Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09068


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Full Text
~*1
'
'
AMO imi. HDMEBO 117.
Por (res 2es adiaola^os 5$000.
Pof (res meze5 vencidos 68000.
SEGUNDA FEIR4 21 DE ffiAIO DE 1860.
Pof anno adiantade 19$000.
Porte frane*>** o subserior.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Farahiba, o Sr. Antonio Alcxandrno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J. Jos de Oli-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joao Fcrnaniles de
Moraes Junior; Tara, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jeronymo da Cosa.
1'AUllUA UUOOUiuifclU...
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarass, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezcrros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Oaranhuns as trras feiras.
Pao d'Allio, Nazarelh, I.imoeiro, Brojo Pes-
queira.lngazeira. Flores. Villa Bolla, Boa-Vista,
Oncury e Ex nas quartas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una, Barreiros,
Agua Prela, Pimentciras e Natal quintas feiras.
(folns os eorreios parlero as 10 horas da manhaa.
PARTE 0FFICIAL.
Cuverno da I'roviiu-ia.
LU N. 4bG.
Ambrozio Leitaoda Cunha, presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Faro saber a tolos os seus habitantes que a
asscmbla legislativa provincial decrelou, e en
sanecionei a resolueao seguinle :
Art. l. Na aposetadoiia dos empregados do
consulado provincial serao incluidas duas Ierras
partes da porcentagem, alern do ordenado, para ,
lixar a quantia corn que elles devem ser apo- 'sob minha responsabilidade (
sentados, nao excedendo esta ao quadruplo do "
pelo
3|IO-
._ ao
ordenado que perceberera.
Artigo 2, A porcentagem ser calculada
anno anterior ao em que for concedida
sentado ria.
Art. 3. A disposieo do arl. 1. s tem ap-
plicacao ao empregado que tiver direilo de ser
aposentado com o seu ordenado por inlciro
aquelle porem que s livor direito de ser apo-
sentado com o ordenado proporcional aos annos
Je servio, poder perceber um.i quantia pro-
porcional a esses annos, na razo do mximo fi-
lado no arl. 1.
Art. 4. Flcam revogadas as disposicocs cm
contrario.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a
quero o conhecimento e execugo da presente
resolueao pertencer que a cumpram o faram
cumprir lao inleiramenle como nella se contem
O secretario desla provincia a faca
publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 16 de
mato de 1860, trigsimo nono da independencia
c do imperio.
t. S. Ambrozio Leilo da Cunha.
bollada e publicada a presente resolueao nesla
secretaria do governo da provincia de IV'rnambu-
co aos 16 de maio de 1860.Francisco Lucio de
Castro.
Registrada a fl
ciaes.
Secretaria do governo de Pernambuco 17 de
maio de 1860.Francisco de Lcmos Duarle es-
cr.pturario da qusrla seceo.
imprimir,
do livro 5. de leis provin-
laa informsgoes ministradas por essa Ihe-
ana, consla que cm 30 de abril ultimo mon-
3." seccSo. Palacio do governo de Pernam-
buco, cm 18 de maio de 1860.
Illm. Sr.Havcndo eu sancionado no dia IGdo
correule mez o projeelo da lei do orcamento
provincial que deve reger no exercicio futuro, e
coniendo-se nessa lei (arl. 26 7.) a autorisa-
rao a presidencia para conceder ao arrematante
lrancisco Cavalcanli de Albuquerque o abale de
vmle e cinco por cenlo sobro o prego total da
arremalagao por elle feila do imposto de 2*500
res por cabera de gado vaceum consumido nos
i"u",c,P?S d Recife eGoianna no triennio de
18o/ a tM>, resolv nao fazer uso de seme-
inante auionsagao, que praticada se oppo-
rra maiirnMtltnenle aos interesses da provin-
Pelas
souraria, ,
J"f JSOmmo d0 rs- *50:04a08a divida liqui-
dada da thesouraria provincial nao incluindo to-
da a importancia do juro de por cento da com-
panhia da estrada de ferro por depender da the-
souraria do ,r/eii()3 a liquidaco do que se
acha vencido do 1." de fevereir de 1859 ero
diantc.
Tambem nao se inclue Daquella somma a im-
portancia das prestares pela illuminacao do Re-
cife e Olinda vencidas em abril, e pela de Goian-
na relativas a esse mez e amargo ullimo, por
nao serem anda conhecidas : sendo que parte
daquella divida se eleva diariamente pela aecu-
lagao dos joros que vence.
Entretanto havia no referido dia 30 de abril ul-
timo nos cofres da thesouraria apenas a impor-
tancia de rs. 68:1908900. Nessas circunstancias,
o aliendendo eu a quo nao se podia esperar que a
renda ordinaria da provincia podesse exceder a
somma a despender-se com as su as mais urgen-
tes necessidades lambem ordinarias, resolv por
acto daquelle dia as providencias que dclle cons-
tara, e que tendendo a diminuir a despeza que
se tana sao un passo para equilibra-la com a re-
ceila realisavel.
Era taes circumslancias, pois, tirar renda
da provincia a realisar a quantia do 74 625S000
rs., em que importara o abate em queslo seria
praticar un acto que sobre mostrar-se contra-
dictorio com o de 30 de abril ultimo iria ferir
gravemente os mais vitaes irteresses da pro-
vincia empeiorando o seu j muito critico estado
inanceiro, o estabelecendo um precedente que
pode trazer para o futuro perniciosas coosequen-
Na predita lei (art. 30) encontra-se tambem a
concessao de abales semelhantes a Joao Anasta-
io Camello Pessoa, e a Manoel Barbosa da
oliva.
Mas essas concesses sobre importare m ambas
apenas em rs. 12:42OO00. eslo consignadas em
dtspos.cao imperativa, a qual nao me dado
deixar de mandar executar. desde que sanecio-
nei o projecto que as conlinha; por considerar
que os resultados de taes concesses nao seriara
taes que podesse aconselhar-mc a tomar a res-
ponsabilidade dos mais graves que resultariam
oa nao sanegao do projecto, deixando a provin-
cia sera ledo orcamento, ou expondo-a as con-
sequencias de urna reuniao extraordinaria d'as-
scrabiea, e no curto espado de lempo que me-
diana entre semelhanle deliberaco e o futuro
anno Onanceiro em que deve reger a mesma
O que ludo julgo conveniente communicar a
y. J> para sua inteligencia c governo, quando
tiverde proceder a percepgo da importancia da-
quellas arremaiaces.
Dos guardo a V. S.Sr. inspector da thesou-
rana provincial.
Oflicio ao Exm. lenente-general commandanle
das Armas.Convindo que a correspondencia das
autoridades e reparlices publicas desla capital
a Hg,(ie^ a minha presenga no mesmo dia cm que
< datada, ou quando muito no immediato, es-
tando eu aqui : recommendo a V. Exc. que ex-
pega as necessarias providencias para que asslra
rL^f'-quc-J~I8"aesa ludas as autoridades e
ropnrlicoes da capital.
,fi.'n?nt? T8?10- Pode v- Exc. mandar abrir
S'"'w Julado apto para o servigo do
Dito ao inspector da thesouraria do fa-
zenda. Mande V. S. entregar sob minha res-
ponsabilidade e nos termos do 12 do artigo 1
do decreto de 7 de maio de 1842 ao alferes An-
tonio Jos Ribeiro, que vai commandar interi-
namente n companhia de pedestres de Tacarat
a quantia de dous conlos de reis para ser en-
tregue ao collector daquella villa, de quem o
mosmo alferes receber o quo for necessario
pnra occorrer s despezas a fazer-se coro a re-
ferida companhia. Communicou-so ao lente
general commandanle das armas.
)lo ao mesrao. Recommendo a V. S. que
nos termos do
aviso do ministerio da guerra de 24 de oulu-
bro do anno prximo passado, mande en I rea r
ao 1." lenle de engenheiros l.uiz Antoniode
Souza Pilanga ajudante da commisso Astrono- !
mica e hydrographica como pede o respectivo
chefe no ollli io junto por copia, a quantia de :
dous conlos de reis (2:000000 ) para as despe-
zas com a carta da provincia at o seu limite
norte. communicou-se ao chefe da commisso
astronmica o hydrographica.
Dito o mesmo. Ilespondendo ao oflicio que
V S. me dirigi cm 27 do abril prximo lindo
sob n. 41/, lenho a dizer que nesta dala aulo-
riso a thesouraria provincial a indemuisar os co-
fres dessa repartieo da quantia de qualroj ce-
ios Tinte e oito mile cenlo e sessenla reis......
(4288160, despendido pelo collecloria do'v'i'l
Bella nos niezes de novembro a marco ltimos
corn diarias aos presos pobres da cadeia d"a-
quclle termo.
Q)uanlo porm a ndemnisacao que V. S. pede
de Irinla e tres mil o seis ceios reis, proveni-
entes lambem de diarias abonadas aos presos
pobres da cadeia de Tacarat. nao pode ella ler
lugar sera que a respectiva conla esleja rubricada
pelo competente procurador fiscal, sendo que
para esse im a devolvo. Oflicion-se a thesou-
raria provincial.
Dili. ao mesmo.Intelrado do eonledo do of-
ficio que V. S. me dirigi em 26 de marro ulti-
mo sob n. 314, lenho a dizer em respo'sta que
ser paga, logo que os cofres provinciaeso per-
mitlirem, a quanlia de 1:715*240, que a thesou-
raria provincial so ada a dever a essa, prove-
nientes de diarias de presos pobres e de venci-
menlos de guardas nacionaes destacadas por di-
versas collectorias.
Dilo ao mesmo. Mande V S. adianlar tres
mezes de sold ao alferes do 10 batalhao de in-
famara Anlomo Jos Ribeiro, que seguo para Ta-
carat na qualidade de delegado e commandanle
da companhia de pedestres daquella comarca
era lugar do lenle Luiz Antouio Ferrd? J-
nior.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
ti n^rClheOa84I^rase42roBU,osdan>a'>haa.
12 Qiiarto minguante as 4 horas e 57 minutos
da larde.
O La nova as 4 horas e 27 mmutos da tarde.
.7 Quarlo cresceute as 5 horas e 45 minutos da
larae.
PREAMAR DE HOJE.
1'rimeirD as 6 horas e 6 minutos da manhaa.
.egundo as 6 horas e 30 minutos da larde
AUDINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Kolacao : terjas feiras e sabbados.
Fazenda: tergas, quintas e sabbados a 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 horas.
Primera vara do civil: tercas e sextas ao meio dia
Segunda vara do civil
meio dia.
quartas e sabbados ao
"uel Muniz lavares, que para all lein de seguir
;m commisso no dito vapor. Communicou-se
io lenente-general commandanle das armas.
Dita. O Sr. gerente da companhia pernam-
jucana mande dar passagem de convez para as
VtagOas a Mana Bernardina da Silva, c a urna fi-
lia menor em lugares destinados para passagei-
os do governo.
Expediente do secretario do governo.
Ullicio ao bacharel Francisco Elias do -Reg
'antas, juil do direilo do Cabo S. Exc o Sr
l-jesidcnte da provincia mande declarar recebido
oolncio que em.15 do correle Ihe dirigi V. S.
lommunicando ler findado no dia anterior a li-
cenca da tres mezes de que gczava, c nao poder
por molestia reassumir o exercicio do seu cai"o.
Fizeram-se as neressarias communicaces.
Dito ao pro-presidenie da cmara municipal de
ferinhaem. S. Exc. o Sr. presidente da provin-
coro arte o seu
DAS DA SEMANA.
21 Sgunda. S. Marcos b. m.; S. Theopompo m.
22 Terra. S. Bita do Cassia viuva; S. Quiteria.
23 Quarta. S. Bazilio are. ; S. Deziderio b. ra.
24 Quinta. Ss. Afra, Pelagia eSuzana mi.
25 Sexta. S. Gregorio Vil p.;9. Maria Magdalena.
26 Sabbado. S. Felippe fiery fundador.
27 Domingo. Pascoa .lo -.spiilo Sanio; S. Joo
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falcao Dias;' Bahia, o
Sr.Jos Martins AIvcs; Rio do Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM rtRNAMBUCO.
0 proprietario do nunio Manoel F.gueirea d
nasiia livraria praca da Independencia ns.
Faria,
6e8.
con
Dilo ao mesmo. Transmillo a V. 8. para os
nveniemes exames as artas do conselho admi-
nistrativo para fornecimenlo do arsenal de guer-
ra datadas de 4 e 9 do corrento
Dito ao mesmo.Em addilamenlo ao meu lu-
cio de 14 do corrcnle, declaro a V. S. que ifei-
xaram de seguir parea Europa no vapor que par-
ti ltimamente para alli os qualro rabes que
par lerem eme destino viera ra do Cojr.
Dito ao Exm.
da nacional
(ia manda aecusar recebido o oflicio que "em 16
.o crreme Ihe dirigi V. S.. communicando ha-
ernaquella dala, na qualidade de pro-presi-
lenie da cmara municipal e por falla dos res-
[ectivos supplcntes, assumido o exercicio do car-
po de juiz municipal do termo de Serinhaem,
por ler lindo o seu qunlriennio, o Dr. Gervasio
(.ampollo Pires Hrreira. Fizeram-se asneces-
s iras comraunicares.
Despachos do dia 18 de maio.
IbbJop Claudino do Inojosa Varejao.Ih-
lurine o Sr. commandanle superior da guarda na-
' I1JI da comarcare Santo Antao.
1817.Dervino Jos da Cmara.Ao Sr. di-
rector geral de inslrucco publica pata allcn-
u?r_ao suppliranle nos termos de sua infur-
n acao d 14 do corrente.
188.Jos Dantas, ex-praca do exercilo In-
Itrmo o Sr. inspector da thesouraria d fa-
ZiTHld,
189.Jos Ferreira Coelho.Informe o Sr. ins-
p;ctor do arsenal de raarinha.
190.-Jos Felippe Nery da Silva, primeiro es-
ciiptiirario da Ihesourariaria de fazenda.Infor-
"e.oSr; inspector da thesouraria de fazenda
1JIJos Luiz Rodrigues Franca, guarda do
s. gunda classe da alfandega.Concedo a licenca
P idiiia, sem vencimentos e nos termos do art. 3
V>aCri',^ 247 de 15 de "ovembro do 1842.
1S2.Bacharel Jos Maria Ribeiro Paraguass
p omolor publico da comarca de Sanio Anto.
i isse-se portara concedendo a licenca requerida
sera vencimentos.
193.Manoel Vaz Panlaleo d'Oliveira. Expe-
d m-se as orderis no sentido de ser dispensado
o supplicante do servido da guarda nacional
it.Marlinho Avelino d'Albuquerque.Ao
hi. commandanle superior da guarda nacional de
*" "nnuns para attender o supplicanle.
195.Miguel Archanjo de Mendonca, profes-
sor publico de primeiras leltras da villa de Gara-
nl uns.Remeltido ao Sr. inspector da thesou-
ra ,!a provincial para altendero supplicanle
196.-Mana Bernardina da Silva.D-se.
I97.*-Ricardo de Souza Ramos.Sim.
smenle motinspopubres "Naoco7a'ramdoUarnn" ?J}!! "'''r,'s,"la;,">s "a '<-'"a XqoSiio que nao de-
selliar o. povos l s'edico^cS^? seus pri ocipe"" TcoJe'rTe tnT^'i "^ V aHl" ?"e
fervorosas oraroes imploiaraos o
o que
apostlo q niorrcra. i'onanio i
Toda a alma so sujeila ao poder superior nipmt.'i0'"0-00! In,R,0,amo rogamos inces-
po.s nao ha poder que nao venhadrE i rSSfSi "2 1,4ranJu" lo nosso coraco, que
poderes que ha sao1 ordenado.por Dos Quen :da suTSA", """S i11""1"* ri> a h"
pois resiste no poder resiste ao mandamento d caminh? SlfZ' *ESS?E vcrdade.ro
Dcos.eosquo resistirera receben a ma.di-! SqS^cJnt o? ^floT^XTl
Estes malvados innovadores, atacando o poder I ^^^ S-e-^rdade da ^n?s religiosas,
temporal da igreja e o seu dominio
nuncinndo a posse da Saboya a favor da
tste primeiro ponto nao pode ser
Franca,
argido, nem
. ......- imu iiau potio ,r argido nem
?"Id.? nni?' nPm p'lc Pro""ver dcaiiade
ieyi a..- qualquer naluresa.
do di-
regjDo. podo
j secular, e
disprezando a sua vencravel autoridade, che-
gam na sua impudencia a pcnlo de fingir estima
pea igreja e obediencia aos seus preceitos. E o
que mais para so deplorar que alguns da-
quelles a quem, como filhos da igreja. incumba
o deverde proteger essa mesma igreja e manler-
ve s P se conspurcaram com actos per-
|1?im,,f.a^mnaveS e matiSn" ntrigas que
lastimamos tem o governo sardo a parto princi-
pal, sendo geralmente sabido quanlos dainos e
restricroes que ja vehementemente lamentamos
na nossa allocucao consistorial de 22 de
neiro de 1833, lera a igreja oflrido
reino.
O governo sardo tem agora menosprez
nossas justas reclamaces, attrevendo-se al
causar a nossa igreja grave damno, o a
seu poderseculsr, qusMn, conformo
ja-
naquellc
Por esta carta e todo o seu conlc~do, e tudo
quanto se duse cimo, ordenamos a todos que
de algum modo.nella se achara comprehendr.los
de qualquer gerarchia, dignidade ou classe'
que sejam, quer sejara individualmente mencio-
nados, quer nao, e por causa dos quaes se escre-
veu esta caria o que nao se acham suflkicme-
mente designados, ou que por qualquer razflo ou
pre esto duvidarem da iasignatura ou validado
desla carta, ou que forem levados aos tribunaes
c appellarem deiles, ou que pedirem erara que
este documento e flear serapre e sera'consi-
derado valido, e ser invariavel e inconlestavel-
menle observado por aquelles a quera se refere
serao responsaveis perame qualquer juiz ou de-
legado, bem como perante os auditores do pala-
4 co apostlico, e peranle o eardeal do sacro iru-
" peno romano,
seibo??' S, re,!ric-'",cs W'enrioo.e..To
selho federal julga dever sppomr-se n'cta
cas.ao. em um Iraiado de 156i c nos de 1
0 perante os legados a latere e
nuncios da Se, o perante lodos os que possuirem
atacar o ou vicrcnra possuir poder semelhanle, e (carao
de Dos, devia a ,iTS' d7's."pedro corao preia e SLLS^tnt ^ifif i,,,er-
ac.ma fica di.o, ser protegida no exercicio il ? -"--- se.of'zero'. sen m.lioe irrito, fisto
suas Tuneces apostlicas.
Os primeiros signaes evidentes do ataque ma-
nirestaram-se em 1856 no congresso de Paria
-o congresso de Paris
propondo aquella potencia, entre oulras decla-
raeoes nosiis, o enfraquecimento do poder tem-
poral do Papa e da autoridade da Santa S ; mas
a presente carta, como bem sabido, nao poder
ser debidamente publicada por toda a parte e
especialmente nos lugares onde fra mais neces-
sario. ordenamos que ella, ou copias della, se
aiiixem ras portas da igreja de Latro, e nas da
baslica dos Principes dos Apostlos e nas da cu-
e o re da Sardenha do oulro,
fraude, nem peccado que podess- .
belliao os habitantes dos Estados da Igreja.
Enviaram-se instigadores, gastou-se muito di-
nneiro, forqeceram-se armas, espslharam-se raaos
nd. LV0*' e e,"Prograra-se arlificios de liso pubfeo7 sellados p
toda a especie, mesmo por parle dos membros '* J
Todava, no terreno dos fado o
reito do soberano em materia d
achar-se sujeito. por causa de estipuTscoVs'ine7
con
oc
: missos } fi'"ar aS 3e"s coapro-
Por conseguir, o debato reduz-se rsaber
os(senlmn^6<.Lfn",Iad9 fl"sivamerte entre'
nhfnn r e Bei;"a' e d,"Iue de Saboya ir-
Oh. por lira u,na demarcacio do limites qu o
I feH. 21MB,*C8 Pr parle di SoiSSS.
Kdena-sc a urna siluaeo e a evenisnliri-uW
ti'zv* "!.% o jsnsn:
posse, pela forra das eoisns. F. islo it ll
pomo exacto, quenenhuma mencio so fe eli
nos ira-ados do %m, apesar do grande id,
que se leve de recordar os convemos n'iores
que tinham permanecido vigentes, e cm Si
enna^'l'- ^^ P^ os Ira.ad" de V-
enna. O que que esles estipulara, e como se
de urna parte
e transcendenc,
recordar aqu a que doram lugar.
A Suissa sollicitou no
SSSVlParar'efe:Sa da fronleira
ram i" a ,cessa0 e muilos territorios que
SV/Lri S2*P*!- ropresentan!
.,...,. us pienipoiencianos acerca
relativas a neutralisacao eventual
da Saboya 1 Para Bur o carcter
ca d estas clausulas 6 importante
congresso de Vienna. -
V
commandanle superior da gnar-
do Recife. Sirva-sc-se V. Exc. de
expedir suas ordens afim de ser dispensado do
servico da guarda nacional Manoel Vaz Panlaleo
do Oliveire, quo sSsstrou achar-se matriculado
no cotlegio das arles Communicou-se ao direc-
tor interino da Faculdade de Direilo.
Dilo ao juiz de direilo interino do Rio Formo-
so. Informe Vmc. qual a razao, por que, tendo
o Dr. Gervasio Campcllo Pires Ferreira lindado o
seu qualriennio de juiz municipal do Termo de
Serinhaem, nenhum dos respectivos supplentes
enlrou em exercicio e sira o pro-presidente da
cmara municipal.
Dito ao juiz municipal do Pao d'Alho. Era
resposta ao oflicio que Vmc. me dirigi cm 10 de
abril ullimo, pergunlando se o 2o juiz de paz
Ltiude Albuquerque Maranhao, que deixou de
presidir junta de revisso de volantes dessa pa-
rochia no irapcdimenlo do Io, deve hoja fazer
parle do conselho municipal de recurso por ser o
eleilor mais votado, lenho a declarar-lhe que
aquello juiz de paz, que na occasiao de funecio-
nar a junta revisora exerceu o cargo de subdele-
gado de polica, deixando por isso de presidi-la
sem impedimento legitimo, nao pdehoje presi-
dir ao consc-lho municipal de recurso, porque.se
nao Ih'o vedado pela disposigao litteral do avi-
so n. 57 de 22 de marco de 1847, prohibe-lh'os o
espirito dessa disposicao e o de oulras decises
com que o governo imperial tem sempre procura-
do com a mente da lei acanlellar os direitos po-
lticos do cidadao de quaesquer artificios e frau-
de com que se pretenda contraria-los. na occa-
siao de elei^es.
Deve por tanto o juiz de paz do 2 anno de
quem trata Vmc. em seu predilo oflicio, ser subs-
tituido, comoeleitor mais volado pelo seu imme-
dialo em votos nas funeces do conselho muni-
cipal do recurso.
Dito cmara municipal do Recife.Visto que
como me declara a cmara municipal do Recife
em ollicio de 14 do corrente. sob n. 45 achar-se
esgolada a quola designada para as despezas
evenluaes. ouloriso a mesma cmara a despen-
cnLa.!nn f,m do exe"icio crreme a quantia de
O080 com as referidas despezas.
.Dito cmara municipal de Olinda.Coramu-
nico cmara municipal de Olinda cm resposta
ao seu oflicio de 12 do corrente, sob n 138, que
na forma dos avisos de 22 de fevereir de 1847 SS
e 3f le 23 d0 mes:no mez e anno 7, desig-
no o da de junho prximo vindouro para a reu-
niao do respectivo conselho municipal de recur-
so. Coramunicou-se ao juiz municipal de
Dito administracao geral dos estabeleciraen-
103 de candade.Inteirado do conlet'ido do ofli-
cio quo me dirigi a administracao geral dos es-
labelecimenlos de caridade cm 6 de abril acerca
de um acrordo cora os herdeiros do finado raar-
quez do Recife sobre osben4perlencentesao hos-
pital do Paraizo, devolvo mesma administra-
cao os papis que vicratn annexos ao citado ofli-
cio, afim de que avista da nova proposta daquol-
les_herdeiros, d o seu parecer de maneira pe-
i,V',e?:. ~, UiVhlep "o* nogoctpsda jus-
J-- jaftde Janeiro 2 de abril de 060.
illm. e Exm. Sr. Transmiti incluso* V. Etc
?ueHqUnrmen** T -u*^V" Rodrigues ala-
ria de Olivelra pede a S. M o Imperador a frarn
de perdoar r Francisca Maria de Jess a pena
de prisao A que foi condemnada, oque est cum-
pt ndo no presidio da ilha do Fernando; afim de
que V. Exc. o devolva a esta secretaria de esta-
do, dopots de instruido com os documentos que
oreverao acompanhar na conformidade do de-
cnlo n. 2566 de 28 de marro ultimo.
)eus guardo a V. Exc Joao I.uslosa da Cu-
nt Paranagu. Sr. presidente da provincia
de Pernambuco. Cumpra-se. Palacio do go-
vei no de Pernambuca, 11 de maio do 1860.Lei-
lac da Cunha.
para
tenebro-
governo
'. seccao. Ministerio dos negocios da jus-
ttc.i. Bto de Janeiro 26 de abril de 1860.
Illm. c Exm. Sr. Remello incluso a V. Exc o
requenmento de Anna Cesar Alves de Carvalho
pe indo para seu marido, Bellarmino Alves do
taivalho Cesar, perdo da pena de qualro annos
e neio de prisao. e multa, a que foi conderana-
do pelo jury do termo dessa capital afim do
qui. Exc. devolva o mesmo requerimenlo com
a niformagao e documentos que o devera acom-
Panhar na conformidade do decreto n. 2566 de
28 de marco ultimo.
I'eus guarde a V. Ex. Joo Lustosa da Cu-
nha Paranagu. Cumpra-se. Palacio do go-
verno de Petaambuco, 11 do maio de 1800.
Le ao da Krnha.
EXTERIOR.
inspeccao a
sob n. 556; providenciando"v.^Es 5",?.
elle seja vaccinado. p q e
Dilo ao mesmo. r-ode V Fir m._j.. i
assentamen.o de praca \o^DTll .r
pod.no Arsenio Barbosa, que offerecendo-se
voluntariamente para o servico do exercilo foi
para isso julgando apio, como consla do termo
de inspeccao annexo ao seu oflicio de 16 do
corrente sob n. 549.
Dito ao mesmo. Pode V. Exc. mandar abrir
asseniamentamento de praca ao crecruta Damio
Pereira da Costa que foijugado apto para o ser-
peo do exercilo, como consta do termo de ins-
peccao annexo ao oflicio de V. Exc. de 16 do
corrente, sob n, 5$0.
Dito ao chefe de polica. A'visla do
que sohcitou o director geral da Inslrucco
publica em oflicio de 13 do corrente, haja V. S.
de expedir as suas ordens s autoridades poli-
ciaes, para que ministrem as relaces, de que
trata o oflicio do mesmo derector de 4 de Janei-
ro ultimo, por copia junto so desla presidencia
de 11 do mesrao mez. Communicou-se ao di-
rector geral da Inslrucco publica.
remplona sobre a queslo que necessario resol-
ver, prcvenindo-a do que inadmissivcl a acei-
tacao do engonho Algodoaes, a que se refere a
proposta anterior, por estar o mesmo engenho
em litigio.
Dito ao gerente da Companhia Pernambucana.
Ao ollicio de 16 do corrente em que Ymc. so-
licita que as passagens de officiaes avulsas, pra-
cas do pret, ex-pracas e presos de juslica desla
para oulras provincias entre Macei e Cear, se-
jam eflectuadas em vapores dessa companhia
respondo que ser attendida a materia conlid
no citado oflicio.
Portara. O presidente da provincia, alten-
dendendo ao que requereu o promotor publico
da comarca de S. Anto. bacharel Jos Maria Ri-
beiro Paraguass, resove conceder-lho quinze
das de licenca, sem vencimentos, para tratar de
sua saude nesla capital.
Dila. O Sr. agento da companhia brasileira
ao Paquetes a vajbr mande dar transporte para
a sahia por conflFdo ministerio da guerra, no
Hr0/ qn ? esPera do norte. ao cabo de esqua-
ora do 2. batalhao de infamarla Manoel Antonio
5eitn,PH e. u,TL-n,ha menor- Para a cne o de-
lonin d. I "lhao "12 da mesma arma Jos An"
neralcomL?'r?0mmunicou-se 00 leDen,e-
0eneral cornmandat.lo das armas.
una. u br. agento da companhia brasileira
s AlaXs VorT?n0r,ma,nde dar "Mpo'top" .
as Alagas, por conta do ministerio da guerra
no vapor quo se espera do norte, ao soldado u
eerve de cantarada ao brigadeiro graduado fis-
Carta apostlica do nosso santissi*
io amo Pi IX, Papa por raca
e Dos, pela qual se InBige o
asti;o da excommanhao maior
nos invasores e usurpadores de
alsumas das nossas provincias
pontifleaes.
PIS P. P. IX.
I ara eterna memoria disto.
> islo como a igreja calholica. fundada eesla-
bel cida or Nosso Senhor Jess Christo para
eterna salvado da humanidade, adquiri a for-
ma do urna sociedade perfeita pelo seu carcter
divno, deve ella, para preencher o seu santo mi-
nisterio, nao ser sujeila a poder algum civil e
para islo carece ella das garantas que as condi-
coe: e necessidades do lempo exigeia,
Fj pois de accordo com a DivinTfovidencia
que depois da queda do imperto romano e sua
con: equente diviso cm differentcs oslados o Pa-
pa lomano, que Dos instituir chefe cen-
tro le toda a sua igreja, obleve o poder lem-
Ordenou, portanto, Dos com a maior sabedo-
na que. visto existir lo grande numero e varie-
dad,! do principes, goze o Santo Papa dessa li-
ben ade poltica que to necessaria para que
elle exerca o seu poder espiritual, autoridade e
juriidiccao por lodo o mundo, sem impedimento
algira. E por isso era necessario que o mundo
calholico nenhuraa razo livesse para supporque
o Pi pa romano eslava sujeito influenciaTdo po-
der ilgum temporal, ou peado no exercicio dos
pod. res espintuaes que a Sania S tem de exer-
cer iobre a parle maior dos chnstos.
Ficilmente se comprehende que o dominio da
nossa igrea romana, embora lenha a apparencia
de cousa temporal, comludo na realidade de
cara ;ler espiritual, pelo sagrado deslino que tem
e petos lacos ntimos que a ligara a todos osno-
gocus da christandade.
Nao obsia islo, porm, a que todas as cousas
que concorrem para o bem-eslar secular do's po-
vos o possam obler pela igreja, como claramen-
te musir a historia do reinado temporal do Pa-
pa romano durante tantos seculos. Augmentado
o bem geral e afelicidade dos povos pelo poder
a qu; alludimos. nao para admirar que os ini-
mig( s desla igreja procurassera embaraca-lo e
eu-i quece-lo por todas as especies de intrigas e
altei, lados.
Neites-attentados sempre elles teem sido ven-
cidos, mais cedo ou mais tardo, por Dos cons-
tante defensor da sua igreja.
Tolo o mundo sabej como nesles tristes tem-
pos os adversarios da S Calholica e Apostlica
seterareito delestaveis por esses altentados,
cararterisados pela mentirosa hypocrisia com que
buscivam privar do seu poder secular o solo
pon (Icio. Nao poderam lograr o seu intento cora
ataques declarados e & forca de armas, mas s
com alsos e perniciosos principios, dissiraulaudo
, i j a---------------- r->-w -iv.-i iijcii
011 embaixada daquelle paiz, sem a minima con-
sideracao pela honra e pelo direilo internacional,
pois que s faziam valer a sua autoridade
abusar della, c proseguir nos seus
sos planos em detrimento do nosso
papal.
Quando pois finalmente rebentou abertamenle
era algumas das nossas provincias a sedico que
desde muito se nutria nas trovas, proclaroa'ram os
agitadores directamente urna dictadura real, e
logo se nomearam commis3arios do governo sar-
do, que assuraindo outros ttulos, eraprchende-
ram governar estas provincias.
Durante estas oceurrencias, lembrando-nos do
nosso oflicio serio, nao deixraos nas nossas al-
locucoes de 20 de junho e26 do setembro lti-
mos (MKnos quoixar altamente deslas viulacea
flto nosso poder temporal, recordando aos villa-
ct'm?> Wtigos e expiacao que io>p6wrv-afIfii4
cnnoiiicas, o*em que incorriara. m
..=*"* e*^t*t w "i"*, em conseqoene das
!." reP,el,da* odmoeslaces, os originadores
dessas violacoas se absterram dos seus proiectos
injustos principalmente vendo como lodos os
chefes da nossa santa igreja, e lodos os fiis cren-
es de toda a gerarchia, dignidade e classe, jun-
lavam os seus aos nossos protesl03 em defeza
unnime dos direitos da Sauta S e da igreja em
geral, compenetrando-so todos do auanto o po-
der temporal, que por esta occosio'so quer fa-
zer queslionavel, necessario para manulencao
do espiritual do Papa.
Mas, horrorisamo-nos referindo-o. o governo
SUMO nao s desprezou as nossas admoeslarcs
e queixas, e o nosso resenlimento religioso, mas
at perseverando na sua malvadcz, pela forca
dinheiro, ameacas, terror o outros meios ardil'o-
sos, obleve a seu favor o voto universal, e atlre-
veu-se a invadir asnoesas provincias, occupa-las
e sujoita-las ao seu poder.
E' esta urna grande profanac.io, tendo-se usur-
pado direitos de outrem contra a lei natural e
divina, infringindo todos os preceilos e solapan-
do a base de todo o poder temporal e de toda a
sociedade humana.
De um lado vemos cora a mais profunda ma-
gua quao inuleis seriam mais queixas contra
aquelles que, como surdos, tapam os ouvidos
nem quizeram escutar qualro admoeslaces e
queixas ; o por outro coohecemos o que exige a
causa da nossa S apostlica e lodo o mundo ca-
tholico, estigmatisando-se os
Ksta
por lira
cezcsjlylo; e as carias assira affixadaVe'publcadas Zl.i^," ei .d,_,senha. Os plenipotenciarios-
e na oual elles lomaran a sua iniciativa,
combinaran precisamente a quo loen
extender em certos casos as garantas da neu-
iralidadc a parte septentrional da Saboya.
O abanto assignado. declarava Mr. de
Saint. Marsan no seu memorndum
marro, foi aulorisado a faze-lo a favor
laodoGenebra na cesso de territorio com
seguintes condi(,es : que as provincias de Cham-
bla.se de taacigny quem comprehendida na
neutral.dade helvtica ; que as tropas sardas
possam retirar pela estrada de Valais ; quo nao
possam as forras armadas de qualquer poleucia
; estacionar ou passar pelas ditas provincias,
. cxcepgao das que a confederaro helvtica iul-
guo a proposito eslabelecer ah.
Esle ajuste linha
apresentadas e intimadas nominan'/ eti ,
personaliler. amando com
Ordenamos que traducroes e exemplares desla
carta imprcssa sejsm assignados por um tabel-
ao publico, e sellados por alguna pessoa inves-
tida de autoridade erelesiastiea ; e esles exem-
plares teao f era todos os paizes e tribunaes de
Justina, e em qualquer outra parle, e serao lo
validos como se fossem apresenlados e intima-
dos pessoalmente.
Dado em S. Pedro, Ron, sob o sello do an-
nelI do Pescador, aos 26 do marro de 1860 no
MV anno do nosso pontificado. 'Pius P p']\
No anno de Nosso Senhor 1860, indict'III
aos 29 de marro, anno XIV do pontificado d
nosso Sanlissimo Senhor e Pai ern Jess Christo
1 io IX, pubhcou-se-a presente carta apostlica
e amxou-se nas portas das igrejas de l.atro e
do Vaticano, na curia apostlica, na igreja gran-
de da Innocencia e no topo do campo de Flora
por mim Alomus Seraphina, cursor apostlico
Pkthppu Ossani, niagislrado cursor.
de 26 de
do Can-
Commtmicacao do eontelho federal suisso aos es-
f^"M>iy"i -' ludo confederaes.
Fiis e queridos confedorados. A questao da
satroya tem wltimment tomado um carcter de
tal natureza, que julgamos dever dirigir esta cir-
cular aos estados confederados.
l-nB?fd'r".,0^heis quo cm consequencia dos
acontecimentosdo anno passado, demos os pas-
sos que julgamos necessarios para deixar a salvo
os direitos que os tratados ssseguravam Suissa
relativaraente a certas prov acias da Saboya A
este respeilo referimo-nos s olas dirigidas ern
14 de, marco o cm 18 de novembro de 1859 s
potencias garantes dos tratados de 1815 as=im
comod memoria fjrespeilo das relaces enlre a
Suissae a Saboya neutralisada, deque vos foram
rcmettidos muitos exemplares.
Ouando no principio deste anno surgi a ques-
tao relativa cesso da Saboya, nao esqueceroos
idea alguma cora o fim de conhecer as intencoes
no que respeila s provincias a que a Suissa tem
direitos positivos que podan ficar compromelli-
dos. quando nao fossem destruidos, em conse-
cuencia da annexaco da Saboya a Franca Ef-
fectivamente recebemos segurancas, que 'com-
quanto nao fossem confidenciaes, nao linham
com ludo um carcter raeno3 oflicial, de quo no
caso de cesso, as provincias neutraes de Cham-
olais e de Faucignt, deviam ser entregues a Suis-
sa como nico meioadoplavel na aclual siluaro
Devia pois, ser muito maior a nosss sorpresa
quando appareccram as proclamaces de 8 e de
10 do corrente, fetas pelos governadores de An-
necey e de Chambery, apresenlando
W-siasT-ssr: =r^r5=Hs2E,,,
questao
vos
dignidade do nosso oflicio grave. Resulta daqui
que, fiis aos exemplos dos nossos Ilustres pre-
decessores. etercemos essa autoridade que
nos d o poder de ligar e desligar, afim de quo
se empregue a necessaria severidade contra
os culpados, e se d aos outros um exemplosa-
lular. r
Tendo invocado a luz do Espirito Santo em
preces publicase particulares, e tendo ouvido os
conselhos dos reverendos irmos os cardeaes da
nossa santa igreja romana, declaramos, de ac-
cordo com a autoridade que temos do Omnipo-
tente e dos sanlissiraos apostlos S. Pedro e S.
Paulo, e lambem de accordo com a nossa pro-
pna autoridade, que todos os que lomarara par-
le na peccaminosa insurreico das nossas pro-
vincias, na usurpago, occpago e invaso dol-
as, ou que concorreram para os aclos do que nos
queixmos nas supra-referidas allocueoes de 20
de janeiro e 26 de setembro, ou aquelles que
perpeiraram por si mesmos alguns oestes actos,
bem como os que foram seus fiadores, defenso-
res, ajudadores, conselheiros, sequozes, o da
mesma forma os que foram conniventes na exe-
cuco dos mesmos aclos sob qualquer pretexto e
por qualquer maneira que fosse, incorrerara na
expiacao da excomraunho maior e penas reli-
giosas estabelecidas na nossa constiluico apos-
tlica, e pelos decretos dos concilios geraes, e
especialmente pelo de Trento (sess. 22, cap. 2."
sobre reformas) ; o se necessario for outra vez
os excommungamos e anathemalizamos-los, de-
clarando mais que devem perder todos os privi-
legios, gracas e indulgencias de que al agora
gozavam pela liberalidado dos nossos predeces-
sores no solio, e que de modo nenhum podem
ser alltviados ou absolvidos destas censuras por
nioguem seno por nos mesmos eu pelo pontfi-
ce romano, ento reinante. excepUrem artigo do
morto ; mas nao no caso do se restabelecerem,
porque enlao lornaro a ficar sujeitos ao artigo
supra, ticando inhabilitados para receber qual-
quer absolvico. sem que se retratem, revoguem,
annullem, e abulam em publico quanto commet-
teram, volvam a por todas as cousas inteira e
effeclivamcnlo no artigo estado, o deem plena
satisfajao ao poder papal.
Por conseguirte todos que, pela forma mais
remota que fosse, participaran nestes actos e
lambem os successores nos seus oflicos, flcam
sujeitos a esta rctractacao, revogacao, abrogaco
e abohcao dos peccados supra, o que devem
fazer pessoalmente, em realidade e verdade, e a
dar a plena salisfaco que devem Santa S ;
nem poderSo, sob pretexto algum, ser alliviados
ou libertados, mas ho de ficar sempre captivos
a esta pena, at que se mostrem dignos de obter
o beneficio da absolviQio. Assim o declaramos
pela presente carta.
Mas, obrigados pela triste necessidade a cum-
pnr esta parle do nosso dever, nao esquejamos
quo nem urna nica palavra se dirigi a respeilo
da Sardenha. v
Desde ento era do^nosso dever tazer reclama-
ces e protestos contra um proccdimenlo que
comprometlia gravemente os nossos direitos.
Em consequencia disso demos instrucres aos
nossos representantes em Turin e em Paris re-
raettendo-lhes no entretanto os protestos. Espe-
ramos da maneira mais termnanle que antes de
proceder-se a urna cessao, imporlava que fosse-
nos ouvidos, e que alm disso era conveniente
haver um accordo acerca do syslema de votaco.
Ja antes, por meio de notas datadas de 9 de mar-
co, trabamos insistido em que as sinceras segu-
rancas verbacs que se haviam dado, foram subs-
tituidas por compromissos formaes.
Por fim, na incerteza do xito dos nossos pe-
didos, dirigimos as potencias a ola de que re-
mellemos a copia junla.
Esperamos ter conhecimento do resultado ; e
por agora esperamos com a maior confianca que
os altos estados aprecisro devidamenle con-
duela que at agora temos seguido, e
que nos
seguirao enrgicamente era um assumplo lo in-
timamente ligado aos mais instantes interesses;
da patria, sua propria conservaQo e manu-
tengo da nossa independencia.
Bemeltemos tambera copias dos protestos que
os nossos enviados em Paris e' em Turin ertre-
garam aos governosde Franca e Sardenha.
Aproveitamos esla occasiao, etc.
[Frx Qerosse )
pois por lira, cobrir urna
parte da Saboya; e a Suissa com a sua annuen-
Am.HgHVa",e S asse*ur" a execucao, cora-
promeilendo-se do urna parte a deixar livre
sTfiSSJfc for" Sardas' para 1uc entrassem
? on,e : ,da outr collocar, se fr ne-
cessario. t.opas federaos no paiz nulralisado
O compromiso accetlo pela confederaco era o
preco de urna coajesao terriiori.l fsa ao Cau-
t i Se.ru' ventual de ChampUis e de Faicily era urna
"an'fs e?"Pl compensacao de um sacrificio. Esta neutralisa-
cao nao linha poiTiido combinada pr" .
memo coro o fin, dTTroteger a fronte.Pra Tuiss"
sufficienleniente resguardada por urna barretr*
'e"t'' '> a neulralidade proclamada
fmnnc. CCrd das P,en<:'as. Pelo contrario, foi
imposta, como um encargo Suissa, e esl ac-
ceitou-a na qualidade de onerosa,,
dar aS?lE.d.e ^ "nfedaao helvtica fun-
rr.:?!dfc ralad?s..de 185. Para oppor-se
dia aUe^r ^}a.a Fr,n.ca ? A ">nfedHaSo po-
dia al egar que esla cesso, modificando os ter-
ZL^J0ttyc>mo ",c Pem'llir considerar-so
como exonerada para com a Saboya da obriga-
rh.mirr- Pda ",anulcnao "a neulraliddo
de Chamblais e de Faucigny ; mas nao se pode
entender que quizesse prevnlecer-se d'ella para
neg ao Piemonto o direilo de dispor d'aquella
provincia, e sustentar que piocedendo d'esta
maneira commetlia um alternado contra as se-
gurancas garantidas confederaco
se v^pi61000- a ?i,uaeao da Sissa. tal como
f!n f\ exPs'ao das negociares, que o con-
selho federal se interponha. sera motivos leg-
timos, nos ajustes que o governo do imperador
e o do re Viclor Kmmanoel se propem concluir?
Reconhego alero disso, cavalheiro, que ha
motivo para examinar de que modo se referen
os tratados de 181o sobre este ponto especial s-
combinacoes Asadas de coromum accordo na
quella poca entro as potencias signatarias dr>--
tratado de Vicua, para assegurar a neulralida-
de da confederarlo helvtica.
. Mas esta urna queslo que o governo do
imperador deve tratar com essas mesmas po-
tencias, e nao duvido dizer-vos que estamos
disposlos a adoptar as ideas suggeridas, ou seja
pelo nteresse geral, ou seja especialmente no
interesso da Suissa.
Espero que fareis a leitura o deiiareis urna
copia d esto despacho ao senhor presidente do
conselho federal.
Recebei, etc.
Thouvenel.
(
i
(1) S. Paulo, Ep. ad Rom, c. Xlll v, 1 et
seo.
Protesto do governo pontificio contra a annexa-
co das Legacoes.
Vaticano, 24 de margo de 1860.
Os mais audazes manejos do partido revolu-
cionario, durante a ultima guerra civil, derara
em resultado o fructo que ha muilo tempo se as-
pirava, a rebellio dos estados cenlraes da'pe-
nnsula das Romanias, e o engrandeciraento do
Piemonte com os despojos dos principes legti-
mos. No meio destes dolorosos aconlecimenlos,
nao diminuio no animo do Padre Santo, a con-
fianca de que a considerarlo pela religio e pela
justica deteriam o progresso do mal.
Todavia, esquecendo os sagrados deveres, ve-
nficou-se a expoliacao de urna parle dos domi-
nios de Sua Santidade. Por decreto publicado
em Rolonha no Io deste mez, foram os poros da
Emilia obrigados a manifestar o seu voto a favor
do Piemonte.
Empregaram-se todos os recursos, todas as vio-
tteu-me urna nota lencias e mil astucias para que a volacao corres-
nomo do seu go- | pondesse ao fim premeditado.
" iraou o re
idade, que
vio a egreja despojada do seu dominio temporal
por um principe calholico, herdeiro do throno de
monarchiai Ilustres pelas suas virtudes.
radr6^ S,anl0< Pe,a obrigaQo que tem de
Despachos do ministro dos negocios eslrangeiros
do imperador Napoleaa ao representante de
Franca na Suissa.
Paris 17 de margo de
Cavalheiro.Mr. Ke
que lera por fira proles)
rH cnKra annexa^, Fra"Sa, dos distric- MaMMtcUn"8 de'marco. daraou
os da Saboya eventualraente submett dos neu- Vctor Emmanuel a dr de Sus Sanlidad,
tralidade em virtude dos tratados de 1815.
Este procedtmento nao podia deixar de pro-
duzirsurpresa ao governo do imperador. S M.
deu Suissa, em differentes occasies, teslemu-
nhos do amisade e interesse, que deveriam
mi mi iTRnu
que me dirigi.
Esl o seu protesto fundado em direito ? Est-
o no effeilo ? Sao eslas as pergunlas que im-
porta examinar e resolver, para apreciar o carc-
ter e o valor da resolueao tornada pelo governo
helvtico.
Em principio, a soberana implica esencial-
mente o direilo de traspasse ; un soberano pode
quaesquer que sejam os motivos que o dicidam'
fazer cessao de todo ou de parto dos seus esta-
dos ; e s havena autoridade para oppor-se a
isso quando podesse resulUra pertubago do
equilibrio, e a destribuico das forgas da Europa.
D esta maneira pois, o rei da Sardenha li-
vre e est dentro das suas prerogailvas,
re-
dado quer manter na sua integridade, nao reco-
nhecendo e declarando nullo, como usurpado e
Ilegitimo ludo quanto se tem feito e possa fazer
nessas provincias.
O moviraento dos catholicos que se manifestou
desde os primeiros alternados contra o dominio
temporal da egreja, deixa o Santo Padre persua-
dido de que ha de impedir que os soberanos re-
cochegam este acto de usurpaco sacrilega e
fraudulenta.
O secretario de estado, rogando a V. S. que le-
ve ao conhecimento do seu governo este protes-
to, deve acrescenlar que o Santo Padre, espera
tambem que Ihe nao faltar a cooperago do vos-
so governo, para que algum dia cesse a expolla-

J II
i\/iri
L
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.
rt\
DURO DE PERNAMBCO. SEGUNDA FKltU C1 ) MAIO DE 1860.

5S0 conlra a qual reclama allamenlot direito das
gentes.
Cartkal AkomM.
Despacho de Mr Tourtt', ministro da Suissa "em
Turin, ao conde de Cavour, aorta da annexa-
cao da Saboya.
xro.0 Sr. Posteriormente a DublMco da
nota de que arabo de fazer-v-os a leilura, soubc o
conselho federal que os intendentes da Saboya
publicaron) proelamacoes era Chumbery e em
Annecy, pelas quaes annunciam aos Saboyanos
urna votaeao prxima relativamente onnexacio
Jo seu paiz a Eranra.
Em presenca desla maniesloqo offlcial das tn-
Icncfies -do greme sardo, e sem pretendeT op-
pot-se tm principio is raliQcacoes das fronterras
que podem estar as conveniencias da franca e '
da Sardenha, e conformes aos votos de-ama par-
te dos povos abyanos, o abaixo assignado. ap-
ruauto n'uma ubjeijao que se produzo cas dts-
cussdes a que a queslo deu loyar.
Alegam-se efTeclivamentc, analogas, e par-
te-se d'oqui para semear a desconfianza. Mas
{ndar-se-ho estas analogas em fados, e exis-
tir rclaco entre a nossa posicao a respeito dos
Alpes e a nossa situaran a respeilo do Rheno ?
Os tratados del85linham sem duvida,cons-
tituido ao norte um estado de cousas que nao
deixava de ter senvelhanqa e ligaco com o que
ainda boje subsiste do lado dos Alpes. O reino
do Paites- Baixtrs linha sido criado debaixo de
iim pensamento conforme com aquello de que
diriva a delimitarlo tcriilorial da Sardenha. Da
mesma maneira, que a Sardenha, litiba a seu
cargo a gfeerda de posices que Ibe rrcrmiltiam
entregar -os approches e as entradas do nosso
territorio-aos exercitos eslrangciros.
. 1
cHandd para alealdadede S. M. Vctor Emanoel -
I. cuios antecessores juraran os tratados quo a I s',a neutralidade reeonhecida peM"
Suissa invocou (1564,1603,1754, 1815 e 1816.) desdeenlao toda a parte da nossa,
datados religiosamente observados por ella, pe- *e*** precisamente mais expesta
de ao governo sardo que nao proceda daqui por PwjJS Podl "> g*'m inqumlacncs.
diante da maneira por que o indicara as precia- Em urna palavra, o qnc es tratados de US
Hugo-ves queiraes fazer a leilura do prest-
te despacho, o do annexo ao ministro ios nego-
cios eslraog iros, deixando-lhe copias.
Acceilae, lie.
JSeie/iaarf.
Despacho do conde dt Reichberg, ao comtt Brts-
sier de Saint Simn, em Turin.
Vicnna 21 de marco de 1860.
Por decreto de S. M. o rei da Sardenha de ti
e 22 d'esto nee, foram reunidos ao Piemontc os
Estados do Parira, Modena, Toscana e a Itama-
nia, consid raudo o art. 98 do acto final do Vien-
na de 9 de. unho de 1815, sem embargo dos di-
reitosde suxessoc rreranca-existentes "as Mar-
cas archiduraes da Austria a respeilo do ducado
de Modtna, Reggio-f Mirndola, e bem assim dos
'principados de Massa eOsirara ; que visto o art.
Passados quinte anuos, "os ajustes*, foram 7 do iraiadt de Varis de 10 de jucho de 1817 cn-
proundamenle modificados com o concurso das Ir as corte d'Austria, SIcspanha, "Franca, Gra-
grandes potencias. Forroou-se iTIp"'. e a Brelanha, Frussia e Rassia, cm camprireulo do
opa, cobre art. *) do dito acto fwal de Vicua, a successo
nieira-que dos ducados do Parma, Vienna eu'islala, no ca-
c pela qual so de eitiiKCo da (mha do infante D. Carlos Luiz
sem que se verifique o disposto 110 tratado aus-
tro-sarde 1 e 20 do maio de 1815; que por um
lveme
Ueveiuos lautos beneficios a urna adiada mag-
nnima, a bravura de seussoldados edos nossos,
a abnegado dos voluntarios c perseverante
concordia das povoaces; rendamos tamben
gracas; Deus, porque sem o seu auxilio pao so
term terminado emprezas to memorave
as geracoes-prsenles e fu tora
Em rcconncciaenlo Fn_
fez S Italia, e paira consolida
nar,ocs que loa ama commu
seus principios o em seus d
uaceseffixadasem Chamoery e em Annecy. sem appresentajam amcacador para nos do lado do-
que sejam enceladas as negociacocs com a con- rle nao 6 mais do que orna ecordacao posta
olucao s :de Parlu na nSloria pela conferencia de Lon-
feracao suissa, afim de proparar ama s
qoesles pendentes para respeilar os direitos, en
volvendo os direitos dos panes limitropbes. ,
Err.quanlo urna boa tnlelligeaeia cora a Suissa do defeza. apovado pelas nossas raa.s irnportan-
aointervier para regular o mre, segundo os ter- i tes pncas fortes, colloca-nos intemmcirte ao
nos do. iralaL. soefere a eventualidade de bngo de pcgos anlogos aqueles com que
1 1 Inri iniiu' 11 u-i-- ili i'.-.i 11 11 ren n itiinlir tannr
oma cessao da Salxfj-a a ouro estado, o naxo |
assignado, em norrio c por or-dem do conselho fe- ;
dcral, protesta junto do governo de S. M. Vctor
Framanucl II, cotilra toda -a votaeao ou oulro
qualquer acto, c-jo resultoo possa'produzir urna
troca no estado actual das cousas.
Esperando qno as legtimas rcclamacfes da |
Suissa, sejam acolliidas per V. Exc com a bene- ,
voleocia que scinpre lera caracterisado as rela-
ces do govemo de el-rei e a confcderaqo, o
abaixo assingnado, pede, seuhor presidente do
conselho, queiraes acceitar a segurance da sua
alta consideraron.
Turin 11 do maa^o de 1860.
A Tourte.
dos artigos preliminares de Vienna de 3 de oulu-
bro de 17-35, confirmado pelo tratado final de 28
de agosto de 17-86, o gro-ducado de Toscanaes-
l-lespanha deviam pelo renos alfaslar das regtes
superiores da poltica na presente conjectura.
O ministerio porm, nao pode ser duradouro,
cada vez perde mais fur^a, e esta crise foi o golpe
fatal.
artdo carlista, que o apoiava com a -i-j.
r o-poder, dcsampari-lo-l.a 'j *"';*
vio excluido do poder f* c"w
com os-miBiHros. n .^Ji,0" "
"* srrefecw x;m seus
an^ts,
cessaro un> sacrificio, flz 0 ________
coracao. Salvo o rolo dos povo^a l* Ov\ Ido ministerio ^^^ dc Thomar n5o
do parlamento, o. com relacao aSuissjM g*.w oui*MnMm ai^j* xfa, obRMO l0 pa :
lias do d.rerto inMiucional, estipulAum tr.Tta- 'hoiwoaAhum-g^,, j ^ mw,ifesasM tao
do sobre a reuma da Saboya c a JWfincia de a berta *dc'> Niza Franca. >- ^ 'fi^^fl6 d*.trer. qoo So se poder* 'sus-
Temos anda mltatldedcs a veriam; parem. lonV^ poder, poif-qno entre nos ainda a opi-
suslentado pela opfanao publieae pao amor dosli>d4||CJl -gorae senio ahi Tai um fado em
povos, nao dctxare prejiuicar^ nem menoscabarJ^MjVacalk
direiloraem-liberdada algunas Qrm* um 4- tj.pir 4a einu-u-gr. Silva Ferriu, oscreveu
:^rtlo otartdBte a Rf"nde quandade de convivas
ldo corred _co-, a roelhor ordem, para o qn
muilo coo'.ribnio a incansavel activdade do pa-
dre Ca.7*ios. Fizeram-se varios brindes popu-
laeo de Setubal, aos ministros, aos capites in-
leiligenlcs e paMaUeos, qu a preslavam a con-
tribuir pera os melhorameniosdo pas, e a varios
cavalleiros, e-ontre estes o linislro da fazenda,
que nao eslava piaseitle.
-los Estevao reeordou a latt ensaagoentada o
fra lucida, que tivera rogar junto daquella villa,
no Alto do Viso, e ongratou-se com 08 convi-
va*, e com, o Misffals-accordo e tolerancia a
que Unham Tinte oa partidos, o que permittai
quo alivcssearatt' reunidos, em boa amisada
e harmona, homeus, que esto militavam era
campos oppostos.
Despacha do ministro suisso em Turin, ao conde
de Cavotvr, ministn dos negocios ctlrangeiros
piemontezis.
Sr. presidente Oconselho federal fez-rae sa- |f>Ma ? D',z- ...^..
ber que e-vosso ministro em Berna, fallando ao *'iev-vos f*nno\
Exm. Sr. presidente da confederaee, linha ma- tefefL.*?*
Z /dves. Por este lado nao temos nenhuma espe-! t garantid > casa de LoreRa como indemnisa-
j-ci de garantas a reclamar, e o nosso systema Ca *o sacrilic-io que fazia pelo abandono d'aquel-
le paiz her .'dstaro; que o artigo 100 do acto de
congresso >le Vieuna renovou estas esliputecoes
e garantas que os preliminares de Villa-franca,
aos quaes mnuio S. M. "Sarda, asseguram que e
-gr-o-duqu.) de Toscana e o duque do Modena lor-
1:3rain parj, os seus Estados, que o artigo* 19 do
'tratado concluido em-Zurich a 10 de ovembo
de 1859 e; tre a Franca e a Austria, reserva ex-
pressamente os direitos do gro-duque da Tosca-
na, do duque de Modeaa e do deque do Parma ;
considera! do ti na lir.cn te, que os decretos de an-
nexacao j mencionadas, inflingam directovneu-
le iol*s etas convoRces ; o imperador meu au-
gusto a:ui nao faz mais do que osar de um direi-
to evidente, e compro um dever imperisso em
protestar .otemaementc contra os referidos de-
cretos e onlra todas as consequeacias qee po-
dem resultar era prejuizo da sua augusta casa c
dos seus listados, reservando-se expnessamenle
lodcs osdireiios garantidos a Austria, ueste sen-
udo, pelo i tratados Europeus.
Tenho a honra de pedir a V. Esc. se-sirva
communiiar <>ste despacho ao presidente do
coaselho de S. il. Sarda, o deixar-lbo urna co-
pia.
Re*chberg,
leriamos mars doqae nunca a contar sobre ou-
lro ponto, se o'Piemonle, as sues novas pro-
porcoes, fioasse de posse de territorios que do
accesso iki coracao do proprie imperio. No
Itlieno, o perigo dosapparecau, m quonto que
augmenten nos Alpes.
IVesta maneira a siluacao qaese traa va de
assmili ar as appresenta similhanca alguma, e
as cousidoraQoes tao poderosas que nos obngan:
a reclamar a annexa^o da Sanoia, eslo, sem a
rnenor-applioacao possive!, no estado das cousas
a I esto e a aorta da Franca. Esta combinado
t compellar a quo a propria Europa edoptu,
; destreindo os ltimos vestigios decstipula6cs
. manifestamciile concebidas em um espirito de
desconfianza e de aggressao a nosso respeito ; o
longo d'afH encontrar um motivo de inquietteo
a Alleraanha nao ter lugar de ver mais do que
i inonova condicio do estabilidade e de duwe.ao
conde, queiraes f*zer a
despacho a Lord Julm Bussell, e
!doixar-lhe urna copia.
Acceitai, etc.
(Assignado) Thouvenict.
meus anlnpassados, soberanos calholicos, para o
chele supremo da religiao, se a auloridade ec-
clesiastra usa "armas espirituaes nos interesses
temporaes, saberci encontrar cm mtnha conscien-
cia o as tradijoes de meus vos forcas para man-
ter inreira a iiberdado civil e a minha aulorida-
de, de que so a Deus o aos meus povos devo dar
corita.
As provincias da Emilia teem ama oeganisacao
conformo das antigs provincias; porm na
toscana, quo lem suas leyj e sua organisagao
proprias, era necessaria urna disposiejio particu-
lar momentnea.
A brevidade do lempo e a rapidez dos aconlc-
cimentas impediram preparar as leis quo deve-
rao d ao novo Estado torca e consolida^o. No
primeiro periodo desla legslalara disculirieis s
as proposlas mais urgentes. Os meus ministros
prepararlo em seguida, com os corpos consulti-
vos legtimos, os projcclos sobro os quaes loreis
de doUb'Tar no segundo perodo.
Pascada no estatuto a unidade poltica militar
c econmica, o a uniformidade das leis cvis e
penaes, a libcrdade propressiva administrativa
da provincia c o municipio far renasccr entre
os povos italianos essa vida explendida e vigo-
rosa que, debaixo d*oulras formas de civilisagao
c de insliluicdes europeas, era a condciio das
autonomas das municipalidades a quem repug-
nara hoje a cousttuir.ao dos estados fortes e o
genio da nacjio
Seuhores senadores, senhores dcpulados
urna carta aojuir de Pelgueiras, imea^ando-o
Itepois das cinco horas e comboy parti para
o Barreiro, entre saudages dos habiante da ci-
se nao :^&^f^j^srsiii- C nnhetod;ro;sopera dua8 8ra,Me5 a,os ao
toridade competente querellou dcslo furtcclona-
rn corrupto, mas elle entrelnto ippareccti rja
cmara dos pares, para lomar o seu lugar. Os
pares apenas souberam, quo elle eslava na sala
nao quizeram entrar, o leve do se oacerrar a ses-
sao por nao haver numero.
Repetio-so j duas vezes esta fado e houtera
foi s ultima.
Esperamos que este cxemplo ser seguido, e
qnccomei;ar urna ardenlo cruzada contra osdes-
moralisados.
A primeira consequencia desla cruzada dove
sera queda do ministerio, queda que hojo at a
nossa independencia poltica e a nossa seguranza
geral, reclaraaram, como indspensavel.
Chegou ao Porto a maiinhagera que deve tri-
polar o novo vapor da compaa l.usitania,
Lisboa ; o que no da 22 sanio de Glasgow
para o Porto, para comegar as suas carreiras en-
tre aquella cidade ca capital.
Esta tripolacao devia seguir para Glasgow no
vapor Liisitania, porque a eotnpatihia pro-
prietara do barco resolveu maiula-lo ahi concer-
tar radicalmente, afim de que a carreira entro as
duas principaescidades do reino seja servida por
dousexcellenles e seguros vapores.
deste modo que a companhia Luslana se
tem acreditado, e na vordado merece-o, porque
: i al hojo tem dado todas as provas do quo
Temos publicado lodos os documentos diplo-J
roaiicos relativos s queslocs pendentes rw Euro-
pa, para que, pela apr-eciacao dc cada um d'elles,
se possa conhecer o andamento que tem ldoos
negocios que na aclualidade occupain a atteneao
b
E
infestado a idea, de que, no assu.pto da anne-
x,i;-ao da Saboya a Franca, os tratados vigentes
nao impunliira ao Vieinoute, pelo que respeita
Suissa, neuhunia obriga^o : q^eute a Suissa li-
ona recio mants a fazer, egaraumas que podir,
deve-ria drigir-sea Pars.
O conselho federal nao pode-eoceitar asituacie
jiii que o colloceria esle esqnecimenlo das obri-
gaeaea que para os nossos doas paizes resultara,
lauto d
lia da E
iilares ; er.i consequencia disto convida-anea
oxpor-vs de novo qual na aua opin.o, o ver- i** V decidiu da auuexacao d aquella parte da
dadeiroeslado da questa... baboia 4 Fwnea.
Nao vositendo permitido as vossas numerosas n rocitimacat).
occopaes.-receber-mehonlem. tomo a lber-1 O governador da provincia de Chambeo
dade de escrover-vos para recordaran governo a *P'Ossa-so a acuciar aos habitantes da moaina
j provincia que se couvcnctonou entre o governo
I sardo c francs que a inanifc-slaco do voto do
paiz ha de ser eta por meie de sufragio univer-
sal, c que para case lim so aduplaraiu entre am-
--r- -,--------------------- as provas de quo o seu
compulsando as vossas orgauis-icocs sem buscar; intento principal bem servir o publico,
nos antigos partidos outra cous mais que a rae- O vapor Lisboa deve sabir no da 29 ja-
mona dos servieos prestados causa comraum,; qnelle porto, e achar-se as aguas do Tejo no da
convidamos a um nobre concurso todas as opi- 3 do corrente raez pela manhaa.
B2s r= con H^ Sf da gara:! fes di.lerentes gabinetes, varaos (hoje dar pu-
Europa, como dosaoUgcs convenios parli- ^l.,cid,ai10 i do S^ernidor de Cham-
* ro-ennsenuencia disto ronvidal* ^ Pro"" 1u0. Para lve '"nciar a de-
que presids
Io Que as.polencias gar*otas da nossa neutra-
lidnde, te-i:do-enlregueem 1814 e 1815, corda da
Sardenha, urna parte da Saueya, cuja neulralida-
de garaniiam ao mesmo Umpo que a da Suissa o
governo de-S. M. el-rei-Viotar Manoel nao tem
dirriio alg-um a transferir ase territorio neutral
para o imperio francez-eem o consenlimento das
pwlenciasque garantirama neutralidade por um
conjunto de aclos que as suas condices essen-
ciaes modificara a sua transferoocia Franga.
S" Quo lendo a Suissa observado sempre as
clausulas do< tratado do 1864, sera que osle nun-
catenha-sido denunciado, racebendo, pelo contra-
rio, a-suaeonfirmac.ao.no art. 23 do tratado de
Turin : este convenio internacional, era que es-
lava previsto o caso que baje se ofierece, subsis- \
te o pleno direito Quanto mais anligo un tra- i
tado, rospeitado o confirmado por novos actos di- 4'"
ptamaticos, tanto mais sagrado devo ser para as l
novas parles contraanles..
Succeda o quo succeder, a Sardenha niio pode,
segundo aquelle tratado, prestar-so a transferir
x para nutra potencia .as provincias de Chablais, de uma .Ror caufa e"m.n*fc
\ -incighy e do Genebra-scm o consentimenioda I _-. "."t?. _'s.
bos as seguinles disposiees
1.a Os saboiauos que habitara na provincia de
Chambcry sao chamados a volar sobre a seguin-
tc pergunla :
Quer a Sabuia ser reunida, a Frana.'
2. A votaeao ha de ser por nielo de um itm
ou dc um nao, em escrutinio secreto, c lista
manuscripla ou impressa. Toda aquella que nao
coiitiver urna resposla calhegorica, ou levar al-
guma phrase reprehensivcl, 6er considerada
milla.
3.a A volacao estar aborta era cada districto
no domingo 22 de abril de 1860, das 11 horas da
manlia at s 7 da (arde.
4.a Sero adrnilldos a volar todos os cidados
a idade de viole annos, ua6vidos na Saboia
ou fra della de pas saboiauos, que tenbam es-
tado domiciliados no districto nos seis mozos an-
teriores, e nao liajam sollado coudemnacio al-
se formar urna com-
l
Suissa.
dosta-maneira qne era virtude dos tratados
dc 1814, 1615 e 181<> aesim como o de 1561 a
conede.racao doveria considerar qualquer vota-
cao da Saboya inteira, sem dislnccodc territo-
rio, na disjoi livj djiFranca ou do Pieraonlo :
votaeao que art'i-o aimullar as publicaces feilas
em t!.anil>erv c Aniiveey, como ora primeiro ata-
que comnvettido contra os seus direitos.
O governo do S. M. el-rei de Sardenha no po-
de, segundo creio, negar a torca dos argumentos
que acabo de invocar, e eslou certo de que nun-
ca querer desconheeer os direitos de um povo
visiuho e amigo, cojo territorio cobre a fronteira
mais vulueravol da Italia.
Alrevo-me.pois, a esperar que Mr. Jocteau, na
cntrevisla particular que leve com S. Exc. o pre-
sidente da confederaco, ter manifestado as
ideas indlviduaes acerca da questo pendente,
assim como a opiuio meditada e lixa do seu go-
verno.
Na esperauca de que me daris a esle respeito
urna resposta iranquilisadora, rogo-vos, senhor
conde queiraes reoeber a seguranca da minha al-
ta ron9iderar;ao.
Turin 21 de marco de 1860 A. Tourte, embai-
xador extraordinario da Confederaco Suissa.
nies sinceras, para realisar o Dm supremo do
da patria, de
dos romanos,
era a da idade media, que nao devo ser j um
campo aberto s ambi.ocs cstrangeiras, mas sm
a Italia do3 italianos.
posta io mistro dos negocios slrangeiros bem-eslar do povo o da grandeza
ao impradar Napoledo ao despacho de lord', nina patria que nao j a Italia
Jtussel, respeilo da annexaro da Saboia.
Pars, :.ti de maio de 1860.'
Jfr. TI oueenei ao conde de Persigny.
Sr. ca de.Tenho a honra de enviar-vos a
copia jun.a do despacho de lord Uussell, qee o
conde Co a/ley foi encarreg'ado dc etrgar-e of-
flcialmemo, e que conlein a resposla do govono
de S. M. Britaiioica exposigao do governo do Toscana. S. M. comprehende a grandeza
imperador relativamente a reunrao da "
Proclamarao do principe da Saboia Carignan.
Povos da Toscana I O rea, nosso augusto
soberano, nomcou-me seu lugar-tenente na
da sua
Nota de mr. Thouoenel ao encarreqado de
negocio da Franca, na Suissa.
Senhor.
Pela copia que vos transmilti antes do hontcm,
livesles conhecimento da nota que o presidente
do conselho federal nos dirigiu. assim como s
oulras potencias, cuja intervenco diplomtica
invoca em apoio dos direitos que elle julga ter
fundamento de fazer prevalecer a respeito de
Charoblais e Faucigui. Sem entrar em urna dis-
cussoque por agora me parece inapporluno pro-
longar, lraito-rae a declarar de novo que o go-
verno do imperador nointenta alterar nenhuina
das condices lgiliraaa em que assenla a neu-
tralidade da Suissa, e eu nao pedera fornecer
urna melhor prova senao citando aqu textira-
inenle o art. 2. do tratado da reunio da Saboia,
e do districto de Niza 4 l'iaic, que foi assigna-
do em Turin no da 24 d'esle roe*.
Por esle artigo ica entendido, que S. M o
rei da Sardenha nao pode transferir as partes
neulralisadas da Saboia seno debaixo das con-
dices porque ella mesma as possue, e que a S.
M. o imperador dos francezes pertencor enten-
der-so a este respeilo, tanto com as potencias
representadas no congresso de Vienna. como
com a Confederaco Helvtica, e dar-lho as ga-
rantas que resirltam das estipulaces quo o
presente artigo recorda.
Gomo vedes, senhor, esta disposgo deve
tranquilisar completamente o conselho federal;
parecc-rac alm d'isso que todas asappreheitses
devera desaupareccr em presenca "esle compro-
inisso espontaneo, o que, sendo corlo poder dis-
cutirse as garantas, que, em consequencias de
um accordo europeo, se julgarem mais proprias
para, as suas relagoes com a neutralidade per-
manente da Suissa, realisar o abjeolo das esti-
pulaces relativas neutralidade eventual de
urna parte la Saboia, o governo helvtico nao
deve receiar que deixe de er regulado dc urna
maneira satisfara, esse interesse cuja importan-
ci? nos tambera recoonecernos.
O governo do imperador espera pois que o
conselho federal empregar os seus cuidados
para tranquilisar urna agilaco pelo menos est-
ril, e que approveitar a prxima reunio da
assemblca federal para dossiparinquieUes tao
pouco fundadas como contraria as nossas rcla-
cesamigaves com a Suissa.
Ficaes autorisado a cemrauncar esta despacho
a S. Exc. Mr. Frey Hreze, e a dar-lhe umo
copia.
Uecebei ole.
Assignado' 77iouoenei.
Dtspacho dirigido peto minlro dos negocios
ttrangeiros do imperador apoleo, ao
mbuixador dt Franca embonares.
Pars, 19 de marro de 1860.
Senhor conde.
Pelo despacho que fizesles a honra de me
cscrever sob n. 28, annunciasles-mo que havieis
dado conhocimento a lord John Russell da com-
mumeacio do governo do imperado^ datad* de
Id deale mez, relativamene Saboia e ao coa-
dado de Niza, e accrescentastea que o principal
secretario de oslado de S. M. B. so reservou a
tomar ola do conselho antes de fazer conhocer
a-resposla 6o governo inglez. Todava, julgo
convenienteoceupar-me hoje de novo a respeilo
de um ponto que na minha anterior correspon-
dtaeis.Bielimite'a indicar, insUtindo-parlicular-
misso presidida pelo ascessor, o no cas de au-
sencia ou impediineuto, assessor mais auligo da
municipalidade, que nao lenha impedimento ;
ser cumposla de 4 vogaes cle.tos em junta, o
no caso de necessidade no conselho municipal,
por ordem da anliguidade, sogundo o artigo 193,
, da le de 23 de outubro ultimo. Esia commssu
Humear um secretario para servir na elcicao.
6.a Formar os receiiceamenlos, que far ufixar
no domingo 15 do corrente o mais tardar; c des-
pachar cora urgencia as reciamaees que pos-
sam fazer-se. Presidir volacao consignar o
resultado era urna acta assigada por lodos os
vogaes.
7.a Nos dislrictos ca que a commssn julgar
. necessario formar militas sessot segundo o nu-
mero dos cidados inscriptos, foTmar-se-lia, mc-
| dimite previa autorisaco do guvernador, para
t cada sesso, urna mesa especial cumposla de cin-
co membrus clcitos na municipal.Jado do modo
indicado no arligo 23.
Sao tambera applicaveis a esta volacao as ds-
i posices de ordem publica cuntidas nos artigos
; 51, 52, 53, 54, 55, 56, assim como as do 56, da
lei citada de 23 dc outubro.
8.a Concluida a votaeao, sero intmedalamen-
j te remettidas as actas'aos intendentes da pro-
vincias, que as iransmitliro ao secretario do
tribunal de appellacao, por intermedio do go-
vernador. i
9." Reunidas as cmaras, o tribunal procede,
i ao escrutinio geral das actas, % manifestar
resultado por mcio de um decreto pronunciado
, cm sessio publica.
Chambery, 7 de abril de 1860. O governador
' regente.
DupasqiUer.
Carla dirigida pelos depulados saboihnos,
ao presidente da camura de Turin.
Senhor presidente :
Os abaixo assgnados, depulados ao parlamen-
1 to, o representantes dos collegios eleiloraes de
Chambery, Aix-les-Bains, Pon-Beauwisin, Yen-
ne, Alberloille, Ugine. Saint Jean, Deinaurienne,
AiqueCelle, Monliers, Annecy, Koumilli, Saint
Julin, Bonnc-ville, Saint Jeoine, fhonn e
Urian, julgam dever abslcr-se por agora de as-
sistir cmara dos depulados.
A patria chamada a sanecionar pelo Voio
universal o tratado dc cessao feito Franca, an-
tes de ser submetlido ao parlamento.
O resultado d'esta volacao nao pode ser sub-
meltido ao parlamento.
O resallado d'esta volacao nao pode ser duvi-
doso, porque os Alpes, o idioma, os costamos, e
as relaces comraerciaes lomam a Saboia fran-
ceza. Voltar pois a rcalisaQo poltica d'aquillo
que a natureza j fez, e cora tanto menos duvli-
da, por isso que tem a certeza do que nao ser
desmembrada, e que encontrar a salvaguarda
dos seus interesses commerciaes para as provin-
cias que d'elle necesstam. Em taes circumslan-
cias, os deputados saboiauos abaixo assiguadss
julgam dever absler-se de lomar parle as deli-
berarles do parlamento, eraquanto nao for eml-
tido o voto universal.
Chambery. 5 do abril de 1860.
( Scguem aa assigualuras J.
Despacho circular do conde de Reichberg aos r-
presenlanles a"Austria junto das corles tstrtn-
geiras. ja.^.
Vienna, 25 de marro de 1860.
No decurso do aMMMassado, achamo-nos por
militas raaocs, no caso^Rchamar a seria alten-
o dos gabinetes para sactos do governo pie-
raonlcz que tandiara a perturbar violentamente
as relaces territoriaes que existiam na Italia, e
a violar os Iratadoque formam a base do direito
publico na Europa. Estes actos acabam dc ser
consumraados pelos decretas de S. M o rei de
Sardenha, datados de 18 o de 22 d'esle mez, ero
virtude dos quaes os estados de Parma, Modena,
de Toscana e da Romana foram anuexados ao
Piemonte.
Limilando-sc por agora a protestar conlra es-
ses actos, que destroem nao s a Qrganisaco po-
ltica da Iialia, para a qual lodas as potencias
europeas cooperaran as negoeiages de 1815,
mas que sao ototros tanl03 altaqucs fiaaranto
conlra os direitos garantidos particularmente
Austria pelos mesmo tratados, o imperador nos-
so augusto amo, tem a consciencis de provar urna
moderacao que ha de ser sem duvda apreciada
pelos governos que do valor conervaco da
paz geral.
Pelo despacho junto, 'cuja copia sor Irans-
iLittida ao gabinete de Turin por intermedio be-
nvolo da legacSo prussiana, protestamos conlra
d$ mencionados decretos de annexacao.
a reuma.) da Saboia e
da provircia do Niza Franca.
Nao posso deixar de experimentar um vivo seo-
iueiilo i e dr por nao ter conseguido, como de-
sejava, n edificar urna opnio que j me era co-
nhecido por communcaces precedentes doem-
baixador de Inglaterra ; mas a prolongaro de
qualquer dscusso sobre esle ponto uo loria
um lira [.rauco, e preiro era vez do provocar
urna uov i troca de explicaces egualmente sen-
eiveis p.ra arabos os paizes limitar-rae-hei a
mostrar quo o despacho de lord Uussell nao lera
o carcter de um protesto.
OgovtrnodeS. M. B. era urna palana, de-
clara nao estar conforme com o governo do impe-
rador ; mas esta divergencia no conslilue urna
rnpposic.> que pissa atfectar as relaces dos go-
vernos d; Pars e Londres.
Felictj-me d'islo sinceramente, Sr. conde ; s
ha dous ionios na argumentarlo dc lord Russell,
que exaninarei com a possvel rapidez, afira de'
que se pite considere desapercebido, era lque a
mais mil iraa duvida ao primeiro secretario de
Estado di S. M. Brilannica, a respeilo das nossas
ntenc,uei.
Julgo er demonstrado que o imperador, em-
piegandc no seu discurso aos grandes icorpos do
Estado a palavra rei/tiidicocdo, nao linlta pensado
nunca r.-ferir-se a qualquer acto diplomtico,
nem a circiimslancia alguma de outra poca. As
explico^! es que dei em consequencia d'isso aos
represen.antes de S. M. junio das corlea da Allo-
manha f iran cm toda parte julgadas Uosali' -
lorias,"'c mo era de esperar, tendo-ws convida-
do a qfil-egar a lord llussel urna copiado daspa-
ciio que a conlinha.
Renovj hoje eslas expticayes, com a coiifiaii-
ca de que eximando-as mais do pcrlo, o governo
dc S. M. Brilannica nao as acollier cora menos
beugndade do que o Inoran as dentis potencias
a que fo-am especialmente dirigidas.
tan qi anto a neutralidade helvtica que lord
Russell considera como ameacada pela unio da
Saboia io territorio do imperio, contnlar-me-
hei em lazer-vos observar que a Franca lem o
maior ir teresse era preserva-la de qualquer at-
lenlado. O govcriio do imperador nac vacilou
pois, pa a atteslar a snceridade das suas dispo-
sices sobre esto ponto, era fazer Irauscrever no
tratado que acaba de concluir em Turim urna
clausula concebida nos termos seguidles:
Enlende-se que S. M. el-rei de Sardenha nao
pode transferir as partes neulralisadas da Saboia
seno com as condires com que o mesmo as
possue i quepcrlencer a S. M. o imperador dos
nder-se a esto respeilo, tanta com
representadas no Congresso do Vieo-
a Confederaco Helvtica, e dar-
garantas que resuilem das estipulaces
Mdo prsenle artigo.
i-me que lodas as prevences devem dc-
r em prcsencaylesle eipenho espon-
ijne^rerlo de poaerpara o futuro descu-
tir as garantas que depois de um accordo euro-
peo, se julgarem mais a prepsito para realisar
"as suas relaces com a neutralidade perma-
nente da Suissa, o objeclo das estipulaces rela-
tivas neutra.ida Je eventual de urna parte da
Saboia, o governo de S. M. B. nao deve receiar
que esti interesse, cuja importancia temos reco-
nhecido, deixe de ser regulado du urna maneira
sa lisfad oiia.
Ficaes autorisado a dar leilura, o a entre-
gar um.i copia d'esle despacho a lord Johu Rus-
sell.
Digmi-vos etc.
T/iotiuenei.
missao, boje quo chamado a unir a vossa sor-
te dos outros povos ilaliauos que o levanta-
ra m aapm throno nacional.
Era quanto mim, fiel s Iradicces da minha
familia, espero que corrtsponderi dignamente
conllanca do rei; tenho
As viagens do vapor Lisboa entre a capital
e o Porto comeenro no da ion 5.
No dia 22 de abril levo lugar a segunda vi.igem
experimental, nos caminhos de ferro do sul, at
cidade do Sulubil.
Consta quo a direccJo convidara alguna ami-
gos, para o comboyo especial que devia percor-
rer a linha. Al/m disso, a todas as pessoas, in-
distiurtamente, que linham viudo de Lisboa, fo-
ram oflereciJas as rarmagens cora toda a uibani-
dade, aceitando multas o offereeimento. O com-
boyo parlio do Barreno s 9 horas c um quarto,
e chegou a Setubal s 10, o quando vollou deste
ponto erara 4 horas, fazendo eolio o trajelo em
5 minutos; sem que na idn ou na volia occor-
resso novidade
Todas as pessoas, princip-draento as entendi-
como garanta o meu
aftecto Toscana e o patriotismo de seus habi-1 das, fiearam satisfeita com o estado uo caminho
tintes, que lodos se achara iinlammados d|um louvando a rapidez e a boa directo quo os tra-
a guie, que pode
ardenlc amor para cora o rei e para com a Ita-
lia.
Venho entre vos vivamente commovido pelo
pensamento do que leudes feito para a resur-
reiro da Italia, e n.i esquecerei nunca o alTec-
tuoso acolhimenlo que tenho recebido dos tos-
canos desde o momento que pisei o seu territo-
rio.
Porm pec,o-vos que me proveis o vosso anec-
io, ajudando-rae na dilficil laiefa que tenho a
cunrprir.
Po%os da Toscana! Vos sois dignos herdeiros
dos vossos gloriosos anlepassados. Daes for^a e
honra naco quo agora se funda. Haveis me-
recido os elogios e as elicitaces que o rei me
encarrega de dirigir-vos.
AgradcQO-vos, povos da Toscana, ejulgo-mc
ditoso de que o rei me tenha escolhido para seu
interprete e seu lugar-tenente junio de vos 1
0 principe da Saboia, Carignan.
( Commercio do Portpj.
COUSESrONDENCfAS DO DIA-IIIO V PER-
NAMBCO.
Usbo S de ma io.
No flia 26 do passado falleceu pelas 7 horas da
noito, o presidente do conselho, duque da Tur-
e-eir.
A sua perda foi geralmenlo sentida, porque lo-
djos avaliavam os servidos prestados pelo duque
causa da libcrdade.
Duranto a doenr.i linha sido visitado pesso.il-
mentc por SS. M.M.. e no seu enterro ftiram as
principaes notabilidades do paiz, o Sr. D. Fer-
nando concorre, no funeral, o Sr. infante D. Joflo
commaudavaa cavallari.i.
As tropas formaram era alas, em armas em fu-
neral, os fortes salvavam de quarto cm quarto
d|hora, as bandeiras eslavam meio arreadas nos
diversos estabelecimentos pblicos.
O duque ficou depositado em S. Vicente de
Fora, defronto do tmulo do condeslavel D. u-
o Alvares Pereira.
Cora a raorte do presidente do conselho, devia,
0 ministerio pedir immcdialamcnle a sun derais-
(ao, assim era de esperar; mas nao foi assim que
succede-u. O Sr. Pon les, que aspirava sempre a
ter a presidencia, suppoz chegado o ensejo e co-
mecou a trabalhar nesto sentido ; estas aspirs-
qos porm affastaram do ministerio a gente mais
viva, e para quem se vollavara : hou've pois oilo
diasdo criso, provenientes da preteucap do Sr
Fonles e do descrdito em quo lom u ac-
minislerio composto
de
As cerrespondencias deNapelosdo os seguinles
promei ores, acerca das desordens da Sicilia :
Nao houte movimento algum em Messina,
em Sa:nnea, c em Syracuza; era Palcrmo, a
lucia di serio ; o principal esforco dos revol-
tosos no vasto convento della 'Ganda, ha-
bitado lelos franciscanos reformados; linha sido
arvoraca urna bandeira aparte superior da
porta do mosteiro; linha as cores italianas, ver-
de, branco, e vermelho ; no centro lim-se estas
palavris: Kiua a annexacao \ Viva a Italia !
Vira c Inglaterra !
Dfpois de um tiroleio rauito aturado de urna
e outr. parte, erapregou-sefi arlilheria, e depois
o 6. do linha deu o assallo posico. Ocora-
mandanto Bosco flcou gravemente ferido. O
numen dos morios do 75. O general Salsano,
governador mililar de Palermo, declarou a cida-
de em estado de sitio.
A. primeira noticia de que havia rebentado
asdesurdens. o principe Castelcicata. governador
geral cja Sicilia, que se achava em aples com
licenci,. parlona fragata a vapor II Geriscardo
para r tomaweu cargo.
O 8joyral enviou-lhe iramediatamente refor-
gos que parvtraai nos transportes a vapor Pompe-
jo, ArhbinudM mpalft. Sorento eVemvio. Alm
d'isso is fritgnepvapor lluggiero e Etloreftera-
MOaca' qvie aetriSm partir para Toulon afim do
reparrr, retardm-am a sua partida e vio trans-
portar tropas para a Sicilia e Calabbria.
_ A mesma carta, que conten numera as nd-
caee;, nada dhe a respeito de urna grande ma-
nifeet-icio de 80:000' individuos que, segundo
certas despachos' lelegraphicos particulares, ti-
vora ligar em aples no dia 6de abril.
Becirdaremosn'e&ta-occasiao, que os despachos
proven da mesma orlgem d'aqqclle que artnun-
ciaran aa desordena Je Messina c de Calacea,
Disemsopronunciado pelo rei da Sardenha na
abertura das cmaras.
Seuhores senadores, senhores deputados : A
ultima vez que abr o parlamento, no meio dos
soffrin entos da Italia o dos perigos do estado, a.
f na ustica Divina me alenlou a auguaar bem
da nossa surte. Em um ceilo es paco do lempo
urna invasao foi repellida : o Lombardia fran-
quead i, gniQa aos gloriosos sicrificioa doi h-
roes, i a Italia cenital libertada, gracas i inara-
vilhos i virtude das povoafoes, e hoje cato reu-
nidos i m volta do mim os representantes do d.i-
reilo a das esperanzas da cacao.
lual gabinete.
Por fim apparcceu o novo
pela seguinle forma:
Presidente sem paila Joaquim Antonio
Aguiar.
ReinoAntonio Maria do Fonles Pereira de
Mello.
Guerra (interino)Visconda da Luz.
MarinhaS Vasg09.
Fazenda c cstrangeirosCasal Ribciro.
Obras publicasAntonio de Serpa.
JuslieaMalhcus Ferro.
A poltica do novo gabinete a mesma ; ou
para melhor dizer contina a mesma falla de po-
ltica, asiluaijao reconstruida ficou peior linda, e
o novo gabiuelc reedificado ficou mais a cahir. O
que quer dizer pois o Sr. Joaquim Antonio de
Agujar, que.era a alma o o nuine que inspiravao
ministerio passado, o Sr. viscondo da Luz, quo
era ovalara e dependente delle, o Sr. S Vas-
gas, que o typo da indolencia, o que s pode
achar tormo do compararn, com a propria pre-
guica 1 ^
Nada BjflniJQ que contina o mesmo estado
do cousasT^^ne o ministerio, depois de repeli-
das tentativas nao leve remedio seno lanzar
mao das suas proprias crealuras. Procuraram-
se adhescs no partido carlista, fallou-sc a mili-
ta gente, mas ludo debalde, niugucm quiz; por-
que o ministerio nao lera a confianca de nin-
guom Eutrelanlo chovem por toda a parle as rc-
presenlacoos contra as medidas Bnanceiras, por
toda a parle a animadversao psblica solevanta
conlra o gabinclo, o elle lera que cahir depressa.
Domis mesmo a presenca do Sr. Joaquim Anto-
nio de Aguiar ha do ser urna razo poderosa, por
quo o sen genio longe de ser conciliador irasci-
vel e irritavel, de trato grosseiro, e do modos
insolTriveis. A marinha careca de um hornera ac-
tivo e intelligcnle, o estado das nossas colonias
reclamava serios cuidados, e as ultimas rcbel-
lies dos negros em Angola trazem comsigo em-
barazos, quo s um homrm priico naquolla es-
pecialidado o do boa esphera intellectual poderia
resolver. Longo disso porm. E a nomeaQo do
Sr. S Vasgas mostra quo ou nao se altando s
colonias, ou o ministerio quer acahar de todo
comellas. Finalmente para a guerra hoje era
preciso oulro hornera, que nao fosse o visconde
da Luz. Este nao tem nem o crdito, nem a de-
csio, que se reelamam ueste ministro, principal-
mente na presonle conjectura.
Continua a fallar-so em planos do annexa-
cao de Portugal e Hespanha, rumor que corren
nestes ltimos das, e que tem trazido os ni-
mos muito preoecupados, diz-se quo Napoleao fl-
zer.i um tratado com O'Donncll, pelo qual a parte
europea do Portugal ficava pertencendo 4 Hespa-
nha, o a parte colonial, o conjunclame'nic com
este as nossas il has c as Baleares llcavam per-
tencendo Franca. E quando a Europa se prepa-
ra para a guerra, quando por toda a parle se fal-
la era arredondaraento de territorio, em annexa-
Soes, em invases, era limites naturaes, nds ten-
o as uoisas pracas de guerra desmanlelladas, o
nosso exercito desarmado, o nosso material de
guerra em pessimo estado, ainda em cima Pica-
mos rom o Sr. visconde da Luz na pastada guer-
ra, individuo, a quem as intimas ligaces com
bnlhos leera levado ; a guie, que pode chamar-
se reconstruida, digna de reparo pela sua ele-
gancia c boa disposicao Eslava exposta a car-
roagem, que a companhia offeroceu a el-rei .
Pedro, a qual una obra acabada eora muito
primor e riqueza.
Afuancam que brevemente ficar aberta ao pu-
blico a linha at Setubal. Esta cidade to proxi-
xima de Lisboa, receber nova importancia, e
poder cousiderar-ae como um bairro da capital.
E' um dos beneficios dos caminhos de ferro.
A villa de Setubal, por decreto ie 10 de abril
foi levada calhegoria de cidade. Picando sen-
docidade de Setubal.
A cmara municipal da nova cidade deve de-
monstrar publicamente era nomo a sua povoa-
gao o ceu regosijo por smelhanle graca.
Ralha-se muito de que o visconde de Paiva,
ministro representante na corto da Franca, acci-
lasse o lugar- de director dos caminhos de ferro
do Salamanca.
Na verdade. nao parece muito airoso quo o
representante da corle de Portugal, seja direc-
tor de empiezas commerciaes ou industriaos.
Porqucnto, n oulro teropo. o representante do rei
d Portugal exerceria ura cargo como esso que
aceilou o visconde de Paiva ?
Os homens que excrcem certas funecoes, ou
que aspirara a cxorce-las, nojevem envolverse
em negocios que, de mais, eaHo pouco aclara-
dos, nao porque nisso haja vergonha, mas por-
quo nao" proprio quo quem est to alto na so-
ciedade, ande arraslado atraz de especuladores,
embora de negocios lcitos.
Lastimam lodos o que se esl vendo, e de-
ploram que nao haja mais dignid.idc, mais iaen-
jo nos homens que oceupam elevados cargas,
Chesou no dia 13 de abril; dc SoulhamptoejB
paquete transatlntico, o almirante Sarlorio, con-
de Penha Firmo. Acha-se hospedado era casa
do visconde de S da Bandeira, onde cosluma fl-
car quando vera a esta cidade.
Consta que o governo recebera participadlo de
que D. Jos Salamanca passou lodas as ccoes
das vias forreas, dc leste e norte.
A companhia Viaclio Porluensc annunciou que
no principiou de maio se abrir uo transito pu-
blico a nova estrada "de Villa Nova a Famalicao
a Guiraares.
Foi adjudicada companhia Unio Mercantil a
empreza dd navegacio a vapor pira o Algarve.
As viagens serio alternadas para os porlos de
Villa Real do Santo Antonio, 0;hio e Villa Nova
de Portimao, podendo comtudo os barcos fazer
escala pelos outros portos do Algirve.
O subsidio do governo companhia de 9:OO0
O deposito dos concessionarios no banco de Por-
tugal dc2:0O0j?.
Chegou a poca das louradas, e com ella o sus-
to dos habitantes do Lisboa, queso vecra era pc-
rigo de ser conderanados a Ucarera todas as nui-
les do satinado encarcerados as proprias casas,
ou a morrerem espetados nos penteagudos en-
fcilcs de algum touro, a que de na foulesi.i de
cnsaiar-sc de vespera para o espectculo do dia
seguate.
A loara Ja do dia 15 de abril causn urnas pou-
cas de desgracas a esla cidade, cojos moradores
toda a noito esliveram ulvorocacos e cheios de
susto.
Estramalharam-so os bois antes do enlrarera
para o Campo de Santa Auna. Houve urna mor-
te ealgumas pessoas fiearam era perigo do vi-
da. Foi grande o numero de feriraenlos e con-
tuses graves.
Um pobre trapeiro a que o peso dos annos nao
permillio a fuga, foi por um dos bois atacado na
ra dosCapellistas, (cando com o corpo muito
maguado e aleijado de ura braco, A ura pacifico
cidado que sa recolhia para "sua casa, levan-
tou-o as armas e arromecou-o a grande dis-
tancia, deixando-o muito mal tratado. Encon-
trou na ra Augusta um padeiro a quem alirou
para longe e mais o seu taboleiro, faliando-1 he
ura pao que levou espelado n'uin dos paos. Tra-
zia era volla das armas muitospedar;o3de trapos,
resto sera duvida, do feito arrancado s victimas,
com os quaes ainda se cnfeilavJ, como por es-
carneo Matou lambem o cavallo de um campi-
no e ia por duas vezes fazendo pedacos a carrua-
gem do Sr. Prego, que eslava pirada na ra Au-
gusta, acordando bruscamente o rapaz que sen-
tado na almofada dorma descuidado.
No dia 15, domingo, houve urna fesla nacional
no Alemtejo, foi a inauguracao ou inspeceo otB-
cial do ramal dc Setubal, construido ltimamen-
te pela companhia do caminho do ferro do sul.
A direcc/io da companhia con-'idou pira esta
fesla ministros, jornalistas, engenheiros, profes-
sores dos principaes estabelecimentos scienlifi-
cos e varias pessoas do difforcnles elasses.
Perto de duzenlas pessoas embarcaran) hontem
no arsenal s 7 e li2 da rcanh.i com direcjo ao
Barreiro.
Depois dc terem examinado e admirado a mag-
nifica eslaco, construida pela companhia, entra-'
longo da linha ferroa para se despedirem dos
seus nemorosos hospedes. E emquanto se avis-
taran!, disseram-scadeuscom os lencos.
No brigue porluguoz Alerta chegado no dia 11
de abril ao Porto da sua viagem do Havre do
Grace veio um cao que goza das honras de co-
mer na mesma bandeja que os marinheiros. Eis
o motivo :
Ainda o navio eslava ancorado no porto fran-
cez quando rahio ao rio um marinheiro. Era
grande o perigo que o desventurado corra, por-
quo a queda atordoava-o o era-lhe impossivel o
nadar. Eis que de repente um cao que se acha-
va na praca salta ao rioc filia o marinheiro pela
gola da jaquela. Os outros marinheiros secun-
dum o cao us scusesforcos e dentro em poucos
minutos o homem esl savo.
Os marinheiros para darem urna prova de es-
lima ao cao que acabava de salvar una vida,
decdiram unnimemente que o cao fosso reco-
Ihido a bordo e que comera a mesma mesa que
el les.
Eis como estes rudos bo/nens remuneraram
heroico cao.
Ha poneos ni"zes q*:a encontrou na estrada
do Rio Secco urna caita cometido dentro ura ca-
dver de urna rapariga cora os raembros que-
brados para poder caber. l'iiprarase altas di-
ligencias para se achar o asasslno que commel-
tera to horroroso eriraa, e nio se poda saber
quera era nem se suspeitava ; porm ha poucos
lempos prendeu-se o gallego que fora criado de
3. Francisco de Judicibus, e que se dizia linha
sido o conductor da caixa onde se encontrou o
cadver. ,
O gallego reconh^u aci1iTclao^se~aciTa~"rTa
governo civil e declarou quo a linha levado de"
casa de seu uatro para o escriptorio do mesmo
Judicibus. Que depois a fora buscar all levan- #
do-a para casa de urav mulher.na ra da Con-
dena. A nica differenga que havia enlo na.
caixa era ter techadora nova, mas ia vasia, se-
guodo o gallego declarou. A mulher morava
na ra da Condeea tambera est presa.
Custou .muo a cncontror o gallego porque
sendo o seu nome Benlo em casa de Judicibus
ehamavam-lh'o Francisco e por esse nome o>
procurava a polica. -
Desla vez, parece que se encentra o fio de to
negro drama.
O barco Vapor frica da, companhia Unio
Mercantil, ciitiou no dia 28 a harra, trazen lo
63diasde viagem de Mossamedes, 58 de Ben-
suclla, 45 do Loaiida, 40da ilha de S. Tbomc, 1S
de S. Thago de Cabo-Verde e 15 de S. Vicente.
Os passageiros que conduzsao SI
No dia 6 de abril pelas 7 horas e 45 da tarde,
fallecen o nobre duque d* Terceira, ministro da
guerra e presidente do conselho d ministros.
Esle paiz acaba de soilrer um grande golpe,
ura dos mais valorosps soldadoa da Iiberdado, o
general, que primeiro planlou em Lisboa a ban-
deira da restaurado, o velho marechal, cuja es-
pada tantas vezes se desembaiuhoo em favor do
seu paiz, falleceu.
SS. MM. faram pessoalmente saber do eslado
do uobre duque, El-rei ordenou que todas as
despezas do funeral fossem a suela do real bol-
siuhu.
No dia 28 levo lugar o funeral do nobre ge-
neral duque da Terceira, o qual foi feito com to-
da a pompa e honras que eram devidas,i calhe-
goria e servieos do Ilustrado fallecido.
Assislram aos responsorios religiosos, em S.
Vicente de Fra, SS. MM. el-rei o Sr. D. Pedro
V, el-rei o Sr. I). Fernando, e sua alteza reul o
seremsimo infante D, Luiz.
O prestito funobra-sahio do pnlacioducal, a S\
Joan da Praca, pelas 3 horas da lardo, levando
na fenle tuna tarca de cavallaria, c em seguida
as carruagens e tees dos dignatarios e amigos do
marechal, o ministerio-; e depois iara seis co-
ches da casa real, os qunes condiuiam ;as pes-
soas ecclesiislicas-o gentil homem da real c-
mara e dous ajudanles de campoo baslao do
marechala espada do Ilustre finadoa coroa
ducalo cadver do marechal.
Em contiuuagao aos coches, seguiram-se di-
versos geueraes, marchando depois delles toda
tata* de cavallaria, existente na capital, com-
Vi andada pelo infante D, Joo.
A tropa fortnou em alas desde o palacio at
S. Vicente de Fora, aeguindo era continencia apoz
a cavallaria, depois de posssr o prestito pela
frente dos respectivos corpos.
Aps lados e atraz do coche que conduiia os
restos njortae do-nobre duque com os porla-
m adiados do regirnenio de mfantaria n. 16 o al-
g urnas pessoas a p da casa do fallecido, que le-
vav.im eslampadas no rosto a dr que os alor-
meulava ; e atraz ia o cavallo de bala Iba coberto
de crep e sem ferradurus.
Todos os-eorposdn guatnigio, excep^o do
cegadoresn, 2, que fez o servigo da cidade, com-
pareceram a parada.
Em S. Vicente achavam-ae deputs;oes de di-
versas associaces o os guardas e remadores da
alfandega grande com lochas uas escadas do
adro da igreja.
A concurrencia foi numerosa pelas ras do
transito, o lodos raanifestavara profunda magoa.
pela perda que o paiz acaba de sotfrer.
Pelas reas por onde passou o prestito fecha-
ram na occasia todas as lujas e as janellas acha-
vara-se tomaaas de senhoras, quasi todas ves-
tidas de luto.
A guarnicuo de Lisboa recebeu ordem para
usar de fumo no braco por espaco de 8 das, em
demonstrarlo do sen lime uto por morle do ma-
rechal duque da Terceira.
O servii;o dos guardas no dia do enterro foi
feito cora aa armas em funeral pelo mesmo mo-
tivo.
A nobre duqueza de Palmella, qnc tao bem sa-
be repartir rom os indigentes dos haveres da
fortuna, que tem sabido conquistar na Ierra, pe-
las boas aecas, essa satisfazlo de consciencia,
qne to aprasiveis momentos Ihe ha de ter dado,
acaba de fundar para Iratamento do 24 crianzas
pobres de ambos os sexos, ura hospital modelo
sobre a denominado de S. Vicenta de Paula,
O hospital acha-se eslabelecide no anligo pa-
lacio do Nuncio, na ra de S. Miguel (a Boa Mor*
te) o qual p'ira tal fim foi arranado o mais com-
niodo e conforlavclmente possivol.
No dia 21 de abril teve lugar a inauguracao
deste estabelecimento, onde tudo respira or-
dem, elegancia e acetar
As enfermaras, o refelorio, a capella, tudo
esl completa, o como so poda esperar senJo
tudo arranjado sob asiodicaces da Ilustre bem-
feitora.
A escolha do dlrecior medico do hospital o
Dr. Antonio Mara Barbosa, foi tambera urna
acertada eleicio da nobre duqueza.
Tera tres enfermaras e cada urna dellas ac-
comoda 8 enancas : duas para o sexo femenino
denominadasenfermara de Santa Maria e en-
fermara do Sania Catharina, urna para o sexo
mascolino denominada enfermara de S. Luiz.
A idado dosdoenles all admiilidos limitada,
para o sexo mascolino entro tres e nove annos,
e para o femenino entre tres e doze. O servio
interno feito por irmas da caridade. Seis sao
as destinadas para o servico do eslabelecimenlo
e algumas dellas sao portuguezas.
O hospital est fornecido dc lodosos elemen-
tas necessarios e indispensaveis ao Om a quo so
propoc : um hospital pequeo, mas que podo
servir de modelo aos grandes.
ram nos Irens, que estavam preparados, e segui-
rn para as Vendas Novas. Tendo-se demora-
do all pouco tempo, o combomi voltou oseguio
o ramal de Setubal. enlrae^rda villa, e no
termo da linha eslavam as autoridades raunici-
paes, civis e militares, entre mi .nares do pessoas
reunidas com duas bandas de msica e fosuetes
para festejaren! a chega Ja do comboyo. Derra-
maram-se lagrimas de alegra c enthusiasrao na-
quelle momento solemne, em que Setubal recebia
um abraco fraternal do Lisboa, e senta apaga-
das as grandes distancias, que d'antes as sepa-
ravam, e estrelladas, para semtxo as suas rela-
ces economcas'e raoraes. Depois de terem vi-
sitado a villa os ministros do remo e das obras
publicas lecolheram-ae com toda a comitiva a
Chegaram no dia 26 os 63 nufragos do bri-
gue ile guerra Mondego com 70 das de viagem
das ilhas Maurcias, na galera Ifert Derby
Os offlciacs e marinheiros, todos os que so-
breviveram aquella catastrophe, perderam quan-
to i raziara a bordo. O fruto dos sua economas
de alguns annos lcvon-lh'o o mar.
Falleceu no dia 25 de abril o Sr. Fedro Van-
Zeller respeilavel commcrciante na praja do
Porta. Por esto motivo a associaco brilannica
e grande numero de embareaces surtas no Dou-
ro, esliveram coma bandeira em signal de lulo.
Deu-se i sepultura no cemilerio do Cedofeila.
As duascompanhias que se eslavam organi-
sando na torre d S. Julio para ir para Nova Goa
a pedido do governador da India poriugueza o
MUTILADO i
P,
* \
I
il rciv/n


vistonde de Torres Novas, sio as au* **#? P*r-
i*na crrela D. EtUphania para, Angola;^ ua
orea ser de-200 homens que 0 carie em
a, inddde Loanda os queja esto aeli
* expedicao do Congo. A correr deve
da ultimo de abril.
Em Rpma bouve um graade incendio
chivo d legacaparlugeese, segundo
os documentos de mais antigs datas

T*.
ne ar-
consta,
arderam
porwo fromeMM a este reapeile;
mas o que se supsoc e com justa razio, que se
pi-rderam docu antes pnciosee.
Decerteem Bomadosan ou aviara eiistir
ttuitos documentos cujaspiw 0 perdeawn no
romo e outras copias ix JWWutU......ni i ni rio
1. cujosautographo. ^KffiT
Era bom sa(KRas circunstancias que acompa-
nharam este acnncimenlo. porque muito pa-
rai lastimar que? perdessem documente, uti-
hssimos para a historia das negociaces de ?or-
tugal com a corte do Roma.
Na noile do dia 17 do abril urna senhora: mo-
radora na ra dos Navegantes Lapa,, norrcu
queimada. cm consequencia de lhe ler pegado
logo no vestido. Em poucas horas, depois de
um doloroso solTrimenlo, deixou de existir aquel-
la infeliz scnhora.
Consta que o governo rccobera participaco de
qne o Sr. Salamanca passou todas as arces de
vas terreas de leste e norte. Disse lambem que
em Madrid c Paris ha grande dilflculdadc de as
passar. E' bora seguir o meio termo. A pri-
meira assemblageral dos maiores accionistas
a 11 de moio.
L.
HESPANHA.
A Hespanha continua a ensangucntor as pagi-
nas da sua historia ; a revoluco carlista do que
lhe dci noticia na minha ultima foi completa-
mente suffocada, masa victoria conquistada pela
causa da liberdade foi manchada pelos assassi-
"8u"ao.ltV0,8k TfW
prelendendo, segundo sediza, nomdpo ei
ecimentosquenluse temem.
ni p,J?"to. lindos da Bulgaria, fora
psenles ao dirn, contra o clero grifo
tfcTi corpo do exetcito sahlr
ir acampar enire a Servja e
* O Km> do principe H1!osc
tanlinopl para lomar n inv
Piemonle. Gtftibldi i...
plemontez, podinflo que se
Niza, o sejs ellaeila scm a pre1
Depois de varias propoStas de
verno, foi approvada por grande
concebida asst :
Acamara, esperando qne o feo,v, sin
deixar de manler as 'gantiag conslrtucionaei,
adoptar medidas efficazes puraque valaca 3
soja livre e espontanea no- plebiscito da Saboya i
Niza, passa orden-, do da.
HABI DE POWABMllOa. --WHOa FPRA g, DE MAIO DE
r ao\rc-
aioria ulta
terao -ouiuu gouliar u iromeii.. fruceza.
* vigilancia grande. >
0i mesmo jornal cima ciudo diz que orna
reciras asscvflca que o tratado de paz
o do Marrotos ea Hespanha ser
k sullo na cidade > Tnger, e
funeral O'Donnrll paseara- com
dila cidade, devendo haver
. andes funwee
ndencia de Hespanha publica
general em cliefe, do aeompa-
b. datada de 20, no qual diz,
9 recebcu urna carta do principe Ca-
unerendo-Mie que em breve rhrgariam
os plenipotenciario* aneHe acampamenlo, pois
'TV^S" rccrbidftos plenos poderes para
cetenterem os Iraladoe, segundo os prelimina-
res $"** Hespanhoes-tinfcam asignado.
4. le-se. no mesmo jornal:
e Desde o dia 26 ao emenhecer crosavs as
e S. Carlos um vapor suspeitoso, destina-
1860.
1,1,1 ffl_*"" Khreui-ia. e p.cuj*... i,cia a v.ua m
----------^"* *-t i" v*rv' uuia u
ue meo pai. Soja a querida existencia dellc o uni-
f-f? ,que eu reeebn Pe, <*"* P*a r me-
rend em frica I Nao me negu V. tanta glo-
.,, "r,Unal Oue o Ortega da Af.ica faca
esquecer o Ortega das Baleares I V
de*^ """i0 joven ; te"h0 19 onnos : e em "
ufo .- a de mcu fa de n,d'' Pdera Wir-
rprin,..0. pouc. f0D1Pfna'>' n> pequeos me-
rerimrritos a mdignacao que rile podesse excitar
;?, : Prl> a minha dr, os profondos
oiiecios qne disperta no mcu cor?cat> a angustia
cm que me acho, os solemnes protesto de viver
e morrer por T. M., com que acempanho as mi-
nnas supp||M,t a voz de minha afflicta mai c a
oe m*nha infeliz irnijia, unindo-se minha, ludo
isio, senhorn, c a rndolgenle bondade de anjo
protector a quera .....-- --
fr
n um iepionml esl.X ue immui.dicia,".
bando o Irxo de modo nolavel; e parajsto re^ S ?6 C0'lho' e "avcndo sempre, no esnaro d..
clnma-se urna provijencia. iarnos, conservado essi heranen a pono dn
Consta-nos que aquellas immediacoes fora 1 WP c>nelheiro nao renlisar compra ou ne-
designadas para o despejo publico, msajU ci ..xr^f^J*?. *?inna Prvia an.lionci
assim7.7: fc^TrZFi^i^i^i ^--SnUI^Ita.
lulas entre cidados.
No dia 15 comecou em Niza voi&co par
sua annexacao. As populajoes das poroacoes >
aldeas vinham lodos, tendo sua frente os pa -
dres e os liomens notaveis, com a palavra sini
escripia em seus chapos, e gritando : Viv
o Imperador Viva n Franca l
A 17 o re assistio ao Te-Deum, cantado pe.
arcebispo de Florenca, no lemplo metropolitano.
A'noe houvc illuminaco geral, percorrendo
rei a cidade, e sendo saudado por toda a par
com unnimes acclamaroes.
A l'erseveravea, pubficou a carta qne o condu
de Siracusa diiigio ao rei de aples relativa i
circumstancias.
O principe disse que inevitavel a applicaca.
do principio da naciooalidadc italiana, que o Pie -
. monto iniciou na pennsula c que a Franca (
natos, ou execuces por criraes polticos. O ca- InS'aierra disputam reciprocamenle a preponde -
becilha Carslon foi morlo em Placeucia no dia 13 ranf,a perdida pela Austria. A alliancn em Fran
a 3 e meia da manha, Ortega foi fuzilado a 18
em Torios s >X|flMM da tarde. Conservou
Ortega Jodo o san|u'dxo ole. ultima, veslindo-
se com esmero, e lenoojoelhado e com os olhos
vendados deu as vozes de preparar, e aponlar
com voz clara o segara, e comecou a rezar o cre-
an, que naopftde concluir. Nao lho valeram as
lagrimas e rogativas de sua esposa e de seu ilho
C'ie lao bem se linha portado na campauha de
lfica, que tantos louros linha alcangado.
Depois dcstas execuces que causaram sensa-
to expedio-se urna ordem para que se suspen-
dessem todas as execuces at haver para ellas
ordem regia ; o concedeu-se indulto para os
insurgentes que se npresenlasscm no prozo de 3
das.
_ Estas medidas de clemencia, ultima hora
sao motivadas pelas complicaces trazidas pela
pns5o do conde de Motomoli'n.
Tinha-se espalhado pelos jornaes porluguezes
^ Montemolim, estivera vinte e qualrp horas
i Lisboa partindo depois em urq navio inglzT
, i o motivo que levou d jocpmlistas
anlarera tal boato fora, o de ver se ceHseguiam
rarece que o motivo que levou
levanlarem lol boato f
fazer com que o governo hespanhol perdesse o
rasjro dos nobros proscriptos.
Cuando Montemolim e seus companheiros fu-
giram ao dar Ortega o grito deestamos perdi-
dosoceultaram-ee para mu perlo do sitio em
que as tropas se linham declarado contra a Irai-
cno, o do noile rellraram-se para UJdecona. All
passaram lodo o lempo que de ento decorreu at
t sua prisao, mudanHo de differenles casos com
receio de sorem descobcrlos. al que foram pa-
rar a casa do estalajadclro chamado Gandaya. Os
cncarregados (te velar pela seguranca dos fugiti-
vos, eram o coronel carlista Gands.'e o proprie-
tano tspinhosa.
Vigiados estes, a auloridade soubo pouco mais
ou menos o sitio onde os rebeldes se escondam
c as dez horas e meia da noile do dio 20 sanio
o major da praca de Tortosa com o lenlo e
guardas civis em direccio de Uldecona, onde che-
garam a urna e meia da madrugada. Era segui-
da e com o auxilio d'oulros guardas que havia
na povoacSo tomaram-se as sahidas da casa que
se suppunha asylo dos ex-infanlos guardando os
Iclliados e terragosda mesma. Tendo-se balido
a poila, sera que nlnguem respondesse leve que
entrar um guarda pelo balcao, e franquear a en-
trada por oude entrou a forra, que percorrendo a
rasa, acnou escondidos n'um quarto aos ex-infan-
antes vestidos e que se nao oppozeram Mon-
temoJn disse quo estavam todos tres ordem
jas autoridades ; tomaram chocolate no quartel
fla guarda civil, e foram conduzidos a Torloza on-
de se alojaram no governo militar, emquanlo se
arranjava o casa do comroandante de enee-
nhciros.
Os jornaes tem-se occuppeo em descrover mi-
nuciosamente as viagens dos ex-infanles suas
conversas, maneiras, etc., mas estes romances
Jiocabem n'uma carta como esta.
Tem-se suscitado a questao de saber-se em que
qualidade do tribunal devem ser julgados os fi-
lhos de Carlos V. Uns querem que sejam leva-
dos a um tribunal ordinario, outros jue. sejam
julgados pelo congresso.oylros quo se BomBc um
tnbu.-ftl especial, mas o que corto qoc sel
pera pelo regresso do general O'DonnelI, duqu*
do Tetuan, presidente do consolho de ministros
para enlao se dicidir esta questao.
Tambem se assevera que se expedir ura in-
dulto geral para todos os complicados na revolta,
jncluindo, o conde de Monlemolin o um iiniao,
prenles da rainha de Hespanha.
O general O'DonnelI espera-se mui breve em
Madrid, o traslado de paz esl ajustado, e da-se-
lhfi a ultima redaeco para ser assignado.
O imperador de Marrocos mandou marcar o
prazo do 1." de Janeiro do anno futuro, paro ter
concluido a entrega dos quatrocenlos milhes,
podendo etTectuara entrega n'um prazo mais cur-
to se o poder fazer, para que as tropas hespanho-
las evacuem Tetuan.
Depois das noticias que lhe mando nada mais
lia de nlcressanle no reino vizinho.
L.
ca 6 impossivcl, o. a actual poltica de aple;;
parece-lhe desastrosa. Conclue a carta, aconse-
jando que se publique urna conslituicao c quo
se faca una allianca com o Piemonle.
Italia.O general l.amoncire foi mui bem
acceilo pelo Santo Padre, sendo rcveslido do po-
der de chefe do excrcito pontificio. Por occasio
de lomar posse, elle publicou urna ordem do dii
declarando que nao varillara em lomar a empe-
nhar a sua espada, reclamada pelo Papa e pelo.1
catholicos commovidos voz do Vaticano, acres-
cenlando que o christianismo a vida da' civili-
saco, que a revoluco ameaca a Europa come
n'oulra poca o islamismo, que a causa do Papa
cada rivilsacao c da liberdade, e conclunde
por exhortar os soldados a ter confianca no bon
cxilo da causa que Ibes esl confiada.
Havia sido desterrado o secretario do duque
Cesarini, c postas om liberdade varias pessoa.'
das presas pelos acontecinjjfDtes de 19 d
marco.
Di/ia-segeralmenle que Viclor Emmauel re
clamara os presos polticos perlencentes s Lega-
<;oes.
Urna grande manifeslacao leve lugar cm Bo-
ma, pelo annversario do regresso do Sanio Pu-
pa em 1850. Segundo diz urna caria escripia
Independence lielge, cis o como isso se pas-
sou : i
Tela manha dirigio-se o Tadrc Santo igre- i .P"
ja de Sania Jgnez ocompanhado de grande mu- i aPros,'n,ar-se-
Hdao. All disse missa e deu a communhao
mais de
a Suppoe-se que seria o Cily of Norvrick
que sahiu no dia 17 deLondies, acompanhado
de ou I ro vapor chamad* Touming >, que licou
em Cdiz posjfcausa devarias.
aa "8e n* CorresPO"dencia de Hespanha
Ignoramos- anda as decises do conse-
Iho de ministres-, que esl reunid desde o
meio da.
Ha quem juguc que os- ex-infantes serao
julgados mesmo em Tortosa ; e ourros sup-
poem que serio conduzidos a Madrid, e jul-
gados pelo senado como reos d'alla irarcao.
A Correspondencia de Hespanha publica
0 soguinte despacho delegraphieo.
Acampamento de Tetuan 21 de abril :
llontem s tres horas da larde chegnram
os plcnipolenciarios raarroquinosa este acampa-
mento, o hoje s 10 horas da manha princi-
piaran! as conferencias.
Valladolid 6 de abril.
O capilao general ao ministro da guerra :
_ O governador militar de I'lacencia diz-me s
oda tarde o seguinle :
Hontem na povoaco de Sotilio appareceu
urna faceo de homens a p e a cavallo apode-
rando se do cavallo do parodio.
Assegura-se tambem, segundo me avisa o
governador civil,que no de Sotobanado se apre-
senlou hontem s 10 horas da manha, com 7 lio-
mens armados, o coronel EpiphaneoCarrion.
Determinei que urna forra do excrcito fosse
em sua perseguico.
Victoria 7.
O general em chefe do 5o exereiloedistricto
ao ministro interino da guerra.
Por parle ofiicinl do commandnnte geral da
\ iscaya, sabe-so que ha Iranqnillidade na pro-
vincia e capital, e que foi dissolvida a forra fac-
ciosa, sendoperseguidos lodos os individuos que
a compunlian.
O seu armamento era pessiniq. o que pro va
a pouca importancia que sempre dei a este ns-
sumplo. A municipalidad desta capital, proles-
lando contra o movimenlo, olTerecc-se a S. M.
d'uma maneira quo chamar a atlenco de V.
Lxc.
lUm a e n,eu PaH Is, M?i ncgrtad0 wr e,,e* oda a sua
P erf^Ha s?mos lodos ^ 9c o amamos 1
vn? i SP-hrJa-! Druy e ,",?ao api'laudiro
vossa m^encoidia ; Deusr s a naca.
giram soberana. abencoaHro
cumsiancia nao aula risa'que o Hx'o seja^repr"1
ado na praia o mesmo pelo caes, em vez de
laneado ao mar.
Para esle deleito que se solicita um remedio
eiiieaz, que rffmova esla situac.io desconveniente
Por porlaria de 19 do cor'rente foi nomeado
mt-^K f!,n('-0^ "crivao da colonia
miliiar de rimePteirrs o ex-sargcnlo de exercito
Wancisco Eduardo Benjamim.
Lisia dos bapiisados, e casamentes
la matriz da Boa-Vi.sia de
corrente anno.
13 a 19
eilos nes-
de maio do
flm conselhero nao 'rValMr""comprP01"0 d<>
ovg.U"!. **< 1?inha Prvia ""enea, e do
P vlr a esls^cidadesem que me no procuras
, uccedeb que, ha cerca de quinze das recet
Htidom rM,Jar fn,,ar-mc. ^"do que fce
dTiXgo ronse de.comparecia .dos ..12^5^^:
K ,Al/i-,",H,"e -P"dnrt,e i*>n.em7n1e'
Mas doss das depois. peh, 8eis horas da
nhaa, um novo recado me foi levado por ui
OZ-
i seo
^llairoel Goncalvos Agr, o Silvana Jauuarii
,, *'Ka Agr.
Mona prd.i,
ejrftWKite
a
que vos 00-
-, enoespero, tao do-
ce exereicio da real prerogaliva.
dn'* vSUardDTVi,?s 8nno a nleressante vi-
AL' ?L-J!f fpLlc'dade dos Despanhoes.
Madrid 10 de abril de 18C0.
. a .< ""roldo Oruga t Bautiro.
receuida pela rainha.
Mauricio Jos da Luz, e Geralda
!'. mfc.Cum 8nn0 e, mei0 de ", IHm
Vftiwma* Mauricio J--
L 'nrs.da Annunciaco.
Sabino,
m
legili
escr.vo. pedindo-me que add.sse ch.m "
tabell.io para azer-lho o leslamento ; 0 que i
recendo-me exlranho, fui ve-lo antes
verificar o grao de exactido desee pedido
Ourindo-rue, mnilo so agoniow elle, asse
RECITE 19 DE MAIO DE 1860.
AS- SEIS IIOHASDA TARDE.
Bet*speeto scmamal.
naTlinhran,e ,0dn. ? Semana- 1" hnJ8 "P"
I ri!rt'Cfld n0'CS a|;Wdovelho
*1."" P81? paquete Mi//rd-//ore da
corapanh.a ang|0-luso-brasileira, entrado boje da
t-uropa. recbeme* noticias que alcaneam 15 dios
as que inoramos ultimanento.
O nossos leitores encontra-las-ho em mitro
tugar d este jornal.
O Oneida da rompanhia ingleza de Stju-
Uiampion, viudo de lornn-viagem das-provincia.
;PVh1V P0l,"diaBla s noticias aisleriomenle
perte P Oyapock, d'esta parte do im-1
Aassembla geral legislativa nao linha lido'
anida solemnemente, aberla ; mas, por falla de !
numero do deputados tendo chegndo curte no '
da J do crreme, o vapor Tocanlins, que con-
duza muitos deputados e senadores, dizin-e'
dteio"5800 Solemnc da aberlura 'ta litjgar no
No interior da provincia da Baliia con>n*uava
a sentir-se os ternveis efleilos dos fia
lome e dasecea, e
algum, que
verno.
Em Jacobina, sobre ludo, a secca fazia espan-
tosos estragos.
O capitulo
pardo, com 7 mezes de naseido. filbo
fumo dos mesmospaessupra.
io, crioulo, com 1 anno de naseido filho
egitimo de Antonio Agostinho dos *ete e
Anna Joaquina dos Sanios.
n,,anVi0ola' C0m 1 mez c cinco das, filha
nalural de Scvenna, cscrava.
niP5Id?i Cm mez de nascid0' >
natural de I-ili3minn, escrava.
Joao, branco. naseido em 24 de r.ovembro do
anno passado, filho legitimo deFrederico Goi*
rred Buizman. e Hermina Amalia Butzmam.
Celia, com & annos, lillia
rerreira
ledade.
Isabel, parda, com
gomo ene, asseveran-
rartia de al
isirro\wjava : e acrescentou ento
Utaqu!0 Si&*--'^'
nalural de Joaquim
de Azev.do, e Cecilia Maria da So-
gene da
nem ao menos havia-flUjicio
annunciasse a approximaeao do n-
annos, escarlatina.
Siotyro, branco, 16 me?cs. angina
1 anno do naseMft, filha le-
Ba/boza ChriSP,m Bar>o, e Bygtti Emilia
'fi^W0 d n0S,a om Urbina
Alexandnna da Cosa Guimaraes brancos
M0a.,^Hman,I> d E;,P'ril Santo, ees, Isabel
aria dos Prozeres, cnoulos.
MOBTALIOAnE DOMA 19 DO COMIENTE "
Antonio Pereira branro, solleiro ; 43 annos,gas-
Iro hepahles chroniea. 6
Joao unes das Chaga-^relo, soltciro, 23 annos,
cont. '
Franciseo Jos Hafltes, branco, soleiro, 25 an-
nos, spanle. *>
Rufina, parda, 6 mezo?, angina.
Maria Possidonia dos Prazeros, parda, solleira 20
anuos, fcbre, lyphoidc. '
Olindina, branca, 3 annos, convubes
Manoel Jos Tarares, branco, soltciro,' 75 an-
nos, Ircrysipella.
Adelpho, branco, 9 annos, pleuriz;
l.niz de Franea, pardo, 2 annos. gastro entente.
nacido, pardo, 4 annus, escarlatina.
Senhorinha Mara das Dores, branca; casad 25
annos. escarlatina.
Pedro, branco, 18 uiezes, escarlatina.
Jovina, branca, 7
500 pessoas. Ao vollar parao'vai'icano !?* Proct,dcnles de Valladolid
Pelo correio vai a manifeslaco. Sempre me
rsuadi poder suffocar a rebelliao que podesse
sentar-se.
Julgo que V. Exc. pode dispor das tropas,
se dirigen) a esle
e saudado A' noile l-
da guerra o signor Me-
era pelas ruasvictoriado
luminou-sc a cidade.
Foi nomeado ministro
rod.
O governo pontificio refolveu conlrahir um
enipreslimo de 50 milhes de francos, para oe-
correr s despezas dos estados.
A duqueza de Parma protestou contra a anne-
xarao do seu ducado ao Piemonle.
Nodia 8 rebentou em Messina uma insurrei-
cao, na qual foram feridas diversas pessoas O
cnsul d'Auslria relirou-se para bordo de um
navio de sua iiajSo, temendo qualquer af-
Palermo foi-tmbero Ihealro de urna san- ,
guinolenta lula. Uma caria d'alli dizque 5:^ aparte circumslanriada dos aconleci-
horas da manhSa os insurgentes atcaram as Iro- me,n,os orcorndos na praca, na aproximacao de
pas, matando sote soldado! e gendarmes. Sendo rlga COm SUBS orcas-
dislricto.
O paiz todo deseja a paz.
Barcelona 7.
o O general segundo commandante ao minis-
tro interino da guerra :
A's 5 o meia da tarde do dia 6 chegou a
jalma o general Mendinnelo, e se cncarregou
do commnndo militar das ilhas Baleares. Dei-
xou em Palma o batalhoo d'Aragao, e no dia 7
lencionava sabir para Muhun com o regimcnlo
de Valencia. '
Tortosa 7.O governador de Tortosa ao mi-
nistro interino da guerra :
Sao 7 e 15 minutos da larde e enlra a co-
umna que liaz preso Elio e oulro. Pelo correio
um conven-
SOiTrendo pedas
depois repellidos, forlificaram-se
te. O sexlo do linha alacou
consideraveis.
o Ento a arllharh nbrlo bretha, e o convente
rol temado por assallo cora os insurgentes e suas
armas. Alguns bandos de facciosos que se le-
vanlaram as cercanas de Palermo durante o
combate foram batidos e perseguidos.
O general Dulce dirigiu a seguinle allocu-
cao s iropas seduzidas por Ortega:
Segundo exercito o dislrictoE. M. G. O
general cm chete-do segundo exercito s tro-
pas da 4' divisao.Haveis-vos portado como,
bons soldados. Obedecesles, segundo vcjajip'
dever, ao general a cujas ordene vos poz a W-
ibfis-
Kvm. o Sr. marquez de Santa Cruz, como dele-
gado da Santa S, procedeu nos dihs 5, 9 c 11 do
trrenle a elcicao cannica do delinitorio, dos
visitadores, dos abbades e dos procuradores e-
raes da ordem para lodo o imperio.
Foram eleilos:
I), abbadc do moslr iro d'esla provincia o M. R
P. Mestre Fr. Manoel da Cotcetelo Monte, e do
da Parahiba, o 11. P. prior Fr. Philippe de S
l'aim.
Tambera recebemos, no correr da semana
nolicias de diTerentes pontos do interior da pro-
vincia. '
Em algumas das comarcas continnava a sen-
tir-sc a falta absoluta de chuvas; em outras po-
rm, posto que rom grandes inlermillcncias'.ca-
hiam -'------ -*-'
ippe deS. Luiz
CAniDADE. Existen 67 ho-
mens e 59 mullieres. uaejonacs ; 5 homens es-
trangeiros ; tolal 132.
Na totalidaddosdoeitesexislem 40'alienados
sendo 31 mulheres e 9 homens.
Foram visitadas *s enfermaras pelo cirursiao
Pininas 8 horas e 10 minutos da manhia, pelo
Ov. Dornellas, s 8 cl[ horas da manha, p
te Dr. Firmo, s 4 boras da larde de hontem.
CHRONiyjblCIARIl,.
TRIBUNAL DUREUCAO.
SESSAO EM 19 DE MAIO l)E 1860.
PRESIDENCIA DO EXSI.
n-nece a sos. regreaSo^^^^
regencia; e por obradas 7 horas da noile r^I
^,' ^ conservad-so fechados-, d m-
C 'ZSSef te W, sendo logo depois al, precedo para convi-
dar testemunbas que assiaBaesemoictodeau-
provarao ; ao que se prestnram cinco prourte-
anos- do tejas da ra Direitfr, conviie da'pcs-
eoa em cuja loja eu eslava.
Jlfir?1!!5d0 *C"> da "l'Prowa'o com todaray
.ormadades. enlregou o lab-Mio o leslamenitr
rrr^o'." qUC fo*l .",cUcr "urH bal'" e fechar,
recebendo- em seguida a respectiva chave e
pondo-a no-bolso .te collete. quetrazia vestido -
e acezar de pnssar todos os das uns ou tres ho-
ras eom S. Exc. nada mais sube desto negocio
U Mecido exntiam, e a confianca que em n im
nuinKi P-bn>l ; e isio maisexaric
qua.Ho ao menor nraane oue soffria oconselhei-
ro monsenhor f>r. Coeho, mandava-me ella cha-
r?d,,e.;n0i>ai",,a ,fc* "* dWl sabbad0 u"'a ho-
ra d. maiihaa. reclamo a ^e im.nediaiamenic
?, "d! .fleomPa'''"^'' *e pessoas de mrnha casa.
So Ti:or"?' ,0,r *".'. "o f" mcha-
ado e d ah tufen de mi para mizque ha-
iam as c.iusas lomado oittra face, passando por
uma completa melamorph*** nio s o modo do
pensar, cerno o de abrar meu
Sm 'nl'a 3,,!o al*r, mas comone
dssern em resposla que esto nao exi.slw, sricn-
ifique, de ludo aos Sr*. Dr. juiz e promotor de
tapeMas. deixando de faee-loaoSr. T)r chufe do
polica por aehar-se enlao em diligencia.
Alu deixo exposto ludo qnanlo leve lu-ar em
sua iiiteira exaeliriao. como em reclificacao do
que ha sido espalhado. ." u
Becife, 19 de- maio do \B&).
Mnoel Fgueiroade Furia.
uns chu
. eranea d
As cama reas que mais leem solirido al tristes
.-veiros, que am almenlando a
Iraca esperanza de um tardo invern
MITRO
. DF. I EVO.
As 10 horas da. manha, achando-sepresen-
c1L>f...Srs^dt'se'ulllrsadores Fiuoira de Mello,
de Oliveira, Guerra,
Surtir, Gitirana. Bastos
consequencias da falla de. chuvas. sao as que li- j Lourcngo SanliagQ.Sha Gomes e CaeanoSan-
s prximos do lilloral c que se acham I llaf. procurador da corOa, foi aberla
oceupadas pela industria
nha, que Dos guardo; mas apenas descut
Ogeneratfialzano declarou Palermo em es- 1 u," *i". ra,Sao. Palenteasles a vossa Icaldide,
lado de silioTX povoacao tranquilla durante Oi!w.r!i, PM* ?U ?Ue l0 '"d^amente
cmbale. No dia 6 noUe mais de SOJOW pee^ "" ?" ot,ed,encK,a- Pnellaese para a
soasenchiam e punbam intransllavcla rui de iff.'.^fuS ?"T em "V^adc de manifestar
Toledo em aples. Numerosas yozes de "iva au,oridade legiUma mais in.mcdiata
a conslituicao foram pronunciadas diante da
nunciatura. Chegaram patrulhas ea mullido se
retirou sem resistencia.
Em Trapani, Marsala
.-, a pure-
za do vosso proceder.
Senhores commandaDles, ofliclaes o sol-
dados 1 *
o Felicilo-vos por lo nobro comporlamenlo
e vos agradeco em nomo des. M. e da patria.
" Espcrai nos quarteis quo vos designe as or-
_ Mazzara fluctuara a
bandeira tricolor.
O rei de aples passou revista, no dia 21, s
tropas, e deu-lhes banquetes, nos quaes houve
grande enlhnsiasmo.
Franca.O Constitucional desmonte a noticia
de que negociacocs se entabolaram directamente
entre a Franca e Suissa, acrescenlaiido que nel-
Iss devxirao nlervir todas as potencias signata-
rias do tratado de Vienna.
Dizia-se que o Fr-nca acceder a que a Suissa ,
celebre uma conferencia para o arraujo das pro- i Whnra n ..nnU n .
vincias neulralisadas da Saboya. L.l,,"hora,;-D/ LeoP0ldo Ortega, alferes
Union e a Cateile de
DIARIO OE PERNAIKBUCO.
O vapor luso-brasileiro Milford-IIaven Irou-
xe-nos as carias dos nossos correspondentes em
Jiespanha o Portugal, e jornaes porluguezes ate 2
do corrente.
Em oulra parte rio transcriptas as noticias
ni ais importantes, alui das quaes, encontramos
mais o seguinle :
Prussia.Havia dado sua demissao Mr. Ree-
nagner, ministro da fazenda, que foi substituido
por M. Vogelmann.
A Dieta de Francfort, em sua ultima sessao
tevo conhecimento do protesto do grao-duque da
Toscana, contra a annexa.;ao dos seus estados ao
Piemonle.
A 20 do passado comecou, na cmara prussia-
na, a discussao da questao relaliva constiluico
do Hesse ; havendo declarado os deputados po-
lacos nao quererem lomar parle na votacao Por
essa occasio, entre outras muitas cousas' disse o
ministro dos negocios estrangeiros :
Nao se trata s dosdireilos de um paiz ger-
mnico, mas sim das bases fundamentaes dodi-
rcilo federal : a questao da conslituicao de Hes-
se questao de conslituicao allemaai o ponte
principal que deve dirigir a accao da Prussia.
Nos circuios polticos desta cidade (Berln)
diz a Gazella da Prussia, se d como seguro que'
o Prussia, a Inglaterra'e a Austria, se entende-
r me concordaram sobre o modo de garantir os
direitos da Suissa; oulro lano, porm, nao se es-
pera da Hussia.
Um correspondente de Carlsruhe para essa
mesma gazela, dizque o grao-duque publicara
um manifest que estabelece. cm principio, a in-
dependencia da egreja catholica.
Austrxa.-O conde Eslevao Szecheingi. que fo-
ra ltimamente objeclo do rigor da polica aus-
traca, suicidra-se no hospital jle Dublin.
Foi abolida asubdivisao creada em 1848 na
Hungra, dndole ordem immedala para ser re-
solvida a queslao commercial. As antigs cora-
rmssocs, preparavam as propostas para a prxi-
ma reuniao da Dieta, segundosvelhosusos
Em consequencia daaceila?io da demissao pe-
dida pelo governador geral da Hungra, archidu-
que Alberto, foi nomeado para subsiitui-Io o e-
neral Benedeck, que nalural do paiz, e multo
popular all.
O gabinete austraco, em sua note reepnnden-
do da Suissa, manifesta a conanca de que a
Franca cumprir o que prometteu, isto de nao
prejudicar difeilos sagrados, airteriarmente ad-
quiridos, e que a resolver a queslSo de aecor-
p eom a confederacao helvtica e com as poten-
cias que garam.ram a eua noutralidade.
Ittrouva.Algumas desordens tiveram lugar
durante a quaresma, em Constaotinopla, contra
oscalholico8 all residentes, subindo de ponte
a serera Untados das verandas ovos podres sobre
uma procissao. A polica tomara providencia
enrgicas ptn>*lo continuaren) taes ocio de re-
matada selvageria.
e a Gazetle de France, receberam, a
lo o passado, o seguinle aviso :
A Union e a Gazeta de France, ao fallarem
do conde de Monlemoliu lhe allrbuem sempre o
titulo real de Carlos VI.
Estes peridicos desconhecem por este mo-
do os direitos consttucionaes da rainha da Hes-
panha, que toda a Europa reconheceu c cem cuio
povern^ a Franca mantm as melhores relaeoes.
fc. pois til excilar estes dous peridicos a que
respeitem as conveniencias internacionaes que
conslituem garantas reciprocas para os povos c
paraosgovernos.
D-sc como certa a prxima reuniao de uma
conferencia diplomtica para resolver as questes
suscilcdas pela amiexaco da Saboya, sendo que
a Franca quer qne seja o ponte de reuniao, Pa-
rs, e a Inglaterra, Bruxellas.
Mr. de Thouvenel declarou que a Franca nao
submelter esle congresso a appreciaQo do tra-
tado de 24 de marco, pelo qual o Piemonle cc-
eu & tranca, Saboya e Niza. Ella versar s c
nicamente sobre os metes de conciliar os direi-
tos da Franca sobre Nisa e Saboya, taes quaes
resullam di cessao com as garamias estipuladas
nos Halados de 1815 em favor da neutralidado
A materia das nacoes signatarias do tratado de
vienna concordaram cm que os seus ministros
em Pars, assignem o protocolo, exceptuando a
parle relativa s garantas em favor da Suissa,
estipulando que a Franca entrar ulleriottnienlo
no arranjo directo com ella e flxando as bases
doste arranjo.
. ^ VJ0lao;io,^erificada na Saboya deu um resul-
tado de 30,000 votos favor da annexaco e 59
contra. ISas capitaesde Cabais e Faucigny hou-
vc unammidade favor da annexaco.
Em Aix e Annecy foi recebido solemnemente
o senador Laily, amigo intimo do imperador dos
francezes. Cenlo e oitenta pessoas assisliram
um banquete, no qual enlhusiaslicos vivas foram
dados, pelo governador, Franca o ao Impe-
rador. r
Depois delle, Mr. Laily leu da varanda um des-
pacho lelegraphico, escrlpto pelo punho do im-
perador, annunciando a sua viagem e da impe-
ratnz Saboya para flns de maio ou principios
dojiinho. r
Inglaterra. No dia 17 comecou, as cmaras
inglezas. a discusso do orcamenlo da marinha.
Annuncia-se movimento e mudangas no corpo
diplomtico inglez, junto as potencias europeas.
Bespondendo uma pergunla de misler Hors-
mann, lord John Bussel disse, na noite de 19, que
a Franca nenhums objeccao fez idea de tima
conferencia, solicitada pela Suissa para garanliro
territorio neutral; accrescentando quo se ella so
comprometter ft nao oceupar o dito territorio, a
questao ficar terminada.
Em a nojade 20, o mesmo lord, declarou que
a Hespannrometteu modificar as les da na-
vegaco, en^roca das vanlagens que o tratado
do commercio concede mesma nago.
Portugal. A caria do nosso correspondente
contm lodo o occorrido depois do uliimo vapor.
Hespanha. Acerca deste paiz, alm do que diz
o nosso correspondente, apenas encontramos as
segmnles noticias:
Um despaoho lelegraphico recebido em Ma-
drid pela Correspondencia de Hespanha no dia
19, ai qne no da 18 foi preso em Salsona, Ra-
pnael Inslany. o mesmo despacho diz tambem
que se ignora anda se seu irmaocMosem Til-
dens do vosso general em chefe.
Barcelona 3 de abril de 1860.Dulce.'
Madrid 11.Foram fusilados dous indivi-
duos da faeeao de Bacaldo (povoacao em Bilbao-
'Balmascda.)
Dos jornaes de Madrid o que mais inleres-
sanie encontramos a seguinle exposieao em
que o filho de Ortega pede rainha a vida de
a de
i'cavallaria, ilho do cx-general Ortega, rhega hu-
milde e reverente aos B. P. de S M. cexpoe :
/ Que tendo a gloria e a fortuna de pertencer
desde seus mais leu ros onnos, ao exercito de V"!
M., solicilou espontneamente, no principio d
guana, eom Marrocos. tomar parle nella, favor
e9*n"jnj lhe foi concedido; e deixando assm
posto de ajudante de seu pai pelo de olicial s
immediatas ordens do general D. Antonio Bs de
Olano, parti para frica, onde permaceu perlo
de 5 mozos, leudo entrado em 12 acedes e oblido
por ellas da real munificencia de V. M. o posto de
lenle e a cruz de S. Fernando.
I a Vollando sua patria, o exponente foi tel-
yez o ultimo a saber da tremenda desgraca que
linha cahido sobre a sua familia e a dolorosa ca-
jtaslrophe que a ameaca.
Agora j sabe ludo.... Permuta V. M. que
,nao cite, nem analyse o acontecido, que nao
pense no facto. que nao ojulgue! S aqu pro-
testa o seu ardente amor a V. M. en sua adbe-
sao aoseu throno como Hespanhol e como mili-
tar Oque chora dejoelhos aos ps de V. M. nao
pode .fallar de oulro modo
E seu pai, senhora seu querido pa Por
sso nao dir mais a respeilo delle, limilando-se
i fallar de sua mi, de sua irmaa e de si proprio.
Senhora : V. M. nao s magnnima rainha,
as tambem meiga e carinhosa mi lerna e
imantissima filha. Oh sira-jdLy. m. lilha e
)de comprehender lodaa raHHfangustia, toda
i minha desesperaco!
. Nao aecuso, nao defendo meu pi ; peco a
-ua vida; e V. M., que alcangou, desde o prin-
cipio do seu glorioso reinado, o nome de oene-
osa e clemente ; V, M. quo 6 to boa. to mise-
ucordiosa. que a mi dos Hespanhoesinfelizes ;
lem em suas augustas moso poder de perdoar
t em seu nobre coraco a grandeza do seus anle-
passados ; V. M. que soberana, que calholi-
ua.quc hespauhola, saber esquecor asinju-
nas, compadecer-se do delnqueme, enxugar o
I-ranto de uma esposa e de filhos que pedem o
terdao ... V. M. applacar o rigor da sua ius-
Senhora : nao ha muilos das que eu, entre
& furno dos combates, grilava em frica : viva a
rjiinlia! Esle mgico brado era sempre-0 signal
qo tnumpho. Eu o ouvi aos moribundos, aos
vencedores ; nos hospilaes, das muralhas de Te-
l ian, no meio das privacoes e tormentas a to-
cas as horas c em tedas as partes. Eu o repela
enlao, eu o repito agora, eu o repelirei toda a
runha vida. AlliaprendiaadoraroV.il : seu
auguslo nome me recorda os maiores momentos
quasi exclusivamente
agrcola
A tranquillidadc publica tem-se felizmente
manlido inalleravcl por loda a parte e o salu-
lar principio do respeilo s leis e s autoridades
parece que se vai tornando entre nos uma reali-
dade. A uma ou oulra triste aberracao desse
principio, responde a populacao sensata com um
voto de roprova-ao. Foi iste oque anda ha pon-
eos das vimos a respeilo das autoridades de
Goin.ma. que eram desconsideradas por motivos
de particular desalfeicao. Trezentos o tantos ci-
dados. entre os quaes figurara as pessoas mais
respe, ave., e honestas do lugar ossignaram uro
des d all, e contra os seus injustos nccusaBorcs
Um documento desles. firmado por lao crescido
numero de cidados honestos, quo exprimen! a
opimao publica da populacao. c uma cousa tao
rara como honrosa para os magistrados de que
ah se trata, e tendo a consolidar ainda mais o
respeilo devido s autoridades constituidas. Po-
dessem todos os funecionarios pblicos merecer
uma lao solemne dcmenslraco de respeilo e de
sympatlna, e o machinismo govern&iivo
achara mais embaraco algum a vencer.
Dcrain-se apenas, no decurso da
nao
dous allenlados conlra a seguranca individual e"
foram capturados dezeseis criminosos em diver-
sos pontos da provincia. E' evidente quo a po-
lica lem sido tao activa na prevencao dos cri-
mes, como diligente na captura dos'criminosos
Aqu na capital nada occorreu de muito no-
lavel. Nos das 15 e 16 luenios uncjmtludios d
invern, mas veio logo aps do
abrazador, apenas mitigado pela
que acaba de cahir esta tarde.
A epidemia das febres cscarlslinajLq
as c das febres aman-Mas conliiiuang
ma inlensidade, el
I
de sol
chu va
mas as criancas
pequeo decre;
zem maior n
F'pess(!as de pe*
--. -..... a sessao.
lassados os leitqs c entregues os distribui-
dos, procedeu-se.aos S(guiles
JUEGAMENTOS
RF.CIRSOS CHIMES.
Becorrcnle, o juizo ; recorrido, Alberto Ifuncs
da Cosa.
Relatero Sr. descm.bargador Silveira.
Sorteados os Srs. desembargadores Gilinana,
Bastos de Oliveira e Silva Gomes.
Fieou adiado.
Recorrente, o juizo ; recorrido, Jos Benedicto
deCarvalho.
Relatero Sr. deserobargador Gi'lirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Bastos de
Oliveira, Silveira c Silva Gomes.
improcedente.
Rerorrenlo. o juizo"; recorrido, Dr. Luizd'Vl-
buquerque Marlins Pereira.
Belalor o Sr. desembaigador Figueira de Mello.
Sorteados os Srs. desembargadores Svoira.
Gilirana e Bastos de Oli.cira.
Improcedente
AOGRAVO DR PETICAO.
Aggravanle, Antonio ltezcrr de Menezos- Ly-
ra ; aggravado, o juizo.
RelatjjJ- o Sr. desembargaaor Figueira de Mello.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira,
eGilirana.
Deram provimenio.
Aggravanle,. Jos Theotonio da Silva Borges ;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Lourenco San-
tiago.
Sorteados os Srs.'desembargadores Silva Go-
mes, e Bastes de Oliveira.
Deram provimenio.
DILlCENCUS C.IVEIS.
Mandaran) ouvir ao clesembargador procura-
dor da corda na seguinle appellaco :
Appellaaies, Policiano Rodrigues da Silva e
outros ; appellado,
Correspondencias.
parecen-
Srs. RedocXores Srs-. Redaclores, appi
do a ternvel molestia-angina-em don, meni-
m>s de minha fomHia-, com un carcter medonho
temorci-me d'applicor o (ralamente de une sem-
pre use como cbarlato da medicina homeop-
tica, para a cura enfalvel da molestia garrti-
llio, e com muiia felicid/de vi o bom resultado,
dessa appIica espaco de Irinla e seis horas, sendo a cura feita
com os meoicamentes-seguintes ;
Dose glbulos de acnito em um frasco de
duas oncas d'agoa, ao depois de bem vascolej.i-
do, appluar-se-ha duas colheres de sopa do
dte remedio, de hora cin' hora al que acabe,
conservando o pade reate bem coberto-com co-
berlor de li, para com farilidade chamar a Irans-
pirarao, findo o medicamento cima, passado.
duas horas, preparar-se-ha em dous frascos di
mesmo lamanho, no t. dose glbulos de mer-
curio, c no 2." dose ditos de ducamar. que deve
apphea r-sc es dou3 medicamentos alionada-
mente, principiando pelo nieriurio, uma rulhcr
de hora em hora, hora nm hora oulro, al quo
linde os dous medicamentos, passados duas ho-
ras, preparar-se-ha um frasco do lamanho j
dito, seis glbulos de belladona, que deve a'p-
plicar-se de hora em hora uma colher do dito
remedio, e com os quatro medicamentos cima,
sao suflicientes, sem a menor duvlta para aca-
bar com a molestiaangina.Sendo a applica-
eao tena logo que oppareca o primeiro sympte-
ma da molestia.
A vista de 15o feliz resullado. offereco ao res-
peiiavel publico "a trinha descoberla. sem inedu
de errar .
Sou do Vs. Ss, atiento criado obrigadissiiuo
Dominaos de Souza Barros.
Publicares a pedido.
, Cactano Rodrigues da Silva
rjjpmoilo da morlalidade desta se- Aragfio.
denervir do regra para suppor que Assignou-se dia para julgamento dasseguintes
appellaces crimes :
Appellanle, o juizo
seca Jnior.
mana nao pouwwcmr uo regra para suppor q
temos melhorado de estado sanitario Estas va-
ri3Qoes.sao mui frequentes, o apezar da que se
deu nesla semana, o numero do pessoas falleci-
das das molestias reinantes nao inferior ao das
oulras semanas antecedentes.
Demandaran) o nosso porto, do dia 12 al
o da 18 do corrente, 30 embarcaees mercan-
tes, com a lolacao de 9,660 toneladas Sahiram
durante os mesraos das, 15 embarcaees mer-
carles, com a lolacao de 3.709 toneladas
Rendcrara, do dia 12 ao dia 18 do corrente
-""A1 o?*PgiV 37;S91S94I rs. o consulado ge-
ral, 10:4428001 rs. ; a recebedoria das rendas "e-
raes internas, 8:408J48rs. ; o consulado pro-
vincial, 8:48750 rs v
O movimenlo geral da alfandega, durante
esses mesmos dias, foi de 5,590 volumes, a sa-
ber : volumes entrados com fazendas 822
cora gneros, 3,338 ;total dos volumes entra-
dos, 4,160 ; volumes sabidos, com fazendas,
ii ; com gneros, 1,057 : total dos volu-
mes sabidos 1,430.
Fallecern) durante a semana 93 pessoas,
sendo livres : 23 homens, 18 mulheres e 32 prvu-
los : escravos, 4 homens, 3 mulheres e 12 pr-
vulos.
REVISTA DIARIA.
Pessoas moradores na ra Direla fazera-nos
queixas amargas conlra o procedimento, que all
lera alguns mocos para com as familias vizinhas ;
s quaes incoramodam j por meio de gracas, j
por meio do conversages indecorosas com as cs-
cravas.
Um semelhante proceder repugna com lodos os
principios de uma educeca*^evenienle, e nem
tao pouco assenla em pessvfrae se preparom
paia os altos lugares da nossa sociedade. Esta
consideracao nao deve "
da ; devem mesmo ne!
execuco. lembrondo-se'a
leucia social imp&e-lhcs o dever de
peito.
Noticias trazidas pelo estafeta procedente do
centro occidental da provincia, do off lugares
que demoran aa exlensao dessa linha como sof-
ssar desapercebi-
o iuleresse de
de que a c.o-exis-
muluo res-
dn minha erislencia. Todo o raeu ^ tedo o ^rive^nte Thov.do be"m que em'
D.eil Sansue sern e prnamonlo A. ,.l. ..;.l. i _________- .' 2. K'"
D.eusangue serao eternamente da minha rainha !
tila lealdade, que tantas vezes jurei e ue hoje
cinflrmo com as lagrimas nos olhos, sirva d'al-
g im modo para salvar a vida de meu querido
p 11! ,.
Senhora : V. M. mi d'um excelso prnci-
V,'} (?uem ama 80bre tedar as cousas. No dia
2.' de Janeiro eatejara o sen aniversario nata-
cito d'Africa, as planicies fie Tetuan
temando uma bandeira aos Marroquin, e eu ob-
'?a 0P8l do le,nenle, em recompensa do que
pude alh fazer era louvor do herdeiro do ihrono
J antes, como disse, V. M. me havia
com a eraz de S. Fernando, tambem
p emio dos meus obscuros eervicos noe campos
d > Sierra-Bullones. r
Pois bem, senhora : com o maior respeilo po-
mo aos retos pe do V.M. essasduas gracas que
a'gumas pa-
lagens nao sejam ainda suflicie.ntes as aguas ca-
bidas para salUfazer a aridez do solo.
De Malhadinha, localidnde da villa do Limoei-
ro, paro baixo ha oito dias que nao cessara as
chuvas, segundo as nesraas noticias.
. ~.TcPd0 de scr relird8 da circulacio as no-
tas de lg rs. da primeitm eslampa, e de 5g rs. da
lerccira, em papel branco, em observancia da or-
dem do (hesouro nacional n. 32 de 12 do mez
prximo passado, procede-se a respectiva subs-
liluicao na thesouraria de fazenda, nao havendo
anda sido marcado o praso para alm do qual
ter occasio o descont da le.
Expirou o praso determinado pela capitana
do porto para a remoco dos navios americanos
Appellante, o juizo;
da Silva.
Appellanle, o ju!zo
Pereira.
appellado, Jos da Fon-
appellado, Joaquim Jos
appellado, Jos Ignacio
Appellante, o juizo; arpcllado, Manoel Anto-
nio da Conceico.
Appellanle, o promolor ; appellado, Lucio Pe-
reira da l'uriicaco.
DSTniBI'ICOES.
Ao Sr. desembargador Figueira de Mello, as
appellaces crimes
Appellante, o juizo ; appellado, Augusto Go-
mes Corroa de Mello.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Joaquim
Ferreira de Mello.
Ao Sr. desembargador Silveira, as appellaces
crimes :
Appellanle, Francisco Barbosa de Almeida Cas-
tro ; appellado, o j"uizo.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Joaquim Jos
de Sanl'Anna.
Appellanle, o juizo ; appellado, Saturnino da
Silva Peixoto.
Ao Sr. desembargador Gitirana, as anpeilaccs
crimes :
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco Pe-
dro Cavalcan'.i Ucha.
Appellante, Jos Luiz Ferreira ; appellado, o
juizo. /
Appellanle, o juizo ; appellada, Maria Igr.acia
da Conceico.
Ao Sr. desembargador Bastes de Oliveira, as
appellaces crimes:
Appelante, ojuizo ; appciado, Jos Lopes da
Cosa.
Appellante, ojuizo; appellada, Anna Alves
dos Santos.
Appellanle, o julio: appellado, Jos Romo
dos Santos.
Ao Sr. desembargado! Silva Gomes, as appel-
laces crimes :
Appellante, o juzo ; appellado, Gonzalo Men-
des da Silva.
Appellanle, Jos Bento Beltro Velloso ; ap-
pellado, o juizo.
Appellanle, o juizo ; appellado, Eufiosino Vici-
ra Mouro.
Ao mcio-dia o Exra. Sr. conselheiro encerrou
a sessao.
Communicados.
AO PUBLICO.
Como quer que se Incumbisse.algBem de lan-
zar publicidade, o occorrido com o testamento
do Exm. Monsenhor Dr. Antonio JosCoelho. por
um modo diflerente do que efectivamente se
.... passou, cumpre-me vrrcstabelecer a verdadeem
nnrlX: ? ^^'^ n proximidades da sua exaclido completa.
nJZTZf^ *ia* n Tendo recebido pdrlrnsrisso do meus ante-
"llamos acha-sej passados a amizade "dEzm. Sr. conselheiro Dr.
AGRADECIMENTO.
Nos abaixo assignados, passageros do briguc
porluguez Boa F, do Porto para esla cidade, pe- "
nhorados pelas altences e bom (ralamente que
recebemos do digno capilao o Sr. Joao Pinto de
Campos, vamos por esto meio dar um publico
tesleraunho de nossa grado a tiio dislncto ca-
valleiro, bem como ao Sr pillo Joaquim Adrio
da Silva, que se torna igualmente credor de nos-
o reconbecimento
Pernambuco 18 de maio de 1S60.
Antonio Francisco da Silva Ferreira.
Anlonio Jos da Silva Guimaraes.
Narcisa Augusta Marrlo I.ima.
Mara da Glora e Silva Barrete.
Antonio Ferreira da Silva Brrelo.
Anlonio Rodrigues de Faria.
Domingos Alvaro Machado Marques.
Francisco Joaquim da Silva Pinto.
Manoel Jos da Silva Pinlo.
Manoel Domngues de S.
Joaquim de Froilas Guimaraes.
Domingos Manoel de Abteu.
Joao Pires do Oliveira.
Rente Machado Mendos.
Manoel Marques do Sacramento.
Jos Machado Mendos.
Manoel Antonio Corvalho.
Jos Pinto de Almeida.
Manoel da Costa.
Anlonio Jos Ferreira.
Francisco Nunes Beiro.
Manoel Nunes Beiro de Almeida.
Joao Marques,
Eduardo Auguslo Ignacio Moreira.
Jos Francisco.
Manoel da Silva Baptista.
Joo Antonio dcSepulvede.
03UIERC10.
Alfandega.
Rendimentodo dia 1 a 15. .127.6915182
dem do dia 19.......2.-201J041
129:692223
Movimenlo, da alfandega
123
179
Volumes entrados com azendas
casa gneros
Volumes sabidos com fazendas
com gneros
------802
39
348
------38T
Doscarregam hoje 21 de maio.
Brigue ingtez-^-Thctismercadoiias.
Barca inglezallermii neidem.
Brigue inglezInneslailIrilho de ferro
Briguc pottuguez=S. Manoel 1-^tijolos.
Brigue eorluguezBoa Fdiversos gneros.
Consulado geral.
Rendimonto do dia 1
Ido do dia 19. .
a 18.
34:563*476
l:266$8t3
35.830*319
Importado.
Brigue porluguez BoaF, viudo do Porto,con-
signado a Carvalho & Nogueira, manifeslou o se-
guinle :
3 caixas e 1 sacca mtenos; a Julio da Cosa
Ribeteo.
200 ncoretas azeitonas, 70 pedras de louza,
56 fardos capachos, 48 cadeiras, 1 caixa palitos,
200 saceos farelo ; a Carvalho, "Nogueira & C.
150 caixas vinho, 1 dita galo de ouro falso,
115 rodas de arcos de pao, 8 caixes toucinho,
25 ditos velas de sebo, 40 ditos dito em pies, 10
ditas pomada, 16 volu.mesferragens, 15 dlios pre-
suntos, 3 caixas lip'ia, 90 barris chumbo de mu-
r-rr
mi ixit Knn l

II
i\/r-i
i
r
tr
-rrr



f>
DURO DE ERNAMBDCO. -* SEGUNDA FE!RA M MAIO PE
a Antonio F.
btalas-----------Venderara-se 28000 por ar* Vinho le Itabos
roba. Dito dito btinco
Caf----------------dem a 7^0,00 por arroba.
ChA----------------dem 160 por libra.
Carne secca------A Jo Rio-Grande vendeu-so de
38(K) a. 4500 por arroba, e de
Buenoa-Ayres de 3fi00 a *;
(cando em ser 40,000 arrobas
da priroeira e^ 20,000 da se-
gunda.
Carvo do piedra- Vendeu-se a 20$ por tonelada.
Ceneja-----------dem de 4*600 a 5g000 pordu-
zia de garrafas.
Farinhade trigo- O mercado ficou possuldot de
23,400 bsrricas. sendo 9,000 de
4,800 de Richmond. 9,600 de
Trieste, e Philadelphia, tendo-
se Tctalhado de 18$ a 209 pela
barrica da priraeira. de 18$ a
22 da segunda, e de 14 a 20#
da ultima.
inh nont Dita de raendioca Vendeu-se a 69000 a seca
51 volumes lerragons, j cajxoes iinna, penies i,.:i; t.i h man -i 9*iinn nnr ir-
panno de llnlin, 6 cndeles pomada. 20 cario- I l^d0-------" Idcm de i0 a 8*00'
-----------'""-------------- -7^
nica, SO saceos feijao ; a Jos Antonio
A Irraao.
-10 caixas vinho; a Francisco Guedee de
veira & Sobrinho.
30 ditos dito, 1 pipa vinagre
Pinto.
7 volumes cadeiras, sofs, mesa, etc.; a Anto-
nio F. Martina.
25 caixolcs sebo em pes, 25 ditos velas de sc-
lo ; a J J. Rodrigues Mondes.
60 caixas vinho ; a Ferreira & Araujo.
100 rodas de arcos de pao ; a Guilherme, Car-
valho & C. ,
26 saceos farelo, 1 caixao pentes de chifre, 2
aixas permada, 2 saceos rolhdcs, 1 caixao patitos,
4 volumes obras de vi me; a Lourenco P. M.
Guimares.
lMaccos feijao, 10 ditos farelo, 5 barricas e
16 caifas sebo ; a Antonio F. da Silva Beiriz.
100 rodas de arcos de pao ; a Salvador B. N-
nos Barbosa. ,->

tiulo,
** ?'iitUO t U)00O
1203000 1 09000
Movimenlo do porto.
=2=
SrTliarce
Un olaria do Sr. Marcelino Jos Lopes, na
lo Mondego, vendem-se ps grandes de sa-
Ye8dc-se.no termo do Porto Calvo, o en-
. W Espirito Santo, novo e todo de matas, born
era barris, proprios para enbarque. Na mesma olaria existe urna cscrava n-ie alugase/ nfcinho todo plano, o engenfeo tem proporc,3es
tes sebo em paes, 2 pacotes corda de barquinha ;!
-o Rarroca & Mcdeires.
7 caixas macos de papel&o CTolhas, 50 canas-
tras alho, 1 coma palitos ; a Mamoel Duarte Ro-
drigues.
25 saceos farelo ; a Luiz F; da Costa.
1 barril presuntos ; a Antonio Lurz G. Fer-
rcira.
4 caixas cadeiras; a Jos Moroira Lopes.
1 caixolc coxins o toalhas de lindo; a Domin-
gos F. das N. Guimares.
23 barris vinho ; a Joaquim Pinto Lepa.
50*arricas cal era p; a J. B. da Fonceca J-
nior.
8 caixbes cadeiras, oratorio, estante para mu-
sica, o cscrivonia ; a Francisco Gomes de Oli-
veira.
2 latas salpicos ; a Jos Dias da Silva Guiraa-
rtns.
1 caixa calcado, 5Cbarricas sardnhas; a Rocha,
Lima&C.
7 volumes com urna machina de cobre para
estillaco ; a Luiz Antonio da Silva.
1 caixa massas para chapeos ; a J. do O. Maia.
3 ctixes fugos, 1 dito impreusa e miudezas,
1 dito galos, thesouras, 3 dtlos textos e grelhas,
-300 paneltas fundidas, 100 ogarcirOB, 25 falci-
xos. 100 chepas par fogo, 100 portas de ferro,
"100 grclhas para ditos, 2 caixas textos e miude-
333 ; a David F. Balthar.
2,000 lincas de vime, 50 ancoretas figos, 1 coi-
sao imagem, 2 lanos capachos, 1 caixao casta-
unos. 6 soeces folha do louro, 6 cunheles e 1
-caixao ignora-se, 1 jumento, 6 gaiofis diversos
passaros ; a ordem.
24 saceos feijao, 50 caixoles e 5 barricas sebo
cm pao ; a Domingos Rodrigues deAndrade.
12 volumes mouilas, 119 var|rde bu re. 1
imagem de madeira, 1 lata salpicoes; a Manoel
de Azevedo Andrade.
2 cunheles ferragens c capachos ; a G. & Aze-
vedo.
2 ancorlas azelonas ; a M. J. da Cosa Maga
lhAes.
2 latas salpicoes ; a J. C. de Carvalho.
1 caixi liona, trancinhas e pentes, 3 fardos ca-
pachos ; a Custodio i. Alvos Guimares.
3 caixas cobertores de algodao, 1 dito pessas
do cutim, 1 barril vinho, 1 cndele peixe de es-
cabeche, 50 saceos feijao ; a D. A. Malheus
2 caixa* linha, 2 ditas pomada;.A J. A. M
Dias & C.
2 barris vinho ; a II. Forsler & C.
103 caixas sebo em pao ; a Azevcdo & Men-
dos.
1 barrica ochre amarello ; a Pinto & Irmo.
7 saceos rol lios ; a J. dos Santos F. Jardini.
3 caixas chapeos do la ; a Morerra & Lopes.
3 barris presuntos ; a J., A. Soarcs de Azevedo.
13 volumes commodas, mesas, santuario, ima-
gens c outros movis, 1 relralo, 326 cadeiras ;
a J. A. C. Guimares.
1 caixa galao de palhela ; a Gaspar Antonio V.
Guimares.
2 ditas liaba e panno de linho, 1 caixao pentes
c coturnos de olgorlao. 6 barris presuntos; a
Francisco Guedes de Araujo.
36 barris rea de escrever, 6 volumes obras de
vime, 6 duzias de cadeiras ; a E. J. dos Santos
Andrade.
1,932 resteas de ceblas ; a J. Pinto de Cam-
pos.
1 canastra presuntos, 1 caixao salpicoes ; a J.
J. Alves.
1 caixao lampreas, 1 caixinha salva de prala ;
a Antoniol). deliveira Azevedo.
1 cunhelc msicas ; a Antonio F. da Silva Bar-
reto.
1 barril vinho; a J. M. dos Santos.
1 caixote obras de chifre ; a B. F. de Souza.
1 caixa nenies c caixas para rap, 3 fardos cu-
pachos ; aTrancisco A. de Pin lio.
1 caixa presuntos e salpicoes ; a J. A. da Silva
Guimares.
Diversas provincias.
Rendimenlo do dia 1 a 18. 7:703ft298
dem do dia 19....... 233j200
7:936^498
roba.
Gene'ora----------dem a 270 rs. por bot
Passas-
Queijos -
Mauleiga- A inglcza vendeu-se ieW a
a 840 rs. e a franceza de 520 o
530 ris a libra, ficando-cm ser
2,000 barris.
Massas-----------Venderara-se a 5*500 por ar-
roba.
dem a 69000 a caixa.
Os melhores venderam-se a
23600.
Toticvnho----------Vendeu-se a 8*500 por arroba.
Vinagre Idom de 120ftO00 a 1309000 a
pipa.
Vinho-------------O navio Dahia chogado hoje de
Marselha conduzio 300 pipas
que eslao por vender.
Ainda tem sido muilo procura-
do o dinheiro, obtendo de 11 a
24 por cenlo ao anno. A cai-
xa filial descoiilu!i cerca de
seis ceios coulos de ris nec-
ia semana, com o que nao pddc
salisfozer as offerlas de letlras
de boas firmas que lhe foram
levados, por falta de fundos dis-
poniveis.
Bretes-------------Para o Can! pMo Rio-Grande
do Norte a 28/9, do lastro para
Liverpool a 12/6 ; do algodao
desle porto para Liverpool a
1/2 d. por libra, e de Macci pa-
ra o mesmo porto a 7/16.
2Voro entrados no dia 19.
New Port.--43 dias, brigue inglez Inneafail, de
299 tone'adas, capitoH. Gregg, equipagem 10,
carga ca vao do podra e ferros ; a Scolt, Wil-
son & C.
Ri do Janeiro.23 dias, barca brasileira Atre-
vida, de 307 toneladas, capilo Claudino Jos
Raposo, equipagem II, em lastro; a Francisco
Severiauo Rabello & Filho.
Maranhao 25 dias, date brasileiro Lindo Paque-
te, de :05 toneladas, capilo Jacintho Jos da
Costa, equipagem 11,carga farinha de mandio-
ca e arnz ; a Almeida G. Alves & C.
Marscille. 44 dias, barca franceza fiahta, de 274
toneladas, capilo Risse, equipagem 13, carga
vinho e mais gneros ; a Basto & Lemos.
MilfordH; ven. por Lisboa.24 dias, vapor por-
tugiiez Milfor mven, de 2072 toneladas, ca-
pilo Jos Mara de Oliveira.
A'ai'io sahido no mesmo dia.
Macei. barca ingleca Sea Wnave, capilo A.
Johnson, em lastro. Suspenden do lamar.
ita brerid
Bescontos
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Direcco.
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Intensidad.
A
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Centgrado.
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u)
C5 co
os
Reaumur.
LISBOA. 28 DE ABRIL DE 1860.
Precos corrales dos gneros de imporlarao do
Brasil.
Algodao de Pernambnco.. ft 155
Dito do Maranhao e Pira' 150 155
Aloella groua........m. 1159000
Dita Trac........... 958000
Arcos .le larra igiez.....<|(( 396OO
Assucar de Pernambuco bran-
co............ a 25400 2S950
ilo masoavado..... 19990 29300
Dito do Rio de Janeiro m. Irvi.i 2$:I00
Dito da Bahia b..... 29200 2^400
Dilo dito mascavado. ... I96OO 29000
Dito do Para bruto .... 19'00 29200
Dilo de Cabo Verde..... 29700 3000
Arroz da India (Goa). Dito do Maranhao e Pira sup. 39800 43000
Dilo dilo meihor....... 59200 59400
Dilo dilo s'jprrior.....d 59600 69OOO
Alpisla............ A 800 9J0
Agurdente de caima du Ura-
II....... P
Ahalrgo............b.
Ail.............b. 18-20)
Alvaiade...........(g! 29200
Azeila de palma.......alm. 9100
Diln ile coco......... 200
Caf do Rio piimeira sorle Su 49300
ilo dilo segunda dila. ... 39800
Dilo dito tercena dita .... 39600
Dilo de Cabo Verde..... 59800
Dilo de S. T. e Priucipe. 590OO
Dilo da Angola........ 49700
Cacao do Para....... 3500
Dito .la Bahia........ 29800
IMo de San Thom..... 39100
Ciiiella da Oiiua.......lib. '
Capa-r^za...........qq IgGOO
Cravo de girofl....... 110
Cravo do Maranhao..... 600
Comu.hs..... (, 2g800
Cha per. la.......lib. I9OOO
liyjsou.......11 800
usim....... 90o
-> 1 lim.......d 400
tomlo....... 600
panrliang...... 19000
pili.......d l#2O0
congoa....... 650
Ijofre. ..... 900
Cera amarella de Angola ", 328
Dila dila de Bengnela. ... 325
Couros seceos do Rio.....ar. 127
Dituieipicludot da Bahi-.
Dios ditos dai Minas ...
OD
(si
Fakrenheit
Hygrometro.
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-4
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33
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Barmetro.
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C
c
e.
>
Paa o Rio de Janeiro com
vai siguirtAwca naeional Irjlpt^
ra, de priroJjN marcha, receb aiffda "al|
carga a frete; trata-se na ra na Graa n.
criplorio daviuva Amorim A JMbos 0*1
capilo na'pracp,:
Aracaty com escala^
Ass.
Segu com brevidade o hiato nacional Grati-
dao, para o resto da carga o psssagciros, o que
lem excellentes coramodos : a tratar no Passeio
Publico n. 11, ou com o mestre no trapiche do
algodao.
Para Lisboa !
o brigue portuguez Relmpago pretende seguir
viagem com a passiveijirevidadc : quera no mes-
mo quizer carregar oilir de passagem, dirija-se
ao consignatario Thomaz de Aqfllno Fonseca, na
ra do Vigario n. W, primeiro andar, ou com o
capilo na prora.
Para a Bahia.
Aveleirae bem conhecida sumaca nacional
llorttncia, pretende seguir al o lim da presente
semana, tero parle de seu carregamento a bordo ,
para o resto que lhe falta trala-se com os seu:
consignatarios Azevedo & Mendes, no seu cs-
eriptorio ra da Cruz n. 1.
A uoite nublada, ventoS, e assim amanbeceu.
OSClLLAf AO DA JUI1.
Baixara.-r as 9 h. 42'da*manha, altura 1.0 p
Preama as 3 h. 54 da larde, altura 7.75 p
Observatorio do arsenal de marinha 19 de maio
de 1860 Viegas Junios.
frica.
9-?
Editaes.
459000 509000
59900 6g000
1800
2s800
29500
28700
4,9'jOJ
49OOO
39700
6j000
O Dr. Anselmo Francisco l'eretli, commendador
da imperial'ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz do direilo especial do commercio desla cl-
dade lo Recife, capital da provincia do l'er-
nambaco e seu termo, por S. M. Imperial, que
Deus guarde, etc.
Faro saber, que cm cumplimento da lei adia-
se em concurso um dos ollicios de cs:rives des-
le juizo, vago pelo fallccimento do proprielario
Francis :o Ignacio de Torres Bandeira ; c maftado
o prazo de 60 dias, a contar-se da publicaco
deste, raa os concurrentes se habilitarera na for-
ma da inesma lei.
Cidace do Recife, 19 de maio de 1860.En Ma-
ooel Maria Rodrigues do Nascimento, cscrivo
o subscrevi.
Anselmo Francisco Peret i.
A barca portuguoza Progressista recebe al-
guma carga miuda e passogeiros : Irata-se com
os consignatarios Tcixeira Basto, S & C, no
largo ao Corpo Santo n. 6, segundo andar, 011
com o capilo na pra^a.
Cear e Acarac
O palhaboto Sobrolense, capila Ralis, segu
com brevidade; a tratar comCaelano Cyriaco da
C. M no lado do Corpo Santo n. 25, primeiro
andar.
Para.
Espera-sc todos os dios do Maranhao o bem
conhecido hiale Lindo Paquete,, que dever re-
gressar cm dlreilura do Para, com poucos dias
de demora neste porlo, visto lar grande parle do
carregamento contratado, ossenhores quequize-
trem lomar alguraa praca no dito navio podem
desde j entender-se com os consignatarios Al-
meida Gomes, Alves & C. ra da Cruz n. 27.
para casa estrnngeira de pouca familia, sabeiKj0
eofOBmre coznhar o diario.
.embramos aes nossos amadores, an'.PS qUe
~ acabe de vender a variada collec;ao tt9 orbaav
1 e gementes da> flores, dehertalicee. arvores de
a sfeber: macieras, pereira., ceregeiras,
is, p^soguciros e parreira's, que se achara
a ale o principio da semana prxima : na
Cabugi n. 3 A. Tudo >ende-se barato, e
aestaco propria para a planta^ao.
Vende-se urna prela do mei idade por pro-
co commodo : na ra da Imperalriz n.78.
endem-so 3 escravas chegadas do fra hon-
tein, de idade de 13, 15 e 20 annos,2 escraros, 1
de 17 annos e outro de 20, vendem-se por pre-
cos razoaveis : para ver, na ra do Queimado,
loja de feragens n. 35.
Arrendam-se terrenos com 50 palmos de
frente e 300 de fundo, ptimos para quem quizer
formajj, urna habilaco com pouco dinheiro, o
pilasvantagens que" ofTerccem : a Iralar como
proprielario. no sitio junto a groja de Bclcra, d
parte do norte.
Comprase urna casa terrea ou sobrado de
um andar, sendo 110 bairro de Santo Antonio, e
que esteja era bom estado : a tratar na ra de
Apollo n 41.
Os Srs. Antonio Joaquim de Carvalho e Al-
buquerque, Francisco Tclles de Carvalhal Mene-
zes Vasconce'.los, Ignacio Accioli de Almeida e
Lopes & Irmos, queiram apparecer na adminis-
trado do corrcio desta cidade afira de receberem
urnas cartis vindas da Bahia.
= Prccisa-se de urna ama forra ou escrava :
na travesea do arseual de guerra a. 9.
Fugio no dia 16 do corrente um mulatinho
por nome Joao, idade de 14 annos. veslido com
calca de brim pardo sem a camisa, s com um
paletot de brim prelo com quadros e cora bonet
de panno um pouco grande, e discalco, acompa-
nhado de um cachorrinho prelo com mal lias cor
de caf pela barriga : quem o pegar, drija-se
ra Direita n. 27, segundo andar.
Louis Etter relira-se para t'.uropa
Manoel Francisco de Paula, lendo justo e
contratado a taberna sita na ra do Bom Gosto,
em Sanio Amaro, petlencente a Joaquim Soares
Carneviva ; c convida aos seuscredorespara, no
prazo de 3 dias, comparecerera na mesraa.
= Vende-se 1 moleque peca, de idsde de 9
annos, 1 prela de 30 annos com 2 crias, sendo 1
moleque de 5 annos e 1 moloquinha de 1 1(2 an-
no, e mais outra prela de 30 annos, assim como
1 caboclinha de idade de 6 annos: a Iralar na
travessa do Carmo n. 12.
Vendem-se 2 carros e 2 bois oara o traba-
Iho da alfandega : quem pretender, dirija-so a
ra da Codeia n. 50 A, loja de fazendas.
Vendem-se 25 cavallos d* roda, novos e
sem achaques : no engenho Guerra do Cabo, ou
nesla praca, lo)* n. 18, defronte da matriz do
Santo Antonio.
Precisa-se de una prela forra ou captiva
para o serviro de urna casa de pouca familia :
na ra da Imperalriz n. 1.
para^afrejar 2,000 pes annoalmente, tem a pe-
nas urna safra, suas obras moito bem feitas-, ven-
de a dinheiro ou en troca de predios neata pra-
ca, ou mesmo com parte viata e o mata em le-
tras com garanta aqui a contento do Tendedor :
quem quizer, dirija-se a ra do Livramento n.
26, a tratar com o leu proprielario Manoel Buar-
que Macedo
O' de Inojuea, casa de Manoel
dem-ee bilhelee da lote-
Antonio Horeira Das
vende-ao:
Lisbol;
or qualidack.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
_ PAQUETES A VAPOR.
Oeclara^oes.
Conselho administrativo*
O corselho administralvo, para forneciracnlo
do arsenal de guerra, em cumprimento ao art.
22 do r.'gularaenlo de 14 de dezembro do 1852,
S98OO laz PU IC0 4U0 foram aceitas as propostas dos
Despachos le evpnrtaefto pela me-
sa do consulado desta cidade n 1
dia 19 de maio de 18GO
LiverpoolBarca inglcza Olinda, James Crab-
tree& C, 310 saccas algodao.
HavreBarca franceza Sphere, Tisset Frres,
8iT0 couros verdes.
LisboaBrigue porlusuez Relmpago*, T. de
A. Fonseca, 6 barris niel.
PortoBarca portugueza Flor da Maia, diver-
sos carregadores, 100 saceos assucar brinco e
4 dilos dilo mascavado.
TorioBrigue portuguez Kspcranga, Barroca
& ftedeiros, 08 saccas algodao. <#.
Rio da Piala Patacho bollan le/. Willemina,
A. Irmos, 20 barricas assucar branco.
Exportaco,
Lisboa, brigue portuguez Condone, de 272
toneladas, conduzio o seguintc ; 3,640 saceos
e 6 barriquinhas assucar, 25 paneiros com tapio-
ca, 20 pranches de amarello, 120 cascos mel.
Rio da Prata, patacho nacional Vingador, de
132 toneladas, conduzio o seguinle : 90 pipas
agurdenle, 500 barricas assucar.
Liverpool, patacho porluguez S. George d'A-
veiro, de 284 toneladas, conduzio o seguintc:
1,190 saceos assucar, 300 ditos carnauba, 497
saccas algudo, 2,153 couros seceos.
Rio da Prala, patacho hollando/. Saro Elisa-
beth, de 289 toneladas, conduzio o seguihlo '.
2,020 barricas assucar.
Barca portugueza Flor da Maia, de 328 tone-
ladas, conduzio o seguinle : 2',590 saceos e 17
barricas assucar, 102 saccas a!5odo, 300 couros
salgados, 82 cascos mel, 3,200 ponas de boi, 1
barrica farinha.
Costa d'Africa, brigue portuguez Minerva, de
223 toneladas, conduzio o seguinle : = 140 cas-
cos agurdente, 150 latas assucar branco.
Bio Grande do Sul, barca nacional Thereza
1, de 287 toneladas, conduzio o seguintc : 130
saceos e 1,760 barricas sssucar.
Heeebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimenlo do dia 1 a 18. 21:0799915
dem do dia 19.......2:OI6jj27
167
D.los dito dai Minas ... 205
Dilos dilo* de Angola..... 140
Ditos silgados do Muanhio a 157
Dilos sala, de Pernambuco... o l7
Ditos ditos das libas...... d 180
Ditos ditoi de Cabo Verde.. 120
Diloa ditos de Angola...... 1 SO
Ditos verdes do Para' .... 202
Cevada eHrangeira......A 310
Cirvao de pedej.....ton.
Cailanhai do Maranhao fa) I9OOO
Denles de marlim lei...... 19200
Dilos dilo meiao........ I9I5O
Ditos dito escravelho..... 700
Erva doce...........(g> 39OO
Furro couimum inglez era bar. qq 29900
da Suacia. 49900
1'nlliH de ferro ingUz. 4f000
da Suecia. 99000
omma copal roperior..... b 49000
Dita dita regular....... 29500
Dita dita ordinaria....... 19400
Dila de lira.il.......... 19100
Melaeo............P 389000 4t'9000
Manleiga d* C ik .... lib.
viilho eitran^eiro.......A
()ie> de linhaca.....lib.
Ouruc............Arr.
Pntenla da India.......[.
Pelles salgidas rojura o
em cubello de Cilcula' d
Salitre refinado.....(5)
Salsa parrilha superior..... l.
Dila dila regular.......
Dila dila ordinaria......
Tapioca boa.......... u_
Tugo eslrangeiro rijo.....A
a mole. ... o
Urzella de Angola......qq
Dila de Bengnela.......
Dita de Cabo Verde......
Vaquetas do Maranhao.....urna
Ditas de Pernambuco.... a
Verguiuha para pregoi ingl. qq
4J800
39<>00
3000
39<0()
380
19800
130
700
39200
19200
19200
tgioo
480
700
IJ200
ljf3">0
900
19100
330
330
137
197
237
200
217
207
200
150
150
2d5
330
69000
IfJiOO
19400
19-2-50
19200
39600
3g000
59OOO
59OOO
lOgOOO
49300
39OOO
29000
39000
O vapor Paran, commandanle o capilo l-
ente Torrezno, espera-se dos porto3 do norte
em seguimenlo aos do sul at o dia 21 do cor-
rente.
Recebe-se desde ja passageiros e frele de cn-
commendas e dinheiro, e engaja-se a carga que
o vapor poder conduzir sendo despachada com
antecedencia at a vespera do din de sua che-
gada : agencia ra do Trapiche n. 40, escrip-
toiio de Thomaz de Faria.
ara
senhons abaixo declarados.
Para fornecimento dos arraazens do arsenal
de guerra.
Prxedes da Silva Gusmo. 300 caadas de
azeite 1 e carrapalo, medida nova a 1$490 rs. o
caada.
Para o hospital militar.
Fransco Faustino da Silva.50 pares de chi-
ncllas asas de couro de cabra a 29 rs. o par.
Para a enfermara do Rio Grande do Norte.
O mesmo vendedor20 pares de chinellas ra-
sas do mesmo couro a 89 o par, sob a condico
de entregar todos os 70 pares at o Gm do cor-
rente inez. segu o brigua Anna Rosa, capilo Manoel Pe-
Para o meio balalho do Ceari. reir de S ; recebe alguma carga a frete : trata-
Ante nio Joaquim Gon<;alvcs Fraga.363 eslei- se cont Teixeira Basto, S&C, uo largo do Cor-
Rio de Janeiro,
sefei
Era NJ
Malheus Ca
ra da pro
- No f
& C, na
Candieinj
Lazarii
Lona lar|
f-inha i
Misaanga para rosario.
Rosarios endados cora perfeico.
Ferros de ac para engommar.
Ferro sueco cm barras.
Chumbo em lencol.
Pregos fraocezes e de construccao, de iodos os
lmannos.
Pregos caibraes do Potlo.
Chaleiras-eslanhadas e forradas de porcelana
ingleza.
Cartas porluguezas moito finas.
Balanca de novo modello para pesar 1,000 o
2,000 libras.
Mercurio de Lisboa.
Ferros de lalo para engommar.
Esporas, brides e eslribos de metal do principe.
Bicas feixaduras francezas para portas com
boloes de vidro
Paes de ferro de lodos os lmannos.
Ricos palileiros e linteiros de metal pratesdos.
Linhas de carreteis de 200 jardas do autor Ale-
jandre.
Cera em velas de Lisboa.
Farinha de mandioca a
a 5,50tt4 sacco.
Vende-se na ra uji Cruz, armazera n. 96.
Vende-se um solo, no qual se achara edifi-
cados 260 e lanas casas que pagara tdro ao dono
do"mesmo, no bairro de Santo Antonio, fregue-
sa de S. Jos nesta cidade, que comprehende
a ra de Santa Cecilia, pelo lado do sul, toda a
ra doNogueira e Acouguinho, pelo lado do ndrV
le, Santa Rila, S. Jos, Aasumnco, e por Iraz
de Santa Rita : os prelendenlea podem entender-
se com o abaixo assignado, que dar todos os es-
clarecimentos e lhes presentar os ttulos e o
livro do lombo, para vercm e njuslarem ; assim
como pede aos devedores de foros das raesmas
casas, que venham solver seus dbitos em casa
do abaixo assignado, na ra nova dos Pires nu-
mero 30.Manoel Gomes Viegas.
A nova fama.
23:095fi942
Consulado provincial.
Rendimenlo do dia 1 a 18. 29 5S5a069
dem do dia i9.......1.0819D98
295
350
100
130
120
95\
29800
300
390
100
140
140
160
105
49600
15J000 169000
I29OOO 14000
89000
19400
(iiO
580
109000
29400
720
,650
139>00
139500
109000 119000
19000 -29400
29200 29500
2g800 3g000
ras de carnauba a 400 rs.
Para o 10. batalho do inhalarla.
O nesmo vendedor.211 esleirs da mesma
qualid ide a 400 rs.
O conselho aviso aos mesmos vendedores, que
devem recolher os objectos comprados no dia
23 do torrente, s 10 horas da manha na secre-
taria co mesmo conselho.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para f jrnecimenlo do arsenal de guerra, 18 de
maio de 1860.Francisco Joaquim Pereira Lobo
corom 1 vogal secretario interino.
'ola directora geral da instroeco publica
se declara aos senhores opposilores s cadeiras
vagas do inslruc^o primara, que o exame para
verificaco do capacidade para o magisterio, fica
transf irido do dia 21 para 22 do corrente, as 10
horas da manhaa.
Tribunal do commercio.
Pol '.'jfflptaria do tribunal do commercio de
Pernamb^ro'se faz publico, que a vaga de cin-
co lugares de corretores geraes desta praca,
sendi#h:o-ullmamentc creados pelo governo
impdS), 6 um pelo fallecmento do serventua-
rio no Edyrin Roberts. Os prelendentes devem
apres jntur seus requerimcnlos na referida secre-
taria j instruidos cora os documentos exigidos pe-
lo r?. 39 do cdigo do commercio.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
naml uco 19 de maio de'1860.
Uinamerico Augusto do llego fangel,
OfBcial maor interino.
Por ordem do Illm. Sr. coronel director do
arseial de guerra, so faz publico a quem convier,
que nos termos do aviso do ministerio da guerra
de 7 de marco findo, se tem de mandar manu-
factu-ar os scguinles arligos de equipamenlo e
hosp tal.
Mochilas 245
Bornaes 521
Saceos para marmitas 53
Lences 40
Golleras de chita 20
, Camisas de brim 40
Colletes para alienados 2
Toalhas pequeas para bancas 60
Qi em quizer arrematar o fabrico de laes arli-
po Santo n. 6, segundo andar.
-r~ O capilo A. A. Preeland, da galeota hol-
andeza Lummina Aren-tina, prompla para se-
guir viagem para Montevideo, precisa lomar a
risco martimo a quanlia de dous contos e qui-
nhenlos mil ris para pagamento dos dospezas e ,
Pedro Borges de Cerqueira, Antonio Duarte
de Oliveira Reg. Theodcra Felicia da Silva, Anna
Joaquina Vieira, Mara Theodora de Oliveira Mello,
Francisca das Chagas de Jess, repassadosdo mais
doloroso sentimento pela morle de sua presada
mulher, fllha c irmaa Joaquina Maria Borges de
Cerqueira, vera pelo presente agradecer a todas
as pesso.is que tomaram parle na dr quo ellos
soffrem, e que se dignaram assistir ao onlerro do
cidavcr da fallecida o o acompanharam ao cern-
terio, pedindo desculpa a todas aquellas pessoas
de sua-amizade que por esqueciraento deixaram
de ser convidadas, rogando lhes o favor de as-
sistir a missa do stimo dia que ser cefebrada
s 7 horas da manha do dia ierca-feira 22 do
corrente, na matriz de Santo Antonio, pelo que
lhe ficaraosummamente agradecidos. ______
Gustavo Adolpho Nauraann, como adminis-
trador de sua mulher a viuva do finado Joao
Henrique Daya, faz scienle aos credores do mes-
rao casal que es.l procedendo a inventario dos
bens deixados pelo mesmo finado, pelo juizo de
orphos escrivo Guimares : quem se achar com
direito, devo justificar seus crditos pelo mesmo
juizo.
Attenco.

Vende se a armoco da loja da ra Draila, boa
para qualquer negocio ; sendo todo forrada e en-
vidracada : a Iralar na mesma loja na ra Direita
o. 13, 011 na mesma ra n.41.
A mesa regedora da irmanda-
de do Senhor Bom Jess das
Dores,
em S. Goncalo, scientifica a todos os fiis.devotos
que se acha exposta a milagrosa imagem do Se-
nhor Bom Jobus dos Pobres Afilelos, na igreja do
Collegio, durante o lempo era que grassar a epi-
concertos do dito navio neste porto: os prclen-! deraia nesla cidade ; todas as noites estar aber*
Hnnl<.n m..m:__ 4S-S-. .. .,____..______1-,. ~ il. nlA >. I\ U..... n^..._ n_____"___ > n t '
denles queiram dirigir as suas propostas e con-
dicocs ao consulado dos Paizes-Baixos, ra do
Trapiche n. 16 al segunda feira, 21 do crrenle,
ao meio dia.
Cear. i
0 hiale Nicolao I sahe imprelerivelmente no
da 25 do jrrenle por ter j parle de sua carga
prompla : para o resto, trata-se com Prenle
Vianna & C.
Avisos diversos.
lo.
a 9 horas. Bculo Francisco da Cunta",
Precisa-sede um olTicial de ^bar-
beiro : na ra das Cruzes n. 59|ai
mmw&^m mam* mmmmn
Arligos para lulo.
30:6603767
Crabos-
PRACA DO RECIFE
19 DE Maio DE I86O.
AS3H0RASBATARDE.
Revista Semanal.
-----------Depos
Algodao -
Assucar----------
da sahida do paquete
inglez nao houveram transac-
ces para Europa, e os saques
para o Rio regularam dous por
cento de descont.
O superior vendeu-se a 7200
por arroba, e o regular a 7$"00.
O branco vendeu-se de 49600
a JS600 por arroba; somenos de
48000 a 4*200; roaacarado pur-
gado de 32IOOO a 3*200; Ame-
rica de 2900 a 39000, c Canal
de 2500 a 2600 por arroba ;
sendo o deposito diminuto.
Os seceos salgados vonderam-se
a 292 rs. por libra.
Azeilo doce-------Vendeu-se a 2800 por galo.
Arroz -----------Sem vendas.
Bacalho- Nao houve vendas em atacado,
relalhando-se de 15g a 16$000
por barrica, ficando em deposi-
to 3,500 barrica*.
Couros-
Exportacao.
Agurdenle........1. 210*90 216*000
Azeile doce........ Aira. 3*S00 3*'J00
b para depoiito e eou-
sumo........ 3*300
Arroz nacional......(g> lg200
Amendoa doce era milo 3*000
D (a em caica couca
Badlia em rama unlo (barril) o
Raalas........... ar
700
375
Cera nacional branca. lib.
ainartlli ...
Cera branca em grume... -a 380
Dita dila em velas..... d 40
Cevada.......... A 360
Cenleio........... A 370
Ceblas........... M 200
Carne de vacca....... 6 @
a de porco o
Chouricos......... @
Corliea Tqual. de 1 pul. pira
im......... 3*000
Cor liga 2* qual. de 1 pol. .
delgada fioa 3|4 al 1 po).
ordinaria para patea
Figos do Algai ve omadie .(al
Farinha de trigo..... u
Laranjai dore.....cali.
Milho............ A
da illidt.....
Manleign de porco..... @
P"'M............ Dm.
Presontos......... @
Sa'......... Moio
a tino par* a Ierra
Sirro de viubo tinto (>
d o branco.
Toucinho..........
Trigo rijo do reino..... A
Dilo molle......, >
Vinagre da Lisboa linio P.
Dilo branco dilo......
5$"000
1JJ600
800
360
350
640
80
3*100
igfOO
32O0
1*600
3*200
800
380
350
400
420
370
380
210
10*000
229OOO
3*600
9$60O
4*000
7*000
2*200
IjJOOO
9*000
38600
400
360
3*200
900
3*200
1*800
2*000
4*000
4*400
2S00
760
700
gos, compareca na directora do mesmo arsenal,
pela:; 11 horas do dia 25 do correle, cora suas
propDslas em quo declarera o menor preco, o
ieni| o em que podem apresentar dilos arligos, e
quars seus fiadores.
Ai seal de guerra 19 de maio de 1860.
Joao Ricardo da Silva
Amanuense._______
Avisos martimos.
1
, Chapelinas pretas e mais objectos pro-
5 prios de luto para homem e scnhora.veo-
, de-so na ra Nova n. 45
% &* LOJA DE MARMORE.
== Anda esia por vender se um bom piano
inglez de 5 1)2 oilavas, de boa conslrucco e p-
timas vozes : na ra das Cruzes n. 9, ultimo so-
brado de 2 andares, lado direito. quera vai da ra
do Queimado para S. Francisco, onde ainda ha o
mclhor fumo que lem vindo de Garanhuns. Ro-
ga-se novamcnle a quem liver apanhado um pa-
pagaio que fugio com urna corren'e do ferro no
p, no dia 6 do corrente (domingo de manha) o
favor do leva-lo mesma casa cima, que se
dar o valor do mesmo.
s&sssss
a 3l'-'/t -i*
la-percha.
45*000 50*000
45}W0 5O#0Op
Para o Assii
seg e o hiale Beberibe por j 1er a maior par-
te da carga ; para o resto c passageiros, trala-se
coro Luiz Borges de Cerqueira, na ruado Vigario
numero 15,
Para o ftfo Grande do Sul
segu com brevidad*),a barca Mathilde, por ter
metido da carga prMpta : quem quizer carre-
gar o resto, enteneasc cora Manoel Alves Guer-
ra, la seu escriplorio da ra do Trapiche n. 14.
AHENCiO.
t barcaca Flor da Guia est sujeita despe-.
zas do seu fabrico ; e portento faz-se a presente
dechraco para que ninguem faca negocio al-
gn a seu respeilo.
Para o Aracaly segn com brevidade o hiale
Dcvidoso, j lem a maior parte da carga : para
o resto, trata-se com Martina & Irmo. na ra da
Mai ro de Dos n. 8..->-
Par e Maranhao.
O palhabote Novaes segu em poucos dias,
recebe alguma carga miuda : traln-se com os
consignatarios Tcixeira Basto, S& C. uo largo
do lorpo Santo n. 6, segundo andar.
Pira o Presidio de Fernando.
S.'gue o brigue Santa Bota : quera quizer car-
regnr ou ir de passagem habjtjie-se pela presi-
den :ia, e para contratar na ra da Cadia do Re-
cife n. 60.
Arligos para invern de guita-percha
I ou borracha, vende-se na ra Nova 11.45
t^ LOJA DE MARMORE.
S!S5QaadflS &Si a2&22AssA'i&
PCTwawswOT otswwWw wbwtmxotS-waa*
Desappareceu da run da Palma, na manha
do dia 16, um boi manso forado, bastante gran-
de, cor cinzenlo escuro, pellado, tem o cabo fe-
ndo bastante, proveniente do Irabalho de carro-
ca : quem o pegar, ou der noticia cerla, ser
bem recompensado na taberna da ra da Santa
Cruz da Boa-Vista n. 3.
Dentista de Pars. |
15Ra Nova15 g
Frederico Gautier. cirurgo dentista, ^
faz todas as operacoes da sua arte e col- |g
loca denles arlifciaes, tudo com a supe-
rioridado e perfeico que as pessoas en- |g
tendidas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentifricios etc. (ffj
2Atfl*WJUfiaSfi ffflfl*Aifft^ paia airVff '~'-\"J iQfr'tf tTf
Soto.
Aluga-se um^otao muito espacoso e limpn em
casa muito dcM, a alguraa pessoa solteirs,
por commodo preco! : para informacocs, na ra
do Codorniz n. 18,"em frente a travessa aa Madre
de Dos.-
Precisa-so alugar um sitio perlo da praca,
e que lenba casa com capacidade para familia :
na ra do Crespo, loja do Xislo.
Joan Francois, francs, vai ao Rio de Ja-
neiro.
Precisa-se de urna ama para coznhar, pa-
?a-se bem agradando ; na ra dos Pescadores ns.
e3.
la at
escrivi
Irmandade do Senhor Bom Je-
sus das Chagas.
Em attenco ao calamitoso estado prsenle,
quando os males chovem sobre lodos sem ds-
ttncco olguma, e a colera divina se manifcsla
armada contra os nossos peccados, na epidemia
que lanos estragos vai fazendo entre nos, nao
podia a irmandade do Senhor Bom Jess das
Chagas deixar de recorrer misericordia divina,
que sempre se amercia dos verdaderamente ar-
rependdos. E'pois resolaeu expr de hoje em
dianle adoraco dos fiis a milagrosa imagem
do Senhor dos Perseguidos, abrindo as portas do
seu lemplo todos os dias, das 6 as 9 horas da
noite ; contando desl'ortc coucorrer para que
quanto antes cesse o terrivel flagello que nos do-
vasta c aniquila. Bemjamim do Carmo Lopes,
escrivo. 3^
Ouom quizer mondar coziuhar frX a pes-
soa obrigando-se a mandar levar em suas casas,
dirija-se a ra de llortos n. 30. sobrado.
Ama de leite.
Qum precisar de urna ama, levando com sigo
um filho de 2 mezes, dirija-se a ra da Roda nu-
mero 4.
Edvin Augustus Noltey rcliri-so para a
Europa.
Precisa-se de urna ama de leilo de bons
costil mese que nao tcnlia filho? roga-se a quem
estiver nesias circunstancias, dirigir-se a ra do
Seve defronte a casa ds Sr. Dr. Navarro.
AttenQao attenco!
O inlercsse pecuniario de cada um dos accio-
nistas da compaohia de Beberibe, c mais ainda a
gloriosa offeico que todos devem consagrar
prosperidade desla bella associaco, sao motivos
do sobra para que nao deizera de comparecer a
sessTii da assombla geral convocada para o
dia 23. Da eleico da nova direcco depende o
engrandecimenlo, 011 o estado precario em que
se diz estar presentemente a companhia. Sem
intenco de ofiender a modestia de pessoa algu-
ma, lomamos n liberdade de lembrar para direc-
tor um dos lllms. Srs. :
Commendador Joo Pinto de Lemos.
Director Jos Mamcde Alves Ferreira.
dem Joo Capislrano Bandeira de Mello.
Attenco.
h
Chegou ha poucos dias de Montevideo a barca
franceza Fgaro, com um bello carregamento
de burros e cavallos, entre os quaes se acharo
mui bellas parelhas ; os prelendenles podem di-
nglr-seno escriplorio da ra do Trapiche n. 11,
para Iralar.
O Dr. Carneiro Monteiro roga ao
Sr. que se responsabilisou pelo estrago
feito por um almocreve do seu corres-
pondente em seucabrioiet, que queira
apparecer na ra do Livramento n. 25
as 9 da manhaa ou as 3 da tarde.
Companhia do Be-
beribe
O Sr. caixa da companhia (commen-
dador Manoel Goncalves da Silva) eta'
autor isa do a pagar desde hoje o 24* ai-
videndo a razio de o,S'150 por accao.
Etcriptorio da companhia 19 de maio
de 1860.Jos Teixeira Bastos, secre-
tario interino.
Ra do Crespo, loja de miu-
dezas de t)>es portas n. 5.
Chegou loja da nova fama um tico c com-
pleto 8ortimenlo do gollinbas de puro linho com
punhos, e de apurado gosto em seus desenhos,
pelo.baratissirao proco & 8*. ditas lambem mui
ticas viudas do Porto a, ditas mui delicadas,
pelo diminuto preco de 5J>.
Seda frxa para bordar.
Vcnde-8etim rico soriimenlo de seda frxa pa-
ra bordar a 120 cada miadinha, sendo cores
mui bonitos
Agua de flor de laranja.
Agua d flor e laranja de muilo boa qualida-
de, pelo baralissimo prc?o do 500 r. o frasco.
ao p do arco de Santo
Antonio,
chegou um rico e completo soriimenlo de bicos
o rendas, tanto largas como eslreilas, que se
vendera por preco commodo.
O abaiio assignado comprou a taberna da
ra do Rangel n. 79, ao Sr. Manoel de Souza la-
va res, livro e descrtibaragada de ludo quanto poa-
sa haver.Bornati^no Jos da Silva.
- Manoel MoreirV da Costa relira-se para a
Europa, e deixa por seus procuradores, durante
a sua ausencia, em primeiro lugar o Sr. Joo
Fernandes Prente Vianna, em segundo ao Sf.
Francisco Ignacio Tinoco de Souza, em terceiro
ao Sr. Jos Pereira de Azevedo, e encarregado
de sua casa coromercial para comprare pagar, o
seu socio o Sr. Manoel Martins Carneiro.
" Manoel Rolemberges de Magalhes Basto
v visa aos habitantes da villa da F.scada, que esto
todos os dias ezpostos venda os bilhetes, meios
e quartos da lotera da provincia, em sua casa
na ra da Matriz. Bilhele iiiuirollj>000
Lino Antonio Saraivafaz publico para eonhe-
cimento de quera possa interessar, que tem justo
c contratado a compra da taberna sita uo.lugar
Campo Verde desla cidade, de proprieddo do
Luiz Jos da SilveinT; por isso roga a qujtlquer
pessoa que se julg'ar com direilo a dita taberna,
de apresentar seus litlos no prazo de 8 dias da
data deste, para serera attendiios. Recife 18 de
maio de 1860.
Precisa-sede um boleeiro quetenha pape-
leta : a tratar em Olinda, nacocheira do Vara-
douro.
serrana
vende-se
Vende-se.
Na ra Nova de Santa Rita,
de Ignacio Bento de Loyola,
por preco commodo, um sortimento
completo de taboas e amarello, louro,
se.iro etc., e armacoes de camas de ven-
to, bem feitas, e de boa madeira a
2#500.
Eduardo Alva, subdito Peruano, segu para
o* porlos do sul.
a
O feijao mais superior que ha, ven-
de-se na ra do Codorniz n. 18, srma-
em em frente travessa da Madre de
eos, por menos dinheiro que em outra
parte, alim de desocupar o armazem.
Companhia do Be-
beribe.
Nao se tendo concluido os trabalhos
encetados na sessao da assembln geial
convocada para o dia 18 do corrente, a
direcco por deliberarlo da mesma con-
vida a todos os Srs. .accionistas a reuni-
rem-se quarta-feira 23 do corrente ao
meio dia, para a continuarlo dos mes-
mos trabalhos proscriptos pelo ait. 19
dos respectivos estatutos.
Escrip torio da administra cao da Com-
panhia do Beberibe 18 de maio de 1860
Jos Teixeira Bastos, secretario in-
terino.
Precisa-se de um. homem para
distribuidor deste Diario, dentro desta
cidade : na livraria n. 6 e 8 da praca
da Independencia.
Borzeguins inglezeSe
Amansa calos.
Chegados do hoto, pelo preco do coslume; na
loja do vapor, na ra Nova n. 7.
Precisa-sede urna ama que engommo, co-
zinhe, e tome conta da casa de um homem sol-
teiro j idoso : na loja de Leite & Irmo, na ra
da Cadeia do Recife n. 48.
Aos marchantes.
Vende-se urna vacca propria-fcara maUr-se :
na ra de Borlas n. 126,
Jl
a**\ /r-i 1


/=
DU10 DE PERNMBUCO. m.GVk FEIRA II DE MaI DE 1860.
b
-yB'
.&>
A. N. Osborn, retratista americano convida ao rcspcitavel publico pernambucano, para
visitar scu eslabelecimento de retratos pelo syslema ambrolypo, com vidros dourados e se respon-
sabilisa pela sua ctjuservacao Ilimitada, como lambem enconirarao um salao especial para senho-
ras c grande e variado sobrccelcnics de objeclos perleocenles a mesma arte.
Retratos para todos os pronos e ao alcalice de todas as boleas de 3J at 30g : na ra do
mperapor fi. 4, bandeira americana.
\
Milho c fardo.
Prelo a 4J50O, milho a 45 o sacco, e cm cuin
a 340 rs. : na taberna da estrella, largo do Pa-
raizo n. 14.
FOLIUNIUS PAB4 i860.
Esto venda na nvraria da, praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
..Jbssas nesta typographia, dasseguintes quali-
dades :
FoLl'AlNHA RELIGIOSA, contendo, alm do
kl alendado e regulamenlo dos direitos pa-
rochiaes, a continuaco da bibliotheca do
i^rislo Brasileiro, que se compe: do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
or, hymnos ao Espirito Santo e
a N. S., a imilacao do de Santo Amlirozio,
jaculatorias e commemoraejio ao SS. Sa-,
ramelo e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para orajo mental
dividido pelos dias da semana, obsequies
ao SS. corajao de Jess, sauda;5es devo-
tas s chagas de Christo, oraces a N^^-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjoda
guarda, respondo pelas almas, alm de
outras oraces. Preco 820 rs.
i-mi
s AUenco.
% Curso pratico e theorico de lingua fran- @
@ ceza por urna senhora franceza, para dez @
3$ moijas, segunda e quinta-feira de cada se- (
4| mana, das 10 horas al mcio da quero
% quizer aproveilar pode dirigir-so a ra da '
% Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos @
adiantados. **.
<*@ g@@@ S'
Agencia de passaporte e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fra do imperio, por preco com modo e
presteza : na ra daPraian. 43, primeiro andar.

Alianak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o correne anno de
club.
Nao podendv r Vug^|>or motivos extraordi-1
narios, as corrii as annunciadas para o da 12 do I
correnle, a con missao directora tjaaaferio para1
o dia 17. Recite. 10 de maio de 18*0.
Os socios que quizerem inscrever seus eaval-
loa deverao dirigir-sc ao thesoureiro da mes-,
ma commissao i t o dia 15 s 2 horas da larde,
depoia do qaal nenhuma iofcripqo lera lugar ;
aasim como roa-so- de maridaren buscar suaa
entradas Jl o nesmo dia.
xrTTTfryr pttttt yttttttyyttat*
l DIN1ISTA FRANCEZ. \
\L Paulo Gaignoui; dentista, ra das La- <
f rangeiras l. Na mesma casa tem agua e *<
p dentiflec. 2
fci-AAAAAAA lAAAi.AAJ.J_lA Ai. IjUUJl.*
Capelladi Nossa Senhora da
Conceigo da estrada de
Joo de Barros.
A masa directora di sociedade dos devotos
destaxapella, nao podendo scr-lhe indifferente
a calamitosa qnadra, na qual as epidemias rei-
nantes van ceando tantas vidas, lundo-exposlo
venerarn du; liis a veneranda imagem de
sua augusta i> oledora, reselve lambem apre-
senlar a rairac llosa imagem do Senhor S. Braz,
advocado conlia os males da garganta. Assim
convida a lodos os fleis que venham recebar a
beneaoquea santa igreja determina seja feita
soba intercessio de to glorioso sonto; cuja se-
r feila pcio u:ui digno membro da mesa rege-
dora o Rvmd. padre mestro Lourcnco de Albu-
queLoyola. qje expontaneamenle offereceu-se
para esto lim. As referidas imagens eslarao
exposlas a vei eraran dos fleis de hoie (16 do
correnle) al cue o Omnipotente se digne amer-
ciar de nos. O secretario, Luiz Francisco de
Paula Ramos.
Nova casa de pasto
da aguia de ouro.
Na ra estreita do Rosario n. 23 con-
fronte a ru i das Larangeiras, fornece-
e almoco <; jantar com todo o asseio e
promptidSce uiais harato do que cm
outra quale uer parte, assim como se
achara' comida prompta a qualquer
hora que si: procure.
Manoel laia da Silva, vendo no Diario de
Vernambuco c .>. 14 do correnle, o annuncio dos
herdeirofl do inado Jos Eugenio da Silva Ra-
mos,em que te convida a qualquer que sejulgue
prejudicado em seus direitos com a venda do
engenho Camiragibe deSerinhem, pertencenle
ao mesmo fin ido, p3ra que aprsenlo seus ttu-
los dentro de 15 dias, vem pelo presente declarar
3ue credor Jo mesmo (inado da quanlia de
568275, alen dos respectivos juros, e isso como
herdeiro do si u finado irinao Joaquim Maia da
Silva que era credor do mesmo fallecido Jos
Eugenio de n aior quanlia, e portanto protesta
usar do seu dircito em lempo competente, sen-
do que desde j declara que nao autorisou a
Joaquim da Sipa Castro a fazer qualquer refor-
ma as lettra i provenientes das transarcoes ha-
vidas entre su finado irmo e o fallecido Jos
Eugenio. R"cite 15 de maio de 1860.
OTSsna 4wip
FITA DE VARIEDADES, contendo e kalenda:
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna colleecio de ancdotas, ditos chisto-
sos, coutos, fbulas, pensamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca Je cozinha,
quer de cultura, e preservatiro de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
'ITA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direito8
parochiaes. Pre o 160 rs.
Hoga-se aos Srs. devedores do eslabele-
cimento do fallecido Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldarem seus dbitos na ra do Col-
* legio venda n. 2 ou na ra do Queimado loja
Terceira parte da primea-
ra d Espirito Santo.
Aos 10:000$, 5:000$ e 1:000$.
O abaixo assignado tem exposto a
venda os seus biihetes garantidos dos 8
por cento ao imposto geral m.t lojas se-
guintes :
Prara da Independencia n. 40.
Pateo do Carmo n. 17.
Ra estreita do Rosario n. 11.
Aterro da Roa-Vista.
Ra do Crespo n. 5.
Ra da Cadeiado Recife n. 66.
Precede bilhete 12^000
Mcio 6$000
Quarto 3<000
Vende-se em seu escriptorio na ru
do Imperador n. 21, cm porcoes de
lOOjjf para cima pelos seguintes precos:
Bilhete 11 $000
Meio 5^500
Quarto 2$7 i0
Cs bilhete premiados de sua rubrica
sao pagos na praca da Independencia
n. 40.
P, J. Layme.
mi Ll)SO-BR\SLElKA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAte,ndo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e escolenles ac-
commodaces para muito maior numero de hos-
pedesd novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos-presos
Do-se amostras com penhor.
visitero esta capital; continua a preslar-lhes seus
serviros e bons officins guiando-os cm todas as
cousas que preciscm conhecimento pratico do
paiz, ele. : alm doportuguez c doinglez falla-se
na casa o hespanhole francez.
Lindos corles de vestidos de seda prclos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordados
Visitas de grosdcnaples'pielo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadriuhos
covado
Diloliso prelo e decores, covado
Seda lavrada preta .branca, covado 1$ e
Dila lisa prela e dj cores, com 4 palmos
. de largura, proptia para-forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Canibraiasorlandys de cores, lindos pa-
droes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlremeios bordados
Manas de Monde brancas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno prelo e de cores de todas as qua-
lidadcs, covado
Casemiras idem dem dem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeites de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de Itabo e algo-
dao, brancas e de cores
Sajas balo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas franeczas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de roupa feila
sendo casacas, sobrecasacas, paletols,
S colktes, caigas de muitas qualidades
de fazendas 9
i Chapeos francezes finos, forma moderna Sj500
Um soriiiucnto completo de grvalas de
9 seda de todas as qualidades 9
Camisas francezas, peilos de linho e de f
algodao brancas e de cores i
Ditas de fuslo brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
l200 Capellas brancas para noivas muito finas f
S Um completo sortimento de ffzendaa
3$000 para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes,
1S500 covado f
Meias cruas brancas e de cores para
10$000 meninos *
16*000 Ditas de seda para menina, par 19000
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
19000 menino 93S0
9 Velludilho de cores, covado 1?200
9 Velbutina de cores, covado 9700
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 res, o par 2?0OO
y ] Ditas de seda idem idem 19000
S Um sortimento completo de lu-as de
J900 seda bordadas, lisas, para renhoras,
homrns e meninos, de todas as qua-
9 lidadrs 9
% Corles de coDcle de gorgurao de seda
{640 de cores 9
9 Ditos de velludo muilo finos 9
Lencos de seda rxos para senhora ** S{500
9 Maniiiezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora 9
3f500 i Sapaiinhos de merino bordados proprios
para baplisados, o par 2Jf00
9 Casinetas de cores-de duas largurasmui-
6fl00 I lo superiores, covado lJjOOO
8500;Sclim preto, encarnado e azul, proprio
para fonos, rom 4 palmos de largura,
9260 fazenda nova covado UC00
1500 < Si'lim liso de todas as cores, covado 9
I Lencos de gorgurao de seda pretos 8
800: Belegios e obras de ouro 9
! Cortes de casemirn de cores a 5JC00
fe
i
fe
i
n. 10.
Vendem-se cylindros americanos
paratrabalhar macas com rodas, den^tg policiaes.
tadas le sobrecelentes, muito maneiras
iara o trabal10 : na ra da Senzala Ve-
ha n. 9i.
Deseja-se saber onde existe o Sr.
Pedro Francisco de Oliveira, que em ju-
lliodo anno p. p. esta va no K10 de Ja-
neiro : na ra da Cadeia do Recife n.
15, loja do Bourgard.
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome,idade etc. de seus im-
peradores, res e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, mnicipaes
Cigarros
de Bota Fogo, palha de milho, ha vana,
Para' e hespanhoes em grande e pe-
quenas porcoes : no centrocommercial
ruada Cadeiado Recife n. 15, loja d
Jos'Leopoldo Bourgard.
Carros fnebres.
No estabelecimento de carros fne-
bres do pateo do Paraizo casa n. 10, de
Jos Pinto de Magalhaes, existe alemde
um carro fnebre de columnas e cpu-
la com 7choroes, ha um outro acabado
de novo para anjos ou donzellas, tam-
bemde columnas e cpula ricamente
ornado, fjrrado de seda. Tambem abi
se encarrega de qualquer enterro, for-
necendo-se carros depasseio, cera, hbi-
tos de todas as qualidades, msica, ar-
inacoes, a contento dos interessados,
Compra-se um cavallo preto, cal
jado e de frente aberta, que sirva para
carro : no pateo do Paraizo n. 10.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, eclesiasticos, litterarios
le toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agricolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da soeiedade.
Por um corle de cabello e
risamenlo 500 rs.
Ra daImperatriz n. 7.
Lecomle araba de receber do Rio de Janeiro
oprimeiro ce ntra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c um ou ro vindo de Paris. Esto estabele-
cimenlo est hojo as melhores condicoes que
possivel pa a salisfazer as cncoramendas dos
objeclosem cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejara : narraras a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, bracele es, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
ballciras de loda a especie, para homens e se-
nhora?, lava -se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Uuilos, sejm deixar urna s pelcula na
cabeca dos c entes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objec os em cabello sera o feilos era sua
prcsenca.se o desojarem, e achar-se-ha sempre
urna possoa lisponivel para corlar os cabellos, e
penlear as simhoras em casa particular.
E' chef ndo loja de Le.comte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o escolente leile virginal de ro-
sa branca para refrescar a pelle, tirar pannos-
sardaso espinhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar c fazer crescer os cabellos>
assim como pos imperial de lyrio de Florcnca
para, bortueps c asperidades da pelle, conser"
va a rescurii e o avelludado da primavera da
vida.
g DENTES
i AUTIIICIilES.
Ruaestreita do Rosario n. 31
$J Francisco Tirrlo Ozorio colloca denles ar- @
^ tificiaes pelos doussyslemasVOLCANlTE, @
m chapas de ouro ou platina, podendo ser
$ procurado na sobredila ra a qualquer {g
& hora.
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
Je Leile & Corroa era liquidaqao, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
wmm
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
na botica franceza ra da Cruz n.22.
Lices de francez e|
piano.
|jj Madtmoiselle Cleraence de Hannetot *^
W de Manr oville continua a dar licoes de g
% francez e piano na cidade e nos arrabal- i
7^ des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar. *
wmm msem sasm J. Froiti vai para o sul do imperio.
Trecisi-so de urna mulher porlugucza para
coser, engo nmar, e lomar a seu cargo o gover-
no de um? casa de familia porlugucza; quem
estiver ncslis circumslanr.ias, dirija-se a impren
sa deste jor lal por carta fochada com as iniciaos
S. C. T.
Prccis i-se de 8:000,J a juros sobre hypo-
theca de un predio de duplicado valor : quem
os tivereqnizer dalos, pode dirigir-se a ra das
Larangeiras n 15, primeiro andar, que achara
cora quem ralar.
O Or. Cosme de Sa' l'ereire
|de volts desua viagem instructi-
jtiva a Europa continua no exer-|
scicio de sua prossao medica.
Da' consultas em seu escripto-|
no, no bairro do Recife, ra da|
[Cruz n. 53, todos os dias, menovt
nos domingos, desde as G horatS
t as 10 da manhaa, sobre o$|
seguintes pontos :
1*. Molestias deolhos ;
1*. Molestias de cora cao e de;
peito ;
3-.>i4ol8tas dos orgos da gera-j
o3o, e doanus ;
4". Praticara' toda e qualquer
operaclo quejulgarconvenien-
te para o restabelecimtnto dof
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultarem sera' feito indistincta-
I mente, e na ordem de suas en-
t r a das; fazendo exceptu os doe n-
tes de olhos, ou aquellesque poi
motivojustoobtiverfmbora mar-j
Neste proveitoso estabelecimento, que pelos no vos melhoramentos gilos acha-se conve-
nientemente montado, far-se-ho' tambem do 1 de novembro em vante, contratos mensaes para
maior commodidadee economa do^publico de quem os propietarios esperam a remunerado do
tantos sacrificios.
Assignatur de banhos frios para urna pessoa por mez.....10JO0O
mornos.de choque ouchuviscos por mez 15^000
Series dn r.artnr s p. banhos avulsos aos precos annunciado._______________________
aw0uSaotEpo9i:apicai 45.[{ua Dircila45
tJevnamluicaua. r^nan r^nnn
Domingo, 20 do correnle, s 9 horas da ma- L,C. >*SU a O^UD.
nhaa.haver sesso ordinaria do conselho direc- O proprietano deste estabelecimento
[altendendo ao estado pouco lisongeiro
[ da bolsa da maior parte da populacao,
Tje animado por um senlimento pbilan-
= O abaixo assignado passou sua residencia __.-
honra
tor, no lugar do costume.
/. I. Dornellas Cmara,
Io secretaiio.
O abaixo assignado passou sua residencia | tl-opco cm p,-0l d8 ?eus an
para a villa de Ignarass, e por este, disiiede-se I
de ludas as pcssoiis com quem lem araizade, por-
que pela sua rpida viagem nao pode fazer pes-
soalmcnte: outro sira, que alli se acha nadita
villa para bem servir a todos os sius freguezes,
como era de seu costume.
Ignacio Gomes Forlo.
JCoiisnllorio cenlral homeopalhieof
1 IPIlMMIBinKD. 1
Continua sob a mesma dircci ao da Ma- &
@ noel de Mallos Teixeira Limaj professor @
@ cm homccpalhia. As consullas como d'an-
i
Botica central hoiucopalliica

|cada para este lm.
A applicacao dealgnni medica^ @ Do
imentosndisPensavesemvario^|DR. SABINO 0, L PIMO-
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera'feito,ou concedido
gratuitamente. A confianza que]
nelles deposita, a presteza de sua ]
>!acc5o, e a necessidade prompta
de seuemprego; tudoquanto o
demove em beneficio de seus I
doentes.
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
Este xarope esl approvado pelos mais eminentes mdicos de Paris,
_:omo sendo o melhor para curar coistipacoes, losse convulsa e ouiras.
aeccues dos broocbos, auq-ies de peito, irritares nervosas c iiisomnolencbs: urna colberada
pela manba, e outra a noiie sao sufcientes. O eireito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o medico. "^
O dipotUo na ra larga do {otario, botica de Dartholo neo Francisco de Soma, n. 36.
NOVO DEPOSITO
DE
FUN
[RO I. \I,
Ra do Brum (passando ochafariz.)
No depoxVlo ueste estabeleeimeiito sempve lia grande soTmento Ae me-
enanismo para os engcnlios Ae assueav a saoer:
Machinas de vapor modernas, de golpe cumprid, econmicas de combustivel, e defacillimoassento ;
Rodas d'agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancads.s;
Cannos de ferro, e portis d'agua para ditas, e serrilbas para rodas de madeira*;
Moendas inteiras com virgens muito (ortes, e convenientes ;
Mtias moendas com rodelas motoras para agua, cavallos, oubois, acunbadas em aguilboes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, -e de cobre
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para s fornalhas;
Alambiques de ferro, momhos de mandioca, fornos para cozer farinha ;
Rodetas dentadas de todos os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois'-
AguilhSes,bronzes e parausos, arados, eixos e roto para carrosas, formas galvanizadas para purgar etc., etc.
D. W.Bowman confia que os seus freguezes acharo tudo digno da preferencia conll
que o honrara, pela longa experiencia que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-jC
Ruado Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
Borolt Sl C atlcndendo a que os senliores con-
sumidores de gelo sao pela maior parte residen-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Vista, e
que lutariam com grande diffieuldade se este es-
labelecimento estivesse collocado no bairro do
Recife, poderam encontrar na ra do Imperador,
confronte ao oito do deposito do gaz, um arma-
zem com as proporces exigidas para deposito
deslogeoero, o qua estar aborto concurren-
cia dos rPsmos senliores, das 8 horas da ma-
nhaa s 6 da tarde do dia 3 do correnle em
diante.
Guilherme Pursel aluga a sua caso em San-
to Amaro, quasi defronle da fundico do Sr.
Starr, com commodos para grande familia, ou
mesmo para um collegio, assim qmo vende o
seu sitio e casa defronte da capella de Beliem,
tambem com grandes commodos, Ierra rfe plan-
laco e arvoies de fructo : os pnrcndenles diri
jam-seao mesmo sitio, ou i r/a do Imperador
n. 26. defronle da casa da reliHio.
|ESr,RIPT0RIO DE ADYOCAAl
DOS HACHAREIS
Cicero Odn Peregpioo da Silva i
e
f Aofeliano Augusto P. de Carvallio.
Novos medicanientoshomcopathicos en- @
viadosda Europa pelo Dr. Sabino. a*
lisios medicamanlos preparados espe- &t
cialmente segundo as necessidades da lio-
meopalhia no Brasil, veudc-se pelos pre-
gos conhecidos na botica central horneo-
pathtea, ra de Santo Amaro (Mundo No- S
vo)n 6. H
* @@@@
AUenco.
fie-
guezes, tem a liorna de oll'erecei-llies
um resto de borzeguins de bezerro e
lustre, tm muilo boui estado, mediante
a retribu cao cima.
PUBLICAQAO JURDICA
Do delicio e do delinquen te.
:u$$33 3)3 iDdiaiaiD mmwBSt
PELO SR, DOI.TOR
Braz 1-loreulino Hcuii(|ues do Souza,
Lente da Faeuldade de Direito.
Acha-se nos prrlos da typographia universal,
c brevemente salara 6 luz esla intcrcssanlu pu-
blicado, para a >iual se receliem asignaturas
razao de 3# por cada cxemplar, as livrarias de
Guimares fi Oliveira, ra do Imperador n 20,
e de Nogueira de Souza k C, ra do Cresiio jun-
to ao arco de Santo Antonio. As pessoas que
liverem lido a lico sobre a reineidencio publica-
da pelo mesmo autor, econhererem a importan-
cia dos artigos 2." c 3. do nosso codigo^Mmiiial,
podcraojulgar do mrito das lieoes que agora an-
nuuriamos, elaboradas sobre o mesmo plano da
priineira, e contendo a explica^ao desenvolvida
dos citado arligos do cdigo com seus para-
graphos.
Augusto Muniz Machado, subdito portuguez,
relira-se para as provincias do sul.
ftpA DO QUEIMADO
'PRIMEIRO ANDAR.
tore, deste provincia, e pelo facto de mandar construir VBBBMmmt^'^o^^7^^\X
mais acrediUdas fabricas da Inglaterra, para onde elle faz viagem annual para o dito fi'm,
assim como pela coutinuaco da sua fabrica em Pernambuco, para modificar o mechanis-
mo a vontade dte cafa comprador, e de fazer os concertos de que podor&o necessitar.
- Precisase alugar um preto para
ervQO de casa estrangeira, que nao se-
muitomoqo: quem os tiver dirija-se
Os effeitos antiepidemicos, que sao produzidos
pelas fumigbaos hygienicas de Guylon do IIor-
veau, sao efliazcs, como provaa experiencia que
dellas se tem lirado ultimcmenle. Os vaporas
que se elevam de urna formula dc-ta fumigaran
bastam para desinfectar um espago de 340 pos
cbicos ; e de l, as ntricas, assim explica f.ar-
nichael Smilh. O andaro que nos vecha de pr-
senle, tem ccifado muitas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
poisde opparecido) as pessoas desta cidade, onde
oulra qualquer parle, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se tem manifestado, recorram
botica n. 88, na ra Direila. onde se acha ven-
da quantidade daquelle desinfectarle. O Sr. Do-
mingos llibeiro da Cunha, morador na roa da
Praia n. 49, roconhecendo estar a sua rasa Ace-
tada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-Ihe a fu-
migaeao, produzio ella salutares resultados : as
pessoas pois. cm idnticas circunstancias, que
precisarem das desinfccccs, o arharao sempre
prompto para mandar eecluar a devida applira-
jao. O mesmo lambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar na- casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mui-
to approyeitzm, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das habitaces ; assim como
de importante"ulilidade a sua .ipplicaco as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detrgeme para
preserva-las do estado de pulrefaeco. A maneira
de applicar se achara na etiqueta* O preco de
2^000.Jos da Rocha raratihos.
COJUFAUIilA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
Asgo m mu.
CAPITAL
Cinco mYYioes de libras
eslerUuas.
Saunders Brothers 4 C.? tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, prourietarios de
^sas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente utorisados pela dita coropanhia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo e po-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
Aluga-se urna baixa grande de
capim a qual da' no vero e invern,
sita na Soledade: os pretendentes diri-|obeclos 1ue contiverem os mesmos edificios
f, OUer consista am mnhitia mi om (lunilii A,
jam-ie a ra da Cruz n. 4.
quer consista em mobilia
qualquerv Cidade.
ou emfaz*a4aa de
Antonio Jos Ferrcira Alvrs, mudou o ;$
S seu gebintle de consullas medicas-cirpr- @
gicns e operarocs para a ra doOuein'ado @
;i n. 38, primeiro andar, aonde peder ser
$ consultado al ,'is 8 horas da inanliaa c {
i-i das i s 6 da tarde Chamudos a (oda a '.
& hora do dia c da noilc, sendo os pobres
tratados e attendidos gratnilanirnle.
22;uaNova21
Lotera da provincia com ga-
ranta.
Na casa cima indicada adiar-se-ha sempre
ura variado sortimento de biihetes da lotera da
provincia salisfaco dos compradores, que lea
um ahile de 10 0i(' cm quanlia maior de 100JJ.
Os biihetes vendidos nesla casa sao garanlidos
sendo os 8 0|0, pagos logo que te exlrair a lote-
ra : por isso convidase aos amantes deste lici-
to jugo a virem cmpralos aqu, que hao de i-
car salisfeitos.
Inleiros 120tl0.
Meios 6S0O0.
A. 1. Deluhe.
Altestadodacura.
Rlieumalismo no jocllio da perna
direila.
Eu abaixo assignado declaro que acbando-mo
gravemente allacado de licumalismo no joc-
lho da perna direila, por mais de dous annos, o
qual me privava de dormir, e applicando varios
medicamentos nio fui pcssivrl oLlrr melhoras
algumas, recorr as CHAPAS MEDICINAESdo Sr.
Ricardo Kiik, escriptorio na ra do Parlo n. 119,
e no espaco de 2 i dias fquei perfcilamenle bom ;
por ser verdade passei o presente, o qual vai por
niini assignado.
Ra do Ouvidor n. 10, Rio de Janeiro.
Luiz Venancio da Rocha Yianna.
Aluga-se urna excellente casa de-
campo com grande sitio, na estrada da
Casa Forte, com todas as commodida-
des para familia, cocheira, estribarla,
tanques para banlio ete etc,: qutm
pretender a mesma dirija-se a ra da
Cruz n. 4, casa de iV. O. Bieber & C,
successores.
O abaixo assignado faz scicnle ao respeita-
vel publico, que deixou de ser caixeiro dos Srs.
Raymur.do de Carlos Leile & Irmo, desde o dia
16 do correle, e aproveita a occasio para agra-
decer aos mesmos Srs. o bom tratamento quo
levo durante o lempo que estere em sua casa.
Recife 16 de maio de 1860.
Antonio Machado dot Santo.
-jr~icsi i


^-T
m
%i
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da
roa do Vigario n. 12: a tratar na travessa da
Madre de Dos o. SI.
O abaixo assignado palo presenta declara
ao respeavel corno do commercio e a todos en
geni, que nao existe nonhaon lettra, sus cm
circularlo, ecomo httja urna protestada a qual
foi acceita por petsoa de igual neme, por isso
declara nada dever por lettra adra de prevenir
qualquer incidente. Recite 10 de maio do 18G0.
Joaquim Jos Baplitla.
Aluga-se urna das melhores casas no Ca-
xang, coro bastantes comtuodos: a tratar na
ra da Paz n. 48. _________
Joo Jos de Carvalho Moraes, lhos e
genro agradecen) cordialmcnte a todas
aquellas pessoas que se dignararn assislir
aos ltimos suffragios de sua sempre cho-
rada esposa e ruai D. Candida da Silva de
Jess Moraes.
Prccisa-se de duas amas, urna pa-
ra cosnliar e outra para engommar,
danJo-se preferencia a escravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
Precisa-se para casa franceza de urna ama
forra ou escrava, que saiba bem engommar e co-
ser : a tratar das 9 horas da manha s 2 da tar-
de, na ra do Imperador n. 7, confronte a ordem
terceira de S.. Francisco.
William Noake, vai a Inglaterra.
| Ao publico
X Acliando-se grassando epide-
H micamente angina e a escarlati-
* na, olFer.'cemos as mais de fami- M
3> lia o tratamento homeopathico, | contendo os symptomas das mo- w
gj lestias e dos medicamentos apro- M
i priados om a maneirade os em- ,
pregar Assim como carteira com
j os medicamentos homeopathicos |j
| para o ma4. 3
N. B. Medicamento especifico jgj
% e preservativo para estas aFec- fl
M c,oes. Em glbulos e em tintu- ||
gp tas. Pateo doCarmo n. 5, pri- a
J metro andar, largo do Paraizo
jtj n. 13, sobrado de um andar. f
wmm
Na na do \igario n.27 se dir quero preciso
de mn humero de meia idade.
No restaurand c caf do commercio preci-
sa-se de dous criados foros ou captivos para o
servico de copeiro.
Urna pessoa habilitada, que tem de seguir
para as partes do sul e centro desta provincia, a
tratar doscus negoeios, prope-se a tazer cobran-
ras, c d fiador: quera do seu prestirao se qui-
zer ulilisar, dirija-se a ra Direita n. 76, que
ochar coro quem tratar.
ummmtm v&wswa mimo*
Na ra do Pilar o. 82, obraco,
precisa-se de nma ama para catuana r,
livre ou escrava, podendo dormir lora
se assim contratar se.
Ao publico.
Ficou transferida para o dia 18 do corren ti a
arrerualacao das tres casas pertencentcs ao ca al
do fallecido Manoel Joaquim Pereira, annunc a-
das no Diario n. 112, cujas casas sao: im
excellente sobrado de tres andares, edificado i m
chaos proprios, em urna excellente ra corami r-
cial desta cidade por ser juntoaalfandega, na la
do Amonm n. 41, com duas frentes, tendo bem
armazem e excellenles commodos para grande
familia, om o qual de presente mora o Sr. Fran-
cisco Guedes de Araujo ; e duas casas terreas 10
bafrro da Boa-Vista, na ra do Arago ns. SI c
35, tambera cora excellenles commodos, e excel-
lente morada por serem frescas e boas, cujas i-
sas sao foreiras. \
Na ra do Lirramenlo ., 9, precisa-se le
urna mulher de meia idade para fazer, algum ser-
vico de portas dentro, prefermdo-se eslran-
geira.
Na travessa da ua das46nizcs n. 2, segu.-
do andar, ao pdesta typographia, linge-se con
perteico de qualquer cOr, e mais barato que e n
outra qualquer parte.
Aluga-se urna casa terrea no lugar da Ba -
xa Verde, com duas salas grandes, cinco quario ,
cozinhafra, quintal murado, com cacimba o boa
agua : a tratar na Baixa Verde, sitio do Arante i,
ou na praca da Iedependencia, loja ns. 13 e 1!>.
Ama deleite.
Precisa-se de urna ama de leile do bons co-
luraes, e que lenha abundancia de leite, para
criar urna crianca de um mez : roga-so a queri
eslivorneslas circunstancias, dirigir-sea ra lai-
ga do Rosario, pas3ando a botica, a segunda loj
de miudezas, que se dir quem precisa.
Aluga-se urna escrava para o servico in
torno e externo do qualquer casa do familia
quem precisar, dirija-sc a ra Imperial n.169
segundo andar.
CONVITE
Ao Sr. Primenio Duarte Sibeiro, convida-so e
comparecer na residencia de Joo Francisco An-
luncs na ruada Cruz n.12, para negocio que llu
diz respeilo, ou indicar sua morada e residencii
para ser procurado.
Muita attenco.
Offerece-se um rapaz portuguez para caixein
de qualquer taberna, o qual tem bastante prati-
ca : quem se quizor utilisar do sen prestirao, an
nuncie por esta folha, indicando a sua dorada
para ser procurado.
= Quem quizer urna ama para co?inhar, difi-
ja-so rita de Hortas n. 30, que achara com
quem tratar.
i
ce
Os Drs. em medicina Pruden-
cio de Brito Cotegipe e Manoel
Alves da Costa Ufaneante conti-
nuam a reiidir na ra do Im-
perador n. 11 B aonde podem ser
procurados a qualquer hora do
dia ou da noite para o ejercicio
da sua proissao. Especialidades
partos e molestias syphiliticas.
alguns
Aluga-se a excellente e comraoda
casa da ra da Aurora n. 26 : a tratar
na mesma ra n. 16 A.
Tlio naz de Paria saca sobre Por-
tugal no prximo paquete : escriptorio
na ra do Trapiche n. 40.
Precisa-se de
meninos para aprender o of-
ficio demarciueiro: narui de
S. Faancisco confronte a igre-
ja armazem que tem a ofici-
na da parte de detraz.
Constando ao abaixo assignado
Di*. Lobo Moscozo que um-miseravel
traficanteanda em nome do annun-
ciante azendo dividas em diversas lo-
jas, declara que no tem autorisado
era jamis autorisara' a pessoa algu-
m.i a iazer dbitos em seu nome, e por
conseguintede raaneira alguma pagara'
divids contratadas por quem quer que
seja, e declara mais que usara* dos
mios que a lei Hie faculta contra aquel-
es que se apresentarem querendo co-
brar dividas contrahidas por esta for-
ma, pois o annunciante nao pode vef
nisso seno dolo e ma' fe, para nao usar
d* outros termos. Recife 1 de raaiode
1800. r. Pedro de Athayde Lobo
Moscozo.
Flores de cera em cinco
lices.
O artista Jos Ricaud recentemente chegado
da Corle, offerece ao publico em geral. e em par-
ticular ao bello sexo, scus lindos trabalhos de ce-
ra claas ; d licoes cm casas particulares; expo-
sicao dosquadros.na ra do Cabug n. 3 A, casa
do horticultor franecz.
Da-so 600JJ0OO a premio de 2 por cenlo ao
mez, sob penhores de ouro : na loja de livros do
Sr. Figueiroa so dir quem d cssa quantia.
= O Dr. Ignacio Firmo Favicr faz publico, que
no obstante nao achar-se ainda completamente
reslalielecido do grave incommodo de saude de
que fra accommeltido desde novembro do anno
passado, tem com ludo destinado empregar algu-
mas horas em o exercicio de sua proissao, para
o que poder ser procurado das 9 horas da ma-
nh.ias 3 da larde, n.o pateo do armo, sobrado
n. 9, primeiro andar ; c desta hora em diante no
Cachang. O mesmo doutor havisa a seus fre-
guezes e a todas as pessoas que o quizerem hon-
rar, coufiando-lheseusdocnles, que tem rcora-
nisado a sua casa de saude, sita na PassagenTdo
Magdalena, enlre as pontes grande o a pequea
do Chora-menino, que alem de se achar montada
convenientemente dispe de commodos para
mais de 40 doentes, segundo a cathegoria e se-
xos, pelo mais coramodo prego, que na actuali-
dade se pode fazer. As pessoas livres recolhidas
enfermara pagaro a diaria de 3J, e escravos
23 ; dando-so ainda algum abatimenlo no caso
de que a molestia se prolongue por mais de um
. As pessoas que desojaren) um tratamento
distincto pagaro na razo da despoza que fize-
rem. Para tratar, podem dirigir-se casa do pa-
teo do Carmo cima indicada, ou com o Sr. Jos
firmo Xavier na dita casa.
J Hunder, alfaiate allemio, avisa ao publico
era geral, que mudou-se para a ra Nova n. 69,
e oceupa-se continuamente na sua arte em fazer
obras das modas seguintes : da franca, da Ingla-
terra, da Allemanha, da Hungra, etc., etc.; pois
os senhores amantes da moda sncontraro todos
os mezes modas e azendas novas para o pro-
gresso brasileiro.
Aviso aos apaixonadosda
mo de vacca.
Nu rua.do Hospicio n. 3, com rotlo na por-
ta, ha todos os domingos o das sanios, das 4 ho-
ras da manhaa at as 8 do dia, excellenle mao
de vacca, assim como tambem se ornece para
casas particulares : a meama casa fornece-se
comida para fra.ludo com muito asseio epromp-
macionadaPretendeleS ii*-" *
A mesa re do SS. Sacramento da Boa Vista, con-
vida a todos os seus irmaos para no dia
20 do corrente pelas 10 horas da ma-
manhaa comparecerem no consistorio
da mesraa.afim de compor-seuma me-
sa geral paratratarem do novo compro-
missoque ja oi apresentado pela com-
missao. nao ignorando nossos irmaos a
necessidade que temos de um compro-
miso que meliior reja a njssa irman-
dade, pedimosque se dignem de compa-
recer a este convite tao justo. Rea-
e 12 de maio de 1860. O escrivao,
Guilhermino de Albuquerque Martins
Pereira.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
engommar : na rui do Brum, armazem n. 10.
Manoel Carakanli Brrelo Lins, encarre-
gado da liquidacao da casa de seu fallecido irmao
Jos Cavalcanti Lins, roga a todas as possoa
queso julgacm credores do dito seu fallecido
irmao o favor de apresentarem suas conlas den-
tro dopraso de 8 dias.
Precisa-se de urna ama de leite para aca-
bar do criar, por 5 mezes ou a ainda mesmo por
pouco lempo, nao se olha prejo : na Praga da
Independencia ns. 1 c3
Ainda est para alugar o 2o andar do 30-
brado da ra das Cruzes n. 35 ; a tratar na
Praca da Independencia n. 3, loja do cheos.
Quera perdeu nma cdula de lOjjOOO rs.,
dando os signaos da raesma, o o lugar onde a
perdeu, lho ser entregue : na ra Diroira n
74, se dir quem a achou.
Na ra da Hortas, sobrado n. 30, ha quem
se encarreguc de fazer comidas para casas par-
ticulares, mandando-se levar a casa dos preten-
dentes.
Tributo degratidao.
Pela enra completa de urna forte inflam-
macao na bocea do estomago.
Urna minha escrava paiecia ha bastante lempo
do urna forte inflammacao na bocea do esto-
mago, acompanjiada de falla da rcspir.iQao,
rauilo cansaco e dores pelas costas, ludo proce-
dido da mesraa inflammacao e com muilos re-
medios que tomou eapulicou nunca pdde obter
melhoras ; ltimamente com a applicaco das
CHAPAS MEDICINAES do Sr. Ricardo Kirk. es-
criptorio ra do Parto n. 119. Uve a satisfaco le
a ver pcrfeitamcnle boa em 33 dias pelo que tri-
buto ao dito senhor meus sinceros agradeci-
tnentos.
Ra do Senhor dos Passosn. 47, Rio do Jar
neiro.
Antonio Jos da Costa.
Reconhecida verdadeira a assignatura supra
pelo tabeliio Pedro Jos de Castro.
Aluga-so o'sohrado d um andar sito na
ra Vclhan. I6, na esquina que volla para o
pateo da Sinta Cruz : quem pretender dirija-se
a ra Direita n. 91, primeiro andar.
Aluga-se urna grande casa em Jaboalo,
cora urna excellente cocheira : os pretendemos
dirijara-se casa a tratar com o Sr. Joao Fran-
cisco de Albuquerque Mello.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo metliodopara aprender a lr,
a cscrever e a fallar nglez em 6 mezes,
obra inteiramente uova, para uso de
todos os estabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro H (anligo largo do Col-
egio) n. 57, segundo andir.
Os berdeiros do fallecido Jos' Eu-
genio da Silva Ramos, querendo ven-
der o engenho Camaragifie de Seri-
nhaem, que llie coube em partilba por
morte de seus pais, convidam a qual-
quer que se julgue prejuiieado em
seus dirritos com esta venda que apr-
sente seus ttulos dentro em 15 dias,
tempo em que se pretende realisar a
referida venda. Recife 8 de maio de
1860.
agenciados fabricantes amerlea-
nos Grouver & Baker*
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 5i.
Nossa Senhora da Pie-
dade.
Acha-se exposla na igreja de Santa Rita de
Cassia, duraute o tempo da presente calamidade,
a Virgem Sanlissima com seu piadoso filho,
venerao dos Ceis que precisarem de sua pie-
dade.
D. Mara das Dores Raymunda do Gu, viu-
va de Jacmtho Silvestre Vicente, estando proce-
dendo inventario dosbansde seu casal pelo jui-
zo de orpbaos, escrivao Brito, pede aos senhores
credores do fallecido seu marido, que quanto an-
tes apresenlem suas conlas para serem declara-
das ao mesmo inventario.
DIARIO DE PERWAMBUCO. SEGUMU f lRA U DE MAIO DE 1860.
t- i ~*
Precisa-se alugar um prcto esCTavo nao
sendo Quito mogo, que seja fiel e activo, para
urna casa estrangeira :
n. 4.
tratar na ra da Gruz
Vendas.
Canarios do Porto
muito cantadores por prego commodo : na ta-
berna da estrella no largo de Paraizo n. 14.
Eslacao envernosa.
Aos ;Srs. commerciantes
e variado sortinplo de
roupas fetas.
Na loja *da ra Direit, n. 87.
Ricos sobrecasacos de panno mullo to a 25 e
28, paletots de fuslao brarftos'* de cores a &J,
dos de alpaca de seda a-a, ditos sobre a 68,
ditos de brim a SfSOO e 4. ditos de esguio de
nlgodau brancoTS^SOO, calcas de brim de linho
, Me cores a 25fJ0. 3$, 3500'e 4f. ditas brancas a
a praca, de fora, cai-?^ori!i'1f,colielideorur^de8eaH!w
y ^ *"'"' ^"a e J. ceroulas de bramante fraocezas a 1600,
grvalas de gorguro, chamaloae, selim e groz
im casa de N.
successort? vende-ie :
Brilhantes C todas as di
Algodaozinho di.1 Bahia.
Cognac em caixai de 1 duzia.
Ditas em Larris.
Vinho xerez em dM^-
Champagne da mu acreditada marca
Barre & C.
Ferro da Suecia.
Dito inglez.
Ac de Milao.
Lonas, brinsces e brins para vella.
xeiros de taberna, fei-
tores, etc., etc.
Na grande fabrica de tamancos da ra Direila,
esquina da travessa de S. Pedro n. 16, ha conti-
nuadamente um grande e riquissimo sortiraonlo
de (amneos de todas as quahdades, que se ven-
de tanto a retalho como em pequeas e grandes
porcoes, por menos do que em outra quilquer
parte ; assim como tamancos feilosde proposito,
com toda a seguranza, proprios para caixeiros de
taberna, feitores, etc., a 1#000.
Na ra das Cruzes n. 21, vende-se milho
superior a 320 rs. a cuia.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra : tudo aor urecos muito
razoa veis
Lojadaboneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
Augusto & Perdigao,
com loja na ra da Cadeia do Recife m
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabam de sor-
ur seu novo eslabelecimenlo com fazendas de
gosio, linas, e inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as (azendas inferiores,
nao a retalho, se vendero por um prego fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas vista.
Noste eslabelecimenlo se encontrar sempre
ira sorlunenlo completo de fazendas, e entre el-
las o soguinlo :
VesUdos de seda com babadose duas saias.
Jilos do la e seda e duas saias. v
Ditos de larlatana bordado a seda.
Manteletes prelos bordados com franja,
la mas pretas de seda e de fil,
rolonezas do gorguro de seda prelas.
Cinluroes para senhora.
fc.spartilhos com molas ou colchetes.
Entones de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos,
saias de Dalo para senhora c meninas,
onapeos para senhora e meninas.
1 entes de tartaruga dos melhores gostos.
renum.anasde Lubin e outros fabricantes,
oassas e organdys de cores.
Orosdonaples de cores.
Chitas escuras frincezas e inglezas .
pollas e manguitos os mais moderno,
tamisas de linho para senhora.
., s.d8 a,8dao Para meniuo.
Algodao de todas as qualidades.
Lencos de labyrintho para presentes,
tollas de crochet prre. menino.
Vestidos de rhe.n azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrocasacas de panno fino. '
Paletots de casemira.
Calcas do casemira prelas e de cores.
Co'.letog de seda idem idem. *
Ditos de fusto.
Camisas inglezas todas de linho.
uitasfrancezas de difTereules qualidades.
Jinas^a saceos do viagem.
Borzefuins de Melliere outros fabricantes para
homem.
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Bahia e manilha.
Camisas de flanella
Chapeos de todas as qualidades para homem,
senhora e criancas.
Corles de vestidos brancos de Monde com ca-
Pella e manta.
Didos de vislidos brancos do seda p
menlos
"- oS-dc re,le a 1*40. chaped francezes
a 8* e 8500. dilos de casemira a 3$800, ditos de
castor, copa baixa.alO, chapeos de sol de pan-
no, cabo de canna com astea de balea, $500,
Pnrler S^de porcao, cortes de bjim de algodao
a 900 rs., saias a balao a 6&500, esguiao de al-
godao n duas larguras a 400 rs colletes de
gorguro de seda a 5o, mantas do seda a 2*500,
meias cruas a 23500, 3200 o 4, e outras mul-
las fazendas de gosto que seria enfadonho men-
cionar; a ellas, antes quo se acabenr: sapa-
tos de Iranga feilos no Porto a I56OO.
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja doLecomte.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assenlo para 4 pessoas de
dentro, e um asiento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fitio. e tudo bem arranjado !
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42, ra da Cruz.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individuos de todas as nac5es po-
dem testemunharas virtudesdcste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
brosinteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leitura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitos annos; e a maior parte
dellas sao tao sor prendentes que admirm so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputarlo! Dellas ha muitasque havendodei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
submelterem essa opcraro dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Alguraas das taes pessoas na
enfuso de seu recouhecimenlo declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aflm de maisautenti.
carem sua rmaliva.
Ninguem desesperara do cstsdo de saude sa
'ivesse bastante conianca para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitassea natureza dorati.
cujo resultado sera prova rinconlestavelmente
Quetudocura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da culis
em geral.
Ditas do anus.
ErupQoes e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Prialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Preiras.
Gengivas escaldadas.
nchages.
Inflammacao doflgado.
Vende-se este
Inflammacao dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis. i
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna
Supuracoes ptridas.
Tin ha, cm qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do figado.
das articulaces.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabeciraemt
GRANDE S0RT1MENT0
DE
Fazendas e obras leitasJ
geral de Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocelinha contm
urna lnstruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa.do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Crun. 22, em Per-
nambuco.
- Pennas de ago inglezas.
" Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, de Guedes & Goncalves, as verdadeiras pennas
oe ac inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
Isordecalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
preco de 1*500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso:
De 4 e 5J.
Na ra Direita n. 45.
Vende-se
Para liquidar
restos de facturas.
X 10,000 e 2.0,000.
Cortes de vestidos de la e seda de 2
saias a Imperatriz.
-\ ,000.
O par de luvas depellica de Joovin pa-
ra homem e senhora de todas as cores.
X 0,000.
Cada um chapeo francez de seda preto
degosla americano.
A. 5,000.
mo'derrrdVjiriS" **' d9 gSl
\ ,000.
A duzia de leallias de puro linho
A 5,000 e 10,000. .
Tara senhoras ricos adornos para cahe-
ca. odos estes adornos sao g, afteddos
de ricas flores, Olas e bico do blonde
A 5,000.
iJa.daUrm-,cliapeo de P3,h'nha de Italia
lodos enfeilados para senhoras.
E outias muilas fazendas finas e de
gosto como sejnm cortes de vestidos
brancos do selim lordado c fil de blon-
de. ditos de seda de todas as qualidades
camisas de camb-aicta de linho para se-
nhora. perneadores de cambraia borda-
dos da escocia, b.isquins de velludo pre-
to e de cores e do grosdenaples, colchas
de damasco de seda etc.
Na ra do Crespo loja araarella n, 4,
de Antonio francisco Pereira.
le cau>r preto
brancos
Gom loque de a varia
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
1*01 de cambraia brancos 2:000 2:500 391
I04K) a dusis ditos com 4 palmos por cada faca I
< 4e meio por 5:000 cousa rara no Arma-il
M faiendaa de Raymundo Carlos Leite di"
ir ilos. ra da Imperatriz n. 10.
GWSBE ARMAZEM
DK
Y
Roupa feita
iwa Nova n. 49, junto
a igreja da Conceigdo dos
Militares.
Neste armazem encontrar o publico
um grande e variado sorlimento de rou-
?as fertas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno fino preto e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- |
ria pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal- I.
cas de casemira preta e de cores, ditas de merino, de princeza, de brim de linho {s
branco. e do cores, de fusto e riscados, S|
calcas da algodao, colleles de velludo f
Sreto e de cores, dilos de selim preto e 3S
rauco, ditos de gorgurSo e casemira, di- f>
tos de tastoes e brins, fardamentos para SS *
a guarda nacional, libr* para criados, 5 I"
ceroulas e camisas franeczas, chapeos f
gravatas, grande sorlimento de roupas 5t f.
para meninos de 6 a 14 annos ; no agr- |g i
dando ocomprador algumas das roupas ^
, fcilasse apromptaro outras agosto do f. .*'
j comprador dando-se no da convenci- > f.*
Pianos
Cocos italianos
de folha de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
Joja de unileiro.
Bilhetes,
NA
Loja c avmaiem
DE
IGes&BastoJ
Na ra do Queiinad) n.
46, frente amarella.
Completo e grande sorlimento decal-
cas de casemira de cores e pretas a 8#,
9#, 10* o 12$, ditos das mesmas casemi-
rasa 7j}, 8tt e98, ditos do brim trancado
branco muito fino a 5$, 6$ e 7 ditos de
cores a 3jj, 3#500, 4$ e 5, ditos de me-
rino de cordo para luto a 5g, colleles de
casemiras,pretas, ditos de ditas do cores,
ditos degrgurao pretos e de cores a 5$,
6#e 7^,^ritas casacas de pannos muito li-
nos a 35j e"(40jj, sobrecasacas dos mesmos
pannos a 28k 30J e 35$. paletots dos mes-
mos pannos a>22g o 249, paletots saceos
de casemira'modelo inglez 10$, ditos de
casemira mesclado muito fino de apurado
gosto 15J e 16. ditos sobrocasa das mes-
mas cores a 18g e 20$, dilos sobre de al-
paca prata fina a 7g e 8$, dilos saceos
4#. dilos de fusto braneo e de cores a 4j>,
4#50l)e5, ditos de brim pardo muito
superior 49500, camisas pa,-a menino de
todos os lamanhos 8 26^000a duzia, meias i
de todos os tamanhoa para menino e rae-
ninas, palitols de todos os lmannos e
qualidades para os mesmos, colleles de
brim branco a 8J500 e 4*. ricos Golletes
vjiludp preto bordado e de cors diver-
sas e poT diversos pircos, riefis coberto-
| res de fojloarchoado par* carril a 6)t
g colarinM jtginho a, peer a 6500a"du-
fj zia< *m pw^o temos recebido para
Cjg dentro 4Mle eslabelecimenlo um comple-
lo sorlimento de fazendas de gosto para"
senhoras, vestimentas modernas para me-
nino e meninas de quatro a seis annos 9
I ludo vendemos por procos razoaveis. As-
15 sim como neste estabalecimento manda-
" se apromptar cora presteza todas aa qua-
lidades de obras relativo a oflietna de al-
[5 faiale sendo isto com todo gosto e asseio.
mmm&t sea* msmnkik
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem 9 senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Southall Mellors & C.2
Milho e Farello.
Farello a 4500 rs. a sacca, milho 4j000 rs. em
cuia a 2i0 ; na taberna da estrella do largo do Pa-
raizo n. 14.
CALCADO
Grande sorlimento.
45--Rua Direita*4S
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguinsaristocrticos. .
Ditos (lustre e bezerro).....
Borzeguins arranca tocos. .
Ditos econmicos. ...;..
SapatSes de bater (lustre). .
Senhora.
Borzeguins primeiraclasse (sal-
- vtode quebrar)......5^000
Dyos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....
Porzegums para meninas (for-
tissimos)..........
E um perfeito sor ti ment de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroquins, COU-
*o de lusere,tio, atas, sedas etCj,
9jj(000
7$000
70000
60000
50000
40500
40000
Na ra Direita n. 6!, loja de chapeos, de Ben-
to de Barros Fej. vendem-se. bilhetes da lote-
ra da provincia por conta do Sr. thesoureiro
-Era casa de Southall Mellors 4 C, rua'do
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes rticos-
Chumbo de municao sorlido.
Pregosde todas a's nualidades.
Alvaiade.
n!^0hldtl^C,7 Porto: Hun8"ia"n em barris.
Uito de Moselle em cauas.
Coguac em caixas d? duzia e barris.
Belogiosde ouro e prata, patente c chronome-
tros. cobertos e descobertos (bem acreditados)
i rancelins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sortidos em latas pequeas.
mmu low mow,
Roa da Seunla Hov n. 42.
pne.Slie ,es,abe.lemento continua a haver um
comapletosormentodemoendas e meias moen-
de feP^r^f.ahe.'J^enh0 m;lchinas >e vapor e taias
dar dio todos ^tamanhos
Altencf;
Vcndem-se3 negrinhas de 10 a 11 annos, op-
mSC ?"! ." educafem. mulatinho da mesma
J: 1 0 Pr0Pr' 33ra Pae,n COm I "-
no^reg"JnPara mucamba com 14 annos, 1
rtn^,^' anna,8 ? > ne8ro de idade : na ra
do_Queimado n. 27, loja de Joo Jos de Gou-
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sorlimento de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas unas o perfumaras
ludo por menos do que era outras parles : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
Vende-se superior farinha de Santa Catha-
rina : a bordo do hiale Dous Irmaos, e no ar-
mazem da ra da Madre do Dos n 2.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLWAJ.
PILULAS HOLLWOYA.
Este lnestimavel especifico-, composto Intefra-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto e seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramente innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e rernove as doen$a3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e xenazes
queseam.
Entre mlhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais aflliclas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
efficazes effeilos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
aunders Brothers & C. tem para venftJer em
reu armazem, na praca do Corpo Santo >n 11
alguns pianos do ultimo goslo. recen^imente'
pegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Lonoirea a
uito proprios para este clima. / *
fti grande sortimento
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior q\ia-
idade a 6j50o, 7 e 8, dilos de velludo, copa fal-
la e baixa a 7J, 9 e 10$, dHos de lontra prelos
K. rauoU0,?D0f a e 7. oitos do chile ,
3S500, 5, 6, 8,10 e 12, dilos de eltro em gran-
de sorlimento, tanto em cores como em qualida-
des, para homeus e meninos, de 2JJ5O0 a 78, di.
tos de gorguro com aba do couro de lustre, d?
tos de casemira com aba forrada de palha, ol
sem ella a 4g, ditos do palha ingleza, copa alt|
e baixa, superiores c muito em conta, bonete;
francezes eda trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muito em conta e do melhor gosto possivel,
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objecies que os senhores freguezes, vis-'
la do preco da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar ; na bem conhecida loja de
j chapeos da ra Direita n. til, de B. deB. Fen.

I
i

Engenho.
Vende-se o engenho Santa Ldzia.sito na
@ freguezia de S. Lourenco da Malla, enlre
os ongenhos Penedo de Baixoe Penedo de
Sj> Cima : trata-se no mesmo engenho ou no flti
& engenho Mussambique com Felisbioo de -fe
Carvalho Rapozo.
Relogns
Suissos.
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
A iplas.
Areias (nialde].
Asthma.
Clicas.
Convulsdes.
Debilidade ou extenua-
cao.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza noventre.
Enfermidades noventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammaces.
Irreg ularidades
menstruaco.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucfo deventre.
Phtysca ou consump-
pulmonar.
Retencio deourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Febreto internitente.
Vendem-se estas pilulas no estabecimento
geral de Londres n. 224, cStrand, e na loja de
todos os bocarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocedhaa a 800 r. cada ama
dellas. conten ama inslmccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar destas pilulas.
O deposito geral om casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Grai n. L em Per-
namb co,
Em casa de Schafleillin&C, ra da Cruz n
38. vende-se um grande variado sorlimento do
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, meios chronometros, de ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo osles relcios
dos pnmewoa fabricantes da Suissa, que se veu-
o,eiao por prejes razoaveis.
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por precos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos'
de excellenle gosto.

por sacca de
Irmaos.
milho; nos armazens de Tasso
4,000 rs.
i milho; nos armazem
Ba do Queimado n. SI
Rn 30? cortes de vestidos de seda quecustaram
60 al 631 cortes de vestidos de phautasia oue
custaram 30; a 8 chapelinhas /ara sehoral
na ra do Queimado n. 37.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.

SABAO
do deposito geral do Rio de Janeiro : a tratar
com Tasso & Irmaos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso 4 Irmaos.
nos armazens d Tao & Irmo.
Taclias para engenho
Fundico de ferro e bronze
Fraiciseo Antonio Correia Cardezo,
tem um grande sortimento de I
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obratanto de ferro fun-
dido como batido.
r-ar


M
*
DU.iJO DE PERNAMBUCQ, COfolfii hm 2t DE MATO Dfc 1860.
-largo ila Peiiha
serados \*ntla.
Ve"d?#IBi Irocanv-ate compram-se escrt-
vos de toda idade, e de arabos "os sexos; na roa
do Inlperadi r-a. 21, primeiro andar.
Arajjps americanos e machinas
p*f larai-Pupa: cmcasa de S: >, Jo-
hfcttil G, rua da Sfcnzala n. 42.
Ci)
o de Bordeaux.
Manteiga perfe'.tameat flor a 800 rs. a libra e era buril se far mais algara abatimento.
Qu cijos muito hoyos
a 15700 rs. e em cnxa se far mais algm^b timen lo nicamente no armaren Progresso.
Ameixas fraucezs
Progresso16 flha caa,polei"sde 'idro a 900rs., e em porgo se far algara abatimento s no
Cartoes Ac tooliiiYios
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e em porcao se far algum abatimento s no Progresso.
Figos de comadre
cm caixinhas elegantemente enfeitadase proprias para mimos s no Progresso ecom avista se far
um preco commodo.
l^atas de soda
cora 2 1|2 libras de dilTerentes qualidades a 1600 rs., nicamente no armozem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vendo-se nicamente no armazem Progresso
BolacUinUa ingleza
muilo ora a 320 rs. a libra e barrica 4J, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
de la 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1&20O rs. cada u,se
Chocolate francez
^''.u i!hSM Cm". ven<|2m"scbs wgdntCB gneros ludorecenteracnte cfcegado c de saperio-
&!*i:s.: pTe,unl0SJa 48 re- a ,D. chourica muito nova, marmel*aWmais afanado fa-
.l.l "j rnaade *"t.perasccca, passs, (rudas m calda, amendoas, nozes, frascos
l,?, ,2"ce*erl. conteltw. pastrthas de varias qualidades, vinagre bronco Bordc Dura conservas, rhnrnlna Hu MolV.nt-.ve f.h.l.nliu A*. < i?i; ~.~._ i*Z_. .... r
-jporco retinado e oulros muilo gneros que encoolraro tendente a
raunquos, pe isso proraelem. os propietarios venderem pot muito menos
ti mais tambem servirem aquellas.pessoas que mimdarem
do que eutro qualqucr
por outras pouco pralicas como
sewhercs lavradores
?a a bsa qualidade*
se viessem pessoalmente ;rogam tambera a todos os sonhoresde engonho e
quoiram mandarsuas encramendn no armarem Progresso que se Ibes afilan
o acondiciofiamento. .
V^rdadcira goma Ae, matarana
a 400 ra a libra, s no Progresa*.
Palitos
cilhaJos para dentes a 800 rs. o maco esm tOmacinnos. s no Progresso.
CVi. uysom, pirula c preto
osmelhores que ha-no mercado de 1*600 a 2tf5W) a libra, s no Trogresso.
Passas cm civinnas de 8 libras
as mata novas qae lem vino ao nosso'mercado pelo diminuta preco de 2S560, s no Prc-grosso.
Macas era eaixTnuas de H libras
conloado 405 qualidades pevide, graoft* bico, estrelinha, alexia branca e omarella e pastllhas'e
maja, s no Progrosso, escora a vstale far um prego commodo.
Cbouricas e palos
3 mais novas que tem vindo ao mercado.s no Progresso, efiancando-se -a-boa qualidade-ea-vwta
csieraum prego commedo.
Em casa Je Kalltmrin Irmios&C, roa da
Cruz n. 10. enaealro-se o deposito das bem co-
nhecidas m.ircaa dov Srs. Brandenburg Freres
e dos Srs. OldafcojT Mareilhae 4 C, em Bor-
deaux. Tem m seguintes qualidades :
De Erandeaburcfreres.
St. Estph.
St. Julien.
Margaux. <
La rose.
Chleau Loville.
Chateau Ka-ganx.
m Oldekop & Mareilhae.
St. Julien.
St. Julien lldoc.
Chateau Liville.
Na mesilla casa ha para
vender:
Sherry em larris.
Madcira em barrig.
Cognac em barris. qualidade Gna.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Ceneja branca.
Tachas e moendas
Braga Sit va 4C, tem sempre no seu deposito
da ra da H oed-a n. 3 A, um grande 3ortimento
de tachas o moendas para engenho, do multo
acreditado 'abricanle Edwin Maw : a tratar no
mesmo de% osito ou na ra do Trapiche n 44.
. IPechincha.
Gom poqueno toque de a\aria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendem-se pegas de algodo encorpado, largo,
com peque ao loque de avaria a 2g50O cada urna.
Aos amantes da economa
Na ra da Queimado n. 2, loja do Preguica,
vendm-se chitas de cores fixas bastante escu-
ras, pelo b ralissraro preco de 6fi a peca, e i0
rs. o covat o.
Carne de vacca salgada, em barris d2O0
liaras : en cas-a CONSULTORIO
DO
P. A. lobo Hoscoso,
QBDMMfc flJETIlHKD 8 IIMI. \
S KLT A DA GLORIA, CACADO F UffttAO 9
Cliisica por ambos a systcmas.
Olleado
cores.
de
.....__fejg** Moscoso d onsiilUs tedos os das (pela manha ede tardedepofa de 4
propriedadeslr^aearaCUr*r*1'aualmente B* 80 Par* cidade como .paira osengenhos ou
horas,
outras
Os chamados devemaer dirigidos -eua casa ato as 10 horas d*manhlta e em oaso de ur-
gencia a outra qaalquer hora do da ou da n-aite sendo por escripto era que se declare o nome da
pessoa, o darua e o numero da casa.
-..i-.1!9 ?*?? que n^ foreni de urgencia, as pessoae residentes no ba'rrodo RecifepoderJo re-
Mnm.Jir,. nt ogueira de Souza na ru do Crespo ao p da ponte volha.
,*-nfailliga nacaa,lonr>nnciante achar-se-ha consJ^temoni eos melhoroe medica-
rasenteshomeopathicos ja bem eochecidos e .pelos precoe seguidas :
Botica de ^12 tutos grandes,.......... 1000O
Ditos de 24 ditos........ 1500O
Dito.de 36 ditoa...........'. '. '. 20^090
Dito de 48 ditos. .
Ditos de 60 ditos......'.".'.'.'' "
Tubos avulsos cada um. ..!***
Frascos de iincturaa. .....'.' '!.'.'.'"
Manoal de medicina homeopatfaioa.plobr.'Ja'hr traduaid
em portuguoz.com o dicoianario dos'termos de medi-
cina, cirurgia-etc. etc .
edicina domestica do Dr. He^og' cm'diccionario' '
Repertorio do Dr. Mello MoraeeT\ Blcclonari- *
25g00
OcOOO
1000
2J00
208000
10)000
60000
FUNDIC&Q D'AURORA.
m,.werMP.r0^etr(!80 Armazei de fazendas,
NA
Ra do Queiaado n.l9.
Cobertas de chita, gosto chinez, muito finas, a
proco o 5.
Lenjoe do cambraia para algibeka a 2fl a duzia
Chitas francezas miudinhas e muito nas.eo-
vado (pechincha) a 240 ra.
Cortes de riscado francez imitando alpaca
muito bonitos, tondo 13 li2 covados, por 2$. '
Lencos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meiascruaspara menino de lodos os tamanhos
Ditas brancas para meninas.
Chales de merino estampados a 2S500.
Alpaca preta, o covado a 320 rs.
Bales para seahora a 6$.
Madapolo cora pequeo defeito a3S.
Algodo monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
rJs dec,lila miudinha com 38 covados por
Paletotsde brim de cores a 3$.
Canga francoza escura, covado a 500 rs.
Chapeos prelos o mais Uno que ha no mercado
e Ofc forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 48.
Madapoiao fino a 6>.
Bramante de linho, vara a 28300.
Farinha de man-
dioca
a tratar com Almeida Gome., Alves & G.
Arroz em casca
a tratar com Almeida Gomes. Aire. & C., ra
da Croe n. 27.
Para liquidar1
Na loja da Aguia de Ouro na ra do Cabug
n-1 B, cairinhascom 8 libros* de superior lo
torrado pel baralMirao preso de 18 a coi.
Attenco.
Vende-ae um eacaler novo com 4 remos de
faia, de patente, e um bote novo, proprio para
iodo semeo, epor commodo preco : a trater na
la do Cordoniz o, 6.
Vendo-.e a taberna n. 14 do paleo do Ter-
co, bem afreguezada e Iluminada gaz e bas-
tante sortida ; veode-se tambem com as dividas
se quizerem : a tratar na mesma.
Vende-se um terreao cora 100 palmos de
trente e 300 de fundo, na Pente do cha, es-
Irada que vera da Torre para o porto quo alra-
vessa para Sanl'Anna : quem quizer, dirija-ee a
fallar com a pessoa, na escela em frente da are-
la de S. Jos do Manguinho.
Cemento.
Superior cemento romano em barricas ; vena
dTdiaY57.Ca" ^ Farenl6 M"DDa rU'
^endem-se oleados de-eo-res os mate finos que
possivcl'icste genero, e de diversas larguras,
por preco commodo : 'na-roa Direitan. 61, loin
de chapeos de B. de B. Toij,
Ruada Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 C. va-
quetas de lustre para-carros, sellins esilhes in-
giezes, oaiideeiros e oaslisoes bronzeados, lo-
nas mglezis, fio de vela, chicote para carros, e
montana, arreios paraoarro de um e dous cval-
os, e roto.rios d'ouro patente inalezes
Vei-dadeiras luvas de ifovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
Vende-se um lindo sorlimento de collsri-
nhos,.man juilos, tiros de cassa, anagoas e'kn-
co.oordad )s por presos commodos : em casa do
n 52 m & C- Da rua da Cadeia do Itecife
Tinta prela para eswever.
Anunca assaz louvada linta prela para esere-
ver continua a estar a venda em-garrafas, meias
aitaso bo oes; na rua do Imperador, defronle
de S. Fian;isco.
ATTEi\gAO.
Vendc-S3 saccascora farello de Lisboa a-58000
rs.-acca ; na >rua do Rangeln.-a.
Aencao.
Ra do Queimado m. 19,, ar
niazeiu-de fazendas.
abita, f ancezzs finas de padrees miudinhos a
Z0 k. o (orado, cortes de riscado iroilando al-
paca com 13 J2 covados a 2S, coberla a chne-
za de-ohilj. muito fina a 28, pecas de chita de co-
res (facas, nuilo boa.fazenda, tendo 38 tovados,
jS,*880 ein8a ranc6a para calca o palelots a
500 rs. o covado, lencos de cambraia trancos pa-
Woeir. a 28 a duaia, algodo com 8 palmos
L-' a var, um ,6St0 de Igodoo superior a
&>W).ai ptja cora pequeo defeito, idem de chi-
ta finafranceza a 10 rs. o covado, chales de
merino e lampados a 2500, brim de linho de
quadrinhoi a 500 rs. o covado, bales a 58,' len-
cos.para u eninos a 80 ra. cada um. ortimento
de meiaa para meninos-e meninas, fil de! linho
fino a,00rs. a vara.
Sabo
das fabrica, do Rio de Janeiro : a tratar com Al-
meida Gomes, Aires & c.
Chales chinezesa
a 4#500.
Na bem conhecida loja do Preguica, na rua do
Queimado n. 2, vendom-se ricos chales de meri-
Hnffl m1odcrnoselldos gostoscom um pequeo
defeito de mofo a 4&5C0 cada um.
Cavallcr.
flBde"S*,um caval, 'addo. grande e bonita
figura muilo proprio para cabfiolel: quemo
aa^WSf sr^irda lndepen-
i ^endeTse raP* Brosso, meio grosso, fino, Pau-
o Cordeiro, Lisboa, prioceza Bocha : na rua
argado Bosario passando a botica a segunda
loja de miudezas n. 40. Este rap vende-se tan-
to a oitava como em libra., lodo elle muilo
fresco chegado pelo uliimo vapor.
Attenco.
Vende-e na rua Nova n. 71 junto a powte.sac-
cos cora ailho rauito novo a 5$, na taberna da
Cruz de Alinas era ponte de Uchoa a 58500 cm
Apipiicoa i 8500 taberna nova junto ao acougue
owT '!**? Bmm9 de matarana verdadeira a
a r8;-e (P"nhosde mo muito bem construi-
dos a 4|: na rua Nova n. 71, junto a ponle.
n^.f ."b.rlM decaldeirciro da rua Imperial,
flrr^Lc ^l Saba0' 6 "a rUa N0Va. 'Ja d
rerragens r. 87, ha urna grande por?ao de folhas
dezmeo. ju preparada para telhados, c pelo di-
minuto pr. go de 140 rs. a libra.
Plaas e llores diversas.
Pellorce, memhreda sociedade de horticultu-
ra de Pars, estando para se relirar para a Euro-
pa no primeiro vapor, vender de hoje em dianle
o seu vanado sorlimeolo de plantas, flores, par-
raras e fmcteiraa diversas, cora grande abali-
"-lil1 rcco : ,,, d0 Cabug a i A
RIMK11I
Vende-se
Belrgios patente*.
Este pas.
Lome.
Capiiaas inglezas.
Peitis para camisas,
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C, rua da
____(ruz n. 61. ____
iis-a-aasl
Aossenhores logistas de miudezas.
Bicoe preto. de seda,
Dito, brancos e prelos de algodo.
Luva. pristas de lorcal.
Cinto, el islicos.
BLinhas de algodo em novellos : vendem-so
por preco. commodos, em casa de SoulhallMel-
lors &. C, rua do Traiche d. 38.
Attenco.
Armazem de fazendas
Queimado n. 19.|
nceza fina escura de padres g
JRua do
Chita
9 miudinhjs pelo baraligsimo pre;e.rde 220
I rs. o covado. a ellas antes que ge acabem, m
8pois o ire^o e a qualidade convida a &
comprar j
Milho e farello.
Vende-se milho a 48 o sacco em porcao 38800
em cuia 240 r... farello a 55 o sacco ; na traves-
sa do patoo do Paraizo n. 16, casa pintada de
amarello com oito para a rua da Florentina.
FABRICA
* DE
SU* na roa Imperial n. 118 e 4 20 junto a fabrica de sabo.
DE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Cosa.
i a onN8le<1eaM1"im,ent0,al.sempre PromPlos lambiques de cobre de differentes dimencoes
(de 3008 a 3:0008 simples edobrados, para destilar agurdenle, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espinlos com graduaCao al 40 graos (pela graduaco deSellon Cartier) dos
melhores sysleraas hoje approvados e conhecidos nesta e outras provincias do impjrio, bombas
de todas as dimencoes, asperantes ede repucho tanto de cobre como de bronze e ferro, torneiras
de bronze de lodas as dimencoes e/eitios para alambiques, tanques etc., parafusos de bronze e
E par$ vos dizer.
Na cocheira d Sduirdo Bourgeois, na rua No-
va n, 61, tem para se vender panno fino e galao
azul, raquetas erandesjmfa roberas de carros,
lanlernas para ditos e para cabriolis, velas para
dilas, colleiras mestra, ditas falsa., camuas,
esponjas, graxa preparada para ciios, e oulro
para arreios, ferraduras francezas com cravos, e
muitas outras ftrragens diversas pata carros :
vende-se tambem um jog* de rodas americana,
e oulras para carros de passeio, fabricadas em
Pars c promplas a serrar.
NOVA GlIA THEORICA E PRATICA
ferro paruodisd agua.por as para fornalhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaSo e sem ella, fugdes de ferro potaveis e
econmicos, tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicas, espumadeiras. cocos
i.A a freS' chu,mb? em ,eno1 e barra' zin em lencol e barra, lsnces e
rn. tin .* lalao-fe,rro su.ccla ">glez de lods as dimenses, safras, tornos
para engenho, fulha
arroellas de cobre
e folies para ferreiros etc.
parte, desempenhando-se
^e outros muitos artigos por menos preco do que em outra qualquer
mu e qualquer encommenda com presteza e perfeico i conhecida
epara coraraodidade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos com a sua conQanca acha
rao na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das eacommendas.
Relogios de ouro e prata.
Em casa deHenry Gibson, rua da Cadeia de
Recife n. 62, ha para vender um completo sorli-
menfo de relogios de ouro e prata, chronome-
tros, roeioschronomelros e de pcicnte, as me-
lhores que vem a este mercado, e a precos ra-
zoaveis.
37 Ruado Queimado37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sorlimentb de obras feitas, como sejara : pale-
lots de panno fino de 16J at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores
a 358, um completo sorliment de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho c de panninho de 2$ at 5$
cada uaia, chapeos franeezes para homem a 88,
ditos muito superiores a 108, ditos avelludados,
copa alia a 138, ditos copa baita a 10$, cha-
peos de feltro paw homem de 48. 58 e at 78
cada um, ditos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 108, ditos de palha para senhora a
12jJ, chapelinhas de velludo ricamcnle enfeita-
das a 25$, dilas de palha de Italia muito finas a
25J, cortes de vestido de seda era cartao de 40$
at 150$, direa de phautasia de 168 al 35S00O,
gollinhas de cambraia de 18 at 58, manguitos
de l$5O0 at 58, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padres ovos a 720 avara, casemiras de cor-
les para oolletcs, palelots e caigas de 38500 at
4$ o covado, panno fino preto e de cores de 28500
al 10$ o ovado, cortes de collclede velludo
muito superiores a 9 12$, ditos de gorguro
e de fustao brancos de cores, tado por prejo
barato, atoalhado de algodo a 1*280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 at 98, gresde-
naples de cores e pretos de 18600 at 38200 o
covado, esparlilhospara senhoraa 6$, coeiros
de casomira ricamoate bordados a 128 cada um,
lengosde cambraiade linho bordados para se-
nhora a 9 e 128 cada um, ditos Usos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 al 208 a
duzia, casemiras de cores para eoeiro, covado a
2$400, barege de seda para vestidos, covade a
18400, um completo sortiraenlo de colletesde
gorguro, casemira prela lisa e bordada, e de
lusiao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a 78 o covado, pannos
para cima de mesa a 108 cada m, merino al-
cochoadoyfraprio para paleletse filetes a 2800
Jlf^f*0^ band6s Para armaco de cabello a
1500, saceos de tpele e ae iuiUqUln por(l si,_
gem.eum grande sorliment de macas e malas
de pregara, que tudo se vende vootade dos
freguezes, e outr-as muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
'S1NETES PARA MAfiCAfi fiOUPA^
2 2 RUA DA EMPERATRIZ 2 2
Relogios.
Vende-seem casa de Johnston Paler & C, rua
do Vigario n. 3, um bello sortimenta de relogios
de ouro, patente ingllz, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
variedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Uavana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios pai cobrir carros
Carne de purco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejom :
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Menl Julop, Bilters, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes c pequeas, de dif-
ferentes autores, de um modello iuleiramenle
novo, por proco commodo.
Salsa parrilha cm frascos grandes e pequeos,
muilo bem acondicionada.
Pilulas vegetaes (verdadeiras.)
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Espirito de vinlio com M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: na rua larga do Rosario n. 36.
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas nlbardas ingle-
zas, encllenles por sua durac.o, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de llenry
Gibson. rua da Cadeia do Recife n. 62.
Vende-se superior linlia de algodo, bran-
csse do cores, em novello, para costura : em
casa de Seulball liellor& C. rua do Torres
n. 38.
Superiores chapeos de manillia.
Estes excellenles chapeos que por sua qualida-
de e eterna durago, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exiatera venda nicamente em casa de
flenry Gibson, rua da Cadeia do Recite n.- 62, por
prego commodo.
Vende-se
linha de novello de lodos os sortimenlcs, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas c prelas, por precos commodos : em casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
nos
Juizes municipaes e de
orphos.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro esta inr-
ressante obra, e vende-se na Livraria econmica
ao p do arco de Santo Antonio.
1NJECTION BROU.
Hygicne infallivel e preservatva nos goncr-
rha3 rcrenles ou chjonicas. Em seis dias do
tralamenlo, muitas vezes mais redo, raras ve-
zes mais tarde, sem dor alguma, desapparece
inleiramenle a moleslia sem precisar iciorrer a
(odas essas eomposic,es, cuja base sao a copa-
hiba o cubebas, remedios no f pciigoies,
como nojenlos : vende-so a SJOOO rs. o fiasco
na proga da Independencia n. 22.
Botica.
Rarthojomeu Francisco de Souza, rua larga
do Rosario n. 36, vendo os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol.
^alsaparrllh,
Dita Sands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 onca. a
lzlibras. *
Assimcomo tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Ainda existe alguns burros que se vendem
por pre^o commodo, os quaes foram mudados
da cocheira da rua da Florentina e acham-sena
Boa-Vista na oflkina de ferreiro junto eo Sr
Manoel Joaquim Carnciro Leal.
Escrayos fgidos.
Camisas inglezas.
Pregas largas.
Goes < Bastos.
Ro do Queiiua4 n. 46, frente da loja
anarella.
Acaba de chegar a bem conhecida loja de
Goes k Bastos, um grande sorliment das muilo
desejadas e verdadeiras camisas inglezas, com
peito de linho o pregas largas, j bem conheci-
das pelos freguezes desle estabelecimento, as
quaes camisas ha muito se eslava esperando e
por ter grande porcao, temos deliberado, p'ara
melhor agradarmos os freguezes, vende-las pelo
diminuto prego de 36$ por duzia.

Fazendas porteos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 1.
Ainda restara algumas fazendas para concluir
a liquidaco da firma de Leite& Co'rreia, as quaes
se vendem por diminuto prego, sendo entre ou-
lras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados franeeze.de cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bon. padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom, va-
ra, a 11(000.
Cortes de caiga de meia casemira a 2#.
Ditos de dita de casemira de core, a 5t.
Panno preto fino a 3* e 4#.
Meia. de corea, finas, para homem. duzia a
1*800. ^
Gravata. de seda de core, o prelas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 3.
Dilas diti. muito finas a 4$.
Ditas cruas finas para hornero a 4$.
Cortes de collete. de gorguro de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4fl.
Chals de lia e seda, grandes, um l#.
Grosdenaple preto de 1J600 a 2.
Seda prela tarrada para vestido a 1^600 e i$
Cortes de-vestido de seda preta lavrada a 16
Lengos de chita. 100 rs.
Lia de-qoadroa para vestido,' covado, a 560.
Peitospara camisa, um, 320*
Chita fraocexa moderna, fingiudo seda, corado
a 400 rs.
Entremeio bordados 200r. ^H
Cmisetp* para senhora a 640 rs.
Dilas bordadas finas a 2J500.
Toalbas de linho para mesa a
Camisa* de meia, urna 640 rs.
LengoSvde seda para pesooco de ihora
560 rs. i
V6al^nAbranC0" bordad para baptisr cran-
Corle, de caiga de casomira preta a 6.
Chale, de merino com franja de teda a 5. "
Cortes de cateada riscadodtf quadro a 800 rs.
J,4,ESve P"a Telid0 de montiria, cova-
engos broncos de cambraia, duzio, a 2#.
AS MELHORES MAHINAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & c.
E
WHEELER & WILSON.
oafi0^.,leSHabelecimen,0 v^dem-se as machU
SuerhorifLrt0"8 aUAl0rCs. raost"n,-se a qual-
n"s or sua bo ^"rH T* rPbilisamo-
Irmo, rua da
aterro da
de fazendas de Raymund Carlos Leit
Baoa.ViJta?er"lrX D" 10, aDlgl
Marmelada.
640aUbraDre,an-6-ha,na',ne,ada
superior a
Roa do Codorniz d. 8'
po'toooo6 eja0 amare,1' Saccos de 3 "i".
Milho, saccos grandes, por 4000.
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodo.
arra0anzernn.a9:e,ldC^8e 'arg da ^"""la,
Calcado francez barato.
Na loja de Burle Jnior & Martins, rua
do Cabug'n. 16.
Bolinas de lustre para homem dos me-
mores fabricantes
Ditas de bezerro e panno
Ditas de lustre para senhora
Ditas lodos de duraque preto sem salto
para senhora
Dilas de selim branco para senhora
Ka e !"e 8em "ll P"ra meninas
PatSea inglexea de vaqueta
n!. j?. u?.tre cora borracha na frente
Ditos dito dito para meninos
Jo baii We8 charut8 da Bahi Pr Pre58
8S00O
73000
4JKKK)
3000
5J0OO
Escravo fgido.
Na noile de 28 de abril prximo pasaado fugio
de casa de seu senhor um cscravo de nome Ray-
mundo, idade de 18 a 20 annos, estatura media-
na, e rolbrgado, bonita figura, bocea pequea, e
bons dentes, falla bem, (cabra escuru) filho do
Ico, d'onde vpio, pouco mais ou menos, a um
auno, levou com sigo alguma roupa, consislindo
em calcas de brim trangado branco, de algodo
mesclado, camisas de madapolo, de algodo ris-
cado, jaqueta de panno fino azul, gravata prela,
chapeo de fellro fino, c6r clara, cosluma andar
calgado, inlitula-se forro, salta muito bem, pois
tendo sido duas vezes apprehendido, tem se eva-
dido, consta ter urna amasia muala, mulher for-
ro, com quem esteve na Boa-Vista, e aonde foi
apprehendido. esteve trabalhando em Santo A-
mero : quem o apnreheneer e levar rua da
Cadeia do Recife n. 20, ser .recompensado
r 50&000 DE GRATIFICADO.
rugi da rasa de seu senhor no dia 4 de abril
p. p. o preto de nome Flix, de nagao Mocam-
liique, idade de 35 a 40 annos, levou calca do
brim com ramagem azul,- estatura baixa*. cor
fula, barba na pona do queixo, lem na testa
por cima do naiiz um calombinho que parece ser
signal da Ierra dolle, lem os ps um pouco apa-
rtidados, foi esclavo do Sr. Manoel Francisco
Duarte, esle o vendeu ao Sr. Synphronio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no anno
proumo ptitiiie, esle lem sido pescador e caia-
dor c hoje padeiro, e por isso tem callos nos
juntas dos dedos pelo Indo das costas das maos.
om razao da maccir..4 j esleve fgido para ban-
das da villa do Cabo muilo lempo, intitula-se
lorro, muda o nomo detle para Joo. ou oulro-
nome, foi pegado no Cabo porum moco do mes-
mo lugar por alcunho Quintas; domingo 8 do
corrente, esteve a tarde n'umn taberna na pas-
sagera que ira para o Remedio, e o Sr. Duarte
diz que as suas fgidas tem sido para os lunares
seguintes : Casanga al o engenho Csmar.gibc,
Barualho, Ibura al o Cabo ; poilanlo roea-se
aos capitaes de campo e as autoridades policiaca
e qualquer pessoa que o possa encontrar oapre-
hendam eo levem a seu senhor na padaria do
pateo da Santa Cruz n. 6, que ser generosa-
mente recompensado, e protesta contra quem o
Uver acoutado em sua casa.
Fugio no dia 7 do correle mez de maio
um escravo cabra, de nomo Joaquim por alcunho
Rio-preto, de idade de 20 annos, com os seguin-
les signaes : altura regular, cheio do corpo, sem
barba, falta-lhe dous dentes na frente, lem urna
ocainz na p esquerda, tem o dedo mnimo do
pe direilo levanlado%tem marcas de ter sido sur-
rado ; desconfia-se ler seguido para o sertao do
P.jeu de Flores, d'onde natural : quem o ap-
prehender leve-o rua Nova n. 48, que ser ge-
nerosamente gratificado.
SOS (le graliGeacao,
Continua a.estar fgida a cabra Josepha, de ida-
aeou annos pouco mais ou menos, altura reeu-
ar, marcas de panno pela cara, falla de denles
tornozellos enchados, andar eslrupiado, esla es-
cravafg1Oem30 de Janeiro do'aono passado,
desconfia-se que estoja acoutada em alguma ca-
sa ou servindo de ama, tem dous fllhos nesla pra-
$a, urna por nome Domingas, liberta, e oulro de
nome Malheos, escravo de um senhor para as
bandas de Apipucos, alguem j a tem visto, por-
lanlo protesla-.e contra quem a tiverem sua caa
assim como d se 50 a quem a trouxera sua se-
nhora na Soledade estrada de Joo Fernandos
vieira ou der noticia cerla
Gratificacao de 50$000.
Fugio no dia 17 do crreme mez o escravo
crioulo de nome Malheus, de idade de 20 a 25
annos, e tem os seguintes signaes : cor prela
altura regular, espigado e reforjado do corpo
falla descansada, maos e ps pequeos, denles
alvos, andargingado, passomiudo, ecom bstan-
le espinhas no rosto ; levou caiga e camisa de al-
godo de hslras azues, chapeo de palha da lulia
j usado com fita prela; este escravo natural
de Quebrangulo, onde lem mi e irmos, e foi
pertencente o dito escravo neste lugar aos Srs.
Cosme de Pinho Sinliago c Jos Francisco da
;la. negociantes neste lugar, os quaes compra-
OS JESUTAS
PERA WE 4 HISTORIA
38000 "rae deram cm pagamento aos Srs. Souza, Dar-
" if ? C. desla praca, e estes venderara ao Sr.
Silvino Guilherme de Barros, o qual vendeu ao
srs. Mello a Irmao ; consla que esle escravo fu-
gio em companhia do cabra escravo, Marcolino,
de Macei : portanto, pede-se as autoridades po-
hciaes o slgumas pessoas particulares,
5*<00
59000
3000
mui-
PELO DOUTOR
0\idio da Gama 1Lo\>o.
Ainda restam alguns exemplares desta precio-
sa obra, a 5tf cada um ; na livraria ns. 6 e 8 da
praea da Independencia.
Attenco
Vende-se urna canoa aberta que
1,200 lijlos ; para tratar na rua d S.
Francisco n. 58, a chegar no Hundo Novo .
r-Vende-se 20 libras de pe^rde pfsslroTrT
fnr;a9H>fra ,raTe8seiros; ni rua do Queimado,
loja de ferragem n. 14.
pega
. que o
capturem e levem-oa rua de Apollo n. 7, ou a
rua Nova n. 1, que gratificaro com a quantia
cima.
Escrava fgida:
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do corrente, urna sua escrava da Cosa de nome
Maria, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nio muito pieta, tem
bastantes cabellos brancos, co.tuma trazer um
panno atado roda da cabera, tendo por signal
mais saliente as maos foreiras, proveniente de
calor de ligado. Esla escrava tendo sahido como
de costume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, portanto, as autoridades poli-
ciaes, capities de campo e mais pessoas do povo,
a apprehcnso de dita escrava, e leva-la i loja
do Preguica, na rua do Queimado n. 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina defronte
da cocheira do Illm. Sr. teen te coronel Sebas-
tio, qne sero generosamente recompensados.


T*n-
-----
m*mm
(6)
.DIARIO DE PERAhpCQ. SEGUMU FEITU i\ DE MATO DE f6.
Agricultura.
MACHINAN.
( Coutinuafio. )
Nao trago estes exempls como desculpa dos
transtornos que se arguem s machinas, aue mu
frgil sera, se as vanlagens d'ellas nao foram
lo patentes, c so una nago podra
no proprio, repulsa-las, em quanloo
ceitsro. Dos" que os Portuguezes
cantineo mais f.icil para a ludia, o para o trato
das especiaras, forgoso foi aos mercaJores vc-
nezianos, genovezes, e calalai-s largar a vellu
estrada do Alexandria c Barul onde crain levadas
por um lotizo o cusloso circuito de mar, do
entreposto de Ormuz al Bassora edo l, por
trra, em calilas at Aquellos dous pot;tos do
Mediterrneo, aos quaos as iam buscar os navios
europeos. Teimor em seguir a estrada antiga,
era inipossivel depois do achada a nova ; pois
por esta traziarhos nos aos mercados da Europa
aa drogas e mercancas orientaos muitu mais
baratas, e ficavara monopolistas d'aquelle rico
commercio. Que restava. por tanto, aos povos
que comnosco quedara participar dos lucros da
nossa descoberla ? rerfilha-la. Eperfilhando-a
era indispensavcl que se vaiessem. ao mesmo
lempo, da nova machina com que tiuhamos
outras mas a coutradna e formal esta exa- de esbulho, quer loleiro resarcioieuto dos preiu-
rada no inquerlo que em 1824 fez urna commis* '
sao da cmara dos commiim, onde ao contrario
se testemunh.i ser o melhoramento deltas pro-
gressiro e acelerado de aorto que em poucos an-
nos vem a ficar completamente inuleis" as que
mais perfeilas se cuidavam. Em geral as consa-
gradas produeco de arligos muito procurados
., sem dam- cnegam rara vez ao ponto de traste usado, porque lem bualhado os tra
aulras as ac- f!lles ao ,0C3r esle ponto sao despedidas por ou- las causam coro oulr
dcscobiiram lras 1ue execulam o mesmo traballio ou mais de- se, por modo do um
pressa ou melhor. O que os clculos mais-aegu-
ros mostrara que, para deixarera ganho, devera
remir o sea cusi dentro do cinco annos, e que
dentro de dez vem aposenta-las outrss de mrito
avaniajado. No fabrico dos filos inglezcs aconlc-
dicados, at que por oulna vas recuperem o em-
progo temporariamente perdido.
Fazer inventario desles arbitrios, sem aer para
discutir ou comparar o aeu mrito, seno para
mostrar como os inconvenientes passageiros que
se notam s machinas lem emenda, foi o nosso
intento. Ou por falta do reflexo, ou outra se
nslorjios accidentes que el-
oulrosde frooco eslranho. Olha-
lodo homogneo, para o ag-
gregado de circunstancias, eaaeocialmente dis-
tinctas, que, muitas na realidade, e algunras na
apparenci tem gerado o desamparo dos trabu-
lhadores ; e cada qual procura explicar ou re-
solver a seu grito o temeroso problema da dcstri-
ecu succedorera-se os apertoigoaments lo rapi- buigo da propriedade que ellas exprimen) sem
(lamente uns aos oulros, que machinas houve que distrincar um problema tao complexo. Este
iicarom por acabar as mao3 do constructor, pre- desasscego quo atormenta as naces mais pros-
venidas por inventos mais fellzes. perasesta eiva quo lavra no coraco das socie-
A estes inconvenientes vem ajunlar-se outros, dados mais civilisadaseste condensar de nuvens
de que j5 lomamos nota ; as guerras e medidas araeagadorasesle agitar de operarios que se rcu-
liscaes, tanto internas corao exlernas, que fechan- nem, se preparara, se armara, e se arreglmenlam
do a sahida aos producios das machinas, se con- esle contraste da mais lastimosa indigencia
vertem contra o trabalhador, rcduzindo-lhc o ao p da mais colossal riqueza espanta 1 Mas
em prego e o salario, e tanto mais quanto a po- ondo a causa, e sobretudo a salvaco e o rcme-
lencia mechanica cerceia mais no trabalho huma- dio ?
no. E anda que esta casta de males nao proce- Se o do pauperismo est n'uraa dstribuigao da
, *.... Hv ........m^ (,ain> segundo traz declaramos, das machinas, propriedade melhor regulada do que at hoje o
aperfeigosdo a navegarao, porque a ella era de- nen' Por lsso deixarn de ser accidentalmente ag- lem sido, de intuicau que a cura ser fcil lan-
vida a dcscoberla. Nova machina chamamos S^vados pela existencia dolas, o falaes dos to mais quanto medrar a cousa que mais opposta
aquelle instrumento nutico, do que usam os operarios, se conhece ao pauperismoa riqueza. Ora nao
mareantes para lomar a altura do sol. melho- N!l es,ao rentos de experiraentir, no seu tan- ha senao dous nicos modos de augmentar a ri-
rado do maneira por dous mdicos d'el-rei D.!,0' .esl? amargo do infortunio, os emprezarios e queza (pois nem Ricardo que os apona, nem ne-
Joo II, astrnomo, Marlim de Bohemia, que o I capitalistas : mas muito menores era numero, o nhuin economisla sensato nos tem revelado ou-
tornaiam outro aplanando muito com este pro- i ?. 'cursos para subsistir, de que careco o tra- tros) e estes dous modosconsistem ou era cm-
gresso a navegado pelo alto mar que al all,! l)a'n.aiio>" "o meio de urna crise industrial, o seu pregar urna porgo mais consideravcl de renda
sempre ou quasi sempre costeira, se fazia com j solmmento, muito mais suave, nao chega nunca no trabalho productivo, ou.sem empragaf urna
rindes delogas e incalculaveis desonzas sobre ao aPlce da miseria, de qu# victima aquelle que
riscos amiudados. Tanta a influencia do mos. ut mo isntrumenlo at pela descoberla da America, S0I'S msculos.
que esta descoberla ( nao reflexo nova) nao rem(,d'0. pois, que menos nocossario a oulras
proveita s s naces que coramercoam directa-! ^Iai'3es. "o P"do escusa-lo o trabalhador, qual
o s que para nade ser? E'arduo deterrnina-lo. Quasi todos
reccilam as caixas econmicas ; mas nao so cin-
gera a ellas.
Babhagc recommenda (a modo de preservativo)
quo os membros de urna familia aprendam, cad
mente rom o Novo-Mundo, sena
l mandara mercadores, c recebera os retornos,
por mediaro do oulros paizos. E nao s a
estes, tambem aos que nao leudo commercio
com a America, nem directo nem indirecto,
comtudo pelo uso que fazera de alguns dos seus
productos sao necessilados a fabricar valores e
arligos do insduslria com que oscomprom. At*
os povos so os ha que nao consomem ne-
nhuma mcrcadoria da America, se tem relages
commerciaes com oulros enriquecidos pelo Ira
fleo com ella, podem, pela rirtude expansiva
da produeco, participar da prosperidado d'esses.
E' raro que sendo hojo tao facis as communi-
cares, una naco nSo chegue a tirar algum
lucro, mas que seja mui romoto, daquellas mes-
mas machinas, de que nao forma a menor idea.
Mas este lucro remolo que, parece, as sgnala
com um novo attribulo u ubiquidadenao
compensa nunca o damno que se occasiona de
as recusar; o pode asseutar-so como regra que
defender a sua inlrodurco nao ovila nenhura
. inconveniente ; antes expo o paiz que as des-
presa a ver emigrar urna parte dos seus capitaes
c dos seus industriosos, o a fiear estacionario
ou aliasados, era quanto outros lhe levara a di-
anleira.
I'or ter defendido as machinas contra os que
as alacam na base, e negara sins vanlagcns, ou
lhes assacam defeilos que lhes nao perlencem,
nao cahiremos nos no vicio opposio daquelles
economistas, que deixam ao lempo e provi-
dencia o restabelecimenlo do desarranjo causa-
do aos capitaes e sobretudo aos bracos, em pre-
gados n'um ramo de industria pela apparicao de
ura invento que os vera de.sapossar. Sendo iu-
dubitavcl que a addico das forcas da- nulureza
s do hornera acrescenta energia da produc-
Cao, c com ella abundancia dos productos :
nao menos cerlo que a intervengo dessas
novas forcas vera diminuir a importancia da-
quellas, com que o trabalhador grangeia o seu
salario. 03 agentes naluraes, se funecionam na
industria, sao forzosamente competidores dos JePOs de analysar as theorias do Saint-Simn,
bracos laboriosos. E' incouteslavel que o auxi- fourier, e Owen, e achar bom e mo em tedas
lio, prestado pelo poder mechanico, cora bara- !as. convencido da impotencia da antoridadc pu-
quaq^ia de trabalho addiccional, augmentar
lorqSs productivas. O primeiro alcanca-se com
economas, redu2ndo as despezas nos objeclos
de luxo e recreio, e consagrando o que assim
se poupa reproduco. O segundo pode con-
seguir-se, anda que nem se reduzatn as des-
pezas de luxo e recreio. nem se acrescente o
trabalho.
E destas duas maneiras de augmentar a rique-
za, diz Ricardo o cora razo, que ae ha do prefe-
ura, dilTeren'o oflicio. rir a segunda ; porque lera a mesma virtude, sem
Julio Bural, ura dos redactores do diccionario nos abster de gozos, nem diminui-los : o que
universal do commercio, em ordem a dar quo fa- inevitavel pela piimeira.
zer aos bracos desoecupados nos lempos de pe- Sendo evidente quo a primeira respeila aos
nuria o vicissitude, aconselha eslabelecor traba- capitaes, e a segunda, quo amis vant.uosa,
lnos de ulilidade publica na vislnhanca dos dis- s machinas, urna deltas se ha de escolher Nao
trelos; fabris ha sahtr dcste circulo (no qual, se entende, es-
uuiro cotiaoorador do mesmo diccionario, quei- tao tambem incluidos a trra e o trabalho.) E
xoso da despgualdade e injustiia, com que era re- tanto, que buscando-so o meio mais elDcaz de
acao aos demais productores se quinhoa o traba- dar impulso riqueza, o mais cabal que se ofe-
inadorem paga do seu servico. suggere como rece facilitara produccao, c procurando-se o
meio de fugir A esta desproporgao e seus incon- mais adequado a acilitar'a produeco, nao se de-
venientesque o operario al aqu asmis para nenhura tao presentaneo como as machinas.
Jas vezes contado simples utensilio, semclhante As obras econmicas ainda as mais patentemenle
ao animal e s machinas que se eliminan) a arbi- votadas a mclhorar a condigo das classes labo-
tno seja d'ora era diante chamado calhegoria riosas, nao se estriban) n'oulra theoria, era se af-
lo socio indispensavel da empreza productiva, ferem por outra raedide. A de Michel Chavelicr
nao s por trabalhar para ella de communidade entre muilas, que plano prope para o adian-
com o emprezario seno por ser o producto om lamento material da Franca? Limita-se a tres
resultado indivisivel sim raasnascido do con- expedientesvias de comraunicai;oinstituices
curso de arabos, e o pre^o representar os diversos de crditoe escolas induslriaes! As priraeiras,
elementos do que se compite o objeelo vendido, que outra cousa nao sao senao machinas de abre-
Rau prope aos operarios que alternen) o exer- viar o transporte : as segundas que vera a ser
cicio da industria manufacturera com o da agri- meio mais raoido do fazer girar os capitaes : as
C0Lf- tereeiras, seminario de aptides especiacs, para
uegerando julga muito efTicaz a creaeo de fomento da industria. Sao tres nethodos do
conselhos industriaos que superinlendam no re- prosperar um paiz, facilitando a produccao: e
partir os trabajadores pelas diircrent03 indus- cada um destes methodos depende ou das machi-
mas, na sua mudanca do urna Ierra para outra, as ou dos capitaes, ou de ambo*.A riqueza
e na maneira de os classificar as diferentes pro- nao pode existir sera elles. nem autro cauterio
lissoes que indiquen) os lugares e oiTiciosoiide se pode applicar indigencia, a maior de todas
se declara ppdido regular de trabalho, ou excesso as chagas sociaes. A questo do pauperismo
na sua oleila que presidan) instituido de insoluvel sera ossislencia destesd4us agcnles : e
escolas industriaos, diversamente graduadas e vedando-so as machinas, p*bde goardar-sc mais
que promovam a orraacao de sociedades de soc- egualdade na 3lribuico da mistria ; da Dfo-
corro c prevenco. -*-*- -*- -
Reybaud que era suas consderac&es ajiraage as
machinas, o todos os instrumentos" da prodwicao.
lear as mcrcadorias, augmenta os commodos da
sociedade em geral, e do operario na qualidade
de consumidor que mas na qualidade de pro-
ductor nao succede assim. Se o trabalhador
podpsse dispr desse auxilio immedialanieiile,
e para proveito proprio, ento, era vez de ser
um rival perigoso, o machinismo lhe seria alija-
do faroravel : exigindo tanto a conslrucco co-
mo o emprego das machinas complicadas adian-
tamentos o capitaes, que nao eslo ao alcance
do pobre, oslo novo instrumento productivo vera
a parar em privilegio dos poucos que delle po-
dem servir-se, o os lucros havidos do seu uso a
accumular-so as moa do pequeo numero
que cooperan) na obra da produeco com o mes-
mo instrumento ; ora quanto os trabalhadores
que sraente cooperara cora a Torca muscular,
nao conseguem seno urna recompensa aJcquad.i
diminuta utilidade dessa forra. Ora ( j o no-
tamos ) o presumo do trabalhador decresce )
proporcao quo so estende o emprego das torgas
mechaicas : e nem pode deixar de descer nesla
proporcao, porque a renda, a principio consi-
deiavcl", do emprezario que se prevalece de
urna descoberla, decresce do mesmo modo, a
medida que oulros emprezarios concorrera
explora-la; vindo o barateio das mcrcadorias,
ou o augmento de productos sem acrescirao de
gastos o grando beneficio o o duradourodas
machinas a ser exclusivo do consumidor: nao
do productor.
Embora Say diga que o novo mechanismo do
algodo, longe de desoecupar as pessoas que sub-
sistan) do velho, dora emprego a muitas mais :
nem tedas as invcnc.es sao seguidas de elfeilos
eguaes aos dcsta, nem esta mesma o foi de seme-
jantes elTcitos com tamanha rapidez que nao
"luvesse um interfolio em que os fiandeiros do
algodo pelo methodo antigo deixassom de estar
sem emprego pela invaso do moderno. Esto in-
tarcallo, esle lempo que decorre no restituir o
equilibrio entro a ruina de urna industria o o
nascimenlo da que lhe 9uoede lempo de tri-
buloco para homens desempregados nao
computado nos clculos de mais de um economis-
ta. Dcsprezam-sc, em conccito de raego insig-
nificante, mezes, c pode ser que annos inleiros
de privacao para operarios sem trabalho. Che-
gara a negar que lhes falta que fazer. Pgdem
(diz-se) mudar de oceupacao. Esquecem que nem
sempre fcil depara-la quo nao basta cncon-
tra-la, misteraptido para a exercerque nem
todas as edades, nem todos os individuos sao pro-
prios para o aprendizado de novo officio; .nem
todo o officio leve de aprender. Discorrem.como
para simular os inconvenientes das machinas,
que ao passo que se multiplicara e aperfeigoam.
se vae gradualmente eslorvando a inlruso de
roMir/nu
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
blica a intrometter se em taes objectos, lem para
si que s a liberdade pode, provisoriamente, ser
lenitivo aos males que supporta a classe dos tra-
balhadores.
Liberdade de testar, liberdado de comprar e
vender, liberdade ampia cora abolico- de todos
os privilegios da navegaco, do co'mraercio, da
agricultura, da industria, dos officios, da bolsa
da agiolagera, dos rcrideiros do estado, dos ban-
cos, o os administrativos, exlinclos. Os monono'
los de toda a especie, da plvora, e do tabaco
os direilos exorb
priedado, nao possivel. Quand Bolln, socio
do celebre Wall, foi presenca dejGuilhenne III,
de Inglaterra, explicar-lho m dos aperfeQOa-
raentos recentes na construego di s machinas de
vapor, perguntando-lhe o rei:
Que nos irazeis, Sir Bolln?
Respondeu-lho este:
Trago a Vossa Magestadra cousa que os
res mais presarapoder.
Poder, on torca que, segundo j notamos, a
natureza faculta ao hornera, e o hornera ulillsa
por mediacao das machinas; poder benetico e
creador, porque emana da Providenciabera des-
sitnilhante de outro, qu eslaril e mortfero,
porque nasce do despotismo, e da Violencia.
Nao (sem embargo da opinio de Mallhus)
t com o ultimo que se ho de atalliar as explosoes
liantes sobre o sal e as bebidas da tome que assalta, por vozes, a classes de ope-
cspintuosas. tambem extractos. Tudo
lft fflRTlIA.
formula, a seu juizo, ainda eeiS por ochar,'espe-
ra mu.i.nica que satisfar.
Rossi Icrnbra, para a'codir s povoages sor-
prendidas por urna nova machina soccorros
momentneos, e trabalho extraordinarios ; mas
da-nos a Inste ceriez* do,que o remedio radi-
cal s do tempo pode vir, o da propria torca das
cousas.
Os tres milhes e tantos mil cidadaos inglezes
que em maio passado dirigirn) peltgao cma-
ra dos comraun?, lastmando-se do- desamparo e
penuria das classes quo viten) do trabalho, im-
putavam a sua sorle a salarios diminutos, a im-
postos vexativos, especialmente o que pesara
sobre arligos de primeira necessidade ; a despe-
zas excessivas com funcionarios- ewis e religio-
sos, o o exercito ; ao monopolio' da raoeda pa-
pel, das machinas, da ierra,, da imprensa e do
transitosecundfrriomene : e principalmente
defetuosa organisaco da cmara dos coinrnuns.
Cumu romedio pediam, pois, parlamentos an-
nuaes : escrutinio secreto do votos ; subsidio ao.'
dupuiados ; faculdade do os eleger para todos n.
varos de maior edade, entendimento sao, e nc
implicados em processo crimo ; direito paraos
eleilores de revogarem o mndalo*; e diviso d<
territorio em disrelos eguaes. Na. relama;(<
nao comprehendiam os vexames procedidos da:i
machinas somenie, seno lodos a de loda a or-
dem : e nem os- atlnbuiam 3 machinaa, seno ao
monopolio que dolas se Caz : objeccio que nu
enlendo de nenhuraa forma, com- a sua utili-
dade.
O Sr. Silvestre Pinheiro, um dos moiores pen-
sadores que lem Ilustrado o nosso.paiz, chaman-
do o litigio ao terreno, para ono o inclinan
mais a vocacao dos seus estados, e a tendencia
do seu espiritoo do direitocontempla a in-
troducto das machinas no pwilo de expropria-
eo toreada do patrimonio do trabalhador quo sao
os seus bracos ; e reconhecando a sociedade au-
torisada,' pelo inlcresse geral, a p/alicar osle aclo
O Jornal da Dakia, spreciando, como temes
feilo, a decadencia de nossi maana, e propojvio
os meios de preveni la, manleu-se na elevado
deste assuraplo, acompanha-nos inleiramente i.a,
maneira pela qual o encaramos, o apoia as pi<
nidos que por mais de urna vez temos expendido,
sobro os meios convenientes para parar esta de-
cadencia e metamorphozea-la em progresso, trar s
dote'de bato.'h"8 *"aueni, asuachiuas inuiu-
pham cirifliando, multiplicando as geraces, e
os meios de subsisten*"1"' Ao 8eu tat creador,
sabio do seio da nalureza u.?a populagao invisi-
fd.'muitb mais numerosa que yisivele real, a
quera vem auxiliar nos obstinado* Combates da
vida laboriosa ; e com este auxilio, milbs'lo ao
que o anjo deu s tribus de Israel, vence o ho--
mem a inimigos oinda mais terriveis do que os
pliilisteusaos saltos do Nigara,.,s furias do
Ocano, profundezadas minas, daWzado fer-
ro, ao psq deses gigantes de podra a,ue se er-
guem no meio dos desertos do Egyplo, ao escar-
pado das mais elevadas rouhas, ao natural, mais
rude ainda e mais escarpadte,-das bordas selva-
ge ns.
Que se nao conjure, pois, contra as machinas
urna nova seila de iconoclastas- Que se nao ro-
geiio esta meKe que a Providencia dispensa ao
hornera. Que se nao privo a nossa rara desta for-
midavel alavanca com que dominamos a materia,
e escalamos o proprio co, tornando as leis as-
tronmicas em vantagem dos habitantes da trra.
Que prosiga em sua larefa esta plaina infatigavel,
desde seculos, no empenho de irmanar pees e
cavalleiros, e todas as pecas do xadrez wcial.
Que este grande instrumento de progresso e per-
feclibildade se nao condemne. Que se deixe
sazonar este fructo que anda est era agraco, e
se legue so futuro esta esperance infinita do'ho-
mem, esla f profunda no primado da sua iolel-
ligencia- sobre os elementos, sobre o mundo ex-
terior, sobre as torgas physicas do universo 1
A. de Oliveira Marreca.
[Archivo Universal.)
......
Variedades.
parle ; antes tao varias como os casos que occor-
ram, e as circunstancias peculiares de cada paiz ;
accrcscentando somente que essa col lisa o anda
est distante do nosso.
Nos nao soUremos da multipAieidade das ma-
chinas ; mas- da falta deltas, ou da imperfeico
das poucas que temos : de que-, pele desengenho
e rudeza, podem ser excelleutiseima amostra os
nossos pesados carros; Nao experimentamos em-
barago do superabundancia, wdadeira, de pro-
ducios ; mas ditllculdadc do os levar ao mercado
por estradosprecipicios: que assim morrem el-
les na aua trra natal por falta-do movimento.
como"as plantas se esliolam por falla de luz. E
desta theoria econmica candidamente podemos
dizer que nem a verdade, nem.o sophisraa, nem
o favor, nem a injuria, conheceroos.
Outras nares-lhe tom j provado o deleite, e
o azedume. Prejuizos se insurgirara contra ella ;
interesses mal avisados lhe declararan) guerra ; e
litleralmeuto a. yMeimarain em-esalita os quo era
Inglaterra lancaram fogo ao priraeiro moinho de
vento, que se construio para seriar madeira. Es-
pritus superiores a lera duvidade e combatido.
Embora! A evidencia mais forte que o parado-
xo, e as necessidades sociaes mais tcnazes, c vi-
vi_douras que os erros popularos As nages nao
ho de banir, loucamenlo, a trabalhadores incan-
^aveis, que nao comem, nem be bera, nem dor-
inem, nem repousan.nem entorraam, era fazera
ligas, nem levantara unios, nem- arvoram o es-
tandarte da insurreico ; e que, apesar de lo
mansos e inofensivos,* sflo mais demcratas que
Washington, mais revolucionarios que a convec-
ino, mais jacobinos que Robesfiierre, mais ami-
gos da egualdade que Rosseao, mais progressitas
que a-extrema esquerda, mais propagandistas
que toda a propaganda religiosa- o poltica, mais
irrfplacavelmonle radicaes e reformadores que to-
do o radicalismo em pessoa, antigo e moderno 1
I- Nao I
Admira veis apostlos da- industria, conquista-
Carta da viseondessa de kikiriki seu
esposo o viscoude do mesmo titulo.
i
De que me serve, visconde,
Ser viscondessa, e usar
D'apparelho titular,
Ter coup, ter escudeiro,
E na bolsa algum dinheiro ;
II
Re que me serve tambem
Ir aos bailes, s partidas,
Ao Ihealru, e entrar as lidas
Desle grande temporal,
Do systema social,
III
Se me vejo separada
D'aquelle por quera deix-ei
Pae e rae, e abandonei
O casal onde nasci,
E onde lambem cresci!
IV
E' triste cousa, visconde,
E triste em mais de ana sentido,
Ser casada e ter marido,
E passar a vida inleira
Como viuva ou solteiral
V
Quera se casa e quera se liga
Ao sagrado matrimonio.
Vira as cosas ao demonio
O vicc-rei do inferno,
Elhcdizadeus eterno.
VI
E vivo em paz e socego
Cora sua mulher e filhos-.
Trata sraente dos milhos,
E regando os malraequeres,
Nao trata d'outras mulheres.
VII
Quando a Santa Egreja ala
Este indlssoluvel u,
Ao hornera concede s
Urna mulher, quem quer mais.
Nao se liga a votos taes.
VIH
Eu bem sei que os raaos coslumes
Nao so perdem fcilmente,
Pois conheco muita gente.
D'orelhas les o tamauhas.
Que nao larga as suas manhas.
IX
Neste rol sinlo rnetter
Tambera o meu viscondinho,
Que scrapre foi lentadinho,
Mesmo depois de casado,
J se v, cora cerlo gado.
X
O meu visconde bera sabe
Quanlas vezes o pilhei,
Despresando a (, a le,
Jogando o fazendo vasa
Cora aseriadas da casa.
XI
Inda me lerabra da noite,
D'aquella noite horrorosa.
Na qual a criada Rosa,
Deu luz uro bastardinho.
Obra do meu viscondinho.
XII
Nessa noite fui aos ares
E lhe quiz, primo, avancar,
At o quiz esmagar.
Mas nao me lembra por fira
O que leve mo em mira.
XUl
E' cerlo que Uve febre,
Oue tres das nao comi.
Tal foi a dr quo sent,
E meliida no meu quarto,
S me lembrava do parto.
XIV
Felizmente o confessor
Mitigou os zelos meus,
Segundo os conselhos seus,
Eu lomei diverso norte,
Sujeilei-me minha sorle.
Eu julgo que o meu visconde
Inda segu as l'eis de Chrislo,
Pois, segundo tenho vista
Das suas cartas, parece
Que d'ellas se nao esquece.
XVI
E' por isso que lhe fago
O meu ultimo serrano";
Rasta j de sor ralo.
Basta jd'andar loa
Pelas ras do Lisboa.
XVII
Mella o p na raala-posta,
Porm no torga-feir,
E no alta do Bandeira,
Atar de novo os lagos
Do matrimonio, em meus bracos.
XVIII
Nesta cidade da Virgen)
Tambem se diverte a gente ;
Ha thealro permanente.
veniente (era bem dispessavol esta condigo,.vis-!
lo que esla conveniencia, permanente), por um
fiel de segunda classe, medida euja utilidad jus-
tificamos entre outras,. quando nos oceupamos
dos offkiaes de fazendo,da armada, era nossa sex-
ta llesenha, publicada,om principio de margo.
Um ministro que assim procede, que assim
acceitei o concurso.da-impronsa livre e sizuda, .
XVII
-Algumas palavras preliminares
-Re-
SCVHARIO. .
clamago das presas.Rpido exame sobre a
origcm da navegaco e da marinha.Sua in-
fluencia sobre o progresso das nages e civili-
sacao do mundo.
formago que lentamente so podo effectuar, met- ; por sem duvlda, digno do lugar que ocoupa om
Nao est ainda mui distante o dia em que, re-
cordando a poca memoravel, na qual Jovens of-
fkiaes intelligenles, dedicados proflsso e of-
flciaes encanecidos no servigo, respeitaveis por
sua experiencia e saber, fizerara geroer os prelos,
apesentando projeclos mui uteis marinha, la-
raentavaraos a indifferenga que actualmente se
observava na imprensa, relativamente esta re-
partigo, indifferenga que, com razo, considera-
vamo's como o mais grave symploma do sua de-
cadencia.
Isto fizemos apenas ha dous mezes, quando en-
celavaraos esta publicago. desojando quebrar
este somno profundo e perigoso em que se linha
engolphado a marinha, no meio do qual s nos
da vamos signal de vida, o boje j temos o intimo
prazer de ver que ella disperta inquieta, sobre-
saltada, como o insUnclo da salvago, e que sua
inercia se transfofzaa em movimcnlo, om aeco,
no qual se descobre algum ardor.
O impulso partido do Diario de Pernambuco,
nas mais modestas de suas columnas, fez-se fe-
lizmenta senlir logo no Jornal da Bahia, Jornal
do Commercio e Diarto do Rio, orgaos principaes
da imprensa na Ilustrada primognita do Cabral
e na corle do imperio, de maneira que era vez
de estannos s em campo, advogando a maisdif-
flcil, porm a mais jusla e generosa das causas,
vemos agora surgir novos e valentes lidadores,
que aecudirara ao nosso reclamo, e que trazem
para o campo de balalha, talento, tempo e illus-
trago, armas quo temos, o mrito de reconhe-
cer e declarar que nos falta.
lendo-se desde j4 mios 4 obra, com um hbil i r-
chileclo para dirigi-la, e intelligenles operarios,
que sobram, para cxecuta-la.
O Diario do Rio navega om rumo opposto ao
em que singraroos; fazendo franca e violer ta
opposico ao ministerio actual, enrisla a langa e
iuvosle contra o Sr. ministro da marinha, aecu-
sando-o de banalidades, que alguns communira-
dos do Jornal do Commercio fcilmente destroem,
o quo nao admira ; porque aquelle peridico c is-
um paiz representativo, em qtle esta tmprensa,
deve exercer justa, influencia na marcha do
govorno.
Desde que nos alistamos nas brilhanies fileiras
do jornalismo, adoptamos o systema de nao ex-
pender nosso- j-nizo sobre os administradores de
marinha senao dopois de apeados do poder.
Tinhamos com isso a dupla vantagem de criti-
car os erios commettidos, encasando todos os
tactos da adraioislrago, sem reeio- de urna per-
cute dominado peh paixo, e sen a calma i e- i seguico acinlosa, e de elogiar os actos wento-
cessaria. Sao bolhas de sabo, que coro a pres,e- ros, era risco de ser tachado de- Usoagoiro, de
za com que incham, egualmeute se dissiparo. | fazer cortesas ao poder. Nao adoravamos o sol
E, entretanto, segundo carias de pessoas ira- no nascenle, nem o apedrejavaroos no uccaso,
portantes que temos vista, o nosso actual mi-, como tantos exemplos se notara lodos os dias. A
nistro nao merece estes ataques : comprehe )de nossa apreciago, pois, mauifestsva-se com
que nao lhe possivel fazer urna boa adminis-'. franqueza, imparcialidade ejusliga.
tracao sem esludar os negocios cuja gesto lhe | Cremos que nao poderiamos obrar mais judi-
foi confiada, vista nao ser profissional pre: ido ; ciosamente.
sempre ou quasi sempre os sesses do consdho E' com acanhamenlo, portento, que hoje faze-
naval, tomando parte em todas as discussftes que mos urna excepc&o este diuturno coslumo, cora
por ella em sosso de 14 de agosto do anno pas-
sada;. se prestor. a estes olSciaes a considerago
de que estes sao dignos, restituindo-lhes os toros
legaes, esquocidos do proposito, rceebendo-os
oom polidez^ dando importancia aos nossos ge-
neraes, eslea- certo de rme far um grandioso
servigo, e da- quo sompre- se poder. ufanar de
sua admiiiislraeo, que-muitos tamaro para
modelo.
Ento podereraos declarar alto e bom sam que
as esperaacas que a subida de SvExc. ao poder
nos fez conceber nao murcharam como tantas
outras brotadas em idnticos casos, porque, era
vez de decepeo deixaram-noe a realisago dos
desejos mais queridos da marinha imperial.
Mos nossa pena, que correra por sobre o papel
com rapidez para manifeslac este juizo, expr-
roindo a nossa alegra, nao se recusar lambem
preencher urna missao mais. severa se encontrar-
me^ no flm de ludo a negacao, mais um elo
esta correnle de erros accumulados portanlos
annos, que esto produzindo o definhamento da
marinha, e que nos oulros ramos da adminis-
trago embargan) o progresso do paiz, apenas
devido influencias naluraes.
nellas se suscitara, ouvndo com attengo os pa-
receres dos distinctos officiaea membros do con-
selho. e adoplando-os, embora tenha que fizer
algumas vezes sacrificio de sua opinio par cu-
lar. Deste modo demonstra que loma 4 peito es-
tes interesses pelos quaes porfiamos, e que )ro-
cura salisfaze-loB. ...
Temos ainda novas provas 4 adduzr f ivor
deste juizo : tratando da ida da crvela D. Isabel
em viagem de instruego aos Eslados-Unidoi e 4
Europa, nao s propozemos que ella se arrrasse
hlice, como que nao conslruissemos mai.: ne-
nhura navio de guerra vela, e logo depon le-
mos no expediente offcial um aviso delermn indo
que as novas crvelas 4 veta que se linhara
mandado fazer fossem dotadas com aquelle pre-
cioso e admiravel motor; assim como, decara-
raos agora com o recente decreto n. 857! de
22 do mez passado, que eatabelece que, os :om-
missario de terceira olasso podem ser coad, uva-
do no servido a sea cargo, sempre qne {or con-?
Casielhauo e poituguez,
E j o houve franeez.
XIX
5? .b,i,e*. onde o viteoede
Pode estender a pernioha
Muito 4 sua vonlsdioha,
Tomar ch4, comer pastis.
E mostrar os seus anneis.
XX
E tomar Irinta srveles
Sem nisto gattur viniese;
Comer fiambre taniero;
E beber alguns copilos
Do vinhos mui exquisitos.
XX?
Como o meu .charo visconde
Tem a bossa nusical,
De certo nao l!ic ir mal,
Na Phila'rmonka lera
Onde passe as noiles bem.
XXII
Na fente das bellas damas,
Triumphsr no piano,
E cantar de soprano,
Ou nas pegas concertantes,
Ou a slo como d'anles.
XXUI
Iremos ambos tomar
Banhos era Leca ou na Foz,
Acompanhados ou sos,
Passearemos a p,
Ou dentro do meu coup.
XXIV
Se quizerjogaro monte,
Ou metler-se na rodinba.
Dispor da bolsa minha,
Mas de modo e de maneira
Que nao canco na carreira.
XXV
Isto de jogo, visconde,
Nao d honra nem pioveilo,
E segundo tenbo feilo
Os meus juizos, quem joga.
Se juiz, empenha a loga.
XXVI
Eso lem casas ou quintas
Tudo empenha e tudo arrisca,
E correado alrr.z da isca,
S por fim so desengaa
Dando com tudo era pantana.
XXVII
Ser melhor, raeu visconde,
Quejogue comigo s
A bisquinha e o domin,
Pois qualquer jogo de vasa
Nao deita a perder a casa.
XXVIII
Este verao deveremos
Ir s Caldasde Vizella,
Eu por causa da espinhela,
Que trago ha mezes calada,
Araeagando-me a vida.
XXIX
E o visconde tambem deve
Tomar as aguas thermaes.
Por causa d'esses falaes
Desarraigos da bexiga,
E das dores de barriga.
XXX
Os bellos ares do campo,
Oue lo agradaveis sao,
Nova vida gente do ;
Sao ura grande refrigerio,
tra remedio, ura salvatcrio.
XXXI
Ouviremos de manha
O canto dos passarinhos,
E pelos campos visinhos.
Ambos sos passearemos,
E depois almogaremos.
XXXII
E' no campo onde amor reina
E onde lem os seus altares;
Procura-lo sobre os mares,
Ou nos grandes povoados,
E' perder passos baldados.
XXXIII
Tcnho-lhe dito o que sinto,
Tudo para seu proveito.
Qualquer desculpa rejeilo,
Ou mee sempre comsigo,
Ou nao contar mais comigo.
XXXIV
Sao horas de me deitar,
Que o somno me est chamando ;
Adeus, meu visconde : quando
Cumprirei o meu desejo
De lhe dar um lerno beijo ?
(Braz-Titana.)
Francisco jywluio o seu antes do prazo mar-
cado, e declararan? }0&* que ninguem o poderia
exceder ; Sabina mesmo 2? T*-10 pmou de ad-
mirago e nao pode conler as i',.""""1?8-
Por que chora? pergunlou"Poi^,oro-
Por que meu pae, replicou ella, obrigU-m
a jurai 4 hora da roorte, que nao consentira ou-
tro nome, que nao fosse o seu, ligado a esta obra;
pensei que sera fcil coneegui-lo se meu irroo
a acabasse ; mas agora, que lhe levaos a palma,
o nome de Polydoro ir substituir o de Erwin.
Ainda lhe podis obstar, replicou o Franeez,
consent em casar comigo, c cederei a vosso ma-
oo a honra de concluir a obra comegada.
Sabina nao responden, mas sento o corago
atormentado. Sepresistise na prefereucia por Ber-
nardo nao cumpria a promessa que fizera a seu
pae ; se aceitava a proposla de Polydoro, salva-
va a gloria de Erviu, mas perda as esperongas
de felicidade. Oppressa pela incerteza, approxi-
mou-se da mesa onde eslava esteodida urna gran-
de foiha de pergarainho, pegou distradamente
na penna que revolvia nos dedos, dirigindo ao
co supphcas entrecortadas de lagrimas, al que
por Om, vencida pela fadiga, adormeceu.
Durou-lhe o somno loda a noile.e quando ac-
cordou, os primeiro raios do sol passavam Ale-
gremente pela janella dentro ; laugou os olhos
sobre a mesa e soliou>um grito de sorpreza.
No pergaminho um desenho admiravel reprc-
sentava a fachada da capital, que boje se admira.
Deus escutra-lhe a supplica, ura anjo evitara a
tragar-lhe a obra milagrosa que devia alcancar o
premio.
Bastou com effeilo apresenla-lo aos membros
da municipalidade para que declarassem todos a
urna voz qiesella era capaz de continuara obra
que seu pao encelara.
Por seu pedido consentiram qoe seu irmao a
ajudasse, e Bernardo vcio offerecer-se para a au-
xiliar tambera ; mas Polydoro rodo de ciume af-
fastou-se sera dar palavra.
Joo e- Sabina foram habitar no grand pateo
da egreja para vigiaren) estes Irabalhos mais de
perlo. Sabina pareca aciraa das leis do lempo.
As obras apenas imaginadas eram feitas immc-
diatamenle ; o seu cinzol inultiplicava desenlies-
em torno do edificio de Erwin, sem que sepo-
desse saber que horas era pregara na creogao de
tantos primores d'arte. Ella mesmo pareca ig-
nora-lo.
Entretanto a grande figura destinada para a
Trente do relogio linha-se concluido ; mandou-a
assenlar no seu lugar. Mas esla operario levou-
Ihe odia todo, e toi necessario esperar pelo dia
seguirito para julgar do effeilo que deveria pro-
duzir.
Apenas rompa a manha. Sabina aecudio com
a raultidao curiosa do apreciar a nova maravilha.
Horror! A estatua fra mutilada de noite e a
maior parto dos ornatos executados, liavia pouco,
por Seraphina, atrozmente escalavrados
Um grito do espanto elevou-so do toda a par-
le, mas a este grito succederam-se os murmurios
dentro em pouco. Qdem destruira a obra da
donzela ? Seria mao do hornera ou de demonio?
O demonio nao desire as obras dos que
proteje, murmurou urna voz.
E como havia quem se admirasse, a mesma
voz lerabrou a extraordinaria rapidez com que se
havia exceulado aquelles trabalhos todos, aquel-
le triumpho inesperado no concurso proposto pe-
lo consclho, aquella affecco de vidana abslrac-
co de espirito e na solido.
Estas stispcilas correndo pelo povo arreigaram-
se com fcilidadeexlrema ; Sabina ferir muilos
coragoes sem o saber, ja pela sua belleza ; ja pe-
los seus trabalhos : e correu o boato de quo
Deus regeilova as obras da IMha de Erwin, por-
que erara inspkages do espirito maligno.
A esta aecusago Sabina rclirou-se tora de 9i
para a sua casa do trabalho, e conservou-sc al
noile resando e chorando.
Bernardo de Sunder, depois de ter tentado
consola-la, recolheu-se casa era quo habitava,
derronte da torre; mas a lembranga das lagri-
mas da sua noiva nao o deixava dormir. Levau-
tou-se da cama, e toi encostar-so tristemente
janella. A noile eslava escura, o vento zua na
grande torro deserta, e grossas gollas de chuva
cahtam nas lagos sonoras. Bernardo, entregue
s suas preoecupages, linha a cabega encostada
ao pulso, quando um ruido secco e repetido, se-
raelhante ao martello batendo na pedra, reliniu
de repente no silencio da noito.
Lovanlou a cabega ; na sua frente-e nos mais
l Illa leillla da Calhedral de StrasbUrp. altos andaimes urna sombra appareceu. Nao se
, ,. k i me P0ll'am determinar as formas, mas pelo mo-
.No scculoXlII o architcetoErwin de Steinbac" "i <-----=-- ----->---
linha sido encarregado de construir a torre, que
devia coroar a cathedral de Slrasburgo. Era uro
velho fantico, c enlhusiasla, que pedia inspira-
ges para a sua obra ao mysticisrao catholico da-
quella poca. Tlnha um filho e urna filha que o
ajudavam na sua obra. Joo era para elle a tor-
ga, Sabina o corago; com elle atreva-se s
maiores emprezas, com elladeleitava-so em exe-
cula-las.
Tinham ambos recebido o dom liperior de su-
jeitar a podra ao pensamento ; mas a este dote
comraum acrescenlava a filha a belleza de urna
santa.
Se se moslrava resplandecia-lhe no rosto sua-
vemente o corago e os olhos nao se podiom des-
prender das suas feices ; quando fallava, o sora
da sua voz fazia esqecer-lhe o rosto ; assim os
architectos rapazes e os esculptores novos, que
Irabalhavam s ordens do^ac, davam todos os
bens da Ierra para oblerem o seu amor.
Dous principalmente se tinham declarado; um
era um habitante da Silczia, chamado Bernardo
de Sunder ; o outro um Franeez, nasriJo em Bo-
lonha e chamado Polydoro. Tinham habilidade
egual para levantar planos e lalhar pedra ; mas
os genios difTeriam tanto, quanto dilTere a lem-
peslade do co sereno. Bernardo era humilde,
submisso, cheio de respeito pelos homens, e do
ampr do Deus. Polydoro, pelo contraro era alti-
vo, audacioso, revolto contra a Ierra e o cu.
Quando subiam arabos aos audaimes mais altos
da torre, suspensos por urna corda frgil, bernar-
do resava e Polydoro blasfemara.
Sabina educada cora lodosos escrpulos da re-
ligio burgueza reparara na dilfercnga e afleicoa-
ra-se ao allerao.
Polydoro, que o percebera, dMapeitra-sc ao
principio, jurara depois vingar-se. Entretanto
contava cora a volubilidade mulheril. Erwin
morrera c a municipalidade do Slrasburgo publi-
cara edilos onde se permittia a direceao das obras
ao que melhor desenho apresentasso em doze
dias.
o qual nos temos dado, muito bem.
Tememos quo essas. poucas palavras que ahi
se lecra 4 favor da ministro, sejam desvirtuadas,
detrahidas.inlereretadas per algum inconsiderado
como urna lisonja que nao precisemos fazer, mas
os que nos conhecom e nos aprecian) dar-lhes-hao
a verdadeira significago, que nao esleja em
antinomia com as nossas intencesXDorque sa-
bem que nao temos favores agradecer, nem
prelence polticas 4 enraizar, que, bem pelo
contraria echaramos em nosso corag* senti-
mental eara nos innnifesUrraos dcoulra/Dre, se
aos interesses de paiz anlepozessamos os
nossos. i
Se S. Exc. continuar a portar-se do mesmo
modo, se der ouvidos 4s justas e mai fundadas
reclamages dos oiciaes da armada, que nao
podem, nem devem ser mais addiadas, as quaes,
a mu illustroda coraraissao de marinha e guerra
do senado entendbu e entendou\tco, que sero
Hendida? com a adopto da labMa aprsente^
Mais do ura quarto de secuto se escoou na
ampulheta dos lempos, primeiro que o governo
se resolvesse a pagar a divida sagrada contrata-
do para com a marinha de guerra nacional, pro-
veniente do producto das prezas feitas por ella
nas guerras do Rio da Prala e da indepen-
dencia.
Ainda assim pode se dizer que, nao se effec-
tuou a reslituigo competente ; porque a quan-
la votada pela assembla geral 624:000$, nao re-
prsenla va nem ab menos os juros de & por con-
t ao anno, do capital recolhido ao thesouro pu-
blico ; roas ella foi aceita sera repugnancia, por-
que nesles casos antes pouco de. que nada,
visto que nada mois so esperava.
Era conveniente que o processo de hebililago
4 adoptar-so fosse o mais summario possivel,
para_ que a dislribuigo se operasse logo.
Nao succedeu ass;,m : expedio-se um regula-
mento querendo salvar direilos que at all n.io
se allenderam, eslabelecendo um processo diffi-
cil, que nao portia resolver o problema : nao obs-
tante os bon desejos dos membros que em vir-
tude dl'.'e deviam julgar as reclamages, este
tr,lKaho j dura perto de cinco annos, de sorle
que ninguem ainda recebeu a quota parto que
lhe toca., e oque raais lataenlavel, muitas do-
cisoes sao manifestameote injustas, embora fun-
dadas nos poucos doeumenlos que existen) em
poder do governo sraente.
Por ellas se tem reconhecido um direito s
prezas ofIi.ci.ies, quo lodos, os- sous contempor-
neos aflirmam que muitas Ozenra.
Mjis aceitado seria ter aceitado a proposta dos
interessados, que queriam receber o dinheiro,
p-lo render era ura eslabelecimento bincario,
e divi que todos satisfara.
Nestes cinco annos tem estado aquella avulla-
da semma encerrada nos eofres pblicos,sera pro-
veito nenhum para os. reclamantes, quando se
tivesse sido recolhida ao Banco do Brasil ao juro
de6porcenlo, podi hoje elevar-sc perto de
900:0008, presentando por conseguinte um lu-
cro de mais de 200:00, quantia de que poderia
caber cada um delies cerca de um cont doris
mais.
A aulorisago quo teve o governo para pftr no
referido cstabelccimenlo os saldos do thesouro
ou depsitos, nao dever ter compreheadido essa
somma?
Nao devero, por tanto, os que 4 ella tem di-
reito contar com esses juros ?
E' questo que suscitamos por nos parecer in-
teressante, desejando que, ao menos, no caso ne-
gativo, so d semelhantc deslino 4 ella agora
para se oproveitar mais alguma cousa aloque se
i effeclue a distribuiglo.
< '
S
E' mister volrernio-nos novamente para o pas-
sado, fazer com que os seculos remotos ressuscl-
tem o desfilen) em cortejo por sob nossos olhos,
para csrudarmos na vida dos povos,que nos pre-
ceder m, os tactos que os agitaran), que do a sua
eentenga, c que encerrara mais de urna liego
til deque nos podemosaproveilar.
Como dissemos em nossa ultima Restnha, a
historia da marinha principia a sahir da ohscur-
dado dos lempos primitivos e fabulosos, 4 datar
do anno 730 antes de J. C, poca em quoosPhc-
nicios dominavam sobre o Mediterrneo sem ri-
vaes : suas frotas passarom sem obstculo o es-
treito de Gibrallar, percorreram no sul seoslas
occidentoes d'Africa, depois de lerem fundado na
parte oriental a opulenta e poderosa Carthago,
por tantos lempos emula e competidora de Ro-
! vimenlo e pelo ruido, advinhava-se, que prose- -
guia na destruicao encelada de vespera. Ber-
nardo estreroeccu e inclinou-se para vc melhor,
quando um oulro ruido lhe veio aos ouvidos.
Era mais comedido e coropassado como de ma-
Ihele em cinsel de esculptor. Volla-se e na ou-
tra extremidade da torre v urna branca viso.
que parece reslabelecer com ardor as deslruiges,
que mo inimiga fizera. As pancadas segueni-
se o correspondera-se da um lado e do oulro.
Aqu a sombra negra empenha-se era destruir ;
alm o phintasma branco contina a renovar.
Mas este do repente parou, ouvio o ruido do
marlell destruidor ; levanta-se, escorrega como
um raio luminoso pelos andaimes fra, salva os
intercolumnios, segu pela cornija, chega corao
um raio defronte da sombra snisira.
Neste momento, a la livre de nuvens deixa
coar urna paluda rlaridade por entre as columnas
e Bernardo reconhecc Sabina e Polydoro !
Este rottou-se ao aproximar-se-lhe a alva
apparicao. Vendo a filha de Erwin, com o olhar
mmovel, os labios trmulos, e a fronte irada,
recuou dando um grito, e faltando-lne o p, ca-
hiu azendo-se em pedagos no chao. Bernardo
espavorido sahiu pressa, dirigiu-sc para as tor-
res e chegeu a tempo de receber nos bracos a
donzella que ia despertar.
Tudo assim se expcou; comprekendeu-so
como fra quo ella podera multiplicar as suas
obras, graras ao somnarabulisme', qe lhe con-
vorlia o somno em trabalho ; e corao fra que
um raneor invejoso quizera destruir ludo.
Bernardo desposou a donzella justificada de
lodo ; e a torre concluida gragas aos seus cuida-
dos foi inaugurada em dia de S. Joo. Urna cruz
toi posta- no ponto mais elevado para indicar o
acabamenlo do edificio, e sobre esta cruz ocha-
va-se imagera da virgem, padroeira da cidade e
da egreja. E' tradigo. que Hernando- de Sunder
fra depois chamado com sua mulher a Magde-
burgo, onde reproduziram na cathedral, muilos
grupos, que j tinham sen I pido era Slrasburgo.
( Aro/lino. Uniwerial )
ma, quem quera amanear o- sceptro do rainha
do mundo, que ella enio empunhava, e avanga-
ram para o norlo at Thul, que por muilo lem-
po se julgou ser a Islondia, mas quo hoje se ho-
sita entre as ilhas Shelhadn, tFoule), Frerccc, as
costas ou ilhas da Dinamarca, o da Noruega, e
at a propria tiran Brelanha. oude comnierciavam
com o eslanho que dahi se exportava de suas
minas
Parece, pois, que dobearam o cabo da Boa-Es-
poranca antes dos Portuguozes nesles ltimos se-
culos ; o que ollirraado por alguns autores, e
negado por outros cora razes valiosas em apoio
do ambas as opinioes.
O que certo e incouteslavel quo ao desen-.
volvimento de sua marinha, 4 habilidade de seus
navegadores deveram elles a posigo florescenle
que zeram chegar o seu paiz ; a o longo pe-
dominio que exerceram no mundo, conhecido.
O principal porto qii6 possnaro era Tyro fhoie
Sour, portericenle 4 Turqua d'Asia, 7,000 habi-
tantes, ancoradouro frequentado, o commercio
activo) quo seguio a varia fortuna deste povo
celebre e emprehendedor.
Foi sitiado por SMmanazar, 120, destruido per
ISabuchodanozor, 57z, reconstruido e queimado3
seculos depois por Alexandre, 332.
Entre os nenies memora veis dos navegadores
phenicios que adquiriram ento mais celebrida-
do, conservo a historia com reconhecimento o de
Tylhas, filho de Marselha, que dslli parti no
anno 350 antes de J. C. em busca de novas re-
gies, animado do mesmo ardor que impcllie
Chrislovo Colombo e esta' serio dislincta de ho-
mens notaveis que seguio suas pisadas.
A' por delle citam-se os nao menos celebres de
Hannon e Himilcon.
Duzenlos annos depois da deslruigo de Tyro,
Darius, rei da Persia, se apresenlova como o her-
deiro do podor naval dos Phenicios e dos Egyp-
cios, e mandava, sob as ordens de Soylax, urna
frota no golpho arbico, quo ganhsm algumas
vanlagcns, as quaes asss compensavaro os reve-
zes experimentados por aquelle rei na sua em-
preza contra os Scythas, tribus nmadas, aguer-
ridas, que em vo elle tentou avassalar.
E. A.
PERN. ITP. DE M. F. DEFAMA. WW
nal aeeaai
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