Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09065


This item is only available as the following downloads:


Full Text
1HH0 imi. NUMERO 114.
Por tres mezcs adianlados ijJOOO.
Por tres mezcs vencidos 6$000.
OAETA FEIRA 16 DE IAI0 DE 1860.
Per anno adiantado i9$000.
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS D\ SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Du-
lcir; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimaracs; Piauhy, o Sr. Joo Fernandcs de
Moraes Jiinior; Tara, o Sr. Justino J. llamos ;
Amazonas, o Sr. Joronvmo da Cosa.
1'AKllUA OU LUIIUtlUs.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do da.
Iguarass, Goianna e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pqs-
queira, lngazeira. Flores, Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex lias quartas-feiras. -
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una, Barrerrqs.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras.
(Todos o. enrreins parlem as 10 horas da m.inha.
EPHE;ERIDE3 DO MEZ DE MAIO.
5 La cheir as 4 horas e 42 minutos da manha.
12 Cuarto minguante as 4 horas e 57 minutos
da larde.
20 La nova as 4 horas e 27 minutos da tarde.
27 Quarlo ciescenle as 5 horas e 45 minutos da
larde.
Primeio
Segundo
PREAMATl DEHOJE.
a 1 hora e 42 minutos da manha.
a 1 hora e 18 minutos da tarde.
AUDINECIAS DOS TIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommerefo: segundas e quintas,
bbados.
tas.e sabbados as 10 horas,
quintas ao mcio dia.
as e sextas as 10 horas.
: lorgas o sextas ao meio dia
quartas e sabbados ao
Relaco : tercas fej
Fazenda: tercos, qt
Juizo do commerciij
Dito de orphos: 14
Primeira vara do cr
Segunda vara do
meio dia.
PARTE OFFICIAL
Ministerio do imperio.
DECRETO S. 2,569 l)E 7 DE ABRIL DE 1860.
Faz nlgumas alter.igbes as coudiees anuexas ao
decreto n. 1,759 de 26 de abril'de 1856 sobre
a estrada do fero de Santos a Jundiahy.
Atlendendo ao que represenlou a directora da ,
companhia da eslrnda de ferro de Santos a Juu- j
diahy, hei por bem decretar o seguinle :
Art. 1 A emisso das aeges da referida
companhia pode ter lugar sem previa approv.i- j
cao dos respectivos estatutos, Picando assim al- !
terada a primeira parte da condico 42, annexa I
ao decreto u. 1,759 de 26 de abril do 1856.
Art. 2." A dispea annual com a a remunera- j
cao dos directores da dita companhia ser de S
4,000 durante a conslrucgo da liulia. Esta quan-
tia ser excluida das despezas de adininislraco,
entrando todava, assim como a de a? 5,000,
despendida com correlagens para a emissao das
aceoes no cipital que gota d>; garanta de ju ros
oc.co.rrer. uo cxemcio de 18591S60, s despe-
zas feitas e por fazer com os camellos enviados
para a provincia do Cear, e com os rabes en-
carregados do tratamento des mesmos ; devendo
esta medida ser levada, em lempo opportuno, ao
conhccimenlo da assembla geral legislativa pa-
ra a definitiva approvacao.
Joao de Alineida Pefeira Filho, do meu con-L
selho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios do imperio, o tenha assim entendido e faca
executar.
Palacio do Rio de Janeiro em 24 de marro de
1860, 39." da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador,Joo de Al-
meida Ver eir Filho.
REPARTICO GEBAL DAS TRRAS PU-
BLICAS
Expeviente do me: de marco.
Dia 15.
Ao presidenle dasAlagoas, approvandoa ileli-
beracao por S. Ese. lomada do mandar dar pas-
sagem para esta crle*a Carlos Bultenstern, ex-
Arl. 3 o Fica isenta a mencionada eompiiihia j ajudanlo da inspectora das medices nessa pro-
pia obrigago de ter um escriptorio no Rio de la-
Janeiro, modificando-so nesta parte o disposta na
condigo 26, annexa ao citado decreto n. 1,759.
Joao de Almeida Pereira Filho, do meu con-
sol ho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios do imperio, assim olenha entendido e faca
executar. Palacio do Rio de Jaueiro, em 7 de
abril de 1860, 39." da Independencia e do Impe-
rio. Com a rubrica de Soa (gageslade o Impe-
rador. Joao de Almeida Pereira Filho.
Ao presidente do Para, aulorisando-o a
dar, nos presidios que fur fundando na estrada
que da capital se dirige ao Maranho, lotes de
trra, na s s cx-pracas do exercilo, como
lamben paisanos, e regulando a forma do es-
tabelecimenlo de taes presidios, e a de suas des-
pezas.
Dia 19.
Ao presidente do Amazonas, remetiendo para
_____ informar o requerimento de Manoel de Olivcira
aviso oe 9 de abril de 1860. | Sil ",os &Mlt "."c pcdc.scr nomeado amanuense
Declara que, em vista do art. 1 do decreto n ? porteiro da repartico especial das Ierras na
1,582 de 2 de abril de 1855. nao se pode pro- dllil provincia,
lixar o numero de calafates e carpinleiros ad- ",a "
missiveis matricula em cada um dos portes Ao presidente de Pernambuco. mandando in-
do imperio e que nao ha lugar modiflcar-se ?8** ,ob.1* **s|*o de pagamento de gra-
aquella disposico.
2.a secgo.Rio de Janeiro.Ministeiio dos
negocios da maiiuha, em 9 de abril de 1800. ,
qii.ui.io e expresas a disposicio da le em ron ira-
rio ; cumprindo finalmente que a inspectora in-
time o referido colleclor para qm)-entre inme-
diatamente para os cofres da thesouraria com a
quantia dev da ; e, caso nao se realize essa en-
trado at, io oilavo dia depois da inlimacao.
devero fazel-a o inspector e o procurador-fiscal,
que por tal ficam responveis.
19
Circular s Ihesourarias, declarando, para o
fazerem constar as alfandegas, que os productos
dogadodeorigem oriental, livres de direilos em
vutude do tratado de 4 de setembro de 1857, nao
devem pagai outro expediente ou qualquer outro
imposto a ru nao estejam sujeitos iguaes pro-
ductos do Inperio similares, e que deste modo
s pagaran os producios especificados no decrclo
n. 2,474 de2ide setembro de 1859, que ampliou a
insenco do expediente dos gneros nacionaes.
Communicoi-se ao ministerio de estrangeirose
alfandega.
21
Circular ;'s Ihesourarias, declarando: 1., que o
art 14 do decielo n. 2,490 de 30 de setembro do
1859 nao exige indistinrtamenle que se extraa
copia de tot os os papis sujeitos revalidaran,
mas sim apias qnando tal copia se tornar "ne-
cessaria paa ulteriores effeitos legaes, como o
de servir do base ao processo da imposicao da
mulla, se no caso couber, como claramente so
deprenhende do 1." arl 1." das instrueces de
20 de oulul ro do mesmo anno ; 2. que" nao se
deve extrahir copia de autos ou documentos que
incorrerem em revalidacao, por tercm sido jun-
tos sem sel o, bastando em taes casos, para or-
ganisar o [ roresso, urna exposico cirrumstan-
ciada do empregado inenmbijo* da arreradarao
do impost); e qoe assim deve proceder em
qualquer o ilrb caso.
Illiu. e F.xm. Sr.Sua Magestadc o Imperador,
a quem foram presentes os officios de V. Exc. lis.
30 c 3 de 19 de dezembro e 23 de Janeiro lti-
mos, cobrindo outros do cominandante superior
dajguarda nacional dos municipios de Campos, S.
Joao da Barra e S. Fnlolis, e do caplo de fra-
gata, delegado da capitana do porto da corle,
manda declarar :
1. Que. em vista do art. 1. do decreto n.
1,582 de 2 de abril de 1855, nao se pode preli-
xar o numero de calafates e carpinleiros admis-
svims matricula em cada um dos portos do
imperio.
. 2." Que nao ha lugar raodifiear-se aquella dis-
jposic.io, eliminando as isences que coulm, por
isso que, se n'alguns pontos do littoral rarefa-
zem as fileiras da guarda nacional, em compen-
saco ellas acorocoam o desenvolvimento da in-
tificaco, feita pelo capito Brasilio do Amoiim
Bezeria, que foi encarresado de fazer exolora-
c.ao para estabelecimento de una colonia dirigida
por Trappistas.
Dia2i.
Ao presidente das Alagoas, exigindo a re-
messa das plantas, orcamentos-n oxplica^oes
das obras que se lecm de fazer na colonia mili-
tar Santa Leopoldina, afim de que se possa re-
solver acerca do crdito pedido pora as mes-
illas.
Dia 30.
Ao presidente das Alagoas, communicandn a
da do engenheiro Carlos Bolterslein para medir
c demarcar permetros de territorios na referid*
provincia.
Ministerio da fazenda.
EXPEniENTE DO DIA 23 OE MARCO DE 1860.
A' thesouraria da Parahiba, participando que a
distribuidlo definitiva de crditos providenriou
duslria do constrccao naval, alm de quo os in- I ?obre o augmento pedido em seu oflicio de 25 de
divduos, assim desobrigados dos encargos da Janeiro ultimo; c que quanto compra dos ob-
mesma guarda, eslo sujeitos e podem ser cha- | jectos de que carece a repartico, indspensa-
mados ao servico da marinha de guerra sempre ve' T'e remella ao thesouro urna relacao delles.
que for necessario.
Dees guarde a V. Ese.Francisco .Xavier Paes
Brrelo.Fr. presidente da provincia do Rio de
Janeiro.
AVISO DE 9 DE ABRIL DE 1860.
Declara qoe somente s5o validos para a admis-
sao matricula na escola de marinha os exa-
mes de materias preparatorias prestados nesse
estabelecmenlo, salvas as excepcoes do art.
15 do regulamenio que baixou com o decreto
n. 1,163 do 1." de maio de 1858.
2.? seceo.Rio de Janeiro Ministoro dos
negocios da marinha, em 9 de abril de 1860.
Foi prsenle a S. M. o Imperador o requerimenio
em que Amaro Francisco de Moura pede se con-
sideren] validos, para o flm de matrcular-se no
primeiro|anno do curso da escola do marinha. os
exames que prestou na faculdade de dreto do
Recito ; e o mesmo augusto setihor, conforman-
do-se com o parecer enunciado pelo conselho
naval era consulla, n. 216 de 27 de fevereiro ul-
timo, houve por bera, indefirindo lal pelic.io,
mandar declarar a V. S. que, em face das Jlis-
posices do regulamenio annexo ao decreto n.
2,163 do 1. do maio de 1858, nenhum exame
de materias preparatorias pode ser atlendido pa-
ra a matricula nessa escola a nao ser nella pres-
tado, salvas as nicas excepces designadas no
art. 15 do supradito regulamenlo.
Dos guarde a V. S.Francisco Xavier Paes
Brrelo.Sr. chefe de divisao director da escola
de marinha.
. Senhor.Nao tendo a lei do orcamenlo n.
1,040, de 14 de setembro de 1859, consignado
quantia para as despezas cora os camellos que
foram enviados para a provincia do Cear, e sen-
o o orcamenlo da despeza com sua acquisico.
24 -
Circular s ihesourarias, ordenando que, do
excrcicio de 1858 a 189em dianie, faca ni escrip-
lurar na verba -juros e amorlisaco da divida
externa fundadaas quanlias provenientes de
differen;a do cambio nal remessas feitas para
Londres, que erain at aqui levadas verba
Evenluaesdo ministerio da fazenda; cumprindo
que sejam conscqnciitcmt>nte extornadas as
sommas quo no exercicio de 1858 a 1859 ou no
correle leiiharn sic escrituradas de conformi-
dade com a amiga pratica.
dem, idemk declarado, para obviar as du-
vidasque se lem suscitado na cobrancaraos.im-
postos da habililacio c transmissao "das heran-
<;as, e legados se dever cobrar da quantia que
restar, depois do satisfeitos os encargos das he-
rencas, taes como despezas de inventario e divi-
das do casal; devendo porm ser computados na
mesina razo os direilos da habililacio o sello
proporcional sobre a quantia que restar depois
de deduzida a decima, porque essa quantia cons-
ttlue o monle parlivel enestesocompr enhendem
os quinhes de que devido o sello, sendo que
lambem della sedednzem os direilos da habili-
tado, porque esles se cobram do expedanle dos
juizcs c Iribunaes, que tem por fim reconheccr
e firmar o direilo dos herdeiros; e esse dreilo
tem por ohjoclo os quinhos, que, como fica
dito, conslituem o monte parlivel.
29
A' thesouraria da Parabjba, declarando que o
o requerimento em que D. Juvina Simplicia das
Nejes pede que Ihe seja abonada na dita repar-
tico a penso do monte-pio dos servidores do
Estado que Ihe deixra seu mar\do deve ser diri-
gido directora do monte-po, i visto n.ioserem
do necessario occorrer-ses que se fizeram e se' Poas pc'o thesouro as pensoes "este eslabeleci-
teem de fazer, nocorrente exercicio, com os di-
tos camellos e com os rabes encarregados do
tratamenlo dcsles, fa/.-se necessario um crdito
extraordinario de 7.5UJ>, como consta da de-
monstrado junta,
Permuta pois V. M. Imperial quo aprsente
sua assignatura o decreto incluso, aulorisando o
ministerio do imperio a despender no dito exer-
cicio a referida quanlia de 7:500 com semelhan-
les despezas.
Sou, Senhor, com o mais profundo respeito.de
V. M. Imperul subdito reverente o fiel.Joao
de Almeida Pereira Filho.
Demonstrando da despesa feita e por fazer, no
exercicio de 18591860 com os camellos que
foram enviados no anno paseado para a pro-
vincia do Cear.
Dcspeza fcila.
Pelo que foi pago na
thesouraria de fazenda
da provincia do Cear
aos rabes enrarrega-
dos-do tratamenlo dos
camellos,, e oulras des-
pejas no inez de julho
del859................
dem idem em agos-
to do dito anno........
dem idem em se-
tembro................
dem idem em ou-
lubro..................
dem idem em no-
remhro...............
dem idem em de-
zembro............... 1:2803348
assim deve proceder
sendo os papis sujeitos a
DIAS DA SEMANA.
14 Sgunda. S. Gil; Ss. Bonifacio cEncdino mm.
15 Terca. S. Izidoro Uvrador; S. Torqualo m.
16 Quarta S. Joao Nepomuceno conego m.
17 Quinta. c-Ji Assencao do Senhor ; S. Pascoal.
18 Sexla. S. Venancio m ; S. Flix de Cantalico.
19 Sabbado. S. Pedro Celestino p. ; S. lio f.
20 Domingo. S. Bernardino de Sena f.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO SJJL.
Ahgoas, o Sr. Claudino Falcflo Dias; Baha,.
Sr. Jos Marlins Al ves; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Fgueiroa do
Faria.nasua livraria praca da Independencia ns.
6 c 8.
.Miiiisterahda -;ueiii
EXPED1ESTE DO af*$6 DE MARCO DE 1860.
Ao ajudante-genOfsX remetiendo para man-
dar cumprr as senteScds proferidas pelo conse-
lho supremo mlitarva juslica, os processos das
s : ^~
,feng**Viros.
O de Lima.
jtjilh'jria a cavallo.
ini dos l'razeres.
rariilriana a p.
praras abaixo deca
Batalhal
Soldado Jos Fra
Io regiment""
Soldado Manoel Jo
3o haialh
Soldados Eleuteri
Joaquim do Nasri
4o batal
Soldado Feliciano
6o batal
Soldados Thomat
noel Antonio de Je
9o batalla
Spldados Antonio
Ferreira Soares.
11 bataf
Soldado Joao Fio
B.-ilalh
Ionio de Campos, Jos
Manoel do Carmo.
e fnfantari.
isco de Oliveira.
e infantaria.
io de Figueiredo, Ma-
fi infantaria.
da Fonseca, Theodoro
niesino pi.ragraphu ; uumpreque otdiie aqaeili
reparliQdo fiscal que est lareca esla queslo, por
nao se podej; aliar como'e qnando leve ella
falla de crdito da repartico da guerra, para
precisar laucar mo do que Ihe foi aborto pela do
imperio.
160'OOO
444&540
626*983
907*000
355$000
Despeza por fazer.
Pelo que se poder
despender at o fim
o exercicio (approxi-
madamenle)...........
3:778$871
3:726! 29
7:500OO
8.* sec^So da secretaria de eslado dos neg-
tos do imperio, em 23 demarco do 1860.No
impedimento do chefe, Bernardo Jos de Cas-
tro.
DDCRETO N. 2,563 DE 24 DE ARC,0 OE 1860.
Autonsa um crdito extraordinario de 7:5t)0,
para occorrer, no exercicio de 1859-1830, s
despezas feitas e por fazer com os camellos cn-
piados para a provincia do Cear.
Hei por bem, tendo ouvido o meu conselho de
ministros, atilorsar, de conformidade com o
3. do arl 4. da lei n. 589 de 9 de seiembro de
1S50, um crdito extraordinario de 7:500#, para
ment.
31
Circular s Ihesourarias, recooimendando o
cuniprimento da circular n. .'13 de 6 deoutubro
de 1857, em quo se Ihcs particpou que daquclla
data em dianie cessavam as communicaces fei-
tas pelo thesouro das nomoac,oes, di>misses, re-
moces e licencas dos empregados, dos outros
ministerios, por nao poderem ellas deixar de Ihes
ser conhecidas, j pelos officios das presidencias
j pela exhibico dos ttulos que as conferam
para se Ihes abrir o devido assentamei>to.
A'thesouraria do Maranho, aDtovando,
vista do art. 64 do regulamenlo de 22 de junho
de 1836, a gralficacao de 50 mensaes arbitrada
ao porteiro da alfandega era quanto servisse no
lugar de administrador das capalazias.
11 de abril.
Circular s Ihesourarias, declarando, para ter-
minar as duvidas que se teem suscitado sobre a
ordem n. 134 de 16 de abril de 1858, dirigida
directora geral das rendas, que essa ordem s
diz respeilo s colleclorias c mezas de renda da
provincia do Rio de Janeiro, pois que seu fim
era explicar que, conforme o arl. 5." das ins-
trueces de 3 de margo do mesmo anno, qppli-
caveis Lio somente s ditas esl.-ces, os respecti-
vos colleclores e administradores nao tinhara
dreto porccnlagem del0/,, que, a legislaco
anterior Ihes maudava abonar pelos dinheiros
de defuntos e ausentes que recebessem do res-
pectivo juizo: disposico esta que foi revogada
pelo aviso, nao impresso na collecao das leis,
dirigido mesma directora em 26 de margo ,do
anno passado; (cando portento era inleiro vigor
toda a legislac.au anterior, concernente a este
objeclo.
Circular s Ihesourarias, mandando substi-
tuir as notas de 19 da 1.a estamp e as de 59 da
3.a, publicando esta resolugo pelos peridicos
das provincias e por editaes afiliados em todos
os municipios, e fazendo-se nesies annuncios a
drtdaraco de que em lempo compleme se mar-
car o dia em que deve principiar o descont da
lei no valor das nolis que nao liverem sido al
ento substituidas
A' thesouraria de Sergipe, indeferindo o
requerimento de Joao Rodrigues de Amorm,
colleclor das rendas da villa de Propri, que pe-
dia a concesso de um praso para recolher em
prestages thesouraria a quantia de73ifi542
que arrecadra e perder, por isso que, perten-
cendo a somma pedida renda arrecadada no
trimestre de outubre a dezembro do anno passa-
do. o colleclor quo a nao recollieu a lempo
achou-se alcancado, e neste caso o arl 43 da lei
de 28 de oulubro de 1848 nao permute a con-
cesso de moratorias; devendo a thesourari ad-
venir o respectivo procurador-fiscal de que pw-
cedeu menos regularmente sendo de parecer fue
so coocedesse a moratoria pedida pelo collector,
revalidacac de grande volurr.e ;' 'd., qnp" dada a
hypolhese lo arl. 4." das citadas instriicges, e
sei^do logo psga a revalidacao, que poder effec-
tuar-se em qualquer estacao fiscal, nao misler
a remessa lo llulo original ao riisiricto da resi-
dencia do infractor (era se poderia faier, porque
se dcvecniegaro titulo parte), mas sim copia
delle, quanlo houver lugar a imposicao da mul-
ta, excepto no caso do art. 89 do regulamenlo de
10 de julho de 1850, conforme o l.P do art. 14
do decreto citado de 30 de setembro I
A' presidencia do Rio Grando do Norte,
declarando que da attriboieo das presidencias
a approvario do contrato da venda dp po-brasil
c oulros ailos da mesma nalureza,| a vista do
disposto nr art. 31 do decreto-de 20 de novembro
del50, errl. l.14 do de 2 de n^vembro de
1851.
- 27
_A' lliosonraria do Caar, concedendo a demis-
so de Frai cisco Xavier Teixeira do lugar de es-
crivo da rreza de rendas de Acarac, o decla-
rando que io approvada a indicaco de Jos
de Paula tibeiro Pessoa para o dito lugar, e
menos o ejercicio em que actualmente se acha,
por nao constar que tivessem sido observadas as
formalidad s proscriptas no ait. 12 do regula-
menlo de 20 de maio de 1836.
28
A' directora de contabilidade, declarando, em
soluco .' duvidas propostas pela 3.a contadura:
1., que as despesas de expediente que devem
sor roensalinente deduzidas da receita arrecada-
da pela recibedoria para se calcular a porcenla-
gem de seis empregados, sao as effectivamenle
pagas no mez a que perlencer o pagamento dos
respectivos venciraentos, para o que remetiera a
1.a pagado a dita dirnctoria, no ultimo dia do
mez, urna relaco de todas as despezas que no
correr delln houver salisfeito, para d'ahi extre-
marse a d >speza a deduzir-se ; 2., que a renda
da cmara municipal arrecadada pela recebedo-
ria nao est comprehendida na disposigo do
3. do ort. 4." do decreto n. 2,551 do 17de marco
deste anno. visto nao ter ella o carcter de dep-
sito, e nao virexpressamento mencionada no re-
ferido artig; exceptuando-so porm o producto
da renda povenienlc do imposto de 40 is. s"obre
caada de iguardentc do paiz, por determinar a
lei de 21 d j outubro pe 1843, art. 47, que na re-
cebedoria nao sededuza porcentagem pela arre-
cadaco da mesma renda ; 3., que na disposigo
do 8.a do citado art. 2. nao deve ser compre-
hendida a receita do papel sellado vendido por
qnaesquer estaces ou casas particulares, pois
que a dest.i procedencia est no mesmo caso da
renda da lypographia nacional, da casa da moc-
da e da divida activa, cuja nrrecadaco nao
feita pela i eeebedoria ; nao assim porm a recel-
ta proveniente do papel sellado vendido na re-
cebedoria, e por mais forln rdzo a dns emolu-
mentos e sello, visto como ella nao s arrecada
estes impostos, mas at fiscalisa a sua devida co-
branga ; 4., finalmente que o aluguel da casa
onde funcuona a agencia do Bonifica, bem como
os salarios dos serventes da recebedoria, nao
podem sei considerados na classe das despezas
de expediente, que devam correr porconta dos
empregadis, e portanto que devam ser deduzidas
da receita innual; ma3 as despezas de expedien-
te da refer da agencia devem ser deduzidas do
rendimenl > da recebedoria, por fazer parte desla
repartico a dita agencia, sendo por esse motivo
que a rene a arrecadada em Berallca nao secom-
prehende no j citado 8. do art. 4., e deila
cabe porcentagem aos empregados da recebe-
doria.
infantaria.
Gongalves.
o deposito.
Soldado Manoel Anioaio do Nascimento.
Meio batslfcfto-da Parahiba.
Soldado Jos Fe,rreira.de Oliveira.
Corpo de guarMgo do Amazonas.
Soldado Jos Manoel Caelano.
- 27 -
Ao presidente daiprovincia do Pernambuco,
para fazer progredir O"eoriselho de guerra a que
lem de responder o eapitao reformado Manoel
Joaquim de Madureira.
Ao presidenle da provincia do Maranho,
declarando em respoStiiue o capito do 10" lia-
lalho de infantaria, Jos? Joaquim da Silva Ro-
sa, deve seguir para e sjru corpo se nao correr
risco de existencia na caria viagem que tem de
fazer da dita provincia para a de Pernambuco;
cumprindo, no caso dempossibilidadc absoluia
de embarcar, que S. Ec. d parte, vindo esta
acompanhada do termo, da inspeceo por que
passar esle official, am de se conhecer qual a
molestia que padece.
Ao mesmo, aparvando as ordens que e'x-
pedio a respeilo do almairi do 5o regiment de
cavallaria ligeira,
Freir, se declara)
responder a con
ra o seu corpo, e
tenca do conselho
V Theodoro da Silva
esmo alferes, logo que
uerra, deve seguir pa-
r a deciso da sen-
militar de juslica.
es das provincias, signi-
"e menagem dentro da
es e cadetes presos pa-
e guerra, por crimes
a a ser de ora em di-
que a conceder me-
jnleressada. que a desve-
ntes tramites, em ron-
tabelecidas ; Jicando os
autoriaados a nar-
suam da
rJHos dias em
efza perSrff
Ministerio da justica.
Decre.o n. 2571 de 14 de abril de I86fi.
Desliga dcscommandos superiores da guarda na-
cional ila Cachoeira e Cacapava, Cruz Alia e
Passo Finido, da provincia'de S. Pedro do Rio
Grande do Sol, a forca qualiicada no mfunici-
pio de anta Maria da Boca do Monle e dislric-
to de S. Martinho ; crea com ella um coliman-
do superior, e extingue o batalho da eserva
n. 6 da mesma guarda.
Altendeudo ao que me represenlou o presiden-
te da protinria de S. Pedro do Rio Grande do
Sul, hei por bem decretar o seguinle :
Art. 1. Fica desligada dos rommandojj supe-
riores da guarda "nacional da Cachoeira e Cacapa-
va, Cruz Alta e Passo Fundo, da provincia de S.
Pedro do Rio Grande do Sul, a torga qualificada
no raunic pi de Santa Maria da Boca do Monle e
dislriclo de S. Martinho, e com ella creado um
commando superior formado de dous orpos de
cavallaria, de seis companhias de cada um, com
is numenges de 3 e41. e urna secgd de'bola-
Iho de d jas companhias, com a uumerago de
18, do seivigo da reserva.
O corpe de cavallaria n. 3, j organisado, ter
por distreto a parochia de S. Martinho; o de n.
41 e a ser cao de batalho da reserva, a de Santa
Mara da Boca do Monte.
Arl. 2." Fica exiincto o batalho da reserva n.
6, e creara no municipio da Cachoeira, subordi-
nada ao respectivo commando superior, urna
secgo de batalho de tres companhias, com a nu-
meraco Je 19, da reserva.
Art. 3.' Os referidos corpos lern as suas pa-
radas nos lugares que Ihes forem marcados pelo
presidnntt da provincia, na forma da lei
Arl. 4.' Ficam revogadas nesta parte as dis-
posiges dos decretos n.' 2.164 c 2,236 do l.de
maio e 2 > de agosto de 1858.
Joo L i-losa da Cunha Paranagn, do meu
conselho, ministro e secre|ario de estado dos ne-
gocios da juslica, assim o tenha entendido e faca
executar
Palacio do Rio de Janeiro em 14 de abril de
1860, 39 da independencia e do imperio,
Com a rubrica de S. M. o Imperador. Joo
Luslosa Circular aos prest
ficando que a con
praca ou cidade aoX
ra responder a COJ
puramente militan
ante privativa do goti
dianie supplica d&rpaj
r dirigir pelos cp
formidaje das offl
commandanles daf
millir unicamen
devidamenle ocl
houverem de trafi
pectivo conselho
Ao presidente d-Anfaiuuu,i piiw
ordem -thesouraria de 4atenda da prov
afim de oae faga carga ao alferes Filinto Elysio
de QueiaM Coulinho da quantia de 285>00, im-
perianciaTde vinle oito dias do etape que em du-
plcala lite foi abonada pela referida thesouraria,
qual convm reco remendar o maior cuidado,
por forma a evitar-so a reproduce io de seme-
Ihanles irregularidades.
- 30 -
Ao presidenle da provincia do Amazonas, que
informando a conladoria geral da guerra que nal so passara
thesouraria de fazenda daquclla provincia se abo-"contaiido-
nra em duplcala 28 dias de elape ao alferes Fi-
lilo Elysio de Queiroz Coulinho, expega ordem
mesma thesouraria para fazer carga ao dito al-
feres da quantia de 28J00O que demais Ihe foi
abona da, recommendado aquella repartico fiscal
o maior cuidado para evitarem-se semelhantes
irregularidades.
81 de abril.
Ao presidenle da Parahiba, declarando quo os
cincoenta faldamentos comprados para os remi-
tas al_li apurados devem, por sua m qualidade,
ser rejeitados, nao obstante oque a respeilo pon-
dera a thesouraria de fazenda da dita provincia ;
c que, para evitar-se a reproduegao de taes abu-
sos, convm que nos futuros contratos seja ou-
vido o assislente do ajodante-general ou o com-
mandanle do respectivo corpo.
-23-
Ao presidente da provincia do Amazonas, de-
clarando auo. vista do quo informa cm seu of-
ficio n. 131 de 9 de dezembro do auno prximo
findo, sobre o mo estado em que se acha a ca-
sa que serve do deposito de artigos bellicos, e
de nao convir singar para esle fim a que se ofie-
recc, porque, alm do ser coberta de palha, es-
t collocada em ponto sujeito a innundages,
compre que, dando as providencias que jlgar
necessarias para acautelar algum prejuizo ou si-
nistro, mande entretanto levantar a planta e or-
ear a despeza que lema fazer-se com um edifi-
cio apropriado, remetiendo ludo a esla secreta-
ria .de eslado para ser tomado em conside-
rago
A' de Pernambuco. Illm. o Exm. Sr.
Accuso a recepgo dos scus officios ns. 114 c 123
de 15 e 17 de margo findo ; no primeiro subraet-
lendo considerago do geverno imperial a re-
presentago do lencnle-general commandanle
das armas da dita provincia sobre a insuluciencia
do quantitativo de 900 rs. para a forragem da
cavalfiada da companhia de cavallaria, lendo de
deduzir-se delle o necessario para forneetmeolo
d'agua respectiva cavalhada ; e no segundo,
participando ter resolvido, al ulterior deciso
do mesmo governo, que o fornecimenlo de que se
trata seja feilo por conta da fazenda nacional, se-
gundo o contrato de que remelle copia.
Ouvida a semelhante respeilo a conladoria ge-
ral da guerra, ion lio a declarar a V. Exc. que,
era jircsenca das rellexes que ella faz em suas
informaees sob ns. 123e 125 de 16 e 19 do cor-
rele, inclusas por copia, concordo com a opinio
que ella emiti, de que, havendo ura sa.do na
caixa de forragens da referida companhia de
4:184j563, proveniente de furragens e remonta,
deve a despeza com agua para a sua cavalhada
ser paga pela dita caixa, como j o determinou
em aviso de 16 de fevereiro do presente anno.
Assim, pois, fazendo V. Exc. cumprr este
aviso, recommendar igualmente ao commandan-
le das armas, que advirla ao commandanle da
companhia, lenhamuilo em vista as observages
da contaderia, para evitar a conlinuago das ir-
regularidades e abusos que se uolam, contrarios
boa economa da administrago das forragens ;
dando V. Exc. conhccimenlo das informages a
quem julgar conveniente.
Dos guarde a V. Exc. Sebastio do Reg
Barros.
Ao mesmo, para expedir ordem, afim de
que no prximo futuro exercicio de 1860 a 1861
seja elevada a 20$ mensaes a consignago de 14$,
que do seu sold deixa na dita provincia o coro-
nel Antonio Pedro de Almeida, commandanle
das armas da provincia do Mato-Grosso, confor-
me assim requerra.
Ao da do Piauhy, declarando que, tendo o
ministerio do imperio reclamado a indemnisago
da quantia de 6.000, consignada para obras pu-
blicas da dita provincia, quo fdra despendida
com as obras do quartel do respectivo meio ba-
talho, e informando a conladoria geral da guer-
ra que thesouiaria de fazenda se conceden, o
crdito de 5:0OpS pelo .18-Obras militaresdo
corrente exercicio, e posteriormente, por avi-
so de 3 de Janeiro ultimo, mais 3:0005, polo
Ministerio da inarinlia.
DECRETO >-. 2.477 DE 27 DE SETEMBRO DE 1859
Separa da 2.a cadeira do 3." anno da escola de
marinha o ensino de chimica com applicaro
Pyrotechnica.
Hei por bem, de confoaanidade com o ait. 147
do regulamenlo que baixou com o decreto n
2,163 do 1. de maio de 1838, separar da 2.a
cadeira do 3. anno da escola de marinha o en-
sino de chimica com applicacio pvrotechnica.
Francisco Xavier Paes Brrelo, do meu con-
selho, ministro o secretario de estado dos ne-
gocios da marinha, o tenha assim entendido c
faca executar. Palacio do Rio de Janeiro, m
27 de setembro de 1859, 38." da indepen'den-
ti c de Imperio. Com a rubrica de S. M. o
Imperador.Franc-.sco Xavier Paes Barreilo.
AVISO DE 9 DE ABRIL DE 1860.
Manda organisar o llvro-meslre e escala respec-
mada, pela forma admillda nos de marinha
Uva do corpo do.ofiiciaes de fazenda da ar-
saudade, nutica o capella, e d instrueces
pira esse fim.
2.a secgo. Rio de Janeiro, Ministerio dos
negocios da marinha, em 9 de abril de 1860.__
Sendo muito conveniente, a bem do servico e
dos direilos dos offlciaes de fazenda da armada,
regular o computo da sua ar.tiguidade, harmo-
nisando 0 syslema de assenlumcntos nessa im-
portante clesse, a quem a lei concedeu gradua-
les, patentes e outros privilegios iguaes aos
de que goza o corpo de ofliciaes da mesma ar-
mada ; e de conformidade com o que expende
o conselho naval em proposta n, i de 28 de fe-
vereiro ultimo, S. M. o Imperador determina
que essa intendencia organise o livro-mesire e
escala ,respectiva do corpo de fazenda pela for-
ma admillda nos de marinha, saude, naulica e
capella, e sob as seguinies bases :
1.a O tempo deservigo comega a correr desde
a data da primeira nomeago passsda por esla
secretaria de estado ou por "essa entendencias, ou
por aulorisaco sua, sgundo o asposto cm re-
solugo de consultas de 4 de julho e 26 do agos-
to de 157, quanto aos pilotos.
2.a Aos ofliciaes de fazenda extranumerarios
se nao cont como de servigo o lempo que pas-
saram desempregados, segundo o quo prescre-
vem a resolugo de consulla de 18 de setembro
de 1858 e a proviso de 7 de dezembro de 1835.
3." Sao applicaveis escriplurago do lvro-
meslre do corpo de fazenda as d'isposices do
aviso de 12 de novembro do 1849 e oulras pos-
teriores relativas do livro-mestre dos oiciaos
Ha armada.
4.a Emquanto'se orgaoisa a respectiva escala,
fio dirigidas a essa intendencia, para toma-
ago, todas as peligoes dos offi-
ciae3 ile fazenda relativas 4 arttiguidade.
expeak,: J-* A" escala cotiler uako?>nle os nofeiesdrA
ovincia, offlciaes do fazenda dasW-. elaaaes f c d lugr
Pernambuco. Horneando o mandador da officina
de calafate do arsenal de marinha daquclla pro-
vincia. Manoel Eduviges da Silva, para o lugar
de eonlrameslrc da de machinas do mesmo ar-
senal Dcu-se conliecimenlo conladoria.
23
1. Secgo.A presidencia da provincia do Ma-
ranho, aecusando a recepeo do oflicio em quo
participa ter mandado sssentar praca nos navios
da armada aos oilo recruUs constantes da rela-
gao que acompanhou o dito oflicio.
28
2.a Secgo.A presidencia de Pernambuco ,
mandando informar sobre a ptoposla que fai Jo-
j s Antonio de Araujo, para fornecimenlo das
barricas de cimento necessarias s obras do mc-
Ihoramcnto do porlo daquella provincia.
- 29
2.a Secgo. A presidencia de Pernambuco,
approvando o contrato celebrado com Jos Anto-
nio de Aroujo, para a conslrucgo de 135 bracas
de caes, entre a ponte provisoria e o lango "j
construido ao lado do Ihealro.Cominunicnu-se
ao ministerio da fazenda e conladoria de ma-
rinha.
2 DE ABRIL.
1.a SecgoCircular s presidencias das pro-
vincias do Para, Pernambuco, Bahia e Sanli Ca-
Iharina, declarando que, nos lermos do arl. 23
do regulamenlo de 5 de Janeiro de 1855, uo po-
dem ser recolhidos no quarlel central do corpo do
imperaes marinheiros os aprendizes que, muito
embora tenham completado a idade de 16 annos,
nao contarem tres, pelo menos, de instruego no
respectivo quarlel.Commtiuicou-se ao quarlel
general.
A presidencia do Maranho, transratlindo
urna relago dos objeclos destinados capit.ir.ia
do porlo do Piauhy, remetlidos desla corto a
bordo do vapor Jequilinhonha.
A presidencia do Cear, transmitlndo urna
relaco dos objeclos que bordo do vapor Jequi-
linhonha sao remetlidos .disposigo da capi-
tana do porto da mesma provincia.
A mesma, aecusando a recepgo do oflicio
em que se participa haver o engenheiro hydrau-
lico Berthot encelado s obras do melhoramenlo
do porlo da nesma provincia.
As presidencias de provincias martimas
mandando que as capitanas de portos confec-
cionen! um projecto de regulamrnto cm que,
sem esquecer as conveniencias do desenvolvi-
mento da navegago, se prescrevam regras acer-
ca da erecgo de curraes de pexe em ordem a
nao embaraeurem a pralicagem dos portos, bar-
ras e costas do imperio ; e se fixem os casos
condiges e penas com quo se deva decretar a
disliucgo d'aquelles que nao estiverem neslas
circunstancias e nos lermos das ordens em vi-
gor.No mesmo sentido capitana do porlo da
corte e provincia do Rio de Janeiro
presidencia do Para, enviando copia do
oflicio da conladoria da marinha n. 760 de 29 do
mea prximo passado, com i informago a que
se refere, dada a respeilo da guia passada pela
eolleetoria geral da cidade do. Obidos em 12 de
setemino ultimo ao capito de mar e guerra Pe-
que cada um dera nella oceupar ser iTesi
do pela somma, feita com toda a exactido e
clareza, do tempo decorrido desde a elevaco de
cada um classe de numero com o lempo em
que servio na quahdade de extranumerario.dedu-
zindo-se o compulo desle dos assenlamenlos
existentes na conladoria da marinha.
6.a Os offlciaes de fazendas extranumerarios
devem ser alistados era livro separado, do qual
s passaram escala quando forem promovidos,
se-lhes emo o tempo do servico
que j liverem prestado, segundo o quo fica
uisposto no art. 2. do presente aviso.
7.a Organisada definitivamente a escala, ser
publicada pela impreusa o cora mullicada em
ordem geral do quarlcl-general para o lim de
reprcsenlarem os inleressados dentro do pra-
zo improrogavel do 6 mezes, acerca de qual-
quer offensa de seus direilos.
8.a Espirado o prazo do que talla o arligo
antedenle, ficar a escala regulando official-
racnte a ordem de anliguidade no corpo de fa-
zenda, como a que se observa no quartel-gc-
neral.
9 a A conladoria da marinha prestar a essa
intendencia toda a coadjuvaco para o interior
desempenho das inslrucgo comidas no presen-
te aviso.
Na intelligencia destas disposiges, V. S, faca
que ellas tenham brevemente prompta execu-
go,
Deus guarde a V. S. Francisco Xavier Paes
Barreilo Sr. chefe de divisao. intendente da
marinha da lorio.
AVISO DE 9 DE ABRIL DE 1860.
Declara que nao lem fundamento as duvidas sus-
citadas pela capitana do porlo de Pernambu-
co sobre o julgaraento. que j nao cabo s ca-
pitanas, dos prejuizos e damnos occasionados
por abalroago.'
i.'secfo. Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios da marinha, em 9 de. abril de 1660.
Illm. c Exm. Sr. Foram presentes a S. M. o
Imperador os officios ns. 170 e 171 bis de 20
de setembro e 7 de outubro ltimos, em que essa
presidencia pede soluco de duvidas suscitadas
pelo capito do porto da provincia sobre a in-
telligencia dos arts. 104 a 110 do regulamenlo
n. 447 do 19 de maio de 1846 em face do de-
creto n. 2.030 de 18 de novembro de 1857 ; e
o mesmo augusto senhor, confonnando-se com
o parecer proferido pelo conselho naval em
consullas ns. 211 e 225 de 24 de fevereiro e 23
de margo prximamente lindos, houve por bem
declarar que infundadas sao as duvidas propos-
las, visto como, nos termos do citado decreto n.
2.030 de 18de novembro de 1857, nao cabe s
capitanas dos portos julgar os prejuizos e dam-
nos causados por albaroago, lano no alio mar
como nos portos do Imperio e iudemnisages cor-
respondentes, incumbiudo lo somente s mes-
mas capitanas verificar, na forma do respectivo
regulamenlo, se houve infrago da polica do
porto, para o elleito nico de applicar a pena-
lidade que por ella couber.
uulrosim, cumpre que V. Exc. observe ao
mencionado capito do porlo o excesso, com
que se houve, quando' alm da fazer-se juiz em
maleria para que era incompetente, constiluio-
sc executor da prepria sentenga, mandando
parte entregar incontinente a impoitancia da in-
demnisago quo arbitrara, faculdade que, mes-
mo pelo regulamenlo das capitanas, anda quo
nesta parte nao estivesse alterado, Ihe nao per-
tencia.
Deus guarde a V. Exc Francisco Jatiier
Paes Brrelo. Sr. presidenle da provincia de
Pernambuco.
EXPEDIENTE DO DIA 17 DE HARgO DE 1860.
3.a Secgo. presidencia da provincia das
gr dtojia Cunha, ex director da colonia militar dar
gna- retetid
Alagoas, duendo, cm resposta ao officio de 15
do mez prximo pretrito, que nao so pode adop-
tar por esle ministerio nenhum dos dous arbitrios
que prope no sentido de livrar os cofres da pro-
vincia da despeza que fax com o collegio os edu-
candos artfices : o da admisso dos referidos edu-
candos na companhia de aprendices menores do
arsenal de marinha da corle, nao lem lugar, por-
que a dita comoanhia est completa ; e o da crea-
gao de um estabelecitnento naval em Macelo, on-
de sejam elles empregados, providencia de uti-
lidade durdosa para o estado, al.n de acarretar
avuiudas despezas para as quaes nu se acha o
governo autorisado.
19 -^
3.a Secgo.A presidencia da provincia de
eridade cidade, afim de que exija da thesoura-
ria de fazenda da mesma provincia, e transmuta
a esta secretara de estado os esclarecimenlos do
que precisa a mesma contadura para poder li-
quidar a conta daquclle official.
2.a Secgo.k presidencia do Para, ordenando
que proponha qual o vencimento com que se de-
vam retribuir os servicos dos guardas nomeados
para os pharolelcs do Goiabal, Jutahy, Cuajar o
Panacura no ro Amazonas.
A presidencia de Pernambuco, communi-
cando que S. M. o imperador houve por bera con-
ceder a graduago do posto de segundo lenlo
da armada, ao pratico-mr do porlo da mesma
provincia. Jos Faustino Porto.Communicou-so
ao quarlcl-general da marinha.
A presidencia do Cear, communicando a
nomeago de Manoel de Jess Freitas para o
lugar do pralico mor do porto, barras e costas
da mesma provincia. Communicou-se ao mi-
nisterio da fazenda e conladoria da marinha.
1.a Secgo. presidencia da provincia do
Maranho, determinando que mande proceder aos
concerlos de que precisa o vapor D. Pedro, se-
gundo a parlicipago remetlida a esla secreta-
ria de estado.Communicou-se ao quartel ge-
neral.
3.a Secgo. k presidencia de Pernambuco ,
communicando haver sido nomeado mandador da
officina de calafates do arsenal de marinha da
mesma provincia o operario de primeira classe
de igual officina do da rite Francisco l.uiz da
Silva.Deu-se conliecimenlo desla nomeago &
conladoria e inspeceo do arsenal de marinha
da corle.
9
2.a Seceo. presidencia do Para, declaran-
do, cm resposta aos officios relativos dcsigna-
go e ccsso do terreno na ilna de Cotijuba, cm
que deve ser tonslruido ura dos pharoletes des-
tinados navegago do Amazonas, que S. M.
o imperador, couforuiando-se com o parecer das
sceges reunidas do guerra e marinha e de justiga
do conselho de eslado, ha por bem determinar
que a mesma presidencia : primeiro, proponha
ao tenente coronel Joo Auguslo Corres, possui-
dor da ilha mencionada, que, confiando na boa
f do governo que ha de respeilar seus legtimos
inieresses, desista das condiges inaceilaveis com
que fez a resso do terreno cima indicado para
o estabelocimcDlo do pharolete ; segundo, caso a
isso nao annua o referido lenle coronel, exja-
se al judicialmente, se necessario fr, a apre-
senlago dos ttulos de propriedsde da ilha, e em
vista delles proceda-se desapproprlago na for-
ma da lei; terceiro finalmente, se nao forem ex-
hibidos taes ttulos, construa-se o pharol, que
ento poder ser manlido independeute de qual-
quer accordo.
presidencia do Cear, exigindo um or-
gamento circunstanciado da quantia necessaria
para a conslrucgo, collocaco e conservago das
bausas as barras de Aracaiy e Acarac.
Decreto n. 2,577 de 21 de de abril de 1860.
Declara que os commissarios de 3.a classe do
corpo de ofliciaes de fazenda da armada podem
ser coadjuvados no servigo a seu cargo, stm-
prc que for conveniente, por um fiel de 2."
classe.
Hei por bem, ampliando a disposico do art.
20 do plano que baixou com o decreto n. 1,940
de 30 de junho de 1857, declarar que os com-
missarios de 3.a classe do corpo de offlciaes de
fazenda da armada, podem ser coadjuvados no
servico a seu cargo, serapfe que fr conveniente,
por tm fiel de 2A classe, nomeado, sob proposta,
sua, pelo intendente da marinha da cile.
Francisco Xavier Paes Brrelo, do meu conse-
lho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios da marinha assim o tenha entendido e faga
executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 21 de abril do
1*60, 39. da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Aa-.
cter Paes Brrelo.
Governo aProvIaela.
LEI N. 482.
Ambrozio Leito da Cunha, presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Fago saber a to los os seos habitantes que a
assembla legislativa provincial decretou, e en
sanecionei a lei seguinle :
Artigo nico. 0 re Sibir continuar a servir.
III I
di
f. _r.___i


i
1
e lililes entre os termos e fregueciis da Escoda
c Sernhaero.
I'icam revogadas as disposices cm coilrario.
Mando, por lano, a ludas as autoridades a
quem o conhecimeotD e ex-octreSo da presente
resoluco pertcncer que a cumpram e fac,am
cumpnr lo inleiramenle como nella se conlcm.
O secretario Gesta provincia a faca imprimir,
publicar e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 10 de
maio de 1860, trigsimo nonc da in .ependencia
e do imperio.
I-- S. Ambrozio Leilo da Cun/ta.
Sellada e publicada nesta secretaria do gover-
no da provincia de Pernambuco aos 10 de maio de
1860.Francisco Lucio de Castro.
Registrada a fl do livro 5." do leis provin-
ciacs.
Secretaria do governo de Pernambuco 11 de
maio de 1860.Francisco de Lomos Duarle, ei-
criptuMho da quarla seceo.
LE N.'488.
Ambrozio Leitao da Cuitha, presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Faco saber a todos os seus habitantes, que a
ssembla legislaliva previncial decrelou e cu
sanccionei a resoluco seguinle :
Art. nico. O subsidio para a futura legisla-
tura ser de cinco mil res diarios, e a ajuda de
usl jegHlar-se-ha (ola le n. 4de 30 de maio
*e 18J5 : revogadas as disposices em coo-
Irano.
Mando, por tanto, a todas as autoridades a
quem o coiiliecimento e execuco da presente
resoluco perlenccr, que a cumprm c facam cum-
prir tao inleiramenle como nella se conten. O
secretario dcsta provincia a faga imprimir,-publi-
car e correr.
Palacio do governo de Pernambuco aos 10 de
mato de 1860, trigsimo nono da independencia e
Jo imperio.
L. S. Ambrosio Leitao da Cunha.
Sellada c publicada a presente resoluco nesta
secretaria do governo de Pernambuco, aos 10 de
maio do 1860.Francisco Lucio de Castro.
Registrada a 0. do livro 5o de leis provin-
ciacs.
Secretaria do governo de Pernambuco, aos 11
ile mato de 1860. Francisco de Lomos Ousrle,
escnplurorio da 4a seceo.
LE N. 48 i.
Ambrozio Leitao da Cunlia, presidente da pro-
vincia do Pernambuco.
Faco saber a lodos os snus habitantes que a
ssembla legislativa provincial decrelou e eu
sanecionei a resoluco segointe :
Art. nico. Fica m vior a disposicodo ar-
igo 6 da le n. 85 de 4 do maio de 1840, revo-
gadas as disposices em contrario.
Mando, por tanto, a todas os autoridades, a
quem o conhecimento e execuco da presente
resoluco perlenccr, que a cumpram e facam
cuinprir to inleiramenle como nella se conlm.
O secretario desla proviucia a faca imprimir,
publicar e correr.
Pa'cio do governo de Pernambuco 10 de maio
imperio. L. S.
Ambrozio Leitao da Cunha.
Sellada e publicada a prsenle resoluco nesta
secretaria do governo de Pernambuco 10 de maio
de 1860. Franvisco Lucio de Castro.Regis-
trada a (1. do livro 5 do luis provinciaes
Secretaria do governo do Pernambuco 11 de
maio de 1860.Francisco de Lemos Duarle, es-
criturario da 4a sec So.
LE N. 485.
Ambrosio Leilo da Cunha, presidente da pro-
vincia de Pernambuco.
Faco saber a todos os seus habitantes que a as-
sembla legislativa provincial decrelou e eusanc-
cioriei a resoluco seguinle :
Artigo nico. O ordenado do director do col-
legio dos orphos tica elevado quantia de um
cont e oilo ceios mil ris ; revogadas as dispo-
sices em contrario.
Mando por tanto a todas as autoridades a quem
o conhecimento e execuco da presente resolu-
co perteucer, que a cumpram e facam cumprir
tao inleiramenle como nella se conlm.
O secretario dcsta provincia a faca imprimir pu-
blicar e correr. "
a P/o2n0n0,.sPv?rno de Pernambuco, 10 de maio
de 1860. 39." da in lependencia e do
L. S Ambrosio Leitao da Cunha.
Sellada e publicada a presente resoluco nesta
secretaria do governo de Pernambuco. aos 10
das do mez de maio de m).-Francisco Lucio
de Castro.
Registrada a IL do 1. 5.
imperio.
puares ; assiin u couiwuuico i V. b. para eii
conhecimento.
Dito ao mesmo.Transmillo por copia a V. S
paraseu conhecimento, o aviso de 10 do corra-
te, em que o Exm. ministro do imperio, deca
raodo ter elevado com mais 8S3#440 rs. o crdi-
to distribuido pora a verba ~ Presidencias de
provincias manda advertir a ess thesouraria
que nio deve involver com outras as tontas d i
roparlico das trras publicas, com coja directo-
ra se deve entender em separado por oflkio es-
pecial dirigido aquelle ministerio.
Dito ao mesmo. vista dos recibos junloi
mande V. S. pagor a Jos Maris Ferreira do Cu-
nha a quantia de 7O>000 era qee importa o alu-
guel de seis raezes vencidos no ultimo do marco
deste anno, da casa que serve de cadeia no ter-
mo de Tacarat. segundo censta de officio duche-
fe de polica de 11 do crranle, sob n. 682Coui-
municou-se ao chefe.de polica.
Dte ao mesmo. vista de suas informaco;
de 7 e 12 do crranle, ob os. 451 e 500. mandu
V. S. pagar a Antonio-los de Souza a gratifica -
cao de 400 rs. diarios, a que se julga com dircilik.
por haver exercido as funeces de porlciro do
arsenal demarinha nos inezes de Janeiro e (eve-
reiro deste anno, ero que o funecioncrio daquell .
lugar estove do licenc.a, como se ve dos docu-
mentos, que devuvo.
Dito ao mesme.Devolvendo a V. S. o raque -
nmenlo a que se relere a sua informaro de 7 d >
crranle, sob n 460, e no qual Scult Hetl& Com-
panlua pedem pagamento da quantia do 454917:)
rs. proveniente de carvo de podra que forneco-
ram aos navios da armada, arsenal de marinha >
barca de escavac.o, no mez de m.\rco ultimo, le-
nhoa dizerque mande effeclusr esse pagamento,
quoudo houver crdito para elle.
Dito ao mesmo. vista das duas conUs jun -
tas em duplcala, mando V. S. entregar, sol mi-
rilla respeusabilidade, a Andr de Abreu Porto,
conforme requisilou o inspector do arsenal d i
marinha. em oflicio de 12 do crranlo, sob nu-
mero 213, a quantia de 1:315*280, para paga -
mculo ln> rabes, cojos servicos sendo dispensados no
Ccara para onde h.iviam sido contralados pensa
rem os camellos all importados, vieram para es -
la provincia adra de lerem o conveniente desti
no, e bem assim com as passagens dos mesmos,
queseguem boje para a Europa no vapor Oneid<\
Communicou-se ao inspector do arsenal de
marinha.
Diloao mesmo.Commnnicoa V. S., para sen
conhecimento. que, segundo conslou-me de vi-
so do ministerio do imperio, de 7 do crreme, foi
approvada a resoluco que lomou esta presiden-
cia, de mandar pagar, sob minha responsabilida-
des quantia de 228*999 ao cirurgio da colonia,
militar de Pinienleiras.
Dilo ao chefede policaRemello por copia J
V. S. o aviso circular expedido pelo ministerio d.
justica, em 26 de marco ultimo, com o modelo .
elle annexo relativamente ao quadro dos preso:;
da provincia, e em additamenlo ao aviso de 8 d<
junho do anno prximo passado, que a V. S. fo
Iransmillido com oQicio de 2> do mesmo mez
a (im de ser elmcnlc observado pelas auloridade:
a quem incumbe a sua execuco.
Dilo ao inspector da Ihcsouraiia provincial.
Respondo aoofficio que V. S. roe dirigi em 1::
do crrante sob n, 173, declarando que de 2
de abril a deliberaco a que allui no sen ofticii
de 10 deste mez, acerca da iniposieo da mult;
a que csto sujeilos os individuos que, sem pagai
o respeclivo imposto, vendessem bilhetes de lo-
teras da provincia.
Quanlo, porm, a duvida constante do final d<
seu citado oflicio, nao devem as pessoas. a quen
forcm aprehendidos bilhetes, pagar o imposto
que deve ser dcduzido da mulla.
Do ao mesmo.Mande V. S. indemnisar a fa-
cunda nacional da quantia de 33*600 que, segn
do se veda conta junta, foi dispendida pela col-
lectoria de Tacaralcom o furnecimento dospre
sos pobres da respectiva cadeia.Communicou-
se ao inspector da thesouraria de fazenda.
ito ao mesmo.Inteirado do contedo de sua
informaco de 12 do crranle, sob n. 174, recom
mendo a V. S. que mande pagar urna das pros
taces a que lera direito o empreiteiro Jos Ma
mede Alves Ferreira, logo que o permillirera os
cofres dessa ihesouraria.
ito ao director goral da nstrucc.io publica.-
Indeferio requerimento do profe-s'or publico di-
Ia" letras de Cabiob, Joaquim da Costa Dour
do, declarando-lbe que eumpria esperar pelo re
-fSBSfS de hein^o^0"^ &>**-ffl **
maio do 1860.Francisco de Lemos Duarle es-
criturario da 4.a seceo.
. LXPEDIENT.E j,0 I.IA 14 DF. MAIO-
Oflicio ao ministro plenipotenciario do Brasil
cm Londres.Communico a V. F.xc. que no va-
por Oneida seguem boje dous menores do arse-
nal do marinha desla provincia, Jos Custodio
I'croandes e Antonio Francisco Moreira do Car-
valho, os quaes vo estudar a construccao de
maquinas a vapor navaes, debaixo da inspeceo
c cuidado dessa legacao, segundo foi commui
cadoa esla presidencia em aviso expedido pelo
ministerio da marinha, cm 18 de abril prximo
rindo. r
Renov a V. Exc. os protestos de minha per-
feta eslima e dislincta consideracao.
Dito ao Exm. presidente da provincia de Minas
Oeraes.Pelo oflicio que V. Exc. se servio diri-
rigir-me em 3 do crranle, fiquei inteirado de
tiaver \. Exc, na qualidade de primeiro viee-
presidetile, nssumido a admiuistracao dessa pro-
vincia. '
Dilo ao Exra. lenenle-general commandanle
das armas.Sirva-sc V. Exc. de expedir as suas
rdens para que seja recebido e conservado ern
urna das fortalezas desta provincia o grumete Ha-
noel da Paixo, que lera de cumprir a pena de
um anno de gales, imposta em conselho de guer-
ra.Communicou-se ao conunandantedadiviso
naval.
Diio ao mesmo. Faco -ipresentar a V. Exc
para serem inspeccionados, os remitas Jos Tel-
tra de Araujo e Pedro Teixeira de Araujo.-
Communicou-sc ao chefe de policii
Dito ao mesmo.Sirva-so' V. Exc. de mand.r
presentar ao doulor chofe de polica o recruta
bevenoo Jos Ferreira, que foi julgado incapaz
oo servieo do exercilo, como consta do termo de
inspeccao, que veto annexo oo ofiicio de V. Exc
de 11 do crranle, sob n. 526.Olliciou-se ao che-
le de polica.
Dito ao mesrao.-Pdc V. Exc. mandar por em
IiberdaJc o r.mila Manoel Guncalvcs do Lima
que foi julgado incapaz do servieo do exercilo,
como consu do termo de inspeceo, quo veio an-
I!8291 de V' EXC' de 1 de marco' 8
Dito ao commandanle superior da guarda na-
tonal do Recife.-Com a informaco por copia
cona
lo director
do arsenal
cao por copia
de guerra, respondo ao
emeio que V Exc. me dirigi em 8 ESZZ
sob n 7 relativamente ao correiarae requisila-
J balalhao da guarda nacional desle muni-
Dito ao mesmoTendo concedido a Antonio
to Mello e Albuquerque. guardi nacional do ba-
l. cn prazo de 15 dias Pnra Pfo^or que
maior do 50 anuos, devendo entretanto serisenlo
ue qualquer servieo da mesma guarda : assim o
resnoecUv'C,V V" ^ para ^ a a5a "U Vo
respectivo commandame
Tr?tmi1i IrausraiUo por copia a V. S., para seu conheci-
mento e d.raccao o aviso de 23 de abril uhin
laudo cora a opinio emitiida pela respectiva
contadura geral, as nfornucoes tambera .!
Us. por copia manda que a despeza cora gua
para a cavalkada da companbia fixa de cavalla-
na desta provincia seja paga pola caixa das for-
ragens da mesma corapanhia. como j se deler-
jiuou era o..lro aviso de 16 defevereiro deste
anno igual ao Exra commanda-nte das armas
flUoao mesmo.Mande V. S. paga-, sob rail
i-l.a responsab.lidade, nos termos do artigo 1o 819
do decreto de 7 de maio de 1812. a im$orlanr
rao doTon'r W ezde fevere.ro ul-
r Tamlirn* ^BS *" ,C!terci,o. clarins, cornetas
i?n.i a L. eraPreeJ^ nos corpos da guarda
nacional desla capital, o cujos prets cfolLsfo-
TnZ n !?? n C8Sa lhsraria cora despacho
Je 26 de marco prximo passado, para informar
defhniliv.Hienie acerca dete pagamento e era
Mata o que se esl.ver a dever da"graiiUcac5o q*
vence o capilao secretorio geral do commando
superior da mesm guarda nacional. Coramuni-
cou se ao respectivo commandanle superior
Dito ao mesmo.Constando de aviso -do minis-
terio do imperio, de 7 do crranle, que solicila-
ra-sc do da fazenda as conreinemos ordens par*
3? .enii 1ae.S8,afAlheoraria soja indemnizada
da K aJ d**M Jo excess que resultou
nLTn.?,. H,Ualro.milsocc" defarinha, que,
foi o el efe S ZV^J^""03 lcnHcios
m Lj~,ln flo-policm djesla provincia autorisado
comprar para Mr TBido pelo costo s classcs
Entretanto, nao convindo que continu fecha
da a escola do mesmo professor, pode Vmc. con -
tratar una pessoa idnea para rege-la interina-
mente, como propoe em seu ollicio de 12 do
crrante, sob u. 74.
Dito no memo. Respondendo ao ofUcio q me dirigi Vmc. em 12 do crrante sob n. 75.
tenho a declnrar-lhe que podo contratar pessoa
idnea para reger a cadeira de primeiras letras da
villa dcOuricury, cuju professor, segundo consta,
acha-sc preso ; devendo Vmc. procurar obler in-
formacoes exactas a este respeilo
Dilo no director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. apromptar. pora seren fornececidos ao com
mandante do presidio de Fernando, duzentas bar-
ras de madeira com ps de ferro, pnra a dormid i
das pracas do destacamento do mesmo presidio,
emsHlisiitnicos tarimbas, que foram abolidas
por determinaeau do ministerio da guerra.
Dito ao mesmo,Na conformidad do aviso do
ministerio da guerra do 3 do correule mez, man
deVmc. apromptar para seren fornecidas ao
"'ei l'alalho do c.igadores da provincia do Cea-
r 293 barras de madeira, e 586 ps de ferro pan
as mesmas, constantes da nula junta po copia,
sol ii. 4301, da repart:o do quartel-neutra ee-
neral. T
Oilo aojuiz de direito da comarca do RreJA.
Informe \rac. qual o estado em quo se acha t
processo criine instaurado contra o professor pu-
blico de primeiras leltras dessa villa, Manoel Jo-
quim Xavier Ribeiro, providenciando para que s-
active a sua concluso.
Dilo ao capito do porlo.Faco apresenlar i
Wnc para serem inspeccionados, os reqrulas
Luiz Oomes Barbosa e Antonio Manoel da Crin
Dito ao director da roparlico das obras publi-
cas.-Declarando-meo Exm. Sr. ministro do im-
perio cm aviso de 3 do crreme, que os refal-
nosraensaes das obras publicas devera compre-
bender, quanlo as obras geraes, smenle aquellas
nuEJl sc .C,,s|i5"am f""dos pelo mesmo nji-
nisteno. assim o communico a Vmc, para se i
conhecimenlo c execuco. T
Diloao director da colonia milar de PimenteiV
ras.-ltemello a Vmc. o incluso exemplar do re A
g'menlo interno, instrueco e modelo de
trat o seu oflicio de 17 de abril ultimo'
)ilo ao Dr. Manoel Buarque do Maecdo I.im
qu?
PortaraO presidente da provincia resolv
dcmiltir o lente Lufa Antonio Ferraz Jnior
docrgo de delegado de polica do termo de Ta-
earaiu. Communicou-se ao chefe do polica
Dita.O Sr. agente da corapanhia brasilcira
de pnquetes a vapor mande dar transporte para a
provincia do Para, por conta do ministerio di
guerra, no vapor Oyapock, ao mnjnrdo corpo d-
engenheiros Sebastio Jos Basilio Pyrrho.
Expediente do secretarlo do governo.
Oflicio ao conseihtiro dircelor geral da secre-
taria de estado dos negocios da justiea.__De or-
dera de S. Exc. o Sr. presidente des'ta provinch
necuso recelada a commumeaco que cm 3 d >
crranle e sobn. 577. Ihe fez V. Bxe. dos despa-
chos proferidos nos diversos requerimentos cons-
tantes da relarao que veio nssignada por V. Exc.
Dilo ao inspector da thesouraria de fazenda.-l
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, maiid i
traosraiilir a V. S. as dez inclusas ordens do Ihe-
souro nacional, sob ns. 57 a 66. e bem assim
dous oflicios da secretaria d estado dos negocio*
da fazenda, de 25 de abril e 5 do corrrente.
Isespachos do da 11 de auaio
171 Aiituio Manoel Eslevo.N5o tem lu"a-
o que requer o supplicanle.
172 Amonio de Mello Albuquerque.Marco
ao supplicanle o prazo del5 dias para dentro del
les provar que maiur de 50 annos. devendo ni
entretanto sor Isento de qualquer servieo da guar
da nacional. O que o Sr. commandanle superioi
rara constar ao commandanle do batalho a qu<
perlenco o supplicanle.
173. Joaquim da Costa Donrado. Cumpn
2.wi?HPre Del re?:,,tad0 < Processo de respon-
sabilidade que se Ihe instaurou.
insoVeInrluafM,uia' Ribeiro Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
175-Roialina Imitado Souza. Informe c
co.nselho odmm.siraiivo do palrimonio dos or-
pliaos.
MABIO DE PEI^AMBUCO. QUAjmjreaj 16 De MAIO DE 1860,
LUMHAAlHlDAAKMS.
Quartel general do cumnando das
armas em Pernambuco, 14 de
maio de 1S30.
" ORDEi DO DA N. 400.
O lente general commandanle das armas fai
publico para cos^iimenlo da guarnicao o devl-
do cffetUj, que vm virtud* do aviso do ministerio
da guerra de 96 de abril proximo findo, entrou
noje no exercicio do emprego deldanle d"or-
dens do commando das armes desla provincia o
Sr. al reres do corpo do.Mydo maior de 2' clas-
se ledra Gomes de 01ivrl7neando dispensado
de tal emprego o Br. lente do 9o balalhao de
infantera Joaquim Fabrieio de Mallos, quo du-
rante o lempoque o eierceo inlerinamcnto se
tioeve com eclividade, telo e inlclligencia, pre-
dicados que o lem destinguidosempre que ha ser-
vido sob as ordens do mesmo lente general.
Faz publteo igualmente, que por aviso do mes-
mo ministerio de 28 du dilo mez, publicado era
ordem do da do quartel general do exercilo sob
n. 190 de 5 do maio correle, oblevo prorogacao
da licenca por mais dous* mezes para ir a pro-
vincia da Bahia conduzir sea familia para esta de
Pernambuco o Sr. pharraaceelico alferes do cor-
po de saude Domingos Gomes Borges, empregado
no hospital militar desta guarnicao; conseguin-
tcraenie fica de netihum ceilo "a ordem do dia
do commando das armas de 20 do mez passado
sob o n. 387 que considerou auzeute o referido
Sr. pharmaceulco, c bem assim o respeclivo ed-
lal de charaamento.
Determina o mesmo lente general, que os
Srs. comraandantes de corpos e coropanhias so-
ladas, quando liverem deinfoimar requerimen-
tos para baixa do servieo, juntem, ex-oflkio dos
raesmos requerimentos as cerliddes do assenta-
raentos dos peticionariosttdft expresso na or-
dem do da do exercilo n. w.
Assignado. tarao da Victoria.
Conforme. Pedro Gomes de Oliveira, alferes
ajudante de ordens.
Uesul'.u Ue luuo lato quu u .ijuoaniu louiece-
\'Ilti a 8er aamn'sir8dor flscalisador ; fis-
cal do seu ocio, quem se fornece o vale do
nnmero dos presos sustentados cusa do esta-
belecimento, porque quero, as prolongadas e
commuadas ausencias do administrador, fica di-
rigindo a cas^ de delenrao.
Ditas csUs palavras^ Sr. prndente, consinte-
me v. tte. manifest as razoc-s que Uve para
otrerecer consideracao desta assombla a emon-
da que esti por roim assignado e lem por fim
supprimir a quota volada para os empragados da
casa de detencao, e ver se consigo o voto do no-
Dre deputado, que secretario do chele de po-
i apoio da mesma como m'o'promct-
Ru/ino de Almeida: Se me
con-
a
leu.
O Sr.
vencer.
O Sr. M. Ptreira :Sabe o nobre depulado
e esla verba da casa de detencao se acha
do orcamento, por causa da
?^J?" } fclrainr que o lornecimento de
pe'eP,r' sustento das educandas so fl.
2ut1er?2i PrP"M *ea das f.zendas do es-
a exrne q-e alias- *l0 P >cmpo de
Assim, Sr presidente, desejsndo que se nao
^1TC, tS,abelecio,enl. e que tra.o e at-
lendendo tambera ao estado dos nossos cofres cu
mando urna emende elevando a verba de dous
cornos de seis consignoda para aquelle collegio
quatro contos do ris como era d'antes
nao i quatro contos do
mas Iras lo somonte.
PERNAMBUCO.
aSSEBBLA LESISUTIVA PROVINCIAL.
Discurso pronunciado pe Sr. Dr.
tuiz de Albuquerque llartins le-
reira, na sessao de I de abril
prximo passado.
O Sr. Marlins Pereira: Entro na presente
discussao com bastante acanhamonto, porque
nesta casa, infelizmente sequaiifici de ininiign no
deputado quo se oceupa com esla ou aquella re-
parlicao, com este ou aquello individuo, quo re-
vela helos, quu mais ou menos podem influir na
rnoralidade dessa repartico, ou desse individuo ;
anda quando na exposico do fado outro senli-
menlo nao actu no espirito do depulado, que
au seja o senlinionto justo da consciencia do de-
ver.
O anno passado, em occa|iio idntica, quando
so discuta a projeclo do drcamenio provincial,
Uve a honra de apresenlar luina enienda. na qual
consignava a idea de seren considerados renda
di provincia, os emolumentos que sao cobrados
na casa de detencao, emenda quo passou por tres
volacocs, fado pouco comnjum, viudo alinal a ser
regeilada. Sinlo que tal U;|0 succedesse, que a
idea que olfereci consideracao desla assembla
nao fosse adoptada ; mas nao ten lo cu oulru in-
teresse, nao lendo procedido dominado por outro
sentimento. que nao o dajjuslica, e poitanlo pro-
curando cumprir com o dfcver de deput.do, que
procura nlargar as fonlesjda receiu da provin-
cia, sera crear novos imppslos, ou augmentar os
existentes, nenhum pe^tar, luuhum desgosio
guordei a scmelhanlo (nilo. regeico da idea
por inirn eratllida ; sendo queadmirei-me quan-
do rao conslou era eu/objecto dos inotejos do
administrador da casa de detencao. que se apre-
goou meu mmigo, peto simples faci de querer
losscm arrecadados em bem da provincia emolu-
mentos avantajados, emolumentos que do lo-
dos os annos grossa toman em proveito do ad-
mintslrador de dito eslabelecimenlo.
Nessa occasio, Sr presidente, fundamenteia
emenda, com o faci/quo cnlo referi, do haver o
Exra. Sr. Dr. Josd Antonio Saraiva, que susten-
ta va as redeas da atlministrncao da provincia, oi-
rigido em ollicio no Se chefe de polica, no qual
recommendava S. Exc, lho fosse apresentada a
reformado actual regularaento da cai de de-
tencao, no qual devia consignar-se a idea de se-
ren cobrados, era bem dos cofres da provincia,
os eraolumenlos que ilesM casa sao arrecadados.
Redro esses fados nao para jusliljcar o meu
procedimenln de agora, c menos porgue preste
aos ruesmos attenco nlguma, e sim 'a anda
esla vez facer sentir n quem quer que ntiroveilar
possa, quo eu nao ceceo a ameacas, considera-
cues de qualquor especie quo sejain,'quando
compro com os deveres de deputado, ou de outro
cargo, cujas fuuccoes rae sao confiadas.
A minha posicao, nessa occasio era mais dif-
dcil; mas hoje sinlo-a mais fcil, estou anima-
do, poique fallo depois do haver oceupado a tri-
buna o nobre depulado quo me preceden (o Sr.
llanos de Lacerda) quo nao suspeito ; pois con-
fessou era amisro do administrador da casa de
delenco.
(lia um aparte.)
O Sr. M. Pereira : Pode ser inconveniente
para o nobre deputado, para raim o nao 6.
Quanlo ao que disse o nobre depulado, que me
preceden, em referencia a alimenlarao dos pre-
sos recolhidos casa de dttencn acciescenl noi,
que alrn de inconveniente e prejudicial sat'id
dos deteulos, o modo porque feila a alimenta-
cao 6 illog.il; visto roteo torna sem efeilo a se-
guinle disposifo, coiilida no 14 do art. 91 do
regulamcnlo provincial de 16 ile agosto de 1855
que diz assim:
incluida na le
existencia deste regufnmeni7querfoi confeccio-
nado pelo presidente da provincia ; mas so eu
oisser ao nobre depulado, que nao deve ignorar
o que vou dizer, quo o presidente da provincia
nao poda confeccionar esseregulameulo, c mui-
io menos com aulorisaco desla assembla, em
S"de 31 deS? arl- 146 d reeulameu, "
OSr. RufinoaeAlmeida .Isso fado consu-
mado.
O Sr. U. Pereira :E se a assembla lem vo-
taao quota ale hoje para pagamento desses em-
pragados. creados por esse illegal e dispendioso
regulamcnlo. o que so lera eilo todos os annos
ser esse fado razo suflicientc para que conti-
nuemos a pagar despezas que nao devora correr
por nossa conta ? Tenso que nao.
O regulamenlo da casa de detencao nao foi
confeccionado em conformidaJe com o disposto
re arl. 146, que cima cilei, o que se succedesse
dovena a despeza currar por conta dos cotes
geraes, e prtame tal regulao.ento nSc pode ter
torca de obngar, nao nos deve levar a volarmos
veitia para pagamento dos empragados da casa
de detonr-ao. se a verba dos vencirnenlos dos
empragados da casa de delenco consequencia
desse regulamenlo, a concluso que essa verba
deve ser supprimida esua importancia applicida
a satisfaco de outras uecessidades, militas e ur-
gentes a que somos obligados curar.
Foi marcada na lei vigente de orcamenlo pro-
vincial a quantia de nove contos e s'etecentos mil
res para a casa de delenco ; mas essa quantia
nao foi snflicienle, pois houve augmento nos ven-
cirnenlos dua empragados de dita casa, o que me
leva a islo crer o fado de haver o Sr. Baro do
Bom Jardim aborto crdito suppleincnlar da im-
portancia do dous contos e trazentos mil ris,! Fazem s esta H-~^-"'-T_"??'
es ^rtzrr.?r- --= ?riH?:'- r"iK-
O Sr. Rufino de Almeida:Note que o regula- '
lento dizque para cada vinle presos deve ha-
quatrocenlos e
rae
ver um guarda, e all existem
lanos presos.
O Sr. Marlins Pereira : E quanlas sao as
cellulas que um guarda tem de vigiar segundo o
regulamenlo, era rolaco ao numero de presos ?
| Ha um aparte. )
O Sr Marlins Pereira : Faca o nobre de-
pulado a deslribuico proporcional, avista do nu-
mero das cellulas, e veja se o numera dos guar-
das e ou nao desnecessario, se devenios consen-
tir nesse esquadro de guardas, que uu lero
em que se oceupem.
De ludo quanlo tenho dito, do que disse e*M-
bra depulado, que me preceden, decorre natu-
ralmente um fado importante o verdadeiro : isto
, na casa de delenco se do abusos, que preci-
sao ser eslirpados ; assim nao sei porque regula-
menlo se cobra na casa de detencao dos propie-
tarios de escraves que IA sao recolhidos certa
quantia, quando sao ditus escravos castigados"?...
nao sei tambera porque regulamenlo se cobrados
cnsules dous mil res por cada dia de cada
Irangeiro que recolhido casa do
( Ha um aparle. )
O Sr. Marlins Pereira : Eu. nao Irago nqui
altestados dos cnsules quo lem pago, mas posso
aflirmar casa que esses fados se tem dado por
mais de urna vez, c como deputado nao tenho
obrigacao de documentar os fados que refiro :
quero chamar a attenco da auloridade superior
para ver se nao se repetem laes abusos.
( Ha um aparle. )
O Sr. Marlins Pereira : Erabora se qneira
lonha passado em julgado que qualquer proposico
aqu avaneada, nada vullia nao viudo acorapanha-
da du documeriln___
O Sr. R. d Almeida : Conforme quem
aventure.
O .Vr. Theodoro
dalle igual.
O Sr Marlins Pereira : Talvez passe mais
em julgado que as proposites, quaesquer que
sejam so valem, tendo-so em attenco quem as
enuncia, o contra quera sao dirigidas ; sendo que
ja fui classilicado de desleal um nosso col lega i
por outro, porque aquelle referir fados de cer- a.Lun.,,a. Maa Baymuiido da Silva Ciraco,
lo individuo, parante de um outro depulado au- I f,. "*'. pae Antouio^d* Oliveira Aniunes.
es-
dclenco ?
Conforme
da Silva : A nossa aulori-
p REVISTA DIARIA.
Fallercu hor.lem o Sr. Rufino Jos Correia
de Almeida, oflicial maorda secretaria da assem-
bla provincial. O finado era natural da provin-
cia do Re do Janeiro, o para esta, mudou a sua
residencia cm 1816.
O Sr. Rufino foi um cidado de presumo, e
desee a campa coberlo de servicos os mais valio-
sos, prestados a causa publica em pocas arris-
cadas e difficeis, nao sendo daqucllcs a quem a
recompensa do governo servisse nunca de est-
mulo o aniraaco. Lerabrado, as horas difficeis,
o br Rufino foi sempre esquecdo na dslribuico
dos premios. *
Nosservigos valiosos que preslou ao paiz leve
por norma o patriotismo, o dever du boro tida-
dao.
Descendo ao tmulo aos 61 annos de idade de-
pois do haver para o salvamento da vida Ma-
tado lodos os recursos da sciencia, deixa urna
saudosa recordacao entre o grande numero de
?LUi'mp"la"leS ^'"lo <*igos. c inconso-
lavel sua honesta e virtuosa familia.
1t~l:,^re0nf0ll,eci',,CnlO,,o Sr Fra"csco Ignacio
de Torras Bandeira, esenvao do jnizo conimercial,
fomomeado para substitui-lo interinamente um
seu irmao de nome Joo Ignacio de Torres Ban-
A ponte da Boa-Vista aprsenla actualmente I
algumas excavares no seu leito, as quaes devem I
tTri. ^Pard. Para ev.lar-se a conlinuaco
LembramosUto para que nao passe desaperce-
bido por mais das esse estado, crescendo assim
ns despezas dos reparos, quando lenham de ser
felos com mais procrastinacao
Informara-nos, cm reclificaco noticia da-
aa liontem, que a imagera exposta" no Corpo Santo
nao a de S. Sebastio ; mas sim a do Sr. Bom
Jess dos Passus.
O servieo do gaz vii^endo feito um pouco
irragularincnte ; por|uc ras ha cm que os laoi-
! peoes acendera-se qii^si s oilo horas?
i de que se
snnar-se o ili-
on irregnlaridade, que ah notarios
i TI. r"a do Padre Ffo'iono ha una cas ha-
bitada por um prelo e tres prelas, que -,evem
merecer a attenco do respectivo inspeder. pelo
incomraodo que taes moradores causara aos ou-
tros no lierreiro era que vivem.
Semelhnnte procedimenlo nao pode ser lole-
racdV renl, do"vTncB,r"Tdt o ia frp8uezi* de ^nfo Antonio
do iiecife, do t. do crrante :
Lenidas, branco, Ulho natural de Antonia Tr*nk
do llego Barros.
Julia, branca. fllha legitima de Francisco Jos |
Baptista, e 1). label da Fonccca Rosas.
Mana parda, filha legitima de Joao Clemente de
sania Rosa, e Anna Mara do Nasciraenlo
Mana, cnoula. filha natural de Anna Prxedes.
Francelina, cnoula. escrava de Lucina Mana de
Albuquerque.
Candida, parda, filha legitima de Jos Anselmo
da Costa, e Mana Ermelinda da Conceico
Rita, branca, filha legilioa de Manoel Marlins
Fiuso, e D. Hara Carolina de Abreu Lima.
Florencia, cnoula, escrava de Anna Mara da
Conceico.
Zulmira.'brauca. filha legtima de Jos
Pereira de Mendooca, e D. Candida
Pereira de llendonea : Santo Oleo.
Ezequiel pardo. Olho natural do Marcolina Ma-
ru da Conceico.
Araerico, semilbranco, filho legitimo de Fran-
cisco de Paula Machado, e Coraolina Joaquina
do Miranda.
Geroncio, pardo, filho legitimo de Marcolino Ri-
beiro de Vasconcelos, e Lourenca Mara dos
l'razeres.
Manoel, Antonio, Serafina, Rufina e Jorfe) par-
dos, filhos legtimos de Sabino da Cunha Fra-
goso, c Felicia Gomes da Silva
Joaquim
da Eugenia
Desprezaram-sc os embargos.
Appellanle, Maximiano Antonio de Tinho Oli-
vaos ; appellada, Barbara, liberta
Ficou adiado.
inVrJ'D"'6- F^lixc-?0S d0 Re Ppellado,
Antonio Pereira da SiDa. *
Foram desprezados os embargos.
gtL ArrELLACUBS CRIMES.
ApPrtanle, o juizo ; appellado, Francisco An-
tonio da Costa.
Improcedente a appcllacao.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jos Benlo
de FiRiieira.
Improcedente.,
Appellanle, o juizo; appellado, Claudino deLu-
cena Luz.
Improcedente.
M DltltffcNCUS CIVEIS.
andarn, ouvir ao dftembargador procura-
dorda corda na seguinle appellaro :
nfufi l0a Bruno e Almeida -Valado ;
appellado, Francisco Antonio Vasconcelos.
DITA3 CRIUES.
iuaHr. Tn anSr: de?embargador promotor da
justica, a appellacno crime :
de, 5eJr.!V r jUZ? : aPc"o1 Argerairo Men-
des da Cruz Guimaraes.
Assignou-se dia para julgamontodassesruintea
appellacocs eiraes : *
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio do
Souza Amida
Appellanle, Domingos Alves Hespanhol; ap-
pellado, o juizo.
Appellanle, Ignacio Alves Guerra ; appellado
o juizo. '
Appellantc, o juizo ; appellado, Mauoel Bezer-
ra de Moura.
Appellanle, ojuzo ; appellado, Jos Cesar de
Miranda.
Appellanto, o juizo ; appellado, Antonio da
Silva Brando.
Appellante, Anna Mara de Carvalho ; appella-
do. Ignacio Aranha Vaseoncellos.
Appellanle, o juizo : appellado, Manoel Ale-
xsndreTJa Costa.
Appellante, o juizo; appellados. Jacinlho Joa-
quim Ferreira e outros.
DISTMIirieOES.
Ao Sr. desembnrgador Figueira de Mello, o
recurso crime :
Recrreme, o juizo ; recorrido, Dr. Luiz d'Al-
buquerque Marlins Pereira.
A revista civel:
Recurrente. Francisco Monlclro de Carvalho -
recorrida, Mnria Luiza Marlins Ar.iujo.
Ao Sr. desembnrgador Silvera, o recurso
Recrranle, o juizo ; recorrido, Alberlo Nuncs
da i.osla.
Ao Sr. desembargador Gitrana, os"pccur03
crimes : \
Recrranle, o juizo ; recorrido, Jos Benedicto
de Carvalho.
Ao Sr. desembnrgador Bastos de Oliveira, a
appellacoes ci*eis:
Appelanle, JoaGaldino RibeiroSanrhes ap-
pellado, os herdeiros de Manoel Alves Guerra.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, o rc-
cuiso criine :
Recrranle, o juizo ; recorrido, Joo Suriano
de Mosquita.
A appcllacao civel :
Appellanle. Piulo Lcilc 4 limaos : appellado..
o juizo da fszcnda. *
As 2 horas da larde cncerrou-se a scsso
Commanicados
Passngeiros do vapor Oijapock. seguido para
os por os do norte : Dr. Aprigio Carlos Pesada
Mauoel Francisco de Uliveira, Joo Luiz Macha-
do c seu escravo, Antonio Mnria da Silva Perei-
ra. Dr. Joaquim Antonio de Varia Abreu c Li-
I
a
... .. ....-,.,i.n Hna.....0 ue i-u-) Aiircu c li-
roa, Jos Candido de Pontes Vesgueiro, sua filha
0 7 escravos. Mara Clemencia, D. Anna Mari;
sent : nao obstante esses jolgados, que os nao
aceito por seren contrarios aos estylos e a nossa
misso. conlinuarci no meu proposito.
Parece-me, Sr. presidente, que prove que nao
nos corra a obrigacao de volarmos quota para pa-
gamento dos ordenados da casa de delenco
quo manifeslei que ha abusos acerca dos quaes
se devo tomar providencias no senlidu de eslir-
pa-los completamente.
Mais duas palavras anles de terminar.
Sr. presdeme, nao ha nesta cidade quem igno-
re o abuso que praticava o administrador da ca-
sa de detencao, serviudo-se dos soldados do cor-
po do polica, que eram mandados para guardar
os presos que irabalhavam as obras como ser-
ventes : lodos observnvnm o administrador da
casa de deteuco com honras de auloridade poli-
cial ; pois se fazia elle acorapanhar per soldados
do corpo de polica. O fado de andar o adrai-
Bsaminax pessoalmenlo ou facer examinar
I huid .T.dos^^!!?'lU, lCm df S,'-r ,lis,r-i- I "is"-adl"- da "" de delenco cora ordeceocas do
t buida pelos presos, alim de qoe seja san e nao corpo de polica, parece-n c fez uascer no. rrW
I) e tura dF.ie s; ,-. a serv":". qe deu lugar a represeulaces do
5 se ve que cumprc no adini- ; aclual coiiiinaudante,
nistrador en,,!?-, i'ro' 7 ac"al ^"'"landanie, que rae consta quexava-
s r acomiar.,. u n,' ;,Juda"lp. Bicah- M de actos de ii.descipl.na, praticados pelos sol-
hiU n?m n f0**9,08 '"sos. para que nao dados quo erara destinados ao servieo de uue
haja diminuicao ou allenco, o que me leva a I fallei. uU ,,..o ut que
cdano'r n.SV* a amentaco fornc- Espero seja adoptada a emenda suppressiva
omPenosP ue o'"" \a "^^' ,,cl,ne,,,,V ou re,SubmclU a S*"* de^ta aiserablca
no menos que nao sejam forne.-jdores o ndiui- Ieuho concluido.
nislrador ou o ajudante; o que es'S expreisa-
raente determinado no 17 do citado artigo que
0 concebido nos seguimos termos :
Dar todos os dias um valoao fornecedor das
comodonas dos presos, declarando o numero
do racoes fornceidas tiaquelle dia, o o nifinc-
ro pravavel que deve ser tomecido no dia se-
guate, mandando regisHar esse vale cm livro
cspncial.
Do que se conlm neste que acabo de ler,
vi.-se quo urna das allribuices do administra-
dor dar um vale ao fornecedor sendo que o
ajudante, na conformidade do $ 1 do arl. 91
Subslilue no administrador, em cuja circ.umslau-
tia caber-lhc-ha dar para si mesmo o vale das
Comodonas o flscnlisar i qualidade c quantidade
para nao haver alteraco.
O fado de SM conferir ao administrador da ca-
sa de delenco, ou ao seu ajudanle, a inspeceo
das comodonas fornecidas aos presos, moslrn a
inconveniencia e illegalidade com que esso-for-
neciment soja feito pelo njudantodo eslabeleci-
menlo, porquo o administrador nao permanecen-
do no edificio, como sabido de lodos, apezarde
nao poder estar ausente mais do seis horas con-
seeuiivas, Sem licencado chefe do polica (artigo
W do dito regulamenlo); pois consta-me que cl-
e lo adinistrador) dormo sempre fora do esla-
beleciminlo, na povoaco do Munieiro, onde se
M conserva das Inleiros, o que o inhibe de flsca-
lisar ns coraedorias que sao firuooidas ao3 pre-
sos, o menos confiar essa fiscalisaco ao aiuJsn-
} Con ..I..I1I..1 I
d '
q..o ><-ciuiuiiu proviuencias para evitar-se i pro
gressivocrescinieiiiu na morlalidado do presos.
Um sr. Depulado :E sabe se ifuando elle sa-
2" llce"a d0 cIiefo de polica?
Sr. M Pereira Parece-me que o regula-
nao faculta ao chele de polica essas dia-
us, o menos confiar essa fiscalisaco ao ajuJan-
icseu substituto legal, que o fornecedor, dan-
do lugar* reclamacoes do cirurgio respeclivo,
quereclaraou providencias para evilar-se a pro-
mento
ras o repelidas licencas. qn-j sao um abuso que
raereca ser extirpado, em bem do servieo publi-
co; salvse meprovnrcm a desnecessidade de
administrador na casa de deleiigao, cora o que
gantiariam os cofres da provincia, dous conlos
de ris, que percebe esse empregado contra lodo
direito.
_ OSr. Rufino de Almeida :Enlo aecusa to-
dos os presidentes quo lem dado permisso para
isso ? r r
O Sr, M. Pereira :V a quem loca : os pre-
sidentes o chufes de polica que consenlem nesse.
abuso procedern mal, quaulo a mira, proceden!
llegalmente
O Sr. Piulo de Campos .Isso nao a-
buso.
OSr. M.Vereira :Se nao abuso entao ris-
quemos essa disposico do regulamenlo, acabe-
mos cora estas eousas que se chamara le*, e
consiutamos impere o patronato.
Discurso do Sr. Dr- Theodoro SI.
Frer P, da Silva, na sessao de
de abril p.p (")
O Sr. Theodoro da Siloa : Direi pouco. Sr.
presidente ; apenas levanto-rao pnra apresenlar
urna emenda acerca do colle^io do Bom-Conse-
Ihn de Papacaca.
Nulo que a commissao, no seu muito louva-
vel zelo, pelos inlrresses pblicos e era conse-
quencia da deficiencia de recursos com que lu-
ler a proviucia no futuro anno linanceiro, re-
duziu a quota consignada como subvenco ao
collegio do Bom-Conselho de quatro dous con-
los de rs.
Nao censuro a commissao ; e creio que, nao
ler as informaces que tenho, nao conhecer o
collegio do Bora-Conselho. corno actualmente
conheco, por ter eslado na comarca de Gara-!
nhiins, eu seguira a mesma linha de conducta
quo a commissao. Mas desde que a casa souber
que esse collegio, construido nicamente pelos
esforcos do zeloso e mu dstincto Fr. Caetano
de Missma ( apoiados) ; desde que a casa sou-
ber dizia cu. que esse estabelerimcnto at hoje -
se tem manlido, afora ns pequeas subenvoneos bargadores Lourenco Santia"o
\ otadas por esta assembla, cora os recursos da tiago, procurador da corda foi
caridade publica ; desde que souber que aclual- Passidos os feitos e entregues os
raeule era consoquencia de obras c reparos que W, procedeu-se aos seguntes
icm sido necessario [azor para que se nao urrui- JULGAMENTOS
hf,Se.pane'l0,eK!ic0' haum dcc>'cora quo recursos chimes,
iuiu aquelle eslabelecimenlo ; finalmeule, desde Recrranle, Francisco Xavier Pessoa
." _-r_. eslfls circumslancias, rae parece querque ; recorrido, o juizo.
- ------------------------ ^ V...w.l.. .Wlilllt.
ir. simn A. \ilarui, criminoso Jacinlho Alves
da Silva, e 2 piaras que o escoltnm, Antonio M
Mondes, Francisco Pereira do Souza Lobo Pe-
dro do Alcntara. F. de Abreu Lima, Scba'slio
Jos Basilio, Amonio Jos de Azevedo.
Passageiro do brigue Dante, saludo para a Ta-
ramba : Joaquim Ignacio.
Matadouho publico :
Mal3ram-se no dia 15 para o consumo desla
cid a de 88 rezos.
MORTALIDAOE DOOIA 15 DO CBRENTE :
Mana Joaquina da Crcumciso, parda, solleira,
26 annos; escarlatina.
Rufino Jos Correia d'Almeida, branco, casa-
do, 00 annos; parlesia.
Osirega, prela, 3 anuos ; iiiflaramaco nos in-
testinos
Joaquina, branca, 6 anuos ; escarlatina.
Gertrudcs Leonor da Rocha, branca, solleira
21 minos ; tubrculo, pulmonar.
Cordolina liara deJc-sus, parda, viuva, 35 an-l
nol ; phlhysicn.
Rogerio, pardo, escravrf, 7 annos ; angina.
Luiz de Souza Maranho, pardo, sclleiro 55
annos ; tubrculo.
Custodio Ermelindo dos Santos, branco, sol- !
leiro, 16 annos : febre amarella,
Maria Francisca d'Assuuipco, branca, viuva ;
52 anuos ; cancro.
Francelina Thereza de Jess, parda, casada
25 acnos : gaslro-hepnlile.
Luiza, parda, 2 anuos; angina.
Augusto Carlos de Squeira Chaves, branco,
casado, 38 annos; acolire.
Pedro, exposlo, pardo, 6 anno3 ; dcnlicao.
Hospital de cauiuade. Existem 68 ho-
raens c 60 mulheres, nacionaes ; 5 homens es-
Irnngeiros ; lotal 133.
Na totnlidade dos docnles existem 40 alienados
sendo 31 mulheres e 9 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto s 7 horas e 40 minutosda mnnha, pelo
Dr. Dornellas, s 7 horas e 45 minutos da ma-
nlia.c pelo Dr. Firmo 1[2 horada manida,
CHRONICAJDIGIARIA.
TRIBUNAL DA RELftQ&O.
SESSAO EM 15 DE MAIO DE 1860.
presidencia do exm. sr. cosseliieiro iimaM
l inu DELEAO.
As 10 horas da manha, achando-se presen-
tes os Srs. deserabargadores Figueira de Mello,
Sii veirn, Gitrana. Bastos de Oliveira, Guerra,
Silva Gomes, fallando com causa os Srs. desem-
e Caelano Snn-
oherla a sesso.
que reconhecer commigo a inconveniencia de
retirar o concurso, quo at agora tem prestado
aquelle collegio, ou mesmo de dininui-lo, co-
mo propor a commissao.
Sr. presidenta, fui ao collegio do Bom Conse-
lho ; examinei-o com todo o cuidado.
de Albu-
o Sr. desembargado: Baslos de Oli-
rnesmo
porque, em consequencia da deliberaco do go-
verno. o juiz de direilo o inspccto'r daquclle
eslabelecimenlo ; e admire me. nao obstante as
informaces que j linha, da ordem que all rei-
na e do adiamntenlo das educandas, cujo nu-
mero nao pequeo, por isso qne excede ao de
rento e tantas meninas internas.
OSr. Pinto de Campos:-Alrn de 58 da esco-
la externa.
O Sr. Theodoro da Silva :JA v, porlanlo, a
casa que nesse oslado ha algum inconveniente
era diminuir-se o apoio, que se tem constante- e Figueira de Mello.
n)enle dado aquelle eslabelecimenlo, por que Negarara provimenlo.
o nico que existo no serlo da provincia para a
educago ue meninas def validas. E foi por causa
dessas difficuldados. com que elle lula actual-
mente, que eu fui forjado por indcclinavel ne-
Relalor
veira.
Sorteados os Srs. desemnargadores Gitrana,
Figueira de Mello e Silva Gomes.
Foi julgado improcedente.
Recrranle, o juizo ; recorrido, Manoel Ro-
drigues Brrelo.
Relator o Sr. desembargador Silva Gomes.
Sorteados os Srs. desembargadoras Baslos de
Oliveira, Gitrana e Figueira de Mello.
Improcedente
ACORA VO DE PETIC.O.
Aggravanlc, Vicente Luiz do'Reg Barros; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Bastos de Oli-
veira.
Sorteados os Srs. desembargidores Silvera,
(*) Por ler sahido cora alguns eraos ola veis,
repelimos o prsenle discurso.
APPELLACOES CIVE1S.
Appellanles. os herdeiros de Manoel Filppe da
Fonseca ; appellada, D. Marianna Dorotha Joa-
quina.
Desp reza rara -se os embargo*
Appellante. Jos Feliciano Portella appella-
do, Joaquim Jos Airea de Albuquerque.
AI.YGOYS.
As Alagas, essa bella provincia, mas dignado
melhor sorle. acaba de ver um surnr de prospe-
ridad poltica depois de lanos e lo desfeilas
carantonhas, de lo maguadas Irisle/as, que s-
um passado de mizeras Ihe soubo offereccr.
A tempestado que tanto rscurautavn o hori-
sonle aligoano docresccu um pouco, e ura au-
nuncio de bonanca desfaz o rarz do co.
A provincia da's Alagoas sob o dominio exclu-
sivista, desleal c lyrannico de una faccao sem
principios, sem norma, sera bussola e ser norte,
alm dos ceus srdidos inleresses individuaes.
era a nao debilitada vaguear matraca por
junto de cnchopos, que fingindo ampara-la a bus-
cava ronsumiiiir.
N'eeiaa misrrimas e alllictissimas circumslan-
ciaa un s homem, urna s torca e urna s voz
resista i todi a furia do mar e todo o impelo
do furnco,. que s pediam deslruicao ; um s
homem com una verdadeira resignaeju evauge-
lica, com um valor inaudito eia o" amparo de
lanas victimas, que neioerienles nada sabiam
ler as couscienrias remordidas d'esses lyran-
neles que conlinuanienlc sangravam o coraco
da mi patria. Esse homem, essa voz e essa tor-
ca era o Sr. Dr Jos Angelo Marcio da Silva,
| que, ha tanto lempo, vigilante argo, lendo co-
mo orgao o lempo, jamis perdeu lempo im-
possibilitar, ou, ao menos, diUR-uItar perversas
manobras, e que u ma vez de incautos e mise-
randos foi poderosa egide.
O 'lempo foi na provincia das Alagoas b ver-
dadeiro echo da liberdade, o gatanlidor dos di-
rrilos individuaes e o sustentculo dos inleresses
pblicos; sentado no limiar da choupana,usando
do bello pensamento de Cormenin, vedou a en-
iradi ao arbitrio do poder, e coliocado nos de-
graus do palacio perturbou o somno de admis-
nislradores ineptos e perversos. O Tempo bem
cumpriu a sua misso : coripheu da liberdade
pugnuu por ella, foi denodado, e jamis cancou.
A consequencia de sua lida ei-la : a nova 'au-
rora, que para a liberdade raiou, a nova existen-
cia poltica da provincia, a sua liberdade, a pra-
lica do que juslu, legitimo e conforme s leis,
como a define Ventara, e nunca a licenca. o cn-
pncho e o arbitrio como se lem entendido. O
Tempo, que representara urna idea, um pensa-
mento. um partido, o paitidu liberal leve do
subsliluir-se por ouiro.
O partido liberal das Alagoas hoje de raaos
dadas no conservador moderado formam urna-
liga nsuperavel, urna liga patritica e sania ;
santa por que o seu prtnciro pensamento a
justica ; santa, porque todo osen alvo c favore-
cer promover o bem da mi towmum.
N esla liga, figurando os caracteres mais dis-
tmclos da provincia, querem, que o Tempo seja-
substituido por outro, e esse novo orgo o
Jornal de Maceio.
De feito, quando urna phasc luminosa appa-
rece na historia de um povo de mislcr, que
seja ella notada com traeos vivos, animados o
btilhaiitcs ; quando o progresso se apraz cm vi-
sitnr iim solo de raisler, que urna era Ihe mar-
que a visita, porquo o progresso de um povo c
a sua cvilisaco, e os das da ctvilisaco devem
ser escriptos no kalendario recordador'em leltras
de ouro. A provincia vem pois de entrar era
urna nova era : a nova liga lera tambera um no-
vo pensamenlo, ura pensamenlo, talvez, n.ais
nobre. mais (Ilustre, c assim de mister, que
novo tambera seja o seu orgo. E o Tempo, quo
foi o infaligavel preparador d'esle terreno, ter-
minada a sua jornada, descansado paz dos t-
mulos, receba urna cora de goivos, e, abrigado
fi sombra de protector c>-preste, tenha a certeza,
de que a ua memoria ser indclevcl nos cora-
coes leaes des aiagoanos puros ; que a sua glo-
ria ser immurchecivel ; e que a provincia
briosadas Alagoas, devendo-lhe os mais ridenlcs
Iracos do sua pobre historia n'estcs ltimos
lempos, jamis se deixar carcomer pelo verme-
da ingralido.
Antes de darraos as ultimas palavras sobre o
que traamos, cumpre-nos lembrar nobre pro-
vincia das Alagoas o nome do Sr. Dr. Jos An-
Rolo para as prximas cleices. Esle nome nao
equivoco,obscuro ou dcscouhecido ; toda a pro-
vincia o conheco e sabe quanlo um dos seus as-
enlos na assembla geral legislativa por elle
bem seria prcenchido. Provincia agradecida,
ci-lo : o vosso decidido filho, honrai-o, quo
elle vos honrar.
Sao estas, Mister Firmus, as palavras, que
soem proferir verdadeiros peitos aligoanos ; pe-
co-vos, que vos compenetris de laes verdades ;
e se mais quizerdes, incilai-nos, que^no nos ar-
reciamos das vossas aggrcsses ; vos D. Quixole
brasilciro nao pelejareis em vo, ou contra car-
neiros, mas, sera ser era releja, porque nao sois
digno d'ella, sempre lercis igual sorle a que leve
esse celebrrimo here de Cervantes.
Um conservador moderado.
AO PUBLICO.
'Attenco I Aliengo !
O Reverendo Yigarip da Granja.
Em resposta ao Sr. Vigilante, que no Diarii
de Pernambuco, nesse p. p. mez ouzou depiimir
o reverendo vigario da Granja em urna corres-
pondencia,cm que o qualifica decelebre apre-
sentnmos o memorial, ou rcprescnlacao, que era
favor do mesmo vigario enviarom os mais res-
peilaveis habitantes da freguezia da Granja a S.
Exc. Reverendissiraa, o qual fielmente do rao-
do seguinle:
Exm, e Retertndissimo Sr. hispo diocesano.

1


^r
PUMO DE t>Etf,A$MtCO. OHAtTAFgHU 10 DR MAIO M .*<).
'"* III II III I
m
Os abaiso assigndo, habitantes da freguezia da
Granja, c parochianos do digno vigario Antonio
Tliomaz Teixeira Galvao, indignados pelo proce-
dimento revollanto, e vingaliro do meto duzia
de individuos dcsta freguezia, que por misqui-
nhas intrigas, teem injuriado, e protestado a per-
da do seu digno pastor, veem perante JT." Exc.
azer reappareeer a verdade dos factos, oTfroles-
tar contra a calumnia despeitada, quo ha ergui-
do seu eolio contra a honra, o prohijado do
muito digno vigario Antonio Thomaz Teixeira
Galvao ; e confiados na bondade o caridade pa-
ternal de V. Exc, ouzam esperar, que soja be-
nignamente accolhida sua supplica, a Qm de
que, restabolecida a verdade dos tartos, seja o
nosso pastor livre das imputacoes calumniosas,
que meia duzia de freguc*s rebeldes, impios,
e sem importancia l#m procurado lanzar sobre
sua honra.
Exm. e Revercndissimo Sr:, si o echo da in-
dignacao dos homens sensatos, que consliluem
a mairia desta [reguezia, j tivessem chegado
oo conhecimeuto do V. Exc, sem duvida, a ca-
garlo Ualto o um dos sacerdotes mais cuneen-
irados, e de s moral, que temos contiendo.
Um hornera que assim ge respelta nao pode
ser qualificado de iaquieto, e immoral I
Quanlo a sua amblcn em extremo, entende-
mos, que o Rv. visitador o menos habilitado
para isso dizer, pois conhecendo o Bv. vigario
Galvao, deveconfessar.que um parocho,pobre e
que se (ora ambicioso nodoixaria.como muitos,
de ter feilo foriuna; porm elle nem so qiier tem
podido comprar um escravo para serv-10, nem
urna casa para sua morada; porquo cnlende,
que no edificio da caridade aproveitar ludo
melhor.
Portanto consideramos, que nao pode ser am-
bicioso o parocho, que em lugar de tratar de a-
zer fortuna s tem tido em vistas preencher sua
missao de ministro da igreja Somos testemunhas
de urna immensidade de baplisados, e casamen-
tes de pessoas pobres, "quo tem feilo gratis
tirando assira innumeraveis almas do peccadn, e
pondo-as em estado de so poderem salvar. Dia-
riamente afluem a sua porta muitos pobres, que
lllui. Sr. tcnenio coroucl Manoel Joaquini Jo
Re^o Albuquerque.Acenso a recepto da cafla
de V. 9. om data de lioje, e em obsequio a ver-
dade respindo quo nchando-mo na sacrista da
igreja do Remedio, onde fui ouvir missa, no do-
mingo 6 10 corrento, perante mim. o major Be-
larmino, o Dr. Alfredo e outro*. disse Joaquim
da Costa 1 avares, que na boa f e sem intcncao
do offemer a V. S.,- linha assignado a corres-
ponden.ii ero resposla a do Marcelino, por que
tinliam ido 1 sua rasa pedir para assigna-la, af-
lirmanJo se-lhe na haver comprometlimento,
e ser to somonte om defeza dos artistas, que ti- dero alarmar os Srs
nham sito ridicularisados pelo dito Marcolino'
em sua correspondencia.
ContiMiando a conversarlo, retirci-me para a
apella-^ir, d'onde s voltei convite do mes-
a resposla o uso
lumnia j letia co lido o campo verdade, e V. sustenta com o que pode ; e posto, que seja cco-
Exc, conhecodor o apprcciador dos factos, nao i nmico, leraos reconhecido, que essa virtode
redunda toda em tributo caridade, visto que
tem distribuido pela pobreza aquillo, que poderia
ter unto.
Alm disso, por falta de pagamento nao deixa
do baptisar, e aecudir todas as necessidades de
seus tregelos. Ora, quem nssiai pralica nao po-
de ser acoiraado com o epitheto de ambicioso !
Urna outra inexactidao avancouo Sr. visitador,
dizondo, que nao houvo anda um sacerdote quo
podesse harraonisarcom o nosso vigario. A este
respeito vemo-nus toreados a dizer, que o Rvd.
vigario desta freguezia s nao podo harmonisar
seria illudido emsuaboaf; mas infelizmente
os abiixo assignados nao suppunham, que hou-
vesso homens, que, menospresando lodos os
senlimenlos de honra e virlude, se rebaixassem
a ponto de (para oblcr urna vinganca) lanenrero
mao de torpes calumnias, e degradantes menti-
ras, como o fi/eram perante V. Exc. para de-
negrir a l libad a reputarlo do nosso bera forma-
do vigario, pois, seja dito por amor da verdade,
que o nosso vigario Antonio Tliomaz Teixeira
Galvfto nao pode, nem deve -solfrer contesta-
rlo sobre sua honra, probidade e virludos; e
se nao isso a pura verdade, nos desafiamos a
esses inimigos de sua honra, par que, depondo
a arma da calumnia, provem o contrario do que
vamos dizer.
Na atino de 1850, compadexendo-so a Divina
Providencia desta dissolada matriz, nos depa-
ro, ou nos envin o muito reverendo padre
Antonio Tliomaz Teixeira Galvao para vigario
desta freguezia. O estado da nossa matriz a esse
lempo era o mais lastimoso possivel, ludo exis-
tia no mais completo abandono, as imagens nao
sa distinguiam urna das outras, pois lm de
fracturadas eslavam discascau lo-se, e estavam
denegridas. Os altares estavam desmoronados, e
filialmente lodo templo ameaeava completa rui-
na ; entretanto chegou esto digno paslor, ( que
mais nos pareceu um enviado de Jess Chrislo)
para zellador da igreja, e incansavel apostlo
pela salvaco do rebanlio, quo Ihc fui confiado.
Volveu desde logo toda a sua silencio o cuidado
para a nossa matriz, ecm breve lempo tivemos
a grande salisfacao de ver a nossa matriz brilhar
com lodo asseio, cxplcndor e limpeza possivel ;
vinte e lanas imagens foram de novo encarna-
das, a igreja foi reparada e pintada de novo, os
aliares foram feilos de novo, e com formas mais
elegantes, o coro, Ihrono, tribunas e nutras
muias couzas foram Coilas de novo ; as imagens
(orara guardadas em seus aliares por grandes vi-
dracas ; cinco ornamentos de ptimo damasco
foram feilos para o uso, ou paramento dos sacer-
dotes, que celebrara o santo sacrificio ; em fim,
urna nova era raiou para a matriz da Granja! en-
tretanto, quo seus habitantes nao cessavam de
dargrucasa Dos, e animavam-se por verem o
zoilo e cuidado desle paslor, que com seus pro-
pros benzes e algumas pequeas esmulas con-
seguio um Um que muitos julgavam impossivcl
sem o auxilio do governo.
Ueappareceram as feslas religiosas, Dos foi
lomado em seu santos, e com pr anno seguinte celebrar-se com toda pompa o
mez mariano, cm cujo piednzo exeretcio f.izia
todos os das as mais edificantes praticas, in-
fundindo assim nos coracoes de lodos o amor
do Dos, o grande fervor para oculto da Santis-
sima Virgcm Mi de Dos, exercicio esle que
todos os annos pralica cem grande cdiflcaoo
dos fiis, como agora no prezente mez de maio
estamos gozando, gracas a Dos, pela merce,
que nos fez de nos enviar lao caridoso pastor.
Celebra-so como se ve desde enlo al agora
nao s o mez mariano, como lao bem as (stas
de S. Jos, padroeiro da matriz; a conceieo da
Sanlissima Virgom, o Menino Dos, o Senhor
Bom Jess dos Navegantes, e al a semana san-
ta, de cuja solcmnidade apenas davam noticia
alguns amigos.
Tudo isso tem sido promovido pelo nosso
digno vigario, -jue, nos para esses sanios flus
renunciava os benozes, que por laes actos Ihc
pertencera, como mesmo concorria com oque
pcrniitliam suas possibilidades.
Muito tem Irabilhado para mais abrilhantar o
culto religioso, e por isso repilinios: urna nova
era raiou para a freguezia da Granja !!
com os padres Antonio Claudino e Antonio Car-
neiro, cuja imprudencia notavclmeute reco-
nhecida.
O Rd. visitador nao deixnu nada mais que
desejar aos inimigos do vigario, quando disse,
que nao havia na freguezia quem o respeilasso.
Este fado, ou assergo conlristou sobremaneira
nossos corages, pois toda esta freguezia abe (e
o proprio visitador) que a excepeo de um pe-
queo grupo, que aqu conslilue a familiaPes-
soa,lodos os mais habitantes desta freguezia
amam e respeilam o seu paslor, cuja proverbial,
probidade e honradez Ihe tem grangeado geral
estima par de una caridade toda evanglica,
e a prova do que levamos dito a indignacao
geral dos habitantes desta freguezia contra aquel-
los, que, desconhecendo os servicos prestados
pelo Rvd. vigario, c suas eminentes 4ualidades
de parodio zeloso, aclivo e laborioso, Iho, em-
prestan! crimes, e dnfcitosZque nao possue, s
mo Tavares para ajudar a missa.
Pode S. fazer desta miuh
que Ihe ouvicr.
Sou de Y. S. amigo, altencioso, venerador c
obrtgado.
.ierafim Vertir da Silaa Monteiro.
Afogadis, 9 de maio de 1860.
Illra. Sr. lente coronel Manoel Joaqum do
Reg Albuquerque.Para satisfazer o pedido de
V. S. drui que ouvi o Sr. Joaquim da Cosa Ta-
vares dizer que assignra um papel a rogo de
muilas pessoas, que Ihe afflancavam nada elle
conler qte o compromellesse.
Pode V. S. fazer o uso que lho convier de mi-
nha respnsta.
Aprsenlo meus respeilos.
Sou de V. S. capello o obrigado respeilador.
Dmaso da Assumpco Pires.
Varsea, 9 de maio de 1860.
Illm. Sr. lenle coronel Manoel Joaquim do
De V. S. multo anebl, veunrajor e criujo.
ilirionio Alee*da Pontee* Jnior.
Illm. Sr. lente coronel Manoel Joaquim do
Bego o Albuquerque.- & resposla caria de
V. S cumpre-me dizer que. achando-mc em
casa do Illm. Sr. coronel Jofro Joaquim da Cunha
Rogo Barros, npp.i recera o Sr^oiquim da Costa
Tavares, dizendo, que quera retralar-se, por ler
assignado urna correspondencia sem a ler contra
V S., c que nunca fra de suas rotenQoca offen-
der pessoa alguma, quanlo mais & V. $., o que
fez semjerconslrangidp, como molliormente po-
>Tenente Joio Ribeiio Pes-
soa de 1-acerda Jnior e aUer6a Antonio Aires da
Fonseca Juuior, que na oecasio estavam pr-
senles. V. S. poder fazer o uso desla minha
resposla como Ihe aprouver. Sou com lodo o
respeilo
De V. S. muito obrigado servo a criadouMi-
guel Paulo Souza Itanoel.
S. C. 10 de maio de 1860.
Illm.Sr. Manoel Joaquim do Bego e Albuquer-
queAchando-mc cu em casa do Sr. coronel
Joo Joaquim, ahi appareceu Joaquim da Costa
Tavares, para o Qm de assignar a retralacSo de
que V. S. me falla, dizendo que se assim proceda
era por ler sido engaado pelo Sr. Jos Roberto
e Jos Thenorio de Mello Albuquerque, quo fui
por muilas vezes sua casa insl-lo para esse
fim : dizendo-lhe que o papel que llm aprsen-
la va e que afinal elle assignou em casa do Sr.
Bernardo Daraiao Franco, era smenle urna res-
posla contra Marcolino Ferreira da Costa quo li-
nha insultado aos artistas no Diario de Periiam-
buco. Assignou a retratarao sem constrangi-
mento nem paga alguma, a qual foi lida pelo Sr.
inijor Bellarmino do Bego Barros : e eslavam
Reg Albuquerque.Recebi o seu presado favor presentes os Srv Dr. Joo Alfredo Correa d'Oli-
dalado d > 7 do correnle, em que me pede que
responda o que ouvi a Joaquim da Costa Tavares
no da 6,na occasiao que esperavamos pela missa
na capella dos Remedios, o que passo a fazer.
Eslava na sacrista e juntamente Joaquim da
Cosa Ta'ares, e pcrgunlei-lhe se lio era o au-
tor do una correspondencia que linha sido pu-
blicada no Liiera do sabbado, cm que descoin-
punha a V. S respondeu-mc que sim, porm
que fura Iludido, pois julgava quando a assign-
ra que n; da dizia respeilo a V. S. e sim a Marco-
lino Ferreira da Costa, por ler insultado aos ar-
tistas n'ima correspondencia quo publicara no
Diario, n quo disto tura culpado o Sr. Bernardo
Damio 'raneo por lhn ler assegurado que a cor-
respondencia em nada oftendia a V. S., mas sim
ao dilo Marcolino, e que elle nao poda insudar
a V. S. pois nunca linha recebido ollensas suas,
e que peio contrario lho era obrigado. Depois
alim de tomarem delle urna mesquiuha vinganc.a I dlslu nandei chamar em mnha casa, oslando
em refens do lempo cm que o padre Antouio prsenle 03 Srs. Dr. Joao Alfredo, Miguel Paulo
Carneiro esteve suspenso. Je Souz; Rangel, Joao Ribeiro Pessoa de Lacer-
o
Rvd. visitador
vijeario Galvao \por
Estamos persuadidos, quo
fez grave injusiica ao Rvd.
nao ter esludado a sua vida publica o particu-
lar, porque se o fizesse, e nao qnizesse ofasiar-se
ila verdade, como o fez, eremos que nao tirara
o vigario Galvao do conccilo de V. Exc, como
com olfeilo parece ler lirado cm seu oicio, q|ue
um verdadeiro libello famoso 1
Finalmente. Exm. Sr., nao nossa missao tran-
sigir com o crime, nem proteger a quem nos nao
merece verdadeira allenco por suas qualifica-
das virtudes ; o que nos'leva respeilosamenle
represeniarmos a V. Exc. 03 fados, que por aqdi
lem occorrdo. porque queremos que Iriumplie
a verdade para ao claro dells V. Exc. poder
empregar aquella justica quo devo caracterisar
os principes da Igreja" de Je3us Chrislo ; pois,
cromos, que assim V. Exc concorrer para a fe-
licdadc dos povos desla freguezia, que nao ces^
sarao de bemdizer a V. Exc. pela couserraco.
de seu pastor.
Cidade da Granja 18 de mio de 1857.
Seguem-se 350 assignatutas das pessoas mais
gradas da freguezia.
Urna dessas pessoas o Sr. ex-deputado Jos
Eleuterio da Silva, acresecnta o seguidlo depois
de assignado : Acrescenlo mais, que nunca a
freguezia da Gianja possuio um parocho mais
zeloso, humano, caritativo e indlgeme, do que
o aclual vigario Antonio Tliomaz Teixeira Gal-
vao.
O Sr. commandanto superior Jos Romao da
Molla, que por amor da verdade tira verdadeiro
Clao da nossa poca, foi o primeiro quo assig-
nou-se na presente representadlo ; e n'ura do-
cumento i favor do vigario, elle oxpressa-se por
esle modo : Para dizer tudo de urna vez neces-
sario dizer, que acho-me com _jj'J anuos, e que
sou nascido e creado nesta freguezia, e quo nun-
ca condec um parocho de tanta firmeza de ca-
rcter, lao digno do lugar que oceupa, como o
llvd. vigario Galvao, tinto por sou carcter mo-
ral, como pela sua conducta civil o religiosa, que
Aquellos, que de coracao amam a Santa Reli- lhe Rrangeiam o serio respeilo, quo lho reudem
ci.io nao cessam de bom dizer, e respeilar ao os seus pa/ochianos.
Acho iijusussima a intriga que urna fami-
lia daqui lhe vola.
A' vista do exposlo protestamos nao dar mais
resposla, nem satisfarn alguma ao Sr. vigilanto,
nem a qualquer outro adversario do Sr vigario
Galvao, porque o publico imparcial conhecer
quom tem razao.
Muito confiamos,que o Rvm.'Sr. Dr. vigario ger
ral, integro e indepondentc como conhecendo
que a perseguico quefazemaovigarioGalvao.nao
mais que urna caprichosa vinganca cnvolla com
a capa de um zelo todo pharisaico|fara com que,
esmagada a calumnia com o peso da verdade,
triumphe a innocencia sombra da justica.
I'.mlim tambora confiamos c nutrimos a mais
robusta esperanca de que o venerando prelado
diocesano saber acolhor era seu conceitoo Rvd
vigario Galvao, c far muito por sustentar a forja
moral deste seu digno coadjutor, dando-llie a
merec la importancia, tanto perante o publico
como especialmente em sua freguezia.
O amigo da verdade.
nosso digno paslor, outids porm se tornaiam
seus desatTeclos, mas nao ousavam manifestar
cssa dcsaffeicao, temendo a opiniao publica, que
se pronunciou cm favor do disvellado paslor.
Veio porm a poltica fomecer a esses a arma
de que tanto precisavam, e logo appareceu urna
guerra promovida pela familia Pessoacontra
o vigario; entretanto est, perdido na opiniao
publica, recuou vendo contra si a opiniao geral
de lodos os habitantes desta freguezia, quo nao
podem, a sangue fri, ver tantas injuslicas. e
tantas calumnias contra aquolle, que pelos sens
aclos de caridade, e recouhecidas virtudes s
merece atlcncdes, amor, c respeito do seus
freguezos.
Quando menos se esperava [com dr o dizemos!)
foi porV. Exc. mandado procurar o digno nosso
vigario Antonio Tliomaz Teixeira Galvao por
queixas do padre Antonio Carneiro, e Antonio
d'Andrade Pessoa, e demais alguns, que consti-
tuem a familiaPessoaque maliciosamente
soube lludir algumas pessoas necias, e inraulas
para eslas assignarem na indecorosa represenla-
cao, que contra o vigario dirigiram a presenca
de V. Exc, que mandando devassar os phanla-
siados crimes de que esta familia aecusa o viga-
rio, consta-nos, que testemunhas desgranadas
foram manivelladas cm to torpes proressos, que
asss rerellam o lorpe, e vil quilate du quem
aecusa o nosso vigario.
Ento nossa indignacao subi de poni porque
essas queixas cm lugar de conler a verdade,
qualifcam o vigario (alm de outros cpilUetos,
que lhe imprestam) de ambicioso, c que recebe
benezes por mais do estipulado na tabella ; as-
sersoes essas inleiramenlc falsa?, e mprovaveis,
as quaes repello o bem conhecido carcter reli-
gioso, c moral do digno parocho desta fre-
guezia.
Ignoramos qual seja o resultado desses pro-
cossos, tuc tanto revellam vinganca, e reconhe-
cida malicia de seus autoras; pois somos infor-
mados, que as testemunhas foram adrede esco-
lladas de entre os mais encarnizados inimigos do
vigario, para contra elle deprem a negra ca-
lumnia, que Ihcs sugerio o Iresloucado padre
Anlonio Carneiro, de cnvolla com a familia
Pessoa.
Resla-nos a esperanca de que esses processos
vao ser levados ao conhecimenlo de V, Exc e
{como de esperar) serao julgados por V. Exc,
que lem a Dos como recto juiz de ludas nossas
obras; entretanto esperamos, para engranderi-
menlo da Igreja, e triumpho da verdade quo V.
Exc, de l mesmo em seu palacio olhe para o
vigario Galvao, como um firme candelabro da
igreja de Dos.
Nao o dezejo de prolejo, que nos faz levar
estas consideraces perante V. Exc, mas sim o
amor a verdade, e o resoeito, que devemos a
aquellc que comprenelanuo-sc de sua missao
Evanglica, nos ha ministrado com promptido,
e caridade lodos os soccorros espintuaes, tor-
nando-so, por sua affabilidade, e desinteresse,
credor do nossos votos de gralidao e amor.
Exm., e Rvm. Sr.Nao mcreccriam tanta
allenco as queixas dos individuos de quem te-
mos fallado, senao tossem ellas apoiadascm urna
informaco dada a V. Exc. ofcialmeiite pelo
Rv. visitador Anlonio Piulo de Mendonca, que
illudido tornou-se gratuito e formidavel inimigo
do vigario Galvao, iratando-o mal, o por esta for-
ma se constituio echo das calumnias, que d'aqui
foram lecdas conlra o nesso vigario.
Nao podemos, sem indignagao, ouvr a leitura
desse officio de informaco, em o qual o Rv. vi-
sitador, fallando inteiramenle verdade, diz,
inquieto, e ambicioso em exeiremo, e por seu
carcter moral, que nao pode ser pior.
Aflige-nos ver o Rv. visitador assira fallar
conlra um seu irmo, e admiramos, que o cora-
cao do Sr. padre Pinto chegasse a nutrir to
rancorosas indsposices conlra o vigario
Galvao I
Oremos, que ahi anda o effeilo de enredos do
padre Carneiro, e da familiaPessoaque votara
ao vigario o mais sangrento odio; e por isso
mesmo devia o Sr. visitador mostrar-se aqu
como um Iris de paz, visto que appresenlan-
do-soaqui como delegado de V. Exc. devia con-
ciliar os nimos, e nao devia por eonseguinte
jurar em palavras alheias. Unto mais quanlo
com o mesmo visiudor provinos que o Rv. vi-
Correspondencias.
Srs. redacto res. Ha ve n do o Liberal Pernam-
bucano publicado urna correspondencia assigna-
da por Joaquim da Cosa Tavares, na qual sou
offendido, o como nunca ofteniesso esse ho-
rnera, fii|iiei sorprendido de seu procedimiento
Das depois soube que a lal correspondencia
era obra do Dr. Jos Roberto, e como nao queira
entrar em polmica com o Dr Jos Roberto, que
se ncha to alio collocado, cujos conhqcimenlos,
talento e virtudes reconheco, venho somenlc pe-
dir aos Srs. redactores a publicaco dos docu-
mentos infra.
Com a leitura desses documentos ver o gover-
no e o publico o que occorreu acerca da corres-
pondencia a que me refiro, e o quanlo pode abu-
sar a auloridade do poder que a le lhe conferc.
ManoelJoaquim do Reg Albuquerque.
Afogado, 10 do maio de 1860.
Srs. redactores. Ao meu conhecimenlo che-
gou agora a noticia de que no seu cncoiluado
Diario se publicou cm um dos dias da semana
passada urna correspondencia por min) assigna-
do, conlendo aecusaces e dialribes conlra o Illm.
Sr. lente coronel Manoel Joaquim do Reg Al-
buquerque, e sendo cu incapaz de offender por
qualquor modo esle senhor, cujas boas quali-
dades sou o primeiro a reconhecer, sendo at de-
vedor elle de muitos obsequios, apresso-me em
vir declarar ao publico, que em semelhanle tac-
to houvo verdadeiro abuso do minha boaf, como
passo a demonstrar.
Em um dos dias da semana passada procura-
ram-me os Srs. Dr. Jos Roberto de Moraes e
Silva e Jos Thenorio de Mello c Albuquerque
para eu assignar um papel, resist ao pedido de
ambos, e s depois dos conselhos e instancias do
Sr. Bernardo Damio Franco que me disse ser
urna correspondencia en defeza dos artistas, que
haviam sido insultados por Marcolino Ferreira da
Cosa em outra correspondencia por esle feita,
foi quo eu, nao podendo suppor o dito Sr. Fran-
co um intrigante, prestei a assignalura quo me
pediram, assumindo a responsabilidadedo quanlo
em defeza dos artistas se dissosse, e o fiz sem ler
a correspondencia.
J vcem portanto Vmcs. e o publico que eu
eslava bem longo do fazer a mais leve offensa ao
Illm. Sr. lenle coronel Manoel Joaquim do Re-
g Albuquerque, lornando-se evidente quo o meu
acto foi inteiramenle innocente e somenle sobre
os Srs. Dr. Jos Roberto, Jos Thenorio e prin-
cipalmente o Sr. Bernardo Damio Franco deve
recahir a sua responsabildade.
Fazendo esta declararn, cumpro um dever a
que nao posso recusar-me, cumprindo-rae ape-
nas accrescentar que me foi bem doloroso saber
que o Sr. lenle coronel Reg Albaquerque foi
victima de minha boa f, quando estara e cstou
sempre prompto a defende-lo e a proclamar suas
excellemes qualidades, seus relevaotissimos ser-
vicos e sua boa vontade para com lodos aquelles
que tem a fortuna deconhece-lo, ou que procu-
rara sua valiosa proteceo nesla freguezia.
Pe^o-lhes a publicaco destas linhas com que
muilo me obrigaro. ,
Joaquim da Cotia Tavarts.
Remedio, 7 de maio de 1860.
da e Antonio Alvos da Fonseca Jnior, liz-lhe
ver que linha obrado mal em ler assignado urna
correspoi.lencia contra V. S., quando elle mesmo
confessa'a nao ler nunca recebido offensas suas,
e quo lhe devia dar urna salisfacao, ao que an-
uo 10; duendo que (orara asna casa no Remedio os
Srs. Dr. Jos Roberto do Moraes e Silva e Jos
Thenur de Mello e Albuquerque nslaram para
quo elle issignasso a correspondencia, e que elle
se vende perseguido com os p didos consultara
ao Sr Bernardo Damio Franco se a correspon-
dencia linha alguma cousa pela qual elle nao po-
desse assignar, ao que o Sr. Franco rospondeu
que nao, pois era urna resposla a Marcolino, e
que nadr linha com V. S., avista do que elle se
prestou a assigna-la, mas que eslava resolvido
a assignar outra, em que declarasse a V. S. que
nunca t'ive a menor intcncao do offende-lo, e
que'fura Iludido por aquellos senhotes.
Desla minha resposla podo V. S. fazer o uso
que lhe convier.
Sou com eslima e consideracao de V. S. amigo,
obrigado e criado
Velar mino do Reg Barros.
Illm. 5r. tenente coronel M. J. do Reg o Al-
buquerq e.Sabbado, 5 do correnle, disse-mc o
Sr. AnUnio Alvos da Fonseca Jnior, era nossa
casa, qi e o Liberal Pernambucano, havia publi-
cado u'aquello mesmo da urna correspondencia,
ssignaiia pelo sacliristo da egreja dos Reme-
dios, en resposla ao Sr. Marcolino Ferreira da
Costa, ciiendo insultos conlra V. S. No da se
guintoiido missa na prodita egroja, pergunlei
ao sarhiislo, na presenca dos Srs. majores Do-
mingos Alves Malheus, "e Bellarmino do Rogo
Barros, (meu cunhado). vigario Dmaso, Luiz
Carlos da Cosa Cainpello e outros, se linha sido
elle o a itor da correspondencia, de que mo fal-
ln o Si. Fonseca. O dito "sachrislo responJeu-
me, que havia assignado um papel em defeza
dos artillas. Aiuda pergunlei-lhe se nao linha
lido essi papel, ou se nao lhodisseram _que ello
linha insultos conlra V. S,
Respmdeu-me que nao o linha lido, accros-
centanda que foi instado para assigna-lo pelos
Srs. Dr. Jos Roberto de Moraes o Silva, c Jos
Thenorio de Mello e Albuquerque ; que resisti
s instancias desses sciihorcs, e que smente de-
pois de lhe ler asseverado o Sr. Bernardo Da-
mio Franco que era verdade o que elles di-
ziam.isto que dilo papel apenas continha a
defeza Ferreira da Costa, foi que ello prcslou sua assig-
nalura.
Inforaiado nessa oecasio de que com o seu
nome t nham insultado V. S., elle declama que
havia sido illudido. e que,lon'e do querer offen-
der V. S., reconliecia suas boas qualidades.
Seguida feira, 7 do correnle, appareceu cm
nossa easa, seriam cinco horas da larde, o Sr.
Joaquim da Cosa Tavares, c ratificando o que
havia eilo no da anterior, assignou voluntaria-!
mente urna correspondencia com a narraco do
fado, lal como referio-me, depois de lheserlida,
e de ha perguntar meu cunhado, se ellaconliuha
algum; inexactidao, ao que responJeu negativa-
menle.
Esla/am presentes nessa oecasio e teslemu-
nharan o que acabo de dizer os Srs. lenlo Joo
Ribeim Pessoa de Lacerda Jnior, alferes Anto-
nio Abes da Fonseca.Jnior e Miguel Paulo de
Souza ftangel.
Eis ti verdade. Pode V. S. fazer desta resposta
o iisoi no julgar conveniente.
Tenho a honra do ser com distincta estima
De V. S. amigo e criado. Dr. Joo Alfredo
Corree d'Oliveira.
S. C 10 de maio de 1860.
Illm. Sr. Manoel Joaquim do Rogoe Albuquer-
que.Era resposla sua caria de 7 do correnle,
lenho a dizer-lhe que, indo no domingo 6 do
correnle, capella do Remedio, l encontrei o
Sr. Dr. Joo Alfredo Correa d'Oliveira Andraic,
major Bellarmino do Reg Rarros, e Soraphim
Monteiro da Silva, contras pessoas, conversando
a respailo a urna correspondencia impressa noi-
beral mitra V. S., dizendo-se que a pessoa qoe a
assignra era o sachristo da mesma capella, mo-
mentos depois apparece o mesmo sachristo ao
Sr. Di. Joo Alfredo, perguntou-lhe se elle era
o proprio que assignra dita correspondencia, a
que lile respondeu pela a(Rrmaln_, e sendo
mais lergunlado que motivos linha para offen-
der V. S, elle respondeu que nenhura, antes
lhe era devedor de finezas, e que se a isso se
presi ra foi por pedido do Sr. Bernardo Damio
Franci. que lho asseverara que dita correspon-
dencia s dizia respeito a Marcolino de lal. E' o
que s'i respeilo. Sou com eslima
De V. S. amigo obrigado o criado. Domingos
Alves Malheus.
veira, Miguel Paulo do Souza Rangel, e Anlonio
Alves da Fonseca Jnior. Pode V. S. fazer de
minha resposta o uso quo lho convior.
Recite 10 de maio de 1560.'
De V. S.Joo Rxbeiro Pessoa de Lacerda J-
nior.
Publicacoes a pedido.
Directora da Asseciac^ Popular de Soccorros
Mutuos, em 11 de maio de 1860.
Aulorisado pelo art. 77 dos estatuios, que re-
gem a Associaco, elimino dola, como effectiva-
raenle o fieam de hoje em vante, os seguintes
socios, por se acharcm comprchendidos na
saneco penal do 1. do arl. 75 dos me3mos
estatutos :
Basilio Manoel de Jess.
Joo Itibeiro Pessoa.
Joo Goucalves Domingues.
Jos l.ourenco Perera de Carvalho.
Jos Anlonio Maia.
Jos Francisco Guimares
Jos Francisco da Silva,
.los Florentino Rodrigues Pcreira.
Leandro Honorina Jos de Sampaio.
l.ourenco Nunes Ferreira.
Manoel Pinto de Queiroz.
Manoel Antonio da Rocha.
Manoel Joaquim da Paz.
Marcolino Ferreira da Luz.
Olyniho Olagislano Carneiro de Vasconcellos.
Pedro de Alcntara e Silva.
Thoiuaz Jos da Silva.
Fraorisco Anlonio da 5lva.
Francisco Paes Brrelo Rrando.
Teooliio Amando Marlins.
J. Dorges Carneiro,
DIRECTOR.
B. de Senna Ribeiro,
1. SECllETAlUO.
Recela do Sr. Jos Joaquim da Silva Malulo,
por mo dos Srs Guedrs & Gonealves a quanlia
de sote ceios e dez mil e sele ceios ris,impor-
tancia de gneros que por sua ordem lhe remetli
para o Aracaly. e coustava de urna tetra que con-
tra elle saquei era data de 4 ou 5 de Janeiro desle
correnle atino, ao prazo do 6 mezes, o cuja letra
depois do aceita se desencaminhou, c por ter j
recebido sua importancia, flear de nenhura cf-
feito caso appareca. Em virtude do que passei
recibo em duplcala, que s um ter vigor.
Pernambucol de maio de 1860.Joo Tavares
Cordeiro.
Rs. 7105700.
O alteres Anlonio Lobo Albertim do Miranda
Ilenriques, precisa para bem de seu direilo e jus-
lica, que^' V. S.a mande bo escrivo Farias, que
revendo As autos crimes julgados oelo respeita-
vel jur JjUa-ellado, na anno de 1853 lhe apre-
senle pcjfcerlno, a pessoa que produzio a defe-
za da lm6 Joaquim de Souza Barros (por antono-
masia Zca), na sesso de 16 de juuho do refe-
rido auno : assim c,omo tambera, so foi ou nao
absolvido nessa oecasio do imaginario crime de
conlusows, na pessoa do cstudante Tertuliano Ara-
brozino da Silva Machado, ludu'em modos que for-
mo ni f. Nesles termos :
Pede a V. S. Illm. Sr. Dr. juiz municipal e de
orphos do terme de limla, se digne mandar
passar a certidn pedida.E R. Mi
Como requer. Olinda 2i de abril de 1857.
Dr. Alvellos Inglez.
Filippe doNaseimenlo de Faria, serventuario vi-
talicio dos officios de escrivo do crime, civel,
e labcllio publico do judicial e notas e priva-
tivo do jury do termo desta cidade de Olinda,
por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, que Deus
guarde etc.
Certifico qne revendo os autos crimes de Jos
Joaquim de Souza Barros, por antonomasia Zuca,
pelo crime de contusOes, o qual fra submeltido
ao tribunal do jury, dellcs consta da copia da ac-
ta a fls. 40, ter sido seu defensor na sesso de
16 de junho de 18TO, Anlonio Lobo Albertim'Mi-
randa Henrique : outrosim consta dos mesmos
autos da sentenca do tribunal do jury a fls. 47
ter sido o mesmo reo absolvido do crime deque
era acensado, e fra o mesmo appellado pelo Dr.
Juiz de direilo presdanlo do tribunal, para a re-
lai;:iu do districlo.
o quo consta dos ditos autos, aos quacs rae
reporto.
Olinda 19 de maio de 1857. Subscrevi e as-
si gnei.
Em f de verdade, o escrivo.Filippe do Nas-
cimento de Faria.
COMMEKCIO.
Alfanriega.
Rendimentodo da 1 a 12. .101:1883116
dem do da 14....... 7:703{>642
30 barris o 3U (00103 ditos maiiieiga ; a J. B.
da Fonseca Jnior. ,
1 dilos e 16 ditos Jvos dita, 42 caixas calcado,
lceos de algodao. lraste, pentes. papel, cylin-
dros, malas, agulhas e qui.oquilharias, ele,; a
Amaral Alves i C.
gigos champando : a Rab rhmcltan & C.
26caixas e 2 volumes fazenda de algodao, da
linho, de la, de seda e algodao, roapa cil, cal-
jado, chapeo*, ditos para senliori. ditos n eo'>
quinquilhari.is, charutos, conservas, etc., 15 bar-
ris o 10 mcios ditos manleiga ; a Juo Kel''r
A C.
b caixas mercearia e mais objeclos ; a Stahl
*C.
30 barris e 30 meios manleiga, 20 caixas quei-
jos ; aG. Carvalho & C.
3 caixas e 6 volumes drogas, vidros e instru-
mentos ; a J d'Almeida Pinto.
1 caixa perfumaras : a C. Lccomte.
I dita fazendas de la e baldes ; a C. Flix.
6 saceos Uredo : a J. J. Monteiro.
8 caixas roupa feila, agulhas, orgos, fitas de
algodao e etc. ; a Henriaue & Azevodo.
43 caixas calcado, perfumaras e ele. ; a Seve
Filhos 4 C.
50 barricas farinha de trigo. 8 caixas mercea-
ria, filas papel e borra ; a Letcllie 4 C.
50 caixas velas, 10 ditas fazenda de algodao,
lencos de dito, cassas o ele. ; a Schafhoilliii
&.C.
II volumes candieiros e vidros, 4 caixas por-
celana : a Fragozo & Valle.
1 caixa livros ; a I. Francisco dos Santos & C.
4 ditas fazenda de seda e algodao e la ; a C.
J. Aslley & C.
8 volumes e 4 caixas fazenda de la, calcado,
roupa, roquifes, livros, penlcs ; a J. B. Fra-
gozo.
10 caixischapeas, ditos deso, roanas, mo-
das, meias. colarinhos, grvalas, bonels, etc. ; a
Chrisliani & limaos.
2 caixas ameixas, 1 dita drogas, 5 fardos com
calcado de borracha ; a ordem.
10 barris e 3d meios dilos raanteiga a J. de
S l.cito Jnior.
25 ditos e 50 dilos dilos dila ; a Basto & Lo-
mos.
40 ditos e 41 dilos ditos 'ila, 30 caixas velas;
a J. M. da Rosa.
4 caixas cliampanhe, 50 barrjs e 50 meios dilos
manleiga ; a Barroca & Mtdeir0s.
8 volumes e 2 caixas calead0> chapeos, qun-
quilharac marroquins ; a Vaz 4 LCal.
17 volumes chapeos, pannos, perfumaras,
penles, calcados ele, ; a M. Lopes fi C
4 caixas pannos, chapeos 0 fazendas ; a Fer-
reira & Mirlins.
1 barril rame de ferro ; a A. da Silva Gui-
mares.
30 volumes e 3 caixas Irastes, roupa, peitos de
camisa, vestidos bordados, papel, marmore, can-
dieiros, fazendas de seda, chapeos etc. ; a Ra-
mos Dupral & C.
1 caixa livros ; a Guimares & Oljveira.
8 volumes, trastes, livros, papel e azeile; a
Almeida Gomes, Alves & 0.
1 cmbrulho objedes de uso ; a Buessard Mil-
locheau.
10 gigos garrafas vasias, 1 fardo rolhas, 8 bar-
ris violto, 2 ilitos cognac ; a T. M. Dupral.
1 caixa livros, 1 dita objeclos de relojoeiro : a
F. G. Germano.
1 dita vidros a Feidel Pinto & C.
1 dila e 4 volumes ntfinles do ferro, gangas e
requntesele ; a A. J. Faria Jnior.
4 caixas papel : a Azevedo & Mendos,
1 caixinha obras de ouro. 33 volumes cristaes,
vidros, arcos, papel pintado, selins, perfumara,
suspensorios etc. : a A. Boberl & Filhus.
40 volumes calcado, cou-os, cristaes, chapeos
de sol de algodao, collarinhos, fazenda de algo-
dao, do linho etc. : a F. Sauvage & C.
2 caixas livros o legumes seceos ; a M. J. de
Oliveira.
1 dita armas, calcado c chapeos da sol ; a J.
A quino Fonseca.
1 dita obras de ferro eslanhado, 2 ditas marro-
quins ; a Power Johnslon & C.
4 caixas fazenda de algodao, de dilo e la ; a
Gib Kalkmau.
16 volumes e 1 caixa sapalos de la, calcado,
roupa, instrumentos, miudezas, ele. ; a Prenle
Viauna.
Vapor nacional Uyapoclc, precedente^dos por-
tos do Sul, manifestou o seguinte :
44 rollos fumo ; a Joo J. de Agunr.
5 caixas rap ; a Piulo de So'-za & Balro.
1 caixote impressos ; a Alrae. Gor'-s Alves
& C. *
1 dito penarJios; a Ramos 4 Lima.
1 dilo iivios impressos; a Guimares & Oli-
veira.
1 dito ignora so ; a N. O. Biober & C.
a Brander
a F. A. do
1 caixa camisas, mercearia tic. ;
B cands.
2 ditas calcado e marroquins;
Pinho. .
1 dita reqoifes : F. L. de Sena.
2 ditas cidos, 2 barris vinho. 11 volumes dro-
gas e remedios ; a Joao Soun & C.
4 volumes quinquilheria, papel de msica e
cryslaes ; a II. Dumonl.
3 volumes objeclos para chapeos de sol, es-
pedios, chicotes ele : a C. Saunior.
5 "olumes brinquedos, ameixas c louca ; a P.
Dubarry.
21 ditos quin luilharia, tinta c drogas; a J. da
Sllv Faria.
3 dito.* vestidos de scdi, chapaos, cariuchos e
espelhos ; a E. Didier.
3 caixas marroquins, couros e pregos ; a Cli
Leclere.
15 caixas gales de algodao, roarroqmm, Cor-
mas, perfumaras, luvas, burras, bicos etc. ; a T.
Antonio de Pinho.
30 gigos rhamoagne, 12 caixas qneijos. 1 dita
agua de gazuza, 1 dita vidros, 43 volumes trai-
tes, calcado, mercearia, roupa, roodis, marina-
res, chapeos, quinquilheria, pannos etc. ; a E. A.
Burlo 4 C.
4 volumes drogas e vidros ; a V. J. de Brilc
1 caixa oapel; a Nogueira de Souza 4 C.
1 dila lanternas, velas e urna machina; a B.
Bourgeois.
1 caixa papel: a Francisco Guedos de Araujo.
1 dita roupa do uso ; a C. Wegelim.
dina objeclos de imprensa; a J.Demarteaux.
1 dita quadros ; a Tress.
4 ditas drogas e medicamentos ; a B. F. do
Souza.
50 barris e 50 meios manleiga ; a M. J. R. e
Silva.
Consulado geral.
RendiraenlodoJii 1 a 14. 27.552:035
Idom do dia 15....... 3:232jl2
30:7845524
Diversas provincias.
Rendimento do da 1 a
dem do dia 15. .
14.
5:604 JC7
743692
6:3i*{339
Recebeiloria do rendas Internas
geraes de Pernanibuco
Rendimentodo dia 1 a 14. 16:8735538
dem do dia 15....... 856406
17:729s946
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 14: 23:761*227
dem do dia 15.......2;752;824
26.517*891
Movinienio do porto.
jY(ici') saido no dia lia noite.
Portas do nortevapor brasiloiro O'jnpock. com-
manilante o capilo lente Antonio Joaquim
du Santa Barbara:
Navio entrados no dia 15.
Rio do Janeiro8 dias, barca brasiloira Recift.
.de 332 toneladas, capilo Manoel Jos Preslrel-
10, equipag'Mii 13, carga varios gneros ; a Ma-
noel F. da Silva Carrico.
Mace2 dias, patacho ingle/. Elisabeth Barter,
d-f 135 toneladas capilo William Penhealh.
equlpagem 10, carga algodao e assucar; a Ark-
wrighl & C. Veio receber ordem e soguio para
Liverpool.
Genova por Cello60 das do primeiro porto 44
do segundo, polaca sarda Ricardo, do 171 to-
neladas, capilo Anlonio Blepech, equipagem
11, carga vinho, macas o mais gneros ; a Bas-
tos & Lomos, seguir para a Bahii.
.Varios sahidos no mesmo dia.
LiverpoolPatacho portugiiez S. George de .1-
reiro, capilo Carlos Jos Soaies, carga assucar
e algodao.
Parahibabrigae inglez Dante, capilo J. Glass.
em lastro de assucar.
Rio da Pralapatacho hollandez Sara Elisabelh,
capilo T. W carga assucar.
o w
o. t>
.
c
Horas.
108.8918758
aiovimento da alfande;
Volumes entrados com fazendas .
com gneros .
Volumes saludos

cora
com
fazendas
gneros
1330
------252
ge-
n-
III in. Sr. lenle coronel Manoel Joaquim do
Reg o Albuquerque.Respondendoa sua caria,
lenho a dizer a V. S., que no dia 7 do correnle
pelas 5 horas da larde mais ou menos, estando
cm c sa do Sr. coronel Joo Joaquim da Cunha
Rogo Barros, alli appareceu o Sr. Joaquim da
Costa Tavares, enlo o Sr. major Bellarmino do
Rogo Barros, pergunlou-lhe se elle quera assig-
nar urna carta ns qual dissesse o quo elle j lhe
havia dito, no domingo por oecasio da missa, e
na presenca de muilas pessoas, respondeu o Sr.
Tavares que eslava prompto a assignar a carta
que se lho falla va, vislo como havia sido illndido
quanlo assignou a correspondencia quo foi pu-
blicada no Liberal de 5 do corrente, por lhe ter
dito as Srs. Jos Boberto, Jos Thenorio e Ber-
nardo Damio, que dila correspondencia nao
conlhha insultos conlra o Sr. lenle coronel
Mam el Joaquim do Rogo e Albuquerque, e sim
que era em resposla outra correspondencia de
Marcilino Ferreira da Costa, na qual bastante
insuliava nos artistas, e que em vista disto ello
prestara sua assignalura, mas que nunca teve
inleiicoes de offender ao Sr. lenlo coronel
Reg e Albuquerque, porque sabia reconhecer
saas anas qualidades.
As ,im como affirmo V.S. que o Sr. Joaquim
da Casta Tavares, assignou a carta apresentada
pelo major Bellarmino, muito de sua livre von-
tade, e depois de lhe ser lida, e se Ihe offerecer
para rile mesma ler, como tambera podem afflr-
mar os Srs. tenente Joo Bibeiro Pesada de La-
cerdr Jnior e Miguel Paulo de Souza Rangel,
qne lamben! estavam presentes, sa tudo presen-
clarara.
Pide porUalo, V. S. usar desta minha resposta
coma lhe convior, e wu
Dcscarregam hoje 16 de maio.
Brigue porluguez=S. Manoel Idiversos
eros.
Barca porlugueza Progre?sista diversos
eros.
Brigue inglezThctismercaderas.
Intportacao,
Barca franceza Sphere, vihda do Havre, con-
signada a Lasserre & Tysscl Freres, manifestou o
seguinte :
20 barris e 20 mcios dilos manleiga ; a Rothc
& Bidoulac.
100 dilos o 100 ditos ditos dita, 23 caixas fa-
zendas do seda, de algodao, calcado, chapeos de
sol ; a N. O. Bieber & C.
29 caixas e 8 volumes fazendas de algodao, de
la, de dila e seda, de la e algodao, de linho,
de dilo e algodao, chales, roupa feita. chapeos,
bonets do palha, modas, ele ; a D. P. Wild
&C.
50 baris e 60 meios ditos manleiga ; aWhatley
Forsler & C.
100 ditos o 100 ditos ditos dita, 1 caixS calca-
do ; a Johnslon Pater & G.
31 caixas fazendas de seda, de algodao, de dilo
e seda, sapalos de panno, vidros, etc. ; a Katk-
man freres &C.
1 caixa rtulos e papel amarello, 40 ditas
chumbo em lencol; a Meuren & C.
20 barris e 30 meios ditos manleiga, 2 volu-
mes alflneles, livros e cartearas ; a J. A. Moreira
Dias & C.
3 barricas, 4 volumes c'\ caixa poreellana e
calcado ; a A. Garnier.
23 fardos papel, 1 caixa el fardo pannos, cor-
ddes e objectos de imprensa ; a Manoel F. de
Faria.
40 caixas o 6 volumes fazenda de seda, de di-
ta e la, de algodao, camisas de dito, Blas, rou-
pa feita, etc.; a Linden Wild & G.
25 barris e25 meios ditos manleiga, 3 caixas
requifes, funja de seda, agidWas, ele. ; a A. L.
Rodrigues.
1 dito idom ; a Vctor Isaac d; Araujo.
1 dilo idem ; a Anlonio Gonealves Grvala.
1 dilo idm ; a Dr Francisco Vicente Vianna
1 dilo idem ; a Augusto Magno de M. Mati03.
1 volumo dem ; a Braga & Aniunes.
1 dito idem ; a Francisco Severiano Rabcllo.
2 dilo idem ; a Miranda & Vasconcellos.
1 dilo idem ; a Jos Nones Oliveira.
1 dito idom ; a Joo Anglartui Filhos.
2 ditos idem ; a Teixeira Bastos & Oliveira.
1 dito idem : a Jos Aquino Fanceco.
1 dilo idem ; a Luiz Leopoldo Guimares Pei-
xolo.
1 dilo idem ; a Brender a Brandis.
1 dito idem ; a Jos Pereira Vianna.
1 dilo idem ; a Antonio des Santos Vicira.
1 dilo idem ; a R. C. Lcitc & Irmo.
1 dito dem ; a Domingos Alves Malheus.
1 dito idem ; a Joo Kcllcr& C.
2 ditos dem ; a Manoel Porfirio da Costa.
1 dilo idom ; a Manoel Gonealves da Silva.
1 dilo idem ; a Jouhlon Pater & C.
1 encapado ignora-se, a Saunders Brothers 4C.
1 dito idem ; Filippe Dallro de Castro.
1 dilo idem ; a Antonio Muniz de AragSo.
Pathacho nacional Kmulaco, viudo do A ca-
rac consignado a Manoel Gonealves da Silva,
manifestou o seguinle :
3846 mcios de sola, 8 couros salgado?, 3
allanados, dilos curtidos ; a Manoel Gonealves
da Silva.
9508 meios de sola, 93 couros salgados, 25
saceos farinha do mandioca, 1 dilo cera de car-
nauba, 8 ditos gorama ; a Joo Jos de Carva-
lho Moraes.
664 meios de sola ; a Tasso & Irmos.
25 meios de sola, 27 macos de couros cur-
tidos, 1 barrica sebo ; a Joaquim Vicira de
Barros.
200 meios de sola ; a Vaz & Leal.
22 sarcos farinha de mandioca, 6 dilos feijo,
779 mcios de sola ; a Gurgel & Irmos.
300 meios de sola ; a J. C. Ayres.
45 couros salgados, 394 mcios de sola, 64
macos de courinhos curtidos, 4 saceos gomma,
8 ditas farinha de mandioca, 2 dilos 1111U10 ;
a Francisco Ferreira Gomes de Menezes
7 couros salgados ; a Genuino Jos da Rosa.
611 meics de sola, 42 couros salgados, 2
barricas sebo, 1 caixa de velas, 1 pacole pennas
1 sacco cera de carnauba ; a Jos Rodrigues
Ferreira.
300 gigos batatas ; a J. F. Gomes.
6 volumes, 4 caixas e 2 fardos pannos, fazen-
das de algodao, de l, chales, chapeos de sol,
roupas etc.; a Dammayer & Carneiro.
3 caixas e 1 mala objeclos para chapeos de
sol, camisas, perfumaras, mercearia, cutileria,
grvalas etc.; a Manuel & C.
7 volumes e 1 caixa calcado, bonetes, grava-
las, fa.zenda do algodao etc. ; a E. Lourence.
2 crixas msica; a T. T. Bastos.
1 dila agulhas; a S. T. Baslos
30 barris c 30 meios manleiga, 10 caixas cal-
gado : a .Calsfr.
4 caixas fazenda do seda, lencos, chapeos de
sol e calc.ado ; a L. A. Siqucra.
5 volumes e 2caixas calcado, chapeos, livros,
inslrnmentos de msica, roupa, conservas etc.,
100 caixas velas, 30 ditas queijos, 200 gigos b-
talas, 5 barris vinho, 10 fardos fumo ; a Tyssot-
freres & C.
4 caixas pianos ; a J. Vignes.
1 dita ignora-se ; a Sodr A C.
1 dila Irastes ; a A. de Oliveira.
7 volumes mercearia e calcado ; a Mello Lo-
bo &C
19 oitos chapeos, calcado, couros, vidros e
mercearia ; a Caucanas a Dubourig.
2 caixas brinquedos e vidros; a Sol! Wil-
son &C.
8 volumes tintos e perfumaras; a Deoker a.
Barroso.
40 gigos champagne ; a H. Gibson.
1 eaixa chapeos de sol de aigodo; a P. Mtes-
traly.
2 ditas trastes ; a A. dos S. S. Cavalcanli.
1 dita crystaes ; a E. C. Albuquerque.
1 dita vidros; a J. Hallidty & C.
2 ditas apparelhos para fazer agua de seltz" e
obteelos para relojoeiro ; a A. Berlraud.
4 caixas bichas, 56 volumes faieada de algo-
dao, chapeos, calcado, quinquilharia, cuuros,
roupa, porcelana, cachimbos, vidros, modas, ar-
1" qes, gales, espadas, mercearia, couros, ins-
trumentos do msica ele ; a J. P. Adour & G.
9 I
5. I
S I
* !
Atmosphera.
ireceo.
Intensidade.
8
-<
>
ex
m
li.
o
-I
te
t Mi 1 Centgrado.
1; 1-. c 1 5o i Reaumur. -' 1
00 y | Fahrenheit

2 I Hygrometro.
-1
en
OS
CD
M3
O
Barmetro.
eS
o
r-

s
>
A noile nublada, trovoada, c relmpagos au
NO, vento variavcl e assim amsnhcceu.
OSCILLACJ.AO DA MAR.
Preamar 0 h. 42 da tarde, altura 6.50 p.
Baixamar as 6 h. 30' da manha, altura 1.8 p.
Observatorio do arsenal de marinha 15 de maio
de 4860 Vikcas Junio*.
Sditaes.
O Dr. Anselmo Francisco Porotti, commendador
da imperial ordem da Bosa c da de Chrislo, e
juiz de direilo especial do commercio desla ci-
dade do Becife, capital da provincia de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. I. o C. o Sr.
D. Pedro II, que Dos guarde, etc.
Faco saber aos que o prsenle edital virem, e
delle"noticia liverem, em como no dia vale o
quatro do correnle mez se ha de arrematar por
venda a quem mais der ein praca publica desle
juizo, e na sala dos audilorios um sitio, denomi-
nado Casa Caiada, cito no lugar do Bo Doce, o
qual lem una pequea casa da peora e cal.com
urna porla no centro e duas jnellaseni cada lado,
leudo cen bracas de fundo.e oulras lanas de fren-
te, pouco mais ou menos, conlendo algunsarvnrc-
dos de fruclo avallado em um conlo h duzeutos
mil ris, pertencentea viuva c filhos de Firmino
Jos Flix da Bosa, e fra nos mesmos penhora-
da por execucao de Jos Jacome Tasso, e nao ha-
vendo lancador que cubra o preco da avaliago.
ser a nics'ma lula pelo preco da adjudicaco
com o abale da lei.
E para que chegue ao conhecimenlo do lodos,
mendei passar editaos, que sero publicados pela
imprensa e aixidos nos lugores do rstame.
Dado e passado nesla cidade do Recite de Per-
nambuco, aos 2 dus do mez de maio do anno
do nascimenlo de Nosso Senhor Jess Chrislo- de
1860, 39." da independen, ia e do imperio do
Brasil.Eu Manoel Mana Bodrigucs do Nasci-
menlo, escrivo o subscrevi.
Anselmo Francisca Peretli.
O Dr. Silvino Cavalcanli de Albuquerque, juiz
municipal da primeira vara da cidade do Re-
cite de Pernambuco, por S. M. o Imperador,
que Dos guarde, etc. -
Fae.osaber,que em cu rapri ment ao arl. 36 da lei
de 19 de agosto do 1346, sao convidados lodos os
cidados que liverem sido desaltondidos na qua-
lflcae.o de votantes que leve lugar as differen-
les freguezia deste municipio, e que ementaran
recurso na forma da lei a apresenlarem-se pe-
rante o conselho que deve principiar os seus
trabalhos do dia 15 do corrente em diante na casa
da cmara municipal desta cidade.
E para constar mandei lavrar o prsenle que
ser publicado pela imprensa e affixado nos lu-
gares do costume.
Dado e passado nesla cidade do Recite, aos 11
de abril de 1860.Eu Francisco Saraiva de Arau-
jo Galvao, escrivo o escrevi.
5i/fiino Cavafennti de Albuquerque.
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da resuUico da ,,B,|*
da fazenda, manda iazer publico, que no di* 31
do correnle, se ha de arrematar, pcranle a men-
cionada junta, a quem par menos fizer, as m-
pressoes dos Irabalhos dos reparltcoes provin-
ciaes. avahados em 5:000, animalmente.
A arremalaco ser* feila por lempo de um anno
a contar do 1." de julho do correnle anno, a du
de unho de 1860.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
tara* comparecsm na san das aessoes da mesma
juia, no ima referido, pelo meio di
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou alisar o prsenle
publicar pelo Dianb.


r*>
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
namburo, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciacao.
Capitana do porto.
De ordem do Sr. capitao do porto so faz pu-
blico que lca marcado o prazo de 8 das, con-
tados desla dala, para ler lugar a remoco dos
iiavios americanos inutilisados que se acham
"unios a barcaca de quereos, para o sul d'aquelle
ugcr, as proximidades da brrela das jangadas.
Se dentro desse prazo nao fdr effccluada a re-
moc.no, mandar fize-la a capitana por cotila.
ios adunes proprietarios dos referidos navi impostas as penas da lei.
Secretaria da capitana do porto de ?ernam-
buco 10 de maio de 1860.O secretario,
J. P. Barrete de Mello Reg.
Joao Baptisla de Castro e Silva, inspector da the-
souraria de Pernambuco, por S. M. o Impera-
dor, que Dos guarde, etc.
Faco saber que, em cumprimento da ordem
circular do thesouro n. 32, de 12 de abril ultimo,
tendo do serem reliradas di circulaco as notas
de 10000 da primelra eslampa c as de 53000 da
lerceira (papel branco), procede-se desde j a
substituido dellas na thesouiaria da provincia.
Em lempo conveniente se marear e annun-
ciar o prazo, do qual principiar o descont da
le no valor das notas que nao liverem sido subs-
tituidas.
Thesouraria da fazenda de Pernambuco, 15 de
maio de 1860.
Joo faplista de Castro e Silva.
O Dr. Agostinho Ermelin de Leo Jnior, caval-
leiro da urden de Chrislo, e juiz de direilo in-
terino da segunda vara criminal da comarca
do Reate, por S. M. Imperial, que Deus guar-
de, etc.
Faoo saber, em virlude do arl. 286 do cdigo
dia 20 de abril prximo passado. a segunda ses-
so do jury, do termo desta cidado, instalou-se
no dii 25 do dito mez e encerrou se no dia 11
do crrente ; sendo nella julgados 18 piocessos
contundo 20 reos presos.
Foram assiduos os Srs. jurados effeclivos sc-
guintcs :
Antonio Jos Leopoldino Arantes.
Claudno do llego l.ima.
Jos Filippe Nery da Silva.
Joo da Cruz Mendonca.
Jos Viclor da Silva Pimcnlel.
Foram tambem assiduos os Srs. jurados sup-
plenles seguintes:
Dr. Adelino Amonio de Luna Freir.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Alvaio Pereira de S.
Americo Vespucio de Hollanda Chacn.
Antonio Augusto da Cmara Rodrigues Selle.
Antonio Ferreira de Lima e Mello.
Antonio Luii do Amara! c Silva.
Antonio Joaquim de Farias Jnior.
Antonio Theudoro dos Santos Lima.
Claudio Firiniio de Jess da Matta.
Caetano da Silva Azcvedo
Caetano Lenidas Gomes Dunrle.
Dr. Constantino Rodrigues dos Santos.
Domingos da Silva Guimares.
Francolino Augusto de Hollanda Chacn.
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira.
Francisco Alfonso Ferreira.
Francisco do Miranda Leal Seve.
Guilhermino nodr'uues Monte Lima. .
Gervasio Porlasio Simoes.
Jos Ribeiro Simoes.
Jos da Con ha Jnior.
Jos Flix Pereira do Burgos.
Jos da Costa Brundo Curdeiro.
Jos Ramos da Cruz.
Dr. Joaquim Tlieotomo Soares de Avellar.
Manoel Teixeira Bacellar Jnior.
Hanoel 'lo Nascimenlo Araujo.
Simplicio Jos de Melle..
Tiburcio Valeriano dos Santos.
Jos Simplicio de S Esteres.
Ihos principiarao s 9 horas d manhaa ate 'sT
horas da tarde durante o e?;uaco de 15 das su--
cessivos; para quo possa chegarao conhecimei-
to de lodos fiz fnxarr presente conforme as or-
dens recetadas do II ,m. Sr. commande superi ir
em data do 10 do trrenle
Quarteldo 'tramando interino da primei a
.1?a"1." a0 "ono bala,1,s "e infaniaria la
guarda nacional de Olinda 11 de maio de 186).
nn_ Jos Nunes de Paula.
uorjmgos Alfonso Nery Ferreira, vommendadir
da imperial ordem da Rosa e da de Christo
coronel commandante do primeiro balalho l
infamara da guarda nacional do municipio
do Recife o presidente do conselho de quall-
cacao e revisao por S. M. I. a quem Dos
guarde ele:
Faco saber que no dia 20 do corrente (tercera
dominga) reunir-se-ha no consistorio da igreja
matriz de Sauto Antonio, o conselho de revisi o
e qualificaco da guarda nacional da mesan,
afira de proceder-se a referida qualificaco e n -
viso na forma das leis vigentes.
Quarlel do commamto do primeiro ualalhao ce
infaniaria 12 de maio de 1860.
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
= De orde;ra do Ilim. Sr. inspector da thcsoi-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
que tendo sido avaliada em 6 000$ a casa de sr -
brado de dous andares n 29, sita ni ra da Gui 1,
e perlencondo fazenda nacional, em vittude te
adjudieaco, urna parte desse sobrado no valor 1:1558482. lem esta de ir praca no dia 6 de iu-
nho prximo vindouro, as 2 horas da tarde, p-
lante a mesma thesouraria, para pagamento < o
quo icou devendo o finado Antonio Fcrrei a
uartc Velloso.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco 10 do maio de 1860. O olicial maior
interino, Luiz Francisco de Simpaio e Silva.
Directora geralda instrueco
publita.
Faco saber aos inlercssrfdos, que o Illm. Si.
riredor geral, de conformidade com o l. do
art lOdas nstruccoes de 11 de junho de 1855',
lem designada o dia 21 do corrente. pelas 10 ho-
ras do inauhaa, para o exame do habililaco dos
oppositoress eadeiras vagas de instruccio ele-
mentar do 1.- *ro, que sao : villas de liamara-
c, Sulgueiro, Buique, reguezi.i de Una, Taqua-
rilinga e Itapissuma. Sao, pois, convidados a
comparecer no referido dia e hora nesla reuarli-
cao os que para esse fim j se ncham inscripto:.
Secretaria da instruco publica do Pernambuco
11 de maio de 1860.O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuqueniue.
O Illm. Sr. inspector da fazenda provincial,
em cumprimento da resoluoflo da junta da azen
da, manda fazer publico, que a arrematac.ao d>
empedramcnlo i esirada da Victoria entre os
marcos de 6 a 8 mil bracas, foi tranferida para 1)
dia 14 do corrente n ez.
E para constarse mandou afiixar o presente 1:
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 12 de maio de 1860.O seretario,
A. I". d'Annuaciacio.
De ordem do Illm. Si. inspector da tlioson
rana de fazenda desla provincia se faz publico
para conheciiiienlo dos jnlcressados, que no di,
6 de junho prximo vindouro, s 2 horas da tar-
de, lem de ser arrematada peraute mesma the-
sourana, urna parte da casa do sobrado de dou;
andares n. 29, tita na ra, da Guia, penhorada
viuva de Amonio Ferreira Duarte Vellosopan
pagamento do seu alcance! sendo a paite do ditc
sobrado avallada na quanlia de 1:15'>JJ82, que
com o abate daq.i.irla par! na forma da lei, Coi
adjudicada fazenda nacional no valor de ris
8665612. pelo qual que tfcm de ir praca para
pagamento do dito alcance. \
As ptssoes, pois, que prelVndcrem licitar, do-
verao comparecer no dia e horas cima indicados
i casa da referida Ihcsourarla.
uraria de
MARIO DE PERNA^BOCO. ~ QTJarTa FE1RA 16 DE MAIO DE 1860.
medicamentos requisilade.* pela quantia do JW08,
com a condicao de entrega los na sala do conse-
lho para serem examinados peto facultativo que
f Para a enfermara oa provincia do Rio Grande
do Norte.
Jos Antonio es Santos Coelho.164 e mpia
varas de brim da Russia a 720 rs. a vara, 553 e
meia varas de brim liso a 395 rs. a vara, 200 co-
vados de chita para coberta a 240 rs. o covado.
Para o meio balalho do Cear
Jos Antonio dos Santo* Coelho.168 raras
de brim da Russia a 720 rs.. 481 varas de brim
liso a 395 rs. a vara.
Para o fardamento dos sargentos vago-mestre
o brigada do 4. balalho de artilharia de pri-
meira linha.
Jos Antonio dos Sanios Coelho.10 corados
de panno azuPa 2&500 o covado.
Ramos & Liraa.25 varas de tranca de la a
1#280 a vara.
O conselho aviso aos mesmos vendedores, que
devem recolher os objectos comprados no dia
18 do corrente, s 10 horas da manha na secre-
taria do mesmo conselho
Sala das sess-s do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 14 del
maio de 1860.Francisco Joaquim Pereira Lobo
coronel vogal secretario interino.
Conselho le compras navaes.
Tendo-se de promover a acquisic.io dos ob-
jectos do material da armada, obaixo declarados,
sob as condieces de sujeilarem-se os vendedo-
res a mulla de 50 por cento a favor da fazenda
nao entregando os mesmos objectos na quanti-
dade e da qualid*de contratadas, alm de carre-
garem com o excesso do preco no mercado, caso
o haja, por motivarem ests taitas recorrer-se
i ah e de serem pagos na forma do estylo; man-
: da o conselho fazer publico que tratar dessa
; acquisicao em sessao de 18 do corrente, vista
de proposta3 recocidas at as 11 horas da ma-
nhaa.
OBJECTOS.
Algodao em rama 4 saceos.
Breu 10 barris.
Colxdcs cheios de la 2.
Calcas de algodao azul 100.
Caderones beancos de 4, 6, 8 e 9 pollegadas 70.
Cobre uovo de 20 a 22|0,40 folhas.
Fechaduras de camarote 50.
Gatos coro sapatilhos. sonidos 100
Livros ero branco de 25 a 50 folhas 100.
Mesas pequeas de amarellolS.
Moites brancos de 4. 5 e 6 pollegadas 100.
Papel mata-borro 100 cadernos.
Pregos caibraes i barril.
Pregos de cobre para forro de 3i4 at urna pole-
gada 140 libras.
Pregos de cobre de i pollegadas e 3i8 no maior
grossura 560.
Serras para metal 6.
Tarracha espingardeira 1.
Travesseiro de marroquim 3
Tinta branca de chumbo 50|afas.
Tinta branca de zinco 30 ditas.
Tinta prela 40 ditas.
Vares de cobre de 4 e 5|8, 50.
Vari* de ferrs de 4|8, 100.|
Zarco 10 arrobas.
Sala do conselho de compras navaes em 10 de
maio de 1860.O secretario,
AlexanJre Rodrigues dos Anjos.
coosignalanas Azevedo & Menes, no seu e87
enptono ra da Cruz n. 1.
Secretaria da Ihesot
i> ---------------------- orcruiaria ua iiiesoiirarui
Foram menos assiduos por motivos justificados nambucc, 9 de maio de 1*60
s .>r.s inrajos simulemos epirmuioa .. "
Je fazenda de Ter-
os Srs jurados supplenlcs seguintes
Cielo da Cosa Campello.
Dccio de Aquino Fonseca.
Francisco Jos Silvcira.
Francisco de Paula Lima.
Dr. Joaquim Barbosa Lima.
Foram multados em 400} rs. cada ura dos Srs.
seguintes :
Antonio Teixeira de Mendonca.
Kslevao Jorge Baptisla.
Manoel Joaquim dos Passos.
Jos Loureoco de Sanl'Anna Barros.
Manoel Pinto dos Sanios.
Joo Manoel da Costa e Silva.
Francisco da Fonssca Soares c Silva.
Joaquim Jos da Cusa Soares.
Francisco Xavier Berauger.
Jos Vieira de Araujo.
Joaquim Calino Coelho.
Dr. Luiz Francisco Belem.
Nero de S e Albuquerquc.
Joo Filgueira de Araujo Lyra.
Malhias Mondes liodrigues Campello.
Juvino Coelho da Silva.
Honorato Aire* de Jess.
Francisco Antonio Ramos.
Thomaz Jos de Oliveira.
Foram multados na quanlia de 380j} rs. cada
um dos Srs seguintes :
Jos Mara Seve.
Joaquim Viegas.
Joaquim Jos Baptisla.
Foram mais multados na quanlia de 320# rs
cada um dos Srs. seguintes :
Fia rio Ferreira Cuto.
Joaquim Silverio de Souza.
Foram multados em 300 rs. cada um dos Srs.
seguintes:
Amonio Jos Conrado.
Antonio de Moraes Gomes Ferreira.
Foram multados em 100 rs cada um dos Srs.
seguintes :
Antonio Maria de Miranda Seve.
Antonio Luiz Viraos
Lauriano Jos de Barros.
Foram relevados das inultas os mais Srs. jura-
dos multados, vislo tereni apresentado escusas
lenes.
E para constar mandei passar o presente, que
ser publicado pela imprensa.
Recife 12 de maio de 1860.Eu Joaquim Fran-
cisco de Paula Esteves Clemente, estrivo do
jury o subscrevi.
Agostinho Ermelin de Leao Jnior.
Jos Francisco Pires, tenente-coronel comman-
dante do 4. balalho da guarda nacional do
municipio do Recife, por S. M. o Imperador,
que Dos gnarde, etc., etc.
Faco saber, que em vittude da autorisaco que
me confere o art. 9. do decreto n. 1130 de 12 de
marco de 1853, lenho convocado para o dia 20
do corrente mez a reuniao dos conselhos dequa-
liicaco das freguezias do Poco da Panella e
Varzea, districtos do balalho do'meu commando
os quaes furtecionarao nos consistorios das ma-
trizes das referidas freguezias, c duraro por es-
paco de 15 das a contar do mencionado dia 20
E para constar mandei passar o presente aue
ser publicado e affixado nos lugares mais pbli-
cos das mesma3 fieguezias.
Ouartel do commando do 4. balalho da guar-
da nacional do municipio" do Recife, 15 de maio
de 1860. Jos Francisco Vires, tenente-coronel
commandante
Joo Goncalves Rodrigues Frunga, capilo da ler-
ceira companhia e commandante interino do
nono baUlhao de infaniaria da guarda nacio-
nal do municipio de Olinda c presidente do
conselho de qualiflcaco da mesma guarda na-
cional do freguezia da S, por S. M I nue
Dens guarde etc. *
Faco saber a todos os guardas nacionaes do
nono balalho moradores no Curato da S, e a
quem mais o conhecimenlo do presenta possa
interessar, que na lerceira dominga do crreme
inez tem de reuor-se o conselho de qualificaco
e reviso da gusrda nacional do dito Cura'to,
tendo lugar a rpunio do conselhjs na igreja ca-
V"Vfl'n,> C"J08 respectivos trabalhos principiaro
as 9 horas da manha al as 2 horas da larde
durante o espaco de 15 das successivos, para
que chegue ao eoohecioaento de todos fu offixa
o presente conforme as ordens recebidas do Illm
6r. commandante superior em dala de 10 do cor-
feote.
Ouartel do commando interino do nouobata-
Jnau de infaniaria de Olinda 11 de maio de 1860
. ,o5 f"Oncal?ea Rodrigues Franca!
Jos Mues de Paula, tenente e commandante in-
terino da prirneira companhia do nono bala-
lho de infaniaria da guarda nacional e presi-
dente do conselho de qualificaco e reviso da
mesma guarda nacional da feguezia de S.
Pedro Martyr da cidado de Olinda por S. M. I.
o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde ele.
rago saliera lodosos guardas nacionaes mo-
radores na freguezia de 8. Pedro Martyr e "a ca-
nda hhal do Bebanbe e a quem mais possa ia-
teressar, que na lerceira Dominga do corren.'e
mez tem e revisao das mesmas companhias na iareia na-
riide S. Pedro Martyr, cojo, reepeciir! Jirab2-1
O iillii'ial-niaiur interino,
Luis Francisco de Samjiaio e Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em ciimpiimciilo da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 31
do crreme, peraute a mesma junta, se ha de ar-
remilar a quem por menos iizer o fornecimenlo
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
da casa de detcnco desla cidade, por lempo de
um anno. a contar do 1. de julho de 1860. a 30
de julhoAe 18A
As pVoasqire se propozerem a esta arrema-
tacao, corcparccam na sala das sesoes da refe-
rida junta, no da cima indicado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas, que adiarlo pr-
senles o formulario c condices da arrematado.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
Ionio Ferreira da Annunciacao.
REAL AMIIA
Dglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em dianle o
vapor Brasil, que seguir para os portos do sul
depo18da demora do costume. para passageiros
irata-se com os agentes Tasso Irmnos.
nTl Vonde-s barcaca c Conrcicao Valorosa
om bom estado, da lotacJo de 20 caitas: a tra-
tar na ra do Vigario n. 10. 2. andar.
PARA 0 ARACATY
segu em poucos das o hiato Camaragibe, por
ja ler a maior parle de seu carregamento prom-
to: para o resto e passageiros trala-se na ra
do Vigario n. 5.
Para o Presidio de Fernando.
Segu o briguo Santa Rosa : quem quizer car-
regar ou ir de passagem habilite-se pela presi-
dencia, e para contratar na ra da Cadeia do Re-
Cear e Acarac
O palhaboto Sobrnlense, capilla Ralis, segu
com brevidade ; a tratar com Caelano Cyriaco da
ana D rp Sanl n- 25' ?"meiro
Para.
Espera-se todo os dias do Maranhlo o bem
conhecido hiate Lindo Paquete,, que dever re-
gressarcmdlreituradoPara.com poucos dias
de demora nesle porto, visto ter grande parle do
carregamento contratado, ossenhores quequize-
rem tomar alguma praca no dito navio podem
desde j enlender-se com os consignatarios Al-
meida Gomes. Alves & C. ra da Cruz n. 27 '
Leiles.
Avisos maritimos.
COJIPAMHA PER^iAMBlCANA
DE
Xavegaco costeira a vapor
O vapor Versinunga, commandante Lobato
sahira para os portos do sul de sua escala no
da 20 do corrente mez.
Rccebe-se carga at o dia18ao moio dia. Pre-
vine-se aos Srs. corregidores que nenhuma car-
ga ser recebida a bordo sem ordem da geren-
C13.
Para o Aracaly segu com brevidade o hiate
Duvidoso, j lera a maior parle da carga : para
o resto, trata-se com Marlins & Irmao. na ra da
Madre de Dos n. 2. -\
Para e Maraiiho.*'
O palhabote Novaes segu em poi.os dias,
recebe alguma carga mtuda : irata-se)c6ra os
consignatarios Teixeira Basto, S & C.. o largo
do Corpo Santo n. 6, segundo andar, i
====!=^===m== Para a lia lila.
f\M*\**+*k*fia hia'e.Bo,m Amigo sahe imprdterivelmente
l/C^I ma carga muida : a tratar com o capilo Pereira
Marinho, era casa de Palraeira& Bellro, no lar-
go do Corpo Sanio n. 6.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenti
do arsenal de guerra, tem de comprar os ob-
jectos scguinles :
Para os trabalhos da 1.a e 2.a classo.
Coslados de amarello, duzias 4 ; travs de
qualidadf de 32 a 35 palmos 25 ; laboas de pi-
nho americano, duzias 0; pranchoes de pinho 9.
Quem quizer vender os ditos objectos apr-
sente as suas propostas em carta fechada na
secretaria do conselho s 10 horas da manha do
dia 23 do corrente mez.
Sala dassessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 14 dt
maio de 1860. Bento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo coronel vogal secretario interino.
Conselo administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, lera de comprar os objec-
tos seguintes :
Para a secretaria militar do commaDdo das
armas
1 livro dos Santos Evangclho
Para o 10. balalho de infaniaria.
211 esleirs de palha de carnauba.
Tara o meio balalho da provincia do Cear.
303 esleirs de palha de carnauba.
Para a companhia fixa do Rio Grande do Norte.
2 cornetas de toque com cordoes, bocaes, pon-
tos e vollas ; 321 pederneiras; 4 cordoes ara
canudos de inferiores; 1 sinele com armas; 2
caslicaes de lalo ; 1 jogo de batanea de pao com
pesos de chumbo de 2 oitavas al'meia arroba ;
2 caldeiras de ferro fundido para 50 pracas ; 2
colheros de ferro; 2 esputadeiras: 2 p's de
ferro ; 2 garlo* grandes de ferro.
Para a enfermara do Ro Grande do Norte.
20 cobertores de la ; 40 barretes ; 20 pares
de chinellas rasas ; 1 bomba para clysteii ; 21
talheres completos; 2 caslicaes de lalo ; 3 pa-
ridlas do-ferro balido de dilfrentcs tamaitos; 3
cassarolas de ferro ; 1 grelha grande para assar
carne ; 1 dita menor para torrar pao ; 1 garfo
grande de ferro ; 1 rhaleira grande ; 2 ditas pe-
quenas ; 1 colher grande de ferro.
Para orofeimento do hospital militar
50 pares do chinelas rasas.
Para provimenlo dosarmazens do arsenal de
guerra.
300 caadas de azeite de carrapalo. /
Quem quizer vender tacs objectos aprsente
s suas propostas em carta fechada na secretan*
do conselho. s 10 horas da manha dq dia 18
do correnle mez.
Sala dos sessoes do conselho administrative
para fornecimenlo do arsenal de guerra 11 dt
maio de 1860.Benlo los Lamenha Ltns co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereirc
Lobo, coronel vogal secretario interino.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
!! colhidas desde j as notas
de i o.ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
Aracaty.
Segu com muita brevidade o hiate Santo A-
maro, recebe carga o passageiros : ja tralar com
Caetano Cyriaco da C. M., no ladod Corpo San-
to n. 25, primeiro andar.
Aracaly cora escala pelo
Assq,
Segu com brevidade o hiato nacional Grati-
dao, : para o resto da carga e passageiros, o que
tem excellenies commodos : a tratar no Passeio
Publico n. 11, ou com o mestre no trapiche do
algodao:
Para Lisboa
o brigue porluguez Relmpago pretende seguir
viagcm com a possivel brevidade : quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
ao consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na
ru do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
capitao na pra$s.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenlo
do arsenal de guerra, em cumprimento ao art.
22 do regulamenio de 14 de dezembro do 1852,
faz publico que foram aceitas as proposlas dos
senhores abaixo declarados.
Para o fardamento dos msico* do 8." c 9."
balalhes de infaniaria de 1* linha.
Ramos & Lima.~118 varas de galo de prala
de 1 pollegada de largura, a 900 rs. a oilar 0{
e meia varas de galio de meia pollegada de lar-
gura a 900 rs. a oilava.
Para a enforraaria militar de Pimenteitas
Luiz Leopoldo dos Guimarae Peixoto, Nos
Companhia de ser-
vicos martimos des
Messageries Imperiales.
LINIA DO BRASIL.
Servi?o do correio francez
Inauguraco do servico.
O paquete a vapor La Guienne, de torca de
;>00 cavallo3, commandante Enout, officil de
nannha imperial, partir de Rordeaux, para o
lio de Janeiro tocando em Lisboa, Sao Vicente,
Pernambuco o Baha
No dia 24 do corrente.
As sabidas seguintes tero 'ugar de Bordeaux
ii 25 de cada mez, as quaes sero efrectuadns pe-
os paquetes a vapor de rodas de forca de 500
eavallos.
NTavarre, commandante Vede!,
officil de marinha impe-
rial.
Estramadure, commandante,
Trollier, officil de mari-
nha imperial.
fJearn, commandante Aubry
de la Noe, officil de mari-
nha imperial.
Um aviso ulterior far conhecer a dala do co-
meco do servico annexo entre o Rio de Janeiro
Montevideo efiuenos-Ayres.
Para informales a dirigir-sc i ageucis ra do
Trapiche n. 11.
Para a Bahia.
A releira e bem conhecida sumaca nacional
lorUncia, pretende seguir ateo O* da presente
semana, tem parte de seu carregamento a bordo :
pac* o resto que Ihe falla trala-se com os seu*
Consulado de Franca.
Leilao
A requet ment de C. J. Aslley &
C. e por ordem do Sr. visconde de Le
raont cnsul de Franc* e em sua pre
tenca, o afrente Hyppolito fara' leilao
de urna caixa marca CJA n. 7037, con-
tendo 8 vestidos de seda com avaria que
oram avariados a bordo do navio fran-
cez Pernambuco, capitao Corduan :
quart-feira 16 do corrente as 11 horas
em pon'o, no armazem dos mesmos
senhores na ra da Cideia do Recife
LEILAO
DE
Urna padaria.
NA
Kua das L/av auge V vas.
Se\la-feira 18 do correte.
O agente Rorja honrado com a authorisocao
do Exm. Sr. Dr. juiz especial do commercio," a
requerimenlo dos depositarios dos bens quo cons-
liluem a massa fallida de Ramos & C, far lei-
lao na ra das Larangeras n. 28 de tojos os per-
lences da padaria que fora d'aquella fuma, com-
prehendendo urna porco de barricas de fariuha
de Irigo, e alguns movis em muito bom eslado
Principiar s 11 horas do dia.
LEILAO
Quarta-feira 16 do corrente.
DE
Diversos objectos,
O agente Borja fara' leilao em seu
armazem na ra do Imperador n. 15,
de um variado sortimento de movis
de casa de familia, depois que os con-
currentes se ttverem prvido destas bem
acabadas obras que por todo o preco
Ihe serao entregues, passara' a vender
30 a 40 frascos con diversos doces e
amendoas, depois
80 a 100 pares de bo-
tas inglezas.
muito proprias para os tiabalhadorcs
da estrada de ferro, e terminara' o seu
leilao expondo a venda muito boas e ex-
cellentes
Vaccas de leite
que tambem sero entregues sem reser-
va de preco a'gum.
principiara'as 11 horas em ponto.
Avisos diversos.
Precisa-sede um olicial de bar-
bel ro : na ra das Cruzes n. 35,
Nova casa depasto
da aguia de ouro.
Na ra estreita do Rosario n. 23 con-
fronte a ra das Lirangeiras, fornece-
se almoco e jantar com todo o asseio e
promptidaoe mais barato do que em
outra qualquer parte, assnn como se
achara' comida prompta a qualquer
hora que se procure.
Capella de Nossa Senhora da
Conceicao da estra de
Joo de Barros.
A mesa directora di sociedade dos devotos
desla capella, nao podendo sor-lhe indifTerente
a calamitosa quadra, na qual as epidemias rei-
nantes vio ceifando tantas vidas, tendo exposlo
vencracao dos fiis a veneranda imagem de
sua augusta protectora, resolve tambem apre-
sentar a miraculosa imagem do Senhor S. Braz,
advogado contra os males da garganta. Assim
convida a todos os fiis que vcoham reeeber a ,
beneoquea santa igreja determina seja feita
sob a inlercesso de to glorioso sonto; cuja se-
r feita poto mui digno membro da mesa rege-
dora o Rvmd. padre meslro Lourenco de Albu-
queLoyoIa, que espontneamente* offereceu-se
para este fim. As referidas imagens estarao
eipostas a veoeraca dos fiis de hoje (16 do
corrente) al que o Omnipotente se digne amer-
ciar do nos. O secretario, Luiz Francisco de
Paula Ramos.
Precisa-se de um homem para caUeiro, no
bolequim da ra larga do Rosario o. 27.
Vende-so um escravo de idade Uannos.
m?. VIT00*' honi,a fl"ra. "rjoeiro ,
lar com o Theotonio.
Ao publico
Achando-se grassando epid-
micamente angina e a escarlati-
na, olTeivcemos as mais de fami-
lia o tratamento homeopathico,
contendo os symptomas das mo-
lestias e dos medicamentos apro-
priados com a maneirade os era-
pregar Assim como carteira com
os medicamentos homeopathicos
para o mal.
N. B. Medicamento especifico
e preservativo para estas affeo
coes. Em glbulos e em tintu-
ras. Pateo do Carmo n. 5, pri-
meiro andar, largo do Paraizo
j.n. 15, sobrado de um andar.
uvuesmmm mm$ mmwam
Precisa-se de duas amas, umapa
ra cosinhar e outra para engommar,
dndose preferencia a escravas: a tra-
tar na ra do Imperador n. 15.
Precisa-se para casa franceza de urna am
forra ou osera va, que saiba bem engommar eco-
ser : a tratar das 9 horas da manhaa s 2 da tar-
de, na ra do Imperador n. 7, confronte a ordem
lerceira de S. Francisco.
1 Attenco j
i S
(gi Vende-seuma canoa aberla que pega 2
@ 1.200 lijlos : para tratar na ra de S. Xi
H francisco n 58, a chegamo Mundo Novo 2
No dia 18 do corrente mez se bao de arre-
matar em praca publica do Sr, Dr. juiz munici-
pal da primeira vara desta cidade os bens se-
guintes : um sobrado de Ires andares na ra do
Amorim do bairro do Recife n. 41, avaliado em
12:000, eduas casas torreas na ra ao Aragao
da freguezia da Boa-Vista ns. 31 e 35. avaliadas
a primeira em 3;500#. e a segunda em 2 000,
por execucao de l) Marianna Dorolhca Joaquina,
como invcnlarianle dos bens de seu finado pa
contra a viuva e herderos de Manoel Joaquim
Pereira. E a ultima praca.
Fugio no dia 7 do corrente mez de maio
um escravo cabra, de nonte Joaquim por alcunho
Rio-prclo, de idade de 20 aunas, cm os seguin-
tes signaos: altura regular, cheo do corpo, sem
barba, falla-lhe dous denles na frente, tem urna
cicatriz na pa esquerda, lem o dedo mnimo do
p direito levantado, lem marcas de ter sido sur-
cado ; dcsconfia-se ler seguido para o sertao de
Poje de Floies, d'onde natural : quem o ap-
prehender leve-o S ra Nova n. 48, que ser ge-
nerosamenle gratificado.
William Noake, vai a Inglaterra.
Joo Jos de Carvalho Moraes, filhos e
genro agradecem cordialmente a lodas
aquellas pessoas que se dignaram assistir
aos ltimos sulTragios do sua semprc cho-
rada esposa e mi D. Candida da Silva de
Jess Moraes.
Aluga-se o primeiro andir do sobrado da
ra do Vigario n. 22: a tratar na travessa da
Madre de Dos n. 21.
O abaixo assignado pelo presente declara
ao respcitavel corpo do commercio e a lodos em
geral. que nao existe ri-nliunij lettra, sua em
circulaco, e como haja una protestada a qual
foi acceita por pessoa de igual norae, por isso
declara nada dever por lettra afiin de prevenir
qualquer incidenta. Recife 10 de maio do 1860.
Joaquim Jos Baptisla.
Aluga-se urna das melhores casas no Ca-
xang, com bastantes commodos : a tratar na
ra da Paz n. 42.
Antonio I'nacio de Torres Bandeira, Ma-
_ noella Marjjarida de Souza Rangel. Antonio
Hangel de Torres Randeira, Manoel Igna-
cio de Torres Bandeira, Joao Vicente de
Torres Bandeira e Maria Carolina de Tor-
res Bandeira, repassados da mais pungente
magoa, pela mortedo sen muito prosado e
excellente fllho o irmao, Francisco Ignacio
de Torres Bandeira, vem pelo presente
agradecer a todas aquellas pessoas, que
nao duvidaram lomar parle na dor que elles
eslo soffrendo, que se dignaram assistir ao
enterro d'aquelle sen filho e irmao e acom-
panhar o seu cadver ao cemitero. Ao
mesmo lempo dirigem um voto de mui es-
pecial agradectmenlo aos Rvmds. religio-
sos carmelitas, quo nesse mesmo sentido
tanto se prestaram, e tantas* provas deram
de amisade o de caridada chrisla.
Sentoni que seus coraQoes nao se possam
expandir em mais expressivas niostras de
recoohecimenlo; mas no momento da Iri-
bulaco eda angustia basta-lhes esla lin-
guagem, que ser puifeilamente interpre-
tada por lodos, e anda mais pelos seus
amigos e pelos do fallecido que elles nao
cessaro de chorar
eos que pode suavisar a amargura de
pais e de irmos consternados, que hade
pagar s todos, que os sabem coraprchen-
derna razio do affecto e da dedicado que
demonslraram durante a enfermidade e
ainda depois da mortc d'aquelle lo queri-
do filho e irmao
A todas aquellas pessoas quo nao fo-
ram pasil\ menlo convidadas para o en-
terro, pedem elles desculpa : o a esperam
merecer em alleneo oo estado de pertur-
barlo que lhes causara um to tcrrivel
golpe.
n III II
^ttesladodacura.
RkcunialisDio no joeiho da perna
direita.
Eu abaixo assignado declaro que,achando-mc
gravemente attacado de rheumatismo no joe-
iho da perna direila, por mais de dous annos, o
qual me privava de dormir, e applicando varios
medicamentos nao foi pcssivel obler melhoras
algumas. recorri as CHAPAS ME01CINAES do Sr.
Ricardo Kirk, escriplorio na ra do Parlo n. 119,
e no esDaco de 24 dias fiquei perfeilamente bom ;
por ser verdade passei o presente, o qual vai por
mim assignado.
Ra do Ouvidor n. 10, Rio de Janeiro.
Luiz Venancio da Rocha Vianna.
Manoel Maia da Silva, vendo no Diario de
Pernambuco 14 do correnle, o annuncio dos
herdeiros do finado Jos Eugenio da Silva Ra-
mos,em que se convida a qualquer que sejulgue
prejudicado em seus direitos com a venda do
engenho Camaragibe de Serinhcm, pertencente
ao mesmo finado, para quo aprsente seus ttu-
los dentro de 15 dias, vem pelo presente declarar
quecredordo mesmo finado da quanlia de
656*275, alem dos respectivos juros, e isso como
herdeiro do seu finado irmao Joaquim Maia da
Silva que era credor do mesmo fallecido Jos
Eugenio de maior quanlia, e portento protesta
usar do seu direito em lempo competente, sen-
do que desde j decl-ira que nao autorisou a
Joaquim da Silva Castro a fazer qualquer refor-
ma as latirs provenientes das transaccoes ha-
vidas enlre seu finado irmao e o fallecido Jos
Eugenio. Recife 15 de maio de 1860.
'" "-^*a^>^-^^^ _
Tributo de gralido.
Pela aira completa de ana ftrle ioflam-
maco na bocea do estomago.
Urna minha escrava padeca ha bastante lempo-
do urna forte inflammacao na bocea do e-lo-
mado, acompanhada de falta da fespiraco
muito cansaro e dores polas costas, ludo proce-
dido da mesma inflamaacao e com muitos re-
medios que lomou c apolicou nunca pode-obler
melhoras ; ltimamente com a applicaco da-
CHAPAS MEDICINAES do Sr. Ricardo Kirk es-
criplorio ra do Paito n. 119, tive a satisfacao de
a ver perfeilamente boa em 33 dias pelo que tri-
ouio ao dito senJjor meus sinceros agradeci-
nefro" ^ SeDhf dS P-*S08n- 47. Rio dc '*
____, .. Antonio Jos da Cosa.
oefo tabllUnaPTHerda,e',Ia a -^'natura supra
pelo tabelhao Pedro Jos de Castro.
Attenco.
Vendem-se3 negrinhas de 10 a 11 annos, p-
timas para se educaren), 1 raulatinho da mesma
idade 1 outro propriopara pagem com 16 an-
nos. 1 negra para raucamba com 14 annos \
negro com 30 annos e 1 negro de idado : na 'ra
do Queimado n. 27, loja de Joo Jos de Gou-
veia.
Aluga-se o sobrado de ura andar sito na
ra Velhan. lt)6, na esquina que volta para o
pateo da Ssnta Cruz : quem o pretender diria-se
a ra Direita n.91, primeiro andar.
Aluga-se urna grande casa em Jaboalao
com urna excellento cocheira : os pretendemos
dinjam-se casa a tratar com o Sr. Joo Fran-
cisco de Albuquerque Mello.
> enae-se rap grosso, meio grosso, lino. Pau-
o Cordeiro. Lisboa, princeza Rocha : na ra
argado Rosario passaudo a botica a segunda
loja de nuudezas n. 4. Este rap vende-se tan-
to a oilava como em libras, todo elle muito
fresco chrgado pelo ultimo vapor.
Pcrgunta que nao offende
Pergunta-se ao Si.....o que vai fazer todas as
lardes no lelegrapho, isto deseja saber um
Cascabulho.
Baile nacional.
Hoje 16 do correnle ha baile nos saldes no
caes d'Apollo, a pedido.
A mtsa regedorada irmanlade do Senhor
Bom Jess das Dores em S. Goncalo do bairro
da Bo3-\ist9, tendo de transladar" em procisso
de penitencia hoje 16 do corrente, s 9 horas da
rtoile, a milagrosa imagem do Senhor Bom Jess
dos Pobres Aflliclos. para a igreja do Espirito
Sinto do Collegio, em virlude da borrosa epi-
demia que actualmente grassa nesla cidade, faz
ver ao publico que assim o lem determinado. A
dita procisso tem de percorrer desde a ra do
S. Concilo, Sania Cruz, do Aragao, ra da Impe-
ratriz, Nova, Cabug, praca da Independencia
Crespo, do Imperador ao Espirito Santo. Bcnt
Francisco da Cunha, cscrivo actual.
Precisa-se do urna amado leite para aca-
bar de criar, por 5 niezes ou a ainda mesmo por
pouco lempo, nao se ollia preo : na Praca da
Independencia ns. 1 e3
Ainda est para alugar o 2o andar do 3o-
brado da ra das Cruzes n. 35 ; a tralar na
Praca da Independencia n. 3i, loja de chapeos.
Ca vallo.
Vende-se um cavallo rudado, grande e bonita
bgura, muito proprio para cabriole!: quem o
pretender, pode dirigir-se a praga da Indepen-
dencia n. 3t, loja de chapeos
Quem perdeu nma cdula do 10<000 rs.,
dando os signaes da mesma, c o lugar onde a
perdeu, Ihe ser entregue : na ra Dircira n
74, se dir quem a achou.
Vende-se 20 libras de peonas de passaro.pro-
prias para Iravcsseiros: na ra do Queimado
loja de ferragem n. 14.
Na roa de Hurlas, sobrado n. 30, ha quem
se fnearregue de fazer comidas para casas par-
ticulares, mandando-se levara casa dos preten-
denles.
Aluga-se urna escrava para o servico in-
terno o externo de qualquer casa de familia ;
quem precisar, dirja-sc a ra Imperial n. 169
segundo andar. '
CONVITE
Ao Sr. rrimenio Duarte Sibciro, convida-sc a
comparecer na residencia de Joo Francisco An-
tunes na ruada Cruz n.12, para negocio que Iho
diz respeilo, ou indicar sua morada e residencia
para ser procurado.
AiTE>gx\0.
Vendc-sc saccascom farello de Lisboa a 5J}000
rs. a sacca ; na ra do Raugel n. 62
Tarjas que adi-iram.
Acham-se a venda na ra do Imperador, dc-
fronle de S. Francisco, ricas tarjas para se col-
locarem nascaxas de xarutos, conforme o ulti-
mo goslo da Baha.
Manoel Cavalcanli Barreto Lins, encarre-
gado da liquidacio da casa de seu fallecido irmao
Jos Cavalcanli Lins, roga a lodas as pessoas
que se julgarem credores do dito seu fallecido
irmao o favor do aprcscularern suas conlas den-
tro do praso de 8 dias.
AVISO.
0 honibus Reija Flor achar-se ha no diadas
corridas preparado de bons cavallos, as 3 horas
e 1 quarto sahir em deslino ao lugar indicado
(das corridas) do que avisa a bella e influida ra-
pasada de comparecer ao lugar da partida do
mesmo honibus, que alm dos bons commodos
que ofierece a propriedade encontrarn as pas-
sagens a 1JO0O rs., o precinho segundo a in-
fluencia nao caro, vamos... o mesmo honibus
tem sua carreira semprc e deslino para o Ca-
changa, recebe ossenhores assignanles a 20O0O
rs. mensaes. O honibus c bom vellciro, vai c
rolla em 80 minutos, c parle do Caxang as 8
da manh, e regressa as 4 1|2 horas da larde,
ludo a goslo dos assignanles e passageiros avul-
sos.
Tinta prela para escrever.
A nunca assaz louvada tinta prela para escre-
ver, continua a estar a venda em garrafas, mcias
ditaso boies; na ruado Imperador, defronte
de S. Francisco.
BARATISSIMO.
Diccionarios francezes de Fonceca, o Roque-
te, ditos da lingua porlqgoeu, selectas france-
zas einglezas, ritual romano de difTerenlcs cn-
cadornacoes c goslos, livros de direilo, e muitos
oulros objectos que ao comprador se mostraro;
na ra do Imperador delronlc de S. Francisco.
INJECTION BRO.
Hygicnc infallivel e preservativo as gonor-
rhas rcenles ou chronicas. Em seis dias de
tratamento, muitos vezes mais cedo, raras ve-
zes mais larde, sem dr alguma. dcsapparece
inteiramente a molestia sem precisar recorrer a
lodas essas composiedes, cuja base sao a copa-
hiba o cubebas, remedios no so perigosos,
como nojenlos : vende-se a 5)000 rs. o frasco
na praca da Independencia n. 22.
Roga-se pela segunda vez ao Sr. Manoel
oncalves Telles, que lera venda no Rarro, quo
queira V. S. vir a praca aim de pagar o que
Vmc. deve, e que se nao vicr oestes dous dias
se procurar outros raeios.
Precisa-se alugar ura prclo escravo nao
sendo muito moco, que sej fiel e activo, para
urna casa estrangeira : a tratar na ra da Gruz
n. 4.
Francisco Ferreira Comes de Menezes se-
gu para diversas parles do interior, cobrancas
do minha casa commercial, vai autorisado e com
poderes geraes para resolver quaesquer duvidas.
recommendo-o benevolencia dos meus devedo-
res. Recife, 18 de maio de 1860.Joo Jos de
Gouva.
Attenco.
Jos Filippe Marlins participa ao respeitavel
publico que abri hontem o seu estabelecimenlo
de comidas, na ra estreita do Rosario n. 27,
confrople ra das Larangeras.
r
*.
Al


/
y
IM1MUS FABt
Esto 4 venda na livraria da p$a d> Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla tjpographia, dassegnnt.es quali-
dades :
mf OLHINIIA RELIGIOSA, conteni, alm do
kalendario e regulamentodos ireitos pa-
rochiacs, a conlinuacao da bibiotheca do
Crislo Brasileiro, que se cotnpie : do lotf-
vor ao santo nome de Dos, ccroa dos ac-
tos de amor, hymnos ao Espi'ito Santo, e
a N. S., a iraitacao do de Sant Ambrozio,
jaculatorias e commemonc ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para on^ao mental,
dividido pelos dias da semaia, obsequios
o SS. coraco de Jess, saadacocs devo-
tas s cjiagas de Christo, oncees a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S.Jos e anjo da
guarda, rcsponco pelas amas, alm de
outras oracoes. Preco 32) rs.
JlTA DE VARIEDADES, con,endo o kalenda-
rio, regulamento dos dieitosparochiaes.e
urna collecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, coutos, fbulas, peisamentos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preervalivo de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
MPlTA DE PORTA.a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direitos
narochiaes. Pre o 160 rs
I ttenco.
9
Curso pratico e theorico de lingua fran- @
ceza por urna senhora france/.a, para dez @
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
mana, das 10 horas al meio dia : quera
quizer aproveilar pode dirigir a ra da %
Cruz n. 9, seguudo andar. Pagamentos
adiantados. *
4lmanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
oalinauak da provincia para
o correne anno de
DIARIO DE PERNAMBCO. QUARTA PETRA 16 DE MAIO DE 1860.
mo
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, mUnicipaes
e policiaes. \
Tabelia dos emolumentos
paroebiaes. \
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, liltei*arios
Je toda a provincia.
Associaces commerejaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares. \
Estabelecimentos fabris, jn-
e commerciaes de
floga-se aos Srs. devedres do estele^
cimento do fallecido Jos da Silva Pinto, o ob- <|||cirAPe
sequo desaldarero seus dbitos na rut do Col- UUblIItU!
regio venda n. 25 ou na ra do Queimado loja todas as qualidades C0D10 lo-
D 1 U \
jas, vendas, acougues, enge^-
nhos,etc, etc. \
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emiui para todas as
classes da sociedade.
Precisa-se de um menino de 12 a 16 annos
para taberna ; a tratar no beceo Ljrgo n. 7, ar-
inazera de familia
o. 10.
Agencia de passaporte e folha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dentro e fra do imperio, por preco commodo e
E DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e M
p denlifico.
* AAAAAAAAAjUl A A A AA AA A AA1AAAAA*
Jockey club.
Nao podendo ler lugar, por motivos extraordi-
narios, as corridas annunciadas para o dia 12 do
corrcnlc. a commissao directora transferio para
o da 17. Recife. 10 de maio do 1860.
Os socios que quizercm inscrever seus caval-
los deverao dmgir-sc ao thesoureiro da mes-
nia commissao at o dia 15 s 2 horas da tarde,
depois do qual nenhuma ioscripcao ter lugar ;
assim como roga-so de mandarem buscar suas
entradas al o mesmo dia.
Por un corle de cabelle
frisamenlo S00 rs.

Ra da Imperatriz n. 7.
L( crate acaba de receber do Rio de Janeiro
oprimeiro contra-raeitre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro viudo de Pars. Esta estabele-
cimmtoesi boje as melhores condiedes que
po.isivel para salisfazer as cncomraeodas dos
objeuosem cabellos, no mais breve teropo, co-
mo .sejam : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios braceletes, anneis, rosetas, etc., etc., ca-
balleras de toda a especie, para bomens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabeca moda dos
Esta los-Unidos, scmdeixar urna s pelcula na
cabe.a dos clientes, para salisfazer os pretnden-
os, js objeclos em cabello scrao feitos om sua
prcscnca.sc o desejarera, e achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para cortar os cabellos, e
pent:ar as senhoras em casa particular.
E' chegado loja de Lecomte, ajerro da
Roa-Vista n. 7, o exccllcnte leite virginal de ro-
fa branca para refrescar a pello, tirar pannos,
8ardso espinhas, e igualmente o afamado oleo
baboiapara limpar e fazer crescer os (cabellos
assini como pos imperial de lyrio de Florenca,
para borluejas o aperidades da pelle, conser-
o avelludado da primavera da
5)
-------,...,
va a frescura e
vida
Precisa-se alugar um sitio que Sej bom,
e qui tenha bastantes arvoredos de fruetos, casa
para morar, o que seu aluguel nao seja muito
alio, e era longe da praca; quem o tiver an-
nuncie.
Galdino Antonio Alves Ferreira, tendo de
razer urna viagem Europa, dcixa porscus pro-
curadores durante a sua ausencia os seus irmos
Henrique Jos Ales Ferreirs, Dr. Jos Mamede
Alves. Ferrcira e Dr. Antonio Jos Alves Fer-
reira
I Lig es de francez el
piano.
Mademoiselle Clemence de annetot jg
du Manncville continua a dar licoes de e*
fianccz e piano na cidade e nos arrabal- j
des : na ra da Cruz n. 9, segundo andar. g|
= Vntonio Marques de Amorira faz publico, i a<9.
que no da 21 dororrenle foi recolhida em seu ; 99
sitio ,ia Ponte de Ucha urna prela velha por' ||
nome Auna, era estado de embriaguez c mordi- S
dida por uns caes. O seu estado nao permillio j W
PROVINCIA.
rwi o. .
Terceira parle da primei-
ra do Espirito Santo.
Aos 10:000$, 5#0O# e 1:000$.
O abaixo assignado tem exposto a
venda o seus bilhetes garantidos dos 8
por cento ao imposto geral tus lojas se-
guintes :
Praca da Independencia n. 4.
Pateo do Carmo c. 17.
Ra estrella do Rosario n. 11.
Aterro da Boa-Vista.
Ra do Crespo n. 5.
Ra da Cadeiado Recife n. 66.
Preco de bllhetc 12^000
Meio 6.S-000
Quarto 3,g000
Vende-$e em seu escriptorlo na ra
do Imperador n. 21, tm porcoes de
100$ para cima pelos seguintes "precos :
Bilhcte ll.sOOD
Mel 5^500
Quarto 2jj7 )0
Cs bllhetes premiados de sua rubrica
sao pagos na praca da Independencia
n. 40. P
P. J. Layme.
C.tSA LlSMKaSLEiUA,
2, Golden Square, Londres.
J- G. OLIVEIRAtendo augmentado, cora to-
mar a casa contigua, ampias e excellentes ac-
commodacoes para muito maior numero de hos-
pedesde novo se recomraenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a preslar-lhesseus
servicos e bous "oCQcios guiando-os era todas as
cousas que preciscm conhecimento pratico do
paz, etc. alm do portuguez e doinglez ialla-se
na casa o hespanhole francez.
m m& m pean d
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de vestidos de seda pretos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeiras de fil de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples prcto bordadas
com froco,
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, cuvado lj e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Cambniasorlandys de cores, lindos pa-
dros, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e entremeios bordados
Mantas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linlio pretas
Chales de seda de todas as cores
Lencos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodio bordados
Panraj preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeiles de vidrilho francezes pretos e
de cotes
Aberturas para camisa de liaho e algo-
dio, brancas e de cores
Saias balo de varias qualidades
Tafet rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, van
Collarinhos de esguio de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de roupa feita
8
9
1*200
f
3?>000
i50
10J000
16i000
atooo
9
9
9
9
9
8
000
9
9
$640
9
9
3*500
9
6f000
8500
9280
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colleles, calcas de miiilas qualidades
de fazendas
Chapeos fraccezes finos, forma moderna
Ura sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de liuho e de
algodao trancase de cores
Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho c de algodao
Capellas brancas para noivsjmuito finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes
covado
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Vclludilho de cores, covado
Velbutina de cores, covado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sortimento completo de lu--as de
seda bordadas, lisas, para tenhoras,
homens e menines, de todas as qua-
lidades
Cortes de col'ete de gorgurao de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lenros de seda rxos para senhora
Maniuezitas ou sombrinbas de seda com
molas para senhora
Sapatinhos de ruerin bordados proprios
para bnplisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, rom 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
1500 | Setim liso de todas as cores covado
Lencos de gorgurao de seda pretos
800 Relogios e obras de ouro
I Cortes de casemira de cores a
DENTES
AllTiriCIAES.


obter lella informacao alguma que indicasse se ; -----------------" "-- v
era l< re ou escrava. Tendo sido cuidadosamente SRlia PstrrMtfl \(\ Rncnrin n <12
tratada acha-so quasi restablecida, mas apenas rfw"ttS>ireiiaaO KOSariO H.&
sabecizerqueperter.ee a urna senhora viuva 5 .r?ncisco Pinl Ozonocolloca denles ar-
moradora na ra do Collegio, c por isso se fa ""aes pelos doussystemas VOLCAN1TE,
o prsenle annuncio para que a pessoa a quem chilPas de ouro ou platina, podendo ser
@ procurado na sobredila ra a qualquer
pertenQa a mande buscar.
EAU MINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n.22.
9
895OO
9
8
9
8
9
8
9
I96OO
&320
15200
9700
2,?000
15000
9
9
?50O
9
2gnoo
ItOOO
U600
9

9
5JCC0
Sirop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
Este xarope est approvado pelos mais eniiocntes mdicos de Paris,
----------------------orno sendo o melhor par curar conslipacoes, tosse convulsa e ouiras,
alleceoes dos bronchios, auqes de peito, irriuedes nervosas e insomnolenciss: urna colherada
pela manba, e outra noite sao sufficienies. O elfcilo deite exceleole xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doente e o medico. r
O dipotito i na ra larga do notario, botica de Bartholomeo Ftancitco de Souta, n. 36.
THOMAZ teTxera bastos
EM SEL HOVO ARMAZEM
NA
ha )& mis 1 mw& mmie m*
Tem recebido da Europa pelos ltimos navios diver-
sos objectos de gostoe moda, como sejam:
Objectos de ferro
Chapeos de seda para senhoras c crianens.
Luvas de pellica do Jouviu & c.
Calcado francez para homem.
Roupa feita para homem, como sejam palelots
caigas etc., etc.
Ilicos corles do colleles de velludo e gorgurao.
Casemiras fins e modernas para calcas.
Grvalas de seda de difTerentes gustos.
Penles de tartaruga de segurar cabellos o que ha
de melhor.
Vestidos de seda
cures.
Sedas
de lindos padroes e de bonitas
Quadros com ma-
chinismo
Espelhos grandes e pequeos para salas.
Cassas linas eslampadas de goslo moderno.
Tpeles para forrar salas e urna grande variedade
de miudezas e objectos de goslo dos primeiros
fabricantes de Paris.
Objectos de ouro
Como sejam meios adrenos, rosetas, aneis, ca-
deias para relogios, boles para punhos da
camisas etc., etc.
Contendo diversas pegas em movimento e com
msica, objecio proprio para sala por ser de
muito goslo e muito delicado.
CAMAS para una c duas pessoas, com colxao
clasl co e simples para urna pessoa.
LAVATORIOS com seus perlenccs do porcelana.
CABIDAS para deitar loalhas ou amostras.
GUARC A COMIDAS de rame de diversos ta-
maitos.
BERC-J5 para criancas de difTerentes modelos.
BOMBAS para tirar agua em pocos ou cacimbas.
Pianos
Oystaes
Realejos
De direrso3 laraanhos proprios para tocar-se cm
saloes com 30 pegas como sejam : quadrilhas,
walsas, schotisch, hymno brasileiro o etc.. ele,
e entre ellos alguna com figuras era movimen-
to obra do apurado goslo.
Ricas caixas de msicas com tambor, cam pai-
nhias etc.., contendo li pegas como sejam-
hymno brasileiro. quadrilhas de lanceiros, ri-
golello. schotisch, walsas, normas etc., etc.
Todos estes objectos se vendem por preco razoavel.
Do mais acreditado fabricante de Paris, Pleyel
& C, sao os melhores que hoje seapresenlam
110 mercado, nao s pela elegancia do feilio
como pela excellente fabricagao, notando que
estes pianos sao feitos de encommenda para o
clima do Brasil.
Recelidode Paris dos primeiros fabricantes
de ultimo gosto, como sejsra :
Globos de diversos modelos.
Lustres de diversos lmannos e feilios para sa-
loes.
Candelabros com pendentes o diamantes.
Lanternas cora pendentes e diamantes coloridos.
dem toda branca de diversos lmannos e feilios.
Jarros ce novos feilios para ornato de sala? e
loilel.ic outros muilos objeclos de gosto.
FUNMQAO
DO
hora.
@@@@@ Itoga-se aos Srs. devedres a firma social
de Leite & Gorreia em liquidagao, o obsequio
de mandar saldar seus delitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
O Dr. Cosme de Sa' Fereira
^ le volt? de sua viagem instructi-
tiva auropa continua no exer-
cicio de sua profissao medica.
Da' consultas em seu escripto-
^rlo, no bairro do Recife, ra da
|Cruz n. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as' 6 Lora*
te as 10 da manhaa, sobre of
seguintes pontos :
1 *. Molestias de olhos
.- Molestias de coracao e de
lpfe ;
Molestias dos orgaos da gera-
c3n, e do anus ;
Praticara'toda e qualquei
operacSo quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento do
seus doentes.
O exame das pessoas que o cen
(Sultarem sera' feito indi&tincta-
|mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazendo excepcao os doen
tes de olhos, ou aquellesque po
smotivojustoobtlverrm hora mar
cada para, este im.
A appllcacao de alguns medies
Imento ndlspensavels em vnrlos
I casos, como o do sulfato de afro-
iplna etc.) sera' fetto.ou concedido
^gratuitamente. A confianca que
|nelleseposita, a presteza de sua
gUccao,.e a necessidadeprompta
]de seuemprego; tudoquanto o
|demove em beneficio de seus
jdoentes.
nientPmpntllP^HOSVStabe.le-ciment^quePelosnOTOSmclh0^ fei,w acha-se conve-
mtiai ror.1T* f0' far-se-haoJ lan)bem do 1 de noverabro em vante. contratos mensaes plr
TalCsaS0dsade 6 eCn0nila d PUbC0 dC qUCm 8 Propriclarios esperara a remunera".!! de
Assignatur. de banhos trios para urna pessoa por mez.....10J0OO
> mornos.de choque ou chuviscos por mez 15a00fl
________Sfl"* cartnp.s ebanhosaviilsos aos precos annunciadon.
Dase 25g pelo aluguel de urna prela quc 1 7t al .. ,-----------------~------
saiba comprar erozinhar, para urna casa de pe" ^^_.,|l||0 lll'Mll't J5K
quena.familia : quem a liver, pode dirigir-ea{ lO'IUll lili lill"-4f
livraria da ra do Imperador n. 21
wmmwmwmmmmmmm*] De 5^000 a 6^000.
^CoilSUllorio central llOniCOpalhicof O propietario dcsteestabelecimento
i TkTBTmwT>rJf.-*,^ attendendo ao estado pouco HfODgeiro
IPMMMEL t!dabo,sa da 8pta> populo,
Continua sob a mesma tieccao da Ma- e an>mado por um ScntlmentO philan-
noe1 de Mattos TeKira L.roa, professor @ trpico em piel dos seus antipos fie-
em homeopaihia. As consullas como d'an- ,., tpm'. i _,. \ Ir l'
fj tes. ;g gl'ezes, tem a lioora de olTerecei -Ilies
um resto de borzegulns de bezeno e
lustre, m muito bom estado, mediante
a retribuir) cima.
i Seguro coflra Fogo |
COASPAMU
LONDRES
AGENTES
I C J. Astley & Companhia.
\ Botica central homeopalliica f
> De
! DR- SABIKO 0, L PIMO |
i Novos medicamenioshomeopalhicos en- ^
I viadoada Europa pelo Dr. Sabino. k
Esles medicamanios preparados espe- S
cialmente segundo as necessidades da ho- 5
@ raeopathia no Brasil, vende se pelos pre-
@ eos conhecidos na bolica central lumieo- S
@ palluca, ra de Ssnlo Amaro (Mundo No- fl
@ v) "6- I
Altenco.
NOVO DEPOSITO
DE
i 110 0. \l
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No depoxlo Aeslc csia\)c\ecVmci\to sempve lia grande sorUmenlo de me
clianismo para os engenAvos de assucar a sanev:
Michinas de vapor modernas, de golpe cumprldo, econmicas de combustlvel, e defaclllimoassento ;
Rodas d agua de ferro com cubos de madeira largas, leves, lories; e bem balancadas :
Caonos de Ierro, e port .s d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeira ;
Moendas inteirascom virgens muito fortes, e convenientes ;
Mojas moendas com rodelas motoras para agua, cavallos, oubols, acunhadas em gullhSes deazs ;
laixas de ferro fundido e batido, e de cobre
Pares eblcas para o caldo, crlvos e portas de ferro para as fornalhas;
Alambiques de ferro, momhos de mandioca, fornos para cozer farlnha :
Yn -t dei?ladas de todo,os tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bols ;
Agu.lh.5e,, bronzes e parafusos, arado,, elxos e roda, para carrocas, formas galvan.zada, par purgar etc., etc.
aueoLLmnT^ acbarotudo digno da preferencia com
tow deste nJu.^ ^ ^Pf 1fnc!a(iue e;e tem do mechanismo proprio para os agricul-
maS ac^tadiS: ^ Cl? ^ maDdar COnstruir Pe^oalment as suas obras as
ll7m^^^ d-a I^later^Para amelle faz viagem annual para o dito fim,
wl^Y^drtond^XT'f* SU5 fbnCa 6m Pernambuc. P modificar o nechanis-
mo a Yontaae de cada comprador, e de fazer os concertos de que podero necessitar.
Ra do Imperador, confronte
ao oito do deposito dogaz.
Borott & C attendendo a que os senhores con-
sumidores alto gelosao pela maior parle residen-
tes nos bairros de Santo Anlonio e Boa-Vista e
que lulatiam com grande difficuldado se este s-
tabeleeimento eslivesse colloca/lo no bairro do
Recife, poderamencontrar na ra do'Imperador
confroute a oilo do deposito do gaz, um arma-'
zem com as proporces exigidas para deposito
deste genero, o qual estar aberlo concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nhaa as 6 da tarde do dia 3 do correnle em
dianle.
Guilherme Pursel aluga a sua casa em San-
lo Amaro, quasi defronle da fundico do Sr.
Slarr, com commodus'para grande familia, ou
mesmo para um collegio, assim como vende o
seu sitio e casa defronle da capella de Bellem
lambem com grandes commodos, Ierras de plan-
lacao e arvores de fruclo : os pretcndenles diri
jani-seao mesmo sitio, ou ra do Imperador
n. 6, defronle da casa da relaco.
Companhia doBe-
beribe.
Nao se tendo reunidoWioje o numero
de votos presentes, que exige o artigo
16 dos estatutos da companhia para
que haja sessSo da assemble'a geral dos
accionistas, $6o estes convidados para
se reunirem no da 18 do corrente.afim
de que se pona cumprir o que deter-
minam os mesmo,estatutos e lazer o di-
videndo ; procedendo-se entSo de con-
formidade com o disposto no artigo
addjtlvoao 16, que peimltte que haja
sessao com o numero de votos presente,
Escrlptorio da admlnistracao da Com-
panhia de Beberibe 11 de maio de 1860
Jos Teixelra Bastos, secretario in-
terino.
Os effeitos antiepidemicos, que sao produzidos
pelas fumigacoes hygienicas de Guylon de Mor-
veau, sao effiazes, como prova a experiencia que
dellas se lem lirado ltimamente. Os vaporos
que se elevam de urna formula desta fumigacao
bastara para desinfectar um espaco de 34l) ds
cbicos ; c de t, as nilriras, assim' explica Car-
nichael Smith. O andaco que nos vecha de pre-
sente, tem ceifado muitas vidas, e cnvein que
para prevenir-se omal.anles do que rura-lo de-
; pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
outra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se lem manifestado, recorram
bolica n. 88, na ra Direita.ondc se aelia ven-
da quantidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribciro da Cunha, morador na ra da
l raia n. 49, reconhecendo estar a sua .rasa n(Tec-
lada desta epidemia, pois quasi todas as possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subminislrando-lhe a fu-
migacao, produzio ella salutares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circunstancias, que
precisarem das desinfectes, o acharao sempre
prompto para mandar effectuar a devida applica-
jao. O mesmo tambem vende na mesma bolica
os ingredientes para conservar nos casos os va-
pores do chlorure, os qua^s em todo o raso mui-
to approveitm, e previnem a invasao das epide-
mias no interior das h.ibilaces ; assim como
de importante utilidade a sua applicaco as fo-
ndas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do esludo de pulrefaccao. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O preco de
SSOOO.-Jos da Bocha Prannos.
Aluga-se um sitio na Capm boa casa para grande familia, lendo 3 salas, oito
quarlos, cozinha fra, quartos para feilnr, e es-
tribarii, cacimbas rom boa agua de beber.' bom-
bas e tanque, vivoiro e banho no rio. bstanles
arvoredos e frurias : a tratar nn mesmo, ou na
ra da Cruz n. 21, armazem. O sitio o do ina-
dj Joan Evangelista da Costa e Silva.
Um cstrangeiro que lem longa pralica de
commercio, que pode dirigir a correspondencia
e negocios de urna casa commeicial em quatro
linguas, que d pravas de sua nptidao e con-
ducta, deseja cmpregdr-sc em urna casa respei-
lavel e como tem relaces na Europa, est ha-
bilitado para darconhecimenlo de varias pracas,
caso os nao tenha a easa onde se arranjar : a
quem convier dirija-se a livrarin da pra^a da o-
pendencia n. 6e 8, que ser cabalmente infor-
mado.
Vende-se
__8
para
Tintas de oleo.
Formas de ferro
purgar assucar.
Eslanho em barra.
Verni2 copal.
Palhiiiha para marci-
ueiit.
Vinhos finos de Moselle.
Folbas de cobre.
Brim de vela: rfo arma-
zem de C J, Astley COMFAHIA
ALLIANCE
Estabelecida cm Londres
CAPITAL
Cineo mVVuoes de libras
esterlinas.
Saunders Brothers & tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
-aaas, eaguemmais convier, que estio plena-
men e autonsados pela dita companhia para
effectuar serojos sobre edificios de tijolo e pe-
ara, coberto de telha e igualmente sobre os
obieclo* q^ie eontiverem os mesmos edificios,
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquerv "alidade.
t1tMaOC9in> a amama#oaNl936
Precisa-se de urna ama forra ou escrava,
para engi.mmar c cozinhar : na ra da Alegra
numero 38.
9 Anlonio Jos Ferreira Alves, mudou o
seu gebinele de consultas medicas-rirur- S
giras e operacoes para a ra do Queimado $g>
# n. 38, primeiro andar, sonde peder ser
A consultado at fe 8 horas da manhaa c fe
das4s6 da larde Chamados a toda a ;
# hora do dia o da noite, sendo os pobres >
tratados e allendidos gratuitamente. fij.
22 i ua Wova 22.
Lotera da provincia com ga-
ranta.
Na casa cima indicada achar-se-ha sempre
um variado sortimento de l-ilhtles da loleria da
provincia salisfacao dos compradores, que lea
um abale de 10 0|( cm quanlia maior de 100$.
Os bilheles vendidos nesta casa sao gaianlidos
sendo os 8 0i0, pagos logo que $e extrair a lote-
ra: por isso convida-se aos amantes desle lici-
to jogo a virem cmpralos aqu, que ho de fi-
car salisfeitos.
Iflleiros 12JO0O.
Meios 6J0O0.
A. L Deluhe.
Urna pessoa que se acha oceupada em co-
branzas, deseja arrumar-se em alguma casa de
negocio para o mesmo fim, ou oulro qualquer tra-
balho, menos de escripia, promelte toda aclivi-
dade e d fiador a sua conducta :*na ra estreita
do Rosario, lypogrftphia commcrcial, ou na ra
do Imperador, livraria acadmica, se dir quem
, ou annuncie.
O abaixo assignado, pela grande rapidez de
sua viagem para Europa, nao pode pessoalmcnle
despedir-se daquallas pessoas que nesta cidade
Ihe consagrara amuade, motivo por que o faz por
mel da imprensa, ofierecendo na cidade de Lis-
bes (onde pretende fixar sua residencia) seus li-
mitados prestimos. Igualmente faz scienle a
seus devedres que os seus bastantes procurado-
res nesta cidade .-o os lllrrs. Srs. Hsnoel Igna-
cio de Oliveira & Filho, aos quaes podero salis-
fazer seus dbitos Recife 14 de maio de 1860.
Joo Francisco Teixeira Marques.


,6,
DIARIO DE PERWAMBUCO. QUARTa FEIRA 16 DE MAIO OT 1S6.
'& ____________
Na ra do Vigario n.S7 se dir quem precisa
de un humorn do meia idade.
No realaurand o caf do commercio preci-
sa-se do dous criados foros ou captivos para o
servico do copeiro.
Urna pessoa habilitada, que tena de seguir
para as partes do sul e centro desta provincia, a
trat.ir de seus negoeios, propde-so a fazer cobran-
cas, c d dador : quem de seu prestimo se qul-
ter ulilisar, dirija-se a ra* Direita n. 76, quo
achara coro quem tratar.
n8mm%& g&mssm ^^^n
|g V* Dr. em medicina PruJen- ||
f ciodeBiito Cotegipe eManoel |g
^ Alves da Costa Brancante conti-
p imam a rendir na ra do Im- M
H parador n. 11 B aonde poJem ser ||
e procurados a.qualquer hora do <
dia ou da noite para o ejercicio '
'$ da sua pros$o. Especialidad >s |f
M partos e molestias sypliillttcas.
O ahaixo assignado tencionando
seguir para a Europa no vapor inglez
que seesperavano dia l do corrente,
deixou de assim fazer por ter o dito
vapor de demorar-se mais alguns dias
no porto do Rio de Janeiro porseachar
era concert*, resolveu finalmente por
llieser nrejudicial demorar-se, a seguir
no vapor da companhia Anglo Luso-
Brasileira, e por esta imprevista causa
deixou de despedir se pessoalmente dos
seus amigos nesta provincia o que vem
fa/er presentemente por meio deste
olIcHveendo o seu limitado prestimo em
Lisboa ou Ilespanha aonde tenciona de-
morar se por algum tempo. Recife 11
de maio de 1800.ManoelCarpinteiro
da Silva.
Aluga-se a excellente e commoda
casa da ra da Aurora n. 20 : a tratar
na mtsma tua n. 10 A.
Tlio naz de f'aria saca sobre Por-
tugal no prximo paquete : escriptorio
na ra do Trapiche n. 40.
Caldillo Antonio Alves Ferreira, tendo re-
solvido pouco antes do seu embirque fazer urna
viagcn i Europa, nao levo lempo para se des-
pedir de lodos os seus amigos : e pedindo-lhes
desculpa offeroce o seu prestimo cm qualquer
parle que se tenar.
Precisa-se de
meuinos para aprender o of-
ficio de marcineiro: na ru\ de
S.Faaucisco confronte a igre-
ja armazem que tem a ofici-
na da parte de detraz.
* a ra do Pilar n. 82, sobrado,
precisa-se de nma ama para cosinhar,
livre ou escrava, podando dormir lora
se assim contratar se.
Ao publico.
Ficou transferida para o dia 18 do corrente a
arrematado das tres casas pcrlencenles ao casal
do fallecido Hanoel Joaquim Pereira, annuncia-
das no Diario n. 112, cujas casas sao: um
excellente sobrado de tres andares, edificado em
chaos proprios, era urna excellente ra commer-
cial desta cidade por ser junto aalfandega, na ra
do Amorim n. 41, cora duas frentes, (endo bom
armazem e excellentes commodos para grande
familia, ora o qual de presente mora o Sr. Fran-
cisco Guedes de Araujo ; e duas casas terreas no
bafrro da Boa-Vista, na ra do Arago ns. 81 e
35, tambera com excellentes commodos, e excel-
lente morada por serem frescas e boas, cujas ca-
sas sao foreiras.
Na ra do Livramento n. 9, precisa-se de
urna mulher de meia idade para fazer algum ser-
vico de portas dentro, preenndo-se estrau-
gtira.
Na travefsa da ra das Cruzes n. 2, segun-
do andar, ao p desla lypographia, linge-se com
perfeico de qualquer idr, e mais barato que em
outra qualquer parte.
Aluga-se urna casa terrea no lugar daBai-
xa Verde, com duas salas randes, cinco qudrtos,
cozinha fra, quintal murado, com cacimba e boa
agua : a iratar na liana Verde, silio do Arantes,
ou na praca da Iedependencia, loja ns. 13 e 15.
Ama de leiteV
Precisa-se de urna ama de leito de bons cos-
tumes, e que lenha abundancia do leite, para
criar urna crianca de um mez : roga-sc a quera
estiver uestas circunstancias, dirigir-se a ra lar-
ga do Rosario, passando a botica, a segn Ja loja
de miudezas, que se dir quem precisa.
L)ea,.pareceu ua nono (Jo da 3 para 4 Uo
crrante, lo engenho Uchoa, um quarlie com os
signaes siguiles : caslanho, de meio, capado,
magro, pesclo fino, pernas compridaa, de roda,
pelo que tem o signal no peilo : quera o pegar,
ou der noticia exacta delle, poder ir ao gento
cima rae icionado que aert gratiOcado.
Compras.
Cora Dram-se efleclivamente meias garrafas
que fossen de champaoba e aceite doce, por to-
do o proco : na ra larga do Rosario n. 36, bo-
tica.
Com iram-se onejf hespanholas e da pa-
Cora iram-se onejg he
tria : no escrintorio dafl^ss
o Irmaos.
Vendas.
Venle-se ama preta de tnaia idade por
preco con modo : na ra da Impcratriz n. 78.
Attenco
alguns
O abaixo assignado, na qualidado de proprie-
tario da melade do engenho Pituass ca deGoianna, por si e outros conscuhores do
inesmo engenho, fazom publico, que sendo edi-
ficado o dilo engenho cm urna propriedasje de-
norainada=Mdco, a qual comprchendo a campi-
a da gia, e tanoleiros doscajuaes, cujas ierras
foram compradas aos herdeiros do Estevao Jos
Carneiro de Lacerda, estando parle destas Ierras
na posso do engenho Ilapirema do Meio ; e co-
mo consta ao abaixo assignado que se est tra-
tando do vender ou permutar esto engenho, or
esta razio fazem publico os annunciaotcs a quem
convicr possa, que eslao determinados a reven-
dicarem lodos os terrenos que pertoncem a refe-
rida propriedade pelos meios legaes : e para que
ninguem se chame a ignorancia, faz o presente
aviso, que servir de protesto. Recife 14 de maio
de 1860.-P. C.
ss Quera quizer urna ama para cozinhar, diri-
ja-so ra de Horlas u. 30, que achara com
quem tratar.
Ao commercio.
Os administradores da massa fallida
de Antonio da Silva Rocha, avisara ato-
dos os Sts. credores para no prazo de 8
das, cortarlos d data deste, Ihes apre-
sentarem os seus ttulos, aira de pode-
rem cumprir o que ordena o art. 859
e variado sorlimeiito de
Miipas feitas
Na loja da ra Direita n. 87.
Ricos sobrecasacos de panno muilo fleo a 25 e
283, paletou de fuslo brancos e de cores a 53,
ditos de lpaca de seda a 59, ditos sobre a 65,
ditos de irim a 3J500 o 49. ditos de esguiao de
algodo 'iranco a 39200, calcas de brim do linho
de cores a 9500, 3$, 39500 e 4g, ditas brancas a
29, corles de collete de gorguro de seda a 29G00
e 39, ceroulas de bramante fraocezas a 13600,
grvalas de gorguro, chamalote, sem e grdz a
1S. dilas de rede a 1900, chapos francezes I
a 89 e 8.J500. ditos de casemira a 3S800, ditos de 49 ra
castor, capa liaixa, a 109, chapeos deso de pan-
no, cabo de canna com astea de balea, a 29500,
por ter grande porcao, corles de brim de algodo
a 900 rs.,saias a balao a 69500, esguiao de al-
godao ce m duas larguras a 400 rs colletesde
gorgurc do seda a 59, mantas de seda a 29500,
meias cruas a 29500. 33200 e 49, e oulras mui-
Pao de Senteio.
Acha-se venda, do meio dia em diante, em
quartase sabbados, na padaiia allemaa, em San-
to Amaro, e na ruftjp Imperatriz u. 3, e na ra
da Cruz no Recife uHS.
LOJA DO V4P0R-
Grande e variado sortiraenlo de calcado fran-
co/, roupa feita, miudezas Dnas c perfumaras,
ludo por menos do que era outras partes : na lo
js do vapor na ra Nova n. 7.
Potassa da Russia
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: ludo nor oreos muito
ouaoaTsw
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceirds e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Lojadaboneca ruada Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem-se na mesma casa
qualquer bora.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com asenlo para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e ludo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtre & C n.
Ferros de etagom-
mar econmicos
A SSOOO.
A 8,000 rs.com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOW'AY.
Milharcsde individuos de todas as nacQes pra-
dera testemunhar as virtudes deste remedio in-
tas fazendas de gosio que seria enfadonho men- comparavel e provar era caso necessario, que,
cionar ; a ellas, antes que so acabera
los de t anca feitos no Porto a I96OO.
sapa-
Constando ao abaixo assignado do cdigo do commercio, devendo a
Dr. Lobo Moscozo que ummiseravel apresentacao ter lugar na ra do Im-
perador n. o, primeiro andar. Recife
14 de maio de 1860.
sa Aluga-se un moleque de 19 annos, e urna
traficanteanda em nome do annun-
ciante fazendo dividas em diversas lo-
j is, declara que nao tem autorisado
nera jamis autorisara' a pessoa algu-
inio'azer dbitos em seu nome, e por
coos'guintede maneira alguma pagara'
dividas contrahidas por quem quer que
leja, e declara mais que usara' dos
muios que a le l'ie faculta contra aquel-
es que se apresentarem querendo co-
brar dividas contratadas por esta for-
ma, pois o annunciante nao pode ver
nisso seno dolo e raa' fe, para nao usar
de outros termos. Recife 1 de maio de
1860.Ur. Pedro de Atliayde Lobo
Moscozo.
Flores de cera em cinco
lices.
O artista Jo.=6 Ricaud recenteraente chegado
da Corlo, offrece ao publico em geral, e em par-
ticular ao bello sexo, seus lindos Irabalhos de ce-
ra elaas ; d Iqoos era casas particulares; expo-
sieo dosquadros.na ra do Cabug n. 3 A, casa
do horticultor francez.
Nos r.oolhos, ra dos Prazeres, casa de por-
lio cora 2lees, precisa-so do urna escrava ou
ama forra que saiba desempenharcom delidade
e perfoicao o servico interno c externo do um
casa di pequea familia. Nao se olha a precio.
= Ccde-se a pessoa solteira, em urna ca-
sa muilo capaz, urna sala com duas alcov s
de frente eum sol.io muito espacoso, ludo pin-
tado de novo c muilo limpo, com" lolas as mais
comraodidades que se exigirem, por preco cm
conla e perlo do arsenal de marinha : para in-
formacoes na ra do Codorniz n. 18, em freule
da Iravessa d Madre de Dos.
Perdeu-se na madrugada do dia
6 do corrente, um alfinete de ouro
cora camaeu, da ra da Saudade a ra
do Hospicio e matriz d* Boa-Vista, e
desta seguindo pelas ras do Ara gao,
Santa Cruze Cotovello ; roga-se a quem
o acbou o favor de entregi-lo na ra
da Saudade primeira casa, vin lo da
riu Formosa da Boa-Vista, aonde se sa-
tisfar' qualquer despeza se assim o
exigir.
Da-se 600300*0 a premio de 2 por cenlo ao
mez, sob penhores de ouro : na loja do livros do
Sr. Figueiroa so dir quem d essa quantia.
z= O Dr. Ignacio Firmo Favier faz publico, que
no obstante nao achar-se anda completamenlo
resiali-lecdo do grave incomrnodo do saude de
que fra accoramellido desde novembro do anno
passado, lem com ludo destinado erapregar algu-
mas huras em o exercicio de sua profissbo, para
o que poder ser procurado das 9 horas da ma-
nha -i 3 da larde, no pateo do Carmo, sobrado
n. 9, primeiro andar ; e desta hora cm dianle no
Cachang. O raesrao doulor havisa a seus fre-
guecas e a lodas as pessoas que o quizerem hon-
rar, confiando-lhe seusdoentes, que lera rcorga-
11 sado a sua casa de saude, sita na Passagem da
Magdalena, entre as pontes grande e a pequea
do Chura-menino, que alera de se achar montada
convenientemente dispe do commodos para
mais de 40 doeutes, segundo a ctvthegoria e se-
xos, pelo mais coraraodo prego, que na actuali-
dade se pode fazer. As pessoas livres recolhidas
enfermara pagaro a diaria de 3J, e escravos
'- ; dando-so anda algum abatimcnloono caso
de que a molestia se prolongue por mais de um
mez. As pessoas quo desojaren) um trataraento
disiinclo pagarao na razio da despeza que fize-
rem. Para tratar, podem dirigir-so casa do pa-
teo do Carino cima indicada, ou com o Sr. Jos
Firmo Xavier na dilacasa.
J Iiundcr, alfjiate allemo, avisa ao publico
era geral, quo mudou-se para a ra Noa n. 69,
c oceupa-se continuamente na sua arle era fazer
obras das modas seguintes : da franca, da Ingla-
terra, da Allemanha, da Hungra, etc., etc.; pois
os senhores amantes da moda encontrarlo todos
os me/.i's modas e fazendas novas para o pro-
gresso brasileiro.
Precisa-so de um porluguez para tratar de
arvoredosa noria de um silio : a tratar na praca
da Doa-Visla, botica do Sr. Ignacio.
Aviso aos apaixunados da
mo de vacca.
Na ra do Hospicio n. 3, com rotlo na por-
ta, ha todos os domingos o dias santos, das 4 ho-
ras da raanha at as 8 do dia, excellente m5o
de vacen, assim como tambtra se fornece para
casas particulares : na mesma casa fornece-se
comida para fra,ludo com muito asseio e promp-
tiiSo : os pretendentes dirjam-se i casa cima
mencionada.
Alexandre Wagner sua seahora regres-
sjn x>sra o Rio de Janeiro.
mobilia de mogno;
triz n. 4, loja.
a iratar na ra da Impera-
A mesa regedora da irmandade
doSS. Sicramento da Boa Vista, con-
vida a todos os seus irmaos para, no dia
20 do corrente"javlas^O horas da m-
manliaa comparecerem no consistorio
da mesma, alim decompor-seuma me-
sa geral paratratarem do novo compro-
missoque ja fot apreseutado pela com-
missao. nao ignorando nossos irmaos a
necessidade que temos de um compro-
misso que jneliior reja a nossa irman-
dade, pedimos que se dignem de corap
recer a este convite to justo. Reci
fe 2 de maio de 1860. O ecrivao,
Guilhermino de Albuquerque Marttns
Pereira.
4TTENC0.
A casa de pasto da ra da Cruz n. 47, no pri-
meiri andar, precisa de um cozinheiro, forro ou
escravo.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
engommar : na ra do Brura, armazem n. 10.
= l'recisa-se alugar uma ama que saiba bem
cozinhar : na ra do Rosario n. 20, segundo
andar.
Declaro para conheciraenlo de qi|em con-
vier, c para evitar duvidas futuras,que e Sr. Joa-
quim Jos de Faria Machado nao tem precuracao
ou aulorisaco para comprar mercadorias pu qual-
quer outro objeclo em nicu nome, o quando o
lenha feilo nao me responsabiliso por estas com-
pras, nom sou obrigado ao se pagamento.
A. G. Miranda Leal.
SOCIEDADE BARCARIA
Amorim, Fragoso, Santos
Companhia.
Os senhores socios comraanditarios sao con-
vidados a realisar a terceira entrada de 12 Ir?
0i0 obre os seuscapitaes al o dia 16 de maio\
corrente, de conformidade cora o respectivo con-
trato social. Recife 1.- de maio de 1860.
Grammacaingie-
za de OllendorlT.
Novo metliodopara aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os stabelecimentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro 11 (mitigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andir.
Os berdeiros do fallecida Jos Eu-
genio da Silva Ramos, querendo ven-
der o engenho Camaragibe de Seri-
nhSem, que llie coubs em partilba por
morte de seus pais, coovidam a qual-
quer que se julgue pr.'jucado em
seus da-ritos com esta ven4a que apr-
sente seus ttulos dentro em 15 dias,
tempo em que te pretende realisar a
referida venda. Recife 8 de maio de
1860.
agencia dos fabricantes america-
nos Gronver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
JobnstoD & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Nossa Senhora da Pie-
dade.
Acha-se exposla na igreja de Sania Rila do
Cassia, duraute o tempo da presente calamidade,
a Virgem Sanlissima com seu piadoso filho,
veneraco dos Geis que precisaren! de sua pie-
dade.
D. Maria das Dores Raymunda do Gu, viu-
va de Jacinlho Silvestre Vicente, estando proce-
dendo inventario dos beos de seu casal pelo jui-
co do orphos, esrriv&o Brito, pede aos senhores
credores do fallecido sea marido, que quanto an-
tes apresenlem suas contas para serem declara-
das no mesmo inventario.
mmm brns
Amguslo & Perdigao,
com lija na ra da Cadeia do Recife n.
23,-coulronte ao becco Largo,
previne m aos seos freguezes. queacabam de sor-
tir seu novo eslabelecimento com fazendas de
goslo, "mas, e inferiores, para vender pelos pre-
ces os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a letalho, so vendero por um preco Qxo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
uma vez que sejam pagas vista.
Nesl eslabelecimento se encontrar sempre
um soi liraenlo completo de fazendas, e entre el-
las o Siguinto :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Dilo.) de la e seda e duas saias.
Ditoi de larlalana bordado a seda.
Man eletes pretos bordados com franja.
Tahuas pretas de seda e de l.
Polonezasdo gorguro de seda pretas.
Cinliroes para senhora.
Espirtilhos com molas ou clcheles.
Enfcites de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas. ,
Penes de tartaruga dos melhopesgostos. ,
Perfumaras de Lubin o outros fabrlcanles.
Cassas e organdys de cores. **
Groiienaplesde cores. -,
Chilas escuras francezas e inglezas JL
Gollas e manguitos os mais modernos.
Cm isas do linho para senhorsj
Ditas de algodo para menino.]
Algodao de todas as qualidadef.
Lencos de labyrinlho para prestentes.
Gol as de crochet p.-rs menino).
Vestidos de rhtn azia. I
Roupa feita.
Gasicas e sobrceasacas de panino fino.
Pahtots de casemira.
Cal -as do casemira pretas e dle cores.
Coletos de seda idem idem.
Ditos de fusto.
Cariisas inglezas todas de linho.
Ditisfrancezas de diirerculesl qualidades.
Ma'as e saceos de viagem.
Boizeguins de Mellier e oulrs fabricantes para
ktvw.m
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela lcitura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos unnos ; c a maior parte
dellas sao to sor prndenles que admiraa; so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seu8
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam sofTrer a
ampulagol Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa opcrac,o dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti.
carem sua irmava.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
'ivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratato que necessitasse a natureza domu,
cujo resultado seria prova rincontestavelmente :
Que ludo cura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
tes casas:
Praca do Corpo Santo n. 2.
Ra da Cadeia do Recife n. 44.
Hila da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita daPenhan 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14.
Dita Direita n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramento n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Im eralriz n, 10, armazem de fazendas
de-Raymundo Carlos Leile & Irmo, em lodos
estes lugares dao-so por um ou dous dias para
experimentar-se.
Cem charutos
1J600.
No deposio da ra das Cruzes n. 41, vendem-
se charutosda Baha a I56OO a caixi.
Con toque de avaria
1:800
* Cortos ds vestido de ehiu rocha fina a 1:800
lencos de embraia brancos a 3:000 2:500 39
4:000 a duia ditos com 4 palmos por cada faca
e de 4 e mo por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de faandas de Raymundo CarIo*Leite 4
Irmaos. rui da Imperatriz n. 10.
nmsm &&& mm m&sm mtt
I CUNDE ARMAZEM
[Roupa feita,
Ra Ntva n. 49, junto
a igreja a Conceigo dos
Militares.
\
V
Cocos italianos
de follia de flandres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ uma duzia : na ra Direita n. 47,
loja de funileiro.
Neste armazem encontrar o publico
um grande o varado sorlimento de rou-
pas lelas, como tejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno uopreto e de cores, paletots e
sobrecasacas de mrin, alpaca ebomba-
zina prelos e de cotes, paletols e sobre-
casacos de seda e casemira de lores, cai-
xasde casemira peela e de cores, dilasde
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fuslao e riscados,
calcas de algodo, collete3 de vellude
preto e de cores, ditos de setim prelo e
branco, ditos de gorgurSo e casemira, di-
tos de fustes e brins, fardamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas franeczas, chapeos e
grvalas, grande sorlimento de roupas
para menino de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromptaro oulras a goslo do
comprador daudo-se do da convencio-
nado. gfj
*Ata PM*"aaamsci.*xaaMai MXH*3*
Bilhetes,
Pianos
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabera.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupccs e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
InchagSes.
InQammago doflgado.
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmocs.
Queimadelas.
Sarna

Supuraijes ptridas.
Tinha.em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articularles.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Na ra Direita n. 61, loja de chapeos, de Ben-
lo de Barros Feij, vendem-se bilhetes da lote-
ra da provincia por conla do Sr. thesoureiro.
Em casa de Soulhall Mcllors & C, ra do
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes arligos:
Chumbo de municao sortido.
Pregosde todas as anualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hungarian em barrls.
Dilo de Moscllc em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prata, patente e chronome-
tros, cobertos e descoberlos (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sorlidos em latas pequeas.
FlNDICiOM-IHOW,
Roa da Senzala Rova n. 42.
Neste eslabelecimento continua a haver um
comapletosortimento de moendas emeiasmoen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
dar dto.
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
Ihores chapes de castor
Saunders Brothers seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
ilguns pianos do ultimo gosto, recentiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood drSons de Londres, o
muito proprios para este clima.
hornera.
Dilos para senhora.
. Chirulos de Havana, Baha e manlha.
Ca ni3as de flanella.
Chpeos de todas as quslidddes para hornera,
senh ira e enancas.
Corles do vestidos brancos de blonde com c-
pela e manta.
Didoj de vislidos brancos de seda para casa-
m mos
mmm mm %mm$im
KA.
e armaiem
DE
GRWDE SORTMESTO
DK j
Iteodase obras (eitasJ
Groes &Basto.l

Na ra do Queimad) n.
46, frente amarella.
Completo e grande sortimento de cal-
cas de casemira de cores e pretas a 8#,
93,109 e 12), ditos das mesraas casemi-
ras a 7jJ, 8j e9$, ditos do brim trancado
branco muito Gnoa 5$, 6$ e 73 ditos de
cores a 3$, 3$500, 4$ e 5, ditos de me-
rino de cordo pata luto* a 5$, colleles do
casemiras pretas, ditos de ditas de cores,
dilos de gorguro pretos e de cores a 5$,
69 e 79. ricas casacas de pannos muito fi-
nos a 35jj| e 403. sobrecasacas dos mesraos
pannos a 28*. 30.3 o 35$. paletots dos mes-
mos pannos a 22$ e 249. paletots sacos
de casemira modelo inglez 109, ditos de
casemira raesclado muito fino de apurado
gosto 15J e 169. ditos sobrecasa das mes-
mas cores a 18$ e 20$, dilos sobre de al-
paca pr,-ta fina a 7$ e 89, dilos saceos a
49. dilos de fusto branco e de cores a 49,
49^00 e 59, ditos de brim pardo muilo
superior 4900, camisas pa.-a menino de
todos os tamanhos a 26$00 a duzia, meid3
de todas os tamanhoa para menino c me-
ninas, palilots de todos os tamanhos e
qualidades para os mesraos, colleles de
brim branco a 3$500 e 49. ricos colleles
v>.iludo preto bordado e de cores diver-
sas o por diversos procos, ricos coberto-
res de fuslo archoado para cama a 69,
colarinha de linho a peer a 69500 a du-
zia, assim como temos recebido para
dentro deste estabelecimenlo um comple-
to sortimento de fazendas de gosto para
senhoras, vestimentas modernas para roe-
nio e meninas de qualro a seis annos e
todo vendemos por precos razoaveis. As-
.1 sira como neste eslabelecimento mnda-
le se aprom llar cora presteza lodas as qua-
]l lidades d obras relativo a offistna de al-
\ faiate sendo isto com todo goslo e asseio.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., C3da bocetinha contm
uma instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22, em Per-
nambuco.
Pennas de a^o inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, de Guedes & Gon^alves, as verdadeiras pennas
de 350 inglezas. mandadas fabricar pelo profes-
"ordecalygraphia Guilherrao Sculy, pelo mdico
preco de 1*500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso:
De 49 e 59.
Na ra Direita n. 45.
Attenco.
Vende-se urna cano3 aborta que pega
1,200 lijlos : para tratar na ra de S.
Francisco n. 58, a chegar no Mundo Novo.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez: emcaaa de
SouthaU Mellors & C.
Milho e Farello.
Farello a 48500 rs. a sacca, milho 4JOO0 rs; era
cuia a 2i0 ; na taberna da estrella do largo do Pa-
raizo n. 14.
CALCADO
Grande sorlimento.
45-Ra Direita45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeginsaristocrticos. 9f000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7^000
Borzegins arranca tocos. 7f000
Ditos econmicos. ...;.. 6#000
SapaWes de bater (lustre). 5$000
Senhora.
Borzegins primeira classe (sal-
to de quebrar).......5||000
Ditos todos de merino contra
calos (salto dengoso).....4#500
Borzegins para meninas (for-
tissimos)..........4#000
Eum perfeito sortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroqu ns, cou-
ro de lustre, lio, fitas, sedas etc.
Vende-sc o engenho Jos da Cosa, moen-
te e corrente d'agoa, lera lodas ns obras de
pedra e cal, bem como a rasa de morada e20
casas da fabrica, terreno para mais do tres mil
pes e quazi todo de barro, lodo cercado de va-
lado. Tambera se vende o engenho Tigre, nos
fundo d'aquelle oulro Jos da Costa, tendo este
mais o cercado lodo limpo a enxada ; quera os
pretender dirjase ao seu proprictario Chrislo-
vao Jos Machado.
Vende-se uma porcao de aniraaes de roda,
por preco commodo : quem quizer annuncie, ou
procure entender-so na ra Bella, casa da es-
quina n. 35.
Vende-se superior farinha do Sania Calha-
rina : a bordo do hiale Dous Irmaos, e no ar-
mazem da ra da Madre do Dos n. 2.
SYSTEM MEDICO DEII0LL0WAY.
PILLAS IIOLLWGTA.
Este inestimavel especifico, composto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleicao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta;
inteiramente innocente em suas opera^es e ef-
feitos; pois busca e remove as doencaa de qual-
quer especie e grao por mais antigs e tenazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; fac,am um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarao o beneficio da saude.
NSo se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6j50o,7 e 8. ditos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7g, 9 e 10$, ditos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 69 e 79, ditos do chile a
3S500, 5, 6, 8,10 e 129, ditos de feltro em gran-
de sorlimento, tonto em cores como era qualida-
des, para homens e meuinos, de 29500 a 7$, di-
tos de gorguro cora aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conla, bonelcs
francezes eda trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para rae-
ninas de escola, chapelinascom veo para senho-
ra, muilo em conla e do melhor goslo possivel,
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfci-
tes para cabera, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objects que os senhores freguezes, a vis-
ta do preco c da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. deB. Feij.
S Engenho.
Vende-se o engenho Santa Luzia, sito na
freguezia de S. Lourenro da Matta, entre
@ os engenhos Penedo de Baixoc Penedo de
$ Cima : trala-se no mesmo engenho ou no
@ encrenho Mussambque com Pelisbino de
5$ Carvalho Bapozo.

9
i
Relogios
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
ConvuJsSes.
Debilidade ou extenjia-
co.
Debilidade ou falta de
orcas para qualquer
cousa. *
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Febreto da especie.
Go'.ta.
Hemorrhoidas.
Iydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Infiammacoes.
Irregularidades
menstruafo.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-1
ros
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Suissos.
Em casa de Schafleitlin&C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimento de
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
noraetros, meios chronometros, dn ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo esles relogios
dos primeiro3 fabricantes da Suissa, que se ven-
deto por precos razoaveis.
KELOGIOS.
Vende-se em casi de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por presos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos,
de excellente tcosto.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armazens de Tasso
Irmaos.
Ra do Queimado n. SI
A SOS cortesde vestidos de seda quecustaram
609; a 69 cortes de vestidos de phautasia que
custaram 309; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio
com Tasso & Irmaos.
do Janeiro: a tratar
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sal, Havana e Hespanha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cada ama
dellas, contm uma instruccao em portuguez pa-
ra explicar o modo de se asar destas pillas.
O deposito geral em caja do Sr. Soum
pharmaceutico. na ra da Gnu a. SS, em Per-
namb co.
. Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmaos.
Milho
nos armazens da Tasso & Irmaos. .
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DI
Francisca Antoaio Cerreia Cardezo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
/
lili ITTT


-^

DIABIO DE PERNAMBUCO. QUARTA, FEIBA 16 DE MATO DE 1860.
ARMAZEM PROGRESSO
DE
-largo da Penha--
Manteiga perfe'.tamente flor a 800 rs. a libra e era birril se far mais algum abatimento.
Qucijosmuilo novos
a 15700 rs. e em caixa se far mais algum abatimento nicamente no armazem Progresso.
AmeVxas francezas
V?,l"L de Olh* e camPleis Carii.es i\c \jo\in\\os
mnito novos proprios para mimos a 500 rs., e em porco se far algum abatimento s no Progresso.
Figos de comadre
em caixlnhas elegantemente enfeitadase proprias para mimos s no Trogresso ecom avista se tara
um prejo commodo.
Tulas de soda \
com 2 Ifi libras de differentes qualidades a 1600 rs.,nicamente no armazem Progrcsst?.
Conservas
a 700 rs. o frasco vende-se nicamente no armazem Progresso
Rolacninna ingieza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4$. nicamente no Progresso.
Potes \Vdrados
de la 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1J200 rs. cada ,m
no Progresso. 111 v ^ ,
Chocolate francez \
a 1J a libra, assim como vendem-se os seguintes gneros tudorecentemente chngado e de superio-
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito nova, marmeladado mais afamadfa'-
Dncatiie de Lisboa, mar.a de tomate, pera secca, pasas, fructas em calda, amendoas, nozes, frascos
com amendoas cobertas, conidios, pastilhas de varias qualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos mclhores fabricantes de S. Flix, magas de todas as qualidades, gora-
mamuilo fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas manas, cervejas de ditas,
spermacelo barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, aze
lonas muilo novas, banha de porco refinado e otitros muilo gneros que encontrarlo tendentes
molhados, por isso promelcm os proprietarios venderem por muilo menos do que outro qualquer
promelera ma.is lambem servirem aquellas pessoas que mandareo poroulras pouco pralicas como
se viessem pessoalmenle ; rogam tambem a lodos os sanhores de engenho e seuliores lavradorcs,
quciram mandarsuas encomraendas no armazem Progresso que se Ihes afflanra a boa qualidade <*
o acondicionamcnto.
Verdadcira goma de matar ana
a 400 rs. a libra, s no Trogrcsso.
Palitos
cilhalos para denles a 200 rs. o maco esm 20 raacinhos, s no Progresso.
Cha nyson, perula c preto
os raelhores que ha no mercado de lj>600 a 250O a libra, s no Progresso.
Passas em eaixinlias de 8 iiiiras
as mais novas que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto proco de 2j560, s no Progrosso.
Macjas em caixlnhas de 8 llhras
coicndo 405 qualidades pevide, grodebico, eslrelinha.alclria branca e amarella e pastilhas de
maja, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Chouricas e nalos
as mais novas que tem vindo ao mercado.s no Progresso, afiancando-se a boa qualidade e a visla.
es tara um proco commodo.
CONSULTORIO
DO
iriMi lobo Hoseoso,
buhdm iPiiirsiiKD s otibuamb.
3 RA DA GLORIA, CASA DO FUNDO &
Clnica por ambos os systemas.
rnnir.f. I;,2bo Moscoso d consultas todos os das pela manha e de tarde depois de 4 horas.
p?oprieLdesrura?sraCUrarannualmeule nao s Para a cidade como para os engenhos ou outras
-onri.S chamadof deve_m s dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o uumero da casa.
.. Nos caS?* 1ue nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
melter seus bilhetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
Nogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement eos melhores medica-
mentosomeopathicos ja bem conhecidos e pelos precos seguintes;
Botica de 12 tubos grandes..........105000
Ditos de 24 ditos...............15|oOO
?.e V- 0S..............20^090
uno de 48 ditos...... Kifln
Ditos de 60 ditos.......\ \ \ \ \ \ \ SgJJJ
i unos avulsos cada um......... 1A000
Frascos de linduras........ *.*.*.** 22000
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr.' Ja'hr "tradu'zido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ...... 20#000
Medicina domestica do Dr. Bering, com diccionario." '. 108000
Bepertono do Dr. Mello Moraes......... 6J000
FUNDIQAO DAURORA.
..i* Seus Propnelanos offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em aeral toda e
Sr/L?mh tt em SCU reconhecdo estabelecimento a sber: macLa'de Vapor de
todos ostamanhos rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeiramoen
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de lodos os tamanhossubastes *mn
d?ocaee nat desea tk^ZtT^5 bCCaS Vn forna,haI ^^%TtTst Kl
mn l V i? aralodao> j>rencas para mandioca e oleo de ricini, portees eradaria co-
? di.hhr?.e/ent0,fc"r"d08' cu'tlvaJoJes. Pon'es, --aldeiras e tanaues. boiasf alvarengas
-1k- ?}ns de machl,nLsrao,- Ewcuta-se qualquer obra scia qual fr sua natureza Dlos
es>nhos ou moldes que para tal fim forem apresentados Recebem-se encommendas neste
piK?.hairUad0 ?rr-,tt Ae "/ rua d0 Collegiohoie do Imperado"?.. moradiado cS-
'rni^rata^urobv,6 ^^ ** ^ V>- Cm 'uem 0S P-tendentes se pUeL
Armazem de fazendas,
NA.
Rua do Queimado n. 19.
Coberlas de chita, goslo chinez, muilo finas, a
preco de 2J.
Lengos de cambraiapara algibeira a 2* a duzia.
Chitas francezas miudinhas e muito finas, co-
vado (pechincha) a 210 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca,
muilo bonitos, tondo 13 1(2 covados, por 2#.
Longos para menino o meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meias cruas para menino de todos os tamanhos
Ditas brancas para meninas.
Chales do merino estampados a 2500.
Alpaca prela, o covado a 320 rs.
Baloes para senhora a 63.
Madapolo com pequeo defeilo a 3.
Algodao monslro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
'5 decala miudinha com 38 covados por
)#o(O.
Paletots de brim de core3 a 3$.
Ganga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos pretos o mais fino que ha no mercado
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 4$.
Madapolo fino 3 6>.
Bramante de linho, vara a 2#300.
Farinha de man-
dioca
a tratar com Almeida Gomes, Alvos & C.
Arroz em casca
da cuz n 27Almeda Graes' A,ves 4 C-' rua
Para liquidar1
Na loja da Aguia de Ouro na rua do Cab u
n. IB, caix>nhascom8 1ibrasde superior figo
lorrado pelo baratissimo preco de l#Vcaixa
Attengo.
Vende-se um escaler novo com 4 remos de
faia, de patenle, e um bote novo, proprio para
todo servico, c por commodo preco : a traler na
ruado Cordoniz n. 6.
Vende-si urna duzia de eolheres de sopa
urna dita de cha com urna concha, dous colhei
roes, sendo um para sopa e outro para arroz,
'udo de prata, assim corao algumas obras de ou-
ro : na rua Augusta n. 48.
Yende-se a taberna 11. 14 do pateo do Ter-
co, bem afreguezada e Iluminada gaz e bas-
tante surtida ; vende-se lambem com as dividas
se quizerem : a tratar na mesma.
Vende-se um terreno com 100 palmos de
frente e 300 de fundo, na Penle de Ucha, es-
trada que vem da Torre para o porto que alra-
vessa para S.int'Anna : quem quizer, dirija-se a
fallar com a pessoa, na escela em frente da igre-
ja de S. Jos do Manguinho.
Nioguem deixa de comprar
3 moleques pessas. sendo um bom copeiro, ida-
do 12 a 20 annos;4 escravas para todo o servico.
1 negro por 800JKW0 rs ; todos estes escravos
se vendem por commodo preco: bem como 1
mulatinho de 18 annos do idade, official de al-
faiate; na rua de Agoas Verdes n 46.
= Na padaria de Ponciano & Salgado, rua es-
trella do Rosario n. 13. venae-se rap de Lisboa
em meias libras, de superior qualidade.
Cemento.
Superior cemento romano em barricas ; vene
de-se a 7, em casa de Farente Mianna & C, ru-
da Cadeia n.57.
Sabo
das fabricas do Rio de Janeiro : a tratar com Al-
meida Gomes, Alves 4 C.
Chales chinezesa
a 4^500.
Na bem conhecida loja do Preguica, na rua do
Queimado n8, vendem-se ricos chales de meri-
no de modernos e lindos gostos com um pequeo
defeito t-moh-- ,.45500 cada um.
Mareilhac.
Escra\os vtuda.
Vendem-se, trocam-se e compram-se estra-
ves de toda idade, e do ambos os sexos; na rua
dt Imperadora 21, primejroandar.
Arados americanos e machinas
pita lavar roupa: emjua de S. P. Jo-
hnston & C. roa da SWzala n. 42.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann lrmaos&C, rua da
Ciuz n. 10. enconira-se o deposito das bem co-
nloadas marcas dos Srs. Brandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
diau. Tem as seguintes qualidades :
De Brandenburg frres.
SI. Estph.
Si. Julicn.
Mirgaux.
L1 rose.
Cliteau Loville.
Clialeau Margaux.
De Oldekop &
S Julien.
S Julien Mdoc.
Cliteau Loville.
Na mesraa,, cftsa ha para
\ender:
S.ierry em barris.
Madeira em barris.
Cognac em barris. qualidade fina
Cognac em crixasqualidac e inferior.
Corveja branca.
Tachase moendas
Braga Silva & C, tem sempre no seu deposito
di, rua da Moeda n. 3 A, um grande sortimento
do tachase moendas para engenho, do multo
a( reditado fabricante Edwin Maw : a tratar do
mesmo deposito ou na rua do Trapiche n 44.
Pechincha.
1
Com pequeo toque de a\aria.
Na rua do Queimado n. 2, loja do Treguica,
vondem-se pegas de algodao encorpado, largo,
c( m pequeo toque de avaria a 2g500 cada urna.
Aos amantes da economa
Na rua do Queimado n. 2, loja do Preguica,
vndem-se coilas de cores fixas bastante escu-
ras, pelo baratissimo preco de 6$ a peca, e 160
rs. o covado.
Carne de vacca salgada, em barris de 21
horas : em casa de Tasso Irmaos
ele
eores.
\endcm-se oleados decores os mais finos que
>ossivel neste genero, e de diversas larguras,
per prego commodo : na rua Direila n. 61, loja
di chapeos de B. de B. Feij,
Pa da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
gl izes, candeeiros e easticaes bronzeados, lo-
nas inglezas, fio de vela, chicote para carros, e
montara, arreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inslezea
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
dsas cores, rua da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
Vende-se um lindo sortimento de collari-
nl os, manguitos, liras de cassa, anagoas elen-
cos bordados por precos commodos : em casa do
Mills Kalham & C, na rua da Cadeia do Recife
n. 52.
Vende-se carvo animal: na rua da Sen-
za a Nova n. 30.
Vende-se um rscravo, crionlo, de 21 annos
de idade, perito oflicial desapaleiro, e ptimo
copeiro, sadio e sem vicio ou defeilo algum : a
tr lar com o nbaixo sssignado, na alfandega, ou
ern sua residencia na rua-da Saudade, primeira
cajia comsolodo lado do sul.Pedro Alexandri-
no. de Barros Cavalcanti de Lacerda.
4lteacao.
Rua do Queimado n. 19, ar-
mazem de fazendas.
iChitas francezas finas de padres miudinhos a
2^3 rs. o corado, cortes de riscado imitando al-
paca com 13 1|2 covados a 2fl, coberla i chine-
za de dula muilo fina a 2, pecas de chita de co-
re;! fixas, muilo boa fazenda, lendo 38 covados,
a .ij800, ganga franceza para calca e paletots a
50) rs. o covado, lencos de cambraia brancos pa-
ra algibeira a 2j> a duzia, algodao com 8 palmos
a (00 rs. a vara, um resto de algodao superior a
)00 a peca com pequeo defeilo, idem de chi-
ta fina franceza a 180 rs. o covado, chales de
mtnn eslampados a 2500, brim de linho de
qu idnnhos a 500 rs. o covado, balos a 5$. len-
co; para meninos a 80 rs cada um. sortimento
de meias para meninos e meninas, fil de linho
fin) a 800 rs. a vara.
Attenco.
'"ende-se na ma Nova n. 71 junto a ponle.sac-
cof com milho muito novo a 1$, na taberna da
Cnz do Almas em ponte de Uchoa a 5500 e em
Ap pucos a 5^500 taberna nova junto ao acougue.
"- Vende-se gorama do malarana verdadcira a
80C rs.. e carnnhosdo mao muito bem construi-
dos a 1-. na rua Nova n. 71, junto a ponte.
Na fabrica decaldeireiro da rua Imperial
junio a fabrica de sabao, e na rua Nova, Iota de
Ten geos n. 37, ha urna grunde porsao de folhas
no unco, ja preparada para telhados, c pelo di-
minuto preco de 110 ts. a libra.
Plantas e flores diversas.
Tc-llorce, membroda sociedado de horticultu-
ra .le Pars, estando para se retirar para a Euro-
pa 10 primeiro vapor, vender de hoje em dianle
o s u variado sorlimenlo de plantas, flores, par-
reins e fructeiras diversas, com grande abali-
menlo de preco : na rua do Cabug a. 3 A
Relogio patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutcs.
Em casa de Arkwight & C, rua da
Cruz n. 61.
Aos senhores logistas de miudezas.
Bicos pretos de seda,
Dilos brancos e pretos de algodao.
Livas prelas de torzal.
Chtos elsticos.
$Li ihas de algodao em novellos : vendero-sa
por |reQos commodos, em casa de SouthallMel-
lors i C, rua do Trauiche n. 38.
Attenco.

irmazem de fazendas
KA
Rua do Queimado n. 19.|
Chita franceza fina escura de padres S
ruudinhos pelo baratissimo preco de 220
# t. o covado, a ellas antes que seacabem, m
l os o preco e a qualidade convida a l
& comprar. g
Milho e farello.
Ve ide-se milho a 48 o sacco em perco 35800
em cuta240 rs., farello a 5J o sacco ; na Iraves-
sa do paloodo l'araizo n. 16, casa pintada de
amaiello comoilio para a rua da Florentina.
FABRICA
CT)
DE
SittUa rut Imperial n. 118 e 120 junto a fabrica de saba.
DE
Sebastio Jvda Silva dirigida per Francisco Belmiro da Cosa
de inS'^VrtlnSf^lif10 ". STpre PromP!?,s "ambiques de cobre de difierentes dimencoea
'nanL.?S \V P e1dobrados. P?ra destilar agurdente, aparelhos destilatorios contnos
melhnrf, Lv.fnrn.l areSp,n S C,m 8r,du"2 al ^'w pela graduaco deSellon Cartier) dos
%, iS sysrlleraas -hJe aPProvados e conhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
di hrnn,f aJmr0es,Jaspera-nle3 etd.e.rePucho lan'<> trrnnararnV,0o^aSdime.nSOese/eill0,tpara 1>Mqoe81 tanques etc., parafusos de bronze e
.. rt?mf- 8gua,por as Para fo^lhas e crivos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as uimencoes para encmenlos, camas de ferro com armaco e sem ella, fucoes de ferro notaveis e
econmicos tachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadeicos espumadK coco
para engenho folha de Flandres, cUnmbo em lencol e barra ziVco"en enro ^e boira tances 2
arroellasde cobre. lcnCesdeferroalato,erro suecia inglezde toda dimensSc safrV* tV^
^2*ZtrTLe{C-', ,e 0Utr8 ,muitosaros po!?menos precedo^qufem outra ualqe
parle, desempenhando-se toda e qualquer encommenda com presteza e perfeicao i conhecida
raoana rTZVvVJ^T ^ S dinlf'?.lonraremP-nos com f S. cononQ.? acna-
rao na rua Nova n. 37 loja de ferragens pessoa habilitada para tomar nota das encoimendas.
Relogios de ouro e prata.
Em casa dcHenry Gibson, ruada Cadeia do
Recife n. 62, h para vender um completo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronome-
iros, meioschronomelros e de ptente, os rae-
lhores que vem a este mercado, e a precos ra-
zoaveis.
37 Rua do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabclecinrcnto um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
tots de panno fino de 16$ at 28$. sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muito superiores,
a 35$, um completo sortimento de paletots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 5$
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8JJ,
ditos muito superiores a 10$, ditos avelludados,
copa alta a 13, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4, 5 e at 7
cada um, dilos de seda e de palha eufeiladOs pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12J, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
dasa 255, ditas de palha de Italia muito finas
25JI, cortes de vestido de seds em cartao de 40jj
at 1508, ditos de phantasia de 163 at 35g00O,
gollinhas de cambraia de 13 at 5#, manguitos
de 18500 at 5jf, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletes, paletots e calcas de 3*500 at
48 o covado, panno fino preto e de cores de 25500
al 108 o aovado, corles de collelede velludo
muilo superiores a 9 e 12$, ditos de gorgurao
e de fuslao broncos de cores, ludo por prego
barato, atoalhado de algodao a 1&280 a vara,
corles de casemiras de cores de 5 at 9, grosde-
naples de cores e pretos de 1$600 at 320 o
covado, esparlilho* para senhora a 68. coeiros
de casemira ricamente bordados a 12 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12j cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20 a
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a
21400, barege de seda para vestidos, covado a
1&400, um completo sortimento de colletes de
gorgurao, casemira prela lisa e bordada, e de
fuslao de cores, os quaes se vendem por borato
precb, velludo decores a 7 o covado, pannos
P"l,cima de mesa a 10 cada um, merino al-
epCMtdo proprio para paletots e colletes a 2800
jicovado. bandos para armacao de cabello a
1*500, saceos de topete e de marroquim para via-
R*m, euro grande sortimento de maxas e malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostrarao
t SINETES PAlA MAIlCAn ROlW
2 2 RUA DA IMPERATRIZ 2 2
Camisas inglezas.
Pregas largas.
Goes & Bastos.
Rua do Queimado n. 46, frente da loja
amarella.
-Acaba de chegar na bem conhecida loja de
Goes & Ba3los, um grande sorlimenlo das muilo
desojadas e verdadeiras camisas inglezas. com
pello de linho e pregas largas, j bem conheci-
dos pelos freguezes desle estabelecimento, as
quaes camisas ha muilo se eslava esperando, e
por ter grande porcao, temos deliberado, para
mclhor agradarmos os freguezes, vende-las pelo
diminuto preco de 368 Por duzia.
Fazendas porbaixos precos
Rua do Queimado., loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restam algumas fazendas para concluir
a liquidarao da firma de Leite i Concia, as quaes'
so vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
al60rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezes de cores flxas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muilo bom. va-
ra, a i000.
Cortes de calca de meia casemira a 28-
Dilos de dila do casemira de cores a 5.
Panno prelo fino a 3 e 4.
Meias de cores, finas, para homem. duzia a
1J800.
Grvalas de seda de cores c prelas a 1.
Meias brancas unas para senhora a 38.
Dilas ditas muito Gnas a 4g.
Ditas cruas finas para homem a 48-
Corles de colletes de gorgurao de seda a 2.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4.
Chales de 15a e seda, grandes, um 2.
Grosdcnaple preto de 18600 a 2.
Seda prela lavrade para veslido a 1600 e 28
Cortes de veslido de seda prela lavrada a 16
Lencos de chita a 100 rs.
La de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, ngindo seda, covado
a 400 rs.
ntremelos bordados a 200 rs.
Camisetas paro senhora a 640 rs.
Dilas bordadas finas a 28500.
Toslha3 de linho para mesa a 2 e 4.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lengos de seda para pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordados para baptisar crian-
zas a 5a000.
Corles de calca do casemira preta a 6.
Chales de merino com franja de seda a 5.
Corles de caiga de riscado de quadros a 800 rs.
Merino verde para veslido de monlaria. cova-
do, 1#280.
Lencos brancos de cambraia, duzia, a 2.
Milho e Isrelo.
Farelo a 4500 o saeeo, milho a 4, em cuia a
24 rr. : na taberna da estrella do largo do Pa-
raizo n. 14,
= Vende-se urna prela moga que cozinha, la-
va eengomma pcrfeilamenle : na rua Nova nu-
mero 55.
Botica.
Bartbolomeu Francisco do Souza, rua larga
do Rosario n. 86, vende os seguintes medica-
mentos-:
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezes.
Ditas vegeaes.
Salsaparrilha Bristol.
Dita Sonda.
Vermfugo inglez. .
Tarop do Bosque. "
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Holloway
Pilulasdo dito.
Ellixir anti-asmathico. ,
12Tibia3 de b0C" Urga Cm rolha8' d6 0D5as *
Assim como tem um grande sorlimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler & C, rua
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogiot
de ouro, patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, rua
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se:
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Ilavana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
omuilo.efamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Meni Julop, Bilters, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes e pequeas, de dif-
ferentes autores, de un modello inlciramente
novo, por preco commodo.
Salsa parrilha em frascos grandes e pequeos,
muito bem acondicionada.
Pilulas vegeaes (verdadeiras.)
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Espirito de vinho com .44
Escravos fgidos.
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
graos, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
aodaa: na rua larga do Rosario n. 36
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellentes por sua durarlo, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de llenry
Gibson. rua da Cadeia do Recife n. 62.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cos e do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall Mellori C, rua do Torres
o. 38
Superior e chapeos de manillia.
Estes excellentes chapeos que por sua qualida-
de e eterna duraqao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exUlcra venda nicamente em casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recite n. 62, por
preco commodo.
Vende-ise
linha de novello de lodos os sortimentos, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores brou-
cae pretas, por procos commodos : em casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
AS KLH0RES JIAIMAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & C.
WHEELER.& WLSON.
oasdott,IlMiabe,ecmenl0 *e nf.ir *a d5"s a"torPS mostram-se a quol-
Ta. r50" dld,a ou da noite e responsabilisamo-
m W."..b0a ualHade e eguranca :no arma-
rmo r. DHdaSrde Ri,ymd<> Carlos Leite &
ES-d Boa-V1sI.TPeralr12 1- anlaniCle
Marmelada.
elucubra0"6*13 D' 6' ha ma,mclada superior a
mi A
nelrfhf^Uc6 borzeguins rTTnTei'eTpara senhtra.
nn mnn SS,n' ,;rP,;0 d8 4&5u0 e #900 o par. c
Erm0 P0r f*800 e 3500 P": a leja de
qnuim^SsndaercUaas,dro.CaLU8 4' d
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
arm.zemaD.Vender-Se' D '"8 da Assembla,
Calcado francez barato.
Na loja de Burle Jnior & Martins, rua
do Cabupa'n. 16.
Bolinas de lustre para homem dos me-
lhores fabrcenles 8*000
Dilas de bezerro e panno 7000
Bitas de lustre para senhora 4a000
unas todos de duraque preto sem sallo
para senhora 33000
Ditas de setira branco para tenhora 50O0
unas de lustre sem sillo para meninas 3000
oopaioes inglezes de vaquela SflQO
Ditos de lustre cora borracha na frente 5*000
unos diio dilo para meninos 3$O00
Os melhores charutos da Bahia por precos mui-
to baixos.
os jesutas
PERA.ME A HISTORIA
PELO DOCTOR
Ovidio da Gama liobo.
Ainda reslam alguns exemplares desta precio-
sa obra, a 5 cada um ; na livraria ns. 6 e 8 da
prac da Independencia.
Vendem-se 10 cadeiras, 1 dita de balanco
1 marqueza, 2 banquinbas, 1 mesa redouda t
lavalono, 1 toucador, 1 cama de armaco, ludo
em bom estado : quem pretender, dirija-se a rua
Utreila n. 129 que se dir quera lem.
Ba do Codorniz n. 8*
poMuaot? e'ia0 amarell' MCC0S de 3 caias-
Milho, saceos grandes, por 4*000.
= Do engenho Frexeiris, na provincia das A-
lagoas, fugio em procura de Garanhuns a Moxo-
to, um escravo cabra de nome Joao, com os sa-
naos seguintes : cabellos pegados, corpo secco^o
espigado, um ou dous lobinhos atraz da orelha,
falla talo, um pouco pocholla, e tem ma em Ma-
xot: os apprehendedores levsra-no dilo enge-
nho Frexeiras, na comarca de Macei, ou nesta
pra$a ao Dr. Antonio Buarque de Gusmao xa
Passagem da Magdalena.
Escravo fgido.
Na noite de 28 de abril prximo passado fugio
de casa de seu senbor um escravo de nome Roy-
mundo, idade de 18 a 20 annos, estatura media-
na, e roforcado, bonita figura, bocea pequea e
bons denles, falla bem, (.abra escuro) lilho do
Ico, d onde veio, pouco mais ou menos, a um
anno, levou com sigo alguma roupa, consislindo
em cairas de brim trancado branco, de algodao
mesclado, camisas de madapolo, de algodao ris-
cado, jaquela de panno fino azul, grvala prela,
chapeo de feltro fino, cor clara, costuma andar
calcado, intitulase forro, salla muito bem, pois
teiido sido duasvezes apprehendido, tem se eva-
dido, consta ter urna amasia muala, mullur for-
ra, com quem esleve na Boa-Vista, enonde f"i
apprehendido. estove Irabalhando em Santo A-
maro : quem o apprchenecr e levar rua da
Cadeia do Recife n 20. ser.A recompensado
c SOS000 DE GRATIFICADO.
Fugio da rasa de seu senhor no dia 4 de abril
p. p. o prelo de nome Flix, de naco Mocam-
Mque. idade de 35 a 40 anuos, levou ralea de
brim rom ramagem azul, estatua baixa' cor
fula, baiba na punta do queixo, tem na testa
por cima do nariz um calombinho que parece signal da trra delle, lem os ps um pouco npa-
llielados, fui esetavo do Sr. Wanoel Francisco
Duarle, este o vendeu ao Sr. Synphronio Olim-
pio de Queiroga a quem foi comprado no atino
prximo passado, este lem sido pescador e raja-
dor ebeje padeiro, e por isso lem callos ras
junlasdos dedos pelo lado das costas das maos,
em razao da maceirn, j esteve fgido para ban-
das da villa do Cabo muilo lempo, iuiitola-se
forro, muda o nome delle para Joo, ou oulro
nome, foi pegado no Cabo porum moco do mes-
mo lugar por alcunho Quimas ; domingo 8 do
correntc, esteve a tarde n'umn taberna na pas-
sagem que vira para o Remedio, e o Sr. lliiartc
diz que os suas fugiJas tem sido para os lugares
seguintes : Caxanga al o engenho Camamgibe,
narbalho, Ibura at o Cabo ; poilanlo roga-so
aos capiles de campo c as autoridades poliriaes
e qualquer pessoa que o possa encontrar o apre-
hendam eo levera a seu senhor na padaria do
pateo da Santa Cruz n. 6, que ser generosa-
mente recompensado, e protesta contra quem o
luer acoutado em sua casa.
Boa g.atificaQo.
Fugio na noite de !> do torrente, da casa de
seu seu senhor o mualo Luiz, de idade de 17
annos, sem signal de barba ainda, cor parda, ca-
bellos chegados ao casco meios ruivos e grandes,
altura regular, magro, e lem os ps grandes, le-
vou chapeo de palha velho, camisa branca de
algodao anda nova e calca de enfiar de quadri-
nhosj desbotada, csso escravo andava empre-
gado no servico de um huid na rua das Cruzes
cenduzindo fornidas para fora : quem o pegar po-
de leva-lo a praca da Boa-Vista,botica do Sr. Ri-
beiro n. 22, que ser bem recompensado.
No dia 20 de abril prximo passado fugio
do engenho Santa Cruz, sita na fregjjczia da Es-
cada, um escravo crioulo de nomo Amonio do
idade 25 annos. altura regular, bonita ORnra, bas-
tante barba, o qual foi comprado a Domingos da
Cosa Martins em 1857 ; roga-se a quem o ap-
rehender de leva-lo a seu senhor Joaquira
Thcodoro do Reg Barros, no engenho Murissoca,
ou a seu correspondente nesla praca, Gabriel An-
tonio de Caslro Quinlaes, que recompensar ge-
nerosamente, e lambem est encarregado de ven-
de-lo, se assim convicr.
Moleque fgido.
Desde segunda-feira passada que desappareceu
o molecote Lourenco, crioulo. do serlao do Cea-
r, mais esl ha muito lempo nesla praca, re-
presenta ler 18 a 20 annos, c lem os signaos se-
guintes : urna marca oe ferida anliga que Darecc
queimadura junla de urna das funles, ps gran-
des, andar passo largo e de vagar, estatura bai-
xa ecabeca achatada, levou camisa de chita ou
branca, calcado panno, chineo do Chyli, esle
moleque costumava a carregr assucar na rua do
Apollo : quem o pegar queira leva-lo rua do
Trapiche n.40, que se gratificara.
SOS de nilificacao,
Conlinua a estar fgida a cabra Josepha, de ida-
de 50 annos pouco mais ou menos, altura regu-
lar, marcas de panno pela cara, falla de denles
tornozellos enchados, andar estrupiado, e3la es-
crava-fugio em 30 de Janeiro do auno passado,
desconlla-se que esleja acoulada em alguma ca-
sa ou servindo de ama, tem donsfiihos nesla pra-
ca, urna por nome Domingas, liberta, e oulro de
nome Matbeos, escravo de um senhor para as
bandas de Apipucos, alguem j a lem visto, por-
tanto proiesia-se contra quem a liverem sua casa
assim como d-se 50{J a quem a trouxera sua se-
nhora na Soledadc eslrada de Joao Fernandes
Vieira ou dec noticia certa
Gratificacao de 50^000.
Fugio no dia 17 do crreme mez o escravo
crioulo de nome Malheus, de idade de 20 a 25
annos, e lem os seguintes signaos : cor preta
altura regular, espigado e reforcado do corpo|
falla descancada, n.aos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, e com basian-
le espinhas no rosto ; levou calja e camisa de al-
godao de listra8 azucs, chapeo de palha da Inlia
V ?" i? com fila prc,a; esle ecvo natural
de (J*ebrangulo, onde tem mai e irmos, e foi
pertencente o dilo escravo oeste lugar aos Srs.
Cosme de Pinho Smtiago e Josa Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
rara e deram em pagamento eoSr. Souza, Bar-
ros i c. desta praca, e estes venderam ao Sr.
Silvino Guilherme de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmo ; consta que esle escravo fu-
gio em corapanhia do cabra escravo, Maicolino,
de Macei portanlo, pede-se as autoridades po-
liciaca e lgumas pessoas particulares, que o
caplurem c levera-o a rua de Apollo n. 7, ou a
rua Nova n.l, que gralicarao com a quanlia
cima.
Escrava lugida:
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18-
do correte, urna sua escrava da Cosa de nome
Maria, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, cor nao muito pela, tem
bastantes cabellos brancos, costuma trazer uro
panno atado roda da cabera, tendo por signal
mais saliente as raaos foveiras, proveniente de
calor de Cgado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, portanlo, s autoridades poli-
ciaes, capiles de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita escrava, e leva-la a loja
do Preguica, na rua do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina dcfronle
daeocheira do Illm. Sr. tenenle coronel Sebas-
tio, que sero generosamente recompensados.
____


(8)
)HRIO DE PERNAMBUCO. QUARTA FE1RA 16 DE MAlO D lO.
Litteratura.
so elevara a 25u,UOU Dorios nos primeaos aimus,
c a 150,O() nos ltimos : os premios mais pe-
queos sao para os primuiros annos de 120, e
para os seguidles de 200 florins. E' a lotera pura
e simples.
A Austria depois do congress de
Pars.
O banco hypolhecano, cujo capital monta a
Fm 31 de Janeiro de 1860 csse recolhimento f0. milhh6es deH fi?.rins- coroprehendido no cap-
che,,0 SO milhoes, islo uo po.iro mai. de : l> dsba"cdftcft ** *?* LT t^'v
dos hilhetos em Circulado, cujo total ^\^0'\^r^^W\i-mKT' desde(lb50
403 .nilhues de florins. Os .diantamenlos ao es- c u'm emprestado 50 milhoes. Os cmpreslimos
Udo sobre obrigaeoes da via ferro, do sul sobem so effectu.in por m.io d, bilhetes que rendem o
, 40 milhoes, sobre os dominios i 98 milhoes, Jr d5 Pj"W- jo comb.o e hoje de 88. a25
sobre rendas a 133, 20 pelo resto de. cmpresli- Por l e .o devedor paga 6 por 0|0 dojuro
mo inglez, e i 49 pe* retirada da rireulaoo do Bnn.uaI1' >" nrarluacao Acuda sobr um
antis"papel moeda (total 310 milhoes de florins en.bolso en trinla annos. Quanto aos cammhos
ou 850 milhoes de trancos.) A' vista desta sita- \ de "ro. o estado nao Ihes d subvencao ; ga-
cao comorehende-se por une um mez antes, islo Ira" e smenle o juro de 5 2,10 por anuo, com-
6, nospnmeiros dias de deiembro, quando o na-! prehondida a amoriisarao.
rao de Bruck fez entrar nos cofres do banco urna
menear urna prudente detunga, porque BUH
cousis nao su fazem com tanta pressa. Quaes o;
effeit >* produzidos pela publicaco do maoifesto
imperial ? Sendo constituido o novo ministerio,
aprestou-se este em nomear urna commisso
immidiala sob a presidencia do condo Harlig,
um dos administradores roais inlelligontes do
impeiio, para submeer a um exame profundo
lodo o systema dos impostos directos. Oulra
commisso presidida pelo barao de Schelchta foi
instit lida com Tlra de realisar economas em
todos os servicos? Finalmente, porem j mu i lo
lardo, islo, somenle pelo decreto de 23 dede-
porco de milhoes de florins perlencenlcs ao es-
tado, os directores do banco moslravam vivo de-
sojo de se apodorarem desse precioso deposito ;
mas o governo liuha a salisfazer urna necessidade
mais* imperiosa a do pagamento em dinheiro
do grande emprcslimo nacional de 1854. Um
aviso oilicial declarou de antc-mo que a contri-
buicao semestral do 1. do Janeiro do 1860 seria
saldada em valores metallicos, o que com cffeilo
tere lugar, e os directores do banco nao liveram
geilo senao subroetlerem-se. Digamos, em con-
clusao sobre essas transacc^es de banco com o
estado, que o ministro das financas prope-se a
fazer entrar nos cofres do banco de Vienna loda
a somma dessa parte da divida nacional decahida, i
a conclosio defiuitiva da paz, e ao empeuho da j
Lombardia, de que esta se poda livrar mediante !
Contribulados annuaes na razo de 5 por cento. '
Esses litlos, negociaves no eslrangciro, permit- |
tiriam ao governo desempenfiar-se para com o I
bjueo, principalmciile dos adiantamentos feilos I
cesle anuo. A commisso da divida nacional |
acaba lambem de propor que o banco receba va-
lores perlencenlcs caixa da amoriisarao, e cujo
total de cerra do 42 milhoes de. florins ; porem
esses ttulos. obrigaeoes dos caininhos de ferro p COm
da Galicia, da Theiss, etc., uiTerecem urna garan- Tyrol,
ta segura ? Quanlo aos adianlamenlos anlerio-
Com ludo deve fazer
se dislinrrao entre as antigs e as novascon-
cesses. As linhas primitivas executadas pelo
estado foram vendidas por procos que consti-
tuim urna verdadeira subvengo, e demais o
trafego se chava j singularmente desenvol-
vido ; as novas concesses, os accionistas de-
verfio efTecluar a despeza total da construyo
cora a nica compensarlo de um Irafego semre
usufirienlc a principio n'um paiz como a Austria
preciso pois recorrer contribuico do estado
para completar o juro garantido. Islo explica .
a depreciarlo em que lem cabido as acedes J.is
viasferreas.
lorma iutroduudo nos hbitos do publico, quo
nao sentem quasi as variaces do cambio. Quan-
do o florra baxa de 2 francos e 50 cntimos
a 2 francos e s vezes a menos para as pracas es-
trangoiras, oacobjedos de primeira necessidade,
os gneros de prudurcSo indgena por excellen-
cia, nao augmentan) de preco ; e o mesmo sur-
cede respeilo doajanlarios. Por conseguinle os
productos que a J^stria poderia exportar em
raaior quanlidade, isto o trigo das suas pcovn-
cias de lesie e do sul, as sedas e 03 viithos da
Hungra, nao produzem no interior urna renda
mais elevada em razo do agio ; ao contrario o
zembro de 1859, a anl'ga commisso da divida,! agio concorre para elevar o proco dos objectose
instituida cin 1817 para subraetler a um exame mercaduras importadas do eslrngeiro, e accres-
e vig lancia restrictos todos os negocios flnancei- i cenia novo deflcil ao que d o bataneo comraer-
ros, foi reslabclecida, sendo composta do sote cial(1).
memaros, dos quaesqualro da tscolha do banco
e do commercio.
A .arefa da primeira dessjs commisses, a
que a carta ou patento imperial d o titulo de
imm'.diata o liga um carcter legislativo, da-
quelas que se nao podem preencher senao coa
urna prudente demora ; o apezar das urgentes
necesidades do momento, nao se deve esperar
dola promptos resultados. A commisso nao
deve concluir por urna diminuido de impostos,
vista do estado das financas austracas; porem
pode eslabelecor mais cgualdado nos encargos
que iiossam solver os contriauntes. e desi'arto
satis azor justas recUniac,es. Infclizmenle
nao ;e improvisa seroelhante iraiiaiho. Quando
A associaroo ranco-auslriaca ( vias forreas foran abolidos os direilos feuda(?s, e o imposto
da Kohemia 'o da Hungra ) preencheu todos os e3teidou-sc s propriodades at e,nlao isentas de
seus compromissos para com o oslado, c agora direilos, quando a Hungra e as provincias adja-
s Ihc resta lazer face as dcspezas"de melhcra- I cenli-a foramsubraetlidas a um redimen uniforme,
monto, que dependem somonte della. Se nos t foi preciso proceder rpidamente a una avalia-
primeiros annos nao fez quanlo della se espera-' cao ;ujas bases differein mulo das que serviram
va pelo menos lem adquirido a certeza de rae- para determinar o censo no rcslo_ do imperio
lhor futuro, e mais favoravel.
Nao abandonaremos este assumplo sem men-
cionar um oulro fado, causa do enormes projui-
zos para as populaces e vm a ser os resultados
do monopolio do tabaco. Quando depois de 1848
o governo estabelecou ess systema na Hungra,
onde a cultura era entao livre, obrigou-se a com-
prar loda a collecta.
Os proprietajios. temendo a adminislracao ;
Iratarampouco do cultivo dessa planta ; animados
porni pelo governo e em virlude das ms colhei-
las do trigo, angmemtaram de tal sorte o numero
das trras desunidas" plantario do tabaco, que
pinada que n um espado uiais uu menos turi
tenhamos de ver produzir-se uta desfecho fatal o
Nesle caso quaes sero as transformaces, que se
deve operar, qual a conducta a seguir-se, aflm
de acalmar os nimos, e restabelecer a ordera fl-
nanceira ? Depois de havermo3 indicado o mal,
curopre-nos tambero indicar o remedio, resumin-
do summariamenle cada um dos pontos mencio-
nados neste trabalho.
Assignados que foram os preliminares de Villa-
franca, o governo austraco manifestou para logo
a inlencao de reformar o rgimen interior da sna
|.administracao; consullou as grandes divisos
lerritoriaes dos seus estados a horaens que se a-
chavam revestidos da sua confianca. Conhece-
mos o resultado desse empenho ; nao so achava
elle terminado, e j o governo pareca voltar ao
estado de indeciso ordinaria, e mesmo apenas
manifestou a sua aclividade por promessas e insi-
gnificantes c pequeas medidas. A le sobre a
organisaco industrial constitue entretanto um
raelhoramenlo serio, eque merece ser menciona-
do. At entao o systema de corporales e pri-
vilegios vigorava na Austria; porm a le de 27
a administrarlo, do 130,000" yocfts reduzio" a i de dezembro de 1859. ainda que nao muito libe-
80.000, indemnisando o dftlivador na razo so-
A companhia lombardo-veneziana ( vias fr-
reas do sul e da Italia j obleveuo estado a li-
nha de Vienna a Trieste, quo fieou augmentada
com oantigo ramo de Oriene-BaHiv reduzido,
diversas oulras linhas na Corinlhia, em
o na Croacia. Esto ficto occasionou a
supprossao ou o addiamento indefinido d'uma
grande'parle das linhas da va frrea do Oriente
grupos, cujo inleresse garantido separadamen-
te pelo estado. Todos os grupos noros esto
no mesmo caso cima indicado das linhas sem
subvencao. O anligo grupo lombardo conserva
res, f.-z-se urgeuto que meios enrgicos ponham
fim urna siluaro tao anmala, que consumo a ; porm o negocio nao deixa de ser consdcravcl
base principal to crdito existente na Austria | ES[a companhia so aeha dividida em muilos
contra o estado, o qual monta anda a urna cifra
do 850 milhoes de francos, e parausa completa-
mente a accao que o banco deveria exercer em
provcii da industria e do commercio. Em 1858
0 ralor dos bilhetos descontados foi somonte de
B80 milhoes do francos um punco menos da sexta
parte das operacoes do banco de franca em lt7,
Buppoudo-SO que essa cifra de 880 milhoes nao
comprchendo as notas do thesouro. Nesse mes-
mo auno de 1858 a divida do estado tara com o
banco era de 509 milhoes di francos, osadinmen-
tos sobre valores pblicos de 201, e montando a
crcularao dos bit heles a 902 milhoes, podo-se
muito bem ulrmar que o oflicio do banco de
Vienna se limilava exclusivamente a fornecer o
sen papel ao thesouro, e a garantir a todo o pro-
co os ttulos da divida publica. Em 1859 a si-
tuacao so teni agravado muito mais ; os algaris-
mes demonstrara que olla exige medidas cfficazes.
L'in fado mui significativo veio ainda mais es-
clarecer o estado das nanras austracas, e os
expedientes a que o governo tom recorrido para
Ora servia de base o anno de 1842; ora os an-
nos excepcionaes de 1854 e 1856 erara tomados
por fundamento da imposicao. Assm o imposto
territorial, avaliado para as antigs provincias
em 16 por 100 da renda liquida, e a 21 com os
eenlimos addiconaes, cliega na Hungra a 32 por
100, e a 40 com 03 cntimos addiconaes. Por
25 flancos de renda territorial paga-se o impos-
to d 10 francos. A taixa sobre as casas indus-
trial s d lugar a desproporcocs nao menos re-
pugnantes. Em certas localidades nao ha mais
que um s impaslo sobre os arrendamentos ; lor-
na-se elle maicr para as fabricas em virtude do
seu lamanho e exlensao. Em Vienna o imposto
loca ivo [hausr.in*leuer] eleva-sc a 33 por 100
da runda. Finalmente as cusas da percepeo dos i
suas primo/iras vantagens, salva a? complicaces irap>slos directos absorvem a metade da receila. i
ral, porque classifica entre as profissoes conces-
sionarias industrias laes como as do marcineiros,
carapinas, charuteiros, allaiales, etc., todava foi
considerada pomo um beneficio, porque acabou
com o anligo systema de corporacin. Duvda-
mos todava que taos reformas baslem para se-
renar as agitacocs que se puma na Hungra, e
nos paizes annexados.
que podero resollar das novas divises lerrilo-
riaes. Quanto ao grupo que conlem a linha do
sulle Vienna a Trieste, ser na verdade. muilo
productivo ; infelizmente porm o governo faz
posar sobre csse grupo exclusivamente nao s
lodo o preco da linha do sul, como lambem o
das vias executadas em Tyrol, Croacia, etc. e
este onus carreg* sobre o beneficio quo poder
obler o grupo cm queslao.
A associaco de Elizabeili Bahn ( via for-
rea do oeste ) que fura fundada com o capital de
45 milhoes de florins, medanlo 225 rail acedes
de 200 florins cada una para elevar o cambio,
jolgou quo devia resgatar 95,000 aeros ; porm
esla med la nao combinando com urna redujCQao
as despezas previstas, foi preciso prover a di-
obler modiflcacoes. A 10 de oulubro de 1859 o minuiro do 15 milhoes de capital per meio da
jornal olfcial, "em consequencia das cotilas do | parlicpacao do egual somma no empreslimo do
18")8, publicava o producto total do empreslimo crediio mobiliario, de que j fallamos. A cora-
hore nacional de 1854. Ora, esse empreslimo! panhia linha alem disto elecluado um empres-
vulunlario de 500 milhoes de florins, cuja subs-i timo para pequeas linhas readquridas ; e fi-
Cripco, digamos aqui entre parenlhesis, nao dei-! nalmente se acha amearada do urna grande d-
xou de ser movida por meios coactivos pelas au
toridades de olgunvis provincias, devera ser sal-
dado de 20 de julho a 19 de agosto. Um aviso
ministerial de 15 de setembro de 1859 declarou
que a cifra do capital subscripto regularmente
monlava 506,788,177 florins. Urna redueco
proporcional deveria ler sido feilo era razio desse
excedente mui diminuto, quando a Gazeta de
Vienna, por oecati&o do ultimo recolhimento
operado, publirou que a somma defioiliva do
empreHimo livre chegava 611,571,300 florins,
isto que o governo linha emillido um sexto
alem da somma decretada (280 milhoes de fran-
cos.) Dessa cifra 26 milhoes e meio foram lirados
da caixa da amoriisarao, e em vez de ficarem
nessa caixa rccolhidos esses 26 o raeio milhoes
destinados ao pagamento da divida, por urna no-
va irregnlaridsde deo-se-lhe em troca obrigaeoes
d emprestmos. Quanlo aos 85 milhoes do Bo-
lina excedentes, como podo o governo obte-los ?
Seguramente a subscripQao, que foi encerrada
com 506 milhoes, nao os poda ler fornecilo,
pois que por si era insuHicien'c para salisfazer
todos os empenhos. O imperador, como todos
sabem, disponsou da derrama por graca especial I
as rommiinas, ostabelecimento
dos da Hungra e do Veneza
lo nao so provar o conlrjrio
tir oulra supposiQo senao que a adminislracao
fez imprimir e vender bolsa essas obrigaeoes
supplementares, necessarias sem dritids para fa-
zer face s necessidades urgentes.
Exponhanins agora em poucaspalavras a sitna-
ca o das grandes emprezas que em 1855 promeltia
resultados mu prsperos. A' excepto do crdito
mobiliario e do banco hypothecario encorporado
ao banco geral, neuhuma oulra crearao ha que
mereca ser citada.
n crdito mobiliario eslabelcceu grandes re-
cursos no paiz ; tem concluido grandes operacoes
commcrciacs, lomado parte as diversas socieda-
des anonymas, garantindo as suas accoes, em-
prestado sommas consideraveis i muilas indus-
trias ameacadas de cahir, o que ludo paralisa os
seus meios" de arco, absorvendo os seus capilaes.
O seu fundo social se acha fixado em 60 milhoes ;
e a sua nperarao mais importante desde a sua
oiigem a negociaran por sua conta o risco de
um empreslimo de 42 milhoes de florins emilli-
dos por seccoes de 100 florins cada urna, que nao
garantem juro algum, e somenle. participam das
vantagens de urna lotera cora amoriisarao ao
par dos nmeros sorteados, edos premios consi-
deraveis. Esse empreslimo, de que parlilham as
cnnipanhias da na frrea de Vienna a Sabsbourg,
da Theiss, de Pardubilz a Reichemborg, e do
vida nao couhecida.
A companhia da va frrea do Theiss so acha
em condices anlogas ; comecando com um ca-
pital ''e 40 milhoes de florins. julgou a proposi-
to retirar da circularao 80,000 accoes sobre
200,0'H). Das 120,000 que resleram 50,000 esto
depositadas as caixas do esludo, que fiz adi-
antamentos. Para substituir as aeros retira-
das nos valor de 15 milhoes de florins, recor-
reu-se ao empreslimo por lotera do crdito
mobiliario. Finalmente as accoes s podem ser
resgatadas na razio de 50 por 0|O. Quando ser
possivol livrar o capital ?
A companhia da via forrea do Pardubilz a
A c< mmisso immcdiala nao lera de oceupar-se
com os impostos indirectos ; entretanto quo os-
les lao lugar a representaces bem acrimonio-
sas.j Mencionamos j o imposto do consumo do
vinlio oda carne nos campos. Na Inglaterra c na
Frajiga esse imposto sse refere jrarne consu-
mit'a as cidades ; na Austria porfim o decreto
de -i de maio de 1859 estabeleco'a mosma re-
lacio entre as populaces ruraes e as popula-
Coi urbanas: mais um accrescimo s desvn-
lagins occasionadas pela guerra. Q imposto de
con iumo sobre as bebidas na Hungra um dos
mais pesadns. N'uma caria do anligo dictador
Kossut, recentemenlo publicada pelos jomaos
ingle/.os, vo-se que o propriotario de urna vinlia,
dep jis de pager o imposto territorial, j lo ele-
vad ), deve mais pagar 1 florn por barril de lo
niei idas, o qual se vendo por 2 ou 3 florins.
Al n disto como o productor c obrigado ao im-
pos o de consumo at sobre o vinho >que elle
pro >ro bebe, deve consentir que ponhn o sello
sob o os barris na sua adega, a menos que prc-
flra sujeitar-se a urna prestarao annutil que o
liscD avalia Kbilrariamente Um rcsdeipvcl co-
nego de urna egreja calhedral leve de sofTrer
que o seu consumo fosse avahado seriamente em
20C medidas por mez, mais de metade de um
barjril por dia.
Os direilos de transferencia deram lugar a re-
cia nacestaes, que o impoudor por urna rarla
aulhographa, dirigida ao governador do Tyrol,
acaba de decidir que esses direilos ontio vivos,
ou em virlude de morle, nao se clevasse mais
que sobre a metade do valor das possessfs e pro-
prii dades dos camponezes, sendo que essie valor
tolil nao exceda de 4,000 florins.
Esta reforma n'um territorio, ondo o governo
mente de 20 florins por yock supprimido. Alera
disto o estado fixa o preco do la saco, e ha alguns
annos que os pryprielarios se qucixam da exigui-
daJe desso preco. Diminuicho de um producto
mui favoravel exportago, condices desvanta-
josas para o trabalho nacional, eis-aqui o que
lem produzido o monopolio.
Accrescentemos como um prejuizo irrecusavel
quo o governo paga em papel os producios que
compra, e nao quer aceitar na mosma especie o
pagamento dos impostos que arrecada. As quei-
xas sobre o monopolio do tabaco sao tao vivas
que so falla na nomoaro de urna commisso espe-
cial para determinar as medidas que so devem
tomar a respeilo.
A commisso encarregada de indicar e realisar
economas era todos os ramos do servido poderia
chegar com presteza a um resultado favoravel s
financas austracas ; mas deve-se esperar que as-
siin succeda? Em 1855 a cifra das despezas or-
dinarias monlava a 750 milhoes de francos ou 315 csse reduzido hoje 35 milhoes, pela perda da
milhoes de florins. Desse total, emque figurara Umbardia, o anligo reino de S. Eslovo conta
2o milhoes perlenceiitos ao ministerio do interior, I .,,. ,. .
15 aos ministerios da justica, menos de 6 aos da 13 milhocs. de raras diversas verdade, mas en-
inslrucro publica e dos cultos, 18 aos do com- Ir os quaes 5 milhoes de Hngaros e 1 milhao
raercio e da industria, tem -se que nbater ainda de Cnncios, formara a populado mais bellicosa
mn.lo. Os funecionarios pblicos na Austria sao d0 imperio. Essas provincias, cuja exlensao
mal retribuidos; os proprios ministros apenas .
lem para o seu Iralamenio 40,000 francos por an- ': excede quinhentas leguas da Inglaterra, nao
no, e um lugar lente era segunda classo lora forara conquistadas, nem forradas a submeller-se
somenle 800 francos de sold. O servico da di- 4 lei do vencedor.
vida que cm 1847 s exiga 33 milhoes de florins.
Das dozc mil leguas quadradas, de que se com-
pc o imperio da Auslria, mais de seis mil sao
oceupadas por esses paizes, e sao estas as me-
Ihorcs e mais bem dotadas quanto sua ferlli-
dade, atravessada pelo rio maior que tem a Eu-
ropa, o formando o caminho necessario por onde
passa a civilisarjio do Occidente para os povos do
Oliente. Nos 38 milhoes do subditos submctli-
dos ao sceplro da casa dos Habsburgos, numero
e desharmonia entre elles. A opinio que hoje
voga que a Transylrania, a Croacia, a Da!ma-
cis, a Voividie-Serbi, juntas Hungra, deve-
riam formar um estado maior que o da Rossia
1,000 leguas quadradas, incompararelmente rico,
animado de um espirito publico enrgico, pro-
prio para desenvolver a sua liberdade, e no caso
de tornar-se a senlinella avancada da-civilissgo
para o Oriente em lugar da Austria, que se con-
serva no lorpor de urna immobilidade secular,
sem iniciativa, e sem forra de expanso. Basta
assignalar laes pensamentos, cuja natureza to-
dava contestavel, para se poder formar idea dos
perigos interiores que ameacam o imperio aus-
traco. Encontrar ello as oulras provincias
soccorros sufTicientes para conjurar esses pe-
rigos ?
Sem fallar de Veneza, essa infeliz irma da
Lombardia, que romo ella aspira a quebrar as
suas cadeas, sem fallar da siluaro particular
era que so acha a Galicia pelo nobre e obstinado
patriotismo dos Polonezes, as provincias heredi-
tarias da Austria, ainda que ligadas forra c
grandeza da monarchia por lacos mui eslreitos,
ofTerecem em si mais de um symptoma de tibie-
za, e de opposico ; e a prora est nos debates
das commisses nomeadas pelo proprio governo.
Em C3so de lulas interiores, o governo impe-
rial lalvez nao enconlrasso hoje o mesmo soc-
corro que as provincias do Tyrol e da Croacia lhc
presUram em 1848, e quo nao contribu pouco
para a victoria. A guerra tem muilas vezes ser-
vido do expediente heroico para o desconlenl-
monto e indisposices interiores ; porm, pondo
mesmo de parle o mo estado de financas quo
impossiblila a Auslria do sustenlar o peso de
urna lula prolongada, que inleresse commum e
nacional reunira n'uma roesma idea lodas essas
raras diversas e oppos'as. senao immigas ? Alm
de cada urna das fronleiras do imperio, quer se-
ja russa, poloneza, allema, serbia, italiana,
oxislem adiados,irmos talvcz, contra os quaes a
guerra parecera urna impiedade ; por toda a par-
te, em que se apresentasse o exercilo austraco,
encontrara amigos as fileiras dos seus adversa-
rios, e as armas cahiriam das mos de grande
numero dos seus soldados. era a guerra civil,
j nem a guerra com o estrangeiro podem definiti-
, vameule servir de pretexto ao governo para re-
i cusar s populaces urna justa iiidomnisaro dos
prejuzos soffridos.
Foi em 1526, quando o imperio d'Aus-
reclamava 96 milhoes em 1858; no anno de 1859
lera cresrido consideravelmente sem que lenha
sidj possvel tirar alguma cousa para ls60, alm itria amJa nao exista, que ellas se reuniram vo-
te 6 milhoes provenientes de rendas annuaes da Unitariamente sob o poder do Fernando I, irmo
Reichemberg concluio sua empreza em virlude let. i0das as razes de nao deixar lavrar o des-
de ter participado o empreslimo do crdito mo- I contentamente, mostra a necessidade de serem
biliario; mas tom ainda algumas dividas du- api licadas medidas identi
vidosas. A socedado das vias frreas da Gali-
cia vegeta apenas com 75,000 accDes de 200 flo-
rins resgatadas de 10a30porl)i0 A compa-
nhia ila va d'Aussig a Toeplilz lerminou os seus
trabalhos ; porm acaba de vender lodo o ma-
terial companhia franco-austraca, que se obri-
pi licadas medidas idnticas s oulras provincias,
e nio possivol comprehender-se como ajeom-
mi sao especial encarregada do proceder res-
pgiip dos impostos directos a um exame ek tra-
balho, nao lenha lambem sido encarrega& do
prc ceder egual trabalho sobre os impostojrfrAli
rectos.
de navegacao a vapor do Danubio, qual o es-
lado garanti ojuro de 7 1(2 por Opl. Em 1858
houve j necessidade de recorrer a essa garan-
ta ; o mesmo tere succedido era 1859 ; e o go-
verno noraoou urna commisso, que trale de
mclhorar a cundir,) futura.
Son o imprio de laes circumstancias.as accoes
daWesi-fla/insereduzram a14 por 0)0 abaixo do
par ; as da via frrea de Pardubilz perdem 32
por 0|0, as da Galicia 28 ; as da 27eiss-Ba/n
se acham ao par por nao haver mais urna no
mercado, como cima dissemos. Finalmente as
secos da companhia do Danubio, apezar do in-
leresse de 7 lr/2 por 0|0, conservam-se a 445
florins, sendo o par em florins antigos, equiva-
lente a 500 o 525 florins noros.
A' visla de scmelhanies fados, dessa parali-
sac/o das grandes emprezas, de harmona com o
lastimoso estado das financas, o programma
ministerial de 21 de agosto de 1859 se acha
plenamentejustilieado, e a lnguagem do ma-
nifest official nada tem de Imperativa. Na ver-
dade era muito seriaba situaco, mui grandes
as dilionldades, e por conseguinle muilo pre-
ciso o concurso de todos, quer overnaules, quer
Lloyd de Trieste, amortisavel em 66 annos e I goverjiados, para que lenha bora xito a obra da
mais consideraveis! regeneraco. Talve/. al fosse preciso recom-
195 extraeces. Os premios
ministros do imperador teem alem de ludo
na to/efa importante a preencher, cuja exn-
reclama urgencia, e vem a sera questo
da liga donnaria de toda a Allemanha, e fuso
do; da Auslria com lodos os seus estados no
Zollwcrein, a qual lera de ser apresenlada antes
de uro anuo, em virlude da expiraco do Iralado
as ignado com a Prussia eml853. O systema doa-
n-j-io austraco ser raantido em toda a sua
ex enso liberal outorgada pelas tarifas de 1851 e
18)3, c pelo decreto do 19 de marco de 1856 '?
Ser preciso reflectir sobre 3to cora loda madu-
re, a, porque a industria nacional se queixa, e
co n razo, de nao se achar era estado de lutar
coitra a industria estrangeira, mais bem provida
de capilaes: por oulra parte as necessidades do
th ;souro exigiriam que fossem elevados os direi-
toii doanarios, os quaes, apezar das tarifas libe-
raos, licaram estacionarios ; em 1855eramava-
liidosem-19 milhoes de florins, era 1857 des-
cerara a 17 milhoes, e era 1858 lornaram indi-
cada cifrado 19 milhoes.
:A dilfercnga encontrada no balanco entro a ex-
p ui.ico e importar o, cm vantagem dcsta ulti-
mo, fornece novo argumento para urna reforma
d 13 direilos em senlido mais protector. O dfi-
cit torua-se tanto mais sensivei, por isso que
maiores sacrificios faz o consumidor para paga-
mento das mercaduras eslrangoiras. A queslao
do papel moeda produz na Austria um resultado
si igular. O emprego desse papel em todo o im-
perio data de lo longo lempo, e se acha por lal
amortizaco, o que pode ser jroa medida preven-
tivo, mas nao urna economa. pois possivol
que so d um novo emprcslimo e prximamente.
O exercilo, cujas despezas ordinarias eram cal-
culadas somenle era 96 milhoes do florins, car-
retn em 1858 una despeza extraordinaria para
mais de 2i milhoes. Qual ser a cifra despendi-
da para mais cm 1859? Nao se pode avallar a-
proximadamente, porm sobre esse artiso so po-
de obler algumas rednc.ces. Falla-sej de urna
economa de 38 milhoes de florins, quo a com-
misso presidida polo baro do Schelchta lencio-
na fazer no orcamento do exercilo ; este um
resultado considoravel: mas a que orcamento se
refere? Sem duvida aode 1859, e s despezas ex-
traordinarias do exercilo, composlo ento de
541,000 homeni de infantaria. 129,000 de caval-
laria e artilharia, e 60,000 de corpos exceftgio-
naes Em lempo de paz os armamentos o p"re-
Irechos bellicos nao nocessitariam na Austria me-
nos de 96 milhoes do florins, que tanto foi com-
prehendido as despezas ordinarias de 1858, e
que excedeu a receila cm 42 milhoes e meio de
florins; porm em 1860 a Austria gozar de pro-
funda paz? o quo duvidamos. Por conseguin-
le nao se deve contar sobre economas foilas no
orcamenlo da guerra. Tambcm nao se pode con-
siderar como realisavel a diminuico annur.ciado
recenlemente de urna somma de 06 milhoes de
florins no total das despezas. Suporimir 265 mi-
lhoes de francos de um tolal do 780 milhoes se-
ria nao operar urna reducto, mas sim desorga-
nisar o servico publico Finalmente nenhuma
vantagem ou mclhoramoo.lQ_verdadero presen-
tar o resultado des trallPhos da commisso en-
carregada do examinar a divida do oslado, cujo
trabalho se limita, como acabamos do ver, an-
nulacao das rendas pertenecntes amortasio e
remessa ao banco de titulo' mais ou menos fa-
voraveis. Al aqui nenhuma medida foi tomada
pelo governo austraco que possa salvar o seu
crdito, quando nao do urna ruin a eminente, pe-
lo menos de urna prxima crise.
do imperador Carlos V, estipulando garantas pa-
ra a sua independencia c liberdades locaes, im-
pondo a todos os successores do Fernando o titu-
lo de rei da Hungra, e declarando que nunca se
submeltera ao preceilo de nobis sine noiis.
Nao entra no nosso plano o narrar como, de-
pois do ter lancado a sizania entro os grandes da
Hungra, dvidindo-03 em dous partidos, tornan-
do rivaes 33 dtttl dietas de Pesth e Presburgo.
fomentando desharmonias entro os Sluvos, Croa-
dos, e Serbios contra 03 Maggyares, o governo
austraco, que hara usurpado o direto de no-
mear os administradores dos comicios, vio-se
obrigado em 1818 adoptar reformis liberaes
propostas no scio da dieta del8<7 ; c filialmente
como, aps a victoria devida intervenco do
czar Nicolao, elle confiscou em seu proveito a
existencia propria do paiz, desta vez realmente
conquistado; o imperador da Austria nao Ihe
dcixou nam suas immunidades, nem suas les,
nem sua linguagcm ; repudiou at mesmo'o ti-
tulo de rci da Hungra, que por urna sagraco
solemne devia passar a todo o reinado novo.
Em troca de tanlobons perdidos; o governo do
imperador concodeu s populaces hngaras um
bem precioso e ineslimavel, reclamado anles do
1818 pelos liberoes da Hungraa egualdade ctvil
ea abolico dos direilos feudaes. Durante muilos
annos essa concesso deveria bastar s verdadei-
ras necessidades dos povos, poderia reconciliar
todas as racas n'um sentimento commum de fra-
ternidade e rodempeo, so esse primeiro bem
servisse de estimulo para outros melhoraraentos
nao menos preciosos, e se urna nova quadra de
soffrimenlos nao desperlasse a rocordaco das
anligas instituices.
III
Reformas pralicaveis.
Acabamos de pronunciar a palavra
ventura a siluaro
ruina. Por
da Austria se acha lo com-
FOIJHETIM1
UNA N01TE HORRIVEL
(4) Podemos dar um exemplo muilo claro de
semclhanlefacto. A companhia das vias ferros
austracas obteve em um ai ligo dos seus estatutos
o privilegio de elevar suas tarifas, ao passo que
houvesse alia no cambio. Durante a ullinu guer-
ra ella apenas pJe gozar desse privilegio em par-
te. Apezar do prejuizo no cambio s pagava a
seus obreros, o mais despezas com a mesma
quanlidade de papel moeda, ao passo que a ele-
vico dos precos de transporte pagos na mesma
especio accarrlava para o publico um augmento
do despeza, quo foi preciso rcduzir, o que lu-
do era para a companhia um beneficio real.
roa
CLEMENCIA ROBERT.
V dormida na estalajceni.
Quando desappareceram os gendarmes, que ti-
nham passado esse ponto da estrada c vollado
niontanha, os bandidos sahiram do seu retiro de
folhagem hmida.
Bariol.seni dizer o motivo dessa delerminaco,
nao qniz que a. prisioneira lornasse a entrar para
o carra, que seguio s, conduzido por um dos
seus ; e o pequeo grupo conlinuou a oaminhar
a pe. O chote dos bandidos, sem duvida por um
desses hbitos do mundo que nello se arhavam
naturalmente, fez um mormento para ofTerecer
o braco a Albertina. A mora repellio-o com vio-
lencia", e caminhou sozinha, trmula.
Entretanto, nesse momento comecou a reflec-
tir na sua situaco. Toncionou chamar em seu
auxilio toda a sua forro d'alir.a, nao mostrar mais
aos perseguidores nem lagrimas, nem sustos,
pensando com razo que fosse qual fosse sor-
te quo Ihe eslava preparada nessas singulares
circumslancias, urna mulher corajosa estara me-
nos exposta ao lato de um bandido, do quo urna
moca traca, serapro dobulhada em lagrimas.
Nesse lugar da vlagem, una inmensa massa
branca, suspensa aos flancos do urna raontanha,
fez distinguir a sua forma mageslusa no meio da
obsruridade que reinava.
Albertina reconheceu ento o lugar em quees-
tava. Essa conslrucco gigantesca era o forte do
Dique, que domina de sua altura archileclural, os
picos das monlanhas curvadas a seus ps, e lan-
a oiisadaniente suas muralhos sobre os bosques
que se escomiera sua sombra.
Esse monumento indicava que os viajantes ti-
nham raminhado dez leguas desde. Nanlua.equc
se acham a quatro leguas de Genebra.
Ao approximarem-se do forte, ouviram um es-
Irondo subterrneo. Era das aguas do Rhodano,
que, nesse lugar, mello-se entre massas de gra-
nito, pela3 enlranhas da ierro, sera que nunca se
podesse saber ondo vao ter, e cm quo distancio,
reapparecem luz do dia.
Albertina lembrou-se, que, no anno preceden-
te, seus prenles tinham-a (razelo para visitar
t*] Vide o Diario a 111.
zi r-me, nao quero passar a noile na mesma casa
com o senhor.... anles alirar-me em um dosses
a lysmos quo nos rodeiam___Assm, se sua in-
te nejio que eu Oque al aniaiihua nesla casa, in-
limo-lhe que saia.
Albeilina, disso Iranquillamcute Bartol, eu
nao liguei-a minlia sorte para lornar-lhe a vi-
da penosa.
Todava a moca pensava que os comec.os nao
I nhain sido ogradaveis.
mim e aos mous conipanheiros nao nos
dmirar urna noilo passada ao ar livre, conti-
3 disse-llies apenas estas pa- 1 uou Bartol. Assim, depois do termos ceiado,
ceixa-la-hemos aqu com o pao Bertrand, e ire-
cssa curiosidade natural, urna das mais interes-
sanjes do mundo. Ella brincara sobre as pedras
qu" calcara o leilo abandonado po rio ; linha co-
Ihido, nos intersticios dcllas, juncos floridos, e
florzinhas aqualicas....
Com essa lembranca de sua fpliz meninice, o
corago da moQa enterneceu-so ; derramou, nes-
sa noite, as primeiros lagrimas que nao eram de
colera ou de desespero.
Depois de terem passido o torete do Dique, o
no momento em que se abri urrij atalho, Rarlol
assobiou para chamar os seus subordinados que
guiavaru o carro,
lavras :
estalagom do cosime \
Os dous bandidos enlrararn ento\em um cami-
nho desviado ; e quando Albertina tambera entrou
nelle ocompanliaudo Bartol, vio, nd fim de al-
guns passos, urna luz apontar por entre as folhas; i
depois descobrio urna casa edificada entro duas
monlanhas.
Vio entao que o seu raptor nao a linha feilo
lomar a subir para o carro, porque iam pousar
nesse lugar pelo reslo da noitc.
Enlrararn no pateo da hospedara que linha por
divisaA Rapoza fina ; o com efleito, nao era
seno um easario miscravel, quasi cahindo, to-
do remendado, coberio de colmo, um antro em
que os proprios animaos ferozesse achoriam mal
alojados. De mais essa luz, que all se via em ho-
ra tao adiantada, mostrara que era coslume re-
ceberem viajantes nocturnos, o queporisso dc-
via-se fazer della bem m idea.
A sala era que enlrararn oceupava quasi todo o
andar terreo da casa ; sua vasta extenso era ape-
nas Iluminada por urna candea do ferro sus-
pensa no meio, e quo mostrara os parvdrs re-
pelientes desse antro enfumacado.
Bancos negros, caronchosos, e presos ao chao,
acompanham compridas mesas sojas, cheas de
nodoas do wnho, com talhos do faca, que pare-
can) conservar o cunho da embriaguez, que de
gerago em geroco, all hara. O celo, negro,
abatido, conservva entre as travos rolas urna
poeira e teias de aranha seculares; o chao de
barro moslrava egualmenlo amontoadas lodos as
immundcies, que o curso do lempo all havio
denado. Nos aparadores havia urna baixella de
barro ; paos, carnes salgadas, descangavjm sobre
os bofelcs com as coleiras e ornezes de couro dos
bois e dos cavallos; um choiro infernal deazei-
le, de gordura o de vinho, fluctuara no recinto.
Nao foi todava o desgoslo que dominou Alber-
tina vendo-se conduzido a essa taberna, mis a
colera contra o seu raplr que a levava ao seu
pouzo do coslume, e que dispunha della com
lana audacia.
A rao^a chamou a si toda a sua coragem, rcli-
rou-se alguns passos e conserrando-se firme no
limiar da porta disse a Barlol:
Senhor, depois do que se atreveu a dizer-
Ora impossivel deixar de reconhecer que om
Vienna nada se tem feito para tornar proveitosa
a unio contra a qual lulavam antigos e nobres
incentivos. A administrar;o e a justica nao leem
seguido urna regra lixa ; os impostos ho sido
consideravelmeule augmentados; ajingua alle-
ma tem seguido na vida ofirial nao somenle o
hngaro, qu os Slavos tanto censuraram aos
Maggyares o quercrem substituir so latim, mas
lambem os idiomas particulares a cada urna das
rafias que povoam a3 provincias do sudoeste, j
Assim o governo austraco Ihes tem causado lo-
da a sorte do prejuzos, e parece que o nico
fim que ha conseguido ter harmonisado n'uma
s ila, n'uma s hostilidade, esses subditos so-
bre os quaes podra reinar por meio da diviso
Infelizmente no louvavel c sincero desojo quo
o governo musir de realisar alguns melhora-
mentos, nao enconlra nem bons conselhciros,
nem guias certos e seguros, por que ello tem ne-
gado opinio publica um orgo regular e per-
manenle. A aristocracia militar, que Ihe serve
de apoio, nao Ihe podo aconselhar oquillo qyc
ignora. Fura della s ha os representantes de
um pensamento publico obscuro o mal definido.
Basta ler-se por pouco lempo visitado a Austria
para extranhar-sc o pouco aprero que ah se d
ao desenvolvmenlo do espirito. A aristocracia
franceza j antes de 1789 eslava mais adiantada ;
hojo enconlra ella na democracia moderna urna
rival poderosa. Em Vienna, porm, a siencia
pouco favorecida ; ah sam em primeiro lugar
nomos o os ttulos pomposos, o poder do 011ro o
as grandezas ; entretanto as profissoes liberaes,
o dom da palavra, o poder da intclligencia oceu-
pain o ultimo lugar, se que algum lugar oceu-
pam. Nao se poderia encontrar, ou seria mu
difficil, urna insignia dada a um simples publi-
cista. Scmelhanies costumes, cumpre confessar,
de nenhuma sorle sao compativeis com os pro-
gressos internos, com 03 projectos e emprezas, e
cora o desenvolvmenlo das ideas novas, proprias
a indicar ao governo o caminho qu* elle deve
seguir; entretanto que nesses ullraos lempos o
silencio habitual da opinio, apalhia tradicio-
nal do espirito austraco lem dado lugar a um
desconlenlamento sordo, que bem se pode con-
siderar do tanta importancia quanta a das quei-
xas claras e manifestas da Hungra, e das recla-
moces dos protestantes. Todos os fados carac-
tersticos da situaco actual demonstram eviden-
temente a necessidade de dar urna .existencia ac-
tiva, e enrgica essas populaces inquietas e
soffredoras. Como, pois. se chegar csse resul-
tado ? Ser concedendo s communas a liber-
dade local n'um poni que nao exceda os limites
da conslituicao palriarchal, por assim dizer?
Ser reslituiodo s anligas provincias os seus
direilos o privilegios, reerguendo as pequeas
dietas dos comicios, as dictas da Hungra, os es-
tados do Tyrol, os estados geraes d'Agram, per-
mitlindo aos reinos annexados ou conquislsdos
a sua linguagom, a sua independencia, o seu or-
rameiito de despeza e receila proprias, a sua
caixa especial? Ser finalmento firmando do
urna maueira definitiva a unidade austraca, fa-
zendo subsliiuir todas essas liberdades provn-
cioes por urna liberdade commum, as represen-
taces hngaras, slavas, bohemias e tyrolczas
por urna representaco livre com a sua sede em
Vienna ?
Conlinuar-se-ha.)
nos alojar-nos na tocha riziuha.
Bartol linha sido recebido na cslalagem como
feguez, e mandava nella como homem que cj-
1 hece-lho os recursos o as pessoas. O poe Ber-
1 'and o sua mulher, dous velhos to fros, lo re-
rellenles um como o oulro, agillavam-se na sua
t iberna par prepararen) a cei.i, mas cora um mo-
co triste, sobretodo com esse silencio daquelles
c ue tom muito poso na consci^nca, e que te-
ncm deixa-lo escapar por meio de palavras. Seus
lilhos, feios, mal vestidos, com 'parecer selva-
t;em, acompanhavam-lhcs todos os passos, e mi-
tovom as suas maneiras obsequiosas pora como
ico viajor.
O ruido dos utensis de ferro e dh baixella aug-
nenlavo na cozinha ; urna columna negra do fu-
naga, liazendo comsigo o chiar d|) lournho que
iria-so do eangres de vinho, de pao grosseiro,
le garfos de ferro ao lado de pro (os radiados.
Quando a cei esleve posla, Aljberlina admi-
011-se de que os tres bandidos nao comessem
unios, porque nao suppunha que houvBMO entre,
lies outra dislincr;o ulm da habilidadc no rou-
bo, da corogem no combate ; entretanto Berlol
ienlou se s mesa, e os dous horaens masca-
rados foram ceiar na cozinha*.
A moga nem ao menos respondeu ao convito
que Barlol Ihe fez indicando-lhe um pialo ao la-
do delle. Ella sontou-so bruscamente em um
dodeiro aspecto, era forcada a confessar que na-
da tinham exagerado a respeilo dis maneiras
sedueloras desse salteador.
Pcrcebeu que, sem nada dizer, tinham posto
diaute della, urna chicara de leite, cm louga bem
branca. Persuadio-se que paro conservar o ani-
mo, era necessario sustenlar as suas forras phy-
sicas ; o pouco a pouco, foi-se vollando para,a
chicara de leile, molhoa nella o pao negro, e co-
meii-o com efso oppelte dos dezoilo anuos que
nunca pr-rde os seus direilos.
Barlol levon(ou-se da mesa, os seus sequazes
sahiram da cozinha depois de lercm posto a mas-
cara, o o chefe dos bandidos, que, segundo a pro-
messa que Azora a Albertina, sahio com os com-
panheiros, deizando a moca sozinha na cslala-
gem.
Ella leon all, nao se sentindo muilo consola-
do com a ausencia do seu raptor, por isso que
estovo s, perdida nesse paiz selvagern, em que
a trovoado do norte a levara. O pao Bertrand
disse viajante que la-lho preparar um quailo;
Albertina liloii os olhos nesse homem emquanlo
elle fallava, e na mulher, que eslava por iraz del-
le. O rosto desses individuos, sob a luz da candea
suspensa do ledo, eslava meio oceulto pela som-
bra do seus barretes de lia. Nessa claridad in-
cerla, Albertina arhou nessas foicocs duras e for-
leniento pronunciadas alguma cousa de feroz e do
palibulor
eixou-so cahir no banco, com o coro^o aper-
lado, sentindo ler afostado Bartol Tmha me-
do dos seus hospedeiros. O chefe dos bandidos
nao era companheiro mois seguro; porm ama-
va-a c te-la-hia defendido contra qualquer ata-
que sua vida.
Emquanlo Ihe preparavam a cama, ella conli-
nuou a observar esses laberneiros de caladura
sinislra e a vasta sala cnfumac/ida ; tudo Ihe pa-
reca um cov-il do assassinos.
Havia do um lado da silo um lugar ondo a luz
nao penetrara. Albertina nao sabia o quo con te-
a aquelle escondrijo. Via somento na frente
urna hacha, choia do nodoaspretas, e mois alm,
banco, mas voltando as cosas mesa e indinou algumas scinlillas que indicaran! cstarem all or-
! cabera sobre a mo. rumados oulros objecios de co. Distinguiese
Entretanto olhava obliquamento para Bartol,
que nao linha podido observar bem. seno nesse
iiomcnlo. O ar livre, o movimenlo dessa noilo 1 bra. _*.,...
arriscada linha-lhe dado lizeiras cores que asseu- Alborlina vio o filho da casa, ura rapagao ama-
tavam muito bem na sua tez morena ; seus ca- relio o magro, do cabellos ruivos dingir-sc para
"aellos alirados para troz, desrobriad una fronte esse lodo ; e como se elle adoyinhara que a via-
pura e elevada ; seu rosto linha lompdo urna ex- | jante linha olhado para essesobjedos| ccultou-os
presso
animai;
tram as maneiras, elle tinha um p
filos sobre o lugar, ondo linha visto urna hacha
sem duvida manchada de sangue, e roupa que
sem duvida havia pertencido viajantes assassi-
nados nesse cont de ladros. Via esse homem
repetir as desodas raysleriosas, ir vir do sub-
terrneo, onde talvez tinham escondido o corpo
das viclimas.
O pai Berirand trouxe tranquilamente um cas-
lical viajante, dizendo-lhe que o quarlo eslave
pi'omplo.
Ella estremeceu. Depois comecou a sorrir cora
ar aftavel.
Tomo disse ella lirando vivamenle o relo-
gio e dando-o ao pai Bertrand, tome, para o
senhor.... ora, eu Ihe peco.... o Sr. tem tanlo
cuidado em mim. Ah as minhas pulseiras para
o Sr. Bertrand... torne... aqu tem um alfinete
"para seu filho... o os mcus anneis para os me-
ninos.
E lirn lo las as joias que linha comsigo, pen-
sando salvar assim a vida.
A familia recebia esses presentes com cara es-
pantada, e fazendo cada reverencia de varrer o
chao.'
Que modo tranquillo 1 disse Albertina !
Esto bem acostumados ao crime, raen Deus !
E, subi ligciramcnle a escoda, que, do fundo
do sala, ia ler ao andar superior, contando os
degros sob os passos trmulos, e mal podendo
suslenlar-se.
O primeiro cuidado do Albertina, entrondo no
quarlo ; foi borricodar a porta ; achou felizmen-
te um3 fechadura e um ferrolho, que fechou por
derro.
Depois, ra pouco tranquilla, poz o caslical so-
bre a commoda junio da cama. Esse movimen-
lo iembrou-lhe a uliima noite passada em casa
dos seus parentcs... o momento em que ia dei-
lar-se... .
Tojnou a ver esses lecidos de seda e de cam-
braia, essas rondas finas, esse luxo gracioso que
rodea va o seu deilar de moga.
Quando voltou-se, lendo ante os olhos esse
qnadro, den um grito abafado visla do quarlo
om que eslava.
As cadeiras desempacadas, a commoda qne-
lambem pecas de roupa, rolos, sojas, #e formis e brada, as paiedes, o ledo, ludo era yelho, porco,
grandezas differoutes. O resto pcidia-se na som- '
elevada j seu rosto tinha lomado urna ex- : jante linha olhado para esses oiueeios occuuou-os
* inlinitamenle ogradarcl na|desordem e prccipHadamenie empurrando-os para o canio
;o da viogem. mesa, em que so mos- escuro. Depois Albertina no-o lambem desap-
s maneiras. elle tinha umpurlbc una (lis- parecer, o que provova que ello tinha desculo
tlnc^o nolaveis. Ao mesmo (lempo nao fazio m
cara lenivel comida da cslalagem,e ia comen-
do o loucinho frito com lana naluralidade como
pcrfoila elegancia.
Albertina, que o via ento debati do seu rer-
por alguma trapeira para os sublerraneos.
A cada una dessos observa^oes pareca que
urna lamino d" ac Iho otravessava o coraro ;
corra-lhe da fronte um suor fro. Ella eslavo de
p, encostada 4 mesa, cora os olhoa desvairados p
horrivel ; o leilo linha um enxergoo, leni;6es e
cobertos cuja cor j nao se distingua, tanlo uso
tinham.
A delicada moca havia aceitado sem pcsloiiejar
a ceia de leite e o pao negro, mas nao pode dei-
xar de chorar do vexaino e despeilo, vendo o
chiqneiro que Ihe tinham dodo para dormir.
A cama Ihe era iudifforenle, porque nao tinha
toncos de usar della. Foi sentar-se defronle de
um abertura, d'onde se via um canlinho do c^o,
e ahi, em triste solido, recordou as ultimas ho-
ras passadas.
Passar assim de ura terror a oulro, de um acon-
teciraento funesto a um abalo mais terriye-l, pare-
ceu-lhe una vida infernal. Adniirou-se de an-
da exislir.
Entretanto, no meio de tudo o que tinha sof-
(rido, o quo havia de peiorcra o dia seguinte, a
incerteza da sorte que Ihe eslava reservada, o
que nao poda deixar de ser horrivel.
Um outro ponsamento veio de repente assal-
ta-la.
Disse comsigo que Barlol era celebre em seu
genero, e que os jornses da localidade, as causas
celebres, os chronicas do paiz, fallariam um dia
da sua vida e morlo infamante ; quo o nome
della estara ligado historia desse bandido I
Suas lagrimas ento correram em torrentes ;
seus solucos abafaram-lhe a voz ; fallava a cus-
i repelindo com angustia:
Meu Deus meu Deus o que fiz eu para
merecer semelhanlo sorte ?
Urna voz serrla ihe dira que ella zombrada
felicidade quando Ihe fra dada.
Desesperada, Albertina jurn mator-se, preci-
pilar-se em um dos alysmos dessas monla-
nhas.
Quando eslava embebida nesses pensamentos
sinistros, e olhava j em imaginaco o abysmo
em que terminara os dias, levanlou a tabo-
ca, abri os olhos, assustada, levantou-so tre-
mendo.
Alguem suba a oseada.
Seu desojo de mnrrer nao Ihe impediam de
tremer a esse ruido sbito 110 meio da noile.
Aproximaram-sc os passos.
O coraco de Albertina balia com lana violen-
cia, que 'se podia ver o movimenlo no corpi-
nhn.
No silencio da casa e do campo, era fcil extin-
guir o menor estalo das taboas. O mido chegou
al a entrada do quarlo e a porla foi levemente
abalada. #
Albertina, reunndo lodas as foress. puxou para -
junio da porla a cama e lodos os objeclos que
Ihe foi possivel amonloar, depois vollou-so para
o oculo da porede e resou.
A vela, mullo pequea, tinha-se apagado, dei-
xando no quarlo, um cheiro infecto.
A pobre moco, arrancada de sua casa, perdida
om urna terrs 'funesta, eslava s com as mais ler-
riveis rompaiihias.
O ruido surdp, o movimenlo dodo na porta con-
linuovom. Tilia fechadura essa porla, roas Al-
bertina linha visto na grade do jardim o que
valia urna fechadura contra a lamina do punhal
de um bandido.
No inleor nao linha para defender-se, nem
tarca, nem armas ; ninguero a protegera ; esla-
va solada nesse covil. S6 Ihe restara implorar
a Deus.
E ella orava como se livesse chegado a uliima
hora do sua vida.
[Continuar-H-ha.)
i
PERN. TYP. DE M.' DEFaRU. 1&60


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EYNJ9GQ3X_GO682L INGEST_TIME 2013-04-30T21:40:49Z PACKAGE AA00011611_09065
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES