazem do Sr. Flix
Teixeira da Cunba na ra dos Gua-
rarapes, um burro dos ltimos che-
gado a bordo da barca francfza F-
garo, capitSo Lestic : portanto pede-se
a quem der alguns esclarec mi-utos a
respeiro do mesmo ou se souberem on-
de o mesmo e acba de se dirigir aoes-
agenles en "per"n"ambuco "Haymundo [crjptorio da ra do Trapiche n. 9 niif*
ite& Irno n. 10, ru. da Imper.tru I ^, _4,nprnil|mAn. H_____"" *' <\*
sera generosamente recompensado.


ll
AssiK'iaso Commercial
BeneBcenle.
A, dirrcciio, a requeriraeuto de alguna Srs. so-
cios, convoca a reuniho do assen^bla geral para,
o dia 29 do crtente ao meiodia.afm de se tra-
tar dos rucios- mais convenientes de remover as
diinculdades em que se acha o comraercio desta
praca pela falla de numerario.
Sala da Associaco Commereial Benefteento 26
de maiu de 1860.Antonio Marques de Amo-
Tim, presidente. Antonio Ignacio do Reg Me-
deiros, secretario.
ttoga-seaos Srs. davedortsa firma sacial
de Leile & Correia em liquidj^io, o obsequio
de Mandar saldar saui dbitos na loja da ra do
CMrmtdon. lf>.
DENTES ?
ARTIFICIADA. I
Rua estreita do Rosarlo n. 3$
Francisco Pinto Oiorio colloca denles ar-
tificiaes pelos JoussyslcmasVOLCANlTE, #
chapas de ouro ou platina, podendo ser
procurado na sobredita ra a qualquer &
n ora. i i ,

^mmmmm/nttffmm
Hl
DIAWO PK PgmmfBDCO. TCTCA FEM ig OtMlO Dft 1860.

confronte a matriz
da Boa-Vista.
Itecebem-se bixas de Hamburgo. vindas por
todos os vapores da Europa, as quaes tanto se
veudem como se alugam, amolarse todo ferro
co:tinle,bota-se ouvidos em armas de espoletas.

Dentista de Pars.

15Ra Nova15 5
Frederico Gautier. cirurgiao dentista,
faz todas as opcrac.es da suanrte e col- *
loca denles arliftcies, ludo com a supe- 8
rioridade c perfeicao que as pessoas en- ffi
tendidas Ihe recohecom. j>
Tem agua e pos dentifricios ele.
**r Afifl."itin.aiwB.iMMi. ppia^Mv* agaana >an?rani
rri'cisa-s*de orna preta boa lavadeira o
engommadeira : na casado Sr Feotn n. 42. na
ra da Cruz.
lESaiPTORIO DE ADYOCACIAS
X DOS BACIIAREIS
Cicero Odn Peregrino da Silva U
A 9
v
ctAurbliano Augusto P. de Camino.
6}
f
RA DO QUE1DIADO
Flores de cera
em cinco liyoes.
O artista Jos Ricaud, lecera-chcgado da cor-
te, ensina a fazer flores e [rucias de cera, borda-
dos em vidros com las : da licoes em casas par-
ticulares. O artista mora no hotel Franciaco, na
ra do Trapiche n. 5, o ir s casas d'onde (or
chamado; levando as amostras dos seus trabalhos
Na pharmacia n. 30 da ra do Livramento,
precisa-se fallar a negocio de urgencia com os
segjintes senhores :
Francisco Xavier da Rocha.
Andr de S Albuquerque. .
Manocl Alves Vianna.
Antonio Jos Gurjo, da Psrahiba.
AnUnio Pergenlino de Moracs Souza, de Ila-
marac.
Manoel Joaquim das Trovas Marinho, da Victoria.
Aluga-se urn sitio na ra do BemQca (Pas-
sngem da Magdalena) com urna grande casa de
metida, conlendo 2 salas, 4 quarlos, cozinha
fura, com terraco, senzala para pretos, cocheira
para 3 cavallos, cacimba com bomba, e 1 excel-
lente banheiro forrado de marmore ; a tratar na
Iravessa da Madre do Deo3 n. 14, das 9 horas da
manha ilo as 3 da tarde, com o abaixo assigna-
do.Molla Irmo.
Precisa-se de alguns
meninos para aprender o of-
ficio de marcineiro:na rui de
S. Faancisco confronte a igre-
ja artnazem que tem a offici-
na da parte de detraz.
Compras.
R.
liq
lis
]
do
va
I
sin
i) orzegnins inglezes, pro-
va (Tagua.
Pechincha sem igual.
3s rerdadeiros e j muilo conhecidos borze-
gu ios inglezes, prova d'agua, a tiradores de calos.
A 10$ o par, dioheiro a* vista.
Leito & Irmo, na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisam aos seus numerosos
fregueses, e ao publico em geral, que novamen-
to acabam de receber os afamados borzeguins in-
gl -zea, eque conlinuam a vender a 1UJ o par,
dii heiro vista. o melhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas que padecem de calos, por-
qu i usando os nao soffrem mais.
Pede-se toda attencao.
la loja d'aguia de ouro, na ra do Gabug n. 1
vende-se ludo por precos baralissimoa para
iidar, assim como seja : -
Fitas e franjas.
ij'ila de velludo de todas as larguras, aberlas e
s, do lindos padroes-
ranjas de seda de todas as larguras e de lin
gostos.
Ilutas de lae seda por prego que admira.
Hitas de linha para casaveque.
1 'tas de algodao para loalha e para cortinado.
raneas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
entes de tartaruga virados c lisos.
utos de massa virados a irailaco de tartaruga.
Hilos lisos para atar cabello.
1 >los de desembarazar cabello.
Para bales. i
fillas para fazer balocs, vendem-s
la, ou pega do 50 molhos a 6#.
.- Bicos.
lieos de seda de l idas as largurake lindos pa-
drees.
I i los de algodo.
eques muilo finos.
(apellas brancas para noiva.
(hapeozinhos para criando.
Hiquissiraos quadros para enfeile de sala, as-
como redomas com flores.
Vssim como perfumaras muitq Anas
e a 160 rs. a
e mais
idos que vista do freguez aV-se-ha lodo o Alporcas
FRIMF.IRO ANDAR.
= O l)r. Ignacio Firmo Xavier faz publico, que
nao obstante nao achar-se ainda completamente
restalmlecido do grave incomruodo do saude de :
que tora nccommcltido desde novembro do anno
passado, tem con) ludo destinado ernpregar algu-
mas horas em o exercicio de sua profissoo, para
o (no poiler ser procurado das 9 horas da ma-
nha s 3 da larde, no paleo do Carmo, sobrado
n. 9, primeiro andar ; e desta hora em dianle no
Cachangi. O raesmo dofftor havisa a seus fre-
guezos c a todas as pessoas que o quizerem hon-
rar, coufiando-lho seus docntes, que tem rcorga-
nisado a sua casa de saude, sita na Passagem da
Magdalena, enlre as pontes grande e a pequea
do Chora-menino, que alem de se adiar montada
fomotiienleraenle dispe de commodus para
mais de 10 docntes, segundo a calhegoria e se-
xos, pelo mais commodo proco, que na actuali-
dadi' so pode fazer. As pessoas livres rccolhidas
enfermarla pagaro a diana de 3$, c escravos
2J ; dando-so ninJa algum abalimento no caso
de '(un a molestia se prolongue por mais de un
mez. As pessoas que desejarem um tratamenlo
dislioeto pagaio na razo da despeza que fize-
rcm. Para Iratar, podem dirigir-se casa do pa-
teo do Carmo cima indicada, ou com o Sr. Jos
Firmo Xavier na dila casa.
Na ra larga do Rosario, taberna do Lemos
n. 33, compram-se30 travs de 32 a 36 palmos
do compndo, e de 9 a 10 pollegadas de face,
quina viva.
. Vendas.
m
> V. ^
UUr. Cosme de Sa'
v le volts de sua viagem instructi
vaiva a Europa continua no exer-
jas :cio de sua prolissio medica.
.T Da' consultas em seu escripto-
|\|i-io, no bairro do Recife, ra da^,
^Cruz n. 53, todos os das, menoi
SJ nos domingos, desde as (i liorasfi
5a t as 10 da manhaa, sobre osS
K| seguintei pontos :
j^j 1*. Molestias deolhos ;
Ig l*. Molestias de coraco e de
peito ;
, Molestias dos orgaos da gera-
co, e do anus ; ?.,
. Praticara' toda e qualquer^
operacao quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
s O exame das pessoas (pie o con-
vsultarem sera' feto indistincta-
! mente, e na ordem de suas en-^
yj t radas ;fazendoexcepcao os doen>N
i tesde olhos, ou aquellesque poj|J
motivojustoobtiverem boi a mar-8
a cada para este im. 9
A appcacao dealgnns medien^
mentos indispensaveis em variof
! casos, como o do sulfato de alio-
: pina etc.) sera'fetto.ou concedido
.gratuitamente. A confianca quei
sjJnelles deposita, a presteza de sua
^accao, e a necessidadeprompta
Sv| ie seuemprego; e' tudoquanto o
K^demove em beneficio de seus
J2S doentes.
NOVO DEPOSITO
I)E
Vcnde-se una meia mobilia de amarello
era bom oslado: na ra de Santa Thoreza n. 1.
A 3,000 rs.
A pello do couro de luslrc, que as lojas se
vende a 49500, e m duzia por menos alguma
cousa : no bazar pernambucano da ra do Impe-
rador.
Aniiiizem de fazendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Coborlas de chita, goslo chinez, muilo finas, a
preco de 2J.
Lencos de carabraia para algibeira a 2J a duzia.
Ciiias francezas miudinhas e muilo finas, co-
vado (pechincha) a 240 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca,
muilo bonitos, tendo 13 1(2 covados, por 2#.
Lencos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meiascruaspara menino do lodos os lmannos
Ditas brancas para meninas.
Chales de merino estampados a 2j500.
Alpaca preta, o cdvado a320 rs.
Bales para senhora a 6)).
Madapolo com pequeo defeifo a3j.
Algodo monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
Pecas de chita miudinha com 38 covados or
59800. K
Paletotsde brira de cores a 3j.
Ganga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos pretos o mais fino que ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 4#.
Madapolo fino a 6>.
Bramante de linho, vara a 2:J0O.
obj
DOgOClO
PotassadaKussia
E GAL DE LISBOA.
rj'o bem conhecido e acreditado deposito da
rui da Cadeia do Recife n. 12; hapara vender
asaa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e superior qualidade, assim como tambem
virgem em pedra: ludo or j>rec.os muilo
oaveis
L|)ja da boneca ra da Iuipe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixagde tintura para tin-
dez minutos, como
po
e c]
cal
ra;
os cabellos em
nbem tingem-se
qialquer bora.
na mesraa casa a
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e [orte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra
forrado de panno uno, e ludo bem arraniado :
para (aliar, com o Sr. James Crabtree 4 C. n
42, cua da Cruz.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacCes po-
dem testemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle flzeram tem seu corpo e mem-
bros ihteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratameutos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras marvilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dellas sao to sor prndenles que admiran; so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seug
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitacs, onde de viam soffrer a
amputacao 1 Dellas ha muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
suhmetterem i essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararam e,
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de mais autenti-
careis sua firmaliva.
Ninguem desesperara do estsdo de saude so
tivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratato que necessitasse a natureza do mai
cujo resultado seria prova rincontestavelmente :
Que ludo cura.
O unSuento he utll, mais particu-
lar uieute nos seguintes casos.
Inflammucao dabexiga.
da matrii
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraces ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Bilhetes,

Caimbras
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
"uresdecabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
.em geral.
Ditas do anus.
EruPSes e escorbti-
cas.
Eistulasno abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
I"chaies.
Inflammarao doflgado.
Vende-se este
GRANDE AliMAZEM
DE
GRANDE SORTIMENTO
DE
Fazendas e obras feitas.
luoja
NA
e armaiem
DE
Uado Imperador, confronte
ao oitao do deposito dogaz.
Borott & C alteniendo a que os senhores con-
sumidores de gelosao pela maior parle residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariam com grande difficuldade se este s-
tabelecimenlo eslivesse collocndo no bairro do
Recife, poderam encontrar na ra do Imperador,
'Confronto ao oilo do deposito do gaz, um arma-'
zom com os proporcoes exigidas para deposito'
deste genero, o qual estar aberto concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nha s 6 da Tarde do dia 3 do correnle em
Madama Appolinc
& Roussel, primeira coslureira da casa de
C- Mrfama Millocheau, lem a honra de par-
licipar ao respeilavel publico, que se acha
prompta para salisfazer a qualquer eD- W
commenda concernente a sua arle, assim #
como ricos vestidos para casamento, bai-
U> e soire, feilos a ultima moda, e ptima #
perfoiQao : as pessoas que de seu presumo @
se quizerem ulilisar, podem dirigir-se
ma da Imperalrii n. 11, primeiro andar S
C1SA LISO-BRASLFJRA,
% Golden Square, Londres.
3. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellenles ac-
commodacoes para muilo maior numero de hos-
pedesde' novo so recommenda ao favor e lem-
branca dos seas amigos e dos Srs. viajantes que
viaitem osla captol; continua a prestar- Ihesseus
*riT5* e bon8 oQciOI guiando-os em todas as
ni i?aeJJ/eci.8em conhecimento pratico do
r; v.^ -iStaarass,.*do ian ,iu-se
[Roupa feitaj
Ra Nova n. 49, junto
aigrejada Conceigdo dos\
Militares.
Neste armazem encontrar o publico <
um grande e variado sortimento de rou- <
pas feitas, como sejam casacas, sobreca- !
sacas, gndolas, fraques, e paletots de i
panno fino prelo e de cores, palelots e <
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina pretos e de cores, paletols e sobre- I
casacos de seda ecasemira de cores, cal- '
cas de casemira preta e de cores, ditas de i
merino, de princeza, do brim de linho!
branco e de cores, de fuslo e riscados,
calcas de algodao, collete3 de velludo
preto e de cores, ditos de selim preto e
branco, ditos de gorgurSo ecasemira, di-
tos de fustes e brins, fardamenlos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulos e camisas francezas, chapeos e
grvalas, grande sortimento de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando so comprador algumas das roupas
feitas se apromptaro outras agosto do
comprador dando-se no da convencio-
! nado. .
Cabriolet
Vende-se um cabriolet uovo e moderno com
seus arreios : na ra do Hispicio n. 81.
Na ra das Cruzcs, taberna n. 42, junto ao
sobrado do Sr. Figueiroa, vende-se manteiga
a mais superior que lera vindo a este mercado.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
a

Ges &Bast9 J
Narudo Queimad).n.
46, frente amarella.
J Completo e grande sortimento deca-
cas de casemira decores b prctas a 8tf,
i 9J, 108 o 128, ditos das mesmas casemi-
ras a 7, 88 e9|. ditos dolbrim trancado
i branco muito fino a 5g, Cs e 78 dito's de
| cores a 3$, 3S500, 4$ e 58, ditos de me-
ri de cordo para luto a 5$, colleles de
csemiraspretas, ditos do lilas de cores,
> dilos_degorgurao pretos e le cores a 5g,
68 e 78, ricas casacas de pa nnos muilo li-
nos a 35$ e 408. sobrecasacas dos mesmos
pannos a 288. 30,i e 35g, poletots dos mes-
mos pannos a 22$ e 218, laletots saceos
de casemira modelo ingle? 108, ditos de
casemira mesclado muito Cno de apurado
gusto 158 e 168, ditos sobncasa das mes-
mas cores a 18 e 20,$, ditos sobre de al-
paca prU fina a 78 e 88, dit03 saceos a
48^ ditos de fustao branco 8 de cores a 48,
48500 e 58, ditos de brim pardo muo
superior 48500, camisas pa.-a menino de
lodos os lmannos a 26$00ia duzia, meia3
do todas os lamanhoa para menino c rae-
ninas, palitols de lodos ts taannos e
qualidades para os mesmos, colleles de
brim branco a 3g500 e 48.1 ricos colletes
I villudo preto bordado o de cores diver-
sas o por diversos precos, ricos coberto-
res de fuslo archoado para cama a 68,
colarinha de linho a peer a 68500adu-
zia, assim como temos i recebido para
dentro deste eslabelccim^nlo um comple-
to sortimento de fazendas de goslo para
senhoras, vestimentas modernas para me-
nino e meninas de qualrq a seis annos e
ludo vendemos por precos razoaveis. As-
sim como neste estabalcimento manda-
se apromptar cora presteza todas as qua-
lidades de obras relativo a officina de al-
faiate sendo isto com lodo gosto o asseio.
mmmm mam mswimswii
Vende-se ura solo, no qual se achara edii-
(ados 260 e lanas casas que pagara foro ao don0
o mesrao, no bairro do Santo Antonio, fregue"
ia de S. Jos nesta cidade, que comprohende
ra de Santa Cecilia, pelo lado do sul, toda a
ua doNogueira e Acouguinho, pelo lado do nor-
e, Santa Rila, S. Jos, Assu'mpcao, e por Iraz
i o Santa Rita : os pretendentes podem entender-
se cora o abaixo assignado, que dar todo3 os es-
:larecimentos o Ihes apresentar os ttulos e o
ivro do tombo, para verem c ajustarem ; assim
:omo pedo aos dovedores de foros das mesmas
.asas, que venhara solver seus dbitos era casa
lo abaixo assignado, na ra nova dos Pires mi-
nero 30.Manoel Gomes Viegas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Despacha.
Ven le-se a 800 rs., cada bocetinha contm
umafhstrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
narabuco.
Pennas de a$o inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, deGuedes A Goncalves, a3 verdadeiras pennas
I de ac inglezas. mandadas fabricar pelo profes-
isordecalygripiua Guilherme Sculy, pelo mdico
I preco de 18500 a caixa.
Na roa Direila n. 61, loja de chapeos, de Bea-
to de Barros Peij, vendem-se bilhetes da lote-
ra da provincia por conta do Sr. thesoureiro.
Er casa de Soulhall Mellors 4 C, ruado
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes artigos:
Chumbo de municao sortido.
Pregos de todas as aualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungarian em barris.
Dito de Mosclle em caixas.
Coguac era caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prata, patente e chronomo-
tros, cobertos e descobcrlos (bem acreditados}.
Trancelins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sorlidos em latas pequeas.
FUNDiaOLOW MOW-,
Ra da Senzala Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimentode moendas emeias moen-
das para enSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
dar dto.
LOJA l>0 VAPOR-
Grande e variado sorlfmento de calcado fran-
cez, roupa feila, raiudezas finas c perfumaras
ludo por menos do que era outras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEMAMEDICd DEOLLOWAY.
PILLAS HOLLWOYA.
Este inestimayel especifico, composto intelra-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramente innocente em suas operagoes e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e lenazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso: conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
eflicazes efleitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes encrmidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Conyulses.
Debilidade ou extenia-
co.
Deoilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
-nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeiraidades no ventre.
Ditas no figado.
Chapeos de castor preto
e braneos*
Na ra do Queimado n. 87, vendem-se os me-
Ihores chapes de castor.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos franceses de superior qua-
lidade a 650o, 7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7, 9 e 10$. ditos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 6 e 7. ditos do chile a
38500, 5, 6, 8,10 e 12, ditos-de fellro em gran-
de sortimento, tanto era cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 2*500 a i$ di-
tos de gorgurao com aba do couro de lustre', di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
aera ella a 48. ditos de p'alha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conta, bonetes
francezes eda trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muito em conta e do melhor goslo possivel
chapeos de soda, dilos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objeclos que os senhores freguezes, vis-
ta do prero e da qualidade da fazenda, nao dei-
xario de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direila n. 61, de B. deB. Peij.
Engenho.
$ Vende-se o engenho Santa Liizia.eito na*
freguezia de S. Lourenco da Malla, enlre
9 os engenhosPenedo de Baixoc Penedo de A
^ Cima : trata-so no mesmo engenho ou no >
en?enho Mussambique com Felisbino de ib
Carvalho Rapozo. ^.>
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto intermtente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Iudigi'Stoes.
Inflummardes.
Ir r eg u laridades
menstruSfo.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retencao deourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Relogios
Suissos.
Em casade SchaQeiln&C, ruada Cruz n.
38. vende-se um grande e variado sorliraeuto de
relogios de algibeira horisontaes, patentes, chro-
nomelros, meios chronometros, de ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por procos razoaveis.
RELOGIOS.

Vende-se
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas,
Biscoutos.
Em casa de Arkwight 4 C, ra da
Cruz n. 61.
Na loja do miunezas de Hilarioo Soares da
S.lveira, na ra Direila n. 86.. junto a botica do
ln*..rf.n..n'-' Te"dem-se rescas.e verdadeiras
luvas de pellica a 2 o par.
Vende-se um moleque de bonita flzura
bolee.ro, da id.de 10 annoV Proprio para p.gem
urna escrava de idade de 30 annos, uma dila da
mesroa idade, asim como 1 Blhos, sendo J-pjo-
lequinho de 5 annos, poueo mais ou menos, e 1
molequinha de 1 1[2 annos, o uma cabocliaha de
idade de 6 annos, pouco mais ou menos: ua
iratessa do Carmo n. 12.
Irtigos para luio.
Chapelinas pretas e mais objeclos pro-
prios de luto para homem e senhora.vcn-
de-se na ra Nova n. 45
^ LOJA DE-MARMORE.
ao p do arco de Santo
Antonio,
:hegou um rico e completo sortimento de bicos
3 rendas, tanto largas como eslreilas, que se
vendera por preco commodo.
Vende-se. no termo do Porto Calvo, o en-
;enlio Espirito Santo, novo c todo de malas, bom
l'agua, distante do embarque uma e meia legoa,
aminho lodo plano, o engenho lem proporcoes
nara safrejar 2,000 pes annoalmente, tem a pe-
as uma aafra, suas obras muilo bem feilas; ven-
ia a dinheiro ou em troca de predios nesta pra-
:, ou mesrao com parle vista e o mais em le-
tra com garanta aqui a contento do vendedor :
qtiem quizer, dirija-se a ra do Livramento n.
26, a tratar com o seu proprietario Manoel Buar-
que Macedo Lima.
FiZElAS B IRITIS
Augusto k Perdiga,
com loja na ra da Cadeia do Recife n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabam de sor-
lirseu novo estabelecimento com fazendas de
gosto, finas, e inferiores, para vender pelos pre-
gos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a relalho, se vendero por urn preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
uma vez que sejam pagas a vista.
Nesle estabelecimento se encontrar Sempre
: um sortimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Ditos de la e seda o duas saias.
Ditos de larlatana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezasdc gorgurao de seda pretas.
Cinturoes para senhora.
Esparlilhoscora molas ou clcheles.
Enfeilcs de vidrillio ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de bailo para senhora c meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Penles de tartaruga dos melhoresgostos.
Perfumaras de Lubin c outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaples de cores.
Chilas escuras fnncezas e inglezas
Gilas e manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodao para meniuo.
Algodo de todas as qualidades.
Lencos de labyrinlho para prsenles.
Gollas de crochel para menino.
Vestidos de rhn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Calcas do casemira pretas e de cores.
Colletes de seda idera idem.
Dit.os de fuslo.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de differeules qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Mellier e outros fabricantes para
homem.
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha.
Camisas de flanella
Chapeos de todas as qualidades para homem,
Senhora c enancas.
Corles de vestidos braneos de blonde com ca-
pella e manta.
Didos de vislidos braneos de seda para casa-
mentos
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-sc :
Camlieiros de lato de Lisboa.
Lazarinas e clavinotes.
Lona larga de superior qualidide.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Bosarios endados com perfeigo.
Perras de a$o para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de construido, de lodo3 os
tamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguezas muito finas.
Bal anca de novo modello para pesar 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de jalao para engommar.
Esporas, brides o estribos do metal do principo.
Ricas fcixadnras francezas para poetas com
boloes de vidro
Paes de ferro de lodos os tamanhos.
Ricos paiiteiros e lintairos de metal prateados.
Linhas do catreteis de 100 jardas do autor Ale-
Cera em velas de Lisboa.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na luja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada uma
dellas, conten uma inslrucgo em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas. >
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
namb c.i.
CALQADO
Grande sortimento.
45Ra Direita--4S
Vende-se em casa de Saunders Brothers A
C., praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por presos commodos,
e tambem trancr.llins e cadeias para os mesmos,
deexcellente osto.
Ra do Queimado n. 57.
A 30S cortes de veslidos de seda quecustaram
60; alicortes de vestidos de phantasia que
cuslaram30; a 8J chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
SAMO
do deposito geral do Rio
com Tasso & Irmos.
de Janeiro: a tratar
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe^
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. O.s'OOO
Ditos (lustree bezerro)..... 7<|000
Borzeguins arranca tocos. 7#000
Ditos econmicos....... 6#000
Sapa toes de bater (lustre). 5#000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5/jfOOO
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4#500
Borzeguins par a meninas (for-
tissimos)..........4#O00
Eum perfeito sortimento de todo cal-
cado edaquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros,.marroques, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso:
De 49 e 53.
Na ra Direita n.'45.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso 4 Irmaos.
Milho
oos armazens da Tasso Irmos.
Tacnas para engenho
Fundico de ferro e bronze
M
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
-- Em ca?a de N. O. Bieber & C,
successores vende-te :
Brilliantes de todas as dimensGes..
AlgodSozinho da Baha.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ditas em barris.
Vinho xerezem dito.
Champagne da mu acreditada marca
Barre C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac de Mlao.
Lonas, brinsCe? e brins para vella. ,
Attencao.

Vndese a arrnocao da loja da ra Direita, boa
para qualquer negocio ; sendo toda forrada e en-
vidracada : a tratar na mesroa loja na ra Direila
o. 13, ou na mesma ra n. 11.
i
1MI
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez ; emeasa de
Soulhall Mellors & C>
A 320 RS.
a libra
de oplirao presunto, proprio para fiambre.
A200rs. a libra
de amendoas do casca mole muito novas.
A160 rs. a libra
de cevadinha muito boa, recentemente chegada
A 1#500
o par de botinas para senhora, calcado prefer vel
ao de Franga, pelo preco e a qualidade : no ba-
zar pernambucano da ra do Imperador.
Vende-se.
Na ra Nova de Santa Rita, serrara
de Ignacio Bento de Loyola, vende-se
por preco commodo, um sortimento
completo de taboas de amarello, louro,
sedro.etc, e armac.o'es de camas de ven-
to, bem feitas, e de boa madeira
2|500.
0
Seguro contra Fogo
COMPANIIIA
I
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
Vende-se
Formas de ferro para I
purgar assucar.
Estanto em barra.
Verniz copal.
Vinhos finos de Moselle.
Enchadas de ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composiQo.
Lona ingleza: no arma- f
zemdeC.J. Astley & C.%
Cocos italianos
de folba de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
durem quatrodos nostosa 400 rs. um
e 4$ uma duzia : na ra Direita n. 47,
loja de funileiro.
.
-


DIARIO DE PERNAMBJUCOx TERCA PtfR 29 DB MAIO DE 1860.

DE
-largo da Pesaba-
Manteiga perfectamente flor a 800 rs. a libr, e em barril se far mais algum batimento.
QueljosmuiVo hoyos
*f W0 rs. e em caixa se far mais algum abatimeut nicamente no armazem Trogresso.
A.mcixas frau.cez.as
p!?,1VJ' flha e camPleirasde vidro a 900rs., e em porgo se far algum aba|im*QU so no
Carloes de ooUnuos
mmto noros proprios para mimos a 500 rs., e em porgo se far algum abatimentos no Progresso.
Figos de comadre
emeaixinhas elegantemente enfeitadase oroDrias para mimoss no Trogresso ecom avista se far
um prego commodo.
Latas de soda
cora 2 1|2libras do diUercntes qualidadesa 1*600 rs.,nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vndese nicamente no armazem Progresso
ttolae\\iY\ia iiiglea .
muilo nova a 320 rs. a libra e barrica 4$\ uniamente no Progresso.
Potes Yidvados
da la 8 libras propriaspara manteiga ou oulroqualquer liquido de 400 a 1&20O rs. cada um.se
no Progresso. i t i
Chocolate rancei
a 13 a libra.assiro como vendem-se os soguinles gneros ludoreccntemcnle chegado c desuperio-
res qualladas, presuntos a 480 rs. a libra, chouriga muito nova, marmeladado mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maja de tomate, pera secca, pas=as, fructas em calda, amendoos, nozes, frascos
com amendoascoberlas, confoilos, paslilhas de variasqualidades, vinagre branco Bordcaux proprio
para conservas, charutos dos molliorcs fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
ma muilo fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spennucole barato, licores francezes muilo linos, marrasquino de zara, azeile doce purilicado, azei
lonas multo novas, banha de porco refinado e outros muilo gneros que oncontraro tendentes
nvilhados. por isso promelcm os propriotarios venderem por multo menos do que oulro qualquer
prometer mais tambera servirem aquellas pessoas que mandarein poroulras pouco praticas como
se vtessatn pessoalmonle ; rogam lambem a lodos os sonhores de engenho e seuhores lavradores
qiuirara maridarsuas eucommendas no armazem Progresso que se lhes afanca a boa qualidadee
o acondiciouamcnto.
Verdadeira goma de mataTana
a 400 ra. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhalos para denles a 200 rs. o mago ata 20 raacinhos, s no Progresso.
Cha Uysoii. perilla c preto .
os melhores que ba no mercado de li>600a 250O a libra, s no Progresso.
Passas em caixiulias de 8 libras
as mais novas que lem vindo ao nosso mercado pelo diminuto proco de 28560, s no Progrosso.
Macas em caixinhas de 8 libras
comando 405 qualidades pevide, grao de bico, eslrrlinha.alelria branca o amarella e paslilbas de
mac^t, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Clvou vi cas c palos
a? mais novas que lem vindo ao mercado,s u Progresso, aQancando-se a boa qualidade e a visla,
es far um proco commodo.
ATTENCM.
Vende-so bichas do Hara b org o por 50$ a 259
o cenlo ; na ra da Crul n. 51, primeiro andar.
sala de
pata 1
hnttoi
iarbeiro.
Arados americanos e machinas
ivar roupa: em casa de. S. P. Jo-
i & C. ra da Seazala n. 4&.
Vinlio de Bordeau\.
Era c. sa de Kalkmann Irmos d'C, ra da
Cruz n. 10. enconlra-se o deposito das bem co-
ntiendas marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos ira. Oldekop Mareilhac & C, enf Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
D 3 Brandeaburg frres.
SI. Estiph.
SI. Julijsn.
Margauji.
LaroseJ
ChlcaJ Lovill,
Chulear. Hargaiix.
D(> Oldekop SI. Juljen.
St. Julen Mdoc.
Chatea-li Loville. | .
m
i?)

DO
P. A. Lobo Hoscoso*
DDDIIBO 9MLWM S f KlJSJXDl.
S RUA DA GLORIA, CASA IlOFCNftlO 3
Clnica por ambos os systemas.
Seus proprietarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico era geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido eslabelcimento a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos, rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes, guin-
chos e bombas, rodas, rodetes, aguilhes e boceas para fornalha, machinas para amassat man-
dioca e para descarocar algodo, prencas para mandioca e oleo de ricini, porles gradaria, co-
mnas e moinhos de vento, arados, culliva.loies, pontes, -aldeiras e tanaues, boias, alvarengas.
tes e todas as obras de machinismo. Executa-se qualquer obra soja qual fr sua natureza pelos
es -nhos ou moldes que para tal fim forem apresenlados. Recebem-se encommendas neste esla-
Deleciinenlo na ra do Brjim n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro do eslabelcimento Jos Joaquim da Costa Pereira. com quem os pretndante* se podem
ntonder para qualquer obra.
Rua Nova n. 32.
Thom Lopes de Sena, dono da amiga loja que
era desuasogra Madanic Theard, neste eslabel-
cimento constantemente recebe-se em direilura
de franca bons soriimentos de objectos de moda,
como sejara, chapeos de velludo e de seda de
cores para senhora, dilos de palha de Italia, di-
tos de ditos amazona, chapeos pretos para Inlo,
dilos de velludo e de seda de coros para meninos
e meninas, dilos para bapl-sados. gorras de vel-
ludo e de seda para menino, pentes de tartaruga
para senhora, dilos muito modernos com vidri-
lhos, alineles dourados e com madreperola para
segurar enfeiles de cabeca, ditos pretos com vi-1
drillio, ditos para segurar chapeo, tocados paral
os mesmos, enfetlesde cabeca de dilTorcntcs qua-j
Jidadcs, manteletes e capas de grosdenaples,;
guarnecidas com bicos de guipure. guarniro de [
massabu para vestidos de baile, ditas de bolocs
para os mesmos, espartilhos do mola com carre-
leis, dilos de enfiar, capucho Mara Sluard para
sahida de baile ou thoalro. filas e franjas de se-
da de todas as qua!idade3, fitas de velludo bor-
dadas, cinleiros de borracha muito modernos pa-
la senhora, botes pretos com borllas para ca-
saveque ; na mesma casa recebem-se figurinos
lodos os mezes, e fazem-se vestidos da ultima
moda, vestuario para menino se baptisar, e ludo
mais quanlo perlence ao toilcl de urna senhora.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praga do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimenle
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
nuilo proprios para este clima.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4$ cada
um : na ra do Queimado n.37, loja d,e4 portas.
mesma casa ha
vencer:
Sherry em barris.
em barris.
em barris. qualidade fina
em caixas qualidade inferior.
Madeir.
Cognac
Cognac
Cerveia
Brag
da ra
do tac
acredit
para
branca.
Tachas e moen
a
i Silva & C, tem sempre no seu deposito
ia Moeda n. 3 A, um grande soitimjjnto
lase moendas para engenho, da multo
ido fabricante Edwin Maw : a l: atar no
mesmo deposito ou na ra do Trapiche i 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de a
Na ma do Queimado n. 2, loja do
vendeui-se pecas de algodo encorpad
as
>0
man
mu
ana.
reguica,
, largo,
com pequeo loque de avaria a.2J1500 cfda urna.
Aos
Na r ia do Queimado n. 2, loja do rreguica,
vender i-se chitas de cores fixas bastante escu-
ras, pe o baralissimo prego de 6$ a peca, e 160
rs. o ovado.
C irne de vaceta salgada, em barris de 200
libras : em casa deasso Irmios
amantes da economa
Oleado
cores.
VenJ
possi
por pr
de cha,
Ru
Ven
quetas
glezes,
as in
montad
os. e
N
junio a
ferrage
de zincj
minulo,
em-se oleados decores os mais finos que
.el-uesle genero, e de diversas larguras,
>co commodo : na ra Direila n. 61, loja
eos de B. de B. Fcij,
cese d
casa d
n. 3 .
horas,
outras
i ? Dr,,^bo Hoscoso da consultas todos os das pela manha e de tarde depois de 4
contrata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou
^propneaades ruraes.
DnP, gencia a ouira qualquer hora do da ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
o darua e o numero da casa.
AmiBfljyg Ao piula
Vende-se urna porcao de aoimaesde
roda, por preco commodo, a dinheiro
ou a prazo : rra esqafna da ra Bella
n. 35.
CAL DB LISBOA.
nova e muilo bem acondicionada : na ra da Cn-
deis do Recifen. 38, primeiro andar
pessoa,
iuJ! v?u SSKra Sp i ete' b0U? Sr- Joao Sunn C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
ogueira ae bouza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
melhores medica-
e os
------------------r-----,. ponte velha.
essa loja e na casa do annnnciante achar-se-ua constantement
aeniosnomeopaihicos ja bem conhecidos^ pelos pregos seguintes:
Botica de 12 tubos granRs,..........10SOOO
Dilos de 24 ditos.
15$000
Ditos de 36 aitos....... enSnqil
Dito de 48 ditos.......... 5S000
Ditos de 60 ditos.........\ '. '. \ \ 0$00
1 ubosavulsos cada um..........^ 1S000
Frascos de tincturas. .......,*.".*.*." 2|000
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr trduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. ele............ 20*000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 103000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6g000
DE
wimtmmk i mutua u sitii
Sita na rua Imperial A. 118 e 120 janto a fabrica de sabo.
fc
Vende-se por mdico pre;o, urna armacTi dc
taberna: a tratar na praca da Indcpcn acucia
n. 26.
Amendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S, Joao e S. Pedro e
tambem pora presea tes a 2| o frasco,
vende-se na loja de Leite & Irmao, rua
daCadeia do Recife n. 48.
VeBde-se e rclalha-se em pedsros de 100"
palmos de frente, mais au menos, a vontade do
comprador, cora 250 palmos de fundo, chaos pro-
prios, o sitio que foi do Brilo, na rua Imperial,
com a frente para o nascente, e por isso muilo
fresca morada, e muito agradavel para constrnr-
co de ptimas casas, alera da commodidade do
carrelo do material para o fabrico das mesmas
casas, pela proximidade de dous portos de mar
para desembarque : os prelendentes dirijamse
a mesma rua Imperial ao seu pioprietario Anto-
nio da Silva Gusmao.
Lotera da provincia.
Na loja da praca da Independencia n. 22 e nns
mais do coslume icham-se venda os bilheles,
meiosequarlos du quarta parle da quarla lotera
do Gymuasio, garautidos por
Santos Vieira.
Preciso,
Vende-se urna escrava boa cozinheira o qui-
landcira, idade 36 annos por 780*, 3 ditas e 3
bonitos eseravos por commodo preco, 2 cscravns
muilo baratos : na rua das Aguas Verdes n. 46.
DE
Escrayos fgidos.
Escravo futido.
idaSenzala Novan. 42
e-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
de lustre para carros, sellins e silhoes in-
candeeiros e caslieacs bronzeados, lo-
lezas, fio de vela, chicote para carros, e
ia, arrcios para carro de um e dous caval-
elngios d'ouro patente inslezes
a fabrica de caldeireiro da rua Imperial,
fabrica de sabo, e na rua Nova, loja de
as n. 37, ha urna grande porc.no de follias
o, ja preparada para telhados, e pelo di-
preco de 140 is. a libra.
/* nde-se superior linha de algodo, bran-
o cores, em novello, para costura: em
Seulhall MellorJi C, rua do
Sebastio J. da Silva dirigida pop Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre prompios alambiques de cobre de differentes dimences
(de 300 a 3:000) simples e dobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios contins
para resillar e destilar espinlos com graduaQo at 40 graos (pela graduacao de Sellon Cartier) dos
?:*ZSZa^$ 5!^^^ SSS%JSSS I deNcaasnae 28 *" ^^ r^0 fcto
de bronze de ioda as dira^nces e fei,iosPpara alambiques. lanques ele? "para fu sos" de TonzTe \ ^o 15.^018.' mJSTtJtlSS'
ferro para rodas d'agua.portas para fornalhas e envos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas !, eroforcado. bnnil naui
as dimences para encmenlos camas de ferro com armacao e sem ella, fugoes de ferro potoveis e I bons dente falla bem ffl.
econmicos, lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras, cocos ic d'onde
para engenho, folha de Flandres, chumbo em lencole barra, zinco era lengol e barra, lsnces e
arroellas de cobre, lenccs de ferro a lato,ferro sueeia inglezde todas as diraensoes, safras, tornos
e folies para ferreiros ele, e outros muitosartigos por menos preco do que em ouira qualquer
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeioo ja conliecida
e para commodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua confianza, acha-
ro na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encomendas.
bocea pequea, e
escuro) filho do
veio, pouco mais ou menos, a um
anno, levou com sigo nlgunia roupa, consislindo
em cairas de brim trancado branco, de algodao
mesclado, camisas de niadapolao, de algodao ris-
cado, jaquea de panno fino azul, grvala rola,
chapeo de fellro fino, Icr clara, cosluma andar
calcado, iolitula-so forro, salla muio bf ni, pois
leudo sido duasvezes apprehendido, tem se eva-
dido, consta ter urna amafia mulata, raulher for-
ra, com quem esteve na Boa-Vista, e sonde foi
apprehendido. esleve trabalhando em Sanio A-
rellorce, membro da sociedade de horlic.ltu- ?,adr,: A' 'i "Pr^honecr e levar i ruada
ra de Taris, estando para se retirar para a Furo- Cade'3 d RcC'fe n" 50' Mi "compensado
pa no primeiro vapor, vender de hoje em diante | !)0$000 I)E dl V I'{['[{ {( ,(
nado fortimenlo de plantas, flores, par-i i.-lloin ria r An c ', V .,
220 rs. o corado, corles de Viseado imitando al- i "* e fmeteiras d.versas. com grande aba.i- ugI da fasa dc seu SP,lll0r no 0,a "!
paca com 13 12 covados a2S, coberla a chine- Il ul de l're : na ra do Cabug n. 3 A.
a de chita muilo fina a 2, pegas de chita de co-
res fixas, muilo boa fazenda, tendo 38 covados,
a 5a80O, ganga franceza para caira e palclois a
500 rs. o covado, lencos de carobraia brancos pa-
\ltencao.
ar
Plantas e llores diversas.
Rua do Queimado n. 19,
mazeiii de fazemlas.
Chitas francezes fina? de padroes miudinhos a i_?eu var,iai10 fortimenlo de plantas, flores, par-.
Marmelada.
6, ha maimelado superior a
Na r ia Direila n
640 a I bra.
Torres : ra algibeira a 29 a duzia, algpdo com 8 palmos |
a 600 rs. a vara, um resto de algodo superior a
2jf500 a peta com pequeo defeilo, idem de ihi- !
ta fina franceza a 180 rs. o covado, chales de
merino eslampados a 2ft500, brim de linho de j
quadriiihos a 500 rs. o covado, bales a 5jj, lcn- i
eos paia meninos a. 80 rs. cada um. sorlimcnlo
de mejus para meninos e meninas, fil de linho
fino Farello, cebla e fcijo.
Farelo novo o melhor que tem vindo ao merca- ; Ihelados, foi
Rua do Codorniz n. 8'
Venle-se feiio ajnarello, saceos de 30 caias
por 10 sOOO. I
Milhp, saceos grandes, por 4*000.
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
dje algodao.
ina a vendtr-se, no largo da Assembla,
m n. 9.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armazens de Tasso
Irmos.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos pretos dc seda,
Ditos brancos e pretos de algodo.
Luvas pretas de torzal.
Cintos elsticos.
Linhas dc algodao em novellos : vendem-so
por precos commodos, em casa de SouthallMel-
lors & C, rua do Traoiche n..38.
i Attencao. 1
Armazem de fazendas
&
NA
Rua do Queimado n. 19.|
55 Chita franceza .fina escura de padroes \
@ miudinhos pelo baratissimo preco de 220 6
@ rs. o covado, a ellas anles que se acabem,
pois o prego e a qualidade convida a
@ comprar
f
Milho e farello.
Vende-se milho a 48 o sacco em porco 3}800,
em cuia240 rs., farello a 5g o sacco ; a traves-
a do patoo do .Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello com oilo para a rua da Florentina.
Guita-perda.
fArligos para invern de guita-percha
ou borracha, vende-se na rua Nova n. 45
rS- LOJA DE MARMORE.
Vendem-se excellentes
cadeiras de balauco america-
nas com assento de palhioha:
no armazem de Bfatheus Aus-
tin & C, rua do Trapiche nu-
mero 36.
Agua de flor de laranja.
Agua de flor de laranja de muit J>oa qualida-
de, pelo baratissimo preco de 500 rs. o frasco.
Seda frxa para bordar.
Vende-se oro rkosorlimenio de seda frdxa pa-
ra bordar a 120 rs. cada miadinha, aendo ores
mu booitis
Fazendas porbaixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 1.
Ainda restam alguraas fazendas para c onclui
a liquidacao da firma de Leite& Correia, asquaes
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seguintes: .
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Biscados francezosde cores xas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padroes, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 i.
Brim trancado branco de linho muilo bom, va-
ra, a 1^000.
Corles de calca do -meia casemira a 2J.
Ditos de dita de casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3# o 4.
Meias de cores. Unas, para homem, duzia a
18800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas Anas para senhora a 3.
Ditas ditas muito finas a 4J.
Ditas cruas finas para homem a 4$.
Cortes de colletcsde gorguro de seda a 2j>.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 48.
Chales de la e seda, grandes, um 2.
Grosdenaple preto de 1J60O a 2.
Seda prela lavrada para vestido a 1J600 e 2g
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16.
Lencos de chita a 100 ra.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, ngindo seda, covado
ra 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2j}500.
Toslhas de linho para mesa a 2* e 4*.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vesl,doJLbrancos boi"dados para baptisar crian-
zas a 5J000. *
Cortes de caiga do casemira preta a 6.
Chales de merino com franja de seda a 5.
Cortes de caiga de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para vestido de monlaria, cova-
do, 19280.
Lengos brancos.de cambraia, duzia, a 2$.
Vende-se farinha de milho em
barricas, muito nova, chegada pelo ul-
timo navio vindo da America: no ar-
mazem de Matheus Aus'n & C, rua da
Seniala Velha n. 106.
Brim trancado de linho,
todo preto.
A melhor fazenda neste genero que tem vindo
a este mercado, por ser muito superior e nao
desboUr: vende-se nicamente na rua da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Leite & Irmao.
Conl
armazc
Nal
Calcado francez barato.
cjja de Burle Jnior & Ma'rtins, rua
do CabuRa'n. 16-
ao iinnuga
Botinas de lustre para homem dos me-
lhores fabricantes
Ditas i e bezerro e panno
Ditas (e lustre para senhora
Ditas lodos de duraque preto sem sallo
para senhora
Dilas e setim branco para senhora
Ditas 'le lustre sem sillo para meninas
Sapatc,es inglezes de vaqueta
Ditos .le lustre cora borracha na frente
Ditos <|lto dito para meninos
Os meihores charutos
to bai: os.
8*000
7 S000
48000
3*000
5S0O0
33000
5'- 00
5000
3000
da Bahia por precos mui-
[necs
Mi
Relogios.
PEE .FUME PARA SENHQRAS
Vende-se em casa de Johnston Pater A C, rua
do Vigario n. 3, um bello sorlimcnlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais-afa-
mados fabricantes de Liverpool; lambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Cabriolets muilo lindos.
Charutos de Ilavana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Mcnl Julop, Bilters, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes c pequeas, de dif-
ferentes autores, de um raodcllo inleiramenle
novo, por prego commodo.
Salsa parrilha era frascos grandes e pequeos,
muito bem acondicionada.
Pilulas vegetacs (verdadeiras.)
Verme fuge.
44
Murray e Lanman,
A qn i tem adiado mais acolhimento no
publico! Yeode-se 20,000 dnzias
de; frascos por anno!
Esti| agua encantadora extrahe-se das diversas
que se enconlram no paiz onde Ponce de
SouU iam procurar a fonte dajuventude
os lengos um chelro muito agradavel e
rantc, o augmenta a belleza da cutis, dcs-
> as sardas e .mais manchas que de costu-
cam o rosto.! Aconselhamos s pessoas
idas pelocaldrdo vero de usarem desta
m banbos, ptis tom ella a virlude de fa-
uperar as fotges perdidas pela transpi-
evilar ser engaado por falsificagoes de-
procurar a-Agua Florida de Murray c
n, e averig(iar-sc se o envoltorio e ro-
izem o profixp de Murray e Lanman.
bricada esta agua nicamente pelos pro-
ras D. T. Lanman e Kem, droguistas por
>, 69 Water Street, e 36 Cold Street, Nova
-se venda era todas as boticas e lojas de
pe tunaras do imperio, em Pernambuco loja do
Luiz A itonio de Siqueira, rua da Cadcia.
i
(Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ru'a da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Trs umann de Hamburgo.
Vendem-se bataneas decimaes :
no armazem de Oenker & Barroso, na
rua da Cruz n. 16.
Chales chinezes a
a 4^500.
Ka bem coDhecidaloja do Preguiga, na rua do
Queiraa lo n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
flores
Len
eterna!
D
refrigr
truind
me ai.
debilit
agua i
zer re
racao
Pan
ve-se
Lanm;
lulo ir
E' fi
prietai
atacad
York.
Ach
no de n oderoos e lindos gastos com um pequeo
defeito le mofo a 4j500 cada um.
Espirito de vinhocom
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andaa: na rua larga do Rosario n. 36.
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenles por sua durago, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de Henry
Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapeos de manilha.
Estes excellentes chapeos que por sua qualida-
de e eterna durago, sao preferiveis aos do Chi-
le ; existem venda unicamenle em casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62, por
prego commodo.
Vende-se
linha de novello de lodos os sorlimcnlcs, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas o pretas, por precos commodos : em casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
do, cebla nova e feijao amarello, yende-se ba-
rato para acabar: no amigo deposito da rua do
Vigario n. 27.
Na praga da Boa-Vista n. 16 A, ha para se
vender, vindo em direilura, das melhores fabii-
cas da Bahia, a9 melhores marcas do charutos
que vem a esle mercado, c vendo-se por menos
prego do quo em ouira qualquer parte, como se-
jam as marcas seguintes : lanceiros, suspiros, re-
galos do norte, regalos de yaya, Iraviata ealha-
flor. penetcllns, c militas oulras marcas sem se-
renfainda aqui couhecidas, o que vende-se por
menos prego do que em outra qualquer parle
no mesmo estabelecimento vendt-se manteiga
ingleza flor a 960 rs. a libra, latas de biscoulos
c bolos e bolachinha de soda a 1 a lata, e mui-
los oulros gneros que esto vista do com-
prador.
Vende-se urna prela exeellente cozinheira e
engommadeira ; na rua do Cabug n. 2 D.
-- Vende-se a taberna da rua Augusta n. 9, a-
tratar na mesma.
5#000 .
Grande sortimento de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos que se podem en-
contrar neste mercado, com seus perlences dc
nova invengao, que muito dever agradar s pes-
soas quo os compraren) na rua Nova n. 20, loja
do Vianna.
Vende-se um carro proprio para c'arregar
assucar dos engenhos para o Recife, por ser bem
acabado, o dous bois dos melhores que pode
haver por trabelharem muilo bom e esta re m af-
feilos a isto, sondo o pasto no silio defronte da
casa do Sr. Joo Malhas, na Casa Forte, aonde se
. pode examinar e ajuslar.
Vndese urna pirita quilandeira, de meia
idade, que paga duas patacas por dia : quem a
pretender, dirija-se a rua do Passeio n. 7.
Vendem-se 18 libras de oleo de araendoa
doce : na rua larga do Rosario n. 15, por preco
commodo.
Vendem-se 3 pirus muito gordos, bons para
domingo de paschoa do Divino Espirito Santo :
na rua do Rangel n. 21, se dir quem os lem,
Reflnaco de assu-
car do Monteiro.
Conlinua-se a vender assucar cryslalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo prego de 7000 a arroba, e aprompla-
se barricas de todos os tamanhos, com trevida-
de e aceio : na rua do Caes dc Apollo n. 63.
lovidade.
Recebeu-se pela barca norte-americana /niao
espelhoscom molduras douradas, ondeas senho-
ras e senhores sao convidados comparecer paro
examinar, os quaes sero vendidos por prego
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, rua do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
Vendem-se saccos'com farein de Lisboa a
5J o sacco : na ruado Rangel n. 62, armazem
Vende-se um bonito cavallo rugo oveiro,
com todos os andares e bem gordo ; na rua da
Roda, cocheira do Paulino.
p. p. o prelo de nome Flix, de naro Mocam-
luque, idade de 35 a 40 annos, levu ralea de
biim rom ramagem azul, estatura balsa, cor
fula, barba na pona do queixo, lem na tosa
por cima do naiiz um calinibinho que parece ser
] stgnal da Ierra delle, lem os ps um pouco apa-
esciavo do Sr. Manoel Francisco
Farelo
AS MELHORES MAIHNAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & C.
E
WHEELER & WTLSON. "
No novo estabelecimento vendem-se as machi-
nas destes 'dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia ou da noite e responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade e seguranga :no arma-
zem de fazendas de Ray mundo Carlos Leite &
Irmao, rua da Imperalriz n. 10, anligameute
aterro da Boa-Vista.
em saceos muito grandes, ltimamente ehegado
do Porto : vende-se no cscriplorio do Carvalho,
Nogoeira&C, na rua do Vigario u. 9, primeiro
andar. '
A A$ e4#500.
Saceos com milho novo ; na rua da Cadeia do
Recife n. 64, segundo andar.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Aifecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermifugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrM).
Ungento Hollway,
Pilulas do dito. *
Ellixix anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de
lzhbras
Assim como tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco, "^
I oness i
Duarte, este o vendeu no Sr. Synphronio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no anuo
prximo passado, esle lem sido pescador e cnia-
dor6hojc 6 padeiro, c por isso tera callos as
juntas dos dedos pelo lado das costas das maos,
em racao Ja maceira, j esleve fgido pata ban-
das da villa do Cabo muilo lempo, intiiula-se
forro, muda o nome delle para Joo, ou oulro
nome, foi pegado no Caboporura moro do mes-
mo lugar por alcunho Quintas; domingo 8 do
crreme, esleve a tarde n'umn taberna na pas-
sagem que vira para o Remedio, e o Sr. Duarte
diz que as suas fugidas lem sido para os lugares
seguintes .-Caranga al o engenho Camaragibe,
Barbalho. Ibura ateo Cabo; portan (o roga-s
aos cnpiiaes de campo c as autoridades policiaco
p qualquer pessoa que o possa encontrar o apre-
hendan! eo levem a seu srnhor na padaria do
pateo da Sania Cruz n. 6, que ser generosa-
mente recompensado, e protesta contra quem o
livcr acoutado em sua casa.
Acha-se fgido desde o dia 16 desle mez o
escravo Marcelino, africano bastante ladino
afecta devlente, de estatura mediana, idade'
pouco mais ou menos, de 35 annos, secco d
corpo, pernas bem linas, barba fina, maraes sa-
lientes, levou camisa de algodo azul, caiga par-
da, chapeo de palha ; quem o pegar, leve-o no
Recife rua Dimita n. 106, c se for preso fra,
leve o ao engenho Arimbi em Ipojuca, que ser
bem gratificado.
Gratificacao de 50$000.
Fugio no dia 17 do correnic mez o escravo
crioulo de nome Matheus, de idade de 20 a 25
annos, e tem os seguinles signaos : cor prela,
allura regular, espigado e reforcado do rorpo,
falla descaneada, maos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, ecom bastan-
te espinhas no rosto ; levou raiga e camisa de al-
godao de listras azues, chapeo de palha da Ililia
j usado com fila prela; esle escravo nalmal
deQuebrangulo, onde tem mi c irmos, e foi
pertcncentc o dito escravo neste lugar aos Srs.
Cosmfe de Pinho Sintiago c Jos Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
ra m e deram em pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros & C. desta praga, e estes venderam ao Sr.
Silvino Guilherme dc Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irnio ; consta que este escravo fu-
gio era corapanhia do cabra escravo, Mnicolino,
de Macei: portanto, pede-se as autoridades po-
liciacs o flgnmas pessoas particulares, que o
capturem e levem-o a rua de Apollo n. 7, ou a
rua Nova n. 1, que gratificarlo com a quantia
cima.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abairo assignado, no dia 18
do correnle, urna sua escrava da Cosa de nome
Maria, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, edr nao muilo pela, lem
bastantes cabellos brancos, cosluma trazer um
panno atado roda da cabega, tendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente de
calor de figado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, portanto, s autoridades poli-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita escrava, e leva-la 6 loja
do Preguiga, na rua do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina defronte
da cocheira do Illm. Sr. tenenle coronel Sebas-
tio, qne sero generosamente recompensado
Fugio no dia. 26 do correnle, do lugar de-
nominado Venda Grande, freguezia de Muribeca
e comarca do Recife, um escravo dc nome Ma-
theus com os signaes seguintes: molalo escuro,
alio oebeio do corpo, barba cerrada, olhos vivos
ou senlilgnles, nariz nffilado, roslo regular, boni-
ta figura, p grande, tem um signal de cabello em
cima de urna das espaduas, bem fallante, c civi-
lizado, parece forro, de idade 38 a 40 a annos,
pouro mais ou menos.' Levou diversa roupa, e
chapeo do chille ordinaria, e suppoem-se ter se-
guido para o Recife, onde tem algums rrlacoes ;
de crer que lenha mudado nome. Roga-se
as autoridades poliei apilaos de campo, u cap-
tura do dilto cuera, odendo ser t-nudnsido ,i
dito lugar VendaGraooe, a seu Sr. Miguel Ar-
chaojo Lopes da Foneecaque recompensar,
Fugio no dia 1. do corrente mez, da casa
de sua senhora, urna preta de nome Joanna, a
qual levou vestido saia de la de quadros azues
e cabego de tnadapolo ; esta preta bem co-
nhecida por andar vendendo agua e lavar roupe
de varias pessoas; julga-se estar acontada em
algoma casa, e desdo ja se protesta contra quem
a liver orculla : pede.se a quem a pegar, leve-a
a rua do Rangel n, 10, que ser recompensado.
__


w
f8)
Litteratura.
Os indgenas dos grandes desertes da
America Septentrional
(Concluso.)
. As regioes, cujos limites acabamos de enunciar
formara o principal centro dos Indios : o govcrno
dos Estados-Unidos ah conccnlrou, as frontei-
ras do Texas, do Arkonzas edo Missouri, mais de
120,000 pelle vcrmelhas. Os Delawares occu-
pnm 1.500,000 geiras de trra ; os Peoras o os
Katkaskido cerca de 100.0O0-; os KirRapoos pou-
co mais ou menos 77<>,(00 ; os Sheinies 160,000 ;
os Wcas e os Piankashaw 160,000 ; os Osases,
os Pawnies, osCretfks, os Cherokees, osTuscaro-
zns, os Quapans. os Ouralas, os Ottoes, os Kan-
sas, os Chickassas e os Chactas oceupam egual-
mente nesses lugares, vastos terrenos que mais
ou menos cultivara. A caga sendo rara e insuffi-
c'enlc para alimentar lamanha populado, a agri-
cultura para elles ura recurso importante.
Este paiz banhado pelo Canadiana, pelo Ar-
kinsas, pelo rio Braoco, pelo dos Osases, Kan-
sas, Ncbraska, Niobrah, Keha-Pahah, pelo rio da
Pedra-Amarella, Missouri e seus affluenles, que
todos vSo lancr-se no Mississipe.
As campias sao u'm pouco onduladas e ele-
vom-sc consiiieralmente proporgo que avsi-
nliam-se das Montanhas Rochosas. S se encon-
trom arvoredos margem dos rios e das corre-
les ; sao raeuos bellos que nos domis do conti-
nente americano; quanto mais se intromctie
no deserto, menos elevadas sao as arvores e aca-
ban) por dar lugar aos salgueiros e as vimes, for-
mando um duplo cordo de verdura, indicio da
existencia d'agua.
A falla das grandes arvores lem por causa nao
s os ventos terriveis que regularmente assulam
era pocas certas, trazendo comsigo a ruioa e a
devaslago, e ocostume que lem osselvagens de
annualmenlclangarfogoaoscampos'fimde cres-
cer herva nova nova e verdejanle. Os cedros, os
pinheiros c o carvalhos sao as arvores que mais
resisten) 6 essa dupla acgo dos venios e do fogo.
As planicies sao ordinariamente recamadas de
ma herva resequida e dura assim como de tojos,
de absynthos e de artemisios.
As febres intermitentes e biliosas reinam con-
tinuamente ahi. Algumas collinas ennegrecidas
por um fogo subterrneo e valles esbranquicados
por ossadas humanas e de bu Hilos, taes sao as
prinripacs cousas que inlerrompem a monotona
desses desertos.
Com raras exceptos o viajante acha-se sem-
pre no meta de urna immensa circunferencia da
qual elle o centro. Por lodos os lados v a mes-
ma passagem as mesmas hervas e as mesmas flo-
res -cada noite parece deilar-se no mesmo lu-
gar que na vespera. A flora s muda com a ele-
vagao do terreno ; com os degros de umaserra,
cada ura delles tem um genero de flros predo-
mname : assim, 400 kilmetros da embocadu-
ra do Kansas, as plaas carclerislirasdessa zona
sao : a sesleria dactyloides, rouilo procurada pe-
los bllalos, a amorpha caneneno, a sida cocc-
nea, a psorala floribunda, lapinus c lathyros pe-
queos, da mesma sorte una sensitiva sclvagem,
a sihrakia augusta ; em quanto que um pouco
mais pa<-a leste v-se cada passo, helianthus,
asclepia tuberosa, caiduus leucogranhus Irades-
centia Virginia e asclepia syriaca, cuja haste
sedosa e a flor serve para fazer assucar.
As margens dos regalos e dos rios sao sempre
maisou menos sombreadas por algumas moilas
de salgueiros (salix lcngifolial e choupos, do ge-
nero pnpulus mortfera epoputus angulosa.Alguna
lugares sao infectados por militares de insectos,
como mascarados moscardos (vareja) e mosquins,
que horrivelmente fazem padecer os homens e os
cavallos. Esses animaes espantosos, logo que
presenten) ou veem approxiroar-se um cavalleiro
deixam suas moradas infectas e langam-se sobre
elle, acompanhando suas hostilidades com o zu-
ido sonoro e continuo. Ento desgracado da-
quelle cujo cavallo por cansaco nao possa correr,
j a tribu alada em pouco lempo fazo sanguejorrar
de todos os lados.
O es'.ornnho, ncsle caso, o vingador do ho-
mem, sem ceremonia colloca-se as ancas do es-
tallo c d'ahicom destreza espantosa lanca-se so-
bre elles c os devora com urna rapidez nao me-
nos admiravel.
as campias por vezes vimos consideraveis
manadas do animaes do pontas que paslavara
tranquilamente, grabas protecgo do tros ou
qualro estorninhos. A nao screra elles, os mos-
cardos, com suas forroadas. bem depressa leriam
despersado a manada tornando-a furiosa. Em
alguns lugares enconlra-se lagos ou planicies sal-
gadas, como as chamara os cigadores ; estes la-
gos ou charnecas provm de regalos de nascente
salina que transbordam por occasio das chuvas e
espalham-se ao depois na planicie cobrindo urna
superficie de muitos kilmetros.
Quando o sol ou asseccas fazem com quo eva-
porando se as aguas desses lagos ficticios s resta
urna nata branca e luzente de materias salinas,
que serve de aumento aos buffalus, de sorte que
tem-se certeza de se encontrar numerosos ban-
dos desses ruminanles nos arredores.
O reflexo-cspecular tambem um phenomeno
permanente nessas planicies de triste uniformi-
dade ; incessanlemeule Iludo o viajanto inexpe-
Tiente que se dirige para o Novo Mxico, para a
Caliornia e para o Orgon.
Antes de entrar, do lado de leste, nos Grandes
Prados, egualm'ente chamados o Grande Deserto
Americano, residencia dos bllalos e dos Indge-
nas nmadas, tem-se que atravessar urna exten-
so de cerca de 400 kilmetros de largura.de
um paiz frtil que corre ao longo dos estados si-
tuados oeste do Mississipe. E' este paiz que os
poetas, os visitadores e os romancistas, as mais
das vezes tomam pelo Grande-Deserto e que na
realidade nao mais que seus confins. E' este
erro commum que devemos allribuir as descrip-
gos inexactas feilas pelo maior numero dos nos-
sns escriptores que s mentalmente visitaran)
essas regioes, quo dcscrevara-nas segundo In-
formarles incompletas ou imaginaram que os
Crande3-Prados assemelhavara-se s planicies
das fronteiras de oeste. Domis nessas planicies,
que sao como a guarda avangada do deserto, e
qMe a vista nao pode medir em virlude de sua
extenso, o visitador enconlra bastantes miseiias
para acalmar sua admrago e desgota-4o, no
proposito de caminhar avale nessas solidos em
que s penetrara os emigrantes da California, do
lilah e do Oregon, os selvagens, os missionarios
e as raras expedicocsscientificos ou militares or-
denadas pelo governodos Estados-Unidos.
As planicies prreedem os Grandes-Prados, sao
onduladas e cortadas de rios e do lodaces, os
quaei preciso atravessar; a caja ahi 6 lio pou-
co abundante que -so obrigado cada momento
recorrer s proviscs de bolacha e carne salgada,
que se dereria ter trazido; o bichara, os insec-
tos e o uiyar dos lobos impedem que os viajan-
tes no maior numero de nmtes possara repousar,
e a multidoo de cobras que o passo do cavallo faz
surgir do todos os lados lem-no sempre abalado
dujanltm da. Depois de um dia faligavel pas-
satTo sob um sol ordente, s lem para saciar-se
agua lodosa, negra e cheio de sapos c salaman-
dras. O trovo c as tempestades que sao tito
requemes quao repentinas, virao de lempos em
lempos completar essa serie de impresscs di-
versas e sobietudo desagradaveis ensudercendo-o
com os seus esllos medonhos e afogando-o com
agucenos diluvianos. O raio, nessas regioes,
parle com um ruido terrivel, estridores inimagi-
naveis que fariam julgar prximo o fim do mun-
do e isto no meio de um ocano de zig-zags, que
abarra todo o firmamento, e o Ilumina por ho-
ras inteiras com um fogo rubro, bago o sangui-
nolento.
Os absinlhos e os artemisios sao as prodceles
dominantes dos Grandes-Prados, como de todos
os desertos; as matas virgens, imaginadas pelos
nossos romancistas, s scenconlram em terrenos
feriis e nao cresccm em um solo rido e seceu.
Apenas do norte do Texas que as campias sao
semeadas de florestas, cuja existencia nunca foi
explicada de um modo satisfactorio, visto como
ellas algumas vezes acham-se expostas em altu-
ras em que os ventos deveriam deslrui-las e to-
dava ellas nao parecera sofTrer. Ao norte do
Nebraska essas vastas planicies sao menos acci-
dentadas, mais unidas e constantemente refres-
cadas pela brisa. Urna relva entremeiada de flo-
res odorferas e do um tinelo luzente tapeta os
pequeos valles e as colinas em que pastara
tranquilamente os buffalos e os cabritos mon-
tezes.
Em oulro lempo essas regioe3 eram evidente-
mente arborisadas, visto como troncos de arvores
e arvores inteiras petrificadas inuitas vezes apre-
sentara-se nossa vista. Alguns sabios altri-
buem a dcsapparigo das antigs florestas que
cobriam as campias occidentaes desse hemis-
pherlo aegao do fogo; oulros mudenca de
clima que ah so deu ou ,1 natural esterilidade do
terreno. Os fosseis e as conchas achadas no ci-
mo das mais elevadas colinas em terrenos de
alluviao e misturadas de areias e pedras rodas
pela agua, sao provas de que todo esse* paiz lem
sido atormentado pelas revoluces diluvianas.
Alguns gelogos at mesmo suppozeram que an-
lgamente o Grande-Deserto Americano foi banha-
do pelas ondas do Ocano no principio do mundo.
Abb. Domenech.M. Magalhats.
DIARIO DE PERNAli6C. S TERCA FEffiA 39 DE MATO DE 1860.
i "
ema
o es
grea
mas
da I
P
dito
Irab
ropa
afrir
mes
um
inlit
0 enristianismo.
O carcter estampado na frente do seculo ac-
tual o individualismo ; ou, mais claro, o egos-
mo. O furor dos diversos bandos civis, que pele-
jam por sustentar urnas formas de governo ou
por derrubar oulras, e as lulas das opinies lu-
teranas, scicntiieas e religiosas, nao sao por cer-
lo resultado do convicees profundas, como o
eram as cruzadas, ou as reformas protestantes nos
lempos de urna f viva.
Na poca em que vivemos, o sceplicismo que
herdaraos do seculo passado, e urna dialctica
manhosa e corrompida, tem tomado problemti-
cas as mais importantes ques oes sociaes. bem
como as quesles de menos monta, debatidas nos
lyceus e escolas Mora assim a convicco, o in-
difierenlismo acerca de lodo o genero de verda-
de mlrrou a generosidade no coraro do hornera,
para quem s existe um principio"indubilavcl
a conveniencia do proprio proveito.
E este o cancro que roe todas as sociedades, e
ao qual nunca poderao dar remedio os trabalhos
dos polticos ou os progressos das arles da civi-
hsago.
Se apparecesse urna philosophia, que pela for-
ga dos seus argumentos simples e irresistiveis,
pela clareza das suas provas, podesse restituir aos
espiritos entorpecidos o vigor da persuazo pro-
funda, se esta philosophia ensinasse a abenega-
gao do amor proprio exclusivo, e aconselhasse a
philanlropia como o primeiro dever; se esta phi-
losophia consolasse o justo opprimido dando-lhe
a certeza de premio immorlal, e inculisse na
mente do perverso o prospecto de inevilavel cas-
ligo, seria ella quem regenerara o mundo, e que,
em quanto o progresso das sciencias e das arles
pule e melhora exteriormente o genero humano,
destruira o inloleravel egosmo, que deslroe
ou affeia o formoso edificio da moderna civili-
sacao.
Existir em alguma parle esta philosophia be-
nfica ? Semduvida : e se a queris encontrar,
buscai-a no Evongelho.
Durante mil e setecentos pannos a cusi acha-
ris na historia da Europa urna acgo virtuosa,
um feito generoso, que nao nasce do chrislianis-
iiio. Uuerrcou o seculo passado esta religiao
divina, quasi a poz por ierra, e os effeitos d essa
loucura cahiram sobre nos como urna terrivel
maldigo, como urna herauca da mqrte, que im-
porta niio transmiltr gcrar;ao futura.
E so para esta que a regenerado possivcl :
levados pela lepra da incredulidade niio podemos
sarar; porque nao est em nossa mo crer, quan-
do a educaso, os livros, c o sentir daquelles
que nos rodam, apagou cm nessa alma o sello
da cruz : quando nao detestamos nem amamos a
religiao ; quando sem terror, mas tambem sem
esperanzas nos vamos atirando s sombras do
futuro e do sepulcro,a seve da vida intima est
mora, e nao resuscitara por mais que lbe quei-
rantos restituir o alent com os nossos sinceros
desejos.
Eoram os que antes de nos viorara, que assas-
sinaram, nao a sua, porm a nosja f. Elles que
por lodos os modos guerrearan) o chrslianismo,
faziam-no porque, apezar seu, criam nelles ; em
nos, que nao combatemos nem seguimos o van-
gollio, em nos que a crenea est mora.
Estas sociedades que se aguara c tumulluam
sem urna f, que s ligue moral em nome de
um principio absoluto : o genero humano sepa-
rado de Deus por um ahysrao de indifferenca c de
esquecimento, em verdade espectculo es-
pantoso I Sanccionada a virlude spelaopi-
niao publica, ella desapparece da vida domestica
c de todos aquellos lugares nao vistos da mul-
tidao.
O bom procedimenlo como urna qualificac,o
para ganhara subsistencia, como um titulo para
servir os cargos pblicos ; a sociedade que exa-
minou o proceder particular, que s" requer do
cidadao a compostura e a probidade oas suas re-
acab>u com a existencia da sociedade : esta lem
por nas as leis, a! opinio publica, a honra : a
familia, porm, nao pode ter outra guia seoo a
religiao.
E nao se creia, que a immoralidade 'domestica
nao lleve importar ao corpo social ; ella trans-
bordar dos aposentosoceultos para a praca publi-
ca, I i)go que os homens dissolutos forem om maior
num to que os virtuosos ; porque a sociedade,
taco perenne da familia, representa sempre
'" desta, e quando a corrupcao tiver gan-
a maior.i os hypocritas arrojaro as
aras e moslraro as faces hediondas diante
iz edo sol.
ra os entendmentos claros, o que temos
urna verdade assentada. D'ahi nasce o
ilharem os maisnotaveis escriplpres da Eu-
por vivicarem o espirito rot^Joso. Nao
namos quelelles cstejam inlciramente Or-
no christanfismo qne professam ; mas nem
nomento dutidamos de que a sua conviccao
....ia soja a necessidado do resliluir o amigo
lusl o e prego philosophia do Evangelho. Assim
as i telligencias summas sao sempre os orgos
do itstinclo e tendencia da poca era que vivera,
e m lito superior a> elle. No seculo passado o
progresso do genero humano requera o dominio
do principio de absoluta discusso; porque era
lemio dedesabarem tyrannias e superslic,e.
Diailte do tribunal da razflo appareceram leis,
crerjqas, insliluicoes, costumes : tudo foi con-
demjnado, cora j'ustica ou sem ella, e a sentenca
vai-a cumprindo o nosso seculo. Os engenhs
comjmuns nao comprehendem estes grandes jui-
zos !Ja humanidade ; porque nao observara se-
no' as contradiccocs particulares, os absurdos
queiapresentam o passado e o futuro, encon-
iranJo-se no presente. D'aqui procedo o espan-
to q'uc muitos causa o verem, depois de urna
poca de incredulidade, outra em que o senli-
.nerlo teligioso, evangelisado a principio como a
race o, comeca j a ser dominador na maior par-
te ais espiritos mais illustradose vigorosos. Nao
se lijrabraiu os taes que o genero humano nunca
desiroe senao para reedificar, e que o coraro
do I omem nao soffre por muito lempo a nega^ao
de liida a casta de certeza, a morte de toda a es-
perMira e de toda af.
Oiinstincto religioso dos nossos conlempora-
neo:. revela-se por mui diversos modos ;. as cx-
tra v igancias, asexageraces de varias especies
mai
tas
de
Dahl nasceu o poder
laS0e s externas, da valia egual ao hypocriia sa- o trabalho anda esperado,
gaz c ao hornera sinceramente virtuoso. Queris <|0 crdito
Sflbei o que um homem Ironrado pcrsnle o tri- ft ,i"^ -si *
bona do mundo ? E* aquello que obedece res- u papel at c,rC"'ao e o Bancos que lhe ser-
tricti: mente as leis; civis, quo paga os tributse TeB> de 'gentes conductores sao a mais alta cx-
que toge dos lugares pblicos de diasolucSo, que pressio desse poder, baseado na conanca do pu-
cum tre sua palavra, que decente, enifim, na mi.. --paK i a .
sua lingu^m c porte. Embora eja mo pae. "l V \? 'lor de pagamento, as
mofllho, mo irmo : embora eonverta a sua n0T*s caulel ou bilheles ao portador na convic-
habi.aco cm senlina de victos : seja acautelado ?a0 de poder em qualquer occasio convert-los
nest; seu intimo proceder; ignore o mundo qual era especies metlicas, garantidas nao s pela
elle i, que a le o escudar con*! os tiros da ma- resrrv, .... peia
ledi(enca, e a sociedade dirt vpdo-opassar : ca rescr"' ^ue dessas especies deve existir as cai-
alll um cidadao honrado ; m quanto dantc xa8, e Pe,O "lores descontados, cujos embolsos
dos (lhos da Providencia elle unt malvado in- leem o direito de exigir no vencimento de um a
sigo' qualro mezes.
Di temos acaso isto para prov* que as leis ci- Resulla daqui que os Bancos do circulacao po-
ts sio insufflcienteis romo^eg^B da sociedade ? dem niltir urna moeda papel, cuja ajanlidade
Nao, por corto : roas dzcmo-lo para%ovar que o 6 susceplivel de elovar-se a un. valor renresenta-
sao (orno substituas da le religiosa. A socicda- ivo m.. ..oiJ r rePresema-
do p ilitica nasceu ^a familie ; mas a familia nao ,. cons,deraTel que o seu capital metalli-
arahtu rom a pxistenria da nrioitnrfa oi lam c e fundamental, no nup < miiMntiiia II V
co e fundamental, no que que consisto toda a
sua efllcacia. ou for^a tal, que jamis dcixa de
produzirseu efleito.
As notas ou blhetes dos Bancos sao realmente
urna moeda, cuja creaco nao lhe custa mais que
o preco do papel e da impressao, embora por ef-
feto do crdito o valor dessas notas ou bilheles
egualeou exceda mesmo algunas vezes, como
temos visto, o valor do ouro e da prala, servindo
aos proprios Bneos para da-las a premio do
mesmo modo que urna somma metallica.
Desta mancira as notas ou blhetes resolvem o
trplice problema de oflerecer troco ou permuta,
e capital circulaute, mediante um preco mdico
de aluguel, excitar o trabalho e os productos, c
augmentar a riqueza, facilitando a um numero
maior de individuos o accesso de instrumentos
de reprodcelo ; e dar eui fim ao3 propietarios
do capital real, que pozeram em movimento div-
denos elevados.
Assim sendo de mil cornos de ris o capital de
um Banco, se ello emllir dous mil contos em
notas ou blhetes em descontos. far circular e
operar urna potencia de dous mil contos, e lucra-
r para seus accionistas os premios desta som-
ma, nao leudo elles realmente mais que metade
delta.
Esse mgico poder porm de cunhar moeda
com o crdito que resulta do mecanismo enge-
nhoso dos Bancos de circulado, acorapanhado
de pengos consideraveis, quando nao dirigido
por raaos frmese-prudentes; quando lende a
excitar especulacos arriscadas ou imprudenies
ou necessidades facticias e improductivas; quan-
do nao erapregado quasi exclusivamente em
usos uteis e serios do trabalho e da industria
quando em fim se eleva audaciosaraonle na pra-
tica a seu paroxismo extremo.
Se o crdito ootto chega a soflrcr a repercus-
sao de urna commocie no organismo lo sensivel
que o consume, como a represso sbita do um
engorgitamento de productos inactivos etc., enlao
einbart? Expresses do elemento moral do .-------,-------...... a'ls"1 sirauuanea-
o, torcidas pela opposigo da philosophia poder e os Pergs desso grande ajuste
uctora do passado. de producto o riqueza, o papel de circulacao
que ser talvez um da para o trabalho, para
industria e para a agricultura,
uangaiiiias, as ujagoracues ue vanas especies --o--" uc piuuucios inactivos ele enla
de Mas se pfjdem comparar aos desrairados emellianto nsso a todas as forras ccz* m,
moqos por que se espalha a agua de ura rio cau- tenca sobr'excitada dos canitae* rio 'lr
dil ibysmando-se em urna caladupa. All as nBu c capuaes de confianza,
corrientes trepara militas vezes rochedos que en- 1"eDra"se ae repente com estrago tal que vai dif-
conirara na queda : all as ondas jorrara c redo- fund"' ao longe a perturbarlo e a deolaco I
moibham nos aes : ollise contradizera apparen- historia de Saw, esse espirito lo grande mmnin
temante as leis naturaes ; mas isto tudo pro- temerario daa dil. """"'> quanto
duz do pela imbetuosidade do rio. As seilas oc- ,,!,? da3dlversas cr,sos e ten, pertur-
culllis que diariamente nascem, que sao ? Que vezes creJilo da Inglaterra, a ro-
sao os dillerenjes credos dos sectarios de S. Si- ccnleainda dos Bancos americanos os erabara
dos No-Jerosolymilanos. dos Racionalis- coi posto que momentneos, que ltimamente
> Que saoasopinioes.de Grues, de Do Vess, soffreu o Banco ,Ip Fm .., u.umaraenle
leinbart? Expresses do elemento moral do 1 Uc Fran5a> Heslam siraultanea-
secillo, lor'
destructora
Wiscida no septicsmo, a raga actual, nao pode
intairamente cumprir a sua misso regenerado-
ra, .porque ha urna lula nos entendimentos.
Que'm ha-de vencer o combale ? Indubitavel-
iii ui le o futuro.
Qjue nos cabe, pois, a nos ?Preparar os nos-
sos jllhos para o destino que os aguarda : ren-
les iou incrdulos que sejamos, educar religiosa-
me ile aquelles que o progresso da humanidade
;e que sejam religiosos. Anda est ofculto
.torvir qual ser o syrnbolo do chrislin imo :
1 a misso do presente a religiosidaai*
uperior intelligencia de muias pessoas ser
le temos escripto : porm haver paes de
ilia que nos enlendam. Nos dia's a sema-
em que o catholicismo celebra a mais au-
:a das suas pompas, em que o seu culto os-
a a priraazia entre lodos os cullos das oulras
con munhes chrslas, julgaraos poder levantar
a v iz em favor da verdadeira religiao, que lao
esqjiecida andava entre nos. Respeitando todas
as mpinies, trouxemos a lurae a nossa convic-
io ; fallamos em nome da moral publica, em
or e da humanidade, e cm proveito da patria.
Nao nos faro corar os molejos d'aquelles, por
qum se pode dizer o que Jess Christo dizia dos
qui o cobrramde affrontas :Perdoai-lhes,pae,
porgue nao sabern o que fazem.
. (O Cruzeiro, de Santa Cafharina.)
exi
no
ma
oq
fan
na,
gus
ten
lOOIETOl
DE PARS A BADN.
VIAGEM DE UM ESTUDANTE E SUAS
CONSECUENCIAS.
Crdito industrial e agrcola
i
. theoria da circularlo de papis do crdito,
pai;aveis ao portador, e a crearlo do Bancos de
Cc ind ustrial e commercial. A medida que o homem
est2nde seu dominio sobro a materia, e que pe-
lo lioder da reproduccao do trabalho, augmentar
de>qualquer modo a quatdade e as especies dos
obectos de consumo, sentir mais a necessidade
de'fazer entrar directa ou indirectamente no mo-
vnenlo das permutacoes, e de classillcar entre
os instrumentos de trabalho todas as riquezas mo-
vis o permulaveis, entre as quacs cm brevo fa-
r!> figurar alea faculdade de trabalhar no futuro
. o quo a plvora
tem sido para a arte da guerra ; a imprensa para
o pensaraenlo ; c o vapor para as fabricas e lo-
comogo.
II
Aquelles que se do ao estudo de economa
polilica, e observara cora allenco generosa e in-
telligente os deseovolvimenlos progressivos da
sociedade brasileira, apreciara, ha muito, ai van-
tagens consideraveis, que uma mclhor deslribu-
cao de instrumentos do trabalho industrial e agr-
cola, por meio do instituicoes de crdito sabia-
mente combinadas, Irariara a nosso paiz.
verdade que asnossas grandes cdades com-
raerciaes. e algumas muto menores possuem ac-
tualmente Bancos ou caixas de dosconto, mas
excepgao da Bahia e do Rio de Janeiro, nem uma
se lembrou de consagrar alguns desses eslabele-
cmonlos especialmente s necessidades da agri-
cultura, eao desenvolviraento do crdito territo-
rial, do que talvez oais quo todas necessila a
nos3a provincia, c tcem limitado o beneficio de
taes estabelecimentos aos grandes centros indus-
Iriaes, e em alguns seus administradores ou por
proprio inleresse, por motivos bem frivolos, e at
reprovados: o lem limitado anda a um pequeo
numero de privilegios, pelo que os tornara inca-
pazes de corresponder s esperanzas que so po-
deriam conceber do principio orgnico que lhes
serve de b-ise ; pois que desl'arte servindo s a
alta industria, nonhuma ulilidade prestara mas-
sados trabalhadores; e nao sao de ordinario
mais que agentes de movimento de grandes ca-
pilaes, e instrumentos de lucro para seus aecio-
cistas; e deixam assim o carcter de insttuicao
de utildade publica c social, destinada a com-
manditar o trabalho de todos os cidadaos e servir-
lhe de centro de impulso.
Daqui dimanam duasconsequencias egualraen-
te temiveis : prmeira os instrumentos do traba-
lho sendo diflicilmentc accessiveis, o trabalho, e
conseguintemente a producto o a riqueza nacio-
nal sao menores do que o seriara com um sysle-
ma melbor : segunda a grande masa de agricul-
tores e creadores, pequeas industrias, e consu-
midores sofTre pela repercussao qne sent seu
bem estar; e a civilisago, a moralidade, e ordem
publica ho de ressenlir-se tambem desse soffri-
mento.
porlanto de desejar que novas instituicoes de
crdito, sem os defoitos mencionados,, vendara
restabelecer o equilibrio, disciplinar e fecundar
a aeco do capital, e manter emfim o que nao
mantem os estabelecimentos actuaes, sem exclu-
so da associacao bem rezes necessaria dos pe-
queos capilaes.
III
Na Polonia, na Prussis, na Baviora e era alguns
oulros estados da Allemanha, e ja felizmente en-
tre nos, na Bahia e no Rio de Janeiro.se tem cui-
dado dessas instituicoes, lo necessarias a nossa
provincia. Tem-so montado em lodos esses pai-
zes estabelecimentos de circulacao com o fim de
favorecer desenvolver o crdito da propriedade
territorial e fabris sob diversas formas, das quaes
a principal consiste na associacao de proprietarios
torritoriaes, quo cmprcslam at a concurrencia
de uma somma determinada, com a estipulaco
de~ que seu crdito collectivo garantir o paga-
mento de principal e juros de todas e cada uma
das dividas hypothccarias inscriptas sobro seus
bensimmoveis, e de que annualmente se amorti-
sar uma parle dellas.
Desta combinagao resulta : primeiro, ter o mu-
tuante uma garanta do pagamento dos juros, e
do reembolso do capital de umi maneira certa e
regular ; segundo, permittir a negociado dos t-
tulos hypothecarios e mobilsa-los do tal modo
que podem sar introduzidos como valor de circu-
lacao no movimento dos capilaes ; terceiro, em-
fim, fornecer aos proprietarios territoriaesdinhei-
ro a premio de tres e meio, quatro, cinco e seis
por cento. A taxa foi ao principio na Allemanha
de cinco c um quarlo, cinco e meio e seis por
cenlo ao anno, e nao pareca muito pesada, onde
a propriedade era pouco dividida, eonde porcon-
seguinle o proprelario emelicante era ordinaria-
mente assaz rico para applicar extensao de seu
debito uma porcfio do seus rendimentos, reslrn-
giudo suas despezas. Estabelecimentos, consti-
tuidos sobre tal base, nao poderiam ser uteis,
raaioriados proprietarios, que pela diviso terri-
torial nao lera no geral, se nao rendimentos infe-
riores a suas necessidades ordinarias, ou que as
excedera era pequea proporjao. Na verdade
sendo all o termo medio do rendimento da pro-
priedade territorial de tres a qualro por cenlo
iuipossivel, quando o debito fosse igual ao capi-
tal empregado ou valor territorial, pagar com o
seu rendimento os cinco ou seis por cento do em-
presumo : e forgoso era anniquillar-se cm pro-
veito do capital empreslado.
Assim gravada a propriedade territorial com
urna divida enorme, que nao poderia jamis pa-
gar, faltar-lhe-ho ao mesmo lempo capilaes in-
dspensaveis sua fecundarlo ; pois que sem ca-
pilaes nao se podem por em pratica os melhora-
menlos necessarios, novas planlacoes, irrigaces,
emprego do arado, e outras machinas, etc. Dahi,
pois, resulla uma serie de eonsequencias temi-
veis, e que consislem principalmente na dimi-
nuigao dos productos, em desproporgio com a fo-
cundidade possivel do terreno ; perda considera-
vel de riquezas por falla de produego, o conse-
guiutemenle uma perda correlativa de actividade,
e de potencia em todas as partes do organismo
social....
O Brasil ura paiz esscncialmenle agrcola, e
em sua riqueza agrcola, ora sua populago rural,
que reside o seu principal poder, e a verdadeira
certeza de sua estabilidade, e de sua durago.
Assim necessario descobrir um sustema que,
garantindo o pagamento dos capilaes, empresta-
dos a propriedade territorial, e seus juros, lhes
d uma renda sufficiente para altrahi-los, com
tanlo que nao exceda o producto real da trra,
para cuja cultura se emprestara.
IV
Quaes, porm, sero os meioo de organisar, na
nossa provincia, um bom systoma, um syslema,
nacional_e social, de crdito industrial, e terri-
torial? esso sera duvida um dos problemas,
mais importantes da nossa poca, problema,
cuja solugao diffunde-se sobre todos os modos
de vida: sobte a produego, sobre a riqueza e
sua destribuigo, sobre as comraodidades, sobre
a civilisago, sobre a moralidade e sobre a li-
berdade; porque organisar um crdito, augmen-
tar os instrumentos do tiabalho, e p-los ao al-
cance de todos, sem duvida inaugurar um
principio fecundo de jusliga deslribuliva dos be-
neficios sociaes; estimular o trabalho, e mul-
tiplicar a produego, e a riqueza ; multiplicar a
produego, abrir as fontes do consumrao, e
das comraodidades : procurar a comroadidade, di-
minuir as necessidades, facilitar os melhora-
mentos d'alma, e do corpo, civilisar, moralisar,
aperfeigoar, e elevar o hornera na escala dos
seres.
Nao temos cerlamente a louca preteng de
decifrar esse grande enigma, e juntar uma uto-
pia s que j existen) a esle respeilo ; mas uni-
pn
P. I. STAHL.
XVII
[Conlinuaro.)
Infelizmente preoecupado somonte do che-
par ao meu fim, larguei sem dizeragua vai. Pa-
ra encartar a historia, dei um pulo ra do Do-
me, passei pela bibliolheca e pelo templo no-
vo, o enlrei como um raio na ra dos Ourivos,
que larga como a palma da mnha mo. Eu ia
com vento fresco. Na quina da ra ha um padei-
io ; de casa do padeiro acabara de sabir uma
^noga que traiia o quer que era redondo enrola-
do era unta loalha ; un pralo de qualquer cou-
sa. Nao vi nem o prato, nem a moga, nem a loa-
lha. Empurrei a moga e l se foi lud'o raso. Desa-
ta-so a loalha, quebra-se o prato, grita a moga,
e foi um barulho de mil peccados que me obri-
gou a parar.
Diante de mim eslava urna moga, bella como o
dia, que chorava como uma Magdalena, e que
deilava sangue do nariz como um boi. A meus
pus eslava um prato em pedacinhos. As btalas
nndavam gyrando pela calgada, e uma magnifica
pema de cameiro, que sania do forno, jaza cora
o seu molho no meio da ra. .Urna sucia de caes
que linham corrido n'nra instante das qualro par-
le do mundo, como se os livessem convidadojia
vespera, formavam circulo em torno desse fes-
tiui. Algumas ramalheleiras e criadas que iam
sahindo de suas casas, lamentavam a sorte da
rapariga e da perna de cameiro. Alguns homens
maduros que linham ajudado a moga a levantar-
se. olhavara-rae cora ar ameagador ; oulros, es-
(*) Vide o Diario n 121.
perandoquo viesso a polica, fechavam-mo o ca-
ranho, c um galopim leve o desaforo de chamar-
me de bandalko?
O que faria o Sr. n'uma balburdia dcssss?
Ora capilo Plouck. disse-lho eu, o senhor
apanha-rae desprevinido.
Ora, boa pois cu tambera nao eslava des-
previnido? replicou elle.
Pois bem disse-lhe eu, creio que leria pa-
go a perna do carneiro, o pralo e o molho pelo
prego que quizessem, motteria dopois na raJo da
rapariga uma moeda do prala para consola-la,
juntar-lhe-hia as minhas dcsculpas, e j que era
bella como odia, segundo diz o capito, propor-
Ihc-hia dar-lhe um bejo.
Com qne enlo fazia isso? E se nao fosse
uma criada? Se fosse uma burguezinha honesta
e sizuda, que trata dos negocios da casa, como se
pratica em todas as velhas familias de Slrasbur-
go ? O que faria enlao do seu dinheiro, do seu
espirito e dos seus beijs de Paris?
Nesse caso, disso-lhe eu, faria o meu tes-
tamento em favor da joven burgueza, e pedira ao
coramissario de polica, quo me mandasse gui-
lhotinar em expiago do meu grande crime.
A idea talvez nao parecesse m seno a vo-
ce. senhor cagoista, replicou o imperlurbavel ca-
pilo. Mas emlim o negocio nao era para rir, por
que o caso era gravo. A mnha victima pareca-
nlo nao ler vonlado nenhuma de voltar para ca-
sa sem a sua perna de carneiro. O' senhor, dizia
ella, senhor I
Enchugue as suas lagrimas, menina, disse
eu ; deixemos ahi a perna do carneiro e o mais,
limpe os olhos e o nariz e vamos sua casa.
O jantar de meu irmao, exclamara ella.
Ura irmao nao nenhum carrasco, menina,
se s de seu irmao que teme alguma cousa, cu
me mctlerei no meio. Elle nao nos hade engnlir
em lugar da sua perna de corneiro. Nos nao es-
tamos cozidos. E depois um homem de bem sem-
pre atiende razo. O que que seu irmao faz?
Nada, disse-me ella, agora nada. Deixou o
servigo.
_ Ora I um soldado e soldado franeez 1 e a
menina lem medo? Ora vamos, venha comigo,
tenho daa*de que o negocio se hade arranjar
depinnando-se patos para substituir a perna de
carneiro. Com osdiabosl um verdndciro soldado
deve ler visto a marmita virar muilas vezes sem
pestanejar I
De boas palavras em boas palavras, chegamos
porta.
Nao digo aera uma nom duas e entro sozinho.
Aehei uma mesa posta, dous pratos sobre uma
tollina muito alva e j sentado um cidadao de
bi rodos, cuja cara agradou-mc logo Eslava com
o nariz cm cima do Correio do liai.ro Rheno,
et|)quanto nao chegava a sopa ; cede crer que
ochava alguma cousa do seu gnslo, porque fazia
d< quando em vez urna careta de satisfago. Per-
cib, ao segundo olhar, que o camarada s tinha
uiin braco. Tinltam-lhe substituido o oulro por
u na cruz.
Ciiroprimenlei-o com umbonsdia3, senhor
nuio bem acecnluado.
Elle levantou a cabega.
Com mil bombas n canhes dei um pulo
su e cahi nos bragos do maneta.
Plouck exelamou elle.
Steinl exclamei eu,
Que I pois s tu?
Sim, sou cu. Mas pelo que vejo Nicolao, tu
nto morreste, voltaste serapro?
Mas nao lodo inteiro, disse elle olhando pa-
r i o lado do braco que I lio falta va ; nao vollei lo-
do inteiro. racu Prospero; mas assim como es-
lo, melhor do que se livesse dado S costa.
A h 1 verdade, janias hje comnosco. E jusla-
tienle temos unta perna de carneiro como tu nun-
ca comeste. Dessas cousas niuguem sssa como os
ladeiros de Slrasburgo.
Nao havia circomlocuges a fazer. Expliquci
i m dous lempos a Stein quo nao devia pensar
mais na sua perna de carneiro e disse-lhe o por-
i ne. O primeiro momento nao foi l dos mclho-
les. Nicolao sempre neceara pula bocea.
Aquella Odila uma eslouvada excla-
nou elle. E' sem pro assim. Nunca olha para a
i rente. >
Eslouvada! disse-lhe cu ; o que queres oi-
er que c um anjo do paraizo.
Qual ,mjo I uma douda I
Nao, um anjo, relruquc.
Depois de termos queslionado um quarto d'ho-
la, sera que nenhum dos dous cedesse, fez-se o
iaz e sem congresso, sobro as seguinlcs bases.
Fica ajustado e entendido :
1." Que se Odila era uma douda para seu ir-
nao, para osmons olhos era um anjo ;
2. Que, quanto mira, por unauimidade, eu
i)ra um desastrado e um animal;
8." Que todava o verdadeiro culpado era o
radio que tinha dadu a sua mala o guardar aos
autros;
4 Que jamis perna nenhuma de carneiro se-
ria to boa como a defunla, e que s um Bos-
caoenle o fim [que eice* a nossas breas) de
chimar a attencia dos jurbtwtiHos, legistas
sobre estas graves queates, r. ., qatM deTem
contribuir tamben con eMttogtote de mu es-
tudo? e reflcxoee.
Muitos sao os systeraas qe M hio formulado;
mas geralmente todos os espiritos sao concordes
sobre idea fundamental; e estabelccem como prin-
cipio, que a iniciativa do c-edito induttrial e terri-
torial deve partir do poder publico, o que esta orga-
nisaco admitiindo inlciramente a iaterrengo da
industria, e dm interesses particulares, deve ser
submetlida aegio e vigilancia superiere gover-
no do estado.
Desta idea tem sahido diversos modos de sp-
plicago.
Duas ordena de ideas, porm, duas tendencias
scienliOcas, perfeiiaraente dislinclas, se apresen-
tara ; uma dos jurisconsultos, e outra dos econo-
mistas.
Osjurisconsulles lem no geral reconhecido a
necessidade de reformas na legislaco hypothe-
caria. r
Mas entro nos na legislago TRCQto existe ga-
ranta sufficiente, para evitar, a raspeito dos bens
mraoveis, os males maiores, que, segundo elles,
reclamara a necessidade dessa reforma. Cora ef-
feito nao se podendo fazer contratos sobre bens
mraoveis, cujo valor exceda de duzentos mil ris
senao por escriptura publica, uma certido de
que a propriedade pao est dada em penhor;
outra de que nao est bypothecad, oulras das
esiagoes fiscaes, e jdjzo de orphos de que nem
uma obngagao ha por contratos fiscaes, ou lotel-
las. com o titulo de dominio legitimo, excluiram
as preferencias por dominio e hypothecas tacitas
legacs; e por privilegio os recibos dos feitores,
dos que concorreram com dnheiros, maleriaea,
industria ou trabalho para a compra, construgo',
rcedificago.reparago e quaesquer outras bem-
feilorias das propredades, queso hypothecarera.
ou sobre que se coutralar nos termos da ord. 1
4t. 56.
A idea fundamental adoptada pelos economis-
tas em geral. e cuja realisago parece a mais
praiicavel. consiste em centralisar o emprestimo
sobre a primeira hypolheca, at a concorrencia
de uma certa parle do valor do bem hypolheca-
do, ou dado em penhor, as raaos ou em poder
do estado, o dar este aos mutuarios ttulos de
crdito hypothecario, Iransmissivcis. perceben-
do um premio mdico, que augmentara suas
rendas, arrecadando-se ao mesmo tempo, e pe-
los meios, que se arrecadam os lraposlos, por
exemplo, a decima urbana, o premio e amorti-
sagao laxada do capital empreslado. Taes s
em resumo os syslemas de Mrs. Petit, Courtev
de l'Isle e Volowskije que tem adquirido maior
celebridade.
Seguindo este syslema muito beneficio pode-
ria fazer provincia a nossa Ilustrada assera-
bla provincial, supplkando do goverao impe-
rial, admiss&o dos ttulos de crdito hypolheca-
rio que emittiise, como moeda, nasestaces ge-
raes, e a faculdade de serem emiltidos alera dos
valores daa hypothecas al certa quantia annual-
mente orgada, com garanta nos bens e rendas
provinciaes: no que prestara provincia mui-
to maior servigo do que era certas obras decre-
tadas.
Pode-se, porm, pdr em prafica o mesmo yslo
ma pela incorporado de uma associagio de pro-
prietarios, como acontece em muitos estados da
Allemanha, ou pelo de capilaes sob diversas for-
mas, como os bancos hypothecarios da Bahia e
do Rio de Janeiro.
VI
As vistas da economa poltica, que sao a baso
deste pequeo trabalho, explicaro saliafacloria-
menle a tendencia, que nos leva a preferir asso-
lugoes, propostas dos economistas, a quaesquer
outras na questSo do crdito territorial. Com
tudo nao expereixios delalhadaraenle, nem des-
envolveremos as rasoea de nossa preferencia a
este respeilo, porque nao tiverans actualmente
outra inlengao, que mostrar a necessidade quo
temos do crdito territorial, e sua utildade
provincia.
As nogSes que devem Irazer a solugao desta
questo se regularisam, c cada dia ganham mais
terreno.
A verdade economico-pe-litica brevemente sem
duvida desabroxar da elaborago, que se effec-
lua as indiligencias. E quanto anos, nos jul-
gareraos de nossa parte felizes, se por esle meto
contrbuirmos alguma cousa, para chamar sobro
esse ponto essencial, a atlengo dos nossos com-
patriotas, dados ao estudo do da sciencia de di-
reito, e das leis, que euche de tantas luzes sub-
ts, penetrantes, e fecunda o espirito de seus
adeptos.
Philogeobco.
_______(Jornal do Commercio, do Maranho.)
suct ou um Lacordaire poderiam fazcr-lhe a
oraran fnebre ;
5. Que para reparar o meu irreparavel en-
contrao, cu ira lomar uma caleche no Broglie,
que largar-nos-hiamos depressa para o Kehl e
que jamaramos todos tres em familia nesse es-
limavcl burgo allcroo, na mesa redonda do ho-
tel da Posta, janlares celebres, vinho do Rhcno
descripeo ;
6. Emlim que na volta faria o contrabando
de uma centena de charutos, em risco de rae
fazer fuzillar, e em proveito do meu amigo Stein,
titulo de perdas c damnos que lhe eram de-
vidas, pelas desg'ragas succedidas sua perna'
de carneiro o ao nariz da sua irmnzinha.
Durante esse tempo cntrava raademoselle Odi-
la. Beijou o irmo esforcando-se por parecer
Iriste, mas eu coraprehend' logo, vendo sua boc-
ea vermelha funecionar sobre as duas phases de
Nicolao, que ella sabia perfeilamente que pos-
suia o que, em diplomacia, so chama o instru-
mento da pe*.
Meia hora depois, eslavamos em Kehl, no ho-
tel da Posta, defronte de uma sopa de caran-
gueijos, que foi seguida de uma porgao de cou-
sas boas, e entre ellas de uma perna de cabrito
ornada de ameixas passndas, que fez desappare-
cerinteiraraenle a lerabranga do quarto' de car-
neiro e das balatas.
Enlo, meu capito, drsse-lhe eu, aprovei-
lando-me da pausa que elle Dzera depois desso
narrago calorosa, eis ah um drama cujo desfe-
cho nao pode fazer ninguem chorar. De ludo o
que acaba de dizer, s resulta uma cousa, que
eu devoao senhor e aos seus companheiros um
jantar no Kehl o que quando cu Ih'o liver pago
estar tudo acabado.
XVIII.
_ E eis ohi o que o engaa, suspirou o capi-
to com voz que enfraqueceu de repente ; nao,
nao estar tudo acabado quando nos tiver dado
um jantar no Kehl I O que j sabe nc nada,
em coraparago ao que lhe resta saber 1
O* l I capito Plouck disse-lhe eu ; olhe
que me melle medo I
O jantar passou-se s mil maravilhas, con-
tinuou dolorosaraente o capito. Eslava tudo
bom, at o caf, o que 6 raro, do oulro lado do
Rheno. Nicolao eslava alegre como um lenli-
Iho. Mademoiselle Slein tinha jantado com um
appelile encantador. A iachago do nariz nao
Srejudicava aoseu lindo rosto, e nao tinha in-
uncia nenhuma sobre o seu carcter, que na-
quelle. momento era q de um passaro. Ja s
cousa lo bem emfim, que resolvemos voltar a
p para Slrasburgo e pelo caminho mais com-
grido I D-lhe daqui, d-lbe d'acol, nao sei co-
mo as cousas se arranjaram, o corto que quan-
do entramos na cidade nao havia mais capito
Plouck dol. dedrages, mas o capito Plouck,
recrula no regiment dos maridos I Anda nao
tinhamos chegado ciJadella j eu tinha pe-
dido c obtido a mo de mademoiselle Odila
Stein.
E eis ahi como, acreseentou elle soltando um
longo gemidoeis ahi como de uma parte a sua
mala lhe chegou tarde, e eis ahi como tam-
bera, um homem solido pode em meia hora dar
um desmentido aos principios de (oda a sua
vida.
Quo derrota para o exordio dos celibatarios,
einl
Depois desta confisso, Prospero Plouck abai-
xou o nariz.
XIX
So levantou para empinar o copo.
E depois de um silencio muito prolongado, dis-
se-me :
Ento que diz ? pensa que fiz alguma as-
neira ?
Deus me livre, respondi-lheeu, se sua noi-
va bonita que faz goslo ; dir-se-hia que nasceu
n'uma roseira.
Taivez eu seja um pouco vclho, disse elle
com ar cuidadoso.
Ora, qual! vciho I Est forlecomo um car-
valho e verde como ura prado,
Talvez seja um pouco gordo ? ocresceulou
elle.
Deixe-se disso! E' gil como um dansa-
rino.
Talvez nao seja bonito.
Ora. capilo, um bravo nunca feio.
E' que mnha mulher diablicamente bo-
nita !
A nniva muito bonita Ora, vejam o se-
nhor a lastimar-se !
E muito moga para mim, ainda que j te-
nha seus vinle annos.
Que lhe importa se nao lhe aclis muito
velho ? EvJemais as mulheres, a loucura as-
sim como a razao nao tem edade. Ellas sao ou
loucas ou sizudas desde o bergo. A sua Odila
nasceu sizuda. Ri muito bem para nao se-lo.
"' verdade, verdade, roas nestas tres se-
E' bonita edade, eu trocara com o senhor
se podesse l
Maganao disse-me o capillo sorrindo me-
lanclicamente, havia de ver-se bem vezado se
eu o pegasse pela palavra. O que "me animou
continuou elle, foi que por uro lado Odila filha
e irraaa de soldado, e que a desgraga fez della
antes da edade uma mulher j seria e refteclida,
e por outro lado nao tem viotem. Relativamen-
te a elles sou rico e poderei faze-los flizes. Nao
abandonaremos Stein ; tornaremos feliz aquelle
rapaz Odila a mao que lhe falta, eu Ih'a dei-
xarci. Acrescente aislo que Slein lente equo
a pequea nao descosta de ver a familia subir
cm poslos na pessoade seu marido.
Picaremos em Slrasburgo.
Em Slrasburgo o militar 6 bem vislo. A ci>.
dadeesi cheia de ofllciaes que vem relirar-se o
de raparigas casadeiras que nunca lhes viraram
as costas. O senhor comprehende por que
que geralmente as mulheres gostara de uni-
forme ?
Conforme, disse eu.
i que? replicou ello meio a-
minhas ideas, meu
manas eu faco quarenta annos,
dro?
meu charo Pe-
Conforme
zuado.
Tenho a'csse respeilo
querido capilo.
Enlo, disse elle, o senhor nao gosta dos
militares?
Pelo contrario, disse-lhe co. son doudo
por elles. Quando cu era pequeo, tinha um
exercito de soldadinhos de chumbo que faziam,
tremer todo o bairro.
Enlo, explique-se ?
Nao, porque o capilo zangar-se-hia.
Eu, zangar-me I por quem me toma T To-.
do o exercito francez gnsla de rir.
Est bem corlo I disse eu.
Respondo por isso, replicou ella.
Enlo, ahi vai a ininha Iheoria sobre os
militares, e a respeilo do gcnero.de amor que
elles parecem poder inspirar s mlhetes.
Comprehendo, capilo, que odia mulher gosle
dos militares, de lodos os militares, deum regi-
ment, de um exercito, porque emfint em mate-
ria de militares, quanto mais ha, mais bonito 6 ;
porm custo msis a comprehender que ella es-
colha ura entft todos para prcferi-lo.
- Isso n&o possivel ? disse-me elle enlo
por quo T
(Con linuar^se -ha.)
PERN. TYP. DE M. F. DE FRlA. 18CQ


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