Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09071


This item is only available as the following downloads:


Full Text
J?.
y
*.
i
t*
lili IXXYI. HIERO 120.
-"'
Por tres mezes adiaiindas 5&000.
Por tres czes >encidts 6J000.
ENCARREGADOS DA. SBBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Arcaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Rbei-
ro Guimaraes; Piouhy, o Sr. Joo Fernandes de
Moraes Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Ama zonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
1'AKl'lUA US CUItUMO.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anlo, Bezerros, Bonito, Caruaru, Allinhoe
Garanhuns as ter.ijns feiras.
Pao d'AIho, Naiarelh, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo. Serinhem, Rio Forraoso.Una. Barreiros.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos oscorreiospartem as 10 horas da manhfta.
ODIHTA FEIfiA 24 DE II DE 18(0.
Pr anno adiantaaV 19O00
Porte frauco para o sateeriter.
EPHl
5 La che
12 Quarto i
da tardt.
20 La nov
27 Quarto (rescent
tarde.
PrimeirD s
Segundo a 8 horas e 54 minutos da Urde
PABTE OFFICIftL.
Governo du. Provincia
Expediente do da 22 de maio.
Offlcio ao Exm. lente general commandante
das armas.Sirva-se V. Exc. de informar acerca
do incluso requerimenlo de Joo Jos Barboza.
Dto_ao mesmo.Cora a copia inclusa da n-
ormaco ministrada pelo inspector da thesoura-
ria de fazenda em 18 do corrente, respondo o
officio, que V. Exc me dirigi em 12 desle mez,
sob n. 534, acompanhado de outros, em que o
delegado do cirurgiao-mrdo exercito e o com-
mandante do 4. batalhao de urlilharia a p pc-
dem providencias acerca do fornecimento d'agun
polavel s pracas do mesmo batalhao.
Dito ao mesmo.Sirva-sc V- Exc. de expedir
as suas ordens para que soja posto disposiyoo
do cheto da commisso astronmica e hydrogra-
phica nesta provincia raais um soldado de cavi-
lara para o acompaiihar em sua vingem ao nor-
te da provincia, providenciando V. Exc. ao mes-
mo tempo para qne so recolhara ao respectivo
quartel os dous soldados, logo que a commisso
volteda digressao a que va. Communicou-se ao
referido chefe.
Dito ao mesmo.Respondendo ao officio que
V. Exc. me dirigi hontem. sob n. 570, lenho
dizer-lhe que no dia 24 do corrente, s 9 horas
da manha, comparecer no quartel da compa-
nhia fixa de cavallaria, em Santo Amaro, para o
iin indicado no citado officio o soldado da mes-
ma companhia Theotonio Jos Francisco, que
servo de ordenanza a esta presidencia.
Dito ao Dr. chefe de polica. A'vista do que
expozV. S. em ofllcio de 16 do corrente, sob
n. 696, com referencia ao de 7 do mesmo mez, i
e sob n. 654, concedo autorisaco para serem
nomeados inspectores de quarlero da freguezia
do Rccife os guardas nacionaes indicados no offl
CO de 7 cima citado.
Dito ao mesmo. Sirra-se V. S. de expedir'
suas ordens para que o respectivo subdelegado
de polica remella com urgencia ao conselho de
revisao da qualificaco da guarda nacioual da I
freguezia de Santo Antonio desla cidade a rola-
cao nominal de que trata o 4. do nrt. 10 do
decreto n. 1130 de 12 de marco de 1853.Coro-
nwnicou-se ao presidente do conselho de re-
viso.
Dito ao inspector da thesourara de fazenda.
Mande V. S. examinar c pagar, estando nos ter-
mos legaes, os prets. folhas e relages juntas, os
venciraenlos relativos ao mez de margo ullimo,
dos guardas nacionaes do batalhao n. 33 desta-
cados na villa de Ingazeira, conforme requisilou
o respectivo commandante superior interino em
officio de 3 de abril prximo findo.Cororauni-
cou-se ao commandauto superior da comarca de
Flores.
Dilo ao mesmo. Quando houver crdito,
mande V. S. pagar a Manoel Pigueirda de Fana
a quantia de quarenla mil ris, proveniente de
annuncios, que o conselho administrativo para
crnecimento do arsenal de guerra mandou pu-
blicar do 1." de Janeiro a 31 de marco deslo anno,
como se v dos papis que devolvo, e a que se
refere a informaco de V. S. de 19 de abril ulti-
mo, sobn. 393.
Dito ao mesmo.Devolvendo a V.S. os papis
que vieram annexo* i sua infoimaga de 14 de
abril ultimo, ob a. 877, relativos ao pagamento
Sue pede Manoel Figucira do Faria, da quantia
e setenta e.ciBco^il ris. araaie presses de artigos de expediente da capitana
do porto, lenho a dizer que mande effectuar esse
pagamento quando houver crdito para elle.__
Coinmunicou-se ao capitao do porto.
Dilo ao mesmo.Transmuto por copia V. S.
a nota dos direlos, sello e emolumentos, que
tem de pagar Sergio Clemenlino de Souto Maior
e Albuquerque, alim de poder tirar a sua carta
de tabellio do publico, judicial e notas e escri-
?io de orphos, capellas e residuos do lerrao do
Bonito.
Dito ao mesmo.Mande V. S., com urgencia,
pagar os prets dos calcetas que se acham em
servico nos diversos corpos da guarntco desta
capital.Communicou-se ao Exm. teneio gene-
ral cemmandanle das armas.
Dfto ao mesmo.Para que eu possa resolver
acerca da baixa que pede o cadete da companhia
fixa de cavallaria desla provincia, Ignacio d'Al-
buquerque Maranhao Cavalcanti, no requerimen-
lo a que se refere a informaco de V. S. datada
de hontem, sob n. 519, faz-se preciso que V. S
expeca as suas ordans para o recebiinento da
quania de (rsenlos mil ris, que, segundo a ci-
tada informaco, deve racolher o mencionado ca-
dete, dando V. S. conta do resultado a esta pre-
sidencia.
ca
ment.
le desprazer, quando visitei a essa villa no dia 20
do corrente, que o cemiterio publico conserva-se
no mais deploravel abandono cobcrlo de mallo e
seni cercas, e estando informado que j tora en-
tregue a Vmc. a quantia de dous contos de ris
para as obras do mesmo cemilerio, sendo um
cont do ris pelo bolsinho de Sua Magestade o
Imperador, e igual quantia pelo thesouro provin-
vineal, producto de urna loteria extrahida para
aquelle fim. determino a Vine, que me informe
com urgencia dos motivos porque nao se tem da-
do comeco a aquellos trabalbos lo urgeultemen-
te reclamados, j pela reverencia com que de-
vem ser tratados os cadveres dos nossos semo-
Ihantes alli sepultados, j pela necessidade dse
nao fazer enterramentos nos templos e om ou-
tros lugares dessa villa, ra do cemilerio.
Dito ao juiz do paz mais votado do primeiro
dislricto da Algoa de Baixo. Respondendo ao
officio de 20 de abril ultimo, em que Vmc. com-
munica-me que a junta de qualificaco dessa fre-
guezia deixou de funecionar no tempo devido pe Concedo ao
los motivos, que allega em seu citado olficio, le-
nho a dizer-lhe que trate de convocar rom a m-
xima brevidade possivcl, alim de ler lugar al o
dia 8 de julho prximo vindouro a referida junta
mandando aflixar os edilaes e fazer as notifica-
Qoes dos eleitores e supplentes com a anteceden-
cia e do modo determinado no art. 4 da lei de Sr. Dr. che e de polica.
IH de acruetn do MIAR ..n i...in .<......_______ I !
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar, sob roi-
nha r6sponsahl|a)irle, nos termos do j} 12 do art.
Io do decreto de7de maio de 1842. a- quantia
de um cont e eincoenla mil cento e dez rea,
em que importa a carne secca fornecida por Jos
ferreira Coelho ao arsenal de marinha nos me-
zcs de marco e abril ltimos, como se v do re-
qverimento e relaco juotas. Communicou-*#
ao inspector do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo.Devolvendo V. S. os pa-
pis que ernm annexos ao seu offlcio de hon-
tem sob n. 520, relativos aos vencimentos do en-
genheiro Ernesto Diniz Street, tenho a dizer
que mande effectuar esse pagamento j ordena-
do sob a responsabilidade da presidencia em offl-
cio de 21 de abril ultimo, visto tor sido esta de-
libcraco approvada pelo governo imperial, se-
gundo consta de aviso do ministerio do imperio
de do corrente mez, de que j se remetleu co-
pia a essa repartigo,
Dte ao mesmo.Consta de partcipaeo do pro-
motor publico da comarca de Santo Anto, ba-
charel Jos Mara Ribeiro Paraguass, que em 17
do corrente deixou elle por doente o exercicio de
seu cargo ; e em dita de 20 participou o juiz de
dreilo da mesma comarca ter nomeado o advo-
gado dent Jos de Albuquerque para exercer in-
terinamente aquelle cargo. O que communico a
V. S. para sua inlelligencia.Comraunicou-se ao
conselheiro presidente da relaco.
Dito ao commandante da diviso naval__Em
cumprimenio do aviso expedido pelo ministerio
da marinha de 14 do obril ullimo, e de conformi-
u Com sua '"fofmaco de 5 do corrente,
sob n. 82, mando V. S. poi em lberdadeo indi-
viduo de nome Ernesto dvCosa Pinheiro.quese
acha preso por suspeito de desertor do corpo de
impenaerTnarinheirns.
Dilo ao commandante superior do Pao d'AIho.
Respondo ao seu offlcio de 12 do corrente de-
clarando, que o olflcial, a que V. S. nllud nao
pede assumir o commando do batalhao em quan-
to nao for exonerado do cargo de subdelegado de
polica que exerce, embora deixc este tempora-
riamente por qualquer motivo. O que V. S. far
sentir ao sobredlo official, preveniodo-n de que
tem ordem dedar-me immedialamente parte do
que occorrer era contrario, ea V. S. recomraen-
do que effectivamenle assim o observe.
Dilo ao inspector da thesourara provincial.
Approro a proposia que V. S. me remetleu com
o seu offlcio de hontem, sob numero 180, dos
precos que devem servir de base arremalaco
ue alguns impostos que-vo a praca no corrente
exercicio.
Dito ao Dr. juiz municipal do Bonito.'Trans-
miti a Vmc. a nota dos direlos, sello e emolu-
mentos, junta por copia, para que Sergio Cle-
menlino de Soulo-Maior e Albuquerque trate de
pagar na recebedoria de rendas goraes a importan-
cia constante da mesma nota, afirn de poder tirar
a sua carta le tabellio do publico judicial e no-
tas, e escrivo de orphos, capellas e residuos
desse termo.
19 de agosto de 1846, o que ludo dever commu-
nicar-me ; corto dequo nesta data officio c-
mara municipal de Cimbres para fazer as remes-
sas e expedir as ordens que lhe cumpre na forma
da le.Communicou-se a cmara municipal de
Cimbres.
Dilo ao conselho de compras navaes.Pode o
conselho de compras navaes promover nos ter-
mos do seu olficio de 21 do corrente, a compra
dos objectos constantes da relaco annexa ao seu
citado officio.
Dito ao director interino da repartico das
obras publicas. Tendo resolvido que d'ora em
dianlo o consummo do gaz no palacio da presi-
dencia seja inspeccionado por oessoa entendida
e designada por Vmc, a qual no 1." de cada mez
examinar na presonca de um dos empregados
da companhia da illuminaeo a gaz o consummo
do mez anterior, que marcar o registro existente
no mesmo palacio ; assim o communico a Vmc.
para seu-conheoimento.Communicou-se a the-
sourara de fazenda o a companhia da Ilumina-
cao a gaz.
Dito ao mesmo.Por despacho do meu ante-
cessor de 2 de Janeiro do corrente anno, foi per-
millido ao coronel Joaquim Cavalcanti de Albu-
querque, senhor do engenho Paulista, o conser-
var porleiras na nova estrada do norte por espa-
co de deioilo motes, em quanto preparara as
cerras que devem perservar as ierras do seu en-
genho do daino que lhes podiarn causar os ani-
maes : obngando-se, porra, o referido coronel
a conservar as mescias porleiras do forma quo
gao causem detrimento aos viandantes, nem a
estrada, bservei, porra, indo examinar no dia
20 do corrente, as obras daquella estrada, que as
cooiQoescom que trtra^ feila aquella concessSo.
nao tm silo cumprida^ poisque as ditas por-
tanasso taoeslreilas (J* com dificuldadc pas-
sa por ellas um carro, exislindo junio s mes-
mas principio de escavacoes que nao sendo j re-
paradas podem tornar-sade alguma importancia.
K par que seja inadmiaaVel que os inleresses do
publico, mormente aquelles quecustam ao Ine-
souro pesados sacrificios, como os que faz cora
a predila estrada, se posponhara ao de particu-
lares, determino a Vmc. que aca notificar ao pre-
dito coronel para que em prazo breve, que Vm.:.
lhe marcar, d s porleiras em quesloa largu-
ra necessaria, que larabem lhe indicar, e repa-
re qualquer damno que junto dellas exista devido
ao desvio a que sao obrigados os viandantes da
outra parle do leito da estrada pela existencia
das mesmas porleiras : sob pena de sor-lhe cas-
sada a concesso feita.
Dilo ao juiz municipal supplente em exercicio
do lermo de Ouricury.Em vista do que expoe
Vmc. em seu offlcio de 16 do abril ultimo, tenho
a dizer-lhn que marco o dia 24 de junho prxi-
mo vindouro para a reunio do conselho munici-
pal de recurso desse municipio, cumprindo que
Vmc. faca a sua convocaco cora a antecedencia
marcada na lei.
Nesta data offlcio a respectiva cmara munici-
pal para fazer as reniessas e expedir as ordens
que lhe cumpre, na forma da lei.Communicou-
se cmara municipal do Ouricury.
Dito ao capitao Firmiano Soares Vilella, com-
mandante Interino do batalhao de infantaria n. 29
da guarda nacional do municipio de Garanhuns.
Conforme indica o inspector da thesourara de
fazenda em sua informaco do 18 do corrente
sob numero 507, devolvo a Vmc. os prets, qu
acompanharam ao seu officio de 23 de abril ulli-
mo, dos vencimentos a contar de 12 a 22 daquel-
le mez, dos guardas nacionaes do batalhao do
seu interino commando destacados nessa comar-
ca, afim deque passe nos mesmos prets o com-
petente recibo ao ihesoureiro daquella reparticSo
e osdevolva para ter lugar o pagamento.
Portara.- ) Sr. agente da companhia de pa-
-o---- w.u|/uimi uo pa-
quetes a vapor mando dar passagem para a pro- ----;y k^h"""11". suuac m
vincia do Maranhao no primeiro vapor que seguir Kiro'ei eis principaes gneros,
para o norte ao bacharel Juvencio Alves Ribero, Para so ai,izar d' escala actual do
juiz municipal de Tuloya e S. Bernardo, naquell rn """ h"'~------------ -'
provincia, em lugar destinado para passageiro de
estado.
Expediente do secretario do governo.
Offlcio ao Exm. Sr. conselheiro Josino do Nas-
cimento e Silva, director geral da secretaria de
estado dos negocios da juslica. De ordem de S.
Exc. o Sr^ presidente da provincia, accuso.rece
h\dr ik o Y v '"'"' auc.uso,rece- a mais e dous annos qu
b.do o officio que em 28 de margo prximo'findo ci existe e ,tre a colonia e o
lhe dirigi V. Exc. com a notados diroitos, sellu
e emolumentos que tem de pagar Sergio Ciernen-
tino de Souto Maior e Albuquerque, afim de po-
der tirar a sua carta de tabellio do publico, ju-
dicial o notas e escrivo de orphos, capellas e
residuos do lermo do Bonito nesta provincia.
Dito ao Exm. lenle general commandante
das armas.De ordem de S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia, declaro a V. Exc. em resposla
ao seu officio de hontem, sob n. 573, que nesta
data se remetleu ao director do arsenal de guer-
ra para mandar fornecer o pedido dos objectos
para a primeira companhia de pedestres da co-
marca da Boa-Vista, que veio annexo ao seu ci-
tado officio.
Despachos do dia 19 de maio.
198 Antonio Rodrigues de Souza.Informe o
Sr- inspector da thesourara de fazenda.
199Anna Joaquina Cavalcanle de Albuquer-
que. Requcira por intermedio do Sr. director
geral da iostrueco publica.
200-Companhia da estrada de ferro.O relo-
8io de que se trata nao pode ser despachado livro
de direitos.
201 -Feliciano Eleuterio do Orisonte Brasilei
Requeira por intermedio do Sr. director do
seal de guerra.
202Francisco Jos Joaquim do Barros.lu-
forrne o Sr. inspector da thesourara de fa-
zenda.
203Bacharel Francisco Augusto da Costa.
Como requer.
204-Joaquim Francisco da Silva, serrwU do
ro.
ar-
aisenal de
Dito au delegado de polica do termo de Uun- <
cury^Inteirado da materia do seu officio do 28 Sr. director!
de abril prximo flrtdo, lenho a dizer-lhe que
cumpre proseguir cora a rumor ac-iividade alim
de que up escape espada da justiga quera quer
que posia ser indicado no crime, a que Vmc. al- rida.
lude.
Dito ao presidente da cmara municipal de a
Iguarass.Havendo eu observado com bastan- fe
11 flOrir.nor nuinrln 'iolai i\ar<-\ arillo .,.. j;_ .~ii. -T.
;uerra. Kequeira por intermedio do
do arsenal de guerra.
205Mar oel Antonio Simoes do Amaral. In-
defendo.
206Sen orinha Mara da Silva.__ Indefe-
ila.
277Sc He,t & C'*~Ao Sr- inspector do ar-
senal do rrannha para declarar se no contrato
i lo com c i
rvo ha
208-Am irozio
rldo.
99Ant >no Bernardo Qulnlciro, capitao do
de infantaria da guarda nacional.__
Passe-se pi rlaria designando o supplicanie inte-
rinamenle.
nio Ferreira de Carvalho e Oliveira
ioru do 29" batalhao da guarda na-
netlido ao Sr. commandanto superior
lacional do Garanhuns para recora-
so atienda ao que allegan! os suppli-
cantes, qua ido se houver de fazer propostas para
fe
210-Ant
ooulros int
cion-il.Re
da guarda
mondar que]
preenchir
211Ant
212-Jo(
bellio de n
se portara <
213-Josi
quola.
216The1
217-Bac
nao havend
218Ant
inspector di
admisso
seal.
219.-An
forme o Sr
danle do 1
cional.Pa
licenca.
221 Inn
Sr. comma
222-D.
Informe o
zenda.
223-Ernllo
requer, dev
de Mello,
gaes nos
dencia.
229-Fr
a?llff
MERIDES DO MEZ DE MAIO.
as 4 horas e 42 minutos da manha.
pinguante as 4 horas e 57 minutos
as 4 horas e 27 minaros da tarde,
as 5 horas e 45 minutos da
muco
PREAMAR DEHOJE.
8 horas e30 minutos da manha.
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas quintas.
Relago : terjas feiras e sabbados.
Fazenda: lergas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do coramercio : quintas ao meio di.
Dito de orphos: tercas e sextos as 10 horas.
Primeira vara dovil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; queras e sabbados ao
meio dia.
supplicanles para fornecimento do
designaco de prazo para paga-
21
Gomes de Almeida. Inde-
ento de poslos vagos.
>nio Lopes Nelto -^Corao requer.
Paulo Gomes de Paiva o Pinho, ta-
rtas do termo do Limoeiro.Passe-
oncedendo 15 dias do licenca.
Filipe Nunes do Santiago, recruta.
supplicanie o prazo de 15 das.
14Maioel Pereira da Silva.Nao iscnro
legal do
cante.
215-Rod
crutaraento a quo allega o supp*l-
rigues & Ribeiro.Esperara que haja
raaz Antonio de Gouvcia.Informe o
22
arel Angelo Jos Gonzaga.Passe,
inconveniente.
nio Jos de Barros. Informe o Sr.
arsenal de# marinha se posslvel a
qjue pede o'supplicanie nesse ar-
onio Manoel da Cruz, recruta. In-
capito do porto.
220 Don ingos Alves Matheus, major comman-
esquado de cavallaria da guarda na-
se-se portara coucedendo 30 das de
cenco Monteiro Borges.Thforme o
i dante superior interino da guarda na-
II 11 f \ 1 O > ii i\ rid B nl fn
cional do n unicipio do Recife.
sabel da Silvera Miranda Seve.
!r. inspector da thesourara de fa-
Eugenio Luiz Duperon.Como
ndo ser este, apresenlado ao Sr. di-
rector geral da instrueco publica para seu conhe-
cimenlo.
224Frar cisco Gonaz.Informe o Sr. chefe da
commisso istronomica.
*~Joa ,uin> Alves da Costa.Inferido.
ib .'os Joaquim Pereira de .Olivoira.In-
forme can .ara municipal do Recife.
H7Jos Dantas. Requeira thesourara de
fazenda, co u o titulo incluso, o que se Iho
de ver.
228Joc Francisco da Lapa e Manoel Nunca
U era os supplicanles dos recursos le-
qiaes nao tem de inlervir a presi-
foo Baptisla do Espirito Santo, guar-
diao.do covpnto de S. Francisco de Olinda.In-
formo o Sr.
230Em sto da Costa Piuheiro.Expedem-se
" ra ser o supplicanie posto em liber-
as ordens p
dade.
231-Pad
de registrad
dencia, volt
thesourei ro das loteras.
e Manoel Paulino de Souza.Depois
a proviso na secretaria da presi-
querendo.
INTERIOR.
PARA'.
DeUm, 25 de abril.
Por um b ,rco, rfTpoucos dias chegado, rece-
bemos noli iasT de Cayena com data de 8 de
marco.
.Sr- de bfanches, cnsul brasileiro removi-
do da Guyai a franceza para Nauta, anda all se
acnava, em consequencia do seu mo estado de
saude. que i inhibe do arriscar-se a urna via-
gera sobre i iodo perigosa em pequeas caneas,
por ralla de outro meio mais commodo e se-
guro.
A ,ch.?I8a,'Ji do actuaI cnsul o Sr. lente co-
ronel Wilke is de Mallos foi bem acolhida. Te ve
elle porm te passar pelos rigores de urna qua-
rentena de nbservaQo, que durou 5 dias, moti-
vada pela c rta suja que lovou o Ibicuhy. Era
Cayena a ci mraisso sanitaria rigorossima,
depois do n assacre que na populaco dessa ci-
dade fez a f :bre araarella em 1855.
Corra all a noticia, transcripta de urna folha
de lfarsetZ/<; que os portos do Brasil havam si-
do declarad! s era Portugal, suspeitos de febre
amarella.
Era a mo ico dos navios de Franga. O mer-
cado, apes; r da grande decadencia em que se
acha, e esta por muito tempo a colonia, depois
da emancipijco da escravatura, aniraou-se um
pouco raais essa aniraaco porm ephemera,
por lhe fall r o verdadeiro alimento.
A lavoun est decadente; seus productos sao
extremamen ,e pequeos. Assucar bruto, uruc,
-------------------------. commerco
naquell co onia. bast comparar o lotal da ira-
portaca co o o da exportaco ; o da primeira ,
lermo mdi >, de 7 milhoes'de francos e o da se-
gunda custs s vezes altingir 700 mil francos !
u oalango i sstas duas sommas effectuado pelo
governo, qi e raantm, com grandes despezas,
diversos esl sbelecinwotos penitenciarios no Oy-
poka, Marouy, e outros pontos da colonia.
s le dous annos que nenhum commer-
Brasil.
Durante
ura barco,
anno de 18? 9 s houve dalli paraca
que o qui agora faz nova viagera.
Generoslaque.se as tarifas do imperio fos-
sem mais favoraveis, poderiam alimentar ura
coramercio de alguma importancia entre estas
duas vizinras; mas, ao lado do peccado das ta-
rifas brasilf iras, existe outro maior na Guyana
que vem a ser a prohibico de certos gneros'
productos (o Brasil.
O caf e i cacau por exeraplo, nao podem ser
all impartidos, entretanto a colonia, aposar des-
sa prohibic io. nao produz anda o necessario pa-
ra o propri consummo. A prohibico impedin-
do por um ado a importarn de dous productos
do Brasil, |bria por outro populago guya-
nse a pajar; excessivamente caro esse pouco
roduz. O caf reputa-se 1 f. 50
_ lit., isto entre 6 o 7 losles.
Se nao e istsse a prohibico, o Brasil (do Cea-
ra por extrapio) poderia introduzir na Guyana
todo o Can necessario salisfazer as exigencias
do consum io,, por um prego talvoz de metade
daquelle por que alli se vende.
etilica liona desapparecido quasi
gao, e o banco nao poda realisar
--ara.ii iinmeiiso enihusiasiuo na Guyana, onde
todo o ronndo conversa nesse acto, c lambem na
questao papal. Nmgucm duvida da realisaco do
plano exposto pelo imperador Napoleo em a
carta dirigida Pto IX.
[Diario do Gram-Par.)
Maranhao.
_S. Luiz, 28 de maio.
Escola agrcola. Hontem viera da escola
agrcola do Cutim cinco mil o seiscenlas espigas
de raitho verde pera serem vendidas pelo agente
da escola. E' o primeiro produelo da escola, e
o primeiro simultneamente producido por bra-
cos livres e pelo arado na provflifota.
A trra do Cutim geralmente considerada a
peior da provincia, o com o emprego do arado
ah vemos desenvolver-se de um modo admra-
vel o milho, o fejao, a mandioca, a macacheira,
o algodao e a canna de assucar. O que nao
aprsenla bellissimo aspecto o arroz, e muilos
dos nossos lavradores atlrbuera isso a plantacao
que nao foi feita em divido lempo, ou torra
que para semelhante cultura lalvez nao seis
muilo propria. *
Diariamente a escola agrcola tem sido visita-
da por muitos lavradores dos diversos lugares da
provincia, e todos unnimemente reconhecem a
necessidade da se introduzir quanto antes o em-
prego do arado, tsio que por esse modo ha raais
economa de trabalho, mais facildado, aceio e
ordem na cultura, e muito mais produegao agr-
cola do que pelo systema dos rogados, derrabas
e coivaras.
A escola pratica de agricultura do Cutim a
primeira e nica fundada por ora no imperio, e
do patriotismo dos gov'ernos geral o provincial
esperamos toda a prolecgo e coadjuvago para
este estabelecimento nascente que j lera gran-
jeado a syrapalhia publica e que proraelto ser no
futuro um modelo permanente dos raelhoramen-
los agrcolas, um viveiro de intelligentes e mo-
ralisados fetores, e o meio de pelo ensino e pelo
exeraplo se alcangar a melhor colonisago, isto
, a colonisago nacional.
DIAS DA SEMANA.
21 Sgunda. S. Marcos b. m.; S. Theopompo m.
22 Terga. S. nita de Cassia viuva; S. Quileria.
23 Quarta S. Bazilie are. ; S.Deziderio b. ra.
24 Quinta. Ss. Afra, Pelagia e Suzana mra.
25 Sexta. S. GregorioVHp.;S. Mara Magdalena.
26 Sabbado. S. Felippe Nery fundador.
27 Domingo. Pasma i Espirilo Sanie; S. Joo.
ENCARREGAD09 DA SBSCRIPgAO NO S.
I <: A\aSTS. Sr C,aUd F,cao Dias: B**.
Sr. Jos Mar.ms Alves; Ri dc Janeiro, c Sr.
| Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBCCO.
O proprietario do otario Manoel Ffctoin de
Fana, na sua livraria praca da Independ
o e 8.
cujo numero la auginenianUo
Esboco hlstorieo sobre a provin-
cia do Cear, pelo Dr. Pedro The-
berg;.
(Continuaco do n. 110)
J ficou indicado quo o vigario do Jardim
Antonio Manoel de Souza sendo nomeado mem-
bro do, governo temporario do Ico, foi eliminado
na cleigao do governo provisorio do Io de marco
por manobras dos Liberaos, que delle tinhm r-
celos nao s por suas opinioes radicaos, como
pela influencia que lhe davam os seus conheci-
meolos, e lalvez anda por que havia sido oleito
deputado Constituinle. Como quer que sejd
esta eliminago encheu-o de despeno, e retiran-
do-se pasa o Jardim, ahi aproveitou frequentes
occasies de dar expanso ao seu resentimenlo
contra Tristoo e lodos os Aloncares.
Antonio Manoel 6Wou esta villa para embar-
car para o Bm> de Janeiro, am de tomar assento
como meraJMp da Cunstiluinle ; mas Trislo, que
eslava no pqfar, o mandou seguir, e a sua pri-
so foi effec/luada em Pianc, donde sendo con-
duzdo para o Crato logrou fugir na serra do Ara-
npo, e .refugiou-se era Pernambuco : e ahi
gente armada,
cadi dia mais.
O presidente debslde esforgou-se para oppor
um dique semclhanle defeceo em favor da
repblica, porque j neste lempo era notorio que
havia entre as provincias do biapado de Pernam-
buco urna combinagao ueste sentido. Sim de-
balde publicouquo, para obstar ao xito daquel-
la combioagao, havia sido nomeado Lord Cockra-
ne rnarquez do Maranhao, commandante ge-
ral das torcas navaes do imperio com ordem de
bloquear Pernambuco ; debaldo convocou a ca
mar da capital para 24 de abril, afim de em
com mu ai com o povo deliberar sobro o provecto
de tjpnslituigo ofTerecido pelo Imperador, a
qual anda adiou para 27 por falta de concurso
debaldo finalmente mandou o padre Castro par-
laraenle.-ir com os rebeldes de Arranches, poisque
deste recurso nada tirn.
No entretanto informado do ajuntaraenlo in-
cessanlumeiite crescenlu quo all exislia, julgou-
se pouW seguro para qualquer assalto de sor-
praza que sobreviosse ; o por isso abandonou o
palacio para se approximar mais do mar ; e co-
mo no dia 27 marchassem as tropas, de Arron-
ches para a cidade, embarcou e fez-se de vela pa-
ra o Rio de Janeiro.
Urna nota do Sr. Manoel Jos de Albuquerque,
noi Iivro do expediento do governo, declara que
toda a correspondencia seguinte, a dalar deslo
da. foi quemada par seu predecessor na secre-
taria o padre Amaro, era virludo da portara de
14 de noverobro de 1821.
Trislo, que j so havia entendido e relacio-
nado cora os republicanos de Pernambuco, co-
nhecen em tal conjunct'ura a urgencia de urna
revolugo para previoir medidas que podessem
obstar a seus fins ; e neste intuito fez marchar
Filgueira contra a capital, onde entrando sera
a menor resistencia, tomou as redeas do governo
a titulo de presidente interino, o conserrou no
commando das armas a Filgueiras, que o havia
to elficazmeole coadjuvado nesta tevoluco : a
populaco da capital pronuncou-se quisi toda a
sen favor.
. No dia 3 de maio o novo presidente expedio
ordem a todas as cmaras da provincia para que
elegessem, cada urna em seu termo, urna junta
de raelhoramentos, composta de cinco homens
probos e dedicados cansa da independencia,
alim de todas o ajudarem na ardua administra-
cao dos negocios, durante o curto espaco do seu
governo interino.
Um dos primeiros actos da sua administrago
foi a prlso do ouvdor da comarca do Cear,
Joaquim Marcelino de Brito, por causa do offi-
cio que a cmara da capital dirigir ao ex-go-
verno provisorio em scsso do 14 de abril, que
fora por elle presidida ; e pois ao juiz de fora
do Aracaly compela por lei substituir o ouvi-
dor; mas como Tristo pouco houvesse gostado
das decisoes que elle lovra cmara do Araca-
ly a dar em opposigo s suas ideas republica-
nas, mandou substituir este ministro pelo ex-
mcinbro do governo provisorio Miguel Aulonio
da Rocha Lima4 que por ser leigo se roostrava
mats dcil s suas vistas ; e dcmitiio do respec-
tivo cargo aquelle juiz de fora, om intima-
gao do um prazo para" so retirar da co-
marca.
Ora, sendo este informado da priso do ouvi-
dor, declarou em sessSo do 10 de maio da c-
mara do Aracaty. que desde j tomava conta da
oimiAnli. nn I.: ___L.ifi
i r---o- i viuuiuuui.'J O i ~~~ ** w uiaiu uu \,a'
conseguio aQnal embarcar para a corte, achando mar.,.d0. Aracaly. que desde j tomava conta da
j dissolvid*itonslluinte quando No catretanlo procurou e alcangou urna audiencia K mins.lro e nes,a 1ualidade assistio
do Imperador, cuja estima e benevolencia soube SCSsao de ll da1uella ca
captor; e deste dia possuio-se para com o Mo- u resPnder_ ao officio d
narcha de urna dedicagao a toda prava,
moeda m
toda da cir :ula
as suas no as.
O capital dense
- eslabelecimento de 300 mil
francos, ao pajso quo os seus bilhetes na circu-
lago organt ejn 800 mil I Sents lambem o ban-
co difficuld idos em occorrer s demandas de sa-
ques sobre a Metropole.
Corra a loiicia da installaco de urna compa-
nhia colos- al para colonisar a Guyana, Sopor
esse meio codera ella reanimar-se.
As grane es pformas as tarifas da Franca cou-
------------ .w-_ K.,u, e cujos
resultados breve aualysaremos.
D. Pedro, por sua parte, em remunerado des-
la dedicaco, nomeou-o conego da capella im-
perial, e fe-lo cavalleiro da ordem de Christo.
Antonio Manoel em seu regresso psra esto
provincia, foi informado da resistencia de Tris-
lo s ordens do Imperador; por isto conservou-
se n'um convento do Recife, donde nao sahiu
seno depois da morte Iragca de Tristo, que
breve ea seu tempo relataremos.
Sendo nomeados presidentes para as provin-
cias do Imperio, coube do Cear ao Sargento-
mr Pedro Jos da Costa Barras, por decreto de
25 do novembro de 1823 ; mas elle somente to-
mou posse a 15 de abril de 1824. Por conseguin-
le o governo provisorio do Io do margo conti-
nuou administrar a provincia al esta poca ;
porm vendo que sua administrago eslava pr-
xima a lindar, e nutrindo dosgostos mui vivos
contra o governo imperial, insuflou a sua m
vontade nos povos, que, pela successo dos
aconlecimcntos, j se achavam muito exaltados e
em quasi permanente agitago.
No dia 14 de abril a cmara da capital reuni-
da em sesso, com assisteocia do juiz de fra e
do ouvdor pela lei, Joaquim Marcelino de Bri-
to, na expectativa da chegada do presidente Cos-
ta Barros a cada momento, dirigio-se por officio
a junta d'aquelte governo provisorio, ceusando-o
de ser o causador dos disturbios que seiam ma-
nifestando em toda a provincia por causa da sua
m gerencia nes negocios, e reclamando por con-
seguinte que, pare previnir maiores desgracas.
viesse depor as mns do seu presidente as'ro-
deas do poder, afim de ser entregue por ella ao
novo presidente. Nisto con veio-este governo, e
assim o fez. Seus membros j se iam dspondo
para retirar-se s suas moradas no interior
quando no da seguinte Pedro Jos da Costa Bar-
ros chegando ao Cear, offlciou logo a Filgueira
que j se achara de caminho, mas perlo da ci-
dade, participando-lhe ter sido nomeado pelo
governo imperial para continuar no commando
das armas, e Movidando-o a regressar cidade,
afim de lomar posse juntamente cora elle ; e co-
mo nao viesse logo, renovou o mesmo convite,
sem colher porm melhor resultado.
Filgueira eslava resolvido a retirar-se para o
interior com as tropas que de l tinha trazido, e
Trislo dspunha-se ao mesmo fim ; mas alguns
emissarios liveram a habilidade de suscitar sen-
timentos hoslis Barros, gaohando a cmara, e
fazendo entao rollar Filgueira para Arronches,
villa distante ama legua ao sul do Cear.
Barros tomou posse da presidencia a 17 de
abril, e poz-te em relaco com as autoridades
da provincia.
A cmara da capital, quo poucos dias antes se
havia mostrada! loo intonsa ao governo proviso-
rio e em pura inleresse do presidente Barros,
aprsenla para logo urna roodiflcago de pensar
notavel; e no mesmo dia da posse deste, rame-
se em sesso, desla vez sem a assistencia do ou-
vdor da comarca, e tanto por officio dirigido ao
ox-gorerno provisorio, como por edital, que
mandou alixar, manifesla que : J que, nao
obstanlo as medidas por ella tomadas, para pre-
vinir os disturbios, elles tem ido augmentando
em vez de diminuir; que de mais a raais se
achando mais bem informada das vontades de
Sua Magestade o Imperador, julga o seu proce-
dimento anterior iliegal, e por conseguinte nul-
los e sem effeito os actos que pralicou anterior-
mente posse do presidenlo Barros ; o que
ella declara a publica, afim de restituir junta
do governo provisorio o decoro devido sua aa-
loridade ;desculpando-se em seguida da levian-
dado da sua conducta sobre
inexactas, que tinha recebido.
1 JTI
mar, na qual man-
do governo era que
cram participados os aconlccimentos extraordi-
narios succedidos na capital de 27 de abril con-
tra o presidente Pedro Jos da Costa Barros : 1.
que a deposigo do dilo presidente nao havi
merecido a approvago da cmara, porquo o po-
vo da capital nao linha atlribuiges para depor
urna autondade noraeada por S. M. o Impera-
dor, na forma da le; visto que era inadmlssi-
vel que urna porgo do Brasil podesse alterar
urna lei feita pelo concurso dos representanles
da nago ; 2., quo nao se podia deixar de reco-
nhecer o melindre com quo proceder S. M. es-
colhendo pangrcsiJente um homem queja duas
vezes tinha TOnseguido unanimidade de votos
para representar a nago as cortes de Lisboa, e
ulteriormente na Constituinle brasileira; 3., que
o dito presidente Barros nao linha por aclo ne-
nhum desmerecido da provincia, e quo as pala-
vras seguintes que enitio n'uma proclamago,
palavras que se lhe arguiam como anti-naconaes
Respeitai a fonte do verdadeiro podem ggni-
flcavara evidentemente : respeitai a lei ; 4.,
que a cmara do Aracaly, para evitar a provo-
cago de urna guerra civil, nao faria opposigo
ao novo governo creado no Cear, visto que se
elle mantinha na forga armada, e que por con-
seguntoella soraenlo o reconheceria, como um
governo de facto, porque, pela falta de um pre-
sidente e de um conselho da presidencia, a vice-
presidencia competa ao presidente da cmara,
como o estabelecia a lei de 20 de outubro de
1823.
Esto resposla desagradou summamente ao pre-
dente Tristo, que, psra llvrar-se de um Mentor
too intempestivo, demittio-o de juiz de'for,
como j dissemo-lo, com intimagoes de abando-
"ar a comarca com 'da a prestesa, at no prazo
que lhe marcou. A comraunicagao desta demisso,
lavuda em dato de 19 de maio, chegoulhe as mos,
era sesso de cmara, a qual assistio na qualidade
de ouvidor, a 26 do mesmo mez. Nesta siluago
deu-se elle por inleirado e demiltio-se imrae-
diatamenle ; mas o presidente da cmara, Joao
Chrysostomo de Oliveira. e o vereador Antonio
Foij Fidelis Barroso e Mello assignaram-se ven-
cidos por enlenderem que nao tnham autori-
dade para suspender um juiz e manda-lo sahr
da villa.
Na sesso de 29 a cmara recebeu as despe-
didas do juiz de fra, e resolveu accompanha-lo
ate as Varzeas ; proceder esto que fot tomado
em mal pelo presidente interino Trislo ; o qual
para punir esta independencia mandou exauto-
rar da cmara em sesso do 17 de junho, o res-
pectivo presidente Joo Chrysostomo o o verea-
dor Antonio Feij, que foram substituidos por
vereadores da cmara transacta.
A 28 de junho a cmara elegeu urna junta de
melhoramento ; e a 10 de julho reunindo-se
com a assistencia de povo, declarou que o pro-
jecto de constituico ofTerecido pelo Imperador
^o devia ser acceito por nao emanar da auto-
ridad competente, que era a assembla consti-
tuite e legislativa do Imperio, sendo a acta as
signada por rauitas pessoss do lermo ; mas urna
decla.-ago em sentido contrario foi lavrada e as-
signada com declarago formal de acceitar a
conslituigo pelo escrivo da caman Eduardo
Castro e Silva.
Neste tempo Manoel de Carvalho Paes de An-
dre, que oceupara a presidencia de Pernambuco,
tendo sido denvltido, e substituido no governo
da provincia por Francisco Paes Brrelo, raorgado
do Cabo, negou-se a entregar a administrago ao
seu successor, e seguidamente levanlou o es-
tandarte da rebellio, denunciando nago o
Imperador como trahidor, e convidando aber-
tamente as provincias do norte a negarem obe-
- denca ao governo imperial e a proclamarem
as inrormagoes urna toderago dNag.de Equador, que se compo-
XSiilS'-Si" ^SrSSa slu KSL** <* .offlciaes SeL e Lamelh
prestigio ; e por tanto elle nao s abalou. a au
toridade do presidente, como ainda provocou
*
se pozeram a testo dos imperialistas para obs-
- lar a marcha da revolugo ; mas viram-se obri-
defeeges "^S^fSS ffica'r '^^l?^^?!?
retiraran, para Arranches s ordens "de Filguei- mado Barra-Grande parafonda convocaran tadoa
romana* Mkif. com grande adjualo dlos seus W^%$^$S&Uf
renuencia ns.
vincias. Lord Cockrane sondo enviado com urna
divisao naval pelogovenlo imperial.para bloquear
l ernambuco, desembircou em Macei urna por-
go do tropas, que foi reunir-se era Barra-Gran-
de aos imperialistas, que com esle reforco mar-
charam para o Recife. cropossaram o presidente
Paes Brrelo, e expelliram afrnal as tropas re-
publicanas ; as quacs se reliraram a17dese-
tembropara a Parahyba e dahi paro fundo da
provincia do Rio Grande, onde ve-as-hemo*
ameacar o Cear. e se entregar s torcas con'-
duzdas por Lamenha era seu encalgo.
Com a noticia da proclamacao da repblica
do Equador em Pernambuco. Tristo animou-
se a fazer o mesmo no Cear J havia ludo pre-
parado com antecedencia para este Dm, exci-
tando em toda a provincia a animosidade contra
o Imperador por causa da dissoluco da Cons-
ntuinle, e provocando as cmaras regeicarem
a conslituigo offerecida pelo monarcha, no que
loi maravillosamente coadjuvado por seu irmo
padre Alenc.ir. que foi a alma da revoluco. as-
sim como elle foi o cabo.
A 18 de agosto a cmara de-rctou a de-
moligao do pelourinho, por ser diz o occordo
um resto do distintivo da tyrannia ; a 21 man-
dn pintar as respeelievas varas de encarnado e
verde, e apromptar o estandarte com as mes-
mas cores ; e a 26 Tristo tendo convocado em
palacio um grande conselho, composto das au-
toridades, procuradores das cmaras, eleitores
e povos de toda a provincia chamados com raui-
ta antecedencia, proclamou solemnemente a re-
publica do Equador.
Esta proclamacao era concebida nos seguin-
tes termos, que extrahi do livro da cmara do
Aracaty, onde foi tongada c assjgnada pelos po-
vos que concorreram para lhe prestar juramento.
Sesso extraordinaria do grande'consetho
do Cear.
Aos 26 dias de agosto de 1824, terceiro anno
da independencia e primeiro da liuerdade do
Brasil, e confederaces das provincias unidas do
Equador. nesla cidade da Fortaleza, capital do
Cear, na sala do governo, onde se achava o
Exm. Sr. presidente Trislo Goncalves de Alen-
car Ararpe, os vogaes do conselho, o Exm. Sr.
governador das armas, os Srs. ouvidores das
duas comarcas, o senado da cmara desta cidado
e das villas de Mecejana e Aquiraz, com os pro-
curadores das oulras dezescis comarcas da pro-
vincia ; presentes os reverendos vigarios das fre-
gjiezias, e na sua falta os seus procuradores, os
eleitores de parochias, e no sen impedimento o
supplente com msioria dc votos; o clero, mui-
tos officiaes, homens bons, abaixo assignados,
com a competente nota de seus poslos e gradua-
Coes; e sendo ahi, em voz alta e intolligivel,
propoz o Exm. Sr. presidente, que, vista das
perjunas de D. P. I, principe de Portugal, cha-
mado Imperador do Brasil, eslava roto o nosso
pacto Social, tantas vezes asssignado por elle, o
oulras tantas violado publicamente face das
nages em afronto daquelles mesmos povos, dos
quaes elle de seu motu proprio havia tomado o
titulo de defensor perpetuo, nao lhes lendo sido
at agora seno um oppressor enearnigado, nao
respeitando os foros e liberdades do Brasil,
quando despticamente e forga de armas abo-
no a assembla geral constituinle da nago n-
teira, prendendo, degradando ainda para reinos
estrangeiros, e despedindo com ignominia os
seus representantes, arrogando a si o direito ab-
soluto de legislar e constituir por si, como se vio
do infame projecto de conslituigo, que nao s
deu, mas mandou arbitrariamente jurar por to-
das as cmaras das provincias do Brasil, repu-
tando-nos escravos ou propriedade sua contra
suas promessas e juramento ; que, alm de lodos
estes motivos do mais descarado despotismo, ac-
cresciam mil Iraigoes visivelmenle apparecidas
nos seus decretos, alvars, avisos, proclamagoes.
e manifeslos com que pretenda sujeitar-nos no-
vamente ao dominio portuguez, nao cumprindo
assim com as condiges essenojaes pelas quaes
havia subido ao throno; atientas, pois, tantas
circunstancias de justo resentimenlo dos povos,
concluio o Sr. presidente, que a patria eslava no
maior perigo, e era necessario salva-la do cap-
liveiro, apezar de lodos os sacrificios da parte de
seus filhos; pelo que o conselho deliberou, lan-
gando mo dos meios mais promplos e enrgicos,
e mais plausiveis do sua seguranga ; e assim
apresentou o Sr. presidente o plano da nova for-
ma de governo para ser discutido livremente e
com sinceridade de pessas e de opinioes, pa-
ra ser ou nao approvado pelo congresao ; e cora
eleito foram lidos doze artigos, e leitura de ca-
da um delles resoavam de todas as salas, cheiae
de gente apinhoada, vivas e acclamagoes de apoia-
dos; e um prazer geral se divisava no semblante
de todo o congresso, dando-se uns aos outros os
parabeos de sua mutua felicidade.
Logo que foi geranuente approvado o plano
ofTerecido, propoz o presidenta do Brande conse-
lho se elegesse presidente "Mecaatario para as-
sistirem s suas sesses da disposigo da mate-
ria, sera coaego dos volantes, e o congresso uni-
formemente elegeu o Sr. Trislo Goncalves de
Alencar Ararpe para presidente, e para secre-
tario o padre Gongalo Ignacio de Albuquerque
Moror. Desceu o Sr. presidente desarmado,
assira como linha assislido ao acto, com o Sr."
governador das armas e grande parte da assem-
bla para os quarleis das tropas de 1.'linha, on-
de igualmente se achou o senado da cmara des-
ta cidade, com o novo estandarte da liberdade,
j por d'aote-mo preparado ; e depois, voltan-
do todos, dirigio-se o Sr. presidente no centro
da tropa, trazendo alvorado um eslandarde igual
ao da cmara, para a igreja a render aeces de
gragas ao autor da nossa felicidade, e ah beoze-
rarr. as bandeiras, e o af. governador das ralas
foi pessoalmente entregar urna ao corpo da tro-
pa reunido, no fim de um elegante discurso ora-
torio, patritico, recitado pelo reverendo vigario
da villa de Arronches; canlou-se um solemne
Te-Deum, (cando adiado para hoje o juramento
dos Santos Evangelhos, cujo theor o seguinte :
Eu P. juro aes Santos Evangolhos, volun-
tarto o solemnemente defender e guardar a
< religio catholica c apostlica romana; juro.
dar a ultima gotta de sangue para ser fiel o
manter a confederago do Equador, qne A a
uniro das quatro provincias do norte, do cabo-
de S. Agostinho, e as demais que para o futu-
ro se forem unindo debaiso da forms dego-
a verno que eslabelecer a assembla constitua-
te ; juro fazer crua guerra ao despotismo ina-
perial, que pretaeHb usurpar os nossos, diiei-
tos, escravsar-nos, e obrigar-nos a fazr ainda
a unan do Brasil com Portugal, a qual jamis.
admittiremos por nenhum titulo quo soja ; ju-
ro emflm toser guerra eterna a todo o despo-
tismo, quo se opposer liberdade da nossa
patria ; igualmente juro obediencia ao gover-
no supremo salvador, assim. Deus me guar-
de.
E reunidos todos coyamente na sala do gorer- -
no, com effeito prestarais o juramento da forma
cima dita em o livro dos Santos Evangelhos
apresenlado pelo presidente, o qual o recebeu, o
prestuu primeiro .que todos as mos do primei-
ro conselheiro do governo, o Exm. Sr. Joaquim
de Paula Galvo; e do tudo para constar man-
dou o Exm. Sr. presidente lavrar a presente ac-
ta, autorisando-rae para o fazer no impedimento
do secretario do iravcrno, padre Gongalo Ignacio
de Albuquerque Moror. na qual lodo* se assig-
naram com a competente noto.
palacio do governo, em grande conselho pro-
vincial, aos vinle e sete do mez de agosto do
1824, terceiro da independencia e primeiro da
liberdade e confederago do Equidar.
Eu, Francisco, de Paula Andrad^, segundo offi-


n>
11
*! ".(I U


-cial da secretaria do
conformo. Eduardo
da cmara. ( Seguem-se as asignaturas.
(Conh%uar-si-ka.)
govenro o eserevi. Bata taln ja couerio de uto suor, o transido de muo:
Castro, e Suva, escrirao' i* V<"J milhares de olhos sobre mim quercndo
lobrigar meus petisamenlos.
Esperen!, que i vou.
Innmeros sio os candidatos, e ao ver a lisia
delles, quando ligo o nome de alguna
recordo-me logo aquello bello soneto
actual presidente que assim coraeca.
Quanto bicho careta candidato
As cadeiras do nosso parlamento !
Todos julgam-se agora cora talento
P'ra cssa bagatella deque trato 111
Sao candidatos pe capiul os Drs. Maia, I.aiz
Antonio Caelano de Souza, aommendador Bel-
CORRESPO NOENCIA DO DIARIO DE PERNAM-
BCO.
Maranbao
16 de maio de 1860.
Animado pelo bom acolhinrcnto, que V. S.
presta a todos os scus correspondentes, e anda
mais tom a deca roco que ha pouco fez em sua
i -^_.u.-_._ _. a.^ l \.' -i *- a *4afe ma tan imm^*_
a pessoa,
do nosso
interessauto Revista Diaria, de que seu impor-1 -.-
tanto jornal se dedicara especialmente aos inte-! *?.*}> por vartos ctrcu^s do interior o Dr. Can-
rosses do norte, vou dcixar o silencio dos claus-: ?,,ao leudes, Joao Mendes, Antonio Marcelino
tros ondo vivo desde a idade de 46 annos, e i Nunes.Goncalves, Dr. Fabio, Dr Gomes de Souza,
lancar-me no tumulto do seculo, e como este i J*0T.eira da Rocha, Dr. Virialo. Francisco Sabino
o das luxes, espero gaiado por ellas nio me *rcitl,8 dos Reis, Dr. Joao Pedro, Dr. Jos Maria
o das
perder. .
Nao se admire de veram frade com sen grosso
tmrel em contacto com a sociedade : e ver nm
jcfuuto dcixar o cem-rterio e apparocer no mon-
do, porque a historia anliga e moderna lhe mos-
trar outros muilos companheiros meus deixa-
rora o coro, onde enloavam cautecho, e irera
vociferar as pracas incitando o povo. Se nisto
i amanaUa nao so admire tambetn, porque el-
6o raras.
vencido, que o jornalismo hoje
to do povo, segundo disso o Iris,
i s calhedracs erein as grandes pa-
i, eu como seu correspondente
. ..ritfito minucioso e verdadiro, po-
rra de poltica s trataren per accidews, porque
o socego o que me habituei, nao me perrailte
lanrar-mo nesse torvelinhe de desespero
PUMO DE PERSAViBUCO -SflUIKTA nX *4 DK MAIO DE 1860.
tU fcffl
o
como ou
girras do
bei de ser
arrelo e leaente-corouel Lopes.
As candidaturas meis seguras sao es dos Drs.
Maia, Barre'.o e Vieira, por quo sio bem apoiadas
o sustentadas, 6 os candidatos sao dignos de oc-
cuparemtal posico..
Commcrcio.No anno flnanceiro de 1859 a 6C
o valor das mercaduras importadas do estrangei-
ro directamente foide 3,949:0t2664.
O des gneros uacionaes importados de diver-
sas provincias 759:712j>679.
O valor da exporiaco foi : de gneros naci-
naes2,154;967$476. *
Ve generes nacionaes pira varias provincial
foi 521:192*333.
Qalgodo tem sido moito pouco procurad*.<
menos vendido : regula a pipa de agurdente d^
7BJ a 75# : o assucar pouco se vende : a libra di|
couro cusa 275 t a farinha seeca tem subido d<
preco por que o (irados- e o Roso eslo car-
r^,.w,.l'. no<./.^n. .____.-._______1...-
Talvez lhe cause admirado esta minha inge-
riua confisso, o que lhe despert espanto ra- Tes12".,?e.ss,!. ^"0. p.ava er4l<"ku(:o-
nha unidade em urna Ierra, onde at os peixes, i
como as sardiihas, tem polica.
Nao me senlcnceie ja, e espere por factos, por-!
que nisto 6 que consiste a vingnra da verdade,
como bem disse o grande Cornale. Eis o meu
programma, mas olhu que nao de ministro e
sini do correspondente.......... nada do du-
vidas.
Administraco provincial.'O Exm. Sr. Dr.
Silveira de Souza contina a estar no cen-
tro dos partidos, porm superior s suas
lulas, que aqu, fallando com franqueza, sao
bem mesquiuhas, porque todas se fundam
no interesse pessoal, e nos afteicOes de fa-
rnilia.
S. Exc. circumspecto, prudente e imparcial,
vai guiando muito acertadamente esta provincia
para as vas do progresso*
No dia 3 de maio abrio-se a assembla pro-
vincial, que hoje funeciona com 26 licurgos.
O Sr. Silveira de Souza leu um bello discurso,
onle bem se reflecte o seu talento e conheci-
tneato das necessidades da provincia.
Em todo o anno passado houveram s 157 cri-
mes, e em todas as comarcas 28 homicidios, po-
dendo-se com certeza ofiuncar, que a causa des-
tes crimes 6 a falla de cducacu regular e a im-
puuidade.
Foram capturados em toda a provincia 125
j vG, que a polica nao dorma
criminosos
muito.
Em toda, a provincia foram submetlidos ao
jury, no mesmo atino, 166 processos nos quaes
liguravam 211 reos, com 179 crimes, havendo 71
coudeiiinares O 134 absolvices.
A instruc^o publica secundarla foi prestada
no lyceu a 151 alumnos, distribuidos em 12 au-
las, e deslcs apenas foram examinados 35, per-
qu 61 perderam o anno.
O presidente pedio a supprorso das cadeiras
de commorcio egrammalic geral, no que nao
lhe acho muita razan, e votara com o Cicero da
capital o Horeira da Ror-.ha, se por veuiure fra-
de podesse ser volado, e ler ossenlo naqucllasa-
linhd.
^As aulas particulares foram frequentadas por
70 alumnos. 500 meninos e 1.76 mcniias.SSi da
capital e 142 do interior.
A catechese e civilisagao dos indgenas que
conlava 14 directoras parciaes, foi augmentada,
o anno passado, com mais outra, creada na mar-
geni direila do rio Tocantins, afim de all serem
aldeiadas diversas hordas dw naces Piacobig ou
Caviao, Caraus e Caracati.
O padre Carlos Winkler, roissionario e direc-
tor da colonia Leopoldina fez urna entrada as
malas dos indios Timbiros as immediacoes dos
los Guajah, Pindar e Mearim, e de tal sorte
se houve, que conseguo paz cen seis aldeias, a
no Bomifesus e 2 em Campo I.intpo.
Este brilhanlc triumpho oi ninda devido te
santas e mansas palavras do Evangelho ; cada
vez me convengo mais, que o grande visconde'
de Almeda Carrol leve razo quando disse
que a voz e a peona podUm mais que a es-
pada.
Este ramo do servico puklico, que tantas van-,
tagens pode Irazer nosa lavoura, .-n.-li i-se desde
1846 a cargo do Sr. Dr. Jos Mria Brrelo, e se
este nosso comprovinciano nao fosse to dedi-
cado ao seu paiz, por ccrlo que, as suas cir-
cumstancias, se nao tera prestado a servir tan-
tos annos, a troco nicamente das honras tempo-
rarias do posto de brg-deiro, semclhanle cargo,
que mutas vezes lhe faz abnegar seus proprios
interesaos, e onde se v continuadamente con-
trariado, j pela falta de recursos, visto serem
exiguos os fundos decretados, j pela grande
difculdade das communicacoes, assim como pe-
lo pouco ou nenhum auxili da maior parto dos
directores parciaes, como o reconhece o Exm. Sr.,
Silveira do Souza no schi relaterio.
Sendo a agricultura a priucipal tonto da ri-
queza publica, infelizmente est entre us muito
alrazada, j pola sabida de 5 mil escravos, j por
faln de vas de communicace, j pelas grandes
distancias das margens dos ros, e finalmente
por hila de corrhecinientos professionaes. Feliz-
mente lemos grande esperanga de que desappa-
reca esta ultima causa, porque o Exm. Sr. Dr.
Paranagu, de grata recordare para esta pro-
vincia, dando execucao lei provincial n. 446
de 6 de setembro do 1856, fundou as margens
de Cutim um estabelecimenlo deensino agrco-
la, que j lora dado alguns resultados bous,
?pezar de ser pefluono, e so o governo o ani-
mar, como deesperar, a inda mlhores dar.
Conflictos dtj*risdiccT.O aoiual presiden-
te da relajeo adjesembargador Araujo Franco
8uscileu dousjpnpos com a presidencia. Mor-
reado o escflrW W juizo dos feiloe da fazenda
assentou u presidente da relacao, que a elle com-
pela o proviracnlo provisorio" desla vaga, e fez a
nomeagao quo nao teve ocumpra-sedo juiz
competente. Levado o caso ao conhecimenlo do
Sr. Dr. Silveira de Souza elle decidi a favor do
juiz. Das depois o mesrao Sr. Dr. Silveira de
Souza ordenou que seguisse para a comarca do
Altoalunmo juiz de diroto Joo Caetano Ls-
fcoa, que pelo mesrao dosembargador Araujo l-
nha sido chamado para.fuBccionar na relacao, e
cora este pretexto eslava por aqui passeiando ao
passo, que desde dezembro de 1854 deixou de
abrir juryera sua comarsa.'l O presidente da re-
lacao recalcitrou, o Sr. Dr. SUveira de Souza or-
denou, e a urdem a esta hora est cumprida.
Causou por aqui muito espanto esta valenta do
Sr. Dr. Silveira de Souza, por que esles sohores
quizeram sempre pissar porimpecaveis e nvul-
neraveis.
Guarda nacional.A ida para a corte de urna
porcao de pracas do 5o de infantaria, obrigou o
iosso presidente a mandar destacar cera pracas
da guarda nacional pira auxiliar a priraeira 'li-
t?;. Med,d,asdesla orera sao quasi sempre ac-
atas com alguna repugnan*, onlretanio o ser-
Tico tera-se feto at agora cora regularidade or-
den) e boa vontade, -sondo racnsalmente rendido
Movtmento do porto.Entraram r
pasada o vapor Paran do sul.
O Castro II do Rio.
O Rosa da Parnahiba.
-A Princeza Elenc de Cardiff.
O Graciosa de Pernambuco.
O Patriota do Pira.
Sahiram os seguales :
O Progresso para o Para.
S Luiz idem.
Paran idem.
Camassin Cear.
Exsiem fondeados em nosso porto os seguinte
vasos de guerra :
Brigue Caliope.
Vapor 0. Pedro.
Corveta Jequitinlionha.
Vapor Thetis.
Aqui finalise lancando em norae de Bous a mi
nha beteo solire V. S e seus typographos, ea
Supremo Arbitro dos Seres pedirei para que pro
teja o melhor, mais jrico, e mais acreditado Dia
rio do imperio.
Frei Caetano.
cearA,
Fortaleza, tu de maio de 18CO.
Desde o dia 19 do mez pretrito que lm cho
vido a cantaros.
Algum prejuizo lora havido, como seja o des
morouaraeolo de alguns assudes de Maranguap
e outros lugares ; bem como o arrunamenlo
algumas estradas. Temos porra certeza qu
taes diuvas nao tem sido geraes, pela provincif
infclizineiite. E' verdade que, o lugar exclusive
oude newhuma chuva lem havido, cerca de
leguas ao sul da provincia; a contar alm mei i
legoa da barra do Sitia, em Banaliui. al o lu
gar Capini-puba, quera da cidade do Ico, um )
legua.
pi ra os trabamos da assembla pr>viucial o U-1
ceu.
E'urna obra itidispensavel; viste fas o pa$
da cmara municipal, apezar de gr urde e Mean-
te, nao offerece commodidade para fastcleaur*
assembla por causa de nao ler os grim rft-
pnrlimenlos. O mesnto tribunal do jury quando
. i funacma uiaipiaa) sabe < o as jaraaa
I es pedidores. Por um semelhante inconvenien-
te que nao se tea pedido preveniro que pre-
so e canvenenle, etc. Accresse tambero quen"
:eu nao tem urna casa prepria: funeciona em
i parte da casa do fulu o hospital.
I O depulaao Sr. Dr. Jaquaribe, fez publicar
m artigo no peridico Pedro II com aua proprm
^asignatura, o qual se acha iuserlo no dito po-
riodico de 5 *o crrente, que arranca a pelle e
cabello do personagem civil e eccleaiastico con-
tra qtiem foi escripto. A respbsta do personagem
foi. One Haoaee+Uva-e-reptel...
i O CeareMe de 15 3o corrate dando noticia da
Cliegada do Iauartx. no da 13 diz : que nada
ae novo senao das correspondenciasd'aqui para
jo Diario, o que segundo diz o correspondente
essa I Dky, obra do Dr. Garca, (que noticia
da aa oHe?l aqui ignoran) quem este seu
pobre correspondente ; e ahi, o Sr. iky, sabe
que o Sr. Dr Garca I \6 cora gargalhadas
jqae'se pode responder.) Aceresceqta que o cor-
respondente Diky mandara ama missiva pelo
Iguarau; mas que conlee cita proposices,
to graves apezar do dito doutor, que deixaris j
de terpublrcrdadepor nao ter viirdo competen-
temente legalisada. Venha... venha... nos tam-
be m acharemos um Diky : depois nao se quei-
xem... nao digam depois que nao acceilara o
repto I Querem tomar urna disforra polos deveros
que preencheu dignamente o Sr. Dr Garca:
eotendem que foi sso um offonsa !!.. Nao temos
para com o Sr. Dr. Garca -a menor relacao :
mas nao trepidaremos dar o seu ao seu dono.*
Anhelo-lhes siucera e cordealmente a inaor
salule e pecunia.
Rem ex-veritate pender.
telilla BU PERrUMBUCO.
"
a\
di
legua.
_ Temos dado para crer que os gneros alimenl
cios conservera altos preces, c muito principa"
mente para as comarcas mus remotas do sul
provincia, como a do Ico. Grato, Jardim e a
luhamun.
A secca terrivel que tem havido nos ceiros di s
provincias de Baha, Piauhy, e d'essa occasona
a que immensos comblos d'aquellas provinci
recorram a laes comarcas compra de Iegum
e ropaduras; especialmente s comarcas do Cr
lo e Jardim que sorvem de um celeiro publi
aos povos dos centros d'essa, Piauhy e Parahib
puis a da Baha, a prmera vez que recrrela
esta provincia. Sabemos que comboios vindi s
d'alli, occasionarara a que o arroz duplcasso o
preco, e por isso que j se acha a 3g80 rs. a
quarla, cuja medida, deve regular quasi tres qua '-
las da medida d'essa prnca.
Era lempos regulares, no enlroilo da eollie -\
la, nunca passou o pre.Qo da quarla do arroz a
mais de duas patacas e menos. E' de crer qi c
de agosto em diante, os legumcs all eslejam p
um preco excussivo ; e a fome as classes men
favorecidas ser certa. Muito eslimarei que su
ceda o contrario do que ora julgo, o que deca d
tenha todo fundamento para assiin avaliar.
Maravilham sobre mancira os qneixumes qi 6
correm acerca da caraslia dos gneros, falla i c
dinheiro que lodos senlem : o cambio ou agio
descouhecido Muilos procurara as causas qi
actuam para urna actua'lidade to penosa quan
desagradavel, e ningucm sabe responder!... Mi
avd, qutj christo velho, e em quem eu acred
lo piamente, diz que sabe quaes sao as causa
que, diz ello, por falta da observancia da lei .
senhor : por falta de nao reputarmos religios
mente as Icis do paiz, o o devido acatamenlo
autoridades: que provea tambera do nenliujaj
amor do trabilho : de quererem todos luxar e p
sarem como rios, sibioe, e polticos, etc. etc.
Apezar d'esla provincia contar nove cidades
um anillado numero de villas e povoados: s?f
urna provincia que cania cerca de quinhenlos n
habitantes, se mais nao tem ; suqiajde quo n
existe em ponto algum um hospitarde caridad
Aqui lu um medico chamado da pobreza q
percebe dous contos de reis annual para ii trai
os pobres em suas casas. Os remedios sao Ib rJ
liccidos por um boticario que percebe annu;
mente um cont de ris por anno pelos remeds
fornecidos a pobreza. Concedendo mesmo q iq
o medico possa c se preste promplanienlo a)J
chamados dos doentes pobres e reccite 03 devid j*
medicamentos e a lempo, ele. : quem que ferj
nece aos doentes os alimentos necessarios i a
lempo? e aquellesquc nao tcem quem rhessi- ti
de eufertneiro c que as chucas nao lera o dovil
agasalho, quem que trata de providencia i
repeito? Muito longc iramos ac quizessemos ( ei
senvolver semelhaale materia. Deixamos deld
fazer conados inteirameule que S. Exc. o 5 r,
presidente da provincia nao deixar de provide i-
eur, am de que seja aberto o hospital de ca i-
dade, cujo edilicio muito se acha prompto. t
mais comviiihavel e de um interesse indizivel q ie
tenha lugar a inauguradlo do hospial de carii a-
de, embora seja preciso que o cofre provine a
tenha de despender o duplo ou mesmo o lri| lo
do que ora despendo quasi que intilmente. |s precisa que se ene logo um estado maior de o a-
pregados e com grandes ordenados.
Entendemos raosmo que o medico pode ser i of
muito menor quantia de que oa se despend e
at a pouco era um cont de ris ; e que seacl a+
va entao muito, a pontos do ler assembla red 1-1
zido a augOOO. Accresse tarabem que ora terro
oito facultativos, inclusive tre3domeio balalh >:
esses ilhwlres mdicos nao deixaram de prest-,
rem-sepor quantia mdica, e al gratis a benj-
ucio de seus seraethantes e de nm estabelecime -
lo de candade e mui pobre. Ha viole e lanas
cantos a premio e portoncenfe ao hospital q ie
proveio de sabscripcoes particulares quo aqu i-
1-on o Exm. Sr. Dr. Vicente Pires da Motta, qui ai
do presidente.
Crie-se, pois, a irmandade da Misericordia i j!
jos irmaos foram logo considerados lodos anu I-
es que derara suas esmolas. Essa inunda le
~... ,II1BUCl ulllo mcasaimenie rendido ,cs l"e ue,,ira 8uas esmotas. Essa irmandi la
o destacamento parj que lodos prelem o seu con- "8 ^xor de prestar grandes servicos por toaos
os raeios um estabelecimenlo lio 'importan l.
tingente.
Dizem lodos que este mlagre devido ao dis-
no commandante superior o Sr. Dr. Jos Mara
Barreto que lem muito gosto pela melinca
mullo tino e goito para lidar com os guardas
Atnrmou-me o meu medico, que o Sr. Dr.Bsr-
-reto a alma da guarda nacional, que um bom
general, que incansavel. pelo que o iulga di"-
bo de merecer todas as honras e gragas, com
que o quizer brindar o nosso Augusto Moqarcha
no que tarabem concordo apezar de s saber raa-
Dobrar com o meu bre*-iario.
Obixtuario.-A. mortalidade regula diariamen-
te oito ou dez pessoas. Na lista dos morios i-
gurou em 21 do passado Manoel Gomes da Silva
Belforl natural desta provincia, que nasceu em
19 de junbo do 1788: era inspector aposentado
dathesourana de fazenda, por muitas vezes foi
deputado provincial, easou-se tres vezee, era fi-
dalgo cavalleiro, commendndorde Christo'e baro
doCoroal, cidado honrado e verdadeiro chris-
>ao. su morte foi geralraente sentida.'
rol poltico, rooitasaecusacoese dores sofreu.
?,"/ P^W l>e far justica, pois que a
imnnt?W,,.-.d,,,rdde. o escudo" onde se
Zi^TJ* C8l!lele lumnia. Ao v-lo se-
-A?ui?aVTleV 0' PaS80S Imbrei-m* do
ios reis g na d0B hcrocse a magelde
Blei&s I!) -Prlgos horror membra qoattl I
e que a afta d*elle, muito depoe contra nos
misler quo em antes de projeclados theairoj e
lluminocoes, leohamos um estabeledraenlo ie
candade para acudir as afflircdes d'aquelles oiiel
por suas pobrezas nao podera por si remedia
seus soflrimeolos.
A provincia se recordar sempre com gratidio
do ex-presidente o Exm. Sr. Dr. Joo Silve ra
de Sooza que nos legou osee pi estabelecimen o
n t f-i ,1.. .-, .1.._____a___ j f
IMHAII.ltA.
S* ate mala,
Em vista dos motivos ennunciados, era urna
das minhas anteriores missivas, foi convocada
para o dia 15 de junho prximo vindouro, a nosso
assembla legislativa provincial, que tnha sido
addiada pelo cx-presidenle da provincia, o Exm.
Sr. Dr.,Ambrosio Leitio da Cuuhn, para o 1." de
agosto fucluro, pelas causas se lera no lumino-
so o extenso relatorio, com que entregou a ad-
minislrar.ao desla importante parte do imperio, i
seu successor, o Exc. Sr. Dr. Silva Nunes, cujas
causas dexo de enumerar, por j ler sido im-
presso o mesmo relatorio as columnas do seu
aecreditado Diario, e oslaren) ellas poilanio no
dominio do publico.
Aguarda-se lenipestade na reunio dos paesda
palrta, por occasiao da verificacao dos diplomas
respectivos, visto as irregularidades que so de-
ram nos 4 u e 5." distrcUae eleitoroes; sendo no-
torio, que nao obstante essas irregularidades
acham-se dispostos certos nimos a envidaren!
ludo para conquislarera urna cadeira no recinto
da saln lia.
As fwrcos era quo se devidem liberaes e con-
servadores repulam-e iguacs oriihmeiicamenie
fallando; porm estesdispoera de mais recursos
oratorios para o combate que seus antagonistas.
A discusso deve ser reunida e impetuosa, des-
ronlinndo-se que se consuma lempo indifinido
com o objecto della, que d panno para mangas.
Nesle caso ver-se-ha talvez o governo na dura
oecessidade de enviar-lhes em solemne addia-
inento. cin o decurso do qual estudem melhor os
conleudores a mateiia, solicilando-se neasfl in-
lerim da camaca dos deputados a competente
deciso a respeito da validade da eleicao dos
colleg'os suspeitos que ser a medida mus ad-
quada para corlar cercio o n gordio.
A irregularidade da eleco do 4." circulo
motivada por lerem notado inglobadameute, com
oscollegios reconhocidos, os eleitores da fiegue-
zia de Natubn, que ainda nao foram julgados va-
lidos puia cmara temporaria ; sendo impossivel
por este facto, descriminar os votos legtimos d'a-
quelles que, por ora. nao esto legalisados. A
eleicao do mencionado circulo, pora ser conside-
rada legal, deveria. ter sido ttnieamenfe feita cora
os eleitores de Campia, S. Joo c Cabacciras,
j dividameote reconhecidos. 0 englobamento
dos votos d'iquellafreguezianao recochecida
reto annular radicalmente a clcQo.
Em visla da liberal dispos'ico do art. 121 da
le n. 387 de 19 do agosto d 1848 e o aviso do
ministerio do Imperio n. 418, de 23 d novembro
de 1857, o collegio d Natuba nem ,.snwpoda
votar em separado. v
Por cohsegniute o vicio da eleicao palpavel, c
s contestado ou sophismado, pelos iuteressados
que querem a lodo o transe empolgar nma cadei-
ra na >alinha.
X duplicla operada no 5." circulo ocha-so as
roesmascircumstancias, por nao lerem sido ainda
reconhecidos os eleitores de Pianc; nada se po-
rendo, porm, allegar contra a eleicao dos elei-
tores de Poraoal, Calle, Souza, e Patos, porque
seus diplomas j foram julgados legtimos pelo
poder competente.
Ficsmos na expectativa e veremos se os dig-
ussirnos se portan) em semelhante conjuctura
com o discernimeiito e abnegaco que a provin-
cia teai direito a esperar de homens que aspirara
urna cafleira no recinto de sua representacao;
sendo muito para lamentar que b contrario acon-
lera pelos males que d'alli se podem originar,
invern, tanto lempo almejado. comecou fl-
I nalmeule no meiado deste mez, porm bastante
tarde pera salvar a pequea lavoura c legume*
queestavam plantados, que ludo dellnhon o mor-
reu, com o ardenle sol que livemos nos mezes
antecedentes.
Apenas agora poder elle aproveitar aos senho-
res do engenhos, que entretanto pesuraem suas
safras reduzidss a melode do qie esperavam,
pensando nos que muito felizes seroo se oblive-
rem esse resultado, que dudamos possam co-
mer, em vista do mo ospecto das carinas.
A odminislrjoao novo presidente, o Exm. Sr.
Dr. Silva Nunes, val agradando aos homens ho-
nestos da provincia, pela sua ticlividade o impar-
cialidad^ com que ttin sellado seus actos, que
todos se recenten) de summa sisudez e criterio ;
seudo de lastimar quo logo no principio de seu
governo Unha de hs'ver-se com tima assembla
provincial constituida da forma porque 6e apro-
aeuta a que breve deve reunir-se. a qual teme-
mos seja asss prejudicial so progresso da pro-
vincia, ttastando seu lempo em discutir irregula-
ridades o duplcalas, em vez de applica-lo na dis-
cusso de seus mais vitaos interosses, oppondo
de tal meneira seus obstculos a boa vontade de
seu administrador, Pazomos votos para que S
Exc transponha Jincolunte este tarrasco ; para
chegar desassombrado ao periodo eloKoral que
bastante nos preoecupa.
Os cofres provinciaos conUnuam. oxhauslos.
mal chegando a arrecadacopara os pagamentos
mais instantes, em os quaes todava se ha esta-
belecido preferencia, como ao corpo de policia,
cujos prets nao devem soffrsr demora, em rasa
da naluresa da despeza.
Este estado de cousas asss lameatavel. e s
poder suavisar-se com urna adrainislracao em-
mioenlemeiite econmica, como esperamos seja
a do Exm. Sr. Dr. Silva Nunes.
Depois da minha aulecadenlo nenhuma per-
turbadlo livemos em nossa Iraoquillidade.. Cnia-
tro presos que conseguirara escapar da cadeio,
oram capturados incontinenti, dundo para isso
o digno chele de polica interino, o Sr. Dr Assis
Rocha, as mais acertadas-ordens. O destacamen-
to volante quo d'aqui sahiopar.i o serto da pro
vincia chegou no. dia 1. do correte a seu desli-
no, o espera-se que, am emprmenlo das ins-
truccoes que levou, preste relevantes servicos a
rfirdem publica, e remella bom contingente de re-
cruus para o exercito e armada. A nossa salu-
bridade nao vai satisfactoria ; a varila continua
a Uagellar-nos, e nao ha vaccinu que preserve
oo mal, pois a que mandara da corlo para nada
presta.
P S. Nao devo fechar esta, sem dizer-lhe que
appareceu em nossos Brredores, urna quadrilha
'**Pf*'"?*"OBd foi portador de jornaescom ns
"*|to^S : Amazonas 27 de abril, Pora 13,
7*. P'suhy 14. Cear 19, Rio Grande
'worwrzi eJarahiba 22 do.correle.
.-Um outra parle vio transcri
*"so^ ormpondwites no iL.
rara tuba, que contm o que deuas provincias ha
de importante.
Amaxonas Na provincia nada occorreu de-
pois do ultimo vapor.
P.ari.No-dia 25do passado leve lugar o baile
olterecido pelo Sr. Dr. Jos Ferrcira Can to ao
Ewn. Sr. Dr. S e Albuquerque, o qual foi muito
concorndo e esterehrilhante, segundo dixem-nos
cartas d'alli.
Foi entregue, no dia 30 do passado, ao gover-
no. o matadouro publico jla i-witni ouraiiue-
honra a cidade era que se acha.
Le-se no Diario do Gran-Par :
Hoje 12. entrega a presidencia da provincia
o hxm. Sr. Dr. Antonio Coelho de S e Albuquer-
que, e retirase para o "Rio de Janeiro onde vai
tomar assento na cmara temporaria, quo devt
estar j funecionondo.
E agora a occasiao de enunciar o juizo que
formamos da adrainislracao de S. Exc, visto
como, pela noraeacao de seu successor, nao nos
resta a esperarla de que vqlto depois do termi-
nada a sesso dos cmaras.
O Sr. S e Albuquerque eeeoatrou a provin-
cia em um estado sobro maneira laslimavel, esta-
do a que linha chegado pelas administraces ca-
prichosas e parciaes dosSrs. Leilo e Friis ; pe-
de a justica que confessemos publicamente que a
provincia por este lado lucrou muito com a pro-
senca do S. Exc, que no pouco lempo era que a
presidio fez o que coubo no possivel para resta-
blecer o imperio da lei.
O Sr. S e Albuquerque encoutrou era luto
renhida a presidencia da provincia com a assem-
Bla provincial, e a usiiga que fez a esta carpa-
racao, e a considora^o com que a tratou, fe/
com que se lerminasse cssa lula que a ambos os
poderes en prejudicial
O Sr. S e Albuquerque. encontrn um dos
partidos em que a provincia esl dividida volado
ao ostracismo,espisinhado, maltratado,calumnia-
do, e, com quanto nao lhe fizesse favores, tralou-
o ao menos no rnesmo p de igualdade que o ou-
tro, e slo foi bastante para que elle logo desen-
volvesae os elementos de vida.qne cncerra em si.
esejaramos pois, que por mais lempo so
prolongasse a adminislracao do S. Exc, porqoe
com o coiihecimeuto que adquiri dos homens e
das cousas podia d'ora era liante prestar servi-
cos reaes, pelos quaes o provincia e o paiz teriara
de lhe ser reoonhecidos.
Na impossibilidade porra de que se realise
esse nosso desejo, s nos resta azer sinceros vo-
tos para quo S. Exc. tenha urna prospera via-
gem.
Piauhy.No dia 13 do passado, o Exm. Sr.
Dr. Diogo Velho reuni era o palacio da presi-
dencia algumas pessoas gradas da capital, ofim
de consulta-las acerca da maneira de oceorrer e
minorar a crise cora que lutam as DnancM da
provincia. O resultado, porm, ainda nao'havia
sido publicado.
Chegou alli e loinou posse do cargo de chefe de
policia o Sr. Dr. Francisco de Parias Lemos, ten-
do sido bem acolhido pelas faccoes polticas'.
Le-se no Propagador :
Cahio sobre Valonea no dia 8 de abril prxi-
mo passado urna horrorosa lerapestade, com
chuva de pedra 1 Muitas casas fcaram arruinadas,
c arrutes colossaes foram derrubadas. A pedra
cahida das nuvens era era abundancia Rari'ssi-
mas vezes tem acontecido isto no Piauhy.
Rio fraude do Norte.O Exm. Sr. presidente
do provincia sanio, a 11 do correte, para o mu-
nicipio doCear-miiim cora o lira do visitar esse
fertilissimlT valle, considerado como o mais pro-
ductivo erico terreno da provincia, sendo acom-
panhado pelo engenheiro Dr. Amorim do Valle.
Da villa do Apodi, escrevem nos o soguinte,
em 15 de marco :
L se foi a primeira caria que lhe dirig; 1 e
rnli o seu Diario de pernas baixo e de pernos
cima e nada onconirei que com elli se psrecesse.
Dous mezes de demora na agencia, porque em
lodo esse lempo nao viraos alma viva, que se
charaasso correio, nesle Apndy devia produzir
na verdade alguma cousa. e mesmo escrevo-lhe
delao longel De resto em toda a parle os cr-
relos sempre correios. homo sum el nihil ame
alienum esse puto Entretanto senti que a tal
creaturinha nao sahisse a lume, pois deu-se eeu
Irabalho o de mais minha priraeira produccoo,
era digno de apparecer I
In primo loco saiba, o os a quem a nota inle-
ressar possa que o senhor invern j fez sua en-
trada por oqui,e por lauto ainda esta vez nao f.
Iharam os clculos do nosso astrlogo de Porto
Alegre.
Faelos de nota nao lemos nesta santa Ierra, on-
de nao ha juiz a dous annos por falta de crimi-
nosos benedictas venter qui peperil te.
Na aerra do Martina foi preso um daquellos ce-
lebres escravos do vigario Camillo, que tanto ho
dado que fazer a policio da Parahiba, polo pres-
tante capilo Jos Scverino, subdelegado do Pa-
l, e foi elle quera tambera pez em seguranca o
Jos Brillianle.
Em Pao dos Ferros nada consta acerca de no-
vidades.
Seas chuvaseonlinum, breve loreraos pasto
seguro pr todos os animare o -qtte ^ grande
vantagem.
Dizem que as feiras o gado" anda barato, e
. Mnntem tontinuou na directora dainstruc
cao publica o processo para a. habilitado dosop-
positorcs ao Magisterio primario das afeitas-,
que eslam em concurso.
Por aclodo Exm. Sr. preatdeoteda provincia'
foram designados os professoresAntouio Rufino de
riou. a. cartas Hn>l.AndIid5 Luua s,np>cio d Cruz Ribeiro para
llWohkrcea^ mm"?rem .n P/01**^ -cursa cadeira*
e vagas de mstrucQo elementar.
Acha-se eregida a agencia do correio de
Grvala, que fora reeenlemente creada.
Por impedimento legal do Exm. visconde
da Boa-vista, o caminando superior a guarda
nacional desto municipio foi devolvido ao Sr.
coronel commandante do 1. batalbao de in-
fantaria Domingos Alfonso Nery Ferreira.
O eraprezario do thealro lyrico abri a
lignalura para trinta recitas de operas iialia-
, que deve leva scena no Santo Izabel, di-
ridinrtq a dos camarotes m dwas fries deqtitn-
xo cada urna, para maior facilidade dos dilet-
lanti.
O -Sr. Mirinangeli, baseado na condico 8."
do conlracto suppleraentsr de 14 do julho do
anno p. p. ele vou o costo dos bilheles na pro-
porgao all consignada, isto ot 50 por OO
sobre o primitiro.
Como urna mercadoria deque se pode fazer
abslraco sem detrimento do principio vital,
pouco importara que a eieracao altiugisse pro-
porcoes mais avantajadas.
O professor de priroeiras le tras da povoa-
cao dos Affogados, Serafim Pcreira da Silva
Monleiro, habilitou-se para a percepeo dos ven-
cimenios na forma da lei regulementor da ins-
truccao publica n. 369.
" Anaanhaa 25 do correnle pelas 7 horas dir-
se-h na Matriz do RS. Sacrameclo da B6a-Vis.
la urna Missa pelo descanco eterno do Sr. Ubal-
do Annes Vieira de Souza, fallecido em Lisboa.
- Foram recolhidos casa de delenco no
da 22 do rorrento 5 homens livres o 1 mulher
escravas ; sendo 3 a ordem do Dr. chefe de po-
lica, 1 a ordem do delegado do 1." districto, 1
a ordem do sub-delegado da freguezia do Recite
la ordem do sub-delegado da freguezia de Santo
Antonio.
.*" ES3ATIST,CA ACRtcoiA da irlanda.Os re-
latnos feitos na Irlauda pelo que respeita ao an-
no de 1859 mostrom qne foram destinados para
seraenteiras de cereos 2:652,297 acres de torra,
havendo urna dilterenqo para menos do que o an-
no precedente de 96.084 acres. Quanto s co-
Iheitas verdes, pelo contrario, houve ura aug-
mento de 75,608 acres; [cando assim rcduzda
a priraeira differenca a 20,386 acres.
Os cereaes foram calculados da seguinte ma-
neira : 465,497 acres foram semeados de trigo,
1:981.197 pora cevada. 177,519 acres para o cen-
teio. 13,842 para o arroz, 14,841 para favos c er-
vilhas, 1:200.141 acres para batatas, 322,266 pa-
ra rabaos 27,108 para baterrahas, 3l,5ji0 para
couves 22.056 para cenouras. 31,207 para repo-
Ihos, 138,329 para linho. 1:436,680 para prados ;
o augmento do terreno destinado s btalas de
11,000 acres.-e para'o linho de 43,000.
A quoutidade do gado no referido anno foi de
629,916 cavallo_s, 3:810,136 bois, 3:588,256 or-
neiros, 1:262 873 porcos ; comparanJo estes al-
garismos com os do anno de 1858, ha ura aug-
mento de 72,628 ravallos, 245:738 bois, o urna
dimiooicao de 13,986 carneiros c 85,268 porcos.
O valor total do gado era 1859 importa em li-
bias esterlinas 35:322,995 ; era 1858. o seu va-
lor foi de 31:331,800 libras, houve por cotise-
giiinlo um aerescimo a favor do 1859 na impor-
tancia de 98S.105 libras esterlinas.
t/HF"' "o a seu bordo o passageiro
David M. da Sijra Borgea.
MvrJn>oihto -roaitisr
Malaram-sa ae dia t3 para o consumo desta
cidade 111 reres.
Oa*H,ID*Bl DO DA 23 DO CORRBHT :
Firmino, prelo, 7 mezes ; inleritc.
Antwrlo l'raaelaeo, gre'o. aotteiro, 26 anaot; hr-
droperiardia.
Delflna Maria do Nascimeolo Santiago, branca
casada, 39 annos; iluxo de sangue.
Francisco Xavier Pereira de Brilo, branco, 7 an-
nos ; apoplexia.
Benvinda Peruandes dbs Santos, parda casada, 20
annos ; hepatite.
Emilia, branca. 6 annoa ; hydrolheras.
Luna Francisca das Chagas, parda, 7 annos : es-
carlatina.
Maria, branca, 1 anno ; inlerite
Idalina Henriqueta de Figueiredo, parda, soltei-
ra, 12 annos ; desinleria.
Marniano Jos dos Santos, pardo, solteire, 30
annos ; tsico.
Evaristo, pardo, escraro, solleiro, 21 annos ; ty-
phoide. J
Quiteria, prcta, escrava, um mez ; convulses
Bernardo Taulo de Santa Anna, pardo, solleiro"
28 annos ; acite. '
Hospitai de camdade. Kxislem 66 ho-
mens e 59 mulheres. nacionaes; 5 homens es-
trangeiros ; total 130.
Na tolalidade dos doentes existem 40 alienados
sendo 31 mulheres e 9 homens.
Foram visitadas a* enfermaras pelo cirnrgio
Pinto s 8 horas e 16 minutos da raanhaa pelo
Dr. Dornellas, s 8 horas da manha, pelo Dr
Firmo as 3 horas e 1[-2 da tarde de honlem.
Fallecern) 2 homens, sendo um soldado do
policia de tsica pulmonar e ura paisano de as-
cite.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSO EXTRAORDINARIA EM 7 DE MAIO
DE 1860.
Presidencia do Sr. Reg e Albuquerque.
-*""? 8 Srs- B"ros Reg. Reg. Franca-,
Barata. Oliveira. Gameiro e Piolo, faltando so-
mentc sera causa participada o Sr. Mello, obrio-
c foi lida e approvada a acta da ao-
a casa de educandos, onde ora se presta todo p'J Zr'--------~, v~ -">" ruiiures, i
aeRcio a 50 mininos desvalidos ** e cinceenla lodrpes, procedente de Pe-
Nutrimos tambera os mais fundados desejos ie! ".f. f,0*0-!roubRdo '^osquanlos encontrara
dizermos outro tanto do actual e digno presid)-] "" *"* -^
leo Exm. Sr. Antonio Marcelino Gonralves p s a "4*"?WUS ?"?"": fzendeiros acham-se
S. Exc. nao deixar de concorre por t'de. s l !f?f f^nsdos.8 '"Veem-8e recoinido a
meios para quo se leve **Teto urna lastilulc o' fa ?P adea*l'"t endonando seus in-
llo santa, quanto preciajM. Exc tem dado i- W 'dVouras-
mais exuberaules prorafl B| eroineateuier u'1 Sll,va N-nes. coadjuvado efBcaz-
"' roen'8 pelojctir ebefe de polica interino, o Sr.
religioso.
Contraa o cal,
tendidos, com a
bem feito do im
braca quadrada pouco excede
dizem os en-
o, que o m lis
em conla: Una
de onze mil ri
pedra apromolmenfo do terreno, servente g'
m3o de otra etc. '
Foi urna ptima acquieitfo a vioda dos cale -
leiroii porlusuezes mandados engajar em Lisboa
pelo Eira. Sr. Dr. Silveira.
Consla-oos que S. Exc. providenda para qje
tenha lugar a factura, do paco que deve ser ir

Dr. Assis Rocha, tem expedido as mais enrgi-
cas providencias, pora capturar e perseguir taes
malvados, que todos andara roarcarados, bem
montados e armados.
Um destacamento composlo do pracas del.*
rV pJoi ao "ando do tenente do exerci-
to Villas-Boas, devidaraente moniciado, seguio-
Ihe, no encalco, o espera-so quo seja bem succe-
dido em sua excursao.
Do resultado d'esla diligencia, far-lhe-hci a
devida comraunicaso em tempo opportuao.
os f.strcmes perdidos.Ha verdados, que
nunca perdein em ser repelidas, afim de se liler
que entrera no espirito das popularnos agrco-
las. Dessc numero a que raoslra "a necessida-
de de recolher com minucioso cuidado todas as
materias proprias para adubar as Ierras, e au"-
menlor-lries a sua riqueza e fertilidade.
E incontestavel que adispersao destas materias
urna perda enorme de riquezas; c a experien-
cia mostra tambera infelizmente que o cultiva-
dor, o camponez, quem menos curioso se mostra
neste artigo. roda da sai hobitacao que
mais frequenlcmente se ve perder substancias as
mais pingues, e principios mais ferlilisautes, ao
mesmo lempo que lhe infectara o lar domestico
coma sua exhalado constante.
O luxo e o aceio obrigam o proprictario abas-
tado, e sempre sem ello o saber, a otilisar parte
dessc eslrume ; mas, nem um nem outro se
dao ao trabalho que deveriam ler para recolher
e ullisar a enorme quantidade de materias, que
ce perdero, e que poderiam so ellos quzessem, e
sem a menor difflcul Jade ferlitlsar urna parle no-
tavel do seu solo. Longa a lista dessas subs-
tancias decompouirels lancadas por toda a parle,
que as chuvas carregara depois, se os ventos j
os nao levaram pWverisjdas pelo sol.
O horaem de bom senso, o verdadeiro agrico-
no pode ver sem soffrer um senlimenlo pe
po-
Vmcs. lero lambem carno "p* esse prego "i
rm infelizmente o pobre atTchgar ohi passa
por tantos c to complicados processos chimicos
que duvido isto aconteca, eso quem conversa
com os ccrianejos que sabe, como se venden) as
carnes magras. Dizera mais que j vai reinando
sua desordem l pelo campo de Agranantes,
muito cedo uinda. Este circulo que s d um
deputado conla dez prelenden'es entre os que
querem ludo ou metade ; ainda urna duplcala,
que o nico balsamo applicovel a molestia cha-
madaderrota eleitoral nao os salva, e a ho-
meopathio, que, conforme querem os Hanemans,
cura lodosos males, improGcuo nesle, que s
odmitte cataplasmas emolientes. Eu c faco vo-
tos pelo que for mais feliz, pois ocho lodosos
candidatos dignos de o serem.
Esquecia contar-lhe que na villa de Pao dos
Ferros estiveram os Drs. Goncalves Dias c Capa-
nema, distinctos merabros da "commisso scienti-
hca em explotacD as provincias do norte. AlRr-
mou-rae quem os vio, que sao homens incansa-
vois, as inesmas horas, em que chegaram, fo-
ram com pessoas Jo lugar observar urnas podras
que alli ha cora certas letras que parecan) mys-
terioas, porcra verificaran) nenhum valor le-
rem as laes letra cram hyerogtifeos de vaquei-
rosdigo de criadores, por que estes senhores
tambera gostara da diplomacia de palavras.
A luz do secuto lem chegado era toda parte ao
menos por algum oro opaco que a nao tenha
do si.........................................
E citando estas futuras trovas eu : homem d
alia sciencia que desprezo trovadores e juglares
sacrifico as muzas, como Scrates.... O conselho
sabe quem sao os musas, mas quaudo nao sou-
besse bastara dize-lo eu...
Agora o que vejo ler-lhe sem querer citado um
trecho doquelle Gelianes de'Garret; e nao acha
que o autor.doArco de Santa Annateria lam-
ben) com aproveitamento eito sahir da boca de
seu personagem este bocadiuho de ounptlafl-
sica e pela hyararlica, lem o espirito humano
(Gelianes nao o dira melhor) conseguido unir
Franca ao Brasil e a Italia ao Rio de Janeiro
Ora! a que vera isto, porguntar Vmc. ? nao se
importe, sou perdido pelos peddcinhos com osles
e mesmo porque poden ellesgerar tanto, talvez
to productivamente que espantan.
Adeus, que ahi vera os preceitos daquella car-
leira dosobrinho de seu liola da corle.
Yetle.
PERNAMBUCO.
la
suajpropriedade ello ado'p-
ivels para s ajunlar e fer-
ria fertilisantes. Na _.
todas as medidas possiveL r
alisar; consagra-lhe seus cuidados, e nao perde
occasiao para apresautar quanto possa augmen-
tar os seus estrumes. ^^
Um jornal francez V.^xcultenr, diz que um
individuo podo cada du ajuntar e ullisar em
proveito do solo bastantes materias para adubar
e fazer prosperar, ao menos, 300 ps de trigo.
Ora, multiplicados estes 300 ps por 365 dios
que compera o anno, resultan) 109,500 ps de
irigo. Admiltindo quo cada p d cinco espi-
gas, isso produziria 547,500 espigas de trigo, e
continuando o calculo, pode-se obter feitos todos
os descontos, (res hictolitros de trigo, resultado
magnifico, e fora da comprehenso da maior dos
agricultores, que lo pouco sabem de tratar a Ier-
ra, entregue aos seus cuidados.
, O vapor nacional Iguarass, viudo do Cea-
r e portos intermedios, trouxe a seu bordo os
seguinles passageiros :
Antonio de Abreu Lima, Luiz G. de Franca,
Lourenco Pereira da Silva Pimentel, Antonio d
M. Silva Pimentel, Manoel Theotilo Alves Bibci-
roe um cscravo, Anglica Teofilio Ribeiro, Rosa
de tal, Manoel Ignacio Bezcrra e um cscravo,
Manoel Jos da Silva Griflo, Antonio Fernandas,
Carlos Antonio de Araujo, Joaquim Alves de Sou-
za, Jos Cassiatio da Assumpco. Romo Nunes
do Costo, Lourenca Maria da Conceico, Pedro
Antonio Lino Pereira, Balthazar Mou'ra e Silva,
Manoel Prxedes B. Pereira, Cleraentino de G.
Nogueira, Targino Nogueira Lucena, Gemido Joa-
quim Guilherme, Joo de Dos Goncalves, Fran-
cisco de Aguiar Jnior o ura criado, Jos Alves
Fernandes, Jos Manoel da Silva, Francisco An-
tonio das Chagas, Germano S. Rodrigues, Gabriel
A. dos Santos, Joo da Costa Pessoa, Joaquim J.
Pessoa, Joo Maria Cordeiro Luna, Autora Mar-
quesde Amorim Scnna,Maria Marques de Amorim,
Joanna Maria da Conceico,Francisco Gomes Dio-
nizio, Manoel Jos de Araujo, Manoel Jos Vieira
Joaquim Pacheco de Mellp, Joaquina Ignacio de
Mello, Amaro Barreto de A. Miranhao. Maria
Joaquina do Espirito Santo, Francisco Joaquim
dos Guimaraes, suo m5i e urna irma, Antonio A.
Lunao^sua senhora, Francisco Gomes Marlins,
Joao Camello de Araujo, Joaquim Ezequiel Bar-
boso, Maria Anglica da Annunciaciio, Matheus
Mande e um passageiro do governo.
O vapor nacional Paran, vindo do Para e
portos inlormedios, irouxe a seu bordo os seguin-
les passageiros :
Benjamn Fraukln de Barros TorrezSo, Jos da
Rocha.Moreira, Jos Pi Mochado, Manoel Fran-
cisco de Moraes e um escrovo, Umbelina de S.,
Pedro d'Oliveira, Raresmendy Augusto, Williara
B. Grinifecl, Francisco Pessani, Gervani Busset
Rufino P. da Paixao. Joo Victoria, Angelo Jos
se a sesso,
tecedente.
Foi lido o seguinlc :
EXCEDIENTE.
Um officio do Exm. presidente da- provincia
approvando a alleroeo proposta por esto cma-
ra da planta do cidade, era relacao ra da So-
tedade. e quo foi requerida pelo bacharel Abilio
Jos lavares da Silva.-lnteirada, e mandou-se
coniraunicar ao engenheiro cordeador.
Outro do mesmo, dizendo que para poder re-
solver acerca do que propoz esta cmaro om of-
ticio de 27 de fevereiro ultimo, sob n. 23 rela-
tivamente utilidade da desappropriaeo'do so-
lo da casa demolida da ra do Codorniz, cumpria
que a cmara informasse se os recursos adunes
dos seus cofres, podan) comportar a despeza que
se tena de fazer com a desoppropriacao proposia
sem prejuizo u\>s servicos ordinarios.Que se
respondes** a S. Exc. que comquanlo actualmente-
nao rosso f ivoravel o estado dos mesmos roreo.
todava perraitlindo a lei provincial n. 129 de 2
de maio de 1844, quo as indemnisacoes nestes ca-
sos so focara no nrazo de 3 annosj podia a de
que se trata ser feita sem prejuizo de oulras des-
pozas ordinarias.
Outro do mesmo. declarando em respostn nc-
olIieiD desla cmara de 13 de morco ultimo, sob-
n. 28, que devia a mesmo cmara por em pra^a
pelos meios do eslylo o oforaraento do terreno
que pretende Antonio Goncalves de Moraes, na
ra de 8. Miguel na povoaco dos Afogados.
Ouiro do mesrao, recommeodondo formulasso
a cmaro com a possivel brevidade urna pos-
tura prohibindo animaes sollos na cidade, por
ser semelhante pratica prejudicial ao seu aceio,
e ao comraodo c. seguranca dos habitantes.In-
teirada.
Outro do secretario interino do governo d.t
provincia, coramunicando d'ordem de S. Exc,
que foi recommendada ao commandante superior
a dispensa do guarda nacional Francisco do Car-
ino Ribeiro, como esla cmara solicitava em of-
ficio de 25 de abril ultimo.Inteirada, e que se
parlicipasse ao administrador do cemilerio.
Outro do Dr.'chefe de policia, acensan Jo a re-
cepeo do officio desta cmara de 25 de abril ulti-
mo, e respondendo que era data do 30 do mesmo
mez expedir ordens precisas para que o subdele-
gado da freguezia de Muribeca nao obste que os
animaes perlencenles aos moradores dos lugares
do Piodade.Venda Gronde.Curcuranas c Condeia
pastera nos terrenos indicados naquelle officio da
cmara. Internada.
?..\r.. do J"'7' do Pz.enL exercicio do primeiro
..oso quo se percam as menores porcoes de ma- disirictn H *?.*V.1 "?rCC0 doPrim'>
ter a fertilisantes. Na su-jmropriedade elloadoo- ?,Lh ''VJI^ a do ?ee'fe' ProPondo a. ""
_.. -----OH^.. ..vvnt, piupuuuu U Ci
aadao Innocencio da CunhaGoianna para o lugar
de esenvo doquelle juizo, em lugar de Manoel
Aiexandre Gomes do Mello, que fallecer.Ap-
provou-se a proposla, e roandou-se responder.
Outro do contador, communicando, afim do
que a cmara providenciasse, que a quota do
evenluaes se acha exlincla, o al excedida na
quantia de 221j633.-Que o contador de clarasse-
cspecificadamente quaes as despejas que correm
pela referida verba, e dellas quaes as que pro-
vavelraenle se faro al ao um do exefeicio cor-
rente.
Outro do engenheiro cordeador, dizendo, em
cumprimento da que a cmara lhe ordenara quo
lhe pareca preferivel guardar-so o alinhamenlo
marcado na planta da cidade relotivamento ra
que deve seguir parallelaraente a do Alecrim, pe-
lo lado do poenle. embora dar o fuluro se ti-
vesse de fazer recuar as tres casinhas que foram
oditicadas vinte e Ires palmos para dentro da
mesmo rua,_pois_ a seguir-se o alinhamenlo do
laes casas, nao s haveria confuso pora os ter-
renos dos particulares, se nao lambem ficaria a
mencionada ra sem correspondencia com as ou-
tros que lite leam para o norte.A cmara an-
noioa este parecer.
Outro do administrador do cemilerio, commu-
nicando quo por hora nao navio mais que tres
catacumbas das perlencenles municipolidade
em estado de poderom ser oceupadas, e que por
isao houvesse a cmaro do expedir ordem ao pro-
curador para neste mez, nao dar mais que tres
guias para inhumaco de adultos em as referidas 3
catacumbas Mandou-se expedir ordem ao pro-
carador neste sentido.
O Sr. Reg e Albuquerque, tratando desse ob-
jecto, disse que tendo a experiencia mostrado,
que segundo o local em que sao construidas ca-
tacumbas, os cadveres nellas inhumados so
consommem em menos do lempo marcado no re-
gulamento do cemilerio, e o Sr. Reg acrescen-
tando que os tem visto consummidos em pouco
mais de anno ; e que por isso achava convenien-
le que as rircumslanciag de augmento do mor-
talidade se reduzisso o praro para a abertura da
catacumbas, propondo-se esta medida ao governo
da provincia, para, ouvindo quem compelisse,
autonsa-lo, foi approvada esta idea, votando con-
tra ella os Srs. Oliveira e Pinto.
Outros (4) dos fiscaes desta cidade, informan-
do sobre o que se l na Revista Diaria do Diario-
de Pernambuco, do 8 do correnle, e que se re-
ferio -o officio do Exm. presidente da provincia
lido na sessSo anterior.A cmara resolveu quo
se respondesso a S. Exc refutando as assercot
da Revista, avista do que informaram os fis-
caes. dizendo S. Exc. quo ella nunca precisou
nem precisa de insinuaces de jomaes para cum-
prir suas obrigacoes ; scresceniando o Sr. He"o
rh> M-n ii.n/i i^c...tZ yv'""--.""6clu 'su pnr suas onngacoes ,- screscentando o Sr. lte-o
?,a '* u J. q m Dd0 Nasc,n>',r"^. Ber- que na resposla se declarasse que o oue de
m" vf rre".fRnio Ferr ra da Conceico. Revista acerca de gallinhasrio passava de fn
, REVISTA DIARIA-
Temos noticias da cidade do Aracaty, que che-
gam a 12 do corrente mez.
As spprehenses o receios de urna seeca in-
minente, que a todos aterrorizava, vo cedendo
com a apparicao de chuvas.
Algumas noraeacoes leem-se dado na guarda
nacional, assim como preencheram-se es lugares
vagos de 5. c 6." substitutos de respectivo jui-
zo municipal.
No dia 28 do passado appareceu alli um novo
peridico denominado a Epocha, publicado em
ume nova lypographia perlenceole. ao que pa-
rece, parcialidade Caminha.
A noraeacao do Dr. Miguel Joaquina d'Almei-
oa Castro para juiz municipal daquelle termo
aa sido bem aceita.
No dia 21 do corrente devera reunir-se a pri-
meira sesso judiciaria do termeafle 8. Bernar-
do de Russas.
Pereira de Mello, Jos Joaquim Gomes, Joaquim
Jos Coelho da Silva, Francisco F. da Silva Pi-
mentel e ura escravo, Aiexandre da C. Coelho.
Antonio Rodrigues M. Ferreira, Ignacio Jos C.
da Silva, duas pracas e tres escravos a entregar.
Segum para o Sul :
Dr. Antonio Coelho de S e Albuquerque e um
criado, Dr. Francisco Domingues da Silva, Dr. Vi-
riato Bandeiro de Mello, sua senhora, um criado
e dous escravos, Dr. Francisco d Serra Camei-
ro, sua senhora um criado e dous escravos Dr.
Domingos Jos Nogueira Jaguaribe e 2 escravos'
Dr. JoSo Augusto Correa, Justina Francisca d
Castro e Cunha, 5 filhos e 2 escravos Ignacia
Rosa de Moraes Reg, Joaquim Marcelno Rosa
Adao Bemao. Jos Pinto Vieira, Domingos Fer-
reira Marques, padre Jos Frsnciso P. Seabra,
1 criado el escravo. Francisco Tarares Ribeiro
Lampos. Filintho Olimpio F. da Costa. Camello
Jos Frene. Felizarda Thereza Armada crioula
"orra, 2 ex-cadetes. um ex-praca do exercito, 8
pracas do exercito 8 ditas da marinha,16 escravos
a entregar e um criminoso escoltado por 2 pre-
cia de policia.
O brigue portuguez Etptranca, sabido pa-
posia em termos convenientes.
_ Param approvados dous pareceres da commis-
so de edificasoes; um sendo de vol que se fi-
zesse na planta do lugar do Caldereiro a altera-
cao requerida pelo cidadio Jos Camello do Reg
Barros, offlciando-se ao engenheiro cordeajor,
para npresenta-la, e outro conformando-se com a
alteraco, que, d'ordem desla cmara, fez o enge-
nheiro' na planta do boirro da Boa Visla na parle
relativa ao Caminho Novo, e propondo que so
submeltesse a alteraco a approvaco da presi-
dencia.
Despacharam-se as petices do bacharel Abilio
Jos Tovares da Silva, Auna Rita da Conceico
Antonio Ignacio Pereira Roza, Custodio Alves
Rodrigues da Costa, Domingos Jos Machado,
Francisco Guedes do Araujo, D. Joanna Francis-
ca Scve Navarro, Jos Hygino de Miranda, Jos
Goncalves Ferreira Costa, Joaquim Pereira da
Silva Sanlos.Jos Fernandes Lima.Jos Fernandes
Bastos, Jos Domingues Codiceira, Justino Perei-
ra de Paria, Justino Pereira d'Andrade, Jos dos
Sontos Neves, Lurz Gomes Silverio, Manoel An-
tonio Teixeira, Maria Magdalena de Moura ; a
lerantou-se a sesso.

i MI mi /n-irrfe
*::^-
ii r-af*i\ #r-


SEL
Eu &aal. Semita-Aooteli, seerolaro-o-oa-i
creviReg Albugueroue, picsidenle. Barros
Rego.-RegC^-Cariij'Alaioila-Franca.Oli-
reira.Garoeiro.
BaUneete da recu t mara nviietpt do Recite no Mez
radn. a cominua a ii|iu,i, em dunda, lw.
i*
C2M0O
7J200
8J000
43JCMIO
103000
169000
24*000
241000
necriTA.
Slilo em 30 de deembro de 1859 12:952*434
EWrcict- de 185 a 1860.
Imposto de eordea$9, n. 73' a 95
- dem de fogo artificial, n. 26 a 28 .
dem de estabelecimentos do Re-
cife, n. 5 0.......
dem do ditos da Boa-Vista, ti.
10 alt..........................
dem de carros de passeio, n. 2*2
Idera de carrocas, n. til a 115 .
dem de outro* vehculosn. 83 a 88
dem sobre curraos de peixe, n. 1
dem sobre pos de coqueiro, n. 1
Mullas pelo llscal do Recife, n. 19*
Mera peloTlito de S. Jos, n. 2. .
dem pela delegacia do Io districto.
a. 37 a 4z.......................'
dem pelo cdigo n. 2 .'.'.'
Mullas pelo rcgulamento de 27 de
julho de 1852, n. 1 a 3. .
boira de S. Jos, n. 4 a 9 .
dem da Boa-Vista, d, 6 a 7 .
Cetnilerio publico......
Exercicio de 1858 a 1859.
Imposto fle estabelecimentos de
Santo Antonio, n. 550 a 553 ,
dem de ditos do S. Jos, n. 140 .
dem- de vehculo de condcelo
n. 115........* .
Multas pelo regularoenlo de 26 de
agosto de 1851, n 276 e 279 .
dem pelo regulamenio de 27 do
julho de 1852, n. 29 .
Exereicio de 1857-a 1858.
imposto de es labe I eximen tos de
Santo Antonio, n. 597 a 598 .
Multas pelo regulamcnto do 26 de
agosto de 1851, n. 293 a 299 .
Ejercicio de 1856 o 1857.
imposto de cstabelecirhentos de
Santo Antonio, n. 6!)2 .
Mullas pelo regulamento de 26 de
agosto de 1851, n. 233 .
Exerc Imposto de eslabelecimentos de
S.inlo Antonio, n. 607 .. .
Multas pelo regulamento de 26 de
agosto rio 1851, n. 917 .. .
do representar sua provincia, e- prestar-Ihe seus
valiosos servicos: o que S. Ere. ten ja feito cota
a maaima digaidad, e inrejarel desapego de
seo interesses : tudo em pura prda, e grande
preMnte oe ana modesta le-trascente fortuna.
Ovando presidente das Alago*, a. Es*., nica-
mente cora im de facilitar a rarreira da ou-
iros, pedio e obtevedemissao de director goral da
nstruerao publica desla provincia, lugar que S.
t-ic. havia exercido com o telo, inlelligencia, e
dediceco, que todos Ibe conheeem.
no gabinete que preceden ve actual, teve S.
Exc. o olTereciroento da presidencia da Bhia, s
qa4, todavia, deixou de aceitar, alm de outras
razes, peta necessidade que no Para se faiia
orillo sentir de sua presenca, e de seos servicos,
e, sobre lado, porque S. Etc. nao desses, que
costumsm aniepor s conveniencias publicas o
seu particular ifiteresso.
De volta Pernambuco, sua querida patria,
co
ano
chi
eJi
E
no
d-o
gia
10*000 Piucas horas se demorar S. Eic. entre no* ; ho-
4*800 "'
OJOOO
4*800 II* mesmo tem do seguir para a corle do imperio
como depulado, que a assembla geral legis-
UW* PSRNABMUCQ. QOlNfA i^i,M>lvf MO tt? .
L"2+mi<*>o*Hm* rrej,.'ui. pelo tamwiurel
lativa, pelo nono districto d'esta provincia ,
i qual. sem duvida, nao deixar de continuar a
18JOO0 honra-lo cora a sua conftanca, to justificada
9J006 1"ao merecida, na eleico que se deve proce-
der este anno para depulado geraes.
O exemplar carcter de S. Exc, sua luzes,
mcrecimenlo pessoal e bons servico, prestados
em longa serie ao paiz ; sua modestia e fino
tracto, suas virtudes cvica o apurada educa-
cao, sendo recommondaces mais que sufhcion-
tes dispensam-nos, por agora, de maior desen-
volvimenlo, provando de um modo ncontesU-
Wl, de urna maneira inconcussa, que S. Exc.
um dos deputados mais distinelos desla provin-
cia, e um dos funecionarios pblicos que mais
huiiram ao paiz, cm cujo servico se achara
Recife 24 de maio de 1860.
20|00i
93000
163|M6
3IJ500
979*600
8000
JOOO
6*000
23000
35OOO
6*000
12*000
29000
4$000
2J00O
45OOO
14:553900
vtsrtxk.
Polha dos empregados no trimestre
de outnbro e dezerabro. n 3a 8
Jury e eleicoes, n. 3.....
l.impeza das ras, n. 73 a 88 .
Conservaco do calcamento, n. 40
a 43..........
Maladouro publico, n. 28 a 32 .
Eventuaes, n. 27 a 31.....
Extraordinaria aulorisada pelo go-
verno, n. 29.......
I.u/.os para as prisoes, n. 3 e 4. .
Ce ni i te rio publico......
Saldo em 31 de Janeiro de 1859
7 911*303
10g280
616*000
113*940
3215461)
1115219
144*000
93J8)
1:267*386
10:619*408
3.9345492
14:553*900
Cmara municipal do Recife 5 de fevereiro de
186:). O procurador, Jorge Viciar Ferreira
Lopes.
Communicados.
O vapor Paran, entrado hontem dos portos
00 norte, acaba de restituir a nossa provincia o
Erm. Sr. r. Antonio Coelho de S e Albuquer-
que, niui digno ex-presidente da provincia do Pa-
ra, preciosa perola da cora brasileira, e, por-
ventura, das nossas irmaas do norte e do sul a
que possue um espirito de industria mais pronun-
ciado, e a que mais, abastece com seus prodtrc
los o mercado nacional e o eslrangeiro.
Saudamos, pois, S. Ksc. pela sua feliz che-
Rada i esta Ierra de scu natalicio, depois de urna
ausencia de perto de oito mezes.
Os joroaes, as correspondencias, c os prODrios
filhosd'aouella provincia, aqui exislenleu, uiao-/ ,
nos apontam a aimnirVlra^innJ s. CTLgOiuirTe intelli
das mais rectas
Goyanna, 22'de maio de 1860.
No Liberal Pernambucanq de 10 do corrente
mez l-so sob a rubricaPublicaQo a pedido-
urna correspondencia assignada por Caetano de
Santo Antonio.
O seu autor, escondido em tal pseudonymo
dirige aos dignos juizes de diieito e municipa
desla comarca, sem piedade, injurias e calum-
nias, que teem sido repetidas mil vezes, e outras
lanas victoriosamente combatidas; procura o-
mesquinha-las com a imputaco de fados lo
ulsoa, quanto indecorosos ; e usa da costumada
liiiguagem.serapre tao injusta o provocadora
que nao pode deixar de desafiar a indignacio dos
homens justos, moderados e de jui/o.
O furor em atacar, insultar o calumniar as au-
toridades em certos individuos desla comarca
um mal chronico e incuravel. Se invesliga-se a
causa desse mal, ve-se que ella est na auda-
cosa prelencao que leem taes individuos de man-
tor irreformavel sua m conducta.
Sao uns protectores de criminosos, e a aulori-
dade, conscia de seus deveres, vai arranca-Ios
d?s.c?1sle,lo eudaes, em que est&o homisiados,
Ai della I To grav crimo punido severamente
com duas duzias de correspondencias anonymas,
as quaes so barateia o improperio, a calumnia
infame, o fe ijuria lorpo com um furor de ver-
dadeiro selvagem.
Tem outros a injusta prelencao de usufruir em
doce paz c gratuitamente bens alheios ; o dono
resiste e recorre ao juiz para lh-? fozer justica
este cumpreos seus deveres Ai do pobre juiz !
Alu vem quatro duzias de corrospodencias in-
gadas do hornveis diatribos, ahi vem dse mais
elevada de nsuRos e calumnias, para que nao
Uvesse a petulancia do executar a lei...
Em um bello di-a, um moco imprudente ama-
iiheccu com o salanico desejo de perjurar para
dirigir injurias urna autoridade no exercicio de
suas funeces ; acercou-se de raiseraveiscapan-
gas, irajou custoso velludo, adornou o largo
peio de ouro e pedraria, o erapertigado, orgu-
lhoso, tmido e enfunado, com a sua corle de
moloques, apresenta-se na sala das audien-
cias.
Para castigar a ousadia que a autoridade teve
de manda-lo citar para depor- em um summa-
no porcrime de estupro, esse imprudente moco
coneebeu o triste plano de declarar quo o crime
tinha sido praticado pela propria autoridade pro-
cessanlo I
E os capangas que o acompanh.ivam, deve-
riam romper em applausos, quando o scu chefo
esquecido do juramento pelo qial ficou ads-
incto a dizer a verdade, vomitasse tao infame
mentira, e com ella urna injuria.
Y O plano foi executado na prlmeira parte ; mas
nao na segunda.
A nnlnd,<.tc-..-vv' v goncia para (ornar cabisbaixa, fazer ruar
mrios publitiM wrecer ama tau so
utraco do rerueiio de simptl*,eo m-
name rernaiuw xii8 acharu maia eoabara-
COilgunne vencer.
Cira, depois dela toojitala aprcicU de ptl-
ro ofgaoda opiniao publica no acule do im-
o, nao uma.correspondencia cc.m o pseu-
dnimo de Caetno Se *. Antonio. <[ue ha de
miqui dad ios em favor dos Sra. Brs-. Fieita Uenriqncs
o Hrcano
e mal a mate o Sr. Dr. Jos foaquim Firmi-
um d0gnataflodo preresle, carcter sizu-
ndependenie, chamou acontas, com aencr-
|ue Ibe propria, o miseravel que se atrevtu
a di ter < que foram impottas pela polica, troca-
das por faVore degradantes, e de servo humil-
lissi nos as assignaluras do dito protesto
Cira tao importantes auxiliares, Se nao disisti-
mos de escrever olgumas linhas em resposta ao
corn aponiente do Liberal, encurlaromos as con-
sideiagoesque temosa fazer, e que sero objecto
ilrocpramunicado.
Veritas.
(Contina.)
occa queso k^visto* new.es .ertoeT
de o
Se
nam
Coraj
xa, n
cioni
urna das mais rectas e proficuas, que o Para ha i em bagas, e cahir era miseraveis contradiccoes a
liJo, de muilos annos esla oarle. Lloslemunhar perjura, antes de joderem ter'lugar
os applausos concertados.
A espiohosa e imporiaolisatuia questao de li-
mites con a Guyana fraacezi, tai por S. Ene. h-
bil o ventajosamente encelada, como era de es-
perar da inlelgoncia esclarecida, e do lino ad-
ministrativocom que S. Exc. seliouve cm suas
ireclaras, c benficas presidencias das Ahgas e
'arahyba do norte.
ltimamente, S. Exc. fez urna viageni adminis-
trativa ao interior do Para pelos rios Tiicantinse
Amazonas, visitando incgnito, na distancia de
300 400 leguas, todos os lugares por ojdc pas-
sava ; e dando sempre as providencias, dlue jul-
gava necessarias, para os nielhoramenlos\ vitaes
ca tinham visto a primeira autoridade da provin-
cia i
O Para ha de sentir por muito tempo oasalu-
tares effeitos d'cssa digiesso de S. Exc. quV, por
semelhanle meio, nao so conheceu os recurstp de
suas diversas localidades, .e suas necessiAHdes
tnai importantes, como tambem fez com qurio-
\ a-
busus que encontrou, acorocoou a pralica das
boas accoes, dominou paixocs, destruio odioi, e
reslabeleceu os foros da justica, e o prestigiada
autoridade; ludo pelo seu talento especial p\ra
dirigir os negocios pblicos, pela energa e inl;-
reza de seu carcter, pela sua moderacao o seve-
ra rectidao, c pelo profundo senlimento de jusi-
ca, que presidia todos os seus actos, o qual, m
phrase de um escrptor contemporneo, era p
sello do honraque S. Exc. lhes'imprima.
Prescindindo dos esforcos, empregados por i
Exc, j na rcpresso do crune, e j nos melhq-
ramentos maleriacs, de que Ihe devedora aquej-
! i provincia : resta anda, para honra e glora 4
S. Exc, os araudesibeneficios com que dotou i
nslrucc3o publica, e os relevantes serviros qu>
prestou religio de nossos pais, cllocando n
devida altura os Ministros do Aliar, e promove
do o asseio, a decencia, e reparo dos templos i
Deus vivo : razao porqueos Paracnses, sem dis-
tingo de cores e de opinies, acalam e bem di-
Um facto desta ordem nao podia ficar ifn-
pune para eslabeleccr um precedente perl-
goso.
Portanlo a auloridade injuriada, a despeilo
dos maiores empenhos dos seus amigos, den a
competente queixa peranle o juiz municipal ; e
instaurou-sc o processo por crme de injurias
nao impressas.
Tanto bastou pata ser cruelmente insultado
em Correspondcnaias anonymas o honrado capi-
tao Antonio Pinheiro de Meudojica, subdelegado
da cidade.
Por um lado procurara-sn estorvar o proces-
so por meio de empenhos ; por outro lado nao
havia injuria, calumnia e ameaca, do que se nao
lzesse uso contrajo queixoso.
Appareccu a sentenca condemnatoria proferida
pelo honrado Sr. Dr. Hircano; descancou o Sr.
Pinheiro de Mondonga, e foi aquelle atado ao
posle.-
Alm das correspondencias, e de versos mino-
raos e nojentos em alguraas folhas, as razdes de
appellacao, para ser reformada pelo digno juiz
de direilo a sentenca do juiz municipal, continha
mais insultos contra este, do quo allegacoes em
favor do reo ; mas o primeiro de quem dependa
a absolvan, era elogiado. Novos empenhos, e
anda a mesmn independencia, que.moslrou o
juiz municipal; a mesma severidade no juizo
superior.
Appareccu finalmente a ultima sentenca con-
demnatoria, documento muito significativo da
inteligencia o rectidao do Sr. Dr. Freilas Henri-
quos; e enlao os mesmos insultos, as mesmas
calumnias e ameagns foram emnregadas contra o
juiz, que anles mereca elogios!
Na peticao de gracas, que o reo dirigi
S. M. o Imperador, pedindo o perdan do cri-
me de injurias, anda injuriava e calumniava
queixoso '.Altos juizos.....
no annuncio publicado no Diario de Per-
eleicao da
Adrrinistraco daCompanhia do Beberbe, que
tem de substituir a que anda funeciona, u s
vissi um offensa a mim, entregara ao desprezo
o qu i rtelle.se Ift ; ma9, parecen Jo-rae que desse
annincio pode resultar descrdito para a Cora-
pont la se for lido por pessoas que nao estejam
bem informadas de seus negocios, julgo conve-
len c duer alguma cousa para esclarecimento
dos colonistas.
Se fosse o ioteresse pecuniario, que impellisse
o auDr do annuncio a escreve-lo, entao diria o
coiilrino do-^ut nelle se l. porquanto nunca a
- anhia do Beberibe leve tanta renda em cai-
im A^ministraco alguma deu aos seus ac-
tas tao elevados dividendos quanto os dos
qualiD ltimos semestres, era que servi como di-
" Isto, que acabo de dizer, moslra nao s
estado da Companhia nao precario, como
so pr icura fazer crer, senao que o aulor desse
ncio faltou verdade da maneira mais evi-
, como se prova com os livros e documen-
istcntes no archivo, que podem ser cnsul-
pelos accionistas, e ficou demonstrado com
licagad; no Diario de Pernambuco de hoje
extrahidas |desses livros, e dos dous
s pareceres da commissao de coalas da
a Companhia.
serei|eu, quera far o elogio da Adminis-
presidid3 por mim durante estes dous ul-
annos, Fui por duas vezeseleilo Director,
obtdOunanimidade de votos ; e, nao obs-
ter conciencia de meiy actos, e estar per-
o quo. nao decahi da confianca que em
nhamjaquelles que me deram seus votos,
a julg^ei conveniente, para o repouso dii
piritq ecerla experiencia ; retirar-mo da
lislracijo da Companhia. Isto mesmo disse
; relatorio apresentado no dii 18 do cor-
aos a|ccionistas reunidos em assembla
annu
denlt
tos e
lados]
a pu
de n ilas
ultim
mesnj
Nai
tracaj
limos
tendo
tan te
anadia
mim t
todav
meu
Admi
era m
rente
gerali
Nc
haja
que p
direct
nos d(
veis,
cacao
tof do
junto
deudo
por ap ilice, sendo de 2*500 o mais'
tinhai
guinle
a 257t 0.
estes
elevoi
eleva
71:46,
ranla
econo
nameij
e exig
Sai
publicb-lo. prcferin'do faltar verdadei a "caimar
resse "
encon
tentei
rector
(tuvidd, que na Companhia do Beberibe
ccionistas mais prestrnosos do que eu,
ssam oceupar mais dignamente o lugar de
ir; maj duvido qie nella haja quem me-
que eu se preste a rcclaraaces inaltendi-
emquese queira prestar com mais dedi-
i zelo a desempenharas funeces de direc-
que eq mostrava. Quando fui elelo ad-
|da adminisiracao era 1857, o ultimo divi-
que s^ havia dado, tinha sido de 2J30O
- elevado que
tido qs accionistas : no seu somestro se-
o dividendo elevou-so a 2J500, e no outro
Bul 1856 fni eleito director, e durante
ous ltimos annos que servi o dividendo
-se successivamenle de 2J700 a 39150
d-so arenda em caixa de 67.090*000
gOOO ; q qu prova nao s que foi mais
isa a awecadaeo, senao que houve maior
na, naojobstanle ser sabido que o enca-
lo se arruina cada vez mais cora o tempo
i concentos.
|aom oqiio impellio o autor do annuncio
tmenlos No meu relatorio Companhia
rar-se-rja explicaco a isto : nelle nao con-
me com pedir exonerocao do lugar de di-
; mas disso que s procurava trap3ssar
minhaSapolices sem grande prejuizo, o que j
i roahsadoporque, leudo baixado depreco
ees, nao pela decadencia ou estado pr-
m que se ache a Companhia. e sim pela
Dr. Joagnim d'Aquino Foitseoa.
nao h
a ipcj
cario i
L'SlOU
23 ce maio de 1860.
NECROLOGA
da E: m. Sr. D. Hara Matiimlla Vici-
ra de Amoiini, efiferecida ao nieu
prticnlar amigo e collega Miguel
B<
Mai
h ni hr
mimo
dent
rn ma
da ; s
e no
da. Q
de esj
que.br
o com
Oh!
lix da
vossol
Qu
tremo
Amor
Men.li
so en
milla
pensa
vidar
Jeren
rnardo Vieira de Ainorini.
um anjo que esvoacando foi1 transpor os
es da eternidade Mais um jlyrio quede
o einmujrcheoeu ao ferir de um mais ar-
aio solar 1 E apenas delle nos rostaago-
eria ptrida, depois p. o mais almna-
m, nada, porque a humanidad* progrede,
eu alvo s enconlra a sua origemo na-
lom penjra, vendo-a tao clleia de vida c
erancas, que ora tao rpidas momentos
ra o lagos do involucro, e iiia presenciar
aertilharjo coro dos anjos. Oh! cos!___
I eus!...j porque fazeis a uns sorvero ca-
: provacoes al esgotar-so? Altos sao os
juizos. ;
ndo em 5 do dezembro de 1841, seus ex-
os pals-j-o Dr. Jos dos Anjos Vieira de
ra e D. Maxmilla Joaquina de Olivoira
nca, reviam-se cheios de jub.lo no mimo-
e que aq dopois chamou-sa Mara Maxi-
Vicira dt. Amorim, bem longj eslavam de
quehaviara de ludo sacrifica ; de ludo en-
m 15 annos, 5 mezes o 17 djias, para per-
em um momento a alegra de sua vida,
a
seu p azer e censlo quando sofri
gencu
lidade
simpa
os seus juizes e o queixoso Altos juizos..... De-
pois de tanta injuria ; depois de tao pronuncia-
da tendencia paracommetler tal crimo, o reo ob-
S. Exc, lquvam e admirara suas admiraJ leve'o perdo que pedio, e longe de corrigir-se,
veis qualidades, seus pnncipios saos o puros, sei reincidi no mesmo ciime.com maior insolencia
espifito enero de equidade, e eminentemenle re- em publicacoes feitas no Rio de Janeiro, poucos
Jigioso. das depois de ser prdoado!
S. Exc. pedio, eobteve exoncraco de tao m-j NSo ha_em nossas patarras, c monos em nos-
portante cargo, porque o paiz altamente reclama sa inlencao a mais leve censura ao Poder Mode-
va o auxilio de suas luzes, patriotismo, e expe-
rador. Nao nos atrevemos a discutir o acto, qne
rienca, no seio da representago nacional, da exclusivamente da Pessa sagrada o invioavel
qual, por sua voz aulorisada, por scu carcter ve- ^ Imperador, cuja sabedoria reconhecemos.
s, e
ra t[
me*
lin
i
nerando, e pelo fulmen de sua eloquencia, cer
tamente, S. Exc. um dos maiores luminares, um
das mais solidas rcpulacoes, e um dos membrol
mais conspicuos c proeroluenteS.
Sectario das grandes ideas, e do progresso mo
dorado e reficclido, lidador infatigarcl, extrema
do defensor da crdem e da liberdade, da consli
tuicao e do Ihrono ; o bem publico tem sido o ol
jecto de suas aturadas lucubraces, c a voz c
justica ha sempre echoado em seu coraco nobi
leal, justo e independente.
S. Exc. um desses admiraveis modelos (
abnegacao o desinteresse, que, no seculo acta
rarissimas vezes apparecem ua scena pslitic;
por que esta hoje um jogo de espertalhes, e
interesan nico movel de anas aeces.
Sim, hoje, que o ouro o Jordo que lava
das as nodoas, e o nico Ihermometro do m
to ; hoje, que os aventurelros polticos domi
a siluacao, eo tenha noslera invadido lo
as classesda sociedade ; lioje, que quasi nlngu
disputa e pretende orna gloria, para coja conqui-
sa preciso alraressar urna estrada rastissima
toda juncada de agruras e espinhos; hoje p
vaveltnento, por bem poucoso precediroento
S. Exc. ser apreciado, o por mais poneos aind
abracado e seguido.
qrra os cruzados sao raros neste termo
impiedade e falsa f, em que o bem publicp
urna palavra sem signiGcafe, ou rangoso carr,
cismo na opiniao dos moeps, urna lettra. moi
ou irrisoria ficcao no penia dos mais avanca
em idade ; finalmente, que o Brasil, que
foi Romano herosmo, actualmente Ninl
na corrupeo I
Portanlo, como escrptor mralisado, julgai
de nnsso rigoroso derer applaudir a heroica
ragem de S. Exc, que se destaca e desprerrd
seductora e geral corrupeo da poca, com
apostlos da nova le dos pitdseos que os
caram.
A nica cusa que S. Exc. teta aljoja
Depoisdeste triumpho,oreo cuja pena foi per-
doada, mostrando sua incorrigibilidade, requinta
em audacia e insolencia. Longe do atlnbuir o
seu perd&o hondada paternal e misericordia
do augusto Monarcha, elle o attribue protecQao
de um iuimigo gratuito dos juizes desta comarca,
o qual para fins eleitoraes exhibi urna prova
disto, mandando franquear a leitura de urna
carta, talvez apocripha, do Sr. ministro da justi-
ca, em que Ihe dar os parabens pelo perdi do
protegido.
Essa carta correu de niio em mao nesla cidade
para se conhecer a influencia e o poder do Sr.
Souza Carvalho 1
Pensando deste modo, e suppondo-se escuda-
do oom urna proteceo tao valiosa, para zombar
do quanlos procossos foram instaurados, nao di-
minuem, n5o cessam ; mas augmentam oa in-
sultos ; e eis o explicaco do que escreveu o
correspondente do Liberal, o Sr. Cueiano de San-
io Antonio.
Responder gento desta laia, perder lempo e
paciencia : calumniadores taes replicam, insis-
lindo as mesmas falsidades.
Responderemos portanlo a um s ponto da
correspondencia citada.
Nosso Gm demonstrar que o protesto, publi-
cado no Diario de 14 do crrenle, o produelo
da cxpoiitaneiado dos homens mais respeitaveis
e honestos desta comarca, que nao poderam sup-
porlar por mais tempo a infamia de se dar como
opiniao publica, o que s Gibe de odios infun-
dader, e dos senliraentos vis de poucos indivi-
duis mo.
Estamos quasi dispensados desta irabalho, de-
pois que o Diario de Pernambuco^om a impar-
cialidade, que o caracterisa e distingue, no Ht-
trospeclo semqnal datado de 10 do correle, re-
conhecou o quo acabamos de dizer, mencionando
com satisfaco esso documento, que dase ser
c urna cousa lio rara como honrosa, para os ma*
gtslrados da^ue pella ge traa.
d u vid
proge
O s
o tern)
inslru
era m
mund
Alm
cont
nio. c
frang
do; o
idado
lagrin
desab
sorris
Assl
lanle
quem
ci, o
just
aman
que
co,
am as conln-
s do murtdo. Pobres pais 1 Dotada do qua-
i eminentemente disiinctas angarlava a
hia geral pela sua natural do|cilidade, ame-
na sin puridad*, nolavel gravidade' de scu porte,
c por um cerld que de immalerihl que se lhc
trans izia no semblante. Casto, mddesta, recata-
da, o eu pojo, era o symbolo de sua virgiodade :
lo pe' cado original apenas solrera^ os botes da
flagnllicao da arga. Era mister' aprocia-la de
perto >ara so cnheccr a candara] de sou cora-
Sao c i seriedade de seu carcter j era brilhante
de alt preco. Verdadeira c delicada amiga, ir-
maa i morosa ejdelicada, era fllha|digns por sem
dos cariulios c disvellos do seus amantes
lilores.
u reino era o do co ; c a sua mssao tocou
ino : orlhodoxa, ella se cqmprazia em se
r na don trina do im maculado cordeiro, c
>slrar scu desapego s pompas e vaidados
mas, do qiio seria victima, pois foimulher.
de tudo, porni, era caritativa. Sen inno-
:orac*o aindirnao temperado pelo infortu-
nio podeitdo bem avaliar a miseria, cbn-
i-se no entretanto ao podido do necessila-
quanta vez com o balsamo da esmola nao
sacioi ao faminto I quaiUas vezes em lo lenr
nao araenisou o amargo do bolo com as
as que orvalhavam suas pdicas faces,
ochando Os lindos labios com animador
m so passpu sua curta vida, que foi cons-
arova do q|uo era apenas romaria a sua pa-
tria c< lestial, porque nunca o amor da trra per-
turbo11 seu purocoraco, e ella raorreu como in-
nocense virgen).
8ue muelo.... ele momento fatal foi liciro iro
peccajlor, e festoj no co. Que sorenidade, que paz
e que socego apresentava seu j desfallecido
senvbl te quando rodeada de quem a amava de
craeio,sacudio;o p^da sandalias, e foi para o
seio dj-i seu eterno Pai I Rogai, querido anjo, por
na trra tica carpindo toa" infinita ausen-
aleancai do Deus do m i srico ni i a lenitivo
dr de leus inconsolaveis pais, de leus
es irmaos, e de todos que te chorara, por
ib innocencia na Ierra, le deu valimenlo no
fique-lhes a saudade para eom o seu do-
ce am.rgo trazer-nos a lembranca deque Mara
Maxim lia Vieira de Amorim habila entre os
anjos.

ra
j'a^^ifoS;/ ta*
Si"LS i0 n08S0 caracler sertanejo
iRdepeaden^queBadjaspir^o,, e nem t5o
LX,fe Peaoa M*ir ^ o Proi.o
-S.n^W d?'Je em^*S"o publico, a quem
. h/r "npen!1 'u,8u n su -Ha Poliiica
ou sabedoria. mandar oceupar a chealura de po-
lica da provincia do Piauhy, nao precisamos
inle.ramenre de Jncensnr a que qu/r que seja
quinha intell.gencia, desafiamos para qc se no
conlese a verdade do que vamos de diuor, poi.
um empregado como o ex juiz de direilo desla
ra..Sa emire0 de,BBl '"POrlancia me-
caoenrPerS Ml^ 8y0palhia' C0nsid"a"
No podemos mesmo fazer
estado infeliz em
41?
urna analyso do
qte"nao
nos apparecam por c estes maff, de quo asta o
sendo victimas os habitantes dess* famosa capi-
tal (a que de certo sentimos dentro d que esle nossn local insalubre, agttalha, e ali-
menta as epidemias, que infelizmente e pro-
curan).
Com o mal tambem nos costumamos : Inrrto
pode a sua.continuacSo 1 O povo j nap senteos
anos pregos dos generes altmuntcios, porque oJro
ouvimos queixome.
J nao he falla de trocos, e sim de dinheiro ;
e peior ser se aschuvi nio conlinuarem : por-
?nUm0,3rng'>n,!08',lolor"aosarrns sumcienles, e
da nossa agricultura, tambem diminuir o d-
nneironogyrocommercial. e esta falu aitecta-
tar a todos as classes da sociedade
Basta gor agora.
Victoria 10 de maio de 1800. y
________ Verita.
A eleicao de um tenador pela prorincia do Cea-
r, na vaga do fallecido padre Jos Vartiniatio
dt Alencar.
Com o fallecimento do Exm.
CaaaBaUaHio
Rendimeuto do, Ut 1 a 22.
dem do dia 23. .
eral.
3tetM399
4QT12 . a- *?,*w' pwwtnelas7~
dem do da 23....... 284|77tt
l4{876
pessoas. Quem
quem era criminoso foi
Com. irea da Boa-Vista de abril
de 18SJO.
Srs, reiactaiet.Hoje que j entre nos nao
se ach, e que na penosa e quasi iancredlUrai
t\Tl ?r,n,r,r PubJiC0 T" se tf por estes
lugares lo afastado da aco do governo supre-
mo. Ante porra de entrarmos nos promeno-
res do que se dar na occasiao em que chegou o
ir. i)r. Lemos, chamamos altenco do publico
para o que date a respeito desse senhor o tro-
mpe, jornal publicado na cidade do Crato pro-
vincia do Cear No dia emquo bateu-nos boj
ouvidos esta roz geral que se achara na comarca
o Sr. Dr Fana, j& p0r todo sabido juiz de di-
reilo da comarca ; perrailta-se-me a expressao
se Sor m cabida, o termo do Ouricury camo um
doenlo as ancias da morte sem mais esperanca
na medicina, pulou do lei de dor c sua cura ia-se
realisando com as mais lisoageiras esperancas.
Quem naolenibrar-so-ha neste termo que lie
eslava a qucimar-se no dia era que loroou conla
da vara de juiz de direito o Sr Lemos? Quem
nao sabe quanlos procossos de vingancas so for-
gicavam a drede para aiTaslaruns c chegar ou-
tros que delles se separava ? rodos nos sabe-
mos destes desgrasados manejos; todos os
conheceram; mas pergunlo, o que succedeu
quando o Sr. Dr Lemos chegou na villa do Ou-
ricury? Nao queremos personalisar a pessoa al-
guma porque meu Gm nao offender alguem
seguimos a narr.*/' dos fados, ellos fallara mui
alio para que precisemos de
era innocente foi livre
condemnado. Esto magistrado enrgico o va-
lente fez cora a voz da justica calar tu Jo. cima
de todas as considerares esi a lei, o minha re-
pulacan, grita o niasislrado ; os proprios con-
demnados eram contentes e respeilavara no ho-
mem a lei e a justica, nao houvo urna s pessoa
nesla comarca que pedisse um favor ao Sr. Dr.
Pana (endent aosou-magisteno, o que era de
ni elle faza o que nao, ninguein lite pedia, n.lo
houve ums pulenlado que nao so Itumilltassc
com suas decises pois nellas enchergavara a
mais recia juslica; o proprio Sr. Jos Joaquiml
de Barros cora sua espada e suas bayonetas hu-
milhou-sc quandu recebeu a sentenca de sua
condemnacao. O Sr. Dr. Fana deve ufanar-se e
dizer, que nenhum empregado publco nosla co-
marca fez o que S. S. fez. e pode dizer com or-
gulho que nao doixou um s iuimigo nem mesmo
desafeicoados.
Dissemos sem temor de errar que nos parece
ser o nico magistrado em sen carcter de juiz
de direilo, que podia fazer a elicidade desta co-
marca, sua vontado forle e enrgica, dotado de
uraa actividade e inlelligencia nao vulgar e cheio
de coragem para todo os perigos ; no mesmo
tempo cercado de urna numerosa familia, como a
da sua Exm." senhora para nao receiar um tiro ;
como cima dissemos, nao couheceraos outro
iiaqualidadcdo Sr. Dr. Faria que podesse fazer
elicidade desta comarca ; mas emtira s hoje
nos resta lamentar sua falla, embora preenchida
porum distinelo moco digno por sera duvida de
todo nosso elogio e da alta consideracao que o
governo imperial Ihe deposita. Felicitamos es
nossos visinhos do Piauhy por lerem entre si um
digno chefe de polica.
Receba o Sr. r. Francisco do Faria Lemos
nossos emboras e saudades. Dos o leve na sua
infinita bondade ao poni do seu novo destino.
Sou de Vmcs., Sis. redactores, etc., assig-
nante.
O apreciador do msrito.
y --^
^iiyiiu. cj i^v.. ... .. .
.s actos daquelle3, que rerisldos "da" auYn-
ridadfc transceudem os limites, que as lei lhes
lem Arcscripio ; tambem'no devemos deixar em
olvido aquelles, que merecem honrosa mencao.
O Sr Alteres Aloxandro Jos de Holanda Caval-
canti delegado suplento deste termo acaba de
tirar da escravid.io nove individuos, oriundo de
mai livre na pa baptismal', que, como escra?a
fora vendida a Jo.io Coelh da Silvera, que em
boa f os possuia. Logo'prih que a polica
descobrio esle trama, nenhum duvida oppoz o
Sr. Joo Coelho a entrega dessas pessoas para
serem serem depositadas, e provarcm a sua li-
berdade.
Consla-nos, que o vendendor foi um sujeito
de nome Manoel Ferreira, a cuja cassa anda apo-
licia, para que receba o derido premio por esle
feito do ambicao, e desUtuido de caridade.
Nao parom aqui as delgencias da polica.
Ella conseguio a prtso de uro clebre Antonio
Carlos, reconhecido, como so diz, chefe dos la-
drees do cavallos, o qual se acha recolhido a ca-
jea por ja oslar pronunciado por outros crimes.
Nutrimos porra justos recelos, que seia pos-
to em liberdado ; porque nos consta, estar re-
querendo flanea ; se assira acontecer, teremos
de novo em campo esse grande e a pregado
quadrilheiro.
Quaudo em pocas passadas se davam alguns
varejos para a prisao de criminosos, gritava-se
perseguicao hoje porm o que se diz ? Quere-
mos moralisar o paiz. Est portanlo justifica-
do o anterior procedtmento.
Bom o programmada moralisacao : porque
um poro sem moralidade nao pode ser. feliz.
A qualificacao dos volantes desta .cidade tem
dado materia para dtvermento do Liberal Per-
nambncano. As suas qneixas pofra sao infunda-
das ; por que eslaorqBalificados 3100 volantes,
e se atgumas reclamages foram desatendidas,^
nao se deu oulra causa, que nao serem ellas re-
queridas com as solemnidades exigidas pelas
leis reguladoras da materia; e essas mesmas
reclam-jc.cs versavam sobre 180 pessoas, e en-
tre estas muitas, j qualificadas. Mas toda essa
gritara, e aranzel nao passa de lamentaees pa-
ra moverem do Exm. Sr. presidente a com-
miseracao para lhes dar alguma couzinha
talvez pretendam os homens das cacetadas.
Essecommuncante do Liberal Pemambucano
que.d noticias de prcfcessos.quese preparara con-
tra o lenle coronel Jos Mendes Carneiro Leo,
capito Jos Severno Cavalcanlo de Albuquer-
que, Domingos Martins Pereira Monleiro, o ou-
tros, nao passa de um grosseiro inlregante ; por
que nao ha razo suflicienle para taes processos.
O Sr. Mendes, anda que seja um lideral afer-
rado aos seus principios, todavia um cidado
honesto ; o Sr. Jos Sevorino jamis far liga
com o Sr. Dr. Pedro Bellro seu perseguidor ;
o Sr. Domingos Martins, membro de urna fami-
lia sempre re3peitada, mansa, e honesta alm
de professar a poltica saqarema sempre esteve
apartado do bolicio poltico ; acrescendo ser ho-
je residente na comarca do Rio-Formoso, onde
casou-se ; o Sr. Dr. Pedro Bellro nem um mal
pode causar aos seu adversarios polticos por
nao leras sympalhias doslbraes a excepQao de
ura ou outro.
Logo qual a necessidade, qual a utilidade
desses processos? Portanlo esse coramunicanle
da Litoral Pemambucano do 10 deste mez deve
procurar outro recurso, porque deste nao obler
pTovimento.
O jury pjincipiou os seos trabalhbs no mesmo
dia designado 9 desle mez, e tendo sido jubgados
at hoje tresc reos, apenas cinco de crimes le-
ves tem sido absolvidos, sendo dous appellados.
E porque ? Daremos a razo. Os defensores
contando eom o appello, quando ha prova do
facto delictuoso, e seu autor, nao se arrisenm a
pedir absolvigo do clientes e smentc procu-
rara atlenuar-lhes a pena, com o im do na
peiorar-lh.es a sortc relativamente aos crimes, de
que sao aceusados. O digno juiz de direito can-
fortna-se com esse procedimenio, demonstrali-
ro, que smenla nao quer, que o crime fique
impune.
Antes de hontem romos visitados por um
aguaceiro que carregou msts para o centro;
porque const-nos que o riacho fapiuirica, que
nasce das Immedlacoes da Serra ds Russas,
trouxc enchenle. Deus queira, que a vizila con-
tinu para aa pasiarmas peta mesma proran-
cis, que aflligem os poros do centro da Baha,
K salubridad,* etw esla co4a cidMk vai de
cumpre seja dignamente oceupada como tem di-
^ .9ue"* mporlante provincia. Tomamos
pois a liberdade de lembrar aos nossos Cearen-
ses os nomes de iros de seus disiinctos patricios
ohan?.m.p0rem,a Usla tr'P|ice 1ue lm de r
sumetlida a alia consideracao de S. M
nal, aura de escolher o substituto do
Alencar.
Jari^S n5 falla saber- honestidade. servicos e
pairioiismo.
rim.nram" 2 q"e nos ref'mos sao dos integer-
*:'fJ. Kxms. Srs. deaembarg.dor
S va En, "u"f V'e,r,a e Ffanciic0 Domnuesda
imuerial i? IUer J-S -lri *" recaia a
imperial -lera a provincia do Cear ura nronu-
nador valenle e Ilustrado. Po
(*'eulo do Maranho )
. -V frailee i me uto.
dnvr a a,ss.,?"adu 'em por divisa o imperioso
deverde grat.dao, e se nao podenJo furtar
Impe-
fallecido
que
applicados
a molestia
preslou
da luin-
segundoo impulso de seu coraco. publicamente
vem -.presentar ao Ilim. Sr. Dr. Manoel Aires da
Costa Branchante, medico do corpo de saude do
txercito. um solemne agradecimenlo pelo cura-
mnL^A *C< .* de Pralicarem "m scu tilho da 13
annos deidade. que sendo atacado de urna forte
pneumona, fot ella to nolenta e acertadamente
combatida, que no espaco de 12 das achava-se
o doente livre do per.go, e era perfeito estado de
aude ; e os remedios foram tao bem
pelas proprias maos do Sr. Dr
nao conseguio zumbar delles
E portanlo, tanto mais espontaneo este agra-
decimenlo, quanto S. S. araluilaine'nte
seus servicos, que nunca sero riscados
branca do abaixo assignado.
O Sr. Dr. Branchanto encontrar sempre de ora
era diante na pessoa do abaixo assignado um
amigo dedicado e gralo, e roga a Deus pela con-
servado e felicidnde do salvador de seu tilho.
O capito, Firmino da Cunta Reg.
Recife, 23 de maio de 1860.
NENIA
oflerecida ao Dr. Jos dos Anjos
."Vieira de Amorim, morte de
sua extremosa fillia D. Maria lla-
ximida Vieira de Amorim.
Paluda sombra que passou no espaco
Mais urna frevtc virginal beijou,
Choveu-lhe flores no gentil regaco,
E urna cora angelical lalhou '
Sorrindo para a joven casta o bella
Deu-lhe de noiva o candido vestido,
Na lesta Ihe cingindo alva capella
Deu-lhe as feicoes um novo colorido....
Deita a menina ao leilo do noivado,
Dos lindos olho Ihe apagando a luz,
E da innocente ao seio delicado
Depe mimosa, deslumbrante cruz!
E' sua a palma! o doirado sceplro
Que abre as portas do co um s signal-l
E fudio a viso... voou o espectro...
Paluda sombra, fria, sepulcral !
Euma nuvem deseca mysieriosa,
E um coro do Senhor passou cantando,
E arrebalou sua alma virtuosa
W!o un. nutro do */ nnsrne Krilhon.l,. I
Recife, 23 de maio de 1860.
Epiphaneo Bilencourt.
de
que
ELEICAO
juizes escrivens e mais
mordornos gue ho de fes-
tejar a Sa.niiv Cruz dos
Canoeiros do bairro do Re-
cife no anuo de 1860
1861.
Juiz por eieico.
O Illm. Sr. Manoel Ferreira "da Silva Tarrozo.
Juiz por deroco.
O Illm. Sr. Jos Pereira daCunha Jnior.
Juiza por devoco.
A inrata* e Exm. Sr. D. Francisca Carolina
Ponles Tasso.
Juiza por eleicao.
A Illm. e Exm." Sr. D. Mara Aurelia Rodrigues
Guiraares.
Escivo por eleicao.
O Illm Sr. tonenlo Jos Joa'quim Lopes de
Almeida.
Escrivo por devoco.
O Illm. Sr. D. Jos Anglada.
Escrivas por eleigo.
A Illm. e Exm. Sr D Carolii Rodrigues Ma-
galhaes, mulhcr do Illm. Sr. Mariano Lopes
Rodrigues.
Escrivo por devogo.
A Iilm e Exm Sr. D Candida Marcolina da
Costa Moreira.
Mordomos.
O Illm. Sr. Francisco Pedro dasNeves.
O Illm. Sr. Jos da Costa Moreira.
O Illm. Sr. Caetano da Costa Moreira
O Illm. Sr. Dr. Manoel Enedino do RegoValenca.
O Illm. Sr. Carlos Augusto Thoraegne Rastier."
O Illm. Sr. Jos Francisco de Paula Ramos.
Mordomas.
A Illm. q Exm. Sr. D. Caetana da Cunha
Lages.
A Illm. e Exm. Sr. D. MarcelinaVazd'Oliveira.
A Illm." e Exm." Sr." D. Maria Joaquina da
Concnico Lima.
A Illm. o Exm." Sr." D. Joaquina de Olivoira
Mello.
A Ilim." e Exm." Sr." D Maria Angosta de Oli-
veira Mello
A Illm." e Eira. Sr. D. Feliciana LopesVilar.
O arcedago vigaro, Placido Antonio dos
Sanios.
COMMERCIO.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambuco.
EM 22 DE MAIO DE 1860.
Directores da semana oa Srs. :
Francisco Joo de Barcos e Josa Jeronymo
Monleiro.
A caixa desconla letras a 11 0/o, e recebe
dinheiro ao premio de 10 0/q.
Depadios de exportocaoaaeteme-
sa do nominado desta efdade ,
rila *9de mato de l*60
HnvfeBrca franceza Sphere, Tissct Frere
800 conrn seceos e4W oeros espichados.
Rio da Prata Patacho hollandcz Willemina,
* Iraaioa, 130 barrica assucar brane.
LisboaBrigue. porlusuez Relmpago, T. de
A. Ponseca, 250 saceos assucar baanco.
LirespoolBares ingleza Olinda, Jame Rr-
der & C, 194 sacca algodao.
Exportac^&o.
Canal bngue inglez Dante, de 293 loneta-
das, conduzio o seguinte :=1.100 saceos assucar.
rorto. bng.w porluguez Harmorria. de 252
toneladas, conduzio o seguinte : 1,215 sarros
e db barricas assucar, 14 saccas algodao. 3*6
couros salgados. 154 cseo mel. 409 raeios do
vaqueta, 4.061 chifres de boi.
Rio de Janeiro, briiue nacional Di.mao. de
z toneladas, condumio o segtinte: 2,1J
saceos e 100 barrios assucar, 2.010 pellesde a-
bra, 2,505 uieios de raqueta, 1,|B0 cocos com
casca, 28 raolhosde salsa
dem, hiate nacional Artista, de 259 tonela-
das, conduzio o seguinte : 190 bauis tow*-
nho, 2,135 saceos assucar, 120 cascos agurdente
10 ditos espirito, 226 meios de sola, 3U duzias
de cocos para agua.
HecebedorJa de rendas internas
geraes de Pernambaeo
Rendimentodo dia 1 a 22. .. 25:7765918
dem do dia 23....... 696J30*
26:4738248
Consulado provincial
Rendimento do dia 1
dem do dia 23. .
a 22.
34:22*655.
1:9769812
36.1999167
Pauta dos preros dos principaes gew-
ros e produeces nacionaes,
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
de 21 a 26 de maio de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdenle.....caada
dem caxaca.......
dem de cana......
Idera genebra......
Alfandega.
Rendimentodo dia 1 a 22. .
dem do dia 23......
158:742*850
9.-9I8717
16861567
fovlment.) da alfandefra
Volumes entrados com fazenda
com gneros
Volnmes
ora
fazendas
gneros
191
398
88
333
U89
421
-----------------jioje 24 de man.
Barca rflP B^rlevRajpefazendas.
Lugre hollandezFelicitasdiversos gneros.
BriprY iti^leztlicfisferro a carreo.
Brigue poriugeBoa Fdiversos eneros,
Brigue inglez-Mlsabelacarvo.
Patacho inglesAttila-baeaWkae.
Fatatho ameritaoo^Duntbtxtarinfc.
garrafa
caada
arroba



dem idem.......botija
dem licor.......caada
dem idem......
Idera resillada e do reino
Algodao em pluma 1." sorte
dem idem 2." dita .
dem idera 3." dita .
Idera cm caroco ....
Arroz pilado......arroba
dem com casca.....alqueire
Assucar branco novo arroba
dem mascavado idem ...
Azeile de mamona .... caada
dem de mendoim e de efleo.
Borracha lina......arroba
dem grossa.......
Caf em grao bom.....arroba
dem idem restolho ....
dem idem com casca .
dem moide.....
Carne secca.....
Carvo de madeira .
Cera de carnauba em pao
dem idem era velas.
Charutos bons ....
dem ordinarios .
dem regala.....
Chitres......
Cocos seceos.......
Couros de boi salgados libra
Idm idem seceos espichados.
dem idem verdes.....
dem de cabra corridos um
dem de onea......
Doce de calda...... libra
dem de Goiaba ,
dem seceos .
Espanadores grandes.
t^m pequeos. .
Esleirs"*.. ->re






cento


H


um

uraa
arroba

alqueire
alqueire
arroba



>
Estoupa nacionf-.
Familia de araruta .
dem de mandioca .
Feijo........
Fumo em folha bom .
dem idem ordinario <
dem idera restolho .
dem em rolo bom .
dem idem ordinario. .
(omina polvilho .
ipecacanhua. ...... arroba
Lenha em achas grandes cento
dem dem pequeas. .
dem em toros......
Madeiras cedro taboas de forro.
Louro pranches de 2 custados
Costadinho. ,. .
Costado W .
Forro.........
Soalho........
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Virnhtico pranches de dous
custados.......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. de c. e 21/2 a 3 de
largura.......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros..... par
dem idem rodas de dita para
ditas........ >
Mel......... caada
Milho......... alqueire
Podras de amolar. urna
dem de filtrar.......
dem rebolos :.....
Piassava em molhos .... um
Sabo......... libra
Salsa parrilha ..... arroba
Sebo em rama......
Sola tro raqueta (meio) urna
Tapioca ........ arrba
Unhas de boi...... cento
Vinagre ........ pipa
Pao brasil-....... quintal


uraa
um
urna
>
>

>
um
*



700
420
500
81%
280
930
320
800
7J0O
6S00O
5jJ0l)0
1$759
3&200
3g60O
4S900
29750
9
lg920
7S000
4g6(JO
7S
4S50
5g000
9>oiia
5$50i
2S500
ogooo
3$OIX>
2ff>0*
IjJOOO
3jjCC0
DSWM
4g0()0
285
400
180
31)0
100l>
500
400
1S0OO
3g200
1360
300
1S600
33000
JO0O
7S00O
l300o
93000
73000
15S000
6300O
33000
25JO00
23500
13600
12S00O
33000
93000
85000
2S500
43000
2g240
I36OO
2igfJ00
143000
450000
16#)0O
53OO
IO3OOO
10300
30$00t
241
2J500
800
9300
1J120
20
120
253000
10$000
Qiaaa
SpHPV
3520
$360
503000
8jtooe
Moyimento do porto.
IVouio entrados no dia 23.
Cear e portas intermedio6 das, vapor nacio-
nal Iguarass, commandnla, segundo len-
te Joaquinr Aires Moreira.
Para e portos intermedios10 dias, vapor nacio-
nal Paran coramandante capito tenente
Jos L. de N. |frrezo. ^
Trieste84 dias^Wfab*bufguez #"-
wig, de 178 tootipdas, capito John C. Po-
lerpen, equipagem 10, carga 2,600 barricas
bacalho; a Johnsloa Patet k C.
Terra Nova30 dti, brigue ingler Agnes, fie
t~mr


Ota
f^
177 toneitia, cepillo Joeeph Albott, equipa-
gem 9, carga 2,600 barriese de bactlho : a
# Johnston Pater & G.
Navios tahidot no mesmo dia.
PortoBrigup portuguez Esperanza, capilo L.
P. do Carmo, carga ssucar.
Rio de JaneiroPalacho nacional Amaxonas 11,
cnpilio Manpel Goncalves de Araujo, carga
ossucar.
Canal pela Parahiba Patacho ingret/cmes Huid,
capilao John Priend, em lastro.
.- =
1
B
Borai.
n
e
a
c
ir""*
I I
co
Atmosphtr*.
Direccao.
99
Intensidade.
-I oo
a yi
Centgrado.
l t M> IO
"- tS tiS
ca o
Reaumur.
s
00
2 S
3.
FahrenAeit
s
en c*
-i -i
Hygrometro.
3
o cu
2!
tn= I
en 3 i
Barmetro.
O
ec
ce
w
9
*.
>
b 5
i i
o
r-
C
c
?
A noile nubada, vento S, o assim amanheceu.
0SCILLACA0 DA HAR.
Baixamar 0 h. 42 da tarde, altura 1.25 p.
Preamar as 6 li. 30 da manha, altura 125 p.
Observatorio do arsenal de marinha 23 de maio
de 18*50. Vibcas Junio*.
Editaes.
.OKHEIO .
Pela adn> itristrac,o do correio desls provincia
se faz publico que hoje (24) do corrente, pelas 2
horas ia trdo em ponto, leehar-se-ho as ma-
las ie tem de conauzir o vapor brasileiro Pa-
ra'dft coro destino s provincias do sul. Os se-
guros far-se-hao al.urna hora smente.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico aos propietarios dos predios urbanos
das freguezias desla cidade e da dos Afegados,
que os 30 dias uteis para o" pagamento i bocea
do cofre do 2. semestre da decima do anno Q-
anceiro de 1859 a 1860 se principiam a contar
do dial "dejunho vindouro. Mesa do consu-
lado provincial do Peroambuco 23 de maio de
1860. Antonio Carneiro Machado Rios, admi-
nistrador.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimentc
Jo arsenal de guerra, tcm de comprar os obiec-
los seguintes :
Para o 8. batalho de infantaria de linha.
1 bandeira de seda com armas imperiaes ; 1
haslea para dita ; 1 capa de brim para dita ; 1
capa de oleado para dita.
Para a 2 a coinpanhia de pedestres do linha.
40 grvalas de sola de lustre.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
as suas propostas em caria fechada na secretaria
do conselho, s 10-horas da manha do dia 28
do corrente mez.
Sala das sessdes do conselho administrativo
para forpecimento do arsenal de guerra, 21 de
maio de 1860. fenlo los Lamenha Lint, co-
ronel presidente.Francisco loaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
O novo banco de
Pernambuco repele o avi-
que fez para seren re-
colKidas desde j asnota9
1 o.ooo e 2o,ooo da
sso do banco.
arsevja
3ue
e7i
fact
hosi
Q
gos
pelf 9
tem jo
qua
A
zia
pos
por
Pau
reil
de
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direito especial do commercio desta ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
nambuco e seu lermo, por S. M. I. e C. o Sr.
D. Pedro 11, que Dos guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem, e
dellc noticia liverem, em como no dia vate e
qualro do correnle mez se ha de arrematar por
yenda a quem mais der era praca publica desle
juizo, e na sala dos auditorios um sitio, denomi-
nado Casa Caiada, cito no lugar do Rio Doce, o
quol lem urna pequea casa da pedra o cal.com
urna porta no centro e duas j'nellasem cada lado,
tendocem brabas de fundo,e outras tantas de fren-
te.pouco maisou menos, contendo algunsarvore-
dos de fructo avallado em um cont e duzeulos
mil ris, pertencente a viuva c filhos de Firmino
Jos Flix da Rosa, e fura nos mesmos penhora-
da por execuco de Jos Jalme Tasso, e,nao ha-
vendo laocador que cubra o prego da avaliac.no,
ser a niesma futa pelo prego da adjudicaco
com o abale da Ici.
E para que chegue ao conhecimento do todos,
rnendei passar editaos, que sero publicados pela
imprensa e affixidos nos lugares do coslume.
Daao e passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 2 dias do mez de maio do anno
do nascimento de Nosso Sonhor Jess Christo de
1860, 39." da independencia e do imperio do
Brasil.Eu Manoel Mana. Rodrigues do Nasci-
mento, escrivo o subscrevi.
Anseim francisca Perelti.
O Dr. Anselmo Francisco Perelti, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direilo especial do commercio desla ci-
dade do Recife do Pernambuco e seu termo,
por S. M. o Imperador, que Dos guarde, ele!
Fago saber aos que o presento edital virem, e
delle noticia tiverem, que a requerimento de
Caucannas & Dubourcq e Tisset Freres, se acha
aberla a fallcncia da firma social de Lima & Mar-
Uds. pela senlenca do llieor seguinte :
Tendo-se ausentado Joaquim da Cruz Lima e
Jos Goncalves Marlins, commerciantes estabele-
cidos com lojas de ferragens na ra Nova desta
cidade ns. 6 o 39, e socios da firma Lima & Mar-
tins, e lendo assim esta firma cessado os sous
pagamentos, declaro-a em estado de quebr, e
fixooi termo legal da existencia desta a contar do
da 10 de anril prximo passado.
Nomeio curadores fiscacs aos credores fiscaes
Tisset Frcres, e depositario interino o negociante
Antonio Valentim da Silva Barroca, que consta
tambera ser credor. E prestado pelos primeiros
o juramento do eslylo e pelo segundo assignado
termo de deposito, o escrivo remelter copia
desta senlenca ao juiz de paz competente para a
oppusuov ot atuvo, Hi u,u, <.yuftnam'i
todos os bens, livros c papis dos fallidos.
Fcilo o que, e publicada a senlenca nos ter-
mos dos artigos 812 do cdigo commercial e 129
do regulamento n. 738 se darao as ulteriores pro-
videncias, que os citados cdigo e regulamenle
prescrevem.
Recife, 6 do maio de 1860.AnseImo*'Fran-
cisco Perelti.
E mais se nao conlinha e nem alguma oulra
cousa, so declarava em dita senlenca aqui trans-
cripta, e para curaprimcnlo da mesma convoco
a todos os credores presentes dos fallidos para
coroparecerera na sala dos auditorios no dia 24
do corrente mez s 10 horas da manha, aflija
se proceder a nomeaco de depositario depo-
sitarios, que ho do receber e udminslrar provi-
soriamente a casa fal**-
E para que J-fgue ao conhecimento de todos
manit"; c'ssar editaos que sero publicados pela
imprensa o afxados nos lugares designados nos
referidos arts. 129 do regulamento n. 738 e 812
lo cdigo commercial
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 21 dias do mez de maio 1860, 39."
da independencia e do imperio do Brasil.Eu
Manoel Mana Rodrigues do Nascimenlo, escrivo
o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
De ordem do llloi. Sr. inspector da theson-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimento dos interessados, que no dia
6 de junho prximo vindouro, s 2 horas da tar-
de, tem do ser arrematada pcranle mesma the-
souraria, urna parle da casa de sobrado de dous
andares n. 29, sita na ra da Guia, penhorada
viuva de Antonio Ferreira Duarte Vcllozo para
pagamento do seu alcanco-seodo a parlo do dilo
sobrado avahada na quan de 1;|55#482, que
com o abate da quarta parte na forma da Ici, foi
adjudicada fazenda nacional no valor de ris
866S612, pelo qual quo lem de ir praca para
pagamento do dito, alcance.
As ptssoes, pois, que prct^nderem licitar, de-
verao comparecer no di e horas cima indicados
na casa da referida thesouraria.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pcr-
nambuce, 9 de maio de 1860.
O ofTirial-maior interino,
Luis Francisco de Sampaio e Silva.
O Illra. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumplimento da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 31
do corrente, perante a mesma junta, se ha de ar-
remitar a quem por menos llzer o fornocimento
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
da casa de detengo desla cidade, por lempo de
um anno, a contar do 1." de julho de 1860, a 30
dejulhode 1861.
As pe3soasque se propozerem a esta arrema-
tae'o, coirpareeam na sala das sessdes da refe-
rida junla, no da cima indicado, pelo meio dia
competentemente habilitadas, que acharo pre-
sentes o formulario e condi'ss da arremalaco.
E para constar se mandeu aflxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaca
THEATRO
DE

ftUWOjDB mNAMBPOO. QUINTA. EHBJL U DR MAIO T:
<*&
i
Por ordem do Illa. Sr. coronel djrector do
jl de guerra, se faz publico a quera convier,
oos termos do aviso do ministerio da guerra
de marco ndo, so lem de mandar manu-
irsr os seguintes artigos de equipamento e
ital. v
Mochilas S45
Bornaes 521
Saceos para marmitas 53
Lences 40
Cobcrtas de chita 20
Camisas de brim 40
Colletes para alienados 2
Toalhas pequeas para bancas 60
lem quizer arrematar o fabrico de taes ar-
compareca na directora do me_smo arsenal,
11 horas do dia 25 do corrente, com suas
proijostas em .que declarem o menor preco, o
>o em quepodem apresentar ditos artigos, o
'8 seus fiadores.
senaL de guerra 19 de maio de 1860.
Joo Ricardo da Silva.
Amanuense
Pela subdelegada do 1. dislricto da Trege-
los Afogados se faz publico, que se acha do-
tado um cavallo rugo pombo. velho, sellado,
er sido encontrado no lugar do engenho S.
o sera conductor ; quem se julgsr com di-
ao niesmo, compareca, que provando legal-
rnerjte, lhe ser entregue. Afogados 1 de maio
1 860.Jos Roberto de Moraes e Silva.
SANTA ISABEL
COMPANHIA
DE
fll
O abaixo assignado, empreziro da companhia, .
desde a apparigao do presente annuncio at o dia 26 de
assignaluras e seus competentes recibos no escriptorio
ou mandaram assentar seus nomos para as 30 recitas
ou mandem, se passaro a oulros.
Para commodidade de lodos os Dilettanli. divid
series do 15 recitas cada urna, ficando assim.duplicado
poza em raclade.
Todos j sabe ni as im mensas difficuldades que
e conduzir felizmente a esta cidade tantos arlitas de
intelligenle e Ilustrado publico de Pernambuco. O
trabalho n'uma especie de apologa, em grande nuro
que ainda desta vez excedeu milito as suas obrigacoes
20 artistas contralou 44, que jarqui chegaram, alm 1
tante do embarque
de suas passagens.
tante do embarque, e que fizernb perder ao abaixo assi
rlm
Lis aqui os nomes dos artistas que chegaram,
principaes tlicalros da Italia :
A Sra. JULIA BELTRAMINI, prima-dona absol
O Sr. BARTOLUCCI, primeiro bartono, dem.
O Sr. SOTTOVIA, prinniro baixo profundo, ide
O Sr. L. MARIOTTI, primeiro tenor, iaera.
O Sr. F. RIGHI, primeiro baixo bufo, idem.
A Sra. Armelliui, prima-dona.
A Sra. Girelfi, prima-dona contralto.
A Sra. Rosa Righi, prima-dona supplemenlar.
O Sr. Marchelti, primeiro tenor.
O Sr. Flacidi, primeiro bartono supplemenlar.
. O Sr. Augusto Mariolti. primeiro baixo, idem.
O Sr. Tobas Pieri, director dos coros.
Dezoito coristas de ambos os sexos.
Oito professsores de orcheslra.
Um regente.
Um concerladar a piano.
Um scenographo.
Um alfaiale.
. ..... nacmnisia.
Um ponto copista.
PRECO DOS BILHETES
Camarote de 1.a ordem........
2." ordem........
3.a ordem........
4.a ordem.i............
Ct deiras...............-.........
Platea.........,.................
Geraes. ^- ""'...................
uta.
THEATRO
LYRICA
saber a todos os seohores assignanles, que
corrento maio, se cntregaro os carles das
do theatro aos senhores que j assignaram
de operas italianas ; e caso nao apparegam
r-se-ha a asignatura dos camarotes em duas
o numero das familias, e diminuida a des-
eve^a vencer o abaixo assignado para reunir
ment, aflm de salisfazer as exigencias do
mprezario nao pretende fazer valer o seu
de palavras, roas deseja smenle que saiba
do contrato com o governo, e uue em vez de
e 8 que por mal informados fugiram no ins-
;nado o que lhes linha adiantado e o importe
s quaes quasi todos foram bera accilos nos
V
PARA TOT)OS.
.. 12flOOO
. 153000
.. 9S000
.......J....... 68000
................ 3JO0O
.........i....... 1S500
............... IJOOO
G. ilarinanqeli, emprezario.
\
^ lk\ I Al
COMPANHIA DRAMTICA
Sob a direegao do aetor Car-
valho.
SABBADO, 26 DE MAIO DE 1860.
Reentrada dos artistas Lima, Bozendo e
Mana Luiza.
Depois que osSrs. professores da orchestra ti-
verem finilisado urna escolhida syraphonia, su-
bir scena pela primeira vez nesta cidade a
excellenle e apparatosa comedia em 3 actos.
HACHADOR ESCOSSEZ
As brilhantes e jocosas scenas de que orna-
da esta intercssanle comedia, asseguram sera du-
vida ao espectador urna noile de completo rego-
sijo.
Terminar o ospeclaculo com a jocosa come-
dia cm um acto,
UMA MULHER
IPdMBBMSIOMS;
O resto dos bilhetes acha-se venda no escrip-
torio do theatro.
Comecar s 8)4 horas.
Declara^oes.
Pela administraco do correio desla pro
vincia se faz publico que a agencia novamente
creada na povoaco de Grvala, se acha funcclo-
naudo. Administraco do correio de Pernambu
co 19 de maio de 1860.O offlcUI papelista,
Oliveira Lima.
Coppco geral.
Rtlacao das cartas seguras, vindas do norte
pelo vapor nacional Paran, para os sennores
abana declarados:
Dr. Fenelon Cesar Burlamaqoe.
Francisco Julia Ferreira de Aodrade.
Joo de Siqueira Ferrio.
Jos Flix Pereira Jos Rodrigues Ferreira.
Melquades Pereira da Silva.
Manoel Jos Pereira.
Dr. Manoel Jos Pereira Marinho.
Manoel Pereira dos Santos Lavra.
Pedro Jancem Ferreira.
Dr. Sabino Olegario Ludgero de Pioho,
Theodoro Tbadeu de Atsumpco.
Riode Janeiro.
\ ai seguirl at fim da semana a bem
ecida barca Recife, por ter o
carreganiento promp'o, apenas re-
alguma carga miuda, escravos a
e passageiros, para os quaes tem
uto bons commodos: a tratar com
oel Francisco da Silva Carrico em
escriptorio na ra do Vigrio n. 17
ndar.
con
seu
ceb
fret
Ma:
seu
1- 1
Para
( e
vai
ra,
cargi|
cript
capil
CASSINO POPULAR
DE
WASCARASEPHANTASIA
NO
. M AGESTO SO SALO
DO
PALACETE DA RIJA DA PRAIA.
Sabbado, a espera do Espirito Santo,
A sociedade Cassino Popular declara ao respei-
lavel publico que dar neste dia um sumptuoso
baile de mascaras o phanlasias, e que ser roan-
lida a boa ordem e harmona que all costuma
reinar, e observado o regulamento approvado pe-
lo Illm. Sr. Dr. chefe de polica.
Entrada para damas gratis, e cavnlleiros 2#.
=
Avisos martimos.
ior par-
trata- se
igario
Para o A
segu o hiate Beberibe p
te da carga ; para o resto
com Luiz Borges de Gerq'
numoro 15,
Para o Rio Grande do Sul
seu c brevidade a barea Malhilde, por ler
melado da carga prompta : quem quizer carre-
gar o resto, entnda-ee com Manoel Alve* Guer-
ra, do seu eicrploro da ruad* Tropista a. 14.
A
gum
o Rio de Janeiro com muita brevidade
iguir a barca nacional Imperatris Veneedo-
1 primeira marcha, recebe ainda alguma
afrete, trala-se na ra na Cruz n. 45, cs-
rio da viuva Amorim & Filhos ou com o
10 na praca.
frica.
larca portuguoza Progressista recebe al-
carga miuda e passageiros : trata-se
com
os ce nsignatanos Teixeira Basto, S & C no
ao Corpo $anto n. 6, segundo andar'.' ou
o capito nio praca
large
com
rara
Rio de Janeiro,
segu
reir
se cr
poS
Cear
A.oarac..
No dia 10 do mz correr.^ 8#gire palhabolo
Sobvaleuse com 1 ear'gt qu tiver a bordo ;
quem quer carrega.r, entenda-se com Caetano
Cyrlaco da M. o lado do Corpo Santo n. 25,
segundo asdar. *
Aracaty.
O hiate Santo Amaro, recebe earga e passa-
geiros ; a tratar com Caetano Cyriaco da C. M.
no lado do Corpo Santo n. 25, segando andar.
Para Lisboa
segu no dia 31 do corrente mez de maio o bri-
guo portuguez Relmpago, ainda recebe algu-
na carga e passageiros, para o que trata-se com
consignatario Thomaz de Aquino Fonsecs, na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
capitao na praca.
m
o bngua Anna Rosa, capito Manoel Pe-
de S ; recebe alguma carga a frete : trata-
ra Teixeira Basto, S & C, uo largo do Cor-
into n.J}, segundo andar.
Lisboa e Porto.
S he com muita brevidade o veleiro brgue
BoaF.
Rcobe carga e passageiros para os dous por-
I08 : a tratar com os consignalarios Carvalho
Nog eir & C, na ra do Vigario n. 9, primeiro
anda-, ou com 0 capito na praca.
Cear e Acarc.
Otero conhecido patacho Emulacao segu
coa 'irevidade; para carga e passageiros, trata-
se co n o capitn, ou no escriptorio de Manoel
Gong ilves da Silva.

o Rio de Janeiro
segu em poucos dias o palaeho nacional Ca-
poaro >, ainda pode admittir alguma carga, pas-
sageirDse escravos ; a tratar com J- B. da Fon-
secs .unior, oa ra do Vigario a. 23.
COMPNHU
DE
Paquetes inglezes a vapor.
At o dia 28 desle mez espera-se da Europa
um dos vapores desta companhia, o qual depois
da demora do coslume seguir para o Rio de
Jeneiro tocando na Bahia, para passagens ect.
trata-se com os agentes Adainson Howie & C
ra do Trahicho Novo n. 42.
Leiles.
LEILO
Sexta-feira 25 do corrente
s 11 horas.
DE
Mliho e charutos.
O agente Camargo far leilo no seu armazem
na ra do Vigario u. 19, por conta e risco de
quem pertencer
DE
lOOsaccascom milhomuito novo, ecenlo e tan-
tas caixas de chaTutos e lotes a vontade dos
compradores.
LEILAO
No da 25 do correnle va: pra$a- pelo jui-
zo municipal d primeira vara desla cidade, urna
parte do engenho Socupeminha, 4* freguesia de
^V 'LV*1'" de t0:37M0. leodo wffrido
o abalo da 5. parte, por nao ler achado laocador.
Segunda feira *l de cocrente perdeu urna
menina um ponleiro do ouro eafladoem um tran-
celim prelo de burracha. quando ao meio dia
veio da aula, da ruado Livrameelo para o sobra-
do n. 25 da ra Nova deSauta Rita, fazendo tran-
sito do Livrameuto pela ra da Penha. largo da
ribeira ra Nova de Santa Rita : deu-se pela
falta em casa ao deapir-se a menina. O ponlei-
ro grande efornido, lodo lavrado do meio. para
cima, tendo urna figura de Cupido junto ao aro :
roga-se a quem o tiver achado de lvalo ao re-
ferido sobrado n. 25, segundo andar, ou a loja
n. 21 da ra do Queimado, que gratiflea-se, alera
de muito seagradecor.
Precisa-se de um menino do 12 a 14 annos,
portuguez para caixeiro : na ra do naogel n. 6.
Corina Pianta, relira-se para o Rio de Ja-
neiro.
T r|ec>M-8 de uro homem soltoiro, que nao
terina familia e esteja habilitado a ensinsr as
nrimeiras letras : a tratar na ra do Queimado,
loja de ferragens ao p do sobrado amarello.
= Na pharmacia n. 30 da ra do Livramenlo.
precisa-se fallar a negocio de urgencia com os
seguales senhores :
Joaquim da Costa Ribeiro.
Andr de S Albuquerque.
Manoel Alves Vianna.
Antonio Jos Gurjo, da Psrahiba.
Antonio Pergentino de Moraes Souza. do Ila-
marac.
Manoel Joaquim dasTrevas Marinho, da Victoria.
Attenco.
A oessoa que cura a plhisica ou o polmao faz
ver ao publico, que quem quizer servir-se do
seu pouco prestirao, dirija-se a ra do Nogueira.
casa da candado n 17; e pensando ser favora-
vcl ao publico raeus annuncios, por isso conti-
nuei.e segundo o trato que fizer cora qualquer
pessoa, me sujeiiarei pena do cadeia
Roga-se ao Sr. Manoel Ferreira Escovar,
ex-tenente do corpo de polica, o favor appare-
Cdeseja faVr?8 Ma:,>"rS D' 36' *ue muil lhe
DA
Galera Medford,
A 25 do corrente.
O preposto do agente Oliveira far leilo por
conta e risco de quem perteucer da galera Med-
ford, forrada de metal, com mastros reaes, m-
came, cabrestante, bolinete, fogo, correles e
ferros, tal qual se acha ancorada no lugar lti-
mamente designado pela capitana desle porto :
sexta-feira 25 do correnle, s 11 horas da ma-
nha, na sala da associago commercial.
LEILAO
Quinta-feira 24 do corrente as
11 horas eni ponto.
O agente camargo fara' leilo no seu
armazem na ra do Vigario n. 19
DE
neos guardas vestido, guarda roupa
com espelho, camas, c&deiras avulcas,
loutjas e vidros, tres lindos cabriolis,
um bom cavallo trotador, e na mesma
occasiao se vender' um negro ptimo
cosinheiro ; no mencionado dia as 11
horas.
LEILAO
DE
1050 pelles de cabra.
Ao meio dia em ponto.
O agente Borja a u toma do pelo Exm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, fa-
ra' leil5o no armazem do Sr. Avila em
frente do trapiche do algodao, de vinte
e um molhos com mil e cincoenta"pel-
les de cabra vindas do Aracaty, perten-
centes a massa fallida de Caminha Ir-
mos & G,
Principiara' as 12 horas em ponto.
WLM
a
Tisset Freres farao leilSo por inter-
vencao do agente Hyppolito da Silva de
um magnifico lote de 50burros de Mon-
tevideo, para o que o agente cima con-
vida aos Srs. pretendentes a compare-
cerera sexta-feira 25 do corrente, na
ra do Brum, armazem do Sr. Flix da
Cunha Teixeira, as 11 horas em ponto.
LEILAO
DE
Cavados de Montevideo.
Tisset Freres farao leilo por nter-
v en cao do agente Hyppolito da Silva,
de 15 excedentes ca val los de Montevi-
deo os quaes se acham muito nutridos e
por isso proprios para o servico de co-
cheiro : sabbado 26 do corrente na co-
cheira do Joaquim confronte ao arse-
nal de marinha as 11 horas era ponto.
Avisos diversos.
Precisa-sede um.ofncial de bar-
beiro : na ra das Gruzes n. 35,
Vende-se farinha de milho em
barricas, muito nova, chegada pelo ul-
timo navio vindo da America : no ar-
mazem de Matheus Austin & C., ra da
Senzala Velha n. 106.
Taberna.
Vende-se urna muito boa taberna em
lugar de muito bpm negocio, muito
areguezadada para trra e para o ma-
to, com poucos gneros : para infor-
maf5o na ruado Codorniz n. 18, pri-
meiro andar.
AtteiNjao.
O abano assignado, tend sido tictik.a de um
furto em sua lefa iiniRM n. t, d. bilhetes,
que tioha expostos i veada. e o ladrao tendo inu
Ulisado pelo mejo empregadd, um delles, de que
apenas flearam os. dous pedacos extremos, Uto
, o lado do lalcy e o da numeracio, que toda-
va acha-se partida, vero prevenir que este bi-
Ibete inteiro e de n 1251. como reconheccu
dos seus ssentos dos bilhetes compjados, e em
lempo competente ha de ser verificado pelo res-
pectivo talo. Islo publica para que, no caso de
sero mesmo premiado, naoappareca duvidas, e
assim fique scienliflcado o Sr. thesoureiro das
loteras e garantido o direito do abaixo assigua-
do.L. Delouche
SOCIEDADE
Instituto Po e Litterario.
De ordem.do Sr. presidente scieniifico
aos Srs. socios que hoje (quinla-feira)
haver sesso ordinaria do conselho di-
rector, no collegio das arles, s 3 ras da larde. Assim como scienlifico
que acha-se mudado o trabalho das ses-
ses para as quintas-feiras. na casa e ho-
ra cima mencionada, licando desta sor-
te prejudicado o Q 11 do art. 31 dos nossos
estatutos, que diz, que as sessdes ordi-
narias do conselho sero nos domingos.
Secretaria do Instituto Pi e Littera-
rio aos 24 de maio de 1860. Henrique
Mamedo Linsde Almeida, primeiro se-
cretario interino.
Aviso.
armazem
ou
O Sr. Luiz Jos da Silveira nao pede vender
sua taberna sita no Campo Verde, sem pagar o
que deve a Manoel Joaquim de Oliveira & C de
gneros que lhes comprou para a mesma taberna.
Aluga-se uro sitio com alguns arvoredos. e
de sabao, pelo commodo preco de 20 raensaei
a tratar na ra Imperial n. 5. *
Pede-sc encarecidamente a todos os irmes
da irraandade do SS. Sacramento de Santo Anto-
nio, para, no da 3 dejunho, as 11 horas da ina-
nnaa, corapuecercm no consistorio para nova
eleicao da mesa, pois urna esraola que fazem
so mesmo Senhor, am de ser bem administra-
da.Um chrislo.
= er."a!.dio0c.d! Senna Diag- 'hesourefro da
jrmandade do SS. Sacramento da freguezia de S
Pedro Marlyr da cidade de Olinda. avisa aos se-
nhores irmos da mesma irmandade para com-
Vede-ee'um 'bo'oiro"cvaro"'ruco foveiro SucU^"1 n ?ia 27i.d-0 corre,e n'ez do maio,
m todos os andares e bem gordo ; na ruada i ?, i a """"3' na reJ de S. Pedro
la Apostlo, que presentemente serve de malriz
adra de se proceder a eleico do jujz e mais em-
pregadosda dita irrnandad.
Francisco Jos Leite lem aulorisado ao Sr
Joao Antonio do Reg para cobrar suas dividas
nesta Draga, amigavel ou judicialmente.
Aluga-se um
da Cruz do Recife, proprio para quaiqiier esl-
belecimenlo : para mais informa(;6es, a ra da
uruz n. 11.
Aluga-se a metade da casa na praa do
Caldeireiro : a Iralar na taberna.
rrHrrreC,Sa"s- do U.T araa Para cozinhar : na
ra da Conceicao n. 12.
Carneiros venda.
|Vmme.UB,.a.Pu0r5ao de car por junto
rM V relalh; q'^m quizer comprar, di-
r.ja-se a Passagcra da Magdalena, auando a
Pnl Pequea, na primeira taberna.
co
Roda, cocheira do Paulino."
Borzeguios inglezes, prova
ua e amansa calos,
d'ag
a 9$
o par.
paquete: na
Chegados de novo pelo ultimo
toja do vapor, na ra Nova n. 7.
*T ^f."061 Antonio dos Santos Ferreira pede
ao Sr. thesoureiro das loteras desla provincia
?heeten n W,,.0'80 !f Premiado. o meio bi-
ri. ? i t.erceira P"te da primeira lote-
Su c ?""no tsP,nt0 Sanio, que deve correr no
f?n d-0ipres.enle'pois ('U* dUo meio bilhete
to perdido pelo anhuncianlc, e lem no verso do
ojio meio bilhete escripto Delfiua Maria do Car-
m0."00 e uma f,lha d0 annunciantc, para
quem foi comprado o bilhete
."" Ma"oel Joaquim Goncalves Casco retra-
se para Portugal.
avT Oslerdeiros do engenho Caraaragibo leram
ri^,flmT1?a0 ,fn"un(:i0 do Sr. Manoel Maia
da Silva, declarando-se credor da massa do seu
nr.?f.H.JB,alin"rqaan,a de 600'e P0F este mei"
pretenden! desfazer o mesmo annuncio, dizendo
auei f S Pe8-f JaqUm da SiIva Caslro. 'o
quem S. 8. so deve entender, e acerca do aut
nao encontrar a menor duvid
,~nfJ;r"a d0 Vio n 6, precisa-se de uma
ama para engommar para duas pessoas
Manoel Joaquim Goncalves Casco. nortu-
guez, vai cidade do Porto. P
rn^hn H,,a a dar"se dinheiro a preraio^sob
penhores de ouro ou prala : na ra Augusta nu-
rW
muk,
Precisa-se alugar uma araa que seja torra ou
captiva para casa de pouca familia : a tratar na
ruada Imperalriz, loja de calcado n. 14.
Vaz 4 Leal fazem scienle quo o Sr. Jos
Joaquim de Oliveira Campos deixou de ser seu
caueiro desde hoje 23 de maio de 1860.
Ama.
Precisa-se de uma ama : na ra Nova n. 5.
Precisa-se de uma araa para cozinhar :' na
ra dd Queimado n. 48.
Carlos Aron relira-se para fra da pro-
vincia. '
Em praca publica do Dr. provedor dos re-
zidios e capellas se proceder a arremalaco da
renda annual das casas e sitio pertencente ao
patrimonie da irmandade das almas de Santo An-
tonio, cuja ajremataco ter lugar no dia 26 do
corrente.
O Sr. Henrique Augus-
to Cowper, precisa de uma
vacca de leite: quem tiver pa-
ra vender compareca no con-
sulado inglez, ra do Trapi-
che.
Vendem-se balancs decimaes
no armazem de Deoker S Barroso,
ra da Cruz n. 16.
\Licoes de francez
piano.
Mademoiselle Clemence de Hannetot
de Manoeville continua a dar lices de
francez piano na cidade e nos arrabal-
des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar.
LOTERIi
- ____a
As rodas correra sabbado 26 do corrente im-
preterivelmentc as pessoas que encommendaram
bilhetes venham os receber.
O thesoureiro Camilla Pires.
Na prac
bado 62 o
_ la Independencia n.
corrente s 9 horas.
P. J. Layme.
ATTENCO.
corre sab-
na
PERFUME PARA SENHQRAS
Murray e Lanman,
A que tem achado mais colhimento no
publico! Vende-se 20,000 duzias
de frascos por anno!
Esta agua encantadora exlrahe-se das diversas
flores, que se encontrara no paiz onde Ponce de
Len e Sout.i iam procurar a fonie da juvenlude
eterna.
D aos lencos um chelro muito agradavel e
refrigerante, 9 augmenta a belleza da cutis, des-
truindo as sardas e mais manchas que do coslu-
me alacam o rosto. Aconselhamos s pessoas
debilitadas pelo calor do verao de usarem desla
agua em banhos, pois tom ella a virlude de fa-
zer recuperar as Torcas perdidas pela transpi-
racio. v
Para evitar ser engaado por falsificares de-
ve-se procurar aAgua Florida de Murray e
Lanman, eaveriguar-sc se o envoltorio e ro-
tulo trazera oorofixo de Murray e Lanman.
E' fabricad esta agua nicamente pelos pro-
prietanos D. T. Lanman e Kero, droguistas oor
atacado, 69 Water Street, e 36 Cold Street, Nova
York.
Acha-se venda em todas as boticas e lojas de
perfmanos do imperio, em Pernambuco loja da
Luu Antonia de Siqueira, ra da Cadeia.
ea0e5r?m/apaEpar*cVxero de cobra-
ca. o duald fiador a sua conducta, e lem bas-
tante/ ortica : quera quizer do mesmo se mi-
sar, ^c.xc carta fuchada indicando a sua morada
cora *s micaes M C. A., na- praca dal, de-
pendencia ns. 14 e 16.
-4Precisa-se alug3r uma escrava que saiba
cozihar e engommar : a tratar na ra da Cruz
nsszem n. 16. '
Precsa-se de uma ama para todo o service
Jm'Lasa da Puca familia : na ra das Cru-
>inheiro a juros.
la travessa dos Quarteis, antigamenle ra do
!2!u TJ&l das .Crioulas n- 5. se dir
lem d 1 000S a premio, em pequeas quan-
^as sobre penhores, sendo o juro razoavel.
A pessoa que precisar de um hornera j de
lado, solleiro.que sabe ler, escrever, o d fla-
[or a sua conducta, para administrar qualquor
bra. pois tcm pralica de qualquer serrijo ou
utra qualquer arrumaco, annuncio nara ser
procurado. r .
I O abaixo assignado. sendo-lhe muito pre-
iCo retirar-so para a Europa no prximo mez de
unho alim de iralar de sua saude. e tendo de li-
quidar lodos os seus negocios antes da sua sahi-
la, anda pela ultima vez roga a todas aquellas
pessoas que lhe eslao derendo gneros que com-
praram para seus alimentos, no seu anligo csla-
beleciraento da ra da Cadeia do Recife n 2>
f or favor queiram vir pagar o que devem at
lim docprrenle mez de maio. e nao o fazendo o
mesmo annuncianle se ver constrangido a 'usar
dos meios judlciaes.
Manoel Jos do Nascimento Silva.
Catherine Elisabelh Roberts, viuva de Solra
B. itoberts, estando a proceder o inventario pelo
l.uiz de orphaos desta cidade, para que a liquida-
do de seu casal seja fcila cora toda a regularida-
,e e legahdade possivel, aDm deque possacum-
irir tiel e exactamente com os deveres de inven-
arianle lera constiiuido para seu bastante pro-
wrador nesta cidade para dila liquidacao. exame
e conlas, ele, o Sr. Ceorge B. Le* Lierre, a
yem se apresentaro todos os credores e deve-
res do casal, aGm de poder o dito procurador
erificar as respectivas conlas para serem inven-
nudasna forma da le, c passar recibo de qusl-
ecA cluanlia 1,,e receber. Recife 21 de maio de
: Precisa-se alugar um negro .captivo para o
irrigo interno e externo ; na nadara atraz da
tridico do Sr. Starr.
! Madama Appolinc S
j Roussel, primeira costureira da casa de
j Madama Millocheau. tem a honra de par-
i Hcipar ao respeilavel publico, que se acha
prompla para salisfazer a qualquer en- B
< comraenda concemente a sua arle, assim
| como ricos vestidos para casamento, bai-
| le e soire, fetos a ultima moda, e ptima #
perfeigao : as pessoas que de seu presumo #
| se quizerem ulilisar, podem dirigir-se #
Irua da Imperalriz n. 11, primeiro andar, dkj
&
iso aos senhores ecclesias-
ticos.
fazem-se capas balinas, cimarras, brreles
eipas viatoras : na ra da Cruz do Recife n.
primeiro andar.
No Recife, ra do Amorim, tem um official
ahuleiro, e lambem concerta os velhos ; faz.
ides e iravesseiros, e toda esta obra bem
,Manoel Joaquim da Silva Maia.
Precisa-se de uma ama para todo o servico
ib casa da pouca familia: no pateo do S.
D. 22.


A. N. Osborn, retratista americano convida ao respeittel publico pernambucano, para
Visilar seu estabelecimento de retratos pelo systema ambrotypo,, com vidros dourado e se respon-
sabilisa pela sua conservaco illimilada, como lambem encontraro ura salo especial para senho-
ras e grande e variado sobrecelentes de objeclos pertencenles a inesma arle.
Retratos para todos os precos e o alcance de todas as boleas de 3S al 30$ : na ra do
mperapor n. 4, bandeira americana.
Ama.
Trectsa-se alugar urna prela para tomar conta
de 2 meninos, o que saiba coser alguma cousa ;
na ra da Cruz n. 23, sagnndo andar.
Avisa-se a quem quizer por qualquer ne-
gocio a casa da ra do Arago n. 10, onde exis-
te tima boa armacao de taberna com todos os
pertences, dirija-se a taberna n. 8
Companhia doBe-
beribe.
Achando-se o Sr. director da mesma
comr>anhia, impossibilitado de presidir
a sessao que foi marcada para o dia 23
do correte, por 'jsso lica transferida
para sabbado 26 do corrente as mesmas
horas.
Escriptorio da dministracao da Com-
panhia do Beberibe 22 de maio de 1860
Jos Teixeira Bastos, secretario in-
terino.
DENTISTA FRANCEZ. 3
t- Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 3
>* rangeiras 15. Na mesma casa tem agua e <
p d'enlico. j
h A*SLXJlJL.i.kX A AA AJ.A1.. tt JLJLi.*
HUMUS PAR 1860.
Estio venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesta typographia, dasseguintes quali-
dades :
VOLHINHA RELIGIOSA, contendo, alm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a continuaco da bibliotheca do
Cristo Brasileiro, que se compde: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., aimitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoracao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacr, iiiieciufnr'para oracau iuntal
dividido pelos das da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jess, saudacoes dero-
tas s chagas de Chrislo, oracoea a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oracoes. rreco 320 rs.
PITA DE VARIEDADES, contendo o kalsnda:
rio, regulamento dos direitos parochiaes, e
urna collecco de ancdotas, dilos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservatr^l do arvores
e fructos. Prego 320 rs. \
FirA DE PORTA.a qual, alm dasrAterias do
costume, contm o resumo do' direito8
parochiaes. Pre o 160 rs.
Roga-se aes Srs. devedores dolstabele-
cimento do fallecido Jos da Silva Pial, o ob-
sequio de saldaren seus dbitos na ra to Col-
egio venda n. 25 ou na ra do Queirad* toja
"" 22 Ra Nova 22.
Lotera da provincia comga-
rantia.
Na casa cima indicada achar-se-ha sjmpre
ura variado sortimento de bilhetes da loloia da
provincia satisfago dos compradores, quWr
um abale do 10 0|t em quanlia maior de|00$.
Os bilhetes vendidos nta casa sao garalidos
sendo os 8 0i0, pagos logo que se extrair auto-
ra: porisso convida-se aos amantes desliici-
to jogo a virem compra-Ios aqu, que nao e u-
car salisfeilos.
Inteiros 128000.
Meios 6gUO0.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva :
no pateo do Terro n. 26.
H I. Rodrigues Pereira vai a Europa.
No reslaurand c caf docommercio preci-
i sa-se de dous criados foros ou captivos para o
1 serrico de copeiro.
O Sr. Antonio Duarle Pereira, morador nos
' Remedios, tem urna carta para lhe ser entregue,
na ra Nova n. 49.
O Sr. Guilherme Carlos Montero dos San-
tos queira dirigir-se ra Nova n. 49, a negocio
de seu interesse.
O Sr. Manoel Ferreira Escovar, cx-lHenle
do corpo policial, lera urna carta viuda do Rio
Grande do Sul, na ra Nova n. 49.
O Sr. I. L. C. M. queira nesles tres das con-
cluir o negocio que nao ignora, na ra Nova n.
49, do contrario ser publicado o seu nome por
extenso.
= C. W. Guy retira-se para a Europa.
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o altnanak da provincia para
o corrente auno de

DtRIO PE PBRNAMBUCO. QtlWTA FE1TU n DE MAlO DE 1860.

Companhia do Be-
beribe.
C Sr. caixa da companhia (commen-
dad )r Manoe1 Goncalves da Silva) esta'
aut< risadoa pagar desde boje o %' ai-
vid< ndo a razao de osl 50 por accao.
Escriptorio da companhia 19 de maio
de 860.Jos Teixeira Bastos, tecrc
tari a interino.
J* ****# $
Alten$o.
# Curso pratito e theorico de lingua fran-
g c !za por urna senhora franceza, para dez 8
@ nocas, segunda e quinta-feira de cada se-#
9 n ana, das 10 horas a.t meio dia : quem (9
0 q irzer aproveitar pode dirigir-se a ra da <
Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
$ a iiantados. a
ti @$#$ 9
Pcjr um corte de cabello e
frisamento 500 rs.
Ra da Imperatriz u. 7.
Lc:orale acaba de receber do-Rio de Janeiro
o pri neiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, i um outro vinoco de Pars. Eslo estabele-
cirae ilo est hoje as melhores condiroes que
pos iivel para salisfazer as encommendas dos
objeclos em cabellos, no mais breve [tempo, co-
mo s jara : marrafas aLuiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, rosetas, ele, etc., Ca-
ball ras de toda a especie, para homens e se-
nlior. s, lava-se igualmente a cabeca a moda dos
Estados-Unidos, scmdeixar uma-s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer o$ pretenden-
i.es, esobjeclos|eni cabello sero feilos cm sua
preseica.se o desejarem, e achar-se-ha sempre
urna icssoa disponivel para corlar os cabellos, e
pentear as senhoras em casa particular.
P chegado loja de Lecomle, aterro da
Boa-'ista n. 7,: o escolente leite virginal de ro-
sas bi anca para refrescar a pello, tirar pannos
sarda;o espichas, e igualmente o afamado ole
babo a para limpar e fazer crescer os cabello
assii i como p imperial de lyrio de Florenca
para aorluejas o asperidades da pelle, conser-
va a rescura e o avelludado da primavera da
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos imnnstos ei-
raes, provinciaes, municipaes
e policias.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
' Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
le toda a provincia.
Associagoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, Ilitera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas; vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emuin para todas as
classes da sociedade.
?
tiTiia
Terceira parleda primei-
ra do Espirito Santo.
Aos 10:000$, 5:000$ e 1:000$.
O abaixo assignado tem exposto a
venda os seus bilhetes garantidos dos 8
por cento ao imposto geral n;.s lojas se-
guintes :
Praqa da Independencia n. 4.
Pateo do Carmen. 17.
Ra estreita do Rosario n. 11.
Aterro da Boa Vista.
Ra do Crespo n. 5.
Ra da Cadeiado Rccife n. 66.
Prer^o de bilhetc 12^000
Meio C.sOO
Quarto 3$000
Vende-se em seu escriptorio na ru
do Imperador n. 21, cm poredes de
100# para cima pelos segumtes precos:
Bilhetc lis 000
Meio 5500
Quarto j70
Os bilhetes premiados de sua rubrica
sao pagos na praca da Independencia
n. 40.
P, J. Layme.
CASA LISO-BRASI.EIIIA,
2, Golden Square, Londres.
i. G. OLIVE1RAtendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e excellentcs ac-
commodaces para muito maior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-lhesseus
serviros e bons oicins guiando-os cm todas as
cousas que precisem conhecimento pratico do
paiz, etc. : alm doportuguez e doinglez ialla-se
na casa o hespanhole francez.
DENTES S
.. AltTIl U IVL*. I
Ruaestreita do Rosario n. 3
Francisco Pinto Ozorio colloca dentes ar- f$
tificiaes pelos Joussyslcmas VOLCAN1TE,
chapas de ouro u platina, podendo ser
procurado na sobredila ra a qualquer
>j hora.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de rostidos de seda pretos
de 2 sftas
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Dilos ditos de ditos de gaze phantazia
do cores
Romeiras de CI de seda preta bordadas
Visilas de grosdenaples prelo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado 19 e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambraiasorlandys de cores, lidos pa-
droes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas '
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita do algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos'
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de todas as qualidades
Enfeiles de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas rancezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vars
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos'
Um completo sortimento de roupa feita
19200
8
3$Q00
15500
1O000
16)000
18000

I
9
I

$
(900
I
9
8640
9
9
39500
65000
S500
9980 j
sendo casacas, sobrecasacas, paletols,
colletes, calcas de muias qualidades
de fazendas |
Chapeos francezes Onos, forma moderna 89500
Um sorlimcnlo completo de grvalas de
seda de todas as qualidades 9
Camisas francezas, peitos de linho e de f
algodo brancas e de cores 9
pilas de fosto brancas e de cores f
Ceroulas de linho e de algodao 9
Capellas brancas para noivasmuilo finas {
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, laa e seda, cam- -
braia e seda lapadas e transparentes,
covado |
Meias cruas brancas e de cores para
meninos y
Ditas de seda para menina, p*ar I96OB
Luyas de fio de Escocia, pardas, para
menino g3SO
Velludilho de cores, covado ljfSOO
Velbutina decores, covado f 97UO
Pulseiras de velludo pretas e de co-
res, o par SgOOO
Ditas de seda idem idem IjOOO
Um sortimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para senhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades f
Corles de colete de gorgurao de seda
de cores 9
Ditos de velludo muito finos 9
Lencos de seda rriios para senhora 2J500
Marquezitas ousombrinhas de seda com
molas para senhora 9
Sapatinhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par Sjooo
Casinetas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado IgOOO
Sclim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, com 4 palmos de largura,
, fazenda nova covado lGOQ
9500 Sclim liso de todas as cores covado 9
I Lencos de gorgurao de seda prelos 9
JSOOi Relogios e obras de ouro 9
I Cortes de casemira de cores a 5J0O
mmmmmmm
S EAU MINERALE
NATURA LLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em Hquidacao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Quemadon. 10.
CilUM SORTIMENTO
DE
Fazendas e roupa feita
Na
POR MEDIDA.
loja e arm azem de Joaquim
Rodrigues T. de Mello.
l\aa do QucunaiYo ia. ST,
m um completo sortimento de roupas feilas
e p< r medida a vontade dos freguezes : calcas de
casi
des
lim
A. L. Dcluhe
mira e de brim, colleles de diversas quali-
sobrecas icas de muito bom goslo, um sor-
ullo de paletols de panno e de casemira, al-
paci. laazinl a, riscadinhos e de brim, que tudo
se \ ende por prego commodo ; um completo sor-
nto de chapeos pretos de seda para homem,
uperior oualidadeal09, ditos de castor mui-
uperiores^al6$, chapeos de sol de seda in-
s dos melhores que lem vindo ao mercado,
s francezes de diversas qnalidades, dilos de
... no grandes e pequeos, cortes de vestidos de
seda de variados gostos para diversos precos, um
conpletosor|imenlo de bordados e entremeios,
nhase mjmguilos, ludo por preco commodo ;
ly desed^ e 15a de goslo mais apurado quo
11 m
de
lo ;
gle
dit
par
gol
chi
ten appareci^lo a 19280 o covado, chitas france-
zas
de
to
se 1
ve
a i
Sirop du
JA RAB
HU all 11H n U Ksle ^arope esl approva
J***i*tXJcjmo sendo o melhor para
aueccoes dos bronchios, ataques pela manha, e outra noite sao sufcientes. O enei' o desie
tempo o doente e o medico.
O dspos'ito na ra larga do notario, botica de
muito superiores de 250 al 440 rs. o covado
;ostosmuSto delicados : um grande sortimen-
e fazendas francezas e Inglezas e allems que
a irapossvcl aqu se poder mencionar com
procos, assevera-se aos froguezes que tudo se
de mais !em conta que em outra parlo sendo
inheiro.
I que
- Precis-se de 2 amassadores o>ie cntendam
pe fcitamcn(le do fabrico de pao e bolacha : na
I pa lana da fu larga do Rosario n. 1$, que acha-
ra) com quera tratar.
DQ FORGET.
lo pelos mais eniintntes mdicos de 1 Pars,
r coi^siipacoes, tosse convulsa e outras,
trvosa e insomnolencias: urna col aerada
clente xarope satisfaz ao misino
Bartholomeo Francisco de Souza, n. 36.
Jl
Ko depoito des
JFUNDIIJAO
DO
D.
Rik do Brum (passando o chafarlz.)
5 estabeleemeiito sempre \ia g
1, e defacillimoassento ,
1 tirada ;
ira ;
em aguillioes deazs ;
cAiauismo para os engemos de assuear a saber:
Machioasde vap3r moderna de golpe cumprido, econmicas de combustivi
Rodas dagua de ferro com c km de madeira largas, leves, fortes, e bem bal
Laaos de ferro, e port.s d'kua para ditas, e serrilhas para rodas de madei
Moendas inteirascom virgernuito fortes, e convenientes ;
Meias moendas com rodetaslotoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas
Taixas de ferro fundido e bldo, e de cobre ;
Pares ebicas para o caldo, Jvos e portas de ferro para s fornalhas ;
Alambiques de ferro, moinl de maudioca, fornos para cozer farinha
Rodelas dentadas de todos oslmanbos para vapor, agua, cavallos ou bois'-
Agutlhdes, bronzes e paraful, arados, eixos e rodas para carro9as, formas galvanizada, para purgar etc., etc.
llpnP;y-Bowa^confi4ue.osseusfreff,ieze8 achraotudo digno da preferencia com
ff7m' Pela longa eferiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
mah ac^?uZ?^ .e P*fto de mandar construir pesso Iment as suas obrL as
^m^^l/J^1^!^ annual Para o dito fim,
Z7^Ar^o^lmUi, 8US f;bnca em Pe^ambuc^ ara modificar o mechanis-
Bio a vontede de cada corajfdor, e de fazer os concertos de que poderao necessitar
ande sorUmenlo de me-
O Ur. Cosme de Sa' rereira]
devoltadesua viagem instructi-
tiva a Europa continua noexer-j
cicio de sua profissao medica. i
Da' consultas em seu escripto-j
rio, no bairro do Rccife, ra da|
Cruz n. 53, todos os dias, menos!
nos domingos, desde as 6 hora
te as 10 da manbaa, sobre otl
seguintes pontos :
1*. Molestias deolhos ;
i-. Molestias de cora^ao e de!
peito ;
yilofttlas dos orpgos da cera-
qao, e doanus ; -
. Praticara' toda e qualquer
operacao quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento dos!
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultarem sera' fetto indistincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas ; fazendo excepcao os doc n-1
tes de olhos, ou aquellesque poi
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este fim.
A applicacao de alguns medica;
meatos indispensaveis em variot
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera'fetto.ou concedido
gratuitamente. A confianza que
nelles deposita, a presteza jie sua|
accao, e a necessidadeprompta
de seuemprego; e tudoquanto o
demove em beneficio de seus i
doentes.
NOVO DEPOSITO
DE
CAS DE
nientAm^PVflHS0/Stab^^^^^ fe'ls acha-se conve-
S ^ommSS0.' far-sc-haoH lam?r-m d, V de nombr em vanlc, con.ratos mensaes pira
TaKcrifl^ qUCm S prPrielarios esPcram a remunerasS de
Assignaturj de banhosfrios para urna pessoa por mez.....105(100
. momos, de choque ouchuviscos por mez 15jOOO
Series da r.artop.a e banhoa avulsos aos oreos annunciado.
Aluga-se urna excellente casa de[
ca mpo com grande sitio, na estrada da'
Casa Forte, com todas as commodida-
des para familia, cocheira, estribarla,
tanques parabanho ete., etc,: quem
pretender a mesma dirija-tea ruada
Cruz n. 4, casa de W. O. Bieber & C,
successores.
Aluga-se a excellente e commoda
asa da ra da Aurora a, 26 : a tratar
na mesma ra n. 16 A.
tuoal ?^?!222de raria 8.aca sobre Por-
tugal no prjimo paquete : escriptorio
na ra do Trapiche n. 40.
Ra do Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
Borott & C attendendo a que os senhores con-
sumidores de gelo sao pela maior parte residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Visla e
que lutariam com grande difliculdade se este es-
labelecimento estivesse collocado no bairro do
Becilo, poderam encontrar na ra do Imperador,
confronte ao oilo do deposito do gaz, um arma-
zem com as proporcocs exigidas para deposito
deslo genero, o qual estar aberto concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nha s 6 da tarde do dia 3 do corrente em
diante.
A mesa regedora do Santissimo
Sacramento da Boa Vista, convida aos
seus irmos a comparecerem no dia 27
do corrente as 10 horas d'amanhaa, pa-
ra fe proceder a eleico da nova mesa
que tem de reger o" anno de 1860 a
1861.O escrivao G. A. Martins Pe-
reir.
Sesubiptorio de adyocacia
jCiisuUorio central homcopalhico^
I r IPIUBSSn&1D Continua sob a uesma direcrao do Ma-
noel de Mallos Teixeira i.,ma, professor S
em homeopalhia. As consultas, ca^o d'an- *
m les. g
Botica central homeopalliica f
I R-SABINO "o, L PINIIof
At Notos medicamenloshomeopalhicos en- a
viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
Esles medicomanlos preparados espe-2
cialmente segundo as necessidades da ho- E
meopalhia no Brasil, vende-se pelos pro-
eos conhecidos na bolica cendal horneo- S
pathica, ra de Sanio Amaro (Mundo No- %
vo) n 6. 1
1
i
OOS HACHAREIS
Cicero Odn Peregrino da Silva
e
Aureliano Auguslo P. de Carvalho.
o
i
RA DO QUEIMADO
PRIMEIBO ANDAR.
- Precisase alugar um preto para
servido de casa estrangeira, que nao se-
ja muito moco: quem os tiver dirija-se .formar
a ra da Cruz n. 4. ,""
~ Aluga-se urna baixa grande de
capim a qual da' no verSo e invern,
1 sita na Soledade: o pretendentes diri-
Ijam-se a ru da Cruz n. 4.
Altenco.
Os cTeilos antiepidemicos, quo sao produzidos
pelas fumigaces hygienicas de Guyton de Mor-
veau, sao ellicazes, como prova a experiencia que
dellas se tem lirado ullimsmeiite. Os vaporas
que se elevam de urna ormuja dcsta fumigaro
bastam para desinfectar um espaco de 3-iO oes
cbicos ; e de 10, as nilricas, assim explica Car-
nichael Smilh. O andaro que nos vecha de pr-
senle, lem ceifado muilas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
oulra qualquer parte, onde o msmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram u
botica n. 88, na ra Direita, onde se acha ven-
da quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunha, morador na ra da
1 raa n. 49, reconhecendo eslar a sua casa iffcc-
lada desla epidemia, pois quasi lodas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subminislrando-lhe a fu-
migacao, produiio ella salulares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumstancias, que
precisarem das desinfecces, o acharao sempre
prompto para mandar effecluar a devida applira-
;ao. O rnesmo \ambcm vende na mesma bolica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approveitam, e previnem a invasao das*pide-
mias no interior das habitacoes ; assim como
de importante ufilidf.de a sua applicatao as fe-
ndas, ou ulceras chronicas como delergenle para
preserva-las do estado de pulrefaccao. A maneira
^^t^^sssi- pre0 de
COMPANHIA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
iif ai 'g mu.
CAPITAL
Cine* iftYioes de liaras
fsierlinas.
Saail Brotfciifc* C. tem a honra deln-
ar es r
45Ra Direiia45
De 5#000 a 6^000.
O proprietario deste estabelecimento
attendendo ao estado pouco lisongeiro
da bolsa da maior parte da populacao,
e animado por um sentimento philan'
trpico em prol dos seus antigos fre-
guezes, tema honra de olierecei-Ibes
um resto de boizeguins de bezerro e
lustre, cm muito bom estado, mediante
a retribuieao cima.
W*M>* @ @@sq
Antonio Jos lerrcira Alvos, mudnu o
w seugebincte de consullas medicas-rirur- Z
giras e operacoes para a ra doOneimado @
| n. 38, primeiro andar, aonde poder ser
consultado al s 8 horas da manhaa o
9 das4Js ? 'ardo Chamados a loda a
m ora do da c da noile, sendo os pobres S
tratados e atlendidos gratuilamenle. Z
## #e#M (g^>i@
~ Aluga-se a loja da casa da ra do Impera-
dor o. 17, lado do caes ; a tratar no primeiro an-
dar da mesma rasa,
rfoTnfiYr da Sensa,a Ve'ha n. 106, precisa-sc
ae uma ama pora engommar.
l,-7cm;se vesnuu. de lodas as qualidades,
lano de senhora como de mei,i.. mals comillo:
do que em oulra qualquer parle quiu. 1 'j'r
dirija-se ra de Sania Rila n. 10.
Ferros de engom-
mar econmicos
Aviso as engommadeiras.
Economa de lempo e de despeza reuni-
da a perfeicao e facilidade do tra-
ba i lio.
i Srs. Wgociantes, proprietarios de
:>asas, eaguemmais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo epe-
dra, cobertfls de telha e igualmente sobre os
objectog que contiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou emfazendaa de
qualquer saudade.
Os ferros de engommar econmicos de RIcs
& Drake, sabj lio bem conhecidos, e por todas
as partes em que sao usados, leem recobido nm
acolho tao favoravel, que os fabricantes se limi-
tarlo a simplesmenle indicar aqu algumas de
suas valiosas qualidades, sem mencionar os nu-
merosos louvores, que a imprensa c muilos par-
ticulares teem dirigido aos inventores de um tao
ulil, quao importante utencilio.
As vanlagens dos ferros de engommar econ-
micos e sua iocontestavel superioridade sobre os
anligos, se deprehendem das rasoes seguintes:
1. Os ferros econmicos lendo em si o appa-
relho qne os aquenta e que serve a conserva-Ios
sempre. no grao de calor que se quer, mediante
mui facis coodicres, fazem ganhar as engom-
madeiras o mmenso lempo que as mesmas per-
dn, servind.o-se dos anligos ferros, as conti-
nuadas mudanzas que sao obrigadas a fazer, na
limpeza e preparo dos mesmos, no fogareiro. e
em mil oulros accessorios inherentes ao velho
systema. A esta immensa vantagem deve ac-
crescenlar-se que o engommado sahe mais per-
feito, mais claro e mais lustroso.
2. Un s ferro basta para, cada engomma-
deira, no entretanto quo dos anligos era neces-
sario ler um certo numero.
3: A despeza de cada um desles ferros, para
um da do trabalho, nunca poder exceder a
80 ris.
4. O trabalho muito mais fcil e agradavel,
podendo elecluar-se em qualquer parte sem o
menor obstculo. O grave inconveniente do ex-
tremo calor produzido pelos fngareiros, sobrelu-
do nos paizes quedes, desapparece completa-
mente.
5 O perigo de incendios e diversos oulros-
males, cessa com o uso dos ferros econmicos.
6. Commodidade de transporte, solidez a dn-
racao do utencilio. Muilas outras vanlagens po-
deriam ser citadas; os fabricantes porem julgam
mais acertado, de recommendar as pessoas inle-
ressadas de experimenlarem os dilos ferros, quo
de si mesmo fallaro mais alt, que tudo quanto
ero favor dos mesmos se poderia dixer.
nicos agentes em Pernambuco Raymundo
Carlos Leite i Irmao n. 10, ra da Imperatriz
anligamente aterro da Bos-Vista.
i a


."
Ife
Florefde era ,
em cinco lines.
O artista Jos Iliciud, lacern-chegado da cor-
te, cnsina n fazer flores e frtelas de cora, borda-
dos em viJros cora las: d lines era Cagas par-
ticulares. 6 artista mora no- hotel Francisco, na
rii.i do Trapiche 5, e ir s casas d'onde for
chamado, levando as amostras dos seus trabalhos
Attencao
*
No bolequra d'aguia de ouro da ra cstreila do
Bosario n. 23, confronte a ra das Lnrangeiras,
ea lodosos das papa de farinha de Maranho e
rarula, das 6 horas da raanhaa em diante.
Nova casa depasto
da ngiiia de ouro.
Na ra estreita do Rosario n. 23 con-
fronte a ra das Lirangeiras, fornece-
je almoco e jantar cora todo o asseio e
promptidSo e mais barato do que em
curra qualquer parte, assim como se
adiara' comida^ prompta a qualquer
hora que se procure.
Precisa-so de um feitor para um pequeo
aitto, prefere-se um horacm j do idade ; a tra-
tar na ra Dircita n. 69.
Grammatica ingle -
za de Oilendorfif;
Novo methodn para aprende* a lr,
a escrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro II (antigo largo dtfCol-
legio) n. 37, segundo andir.
Na travessa da ra das Cruzes a. 2, segun-
do andar, ao pdesla typographia, linge-se com
perfeiro de qualquer cor, e mais barato que em
oulra qualquer parte.
agencia dos .fabricantes amerlca-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
/ofensin & C, ra da Senzala Nova n. 5*.
Prccisa-se de urna ama forra ou escrava :
na Iravesca do arsenal de guerra n. 9.
Precisa-se de um liomem para
distribuidor deste Diario, dentro desta
cidade : na livi aria n. 6 e 8 da piara
da Independencia.
Ama.
Precisa-se do urna senhora para ama de urna
tasa de pouea familia, que seja capaz, que sirva
para colindar e engommar dirija-se ra do Im-
perador n. 49, arraazem de madeiras.
Precisse do uma ama forra ou captiva,
para o servido de uma casa de pouca familia : a
tratar na roa doQueimado n. 6. loja de fazendas.
Prccisa-se alugar um homem entendido
par tratar do cavallos c do um sitio pequeo ;
3sim como tambem precisa-so de uma perfoita
engoramadeira elavadeira; a tratar na ruado
Crespn. 2, segundo andar.
Deseja-scsaber noticias de um certo ilalia-
ao Sanelli Guoaiino da cidado de Parma, que
aqu cliegou em 1858 : quem estiver habilitado a
alisfazer esto pedido, roga-se de se dirigir ao
vico-consulado sardo nesta cidade, ra do Tra-
piche n. 15.
Nos abaixo assignados, E. A. Burle, por si
e por parte da Eduardo 9. P. Truchon, de Paris,
t de oulra Narciso H. Carnciro, declaramos que
e conformidade com o nosso contrato social,
porcommum accordo, temos convencionado que
socio Narciso Mara Carneiro dcixa de ser socio
epor isso de perlenccr a firma social desde o dia
K do correnlc mez, Continuando desta dala em
Atante a mesma, f.-izondo nicamente parte dola
Eduardo Alcxandre Burle c Eduardo Filippe Fran-
cisco Truchon, do Paris. Recite, 21 de maio de
looU.
E. A. Burle & Componhia.



i "*
MARIO-DE PBOTAMBCO. QUINTA FEIRA U DE MAIO DE 1160.
superior
Ao publico
Acliando-se grassando epid-
micamente angina e a escarlati-
na, ofTerjcemos as mais de fami-
lia o tratamento bomeopatbico,
contendo os syrapto as das mo-
lestias e dos medicamentos apro-
priados cjm a maneirade os em-
pregar Assim como carteira com
os medicamentos homeopathicos
para o mal.
N. B. Medicamento especifico
e preservativo para estas afFec-
H coes. Em glbulos e era tmtu-
u ras. Pateo do Garmo n. 5, pri-
*| metro andar, largo do Paraizo
; n. 13, sobrado de um andar.
Precisa-se de alguns
meninos para aprender o of-
ficio de marcineiro: narui de
S. Faancisco confronte a igre-
ja armazem que tem a offici-
na da parte de detraz.
= O Dr. Ignacio Firmo Favicr faz publico, que
nao obstante nao achar-se ainda completamente
- Pelo juizo de orphaos desta ridadc"esc'rvao resla.b.elecido do grave in com modo de saude de
Guimaracs. tem de ir praca do renda por tem-1 qu0 accommeUl(l0 desde novembro do anno
?o de 6 annos, o engenho ous Irmos sito em ; passaLdo-lcra com ludo destinado empregar algu-
lerras de Apipucos, servindo do base para a ar- mas ? era cxerc,cl de sua profisso, para
rematado a renda animal de 5.7003500 Doraue l .1uePod".serJ Procurado das 9 horas da ma-
se acha actualmente arrendado As condicoes nhaas.3 da lardt>. no pateo do Carmo, sobrado
com quu vai a dita propriedado praca achm>2' Pnmei aildar desU hora cm dianleno
mentes no cdilal e escriplo de praca em mo
-_ ql- ha, ven-
de-l e na ra do Codorniz n. 18, arma-
zem-en, frente a travess da Madre de
5, pfr mono dinheiro que em oulra
paro, aCm de desocupar o armazem.
Pde-se toda attencar*
loja dlaguia de oaro, na ra da Caburf *. 1
nde-se ludo por precos baraliasimos para
osiimeomo seja:
Fitas e franjas.
a de velludo de todas as larguras, abertas e
de lindos padres.
rajas de seda de todas as larguras e de Un
dos gostos.
aa de 15a e seda por preco que admira,
as de Liiilia para casaveque.
as de algodao para toalha e para cortinado.
Trincas Se linho e de la brancas e de cores.
Pentes.
Pejites de tartaruga virados e lisos.
os de mussa virados a imilacao de tartaruga.
os lisos paro alar en bello.
os de Para bales.
las para fazer bales, vendem-se a 160 rs. a
ou peca de 50 molhos a 6#.
Bicos.
:os de fceda de tjdas as larguras e lindos pa-
B, v
liqui
Filj
lisas
Fr
n
Di
Di
Di
Di
Di
Mi
vara
Bi
dre
Di
os de tlgodo.
sala, as-
Le^ues rauilo finos.
Caaellas brancas para noiva.
Chapcozir hos para enanca.
Bi juissin os quadros para enfeile
si ni :omo redomas com flores.
A sim corno perfumaras muito finas, e ruis
objedosque vista do freguez far-se-ha lodo o
neg :io.
PotassadaRussia
E GAL DE LISBOA.
bem conhecido e acreditado deposito da
Caddia do Recife n. '
Nc
ra
pota
e de
a cadiia do Recife n. 12, ha para vender! O ungento he
;sa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
superior quadade, assim como tambem
gir
tan-
que
cor srecos muito
cal virgennim pedra : tudo
razo iveis
Lo a da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
V endem-se caixas de tintura para tin-
os cabellos em dez minutos, como
lingem-se
Sndalo.
fttets bengalas,' puleeiras e leques :
vendem-se na ra da Impcratriz n. 7,
loja doLecomte.
T Vendo-so um carro do A rodas, bem cons-
truido o forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, o um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, o todo bem arranjado !
para fallar com o Sr. James Crablreo & C. n.
43, ra da Cruz.
REMEDIO 1NC0MPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharosde individuas de todas as nacoea pj-
dm testemunharas virtudes deste remedio in-
comparavele provar em caso necessario,, que
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leiiura dos peridicos, que Ih'as relatam
lodos os dias ha muitos annos; e a maior parte
deltas sao tao sor prndenles que admiran; so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soflrer a
amputacaol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de pa*ecimentos, para senaa
submetterem essa operacSo dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfusao de seu reconhecim'nto declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti.
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentralatoquenecessitassea natureza domai
cujo resultado seria prova rincontestavelmente !
Quetudocura.
til, mais particu-
larmente nos segulntes casos.
em
3C p
do porteiro ; bem como podem ser vistas no in-' ZaczG3 e0a 'odas aS pessoas que o quizerem hon-
venlai-io, pelo cartorio do dito escrivo A praca ''1'' cou"ando-lne seusdoenles, que lera rcorga-
so effecluara lindas que sejam 3 audiencias do ISaiia Sua CaSa do saudfi> sita na Passagera da
aesmo juizo de orphaos, al o dia 29 do correte 'la5i enlre as PonlGS era"de e a pequea
r,rvrZ.-wl-rt* do Chora-menino, que alera de se achar montada
IjZllineirO O, CONCITO, i^on.vc?ie,.'leracn!c' disPelde commodos para
mais de 40 doenlos, segundo a calhegoria e se-
xos, pelo mais coraraodo proco, que na actuali-
dade se pode fazer. As pessoas livros recolhidas
enfermara pagiro a diaria de 3$, e escravos
2J ; dando-so ainda algum abatimento no caso
de que a molestia se prolongue por mais de um
mez. As pessoas que desejarem um tratamento
dislincto pagarao na razio da despeza que fize-
rem. Para tratar, podem dirigir-se casa do pa-
teo do Carmo cima indicada, ou com o Sr. Jos
\onlc-se um mulalinho de 14 a 15 anuos do
idade, proprio para pagem : no pateo de S. Pe-
dro n. 10, sobrado de um andar.
fiolinhos.
Bandejas enfeitadas com diversos gostos, dos
aielhores bolinlios Uo nosso mercado, era preao
de libias ou a relalho, que conservara-se nnilo
para e-nbarque ou riagem ; assim como pudius, I Firmo Xavier na dita casa.
p isleis de nata, crome, tortas, ou oulra qualquer'
pastelera para dessert : tambera preparara-so
bolos (mos para o lempo de S. Jlo e S. Pedro,
das melhores qualid ides, da massa molhada
secca superior, ludo com o mclkor acoio, e o
man cm cunta do mercado : dirija-se a ra da
Feuh n 23 para tratar-so.
Prccisa-se de duas amas, uma pa-
ra osmliar e outra para engommar,
dan lose preferencia a escravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
Dentista de Paris. I
15Ra Nova15 8
Frederico Gautior. cirurgio dentista, Jlj
f" i'!-' <'! n
i) loca denles ar
rtnr'iri\rta, tiliciacs, tudo
lusos,
riordade c perfeiro que
tendidas Ihe recohccem.
Tem agua e pos dentifricios etc.
com a supe-
as pessoas en-
Florencio Marlins da Silva Rorgos & Irraao,
estabelecidos na ra Direita n. 91, avisam ao Sr.
Luiz Jos Marques que do dia 30 de junho vin-
dmro em dianle dcixarao de vender agurdente
Soto.
Aluga-se ura sotao rauilo espacoso e limpo era
casa muito deceule, a al gura a pessoa solteirs,
por commodo pieco : para informaces, na ra
"un. uiiAutiv \m 'iii'ici UqUiuuiiiic ao e i i
de produeco do imperio, licando isenlos da col- l do Codorniz n. 18. em frente a travessa da Madre
fcda. JilsDeos.
Precisa-se
de duas amas captiva >* "torras para uma casa
eslraugeira. *w uma para cozinhar e oulra pa-
ra c'S'^inmar e os mais serviros do casa : a tra-
tar na Boa-Vista, alraz da cai'xa d'agua, casa do
Sr. Bastos.
Quinla-feira 14 do cocrenle, depois
diencia do lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda
ae ha de arrematar em praca publica, a quem
mais der, os escravos seguinles, penhorados por
execucao da mesraa fazenda a Joaquira Cavalcanli
de Albuquerque, na qualidade do fiador do
Francisco Antonio dn Su Brrelo Jnior, a saber :
Pedro, cora idade que representa 30 annos, ava-
dado cm 1-2409 : Benedicto, com 22anns, pou-
co mais ou menos, avallado 1-200J, a&ibos do
servico de campo : a quera convier arremata-los
comparec no lugar do coslurae s 10/horas do
da indicado.
O abaixo assignado faz sciente ao respeta-
Tel publico que desde o dia 22 do corijente dei-
X iu de ser caixeiro do Sr. Joaquira Luiz dos San-
tos Vlllaverde, e por este moio agradece ao mes-
aio senhor as boas raaneiras e delicadeza com
que se dignou trala-lo durante o lempo que fui
3cu caixeiro. Recife 21 de maio de 1860.
Francisco Augusto de Mello.
Precisase de uma ama boa cozirtheira : na
ra do Crespo'n. 21.
Desappareceu da ra Augusta, sabbado pr-
jimo passado, uma cabrinha (bicho) com os sig-
naes seguinles : cor averraelnada, lorabo preto
e os ps, chifres pequeos c arquiados, cabello
erespo e barriguinha crescida, suspeila-se que
fui fnrlada por ura moleque chamado Antonio, o
qunl a olTi*receu a quem quizesse comprar, e foi
vista na direccao da Estrada Nova : quem a ap-
prehender ou der noticia, dirija-se a ra da Con-
'or lia, sobrado do lado direito, onde o arma-
zem do sal, que ser recompensado.
nmwsmtm mmms mwssmn
% ts Drs. em medicina Pruden- ||
cg ci de Brito Cotegipe tManoel $x
^ Alves da Costa Brancante conti- J
a nuam a residir
Compras.
Corapra-se uma balanza grande
m algum uzo no Bazar Pernambuca-
!a au-ino da ra do Imperador.
sem
nesti praca, loja n. 18, defronte da matriz
San
o Antonio.
Iquer bora.
Vendem-se 25 cavallos
achaques :
na mesma casa a
de roda, novos e
no engenho Guerra do Cabo, ou
do
smsmmsmimmm
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em ge ral.
Ditas do anus.
Erupcoes e escorbti-
cas.
Fislulasno abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
;Gengivas escaldadas.
Incha^es
Inflammaco doflgado.
GRITO SORTIMENTO
DE
fazendas e obras feitasJ
HA
Vendas.
Borzeguins inglezes, pro-
va d'agua.
na ra do Im-
j| perador n. 11 B aonde podem ser
o procurados a qualquer hora do
3j dia ou da noite para o evercicio
j da sua proiss5o. Especialidades
p| partos e molestias syphiliticas.
Constando ao abaixo assignado
Dr. Lobo Moscozo que um-miseravel
traficanteanda em nome do annun-
ciante azendo dividas em diversas lo-
jas, declara que nao tem autorisado
nem jamis autorisara' a pessoa algu-
ma a fazer dbitos em seu nome, e por
eooseguinte de maneira alguma pagara'
divids contrahidas por quem quer que
seja, e declara mais que usara' dos
meios que a lei Ihe faculta contra aquel-
es que se apresentarem querendo co-
brar dividas contrahidas por esta for-
ma, pots o annunciante nao pode ver
nisso senao dolo e raa' f, para n3o usar
de outros termos. Recife 1 de maio de
18G0Dr. Pedro de Athayde Lobo
Moscoio.
Pechincha sem igual.
Os verdadeiros e j muito conhocidos borze-
guins inglezes, prova d'agua, e tiradores do calos.
A. 10$ o par, dinheiro a' vista.
Leitc & Iraio, na ra da Cadeia do Recife, lo-
ja de 4 portas n. 48, avisam aos seus numerosos
freguezes, c ao publico em geral, que novamen-
to acabara de receber os afamados borzeguins in-
glezes, eque continuara a vender a 10J o par,
dinheiro vista. o mclhor calcado que ha pa-
ra aquellas pessoas que padecem de calos, por-
que usando os nao soffrera mais.
I3rim trancado de linho,
todo preto.
A raelhor fazenda nesle genero que lera vindo
o este mercado, por ser muito superior e nao
desbotar : vende-se nicamente na ra da Cadeia
do Recife n. 48, loja de Lete & Irmo.
Vende-se um negro de todo o servico, prin-
cipalmente para agricultura de que tem rauita
pratica ; a fallar cora Pedro Antonio de Siqueira.
no trapiche do Cunha.
Vendem-se saceos com farclo de Lisboa a
5$ o sacco : na ra do Rangel n. 62, armazem.
Vende-se vinho de caj : na praga da In-
dependencia, loja de chapeos n. 16 ; uma garra-
fa por 19, e duzia por 100.
ItOja c armaiem
DE
Ges&BastoJ
Naj*u\do Queiraad) n.
46, frente amarella.
Com|plelo agrando sortimento de cal-
s*y, vW'os2b',"dits das raesnas casei.
ras a 7$, 8>e93, ditos do brim trancado *
branco muilo Qnoa 5$, QA e 7j> dito's de ffl
cores a 3g, 3g500, 4J e 5, ditos do me- S
ri d cordao para luto a 5g, colleles do G
casemrasprctas, ditos de ditas de cores,
^'los qogorgurao prelos e de cores a 5J, <
u> e 7, ricas casacas de pannos muilo li- %
nos a 35$ e 40, sobrecasacas dos mesmos I
pannos a 28j. 30j e 35$. paletots dos mes- |
mos pannos a 22g e 24, paletots saceos S
de casemira modelo inglez 10, ditos de i
caserajra raeselado muilo fino de apurado S
gusto 153 e 16, dilossobrecasa das mes-
mas cbre3 a 18$ e 20g, ditos sobre de al-
paca prata fina a 7g e 8, ditos saceos a
4L diios de fustao branco e de cores a 4,
4500: e 5, ditos de brim pardo muito
superior 4500, camisas pa/a menino de
lodosos lmannos a 26g000 a duzia, meias
de todas os lamanhoa para menino e me-
ninasi palitols de todus os tamanhos e
qualidades psra os mesmos, colletesi de
brim branco a 3g500 e 4#. ricos colltetcs
vjlludo preto bordado e de cores diver-
sas o por diversos preQos, ricos coberto-
res de fustao archoado para cama ai 6
colarlnha de linho a peer a 6*500 a du-
zia, assim como temos recebido para
dentro deste eslabelecimenlo um comple-
to sortimento de fazendas de gosto; para
senhoras, vestimentas modernas pafa me-
nino e meninas de quatro a seis annos e
ludo pendemos por probos razoaveis. As-
sim como nesle estabalecimento manda-
se apromptar cora presteza todas as cua-
lidades de obras relativo a oflicina de al-
faiale sendo isto com todo gosto e 'asseio
Inflammaco dabexiga.
da matrii
Lepra.
Hales das pernas.
dos peitos.
de uUms.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuraroes ptridas.
Tinha.em qualquerpar-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulacoe.s.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
i; Vende-se este ungento no estabecimento
> < geral de Londres n. 224, Strand,> e na loja de
i todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
jdo snl, Ha vana e Hespanha.
VenJe-se a800 rs., cada bocetinha contm
' uma lnstruccao em prtuguez para o modo de
I fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
Ipharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
I nambuco.
Pennas de ago inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
,7, deGuedesA Goncalves, as verdadeiras pennas
de ac inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordecalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
prer.o de 1500 a caxa.
n.
A 3,000 rs.
A pello de couro de lustre, que nis lojas se
vende a 4500, o era duzia por menos alguma
cousa : no bazar pernambucano da ra do Impe-
rador.
Por autoiisar,So de Qutrino Joaquira Madei-
ra, vende-se a taberna n. 9, na ra da Senzala
Nova : quem a pretender, dirija-se a mesma ta-
berna, que achara com quem tratar.
Farinha de mandioca a
ia 5,500 o saec.
Vendo-se na ra da Cruz, armazem n. 26.
T ncde"se ura Sl' no 1ual se flrham edift-
cdos 260 e lanas casas que pagara Oro ao dono
raesnpo no bairro do Sanio Aotohio, fregue-
r.d6'0Sf r0,l-- Clda?e>, que qmprehlnde
ra de Santa Cecilia, pelo lado dojsul, toda a
a do Nogueira e Acouguinho, pelollado'do nor-
Santa Rita, S. Jos, Assumpcoj, e por traz
Santa Rita : os pretondenles podjm entender-
com o abaizo assignado, que dar todos os es-
clareciraentos o Ihes apreseutar os ttulos e o
no do tombo, para verem e ajusarem /assim
mo ptde aos devedores de frosfdas mesmas
c. sas, que venham solver seus dbitos era casa
d t abaizo assignado, na ra nova dos Pires nu-
nero 30.Manoel Gomos Viegas.
A rtigos para lulo. I
(Jhapplinas prelas o mais objoctos pro- 5l
pnos de luto para homem e senhora ven- H
de-se na ra Nova n. 45
^* LOJA DE MARMORE. 1
Na ra Direita
quiadas de ferro ,
agurdente.
Pipas.
n. 91, vendem-so 4 pipas ar-
proprias para deposito de
Bilheles,
Na ra Direita n. 61, loja de chantos, de Bea^
lo de Barros Fej, vendem-se biHwlet da leto-
na da provincia por conia do Sr. Ihesoureiro
_ Em casa de Southall Mellors 4C, ruado
Trapiche n. 38, vendem-se os seguinles rticos"
Chumbo de munico sortido.
Pregos de todas as qualidadeo.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungarian em barri.
Dito de Mosclle em caixas.
Coguac era caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prata, patente e chronome-
tros, cobertos e deseobertoa (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sortidos em latas pequeas.
MNDICiOLOWMOW,
Roa da Senzala Nova n. 42. '
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimento de moendas e meias moen-
daspara engenho, machinas de vapor e taixas
de ierro batido e coado. de todos os tamanhos
dar dto.
LOJA DO VAPOR-
Grande e variado sortimento de calcado fran-
cez, roupa feita, raud,czas finas c perfumaras
ludo por menos do que em oulras paites : na lo-
ja do vanor na ra Nova n. 7.
SYSTEMA MEDICO DEII0LL0WAY.
P1LLAS HOLLWOTA.
Este lnestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nem alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleiro mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remore as doenca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muilas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn]
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As Wis afflictas nao devem entregar-se ade-
sesperaco ; facam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguinles enfermidades :
Chapeos de castor preto
e brancos
Na nado Qtieimado n. 87, vendem-so os me-
lhores chapes de castor
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
iiH,[jn<5e7.".s cn8P>s francezes de superior qua-
i., k a 50,7 di,os de velludo, copa al-
dec-* i7*/ V 10S' dilos de lontr Prl* e
3n Z' ?Ut-ino!6 e 7- dilos >o chile a
dtwii^^i*'. .e 12*'dilos de fellro e gran-
de sortimento, tanto em cores como era cualida-
des para homens e meninos, de 2500 a 7g di-
os de gorgurio com aba do couro delustre di-
tos de casemira cora aba forrada de palh ou
sera ella .4J. ditos de palho igleza, ZX
e baua, superiores e muilo em conta, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualiddes cara
meninos, chapeos de muilas qualiddes para me
ninas de escola, chapelinascom veo para senho-
ra, muito em conta e do melhor gosto possivel
chapeos de seda, ditos depalha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhores freguezes, vis-
ta do preco C da qualidade da fazenda, nao dei-
iaro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. de B. Feij.
Engenho. f
Vende-se o engenho Santa Luzia.sito na %
freguezia de S. Lourengo da Malla entre
<$ os engenhos Penedo de Baixoc Pendo de 2
Cima : trata-se no mesmo engenho ou no $)
engenho Mussambique com Felisbino de %
$6 Carvalho Bapozo. ^
uo p do arco de Sanio
Agua de flor de laranja.
Agua de flor de laranja de muit boa qualida-
de, pelo baratissimo preco de 500 rs. o frasco.
Sedafrxa para bordar.
Vende-se um rico sortimento de seda frxa pa-
ra bordar a 120 rs. cada miadinha, sendo cores
mu bonitas
Vcnde-se uma meia mobilia do araarello
em bora estado : na ra de Santa Thereza n. 1.
de bicos
que se
Antonio,
(,hegou ura rico e completo sortimento
t* rendas, tanto largas como eslreitas
lendem por preco commodo.
Vende-se. no termo do Porto Calvo, o en-
i;eoho Espirito Santo, novo o lodo de malas, bora
'Tagua, distante do embarque ums e meia legoa,
i aminho lodo plano, o engenho tem proporcoes
i ara gafrejar 2,000 pes annoalmente, tem a pe-
r as ufta safra, suas obras muilo bem feilas; ven-
de a dinheiro ou em troca de predios nesta pra-
c,-otf mesmo comparte vista e o mais em le-
tras com garanta aqu a contento do vendedor :
i uem quizer, dirija-se a ra do Livramento n.
!.6, a tratar com o seu proprietario Manoel Buar-
i [ue Maccdo Lima.
Augusto & Perdigo,
!com loja na ra da Cadeia do Recife
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabara de sor-
tir seu novo eslabelccimento com fazendas de
I goslo, finas, e inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis; as fazendas inferiores,
i nao a retalho. se venderao por um preco flxo
I que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
ucna vez que sejam pagas vista.
Nesle eslabeleciraento se encontrar sempre
um sortimento completo de fazendas, e entreel-
| las o seguinte :
Vestidos de seda com babados e duas saias.
Ditos de la e seda e duas saias.
Dilos de larlalana bordado a seda.
Manteletes prelos bordados com franja.
Taimas prelas de seda e de fil.
Polonezasdo gorguro de seda prelas.
Cintures para senhora.
Espartilhos cora molas ou clcheles.
Enfeites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balito para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras de Lubin e outros fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaplcs de cores.
Chitas escurasfrancezas e inglezas.
Gollus e manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algudo para menino.
Algodao de lodas as qualiddes. >
Lencos de labyrinlho para presentes.
Collas de crochet psra menino.
Vestidos de rhe.n azia.
Roupa feita.*
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletols de casemira.
Calcas do casemira pretas e de cores.
Colleles de seda idem idem.
Dilos de fustao. '
Camisas inglezas todas de linho.
Ditasfrancezas de dTereules qualiddes.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Melliere outros fabricantes para
hornera.
Ditos para senhora. '
Charutos de Havana, Baha e manilha
Camisas de flanella
Chapeos de todas as qualiddes para homem,
senhora e crianzas.
Corles de vestidos brancos de blonde com ca-
pella e manta.
Didos de vislidos branco3 de seda para casa-
mentos
No armazem de Jos Antonio Moreira Dias
& C, na ra da Cruz n. 26, vende-SC :
Candeiros de lati de Lisboa.
Lazarinas c clavinotes.
Lena larga de superior qualidide.
Linlia do roris.
Missanga para rosario.
Rosarios enfiados cora perfeiro.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos francezes e de conslrucgo, de lodo3 os
tamanhos. .
Pregos caibraes do Porto.
dulcirs eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas portuguezas muito finas.
Balanca de novo modello para pesar 1,000 e
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de latao para engommar.
Esporas, brides e estribos de metal do principe.
Hicas feixadiiras francezas par* portas com
botoes de vdro
Paes de ferro de todos os tamanhos.
Bicos paliteiros e tioteiros de rectal praleados.
f.mhas docarretes de 200 jardas do autor Ale-
jandre.
Cera em velas d Lisboa.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidade ou extenaia-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysintcria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfeimidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto intermlento.
Febreto da especie.
Gotta.
Heraotrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflamraacoes.
rjeguaridades
menstrua^ao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na culis.
Obstrucgo de ventre.
Phtysica ou consump-
pulraonar.
Betencao deourina.
Bheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Suissos
Em casa de Schafleillin &C, ra da Cruz n
38. vcnde-se ura grande e variado sortiraeuto de
relogios de algibeira horisonlaes, patentes chro-
noraetros, meios chronometros, de ouro prala
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos priraeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por pregos razoaveis.
KELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers 4
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Boskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias paraos mesmos'.
deexcellenle (tost.
Ra do Oueimado n. 11.
* 30S cortes de vestidos de seda quecustaram
609; a 165 cortes de vestidos de phantasia que
custaram30; a 8g chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se as bocetidhas a 800 rs. cada uma
ra explicar o modo de se usar destas pilus.' '"
O deposito geral em casa do Sr. Soum
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22, em Per-
narnb co.
CALCADO
Grande sortimento.
45-~Rua Direita--45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. O.sOOO
Ditos (lustre e bezerro)..... 7^000
Borzeguins arranca tocos. 70000
Ditos econmicos. 6,$0O0
Sapatoes de bater (lustre). 50000
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
to de quebrar)......50000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....40500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)..........40000
Eum perfeito sortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, lio, fitas, sedas etc.
Bezerro franeez
grande e grosso :
De 40 e 59.
Na ra Direita n.' 45.
SABAO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso Sl Irmos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmos.
Millio
nos armazens da Tasso & Irmos.
Taehas pmmgmho
Fundico de ferro e bronze
DB
mm
cobertos e descocerlos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
Yindospelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southall Mellors & C.a
A 320 RS.
a libra
de ptimo presunto, proprio para fiambre.
A 200 rs. a libra
deamendoas do casca mole muito novas.
A160 rs.a libra
de cevadinha muito boa, recenlemente chegada
A 1#500
o par de botinas para senhora, calcado prefer vel
ao de Franca, pelo preco e & qualidade : mj ba-
zar pernambucano da ra do Imperador.
Vende-se.
Na ra Nova de Santa Rita, serrara
de Ignacio Bento de Loyola, vende-se
por prego commodo, um sortimento
completo de taboas de amarello, louro,
sedro etc., e ar maques de camas de ven-
to, bem feitas, e de boa madeira a
|500.
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Ec ca?a de N. O. Bieber & C.
successores vende-te :
Brilliarees de todas as dimensoes.
Algodaainho da Bahia.
Cognacem caixas de 1 duzia.
Ditas Vinhoxerezem dito.
Chanwagne da mui acreditada marca
Bare & C.
Fern da Suecia.
Ditonglez.
Acode Milao.
Lons, brinsoes e brins para vella.
Attencao.
Vodese a armao da loja da raDiraita,boa
parajualquer negocio ; ^endo toda forrada o en-
vidiada : a tratar na mesraa loja na ra Direita
n. 1, ou na mesraa ra n. 11.
*cd imiMiimmuuiiijiii
1 Seguro contra Fogo {
COMPAHHIA
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia. I
para
Vende-se
rormas de ferro
purgar assucar.
Istanho em barra,
erniz copal.
inhos finos de Moselle. |
nchadas de ferro. |
rim de vela,
olhas de metal.
I
erro sueco.
fio de Trieste,
regos de composico.
bna ingleza: no arma- |
^zem de C.J. Astley di C.i
Cocos italianos
Iba de flandres, muito bem acaba-
)dendo um durar tanto quanto
quatro dos nossosa 400 r. nm
ia duzta: na ra Direita n. 47,
ffunileiro.
ITTT^ITVVIi
91
J I i r-^T\ #r-i


>
MAMO DE
- ososa *mxim
-Largo da Peuha
Manteigaperfeitamente flor a800rs. a librs e em barril sefar mais algum abatimnto.
Queijos multo hoyos
a 1J70O rs. e en caixa ae far mais algum abatimeut nicamente no armazem Progresso.
A.meixas raucczas
em latas de folha e campoteiraade jldro a 900rs., e m porco se far algum abalimeato s no
Carlees tic oVu\\\os
muito novos proprios para mimos a500rs., e emporio se far algum abatimnto s no Progresso.
Figos Ae comadre
era caixinhas elegantemente enfeitadase proprias para mimos s no Trogresso ecora avista sefar
um prejo commodo.
lalas de soda
com-2 1)2 libras de differenles qualidadesa 1$600 rs.,nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vndese nicamente no armazera.Progresso
Ko\aeV\vi\Yva nglexa
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4fl, unidamente no Progresso.
Votes vi A va dos
de la 8 libras proprias para mantejga ou outro" qualquer liquido de 400 a 1&200 rs. cada um, se
no Progresso.
Chocolate traneez.
a lg a libra, assm como vendem-se os seguintes gneros tudorecentemente chegado c de superio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, rhourica muito nova, marmeladado mais afamado fa-
bricante de Lisboa, mac de tomate, perasecca, pasas, frtelas em calda, araendoas, nozes, frascos
com amendoas coborlas, confoilos, pastilhas de varias qualidades, rinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, ma^as de todas as qualidades, gora-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marras, cervejas de ditas,
spermacete barato, licores francezas muito linos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei
tonas muito novas, banha de porco refinado e oyi^os muito gneros que encootraro tendente a
molhados, por isso prometem os proprielarios v\ em por muilo menos do que outro qualquer
promclem mais tambero servirem aquellas pesso:* 'arem poroulras pouco praticas como
S9 viessera pessoalraente ; rogara tambem a todoe% sdeengenhoe seuhores labradores
queiram mandarsuas encomraendas no armazem Pl\^ que se Ihes afBanca a boa qualidadec
o acondiciouamento. ^
Yerddciva goma de mala vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhaios para dentes a 200-rs. o maco cim 20 macinhos, s no Progresso.
CVk Ityson, pcrula e preto
os melhores que ha no mercado de 1600 a 2JJ500 a libra, s no Progresso. '
Passas em caixinnas de H Vioras
as mais novas qife tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto proco de2#560, s no Progrosso.
Macas em eaix'in\\as de 8 libras
contondo 405 qualidades pevide, grao de bico, eslrelinha.alctria branca e amarella e pastilhas de
maga, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Cliouricas e paios
a? mais novas que tem vindo ao mercado,s no Progresso, afiangando-se a boa qualidade e a-visla,
es far um preco commodo.
cra\os Yttia.
:) endew-se, trooinvse e eonvptftn^ae esera-
fw de toda idade, e do ambos os sexo ; na ra"
do Imperador n i), primeiro andar. "~
Arados americanos e nacMnas
pj la lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hiratn 4 C. Tua daSeazal n. fc.
Yiuho de Bordeaux.
'.ra caso de Kalkmann Irmaos &C, ra da
Cruz n. 10. encontra-se o depositlas bem co-
nhacidas marcas dos Srs. Brandenburg Freres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac 4 C, em Bor-
de lux. Tem as seguintes qualidades :
De Braadeaburg fitres.
SI. Estph.
SI. Julicn.
M irgaux.
L rose.
Cl leau Loville.
Cl leau Marganx.
De Oldekop & Mareilhac.
Julien.
Julien Mdoc.
Cljateau Loville.
Na mesraa casa ha para
vtender:
erry em barris.
idrira em barris.
nac em barris. qualidade fina,
nac em caixas qualidade inferior.
m
DE
ALfi)IE8A8CA g f (JlfCffi) SI IffMf.
Sita na raa Imperial n. \\ 8 e i 20 j unto a fabrica de saba.
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. Lobo Hoscoso.
ffilllIKEdD 1PMOT1
3 RIJA A GLORIA, CA&AOOFLXDO 3
Clnica por ambos os systemas.
iveia branca.
Tachas e moendas
Braga Silva 4 C, tem sempre no seu deposito
ra da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
tachase moendas para engenho, do muito
reditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
rejesmo deposito ou na roa do Trapiche n 44.
Pechincha.
DE
Sekastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa:'
M.*im?,tqm,"im,enlo"..8e?pre PromPl?s >nbiquea de cobre de differenles dimences
l ae 3uu a d:00#) simples e dobrados. para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espirilos coin graduacao at 40 graos (pela graduado de Sellon Cartier) dos
melhores systemas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
de urnas as dimencoes, asperanles e de repucho tanto de cobrecomo de bronze e ferro, tornetras
de bronze de todas as diraencoes e feitios para alambiques, tonques etc., parafusos de bronze e
ierro para rodas d agua.portos para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chombo de todas
as atmencoes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella, fngoes de ferro potaveis e
n0r P^Pnhn r fif ^"J1,08 cobS?' fl.ndos d,e alan>biques passadeicas, espumadeiras, cocos
Pl!T'K0lh deFlandres. chumbeemlencole barra, zinco em len5ol e barra, lancese
"ui. rbre? leD5csdeferroolatao,ferro suecia ingiezde todas as dimenses, safras, lomos
6 0.i hL"* f0"ir0i elC'! ? 'ros muitosartigos por monos preco do que em outra qualquer
panirk Z PTb,^d;Se rld" e 1ual1uer f^ommendacom presteza e perfeico j coWcida
'A na nfaTn0^11**%$?^**?* *** 8e di8narem. honrarem-nos com aPsua conanca, acha
rao na ra Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encomiendas'
Z~
IPcitoSde esgdio de linho
-para eartnsac. ^
Vendem-se peilos para camisas,' muilos finos.
OeesgHwo d.linho a 1|000 cada um : na ra da
Ma4radeDeoa.iajn. 36A.
Prelo
Relogios de ouro e prata.
Em casa de Henry Gibson, ra da Cadeia do
Recite n. 62, ha para vender um completo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronorac-
Iros, meiosch roo metros e de ptente, os me-
lhores que vem a este mercado, e a precos ra-
zoavets.
om pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
ndem-se pe^as de algodo encorpado, largo,
m pequeo loque de avaria a 2JJ50O cada urna.
los amantes da economa
Na rita do Queimado n. 2, loja do Preguija,
ndem-se chilas de cores flxas bstanle escu-
ras, pelo baratissimo prego de 6$ a peca. el60
r o covado.
Carne de vacca salgada, em barris de 200
tras : em casa deTasso Irmaos
Oleado de
cores.
Vendem-se oleados decores os mtrls finos que
possivel ncsle genero, e de diversas larguras,
*r prego commodo : na ra Direila n. 61, loja
chapeos de B. de B. Feij,
I la da Senzata Nova n. 42
Vende-seemcasade S. P. Jonhston & C. va-
quetas delustre para carros, sellins esilhoes in-
g ezes, candeeiros e cascaes bronzeados, lo-
s inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
mantaria, arreios para carro de um edouscaval-
of. e relogios d'ouro patente in&lezes
Verdadeiras luvas de Jvin de to-
tsas cores, ra da Imperatriz ti. 7,
1 ja do Leconte.
horas,
outras
O Dr. Lobe Moscoso d consultas todos os dtas pe\a manha e de tarde depois de 4
Contrata partidos para curar annualmente nao s para a cidade como para os engenhos ou
propnedades ruraes.
Os chamados devera ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o aumero da casa.
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
metter seusbtlhetes a botica do Sr. Joao SounnA C. na ruada Cruzou loja de livros doSr. Jos
Noguetra de Sonza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantenrent e os melhores medica-
mentoshomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes:
Botica de 12 tubos grandes,..........10J000
Ditos de 24 ditos.
Ditos de 36 (Jitos.........'.'
Dito de 48 ditos..........
Ditos de 60 ditos............'.'.'.
Tubos avulsos cada um.......
Frascos de tincturas........
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr.'Jahr'traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,.......
Medicina domestica do Dr. Hering, com diccionario! ". !
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
15S000
20S090
25$000
OsOOO
igooo
25000
208000
osooo
6S0OO
FUNDIQaO d aurora.
Seus propnetanos offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral. toda e
H.r",01'" manufaclurada en> 8eu reconhecido estabellcimentoa saber: macLasde vapor de
. SQamanh0S,, rd,aS agafart iD^h0S loO" de ferro ou para cubos de madeira. moen-
^.eQ h'aAmend/9' laChS de err? batido e fundido de todos os tamanhos. guindastes. iiSl
dW n^ardaS' ^0det?- aullhoe8 e boccas Para fornalha. machinas ara amassai maS-
mn,tpa"deKCar2aral?0da0')reil5aspara mafl1ioca e oleo de ricini, porles gradaria/co-
fJl a!."0inh0 ^evento arados, cultiva Joaes, pontes, --aldeiras e tanaues, bofas, alvarengas
Zh^n m "' de mac,h,n'smof- Executa-se qualquer obra seia qual fr sua natureza pilos
espinos ou moldes que para tal flm forem aposentados. Recebem-se encommendas neste esla-1
beleetmento na ra do Brum n 28 A e na ra do Collegio hoje do Imperador n... moradia do cat
xeirodoestabelectmentoJosoJoaqtumdaCostaPereira.com quem os pretendentea se podem
^ntender Dar aualquer obra'. u
Armazem de fazendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Coberlas de chita, gosto chinez, muito Coas, a
proco de 2$.
Loncos de carabraia para algibeira a 2# a duzia.
Cuitas francezas miudtnhas e muito Qnas, co-
vado (pechincha) a 240 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca,
muito bonitos, tendo 13 1(2 covados, por 2.
Lencos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meiascmaspara menino de todos os tamanhos
Ditas brancas para meninas, f
Chalesde merino estampados a 2j!500.
Alpaca prcta, o covado a320Jrs.
Bales para senhora a 6*.
Mjdanolo cora pequeo deoito a3fl.
AlgoiUo monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
lecas de chita miudiuha coni 38 covados por
Paletots de brim de cores a 5 g.
Ganga francoza escura, covac o a 500 rs.
Chapeos prelos o mais Qno qie ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 4$.
Madapolio fino s 6#.
Bramante de linho, vara a 2#300.
Para liquidar*
Leite de cabra e de \acca.
Na casa de banhos do pateo do Carmo, vnde-
se leite de cabra puro 430 rs., e de vacca a 320
todos os dias, das 7 horas da manha em diante!
Chales chinezes a
a 4$500.
Na bem conhecidaloja do Preguica, na roa do
Queimado n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
no de modernos e lindos gostos com um pequeo
defeito de mofo a 4&500 cada um.
I Guita-percha.
SArtigos para invern de guita-percha S
ou borracha, vende-se na ra Nova o. 45 ||
fc^* LOJA DE MARMORE.
mmtmmm mm mmmwm
Moleque.
Vende-se um ptimo moleque com 13 annos
de idode, bom copeiro, faz todo o servico de ca-
sa de hornera solteiro ; na ra da Cruz n. 23,
segundo andar.
Na loja da Aguia de Ouro na roa do Cabug
n. 1 B, caixinhascom 8 libras de superior o
porrato pelo baratissimo prego de 1 a caixa.
Vendem-se 3 pro-
priedades,
lima na travesa do arsenal de guer-
ra, duas na ra Augusta, toda nova e
bem concertadas: a tratar na ra do
Ygario loja n. 17.
Pianos
Saunders Brothers & C. tara para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegado, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Lndrea. e
muito proprios para este clima.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de4 portas.
Em cata de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n, 37, Tendem-e
elegantes piano do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
Lembramos aosnossos amadores, antes que
s acabe de vender a variada collecrao de arbus-
to e semonles de flores, de herlalic e arvores de
finido, a saber: maneras, pereiras, ceregeiras,
imascos, possegueiros'e parreiras, que se acham
venda at o principio da semana prxima : na
r la do Cabug n. 3 A. Tudo vende-so barato, e
a eslaco propria para a planlaco.
Vende-se urra casa lerrea n. 68, e um ter-
;no contiguo mesma, com 33 palmos do frenL
, no becco do Quiabo, povoacio dos Afogados :
tratar na ra de'Santo Amaro n. 8.
Aenco.
\ua do Queimado n. 19, ar
mazem de fazendas.
Chilas francezas finas de padres miudinhos a
20 rs. o corado, corles de riscado imitando al-
oca cora 13 12 covados a 2g, coberla a chine-
a de chila muito fina a 2#, pe?as de chita de co-
esfixas, muito boa fazenda, lendo 38 covados,
5J800, ganga franceza para cal?a e paletots a
00 rs. o covado, lencos de carabraia brancos pa-
a algibeira a 2J a dn'zia, algodio com 8 palmos
600 rs. a vara, um resto de algodao superior a
I&500 a peca com pequeo deleito, idem de chi-
a fina franceza a 180 rs. o covado, chales do
aerin estampados a 2500, brim de linho de
uadriuhos a 500 rs. o covado. bales a 58, lcn-
)os para meninos a 80 rs cada um. sortimento
e meias para meninos e meninas, fil do linho
no % 800 rs. a vara.
Atten^o.
Vende-se na ra Novan. 71 junto a ponte.sac-
os com milho muito novo a 5$, na taberna da
ruz de Almas era ponte de Uchoa a 5*500 e em
pipucos a 5*500 taberna nova junto ao acougue.
- Vende-se gomma de maiarana verdadeira a
i 00 rs.. e carrinhos do mo muito bem consh-ii-
(os a 14J : na ra Nova n. 71, junto a pona.
Na fabrica decaldeireiro da ra Imperial,
j tnto a fabrica de sabio, e na ra Nova, loja de
irragens n. 37, ha orna grande porcao de folhas
e zinco, j preparada para lelhados, c pelo di-
innulo prego de 140 rs. a libra.
Plantas e floresf diversas.
Pellorce, membro da sociedado de horticullu-
ta de Pars, estando para se retirar para a Euro-
1 a no primeiro vapor, vender de hoje em dianle
( seu vanado sortimento de p antas, flores, par-
i Jiras e fructeiras diversa, dom grande abali-
i tonto de preco : na ra do Cabug n. 3 A
mm-m-mwmm
Vende-se g
Relogios palales. IH
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwighl 4 C, ra da
Cruz n. 61.
s
I___ iiruz u. til.
m-a-nm
Ao senhores logistas de miudeza.
Bicos pretos de seda,
Ditos brancos e prelos de a godao.
Luvas pretas de torcal.
Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos ; vendem-so
or precos commodos, em casa de SouthallMel-
! ars & C, ra do Trapiche n 38.
*
Atleocao.
Armazem y\
i
2Rua do Queinqtado n. 19.
(| Chita franceza fina escura de padres '
( miudinhos pelo baratissimo preco* de 220
Fazendas por baxos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 1.
Ainda restam algumas fazendas para concluir
a Iiquidacao da firma de Leite 4 Correia, asquaes
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tro as seguintes:
Chilas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Dilaslargas, francezas, finas, a 240 e260.
Riscados franeczes de cores fixas a 200 rs.
Cassosde cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom. va-
ra, a IJKJOO.
Corles de caiga de meia casemira a 2g.
Dilos de dita de casemira de cores a 5#.
Panno preto fino a 3# e 4jk.
Meias do cores, finas, para hornern, duzia a
ljf800.
Gravatasde seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3.
Dilas ditas muito finas a 4]j.
Ditas cruus finas para hornera a 4$.
Cortes de colletesde gorgurao de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4>.
Chales de laa e seda, grandes, um 2$.
Crosdenaple preto de 1J600 a 2.
Seda prela lavrada pata vestido a 1JJ600 e 2g
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 168-
Lengos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
a 400 rs.
Entremeios bordados a 200 r=.
Camisetas para senhora a 640 rs.
Ditas bordadas finas a 2$500.
Toalha3 de linho para mesa a 2 e 48.
Camisas de meia, una 640 rs.
Lencos de seda para pesclo de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baotisar crian-
cas a 5J000. v
CJ s decalca do casemira preta a 69.
C ^ t de merino com franja de seda a 5.
C le caiga de riscado de quadros a 800 rs.
k crde para vestido de montara, cova-
d %
"Le.. neos de cambraia, duzia, a 2J>-
Com (oque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de carabraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusis ditos com 4 palmos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Baymundo Carlos Leite <%
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C, ra
do Vigario n. 3, um bello sorlimenlo de relogios
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool; tambem urna
vanedade de bonitos trancelins para os mesms.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o rauilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Mcnl Julop, Bilters, Whiskey 4
C, ludo despachado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes c pequeas
ferentes autores, de um niodello inleiramente
novo, por preco commodo.
Salsa parrilha em frascos grandes e pequeos,
muito bom acondicionada.
Pilulas vegelaes (verdadeiras.)
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos po preeo commodo.
Espirito de viuho com 44
graos.
Vende-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ouas ca-
andaa: na ra larga do Rosario n. 36.
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, cxcellenles por sua duracao, levesa e com-
modidade para os animaes : era casa de Henry
Gibson. ra da Cadeia do Recife n. 62.
Vende-se superior linha de algodio, bran-
case do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Mellor 4 C. ra do Torres
a. 38.
Superiores chapeos de manillia.
Eslesexcellentes chapeos que por sua qualida-
de e eterna duracao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; existem venda uiiicarr^eiite ent casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62, por
preco commodo.
Veude-se
linha de novello de todos os sorlimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas e pretas, por precos commodos : em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62.
em saceos muito grandes, ltimamente chegnda
do Porto: vende-se no escriptorio de Garvalho,
Nogoeira4C.,na ra do Vigario n. 9. nrimeir* -
andar. r
. A 32#000 ris.
Camisas inglezas de fuslao
Na ra da Madre de Dos, loja n. 36 A, ven-
dem-se verdadeiras camisas inglezas rom peitos
de fuslao e bolcinho para relogio, punhos e col-
Urinhoa de esgqiao de linho a 32*000 a duzia.
E para vos dizer.
Na cocheira d Eduardo Bourgeois, na ra N-
va n, 61, tem para se vender panno fino e gala
azul, vnquelas vrandes para coberlas de carros,
lanternas para dilos e para cabriolis, velas par*
ditas, colleiras mestras, ditas falsas, camurc esponja, graxa preparada para eixos, e culr
para arreios, ferraduras francezas com cravos,
muilas outras ferragens diversas paia carros :
vende-se lambem um jogo de rodas americanas
e outras para carros de passeio, fabricadas ca
Paris e proroptas aserrar.
AttenQo.
Na ra da Cadeia do Reciten. 11, vendem-se
as seguintes obras : o Demonio Familiar, 29 o*
Honra e Gloria, Gabiiel c Lusbel ou os Milagret
de Santo Antonio, livros de sones, etc., etc.,
oulros muilos que vender-sc-hao muilo em
conla.
A A$ e 4J500.
Saceos com milho novo : na ra da Cadeia d*
Recife n. 64, segundo andar.
Meias de borracha
para homens e meninos, fazenda superior; ite
Centro Commcrcial, na ra da Cadeia do llectfe
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
de dif- i do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes. -
Dilas vegelaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jfarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento llolloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anli-asmathico.
2 oucas e
Vidrosde boca larga com rolhas. de
121ibras
Assimcomo tem um grande sortimento de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a modioe
preco.
GRANDE AMAZEM
DE
[Roupa feita.
tRua Nova n. 49, junto
igreja da Conceico dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sortimento de xou-
pas eilas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno fino pelo e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca ebomba-
zina pretos e de-cores, paletols e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
tas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de. linho
branco e de cores, de fuslao e riscados,
caigas de algodao, collete3 de velludo
Ereto e de cores, ditos de selim preto e
rauco, ditos de gorgurao e casemira, di-
tos de fustes e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos e
grvalas, grande sortimento de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromplaro outras agosto do
comprador dando-se no da convencio-
nado.
*S MELHORES 1AIIINAS DE COSER
DOS
Man afamado autores de New York
I. M. SINCER WHEELER & WILSON.
Nonovoestabelecimenlo vendem-se as machi-
oas destes dous autores raostram-se a qual-
quer hora do dia ou da noite e responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade e segurancia :no arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leile &
Urro,daUBaoad-;v;t,a.PeralrZ 10' amg8meUte
Marmelada.
C1na ^".a Direila n- 6 ha maimelada
640 a libra.
Escrayos fgidos.
superior a
rs. o covado, a ellas antes que se acabem,
9 P>s o preco e a qualidade convida a
* comprar.
i
Milho e farello.
Vende-se milho a 40 o sacco em porfi 3$600,
m cua240 rs., farello a 5$ o sacco ; na traves-
a do patoo do Paraizo n. 16, casa pintada de
tmarello com oitao para a ra da Florentina.
Ra No van. 32.
Thom Lopes de Sena, dono da anliga loja que
era de sua 6ogra Madame Theard, neste eslabele-
cimonlo constantemente recebe-se em direitura
de Franca bonssortimentos de objectos de moda,
como sejam, chapeos de velludo e de seda de
cores para senhora, dilos de palha de Italia, di-
los de dilos amazona, chapeos prelos para Into,
ditos de velludo e de seda de cores para meninos
e meninas, ditos para baptisados, gorras de vel-
ludo e de seda para menino, pentes de tartaruga
fiara senhora, ditos muilo modernos coro vidri-
hos, alCnetes dourados e com madreperola para
segurar enfeites de cabera, ditos pretos com vi-
drilho, ditos para segurar chapeo, tocados para
os mesmos, enfeites de eabeca de differontes qua-
lidades, manteletes e capas de grosdenaplea,
guarnecidas com bicos de guipure, guarnicao de
raassabu para vestidos de baile, dilas de botos
para os mesmos,'espartilhos de mola com carre-
leis, ditos de cufiar, cdpuchao Mara Sluard para
sahida de baile ou thealro. filas e franjas de se-
da de todas as qualidades, filas de velludo bor-
dadas, cinteiros de borracha muito modernos pa-
ra senhora, botoes pretos cora borllas para ca-
saveque ; na mesma casa recebem-se figurinos
lodos os mezes, e fazem-se vestidos da ultima
moda, vestuario para menino se baplisar, e tudo
mais quanto perlence ao loilcl de ama senhora.
Vende-se orna eserava crioula de idade de
30 annos, sabe cozinhar, lavar e engommar bem,
e cose chao : para ver e tratar, na loja do sobra-
od da ra Imperial n. 167.
por sacca de
Irmaos.
4,000 rs.
milho; nos aimazens de Tasto
Ra do Codorniz o. 8
Vende-se feijao amarello.
por lOftOOO.
Milho
Cera
saceos de 30 caias,
saceos grandes, por 4OOO.
de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se, no largo da Assembla.
armazem n. 9.
Calcado francez barato.
Na loja de Burle Jnior do Cabug'n. 16.
Bolinas de lustre para homem dos me-
lhores fabricantes
Ditas de bezerro e panno
Dilas de lustre para senhora
Dilas todos de duraque prelo sem salto
para senhora
Dilas de selim branco para senhora
Ditas de lustre sem sillo para meninas
Sapates inglezes de vaqueta
Dilos de lustre com borracha na frente
Ditos dito dito para meninos
Os melhores charutos
to baixos.
8000
73000
4JW00
asooo
5000
3j(l00
5*-00
5*000
33000
da Baha por precos mui-
Roldo francez.
nico deposito desta ezcellente pilada, em bo-
les de libra a 2J800, e meias libras a 14C0 : no
Centro Commercial, na ra da Cadeia do Recife
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
Oculos
finissimos de armado de ago, para miopes : no
Centro Commercial, na ra da Cadeia do Recite
n. 15, loja de Jos Leopoldo Bourgard.
A 3,500 rs.,
com toque de avaria, vendem-se pec.as de chitas
francezas rxas com 35 covados : na ra da Ma-
dre de Dos, loja n 36 A.
. .. ^a ra do Arago n. 37, vendem se 2 ca-
bnolels e 1 carro de X rodas.
. Vende-se urna casa terrea sila na travessa
,.o Alecnm ; a tratar aa ra dos Martyrios n. 12,
Escravo fgido.
Na noile de 28 de abril prximo passndo fug'w
de casa de seu senhor um escravo de nome flay-
mundo, idade de 18 a 20 annos, estatura media-
na, e roforcodo, bonita figura, bocea pequea,
bons dentes, falla bem, (labra escuro) lilho do
Ico, d'onde veio, pouco mais ou menos, a um
anno, levou com sigo alguma roupa, consistindo
em calcas de brim trancado branco, de algodo
mesclado, camisas de madapolao, de algodao ris-
cado, jaqueta de panno fino azul, grvala i re la,
chapeo de feliw fino, cor clara, coslutna andar
calcado, inti.lula-se forro, salla muito bem, pois
leudo sido duasvezes aprehendido, tem se eva-
dido, consla ter una amasia muala, mulher for-
ra, com quem esleve na Boa-Vista, e aonde foi
apprehendido, estovo Irabalhando em Sanio A-
maro : quem o appreheneer e levar ra do
Cadeia do Recife n. 20, ser recompensado
50$000 DE GFATIFICAfAO.
Fugio da casa de seu senhor no dia 4 de abril
p. p. o prelo de nome Flix, de na^o Morain-
bique, idade de 35 a 40 anuos, levou calca de
brim com ramagem azul, eslalura baixa', cor
fula, baiba na pona do queixo, tem na lesla
por timo do naiiz um calcmbinho que parece ter
signal da Ierra delle, lem os ps um pouco npa-
Ihelados, foi esclavo do Sr. Manoel Francisco
Duarte, este o vendeu ao Sr. Synphronio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no anuo
prximo passado, este lem sido pescador e cala-
dor e boje padeiro, e por isso lera callos as
juntas dos dedos pelo lado das cosas das raaos,
em razao da maceira, j esteve fgido para ban-
das da villa do Cabo muito lempo, intilula-se
forro, muda o nome deile para Joao, ou outro
nome, foi pegado no Cabo porum moco do rr.es-
mo lugar por alcunlio Quimas ; domingo 8 do
crreme, esteve a tarde n'umn taberna na pas-
sagem que vira para o Remedio, e o Sr. Duarl
diz que as suas fgidas tem sido para os lugares
seguintes: Caxang al o engenho Comaragilc.
Barbalho, Ibura at o Cabo ; pulanlo roga-se
aos capiles de campo e as autoridades policiaca
e qualquer pessoa que o possa encontrar o apre-
hendan) eo levem a seu senhor na padaria Jo
paleo da Sania Cruz n. 6, que ser gencrosa-
mcnle recompensado, e protesta contra quem o
liver acoutado em sua cosa.
Acha-se fgido desde o dia 16 deste mezo
escravo Marcelino, africano bastante ladino,
afela devlente, de eslalura mediana, idade.
pouco mais ou menos, de 35 anuos, secco do*
corpo, pernas bem finas, barba lina, maccs sa-
lientes, levou camisa de algodo azul, calca par-
da, chapeo de palha ; quem o pegar, leve-o no
Recife ra Direila n. 106, e se for preso ra.
leve o ao engenho Arimbi em Ipojuca, que ser
bem gratificado.
Ausenlou-se de casa de seu senhor o escra-
vo de nome Filismino, pardo escuro, represenlan-
do ler 22 annos de idade, estatura regular, pouca
barba, dentes da frente arruinados, ps grandes,
e cabellos crespos : quem o apprehender e levar
casa do fallecido commendador Luiz Gomes
Ferreira, no Mondego, ser generosamente re-
compensado.
Gratiilcacao de 50000.
Fugio no dia 17 do correle mez o escravo
crioulo de nome Matheus, de idade de 20 a 25
annos, c tem os seguintes signacs : cor prela,
altura regular, espigado e reforjado do corpo,
falla descansada, mos e ps pequeos, denlos
alvos, andar gingado, passo miudo, e com bstan-
le espinhas no roslo ; levou calca e camisa de al-
godo de listras azucs, chapeo de palha da ltilia
j usado com fila prela; este escravo nalural
deQuehrangulo, onde tem mi e irmais, e foi
pertencente o dito escravo nesle lugar aos Srs.
Cosme de Pinho Santiago o Jos Francisco da
Cosa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
rara e deram em pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros 4 C. desta prara, e estes venderam ao Sr.
Silvino Guilherme de Barros, o qual vendeu aoa
Srs. Mello 4 Irmo ; consta que esle escravo fu-
gio em companhia do cabra escravo, Matcolino,
de Macei : portento, pede-se as autoridades po-
liciaes e algumas pessoas particulares, que o
capturem e levem-o a ra de Apollo n. 7, ou a
ra Nova n. 1, que gratificarlo com a quantUt
cima.
Eserava fgida:
Fugio da casa do abaixo assignad, no dia t
do correnle, urna sua eserava da Costa de nomo
Hara, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito preta, tea
bastantes cabellos "brancos, cosluma trazer um
panno atado roda da eabeca, tendo por signal
mais saliente as maos foveiras, proveniente do
calor de Cgado. Esta eserava lendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, perianto, s autoridades poli-
ciaes, capitaes de campo e mais pessoas do pova.
a apprehenso de dita eserava. e leva-la loja
do Preguiga, na ra do Queimado n. 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da cocheira do Illm. Sr. lente coronel Sebaa-
liao, une terao generosamente recompensado.


-t. !,-.
f9)
---------------------------------------------:- i
Litteratura.
O eordi de cabelle.
Aquella dr, alimentada tao fortemenle, deria
acabar por se identificar com elle ou consumir
se r. gstar-se.
Nao sei por qual das duas hei de optar, sei s,
que possados mezes Andr j nao chorara, mas
engordara e azia-se corado.
A lcjnbranca do pae era a recordago do um
sonlio. doce e triste ao niesmo lempo, que pas-
sra, deixando-lhe um temo seiilimento do sau-
dade.
Andr dizia
A dr eslalou-me as fibras do coraro. es-
tincou-me os lagrimas e creslou me a" essen-
fia da alma... vivo... mas sou um morto, aue
rive !... ^
O que fado que nao pareca o mesmo
nem lia, era escrevia, era se lamentava. Sor-
prehendia-se, verdade, rauitas vezes de raaos
cruzadas, cabeca pendida sobro.o hombro esquer-
- nios DB c6- E era 1ue pensava en-
lao ?... Nora elle o sabia., mas os patres nao
amavara aquellas meditares, porque os fregue-
zes eram servidos como por ura authoraato, e, se
alguns havia de consciencia elstica, o screm
servidos por um aulhomato muilo favoreca as
suas dainadas lencoes e criminosas tenden-
cias.
Din dia o carleiro foi ter com elle Ioja e dis-
se-lho :
O' Sr. Andr, tenho aqui urna carta do Bra-
sil para o senhor seu pae, que Deus hoja ; Vmc
devo pagar o portee recebe-la...
Sobresaltado por nao sei que lhe adevinhou
o corocao, pagou a carta e abrio-a.
Eis o que leu :
Irmo:
Ha muilo quo nSo te escrevo, mas nao o le-
iilio podido com os meu negocios, que mo lem
obrigado a estar foro do Rio de Janeiro, aonde
agora eslon eslabelecido. Deus louvado, irmo,
eslou finalmente rico, mas ai de mim estou
reiho. Sabes o quo le vou pedir?... que ve-
nlns para o Brasil, ou ao menos mandes j o
teu peqiieno : quero faze-lo feliz. Para a casa
de Cruz & C.a do Porto, mando urna ordem de
dous contos de ris para a passagem e arranjos
da partida...
Andr nao leu mais ; despedio-se de scus pa-
tres. alugou um macho e parti nesse mesmo
dia pnra o Porto.
Dahi a oito dias embarcava no brigue Esperan-
ffl para o Brasil, chegava mez e meio depois ao
Bio de Janeiro o passadas duas horas cahia nos
raros do tio Ambrosio.
Andr tornou-se enlo a gloria do tio, a inve-
jados visinhos, o desassocego das familias. Ara-
hrozto naolheconsenliao menor trabalho ccons
Uluin-lhc como o primeiro devero gozar; seu
sobnnlio, como bom sobrinho, nao o desconten-
tava.
As suas antigs tendencias voltaram-lhe, lem-
brou-se das suas primeiras leituras e principiou
por amoroso e temo como um Baph-iel, passou
breve a poca da desenvoltura e delirio de amor
como um Richelieii, e ia por fim entrar na de
sccpiicismo, amargura o descrenga, por causa de
urna joven braslcira, que, apafxonoda por elle
lhe sacrificara familia, honra e futuro (dizia ella)
ugindo do casa de seus pais, mas quo nao obstan-
te, passados ojio das de urna la de rael, to
meiga, too clara, lio lmpida, como a mais lm-
pida, clara e raciga das regios equatoraes. A-
ore a lora sorprender com um guarda livros de
seu lio em um coloquio, que lhe nodeixavo du-
vida sobre a inlidelidade, rragilidade o inconstan-
cia do amor das mulheres.
tos,
o
Entretanto nesta poca, lao regada do pranto
tao cheia de agonas lentas e continuadas, t
abundantes de amargas duvidas, Andr achou-
sc tambera herdeiro da forluna de seu tio, por-
que fra Deus servido chama-lo sua divina
preeenca.
Antes mesmo de dar o lempo necessario dor
da perda do tio, cuslando-lhe respirar aquelle ar,
que lhe fizera renascer vicoso o coracao para lhe
o embriagar de amor e no raeio desse delirio o
poder mais traicoeiramente envenenar, resequir
e escarnecer, como elle dizia ; depois de ter li-
quidado inda com prejuizo seu por 150 contos,
miieda forte, a sua heranca, parti para Portugal]
aonde desembarcou pouco depois no Potlo.
Sem se demorar nessa cidade, vollou para Bra-
ga, fez urna visita sepultura de seu bom pae
coinprou urna bella quinta o relirou-se a ella para
chorar s/.tnho e longo do bulicio seductor do
mnnoo.
Via-se. prtenlo, Andr senhor de urna soflri-
tcI fortuna, mas seu coracao fdra-lhe despeda-
zado. r
.Nao viva com ninguem, mas aquella solidao
molava-o, porque Andr nascera para o mundo e
a sua alma fra fadada para amar.
Poz-se enlo um dia a pensar no que devia fa-
zere eis como elle disse l de si para si.
Sou um rapaz ; nao tenho ainda vinle seis
anuos. A minha vida tem sido caprichosa e ro-
mntica ; a Providencia ou o acaso deu-me po-
rm o necessario para raejulgar feliz... Nao o
ouro que faz a felicdado do mundo ?... O amor
nao ura ludibrio, a honra urna chimera, o casti-
go um escarneo ?...
Nao choremos pois quem zomba do coracao, r
das lagrimas e folga com a dor... Partamos para
a ierra, em que o bulicio da vida, pode adorme-
cer a tortura da alma. Com o sorriso nos labios
e a descrenga no coracao, percamo-nos no meio
dasociedade corrompida e vil, e sejamos felizes
como os que a compera. Tenho ouro, hei de
ser leliz tambem.
Andr, debaixo destas sinislras impresses,
parti para Lisboa, aonde linha chegado urna se-
mana antes do momento, em que o encontramos
tao meditabundo e desassocegado no passeio pu-
blico.
Antes de contar ao leitor o que ossim o afadi-
gavn, o quo ja agora fica reservado para o capi-
tulo seguinle, seja-me perratlida urna per-
gunla.
O leitor pode concluir alguma cousa da histo-
ria do meu hroe ?... Parece-me estar a ouvir
que nao ; que a sua phisologia falhra perante
mas lao caprichosas vicissitudes do sentimento;
finalmente, que um homem como o Sr. Andr
Antunes impossivel, e quo cu pretendo fazer
um romance.
q{ tiver o ent'oiiiro, que tieeetevemos naeeis
*1 por i inte tjue andar naquelles infructuosas
in lageges.
Teria sanido de Lisboa ?.., morrena t... se-
f esli urna \uha minha ?... eria um ariso
* f"er ,er *V "Pa
quando o encontramos
na testa e
Perdi, mil vezes perdee ;-nao fa^o uui ru-
mance, cont urna historia; nao invento, des-
crevo.
O carcter do Sr. Andr Antunes ineeropre-
hensivel, foge i classificogao. escapa ao esludo...
concordo ; mas nem
tunes deixou de existir'e xisle lavez anda, tal
como tive a honra de o descrever.
Posto isto continuare!.
II
Aridr tinha desembarrado em Lisboa, acolhe-
ra-se a ufa dos melhcrrs koteis da capital, de-
pois de se fazer convenientemente vestir, pon-
tear e barbear, tomara um soberbo caleclie e
partir.
Para onde?... foi o mesmo, que o cocheiro
lhe pergunlou. acompanha a porgunta de tres
cxcelloncias c dous meu fidalgo.
Para onde lu quizcre3, responden Andr.
O cocheiro passeou-o. passeou-se c passeou os
seuscavallos por todas as ras da cidade e a noi-
le levou-o ao-. theatro de D. Mara.
Representava-se a Dama das Camelias ; Andr
ouvio-a, ouvio a grande Emilia das Neves, mas
'quando ludo em volta d'elle chorava. elle ria-se
e murmurava era voz baixa :
Mentira... lagrimas de crocodilo ..
Quando a vio morrer, murro urou ainda foi
algura aneurisma que lhe rebeotou... ou enlo a
perrico que a fez morrer.
Parece puis quo Andr linha chegado 4 perfei-
ta chrstallisogo da descrenga.
Mas aquella sua rosada cor, aquelle seucorpo,
que lemava a engordar ?
Andr tambem o nao sabia explicar ; na sua
quinta em Braga nao tinha ura espelho ; um
sceptico a mirarse a um espelho, era urna con-
Iradicao viva, absurda e espantosa.
Chegado Lisboa, no dia immediato ao da sua
chegada, sahira logo pela manha e a p : ao
passar pelo Chiado lancera, mesmo sem querer,
os olhos para um espelho de urna toja c vira-se a
elle... urna trra aonde se encontrara lanos
desles trastes, em queelles sao lao apreciados...
Foi enlo que. julgando-se cadavrico, amarello
e secco, se ochou no bom estado physico.em que
o vimos no passeio publico.
Principiou enlo a descrer tambem da suades-
crenca.
Ainda nao estou completamente gasto, di-
zia elle, continuando pelo Chiado abaixo ; ainda
posso viver ptlo coracao ; que a dor ainda o nao
crestou de todo : a robustez do corpo atiesta a do
espirito... Se curassemos este... se enconirasse-
mos quem nos confortosse no nosso deslenlo,
DIAfliq, pj MBflAyiW. ^QCHITA fmh U^ Up M fflft0
Assim pensava Andr
ni passeio.
De vez em quando parara, bata
ccalinuava em ro baixa :
-. Mas isto orna louciira... rue mo importa
rim a mulhcr ?... dar-lhe utaj vestido novo
pcraquelle quo lhe rasguei f... ella alguma
i, nao precisa dos mcus Mstidos. Pedir-
ninhas desculpas ?... nena^ se lembrade
mlm... Mas urna duqueza a prfassim... nada,
na la... era naturalmente alguma bailarim de S.
Ca los... Mas cora aquellas feic&es an"elic9S...
na la... impossivel....
)epois calava-se, bata com mais forca com a
be gala no chao o continuara passeando.
Iramj tres horas da tarde o Andr teria per-
coindo o passeio no sentido do seu comprimenlo
mi bares do vezes. r
Kesse
momento v enlrarem por a porta da
Al. gna duas senhoras ; urna vestida de prelo.
ou ra de branco.
' omam por urna das ras lateraes e caminham
apiessadas.
Mo sei o que lhe diz o coracao ; Andr cor-
ta i or urna das transversal e sahe-lhe ao en-
contro.
-- Oh I quo perlurba^ao... ella .. ella em-
ini I...
Foge-lhe a risla, a cabeca anda-lhe roda
tica como extaclico. e nao tem forca mais d
qui aastar-se e dar passagem aquelle par.
/ mbas parecern) conhece-lo. A primeira car-
regiu mais assobrancelhas, voltou a cara para o
ad e conliuuou ; aquelle olhar fri egelado oe-
Irit cou-o. v
A outra, com um resudo pranco de ca<-a com
um mantelete branco tambem, mas negro des-
ma oda e feo ao p da bdneura do seu cllo
con um chapeo de setim cor de rosa, mas des-
vn cido e triste ao p do leve rubor, que lhe
linjia as faces; pareceu tambem conhece-lo-
con o constrangindo-se lanijou-lhe um olhar d
piei ode e ao mesmo lempo de esperanra
S ;us bollos olhos, movidos^igorosamenie.pou-
sar.m-se sobre os de Andr, rbraram sobre elles
os eus raios chnslalhnos, mas abrasadores e er-
goeam-se depois rpidos e idtlTercnles a'o co.
de todo magricisado ; senlio-se
a mao |ao coraro, procii-
ao cahr, mas aquellas da-
cao .'... Mulhcr... porque nao hei de eu poder ma tmham passado e pode anda r-la* ao lon-
acreditar era ti ?... | ge.inlre os rail arbustos floridos, que lenlavam
Nesle momento Andr sentio seu corpo encon- cncbrir-lh'as.
quem nos fizesse renascer para a vida, quem nos i des Hecer, quh levan
Cicatrizasse as feridas ainda sangrentas do cora- rar 'Igum apoio para na
que
F
Roe
P
cav
A
asrj
Ei
con
E
dcv<
oulri
Deu
O:
tara
egref
dar
vim
ondt
jane
luz.
O
lhe
sa d
Irar um oulro o desto choque inesperado sahir
um grito de confusao e lalrez de dor.
Sobresallou-se o acorJando da sua medilaco
vio umasenhora, extremamente corada, compon-
do as flores do chapeo e encobrindo um rasg 5o
em um rico vestido de seda cor de perola. Urna
outra veslida de preto a acompanhara e com um
ar sombro o carregado dizia para a primeira :
A menina nao v?... nao sei em que vai
sempre a pensar.
Andr ficou passado. Que pensariam delle?...
Perdao, minhas senhoras... Vv. Excs...
Eu... mas a roz faltava-lhe e nao sabia o
dizer.
A dama rostida de prelo abaixou-lhe framente! cm
a cabeca e continuou ; a oulra parece que tentou 'era
fazer o mesmo ; voltou a cabena, mas o pejo n5o
Iho permillio erguer os olhos para a creatura,
que to mal a proposito excitara aquelle con-
flicto.
Andr, porm, linha entrevisto... e peder elle
dize-lo?... Nao sei, mas a vlsao, que appareceu
deixou-o de lodo perdido.
Era urna rapariga, qu figurava ter dezesete
annos.
Summamenle corada por aquella emogao, sus-
to, dr e pojo, ludo ao mesmo lempo, seu
roslo era oval, suas feires respiravam a in-
nocencia e candura, sua tez branca de nev, os
cabellos de um louro, que podia rivalisar com o
ouro, e os olhos.. oh os -olhos... Andr nao os
vio... mas adevinhou-os... Os olhos erara casta-
nhos, raas tao rasgados, lao vivos, tao locantes,
lao arrebatadores, quo o fascinaram, perderara,
arrebataram !
Quando vollou a si linham passado minutos e
permaneca anda no mesmo lugar, hirto, preso,
sem vontade sem* pensamento.
Lembrou-lhe o encontr, que acabava de ler e
correu, correu como ura lonco... mas para onde ?
com que fim?...
Para onde, nao sabia ; mas seu fim era encon-
trar esso anjo, esse ideal que o fascinara.
Divagou perdido por quanias ras tem Lisboa,
por fim, era noilo j, parou, passou a mo pela
testa, lmpou o suor, que o alagava, respirou raais
livremenle c pergunlou a si mesmo :
Mas aonde vou cu ?... lerei enlouquecido?..
oh eu... em busca de urna mulhcr I... e o que
a raulher ?... Maldcao... a mulhcr a causa de
minha desventura ; a" mulher a morle desle co-
racao, que era bom, que nescera, para amar, que
amava loucamento ; a mulher a maldcao do
inferno lancada na face da Ierra... oh I a mu-
lher... fujaraos, fujamosdella.
Felizmente nesle momento passava urna ban-
deirinha desoecupada, Andr saltn para dentro
della, mindou baler para o Holel d'F.uropa, aonde
eslava hospedado.
Essa noilc nao dormio ; no da seguinle pas-
seou, passeou muito, mas cada mulher que via
de talhe esbelto, de traje elegante, de porte mo-
desto, e de reo fluctuante ou pendente soMe a
fronte, fazia-lhe subjr um cslor estranho ao cora-
gao, um tremor lhe percorria os membros, o urna
ancia inexplicivel lhe comprima a alma.
Reconhecia depois urna creilura desconhecida
para elle, voltava a si e suspirava e sorria depois
com o mesmo sorriso, toreado e triste.
Anda nao ella, murmurava ento... ain-
da nao ella... E para que a quero cu encontrar?
Oh I dever, dever de um homem da socieda-
de desculpar-se para urna senhora desuagrosse-
ria, da sua falla de reparo para com o sexo, a
quem todas as nttenres sao devidas... Deixei-a
de um modo tao esquesito, to brusco, lo
gauche...
E illudido assim, conlinuava o seu passeio.
A' noile cnlrava em todos os thealros, mas a
sua bella desconhecida nao apparecia.
Eslava ha urna semana em Lisboa e ha seis das
L 'mbrou-so
der
lad
rido
evado por urna torga irnsislivel e inexpli-
Iravessou ruis e largos des(onhecidos. c vio-
or fim entrar em um espagiso templo.
a a egreja do Senhor. dos Pnssos da Grara,
orrdissima sempre as sej tas-feiras.
ilraram, Andr entrou tambem ; ajoelharam
renle de um altar, urna com o mesmo ar inal-
el e fri, a oulra com un ar contricto e de
cao, Andr ajoelhou tambera: principiava
i vez a comprehender a magnificencia d
e o balsamo da oragao.
que as podena a| nda urna vez per
acordou aquella lembrangu horrivel, e assus-
cora ella, principiou a cor er como esoavo-
e louco.
lizmenle
o.
incipiou a segui-las a
encontrau-so anda no meio do
alguma distancia e
Oiou. orou por muilo lempo.
dous entes mysleriosos, que segua, levan-
i-se, Andr ergueu-se tan bem ; sahiram da
a, Andr sahio tambera ; principiaran) a an-
! Andr segui-os ainda.
Eiam cinco horas da tarde, o] sol ia quasi a es-
concerse no occidente; nessii momento entra-
dlas em urna casa, ra do Salitre n. 44.
Atoitece depois. e Andr linda permaneca
era renle da porla, hermticamente fechada, por
ellas se linham sumido, b olhando para as
las, airares das quaes nao bruxlueava urna
esto da noile nao dormio, mas passou-n
quasj como em um sonho, em qbe a raesma visao
pparecia, sempre risonha ( raeiga.
A( oulro dia as faces eslavam
-lhe alguma cou-
scoradas e os olhos pisados.
Aildr julgou ler naquella priova, quo nao lhe
app recra nem as sua.s maislexcruciantes d-
im aviso, ura indicio de urna paix5o, mas
paixao nova, regeneradora! e indisivc
res,
urna
j ei) frente da mysleriosa casa da ru
tre,
irar
dad.
paro
reit
gros
meiab coraj.
nove da manha do dia seguinle
| 3 dez entregava a um gallego,
, nessa habililagao lao apetecir"
para elle, com a mo csquer><
a menina dos cabellos otipos,^.
deixava escorregar na posanrl*
a mao do noro Mercurio um punhado de
cied
FOiLUETUl
DE PAB1S A BADN.
VIIGEM DE UM ESTUDANTE E SUAS
CONSEQENCIAS.
Tpor
P. I. STAHL.
que o senhor
prar

prop
aboi
pelo
dita
anh
pule
um
exis
terr;
eren
laze

era
XIII
Estavamos em S. Diser.
Enlo, disse-me o meu companheiro, recu-
sar um copinho de rhum ?
Como nao respond talvez com muito errlhu-
siasmo e cordialidade do ofTerecimento, elle acres-
cenlou :
Depois de fumar e de um fasscio material,
nao pode passar por orgia....
Kslsvamos na porla do hotel....
Outra diligencia tambem linha parado ahi.
.Vcitei o tal copinho, offereci outro, e eslava
arcendendo novo charuto, quando o conductor
da diligencia, que eslava mudando do cavallos,
posto ao facto da nossa aventura pelo capilo,
que nessa noile nao tinha segredos para nin-
guem, propoz-me um lugar no seu carro, no ca-
so de quo eu tivesso pressa.
O carro anda bem, disse-mo elle, e n5o
vira !
Como eu nao tinha razBo nenhuma para flcar,
seduzido por esse ofTerecimento, cujo resultado
mais claro devia ser duplicaras minhas despezas
de viagemPoceilei-a com prozer.
Quem conhecc (o lindas mogas brancas co-
mo a que eslava chorando quando o senhor par-
ti, disie-me a rir o jovial capilo, comprehen-
do que nao sedivirla a esperar polas estradas a
pecninrha de alguma pobre negra.
Quanto minha companheira do viagem,
capilo, permita que Iho diga quo mo parece nao
pode ser peehincha par ninguem. Enganar-me-
Jna muito se nao houvessc mais honcslldade na-
quella pobre rapariga do que as tres quarlis
H Vide o Diario a 119.
partes de mocas do todas as cores
cncontrou as suas guarniges.
Ola, meu amigo, como defendo as mogas I
replcou o capilo. Se eu soubesse onde mora
aquella menina desla manha, havia de lh'o man-
dar dizer.
Que m lingua que tem, capilo 1 disse eu
ao meu vizinho; nao se mella com o que nao lhe
loca alias Nao me diga que nao me lembro
do Pars; eslou por um Inz a vollar para l___
Ora gragae I exclamou o capilo, voltou fi-
nalmente ao branco, quo a sua cor natural.
XIV
E a sua ultima palavra? perguntei eu.
E* o penltima, replicou elle; resla-mc
ninda dar-lhe um ronselho. Em Slrasburgo as
mulheres sao bonitas, mas s ha Parisienses cm
Pars, e os objectos d'arte como aquelle que
deixa nlraz de si, sao raros cm toda a parte; lo-
go, senada o torga a ir para dianle, o se o cora-
gao Iho pede quo volle, escnle-o. O senhor es-
tudanle falla-mo em guarnigo; pois sim! a
guarnigoo lem suas cousas boas ; ensina a ver-
dadera vida ; ensina quo nada se deixa impu-
nemente. Mudar de guarnigo, mudar de tudo.
Nao ha nada que resista ausencia, mancebo I
Se lhe digo urna novidade, porque o senhor
ainda rapaz. Repita muitas vezes essa trisle e
pouco consoladora verdade, o cuidado comsigo!
Mesmo que a moga inconsolavcl do a pouco se
chamasse Pcnelope....
Nao quiz dar ao meu interlocutor o prazer de
acabar de ouvir as suas historias.. Subi para o
corro.
Onde eslo as bagagens do senhor? disse-
me o conductor, apenas vio-rao sentado.
Na estrada, disse o capitn, que ainda nao
linha fallado bstanle ; na estrada, cora as mi-
nhas, com o meu capacete, com a minha espada,
com o padreco, com os recrutos, com a negra, e
o que ainda peior, cora a minha charulcira I
E como me visse embaragodo, disse:
Ora vamos, nao lhe importe isso, meu ami-
guinbo ; a geule que mandamos a busca dos nos-
sos objectos naufragados estar aqui cm afgumas
horas, e a diligencia hade caminhar melhor, por
que passou a noile descangando ; eu eslarei om
Slrasburgo (ardo o o senhor pela manha ; vi,
que o desculparei com os convpanheiros, e lerei
cuidado as suas bagagens. o dia seguinle
minha chegada acha-las-ha no escriplorio das
rarroagens, na ra do Vieux-March ou Poisson.
O amigo Hipg teii cuidado tiellas.
,E por quo sigoal reconhecerei eu o tal seu
amigo Hipg ? -
E' o director; o senhor apres^ntar-se-ha a
elle da parle do capito Plouck.
a va
ali-
iiie-
ve-
ta
_.n a di-
callosa e
olma, as decepges
carta de Andr dizia assim :,
la um hornero, a quem a desgraga persegu
tein osa e continuada. A dr dacerou as eren-
gas, a menlira envenou a
ama'guraram a exislencia.
sse homem, predestinado pira o soffriraen-
lo, ( orrra o mundo arrestando comsigo a sua fa-
tolidUde.
)s seus prantos eram ludikados. sesmar-
lyric s escarnecidos, seu corogo calcado pela so-
" de.
!sse homem nao.leve a forca de se malar I..
lomo escarneo sua dr, a sorte dera-lhe
ludo com que pode ou er o mundo poder com-
quera ver... Para
miseravel, no.devo nspi...
As dez horas da noile de hoje esperarei debai-
tx?da vossa Jnll por a sentenca da minha
Um ro*intima e ignota me segreda, que ie-
reis compaixao de mim. Nao deu Deus a bon-
uade aos seus anjos sobre a (erra?...
Vosso para sempre
N Andr Anlunes.
nessa mesma note, parado s dez horas em
freme da casa da ra do Salitre, ouria elle abrir
mnsamen(e urna janclla, apparecer ura brago
de urna alrura, que, ainda no meio das (reras
mai disipadas por um candieiro de gaz a alguns
pasaos de distancia, resplandeca e mostrara as
suas formas de urna perfe'gao rara e admiravel.
esse momento descia vagarosamente um
omino preso em um cordo.
Andr lancou-lhe a mo, beijou-o e murmu-
Oh I obrigado, meu Deus... agora ririrei
sere feliz.
Junto com urna madeixa de cabellos louros
grossa como urna cstriga de linho, enconlrou un
mnele, que em urna escriptura delgada, fina e
elegante, conllnha s estas poucas patarras
Viva e espere.
Quem lhe disse, que eu nao poderci nao
quercre anda ama-do um dia?...
Coragera pois, e esperanga.
Uaria.
^^T
".....
.'fleo que eram duas senhoras.quesahlram
na madrujada dodia mesmo, em que a alague!
em-
* Amw-rija. como um enviado do co a arran-
car-mo da miaba tortura; nao ouso esperar sor
V^t' c(mo ttn,a felicidade impossirel; peco-
sos s que rae nao desprezeis, que me deis urna
presenga, em que poeta beber a esperanga da mi- *'
nua regeneracao, e a prora da existencia do co.
*.Pec/par. ros fa.Ur p, rn, ?r0 sonido i. .. ^ aSmOS *S>
Mpirirato ^ Por gm trimestre sera azerem arre,, da ment
porque haviam pago adianlada a renda, deixando
em penhor do bom estado, em que a entrega-
ran!, urna arultada somma de diuheiro.
Findo o trimestre essas mesmas duas senhoras
linham rindo levantar o seu deposito e fizer
entrega das chaves.
Mas quem eram esses enles mysleriosos ?... era
o que o" Sr. Thom ignorara.
Andr Antunes ficou aniquilado i esta noti-
cia Em vao depois despendeu s largas o seu
dinheiro, em rao correu toda a Lisboa; nao
pode nunca obler o mais leve indicio da sua
deusa.
Tinham passado os poucos de mezes, entrara o
anno de 1859 e Andr j nao secangaa a pro-
curar mais, todos os das porm relia ainda
aquella ditosa carta, beijara-a soffrezamente e
murmurara entristecido :
Deus nao quiz... paciencia.
Continuara depois a sua ridn, nao feliz, mas
resignado, e aquello encontr nao lhe embrava
senao como um sonho bora, que passra para
Ura dia, era as proximidades do carnaval,
seus passos 4evaram-no ao caf concert ; sen-
lou-se a urna meza retirada, pedio'uma chavena
de caf e Hollanda, e, fumando um charuto,
toi-se de tal maneira internando nos seus pensa-
menlos, que anoiteceu e nao deu por o aviso de
um dos criados do bolequim, que dizia em voz
bem alta : Os senhoros, que nao quizerom
ticar para o baile de mascaras, queram ler a
bondade de sahir.
Andrpermaneceu sentado a um canto; aps
um charuto fumou oulro, aps oulro, as suas
meas conlinuavam a amontoarem-3e-lhe na I
mente o a prenderem-no. at quo ouvio msica e
em torno asi, com a animago de um baile car-
navalesco, vio passarem desenvollas e ruidosas
mil mascaras.
Aquelle bulicio, aquello ruido desperlou-o
Andr olhou em volta de si e ficou pasmado.
Aonde eslou eu?... sonho Dor ventura?...
pensou elle.
A pouco e pouco foi cando em si e adevinhou
o que lhe succedera e conheceu aonde eslava
j se ve que era otilado.
Quiz enlo sahir, mas, ora envolti
roda e dminos, era levado a urna sa
la, ora, seguido de perlo por um im, ..o
mouro, tinha de se retirar para urna salas supe-
riores, aonde enconirava um m.vgico, que lhe
prediria para essa mesma noute infinita ventura
^sjns^Kssna "-
- AiJ.m.pen^ntt..V:8.Ye.;b5MB JlV^J7?Zj'** <* eci sonsas
de me diier a fieaa arrendou? ofthaftM f rinfcan eufmmtateonfuao #
- PoUnirf- ThmD-)"L... .,_... indeni da scena. As bed&aa SEZ?J e*"
a felicidade sobre a Ierra ; erja neo...
Esse hornera viren., mas. amarrado asna
ra descrenca, fuga de um mundo, que
recia e amaldigoava ; era. domo arrestado
seu destino latal ; duvdara oe ludo o acre-
as no dcscango do nada alm da campa :
la"ra s pela companhia dosi rerraes dp se-
ro... ^
Esse homem desventurado, enconlrou Vi dia
injo, que lhe sorro o nesse sorriso leu^lle a
enca do co, a possibilidade da ventura na
Vio os siiaa dores amenisorem-se, a. sua des-
;a aniqtiiliU-se, e a esperanga renascer-lhe e
-lhe revirer o seu pobre coracao.
Costes vos, senhora, esse anjo.; o desgracado
u...
III
Andr com aquella carta e aquella madeixa de
cabellos dourados da sua bella, do seu anjo, do
seu sonho, como Iho chamara, ficou fra do si.
Beijava enternecido urna e oulros, e regava-os
ambos com as suas lagrimas.
Chorava, mas eram lagrimas de felicidade, la-
grimas doces, por entre as quaes trensparecia um
sorriso de gozo No meio do seu cnlhusiasrao
exclamara :
j. *- Meu Deus, agora comprehendo-te, porque
comprehendo o que ura amor infinito, o que
urna felicidade sem limites...
No dia seguinle. logo pela manha, munido dos
seus Ihesouros, foi para casa de ura cabelleirei-
ro, e quiz um cordo desse cabello. Assistio elle
mesmo obra, para que se nao perdesse uem
um daquelles Cos, aos quaes sentid pressa a sua
alma, e, acabando o cordo, suspendeu-lhe a
bemaronturadfr carta, langou-o ao pescoco, met-
teu a caria no peito e marchou para a *rua do
Salitre.
Aquelle ar all eslava mais prximo do que
elle devia respirar, aquelle co en o que ella de-
via ver, quando para elle levantasse os seus for-
mosos olhos ; aquella ra einflm era a que ejla
habitiva.
Andr fez mais ; alugou urna casa defronlc, e,
escondido atraz de um transparente verde, por-
que verde a cor da esperanga, passava os dias
com os olhos fixos as janellas fronteiras e a
carta unida ao corarlo.
A inexorevel casa permaneca sempro herm-
ticamente fechada ; a porta nao se abra ; as vi-
dragas eslavam constantemente corridas e atraz
dolas urnas impenelravcis cortinas pendentes
nao mudavam da mesma.
As primeiras semanas passou-as ainda Andr
na espeanga-de entrever um dia a sua Mara ;
soava-lhe lo docemente esse nomel... E que
poesa, que meiguice, que ternura nao respirava
delle!...
Com o tempo reio a impaciencia, aps ella o
frenes. Cangado j de chorar o esperar em rao,
decdio-se a'interrogar o risnhanca. Entronera
um estanco lateral, dirigio-se cstanqueira, mu-
lher too bem formada de carnes como de annos,
comprou meia duza de charutos de pataco e em
quanto acendia um, enectou conversa da seguinle
forma :
Parece-me que por aqui nao hade fazer
muilo negocio, minha senhora...
Est feilo, senhor, est feito...... Deus
louvado, a ra nao m... rauita passagem...
L que a ra boa, nao ha duvida..... e
bellas casas, sim senhora... Mas diga-me, aqui
mesmo ao lado nao mora ninguem?.... Est
ludo lo fechado...
Olhe, meu senhor, n&o lhe sei dizer; ainda
ha cinco ou seis semanas, viviam l duas senho-
ras. que sahiarn as vezes, mos sempre sos ; agora
ha j urna boa temporada que as nao vejo.
E ellas viviam sempre sos?
Viviam sos. mas a gente vi entrar para l.
muilo janota e al mesmo alta noite. Al .. va-
Iha-nos Deus... o Senhor nos perdoe... houve
quem pensasse, que oquillo seria nrt genio...
sim... que...
Menlira .. quera se atreveu?... alalhou
Andr anecado e afilelo.
Eremos ms lnguos, senhor, t'arrenego...
eram as ms linguas, que em ludo acham que
murmurar... o como viam duas- senhoras sos,
coitadinhas, sera homem do familia, e... mos
benza-a Dous, urna, a mais novinha, era mes)0'
urna fidalgo aceada... 'Cora queda maneira, sei
que eram algunas estrangeiras e mudaran de
casa...
Andr ficou assomoraao com aquella lembran-
ea. Nunca lhe tinha passado pela idea quo-era
possivcl a mudanca daquella casa, que tanto-lhe
linha cuslado-a descobrir. Aterrado com ea ia
a sahir do eslo neo-, quando nesse momento v
chegar urna Iranquitana om frente da casai om
questo, parar, apear-se della um. homem j
idoso e eneamnhar-se para a tal mysleriosa
casa.
Andr corre pare elle e senlindo palpitor-lhe
rpido o coracao, pergunlaem voz trmula:
V. S.~. perdao... V. S. perrailra-ma urna
pergunta ?
Pois nao, senhor.
V. S h.-ibita esto casa ?*
Vou habitat-a agora.
E alugou-a j ha muilo lempo.
Faz boje justamente seis semanas que a
olugue j mobilada e prometa.
Eca justamente o tempo em que Andr viva
na cosa fronteira.
E podc-me dizer que a habitara enlo ?
soja
A estrada de Pars Slrasburgo tioba enlo
por principal curiosidade a admiravel descida de
Sav< me, trabalho gigautesco.de Vauban, quedo-
min i um esplendido panorama de bo.sq.uose mon-
tan! as, de valles e de rochedos. O conductor af-
flnuau-nos que essa estrada soberba virava vinle
c qi airo vezes e dominava (oda a Alsara. Ad-
mir i por essa vez somonte era candanga. Infe-
liz ento (inssamos essa parle do trajelo noile.
Lev i do um somno s at Slrasburgo. Creio
mes no, Deus me perdoe, que almocei o jantei
dua
ris-
dad
o B
C
dia
fiz
qm
Capilo Plouck, disse eu ao bom capito,
abeoxoado, goste do seu now. E parli.
XV
ou lre3 vezes, no caminan, sera acordar.
XVI
C >mo esludanlo de qualidado, apeci-me noho
tel mais caro da cidade, hotelA' cidade de Pa-
-como anda se dizia nosso. tempo na boa ci-
i do Slrasburgo. A minha esquerda linha eu
oghi, o Conlides, o theatro, o a\ Roberlsan ;
di rolla ou atraz de mim, o GrilTo, o Sveravn-
beri duas fabricas do cerveja, enlo celebres, e
em 'frente, mais muilo longe, na exlremidade da
cid; de, a academia I Essa silnaco \ estratgica
con 'inha-mo em ludo c por ludo.
com os seus amores, umo jardineira. que lhe i n
offerlava um boto de rosa, symbolo do pudor aeitcada e fina apertanlo amorosamente
da sua bella, um Pierrot, que, com as suas rail 8ua era 1uan,, un libios de coral lhe sorri.
gaifonas, quera vcr-lhe o riso nos labios.
Andr, importunado por aquella desenvoltura
dcsapiedada perseguigo, pode alfim encon-
trar em urna sala diserta urna cadeira, aonde se
deixou cahr e permaneceu oulra rez engolphado
na sua meditigo vaga.
Nao sei de ha que lempo all jazia insensivel a
tudo, que o rodeava, quando sentiu urna delicada
mao, perretamentecalgada com urna luva bran-
ca, pousar-lhe docemenle no hombro, e ddii
voz argentina, melodiosa e doce, como seria d
decantada voz das decantadas sercas, perstun-
tar-lhe :
Andr, esls trisle... pensas na tua Mara,
na tua rada dos cabellos louros ?...
Andrdeu umsalio na cadeira e aovr dianle de
si uraa mascara de domin cor de rosa, que pa-
reca ser urna mulher de talhe elevado raas ele-
gante, quasi n'oquelle momento lhe caiu aos ps
e agarrando com torga a mo, que lhe pousra
no hombro, exclamou :
Quem s tu, mascara, quem s tu. que ade-
vinhasos meus pensamento*?... respondo, como
soubeste que cu pensava n'essa mulher ?... co-
nhecel-a?... rire?...
Perdao, Andr... mas olha que me ma-
gas a mo... repara, que urna senhora nao se
trata to bruscamente... Nao te lerabras- j o
que te aconteceu no Chiado por causa das las
abslracges-r"..,
Era ella.., lembro sim... era ella... mas
responde... nao res que rae malas !.....
Pois bem, Andr, oferece-me galantemen-
te o leu brago, faz de cavalheiro, e ramos sen-
tar-nos la em baixo na casa de bebida; preciso
de me refrescar cora um copo do Porto para po-
dermos conversar melfior.
domin cor de rosa enlo lerantou-se Rrloi.
com a mesma ro harmoniosa e meiga J,
meia exaltada pelas repetidas libage*.
Silencio... entao... silencio... ougam-me
Todos se ealaram, os eopos deixam de tinir"
as garrafas de se rasaren), e tudo ficou penden-
te do demn cor de rosa.
.Tenho a honra do tos aprsentar mor
amante*ttlre ; bebamos pois saude de nos-
sos amore. T
coe""iiTaV8 etrideDles e Prolongadas liba-
un7hSaml!mM' "'"uon o mesmo domin, eis
.A^r?f aqTem a "graca persegu* tei-
creneas TTa^ a- qutm a "'ilerou as
Cenca. epS" amar3*">ram a exis-
ourid0oddaaSo?re.UrmUrOU ^ """ "
lerrerapeu aeguoT" ">" *' ^
Nao queres ser o seu anjo bom ? disse
Mas Alfredo ?... pergunlou urna quarta.
uraa i eiIas"1* reu TISCOI>'lo ? exclamou
Esperem, ainda nao acabei, continuou o
mesmo domin : Este homem, predestinado
para o saffrxmenlo, enconlrou um dia um anio
de olhos rasgados e de cabellos louros, que lh
sornu o meio da sua desrentura, que lhe deu
coragem para river.
Andr ouria corno mergolhado em um so-
nho : quena fugir d'aquelle grupo, que aborre-
ca, que o horrorsara e prenda ao mesmo lem-
po, mas urna forga sobrenatural o conservara
inerte, preso e sem forga ? O mesrao domin
continuou. .
Que faria? tu Andr, se o anjo que le disse
Pife e espera-lc dissera hoje agora posto to-
ra quero amar-lef -
Mentes, gritou Andr, mentes., tu nao eo-
nheces essa mulher ; nao profanes, nao ultraiej
essa recordago, que me rire na alma
Urna dcscc-mpassada gargalhada de toda'a rod
cortou a exal ago de Andr. e o domin, pegan-
do-lhe da mao, continuou : 6
Nao le exaltes. Andr ; nao digas que
minio... nao .te lembras da ra do Salitre...
Mono...
Cala-te, exclamou Andr agonisanle
N aquello momento a mascara edr de rosa
caba : urna retigera passava pela cabera d'An-
dr ; o seu anjo permaneca anlo erle, nios com
as suas castas vestes da innocencia trocadas em
domin cor de rosa ; as suas faces mimosas in-
flamadas pelo calor das bebidas; os seus lindos
"fSslSS despersos e desenvoltos-; e urna
a
provocantes e lascivos """ sorr,,lm
Andr, continuou essa sombre dos seus-so-
nhos dourados, agora eslou livre ; findou' ha
muilo o meu captiveiro da ra do Salitre, era
que me linha Alfredo ; o meu visconde dei-
xou-me. e...
Andr nao pode mais ? agarrando impetuo-
samente o cordo de cabello, que tantas vezes
beijra, despedageu-o, calcou-o aos ps, e raor-
dendo a carta que lhe Irizia ainda suspensa -
Maldcao.. maldigo sobre mim... bra-
dou elle, e louco. fra de si, sahiu do baile empur-
rando, acoiovelando.
D'ahi a duas horas Andr mettia-se em urna
sege e sahiu do Lisboa ; e passados cinco dias
entreva outra vez na sua quinta em Braga.
Coimbra Janeiro de 1860.
A. F. DE LOCREIRO.
que flzem Slrasburgo durante osprimeiros
de minha chegada, todos o adevnhom. Nao
ousa nenhuma, se passear por urna cidade
so quer habitar e que se deve conhecer,
nc fazer nada ; so olhar pare a pagina anda
bra ""
esc
_J
poi
me
Andr oCfereceu a cusi o. brego aquelle domi-
n, que s pelo metal de vos o dominava, e
chegados em baixo ao caf, depois de ler man-
dado vir Porto, Champanhe, e tudo quanto a
sua mascara lbe pediu,. pcrgunlou-lne ancosa-
mente :
Enlo ?
Espera.-, de vagar... Mas, dize, qjie lindo
cordo, que tens I... coahego um cabello d'esla
cor... Andr,. ds-me este cordo ?...
Nunca ; mas responde, mascarav que sa-
bes de Maria ?.-.
Maria amate, Andr.
Ah I
Puvidas ?
E possirel merecer o amor d'aquelle an-
jo?...
O domin cor de rosa sollou urna gargalhada
retumbante, prolongada, e extensa, e sua mo
apertou mais lernaroente a de Andr. N'esse
momento passava urna multidao do- mascaras;
a um aceno do domin corrern) todas para a-
quelle grupo o com urna roz elevada e fina
principiaron! mil perguntas rpidas- e conti-
nuadas.
Domin, para que nos.fugste ?.
Enlo, domin, Dzesle urna ora conquista,
ou foste finalmente conquistado ?
Gavalleiro, felkito-vos pela vossa felici-
dade.
O domin, nao-nos apresentas- o teu no*o
conhecmento?...
- Cavalheiro, sera feliz por poder beber ura
copo (a Madeira cm honra dos tous amores.
Andr angustiado e affliclo julgou, que man-
dando vir o que lhe pediam, se-rera mais de-
pressa lirre de tantos importunos. Em breve asj
mesas foram cobertas de frascos, garrafas, pun-
No quarto dia, cansado dos- monumentos que,,
excepto caiodrnl, nada me offeroain de mui-
lo nalavel,nao goslo do tmulo do marechal
de Saxe,apoixonei-me- por urna infinidade-de
ruazmhasque fazem do Slrasburgo urna cidade
nica em seu genero, e por suas casas de lurri-
ii has.
Quando chegou o diada fera. foi para, mira
como a vista do ura paiz novo. Nada ha mais pit-
twesco do que a pnpulago dos campos aUliiindo
nesses dias para a cidade, dum e oulro-lado.do
Kheno. Era urna rerdodeira invaso dosoios de
cores brilhnnies. de coifaa de fundo d'auro, fitas
debruadas de prata, lalhes muito curias o enor-
mes chapeos de sol escarales, complemento do
traje das filhas de Badea e das Alsacionas, tanto
para o bom tempo com para a chura. Porm o
quo mais odmirci, foram a belleza o a magesladc
dos campouezes. Sentados ou era p as suas
compridas carrocas do quatro rodas, guiando
com ar grave suas parelhas magnificas todas re- e que- nao estimara senao quem, as aflioma. Cres-
uzcnles de bordados do cobre, os mais mogos ceu tanto a tempestado, que o infeliz foi obriga-
Roparei que esse modo de palear assobiando,
nao era effcilo de um ompenjio inesperado do
parte d'aquelles quo o pralirarm ; mas que nef-
e* passra ao estado de fonego regular. Asso-
biavom naturalmente, como-as serpeles, porque
assobiar um nstiheto de seus corages. Logo
que o panno subir, cada qual lirara da algibera
o seu assobioeomo era oulros lugirs se liram
os binculos ; o que assobios I assobios mons-
truosos, assobios-deshuraaoos.
O pobre artista esforcava-se por fazer boa cara
m fortuna.; raas via-se em seusomos a eme-
gao de urna, angustia mortal. Suava>cm bica<( e
cahia-lh lodo o c.irmim do roslo com o peso
desses estragos. Tal ora o seu desojo ou a sua
necessidade, coilado 1 do enternecer os seus car-
roscos, quo depoisdi cada tempestado cumprw
mentava-os humililomenle, esperando sera, du-
vida desarma-los. Ignora va que as. multidoeKsao
mais crueis cm suas alegras que em suas dores,
ica e muda, sobre a qual pouco o pouco se
ever o nosso destino, perder o lempo.
o primeiro dia visilei a calhedral (oda ; nao
a congar-me do examinar e de tocir em scis
lores delalhes, esses recortes delpedra de
car torio, to delicados e to robustos, que da al-
to i baixo, vestem e envolvem esse mnrarilhoso
ed icio.
To segundo dia informei-nfe do valor dos pas-
tel iros de Slrasburgo, e mandei mademoisel-
le Fleurelte duas terrinas de fouegrasjcm torno
das quaes a minha imaginago paremia v-la
brii cando. |
.o terceiro, visitei as fabricas de ceneja ; flz
coi hecimenlo com a ceiveja de margo, com os
ve tic! assados, com os chourigos de tres si-
dos, nadando em vinagre, e com a salada. Em-
Om, fui buscar a minha molo. O Sr. Hipg nao
puo dar-mo noticias della, o que nao deixou de
or; palhar-rae alguma cous. Na cidade de Pa-
r j lodos comegavam a perguntof q lera seria
ess i esse moncebo sem bagagens, e que no cu-
tan.o s tratava vel de libre. Eu disse onde
morava ao servical Hipg, que me | romelleu
ni.nndor-me prerinir apenas houvesso alguma.
coi sa para mira.
mesmo, son scus severos e largos chapos de tres
bicos, ou sol scus bonetes de pello-, cora seus
vastos colletes vermolhos, seus calgoes curios,
suas grandes botas pretas, seus suspensorios bor-
dados cruzando-se sobre o peilo, parecan) pa-
triarchas. Gragas variedad* de todos esses tra-
jes, em que dominava o vermelho calholico e o
verde protestante, os pragas publicas, os arcadas
e as ras poreciom esses. campos em quo as ou-
sodos papoulas dispolam o lugar ao trigo verde..
Vastos carlazes annunciaram-me urna tarde
que ia enmegar a cstago theatral. Reprcsenta-
va-se O Darbeiro de Sevilha para inaugura-la.
Tinham-mc dito na mesa redonda que eu vera
reunida no thcolro toda a rapa/iada das oselas,
todas os mogas bonitos da cidade c todos os offi-
cioes da guarnigo. Pensei que alm desse bri-
lhanle programraa eu talvez conseguisse descobrir
emalgum canto o desastrado capito, que to per-
feitamenie me esquecero, e enlrei no theatro ;
mas essa ultimo esperanga nao so realisoti. E'
verdade que havia um hornillo tal e lo incrivel
tumulto nesso lugar de divrtimento, que foro
difficil que alguem se reconhecesse, mesmo quan-
do tivesso1 marcado aquello lugar para encon-
tr.
Era a ostra do um tenor.
O debutante tinha urna voz fresca o de bom
timbre, nao contova mal, o linha para os meus
ouvdos urna qualidade suprema, nao giilova. O
infeliz foi pateado em regra. Os esludontes acha-
vam-o muilo alto, os militares nao goslavom do
nariz delle, c as Resinas dos camarotes e sale-
ras parece quo tinham gonhado oulro Alma,-
vira.
do a sahir da scena. Cahio o panno. Ouvi nos
corredores um cerlo numero, de rapazolas. evi-
dentemente muito compenetrados da importancia
de sua missao social, assignantes, para dizer lu-
do em urna palavra, applaudirera-so pela execu-
go queaoabavam de tazar n'aquelle camic !
O' preconceito, que vida dura quo tens 1 Quan-
do os escrevenlca de cartorio, quando os coixei-
ros, quando os empregados subalternos das ad-
ministrages publicas ou particulares de que se
compoe, com alguns Olhos familia radios, com
alguns estudanles que nao osttftara, o que se
chama a parle activados assignantes de um thea-
tro de provincia, que osses lldslgos, cselos de
papel sellado, da canella, do olgodo, chegarcm a
comprehender, que uraa carreira, cujo fim in-
terpretar o espirito ou o genio o faz-los amar
da multidao ignrenle inda tem do menos nobre
em si do quo ludas aquellas porque elles procu-
ram viver? Deixei o theatro exasperado. Nao ha-
ver olgum meio menos selvagem para um pu-
blico francei de dar a entender aquelles a quem
cabe a ingrata larefa de o divertir, que nio o
conseguiram? Eu peusava apeiar meu nessa pla-
tea do Rouen, platea typo do todos as antigs
piolos de provincia, que linha orgulho do ler
pateado Taima ; cu pensara, principalmente no
nosso bont'publico de Pars, que nao patea, era
mesmo os membros da duque, o que o publico
mais bem serrido.
Umo bella manha, disseram-roe no holel que
linha chegado a minha mala. Tinhara-a mauda-
do botar, por engao, no quarld de um Ingioz.
quo r dera por isso no momento de partir;
quando a quizeram por no numero das suas ba-.
Os ullmos quuze auno*de vida.
Ha cousas, que perdem pelo menos, metade do
seu valor, nao seuoe contadas por seu proprio
actor o no lugar, ero que as ouvimos. A historia
que vou relatar, est nesle caso ; talarei porm
de rcproduzir fielmente.
Era- urna das longos e enfadonhas noites de ja-
neirodo anno de 156 encaminhara>-me eu para
o Suieso. Este caf o ponto de reunio dos es-
ludantes das escolas militares, os mais veteranos.
Chegada a noile, o esludanlo encaminha-se in-
sensivelmenle para alli, e, quando menos se pre-
cata, encontra-se sentado em frente de urna me-
sa, cercado de dous oulresamigos, porque todo3
os condiscpulos sao amigos, o no meio de urna
alegre e animada conversago, nao deixa de fazer
as honra devidas a urna chavena de caf fume-
gante-o appetitosa, incitada a animago por al-
gn copos do Franco ou Hollando. B geralmen-
leaquella a inirodueco toreada ao esludo de
urna sdenla de ForUcago, e parece que alli so
bebe a coragem para denodadamente se ataca-
ren*. alem dessa, oulros, mais estiradas e abor-
recidas, de Ues ou quatro aulas diversas.
Fiel aos meus hbitos, como vetern.no, anoile-
cera o apezar da chura miuda que cabio, eram
sele horas de urna deseas- compridas-noites de Ja-
neiro, de 1858, quando me diriga para o Suisso.
Tinha entrado naquella alhmosphera earregada e
quenle, naquella sociedade ruidosa e desenvolta,
naquella sala briihanlo e animada, quando, sacu-
dindo ainda da chura o meu capoto, ouvi gritar
ao meu lado por mim.
A urna mesa retirada, com as mos crusadas
sobre ella e um charuto negligentemente ao can-
to da bocea, Eelippo de Mello, meu condiscpulo
na ejcola do exerclto, vira-me, ohomra-me, o
sem se mover da primitiva posioio, disso para
mim, ao vr-raeapproxiraar:
Senla-te, e joguemos urna partida de xa-
drez.
Joguemos, respond eu ; mas- tem d de
mim, Fclippe; bem sabes, que urna victoria, se
o inimigo nao resiste, tambem 5o- da louros ao
vencedor..
Fclippe de Mello era o melhor. jogador de xa-
drez dos oonhecidos no Suisso, e-nao se bata-se-
nao com quem podesse oppr-lhe alguma resis-
tencia. AitribuL portanto aquella lembraaca a
um momento de enfado cjulgiwi. que so napro-
longaria urna luta que nao poda dexar de ser
muilo desigual para mim.
O toholeirofoi armado em ura instante e Felip-
pc de Mello, fumando sempre o seu cl)aru'.o, prin-
cipiou a desenvolver as suas- manobras por laL
arte, que em menos de meia bora tinha ou lerar.
do tros mates. [Oonlimuar-se-ha.)
gagens..Era em conseque-ncia da sua honesta se-
sisteutia, que tinham concluido que essa. Mala
poda bem ser a que eu esperara. O qjie tinha cu
a dizer? Nada na verdade. Eu eslaxa, no me-
lhor. hotel da cidade.
Cansado dos loilleltes. que eu me linha visto
obrigado- a improvisar, em casa das taaqueires e
dos. vendedores do roupa, precipitei-me paraos
Ihesouros que a minha mala continua, o aahi lo-
go do holel coberlo de velludo, apezar da estaco,
da cabeca aos ps. Tretara-se de mostrar aos" es-
tudautes de Slrasburgo os estudantea de Paria-
era toda a sua glorio.
Tomei um carro. doscob,erto e, durante urna ou
duas semanas, s. so ria a mira e minha equi-
pagem pelas mas, nos passeio e defronle dos
arinazens de cachimbos e palles, que linham o
privilegio d abeorver a maior parte do minha ot-
(engo e do meu dinheiro.
Eis-ahi, diro do oulro. lado do Rheno, eis-ahi
os rapares d Pars I
A mocidade, grecas a Deus I a mosma em to~
da a parle e em todos os lempos.
Um joven esludaitlo altemo. do sculo pas-
sado, chegou urna bella manha cm Strasbucgo,
afiro de poder estudar melhor a philesophia lon-
go dos dislrargoes que se cncontra nO eu paiz
natal. A primeira cousa que fez, ao desembarcar
na mos sera cidade d'Alsacia, (oi lomar ligos
de dansa. ligos de minuete o de piruetas, como
so dizia cnlao, e a segunda, apaixonar.se pela fi-
llio do seu mestre de dansa.
Esse esludanlo era Goelho. aquelle meamo que
devia tornar-se o genio mais laborioso do seu
secuto, em um seculo era quo o genio nao era
umo sinecura. Desojo o,uo esse illuslre preceden-
le me absolva a mim e contigo toda a mocida-
de franccio.
Em pouco tompo flquei aborrecido de andar
carro, e comecei de noro cort) viro praacr a usar
das minhas pernas. Deixei tambem de parle a
minha fateota excntrica, que fazia no departa-
mento do Baixo Rheno efTeilo difireme do quo
faza no bairro do Panlheon em Paris, e desojan-
do regularisar a minha vida, tive a infeliz idea
de passar em revista as minhas compras.
En linha riele o sote cachimbos de formas
muilo diversas, urna pello de tigre, duas pelles
de urso, c meia duzia. de pelles de rapoza o de
cabrito,
(Con/intiar-M-na.)
PERN. IIP. DE M. F. DE FARIA. 180Q
j MI ITTT7mn 1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ESYH2DB3U_GBCSXN INGEST_TIME 2013-04-30T20:31:52Z PACKAGE AA00011611_09071
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES