Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09074


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Full Text
r
'V
L
lile XXXYI. HOMERO 123.
Por tres mezes adiantados #$000.
Par tres mezes veicides 6000.
FEIRA
P#r ais liiAftUd, 19$000.
Parte fmee para sibseriter.
ENCARRRGAD03 DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
jo Guiraares; Piauhy, o Sr. Joo Fcrnandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Costa.___________
PARTIDA UUS CUKKLlU.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
quetra, lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo. Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
AguaPreta, Pimenteiras e Natal quintas (eiras.
(Todos og correios parlem as 10 horas da manha.
EPHEMERIDE9 DO MEZ DE MAIO.
5 Luacheia as 4 horas e 42 minutos da manha.
12 t, uarto minguante as 4 horas e 57 minutos
da larde. .
20 Lua ora as 4 horas e 27 minutos da tarde.
27 Ornarlo crescnte as 5 horas e 45 minutos da
t rde.
Prin
Seg
PARTE OFFICIAL.
Governo da provlneia,
EXPEDIENTE DO DA 25 DE MAIO.
Officio ao Exm presidente do Para.Com a
inclusa copia do officio, que me dirigi honlem
o director do arsenal de guerra, respondo ao de
V. Exc. de 22 do crreme, acerca da falta, que se
deu na remessa de differenles objectos com des-
lino ao mel batalho do linha dessa provincia.
Dito ao commandante das armas.Sirva-se
V. Exc. de expedir suas ordens, para que o 4o ba-
talho de arlilharia a p, estacionado na cida-
Je de Olinda, acompanhn a procisso de Corpus
Chrisli, que lera lugar naquella cidade no dia 7
de junho prximo vindouro s quatro horas da
-larde.
Dito ao mesmo.A vista do exposlo no officio
junto por copia, do inspector da thesonraria de
azenda, faz-se preciso, que V. Exc. me declare,
se ao ex-sargento do exercito Francisco Eduardo
Benjamn, ltimamente nomcado escrivao da
colonia militar de Pimenieiras, convm servir
naqiielle lugar com a condioo, que lembra o
mesmo inspector, no final docitado officio.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de informar
acerca do Incluso requerimento do lenle, co-
ronel Pedro Pessoa de Siqueira Campos.
Dito ao inspector da thesonraria de fazenda.
Sirva-se V. S. de designar um dos empregados
dessa lliesouraria para, no dia Io de julho prxi-
mo vindouro, s 8 horas do dia. ir passar revista
do mostraao 2o batalho da guarda nacional des-
la capilal, aquartellado na fortaleza das Cinco
Poutas.Communicou-se ao commandante su-
perior do llecife.
Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. para os
convenientes exames, as actas do conselho ad-
ministrativo para fornecimento do arsenal de
uern, datadas de 11 c 18 do corrente.
Dito ao mesmo Tendo resolvido nesta data
que seja elevado a 1600 o jornal de 1200 que
vencia o servente dos srmazens do almoxarifado
do irsenal de guerra, ora em servigo no palacio
da presidencia, Joaquira Francisco da Silva, as-
sim o communico a V. S. para seu conhecimento
e execugo na parle que lhe toca.
Dijo ao mesmo.Sem embargo das rcflexoes
tonudas cm seu officio do 19 do corrente, sob
n. 515, mande V. S. pagar, liavendo crdito, o
quantia de 90000, em que, segundo os docu-
mentos juntos, importa um livro que vendeu Gui-
mares & Oliveira ao conselho admiuslrativo pa-
ra a secretaria do comraando das armas, por
quanto, ainda que pela lellra do aviso de 19 de
tibril de 1852, se podesse entender comprehendi-
da as expressocsexpedieute das secretarias
dos rommandos das armaso livro em queslo
claro, que o aviso de 11 de junho de 1859. pos-
teriormente expedido, teria feito urna excepeo
n determinaco ao anterior, mandando expressa-
mente forneeer ao commando das armas desta
provincia, e secretaria do assislenle das Ala-
goas, os livros constantes da nota, que acompa-
vanhou o dito aviso, no qual vom comprehen-
(JJo o de que so trata.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia a V. S.,
fiara seu conhecimento e direccao, a inclusa co-
pia do officio, que me dirigi Exm. presidente
da Parahiba. pedindo a remessa para all na pri-
meira opporlunidade da quantia de 5:182$080,
que sendo dispendida cora as boias e seus per-
lences para balisamento do rio Paran, e com
um sinete, lancou a essa repartico a cargo do
cofro da thesouraria daquella provincia, cumprin-
do que V. S. me de conta do resultado para meu
governo
Dito ao mesmo.A vista da'folha e prel que
lhe sero mandados apresentar por parle do
commando das armas, mande V. S. entregar ao
aleres quarlel-mcstre do 10 batalho de infan-
taria, Jos Caetano da Silva, os vencimentos de
um mez, nao s do official, mas tambem de 15
pracasdo mesmo batalho, que vio em commis-
so a villa de Iguarass.
Dito ao mesmo.Em resposla ao seu officio
de hoje, sob n. 537. tenho a dizer que mande V.
S. adiantar ao official, que val em commisso a
villa de Iguarass, um mez de sold simples.con-
forme indica no citado officio.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Man-
do V. S. adrailtir ao servigo desse arsenal a An-
tonio Jos de Barros, visto nao haver inconve-
niente, segundo consla do seu officio do 24 do
torrente, sob n. 230.
Diio ao commandante superior de Olinda e
Jguarass Expega V. S. suas ordens, para que
a guarda nacional do municipio, sob seu com
mando superior, acompanhe no dia 7 de junho
prximo vindouro, as 4 horas da tarde, a procis-
o de Corpus Chrisli na cidade de Olinda.Com-
miinicou-se ao cabido da S.
Dito a thesouraria provincial.Logo depois do
pagamento, que se tcm de fazer ao empreileiro
da estrada do norte Jos Mamede Alves Ferreira,
de urna das preslacoes, quo se lhe eslo a dever,
mande V. S. indemnisar a companhia de illumi-
i>ago a gaz da quantia de 1:6028900, em que,
segundo a conta c requerimentos juntos, impor-
tara os objectos fornecidos para a illumnago
da casa do delengo, ficando na intelligencia
de que devo de ora em diante ir effeclu?ndo os
pagamentos aos credores na ordem om quo for
recebendo os despachos especiaes pata isso, sem
ltenlo a qualquer preferencia em e
agora assontado ainda mesmo na car*-
de ordens da presidencia.
Dito ao mesmo.Mande V. S. paga na ordem
determinada cm meu officio desta 4u a quan-
tia, que, segundo o requerimonto jur, se est
a dever ao arrematantante dos reparos da ponte
de Bujary, Jos Augusto de Araojo.
Dito ao capito do porto.Mande Vine, apre-
sentar ao Dr. chefe de polica aura de ler o con-
\enienle deslino Pedro Ferreira das Chagas, que
oi julgado incapaz do servico da armada, segun-
do consta de seu officio de hontera, sob n. 122.
Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Fago apresentar a Vine para
seren inspeccionados, os reciutas Antonio Igna
fio Gomes e Antonio Paz de Farias.Communi-
cou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que me repre-
enlou o inspector do arsenal de marinha no offi-
cio junto por copia, recoromendo a Vmc. que,
nos termos do reglamento dessa capitana, pro-
mova a demolilo de urna ponte de madeiraque
existe no extremo norte do Trapiche denominado
Anjo.Commuuicou-se ao inspector do arsenal
de marinha.
Dito ao mesmo.lnteiraito do conteudo do of-
ficio, que Vmc. me dirigi hontem, sob n. 113,
acabo de recommendar ao chefe de polica a ex-
pedicao de suas ordens, para que as autoridades
.policiaes do litoral da provincia nao recrulem in-
dividuos matriculados nessa capitana, conforme
*Vrac. requisitou no citado officioCoramunicou-
-se ao chefe de polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Faca
Vmc. recolher a esse arsenal 21 armas de fogo, e
quatro espadas inutilisadas, que lhe sero man-
dadas apresentar per narle do Dr. chefe de poli-
ca, alini do lerem o conveniente destino.Com-
jnunicou-se ao chefe de polica.
Dito ao conselho administrativo para forneci-
mento do arsenal de guerra.Autoriso ao con-
selho administrativo a compra para fornecimento
do almoxarifado do arsenal de guerra, os objec-
tos oustanles do pedido junto, sob n. 41.Com-
jnunicou-se thesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal do Recite.Com a n-
formaco junta por copia do inspector de saude
publica, datada de hoje, respondo ao officio que
me dirigi a cmara municipal do Rerife em 5
do correute, sob n. 41, pedindo a reduego do
ira issu, sem
ftie^haj at
onjrmidade
prazo marcado para a abertura das catacumbas.
Dito ao juiz de paz da freguezia do Limoeiro.
Respondo ao seu officio de 19 do corrente, de-
clarando, que por direlto, o processo relativo a
pagamento de custa9jgjve correr perante osjui-
leo de paz as causaScomprehendidas era sua
aleada.
Dito a Carlos Luiz Cambrone. Respondendo
ao officio de 26 de Janeiro ultimo, na parte em
que Vmc. pede a clevaco da renda annual do
prego de cada apparelho, como urna ndemnisa-
go aos prejuizos que diz vir a soffrer a sua em-
preza, sem a concesso da tsenco dos direilos
do imporlago dos objectos que lhe sao necessa-
rios, tenho a declarar-lhe, que segundo o pare-
cer, com que me conformo, da commisso noraca-
da para offerecer as bases do seu contrato, nao
pode ler lugar o augmento pedido por ser one-
roso aos particulares, e sobre tudo quelles que
dispem de pequeo recursos ; sendo preferivcl I
a medida proposla por Vmc, urna prorogagao
do praso fixado no contrato por mais cinco an- I
nos, doveodo neste caso requere-la a assembla
legislativa provincial, visto como nao pode ser
concedida por este governo.
Portara.O presidente da provincia, confor-
mndole com a proposta do chefe de polica de
22 do corrente, sob n 711, resolve nomear a An-
tonio Manoel do Reg Barros, para o cargo de
subelegado do primeiro dislricto da freguezia do
Cabo.
Expediente do secretario do governo.
Officio ao director do arsenal de guerra.De
ordem do S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
declaro a V. S., em resposla aoseu officio de 22
do corrente.sob u. 154. que nesla datase remet-
leu repartico da guerra as conlas dos objec-
tos, fornecidos por esse arsenal, a diversos mi-
nisterios na importancia de 2:737$<>60.
Dito ao promotor publico do Limoeiro, Dr.
Jos Antonio Coelho Ramalho. S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, manda aecusar recebid
o officio de 21 do corrente, era que V. S. parti-
cipa ter entrado naquella dala no gozo da liceoca
do um mez que lhe foi concedida.
Despachos do dia S5 de malo.
258Antonio Jos de Barros. Dirija-se ao
Sr. inspector do arsenal de marinha, a quera se
expede ordem para allender ao supplicante.
259.C. Starr&C.* Informe o Sr. inspector
do arsenal de marinha.
260.Companhia da illuminago a gaz.Esto
expedidas as ordens convenientes.
261.Domingos Gomes de Aguiar.Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
262.Francisco Ferreira Borges, gerente da
companhia Pernambiicana. Remettido ao Sr.
inspector do arsenal de marinha para mandar fa-
zer os concerlos de que se traa, nao liavendo
inconveniente.
263 e26i. Henrique August Milet.Infor-
me o Sr. administrador do correio.
265.Ignacio Xavier da Costa.Informe o Sr.
director das obras publicas.
266.Joaquim Francisco da Silva.Seja ele-
vado a 1&600 rs. ojornal do supplicante e neste
sentido se expegam as convenientes ordens.
267.Jos de Barros Corma Selle Inferas o
Sr. inspector da thesouraria provincial, ouvindo
o administrador do consulado provincial.
268.Lucio Roberto Florencio do Espirito San-
to.Informe o Sr. Dr. chefe de polica.
269.Manoel Claudino de Oliveira Cruz.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria do fa-
zenda.
270.Maria Candida de Azcvedo.Informe o
o Sr. commandante do corpo de polica.
271.Manoel Antonio de Jess.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
272.Pedro Alexandrino Gomes. Informe o
Sr. Dr. chefe de polica.
ein as 11 horas e 42 minutos da manha.
ndo as 12 horas e 6 minutos da tarde.
INTERIOR.
IIAHYMIYO.
Relatorio com que o Exm. Sr. Dr.
Joao Silveira de Souza, presiden
te desta provincia, abri as-
sembla legislativa provincial
no dia 3 de malo do corrente
anno.
imlrucgao publica, secundaria.
A Instrucgo secundaria dada no lyceo da
capital e ero aulas destacadas pelo interior.
O lyceo consta de 12 cadeiras, as quaes ma-
tricularam-sc no anno passado 151 alumnos,
sondo 12 em 3 aulas, 70 em 2, e 69 em urna,
prefazendo 245 matriculas da maneiras seguinte:
Latim inferior.................. 37
Latim superior................. 23
Inglez.......................... 33
Francez........................ 57
Geographia.................... 16
Historia........................ 3
Philosophia.................... 18
Rhelorica...................... 10
Geometica...................... 12
Commercio..................... 2
Grammatica gera.............. 4
Dezenho...................... 30
Desles alumnos perderam o anno por faltas
61, e foram examinados 35 ; sendo em latim
inferior 8; em latim superior 6; era inglez 3;
em francez 4 ; em rhelorica 4 ; m geographia
5 ; em philosophia 3 ; em grammatica 2 ; dei-
xando de haver exame de historia, de com-
mercio, e de desenho por falla do alumnos ha-
bilitados.
Acha-se vaga e em concurso a cadoira de
inglez, por de misas o concedida em data de 24
de fevereiro ultimo ao bacharel Filippe da Mol-
la d Azevedo Correia.
Emendo que a provincia nao deve continuar
fazer sacrificio de despender honorarios com as
cadeiras do commercio e grammatica geral, at-
iento o limitado numero de alumnos que as fre-
cuentara, e conscquentomenlo o resultado quasi
nenhum que dolas se colhe.
Assim, sou levado nao s por esta razSo como
pela idea de economa, & vista do nosso estado
lloanceiro, a propor-vos a suppresso dostas ca-
deiras, que sao realmente dispensaveis.
Alem da cadeira de desenho applicado ar-
tes e officios da casa dos educandos artfices o
cujo provimento resolv suspender cm auanto
nao melhorarem as circunstancias da provincia,
ha no interior 8 cadeiras de ensioo secundario,
sendo 5 de latim e 3 de francez, que foram
frequenladas no anno de 1859 por 49 alumnos.
Em virtude da lei n. 531 de 30 de julho do
anno pasado foi posta a concurso a cadeira de
latim de Alcntara, cujo provimento eslava sus-
penso desde n aposentadoria de Francisco Cae-
tano Marlins que a occopava. Foi nella prvi-
do Joo Franklin dos Res, nao obstante o dis-
posto na lei n. 529 da mesma data, que aulorisa
o presidente da provincia a aposeni;.r, cora o
ordenado correspondente ao lempo de servico,
que liverera, os professores de lalim das cida-
dcs villas do interior, licandosupprimidas as
cadeiras ; vislo que pela dita lei n. 531 parece
ter sido feila urna excepto a respeito da mes-
ma cadeira.
Cabe aqu dizer-vos quo sobre a lei n. 529
vos ser remeltida a copia do aviso do ministe-
rio do imperio de 22 de fevereiro do correle
anno, do qual veris que a seceo dos negocios
do imperio do conelho de estado ola a sua
inconstitucionalidade, por nao exigir condiccao
alguma de lempo, mem estabelecer regras para a
aposentadoria, quo tica exclusivamente depen-
dente da vonlade da presidencia, pelo que de
parecer que deve ser revogada. -
PREAMAR DE HOJE.
AUDINECIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao : terjas feiras e sabbadoa.
Fazenda: tergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio: quintas ao meio dia.
Dilo de orphos: tercas e sextas as 10 horas.
Prmeira rara do civil: tergas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados ao
meio da.
Hivuuuo fallecido o hachare/ Uidur Frail-
asen Meirelles, professor de francez de Alcn-
tara mandei conservar vaga esta cadeira, cuja
supiressao vos proponho por sua inutilidade,
visti haver urna no lyceo desla capilal, lo pro-
ximi d'aquella cidade.
L%ceo de Casias. Ainda se nao deu execu-
gao 1 lei n. 433 de 1 de selembro de 1856. que
creo 1 este lyceo. filial do da capital. Temi-
me ndo requisiladas pela respectiva cmara
mun cipal as providencias precisas para fazer-
se electiva a sua creago nao pude deixar, em
attercgo aos recursos da provincia, de raani-
lesta a cmara que nao era isso actualmcute
posswel. visto como seria mais um augmento
de df speza, que os cofres provinciaes terian dif-
ficuli ade de salisfazer. Alm desta causa, que
me pireco bem ponderosa a respeito da execugo
da le citada, importa dizer-vos que concordo n-
teiraiaenle coma opinodo digno inspector da
insln cgo publica de que nenhuma vantagem pede
ouerecer este estabelecimenlo. por ser um in-
terna o irregular e onde nao e possivel haver
urna conveniente fiscalisacao por se achar-Ion-
ge, d 1 acgo do governo." A cadeira de latim
que ixistia n'aquella cidade, moslrju sempre
que rao convinha a sua conlinuago, sendo fre-
quen ada muitos annos, apenas por um s a-
lumni, c.nas mesmas circunstancias, pouco
mais ou menos, so acha a de francez. A de
geomitrii que foi creada nesse lyceo c que po-
dena.dar algum proveito, torna-so tioje intil
epodebe.-.i ser substituida pela escola de 2.
grao, que j all existe, pois c sabido que aquel-
es a umnos. que esliverem as cirenmstancias
de pnseguirem taes esludos, fcilmente e com
niais proveito, viro ao lyceo da capital.
Instruccao Particular Primaria t Secundaria.
Ha na provincia 6 collegios de instrucgo pri-
maria e secundaria, 4 do sexo masculino e 2
do eriinino, 5 na capital e 1 na ciclado de Vta-
na. os da capital foram requenlaos o anno
passai o por 336 alumnos O de Vana foi ha
pouco instituido, e amda nao consta o numero
de sei s alumnos.
Alen destes collegios existem escolas de
prime.ras letras, sendo 4 na capital e 7 no in-
terior 9 do sexo masculino e 2 do feminino ;
asprineiras frequenladas por 3001 meninos, e
as ouiras por 40 meninas.
Ass m pois o numero dos alumnos particula-
res soae a 676, sendo 500 do sexb masculino
e 176 do feminino; 534 na canilil. e 142 no
inten r.
O ii spector da instrucgo publica representa
que pira seren salisfeitas as necessdadesdas
aulas aovas do primeiras leltras (das que se
achan desprovidas de utenclios. i indispensa-
vel a somma nunca menor de oifo conloa de
refs, jue coa ve ni ser votada quanto antes, afira
de obtlar o atrazo, que por isso tem sentido a
instru :go primara.
Inst 1 o mesmo inspector pela creago de um
ugar de srvenlo ou ajudanle (do porteiro no
lyceu que se torna all necessarp, visto que o
portei o nao pode fazer s a polica do cstabele-
ciroen o e vigiar sobre a conducta externa de
tantos meninos.
Bibliotheca.
Continua a bibliotheca 110 mesmo estado des-
crtpto pelo meu Ilustrado antecessor 110 seu re-
lalorir de 3 de maio do anno passado.
Nenura augmento tetn lido no numero de vo-
lumes a nao aer o dealgumas cdllecces de leis
geraes e provinciaes remellidas pela secrelaria
do go< erno, ou jomaos publicados na capital.
Posiue ella 1931 volumes, truncados e arrui-
nados pela maior parto. A nao ter oste estabe-
lecmi nto um* completa reforma, nao pode pre-
enche os fins, a que e destinado.
Ten lo fallecido o continuo da bibliotheca An-
tonio Raymundo Marlins, entend conveniente
suspe der o provimento deste lugar, que se con-
serva vago, e cuja suppresso proponho, vislo
que, :omo delibere, e actualmente acontece,
odessm inconveniente e com economa dos co-
res provinciaes ser oceupado ao mesmo tempo
pelo p irteiro do lyceu.
Casas dos educandos arti fices.
Este estabelecimento, onde sao educados os
meninis orphos o desvalidos, continua a gusar
de ere lito, sob a direccao do zeloso c-daJao An-
tonio Jos Pereira Maya, que se mostra incan-
gavel n dedicado pela sua prosperidade.
Pela secretaria do governo vos ser remettido
o relatorio do mesmo director, organisado de
coofomidade com o 12 do art. 38 do regla-
mento provincial de 7 de marco de 1855, sobre
o esta lo do estabelecimento.
Do 1 de julho do anno passado ao ultimo de
margo do corrente foram despedidos 25 educan-
dos ; fendo 10 por se acharem promplos; 4 por
padect rem molestias incuraveis ; 11 porterem
moslrtdo inaplido durante o tempo de apren-
dizage n.
Exis em actualmente 100 educandos de nume-
ro, c 14 extranumerarios ; 48 esto cumprindo o
DAS DA SEMANA.
28 Segunda. S. Germano b. ; S. Priamo m.
29 Terca. S. Maximiaoo b. ; S. Mximo m.
30 Quarta. S. Fernando rei; S Flix p. m.
31 Qninta. s. Petronilla v. ; S. Lupicno.
1 Sexta. S. Firmo 01.; S. Felnlo; S. Severiano.
2 Sabbado. S. Erasmo b. m.; S. Marcelino m.
3 Domingo, da SS. Trindade. S. Ovidio b.
lempo
AS d
as se(
sapate
5, de
com 9J
traball
Ach
officin
Ali
aulas
menta
Em
provin
fessor
melho
ca e
acham
O di
presen
do os
sao de
sido d
No
maria
neiro
ferent
comm
parte
de relengo eslabelecida por lei.
fficinas montadas no estabelecimento sao
uinles ; De alfaiato com 59 apredizos, de
ro com, 25 de surrador de cabedaes com
anteiro e pedreiros com 14, de carapina
Cumpre observar que alguns educandos
ato em mais de um officio.
im-se vagos dous lugares de meslres de
is.
. destas olcinas ha all actualmente as
de primeiras lettras, e do msica inslru-
yista do estado deficiente dos cofres da
:ia, nao somente deixej de prover de pro-
1 aula de desenho, como demitti at que
e o nosso estado finaneciro, o de musi-
nslrumentos de corda cujos alumnos se
addidos a outra aula de msica,
rector, como veris do seu relatorio, re-
la sobre a insuiliciencia do ordenado de
3OO#OC0 ao professor de primeiras lettras, quan-
ordenados de todos os mais da prvinch
5009000 rs. para cima.
- -fr-wu 1.7. |_>(ji VitllU.
O estado sanitario do estabelecimento nao tem
li isfavoravel.
de Janeiro de 1859 exislam na enfer
) educandos ; deram-sc durante o anno
268 entradas e 271 sahidas, (cando no Io de Ja-
do corrente anno 3 doentes. As moles-
lias, que mais grassaram, foram as febres inter-
mitientes, remitientes, bronchites, dores de dif-
: Iteu a mais de 80 educandos pela maior
lenignamente.
A rcceila do estabelecimento do Io de julho de
1859 1 31 de margo deste nnno ( 9 mezes 1 foi
de 22. 79J902. res, o a despeza geral de ... .
23:617 fOit, resultando da compararlo desles s-
ganseos o dficit de 737120 res. A receita
peculi ir do estabelecimento foi de 7:1979102,
res, i a despeza por conta della de 8 057910.'
ris s< ndo o dficit do 870S868 ris abonado pe-
lo cofre geral da casa.
Em ;onsequencia do que ponderou o inspector
do the-ouro provincial sobre o numero j mu
limitad) de educandos extranumerarios, para
cujas d spezas determinou o art. 33 da lei pro-
vincial n. 440 de 6 de selembro de 1856, que
fossem applicados os rendimenlos da casa, re-
solv ru o director, a quera ouvi a oste respei-
to, fi/esse trimensalmenle entrada dos respecti-
vos sa dos para o thesouro.
Temo vindo a esla capital o director do colle-
go de educandos do Cear. padre Antonio No-
gueira de Braveza, observar o rgimen interno
do de ta provincia, mandei preslar-lhe pelo res-
pective director todas as informages e escla-
rceme tilos, conforme me foi requisi.Udo pelo
Eim. presidente da dita provincia. Acquieacen-
do aos desejos dosobredito director, nz despedir
do estabelecimento, para ser empregado no da-
quella provincia, o educando Virgilio Mariano
Pereira, que para all j seguio
Asyl* de Sunta Tnerexa.
Pela secretaria do governo vos ser remettido
o relalono do estada deste estabelecimento, que
em virtude do disposto no 9 do art. 9. do re-
glamento de 16 de Janeiro de 1855. foi organi-
zado em dala de 10 de fevereiro pelo fallecido
Barao de Coroal, q\e o diriga cora tanto zelo e
dedteagao.
Acha-se completo o numero de 50 meninas
orphaas all admittidas, tendo sido em dala de 25
do fevereiro ultimo preenchida a vaga, que se deu
pelo allecimento de urna das edurandas.
Estas orphas se empregam effeclivaroente nos
esludos e trabalhos domsticos, determinados no
citado regulamenlo, com maior ou menor apro-
veitamenlo, segunda a sua idade. capaciaade e
apphcagao, como veris das informaces, an-
nexas ao mesmo relatorio, prestadas pelas mes-
iras de primeiras letras e costuras, e pelo pro-
fessor de msica. K
Todos os empregados cumprem satisfactoria-
mente os seus deveres, sendo dignos de especial
mensao a regente, -quo sabe conciliar o respeito
propno de seu cargar com o amor de urna verda-
deira mai das orpha.
Da informago taottem junta ao relatorio, dada
pelo respefctivo medio, consta o estado sanitario
do asylo, lao qual csjmpre acresceular que quasi
todas as educandas foflreram o contagio do sa-
rampo, qije foi muitdbenigno.
Segunde represenlou o fallecido director as
pensoes v liadas para a manulenco das orphas
lornam-st j insuffifientes, atienta a caresta dos
gneros.
A' vista] do estado, critico das nossas financas
lomareis cerca desta representago, alias funda-
Ka u ,eraSao 1a julgardes conveniente.
Do bal ingo resumido, que acompanha o dilo
relatorio. veris que o saldo existente no cofre
das orph as desde Janeiro de 1859 a 16 de feve-
reiro dolcorrente anno de 5:000 em apoliecs
ctS2!1 Publlca provincial, juros de 8 0/n. e
9879064 jm moeda correnle.
Alera das oito pensionistas particulares, exis-
leriles ro asylo, s quaes se refere o sobredito
relatorio, mandei em data de 21 de margo admit-
iir mais duas, lhas do major Joaquim Coelho de
Souza.
No sejilido da redamago do director, resolv
ara dat
salidad
lorma aldisposigao do art. 28 do regulamenlo que
anida nio foi approvado por esta assembla. e
pelo qual fra esUbelecida a mensalidade de
12 rs.
Pelo (que toca s obras, que se est procoden-
do no sylo, em ordem a terem as orphas me-
hores ccommoda$6e8, trato deilas no artigo re-
lativo as obras publicas provinciaes.
Reslf-mo declarar-vos que, havendo concedi-
do dispeosa do cargo de vice-director ao desem-
adlor Manoel Jerenimo Guedes Alcanforado,
odio, nomeei para oceupar o mesmo car-
ijor Jote ARtqnio da Sttva Outmarcs,
a direccao acha-se aclualmenlo o eslabe-
ilo.
Recolhimento dos remedios.
Con^nuaa provincia a contribuir cora o subsi -
mo de 1.400 rs. por auno, para manutengo de
12 orphaas neste recolhimento.
Segundo a informago da superiora existem all
Ja recomidas, das auaes sao 12 pensionistas da
provincia c 1 particular. Tambem formara o pes-
soSMo recolhimento 10 servas livres e9escravas
O seu rendiraenlo o seguinte :
Subsidio provincial para as 22 pen-
sionistas......................
Juros de 7:000 de apolices da div'il
d publica geral a 5 O/q ao anno
Aluguel de duas casas terreas......
Foros de 10 bragas de terreno na ra
do Egypto e de 17 na ra do Ma-
chado.....................
Rendimento da fazenda*'de'sad
vaceura...................... ##
Mensalidade de urna nica pensio-
nista particular...................
BNCARREGADOS DA SDBSCBIPgO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Aires; Rio do Janeiro, o Sr.
I Joo Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do pumo Manoel Figueiroa do
Faria.nasua livraria praga da Independencia ns.
oes.
que a
go. o
sob
lecra
ris 6:27aa7oU, sobre o que convm tomar aiitu-
ma providencia, em ordem a nao ser anniquilado
este estabelecimento de caridade.
Para fazer que a receita acompanhe a despeza.
lembro-vos a concesso de algumas lolerias. pa-
ra serem extrahidas inlerpoladamente com as da
malnzes pois era este o recurso com que outr'ora
se razia face s despezas da rasa dos exposlos
que hoje pesam sobre a Santa Casa, instituida se-
ment para curar enfermos indigentes.
A cobranga.da divida activa prosegue, nao co-
mo para desojar, mas como o permiltem ascir-
cumslanciss ; e d'aqui. pouco se pode esperar
por srr esse debito considerado perdido na maior
parte.
Todos os empregados da Santa Casa tem mes-
quinhos venc memos, e esta circumslancia obri-
ga-os a oceupar outros empregados donde lirem
o que lhes falta para occorrer s suas despezas.
Dalu resulta que o servigo a cargo de alguns des-
tes empregados nao feito com a pontualidade
precisa, e nao ha meios de remediar essa incon-
veniencia, em quanlo os ordenados nao forem
augmentados, o que nao possivel actualmente.
A mesa administrativa requeieu a presidencia
dispensa de entrar, no corrente exercicio, para
os cofres provinciaes cora as prestages annuaes
destinadas & amortisago do emprestimo, que pe-
la lei provincial numero 404 de 27 de agosto de
1856 lhe foi feito para a edificago do actual ce-
milerio, e o meu antecessor, em 31 de agosto,
Ih'a concedeu at a prxima sesso .dcsla assem-
bla, que tal respeilo resolver o que entender
conveniente.
Hospital geral.No comego do anno de 1859
existiam as enfermaras deste hospital 42 docn-
les, entraram durante o anno 364, sahiram cura-
dos 309, aileceram 62, e ficaram existindo 35.
Hospital dos lazaros.Existiam neste hospital
no principio do referido anno 15 elephantiacos
entraram 10, falleceram 5, e ficaram existin-
do 35.
Casa dos exposlos.O roovimento dos exposlos
no anno de 1859 foi o seguinte : Existiam 33
entraram 3; falleceram 4 ; e ficaram exisiind
no principio do corrente 32. sendo 16 no estabe-
lecimento, de 7 a 27 annos, o igual numero da
idade de 7 annos para baixo at 8 mezes, em po-
der das amas, que perrebem urna penso da mi-
sericordia para cria-los
Destes exposlos perlencem ao sexo masculino
13, e ao feminino 19, em cujo numero se com-
luuo un rectamagao ao airocior, resolv Prehendem 7 mogas de 17 a 27 annos, as quaes
de 20 de margo elevar a 16f rs. a raen- abera ler. escrever, cozer, fazer renda, engom-
destas pensionistas, alterando por e3ta ma^ ,e cozinhar ; reunindo isto boa conducta
An nnmi>n.nin ... moral, e cinco metimos de 9 a 10 annos. que po-
dem ser admtlidas na casa dos educandos, logo
que se proporcione lugar.
Dos de tenra idade existem por baptisar 6, de-
vendo celebrar-se o btplismo, logo que a mesa
administrativa marque dia, e designe padrinhos.
Em mesa da Santa Casa da Misericordia foi no-
meada ltimamente urna commisso encarrega-
da de estabelecer em casas de familias as expostas
maiores.
SemelhajWA mpdiJa foi aconselhada pela ne-
cessidade de dar-ge destino a essas mogas, por
que i juftaivel qae a Santa Casa contine
cooMarM_de suaienta-las, a espera que
J resolveu a reata que fossem entregues tres,
urna sua roadrinna, outra a urna sua irma de
cnagao, o outra a urna mulher que se diz sua
A entrega da primelra j so fez eflectiva ; resta
a das duas. que desejam receber. antes de sahir,
urna o legado de90$000, e a outra o do 135j000,
que lhes deixou a mulher que as criou, e que foi
entregue Santa Casa, o que depende de ordem
da mesa, logo que se rena.
Catechese e civilisaco dos indgenas.
A direcgflo geral dos indios contina cargo do
Ur. Jos Mana Brrelo, que nos esforgos quo em-
prega para desenvolvimento da catechese e civi-
lisaco, v-se contrariado j por falla de recursos,
pois sao exiguos os fundos decretados para este
ramo do servigo publico, j por nao ser em geral
debidamente auxiliado pelos directores parciaes;
nao rallando as difficuldades que se encontram
nascommunicages com alguns pontos do inte-
rior, e na falta de missionarios para chamar ao
gremio da civilUago tantas hordas, que vivem
errantes as nossas florestas. Sendo, como sao
as honras do cargo de director parcial, a nica
retnbutgo que lhe dada, nao possivel encon-
trar homens que, abnegando os seus proprios in-
teresses, se dediquem a este servigo, como fra
para desejar.
Todava cerlo quo muilos bragos poderiam
ser ulilisadosna lavoura do paiz, so fossem cha-
mados das malas, catechisados ocivilisados esses
:ndividuos, que vivem lei da natureza.
Isto posto, se nao tem sido posskol, pelas
causas aponladas. desenvolver convenientemente
a catechese e civilisago dos indgenas, alguma
cousa se ha feito, reduzindo-os paz em muitos
lugares, como se verifica pelas viagens que pre-
sentemente se fazem, pelos ros Mearim, Guaja-
h e Pindar, sem reccio de accommeltimento
ou perseguico da parto del les.
Nao se acham. porm, ainda pacificados os in-
dios da nago Timbira, urna das mais ferozes,
existente na comarca de Vanna, que ha all in-
commodado os lavradores ; mas tenho dado as
providencias so meu alcance para impedir que
elles commellam qualiucr atlcutado em prejuizo
das fazendas.
Alm das quatorze directoras parciaes, queja
existiam, e de que fez mengo o meu Ilustrado
predecessor no seu relatorio do anno passado,
foi em data de 10 de junho desse anno croada
urna outra na margem direila do Tocaotins, com
o fim de aldear diversas hordas da nago Piaco*
big. ou Gavio, Caraus, e Caracali, e para di-
rector parcial foi nomeado o capillo da exlincta
segunda linha Alexandre Goncalves da Silva.
O padre Carlos Winckler, missionario e diree
tor da colonia Leopoldina, encarregada pela pre
sidencia de fazer urna entrada as maltas povoa
das pela tribu dos indios Timbiras, as immedia
ges dos rios Guajah. Pindar e Mearim, do pre-
gar o evangelho, chama-Ios para as margens dos
rios nayegaveis, e incorpora-los aos aldeamenlos
e colonias existentes, acaba do conseguir a paz
com sele aldeias comprehendidas na directora
creada margem do rio Guajah, do que direc-
tor Lourengo Marlins Jorge, sendo cinco situadas
no lugar denominado Bom Jess, e duas no Cam-
po Limpo. O dito missionario foi acompanhado
do director parcial al o ultimo lugar. Para man
ter, porm, os indios nessa paz, e remediar sua
primeiras necessidades, nao bastara as palavras
as promessas do missionario; mister prestar
lhes alguns soccorros, fazer-lhes alguns brindes,
para que nao desconfiem das benficas intencoes
do governo.
Neste proposito trato de dar algumas provi-
dencias compativeis com os recursos do que dis
poe a presidencia.
Colonisago
Foi no anno de 1853, segundo consta dos rea
r--------rl-----._._. _w ,..- torios de meus predecessores, que nesla provincia
ros e exposlos, de maneira que, apozar de todas comecaram os ensaios de colonisago europea,
as economas e melhoramentus fetos pela mesa Das seis colonias, que ento se estaboleceram
administrativa, ainda to corrente anno tem u-:l J
despeza de exceder a teceita ordinaria. Da con-
ta de lucros e perdas nola-se que o debito da San
ta Casa da Misericordia no anno de 1859 incluido
o prejuizo de 1:300000 havido na venda da casa
numero 4 da na do Rancho de Santo Antonio foi
de 19:5069327 ; e o crdito de 12:45686a rs.. do
que se v, que houve um desfalque contra a
Santa Casa da tobredita somma de 4:6490465
Pelo orgamento para o ano o futuro de 1861,
rereis que a despeza oreada txcede a receita em
200S000
29$166
22O00
9830
405000
21000
321996
300900
A despeza mensal monta ordinaria-
mente em........................
Hospital militar.
Neste hospital, cstabelecido np edificio junto
igreja da Madro de Dos, recebem tratamento
nao s as pragas do 5. batalho de infanlaria,
como as do corpo de polica e os reos militares
e presos de jusliga.
O dfegado do cirurgio-mr do exercito con-
tinua a ponderar a inconveniencia da situaco
deste hospital no dito edificio por ser ant-hyg*ie-
ntca, vislo achar-se entre tros focos de infecgo
que sao o cemilerio da misericordia, o matadou-
ro publico e os patanos do Batanga, e mesmo
pela distancia em que fica do quarlel do Campo
d'Ourique, em razo do que nao podem as pra-
gas doentes ser fcilmente para all transporta-
das, acrescendo a isto a difficulJade de ser o ser-
vigo do estabelecimento devidamente Dscalisado.
Em vista do que e da disposigo do aviso de 5 de
margo de 1857, novamenie indica a conveniencia
de ser a enfermara militar transferida para o
quartel do 5." batalho do infantera ; o que nao
pode ter lugar emquanto esliver o corpo de po-
lica oceupando parle deste edificio.
Acha-se montada urna pharmacia no hospital
por conta do governo, dirigida por um pharraa-
ceutico militar.
O movimento da enfermara no anno passado
foi a seguinte :
Exislam cm Janeiro...... 35
Entraram................. 441
Sahiram curados.......... 16
Morreram................ 16
Ficaram existindo........ 25
O movimento de Janeiro e fevereiro do corren-
e anno foi o seguinte :
Existiam................. 25
Entraram................ 70
Sahiram curados......... 72
Morreram................ 5
Ficaram existindo........ 18
Santa Casa da Misericordia.
Em virtude da lei numero 125 de 6 de outubro
de 1811, vos sero remetiidos o balango da recei-
ta e despeza da Sania Casa da Misericordia no
anno administrativo de 1859, acompanhado das
respectivas tabellas, e o orgamenlo para o futuro
anno de 1861.
Pelo balango veris que a despeza excedeu a
receita em ris 4:6499465 dficit este, que foi su-
pndo cora capitaes arrecadados, que devam ser
convertidos em fundos, pblicos. Esta circuns-
tancia ja se tem dado nos annos anteriores, e
sendo trazida ao conhecimento desta assembla
em sua ultima reunio, para que houvesse de
igualar o orgamento da despeza com o da receita,
apenas pode fazer augmentar esta com ma3 ris
1:000000, pela verba com que a provincia con-
corro annualmente para supprimenlo dos Laia-
hi>}e s reslam duas-a de Pctropolia empreza
da
do cidado Francisco Marques Rodrigues, sita
no municipio do Codo, e a de Santa Isabel do
coronel Torquato Coelho de Souza, no municipio
de Guimaries.
Nao tenho dados alguns, que me hbil tem a
dar-vos noticia do estado em que se acba a pr-
meira.
Pelo que toca a segunda, consta que-nella exis-
tem actualmente 69 pessoas de ambos os sexos e
differenles iaides. Anda nao (oi possivel ao
emprezario completar o numero de 80 colonos
que se obrigou a manter. '
Foi esle estabelecimento auxiliado pelo gover-
no da provincia com o emprestimo de 3-50oV
rs., para indemnisago do qual, visto ler expira-
do o respective praso. jame dirig ao emprezario.
u estado sanitario da colonia tem sido o mais
salisfalono possivel.
. O systema desle csUbelecimealo o de parce-
ma^gUUd0. qual deTe Pre"ro auferir
metade de ludo quaoio colherem os coloaos
mas tem elle renunciado a esse interesse em re-
lacao aos cereaes. legumes e fruclus, e ioito aos
colonos outros beneficios, no sentido de arreda-
los da rolina empregada no processo das planta-
goes. e cncammha-los a lavrar a Ierra por meio
do arado, com o que Vo tendo ptimas colhei-
tas.
O emprezario se acha animado dos mlhores
desejos de promover o adan lamento de sua co-
lonia, aperf icoaiido os processos da lavoura.
Da colonisago indgena oenhuro resultado se
na conseguido.
As tres colonias ou misses, creadas na mar-
gem do Pindar, sob os ttulos de colonia de S
I edro e Januaria, c no Allo-Mearm com a deno-
minacao de Leopoldina, nao tem lido desenvol-
vim*nlo ; ao contraro vio de dia em dia retro-
gradando o que se deve em grande parte attri-
buir a falta de bons missionarios que a dirijam.
Apenas a Leopoldina tem por director o mis-
sionario padre Carlos Wiocklor, que se acha au-
sento della desde o anno passado por ler sido in-
cumbido de fazer urna entrada as malas povoa-
das pelos Timbiras ns lmmediages dos rios
Guajah, Pindar e Mearim, afim do chama-Ios
para as margens dos rios navegaveis e incorpo-
ra-los aos aldeamenlos e colonias existentes que
melhores disposigoes offeregam.
As outras duas ha muito que sao dirigidas por
seculares. r
De director interino da de S. Pedro foi pelo
meu antecessor em 20 de julho do anno passado
demitlido Caetano Jos de Mello, por informages
que contra elle obleve, sendo nomeado "para*
subslilui-lo Marcellmo da Exallago Maciel que
lomou conta della no dia 15 de selembro.
Segundo informa este director, existem alii 75
mdtos, sendo 33 homens e 42 mulheres de difTe-
rentcs idades, os quaes. com raras excepges,
anda conservam os hbitos primitivos da vida
selvagem, mostrando-se indolentes o deleixados.
Alm de outras enormidades de que tem sido
accommctlidos os indios, sao as febres intermit-
ientes as que all mais se teem desenvolvido,
mas sem consequencias graves.
De dous rogados que existem plantados espera
o director eolher ao menos a farinha necessaria
para o abaslecimenlo da colonia ; e nada pode
actualmente fazer no sentido de prove-la de todos
os objectos necessarios.
Foi igualmente pelo meu antecessor demilido
Pedro Cazimino Zanini de director da colonia Ja-
nuaria pelo m'i trato que dava aos indios, qua
os obrigara a abandonar o aldamento, senda
nomeado Antonio de Sena Machado para eccupar
este carga, do qual tomn posse no dia 1 de n-
vembre.
Foi encontrada a colonia per este director era.
estada de abandono, com falta de mios objec-*-
lo, quo lhepertenciaro, o que por nt^ n y.
deleixo de seus antecessores haviam sx e- m> '
v lados. mT. .
Est a colonia povoada com 71 Indios de am-*
bPs ssex08 e differentes idades desde 8 mezes
al 70 annos.
Nenhum rogado encontrou all o novo director ;
e algumas rogas, que pertenciam aoa indios da
colonia, foram destruidas pelos Timbiras selva-
gens. Entretanto j fez elle rogar e plantar urna
rea de cem bragas em commura, alm dos roga-
dos peculiares de varios indios, pelo que espera
er alguma colheila oestes seis mezes.
Expoe o director que a colonia se acha situada
em distancia de 50 leguas pouco mais ou menos
cima da villa de Mongo, em um terreno are-
noso, confinando com uraaserra bastante elevada
e estril, pelo que n3o considera aquelle lugar
vanlajoso para precncher o fim que se pretende,
pois que para rocar-se e plantar-se se torna ne-
cessario atravessar os ros Pindar e Car, e isto
muito custo no invern, por falta de canoas, o
no vero porficara colonia incommunicarel, por
lempo de quatro mezes, em consequencia de sec-
car o rio. Assim propoe elle, como lugar mui
proprio para o aldamento, o denominado Ipuei-
ra do Gento, e representa que os mesmos indios
qticixam-se do lugar era que se acha o estabele-
cimento, e desejam a sua mudanga. Sobre esta
indicago mister consultar-so o que mais con-
vm fazer-se.
Colonia militar do Gurupy.
A testa da direcgo desta colonia se acha inte-
rinamente o tenente-coronel da guarda nacional
Altino Lelis de Moraes Reg, que foi nomeado
pelo governo imperial em 17 de miio do anno
passado, e lomou conta della em 11 de julho do
mesmo anno.
A sua populaco compoo-se de 224 individuos,
entra os quaes figurara 26 indios ainda nao civi-
lisados, que esto situados junto colonia, e sao
oceupadoa og servigo della sempre que mister.
Ha oito casas pertenceotes colonia, das quaes
sao bem construidas cinco, sendo duas cobcrlas
d tena. Mas de palha, e as tres restantes, o.ccu-
padas cobm quartel e com as o'ffitinas de carpina
e ferreissbl enm a olaria e forno ; acham-se em
Est^rcajacluir-se na mesma um cemilerio ; o-
Itrucco da capella apenas conta-so
com algumas madeiras
^?colonia un cafezal, e no melhor esta-
liyel urna grande roca para cauna e arroz
i de mandioca, e com os seus productos
espera o'director fazer face s despezas de esla-
cixBnio. Com os recursos, porcm, de quo
disfda. representa que nao poder eolher todo
pz, visto que conta com urna colheita do
rnafi de dous mil alquc'ires, alem de urna grande
porgio de milho. Alem disso ha tres soffriveis
lavouras do caf e mandioca e tres de canna com
umec/genho, perlencente particulares.
Ha alli famosas campos de criar, e o gado quo
nelles existe, como informa o.director, conserva-
se em perfeita nutrigo.
Continua a colonia a sentir a falla de um ca-
pello e de um facultativo, cujos cargos, apezar
dos desejos do governo, nao teem sido prvidos
por nao haver oem sacerdote, nem medico, que
os queiram oceupar; e o director nao cessa de
instar pelo preenchimcolo do numero de oraras,.
que segundo o regulanjento, devem compor o.
pessoal da colonia, o que nao foi ainda possivel
salisfazer. Para vice-director nomeei por portara
de 30 de margo o tenente reformado do excreto
Jos Marianno de Barros, em lugar do tenento do
5.a batalho de infanlaria Jos Flix de Azevedo
S, que foi dalli retirado, em virtude das oedens
do ministerio da guerra.
Esla colonia se nao fossem alguns servigos. pres
lados pelo fallecido director capito Francisco
Jos da Silva Almeida, teria desapparecido, pela
incuria das direeges anteriores, e com o zelo &
dedicacao do actual director de esperar que ella
se colloque no p, que tem em vista o governo
imperial.
Agricultura.
a agricultura como sabis, a principal fonto
da riqueza publica. As causas do atrazo era quer-
ella se acha entre nos nio vos sao desconhecidK;
diversas vezes tem sido trazidas ao corpo legis-
lativo Entre outras, aprescnlada a sabida da
mais de cinco mil escravos, que tem sido, expor-
tados de 1856 para c, alm da dimAnuigo ala
seu numero, resultante da mortalidr.de; todava.
cerlo que ainda a lavoura na proriucia. coqU


W)
____
com muilos bracos, que poderse -ser muito inais
tiem utilisados, subslituindo-se o syslema roli-
aieiro, que anda embregado m minios esta-
lccimentos agrcolas, pelo sys(*maataturio, qe
ITerece lo vantjjoeoa resultados.
A falla de vas de commiinieacao oulro mal
que senle a lavoura. Quasi todasosinasflaaoilaaaae
com rarasexcepooes.acham-secm.ptssimo estado
c a iao accrescem as distancias, em que fieam
muitos esiabelecimentos das niargons dos rio na-
vcgaveis, e de que resultara diftiouldades e gran-
des desperas nctreusporte dos eneros do-sua
prodoeao para.os pnnlosdo embarque.
No entre lano por este lado se ai ja sentindo
osinimensos beneficios resultantes da navega-
r.ao fluvial a vapor da companhia Maranhease ; e
ha bem fundadas esperanzas de quo para diaute
provir aiuda mais impulso a nossa agricul-
tura.
Sendo n falla de conhecimeato profissionaes
moa das causas do atraso da industria agrcola,
o mcu Ilustrado proderessor, dando execucao
lei provincial n 446 de 6 de selembro de 1856
iuadou as margens do Culim um eslabeleciraen-
io, cujos linsso: cnsinar pralica e theorictnen-
tu a mocidado da provincia a profissao de lavra-
dor; ustituir-se urna serio de experienciosc en-
saios conccrneutcs ao melhoramenlo do syslema
actual da nossa lavoura, creando-se so inesrno
tempo um centre de observaco e demodstraces
pralicaspara a inslrucgo doslavradores; e trans-
planlar-se para a provincia os melhodos e pro-
cessos agrcolas, cuja proliciencia houvor sido
abonada por urna esclarecida e constante expe-
riencia dos pases estrangeiros mais adianlados.
Este estabelecimenlo, do qual adiante tralarei,
foi montado ca pequea escala, segundo as for-
ros da provincia; mas 6 um passo dado nos me-
horamenlos da industria ; convm ser animado;
com perseverante delle se colherUo sem ouvida
s fruclos, quo o seu Ilustre fundador leve em
mente.
No sentido de derramar-so a instruyo profe-
sional sobre a cultura dos gneros similares, fo-
ram estuda-la nosslados-Unidos, do America,
com auxilio da provincia de couformidade com a
le n. 417 de 7 de outubro de 1857 e do regulamenlo
de 18 de dezembro do mesmo anuo, os lavrado-
res Antonio Joaqiiui Lopes da Silva e Jos Cesar
Machado, que aqui chegaram do volla u 13 do
agosto do anno passado. Anda nao me foram
por elle* a'prcseutados os relatnos de que Iraia a
dita lei.
No entretanto pelo primeiro, foram trazidos da
America, diversos instrumentos agrarios e ma-
chinas de nova navegaco que fui encarregado
de comprar para o estabelecimenlo de aprendi-
zes agrcolas, o dos quaes tem sido parte cedida
a alguns lavradores pelo costo. Muilo converia
qne por cotila da provincia fosse comprado um
bom sorlimenlo de charras, e mais instrumen-
tos da agricultura, para seren assim vendido?,
salvaudu-sc os compradores do excesso dos pro-
cos, que percebem os especuladores
Alm disso, cora o fim do proporcionar aos la-
vradores alguns eselarecimentos sobre o planto
da canna, fabricaciio" do assucar, concert epol-
1oc.-iij;io de raachinismos, fui contratado pelo dig-
no vice-presidenle, quo me precedeu na admi-
nistrarn, o engenheiro pralica americano, tam-
bera entendido na lavoura John YVetson, para
aqu se demorar pelo lempo do um anno, me-
diante a gratificaco mensa! do com mil ris. J
varios assenlamulos de engenhos do canna
tcem sido foitos por ello com geral salisfaeo.
Como complemento dos informacoes que teem
ido prestadas nos relatnos anleriores, sobre o
estado da produeco agrcola junto, acharis, sol)
n. 8. o quadro dos gneros que do interior da
provincia, foram importados na capital no anno
fiuancciro de 18581859.
Uabelebimenlo de apoendizes agrilas.
Pela comraisso directora, como veris do ro-
tatorio junto, sob n, 9, teem sido empreados lo-
dos os meios, dentro dos recursos que lhe teem
sido facultados, para montar o estabelecimenlo
de couformidade com os regulamentos do sua
creaco mandando rjr dos lisiados-Unidos da
America os instrumentos ratenos e machinas
de differenlcs fo reas e especies, e forneconrJo-
Iho uniros aprestos.
O pessoul do estabelecimenlo compo-so ac-
lualmonte do cuete dos Irabalhos, LuuClemenl,
de um professor de piimeiras ctlras, de de.
educandos agrcolas, dos quaes dous pensionistas
particulares, c de seto empregados subalternos
ou serventes.
Foi em o l.c do dezembro do anno passado,
que cnlraram para all c comecaram os seus Ira-
balhos os aprendizes, bom como o respectivo
professor de primeiras letlras, que, pelo regula-
menlo de 3 de agosto do 1859, lambem iu-
'!"' ^i'' <'a rscriPlur;15au Ja casa, o exerco as
jpr-$> 'je ecnomo.
/\ ,'H e principio tratou a commsso da cons-
lUc.ao dos edificios iudispensaveis. Iteporou-se
. .a casa de virenda, mudando-so Iho o inadeira-
. ment, o acrescenlaudo-lhe mais commodos, e
lancaram-sn os fundamentos de mais qualro
edificios destinados, o primeiro para estabules, o
fiegundo para arma/.ens e celleirus, o terceiro o
quarto para criaces de animaes.
Oestes edificios s o primeiro se acha conclui-
do e fuuccibnando.
O segundo est lodo armado e coberlo em par-
te ; os dous ltimos esto tambem por concluir,
porm pouco irabalho exigem para sua con-
cluso.
Em dezembro foi lavrada a Ierra por um ara-
do grande puxado por qualro bos, e logo depois
gradada.
Em fevereiro ultimo foram felas is planta-
rnos, a excepeo do algodao, que havia sido
plantado em Janeiro.
Segundo informa a comraisso directora, opre-
senlam as plantas o aspecto mais satisfactorio
possivel, sobreludo e algodao. lano das varieda-
des mexicanas, como do paiz, a mandioca e o
milho, com notavel djfferenca das outras lavou-
ras da ilha, plantadas pelo processo usado e co-
nhecido na provincia.
Muilos lavradores teem visitado o eslabeleci-
tnento e observado o syslema de nova cultura, e
vio reconhecendo que a escola dove produziros
mais valiosos rosullados, mostrando desejos de
adoptar a reforma.
Possue j o estabelecimenlo urna bibliolheca
do 95 volumes de diversas obras do agricul-
tura.
Da conta junta veris asdespezas felas com o
mesmo al 24 de marco desle anno, na impor-
tancia d 21:387*291 r's.
Pelo crdito dirtribuldo para as despezas da
escola agrcola subvencionado o cidado Gae-
tano Candido Cantanhede, que esledava scicn-
cias naturaes em Franca, e que por contrato
>que fez com o vice-presidentc passo a esludar
o curso de agricultura, com obrigavjao de vi-lo
ensinar no estahelecimeuto, at que [raja pessoa
competentemente habilitada que possa substi-
tui-lo.
O vico-presidenle, considerando quo a qtiin-
1ia consignada por le no correle exercicio para
esla instituido, nao poderia fazer face s raui-
tas despezas, quecorrem por sua conta, princi-
palmente tendo-se em vista os subidos jornaes
que vencem os operarios, empregados as obras
era andamento, e os trabalhadores applicados
aos servidos do campo, resolveu, por occasio da
distribuicao do crdito volado para obras publi-
cas provinciaes no mesmo ejercicio, distribuir
para as desle estabelecimenlo a somina de rs.
4:000000.
Companhia de Progresso Agrcola.
Segundo a autorisacao conferida pela lei pro-
vincial n. 507 de 27 de julho de 1858, conira-
tou a presidencia em 21 de selembro do anuo
passado com e Dr. Jos Ricardo JauTrct a in-
corporac&o de urna companhia para a fundacao
de um estabelecimenlo normil, em que se trato
da cullura da canna e fabricacao do ussucar, sen-
do o seu capilal de cem conlos deris, divididos
em mil acedes.
Fui garantido companhia, pelo espaco dos
tres primeiros annos. ojuromiuimo de 8 por
cer.to, desde a chamada das accoes. impondo-
*e-lho as cundicoes determinadas na ciiada
le.
Foram logo lomadas todas asaeces ; e o cn-
tralo cora os respectivos asialuto pendero de ap-
provar.ao dogoverno.imperial.
Pelo cidado Antonio Joaquim Lopes da Silva
me foi apresenlada urna propost,,para encarre-
gar-se da empreza de um outro eslabejeciraenlo
normal de cultura de algodao, solicitando os fa-
vores concedidos pe|a referid? Ici n. $07 de 21
de julho do anno passado, Islo a garanta de
juro do 8 por centp sobre o capital de40:000$
" .em 'yes annos. Havendo. por despacho de
. id do outubro, determinado ao supplicanto que
vaeclaraiae circuraslancadameule o capital, que
tiona disponivcl, pora empregar nessa empreza,
especicando asuanalureza o o inm que coo-
vicseo para eclareciraento dogoyerno da pro-
vincia, sssirn como quo menciona a poca era
qued$*a conjegar e em que propprsao' a effecli-
' vidade e garanta pedida, nao mais yoIIqu com
* sua prtepco.
Olinerofo
A Companhia de Mineraco Maranhense conti-
nua a obra do canal principiada o anno passado,
e que tem de -servir para a expedicao das arcas
de suas larvas, 'leudo este canal legua e meia de
distancia, desdo os Montes ureos at a barra do
-Iguarap-Sapucaia; trata igualmente de concluir
dous engcuhos, sendo um para soccar as pedras
aurferas. Alm deslos obs, pretende abrir
urna estrada de grande neceesidade, e cuja falta,
alm de *fr -obstado o progresso da rorapanhia.
tem augmoDlado consideravelmente as suas des-
pezas.
A existencie de prelos aquilombados n'quellag
paragens de grande p/ejuizo para a sobredita
empreza, pelos roubos que commeltem, come
aconteceu ltimamente, que arrombaram um ar-
ma/.em da companhia, e levaram grande porco
de sal, ac e outros objectos, que se achavam
all guardados.
Em tempo proprio pretendo dar os providen-
cias necessarias para serem batidos osles e ou-
tros quilombos existentes n'aqucllas immedia-
qocs.
Companhia de pesca.
Em virtude do disposto na lei provincial
n. 514 do 30 de julho do anno passado, foi cele-
brado em 25 de agosto com o tenente-coronel
Joaquim Serapio da Scrra o contracto para a
incorporado de urna companhia de pesca, salga
e secca do peixe no lilleral e rios da provincia,
com privilegio exclusivo por qunze annos so-
monte quauto conservadlo de peixe vivo em
viveros proprios no mercado dcsta cidade.
Na forma da dita le oi garantido companhia
o juro de 8 por cento sobre o capilal de sesseuta
conlos de ris, podendo este ser elevado, sem
que pelo excesso leona a compinha dircito a
mais garanta de juros.
Acham-se tomadas as 1:200 acedes, em.quo
dividido o capilal; e o emprezario j submelleu
os respectivos estatuios approracao do gover-
no imperial, pela qual aguarda para dar exucuco
ao contracto
Industria criadora.
Entro nos a industria criadora, que urna das
que mais podiam contribuir para nossa riqueza,
nao (em lido melhoramenlo algum.
O gado-vacum, pde-se dizer, criado le da
nalureza, dsseininado por vastos campos, e ape-
nas a cargo de um pequeo numero de vaqueiros
ou pastores, que nao podem por isso sobre elle
exercer o necessario cuidado. D'aqui procede
que feilo em grande escala e impunemente o
furto de gados, o quo nao deixa do concorrer pa-
ra o atrazo da prodcelo ; o nem ao governo
possivel manler urna 'pol'ria ekaz contra estes
criminosos que, acorocoados com a impunidade,
e conliados, pela exlensao dos campos, em nao
seren dcscoberlos e capturados, prosegucm no
crime.
utra causa, que empece sera duvida o desen-
volvimento da prodcelo, o alegmenlo de al-
guns campos, pelo invern, como enlte outros
sao os do Vijinna, Mearim e Anajatuba, e a falla
d'agua pelo vero, do quo provetu nao peqnena
mortatidade no gado.
Assim do indcclinavel necessdade a abertura
do vallas n'essos campos, quo doeru osgoto as
aguas lluviaes, c evitem a sua inundanao na es-
taco invernosa, bom como a couslrucgao de acu-
des en alguns lugares, para represa das aguas
no vero, cuja falla lo prejudicial a criaco. '
J nos nos relatnos passados dsseram os
nieus Ilustres prcdocessorjs que a produeco do
gado-vaccom, na provincia, nao era sutQcientc
para salisfazer as necesidades do seu consumo,
sendo que para isso eram importadas do Piauhy
annualmenle mais do 15:000 catiteas. Esse es-
lado de cousas aiuda contina ;*e nao devem
dcixar de merecer vossa altcnco lodos os me-
Ihoramenios que fdr possivel nitioduzir bem
desta tao til industria.
A criaco do gado cavallar 6 da mesma forma
lela sem o devido cuidado.
ConsideranJo esta assombla na necessdade
de inelhorar a raca do gado cavallar, em vista do
plano a presentado pelo Dr. lturlamaque em um
memoria que publicou a este resuello, resoiveu
consignar na lei n. 401 de 2 de novembro de 1857
a quaulia do 3:500j>000 rs., e autorisou a presi- '
dencia a mandar vir do Cabo da Ba-Esperanfia
annualmenle, e por inlermedio da sociedade Au-
xiliadora do Iuduslria Nacional, qualro gara-
uhoes.
Tendo a presidencia ofOciadn a sociedade, afim
de indicar os meios mais adequados para salis-
fazer o pensamenlo da assombla, responden
esta, que, a.liarido-so a cargo do governo impe-
rial a exocoeao do raellioraiuento das rajas ca-
vilares, sena conveniente que. a presidencia se
enlendesse com o mesmo xove.ruo sobre la
assumuto.
Cn
poa
So
De
capit
urna
4).
Cl
Ros i
Fi
Pi
Guii
4ras
ipellaria* 6 na capital, sauim 2 de cli*-
de sol.; e i em Catias.
loaras 3 na capital.
scasquf s de arroz 5 as proxiaiidade" da
il, urna niovida por vapor, mta ^ps ^H^ *eego .pparenta. As -ideas ltberaes do norte e
por-vento, e duas por anraes *"?
stillacoes 4 na capilal, e 3 em Ganas,
arolarias 6 na capitai, 5 era Cexias, 2 no
rio, S. no Ilapecur-aririm, 1 em 6.'Sent,
bricas do rap 1 na capital,
daas 13 na capital, 11 em Casias, 5 era
araes, 4 em AlctBtara,* Mi em varias ou-
tidadas ou villas.
01 jrias 47 em vares pontos da provincia,
senda4 na capilal, e usos deslaa ootn machina
a v, ipor.
C; ieiras 9 na capital, os margeos do Bar
can*
Ros
la d
a, de pequea importancia ; 2 na villa do
rio, 1 no Mearim, 8 em Caxias, e 1 na vil-
i S. Jos.
SES
A
Srs.
anl
O
u
pan
ca,
de i
flci
lad
l
Sr.
va
ced
fe re
mu
a o
ser
OARI6 DB WKSAMBUGe. -SEGUNDA FBKA 8 t>E TV1AIO Bfi 1860.
ler pretendo urna guarnic) uapolitaua franee-
- m, lea ht'lantes anos sustentado a suo
toridade.
"No como de Napoles'UKnbem nao ba seno um

Bi bularas 4 na capilal, Sem Caxias, e 1
em juimores.
C< leboarias 3 na capital.
R dlnaccs 6 na capilal,
F, bricas de fogns arlitlciaes 3 na capilal, 2
em Caxias, 1 no Rosario, 1 na Vargem Grande.
R la do chocolate 3 na capital.
T >l pouco mais ou menos, segundo as in-
forn acoes imcorapletas que pude coln r, a es-
latittiea de nossa industria fabril, que por cer-
to cada lem de lisongeira.
A m disso pouco mais se poderia accrescen-
tar i rn rclaco ao preparo e amanho de outros
geni ros da produeco agrcola, de que consta a
nosa principal imporlaco do interior, como
pod" is ver pela tabella junta sob n. 8.
(ContiMtar-se-/ia.)
do es*tra 4a Italia nao podiam dcixar de inacu-
lar-se vio espirito de povo napohtano. O
nos "
re.
o da 26 do orreute, 26 emiwrcaces
-------
durante os mesraos dias, 17 erabarcacocs mer-
cantes, com a lolacio de 5,482 toneladas.-
Reiideram, do da X9 ao dia25do trrenle :
a atfandega, 70:822J784 rs. ; o consulado gc-
. ral, 8:1943535 rs. ; a recebedoriadas rendas se-
que. 08 pnmeiros das do seu reinado, pareca raes internas, 7:5721215 rs. ; nRsulado Dro-
ier adaptado uma.pohiica mais branda que a do vincial, 10:529*507 rT -
* ^J.h 9.9>neladas: sTwram;C^af^dt,P,"" "^ n*obU, "****
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
iiO ORDINARIA EM 2 DE MA10. DE 1860.
Presidencia do Sr. barao da Vera-Cruz.
i nielo da, feita a chamada e presentes 26
depuiados, abre-se a sessao. Lida a acta
or approvada.
Sr. 1." secretario d conla do seguidle.
EXPEDIENTE. '
n officio do secretario do governo, partid-
lo, de ordem do Exm. presidente da provin-
ler S. Exc. mandado suspender a execucao
versos irabalhos pblicos, em atlcnco de-
ncia dos cofres pblicos. Inleirada.
Oh tro do mesmo, reme.itcndo duas les que fo-
rarc rcmellidas saueco, para que se informe
se jubic o seu conledo foi ouvidu o Exm. pre-
diocessna. Salis(aca-se a re.quisico.
depois de algumas observacoes pela ordem do
Dr. N. Porlella e Lacerda", sao os officos re-
nie ti-Jos > comraisso de consliluQo e poderes.
ORDEM DO DA.
Pjassando-se discusso das emendas, que ha-
n Picado empaladas na sesso anterior, pro-
o-se volaco, sendo approvada a que se re-
ao arrematante do imposto de 2J5J0 rs. no
icipio do Recfe, o rejeilada a que se refere
lo Pao d'Alho.
rt. 27. A conservaran e reparo das estradas
io feitas por arrema'lacao e por leos, appli-
can do -se especialmente a esta verba producto
pedagio que poder ser augmentado at o ao-
do actual, creando-se novas barreiras, nos
reinado precedente, lera uliimaroeole desenvol-
vido m rgimen de tal sorteoppeessivo, que j
faz recordar com-saudade o governe de seu pai.
A avmexac&o de "Niza e da Sabova I Franca tem
provocado urna reida discusso diplomtica. Nao
s opiniao geral de todos os gabinetes da Eu-
ropa que a Saboy* e Niza nao poden ser annexa-
dos Franca sem o voto das potencias signata-
rias dos tratadas de 1815. mas suslenta-se anda,
que, adracltida a annexaco. ella ae deve de mo-
do algum comprehender aquella parte da Saboya,
que foi neutralisada pelo congresso de Vienna,
quo pertenoe rom melhor direilo a Suissa.
A Suissa pretestou nesto sentido, e diz-se quo
esse protesto apoiado pela Inglaterra, pela
Prussia pela Auslria e pela Dieta germnica. Sup-
poe-se porni que a Russia sustentar antes os
interesses da Franca.
Os ltimos aclos do governo austraco em rela-
co Hungra fazem suppor que o gabinete do
Vienna adoptara urna poltica mais liberal, o que
anda mais se confirma com a noraeaco de Sua
Alleza Imperial, o Sr. grao duque Maximiliano
para presideale do grande concelho ulico do im-
perio.
A diela germnica oceupava-so da importante
questo da constituido do Hesso, que se emen-
de achar-se intimamente ligada existencia do
paci federal germnico. A Prussia toraava o
maior inleresse nossa questo.
O ministro da fazenda do gabinete de Berln,
Sr. Regenagner pedir c oblivera a sua derais-
so, sendo subsliluido pelo Sr. Vogelmann.
Em Conslanlinopla lnham-secorametlido mui-
tos desacatis contra os obristos por occasio
de pralicarem ccrlos actos religiosos da semana
santa.
O sullo estava deliberado perdoar a Omer-
Pach, e nomea-lo commandanle era chefe do
exercilo da Romelia, (emendo que all apparo-
cara perturbarles na ordem publica.
Em Franja fallava-se na prxima reuniao de
urna conferencia diplomtica para resolver as
questoes suscitadas pela annexaco da Saboya.
Anda, porm, se nao sabia ao certo se a reu-
niao teria lugar em Pars, como quera o gover-
no francez, se em Bruxella3, como quera o go-
verno inglez.
O parlamento inglez discuta o orcamento da
O movimenlo geral aValfanoega, durante
esses mesraos dias, foi daW,243volumes, a sa-
ber : volumes entrados conifazendas 1,063;
com gneros, 3,489 ; total dos volumes entra-
dos, 4,552 ; volumes sahidos, com fazendas,
57< ; com gneros, 2,114 : total dos volu-
mes sahidos 2,690.
Falleceram durante a semana 104 pessoas,
sendo livres : 21homens,19 mulherese 43 prvu-
los :-escravos, 8 bomens, 1 mulher, e 9 pr-
vulos.
do
brul
Neslc sentido dirigio-se o weu Ilstralo pre-
decessor ao ministerio do imperio em 19 de mar-
co de 1858, pelo qual foi dirigido o aviso de 23
de abril do dito anno, declarando que o governo
imperial tralava de mandar virdo Cabo da Boa
Esperanca alguns cavallos para melhoramenlo
das racas cavallarcs das provincias do Norte, e
que em lempo opportuuo seria a presidencia
avisada, para que com aniicipar.au fossem loma-
das as providencias i.eccssarias, a fim de serem
ree.cbidos na provincia os cavallos, que na dis-
tribuicao lhe locassem. Depois disto nada mais
tem occorrdo.
A criaco do gado langero tambem nao lem
lido desenvolvmenlo. Entretanto certo que
em umitas fazendas do c'erlo trata-so cni pe-
quena escala desta industria.
Na falta de outros dados, relativos a 'industria
criadora na provincia, pots anda nao oblive
todas as nformaeoes que exig das cmaras mu-
nicipios, apresento-vos o quadro. que se segu
do gado vaceura e suino, das vaquetas e do sebo,
importados na capilal nos tres ltimos anuos.
Rezes.
1856-57.......10:292
.1857-58.......11.392
1858-59.......10001
Gado suino.
1356-57.......1:548
1857-58.......1:855
1858-59......; 2:00
Vaquetas.
183657. ...... 5:839
185758.......8:251
1858-59.......10340
Sebo,
1856-57.......2:834 arrobas.
1857,-)8..... 1:920
185859.......2:000
Igualmente apresento-vos o quadro dos couros
salgados, seceos e verdes, e dos preparados, que
nos dilos'annos teem sido exportado para fra da
provincia
Couros salgados seccoi.
28r3657. ...... 49:981 arrobas.
1857-58.......38:B12
1808-59.......43083
Couros salgados verdes.
185-57.......2:031
1857-58......1:236
185559....... 9
Couros preparados.
1856-57. ...:.. 4:470
185758.......7:029
1858-59.......7:650
Estes dados nicos que tenho em raao, nao me
habilitara, senopara ajuizarque a industria
criadora, se nenhum incremento tem-lido no seu
descnvolvimcnlo, nao tem diminuido nolavel-
menle.
Industria fabril.
Pouco lenho a dizer-vossobre esta materia, j
porque falla rae os dados mais proprios para bera
coonecel-a, j porque com cfleilo, pouco desen-
volvmenlo lem lido entre nos este ramo de
industria.
Preparam-se na provincia couros salgados,
que so exporlam em grande quantidade, princi-
palmente para a America do Norle; a sola, por
processos aiuda imperfeitos, e em menor escala
depois do augmento do prego dos couros; c a
carne secca, tambem em quantidade insufficienle
para o nosso consumo, supprido em grande
parte pelo Cear e Piauhy.
qui
son
pli
t
cor
a
rect
esl
i a u
no
S.
a o
no
fie
de
za
ve
pe
eo
di:
REVISTA DIARIA-
As chuvas que mais ou menos cahiram
sem nlerrupcao na semana passada, lera reani-
mado loda a populaco. que nellas v justifica-
damente urna ronle de bens, mxime na quadra
do ausencia completa d'ellas era que iamos.
Podemos por tanto contar que comeca o in-
vern entre nos ; e seja elle bem vndo para
mclhorar a situ3co o o estado sanilaiio desta
cidade.
Em recliflcaco ou ampliacao a noticia
que demos sobre o legado ordem 3.a, foi-nos
dito qne em 5 de julho do anno p. p. o Sr. Dr.
chefe de polica olficiou a essa ordem no sen-
tido da observancia d'aqusle legado, sendo que
a uiissa instituida dcveM ser celebrada na casa
de detenco, para onde tinham sido transferidos
os presos; e que para islo a mesma ordem com-
muncasse-lhc qual o sacerdote, que deveria
exercer a capelauia pois qie havia expedido
ordens para na referida casa do detenco aprorap-
tar-se ludo que fosse tendente aquelle lira. A
isso respondeu a Ordem 3.a. que nao so exima
do cumpriruenlo dessedever, logo que S. S. o
determinasse.
Depois dislo, a 6 do fevereiro p. p., tornou-lhe
aolliciaro Sr. Dr. choto do polica, duendo
que aehava-se promplo o altar para a celebrado
da missa, e que.por coiiseguiule a mesma ordem
se servisse determinar, que o capelln se enlen-
desse cora o administrador da sobredita casa,
alim de declarar quaes os objectos necessarios ao
ornato do dito aliar, assim como para marcar o
da em que deveria ler principio a celebraco, e
era observancia dislo, apresenlou-so a S. S
ugires mais convenientes: licando entendido
o produelo do pedagio d'uma estrada ser
^ente nella despendido, nao podendo sor ap-
ado a nutra.
1 Sr. Mello llego: Desejava ouvir nobre
iraisso de orcamento acerca dos motivos que
varara a confeccionar esto artigo, que me pa-
i nodeverser approvado pela casa, que deve
ir lerabrada do quanto se disse contra elle,
o i lie nao quero repetir para nao prolongara
dis cusso.
ncerrada a discusso e posto a volo3 o arti-
approvado cora a seguinto emenda :
Suprimam-se as palavras que podero ser
mentadas al o dobro do aclual, creando-se
as barreiras nos lugares mais convenientes.
R. R. de Almeida. o
krt. 28. Ao presidente da provincia contina a
orisaco do art. 44 da lei n. 452, consignando
regulamenlo da Ihesouraria a (Rsposico de
r sujeito mulla o empregado que, por falta
exaiiie ou erro, concorrer para que seja ajui-
o aquelle contribuinle que mostrar nada de-
; muliaquo ser descontada de seos orde-
nados.
Sr. N. Portilla, pede 'explicarles h res-
to do artigo em discusso, manifestando-se
lira elle. I
Sr. f. de Almeida : ( Nao resltuio o seu
curso, i
fai mesa e apoia-se o seguinle artigo :
Pica o presidente da provincia autorsado a
lrahir um emprestimo al a quanlia do qua-
centos coutos, realisado dentro ou fra da
ivincia por meio de apolices de 500g0 a
OOjiOOO rs. cada una, as quaes vencero o juro
ainual da praga no lempo da emisso.
Este emprestimo ser exclusivamente applica-
dc ao pagamento das obras publicas era cons-
tr icco na provincia. S. II. Rufino d6 Al-
m?ila.
L-se e approva-so a seguate emenda :
Depois do art. 35 diga-so distribuindo-sn
sebre os ordenados vinto por cento com todos os
enpregados provinciaes inclusive os professores.
S. K. Braulio. Dr. Figueira.
O Sr. Fenelon Diz esta emenda : (l).
Por esla forma eu vejo que ludo o utOM que
est depois do'art. 35 Tica prejudicado
Um Sr. Dcpulado : A emenda refere-se ope-
n; s ao art. 35.
0 Sr. Fenelon:Bera: era essa explicaoo
qi e ou quera, se lica o artigo til qual, incluin-
d( -se a disposicao da emenda, nada lenho a d-
ztr, visto quo elle nao faz mais do que determi-
n r o modo por que devem ser distribuidos os 32
ci nlos volidos pela le n. 473.
O Sr. l'igueira, d as oxplicaces pedidas
ilo orador prccedenle.
Encerrada a discusso e poslo a votos o arli-
approvado com a emenda.
* W-------I--------w .........w.* w. ^i i..' i .v..-, u'l
se pelo senado pelo crime de alia Iraico ;
a priso, o julgamcnto ea execucao do general
Ortega, quo so pusera a testa da conspiraba em
favor do ex-nfanto duque de Montmolin. O ti-'
Iho de Ortega, que acabava do distinguir-se na
canipanha da frica, implorou em vio a clemen-
cia de S. M. Calholica em favor do seu pae
A petico do lente Leopoldo Ortega um bcllis-
simo documento, e um testcmunho irrecusavel
do seu profundo amor filial.
Em Portugal, \ nha fallecido o nobre duque
da Terceira, presidente doconselho de ministros
em consequencia do quo reorganisara-se o mi-
nisterio. Picando assim cousliluido
Joaquim Antonio de Aguiar, presidente sera
pasta ; Antonio Mara de F. Pereira de Mello,
ministro do reino ; viseonde da Luz, ministro
interino da guerra ; S Vargas, ministro da ma-
rioha; Jos M. do Casal Ribeiro. ministro da fa-
zenda c estrangeiros ; Antonio de Serpa Pimen-
tal, ministro do obras publicas; Matheus Ferrao,
ministro da juslja.
Corra o boato de que se pretende unir Tortu-
gal o a Hespanha, realisandose d'esle modo
uniao ibrica ha annos sustentada por alguns
jomaos da pennsula. Diz-se quo esla uno
desejada e promovida por Luz Napoleo, que
pretendo tirar partido della para apoderar-se
dasilhas Baleares, c de todos os mais dominios
insulares das duas naces da pennsula. Esla
noticia, porm, nao lera por ora oulro funda-
mento de credulidade seno o que resulla da
desmarcada ambicio do imperador dos Fron-
cezes.
ns.
ns.

.
Vao mesa e apoiam-se os seguinles arligos
Idilivos:
O pagamento do abale concedido ao arrema-
nle do imposto de 2S500 rs. ser feilo com es
bras da receila perlenccnle au exercieio de
J60 a 1861. S. R. Marlins Pereira. ( Empa-
do. 1 l
Pica o presidente da provincia autorsado
2sdc j a pagar as preslaces do contrato Ma-
me Je, vencidas e que c forem veocendo por
icio de apolices, as quaes vencero al os juros
rJe8 por cento, e seru reguladas segundo as tor-
cas do cofre. S. R. Thedoro da Silva.
O Sr. Dr. Fentlon: ( Nao restiluio o seu
scurso.)
0 Sr. Sebaslio de Lacerda : (Nao restiluio
seu discurso.)
Dada a hora, lica a discusso adiada.
O Sr. presidente desigua a ordem do da e l-
anla a sesso.
RECIFE 26 DE MAIO DE 1860.
S SEIS HORAS DA TARDE.
Retrospecto semanal.
As ultimas noticias do velho mundo sao ainda
is de que foi portador o paquete Milford Haven,
la linha anglo-luso-brasilera, e que pouco adan-
tam s que nos trouxe o Onxida.
A situaefto d Italia era ainda a mesma. O
Piemenle, elevado cathegoria de potencia de
segunda ordem pela acquisico da Lombardia e
annexaco dos estados da Italia central, tendo
frente de seus destinos um principe liberal e um
grande estadista, tralava de accommodaras ins-
lituces nova orderu de cousas, e dar eslabe-
lidade naco assim constituida.
A Veneciaconlinuava a soffrer o frreo jugo do
imperio da Austria. Nao ba j violencia que se
nao lenha poslo em pralica all para assegurar o
dominio da Austria sobre aquella porco do ter-
ritorio italiano.
Fabrican)-se nasnoesss azendas lecdos gros- Nos Estadgs Pontificios'ruge surdamente o vol-
sos de algodao para saceos e vestuarios de osera- cao revolucionario. O Sanio Padre tendo justos
vos; e em vanas localidades, sobreludo em Al- molivus para nao confiar mais na protecefo das
cantara, excellentes redes de dormir, algumas armas francezas, despede a guarnico ranceza,
de grande preco e primor, que shem em grande aceila o auxilio da torca do rei do aplos, e ira-
numero para outras provincias. la de prganisar forlemente o seu proprio exerci-
lo. E muilo para temar que o diada retirada
das tropas francezs uo seja a vespera de urna
No anno passado vieram para esla capital va-
rias pequeas machinas de liacoo dos Estados-
Unidos, que devem ser-nos de grande nutildadel tremenda revoluciona capital do mundo cathoi"
e que muilo converia intrcduzir-.se em alguns co. O exercilo fraucez, escravo da disciplina, po-
dos nossos eslabelecimenlos de caridade como o da garantir ao stete da Igreja calholica, os seus
Asilo de Sania Thereza. casa de exposlos, e Re- dominios acluaes ; porque, poslo que amigo da
colhimento dos Remedios. liberdade( nao se associa fcilmente as agitages
Tem-so tentado, mas em pequeo ponto, o promovidas em nome da liberdade, em um paiz
fabrico do vinho do caj. Esta industria, que, que nao o seu. A guarnico. porm, que deve
aperfeiepada e desenvolvida, poderia ser-nos de substituir ranceza. composla de napolitanos,
immensas vanlagens, nao faz entrelanto pro- islo de iuliauos, que commuugara as deas,
Sresso algum, por nao ler sido.possivel ainda hoje muilo generalisadas, de urna Italia nica e
escpbnr uro meio efflcaz para a.eonservafio ivrp, e por conseguirte muilo auacepliveis de
d,|WKl* Tinh0- favorecercm a revolucao. Dsus queica queoSao-
BxlsXem na provine as seguinles fabricas : lo Padre Pi IX nao lenha de rrepender-se por
O vapor Paran, chegado do lorna-viagem
das provincias do Norle, trouxe-nos algumas no-
ticias desta parto do imperio.
Do Amazonas nada soubemos de inleresse.
Do Para 3s noticias foram tambem rfcuco-im-
porlanles. O Exm. Sr. Dr. Antonio Coelho d*
S e Albuquerque foi all obsequiado com um
baile de despedida pelo Sr. Dr. Canto. Tinha-
se terminado o hora entregue ao governo da
provincia, no da 30 do passado, a obra do ma-
tadouro publico da capl, que se diz ser urna
obra bemlracada e pcrfeilamenle execulada.
No Maranho, tinha-se verificado, no dia 3 do
correnlc a abertura solemne da assembla legis-
lativa provincial, em cuju acto leu o Exm. Sr.
Dr. Joo Silveira de Souza um exleuso o lumino
so relalorio do estado da provincia.
A escola agrcola creada na capital daquella
provincia comecava a mandar ao mercado os
seos primeiros productos. O syslema rotineiro
dos rucados, derrubas e queimas ia sofTrendo um
golpe mortal pela bonifica influencia da escola
agrcola. E' quo para os espirites adstriclos as
ideas rotineiras nao ha argumento mais convin-
cente do que o que resulta da experiencia
Tinha-se dado um conflicto entre o Exm. Sr. pre-
sdeme da provincia e o Sr. Araujo Franco, pres-
deme in'eriiio da relaco, por ler S. Exc. ordenado
ao juiz de direito, Dr. Joo Cactano Lisboa, que
funecionava na relaco, so recolhcsso sua co-
marca, e entender o presidente da relaco que
S. Exc. nao poda dar tal ordem.
O Exm. Sr. Dr. Silveira do Souza, em conse-
quencia da falta de orca de priraera linha or-
denou que uestacassem na capital cem pracas da
guarda nacional. O servido eslava sendo feit com
muita regularidade.
No Piauhy, o governo da provincia acha-sc em
grandes apuros pela deficiencia dos cofres pro-
vinciaes, tendo alias a provincia urna considera-
vel divida activa, para cuja cobranga tem-se pos
to improQcuamentc em pralica, desde a presi-
dencia do Sr. Saraiva, um sera numero do expe-
dientes.
Corra all como corlo que o Sr. Dr. Abilio la-
vares nao aceitara a uomeacno de presidente.
Do Cear, a noticia mais inleressanle e ao mes-
mo tempo mais animadora que desde o dia 19
do me/, passado lem all chovido em abundancia.
Com quanlo as chovas nao lenhara sido gerae,
j um grande refrigerio populaco o aehar,
mesmo dentro da provincia, um celeiro, no caso
de que as chuvas se nao geueralsem e venham a
faltar ce rea es em algumas parles.
No Rio Grande do Norle, linha lambem come-
cado o invern, "chovendo com regularidade.
Esperava-se que se as chuvas conlinuassem por
mais quarentas das o pasto ficaria seguro assim
como a pequea lavoura de cereaes.
O Exra. presidente da provincia linha sabido
para fra da capilal, a visitar o municipio do
Cear-mirim.
Tambem na provincia da Paralaba tinham
principiado as chuvas, posto que um pouco Urde
como allirma o nosso correspondente dalli, para
a pequea cultura.
A assembla legislativa provincial, quo fra
addiada para o 1.* de agosto por acto do Exm.
Sr. Dr. Leito da Cunha, acaba de ser convocada
pelo Exm. Sr. Dr. Silva Nunes para o dia 15 (de
junho. Se haiiara fundamentos para o addia-
menlo, certo lodavia que a reunio da assem-
bla nos mezes de ogostoe selembro, no ultimo
dos quaes se tem de proceder a eleco de joizes
de paz e de vereadores. era at corlo poni in-
conveniente. O Exm, Sr. Silva Nunes, j sufi-
centomenle informado do estado da provincia
pelo exleuso e minucioso relalorio de S. Exc. o
Sr. Dr. Ambrozio Leito da Eunha, tomou pois
urna boa resoluco, convocando a assembla para
o dia 15 de junho.
As noticias recebi las no interior da provincia
sao, em geral. satisfactorias.
As chuvasiam apparecendo,poslo que aindacom
muita irregulandad, porquasi todas as comar-
cas do interior. A Iranquilidado publiea nao
fura alterada em parle alguma. As epidemias,
que grassavam em alguns pontos, tornavam-se
menos intensas ou exlinguiarawse completamen-
te. A seguranca individual e de propriedade
soffrer a ranssimos ataques.
Aqui no Recite as epidemias reinantes conti-
nuara s fazer umerescido numero de victimas,
ruormente as criancas. E' de cror, porm. que
camo a continuaQo das chuvas regulares tique-
les livres destes lerriveis fiagellos.
Ainda continuamos a sanlir os lerriveis effei-
tos do urna, grande crise coramereial, que lem a
SHa origera remota no syslema financeiro que
leve tanto curso no anuo de 1857.
Demandaram o nosso porlo, do dia 19 at
A' eslas explicacoes, acrescenlam, que por
occasio da transferencia do* presos, as minas
dexaram do ser celebradas no oratorio por de-
liberarlo da mesa, sendo lodavia ditas na igre-
ja da ordem para satisfaco do logado.
.No sominario d'lida itm-so celebrado o
mez raariano com o esplendor conveniente
devoco da saniissima virgen).
Os exercios principian as 5 horas da tarde e
terminan) depois das G", haven lo iu Um desses
aclos versos dirigidos a N. S. e cantados por se-
minaristas, assim como urna pralica por outros
seminaristas do curso llieologico.
A msica he execulada pelos mesmos semi-
naristas
O aliar em quo celebram-se os aclos, acha-se
bera preparado, e tros sacerdotes roveslidos la-
zem as ceremonias dos coslumo no lin.il dos
exercicios.
No da 1. do futuro mez, para fechar a
devoco, lem de ser enloada urna mina e um
Te-Deum, sendo orador do evangelliu o dicono
Bernardo de Carvalho Audrade, e oTe-Deum o
dicono Alipio Emeliano Cordeiro da Cunha.
O nosso numero de 22 do crrenlo ira/, di-
versos nunes das pessoas que loem requirido
os lugares do correctores da proca, que foram
creados oliimainente pelo governo imperial em
n. do 4. sendo porm 5 as vagas, coiitaudo-se
com a que deixara o fallecido luii. Edwiui Ro-
be rts.
Aquelle numero de pretencocs porm so tem
espantosamente multiplicado, como no-lo indica
ou musir o nosso numero de sabbado passado
sendo sement 5 os lugares. Islo se explica pela
falla de empregos que ha para urna populaco es-
pantosamente croscenla como a nossa. Entre
os nomos, porm, dos prctendentes. figurara al-
guna do grande mrito e habilitacoes provada's
de longa dala por servidos iuiporlanles, e habi-
litacoes valiosas.
O tribunal do commcrcio justo como em suas
decises, deve ser, e uo deixar de attender ao
mrito, c fallencia de recursos dos pretendeu-
les, muilos dos quaes sao pobres, e enerados de
familia pezada ; a benelicencu e a equidade
sao os verdadeiros attribulos das almas bem for-
in-idas.
Por incumbencia ollicial acha-se o Sr.
pharmaeculico Prannos encarregado da desin-
lecco das casa3 desta cidade, em que tem-se
dado casos da epidemia reinante ; e o resultado
deste servicoem parte j lomsiJo publicado por
este Diario.
Esla medida foi muilo acertada, pois que as
nossas condcoes sanitarias porclla reclama var,
sendo para lastimar que smente pessoas indi-
gentes d'ella tenham usado, qnando lodos deve-
ro ser solcitos em pralica-la, para desta sorle
melhorar o ambiente, que achava-so o acha-se
viciado ainda.
Os agentes chimcos que o Sr. Prannos em-
prega para consecuco fosse fim, sao mu pode-
rosos ; pois que lem, alera de oulras virtudes, a
de realisar a absorpiqo dos gazes mephiiicos
derramados pela atraosphera, que produzem
no oslado de aggloraerac,o as epidemias rei-
nantes.
Se em todas as casas exslisse o chloro, a sa-
lubridade publica subsistira era melhor p;
porquanto este nullifica o mcphitsmo do ar at-
mosphenco, neutralisa-llie os effeitos pernicio-
sos ; o por pequea que seja a quantdado que
d'ellc se lenha sempr e se colher o resultado do
attenuar o mal, quanJo o volurac do ar sobrepu-
je essa quantidade.
Nao se dove portauto negligencar o em prego
desses agentes, tratando lodos de aproveitar-se
da boa vonladc do Sr. Prannos, cuja activida-
de o tem tornado credor do elogios ; pois que
hasido incansavel em salisfazer a sua incum-
bencia.
Logo quo soube do resultado dcsta operaco
quo Iheazia perder, pela priraera vez da sua vi-
da, 500 dollars. que elle leria recebido de m a is-
so accitasse o primeiro- proco, nunca mais levo
socego, e desesperado por aquolle aconceimen-
lo. quo elle repula va a maior desgrac>, (amon-
tando a cada momento a perda.que segundo o lo
dizia, o reduzta pobreza, nao deseancou em-
quanio nao poz termo sua vida, enorcando-so
n'um dos seus armazens.
Miguel Rairet deixou urna fortuna considera-
vel sua mulher e seus Cilios, que vivan) na
maior penuria.
---- Ar-PLICACAO DA IMIOTOGIUPIIIA A ESTAMPARA
dospankos.M. Persoz publicou urna curiosa ep-
plicaao da luz estamparla dos tocidos, a qual
se funda no seguate :
O bichromalo dVpotassa ura sal muilo sen-
sivel acQo da luz, e lrnsforma-so fcilmente
n um fomposto insoluvel com a base de oxido do
chromio.
Conseguinteraente applicando-se sobre o tecido,
bem molhado n'uma dissoluco de bichromato
de polassa, urna folln do metal ou de papul pio-
lo recortado com o desenlio, que se quer. e ex-
posto acco plena da luz, no fim de alguns ins-
tantes o tecido apparece todo pintado reprod j-
7iid6 o desenlio exacto da chapa, que lhe foi ap-
plicada.
O bichromato de polassa susceptivel de so
lomar um mordenle, cumbinando-se com diffe-
rentes cores; e por isso baiihando-se o tecido
n'outra qualquer dissoluco, ello recebe a nova
cor em lodos os pontos, que esto desenliados
pela aeco da luz.
A primeiras experiencias feitas, em conformi-
dade desle processo obtverara o mais lsongeiio
resultado.
Lista dos baptisadosda freguezia de Santo
Antonio do Recite, do 20 a 2G do corren le.
Isabel, parda, filha legitima de Tilo Avelno do
narros e Ambrozia Candida da Rocha Bar-
ros.
Jonalas, branco, filho legilimo de Jos Joaquim
M Coala Maia c Narciu Sophia da Silva Miia.
Arcelina. brinca, lha legitima de Antonio Eloy
Rodrigues da Silva e Joaquina do Patrocinio
Marlins e Silva.
Anglica, croula, escrava de Antonio da Silva
Rios.
Primitiva, crioula, escrava do Manoel Fraucisco
Carrico.
Manoel, pardo, cxposlo.
Patricio, pardo, escravo de Mara Joaquina do
Espirito Santo.
V'eiianeia, parda, escrava de Anna Correa do
Araujo.
Auna, branca, filha legitima de. Matiool Ferrcra
Ramos e Josepha Joaquina Pereira.
Joao, branco, filho de Felicidado Perpetua Es-
pindola.
Um filho legilimo de Domingos Soriano Pinto.
Casamenlos:
Ignacio Ferreira dos Sanios com Alexaudrina Sa-
raiva Galvo.
Epifanio de Almeida Duro com Candida Mar-
lins Lima.
Lista dos ba plisados e casamenlos feilos na
mateu da Uoa-VUta, do 20 a 26 do correlo
anno.
Malhil le. parda, com 2 mezes. filha natural de
Bernarda, escrava.
Zefenno, pardo, com 1 anno c 9 mezes. filho le-
gitimo do Manoel dos Santos Cardozo c Fran-
celiua Mara do S. Pedro.
Cosaria, parda, com 8 dias do nascida, lha na-
tural de Cesara, escrava.
Casamentas :
Anlotiio Prisco do Franca c Mello com Auna Ma-
ra de Jess .Magallis, blancos.
Candido Hessone de Assis Campos com Bellar-
iiiinj Dossone de Mello, bramos.
Jos Ignacio Pereira do S com Joaquina Jose-
pha do Espirito Sanio, pardos.
Panageiro sabido no brigoe barca inglcza
Olinda para Liverpool :Charles W. Cuy.
Matadocko publico :
Mataram-se no da 26 para O consumo desta
cidade 111 rezes.
MOnTALIDADE DO DA 2G 110 COMIENTE :
Anna branca, 19 mezes ; espasmo.
Alfredo, branco, 3 anuos ; hepalito.
Joaquim, pardo, 8 anuos ; erysipela.
Candida, parda, 4 anuos ; vermes.
Ignacio Francisco dos Sanios, pardo, casado, 75
anuos; erysipela.
Joo dos Sanios l.eile, branco, casado, 23 anuos;
congesto cerebral.
Joo, branca, 14 mzes; escarlatina.
Mara Loubrur. irma de caridade, branca, sollei-
ra, 21 anuos ; fobre amarella.
Ilenri lucia, branca, 4 anuos; congesto cere-
bral.
Luis, pardo, 2 annos; angina.
Antonio Ribeiro de Lacerda, branco. casa Jo, 45
annos ; escarlatina.
Argelo, bramo, 6 annos; alTocco pulmonar,
Manoel, pardo, 3 mezes; convulses.
Leoncio, branco, 3 annos ; angina.
Hospital de- caridadb. Existem G3 ho-
raens e 58 mulheres, nacionacs; 5 bomens es-
trangeiros ; total 126.
Na lolalidado dos doenles cxslem 40 alienados,
sendo 31 muflieres e 9 bomens.
Foram visitadas as enfermadas pelo cirurgio
Pinto s 8 horas e 3|i da manha, pelo Dr. Dor-
nelles, s 8 1/2 horas da manha, pelo Dr. Firmo
as 3 1/2 horas da tarde de hontem.
Correspondencias.
Anda nao appareceu providencia alguma
no sentido do restibelecer-se a la boa arrancada
do banco da ponto da Boa-Vista, entretanto
urna cousa de pequea despeza.
Lembramos isto de novo, instando por aquelle
resiabelecimenlo.
Pessoa fidedigna nosinformou, que o cou-
ro, e a carne dos bos que morrera de peste no
nocurral do maladouro publico da Cabanga, sao
aproveiUdos, pelos donos, levando-se o abuso
ao ponto de ser essa carne exposta venda em
alguns tallios dos ac.ougues desta cidade.
Alim de evitar esle abuso, e contraveneno de
posturas o Sr. subdelegado da freguezia de S
Jos tem mandado vigiar o dito curral por um
inspector de quartero, qoe do s tem inutili-
sado os couros, como assistido a enterrarera-se
os bois que amanhecem morios.
Foram recolhidos casa de detenco no dia
,25 do correle, 2 homens livres e 1 escravo ;
sendo 1 ordem do Dr. chefe de polica, e 2
ordem do subdelegado da freguezia do Recite.
Srs redactores da Revista Diaria. Appare-
cendo por mea no quadro mortoario, quo pu-
blica a Revista Diaria, denominaces do moles-
tias que nao podem ser dadas por facultativo, e
iudicacao de algumas que parecem devidas a erro
de diagnostico, o podendo disto resultar descr-
dito para a classe medica pernambucana, so esse
quadro for consultado fora desta provincia, julgo
conveniente que na publicarlo diaria di mora-
lidade so accresconle, depois dn molestia a quo
suecumbio o individuo, o nomo do facultativo
que passou o altestado. Islo nao cuslar a quem
collige as olas para esse quadro, so as respecti-
vas autoridades policiaes o declararen) as per-
misses de inhumaco, que s dao depois quo
lhe sao apresenlados os atleslados ; e creio quo
nao haver facultativo que, tendo conscencia do
seu merilo profissional e de seus aclos, se oppo-
nha satisfaca desle pedido. Estou persuadido
que o Sr. Dr, chefe de polica se nao recusar a
isto, ordenando-o aes agentes que se acham sob
sua diroeco.
F.
26 do maio de 1860.
O Courrier dos Estidos-Unidos conla o
Irisle'Qm de ura avaro pela seguinle maneira ;
Miguel Bairel viva em Litlle-Yopk, na Pensil-
vania.
Seu pae linha-lhe deixado urna granja magni-
fica, a qual elle proprio acrescenlou, em pouco
lempo, um armazem de producios agrcolas, urna
taberna o urna deslillaco, o bastavam suas co-
lheilas para fornecer sles Ires eslabelecimen-
los.
Ello ia era pessoa vender sua agua-ardenle a
Baltimore, e quando nao oblinha n preco, que
pretenda por olla, trocava-a por ohjeclos e pro-
ductos necessarios para lomar a vender no arma-
zem e na taberna.
Segundo esle syslema, Miguel Bairel linha dis-
posto as suas cousas que nunca linha a dispen-
der um dollar; mas seu dinheiro nao era appli-
cado nem a emprezas particulares, nem a qual-J
quer outro operojao commercial.
Miguel Bairel guardava, para nao mais ver
o sol, todo o ouro, prata e cobre, que podia ob-
ter da venda dos seus gneros.
Seu cofre era urna caita de ferro aforrolhada
de forma, que prohiba teda a tentativa de arrom-
bamento.
Miguel Bairel linha ltimamente para vender
urna porco de graos, que nm comprador do Vir-
ginia Ibo quiz comprar, oflereeendo-lho 12 dol-
lars por moio, mas cono esle preco nao satisfa-
zla ao vendedor, elle regoitou-o, e enviou o ge-
Srt. rejs*ores.O Observador de Pao d'Alho.
que esrrevo no Liberal Pernambucano, c o mes-
mo que j fui apanhado era flagrante de calum-
nia, quando disso que eu estava eslendendo aqui
urna rede de processos; por molvos eleitoraes,
Nao obstante porem o estigma que levou, volla
ainda a calumniar-mc.
Sei quem elle ; e, nao s, porque de si
mesmo dt-spresivel, como porque nao se descobro
a cavalleiro para me aecusar, nao lhe dou mais
resposta, porque odetralor mentiroso a crea tu-
ra mais abomnavel de quem todos devem fugir.
Diga pois de mim o que qui/.er n Sr. Observa-
dor, mas fique certo que o publico sensato lhe
dar o merecido apreco, que sabe o que sao in-
trigas e despeitos em pequeas villas, onde a
gana de morder e abocanhar obstinadamente vai
al a ferocdade. E ento nao fallemos quauto
aquelle que funeciooario publico, magos conve-
niencias por amor do dever.
Francisco Teixtira de Sd.
Pao d'Alho 23 de maio de 1860.
i-

J.fc
1
Srs. redactores.Penhorado sobre modo pelas
maneiras affaveis e deliradas com que semprese
dignou de irntar-me o Sr. Manoel FonsecadeMe-
deiros, durante o espaco de 4 mezes, um que dio
deu lices de partidas dobrarfas ; eu faltara ao
mais sagrado dos deveres, o da gralido, se nao,
lancasse mo do um meio qualquer_ para tesle-
munhar-lhe o meu eterno reconhecraenlo. Isto
posto, soccorro-me do seu jornal para dirigir-lhe
eslas linhas toscas, as quaes digne-se o Sr. Me-
deiros receber como ura pequeo penhor da mi-
nOa gralido. *
Devo, entretanto, assegurar-lhe que nao sao
ellas dictadas por urna pixo vil e ignebil com
o ITr de lisongea-lo, nao ; mas que sao o fiel
transumpto dos senlimenlos sinceros que me ani-
mara a seu respeito.
Recite 23 de maio de 1860.
Jos naci Femandes Barros Bolaxinha.
Errata. Na correspondencia acerca da
Companhia Pernambucana deu-se um engao,
que transforma o sentido do pansamento do seu
autor.
No.segundo paragrapho, linhas 3 deve ler-to
da forma seguinle :fazer convencer ao publico
ana
-----


que foi adquirido pelo Sr. Moreira, neo ha tal,
por ler Me adquirido pela comparti, ote ,e
nao com* #e ocha publicado.
A redacco.
fuMcacoes a pedido.
Ao publico.
Vejo-me obrigado a mostrar perante o publico
o acto pralicado pela directo da caa filial do
Banco do Br.isil tiesta cidade de 4 para 7 do mez
passado, coro a casa d03 Srs. ManoelJos Teixeira
Filhos it-c; em liquidarlo, porque nao s esto
cono de hnver nelleurna reservada o acinlosa ten
c.lo da offeder-me indireclamente.como tarabem
para quo se nao rcpilara outro* seraeihantea coro
a 3ue.r l'essoa era idnticas circunstancias.
,. \ o D-,oanna Maria Teixeira do Porto, viu-
va ao Sr. Manoel Jos Teixeira tfabendn que nes-
. ,ld.ad<5 casa commercial dos Srs. Manoel Jo-
fie Teixeira Filhos & C1 em liquidacao, lutava
com embarazos provenientes da Talla de recebi-
mentos do interior, encarregou-me de entrar em
arranjo com sen irmao e socio, gerente desla ca-
sa, o Sr. Jos Teixeira de Moli, e autorisou-me
no caso de os concluir a poder saccar sobre ella
quantia equivalente para extinguiros dbitos quo
nouvessem.
Entrando cu em combinarlo com o Sr. Jos
Teixeira de Mello, elle de promploconcordou em
cntregar-me a casa commercial para eu, em no-
me de sua roana, fazer a liquidarlo ; mas para se
inalisar esta convenci precisava fechar-sc a es-
cripia da casa, que nao eslava em dia, por que
sem osse trabalho concluido nem elle m'a cnlre-
gava, era eu a recebia.
Sabendo eu nesta occasiao que o debito da ca-
sa eslava quasi todo em leiras. o que a caixa fi-
lial, e muf poucos imitantes s acceitavam as re-
formas meusaes, pedi ao Sr. Mello para que nao
izesse reformas por menos do quatro mezes, au-
torisando-o a dizero quehaviamos convenciona-
do, eque essas reformas seriam as ultimas, por
que logo que eu tomasse conla da casa, acabaa
com os seus dbitos.
Nenhum dos portadores de letras da casa dos
Sr3. Manoel Jos Teixeira Filhos & C. duvidou
lazer as reformas a quatro mezes. Oulro tanto
rao s'iccedeu com a caixa filial do Banco do Bra-
sil nesta cidade, que recusou roformar por raais
de Irinta das urna letra que a mencionada casa
de Manoel Jos Teixeira Filhos & C. linha aceita-
do o qne era garantida pelos Srs Domingos Den-
t da Silva 4 C. e Bastos & Lima, sendo para
notar que qualquer dessas firmas era mais que
sulTiciente para reponder pelo enorme valor de
1:600* que a letra representava.
Dingi-me caixa filial com o Sr. Jos Teixeira
de Mello, e ahi fallando com o presidente, o Sr.
Jlo Gualbcrto da Costa expuz os motivos porque
erara necessarias as reformas por quatro mezes o
alem disso tiz ver os grandes recursos do que dis-
punha a casa dos Srs. Manoel Jos Teixeira Fi-
lhos & C Ncssa occasiao leve o Sr. presidente
da caixa filial a delicadeza de me convidar para
assistir decisao da directora na prxima reu-
ni.o, porm immedialamenle lhe respond que
nao voltaria, visto que para um negocio lio elu-
cidado era desnecessaria a minha presenca. Com-
ludo na prxima reuniao da directora segundo
fui informado por pessoa fidedigna, o Sr. Mala-
quias Antonio Goncalvcs opinou que visto ser
notorio e publico que a casa dos Srs. Manoel Jos*
Teixeira Filhoa & C. ia mudar de gerencia, o ac-
tual gerente nao podia mais exercer actos como
tal e sim o quo lhe devfa ucceder, pelo que ha-
viam ellos de ser firmados ou garantidos por
mim I
Nao posso alirmarquaes foram os directores
da caixa filial que se conformaram cora cssa opi-
niao errnea o absurda, unici c acinlosamenle
movida pelo Sr. Malaquias Antonio Goucaives
para me offendor ndireclamenlc, visto que'nun-
ca tive, nem ambicionei a fortuna de merecer
boas gracas, mas o que posso allirmar c quo o
Barreo do Maranho o o commercio desprezaram
semelhanle doulriiia, econtinuaram a fazer re-
formas a casa em quesillo com prazos a quatro
mezes.
Aondc em commercio se considera realisada a
a raudanca de gerencia de urna casa commarcial
sem o registro no tribunal do commercio, sem
avisos cm jornaes. e circulares a/> intoressados?
So o Sr. Malaquias Antonio Goucaives assir o
podia pensar e sustentar I
Nao podia pois ser baseada ossa deliberarlo
pela mudanr.a da gerencia da casa dos Sis. Ma-
noel Jos Teixeira Filhos & C por que nao se
tinha ainda effectuado essa gerencia, nom as for-
malidades preliminares que exige o cdigo do
commercio eslavain cumpridas. Sera adoptada
ina to injuriosa deliberarlo pelo motivo de me-
reeer o futuro gerente d casa dos Sis. Manoel
Jos Teix-ira Filhos &C em liquidacao menos
crdito do que o actual a quera sompre se fize-
ram todas as reformas? Sendo assira, o abaixo
assignado declara quo tem a intima convirclo e
o legitimo orgulho de nunca ler sido at hoje
posto em duvida o seii crdito era qualquer tran-
saccao commercial. as suas Iransacres avulla-
das ou insignificantes, o abaixo assig'nado ,feli-
meule ainda nlivprecisou recorrer a ciixa'fihal,
ao Banco ou a particulares
Todo o debito da casa dos Srs. Manoel Jos
Teixeira Filhos & C. era pour.o mais de quaren-
ta conlos do rlsiucluindo a caixa filial a grande
quantia de 10-5500 que foi paga at o dia 24 de
de abril prximo passado, apezar de seis letras
vencerem-sc no correnlc mez e cm junho pr-
ximo, listando a caixa filial a receber dinheiro
a premio, o sendo este pagamento feilo antecipa-
do por cansa do acinto em questlo. nao s licou
prejudicada a casa do Sr. Manoel Jos Teixeira
Filhos & C. nos juros das quanlas nao vencidas,
como tambera a propria caixa. filial visto que por
semelhante modo as boas firmas coramerciaes
hao do procurar sompre as suas transaremos o
Banco ou os particulares, e nao se quererlo su-
jeiiar a antipathias ou rancores pessoaes do qual-
quer director.
Alm disso preciso observar que o fallecido
Sr. Manoel Jos Teixeira, ou o seu casal, socio
da casa em queslfio, possuindo urna fortuna mil-
lionara, era accionista da mesma caixa filial
de Irinta acedes Debaixo desle ponto de vista
o procudimenlo da caixa filial ainda raais ceu-
suravel.
Eacrevo estas linhas ao publico para mostrar
que o proendimentoda caixa filial, ou particular-
mente do Sr. Malaquias Antonio Goncalve3, alem
de ser injurioso para urna casa do commercio co-
mo a dos Srs. M moel Jos Teixeira Filhos & C.
ode no futuro ser prejudicial a casas ineno3 so-
idas, quando o immerecido descrdito partir de
um eslabelecimento como a caixa filial, que de-
ve sempre ler por norma a prudencia o orospei-
to reputaran alheia.
No commercio nao se adqnire o crdito senlo
custa do milita economa, trabalho, e honesti-
dade, e csse crdito, custosamenlo adquirido,
nunca deve ser por modo algum malbarcteado'
por pessoas que devem zelar nao o seu proprio
nlcresse, mas o interesse de ler:oiro
O desforro, filho da-vinganea, antipathia ou
odio, sempre censuravel, e rauilo mais quando
o individuo vinga-so em virtude de um cargo de-
legado por outros. Neste uitimo caso qualquer
individuo mostrar que impoteute para fazer o
mal por si mesmo e que. deixo de cumprir as
obrgaces que lhe foram incumbidas.
Maranho 7 de maio de 1860
Francisco Marque* Rodrigues.
capillo, Souza Lelo, ordehoua sua cuinpanhia
que 10.0 pagasiq mais m roa! ao lugvt-fneute.
a pretexto JJc eontribmcio pra a caixa; awtes'de
se organisar o conselho d lei e a cscrrptwacao
damesma|(x, para.qn a rendas de*a nao
passem a Srjiatmonio particular.
Este aeto oV?eYgia do Sr. Souza Leae\ tem
3idq deTidiimenl^appliiidido por granito porte
da officialidadc dftbatalhlo.
E' nolavel quo liaja urna msica no batalhao
de Igueraes, mnsica a custa das pracas, antes
que estas eslejam fardadas I E ainda nolavel,
que se robre dinheiro das raesmaa pracas ser
respons8biiidodo da anplic^ao delle, jorque nio
ha onselho deinspeccao, nom escriplura^ao para
ser inspecionada I
Chamamos, porm. a atlenco do digno cora-
mandante superior para o estado do batalhao de
Iguaras.su, para que nao continu a crenra do
que S. S. cuida do batalhao de Oltnda, pela ra-
zo de nao ser o coramandanto da sua parcia-
lidade eleiloral, e nao cuida do do Iguarass
pela razo inversa.
Se aaltenQodo digno commandante superior,
nao se dosperlar a estas ndssas observacea, ap-
pclaremos ento para a da primeira autridade
da provincia; e neste proposito esperamos.
lio----------o superior veimeu-se a 7jraHJ"5a,p). '. .
per arroba, o o regular a 7gtQQ,,} Salsaiparrilha
Ozeloqnc tem mostrado o digno commando
superior de Olindae Iguarass, era relacao ao
b.Unlho de Olinda, entrando no seu delalhc, li-
cenciando c dispensando guardas, o investigando
o estado da caixa, de modo lo ofliancado, que
ha, n.io diremos anarchisado o batalhao; mas
moral da officlalidade, que por tal motivo so re-
cusa a cada passo ao servido, andando o com-
jnando do batalhao de porta em porta, al que
hegouaa raaos de um lente : para lastimar
que esso mesmo zelo no tenha desenvolvido pa-
ra com o batalhao de Iguarass, onde corre tudo
dosorg-misadamenle, tondo o commandante Ul-
yez pela distancia em que est do batalhao, por
isso que mora no districi do da mala, se, visto
obrigado a crear um lugwr-Unenle, que poo
-oispoe do mesmo batalhao como lhe afirai.
Neste estado, em que ee acba o baialho do
Iguarass, o lugar-tenenle do commandante,
que nao passa de um lente, se acha a frente
a pretexto da sua conserva/cio, traz os guardas
numa contribuicao pesadissima, sera que para
1930 se guordera as formalidadee legaes.
O batalhao esl sem conselho fiscal, que ius-
peccione as operares da caixa, assira como quo
esta nao existe, porque deilanao ha escriplura-
cao algum*, no entretanto que os guardas con-
correm forgadamente para a oaUcado batalhao I
Este facto, que alias escandaloso, e que mui-l
to tem dado que fallar, acaba de provocar desin-
lelligencias serias, oo batalhao, porq o dignol
NENIA
A' roorte da Exma. Sra. D. Maria Maxi-
milla Vieira de Amoi'im, e offereeida
o seu incnsolavel pai o lllm. Sr.
Dr. Jos dos Mjos Vieira de A mo-
r m.
Son ame s'cnvola bienll pour
aller jjouter dans le ciel !e bo-
nheur des justes.
41 a. D.
Eis que mais urna victima do flagello epid-
mico, que tantas familias ja tem enlutado, le-
vada borda do tmulo; mais urna flor vren-
le e bella arrancada da lenue hastea peloirresis-
livcl vendaval para ser collocada as galeras do
co; mais urna alma candida e pura elevada
da Ierra para habitar co-n Deua.
Sim ; que D. Maria Maxirailla Vieira d'Amo-
rim contava apenas qulnze annos de existencia,
e neste curto espaco ja pareca um modelo de
virtudes : sendo dolada de um espirito eminen-
temente chrislao c puro.o sentimento de caridade
e compaixo se desenvolva consideravelmenle
conforme o preceilo evanglico da religiao, qua
6s seus desvelados pas, desde o berco, Iho ino-
cularam n'alma : o seu corceo generoso e sim-
ples era o digno sancluariodo amor paterno e
fraternalintenso, extremosoe incmmensuravel
e somente proprio do arijo que voara aos cos. O
amor, o zele e a dodicuco, que ella generosa-
mente tributava aos seus carinhosos pas c affei-
coados irraaos, faziain realcar as suas elevadas
virtudes, e davo lodo o encanto ao seu ang-
lico coraco, onde as paixes terrestres por, sera
duvida, contrarias e improprias jamis ousaram
era sequer, locar-Ihe. E assira conlilnura
viver neste mundo, se Detis vendo-a lao candida
e innocente, e querendo livra-la das impurezas
humanas, nao lhe dissesse : vem agora ornar
os choros dos anjos, lens vivido, basta. E pu-
ra sempre como Deus a creara, volton pura
mystica S.iao : assm o espirito remontando & sua
origera divina, voou a Dos, d'onde emanara.
Eis o que dicta o verdadeira religiao do cruci-
ficado, a nica que nos consola e nos resigna
nestas teiris tribulacoes da vida, nos Iromen-
dos golpes da sorte, o as agudas dores da mor-
to ;ella nos dicta pamente que D. Mara Maxi-
railla Vieira d'Amorira quo era dos Anjos da Ier-
ra, passou a ser dos anjos do co.
assm que ella, passando rpido na trra,
vollra Deus, deixando entregues a mais amar-
ga o pungente dor seus pais extremosos, seus ir-
mnos dedicados, e todas as pessoas da amizade :
oh quo dor tremenda rasga esses corages
tao tristurados por golpes funestos si ost dolor,
sicut dolor rneus I .... Mas a religiao cima de
tudo mostra-nos a mans.io celeste o diz-nos :
allendite ct videte. Eis como o chrislianismo
ntis railga o sentimento e nos consola na dor,
Eis como um Dos consolador e clemente nos in-
cule aninio. quando ja vamos traquear nos dos-
goslos, a abre as portas do co para todo aquelle
quo n'lllo er, o n'Elle vive : eis a resignagao I
Por tanto, se temos justos motivos para pran-
lear a cruel o fatal separarlo d'aquelln que por
suas virtudes, qualidades pureza, tornara-se
naturalmente credora da amizade e consideracao
de todas as pessoas que tiveram a felicidado'de
conhece-la ; com ludo, porem.devcmos crer re-
ligiosamente que a sua alma candida, innocento
e pura, como ero, depondo a frgil argila, fra
gozar a bemavenluranca de Deus em companhia
dos anjos.
Carvalho Coulo.
Recife 23 de maio de 1860.
COMMERCIO.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
EM 23 DE MAIO DE 1860.
Directores da semana os Srs. :
Francisco Joao de Barros e Jos Jeronymo
c recebe
Monleiro.
A caixa desconla letras a 11 O/o,
dinheiro ao premio de 10 O/o ao anno.
A directora rcsolveu era consequencia da
quanlidade extraordinaria de letras a receber,
que nao houvesse descont na quarta-fera 30 do
corrente mez de maio.
Alfamlega.
Rendimentodo da 1 a 25. 198.513966
dem do dia 26....... 3:935j?U10
202:4S8}976
Movlmento da alfandega
Volumes entrados cora fazendas 158
com gneros 545
Volumes sabidos com
com
fazendas
gneros
703
------274
Doscarregam hoje 28 de maio.
Barca inglezaUermionemercadorias.
Brigue inglezLindisfarnedem.
Patacho americanoDumberfarinha de trigo.
Brigue inglezAgnesbicalhao.
Brigue hamburguezJ. II. Herurq farinha de
trigo. '
Pa'acho porluguezDiligenlo^diversos gneros.
Brigue inglezGlauc.usbaralhao.
Brigue prussianoPaul Augustplvora.
Brigue hamburguezHenriellefarinha do irigo
. Consulado
Rendimento do dia 1 a 25.
dem do dia 26. ,
gcral.
42:84 S#011
363720
_a 42:884*731
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 25. 9:708j>385
dem do dia 26....... 17[375
_9j725j760
Exportaeao
Porto, brigue portuguez Esperanga, de 231
toneladas, conduzio o sguinte 1,753 saceos
e 74 harricas assucar. 136 volumes rae!, 23 pran-
ches de amarello, 37 quinlaes de tatajuba, 48
sarcas algodAO. 4 pipase 4 garrafoes agurdenle.
Reeebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 25.
dem do dia 26. .
28:652*130
79I5&07
29:4438937
Consolado provincial.
Rendimento do dia 1 a 25. 40.114^576
dem do dia 26....... 95*374
40:209^950
PRAGA DO RECIFE
C6 DE MAIO DE 1 8GO.
A.S 3 HORAS DA TARDE.
Revista Semanal.
Cambios----------Sobre Londres saccou-se a 25
1/2 e 25 3/4 d. por 1* cora pra-
08, e a 26 a dinheiro ; sobre
Taris a 385 rs por tr., sobre
Lisboa a 112 % de premio, so-
bre Hamburgode 715 a 720 ris
por m. b., e sobre o Rio de Ja-
neiro a 2 % de descont.
Agq
Cog
Arro
Baca
Bata
Carn
Caf
Cha
Can
Cervt
OI*T ffrfttENAWjPGth^ ^SGJJt^FEqiA mjtm^M ttu.
Asnear.---------- branco vendeu~-se de 4__
5169o Por rroba; eorres de
4f000 a 4*200; macavdo pur-
gado de 3*000 3*200;. Ame-
iie de 2*700 a 2*900 c Canal
de 2500. a 2*600 por. arroba.
rde4e-------Vendeu-se de 90j| a 95*000 por
pipa. .
5g- Os seceos salgados vonderam-se
a 290 rs. por libra. -
Azere doce-------Veudeu-se, de 2}700 a 2*800
por galio.
-----------dem de 3J0O0 a 3J300 por ar-
roba.
"--------Por atacado vendeu-se a 15*
e a rotalho de 15$ a 16g000,
por barrica, ficando em ser
9,200 barricas.
aa-----------A novas venderam-se a 4800O
por arroba.
) secca- A do Rio-Grande vendeu-se de
3500 a 4*400, e a do Rio da
Prala de SjfiOO o 3*800 por ar-
roba ; ficando era ser 40,000
arrobas da primeira e 20,000 da
segunda.
------------- Vendeu-se de 7J00O a 7*200
por arroba.
--.?.-- dem de 1*600 a 1J900 por li-
bra.
Carv o depedra- dem a 20$ por tonelada.
ja------------Mem de 4*600 a 5JS00 pordu-
za de garrafas.
Farinha de trigo-Retalhou-se de 18J a 20* por
barrica de Richmond, de 18* a
22* de Trieste, e 14g'a 20J do
Philadelphia, ficando em ser
10,900 da primeira. 12,000 da
segunda, e 4.000 da terceira.
e mendioca Vendeu-se de 6*00 a 6*400 a
sacca.
,-------------dem de 1J600 a 2*000 por ar-
roba. /
ira----------dem a 6*000 a/caixa com 12
frascos, 12* de/12 ditos gran-
des, e 290 rs. por botija.
"-------A ingleza vendeu-se a 285 por
cento de premio sobre a factu-
ra, cambio a 67 1/2 d. por 1*.
Manti iga----------A" franceza vendeu-se a 530
ris por libra, e a ingleza
850 rs.
- Os flaniengos venderam-se
.2S400 a 2g600.
iho----------Vendeu-se de
por arroba.
Vinagre----------dem a 120*000 a pipa.
-------------para Liverpool! a 12/6 pelo las-
tro, e 7/16 pela algodao.
Desco-ntos O rebate de lelfas variou de 11
a 24 % ao anno, sendo o dinhei-
ro muilo procurado. A caixa
filial e novo banco descontaram
cerca de seis ceios cantos de
ris ; mas esta somma osla
longe de salisfpzer as exigen-
cias. Os corrlmercianles se
achara em grande crise, por
terem a satisfazar sommas avul-
tadas, o nao terem apurado o
dinheiro preciso para seu paga-
mento. A pequenhez da safra
do assucar, e a tardanca das
chuvas muilo co
esta crise ; send
demora das chu
morado a descid
do interior a
menlos.
Dtac
Feija
Gene
Louc
Queij
Touci
Vinag
Frele;
is--------
Paul
de
dem
dem
dem dem
fdem 1 icor
dem
de
85500 a 9JO00
correram para
que esta (a
ras) tem de-
i dos homens
| fazer paga-
i dos precos dos principies gne-
ros e produeces nacionaes,
te se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 28 de maio alde junho de 1860.
Aguldente alcool ou espirito
gurdente ..... caada
caxaca.
dem c e rana
renebra
dem
dem i estilada e do reino
Algodjio empluma 1." sorte
dem dem 2.a dita
dem dem 3.a dita
dem em caroco
Arroz pilado......arroba
dem com easca.....alqueire

>

botija t
caada
garrafa
caada
arroba

Assuc ir branco novo
arroba

caada
dem jmascavado idem
Azeili de mamona
dem de mendoim e de coco.
Borra ha fina ...... arroba
dem grossa
Caf em grao bom.
dem restolho .' .
.dem com casca .
moide.....
secca.....
) de madeira .
e carnauba em po
idem em velas.
dem
dem
dem
Carne
Carv
Cerad
dem
Charuj
dem
dem
Chito
Cocos
Courol
dem
dem
dem
dem
Doce
dem
dem
Espanj
dem
Esteir
Estou
Farin
dem
Feijd.
Fumo em folha bom .
dem jdem ordinario.
dem idem restolho .
dem ',m rolo bom .
dem dem ordinario.
Gomn a polvilho
Ipecac
Lenha
dem
dem
Madei
Louro
Coslai
Coslai
Forro
Snnlh
Varas aguilhadas
dem buiriz
Virnh ico pranchoes de
arroba







ios bons...... cento
ordinarios.....
egalia.......
s........
seceos.......
i de boi salgados libra
idem seceos espichados.
dem yerdes.....
ie cabra corlidos .. um
de onra......
le calda...... libra
de Goiaba
seceos ......
adores grandes. ... um
pequeos......
s de preperi .... urna
>a nacional..... arroba
ia de araruta ....
de mandioca .... alqueire
. alqueire
. arroba
.
. .'
. '.
anima. ..".... arroba
em achas grandes cento
idem pequeas. ...
em toros. ...... >
as cedro laboas de forro, urna
pranchoes de 2 cuslados um
inho. ...*... urna
o........


>

dous
880
470
500
800
280
960
320
800
7$0"K)
6g000
5$000
1JJ750
3JJ200
3$600
4$900
2*750
900
1$920
7$000
4g000
7$000
4J500
5g000
9$600
5g500
2J560
9g000
13^000
2J500
lgOOO
3g000
5S000
4$000
285
400
180
300
10S0O0
500
400
1S000
3g200
lg600
300
1$600
33000
3JO00
7$000
14JO0O
98000
7g000
15g000
6$000
3SO00
25JJ000
2500
lg600
12S000
3J000
$6oo
8S000
6*000
2g500
4S0O0
2$240
lgoOO
Sebo en nm,
Sqla ou-vaqueta. (meio]
Tapioca.....
aihs e-boi .
Vinagre ......
Pao brasjl .
ifb* T21)
arroba 25|00
lojeoo
urna 3J200
arrba 3*520
cento $300
pip 50*000
quintal 2ft500
Movimento do porto.
cus ados.......um
dem idem eusladinho de dito 4
dem aboas de costado de 35
a 41 p. de c. e 21/2 a 3 de
largira.......
dem i dem dito de dito uzuaes
dem: dem de forro
dem dem soalho de dito
dem ;m obras eixos de sec
ra i ara carros .


par
caada
dem dem rodas de dita para
dita : .........
Mel.........
Mlho.........alquejre
Pedra, de amelar. .... urna
dem ie filtrar. .....
dem -ebolos......
Piassa ra em molb.09 vm
SijJOOO
145000
45S0O0
16JOO0
55000
105000
IO5000
805000
280
2JJ500
800
95OOO
15120
200
Navios-entrados no dia 26..
Liyerpool-41 dias* brigue inglez Druad; de 235
toneladas, capila; j. Rirhardson, cqnipagem
M' CaLg5 carra<>- de pedra ; a Saunders Bro-
thers a C.
j Navios sahidos no mesmo dia.
Rio da Prata Patacho hollandez Witthminm,
capilao M. C. Braal, carga assurar.
Liverpool-Briguo banea ingleza Olinda.
11. llatkncss, carga assucar.
capitao
* =
"ES
o.
S'
o.
I
e t
Horas.
B
3

Atmosphera.
co
Direccao.
I
Inensidade.

g
O)
en
Centgrado.
o
.OS OO"
8
o
I Jleaumur.
-1
"5"


-I
-4
-4
Fahrenheit

s
-<
~4
O I
Hygrometro.
I
Barmetro.
c
a
3=
>
8*8
c
c
c
>
08
oile nublada e chuvosa, vento SE resco. c
aroaoheceu.
OSCILI.Ar.\o DA HAR.
ar as 8 h. 54' da manha, altura 6.50 p.
mar as 3 h. 6' da larde, altura 2.0 p.
ervatorio do arsenal de marinha 26 de maio
VlEGAS J'JMOR.
.60.
0 Dri_Anselmo Franrisco Perelti, commendador
da|imp#rial orden, da Rosa e da de Chrislo, e
jui de direilo especial do commercio desla ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. Imperial, que
Deis guarde, etc.
Fado saber polo presente.'que roquerimc.Ho
de Cljiudiano de Oliveira se acha aborta sua fallon-
as pala senlenra do thoor seguinto:
Tenido Claudiano de Oliveira, rommerriantecs-
lalielotido rom loja de azendas na rita da Cadeia
do Redife n. 55, eessado os seus pagamentos ro-
mo f|'z\crlo pelas f uas dcrlaracoes de fs'. 2 e
ls. 2 vbrso, declaro o mesmo Oliveira em esta-
do de qliiebra, e- fixo o termo legal da exielenea
desta, leoniar do dia 30 de abril prximo pas-
sado. Nliino ruradores fisraes os eredores Cau-
rannas d Dubourcq. o depositario interino os
eredores] llenry Brunn 4 C\ representados por
Kalkmarl.. & Irmao, e prestado pelos primeiros o
jiirameniodo estylo, c pelos ltimos assignado
termo dd deposito, o escrivao remetiera copia
desta seritenca ao juiz de pa/. competente para a
oppostcad de sellos, que ordeno se ponham em
lodos os lens, livrose papis do fallido. Feilo o
que, e piibHcada a presente nos termos dos ar-
tigo* 812 Uo cdigo commercial, e 129 do reg-
lame--"
1 gene
determina
Recife,
eisro Perelti,
Em vista Vlesla sentenra convoco A todos os
eredores dobnte-diio fallido, para que no dia 28
do maio corVenta comparecam na sala do audito-
rio s 10 hojas da manliaa, aflm de s*e proecdor a
nomearao da doposilnrio ou do depofitarios.
E*ara qud rheguo ao conhecimonto do quem
inWessar prjssa, mandei passar e'dilaes, quo se-
rao^lixados nos lugares do costurao e publica-
dos pela imprensa.
Dado e passado na cidade do Reeifc de Per-
namburo, aos 25 de maio de 1860.
Eu Joao Vicente do Torres Bandeira, esrrivao
interiuo do juizo especial do commercio o Ozes-
crevor.
Xnselmo
cites oas-imiwiores, e irs'TDixfflnTo-KrMgu'
regulamentoa>3de agosto do 1882;
As pessoas que se quizerem prepor a esta arre-
malafao comparecam ra sala das sessoes da mei*-
rionada junta no dicima indicad,, pelo me
.**, competentemente habilitadas na wma d
art 7o do citado reglamento, deveudo as habi-
hlacoes serem julgadas-noe das 31 de-eorreote e
4 de junho.
Epata constar se wandou aflixar o presente e
publieor pelo Dtario.
Secretaria da thesouraria provincial da Per-
nambuco, 24 de maio de!860.-0 serretar An-
tonio Ferreira da- Annunrinrao.
Art. 75. Os contratos de a'rreniilarao de reada
que imporlaremm mais de 2:000t000, sorae-ef-
foctuados sob a garanta de dous fiadores idneos
que tcnbatn bons de raz na-cidade do Recife, ao
menos um driles, urna vez que o outrosrja no-
toriamente abonado.
Art. 76. As arrematarnos poderao elTectuar-
se pela maior ou menor lieitacao offerecida em
cartas fechadas.
Conforme.O secretario. Antonio Ferreira da
Annunciacjio.
.,OIUm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em viriude resolucao da junta de fazen-
da manda fazer publico! que de conformi-
dade com as leis e regu'.amentos em vi-
gor, perante a mesma junta, devem ser arre-
matados por municipios e comarcas no dia 14 de
junho prximo vindouro os impostes se-
guintes :
**>
3:100SOOO
2:500*000
5005000
120*000
10:6005000
8:700*000
8.1005000
Bulo iil738, se proceder As subsequenlcs di-
anas, b,uc os referidos cdigo o rrgiilamento
de maio de 1860. Anselmo Fran-
Francisco Pereli.
inspector da thesouraria pro-
om eumprimeiito da rcsoluro da junta ?n elTecluados sob a garanta de dous fiadores
da, manda fazer publico que'a arremata- 'do1Pos. que tenham bons de raiz na cidade do
o presente e
- O Itlm. Sr.
vincial,
de. fa/.en
rao da obra do empedraraonto "da estrada
Victoria enlre os marcos de 6 a 8 mil bracas foi
transferida para o dia 6 do junho prximo vin-
douro.
E para constar se mandou affixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Per-
nambuco, 25 do maio do 1860
O secretario,
A. F. da Annunciaro
O lllm. Sr. insperlor da thesouraria pro-j
vincial, cm virtude da resolucao da junta do fa-
7cnda, manda fazonda, manda fazer publico, que
deconformidado comas leis e regulamentos em
vigor, perante a mesma junta, devera ser arrema-
lados por municipios e comarcas no dia 6 de ju-
nho prximo vindouro os mpostoslosseguinlcs :
Municipio do Recife.
2*500 rs. sobre o gado morto para
o consuma, avallado annualmenle
em......'................. 75:0005000
Comarcado Lvmoexro.
Arrematados conjuntamente.
2#500rs. sobre o gadon.orlo para
o consumo, avaliado annualmenle
em.................................
Impostos a cargo da collecloria
avaliado annualmenle cm..........
20 por cento de agurdenle idem
idem......................?.........
Comarcado Bonito.
Arrematados conjuntamente.
2*500 sobie o gado morto para
o consumo, avaliado annii3lmcnlo
era..................................
Impostos a cargo da collecloria
do municipio do Bonito em........
20 por cento de agurdente dem
idem................................
Municipio ifo Brejo.
Arrematados conjunta meo te.
2J500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmenle
em..................................
Impostos o cargo da collec-eria
idem................................
20 por cento de aguardante, idem
idem. .............................
Municipio de Cxmbres.
Arrematados conjuntamente.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmenle
em.................................. 1:400*000
Impostos a cargo da collecloria
em.................................. 3205OOO
20 por cento de agurdente idem
idem................................
Comarca de Garanhuns.
Arrematados conjuntamente.
2*500 3obre o gado morto, para
o consumo, avaliado annualmenle
Municipio de Olinda.
2*500 sobre o gado mordo par
o consumo, avaliado annualmenle
em..................................
Municipio de Iguarass'.
Airemalados conjuntamente.
25500 sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmenle
era......:...........................
Impostos a cargo da collecloria,
avahado annualmenle cm.........
2u por cenio de agurdenteme,
idem...............................
Comarca de Goianna.
25500 rs sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annualmen-
le em...............................
Comarca de Nazurelh.
2(500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado animal-
mente em.........................
Comarca do Cabo
2S500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annualmen-
le era............ .................
Comarca de Santo Anto.
2550O rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle era.......................... 10700*000
Municipio deSerinhem.
2*500 rs. sobro o gado morlo pa-
ra o consume, avaliado annualmen-
'e cm.............................. 1:100*000
Municipio do Itio Formoso e Agua-l'rela.
2S500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, Avahado annual-
menle em.......................... 5:1003000
Comarca dePod'.ilho.
2$500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menle era.......................... 59005000
Imposto de 20 por cenlo sobre o
consumo d'aguardenlc nos muni-
cipios soguintos :
Olinda, avahado annualmente cm 360^000
Goianna......................... 350000
Nazareth.......................... 150$000
Pi d'Alho....................... 150*000
Cabo.............................. 100SO00
Sanio Anto...................... 3uOgOOO
Bio Foimoso e Agua Prcla...... 100*000
Serinhacm........................ 50*000
As arrematadnos serao foilas por lempo de
Ires annos, a eonlar do 1. de julho do eorronle
anno a 30 do junho do 18C3, sob as niesmas
ondiroos das anteriores ; e na forma do ar-
tigo 76 do regulamenlo do 3 do agosta de
1842.
As pessoas que se propozerern a estes arrema-
tagoos, comparecam na sala das scsses da mes-
ma unta, no dia cima declarado, pelo meio-dia,
competentemente habilitadas na forma' do art.
75 do citado regulamenlo, devendo as habi-
lilaces serem julgados nos dias 6 e 12 do junho
vindouro.
E nara conslar se mandou affixar o presente
e publicar polo Diario.
Secrclara da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio do 1860.O secretario,
A. F. da Annunciaco.
Arl. 75. Os contratos de arremataro de
renda que importarem em mais de 2:000*000 rs.,
2:300*000
850*000
2005000
2:700*000
6505000
100*000
9OO5OOO
600*000
50*000
50*000
era.
Impostos a cargo da collecloria
2:5005000
5005000
100*000
em..................................
20 por cento da agurdente idem
idem.................:..............
Comarca de Flores.
Arrematados conjuntamenlc.
2*500 sobre o gado morto para
o consumo, avahado annualmente
em..................................
Imposto a cargo da collecloria
em..................................
20 por cento de agurdente idem
idom................................
Comarca da Boa-Vista.
Arrematados conjuntamente.
2*900 sobre o gado mora para
o consumo, avaliado annualmenle
m..................................
Impostos a cargo da collecloria
*ra..................................
20 por cento da agurdenle idajn
idem.............x.................
As arremataedes serao feitas por lempo de 3
annos, a contar do Io de junho do correle an-
no a 30 de junho de 1863, sob as mesinas condi-
2:6004000
1:100*08*
50*000
3:500|000j
1:500*000
50*000
Recife, ao monos um delles, una vez que o ou-
tro seja notoriamente abonado.
Arl. 76 As arremalares pedero offecluar-sr
pola maior ou mrnor licilacao offererida cm car-
tas fechadas.
Conforme.O secretario, A. F. da Annun-
ciaco.
- O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, rm cumprimento das ordena do Exm. Sr.
presidente da provinria, manda fszer publico,
que no da 14 de junho prximo vindouro, pi-
rante a junta da fazonda da mesma thesouraria
se ha de arrematar, a quera mais dor, a laxa
das Barreiras da ponte do Manguinho e da es-
trada da Capunga, avahadas annualmente ambas
em 6:700*000 rs.
As nrrematar.oesserao feitas por lempo de tres
annos. a contar do 1, do julho do corrente an-
no a 30 do junho de 1863.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco, comparecam na sala das sesses da mes-
ma junta no dia cima indicado, pelo meio-dia,
rom peten tomento habilitadas, com suas piopjs-
tas em carias fechadas.
E para constar so mandou aluzar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860 O secretario, A.
F. da Annunciaco.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, om cumprimento da resolucao da junta
da fazonda, manda fazer publico, que no dia 31
do corrente, se ha de arrematar, perante a men-
cionada junta, a quem pjr menos lizer, os ira-
presses dos trabalhos das repartices provin-
cijes, avahados em 5:000*, annualmente.
A arron.atacao ser folla por lempo de um anne
a contar do 1. de julho do correnlo anno, a 30
de junho de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taro comparecam na sala das sesses da mesma
junla, no dia cima referido, pelo meio dia e
competentemente habilitadas
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diano.
Serrelaria da thesouraria provincial de Per-
namburo, 3 de maio de 1860.Oseerelario, An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
O eidadao Caetano Pinto de Veras, juiz de paz
do 4. anno do 1." districto da freguezia de
Santo Antonio do Recife, cm virtude da lei
etc., ele
Faco saber que vo ser arrematados, findos os
dias da lei por quem mais der, no dia 25 do cor-
rele, depnis da audiencia deste juizo. na sala
de suas sessoos, s 4 horas da lardo, es bensse-
guintes : um cavallo castanho rusilio, avaliado
om 505 ; um dito preto, avahado por 70*. total
120*0u0, ponhorados os ditos bens por execuco
que move por este juizo Francisco PoreiraLemos
contra seu devedor Joao Gomes Ribeiro.
Dado e passado neste primeiro districi da
freguezia de Sanio Antonio do Recife, em 14 do
maio de 1860.Eu Joaquim da Silva Reg, es-
crivao quo o escrevi, etc.
Caetano. Pinto de Veras.
Jo5o Baplisla de Castro eSilvs, inspector da the-
souraria de Pernambuco, por S. M. o Impera-
dor, que Dos guarde, etc.
Faco saber que, em cumprimento da ordera
circular do thesouro n. 32, de 12 de abril ultimo
'er,dde serem retiradas da circulado as notas
de 1*000 da primeira eslampa e as do 5*000 da
terceira (papel branco), procede-se desde j a
substiluicao dolas na thesouraria da provincia
Em lempo conveniente se marcar e annon-
ciar o praio, do qual principiar o descont da
IhuidV n0,aS m?ioPdc ron da f8zenda de TemaniDuco, 15 de
Joao Baptista de Castro s Silva.
= De orden do lllm. Sr. Inspector 4fr*&ao-
rana de fazonda desla provincia se fa#tib1ico,
que tendo sido avahada em 6-0005 S8 de so-
brado de dous andares n 29, sita na ra da Guia,
DarX.r^ fin8d' **^ *""
SeKre,0r,n I>"'!"",'V de faaenda de Per-
nambuco 10 do mato de 1860. o oflicial maio'r
interino. Lu Francisco de Smpale, e Silva.
noordom doltlm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazend* desta provincia se. fas publico
para conhFcimenlo dos intoressados, qtie uo di
* de junho prximo viadoi.ro. s 2 hora-da tar-
de, tom do sor arrematada perante mesma the-
souraria, urna parte da casa do sobrado do dous
andares n 29, sita na-ra da Guia, penhurada ,
Lo,a o Anton.o Ferreira Duarle Vcllozopara.
pagamento do seu alcance, sondo a paito do dito
con,anhV.*l,?da "* """ ,l0 WWW*. qo
aZ,^,VrMU"la V"'1* na ***** lei. o
866*612. pelo qual qu* lem de ir prara para
pagamento do dito alcance. V 4 P
As psoos, pois. que prelonderem licitar, dc-
!ra,0.CTPar,Pr". m'dia horas cima indicado
na rasa da referida Ihrsmirari*.
Secretaria da Ihesourwi de fazenda de Por-
nambuce, 9 de maio do t860.
O oflrial-maior interino.
Lu: Francisco e-Sampaio e Silva.
O lllm. Sr. insperlor da thesouraria aro-
vinnal. om curaprimenlo da reseluco da ianla
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 3t
do corrente. perante a mesma junta, se ha de ar*
rematar a quera por mon is lizer o fornecimenfo
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
da casa do detoncao desta ridade, por lempo de
um anno, a contar do 1. de julho de 1860 a 3
de junho de 1861. .
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taro, corrparcram na sala das sessoes da refe-
rida junta, no da cima indicado, polo meio di
e competentemoule habilitadas, me acharao pr-
senles o formulario e condicoes da arremataco.
k para constar se mandou affixar o presente a
publicar polo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annuncijr"
Declarares,
A adroinistrarao goral dos estabelerimcn-
los de caridade manda fazer publico, quenosdias
JI do correle, 5 e 8 do prximo futuro mez de
junho pelas 10 horas da n.anhaa, na sala do suas
sessoes, irao & prara as rendas das casas abaixo
declaradas, pelo lempo quo decorrer do 1 do
julho do corrente anno a 30 de junho de 1863
Os pretondenles dsvem comparecer com os res-
pectivos fiadores, ou munidos de carias desles -
o preyme-se aos imiuilinus que nao estiverem
em da, que nao scriio rerebidos os seus leos
Adminislrarao goral dos estabelorimentos d
candado 24 do maio de 1860.o esrrivao.
Antonio Jos Gomos do Corr'eio.
Bairro do Recife.
Roa da Cadeia ns. 23 e 30 : ra da Cruz n. 15-
rua do Encaiitmienlo n. 3; ra do Cordoniz n.
a ; ra do Azeite do Poixe n. 1 ; ra do Costa
n 1 ; ra da Srnzala Nova n. 25 ; ra do Amo-
r""on, 8U rua da LaP' us- 5 e 8-. ra da Moeda.
ns. di e 35 ; rua do Pilar ns. 73.74, 93. 95 e 97-
beero da Lama 113. 26 o 30.
Bairro de Santo Antonio.
Rua da Cadeia n 24 ; rua do Qucimado n 15-
29:4n3.r48%Te5597,8,33el23:rUa *"" "*'
rua do Padre
ns>
Floriano ns.
- __ iracao
7 e 17 ; rua de Dorias ns. 33 e 94 ; rua de Santa
rhereza ns. 4. 5 o 7 ; rua larga do Rosario n. 2G
rua da Roda ns. 3, 5, 7, 9 e39 ; rua do Cabug.1 .,
.1; rua do Calabouro n. 18 ; rua do Senhor T.oni
Jess das Cnoiilas n. 8 ; rua do Nogueira n. 17-
largo do Carino n 13 ; rua de Santa Ceeilia n. 16:
traversa do Cireereiro ns. 11,13 c 17 ; travs*.-
de S Jos ns. 5.1 e 11 ; travesa do S. Podro,
n 2 ; boceo do Calabouro n. 2 ; becco da Carva-
lho 11 5.
Bairro da Boa-Vista.
Rua da Imperalrtz n. 68 ; rua da Cnnceirao n.
5; rua da Alegra n. 5 ; rua da Gloria 65:
becco do Qmabo n. 8.
Consolho administrativo.
forneciraenlc
o ao art.
de 1852.
O conselho administrativo, para
do arsenal de guerra, em curoprimpnlo ao art.
22 d<: reeulamenio de IA de dezen*To d
Taz publico (fue foram aceitas as Proooslas dos.
senhores abaixo declarados. v
Para tomecimenlo do arsenal de guerra
Jos Hygino de Miranda :
25 travs de qualidades escoihdas com 32 a 35.
palmos 00 comprimento a 10g30O.
Manoel Florencio Alvos de Moraes. como pro-
curador do Antonio da Silva Gnsmao :
48 costados de amarello da 23 a 30 palmos de
comprimenio a 19*000.
Jos Joaquim Lopes de AJmeida :
6 dunas de taboas de pinho americano, o p a
118 rs 9 pranchdei da mesma madeira a 4*000.
O ronselho avisa nos masnios vendedores, que-
devem recolher os objectos comprados ua secre-
taria do mesmo ronselho, as 10 horas da nianhaa
no da 28 do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo^
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 23 de-
rnaio de 1860.Francisco Joaquim Pereira Loba
coronel vogal secretario interino.
Tribunal do commercio
Por osla secretaria se faz publico, o registro,
feilo na dala infra do lugre. Santo Amaro, J
OJ toneladas, propriedade de D. Francisca das
tliagas Ferreira Saraiva, domiciliada nesta cida-
de do Recife.
Secretaria do Iribunal do commercio de Par-
nambuco 25 de maio de 1860. D. A. do Reno
llangel, oflicial-maior interino.
= Pela administraciu) do corrcio desla pVo
vincia se faz publico que a agencia novamenl*
croada na povoacao de Grvala, se acha funecio-
nando. Administrarlo do correio do Pernambu-
co 19 de maio de 1860.O. oflicial papelista,
Oliveira Lima.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos proprielarios dos predios urbanos
das freguezias-desla cidade e da dos Afogados.
que os 30.dias ulois para o pagamento bocea
do cofre do 2. semestre da derima do anuo fi-
nnneeiro de 1859 a 1860 se principian! a contar
do dia 1 de junho vindouro. Mesa do consu-
lado provincial de Pernambuco 23 de maio de
1C60. Antonio Carneiro Machado Rios, admi-
nistrador. -
Conselho administrativo.
O-conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos soguintos :
Pfra 8." batalhao de infontaria de linha.
1 bandeira de seda com armas imperiaos
haslea para dita ; 1 capa de brim para dila
capa de oleado para dila.
Para a 2 companhia de pedestres de linha.
40 grvalas de sola de lustre. *
Quem quiaer vender taes Qbjectos aprsente
as suas propostas cm carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 2S.
do corrate mez.
Sala das sesspes do conselho adnlinistrativo
para fornecimenlo do arsenal de gujjrra, 21 de
maio de 1860.Rento iosi Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel voaal secretario interino.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as nota*
de 10,000 e 2o,ooo da
emisso do banco.
1
1
AVsos martimos.
........
Lisboa e Porto.
Sahecom muila brevidade o veloiro brigue
BoaF.
Recebe carga e passageiroa para os deus por-
1?* a. lrla'' com os consignatarios Carvallio.
Nogueira 4 C, n Tua do Vigario n. 9, pritrjeirfj
andar, ou com o capillo na praca.


r
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade a terca Mathilde, por ter
rnetade da carga prompta : qncm quizer carre-
jar o reato, entenda-so com Manoel Al vea Guer-
ra, no seu escripiorio da ra do Trapiche D. 14
RE4LC0MPANHU
DE
Aviaos diversos.
Precisa- c de um ollicial de
beiro : na ra das Cruzes n. 35,
bar.
ATTENC10.
Vende-se bichas de Hamburgo por iOg
o cenlo : na ra da Cruz n. 51, primeiro
sala de barbeiro.
a 25J>
andar,
Paquetes Bglezes a vapor.
At o dia 28 deale mea espera-se da Europa
um dos vaporea desta companhia, o qual depois
da demora do coslume seguir para o Rio de
Jvneiro tocando na Baha, para passagens ect,
trala-se com os agentes Adamson Howie J C
ra do Trahieke Novo n. 42.
COMPANHIA BRASL1EIRA
DE
IJiOIBTBS ITO1.
O vapor Cruzeiro do Sul, commandante o
pera-so dos portos, do sul era seguimeoto aoa
do norte al o dia 29 do corrente mez.
Reeebe-se desde ja passageiros e frele de en-
cemraendas e dinheiro, e engaja-se a carga que
o vapor poder conduzir sendo despachada com
antecedencia at a vespera do dia de sua che-
gada : ageacia ra do Trapiche n. 40, escripio-
rio de Thsmaz de Faria.
Cear e Acarac.
O bem conhecido patacho Eraulacao segu
com brevidade ; para carga e passageiros, trata-
se com o capito, ou no escripiorio de Manoel
GoncMves da Silva.
MA
o Rio de Janeiro
segu em poucos das o patacho nacional Ca-
puam, anda poJe admiltir alguma carga, pas-
sageiros e escravos ; a tratar com i- B. da Fon-
seca Jnior, na ra do Vigario n. 23.
Cear e Acarac.
No dia 80 do mez corrente segu o palhabotc
Sobraleuse com a carga que tiver a bordo ;
quem quizer carregar, enlenda-se com Caetano
Cyriaco da C. M. no lado do Corpo Santo d. 5,
segundo andar.
Para o Aracaty
saha no tim do corrente mez o hiate Santa Ri-
ta-, j tem a maior parte da carga : quem no
mesmo quizer carregar, trate com Marlins 4 Ir-
mao, na ra da Madre de Dos n. 2.
Para Lisboa
segue no dia 31 do corrente mez de raaio o bri-
gue portugus Relmpago, ainda recebe algu-
ma carga e passageiros, para o que trata se com
o consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na
rua-do Vigaiio n. 19, primeiro andar, ou com o
capitao na prac^a.
Para a Babia.
A veleira e bem conhecida sumaca nacional
Hortencia, pretende seguir com muila brevida-
de, tem dous tercos do seu cnrregamenlo a bor-
do : para o resto que Ihe falla, trala-se com os
seus consignatarios Azevedu & Mendes, no seu
escripiorio na ra da Cruz n. 1.
Lisboa e Porto.
Sahe imprelerivelmentc al o dia 3 dejunho o
muiloveleiro briguc porluguez
rapai
a trai ir das 6 horas da manhaa e s mesous da
dardi por dianle : na ra da Senzala Velha n. 10.
Vende-se urna prela excelleoie cozinheira e
eDgo omadeira ; na ra de Cabug -n. 2 B.
Vende-N a taberna da ra Augusta 9, a
tralalr na mesma.
3
recebe carga o^passageiros para os dous portos,
a tratar com os consignatarios Carvalho Nognei-
ra &C, ra do Vigario n.9, primeiro andar ou
com o capito na praca.
Aracaty.
O hiato Santo Amaro, recebe carga e passa-
geiros ; a tratar cora Caetano Cyriaco da C. M.
no lado do Corpo Sanio n. 25, segundo andar.
Leudes.
LEILAO
Segunda-feira 28 do corrente
1
Ra do Imperador.
O agente Borja honrado com a con
tranca de urna familia que se retira pa-
ra fora da provincia, vender' em leilao
no seu armazem na ra do Imperador
n- 73, todos os moveisque compunham
a casa da supradita familia, consistndo
em mohtlias, guarda-ronpas, toilets,
cadeiras avulsas, commodas, ctndela-
bros, louea, vidros etc., etc., e umain-
nidade de objectos miudos. ames-
ma occasiao tambera vender' frascos
de todos os leitos etamanhos que mul-
lo servem aos Srs. boticarios.
Lotera da provincia.
Na loja da praca da Independencia n. 22 e as
mais do coslume acham-se venda os bilhetes,
meiose quirlos da quarla parte da quartaJoteria
do Gymnasio, garantidos por
Santos Vieira.
Preciso,
Vende-se urna escrava boa cozinheira e qui-
tandeira, idade 36 annos por 7809, 3 ditas e 3
bonitos escravos por commodo preco, 2 escravos
muito baratos : na iua das Aguas Verdes n. 46.
Fugio no dia 26 do correnle, do lugar de-
nominado Venda Grande, freguezia de Muribeca
e comarca do ReciCe, um escravo de nome Ma-
iheus com os signaes seguimos: roolato escuro,
alto ccheio do corpo, barba cerrada, olhos vivos
ou sentilgntes, nariz aullado, rosto regular, boni-
ta figura, p grande, tem um signsl de cabello em
cima de urna das espaduas, bem fallante, e civi-
lizado, parece forro, de idade 38 a 40 a annos,
pouro mais ou menos. Levou diversa roupa, e
chapeo do chille ordinario, e suppoem-se ter se-
guido para o Recife, onde tem algumas relaces ;
de crer que lenha mudado o nome. Roga-se
as autoridades policase capites de campo, a cap-
tura do dilto escravo, podendo ser condusido a
dito lugar Venda Grande, a seu Sr. Miguel Ar-
chanjo Lopes da Fonceca, que recompensar,
Sociedade
V n iao Rene Uc en le dos Co-
cheiros em Pernambuco.
Domingo 3 de junho prximo futuro, lera lu-
gar a inslallaco solemne desla sociedade no sa-
lao dpalacelo da ra da Prala, devendo o acto
comerar s 11 horas da manlia. Os abaixos as-
signados, seus actuaes directores, teem a salis-
facaode convidar a lodas as pessoas que quizerem
abrillantar com suas presencas essa testa social, a
comparocerem hora indicada ;devando o salao
estar de noite exposto vesila das familias que
nos quizerem honrar. As 9 oras da manha os
socios ouvirao urna missa no convento do Carmo,
mandada celebrar em honra do Padroeiro da so-
ciedade, o glorioso S. Elias.
Salas das sesse sociedade niao Benificen-
dos Cocheiros em Pernambuco, 27 de maio de
1760.Raymundoda Silva Gomes, presidente,
Ignacio Francisco Gomes, vice-presidente Dama-
zo Miranda de Souza Couto, Io secretario, Ven-
ceslao de Gasiru Madeira, 2o secretario, Joaiuim
Fernandes da Rocha, tnesoureiro-, Agost'inho
francisco do Rosarlo, proorador.
Perdeu-se
Da ra das Cruzes al a ra do Queiraado urna
pulQeira do ouro : roga-se a quem achou queren-
reslituir avista dos signaes della, levar a Praga
da Independencia n. 38, que serecorapensar
pelo achado.
f- A luga-se um andar de casa no
bairro da Boa-Vista, com muito bons
commodos para familia: quem precisar
queira indicar onde pode ser procurado
em carta com a inicial Z, que deixara'
na hvraria da praca da Independencia
n. 6e 8.
Farello, cebla e eijao.
Farelo novo o melhor que tem vindo ao merca-
do, cebla nova e feij.io amarcllo, vende-sc ba-
rato para acabar: no anligo deposito da ra do
Vigario n. 27.
Na prac.a da Boa-Vista n. 16 A, ha para se
vender, vindo em direitura, das melhores fabri-
cas da Bahia, as melhores marcas de charutos
que vera a este mercado, e vende-se por menos
prego do que em outra qualquer parle, como se-
jam as marcas scguinles : lanceiros, suspiros, re-
galos do norle, regalos de yaya, travista calha-
flor. penelellas, e militas oulras marcas sem se-
ren ainda aqui couhecidas, o que vende-se por
menos prego do que em outra qualquer parlo :
no mesmo estabelecimenlo vende-se manteiga
ingleza flor a 960 rs. a libra, latas de biscoulos
e bolos e bolachinha de soda a 1j> a lata, e mui-
tos outros gneros que esto vista do com-
prador.
Aluga-se urna mulata recolhida para o ser-
vico interno de casa ; na ra do Collegio n. 16.
terceiro andar.
Fugio no dia 1." do corrente mez, Jda casa
de sus senhora, urna prela de nome Joanna, a
qual levou vestido saia de la de quadros azues
e cabeceo de madapolo ; esln prela bem co-
nhecida por andar vendendo agua e lavar roupa
de varias pessoas; julga-se estar acoulada em
alguma casa, e desdo ja se protesta contra quem
a tiver oceulta : pede-se a quem a pegar, leve-a
ra do Rangel n 10, que ser recompensado.
= Frecisa-se de urna ama forra ou captiva :
no pateo doTergo n. 26.
Deseja-se saber noticias de um certo italia-
no Sanelli Guallino.da cidadede Parma, que aqui
chegou em 1858. quem estiver habilitado a sa-
lisfazer este pedido, roga-se de se dirigir ao vi-
ce-consulado sardo nesta cidade, na ra do Tra-
piche n. 15.
Ve
laberha
n.26
Associacao Cornmercial
BeneGcenle.
A direcgo, a requerimenlo de alguna Srs. so-
cios, convoca a reunio de assembla geral para
o dia 29 do corrente ao meiodia, aflm de se tra-
tar d os meios mais convenientes de remover as
jldades em que se acha o commercio desta
pela falta de numerario,
a da Associacao Commereial Beneftccnte 26
diffic
prac
Sa
de rajaio de 1860.Antonio Marques
nm,
deir
I
T<
O
os s
MARIO M PERNAMWQQ. SEfllNOA TORA 8DB MAIO DE 1860.
Precisa-o de urna ama para cava
olleiro, que aaiba cozmhac e engo
ide-se por mdico prego, urna arma gao de
a tratar na praca da Independencia
um Manoel Antonio dos Saalos Ferfeira pede
r:! ao-Sr. thesoureiro das loteras desta provincia
que nao pague, caso saia premiado, o meio bi-
lbete n. 1979 da terceira parle da primeira lote-
ra do Divino Espirito Sanio, que deve correr no
dia 26 do presente, pois que dito meio bilhete
foi perdido pelo annuncianlo, e tem no verso do
dito meio bilhete escripto DelOna Mara do Car-
mo, nome de urna fllha do annunciante,
quera foi comprado o bilirete
Manoel Joaquim Goncalves Cascao retira-
se para Portugal.
para
M3A.
presidente.Antonio Ignacio
s, secretario.
do
de Amo-
Rogo Me-
JS Antonio Vieira o Souza. tJiubu^
li a Annes de Souza e seus filhos, scicnti-
fi .am que sumraamente penhorados e cum-
fndo ura imperioso dever, cordialmente
a radecem as demonslraces de sentimenlo
c im que foram honrados por todcs os seus
nigos pela occasiao do pissamento e suf-
fi igios prestados a alma do seu mu chorado
ti ho e irmo Ubaldo Anoes Vieira de Souza.
Precisa-se alugar urna ama que seja torra ou
captiva, para casa de pouca familia : a tratar na
ra da Imperatriz, loja decalcado n. 14.
= Vaz & Leal fazem aciente quo o Sr. Jos
Joaquim de Oliveira Campos deixou de ser seu
caixeiro desde hoje 23 de maio de 1860.
Oculos
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Noto methodopara aprender a lr,
a etererer e a fallar ingles em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instrucc3o,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (a migo largo do Col-
egio) n. 37, segundo andar.
Na traversa da ra das Cruzea n. 2, segn
do andar, ao p desta typographia, linge-se com
perfeirao de qualquer cor, e mais barato que em
outra qualquer parle.
Atten Acha-se justa e contratada a taberna de Do-
mingos Ottezo de Carvalho, na povoacio de Api-
pucos ; e se alguem se julgar com direilo a ella,
eotenda-se cora Manoel da Costa Rabello, no Ar-
raial, ou com Manoel Ribeiro Fernandes, na ra
larga do Rosario.
SOCIEDADE
un ma
rcei raparle da primei-
ra do Espirito Santo.
abaixo assignado vondou di lotera supra
guiites premios.
Ns. 202
467
178
803
3502
3874
544
2462
761
3404
1184
3463
820
Alguns premios de 20JJ.
garanta paga na ra da Collegio n. 21.
P. J. Laymt.
1:000
2003
200
200
100
100
100
50
50
50
50
50$
50
1 quarto.
1 meio.
1 dito. ,
1 dito.
1 meio.
1 dito.
1 dito.
1 dito,
Bilhete.
Bilhete.
2 quartos.
Bilhete.
1 meio.
PROVINCIA.
Terceira parte da primei-
ra do Espii i to Santo.
abaixo assignados venderam da lotera su-
is seguinles premios:
NS.-711 5:0005 Bilhete.
202 1.000 lquarlo.
garanta paga na ra na ra do Collegio
0
pra
A
O.*
8U
nu
sao
finissimos de armagao de ac, para miopes : no
Centro Commercial, na ra da Cadeia do Recife
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
Borzeguins inglezes, prova
d agua e amansa calos,
a 9$ o par.
Chegados de novo pelo ultimo paquete: na
loja do vapor, na ra Nova n. 7.
Vendem-se 3 pro-
priedades,
Moleque.
Vende-se um ptimo muleque com 13 annos
de idode, bom copeiro, faz todo o servico de ca-
sa de hornera solleiro ; na ra da Cruz n. 23,
segundo andar.
= O Dr. Ignacio Firmo Xavier faz publico, que
nao obstante nao achar-se ainda completamente
restabelecido do grave incommodo de saude de
que fora accommellido desde novembro do anno
passado, lera com ludo destinado empregar algu-
mas horas em o exercicio de sua proissao, para
o que poder ser procurado das 9 horas da ma-
nhas 3 da tarde, no pateo do Carmo, sobrado
n. 9, primeiro andar ; e desta hora em diaote no
Cachang. O mesmo doutor havisa a seus fre-
guezes e a todas as pessoas que o quizerem hon- ? ,' r,0'10 con,Prido com "Ha de um dente na
rar, couftando-lhe seusdocnles, que lem roorga- rlote> feis.lem a?dar pegado, a qual lera ha-
nisado a sua casa de saude, sita na Passagera da '"uade para o servico de casa : quem a pegar,
Magdalena, entre as pontes grande e a pequea leT0 a !|"a ""^Ha n. 112, loja de ferragens, ou
do Chora-menino, que alem de se achar montada F_ua da Concordia, casa de sotao junto ao desem-
convenienteraenle dispe de commodos para D"gador Guimares, quesera recompensado,
mais de* 40 doentes, segundo a calhegoria e se-
xos, pelo mais commodo preco, que na actuali-
dade se pode fazer. As pessoas livres recolhidas
enfermara pagaro a diaria de 3J, e escravos
2j ; dando-so ainda algura abatimento no caso
de que a molestia se prolongue por mais de um
mez. As pessoas que descjsrem um trataracnto
dislincto pagarlo na razo da despeza que fize-
rem. Para tratar, podem dirigir-se casa de pa-
teo do Carmo cima indicada, ou com o Sr. Jos
Firmo Xavier na dita casa.
DAS
ARTES MECH.iMC.4S E LlltERAES
DE
PERNAMBUCO.
Por ordem do respectivo director, o Sr. Joa-
quim Borges Carneiro, so convidados os socios
que esto atrasados no pagamento de suas men-
salldades, a se porem quites com a sociedade
at a primeira sessao ordinaria do mez de junho
prximo futuro, seb pena de seren eliminados os
que, sem justa causa allegada e provada pernnte
a sociedade, menosprezarem o presente aviso.
Secretaria da sociedade das Artes Mechaoicas
e Liberaes 25 de maio de 1860.
Targino Francisco de Mello.
Secretario.
Os Srs. Antonio Cerdoso de Mattos Sobri-
nho, Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Costa Guimares, Guimaraes & Alcoforado. Joa-
quim Pereira Arantes e Miguel Alvares de Abreo
Marinho, queiram apparecer na reparlico do cor-
reio aflm de salisfazerem o porte de urnas cartas
que vieran) da secretaria de polica.
O abaixo assignado faz publico que s se
responsabilisa por compras feitas em seu uorae,
aquellas que forem por bilhete du seu punho,
visto que tem pago diversas contas contrahidas
por sua escrava Theodora, que se acha fgida ha
4 das. Recife 95 de maio de 1860.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Roga-se as autoridades policiaes e aos capites
de campo a apprehenso da preta escrava de no-
me Theodora, natural do Maranho, estatura re-
l.aijme & Madureira.
ara da Independencia n. 40 V
Companhia doBe-
beribe.
Nao se tendo hoje reunido numero
iciente de accionistas para a contt-
icao dos trabalhos encelados na ses-
da assembla geral panhia que foi convocada pira o dia 18.
do corrente, e queja se acha esparada
paia o dia 26 ; o Sr. director manda
cor vocar novamente para sexta-feir 1-
junho prximo futuro ao meib dia.
scriptorio da administracSo 4&Com-
panhia do Beber!be 26 de maio de 1860
ose' Teixeira Bastos, secretario
lerfino.
n-
confronte a matriz
da Boa-Vista.
Becebem-se bixas de Hamburgo. vindas por
todos os vapores da Europa, as quaes tanto se
veudera como se alugam, amola-se todo ferro
cortante, bota-se ouvidos era armas de espoletas.
Attenco
O agente Camargo fara' leilao hoje
na porta do armazem do Sr. Annes por
conla e risco de quem pertencer de
urna porcao de sardinhas e 20 sacca
com feijo mulatinho, as 11 horas em
ponto do mencionado dia.
LEILAO
ptl-
Terta^feira 29 do corifente.
HA
Urna da Cr\\x. a. 40,
meiro andar.
O agente Camargo fara' leilao por
conta de urna pessoa que se retira para
iora
DE
Guardas roupas e vestidos.
Commodas e cadeiras.
Jotas de ouro e brhantes.
3 excellentes pianos.
2 excellentes cavallos.
1 carro americano de 4 rodas.
No mencionado dia as 11 horas em
ponto.
Bolinhos.
Bandejas enfeitadas com diversos goslos, dos
melhores bolinhos do nosso mercado, em porcao
de libras ou a retalho, que conservam-se routo
para embarque ou viagern ; assim como pudins,
pastis de nata, creme, tortas, ou outra qual-
quer pastelera para desserl: tamben preparara-
se bolos finos para o lempo de S. Joo e S. Pe-
dro, das melhores qualidades da massa molhada
e secca superior, ludo com o melhor asseio, e o
mais em conta do mercado, dirija-se a ra da
Penha n. 25, para tratar-se.
Cozinheiro e copeiro.
Vende-se um mulatinho de 14 a 18 annos de
idsde, proprio para pagem : no paleo de S. Po-
dro ii. 16, sobrado de um andar.
Capitana do porto.
De ordem do Sr. caplaodo porto se faz publi-
co, que no dia 30 do corrente se ha de arrematar
um bote denominado Total, que pertenceu a fi-
nada Francisca Senhorinha das Chagas, ese acha
agora abandonado aos direitos que deve fazen-
da nacional.
A arremaiaco ser feila por meio de cartas
fechadas, apresenladas nesta secretaria no refe-
rido dia, al 1 hora da tarde, sendo recebida a
maor ollera
O mesmo senhor capito do porto manda igual-
mente fazer publico, que o producto da arrema-
ta(o rer recolhido thesouraria de fasenda,
para, depois de doduzdos os direitos devidos,
ser entregue o restante aos herdeiros da referida
Francisca das Chagas, que se moslrarem conve-
nientemente habilitados.
Secretaria da capitana do porto de Pernambu-
co 26 de maio de 1860.O secretario,
J. P. Brrelo de Mello Bego.
Acha-se recolhido casa de delenedo or-
dem desla subdelegada, por fgido da casa de
sua senhora, Lourenco, que diz ser escravo de
D- Mara Carneiro Monleiro : quem se julgar com
direilo a elle, dirija-se a esto juizo, munido de
suas provas. Subdelegada da freguezia de San-
io Antonio do Recife 26 de maio de 1860. Vil-
laca, subdelegado.
Aluga-se um armazem grande, silo na ra
da Cruz do Recife, proprio para qualquer estabe-
lecimenlo : para mais informacoea, na ra da
Cruz n. 11.
Precisa-se de um criado para (oda o servi-
co do urna casa de familia, que d confceriaento
de sua conducta: oa ra da Imperaiz e, .48,
segundo andar.
)e$appareceu desde domingo 20 do
rente, do armazem do Sr. Flix
da Cunha na tuia dos Gua-
um burro dos ltimos che-
os a bordo da barca franceza Fi-
gaJo, capitao Lestic : portanto pde-se
|iiem der alguns esclarecimentos a
peito do mesmo ou se souberem on-
mesmo se acha dse dirigir aoes-
cri ptorio da ra do Trapiche n. 9, que
l generosamente recompensado.
Amendoas confeitadas para sor-
tes de S. Antonio, S. Joao e S. Pedro e
tai ibera pora presentes a2|o irasco,
veiide-se na loja de Leite & Iimao, ra
da Cadeia do Recife n. i8.
coi
Teixeira
ra apes,
Sa
S
a
resl
de
sei
I
i
ROVINCIA.
O Sr. thesoureiro das loteras manda fazer pu-
blico que se achara venda, lodosos dias no es-
corio das mesmas loteras na ra do Impe-
or n. 96, o as casas coromissionadas pelo
smo Sr. thesoureiro na praca da Indepen-
icia ns. 14 e 16 e na ra Nova n. 56, os hi-
tes da quarla parle da quarta lotera do Gym-
nasio Pernambucano, cujas rodas deverao andar
imjpreterivelmenlc no dia 16 de junho prximo
fu uro.
Thesouraria das loteras 26 de maio de 1860.
M. da Cruz, escrivo.
en
ra
m
de
lh.
J.
Furtarara no dia 13 de janciro prximo
psjssado, das 6 para 7 horas da manha, na ra
d< Cruz n. 40, primeiro andar, um relogio sois-
so de ouro e de repel'ico, com vidro chalo, ten-
d entrado somonte no dito primeiro andar aho-
ra cima indicada, um mulato, euto oceupado
en serviros do annunciante : a pessoa que qui-
zirdar algumas informacoes deste furto, dirija-
st. ao proprietaro deste Diario.
O Sr. Henrique Augus-
to Cowper, precisa de urna
vacca de leite: quem tiver pa-
r vender compareca no con-
sulado inglez, ra do Trapi-
che.
Ama.
Precisa-se de ma ama : na ma Novan. 5.
Precisa-se de urna ama pira eozinhar : na
na do Queiraado o. 48.
Carlos Aron retira-se para (Ora Thca,
Dentista de Pars.
15Ra Nova15
Frederico Gaulier. cirurgio dentista,
faz todas as operaces da sua arte e coi-
to loca denles artificiaos, ludo com a supe-
|E rioridade e perfeico que as pessoas en-
fg Tem agua e pos dentifricios ele.
^% e/Ww*JKW Vende-se e retalha-se em pedsr.os de 100
palmos do frente, maisau menos, a vonlade do
comprador, cora 250 palmos de fundo, chaos pro-
prios, o sitio que foi do Brilo, na ra Imperial,
cora a frente para o nascenle, e por isso muito
fresca morada, e muito agradavel para constrac-
co de ptimas casas, alera da commodidade do
carreto do material para o fabrico das mesmas
casas, pela proximidade de dous portos do mar
para desembarque : os pretendentes dirijam-se
a mesma ra Imperial ao seu proprietaro Anto-
nio da Silva Gusmo.
5#000 .
Grande sortimenlo de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modeTlos quo se podem en-
contrar neste mercado, com seus pertences de
cova invenro, que muito dever agradar s pes-
soas que os compraren! na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Roza-se as autoridades policiaes ou capitaes
de campo a apprehenso de urna prela por noma
Theodora, cora falta de ura dente na frente, tem
o andar pegado, rosto comprido e bem prela na
cor ; cujs escrava fllha do Maranho : quera a
pegar, queira ler a bondade de leva-la a ra Di-
reila n. 112, ou a ra do Cabug, loja n. 18, que
ser gratificado.
Na noilo de 23 para 24 do corrente misen-
lou-se da osa da viuva do Mesquita, na estrada
dos Afilelos, a pardinha forra chamada Leoca-
dia, de idade de 14 a 18 annos, natural de Ja-
boalo, onde lem prenles, o que se annuncia
para evitar futuros.
Aoimaes de roda.
Vende-se urna porcao de animaes de
roda, por preco commodo, a dinheiro
ou a prazo : na esquina da ra Bella
n. 35.
Precisa-se de urna prela boa lavadeira e
engommadeira : na casa do Sr. Feotn n. 42, na
ra da Cruz.
Attenco.
Aluga-se o armazem da casa n. 15 da ra do
Vigario : quem pretende-lo, dirija-se ao caes do
Ramos u. 2, ou a ra Augusta.n. 94, a fallar com
Prxedes da Silva Gusmo.
Desappareceu na noite do dia 7 do corrente,
do engenho Ronda, do sitio Bpavista da fregue-
zia de Santo Anto, comarca da Victoria, do abai-
xo assignado, um cavallo com os signaes seguin-
les: ruco com pecas de vermelho, osdous joelhos
sempre relados por ter coslume de topar, as pon-
las das orelhas trincadas, e a cabera carregada,
ferrado cora o ferro do legitimo dono: quem del-
le dor noticia certa, ser bem recompensado. .
Jos da Cmara Pimental.
Alexandrino Cesar de
Na ra da Senzala Nova n. 30 ; nesle novo es-
tabelecimenlo preparam-se bandejas pelo gosto
de francos do imperio com os melhores doces,
vendem-se amendoas confeitadas, papis para
sortes, o cenlo das mesmas a 2#, recebem-so en-
commendasde po-de-l, bolo inglez, dito fran-
cez, dilo imperial, pastis de lodas as qualidades.
doce 8ccco e de caldas para a ierra e exportaco,
a [janeando as boas qualidades.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Todos compram.
Urna escrava de idade 36 annos, boa quandei-
ra e cozinheira, e tem boa conduela : na ra de
Aguas Verdes n. 46.
Vende-se um carro proprio para carregar
assucar dos engenhos para o Recife, por ser bem
acabado, e dous bois dos melhores que pode
haver por trabalharera muilo bom e estarem af-
feilos a islo, sendo o pasto no silio defronte da
casa do Sr. Joo Malhas, na Casa Forte, aonde se
pode examinar o justar.
Veude-se urna pirita quilandeira, de meia
idade, que paga duas patacas por dia : quera a
pretender, dirija-se a ra do Passeio n. 7.
Vendem-se 128 libras de oleo de amendoa
doce : na ra larga do Rosario n. 15, por preco
commodo.
Vendem-se 3 pirus rauilo gordos, bons para
domingo de paschoa do Divino Espirito Santo :
na ra do Rangel n. 81, se dir quem os lem,
Custodio Jos Machado roga aos seus'cre-
dores que segunda-feira 28 do correnlo queirara
ter a bondade de comparecer em sua taberna as
2 horas da tarde e com as suas contas correntes.
No dia 23 do corrente, das 4 para as 5 ho-
ras da manhaa perdeu-se urna carteira com 190$
e urna conla de 13$800, e alguns recibos : quem
a achou, querendo restituir, leve ao Recife, no
becco da Boia, botequim n. 12, quo ser bem re-
compensado, c se Ihe agradecer.
O abiixo assignado faz sciente o respeita-
vel corpo do commercio e ao publico em geral,
que se acha justo e contratado com Justino da
Silva Boavenlura. em comprar a taberna n. 12,
sita na rua do Vigario ; flcando o vendedor res-
ponsavel pela divida activa da mencionada ta-
berna ; por isso faz o presente annunclo para
niuguem allegar ignorancia.
Manoel Bnptista Barbosa.
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos,
porluguez, para caixeiro : na rua do Rangel nu-
mero 6.
W. B. Greenfleld relra-se para a Europa.
Na botica da rua do Cabug se dir quem
tem para vender urna barcaga em excellente es-
tado, a qual carrega 200 saceos de assucar.
Pelo juizo da primeira vara, (Indos osdia.i
da le, serao arrematados os utensilios e varios
objectos de um acougue e um burro, por execu-
co de Blandin Ain, contra Francois Pnuppuille:
o escripto para ver est em rao do porleiro.
Relnacao de assu-
car do Monteiro.
Continiia-se a vender assucar crystalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo preco de 78000 a arroba, e aprompla-
se barricas de todos os lmannos, cora brevida-
de e accio : na rua do Cae3 do Apollo o. 63.
Flores de cera
em cinco lines.
O artista Jos Ricaud, lecem-chegado da cor-
le, ensina a fazer flores e (rucias de cera, borda-
dos em vidros com lias : di lices em casas par-
ticulares. O artista mora no hotel Francisco, na
rua do Trapiche n. 5, e iri s easas d'onde for
chamado, levando as amostras dos seus trabalhos.
~Alu8-ee ura armazem grande sito na rua
da Cruz do Recife, proprio para qualqner esla-
belecimento: para mais informacoes. na rua da
Cruz n. 11. '
= Na pharmacia n. 30 da rua do Livramento,
precisa-se fallar a negocio de urgencia com os
seguinles senhorea :
Francisco Xavier da Rocha.
Andr de Si Albuquerque.
Manoel Alves Vianna.
Antonio Jos Gurjo, da Parahiba.
Antonio Pergenttno de Moraea Souza, de Ila-
raaraci.
Manoel Joaquim das Trovas Marinho, da Victoria.
Pede-se encarecidamente a todos os irmos
da irmandade do SS. Sacramento de Santo Anto-
nio, para, no da 3 de junho, as 11 horas da ma-
nha, compaiecerem no consistorio para nova
eleico da mesa, pois urna esmola que fazem
ao mesmo Senhor, aflm de sor bem administra-
da.Um chrislio.
^--es
3 Madama Appoline
Roussel, primeira coslureira da casa de
Madama Millocheau. lera a honra de par- 9
licipar ao respeitavel publico, que se acha 9
prompta para salisfazer a qualquer en- 9
comraenda concernente a sua arle, assim
como ricos vestidos para casamento, bai-
9 le e soire, feilos a ultima moda, e ptima
9 perfeico : as pessoas que de seu presumo 9
9 se quizerem ulilisar, podem dirigir-se 9
9 rua da Imperalriz n. 11, primeiro andar. A
$
Manoel Antonio Pires vai a Parahiba.
Faz scicnlo Jos Dias da Cunha, que deixott
de ser caixeiro do Sr. Jos Monteiro de Siqueira
desde o dia 23 do correnle mez.
Na rua Augusta, casa de 2 andares n. 19,
rndese no segundo andar de dita casa, o mais.
superior doce secco e de calda de cuj, assim
como de todas as mais qualidades, por atacado o
\ retalho.
Quem precisar de um perito cozinheiro
tanto a portuguoza como estrangeiro, dirija-se &
la da Cruzn. 13, que achara com quem tratar.
CASA LISO-BRASLEIKA,
% Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e exccllenles ac-
commodacoes para muito maior numero de hos-
pedesde novo se recoramenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos c dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar- Ibes seus
serviros e boas ofQcins guiando-os era todas as
cousas que preciscm conhecimento ortico do
paiz, etc. : alm do portuguez e do inglez falla-se
na casa o hespanhole francez.


9
9
DENTES
ARTIFICIAES.
Ruaestreita do Rosario n. 3
% Francisco Pinto Ozorio colloca denles ar- 9
^ tificiaes pelos dous syslemas VOLCAN1TE, @
^ chapas de ouro ou platina, podendo ser @
k procurado na sobredita rua a qualquer 9
9 hora. m
Roga-se aos Srs. devedores a firma soriar
de Leite & Correia em liquidadlo, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
'Queiraado n. 10.
Ur. Cosme de Sa' Pereirt
jde volt de sua viagem instructi-
}tiva ac'uropa continua noexei-
[cicio de sua proissao medica.
Da' consultas em seu escripto-i
[rio, no bairro do Recife, rua da{
Cruz n. 53, todos os dias, mero.'!
!nos domingos, desde as' C liorasj
te as 10 da manhaa, sobre o>|
seguinles ponto :
1*. Molestias de olhos
I*. Molestias de corario e dej
peito
SS*. Molestias dos igaos da gera-1
cao, e doanus ;
4'. Praticara'toda e qualquei
operadlo quejulgarconvenien-
te para o restabelecimtnto dos*
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultaren*, sera' feto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas ; fazendo excepcao os doe li-
tes de olhos, ou aquellesque poi
m.otivoj'ustoobtiverem hora mar-
cada para este im.
A applicacao de alguns medica
mentos indispensaveis em varios!
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera' feto.ou concedido I
gratuitamente. A confianra que
nelles deposita, a presteza de sua !
accao, e a necessidade prompta j
de seu emprego; e' tudoquanto o I
demove em beneficio de seusj
doentes.
lovidade.
Recebeu-se pela barca norte-americana /nto
espelhoscora molduras douradas, ondeas senho-
ras e senhores sao convidados a comparecer para
examinar, os quaes serao vendidos por preco
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, rua do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
NOVO DEPOSITO
E
Mello
faz sciente aos Rvms. clrigos e seus freguezes,
que o annuncio desle Diario n. 120 e 121 nao
seu, pois o mesrao anda mora na rua do En-
cantamento n. 7 ; e o mesmo contina no exer-
cicio de sua arte a fazer capas, balinas, samar-
ras, capas viatorias, barretes, mursas para irmaos
de S. Pedro, ditas para conegos da capella im-
perial, solideos e becas para desembargador.
Aviso.
Os eswarregados da festa deN. S. do Carmo do
frontispicio coovidam aos senhores procuradores
Joo Filippe da Coala, Antonio Annaniasde Cam-
pos Quaresma, Simplicio Rodrigues Carapello,
Manoel Antonio de Almeida Catando, e Francis-
co Marcelino do Amaral, para compareeecem no
primeiro andar do obrado do pateo do Carmen.
9, no dia 27 do correle, attm de M lralar do
porsacQores da mesma eslirldaiie.
Ao publico
Acliando-se grassando epid-
micamente angina e a escarlati-
.na, oiFeivcernos as mais de fami-
lia o tratamento homeopathico,
contendo os symptomas das mo-
lestias e dos medicamentos apro-
piados com a maneirade os em-
pregar Assim como carteira com
os medicamentos homeopathicos
para o mal.
N. B. Medicamento especifico
I e preservativo para estas affeo
coes. Em glbulos e em tintu-
ras. Pateo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar, largo do Paraizo
n. 13, sobrado de um andar.
Pelo juizo de orphios desta cidade, escrivo
Guimares, lem de ir praca, de renda por lem-
po de 6 annos, o engenho Dous Irmos, sito em
ierras de Apipucos, servindo de base para a ar-
rematado a renda annual de 5.7009500. porque
se acha actualmente arrendado As condicoes
com que vai a dita propriedade i praca, acham-
se patentes no edita! e escripto de praca em mi
do porleiro ; bem como podem ser vistas no in-
ventaro, pelo cartorio do dito escrivio. A praca
se eftecluar finias que sejam 3 audiencias do
, nesmo juizo de orphos, al o dia 89 do corrente.
Rua do Imperador, confronte
ao oito do deposito dogaz.
Borott Sl C attendendo a que os senhores con-
sumidores de gelo sao pela maior parte residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariam com grande difiieuldade se este es-
labelecimento eslivesse collocado no bairro do
Recife, poderam encontrar na rua do Imperador,
confronte ao oito do deposilodo gaz, um arma-
zem com as proporcocs exigidas para deposito
deste genero, o qual estar aberlo concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nha s 6 da tarde do dia 3 do corrente em
diante.
999999999-99999%9-
lESCRIPTORIO DE ADYOCAAl
DOS SACHAREIS
9 Cicero Odn Peregrino da Silva
9 9
S 9
Anreliano Augusto P. de Carvalho.*
9 __ w
RUA DO QUE1MADO
PRIMEIRO ANDAR. .
Precisa-se alugar um preto para
servico de casa estrangeira, que nao se-
ja muito moco: quem os tiver dirija-se
a rua da Cruz n. 4.
Aluga-se urna baixa grande de
capim a qual da' no verSo e invern,
sita na Soledade: os pretendentes diri-
jam-se a rua da Cruz n. 4.
Ui


]J
DI AMO DE PERNAMBUCO. SEGUNDA FEIRA 28 DE MAIO DE 1860.
A. N. Osborn, retratista americano convida ao respcilavel publico pernambucano, para
visitar seu estabelecimento de retratos pelo systema ambrotypo, com vidros dourados e se respon-
snbilisa pela sua conservaco illimiada, como tambem encontraro um salo especial para senho-
ras o grande e variado sobrecelentts deobjeclos pertencentes a mesma arte.
Retratos para todos os pregse ao alcance de todas as boiras de 3g at 30g : na ra do
mperapor n. 4, bandeira americaia.
Attenco.
Na ra das Cruzcs n. 21, roniinua-se a forne-
cer comidas a 255 mensaes com todo casseio.
O abaixo assignado faz scienle a> publico e
cora especialidade ao respeitavel cono de coni-
raercio, que em virtude deler fallecilo ecu so-
cio Antonio Luiz Vieira, Qcou exlincti a firma de
Vieira & Pava desda 28 de noverabro de 1859 do
que fazia parle o raesmo finado, Qcaido o abair
xo assignado rcsponsavel pelo acti'O e passivo
da dita firma, c perlerrcendo-lhes too o estabe-
lecimento desde a referida dala em iante. Re-
cife 25 de tnaio de 1860.
Joo Bento Bri.
Lieoes de framez
piano.
Mademoiselle Clemence d( Hannetot
de Manneville continua a dar lieoes de
franccz piano na cidade e r)s arrabal-
des : na ra da Cruz n. 9, seyndo andar.
ib)
I
Companhia do Be-
beribe.
O Sr. i :aixa da companhia (commen-
dador Ma toe' Goocalves da Silva) esta'
autoriadc a pagar desde boje o 24* ai*
videndo a razSo de 3jjfl50 pocacqo.
Escript!)rio da companhia 19 demaio
de 1860.--Jos Teixeira Battoi, tecre*
tario interino.
******* ##
Aeiujo.
Curso pratico e theorico de lingua fran-
ceza por urna senhora (ranceza, para dez &
Q mocas, segunda e quinta-feire de cada se- #
9 maa, d, s 10 horas al meio da : quem $
a) quizer aiiroveitar pode dirigir-se a ra da <$>
9 Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
k adan tac os. A)
: I '?
Por um corte de cabello e
r
frisamento 500 rs.
Rus. da Imperatriz n. 7.
Lecorate icaba de receber do Rio de Janeiro
oprimeiro (ontra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, e um ulro vindo de Paris. Esta eslabele-
hoje as melhores condicoes que
ira satisfazer as encommendas dos
cabellos, no mais breve tempo, co-
marratas a Luiz XV, cadeias de relo-
w boa to poiaii m
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com penhor.
Aluga-se urna escrava para o servico inter-
no e externo de qualquer casa de familia ; quem
precisar, dirija-se a ra da Praia n. 80.
No domingo, 6 desle mez, as 8 horas da
manhaa, sabio o annunciante de um mnibus, na
Cruz de Almas, dcixando no assento urna charu-
teira de couro. O proprietlrio do mnibus vio
que um senhor lomou conla da charuteira e co-
mo este nao a voltou ao sou dono, .pede-se-lhc
o favor de entrega-la quanto antes na praca da
Independencia ns. 6 e 8.
llerece-se um tapaz brasileiro, vindo do
mato, para caixeiro de cobranga ncsla praca, ou
' fra, do que lera muila pralica, e tcm andado
vcndendo ora com outras pessoas, do que tem
tambem bastante pratica ; assim como se offere-
ce para oulra qualquer aarumaco, ainda. que
pouea experiencia tem do outros negocio," e d
conhecimento de sua conducta : quem o prelen-
der, aiuiunciepara ser procurado.
Almanak da provincia.
Sabio a luz a folhinha com
o altnanak da provincia para
o correne anno de
cimento esti
possivel p
objeclos em
mo sejnm :
gios, braccli
bdlleiras de
tes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
toda a especie, para homens e se-
nhoras, lav -se igualmente a cabeca a moda dos
dos, scmdeixar urna s pelieula na
lientes, para satisfazer os pretenden-
tos em cabello serio feilos em sua
o desejarem, e achar-se-ha sempre
disponivel para cortar os cabellos, e
nlioras em casa particular.
Estados-Un
cabeca dos <
es, os objec
presenga.se
urna pessoa
pentear as s
E'chei;ado loja de Lecomle, aterro da
7, o excellente leite virginal de ro-
refrescar a pellc, tirar pinos
ira
Boa-Vista n
sas branca p
sardas o esplinhas, e igualmente o afanado ole
babosa para limpar e fazer crescer os cabello
assim comt pos imperial de lyrio de Florenc.8
para bortuejas c asperidades da pellc, conser-
va a frescui a e o avelludado da primavera da
Lindos cortes de vestidos de seda relos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phaotazU
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdenaples preto bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, corado
Seda lavrada preta e branca, covado lg e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraias orlandys de cores, lidos pa-
dtes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlrcmeios bordados .
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemirasidem dem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquira brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balao de varias qualidades
Tafel rdxo, covado
Chitas francezas claras e escoras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vars
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
8 colletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas
9 Chapeos fraccezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
I92OO Capellas raneas para noivasmnito finas
8 Um completo sortimento de fazendas
3*000 para vestido, sedas, laa e seda, cana-
braia e seda tapadas e transparentes,
1*500 covado
. Me'ss cruas brancas e de cores para
108000 meninos
161000 Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio e Escocia, pardas, para
18000 menino
* Velludiiho de cores, covado
9 Velbutina de cores, covado
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 re, o par
9 Ditas de seda idem idem
8 Um sortimento completo de lo.-'as de
{900 seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
9 lidades
9 Cortes de collcle de gorguro de seda
{640 de cores
9 Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
9 Marquezitas ousombrinbas de seda com
molas para senhora
35500 Sapatinhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par
9 Casinetas de cores de duas larguras mui-
69OOO to superiores, covado
8500 Selim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
9280 fazenda nova covado
500 Setim liso de todas as cores, covado
Lencos de gorguro de seda pretos
{800 Relogios e obras de ouro
Cortes de casemira de cores a
Precisa-se de alguris
meninos para aprender o of-
ficio de marcineiro: na rui de
S. Faancisco confronte a igre-
ja armazem que tem a of!ici-
a da parte de detraz.
Compras.
9
8*500
9
S
9
f
9
i
9
I56OO
*320
1*200
9700
2{000
19000
Na roa larga do Rosario, taberna do Lomos
n. 33, compram-se30 travs de 82 a 36 palmos
de comprido, e de 9 a 10 pollegadas de face,
quina viva.
Yendas.
Vendem-se saceos com farelo de Lisboa a
55 o sacco : na ra do Rangel n. 62, armazem.
Vndese um bonito cavallo rugo foveiro,
com todos os andares e bem gordo ; na ra da
Roda, cocheira do Paulino.
Farelo
Precisa-se de duasima?, urna pa-
ra cosinhar e outra paa engommar,
dando-se preferencia a eraras: a tra-
tar na ra do Imperadr n. 15.
agenda dos labrlcintes america-
nos Grouveri Baker.
Machinas de coser: er casa de Samuel P.
Johnston & C, ra da Sezala Nova n. 52.
Precisa-se de im homem para
distribuidor deste Dirio, dentro desta
cidade : na Imanan. Ge 8 da
da Independencia.
KYTTTTTT YTnT* T* VYTYTTTYTTTK
DENTIST/FRANCEZ. 1
j. Paulo GaignoiiT dentista, ra das La- +<
> rangeiras 15. Namesma casa tem agua e **
prac
p denlifico.
yo- l'u UCUUUW, ^>
fc A A XXXXXXiJJL A. XXJULSLJLM. IAAAAAX
VOLIIMHS nU \860.
Esto venda a livraria da prac,a da Inde-
pendencia ns. 6 e8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla tyographia, dasseguintes quali-
dades :
mf OLHINHA ELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendao e regulamentodos direitos pa-
rochiae. a continuadlo da bibliotheca do
Crista'Brasileiro, que se compoe: do lou-
Tor a santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hyranos ao Espirito Santo e
a N S., a imilacao do de Santo Ambrozio,
japlatorias e commemoracao ao SS. Sa-
ermento e N. S. do Carmo, exercicio da
lia-Sacra, directorio para orac.o mental
ividido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. corceo de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Christo, oraches a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oracoes. Prtqo 320 rs.
JPlTA DE VARIEDADES, contendo o kalenda:
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna colleceio de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha|
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Prejo 320 rs.
TA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direito8
parochiaes. Pre o 160 rs.
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na ra do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, mimicipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
Je toda a provincia.
Associacoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos.etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emiiii para todas as
classes da sociedade.
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22.
aLmmmm.mm-m-mmmmwm ra
conve-
G
Fazendas e roupa feita
POR MEDIDA.
Na loja e armazem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
Ra
Sirop du
[M
JARABE D
Este xarope est approvado pele
Icomo sendo o melhor para curar
IANDE SORTIMENTO
DE
lo Queimado u. SI,
em s aa \o)a de 4 portas.
Tem un completo sortimento de roupas feilas
e por raed da a voniade dos freguezes: caigas de
casemira de brim, colletes de diversas quali-
dcs, sobre asacas de muito bom goslo, um sor-
timento di paletots de panno e de casemira, al-
paca, laz nha, riscadinhos e de brim, quo ludo
se vende ror prego commodo ; um completo sor-
timento di] chapeos pretos de seda para homem,
de supcrii r qualidade a 10-5, ditos de castor mui-
lo superioesa 16S, chapeos de sol de seda in-
glczes dos molhores que tem vindo ao mercado,
dilos francezes de diversas qnalidades, ditos de
panno gra ides e pequeos, corles de vestidos de
seda de v; nados gostos para diversos precos, um
completo ortimento de bordados e entre-meios,
golinhase manguitos, ludo por preco commodo
chaly des da e la de goslo mais apurado que
tem appancido a 18280 o covado, chilas france-
zas muito superiores de 260 at 410 rs. o covado
de gostos nuilo delicados : um grande sortimen
lo de fazendas francezas c inglezas c al le mas que
seria imp ssivcl aqui se poder mencionar com
presos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende ma s em conta que em outra parle sendo
a dinhein.
Jos Thomnzae Campos Quaresma, partici-
pa as pes: oas de sua amizade, que hnje a sua
residenc na rua Augnsla, casa de 2 andares,
do desem >argador Alexandre Bernardino do Reis
e Silva, d ; n. 19.
Casa Forte, con todas as commodida-
des para familia, cocheira, estribara,
tanques parabanho ete., et*\ : quem
pretender a mesma dirija-te a ruada
Cruz n. 4, casa de iV. O. Bieber & C,
successorfs.
AliMja-se a excellente e commoda
asa daAaa da Aurora n. 26 : a tratar
na mtsla rua n. 16 A.
T Ro"-se a quem se julgar credor da exlinc-
la-rirma de Vieira & Para por qualquer titulo ou
conta de llvro vencida ou por vencer, e, no pra-
zo de 3 dias, apresenta-la para ser prompia men-
te paga, na prac,a da Independencia ns. 19 c 21.
D FORGET.
s mais eminentes mdicos de Paris,
)nsiipa(;ops, tosse convulsa e outras,
affecces dos bronebios, ataques de peito, irrita>;6>s nervosas e insomnolencias: urna colherada
pela maoba, e outra noite sao suflicieni.es. O etTeilo desle
tempo o do en le e o medico.
O dsposito na rua larga do notario, botica de farlhol
excelente xarope satisfaz ao mesmo
i meo Francisco de Souxa, n. 36.
JConsultorio central homeopalhicof
PS11M1BC
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Continua sob a mesma direccao da Ha- 9
noel de Mallos Teixeira Lima, professor 0
em homeopalhia. As consultas como d'an- A
les.

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viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
Esles medicamontos preparados espe- 2
cialmenle segundo as necessidades da ho- %
meopalhia no Brasil, vndese pelos pre-
CASA DE BANHO
Neste aroveitoso estabelecimento, que pelos no vos mehoramentos feitos acha-se
mentemente montado, far-se-hao tambem do 1* de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidade e economa dojpublico de quem os proprietarios esperam a remuneracao de
tantos sacrificios. *
Assignatur de banhosfrios para urna pessoa por mez.....10(000
mornos.de choque ou chirriscos por mez 15$00O
__________ Serie dn cartoes p. banhos avulsos aos oreos annunciados.
Aluga-se urna excellente casa de] 7 vTi 71
campo com grande sitio, na estrada da) 43Balat|U3 IJIP61 lil""-4O
De 5f000 a 6^000.
O proprietario deste estabelecimento
attendendo ao estado pouco lisongeiro
da bolsa da maior parte da populacao,
e animado por um sentimento pbilan-
tropico em prol dos seus antigos fre-
guezes, tem a honra de offerecei -Ibes
um resto de borzeguins de bezerro e
lustre, em muito bom estado, mediante
a retribuico cima.
@@ @ @Gm
Antonio Jos Ferrcira Alves, mudou o $
seugbinete de consullas medicas-rinir- S
gicas e operacoes para a rua do Queimado
n. 38, primeiro andar, aonde poder ser Sb
consultado al s 8 horas da manhaa e
g das 4 s 6 da tarde Chamados a toda a A
hora do da c da noile, sendo os pobres <$
traldos e atlendidos graluilamrnlo. m
@ $$
Aluga-se um silio na rua do Bemica (Pas-
sagem da Magdalena) com urna grande casa de
metida, contendo 2 salas, 4 quartos. cozioha
lora, com lerraco, senzala para prelos, cocheira
para 3 cavallos, cacimba com bomba, e 1 excel-
lente banheiro forrado de marmore ; a tratar na
Iravessa da Madre de Deo3 n. 14, das 9 horas da
manhaa al as 3 da larde, com o abaixo assigna-
do.Molla Irmao.
Ferros de engom-
mar econmicos
Aviso as engommadeiras.
Economa de tempo e de despeza reuni-
da a perfeico e facilidade do tra-
balho.
50S conhecidos na botica central homeo-
$ palhica, rua de Sanio Amaro (Mundo No- S
O. vo] n 6. 2

Altenco.
FUINDIQAO
DO
II.
Rua do Bruna (passando o chafariz.)
No depozito deste estabeYecimento sempre \ia gran
cliauismo para os engenUos de assuear a saber:
em saceos muito grandes, ltimamente chegnde
do Porto : vende-se no cscriptorio do Carvalho,
Nogoeira & c, na rua do Vigano n. 9, primeiro
andar.
A A$e4J500.
Saceos com milho novo ; na rua da Cadeia do
Recite n. 64, segundo andar. .
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparnlha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Xarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
Vidros de boca larga com rolhas, de S ocres a
121ibraa v
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Relogios.
Vende-se em casa do Jobnston Pater & C, rua
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mestnos.
Em casa de Borott & C, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se:
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de-superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris n.uilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muito afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Menl Julop, Billers, Whiske; &
C, ludo despachado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes e pequeas, de dif-
ferentes autores, de um modcllo inleiramente
novo, por prec.0 commodo.
Salsa parrilha cm frascos grandes e pequeo;,
muito bem acondicionada.
Pilulas vegetaes (verdadeiras.)
Verme fuge.
Espirito de ydIio com 44
graos.
Vonde-se espirito de vinho verdadeirocom 44 .
graos, chegadoda Europa, as garrafas ou as ce-
andas; na rua larga do Rosario n. 36
Alliirtjfis inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenlcs por sua durarao, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de llenry
Gibson. rua da Cadeia do Recife, n. 62.
fende-se superior linha de algodao, tran-
case casa de Seuthall MellorA C, rua do Torrea
n. 38.
Superiores chapeos de manilba.
Estesexcellentes chapeos que por sua qualida-
de e eterna duragao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exUtem venda unicamenle cm casa de
Henry tibson, rua da Cadeia do Recic n. 62, por
prego commodo.
Vem!e-se
linha de novello de todos os sortimentcs, meios
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas e prelas, por presos commodos : cm casa de
Henry Gibson, la da Cadeia do Recife n. 62.
e sortimento de me-
l facillimo assento
uilhues deazs

Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e
Rodas d'agua de ierro com cuboi de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas;
Ganaos de ferro, e port is d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgeasmuito (ortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodelas motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em a
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para s fornalhas; > I
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois ;
AguilhOes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrosas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W.Bowman confia que os seus freguezes acharotudo digno da preferencia com
que o honran!, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo jroprio para os grioul-
tore desta provincia, epelofacto de;mandar construir pessoalmente as suas obfras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem tnnual para o dito fim,
assim como pela continuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que pod ero necessitar.
Os effeitos antiepidemicos, que sao produzidos
pelas umigases hygienicas de Guyton de Mor-
veau, sao ettazes, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ultimcmenle. Os vaporas
que se elevam do urna formula dcsla fumigago
bastam para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; e de 10, as ntricas, assim explica Car-
nichael Smith. O andaco que nos vecha de pr-
senle, tem ceifado muilas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
oulra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram
botica n. 88, na rua Direila, onde se ache a ven-
da quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunha, morador na rua da
Praia n. 49, reconhecendo eslar a sua casa iffec-
tada desla epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, quo subminislrando-lhe a fu-
migado, produzio ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumstancias, que
precisarem das desinferces, o acharo sempre
prompto para mandar effecluar a devida applica-
;ao. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approyeitzm, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das habitares ; assim como
de importante ulilidade a sua applieaqao as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado do putrefacto. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O preco de
2000.Jos da Rocha Paranhos.
COMPANHIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
iftiifi) m mu.
CAPITAL
Cineo millaoes de Whras
esterlinas.
Saunders Brothers & C.a tem a honra de In-
rormar aes Srs. negociantes, proprietarios de
sasas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
efectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectoa que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer ualidade.
Os ferros de engormar econmicos de Bless
& Drake, sioj lao bem conhecidos, e por todas
as partes em que san usados, term recobido um
acolho tao favoravel, que os fabricantes se limi-
tarlo a sinplesmenle indicar aqui algumas de
suas valiosas qualidades, sem mencionar os nu-
merosos louvores, quo a imprensa e nmitos par-
ticulares teem dirigido aos inventores de um lao
ulil, quao importante ulencilio.
As vantagens dos ferros de engommar econ-
micos esua incontestavel superioridade sobre os
anligos, se deprchendem das razes seguintes :
1. Os ferros econmicos tendo cm si o appa-
relho qne os aquenla e que serve a conserva-Ios
sempre. no gro de calor que se quer, mediante
mui facis condiccoes, fazem gaohar as engom-
madeiras o mmenso lempo que as mesroas per-
dcm,seryindo-se dos anligos ferros, as conti-
nuadas mudanras que sao obrigadas a fazer, na
limpeza e preparo dos mesmos, no fogareiro, e
em mil outros accessorios inherentes ao velho
systema. A esta immensa vantagem deve ac-
crescentar-se que o engommado sahe mais per-
feilo, mais claro e mais lustroso.
2." Um s ferro basta para cada engomma-
deira, no entretanto que dos anligos era neces-
sario ler um cerlo numero.
3/ A despeza de cada um desles ferros, para
um diado irabalho, nunca poder exceder a
80 ris.
4. O Irabalho muito mais fcil e agradarel,
podendo effectuar-se em qualquer parle sem o
menor obstculo. O grave inconveniente do ex-
tremo calor produzido pelos fngareiros, sobretu-
do nos paizes quenles, desappareco completa-
mente.
5 O perigo de incendios e diversos outros
males, cessa com o uso dos ferros econmicos.
6." Commodidade de transporte, solidez a du-
racao do ulencilio. Muilas outras vantagens 'po-
deriam ser citadas; os fabricantes porem julgam
mais acertado, de recommendar as pessoas inie-
ressadas de experimentaren) os ditos ferros, que
de si mesmo fallao mais alto, que ludo quanto
em favor dos mesmo* se poderia dizer:
nicos agenter em Pernambuco Raymundo
Carlos Leite i Irmo n. 10, rua da Imperatriz
amigamente aterro da Boa-VUta.
AS MELHORES IAJBNA8 DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & C.
WHEELER & WLSON.
No novo estabelecimento vendem-se as machi-
nas desles dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia ou da noile c responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade e seguranza :no arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos l.eito
lrmo, rua da Imperatriz n. 10. amigamente
aterro da Boa-Vista.
Marmelada.
Na rua Direita n. 6, ha maimelada superior a
640 a libra.
Roa do Codorniz n. 8'
Vende-se fcijo amarcllo, saceos de 30 caas,
por IO5OOO.
Milho, saceos grandes, por J000.
Cera de carnauba, sebo refinado e o
de algodao.
Contina a vender-se, no largo da Assembla,
armazem n. 9.
Calcado francez barato.
Na loja de Burle Jnior & Martins, rua
do Cabuga' n. 16.
Bolinas de lustre para nomem dos me-
lhores fabricantes 8*000
Ditas de bezerro e panno 7yC0O
Ditas de lustre para senhora 4*000
Ditas todos de duraquo preto sem salto
para senhora 3#P00
Ditas de setim branco para senhora 5J0OO
Ditas de lustre sem salto para meninas 3j0C0
Sspaloes inglezes de vaqueta 5fiG0
Dilos de lustre com borracha na frente 55000
Dilos dito dito para meninos 3*000
da Babia por presos mui-
os melhores charutos
to baixos.


$1
rt
Taberna.
Vende-se una milito boa taberna em
lugar do muito bom negocio, muito
rcguezadada para trra e para o ma-
to, con poucos gneros :, para infor-
mado na ruado Codorniz n. 18, pri-
meiro andar.
PERFUME PARA SENHORAS.
*r*r
DURIO Dg PERHAMBUCO. SEGURBA FEIRA 28 OS MAIO Dfi lg0.
Murray e Lanman,
que tcm adiado mais acolhimento no
publico Vende-se 20,000 dnzias
de frascos por anoo!
Esta lloros, que se encontrara no paizonde Ponce de
l.conSoul.) iam procurar a fonto dajuventude
elerna.
I) eos lencos ura chelro muito agradavel e
refrigerante, augmenta a belleza da culis, dos-
lruindo as sardas e mais manchas que do coslu-
nia atacam o rosto. Aconsclhamos s pessoas
debilitadas pelo calor do verao de usarein desla
agua em banhos, pois tcm ella a virtude de fa-
zer recuperar as torcas perdidas pela transpi-
rado.
l'ara evitar ser engaado por falsificaeoes de-
vc-so procurar aAgua Florida de Murray c
l.Eiininn, c averiguar-so se o envoltorio e ro-
tulo trazem o profixode Murray e Lanman.
E' fabricada esta agua uniramenle pelos pro-
pietarios O. T. Lanman c Kem. droguistas por
atacado, G9 Water Street, c 36 Cold Street, Nova
Yoik.
Ail.a-sea venda em lodas^s boticas elojas de
perfumaras do imperio, em Pernambuco loja do
Luii Antonio de Siqueira, ra da Cadeia.
Saunders Brothers 4 C. tern para Tender fia
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
ilguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegadoa; dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para este clima.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vendem-se balancs decimaes :
no armazem de Denker & Barroso, na
ra da Cruz n. 16.
Chales chinezes a
a 4#500.
Na bera coohecida loja do Preguica, na ra do
Queimado n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
no do modernos e lindos goslos com um pequen*
defeito de mofo a 4&5C0 cada um.
/''/ S'NKTES PARA MARCAR ROCPA~
2 2 RA DA IMPERATR1Z 2 2
utas inglezes, po-
ra u%ra.
Guita-percha.
Artigos para invern de guita-percha
ou borracha, vende-se na ra Nova o.45
f^ LOJA DE MARMORE.
Fizendasporbaixosprcfos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 1.
Anda restara algumas fazendas para concluir
a liq'iidncSo da firmado l.cile& Correia, asquees
se vendem por diminuto prego, sendo entre ou-
tra! s seguiitcB:
Chitas do cores escuras e claras, o corado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
' a Jos francezesde cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padrees, a 240.
Brim de linho de quadros, corado, a 160 rs.
Drim trancado branco de linlio muito bom, va-
ra, a lsoO.
C irtes de calca de mcia casomira a 2g.
Ditos de dita do rasemira de cores a 5$.
P'-na preto fino a 3-3 e 4JJ.
ias de cores, finas, para hornera, duziaa
)00.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1;}.
M :.is brancas finas para senhora a 3$.
''.! is ditas muito finas a 4g.
Ditas croas finas para bomcm a 4$.
Cortes do. collotesdc gorgurao de seda a 2.
Cambraia lisa fina transparente, pera, a 4?>.
Chales de lia e seda, grandes, um 2.
Grosdenaple preto de lgGOt) a 2?j.
prela tarrada para vestido a 15600 o 23
Cortes de vestido do seda prela lavrada a I63.
Lencos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, corado, a 560.
Pellos para camisa, um, 320.
Chita francesa moderna, lingindo seda, covado
.-i 400 rs.
Entremetes bordados a 200 rs.
'. ira setas pira senhora n 640 rs.
Pilas bordadas tinas a 2g500.
Toalbes de linhopnra mesa a 2# e 49.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baplisar crian-
s a 5^000.
Cortes de calca de casemira preta a 6?)-
Chales de merino com franja de seda a 5.
Cortes de calca de riscado de quadros a 800 rs.
irind verde para vestido de montara, cora-
do, l280.
Lencos brancos do cambraia, duzia, a 2J}.
Vende-se farnha de milLo em
barrica, muito nova, chegida pelo ul-
timo navio vindo da America : no ar-
mazem de Matheus Austin & C ra da
SenzalaVelhan, 106.
Ra Novan. 32.
cas a os
Tbom Lopes de Sena, dono da anliga loja que
ej i de suasogra Madamc Theard, neste eslabele-
i:in ente constantemente recebo-se em direitura
do "ranea bons sortiraentos de objectos de moda,
como sejam, chapeos de velludo c de seda de
cores para senhora, ditos de palha de Italia, di-
tos de ditos amazona, chapeos pretos para lnto,
ditos de velludo e de seda de cores para meninos
o meninas, ditos para baptisados, gorras de vel-
ludo c de seda para menino, pentes de tartaruga
para senhora, ditos muito modernos com vidri-
lhos, alfineles dourados e com malrepcrola para
segurar enfeites de cabeca, ditos pretos com vi-
drilho, ditos para segurar chapeo, tocados para
OS mosmos, enfeites de cabSca de diferentes qua-
lidades, manteleles e capas de grosdenaples,
Mtrnccidas com bicos de guipiire, guarnicode
massabu para vestidos de baile, ditas de boloes
para os mesmos, cspartilbos de mola com caire-
lis, ditos de enfiar, capncho Mara Sluard para
sabida de baile ou thcalro, fitas e fcanjas de se-
da de todas as quadades, filas de velludo bor-
dadas, cinteiros de borracha muito modernos pa-
ra senhora, boloes pretos com borllas para ca-
saveque ; na mesma casa recebem-sn figurinos
lo los os mezes, e fazem-se vestidos da ultima
moda, vestuario para menino so baplisar, e ludo
mais quanto pcrience ao toilel de urna senhora.
Brira trancado de linho,
todo preto.
A melhor fazenda neste genero que tem vindo
a este mercado, por ser muito superior e nao
desbolar : vende-se nicamente na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja do Leile & Irmao.
A 3,000 rs.
A pello de couro de lustre, que as lojas se
vende a 4J500, e m duzia por menos alguma
cousa : no bazar pernambucano da ra do Impe-
rador.
Armazem de fazendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertas de chita, gosto chinez, muito finas, a
preco de 2tf.
Lencos de cambraia para algibeira a 2# a duzia.
Chitas francezas miudinhas e muito finas, co-
vado (pechincha) a 240 rs.
Corles de riscado francez imitando alpaca,
muilo bonitos, tendo 13 1|2 covados, por 2.
Lencos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meiascruaspara menino de todos os tamaitos
Dilas brancas para meninas.
Chales de merino estampados a 2J500.
Alpaca prela, o covado a 320 rs.
Balos para senhora a 63.
Madapolo com pequeo defeito a 3g.
Algodao monstro, 8 palmos, a rara a 600 rs.
Pecas do chita miudiuha com 38 covados por
5*800. v
Palelolsde brira de cores a 3jj.
Ganga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos pretos o mais fino que ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala.
Chapeos de sol para menina a 4$.
Madapolo fino a 69.
Bramante do linho, rara a 2300.
1MKK $ %mm tsetse mmn
GRANDE ARMAZEM
DE
oupa feita.
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceico dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande erariado sorlimento de rou^
pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paietots de
panno fino preto e de cores, paietots e
sobrecasacas de merino, alpaca ebomba-
zina pretos e de cores, paietots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados,
H calcas de algodao, collete3 de velludo
le preto c de cores, ditos de selim prelo e
85> brauco, ditos de gorgurao e casemira, di-
|!| los de fustes e brins, fardaraenlos para
? a guarda nacional, libres para criados,
l| ceroulas e camisas francezas, chapeos e
5g gravatas, grande sorlimento do roupas
m para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
t dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromptarao oulras agosto do
|> comprador dando-se do da convencio-
7g nado.
N Pechincha sem igual.
Qs verdadeiros e j muito conhecidos borze-
g nos inglezes, prora d'agua, e tiradores do calos.
A 10$ o par, dinfaetra a' vista.
Leile & Irmo, na ra da Cadeia do Recife, te-
j do 4 portas n. 48, avisam aos seus numerosos
fieguezes, e ao publico em geral, que novamen-
tn acabam de receber os afamados borzegunsin-
g ezes. eque continuam a vender a IOS o par
d nheiro vista. E o melhor calcado que ha pa-
r aquellas pessoas que padecem de calos, por-
q e usando os nao soffrem mais.
Pede-se toda attencao.
Na loja d'aguia de ouro, na ruado Cabug n. 1
B, vende-se ludo por precos baratissimos para
li lindar, asstm como seja :
Fitas e franjas.
Fila de velludo de todas as larguras, abertas e
lilas, do lindos padrdes.
Franjas de seda de todas as larguras e de lin
d is goslos.
Dilas de lia e seda por preco que admira.
Ditas de linha para casareque.
Ditas de algodao para toalha e para cortinado.
Trancas de linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pentes de tartaruga virados e lisos.
Ditos de massa virados a imilaco de tartaruga.
Ditos lisos para atar cabello.
Ditos de desembarazar cabello.
Para bales.
Molas para fazer baldes, rendem-se a 160 rs. a
v. ra, ou peca de 50 molhos a 6j.
Bicos.
Bicos de seda de tedas as larguras e lindos pa-
dioes.
Ditos de algodao.
Loques muilo finos.
Capellas brancas para noiva.
Chapeozinhos para enanca.
Riquissimos quadros para enfeile de sala, a3-
sili como redomas com flores.
Assim como perfumaras muito finas, e mais
oljeclosque vista do freguez far-se-ha todo o
ni gocio.
PotassadaRussia
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
n a da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potasas da Russia e da do Rio de Janeiro, ora
e de superior qualidade, assim como tambem
clrirgemem pedra: tudo or Breos muito
rj zoareis
Loja da noneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingemse na mesma casa a
qualquer bora.
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques:
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja doLecomte.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro.e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42, ra da Crifz.
REMEDIO INC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de indiriduos de todas as naedes po-
dem testemunharas rirtudesdeste remedio in-
compararel e prorar em caso necessario, que,
pelo uso que.delle fizeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramente saos depois de harer emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-haconrencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, quo lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dellas sao to sor prendentes que admiran: so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seu8
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de riam soffrer a
amputagaol Dellas ha muilasque havendo dei-
iado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das tees pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenli-
carem sua firmatira.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tiresse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratato que necessitasse a natureza domai
cujo resultado seria prora rinconlestarelmente .
Que ludo cura.
O uu-uonio he til, mais particu-
larmente nos sc-juintescasos,
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras,
"ores de cabeca.
das costas,
dos membros.
Enfermidades da cutis
.em geral.
Ditas do anus.
Erupces e escorbuli-J
cas.
Fistulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengirasescaldadas.
Inchacoes
Inflammaco doflgado.
Vende-se este
Cabriolet.
Vende-se um cabriolet uovo e modern o com
seus arre ios : na na do Hospicio n. 21.
Na ra das Cruzes, taberna n. 42, junio ao
sobrado do Sr. Figueroa, rende-se manteiga
a mais superior que tem rindo a esle mercado.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz
loja do Leconte.
n. i
Bilhetes,
4,000 rs
por sacca de
Iroiaos.
milho; nos armazens de Tasso
GRANDE S0RTMENT0
DE
Fazendas e okasfeitas.
Lioja earmazcm
DE
Ges&Bast?,!
Naru^do Queitnad) n.
46, frente; amarella.
Completo egrand* sorlimento de cal-
gas de casemira de cores o pretas a 8>,
99, 10ft e 12J, ditos das mesmas casemi-
rasa 7j, 8 e93, ditos de brira trancado
branco muito fino a 5g, 6g e 7 dito's de
cores a 3j!, 3S500, 4)| e 5>, ditos de me-
rino de cordo para ,uto a 5$, colleles de
casemiras pretas, dit>s do dilas de cores,
ditos de gorgurao pretos e de cores a 5$,
6JJ e 7j>, ricas casacas de pannos muito fi-
nos a 35g e 40J, sobrecasacas dos mesmos
pannos a 285. 30,? o 5g, paietots dos mes-
mos pannos a 223 o 248, paietots saceos
de casemira modelo inglez 103, ditos de
casemira mesclado n uilo fino de apurado
goslol5S e 169, ditnseobrocasa das mes-
mas cores a 18$ o 21 | ditos sob/e de al-
paca prata fina a 73 e 8j, dito? saceos a
49^ ditos de fusto branco e de cores a 49,
49500 e 59. ditos de brim pardo muo
superior 4#500, camisas pa.-a menino de
! todos os lmannos a 263000 a duzia, meias
| de lodjs os laraanh'ia para menino c rae-
i ninas, palitots d todos os lamanhos e
| quadades para os mesmos, colleles de
| brim branco a 3S500 e 49. ricos colletes
i rilludo prelo bordado e de cores direr-
sas o por diversos preQOs, ricos coberto-
i res de fusto archoijdo para cama a 69, ifj
colarinha de linho a peer a 69500a du- ^
zia, assim como jtemos recebido para 3|
dentro deste estabalecimento um comple- ^
lo sortimenlo de falzendas de gosto -para *
senhoras, reslimentas modernas para rae- 3
nio e meninas delquatro a seis annos e
tudo vendemos por precos razoareis. As- o
sim como neste esabalecimento manda- ^
se apromptar cora presteza todas as qua- ?g
,rTB lidades de obras r ltiro a offlcina de al- f
& faate sendo islo c >m todo gosto e asseio. M
Vende-se um solo, no qual se achara edifi"
nados 260 e tantas casas que pagara foro ao don0
do mesrao, no bairro pe Santo Antonio, fregu-
a de S.-Jos nesta cidade, que comprehende
a ra de Santa Cecilia, pelo lado do sul, toda a
ra doNogueira e Aciuguinho, pelo lado do nor-
te, Santa Rila, S. Jos, Assumpco, e por Iraz
do Sania Rita : os pn tendentes podem entender-
se com o abaixo assigiado, que dar lodos os es-
apresentar os ttulos e o
rerem e ajustarem ; assim
ores de foros das mesmas
lver seus dbitos em casa
Pires nu-
fnflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracocs ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de nerros.
Ulceras na bocea.
do figado.
das articulacoes.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America
do snl, Harana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. cm Per-
nambuco.
ac inglezas.
Vonlcm-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, de Guedes & Gongalres, as verdadeiras pennas
de ac inglesas, mandadas fabricar pelo profe3-
sordo calygraphia Giiilhermo Sculy, pelo mdico
preco de 1*500 a caixa.
Na ra Direita n. 61, loja de chapm, de Ben-
(ode Barros Fei, rendem-se bilhSVa lote-
ra da provincia por conta do Sr. IhaanMrrirn
Em casa de Southail Hellors it, ruado
Trapiche n. 38, rendem-se os seguales artigoi-
Chumbo de municao sortido.
Pregos de todas as quadades.
Alraiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungirian em barris.
Dilo de Mosclle em caias.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prats, patente e chrooomo-
tros, cobertos e descobertos (bem acreditados).
Trancens de ouro para os mesmos.
Bscoitos sortidos em latas pequeas.
FUNDICIOLOWMOW,
Roa da Senzala Rova b. 42.
Neste estabelecimento continua a harer um
comapleto sorlimento de moendas emeasmoen-
das para eu8enho, machinas de rapor e taixas
de ferro balido e coado, de todos os tamanhos
dar dto.
. L0J4 DO VAPOR.
Grande e varia lo sorlimento de calcado fran-
cez, roupa feila, miudezas finas c perfumaras
ludo por menos do que em outras parres : na lo-
ja do rapor na ra Nora n. 7.
SYSTEMA MEDICO DEII0LL0WAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este Snestimarel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinacs, nao contm mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remore as doenca3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e ienazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estarara as portas da
morte, preserrndo em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de harer tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis affctas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensate dos
efficazes effeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ras do Oaeimadn n. 87, rendem-se os me-
Ihorea chapes de castor.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
UdHdlS cVp0o09 fr8nces de superior qua-
idade a 6J50o. 7 e 8, ditos de velludo, copa al-
6 M'V 10S. loa de lontra pretos o
ue cores, muito finos a 6a *> 7*
88500 5. 6 8.10 e liR& Xmg ?!
Pennas de
mmm m\m
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Conrulses.
Debilidade ou extenjia-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no rentre.
Enfeimidades no rentre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Eniaqueca.
Herysipela.
Fefere biliosas
Febreto intermtente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrh odas.
Hydropcsia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammacoes.
Ir r eg u aridades
menstruacao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstruccao de reir.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
es, para nomens e meninos, de 25O0 a7 di
tos de gorgurao com aba do couro de lustre d
los de casemira com aba forrada de nalh ou
se ella a 4& ditos de palha ingleza, wf.'alta
e baixa, superiores e muilo in conta, bonetes
francezes e da trra, de diversas rfualidadcs para
meninos, chapeos de muitas quadades para me-
ninas de escola, chapelinascom reo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor gosto possirel
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luras, chapeos de sol, e' oulros
muitos objeclos que os senhores freguezes, a vis-
ta do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja do
chapeos da na Direita n. 61, de B. deB. Feij.
Engenho.
Vende-se c engenho Santa Luzia.sito na
froguezia de S. Lourenc) da Malla, entre @i
os engenhos?enedo de Baixoe Penedo de ,
Cima : trata-to no mesmo engenho ou no
engenho Muatambique com Fesbino de ft
Carvalho Rapazo. J
Relogios
Suissos
Em casadeSchaeillin&C, ra da Cruz n
38, rende-se tra grande e variado sorlimento do
relogios de alabetra horisonlses, patentos, chro-
nomelros, mets chronometros, de ouro, prala
dourada efolhadosa ouro,sendo estes reteios
dos primeirosnbricantesda Suissa, que se ven-
dero por preps razoaves.
IEL0GI0S.
Vende-se ei casa de Saunders Brothers &
C, praca do Cepo Santo, relogios do afama-
do fabricante bskell, por precos commodos,
e tambem trancllins e cadeias para os mesmos',
deexcellente goto.
M do (meiniado n. 37.
n* 30^orte,sde stidoa de seda quecustaram
609; a 169 cortes derestidos de phantasia que
cuslaram 309; a 81 chapenhas para senhora:
na ra do Queimadoj. 37.
SAMO
do deposito geral do
com Tasso & Irmos.
de Janeiro: a tratar
Iclarecimentos e lhes
vro do tombo, para
como pede aos deved
casas, quevenhams

do abaixo assignalo, na ra nova dos
mero 30.Manoel Gomes Viegas.
Aos senhores legistas de miudezas.
Bicos prrlos de seda,
Ditos brancos e prclos de algodao.
Luras pretas de torcal.
Cirilos clsticos.
Linhas de algodao em norellos : rendem-so
por precos commodos, em casa de SoulhallMel-
lora & C, ra do Trapiche n. 38.
O
C5
?
AUencao. I
I Armazem, de fazendas m
19.1
NA
@Rua do Queimado n.
'J Chita franceza fina escura de padrdes
j miudnhos pelo baratissimo preco de 220
C rs. o covado, a ellas antes que seacabem,
@ pois o preco e a qualidade convida a
J comprar.
@3
e
Milho e farello.
Vende-se milho a 49 o sacco em porco 39800,
em cuta 240 rs., farello a5J o sacco ; na travs-
sa do pateo do Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello com oilo para a ra da Florentina.
Na teja do miuiezas de Hlarino Soares da
Silveira, na ra Direita n. 86, junio a botica do
Sr. Paranhos, vendem-se frescas e verdadeiras
luras de pellica a 2a o par.
Vende-se um moleque de bonita figura,
boleeiro, da idade20 annos; oroprio para pagem,
urna escrava de idade de 30 annos, urna dita da
mesma idade, a-sim como 2 filhos, sendo 1 mo-
lequinho de 5 annos, poueo mais ou metios, o 1
molequinha de 1 1[2 annos, e urna caboclinha de
idade de 6 annos, pouco mais ou menos: ua
travessa do Carmo n. 12.
Vendem-se excellentes
cadeiras de balanco america- &
as com assento de palhinha:
no armazem de Matheus Aus-
Artigos para luto.
Chapenas pretas e mais objectos pro-
prios de luto para homem e senhora,ven-
de-se na ra Nova n. 45
^"LOJA DE MARMORE.
p do arco de Santo
Antonio,
chegou um rico e completo sorlimento de bicos
tin & C, ra do Trapiche nu- e re?da3, ,anl lnrgas como estias, que se
mero 36.
Agua de flor de laranja.
Agua de flor de laranja de muil boa qualida-
de, pelo baratissimo preco de 500 rs. o frasco.
Seda frxa para bordar.
Vende-se um rico sortimenlo de seda frOxa pa-
ra bordar a 120 rs. cada miadinha, sendo cores
arui bonitas
Vende-se urna meia mobia de amarello
era bom estado : najrua do Santa Tbereza n. 1. que Macedo Lima.
vendem por preco commodo.
Vende-se, no termo do Porto Calvo,
geoho Espirito Santo, novo c todo de mala*, boni
d'agua, distante do embarque urna e meia legoa,
carainho todo plano, o engenho lem proporges
para safrejar 2,000 pes annualmente, tem a pe-
nas urna safra, suas obras muito bem feitas; ren-
de a dinheiroou em troca de predios nesta pra-
ca, ou mesmo com parte vista e o maia em le-
tras com garanta aqu a contento do vendedor :
3uem quizer, dirija-se a ra do Livramento n.
6, a tratar com o seu proprietario Manoel Buar-
Augusto & Perdiga*,
com loja na ra da Chdeia do Recife n.
2o, confronte ao becco Largo,
prerinem aos seus freguezes. que acabam de sor-
lir seu novo estabelecimento com fazendas de
gosto, finas, e inferiores, para render pelos pre-
cos os mais razoareis ; as fazendas inferiores,
nao a retalho, se rendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
uuia vez que sejam pagas 4 vista.
Nesle estabelecimento se encontrar sempre
um sorlimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda com babadose duas saas.
Ditos de la e seda e duas saas.
Ditos do tarlatana bordado a seda.
Manteleles pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezas de gorgurao de seda prelas.
Cinluroes para senhora.
Espartlhoscom molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhoresgostos.
Perfumaras de Lubin o outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaples de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Collas c manguitos os mais modernos.
Camisas de linha para senhora.
Ditas de algodao para menino.
Algodao de todas as quadades.
Lencos de labyrintho para presentes.
Collas de crochet pera menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paietots de casemira.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Colleles de seda idem idem.
Ditos de fuslo. ,
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de difiercules quadades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Melliere outros fabricantes para
homem.
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha.
Camisas de flanella
Chapeos de todas as quadades para homem,
senhora e enancas.
Corles de vestidos brancos de blonde com ca-
poa e manta.
Didos de vislidos brancos de seda para casa-
mentes
No .armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na run da Cruz n. 26, vende-sc :
Candieiros de lato de Lisboa.
Lazarinas e clavinotes.
Lena larga de superior qualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Bosarios endados com perfeico.
Ferros do ac para engommar.
Ferro sueco' em barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de constro;co, de todos os
lamanhos.
Pregos cabraes do Porto.
Chaleiras eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas porluguezas muito finas.
Balanza de novo modello para pesar 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
. Ferros de lalao para engommar.
Esporas, brides e estribos de metal do principo.
Bicas feixaduras francezas para portas com
botes de tidro
Paes de ferro de todos os lamanhos.
Ricos paleiros e linteiros de metal praleados.
Linhas de ctrreteis de 200 jardaa do autor Ale-
jandre.
Cera em velas de Lisboa.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua renda em toda a America do
Sul, Harana e Hespanha.
Vendem-se asbocelidhas a 800 rs. cada urna
dellas, coniem urna instrueco emportuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral era casa do Sr. -Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
namb co.
CALCADO
Grande sortimento.
45-Kua Direita-45
Os estragadores de calcado encontra-
rlo neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. .
Ditos (lustree bezerro). .
Borzeguins arranca tocos.
Ditos econmicos. I .
Sapatoes de bater (lustre).
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar) ......5#000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso). .... 4$500
Borzeguins para meninas (for
tissimos). ......... 4000
E um perfeitosortiment de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marro'juins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 4# e 5.
Na ra Direita n.' 45.
Farnha mandioca
nos armazens de Tasso iSrmios.
9#000
7$000
7$000
6#000
50000
aos armazens da Tasso & I\,o.
Tachas para \ngenho
Fundico de ferrde bronze
DB
Francisco Antonio Correo Cardezo
tem um grande sortihento de
tachas de ferro fundida, assim
como se faz e concerta-J qual-
quer obra tanto de ferr\ fun-
dido como batido. \
"- Em casa de N. O. Bieber\; C.
successores vende-e :
Brilhantes de todas as dimensOes-
Algodaozinho da Baha.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ditas em barris.
Vinlio xerez em dito.
Champagne da mu acreditada mar
Barre & C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac de Milao.
Lonas, brinsces e brins para vella.
Attenco.
Vende-se a armado da loja da ra Diraita, boa
para qualquer negocio ; sendo toda forrada e en-
vidracada : a tratar na mesma loja na ra Direita
n. 13, ou na mesma ra n. 11.
*cua #flsAjnjs,eaLeLjCiisCTsnBM335
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
?indos pelo ultimo paquete inglez : emeasa do
Southail Mellors C
a m RS.
a libra
de ptimo presunto, proprio fiara fiambro.
A200rs. a libra
de amendoaa do casca mole muito novas.
A160 rs. a libra
de cevadinha muito boa, recentemenle chegada.
A 1#500
o pardo botinas para senhora, calcado prefervel
ao de Franca, pelo prego e a qualidade : no ba-
zar pernambucano da ra do Imperador.
Vende-se.
Na ra Nova de Santa Rita, serrara
de Ignacio Bento de Loyola, vende-se
por preco commodo, um sortimento
completo de taboas de amarello, louro,
sedro etc., e armac/les de camas de ven-
to, bem feitas, e de boa madeira a
2#500.
Seguro contra Fogo
COMPAMIA
LONDRES
AGENTES *
J. Astley & Companhia.
3----
I
para
Vende-se
I Formas de ferro
S purgar assucar.
Estanto em barra.
Verniz copal.
a Vinhos finos de Moselle.
Enchadas de ferro.
I Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
i Pregos de composic,o.
Lona ingleza: no arma-
zem de C. J. Astley AX.|
Cocos italianos
de folba de flandres, muito bem acaba-
dos, poden do um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4t urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de funileiro.

i
I..____L ._. "~1


I

s&
- .. .!
------TTT-
-~
" m
DIARIO DE PEMUMBUCO. SEGUNDA FEIRA ?8 DE MAJO BE t6.
(7)
>
DE
-Largo da Peiiha-
Manteiga perfectamente flor a 800 rs. a libra e era birril se far mais algum abatimento.
Qneljos multo novos
1^700 rs. e em caixa se ar mais algum abaiimeut nicamente no armazem Progresso.
Ameixas firauceAS
em latas de folha e campoteirasde vidro aSOOrs.. e em porgao se far algum abatimento s no
Progresso.
Cartocs AcVio\i\\\os
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e em porgaosefar algum abatimento s no Progresso.
F igos de comadre
em caixinhas elegantemente enfeitadase proprias para mimoss no Progresso ecom avista se far
Eseravos venda.
Vend m-se, trocam-se e comprsm-se esera-
vos de toda idade, e do ambos o sexo; na ra,
do Imperador n 21, primeiro anda*.
i irados americanos e machinas
para livarroupa : em casa de S. P Jo-
hnston & O ra da Senzala n. 42.
\inho de Bordeaux.
Em t ta de Kalkmann lrmos&C, ra da
Cruz n.|10. enconlra-se o deposito das bem co-
nhecides marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos 5rs. Oldekop Mareilhac A C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
DieBraadeiiburg frres.
' ph.
en.
1 x.
St. Es
St. Jul
[ Margo
: Larosej.
i Chtea
Chulea
D
SI. Julj
St. Jul
um prego commodo.
lalas le soda
com 2 1|2 libras de diffarcnles qualidades a I96OO rs., nicamente no armazem Progresso.
Conservas
700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso
BolacUinna ingleza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4$, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
de la 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1S200 rs. cada um, se
no Progresso.
Chocolate rancez
a 15 a Hbra, assim como vendem-se os seguintes gneros ludorecenteraente chegado e desuperio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chouriga muilo nova, maruieladado mais afamado fa-
neaote de Lisboa, maga de tomate, pera secca, pasas, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos
cot amendoas cobertas, confeitos, pastilhas de varias qualidades, vinagre branca Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos mclhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagFie das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
Rpermacete barato, licores fraocezes muito finos, marrasquino de zara, azeile doce purilitado, azei
10UJ3 muilo no?as, banhi de porco reOnaJo e oulros muilo gneros quo encontraro tendente a
rnulnados, por issu prometem os proprielafios venderem por muito menos do que outro qualquer
promelncn mais larnbem servirera aquellas pessoas que mandaren) poroulras pouco praticas como
8 viessem pessoalmenle ; rogam tambera a lodos os sonhoresde engenho e senliores lavradores
queiram mandar suas eucomraendas no. armazem Progresso que se Ihcs aflianca a boa qualidadee
o acondicionamento.
Vcrdadeira goma de mata vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhalos para dentes a 200 rs. o maco com 20 maciuhos, s no Progresso.
Cn \\yson, pernia c nveto
os melhores que ha no mercado de I96OO a 250O a libra, s no Progresso.
Passas em cai>.h\l\as de 8 libras
as mais novas que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto prego de2560, s no Progrosso.
Macas em caixnnas de 8 libras
conteado 405 qualidades pevide, grodebico, eslrrlinha.alclria branca c amarella o pastilhas de
maga, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Cnonvicas e naios
a? mais novas que tem vindo ao mercado,s no Progresso, afiancando-se a boa qualidade e a vista
es far um proco commodo.
Seu propinelarios offerecem a seus numerosos reguezes e ao publico em geral toda e
(usiqucr obra manufacturada era seu reconhecido estabelecimenlo a saber: machinas de vapor de
todos os tamanhos rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
case meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhos, guindastes guin-
chos c bombas, rodas, rodetes, aguilhoes e boceas para fornalha, machinas para amassar man-
dioca c para descaroear algodao, prengas para rna/idioca e oleo de nciui, porles gradara co-
ranas e moinaos de vento, arados, cuItivaJoies, pontes, -aldeiras e tanaues, boias, alvarengas
es e todas as obras de machinisrao. Executa-se qualquer obra sej'a qual fr sua natureza pelos
es-nnos ou moldes que para tal fira forera.apresentados. Recebem-se encommendas neste esu-
celcciraento na ra do Brum n. 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cai-
xeiro ao esUbelecimento Jos Joaquina da Costa Pereira, cora quem o pretndeme e oodem
atender para qualquer obra.
Chatcau Loville.
N
vero ler
Sherry
Madci'i
Cognad
Cognac
Cervei
Tachas emiendas
Bra<
da ra
de tai
acredi
mesm
Con
Na ma do Queimado n. 2,
vende
com p
Ao
Na
Ven
poss
por p
de cha
Rui
Ven
queta
glezes
Cor
longos
4:OO0|
e de 4
zena d
Irmao
ti Loville.
Margaux.
Oldekop & Mareilhac.
icn.
ien Mdoc.
i mesraa casa ha para
em barris.
a em barris.
em barris. qualidade fina
em caixas qualidade inferior.
i branca.
boos dentes, falla bem, ((Obla escuro)'t ilho do
Ico, 'oode vtiu, pouco mais ou menos, a um
auno, levou com sigo alguma rouoa, cunsislindo
em raigo d briro Irancad bralWo, de olgodo
mesclad.tan8aade;aaUnolo, de algodao ris-
cado, jaquea de panno fino azul, grvala prela,
chapeo de feilro lluo,. cor clara, cosluma sudar
calgade. olilula-se fono, salla muio btni, cois
leudo sido duas vezes apprehendido, tem se eva-
dido, consta ter urna amasia muala, mull.er for-
ra, com quera esleve na Boa-Vista, e onde oi
apprehendido, esleve Irabalhando em Sanio A-
maro : quera o apnreheneer e levar tua i;a
Cadeia do Recife n. 20, ser recompensado
o0$000 DE GRATIFICACO.
Fugio dn rasa de seu srnhor no dia 4 rio abril
E. p. o prelo de nonie Flix, de nagao ftloi am-
ique, idade de 35 a 40 annos, levou caiga de
brim com ramngem azul, estatura baixa', cor
fula, barba na pona do queixo, lera na tosa
i hn-,, P0"" cima do naiiz umcah.mbinho que panto ser
n n,,ir-lf,,gnnl da,{,rra doli, lem os ps um pouco ipa-
ou ouiras | nielados, fui esciavo do Sr. Manuel Francisco
Duarle, este o
pi do Queiroga a ouem foi comprado i
por esenpto em que se declare o nome da ( nroxirno paSail0, elle lem sido pescador e cala-
dore hoja padeiro, e por isso tem callos as
DO
ftr. P. A. Lobo Hoscoso,
nusiDiiB ipothkid s wiiiJdDi.
S RA A GLORIA, CASA DO FUHDO 3
Clnica por ambos os systemas.
? Df" r2bo -Moscoso d consultas todos os dias pela manha e de tarde depois de
Contrata partidos para curar aanualmente nao s para a cidade como para os ntrennos
propnedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur- Si'd? oe'fro..' "f,6" "^f' ^"P1"0"*- Olim-
gencia aoutra qualquer hora do dia ou da noite sendo -?--------------- *-......~- '
pessoa, o darua e o numero da casa.
a Silva 4C, tem sempreino seu deposito
da Moeda n. 3 A, um grande sormento
hase moendas para engenho, do multo
ado fabricante Edwin Slaw : a tratar no
' deposito ou na ra do Titapiche n 44.
Pechincha.
i pequeo toque de a\aria.
n-sp pegas de algodao
>queno loque de avaria
lbja do Preguiga,
ercorpado, largo,
a2$50Ocada urna.
amantes da economa
na do Queimado n. 2, luja do Preguiga,
vendem-se chitas de cores xa bstanle escu-
ras, pelo baralissimo prego de 68 a pega, e 160
ovado.
ame de vacca salgada, en barris de200
em casa deTasso Irma
core
lem-se oleados decoros os mais finos que
vel nosle genero, e de (versas larguras,
eco commodo : na ra
neos de B. de B. Feij,
ireita n. 61, leja
\ da Senzala Fo va n. 42
le-se em casa de S. P. Jbnhston & C. va-
de lustre para carros, se lins esilhes in-
can deciros e castigaos bronzeados, lo-
nas inglezas, lio de vela, chico e para carros, e
monta ia, arreios para carro de um e dous cval-
os, e -elogios d'ouro patente inalczes
a fabrica decaldeirciro da ra Imperial,
junio fabrica-de sabao, e na ra Nova, luja de
terne os n. 37, ha urna grande porcao de follias
do zin o, j preparada para lelhados, c pelo di-
ulu prego de 140 is. a libra.
]osu loque de avaria
1:800
les de vestido de chita rocha fina a 1:800
decambraia broncos a 2:000 2:500 33?
a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
fazendas de Baymundo Carlos Leite <$
ra da Imperatrizn. 10.
constantement e os melhores
mentosnomeopathicos ja bem conhecidos e pelos pregos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes........... 10JOOO
Ditos de 24 ditos........... 15S00
Dilosde 36 ditos............ ] .' 20|o90
r eS5-ltOS............... 2500
Ditos de 60 ditos............... 0*000
Tubos avulsos cada um........... 1J000
Frascos de tincturas............" 2A000
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. .,,....... 208000
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario. 10SOOO
^^^^^^ Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6(000
(Mkrj)irjrMrjA
DE
I UtkU.
Sita na f na Imperial n. i i 8 e 120 janto a fabrica de sabao.
DE
Sebasliao J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
Neste estabelecimento ha sempre prompios alambiques de cobre (de 3W)J a 3:000) simples e dobrados.para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para restilar e destilar espirilos com graduagao at 40 grus (pela graduago do Sellon Cartier) dos
melhores syslemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do imporio, bombas
de todas as dimengoes, asperanles ede repucho tanta de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de iodas as dimengoes e feilios para alambiques, tanques etc., parausos de bronze e
ferro para rodas d'agua,portas para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
-.--so
Torro, muda o nome deile para Juo, ou ouim
nome, foi pegado no Cabo porum mogo do mis-
mo lugar puralcunho Quinces; domingo 8 do
correnle, estevo a larde n'uran taberna na pas-
sagera que vira para o Remedio, e o Sr. buaile
diz que as suas fgidas lem sido para os lugares
seguintes : Caxang ale o engenho Camarigile,
Barbalho, Ibura ateo Cabo; poitanlo ropa-so
aos capiles de campo e as autoridades policiecs
e qualquer pessoa que o posso encontrar o apre-
hendam c o levem a seu senhor na padaria Jo
paleo da Sania Cruz n. C, que ser generosa-
mente recompensado, c protesta cunta quuiu o
tiver acoulado em sua casa.
Acha-se fgido desde o dia 16 deste mez o
escravo Marcelino, atiirano bastante ladino
afecta de valenle, de estatura mediana, iJadc*
pouco mais ou menos, de 35 annos, secro do
corpo, pernos bem finas, barba lina, maraes s-
ltenles, levou camisa do algodao azul, caira par-
da, chapeo de palha ; quem o pecar, leve-o no
Recife ra Dimita n. 106, c se for preso fra
leve oaoengonho Arimbi om Ipojuco, que ser'
bem gralifkado.
GratiCcacao de 50'00O.
Fugio no dia 17 do correnle mez o escravo
crieulo do nome Matlieus, de idade do -20 a 25
annos, o tem os seguintes signaos : cor preta
altura regular, espigado e reforgado do corpo|
falla descancada, maos e ps pequeos, denles
alvos, andar pingado, passo miudo, e com bstan-
le espinhas no rosto ; levou caira e camisa de al-
godao de listras azues, chapeo de palha da (tilia
j usado com fila prela; este escravo natural
deQucbrangulo, onde tem mai e irmats, c foi
perlencente o dilo escravo nesle lugar sos Srs
Cosme de Pinl.o santiago e Jos Francisco da
prego da que em outra qualquer
parte, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao j conhecida
e para commodidade dosfreguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conOanga, acha-
rio na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encommendas.
Rila
4ttene&o.
ar
do Queimado n. 19,
mazem de fazeudas.
Chitas francezas finas de padroes roiudinhos a
Plantas e flores diversas.
Pellorce, membroda sociedado de horticultu-
ra de Paris, estando para se retirar para a Euro-
pa no primeiro vapor, vender de hoje em dimite
o seu variado sorlimcnlo de plantas, flores, par-
220 rs. o corado, corles de'riscado imitando al- reira,s e frucleiras diversas, com grande abali-
paca com 13 112 covados a 28, coberla a chine- melo de preco : na ra do Cabug n. 3 A.
za de chila muito fina a 2*. pegas de chita de co- I onT Vcnde-Sc gomma de malarana verdadeira a
res lxas, muilo boa fazenda, tendo 38 covados, \ U0 ".. e camnhosdo mao muilo bem conslrui-
a 5800, ganga franceza para caiga e paletots a os 14 : na r"il-f'oril D- 71, junto a ponle.
500 rs. o covado, longos de carobraia brancos pa-
ra algibeira a 2$ a duzia, algodao com 8 palmos
a C00 rs. a vara, um resto de algodao superior a
i 2>500 a pega com pequeo detrito, idem de chi-
ta, fina franceza a 160 rs. o covado, chales do
merino estampados a 2ft500, brim de linho de
quadrinhos a 500 rs. o covado, balos a 5$, len-
cos para meninos a 80 rs. cada um. sormento
do mei para meninos e meninas, fil de linho
fino aJO rs. a vara.
Eseravos fgidos.
Escravo fgido.
Na noite de 28 de abril prximo passado fugio
de casa de seu senhor um escravo de nome Ray-
mundo, idade de 18 a 20 anno3, estatura media-
na, e roforgado, bonita figura, bocea pequea, e
gio em companhia do cabra escravo, Harcolmo,
de Macei : portanlo, pedo-seas autoridades po-
liciaes e lgomas pessoas particulares, quo o
capturem e levem-o a ra de Apollo n. 7, cu a
ra Novan. 1, que graticatao com a quautia
cima.
Escrava fgida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correnle, urna sua escrava da Costa d. nome
Maria, que representa ler de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muilo pela, icm
bastantes cabellos brancos, costuma Irazer um
panno atado a roda da cabega, tendo por signal
mais saliente as mos foveiras, proveniei.tc de
calor de Ggado. Esta escrava tendo sahio como
de costurae, com venda de airoz, nao voltou
mais : roga-se, portanto, s autoridades po-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a npprehensao de dita escrava, e leva-la i loja
do Preguiga, na ra do Queimado n 2, ou i casa
de sua residencia na ra da Florentina dcfronle
da cocheira do lllm. Sr. tenente coronel Sebas-
liao, une serao generosamente recompensado.
Dos premios da terceira parle
NS. TREMS.
3 10-3
4 -
10 w
14
22 -
31 -
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18 -
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20S
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28
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57 -
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79
81
85
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93
95
97
98
- 700
4
da primeira lotera, concedida a irmandade do Espirito Santo
xtrahida em 26 de maio de 1860.
50
10
EMS.
10
50
10$
20
10
20
10
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. I NS. Pl EMS
6
10
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-* 19
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5:000
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M
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1300
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10
0168crivSo Im Maria da Cruz.
204
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10
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10
INS. PREMS.
1561 1<>
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1*2
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95
, 96
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10
NS. PREMS.
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10
NS. PRE
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NS. PREMS.INS.
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10
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10


1
'S*t
DlRIQ DI PCTNAMBUCO. SEGUQA FEIRA 28 DE MAIO DE 1860.
L i llera tura.
llius bem educados. Vivir enlre seu pae c su
me, aeus irmios e suas irmsas, urna felicida-
de scm eguat sobre a ierra, cuja heranca a fami-
lia contempornea rai cada Tea mala perdendo I
Ah I enhorca, urna desgraga se opera nos vos-
sos lempos, que arranca amargos pranlos s po-
bres mica, e que urna grande ameaga para a
sociedade inteira ; essa desgraga consiste na di-
minuirlo do apego familia que se ve especial-
mente entre os mancebos. Tem diversas causas
este phenomeno, as quaes deixo de enumerar,
mas que sao de fcil compreheoso. o que nem
por sso dcixam de ser dcsoladoras I Os mance-
bos se enfastian) de estar sob as vistas de seus
pses, c as caricias de suas mies j nao teem en-
cantos para elles. A casa paterna pesa sobre elles.
ConferMcias de Nossa Seihora de Pars.
Pelo R. p. Flix.
O amor de Jess Chrislo fax em prol da'forga
e defeza da familia chrisla tres milogres. que se
redu/em a um, cujo desenvolvimonlo seria sutil
ciento para formar um discurso.
Km priroeiro lugar esse amor a garanta su-
perior, a salva-gufrdd divina da unido dos con-
sortes. Felizes do homem e da mulher que se
enea nimbando para o altar do seu Deus, afim de
dar sua unio urna consagract) solemne, ho
derramado no seio de Jess Chrislo o seu jura- i corno os muros de urna priso sobro o prisionei-
rueulo de amor eterno I S elle bstanlo forte ro : SGU coraco nao est alli, elles ja nada
amam d'ahi, era mesmo essas recordages, esses
vnculos que o prendera ao laro pao, a me,
os irmos, as irmaas I Vossos filhos amam es
espectculos, os bailes, as dansas, os clubs, o
jogo, amam tudo isto, at mesmo a orgia, e nao
amam, nao ambicionam a felicidade do estar
comvosco, e de vos fazer felizes I Semelhanies
ao liho prodigo, aspirara afastar-se do lar,
para ir buscar n'outra parte urna felicidade
egosta.
D'onde provm no corago dos jovens esse res-
friamento do amor filial, que em outros lempos
ligava as afTeices A felicidade-da familia I Pro-
vm da diminuido da vida chrisla ; da ausencia
total do amor de Chrislo. O joven sacudi o
jugo desse amor, que faria brotar as suas ale-
gras do cumprimento de todos os seus deveres ;
e a natureza n'elle acha-se impotente para por si
s arraslar ao ledo paterno o corago libertado
desso jugo.
Pelo contraro, tendes visto em alguma parte
o typo do amor filial, que hoje lo raro ? Ten-
des conhecido algum joven que com edade do 16
a 20 annos se ache anda bstanle afferrado
casa de seus paes, como se fosse um paraizo ler-
restro ; que busca anda, como a sua roaior feli-
cidade, as bengos de seu pae, as caricias de sua
me, e os sornsos e os affagos de seus irmos ?
que anda nao lancou um grito de independen-
cia, que nao deu um signal de revolta, que nao
fez urna manifestacao de egosmo ? quo se en-
ternece por ludo aquillo que diz respeilo i seus
paes, o seus irmos ? que chora de alegra
vendo-os felizes, e de tristeza vendo-os soITrer ?
So ja encontrantes, se j vistes e conhccesies
esse filho abencoado que, como urna flor, espar-
ge era torno de si o seu perfume, a alegra do
seu corago, e a pureza da sua alma, ento pos-
so-vos dizer que j vistes o Chrislo nesse joven ;
sua alma contm a vida do mesmo Chrislo, seu
semblante reflecte a sua ioiagem divina, o seu
coracao encerra o seu puro e santo amor.
Tendes visto, senhores, que o amor de Jess
Chrislo o vinculo que liga toda a familia n'uma
unidade invulneravel. O pae e a me, os ir-
mos e as irraas, lodos apoiados no coraco de
Jess Chrislo, enraivados no seu amor, podetn
desaliar natureza que venha romper a sua
unio, podem bradar no lago sagrado desse amor
que os liga ao mesmo centro : Quem nos pede-
r separar da caridade de Jess Chrislo ? Quem
poder separar o marido da sua mulhera mu-
lher do seu marido ? Quem poder separar os
paes dos seus filhosos Qlhos dos seus paes ?
Ninguem ; porque niugucra ser capaz de despe-
dazar essa unidado da familia enraizada em Je-
ss Chrislo ; o que c a sua vida e o seu mode-
la ; vidaque a penetra, modeloque a forma ;
o Chrislo quo. tambera sua forga, e nada podo
vencer quelle que tem por deleza a propria tor-
ca de Deus I
para supportar sera se abater o peso de tal jura-
mento ; pelo meaos s elle bastante poderoso
para garantir contra todo o ataque a fldelidade
inviolavel desse juramento. Quando esse amor
dos consortes puramente humano, ve-se rodea-
do de urna fraqueza tal que nada pode curar ;
aprsenla os seus impetos passageiros que sao
seguidos de irreraediaveis resframenlos. os seus
transportes excessivos preludios quasi infalli-
veis de longos annos de indiferentismo; arvore
exhuberanle na sua primeira florescencia, mas a
quem bem depressa os venios roubam a folha-
gem, deixando-a despojada depois do oulono
xiesse triste invern ds vida que tanto difiere da
primavera. Com effeilo, este aruor por" mais
socoro, por mais puro, por mais dedicado que
seja no seu principio, infelizmente como tudo que
vera do homem est submeltido ao imperio da
velhice, elle envelhcce tambem no coraco do
mesmo homem : os annos passam, e cada anno
que passa Ihe vae roubando, com os encantos
dos primeiros das, urna parcella desse poder que
garante contra a separaco, osdous coracoes que
elle uni, e que conserva na sua forca. Pelo
contrario, o amor de Jess Chrislo, quando pro-
fundo, para os dous consortes, que a elle se de-
dicara, um perpetuo remocamemo : porque so-
menie o que eterno senipre novo, ora o
amor des esposos chrislos que se prendem um
ao outro no seio de Jess Chrislo se prende
egualmenle eleruidade por esse vinculo elerno ;
recebo na vida de Chrislo alguma cousa que o
remoca lodos os das, que o apura cada vez mais,
al que esse amor, que'o lempo nao pode enve-
Iheccr, cheguejuventude completa da suaeter-
nidade.
Oh! cu tenho conhecido esposos chrislos,
cujos coracoes se ho ligadoduas vezes, nao s
em virtudc dessa affeco que vera da natureza,
como tambem em virtude do amor, anda mais
profundo, que vem de Jess Chrislo. Os annos
passaram sobre elles sern roubar-lhes nada da
sua mutua affoigo e da sua felicidade mutua,
a nao ser essa effervesecncia da mocidado, essa
chamma da vida, que logo so extingue, e em tro-
ca disto mesmo lhes fixou um amor mais calmo,
urna felicidade mais tranquilla, cora esse aroma
mais puro e delicado que as affeicoes adquirem
aproximando-se da eternidado e de Deus, seme-
Ihanles a esses licores preciosos que o lempo
torna mais preciosos anda, purificando-os dessa
aspereza,que tem tudo quanlo novo, para dar-
llies urna suavidade egual sui forca : affeicoes
que sao a imagem fiel dos amores purificados no
seio de Jess Chrislo, e que se tornara, com o
andar dos lempos, n'um preludio dos amores
eternos, e como que n'um presenlimento da feli-
cidade celeste.
O amor de Chrislo que firma a unio dos dous
esposos, liga-os tambora aos filhos que delles
provera, e ao tectoque os abriga, cora urna torga
incompreheosivel na natureza. Quando dous
coracoes, pela mo da egreja o sob a presenca
de Deus, se unem no corago de Jess Chrislo*;
quando o dora da fecundidado desee sobre elles ;
quando o pae e a maevm enlre si um berco, e
nesse berco urna manca que Deus lhes deu como
benco do seu lar, e nova consagrado da sua
unio ; quando elles no transporte do seu en-
ihusiasmo, e no extase do seu amor, exclamara
olhando para o co t Oh Chrislo 1 Vos no-lo
desles, nos vo-lo restituimos ; comprehendemos
a nossa misso, e a nossa vocaco ; queremos
que o seu coraco seja um tabernculo em que
habite o vosso amor, o seu rosto seja um espe-
lho era que reflicta a vossa belleza, lodo o seu
ser seja como um templo que vos encerren-
to, ninguem poder explicar que apego ao lar
domestico pe no coraco de um e de outio esse
amor do Chrislo, e que forca d elle familia I
Qualquer que seja a razo secreta, de tudo islo,
cerlo quo o amor de Jess Chrislo faz esse mila-
gre ; di ao lar domestico um encant indefini-
vcl, um attraclivo poderoso que tira para sempre
aos esposos a idea de querer ir procurar n'outra
parte a felicidade que elles encontrara na sua
casa.
Dir-so-hia que na suave emanaco da luz di-
vina que desee sobre esse lar chrislo, parece-
Jhes que elle se transfigura c se loma um Tha-
bor ; e no cumulo da felicidade repetem enlre
si:Devenos aqu ficar ao lado um do outro,
junto nossos filhos, e com Jess Chrislo, que
vela sobre nos, e que pelo encanto do seu
amor quer fazer-nos desla morada como que um
vestbulo do paraizo.
Tara essos entes felizes o- que san os diverti-
mentos, os espectculos, os ruidos, e as testas ?
Risonhos simulacafe de felicidade, creados por
salanaz para seduzir aquellos que buscim achar
fura do seu domicilio a fortuna que nao conhe-
cem no interior d'elle 1 Entretanto que para os
primeiros o lar domestico tem os seus espectcu-
los, as suas testas e os seus prazeres ; e al
mesmo as tristezas, quando a infelicidade ahi
penetra, teem para os coracoes cheios da ima-
gem de Jess Chrislo msior encanto, que todas
as felicidades proraetlidas no mundo as quaes nao
vem de Jess Chrislo 1
Existe ainda, senhores, urna cousa mais diffi-
cil de conservar na familia que o apego dos paos
a seus filhos, e ao tecto que os abriga : vem a
ser, o apego dos filhos aos paes, o dse jo de es-
tar sempre entre elles, que a felicidade dos fi-
FOLIIETIU
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
djde senio admiliir-se irmos parUIha dos
mesmos bens I
Irmos da Franca, soccorrei os vossos irmos
da Polonia ; e assira como no sen infortunio
aprendis a conservar com o christisnismo o
amor da patriao verdadeiro patriotismo, assim
tambera aprendam elles da vossa'cardade como
o mesmo chrisiansmo Ibes faz encontrar o
amor e a consolado no exilio.
(Le Mondt-SifriTa.)
___, m
Os indgenas dos grandes deferios da
America Septentrional
(Conlinuago do n 88
Se slo assim, senhores; se Jess Chrislo,
vida e modelo da familia, tambem a sua torga e
a sua defeza ; se a familia, como acabamos* de
ver, a furga da sociedade ; e se o amar do lar
domestico a origera pura do amor da patria,
nao devo eu concluir desles dous primeiros dis-
cursosque Jess Chrislo, que iraz em si a fa-
milia, iraz tambem a sociedade, eque o Deus
protector do lar domestico egualmenle o Deus
inspirador do verdadeiro patriotismo ?
Finalmente so para allestar essa forga incora-
paravel que Jess Chrislo d humanidade en-
corporando-se familia ; se para dar um lesle-
munho solemne desse poder de patriotismo ina-
balavcl, e de alguma surte iramortal, que o en-
grandecimeulo de Jess Chrislo no seio da fami-
lia chrisla desenvolve as posteridades, fosse
preciso invocar exemplos celebres, eu nao teria
mais que pronunciar dous nomes illuslres ao
mesmo lempo pelo chrisiansmo e pelo patrio-
tismo, que ha muilo resslem trplice prova do
raarlyrio, do exilio, e do lempo : nao teria mais
que nomear a Irlanda e a Polonia 1 A Irlanda e
a Polonia, cujo caliiolicisnio obstinado nao tem
podido ser auniquilado pela violencia schismati-
ca : a Irlanda e a Polonia, cujo patriotismo n-
vencivel nao lem cedido ao dominio eslrangei-
ro ; a Irlanda o a Polonia, irnisas pela religio
e pela f, irmas pelo infortunio e pela perse-
guido ; ambis ellas apresentando ao mundo, que
tem teslemunhado tantos opprobrios e tantas in-
famias, um exemplo vivo da obra de Jess Chris-
lo pela familia chrisla, pela honra das racas,
pela forga das nages, e pela immortalidade*do
seu patriotismo I
E ji que, senhores, esse nome da Polonia, to
charo a lodo o corago ealholico e francez, sahio
de meus labios, como um tcstemunno da verda-i
de, e urna confirmago do meu discurso, pego-,
vos que este discurso nao seja smenle urna glo-i
ria para a Polonia, mas que seja egualmenle uml
beneficio para seus filhos.
Consent que, antes de descer desla cadeira, cul
vos estenda a mo em favor desses exilados in-
felices e queridos, os quaes nos do o exemplo
mais raro desse patriotismo que se pode alimen-
tar no corago por duas raizesque se prende acj
co, e oulra ierra, pelo amor da familia e pelq
amor de Jess Chrislo. E' urna das glorias di
''ranga o ser para elles urna nova patria, e tej
urna patria, ter irmos sob as vistas de umij
mesma paternidade ; demais o que a fralerni-
A CARTEIR4.
16 DE MAIO DE 1860.
aminhos do forte Larame.Cordilheira dos
Timpamozu.VertenUs envenenadas.Dtur-
tos dos Artemizios.Cordilheir do rio dos
Ventos.}
A. situago da capital dos Mormes admira-
rel. A leste e ao norte, dominada pela cordi-
^heira dos Wah-Sateh, cujos cu mes graciosos per-
lem-se nasnuvens; as raontanhas vea plani-
cie por d^gros, que formara bellos terrsgos ver-
lejautes, que oceupam todo o valle do Uiah Aj
Jeste a cidade regadajpelo Jordo, o passo que
urna mu idojde correnles ferlilisara as plani-
:ies circumvisinhas, alimentara pequeos riachos
jue correm ao longo das ras e espilham a ver-
dura eabindancia nos jardlns. Ao norte acha-
se urna n iscente de aguas thermaes, que por con-
ductos subterrneos ttazida i urna casa de ba-
ohos. Mais distante existe urna oulra de 1480
que cahe em cscala em urna bada natural.
Os Mormocs souberam tirar partido de todos
os recursos d'esse paiz para o embellezamento de
sua cidade ou o desenvolvimenlo indMtnal de
sua colonia. Egualmenle langaram os fondamen-
tos de muitas oulras cidades "na Grandc-Bacia, i
saber: Paysan, ao sul do lago Ulah ; Monti 45
kilmetros ainda mais distante no valle ; Pele
no caminho na California ; a cidade do Cedro,
83 kilmetros de Monli, perlo do pequeo lago
Salgado, etc.
O fim dos Mormoes, fundando asssim cidades
n'essa dirccgo foi estabelecer communicages
facis con. o ocano pacifico. Tambem julga-
mos que, gragas as continuas emigrages que
veem reforgar as suas Oleias, ji to numerosas,
em poucos annos lodos esses estabelecimentos
serao reatados por urna cada nao inlerrompda
de herdades e aldeas eque o pueblo de los An-
geles oa de San Diogo, no grande lago salgado
ver-se-ha a estrada passar entre duas linhas de
casas c campos cultivados.
Os Mormes fizeram rpidos progressos as
artes e industria ; em lodos os lugares, em que a
necessidade e os recursos do paiz o perraittiam,
constrmram fabricas e manufacturas de loda a
especie; e em breve podendo-se abastecer si
mesmos, j nao mais lero necessidade de fazer
vir as suas provises dos Estados-Unidos.
Ainda que o governo dos Mormes pareca
primeira vista, estrictamente temporal, est d tal
modo ligado administrado espiritual que seria
impossivel separar urna d'a oulra. As funrges
civis sao exercidas por pessoas que oceupam na
egreja umagerarchia e funeges, cuja importan-
cia corresponde de sua posigo como ofBcial
civil. No estado, assim como na egreja, os dous
poderes esto as raesmas raaos ; o governo tem-
poral (tareco ler sido o resultado de urna neces-
sidade | a que foi preciso snbmetler-se c que
adaplau-se as ideas religiosas da seila e s ne-
cessidides da colonia.
. 9"4 eu*e'o urna lo grande aglomerago de
individuos de todas as edades, de lodos os sexos
e de todas os nages, nao poda ser governada
por Uis puramente religiosas, porque, alm dos
ultimjossantosda egreja de Jess Chrislo [lalter
day faint oflheAurihofi. C.).como se inli-
tulaj 03 Mormes, mullos gentos passam ou se
estabelecem no territorio do Ulah e para elles ao
menos era necessario ler um governo civil re-
gular.
O orgameoto do eslado participa d'esse carc-
ter duplo, e os thesouros da egreja sao livres e
frequonlemenle gastos para a seguranca. melho-
ramentoebem estar material da colonia segun-
do as exigencias das circunstancias. As rendas
vera de uro syslema de dizimos pouco mais ou
menos semelhante ao usado enlre os Hebreus.
Todo o individuo, logo que faz sua profisso de
f, e obrigado pagar ao thesouro da egreja um
dcimo do que possue ; alera d'sso,,deve empre-
gar urna decima parte de seu lempo, nos traba-
thos de utilidade publica, taes comoliontes, es-
tradas, canaes, etc. Egualmenle paposia urna
laxa aos santos e aos gentos e constiAke'a renda
do governo civil. Os gneros .alimenticios pa-
gam ao entrarem na cidade 1 0/0, excepto os al-
cools e as bebidas espirituosas, que sao sugeitas
ao imposto da melade de seu valor de venda.
Terminaremos esla apreciago dos Mormes d-
zendo algurnas palavras, sobre os dogmas reli-
giosos. Os sectarios, oflirraam elles, formam a
nica religio verdadeira que existe na Ierra e
que a salvago eterna, s pode ser obida pelo
sacerdocio de Melchscdech. Esto sacerdocio
desterrado no co ha mais de 8 socujos, reappare-
ceu em 1826 quando um anjo, velo visitar Jos
Srailh, seu fundador, e inslruio-o no caminho da
verdade e mostrou-lhe urna caixae pedra, en-
terrada, e que continua muitas le
laminas de ouro, na lingua cha
reformado. O anjo tomou alguma
deu-as i Jos Smilh, conferio-lhe
conforme a ordem de Melchisedec
o poder das revelages, o conhec
guas e a auloridad'e de perdoar,
os peccados. Smith e seus associ
ram-se apostlos para pregar o n
e para estabelece-lo ent-e as -egejas do Jess
Chrislo cora os santos de ha poucc-
Em 1830, essa egreja ainda s conlava seis
merabros; agora, sera exagerago, pode-se dizer
que conla mais de cera mil. Os Mormes, crm
" VSeiu aUla* da biblia, porui certificara que
ella foi corrompida e que precisa de urna nova
tradugio; egualmenle crm nos milagrea pela
imponpo daa mos. Suas ceremonias religiosas
aia ou menos as mesmas que as das
es protestantes ; accompanham seus
"inaitumcntos de msica. Se o sysle-
ma OfVtiaamenlo espiritual nao oulra cousa
mais quo a polygaroia, comtudo negam as de-
vassiddes sensuaes que se lhea censura.
Do grande lago Salgado douscamiohos voler
ao ISebraska nos Grandes Prados i oeste do Mis-
sissipi e dos Eslados-Unidos. Um desee o rio
do Urso, alravessa a rordlheira dos Timpamozu
ao norte, as MontanhasBochosas ao sul dos mon-
tes do rio dos Ventos e cahe no forte Larame
situado no brago septentrional do Nebraska. O
outro atravessa os montes Wah-Salcl ao norte,
ono Verdo quasi em 44 lat. N., as Montanhas
"ochosas no sul e desemboca no forte Saint-
vrain no brago meridional do Nebraska. 0 pri-
meiro caminho, sendo o mais tnteressante e o
mais geralmente seguido tambem o que procu-
raremos fazer conhecer.
ii kCpos e ,er Passado baixioa cobertos de
nnho de flores azues, entra-so nos mui curio-
sos desfiladeros por seu aspecto lautoselvagom
quanlo piltoresco.
A' entrada de um desses desfiladeros ve-se
urna rocha em forma de columna, sem duvida
proveniente de um terremoto e postada no meio
de urna toceira de epinrlles de prairie
(Gnndelia sguarhosa.) A' direita, a cordilheira
Timpamozu eslende-se para o norte apresentan-
do aspectos mednhos ; a cada passo enconlram-
se grupos de montanhas rubras, cujjs cmos ne-
vosos e cobertos de nuvens parecen) ter-se reu-
nido para supportar a aboboda azulada do co.
De todos os lados avista-se raontes phantaslicos
de terreno de collinas rubras ou verdes, do ro-
chas partidas ou representando cidades chime-
neas.
As collinas que servem de peanha s monta-
nhas mais elevada, sao pela maior parte cni-
cas e parecem ler sido o receptculo de urna
mullido de nascentes cujas bacas d'onde jorra-
vara ainda so vem. Urna dessas collinas lem
seu cimo cncavo, era outr'ora urna crtera de
oOO metros do circunferencia o de 20 de pro-
fundidade. As muralhas internas, pcrfeilaraente
verucaes, teem urna palpavel scmelhanga com
muros amontoados. Elles compein-se de lava
escura, formada de escorias e polida. evidente-
mente a produego moderna de um volcao. De-
mais a lava, o basalto c as rochas volcnicas ca-
raclerisara a geologa de todo esse paiz.
Prximo i curva descripto pelo rio do Urso
patenta-se um bello valle, no qual ve-se urna
baca donde jorrara mais de doze nascentes de
aguas mineraes, 184 metros cima do nivel do
mar. As principaes sao : a Beer spring (fonle
de cerveja) e a Steamboal spring (fonte do
balel vapor) ; a primeira saho por urna aber-
tura de 2 a 3 metros de largura. Seu nome lhe
foi dado pelos cagadores e viajantes era razo
dos gazs effervesecntes que cscapam-se da
nascenle em columna de vapor e do goslo acidu-
lado da agua. A segunda surde*do meio de urna
rocha, como um jorro du agua branca e vaporo-
sa de 1 metro de altura, acompanhado de um
ruido subterrneo que continuamente faz-sc ou-
vir como o de urna machina i vapor em aclivi-
dade.
A analyse dessa nascenle d os seguintes re-
sultados :
Carbonato de esl..........................
Dilo do magnesia.........................
Oxydo de ferro............................
Silicia, alumina, agua e perda............
92,55
0,42
1.05
5,98
escripias era
ada egypicio
d'essas leis,
o sacerdocio,
assim como
enlo daslin-
u de retardar
os, conslilui-
vo ovangelho
o REVERSO
VICCOES
DA SABEDORU HUMANA.INTIMAS
DO F0LHETIKISTA.
COH-
Cansam-sc todos os das os investigadores da
sciencia em estender-lhe o dominio, cavando
e escavando na mina feracissima dos descobri-
menlos e das ideas novas: cansam-se o passam
adianto
Que lhes appareceu de superior e de extraor-
dinario n'esse esforgar-se continuo da inteligen-
cia, para subir at as ultimas soluges do saber?
Apanharam elles aqui e alli urna ou oulra
Iheoria, un ou outro syslema, ou fizeram um
novo edificio, com os fragmentos esparsos de
mil syslemas o de mil Iheorias contradictorias; e
ao cubo de ludo isso passaram ainda como a
sombra, como o nvoeiro que so dissipa
no ar.
Engeoharam para o dia do hoje philosophias
ao goslo e ao belpraser das philosophias de
hontem, das que se esvacceram antes em lanos
seculos decorridos: e, mirando a obra como
prodigio de perfeigo, foram-se a repnusar de-
pois do Irabalho ; mas esse leve a mesma sorte
dos outros.
Veiu o lempo, e langou-lhcs por cima o esque-
cimenlo e a morte 1
Que fizeram elles, os pensadores fortes e livres,
aps o.-se lidar iocessante que lhes deparava em
horisontes longinquos um futuro promeltedor e
esplendido 1
Trouxeram para o seio da sociedade, em que
vivem, muilos thesouros de recndita sciencia,
muilos problemas resolvidos, muilas quesles
decifradas, muitos mysterios desencantados o
palentes contemplago de lodos ?
Foi-lhes a analyse um guii seguro para entrar
n'essas regios vastas do desconhecido, para
atravessar os paizes do infinito o do absoluto, e
para devassar, um a um, lodosos pontos que a
presumpgo e o capricho do pensamenlo lhes
figura nccessiveis e facis de coraprehender ?
Levantaran) elles a pona do veu sublissimo,
que envolve os mil segredos da natureza physi-
ca, e ainda os lo variados da natureza moral I
O orgulho apossou-se delles, como aos primi-
tivos habitadores do Senaar; e o que esses ha-
viam intentado fazer na margem oriental do
Euplirales, levantando o monumento mximo da
soberba e da mais perlenciosa jactancia, que-
rem coroplelal-o hoje os novos architecloa do
aaber em todos os ponto* do globo I
A tradigo respeitou esse laclo que os seclo
transmitliram al nos ; e por mais que digam o.1)
iheorisias do mylho, nao elle um symbolo oij
urna legenda allegorica. Em apoio da tradicq
veiu a interprelago, veiu a exegese calholi'ca
veiu a propria experiencia dos homens.
O quo se dra ento no principio, conserva
ram-n'o escriplo em seus livros de legislago.enj
suas diversas theogonias, lodos os povos d
Ierra, todas as nages que demorara em lodos o
rumos do horlsonte.
O myiho reproduziu o priroeiro ensino, a pri
meira revelago, a primeira lei para o homem
para a humanidade ; o, so desQgurou-lho
sentido ou lhes nao percebeu o alcance comple
to, a verdadeira significago, deu tambera po
si ura leslemunho irrefragavcl sobre a realidad
do successo, e falln para todos a linguagenl
mystica,deque s o christianisroo veiu a offerece
urna explicago conteni do espirito.
E, entretanto, a sciencia que sedesvairara n
Edem, que se perder as vises do Oriente,
nos sonhos impdicos da idolatra e do paganis
mo; a sciencia q'se mselara mal i proposito cor
os mysiorios supersticiosos dos brahimanes e dol
discpulos de 7-oroastro ; que permanecer ideal
e vaporosa nos vdos arrebatados dePlalo.ou qu
descambra trivial e egostica em doulrinas d
cynicos e de stoicos ; essa era mais urna mor
lonla do espirito philosophico do que um trium
pho brilhanle da nlelligencia.
Enccrraram-n'a os Indios era seus Pourami
nos seus commentaros sabios, nos seus livros
sagrados o profanos, o mais que tudo no Lezou
Vedam que Choumontou fabricara para servir di
chave mcslra a lodos esses repositorios do saber
universal.
Tiveram-n'a os Hebreus reclusa no seu Ta
mud, que anda hoje lhes apona o que ba de
tradicional em todos os fados da humanidade,{a
partir das primeiras pocas, e lhes Iraz mem
ria a philosophia austera dos Rabbinos.
Por sua parte, compendiaran)-na os Persas n
cabalas do seu prmeiro mestre, n'essas cabal
incxlricaveis que se povam de lanas vises,cae a
qual mai elevada e superior i comprehensi -
Total............................ 100.00
A agua muilo quente, lem um goslo metal-
lico mui desagradavcl. A' 2 metros de distancia,
percebe-so desprendimenlos regulares de ar
quenle, acompanhado de um pouco de vapor e
de ruidos egualmenle regulares, differentes dos
do Steamboal ; esto ar causa "nausea e lontices
afuera de mui perlo o respira. Os arredores
dessa bacia sao mui bizarros; as rochas compos
las de carbonato de cal e de oxydo de ferro, sao
tuants e assemelham-se ao coral fossil; as, que
sao banhadas pelo rio do Urso compem-se de
jazigos de lufo calcreo e de depsitos de mus-
gos c de juncos.
Deix^ndo esse valle singular penetra-se om
urna planura elevada, situada enlro a cordilheira
dos Timpamozu c a do rio dos Ventos. Essa pla-
nura divide as aguas dests latilude, que correm
para o ocano atlntico ou para o ocano paci-
fico ; um psiz espantosamente rido e mon-
tono,om que s crescein arleraizios. Os viajantes
i. hamararn-o o t Deserto dos Arleraizios ;
inteirarocnle deserto ; ahi se enconlram nascen-
tes envenenadas por decomposices alcaUna,
que mainm os animaes que toen a infelicidade de
nellas beber. Alguna viajantes tambem ji ahi
acharara a morte, julgando saciarem-se em urna
agua pura e benfica. E' nesse deserto que esl
situado o forte Bridger mais de 500 kilme-
tros de distancia dos fortes Larame e Saint-
Vrain.
Os Mormes ha pouco abriram um caminho
do grande lago Salgado para o forte Bridger e
d'ahi para o forte Larame pelas Portas do diabo
e os Cerros Vermclhos.
O rio dos Ventos, de que j fallamos, o bra-
go septentrional do Grande Come (Bighorn hiver).
Seu nome proprio vem de que no invern suas
margeos sao continuamente agoitadas por gran-
des venios que impedem a accumularo da
nev.
Dizem que esse phenomeno d-so ero virtude
de urna brecha estrella aberta as montanhas em
que o rioorgou urna passagem airares do med-
nhos precipicios ; ahi teriam nascenle urna mul-
lido de correnles que cora furia abysmam-se as
gargantas em que o rio saltila. Os viajantes e
os cagadores egualmenle deratn esse nome
cadeia de montanhas era que nasce o rio dos
Venios.
Esla cadeia forma
parle septentrional das Montanlua Rochoeaa, ea-
t situada i N. O. do ro d'Agiia doce a consiste
em trra. linhas parallela* de 110 kilmetros de
comprido sobre 35 de largura. Seu aspecto o
dos Alpes bernenses. no que ellas tem de mais
maravilhosamenle piltoresco ahi se achara mui-
los lagos pequeos i 3,400 metros cima do ni-
vel do mar. Os montea oe gelo sao numerosos
em todas essas regies alias; cima delles ele-
ra-se urna espessura de picos de granito ns e
despojados de toda verdura: um desses picos
chega altura de4,535 metros cima do golpho
de Mjico. De seucume aprecia-se um panora-
ma talrez o roais grandioso do mundo. Voltindo
para o poente ve-se em sua trada urna quanti-
dadeinnuraeravel de lagos e rios ; i esquerda
(sul), a nascenle do Colorado, brota de urna ba-
cia de porphyro, espuma, lorvelinha, serpenteia,
apparece e desapparece sob rochas de marmore
e vailaocar-se do golpho Californio, depois de
ler regado imroensos desertos, pela maior parle
anda nao explorados. A' direita (norte) estende-
ae o valle do rio dos Ventos, cora suas phrene-
ab l\onlorsoes """i dianle brota a nascenle
da Peora Amarclla, um dos maiores bracos do
Missouri.
A? nrle Pe.rde""-S8 as nuvens os eternos ge-
Ios dos Tres Titoes, donde descem os dous maio-
res nos dessa parte do globo, o Missouri, no la-
do oriental, e o Colombia, na verlente op-
posta. p
Ao aul a cadeia do Arcada Medicina palenteia
seus graciosos contornos e deixa jorrar de seu
seio o Nebraska, que espalha a frescura e vida
nos grandes prados do oeste. Por toda a parle
arrojam-se ao co cu mes vaporosos, corlados de
nbanceiras e coberlos de manchas brancas, sobre
as quaes bnlham clares de purpura ; por toda a
parte nos ares s se avistara franjas de nev dou-
radas pelo sol, e gigantescas cintas de prata scin-
lillantes nos fogos de um ocano de luz; por to-
da a parle se formam no espago montanhas aerias
que parecem pairar cima oas nuvens como os fr-
eos de espuma de urna cscala invisivel e ce-
leste.
O confuso marulho das torrentes que impetuo-
samente rotara suas aguas geladas sobre leitos
pedregosos, veutos quo com furia assolam nos
pequeos vales sombreados, arvores que os fura-
ces fazem gemer as florestas, todas essas vozes
estridentes ou melodiosas, que fazem retumbar
os echos com mil vibrages sonoras o cheias de
encantos, jamis se do nesses cumes elevados,
em que a exploso de urna arma nao passa de um
pequeo ruido momentneo, sem retumbar como
as almospheras inferiores.
XVII
Panorama das Montanhas Renosos. Sua cou-
formago.A Ierra das Sombras.Roe Inde-
pendanee, ou Registro do Deserto Fortes
americanos.Desertos dos grandes prados.
as profundezas d'esse immenso cahos de tor-
rentes, de nos, de porphyro*, de granitos, de ba-
saltos e de raarraores que sahera das enlranhas
da ierra e vao perder-se na immensidade do
ocano, dassolides ou do firmamento, florestas
de cedros, de carvalhos ou de pinheiros osten-
lam-se cima de ludo quanlo resiste, cobrem
cora sua fulhagera sombra as mais escarpadas
ribanceiras, as gargantas mais perseguidas pela
tormenta, como tambera os valles mais felizmen-
te dotados ; d'essa natureza arrebatadora em que
tudo sublime e solemne.Deus s affaslou as bel-
lezas campestres to comrauns no nsso hemis-
pherio.
A cordilheira da Grande Come, situada ao nor-
te da do rio dos Ventos, faz parte desse grande
syslema de montanhas granticas, que estendera-
se paralelamente com seoslas do pacifico, des-
de o isthmo de Panam, quasi at o ocano rc-
tico, e parece continuar a cordilheira dos Andes
da America meridional.
Foi em virtude de seu aspecto rude, carcomi-
do, escabroso o nudez de seus cumes, que esla
longa cadeia recebeu o nome do Montanhas Bo-
chosas.
Elevando-se no meio de vastas planicies, atra-
vessando muitos graos de latilude e de longitude
e dvidindo as aguas do atlntico e do aaclfico
egualmenle, foi designada com o nome figurati-
vo de espinha dorsal do novo continente.
As Montanhas Bochosas nao aprescnlam urna
linha nao seguida, mas sim urna serie de grupos
de montanhas e algumas vezes mesmo de picos
destacados.
Ainda que muitos desses picos loquem regrao
das neves perpetuas, sua elevago cima de sua
base immediata nao to consideravel como po-
der-se-hia imagina-lo, porque, de norte a sul,
toda a cadeia das Montanhas Bochosas repousa
sobro campias como sobre ura pedestal de 1000
1500 menos.
pouco mais ou menos a
do vulgo ; n'essa myriada de Gnomos e de Gni -
minas, de Ondins e de Ondinas, de Sylphoa e i e
Sylphides, de Salamandras e de Salamandrina).
E esses espalos da ierra, das ondas, do ar e < o
fogo, sao outros lanos verbos explicativos do
culto oriental, o outras tantas solures sciencia
e i philosophia dos anligos 1
Plato recopilon-a no Phedon, e vasou-a, ci-
mo lypo imprelerivel e nico,em seu livroda Re-
pblica I
Fez d'ella Aristteles o seu ponto de partida
para estudos geraes e profundos. E lodos elhs
desdo Anaximandro, creando o-philosophia phy-
sica, al Erapdocles, levando-a para a Sicilia ;
desde P^erecides, ensillando a Pylhagoras, at
Pyihagoras, fundando urna escola famosa ; cor-
rern) solTregos no plaino immenso da sciencia e
nunca lhe tocaram ao termo : quem sabe se a
comprehenderam na cssencia I
E tudo isto passou igualmente com o revolver
dos seculos, cora o tumultuar dos acontecmen-
tos, com a marcha incessanle da humanidade
para um progresso que elles nunca observaran]
perfeitamente.
Depois a impiedade, a ferocidado de Boma
quiz coroar-se com o diadema resplandecente da
philosophia grega : e o Sneca inflexivel, que
reproduzira a domrina brutal de Zeno, e o pro-
prio Cicero, que mais do que nenhum outro se
elevara n'essas pesquizas do saber humano, qua-
si nada adianlaram ao que se colhra d'antes, no
livro supremo da natureza, as paginas eloquen-
les de urna revelago antiquissirna !
Passaram eras sobre eras ; vieran) as revolu-
ges urnas aps outras : abriram-se novas es-
tradas ao espirito indagador dos pensadores ; e
a civilisaco que se havia sonhado desde o pri-
roeiro dia do mundo, s veio a ser uraa realida-
de, quando a rehabilitago para todo o genero
humano se operou com a maior expiago, com o
mais tremendo sacrificio que a* ha visto na
Ierra.
Picara a sciencia comlemmda a gyrar n'um
circulo vicioso? perdera ella para sempre o seu
ponto de apoio, ou aberrou do centro quo lhe
ra marcado por Deus ?
Ser ella antes a elaborago indefinita do espi-
rito do que a rcalidade completa para a vida in-
telleclual ? Soffreria o jugo imprescreptvel,
que, por sua parte, esto sujoitos todos os se-
res, na decomposigo e recomposigo continua
das especies, na moJificago iulerminavcl das
condiges, quanlo sua existencia material o
physica ?
Ter ella impressa era si mesma o sello de
urna peregrinago sem descango al os ltimos
das do mundo, at a consuromago das idades
que se resolvem e agilam em sua marcha de lo-
dos os dias, de todas as horas, de lodos os mo-
mentos ?
A sua derradeira solugo Picar para dianlo,
ou ser inierdicta, por urna economa da Provi-
dencia, aos esforcos mltiplos o reiterados do es-
pirito humano?
De todas ascpnjecturas que se possam fazer,
semelhante respeilo, a nica razoavel a que
assigna sciencia um termo necessario, o qual
alias, nem exclue um progresso natural e ascen-
dente, nem se vai perder no vago hypothetico
do fatalismo. Expliquemo-nos. A sciencia, pa-
ra o homem, c um resultado immediato das tor-
gas do espirito, que o chamara para a contem-
plago, para a analyse e para o exame sobre as
quesles roais importantes da vida material e da
vida immalerial. No remonlar-se a iulelligen-
cia s regies do desconhecido, do Infinito e do
Absoluto, mostra, por certo, a sua elevago de
origen), eo possivel augmento de scuj^prios
dnminios ; ma3 a rasdo nao ser nem (Ufe ser
a nica mediadora n'essa viagom do espirita. A
sciencia que perlence ao homem,pelas facilidades
que n'elle so desenvolvem, e que aspirara a di-
laiar-se no plano assignalado por Deus, perlence
a Deus, como i sua fonle primitiva o ultima ; e
por luso nem ella pode cstribar-se nicamente
na rizao, que nao chega al o Infinito por si
ntreos grupos das montanhas acham-se val-
les regados por pequeas correles, que lornam-
se bellos rios i proporco que adiantam-se as
planicies e acabam por transformar-se n'essas
grandes arterias das campias americauas s quaes
nossos rios da Europa nao poderiam ser compa-
rados.
Emquanlo que os ;umes das Montanhas Bocho-
sas, sao despidos o faltos de toda a vegelago, sua
superficie caprichosamente envolvas de enor-
mes brenhas de pinheiros, defaias, de betulasde
carvalhos c de cedros de urna altura prodi-
gios.
Sobre as planuras abrigadas c nos lugares enr
que o slo recamado de Ierra frtil, cresce urna
flora lo rica, quanto variada.
As ribanceiras possuom.muitas plantas alpinas,
magnficos ster, entrei quaes o dodecalheon
dentalum patenlea suas bellas ptalas escar-
ales.
Urna espacie de escaravelho siberiano pouco
maiou nios o nico habitante dessas alias la-
titudes.
Os Alpes e os Pyreos nada apreseatam mais
variado, mais potico, nada to sublime como
essa im mensa serie do picos, cujos magestosos
cimos de alguns elevam-se i 5,000 metros cima
do nivel do mar.
Ora sao volces mal extinclos ou gigantescas
2 ?.*h2.r.? .em pai' rePrW)tr urna e-
LUoUd? -d* "wteg : ora tio
terrenos argiloaos a calcareoa, que te cruzam, ao
doean e racham tragando linhas e desanos os
mais bizarros.
Muitas vete julgar-se-hia estar enlre as mi-
nas de urna cidade da edade media, com seus
reductos araeados, aeus lorrees graciosos airas
muralhas gretadas e seuapocos profundos.'
Alm dos tragos volcnicos lo freqiientea nes-
sas montanhas, ahi egualmenle veem-se muitos
vegelaes fosseis, asphallo, obsidiana, com a qual
os amigos Mexicanos faziam facas para seus sa-
crificios de que os Indios servem-se para fazer
ponas de flechas e de langas.
Muilos valles, formados por columnadas de ba-
salto, como a calgada dos gigantes na Irlanda,
rcm como mais um accrescimo i admirago quo
causa essa serie de maravllhas.
Os Indios teem urna venerago particular s
Montanhas Bochosas quo para elles io os limi-
tes do mundo conhecido, e donde iorram tio pos-
sanies rios.
Elles chamam-n'as -a Crista do mundo o
pensam que ahi, em uraa da auas Iminencias,
que reside o Grande Espirito, soberano da vida.
Minias tribus de leste as desisnam sobo nomo
de Montanhas do occaso, e ahi fazem existir seu
paraizo ideal, seus felizes campos de eaca, invi-
siveis aos olhos dos mortaes.
E' ahi egualmenle que esti situada a trra das
almas ou das sombras, era que se acham as al-
deas habitadas pelas boas e generosas almas, que
durante sua vida souberam agradar ao Grande
Espirito e quo gozam de urna felicidade eterna
depois de sua morte.
as tribus aflasiadas contara prodigios dessas
montanhas. Ellas pensam que depois de morre-
rem serio obrigadas i percorre-las, i subir alm
de seus.picos mais escarpados, atravs das rochas
roovedigas, da nev e das torrentes furiosas. As-
sim, depois de mullas las de fadigas e pongos
chega rio ao curae donde ho de descobrir a tr-
ra das sombras ; vero as almas dos bravos guer-
reirus e dos bous Indios, vivendo sob bellas ten-
das plantadas era um campo recamado de verdu-
ra, regado por brilhautes riachos eabundanlo em
bfalos, alces e cabritos montezes. As almas dos
viajantes que se liverem portado bem durante sua
vida mortal, podero descer e fruir da felicidade
e das riquezas desse paiz delicioso. Se ao con-
trario essas almas noforam fiis is leis do Gran-
di Espirito, se ellas entregaram-se aos vicios, se-
rao obrigadas a tornar i descer e errar as plani-
cies esteris e arenosas, sofTrendo sedo e fome,
depois de ler visto seus felizes companheiros go-
zaren) de urna felicidade eterna, cuja lembranga
augmentar sua elerna miseria o teu supplicto
sem fim.
Do alto dessas regies qu acabamos de descro-
ver desce-se aos Grandes-Prados pelo valle do rio
d'agua doce, semeado de rochas granticas e ta-
petado de artemisios at is Portas do diabo, es-
pecie de canal eslreito do 100 metros de exten-
so, em que o rio forcou urna sabida na rocha
viva.
Um pouco roais adiante dessa passagem est a
Rocha-Independencia, egualmenle chamada o
Registro do Deserto. E' uraa muralha'granitica de
650 metros de comprido sobre 40 do altura, in-
teiramente ma excepto no cimo ; sua base acha-
se coberla de nomes gravados pelos viajantes e
cagadores, que assira quizeram perpetuar a lem-
branga de sua passagem nesses desertos. Est si-
tuada 1,335 kilmetros do Mississpi i 10756"
long. O. e 4229'36" lat. N.
Chega-so ao depois ao ramo septentrional do
Nebraska, que se alravessa nos Cerros Vermo-
Ihos. escarpado de gres argilosa. Dos Cerros Ver-
raelhos ao forte Larame segae-se constantemen-
te ao longo das romnticas margena do Nebraska.
O forte Larame, oul'ora forte John, esl situa-
do as margena do rio Larame, pouco maia ou
menos 4212'38" lat. N. e 10431'26" long. O.
Coi construido pela companhia americana de pel-
los, afim de proteger o seu commercio. Mais tar-
de esta companhia vendeu-o ao governo dos Es-
tados-Unidos. O terreno estril, osorvathos sao
raros e a flora quasi nenhuma. O forto reatado
emboccadura do-Nebraska e do alto Missouri,
Bor meio de excellentes estradas, abertas pelos
emigrantes que se dirigem ao Utah, ao Oregon e
California.
Os numerosos fortes que os Americanos teem
levantado as fronleiras e nos paizes habitados
pelos Indios, sao destinados i proteger as leis dos
Estados-Unidos, i favorecer o commercio das
pellese mantera paz enlre as popuUges selva-
gens. Porm deveniosconfessa-lo, este triplo fim
(Vacamente conseguido, visto como as guarn -
roes ordinariamente sao insufDcienles, e era os
soldados podem estar onde sua presenga so faz
necessario. A maior parte desses estabelecimen-
tos nao passa de simples cabanas i rez do chao
nu de um nico andar e edificadas de adoubos,
algumas vezes de madeira ou antes de pedras ;
sao cercadas de urna palssada ou do talud;
nos ngulos a entrada do edificio defendida por
basiies que completan) o syslema de defezas. Os
mais importantes dos grandes desertos sao, com
os qiie j temos nnmeado, o forte Kearny sobre o
Nebraska, 4035' lat. N. e 99 long. O. e o
forte l.eavciiwortk, sobro o Missouri, ao norte do
Kansaslat. N. 3925' o 9450' long. O. No alto '
Missouri acham-se outros de que inais adianto te-
remos occasio de fallar.
Esse immonso territorio ao longo das Monta-
nhas Rochosas oeste, o ilto Missouri ao norte,
o Mississpi leste e o Texas ao sul, chamado
o Deserto dos Grandes Prados. Os escriplores o
os romancistas, teem fallado muilo dessas soli-
des, sera dellas ler urna idea justa e de maneira
provar-nns que elles nunca as visitaran). De-
mais a extenso e a natureza deste vasto territo-
rio tornam a sua descripgo mui difcil; comtu-
do comecaremos por fazer conhocer seus caracte-
res geraes, depois daremos alguns detalhes sobre
os pontos salientes que modificara esses caracte-
res, o finalmente concluiremos nossa narrago
por diversas apreciages que inciaro o leitor
as dilTerc-ntcs popeas, cujo iheatio vem a ser
essos lugares. [Conlinuar-se-ha.)
s, era hade jamis ascender a um progresso,
cujos limites so nao possam medir determinar,
humanamente fallando
Eis a sciencia lomando a razio e a fe por seus
guias simultneos e harmnicos : eis o hornero,
subindo por meio da sciencia, nao i perfeclibi-
dade absoluta ,que Iho impossivel, e sim i per
feclibilidade relativa, propria do ser creado e
tmperfeilo.
Ora, nao fizeram isto as philosophias da Phe-
nlcia, da Persia, da Arabia, da Chalda, da Gre-
cia, de Boma, dos povos da Assyri.i, nem de to-
das as nages do Levante, quando i porta do
seu templo da sabedoria e da sciencia inscre-
viam elles, ora o idealismo, ora o materialismo,
urnas vezes o panlheismo descoberto e patente,
outras vezes o alheismo disfargado sob o appa-
ralo lustroso das Iheorias racionalistas.
Aberrando sempre do caminho, que lhes eslava
tragado ab initio, na evoluco possivel do espiri-
to, muitos philosophos e muitos sabios de toda a
especie procuraran) sondar os ltimos segredos
de Deus, e dir com a razo da razio das cousas.
Erro imperdoavel, semdurda; porque a nica sa-
bedoria permiilida ao homem, cifra-sc no conhe-
cer e no apreciar dos phenomenns, mediante os
quaes se revela a causa e a substancia; e nun-
ca obtero homem que, alm da Mz do Evange-
lho, quetrnuxe ao mundo a civilisago e o pro-
gresso, nicos e reaes, oulra se lhe derrame no
correr da vida, por roais que penetre elle ousa-
do nos labyrinlhos de loda a natureza espiritual
ou material.
Nao bastam as hypolheses para constituir um
Iheoria perfeita ; nem as Iheorias, pormaisque
se multipliquen) e subam em extenso e compre-
nonso, podem constituir a sciencia, quando essa
nao tem por base a razo e a f. a tradico e a
experiencia, a historia e a revelarn, a reflexao e
o dogma. So nao existe essa harmona comple-
ta dos principios constitutivos do saber, para o
homem e para o genero humano, quo valor assu-
miro as doulrinas. philosophicas, e onde se
encontrar o fundamento para o edificio da scien-
cia?
Existir ella no sonho inexplicavel do eclelis-
mo, que, reunindo a opposigio das ideas sob o
jugo de urna s Iheoria, offerece como syslema
urna confuso de principios que se repeliera?
Estar nossa apparalo8a doutrina, quo repro-
duz, n'um amalgama indigesio, as vises brah-
manicaso idealismo platnico o a idea capital
de Locke, associando assim a verdade cora o
erro, os dous pontos extremos e contrarios, de
loda a concepgo scientilica ? Temos para nos
que o proprio Schelling, com a sua philosophia
da natureza e cora a sua philosophia da revela-
cao, nada pode adianlar ao problema da sabedo-
ria e di sciencia humana; e, por mais que elle
jutgasse Cousin, e se aprescnlasse i face da Ier-
ra como um novo genio, com a sua Theariad1 Al-
ina do Mundo, e cora a sua philosophia transcen-
dental, nao seculos antes, Plalo,- pelo seu idealismo, e Aris-
tteles, pelo seu realismo 1
Esses, como muitos. outros, sonhar am urna
sciencia que nao pode ser a que esl destinada
ao homem, e a qne so lhe deve propr legi-
tima e rasoavol no caminho que lera a seguir.
Esses, c sobre-Judo o celebre philosopho de Ber-
lin, fizeram a'sua sciencia parle; e quer a en-
caremos sob o aspecto da natureza ou da revela-
go, a doutrina que se lhe iltribue antes ura
thema para milhares de hypolheses, do que
um syslema coordenado, complexo e regular.
Que se enconlra, de feito, na philosophia da
revelaco, instituida e proclamada por Schelling?
Antes um mylho do que urna doutrina philoso-
phica ; porque o autor fez a revelago seu gei-
lo, e erobrcchou-lhe no lodo, j organisado e
completado por elle, muita concepgo engenho-
sa, muita poesa e rouito romance.
Fichte. coro e sua Theoria da Sciencia, e Kanl
com a sua Religio Pura e a sua Religio nos
limites da Razo, preservaram, acaso, a sciencia
de cahir no absurdo das conlradicgoes e no vago
Ilimitado das conjecturas e das presumpges?
Fizeram alguma cousa mais, ou fazem ainda
no sentido do progresso e do melhoramento,
aquelles, dentro os investigadores da sciencia,que
a vio estudar c analysar mais estrictamente no
dominio da natureza physica ?
O que se envolve sob os veos do mundo ma-
terial ainda e3t, em grandissiraa parle, fra do
alcance da intclligeucia humana ; e a razio que
esses mesmos estudos das sciencias naturaes nao
podem ir adianto al urna escala indefinita. ,
O espirito que examina a maleria, no mi-
eral, no animal e no'vegetal, na estructura e
a composigo da ierra, e as leis geraes do or-
ajbnisnro; na physiulogia, n-i anatoma, na bota-
nica, na chymica e na physica; nao porte chegar
i razo ultima das quesles oceurrentes; e
claro.como o diz um profundo pensador, que as
proprias descoberlas da chymica e da physica, de
tanto proveito para a industria, nao tem esclare-
cido as primeiras questet sobro a natureza do
menor corpo.
Aquillo que mais c melhordo que tudo se sen-
le e se reconhece, a propria vida, anda nao po-
de ser definida de um modo conveniente l
A sciencia de Bichat, de Cuvier, de Beclard e
de Adelon, tem estacado impotento ante o pro-
blema que pareca mais fcil; o nenhum desses
eminentes pensadores j pdf* fornecer urna ex-
plicago satisfaioria sobre aquello poni princi-
pal, que se reduz i comprehensao e ao cooheci-
ruenio perfeilo da vida.
II
Ora, quando se ola que a sabedoria humana,
ou a consideren) na philosophia, uas mathema-
licas, as sciencias naturaes, ou as sciencias es-
peculativas ou as experiraentaes, esbarra sem-
pre dianledeum termo que nao lhe permitlido
iranspr: quando se reflecte que, se as escolase
us syslemas se rnudem o se baralham na posqui-
za da verdade, nem por isto ella se paieniea mais
depressa e mais accessivel: o que se deve es
perar do espirito humano, o que se deve espe-
rar da tio preconisada perfectibilidade indefinita,
a que tantos fatalistas histricos, a que lanos
paniheistas, hio querido levantar os seus seme-
*
Ihantes, sem imaginar que os degradara o os des-
naluralisam completamente?
Deve-se esperar que o progresso nao seja pos-
sivel ? que o homem nao seja perfeclivel ? quo
a sciencia, a sabedoria humana, sejam antes ura
sonho do que urna realidade?
Nao, por cerlo. O que se deve pensar que a
perfeigo, para o homem, e para toda a humani-
dade, solidaria com elle desde o principio, esl
comida em termos e limites que tem tanto de im-
prescriptiveis quanlo de naturaes.
O que se deve concluir e esoerar que a
sciencia, com que nos dado abrir o thesouro dos
segredos da natureza, nos conduz lo smenle
essa soluco, de que nossas [acuidades lo sus-
ceptivas ; e ninguem pode deixar de compre-
hender que uraa sciencia de tudo, e em loda a
extenso da palavra, nem seria cabivel nem con-
veniente nos to restrictos dominios da nlelligen-
cia humana.
O progresso, pois, em relagio s lodos nos que
temos vida immalerial'o aspiraces elevadas, pa-
ra todos nos que existimos pela f, nio pode ser
um lypo do natureza infinita neste mundo; nem se
pode considerar jamis,,como uraa escada, cujos
degraus se percam na immensidade e no vacu),
sera locarem n'um ponto flxo.
Com que direito esse progresso do espirito,' e
essa sabedoria progressiva que o acompauha, se
elevariam at a derradeira soluco,que a razo nao
alcanga ; quando certo que a razo, finita a
relativa, apenas spbo ao Infinito e ao Absoluto
pela inluigo e pela f, sera qne todava os possa
abracar e coraprehender?
Deixemos o mais que poderiamos dizer, por
conla dos verdadeiros philosophos.
Nao fazem os ura Iractado, nem engendramos
urna Iheoria. Faltam-nos o lempo, as habilita-
rles c as condiges proprias para um esludo se-
rio e aprofundado
Eo resumo : discerrendo sobre o aue se devo
pensar da sabedoria e da sciencia humana, o
nosso filo nao rebaixar urna e oulra, nem col-
locar-nos no meio da sociedade como o pessi-
misia, quanto is tendencias progressivas da vida
intelleclual.
Job, que nao era nenhum tolo, sabia o que val
a sciencia : comprehendia-a em sua unio in-
tima coro religilo ; e dizem todos que esse
grande homem foi um dos primeiros philosophos
do mundo.
Saloinio disse por sua rez : o homem nao
pode achar nenhuma razo de ludas as obras de
Deus que se fazem debaixo do sol; e muilos se-
culos depois escreveu Monlsigne: Ninguem
sabe o lodo de cousa alguma. Poderia, tai-
vez, ccresccntar :e bem poucossabem o nada
de ludo.
E, entretanto, ambos podlam fallar como mes-
tres : e nos, seguindo-os de longe, podocemos.
dizer:
Eis o reverso da sabedoria b.umena.
r.#.
PERN. TYP. DE M. F. RE BJkitlU. W


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