Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09064


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Full Text
*.
,
AMO XXXYI. flUIERO 113.
Por tres mezes adianlados 5$000,
Por tres mezes vencidos 6$000
TERCA ftttA 15 BE MA10 DE 1860.
Por anae adiantado i 98000.
jVrte franco para o sabacritor.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPTO' DO NORTE.
Farahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Oli-
ve i rn; Maranho, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimaraes; Piauliy, o Sr. Joo Fernandos do
Moraes Jnior ; Para, o Sr. Justino J. Ramos;
Amazonas, o Sr. Jcronymo da Costa.
r.viu IDA no* cunt.iu.->.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Iguarjss, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Gnranhuns as tercas feiras.
Pao d'Allio, Nazareth, I.imoeiro, Brcjo, Pcs-
queira, Ingazeira. Floros. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rjo Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quirnn feiras.
(Todos o, correios parlem as 10 horas da manha
El'EMERIDES DO MEZ DE MAIO.
5 Luaclieiaas 4 horas e 42 minutos da manha.
12 Quart) minguaDto as 4 horas e 57 minutos
da tai de.
20 La ii iva as 4 horas e 27 minutos da tarde.
27 Quart > crescente as 5 horas e 45 minutos da
larde.
PREAMAR DEHOJE.
Primeiro aos 5 minutos da manha.
Spsundo aos 30 minutos da tarde.
PARTE OFFICIAL
Gnvernn u Provincia
EXPF.niF.NTK DO DIA 12 DB MARCO OE 18fiO.
OtricioAo Exin. presidente da Parahiba.
Tendo sido reerntado para o exercilo o paisano
Jos Mondes da Costa, ruja liliacao consta da no-
ta junta, declarou ser desertor do corpu de poli-
ca dessa provincia ; rogo, pois, i V. Exc. srva-
se de mandar proceder as necessarias iiidagaccs
ofm de se reconhecer, se 011 nao desertor o
individuo de que se trata.
DitoAo Exm. presidente das Alagoas.Passo
stnOS de V. Eic, para os fins convenientes,
copia 'do auto de vesloria, e do idcnlidade de
pessoa, a quo se procedeu no cadver do senten-
ciado dessa provincia Francisco Antonio de Men-
ADINECIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e.quintas.
Relaco : lerc,as feiras e sabbados.
Fazenda: tersas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do coramercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: tergas e sextas as 10 horas.
Primeifa Tara do civil: tercas o sextas ao meio dia
Segunda vara do civil; quartas e sabbados ao
DAS DA SEMANA.
14 Sgunda. S. Gil; Ss. Bonifacio cEnedino mm.
15 Terca. S. Izidoro lavrador; S. Torquatom.
16 Quarla S. Joo Nepomuceno conego ni.
17 Quinta. > Assencao do Senhor ; S. Pascoal.
18 S"xta. S. Venancio ro ; S. Flix de Cantalicio.
19 Sal.bado. S. Pedro Celestino p. ; S. Iv0 f.
20 Domingo. S. Bernardino de Sena f.
do ollicio, uaquelie cas, cumpre que iiidepen-
dentemeute da ordem que requer ihe soja ni rc-
mettidos pelos jtiizeS" de paz c subdelegados de
polica as retacos de que trata o decreto de 12
de marco de 1853 : convindo que V. S. lombre o
cumprimenlo daquelle dever s autoridades refe-
ridas, se Ihe parecer que podem seresquecidus,
e dando-me ulteriormente paito de qualquer
falla.
Dito ao director interino da faculdado dcDi-
reilo Approvo a alteraco que, segundo V. S.
rae conimunica em seu olticio de 11 do correnle
fez a congregacao dossa Faculdade na hora de-
signa da para a aula do Dr. Manoel do Nascimen-
to Machado Portella, atientas as razOes, que
o referido Dr. allegou acerca de scus incommo-
dos de saude.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
mande V. S. furuccer ao capilo do porto, se
dnnoa q..e hlleceu no presidio de Fernando de T'"" J i l f? U PJ ?"
Noronlra.-Igual ao juiz municipal da pr.mcira S?*X&.2 KV^.,H.bU,U,"
vara o j i f i cao a que so achava^no servico d aquella repar-
ta
DitoAo Exm. presidonto do Mallo-Grosso '
Acenso a recepgo do ofiicio de V. Exc. do 3 i
de fovereiro ultimo, ao qual vieram annexos duas
collccros impressas dos actos legislativos dessa
provincia, promulgadas no armo prximo pas-
eado.
DitoAo Exm Sr. presidente de Minas-Cernes i
Pelo ofcio do V. Exc. do 22 de abril ultimo fl- '
fluei inteirado de haver V. Exc. na qualidade
de segundo vice-prosi lente tomado posse da ad- i
minisiraco dessa provincia.
Dito Ao Exm. presdeme do Espirite-Santo.
Polo officio de V. Exc. do 17 do abril ultimo, ti- [
qnci inlcirado de haver V. Exc. na qualidade de
segundo vice-presidente tomado posse da admi-
nistraran dessa pruvincia.
DitoAo Exm. tenentc-general commandante
das armas.Respondo ao offlcio que V. Exc. me
dirigi hontem, sob n. 516, declarando que,
quando liver de p-irtir para Tacarat, o official
que na forma da doliberaco que loniei hontem
tem de ir substituir o lenle Luis Amonio Fer-
rol Jnior no coromando da companhia do pe-
destres daquella comarca, irn as ordens por V.
Exc. solicitadas no referido officio acerca do pa-
gamento da mencionada companhia.
Dito ao mesmol'dc V. Exc. mandar abrir
ossentamento do praca ao paisano Lourenco
Eduviges Soares, que, otTerecendo-se voluntaria-
mente para o servicodo excrcilo, foi julgado ap-
to para isso, como consta do termo de nspecciio
onnexo ao officio do V. Exc. de honlem, sob
li. 522.
Dito ao mesmoEm additamento ao meu of-
ficio de hontem, remello por cooia a V. Exc. o
que me dirigi o colleclor de Tacaral, acerca i
do pagamento das prneas da companhia de pe-'
desires daquella comarca.
Dito ao mesmoPode V. Exc. mandar abrir
nssentamenlo de praca ao recrula Francisco Xa-
vier de J.ima, que foi julgado apto para o servi-
co do exorcito, como consta do termo de inspec-
co annexo ao ofiicio de V. Exc. de 11 do cor-
renle, sub n 525.
DitoAo inspector da thesouraria do fazenda.
Respondo ao oflicio quo V. S. me dirigi hon-
tem sob n. 169 remeilcndo-lhe copia da portara
de hoje, pela qual resolv abrir um novo crdito
na importancia de 6 500j> rs. para as obras da
casa de delencao no correnle exercicic.
DitoAo inspector da thesouraria de fazenda.
Remetto por copia a V. S. para scu conheci-
mento o aviso de 21 de abril ultimo, em que o
Exm Sr. ministro do imperio declara quo o pa-
gamento dos vencimentos do engenheiro Ernesto
I). Street devem correr pela verba canaes,
pontos, estradas, etc. do actual exercicio.
Dito ao mesmoConstando-me de aviso do
ministerio do imperio de 26 de abril ultimo, que
solicitara-se do da fazenda as necessarias or-
dens a essa thesouraria para mandar por a dis-
posigo da presidencia a quanlia de 20:0008,
para pagamento das dcspez3S feitas com as
obras do caes do palacio do govejno, assim o
communico a V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmoA'vista do recibo junto, man-
de V. S. pagar a Antonio Borgps da Fonseca J-
nior, conforme requisitou o chele de polica em
cilicio de 28 de abril ultimo, sob n. 598, a quan-
tia de 25500 res em que imporlou urna caada
de azeite de carrapalo fornecido ao quartel do
destacamento da Villa-Bella.Oliciou-scao che-
fe de polica.
Dilo ao mesmo. Sirva-se V. S. de designar
mandar apresenlar na reparlicao do engenheiro
fiscal da estrada de ferro, un empregado dessa
thesouraria, habilitado para examinar cora aquel-
le engenheiro os livros econtas da companhia da
mesma estrada. Ouciou-sc ao engenheiro
fiscal.
Dilo ao mesmo. Remetto por copia a V. S.,
para seu conhecimento e execucao, o aviso expe-
dido pelo ministerio da guerra, em 23 de abril
ultimo, declarando que seja elevada 20^000 rs.
mensaes, a consignado que do seu sold faz nes-
ta provincia o coronel Antonio Pedro de Alen-
caslroOfliciou-so ao loncnte-general comman-
dante das armas.
Dito ao mesmo. Remetto por copia V. S.,
para seu conhecimento e execugo, o aviso ex-
pedido pelo ministerio da guerra no Io do cor-
rente, no qual se declara, que bem procedeu a
presidencia mandando pagar o meio sold, que
compete ao lente coronel reformado Joaquim
Caetano de Souza Cousseiro, que se. acha preso
umprindosenlcnga. embora naolenha elle anda
presentado asua patente de reforma,como dispe
a ordem do thesouro nacional n.13 de Janeiro de
1856.Communicou-se ao tenente-general cora-
mandante das armas.
Dilo a.o mesmo. A' vista da conla junta em
duplicata, mande V. S. pagaa quanlia de 43S680
rs., em que importa em tres dias o aluguel de
urna balieira empregada na conducido para o la-
zareto da ilha do Pina das pessoas accommeltidas
da febre ama relia bordo dos navios surtos nes-
te porlo. Communicou-se ao inspector ao arse-
nal de marinha.
Dilo ao mesmo.A' visla de suas informaces,
datadas do Io e 8o do correnle, sob ns. 434 e 472,
acerca da conta em duplcala do aluguel da casa,
que serve de quartel e priso, em Agua Preta,
vencido do 1 de novembro do anno passado
20 de fovereiro deste auno, devolvo a V. S. a
referida conta, afim de que mande proceder pelos
meios do eslylo a cobranza de que foi devido
fazenda nacional, conforme indica conladoria
dessa thesouraria, no parecer a que se refere a
primeira das citadas informaces.
Dito ao raesmo.Communico a V. S. para seu
conhecimento e execucao, que o Exm. Sr. minis-
tro do imperio declarou em aviso de 26 do abril
uliimo, que, nao podendo ser attendidas as ra-
zos exposta* pelo gerente da companhia Per-
nambucana, de navegacao cosleira, no officio que
dirigi quelle ministerio, pedindoa absolvicao
da multa Imposta i mesma companhia, por nao
ter apresentado, dentro do prazo lixado pelo con-
trato de 14 de dezembro do anno prximo passa-
do, a tabella de que trata a condicao segundo o
lito contracto, deve ella entrar para os cofres p-
blicos com a importancia da referida multa.
licao, e que, por inutilizada, foi lecolhida a
esso arsenal, coiumunicou-se ao capilo do
porto.
Dilo ao mesmo, mando V. S. examinar a cor-
vela a hlice Viamo, que, segundo consta
de officio do chefe da estacao naval, de 10 do
correnle, sob n. 84, acha-se fazendo mais de
urna pollegada d'agua por hora communicando
convoca-, tomo Ihe cumpla, o icloiido cunse-
Iho, ain la nao tendo receido os livros das qua-
llficacej, como claramente expresso no 4 do
aviso de 1. de fovereiro de 1847, sem que po-
desso ojslar a Vmc. a falta de qualificacao de
Aguas-I ellas, visto que para conhecimcnlo dos
recursos interposlos na resperliva junta, quando
houver unecionado, este giventolera de convo-
car extiaordinariamente o conselho municipal
de rcuiso nos termos dos 2 o 3 do aviso de
25 do fe.eiciro de 1847 c 7 do 23 do mesmo
niez e a ino. Fica designado o dia 10 de ju-
nho pro limo vndouro para a reunio do conse-
lho de recurso desse municipio, c recommendo a
Vmc. qic faca a sua convocaeo cora a antece-
dencia ; do modo prescripto na lei. Commu-
nicnu-si! A cmara de Buique.
Dilo o promotor pub|ico de Olinda e Iguaras-
s, bacl arel Manoel Izidro de Miranda. Pelo
seu offiio de 9 do correnle, fiquei ii.leirado de
ter Vm:. n'aquella dali reassuraido o exercicio
d3s fuicos de seu cargo de promotor publico
dos temos de Olinda e Iguarass.
Dilo i o regedor do Gymnasio. Accuso rece-
ido o (ficio que Vmc. me dirigi em 11 do
correnti acompnnhado do orcamenlo do urna
machn; gymnaslica, que pedo permisso para
mandar fazer para exercicio dos alumnos desse
Gymnas.o, e em resposta lenho a dizer, que
aquello chefe c resultado das observncoes dos cumpre addiar a obra para pocas, em que o es-
peritos, e bem assim, fazer os concerlos", de que
precisa a referida corveta as bombas, na bor-
da a E. B. c nos cabecos entre os tu reos de
vanle, communicou-se ao chefe do diviso,
commandante da diviso naval.
Dilo ao inspector da thcsouiaria provincial.
Em resposta ao officio quo V. S. me dirigi hon-
tem, sob n. 167, impugnando o pagamento das
despezas feitas com o fornecimento de luz para
o quartel do deslaca momo da villJPBolla, e com
a compra de urna fechadura para o alcapao da
respectiva cadeia, tenho a d zer, que mande pa-
gar somonte aquanlia de 6:500 riscujo docu-
mento devolvo, despendida com a mencionada
fechadura, dovoudo o resto ser safeito pela the-
souraria de fazenda conforme indica V. S. no
fiii.il do citado olficio.
Dilo ao mesmo, devolvo a V. S. a conta que
veio annexa ao seu officio de 8 do correnle,
sob n. 160 relativa aos objectos fornecidos por
Guimaraes & Oliveira a secretaria do governo
para o respectivo expediente lenho a dizer que
a vista das razos ponderadas pelos mesmos
imalies & Oliveira no requerimento junto,
mande V. S. pagar a importancia da mencio-
nada conta, ou restituir os Diarios se poder ha-
ver oulros por menos preco.
Dito ao mesmo, devolvendo a V. S. os papis
que vieram annexos ao seu oflicio de hontem,
sob n. 172 relativamente as desposas feitas com
a mudanca da hibliotheca publica provincial,
da faculdade de direilo, para o convenio do car-
rao, e bom assim cora o aclo de sua instalaco
no mesmo convenio, tenho a dizer, que mande
pagar o saldo que se d a favor o respectivo bi-
bliolhecario, quando o poder fazer, sem grande
sacrilicio dos cofres provinciaes, cerlo de que
nesta dala onlcio ao director geral da in;.ruci;o
publica prevenindo-o de que o mesmo bebdo-
ihecario procedeu irregularmcnle fazendo des-
pozas para que nao eslava autorisado e que ne-
nhuma ouira ser paga, urna vez que nao prece-
autoiisaco expressa da presidencia, tanto
mais necessaiia quanlo lo critico o oslado dos
mesmos cofres, sendo uecessario manter-se a
mais restricta economa rjo despendi dos di-
nheiros pblicos cornmunicou-se ao director in-
terino da instrucro publica.
Dilo ao director geral da instruccao publica.
Defer de conformidade com o parecer do conse-
lho director da inslrucco publica, com o qual se
conforniou Vmc. a prelenro do professor pu-
blico de instruccao primaria da povoacao dos
Afogados, Seralim Pereira da Silva Mnteiro,
cujo requerimento apresontou-me Vmc. ern seu
ofiicio de 9 do correnle sob n. 70. Communi-
cou-se ao inspector da thesouraria provincial.
Dilo ao mesmo. Tenho prsenle o seu oflicio
de 10 do correnle, e fleo inteiradode haver Vmc.
reassumido o exercicio de director geral da ins-
lrucco publica, em consequencia de se terem
encerrado os tralhos d'assembla legislativa pro-
vincial, onde se acha Vmc. com assento. Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo. Em vista do quo informa V.
j.era. seu offlcio de hoJe. 80b n- 5t2 "de
adtanlar a quanlia de 1:5008000 para as despezas
a cargo do director da colonia militar de Pimen-
teiras, relativamente ao3 mezes de Maio eJunho
cmqne termina o actual exercicio.
~ni? h Jom.mantdn* superior da guarda na-
CT?1 ?h5d,cc 1iuaM". Respondendo ao
?mC qt.V- S-.^o-nieem 9 do correnle,
lenho a declarar-lhe, que as determinacoes ex-
rressas em le nao precisara, em rearo, de or-
dena especfiMda administrado para serem cum-
pndas ; e estando as de que Irala V, S. no cita-
Dilo ao mesmo. Marque Vmc. o praso, que
pedio para habilitar-se a professor* publica de
primeiras ledras da povoacoo dos Afogados, Ma-
ra Coelho di Silva no requerimento por Vmc.
informado em 9 do correnle, sob n. 71, afim de
poder gosar as vanlagens concedidas pela lei re-
giilamcntar di instruccao publica.
Dito. Devolvendo cmara municipal do
Recife a planta, que acompanhou o seu officio
de 7 do corrente, declaro-lhe, que approvo a
alleracao feita na refer'da planta.
Dito. Se nao ha prejuizo para os despezas
ordinarias, como declara a cmara municipal do
Recife, em seu officio de 7 do corrente, pode a
raesma cmara, com a quanlia existente da con-
signado votada pel3 lei do ornamento vigente
para desapropriaces, proceder, na forma da lei,
a do solo da casa" demolida na ra do Codorniz
pcrtcncenle a Joo Jos Fernandes do Carvalho,
como prepc em seu citado oflicio.
Dilo. Fico inteirado do quanlo a cmara
municipal do Recife me expon em seu oflicio de
7 do corrente, sob n. 40, relativamente us publi-
cacoes da Revista Diaria acerca da inobservan-
cia das posturas municipaes.
Dito. Declaro cmara municipal da Escada
que ao seu officio de 19 de abril ultimo, nao
acompanhou o quadro que a elle se refere.
Dito. Nao lendo sido anda approvadas pela
asserbbla legislativa provincial a quem foram
remedidas em 20 de marco do anuo passado, as
posturas de que trata a cmara municipal do
Buique em seu oflicio do 10 de abril ullirao. as-
sim o declaro a mesma cmara em resposta ao
seu citado oflicio.
Dito ao conselho administrativo Autoriso o
conselho administrativo a comprar para forneci-
mento do almoxarifado do arsenal do guerra, os
objectos constantes do pedido junto, sob n. 37
Communicou-se ao director do arsenal de guer-
ra e thesouraria de fazenda.
Dilo ao presidente da cmara municipal de
Serinhaem. Compclindo a Vmc, o na sua falta,
ao seu immediato em volos, substituir o juiz
municipal do termo nos casos em quo os seus
sunplentes dcixam de assumiro respectivo exer-
cicio, recommendo a Vmc. o cumprimenle desse
dever, afim de que nao succoda Dcar o tormo
arcephalo no rmpedimento do juiz municipal e
seus supplenles como constou a este governo.
Communlcou-sc ao juiz municipal do Serihcm.
Dito ao bacharel Gervasio Compeli Pires Fer-
reira, juiz municipal de Serinhaem. Peles of-
ficios de 2 e 9 do corrente, fiquei scienle de ler
Vmc. na primeira daquellas dalas assumido o
exercicio merino das funrces de juiz de direito
da comarca do Rio-Formoso, e reassumido em 9
as do seu cargo de juiz municipal do termo de
Serinhaem.
Dito o Jos Jernimo de Albuquerque Mello,
juiz municipal supplenlo do Buique. Respon-
dendo ao seu oflicio de 24 de abril prximo lin-
do, em que pede a designaco de dia para a reu-
nio do conselho municipal de recurso desse
municipio, que Vmc. deixou de convocar para o
dio lixado por lei, visto nao Ihe terem sido re-
meltidcs os livros das qualificacoea das diversas
parochias, o por nao se ler feito no lempo devt-
qualificacao da freguezia de Aguas-Bellas,
lado do cofies piovinciaes pormillircm cssas di-
verscs de despezas ordinarias.
Dilo. Consta do aviso expedido pelo minis-
terio dos negocios estrangeiros em 27 de abril
ultimo, que S. M. o Imperador houvo por bem
conceder o seu imperial exequtur nomeaco
do Imc para cnsul da repblica de Boliviano
porlo c cidade desta provincia ; o que Ihe com-
munico prevenindo-o de que n'aquella mesma
data se "xpedio o respectivo titulo, o qual deve
receber o cumpra-sc desta presidencia. Com-
municou-se ao Sr. Cypriano Fenclon Alcoforado.
Dito ; adminislraco geral dos eslabelecimen-
tos de caridade.Communico a adminislraco
geral dos eslabelecimenlos de caridade que, m
vista da i ralbes com que informou em 11 de abril
ultimo 'i requerimento da viuva Pereira & C. pro-
fer o se gimo despachoa adminislraco ser
habiltala para atleuder aos supplicaiils, logo
quo o permita o estado dos cofres provin-
ciaes.
Dilo i o Superintendente da estrada de ferro.
Respo'iilendo a communfeaco, quo me dirigi o
Sr. superintendente da estrada de ferro era Io do
corienti, lenho a declarar-lhe, que necessario,
que os subditos inglezes, dt quem trata o Sr. su-
perinteMe, cumpram as disposices da lei do
paiz, qu>os obrigam ou a renunciar por tres ve-
zes a si a partida, ou a prestar flanea idnea na
secielatia da polica, que suppra os efeilos da-
quelles annuncios. Feilo o que se Ihe mandar
passar i poitaria que pedem.
O presidente da provincia resolve conceder a
demisso que pedio Jos Antonio de Moraes, do
lugar di escrivo do almoxarifado do presidio de
Fernn lo de Noronha.
O pi?sidejilu da provincia attendendo ao
que Ihe requereu Candido Nunes de Mello & C.
esolve conceder-lhe licenga para raandarem ao
presidie de Fernando o brigue nacional Santa
/losa, lianio porm obrigados a fazer Iranportar
nessa o xasio, sendo preciso e medanle paga-
mento, s empregados, pracas, presos e gneros
do estailo, que se deslinarem para all c a nao
consentir que no dito brigue se conduza para o
mesmo presidio sem permisso do governo g-
neros e quaesquer objectos pertenccnles a parti-
culares.
Despachos do dia I le maio.
fequerimenlos.
165.--Francisco Duarle da Silva.Informe o
Sr. insjectorda thesouraria provincial.
166.--Francisco de Mallos Vieira.Informe a
admini: traco geral dos estabelecimenlos de ca-
ridade.
167.--Francisco Lucio de Castro, chefe da 3.
seceso la secretaria do governo.Informe o Sr.
insiicctirda thesouraria provincial.
168.--Francisco Rufino Correa de MelloVol-
te ao S:. director interino da reparlicao das obras
publica para mandar proceder na forma propos-
ta na fnal de sua informado de honlera sob nu-
mero li9.
169.--Mara Coelho da Silva.Ao Sr. director
geral ds iustrucco publica para attender a sup-
plicsolo.
170.--Serafim Pereiie da Silva Monteiro.
Como iede.
INTERIOR.
i a, Cenpieira Loile, Luiz Carlos,
Macedo, Rodrigues Lope*, ^Coelho de Cas- dor, a "cuja leieao se le*m de proceder de novo e
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino FalcSo Dias; Baha, o
Sr. Jos Martins Aires; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martin*.
EM PERNAMBUCO.
O proprietario do diario Manoel Fgueroa da
Faria.nasua livraria praca da Independencia ns.
6e8.
ilion, pelo quo Hcou vago o caigo Oo 2 delmi-
. Ilenrique, Ser-
gio de Macedo, Rodrigues Lope*, Coelhc _
iro, Bntrides, Tobas Leilo, F. Octaviano. Mar-
tinho Campos, Paula Santos, e Paulino de Souza,
ibre-ajsesso.
E' lfKoapprovada a acta da antecedente.
OSr-Ji0 Secretario, sorvindo de 1., d conta
do seguidle
j EXPEDIENTE.
Um offlcio do ministerio do imperio, participan-
do que^. M. o imperador fica inteirado de que
anda nao ha numero suflicienle de Srs. deputa-
dos para a abertura da assemblca geral legislativa,
o bem assim de continuaren] as sesscs prepara-
torias al haver numero legal para a dila abertu-
ra. Ioleirada. 0
Acha-se sobre a mesa e vai commisso de
podere$' o diploma do Sr. deputado supplente
pelo rfcrceiro dislricto da provincia do Mi-
:as-Geraes, Dr. Modeslino Carlos da Rocha
Franco.
Chamada de supplenles.
Veem fi mesa, sao lidos e approvados som de-
bate as seguimos pareceres :
A' commisso de constituico e poderes foi
presente o oflicio do Sr. Jesuino Marcondes de
Oliveira e S, deputado pelo dislricto eleitoral da
provincia do Paran, no qual participa que se
acha impedido de. comparecer aos Irabalhos des-
la caan. Tendo j anteriormente sido chamado I foi no da 5 oleita a mesa, que ficou composta
o respectivo supplente, o Sr. Laurindo Abelardo .dos 5 roligosos, cujos. nomos j publicamos, a
de Rrito, que lomou assento nesta cmara duran- par dos dous que foram eloilos visitadores o do
te toda a sesso aroxima passada. parece com-' que foi escolhdo para D. abbade do raosteiro da
misso, vista da necessidado de abrir-se quan- Baha e geral do loda a congregado,
toantes a assemblca geral, que deve continuar Huntem foram feitas todas as oulras cleicoes
em efTeclividade o respectivo supplente, e que i cannicas o legitimas, paia o trienio de 1860 a
para isso seja chamado. 1863.
r.ii'o da cmara dos deputados, 4 de maio Foram eleitos :
de 1860.J. J. Teixeira Jnior.J. J. Pacheco. D. abbade do moslciro da Baha c geral de to-
L. Pedrera do Coulo Fcrraz. j da a congregadoo Rvm. padre mestre prega-
A commisso de constituico o poderes,! dor imperial Fr. Thomaz de S. Leo Calmon
examinando o diploma apresentado pelo Sr. Mo- (deixou de ser definidor segundo
opporluuamentc.
As oulras eleices do abbades e de todos os ou-
lros cargos cannicos e legiiimos ho de ser fei-
tas hoje.
12 -
ELEICES CANNICAS E LEGITIMAS NA OR-
DEM BENEDICTINA.
O dia 3 de maio de trc3 em Iros annos som-
pre designadoconforme ordenam as consiilui-
Qoes monsticas da ordem oo principio de Nursia
penitente do Sublaco c santo do Cassino, que vi-
goraram era Portugal e que ainda vigorara no
Brasil para serem discutidos lodos os negocios
c objectos letidenles ao bem estar, progresso e
conceilo da mosma ordem, e para proceder-se as
eleices dos prelados c das domis autoridades e
pessoas elevadas.
S. Exc. Rvm. o Sr. arcebispo D. Romualdo An-
tonio de Seixas, por especial delegaco do Sua
SanlidajJe o Papa Po IX, leve commisso de pre-
sidir o capitulo com todos os poderes plenos para
dispensar, resolver e giranlir; c no mesmo mos-
teiro de S. Rento dosta cidado compareceu para
o referido fim no dia 3 do crreme.
Depos do lidos lodos os estticosos relatnos
respectivosdos diversos mosleiros que a ordem
de S Benlo possue ao norte e ao sul do imperio,
DIO DE JANEIRO.
ASSEMBL4 GERAL LEGISLATIVA
SENADO.
QUUTA SESSAO PREPARATORIA EM 4 DE
MaIO DE 1860.
Prestancia ao Sr. Manoel- Ignacio Cavalcanli
de Lacerda.
A's 11 1|2 horas da manha o Sr. presidente
abri i sesso, estando presentes os Srs. Val-
lasque:;, Dantas, Mafra, Souza e Mello e visconde
de Sapucahy.
Lida a acia da anterior, approvada.
ad havendo a tratar, o Sr. presidente con-
vidou as Srs. senadores para se tornarem a reu-
uir no dia seguidle, e levantou a sesso.
SEXTA SESSAO PREPARATORIA EM 5 DE
MAIO DE 1860.
Presid'.ncia do Sr. Manoel Ignacio Cavalcanli
de La cerda.
A's 11 1|2 horas da manha, o Sr. presidente
abri i sesso, estando presentes os Srs. Vallas-
ques, Vlmeida e Albuquerque, Souza Ramos e
Mafra,
Lida a acia da anterior, foi approvnda.
Nad i havendo a tratar, o Sr. presidonle levan-
tou a sesso.
CMARA DOS SENH0RES DEPUTADOS.
NO>A SESSAO PREPARATORIA EM 5 DE
MAIO DE 1860.
P etidencia do Sr. Conde de Baependy.
Ao ineio-dia, feita a chamada, o achando-se
preser tes os Srs. conde de Baependy, Pereira
Pinto, Candido Mondes, Salles, villela Tavares,
Casim ro Madureira, Lima e Silva, Silvino Ca-
valca li, Toscano Brrelo, Teixeira Jnior, Go-
mes -le Souza, Cosa Pinto, Joo Paulo.'Gon-
calves da Silva, Cerqueira Leite, Lamego, F. Oc-
taviano, Marlinho Campos, Teixeira Soares, Tor-
res-H imem, Brandao, Delphino de Almeida,
Alhayje, Alcntara Machado, Reg Barros Pei-
xolo ceAraujo, Paes Brrelo, Podreira, Almeida
Percir, Sergio de Macedo, Pacheco, Coelho
de Ca=lro, e Rodrigues Lopes, abre-so a ses-
so.
E' lila e approvada a acia da antecedenle.
Nada havendo a tratar, o Sr. presidente le-
vanta a sesso 4 raeia hora depois do meio-
dia.
DECIMA SESSO PREPARATORIA EM 5
DE MAIO.
/ residencia do Sr. conde de Baependy.
Ao ineio-dia, feita a chamada, e achando-se
prese tes os Srs. conde de Baependy, Pereira
Pinto, Candido Mcndes, Salles. Casimiro Madu-
reira, Silvino Cavalcanli, Villela Tarares, Peixo-
deslinoCarlos da Rocha Franco, deputado sup-
plente pelo tereciro dislricto eleitoral da pro-
vincia de Minas-Geracs, que se acha presento
para tomar assento em consequencia do fallcci-
menlo do respectivo deputado, o Sr. consclheiro
Luiz Antonio Barbosa, verificou que j se
acha reconhecida e approvada a sua elei-
?o, c por isso do parecer que seja adrait-
lido aquello senhor a prestar o juramento do cs-
tylo.
Pago da cmara dos deputados, 5 de maio
de 1860. J. J. Teixeira Jnior.L. Pedreira do
Couto Ferreira.J.J Pacheco.
Achando-sc na sala immediala o Sr. Modes-
lino Carlos da Rocha Franco, deputado sup-
plente pelo lerceiro dislricto da provincia de
Minas-Geraes, introduzido com as formalida-
des do estylo, presta juramento e loma as-
sento.
O Sr. presidente, declarando que a seguinte
sesso preparatoria teri lugar segunda-tena
prxima, levanta a sesso urna hora da
larde.
d 8 de maio.
rojdecrctos de 5 do corrente mez de meio :
FoJkremovido para e reino da deca o cnsul
gerlniat^ardenha, Erneslo Antonio de Souza Le-
conrte.
O cnsul geral na Grecia, Jos Maria da Ga-
ma Dias Berqu, passou para Suecia o Dina-
marca.
O Dr. Cezar Persiani foi nomeado cnsul geral
deste imperio no reino da Sardenha.
Por decreto de 23 de abril ultimo foi nomeada
addido de primeira classo legaco deste impe-
rio em Paria o bacharel Manoel Joaquim de Aze-
vedo Avellar.
9
Urna carta de Valparaso, datada em 30 de
margo ultimo, annuncia como provavel algoma
revoluco em Bulivia, sendo o seu chefe ou pro-
motor e general D. Manoel Isidoro Belz, ex-
presidente daquella repblica.
A previsf.o do nosso correspondente funda-se
rras relaces intimas do general Belz com o
general Castilla, presidente da repblica do
Per, c as antipalhias que reinara entre es-
te e o Dr. Linares, actual presidente da So-
livia.
O general Belz chegou da Europa a Valpa-
raso era 23 de marco, sem que mngucm o espe-
rasse. O inopinado do sen apparecimenlo, a per-
da da fortuna cora que eroigrou do seu paiz, a
sua popularidado entro a indiada e a plebe boli-
viana, sao circunstancias que, unidas s que j
referimos, lornam muito acreditavel que aqueue
Estado vizinho seja mais urna ve* victima da
guerra civil.
Lamentamos que assim aconloca, j pelo in-
leresse que a causa da civillsaco e da ordem de-
ve merecer-nos om loda a parle, j porque o
presidente Linares, segundo o pregramma com
que inauguro a sua adminislraco, dava espe-
rancas decnlender-so amigivelmente com o Bra-
sil, como se entendeu, nao ha muito, com a
Confederaco Argentina.
Com o general Belz, em 1851, grecas in-
fluencia do ex-dictador Rosas, nein ao menos
pdde o nosso enviado avistar-se com aquello ge-
neral para apresentar-lhe suas credenciaes. E
entretanto o Brasil e a Bolivia eslfio chamados a
relaces mais amigareis e mais uteis do que
aquellas que at hoje teem enlretido.
Dos queira que as previses de urna revolu-
co nao se verifiquen!, e que Dr. Linares ou ge-
neral Belz, signifique o mesmo para a paz e
progresso do seu paiz, bem como para as boas
relaces deslo com os seus vizinhos.
Por decretos do 2 e 5 do corrente mez foram
nomeados : commendador de ordem de Chrisio,
Gregorio Ferreira Maciel, da provincia do Pran ;
e cavalleiros da mesma ordem os vigarios Joa-
quim Nogucira Ponido o Francisco Nogueira Po-
nido
Por decreto da 6 do mesmo mez foi exonerado
Jos Alejandrino Dias do Moura do cargo de
secretario do governo da provincia das Ala-
goas.
Par carta imperial da mesma data foi nomeado
secretario do governo da provincia das Alagoas
l'ossidoDio de Carvalho Moreira.
D. abbade do mosleiro do Rio do Janeiroo M.
Rev. padre mestre Fr. Luiz da Conceigo Saraiva
(foi recleilo.)
D. abbade do mosleiro de PernanbucoM. R.
padre mestre Manoel da Conceico Monte.
D. abbade do mosleiro da Parahibao M. l.
P. P. Fr. Philippe do S. Luiz Paim.
D. abbade do mosleiro de S Pauloo M. R.
P. M Fr. Joo de S. Benlo Pereira (foi roaAeito
pela segunda vez.) "
D. abbade do mosleiro da Gracao 11. P. M.
cx-geial Fr Antonio de S. Benlo unes.
D abbade do mosleiro das Brotaso M. R. P.
M. Fr. Josiiino da Conceico Malos.
Visitador 1.o Rev. P. M. Jub. cx-D. abbade
geral e pregador imperial Fr. Arsenio da Nativi-
dade Moura.
Visitador 2.o Rvm. ex-geral P. M. Jub. Fr.
Jos do Santa Maria Amaral.
Definidor 1.o Rev. ex-geral P. P. Fr. Joa-
quim do Desterro.
Definidor 1.ao Rvm. P. M. jubilado e pre-
gador imperial Fr. Manoel deS. Caetano Pinto.
Definidor 3.o M. R, P. P. Fr. Ignacio de S.
Paio.
Definidor 4.o M. R P. P. Fr. Joaquim da
Purilicac.o Araujo.
Definidor 5.o M R P. P. Fr. Juviniano de
Santa Dcllioa Barauna.
Procurador geral do norteo M. R PJM. Fr.
Antonio de S. Bento Maciel Piuheiro, (deixou de
ser diflnidor 3.)
Procurador geral do sulo R. P. M. Fr, Joo
de S. Jos Paiva.
Secretario da congregarloo B. P. P. U Fr.
Domingos da Transfigurarlo Teixeira Machado.
Meslre de novigoao tvm. P. M. de novicosju-
bilado e ex-geral Fr. Antonio do Patrocinio Jo-
vila e Araujo.
Prior da Baha, como sede do capitulo geralo
M. R. p. M. Fr. Lourenco de Santa Cecilia Fer-
reira.
Chronislas da congregarloo Rvm. P. M. pre-
gador imperial Fr. Francisco da Natividade Car-
neiro da Cunha (deixou de serdefioidor 4., e foi
reeleilo pe^g segunda vez).
Presidente do mosleiro do Sorocabao R. P.
P. Fr. Joaquim de S. Carlos e Oliveira.
Falla agora smenlo a leitura geral e a conftr-
maco ds acias para ser encerrado o capitulo ge-
ral, que se fez cora boa ordem e om perfeita har-
mona, nada apparecendo que desgostasse ao
Em. e Rvm. delegado que muito penhorado
est do ptimo resultado de sua melindrosa e alta
misso.
do a qualificacao da freguezia de Aguas-Bellas, to de Azesedo, Teixeira ooior, Torres-Hornera
tenho a dizer-lbe que nio procede wihum dos Limo i- SU*a, Pacheco, Teixeira SoareaAlhayde'
motivos allegados por Vmc. potbanlo va| Alcas ara Machado, Goafalros da Silva, Pedrei-
BAHIA.
11 de maio.
.E1CO DA ORDEM BENEDICTINA,
tilo dos benedictinos est funccionando
a 3 do corrente sob a presidencia de S.
o Sr. arcebispo marquez de Santa
qualidade de delegado da Santa S.
o procedeo-se a eleigo cannica do de-
que ficou assim composlo:
idoro Rev. ex-geral Fr. Joaquim do
r. padre meslre pregador imperial Fr.
S. Leo Calmon.
Rvm. padre mestre Fr. Antonio de S.
Pifiheiro
padre mestre pregador imperial
> da Natividadc Carneiro da Cu-
Re v. padre meslre Fr. Juviniano do S.
rauna.
m por cleico cannica, nomeado
padre mestre jubilado ex-geral
imperial Fr. Antonio do Natividade
padre meslre jubilado Fr. Jos de
aral.
D. Abbade do Mosleiro da Baha e
S eongregago o Rev. padre meslre
al Fr. Thomaz de S. Lelo Cal-
Belatorio apresentado ao excel
lentlssimo Sr. Dr. Luiz Antonio
da Silva Nunes, presidente da
provincia da Parahyba do Norte,
pelo exccllentissimo Sr. Dr, Am-
brozlo Leitao da Cunha no aeto
de passar administracao da pro
vincia em 13 d abril de 18GO.
OBRAS PUBLICA.
S. M. o Imperador, quando esteve nesta pro-
vincia, mandn enlrcgar-mo a quanlia de 4:000j>
do seu bolsinho para serem opplicados na obra de
um novo maladouro nesta capital, cuja instante
necessidade nao podia escapara penelraco de S.
M. no intelligente oume, que aqu fez de lodos
os estabelecimenlos pblicos.
Mandci depositar aquella importancia no the-
souro provincial, o tendo por urgente cuidar da-
quella obra, nao s pela palpavel necessidade,
que sent delta a capital, como para prompta s-
Irsfaccao da alta vonlade, que so pronunciara
por sua realisago, cscolhi um terreno ao sahir
desta cidado na estrada que vai para Pern.im-
buco, o qual segundo o parecer do pessoas auto-
risadas se prestar ptimamente para aquello
fim ; e que sendo do dominio directo di Santa
casa da Misericordia tem estado aforado a diver-
sos sem serem aproveilados por modo algum.
Determinci logo depois ao engenheiro Carlos
Blecss, que procedesse a medico do terreno por
todos os quatro lados, cquelevanlasse inmedia-
tamente urna plantada obra projectada, que con*
tivesse o edificio necessario para a malanga, um
pastoraduuro para o gado, que deve all descan-
car antes de ser morto, bebedouro por meio dos
encanamenlos necessario do riacho, que por all
passa, cerca ou fossos, que fechem o terreno, e
todas as mais obras, que a elle engenheiro pare-
cessem necessarias em estabelecimenlos de se-
melhante natureza
E porque fosse necessario promover a desap-
propriagao do dominio til, que all teem alguns
particulares, determinei outro sim no mesmo en-
genheiro, quo procedesse, nos termos de art. Io
Io da lei provincial n. 23 do 20 de outubro do
1857, tirando a planta das propriedades particu-
lares ou bemfeilorias, que por ventura achasso
comprehendidas naquelles terrenos com deca-
rago dos nomes das pessoas, a quem perteoces-
sera.
Havendo o predilo engenheiro procedido com a
brevidade recomroendada e com a pericia, de
que dispe, a todas aquellas diligencias, apro-
sentou-me o resultado de seus trabalhos, os
quaes foram por mim remettidos sem demora e
nos termos daquella lei ao procurador fiscal do
thesouro provincial para proceder a desapro-
prtatio judicial, visto que os senhorios indirec-
to o terreno, esquocidos de que so tratava do
um saclhoramenlo material de importancia para
a capitel, e do qual ellos pruprios se aproveita-
rm, exiglram quantias excessivas pela cossoo dos
lerreiros, que nao teem, como disse, aproreitado
por forma olgama. lia apenas all plantados al-
guns ps de coqueiros.
O engenheiro orea a obra em MM879.
Eu linha lencao de mandar faze-la immedia
lamente que se roalisasse a desapropriaco, au-
xiliando a quanlia doada por S. M. I. com fundos
do thesouro pela verba obras publicas.
Peussva cu tambero em conceder o uso-fruc-
lo da obra depois de concluida Santa Casa da
Misericordia, cuja mesa administrativa se presin
do mclhor modo a ceder gratuitamente os terre-
nos de son dominio directo para odiileaco de sc-
melhanie obra.
Havendo S. M.olmperdor examinado tambem
a--I- Pllto naerso o estado do inleira ruina, em que ella se
acha. como a necessidade indeclinavel de urna
ponte com lodos os riquisilos precisos para pres-
tar-se segura e commodameule ao grande transi-
jo, quo por alli se faz entre a capitel e o centro
da provincia, mo dclerminou, que mandasse fa-
zer o plano e proceder ao orgamento de urna no-
va ponle, que fosse alli construida, em subslitu-
cao da ralba, cojo plano e orgamento deviam ser-
me remellido para a citc.
Dei-mepressa tambem emctimprir a ordem do
S. M. e determinei ao engenheiro Carlos Bleess.
que revendo a planta para una ponle de madei-
ra, e ouira para urna do fero com pilares de pe-
dra, que existiam no gabinete da presidencia,
plantas por elle mesmo feitas, m'as apresentasso
de novo com os respectivos orcamentos.
Assim eumpri o dilo engenheiro com a maior
promptido. remetiendo cu logo depois ludo ao
Exm. Sr. ministro do imperio para ser apresen-
tado S. M. o Imperador.
Em poder do governo imperial existe tambem
tima proposla apresenlada pelo engenheiro ingloz
Thomaz Dixon l.owdem, que se propoe a cons-
truir a dita ponto por contracto.
Osorgamenlos feitos pelo engenheiro Bleess
importa ; o da ponte de macteiraem 75:5553881.
e o da do ferro em 292:226$930.
O engenheiro Lowdem pede^2i,000 pola quo
se propoe construir.
Estando esse negoro no p em que o aprsen-
lo, visto, que nada pode resolver a presidencia
sem dociso do governo imperial.
Alm das duas obras, a que acabo de referir-
me, e quo considero de extrema necessidade, dc-
vo logo tratar da projectada estrada, que, parlin-
do desta capital, tem de terminar, por ora, na
cidade d'Ara.
No meo uliimo iclatorio assembla provin-
cial lera V. Exc. a bondade do ver os delalhes
d'essa estrada, cuja instante necessidade reconho-
ci como crescente em cada dia de roinha adminis-
trago nesta provincia.
Continuo a pensar, que o fuloro della prnde-
se completamente aoeslabelecimento deboasvias
do communicsco, qoo proporcionem fcil e se-
guro transito aosartigos de sua lavoura.dos cen-
tros da produeco para e mercado, que os conso-
m ou exporta.
Emquanto nesta provincia o frete do assucar
cuslar ao productor tanlo quanlo o seu valor
no mercado, como acontece agera, impossivel,
que a lavourapossa aqu medrar, nem lalvez dei-
xar de continuar uo triste regresso, em que
vai.
Por outro lado, como Uve occasio de expr
no meu ultimo relatoiio a Xssembla piovincial,
argumente-se, como se quizer, sobre a preferen-
cia de um ou outro syslema de colonisago, qual-
quer delles ser, em minha humilde opinio,im-
pralicavel no nosso paiz sem o concurso dos meios
de facis o seguras relagdes, enire as zonas pro-
ductoras e o imporio dos arligos de commercio
coro o'eslrangeiro.
E nao ha hoje entre nos quenr delxe de ter,
comoquesto vital para o paiz, a da colonisago
eslrangeira.
A assembla provindinl attendendo as reflexes,
que Ihe fiz ao abrir a sua sesso do anno passa-
do, auloiisou-mo pela lei n. 1 de 19 de agoslodo
mesmo auno, para contrahiro ompreslimo de 200
conlos do res, afim de serem applicados na fac-
tura da estrada projectada.
Infelizmente a crise monetaria, porque temos
passado, me nao permltiio, que podesse haver
aquelle emprestimo, ainda juro superior ao
marcado na lei.
So o houvora contrahido, acredite V. Exc, quo
as obras da estrada estariam em andamento.
Fago vot? "para que V. Exc. seja mais feliz do
que eu semelhante rcspclto, conseguindo pro-
porcionar Parahiba o mais importante beneficio,
que pode ella hoje haver do seu administrador.
A ponte do Gramame, d'aqui distante 3 leguas,
e por onde se faz um grande transito para Per-
nambuco, exige proropto e serios reparos.
No gabinete da presidencia existe a planta de
urna nova pontee o respectivo orgamento, que
necessario rever hoje.
Alm das obras, de que acabo de fallar, enten-
do, que de nenhuma outra provincial se deve
lembror a adminislraco. Por mais bem prova-
da que possa ser sua utilidade, nunca podero
preterir a da estrada, deque ha poucofallei, para
a qual por sua importancia devero converger to-
das as vistas c esforgosda administracao.
Conliuuam, no periodo de sua concluso, as
obras do novo edificio destinado para o thesouro
nacional.
Tendo eu mandado proceder a urna vistoria em
consequencia de reclamagcs, que appareceram
na assembla provincial e na imprensa, acerca "da
seguranga do semelhante obra, resuilou dessa
vistoria o que consta do parecer dos engenheiros.
e da correspondencia official, a que elle deu lu-
gar entre o presidente e o erapreiteiro, cujas co-
pias sero apresentadas V. Exc.
Em 3 do correte ordenei ao thesouro provin-
cial, que posesse em arrematago, nos termos do>
art. 12 do regulamenlo de 20 de Janeiro do cor-
rente anno, os reparos, de que necessila a cade
do termo de Pombal, cujo plano e orgamento,
feitos pelo engenheiro Bleess, remetti ao mesma
thesouro.
Quer so atienda a distancia daquelle termo,
quer ao crescido numero de reos, sempre reco-
Ihidos a cada delle, a de Pombal de muita im-
portancia.
A nova de Mamanguape esl prompta.
As oulras cadas da provincia ealo no mesmo-
estado, em que as descrevi no meu ultimo rela-
torio.
Urna das necessidades mais geralmenle senti-
das nesta provincia era a reparlicao de obras pu-
blicas provinciaes cora um regulamento sobre os
respectivos servigos.
A anarchia que aqui encontr! no modo de fa-
zo-lo, nao s punha em serios embaragos a ad-
minislraco, que nem ao menos sabia com quem
eulender-se a tal rcspeilo, comotrazia aos cofres
do thesouro provincial prejuixos incal ulaveis.
nao s pela nenhuma fiscalisago que havia no
despendi dos dioheiros pblicos, como pelo mo-
do porque eram construidas as obras, pela maior
parte por empreza, sem a menor inspecgo of-
ficial.
Attendendo a assembla provincial as conside-
rages, que Ihe Qz no meu ultimo relatorio sobre
esse assumpio, aulorisou-me tambem para mon-
tar urna repartigo de obras publicas e dar-lhe
regulamenlo.
Servindo-me dessa aulorisago organisei e ex-
ped em 20 de Janeiro prximo passado o regula-
mento, que V. Exc. examinara ; c pelo qual se
fazem hoje aqtfelles servigos.
Nao me foi possirel nomear ainda o director
das obras publicas, por nao haver na provincia
engenheiro algum nacional, e por nao terem que-
rido os dous estrangeiros, contratados pela pro-
vincia, encarregar-se nem interinamente daquella
direego.
Considerages de deferencia om para com o
outro o sobre a conveniencia, que entendern)
necessaria, de guardarem litleralmente aeslipu-


w
1

*=
.
==

"
lardes do seu uoulralo, no qual se nao incluol Uro ou oulro navio, que nos ira de lunge em
aquella obrigacao, e nao proposito-* fortatem! tange -smente algum carregameolo de bacalho
ao Irabalho, os levaran a pedir-me, que os des-
pcnsasse daqaelle encargo, 40 que annui.
A provincia lem necessidad^extrema de um
cngenhero, que se encarregnirdas obras geraes:
lendo eu representado ao governo iiuperi-il so-
bre semelhante necessidade agoardava a vwda
de um para comnieller-lhe a direcgo geral de
(odas as obras da provincia, em quanto fossera
ncarregados das provincias, eslrangekas, como
alio agora.
Quanlo s obras, que devem ser feitas porcon-
1a dos cofres geraes, Ggura em prhneiro lugar a
dos serios reparos, de que carece fortaleza do
ou de facinha de trigo, nao vem directamente de
porto eslrangcir, roes ordinariamente de Per-
Tiambuco, onde toca e recebe ordena, sendo que
a maior parte desses raros carregamentos sao
aqu vendidos por conta e risco do importador
d'aquella provincia.
Da mesma sorl os compradores degeneres do
paiz nao sao os negociantes, que aqu os expor-
tan! para o estrangeiro, e sim os dePernombuco,
a quem quelTes os vendem, ou venderom, como
acontece commumenle.
V-se, pois, que se a provincia tem commer-
cio directo -de importacao e exporteco, como se
Cabedeho, seno se quier que dentro do poucos figura nos cuadros das' reparteocs scaesxe arre-
cadadoras, nao ha aqu negociantes impTirtado-
nnossija ella riscada do quadro dss do impe-
o, perdendo-se, de mais, um monumento his-
trico desta provincia.
O eses do Varadouro desla cidade obra laro-
toera de instante rrecessidade.
Houvc para ella no exercicio de 1858 a 1839
res, nem exportadores, porm meros coramissa-
rios.
Tal estado de dependencia, o de lutella,
em -que vive esta prega em relsgo da de Per-
nnibaco Taes os hbitos que os negociantes
MARIO DE PERSAMBUCC,. = TEBC* FEItU
tm m. os de diversus
respansaveis.,......
Na alfi ndega, resto da
renda...............
16132*735
8:896$74T
EsIoj convencido de que V. 'xc. apreciara a
demor strago do correr da reedita e despeta ge-
ral d,- provincia no quinquenio financeko de
1854 1 1859 conforme os aidesmos da thesen-
raria ila faienda. Foi a rece na em :
1854-1865...................... 213.8381403
1855-1856,..................... 342:833f*7
1856-1857...................... 404:619S75
1857--1858,..................... 468.695397
1858-1858...................... 417.3708906 ;men.e. o demonstra sempre
Duiaio de miongas.
Imposto do despacho
Cees do barra-fora.
martimo das embarca-
Joias por admissao de irmos.
Taxas dos enterramenlos no cemitorio.
Subvengan do thesovro provincial.
Dona gratuitos.
lndeninisarao de despezas de curavtfoas pra-
cas do eorpo policial.
Arrecadago das rendas dos ttulos Io e 5o
confiada ao provedor d santa casa, a to dizimo
de miuneas faz-sc por arremalaco triennal pe-
raniea mesa.
O producto desse dizimo eleva-te succeasiva-
diflereoca em favor
dif-
1.847:457;928
um crdito de 60 conlos de ris, mas nao se ten- 1 desta praga (nlguns, capitalistas) reeeberam de
do feito uso dessa aulorrsscio. nao sei por que seos maiores e os pietendem iransmittir intactos
rar.o, caduco* nos dias, m que tomet conla .-aos seus successoies I
da ad(nin3trac.o desta provincia. E lendo eu <5s principaes genero de exporlago, e que
reconhecido quanto era rugente semelharflc obra, censtituem a riqueza da provincia sao*: assucax.,
j pela necessidade que della sent a fiscalisago 1 algodo c couros,
dos direitos nacionaes, j pela da conservado :o 1. exporlou-so pela
do ancoradouro, ped a coniinuaro daquella au-
torisacao no exercicio crrente, o que nao podo
ter lugar pelas razdes cxposlas pelo Exm. Sr. mi-
nistro da marinha em aviso, que me dirigi em ;
resposla ao meu officio.
Todava tendo-se mandado comprar por conla
daquelle credilo cerca de 10 conlos de res de
materiaes, e havendo eu mandado vir do Per-
nambuco varios utensilios proprios para o refe-
rida obra, resolv para nao deixar deteriorar
meza do consolado
geral no referidoexer-
cicio, arrobas.....800.075
Do 2." .......156:150
Do 3. ...... H;438
Sendo o valer official
do assucar...........
algodo.....
couros.......
A somma destes valores
, 1,630.82(19000
. 1,139:4458736
72:8409200
inferior aos do
aquelles objectes mandar continuar a mesma ; exercicio precedente em ris 210:718*358, sendo
obra pela verbaobras publicasda ledo orga-i isto proveniente jada seusvel dimiitmco na
ment provincial vigente, entregando aos conhe- i exporlago do algodo e couros, j da eiflerenga
cimentse pericia doengenheiro Polemann. ; para menos nos precos, que regulararu 110 mer-
As torgas, porm, dos cofres provnciaes nao cado 110 ultimo o-nno; a diminugo indicida
comportam despezas lo crescidas, como exigir anda se elevan* senao houvesse consideravel
scmelhaule obra, que alias c geral por sua nalu- augmento na exporlago do assucar, que fez
reza. j subir a differenca deste producto em relacao ao
O seguinte quadro pora V. Exc. ao fado do exercicio de 1857 a 1858 na importancia de ris
129:095*094
61:686828
64:075672
51:324*491
Entre e 1* e 2. exercicio a
ferenga para mais fui de
Entre e 2." e o3...L...........
Entro o 3o e o 4...............
Entre e 4* c5* a differenca
par 1 menos em............"....
ai se compararraos a di(Terenc,a para mais
cutre o t. e o 5. exercicio (eremos a favor do
ullim > o algarismo do ris...... 203:5323503
islo 95 ou prximamente 95 0/0
No citados quinquennios a despeza monlou,
inclu ive movimenlo de fundos era ris :
Miniserio do imperto............ 224:740*526
x dajustca............. 206:799^815
i da maiinha........... 38:3649-(8i
) da guerra............. 577:6995233
> dafazeuda............ 334:658*360
1.382:272*424
Mov nenio de fundos............ 410:585*398
1.792 857*82-2
1,847:457*928
-que se lem despendido com ella, devendo eu pre-
veni-lo de que tem sido Uem mol gasta seme-
Ihante somma, pela imperfei^o da ebra feta.
Exercicio de 1839 a 1840........ 4015*760
dem de 1840 a 1841.............. 10.229*960
dem de 1850 a 1551............ l:099jS dem de 1851 a 1852............ 1:030*940
dem de 1852 1853............ 5:647*216
Jdetu de 1858 a 1859.............. 13:122*245
"Total.............................. 35:l75gl20
Da quanlia de 35:175*120 ris foram despen-
didos a saber :
Por conla do minis'erio dafazen-
da nos exei cicios de 1639 a 1840, e
1840 a 1841 ........ 14:275j720
Por contado ininisieri.) da ma-
rinha, dem de 1850 a 1853, e de
1858 a 1859.........20:899*400 este genero logrado pregos favoraveis al o flm de
Da quanlia de 13:122*244 ris despendida por: anno passado, presumivel, queso nao tives-
conla do ministerio da marinha, no exercicio de sem effectuado lodas as vendas, que al enlo
1858 a 1859, pertencem : 10:413$460 ris ao poderiam ter lugar. Estas considrateos me fa-
crediio concedido pelo.. 22 do arl. 5. da lei n. *em persuadir, que a exportado, qu deste ge-
939 de 26 de setembru de 1857, e 2:7083784 ris cr se tem de realisar no correla semestre, de-
ao credild do 4^ Jo art. 11 da lei n. 668 de 11 ve ser muilo superior assim em quanlidade) co-
192:114*538.
Sobre esles 4res mporlanlas gneros ainda
informarei, que foi a sua cxporlaQae no 1. se-
mestre do exercicio corrente como sosegu :
Assucararrobas 363:463valor
offlcial, ris........... 656:777*000
Algodo -arrobas 156:410valor
official ris........... l,19lf28*G15
Couros arrobas 6:658 valor
olTicial ris........... 43:371*300
Releva porem observar, que destes dados nada
se pode tonellir para eslimar-se a importancia
da exportarle, que so deve elTecluar oeste 2o se-
mestre ; por quanlo, em primeiro lugar, se a ul-
tima safra do assucar foi infeiior as dos annos
precedentes, certo, que esla nunca se recolhe
em sua maior parle ao< armnzeus da praca, se-
no depois do niez de dezembro, isto j o' de-
curso do 2 semestre; e em segundo, nao lendo
Com 1 arado com a reccila de....
Resu la, como ja ficou dito, o
sali incluido hoje no exerci-
cio corrente de ris............
51.C09*106
da ultima arremataran,
Entretanto a conscienca publica est muilo
longe de ser ao menos cariJosa 00 pagamento
desse bolo do pobre.
O imposto do despicho martimo arrecadado
pelo lliesuui'u provincial, onde i tambora uaaa a
subvengo. r"0~
O balando da receila e despeza verificada no
corrent6 anno compromissal do Io de julho de
1859 a 31 de marco de 1860, mostra o seguinte :
Reccila .......................... 19.534*108
DeP".......................... 18:098*040
Saldo em dinheiro................ 1:436J068
Dito em lettras................... 2:3766C4
3:812,732
Na receila e incluido o saldo de 1:4918380.que
passou do anno compromissal de 1858 1859.
O asseio e decencia do pequeo hospital da
santa casa mereceu a atlengo de S. M. o Impe-
rador em sua visita, e muveu sua alia munili-
cencU a fazer-lhe o "donativo de 6:000*. que li-
cam contemplados n receila, e que por delibera
cao da mesa, aceitando o alvitro por mim indi-
cado em 3 de Janeiro desle anno, fon ni conver-
tidos em apolict-s da divida publica.
O servico interno e despeza diiria sao bem re-
gulados pelas instruccoes de 20 de raaio de 1858,
upprovndns pela presidencia.
com varas remenas de'dinheiro d'aquella 'espo- I **!!*& HiL d J-889 ,'aviam .3Adi,en,.eS'
ciehavia aconsolhado aos commcrcanles de^a XTe^''hln/^Jl^.6''^^0 idefabn'
praji e de oulras cidades e villas do -- nle 159' hom,'ns 0- "inlher,,s ; ^"in
emellir na circulaco assigoados de
va Un es para as transaces 01 diaras.
A
cido
alta de troces miudos, que alias lem mere-
1 mais seria allenco do governo imperial
interior a
pequeos
secretar.*, la coulauona .incluiudo o inspec
que tambem contidor pela organisacao
No numero dos 12 empregados da contadoria
vao incluidos 3 prattcanles, que anda nao orara
uomeados.
Estao alm disso ao servido da reparticao 3 col-
laboradores. com o venciuienlo diario de 18380
ris. ^^
A admissao de um ja foi approvada pelo go-
verno imperial, ,pendendo de approvac,o a de
o u tros.
Informa o inspector da thesourara, que es con-
serva no exercicio ; porque apparecendo mensal-
niente nos balancos a despeza com salarios dclles
ainda nao fra losada, mas que sendo os colla-
Doradores meros contratados para coadjuvarem
i.i?"4r* *lr** sulorisacocs, que tive di assera-
bla provincial na ultima sesso, existia a de re-
formar o lliesouro provincial.
Tire, por consequencia, de na minha adminis-
tracao fazer ainda um quarto regulamento, com
os de queja fallei, o de 1* de marco do corrente
anno.
O regulasfe, porque m regia a nfwcsieto.
era muilo defectivo, ou antes era apenas a orga-
nisacao do pessoaldo theseuro. O novo tran-
sumpio rom as modificarcs convenientes do de
numero 736 de 80 de novembro de 1850, que re-
organisou as thesourarias de fizenda das provin-
cias. r
Ainda sobre este assurapte reconheei a neces-
ao pessoal. nao podera ser encarregados da direc- !' p'!ide h*rm"r a legislarlo provincial com
cao de trabalhos, na forma da ordem n. 176 de
!1 de oulubro de 1839, e que pois rescnle-se a m'nWn,i" th
i- a. r-i.. j_-.J*__.:___.-- oso no thesouro.
reparticao da falta dos tres pralicantes.
Os tralwlhos da tliesouraria, afora a temada de
conlas aos responsaveis, pouco distam da neces-
saia regularidade, e de esperar, que a escla-
recida inlelligencia e amor ao irabalho do actual
inspector consigam por a reparlico no pera que
devo estar.
As colleclorias de rendas geraes, creadas pelo
art. 54 da lei de 15 de novembro de 1831, achar-
se nesta provincia em numero de 18, as cidades
de Mamanguapc, d'Ara, de Souza. e as villas
de Alhandja, Pilar, loga. Qampina Grande, Bana-
neiras, Cil, Independencia, Alagos Nova, S.
Joao, Cabaceiras, Pombal, Catle do Rocha Pal-
tos, Pianc e Serra do Tcixeira.
Creei pelo novo regulamenlo urna seceo do
oso no thesouro. cuja necessidode hou-
tfvf;NnlV,r "''/^"'gada pelo respec-
tivo inspector e geralmenle reconherida
Creei anda sob proposta do mesmo Inspector,
e por ler reconhecido que o pessoal da reparli-
r;ao era nsufliciente. mas dous lugares de escrip-
turaris e um de continuo, os quaes vo inclui-
do no numero dos j mencionados.
Os empregados curaprem seus deveres.
Consulado, collecloriai e agencias /iscaes.
O consulado provincial, creado pela le nume-
ro 10 de 29 de oulubro de 1858, compoe-se dos
empregados seguinles :
Um administrador, um primeiro escriturario,
dous segundos ditos, dous conferentes, um feilor'
de sslerobrode 1852, na conformidade da ordem
do thesouro nacional, n. A\ de 4 de agosto de
1859.
A alfandega desla praga precisa de nova casa.
O velho e acanhado arniazem, em que funccion.i,
iio merece, a meu ver, que se gaste com cite
real.
A casa, em que funeciona a thesourara de fa-
zenda, precisa de concert.
Para a recepro de8S. MM. II. resolv mandar
fazer serios reparos no palacio da presidencia e
na >greja do Collegio, qc Iho serve de capclla
afim do por o anligo hospicio dos Jesuilas em
estado condigno ao alto lim, a que se ia des-
tinar.
Dei conta minuciosa das obras feilas ao go-
verno imperial, de quem.aguardava a approva-
co da despeza feita.
O palacio acha-se alm dissj completamente
mobiliadosem nada fallar-lhe de forma que est
lioje urna habitaco eondigna da posigo do de-
legado do governo imperial. Creio mesmo, que
nenhuma nutra Ihe superior a csse respello.
A capella tem todos es paramentos e servico
dos altares neressaiio. Da prala, que anlig-
raer.'.e era propriedade da egreja. e que se aeno-
va em deposito na thesourara de fazenda, man-
dei fornecer capella es objeclos constantes do
inventario da mobilia de palacio, que ser apre-
aenlado V. Exc.
AGRICULTURA.
Sabe V. Exc., que ludo quanto cu podia dizer-
Ihe acerca da agricultura na provincia seria pre-
venido pelas ideas geraes, que lodos temos d'ella
110 paiz. Que vai mal, sem futuro, e nem por
isso protegida, urna verdade, que todos sen-
timos.
Sem boas vias dc-communicac.cs entre o
littoral e o interior, como j disseem oulro ar-
tigo, sera urna corrente valente e nao interrom-
pida de colonisago entrangera, sem estudos
prossionaes, c adopc.o de instrumentos o ma-
quinas aratories, quo -suppram os innumerrs
bracos, que hoje exije a agricultura entre nos,
nao sei onde iremos parar na rota, que le-
gamos.
Infelizmente nesta provincia nao ha vias de
communicaco ; nao so falla em colonisaceo e
nem era oulro meio do a ir supprindo. E posso
"segurar V. Exc, que cora os recursos pro-
vnciaes escusado contar por sua exiguidade
para emprenhender tarefa lo importante como
aquella.
to entretanto bom cuidar dos delalhes na
ausencia de medidas geraes.; por isso nao me
-descuide de dar o maior ompenho, auimando
com todos os recursos da Administiagao, a um
ramo da agricultura, que se ensaa na provin-
ciaa cultura do trigonao -s porque s.io pa-
tentes as vantagens, que auferira a provincia de
semelhante cullura, ao menos para o seu consu-
mo, como porque eslou informado, que os terre-
nos da serrn do Teixera sao muilo superiores
para a cultura d'aquelle cereal aos do Poilugel e
Hespanha, quo o produzem com a abundancia,
que V. Exc. sabe. Asseturou-mo nesta capital
pessoalmente o agricultor Grabriel Sero, que o
.governo tem contratado, que o trigo, quo all
plantou, se posera em 4 mezes no mesmo cslido
ern que s no flm de um anno se poem na He-
panha o cid Portugal, oude elle o plantara
tambera.
indo o contrato, que fizera o dilo-Sdeiro com
a presidencia para plantar trigo na serra do Tei-
xera, innovei-o, obrigando-se de bov.o o mesmo
fideiro a eusinar a plantar trigo.cevada e cenleio
A qualquer pessoa, que o procurar no districlo
41a serra doTeixeira, e a montar um moinho de
vento para tritura d'aquellescereaes.
Constando-me, que no engenho Santo Amaro
existarn ditas ms, mandadas vir para ura moi-
aiho, que se projeclava all montar, ha muilos
annos, e que hoje se achavam abandonadas,
dcligeiicci a sua acquisi^ao, sendo-me ellas
cedidas com a melhor vonlade pelo seu proprie-
tario, o Sr. capilo-mr Jos Francisco d'Albu-
querque Maranhao, e depois do as mandar pre-
parar do novo por esurem damnillcadas pelo
tempo, as rcmelt para o porto de Mcau. de
ende sero mais fcilmente levadas para a serra
do Teixera, providenciando sobre a sua condc-
elo para all.
Delerminei Coramisso promotora d'aquclles
ensaios, que, loao que all esiivessem as ms ni'o
commuiicasse afim de mandar d'aqui um 'car-
pintero necessario para montar o meinho sob
as vistas e direccao do referido Seiro.
Mandei vir dej-isia 10 alqiteires de trigo e 2
ditos de cenleio pela caza commercial desla pra-
ca do Sr. Custodio Domingos dos Santos, aQm de
eerem remeUidos para a serra do Teixera.
Eslava disposto a Ir por diante com essas pro-
videncias, porque cntendo, que vale apenas fazer
o thesouro provincial alguma despeza com seme-
llianie ensaio. Eslou persuadido, que V. Exc.
pensa/ como eu. *
COMERCIO E NAVEGAGO.
De alguma importancia e.oj os valore*, aue
move o commercto, que se faz por esle porto.
querpor euporlarao, quer por importacao ou se
faca directamente ou por caboiagem.
No meu ultimo relatorio apresentei os quadros
^? ^mmercio relativos ao anq'o financeiro de
loo" a 1858 ; devo agora informar a V. Exc. do
ooe posteriormente se tero dado a tal respeilo.
Antes porm cumpre-me prevenir V. Exc.
de que a expressaocommercio directo, de
que commumetite usa a praca desta cldade, como
indicadora d'squelle que se fez com os norlog
estrangeiro quer na esportajip, quer na im-
portagao, pode tornar preza de urna frisa idea a
flueme ochar desprevenido, e nao tiver Conhe-
cimeflto perfeilo do iogo.desse,commercio.
1110 em valor ao do Io.
Em qu.iuto ao algodo pens differenteraente
em vista das informales, que tenho. A quanti-
dade desle genero, que sobe a crcea de 26:000
saccas erob'.rcadas no Io semestre, pela maior
parte perlence s safras transadas, pois que a ul-
tima, como sabido, foi muito diminuta, deven-
do portante ser multo inferior a do Io semestre a
exporlaco, que so deve elTecluar no correnle,
Tenh porem intima conviego, que balan'cia-
dosjtegundo estimo, esles augracnlos e reduc-
<;oes, jamis o computo total destes dous gne-
ros, depois de encerrado o exercicio. ser inferior
ao lindo; c se nao visso o commercio desta pra-
ga tao desanimado o estremecido me seria lison-
geiro assegurar mais prsperos resultados.
Muilo diminuta a exportacao, que se faz por
caboiagem nesta provincia; ella foi apenas re-
presentada no ultimo exercicio pelo valor de rs.
49:192*795, assim mesmo superior ao do lindo era
rs 22:197*605.
O commercio de importacao directa figura com
o valor official de rs. 217:311*658. apresenlando
urna differenca para menos, comparado com o ex-
ercicio de 1857 a 1858, de rs 40.0698512. O de
caboiagem porm de aljjuina importancia, re-
presentando o valor do rs. 1,614:871*162. supe-
rior ao exercicio anterior em rs. 176:182;iG77.
A navegado directa ou de longo curso foi feita
no referido periodo por 72 navios lodos cslran-
geiros, cora a lotaco de 22;073 toneladas, lendo
sido a do anuo anterior de 71 navios com 2 ; 23
toneladas.
A de caboiagem se fez em 513 barcos miudos
com a lotacao de 29:337 toneladas, superior a do
exercicio anterior em 93 barcos.
BINANCAS.
A renda geral da provincia de 1858-1859, a
contar do Io de julho de 1858 a 31 de margo pas-
sado. em que se encerrou definitivamente o ex-
ercicio, segundo o decreto n. 41 de 20 de feve-
reiro de 1S40 e instrueges n. 92 do thesouro na-
cional de 13 de novembro de 1843, foi de quatro-
centos e dezesele conlos Uvzentos e setonla mil
noveceutos e seis ris, arrecadadas pelas seguin-
les estagoes:
Thesourara de fazen-
da; inclusive :
Movimenlo do fundos.
Alfandega.............
Coneio geral..........
Colleclorias ..........
87:323$9S8
276:233j71
6303*307
47.51)9*895
apropTiamele commercio
A despeza imporlou no
dito, exercicio era
trezenlos e sessenla
e dous conlos sele-
centos e setenta rail
e oilocenlos ris, a
saber:
Pelo ministro do impe-
rio.................. 40.652*929
'"sliga................ 56.0l3j8842
Marinha............... 2l:28ig49i
0 "erra................ 137:3711^467
Pazenda............... 78:503^980
Movimenlo de fundos
dos................. 28:945*088
-------417:370*906
Resuhou porlanlo o
saldo, quo passou
para o exercicio do
1859 a 1860 inclusi-
ve urna letra de 7
conlos...............
----------------362:770*800
54:6003106
No correnle exercicio as oper3g5cs do Io de ju-
lho do anno passado al 31 de margo ultimo
somraam trezenlos e doze conlos oilocenlos e no-
venta e seis mil quatrocenlose triula c Ircs ris:
foram arrecadados:
Pela thesourara de fa-
zenda inclusive:
Movimecio de fundos. 113:010*946
Alfandega............. 177:911*243
Correio geral.......... 4:163*017
Colleclorias............ 17:8118227
. ----------------312:896g433
A despeza foi cCfeclua-
da cora os ministe-
rios :
Do imperio............
l)a justiga.............
Marinha...........
Guerra............. 92:932*517
a Fazenda........... 50:484*470
Movimenlo de fun-
dos.................. 22:199000
----------------238.595*101
Reconheceu a thesou-
rara existir o saldo
de ris.............. 74:301*332
Recapitulando ver V. Exc, que de 19 de ju-
lho de 1858 1 31 de margo passado os algarismos
da receila sao
31:9928690
35:463$u42
5.523.382
185S1859........
1859-1860........
417:377906
312:89(5*433
----------------- 730:267^339
Os da despeza:
1858-1859........ 362:770*800
1859-1860........ 238:5953101
Do qual deduzido o que
do exercicio anterior
passou para o cor-
renle no j citado 31
de "reo........... 54:600J106
655:9663007
Apparece o.sildo real
dc................... 74:501*332
60:084g0.9
44114*970
37:833*734
20:36,15.734
de menor
pois tratados durante esle auno compromissal
192 docnles, homeus 148, mulhercs 44.
Ha vendo eu, porem, lomado as mais enrgicas
prov deucias, como me recommendara e governo
imperial, para fazer cessar semelhante abuso,
cons 'gui, que taes assignados dessppatecessem
ua c reulaco par toda a parte, tendo chele de
poliiia ordens muilo terminanles para fazer vi-
giar, que elles nao reapparegam.
A renda provincial do exercicio de 1859, co-
nhecida no thesouro at 31 de dezembro, impor-
lou 1 m 255:763$268. Esta cifra, porem, elevar-
se-h 271:413*798 se Ihe addicionarmos o sal-
do d > 1858 no valor de 20:438s380, e em suppri-
men o feito pelo thesouro nacional na importan-
cia ce 15:63iS53, para estradas pontes e calca-
das, e auxilio s obras provnciaes.
Di s 255:768^268 foram arrecadados :
Pelo thesouro.................... 135.120*601
Pelo consulado.................... 156:197*861
Pelaj colleclorias................ 12.541*360
Pelas agencias fiscaea............ 9.543jJ976
A despeza conhecida tambera at aquella dala
de 295-722^003 ; sendo :
Com a insirucgfio publica........
Com a fnrea policial..............
Com as obras publicas, inclusive
a:; desaprnpriagoes............
Con os presos e cadeias........
O resto perlence a diversas verbas
importancia.
Di comparaejo da receila com a despeza re-
sulli um dficit de 24:308*405, que foi suppiido
por cmpresilmos tomados caixa de agricultura
e a particulares.
Comparada a receila liquida com o termo me-
dio la do quinquenniode 185418)8, que eris
268:1)32*288,lacia-se em favor desle a difierenca
de 13:163*020.
Compre porm observar, que a receila compa-
rad! a arrdeadada al 31 de dezembro, sendo
pro'avel que rom a arrecadaco do semestre ad-
dici >nal venha ella exceder muilo aquelle termo.
Dj em presumo feito por particulares s se
est devendo $.00u*000; porque o credor nao os
lem querido teceber.
Continuo a pensar, que em lodo o caso ne-
cess irio muito cuidado da parte da assemblea
pro incial para que nao fixe despezas sem alten- ', cer aquelle lugar, que j
gao as vicissiludcs, porque possa passar natural- elle nicsino oceupado.
mei.le a receila orgada. P
CMARAS MUNICIPARS. X
Depois da pouca lisongeira idea que me for-
cad > a dar no meu ultimo relatorio das*ainaras
mu licipaes da provincia, nao 6 possivel queiios-
sa nu hojG dizer cousa que Ibes seja mais listin-
geia, por nao ser natural que no curto esparo de
oilt mezes se houvessem operado as reformas,
que exgem aquellas corporaces. para ao menos
dar !m urna idC) do firn de sua instituigo.
Beferindo-me, pois, aquellas iuformages, offe-
recu-me apenas commiinicar a V. Exc, que por
por aria de 9 de Janeiro do correnle anuo resol-
vi suspender a cmara municipal da villa do Pi-
lar, mandando responsabitisa-la : porque hacen-
d mi recebldo ordem do governo imperial para
na idar preparar as casas das cmaras do in-
terior, que Sua Magestadc o Imperador pre-
tenla oceupar na visita, com que honrara a esta
provincia, dei-me pressa em expedir ordens na-
qui lio Sentido de que trato, mandando por a
su disposigao a quanlia de um ccnlo de ris pufo
iln souro provincial pira os arranjos necessarios.
r.utrctaiiio depois de quasv tres mezes da ex-
pe< igo dnquellas ordens tive o desprazer de ver
poi occasiao de all chegar cora S. M. o Impe-
raeor, que o cimprimenlo de minhas ordens ti-
nh 1 sido pelo menos addiado de urna mancira re-
pn liensivi I, porque cncoiilrei a casa em estado
de nao ser habitada noni mesmo por qualquer
pa; lioular !
em mais reflexes coraprehender V. Exc,
quo semelhanli! facto nao podia passar desaper-
ec ido, e pois, lendo eu ouvido a mencionad 1
ca lara sobre o assumpto, e nao me pirocendo
plausi^eis as razoes com quo procurou desculpar
suis fallas, lomci a deliberago a que alludi.
5 uspendi (aiubem, e mandei responsabilisar,
cono indiciado no crime previsto pelo art. 133 ci.il oproviraenlo desta
do cdigo crin nal, o presidente da cmara mu-
nicipal de S. Joo, por portara de 22 de feve-
reio do correnle anno; porque lendo, na qua-
lid ide de meor.bro da junta revisora dos jurados
vo ado pela musanlo de ilguus indvdups, de-
ca rou depois era nova reunio da mesma junta,
po occasiao de informar esta sobro urna pelig
de recurso, qu-s nic fizernra aquelles individuos,
qu 5 eslava resolvido a informar a presidencia no
sentido da incluso dos reconcilies, reformando
as.im seu primeiro juizo, nicamente para salis-
fajer ao pedido de um amigo [cojo nomo decla-
ro 1), a quem nao psdia faltar! Pelo que se negou
a issigiiar a informago, que em sustenlaco da
pr raeira deliberago da junta laviara a sua maio-
ric.
'actos destes nunca sero relevados por mira,
co 110 nao o sao por todos aquelles, que encaram
Em caixa (moeda cor-
repiVj..............
5i:27I|8.5Q
os negocios pblicos pela nica face, porque de-
vora ser encandos.
SANTA CASA DA MISERICORDIA.
E' lisongeiri o estado desse po eslabelecimen-
lo que me mereceu sempre a mais desvelada al-
te ico.
A administragno nestes ltimos annos tem sido
so icita em llscalisar e arrecadar a renda do seu
exiguo patrimonio, em regularisar a sua despeza,
admillindo usos c praticas mais razoaveis e eco-
nt micas, e um novo rgimen para o servigo in-
te no do hospital da candado a seu cargo,'e sa-
ls fazendocm ludo mais os seus deveres.
Esse melho-amenlo n,olavel em relago po-
cas anteriores devido A reforma do compromi-
so, pela qual .jompele ao presidente, como irmo
e prolector nito da santa casa, o direilo de in-
le ferencia e Mipreraa inspccgo em seus nego-
ci )s. Do prudente cuidado e acert da escolha da
pi re dos presidentes na nomeago do provedor
o mesarios, era essa a natural consequencia. e
ans urna prova^ de que no nosso paiz difflcil-
raonte caminlum bem as cousas publicas, em
qi e o governe nao intervm cora benfica in-
fluencia.
Possne a santa casa 7 predios, quo csto ar-
rendados ou alugados., e um, de que pordisposi-
eaa testamentaria 00 doador ainda Ihe nao per-
le ice o uso-'ucto.
Pusue tambera alguna chaos e Ierras nestaci-
d;de, em seus suburbios, em Lucena, c na mar-
g'im do Parariiba. Estas ultimas nenbem prove-
do do, por se lercm apossado d'ellae os Srs. de
un engenho, a que sao annexas, e depender an-
da a sua.acquisigo de soluco posterior. Sao te-
nue* as renda 1 da santa casa, e a nao ser auxi-
liada com uma subvengao de 10:000*. que com
ra :o Ihe tem sido annualmenle concedida pela
aslombla provincial, ser-Ihe-ha Ulvez impussi-
eI acudir ssuas necessidades semprocresces-
Ifti.
Pro v ni s rendas dos Ulules seguinles:
Wros, liad .'ios eieud deprudiss.
Oestes sahiram curados 128, homens 107, rau-
Iheres 21 ; morreram 18 homens, 14 mulheres,
total 32 ; exislem em iralamc-nto 32, homens 23,
sendo 7 pracas de polica, mulheres 9. No nu-
mero dos que foram Iratados no hospital con-
lam-sc 77 praeas de polica, dos quaes sahiram
cuiados 69, moireu 1 e exislem 7.
Por aclo da presidencia do 22 do mao de 1858
et.io sendo tratados no hospital da Sinla casa as
pragss do corpo policial, rcverlendo para o esta-
belecimenlo o sold iuleiro de cada praca duran-
te o lempo, que all se conserva.
Seria muilo conveniente realisar a idea de so
adiuitlircui irmas de caridado ao servigo da
santa casa.
lia difculdade em achar aqui quem lenha ap-
lidao para o cargo de enfermeiro, ainda com bous
vencimentns. Os enferuiciros, que exislem no
hospital, muilo mal satisfazem esse caridoso en-
cargo.
Os servigos prestados humanidade por csse
nico eslabelecimenlo de caridad*, que ha na
provincia, inspiran ainda a medida indispensa-
vel de Ihe dar mais exlenso c commodidade,
acrescentando a rasadas enfermaras, pata oque
se podem aprovoilar com vanlagem e economa o
espago o malcraos do autigo carneiro, que Ihe II-
ca contiguo.
Est tanibem i cargo da santa casa o cemitc-
rio publico desla cldade, onde se edifica actual-
mente por conta do eslabelecimenlo urna capella
e deposito de ossos, que esto quasi a concluir-
se. Os rendimentos do cemiterio pochegam pa-
ra as despezas de sou cosleio, o a sania casa sof-
fre com sto prejui/.o.
Pede a jusiiga que eu conclua recommendando
a V. Exc. os bons s*rvigos prestados ao eslabele-
cimenlo pelo son digno" provedor, o Dr. francis-
co do Assis Pereira Rocha.
REPARTIGES PUBLICAS.
Secretaria da provincia.
Tendo sido croado, pelo arl. 25"da lei n- 27 de
3 de oulubro do anno passado, o lugar do archi-
vista da secretaria, nomeul, por portara de 11
do dito raez e anno, sobro propxst.i do secretario
o 3." olTicial Antonio Manoel Baptista para exer-
aiiterioinicnte ora por
icsmo oceupauo.
Em consequencia da vaga, dcuda pela no-
meago do archivista passou a toreciro olTlci.il o
amanuense mais amigo Joao Moreira do Almeida
Leal, e foi nomeado amanuense Domingos Facun-
do de Castro Menezes, que em qualidade de col-
loborador extraordinario, coadjuvava os cnipre-
gadoscom aplido nos trabalhos da repailig.io.
Actualmento tem a secretaria da provincia no-
ve empregados de cscriplurac5o, a saber : 1 olli-
cial maior, 2 segundos ollieiaes, 2 terceirosdi-
los, 4 amanuensese mais 1 ofikial arch.sla, 1
porleiro c 1 continuo.
O porleiro tambera encarregado do registro
dos despachos no livro da porta.
Todos cumprcra satisfactoriamente os seus de-
vores, excepto o 2." official Ignacio de Souza
Gouva, que padece do molestias chromcas, ven-
do-sn por isso conslrangido a faltar frequenle-
mento reparticao.
E empregido hbil, anligo, pobre, e onerado de
familia : oslas considerandos me teem embar.ira-
do para dar-lhe deraisso, ou aposentadoria for-
rada. ltimamente tem sido mais assiduo; e
provavelmente coiiiinuar a se-lo quanto poder,
se esliver convencido, como deve eslar, de que
nao se Ihe tolerarn abusos.
O expediente feito a lempo e com regularida-
de, o registro est era da, e o archivo arrumado
em boa ordem.
O expediente j baslanto crescdo da repari-
co, e a conveniencia do seren os olllcios expe-
didos entregues as diversas estagoes, e s auto-
ridades publicas cora proraplidao, exigen) a crca-
go do mais um lugar de correio.
Esta falta agora muito insufficientemenle sup-
prida por um soldado do corpo policial. O secre-
tario tem-nie representado sobre islo ; e eu rc-
servava-me para solicitar da assemblea provin-
cial oproviraenlo desta necessidade do servigo,
dexando de o fazer antes pelo escrpulo, que te-
nho, de exceder sem motivos muilo urgentes as
consignages voladas.
O material da secretaria hojo ovo e decen-
te ; para ser completo preciso forneccr-lhc mais
tres armarios.
I.ogo que lomei conla da adminislrago da pro-
vincia, mandei por em arremataco a publica-
gao, pela imprensa, do expediento do governo ;
esle irabalho foi contratado com o proprictario
da typngraphia que melhorcs vantagens offere-
ceu fazenda publica, e o fazia no peridico
Despertador.
Tcndo-se porm verificado, que o respectivo
contrato no satisfazla ao sen fim, e tendo cres-
cdo diariamente o expediente, resolv innovar o
mesmo contrato de accordo com o referido pro-
prielaro, em 9 de marco prximo lindo, estipu-
lando de mais; que se augmentara o formato do
dito peridico, que elle seria publicado tres ve-
zes por semana, quo nelle seriam insertos os de-
cretos e avisos do goveano imperial, cuja promp-
la vulgarisagao inieressas.se 00 publico, bem co-
mo quaesquer brtigos ollieiaes explicando algum
acto do governo, e eselarecendo a opinio a res-
peilo ; sendo, alm disto, obrgado o contraante
a nao demorar por mais de doze das a publica-
,gio do expediente, o a fornecer s repartigoes
publicas da'capital dous cxcmplarea do cada nu-
mero do Despertador.
Esto contrato, que durar um anno da dala da
sua asignalura, poder ser rescindido, quando o
presidente da provincia o julgar conveniente.
O movimenlo da secretaria desde 5 de junho
do anno passado al 31 de margo ultimo foi o se-
guinte :
Papis oxpeddos6.564.
Dito recebidos4,213.
Nao so eomprchendom as copias, os registros,
os mappas e relaces, ele.
A secretaria precisa de um regulamenlo inter-
no : eu o faria logo depois dos quatro, que, ha
poneos das, arabiram de absorver-me a alten-
gao e o lempo.
No gabinete ila presidencia nenhum papel exis-
to por despachar, e os poucos, que podem estar
na secretaria por expedir-se, acham-se com ta
respectiva decises minutadas. m
Thetourarut de fazenda e coUtetorm.
10 reParl'ca0- creada pela lei do 4 de oulubro
de 1831, foi inslallada solemnemente em 16 de
abril da 1833.
'i'-d*8 de Ia classeda 2* ordem, o se compoe
de 19 empregados, que sao :
Um inspector. 2 chefes de secgo, 2 primeiros
escriplurario*. 4 segundos ditos, 3 pralicartles. 2
amanuenses, 1 thesouroiro, 1 porteiroecarloi.trio,
coolinuo.Total 18.
Se eteluirmos o procurador Oscal, o thesou-
reiro, o ponleiro, oe o continuo, ficam quinze
eajprujado do escripluracio, portoscendo 3 a
Informa o inspector da fazenda. que nao re- T 'i8"1*-0' Um por,eir01 um Pesador marcador
guiar a escripturogo, era o modo do servigo C
relalivos as colleclorias, e que trata de por a es-
sas cousas no p conveniente.
Alfandega.
Esta repartigocompoe-se dos empregados se-
guinles : 1 inspector, 1 escrvo, I escripturario,
2 segundos ditos, 3 amanuenses, 1 thesoureiro,
1 tenores conferentes, 1 escrvo da entrada e'
descarga, 1 guarda mor, 1 ajudanle dos feilores j
1 porleiro e um correio. e mais 14 guardas, sen-
do 6 de Ia classe, e 8 do 2a. Ha lamben! os em-
pregados da capalasa, que sao 1 admislrador e 2
fiis.Total 30.
A reparticao dirigida por um empregado h-
bil e zeloso, e tem outros com qualidades iguacs
Funeciona em ura velho e acanhado arraazem,
incapaz de qualquer reforma.
Julgo de uidcclinavel nescessidade a construc-
gao de predio novo para aquella importante repar-
tigo, onde o servico se poa fazer sem os em-
baracos materiaes. que nao podem deixar do af-
feclar sua regularidade.
Reparlico de trras, publicas.
do algodo.
As funeges da reparlico, bem como as allri-
buiges de cada um de seus empregados, e o mo-
do de fazer-se o servigo, acham-se definidas no
regulamenlo de 7 do corrente, organisado nos
termos do artigo 76 do Io de margo deste anno, e
por mira examinado e approvado era 10 desle
mez.
Ha na provincia 17 colleclorias das rendas pro-
vnciaes as cidades de Mamaiiguape, rea. Sou-
za, e as villas do Pilar, Alhandra, Inga, Cana-
neiras, Independencia, Alagoa-Nova, Campia-
Grande, Cuit, S. Joo, Cabaceiras, Patos, Pom-
bal, Catlo do Rocha e Pianc.
Ha ires agencias flseaes, urna na cdade \o Rc-
cife, outra na do Aracaty na provincia do Ctar,
e uma ltimamente creado na cidade de Goiaria-
Os agentes fiscaes do Recite o Goianna leetn
urna gratificagao de 12 por cenlo da retida que
arrecadam, o do Aracaty 25" por cerno.
Pede a justiga, quo cu recommende a V. Exc.
os bons servigos do agente fiscal do Recite, Jos
Joaquim de Lima.
E' ura procurador zeloso, nao s do que diz res-
Esta reparligo pode dizer-se. que ainda esl -.
em organisago ; sao lo defectivas as informa- !'C '" Pr"Pinamcnle." suas allnbu.goes, como do
cOes. que pudo obler dos seus registros, que ape- 1 J. '"a."1'?,0 PW6nt dcsto provincia o encar-
nas me possvd informar V. Exc!, que se rega de lWnambuco-
compoe ella de 1 delegado, 1 amanuense e de
um collaborador, alera do procurador fiscal da
provincia
thesouraria de fa/.enda, que all funeciona nos
termos da lei : e mais quo exislem 21,30 sorles
de Ierras registradas.
Nenhuma medigo anida se fez na
por aquella reparligo.
Secretaria da polica.
Esla reparligo tem os seguinles empregados :
1 official, que serve de secretario. 4 amanuen
ses, sendo unt encarregado da visita dos navios,
e um porleiro servindo de continuo.
Esle pessoal nao satisfaz com a rapidez, com
que devem correr os negocios da polica, o ser-
vigo, que se ocha a seu cargo, o qual se vai aug-
mentando constantemente.
Sem mais um empregado pelo menos o expe-
diente nao andar em dia e com regularidade.
A reparligo nao se sena em casa con moda, e
condigna uma eslaco desla ordem
A em que funeciona foi cedida por emprestimo
peluseu propriotano, que reclama sua entrega,
e nao a quer alugar por contrato.
Tcm-se pago parte do alluguel da casa, ava-
llado pelo que nesta cidade se d pelo aluguel de
predios iguacs. Deve-se a importancia de alguna
mezes de aluguel; porque nao ha credilo para
esla despeza.
necessario conseguir-se uma casa para esla
reparligo. sendo indispcnsavel autorisaco pre-
via para a respectiva despeza.
A secretaria nao liaba a mobilia precisa para o
servigo. ltimamente se tora fomecido alguma,
posto que nao Ihe d anda a decencia, que devi
ler uma estarn publica.
Noconvm mesmo raclhorar osen estado ac-
tual, em quanto nao se obliver uma casa propria
para a reparlico.
O governo concodeu ura crdito para comprar
repertorios, collecc.es de lei, e oulros livros, de
que a secretaria de polica tinha fulla absoluta. '
Nesla parte vai ella melhor.
O servigo da visitados navios mal feiio, por- I
que nao ha um escaler, para o encarregido del- !
la se dirigir a lempo a bordo dos navios. Anda
as vetM at em embarcages lomadas de empres-
timo a particulares.
Os actos da secretaria se clevaram no anno
ultimo somma de 12,193. suparior a do an-
no ultimo.
Este trabalho nao comprehende a escriplura-
go relotiva a arrecadago dos emolumentos, que
as partes sao obrigadas a pagar pelo servico que
requeiram.
Cabe aqui ponderar, que o servigo da arrecada-
go dos emolumentos seria mais* conveniente-
mente desempenhado pelas repartigoes de fazen-
da. do que pela socroiaria da polica, que nada
lem de reparlico fiscal.
Por esta forma nao se dlslruhiram tambem os
empregados com outros servigos, e teriam mais
lempo para se applicor au qno" proprio do Ira-
balho da polica
Estao por pagar de seus ordenados os empre-
gados da secrelaria da polica por falla de crdi-
to. Nada ha a meu ver mais duro do que privar
a empregados pblicos pobres, e as vezes onera-
do de familia, dos nicos meios de sua subsisten-
cia, que sao os seus ordenados ; no entretanto
nao estando semelhante despeza incluida mas de
que trata e decreto de 7 de mao de 1812 nao pu-
de, bem a meu pezar, autorisa-la eu sob minha
responsabilidade.
Informa o inspeclor da fazenda, que ja pedio o
crdito necessario.
Correio geral.
Funeciona esta repartigjo em duas espagosas
salas ltimamente preparadas para a reparligo
no andar terreo da casa da ihesouraria de fa-
zenda.
Esl convenientemente collocado em relaco
as necessidades que sent dos servigos do correio
a populago da capital.
Compe-se a reparligo de cinco empregados,
sendo
Um administrador e thesoureiro, um ajudan'e
e contador, um praticanle e porleiro, edous car-
leros.
Transilaram pelo correio no anno prximo pas-
sado 23,890 papis, e nos quatro annos preceden-
LEIS NAO SANCCIONADAS.
Dos projeclos que se remellcu a assemblea
provincial em sua ultima reunio, vi-me toreado-
n uo sanceonar um autorisando a presidencia a
emprPgar de novo no magisterio o professor apo-
senladu Jos Pereira da Silva Dourado : e 03 ou-
tros creando diversas cadeiras do ensino prima-
rio, pelas razoes constantes dos mesmos projec-
tos que foram devolvidos a assemblea, sem quo
ella podesse, por falla de lempo, lomar era cou-
sideraco as razoes da presidencia.
COMMISSO SCIENTIFICA.
Nao estrantro a V. Exc, quo o governo im-
perial, solicito, como pelo deseuvolviniento-
industrial e engrandecimenio futuro do nosso
paiz, mandn urna cominissao scieiiliftca, com-
posta de homens professiouacs, estudar e explo-
rar o interior deste vasto e rico imperio, lo pou-
co conhecido ainda no dominio das ciencia*.
O chefe da sesso geolgica desta commisso,
o Sr. Dr. Guilherme S. de Capanema, seguindu
era sua excurso scienlifica da provincia doCea-
r certas carnadas e formages geolgicas, atra-
vessou o termo de Souza desla, e no lugar deno-
minado Paiaraul pouco distanle d'aquel-
la cidade, descubri urna mina abundante do
ferro magnelico, quasi puro, e do excellenla
qiialidade, que, segundo a informago reiebida.
em nada lem invejur a melhor qualidade do-
ferro d'Elba e da Suissa.
A communicaco desla importanle descoberta
conslitue o assumpto do officio, que com data do
26 de fevereiro deste anno tive a satisfago do
receber hoje, e me foi dirigido da cidade do
Souza por aquelle Dr. e pelo chelo da sesso
elhnographica o Sr. Dr. Antonio Goncalves
Dias.
Sent, quo essa communicago nao fosse lo
circunstanciada e completa, como eu desejava,
pela nocessida de, que liverim os dignos che-
fes d'uquellas duas sesses, de nao se demora-
rom muito na cidade deSou/.a, o de irem quan-
to antes se reunir as demas sesses di com-
misso scionlitica na cidada da Fortaleza, donde
poder todava V. Exc. solicitar os esclareci-
menlos, que entender convenientes acerca da
to importante descoberta. aquelles dstinclos
merabros da commisso, que com a melhor boa
vonlade se rae olTereceram para presta-Ios.
Nao se oceulta aosolhos do V. Exc. a immen-
sa vanlagem; que pode auferir a provincia com-
a explorago desla mina de ferro.
O ferro, como V. Exc. sabe, preenche um pa-
pel muilo importante na economa dos nares.
Denlreos muaos o primeiro e o mais precioso-
ao hornera pela grande ulilidade, que presta la-
voura c lodas as industrias, que precisara de
instrumentos e maquinas aperfeigoadas para o-
Irabalho humano.
Os processos da minerago do ferro, segundo-
me nformo pesoas entendidas, nao sao lao dif-
licies e dispendiosos, como a primeira vista
recer.
Se as forras e os recursos da provincia n-o
comporta-era a explorago desle mineral em
grande escala de mancira, que possa competir
e concorrer nos mercados da Europa com o fer-
ro estraugeirmf convem todava uacionalisar-sa
uma industria, que em pequea escala pode a-
baslccer o nosso mercado de ferro do boa qua-
lidade, e por pregos ra-oaveis, sufQcienle para
as mais instantes necessidades da nossa lavou-
ra ; e que lera necessariaracnle de se desenvol-
ver com o progiesso da nossa agricultura o
do oulros ramos indiistriaes.
Sinto, que nesta occasiao me fallecam os co
nhecimenlos profissionaes para tratar com pre-
ciso desta materia ; mas consola-me a corte-
sa, que tenho, de quesobejom em V Exc. lu-
zes o patriotismo bastante para nao deixar era
olvido uma descoberta de lamanho alcance e
ulilidade para a provincia, com o que a dolar
d'um grande o importante melhorameolo.
CONCLUSAO.
pa-
les, a saber :
Era 185....... 15,705
Em 1856....... 23.874
Em 1857....... 24.122
Em 1858....... 21.481
Total do quinquenio 85,481
Exislem na provincia 16 agencias as cidades
de Maraanguape, de Areia, e de Souza, o as vil-
las da Independencia, de Bananeiras, do Cuit,
da Alagoa Nova, do Pilar, do Inga, de Carapina-
Grando. de Cabaceiras, de S. Joo, de Paltos, de
Pombal, do Calle do Rocha, e do Pianc.
Corrcspondo-se a administrago central com
as das cidades do Recite, de Olinda, de Goian-
na, e com a da villa de Iguarass na provincia de
Pernarabuco.
Tem ao sen servico oito estafetas. Acho muilo
pouco.
Existe Onalmentemente nesta .provincia como
reparticao um chamado armasem de artigos bel-
licos, que nenhum conlm, servindo no estado,
em quo se echa, antes de enibarago de que de
auxilio a administrago.
Thesouro publico.
Al a promuigago da lei provincial numero 1
de 1840, quecreuu a administrago das rendas
provnciaes, a administrago e arrecadago dessas
rendas estova a cargo da thesourara de fazenda
da provincia.
Posteriormente fora o preiidftnte da provincia
autorisado peta lei numero 30 de 4 de dezembro
de 1856 a crear o ihesouro provincial ; seme-
lhante autorisaco foi exercida por acto de 29 de
Janeiro do 1857.
A inslallacio dessa reparligo leve logar no
dia 5 do fevereiro do mesmo anno.
Compe-se actualmente o thesouro dos empre-
gados seguinles :
1 inspector que serve de contador, 1 procura-
dor fiscal, 2 chefes de seceo, 2 primeiros oscrip-
lurarios, 4 segundos ditos, 1 official de secreta-
ria, 1 amanuense, 1 thesoureiro, 1 porleiro, 2
continuos, 1 correio ; 17 empregados, que sao a
meu venndispensaveis, paca que o servico da-
qeella repartijao faca com a oecesiaria regula-
ridade.
Pelo que acaba V. Exc. de ver, Uve o prascr
de poder em minha administrago organisar a
reparlico dos obros publicas, e reorganisar a
da instruego publica, o thesouro provincial, a
o corpo de policia, expedtndo os quatro regla-
mentos, que Ihe sao relativos, e de que j fallei,.
os quaes devem ser definitivamente approvados-
pela assemblea provincial.
A curteza de minhas forcas intellecluaes, o pe-
queo espago de dez mezes, e a falla atsolula
de recurso, nao raeTiodiam perraeitir prestar a
provincia servigos, dos que podem fazer lem brado-
o nome de ura administrador, mrmente em re-
laco obras publicas, de que tanto carece a Pa-
rahyba No entretanto posso assegurar V. Exc.
que para isso sobraram-me desejos e disposi-
gao.
Ao entregar a V. Exc. a presidencia desla
provincia, sinlo verdadeiro praser em poder as-
segurar-lhe, que durante minha administrago
enconlrci sempre no espirito de ordem, amor
as nossas instiluiges polticas, e respeilo a au-
toridad?, que caraclerisara os povos da provincia;
o mais eflcaz auxilio na larefa. que me irapu
de cumprir religiosamente as inslrucccs e re-
commendages do Gorverno Imperial, muito
conforme aos meus proprios principios e con-
vierto, do governar a provincia sem distinego
de partidos, nem attenges a opinies polticas,
procurando o verdadeiro mrito. Onde quer quo
o enconlrasse para considera-lo, efaze-lo par-
ticipante dos encargos da adraintsrsgo.
Tenho conviegode pelo meos haver envida-
do todos 03 esforgos, de que pude dispor, para
corresponder por aquella forma as valas do go-
verno imperial, assegurando a V. Exc que ero
lodo o caso governei a provincia s, e sem tro-
pegos, lendo sempre reconhecido em seus habi-
tantes o bom sens 1 de nao me supporem capaz de
dingi-los por sugestes alheias, o fora dos prin-
cipios da mais rigorosa justiga. uma fineza,
que lhesdevn, e que Ihes agradece, tanto quanto
o terem-me poupado desgosio de qualquer oppo-
sigo anda latente, bonrando-roe pelo contrario
ate este momento cem as provas mais convincen-
tes de decidido apoio e attenges por parte do
arabos os lados polticos, fin que est a provin-
cia dividida.
Devendo felicitar a ?. Exc. pela prora de con-
flanga, que acaba de receber do governo impe-
rial, felieito-o ainda por ter de dirigir os deslinos
de ura povo com aquellas disposiges; por isso
to digno de lodos quantos sacrificios possa o leu
administrador fazer pelo seu bem-eslor.
LV4I ITTiT^fTiTM^ri


Palacio do gowrno da provincio da Parahiba,
em 13 de abril de!860.
Illm. eEun. Sr. Dt Luiz Antonio da Silva Nu-
iles, dignissimo presidente desla provincia.
Ambro$io Leito da Cunha.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE TERNAH-
BUCO.
Alajfoas.
Macei 12- I
Pelo Paran chegdu aqui no ultimo de abril
p. p. c tomou posee da ndniinstraco desta pro-
vincia no Io de maio crrenlo, o Exm. Dr. Pedro
Lelo Velloso, preslandojiiramenlo na cmara mu-
nicipal com as formalidades do estilo empresenta
das principaes autoridades da capital e oliciali-
Recebeu elle as redeas do governo das mos
oo Lxm. Dr. Roberto quo nos 7 das em que es-
-teve na presidencia inda esta vez den prova
de sua honradez e cordura.
Entrando no govento o Exm. Dr. I.e5o Vollo-
80- P?" logo expedio urna circular a todas as
autoridades da provincia com data do dia dosua
posse expondo os principios fundamentaos de
sua adminislrar.o assira pelo lado de vistas po-
lticas, como pelo quo respeila aos interesses
genes do sen goverdo na provincia.
Prevenido, como ja eslava, dos boatos incon-
sideradamente propalados por homens desejosos
e exercer vingancas e levantar o estandarte da
discordia entre os alagoanos, por raeio de amea-
as de demissoes e promessa de persiguieres,
como fiz ver na minha anterior, o actual presi-
dente quiz logo arredar de si a gravidade desses
boatos que nao podiam deixar de lancar sobre
seu pizar as Alagoas o indecoroso labo de
instrumento ringador de misquinhas e passadas
offensas, e em dita circular exprime se do mo-
do seguinle :
... V'im contando cora o apoio de lodos os
bons cidadaos, sem distinego de cor poltica :
apoio que me fortalecer no proposito em que
slou de manter a auloridade sobranceira s
protencoes individuacs e partidarias, respeitando
c fazendo respeilar a le e nao Iransigiudo coi:;
abusos onde quer que elle3 se achem.
Asss era para dispersuadir aos loueos preten-
ciosos de reacto este enunciado franco que foi
ao mesmo lempo ocompanhado de manifesta-
cws espontaneas no sentido de fazer saber a lo-
dos que, longo de ler em vistas dar demissoes
c comba ler a um lado poltico, pretenda ao
contrario o Sr. I.eo Velloso acercar-se de todos
os homens honestos, indistinclamenle, respei-
tanuo a aclualidade c inspirando a conlianca de
que sua administraco pretende fortalecer-sc na
imparcialidaio de seus aclos e na firmeza dos
principios de Justina sem allenro a indivi-
duos.
Na tardado os actos de S. F.xc. nastea 12 diaa
de seu govorno de modo algum lem contrariado
suaspalavras constante uniformemenle repelidas.
A maneira franca porque so enuncia em face
das prctences e dos pretndanles, a promptidao
com que ha decidido aljumas duvidas sujeilns
administraco, do lempos anteriores, vo agra-
dando aos quede mistura com a boa execuco das
leis applaudem a accao vigorosa da auloridade
sincera e imparcial.
Este proceder, o enunciado da circular onde
se leein anda estas palavrasassegurar a livre
tnunciacao do volcomo um dos pontos do
seu prograirma, a firmeza com'qtre se lem ma-
nifestado repellindo insinuaces e nutras cousas
de igual ordem, tem com elfeito levado o desani-
mo s fileiras dos improvisados batalhes libc-
laes, queja fa/iam Iremular suas bandeiras as
summiJades do predominio adornado de lodas
as suas galas que a irreftexo e a indiscrieo tor-
navam geralmente conhi-cidas e observadas.
J ve pois que a actual administraco come-
es a desagradar a esses visionarios qu nella vi-
savam o fulgor de lodas as suas calculadas es-
peranzas, contando revolver e translornar o
actual estado de cousas da provincia com um
porvir eleiloral que Ihcs dara ganho de cauza,
dexando alraz de si um montao de deposlos ar-
rojados pela mo da porseguioo o lulminados
pela accao da picponderaiicia'violenta e desp-
tica.
O quadro seria certamento lastimoso e Dos
nos ha de sempre livrar delle.
A 7 deste mez prestou juramento e entrou
no exercicio do cargo de chele de polica da pro-
vincia o Dr. Pedro Camello Pessoa. Nada pode-
mos aventurar acerca do seu procedmenlo, que
nao ha razio para esperar que deixo de ser sem-
pre mu lo digno, se atiendermos repulaco de
inlclligencia e honeslidide do que goza.
Nao sendo afecnado vida do movimento po-
licial em que o collocao, segundo declara, bem
visto que suas aeces como chefe de polica hain
do ser pautadas pela linlia da moderaco e roc-
lidao que traijam o crculo da vida do* magistra-
do. Confiamos que o proceder do Sr. Camello
Pessoa nos merecer sempre elogios.
II
No dia 7 destemez vio a luz o novolidndor da
imprcuso alngoana com o neme doAlagoano,
declarando-sc representante do partido conser-
vador progressisla desta provincia.
Parece que sua missio, julgando-o pelo pri-
inoiro numero, a susteolaco dos principios de
ordem, chamando a altcnco do publico sobre os
males que nos lera aqui feiio o celebre grupo
liberal, j estragando a moral publica o j per-
vcrlendo as ideas no proposito de clcvarem-se
alguns de seus raembros por entre os despojos
da anarchia.
Quando apparece este campeao, vemos hoje
era relinda o famigo/ado Tempo despedindo-
se do publico, dizendo o seu adeos, e declarndo-
se morto hoje para resuscilar debaixo da forma
de Jornal de Macei I
No seu acto de contrirao, pedo elle mil per-
des, arrependido e contricto, declarando que
nao leva para o oulro mundo o menor pezar do
que ha feilo neste 1 Quo bella conricSo 1 E'
realmente engenhosa o digna do perdaodos of-
endidos!
A sinceridade de seu arrependimento est em
que, logo depois desse acto de contrirao, publica
um artigo insolente contra varios cidadaos dis-
tinclos do poiz, contra seus principaes adversa-
rios polticos na provincia, por occasiao de
combater a appar'co do Alagoano, chamando
ao Dr. Moura o maior judeu do universo e ou-
tras amenidades deste calibre ; c mais adiantc
Iraz urna pequea caria, em que a vida privada
levada para o mais claro do dia, atirando a
honra de urna familia particular, no que ha de
mais reservado e pudibundo, ao exame do pu-
blico!!! Assim finou-se.
Tols fila, /nis ta. Firmus.
DIARIO DE PERNAMBUCO.
O vapor inglez Oneida, apenas adianta 2 das
do Rio de Janeiro e 2 da Baha.
As noticias que continuara os jomaos vio trans-
criptas em oulra parle.
Le-se no Diario da Bahia :
< Em urna carta nrebida de pessoa fidedigna
da Jacobina e-se o seguinto :
A secca continua a fazer estragos espantosos,
e se bem que a foine nao tenha ainda feilo vic-
timas, comlndo muita genle tem morrillo, em
consequencia do br (urna especie de p de ee-
dro exlrahido do urucuriseiroj que coraera e que
em poucas horas produz obslrocao e depois a
morte. Infelizmente tenho presenciado essassre-
nas de horror, c sentido com esse povo os effe-
tos de um semelhanto flagello. Do governo da
provincia, a quem a cmara municipal j urna
vez offlcinu, e agora do novo, por intermedio do
Dr. juiz de direilo, enva um additamerrto, espe-
ramos a salvacao dessa trra, hoje s habitada
por pessoas cadavricas pea fowe, e que trazena
no semblante eslampada a dor, a desesperaco e
o drsanimo.
O povoado e Maricela parece querer volver
B? ,8,eu V1'*0 estado de triste celebridade, que
dalh afugentava aos viandantes pranlo serem
depennados I
Os furtos vo se ostentando nessa localidade, e
os animaesdesapparecem sous donos de modo
admiravel.
Esles ataques propriedade, que podem mui
bem subir vida, devem ser verificados para o
flm de punirom-seos respectivos autores. is-
lo o que espera-se das autoridades d.iquelle lu-
gar, a o que Ihes impem os seus deveres.
Na igreja do Corpo Santo acha-so exposla
veneraco dos Qeis a imagem do marlyr S. Se-
baslio.
Propondo-nos a igreja em que nasccnios, e que
professamosa esse glorioso marlyr como interces-
sor nai calamidades de peste, a nossa populado
em sua f tem recorrido i esse divino canal para
alcancar a cessaco dos males, que ora nos affli-
gem no triplico conjunto de escarlatina, angina e
febre amarella.
As vozes da f e os accentos da esperanca ho
de sempre alcancar remedio da misericordia di-
vina.
O governo de S. M. I., por decreto de 25
de abril prximo passado, suspendeu por tempo
indefinido ao Sr: Alvaro Ernesto de Carvalho
Granja do exercicio do posto de lenlo coronel
commandante do corpo de cavallaria n. S do mu-
nicipio doOuricury.
Esta providencia do governo Imperial lem por
fundamento os acontecimentos cuja autora
atlribuida ao referido lente coronel, naquella
referida villa do Ouricury, relativamente ao as-
sassinalo do capitao Alves Branco.
Informam-nos que na ra, que (lea em'fren-
te do hospital militar, costuma-se obstruir a
passagem de um modo vcrdadeiramenle incom-
niudo ao Iransilo publico ; pois quo os autores
disto arrumara cadeiras pelas calcadas, e quera
quizer que descreya a curva doceniro da ra, pa-
ra seguir seu caminho.
As calcadas nao foram feilas, ou as cidades
nao se pmstam para tal lim ; e por isso fazemo-
lo lembrado a quera assim pratica, para qua in-
tenompa esse coslurae abusivo ; que se cora-
modo para si, nao o para os ouiros com quera
acha-so em relete de coexistencia social.
Hontein, pelas quatro horas da manhaa,
rendeu a alma ao Creador o Monsenhor Dr. Anto-
nio Jos Coelho.
Durante sua vdi foi sempre cidadao honesto o
virtuoso, e sacerdote excmplar, quer na iiitimi-
dade de sua familia, quer nos seguidles cargo;
queexerceu aps a coliaco do grao de bacharel
pela Universidado de Coimbra : mombro da mesa
de Cousciencia c Ordena, penitenciario da S de
Olinda, e lente da cadeira de direilo civil da nos-
sa academia de sciencias jurdicas c sociaes.
Corno verdadeiro lilho da Igreja, cujo habito
Irajava, revertendo torra o que da Ierra origi-
nariamente sahira, ascendeu presenta do Al-
lissirao com todos esses sagrados preparativos,
que essa mesma igreja offerece s almas pas,
para quem nao un nada a vida d'alcm t-
mulo.
No dia 12 do correle entrou em nosso por-
to, procedente de Inglaterra, com escala por Lis-
; boa, Madeira e S. Vicente o vapor brasilelro Pro-
leceo, destinado para o ser vico de reboquo na
barra do Rio Grande do Sul, contratado pelo in-
cansavel Sr. Jo.io Tairaud Thoaiaz, a quera per-
lence o mesmo vapor.
E um pequeo navio de ferro solido e elegan-
te, do. lote de 180 toneladas c armado com urna
machina da torca de 80 cavados, em quo se no-
tara todos os "modernos melhoramenlos ob-
servando-so a introdueco do um aparelho na
chamin, que pro luz una economa de cerca de
vinte e cinco por ccolo no combustivel.
Custou ludo prorapto 7,500 libras esterlinas, e
cala 5 pese 3 pollegidas.
Alem do servico especial para que foi construi-
do, e para o qual vera bem preparado, co.n ap-
parelhcs de salvacao uteis e mui simples, deve
tambera servir de correio na provincia. Tem
excellenles accomodaces para vinte passageiros.
Demorou-se apenas"2i horas aqui, eseguio di-
rectamente para o Rio de Janeiro ante hontcm.
No paquete inglez Oneido que hontcm lo-
| con era nosso porlo seguio de passagem para a
Inglaterra o Exm. Sr. vice almirante Joaquim
Marques Lisboa, conselheiro de guerra c priraei-
ro bardo do Tamandar.
S. Exc. tem sido bordo o alvo da mais acti-
va sollicitude e consideracao da parte dos ofllciaas
ingiezes.
lies jamos I lio urna cxccllcnto viagem, e que
reconduza una familia para a patria, lendo ella
oblido os resultados que procurou na Europa.
Foi nomeado para servir bordo do hiato
de guerra nacional Parahibano o Sr. segundo ci-
rurgiao Dr. Joao Pinheiro de Lomos, que acaba
de chegar no vapor Oyapock.
O vapor hrasileiro Uyapock, vindo dos por-
los do sul, trouxo a seu bordo os seguinles pas-
sageiros :
Dr. Joao Pinheiro Lemos, sua senhora, dous i-
Ihos menores c dous cscravos, alteres Pedro Go-
mes de Oliveira, um cabo e um soldado, Pauli-
na escrava a entregar, G< Francisco da Silva Braga, Antonio J. Pereira de
Mallos e urna escrava, Lino Cassiano de Lima,
Joo M. de Casiro, Francisco Jos de S. Guiraa-
riies, I), i. da Amada, Jos Theodoro S Ilarreto
Villas Boas, Raymundo Jos de Araujo, preso de
polica Manoel C. do Nasrimcnlo eduas pracas de
polica que o escoltan), Serafim Antonio dasilva
Peixolo, Jos Camello de Araujo e sua criada,
Claudio do Nasrimcnlo Lins, Jos Nunes Guima-
raes, Marcos Jos Antonio da Silva; Joao Saraiva
Maia, II. Arnesey, Antonio Augusto de Amorim.
Domingos Jos de S. Peixoto, Manoel de Almei-
da Nogueira, padre Antonio de Souza, Joao Jos
Leite Guimaraes, Quileria Maria da Gloria, Spcri-
dio Iiineo Caldas.
Seguom para o norte os senhores
Dr: Antonio Jos de Amorim, sua scnliora.sua
irma e 3 escravos, cadete Napoleiio Jos de Lima,
brigadeiro Joao Jos da Costa Piraenlel, capitao
Luiz Francisco Henriques, lenlo Berardo Joa-
quim orra, dous imperiaes marinheiros, Theo-
doro Candido da Rocha, Manoel Gomes Galdino,
capitao Cassiano Jos Marlins, praQa Germano
Antonio Gama, Manoel Gaspar de Carvalho, m-
bclina Maria da Conceicao.
O patacho brasileiro Emulaco, vindo do
BtAmo m PEBrUBMUCP. ~ TRUCA FEIKA 1 BE MATO DE 180.
17
anuos, soileira ; cscuiia-
erysi pella.
Adelaide, tttntca,
tina.
Bita Pulcheria de Preitaa, brncaa, solteira, 84
annos; gaatrointcripcrilonite.
Maria, preti, 2 annos ; escarlatina.
Josef^, parda, escrava, 2 annos; escarlalina.
Manoel, pardo, 2 annos ; espasmo
Maria Francisca do Bora Parlo, preta, casada, 30
annos ; erysipella.
Maria, parda, solteira, 12 annos ; angina.
Anna, branca, 5 aanos ; escarlatina.
Maria Agostinha. parda soileira, 30 annos ; t-
sica.
Vnlonlo, prcto, solteiro, 70 annos
14
)eolinda, parda, 18 mezes ; angina,
lermano, branco, 1 anno ; escarlatina.
. oaquim Antonio de Lima, branco, casado, 32 an-
nos ; tsica,
rmina, parda, 6 annos ; escarlatina.
.kgripino Oosles Paz, pardo, solteiro, 18 annos ;
pleurizia.
oaquni Maria do Espirito Santo, pardo, soltei-
ro, 22 annos ; molestia interior,
lonsenhor Dr. Antonio Jos Coelho, branco, 80
annos ; hydropesia
.uliana Mana da Conceicao, prela, casada, 32 an-
nos ; tysica.
Manoel, pardo, 4 annos ,- angina.
Joao, branco, 3 annos ; indigesto.
lrancisco Das Duarte, branco, solteiro, 14 an-
nos ; ttano
' alenlim, branco, 2 annos ; convulses.
li'anael Joaquim Umbelino de Miranda, branco,
solteiro, 3: annos ; escarlatina.
Francisco Ignacio do Torres Bandeira, branco, sol-
leiro, 30 annos : angina.
I m homem, cujo nome ignora-sc, 40 annos ; hy-
dropesia.
J)ao. preto, escravo, solteiro, 45 annos; he-
patite.
Hospital db caridadk. Exislem 68 ho-
mens e 59 mulheres. nacionacs ; 5 homens cs-
t angeiros ; total 132.
Na totalidade dos doentes existem 40 alienados,
suido 31 mulheres e 9 homens.
/ Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinto s 8 horas e 1(4 da manhaa, pelo Dr. Dor-
n illas, s 8 horas da manhaa.
Entrou um homem as 7 horas da noite, e fal-
le ceu no rae.-mo momento da entrada.
Communicados
Tributo deamisae,
Succurabio no dia 14 do correle pelas 9 ho-
r. s da manhaa, de urna angina gangrenosa, que
0 arrebalou em lre3 das, o nosso companheiro c
a oigo o Sr. Manoel Joaquim Umbelino de Mi-
r. nd a I
Mais uina victima do lerrive! flagello que nos
0|>prime e assusta a cada instante !
Seu velhopai e irmaos,"ainda nao estavam cu-
rados da chaga que linha aberlo era seu seio a
morle de on'ro lilho e irmao quo amavam com
escesso, eainda nao tinham enxugado o pranlo,
qi ando oulro revez vera abrir do novo a ulcera
faio.
1 Com a perda desse merabro sua familia tem
de carpir um pranlo amargo a dor mais sensitiva :
esse era o nico arrimo e sustentculo que lhes
rteitaya, e agora o pranlo e a dor com lodo o seu i
cortejo presid rao a lastima de sua familia.
Essa perda nao somenle sentida por ellos,
i libera seus companheiros e amigos a oeploram
dora verdadeiro sentimento que se locar a falta
de um amigo sincero, honesto c dedicado.
i Urna lagrima de saudade sobre a lousa de seu
tu nidio.
aixa filial em Pornambuco 14 de maio de
860.
*
Correspondencias.
nardo Mairhudo da Lomj Uoiia, e tinao, de scnlirxcnlo propr.;o, me cerfiquei de que uo
sem muitissima r8>ao, que esse digno magistrado
.apontado na cup.'ila dos que honrara a maais-
Iratura brasileira.
Paco transcreverem seguida presente a dou-
la senlenca de S. F.xc. : e ouso implorar per-
dao se por ventura essa.s minhas expresses fe-
rem sua nimitavel moo'esla. Pois se me faz
preciso esta publicaeln. aflu de que Oque o pu-
blico sabendo, quo minha priso nao foi remita-
do de acto que podesse quebrantar minha reputa-
cao e conceito, e sim lilha da fatalidad*, para
nao dar-lhe o verdadeiro nome.
Com a publicacao da presento e da illustrad*
senlenca cima referida, muilo obrigaro, senho-
res redactores, ao de VV. SS. ele. etc.
Jranoef de Souza Silva Serodio.
Recito de maio de 1860.
SENTENC-A.
, hi !le" aul0' que dc'egado do primel-
ro dislriclo do termo desla cidade, por ordem do
Dr. chefe de polica desla proviucia instaurara
um processo contra Jacinlho Jos do Amaral Ara-
gao peto enme de reduzir i escravido pessoa li-
vre, e aQnal fora pronunciado Mannel de Souza
bilva 5>erodio, que nao fora indiciado neste pro-
cesso. *
A forma do processo no foro criminal nao est
merc e arbitrio das autoridades processantes ;
regulada pelo cdigo do processo, pele lei de"
J de dezembro de 1841 e pelo seu regulamento.
*'e' n. scu 8rl- 48, c o seu regulamento no arl.
bs delerminam assim :
Quando houvcr mais de um indiciado deln-
queme, e as toslemunhas inquerida nao depo-
zerem contra um ou oulro de lacs indiciados, a
respeilo do qual tenha o juiz vehementes suspei-
las, poder este ex-officio inquirir mais duas ou
lies leslemunhas.somente a respeilo daquelle in-
diciado. Se findo o processo o juiz liver conhe-
cinienlo de que exislem um, ou mais crimino-
sos, poder furmar-lhes novo processo, emquan-
o crime nao prescrever.
Em vista de tal disposico est claro quo a lei
nao permilte que seja envolvido em um processo
individuo que nao tenha sido indiciado: sendo
pois Airoral Aragao o nico indiciado, niio poda
Serodio ser comprehendido pela pronuncia, era-
hora revertessem contra elle as provas do pro-
cesso, visto como neste caso o remedio autorisi-
do pela lei citada no final do arl. 48 era instau-
rar novo processo. Quando mesmo deste pro-
cesso resulta rom provas contra Serodio a respeilo
do rime a que se allude, o que se uo moslra
jamis sena o delegado desta cidade o compe-
tente pata instaurar-llie o processo por nao ser
este o distncto da culpa, ncm da residencia do
, ?8le Processo moslra com clareza que o
domic io de Serodio, c a compra e venda feta
por elle do escravo que se diz ser livre, deu-se
no termo de Caruar, l pois o foro comp-
leme,, para ser processado Serodio.
E districlo da culpa o lugar em que foi
commettido o delicio, ou onde residir o reo ;
arl. 160 do cod. do proc. crira.
Assim pois, achando-se este processo nullo
pelas consideraces expostas, julgo procedenie o
recurso inierposto, c sem vigor e insubsistente a
pronuncia contra o recorrente Manoel de Souza
Silva Serodio, a quem mando S6 elimine do livro
dos culpados, e se passe alvar do soltura se por
al nao esliver preso ; e pague as cusas a mu-
nicipalidade.
Recife 25 de abril de 1860.
nernardo Machado da Costa Doria.
Lourcuco Nunes Ferrara.
Minnel Pinto de Queiroz.
Manoel Antonio da Bocha.
Manoel Joaquim da Paz.
Marcelino Ferreira da Luz.
OlyntHo Olagislano Corneiro de Vasconcelos.
Pedro de Alcntara e Silva.
Thoraaz Jos da Silva.
Francisco Antonio da Silva.
Fcancisco Paes Brrelo Brandan.
Temolo Araancio Martina.
/. Borget Carneiro,
DIRECTOR.
B. de Senna Ribeiro,
i." SECRETARIO.
m
Srs. redactores.A assercao da carta de Pao
d'^lho, de que o Liberal Pernambucano de
quarta-feira, ro artigo factos diversos, exlrahio
as noticias que deu desla comarca no locante a
mira, como juiz municipal e delegado de polica
da mesmo, descabelladamente falsa, mentirosa 1
Al".i se diz, que eu tenho cstendido urna redo de
pricessos por motivos eleiloraes de urna par-
cialidadn que se denomina aldana, contra oulra
a ciuja frente est o Sr. coronel Lourenco Cavat-
cailli; mas eu invoco mesmo o testemunho do Sr.
coionel em desment io de semelhanle accusai}ao
qu t me fazem. Eslava de licen^a no Recife', e
aq ii cheguei no dia 13 do mez passado; e, pois.*
ajm de que nao se pode presumir, que, do en-
laciara c, eu tivessu tempo de tecerou eslen-
dei urna rede de processos, accresce quo de tac-
to foi isto umaaleivosia manifestal Apage! que
nuito!...
ltogo, porlanto, a redaceao do Liberal que se
dig^ic de obliterar a noticia a que alindo. Posso
asseverar, que a polica aqu uo iutervem de
modo algum era eleicoes, que nao esta a sua
mi:sao e nem ha dadoprova em contrario ? Por
qun nao me fazem neste ponto a juslica que me-
rec? Todos os dias se clama contra*a influen-
cia do Sr. lenente-coronel Luiz de Albuquerque
Ma anhao sobre a polica de Pao d'Alho, mas
sempre, como dzera agora, que eu tenho cslen-
did una rede de processos, quando, depois quo
aqi i estou, este anno, s forraei um e este con-
tra tuna mulher.
C'ueiram, Srs. redactores, dar inserco a estas
liOiai em sou jornal, que lhes serei obrigado.
Francisco Teixeira de S.
l'o d'Alho Yi de maio de 1860.
'rs. rerfacf0,"es.:=pHltaria a ura sagrado dever
de gratidao, se ao recolherme a esta capital, da
corinisso que de ordem do muilo dislinclo Sr.
Dr. chefe de polica, andei pelos limites dos ler-
raoi de Iguarassa, Pao d'Alho, Nazarelh e Goian-
na, deixasse de patentear ao publico o quanlo
me penhoraram os rasgos de cavalheirismos e
favurcs que recebi dos Illms. Srs. delegado Epa-
mii ondas Vieira da Cunha, do tenenic-coronel
Francisco Xavier de Andrade Jnior, do inspec-
PublicaQes a pedido.
Cidade de Caruaru.
Ao merecer a dispensa do cargo de delegado
do Dr. chefe de polica, do lermo de Caruar.car-
go que exerci durante desenove mezes, nao pos-
so furiar-me a obrigaro, que mo corre, de diri-
gir algumas palavra de despedida a aquellos que
me ajudaram no empenho que mostrei sempre
de punir o crime. no que encontrei apoio franco
odecidido na populacho, da qual recebi provas
nao equivocas de affeicao, e Uve militas c repe-
tidas occasics, de observar o amor que a mesma
vota a ordem publica, o respeilo que tribua as
autoridades c o prompto apoio que presta a ac-
cao da polica. Nao posso. porm, deixar de
nencionar os muitos dignos subdelegados, cuja
aclividado, desinteresse o zelo pelo servico pu-
blico o lornam dignos da atleiiQo e favor do go-
venio, e o capitao commandante interino do ba-
lalhjn da guarda nacional n. 27 ; pois, cm todos
estef senhores encontrei apoio franco, quer na
prestaco da guarda nacional requisitada para o
servico da polica, quer a prompta e fiel execu-
cao das ordens que transmiltia os dilos subdele-
gados, tendentes a captura de criminosos, que era
numero crescido foram capturados.
Queiram dilos senhores, e lodos aquclles que
rae honiarem com sua amisade. lomar estas pa-
lavras, como prova do apreco em que os tenho,
o dignem-se de acertar os offerecimentos dos
fracos e limitados serviros do capitao
Francisco Antonio de S Brrelo
Recife 12 de maio de 1860.
Recebi do Sr. Jos Joaquim da Silva Malulo
por maoos Srs. Guedes 4 Goncalves, oquantia
de 7108700, importancia de gneros que por sua
ordem Ihe remelli para o Aracaty, e constavn
de orna Ietlra que contra elle saquei em dala de
4 ou 5 de Janeiro desle correnle auno, ao prazo
de 6 mezes. e cuja Ietlra depois de occeta se
desencaminhou e por ter j mcebido sua ira por-
cia ficar de nenhura elT.ilo caso appareca ; cm
virlude do que pa3sei recibo em duplicis que
s um lera vigor.
Pernambuco 12de maio de 196.
* -. -"r" Tavares Cordeiro.
Rs. 7103700.
COttMEKCIO,
Praca do Recife 14 de maio de 18G.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotai'fies officiaes.
Cambios sobre Londres 25 3i8 e 25 1i2d.
90 d|v. '
Cambio sobre o Rio do Janeiro =2 0/0 de re-
15 d[v.
George PalchettPresidente.
uboureq Secretario.
balo
Alfandega.
Rendiraentodo dia 1 a 12. 95:4833563
dem do dia l....... 5.-704*553
101.188! 16
Blovimento da alfande^a
265
677
Voluraes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sabidos cora fazendas
com gneros
------962
Gl
239
------300
i
Acaracu, Irouxe a seu bordo os seguinles passa- lor Jos Ignacio da Fonscca e Silva e raaiur Ma-
aairna I -, .1 'i..i:r. j^ ._____* .''.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
No dia 18 termina-so o prazo assignado pela
capitana do porto para a effectuacao da remogo
dos navios americanos inulilisdoa, que se acham
junios Bateara Uequerena, ao sul, pelas pro-
ximidades da Barreta das Jangadas.
No caso da inobservancia do recommendado
pela capitana, ter lugar a remoeo official-
raeiite, mas cusa dos respectivos proprie-
4ario?.
Domingo, terceira dominga deste mez, de-
tc reunir-se o cooselho de qualiflcacao para a
reviso annual das guardas nacionaes.'eowo de-
terrmnam o ilecreio n 1,180 e as insUucces de
25 de outubro de 1850, os* drfferenles Trague-
zias.
Foi designado o dia W dote eenunle mez
para o exame de kabilitaco dos oppeaifcores s
ditTerenles eaeitas vagas #> in^uceia.?emen-
tar do prncira gro, e^ue baviam sido peala i Jacialke, rete, eacraae,
concurso. flaima55o no ligado.
geiros :
Rufino G da Silva Cera, JosG. Ignacio de
Araujo, Antonio Alves do Souza.
A galera ingleza Hernione, vinda de Liver-
pool, Irouxe a seu bordo os seguinles passa-
geiros :
Benjamn Theofilo Alves Ribeiro Thomaz
Welkenson o sua irma Alice Healy, Guilhcrme
Mawodewee sua familia. Augusto C- Stcpple.
O vapor inglez Oneida, vindo dos portos do
sul Irouxe a seu bordo 03 seguinles passa-
geiros :
Henry Cowper e sua familia, Eduardo George
Cushman.
O briguo portuguez S. Maaoel 1, vindo do
Porlo, trouxe a seu bordo os seguinles passa-
geros:
Joo Corrfia Nunes, Sancha Candida Correa,
Antonio do Patrocinio Pereira, Severino da Cu-
nha, Eduardo Luiz Corqueira, Luiz Jos Goncal-
ves da Costa, Jos Joaquim da Silva, Marcoino
Ferreira, Joaquim dos Santos, Jos, Jacinlho de
Freitas, Manoel G. da Costa. Joao Francisco Or-
pho, Jo9 Alves de Silva, Antonio da Silva Cam-
pos, Joo Jos dos Rcis. Manoel Coelho, Antonio
Coelho, Joaquim Gomes da Silva, Mauoel Jos de
Magalhes, Anlonio Francisco de Oliveira Cam-
pos, Joaquim G. Paula, Joaquim dos Santos,
Francisco Pinto dos Santos, Luiz Antonio de Cam-
pos, Jos daC. Dias, Antonio Lopes Corval, Joa-
quim Caclauo, Jos Ferreira Nunes.
Falleceu o foi sepultado hontem no cemite-
rio publico o Sr. Francisco Ignacio de Torres
Bandeira, escrivo do juizo especial do commet-
cio. Joven e cheio de vida ainda ha pouco, o Sr.
Bandeira, afanava-seem seus Irabalhos.
O rapor inglez Ontida, sahido para Sou-
thampton, conduzio a seu bordo os passgeiros
seguinles :
Dr. Joao Augusto de Souza Leao, i. Custodio
Fernandes, Francisco Moreira de Carvalho, James
Fford, Sluarl Lockyer, Joao Machado Palmeiro,
I.aurenlino do Azevedo Machado, Joo Francisco
Teixeira Marques, sua mulher, e um sobrinho
noel Juliiio da Fon3cca Pinto, proprielario do
engenho Pipiri, aos quaes rae offereco nesta ca-
pill para o que fr de seussemeos.
O major B. L. F. Csar l.oureiro
Becife 14 de maio de 1860.
&rs. redactores.Asss conhecido nesta pra-
ca,_o no centro desta provincia, ern que vivo ha
maij.de 23 annos, nunca fado nlgum da minha
vid; me fez corar entre os meus amigos, nem os
mei s ilhos e minha cara familia tiveram al en-
lo desgostos da ordem dos que por falalidade
me buberam em parllha.
Negociante o morador em Terra Nova ( Panel-
las le Miranda ) e ahi bem conhecido, comprei
na loelhor boa t aoSr. Manoel Fernandos Lima,
das Alagas, um pardo seu escravo de norae
FauHio, o qual vend ao finado Joo Baplisla
Fnieca deMedeiros : esse escravo, ao lempo ern
qire se ochava tugido, passou para o dominio do
Sr. .jacinlho Jos do Amoral Arago, negociante
desta praca, ao qual constando estar Faustino a
irab Uar as obras da estrada de ferro vni al
abi, e captura, e iraz para seu captiveiro um
part o, que, por occasiao de estar exposto venda
em eilo, foi reconhecido chamar-se Jos Pas-
tor, forro, e dererlor da armada.
Piocede-se uin summario contra Jacinlho Ara-
go, 110 qual alias nao foi com evidencia liquida-
da a idunlidade desses dous pardos.
O resultado desle summario foi sabir eu pro-
nunciado, como seductor de pessoa livre escra-
vidi, sem qu slis fosse eu indiciado era tal
crime, e desproiunciado Arago I Nao me pas-
sando nunca pe.a mente, que as autoridades do
Recife podessen processar-me: j porque sou
mor idor cm Panetlas ; ja porque a phaniaslica
seduecp de Jos Pastor, se gurava te-la eu pra-
licaco IS roesme ; ja finalmente, porque estando
abi 1 ublicamente nao fui citado para me verpro-
cessiir ; viva com a minha cousciencia tran-
quilla, e em perfeita quitaco, quando sou avisa-
do d; que me achava pronunciado por esse cri-
Rio de Janeiro 3 de maio de 1860.
Illm. amigo e Sr. Dr. Rufino Augusto de Al-
meida.Pede-me V. S. na sua carta de 22 do
mez passado, que lhe declare o que ha do verda-
deiro, pelo que respeila s suas relaces comgo,
noque affirma o Sr. Leonardo Augusto Ferreira
Lima n'uma correspondencia inserta no Liberal
Pernambucano de21.
Foi como presidente da provincia de Pernam-
buco, que z o conhecimelo de V. S leudo ape-
nas conhecido em oulros lempos o senhor seu
pai.
Nunca me dirig no conreilo quo devia formar
dos homens pelo que mo viessera dizer ntrUan-
les, enredadores, ou espies ; por isso nunca me
rodeei dessa gente: se porm os tivesse alguma
vez empregado, por ler entendido ser isso conve-
niente, nao aos intrigantes, e espies que eu
havia de dar as provas de amizade, e apreco, quo
tenho rae esforcado em dar a V. S.
A sisudez, o'merecmento real, a probidade, e
o sincero desejo, que V. S. sempre moslrou de
servir ao seu paiz, foram os ttulos que o recom-
mendaram a amizade e cnnsdoraco que Ihe con-
sagro, c de quo desejo ter muits occasies de
dar-lhe publico testemunho.
Auloriso a V. S. a fazer desta minha declara-
cao o uso que convier.
Sou com estima de V. S. amigo constante, e
criado obrigado,
Seroio Teixeira de Macedo.
lilra. Sr. Dr. Rufino Augusto d'Ajraeida.Aca-
bo de saber que em um artigo ou correspon-
dencia conUa V. S. publicada no Liberal Per-
nambucano se diz, que sendo cu chefe de poli-
ca dessa provincia, e tratando de descobrir um
negocio de conanc.a o fiz sahir da sala em que
me achava com o escrivo, o que assim proced,
por suspeitar que V. S. ira descobri-lo fora da
reparlico.
A gravidade desta aecusaco, a injustica que
se faz ao seu carcter, impe-mc a obrigaco de
dar a V. S. o meu testemunho para destrui-la,
e mostrar sua falsidadc.
Do ventajoso conceilo quo mereceu-me, da
ennfianca com que sempre o distingu, lem V. S.
urna prova irrecusavel no atleslodo que dei-lhe
ao deixar a provincia, e na qne don dirigindo-
Ihe esta, que V. S. pode publicar, se julgar con-
veniente.
Reitero os protestos de estima com que sou
De V. S.,
gado
Agostinho Luiz da Gama.
Bahia. 11 de maio de 1860.
(Eslava reconhecido.)
Descarregam hoje 15 de maio.
Patacho inglezJames Hull carvo.
Barca francezaSpheremcrcadorias.
Barca porlugueza Progressisla diversos ge-
npros.
Patacho brasileiro Emulacao-Sdem.
Importacfto
Brgue inglez Thelis, vindo* de Liverpool, con-
signado a H. Gibson, manifesloii o seguinle :
lOOgigos louca, 62 fardos e 79 caixas fazenda
de algodo ; ao consignatario.
50 barricas barrilha, 7 caixas fazendas, 5 bar-
ris pregos de cobre ; a C. J. Astley & C.
31 barras de chumbo ; a direceo da companhia
do Beberibe.
25 caixas musanlas, 18 fardos fazenda de al-
godo, 12 meias pipas vinagre; a N. O. Bieber
& C.
G5 volumes fazenda de algodo, 30 barra oleo
de lintraca, 50 ditos manteiga de vaccas ; a
Mills Lalham & C.
10 caixas fazenda de algodo ; a Bostron Roo-
ker & C.
89 barras de cobre; a Brander a Brandis.
50 laixas de ferro para engenho, 88 burras de
ferro ; a D. W. Bowman.
70 barricas barrilha ; a Jos Antonio Moreira
Dias & C.
10 caixas chapeos de sol de algodo, 1 dita
noro, 4 dilos calcado, 2 dilas meia^de algodo ;
a ordera.
4 fardos fazenda de linho, 30 baldes e 1 barri-
ca baldes de ferro ; a S. P. Johiistou & C.
50 barris manteiga de vacca, 22 caixas fazenda
de algodo, 1 dita etteilos privados ; a James
Ryder & C.
19 volumes alvaiade, acido de zinco, azul
Chines, folhas de senne, acido de madeira, raag-
nezia, diogas, louca, etc. ; a J. da C Bravo.
62 volumes fazenda de algodo ; a Barroca &
Mederos.
50 barris manteiga de vacca ; a Tasso & Ir-
maos.
38 volumes fazendas de algodo ; a James
Crabtree& C.
37 toneladas carvo de pedra ; a Scotl Wlson.
1 caixa rumas de algodo; a J. Keller& C.
14 fardos e 1 caixa fazenda de algodo ; a Sou-
thall Mellors Se C.
13 fardos fazenda de algodo ; a Braga Sil-
va & C.
30feixes paos, 8 barricas e 1 caixa ferragens ;
a Prente Vianna'& C.
9 barricas vidros, 1 dita o 4 caixas ferragens,
1 fardo lona, 1 caixa objeclos de cera, 1 dila
quinquilharias ; a James Halhday& C.
600 barris plvora, 19 fardos e 4 caixas fazenda
de algodo, 1 barril rolhas, 2 fardos lona ; a
Adamson Ho\vt C.
2 saceos amostras ; a diversos.
Hiate brasileiro Kfvats, viudo de Maranho,
maniteslou o seguinle:
10 quarlolas azeite de peixe, a Henry Forster
& G.
1 caixa cartas de jogar, 1 dita bandos de crina
a Francisco Jos Alves Guimaraes.
20 caixas viuho,3 dilas phosphoros, a Teixeira
Bastos S & C.
1 virgem de Cerro para engenho cora 30 arro-
bas, 3 caixas papel, dito piulado, livros, raspadei-
tas, carleiras, peanas ae ac, papol de msica,
creos, facas de marfini, cordas para violo, n-
dices alphabelicos, tntenos, etc., 1 safeo arroz e
2,511 dilos farinha do mandioca, a ordem de di-
versos.
100 saccas arroz graudo, a Tasso & Irmo.
Consulado greral.
Rendimento do dia 1 a 12. 24:85475i
dem do dia 14....... 2:697s3il
me 11 atiancavel I I O meu pasmo e aUribnlaco,
menor, Jos Pereira da Cunha. su mulher e urna a desolacao de minha presada familia, ostormen-
filha menor, Gustavo Caroo, Fernando Sublieca,
Thomaz Nash, sua mulher, dous ilhos el criada,
Wil
Cbristovo Guilherme Breckenfald, e Jos Diaa
Moreira Jnior.
Matadouro ri'BLico :
Matjram-se no dia 13 para o consumo desta
cidaoe -114 reeea.
- da 14 do Mamo 108.
MewratiMM mdiI3do conneim c -
Flave, parda, 5 dias ; convulses.
Benedict, pardo, escravo, 1 mese ; convul-
ses.
tos sobresaltos, os despendios excessivos, os
incoilrnre-dos plisicos, se nao podem descrever,
am Martineou Manoel da Silva Santos, apenas a cusa imaginam-sc I Ouvindo, porem, a
voz la minha conscieecia, accedeodo ao chama-
do dt alguns amigos vim a esta praca recorrer de
lo dsusada pronuncia; e pela priraeira vez em
minha vida, cora a cabeca coberla de cans, com
oesp rito combatido do mais desapiedados gol-
pos, colh -me 4 ama priso, onde por mere*
divina encontrei nos meus cobres guardas autos;
aroigis que suarisavam minhas penas, do que
eslra hos que me tolhiam a liberdade.
Da minha priaiio recorr da iniqua prounncia pa-
0, 60 anno, in- ra o multe fHmtrad e reeaeuit de direilo da
prim ra vara dtsta cidade, o Exm. Sr. Dr. Bec-
collega affecluoso e amigo obri-
27:55i095
dem idem 2.* dita ....
dem idem 3.' dita ....
dem em caroco .....
arroba
alqueire
arroba
9
caada
Arroz pilado
dem com casca.....
Assucar branco novo,
dem raascavado idem .
Azeite de mamona ....
dem de mendoim e de coco. >
Borracha Gna...... arroba
dem grossa......
Caf em grao bom.....arroba
dem idem restolho ....
dem idem com. casca ...
dem moide.......
Carne secca.......
Carvo de madeira ....
Cera de carnauba em pao
dem idera em velas. ...
Charutos boro ...... cento
dem ordinorios .....
dem regala.......
Chifres........
Coco seceos-. ......
Cottros de boi salgados libra
dem idem secco espichado.
dem idem verdes.
Iden*de cabra corlidbs um
dem de-onca......
Doce de calda...... fcfcra
dem de Goiaba r
dem secaos......
Espanadoves grandes; ^ un
dem pequeos.......
Esleirs de preperi .... uraa
Estoupa nacional ..... arroba
Farinha de aramia ..
dem de mandioca .... alqueire
Feijo.......... alqueire
Fumo era folha bom arroba
dem idem ordinario ....
dem idem restolho ....
dem em rolo bora ....
Idera idem ordinario. ...
Gomraa polvilho.....
[pecacanhua....... arroba
Lenha em achas grandes cento
dem idem pequeuas. ...
Idera em toros......
Madeiras cedro laboas de forro, urna
Louro pranches de 2 custados ura
Cosladinho. ....... urna
Costado........
Forro.........
Soalho........
Varas agutinadas.....
dem quiriz....... >
Virnhtico pranches de d,:us
custados....... um
dem idem custadinho de dito
dem laboas de costado de 35
a 40 p. do c. e 21/2 a 3 de
largura....... >
dem dem dito de dito uzuaes *
Idera idera de forro ....
dem idem soalho de dito
Idera em obras cixos de secupi-
ra para carros .....
dem idem rodas de dita para
ditas........
Mel. ... ..... eanada
Milho......... alqueire
Pedras de amolar. .... urna
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em mullios .... um
Sabo......... libra
Salsa parrilha ..... arroba
Sebo em rama......
Sola ou vaqueta (meio) una
Tapioca........ arrba
Unhas de boi....., cento
Vinagre........ pipe
Pao brasil....... quintal
63OOO
5gOOO
1S750
SJ20O
3500
4J80O
2750
ICO
15929
7jgrjoo
49000
7$O0O
4fOO
5j000
9f60O
5J50O
2560
95000
3J00
2j.W
igooo
3jt0flO>
5100*
45000
&
400
18->
300
IO5OOO
509
400
SOf
35200
15600
so*
l|60f>
ssooo-
35000
75000
145000
9S0OO
75000
155000
35000
255000
25500-
1J600
125000
3500O>
95000
85000
85000
25500
45000
25240
15600
215000
14500
451080
16S0OO
55OO
10500a
Diversas provincias.
Rendimento do dia 1 a 12. 4:257133
dem do dia 14.......1:3475574
5:604*707
par 10500
30S00O
240
255OO
800
95000
15120
200
120
255OOO
I05OOO
35200
33520
53iO
50jt0O0
8*000
Movimento do porto.
Despachos de exportarlo pela me-
- sa do consulado desta cidade n .
dia 11 de maio de I86O
Bio da Prala=Palacbo nacional Vingador, Aze-
vedo & Mendos, 100 barricas assucar branco.
Bio da PrataPatacho hollandcz Wlemina, A.
Irmaos, 360 barricas assucar mascavado.
BarceUona Brigue hespanhol Vigilante. A.
Irmaos, 96 saccas algodo.
PhiladelphiaBarca americana Unio, M. Aus-
tln & C., 1,000 saceos assucar raascavado.
Livespool Barca ingleza Olinda, Johnslon Pa-
lor & C. 500 saceos assucar mascavado
Canal Brigue inglez Dante, J. Paler & C,
11,000 saceos assucar mascavado.
PortoBrigue portuguez Esperanza, Barroca &
Mederos, 4 pipas agurdente.
Porlo =3 Brigue portuguez Harmona. Azevedo
cS Mcndes, 50 saceos assucar raascavado.
Hecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco
Bendimentodo dia 1 a 12. 15:5375710
dem do dia 14.......1:335582a
16.8739538
Navios entrados no dia 13.
Portos do sul7 dias. vapor brasileiro Oyapock.
de 1,100 toneladas, commandante o capitao
lente Antonio Joaquim de Santa Barbara.
Navios fallidos no mesmo dia,
LisboaBrigue portuguez Confianra, capitao Ma-
noel Joaquim da Silva, carga assucar.
Uto de Janeirovapor brasileiro de reboque Pro-
lecco, commandante Joo F. Thomaz ; em
lastro.
Navios entrados no dia 14.
Assii'11 dias, hiate brasileiro Santa Rila, de
55 toneladas, capitao Jos Antonio Fernandes,
equipagera 6, carga sal ; a Marlins & Irmaos.
Acaracu17 dias, patacho brasileiro Emuiaro,
de 184 toneladas, capitao Anlonio G. Pereira,
equipagera 12, carga farinha de msndioca e
mais gneros ; a Manoel Goncalves da Cilva.
Liverpool31 das, galera |inglza Hernione, de
683 tonelada!, capitao John Towel, equipagera
16, carga fazendas e mais gneros ; a Johnslon
Paler & C.
Portos do sul6 dias, vapor inglez Oneida, com-
mandante AJ. Beris. Seguio para Soulham-
Iq c portos intermedios.
Porlo31 dias, brigue portuguez S. Manoel I.
de 194 toneladas, capitn Carlos Ferreira Sto-
res, equipagera 17, earga vrfho, ccbolase mais-
generos ; a Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Babia8 dias, brigue porlugeez Minerva, de
223 toneladas, capitoo Francisco P. Baplista.
Girn, equipagera 10, carga fumo c mais gene-
ros : ordera. Veio acabar de carregar e se-
gu para a Costa d'Afrca.
Obtervaco.
Os capiles dos brigues por'.uguezes S. Manoel
l e Minerva, declaroram que no 3. da de via-
gem fallecer do primelro briguo um tripolante
bolando sangue pela bocea, e do segundo oulro
que cahira da verga grande ao mar.
zc o o>
^3
a.
I
ai
B
Boras.
e
5
a
3
a
m
CA
CA
C/3
Atmosphera.
DirKco.
es
o
a

Telas informaces que, durante o tempo que
presid a provincia de Pernambuco, pudecolher,
forraei, c continuo a formar favoravel juizo da
inlclligencia, zelo e honeslidado do Sr. Dr. Rufi-
no Augusto d'Almeida, secretario da mesma pro-
vincia O que atiesto.
Bio de Janeiro, 3 de maio de 1860.
ifonoef Felizardod Souza e Mello
(Estova reconhecida.)
Directora da Asseciaca Popular de Soccorros
Mutuos, era 11 de maio de 1860.
Autorisado pelo art. 77 dos estatutos, que re-
gem a Associaco, elimino della, como efectiva-
mente o Qcam de hoje era vanle, os seguinles
socios, por so* aeharem comprehendidos na
sancQo penal do Jl. do arl. 75 dos meamos
estatutos:
Basilio Manoel de Jess.
JoSo Rrbiro Pessoa.
Joo Goncalves Domingues.
Jos Lourenco Pereira de Carvalho.
Jos Ajflenio Mu.
1 Jos Francisco Guimaraes
Jote ffraacise da Silva.
Jos Plorenlino Rodrigues Pereira.
5 Leandro Hooorino los de 9ejte.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 12. 21:358*184
dem do dia 14.......3:4069043
23:76 2i7
InUnsidade.
a InI ao os " 1 Centgrado. en 1 * s 0 9 "i S 9 R a c~ 0
I te KS 1 ? Reaumur. *- -
s OD -A li. | Fahrenheit >
OP 8 b --1 OO 00 y gg \ Bygrometro. CA
b S^ Barmetro. 0 t
l. 9
t *
1 w
Pauta dos precos dos principaes gene-
ros e produccoes nacionaes,
qua se despachara pela mesa do consu-
lado na semana de
de 14 a 19 de maio de 1860.
Agurdente alcool ou espirito
de agurdente..... caada
dem caxaca.......
dem de cana ......
dem genebea ......
A noite clara a principio, tornou-se nublada,
chuves e de trovoada, vento variavel o assim
amanbeceu.
0SC1LLAC0 DA BAR.
Preamar as 11 h. 54 da manhaa, altura 6.15 .
Baixaraar as 6 h. 6' da Urde, altura 1.75 p.
Observatorio do arsenal de marinha 14 de maio
de 1860 Viscas Jnior.
dem idem ......
dem licor......
dem idem......
f dem resillada e do reino .
Algodo em pluma 1* eorte-
botija
caada
garrafa
700
420
500
80
S80
960
320
800
Editaes.
O Dr. Anselmo Francisco Pcrelti. coramendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo, o
juiz de direilo especial do comnercio desta ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. Imperial, que
Dos guarde, etc.
Paco saber ao* que o presente cdilal virem, e
delle notj Uverera, em como por este juizo
arroba 7|00f> pender Ifft lutos dt assignaeSo de 10 dias do
. LAI 1-1*11
i II 1-^
1% #11


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l
CURIO DE PERNABfjQO. -. TERCA FKIRA 15 DE MMO |jj 1860.
\enenle coronel Joaquim Lucio Montoiro da
Franca, conlr Juc Paulo de Souza e outros e
delles consta que em audiencia do dio 26 do abril
me fora feilo o requerimenlo do Iheor seguidle :
Aos 26 de abril de 1860, nesta cidade do neci-
fe, era publica audiencia, que aos feilos e parles
lava o Dr. juiz especial do commercio Anselmo
Francisco Perelli, nella pelo solicitador Manoel
Luiz da Veiga, procurador do autor, fora dito,
quu lcou ueveudu o tinado Anlouio Ferreira
Duarle Velloso.
Secretaria da thesouraria de (azeoda de Pcr-
nambuco 10 do maio de 1860. O offlcial maior
interino, Luiz Francisco do Sirapaio e Silva.
Directora geral da mstrucco
publica.
Paco saber aos interessados, que o 111 m. Sr.
que para a mesma audiencia vinham citados os,_recior gerait ,je conformidade rom o l. do
reos Jos Henriques da Silva e liamos & C, para
fallaren) aos termos da presente arco, reque-
rendo que fossem npregoados, e quo nao compa-
recendo nem ouliem por elles, se os houvesse
por citados a aeco contra ellos por posta em
juizo, e em vigor, at que justificada a ausencia
de outros dous reos Jorge Ferreira Fernandes Si-
queira e Joo Thcotonio Bezerra : o que envido
pelo juiz mandou apregoar aos reos pelonorlci-
fo do juizo Jos dos Sanios Torres, quev fez na
forma do eslylo. e dra f de nao terem compa-
recido tem outrem por cites : termos cm que
houve o juie os reos por citados a aeco por pos-
ta em juizo as ciUr.es em vigor na forma reque-
art ludas instrucccs de 11 de junho de 1859,
lem designada o dia 21 do correnle, pelas 10 ho-
ras da manhaa, para o came do habilitago dos
opposilorcs as cadeiras vagas de instruccao ele-
mentar do 1." aro, que sao : villas de Itamara-
c, Salgueiro, Buique, freguezia de Una, Taqua-
rilinga e Itnpissuma. Sao, pois, convidados a
comparecer no referido dia c hora nella reoarti-
cao os que para esse Gm j so acham inscriptos.
Secretaria da inslruco publica doPcrnambuco
11 de maio de 1860.O secretario interino,
Salvador Henrique de Albuquerque.
* O Illm. Sr. inspector da fazenda provincial,
em cumprimenlo da resoluc.to da junta da fazen-
rida ; do que fiz o prsenle extrahido do proto- i daj manda fazer publico, que a arrematarlo do
olo das audiencias, o quo jnnlei peticao que !cm'p,.drament da estrada da Victoria entre os
segu : en Manoel Mara Rodrigues do Nascimen- marCos de 6 a 8 mil bragas, foi tranferida para o
*o, cscrivao, o escrevi.
E mais se conlinha em dito requerimenlo de
audiencia aqu transcripto, e tendo o supplicauto
produzido suas provas. justilicaram a ausencia
os referidos Jorge Ferreira Fcrnandes Siqueira,
Joo Thcotonio Bczerra, em luitar nao sabido ;
subindo os autos a minha concluso nclles dei
a sentetica do i licor snguinte :
vista* da inqiiiricao de folhas 17 a folhas 18,
julgo provada a ausencia dos justificados em lu-
gares nao sabidos, e mando quo sejam citados
por edilos, passaudo-so a respectiva carta com o
prazo de um mez, (indo o qual e sendo os ausen-
tes havidus por citados, se Ihcs nomcar cura-
dor para com esle correr a causa os seus devidos
termos. E paguem os justifi antes as custes. Re-
cife 2 de maio de 1860.Anselmo .Francisco
Peretti.
E mais se nocontiuha em dita sentenca, em
vii'ude da qual o respectivo cscrivao fez psssar
a presente carta de ojitos com o prazo de 30 dias,
pela qual chamo, cito e hei por citados aos ditos
suppliados para que dentro do referido prazo
comparceam ueste juizo para allegaren} o seu
direilo em ditos autos, sob peni de proseguir
seus termos as suas rovelias : portanlo toda e
lualquer pessoa, prenles, amigos ou conheci -
cente do que cima tica dito.
E para que cliegue ao conhecimeato de todos
mandei passar editaos que sordo publicados pela
imprensa c affixarios nos lugares do rnstume.
Cidade do Recite, 5 de maio de 1860.Eu Ma-
noel Hara Rodrigues do Nascimenlo, cscrivao
o subscrevi.
\nselmo Francisco Perelli.
-- O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
dia 14 do correnle a ez.
E para constarse mandou tffixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 12 de maio de 1860.O serelario,
A. F. d'Annuociacao.
Do ordem do 111ra. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
para conhecimento dos interessados, que no dia
6 de junho prximo vindouro, s 2 horas da tar-
de, tem do ser arrematada pcranle & mesma the-
souraria, urna parle da casa do sobrado de dous
andares u. 29, sita na ra da Guia, penhoradn a
riuva de Antonio Ferreira Duarte Vellozo para
pagamento do seu alcance, sendo a paite do dito
sobrado avadada na quantia de 1;155$482, que
com o abale da qunrta parte na forma da lei, foi
adjudicada fazenda nacional no valor de ris
86(s612, pelo qual quo lem de ir praca para
pagamento do dito alcance.
As pt ssoes, pois, que prolcndercm licitar, de-
ver.io comparecer no dia e horas cima indicados
na casa da referida thesouraria.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
uambuce, 9 de maio 4> 1860.
O official-maior interino,
Luis Francisco de Sampaio e Silva.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da resoluco da junta
da fazenda, mtnda fazer publico, que no dia 31
do crreme, perante a mesma junta, se ha de er-
remitar a quem por menos fizer o fornecimento
dos medicamentos o utensilios para a enfermara
da casa de detenco desta cidade, por lempo de
ura anno, a contar do 1. de julho de 1860, a 30
de julho de 1801?
As pe3soasque se propozerem a esla arrema-
Joaquin Jos de Aoreu.
Joaquim Pedro Brrelo de Mello ReSo.
Dr. Joar uim Pires Machado P'jrteila.
Joao Paalo.
Maximino Ribeiro Aguiar V.ontarrovos.
Jos Jo quim Pcre ra Men/Songa.
Jos Maria FerreirtiHa Gynha.
Manoel Alves Guerra.
Manoel I.uiz Viraos.
Manoel GoncalvesTdi'InvB.
Praxedi s da Silva Gusmo.
Teixein. Basto, S 4 C. <.
Tobim le Souza Lima.
Thoma, Almeida Arantes.
Zacariai de Santa Isabel.
Francis :o Rodrigues Seixas.
Francisio Telles de Carvalhal II Vasccncellos.
Co nscllio de compras navaes.
Tend >-se de promover a acquisicao dos ob-
jectos io material da armada, abaixo declarados,
sob as i ondiccoes de sujeitarem-se os vendedo-
res a m illa de 50 por cento a favor da fazenda
nao enlregando os mesmos objectos na quanli-
dade c da qualidade contratadas, alm de carre-
garem :om o excesso do preco no mercado, caso
o haja, por motivaren! ests taitas recorrer-so
ahi e de serem pagos na forma do eslylo; man-
da o conselho fazer publico que tratar dessa
acquisi;o em sessao de 18 do correnle, vista
de proposta3 recebidas al as 11 horas da ma-
nhaa.
OBJECTOS.
Algoda) em rama 4 saceos.
Breu 1) barris.
Colxo! cheios de 13 2.
Cairas le algodo azul 100.
Cadermes brancos de 4, 6, 8 e 9 pollegados 70.
Cobre novo de 20 a22|0,40 folhas.
Fechad aras de camarote 50.
Galos om sapalilhos. sortidos 100.
Livros em branco de 25 a 50 folhas 100.
Mesas pequeas do amarello 12.
Moite i brancos de 4, 5 e 6 pollegadas 100.
Papel inala-borro 100 cadernos.
Pregos caibraes I barril.
Pregos de cobre para forro de 3(4 al urna pole-
gada 140 libras.
Pregos de cobre de 4 pollegadas e 3p3 no maior
grosiura 560.
Serras para metal 6.
Tarrac ia espingardeira 1.
Travs>eiro de marroquim 3
Tinta I ranea de chumbo 50 latas.
Tinta branca de zinco 30 ditas.
Tinta treta 40 ditas.
Vares de cobre de 4 e 5|8. 50.
Vares de ferrs de 4[8, 100.
Zarco 10 arrobas.
Sala do conselho de compras navaes cm 10 de
maio ce 1860.O secretario,
AletanJre Rodrigues dos Anjos.
Um aviso ulterior (ara conhecer dala do co-
meco do servico annexo eDtre o Rio de Janeiro,
Montevideo e Buenos-Ayres.
Para informarlos a dirigir-sc 4 agencia ra do
Trapiche n. 11.
Cear e Aearat
O palhaboln Sobralcnseo, capilao Ralis, segne
com breviJade; a tratar com Caetano Cyriaco da
C. M no lado do Corpo Santo n. 25, primeiro
andar.
Rio de Janeiro.
Seguir em pouco dias para o Rio de Janeiro
o patacho Flor da Baha, j bem conhecido por
boa conslrucco e marcha; o como ainda Um
praca para carga, offeroce-a aos prelendenles,
que se entenderao cora Bailar & Olveira, na ra
da Cadea do Recife n. 72.
Para.
Espora-se todos os dias do Maranho o bem
conhecido hiale Lindo Paquete,, que dover re-
gressarcra dlreitura do Para, com poucos dias
de demora neste porto, visto ler grande parte do
carregameuto contralado, ossenhores quequize-
rem tomar alguma praca no dito navio podem
desde j enlender-se com os consignatarios Al-
meida Gomes, Alves & C. ra da Cruz n. 27.
Leudes.
que tdinbetn terau entregue* tem reser-
va de preqo a'gum.
principiara' a i 1 Loras em ponto.
Avisos diversos.
cial, em cumprimenlo da ordem cm vigor, man- l?ca.. cortparcca.n na sala das sessoes da refe-
rida junta, no da acuna indicado, pelo meio da
e coiiipetenlemeute habilitadas, que acharo pre-
sentes o formulario c condices da orremalacao.
E para constar se mandou aCQxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annnnciaco.
da convidar aos propietarios abaixo declaradas
entregaren] na referida thesouraria, no prazo
de 30 dias, a contar do dia da prime'ra publica-
c.ao desle, a importancia das quotas com que de-
vem entrar para o calcamenlo das ras abaixo
indicadas, conforme o disposto na lei provincial
n. 350. Adverlindo que a falla da entrega vo-
luntaria ser punida com o duplo das menciona-
das quotas, segn Jo o art. 6 do regulamento de
22 de dezembro de 1854.
Caes de Apollo.
Na.
43 A Jos Mamede Alves Ferreira
Largo da Penha.
2 Bernardo Antonio de Miranda
Ra Direita.
131 Manoel Romo de Carvalho
139 Joaquim Lopes de Almeida
liua dos Marlyrios.
3 Candido Francisco Gomes
Ra das Cinco Ponas.
92 Anna Maria de Carvalho Uch a
9 -loaiina Francisca dos Santos
96 "francisco Martins dos Anjos Paula
100 Rila Mara da Conceico
102 Tiburcio Valerianno Baptista
10 Ignacio Jos Coelho
lU Antonio Joaquim dos Santos
Andrade
108 Maria Luiza da Purificarlo
110 Padre Jos Antonio dos Santos
Lessa
112 Jos Pinto de Magalhaes
114 Jos Joaquim de Oliveira
129 Manoel Romao Concia de Araujo
122 Antonio Francisco de Carvalho
Vl'i Joaquim de Souza Miranda Couto
12d Antonio Francisco de Carvalho
128 Dito .
130 Joaquim Teixcira reixoto
132 Antonio Nobre do Almeida e
ou 1ro
13 Candido Jos di Fonsera
130 Pedro Banal da Cosa Soares
138 Francisco das Chagas Mondonga
10 Angela das Virgens do Socra-
mcntotVianna
1 2 Antonio Goncalves de Moraes
14 i Hilo
146 Maria Vicencia deAbreu Lima
1 8 Joo do Amaral Raposo
150 Marcelino Antonio Pereira
152 Dito
154 Joao.Matheus
156 Antonio Jos de Magalhaes Bastos
Marcelino Antonio Pereira
Dito
Joo Fernandes Lopes
Francisco Jos Das da Cosa
Manoel Mederos de Souza
77 Joo Barbosa Maciel
79 Candido Jos da Fonscca
81 Joaquim GonQalves Salgado
83 Jos Jouquim Ferreira de Mon-
donga
85 Victorino Jos de SnuzaTravasso
87 Padre Luiz de Araujo Barbosa
89 Dr. Francisco de Asss de Olivei-
ra Maciel
Joanna Francisca de Menezes
Filhos de Joo Rodrigues de
Moura
Travessa do Dique.
1 A, Anna Joaquina da Santa Cruz
Ra do Rangcl.
452 Jos Joaquim de Novaes (os
altos)
Rus Real.
47 Albino Jos Ferreira da Cunha
158
160
71
73
75
91
93
1953000
60g000
103800
998000
64{6O0
27*000
32JM0O
24*900
90tM)
25a200
18)XXKJ
36$0O0
1&9 18$000
30SO00
253J200
871000
361000
36g00
2G<'00
36SOII0
36JOO0
36S000
3600()
18S000
2I56OO
39*600
45000
459OOO
36S00O
36:00(1
458000
45g000
30*000
360O0
105j>OO
105S50O
5(6000
10800
255200
253)200
21jf000
28gOO0
18*000
23*400
28*800
18*000
45*000
30*000
12jj!600
150$000
60*000
Deelaracoes.
Avisos martimos.
Consulado de Franca.
Leilao
A requerimento de C. I. Astley &
C. e por ordem do Sr. visconde de Le
mont cnsul de Franqa e em sua pre-
senqa, o agente Hyppolito fara' leilao
de urna cai.xa marca CJA n. 7037, con-
tendo 8 vestidos de seda com a varia que
foram a variados a bordo do navio fran-
cez Pernambuco, capitao Corduan :
quarta-feira 16 do corrente ai 11 horas
em poni, no armazem dos mesmos
senhores na ra da Cadeia do Recife.
FOLIIIMUS l'ARt 1860.
Esto 4 venda na livraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesta typographia, dasseguintes quali-
dades :
"OLHINHA RELIGIOSA, conteni, slm do
kalendario e regulamento dos direitos pa-
rochiaes, a conlinuacao da bibliotheca do
Crislao Brasileiro, que se compoe; do lou-
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hyninos ao Espirito Santo e
a N. S., a imitacao do de Santo Ambrozio,
jaculatorias e commemoraco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oracao mental,
dwidido pelos dias da semana, obsequios
ao SS. corago de Jess, saudacoes devo-
tas s chagas de Chrislo, oracoes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
guarda, responco pelas almas, alm de
. outras oracoes. PreCo320rs.
ITA DE VARIEDADES, contendo o kalcnda,
rio, regulamento dos direitos parochiaes.e
urna collcccao de ancdotas, ditos chisto-
sos, contos, fbulas, pensamentos moraes,
reccitas diversas, quer acerca Je cozinha.
quer de cultura, e preservatiro de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
2:222*100
aHixar o presente
E pata constar se mandou
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 28 de marco de 1860.O secretario
A. F. da Annunciaco.
Francisco de Miranda Leal Seve, ofiicial da
imperial ordem da Rosa, lente coronel com-
uiaiidanle do lerceiro balalho da guarda nacio-
nal presidente do conselho de qualiflcacao da
freguezia da Boa-Vista, quo Dos guarde ele.
J?aco saber que na terceira domingo (20 da
correrle) reunir-c-ha no consistorio da icraia
auolrii da Boa-'Vta, as 10 horas da manha o
ouselno de qualiflcacao de revisao annual dos
vardft-.4o 3 balalho desle municipio, afim
rever as listas -e-temar conhecimento dos no-
vos^ualtlieados para e dilo balalho.
E-iara csrslar passei o presente em que as-
sigiw
Puarlel do commando do 3. balalho de in-
faniarja de guarda nacional do municipio do
Ucife 11 de maio de 1860.
Francisco de M. Leal Seee.
Joaquim Jos SiUeka, tenente-coronel comman-
dauedo baiiho He artillara da guarda
nacionHldo muoieipio do Recife. presidente do
conselho Ao quaUHeaco da freguezia de S. Fr.
Pedro Gonealves porS. M I. eC, etc.
Fago saber a quem nteressar possa, que de
conformidade com o disposto no art. 1.- 6 2
bm1' de"el(, n^"1,130 de 12 de m.r?o de
1853 o iiislructoes de 25 de oulubro de 18afl se
tem do reunir, na terceira dominga de maio, o
conselho de qualificagao psra a reviso dos suar-
das nacionaes do referida freguezia. no consisto-
rio da igreja matriz do Corpo Santo.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei pastar edilaes quo sero publicados pela
imprensa, a affixados nos lugares designados
ia lei.
Dado c passado nesta eidade do Recife aos 12
ox maio de 1860Joaquim Jas Silveira.
=p De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico,
que leudo (ido avaliada em 6 OOOg a casa de so-
brado d& rjous andares n 20, sita ni ra da Guia,
c perlencendo fazenda nacional, em virtude de
*dJ?deaQo, uma parte desse sobrado no valor de
1.:1to|4Sb, lem ai de ir praca no dia 6 de ju-
nho prximo rinfeuro. as % horas da tarde, p-
l-ante a mssma thsiouraria, para ps^afeento ao
Por esta sccrelaria se faz constar que o Illm.
Sr. Dr. Jooquim Pires Machado Porlella assuniio
hoje as func^es de director geral.
Secretaria da nislrucQao publica de Pernambu-
co 10 de inain de 1860O secretario interino,
Salvador Hanrique de Albuquerque.
Conselho administrativo^
O conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de compraros ob-
jectos seguintes :
Para os traballios da 1.a e2.a classe.
Costados de amnrello, duzias 4 ; travs de
qualidadr de 32 a 35 palmos 25 ; laboas de pi-
nho americano, duzias 0; pranches de pinho 9.
Quem quizer vender os ditos objectos apr-
senle as suas proposlas cm carta fechada na
secretaria do conselho s 10 horas da manhaa do
dia 23 do correnle mez.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 14 de
maio de 1860. Dent Jos Lamenha Lint, co-
ronel presidcnle.Fronctsco Joaquim Pereira
Lobo coronel vogal secretario interino.
Consol lio administrativo.
0 conselho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
tos seguintes :
Para a secretaria militar do commando das
armas
1 livro dos Sanios Evangelhos.
Para o 10." balalho de infantaria.
211 esleirs de palha de carnauba.
Tara o meio balalho da provincia do Cear.
363 esleirs de palha de carnauba.
Para a companhia fixa do Rio Grande do Norte.
2 cornetas de loque com cordoes, bocaes, pon-
tos e vollas; 321 pederneiras; 4 cordoes para
canudos de inferiores; 1 sinete com armas; 2
castigaos de latan ; 1 jogo de balanca de pao com
pesos de chumbo de 2 oilavas at mcia arroba ;
2 caldeiras de ferro fundido para 50 pracas ; 2
colheres de ferro ; 2 esputadeiras: 2 ps de
ferro ; 2 garfos grandes de ferro.
Para a enfermara do Rio Grande do Norte.
20 cobertores de la ; 40 barretes; 20 pares
de chinellas rasas ; 1 bomba para clvsleii ; 24
talheres completos ; 2 castcaes de lalo ; 3 pa-
nella3 de ferro balido de difieren tes lamanhos ; 3
cassarolas de ferro ; 1 grelha grande para assar
carne ; 1 dita menor para torrar pao ; 1 garfo
grande de ferro ; 1 chalera grande ; 2 ditas pe-
quenas ; 1 colher grande de ferro.
Para fornecimento do hospital militar
50 pares do chinelas rasas.
Para provmenlo dos armazens do arsenal de
guerra.
300 caadas de azeile de carrapalo.
Quem quizer vender taes objectos apresentt
as suas propostas em carta fechada na secretarU
do conselho, s 10 horas da manba do dia 18
do correnle mez.
Sala das sessoes do conselho administralive
para fornecimento do arsenal de guerra, 11 de
maio de 1860.Venio Jos Lamenha Lint, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
Estacao naval.
De ordem do Illm. Sr. chefe de divisao Fran-
cisco Manoel Barroso, commaudante da eslacao
naval desta provincia, previno ao grumete da
corpo da armada Jos Gomes das Ncves, desertoi
da guarnico do brigue de guerra nacional Capi-
baribe, que, para ser tomado cm considerado o
seo requerimenlo dirigido a Sua Magestadc o
Imperador, pedindo perdo e baixa, deve se
apresenlar primeiro ao mesmo senhor chefe, se-
gundo o despacho communicado peloquartel-ge-
neral de marinha. o que manda o mesmo senhor
comroandante da eslaco fazer publico em con-
sequencia da delerminaco que para isso leve.
Bordo do brigue-barca Itamarac em Pernam-
buco, 2 de abril de 1860.O primeiro lente da
armada, Ensebio Jos Anlunes, sccrelario e aju-
danlc de ordem
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidas desde j as notas
de 10,000 e 2o,ooo da
emissao do banco.
Comi geral.
Relacao das cartas seguras, vindasdosul pelo
vapor porluguez Oyapock, para os senborea
abaixo declarados :
Albino Jos Ferreira da Cunha.
Dr. Augusto da Cunha Figueiredo.
Antonio Gomes de Miranda Leal.
Antonio Jos do Figueiredo.
Antonio Jos Leal Res.
Antonio Lopes Pereira de Mello.
Antonio Pedroso de Albuquerque Jnior.
Antonio Pires Ferreira.
Bailar & Oliveira.
C. I. Beneon.
Cari Hesse.
Carnetro Nogueira 4 c.
Dinamerico Augusto do Reg Ra'ncelr
Filippo Deliro de Castro.
Florencio Jos Carneiro Monleiro.
Innocencio Jos de Freitas Barros.
Jercmvmo Martins de Almeida Jnior.
Jezuino Barroso de Mello.
Joaquim Antonio Aires Coate.
REAL tfMPAHHIA
Anglo-Luso-Brasileira.
Espera-se da Europa do dia 19 em dianlc o
vapor Brasil, que seguir para os portos do sul
depois da demora do coslume, para passageiros
traa- ,c com os agentes Tasso Irmnos.
"ende-sc a barcaca Coneeico Valorosa,
em liom estado, da lotaco de 20 caixas : a tra-
tar na ra do Vigero n. 10.2. andar.
PARA 0 ARAGATY
spgue em poucos dias o hiale Camaragibe, ">or
j ter a maior parto de seu carregamento prom-
lo: para o resto e passageiros trata-se na ra
do Vij;ario n. 5.
C01IPAMHA
PERNAMBUGANA
DI
LEILAO
DE
trigo
ITA DE PORTA,a qual, alm das materias do
coslume, conlm o resumo dos direitos
Darochiaes. Pre o 160 rs.
Vendc-se urna preta de meia idade por
precocommodo : na ra da Imperatriz n: 78.
Na rua do,Vigaio n. 27 se dir quem precisa
deum homem de meia idade.
No restaurand o caf do commercio preci-
sa-se de. dous criados foros ou captivos para o
servido de copeiro.
Comprara-se effeclivamente meias garrafas
que fossem do champanha e azeile doce, por lo-
do o preco : na rua larga do Rosario n. 36, bo-
tica.
Para o Presidio de Fernando
Segu o brigue Sania Rosa : quem quizer car-
regar ou ir de passagom habilite-se pela presi-
dencia, e para contratar na rua da Cadeia do Re-
cife n. 60.
A' polica.
Navegado cosleira a vapor
O vapor Pem'nu/iaa, commandanle Lol,. lo,
sahir para os portes do sul de sua escala no
dia 2( do correnle mez.
Recabe-se carga al o da18ao meio dia. Pre-
vine-.'e aosSrs. carregidorcs que nenhuma car-
ga ser j recebida a. bordo sem ordem da geren-
cia.
Para o Aractly seguc com brevidade o hiate
Duviloso, j tem a maior parte da carga : para
0 reste, Irata-se com Marlins & Irmo. na rua da
Madre de Dos n. 2.
Para e Maranho.
O p ilhabole Novaes segu em poucos dias,
rc-ceb< alguma carga miuda : trata-se cora os
consifnatarios Texeira Basto, S& C. no largo
do Co *po Santo n. 6, segundo andar.
Para a Babia.
O hiate Bom Amigo sahe imprelerivelmente
quarl'.-feira, 16 o corrente, pode receber algu-
ma carga minda : a tratar com o capilao Pereira
Marn 10, era casa de Palmeira& Bellro, no lar-
go do Corpo Santo n. 6.
Aracaty.
Segje com muita brevidade o hiate Sanio A-
maro:, recebe carga o passageiros : a tratar com
Cela 10 Cyriaco da C. M., no lado do Corpo San-
io n. 25, primeiro andar.
Aracaty com escala pelo
Ass.
Segu com brevidade o hiate nacional Grati-
do, -. para o reslo da carga e passageiros, o .jue
lem cxcellcntes commodos : a tratar no Passeio
Publi :o n. 11, 01 com o mestre no trapiche do
algodio.
Para Lisboa
o bri;ue porluguez Relmpago pretende seguir
1 viagem com a possvel brevidade : quero no mis-
mo qjizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
ao consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na
rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
capit 10 na praca.
Farinha de
SSSF.
Terea-feira 15 do correnle
O agente Borja autorisado
pelo Sr. Domingos Alves Ma-
theus, far leilao no armazem
n. 6 da rua da Madre de Dos,
pe tencente a Machado & Dan-
tas, e por con la e risco de
quem pertencer, de 200 bar-
ricas com farinha de trigo,
que sero vendidas cm lotes
a vontade dos compradores;
ter principio s 10 horas em
ponto.
LEILAO
PELO AGENTE
Pede-se aos encarregados da polica lomem
em consideracao quatro vadios que andam pelas
ras de Santo Antonio, principalmente as que
Qcara do lado de S. Pedro c Carmo, insultando a
moradores, e a quem pass*, publicando obcen-
dades, ele, ele.: dizem que dous destes grace-
jadores sao geraeose moram na rua que nao
secca, ou na rua dos que fazcm caldeiras.
O olTendido.
Urna pessoa habilitada, que lem de seguir
para as parles do sul e centro desta provincia, a
Iratardeseus negoeos, prop5e-sc a fazer cobran-
cas, e d Dador: quem de seu presumo se qui-
zer utilisar, dirija-se a rua Direita n. 76, que
achara com quem tratar.
|g Os Drs. em medicina Pruden- $
^ Alves da Costa Brancante conti- 5
jj nuatn a residir na rua do lu- :M
na rua
perador n. 11 B aonde podem ser
procurados a qualquer hora do
dia ou da noite para o ejercicio
da sua prossao. Especialidads
partos e molestias syphiliticas.
. mmm
f\a rua do Pilar n. 82, sobrado,
precisa-se de nma ama para cosinhar,
livre ou escrava, podendo dormir ora
se assim contratar se.
Precisa-se de um ofiicial de
beiro : na rua das Cruzes n. 35,
bar-
Companhia de ser-
vicos martimos des
Messagcries Imperiales.
LINflA DO BRASIL.
Servico do correio francez
Inauguracdo do servido.
O niquele a vapor La Guienne, de forca de
500 roari ha imperir 1, partir de Bordcauz, para o
Ro < e Janeiro locando em Lisboa, Sao Vicente,
Pernambuco o Lahia
No dia 24 do corrente.
As sabidas seguintes terau 'ugar de Bordeaux
a 25 de cada mez, as quaessero effecluadas pe-
los paquetes a vapor de rodas de forca de 500
ca val los.
Na/arre, commandanle Vede],
ofiicial de mrinha impe-
rial.
Eslramadure, commandante,
Trollier, ofiicial de mari-
nha imperial.
Be.irn, commandante Aubry
de la Noe, offlcial de mari-
nha imperial.
O referido agente far leilao por conta e risco
de quem perlencer, terga feira 15 do corrente
slO horas da manhaa na porta do armazem do
Sr. Annes defronle da alfandega
DE
20 fardos com alfizema.
100 rolos com fumo vindo neslc ultimo navio
do Rio.
-i caixas com 400 latas de biscoilos vindas neste
ultimo navio de Liverpool.
44 saceos com fcijao branco.
13 ditos dilo raja-Jo.
9 ditos dito mulalinho.
Vende-se s era lotes a vontade dos com-
pradores.
LEILAO
DE
Urna padaria.
NA
Rua das Liaran ge ivas,
Sexta-feira 18 do corrate.
O agente Borja honrado com a aulhorisoco
do Exm. Sr. Dr. juiz especial do c-mmercio, a
requerimenlo dos depositarios dos bens que cons-
tiluem a massa fallida de Ramos & C, far lei-
llto na rua das Larangeiras n. 28 do tolos os per-
tences da padaria que fora d'aquella firma, com-
prehendendo urna porco do barricas de farinha
de trigo, e alguns movis em muito bom estado.
Principiar s 11 horas do dia.
LEILAO
Quarta-feira 16 do corrente.
DE
Diversos objectos,
O agente Borja fara' leilao em seu
armazem na rua do Imperador n. 15,
de um variado sortimento de movis
de casa de familia, depois que os con-
currentes se tiverem prvido destas bem
acabadas obras que por todo o preqo
llie serao entregues, passara' a vender
30 a 40 frascos com diversos doces e
amendoas, depois
80 a 100 pares de lio-
tas inglezas
muito proprias para os trabalhadores
da estrada de ferro, e terminara' o seu
leilao expondo a venda muito boas e ex-
cellents
Vaccas de leite
Ao publico
Adiando-se grassando epid-
micamente angina e a escarlati-
na, olferecemos as mais de fami-
lia o tratamento bomeopathico,
contendo os symptomas das mo-
lestias e dos medicamentos apro-
priados com a maneirade os em-
prear Assim como carteira com
os medicamentos homeopathicos
para o mal.
N. B. Medicamento especifico
e preservativo para estas alfec- H
|i roes. Em glbulos e em tintu- ||
H ra?. Pateo do Carmo n. 5, pri-
9 meiro andar, largo do Paraizo ^
ff n. 13, sobrado de um andar. *S
^UW **w PV^WVM oSiV aoo HV vatv /tnv core Mi
Desappareceu na noile do da 3 para 4 do
corrente, do engeoho Uchoa, um quarlo cora os
sigoaes seguintes : castanho, de meio, capado,
magro, pescoco fino, pernas corapridas, de roda,
pelo que lem o signal no pelo : quera o pegar,
ouder noticia exacta delle, poder ir ao engenho
cima mencionado que ser gratificado.
Desappareceu no dia 8 do corrente, do po-
der do abaixo assKnado, o seu cscravo de nomo
Lino, com os siguacs seguintes : estatura regu-
lar, secco do corpo, o rosto cora a cor mais aberta
que cor de canella. pouca barba c cssa raspada de
novo, idade 28 a 30 annos, cangueiro no andar,
tem yraas lascaduras ou radiadoras nos calca-
uhares dos ps provenientes do* cravos seceos,
cabellos garapinhados por ser Qlho de negra cora
pardo claro, levou vestido cales e camisa branca
e chapeo de palha; cujo jes^ravo desippareceu
em urna viagem que fez por mandado de seu se-
nhor, de Iguarass ao engenho Jardim : ro-
ga-se, portanlo, as autoridades policiaes c capi-
lacs do campo a sua apprehenso e leva-lo cm
Iguarass, ao abaixo assigoado, ou nesta praca,
na rua estreita do Rosario n. 10, primeiro andar,
que ser generosamente recompensada qualquer
pessoa quo o entregar.
Herculano Cavalcanli de S Albuquerque.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava,
para engoramar e cozinhar : na rua da Alegra
numero 38.
Nossa Senhora da Pie-
dade.
Acha-se exposta na igreja de Santa Rita de
Cassia, duraule o lempo da presente calamidade,
a Virgem Sanlissima cora seu piedoso filho,
veneracao dos fiis que precisaren! de sua pe-
dade.
D. Maria das Dores Raymunda do Gu, viu-
va de Jacinlho Silvestre Vicente, estando proce-
dendo inventario dos bens de seu casal pelo jui-
zo de orphos, escrivo Brito,.pede aos senhores
credores do fallecido seu marido, que quanto an-
tes apresenlem suas contas para serem declara-
das no mesmo inventario.
-* O abaixo assignado, pela grande rapidez de
sua viagem para Europa, nao pode pessoalmenle
dspedir-se daquallas pessoas que nesta cidade
Ihe consagrara amizade, motivo por que o faz por
mel da imprensa, offerecendo na cidade de Lis-
boa (onde pretende fixar sua residencia) seus li-
mitados, prestimos. Igualmente faz scieiite a
seus devedores que os seus bastantes procurado-
rea neaU cidade ao os Ulras. Srs. Manoel Igna-
cio de Oliveira & Filho, aos quaes podero satis-
fazer seus dbitos Recife 14 de maio de 1860.
Joo Francisco Texeira Marques.
= Vende-ae urna preta moga que cozinha, la-
va e engomma perfeitamento : na rua Nova nu-
mero 55.
Ao publico.
Ficou transferida para o dia 18 do corrente a
arrematacio das tres casas pertenceotes ao casal
do fallecido Manoel Joaquim Pereira, annuncia-
das no Diario n. 112, cujas casas sao: om
excellenle sobrado de tres andares, edificado em
chaos propros, em urna eicellenle rua coraracr-
cial desla cidade por ser junto a alfandega, na ruar
do Amorim n. 41, com duas frente?, tendo boro
armazem o excellenles cOmmodos para grande
familia, cm o qual de presente mora o Sr. Fran-
cisco Quedes de Araujo ; e duas casas terreas no
bafrro da Roa-Vista, na rua do Arago ns. SI o
35, tambera com excellenles commodos, e excel-
lenle morada por serem frescas e boas, cujas ca>~
sas sao foreiras.
Na rua do Livramento n." 9, precisa-se de
urna mulher de meia idade para fazer algum ser-
vico de portas dentro, prefermdo-se estran-
gtira.
Na travessa da rua das Cmzcs n. 2, segun-
do andar, ao p desla typographia, lnge-se cora
perfeico de qualquer tur, e mais barato que em
outra qualquer parte.
Aluga-se urna casa terrea no lugar da Bai-
xa Verde, com duas salas grandes, cinco quartos,
cozinha ra, quintal murado, com cacimba e boa
agua : a tratar na Baixa Verde, sitio do Arantes,
ou na praca da ledependencia, laja ns. 13 e 15.
Escravo fgido.
Na noite de 28 de abril prximo passado fugio
de casa de seu senhor um escravo de nome Ray-
mundo, idade de 18 a 20 annos, estatura media-
na, e roforcado, bonita figura, bocea pequea, o
boos denles, falla bem, (cabra escuro) filho do
Ico, d'onde veio, pouco mais ou menos, a um
auno, levou com sigo alguma roupaf consislindo
em calcas de brm trancado branco, de algodo
mesclado, camisas de madapolo, de algodo ris-
cado, jaquea do panno fino azul, grvala preta,
chapeo de feilro fino, cor clara, costuma andar
calcado, iulitula-se forro, salta muito bem, pois
tendo sido duas vezes apprehendido, lem se eva-
dido, consta ter urna amasia mulata, mulher for-
ra, com quem esleve na Boa-Vista, e aonde foi
apprehendido, esteve trabalhando era Sanio A-
maro : quem o apprcheneer levar rua da
Cadeia do Recife n. 20, ser .recompensado
Joo Goncalves Rodrigues Franca, capilao da ter-
ceira companhia c commandanle interino do
nono baWlho de infamara da guarda nacio-
nal do municipio de Olinda e presidente d
conselho de qualifteaco da mesma guarda na-
cional da freguezia da S, por S. M. I., que
Dos guarde etc.
Fago saber a todos os guardas nacionaes do
nono balalho moradores no Cralo da S, e a
quem mais o conhecimento do presenta possa
nteressar, quo na terceira dominga do corrento
mez tem de reunir-se o conselho de qualiflcacao-
e reviso da guarda nacional do dito Curato,
tendo lugar a rcunio do conselhs na igreja ca-
lliedral, cujos respectivos trabadlos prncipiaro
s 9 horas da manhaa al as 2 horas da larde
durante o espago de 15 dias successivos, para
que chegue ao conhecimento de todos Oz aduar
o prsenle conforme as ordens recebidas do Illm.
Sr. commandanle superior em data de 10 do cor-
renle.
Ojiarle! do commando interino do nono bala-
lho de infantaria de Olinda 11 de maio do 1860.
Joao Goncalves Rodrigues Franca.
Jos Nunesde Paula, lenle e comsaandanle in-
terino da priracira companhia do nono bala-
lho de infantaria da guarda nacional e presi-
dente do conselho de qualificagSo e reviso da
mesma guarda nacional da freguezia de S.
Pedro Martyr da cidade de Olinda por S. M. I.
o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde etc.
Fago saber u lodosos guardas nacionaes mo-
radores na freguezia de S. Pedro Martyre daca-
pella filial do Bcberbe e a quem mais possa in-
leressar, que na terceira Dominga do corrento
mez tem de reunir-se o comclho de qualilicaco
e reviso das rnesmas compauhias na igreja ma-
triz de S. Pedro Martvr, cujos respectivos traba-
llios prncipiaro s !) horas da manhaa at s 2
horas da larde durante o esuaco de 15 das suc-
cessivos; para que possa chegar ao conhecimen-
to de todos fiz affixaro presente conforme as or-
dens recebidas do Illm. Sr. commando superior
em data do 10 do corrente.
Quartcl do commando interino da prmeira
companhia do nono balalho de infantaria da
guarda nacional do Olinda 11 de maio de 1860.
Jos Nunes de Paula.
Domingos Alfonso Nery Ferreira, coramendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo,
coruuel commandanle do rjrimeiro balalho de
infantaria da guarda nacional do municipio
do Recife c presidente do conselho de qualifi-
cago e reviso por S. M. I. a quem Dos
guarde ele:
Faco saber quo no dia 20 do correnle (terceira
dominga) reunr-se-ha no consistorio da igreja
matriz de Santo Antonio, o.conselho de reviso
e qualiicaeo da guarda nacional da mesma,
afim de proceder-sc a referida qualificago e re-
viso na forma das leis vigentes.
Quartcl do commando do primeiro balalho de
infantaria 12 de maio de 1860.
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Ama deleite.
Precisa-se de urna ama de leile de hons cos-
tumes, e que lenha abundancia de leile, para
criar urna crianga de um mez : roga-sc a quem
eslivor ncslas circumstancias, dirigir-se a rua lar-
ga do Rosario, passando a botica, a segunda loja
do raiudezas, que se dir quem precisa.
Altenco
O abaixo assignado, na qualidade de propie-
tario da melade do engenho Pituass da comar-
ca deGoianna, por si c outros consenhores do
mesmo engenho, fazem publico, que sendo edi-
ficado o dito engenho em urna propriedade de-
nominada=:Mco, a qual comprchende a campi-
a da gia, e lanoleiros dosrajuaes, cujas Ierras
foram compradas aos herdeiros de Estevo Jos
Carneiro de Lacerda, estando parle destas Ierras
na posse do engenho Itapirema do Meio ; o co-
mo consta ao abaixo assignado que so est tra-
tando de vender ou permutar este engenho, por
esta razo fazem publico os annunciantes a quera
convicr possa, que esto determinados a reven-
dicarem lodos os terrenos que perlencem a refe-
rida propriedade pelos meios legaes : e para que
ninguem se chamo a ignorancia, faz o presente
aviso, que servir de protesto. Recife 14 de maio
de 1860.P. C.
= Quem quizer urna ama para coMnhar, dr-
ja-sc rua de Hurtas u. 30, quo achara cora
quem tratar.
= Do engenho Frexcins, na provincia das A-
lagoas, fugio em procura de Garanhuns a Moxo-
16, um escravo cabra de nome Joo, com os sig-
naos seguintes : cabellos pegados, corpo secco o
espigado, um ou dous lobinhos atraz da orelha,
falla lato, um pouco pacholla, e tem mi em Ma-
xot: os apprehendedores levsm-no dilo enge-
nho Frexeiras, na comarca de M.icei, ou nesta
praca ao Dr. Antonio Buarque de Gusmo, na
Passagem da Magdalena.
ss Amanha, 15 do correnle. depois da audien-
cia do juizo da 1.a vara municipal, vai praca
por venda a casa terrea n. 25 da rua dos Acou-
guinhos, com 2 salas, 2 quartos, quintal murado,
0 cacimba, por execugo de Claudio Debeux con-
tra Miguel Goncalves Rodrigues Franga. E' a ul-
tima praca
Milho e trelo.
Farelo a 48500 o sacco, milho a 4#, cm cuia a
240 rr. : na taberna da estrella do largo do Pa-
raizo n. 14.
Vendera-se 10 cadeiras, 1 dila de balango,
1 marqueza, 2 banquinhas, 1 mesa redonda, 1
lavatorio, 1 loucador, 1 tama de armago, ludo
em bom estado : quem pretender, dirlja-se a rua
Direita n. 129 que se dir quera tora.
Roa (lo Codorniz n. 8-
Vende-se feijo amarello, saceos de 30 caias,
por IOsOOO.
Milho, saceos grandes, por 4JWXJ0.
Vende-se um terreno cora 100 palmos de
frente e 300 de fundo, na Penle de Uchda, es-
trada que vem da Torre para o porto que alra-
vossa para Saol'Anna : quem quizer, dirija-so a
fallar com a pessoa, na escela em frente da igre-
ja de S. Jos do Manguinho.
Atteoco.
Vcnde-se um escaler novo cero. 4 remos do-
faia, de patente, e um bote novo, proprio para
todo servico, o por commodo prec,o : a tratar na
rua do Cordoniz n. 6.
Vende-sn urna duzia de colheres de sopa,
urna dila de cha com urna concha, dous colhe-
roe, sendo um para sopa e outro para arror,
>udo de prala, a uim como algunas obras de ou-
ro : na rua Augusta n. 48.
-~7?.
m
J aVaU ITTT AHAL


Agencia de passaporte e foJha
corrida.
Claudino do Reg Lima tira passaporte para
dcnlro e lora do imperio, por prego comniodo e
presteza : na ra da Praia n. 43, primeiro andar.
No dia 15 do crranle mez se nao .de arre-
matar em prarja publica do Sr, Dr. juiz munici-
pal da priraeira vara desla cidade os bens se-
guinles ; uin .'obrado de tres andares na ra du
Amorim do bairro do Recifc n. 41, avaliado em
12:0009, e duas casas terreas na ra ao Aragao
da freguezia da Boa-Vista ns. 31 e 35, avahadas,
a primeira era 3:500$, e a segunda em 2 000$,
por execurao de D. Marianna Dorolhca Joaquina,
como inrenlarianlo dos bens de seu finado pai
contra a viuva e herdeiros de Manoel Joaquim
Pereira. a ultima praca.
DIARIO DE PERNAMBUCO. TERCA FEIBA ,15 DE Alp- DE 1860.
41manak da provincia.
S.aho a luz a folbJnha com
oalmanak da provincia para
o correne anuo de
1 so
Atten Curso pratjco e theorico de lingua fran- *
ceza por urna senhora franceza, para dez
mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
mana, daslO horas at raeio dia : quem
quizer aproveilar pode dirigir-se n ra da
Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
adiantados.
Roga-88 aos Srs. devedore do estabele-
cimento do fallecido* Josda Silva Pinto, o ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na ra do Col-
legio venda n. 25 ou na ra do Queiraado loia
n. 10. J
COM1MMHA
ALLIANCE
Estabelecida em Londres
EX
m
lfeffi) Q
CAPITAL
Cinco mlluocs Ae Ultras
esterlinas.
Saunders Brothers & C." tcm a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, eagucm mais convicr, que csto plena-
mente autorsados pela dita companliia para
effectuar seguros sobre edificios de lijlo enc-inho PC ftf
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os uuus,ew" ClL'
objectos que couliverem osmesmos edificios
quer consista em mobilia ou em fazendas de'
qualquerqualidade.
-rrTYTr?rTTYTrT-s-TTTrrrrrTT*r*
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
le toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
DENTISTA FRANCEZ.
> Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
> rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e ~
p denlifico.
Jockey club.
Nao podendo ler lugar, por motivos extraordi-
narios, as corridas annunciadas para o dia 12 do
correnlo, a commissiio directora transferio para
o da 17. Recite. 10 de maio de 1860.
Os socios que quizercm inscrever seus caval-
los deveriio dirigir-se ao thesoureiro da mes-
na commissao at o dia 15 s 2 horas da tarde,
depois do qual nenhuma inscripeo lera lugar ;
assim como roga-so de mandarem buscar suas
entradas at o mesmo dia.
Serve elle de guia ao com-
merciante, agricultor, mar-
timo e emfiui para todas as
classes da sociedade.
Precisa-se de um menino de 12 a 16 annos
para taberna ; a tratar no boceo Largo n. 7, ar-
mazem de farinlia
Por um corle de cabello e
femenlo 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecorti acaba de receber do Rio de Japeiro
o primeiro contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um outro vindo de Pars. Esta estabelc-
cimenloela hoje as mclhores condir.es que
possivel para saiisfjzer as encommendas dos
objectos en cabellos, no mais breve tempo, co-
mo sejam : marrafas a Luir XV, cadeias de relo-
gios, brac( leles, anneis, rosetas, etc., ele, ca-
balleras de toda a especie, para homens o se-
nhoras, la.-a-se igualmente a cabega a moda dos
Estados-Unidos, scmdeixar urna s pelcula na
cabera dos clientes, para salisfazer os pretnden-
os, os objjcloscm cabello scro feitos em sua
presenca,:e o desojarera, e achar-sc-ha sempre
uma pessoa dsponivel para cortar os cabellos, e
pentear as senhoras em casa particular.
E'chegado loja de Lecomte, alcrro'da
Boa-Vista n. 7, o exccllcnle leile virginal de ro-
sa branca iara refrescar a pello, tirar pannos,
sardase espnhas, e igualmente o afamado oleo
babosa para limpar e fazer cresccr os cabellos
assm como p imperial de lyrio de Florenca^
paraborluejaso asperdades da pello, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vltUU
Prec sa-se alugar um tilo que seii bom,
e que lenta bastantes arvoredos de fructos, casa
para morir, o que seu aluguel nao seia muito
ai'o.eneri longe da prega ; quem o liver an-
Galdino Antonio Alves Ferreira. lendo de
lazer uma yiagem Europa, deixa por seus pro-
curadores Jurante a sua ausencia os seusirmos
Ilenrique los Ales Ferreira. Dr. Jos Mamede
Alvos Ferreira e Dr. Antonio Jos Alves Fer-
reira.
Licoes de francez $
I piano. |
S Macemoiselle Clemence de Hannetot
H de Mannevilleconlinua a dar licoes de m
y, trance; e piano na cidade e nos arrabal- jj
fg des : ni ra da Cruz n. 9, segundo andar. M
que no dn 21 dororrente foi recolhida em seu
sillona Pinte de Ucha uma preta velha por'
nome Ann j, em estado de embriaguez c mord- i S
dida por uns caes. O sen estado nao permittio -
oblerdella informaeo alguma que indicasse se
era livre o j escrava. Tendo sido cuidadosamente
tratada acl asa quasi reslabelecida, mas apenas
sabedizerquepprtence a uma senhora viuva
moradora ia ra do Collegio, e por isso se faz
o presente annuncio para que a pessoa a quem
pertenQa a mande buscar.
Sirop du
BrFORGTI
JARABE DO FORGET.
iste xarope est approvado pelos mais eminentes mdicos de Pars,
>mo sendo o melhor para curar cor stipacoes, tosse convulsa e outris,
alleccoes dos brunchios, ataques de peito, irritacoes nervosa: e insomnolencius: uma colherarla
pea manba, e outra noite sao suflicienles. O tleito desie excelente xarope sjiisfaz ao
lempo o doente e o medico.
O dtpoiito na rua larga do notario, botica de Bartholor.teo Francisco de Souza, n. 36.
mesmo
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
EM SEU NOVO ARMAZEUI
NA
i
Tem recebido da Europa pelos ultimos navios diver-
sos objectos de gosto e moda, como sejam:
Sedas Objectos de ferro
PROVEA.
Terceira parteda primei-
ra do Espirito Santo.
Aos 10:000$, 5:000^ e 1:000$.
O abaixo aisignado tem exposto a
venda os leus bilhetes garantidos dos 8
por cento ao imposto geral mi lojas se-
guintes :
Pra^a da Independencia n. 4^.
Pateo do Carmo n. 17.
Ra estreita do Rosario n. 11.
Aterro da Boa Vista.
Uua do Crespo n. 5.
Ra da Cadeia do Recife n. 66.
Precode bilhetc 12'000
Me o CsOOO
Quarto 3^000
Vende-se em seu escriptorio na ra
do Imperador n. 21, cm porcoes de
100' para cima pelos seguintes 'precos :
B ltete 11 000
Meio bjfOO
Quarto 2^7 iO
Os bilhetes premiados de sua rubrica
sao pagos na praca da Independencia
n. 40. v
P. J. Layme.
S\ LlISft-BRiVSLEIKA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e exccllenles ac-
commodaces para muUo maior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a prestar-lhesseus
serviros e bons oflicins guiando-os em todas as
cousas que precisein conliecimento pralico do
paz, etc. ; alm doportuguez e doinglez falla-se
na casa o hespsnhole francez.
DENTES |
i IR D II li I AIS.
iRua estreita do Rosario n. 3|
:j Francisco Pinto Ozoriocolloca denles ar-
<& 06 es pelos doussyslcmas VOLCANITE,
chapas de ouro ou platina, podendo ser
<* procurado na sobredita ra a qualquer
J$ hora.
lloga-se aos Srs. devedores a firma social
de Leite & Correia em liquida^o, o obsequio
de mandar saldar seus dbitos na loja da ruado
Queimado n. 10.
m w& m p
Grande e noy sortimento de fazendas de todas ai a-
lidades por baratissimos precus.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortc.df vestidos do seda preloa
de 2 saias
Dilos ditos de ditos de seda de cores
com baados
Dilos ditos de ditos de gaze phantazia
de cores
Romeras de fil de seda prcla bordadas
Visitas de grosdcnaples prelo bordadas
com troco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e decores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado lj e
Dita lisa preta e de cores, com 4 palmos
de largura, propra para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Umbralas orlandys de cores, lidos pa-
oroes, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
1 iras c ntremelos bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas (te fil de linho pretas
diales de seda de todas as cores
Loncos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras idem idem idem
Gollnhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
lampados de lodas as qualidades
Enfeitcs de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balo devanas qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sortimento de ronpa feita
3
I
!|M0
S
3O00
15500
10*000
16 000
19000

9
9
I
9
i
900
9
9
$640
9
sendo casacas, sobrecasaess, palclots,
colleles, calcas de muilas qualidades
de fazendas
Chapeos frsrcezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, pr'n de linho e de
algodao brancas e de cores
Ditas de fustao brancas c de corea
Ceroulas de linho c de algodao
Capellas brancas para noivas muito finas
Um completo sortimento de fazendas
para vestido, sedas, la e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes
covado '
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Dilasde seda para menina, par
Luvas de lio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbutina de cores, covado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
L'm sortimento completo de lu-'as de
seda bordadas, lisas, para tenhoras,
nomens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de coDcle de gorguro de seda
de cores
Dilos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezilas ou sombrnhas de seda com
molas para senhora
Sapalnhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
lo superiores, covado
Sclim prelo, encarnado e azul, proprio
para forros, rom 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
9
855C0
9
S

8
9
s
19600
3l.O
1*209
700
2000
1J00O
35500
9
6000'
S500J
92801
1500 | Sellm liso de todas as cores covado
1 Lencos de gorguro de
800 Relo'gios e obras de ouro
Corles de casemira de cores a
pretos
KHHngMMH-tfK&uifi
EAU MINERALE
NATRALLE DE VICHY.
Deposito na botica franceza ra da Cruz n 22
liHfi!iaKaf)& immfigi
2$5C0
9
25090
18060
11600
9
I
tu
5C00
os
1-. Mi
1-. fcli
nit
)-o
cao.
sejam palelots,
Chapeos de seda para senhoras o enancas.
Luvas de pellica do Jouvin &C.
Calcado francez para homem.
Roupa feia para homem, como
calcas etc., etc.
Ricos corles de collc-les de velludo e gorguro
Casemiras fins e modernas para calcas.
Grvalas de seda de difTereules gosts.
Pcntes de tarlaruga de segurar cabellos o que ha
de mellior.
Vestidos de seda
cores.
de lindos padroes c de bonitas
Quadros com na-
chinismo
Espelhos grandes e pequeos para salas.
Cassas finas estampadas de goslo moderno.
Tpeles para forrar salas o uma grande varedade
de miudezas c objeclos de goslo dos primeiros
fabricamos de Pars.
Objectos de ouro
Como sejam moios aderecos, rosetas, aneis, ca-
deas para relogios, boles para punhos da '
camisas etc., etc. !
Conlendo diversas pecas jem movimenlo e com
msica, objeelo proprio para sala por ser de
muito goslo e muito delicado.
Pianos
CAMAS paa uma e duas pessoas, com colxao
elstico i simples para uma pessoa.
LAVATOR OS com seus perlences do porcelana,
CABIDES (ara deitar toalhas ou amostras.
GUARDA i.OMIDAS de rame de diversos la-
manhos.
BEItCiJS pira criancas de differentes modelos.
BOMBAS para lirar agua em pojos ou cacimbas.
Realejos
De diversos tamanhos proprios para tocar-se em
saloes com 30 pegas como sejam : quadrilhas
walsas, schotisch, hymno brasileiro o etc.. etc.,
e entre elles alguns com figuras era movimen-
to obra de apurado goslo.
Ricas caixas de msicas com tambor, campai-
nhias ele, contendo 12 pegas como sejam :
liymno brasileiro. quadrilhas de lanceiros r-
golelto, scholisch, walsas, normas ele, el'c
Todos estes objeclos se vendem por preco razoave
Oystaes
Do mais acreditado fabricante do Pars. Pleyel
& C, sao os melliores que hoje seapresentam
no mercado, nao s pela elegancia do feito
como pela excellenle fabricagao, notando que
estes pianos sao feitos de encommenda para o
clima do Brasil.
Recebido de Pars dos primeiros fabricantes
de ultimo ;oslo, como sejam :
Globos de diversos modelos.
Lustres de diversos tamanhos c foilos para sa-
los. r
Candclabrcs cor pendentes e diamantes.
Lanlernas :om pendentes e diamantes coloridos
dem toda branca de diversos lamanhos c feitios
Jarros de novos feitios para rnalo de sala-, e
toilels e oulros muilos objectos do gosto.
FUNDIQAO
DO
lilil D. i U\
mo assento
Ra do Brum (passando o chafariz.)
No depoxito deste esiabelecimento sempre lia grandi sortimento de me-
ehamsmo para os engeiios de assueat a salier:
M.tchirns de vai
liadas (Tagua
Can nos de ferro,
Moeodas inteiras com virgens muito forte, e convenientes
Meias moendas com rodela, motoras para agua, cavallos, o bois, acunhadas em aguilhoes deazs ;
Taixas de ferro fundido e batido, e de cobre ,. *>
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de'ferro pa.-a as fornalbat;
Alambiques de ferro, moinhos de mandioca, fornos para cozer farioha
Rodetas dentadas de todos 04 tamanhos para vapor, agua, cavallos ou bois':
Agutlhoes, bronzes e parausos, arados, eixos e rodas para carrosas, formas galvanizada, para purgL.
QueoL!a^lTnfiaqUeOSS-USfT^ acharotudo digno da preferencia cuul
^dMl1"81 esperienea que elle tem do mechanismo proprio para os agricul-
maU acffi?ih .ePd>ffcl? 4de mandar construir pessoalmente as suas obris as
TaiM^r^^ aunual para o dito fim,
m^Y^FtenS^^A** 8Ua fnCa em Pe**uco, Para riodiftcar o mechanis-
mo a vontade de cada comprador, e de fazer os concertos de que pode rao nec essitar.
^ O Dr. Cosme de Sa fereira
^de volt de sua viagem instructi-
tiva a Europa continua noexer-
cicio de sua proGssao medica.
Da' consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos os dias, menos
nos domingos, desde as G 1.oas
t as 10 da manhaa, sobre
seguintes pontos :
Molestias de olhos ;
lolestias de coracao e de?
it ;
lolestias dos orgaos da gera-
io, e doanus ;
i4-.-*Pratcara'toda e qualquer
operado quejulgarconvenien-
te para o restabelecimento do.<
seus doentes.
O exame das pessoas que o con-
sultarem sera' feto indistincia-
mente, e na ordem de suas en-
trtdas; fazendo excepqoos doen-
tes (.e olhos, ou aquellesque poi
motivojustoobtiverem hora mar-
cada para este fim.
A applicacao de alguns medica
mentos ndispensaveis em vario?
casos, como o do sulfato de atro-
pina etc.) sera'feito.ou concedido
gratuitamente. A confianza que
nelles deposita, a presteza de sua
^accao, e a necessidade prompta
|de seuemprego; tudoquantoo
jdemove em beneficio de seus
doentes.
Neste proveitoso eslabelecimento, que pelos no
tantos sacrificios.
--------, ....- iuvijoJos para
a os propnclarios esperam a remunerajo de
Assignaturs de banhos fros para uma pessoa por mez.....100OO
c=-. a \ momos, de choque ou chuviscos por mez 15aO
Senes dfl cartoeg e banhos avulsos aos oreos annunciados.
T se 25S Pcl alu8ucl de uma preta que
saiba comprar e cozinhar, para uma casa de pe-
t quena familia : quem a liver, pode dirigir-se a
jlivrana da ra do Imperador n. 21.
^Consollorio central homeopalliico|
I 1PBMMBIIC. 1
as Continua sob a roesma direcco da Ma- e
noel de Mallos Teixeira I.ima, professor
em homeopalbia. As consullas como d'an-

tes.
Botica central komeopathica
Du
DR. SABIKO 0, L Pli\H0
novos medicamenloshomeopnlhicos en-
viadosda Europa pelo Dr. Sabino.
Esles medicamontos preparados espe-
cialmcnle segundo as necessidades da ho-
meopaihia no Brasil, vende se pelos pre-
os conhecidos na botica cenlral homeo-
palhtca ra de Sanio Amaro (MundoNo-
vo n 6.

i
i
i
i 45toa Direilb-45
De 5^000 a 6^000.
O proprietario dcste estabelecimento
attendendo ao estado pouco lisongeiio
da bolsa da maior parte da populacao,
e animado por um sentimento philan-
tropico em prol dos seus antigos fre-
guezes, tema honra de olFerecei-Hus
um resto de borzeguins de bezerro e
lustre, (m muito bom estado,.mediante
a rctribuicao cima.
%CQl9 OUiCSCllCiacSDCfi.'CSiOCSrC^iO^
Seguro contra Pogo
COJflPAUBIA

NOVO DEPOSITO
DE
Ra do Imperador, confronte
ao oito do deposito dogaz.
Borolt & C atlcndcndo a que os senhorca con-
sumidores de geloso pela maior parte renden-
tes nos bairros de Santo Antonio e Boa-Visla e
que lulariam cora grande difculdade se este s-
labelecimenlo estivesse collocado no bairro do
Berife, poderam encontrar na ra do Imperador
confronte ao oiio do deposito do gaz. um arma-'
zem cora as proporces exigidas para deposilo
deste genero, o qual estar aberlo concurren-
cia dos mesmos senhores, das 8 horas da ma-
nhaa s 6 da larde do dia 3 do correne
dianle.
em
;ar etc.,te.
com
Guilherme Pursel aluga a sua casa em San-
io Amaro, quasi defronle da fundic.io do Sr.
Slarr, com commodus para grande familia, ou
mesmo para um collegio, assim como vende o
seu sitio e casa defronle da capella de Bellem
larobem com grandes commodos, Ierras de. plan-
taco e arvores de fructo : os pretendenles diri
jam-seao mesmo sitio, ou ra do Imperador
n. 26, defronle da casa da relacao.
Companhia doBe-
beribe.
Nao se tendo reunido hoje o numero
de votos presentes, que exige o artigo
16 dos estatutos da companhia para
que baja sesso da assembla geral dos
accionistas, sao estes convidados para
se reunirem no dia 18 do corrente.afim
de que se possa cumplir o que deter-
minan] os mesmos estatutos e lazer o di-
videndo ; procedendo-se entao de con-
formidade com o disposto no artigo
additivoao 16, que peimitte que haja
sessSo com o numero de votos presentes
Escriptorio da administraco da Com-
panhia de Beberibe Ude maio de"f860
Joj Teixeira Bastos, secretario
termo.
Saca-se para Lisboa
Porto e Ilha de S. Miguel, no
escriptorio de Carvalho, No-
gueira & C, ra do Vigario n.
9, primeiro andar.
Precisa-se de duas amas, uma pa-
ira cosinhare outra para engominar,
dando-se preferencia a esclavas: a Ira'
tar na ra do Imperador n. 15.
Altenco.
i
Os efeilos anliepidemcos, que sao produzidos
pelas fumigaces hygiencas de Guylon do Mor-
vrau, sao efDcazes, como prova a expericucia que
dellas se lem lirado ullimamenle. Os vaporas
que se elevam de uma formula desla fumigarao
bastara para desinfectar um espago de 340 ps
cbicos ; e de 10, as ntricas, assim explica Car-
menad Smith. O andaco que nos vecha de pr-
senle, tem ceifado muilas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desta cidade, onde
oulra qualquer parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se lem manifeslado, recorram
botica n. 88, na ra Direita, onde se echa ven-
da quantidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Bibeiro da Cunha, morador na rua da
Praia n. 49, reeonhecendo eslar a sua casa iffec-
lada desla epidemia, pois quasi lodas as possoas
de eua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migarlo, produzio ella salulares resollados : as
pessoas pois. em idnticas circumslancias, que
precisaren) das desinfecces, o acharao sempre
prompto para mandar effectuar a devida applica-
jo. O mesmo lambem vende na mesma bolica
os ingredienles para conservar as casas os va-
pores do clilorure, os quaes em lodo o caso mui-
to approveiUm, e previnem a invasao das epide-
mias no interior das habitaces ; assim como
de importante ulilidade a sua' applicacao as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do eslado de pulrefarjao. A maneira
de applicar se achara na diquela. 0 preco de
28000.Jos da Bocha raranhos.
No da 15 do correne. pelas 11 horas do
da, Onda a audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de
orphaos, tem de ser arrematado por tres annos a
renda de lies casas terreas de taipa, sitas na rua
da Venda Grande, e sele sitios com coqueiros,
lambem silos na Venda Grande, freguezia de Mn-
LONDRES
AGENTES
J. Astley '& Companhia.
Vende-se
8
para g
I
Tintas de oleo.
Formas de ferro
g purgar assucar.
| Eslaoho em barra.
Verniz copal.
Palhinha para marci-
neirt*.
Vinhos finos de Moselle.
| Folhas de cobre.
| Brim de vela: no arma-
I zem de C J. Astley & C. 1
Precisa-se para casa franceza de uma ama
forra ou escrava, que saiba bem engommar eco-
ser : a Iralardns 9 horas da manhaa s 2 da lar-
de, na rua do Imperador n. 7, confronte a ordem
lerteira de S. Francisco.
I
0
Anlonio Jos Ferreira Alves, mudou o
seu gebinele do consullas medicas-rirnr-
gicas e operagoes para a rua do Queimado
n. 38, primeiro andar, aonde poder ser
consultado al s 8 horas da manhaa e
das 4 s 6 da larde Chamados a toda a
hora do dia o da noile, sendo os pobres
tratados e allendidos gratuitamente.
m
ribeca, cujas propiedades pertencem aos orphaos
Olhos do finado Manoel da Silva Barros.
Aluga-se. um sitio na Capunga Velha, cora
boa casa para grande familia, lendo 3 salas, oilo
quarlos, cozinha fra, quarlos para feitor, e es-
tribara, cacimbas cora boa agua de beber,' bom-
bas e lanque, viveiro c banlio no rio, bastantes
arvoredos e fruclas: a tratar no mesmo, ou na
rua da Cruz n. 21, armazem. O sitio o do flna-
d j Joo Evangelista da Cosa o Silva.
. Um eslrangciro que lem longa pralica de
commercio, que pode dirigir a correspondencia
e negocios de uma casa commercial era qualro
Iinguas, que di provas de sua plido e con-
duela, deseja empregtfr-se em uma casa respei-
lavel e como tem relacoes na Europa, esl ha-
bililado para darconhecimento de varias pracas
caso os nao tenha a casa onde se arraniar
quem convier diriia-se a livraria da praca da lii-
pendencian. 6e8,quo ser cabalmente infor-
mado.
Offerece-se uma casa para quem quizer
mandar cozinhar particular ; quem pretender.
dinja-sc a Gamboa do Carmo n. 4.
i

22 Fu Nova 22.
Lotera da provincia com ga-
ranta.
Na casa cima indicada achar-se-ha sempre
um vanado sortimento de bilhetes da loleria da
provincia satisfago dos compradores, que lerfr
"m. ?.b,te de 10 0|( em quanlia maior de 100$.
Os bilhetes vendidos nesla casa sao garantidos
sendo os 8 0|0, pagos logo que te extrair a lote-
ra: por isso convidase aos amantes deste lici-
to jogo a virera cmpralos aqui, que hao de C-
car salsfeilos.
Inteiros 12f00O.
Ileios CJCO0.
A. L Dcluhe.
Uma pessoa que se acha oceupada em co-
branzas, deseja arrumar-so em alguma casa de
negocio para o mesmo flm, ou outro qualquer tra-
balho, menos de escripia, promclle lodoacliv-
dade e d fiador a sua conduela : na ri^a ellreila
do Bosario, (ypographia comnieMpj^' ou na rua
do Imperador, livraria acadmica, ae dk quem
, ou annuncie.
Arremata?o de
dividas.
NSo lendo sido arrematadas as dividas do fina-
do Manoel Fernandes Guedes por falta de lici-
tantes, flcou transferida para terca-feira, 15 do
crvenle, depoia da audiencia do juizo dos or-
pbaos.


T
*
HM
hVh^HHI
16,
!ARIO
DE PERWAMBCO. TERCA FEHU 15 DE MAIO DR 1860.
ahaixo atsignado tencionando
seguir para a Europa no vapor inglez
que seesperavano dia t4 do corrente.
dcixou de assim fazer por ter o dito
vapor de demorar-se mais alguns dial
do porto do Rio de Janeiro porseachar
em concert, resolveu finalmente por
lhe ser prejudicial demorar-se, a seguir
no vapor da companhia Anglo Luso-
Brasileira, por esta Imprevista causa
deivou de desp -dir se pessoalmente dos
seus amigos nesta provincia o que vem
fa/er presentemente por mel deste
oFereeendo o seu limitado prest mo em
Lisboa ou Ilespanha aonde tenciona de-
morar se por algum tempo. Recife i 1
de maio de 1800.ManoelCarpinteiro
da Silva.
Aluga-se a ex relente e commoda
cisa da ra da Aurora n. 26 : a tratar
na mesma ra n. 16 A.
Tlionaz de-Faria saca sobre Por-
tugal no prximo paquete : escriptorio m,Ma- a ignorando noisos irmSos a
Ao commercio.
Os administradores da massa fallida
de Antonio da Silva Rocha, avnam ato-
dos os Sis credores para no prazo de 8
das; cortados da data deste, lhe apre-
sentarem os seus ttulos, am de pode-
rem cumprir o que ordena o art. 859
do cdigo do commercio, devendo a
apresentacao ter lugar na ra do Im-
perador n. 3, primeiro andar. Recife
U de maio de 1860.
Aluga-se un moleque de 19 annos. e urna
moblia de mogno ; a tratar na ra da Impera-
triz n. 4. loja.
A mesa regedora da irmandade
do SS. Sacramento da Boa Vista, con-
vida a todos os seus irmos para no dia
20 do corrente pelas 10 horas da ma-
manha comparecerem no consistorio
da mesma, aim de compor-se urna me-
sa geral paratratarem do novo compro-
missoque ja oi apresentado pela com-
(Buysni
variado sortimeulo de
rapas feilas
Pao deSenteio.
Acha-se renda, do meio dia em dianle, em
quartase sabbados, napadaiia allemaa, em San-
io Amaro, e na ra da Imperatriz u. 2. e na ra
da Cruz no Recife n. 5.
L0J4 DO VAPOR-
n ra do Trapiche 40.
O Dr. Antonio Agrlpino Xavier de Bri- |S
S lo continua a residir na ra da Cruz n. ?j
| 27, segundo andar. al
Galdino Antonio Alves Ferreira, tendo re-
snlvido pouco anlcs do seu embarque fazer urna
viagem Europa, nao leve lempo para se des-
pedir iodos os seus amigos : e pedindo-lhcs
dcsculpa offerece b seu presumo em qualquer
parte que se achar.
Precisa-se de alguns
iucqqos para aprender o of-
ficio de ruarcineiro: na ru a de
S. Faancisco confronte a igre-
ja aruiazein que teni a offici-
ua da parte de detraz.
Constan lo ao abaixo assignado
Di1. Lobo Moscozo que ummiseravel
traficanteanda em nome do annun-
ciante azendo dividas em diversas lo-
jas, declara que nao tem autorisado
n::n junis autorisara' a pessoa algu
necessidade que temos de ura compro-
misso que melhor reja a nossa irman-
dade, pedimos que se dignem de compa-
recer a este convite tao justo. Rea
fe 12 de maio de 1860____O cscrivao,
Guilhermino de Albuquerque Martins
Pereira.
ATTENCAO.
A casa de pasto da ra da Cruz n. 47, no pri-
meiro andar, precisa de um cozinhoiro, forro ou
escravo.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
engorarnar : na ra do Brum, armazem n. 10.
Appareceram no engenho do Meio da Var-
zea dous burros ; quera delles for dono, pode os
mandar buscar, que dando os signaes cetlos, se
Ih'os entregar.
= I'recisa-se alugar urna ama que saiba bem
cozinhar : na ra do Rosario n. 29, segundo
andai.
Grande e variado sortimento de calendo fran-
cez, roupa feita, miudezas finas o perfumaras
Judo por menos do que em outras partes : na lo-
Na loja da ra Direita n. 87.
lieos sobrecasacos de panno muilo fleo a 25 e [** do r,Dor na ru ^0T *"
28 i, poleiots de fusto brancos e de cores a 5,
ditos de alpaca de seda a 5, ditos sobre a 6$,
ditos de brim a 3)500 e 4-5 ditos de esguia o de
alj odio branco a 3J2O0, calcas de brim de linho
de cores a 29500, 3), 3&500 e 4|, ditas brancas a
2 corles de collele de gorgurao de seda a 2600
e :l, ceroulas de bramante francezas a 1S600,
gr; volas de gorgurao, chamelote, setim e groz a
iJ, ditas de rede a 1400, chapeos francezes
a 8J e 8500. ditos de casemira a 3$800, ditos de
ca.'tor, copa baixa, a 10, chapeos deso de pan-
no, cabo de can na com astea do balea, a 2*500,
po: ter grande porcao, corles de brim de algodo
- 6J500, esguiao de al-
a JO rs., sai as a balo a
PotassadaRussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal virgem em pedra: tudo *or creeos muito
razo a veis
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
n fl ii rn \ a .4 *
Ferros de engom-
mar econmicos
A SgOOO.
goiaocomdua larguras a 400 rs cohetes de vendem-se naru? mnpratri? n 7
gorgurao de seda a 5, mantas e seda a 29500, i.- .,cnaruaaa imperatriz n. I,
m iias cruas a 2*500, 3200 e 4, e outras mui- w'a ao Lecomte.
la ifazendas de goslo que seria enfadonho men-
cionar; ; a ellas, antes quo so acabem sapa-
lo i de tranga feitos no Porto a I56OO.
Declaro para conheciracnlo de quem con-
vier, c para evitar duvidas futuras, que o Sr. Joa-
quini Jos de Paria Machado nao tem precurago
ou aulorisaro para comprar mercadorias ou qual-
mi aiazer dbitos em seu nome, e porEffl.ntmeLZVeascom
CJiseguintede maneira alguma pagara' pras, nemsou obrigado ao seu pagamenlo.
A. G. Miranda Leal.
SOCIEDADE BARCARIA
Amorim, Fragoso, Santos
Companhia.
Os senhores socios commandilarios sao con-
vidados a realisar a terceira entrada de 12 1(2
0(0 obre os seuscapilaes at o dia 16 de maio
correnle, de confo'niidadc com o respectivo con-
trato social. Recito 1.- do maio de 1860.
0 abaixo assignado retirando-so para o
centro a negocio do seu interesse, previno a
divids contrllalas por quem quer que
seja, e declara mais que usara' dos
m:ios que a lei lhe faculta contra aquel-;
los que se a presenta re m querendo co-
brar dividas contraliidas por esta for-
ma, pois o annunciante nao pode ver
ni*s j seno dolo e ma' fe, para nao usar
d.; outros termos. Recife 1 de maio de
18jl>. Or. Pedro de Athayde Lobo
Moscozo.
Flores de cera em cinco
lices.
O artista Jos Bicaud recenlemonle chegado 1Utm iulerassar possa, que lica encarregado dos
da Corlt, offerece ao publico em geral. e em par- | *eus ncScios nesta praca o coronel Joao Jos de
ticular ao bello sexo, seus lindo3 trabalhos de ce- Gouva. 1u,;;1 ,lem podere
ra e laas ; d lices era casas particulares; expo
siro dosquadros.na ra do Cabuga n. 3 A, casa
do horticultor fraocez.
_ Nos Coellios, ra dos Prazeres, casa de por-
lao com 2 leoes, precisa-se de urna escrava ou
ama forra que saiba des^mpenhar com fidelidade
e perfeicoo servico interno e externo do um
casa di; pequea familia. Nao se olha a preco.
= Ccde-se a pessoa sollcira, em urna ca-
sa muito capaz, tima sala com duas alcov s
de frente e um solao muito espagoso, ludo pin-
tado de novo e muito lirapo, com tolas as mais
cuiuiuodidadcs que so exigirem, por preco era
conla e porto do arsenal de mannha : para in-
fonnaQes na ra do Codorniz n. 18, era frente
da travessa d Madre de Dos.
Perdeu-se na madrugada do dia
C Jo coireute, um ultinete de ouro
s para abrir suas car-
las c rcsponl-las ; esta ausencia pode ser de
30 a 40 dias. Recite, 12 do maio de 1860.Fran-
cisco Ferreira Gomes de Menczes.
Grammaticaingle-
za de Ollendorff.
Novo methodo para aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos os estabeleciraentos de instruccao,
pblicos e particulares. Vende-se na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
eom camafeu, da ra da Saudade a ra i 'egio) n. 57, segundo andir.
do Hospicio e matriz di Boa-Vista, el -7 Os herdeiros do fallecido Jos Eu-
d^sta seguindo pelas ras do Aragao, genio da Silva Ramos, querendo yen-
S.mta Cruze Cotovello ; roga-se a quem
FAZEMIIAS BRiTAS
, Augusto & Perdigao,
om loja na ra da Cadeia do Recife n.
23, coufronte ao becco Largo,____
p:evinem aos seus freguezes. que acabara de,sor-
irseu novo eslabelccimento com fazendas de
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixasde tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingem se na mesma casa a
qualquer bora.
T. Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
enlro, e um assento para boleeiro e criado fra,
Torrado de panno Uno. e tudo bem arraniado :
para fallar, com o Sr. ames Crabtree & C. n.
4z, ra da Cruz.
REMEDIO INCONIPARAVEL
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes po-
dem lestemunhar as virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
gislo, unas, e inferiores, para vender pelos pre- pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
^S" se^nae^o fp3ornuamS ?S51 ^J^^ ^ ^ de ^ "
Cera charutos por
1^600.
No deposito da ra das Cruzes n. 41, vendem-
se charutos da Baha a 1J600 a caixa.
Com toque de arara
1:8.00
Corles de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de cambraia brancos a 2:000 1:500 39
4:000 a dusia ditos cora 4 palmos por cada face
de 4 e meio por 5:000 cous rara 00 Arma-
zem de fazendas de Raymundo Garlos Leite &
Irmios. ra da Imperatriz n. 10.
por um p
q e ser o seu proprio custo as casas inglezas,
una vez que sejam pagas vista.
Nesle estabeecimento se encontrar sempre
1111 sortimenlo completo de fazendas, e entre el-
li s o seguidle :
Vestidos da seda cora babadose duas saias.
Ditos de lia e seda e duas saias.
Ditos de larlatana bordado a seda.
Mautelctes pretos bordados con. franja.
Taimas prelas de seda e de 016.
Polonezasdc gurgurao de seda pretas.
CiuluroBs para senhora.
Espartilhos cora molas ou clcheles.
Enfeites do vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentes de tartaruga dos inelhoresgostos.
Perfumaras de Lubin e outros fabrlcautes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaples de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Collas e manguitos os mais modernos.
Camisas do linhj para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodo de lodas as quadades.
Loncos de labyrinlho para prsenles.
i Collas do croehe'. prre menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Palotots de casemira.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Colletcs de seda idem idem.
Ditos de fuslao.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de differeutes qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Melliere outros fabricantes paro
hornera.
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Bahia e manilhal
o acliou o favor de eutregi-lo na ra
a Saudade primeira casa, vin Jo da
ra Formosa da Boa-Vista, aonde se sa-
tisfar' (jualquer despeza se assim o
exigir
der o engenho C. mar ag he de Seri-
nhcrn, que lhe coub^ em partilha por
morte de seus pais, convidam a qual-
quer que se julgue prejucado em
seus dirritos com esta venda que apr-
sente seus ttulos dentro eos 15 dias,
Da-so 6f)0g009 a premio de 2 porcento ao: tempo em que se pretende realisar a
referida venda. Rcife8 de maio de
1860.
mez, sob penhorc3 de ouro : na loja de livros do
Sr. Figueiroa se dir quem.d essa quantia.
_= O l)r. Ignacio Firmo Favicr faz publico, que
nao obstiinle nao achar-se ainda completamente
reslabelecido do grave incommodo de saude de
que fra accommellido desde novembro do anno
pastado, lera com tudo destinado empregar algu-
mas horas em o cxcrcicio de sua profissao. para
o que poder ser procurado das 9 horas da ma-
nhaisS da tarde, no pateo do Carmo, sobrado
n. 9, primeiro andar ; e desta hora em diante no
Cachaug. Omcsmo doulor havisa a seus fre-
guezes e a todas as pessoas que o quizerem hon-
rar, coufiando-lhe seusdoentes, que tem reorga-
nizado a sua casa de saude, sita na Passagem da
Jgdalena, en Ir as pontos grande e a pequea
do Chora-menino, que alem de se achar montada
ronvenienlemenle dispoe de commodos para
mais de 40 doentcs, segundo a c&thegoria e se-
xos, pulo mais coramodo prejo, que na actuali-
dad se pode Tazer. As pessoas livres recolhidas
fi enfermara pagaro a diaria de 33, e escravos
23 ; dando-so ainda algum abatimcnlo no caso
de que a molestia se prolongue por mais de um
nioz. As pessoas que desojaren) um tralaracnto
dislincto pagaro na razo da despeza que flze-
ri'ii). Para tratar, podem dirigir-se casa do pa-
teo do Carino cima indicada, ou com o Sr. Jos
Firmo Xavier na dita casa.
Soulhall Mellors&C. declaram quetendo-se
desencarainhado urna caria sua aos Srs Mellor
Soulhall & C, da Bahia, contendo urna obriga-
5S0 de 6 por ccnlo ao banco da Baha, da quan-
tia de 2:000, vencida em 27 de abril p. p a fa-
vor do Sr. Manoel Martins Uios, eudossada aos
Srs. Prente Vianna & C, e por estes aos Srs.
llollorSouthall & C da Bahia, tem dado todas
as p'-ovideoeias pars que nao seja ess-i obriga-
r 10 n;,i seno a esles ullimos senhores.
= Os abaixo ossgnadJs declaram que endos-
s.irarn aos Srs. Mellor Southill & C. da Baha,
urna obriga^o de 6 por cento do banco da Baha
da quinia de 2:0033, vencida em 27 de abril p.
p a favor do Sr. Manoel Martins Biose por este
endossada a nossa ordem. Pernambnco 11 de
maio d! 1850 =P rente Vianna & C.
J Ilunder, alfsiale allemao, avisa ao publico
era geral, que mudou-se para a ra Nova n. 69,
e oceupa-se continuamente na sua arte em fazer
obras das modas seguinles : da franca, da Ingla-
terra, da Allemanha, da Hungra, etc., etc.; pois
os senhores amantes da moda encontraro lodos
os mezes modas e fazendas novas pira o pro-
gresso brasileiro.
Quem liver ura sitio para arrendar que te-
tilla baixa de capim e fructeiras, dirlja-se a ra
larga do Rosario n. 3, loja de calcado, que se
dir quem pretende.
Precisa-so do um portuguez para tratar de
arvoredose horla deum sitio : o tratar na praca
da oa-Visla, botica do Sr. Ignacio.
Anlonio Rodrigues de Almeida, Brasileiro,
segu para a Europa, e leva era sua companhia
Anna Mara da Conceico.
Jos de Azevedo Maia Jnior, subdito por-
tuguez, relira-se para fra do imperio.
Avi
ageacla dos fabricantes america-
nos G ron ver & Baker.
Machinas de coser: em casa de SamuelP.
Johnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
Cami3as de flanella
Chapeos de todas as qualidades para
senhora e criancas. *
borles de vestidos brancos de blonde co.11 ca-
pella e manta.
DidOs de vislidos brancos do seda
menlos
mem,
para casa-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dellas sao to sor prendentes que admiran: so
mdicos mais celebres. Quantas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seu8
bracos c pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospitaes, onde de viam soffrer t
amputacol Dellas ha muilasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submettercm essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante ouso-desse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu recouhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, aim de maisautenti.
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
tivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemenle seguindo algum tempo o
mentratatoquenecessitasse a natureza do mu,
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente :
Quetudocura.
O ungento lie til, mais particu-
larmente nos sestuintes casos.
Alporcas.
Caimbras.
A8,000 rs. com todos
os pertences.
Oo-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
les casas :
Praga do Corpo Santo n. 2.
Ba da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita daPenha n 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14
Dita Direita n. 72.
Dita da Traa n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramcnto n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita da Ira eratriz n. 10, armazem de fazendas
de Raymundo Carlos Leito 4 Irmao, em lodos
esles lugares do-se por um ou dous dias para
cxperinienUr-sc.
Cocos italianos
de folha de flandre3, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
GRANDE ARMAZEM
DE
Bilheles,
Roupa feitaj
Ra Nova n. 49, junto
a tgreja da Conceigo dos
Militares. jj
Neste armazem encontrar o publico 3
um grande o variado sortimento de rou- ffi
pas feitas, como sejam casacas, sobreca- $5
sacas, gndolas, fraques, e paletols de 3
panno lino prelo e de cores, paletots e ,
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- |g
zina pretos e de cores, paletots e sobre- 5S
casacos de seda e casemira de cores, cal- fl
gas de casemira prela e de cores, ditas de g>
merino, de princeza, de brim de linho ?|
branco e de cores, de fuslao e riscados, S
calcas de algodo, coHetea de velludo *S>
prelo e de cores, ditos de setim prelo e 2;
branco, ditos de gorgurao e casemira, di- r*>
los de ustes e brins, frdamenlos para 8
a guarda nacional, libres para criados, 9
ceroulas e camisas francezas, chapeos e %
grvalas, grande sortimento de roupas JE
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- |i
dando ao comprador algumas das roupas 5
feilas se apromplaro outras agosto do Ig
^ comprador dando-se no da convenci- S
Botica.
Compras.
Birtholorneu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pi|lulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Salsaparrilha Bristol
Dita Sands.
Vermfugo inglez. .
.Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febrea).
Ungento Holloway.
Pilulas do dito.
Ellixiranti-asmathico.
Vidrosdo boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras ,
Assim como tem um grande soriimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual veude a mdico
preco
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupses e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Fnaldade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
Incha$es.
Inflamma<;o doflgado.
Vende-se este
Corapra-sc ossos era grandes e pequeas
porces: na ra da Senzala Nova n. 30.
Coraprara-se oncas hespanholas
tria : no escriptorio de Tasso Irmos.
da pa-
Vendas.
apaixonadosda
vacca.
Na ra doHospicip 0*32, com rollo na por-
ta, ha lodos o bravatos o dias santos, dea 4 ho-
ras da manha a*, ^m do dia, exeellente mi
do vacca, assim como"lambem se fornece para
casas particulares : na mesma casa fornece-se
comida para fra,tudo cea muito asado e promp-
tido : os pretendentes dlrijam-se casa cima
mencionada.
Alejandre Wagner e sua senhora roms-
sjm para o Rio de Janeiro.
Para liquidar*
Na loja da Aguia de Ouro na ra do Ci bui
n. 1 B, caixinhas com 8 libras de superior Ggo
torrado pelo baratissirao preco de 1# a caixa.
Chales chinezesa
a 4=^500.
Na bem conhecida loja do Pregui^a, na ra do
Queimado n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
no do modernos e lindos gostos com um pequeo
defeito de mofo a 45l)0 cada um.
Armazem de fazendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertas do chita, goslo chinez, muito finas, a
preQO de 2$.
Lencos de cambraia para algibeira a 2# a duza.
Chitas francezas miudinhas e muilo finas co-
vado (pechincha) a 240 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca
muito bonitos, tendo 13 1[2 covados, por 2#.
Lencos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meias cruas pora menino de lodos os lamanhos
Ditas brancas para meninas.
Chalesde merino estampados a 2$500.
Alpaca prola, o covado a 320 rs.
Baldes para senhora a 69.
Madanolo com pequeo defeito a 33-
Algodo monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
Pegas de chita miudiuha com 38 covados por
58800. v
Paletots de brim de cores a 3J.
Ganga francoza escura, covado a 500 rs.
Chapeos pretos o mais uno que ha no mercada
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 49.
Madapolo fino a 63.
Bramante de linho, vara a 2)300.
Farinha de man-
dioca
a tratar com Almeids Gemes, Alves & C.
Arroz em casca
a tratar con Almeida Gomes, Alves 4 C. tui
da Crai a. 17.
GRA3DE SORTIMENTO
DE
! Fazendas e obras feitas.
HA
ILoja carmaxem
DE
IGes &Basto.i
Na rmdo Queiinad) n.
4.6, frente amarella.
Completo e grande sorlimento decal-
cas de casemira de cores e pretas a 8#,
9j, 10) e 12s, ditos das mesmas casemi-
ras a 7j, 89 e9J, ditos de brim trancado
branco muito fino a 5$, 6$ e 7# ditos de
cores a 3, 3jJ500, 4$ e 5J>, ditos de me-
rino de cordo para luto a 5fl, colleles de
casemiras pretas, ditos de ditas de cores,
ditos de gorgurao pretos e de cores a 5J,
69 e 7;i. ricas casacas de pannos muito fi-
nos a l5g e 40a. sobrecasacas dos mesmos
pannos a 28$. 30i e 35g. paletols dos mes-
mos pannos a 22g e 24, paletots saceos
de casemira modelo inglez 100, ditos de
casemira mesclado muito fino de apurado
gosto 15g e 16. ditos sobrocasa das mes-
mas cores a 18$ e 20$, ditos sobre de al-
paca preta fina a 7g e 8#, ditos saceos a
4j). ditos de fuslao branco e de cores a 49,
4*500 e 5j, ditos de brim pardo muito
superior 4950O, camisas pa.-a menino de
todos os lamanhos a 26$000 a duzia, meias
de todos os lamanhoa para menino o me-
ninas, palitols de todos os lamanhos e
qualidades para os mesmos, colleles de
brim branco a 3500 e 49. ricos colletos
v Iludo prelo bordado e de cores diver-
sas o por diversos presos, ricos coberto-
res de fusto archoado para cama a 69,
colariuha de linho a peer a 69500 a du-
zia, assim como temos recebido para
dentro deste estabeecimento um comple-
to aoTlimento de fazendas de gosto para
senhoras, vestimentas modernas para me-
nino e meninas de quatre a seis annos
tudo vendemos por pregos razoaveis. As-
sim como neste estaboleciment manda-
se aprampiar con presteza todas as qua-
lidadA de obras relativo a olflcina de al-
faiate sendo isto com todo goslo e asseio.
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadelas.
Sama
Supuraces ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
dasarticulacoe.s.
Veas torcidas ou noda-
das as pernas.
ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand,> e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Ilespanha.
Vende-se a800 rs., C3da bocetinha contm
urna instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambuco.
Pennas de a$o inglezas.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, doGuedesi Goncalves, as verdadeiras pennas
de a$o inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordccalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
preco de 1500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso :
De 49 e 59.
Na ra Direita n. 45.
Piano
Na ra Direita n. 61, loja de chapeos, de Ben-
to de Barros Feij, vendem-se bilhetes da lote-
ra da provincia por couta do Sr. thcsourero
Era casa de Soulhall Mellors & C, ruado
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes artigos:
Chumbo de munico sortido.
Pregosde lodas as qualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porlo, Hungarian em barris.
Dito de Mosclle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prata, patente e chronome-
tros, cobertos e descoberlos (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os mesmos.
Bscoitos sortidos em latas pequeas.
FlNDICiOLOWMOW,
IIua da Senzala Rova n. 42.
Neste estabeecimento continua a haver um
comapletosortimento de moendas e meias moen-
das para en3enho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os lamanhos
dar dto.
Chapeos de caslor preto
e brancos
Na ruado Queimado n. 37, vendem-se os me-
mores chapes de castor
Atiendo.
Vende-se urna canoa aberla que pega
1,200 lijlos : para tratar na ra de S.
Francisco n. 58, a chegar no Mundo Novo.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : emeasa de
Soulhall Mellors &. C.*
Milho e Farello.
Farello a 4500 rs. a sacca, milho 4JO00 rs. em
cuia a 20 ; na taberna da estrella do largo do Pa-
raizo n. 14.
CALCADO
Grande sorlimento.
4S--Rna Direita*45
Os estragadores de cacado encontra-
rlo neste estabeecimento, obra supe-
rior pelos preeps abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. 9f000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$000
Borzeguins arranca tocos. 7#000
Ditos econmicos. i 6$000
Sapat5es de bater (lustre). 5#000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar).......5000
Ditos todos de merino contra
catos (salto dengoso)..... -.#500
Borzeguins para meninas (for-
tissimoi)............. 4jJ00
Eum perfeitosortimento de toJo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
lo, como sala, couros, marroqu, cou-
to de lustre, ao, fitas, sed etc.
Vende-se o eftgenho Jos da Costa, moen-
le e corrente d'agoa, lem todas as obras do
pedra e cal, bem como a casa de morada e20
casos da fabrica, terreno para mais de tres mil
pes e quazi todo de barro, todo ccicado de va-
lado. Tambem se vende o engenho Tigre, nos
fundo d'aquelle outro Jos da Cosa, tendo esto
mais o cercado todo limpo a enxada ; quem os
pretender dirlja-se ao seu propriclario Christo-
vo Jos Machado.
Vende-se urna porcro de anirnaes de roda,
por prego commodo : quem quizer annuncie, ou
procure entender-so na ra Bella, casa da es-
quina n. 35.
Vende-se superior farinha de Santa Calha-
rna : a bordo do Dale Dous Irmos, e no ar-
mazem da ra da Madre de Dos n. 2.
SYSTEM MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este nestimavel especifico, compocto inteira-
mente de hervas medicinaes, nao conlm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
deljcada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operages e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e enazes
queseam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afQictas nao devem entregarle a de-
sesperaco ; fajam um competente ensaio dos
eicazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Saunders Brothers C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para este clima.
em grande sortimenlo para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6$50rj, 7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7S, 9 e 10$. dilos de lonlra pretos e
de cores, muito finos.a 6> e 7j>, dilos do chile a
3$50O, 5, 6, 8,10 e 18*, dilos de feltro em gran-
de sorlimento, tanto em cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 2500 a 7jJ, di-
tos de gorgurao com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo em conla, bonetes
francezes e da Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conla e do melhor goslo possivel,
chapeos de soda, dilos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, Iuvas, chapeos de sol, e outros
muitos objeclos que os senhores freguezes, vis-
ta do prego e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar ; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. deB. Feij.
itmtmHtimmtii
I Engenho. }
Vende-se o engenho Santa Luzia, silo na
@ freguezia de S. Lourenco da Malla, entre @
| os engenhos Penedo de Baixoc Penedo de S
& Cima : trata-se no mesmo engenho ou no S
@ emzenho Mussombique com Felisbioo de -
f$ Carvalho Rapozo. *
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Arelas (malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou exteoua-
cao.
Debilidade ou falta de
torgas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no figado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Heryaipela.
Pebre biliosas
Febreto internitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestes.
Inflammacoe.
Ir r eg u laridades
menstruago.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retengo de ourina.
Bheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venereo.{mal).
Vendem-se estas pilulas no estabeecimento
geral de Londres n.M4, Stranda, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadds de sua venda em toda a America do
Sol, Havana e Hespanha.
VeademHse sbocetidhas a 800 ra. cato urna
dellas, coatem urna instruccao em portugus pa-
ra explicar o modo de se usar destas plalas.
O deposito eral m em d 8i. Soum
pharmaceutico. na ra da Cena n. M, ea Per-
natnb co.
Relogios
Suissos
Emeasa de Schafleitlin&C, ra da Cruz n.
38, vende-se um grande e variado sortimenlo de
relogios de algibeira horisonlaes, patentes, chro-
nometros, meios chronometros, do ouro, prata
dourada efolheadosa ouro, sendo estes relogios
dos primeiros fabricantes da Suissa, que se ven-
deio por piceos razoaveis. *
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praga do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskell, por pregos commodos,
e tambem trancellins e cadeias para os mesmos
de exeellente noslo.
por sacca de milho ;
Irmos.
nos aimazens de Tasso
4,000 rs.
i milho; nos aimazen
Sua do Queimado n. 5
A SOS cortes de vestidos de seda quecustaram
60; a 16j> cortes de vestidos de phaulasia que
custaram 30; a 8 chapelinhas para senhora :
na ra do Queimado n. 37.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan 4
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio de Janeiro: a tratar
com Tasso 4 Irmos.
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irmios.
Milho
nos armazens de Tasso & Irmios.
Tachas para engenho
Fundico de ferro e bronze
DI
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido como batido.
Mri
JA Al ITTr^BTM^TL


-w-
ARMAZEM PROGRESSO
DE
--largo da Penha
ManteigaperfeUamente flor a 800 rs. a libra e era buril se far mais algum abetnenlo.
Qaeijos muito i\o\os
a 1S700 rs. e em cana se far mais algum abatimento nicamente no armazem Progresso.
iVmexas francezas
r?ograo flha camPleiras Carios de\.oVm\ios
muilo novos proprios para mimos a 500 rs., e era porgao se far algum abatimento s no Progresso.
Figos de comadre
umCprecohcoinle3dnlemCnte enfeitadase Proprias para mimos s no Progresso ecom avista se far
Latas de soda
cora 2 li2 libras de differontes qualidadesa 1&600 rs.,nicamente no armazem Progresso.
Conservas
a 700 rs. o frasco vndese nicamente no armazem Progreso
Ro\ac\vvi\\va ingle a
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4$, nicamente no Progresso.
Potes vidrados
no Pr Ibr"S proprias para raanle'ga ou oulro qualquer liquido de 400 a 19200 rs. cada um, se
Cuocolate francez
DIARIO DE PERWAMBUCO. TERCA EEBLk 15 fiBAtiO DE 1*B0.
w cra-
sa ra
ma m,?itn ln, c,,a1r"tos fdos melhores fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades. gora-
rnorm-,Pn.nh e,rv,\haa 'nceas, champagne das mais acreditadas manas, cervejas de ditas,
iL7l Y licores francezes muilo finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei
o.ias, muuo novas, banha de porco refinado e outros muilo gneros que encootrariio tendentes
nr'nmBioS'POr'SSO P.roraelem os proprietarios vendnrem por muilo menos do que outro qualquer
= -e mais la:HDem servirem aquellas pessoas que mandarem poroulras pouno praticas como
m,oP-i'sera Dessoa'mente ; rogam tambera a todos os sanhoros de engenho e senhores lavradoics
,. 1ndarsuas encommendas no armazem Progresso que se Ihes afanca a boa qualidadee
o acondicinamelo. *
Verdadeira goma de mala vana
400 rs. a libra, s no Progresso.
T?a\os
cilhalos para denles a 200 rs. o maco cjra 20 macinhoi. s no Progresso.
Cha \iysn, perula c preto
os melhores que ha no mercado de 18600 a 2&500 a libra, s no Progresso.
Passas cm caixinhas de 8 libras
as mais novas que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto prego de 2$560, s no Progrosso.
Macas em cai\in\ias de 8 libras
?,nl.'fndo 405 qualidades pevide, grao de bico, eslrolinha, aletria branca e amarella e pastilhas de
maga, so no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Cuoaricas c paios
a^Tai<, n0Tas que lem vindo ao mercado.s no Progresso, afianeando-se a boa qualidade e a vista
es lara um proco commodo.
Escra\os vtnda.
Ved m-se, trecam-se e compram-se
ves de oda idade, e do ambos og sexos ;
do Imperador n 21, primeiro andar.
Arados americanos e machinas
pan lavar roupa: cm casa de S. P Jo-
hnsto i & C. ra da Senzala n. 42.
Vinho de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann Irmaos&C, ra da
Cruz n. 10. enconira-se o deposito das bem co-
nhecid.s marcas dos Srs. Brandenburg Frres
e dos Srs. Oldekop areilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
De Brandeaburg frres.
St. Esliph.
St. Julien.
Margaux.
La rose.
Chlean Loville.
Chteau Margaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St.Jul.cn Mdoc.
Chatea i Loville.
Na mesina casa ha para
vender:
Sherry em barris.
Madein era barris.
Cognac em barris. qualidade fina
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerveja branca.
Tachase moendas
Bragn Silva 4 C, tera sempre no seu deposito
da ra ia Moeda n. 3 A, um grande sortimento
ae taciase moendas para eugenho, do multo
acredil ido fabricante Edwin Mavr : a tratar do
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na na do Queimado n. 2, toja do Preguiga,
venden-se pegas de algodao encorpado, largo,
com pe jueno loque de avaria a 2J50 cada urna.
Aos amantes da economa
Na ri a do Queimado n. 2, loja do Preguiga,
venden -se chitas de cores fixas bastaute escu-
ras, pelo baratissimo preco de 6g a peca, e 160
rs. o covado. "
...""" Cf r"e de vacca salgada, em barris de 200
: era casa de Tasso Irma os
im preco commodo.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLASOBADO
PELOS SRS.
D. Antonio da Costa -A F. de Castilho-Antonio Gil-Alexandre Herculano A. G. Ramo-- A.
.T.ar8r7Augus'V? L'ma-Antonio de Oliveira Marreca-Alves Branco-A. P. Lopes d Men-
da mTrim T RRodn8u,e8 C?rde'r-Clos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva e Cunha-F. Gomes
de Amorim-F. M. Bordallo-J. A.deFre.tas Ohveira-J. A Maia-J. A. Marques-J deAndrade
iau7r d\C nU Caseae,s-/- ?""Collaco-J. E. de Magalhaes Coulinho-J. G Lobato Pues -
c,a .""i RTaT7J- J- da Graa J""or-J. Julio de Oliveira Pinto-Jos Haria Latino
-J Pedde Snu TTV."' Jrr-,;,12 e C'ilho-Julio Mximo de Oliveira Piraenlel
J. redro de bouzaJ S. daSilva FerrazJos de TorresJ. X. S. da MollaLeandro Jos da
Costa-Luiz F.hppe Leite-Luiz Jos da Cunha-L. A. Rebello da Silva-Paulo M^osi-Ricardo
Julio FerrazVulenm Jos da Silveira Lopes. uiu nitaruo
DIRIGIDO
POR
con-
A. P. de CarvalhoCarlos Jos Barreiros.1. Siheira da Molta
Rodrigo Pagaaioo.
O archivo UNivBRSAL comega com o terceiro volume o segundo anno da sua existencia
eguio pois vencer urna das maiores didlculdades com que osjornaeslitterarios de Portugal teem
de ludir, e venceu com honra, salisfazendo cora a raaior pontualidade lodos os comproniissos
um periodo extremamente pengoso para as publicaces dcsla natureza.
Incelando o seu segundo anno, como nao altera o systema seguido al agora, o uvcwvo mn-
\hns.u. nao aprsenla programma novo; boje como no principio appella para o futuro; com a dif-
Snh.-i k6 P !amoem inycar era seu abono o passado. que j conta ; as sympathias que
,1.^1 l0, S b?,S .f^'P108 ?"e le,n apresentado, e a regulahdade da sua publicacao. Para os
rlin c a a!lr'b",ada cxistoncn do jornasmo portuguez, para os que sabem quintas descon-
fanos e necessano desvanecer, quanlas suspeitas affaslar, quanlos crabarncos romover, para con-
dadeT Umavida raa,s lar8a; Ml* tirocinio urna grande conquista e um bom agouro de prosperi-
aleado
cores.
de
Vend2m-se oleados decores os mais finos que
Poss' el neste genero, e de diversas la/guras,
por pnco commodo : na ra Direila n. 61"
de chapeos de B. de B. Feij,
loja
Ra da Senzala Novan. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhslon & C. va-
quetas le lustre para carros, sellins esilhes in-
giezes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas nflezas, fio de vela, chicote para carros, e
montar a, arreos para carro de um e dous caval-
os.^ e rjlosios d'ouro patente inalezes.
V ndom-se dous caixes proprios para pa-
oana jssim como urna tendedeira e urna mas-
seira Indo em bom estado, assim como urna por-
cao de :aixoes grandes de pinho que fra de fa-
zendas : ni ra Imperial n. 43, padaria.
Ni loja do Arantes vendem-se borzeguins
oe como de lustre cora pellica para homem a
o o par.
.. Vndem-se duas casas
11 e9, e outra dita na
Imperatriz n. 7,
na ra do Ouro n:
ra do Alecrim n 10 .
quera as pretender, dirija-se a ra do Queimado
o. 4, )ue achara com quem tratar.
/erdadeiras luvas de Jovin de to-
dasas cores, rua da
loja do Leconte.
V.-nde-se um lindo sorlimenlo de collari-
nhos, manguitos, tiras de cassa, anagoas elen-
cos Domados por preros commodos : em casa do
n 52 alhnl & C- na rua da Cadeia Jo Recife
'onde-se cJVvao animal: na rua da Sen-
zala Nova n. 30.
Vende-se um esrravo, crioulo, de 24 annos
deidade, perito ofUcial desapaleiro, e ptimo
copeiro, sadio e sem victo ou defeilo algum : a
tratar (om o abaixo sssignado, na alfandega, ou
emsua residencia na rua da* Saudade, pnmeira
casa comsotaodo lado do sul.Pedro Alexandri-
no de 3arros Cavalcanti de Lacerda.
Alleufao.
Rua do Queimado n. 19, ar-
mazem de fazendas.
Chilas francezzs finas de padres miudinhos a
zU rs. o corado, corles de riscado imitando al-
paca cem Ul^covadosaS, roberta a chine-
za de cilla muilo fina a 2. pecas de chita de co-
ai. ramio boa fazenda, tendo 38 covados
ria ou na, arte, VE'.hV"6 ? UVCr occorrido na P0,ilic. na ^ciencia, na indus- *****. ganga franceza para calca e paletots
*J. W"r?nle lodas as ler.?as feras em folha de 16 paginas em bom naoel e Ivon, iin- Igileira a 2* a duzia. alsodao com H Mil8
S iV n,e aaS "S ler.?as leiras em folha de 16 paginas em bom papel e tTpo"coinolelan-
AR,L? "''o9 Um v,urae de P"8i" com indkee frontcspicioPcomPe&s
Assigna-se em Pernambuco, rua Nova n. 8, nica agencia.
CONSULTORIO
. pa
a 2$ a duzia, algodo com 8 palmos
oJi>r:i" a vara> utn resl de o|godao superior a
2*300 t peca cora pequeo defeilo, idem de chi-
ta lina franceza a 180 rs. corado, chales de
merino estampados a 2500, brim de linho de
quadru los a 500 rs. o covado, balos a 5 lon-
gos pan meninos a 80 rs. cada um. sortimento
de meiiis para meninos e meninas, fil de linho
fino a tOO rs. a vara.
Attenco.
Venda-se na rua Nova n. 71 junto a ponte.sac-
coscom milhommtonovoa &J, na taberna da
Cruz de Almas em ponte de Uchoa a 5S50O e em
Apipuc >s a 5500 taberna nova junto ao acouue
Vendo-so gomma do matarana verdadefra
5 ": carnnhos de mo muilo bera construi-
dos a 1 W : na rua Nova n. 71, junio a ponte.
ki..7 r i nca,dec-a,deireiro da *"a\Imperial
* RUA AGLORIA,CASADOF17IfDiO 3 tisgg&B58
DO
Dr. P. A. Lobo Moseoso,
mnnBm ipjmiim) s ipiiijudiii. s
CUniea pot ambos os systemas.
melterMOt.?-U.eJ,l/0re? dc u^?nca' as ??> residentes no bairro do Recife poderlo re-
sS^^^^^^srA^^r^Cruzou loide "os doSr-i0a
Botica de 12 tubos grandes, insnnn
Drtosde24 dito.s. ....... 1500O
Dito8de36flito...... MiNa
Dito de48 ditos. ..... SC
Ditos de 60 ditos. ... ........ aS
Tubos avulsos cada ..... JoOO
Frascos de linduras. ............. gS
a rfnSedCna h<*eP*hi Pelo Dr. Jahr 'trdniid'o ~
mnaP^SZC.0m di=ionario dos termos de medi-
u a?8,irurPa te etc........
Essiftar.s.'sjEf- dM"i::
10000
OJOOO
6S000
DAURORA.
JzLT ?a e B,ach,ni8mo. Eiecuta-ae qualquer obra seja quat fr sua nViBrlaa S
h^ri^fL? mo,de qu P* ^1 nm forera apreseotado. Becebera-ie Incomoda.^ neste S
minuto preco de 140 rs. a libra.
Plantas e llores diversas.
rPfJ1Drr-' B,mb/o* sociedado de horticultu-
ra de Pars, estando para se retirar para a Euro-
pa no primeiro vapor, vender de hoje em diante
?.?,,". V,7*d? .sorUmenl de plantas flores, par-
m .n.n ,!lQtrucleira8 d,scrsa*. ra grande abaii-
mento Je preco : na rua do Cabug n. 3 A.
Plantas de llores,
Hr. Fellore, membro da sociedade de horticul-
tura de Pars, retirando-se para-a Europa no pr-
ximo ,apor que se espera do Rio, resolveu
vender sua grande eoleceo de plantas, cento
por cento menos dos seus precos que al azora
lem vendido : na rua do Cabug n. 3 A.
Vunde-se a taberna n. 14 do pateo do Ter-
co, bon afreguezada e illuminada & gaz e bas-
lantesortida; vende-se lombem com as dividas
se quizerem : a tratar na mesma.
Allenco.
Armazem de fazendas
i
MA
FABRICA
DE
sMtDuiAMA i fmmm u mma
Sita na roa Imperial n. 1 i 81 i 20 jonto a fabrica de sabo.
DE
SebastiaoJ. da Siha dirigida por Francisco Belmiro da Costa
~> promptos alambiques de cobre de d.fferentes c
para destilar agurdente, aparelhos destilatorios continos
para resillar e destilar espirites cora graduarlo at 40 groa (pela erad
melhores syslem.s hoje abrevados econhecidos nesta e^ou't as S "K d/SDarWamb.'
de todas s dimencoes asperantes ede repucho tanto de cobre"mS deb"ie eTrro '
"raencesefeiliospara alambiques, tanque, etc a?afusoTde bronzee
de bronze deiodas dimencoes e feitios'paVa iUmbTquei 7-noe etr ZJJ^ ^Tae"aS
ferro parajodas d'agua.portas parafornalhas e crivosd^fero tubos de cob^e e rhLtn *ITZ e
as dimencoes para encmenlos, camas de ferno com armacio Vm ella h.R L r toda8
econmicos lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques oTssJdeicaT oan.a0- P ei8 C
para engenho, folha de FlandrP rhnmhn m iQ..i .1 Pa adeicas, espumadeiras, cocos
a
e folies para-ferreiros etc., e outros
parle, desempenhando-se toda e
e para commodidade dosfreguezes"que'se
_------.H%HV 0 ocui Ud, lUgl.
ara engenho, folha de Flandres, chumbo em lencoTerra'zincoapdmeiC.0,Srn.SPTadei,:a,S CxC0S
uaC.Pr^nnS.m ?J a"!D08 ^^ do 1ue em out" qalquer
Aue se dlSnarimK* Cm pre"le" e Perfeicao j coWcida
rao naruajteva n. 37 loja ^-^^^^^S^^^^r^^^
Relogios de ouro e prata.
Em casa de Henry Gibson, ruada Cadeia do
Recife n. 62, ha para vender um completo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronome-
tros, meiosrhronometros e de. ptente, os me-
lhores que vem a este mercado, e a precos ra-
zoavcis.
acha-
encommendas.
37 Ruado Queimado37
Loja de 4 portas. .
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimento de obras fcitas, como sejara : pal-
fots de panno fino de 16J at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muite superiores
a 35*. um completo sortimento de palelots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos lamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 5J
cada urna, chapeos francezes para homem a 8*,
ditos muilo superiores a 10$, ditos avelludados,
copa alia a 13, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4, &9eat 7
cada um, ditos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 103, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, ditas de palha de Italia > muito finas a
25$, cortes de vestido de seda em carlo de 40$
at 150$, ditos de phaulasia de 16 at 35$000,
gollinhas de cambraia de 13 at 5&, manguitos
de 1$500 at 5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muito superiores
e padres novos a 720 avara, casemirasde cor-
les para colletes, paletots e ealcas de 3500 at
4$ o covado, panno fino preto e de cores de 2j}500
at 10$ o covadoftrles de collcte de vellu do
muito superiores a 9 e 12$, ditos de gorguro
e de fusto brancos de cores, tudo por preco
barato, atoalhado de algodao a 1&280 a vara
cortes de casemiras de cores de 5 at 9, grosde-
naples de cores e pretos de 1600 at 3200 o
covado, espartilhos para senhora a 6$. coeiros
de casemira ricamente bordados a 12 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12J cada um. ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
-S400, barege de seda para vestidos, covado a
1S400, um completo sortimento de colletes de
uS' Semira pre,a lisa a bordada, e de
lustao de cores, os quaes se vendem por barato
preco, velludo decores a7 o covado, pannos
para cinJ'de mesa a 10 cada um, merino al-
C jrPrPr Para Palelotsetolletesa2800
cv'f' band08 Para maco de cabello a
i#oO, gem.em grande sortimento de macas e malas
de pregara, que tudo se vende vontade dos
freguezes, e outras muilas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
comuradoresse mostrarao
SIPJF.TES PARA MARCAR ROUPA
2 2 RUA DA IMPERATRIZ 2 2
Nioguem deixa de comprar
3 moleques pessas. sendo um bom copeiro, ida-
de 12 a 20 annos;4 escravas para lodo o scr*iro,
1 negro por 80U0(JO- rs; lodos estes osmios
se vendem por commodo preco: bem como 1
roulalinho de 18 annos dc idade, ofcial de al-
faiale; na rua de Agoas Verdes n 46.
= Na padaria de Ponciano 4 Salgado, rua es-
trella do Rosario" n. 13. vende-se rap de Lisboa
em meias libras, de superior qualidade.
Cemento.
Superior cemento romano cm barricas ; vene*
e"5e 7* em c,a de Fareute Mianna & C." ru-
da Cadeia n. 57.
das fabricas do Rio de Janeiro : a tratar com Al-
meida Gomes, AUes & C.
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater 4 C, rua
do Vigano n. 3,um bello sortimento de relogioe
de ouro patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; lambem urna
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, rua
da Cruz do Recife n 5, ven-
de-se:
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Gnampanha deprimeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
Olcados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
fcnerry Cordial, Henl Julop, Bilters, Whiskey &
u, ludo despachado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes c pequeas, de dif-
ferentes autores, de um modello inteirameute
^ novo, porpre^o commodo.
Salsa parriiha cm frascos grandes t
muito bem acondicionada.
Pilulas vegelaes (verdadeiras.
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Espirito de vinho com M
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
(rrns, chegadoda Europa, as garrafas ou as ca-
andaa: na rua larga do Rosario n. 36.
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellentes por sua durago, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de Henry
Gibson. rua da Cadeia do Recife n. 62.
Vende-se superior linha de algodao, bran-
cise do cores, em novel!o, para costura : em
casa de Seuthall ellor 4 C. rua do Torres
n. 38.
Superiores chapeos de manilba.
Estes excellentes chapeos que por sui qualida-
de e eterna duracao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exulem venda nicamente em casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recite n. 6?. por
prego commodo.
Vende-se
linha de novello de todos os sortimentos, meias
de seda inglesas de peso e mais inferiores bran-
cas e pretas, por precos commodos cm casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
i
Sabo
Rio de Janeiro : i
. ..Ues 4 C.
H-HU
I Vende-se
"^ Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Emcasa de Arkwighl 4 C, rua da
Cruz n. 61.
Aossenhorts legistas de miudezat.
Bicos pretos de seda.
Ditos brancos e prclos de algodao.
Luvas pretas de torzal.
Cintos elsticos.
Linbas de algodao em novellos j vendem-a
por precos commodos, em casa de SoulliallUel-
lors A C, rua do Trauirhc n. 38.
Escravorfugidos.
Ru do Queimado n. 19.f
i Ch ta francesa fina escara de padres A
I miudinhos pelo baralissimo pre?o de 220 dj
I rs. o covado, a ellas antes que se aeabem, m
ay pois o prego e a qualidade convida a A
comprar. a
Milho e farello.
Vende-se milho a 44 o sacco em por^ao 33800
em uia 240 rs., farello a5| o sacco ; na traves-
a do pateo de Paraizo n. 16, casa pialada de
amarello com oilao para a rua da Florentina.
Camisas inglezas.
Pregas largas.
Goes (L Bastos.
Rua do Queimado n. 46, frente da loja
amarella.
Acaba de chegar na bem conhecida loja de
Goes 4 Bastos, nm grande sortimento das muito
desejadas e verdadeiras camisas inglezas, com
peilo de linho e pregas largas, j bem conheci-
das pelos freguezes desle estabelecimento, as
quaes camisas ha muilo se eslava esperando, e
por ter grande porco, temos deliberado, para
melhor agradarmos os freguezes, vende-las pelo
diminuto.prego de 36$ por duzia.
Fazendas por baixos precos
Rua do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restam algumas fazendas para concluir
a liquidace da firma de Le i lea Correia, as quaes
se vendem por diminuto preco, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezes de cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom. va-
ra, a 1OO.
Corles de caiga de meia casemira a 2
Ditos de dila de casemira de cores a
Panno preto fino a 39 e 4$.
Meias de cores, Qnas, para hornera, duzia a
1#800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1$.
Meias brancas finas para senhora a 33.
Ditas ditas muito finas a 43.
Ditas cruas finas para hornera a 4g.
Cortes de colletes de gorguro de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 4#.
Chales de lia e seda, grandes, um 2#.
Grosdenaple preto de 1 j60O a 2JJ.
Seda preta lavndi para vestido a 1#600 e 2J
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, corado, a 560
Peitospara camisa, um, 320.
Chita franceza moderna, fingindo seda, covado
a 400 rs.
Entremetes bordados a 200 rs.
Cumiselas para senhora a 640 rs.
Dilas bordadas finas a 2$500.
Toalhas de linho para mesa a 2d e 4*.
Camisas de meia, urna 640 rs.
Lencas de seda para pesco de senhora a
560 rs.
Vesld2Lbr"C0S bord cas a 58000.
Cortes de calca de casemira preta a 6f.
Chales de meria cora frinji de teda a 58.
Cortes de caiga de riscado de quadros a 800 rs
a M?verde par ve8*> de mouUa, cora-
do, 19280.
Lencos brancos de cambraia, duzia, a 2J.
AS MEMORES MAHIMS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M SINCER fe C.
- WHEELER & WILSON.
oara>,VieSH'beleCTen, ^ndem-se as machi-
aSerh^H r8 au,lores "ostram-se a qual-
nos or su?honVU,d,a i,e e "sponsabilisa^mo-
zem d a'Ln ? ^AM*c e aeguranca :no arma-
Irma, rS^u*. da nayrauodo Carlos Leite &
te7ro,darBo,-aVi]tePeralm '" 10- "*
Marmelada.
6i0alibraDreUan-6-ha,na,nie,ada
_ 5l|ff| DE GPATIFIOO.
rugi da rasa de seu senhor no ojo 4 de abiil
p. p. o preto de nome Flix, de naro Mo.am-
bique. idade de 35 a 40 annos. Ievu ralea de
brim rom ramagem azul, estatura baixa*. r0r
lua, aiba na ponta do queiso, lem na testa
por cima do naiiz nm calcmbinho que parece er
signal da Ierra delle, lem os ps um pouco apa-
W!.0"' e8c"J d0 Sr- Mnnocl Francisco
Uuarte este o vendeu ao Sr. Synphronio Olim-
pio dc Queiroga a quem foi comprado o anno
prximo passado, este lem sido pescador e raja-
dor e boje e padeiro, e por isso lem callos as
juntas dos dedos pelo lado das costas das mao
em ruao da maceira, j esleve fgido para banl
das da villa do Cabo muito lempo, intitula-se
forro, muda o nome delle para Joo, ou outro
nome, foi pegado no Cabo por um moco do mes-
mo lugar poralcunho Quintas; domingo 8 do
crreme, esleve a tarde n'umn taberna na pas-
sagem que vira para o Remedio, e o Sr. Dua/ie
diz que as snas fgidas lem sido para os locares
n1Si"LCS :TCa*an6a al o engenho Camangie,
Baibalho. Ibura ate o Cabo ; po.tanlo roga-
nos capilaes de campo e as autoridades policiaca
e qualquer pessoa q.,c o possa encontrar o apre-
hendan! e o levem a seu senhor na padari do
pateo da Santa Cruz n. 6, que ser
mente recompensado, e protesta
Hvcr acoutado em sua casa.
generosa-
coutra quem o
empre-
rua das Cruzes
superior a
ffiKM
nal h^".8 borze8uins f'ancezes para senhora,
elo baralissimo preco de 4fi5 m im n-S Ia ra d0 Cabu8 e Manoel Joa-
quim Das de Castro.
Cera de carnauba, sebo refinado e fio
de algodao.
Contina a vender-se, no largo da Assembl
Boa giatificacao.
Fugio na noile dc 9 do crrante, da casa de
seu seu senhor o mulato Luiz, de idade de 17
annos, sem sipnal de barba ainda, cor parda ca-
bellos rhegados ao casco meios ruivos e grande
altura regular, magro, e lem os ps grandes le-
vou chapeo de palha velho, camisa branca.de
algodao anda novo e calca de nfiar de quari-
nnos ja desbolada, esse escravo andava
gado no servico de um hotel na
condiizindo comidas para fora : quem o pepar po-
de leva-lo a praga da Boa-Vista,botica do Sr. Ri-
beiro n. 22, que ser bem recompensado.
No da 20 de abril prximo passado fugio
do engenho Santa Cruz, sita na freguezia da Es-
*a a m esrravo oulo de nomo Amonio, do
idade 25 annos, altura regular, bonita flgnra, bas-
tante barba, o que I foi compraJo a Domingos da
Cosa Maitins em 1857 ; roga-se a quem o ap-
prehender de lev.-lo a seu senhor Joaquira
Thcodoro do Rogo Barros, no engenho Murissoco.
ou a seu correspondente nesla praga, Gabriel An-
tonio de Castro Quinlaes, que recompensar ge-
nerosamente, e tambera esl encarregado de ven-
ue-to, se assim convier.
Escravo fgido.
Na noile de 28 de abril prximo passado fuaie
de casa de seu senhor o escravo de nome Rav-
mundo, idade de 18 a 20annos, estatura mediana
e reforgado, bonita figura, bocea pequea e bous
denles, falla bem, (cabra escuro) 6 filho do Ico.
d onde veio pouco mais ou menos, a um anno
sanio de caiga branca de brim trancado e cami<
de madapolno. chapeo de feltro, o alcedo: quem
o apprehender e levar rua da Cadeia do Recife
n. O, ser recompensado
Moleque fgido.
Desde segunda-feira passada quedesappareceu
o malecole Lourengo, crioulo. do serto doCea-
ra, mais esl ha muito lempo nesta prega re-
presenta ter 18 a 20 annos, e lem os signaos s-
goinles: urna marca ae ferida amiga que parece
queimadura junta de una das fonles, ps gran-
des, andar passo largo e dc vagar, estatura bai-
xa ecatiega achatada, levou camisa de chita ou
branca, caiga de panno, chf peo do Chyli este
moleque costumava a carregar assucar na rua do
Apollo : quem o pegar queira leva-lo rua do
irapicne n.40, que se gratificar.
armazem n. 9.
ea,
Novidade.
_*g** de chegar no umo
?ernv&rm,faadaSrDnaS d'aS au,>r"
mh./n. A Se T?dem '""mente na loja de
nr! S.%2 rU" da Cadeia d0 Recife 5.
prego de z> a grosa.
Calcado francez barato.
Na loja de Burle Jnior & Martins, rua
do Cabug' n. 16.
Bolinas de lustre para homem dos me-
mores fabricantes
Ditas de bezerro e panno
pilas de lustre para senhora
Ditas lodos de duraquo preto sem salto
para senhora
9itas de selim branco para senhora
Ditas de lustre sem sillo para meninas
Sapatoes inglezes de vaqueta
Ditos de lustre com borracha na frente
Ditos dito dito para meninos
Os melhores charutos da Bahia por pregos mui-
to baixos.
OS JESUTAS
PISANTE A HISTORIA
PELO DOCTOR
Ovidio da Gama Liobo.
Ainda restam alguns exemplarea desta precio-
sa obra, a 5a eada.um ; na limria ns. 6 e 8 da
praga oa Independencia.
ZJ?**? UBU mm Urrea com Des
faamodos. sita na rua da Gloria n 1 : a tratir
, na rua do Sol. easa n. 5, junte aoiobrado.de
8000
7JW00
4*000
33000
58000
390OO
5f<00
58000
39000
manha al as 8 horas, e a tarde das 4 em diante.
50$ de graliOcacao.
Continua a estar fgida a cabra Josepha, dc ida-
oeso annos pouco mais ou menos, altura recu-
ar, marcas de panno pela cara, falta de denles
lornozellos enchados, andar eslrupiado, esta es-
crava fug.o em 30 de Janeiro do anno passado
desconua-se que esteja acoutada em algnma ca-
sa ou servindode ama. tem dousfilhos nesla pra-
ga, urna por nome Domingas, libertare outro de
nome Matheos, escravo de um senhor para as
bandas de Apipucos. alguem j a lem visto, por-
tento protesla-se contra quem a tiverem sua casa,
assim como d-se 509 a quem a trouxero sua se-
nhora na Soledade eslrada de Joao Fcrnandcs
Vieira ou der noticia certa
GratilicacSo de 50#000.
Fugio no dia 17 do crreme mez o escravo
crioulo dc nome Matheus, de idade de 20 a 25
annos, e tem os seguintes signaes : cor prela
altura regular, espigado e reforgado do corpo*
falla descingadi, mos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, ecom bastan-
te espinhes no rosto ; levou caiga e camisa de al-
godao de Iistras azues, chapeo de palha da Itelia
j usado cora fita preta; este escravo natural
deQuebrangulo, onde tem roi e irmaos, e foi
perlencente o dito escravo nesle lugar aos Srs
Cosme de Pinho Sintiago e Jos Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
rara e deram era pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros & c. desla praga, e estes venderam ao Sr.
silvino Guilherme de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmo ; consta que este escravo fu-
gio em companhia do cabra escravo, Marcolino,
de Macei- portante, pede-se as autoridades po-
liciaes o algumas pessoas particulares, quo o
caplurem e levem-oa rua de Apollo n. 7, ou a
rua Nova n. 1, que gralificarao com a quantia
cima.
Escrava tugida;
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do crranle, urna sua escrava da Costa de nome
Maria, que representa ter de idade 45 anno?, al-
tura e corpo regulares, edr nao muito pela, tem
bastantes cabellos brancos, costuma trazar um
panno atado roda da cabega, tendo por signal
mais saliente as mos foveiras, proveniente "de
calor de figado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao vollou
mais : roga-se, portento, is autoridades poli-
ciaes, capites de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita escrava, e leva-la a loja
do Preguica, oa rua do Queimado n 2, ou casa
de sua residencia na rua da Florentina defronte
da cocheira do TJlm. Sr. lente coronel Sebas-
liao, a.ne sero generosamente recompensados,
ir2E-----ar-a m.


(*)
DIARIO DE PERNAMBUCO. T\\Qi PEIRA 15 DE MAIO DE 1860.
Litteratura.
ro onde nos dirigimos, drpois de ter
Toscana, que Seraphina scntio, pela
0 Castello de Sanl'Angelo.
fecordoOes da mocidade dt um prisioneiro
poltico.
II
(Concluso.)
Desci cncoslando-mc ao braco da minlia fifi
companbeira. A sua prrsenra rcsiituo-me al-
gunas screnidade. Pcnsci que no meio das des-
gtacas que moreservava o auxilio, urna parte es-
encial da minha feHcidadc Reara romigo.
Iteixamos os estados Romanos pelos lins do ou-
tono dirigindo-nos para aToseana. Parlia, qua-
si que contente, lembrara-me dosprazeres e dis-
tracde) daa miobas viagens precedentes e conla-
va da novo rom impresses suaves e agradareis.
Ai Jo iiiim I Nao sabia ainda quanto e triste es-
ta peregrinaco, que consiste em correr mundo
seni poder encontrar em parle alguma a patria,
sem esperanca de achar mais tarde para o dia de
descanso :
II dolce nido del paterno lello.
E nao sabia ainda, que dr suprema me eslava
rc;ervada nesla vida errante. Poi na Corscga, pa-
deixffdo a
la primeira
vez, os symplornns de urna molestia cruel, que
devi.i causar-lhe estragos lo rpidos. Que di-
roi de Franca, das ilhas Baleares, que recebaran)
siiccessivamenle a pobre moribunda? Nem o
clima, nem os ineus cuidados, nem o desejo de
viver poderam triumpliar de urna molestia fatal.
\ia-a morrer nos meus bracos. Foi segundo e
mais doloroso exilio I Os esforcos e as fadigas
que voluntariamente se impozera para me resti-
tuir a liberdade, foram para ella causa de urna
-grande perda de vida, c extenuaram-na. Esta
idea hade ser somprc o meu supplicio...
Depois de ter arrastado pulas diversas Ierras
da Europa a ailnha tristeza e desalent, aprovoi-
tei-mo da amnista pronunciada pelo successor
de Gregorio XVI e voliei toda pressa para lio-
rna. Oucria ver a Italia ; as consolaces que
ia adiar na minha familia, o movimento" que se
produzia cnto, em favor da independencia ita-
liana, lodo pareca prometter-me urna feliz dis-
IraccSo minha dor. Nao quero entrar nos por-
menores de urna lula, que acabou lo triste-
mente.
Depois dos aconlecimenlos de 1859 fui obriga-
do a expalriar-mc de novo ; e ao embarcar pa-
ra a America c ao comecar nina vida nova, que
Unco esla u'lima vista de olhos sobre o meu pas-
sado e sobre uieu paz, que talvez nao torne mais
a ver...
Aqui le mina, com a morle de Seraphina, o la-
do romanesco de urna historia que peilcnce
caudado, c que dos sacrificios desla mulher lira
o principal elemento de interesso. Pode-se, pois,
encontrar nesla narraran mais de um esclarci-
menlo a respeilo do estado e das oeeupaees da
mocidade romana u'uma poca muito prxima da
nossa. Esta falta de energa, estas incertezas c
estas vaidades,_eslas imprudencias imitis, esla
oxislencia Iranstornada de lodo por urn peccadi-
jho de rapaz, nao s a vida e o carcter de um
individuo ; tambera o carcter e a historia de
um povo.
[Archivo Universal.)
A Austria depois do congresso de
Pariz.
Apenas a paz, concluida em Pars, deu fim
guerra da Crimea, a Austria, que durante a aeco
representara um papel secundario, poda readqui-
rir na nova organisaco do Oriente occasiao do
exercer a sua influencia absoluta. Demonstramos
j em oulro lugar a siluacao em que a criscco-
mecada no anuo anterior collocra ura paz, que
se va forrado a conciliar os mais penosos encar-
gos com as exigencias imperiosas de urna poltica
tradicional. A Austria parece nao ter comprc-
hendido as difliculdades dessa siluacao. Bera de-
pressa pretcncos jusliicaveis al corlo ponto,
porm inoppnrtunas c de proposito producidas
para excitar juslas susceptibilidades, arraslarara o
governo austraco, do dcsintelligencias occultas
at dissentimenlos pblicos, i urna lula aberta
contra a Franca. Na guerra da Italia a Austria,
com maior dezar ainda para as suas armas, soffreu
a mesma sorle da Russia na guerra da Crimea ;
e vio-sc obrigada a aceitar a paz com precipita-
cao. A occasiao 6 apropriada para demonstrar-
nos os passos que, ha quatro annos, lem adian-
lado n*um camnho diverso do verdadeiro pro-
gresso essa potencia de tonga data sobrecarregada
de empenhos.
rara patentes por si mesnios ; e ser fcil lazer'o
triste resumo desse periodo de cinco annos de-
corridos entre duas guerras, e intilmente em-
pregados no seio de urna paz infecunda c tor-
mentosa.
Oulro pensamento se nos aprsenla antes de
encelarroos o esboco desse quadro, pcnsamenlo,
applicavel nao s a Austria, como lambera
maior parte das naces europeas. Cinco annos
haviam que lavrava por loda a parte urna febre
industrial. Julgou-sc dever lomar precaucoes
contra o excesso do Irabalho pacifico ; lemeu-se
as tendencias materialistas, e tralou-seje allra-
tiiulo oc niemhios de eslado pruvuu mes, sem ter
eaercido o respectivos poderes. Um nobre aus-
traco mora em Virnna, no palacio do oslado, e
conserva a qualiflcacao Je secretario da dieta,
sem ter sido em lempo slgum encarregado pelo
seu chefe de um Irabalho qualquer. O corpo mu-
nicipal, o lurgo-mettre da capital conservam-sc
nos seus ligares desde a poca da revoluco,
sem que tenhsm'sv urna 16 vez reeleilos para
esses lugares. Finalmente a osprcteliva se tem
prolongado sem impaciencia apparenle da parle
do povo, e sem cuidado UL paite do governo,
em 1859 appareeeu flnalmere urna volumosa lei
lar as prroccupacocs geraes' para urna outra or- conlendo os principios segundo os quaes as
i) de lacios. Terrores vaos, pievisdcs erro- ronsiituices das diversas cvmmunas podiam
neas 1 Quatro annos lem apenas decorrido, e a
Europa retumba com o fragor^ das armas : a po-
ca de paz parece a cada momento submergir-se
por um futuro indefinido. Momento a Russia,
autora principal do abalo universal, protegida
pela sua distancia, se refugia iios cuidados inte-
riores, como que sem remorsos de haver excitado
to vasto incendio. Devomos augurar mal desses
tristes sympiomas, ou a inquietacno se acalmar ?
Veremos recomerar o longo perlado de paz, o a
actividade industrial, ou iro arante as quesloes
suscitadas? Qualquer que seja a rVsposta dada a
estas hypothcses, favoravcl ou naolnem por isso
perdem ellas de sua importancia.^ Em caso de
guerra, a inissao da Austra pode ser grande, pro-
veilosa ou nociva nobres causas; convm pois
reronhecer os elementos da sua orna ou da sua
fraqueza ; e examinar se justificada por causas
suflicicntes a sua ambicio, que jamis dcixou de
ser vasta ainda mesmo no mel das mais duras
provas inflingidas pela Providencia.
I
Difliculdades polilicas e religiosas
A Austria possue urna adirxiiislraco ; mas
nao lem rgimen administrativo propriamenie
dito. O governo tem seus empregados ;'\ porm
estes nao obedecem a lcis determinadas, e rc-
gras fixas. O arbitrario e o provisorio reinam
ha lio longo lempo, que esse eslado parece j
um mal chronico c incuravel, como o uso do
papel-moeda. J houvc quera exposessf, com
autoridade que revelava a experiencia de um es-
clarecido administrador, os vicios de tal silua-
scr estabelecidas ; -porm quasi ao mesmo lempo
a Ga:ela de Vienna puhlicou um artigo decla-
rando que essa lei das communas ia ser modi-
ficada conforme as necessidades do paiz, de tal
maiieira que se deveu considera-la como mora
logo ao nascer.
Pode-se sois avancar com verdade quo se lia
na Austria urna organisaco administrativa, nao
ha legislado interior; a arbitrariedade a mais
absoluta re na c se excrce por- meio de agentes
que o soberano dirige contento da sua vonlade
irresponsavel. As manifeslacoes dessa vonlade
nem sempre sao publicas c uniformes. Ellas se
demonstran ora por um manifest, um decreto,
precedido ou nao do consulta de um conselhode
estado que funeciona quandb o como se quer, e
qucdzemvai lornar-se fckim senado aristocr-
tico consultivo, ou por uop publicarn em jor-
nal officia!, por una carta" uthographa, ou ura
simples blhete do gabinete do imperador. Algu-
mas vezes basta urna ordem ministerial. O que
aqui passa como regra nao all applicavel. Nao
poucas vezes a prescripcao pfllcialnienlc procla-
mada c prohibida por urna ordem secreta. Basta
um exemplo para dar a onhecer esse carcter
do rgimen interior da Aestria.
centros pruvinciaes, de eiiiumar as lew cuiumu-
naes que fosse til promulgar; as quesloes esta-
belecidas pelo ministro versavam sobre as per-
raisses s communas de tratar livremcnle dos
seus interesses, sobre a desiguaco dos negocios
confiados al ento aos funccionarios do estado,
os quaes poderiam passar cargo de funciona-
rios das mesmas communas, sobre a organisaco
menos difficil da adminislraco communal e re-
parliqo dos territorios, etc. Infelizmente antes
queessas commissesconcluissem os seus traba-
Ihos, a imprensa, angariada naturalmente para
publica-los e explica-Ios, cabio, depois da de-
misso de M. de Hubncr, no rgimen o mais se-
vero.
Urna ordem do ministro do interior, do ministro
da polica, e do commandante geral do exercito,
datada do mez de nuvembro de 1859, accrcscen-
do novas e mais acerbas dsposic6cs lei de 27
de maio de 1852; de sorle que um jornal de
Vienna disse: que os senlimentos que se de-
claravam no coracao dos habitantes do imperio,
e as palavras que linham sobre os labios, nao
podiam mais d'ento por diante ser publicados
pela imprensa iudependente.
Todava qual foi o resultado das declaracoes
cenia aos seus dainos polticos o deSVonleula-
menlo dos protestantes da Hungra.
As inlencos do governo, promulgando a pa-
tente, talvez fossera boas; numerosos e recentes
decretos, bailados em favor dos Judeus, lestemu-
nham o progresso para a tolerancia. Os Israeli-
tas pedem contratar casamenlos, sem aulorsaco
concedida pela adminisfracoda corte. Nos pro-
cessos civis dos catholicos nao ser recusado o
lesteraunho de um Judeu. Finalmente suspen-
dern) a prohibirlo que vedava aos Israelitas o
excrcicio de certas profissoesinduslriaes, e a en-
trada em aiguns territorios.
Um decreto de 21 do feverciro concede-lhes al
mesmo o direilo lo desejadode adquirirem bens
iramoveis, porm em algumas provincias somen-
le, e salvos diversos direitos de padroado e po-
liciacs. Sao ymptomas esles fvoraveis, sao
mclhorameatos reaes para urna classe de sub-
ditos privados at ento de todos os direitos
do cidados. Quanto aos primeros proles-
provocadas pelo ministro do interior? Em Vi'en- tanles, as reservas feitas na patente do !** se-
na a commisso dos tomen de conanca ler- lembro de 1859 favor H<, A,.n;, J
m.nou suas sesses, adoptando a lei municipal i 1, 7' dS d,rC"0S do 1oder
de 1850. salvas duas modificaces relativas ao ]ccnlral- l,a0 admiranam seguramente se fossem
fritas por um governo que. como o da Franca,
professasse tolerancia cgual para todos os cultos.
Nao acontece, porm, o mesmo a respeto do sig-
lestabeleeimcnto da publicidade'das deliberares
do conselho municipal, e a urna nova diviso de
quarleiroes. Em Tyrol, reivindicaram a amiga
liberdade provincial cora tai franqueza, que o,
archiduque nao pode deixar de louvar t-erlos nalano d* concordata de 18od, e se a persisten-
novo
lemaas,
Entre as causas capazes.de desperlar as mais
vivas paixes s ragas multlas, reunidas sob o
sccplro imperial, a inslitujeo de urna lingiia-
, ger official o a consorvacjru dos dilTerrnlrs idio-
mas nacionaes se apresenfcm sem duvida alguma
em primeiro lugar. Vejantes qual a legislaoo
a esse respeito O uaragnfjaho 5 da constituirlo
Cao, cuja origen) remonta i desorgan.sacaa pro- dc 4 dl, ma dc 1849 flf 5e ca(Ja um nos
dundai cm 1806 pela subs i ...cao do imparto da estado3 ,emv0 dircit0 i^Eavefdc conservar e
Austria ao imperio da Allemanha. Das duas usar do seu idioma. A inlrodocco do Reichs-
impeno urna, composU das Cewu nd Regierungs-Blall (collecco das leis e
possn.das era oulro lempo ordenanzas) declara que ftd'a lei deveri ser con-
idiomas, o que o texto pu-
blicado nesses idiomas ser authentiro. De ac-
cordo com ssa deciso, decreto do ministerio
dos negocios interiores de 23 de outubro de 1849,
que deu a organisaco provisoria Hungra, or-
dena que todos os decretos fossem publicados nos
idiomas usados, que lodos os negocios fossem
discutidos, tomadas as decisoes, c as supplicasou
petices apresentadas na lioguagera local : o al-
emo ficava somentc sendo a lingua official das
autoridades que se correspondan) entre si. Bem
que nao li>csse sido abatida expressamente, por
qualquer legislaco essa disposico de 1849, to-
dava desde 23 de marco 4c 1852 o ministerio da
juslica inlroduzio na Transylvania um novo re-
ao
melados do
provincias a
nicamente como feudo imperial, perdu os seus ,
direitos e a sua legislaco para cahir sob o re-
gimen da arbilraricdade absoluta ; a outra meta-
de, formada da Hungra, da Transylvania, e dc
nutras provincias mais, possuida a titulo sobe-
rano pelos successores do primeiro rci eieilo,
conservou al 1848 urna parlo da sua organisa-
co anterior. Todo o mundo sabe os successos cm
virlude dos quaes foi submeltida esta segunda
melade do imperio d'Auslriaao mesmo rgimen
'iuc a primeira. Esperava-se que esse rgimen
fosse tanto para urna como para outra o precur-
sor da liberdadi). O movimento de fevereiro
jarececeu por um momento despertar o governo
austraco do seu lorpor ; cuusliluices novas
foram promulgadas ou outhorgadas urnas aps
oulras ; depois o syslema do absolutismo reto-
comicios da Baixa Austria reclsmaram positiva-
mente a nlroduccao do syslema representativo.
Na Hungra, na Transylvania, em Pesth, em
Mimburgo. em Hermanstadt, as commissi- re-
curaram o seu concurso, allegando a illegalidade
do seu mandato, c declinando de urna compe-
tencia que s ponencia dieta. Em Presburgo
onde a influencia austraca souhera crear ura foro
de hostilidades contra Pcslh.os membros mais in-
fluentes da commisso, e o burgo-mestre se oc-
cuparara em reclamar altamente os direitos ira-
prescripliveis da naco hngara.
_E* verddo que algumas commissoes allemas
naoemilttram os votos liberaes quo acabamos de
mencionar. Composlas em grande parle de
membros peilencenles classe nobie. a quem o
governo imita assegurado a preponderancia em
prejuizo da oulra classe, produzirara memurias
lenoentesi nova consagrado dos direitos feu-
aaes. Ah, sendo a discusso muilo apaixona-
da, e as proposiges consideradas como sedicio-
sas os presidentes das commissoes prohibirn) os
debales, e algumas vezes at levanlaram a ses-
sao antes do fim dos trabadlos.
Pode-se dzer todava, apezar da divergencia
das concluses e das conductas, que muilos pon-
tos foram esclarecidos nessas declaracoes. To-
das as commissoes pediram que se concedesse
gulamenlo para os advogados, declarando au-
thentiro smenle o textd allemo. Em 1856 le-
JlZ% i o P0V8 ? \usl"a* 9"e """ ficaram creto dirigido ao presidente do tribunal superior
f!,ru"''fa do progresso, urna cons- de p,sln eriniltio que n5o usasst,ni do allemao
IS2 Vo'rJrA umdode do imperio, ron- prrallle ^ ,riuunoe .^u,
sagrava a garanta da nacionalidade e do idioma ',,.. .. ,c... J
dos poderes,
sa
a diviso,
toma
a responsabilidade mi-
advogados, que o
ignora va ni, e que por SUA o quirir o conhecimenlo prec^." Nos gymnasios e
instituios o dnelo de 23 de maiQO de 1852 es-
tabelecia que fosse o ensino felo nos idiomas
nacionaes ; dous decretos dp 1853 o 18")4 im-
poem pelo contrario aos alumnos a obrigaro de
fazerem os seus exames na lingua allcma. Ein-
rt WinTcfhf C S nn,f' .q'^ ossoldados; fim umn solusao inTftrial de 20dejulhode
de \V ind-schgralz e de Jellachich dispersaran a 1851) alin| OM\ JI,^ rn, J, r,.,,.
nislcrial, a liberdade dos cultos, da palavra e da
imprensa, a egualdade dos cidados pcranle a
lei, ele. Lego depois o mesmo imperador ri-
se obrigado a relirar-se para Inspruk, a revo-
gar a constiluico Pillcrsdorf. e convocar em
cia do imperador Francisco Jos em mpdr a su
obra recento dos cultos reformados, sff justifica
pelas suas proprias inlencoes, tambem ha muila
razo para a opposijo dos protestantes, a qual
deve crear mais de urna difficuldade. Reduzida
a si, a questo religiosa nao lomara com ludo
isto proporces assusladoras; mais ou menos ce-
do pode ser resolvida por alguns compromissos,
como a convocaro de um synodo, por exemplo
e com a eleico dos membros que satisfara as
pretenroes dos prolcslanies sem contrariar as re-
gras ltimamente estabelecidas. Reunida a ou-
lras quesloes, se nao fr promptamente abafada,
augmentar a excila^o publica, e fornecer mais
urna desculpa immediata aos odios populares
nascidos. como vimos, de descontentamentos po-
lticos, o desenvolvidos, como vamos ver, por
inmensas desordens e difliculdades financeiras, o
muitose pungenlessolTrinienlos materiaes.
II
Di/Jiiculaades financeiras.
O tratado de Paris, que assegurava por alguns
annos a paz da Europa, em parle alguma devera
maior influencia s localidad's, e poderes mais ser to bem acolhido como na Austria. Os bene-
ficios da paz deveram ser mui anhelados nesse
paiz, porque cram ah necessarios. Ao sahir de
una grande crise financeira, com um dficit que
passava ja ao estado normal, os vastos projoctos
de melhoramento concebidos pelo baro de Bruck,
e destinados a firmar o equilibrio do budgf l, exi-
gan) nao s ascommodidadese como tambem o
estado dc seguranra que a paz Iraz comigo. Pou-
cos algarismos bastarlo para demonstrar o re-
sultado das empiezas fundadas durante o periodo
que fazo objeclo deslenosso Irabalho; porm es-
se quadro, por instructivo que pareca.'devo ser
precedido do exame, egualraente iutrcssanle, da
divida publica e das Iransacces do governo com
o banco de Vienna.
Anles do entrar nesso exame ha para notar-se
no carcter geral da situaco actual otro objeclo
de graves reflcxes: em"l8D5 os paizes submet-
tidos ao sceptro do imperador Francisco Jos,
excepto as possesses italianas, otfereciam um
espectculo singular de conlentamenlo e de via-
lidade. Al mesmo n Hungra enlrava nesse con-
cert de salisfaeces legitimas e de aspiraces po-
pulares. A exlincco dos direitos feudaes em
lodo o imperio, fcilmente oblida e rpidamente ,
pratcada, nao permillia o reproduzirem-sc as'
queixas causadas pelo absorvimenlo dos reinos
annexados. Diziamos nos ento: Aos olhos
das pessoas ainda menos prevenidas, a salisfacco
das differentes classes manifesla ; e esse re-
pouso, essa seguridade, juntas a urna actividade
geral para asemprezas induslriaes, do a Austria
nos lempos modernos urna physionomia caracte-
rstica, piui particular, c, ninguem o contesta,
muilo sympathica.
A Austria aprsenla hoje um quadro bem di-
verso. A' essa salisfacco succedeu um descon-'
leritamenlo geral, um desanimo profundo acti-
vidade e ao espirito emprehendedor, e o que
mais grave popularidade do joven imperador
Francisco Jos succedeu urna irrilaco, que nao
se limita aos agentes superiores do seu gove'rno,
mas que se estendo at o proprio imperador.
Nao s s consequenc.ias da ultima guerra que j l,ovesse necessidode
se deve allribuir semelhante mudanca : ella lem lralar-se-hia disso.
pe
30 d'outubro do mesmo anuo. A dieta dissol-
vida foi de novo convocada por decreto imperial
para a residencia orchiepiscopal dc Kremsier,
na Moravia, c tralou logo de publicar urna cons-
lituico ; porm a 4 de margo de 1849 o novo
imperador Francisco Jos rodeara do granadel-
ros a sala das sesses da dieta, e otitorgara
lodos os povos do imperio urna carta emanada
somonte da sua autoridade. As dezesseis sec-
coes e os cenlo e vinte e Ires artigos da nova
constiluico reproduziam todas as concesses li-
beraes feitas por Fernando. Pode-se della fazei
urna idea vista dos termos do ultimo artigo
que dava nicamente a dieta o poder de modi-
ficar a lei promulgada. Nao obstan le, annos
| depois urna palenlo imperial com data de dezembro de 1851 declaren impossivel o
j execuco da constiluigao outorgada, e um sim-
ples decreto do gabinete imperial eslabeleceu
novas bases sobre quo seria fundada a legislaco
orgnica. Essa legislaco nao foi ainda formu-
lada, e ha nove anuos que vigora a proviso-
Quanto s bases mencionadas, nao conli-
aboli essa prescripcao; porm un fado
muilo rcenle acaba demostrar a idea que se de-
ve fazer dessa salisfacco" tarda concedida nos
votos os mais ardemos das populares. No fin
dc dezembro do 1850 um membro da sociedade
srienliiica do Cracovia, pedindo para que che-
gasso ao conhecimenlo do imperador una sup-
pliso, aflm do ser posta cm execuco a lei de 20
julho, o presidente Wukasowitz declarou que a
Galicia e o gra-ducado do Cracovia nao se
achavam compcehendidos na lei; mostrou urna
ordenanca secreta em apoio da sua allegaco, D
o commissario o o governo se oppoz^a qualquer
deliberarlo ulterior.
\
oulras causas diflerentes. Tres sao os pontos im-
portantes quo causam ao governo austraco serias
difliculdades, de algumas das quaes elle o cul-
pado, e oulras lera origera em motivos eslranhos
sua vonlade. O rgimen interior, a adminis-
lraco, segundo as innovaces inlroduzidas pelo
prncipe Schwarzembcrg, o cessaram de exci-
tar vivas reclamacocs; e aps ellas se desperla-
ram os debates sobro nacionalidade. A conven-
cao de 1855 com a corle dc Roma encontrou lo-
go em comeco urna opposico que foi pouco a
poueo augmentando, e as medidas rcenles to-
madas sobre os prolcslanies, produzirara unni-
me desconlentamenlo peranle o qual o governo
parece recuar. Finalmenlo o mo estado de fi-
nangas lem adquirido lal proporro que pe em
risco o crdito da monarchia austraca, e as for-
tunas dos credores da naco. Sao esles os pontos
csseociaes que convm examinar, comparando os
fados e os algarismos consignados no quadro 1ra-
cado em 1855 com os fados e algarismos produ-
zidos pela situaco actual. Os erros e infortunios
do governo austraco, por assim dizer, se torna-
FOLHETIM
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
na.
nham em si os pensaraemos liberaes lo solem-
ne o rccentcraenle proclamados; e a obra do
principe de Schwarzembcrg s leve por fim sub-
raeller autoridade nao definida de adminis-
tradores-, e dc juizes noraeados pelo poder cen-
tral, os reinos da Hungra e os paizes annexos,
que tenlaram reiuvindicar pelas armas com infeli:
exili a garaulia c a exlenso dos antigos provi
legios.
Comparando-sc os termos do arl. 122 da cons-
tituido de 1849 com os dos ullimos irligos di
exposico de 1851, poder-se-ha medir o cam-
nho percorrido em dous annos. O arl. 35 dess i
exposico se limilava a declarar que funecio -
nariam com as autoridades impostas pela cor-
te e pelo governo aiserablas deliberativas com-
postas da nobreza hereditaria, de grandes e pe-
queos senhores, e de pessoas induslriaes ; s
de outros representantes,
O arl. 35 e ultimo deca -
rava tombem que. nos tribunaes soberanos do i
dislricios, seriam chamados de lempos *m lem
pos os chefes das communas e os ricos proprie-
larios, ou seus procuradores, para seren con-
sultados sobre seus propros interesses.
Os povos da Austria acolheratn a constituir i
Schwarzemberg com a mesma docilidade con
que haviam acolhido as precedentes ; por con-
seguinlc ella podo ser excculada sem opposic)
ou antes limitou-se nomeaco de juizes c dj
funecionarios administrativos revestidos de un
poder discricionario e dependente do governa
central. Na tabella das divises administrati-
vas e judiciarias do imperio o que se chami
oooerno de estado, de corle, ou de dislriclo n i
Austria, na Bohemia, e na Moravia, se intitula
administraco territorial na Silesia, sede de co-
mido, sede de juizo na Hungra, ele.
Entretanto as funcepes sao idnticas, a origein
a mesma, e mesmas as prerogativas; finalmente
em todas essas divises existe a mesma falta de
prescripces definidas o do lcis orgnicas. Depo s
de 1851 alguns proprictarios poderam lomar o
empenhada por um autor quem frequenlcmct -
te consultamos para tragar este rpido esboc >.
Nos limitamos dar.o essenjjal para o nosso Boi.
RESENrlA lARltfMA,
Taes eram os systemas arbitrarlo 0 rovisorlo
administrativo, sob cuja influencia viveram du-
rante tantos annos todas as provincias do impe-
rio, quando os successos militares de 1859 vie-
ra m desperlar a altcnco do governo, como o li-
nha feilo a crise de 1848. Apenas foi assignada
a convenco de Villa-franca, um manifest da-
lado de Laxemburgo a 21 de agosto promelteu
solemnemente aos povos do imperio melhora-
mentos importantes no rgimen inlcrior. Al-
guns estadistas foram convidados pelo impera-
dor a deliberarem com os seus ministros sobre a
situaco financeira, a questo religiosa, o as re-
-forraas administrativas. A situaco grave, diz
o manifest, e decidio-sc, para que possa ser
melhorada, evitar ao mesmo lempo um retarda-
menlo timorato, e urna precipilaco perigosa.
Em 22 de agoslo a Gazella de Vienna publicou
com effeilo a nomeaco de um novo ministerio,
e a revogaco dos ministros da polica c do in-
terior. O successor do ministro da polica inau-
gurou a sua administrarlo, deixando mprensa
quasi plena liberdade, afim de dar opinio pu-
blica o nico meio de conhecer as reformas que
elle pretenda requisitar. Ao mesmo tempo, pa-
ra provocar um pronunciaraento, seno muilo
serio, pelo menos de alguma sorle legal, certos
estados foram convidados a declarar seus votos.
Assim no mez de setembro o archiduque, go-
vernador do Tyrol e do Voralberg, foi tambem
convidado por urna caria aulographa do impera-
dor a fazer com que o commcrcio deliberasse so-
bre um projeclo do estatuto provincial em res-
posta aos pedidos de reforma que so haviam
feito
M. Hubner de sua parte leve urna enlcvisla no
rastillo do conde de Karoly com os chefes do
partido conservador na Hungra. Prometleu que
os ministros renunciaran! de boa vonlade ao
syslema de centrahsaco actual, e a rcunio pe-
de o restabelecimeuto da amiga constiluico mu-
nicipal da Hungra, do censo senhorial, do di-
reilo de represenlaco, e da livre adminislraco
da caixa do interior. Ainda mais o conde Go-
luchowski, arceitando o ministerio do interior,
linha exprimido o designio dc crear representa-
ces provinciaes, e esludar o projeclo de orga-
nisaco liberal das communas. Commissoes com-
poslas de homens de confianca foram era conse-
cuencia disto encarregadas, m todos os grandes
extensivos aos maires. Reclamaran) cm geral
nao s conselhos communaes, como tombem re-
presenlaces segundo as divisos polilicas supe-
riores. Um oulro voto, sobre que nao foi tam-
bem admiltida a oiscusso, appareeeu era prol
do uma represenlaco geral do paiz ; esse voto
e sobretudo partilhado pelas popnlaces alle-
mas, ao passo que nos antigos estados indepen-
dentes. os proprielarios aspirara o restabeleci-
meuto das dietas locaes.

Em quanto que o Irabalho dos homens de con-
fianca segua o seu audamanlo, o desconlenta-
menlo das provincias se Iraduzia por signaes
nao equvocos. Os magnates hngaros, que du-
rante a crise constitucional haviam representa-
de ura papel importante, deixam Vienna pata se
eslabelccer em Pesth ; outro3 dirigem ao gover-
no raemoriues aponiendo as inslituires proprias
satisfazer o voto geral ; os estuda'ules da Uni-
versidade vo a Vienna pedir garamias para a
conservarlo da linguagem nacional. Os mem-
bros mais eminentes do clero prolestam as oc-
casies solemnes a sua dedicaco reina patria.
O imperador, julgando que bastara a sua prc-
senca, como ha dous annos, para reanimar a
lealdade dos Hngaros, faz desmentir o boato
da sua viagem a um reino, cuja conducta o
indispunha; e o archiduque Maximiliano, a
quem a imprensa allema represntala como fa-
oravel s reformas, se afasia c se retira des-
contente, e desvalido Finalmente adoptam-se
medidas de rigor ; o archduque governador da
Hungra pede c obtem um reforco de tropas ;
recomegam as visitas domiciliarias, as prisesj
as perseguices, e uma ordem sobro a imprensa
declarou punivel loda e qualquer publicarlo,
a pretexto de simples noticias, das medidas qu
fossem conhecidas por inuiscripeo dos funecio-
fnarios, ou que tendessem a rid'icularisar e of-
ender as pessoas de posco social ou offi-
cial.
Qual era em 1855 o estado da divida da Aus-
tria .'A divida anliga, cuja origem remonta ao
anno do 1703, que contribuio para as despezas de
todas as guerras da Austria contra a Prussia, mo-
narchia franceza. resoluco e primeiro imperio,
monlava em 1811 cifra* de 658 milhes de flo-
rins como divida reconhecida, e mais do dobro
como divida incerla. A circulac.o do papel moe-
da nao era inferior a 1,100 milhes de florins
Por una dessas medidas revolucionarias, cujo
exemplo mais dc uma vez lera dado o governo
austraco, a importancia da divida foi enloredu-
zida metade, e o papel raoeda ou bancos (1)
convertido em uma nova especie de bilbetesos
ein/os(2) com abatimento de quatro quintos do
seu valor. Esses cintos tendo sido emiltidos em
1815 importando a cifra de 610 milhes em lugar
dc 295 quantidade fixada de antemo, e o seu cur-
so baixando a 351 florins em papel rnoeda contra
1!>0 florins em especio melalica, achou-se que
um credor do eslado possuidor de 1,000 florins
de bancos em 1811 recebia apenas 57 florins me-
tlicos cm!815.
O governo nao tardou a arrepender-se desse
deploravel expediente. Pela assignatura da paz
geral a divida anliga foi elevada cifra de 488
No meio de lodos estes fados que allcstam a milhes de florins; o por ura decreto imperial
decadencia inleriqr da Austria, o mais grave
cerlamente o movimento religioso, de que sao
iheatro cerios ponlos do imperio, especialmente
a Hungra. A concordata concluida com a cor-
te de Roma em 1855, a patente do 5 de novem-
bro do mesmo anno para organisaco das escolas
caiholicas, ea inslituico de tribunaes ecclesias-
licos para os interesses malrimoniaes, linham
suscitado legitimas opprehenses em todos os
espiritos. O governo imperial recuou peranle
uma opposico quasi tacita, porem geral, e at
aqui a concordata pareceu importar somente
u uma ameara. No 1." de setembro de 1859,
depois do revz da guerra da Italia, foi promul-
gado um decreto imperial, cora o fim dc acabar
com o provisorio que dalava de 1791, cujo ter-
mo as egrejas reformadas nunca cessaram de
pedir. A 27 de setembro a assembla da supe-
rintendencia de Kcesmarkt dirigi urna pelico
ao imperador para que elle houvesse dc sus-
pender os elTeilos do decreto ou patente at a
convocaro dc um synodo legamente cleilo ; os
termos dessa petico foram quasi invariavclmen-
te reproduzidos por todas as assemblas. que
entera se reunirn), e sem fallar das manifesla-
coes publicas, resoluces tomadas nao obstante
as ordens da autoridade superior, e recente-
mente levadas para ser presentes ao imperador
em Vienna por uma depulaco solemne, que elle
recusou admiltir sua presnca, basta dizer que
de 3 milhes de protstenles somonte 32,000
aceitaran) a palele imperial. A unanimidade.
pode-so dizer, recusou admitir um acto que dava
ao governo o direito de velar e decidir sobre
materiis religiosas ligiosas e de instrueco, de
approvar a escolhados dignitarios ecclcsiasticos,
privando desl'artc os protestantes de direitos le-
gaes garantidos por 100 annos de lulas, c pelos
tratados do paz dc Vienna e de Lintz.
Comprchcnde-se fcilmente que difliculdades
aprsente semrlhanle siluaro, especialmente
uma potencia allema, e que importancia accres-
foram creados 488, series das quaes 5 de um mi-
Iho cada um deveriam ser pagas em dinheiro
por meio da exlracco de uma lotera ennual, ou
produzir o juro de 5 por 100. A caixa da amor-
tisaco resgataria alera disso5 milhes por anuo
dessa mesma divida.
timo do 150 milhes ( empreslimo de Londres ],
os 133 milhes adia ntados pelo banco em rirludc
do decreto dc 11 de abril, o empreslimo lombar-
do-veneziano de 75 milhes. copponhamos mais
um dficit nos annos de 1858 e 1859 de 42 mi-
Ih oes, e ter-sc-ha uma cifra de 2,617 milhes do
florins, ou de 6,548 milhes do francos. A di-
vida da Austria excede, pois, oito vezes seu re-
dito annual, e representa mais da quera parte
da fortuna movel de todo o imperio. Que onzo
annos a divida cresceu mais dc 50 por 100 ; de
1,177 milhes de florins passou a 2,617 milhes.
Qual a cifra, comprehendida nesse augmento,
que pertence ao periodo que nos propomos exa-
minar, isto desdo a concluso da guerra do
Oriente at a paz de Zurich ? Temos era primeiro
lugar que inscrever no passivo de cada anno ura
dficit, quo bem so pode avaliar de 110 milhe3
de francos para 1855, 157 para 1856, 126 para
1857, quasi 400 milhes de francos, dos quaes
verdade que se deve abater o producto de algu-
mas sommas extraordinarias que figurara pela
primeira vez no ornamento do 1855, provenien-
tes, por exemplo, da venda das vas frreas,
sommas que conslituem um capital de cerca de
175 milhes de francos. De 185 a 1859 a pro-
porco mais elevada ; como dissemos, o lotal
da divida em 1818 se elevara a 2,207 milhes dc
florins, e em 1859 a 2,617 milhes, mais ainda
dc 400 milhes quo o anno anterior. E ainda
nao esla a somma exacta .dos sacrificios a quo
foram toreados os subditos do imperio por occa-
siao da guerra da Italia", pois que ao accrcscimo
da divida compre ajunlar a elevaco dos impos-
tes. A 7 c 13 de maio de 1859 decretos impe-
riaes augnientaram com uma sexta parle, equi-
valente a 17 e meio milhes de florins, os ira-
poslos directos (imposte sobre bens de raiz, to-
jas, e classes industriosas, etc. ) e 20 milhes o
nielo pouco mais ou menos os impostes indirec-
tos ( taes como de consumo, do sal, alfandegas,
sello, registro, consumo do vnho e da carne nos
campos ). Tendo sido esse augmento prorogado
por mais um anno, vera o seu total a importar
em quasi 80 milhes de florins, que mais um
onus que Irouxe a guerra. Assim de 1855 1859,
tres annos da paz fonm saldados com um dfi-
cit ae 400 milhes de francos, compensado em
parle pelo producto de certos recursos extraor-
dinarios, o um anno de guerra produziu maiorc3
sacrificios, dividas enormes, imposlos augmen-
tados polo dobro, alm dos 100 milhes obtidos
do Piemonle, que a Franca adiantou. Convm
observar, para nao estarnos engrossando os al-
garismos, que lodos os recursos, de que se lan-
cou mo pela guerra, nao foram ainda dispen-
sados. Sem fallar das laxas addicionaes applica-
veis ao exercicio de 1860, o empreslimo inglez
nao foi de todo subscripto ; c os titules perma-
necem as caixas do banco de Vienna-, todava
o lotal se acha inscrito no passivo do estado.
Passemos a examinar qual ser em tees cir-
cunstancias a siluaro do governo para com o
banco. No irabalho que nos servo de ponto de
partida para estas novas indagaces, encontramos
que em 1855 o governo era devedor do banco
apenas de 81 milhes de florins pelo resgate do
papel emiltido, e que acabava de contrahir para
com o mesmo banco uma obrigaro de 155 mi-
lhes de florins para occorrer s depezas neces-
sarias da guerra do Oriente, e ao dficit dos or-
ramentos, cedendo-lhe como garanta uma parte
dos dominios do imperio. Pelo fim desse mes-
mo anno de 1855 o banco apenas linha podido
obter por esse recurso pouco menos de 8 milhes.
No mez dc dezembro dc 1858 o governo, aperla-
do pelos compromissos contralados cm virlude
da convenro monetaria dc2i de Janeiro dc 1857
(3), quiz que o banco houvesse o seu pagamen-
te em moeda metallica, e pretendeu diminuir o
peso das suas obrigaces para com elle. Um
novo decreto cedeu ao banco uma parle da ven-
da do caminho de ferro do sul at 30 milhes,
permiiu-lhc alm disto al 25 milhes de obriga-
ces de arrecadaccrdas rendas feudaes, e o au-
torisou finalmente, para artortisaco dos 109
milhes que o eslado lhe deria ainda, a cinillir
uma somma cgual de olas no valor dc 1 orim,
destinados a screm retirados da circularo me-
dida qne se fosse realisando a venda dos domi-
nios.
XVI
Summario.Rpido exame sobre a origem da na-
vegaco e da marinha.Sua influencia sobre o
progresso das naces e civi isaco do mundo.
Noticias trazidas pelo vapor Jason.
Entre as numerosas e variadas conquistas de
que a industria humana tem o direito de ufanar-
se, nenhuma ha por sem duvida mais admiravel
do que a creaco, eslabelecimento o direceo
destas machinas flucluantes, que se chamam na-
vios, quo transportan) a patria para longo do so-
lo natal, conservando essa conlinuidade, que pa-
reca impossivel ; que sao como que uma ponte
movedica, que une entro si os diversos continen-
tes, o augmente as reluces de povo povo, es-
trellando os tacos da sociabilidade humana.
A influencia que a marinha lem tido na civi-
lisaco, immensa cinconlcstavel.
Consultando a historia nos encontramos a pro-
ra desta asserco em maia de um milho de tac-
tos eloquentes; porque desde a mais remota an-
tiguidade os povos se approveitavam da navega-
co como de um agente poderoso de progresso,
de predominio e riqueza.
Sua origem se perde na noile caliginosa dos
tempos primitivos, onde nada se pode devassar,
- e na falta de documentos em que nos baseemos
para assigna-la, acharaos mais acerlado racioci-
nar por indueco.
Nao pretendemos escrerer uma historia geral
ida marinha, tarefa que j foi pcifeilamenle des-
Seu principio foi indubiiavcTroeule informe, seus
progressos mu lentos, e para chegar perfeiejo
que hoje oaservamos. leve que passar por loi -
gos e infructferos ensaios, por tentativas and, -
ciosas, que a applicaco da bussola no secu.o
XIV por Flavio Gioia, d'eu.ura maravilhosodsei-
volvimenlo.
razoavel conjedurar-se, que desde que >s
homens so virara no mundo separados uns dis
outros por mares e rios, e sentirn o aguilh io
natural de procuraren) o estado dc associaco pa-
ra auferirem as grandes vantagens desle estado,
para o qual tudo nos impelle, coroprchenderem
que daveriam ulilisar esles mesraos raeios que a
natureza lhes apresentava como um obstculo,
da melhor forma que lhes suggeria a idea, ainda
ento tmida e acanhado.
Um tronco d'arvore arrancado de regiies
ignotas pela corrente caudalosa de um rio, cu, as
aguas engrossadas por copiosas chuvas trien m
excedido o leilo ordinario e conduzido tona
d'agua al a praia, mostrando uma diversa veje-
teco, o denunciando a existencia de um ou ro
solo, posto assim em communicabilidade com
aquclle onde encalhou foi provavelmente o p i-
meiro modelo apresenlado imaginaco huma.ia
de um meio de transporte.
Dahi nasceu naturalmente a idea de navegar).
Alguns paos reunidos mais ou menos fixamer te
com mais ou menos engenho, formaran) urna jan-
gada que os historiadores sao concordes era afir-
mar ser invenco dos Phenicios, especialmente
dos habitantes' de Tyro ; considerados como os
primeros navegadores, mas que nos suppomos
vcrosivelmenle ser conhecida anles do diluv o.
Estas jangadas eram construidas com pedaeps le
madeira, ligados por juncos, quasi como as qie
ainda hoje se usim no Brasil, especialmente Jo
rio de S. Francisco al o cabo de S Roque, e
nao serviram ao principio, seno para atravessar
de uma para oulra margem dos rios.
No primeiro dc Janeiro de 1858, segundo as in-
formaces mais recentes e dados officiosos, o lo-
tal das antigs obrigaces por pagar monlava an-
da, era capital a 378 milhes de florins. Verdade
que se deve deduzir os juros resgatados pela
caixa da amortisaro O rclalorio de uma com-
misso ltimamente nomeada para examinar a
situaco desse fundo especial demonstra quo se
deve annular 143 milhes dc florins, cujo juro
annual de 6 milhes.
A nova divida enmprehende todos os empres-
limos successivos emiltidos no interior e no ex-
terior desde 1815. A maior parle produz o juro
de 5 por cenlo pagare! em dinheiro, e as espe-
cies metallicas regulan em Vienna na mesma
razio que enlre nos a 3 por 100. A laxa por
que se ho negociado esses emprestimos tem va-
riado singularmente; a quadra mais prosperado
crdito austraco remonta ao anno de 1835:
emittio-se enlo a 3 por coto na razo do 75 fr.
De 1815 a 1847 o governo recorreu por duas ve-
zes ao empreslimo, e era 1818 o capitel se ele-
vou a 1,200 milhes do florins. De 1848 ao 1.
de Janeiro de 1858 a divida monlou 2.088 mi-
lhes de florins, quanto divida reconhecida, e
a 313 milhes, quanto duvidosa Reduzindo-se
184 milhes, quo pertencem caixa da amorli-
saco, fica um total de 2,217 milhes de florins.
Accrescentemos para o anno do 1859 o empres-
Com effeilo como nao admiltir-se esta hypo-
Ihese ? Porque razo os homens que enlo exis-
liram, e quo vmam oitocenlos e novecenlos an-
nos nao teriam ochado este nito, aperfeicoado-o
al, como diz Van Tenac, o hbil autor daHis-
toria ge-al da Marinha ?
Como tambem duvidar do conhecimenlo de na-
vegaepo nesses lempos, se o primeiro navio de
quo ha noticia a arca de No (1) construida por
um ma idado expresso de Dous, e pelo modelo
que elle apresentou, ese os primeros navegado-
res de quem falla a escriptura santa sao os filhos
de No ?
Eslc patriarcha percorreu o Mediterrneo com-|
seus tres filhos; mostrou Sera todo o liltoral
azialico, desde o Fanais, (2) passando o Bospho-
ro, al o Nilo ; Cham, as costas d' frica, des-
de o Nilo at o estreito de Gads, (31; e Japhcl
toda a costa da Europa, desde Gads al5 o Ta-
is ; e elle mesmo lancou os fundamentos das
colonias estabelecidas sobre estas costes.
Nao natural adiniltir-so com o referido his-
toriador, que esles primeiros navegadores quem
Horacio chama em suas odes a audaciosa poste-
ridade de Japhet, estebelecidos no liltoral, fize-
ram para coslea-lo pequeos navios, para os
quaes a arca de No lhes servio de modelo ?
Mas osla arca s foi construida para fluctuar
(1) Esla ares linha 300 covados de comprimen-
lo, 30 de altura, 50 de largura, segundo a escrip-
tura.
Conforme os clculos feilos por Canl, na sua
historia universal, estes dimensoes corresoondiam
512 ps e 6 pollegadas de comprtmcnlo, 85-3
de largura, o 51-3 de altura medida franceza,
podendo sua carga elevar-se 42,413 lonelladas,
isto quasi ao dobro da carga que admilte o
grande l.evialhan, pasmo do nosso seculo, que
mede 25,000 toneladas, c lem 680 ps inglezes da
compri nenio I
l) hoje o rio Don.
| [3] Cdiz, actualmente.
O estado se achava sempre devedor ao banco
de 186 milhes do florins ; porem nessa mesma
occasiao as diversas emisses de notas desle ul-
timo, irapot tavam era 338 milhes conlra um ro-
colhimento de 105 milhes e meio ; o no l." de
Janeiro dc 1859 o expediente sobre os pagamen-
tos cm dinheiro eslava concluido. Sabs-se que
pouco durou esso expediente ha tanto lempo dc-
sejado ; j em 11 de abril o estado fazia que o
banco lhe andianlasse 133 milhes de florins. A
circularlo forcada do papel moeda era novamente
decretada, os juros dos metallicos cram pagos
contra as promessas solemne sem notas do banco,
e durante os quatro roezes da guerra, a emisso
dessas notas de banco se elevava 1,200 milhes
de francos ao passo que o recolhiroento mclal-
lico se reduzia a 76.
IConlinuarse-ha.)
(1) Abreviatura de bancozettel (bilhetes de
banco).
(2) dem de einlosungs-cheine (bilhetes de em-
bolso).
sobre as aguas que cobriam loda a Ierra, c logo
quo se prcencheu a ordem secrete da Providen-
cia, ella parou sobre o monte Ararat ( Gnesis
cap 8. v. 4.)
Era necessario aperfeicoa-la para se prestar
navegaco, e nao ser apenas ojoguele das aguas.
Para isso o proprio elemento era quo devia mo-
ver indicava os raeios.
As barbalanas e a cauda dos pcixes lhes lem-
brou os remos c o leme. Com estas duas ma-
chinas ficaram senhor do movimento e da di-
receo.
Tiiiha-so assim resollido o problema que hoje
tambera nos prcoecupa no aperfeicpamenio da
navegaco aria, isto subordinado a direrro
do vehculo, vonlade humana, e nao deixando-a
iuleiramenlc aeco dos agentes physicos da na-
tureza.
O uso das velas foi um melhoramento que at-
iesta um grao de civilisaco mais adianlado, cer-
lamente indicado pela torca do vento, cujoseffei-
los sensiveis se nolava.
Se desla fonte insuspeila recorremos s Iradic-
ces, ellas nos dizcm que irinta secutes antes de
J. G. Memroum enslnou aos Sidonios se cobri-
rem de pellos, conslruircm casas, tirarem fo-
go da pedra, e a fazerem um navio de um tron-
co d'arvore que ello abateu e lancou ao mar.
Ainda a mylhologia nos demonstra a untigui-
dade do conhecimenlo da navegaco, aposentan-
do Neptuuo como o primeiro que cobrio o Me-
diterrneo cora suas frotas, na qualidade de gran-
de almirante de seu pai Saturno ; porm na opi-
nio dos historiadores serios, que, como diz Vam
Tenac investigaran a verdade na fbula, Saturno
nao seno No, e Nepluno Japhet.
A marinha ao principio s servio para auxiliar
o comroerciu de permute e para as emigrarles
dos povos, eraigrnces que se seguiram dcstrui-
co da Torre de Babel ; porque os operarios des-
la temeraria empreza foram obrigados se dis-
persar por todas as parles do mundo.
Mas este uso innocente nao bastava ndole
humona, que logo descobrio no ero instrunien-
(3) Nao ha quem nao saiba que uma commis-
so se reunir em Vienna para tentar a intro-
dcelo na Allemanha do syslema decimal e uni-
dade de moedas ; a Pussia, porm, nao querendo
renunciar ao seu talher nacional que vale 3 fr.
75 cntimos, consentiu a Austria em mudar o
florim de 2 fr. e.60 cntimos cm florim dc 2 fr.
e 50 cntimos, o que estabelece urna proporro
justa com as moedas allemas, e por conseguin-
le cora as nossas.
to com que Deus havia dolado o mundo, um ele- a fez abandonar a prosecuco de seus planos de
mente de deslruic,o temivel. conquista.
A expedigo de Semirames conlra a frota Mas paremos por agora nessas invesligaces,
de Staurobales rei das Indias; a dos Argo- I cedendo fadiga que sentimos ; depois as conti-
nautes no anno do mundo 2801 ou 1144
anuos depois do diluvio, e o sitio de Troia, anles
de J. C. 1209, mostrou a anliguidade da marinha
militar ou dc guerra e nos mduzem rrer quo a
Grecia possuia uma marinha militar 13 ou 14
secutes antes da era vulgar. Porem, como dar
estes fados por provados, se essas pocas esto
envolvidas na mais completa obscuridade ? Pre-
ferimos, pois, comecar a nossa analyse do anno
730 antes de J. C. em que a histeria mais po-
nuaremos.
O vapor Jason, honlem chegado do Rio do
Janeiro nenhuma noticia importante sobre a ma-
rinha nos Irouxe ao conhecimenlo.
Tinham-sc reformado o Sr, espito lente Jo-
s Joaqutm de Oliveira e u Sr primeiro lenle
Joo Mariano Cavalcanti d'Albuquerque, devendo
se-lo em breve o Sr. capito de fragata Antonio
Carlos Figueira,visto ter sido julgado incapaz pa-
sitiva, e faz menco dos Phenicios, que ento do- I ra lodo o servco. Alem disso conste que mui-
minavara no Mediterrneo, como os mais habis 'os requenmenlos leem sido dirigidos ao governo
e ousados navegadores. Por- varl0S olnciaes, pedindo a mesma cousa.
... I E hoje pensamento dominante na marinha aban-
Esles povos, que nao vemos na actualidado ou-| donar 0 servco se esle pcnsamenlo nao se ba-
teos \ que possam comparar, senao aos da raga ; sea8se em cauas profundas de desconlentamenlo
saxonia, fizeram verdadeiros prodigios, que am- j qlie temos ina-icai|0i nao nos jnquiei,iiiamos com
da hoje, no estado adianlado de civilisaco, nos e[|e( seria uma m 'era breve se terminara.
Mas assim nao : ello revela a existencia do
uma molestia grave, que exige serios cuidados, e
a cousultedos mais abalisados professores capa-
zos de a debellar.
E haver uilenco de conscgui-lo ?
Uicant Paduani !
Veremos a falla do throno, e se o relaloiio do
Sr. ministro da marinha nos iraz alguma espe-
rance.
proposite de falla do throno : nao se abri
pela segunda vez a assembla geral no dia mar-
cado pela constiluico I 1
A pena se recusa estampar as consideraces
que de tropel nos brolom da mente acerca desle
tacto to lamenlarel.
Todos os Brasileiros, verdaderamente patrio-
las, senliro, como nos, a sua reprodcelo I
arrancara ura brado de admiraeo e de res-
peilo.
Sem conhfcimento da agulha do marear, em
seus barcos imperfeitos. elles percorreram todo
o mundo enlo conhecido ; navegaran) at s In-
dias, llravessaram mares tempestuosos, ainda
hoje temidos; deixaram emfim. por loda a parto
lestemunhas irrecosaveis de suas viagens e de
seu poder naval!
Alguns historiadores, levados por um natural
enthusiasmo chegam al a pretender que elles co-
nheciam o vaste ocano, que separa a Europa da
America, e que suas quilhas foram as primeiras
que o defloraram.
Nessa mesma poca os Indios c os Egypcios
cram tambem respeitados por seu poder naval,
Je que linham dado uma eloqucnle manifesta-
rn na alliaiiQa, que Gzeram contra a rainha Se-
mirames, quem j alludimos, em que oppoze-
ram na embocadura do Indusqunlro mil navios
esta rainha, lo celebre por seu genio e sua bel-
leza, a qual ah soffreu uma derrota uoiavel, que
E. A.
PERN. TYP. DE H. F. DEFARIA. 1860 "

. MIITII ArHTL


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