Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09073


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Full Text
*
lili XXXTI. lomo 122
P*r (res i
Por tres
leies adiaiUdos 51000.
ezes veicidos 6J000.
SIMADO 2f BE MAIO DE 1860.
Ptr anno atonta** 19$000.
Parte fraaca para a subscritor.
ENCARRBGADOS DA. SURSCRIPCAO' DO NORTE.
Tarahiba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemo3 Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
to Guimares; Piouhy, o Sr. Joo Fcrnandes do
Moraea Jnior; Par, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Jpronymo da Cosa. ______
PARTIDA DOS CUKUE1U.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do da.
Iguarjs.s, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bolla, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos os correios partero as 10 horas da manha.
EPHI MERIDES DO MEZ DE MAIO.
5 La chei a as 4 horas e 42 minutos da manha.
12 Quarto isinguante as 4 horas e 57 minutos
da tarde.
20 La nova as 4 horas o 27 minutos da tarde.
27 Quarto irescente as 5 horas e 45 minutos da
tarde.
PREAMAR
Primei as 10horas e
Segundo a; 10 horas e 30minutos da tarde.
DE HOJE.
6 minutos da manha.
PARTE OFFICUL.
Guverno da provincia,
EXPEDIENTE DO DA 24 DE MAIO.
Officio ao Exm. Sr. presidente do Cear.Par-
ticipo a V. Exc, alim de que so digne do com-
municar a quem convier, que no requerimento
do capilao do 5 balalhao de infantera. Benedic-
to Jos de Barros, a quo se refere o seu officio
do 8 do correte, lance a despacho seguinle :
D-sc-Iho nao havendo inconvenientes.
Dito ao comraandanie das armas.Declaran-
do-me o Exm. presidente da Parahiba em offlcio
de 22 do correte, sob n. 61, haver se verificado
ser desertor do corpo de polica daquella provin-
cia o recruia Jos Mendos da Costa, a que se re-
fere o offlcio de V. Exc. de 10 desto mez. sob
n. 520, cmpre que sejn elle apresenlado ao
chefe de polica para dar-lhe o conveniente des-
tino.Communicou-se ao chefe de noticia.
Dito ao mesmo.Sendo de absoluta necess-
dequecomparecam ao servico das officinas do
arsenal de guerra, segundo me" declarou o res-
petivo didector, em officio de honlcm, sob n.
157, as pncas da companhia de artiflces cons-
tantes da relncao junta, rogo a V. Exc. so sirva
de expedir as suas ordens para que nao sejam
lias distrahidas para o outro servico.Commu-
nicou-se ao director do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo.Faco presentar a V. Exc.
para serem inspeccionados, os remitas Benedic-
to de .Souza Braga e Jorge Jos fJrnardo.Com-
nvinicou-sc ao chelo de policia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.__
. A vista doaltestado junto, a queso refero a sua
informaco de hontcm.sobn. 527, mando V. S.
pagar, quando houver crdito, ao cabo Manoel
Antonio Filippe, ou a pesso porolle aulorisada,
o quantia de 8 pela captura de um soldado do
4o batalho do arlilharia a p.Communicou-se
fio general.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar sob mi-
mha responsabilidado, nos termos do art. Io 12
do decreto de 7 de maio de 1842, a importancia
das despezis miudas e indispensaveis feitas no
mez do abril ultimo pelo comprador do arsenal
de marinha, conforme requisitou o respectivo
inspector, em offlcio de 22 do crrente, sob n.
227. Communicou-se ao inspector do arsenal
de marinha.
Dito ao mesmo.Mande V. S. entregar ao al-
moxarifo do hospital militar sob minha respon-
sabilidade, nos termos do artigo 1" 12 do de-
creto de 7 de maio de 1842, a quantia de um
cont de ris, constante do pedido junto, para as
despezas daquello estabelecimento, na corrente
quinzena.Commomcou-se ao commandante das
firmas.
Dito ao mesmo.Visto que, segundo consta
?%iS?Mmo Para Pa*amei,, qu mji rs
I.4Jlj928, que se est a dever a Joo Carlos Au-
gusto da Silva, proveniente do bacalho. f.-uinha
<-' fejjo, que fornecau ao arsenal de marinha pa-
ra siipptiiueiilo dos navios da armada e repart
coes a seu cargo, .intonso a V". s. a mandar pa-
gar essa .juantia sob minha "responsabilidadc. nos
IfT?-40 arl,g0 Vi U do deetode 7 de maio
do lofz.
Dilo ao mesmo Minde V. S. pagar sob mi-
nha responsabiliJade a Scott Hotl 4 C. a quan-
tta de 8;582533 em que importa o carvao por
elles fornecidos segundo o seu contrato ao arse-
nal do marinha o barca deescavaco nos mezes
ce marco o abril desle anno, como se ve do re-
querimento o informacao juntes por copia.
Dito ao mesmo.lHteirado do coniudo do
seuonciode hontem, sob n. 526, autoriso a V.
S. a mandar pagar sob minha responsabilidade
nos termos do 12 artigo Io do decreto de 7 de
maio de 1812, a importancia dos prels, a que se
rerere mesmo officio de 22 do crreme, dos
cilcetasem servico nos diversos corpos da Kuir-
nicao desta capital.
Dito ao inspector do arsenal de marinha
Respondeiido ao officio quo V. S. me dirigi hoje.
sob n. 229, tenho a dizerque sendo remetiido ao'
governo imperial para outra provincia o recrula
Firmino Jos dos Santos, que segu para acorte
oo vapor Paran, e diz V. S. ser desertor da
companhia de aprendizes raarinheiros desse ar-
senal, nao posso por isso mnoda-lo desembarcar
cumprindo que se me remeta os signaos carac-
tersticos desse individuo, para fazor-se a requi-
sieao delle ao mesmo governo.
Dito ao commandante do corpo de polica
Mande V. S. dar baixa ao segundo sargento do
corpo de seu commando Antonio de Souza Ma-
chado, visto ter concluido o tempode seu enga-
aamenlo, conforme declarou V. S. em offlcio des-
ta data, sob n. 201.
Dilo ao mesmo.Mando V. S. apresentar op-
portunamente ao chefe de polica duas pracas
do corpo sob seu commando, afim de escoltaren)
um criminoso de morie at a provincia da Para-
Juba no vapor quo para all seguir.Offiiou-se
ao enero de polica e ao gerente da companhia
J'crnambucana para dar transporte.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. fornecer ao corpo de polica um li-
vro cora 400 olhas de papel almaco, para o re-
gistro de mappas diarios daquello corpo, confor-
me requisitou o respectivo commandante em of-
icio desta data, sob n. 202.Communicou-se ao
chefe de polica.
Dito ao mesmo.Tcndo em vista a informa-
do por V. S. ministrada em 22 do correte, son
. 181, o autoriso a mandar pagar ao padre Joo
Jos da Costa Ribeiro o que se I lio estiver a de-
Ter de seus ordenados como substituto das aulas
de latim desta capital, a contar do dia em que
foi despensado do lugar do ceusor do gymnasio
provincia!.Communicou-se inslrucco publica.
Dito ao juiz do direito da 2* vara.Remello a
Vmc. em original e resultado do examo feilo no
lvro de qualillcaco de votantes da freguezia de
Iguarass e pecas officiaes que a elle deram lu-
gar, para que proceda na forma da lei contra
quem se achar em culpa pelos vicios-constantes
do mesmo termo do exame; devendo Vmc. in-
dependenle de nova ordem, fazer as requisices
neressarias ao foro comraum, e por elle remoller
.os eselarecimentos precisos, se algura indicado
houver que nao seja empregado publico.
Dito ao director do arsenal de guerra.Con-
cern que Vmc. enlendendo-se com Joaquim Dias
de Azevedo, a quem nesla dala se concedeu li-
cenca para mandar a barca Actividade ao presi-
dio de Fernando, contrate com elle as passagens
das pracas e sentenciados, bem como o frote de
quaesquer objectos, quo por conta do governo
tiverem de seguir para aquella presidio, ficando
dependente de approvaco da.presidencia o con-
trato que se flzer para e'ssc fin.
Dito ao agente da companhia brasileira dos pa-
quetes de vapor. Remello por|copia a sime, pa-
ra o fim conveniente, a relaco nominal dos
quinze recrulas apurados nesla provincia, o de
quo trata a portara desta presidencia de 16 do
correte.
Dito ao presidente do consclho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra__Pode
V. 8. contratar a condcelo dos medicamentos
comprados para a enferroaria*a .Colonia Militar
de Pimenteiras, de que trata o Htf offlcio de hon-
tem, sob n. 30.
Dito.-Avista do que resolveu o Exm. prosi-
aente do Rio Grande do Norte, no offlcio cons-
tante da copia junta, pode o conselho adminis-
trativo para fornec.menlo do arsenal de guerra
effeetuar a compra por luSiSOOra., conforme in-
dica em seu offlcio de 14 de abril 'ultimo, sob n.
23, dos objectos requmtados para seis nracas
montadas do polica daquella provincia os quiei
devero ser remullidos para all o mais biove
possivel, segundo solicita o mesmo presidente,
podendo o conselho para csse fim enteuder-se
cora o agente Jos Joaquim de Lima.
Portara.O presidente da provincia, tendo a
vista o que representou o inspector de saude pu
blica, em 19 do correnle, resolve de conformid*-
de com o art. 11 do regulamenlo de 12 de do-
zerfibro de 1857, nomear os Drs. Jos Joaquim de
Mornes Sarment e Ignacio Nery da Fonseea,
para coroporem a commisso de que trata o cita-
do regulamenlo, a qual funecionar sob a presi-
dencia do referido inspector de saude publica.
Officiou-se aos nomeados e communicou-se ao
inspector da saude publica.
Dita.O presidente da provincia, attendendo
ao que requerou o tenenicquartel mestre do cor-
po de cavallaria n. 2 do municipio do Brejo,
Francisco de Salles Tenorio e alferes da 2* com-
panhia do balalhao n. 36 de infantaria do mes-
mo municipio, e tendo avista o que 'a respeito
informaram os respectivos tenenles-coroneiscom-
mandantes dos batalhes e commandante supe-
rior interino, em offlcio de fO de abril prximo
lindo, resolve passar o 1 daquellcs olTiciacs do
referido balalhao n. 36 de infantaria e o 2o para
a 3* companhia do batalho a que perlencia
Communicou-se ao commandante superior res-
pectivo.
Dito ao agento da companhia de paquetes a
vapor.O Sr. agente da companhia de paquetes
a vapor, mande dar transporto para a corta no
vapor Paran aos recrutas da armada, que Ihe a
forem mandados apresentar por parte do capilao
do porto.Coniinunicoii-se ao capitio do porto
Dito.O Sr. agente da companhia de pqui
a vapor mande dar transporte para a corle, ai
posico do Exm. ministro do imperio, no "-va
que segu hoje para o sul, um caixo cont
objectos dirigidos a S. M. o Imperador, pelo
luralista L. Jacques Biunct.
Despachos do da *4 de _
241.Antonio Dornellas Cmara, maj
mado do exercito. Informe o Sr."
thesouraria de fazenda.
215 Antonio Pereira da Cunha,
batalho de infantaria da guarda naci
mo pede.
246.Bonodiclo Jos de Barros, capitio do 5.
batalho do infantaria de linha. Dft-se-lhe, nao
havendo inconveniente.
247.Rernardino de Sena Guimares, primeiro
oscripturario da thesouraria do fazenda.Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
248.Francisco do Salles Tenorio, tenente-
quartol mestre do i." corpo de cavallaria da guar-
da nacional.Como pede.
AUDINECM,
Tribunal do <
Relaco : U
Fazenda:
Juizo do <
Dito de orph
Primeira
Segunda vi
meio diai. r
OS TBIBUNAES DA CAFIlAL.
tercio: segundas e quintas,
leiras e sabbados.
Juintas e sabbados as 10 horas.
: quintas ao meio dia.
tercas e sextas as 10 horas.
civil: tercas e sextas ao meio dia
1 civil; qnartas e sabbados) ao
?sjsja el<
todaiei.
anno pelos
elegeram os actuaes de-
eral legislativa, na con-
mos direito de aspirar sombra' de nossas sa-
bias e livres instituicoes.
Bleifoes.
Por portt ria de 18 de agosto do anno p. lin-
do foi convocada por esta presidencia, na for-
mado art. 24 I da le de 12 de agosto de
ia, a assimbta legislativa provincial, que lem
do funciona- no corrente anno e no de 1861,
determioanundo-se que a eleico dos 30 mem-
bros. de qus secompe, fosse feita na 2.* do-
minga de novembro do referido
meamos eUitorc
[miados nssem
formidade la citada
Das partcipacoes, que recbi dos diversos
collegios eloitoraes, consta que em lodos elles
se fez a elegio com a calma e regularidade,
que era psjfcdosejar.
A cercalp eleices do Jttllegio oleitoral de
Sao Benlo representaran! cidados Tolen-
lno Augusio Machado e Jlo de Carvalho Fil-
gueiras, contra irregularidades que all se deram,
e pelas quat s foram elles prejudicados. Mas como
nenhuma das circumstancias apontadas pelos
reclamantes consto da acta, que me foi remet-
tida, delibetei submetter ao vosso conhecimento
a dita repn sentaco, afim de quo a loroasseis
era considerarlo por occasio de verifleardes os
diplomas d is membros desta assembla 'eleilos
por aquelU collegio.
Tendo a lei provincial, n. 519 de 9 de junho
do anno passado elevado calhegoria de villa
reguezt de Monco, a presidencia ordonou
22 do dito mez que se procedesse eleico
espectivos vereadores, marcando para csse
3.* iominga do mez de setembro do mes-
anno. Como porm se prolongas3e o in-
vern e nc podesseni por isso concorrer elei-
&o todos na votantes em consequencia de se
alagarem os campos e lornarero-se intransila-
veis, e porque iambem anda nao se achas-
sera concluidos es trabalhos do conselho muni-
cipal de curso, foi transferida a dita eleico
para a 2 dominga de oulubro seguinte, e en-
tao se veri Icou ; e no dia 26 daquelle mez foi
a villa installada pelo presidente da cmara mu-
nicipal de Viana, preenchidas as formalidades
prescriptaspelo decreto de 13 de novembro de
1832.
Para a el -cao dos vereadores da villa de Mi-
ritiba, crea Ja pela lei provincial n. 548, de 30
de julho dn anno Qndo, exped em 15 de no-
vembro as convenientes ordena cmara mu-
nicipal do fcat, c na forma do Aterido decre-
m e
29.Geraldo Pereira Duln e outros.Infar-
e o Sr. superintendente da estrada de fewo.
250 Joaoiiim Jos do Ca^alho Siiueir Vi-
rejao. Informo o Sr. director do ars*a4- o
comarcas di
251.Joo Cavaleanti 4* Albuquers^M. i- .
forme o Sr. commandante superior da guarda na- 'ehefedo
conal de Sanio Anlo.
252.Bacharel Joaquim Baiboza Lima.Espe-
re O SUpplicaillC quo sejam oxlrahida* as luUriits
que leru preferencia por lei, para serento alien-
dido.
253.Joo Izidro Gomes da Cruz, promotor pu-
blico interino da comarca do BonitoInformo o
Sr. inspector da thesouraria de fazonda.
254.Jos Augusto do Araujo, alferes do 20
bMalho de infantaria da guarda nacional.Co-
mo pede.
255.Jos Borges. Assigne e volto, que-
rendo. *
25tV-Jo.se Luiz de Souza Barros, lente do
esquadraodo cavallaria da guarda nacional da
villa-Bella.Informe o Sr. commandante supe-
rior da guarda nacional do municipio de Villa-
Bella, Ingazeira e Tacaral.
257.Manoel Antonio de Moraes. Informe o
Sr. inspector da U,esouraria do fazenda.
COMMANDO DAS ARHAS.
Quartel general do eommando das
armas em Pernambuco, *4 de
maio de 1860.
ORDEM DO DIA N. 402.
Scguindo hojo para a provincia das Alagoas
afim de serem all empregados temporariamente
era urna commisso do governo, como foi deter-
minado pelo quartel general do exercito em offi-
cio de j desle mez, ossfljtihores brigadeiro gra-
duado Manoel Muniz Tarares, o coronel do corpo
do estado maior de 2* classe Jos Maria Ildefonso
Jacome da Veiga Pessoa de Mello, determina o
lenle general commandante das armas, que o
primeiro devolva interinamente o commando do
8 balalhao de infamara ao offlcial que jjor lei
Ihe competir; e que o segundo" passe interina-
mente o commando do forte do Buraco ao respec-
tivo ajudanle.
Assignado. Carao da Victoria.
Conforme. Pedro Gome de Olioeira, alferes
ajudante de ordens do commando.
to desiguei Dar* csse f*B.-a 3.* dmiiiji; do,me
de feyerein. 40 corr^^aajK. tsjfttcipa-
ui injor-
Slcoed*
cao do presidente, da maaa pjj
mado de |ue nesse dia *
que os traiaih
ridade ; w, is a"
lividade de sua'
SegUra apo inaH'viatiMij dt
Eote. maj j, que m foi
pivWaf or
vereis-que, no anuo de 1859, tota
157 crimes que se dividem polas
modo seguinle :
Capital.........., 16
Alcntara........ 3
.4, t
commettidos
diU*ronle8
veniencia do. |Bnpo, por ouiros motivos apo-
sentados POJ (fies officiaes. nao se leraram a ef-
feito asTBIfgls-quc, sob a direceo do direc-
tor da colonia/ militar do Gurupy, podiam dar
algura reiullajo aalisfactorio. Entretanto, lo-
mando este otado na devida consideraco, at-
ientes os mala que causa a segursnea individual
e de propriedaie, e os'sustos e recelos, em que
se achara os labradores, aguardo occasio oppor-
tuoa para leaUr a desiruicao desses e de outros
quilombos. *" I
,H,
Segundo paecipou o subdelegado de policia
do Paran, dem ltimamente os indios selva-
geus era um desles quilombos, do que resulou a
mortede muitprciosque n'elles se achavam.
Pelo Dr. cheaV de policia foram a tal respeito
exigidas inforacoes circumstanciadas tanto ao
delegado do Tkry-ass como ao juiz de direito
da comarca, pelo resultado das quaes espero pa-
ra tomar as medidas que forem convenientes.
Igualmente ItXorisei o delegado do policia
do Codo, ero >vereiro ultimo, a expedir urna
forca tambem e linha e guarda nacional para
bater os quilo ibos, que existem as maltas
d quelle termo, as nenhuma soluco tive ainda
das ligencias.buepor ventura lenham sido em-
pregadas para juelte fim.
Dous factos iitaualf Oca veis e escandalosos aca-
bara de dar-so muiicipie do Brejo. e que me
nao posso dispeasar de neste artigo trazer ao vos-
so conhecimena.
Fallo da vioHkeia praticada pelo escrivatj Leo-
nardo Jos de Lima e outros seus prenles e mi-
eos contra o vigario d'aquella parochia Marcolino
d Assumpcao e fliveira, querendo por meio de
ameacns coagi-l a assignar urna licenca para
que fosse celeMado naquelta parochia o casa-
mento de urna fia do dito escrivo, a que elle
seoppunha, alterando impedimento legtimo da
parle do aobentej Em vista nao s da petiro
de queita. que po vigario me foi aqu apreaen-
tada, quaJiticandd o faci do tentativa de norte
como da pnrleciaco do delegado, da qual s
deprehendia que pelo menos foram postes em
pratica pelos dito) individuos os crimes da en-
trada violenta nacasa do vigario, de injurias ver-
baes, e uso de aroas dtelas, offletei ao mesmo
delegado, obserakdo-lhe o que em tal caso devia
pralicar, em orden a ser devidamanle punido es-
te facto criminoso
O outro escandio foi commellido pelo Tigarlo.
Em vez de, cm suwotta ao Irejo, procurar a sua
dcsafronla na lei, & esperar pelo! resultados da
aeco da Justina cintra os seus affenso'res, enten-
deuque Ihe ora Icito desabafar-i por sua pro-
priaautoridade, locando, sem ler jurisdieco pa-
ra isso. a pena deexcommunho maior contra 7
indlftiikwu, alguaado* quaes at, segundo todas
ae a#el>is|pcoe*, tenhuma parle livernm no at-
tentedo eotjTa,*psasea. Sendo ttonservacio
dosn padre inotOSfriierite n'aquella------
teni-me a este repeito com o Ex
cosano, sollicitancp nao s a punno
%LK
S DA SEMANA.
21 Sgunda. S. Marcos b. sa.; S. Theopompo m.
22 Terca. S. Rite de Caseia viuva; S. Quitea.
23 Ouarta. S. Bazilio ate. ; S. Deziderio b. m.
4 Quinta. Sa. Afra, Pelagia e Susana tm.
25 Sexta. S. GregorioVII p.;S.Maria Magdalena.
26 Sabbado. S. Felippe Nery fundador.
27 Domingo. Pascoa do Espirito Santo: S^fe;
... 3
......1
...... 2
.... 1
o.
ENCARREGADOS DA SDBSCRIPCO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcSo Dias; Bahia. o
Sr. Jos Marlins Alvos; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O propietario do diario Manoel Figuciroa de
Farra, nasua livrarla praca da Independencia os.
6 e 8.
Esteltionato
Furtos .
Damno .
Armas defesas
Perjurio .
Estes crimes foram commettidos no anno de
que trata o quadaj) seguinle :
Em 1859: 9homicidios, 34 ferimentos, 1
1 ameaca, 1 furto, 2 roubos : total 47.
: 1 resistencia, 2 tentativas conlra
Em
a liberdade individual, 10 homicidios. 1 tentativa'
JBkailo, 46 ferimentos, 1 nmeaca. 1 estupro 3
mbos, 2 armas defesas : total 67.
Em 1857 : 1 perjurio, 9 homicidios, 9 feri-
mentos, 1 furto, 1 damno, 3 roubos : total 24.
to-
3 homicidios, 4 ferimentos
ferimento
Em 1856:
tal 7.
Em 1855: 3 homicidios, 1
tal 4.
Em 1854: 2 homicidios, 1
to, 1 furto : total 5.
Em 1853: 4 homicidios, 1
lm }&: X "omicidio.
. Era J851: 7 homicidios,
rmenlo : total 9.
to-
tcntaiiva de di-
ferimento: 10-
Em 1819:
tal 3.
Em 1848:
Em 1845 :
Em 1813:
Em 1639:
1
2 homicidios, %
tentativa, 1
ferimento:
fe-
to-
Guimares....... 8
Tury-ass....... 1
Viana............. 16
Rosario.....-...... 12
Ilapecur-mirim.. 14
Brejo.............. 20
Allo-Mearim...... 5
Caxias............ 7
Paslos-Bons...... 4
Chapada.......... 4
Carolina........., 2
157
INTERIOR.
po
M.VRVM1AO.
Rea torio com que o Exm. Sr. Dr
Joao Silveira de Souza, presiden'
te desta provincia, abri as-
sembla legislativa provincial
no dia 3 de maio do corrente
anuo.
Senhores Membros da Assembla Legislativa
Provincial.
Venho hoje na forma da lei expor-vos o esta-
do dos negocios pblicos desta provincia, cuja
adrainisrracao S. M. o Imperador se dignou con-
fiar-me por carta imdenal de 4 de julho, e de
quo tomei posse em 26 de setembro do anno
passado. Ser sem duvida defectia essa mi-
nha oxposicao o pouco lempo decorrido daquel-
la data para c, e os trabalhos de um expe-
diente extenso e constante impedlram-me de fa-
zer um estudo acurado e minucioso, como con-
viria, sobro lodos os importantes e variados ra-
mos do servico publico para reconhecer as suas
principaes necesstdades, e os meios mas pro-
pnos para satisfazel-as. Esse defeito cont en*
tretanto que ser pe/feitamenle supprido
vossas luzes e experiencia.
Antes de ludo, porm tenho a satisfaco de
communtcar-vos que S. M. o Imperador, como
havia promellido em sua falla de encerramento
da ultima ses3ao das cmaras legislativas visi-
lou, acompanhado de Sua Augusta Esposa, as
provincias do Norte al a Parahyba. e por Vim1
recolheu-se corte em 4 de fevereiro, tendo
sempro,j!gracas a divina providencia, gosado de
saude em todos aquello trajete e receidos
em lodos os lugares por onde passou as
mais vivas demonstrares do respeito, amor e
lidelidade que Ihe volamseussuBdilos. S8. aH
II., que flcaram na corte durante a ausencia*
dos Augustos viajantes, tambem nada soffreram.
felizmente, nem 'd'ahi para c, at as ultimas
datas, era sua preciosa saude.
Tranauillidadt Publica.
Felizmente nada lera ltimamente, e mesmo
de ha mutlo, occorrido na proyocia, qe alte-
rasse o seu publico socego ; e a ndole boa e
paciflc de seus habitantes, e seu reconhecido,
espirito de modaraco e respoilo, auloridade
e le, sao garantas seguras de que continua-
remos a gosar dos benoflcios da paz nica
que oos pode garantir o progresso a que le-
Segundo a sua nalureza, estes crimes se clas-
si Acarad a seguinle forma :
Hom cidios..................... 28
Tenl itivas de homicidios......, 4
Ferinentose olTensas physicas. 92
Ame 1 cas....................... 2
Resi.'tencia..................... \
Fuga e lirada de presos....... 4
Roulo......................... 4
Este' lionalo...................\ j
Furl is.......................... 2
Estu 1 iros....................... 9
Tentativa de estupro.........'.. 1
RapUs......................... 2
I nj u 1 i a s........................ 2
Arm.ts delesas................. l
Doso Dediencia.................\ \
Enlnda em casa alhea....... 1
Exceiso e abuso de auloridade 1
157
Destequalro v-se que os delirios particulares
foram os que altingirara um algarismo mais ele-
vado no anuo prximo passado, e entre estes cora
mais frequeicia os crimes contra aseguranca in-
dividual.
Os homic dios foram commettidos
tes comarcal:
Capital............ 1
Guimares........ 2
Tun-ass......... 1
Vianna........... 6
Ilapecur-mirim. 5
Brejo............. 8
Allo-Mearim..... 3
Caxias............ 2
Tambem .unte acharis sob n. 2 o quadredos
enmes, que leemchegado ao conhecimento desta
presidencia no trimestre de Janeiro a marco do
corrente anuo.
As causas, que deve ser atlribuida a frequen-
mtni- 1 ulm,eS 80- enlre oulras. Principal-
mente, fal a de eduenco regular e a imp.nida-
rl'i J1" pr--m de ser a '"Slruccao oral e
religiosa po ico difTundida entre nos ; estaVpsul-
ta de diversas causas :
Io da proieco, quo enconlram ,
da parlo d a juellcs. que teem aspiracoespoljic,s
no intuito de trearem influencia local- J '
2o da negligencia o reprehensivel 't
compromelmentos do3 encarregados de
distnclos;
3o da m >rgaosaco do tribunal do jur
tnslituico 1 acha enlre nos desvirtuad"
motivos que sao hoje de lodos bem contl
4 da ext.nsao do pniz e da disseminbcL
- sua populacto, o que d lugar que fiqum oc-
r cultos os de icios emalfeilores; '
5o da all de forca publica, de cadeias vias
de communicacaoe ouiros recursos precisos para
tornar espc tavel a auloridade e proficuas suas
providencia!-?
6o da li de organisaQo do ministerio publi-
co, da ause ca dos juizes de direito de suas co-

as seguin-
;
r de
ir os
cuja
por
ridos;
;io de
marcas, ed systema de poltica com deficiencia
completa d(s meios preventivos
' Do quadr. Junto, sob n. 3. que contera o resu-
mo dos criro.-a commettidos oos ltimos dez an-
nos, com quanto assenie cm dados incompletos,
v-se todavi., qe a situaco criminal da rovin-
cia, jb. nao lisongeira, ao menos nada aaresen-
U d;ssustdora. denota pot outro lado toda
mnSoT1* aclividade na Persegujco dos cri-
rQ^ertden'10 a reP,r.esen'?o, que me fez o di-
rector da co onia militar do Gurupy. sobro a ne-
cessidado de seren deslrtjUos os quilombos, que
existem entie a eolonia elntes ureos, o'auto-
nse era oulubro do anno passado a expedir cora
esse fim otr a forca We cincoenla homens, com-
posta (ante le presas de linha, como de guardas
nacionaes e paisanos, e neste sentido exped as
convenientes ordens ao coramarjdaote superior e
ao da comDiuhia de nodastres, as pela incon-
tagtenorOsaaMrte abusn de suas nobres func-
CoeiPWmr. tanibcm para qua fosse d'alll qmau
anU retirado.
OEim. prelado, convencido desta naressid.ide
jnlgoa-o admiiistraiivamenle, por portara de
26 de matto.'nsuiriciente para regera sua paro-
chia, aPjMi'd provasde ler adquirido a preci-
sa sufOcien**-
Captura de criminosos.
Durante^ anno de 1859, foram capturados, co-
mo vereis4o mappa n. 4, e recolhfdcs s codeas,
onde se amam em cumprimento de sentenca ou
sujeitos /processos. 153 criminosos. Pelos crimes
commeUds nesse anno foram presos, como in-
diciad./, 125 individuos, cujos delirios so classi-
Afamelo modo seguinte:
Resistencia..................... l
Tirada de presos............... 13
Homicidios..................... 27
Tentativa de homicidio......... 5
Ferimentos e offensas physicas 56
Ameacas....................... 2
Estupros........................ 6
Tentativa de estupro........... 1
Rapto.......................... 2
Furto........................... 1
Estellionatos.............'...... 2
Roubos........................ 5
Armas defezas..... .......... j
Entrada em casa alheia........ 2
Desobediencia.................. 1
125
Compro observar que nestas capturas esto
omprehendidos mais de um individuo, e como
10-reosde um s crime.
Tambem foram presos por crimes commettidos
1a provincia e fora della, em annos anteriores, 28
rimino'sos, que se dislribuem, segundo a natu-
reza de seus crimes, da forma seguinte:
f Resistencia..................... 2
Homicidios..................... 13
Tentativa de homicidios........ 1
Ferimentos e olTensas physicas 7
Estupro........................ 1
Furto........................... 1
Roubo.......................... l
1 homicidio.
1 ferimento.
1 hom ieidio.
. 1 dito.
Das decwoes proferidas pelo jury resultaram
77 condemnacoes. e 134 abaolncoes; aquellas
pouco mais oxeedem a um terco destas, ao in-
verso do que acontece nos paisas muis adianta-
aoa. o que na verdade pouco lisoogeiro ad-
minislracao da juslica do uosao paiz.
Desljs decisdes deram-se os segua tes recur-
sos : 17 appeUaoes polos juizas da direito ; 29
das partes ; e 8 protestos por novo julgamenlo.
uous foram os crimes de raaooasabilidade jul-
gados pelo juiz de direito do Tury-Ass, ambos
conlra o eaarivAo do juiz do paz de Santa-Hele-
na, qoe fe um testamea)o falsa asi ubril do au-
no passado, o faisiucou uaabeti no referido mez
urna oMriBUm de perfilhacao, foi ptir isso con-
"!n,?ft P****0 am -^Iho, multe e
perda d j emprego com vnarabUitecau P*" ouUo.
1 ambare dous ipuu Ihui os crimes de a,-
Iraccao de poateraa sujeitos a^o da jusitc*
em lodo o anno passado. sendo um no termo!
Rosario e outro no da Paasagem-Frooca, julga-
dos pelos respectivos delegados de policia, que
condemnaram os infactores, um i triaio e mul-
.Vp^cio. menle WU PW' *** *
E' no entretanto dacrer que estas intracc
outros crimes ptimn teahasa sido
icio d'elle que *enhu> deixado de ser subvenidos
-'luettidos aeco da
J us tica. "
iN2 oonste que no anuo 4a 1859. se houvesse
u ^ V-m M .dos enmes, que por sua especi.-
lidade oslao sob a jurisdieco dos juizes de di-
'lo nos termos da lei n. 463 re 2 de junho de
1850.
Segundo as nformaedes obtidas da secretaria
do governo somenle abriram correico no dito
anno^os respectivos juizes de direito'nos termos
evidentes, mas infelizmente as providencias no-
cessarias para remedia-los excedem a aleada da
presidencia.
Cadeias.
Exceptuados os termos da capital, alcntara,
t-axraa,. Vianna, Mearim e Rosario, onde ha ca-
deias. que merceam este nome, comquanto ca-
recao de promptos reparos as de Alcntara e Vi-
anna. deploravel o estado das mais prises do
interior que nao oftereccm commodos nem se-
gureoca alguma.
E' sem duvida de todo o peso e deve merecer
a vossa atlencao a iudicaco do me.i illuslrado
predecessor. no relatorio que apresentou as-
sembla o anno passado. de se construirera an-
tes boas cadeias em alguns centros de populaco
mais importantes da provincia, do que muliiuli-
ca-las pelos logarejos. que se erigera em villas
nenas se recolheriam enlo lodos os presos dos
termos visinhos, o que, alm de trazer economa
aos cofres provinciaes. facilitarla a concenlra-
cio da forca publica para guarda-las. e ao mes-
mo lempo os meios de prover ao sustento dos
reos pobres.
Forca publica.
Consta a forca publica da provincia dos cor-
pos da (tuaeda nacional, creados em virlude de
le de 19 de setembro de 1850. do 5 batalho
de infamara de linha. de 5 companhias de pe-
destres e do corpo policial.
Os corpos da guarda nacional nao lem soffrido
aliencao alguma. depois do que respeito driles
trouxe ao conhecimento desta assembla o meu
illuslre predecessor.
Tendo seguido pera a corte algumas pracas de
linha, em vjrtude qe ordem do governo impe-
rial, e achandp.-sa desfalcada a terca que razia a
guarnic.9 dp capiia), julguei conveniente man-
dar destacar, para auxiliar esse servico, 100 pra-
cas da guarda nacional, com 1 capilao, 1 te-
nte_e 2 alferes, determinando que o destaca-
rse mensalmnte prestado por cada um
batalhes. Este servico tem sido feito
gulandade, sob ss ordens do digno com-
mandante superior, que tanto se esmera para
man ter nos batalhes do seu commando a ne-
cessana disciplina.
Tambem tenho ordenada, a destacamento de
algumas pracas da guarda^iactonal as villas de
S. Rento e de Guimares em substituico das
pwcas de linha, que nellas se achavam, e que
teram reltradas para esta cidade e para outros
ponto.
A despezas com estes destacamentos correas
por canta do$ cofres geraes pos. lermps dos
hs^ctS'*^?"0 d". 3Wda desateaa-
t>QM8 do outubro e 4 ^9. np.tJWlTO dt aoao
? baUlWo da inUntaria deva ter 00 sea
. eaMfdato m pracas. O seu astado efhc-
. aro, da 5a4, aaiatiado capitel, in-
ewsvve o estado maior a menor, officiaes e infe-
nores275 ; destacadas no interior, em dili-
gencias, doenies o presos 225 ; e em diligencia
lora da provincia 54.
Fattam 361 pracas para o seu estado comple-
to. Por omisso da parte de alguns encarrega-
recrutamenlo jiiuda nao foi possivel pre-
uriiiu e z
mcoljifos
conrwgu
Coroat, Pastos-Bons, Chapada,
e Carolina. '
dos do
enche-lo.
Das 5 companhias de pedestres, cada urna das
quaes deve ser composta de 82 pra?s,a primei-
de Guiraar.es, TuVasV. "Alcntara Rciario ZJffa.TiPr?*' "a Wlla e Paslos-BonS. a so-
da. Darr dn r.nrrf "d.a na da. Chapada, a lorceira na do Breo. a
Sk
Estellionato.........'........... 2
28
de-
. d'estas prises deram-sc oulras de
m do exercito e marinha, que, por falta de
lo as informacoes recebidas, nao sao a-
qui* neocionadas. Isto prova que ao menos
grade parle dos empregados da polica, que ho-
je tem por chefe o Dr. Ablio Jos Tavares da
Silva, cujo zelo e ioleireza folgo de reconhecer,
se ioleressam, pelo cumprimento dos seus deve-
res, na repress&o dos crimes e pumeno dos crimi-
nosos.
i no corrente anno se bao frito algumas pri-
sej importantes', e entre ellas devo mencio-
nar-vos a do acelerado Quinlilliano, reo de mor-
to ja condemnado a pena ultima, que so evadia-
do eder de urna escolla, que o conduzia da Tu-
low para esta capital, e que foi capturado por
dillgtncias do subdelegado de policia das Bar-
reinih.s Clemente de Souza Ramos, que as-
s'nj/Pfoslou nm relevante servico causa da
sestanca individual, visto ser esse criminoso
dearahd nomeada nos sens fritos de perversi-
da e. I
Administrando da Juslica.
os diversos' termos das treze comarcas da
pr vincia, segundo o relatorio do Dr. chefe de
po ca, houve>o anno passado quarenta e duas
se >es judiciaria3.
uncionu o jury as vezes determinadas pelo
art 315 do cdigo do processo nos termos da ca-
pil 1, Alcntara. S. Bento, Vianna, Rosario Ica-
l, Itapecur-mirim, Vargcm-Grande, Anaiatu-
ba, Brejo, Tutoya, Codo, Pastos-Bons, Passa-
gea-Franca e Chapada. Apenas funecionou urna
va? nos termos do Tury-Ass. Guimares, Curu-
rup, Mearim, Caxias, Barra do Corda. Carolina
e liachao. E nos termos do Coroat e Alto-
Meanm nem ao menos urna vez se reuni".
Em teda a provincia foram subraettidos ao ju-
ry, durante o anno prximo nodo. 166 processos
nea quaes flguraram 211 reos, com 179 crimes'
sendo que alguns processos se reforem a mais
de um crime e a mais de um criminoso.
Os cmes julgados pelo jury ho dito anno
do 1859 foram os seguinles:
Homicidios -...
Tentativas de homic>,|llo .
y. Ofensas physicas e ferimentos
Ameacas .
Resistei^ \ \
"nlr* a.Uberdade individual
50
99
2
. 1
" a. uoeruaue mumuvji 2
"upro.........1
Roubos ..,,... 10
Cabo aqui dizer-vos que. existindo as cadeias
da provincia muitos presos, que esperam pelas
decisoes de seus processos. notavelmente demo-
rados tenho empregado todos os meus esforcos,
expedindo as mais enrgicas recoramendaces, I
para solucao driles, visto como, por qualquer
lado que se encare, nao pode deixar de ser isto
um mal contra a regularidade da administraco
da juslica, alm de urna iniquidade conlra os
presos, cuja sorte assim aggravada.
Esiao preenchidos todos os lugares de juizes
de direito das treze comarcas da provincia.
Fora do exercicio de suas respectivas varas se
acham actualmente o do Allo-Mearim, ajHttcst
servindo no tribunal da relaco, e o riasfiBna,
que se acha no gozo de tres mezes deWRica
reera de seguir para a corle, como deputados
assembla geral, os da 1. e 2.* vara da capital e
o da comarca de Vianna.
Esto igualmente preenchidos os lugares de
juizes mumcipaes e de orphos dos termos da
provincia, mas ainda nao entraram em exercicio
o do Icat bacharel Gentil Hornera de Alraeida
Braga, nomeado por decreto de 6 de marco ulti-
mo e o dos termos do Brejo e Tutoya, bacharel
Juvencio Alves Ribeiro da Silva, nomeado por
decreto de 17 dejezembro de 1859. Este ullirao
bacharel conste que se acha envolvido em pro-
cesso por crime de resistencia em Pernambuco.
Todas as comarcas acham-se providas de pro-
motores formados, com excepeo das de Alcn-
tara, Caxias e Tury-Ass que se acham vagas.
Em data de 18 de novembro fiz as nomeaces
de substitutos dos juizes muoicipae e d'orphos
do todos os termos da provincia, na forma de-
terminada no decreto n. 2012 de 4 de novembro
de 1857.
Poucas lora sido as alterases feitas as respec-
tivas listas, por deixarem de acceitar o cargo
ou nao prestaren! juramento em tempo alauns
dos nomeados.
Nao tendo sido qualificados este anno cincoen-
la jurados no termo da Passagem-Franca, resol-
v, em virlude do disposto no arligo 31 da lei
n. 261 de 3 de dezembro de 1541, reuni-lo ao
de Pastos-Bons, que foi dosignado para a reu-
nio do conselho do jurados e da respectiva
junta revisora, em consequencia do que iambem
deliberei extingir o foro civcl e a delegacia de
policia, que havia n'aquelle termo.
Os tribunaes de 2.a instancia seotem falla de
membros para o regular andamento de suas
funeces.
Existem 3 desembargadores era effecliro exer-
cicio no tribunal do commercio e 5 no da rela-
co, inclusive o qu serve interinamente de seu
presidente, por ter o effeclivo, conselheiro Joa-
quim Vieira da Silva e Souza, partido para a
corle, como senador por esla provincia, ltima-
mente cscolhido.
Achando-se com licenca o desembargado* Joa-
quim Rodrigues de Souza, que adjunto do tri-
bunal do commercio, consegu que o dezambar-
gador Jos Pereira da Graca, que funeciona no
da relaco, sem prejuizo "dos trabalhos' deste,
passasse a servir tambem interinamento o dilo
cargo de adjunto.
O dosembargador Joo Paulo de Miranda se
relirou ltimamente para a corte na qualidade
de depulado supplente por sta provincia, afim
de tomar assento na cmara temporaria.
Alm disso esto fora da provincia os desem-
bargadores : Alexandre Bernacdino dos Reis e
Silva, que participou nao poder vir reassumir o
exercicio do seu c/argo, por conlinuarem os seus
incomroodos de. saude ; Jos Candido de Pontes
Visgueiro, que, em virlude da resoluco da as-
sembla goral de 22 de setembro de 1858, oble-
e um nnpa de licenca em 21 de Janeiro da anno
I**"0.-; e Tfislo Antonio' d'Alvarenga, que,
""'e.".ido lomado posse do seu cargo por procu-
r!ce em 8 de fevereiro de 1859, ainda nao se
apresentou.
Esta falta lem dado lugar a serem. chamados1
para o servico da relaco alguns juizes de direi-
to, mas seaaalhante providencia, auclorisada por
lei, u-at consigo o tneonveninte de floarem as
comarcas privadas, se bem que temporariamen-
te, dos juizos de direilo effeclivos.
O mates, que de seroelhantc estado de coaaai
da"iw" d0DTu^-Assu. e"a quinta" naBridade
lam Z i"i*/"3 tado completo dellas al-
^"loVenal.^r^ Mf-'*: a **
Muito conviria crear-se mais urna destascom-
panhias para estaciorr&r om Caxias. o formar-se
do todas ellas um s corpo, tend o por centro
aquella cidade.
Oes lado effeclivo do corpo de policia, quo deve
ser coroposlo de 200 praess em virlude da lei
." 2' de6 denovembro de 1857, actualmen-
te 102, comprehendidos os officiaes e inferiores
A principal causa de nao se ter elevado o cor-
po ao seu estado .completo provem da insufflei-
encia dos recursos provinciaos ; tanto assira que
lendo-se dado a vaga de dous postes de len-
les, anda nao os preencht. Convinha. no esta-
do desfavorel das rendas provinciaes, reduzir-se
o corpo do modo porque em outra parte vos
proponho.
Saude publica.
O estado da salubridade publica da provincia,
no anno passado, foi em geral satisfactorio, e as-
sira contina ; nao temos lutado com epidemias
assoladoras : a do sarampo que se manileslou no
ultimo vero foi benigna, ao contrario do que ac
conteceu em toda a provincia nos annos de 1834
e 1835.
Pelo mappa junto, poste que seja o resultado
de urna eslatistica raortuaria mui imperfeila, ma-
nifestam-se quaes as molestias principaes, que
durante aquelle anno accommetleram a popula-
cao desta capital, a proporco era que domina-
ran!, ea mortalidade que pfoduziram.
D'enlre as sobredias molestias.a que maior nu-
mero de victimas fez foram ss febres de diversas
dcnominaces a que sugeita nao s esla capitel
mas anda a maior parte da provincia, principal-
mente as mudancas de eslaces. De 148 mortDs
dessas febres. foram 30 de aiiiarella. observados
em diversos mezes, como v-se do respectivo
mappa.
Esie flagello desde 1851, em que aqu se mani-
festou pela primeira vez, anda nao deixou d
apparecer em todos os annos posleriores, fazendo
maior ou menor numeroso victimas, poupando,
porm, os individuos que se acham nascondice
de aclimatados.
Em setembro comecou a grassar nesla capital
de urna maneira geral e epidmica, mas benigna-
mente, o sarampo ; os primeiros casos tiveram
ugar em recrulas e presos da cadeia o do
quartel.
Poucos foram os casos falaes, e destesalguns
sao attribuidos imprudencias e desvos de irata-
mento.
resultan ^dmiialajjo da juslica puWea
i *
A epidemia tem declinado, e parece que se po-
de considerar extincta. No meio della leem-se
manifestado nao poucos casos de varicela, pare-
cendo alguns ser a varila ; ero razo diste ha
sido procurada a vaccina, de que se sent falla
por nao se haver desenvolvido o pus remellio da,
corte.
O mesmo sarampo grassou tambem em princi-
pios de novembro na villa de Sania Mara de
Anajuba, cuja pobreza foi socconida por esta pre-
sidencia com medicamentos e alimanios. Iguaes
soccorros, e pessoa que soubesse dirigir a medi-
cagiio foram preslados aos habitantes da villa do
Icat, em virlude de ahi grassarem aquella mes-
ura poca as intermitientes em grande escala.
Nao consta que n'outros pontos da provincia
houvesse soffrido a salubridade publica alleraco
extraordinaria, quo mereca ser notada.
Cutio publico.
Esto confiados os destinos da diocese mara-
nhense a um virtuoso e venerando prelado, o
Sr. D. Manuel Joaquim da Silveira, que tanto e
to incansavelmente je desvela pela sua igreja.
E' para sentir, pnira, que, par do zelo e pie-
dadeque o distinguen!, nao tenha rile sua dis-
posico os recursos necessarios para acudir as>
innmeras faltas de que so rcente o culta pu-
blico.
O estado das matrizes da provincia, cono, ver
reis da relaco junta, sob numero, contina a
ser laraeotevel: em muilas parochia* sao as ha,
em outras eslo arruinadas e a cahir ; e apenas
neste ou naquella localidade aa encontra urna
igra>soffrivel para isso, cojaeeando o mal pala
propria capital, onde a 8Jaunda o tararira paro-
chias tem por matrizes. igrejaa emprestad,*. Te/.
UM ? 4f norad,8,

1JTi I


me

^^^^F* ^,^1

>


Nestas tristes circumslancias da igraja atara-
-nhcnse. cora o falla de templos, e ase tndo a
proviocia mcios de constru-tos, (i un embarace
para a administracao e pora o chefe 4a igroja a
ereacao de novasparoctnas. B para esta pealo
nao posso deixar de chamar a vossa esclarecida
attencao.
Entreunta cabe dizes-arne que pradacto das
loteras etlrahidas a beneficio das matrices, com
quaoto multo exiguo em relacao a lio grandes
necessiiade, vai sendo com lado appUcado con-
veniente melo, sob as vistas 4a nesso sabio pre-
lado.
Outra grande talla que santa a igreja a do sa-
cerdotes. Sem pritecc.ao e sem recursos, o esta-
do eclesistico dcBnha censideravelmenle, e j
bem raro appareeerera aspirantes vida sacer-
ccrdotal, vida laboriosa, de privacao, e sem <-
* turo.
O venerando prelado, (aliando dcsle estado
iouco satisfactorio da igreja, sent que estes ma-
es que sorre o caito publico -fossem aggravados
inda pela dsposicoo desta assoinbla, que sup-
primin a verba de3:6069000 annuaes fia le do
remenlo, qu tem de vigorar no prxima futuro
exrcicio para pagamento de 12 coadjuctores na
razio de 3l)0$OOQ a cada um, e neta que ao raes-
ino lempo quo a assewbla do Maranho fozia es-
ta suppressao, a de Piauhy augmentava a con-
grua nao de doze, mas de tantos coadjuctores
guantas sao as freguezias aquella provincia.
E' certo no entretanto que es cofres p revio -
ciaesacham-so presentemente m grande aparo,
que essa despeca daquellas que devem cor-
rer pela fazen.la gem.
A igreja do convento de Santo \nlonio desta
cidade, que tem sido auxiliada pelos cofres pro-
vinciaes desde 1856, com a quanlia de 20:OW)gOOO
ocha-se cem o frontispicio, -as torres, a capella-
snr e o corpo quasi promplos, fallando apenas
para conclui-los o embuce c reboque per lora e
por dentro de todo o edicio que se acha cober-
to e livre dos rigores do lempo. Entre as mais
obras, que faltam as que avullara sao as do forro
do tocto, pintura e dourameulo do retabulo da i
capella-mr.
Segundo informa o reverendo guardin, cal-
culada a despeza com a conclusoo total da obra
m 16 a 20 coritos de res ; mas deseja elle so-
mente da provincia o auxilio de dez contos, isto
, o resto das qusotias que j foram decretadas,
c que, em razao daquelle estado dosfavoravel dos
cofres da provincia, tem deixado de lhe ser en-
tregue.
Seminario episcopal.
O seminario episcopal contina a funeconar
coro a devida regularidade, dirigido pelo reve-
rendo chantre Manuel Pedro Soares, e sob as vis-
tas do nosso virtuoso prelado.
Alm dos quotorce pensionistas da provincia,
com osquaes depende ella a quanlia de 3:5009,
existem no seminario mais 21 pensionistas parti-
culares.
Noanno de 1859 foram frequentadas as aulas
all creadas pelo decreto numero 1221 de 24 de
agosto do 1853 por 76 alumnos internos e exter-
nos, a saber :
Lalim......................... 23
Francez..................... 21
Philosophia ................ 5
Rhelorica ................... 5
Historia sagrada eecclesas-
tica....................... 6
Dimito cannico.............. 9
Dogma...................... 2
Theologia moral............ 5
conduca, eiu dala de l de de S. Vicente Ferrar a a tprofessora da Barra do
Corda, a exped as conveniente ordeos para se-
ren respoasabilrsadus.
Km esneequenca o proposta do inspecler,
mandei por porterw de 3 de dezembra uliimo
considerar um circulo literario com um delega-
do do sesmo raspoctec cada freguezia uta
houvor eslaberecimeoio de iostruccao-
Carecem de revisan as disposicoes, que regu-
lam os ordenados e grotiicace's dos proesso-
res:; porquanlo, alm de varia'rem es ordenados,
segundo os augmentos concedidos per diversas
leis a certos e determinados professores, ha o au-
mento geral de cem muris, vetado pela ulti-
ma lei do orcamento a todos os que liverem
OAjt Tis ; o augmento de 100 ris concedido
pelan. 450 de 2 de novembro de 1857 aos que
tiverem mais de dez annos de effectivo servido ;
o augmento da quarta parte de .ordenado a aquel-
es, que, estando no caso de ser jabilados depois
de 25 annos de servico, na ferjna do ari. 12 do
reculamente de 2 de fevereiro d^855,o governo
jalgar conveniente conservar no magisterio;
ama graliflcocao, que nao exceda a terca parte
do ordenado, os que tiverem mais de 12 annos
de servico, seguudo a d'tsposico da lei geral de
15 do oulubro de 1827, e da provincial n. 339
de 23 de dezembro de 1853, que foi restabeleci-
dapclo art. 27 da de n. bU de 30 de jeMio de
1859, com a dcclaraco de que nao pod-em os
proessores que estivercm neslc caso ser preju-
dicane, ncm pelas disposicoes do regulamento
de n de marco de 1854, que estabeleceu um
numero determinado de alumnos frequenles
e approvados para lerem direito a graliflcacao
do que Irala a citada lei geral, nem por qualquer
anterior augmento de ordenado, concedido aes
que liverem mais de dez annos de servico
eslas diversas disposicoes. relativas aos or-
denado e gralificaces resulta* nao s grande
complicado e coofusao no modo pratico de ef-
fectua-los, e na eseripturaefio de thesouro ; mas
anda urna falta netavel homogencidade e al de
egualdade nos venciinentos c vanlsgens dos pro-
fessores : compre faze-las cessar. gaj
Revela, pois, quo nutoriseis o presidente aW
provincia a rever e a modificar cssos disposicoes
em ordem a regularisar, laes venoimentos segun-
do a importancia das localidades e o mereci-
mento d'oquelles funecionarios.
Talvez conviesso mesmo coiilerirdes urna au-
faxerem-se nos re-
MEftl Pt l>f^ytBBC(K^- j^aWAt Jfe flK MA?Q DE WXk
hom-
e vergoubnso u
?ra funeste
ii( ruubo IJ Ohl... isto
v<11 mas infelizmente l verdade _
re srtalo da descordta iros paitidoifiV* auo csMr
mrrn-poUlicos na provincia I
Nao seria potsmoW, e talvez meas*) d*U W *** 4 Brasi
d:s vanlogens par* as duas provinaiaa. m a^^ 4M^.ftaaenc!usao de
mraercio. agricirttura, a industria, eicapt** Me^firangL-S. R 1
ci
d-i Perwilwco, narto que wd(^c^cedqV.de.
p ospendade e augmento, estendesse a* mas
n aos protectoras para esta provineta.^iticalan-
d -se estreilamenle cora ella a fim de retirarem
un mutuo proveito, e concorrerea>ara e maior
ampliamente do circulo flnaoceiro#o futuro de
a nbasl... o que, por certo, ro ten teito a pro-
v ncia do Maranho centro de todo o eornmercio
d isla, de quem chopa quasi loda a substancia
n jtriente, sem qua ao menos lhe preste o menor
amito, em remnneracao ; lano mais fcil esle,
q.wnio bastara gmente atravessar o rio Parna-
hyba. que desde o centro at o literal serve de
tinha divisoria s duas provincias.
Alm da fertilidade prodigiosa da, maior parte
dos terreno? da provincia, e dd sua grande
propriedade para a cultura da caando cafe, edo
f.imo, a fera os vastos campos de ereacao de
gado, possue a provincia diverses minera es, como
si'jam : o ouroo ferroo carvao de pedrao
sililreo sal mineral-o alvaiadee a occa;
s indo que tambem se encontr emigrando quan-
lidade e era forma de minas, urna especie de
cura branca de ptima qualidade, fabricada pela
fvrmigaconhecida no lugar pelo norae de
sib*.
i Basta por hojo, pols vai fechar-as a mala do
C;>rreio, e eu nao quero perder a opporiunidade
de enviar-lhe noticias mullas; e solicitar oulras
do Vmc, acerca dos negocios dessa provincia,
que, nao sei porque, me lao chara !........
Adeus.
Simo
torsae.o mais ampia para
gulainentss e mais leis que mgem a instrucoo
publica as medificacoes que a experiencia tiver
aconsclhado.
( Contina.)
*
76
No dito anno
oes :
deram-se as seguiutes approva-
Externos.
Internos.
4
5
A
4
Em lalim...............
Tranccz.....................
Philosophis................
Bhelorica....................
Historia sagrada e ccclesias-
tica...................... 3
Direito cannico............ 5
Dogma...................... 1
Theologia moral............. 5
No corrente anno sao frequentadas as aulas por
114 alumnos, isto por ma3 36 do que o anno
passado. Estes alumnos sao distribuidos pelas
aulas scguinles :
1
4
3
i
1
AR.lCAJUt, 9 UK MAIO DE 1860.
Desde u dia 4 do corrente que esla aborta
nesta cidade a missao apostlica pelos reveren-
dos capuchinhos Fr. Paulo e Pr. David, verda-
deiros ornamentos da tribuna sagrada.
A' ellas lera concorrido, e ouviilo com a miior
allencao, luds as pessoas da capital desde a au-
toridde primeira at o uliimo cidado; e a
doulrina evanglica exposta com a maior clareza
com a maior sublimidade, com a maior pureza,
lera sida cora summa conlricQo ouvida e rece-
bida pelo povo em geral.
Ao linar todas as noites a missao, os missiona-
rios tem encaminhado o povo a condueco de
pedras para o nove centilerio. Ninguem por
mais alio, por mais elevado que soja, tem deixa-
do de ir abaixar-se para levantar urna pedra e
carrega-la para a levar ao lugar que nos tem
de servir de jazigo eterno 1 S.Exc. oSr.presidente,
sua Luna. Sra. todas as familias sem dislinccao
este um servico importante que estes homens
apostlicos temfeilo a esta capital e outros mui-
los porttos da provincia.
12
Arnanh. ( domingo 13 do corrente ) depois do
cathecismo, ter lugar a bengo do terreno e o
lancaniento da primeira pedra da obra do novo
cemiterio : seu plano summamente bem delinea-
do, e de gosio, do Sr. capito d'cogenheiros
Francisco Pereira da Silva.
Daremos depuis a descripcoo desso acto, e do
mesmo plano.
" irh
ISSEMBLEA LEGISLATIVA PMVINCIAL.
SESS.0 ORDINARIA EM 1 BE MAIO.
.Presidencia do Sr. Visconde deCamaragibe.
; Ao meio din feila a chamada e ahando-se pre-
sentes 28 senhores deputados, abie-se a sessSo.
Lida a acta da anterior approtda.
EXPEDIENTE.
Um officio do secretario do governo remetiendo
f portara pela qual o Exm. Sr. presidente da
provincia proroga at o dta 5 demaio a sessao
ila assembla legislaiiva provincialInteirada.
Oulro do mesmo remetiendo a libella aprasen-
ada pela cmara municipal de Oindu.A com-
.nisso do ornamento municipal.
: Oulro do mesmo, remelleudo ai informales e
.locumenlos acerca das obras domaiaiburo pu-
plico desta cidade.A quem fez arequisicao. "
E approvado oseguinte parecer:
A commissao de justica civil e riminal exami-
nando escrupulosamente os roqurimentosde An-
;onio Ludgero da Silva Custa, Bdarraino dos San-
os Bulco e Flix Cavalcanti le Albuquerquc
rlello, em que os dous primeiroi pedem que se-
ja annexado ao lugar de escrivp do jury e das
jxecucocs crimnaos do termo de Santo Anlao
xercido pelo ultimo, o officio di escrivo do cri-
ne privativo, offerece as seguintts eonsidemeons :
A annexacao que requerem ts dous
Internos. Externos.
Lalim.................... 15 25
fraucez..................... 12 26
Philosophia................ 6 3
Rhetorica.................. 7 3
Historia sagrada o eccle-
siaslca.................. 4
Direito cannico ........... 3 2
4 1
Theologia moral.............. 1 2
Instrucro publica primario
(ate da provincia aalorisadu a
vcaflat conpanMa da estrada do ferro do Be-
cife S. Francisca, dous anno* de prorogaco do
praao xado no contrato celebrado em Londres
Brasil em 3 de outubro de
de teda a linha frrea al
Ignacio de Barros.C.
Ciulra.TueQdo.ro.iU Silva.
Approvda.
Sub-enwnda.Depois da patarra Pirangf, di-
ga-se ; devendo o governo provinciat.de accordo
com e geni, precisar a intelligenca dos pontos
em que tem navido duvida por parle da compa-
nhia.S. R.Dr.N. Porlella.Ignacio de Barros.
Approvada.
Art. additlivo as disposicoes geraes da lei do
orcamento provincial para o" anno de 1869 a
Fica o presidente da provincia autoiisado a
mandar canalisar as aguas da fonte denominada
Olho d Agua, na cidade do Rio Formoso collo-
cando-lhe um chafara no lugar mais apropriado
para o abasteciraenlo da populacao df quella ci-
dade, podando disponder aquella quanlia que pa-
ra semelhanle obra for necessaria.naoexcedendo
esta a 10:0003000.-^. R -Rufino de Almeida.
Nao foi approvada.
As disposicoes geraes da lei do orcamento pro-
vincial, acrescente-se :
Artigo additlivo.Fica o presidente da pro-
vincia autorisado a conceder o abale da quarta
"^Sil Prf da arrematacSo do imposto de
rf~~~ d0 8ado conbmo no municipio de Pao
d Alho cuja arremataba foi feila por espaco de um
trienio por Joao Anastacio Camello Pessoa J-
nior.S. R Epaminondas de Mello.
Empalado.
Artigo addilivo. Fica o presidente da provincia
autorisado a mandar proceder o processo judicial
intentado contra o collcgio de S. Vicente de rea-
la dirigido pelas irmas do candade, consideran-
do a despeza eita cora as mesmas, como desoeza
aulpnsada pelo art. 40 da lei n. 452, tk-ando
pertencendo a lerceiro os objectos trazidos para o
cullo e outros quo nao foEam do consumo.C
Alcoforado. fl
Approvado.
Fica o presidente da provincia aotorisado a fazer
com o coronel Gaspar Menezes Vasconcellos dp
Drumond.devedor ao graude hospital de Pedro 11
a niesma convenco que com aquelle devedor fez
o Hospital Porluguez de Beneficeoja relativa-
mente aos legados djtfallecido Joao Vieira L'ina,
primilivu credor; o a contratar sobre o paga-
mento da dila divida, pelo modo que julgar con-
veniente, ouvindo a respectiva administracao
Epaminondas de Mello.Braulio. Livino de
Barros.Francisco Pedro.Galindo Firmo.
Prejudicado.
Artigo additlivo em substituirlo a emenda n.
o.Fica o presdeme da provincia autorisado a
convenciouar cora o coronel Gaspar de Menezes
vasconcellos de Drumond o pagamento da divida
legada por Joao Vieira Lima ao grande hospital
Pedro II como julgar conveiiieiile, ouvindo a res-
pectiva administracao.C. Fenolon.1. de Bar-
ros C. Cintra.
Approvado.
Fica o presidente da provincia autorisado a
conceder o abale da quinta parle do imposto de
tpOO por cabeca de gado consumido nos muni-
cipios da Vicloiia o Escada ao arremalanto Ma-
noel Barbosa da SiWa.S. RReg Barros.
Regeilada.
Ao art. 26 accresccnle-sc o segrale paragra-
daqtinlU.substancia, 0 professur T^ylor fez o
relalono seguinte :
f A anarvssqae B*. e as experiencias n que
proced, demonstram quo o qoeijo submeltide
ao men exorne eoBlinha uto pouco de chumbo o
de cobre.jrovemente sera duvida dos vazos com.
l para com nosco, e comamos que reformar a
sua opioiao; lano mais quanlo se procuramos
desenvolver as torgas do paiz por mel da indi-
cacao de melhoramentos raes, nao o com o
descrdito dos funecionarios pblicos, aos quaes
sempro defendemos, quando mclhor informado
%!^^Z9^lSES?ytl *&*% fUdoero-contacTo:
Pdaa deleia em noaaTproprias celutn JtTr^X^V^m*V er* ""r* **"
Fazemos aqui ponto flaal, e. sem embargo da TJV- m '-.""de 0,.1hofnam. Inleia*.
insensalez e banalidade do Sr. vereador Re feDt ,nsuffic enl Pa" eltl,ar ortos, o
para comnosco. ptdimos-lh, venia para contU 18y"C0Pe8 S"8 HT" *.
nuarmos em nossa missao de censurar o. lito.',.^"r'T?'*^ "? "***? V*M'
onde quer que se elles dem. visto que nclla dim?nma "m Um" mui
, ... O requeiiio nao linha sido sufficicntemente c*- '
i. "^n!^0?!!"1 coseuindo e,wl,jr-a.e. ca,cf A casena linha por tanto sorTridouraa transfor-
LlThAGTCS uued.e*.. tend J* JogriKlo ma0 chimica. qual so deve altrib,Tr a nuall-
desfazer.se do ferro que trazia aos ps. nao pode dad'e nociva do quijo, e o producto da decomno-
net furff F^in^i,.^^ P' f' PrCS0 3& """obrado como um veneno E dTfficil
m.aJ t Firnmo Alves Pimentel que com- estabelecer os caracteres, por meio d^s uuaes so
Pr rlt!d0"8M0 geraL s Pde roconhecer o queij enenoso. q *** S*
sao" l^TiS. T'S aPp.reh,,n- No ontrelan.o. secorlando-se ura pedaco desso
ctlveiente. nfrmam' Pr eDlCC Pes iu- 0sJ quejo. alfemies suissoa. queso brra es-
Sr. redactor da esisa fliarin.-E'incompro- BambSf m",a9 ^ Ut ae kenieba
mg7dos^.rat0tratdeferCr emcem'as s?a Dur,nli Tf> d 1PJ59 Puco' -
tencioso acompanhadu do certa imposturia. com Ko'frUca^oes* construccoes de es-
que elles tractam as pessoas, que tecm por as- Siinin ^f'. m i- ,
sim dizer a infelicidada de a elles se dirigirem e huIfif ? ?P/e sf P^'e abrir alguns pocos-
Nao islo, o que sn exige em c.i.pre-ados que Jll differentes profundidades ; loma-
foram escolhidos e julgilos aptos.para exerce- T,l?~" ***"** d'nonlanhaa, as suas verten-
rera funcocs na socied.de TudoisoUWe^ hVrrtnrnV"^^8?' l^d e T raar8ensd-'*
proceda, de que nao tendo certos em regados" .?^.,.2"9 ,ard."" e n.i,9.eslrada*. e eala "
forca moral. J. devera ter. nao se PSd.dof.' m ^HT.no?ooM'dtt' ^ aPreSCn,a-
uer;mr raai tvursso? was: ^zw^ S^d^ !?- > "-*
nao sera ura facto que a isto avanco.pois o que K T S"-" de T obra para a
passamos a relatar, bem demonstra a impostura nas boH,', 1J h r^V^8 ai,,eUf" q',e ?*?
e grosseras quo presiden, aos actos pralicad, s "' Snload? o n muii SSE?.*^ PJe,i,a
por certos empregados. Eis o fado : no dia 23 do !u. rif.n ,.? iLT S -' pCla : m"
gora para os Afogados e havendo este moco dado i melhor ierra .tai nnPna i ..m ^.i .i
IS55.^..."S;fa^:, riXVcnimbar- SBStt^5sPu0,,t0tm
se quizesse era assim. seno que lhe dsse o\\- ^u\~m?^I?Cto\ta ma3^m,n'
Hiele que entregara a cdula. Avista disto o ce de mov'er de alterno, queseo fa-
pnmciros
peticionarios inadmissivel ; jorque della re-! pho :
Isulla necessarameute atropello no servico publi- A conceder por mais um anno a subvenco do
co. por quanlo se os dous petioonacios que es- artista Arsonio Fortunato da Silva, alim de que
crevem cumulativamente no crine perante o de- possa completar seus estudos de piulura na Eu- importo da viagem. o Sr. Res, uue es
legado eju.z municipal julgame na wnpossibili- ropa.-S. R.-Padre Galindo. se.ile, pergunlou pelo bilhel ao qui
dadedeboradesempenliarosta^rtedesuasatlri- Regeitada. respondeu cora civilidado e polidez.
Correio Sergipense ]
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBCO.
I'iauhv.
Cidade de Theresina 24 de abril de 1860.
Mui sensivel nos lera sido a falla de novas
dessa inleressanle provincia; sendo que, ha
limito, nem jornaes recebemos.
Chegou-nos, poim, avaga noticia de que | a coiniuisso que "sejara indeferid
para alii foi removido o Exm. Sr. Ambrosio Lei- : dos mencionados escrives.
lao da Cunta, presidente da Parahiba ; e segn- i Salo das
informal O'-s de maior crilerio. um hbil e i Gaspar d
,buQes, pelo facl de terem ouros miste ros que
demand.im lempo o aecurado ipballio, esla im-
possibilidade apparecer ainda >m maior escala,a
admittir-se que o ollicio do crine seja annexo ao
.do escrivo do jury, porquanli ueste caso j
um s escrivo que fica sobreorregado do lodo
o irabalho, ao passo quo lamlcm outros deve-
res perante o juizo de direito i juizo municipal
lhe roubam lempo, e obrigaropor corlo a faltar
a aquellos que sao inherentes vo do crime privativo.
A co missao ainda reconhece que o pedido dos
referidos escrivaes vai de encorlro ao que se acha
eslabelecido na lei de 3 de detembro dn 1841 c
regulamenlo n. 120 de 31 de ja|ciio de 1812, por
quaoto de diversos artigas dcs(a lei se infere a
uecessdade que ha nao s da siparacau denOiri-
I cios e escrivo no prooosao d6Mislruccacr, com
i aijiiclle que tem do servir no julgimemo,. tambem de ser privativamente exircido o lugar
I de escrivo do jury. Avista disto iio parecer
pelicocs
menlepor capricho do vendedor de bilhctes.
Mas as maneiras bruscas e a impostura nao se
concentrara somante nesse empregado, ellas
quasi que se achara personalisadas uo Sr. Res,
porque tendo o vapor chegado a estaoao dos
Afogados, e em lugar daqueile mo^o a;>resentar
o bilhete, apresenlou a cdula para satsfazer o
eslava prc-
e o raneo
respondeu cora civilidado e polidez," contando-
rica o governo da provincia aulorisado a in- lhe o occorrdo.
deiiiinsar a Joao Hypolito de Meira Lima arre- Mas o que havia de
.. ------------- ----- ,.._ ..----- responder o Sr. Res?
maianio Uo empcdraracnlo da estrada da Victoria Ao menos era de suppor, quo elle respondesse
?(J!.,L,:0_m.al3 mesmo gsstou ; verificando-se cora a mesraa civilidado e polidez com qne
do
I( las commisscs 28 de abr Sle 1860.
le M. V". de Drmnmond.So Iza Res.
anteriormente o erro do calculo havido as des-
pezas dos transportes das pedras. Padro Ga-
lindo.
Regeitada.
Addltivo.-.0 presidenta da provincia Cea au-
lorisado a contratar cora a coropanhia de Bebo-
ribe a collocseae de cbafarizesuos Afogados, S.
Lro e outros lugares distantes dos bairros da
ri
33
3
1
2

4
1
Segundo orelatorio do respectivo inspector.exis-
lem creadas 75 cadeiras de ensino primario,
crido 51 para o sexo masculino e 24 para o fe-
menino, das quaes cinco sao do 2* grao, (res na
-capital, urna na cidade de Caxias e outra na
villa do Brejo.
Acham-se providas actualmente 65 cadenas,.
46 para o sexo masculino e 17 para o fe mi nio.
Foram frequentadas as aulas o anno passado
por2403 alumnos de ambos os sexos, 2007 me-
ninos, e 306 meninas.
No dito anno foram examinados e approvados
na capital 15 alumnos, nae materias de que trac-
la Ia. parle do ari. 27 do regulamento de 2 de
feverciro de 1855, sendo um da escola de N. S
da Victoria, 4 da de N. S. da Conceieo e 40 da
-de S. Joao. Dos examinados no interior anda
oada consta.
Passaram por exame no anno de 185S, 46 alum-
,nos das seguiutes escolas.
Capita
Viana........................
A naja tu lu...................
Barra do Corda...............
Ha pecui-merim............
Ical,...,,..................
Codo..........................
Nao so procedeu pois a exame em todos os
crculos de instruccao, sendo alm disso o nu-
J VO )1\1
mero dos approvados muito diminuto em relacao s R,yniunij Nonnalo.
os que irequcntam as escolas, o que o digno | lcm rcsi0(j0
inspector atlribue s seguinlcs causas : 1" a po-
breza da maior parle dos paes, que nao con-
servam as aulas os filhos at a poca dos exa-
mes, tirando-se logo que comecam a ier e a es-
rever com algum desembarac para os empre-
ar em trabalhos de que Ih'es venha proveito
immedialo, 2 a falta de Jivros indi6pensaveis
a provincia ainda nao fornece aos alumnos po-
bres ;.e 3" finalmente a negligencia do alguns
professores. que nao cumprem convenientemente
as sitas obrigaces.
as escolas do sexo feminine nao houve.exa-
me. como cosloma acoutecer.
Os professores, com algumas.excepcOes, cura-
prom o doveres do magisterio, nao obstante lu-
tarera com as difliculdades, proveoieoies da fal-
ta de utensilos e mobilia.
Por falta de casas proprias para o ensino,
subsiste anda o systema prejudicial de leccio-
narem oe professores na de sua residencia, de
ordinario sem as aecomodices precisas, o que
*era sido parte pa*a o atraso do ensino primario,
porque em alguns circuios teem os delegados
suspendido a matricula pela iasnflciencia das
casas, e em outros teem eslabelecido duas sec-
coes de alumnos, para poderem os professores
leccwnar, nina de manhia, e outra a tarde
alterando assim a marcha regular dos estudos
a disciplina estabelecida pelo respectico regula-
mento.
Apenas ha na capital duas casas proprias, urna
dificada a custa da provincia na rieguezia de
S. Joo, e oulra arrendada na de l. S. da Con-
ceicao. To4os os outros professores funecionara
em suas casas excepto o da freguezia de N. S.
Ja Victoria cuja aula acha-so eslabelccida no
pavimento terreo do tribunal di relacao, lugar
improprio por nao se poder leccionar ah con-
?enienlementc nos das das sesses do mesmo
tribunal, e o do leal que tem urna casa que
para csse flm fez construir a sua custa, separa-
de da em que mora.
A maior parte das aulas estao desprovdas dos
movis e utensilios necessarios, e algumas ha
que nunca os tiveram. Muitas funecionara com
mobilias emprestadas por particulares. As que
se acham prvidas convenientemente sao apenas
as da capital, do Ilapeeur-mirim, da Miriliba
dos Arayozes, de S. Luiz Gonzaga, de S. Berilo,
do b. Vicente Ferer, da Corolina, e finalmente a
o Ical a custa do professor.
.Por aclo de 7 do Janeiro, aliento o estado
meo das rendas da provincia, mandei des-
pedir do ejercicio em que se scbavam todos
.professores interinos das cadeiras ainda nao
e vao a imprimir os aegyntes pare-
Sao lidos
ceres
Parecer da commsso de ordenados^om a re-
honrado administrador, de carcter jusliceiro e
iiidepcndeule & toda pfova.
Por aqui tambera tivemos mudanca de admi-
nistrador, sendo nomeado para substituir o Exm. j solucao seguinte ;
Sr. Dogo Velho Cavalcanti de Albuquerque, o Artigo 1. O bedel do Gymnaso proviVial pe/-
Exm. Sr. Abilio Jos Tavares da Silva, quo affir-! cebera o ordenado annual de 80g000.
mam, como certo, ter declarado nao aceitar a Art. 2. Ficam derogadas as disposicd>s em
honrosa commissao, por motivos de molestia de> contraro.
sua Exm." seiihora ; o que de lastimar, vistas i Sala das comraissoes,30de abril de 1860.-Joa-
as boas qualdades.que o ornara c o destinguein.: quirn Eduardo Pina.S. Leo.
os
aS-L?2"*d1* P'o^'das. exceptuando depois a
cswra de meemas da cidade da Carolina, em
zaaio da imporunai. desU locslidade.
/fBbera dehbtrai despedir os adiunlosfajai
aulas da e^pilal, por nenhum beneficio presta-
em ae ensino, segundo representen o inspector.
Tem.pois.de recohr nas interinidades a admi-
nistracao da provincia, e, conseguinleinenle, de!
experimentar do novo as funestas consequeircins;
da paixo poltica, e de resseulir-se das parciali
dades locaes, que lao hbil o convenientemente'
temnfjdo evitar ol'\m. Sr. DiogoVelho, obrando
SQB^^bicnia dos partidos,de um modo digno dos
maaWk'elogios, como o atiestam todos os ho-
mens sensatos e honestos de ambos os partidos ;
e sobretodo os factos.
Na verdade a histeria dessa feliz administracao
asss curia: mas lao curalerisada no que res-
peila ao alcance dos actos, que nao pode deixar
de ser consignada nosannacs da provincia.
Nao fallando na enrgica represso do crime,'
que por suas medidas se tem actuado na provin-
cia, indistioclamcnte de classes, ou pessoas, na
raoraldade, que tem geralmcntc inspirado s
autoridados subalternas, merece especial mensacj
os soccorros pblicos contra a foine no termo dij
quo esse administradoi,
no meio da crise fnanceira em
que achou, e porque ainda passa a provincia ; i\
sobretodo a colonisacao, que vai cITecluar d,
populacao emigrante em S. Rom Jess, e pora a
que j comern a providenciar accrtadamcnle
ludo sob a sua responsabilidade.
Alm disto consta-nos que elle tem se moslradi!
pesarno de nao ter mais lempo, nem rucios, di!
por em pralica o systema de colonias regimeuta
ras de orlaos, de ha muite. planejado, e apre-
scnlado pelo seu secretarioo Dr. Naborcon
o qual ioteiramenle concordou, e acha-se comrf
que identificado.
O Dr. Fariafi Lemos. chefe de polica noroead. i
para a provincia, anda aqui nao cfcegou, teudo-s
tornado seasiuol a sua falta, visto que a favor d
seu bello carcter corre as mate lisongeira;
iradQes.
A poltica por aqui urna serpete assanhadi
contra os proprios lilhos, quo mais os devora, d que os nutre, o osencsminlie 1.....
Na verdade, causa lastima ver urna provinciji
lo abundante de riquezas e recursos naturaes, i-
que tanto futuro prora. Ue, quebrando suas ter-
cas, de dia dia, nas intrigas e constantes luc-
tas de poltica mesquinha c odenla da intoleran-
cia Wo ha beneficio, que se tente, ou se inicie.,
que nao eja logo arranhado, e lacerado, pela;;
mil unhas da tal serpente 1
A nasce-nte instituico de navegacao o vapolr
pelo rio Parnahyba, verdaaeiro vehculo 4
prosperidade tetera da provincia, j se acl
desgracadaraeote infectada do fatal (a) vene
no!... a pomo de terem sido ecarabiadas ma
de 300 acedes da respectiva companhia, pe
esiarem os respectivos assignaotes, [perlenccnlc
a urna poltica) em minora de v,oios relativa
mente aos outros accionistas da poltica adver
sal! Que tal? Como vai se deseavolvendo
espirite de associacoo de industria par d
atraso o da cegueira da provincia ?!
E qual o resultado de semelhanle ordem d
cousas ? E' que o commereio vai se laraaud
sem alma ...........os fertilisiatos terrenos serli
lavoura .......a populacao sem o .bastante, e >
neeessarto, para sua subsistencia.....,
Os empregados pblicos provinciaesplidos
e de olhos fundos,a roda do cofre, esperando
que se lhcs dcomo csmolaaqoillo quo ie
Mies deve de ordenados J vencidos l, 3 e ma.s
mezes I E a infeliz clnsso pobrenc desesper j
da tomedesde a mais lenra orfandade 'Wt*
mais decrepita senecludeemigrando, ou *rn-
curando meios de subsistir-na prostituicao,
Para coroar
Parecer da commissao de petices com aveso-
lucio seguinte :
A assembla legislativa provincial de Pe
buco resolve :
Artigo nico. Fica concedido a Manoel tro-
cisco Coelho, professor publico de latm da \c-
guezia de S. Jos desta ciJadc ura anno dnlli-
cenca com todos os seus venciraenlos para triar
de sua saude onde lhe convier.
Picao rovogadas tedas as disposicoes era coi-
trorlo.
Sala das commissoes 1. de maio de 186o!r-
Jos Joaquim do Reg Barros.Dr. M. de P.
Faria.
Parecer da commissao de Justina civil e cs-
minol com a resolucao seguinte :
A assembla legislativa provincial de Pcrnaev
buco. resolve :
Artigo nico. Fica desonerado do officio d
priraeiro labelliao da cidade do Victoria a part
civel que aquelle compreheude.
Ficam revogadas todas as disposicoes em con-
irario.
cianie mediante a elevaglo dos presos dos baldes
d agua at a quanlia de 40 rs.S. R. Theodoro
da Silva.
Approvado.
Additlivo. Fica approvada a ereacao da cadei-
de economa polilca do curso commcrcial
pornambucano, fioodu o prosidente da provincia
autorisado a despender a quanlia de 1;500#000
ao professor que for nomeado.S. R.Dr. M de
Figueirda.
Approvado.
Picando tambera elevado com mais 200^000 o
ordenado do medico do collegio das orphaas.
S. R.I. de Miranda.
Regeitado.
Additlivo. O presidente da provincia fica auto-
risado a aforar -i Antonio Gom;alves de Moraea o
terreno da ra de S. Miguel da povoaco dos Afo-
gados junto a estrada nova que conduz ao lugar
dos Remedios caso julgue conveniente o afora-
memo.S. R.Theodoro da Silva.Pereira de
Brlo.
Approvado.
Additlivo. Fica o presidente da provincia au-
torisado a mandar pagar a Alexandre Jos Dor-
nellas a gratificacao por mais de 12 annos de ser-
vico a que tem direito pelo art. 10 da lei geral de
15 de outuhio de 1827.S. R.E. de Mello.
Approvado.
Addilivo.Fica o presidente da provincia au-
torisado a mandar pagar a Simplicio Jos do Mel-
lo professor jubilado, a gratificacao por mais de
12 annos de servico a que tem direito pelo art.
10 da le geral de 15 de outubro de 1827.S*. R.
Epaminondas de Mello.
Approvado.
Verificando n5o havercasa o Sr. presidente de-
signa a ordem do dia e levanta a sessao.
REVISTA DIARIA-
A liberdade da imprensa, que nos governos
livres o lliermometro da opiniao publica, deve
ser o effeclivamente lauto mais apreciada em
Suspeodi dg p?er9icjo por *r*;alfid|a-t d trefer-
a obra, apparacem carlancas.
m 5!?l ^'"T* a "Dor eiemplo d r
nm, que rendo o Urussoby navegar, exc amon
IVai IT F,inh i ^ migo e.uoo
perdidos! o mundo esti para se acabar I
Que cssiigo I Ovaporj* entrou no rio Parna-
Giliranna Souza Reis.
ORDEM no DIA.
Entrando era lerceira discussoo 0 projeclo n.
3/, vai a mesa e apoio-se a seguinte emenda :
Picando tambem elevado com ms 200->
ordenado do medico do collegio dosorpho.
R.I. de Miranda.
approvado o projeclo e reieitada a e
E approvado sem dbale em nrimeira disi
o projeclo n. 41.
Continua a segunda discussao do art. 26 do or-
namento provincial.
O Sr. faphael : (Nao restiluio o seu dis-
curso).
O ir. Souza Reis : [Nao restiluio o seu dis-
curso).
O Sr. Fenelon faz diversas considerarles "em
resposta ao precedente orador.
Encerra-so a discussao e posto a votos o arti-
go approvado, tendo as emendas o resultado
que vai pellas mencionado.
Requeiro o addilamcnlo do artigo que aatori-
sa a prorogaeao do prazo concedido coraponhia
da estrada de ferro do Becife a S. Francisco, alim
de ser conjunelamente discutida com o parecer
das commissoes de legislaco e obras publicas
sobre o mesmo assumpto.-S. R.Reg Bonos.
Regeilada.
odditlivo. Serio restituidos a Thomaz Josijda
Silva G.usmao, Alexandre Americo de Caldas Bin-
dao, Joao dos Santos Porto Jnior, Anacleto An-
tonio de Moraes e Joao Pedro de Jesus da Maa
os seus vencimentos como empregados provn-
ciaes pelo exrcicio deetes durante o lempo i uo
pravarem estar uo exrcicio dos postes que oc u-
pavara na guarda nacional, durante o aquarte a-
raento da mesma ; visto como era perinittida a
acumulacao.S. R.Martina Pereira
Approvado.
Emenda additliva parS ser collocada nas dis-
posicoes geraes.
Ficr o presidente da provincia autorisada a
conceder ao arren alante Francisco Cavalcanti de
Albuquerque, o bale de 25 por cenlo sobre o
preco total do arrematado que elle fez, do im-
poste de 250 por cabeca de gado vaceum que
se consom no municipio do Recife e Goianno re-
lativa dita arrematado ao triennio de 1857 a
1860.3. R.Epaminondos de Mello.
Empalada.
Emendo adu'.itiva ao art. 26.
Fica o presidente da provincia autorisado a
co nteder ao commei.'dador Antonio Joaquim de
Mello ubcnQoo de 5jVv<)000, que lhe sero
entregue primeiro seo^sTc desto lei, para
composco" e, impresEoo de qoo."tod|Prno das bio-
graphias e '.'*tuinon** histrico? va provincia,
de que ja publit" os tres lomos.S. J?.Giti-
rann.s DriOtmi?*G. Alcoforado.
A|Vprovad.
P. r.emdr.' C0 r^r^ls^ceSes
publicas, para que os governantes estudom-as
em sie cm suas rclaces, e alinal as adoplcm.
Nesta sentido havemos usado do direito, que
los outorga a constituicao : o nao tendo empre-
ndo em lempo algum acrimonia, quando traa-
los/ios desvos que na senda do inleresse pu-
ico alguns funecionarios teem ipresenlado, jul-
vamo-nos acobeilados de ser-nos empresta-
da insensatez e banalidades, que mal nos assen-
t*n na alluvioo de insensatos e banaes que por
ai avuliam cora privilegio exclusivo.
#as assim nao aconteceu, pois a pratica veio
defcpnstra-lo nesso nimio susceptibilidode desen-
volida pe|a iUuslrissiraa csnja'ra, que deu-se
potUffendida, em consequencia de lerabrar-lhe
i j' ^r" Prest<'ente da provincia o desempe-
nhriile seus deveres cora relacao a algumas fol-
las (ue se tem dado no municipio, e que por nos
lora* consignadas.
Sarilimos que a illustrissiroa coraoro loraosse
al aquello nosso advertencia, quando ella
ra a primeira, equondo o nao ser ella, lai-
da eslivesse a casa escorada ; porquanlo
os do que all escrevemos, que come-
a respectiva demolicao como prova-lo-he-
m o teslemunho d moradores daquella
preciso fr.
a cmara nao precisa e nem nunca preci-
insinuacoes de jornaes para cumprir suas
0e*, urna formula de olliciosidade, que
de forjo por ser elogio cm bocea propria,
ir de encontr a verdade dos factos.
ossas lembrancas sempro merecern) al-
guma aUengao da illustrissima cmaro, o s ago-
ra forim overbadas de insensatez e banalidades !
As nossosreclamacoes, nossa iniciativa, foi de-
vida a adopcao da medida, que na condueco dos
generes em corros subsliluio animaes aos escra-
vos empregados nesse trafico, fazendo por tal
sorte urna reverso de bracos para a lavoura, e
urna modificacao no estado atmospherico. A'
nossalembranca deveu-se ser designado para o
desetlbarquo da SS. MM. 11. o caes de 22 de no-
vemlro, oulr'ora do Collegio, e fazer-so o Te-
Dtunt na igreja do Espirito Santo ; o que sendo
por nfs iniciado e sustentado na iraprensa, foi
adoptado pela illustrissima cmara. A"nossa
reclamarlo, finalmente, outros mijitos beneficios
pblicos teem sido realisodos, por haverem-nos
esposado differentes autoridades, sem que disto
nos tenhamos gloriado, nem proourado recom-
pensa alguma pelo iniciativa da idea.
E qual a razio da inuntaUt, banalidade do
Sr. vereador Rogo para comnosco em laes silua-
edes ?
Nislo nao haver conlradicco comsigo pro
prio ?
O foclo da partir a recommendaco ab alto nao
pode nutorisa-la.
A illustrissima camar fo sumtnamenle injus-
oquelle moco lho responder"; mas nao, disso
lhe que d'ali por diante sera prevenido em pe-
dir-lhe o bilhete antes da partida do Irem e que
se o bilhete nao fosse apresentado, licaria o
moco no Recife, acompauhaudo a pssos expres-
so-es um ar de imposturia e de desprezo pro-
prlos de seu carcter.
Cora elfeito, Sr. redactor, quem se pode li-
vrarde urna destas? Ninguem, por certo, por
que. que culpa tnlia aquelle moco que preci-
sando de um bilhete e querendo pagar o impor-
te deste bilhete, d-se-lhe urna cdula partida
de cima abaixn, que geralmenle nao se recebe?
Ora. qual a causa que levou o vendedor a im-
plicar e querer ssomente dar urna ccduia naquel-
lo estado? Seria por nao liaver mais troco?
Nao, porque onde se acha muite dinheiro
miudo, alm de quo absolutanionte impos-
sivel havendo tantos passageiros comprando bi-
lhete, nao houvesse troco. Seria por alguma I
prevoncao para cora aquelle moco? Supponho'
que no._ Ora seno foi por nenhuma deesas
causas, nao posso atlribuir a causo, senoo ao es-
tado da cdula ; portante se aquelle vendedor
linha inleresse em so ver livre da cdula,
tambera aquello mogo devia evitar recebe-la.
Se aquelle moco poda dar-se ao Irabalho de
Iroca-la no thesousoria, o que ncm sempre
possivel, elle tambem podero dar se a csso Ira-
balho.
De ludo isso se conclue, que aquelle vendedor
no podendo por em proiica a sua m f, jul-
gou a despeilo disso, nao dar oulro troco e por
conseguinte icar aquelle moco no seu entender
a p.
' assim, Sr. redactor, que correm os nego-
cios da estrada de ferro, e por essas e outros
que quasi scrapre lomos era suo bem conceiluod
Revista censuras bem cabidos a certos empre-
gados.
Assim pois pedimos a quem competir a ces-
sassao desses c oulros abusos.
O dto moco,
He sempro com prazer que rendemos ho-
menagem ao funecionario zeloso e deligenle no
cumprimento de seus deveres ; o que ora d-se
consignando nos nesta Revista o rime de Sr.
Dr. Francisco l.eopoldino de Gusmo Lobo, pro-
motor publico interino desta comarca do Re-
cife.
No ^eu ministerio, lem-se o Sr. Dr. Gusmo
Lobo distinguido por urna aclivdade pronuncia-
da na promocao dos interesses do justica pu-
blica, de que orgao, devendo-se essa" acli-
vdade a punicoo de um criminoso de morte,
que involvia-s no myslerio, mas cuja ideuti-
dade de pessoa foi por elle suscitada e alnal
reconlieaidamenle provoda. E' esso criminoso
Antonio Joaquim do Silva, que foro processado
em 1852 em Santo Amaro de Jaboatoo pelo ho-
micidio de Cypriano Duarle, e que at entao po-
dera Iludir a vigilancia dos autoridades por dif-
ferentes mudancas de nome que fizera.
Prosiga o Sr Dr. Gusmo Lobo nessa senda
hourosa, no qual cumprindo o seu dever, cons-
tituir um nomo por si, e conquistar os lou-
vore dos seus compatriotas.
Hontem 2b) pelas II horas do dia S. Ex.
o Sr. presidente da provincia visilou a facul-
dade de direito deste cidade, onde, depois de
examinar todo o estabelecimeuto, a bibliotheca
e o collegio dos orles, honrou com sua ossisten-
cio o aula da Ia cadeira do 1 anno, leccionada
pelo distinclo Sr. Dr. Rraz.
Em seguida S. Ex. visilou o gymnasio,' percor-
rendo o edificio, examinando a sua escriptura-
cao, todos os gneros das dispensa do estabele-
cimeuto, indagando sobre o aproveitamcnlo e
apiido dos alumnos e marcha regular dos tra-
balhos daquelle centro de educaeao ; S. Ex. vio
tambem o respectivo musen, dividido cm parle
ao professor Brunet.
Finalmente foi ao collegio do Boro Conselho,
de que director o Dr. Joaquim Barbosa Lima.
S. Ex. depois de percorrer o edificio, digoou-se
de assislir por espaco de urna hora ao'exercicio
dasaulas .
Tendo o Sr. capitao Antonio Bernardo
Quinteiro de entrar no exrcicio do poste do
mejor do 2o botalho da guarda nacional deste
municipio, para o qual foi nomeado por porta-
ra do Exm. presidente da provincia de 21 do
corrente, reassumiu o Sr. Manoel Ferrcra An-
lunes Villnco o exrcicio da subdelegacia da
freguezia de Sanio Antonio, que hs dez mezes
exorcida por aquella Sr, na qualidade de suo-
plente. Y
Q Sr. capito Quinteiro mostreo no desem-
penho desse cargo iolelligencia, muila aclivdade
e zelo pelo semeo publico, o urna prudencia e
moderacao toda prova, pelo que merece sem-
pre inlelra conianca do Sr. chefe de policio, que
preciava os seus senricos, o por vezes o elogiou
offlcialraente. 6
-- No dio 21 do corrente foi recolhido coso
de delencao somonte 1 homem livre a ordem do
subdelegado de Becife.
Cono o qdiuo book tobsas-sb ymkxoso.
,Ubservaram-se ha lempos era Borlington (In-
glaterra) symplomas de eoveoenomento em um
grande numero do pessoes, que hsviam compra-
do _queijo na loja d'um negociante d'aquella ci-
te^ auloridad. ardeaou quo se Qzesse a malve.
avagem.
Esla lavagem, ainda assim, nao podia dar re-
sultados perfeilos, porque fallando a machina de
triturar, apenas se podia passar pela penetra a
Ierra tirada dos pocos para separar as parios mais
grossas, o resto continua smeiile arela, Ierra, o
algum saibro miudo. e nicamente essa paite'
qie polia ser lavada.
J se v pois que era abandonada a maior par-
lo do mineral, que sugeilo tritur5cao deveria
forneccr nao pequeo quanlidade de ouro.
As mesmos lovagens erom feilas sem os ulen-
cilios precisos, e cora ludo seus resultados mos-
travam, que feilas as operaces, como esle servi-
co exige, o irabalho seria compensado com gran-
de vanlagem.
Os 100 kilograramos de ierra que se submet-
teram lavagem pruduziram ura grao e 177 mi-
lsimas ; ora, se a despeza de una exploravoo
regular fica compensada, logo que se ubleiiba
duas rnilisimas partas por 100 kitegroramas, nao
pde haver duvida que o minerio bem explorado
das galenas deve produzr resultados muiio mais
satisfactorios.
Examinando os productos obldos pelas explo-
rarles (areias e alluvies) de todas as partes
do mundo, excepi.o das da California, Austra-
lia, e parle da Hussia, os resultados em Bumbou-
neck lites sero muite superiores, porque alm
da abunilaucia que ofieiece o mioorio. a ruao do
obra, que at ogoro lem custado um franco e i >
': ceiiiimos por da, vao sotlrendo consideravel di-
| minuieao pela oiterla de bracos, e fura de du-
vida que se obierao operarios pelo mdico salario
de 65 cntimos diarios.
Passageiros do vapor Faranti sabido para os
portes do sul :
Francisco Ferreira Borges, John Lilly, Francis-
co Jos Corroa tUrques, Antonio da Fonseca
Silva, Jos Joaquim do Reg, Joaquim de Souza
Silva, Manoel Joaquim Goncolves Branco, Manoel
Joaquim de Mello Reg, Rosendo da Silva Cunha,
Jos Antonio Lopes o 3 escravos, Manoel Antonio
do Silva, Ignacio Manuel de Santa Anna, Joao
Baplista do Reg, 1 cscravo.
Passageiros do vapor Persinun-ga entrado
de Macei :
Amonio Domiiigiic;, Francoes Gean, D. Gui-
Ihcrmina Jesuina Freir. Manoel Fraocisco do
Espirito Santo, liento, prelo, liberte, major Ale-
xandre A. de Frias Villar, D. Eduardo Alba e 2.
escrovos, Dr. Joaquim Ayres de Almeida, Ale-
xandre da Conceigo Coelho, Antonio"., de Sou-
za Barros o 2 escrovog, Ambrozio M. da Cunha
Cavalcante, Ignacio Gomes da Silveira, Jos Pin-
to de Almeida, brigodeiro Manoel Muniz Livores,
coronel Jos Mara Ildefonso Jacomo da Voiga
Pessoa e 2 procos. Andr Lopes, lente Joao C.
de Souzo Machado, Antonio Duarle de Oliveira,
Benjamn Pires de Albuquerque Maranho, Jos
N Guinarats, Alfredo Romos Chaves, Jos A.
[lias Moreira, 1 soldado desertor, D. Alejandrina
A. Brlo de Almeida o 2 lilhos, 1 sargento, 1 sol-
dado e 15 iccrutas, Francisco da Itenscca Silva
Belmonle, Vasco Cabral, 3 escravos, Williom
Taylon.
Passageiros da lancha brasileira Hor do
Rio Grande, sahido para o Rio Grande do
Norte :
Joaquim C. Maduro, Manoel A. da Cruz, Bcnto
L. Afeliel.
Passageiros da lancha brasileira Feliz das
Ondas, sahida para o Rio Grande do Norte :
Jos da Silva Marianno, Laurenlino P. dcMen-
dnneo. Francisco B. do Lira, Dr. Amaro B. Ca-
valcanti.
Hospital db caridad*. Existem 63 ho-
mens e 58 mulheres, nacionaes ; 5 homens cs-
trsngeiros ; total 126.
Na totalidade dos doeotes existem 40 alienados,
sendo 31 mulheres e 9 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgiao-
Pinlo s 7 horas e 3|4 da manha, pelo Dr. Dor-
ncllas, s 9 horas da manha, pete Dr. Firmo
os 6 horas ^a tarde de hontem.
Matadouho
Mataram-se
cidade 92 rezes.
MORTALIDAD! DO OU 25 DO CORSSltTB :
Antonio Manoel da.Cruz, branco, solleiro, 28 an-
nos ; febreamarella.
Um prvulo, que secretamente depositaran) na>
porta da igreja do Terco.
Luiza, prela, escrava, 4 annos ; escarlatina.
Virgolina Libania da Silva, parda, 9 annos; es-
carlatina.
Anna, branca, 4 annos ; obseesso sobre a pa-
rotido.
Elias, prelo, escravo, 11 mezes ; convulsoes.
Antonia Maria da Conceico, parda, viuva, 60 an-
nos ; desinteria.
Jos, pardo, 1 anno ; congeslo cerebral.
Manoel dos Santos da Trindade, pardo, >annos,
solteiro ; tubrculo pulmonar.
Jos Francisco de Paula, pardo, solleiro, 46 an-
nos ; tubrculo pulmonar.
Luiz do Franca Ribeiro Costa, bronco, 11 annos,
angina gangrenosa.
Elisia, parda, 1 anno ; angina.
Pedro de Alcntara Vieira, Kanes branco, 7 an-
nos ; escarlatina.
publico :
no dia 25 poro o consumo desta
CHRONICAJUDICIARI.
TRIBUNAL DO COMERCIO.
SESSAO ADaUJjffSTRATIVA EM 24 DE MAIn
DE 1860.
PBBSIDBNCU 00 Bill. SR. DESEBBARGADO
SOUZA.
As 10 horas damanhaa, achando-se presente
os Srs. deputados Reg, Basto, Lemos c Silveira.
o Sr. presidente declarou aberta a sessao.
Foi lida e spprovada a acta da antecedente.
EXPEDIENTE.
Foi presente a cotaco olcial dos precos cor-
rentes da pra^a, relativa semana Bnda.Ar-
htve-se,
I _




DESPACHOS.
. Va requmenlo le A. Burle/& Compa-
nnia, (tediado OTcgislro da atleracao feila em sua
ociedade.~Begstre-ae o publique-se.
Outro. informado., do Vicente Licinio da Coala
lampello e Francisco Bolelho de Andrede, Irepli-
cando do despacho desla tribunal da 18 do cer-
renle.Regislre-se.
Outro da N. O. Bieber Companhia, auoceaso-
wa, pedindo o registro da caria da ventura groe
*a que ajunta.Registro-se.
Um de Antonio Jos de Castro, informado
pedindo matiicular-se. Como requer.
Outro de Heory l"orster& Companhia, pedindo
registrar una prociuaeaoGomo requer.
Outro de Jos Fortunato dos Sontos Porto pe-
dindo o registro do seu contrato social com Au-
gusto Frederico dos Santos Porto.-Registre-se
Ootro de Manoel Alves FeniM. replicando d
despacho deste tribunal de 7 do torrente.Volte
ora sfc o Sr. desembargador fiscal
JUnrnrren^i^",0n, Bolelho Pinl ^Mosquita
do cZ'J?.a0. SM provido em u> lugares
gador fialdeS,a Pfaa-Visl* o Sr. deserabari
Outro de Joaquim Marinho Cavalcanti de Al-
lZ\TeU PCd"ld0 lambcm 8ual Provimemo _
Outro de Eugenio Marques de Amorim. podin-
cspSaech^V em gUa' eraPre6- ~ mes"'
Outro de Joao da Cruz Macado, pedindo igual
omeagao.O mesmo despacho.
Outro de Jos Antonio Pinto, pediudo tambem
igual nomeacao.O mesmo.
Nada mais houve.
SESSAO JUDICIARIaIm 24 DE MAIO DE 1860
PRESIBESCIA DO EX. SR. DESEMBARCADOS
SOUZA.
Ao mcio-dia, achando-se presentes ossonho-
aes deserabargadores Villares e Silva Guima-
raes, e os senhores deputados Reg, Basto Le-
aos eSilveira.o Sr. presidente declarou abe'rta
eessao ; e
cedeule.
PUBlfrflrPiRlMBliUflft
uos que mais concorruram ata easa cleYcao"
Quando o Sr. Dr. Aquino Foasea eotrou no exor-
cicio das sitas furrecoes de rector, procuroo#er
o atado do encana ment, e encontrou-o powo
satisfactorio, devido isto i falla de caidadodo
administrador das obras da Companhia. cujas
uparles mensaes nao erara exactas, como elle mes-
mo vonficou por si e por meio de intprroaces
que tne foram ministradas pelo conservador do
acude do Prato entretanto, se recorrer-se aos
Uvros da Companhia, ver-se-ha que nao pouco
se despenda com concertos, e elevadas eram
eertas despezas, sobrusahiodo a da meia-agua em
que est s chafara da ra d Concordia, que ab-
sorveu a quantia de 3:1448840. Tendo pedido
demisso esse administrador, e senda outro no-
meado, foi-se verificando que as obras da Com-
panhia sstavam em ms condados, e ento vio-so
que o reserva torio da ra dos Pires achava-se
bastante arruinado ; e desde entSo a administra-
co nao tem cessado de despender dtnheiros com
concertos, dos quaes inultos feriara sido evita-
dos, se tivessc havido o cuidado preciso. Nao
obstante as despezas feilas com esses concertos
a administracao fez que se elevassem os dividen-
dos; maa, para censegui-lo, foi necessario que
o director da Companhia examinasse o* estragos
antes de procoder-se A concert, e se nao su-
geitasso a iroposices, era se pagasso sem pre-
v' aJ'8le; da sorte que os administradores das
obras da Companhia deixaro de ser mordomos
de casas ricas de fldalgos mocos.
Tublicagots a pedido.
i ftMf ag tm
foi lida e approvada a acta da ante-
; appellados, os
Manoel llenrique
DISTRIBUICOES.
Appellanle, Gabriel Antonio
herdeiros do tencnle-coronel
Wanderlev.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares
(fc-senvao MartinsPereira.)
^^^a1!.""'^ M n'oel Jo8 Leile- icslaraonleiro
de Jos da Silva Pinto ; appellados, Lopes & Ir-
Ao Sr. desembargador Villares.
(Esciivo Marlins Pcreira.)
AGCRAVOS.
Aggravante, Jos Moreira Lopes ; ezoravado
Denlo Cavatcanti de Albuquerque Mello
Nao teve provimento.
Nada mais bouve a tratar.
Bsco Rangel,
Secretario interino.
Destruido o que dizem pela bocea pequea es-
ses detractores da odministracao da Gompaohia,
nao sabemos de que mais se provalccero E!
pena que esses nao sejam accionistas, e que ou-
tros nao raerecam a confianga da Companhia,
adra de serem oleitos membros da administracao
o fazerem milagres.
Se isto nao bastar; quem quizer, peder diri-
gir so ao esenptorio da Companhia, onde ver
lodos os lancamcnlos e mais alguma cousa inte-
ce5osmpan,,a doBeberibedPendou em con-
Do 1 de maio de 1838 a 30 de abril de
sentida marte 4 fttma. Sra. D.
laria Itaiimilta TTeira Omorira,
oTerecMla mcis-amifos M. B. V.
d ADMrini e J. D. V. d'Amorim.
Deut i nomine luo salvum
i me fac: ti ii rirlute tua
| jtudica me.
tl.l ( PSALMIS 53 )
na, primavera da ida, no tico da iuventude,
nesse florido e perfumado jardira da existencia,
" urna candida flor;mais um liriovergou,
' ao 'pcsleito sopro do
na
Umurj u*s. jxaswie pMio mundo
ssm as azas maneft do Iwto- immundo
Do ftido pal, .
Mmo por sobre lodacal impuro-
va a g.rp esqiaoBnd o charco- tann,
Oibaado o eso azul f
*en,eK Ser',Q.ra,n(J n38 oxtremosa; filha.
f,Kta ^ t. J aisx a0icluo" irm": "**
virtn f10148 SS. um lrib,,, elcrnametite
deudo meraona desse aojo querido. Mas
dZV^*-^'*010 3 contado de
T a mao omnipotente, que nao o fere
se nan.
mais
mure
fu rae
Ai
minie
ou e dessecou-se
>o da morte I
este com sua impetuosa cohorte de exler-
! destruico. cruel e inexoravel, arrancou
aos e trelacados bracos de um pai extremoso, de
a nai terna e earinhosa, de irmao queridos,
os e dedicados amigos, a Marta Maximilla
>nm !.......
gello implacarel e traicoeiro levou ao seio
do ca
d'Am
of
da fiCatlia, que anda hontera era to feliz e lao
alegrij, a tristeza e a desolaco; e hoje lacry-
mosa.i se debatem na dr e na amargura, incon-
solav.|iis e afilelos, pela perda immensa de sua
iJoladrada flllial Ah a ampulheta do tempo
parod em seu nome: sua hora sooue esvaio-se
para jiunca mais se ouvir !......
Dor^zella?! Aiuda hontera a seiva da vida, o
'igor| da saude se revelavam em teu formoso c
anglico ser; anda hontem a innocencia
suas i
bella
doura
sent
leus <
rindo
dez d
nev
nou-l
purosj
zas brancas e diaphanas adejava sobre tua
:abeca e sorna-te acenando um porvir de
das illusoes! anda hontem alegre o pra-
ra eras o encanto, a maravilha, o dolo de
streraecidos pais! ellas se gloriaram sor-
de aerererem em ti!.... hojer A palli-
>sepulchro involveu-te em seu manto de
e o fro eglido beijo da morte transtor-
i as lindas fe^oes. e contrahio-te os labios
e virgeqs:.... A branca lous do tmulo
.. 'M? f"-bem.; !ej*ata'"a a expressao
m..H, n. J -n,?fcl do desP. on qoeixa
nnXLil'T10} d0 Senhor insondaveis I
O pensaraei.lo. de que o aiijo. ceja ausencia
innocenqii. deve m,tigar um pouco 09 tmatXil_
2i %%aC'0- Leibi-'03 tojos ,6* Si.
seu en^f,qUev-eSte ,nom8nl0 Deos ^m
osaniosdsVhV'rgK0mMaria biJa sua nih.
os anjos do Senhor abracam sua irma.
Tu. mea amigo, acceiu esta descorada roani-
festocao de meussentmentos.porque ella a voz
intima de mlnha alma.
o hvro da vida : elle dee participar ac lucio
que magda o meu e o teu coracao.
Recite 24 da maio de 1860.
M. S.
COJ1MERCIO.
- Alfaadega.
Rendimentodo dia 1 a 24. .
dem do dia 26. ... .
179:817|479
18.696^487
198.513*966
Movlmento da alfumleira
Voluraeseutrados com fazendas
* com gneros
153
1.088
iu-n ---------"" uuni uo r ".-------..O^o..... n. uiauuil IUUS1 QO lUmil
n^''aa-'"':....................1.7I2S200 "hio para serapre sobro teu inanimado corpo ;
Nesla addicao enlrou o concert do reservato- -------'"" J"
no da ra dos Pires e que elevou-se a 31780
fosle
Dol
de maio de 1859 a 30 de abril do
Nota. Poisorem
Communicados.
Ninguem ha,que
eties
me
oscolhi-
que encobrem s
mais se arrepelle, mais se
3E5S!: ; raais snle ?q,,e a e*nl* ^ meni
J>erna,*bucano, quando de levo se toca em al-
gum dos que formara a trndado redaclora d'a-
uiierria 6 ^ analysara os suas qualidades
.n^'" n Sal0 o* da 'dignacao,
quando darnos que na provincia nao na partid
dos politices o gira lulas pessoaes. credas c ali-
!Z ..!;' Pclod"8medld orgulho de um home.n
alisar esse sonho formn um acanhado circulo
^e migo, e de ^ludidas, quem appellidou
de partido liberal, lomando para si a ene anca
Quando assm fallamos, gritara aVrbe"lar
que estamos personificando l dUcusto, c tra-
vando lula pessoal.
Mas quando assim claraam nao se esquecem do
ditadocAaiMaanto9aefcfflfl.em.Apar da recia-
macao vem logo urna serie do arligos cobrindo
de .usultos o baldoes aos caracteres mais im-
Eerl^ d ,ad con^vador, nao poupando
nem mesmos os que apenas teem o grande cri
de serem amigos das victimas por
tas para o sacrificio.
Faltam-lhcs as qualidades
grandes almaa, e sobra-lhes a obsti
maldade, que sracuto perlence aos Silos
iracos e pequeninds. espiruos
No Liberal do hoje leem-se arligos de fundo e
ornraunicados. eacriplos por un. dos seus maU
Tononosos redactores, em que so rnscodcm odi
e ni reja pela felicidade de cortos individuos d
quem a gente do Liberal teme at a sombra'
O Dr. Lucena apezar de cslar duzenlas leguas
distantes, e o conogo Campos na corte do Rio de
Janeiro, foram os principaes alvos que se
apoularam as pegas corregidas de immunda me-
tralua ; e a canhonada foi 15o furibunda, que
nao duvidaiam alirar em urna sepultura.
Tocarara com mao sacrilega as frias cnzas
das nao respeitarara a ddrdo um lho, que car-
pa o passamenlo de seu pae
Do Dr. Lucena disseram, que era um enviado
da polica para fozer a eleiciio de Ouricury c der-
rotar o Dr. BrandSo, Brasileiro digno (esquece-
rara-se dodeputado amphibio, em quem partido
algum poda confiar, como disseram em 57) de
representar aquelle circulo, que esquecera
cnzas de seu pae, para servir 3os suzeranos
tena, dos quaes espera a
circulo.
Quanto ao con-go Campos rezaram a antiga la-
dainha de insultos. Fallou-se nesle senhor es-
pere-se logo ouvir o Liberal Pernambucano
lenr o o id mi r das descomposturas.
E porque ludo isto ? Por causa da maldita in-
vej.i, que fez a desgrana do nosso irmao Ciim.
Na verdade duro de sofTrer. ver-se o conego
Campos repimpado em urna das cadeirasda tem-
poraria e!o chefe do unido, forte, e compacto
partido liberal passar as horas do dia afogado cm
provars. e massando-se em escrever artisos
pan gazetas.
Mas ter paciencia, porque isto hn-dc durar
peuco ; ahi vcem as cleices.c o Dr. Feitoza ha-
de quebrar o encanto, come dtz o faclo-Amoi-
Jio?~da CS|"rilUsa van.edade do Liberal de
Bom ser que o Liberal v disculindo as ruaze-
las dos futuros candidatos, e analysando asqua-
Jidades e virtudes cvicas dos membrus de seu
seio, que offerecerao corpo eleitoral em subsli-
tuicao daquelles que for pulverizando.
_ Ser lambem prudente que. estando o inimigo
tao Ionge (as eleicoes) nao fac> fugo de molralha,
do contrario quando o inimigo se aproximar fica
sem essa arma que raelhor defende urna praca
quando o inimigo avanca para escala-la.
Se esgola agora as descomposturas, calumnias
insultos ficam desarmados, quando chegar o dia
da eleicu.
Ser muilo feio repetir entao o que so disse
hoje.
:................8.6845000
mullas as parcellas que do
as addigoes desles dous annos. oo vao inseno-
tas aqu epir consoquenca deixam de ser es-
pecificadas ; mas quem quizer ve-las poder di.
rigir-so ao escripiorio da Companhia, e enio sa-
ber quaes orara os concertos que obrigaram a
adm.uistracao a despender essss sommas.
Importancia despendida com a factura do cha-
fariz da ra da Concordia : > uo wia
palmos de terreno para o
26oio-.jI;lv0-avv;vl;ri::;;;: Jg*g0
6iJ alqueires de cal prc-ta...... 2t>j3i)fi
diverjas podras para solciras.. 33^o
diversas maderas............ qZlm
diversos enluihos........... lili
IfY,^ te,rroKPfurV 'nesm: 190"
di fulhas de trabajadores......1:831 J920
Com 40
dito






quanlo o
pnmeiro ample-
3:1445840
rtN|r E3U obra.l'e Principio em 9 do agosto
1857 couclulo_se om 19 de setembro
de
as
da
de um
A FREGUEZIA DE BEZERROS.
lo^e" rcensurav!1 o Procedimenlo do subde-
legado da frcguezia de Bezenos. o capilo Fran-
cisco Bizerra de Vasconcellos Jnior, que se ha
esquecdo do cumpriraenlo de seus deveres con-
sent.ndo que os iss.issiuos andem impunemente
ale mesmo dentro dos povoados O criminoso
Joao Mximo Espin.lolaK Malinas a permanecer
no ugsr Mimoso, ameacando acodos, e semjre
os n,?trl, im"' 80 q"al ""owwciindo
os outros criminosos, que se conservara cons-
anteraonte armados. No dia 14 do correte
Joaquim Magro malou publicamente cora um i-
mn rJUgar FazCDdinha. a seu irmao de no-
mo Gordiano, acolhendo-se depois do delicio s
sombras do assassino Joao Mximo.
.NorT"1''1 t*1mbe,rn ao ,o5 Mximo um de-
serlor d m.noh. du uolue joao Soarei" que
desde dezembro do anno passado deserlou vi-
vendo publicamente cm Mimoso e Fazendi'nha
sem ter sofindo o menor encommodo por parte'
Chamamos a altencao da auloridade, a quem
cumpre dar providencia, para o fado que lemos
referido, que deve ser enrgica e prompla, pois
se o nao uzercm, em pouco lempo Mimoso ser
um fcQ de ladroes e assassinos, e fiear pri-
vado o transito por aquelas paragens, o que se-
ra era detrimento da populacao do centro da pro-
vincia e da tranquillidade publica.
lespertar de tous fagueiros sonhos na re-
Riao mmensa do eterna luz, para gozar suas
delicijis 1..... E' que nMeOro dos anjos fallava
um ai|chanjo para enloa^hoosanas ao Seuhor e
tu fosa a eleita : que ao archanjo de Dos nao
dadii esvoacar sobre o loda5al immenso das
paiao'is humanas 1.....
Sljisle a mansao dos justos to pura e sania
quio iiuro. santo e ardenle foi o beijo. que a
abrir os olhos a luz da vida recebeste de tua
canul osa mai: to alegre e to feliz
fji leiji desvellado pai, ao teu
xo !...!. A Ierra lo ser leve....
Corsolai-vos mena amigos'.' enxga"'pranto
que b inha vossas faces : vossa meiga e cannliosa
rma ugio a vossos bragos e aos dos vossos deso-
ados ; pas para voar ao seio de seus serficos
trmaoj e do seus pais celesliaes. Ella rogar
a.l^l!Signa?a0, mGUS bons arai?os, a primeira
qualidade das almas religiosas, nobres e eleva-
das; h, em ultimo caso, lambcm
para ouem nao o lera.
Kecjife 24 de maio de 1860.
P. L.
Voluraessahidos cora fazendas
* > com gneros
76
647
1,246
723
Descarregam hoje 26 de maio.
arca inglezaHermioneraercadorias.
Brigue inglez-Lindis/ornesidem.
Bngue porluguez-Boo F-raercadorias.
Pa'acho portuguez-Diligenle=dem.
Bngue hamburguez-Henrivg-farnha da trigo.
Lugre hollandezFelicitas-diversos gneros
Consulado geral
Rendimento do da 1 a 24. .
dem do dia 25. ."
a 40 p. de c. e 31/2 a S de
m*"? .....
aewidem dito de dito xuaes
dem idem de forro ....
dem idem eoalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
dilas........
Mel. .
*
Milho. .
Pedras de amolar. ....
dem de filtrar. .
dem rebolos.....,
Piassava em molhos ....
Sabio........
Salsa parrilha .....
Sebo em rama.....
Sola ou vaqueta (meio) .
Tapioca........
nhas de boi......
Vinagre .,
rao brasil

a
a
>
par
4*fooe
16J00C
5500C
O5OOO
3O5OOO
caada 240
alqueire 25500
urna 800
95OOO
> 15120
um 200
libra 120
arroba 255000
lftOOO
urna 85200
arrba 39520
cento 5300
pipe 5O9OOO
quintal 8ft000
Municipio de Cimbres.
__. Arrematados conjuntamente.
*ewl) sobre o gado morlo para
o consumo, avahado annualmenlo
en!..................................
Impostes a cargo da collectoria
em...............___
20 por cento de agurdente idea
Comarco de aronhunt.
e arrematados conjuntamente.
z&aOO sobre o gado morto. para
consumo, avallado annualmente
em.....,............................
Impostse caigo da collectoria
8n...,...,.,,,.............
20 por cento da agurdente idem
'dem........................_
l:4W|MO
320580
50*00
l:500ft(X>
500500
lOOeOOO
Movimento do poi^>.
40:582*995
2:265^016
42:848011
Diversas
Rendimento do dia 1
dem do dia 25.
provincias. ,
a 24. 8:966^428
..... 741J957
9:708j385
o remedio
ni A LAGRIMA.
mDioria da Exraa. Sra. D. Mara Ma-
tnilla Vieira de Amorim, offerecida
a 5ua inconsolavel familia, c parti-
cularmente ao mea collcga e amigo
Mipel Bernardo Vieira de Amo-
n
V
O Viandante.
Correspondencias.
o que
Poupcm porlar.to as raunicoes para nao fca-
rcm mal como deseja o *
W
24 de maio de 1860.
COMPANHIA DO BEBEIUBE.
Tendo-se demonstrado com a evidencia dos
algarismos que ncm ia era docadencia a Compa-
nhia do Bebenbe, nem seu estado era precjrio,
estavamos persuadidos que os detractores de su
administracaoca4ar-se-iara ; mas enganamo-nos.
Nao lerdo clles 6e que prevalecer-se para coa-
testarem o que flcou provado no Diario de Per-
nambuco de 23 e 14 do corrente, dizem quelles
que nao estao bem informados dos negocios da
Companhia, que a clevacao dos dividendos, que
se foi operando depois que, como director, co-
mecou a presidir a administraeo dessa Compa-
nhia o Dr. Joaquim d'Aquno Fonseea, se deve
a so nao haverem feilo concertos, do quo resul-
ta, acarescentam, que o encanamento se scha
em ruinas ; mas ainda nists nao sao felizea, e
vamos mostra-lo com a evidencia dos lacios.'
Se a renda da Companhia tivesse flcado esta-
cionaria durante estes dous ltimos annos, e se
nao houvessem feo concertos, poder-se-la di-
zer que disto que proceda a elevacio dos di-
videndos ; mas, lia vendo crescido a renda, e nao
tendo a adininislraco cessido de fazer o con-
certos preciaos, como provam os relatnos do
Dr. Aquino Fonseea apresentados aos accionistas
da Companhia reunidos em assembla geral no
im de cada semestre, e se v do lancamento das
despezas, esl claro que a elevaco dos dividen-
dos procedeu do augmento da renda, operado
nao s porque so fez melhoc arredace, seno
porque houve economa, nao sendo despendidos
dinteuosemcoocartos sera quo foigem exami-
os as estragos.
A eleice do Dr. Aquino Fanseca para ireetar
da Companhia foi urna necessidade reconhecida
pelos raombroi da adaiaistraco anterior i que
elle presidio, e o mesmo Sr. coramendador Joio
Pinto de Lemos, que enlSo era director, fei um
1 s.r- redl":iores.Grande foi a minha sorprez"1
tendo hoje cm seu concciluado jornal um cora"
municado anonymo. com que seu aleivoso aulor
pretende manchar a minha reputacao, attribuin-
do-me gratuitamente, e sem de maneira alguma
o proyar, criminosa participago n'um supposto
conluio havido entre mim, Pedro Goocalves Fe-
reira, socio gerente da caa de Gamillo &C e
Joaquim Jos Baptisla, para de commum accnrd'o
e por meio de letras saccadas por Gamillo & C '
acetas por Joaquim Jos Baptisla, e por mim
endossadas, extorquimos dinheiro praca. Cioso
como rae prezo do ser desse crdito, tal* ou quaf
que at hoje tenho sabido grangear. e conservar
immaculado, nao posso deixar passar desaperce-
bida e impunemente tao calumniosa asserco ; e
com quanto eu v immedialameiile chamar os
tribunaes o malvolo aulor de tal corresponden-
cia para que, persnle o juiz competenlc, seja
syndicada esta queslao, e se restabeleca a ver-
dado dos fados, devo todava mostrar ao publico
em garal, e com especialidado ao respeitavel
corpo do commercio. o faisidade das malignas
msinucoesque contra mim se fazem, a qual em
parte se deduz da,s proprias palavras do encapado
communieante.
E' faci qe a pedido do Sr. Pedro Goncalves
Pcreira, socio gerente da firma Gamillo & C en-
dosse algumas letras de favor (oque no ineu
fraco entendtr nao novo em commercio, embo-
ra o communica:ite disso se maravilhe !) sacca-
das por aquella firma sobre Joaquim Jos Baptis-
la. por quem eslavam aceitas, alm de mais tres
de menores quantias saccadas por dous logistas
desla praca contra o referido Pedro Goncalves
Pereira, que me pedio para o fazer quasi na hora
em que eslava para embarcar; mas, perguntarei
eu agora ao illuslrado communicinte, se hou-
ve conluio. qual o interesse quo d'ahi me pro-
veio ? assumir a responsabilidado dessas letras
para as pagar na falta do aceitante e saccado-
resrll... Poderia dar-se contra mim essa sus-
pcita, se acaso eu dssesse ser falsa a minha fir-
ma ; porm nao, nunca a neguei, nem mo e
j em prc.senca do lllra. Sr. Dr. chefe de polica
ante quem comparec, por causa d'um requeri-
raento do Sr. Jos-Manoel da Costa Gamitto em
que elle taxava de falsas as letras em questo
declare ser verdadeira a minha firma, e a d
Gamillo & C. por a conhecer, nao sabendo so o
era igualmente a do Joaquim Jos Baptisla por
na o ter visle assgnar. ainda que nenhuma du-
vid nutria a tal respeilo ao lempo ern quo en-
dosse as ditas letras ; e o mesmo Sr. Jos Ma-
nuel da Costa Gamitto confessou recoohecer tam-
bem as firmas de quo se trata, sem embirgo de
om seu requerimenio exprimir o contrario.
Estranha mais o illustraio corrmunicante que
tal endosso eu fizesse sera disso ser sabedor o
socio Gmitlol Oh! pois se pelo contrato social
teit entro ambos si estabelece que o uso da fir-
ma perlencera txclttivamenle aa lacio Pedro
Goncalves Pereira, como o corarannieaote mesmo
confessa, o se este era o gerente da casa, que ne-
cessidade baria de consultar o socio Gamillo an-
i*s de mo prestar a fnzeresle favor? Porm ad-
mitiindo mesmo esto coso, direi que o Sr. Jos
Manoel da Costa Gamillo soubo da existencia des-
tas letras muilo antes de se retirar sen socio Pe-
dro Goncalves Pereira, e nao depois, porquo en
mesmo Ih o deelarei.
Eis, Srs. redactores, o que agora ao correr da
penna se me eflTerece a dizr, sem receio de ser
desmentido nos inbonaea, oude vou tratar de de-
salTronlar minha horjfa to injusta e caluaniosa-
mente aggredida,
Sea, Srs. >dCtoMs,-co o dovida consdera-
cao, sea onstante leltor.
Joaquim Ftrrra de Souxa,
Estes bosques, estas fontes,
Estas flores, este prado,
Judo, oh cos, vejo mudado,
Tudo sent a minha dor.
{Silva lvarenga.)
Trisee bem triste a vida da humanidade !'!
hnmfj da.tumanidade i... Ah que somcnte'o
nomen|i ah cnennira a que a|agam e fazem esquecer alguns momen-
tos era! que nos oigamos um pouco felizes. e
(ueariiial o converte em recordacocs crueis c
juiveis.
verdade, como nao pensar assim !
e anda ha pouco eu virS a
i sorrir-so virlu >sa e bella
I Como, oh
Despachos de exportaco pela me-
sa do consulado desta cidade n
dia 25 de malo de I86O
Havre-Barca franceza Sphere, Tissct Frercs.
451 couros seceos, 652 ditos espichados. 14 sac-
casalgodao ; Manoel Ignacio de Oliveira, 127
couros salgados.
Li*"Po|Brigue inglez Thctes, N. O. Bieber
C, 1,000 saceos assucar mascavado.
Rij da PrataBaica anoveriana Ernest George,
A. Irmaos, 200 barricas assucar mascavado.
Afnca=Barca portugueza Progressista, T. Bas-
tos, >& & C, 30 pipas cachaca.
Porto-Brigue porlugeez S. M. I>, M J. Ramos
e Silva, 100 saceos assucar branco e 500 ditos
dito mascavado.
Buenos-AyresSumaca sarda Aslralabo, Ma-
noel A, Guerra, 100 barricas assucar masca-
vado.
Reeebedoria do rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia 1 a 24. 27-474*01 >
dem do dia 25...... 1:17801.16
, 28:652530
iVatiio sahidos no dia 24.
ma*0 fUl Vaper Bacional Pn cora-
mandante o capilao-lenenie Jos L do Tor-
Navios entrados no dia 25
Macei e portea intermedios 33 horas vaoor
3f 153 tfESSy A
equ.pagem 10. carga plvora, fcrragem'o mali
gneros, a Ruth Bidoulac.
Hamburgo-40 das, escuna dinamarqueza Ver-
nus, de 209 toneladas, capitn 1. Ostman
S"Te" rVe'1' G maS6c""os,
Fiume96 dias,
de 146
gem 6, mg.i i,*w uarnc.is com lannl 1 iri
go 6 mais gneros, a N. O. Bieber & C."
Navios sahidos no mesmo dia. '
Ncw-York-Hiateamericano Calliope capillo
Samuel Goss, em lastro. '
Rio Grande do Norte Lancha brasileira c Flor
do Rio Grande, capitao Miguel Archanjo da
Losla, carga vanos gneros.
Rio Grande do Norte Lancha brasileira Feliz
das Ondas capitao Torquato Jos do Nasci-
mento, carga varios gneros.
Comarca de Flore*.
oKAn arrematados conjuntamenle.
rSHM) sofcrc o gado morlo para
o consumo. o*aliodo annoalmenle
*^m...........^r..... 12 fOOffWMI
Imposto a cargo da 'colVec'loria
20 por como de sgatd^te'd'em *****
dem..............r. juLi-...
Comareu da Boa-Vista.
*KnA A"eoia,ad? conjuntameate.
2500 sobre o gado morlo par
o consumo, avaliado annualmente
em........
Impostos a cargo da collectoria
-96 dias. escuna prussiana Henriellc
6 toneladas capitao C. J.hnhe. equipa!
i, carga l.dod barricas com farinha de lr-
OS Cd CL ts - i
* B> a. - 1
r* a w B
Horas.
MMfOT
~r* i-uigu ui cuiieciona
enL--......;................... 1:500JKK
20 por cenlo da agurdenlo idem
,de."................................ 508000
ML rema,asf sera0 ei,as Por lempo de 3
o V/",aLd0. VJP ""h0 d0 orreola an-
no a 30 de junho de 1863. sob as mesmascundi-
coes das anteriores, e na forma do artigo 76 do
regulamento de 3 de agosto de 1852
ML?eSSOas que se 1uCerero propor a estaart-fr
riv?,?pare?m "a SalB das sessoes da "en-
conada junta no da cima indicado, pelo mei
frf' ->mPelen1tente habilitadas na forma d
nLl* c,tado regulamento. devendo as hnbi-
liiacoes serem julgadasnos das 3? do corrente
4 de junho.
E para constar se mandou aflixar o prsenle a
publicar pelo Diario. prseme a
Seerelaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 23 de maio dc186U-0 secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciacao.
Arl. 75. Os contratos de arrematarn de renda
que imporlarcm em mais de 2.000iOO; seroo ef-
fectuados sob a garana de dous fiadores idneos
que lenham beris de raz na cidade do Recite, a
menos um delles urna vez que o outro seja no-
toriamente abonado. *
Art 76. As arrematares poderlo effertnar-
se pela maior ou menor licitacao offereeida
cartas fechadas.
Conforme.O secretario.
Annunciacao.
en
Antonio Ferreira da
inextin
E na
mo ? S
nocent
seus !
lhanle
templa
Ihe faz am um pai excessivo e
nliosa 1 terna
Co-
virgnm in-
no seio dos
meu Dos, nao ter seme-
pensamento, so ainda ha pouco eu con-
a esses agrados puros e verdadeiros que
urna mi cari-
. e emfim urna familia devotada
apreciado da virtudo !! !... Ah I Senhor!.. Al-
tos e poderosos sao os vossos decretos, e mi-
sera e infeliz a humanidade 1 Sim, misera e in-
feliz I Eu o creio............
Maru Maximilla Vieira de Amorim. apenas
quinze annos, quando a parca cruel e
inexoravel cortou-lho o precioso fio da vida 1
la idade Ah j a arvore da virlud, e
nte a da religiao. tinham eslendido ri-
s ortes e profundas em seu coracao !..
para com lodos, obediente a seus" pais,
a Dos, e meiga em suas exprcsses !
Jo conquistava a sympathia e a amizade
soas que a conheciam.
E eu.que por tantas vezes admirara os precio-
sos donjs da virgem, nf.o posso ser indiflerenle
dor, e as lagrimas que constantemente me per-
segueirj. E seja portanlo este meu pequeo es-
cnpto lim tributo que pago virtudo.
E v6j, pais excessivos e extremosos, attendei
as minlias palavras (lilhas da amizade que vos
dedico.I *
A do e o desgosto sao por cerlo os nicos ob-
jectos c ue vos restara deste amor firme e verda-
dero. I
Nao ondemno a vossa dor ; mas apenas vos
mostraiei um quadro era que sem duvida de-
veis adiar um lenitivo ; vde-o, a Cruz e
a resignac.o peranle o soffrimento.
Consulado provlneial.
Rendimento do dia 1 a 24. 37:747a250
dem do dia 25.......2:367;32G
40.1149576
contav
E ne:
guaira
zes ass
Affavel
lement
Oh lu
das pes
lernald
rando-*
pais de
1 j i C ami8 e collega, se a saudade fra-
acera o vosso coracao, consolai-vos m-
os nesse bello quadro, em que vossos
s suas maguas,
quo, se na Ierra nao exis-
esse objecto to charo ao vosso cora*'
co ha mais ura anjo, que para vos ful-
ero achar ura allivio
ou cntlo lembrsi-vos
to mais
cao, no
gura.
Recifii, 24 de maio de 1860.
Graciliano Baptisla.
LAGRIMA
sobre o tmulo de Mara Maximil-
la Vi ira de Amorim offerecida ao
seu irmao e meu prezado amigo M.
B. Vi eir de Amorim
1 o;i mes jonr si m-.< mus ,.ai de mqe coaleur
l.apneraca moa s.--ii aves l'eapnir e morlc,
Mais c est nea qui l'ecraie, 6 mon ame sois rorlc
Baise sa main smn la doolnnr. '
lbiuna.1
Mais urna vida que se finou, mais um golpe
profun lo e doloroso da implacavel morte ,
Era ima rosa inda em bolo, mimosa e "can-
dida 11 minha desabrochada apenas do vicoso
tronco, que ella enchia de orgulho e coroava* de
clicidaJe. O glido sopro da morte crestou-lhe
as pela as.roubou, e deu a tria torra o mais ri-
co thesiuro da vecejante liaste, que de dr tam-
bem se myrrha.
Era un anjo de eanduraeinnocencia, idolo de
um pai estremecido e de earinhosa mai, que
nelle se revlam, esseacia da pnrez*, genio do
bem de lodos abencoado. Ah I elle nao era da
ierra, n im para a trra; n'um 4>ater das azas d'oiro
ergueu -so .os eos, d'ondo baixra, o onde o
chamai a seu destino ; alia veio ao meado coma
mensagsiro de urna benco de Dos a um
virluoK ; sua aiisso cumprida, voltou
mitivo i asento. jnio ao throno de Dos, par
cantar i s siias glorias e orar pela hufhanidode
a mi ca.
Ma:'i, eia seu nome; este nome o symbolo
de gua ureza ; sua pureza ura relexo da can-
dura d?sua mi celestial, a Sanlissima Virgem
Mara. Passar pelo mundo felk I sera conhece-to;
lados ts seus pcnsamenlos oraraDees, seus
sentim ratosreligiao, suis Tontadasv4riudee.
Paulados precos dos principaes gene-
ros e proilucccs nacioaaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 21 o 26 de maio de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente.....caada
dem caxaca......
dem de cana.....
dem genebra.....
dem dem.......botija
dem licor.......caada
dem idem......, garrafa



caada
arroba
dem resillada e do reino
Algodo em pluma 1. sorle
dem idem 2.a dita ....
dem idem 3." dita ....
dem em caroco.....
Arroz pilado...... arroba
dem com casca..... alqueire
Assucar branco novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeite.de mamona .... caada
dem de mendoim e de coco.
Borrachafina ...... arroba
dem grossa.......
Cafe em grao bom..... arroba
dem idem restolho .
dem idem com casca .
dem moide.....
Carne secca.....
Carvo de madeira .
Cera de carnauba em pao
dem idem em velas. ...
Charutos bons..... cento
dem ordinarios.....
dem regalia.......
Chifres.......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra cortidos um
dem de onca......
Doce de calda...... libra




700
420
500
800
280
960
320
800
7JJ0O
6j000
5$000
1$750
3J200
3jj600
4J900
2750
9C0
1S920
7$000
4j?000
7gO00
4J00
5fl000
9$600
5J500
2$560
9$000
3$000
2g500
IgOOO
33000
5S00O
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
ncial, cm virlud resoluco da junta de fozen-
manda fazer publico, que de contormi-
dade com as leis c regulamenlos em vi-
gor, peranle a mesma junta, devera ser arre-
matados por municipios c comarcas no dia 14 de
prximo vindouro os impostos se-
junho
guintes :
amaZ;eeu"Ub,ada C ^^ VCn' S' e ass,n'
OSC1LLACO OA M.VR.
Preamar as 8 h. 6" da manhaa
Baixamar as 4 h 18' da larde, altura 1.75 p.'
.HoScTatonodoarsena''lemarinl1a 25 de maio
Viscas Jnior.
altura 6.75p
de 1860.
Editaes.
dem de uoiaba . .

Espanadores grandes. . . um
dem pequeos. . .
Esteiras de preperi . . urna

Farinha de ararula . .
dem de mandioca . . alqueire
Feijo....... . alqueire
Fumo em folha bom . . arroba
dem idem ordinario . .
dem idem restolho . . a
dem em rolo bom . .


par
ao pri-
ipecacanhua. ...... arroba
Lenha em aehas grandes cento
dem idem pequeas. ...
dem em toros......
Madeiras cetro laboas de forre.
Louro pranchoes de 2 cuslados
CostadJBho/. ......
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhalas ....'.
Ideaa quina .......
Virohtice pranchdes de dous
custados.......
dem idem custadiuho de dito
dem taboas de costado de 35
.
urna
um
ama


t
a
a
um
285
400
180
300
10$000
500
400
igooo
3P00
lg600
300
1$600
3g000
3JJO00
78000
148000
9g000
78000
158000
68000
38000
25S000
28500
18600
128000
3f000
98000
88000
8J>000
28500
48000
28240
18600
248000
148000
K'itS0 r,H""uis.ro ?** coramendador
da imperial ordem da Kosa e da de dirijo e
lu' 5 direito especial do commercio desla ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
DneusbgCuarede.0eU,cerm0' Pr S' M" Iraper<"' '*
Faco saber pelo presento, qnc i rcquerimenlo
de Claud.ano do Oliveira se acha aborte sua fallen"
cm pela senlenca do tlieor seguinto
TendoiClaudiano de Oliveira, rommercianlees-
lal.elecido rom loja de fazendas na ra da Cadein
do llecire n.5o, cessado os seus pagamentos co-
mo Tez corto pelas f uas dcolaraees de lis' 2 e
DS. 2 verso, declaro o mesmo Oliveira cm esta-
do de quebra. e Gxo o termo legal da exielencia
desla. 1 contar do dia 30 de abril prximo ?a
sado. Noinfio curadores fiscaes os credores-Cau-
cannase Dubourcq. e depositario interinos
credores llenry Brunn 4 C.. representados por
Kalkmann & Irmao, e prestado pelos primeiroso
juramento do eslylo, c pelos ltimos assignado
termo de deposito, o escrivo remeltar copia
desta senlenca ao juiz de pai competente para a
opposicao de sellos, que ordeno so ponhain em
lodos os bons. hvrose papis do fallido. Feilo o
quo, e publicada a prsenle nos termos dos ar-
ligos 812 do cdigo commercial, e 129 do recu
amento n. 738, se proredor s subsequenics di-
ligencias, que os referidos cdigo o regulamento
determinam.
Recife. 22 de maio de 1860. Anselmo Fran-
cisco Pcrelli.
Em vista desla senlenca convoco & lodos os
credores do ante-dilo fallido, para que no dia 23
de maioi corrente comparecam na sala do audilo-
no s 10 horas da manha, afira de so proceder a
nomeacao de depositario ou do depositarios.
E para que chegue ao conhecimenlo de quem
interessar possa, mandei passar editaes, que se-
rao afllxados nos lugares do costumo e'publica-
dos pela imprensa.
Dado e passado na cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 25 de maio de 1860.
Eu Joo Vicente do Torres Bandeira, escrivo
iiitcnuo do juizo especial do commercio o Oz es-
crever.
Anselmo Francisco Pereti.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumpnmenlo da resoluco da junte
de fazenda, manda fazer publico que a arremata-
cao da obra do empedramento da estrada da
victoria entre os marcos de 6 a 8 mi
transferida para o dia 6 do junho
douro.
E para constar so mandou affixar
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do Per-
nambuco, 25 do maio de 1860
O secretero,
A. F. da Annunciacao
O Illm. Sr. inspector da thesouraria -pro-
vincial, em virtndeda resoluco da junta d fa
zenda manda fazenda. manda fazer publico aue
de conformidado com as leis e regulamcnt-j em
vigor, perante a mesma junta, devera ser arrema-
tados por municipios e comarcas no dia 6 de ju-
nho prximo vindouro os impostostosseguintes
Municipio do Recife.
2|500 rs. sobre o gado morto para
o consumD, avaliado annualmente
em...........'..................... ?5;Q08000
vomarca ao Limoeiro.
Arrematados conjuntamente.
2j>500 rs. sobre o gado morto para
o consumo, avaliado annualmente
em.................................
Impostos a cargo da collectoria
avallado annualmente em.........^
23 por cento de agurdente idem
idem................................
Comarcado Bonito.
Arrematados conjuntamenle.
29500 sobro o gado morto para
o consumo, avaliado annualmenlo
em..................................
Impostos a carga da collectoria
do municipio do Bonito em........
20 por cento de agurdente idem
idem................................
Municipio do rejo.
Arrematados conjuntamente.
2$500 sobro o gado merlo para
o consumo, avaliado annualmente
e..................................
Impostos a cargo da collec-ori
idem................................
Municipio de Olinda.
2^500 sobre o gado mordo para
o consumo, avaliado annualmenlo
em..................................
Municipio de Iguarassu'.
Airemutados conjuntamente.
2500 sobre o g^do morlo para
o consumo, avaliado aunualmenle
cm..................................
Impostos a cargo da collectoria,
avahado annualmente cm.........
2u por cento de agurdenteme,
idem...............................
Comarca de Goianna.
2g500 rs sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado animalmen-
te em...............................
Comarca de Nazareth.
2i500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, avaliado annual-
mente em......................
3.100S00Q-
2.5009000
5068009
I2O9OOO
10:6008000
8:7009000
Comarca do Cabo
8 1O080C
10-7009000
1:1009000
bracas foi
prximo vin-
0 prsenle e
2:3009000
8509000
200g000
2:7009000
6508000
IOO9OOO
20 por cenlo de aguardante, idem
OOOfOOO
809000
29500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annualmen-
Comarca de Santo A'iifao.
2J500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consumo, avaliado aunual-
menle era..........................
Municipio deSerinhaem.
29500 rs. sobre o gado morlo pa-
ra o consume, avaliado annualmen-
te em..............................
Municipio do Rio Formoso e Agua-Preta7
29500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
mente em......................... 5100900O>
Comarca de Pao d'Alho.
2,5500 rs. sobre o gado morto pa-
ra o consumo, avaliado annual-
menlo em.......................... 59C0900O
Imposto de 20 por cento sobre o
consumo d'aguardenle nos muni-
cipios seguintes :
Olinda, avahado annualmente cm
GoianBa..........................
Nazareth..........................
Pao d'Alho.......................
Cabo..............................
SantoAnto......................
Rio Formoso c Agua Prola......
Serinhaem........................
As arremalacoes sero feilas por
3G0900O
350g00O.
150S00O
150900U
loogooo
SO0J0OO
IOO9OOO
5O9OOO
lempo de
tres annos, a contar do 1." de julho do correntrt
anno a 30 de junho de 1863, sob as mesmas
oudiedes das anteriores; e na forma do ar-
tigo 76 do regulamento do 3 de agosto de
1842.
As pessoas que se propozerem a estes arrema-
lacoes, comparecam na sala das sessoes da mes-
ma unta, no dia cima declarado, pelo meio-diat
competentemente habilitadas na forma do art.
75 do citado reguiamcnlo, devendo as habi-
liteces serem julgados nos dias 6 e 12 de junho-
vindouro.
E para constar se mandou aflixar o presente
e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 23 de maio de 1860.O secretario,
A. F. da Annwticiacao.
Art. 75. Os contratos de arremnlaco do
ronda que insportarem em mais de 2:0009000 rs.,
sero effectua-dos sob a garanta de dous fiadores
idneos, que tenham bens de raiz na ridado do
Recife, ao menos um delles, urna vez que o ou-.
Iro seja noloriamente abonado.
Art. 76. As arromolacoes podero eflecluar-se
pela maior ou menor licitando offerecida em car-
tas fechadas.
Conforme.0 secretario, A. F. da Annun-
ciacao.
_-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimento das ordens do Extn. Sr.
presidenlc da provincia, manda fazer publico,
que no dia 14 de junho prximo vindouro, pe-
ranle a junta da faaenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar, a quem mais der, a laxa
das Barreiras da ponle do Mauguinho e da es-
trada da Capunga, avalladas annualmente arabia
em 6:7009000 rs.
As arrematacoes sero feilas por lempo de Iros
annos. a contar do 1," de julho do corrente an-
no a 30 de juuho de 1863.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
laco, comparecam na sala das sessoos da mes-
ma junte no dia cima indicado, pelo raeio-dia.
competentemente habilitadas, com suas propos-
tas em cartas fechadas.
E para constar se mandou sflUar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nnmbuco, 23 de maio de 1960O secretario, A.
F. da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumpriment da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 31
do corrente, se ha de arrematar, peranle a men-
cionada junta, a quem par menos 6zer, as im-
pressdes dos Irabalhos das repartiros provio-
ciaes, avallados em 5 0009, annualmente.
A arromalaco ser feila por tempo do um anno
a contar do 1.* de julho do corrente anno, a 30
de junho de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tegao comparecam na sala das sessoes da mesma
junta, no dia cima referido, pelo meio dia e
competentemente habilitadas
E para constar se mandn afiliar o presente a
publicar pelo Diano.
Secretaria da thesouraria pAvincial de Per-
?
w por cen.o ae ag-art.nte, idea _h-llA >uco. 3 de maio de 1800.-0secretario, in-
iaeta- ...........'.....'"......" W0 torno Fermra da 4nmnre>fooft.


.,. ,
-m~

f>
wagn^m fffcwwoeft. z- sabbam) m tg maio mi iMo.
*0 cidado Caetaiae Pifllo de Vera, juiz do pac
do A.* noo do 1. dtairieie da freguesa o>
Santo Antonio do Recit,- era virtud* lia lei,
etc., ele
Fago saber que rio ser arrematados, flndos os
das da lei por quem mais der, no dia 25 do tor-
rente, depoia da audiencia deste juite. na sala
de suss sesses, s 4 horas da tarde, os bensse-
guintes : una cavalio caslanho rusilie. ivahado
era 50$ ; un dito relo, avahado por 70, total
1205000, penhorados os ditos bens por execuco
que move por este juizo Francisco Pereira Lemos,
contra seu devedor Joao Gomes Ribeiro.
Dado e passado nesle primeiro districto da
freguezia de Santo Antonio do Recito, em 14 de
maio de 1860.Eu Joaquim da Silva Reg, es-
crivo que o escrevi, ele. I
Caetano Pinto de Veras.
Joao Baptista de Castro e Silva, inspector dalhe-l
souraria de Pernambuco, por S. M. o Impera-
dor, que Dos guarde, etc.
Faro saber que, em cumprimenlo da ordeno
circular do thesouro n. 32, de 12 de abril ultimo,
tendo de serem retiradas di circuladlo as notas
de laOOO da primelra eslampa e as de 5)000 da
terceira (papel branco), procede-se desde j a
substiluicao dolas na thesouraria da provincia.
Em lempo conveniente se marcar e annun-
ciar o prazo, do qual principiar o descont da
lci no valor das notos que nao tiverem sido subs-
tituidas.
Thesouraria da fazenda de Pernambuco, 15 de
ruaiu de 1860.
Joao Baptista de Castro t Silva.
= De ordem do IIIra. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico,
que tendo sido avahada etn 6 000$ a casa de so-
brado de dous andares n 29, sita na ra da Guia,
e pertencendo (aienda nacional, em virtude de
adjudicaclo, urna parle desse sobrado no valor de
l:155g432, ten esta de ir praca no dia 6 de ju-
nho prximo vindouro, as 2 horas da larde, pe-
rante a mesma thesouraria, para pagamento do
quo ficou devendo o tinado Antonio Ferreira
Duarle Velloso.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 10 de maio de 1860. O oflirial maior
interino. Luiz Francisco de Siropaio e Silva.
- De ordem do I!lm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desla provincia se faz publico,
para conhecimento dos inleressados, que no dia
do, tem do ser arrematada pcranle mesma the-
souraria, urna paite da casa de sobrado de dous
andares n. 29, sita na ra da Guia, penhorada
viuva de Antonio Ferreira Duarte Vcllozo para
pagamento do sou alcance, sendo a paite do dito
sobrado avahada na quantia de 1:1559482, que
con o abate da quarta porte na forma da lci, fui
adjudicada i fazenda nacional no valor de ris
8669612, pelo qual 6 que lem de ir praca para
pagamento do dito alcance.
As p^soes, pois, que prelenderem licuar, de-
vorao comparecer no dia e horas cima indicados
na casa da referida Ihesouraria.
Secretaiia da Ihesouraiia de fazenda de Per-
uambuce, 9 de maio de 1860.
O official-maior interino,
Luis Francisco de Sampaio e Silva.
O 111ro. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumplimento da resoluco da junta
da fazenda, mi'nda fazer publico, que no dia 31
do crreme, perante a mesma junta, se ha de ar-
rematar a quem por menos fizer o fornecimento
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
da casa de detcnco desta cidade, por lempo de
um anno, a contar do 1." de julho de 1860, a 30
dejunho de 1861.
As pe3soasque se propozerem a esta arrema-
tado, cortpareeam na sala das sesses da refe-
rida junta, no dia cima indicado, pelo meio dia
e competentemeute habilitadas, que acharao pr-
senles o formulario e condicoes da arremataco.
E para constar se mandou aixar o presente e
publicar pelo Otario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaro
Fel mesa do contulade provincial se faz
as si as
4o c inslho
publico aos proprieUrios dos predios urbewos
das fregueaias deala cidade da do* Afcgaetaa, te o )rrenS>fcea>
que os 30 das uteis para o pagamento bocea
do cofre do t. semestre da decima da aano -
nanceiro de 1859 a 18W se principiam a contar
do disl de junho vindouro. Mesa do consu-
lado provincial de Pernambuco 23 de aaaio de
1660. Antonio Garneiro Hachado Ros, admi-
nistrador.
propon** granar leckada h societaria
elho. 19'toras da manhia do dia 28
Si.la Va eeesoes do conselho adminiatralivo
pan fornecimento do arsenal de guerra, 21 de
mal i de 1860.Benio Jos Laminka Lims, oo-
ronijl residente.FrtMwieco Joaeit Ptreir*
Lob: coronel vogal secretario interino.
28j Araoaty. U\\
O hiale Sanio Amaro, recebe carga o paasa-
geiroa ; a tratar coro Caetano Cyriaeo da C. M.
no lado do Corpo Seotg al, 25, segundo andar.
1 i
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para o 8.a batalho de infamara de linha.
1 bandeira de seda coro armas imperiaes ; 1
hastea para dita ; 1 capa de brim para dita ; 1
capa de oleado para dita.
Para a 2 companhia de pedestres de linha.
40 grvalas de sola de lustre.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
se que fez para sereba re-
colhidas desde j as notas
de 1 o,ooo e 2o,ooo da
einisso do banco.
=5
=9
Leudes.
THEATKO
DE
Attenco.
r_ita e contratada a taberna de Do-
mingo Ottezo de Carvalho, na povoaeAo de Api-
pucos ; se alguem se julgar com dirdto a ella,
entenda-ee cora Manoel da Costa Rabello; no Ar-^
raial, ou com Manoel Ribeiro Fernaades, na ra
larga do Rosario.
SOCIEDADE
DAS
ARTES
Declarares.
SANTA ISABEL
COMPANHIA LYRICA
DE#r
a MMiiiMiffiUL
O abaixo assignado, emprezirio da companhia, faz saber a todos os senhores assignanles, que
desde a apparico do presente annuncio at o dia 26 lo corrente roaio, se cnlregaro os candes das
assignaturas e seus competentes recibos no escriplorio do theat-o aos senhores que j assignaram
ou mandaran asseniar seus nomes para as 30 recitas de operas italianas ; e caso nao apparecam
ou manden, se passaro a oulros. ; ...'.... ,
Para commodidade de lodos os Duettanli. dividir-sc-ha a assignatura dos camarotes ero duas
series de 15 recitas cada urna, caudo assini duplicado o numero das familias, e diminuida a des-
peza cm metade. .....-. ,
Todos j sabem as immensas-difficuldades que leve a vencer o abaixo assignado para reunir
e conduzir felizmente a esta cidade tantos artitas d mrito, aGm de satisfazer as exigencias do
inteligente e Ilustrado publico de Pernambuco. 3 emprezano nao pretende fazer valer o seu
trabalho n'uma especie de apologia, em grande num-ro de palavras, mas deseja smente que saiba
que ainda desla vez excedeu muito as suas obngaco,;s do contrato com ogoverno, e que em vez de
20 artistas contratou 44, que j aqui chegaram. alen do 8 que por mal normadus fugiram no ins-
tante do embarque, e que zerara perder ao abaixo asignado o que lhes linha adiantado e o importe
de suas passazens. .
Eis aqui os nomes dos artistas que ebegaram os quaes quasi todos loram bem aceitos nos
principacs theatros da Italia : 4
A Sra. JULIA BELTRAMINI, prima-dona absiluta.
0 Sr. BARTOLUCCI, primeiro bartono, idea.
O Sr. SOTTOVA. primiro baixo profundo, ijlem.
O Sr. L. MAR10TT1, primeiro tenor, mera.
O Sr. F. RIGHI, primeiro baixo bulto, dem.
A Sra. Armcllini, prima-dona.
A Sra. GirelH, prima-dona contrallo.
A Sra. Rosa Righi, prima-doua suppleraenlar
O Sr. Marchctli, primeiro lenor.
O Sr. riacidi, primeiro bartono supplemenlai
O Sr. Auguslo Mariolli, primeiro baixo, idero.
O Sr. Tobas Picri, director dos coros.
Dezoito coristas de ambos os sexos.
Oito professsores de orcheslra.
Um regente.
Um concertador a piano.
Um scenographo.
Um alfaiale.
Um machiuisla.
Um poni copista. ^^ dqs bilhet;es pARA T0D0S
Camarote do 1." ordem..........:...................... J2$000
2." ordem...........'...................... 15800O
, 3.'ordem.......... ...................... 9g000
4.a ordem.,.........|.........-............ 000
Segunda-feira 28 do corrente
I. TU
Roa-do Imperador.
O agente Borja honrado com a con-
ianca de urna familia que se retira pa-
ra fora da provincia, vender' em leilao
no seu armazem na ra do Imperador
n- 73, todos os moveisque compunham
a casa da*supradita familia, consistindo
em mobilias, guarda-ronpas, toilets,
cadetras avulsas, commodas, candela-
bros, louca, vidros etc., etc., e umain-
inidade de objectos miudos. Na mes*
ma occasiao tambem vender' frascos
de todos os feitios e tmanbos que mul-
to servem aos Srs. boticarios.
LEILAO
DE
Gavallos de Montevideo.
ra da Ma-
2ca-
Tisset Freres faro leilao por nter-
vencSo do agente Hyppolito da Silva,
de 15 excellentes ca val los de Montevi-
deo os quaes se acbam muito nutridos) e
por isso proprios para o servico de co-
cheiro : sabbado 26 do corrente na co-
cheira do Joaquim confronte ao arse-
nal de marinha as 1 ( horas em ponto.
Avisos diversos.
1EGHANICAS E LRIftAES
DE
PERNAMBUCO.
Por ordem do respectivo director, o Sr. Joa-
quim Rorges Carneiro, sao convidados os socios
que eslo atrasados no pagamento do suas men-
salldades, a se porem quites com a sociedade
al a primeira sessao ordinaria do mtx de junho
prjimo futuro, sob pena de serem eliminados os
que, sem justa causa allegada e provada perante
a sociedade, menosprezarem o presente aviso.
Secretaria da sociedade das Artes Meehaoicas
e Liberaes 25 do maio de 1860.
Targino Francisco de Mello.
Secretario.
Avisa-se aolllm Sr. thesoureiro queira ler
a bondade de nao pagar o meio bilhete n. 2153 da
lotera que ha de correr no dia 26 do corrente
mez, que perdeu-se do poder de seu dono o an-
nunciaute=Hanoel Francisco Custodio.
Os Sra. Antonio CardQSO de Mallos Sobri-
nho, Antonio da Cruz Ledo, Domingos Jos da
Costa Guimaraes, Guimaraes & Alcoforado. Joa-
quim Pereira Arantes c Miguel Alvares de Abreo
Marinho, queirara apparecer na reparlico do cor-
reio aQm de salisfazerem o porte de urnas cartas
que vieram da secretaria de polica.
O abaixo assignado faz publico que s se
responsabilisa por compras feitas em seu uome,
aquellas que forem por bilhete du seu punho,
visto que tem pago diversas contas contrahidas
por sua cscrava Theodora, quo se acha fgida ha
4 dias. Recite 95 de maio de 1860.
Joaquim da Costa Ribeiro.
Roga-se as autoridades policiaes e aos capiles
de campo a apprehensao da prela escrava de no-
me Theodora, natural do Maranho, estatura re-
gular, rosto comprido, com falla de um dente na
frente, feia, tem o andar pegado, a qual tem ha-
bilidade para o servico de caea : quem a pegar,
levo ra Dircila n. 112, loja de ferragens, ou
ra da Concordia, casa de soto junto ao desem-
bargador Guimaraes, quesera recompensado.
OSr. Aulonio Goncalves rogado a appa-
recer na ra da Cideia do Recite n. 38, primeiro
andar, para utisesularecinienlos a respeito do Sr
Joaquim Caetano que veio de passagem no bri-
gue S. Manoel I.
No domingo 27 do corrente haver danga de
"corda na Capunga Vclha, em frente a estrada do
Lacer.
A 3,500 rs.,
com toque de avaria, vendem-se peca de chitas
rancezas roxas com 35 corados : na
Na ra do Arago n. 37, venden ae
brolets e 1 carro de l rodas.
Vende-se ama case terrea sita na travesa
do Alecrn ; a tratar na ra dos Martyrios n. 12.
Relogios de ouro e prata.
Esa caaa de Henry Gbson, ra da Cadeia do
Recite n. 62, ha para vender um completo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronorae-
Jro. meioschronometros e de ptente, os me-
mores que vera a este mercado, e a precos r-
zoaveis.
0ft~~ Veade-se urna escrava crioula de idade de
JO anuos, sabe coziohar, lavar e-engommar bem,
e cose chao : para ver e tratar, na loja do sobra-
od da ra imperial n. 167.
^ Lembramos aoa nossos amadores, antes que
*e acabe de vender a variada colleccao de arbus-
tos e semen tes de floree, de herlalice e arvores de
fruclo, a saber: mecieras, pereiras, ceregeiras,
damascos, possegueiros e parreiras, que se achara
venda at o principio da semana prxima : na
ra do Cabug n. 3 A. Tudo vende-se barato, c
a eslacao propria para a plantago.
Vende-se urca casa terrea n. 68, e um ter-
reno contiguo i mesma, com 96 palmos de fren-
te, no becco do Quiabo, povoac&o dos Afogados :
a tratar na ra de Santo Amaro o. 8.
= A adrainistracao geral dos eslabelecimen-
tosde caridade manda fazer publico, que nos dias
31 do corrente, 5 e 8 do prximo futuro mez de
junho pelas 10 horas da manhaa, na sala de suas
sesses, irao praca as rendas das casas abaixo
declarada" -''- r- i~ jin uu i.-ae
jumo ao correte anno a 30 de j.unho de 1863.
Os pretendentes .vem comparecer com os res-
pectivos fiadores, ou munidos de cartas destes ;
e preyne-se aos inquilinos que nao estivererr
Administrac.no geral dos eslabelecimenlos de
caridade 24 de maio de 1860.O esrrivo,
Antonio Jos Gomes do Correio.
Bairro do Recite.
Ra da Cadeia ns. 23 e 30 ; ra da Cruz n. 15;
ra do Encantamento n. 3 ; ra do Cordoniz n!
l ; ra do Azeile de Peixo n. 1 ; ra do Costa
n 1 ; ra da Senzala Nova n. 25 ; ra do Amo-
rim n. 31 ; ra da Lapa ns. 5 e 8; ra da Mocda
ns. 31 e 35 ; rus do Pilar ns. 73.74, 93, 95 e 97;
becco da Lama n3. 26 e 30.
Bairro de Sanio Antonio.
Ra da Cadeia n 24 ; ra do Queiwado n. 15;
ra Dircila ns. 5, 7,8, 33 e 123 ; ra Nova ns!
29, 43, 48, 57 e 59; ra do Padre Floriano ns.
13, 17, 43, 45, 47, 49.63 e65 : ra do Fagundes
ns. 32e3i ; ra dos Pescadores n.U ; ra das
Calcadas ns. 30, 32, 34, 36 e 38; ra das Cinco
Ponas ns. 70,98, 116 e 118 ; ra da Viracao ns.
7 e 17 ; ra de Ilortas ns. 33 e 94 ; ra de Santa
Thereza ns. 4, 5 e 7 ; ra larga do Rosario n. 26;
ra da Roda ns. 3, 5, 7, 9 e 39 ; ra do Cabug n!
3; ra do Calabouco n. 18 ; ra do Senhor Bom
Jess das Cnoulas n. 8 ; ra do Noguera n. 17;
largo do Carino n 13 ; ra de Sania Cecilia n. 16;
travessa do Carcereiro ns. 11,13 e 17 ; travessa
de S. Jos ns. 5, 7 c 11 ; travessa do S. Pedro
n. 2 ; becco do Calabouco n. 2 ; becco da Carva-
lho n. 5.
Bairro da Boa-Vista.
Ra da Impcralriz n. 68 ; ra da Conceico .
5 ; ra da Alegra n. 5 ; ra da Gloria 65-
ceceo do Quiabo n.8.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimenlo ao art.
22 de reaulamento de 14 de dezembro do 1852,
faz publico que foram aceitas as proposlas dos
senhores abaixo declarados.
Para toruecimeulo do arsenal de guerra.
Jos Hygino de Miranda :
25 travs dequalidadesescolhidas com 32 a 35
palmos do comprimento a lOg.JO.
Manoel Florencio Aires de Moraes, como pro-
curador do Antonio da Silva Gusroo :
48 costados de amarello de 2i a 30 palmos de
comprimenlo a 19J00O.
Jos Joaquim Lopes de Almeida :
6 duzas de laboas de piuho americano, o p a
118 rs., 9 pranches da mesma madeira a 45000.
O conselho avisa aos roesmos vendedores, que
deven recolher os objectos comprados na secre-
taria do mesma conselho, slO horas da manhaa
no dia 28 do corrente mez.
Sata das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 23 de
maio de 1860.Francisco Joaquim Pereira Loto
coronel vo;al secretario interino.
Tribunal do eominerelo
Por esta secretaria se far publico, o registro
fe-to na data infra do lugre Santo Amaro, Je
<59 toneladas, propriedade de D. Francisca das
Chagas Ferreira Saraiva, domiciliada nesta cida-
de Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambico 25 de maio de 1860. D. A. do Reg
Rangel, xifflcial-maor interino.
= Pela jdministraco do correio desta pro
viocia se faz publico que a agencia novamenl6
creada na pvoa;o de Grvala, se acha funecio-
nando. Admioistraco do correio do Pernambu
eo 19 de maio da 1860.O officisl papelista,
Oliveira Lima.
Correio gem.
Retaceo das cartas seguras, viudas do norle
pelo vapor nacional Paran, pa.ra os senhores
abaixe declarados:
Dr. Fenelon Cesar Burlamaque.
Francisco Julio Ferreira de Andrade.
Joao de Siqueira FerrSo.
Jos Flix Pereira de Burgos.
Jos Rodrigues Ferreira.
Melquades Pereira da Silva.
Manoel Jos Pereira.
Dr. Manoel Jos Pereira Maroho.
Manoel Pereira dos Santos Lavra.
Pedro Janeen Ferreira.
Dr. Sabino Olegario Ludgcro de Pinho.
Theodoro Thadeu de Assumpcio.

Ca deiras.
Platea...
Ceraes...
|fi-
............ 3S000
............ 1JJ500
............ 1JJ000
ifarinanoefi, emprezano.
TIIEATRO
COMPANHIA DRAMTICA
Soto a direveo do actor Car-
valho.
SABBADO, 26 DE MAIO DE 1860.
Reentrada dos artistas Lima, Bozendo c
Mara Luiza.
Depois que os Srs. professores da orehestra ti-
verem flnalisado urna escolhida symphonia, su-
bir scena pela primeira vez nesta cidade a
excellente e opparatosa comedia em 3 aclos.
RACII.4D0R ESCOSSEZ
As brilhantes e jocosas scenas de que orna-
da esta inleressanle comedia, asseguram sem du-
vida ao espectador urna noite de completo rego-
sijo.
Terminar oospectaculo cora a jocosa come-
da em um acto,
UMA MULHER
A-visos martimos.
-------------------------------j-^-
Para o Rio Grande do Sul
segu com brevidade a barca Mathildc, por ler
netado da carga prompta : quem quizer carre-
jar o resto, enlenda-se com Manoel Aires Guer-
no seu escriplorio da ra do Trapiche n. 14.
REAL COMPANHIA
DE
Paquetes inglczes a vapor.
i At o dia 28 deste mez espera-se da Europa
im dos vapores desta companhia, o qual depois
la demora do costume seguir para o Rio de
leneiro tocando na Bahia, para passagens ecl'
rala-se con os agentes Adamson Howie & C..
ua do Trahiche Novo n. 42.
Precisa-se de um ohcial de bar-
betro : na ra das Cruz es n. 35,
Vende-se e rclalha-se em pedamos de 100
palmos do frente, maisau menos, a vontade do
comprador, com 250 palmos de fundo, chaos pro-
prios, o sitio que foi do Brito, na ra Imperial,
com a frente para o nascenle, e por isso muito
fresca morada, e muito agradavel para construc-
co de ptimas casas, alera da commodidade do
carreto do material para o fabrico das raesmas
casas, pela proximidade de dous portos do mar
para desembarque : os pretendentes dirijam-se
a mesma ra Imperial ao seu propietario Anto-
nio da Silva Gusmo.
5#000.
Grande sortimenlo de ferros de engommara
vapor dos mais ricos modellos quo se podem en-
contrar neste mercado, com seus perteoces de
nova invenco, que muito dever agradar s pes-
soas que oscomprarem na ra Nova n. 20, loja
do Vianna.
Ir mandado do Senhor Bom Je-
ss das portas.
Tendo airraandade do Senhor Bom Jess das
Portas de trasladar hoje, pelas 9 horas da noite
em ponto, da igreja da Madre de Dos para a
matriz do Corpo Santo, para all licar deposita-
da al que rinde a epidemia que actualmente af-
flge esta cidade, a milagrosa imagem do Senhor
DUin JCSUS U.u Punas, |>ur iasu lonvido a mnsn
regedora da mesma irmandade a iodos os seus
irmos, bem como a todos os devotos, para acom-
anharem dita procisso. Recite 25 de maio de
860. O escrivo, Joaquim Francisco da Silva
Jnior. .
Roza-sc as autoridades policiaes ou capifes
de campo a apprehensao de urna prela por noma
Theodora, con falta de um denle na frento, tem
o andar pegado, roslo comprido e bem prela na
cor; cuja escrava Qlha do Maranho : quem a
pegar, queira ter a bondade do leva-la a ra Di-
reita n. 112, ou a ra do Cabug, loja n. 18, que
ser gratificado.
Na noito do 23 para 24 do corrente ausen-
lou-se da c*sa da viuva do Mesquita, na estrada
dos Afilelos, a pardnha forra chamada Leoca-
dia, de idade de 14 a 18 annos, natural de Ja-
boatao, onde tem prenles, o que se annuncia
para evilar futuros.
O resto dos bilhetcs acha-se venda no escrip-
torio do Iheatro.
Comecar s 8X horas.
DOMINGO, 27 DE MAIO DE 18 s 4 1/2 horas d.v tarde
haver a repeticao do mesmo espectculo.
CASS1N0 POPULAR
DE
MASCBASEPHANTASIA
NO
M AGESTO SO SALA O
DO
PALACETE DA RA DA PRAIA.
Sabbado, vespera do Espirito Santo,
A sdtedade Cassino Popular declara ao respei-
tavel publico que dar neste da um sumpluoso
baile de mascaras e phanlasias, e que ser man-
tilla a bol ordem e harmona que all costuma
reinar, e observado o regulamento approvado pe-
lo lllm. Sr. Dr. chefe de policia.
Nos intervallos das conlradansas haver polka
augurada, solo e gavola, para entretenimenlo do
publico.
Entrada para damas gratis, e cavalleiros 29.
Baile nacional
Sabbado 26 do corrente, haver grande e es-
plendido baile, nos saldes do caes do Apollo.
Neste dia ser o baile brilhante e pomposo,
esperando o beneficiado Bernardlno de Senna
Barros grande concurrencia, vislo que nao lem
poupado sacrificios e despezas para salisfai'er
completamente ao respellavel publico.
O regulamento do lllm. Sr. Dr. chefe de poli-
cia ser fielmente execulado.
Csralleiros 2} e damas gratis.
COMPANHIA BRASL1EIRA
DE
! MTOI TOI1.
. O vapor Cruzeiro do Sul, comraandante o
'Capilo do mar e guerra Gervazio Mancebo, es-
;pera-so dos portos do sul em seguimento aoa
do norte at o dia 29 do corrente mez.
Recebe-se desde ja passageiros e frete de en-
commendas e dinheiro, c engaja-se a carga que
o vapor poder conduzir sendo despachada com
antecedencia at a vespera do dia de sua che-
gada : agencia ra do Trapiche n. 40, escriplo-
rio de Thamaz de Faria.
Lisboa e Porto.
Sabe com muila brevidade o veleiro brigue
BoaF.
Recebe carga e passageiros para os dous por-
tos : a tratar com os consignatarios Carvalho,
Noguera & C, na ra do Vigario n. 9, primeiro
andar, ou com o capilo na praca.
Ceara e A carac.
O bem conhecido patacho Emulado segu
com brevidade; para carga e passageiros, trata-
se com o capilo, ou no escriplorio de Manoel
Goncalves da Silva.

Jos dos Anjos Vieira de Amorim con-
vida a seus amigos para assistirem ao me-
mento, que se ha de cantar na igreja dos
carmelitas, pelas 7 horas do dia 28 do cor-
rente, por alma de sua querida Ulna Mara
Maximilla Vieira de Amorim.
Na ra da Senzala Nova n. 30 ; rreste novo es-
tabelecimeuto preparam-se bandejas pelo goslo
de francos do imperio com os roelhores doces,
vendem-se amendoas coufeitadas, papris para
sortes, o cenlo das inesmas a 2tf, recebera-so en-
commendasdepao-de-l, bolo inglez, dito fran-
cez, dito imperial, pastis do lodas as qualidades,
doce secco e de caldas para a Ierra c exportago,
aancando as boas qualidales.
CAL DE LISBOA,
nova e muito bem acondicionada : na ra da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Todos comprara.
Urna escrava de idade 36 aunos, boa quilandei-
ra e cozinheira, e lem boa conduela : na ra de
Aguas Verdes n. 46.
Vende-se um carro proprio para carregar
assucar dos engenhos para o Recite, por ser bem
acabado, e doos bois dos melhores que pode
haver por trabalharera muilo bom e estarem af-
feilos a islo, sendo o pasto no sitio dcfronle da
casa do Sr. Joao Malhas, na Casa Forte, aonde so
pode examinare ajustar.
Vende-se urna pirita quilandeira, de meia
idade, que paga duas patacas por dia : quem a
pretender, dirija-se a ra do Passeio n.7.
Vendem-se 128 libras de oleo da arnendoa
doce : na ra larga do Rosario n. 15, por proco
commodo.
Vendem-se 3 pirus muilo gordos, bons para
domingo de paschoa do Divino Espirito Sanio :
na ra do Itangel n. 21, se dlra quem os lem,
Custodio Jos Machado roga aos seus cre-
dores quo segunda-feira 28 do corrente queirara
lera bondade de comparecer em sua taberna as'
2 horas da tarde e com as suas contas correntes.
No dia 23 do corrente, das 4 para as 5 ho-
ras da manhaa perdeu se urna carleira com 190?)
e umaconta de 13g800, e alguns recibos : quem
a achou, querendo restituir, leve ao Recife, no
becco da Boia, botequim n. 12, que ser bem re-
compensado, o se Ihe agradecer.
O ab-iixo assignado faz sciente ao respeila-
vel corpo do commercio e ao publico em geral,
que se acha justo c contratado com Justino da
Silva Boavenlura, em comprar a taberna n. 12,
sila na ra do Vigario ; Gcando o vendedor res-
ponsavel pela divida activa da mencionada ta-
berna ; por isso faz o presento annuncio para
ninguem allegar ignorancia.
Manoel Baptista Barbosa.
AttenQo.
Vende-se na ra Nova n. 71 junio a ponte,sac-
eos com roilho muito novo a 5J, na taberna da
Cruz de Almas em ponte de Uchoa a 5*500 e em
Apipucos a 5*500 taberna nova juulo ao acougue.
Para liquidar'
Na loja da Aguia de Ouro na rus do Cabug
n. 1 B, caixinhascom 8 libras de superior lio
porrato pelo baralissimo preco de 1# a caixa.
AttenQo
No botequim d'aguia de ouro da ra catreita de
Rosario n. 23, confronte a ra das Larangeiras.
tci todos os dias papa de farinha de Maranho o
ararula, dis 6 horas da manhaa em diante.
Nova casa de pasto
da aguia de ouro.
Na ra estreita do Rosario n. 23 con-
fronte a ra das Larangeiras, iornece-
se almoco e jantar com todo o asseio e
promptido e mais barato do que cm
outra qualquer parte, assim como se
achara' comida prompta a qualquer
hora que se procure.
Precisa-se alugar um sobrado de dous an-
dares que lenha commodns para pequea fami-
lia, no bairro de Santo Antonio ou Recite, as se-
guintes ras :Cadeia, Cruz ou Apollo : quem
liver dirija-se ra da Cadeia do Recite n. 41,
loja do Guimaraes Reg, que achara com quera
traa:.
O abaixo assignado declara que a parte que
linha no patacho Emulago a vendeu a Anto-
nio Comes Pereira, {capilo e socio do mesmo,
desde 16 de junho de 1859. Sobral 8 de maio de
1860.Joao Thom da Silva.
Peitosde esguiao de Hnho
camisas.
para
Vendem-se peilos para camisas, muilos finos,
de esguio de linho a IgOOO cada um : na ra da
Madre de Dos, loja n. 36 A.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiro
gordos por preco commodo.
Vendem-se saceos cora farelo de Lisboa a
5$ o sacco : na ruado Rangel n. 62, armazem.
Precisa-se de um menino do 12 a 14 annos,
portuguezpara caixeiro : na ru do nangel n 6.
Corina Pianta, relira-se para o Rio de Ja-
neiro.
Roga-se ao Sr. Manoel Ferreira Escovnr,
ex-teoenie do corpo de policia, o favor appare-
cer na ra dos Ma.-lyrios n. 3U, que muilo se lho
deseja fallar.
Pungida do mais doloroso senlimenlo
Delfina Maria Dias .Cordeiro, agradece a
todas as pessoas quo assisliram as ultimas
exequias c acompanharam ao cemiterlo os
restos moraos de seu presado consorte
Joao Tavares Cordeiro, e de novo lhes ro-
ga c a lodosos que por esiuecimenlo nao
foram convidados, assistir a missa do s-
timo dia, que lera lugar segunda-feira 28
do eorrenle s6 horas da manhaa na igre-
ja da on|.m terceira de S. Franrisco.
Segunda feira 21 do corrente perdeu urna
menina uro ponteiro de ouro enfiado cm um tran-
celn prelo de borracha, quando ao meio dia
veio da aula, da ra do Livramento para osobra-
Precisa-se de um menino de 12 a 14 annos, do, 2o. .da rua Nv de Santa Rila, fazendo tran-
na rua
o Rio de Janeiro
segu em poucos dias o patacho nacional Ca-
puam, ainda pole admillir alguma carga, pas-
sageiros e escravos ; a tratar com J- B. da Fon-
seca Jnior, na rua do Vigario n. 23.
Ceara e Acaracu.
No dia 30 do mez corrento segu o palhabote
Sobraleuse com a carga que tiver a bordo ;
quera quizer carregar, enlenda-se com Caetano
Cyriaeo da C. M. no lado do Corpo Santo n. 25,
l segundo andar.
i Para o Aracaty
sahe no m do corrente mez o hiate Santa Ri-
la, j lem a maior parlo da carga: quem no
mesmo quizer carregar, trate com Marlins & Ir-
mo, na rua da Madre de Dos n. 2.
Para Lisboa
segu no dia 31 do corrente mez de majo o bri-
gue portuguez Relmpago, ainda recebe algu-
ma carga e passageiros, para o que trala-se com
o* consignatario Thomaz de Aquirro Fonseca, na
rtuf^o'Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
capillo na praca.
Animaes de roda.
Vende-se urna porcao de animaes de
roda, por preco commodo, a dinheiro
ou a prazo : na esquina da rua Bella
n. 35.
Precsa-se de urna prela boa lavadeira e
engommadeira : na casa do Sr. Fenlon n. 42, na
rua da Cruz.
Attenco.
Aluga-se o armazem da casa n. 15 da rua do
Vigario : quem prelende-lo, dirija-se ao caes do
Ramos u. 2, ou a rua Augusta n. 94, a fallar com
Prxedes da Silva Gusmo.
Dcsappareceu na noite do dia 7 do corrente,
do engenho Ronda, do sitio Boavisla da fregue-
zia de Santo Anto, comarcad* Victoria, do abai-
xo assignado, um cavallo cora os signaes seguin-
tes: ruco com pecas de vermelho, osdous joelhos
sempro relados por ler costumo de topar, n pon-
tas das orelhas trincadas, c a cabeca carregada,
ferrado com o ferro do legitimo dono: quem del-
lerdor noticia certa, ser bem recompensado.
Jos da Cmara Pimentel.
Alejandrino Cesar de
Mello
faz sciente aos Rvms. clrigos e seus freguezes,
que o annuncio deste Diario n. 120 e 121 nao
seu, pois o mesmo ainda mora na rua do En-
cantamento n. 7 ; e o mesmo contina no exor-
cicio de sua arte a fazer capas, balinas, samar-
ras, capas viatorias, barretes, mursas para irmos
de S. Pedro, ditas para conegos da capella im-
perial, solideose becas para desembargado!-.
Aviso.
portuguez, para caixeiro
mero 6.
W. B. Greenfield retira-se para a Europa.
Na botica da rua do Cabug se dir quem
lem para vender urna barcaca cm excellente es-
tado, a qual carrega 20.saccos de assucar.
Pelo juizo da primeira vara, lindos os dias
da lei, sero arrematados os utensilios e varios
objectos de um acougue e um burro, por execu-
co de Blandin Ain, contra Francois Pouppujlle:
o escripto para ver est em mo d'o porleiro.
Refinaco de assu-
car do Monteiro.
Conlinua-se a vender assucar cryslalisado de
superior qualidade, da acreditada fabrica do Mon-
teiro, pelo preco de 7j>000 a arroba, o aprompia-
se barricas de lodos os lamanhos, com brevida-
de o aceio : na rua do Cac3 de Apollo n. 63.
lovidacks
Recebeu-se pela barca norte-americana Unido
espelhoscom molduras douradas, ondeas senho-
ras e senhores sao convidados comparecer para
examinar, os quaes sero vendidos por preijo
commodo, no domicilio do Sr. Osborns, retratis-
ta americano, rua do Imperador, primeiro andar,
com bandeira.
do Rangel nu- s![.do Ltvramenlo pela rua da Penha, largo da
ribeirn rua Nova de Sania Rita : deu-se pela
falta em casa ao despir-se a menina. O pontei-
ro grande efornido, lodo lavrado do meio
Attenco.
Os encarregados da testa de N. S. do Carmo do
frontispicio convidara aos senhores procuradores
Joo Filippe da Cosa, Antonio Annaniasde Cam-
pos Quaresma, Simplicio Rodrigues Carapello,
Manoel Antonio de Almeida Catanho, e Francis-
co Marcelino do Amaral, para comparecerem no
primeiro andar do sobrade do pateo do Carmo n.
9, no dia 27 do eorrenle, aflm de se tratar dos
pormenores da mesma festividdde.
-_ Pede-se ao Sr. thesoureiro dai loteras da
provincia uie nao pague o meio biiheie da pre-
sento lotera n. 1996, no caso que 5aia algura
Sremio, com as firmas de Bernardino da Silva
aia e Jos Lourenco de Menezes, sem que nao
se aprsenle o dito senhor, porque se aeha per-
dido desdo o dia 18 do corrale.
Aluga-se a metade de urna casa na praia
do Caldereiro, com pouca familia : a tratar na
taberna n. 2 A.
Na rua da Cadeia do Recife n. 11, vendem-so
as seguintes obras : o Demonio Familiar, 29 ou
Honra e Gloria, Gabiiel e Lusbel ou os Milagres
de Sanio Antonio, livros de sortes, etc., etc., e
outros iimitos quo vender-sc-ho muilo em
coota.
Ausenlou-se de casa de seu senhor o escra-
vo de norae Filismino, pardo escuro, representan-
do ter 22 annos de idade, estatura regular, pouca
barba, denles da frente irruinados, ps grandes,
e cabellos crespos : quem o apprehender e levar
casa do fallecido comraendador Luiz Gomes
Ferreira, no Mondego, ser generosamente re-
compensado.
A 32^000 ris.
Camisas inglezas de fistao
Na rua da Madre de Dos, loja n. 36A^ ven-
dem-se verdadeiras camisas inglezas ctn pcitos
de fuslo e bolcinho para relogio, punhos e col-
larjnhos de esguio de linho a 32#000 a duzia.
para vos dizer.
Na cocheira do Eduirdo Bourgeois, na rua No-
va n, 61, lem para se vender pauno fino egalo
azul, vaquetas srandes para cobertas de carros,
lanternas para ditos e para cabriolis, velas para
ditas, colleiras meslras, ditas falsas, camurcas
esponjas, graxa preparada para oixos, e outr
para arreios, ferraduraa francesas com era vos, e
muilas outras ferragens diversas pata carros :
vende-se tambem um iogo de rodas americanas
e outraa para carros de passeio, fabricadas em
Pars e prosapias a serrar.
Leite de cabra e de vacca.
Na casa de banhos do paleo do Carmtf, vnde-
se leite de cabra puro a 400 rs., e de vacca n 320,
lodos os dias, das 7 horas da manhia em dianle.
. ----------------para
cima, lendo urna figura de Cupido junto ao aro :
roga-se a quem o livcr adiado de leva lo ao re-
ferido sobrado n. 25, segundo andar, ou a loja
n. 21 da rua do Qucimado, que'graiitlca-so, alera *
de muilo se agradecor.
recisa-se alugar um negro captivo para o
servico interno e externo ; na padaria alraz da
undieo do Sr. Starr.
Altenco.
O abaixo assiguaflMfald-sido victima de uta
furto em sua loufl s/a.n. 2-2, de bilheles
que linha erDoslOJ Pfw> ladro lendo inu
misado, pelo meio eiiipftgedcVum dellcs, do quo
apenas Acaran os dous pedacos extremos, isto-
, o lado do lalo, e o da nureraco, que toda-
va acha-se partida, vem prevenir que este bi-
lhete inteiro e de n 1251, como reconheceu
dos seus assenlos dos bilhetes compjados, e em
tempo competente he de ser verificado pelo res-
pectivo lalo. Islo publica para que, no caso do-
ser o mesmo premiado, nao appareca du vidas, e
assim fique scienliflcado o Sr. thesoureiro das-
loteras e garantido o direito do abaixo assigna-
do.L. Delouche
Catherine Elisabeth Roberts, viuva de Solm-
E. Roberls, estando a proceder o inventario pelo
juiz de orphos desla -idade, para que a iiquda-
cao de seu casal seja feila com loda a regularida-
de e legalidade possivel, afim deque possacum-
prir fiel e exactamente com os deveres de inven-
tarame tem constituido para seu bastante pro-
curador nesta cidade para dita liquidaco. exame
de cootas, etc., o Sr. George B. Le" Lievre, a
quem se presentarlo lodos os credores e deve-
dores do casal, fira de poder o dilo procurador
verificar as respectivas contas para serem inven-
tariadas na forma da le, c psssar recibo de qual-
quer quantia que rceber. Recife 21 de maio da
1860.
Dinheiro a juros.
Na Iravessa dos Quarteis, amigamente rua do
Senhor Bom Jasus das Crioolas n. 29, so dir
quem d 1:000(1 a premio, em-pequeas quan-
tias sobre penhores, sendo o juro razoavel.
O abaixo assignado, sendo-lhe muilo pre-
ciso relirar-se para a Europa no prximo mez de
junho aflm de tratar do sua saude, e tendo de li-
quidar todos os seus negocios antes da suaesahi-
da, ainda pela ultima vez roga a lodas aquella
pessoas que lhe eslo derendo gneros que com-
praran para seus alimentos, no sen antigo esta-
belecimento da rua da Cadeia do Recife n. 25,
por favor queiram vir pagar o que devera at o
lira do corrente mez de maio, enio o fazendo, o
mesmo annuncianle se ver constrangido a usar
dos meios judlciaes.
Manoel Jos do Nascimento Silva,
Aviso aos senhores ecclesias-
ticos.
Fazem-se capas batinas,' (amarras, brreles
e capas viatorias : na rua da Cruz do Recife n.
44, primeiro andar.
No Recife, rua do Amorim, lem um officiat
de bahuleiro, e tambem concerta os velhos ; faz
colchdea e travesseiros, e (oda esta *bra bem
feila.Manoel Joaquim da Silva Maia.
Precisa-se de urna ana para todo o servico
de urna casa da pouca familia : na roa das Cru-
ces n. 22.


DIARIO DE PERNAMBUCO. SABBADO 96 DE MAlO DE 1860
*
A. N. Osborn, retralisls americano convida ao respeitavel publico pernambcano, para
visitar scu eslabelecimento de retratos pelo systema ambrolypo, com vidroa dourados e se respon-
sabilisa pela sua conservado Ilimitada, como tambem encootrarao um salao especial para senlio-
ras c grande e variado sourecelcnies de objeclos pertencentes a mesma arto.
Retratos para todos os pregse ao alcance de todas as boiras de 3J at 30g : na ra do
mperapor n. 4, baodeira americana.
Gompanhia do Be-
beribe.
O Srj caixa da companie (commen-
dador kanoe' Goncalves da Silva) esta'
autoriidoa pagar desde hoje o 2i- ai*
videndj a ratSo de 3#150 por accao.
Escriptorio da companhia 19 demaio
de 186<|.Jos Teixeira Bastos, secre-
tario interino.
#
Attenco.
Cuijso pratico e theorico de lingua fran- ft
Ama.
Procisa-se alugar orna preta para tomar conta
de i meninos, o que saiba coser alguraa cousa ;
na ra da Cruz n. 23, sagundo andar.
Avisa-se a quem quizer por qualquer ne-
gocio a casa da ra do Arago n. 10, onde exis-
te urna boa armacao de taberna com todos os
pertences, dirij-a-se a taberna n. 8
Companhia doBe-
beribe.
Achando-se o Sr. director da mesma
comoanhia, imposibilitado de presidir
a sesso que foi marcada para o dia 23
do correte, por ,isso fica transferida
para sabbado 26 do corrente as mesmas
horas.
Escriptorio da administrado da Com-
panhia do Beber!be 22 de maio de 1860
Jos Teixeira Bastos, secretario n-
t erino.
DENTISTA FRANCEZ. 3
>*. Paulo Gaigoux, dentista, ra das La- ^
>* rangeiras 15. Na mesma. casa tem agua e p denlico. <
F0LII1M1VS 1\\R\ 1860.
Esto venda na vraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as (olhinhas para 1860 im-
pressasnesla typographia, dasseguintesq'uali-
dades :
V OLHINHA RELIGIOSA, conlendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuadlo da bibliotheca do
Cristo Brasileiro. que se compe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hyninos ao Espirito Santo e
N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemorogo ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraco mental
dividido pelos das da semana, obsequios
ao SS. corceo de Jess, saudac.oes devo-
tas s chagas de Christo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oracoes. Prego 320 rs.
IFlTA DE .VARIEDADES, contendo o kalenda-
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, tabulas, pensamentos moraes,
receilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Prego 320 rs.
Mf ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direilos
parochiaes. Pre o 160 rs,
Roga-se aos Srs. devedores do eslabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na ra do Col-
eg venda n. 25 ou na ra do Queimado luja
n. 10.
22 Ra Nova 22.
Lotera da projriacia com ga-
ranta.
Na casa cima indicada achar-se-ha sempre
um variado sorlimento de bilhetes da lotera da
provincia satisfaco dos compradores, que lera
um abale de 10 0[( cm quantia maior de 100$.
Os bilhetes vendidos nesta casa sao garantidos
sendo os 8 0i0, pagos logo que se extrair a lote-
ra: porisso convida-se aos amantes desle lici-
to jugo a virem compra-Ios aqui, que nao de fi-
car salisfeilos.
Inleiros 12J00O.
Meios G$00U.
A. L. Deluhe.
Aluga-se urna escrava para o servigointer-
no e externo de qualquer casa de familia ; quem
precisar, dirija-sea ra da Praia n. 80.
No domingo, 6 desle mez, as 8 horas da
manha, salao o annunciante de um mnibus, na
Cruz de Almas, doixando no asseoto urna charu-
teira de couro. O proprieilrio do mnibus vio
que um senhor lomou conta da charuteira o co-
mo este nao a voltou ao scu dono, pede-se-Ihc
o favor de entrega-la quauto aules na praga da
Independencia ns. 6 e 8.
Offerece-se um lapaz brasileiro, vindo do
malo, para caixeiro de cobranga nesta praga, ou
fura, do que lem muila pratica, e tem andado
vendendo ora com outras pessoas, do que tem
tambem bastante pratica ; assim como se oTere-
ce para outra qualquer aaruroaco, ainda que
pouca experiencia tem de outros* negocio,'e d
couhecimenlo de sua conduela : quem o preten-
der, annuncie para ser procurado.
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o almanak da provincia para
o correneanno de
ceza ior urna senhora franceza, para dez
moga i, segunda e quinta-feira de cada se-
mana, das 10 horas at meio da : quem 9
quize' aproveilar pode dirigir-se a ra da
SCruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
adiai lados. A
Por um corte de cabello e
frisamenlo 500 rs.
R l da Imperatriz n. 7.
Lecorc le acaba de receber do Ro de Janeiro
oprimei o contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c un oulro vindo de Pars. Esta eslabele-
cimento sis'hoje as melhores condicoes que
possivej para salisfazer as encommendas dos
objectos na cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejat i: marratas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, bra :cletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
balleiras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, l iva-se igualmente a cabega a moda dos
Estados-Jnidos, scmdeixar urna s pelcula na
cabega d s clientes, para salisfazer os pretenden-
es, os ol jeclosem cabell scro feitos em sua
presenga
urna pos;
Boa-Visli
sas brae
sardas o
babosa p
para bor
va a fres
vida.
se o desejarem, e achar-se-ha sempre
ba disponivel para cortar os cabellos, e
peatmr t s senRoras em casa particular.
E" c legado i loja de Lecomte, aterro da
n. 7, o encllenle leite virginal de ro-
i para refrescar a pello, tirar pannos
spinhas, e igualmente o afamado ole
lira limpar e fazer crescer os cabello
assim ce mo pos imperial de lyrio de Florenc
nejas e asperidades da
:ura e o avelludado da
pelle, conser-
orimavera da
IM0
o qual se vende a 800 rs. na
praga da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Einpregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
le toda a provincia.
Associagoes commerciaes,
agrcolas, iudustriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidmdes como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos.etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emh para todas as
classes da sociedade.
PROVINCIA.
Terceira parteda primei-
ra do Espirito Santo.
Aos 10:00, 5:000$ e 1:00 O abaixo assignado tem ex posto a
venda os seus bilhetes garantidos dos 8
por cento ao imposto geral nts lojas se-
guintes :
Praca da Independencia n. 4<\
Pateo do Carmo n. 17.
Ra estreita do Rosario n. 11.
Aterro da Boa Vista.
Ra do Crespn. 5.
Ra da Cadeia do Recife n.*66.
Preco de bilhetc 12.S000
Meio 6000
Quarto 3J000
Vende-se em seu escriptorio na ru
do Imperador n. 21, cm porcQes de
100,$ para cima pelos segu rites precos:
Bilhete 115000
Meio 50500
Quarto 2#7i0
Cs bilhetes premiados de sua rubrica
sao pagos na praca da Independencia
n. 40.
P. J. Layme.
CASA LUSO-BRASLEIRA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e excellentss ac-
commodaces para muilo maior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branga dos seus amigos e dosSrs. viajantes que
visitem esta capital; continua a prestar-Ihesseus
serviros e bons oflicios guiando-os cm todas as
cousas que precisem conhecimento ortico do
paiz, etc. ; alm do portuguez e do inglez alla-se
na casa o hespanhole francez.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com penior.
Undos corles de vestidos de seda pretos
de 2 talas
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Roraeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples prelo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e decores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 1$ e
Dia lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Caiubraias orlandys de cores, lidos pa-
dres, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados*
Tiras e entremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dila de algodSo bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Casemirasidem idem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de liaho e algo-
do, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de roupa feita
I DENTES
S ARTIFICIABA. S
Ruaestrcita do Rosario n. 3
Q Francisco Pinto Ozoriocolloca denles ar- tjl
$ tQciaes pelos doussyslcmasVOLCANlTE, $
^ chapas de ouro ou platina, podendo ser $
^ procurado na sobredita ra a qualquer
*$ hora. e
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquidago, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
GRANDE S0RTHENT0
DE
Fazendas e roupa feita
POR MEDIDA.
Na ldnaearmazemde Joaquim
Rodrigues T. d Mello.
Ruc do QucmaAo n. V?,
em sua loja le 4 portas.
Tem um completo sorlimento de roupas feitaa
edida a vontade.dos freguezes : caigas de
a e de briro, colletes de diversas quali-
recasacas de multo bom gosto, um sor-
epor n
casemi
des, so
limentil de paletols de panno e de casemira, al-
paca, 1
se vcni
llment
de sup
lo sup
glezes
ditos i
panno
seda d
compl(j
golinh
chaly
iazinha, riscadinhos e de brim, que ludo
e por prego commodo ; um completo sor-
> de chapeos pretos de seda para homem,
rior quadadc a 10#, ditos de castor ami-
nores a 16$, chapeos de sol de s*da in-
los melhores que-tera vindo ao mrcalo,
ancezes de diversas qnalidades, ditos de
grandes e pequeos, cortos de vestidos de
i variados gostos para diversos pregos, um
lo sorlimento de bordados e entre- racios,
ise manguitos, ludo por preco commodo ;
le seda e la de gosto mais apurado que
lem apparecido a 19280 o covado, chitas france-
zas mi ito superiores de 260 al 410 rs. o covado
degos os muilo delicados : um grande sortimen-
to de izendas francezas c inglezas c allemas que
seria inpossivel aqu se poder mencionar com
pregos, assevera-se aos freguezes que ludo se
vende mais era conta que em outra parte sendo
a dinrjeirp.
Jos Thomaz de Campos Quaresroa, partici-
pa as )essoas de sua amizade, que hoje a sua
reside icia na ra Augnsta, casa de'2 andares,
do desembargador Alexandre Bernardino do Reis
e Silva
Sipop du
urFORGETI
JARABE
de n. 19.
DO FORGET.
Este xarope esl approvado >clos mais eminentes
>mo sendo o melhor para cura
aOeccoes dos bronchios, ataques de peito, rrilacAes ne
pela manlia, e outra noite sao sufQcientes. O elle i lo d
lempo o doente e o medico.
O dtpotito na ra larga do Rotarlo, botica de Bar holomto Francitco de Soma, n. 36.
mdicos de Pars,
constipacoes, tosse convulsa e outras,
'vosas e nsomnoleocus: urna colfaerada
sie excelente xarope satisfaz ao mesmo
O Ur. Cosme de Sa Pereira
sde volt? de sua viagem instructi-
itiva a Kuropa continua no exer-
cicio de sua profisso medica.
Da* consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n.. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as' 6 horas
t as 10 da manha, sobre os
seguintes pontos :
1*. Molestias de olhos ;
1*. Molestias de coracSo e de
peito ;
^Molestias dos orgaos da gera-
Jr'io, e doanus ;
i4*. Praticara'toda e qualquer
operacSo quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento dof
seus doentes.
O exame das pessoas que o cen-
Isultarem sera' feito indistincta-
Imcnte, e na ordem de suas en-
tradas ; fazendo excepqao os doen-
tes de olhos, ou aquellesque poi
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este im.
A applicaqao de alguns medica
l mentos indispensaveis em vario;
casos, como 6 do sulfato de afro-
pina etc.) sera' feto.ou concedido
gratuitamente. A confianca que
nelles deposita, a presteza de sua
laccao, e a necessidadeprompta
\de seu emprego; tudoquanto o
jdemove en> beneficio de seus
doentes.
NOVO DEPOSITO
DE
sendo casaeas, sobrecasacas, paletots.
S colletes, caigas de muitas qualidades
de fazendas 9
I Chapeos francezes finos, forma moderna C$501
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades 3
Camisas francezas, peilos de linho e de f
Igodo Lrancas e de cores 9
9 Ditas de fustlo brancas e de cores $
Ceroulas de linho e de algodao
19200 Capellas brancas para noivas muilo finas |
I Um completo sorlimento de fazendas
38000 para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e teda lapadas e transparentes,
lpaOO corado g
Meias cruas brancas e de cores para
10*000 meninos y
16)000 Dilasde seda para menina, par 1|608
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
1&000 menino *3i
9 Velludilho de cores, covado 1^200
9 Velbutina de cores, covado 9700
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 res, o par 2JGO0
9 Ditas de seda idem idem IftOOQ
$ Um sorlimento completo de lu^as de
900 seda bordadas, lisas, para tenhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
9 lidades 9
Cortes de col/ele de gorguro de seda
$640 de cores f
9 Ditos de velludo muilo finos 9
Lengos de seda roxos para senhora SjDOJ
9 Marquezilas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora 9
38500 Sapalinhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par 2$fSy
9 Casinetas de cores de duas larguras mui-
6000 to superiores, covado 1$009
$500 Seiim pelo, encarnado e azul, proprio
para forros, rom 4 palmos de largura,
9280 fazenda nova covado 1*608
}500: Setim liso de todas as cores, covado 9
j Lengos de gorguro de seda pretos V
JS00 Relogios e obras de ouro 9
Corles do casemira de cores a 5JG0
I&Mttra-M-Km
EAU MINERAL!
NATURALLE E VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n. 22.
Neste proveitoso eslabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-ho tambem do 1 de novembro em vante, contratos mensaes par
maior commodidadee economa dopublico de quem os proprietarios esperam a remunerago d
Assignatur. de banhos fros para urna pessoa por mez. .... 10J0OO
momos, de choque ouchuviscos por mez 15c000
Sanea da cartnas n banhos avulsos aos oreos annunciado*.
Alga-se urna exceilente casa de[
campo com grande sitio, na" estrada da!
Casa Forte, com todas as commodida-1
L)des para familia, cocheira, estribara,}
tanques para banho ete., etc,: quem \
pretender a mesma dii ja-se a ra da (attendendo ao estado pouco liiongeiio
Iruz n. 4, casa de W. O. Bieber & C.,ldal>olsa da maior parte da
4S-Rua Direila-45
De 5^000 a 6#000.
O proprietario diste estabtlecimcnt
FUNDIR AO
idc soYVimeiilo de me-
e defacillimoastento
DO
III 1.1.
Ra do Brum (passando o chafariz
No depoilo deste esta\ie\eeiii\eiito sempve \\a gra
eaamsnio Bara os eagenlvos de assuear a saoet .
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel,
Bodas d'agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem bataneadas ;
Cannos de ferro, e portis d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgensmuito (ortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetas motoras para agua, caballos, oubois. acunhadas er^t aguilhoes deazs ;
Taixat de ferro fundido e batido, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, crivus e portas de ferro para s fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou boU ;
Aguilhoes, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para crrocas, formas gilvanizadas para purgar etc., etc.
D. W. Bowman confia que os seus freguezes a chamo tudo digno da preferencia com
que o honram, pela longa experiencia que elle tem do mechanism > proprio [ara os agricul-
tore* desta provincia, e pelo facto de mandar construir pessoalriente as suas obras as
mais acreditadas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fim,
assim como pela coutinuacao da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a rontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que poderlo necessitar.
Ruado Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
Borott & C attendendo a que os senhores con-
sumidores de geloso pela maior parte residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lulariam com grande difQculdadc se este es-
labelecimento estivesse collocado no bairro do
Recife, poderam encontrar na ra do Imperador,
confronte ao oito do deposito do gaz. um arma-
zem cora as proporces exigidas para deposito
desle genero, o quaf estar abcrlo concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nha s 6 da tarde do dia 3 do corrente em
diante.
A mesa repedora do Sanlissimo
Sacramento da Boa Vista, convida aos
seus irmos a comparecerem no dia 27
do corrente as 10 horas d'amanhaa, pa-
ra fe proceder a eleicao da nova mesa
que tem de reger o anno de 1860 a
18CI. O escriv5o G. A. Martins Pe-
reira.
successores.
Aluga-se a exceilente e com moda
asa da ra da Aurora n. 26 : a tratar
na mesma ra n. 16 A.
Thomaz de Faria saca sobre Por-
tugal no prximo paquete : escriptorio
na ra do Trapiche n. 40.
CoiisuItorie central homcopalliicog
1 MMlIBTOfl). 1
Continua sob a mesma direcc,o de Ma-
*"> noel de Maltes Teixeira Lima, professor
) em homeepalhia. As consultas como d'an-
) les. *t
Botica central homeopalhica
Do
DR. SABINO 0, L PUMO 1
Novos medicamentoshomcopathicos en- S
viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
Estes medicamonlos preparados espe-
cialmente segundo as necessidades da ho-
meopaihia no Brasil, vende-se pelos pre-
cos conhecidos na botica central homeo-
palhica, ra de Santo Amaro (Mundo Nu-
vo) n 6.
popula cao,
e animado por um sentimento philan-
tropico em prcl dos seus antigos fre-
guezes, tem a honra de clTerecei-lhes
um resto de boizeguins de bezerro e
luslre, immuito bom estado, medinn'.e
a retribuicao cima.
Antonio Jos Ferreira Alves, mudou o @
W seugebinele do consultos mcdicat-cirtir-
S glCo2 e Perac.*a rara n ra doQueinindo
n. d, pnmeiro andar, aonde poder ser
0
i
ESCRIPTORIO OE AOYOCAfI\S
DOS HACHAREIS
i Cicero Odn Peregrino da Silva
A 9
Anreliano Augusto P. de Caralho.f
i
RA DO QUEIMADO
PRIMEIBO ANDAR.
Precisase atugar um preto para
servic/) de casa estrangeira, que nSo se-
ja muito moco: quem os tiver dirija-se
a ra da Cruz tt. ?.
- Aluga-se urna baixa grande de
capim a qual da' no verao e invern,
sita na Soledade: os pretendentes diri-
jam-se a ru da Cruz n. *.
Attenco.
Os effeitos antiepidemicos, que sao produzidos
pelas fumigaces hygienicas de Guylon do Mor-
veau, sao eflkazes, como prova a ezperienrio que
dellas se tem tirado ltimamente. Os vaporas
que se elevam de urna formula desta fumigacao
bastam para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; e de 10, as ntricos, assim explica Car-
nichael Smilh. O andaco que nos vecha de pre-
sente, tem ceifado muitas vidas, e convem que
(paro prevenir-se o mal,antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senyolvendo e se tem manifestado, recorram
botica n. 88, na ra Direita, onde se acha ven-
da quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconheerndo estar a sua rasa xlTec-
lada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salulares resultados : as
pessoas pois. em idnticas circumstancias, que
precisarem das desinfeccoes, o acharo sempre
prompto para mandar efTecluar a devida applica-
Jo. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mui-
to opproyeilrm, e previne m a invaso das epide-
mias no interior dos habitacoes ; assim como
de importante ulilidade a sua ipplicafo as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado do putrefacrao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta.' D preco de
2*00O.-Jos da Rocha Paranhos. *
COMPAtniA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
Mm i mu.
CAPITAL
Cneo miVkoes delibras
eseTUnas.
ssunderg Brothers* C* tem honra deln-
rormar es Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eaguemmais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar segures sobre edificios de tijolo e p%-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em tasendas de
qualquer alidade.
consultado al s 8 horas da roai.haa c
das4s6 da larde Chamados a toda a j
m hora do dia c da noite, sendo os pobres
tratados e attendidos gratuitamente. }
&eeftse# <*& ese
Aluga-se um sitio na ra do Bonifica (Pas-
sogem do Magdalena) com urna grande rasa do
vivenda, conlendo 2 salas, 4 quartos, cozinha
lora, com terraco, senzala para pretos, cocheira
para 3 cavallos, cacimba com bomba, e 1 excei-
lente banheiro forrado de mormure ; a tratar na
travesea da Madre deDeo3 n. 14, das 9 horas da
manhoa at as 3 da larde, com o abaixo assigna-
do.Molla Irmo.
Ferros de engom-
mar econmicos
Aviso as engommadeiras.
Economa de lempoe de despeza reuni-
da a perfeico e facilidade do Ira-
bal ho.
Os ferros de rngommar economices de BIcs
& Drake, saoj lo bem conhecidos, e por lodos
as partes em que sao usados, lerm rerobido un*,
acolho lo favoravel, que os fabiicanles se lini-
taro a simplesmente indicar aqui algumos de
suas valiosas qualidndes, sem mencionar os nu-
merosos louvores, que a imprensa e muilos par-
ticulares leem dirigido aos inventores de um tao
til, quao importante utencilio.
As vantagens dos ferros deengommar econ-
micos esua incontestavel superioridade sobre os
antigos, se deprehendem das razes seguinles:
1. Os ferros econmicos tendo em si o appa-
relho qne os aquenta e que serve a ronservo-lcs
sempre, no grao de calor que se quer, mediante
mu facis condicqoes, fazem ganhar as engom-
madeiras o immenso lempo que as mesmas per-
dem, serviodo-se dos antigos ferros, as conti-
nuadas mudoncos que too obrigadas a fazer, na
limpeza e preparo dos meamos, no fogareiro, e
em mil outros accessorios inherentes ao vclho
systema A esta immensa vantagem deve ac-
crescentar-se que o engommado sahe mais per-
feito, mais claro e mais lustroso.
S. Um s ferro basta para cada engomma-
deira, no entretanto que dos antigos era neces-
sario ler um cerlo numero.
3." A despeza de cada um destes ferros, par*
um dia do trabalho, nunca poder exceder a
80 ris.
4. O trabalho 6 muilo mais fcil e agradavel,
podendo effecluar-se ero qualquer parle sem o
menor obstculo. O grave inconveniente do ex-
tremo calor produzido pelos fogareiros, sobretu-
do nos paizes quentes, desappareco completa-
mente.
5 O perigo de incendios e diversos outros
males, cessa com o uso dos ferros econmicos.
6." Commodidade de transpone, solidez a du-
raco do utencilio. Muitas outras vantagens po-
de'riam ser citadas ; os fabricantes porem julgain
mais acertado, de recommendar as pessoas inlc-
ressadas de experimenlarem os ditos ferros, quo
de si mesmo follaro mais alto, que ludo quanto
em favor dos mesmos se poderia dizer.
nicos agentes em Pernambuco Raymunda
Carlos Leite & Irmo n. 10, ra da Imperatriz
amigamente atorro da Boa-Vista.


?
'-*
I


ii
BU RIO DE FEMAMBUOO. 6BADQ ft& MLH4H) DB t0.
Cabriolet.
Vende-se um cabriolct uo*o moderno cb
seus otrelos : no ra do Hospicio n.2t
Na ra das Cruzcs, taberna a. 4e2, junio no
sobrado do Sr. Figueiroa, vende-se manteiga
a oais superior que lem viudo a etle mercado.
Na ra Augusta, casa de i andares n. 19,
veude-se no segundo andar de dita cosa, o mais
superior doce tecco e de calda de cuj, assiru
como do todas as mais quahdades, por atacado e
a ret.ilho.
Quem precisar de urna ama com muito
Lora e abundante leite para criar: dirija-se a
ra da Cooceico n. 10.
Quem precisar de um perito cozinheiro,
tanto u portugunza como cstrangeiro, dirija-se a
la da Cruz n. 13, que achara com quem tratar.
Na toja do miunezas de Hilarino Soares da
Silveira, na ra Direita n. 86, junto a botica do
Sr. Paranhos, vendem-se frescas e verdadeiras
Jo vas de pellica a 2} o par.
Vende-sc um moleque de bonita figura,
boleoiro, da idade 23 annos, proprio para pagem,
una cscrava de idade de 30 annos, urna dita da
mesma idade, asim como 2 ulhos, sendo 1 mo-
leqoinho de 5 annos, poueo mais ou menos, e 1
inoicquinha de I li2 annos, e urna caboclinha de
jdade de 6 annos, ponco mais ou menos: ua
travesea do Carino n. 12.
Grammaticaingle-
za de 01 lettdofff.
Novo methodo paca apremiar a Ilr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezet,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
publico e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andir.
Na traveisa da ra das Cruzes n. %, segun-
do andar, ao p desta typographia, tinge-se eom
perfeicao de qualquer cor, e mais barato que em
outra qualquer parte.
Borzeguins ingtezes, pn-
vad'agua.
Pechiacha seta igual.
Os v erdadeiroi e j muito conhocidoi borze-
guins nglezes, prova d'agua, tiradores dcealos.
L Qjt o p*r, dinheiro a* vista.
I-eit! & Jrmao, na ra da Cadeia do Recite, lo
ja de
ir
&ML
Ao publico
Achando-se grassando epid-
micamente angina e a escarlati-
na, offerjeemos as mais de fami-
lia o tratamento homeopathico,
contendo os sympto as das mo-
l lestias e dos medicamentos apro-
b priados com a maneira de os em-
31 pregar Assim como carteira com
|| os medicamentos homeopathicos
|| para o mal.
N. B. Medicamento especifico
f e preservativo para estas aFec-
H (Oes. Emi glbulos e em tintu-
j ras. Pateo do Garmo n. 5, pri-
meiro andar, largo do Paraizo
H n. 15, sobrado de um andar.
t9*3JIG^S5*86 ^'Sga S3^2a2i
*^NI *BVNN W* case3BM9EW VwmSSmaKtlm
Precisa-se de alguns
uieuinos para aprender o of-
ficio de marcineiro: narui de
S. Faancisco confronte a igre-
ja armazem que tera a offici-
na da parte de detraz.
= O Dr. Ignacio Firmo Pavicrfaz publico, que
nao obstante nao achar-se ainda completamente
restabelecido do grave incomraodo do saude de
que fdra accommeltido desde novembro do anno
passado, lera com tudo destinado empregar algu-
mas horas em o exercicio de sus profissao, para
o que poder ser procurado das 9 horas da ma-
nhas 3 da tarde, no pateo do Carmo, sobrado
o. 9, primeiro andar ; e desla hora em diante no
Cachang. O mesrao doutor havisa a seus fre-
guezes e a todas as pessoas que o quircrem hon-
rin do Divino Espirito Sanio, que deve correr no!rar couflando-lhe seusdoenles, que tem rcorga-
dia G do presente, pois que dito meio bilhete nsado a sua casa de saude, sita na Passagem da
foi perdido polo annunciantc, e tem no verso do Magdalena, entre as pontes grande o a pequea
dito meio bilhete escripto Delfiua Mara do Car- u0 Chora-menino, que alera de se achar montada
Precisa-se alugaruma ama quo seja torra ou
captiva, para casa de pouca familia : a tratar na
ra da Imperatriz, loja decalcado n. 14.
= Vaz & Leal fazem sciente quo o Sr. Jos
Joaquim de Oliveira Campos deixou de ser seu
eaizeiro desde hoje 23 de maio de 1860.
Ama.
T.-ecisa-se de una ama : na ra Nova n. 5.
PrecUa-se de urna ama para cozinhar: na
roa do Queimado o. 48.
Carlos Aron relira-se para lora da pro-
vincia.
Em praca publica do Dr. provedor dos re-
zidios c capellas se proceder a arrcmalaco da
ronda animal dis casas e sitio pertencente ao
patrimonio da irmandade das almas de Santo An-
tonio, cuja arrematado lera lugar no dia 26 do
corren le.
O Sr. Henrique Augus-
to Cowper, precisa de urna
vacca de leile: quem ti ver pa-
ra vender comareca no con-
sulado inglez, ra do Trapi-
che.
Manoel Antonio dos Santos Ferreira peJe
ao Sr. thesoureiro das loteras desla provincia
que nao pague, caso saia premiado, o meio bi-
iaete n. 1979 da terceira parte da primeira lote-
para
uio, iionn- de urna (lha do annunciantc
quem foi comprado o bilhete
Manoel Joaquim Goncalves Cascao retira-
se par Portuga"
convenientemente dispoe de coramodos para
mais de 40 doentes, segundo a cathegoria e se-
xos, pelo mais commodo proco, que na actuali-
dade se pode fazer. As pessoas livres recolhidas
enfermara pagarlo a diaria de 3jJ, e escravos
Os herdeiros do engenho Camaragibo leram 2j ; dando-so ainda algura abalimento no caso
"ni*1 i A m 1 f ~if. n iit-nimiin iIa C u ..,.,! U __ i A.\ r, .. ., ^- .1 .. -I -. __^1^____..._ ...____1_ .....
:or.: admiraco o anuuncio do Sr. Manoel Maia
da Silva, dftclarando-se credor da massa de seu
fallecido pai na quanlia de 600&,e por este meio
]i"' tendn desfazer o niesmo annnncio, dizendo
a osle senhor que nao o consideran) credor, por-
que como tal j se aprescnlou o honrado nego-
cianle desla prara Joaquim da Silva Castro, com
qurm S. S. se "deve entender, e acerca do que
nao encontrar a menor duvida,
Na ra do Vigario n 6, precisa-se do urna
ama pararngommar para duas pessoas
Manoel Joaquim Goncalves Cselo, portu-
gnez, i cidade do Porto.
Contina a dar-se dinheiro a premio sob i
penhores de ouro ou prala : na ra Augusta nu-
mero 48.
Aencao.
Na roa das Cruzcs n. 21, coniinua-sc a forne-
cer comidas a 253 mensaes com lodo o asseio.
0 abaixo assignado faz scienle ao publico o
cora cspocialidade ao respeitavfl corpo de com-
inea io, que cm virtude de ter fallecido seu so-
cio Antonio l.uiz Vieira, ficou oxtincta a firma de
Vieira & Pava desda '28 do novembro de 1859 de
mi tola paite o mesmo finado, flcando o abai-
o asignado rcsponsavcl pelo activo e passivo
da dita lirma, o perlenccndo-lhes lodo o estabe-
lecimento desdo a referida dala em diante. Re-
eif. deuiaiode 1860.
Joao Benlo Para.
Roga-se a quem se julgar credor da exlinc-
5i (Irma do Vieira & Para por qualquer titulo ou
eonla de livro vencida ou por vencer, de, no pra-
zo d-> 3 das, apresenta-la para serlpromplamen-
le paga, na praca da Independencia ns. 19 e 21.
Manoel Antonio Tires vai a Parahiba.
Faz sciento Jos Dias da Cunta, que deixou
de ser caixeiro doSr. Jos Monlcido de Siqueira
desde o dia 23 do correnle mez. i
de que a molestia se prolongue por mais de um
mez. As pessoas que desejarero um tratamento
distincto pagarlo na razio da despeza qne fue-
rera. Para tratar, podem dirigir-se casa de pa-
leo do Carino cima indicada, ou com o Sr. Jos
Firmo Xavier na dita casa.
apa mm'm msm zmmmmsM
| Dentista de Paris.
1 15Ra Nova15
d Frederico Gautier. cirurgiao dentista,
faz todas as operaces da sua arte e col-
loca denles artificaos, ludo com a supe-
rioridade c perfeicao que as pessoas en-
tendidas Ihe recohecom.
Tera agua e pos dentifricios etc.
te ac
glezesj
dinhei
portas r, 48, arisam aos seus numerosos
zes, e-eo publico m gerai^ que noarocn-
uo de receber o afamados borzeguinsiu-
e que continuara vender a 10$ o par,
ro vista. o melhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas que padecera de calos, por-
que u.
Nal
B, veri
liquid
ando os nao soll'rera mais.
Pede-se toda attenQao.
>ja d'aguia de ouro, na ruado Gabug n. 1
de-se tudo por procos baralissimos para
r, assim como seja :
Fitas e franjas.
Fitajde velludo de todas as larguras, abortas e
lisas, le lindos padrdes.
l-'rai jas de seda de todas as larguras e de lin
dos gc,slos.
Ditajs de lia e seda por proco que admira.
s de linha para casaveq'ue. .
s de algodao para toalba e para cortinado.
icas de linho e de lia brancas e de cores.
Pentes.
es de tartaruga virados e lisos.
DiU
Dte
Tra;
Pen
Ditas de massa virados a imitacao de tartaruga.
DiU
No
ra dJ
potas
s lisos para alar cabello.
s de desembarazar cabello.
Para baldes.
Mol is para fazer balos, vendem-se a 160 rs. a
vara, (| u peca de 50 molhos a 69.
Bicos.
Bici s de seda de Odas as larguras e lindos pa-
dres.
Hilos de nlgodo.
Lcq es muito finos.
Capillas brancas para noiva.
Chaaeozinhos para enanca.
Riquissimos quadros para enfeite de sala, as-
sim cimo redomas com flores.
Assim como perfumaras muito finas, e mais
object>sque vista do freguez far-se-ha todo o
nogoc o.
PotassadaRassia
E CAL DE LISBOA.
aem conhecido e acreditado deposito da
Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
;a da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal vi gem em pedra: tudo sor procos muito
razoa|veis
i da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
ndem-se caixasde tintura para tin-
3S cabello* em dez minutos, como
em tingem-se na mesma casa a
{uer bora.
Sndalo.
Rica* bengala, pulceiras e teques:
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
j Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com asenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado
para fallar, com o Sr. James Crabtree 4 C. a!
42, ra da Craz.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAT.
Hilhares de individuos de todas as naeoes p9-
dem testemunhar as virtudes de8te remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente safls depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas slo tao sor prendentes que admiran; so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
brarflm com este soberano remedio ouso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaos, onde de viam soflrer a
amputacaol Della ha muitasque havendodei-
xado esses asylos de padecimentos, para senlo
submetterem essa operacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas n.
enfusao de seu recouhecimento declararam e8
les resultados benecos dianle do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisaulenti-
carem sua Qrmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitasse a natureza dom&i
cujo resultado sera prova rinconlestavelmente .
Que tudocura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos sesuintes casos
Alporcas.
Cairabras.
Bilheles,
barril.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
oresdecabega.
das cosas.
dos merabros.
Enfermidades da cutis
emgeral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fislulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Feiras.
Gengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inflammaco dofigado.
Vende-se este
ms numMK
D\
ROVINCIA.
Na praca da Independencia n. 40, corre sab-
bado 62 op correnle s 9 horas.
P. J. Layme.
Madama Appolinc |
Ruussel, primeira coslureira da caa de ti
Madama Millocheau. tem a honra de par-
licipac aorcspeitavel publico, que se acha
prompta para salisfazer a qualquer en- @
commenda concernente a sua arte, assim
como ricos vestidos para casamento, bai- $9
| le e soire, feilos a ultima moda, e ptima
C-." perfeicao : as pessoas que de seu presumo
. so quizerera ulilisar, podem dirigir-se
I na da Imperatriz n. 11, primeiro andar. $t
.'3@S 9 99
Aluga-se ura armazem grande sito na ra
ra Cruz do Recife, proprio para qualquer esla-
imenio : para mais informacoes, na ra da
Cruz n. 11.
= Na pharmacia n. 30 da ra do Livramento,
precisa-se fallar a negocio de urgencia com os
guintessenhores



m
Flores de cera
em cinco*Ii(6es.
0 artista Jos Ricaud, recem-chegado da cor-
le, ensina a fazer flores e fructas de cora, borda-
dos em vidros com las : d lices em casas par-
ticulares. O artista mora no hotel Franciico, na
ra do Trapiche n. 5, e ir s casas d'onde for
chamado, levando as amostras dos seus trabalhos
Precisa-se de um feitor para um pequeo]
silio, prefere-se ura homem j de idade ; a tra-
tar na ra Direita n. 69.
Pelojuizo de orphaos desta cidade, escrivlo
Guimarlcs, lem de ir prara, do renda por lem-
po-de 6 annos, o engenho Dous Irmlos, silo em
trras de Apipucos, servindo de base para a ar-
rematadlo a renda annual de $.7003500. porque
se acha actualmente arrendado As condicoes
com que vai a dita propriedade praca, achara-
se patentes no cdital e escripto de praca era mo
do porteiro bem como podem ser vistas no in-
ventario, pelo cartorio do dito escrivlo. A praca
se effectuar lindas que sejam 3 audiencias do
mesmo juizo de orphlos, al o dia 29 do crrente.
H Vs Drs. em medicina Pruden- ||
ffl ci de Brito Cotegipe iManoel
9 Alves da Costa Braceante conti- K
Jf^ nuam a residir na ra do Im- Jg
m perador n. 11 B aonde podem ser ||
procurados a qualquer bora do co
dia ou da noite para o exercicio
1 da sua profissao. Especialidad 's If
l partos e molestias sypbilitipas. S&
GRODE SORTIHE^iTO
IFazcnd
DS
ase obrasfeilas.!
1-Oja
e armazem
DE
I
Francisco Xavier da Rocha.
Andr de SI Albuquerque.
Manoel Alvos Vianna.
Antonio Jos Gurjlo, da Parahiba.
Anlinio Pergenlino de Moracs Souza, de Ha-
marac.
T.'.jnoel Joaquim dasTrevas Marinho, da Victoria.
Pede-se encarecidamente a lodos os irmlos
i'j irmandade do SS. Sacramentle Santo Anto-
nio, para, no dia 3 de junho, as 11 horas da ma-
nilla, corapaiecercm no consistorio para nova
eloico da mesa, pois urna esraola que fazem
;o mesmo Senhor, afim de ser bem administra-
daUm chrislao.
confronte a matriz
da Boa-Vistai
Recebem-se bixas de Ilamburgo. ivindas por
todos os vapores da Europa, as quaes tanto se
veudera como se alugam, amolase todo ferro
cortante, bota-ie ouvidos era armas de espoletas.
Compras.
es&BastoJ
Va ru i do Queimad) n."
46, frente aniarella.
! Completo e grande sorlimento de cal-
is de casemira de cores e Ypretas a 8,
i, IOS e 12;, ditos das mesruas casemi-
is a 7, 8j e93, ditos do brm trancado
anco muito fino a 5$, 6J e\7# dito's de
>res a 3j!, 3j500, 4$ e 5, diios do me-
rino de cordlo para luto a 5$l colleles de
cjisemiras pretas, ditos do ditas de cores,
djtos degorgurao prelos e de cores a 5j,
6i> e 7^^ricas casacas de pannps muito fi-
nos a 35J e 40j. sobrecasacas dos mesmos
pannos a 28. 30,$ e 35g. paletits dos mes-
n|ios pannos a 22g e 24, pal^tols saceos
dje casemira modelo inglez 1QJ, ditos de
c semira mesclado muito lino do apurado
gusto 15$ e 16J. ditossobrcasa das mes-
rjias cores a 18$ e 20g, ditos obre de al-
pjaca prela fina a 7$ e 8j, dil3 saceos a
49^ ditos de fusilo branco e de cores a 4>,
4jD00e5S, ditos de brim pardo muito
superior 4#500, camisas pa.-al menino de
todos ostamanhosa263000adVizia,meias
de todas os tamanhoa para menino c rae-
i| inas, palitols de lodos os. lmannos e
(jualidades para os mesmos", cplletes de
Ijrim branco a 3$500 e 4J. rieds colletes
\ illudo preto bordado c de cones diver-
as e por diversos procos, ricos coberto-
res de fusilo archoado para cama a ,
olarinha de linho a peer a 6J500adu-
iia, assim como temos recoldo para
lentro desle eslabelecimenlo um comple-
0 sortimenlo de fazendas de gosto para
enhoras, vestimentas modernas para rae-
lino e meninas de quatro a seis annos e
udo vendemos poj procos razoaveis. As-
itm como ncsle eslabalecimenio mnda-
le apromptar cora presteza lodas as qna-
_tdades de obras relativo a ofilcina do al-
aiate sendo isto com todo gosto e asseio.
Inflammacao dabexlg,
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraoes ptridas.
Tinha, em qualquerpar-
te que seja.
Tremor do ervos.
Ulceras na bocea.
dofigado.
das articulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e oulras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl.Havana e Hespanha.
Venle-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna Instruccao em prluguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
oarabur.o.
Pennas de a$o inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, deGuedesA Goncalves, as verdadeiras pennas
de ac inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordecalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
preeo de 1S50Q a caixa.
Na ru Direita n. 61, lojt de chases, de Ben-
(ode Barros Pey, vendem-se bilfistos da lo-
na da provincia por conta do Sr. thesoureiro
- Em casa de Southall Mellors 4 c... do
Trapichen. 38, vendem-so os Mplntei artios-
Chumbo de municao H^BH __
Pregosde todas as quali^gim 4^,."
Alvaiade. m *
Vinho de Shery, Porto, nungarian em
Dito de Moselle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios b ouro e prata, patente e chrooomo-
tros, cober|ps e descobertos (bem acreditados).
Trancclins de ouro para os mesmos.
Biscoitos sorlidos em latas pequeas.
PlNDICiO LOW MOW,
Roa da Senzala Ho?a n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimentodemoendas emeiasmoen-
das para eu9enho, machinas de vapor e taixas
de ferro balido e coado. de todos os tamanhos
dar dto.
LOJA DO VAPOR-
Grande e varalo sortimenlo de calgado fran-1
cez, roupa feRa, miudezas Gnas o perfumaras
tudo por menos do que em oulras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
SYSTEM! MEDICO DEUOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que jl eslavam as portas da
raorte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afllictas nao devem entregarle a de-
sesperacao ; acam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Chapeos de castor preto
e brancos
Ifs ruado Queimado n. 87, vendem-se osme-
Inores chapes de castor.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
i/jnde?".8 Cn,Poo francezesde superior qua-
laade a 6J50o.7 e 8. ditos de velludo, copa al-
ia e baixa a 75,8' e IOS. los de lontra pretoe e
sLoo't ?UR in"0?,".6? e 7' los do chile a
de sortimenlo, tanto em cores como era quahda-
des para homens e menino, de 2500 a 78 di-
tos degorgurlo com aba do couro de lustre di-
tos de casemira com aba forrada de nalhi ou
8emellas48.dito.de palh. inglez,, S',,
e baixa, superiores e muito em conta. bonete*
francezes e da trra, de diversas qualidades para
meninos, chapeos de muitas quahdades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muito em conta e do melhor gosto possivel
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, endi-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhoros freguezes, vis-
ta do preco e-da qualidade da fazenda, nao dei-
xarao de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. deB. Feij.
Engenho.
# Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na
# freguezia de S. Lourenco da Matta, entre
os engenhos Penedo de Baixoe Penedo de
9 Cima : trala-se no mesmo engenho ou no
engenho Mussambique com Felisbino de
Carvalho Rapozo.


Relogios
Suissos
BIMTAS
Na ra larga do Rosario, taberna do Lemos
n. 33, compram-8e30 travs de 32 a 36 palmos
de comprido, e do 9 a 10 pollcgadas de face,
quina viva.
-) Vende-se um solo, no qual se achara edifi"
cados 260 e tantas casas que pagara foro an don0
do mesrao, no bairro do Santo Antonio, fregu"
zia iie S. Jos nesla cidade, que com'prchende
a n a de Santa Cecilia, pelo lado do sul, toda a
ra do Nogueira e Acouguinho, pelo lado do nor-
te, Santa Rila, S. Jos, Assumpco, e por traz
do ianta Rita : os pretondentes podem entender-
* se i;om o abaixo assignado, que dar todos os es-
cla-ecimenlos o lhes apreseutar os ttulos e o
liviio do lombo, para verom e njuslarem ; assim
cono pede aos dovedores de foros das mesmas
cas.as, que venhara solver seus dbitos em casa
do abaixo assignado, na ra nova dos Pires nu-
mero 30.Manoel Gomes Viegas.
Vendas.
gLigoss de francez e\
piano.
|J Mademoiselle Clemence de Hannetot
Sj| de Manneville continua a dar licoes de
y*, francez e piano na cidade e nos arrabal-
jij des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar.
Precisa-se de duat ama, urna pa
n cjsinhar e outra para engommar,
dando-se preferencia a escravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
afeada dos fabricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
I Precisa-se de um homem para
distribuidor deste Diario, dentro desta
cidade : na 1 vi aria n. 6 e 8 da
da Independencia,
pra^
Cdrueiros venda.
Vende-se urna porcao de carneiros por junto
ou mesmo a relalho; quem quizer comprar, di-
rija-se a Passagem da Magdalena, passando a
ponte pequea, na primeira taberna.
Vendem-se excellentes
cadeiras de balanco america-
nas com assento de palhinha:
no armazem de Mathejus Aus-
tin & C, ra do Trapiche nu-
mero 36. :
Tor autorisacao de Qnirino JOaquim Madel-
ra, vende-se a taberna n. 9, na ra da Senzala
Nova : quem a pretender, dirija-se a mesma ta-
berna, que achara com quem tratar.
Agua de flor de laranja.
Agua do flor de laranja de muil- boa qualida-
de, pelo baratissimo prego de 500 rs. o frasco.
Sedafrxa para bordar.
Vende-se um rico sorlimento deeda froxa pa-
ra bordar a 120 rs. cada miadinha, sendo cores
mui bonitas
Vende-se urna meia mobilia do amarello
em bom estado: oa'rua de Sania Tnereza n. 1.
A rtigos para lulo.
Chapelinas pretas e mais objoclos pro-
prios de luto para homem e senhora,ven-
de-se na ra Nova n. 45
fc^ LOJA DE MARMORE.
a p do arco de Santo
Antonio,
ch'igou um rico e completo sorlimento de bicos
e rendas, tanto largas como estroitas, que se
ve dem por preco commodo.
- Vende-se. no termo do Porto Calvo, o en-
ge iho Espirito Santo, novo c lodo de matas, bom
d'. gua, distante do embarque ums e meia legoa,
ca ntnho todo plano, o engenho lem proporces
pa-a safrejar 2,000 paes aonualmente, tera a pe-
na i uma safra, suas obras moho bem feilas: ven-
de a dinheiro ou em troca de predios nesla pra-
ca ou mesmo com parte i vista e o maia em le-
ma com garanta aqu a contento do vendedor :
quem quizer, dirija-se a ra do Livramento n.
26, a tratar com o seu proprieiario Manoel Buar-
que Macedo Lima.-
Augusto & Perdigao,
com loja na ra da Cideia do Recife n.
23f confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabara de sor-
lir seu novo eslabelecimenlo com fazendas de
gosto, finas, e inferiores, para vender pelos pre-
gos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a relalho, se venderao por um prego fizo
que ser o seu proprio cusi as casas inglezas,
uma vez que sejam pagas visla.
Neste eslabelecimenlo se encontrar sempre
; um sortimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Ditos de la e seda e duas saias.
Ditos de tarlalana bordado a seda.
I Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezas de gorguro de seda pretas.
Cinluroes para senhora.
Espartilhos cora molas ou clcheles.
Eofcites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhorcsgostos.
Perfumaras de Lubin e outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaples de cores.
Chitas escuras fnncezas e inglezas
Collas e manguitos os mais modernos.
Camisas de linha para senhora.
Ditas de algodao para menino.
Algodo do lodas as qualidades.
Lencos de labyrintho para presentes.
Collas de crochet pira menino.
Vestidos de rh.n azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Caigas de casemira pretas e de cores.
Cohetes de seda idem dem.
Ditos de fuslao.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de differeules qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzcguins de Melliere outros fabricantes para
homem.
Ditos para senhora.
Charutos de Ilavana, Baha e manilha.
Camisas de flanella
Chapeos de lodas as qualidades para homem,
senhora e criangas.
Corles, de vestidos brancos de blonde com ca-
pella e manta.
Ddos de vislidos brancos de seda para casa-
mentes
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
4 C, na ra da Cruz n. 26, vende-sc :
Candfeiros de latao de Lisboa.
Lnzarinas e claviqoles.
Lona larga de superior qualidade.
Linha do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enQados com perfeigo.
Ferros de ago para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lengol.
Pregos francezes e de constru;gao, de todo3 os
tamanhos.
Pregos caibraes do Porto.
Chaleiras estanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguezas muito finas;
Balanga de novo modetlo para pesar 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de latao para ensornmar.
Esporas, bndes e estribos de melal do prncipe.
Bicas feixaduras fraooeas para perlas com
boloes de vdro
Paes de ferro de todos os tamanhos.
Ricos paliteiros e linteiros de metal prateados.
Linhas de carreleis de SM Jardas do aulor Ale*
landre.
Cera em velas de Lisboa.
Ampolas.
Areias (mal de).
Asthraa.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou exteruia-
cao.
Debilidade ou falta de
orgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado*.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Fehreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Inflammages.
Ir reg u lardades
menstruago.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucgo de ventre.
Phtysica ou^consump-
pulmonar.
Retencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, tStrand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetidhas a 800 rs. cada uma
dellas, contem uma instruccao em porluguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O doposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico. na ra da Cruz n. 22, em Per-
namb co.
CALCADO
Grande sorlimento.
45-Raa Direita45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe^
rior pelos pregos abaixo :
Homem.
Borzeguinsaristocrticos. O.s'000
Ditos (lustre e bezerjo)..... 7$000
Borzeguins arranca tocos. 7$000
Ditos econmicos. 6#000
Sapatoes de bater (lustre). o/jOOO
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5J000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4,0500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)..........4,s000
Eum perfeitosortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marro uins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
Bezerro francez
grande e gros'so:
Era casa de Schafleillin & C, ra da Cruz n.
38. vende-se um grande e variado sorlimento d
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, meios chronomelros, de ouro, prala
dourada efolheadosa ouro, sondo esles relogios
dosprimeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por pregos razoaveis.
RELOGIOS.
Vende-se em cass de Saunders Brothers &
C, praga do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos
deexcellente (tost.
Roa do Queimado n. 37.
A 30J cortesde vestidos de seda quecustaram
60; a 16 cortes de vestidos de phaulasia que
custaram 30; a 8S chapelinhas para rentara:
na ra do Queimado n. 37.
SABO
do deposito geral do Rio
com Tasso & Irmaos.
de Janeiro: a tratar
Farinlia de mandioca
Tasso Si Irm
Milho
nos armazens de Tasso & Irruios.
nos armazens de Tasso 4 Irmos.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DB
Na ra Direita
De 4 e 5.
1
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
viudos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southall Mellors &C.
A 320 RS.
a libra
de ptimo presunto, proprio para fiambro.
A200rs. a libra
de amondoas de casca mole muito novas.
A160 rs. a libra
de cevadnha muito boa, recenlemenle chegada.
A 1#500
o par de botinas para senhora, calgado prefervel
ao de Franca, pelo prego e a qualidade : no ba-
zar pernambucaDo da ra do Imperador.
Vende-se.
Na ra Nova de Santa Rita, serrara
de Ignacio Bento de Loyola, vende-se
por prego commodo, um sortimento
completo de taboas de amarello, louro,
sedro etc., e armaepes de cama de ven-
to, bem feitas, e de boa madeira a
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
-- Em casa de N. O. Bieber & C,
successores vende-te :
Brilhantes de todas as dimensues-
AlgodSozinho da 13ala.
Cognac em caixas de 1 duzia.
Ditas em barris.
Vinho xerez em dito.
Champagne da mui acreditada marca
Barre C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac de Milao.
Lonas, brinsOe* e brins para vella.
Attenco.

Vende se a armogo da loja da ra Dimita, boa
para qualquer negocio ; sendo toda forrada e cn-
vidrarada : a tratar na mesma loja na roa Direita
n. 13, ou na mesma ra n. 11.
urjilLlajtC0MC9R
I Seguro contra Fogo
1 COMPAHHIA
nr
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia.
8
8
i
Vende-se
Formas de ferro para
purgar assucar.
Estanho em barra.
Vero i i copal.
Vinhos Unos de Moselle.
Enchadasde ferro.
Brim de vela.
Folhas de metal.
Ferro sueco.
Ac de Trieste.
Pregos de composico.
Lona ingleza: no arma- |
zemdeC.J. Astley A C.%
Cocos italianos
de folba de flandres, muito bem acaba
dos, podendo um durar tanto quaoto
duram quatro dos nossosa 400 rs. um
e 4# uma duzia : na ra Direita n. 47*
loja e funileiro.
"99>



PUMO D PBRSAMIPCO. SAfeB&PP 36 t ttlljj B TSfiO.
/
--largo da Penha-
Hanlciga perfeitamente flor a 800rs. a libra e em barril se far maU algum abatiment.
Quei jos muito no vos
a 1J700 rs. e em caixa se far mais algum abalimeut nicamente no armazem Frogresse.
Vmeixas fraucezas
Progresso flhS campo,eirasde v"ro a 900rs., e em por5o se far algum abatimento s no
Cavloes Ac bo\Vn\\os
muito novos proprios para mimos a500rs., e em porgse far algum abalimentos no Progresso.
Figos de comadre
em caixiuhas elegantemente enfeitadase propr-ias para mimos s no Progresso ecom avista se far
um prego commodo.
Tratas de soda
com 2 i|2libras de diffcronles qualidadesa I96QO rs.,nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso
tto\acnvn\\a ingleza *
muilo nova a 320 rs. a libra e barrica 4$, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
de I a 8 libras propriaspara manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 19200 rs: cada um.se
no Progresso. -
Chocolate francez
a 1 j a libra, assiro como vendem-se os seguintes gneros ludorecentemente chegado e de superio-
res qualidados, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmeladado mais afamado fa-
oricaole de Lisboa, maga de tomate, pera secca, pasas, fruclas em calda, amendoas, nozes, frascos
com amendoas caberlas, contestos, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux pronrio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
mamuilo Una, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas
spermacete barato, licores francezes muito unos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei'
ouas muito novas, banha de porco rcOnado e ouiros muito gneros que encontrarlo tendente, a
raolhados, por isso prometem os proprielarios venderem por muito menos do que aulro qualquer
promoiera mais tanibem servirem aquellas pessoas que mandarem poroutras pouco pralicas como
so viessem pessoalmente ; rogam tambem a lodos os sanhores de engenho e seuhores lavradores
queirarn mandar suas encommendas no armazem Progresso que se Ihes alanca a boa qualidadee
o acondiciouamcnto. "
VcvdadcVva goma de mala van a
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhalos para denles a 200 rs. o mago CDm 20 macinhos. s no Progresso.
Cha ttyson, perilla e preto
os melhores que ha no mercado de lj>600 a 2&500 a libra, s no Progresso.
"Passas em eaixinhas de 8 libras
as mais novas que lera vindo ao nosso mercado pelo diminuto preco de2S5C0, s no Progrosso.
Macas em caixinlias de 8 libras
contendo 405 qualidades pevide, grao de bico, eslrelinha.alelria branca e amarella e paslilhas de
maja, s no Progrosso, e com a vista se far um prer.o commodo.
Chouricas e paios
a? maisnovUs que tem vindo ao mercado.s no Progresso, afiancando-se a boa qualidade e a vista'
es tara um prego commodo.
Escravos vtuda.
Vem em-se, troenm-se e comprsm-s esera-
ros de toda idade, e de ambos o sexos ; na ra
do Imperador n 21, primeiro andar.
.Arados americanos e machinas
para lavar roupa : em casa de S. jP. Jo-
hnstijm & C. ra da Senzala n. *2.
Yiiilio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaosA C, ra da
Cruz i. 10. enconlra-se o deposito das lbm co-
nhecnlas marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
|e do Srs. Oldekop Mareilhac & C,
deaui. Tem as seguinles qualidades :
Be Brandeaburg frrs.
St. Eslph.
Si. Jr lien.
Marg.iux.
Laroije.
ChU au Loville.
Chteau Uargaux.
I>e Oldekop A Mareilhac.
St. Jlien.
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. ftoo Hoscoso,
m Bor-
casa ha para
St. Jt.lien Mdoc.
Chatiau Loville.
a mesma
vender:
Sherry em barris.
Madcjira em barris.
Cognjac em barris. qualidade flna.
Cognlic em caixas qualidade inferior.
Cervija branca.
Tachas e moendas
BrjigaSilva'&C, tem sempre no seu deposito
da rija da Moeda n. 3 A, um grande sortimenlo
de tachase moeedas para engenho, do muito
acre< itado fabricante Edwin Maw : a tratar do
mesno deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Pechincha.
ii pequeo toque de avaria.
do Queimado n. 2, loja do Preguica,
ra
CO
Na
vendiera-se-ec.as de algodo encorpado, largo,
com pequeo loque de avaria a 2J500 cada urna.
Acs amantes da economa
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vene m-se chilas de cores fixas bastante escu-
ras, elo baratissimo preco de 6$ a peca, e 160
rs. o covado.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
libra i: em casa de Tasso Irmoa
Oleado
cores.
Ve dem-se oleados decores os mais finos que
po.'sivel nesle genero, e de diversas larguras,
por
de el
:*U
ireco commodo : na ra Direila n. 61" loja
apeosdeB.de B. Feij,
Ve nde-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
s de 1 ustre para carros, sellins esilhes in-
s, candeeiros e caslicaes bronzeados, lo-
nglezas, fio de vela, chicote para carros, e
aria, arreios para carro de um e dous eaval-
relogios d'ouro patente injuezes
quet
glezi
as
mon
os.
3 RA DA GLORIA, CASA DO FUHDlO 3
Clnica por ambos os systcmas. .
rnt*. nr?b0 Moscosod consultas todos os dias pela manhia ede tardedepois de 4 horas.
p?oprieLde"uraesraCUraraDnualmenle na0 8 Par* a cidade como para os engenho ou outras
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manhaa e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o uumero da casa. H
*.<, N~S C8S?u ?Ue nao/.orein dJ? urgencia, as pessoas residentes no bairrodo Recife podero re-
metler seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ra da Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
ogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nossa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os melhores medica-
menlosnomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes, ...*... 105000
Ditos de 24 ditos............. 155000
Di os ele 36 di os..............20S090
Dito de 48 ditos.............. 25S00O
Ditos de 60 ditos.....,...... \ 0*000
Tubos avulsos cada um........\ 1J000
Frascos de linduras........*.'.'.".*." 2S00O
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr.' Ja'hr trdu'zido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
u ..".cirurgiaelc. etc............203000
2222! TeAlic?.d1' Dr Herin. com diccionario. 10000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6S000
FUNDIQ&O D'AURORA.
Seus proprietanos offerecem a seus numerosos freeuezes o nuhlipn om ,..i j
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabSfffinto?S^JSSiJEk "/
todos os tamanhos rodas d'agua para engenhos todas de "o S.*, cubo'"de madfra m'o'6
dase meias moendas, tachas de ferro batido e fundido d tortn. ,!, maaeira, moen-
Armazem de azendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Coberlas de chita, gosto chinez. muito Anas, a
prego de 2.
Lencos de carabraia para algibeira a 2# a duzia.
Chitas francezas miudinhas e muito finas co-
vado (pechincha) a 240 rs. '
Cortes de riscado francez imitando alpaca,-
fnuito bonitos, lando 13 t>2 covados, por 2$.
Lencos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meias cruas para menino de todos os tamanhos
Drtas brancas para meninas.
Chales de merino estampados a 2J500.
Alpapa prota, o covado a 320 rs.
Bales para senhora a 68.
Madapolo com pequeo defeito a3g.
Algadao monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
Pecas de chita miudiuha com 38 covados por
Paletols de brim de cores a 3|.
Ganga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos prelos o mais Qno que ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 44.
Madapolo fino a 69.
Bramante de linho, vara a 28300.
Brim trancado de linho,
todo preto.
A melhor fazenda neste genero que tem vindo
a este morcado, por ser muito superior e nao
desbotar: vende-se nicamente na ra da Cadela
do Recife n. 48, loja de Leito& IrmSo.
A 3,000 rs.
A pelle de couro de lustre, que as lojas se
vende a 4*500, e era duzia por menos alguma
cousa: bo bazar pornambucano arua do Impe-
rador.
Chales chinezesa
a 4^500.
Na bem conhecidaloja do Preguica, na ra do
Queimado n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
no de modernos e lindos gostos com um pequeo
defeito de mofo a 4c5C0 cada um.
m
I Guita-percha.
Artigo? para invern de guita-percha fi
|g ou borracha, vende-se na ra Nova n.45 m
j t& LOJA DE MARMORE. 3|
Cll
220
pacal
zad
res
a5
500
ra a
a60j
25<0
la
mer
qua
eos
de
fincj
800
dos
jun
de
mii
P
ele
a da Senzala Nova n. 42
Aliento.
fi ia
Ra do Queimado n. 19, ar
mazeiu de fazendas.
itas francezas finas de padres miudinhos a
s. o corado, cortes de riscado imitando al-
com 13 1(2 covados a 2$, robera a chine-
chila muito fina a 2, peras de chita de co-
xas, muito boa fazeuda, tendo 38 covados,
>00, ganga franceza para calca e palelots a
s. o covado, lencos de carobr'aia brancas pa-
gibeira a 2* a duzia, algodao com 8 palmos
1 rs. a vara, um resto de algodo superior b
a pera com pequeo defeito, idera de chi-
i franceza a 180 rs. o covado, chales de
n estampado a 2;500, brim de linho de
Irinhos a 500 rs. o covado, balos a 5$, lcn-
para meninos a 80 rs. cada um. sortimenlo
eias para meninos e meninas, fil de linho
a 800 rs. a vara.
Vende-se gomma do matarana verdadeira a
rs.. e carrinhosdo nio muito bem construi-
a 14[: na ra Nova n. 71, junio a ponte.
Na fabrica decaldeireiro da ra Imperial,
o a fabrica de sabao, e na ra Nova, loja de
fenjgens n. 37, ha urna grande porco de folbas
meo, j preparada para telhados, e pelo di-
uto preco de 140 is. a libra.
aulas e llores diversas.
Pllorce, membroda sociedade de horticultu-
ra c e Pars, estando para se retirar para a Euro-
pa 10 primeiro vapor, vender de hoje em dianle
o si u variado sortimenlo de plantas, flores, par-
reiras e fructeiras diversas, com grande abali-
tnciato de preco : na ra do Cabug n. 3 A.
mmm-m-mmmm
Ventle-se!
por
or
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C, ra da
Cruz n. 61.
mMiii
Aossenhores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda,
Kilos brancos e prelos de algodo.
Ijvas pretas de torzal.
intos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendem-sa
precos commodos, em casa de SouthallMel-
& C, ra do Traoiche n. 38.
Allenco.
^[Armazem de fazendas %
Ti
Holeque.
Vende-se um ptimo moleque com 13 annos
de idode, bom copeiro, faz todo o servico de ca-
sa de homem solleiro ; na ra da Cruz o. 23
segundo andar.
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para Tender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11
alguns pianos do ultimo gosto, recentiment
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons do Londres e
tnuit* proprios para este clima.
Enfeit.es de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.87, loja de 4 portas.
Em cata de Rabe ScLmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Vendem-se balancs decimaes:
no armazem de Denker & Barroso, na
ra da Cnren. l.
pua do Queimado n. 19.^
Chita franceza fina escura de padroes 5
miudinhos pelo baratissimo preco de 220 (
rs. o covado, a ellas antes que s'e acabem, q
pois o prego e a qualidade convida a
comprar.
ere
sa
air
Milho e farello.
j'ende-se milho a 4 o sacco em porco 3800,
cuia 240 rs., farello a 5$ o sacco ; a traves-
do patoodo Paraizo n. 16, casa pintada de
arello com oito para a ra da Florentina.
lorzoguins inglezes, prova
dagua camansa calos,
a 98 o par.
Chegados de novo pelo ultimo paquete: na
loji: do vapor, naiuaNova n. 7.
\endem-se 3 pro-
priedades,
Urna na travesa do arsenal de gurc-
ra, dudj na ra Augusta, todas novas e
bem concertadas: a tratar na ra do
Vibrio loja n. IT.
(i)
DE
6tQ)IC8IC E f 01fiG$6) SI IIT1IL
Sita na na Imperial n. 118 i 20 nata a fabrica de sabt.
DE
SebastioJ. da Silva dirigida por Fraacisco Belmira da Costa
fflP^ftt,.lVf5,e,,,ei,l0ai.8e?pre Pt0?Vt( alambiques de cobre de differentes dimences
(de 300 a 3.000J simples e dobrados, para destilar agurdente, aparelhos destilatorios contmo
^hnrpL""? deS,L"espirilos com raduao t 40%ros (pela graduacao de Seon CarUer dos
?^**y***Wmrov*dosecoDhecioaBlx e outras provincias do in pan", bombas
il S," d,!n,,fi. sperantes ede repucho tanto de cobrecoio de bronze e ferro, tornaras
kt%m^!tiae!W*" tollo* vu* alambiques, tanques etc., parafusos d'e bronze I
e,rlppa s'das d 8<5ua.POr parafornalhas eenvos de ferro, tubos de core e chumbo de todas
conomicos tS?hTi?neh!i,.Ca,!a,d,e ^com.tm^o e sem ella, fugoes de ferro potaveis e
n?a^nh^^ alambiques, passadeicos, espumaderas, cocos
P Luf? 'ol de,F,andres. chumbo em len5ol e barra, zinco em lencol e barra lsnces e
arroellas de cobre, lenCes de ferro a lalo,ferro suecia inglez de todas as dimensta.safras iVrnot
n.i ^LT"!? e,C-, ,e ""tos artigo po? menos preco do qu^emoulraqualqe
parte, desempenhando-se toda e qualquer encorotoenda com presteza a nercicio i conherirl
CiS u .T0v1nade^rfregHUeZfeS qUe S6 -"honr.remniwm .P sua conan ^acha
rao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pesso^ habilitada para tomar nota das encommenda-
Vcnde-se farinfca de milho em
barricas, muito nova, chegada pelo ul-
timo navio vindo da America : no ar-
mazem de Matlieus Austin & C ra da
Senzala Velha n. 106.
' SiNETES PARA MAKCAR ROUPA
2 2 RA DA B1PERATR1Z 2 3
Fazendas porbaixos precos
Ra do Queimado., loja
* de 4 portas n. 1.
Anda restam algumas fazendas para concluir
a liquidado da firma de Leile& Correia, asquses
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
irasas seguintes:
Chilas ue cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Dilas largas', francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezes de cores Oas a 200 rs.
Cassasde cores, bons padroes, a 240
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Bnm'ra"Sado branco de linho muito bom, va-
ra, a 1$000-
Cortes do calca de meia casemira a 2J.
Unos de dita de casemira de cores a 5.
Panno preto flno a 3$ e 4$.
laSoo"8 de Cre9' nn"' para homem' duziaa
Gravatasde seda de cores e pretas a 1.
Meias brancas finas para senhora a 3g.
Ditas ditas muilo Onas a 4g.
Ditas cruas finas para homem a i$.
Cortes de colletes de gorgriio de seda a 2.
cambraia lisa fina transparente, peca, a 4.
Chales de laa e seda, grandes, um 2.
Grosdenaple preto de l$60O a 2.
Seda prcta lavrada para vestido a 1$600 e 2fl
Cortes de vestido de seda prcta lavrada a 16.
Len?nsdechitaa 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320
. mAl8,JraDCeza modcrna. Ong'ndo seda, covado
a 4uu rs.
Entremeios bordados a 200 rs
Camisetas para senhora a 640 rs
Ditas bordadas finas a 2S300.
Tojlhas de linbo para mesa a 2i e 4.
Camisas de meia, urna 640 rs.
560rtB* de S6da POra Pesc de senhora a
cas eaSl5OO0branCOS bordados Para *>aptisar crian-
Cories de caiga de casemira preta a 6.
CUies do merino com franja de seda a 5.
..WV c,a de riscat)o de quadros a 800 rs.
do So!" Para VeSd0 de nnon,aria- C0Ta-
Lenos brancos de cambraia, duzia, a 2*.
Com toque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 eousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite <*
IrmSos. ra da Imperatrizn. 10.
gMseKMe^eieflisfisfiKflegNe
GRANDE ARMAZEM
DI
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
uo vigano n. 3, uro bello sortimenlo de relosiot
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de- se:
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghsmpanha de primeira qualidade.
Carne de vacca cm barris de superior ouali-
dade. '
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como seiam :
o muito afamado licor intitulado Uorring Cali,
Sherry Cordial, llcnt Julop, Bilters, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Machinas de coser, grandes e pequeas, de dif-
ferenlcs autores, de um modello iuleiramente
novo, por prego commodo.
Salsa parrilha em frascos grandes e pequeos,
muilo bem acondicionada.
Pilulas vegelacs (verdadeiras.)
Verme fuge.
Espirito de violto com 44
graos.
Vende-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ouas ca-
andas: na ra larga do Rosario n. 36.
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, exceileotee por sua durscao, levesa e com-
madidade para os animaes : em casa de Henry
Gibsoo. ra da Cadeia do Recife n. 62.
Vende-se superior linha de algod&o, bran-
cas e do cores, em novello, para costura: em
casa de Seuthall MellorA C, ra do Torres
n. 38.
Superiores chapeos de manillia.
Estes excellentcs chapeos que por sua qualida-
de e eterna durarlo, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exi&tem venda uniramenle em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recite n. 62, por
prego commodo.
Vende-se
linha de novello de todos os sortimentcs, meias
de seda inglezas de .peso e mais inferiores bran-
cas o pretas, por presos commodos : cm casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62.
PERFUME PARASENHORAS
imi HM1M
DE
Murray e Lanman,
A qne tem achado mais acalhimento na
publico! Vende-se 20,000 duzias
fie frascos por auno!
Esta agua encantadora exlrahe-sc das diversas
flores, que se encontrara no paiz onde Ponte de
Len eSoutj iam procurar a ionio da iuvenlude
eterna. *
D aos longos um chelro muito agradavel e
refrigerante. 9 augmenta a belleza da culis, des-
Iruindo as sardas e mais manchas que do cou-
me alacam o roslo. Aconselhamos s pessoaa
debilitadas pelo calor do verao de usarem desia
agua em banhos, pois tem ella a virlude de fa-
zer recuperar as forcas perdidas pela Irsnspi-
raco.
Para evitar ser engaado por falsificares de-
ye-se procurar a-Agua Florida de Murray e
Lanman, e averiguar-se se o envoltorio e 10-
lulo trazem o profuode Murray e Lanman.
E fabricada esia agua nicamente peles pro-
prielarios D. T. Lanman e Kem, droguislas por
atacado, 69 Water Street, e 36 Cold Street, Nova
York.
Acha-se 4 venda em todas as boticas e lolas de
perfumaras do imperio, cm Pernambtico l.'a <<
Luiz Antonio de Siqueira, ra da Cadeia. '
Fardo
em sarcos muilo grandes, ullimamenlc chegado
do Porto: vende-se no escriplorio de Carvalht,
Nogoeira&C, na ra do Vigano n. 9, primuro
andar.
A A$e4#500.
Saceos coro milho novo ; na ra da CaJua de
Recife n. 64, segundo indar.
Meias de borracha
para homens e meninos, fazenda superior; n
CeDlro Commercial, na ra da f.adeia do Jlcifc
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgaid.
Botica.
Rartholomeu Francisco de Souza, ra largr
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Dilas vegetacs.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
JTarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway.
Pilulasdo dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 ocas
12 libras
Assimcomo tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala. oiual vende a modice
preco.
Escravos fgidos.
Ra Nova n. 49, junto
|atfjrejafia Conceicao dos
Militares,
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sortimenlo de rou-
pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e palelots de
panno fino preto e de cores, palelots e
sobrecasacas de merino, alpaca ebomba-
zina prelos e de cores, palelots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
Cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fustao e riscados,
caigas de algodao, collete3 de velludo
preto e de cores, ditos de setim preto e
branco, ditos de gorgur&o e casemira, di-
tos de ustes e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos
grvalas, grande sortimenlo de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromptaro outras agosto do
comprador dando-se no da convencio-
w nado.
Ra Novan. 32.
Thom Lopes de Seno, dono da antiga loja que
era desuasogra Hdame Theard, neste estabele-
cimento constantemente recebe-se em direitura
de Franca bonssortimentos de objectos de moda,
como sejam, chapeos de velludo e de seda de
cores para senhora, ditos de palha de Italia, di-
tos de ditos amazona, chapeos pretos para Into,
ditos de velludo e de seda de cores para meninos
e meninas, ditos para baptisados, gorras de vel-
ludo e de seda para menino, pentes de tartaruga
para senhora, ditos muito modernos cora vidri-
lhos, alQnetes dourados e cora madreperola para
segurar enfeites de cibera, ditos pretos com vi-
drilho, ditos para segurar chapeo, locados para
os mesmos, enfeites de cabega de differentes qua-
lidades, manteletes e capas de grosdenaples,
guarnecidas com bcos de guipure, guarnicao de'
massabu para vestidos de baile, ditas de botdes
para os mesmos, esparlilhos de mola com carre-
,e's; 'ditoaJe enflar, capuchao Mara Stuard para
sahida da baile ou thealro. filas e franjas de se-
da de todos as qualidades, fitas de velludo bor-
dadas, cinteiros de borracha muito modernos pa-
ra senhora, botoes pretcs com borllas para ca-
saveque ; na mesma casa recebem-se igurinos
lodos os mezes, e fazem-se vestidos da ultima
moda, vestuario para menino se baptisar, e ludo
mais quanto pertance ao loilol de urna senhora.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos aimazens de Tasso
unios.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
AS MEMORES MAH1NAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & C.
WHEELER & WILSON.
Nonovoestabelecimenlo vendem-se as machi-
nas destes dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia ou da noite e responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade e seguranza :no arma-
de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
zem
Irmao, ra da Imperariz
aterro da Boa-Vista.
n. 10. antigamente
Marmelada.
Na ra Direila n. 6. ha maimelada s
0 a libra.
Ra do Codorniz n. 8
superior a
saceos de 30 caas,
Vende-se feijao amarello.
por tOjOOO.
Hilho, saceos grandes, por 4JJO0O.
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se, no largo da Assembla,
armazem n. 9. '
Calcado francez barato.
Na loja de Burle Jnior & Martins, ra
do Cabuga'n. 16.-
Bolinas de lustre para homem dos me-
lhores fabricantes
Ditas de bezerro e panno
Dilas de lustre para senhora
Ditas todos de duraquo preto sem sallo
para senhora
Dilas de selim branco para senhora
Ditas de lustre sem salto para menina
Sapates ingleses de vaqueta
Ditos de lustre com borracha na frente
Ditos dito dito para meninos
88000
79000
4900O
Os melhores charutos
to baixos.
39000
59OOO
39000
53*00
5*000
39000
da Babia por precos mui-
Rolo francez.
nico deposito desfa excellente pilada, em bo-
les de libra a 2g800, e meias libras a 19400 : no
Centro Commercial, na ra da Cadeia do Recife
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
Oculos
finissimos de armacSo de ago, para miopes : no
Centro Commercial, na ra da Cadeia do Recife
n. 15, loja do Jos Leopoldo Bourgard.
Taberna.
Vende-se urna muito boa taberna em
lugar de muito bom negocio, muito
areguezadada para trra e para o ma-
to, com poucos gneros : para inor-
macao na ruado Codorniz n. 18, pri-
meiro andar.
Vende-se um bonito cavallo ruco foveiro,
com lodos os andarea e bem gordo ; na ra da
Roda, cochelra do Paulino.
Escravo fgido.
Na noile de 28 do abril prximo passado fi'cio
de casa de seu senhor um escravo de nome Rey-
mundo, idade de 18 a 20 annos, estatura media-
na, e roforcado, boiriU fisura, bocea pequea, e
bons denles, falla bem, (i abra escuro) lili,o do
Ico, d'onde veio, pouco mais ou menos, a um
onno, levou cora sigo alguma roupa, confislindc
cm calcas de brim trancado branco, de algode
mesclado, camisas de madapolo, de algodso ris-
cado, jaquela de panno fino azul, grvala preta,
chapeo de feltro fino, cor clara, costuma andar
calcade. inlitula-se forro, salla muio bem, pois
leudo sido duasvezes apprehendido, tem se eva-
dido, consta ler urna amasia mulata, mnlhcr for-
ra, com quem eslevo na Roa-Vista, e aonJe loi
apprehendido. eslove irabalhando em Sanio A-
maro : quem o Bpprcheceer e levar ra da
Cadeia do Recife n. 20, ser recompensado
50S000 DE GBATIFICAC0.
Fugio da rasa de seu senhor no dia 4 de abril
p. p. o preto de nome Flix, de naci Mozam-
bique, idade de 35 a 40 annos, levou caira de
brim com ramagem azul, estatura baixa', cor
fula, barba na pona rio queixo, tem na testa
por cima do naiiz um calr.mbiuho que parece ser
signal da trra dclle, tem os pfs um pouco .nr>a-
lhctados, foi estiavo do Sr. Manoel Francisco
Duarle, este o rendeu ao Sr. Synphionio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no auno
prximo passatlo, este lem sido pescador e caja-
dore hoje padeiro, e por isso lem callos as
juntas dos dedos pelo lado das costas.das roaos,
em razio da maceira, j esteve fgido para ban-
das da villa do Cabo muito lempo, intilola-se
forro, muda o nome dcile para Joo, ou oulro
nome, foi pegado no Cabo porum moco do rres-
mo lugar por alcunho (nieas; dominpo ti do
crreme, esleve a larde n'umn taberna na pas-
sagem que vira para o Remedio, e o Sr. Duarie
diz que as suas fgidas lem sido para os lugares
seguinles : Caxang al o engenho Cemaragibe,
Baibalho, Ibura at o Cabo ; poitanto roga-se
aos capiles de campo c as autoridades poriaes
e qualquer pessoa que o possa encontrar o apre-
hendan! e o levero a seu srnhor na padaria do
pateo, da Sania Cruz n. 6, que ser generosa-
mente recompensado, e prolesta contra quem o
liver acoutado em sua casa.
Acha-se fgido desde o dia 16 desle mez o
escravo Marcelino, africano bastante ladino,
afecta de valente, de estatura mediana, idade,
pouco mais ou menos, de 35 annos, secco de!
corpo, perjias bem finas, barba fina, maraes sa-
lientes, levou camisa de algodo azul, caiga par-
da, chanjo de palha ; quem o pegar, leve-o no
Recife ra Direila n. 106, e se for preso ra,
le"ve o ao engenho Arimbi em Ipojuca, quo ser
bem gratificado.
Gratificacao de 50$000.
Fugio no dia 17 do corrcnle mez o escravo
crioulo de nome Matheus, de idade de 0 a 25
anms, e4cm os* seguinles signars : tor pre'.3,
aliara regular, espigado e reforjado do corpo.
falla descansada, maos e ps pequeos, denles
alvos, andargingado, passo miudo, ecom basiao-
le espinhas no rosto ; levou calca e camisa de al-
godo de listras azues, chapeo de palha da Italia
j usado com fita prela; este escravo natural
de Quebrangule, onde tem mai e irmos, e fui
perlencente o dito escravo nesle lugar aos Srs.
Gosme de Pinho Sintago e Jos Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
ra m e deram em pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros & C. desta pra^a, e estes vendern ao Sr.
Silvino Guilherme de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmo ; consta que este escravo fu-
gio.em companhia do cabra escravo, Maicolino,
de Macei portanlo, pedo-seas autoridades po-
liciaes o lgnmas pessoas particulares, que o
capturen: e Tevem-o a ra de Apollo n. 7, ou a
ra Novan. 1, que gralificarao com a quanlia
cima.
Escravatugida;
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correte, urna sua cscrava da Costa de nome
Maria, que representa terde idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito pela, tem
bastantes cabellos brancos, costuma trazer um
panno atado roda da cabera, tendo por signai
mais saliente as raaos foveiras, proveniente de
calor de ligado. Esta escrava tendo sahido romo
de costume, com venda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, portanlo, s autoridades po-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a apprebenao de dita escrava, e leva-la loja
do Preguica, na ra do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina dcfronle
da cocheira do Illm. Sr. lenle coronel Sebas-
tian, cine serio generosamente recompensado.


*Vf
DIARIO DI PEBWAMSC. SaBBADO 16 DE MAIO DE 186.
Litteratura.
Cofefencias de Nossa Senhora de Pars.
Pelo B. P. Flix.
a e substancia das cousas ; fez pela familia o
mcsmo que pela sociedade, o mesmo qu pelo
homemiDdiriduo.
Tara rehabilitar os homens, lornou-se homem
entre elles ; para rehabilitar a sociedade inlro-
duzio-se no raeio da sociedade ; epara rehabili-
tar a familia noseguio outro melhodoinirodu-
zio-se tambem no seio da familia ; e assim como
esta o principio vital da sociedade publica, as
sim lamben) elle o principio vital da fomilia
Segunda.
Temos mostrado quaes sejm os legos cfflcazes
que prendem a sociedade publica, ou a patria, ,
sociedade domestica, ou familia em relago a ; christaa : o eis-aqui o pnmeiro mysteno da gran
aquella esta a sociedade-principio ; a vida deza consumado pelo chrislianismo no seio da
>|uenasce, que se desenvolve, que se transmiti, i ramilld chrislaa : o Christo creado, formado e
isto a gerago, a formago, i Iradcgo da vida I perpetuado de gerago em gerago pelo ministe-
social; e esse triplico titulo a me fecunda e III0., a eSreJa-
ingenua da patria ; n'uraa polavra, a sociedade "as Por 1ue divinas influencias, porquo roys-
principio. i 'er'osos canses, a egreja fez era primeiro lugar
A familia em relago sociedade publica a i origtoar-se na familia a vida de Jess Christo,
sociedademodelo.' A sua conslituigo se com-' Para Jefend-la cora a sua torga, como se fosse
pe de tres principios quo se harmonisara per- um escudo invencivel?
Esses canaes mysteriosos que representara na
familia a vida de Christovos 03 conheceis, se-
nhores, sao os sacramentos; e o segredo das
suas divinas influencias consiste no ministerio
com que elles sao administrados. Os sacramen-
tla menteo pae, a me e o filho ; em oulros
termosa autoridade, o ministerio e a obedien-
cicncia: encerrada debaixo destes Ices principios,
lia o exemplar completo de toda sociedade
bnm coordenada.; porque a autoridadeindiscu-
tivel, a obediencia affecluosa, e o ministerio de-
dicado ; condices estas todas necessarias para a
Harmona, para o progresso da sociedade em
geral.
A familia, principio o modelo da sociedade
publica, 6 tambera a sua torga, a sua defeza: O
que faz do homem a defeza e a torga da socieda-
de o amor sincero da patriao patriotismo :.
ora, a familia a verdadeira origem do patriolis-1 tambem um sacramento divinoo matrimonio.
mo ; pois q je pela familia que o homem so li- ^ra> matrimonio, ou casamento christo nao
la: familias profundamente calholicss, o pae, a
ale, os irmos o as irmas. se eneaminham pro-
ra1 scuamento para a mesa em que vio recebar o
Christo, para promiscuamente parlicparem do
corpo, do sanaue, da divindade, e finalmente da
vi la do mcsmo Christo, enlo, acnhores, nao te-
o expressoes cora que mostrar-vos o que sao
acs olhos uns dos oulros todos esses seres que
Ir izera sobre sua fronte o radioso emblema da
m sma transfiguraco Nao lenho expresados pa-
r pintar-vos n'uma linguagem digna de ser in-
te'prelada semelhanle mysterio, a vpneraeo
religiosa dos paos para os fllhos o dos fllhos pa-
ra os paes, quando resplandeecntes da mesmn
lu, possuidos da mesmacommogo, elles veeni,
el es sentem egualmente uns nos oulros a mesma
ir adiaco, o mcsmo abalo da vida de Jess Chris-
to I Quo grandeza communica essa essa faini-
li o Christo, que se desenvolve, quo se engran-
dece nella de dia ora dia; e como esse scnli-
m uto do Christo presente e avultando no lar do-
m sstico ennobrece as aspirares, eleva os pensa-
n-enlos, transforma e divinisa de algama sorte
K da a familia 1
E julgaes. senhores. que a-obra do Christo se
tos sao mysterios efficazes, indicios operadores. ai ha perfeila na familia christaa ? [Nao ; todas
instituidos por Jess Christo para dentiucar-se e.-sas manlfostages do raosmo Christo, todas es-
si s communicagocs da sua vida, se completara
com a humanidade, para mannler relages vilaes
cora a mesma humanidade a elle encorporsda.
F. antes que ludo Jess Christo nao deixor so-
mente persistir o contrato humano, o consenso
reciproco como base da sociedade domestica, e
como vinculo substancial da familia; instituto
ga sociedade ; ocio amor de ludo que o pren-
de ao seu lar que elle faz o sacrificio, at da sua
encerra era si nicamente a torga de ligar um ao
outro perante a sociedade, dous entes que se ap-
vi.la, em defeza da patria. falso, sempre sel- P'oximam para constiluir a unidade viva da fa-
' milia; encerra mais a torga c o poder de ligar
um c outro Jess Christo pela communhao da
graga sacramental, que nao seno a commu-
nhao da sua propr'M vida ; communhao mysterio-
sa, mas real, que presta aos consortes o auxilio
vagem, o patriotismo queprovm de urna outra
origem; o o grande pengo para a patria, nos lem-
pos actuaes. a apparico, a mullplicago sem-
pre crescenlc desses horneas sem familia.
Assim pois a familia exerce sobre a sociedade
urna influencia decisiva ; por que o vida social c 'orGa necessarios para prcencherem os deveres
tem na vida doraeslica a sua origem efficaz, son
typo ideal, c sua defeza natural. Daqui podereis
comprehender a razo porque nos eslabeleceroos
o apertugoamenlo da familia e o progresso da
vida domestica como a condigno soberana do
aperfriroamento da sociedade e' do progresso di
vida social.
Como expresso viva do verbo que nos envia
repellimos asdoulrinas sociaes daquelles que fa-
zen> nbstrago da familia, e, o que mais calami-
toso anda, daquelle que buscam anniquila-la:
que llie sao impostos por um contrato elevado
altura de sacramento, e por um sacramento que
eleva os mesmos consortes altura de Jess
Christo.
J nao admira pois a solemnidade de que a
egreja revesle esse acto, o qual predispoe de
aniemo o futuro pae e a mae futura para desen-
volver n'uraa posteridado digna de ambos cssa
vida do Christo, de que os faz partilhar o casa-
mento por meio do ministerio sagrado.
Essa vida porm do Christo nao se transmute
loncos I que intentan) construir castellos no ar : i posteridado dos paes da mesma forma porque se
selvagens ignorantes I que procuram cortar pela
lail a arvore, cujos fructos esperam colher. S-
mente o verbo, creador e revelador, conhece em
que profundidades oceultas deposilou, para pre-
parar a grandeza das sociedades, os verdadeiros
elementos do progresso humano. Por isso que
a familia a causa efficaz e"sempre operante da
grandeza social, o Verbo, divino autor de urna e
de outra, exerce sobre ella a sua acgo mais pro-
funda c mais decisiva.
Se o chrislianismo a religio do progresso,
como temos procurado demonstrar, a razio con-
siste em quo tambem elle a religio que prote-
ge, desenvolve, aperfeigoa, e sanlilica o mais
possivel a familia humana. Aquellos que s bus-
cam reconhecer a obra de Christo nasinstituigoes
publicas, e ras creagoes direclamonte sociaes,
nunca podem attingir o verdadeirosenlido da ci-
transmitte a vida natural. Para que ella se ve-
rifique preciso um segundo nascimento ; e eis a
ra/.o porque, como primeira creago dessa vida
divina, ha oulro sacramentoo baptismo, adama-
do tambem sacramento de regenerag&o ; por isso
que em virtude do seu poder o filho, herdeiro da
morte que Ihe provm de Ado,-renasce para a
vida que lhc vem de Jess Christo
Essa segunda vida, que s Dous pode dar, nao
creago do hornera e da mulher, de Adao e
Eva ; creago de Jess Christo e da sua egreja;
creago duas vezes divina, porquanlo o mesmo
Dos que colloca na alma do christo alguma
cousa da sua existeucia divina. Mysterio subli.-
rre c radioso, que esparge na familia em torno
do filho regenerado a suave e divina eraanago
de Jess Chrislo.
Cora effeifo o Christo nao s estampou o seu
vilisogo christaa ; a elles escapa o mysterio mais nome soure a fronte do novo christo e revestio
fecundo da acgo do mesmo Christo na humani-
dade.
Nao ha diivida que essa acgo se mostra por
tudo as sociedades chrislas'para quera a sabe
reconhecer; porque Jess Christo est no centro,
e desso centro parte a irradiaro para todo o uni-
verso ; porm na familia especialmente que elle
colloca a sua acgo para por meio da mesma fa-
milia transformar a sociedade que nella tem a
sua origem : do lar domestico que elle faz o seu
poni de apoio paaa purificar o mundo, e elva-
lo al a sua Divina Pessoa.
Eis, senhores, a razo porque depois de vos ha-
ver mostrado o que a familia em relago so-
ciedade, chego, pelo o fique tem lomado as ideas
e as cousas, ao ponto de mostrar-vos o que Je-
ss Chrislo em relago familia. Procurei cs-
tabclecer de urna maneira geral a influencia da
familia sobre a sociedade ; procurei tambera nes-
te discurso eslabelecer de urna maneira geral a
influencia de Jess Chrislo sobre a familia ; se-
guireio mesmo plano do discurso antecedente
per isso que nao vejo razo plausivel para delle
me affaslar.
Demonslrei no ultimo domingo que a familia
e principio, o modelo e a torga da vida social;
demonstrar-vos-hei hoje que Jess Christo o
principio, o modelo e a torga da familia christaa;
e daqui o progresso divino da sociedade pelo pro-
gresso divino da familia
I
Seria esta a occasio propria de mostrar-vos o
eslidoem que Jess Chrislo encontrou a familia
quando desceu para restaura-la, c para por si pu-
rifica-la : seria occasio de raoslrar-vos o abys-
Bio em que o paganismo a hara precipitado, pa-
ra que melhur podesseis medir a altura a que o
mesmo Christo a elevou. Porm, senhores, pre-
liro dcixar neste poni as vossas conveges fir-
Riarcm-se sem o auxilio da palsvra.
A attengo, por mais superficial que prestis a
esses monumentos da historia humana vos paten-
tearS immediatamente os mysterios do opp-obrio
que deshonrivam a familia entre os pagaos, o
que anda hojo a deshonram por toda a parle a
que a egreja nao lera levado o seu Chrislo, e o
Christo nao tem rehabilitado a sociedade domes-
tica.
A familia consista mais ou menos, segundo o
.gro de abjecgo dos povos, no despotismo do
pac, na escravido da me, e como resultado de
tira a de outra no aviltamento do filho, e no op-
probrio de toda ella.
Admillo que haja neste ponto variedades e dif-
terencaa ; mas sao variedades na ignominia, sao
differencas no grao de abjecgo commum a todas
as familias que nao leem adorado o nosso Chris-
to. li por consegunte evideute que ahno lar
domestico, que ahna origem da vida humana,
cumpria comegar essa transforraago da vida que
devia trazer apos si lanas otras transforma-
res.
O que pensaes que fez Chrislo para operar na
familia essa transformarlo radical ? Que meos
empregou cite para anniquillar esse despotismo
dos paos, cssa escravido das mcs, esse avilia-
mentn dos filhos, em summa todos os oppcobrios
da vida domestica ? Suppondes accaso que elle
proclamou lo mundo, com a pompa c spparato
ruidoso dos reformadores, os direilos do filho, a
rehabilitaco da mulher, e a decadencia da ly-
lania paternal ? Nao, senhores ; estes modos
vulgares de praticarello deixou af> bomens :
neste fado, da mesma forma que em qualquer
oulro, ello procedeu como Deus, sobfe a essen-
a sua alma de um carcter eterno, como tambem
collocou na sua vida alguma cousa de divino, in-
Iroduzindo-se nella. E quando o filho anda res-
plandecenlc desse brilho mysleroso recondu-
2do para o lar domestico, ninguem pode exprimir
de que venerago o pae e a me, que arabos
tecm consciencia dessa Iransliguraco. cercam
es3e christo todo radiante de. JesusChristo I
Deixai cresccr esse menino que contera em si
Jess Christo, o t antes deixai o Chrislo crescer. e
desenvolver-se nelle.
Assim como os germens da vida natural so desa-
brochan! ao sopro da nalureza, assim Jess Chris-
lo, passando pelo baptismo a residir nesse joven
transfigurado com lodos os elementos da sua vi-
da, vai nello crescer c desenvolver-sc sob o lar
christo da mesma forma porque cresceu c desen-
volveu-se sob o seu humilde tocto do Nazarelh.
E apenas os seos ps j firmes poderera suppor-
lar com facilidado o pesado fardo do seu corpo,
apenas a sua razo rodeada dos seus primeiros
vislumbres Iho descubrir os primeiros abysmos
da vida, e esla, aclarando a seus olhos os seus
proprios horizontes, so revelar tal qual urna
milicia a um campo do batalha ; cnto um novo
sacramento vira por sobre essa vida do Chrislo o
sello da torga e da eslabilidade. O christo j
desenvolvido tornar-se-ha um soldado do Christo,
que o defender : a confirmago ser para o me-
nino urna nova era, e para a familia christaa
urna nova irradiago de Jess Christo.
Ainda mesmo depois desse augmento de torga,
e desse engrandociraenlo do Jess Chrislo no
christo, este pode suecurabir, e lem muilas ve-
zes suecumbido sob o peso da lula.. A par do
Chrislo que vive, que cresco nelle, vivem o cres-
cem tambem paixoes, que assenhoreando-se do
seu ser o (azem cahir aos ps dos dolos quo el-
las adoram : eolio esse coragao, queeucerrava o
Chrislo, se emmurchecc ; nelle so operara que-
das, degradages e ruinas, ruinas dessa existen-
cia divina que calie, diminue, ou se anniquilla
nelle. Para recrguc-lo dessa qucua, para rehabi-
lila-lo dossas degradages, e reparar essas ruinas,
JesusChristo instituto um sacramento lodo ex-
preasoo sacrameto da penitencia, divinamente
restaurador, por isso que Jess Christo so refaz
lia alma do christo pelo ministerio do seu sa-
cerdote. Aquelle desherbado do seu Chrislo o
loma a encontrar na bengao que recebe : ello o
havia perdido pelo orgulho c pela voluptuosida-
de, elle o encoiitra pelas lagrimas, quo o tornara
digno, e pela prostiago, que o realca ; e o Chris-
lo exilado do christo volla a ser novamenle seu
hospede, lornando-sc anda mais sensivel sua
alma, c, permitta-se-me dizer, mais visivo! sobre
sua fronte; dir-sc-liia que elle se soparon por
um momento do christo para nelle reapparecer
sob uns alegra mais serena, sob um raio mais
suave.
Senhores, nessa crcncj) de Christo que vive,
que renasco mais bollo ainda n'ulina do christo,
que predispoe o enzrandecimento o o progresso
da vida, vira um dia mais feliz, mais radioso que
todos os oulros, cm que o sacramento da Eucha-
rislia lera do consumar nesse joven christo a
mais completa posscss.to do Christo; dia em que
o co langa um raio luminoso sobie a familia,
em que o'iilh% voltando do templo, traz o seu
Deus no seu proprio corpo, que dest'arle se tor-
na um tabernculo, transformando-so n'uin ver-
dadero santuario esse ledo conrngrado em que a
familia reunida venera c adora o Christo presente,
na pessoa do filho.
Se nesse dia, como se pralica anda entre mui-
eii um mysterio que deixa sob o ledo domestico
iriiprcssiveis recordages ; mysterio era que Jess
C risto, por ultima visita, vem ao encontr do
el risto que nao pode ir ao seu encontr, afim
di assignala-lo com a ultima uocgo, afim de
piove-lo do seu corpo como de um viatico na sua
p rlida para a clernidadel .
Ah senhores; como nessa religiosa eommo-
q'i o que rodea o leito do christo moribundo, a
ir steza de ver um irmo deixar esse tegto to
anudo so mitiga e se transforma na alegra suave
q ie comsigo traz o Christo, nao s para aquellos
q te ficam, romo tambem para o quo se parle !
C iroo a familia ajoelhada prosternada na dnr,
rhi piedade, as lagrimas, chora o homem que
v i morrer, o venera o christo que recebe em si
o seu Christo I Como ouve o sacerdote, aojo di-
rector Jo christo na partida, repetir, incliuaodo-
si sobre essa fronte j invadida pela morte, estas
pila vrns, que s os verdadeiros christos podem
0 ivir sem desespero ; e al mesmo sem tristeza :
Proficiscere anima chrisana parli, alma chris-
ti a, parli I Como, a vida se tendo escapado n'um
u limo suspiro desse corpo santificado peloChris
le, todos com essa piedade misturada de enler-
n 'cimento, com essa dr mesclada de alegra,
q le o pranto dos christos, veem orar em tor-
n) do cadver, como em torno de um taberncu-
lo 1 Como lngara sobre elle cora agua benta, por
o.timo adeus, por ultima bengao, o signa! desse
Christo que em si trouxe durante a vida, o que
e insigo leva tambem na morte I Como fin tlmen-
l'ia egreja, transformando no brilho da f c da
eiperanga a dr da familia, vem buscar esse des-
pojo consagrado pelo Christo, fazouvir no limiar
do lar domestico o cntico da partida, em que se
onfundem as alegras da patria para mitigar as
1 istezas do exilio I Nao soi, senhores, como
pintar-vos nao s o amor, mas tambera a vehe-
rigo, a piedado, a religio que se encontrara na
ftrailia, cm que Jess Chrislo se fez sentir du-
rmi todas as pitases da vida, em que ainda se
fiz sentir na hora da morte, cora essa magosta-
i o s'ublime, engrandecida poto gloria da iminor-
l ilidade, de que orna os funeraes, o cora os tu-
nlos I
Por consegunte o matrimonio, o baptismo, a
canfirmago, a penitencia, a communhao, a cx-
tema-unego, depositara, desenvotvem o com-
I Iota ni na familia christaa o myslerio da vida do
(liristo, e predispem, mediante o descnvolvi-
nerilo successivo dessa vialidade superior, os
verdadeiros progressos da humanidade pelo chris-
anismo. E se a todos esses elementos da vida
i ngrandecida em Jess Chrislo e por Jess Cliris-
), Deus quizer acrescentar a nobreza do santua-
rio, como n'outro lempo aconteca ordinariamen-
t; as grandes familias christaasfelizes por crear
( o seu sangue um sacerdote para Jess Christo ;
a suppozerdes quo Deus escolheu um filho pre-
c ileclo dessa familia, j to coberta dos benefi-
< ios do Jess Chrislo, para fazer delle um eleito
a aristocracia sacerdotal, como para completar
grandeza que vem do Chrislo, (aneando sobre
ella um reflexo de realeza ; onto lereis umqua-
cro abreviado, roas fiel, de lodos os mysterios
e grandeza que a egreja por seus sacramentos
pera na familia christaa. fazendo o Chrislo nas-
(jer, crescer e desenvolver-se nolla 1
Eis aqu como a egreja comer a transforma-
do da humanidade, collocando na familia a vi-
a de Jess Chrislo, que dahi se derrama em to-
a a sociedade, para eleva-la sua altura. Eis o
;raode mysterio consumado pola egreja : pre-
onga real do Chrislo no lar domestico, < rao a
ua presenga real no templo.
Jess Christo, homem Deus, contina a enaor-
lorar-sc humanidade pelas veas da fimilia'; e
i medida que esta se multiplica e se estende, o
'.hrislo tambem se estende e se multiplica por
i odos os espagos e por todos os seculos.
Ha quasi dous mil annos, a palavr do refor-
nador da humanidade inteira relumbava sobre o
iergo de um menino como echo da humanidade
epelido na historia : Deus est comnosco, o mo-
lino Deus iiasceu Emtaanuel l Esta palavra
[no retumbou em Buthlem, que relumbou em
azarle!, passou de secuto em secuto, de espaco
IOLMLTIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERHJHIWGO-
mmm ir?ci/l
;m espago, e ainda hoje retumba debaixo dotec-
o que abriga urna familia christaa ; ah todos
jma voz proclaman) oque se paisa oo seu pro-
)rio seio : Emmanuel] Deus est comnosco ; o
Ihristo est aqui; est no dae, est na rrle, estf-.
ios filhos, em summa est em lodos; crescemos
jos nelle par todos os modos: Creseamiis inillo,
nr omnia ; at que elevando-nos sua altura,
i sua plenitudc, attinjamos tambem a sua sc-
melhanca. Que cssa vida de Chrislo, que exisle
jm nos, se manifest, e respUndega : e assim'
como elle nos ennobrece collocando em nos a
illustragao da sua raga a divindade da- sua vi-
da, assim tambera ap'erfeigoe o nosso deslino per-
miltindo-nos a gloria da sua semelhanca e o es-
plendor da sua magem.
Jess Chrislo, com olteito. nao s para a> fa-
milia a origem da vida que a regenera ; tam-
bem o modello quo a aperfeigoa ; modelo de- per-
fegoo que eleva a familia at Deus, lazedo-a
attingir sua scii>elhdca, porque elle jera, si a
perfoieo, porque elle o proprio Deus.
A familia, dissemos nos, a grande afluencia
social, por que a forraaco da vida ; .1 v;u= Chris-
to a grande influencia na familia chsi-laa, por
que elle o typo da sua formaeao, e como tal a
cansa da sua elevago.
O grande principio da familia, pelo tJjial se for-
ma e desenvolve a vida, a imilacftoj O homem
por nalureza imitador, porque nasjcou para o
progresso, e se sent capaz de perfeicSo. Toma-
da Desse senlido generoso a imitaco'e o elemen-
to essencial de lodo o progresso, ou antes o
mesmo ptogresso ; o hornera esforgando-se em
attingir pela imitarcao urna perfeigo que olle nao
posan e.
Eia-equi a razie pela qual, sempre e por toda
a parte, o hornera imita e lende a imitar alguma
cousa mais ou menos. A origioalidade nao ex-
clue a irailacio. A vulgaridade consiste na copia
servil de um modelo exterior; a originalidade
consiste na imilagao generosa de u typo, que
n'ura sentido tem a vantagera de ser ao mesmo
lempo artista e original da sua obra. O mcsmo
Reno nao escapa lei da imilagao ; seu privi-
legio consiste em imitar typos mais sublimes e
mais approximados Deus.
Eu poderia mostrar-vos aqui que a imilagao
o fon Jmenlo de todas as artes, porque estas nao
sao mais que urna expresso qualquer : talvez
icnhamos ainda occasio de desenvolver um dia
esse-nosso peusamenlo. Porm alm de todas as
outras arles ha urna o arte das aites a quera
se torna mu precisa a imilagao ; a arle que
consiste era formar o hornera imagera de Deus.
A educago e a acgo da paternidade na forma-
gao do homem, representa a esculptura de urna
vida pelo modelo de oulra vida ; a viva repro-
duego de um exemplar vivo.
O menino na familia um artista que copia um
quadro-olhando para um modelo; esse modelo
lhe apresentado no lar domestico como o typo
da vida, e esse quadro representa o proprio me-
nino.
Se o modelo tomado de urna ordera inferior,
a vida lorna-se vilipendiosa ; se tomado de
urna ordera media, a vida torna-se vulgar ; se
porm tomado de urna ordera elevada, a vida
lorna-se disiincla, ennobrecida : imitando um
modelo sublime a vida se remonta, tUca-se no
verdadeiro senlido dcsla palavra generosa. Logo,
senhores, para que a vida domestica, que o
exemplar da vida social, se remonte sua verda-
deira altura, -lhe necessaro um modelo vivo,
um modelo o mais bera acabado, o mais divino
sob a forma humana.
Queris saber agora qual o exemplar que a
egreja colloca sob as vistas da familia christaa
para a tormago da sua vida ? Enlrai sob esse
tecto abengoado, em que Deus do alio do co
contempla com amor o que mais so assemelha
sobre a trra a familia christaa e sania. Ah
veris os quadros dos anlepassado* que legaran)
familia suas virtudes como urna heranga.sua me-
moria como urna salvaguarda, sua imagem como
urna predica, sua vida, finalmente, como um mo-
delo: ser bastante para elevago da familia o imi-
tares ses anlepassados ? Nao, diz a egreja, para a
elevago da mlnha raga nao isto bastante.
Veris ahi os retratos de todos os homens ce-
lebres, que dexaram um nome na historia, c
que por espheras diversas mas todas luminosas,
ilustraran) a nossa raga ; ah rccoohccereis gran-
des capitaes, monarchas magnnimos, sabios le-
gisladores, profundos oradores, o grandes bera-
feilores da humanidade. Ser bastante para ele-
vago da familia christaa o imitar esses exernplos
Ilustres ? Nao, diz a egreja ; para a elevago da
minha posteridade nao isto bastante.
Veris ahi finalmente as fmagens dos santos,
radiantes de uraa sublimo e celeste aureola: que
expresso de physionomia que grandeza I que
esplendor nesse semblantes I que ratos do co
sobre a fnnle desses homens, que, como nos,
pertenceram Ierra I Ser bastante para eleva-
go da familia cbrisla o imitar esses hroes do
chrislianismo, o seguir os vestigios desees gigan-
tes da humanidade? Nao, diz a egreja calholi-
ca : para gloria da minha raga, e illustragao da
minha prosperidade, imitar os proprios santos
nao ainda bastante.
cima de lodo3 os vossos anlepassados, cima*
de todos os homens celebres, e de lodos os san-
tos, existe o Pac do seclo futuro, vosso'divino
anlepassado : ei-lo,-ahr esl entre todos os qua-
dros, entre todas as figuras representando o
quadro magestoso, uma figura incomporavei ;
rrnis que elle s o typo, o modelo do todos os
santos ; finalmente cima de toda a humanida-
de esl o homem Deus, Jess Chrislo Nosso- Se-
nhor, e a elleqtio eumpre imitar ; sim, filhos,
diz a egresa toda familia', ao Christo- e sem-
pre ao Christo qiw; devoris imitar ; e epara vos-
assemolhar a elle, para vos tornar a sua fiel ima-
gen), queso dirige o m"U traba Iho. a minha mis-
sao, e o progresso" da vossa oropria vidav
Eis aqiii,seohores,oquef? sobreludo-o-engran-
(iecitnento da familia chrisl-a; ella para- as-gera-
goes a copia perpetua da imegem de JesusChris-
to pela mao- da egreja : ahi esl era toda a sua
perfeigo o ministerio poderoeo-e suave da egro-
ia calholica no centro da fomilia, o qual consiste
em imprimir o Chrislo as almas, insinua-lo
nos corage; foi esta, e ser sempre a sua
insaciavel e divina ambigo-l las, ah I essa am-
bigo os seus iniraigoe- invertem, calumniara
peranle os povos. Ella nao- como elles que-
rem, uma rivalidade de influencia* ou zelo de
poder ; nao, appello para a consciencia delles
proprios, appello-1 irabcm para a vossa conscien-
cia : essa ara-bigao una necessidade de seu
amor amor impaciente dereproduzir por toda
a parle a imagem do seu. Christo : amor egual
ao da mi que so julga feliz em formar seus fi-
lhos ; e quo a- faz repetir por toda a familia onde-
ha .uma alma para formar a imagem do seu
Ghrislo, e o.Chrislo para gravar n'olina de um
christo, estas palavras, que revelara a sua ma-
la rna lo mbigo, e em que se descobre mais sua-
ve alegra do que dor. Meus filhos, por v
que soflYo segunda vez as dores da malernidade,.
al que o Ghrislo, meu divino esposo, se identi-
fique em v-s,. e al que- eu veja a sua imagen* j""
resplandecer sobre as vossas frontres : Filiot''
bec
sua cabecoira : a noiie aaudando com seu ultimo
olhar esse brando cordeiro que vai velar sobre o
seu somoo ; de dta rindo beiiar com mor e res-
peito essa imagem adorada! Vede a mi sobre
todos cora essa eloqueiwia. que nio conhece ri-
val, iniciando o filho anda pequeoino no grande
mysterio da chnstandade I Como ella faz pene-
trar cora as palavras o compajMsaplos, .l o
fundo dessa alma anda tena"* m ao chrit-
to, que ahi permanecerB ^L nao s
como um encanto do coral IWilsolagao
no soffrimenlo, mas tambdQpomo uma rogra da
vita, um typo de perfeigo, em uma palavra
um exemplar vivo da grandeza a quo elle deve
attingir I
Senhores, sinlo que nio basta dizer-vos essas
cousas, eumpre tambem moalrar-vo-las com um
exemplo. Recebe, pois, aqui a luz da verdade
no quadro que vos vou apresentar de uma fami-
lia chrisla.
Uma raai tratava da educago do seu filho ;
era urna mi digna da sua vocago o de seu nome;
mi verdadeiramente catholic, trazia arraigada
no fundo da sua alma a imagem querida de Je-
ss Christo, que ahi lhe fra gravada pela educa-
go que recebera ; e que tambem por sua vez
quena reprodnzir na alma do seu filho para tor-
na-lo como que fac simile vivo da imagem do
seu Deus. E sabis que meos empregava essa
mi para fazer penetrar n'alraa do -seu filho a
imagera de Jess Christo ? Abra dianle delle
um livro divino em que so achavam pintados
com vivas cores os mysterios de Christo, narra-
dos no Evangelho ; e passando do livro para a
pintura, e da pintura para o livro. como quo pa-
ra moslrar-lhes ao mesmo a imagem de Jsus
Christo refleulindo n'um-duplo raio, o n'uraa
luz mais plena, repela para que"o menino ou-
visse nao dez, porm mil vezes, com accentos
que sao mais facis de advnhar-so que de re-
produzir:
Estis vendo, raeu filho, como Jesns Chrislo
foi humilde em Bethlem dnitado sobre o seu po-
bre berco ? Isto quer dizer que o homem se deve
fazer pequeo, como ello, para poder ser grande.
Estis vendo como em Nazareth elle foi obe-
diente e dcil ? Elle o Senhor do mundo, obe-
deca, meu filho, e obedeca sempre Eral sub-
ditus. Estis vendo como ello foi temo para L-
zaro, clemente para Magdalena, bom para S.
Joo, obrando para o proprio Judas? como se
conservou tranquillo sob os ultrajes, paciente
sob os golpes, e sereno perante a iniquidade !
Ouvisles como esse cordeiro benigno exclamou
no seu ultimo suspiro : Meu Pai, perdoai-Ihes ;
| elles nao sabem o que fazcm Sede bom como
ello, meu filho ; como elle sede paciente ; per-
doai como elle perdoou ; e se algum dia para
salvar leus irmos tor preeiso solTrer, soffrei at
a morte, lembrando-vos de que lambem elle deu
a vida por vos.
E no meio dcslc discurso entremeiado de ca-
ricias, de sorrisos e de lagrimas ella lomavao
CrtKfixo, a imagem mais expressiva do Deus
dos ctarisiaos,colloca va-o fias mosinhas do filho,
razia? com que ello o encarasse, o beijasse, o
apertasse contra o seu coraeo, como para ensi-
nar-the a conhece-lo, amVlo e abraga-lo ao
mesmo tenvpo; e dizia-lho :
< Obi: ve'Je como elle soffreu Vesle esses
cravosr esses esoinhos, osses ps, essas mos.
esse lado- ulcerado Meu querido- filho, conhecei
agora a quo porfo chegou o seu amor f Elle
vasso rrrestre, cscutai a sua vok: elle vosso
guia, segu os seus passos ; elle vosso mo-
delo, imilai os seus exernplos.
A' esso ensino- descido dos labios de unta mi
para a alma'do seu filho face de Jess Christo,
accrescentai, senhores, essa forra de syrapalhia
e de persuaso-reservada s palavras das man ;
magmai ludo- oque- o amor do-seu coraeo, a
penetraoo da sua voz, a docura das suas cari-
cias, o o encanto do seu sorriso de envolla com
I as lagrimas pode dar de torga o do poder a esse
ensino sem egual ; e advinhres talvez alguna
cousa do que fazia essx rai para gravar na al-
' mo do seu filho-a imagera dr>lihristo, que en-
| grandecc todas-as foculdades o todos as virtudes,
' exaltando o homem.
Vos mo pergunloreis talvez : onde exisle essa
mi ? E eu vos- responderei : existo no chrislia-
nismo, onde somonte as raes ajudam egreja na
sua grandiosa obra- da maternidade christaa
formar o ChristO' nos filhos. Eis-aq palavras o typo-immortal e ric.ileravel de toda a
uducago christaa : gravar as almas calholicas
uma imagem to'intima desse Christo, to dis-
iincla e to viva, que nada soja capaz de extin-
guir,, nem as trevas do erro, rvenv o- sopro das
paixes. uera a- impureza dos- vicios-; crear ton-
to, porm cflicazmeulc, torga de solicitud?, de
nos costumes, reinando sobre a familia e por--
que f porque tua imagem nao se aeha impres-
as as suas almas I K poderia eu agora pergun-
tar-vos : Vos, qde seis cbrislos, que trazeis es-
tampado sobre a fronte o signa! augusto do vene-
rando nome de Jesus-Christo, dizei-me, tendes
por ventura na vossa casa a sua imagem expos-
ta s vistas e venerago da vossa familia 1 E se
a tendes, ajoelhais-vos por ventura todos os das
perante ella, com os vossos fllhos, para receber
nassdas beogos as suas mspirages eQicazes ?
Eu soi quo entro vos rauitos ha quo nao a tem.
i os que senhores ; conservis diante, dos olhos
>s retratos dos vossos grandes homens ; as vos-
sas casas esli decoradas de estatuas e de qua-
" p, nos ainda "o e tudo-expondes s
r.mf.n V0S30i ft,nos- admiraco da vossa
Anr.it, *.aiT" d<> Paganismo, uma Venus, um
h ? ni- ?,'D e3las vergnhosas invenges
!fP FE0 K*m ,sy, ''" de "nichris-
rn\'a dKeba,X0.,?" eo que abriga tantos h-
roes da humanidade, tantas divindades pagaas,
?ah?c,aUraIU8ii!5rqUe imagem" desso
Chrislo, que at mesmo Tiberio nao recusu ad-
raittir enlre as suas divindades no Pantheon de
Roma ?I
E quando chegar a vossa hora derradeira
quando o ministro, o embaixador desse Christo',
vosso Re, vo3so Salvador e vossa modelo, s
approximar da cabeceira do vosso leitoje procu-
rar para mostrar-vos essa imagemuniea que
ainda vos pode fallar de esperanga, talvez se
responda ao sacerdote, admirado de ver o Chris-
lo ausente da morada de um christo :Padre,
nao ha imagem de Christo nesta casa.E por que
nao haver nessa casa a imagem de Christo es-
posta todas as vistas ? Eu v-lo digo : por-
que infelizmente' elle nao se (cha gravado no
tundo das almas por uma educago rmminonte-
menle christaa. O pae nao se acha ientifl'catfc
com Jess Christo, nao o adora, nao o ama ; o
talvez mesmo nao o conhega ; a me, a propria
me, tem-se deixado pouco a pouco arraslar'
pelos engaos do mundo, e esquocer pelas-pai-
xoes do corago, essa imagem de Jess Christo,
de que recebeu na sua infancia apenas urna im-
presso superficial. E como possivel que o-fi-
lho de um pae e de uma me que nada guarda-
ra m do Christo, a nao ser um nome que mente '
realidade.como possivel, repilo, que esse filhr>
possa receber a mpresso indelevel do mesmo
Chrislo, que nica faz os verdadeiros christos, e
que nica pode elevar a vida altura de Jess
Chrislu ?
Queris, senhores, rehabilitar a sociedade re-
habilitando a familia ? Collloeai na vossa, res-
laurai nos vossos coraces a imagem desso Deus
esquecido, e farei que essa imagem passando de
vossa fronte paa a alma e para a fronte de vos-
sos filhos, lhes imprima osignat da verdadeira
grandeza.
III
Porm Jess Christo nao so- para a familia
chrisla a vida que a penetra, e o modelo quo
a instrue ; lambem a torca que a defcnde.
Os antigos quo muirs veres debareo do erros
mythotogicos occullavam grandes verdades con-
servadoras, suppunham o seu lar confiado
guarda de algumas divindades domesticas que
elles ehemavam deuses Penales. Conservaran)
sob seu tecto as imagens e as estatuas com pio-
josa venerago, e sagrado culto ; e quantto o
exilio, a guerra, a persogo rao-, o as cahislropbes
os expeVUam do solo da patria, conduziam com-
sigo essas divindades tutelares como o palladiura
da familia.
Assim a religio e a familia, o culto dos artte-
passadose o culto dos deuses se confundan) no
mesmo amor, no mesmo rtspeito. Oculto dos
deuses manes celebre na historia o raythologia
do paganismo, sobre tudo de Roma paga. Os
manes, ou. as almas dos anlepassados, eram-em
cada celo domestico objecto* de uma venerago
especial. Gomo observa um publicista distinclo
era esse o- lado religioso da familia romana.
Perpotuidade dos sacrificios, culto da olma dos
anlepassados, esta vivendo n'alma dos filhos-, isto
era tudo para o Romano ; a-familia, a seu ver,
era ao mcsmo lempo q co o-a-ierra Quando
se pensa mais seriamente sobro essas- cousas.
nao se pode deixar do desoobrir ahi um dos
maores segredos da eslabilidade do Roma, e da
grandeza primitiva dos Romanos: e entrolanio
era falsa a sua roligio ; n erro servindo- do veo
verdade pode fazer esse milagro.
O que na auliguidade paga era uma fiegoen-
genhosa, um rayllio consolador, no chrislianismo
a realidade a mais intimat a verdade a mais
locante, Jess Christo para- nos o verdadeiro
Deus do lar domestico, o Deus- protector, da fa-
milia.
Eu poderia-aqui mostrar que as almas dos an-
topassados se prendera s almas dos filhos, por
virtudes e de sacrificios, no centro das geracoes, l ie8us Christo e em JesusChristo, e quo toda
mili rn al i- -.m n:i(\ nm i hrieln fila/v ipmi r. <- ..... '
que se elevara, nao um Christo falso, mas-o ver-
dadeiro Christo-;nao esse pseudo-Chrislo, glo-
rificado pelos reformadores anle-catholicoS) mas
o Christo cnsinado e abracaio pela-egroja-catho-
lca ;nao esse Christo imaginario deposlo da
sua cruz eda sua aureolo, mas oChristoreal so-
bre o seu Calvario coroado- da sua divindade :
finalmente, senhores, gravar na olma des rhrs-
T| tos-no uma. efugio suporficial, comoacontece
quasi sempre, porm uma- cffigie profunda que
faga penetrar nos- lugares mais recnditos da
vida inte.llectuol o moral o carcter indelevel de
Christo-;.elorna-lo para as gerogoes ao
quas iUruaipartuo, doee fcmelnr Cltris- m?.,m", lemP.lft0 *% e Palpawel. tao vi-
n vote* vihcante no interior, tao radlaqle noox.terior,
mai
tal
Eis (omlioni porque, senhores, debaixo de oa-
rta teclo domeslico, emque- se nao ha repudiado
o minislario. sagrado da. egreja, lia veis de encon-
trar suspensa s paredes, ovposia-s vistas e-ve~
nerago de todos, a tocante e sublime imagera
de Jess Chrislo. Elle ah est nao s oomo
Dous protector do lar, mas lambona como-Deus
modelo-de toda a familia : elle ahi eslo Di-
vino Crucificado, abrangcndo.com o seu olhar a
familia qe o adora, e moetrando-sc como.o
ideal divino para todos, aq.uelles que querera ser
grandes !
Ah senhores, suspendei por um raoraento as
vossas vislas sobse esse espselaculo sublime que
aprsenla quotidianamenlo- a familia chrisla.
VJe ali o pai, a mai, os fllhos toda a socie-
daito domestica pr-oslrada aos ps desse Deus do
Calvario, que so tornou o Deus protector do
lar domestico, altrahindo. sobre si pela supplica,
o pelo amor, com as influencias da sua graga as
poderosas inspirages dos seus exjemplos V-
de o pai laucando a beneo do Christo sobre toda
a familia reeolhida no f e no respeilo I Vde o
filho, o filho to sensivel cssa- muda eloquen-
cia que se passa sob seus olhos, descobrindo
malinas, quando os primeiros ratos do dia van
apparecendo, a imagem do-Chrislo suspensa
StMHAiuo.Tres
dade para a
naco.
XVIII.
medidas de teconheca utili-
marinha de guerra c pera a
O lempo corre veloz, e o minuto que se deixa
escoar para o passado cahe era um abysmoin-
sondavel, donde nunca mois possivel arrnca-
lo, levando comsigo uma parcclla de nossa vida,
de um valor prncioso.
Nesta socccsso mais ou menos uniforme de
dias, semanas c mezes, que to rpidamente des-
iipparecem, deixando impressos na ordem mo-
ral o na ordera physica do mundo o seucunho,
o seu innegavel vestigio, necessaro que o tra-
balho tenha egual celeridade, que nao soja libio,
nem se deixeabater pelo esmorecimenlo.
Mal calculamos cm nossas torgas o hobilita-
ees qoando aceitamos a misso imporlanle de
expender nestq Diario as medidas necessarias
para a prosperidade da marinha nacional ; por-
que nao alten Jemos que o servigo, ou exige o
sacrificio de lodos os nossos dias, ou produz um
enfado, uraa antipalhia invencivel tudo quanto
escripia, anlipalhia que s podo bem avaliar
quem, como nos, se acha conlinuomenle atado
um tongo expediento, que semelhanle hydra
de Serna, por cada cabega que lhc decepamos,
lhe renasce duas. e nos impoe um Irabalho egual
aoque leve o celebre filho de Jpiter e de AIc-
meno, que conlao triurapho deste nionstro como
uma de suas mais Rloriosas faganhas.
Mas nao refleclimos quando o deviamos fazer,
levado peto enthusiasrao de concorrer, ainda que
flacamente para esta prosperidade desojada, qual
uma nova trra de promissfto, impellido pelo vo-
to intimo de amigos dedicados que nos diziam
ytvanlfle sempre sem se recordaren) de que
ros impunhnm um dever por demais exigente,
de sorle qde hoje nao ha remedio seno sujeitar-
mo-nos s cousequencias do passo falso que de-
mos.
A intengo pura, a vonlade firme, o amo
da patria erguido ao cxaltamenlo ; desculpemi
estas boas qualidades a raultido do fallas que
temos eommcllido, augmentadas por notaveis cr
ros typographicos, que o leitor facilraenlo ler
reconhecido.
Desla vez nao conduziremos a allcngo do-
apreciadores da Resenta Martima para os tem
pos extirrelos. perlencentes ao dominio da histo-,
ria anliga ; pretendemos entrel-la na conside
rago de tres medidas, que nos parecem de um
importancia e do uma justiga nolavol, afim d
ver se conseguimos inculir-lhes o mesmo pen
smenlo.
Carpindo a trisle orphandade era que lem.ja
zido a marinha imperial, pela falla de ministro
profissionaes, na sua olla alminislrago, liradc
de seu quadro, demos parabens ao exercito
porque, felizmente para ello e para o esladJ
ordinariamente se notava atesta de sua ad-
ministrago um dos seus mais habis mem-
ores.
Desla reciproca siluago tem resultado o qie
era de prever : ao par e passo que o exercito n -
cebe provas deaprego, que se Iradzem em fat.-
los do inconleslavcl utilidade, a marinha filfa
era olvido, e em posigo desigual, quando devt-
ria existir as duas repartiges a roaior uniformi-
ilato, visto a idenlidade de circumstancias qu:
se attendia.
Vejamos se esta proposigo nao 13o exac a
como todas as que costumamos emittir.
Reformou-se o corpo de saude do exercito co n
o fim de mclhora-lo, do dola-lo com um pessoil
mais acreditado, que fosse uma garanta deqiio
a saude dos servidores do estado quo o compite
seria bera tratada. Para isso ampliaran!-se is
vantagens pecuniarias ehonorficas,e semelhanle
intengo do governo foi to bem caraclerisada al
o fim, que no regulamenlo respectivo se lmpiz
os cirurgioes do exorcito a obrigaco de cur\-
rem, nao s os olficiaes o pragas, como as. fami-
lias de uns e o.ulros, em suas residencias defi-
nindo-se o que por familia se devia consi-
derar.
O aioislro da guerra, autor desla i reforma, foi
um distinclo official do exercito.
Por esle modo demonstrou elle, e'slar conven-
cido di veracidade do sublime pe-fisamenlo da
espirituosa senhora de Girardin A familia a
patria na patriae de. que u solcltude de que
aquella fosse alvo, releciir-sa-hta sobre esta.
A repariico da marinha deu-sc pressa em
acompanhar a da guerra na reforma de sen cor-
po de saude. To genoresa, ou mais ainda, ex-
cedeu as vantagens concedidas por esla ao pes-
snal medico, que con vida va para o servigo do
mar, oltendendo judiciosamcnle a que esle se
tera de sujeilar a uma vida mais laboriosa,
cheia de privagoese incomraodos, qual nao se
arhava habituado.
Mas, procedendo assim, esqueceu-3e que tam-
bera devia cuidar das familias dos officiaes de
n.arinha e da marinhagem, como fez a repartigo
da guerra.
Dabalde so procura em todo o regulamenlo do
corpo do sade da armada essa disposigo idn-
tica que apresenlamos cima I E porque? por
que quem o oxpedio nao era official do marinha,
como era official do exercito quem so lembrou de
fazer aquello beneficio aos seus irmos d'armas,
senlindo a necessidade e conveniencia delle.
I.unge de nos a dea de que haja algum medi-
co da armada que se recuse tratar gratuitamen-
te, com lodo o desvelloe huraanidado, as fami-
lias dos ofil-.iaes de marinha que pedirem o seu
auxilio; porm islo so pode dar, o basta esta
possibilidade pira exigir aquella providencia.
E' preferir!, pois, que elles consideren) este
servigo como um dever militar imposto polo res-
pectivo regulamenlo, que de forma alguma so
podera esquivar, e nao como a prcslago de um
favor, que multas vezes se solicita cora bem ca-
bido ACanhamcnlo, por uoeslarem as cousas as-
sim definidas.
Eis a primeira medida, cuja promulgago hoje
reclamamos S. Exc. o Sr. ministro da marinha:
ella repouza em considoracoes de alta significa-
do, o exigtoa peta, juslic'a. Actualmente ser
uma reparago que S. Exc. Jar muilo proposi-
to marinha, o quo ella estimar, bstanle dever-
Ihc para recordar-se do seu nomo com veno-
roco.
Esperamos, portanlo, quo mu brevemente se
veriaddicionado ao regulamenlo provisorio do.
corito de suido da armada a ulilissinia disposirao
do quo fallamos e de quo j ha muilo goza, o
exercito, cora grande- salisfago do seu pessoal.
Asegunda medida que lomos a indicar agora,
bem quo nao se liguu aquella chronologica-
raenle, tem coro olla tal relago, quo oigamos
dever aponta-la j.
E' venia Joamente o seu complemento.
Koferimo-nos circular d-> ministerio da guer-
ra de 27 de dezembro do anno lindo, publicada em
addilaraenlo ao aviso de 27 de agosto do mesmo
armo, que manda quo os medicamentos para os
olficiaes c mais pessoas do suas familias, de que
trata o citado aviso, sejam fornacidos pelos hos-
pitaes ou enfermaras militares avista das recoi-
las dos medios do corpo de sade, que sao oltri-
gados ao tralamcnlo dos dilos officiaes e pessoas
eiu suas molestias.
E' ainda um official do exercito, o Exm, Sr. l-
enlo coronel Sebaslio do Reg, o ministro da
guerra que se lerabra de eslabelecer esle novo
favor.
Como militar ello est perteilamonte ao facto
do alcance que tem p3ra a sua classo, quo vive
que a vida christaa se d^envolvendo- p.rogressi-
vamente sob- i influencia unida da-egreja e da
paternidade. altiuja forma que Iho pcrience, a
mais antipathica Saian.vz, a mais conforme
Dous, isto a forma, do Christo : sir, osla
obra que dovem completar a egreja o a paterni-
dade reunidos. Nao duvideis enlao que a fami-
lia chrisla reassumir. entre nos. a sua vorda-
deira posigo, identilicandfi-so com o Christo, e
inclinando-se ao infuiilo por suas aspirages : a
sociedad sentir.o elfeito desse impulso dado pe-
las familias, o erguor-se-ha mesma aliura ;
porque toda, a humanidade quo encerra em si o
Chiisto na sua- pleuilude, tambem. uelle encer-
rada, c com ello se eleva medida que elle se
vai engrandecendo nella.
Polo-contrario a familia que nao tem tomada,
o Christo p)r modelo, ou qjie o tem repudiado
depois de o haver contiendo, quasi sempre se
desfigura por si mesraa, e cahe abaixo do n.*el
da humanidade.
E. queris saber, senhores, a razio do avHla-
mcflto, quo boje vemos, de tantas geragoos, e
degrailagao de tantas familias-? Vou dizet-vos,
e vou dizer-vos com profunda tristeza : a razo
nao existir o Chrislo no lar domestico ; nao exis-
tir o Chrisio suspenso, parede, se manifestando
julha do 1857, queK no.caso, de terem os. olflci3es
do exercito de fazer viagein por mar em, serigo,
o. transporte delles c de suas familias, inclusive
as comodonas seiia pago peto governo cxplican-
do-sn que por familia se deve entender, a. me
que por ellos toe alimentada, a niuiJier.o fllhos
menores de 18. annos, lilhas solieras, o irma3
lambem solleiras, orphias, ou irnvao menor do
18 annos, e timbera orpho.
Nao temos, por conseguinle seno a encara-la
sob o ponto do vista da convoniancia de torna-la
extensiva & marinha.
Esla conveniencia, porm, o tito palpavel, qae
por si mc&ma se rocommonda.
O ofiicial da armada casado, ou com familia,
ainda agora, nao obstante seus enmaradas do
exercito eslarem ne goao, daquelle favor desdo
187, transferido cm secvigo de unas paca ou-
tras estacos, ou de uns para oulros portos, como
siwce.to frequenlcmento, s oblem transporte
gratuito para si; o das pessoas de sua familia
que sustenta e o dovem acompanhar; parque a
exiguidade dos vencimenlos nao poimiilom uma
diviso, cuYcluado sua cusa, descontado
desles exiguos vencimenlos; o quo os obrig nos
mais onerosos sacrificios.
Por ventura as razes que acoBselharam s adop-
go daquella medida a favor dos officiaes do exer-
cito, nao mlilam no mesmo grao favor dos of-
ficiaes d marinha ? Por corlo que sim.
posteridado tem a sua relago,. atrav dos-secu-
los com teda a paternidade. Jess Chrislo o
vinculo divino que prende, no christianisrao, as
geragoos urnas s outras-; sempre a-mesma f
nelle, a mesma doulnna, a mesma adoraeo, o
mesmo amor, a mesma vida ; elle a-heranga
de todos o de cada um de per s; porqpe a fami-
lia chrisla, como tal, a- tradico- do Jess
Chrislo nos seculos.
Porm o, meu intento nao este ; o sisa mos-
trar, serviodo-rae da geranio presonte, quo Je-
ss Chrislu na familia chrisla a- torea que a
protege ; elle o vinculo-que a liga-, o escudo
que a abriga, a gloria que a defende ; por quanlo
por seu amor a torga que conserva lodosos
seus mombros n'uraa poderosa eoheso-, e quo as
protege contra todas as-cusas do-separago, an- -
niquilamculo, e disso'.ugo.
Onde quer que se encontrem. aattos seres pre-.
destinados para a assoriago, -preciso que haja.
njna torga central quo conserve-na unidade todas-
as parles, islo conserve-as na propria torga
que ifin do centro : a aiirncg quo conserva
os-carpos na unidade ;. o que-porm faz a unida-
de-das almas o amor.
A. familia na sua essenria um, centro de amor,
0-Qisto consiste o myslerioda.staa torga : ba>mcs-
mo'.tia ordem puramente iMUiral um amor que a.
Rrovidencia lem derramado, no corago das paes,.
-das mies, e dos li 1 los que para toda a.familia,
uma defeza natural. Mas. ao estado actual Ca
nossa civilisagao, que conduz ao lar domestico
tantas causas de deshastnouia, mister.que a fa-
milia de ordinario busque a sua foc$a e o seu
apoio n'um amor, superior nalureza o huma-
nidade. O amor de Jsus Chrislo essa torga da
familia chrisla.; e esse amor que vimos necen-
iro da vida individual e nocenlro da vida social,
encontramos tambora no centro da vida domesti-
ca, para ligar entro si os roembios- do familia,
chrisla na unidad e torga invcnciveis.
I (Conttnvar-se-oa.)
mas al "agora temo-nos esforgado de bUde para
conseguidlas. orqne ? Nao o saberao&jexplicar.
Mas no^sesesperauos anda ; entre as. qualida-
des qua^ossuimos boas e ms, avulta sobrema-
neira a perse-veranga.
Perseveramos, pois, ot que sajamos attendi-
dos,. ou para meltior exprimirmo-aios, at- que so
atienda esta reciamagao. da marinha, da qual
nao somos mais do que um explotador, visto que
nao ha razo alguma que aconselhc nasle caso
um procedi monto diverso para com una e outra.
classe da torga publica,
Quando o ministre da marinha prescinda do
fim grandioso quomoveu oda guerra a expedir
esla ordem, convtn, que, ao menos para harmo-
na da legislago, em oircu instancias tao lis.no-
geneas, proceda idnticamente.
com tira sold insuffioonte, osla e outras eguaes
providencias, quo nada custam ao paiz, c cora as
quaes elle lucra consideravelmcnle ; porque pro-
vando o intorosso do governo pelo bem estar do
seus servidores, provoca nestes senlimonlos de
gratido, fecundos dos inaii gloriosos resulta-
dos.
Compenetre-so egualraenle o Exm. Sr. minis-
tro da marinha desta verdade inconcusa e affou-
te-se dar o passo que ella aconselha, rerlo de
que ser louvado, at mesmo por aquellos que o
dclrahero, que nao podero deixar do tender ho-
menagem um acto to meritorio.
*
A utilidade da lerceira medida est lambem
recoohecida offltialmeute pelo ministerio da
guerra, que estabelcccu por circular de 24 do
Como se explica, pon,esla differenca de silua-
go em que se achara uns c outroa collocados
sob o mesmo ponto do vista ?
Explica-se naturalmente pela eausa feral j
cima mencionada.
O ministro da guerra que assim providenciou.
tambera era official do exercito, e a marinha des-
de muitos annos que nao tem como ministro um
das seus officiaes, quo salba de suas necessida-
des, que leve para a adminislraoo este conhe-
cimento, c o empenho firme de fazo-las desappa-
recer.
E se nao este o motivo real, que se nos
aponte outro plausivo!.
Nao esta a primeira vez que pedimos pela
imprensa para a marinha. semelb.ao.lei concesuM,
Todas oslas tros medidas sao admiaistralivas.
de competencia nicamente do poder execulivo,
e como lacs toiam considoradas pelo ministerio
da guerra.
. Tem, por consegunte, o Exm. Si. ministro da
marinha actual plena lilrerdade de acgo para
promulga-las.
A utilidade d'ellas j nio admilte discusso ;
o diroilo que a marinha lem ao seu gozo in-
conleslavcl, e garantido pelas lois porluguezos,
que entre nos ainda nao forom revogudas, e fa-
zem parte do direito publico.
Ellas se fundam tambera em exernplos forne-
cidos por outras nagocs, quo acharaos ociosa
trazer para aqui, quando cm casa temos o quo
precisamos.
Neslas condiges, a marinha imperia\ volve-sc
com toda a esperanga para o actual Sr. ministro
da marinha, confia na sua recliri'ao, e appclla
para os seus sentimentos generosos.
S. Exc. nao descera do poder c/^m ligar o seu
nome adopeo deslas tros importan lo medidas
indispensoveis, que sero a realisago de um
desojo intimo dos officia.ri8 e marinba. que, por
sem duvma, sao dignus d'ella, e o roelher carac-
leiislico para aptec^r.ge a sa administrago.
. i.
r<-
PERN. fffir. DE H. F. DE PARIA. 1860
>''.i i


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