Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09058


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Full Text
' '"-
-^r**^H*mmw
lHEe
i
Por tres raezes adianlados 5r}0O.
Por tres mczes vencidos 63OOO.
TEBC1 FEIRA 8 DE MAIO DE 1860.
- ni um.....-
Poraono adiantadt 198000.
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIpgAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Aloxandrino de Lima;
NatM, o Sr. Antonio Marques du Silva; Aracaly. o
Sr. A. de Lomos Braga; Cora, o Sr. J.Jos do Uii-
veira; Maranhao, o Sr. Manoel Jos Martins Ribei-
ro Guimares; Piauhy, o Sr. Joao Fernandos
Moraos Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. J.-rouymn da Cosa.
I'AIU'IUA DUS ClMUiElU: .
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dra.
Iguarjss. Goiaana e Parahiba as secundas
e sextas feiras.
S. Anio. Bezerros, Bonito
as Je
o,T
quera, Ing-izeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
de~ Oricury e Exti ras q.iarlas-feiras.
Cabo, Serinhaem, Rio Formoso.Una. Barreirr.'
Agua Prela, Pimenteiras e Natal quinfas reirn.
( Todos os correios parlom as 10 horas da manl.a
-, Caruar, Altinhoe
O.irannnns nasJercas feiras.
Pao d'Alho.Ttezareth, l.imoeiro, Brejn, Pc--
PARTE OFFICIAL.
<> M ItAO 1*A rBUVIAUA.
Ex pedienledo da 5 de malo
do l&tiO.
Offirio ao Exm. coromai.daiile das armas De-
volverido a V. Eic. o oflicio do majorJoe do
liego Barros Faloao, que veio annexo ao do V.
fcxc. oalodo de Iiontem, sob n. 491, tenlio a di-
zer-lhe u,ue firo inteirado da marcha da forca que
sob o commando do referido mejor geguiu em
deligenria para a villa de Ourirury.
ililo ao mesmo. Pode V. Exc. mandar abrir
assenlaroeuU de praca ao recrula Joao Jos
sania Aiin que fui julgado apto para o ser
do exercilo, como consta do termo anncxu a
otlicio de V. Exc., do 4 do crrenle, sob n. 487.
Dito ao mesmo l'tlo oflicio que V. Exc. me
a irigio honlem. sob n. 485. fiquei inieirado do so
adiar preso por haver disertado do I.
de infanlar, onde se achava alistado
Jos Ferreira da Silva.
Dito ao mesmo Sirva-se V. Exc. de expedir
as convelientes ordens para ser inspeccionado
Antonio Claudwo da Conceico que se offerece
para Hervir no exerciio.
Dito ao Exra. commandante superior da suar-
da nacional do Kecife.-A' vista do que expe V
fcxc em olhcio de 30 de abril ultimo, sob n.
Oto. com referencia ao > commandanie do 2.- ba-
nho tesnlvido quo se aura una enlerniaria no lu-
gar da ilha do Pina para o tratamnntodas pessnas
atccmmetlidas da febre amarelte a bordo dos na-
vios surtos nesle porto, a qual se reger. pels ins-
truoges provisorias que Ihe remello inclusas.
Fica designado o l)r. Luciano de MoraesSarmon-
lo para se encarregar do servico medico da en-
fermara vencendo a gratifiracao diaria de 25j. e
para as visitas de bordo ser nomeado um medi-
co da armada, mediante a gratifieacao do 103 dia-
rios. Nesla ata expeco rdem a inspector do
arsenal de marinha para mandar por a dlsposi-
cao de Vmc. um escallcr para a conducro dos
ese thesouraria de fazenda para paga-
> das neressarias despozas.Fizeram-se as
* lenles communieares.
EPHEMEB1DES rfb MEZ DE MAlu.
5 Le acheta as 4 horas e 42 minutos da manh
12 Qt arto minguante as 4 horas e 57 minuta
da tarde.
_ La nova as 4 horas o 27 minutos da lard
2/ piano crescenle as 5 horas e 45 minutos di
la: de.
PREAMAR DE HOJE.
Primiin as 6 horas e 54 minutos da manha
Segundo as 7 horas e 18 minutos da larde.
AUUINECIAS DOS TIUBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commcrcio : segundas e quintas
Relacao : lergas feiras e sabbados.
Fazenda : tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dia.
Dito de orphaos: toreas e sextas as 10 horas
Primeir vara do civil; tercas e sextas ao meio di
StpMl vara do civil
meio din.
quarlas e sabbados ao
lialalliao
o recrula
talho da guarda
annexo, pode V
vigo o guarda,
Xavier Hamos.
Dito ao presida
copia a V.
nal deste municipio a elle
ndar chamar para o ser-
alalho Marcos Agapilo
__felacao.Transmiti por
S., para eu conbecimanto, o aviso
expedido pelo ministerio da juslica, em 9 de mar-
co ultimo, declarando ser obrigaiorio o servico
prestado as relacoes pelos juizes do direito por
lana de numero de desembargadores.
c ?!** JiLLbe dc Poleia.Respondo ao sen of-
~? mlW'e, s"t' ". 632, declarando-ljie
qU.3 lpando o estado actual dos cofres
apoza de urna priso para ebrios,
P individuos presos noile em-
quamv^H^ao remettidos para seus destino
conveaf addiar-se a realisacao dessa obra para
quando se poder fazer sem detrimento de oulras
lespezas urgentes cargo daquelles cofres
Dito ao mesmo.- Ao ofTicio de V. S. de 30 de
abril ultimo sob n. 000, respondo dizondo quo
estando a despeza a fazer-se com o pagamanio
dos vencimentos dos empregadoe dessa seciotaria
compreheiidido na dsposico do decreto de 7 de
maiode 1842. nao pode Ser ella autorisada pela
.presidencia, compro pois esperar por delicra-
eaodogoverno iim^guH aquem uesbi dtame
dirijo a tai respertff:
Dito ao commandanie do corpo de pelicia A'
uxa de sua inprmacjN 2 de aboi prximo
fent',rb l*6' mdc V' KK
pnenle-general commandanie d,s armas o fur-
lm-M CrP e Seu "nando Pedro Ignacio de
Aimeida Cuedes, que se offereceu voluntaria-
mente para o servico do exercito.
Dito ao inspector da thesouraria de azeoda.
Transmiti por copia a V. S., pan o m conve-
xin e o offioio que me dirigi o inspector do ar-
senal de marinha, communicando haver admilii-
oo, como servente, para coadjuvar os trabalhos
nal, a Olvmpio Symphronio Pereira, com o ven-
cimento del rs. diarios. Communicou-se oo
arsenal de marinha.
Dilo ao mesmo.Mande V. S. pagar vista da
conta junta em duplcala a quantia de 35o rs
em que imporlam dous fornos de coser farinha
queforam comprados pelo eonselho administra-
VT pf.ra o Presidio de Fernaudo.-Ofluciou-se ao
eonselho administrativo.
Dito ao mesmo.Tomando em considerecao o
que me ponderou o lente general corama'ndan-
te das armas em officio de honlem, sob n. 484
recommendo a V. S. que mande sobr'eslar no
descont que pretende essa thesouraria fazer, em
visia do aviso do ministerio da guerra de 31 de
marco ultimo, na etape abonoda s pracas em
guarnicao nesla prorincia, a contardo 1 de ia-
^'l"*i!e a""0,' al 1"e overno imperial, a
cujo conhecimenle vou levar o mencionado olTi-
a eriazo deftfl"ilivamenle queenlender mais
acertado. Officiou-se ao commandanie das
islrvcr.oet o que se refere o officio cima.
lnstruccoes para o servico e tratamiento da febre
amarella das pessoas de bordo.
Servico das pessoas a bordo.
1.a Para as visitas dos navio? havera um me-
dico, que permanecer das 6 horas da manhaa
as 6 da lardo, prximo ao porto, de onde possa
observar os navios ancorados ; durante esle lem-
po far urna visita pola manhaa eoulra a tarde
bordo dos navios, em que houver doentes. para
onde ira logo que qualquer embaroaefio fizerdis-
80 signal em horas tora das das visitas ordinarias.
Os doentes de febre amarella, que encontrar, se-
rao condozidos em um escaler convenientemente
preparado o mais breve possivel para o hospital
no caso pormde haver demora por tiaoperniit-
lir a mar, ou para cerlilicar-se do dia
da molestia, se lh.\s preslar.lo
dicos qu
les de o
dosembaj
vier.
2.a Nc
dente de bpr'
agnstico
os soccorros me-
.rem, mesmo a bordo. Os doen-
eslias receberao urna guia para
iserem tratados oiuc lhes con-
ente de fe
dos navio
em casas particulares, de
belecidos nesla cidade, em
la a infernarla na ilha do
ella, proco-
ser recebido
spitaes esla-
char-se abor-
te
3." Logo que cahira bordo qua'- er pessoa doen-
, a embarcacao icar a meio 'pao, no mastro
da mesma a bandera da sua naci para que o
medico a v visitar sem perda de "lempo.
Servico no hospital provisorio.
4.' Emqtianlo for julgada necessaria fica crea-
da urna enfermara em urna parte do edificio do
hzarelo do Pina para nella serem tratadas as
peasons doentes de febre amarella de bordo das
embarcacoes surtas no porlo, sob a direceo do
lacullalivo interino e dependente da
da saude do porto,
5." O servico da
dico interno, "um
tnspeccao
mesroa ser feilo por um rae-
ufermeiro e os serventes que
forera julgados ncessarios pelo medico com ao-
pra*ae.io do presidente da provincia. Al des-
tes havera uro capeUio. um escrevenfe e um
costnheiro.
parar debaixo oe suas vistas os i
pies, ou que nao ddmitiirom demora,
quo oinformeiro cumpra exactamente
gur ica Uo quum q.ier qu soja Na,, uom.ci,
nunca aviltar ou mutilar um povo ; e as som-
bras perspecti/as do futuro se explicara peloS
dercr.osda carta europea. As raas comprimi-
das, as alliancas ou diises feitas contra a or-
len da nalurcza, a Hungra submettida pela for-
ca ac jugo da Austria, Veneza separada forcosai
ment; da Italia, os christos do Oriente o'pprii- Franca e' o I
mtdoi pelos Turcos, e.s-aqiri as causas que prol
duzeina inquietacftodo velho rontlneme. Cura
pre que cada um ajude ao doloroso desenvolv-
ment da Europa moderna.
Qu ilquer violencia exercida. qualquer injus-
liea coramellila ser o germen de urna guerra o
de una revohujao, que um dia rebenlar, inevi-
tavel expiaco legada aos lilhos pelas faltas doi
seus :>aes. A revolucao italiana nao dou lempr
a ser abafada. No dia em que a guarnicao fran-
ceza ie ausentar do Boma o contagio da'anuexa-
cao fanharfi os estados romanos, e aples n.ic
Ihe resistir tambera multe lempo; a prova disto
e a a hIcbo que j se extende at a Sicilia
En aples ralla-so n.uito de una prxima re-
volucao, e segundo as eventualidades a esuuadm
rranc za ira reunir-se da Inglaterra nessas pa-
ragons. '
Aprsardos esforcos do governo os factos veri-
hcades no norte da Italia impressionara proun-
aame lie as populaces ; a polica dobra de zelc
e lod. va nao pode impedir que apparecam cada
uia novas e mais graves manileslaces, que a<
cores nacionaes sejam vistas como
DAS DA SEMANA.
7 Secunda. S. Estanislao b. m. ; S. Flavio.
8 Terca. AMjwrffio de S. Miguel Arrhanjo.
9 Qnarta. S. Gregorio Nazianzno b. doul. da Ir
10 Quinla. S Antonio are. de Florenr-a.
11 Sexla. S. Anaslacio ni.; S. Fabio Sizino.
12 Sabbado. S. J'oanna princoza v.
13 Domingo. Noan Spnhora
industria, poier lamben. lanca-U na urden, se-
cundana dos estados ouropeus
Apezar do ludo a questo si
dos Marlyrp.
temiera ra
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL.
Alagoas. o Sr. Claudino Falc3o Dias; Bahia, o
Sr.Jos Martins Airea; Rio de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PERNAMBUCO.
O propretario do diario Manoel Figueiroa de .
tar.a.naaua livrara praca da Independencia ns.
sobre
tu- deveriaui lazer alguiuas observa-
,,, resPeUo- P"r'. nao obstante, no repel-
da Saboia nao delWVnT.. Zntt'iZ^ t?^ ^ZZ^Z? >~~S*
T ..hado do ^sspusiuzrr.ss^cido- ,onsul da Russia" -2 aT P ;
^srfS:E^^^^
ate Monl-Cenis. de Nice at Villa-franca inclusi-
ve, e ue lodos os passos dos Alpes e dos dislric-
da Saboia parles certos symplomas,' que do qe reeclir, e
tos de Chablais e de
aram
lao linanceira.
Os gabinetes nao linham motivos para orotes-
' ',raum 'gnonto bascado na soberana
LPJ^' ?S ellos rt'cusLo eonfesssr : -
rmpe",e ,de ma imples negoeiecao de sobe-
rano para soberano, peranle a qual doviam desap-
parecer as objeccoes de principios. Domis a
luestao cada da adiantava um passo para o do-
riTlV l-'0S rons,,"nados. Eniquanto em Tu-
rno Vctor Lmmanuel acolhia os votos de
xacao da Italia
que fazem um pouco lembradas as orgolhosas o
provocantes att.ludes do piincipe de MenschikolT
antes da colligaco de 1853. Em todo o caso as
profundas animosidades, suscitadas no interior
do imper.o por diversas quesles, do se aecal-
mam, pelo contraro lomam mais vulto, e absor-
vem pouco mais ou menos as preoecupaeoesac-
luaesdoczar. "
Em Berln a reforma unitaria tem occasionado
rtebales calorosos as cmaras. Na commisso
da segunda cmara o partido liberal e o partido
ministerial se explicaram pelo orgiio de dous ae-
pulados em termos lao fortes que quasi occasio-
m duello. Encareceram os perigosimmi-
- sera ameaeada pela
legua do Totuan pelos Hespanhoes, que conti-
tou an"n Su\rh>\^ Abbas'seqaPresen-
rom as seguintes preliminares de paz : Extensio
do territorio de Ceuta, cesso de Santo Cruz
'ci da etnvencao de Melilla. quMro ce-
ios ra.lhoes de reales como indenmisacao da
g-orra.occupa.ode Totuan al compela %!
"Tl^T"" "t rnmuS a n"
S nia,?f"voda1 residencia em Fez do re-
presentante hespanhol, e de urna caso de m?s-
sionar.os. negociaran da paz era Teluau recim
cacao era 30 dias ao ma s lardar. 'fi"
postas!1"08 q" rCSU"ar dC ,0di,S essas Pro"
anne- I nenies de que a Prussia
m acolhia I a CTaU M$^fcrf- NP'o ->& 6 a*nn dSlU "'- Vns. o de-g b,n^
III acolhia os que lhe eran dirigidos por parle da ** *t. de Schleinitz. chefe do ministerio se
Saboia.
No di
Denan Hr. de Schleinitz, chefe do ministonc
j vio bastante comprometido na sua posigo por
nrnvh,r?.ra.,r90cTn doPu,a^"> de conse- causa da sua conducta relaUvamenteroVe
::'.ros PrJ0V,nc!Je.s da Saboia, e coi.selheiros mu- -ios da Saboia : urna certa fraeco loria desojado
em tedos os lugares pblicos as bjndeiras'ou nrffdf^! cidades mais importantes, encane- 11,,e He se recordasse do negocio
lacos pregados nos chapeos. *PreseDtar ao imperador os votos de seus 'l,>|. lomasse urna
As ientengas polticas tomara proporrOes as-I1 ul.^.." '!"?. 1"8' dePulaCa" era presidida pe- Cao helvtica I
susta.oras. as prisoes estao por tal forma" cheai '' ,'rey,,c dn Bellccombe, manifestia a fe- Em Vienna o
de Neuf-Cha-
vuiganc.a contra a confedera-
de ini ividuos suspeilos o infelizes presos pnr um
simple capricho da administraco, que foi preci-
so so nnniviu 1 ..-____;.:_ __. M. fiotl
jri,( ---..-.,........."! v. governo se acha compenetrado
..""! ^^experimentan!, o seu paz vendo-se ." flaqueza piillla e financeira. e inquieto
reunido Franca
possa m
festada idea de um desmembrame'nto, elle
nunciaya desde logo a desligar qualquer porco
do ler tono saboianno em favor da cenfederaco
helvtica.
Espero, senhores,
O medico sitar os doenles-e pre-1P *,
ixo de suas vistas oj remedios sim- ..
ue nao admitiirera demora, vigiar
neiro cumpra exactamente as suas
Ocepellao prestar os soccorros ospiri-
icommendar os que fallecerem. O es-
d0?f^M,8m0- A,lndendo ao que me pon-
derou o tenente-general commandanie das ar-
mas em offleio de honlem, sob n. 481. recon-
, K-f-7-/* qUe Wande P38ar- ob mnha res-
jjonsabihdade, nos termos do I2art. 1 dode-
ffi. a de m8i0 de mi' a importancia das
fnn i H eD,enciados militares, reclusos na
lortalea do Brum. relativos a ultima quinzena e
as subscquentes.-Officiou-se ao lente general
commandanie das armas.
Dito ao mesmo. A vista do que V. s expoz
<-m seu officio de honlem. sob n. 442, com refe-
rencia ao parecer da respectiva contadura, o nu-
tonso a mandar pagar a Antonio Severiano de
fjouza. cujo requerimento devolvo, a quantia de
2-m. em que importa o aluguel dos cavallosque
conduzram de Villa Bella para esta capital ob-
jectos do fardamento, manas, municoes o am-
bulancias, perlencentes ao oilavo batalho fantera.
Dilo ao mesmo. vista dos documentos jun-
tos, mande V. S indemnisar o 8o balalho do in-
fantera da quantia de 19200, dispendida nos
mczes do janelro e fevereiro deste anno com o
lornecirneiito de luzes para o quarlel do dilo ba-
lalho em Villa Bella. Ofr.ciou.se ao tenenle-
.general commandanie das armas.
Dito ao mesmo. vista do pret o folha in-
clusos, mande V. S. pagar os vencimenlos rela-
tivos no mez de abril ultimo, dos ofBciaes e pra-
cas do 2o balalho aquarieliado da guarda nacio-
J.al deste municipio, conforme requisilou o res-
pectivo i-ommandaute superior em officio de hon-
lem
Dito ao commandanie do corpo do polica.__
"Mande V. S. apresenter opportunaroente na re-
parlico de polica, duas pregas do corpo de seu
xommando. afina de escollarem um criminoso do
morte al a provincia da Paarahiba no primeiro
raporque para all seguir.-Offlciou-se a agencia
para dar transporte, e commuuicou-so no chefe
de polica.
ordens.
luaes e oncomiiH-111,,11,1 u q.m lauecerem. O es
crevente lera um lvro de registro das entradas ,
sacudas e bitos dos infermos. e apresenlar dia- [
rtamenle um mappa do movimenlodo hospital
a inspeccao da saudo do porlo. Os serventes se
prestarao ao servico interno das interinaras a
earregarem padiolas os doentes ue.nao pod'e-
lem andar do lugar do desembarque ao hospital
e levaren) os cadveres ao cemitur do hospital
e dar-lhes sepultura. O cosinhero compete pre-
parar os alimentos e dieta dos doentes, dar a-ua
para banhos, ele
6."Os remedios, sero fornscidos por urna
das boticas mais acreditadas e remettidos duas
vezes no dia para o hospital, segundo a receita
do medico interno ; aim disto havera no hospi-
tal urna ambulancia com os remedios precisos
para os primeiros soccorrus.
7~Servirao t>a enfermara as camas, roupa
e mais objectos precisos, que se acham deposi-
tados no mesmo estabeleciraento para esle ira
apresenlar ao
Ptolao.me'o-Mande V. S. ,.,
subdelegado do dislnclo da Capunga um soldado
do corpo sob seu commando para o servico de
polica.
Dito ao juiz de dircilo da comarca de Gara-
mnuns.Para curoprimento do ordens imperiaes
informe Vmc. sobro o requerimento junto, err
que Jos Pinto da Malla pede perdo do resto da
pona de priso a que foi condemnado pelo jury
do termo de Garahhuns.
Dilo ao commandanie do presidio de Fernin-
lo.De conformidade com o que me requisilou
Exra. presidente da Parahiba em officio do 27
de abril ultimo, sob n. 50, recommendo a Vmc.
que remella, na primeira opporlunidado, para es-
13 capitel os reos Antonio Jos das Virgens. con-
demnado peoa de morte pelo jury do termo da
cidade d Aren daquella provincia, e Antonio Go-
mes Marianno. que tem de responder a novo iul-
gamenlo naquelle termo.
Dito ao director das obras militares. Mande
Vmc. catar o quactel da companhia do arliOces,
como, requisito do respectivo capilao com-
^la,nnSin^qU9 $0lu;ila ,ennte general
sob n. 492.-Offictou7so ao lente general com-
mandanie das armas, .iwiia.
Dito ao inspector da sadedo porto. Alten-
dendo ao que Vmc. expe em seusofficios de 2 e
4 do correnle, e bem assim a tu reqotsiSao, te-
.JJ- ^ ''*:', rA1'-';:
os alimentos e agua potavel serao orecfd'os'iiel
mordomo do Lazareto.
8."Cada doente que for para o hospital, pa-
gar a quantia de tres mil ris diarios, por lodo o
servico comprehendidos aquellos que quizerera
iratar-se com medico de ua escolha. Os consig-
natarios dos navios su os responsavais pela des-
peza.
9.aToda a|despeza com a compra de objectos
precisos, honorario dos mdicos, remedios, die-
ta, salario dos erapregados e remadores etc. cor-
rer por conta da fazenda publica, que ser in-
demnisada com a importancia das diarias.
Officio ao administrador do correio.Decla-
re-me Vmc. n causa da demora que houve na
romessa do officio de que trata o de Vmc. dala-
do de honlem, visto ler sido aquelle oflicio rece-
bido nessa repartigao no dia 9 de setembro ul-
timo.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro.
Respondo ao seu officio de honlem, declarando
que nesla data convido o engenheiro Emest Di-
mi Strut, para assislir ao exame das cot.Us, de'
que trata Vmc. em seu citado officio.Officiou-
seao Sr. Slrut.
Portera.O presidente da provincia usando
da attnbuicao que lhe confere o arl.7di le de
12 do agoste de 1834, resolveprorogar mais at o
da B do corrente a presente scsso da assembla
provincial.-Officiou-se a asserabla e a thesou-
raria provincial.
Dito ao agente da companhia do paquetes a
vapor.O Sr. agente da companhia b-tasileira
de paquetes a vapor mande dar transporte para
a corte, por conta do ministero da guerra ao
ex-soldado do oxerclo Manoel Francisco do Es-
pirito Santo.
Dilo ao gerente da companhia Pernambucana
O Sr. gerente da companhia Pernambucana
mande dar passagem para o Bio Grande do Nor-
te no vapor Iguarass a Antiocho Aprigio Acar-
rachal de Almeida, em lugar destinado para pas-
sagoiro do geverno.
so se enunciar perseguico p*elos delictos com-
muns. Os velhacos. ladrees o assassinos gozan,
la im ximdado a tira de que as prisoes
ser re. ervadas para aquellos que
rranc,,, e que fazem rotos pelo triu
sa nacional.
O soberano bem quenamaorpe
detxa odavia de inclinar todas as suas aspira
coesp(ira a Austria, e todas as sues sympathias
para ira armamento em favor do poder tempo-
ral do papa; suas tropasesto a ponto de entrar
as frcnieiras deste ultimo.
Ao_eu lodo, e no seu proprio caslello so pro-
nuncii.ro palavras singulares; sirva para abonar
o que digo a scguinto expresso do embaixador
da Ira u;a, o qual depois de haver esperado ba-
tanteiempo por una audiencia, veio um cama-
rista dizer-lhe que nao se encontrara o re; en-
lao o mbaixador no aclo de retirar-so pronun-
cou a to para que fosse ouvido por lodos os cor-
tesnos e funccionanos reunidos na nifi-camara a <,VJ....." "" 3,n,;ui,l.:il ua
wal.-jCThorcs, o tei est perdida: '?T'. *\ "* ?uas lrPas Para a
A p:,rale roo produzie um succesio.ajradaret, Ral,?am^yK? qua';lel ei
rra.it im semana senJofaUava"nWtra cod- r*"*"!*- e m Nice o do gn
sa. au;menlando-lhe cada qifeloscon.mei.tarios
que lh ; vinham a lembranda.
Finalmente o mais grave jf>- que os emigrados
apo anos comocam a thegar na Italia en lao
grande numero quanto os empregados venezia-
nos, d.scmbarcam lodosos dias em Genova e
por este vez sao quasi na totalidade pcrtencenies
as clas.es mais elevadas ou pela intelligencia ou
pela anslocracia de fortuna.
-,-. supphcou ao imperador em I P'" manifestacoes drinlerminavel eltervosren-
v? Le? P.^u'ocoes que houvesscm de preser- a hngara. No dia 15 de marro ultimo em Pesih
lli ,Palz le qualquer desmembramenlo. Na- os mancebos do paiz, recorda'ndo-sc de
poleao III respondeu : Tendo o rci da Sarde- marco de 1848. grande dia da ultima
H (_ i u 1111 > 3o
15 de
revolucao
esperanzas da
Tudo islo sen-
as recrminages
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Pars, 7 de abril de 1860.
(Continuago do n. 102)
Como cima disseraos em toda a exlenso da
pennsula as populagocs nopensam n'outra cou-
sa senao na onnexago e na unidade um
grande movimenlo este magnfico e inesperado
que nada ha capaz de suspender, sem contar que
e quasi sempre intil a opposgao aquillo que
urna naco sejulga com dreilo de considerar
como seu legitimo desenvolvimento. Sempre se
leve o mo pcnsamenlo de querer oppor temores
reaes ou chimericos, que se podem conceber, s
vanlagens corlas e seguras que um povo qual-
quer espera de tal ou tal modo de organisaoo
interior. *
A Europa pode inqueter-se com a centralsa-
gao franceza ; a Frauga pode do seu lado julgar
proposito aconselhar-lhe o federalismo. A In-
glaterra receta que a abertura do islhmo do Suez
despert s nagoes do Mediterrneo o desojo de
parlilhar com ella do comraorcio da Asia ; sua
opposgao, a qual todava nao far abortar o pro-
jecto do canal, torna impopular,e faz quo pa-
rega mimiga do nleresse universal. Um grande
reino italiano bastante forte para defender-se e
que nao podesse mais supportsr um engrandeci-
menlo possivel, gozara na Europa dc grande im-
portancia poltica, commercial. Iliteraria e arts-
tica, mas no atnescaiia a independencia e a se-
Ntnfuem na Italia julga que possa continuar o
reg me n que boje prevalece sob o sceptro de
rranci.' eo II, e os brados da dor sabidos dos pei-
tos vet ezianos sao de alguma sorte abalados pa-
los qut se elevara as duas Siclias.
A q. estao da Saboia tem tomado graudes pro-
porcopinasprcoccupagoes europeas, e desperta-
do as paixoes mglczas e germnicas ; e todas ai
objecetesapresenladas ainda esta a mais mo-
derada :
Con este engrandacimenlo a Franga vai des-
pertar odas as desconliangas da Europa, vai fa-
zer ent ever novas propeuses de conquistas e
por coi seguinte animar todas as perspectivas as-
sustaderas do urna guerra futura.
Oue .'ngrandeciraento este paraaMjsnca?
Na sua populago augmenta cerca de Ii56 ou
1,51 prcenlo; na sua foiga mililar numrico
augme Ha 1.515 soldados sobre um contingente
annual.de 100.000 homens, c 1,212sobre urucon-
tingent) do paz de 80,000 homens. Eis-aqui essa
grande augmento que causa tantos cuidados Ac-,
tualme ite cresccr ella em riquezas enormes? So
se altender para as isenges de certos imposto^
quo ex ge a temperatura da zona franca deCliau-
blaise Faucigny. etc., islo a parte mais frtil
aa sab. is, o por outro lado para a pobroza de to-
do o reanle, exceptuando Nice ; se se altender
para os trabalhos, pontes, estradas que ha para
tazer-si, afim doque possa a Saboia chegar ao
mesmo p em quo se acharaos departamentos
rrancez^s, nao fallando j da obra gigantesca do
Monte-.ems, conduir-se-ha que a annexaco
longo ce augmentar o budgot, o aggravar anida
mais p. r muilos anuos.
Finalmente como territorio estratgico, mos-
trar po ico conhecimento da geographia o consi-
derae-se a Saboia urna posigo aggressiva. a cha-
ve cte I.alia, segundo se disse no parlamento in-
giez. Hao. o equilibrio europeu nao pode des-
morona r-se por to pouca cousa, e se a Franca
quizesss a --------
-------, acrescentou elle, poder
bcm.depressa considerar-vos como membros da
grande familia franceza. E den
adhe3ao provavel das potencias,
do de natureza fazer cessar as .
ao mesmo lempo digns e pouco fundadas, ei-
as pelos goyeruos estrangeiros, a Franca de seu
mota proprio, e deede 21 de margo comecou o
H .mI!m"l,0.da.evacuaCao da Eombardia.'am
Saboia, devendo
general domorechal
general d'fiKuuaiftrce.
que do seu lado as tropas piemontezas
am os Alpes depois de urna grande re-
despedida que leve lugar em Chambery.
ssia pode protestar ; far-se-ha a respei-
protestagao o mesmo que em circuros-
enitcas por occasiao da incorporaco ao
[ono da cidade livre da Cracovia. Tanto
ra ella se suppoe que o engrandecimen-
ranga do lado dos Alpes o preludio de
r^nlri,".0 ?eXa5a qUe eslendera "le o Rheno
s ronteiras frantezas : tanto peior para ella se
e julga anda ero 1813. e senao quer vera J
nfleaco profunda, a complete transformaco que
te ha operado na propensfio, c bem se podo di-
er no temperamento da Franca ; tanto peior pa-
ra ella se fechando os olhos as ltimos succes-
sos pretende repellir a Franga a forga de provo*
:agoes para as suas recordages do passado, para
as suas ambices. Quanto Suissa faz mais que
protestar ; por intermedio do seu representante
fm taris invocou os tratados de 1815, em virlude
los quaes diz ella, a Sardenh se compromelteu
a nao ceder os territorios neutralisados a poten-
cia alguma que nao fosse a confederaco helvet-
ja. tro ludo isto ha um erro queja foi calhego-
Ipamenie demonstrado na circular dirigida por
T. 1 houvenel om 13 de margo aos representan-
. h "n.JB,,nt0 IS Pulenas Signatarias dos
rttados de 1815 O ministro nao se limita a urna
recticacao, explica-se sobra os motivos que de-
irminarara o governo francez a eslender as suas
onteiras at os Alpes, e os seus argumentos
.undam-se na nova situago da Sardenha, cujo
ouer fot triplicado om virlude dos ltimos acon-
cinentos. Alem disto M. Thouver.cl dirigi
um despacho particular para a Suissa, refutando
mais explcitamente s reclamar.oes desta. Fi-
nalmente no A/oni !eram as seguintes linhas :
O tratado pelo qual S. M. o rei da Sardenha
oiisenie, sob a reserva da sanegao das cmaras
a reuaiao da Saboia e de Nice Franga foi assig-
nado hojo em Turim.
Eis aqu as clausulas princpaes :
Artigo 1. o rei da Sardenha consente na
uniao da Saboia o do distrteto de Nice Fran-
e renuncia por s, seus descendentes e succes-
res em favor do imperador dos francezes, to-
os os seus direilos a csses territorios ; essa rcu-
180 j sem nennura conslrangmento da
on'.adedas populagoes, e os dous governoscon-
i sobre os meios raaisadequados
portas das princpaes egre-
jas atim de ser prohibida a entrada todas as
pessoas que se apresentassem vestidas moda
do paiz. Um grande numero de estudantes Ira-
jando roupasde lulo se dirgiram para assistir
ceremonia religiosa, e foi-lhes prohibida a entrada
na egrejados capuchineos : andarn) de egreja
em egreja recebendo no adro de cada urna o mes-
mo acolhimeoto ; at queja era numero bastan-
te crescidose virara reduzidos a ir a um templo
protestante para ahi fazerem as suas preces e
orages; depois quizerain render urna piedosa
nomenagem ante os lumulos dos patriotas hn-
garos. No cemilerio de Francenzlad a mullidao
encontrou anda os gendarmes, que arrojando
sobre ella os seuscotrollos com os sabres e pis-
tolas der^m muitos golpes e alsuns tiros ; diver-
I sas pessoas cahiram feridis, outras eram/pftsas e
arrastradas. A mullidao indignada quiz arran-
car os prisionciros das raaos dos soldados, mas
vio-se forgada ceder ao numero. A' noile na
entrada de um thealro, onde se achavam alguns
individuos da polica, leve ainda lugar urna sce-
na lastimosa com inlervengo da forga armada,
lodos esles factos indcam as disposices em que
se achara os espirites. Dtzem que agora mesmo
os Hngaros se preparara em segredo para ele-
gerem urna dieta nacional sob o rgimen da an-
nga constttuigo. Ser isto seguramente o sg-
nal do rompimento.
Em Madrid o circulo da rainha tem empenhado
grandes esforgos para conseguir urna interven-
cao em favor do poder temporal do Papa ; e se
fia reunido Inglaterra para pedir a cessaeo
mmediata das hostilidades contra os Marroqi-
nos. A Hespanha nao est ainda em posicao de
poder sustentar duas guerras ao mesmo lempo
e por isso queriara que terminasse a que linh
sido emprehendida para comegar urna oulra ap-
parentemente muilo mais san'la que essa contra
os infieis de Marrocos. Porm a naco nao se
preste semelhante parecer ; ella esl satisfeita
com os bolelins de batalhas era que se narra que
os seus amigos inimgos os Mouros, oram fcilos
em pedacos ; quer ainda continuar contra esses
nimigos, mas nao quer ir buscar oulros. O go-
verno, islo o ministerio moslra em adoptara
mesma opinlo, e seria preciso primeiro que
tudo derribar O'Donnell para poder substituir
urna guerra santa por oulra, obra tao diiBcil que
o padre Cyrillo e a irma Patrocinio se acham
completamente desanimados. O'Donellsem sido
dos mais firmes na sua opposgao para com essas
santas personagens. At mesmo dizem que foi
para impedir a Ilespanbada lancar-se n'uraacar-
reira toda cheia de aventuras que elle repel.ra
as prlmeiras proporcoesdo imperador de Marro-
Demaisdsso ninguem duvida que umare-
[Conlinuar-se-ha)
INTERIOR.
Belatorio apreventado ao exeei-
lentlssimu Sp. Dp. LuIz Antonia
L ia ?unes Presidente da
provincia da Parahyba do Norte'
pelo exeellentissimo Sp. Dr. Am-
broEio Leitao da Cnnha. no acto
de passap admiuistraefto da nro-
vincia em t3 da abril de t860.
Illm. e hxro. Sr. Havcndo-se dignado S. M.
o Imperador de conceder-me a exonlraco que
por motivos ponderosos, ped do cargo de presil
denle desta provincia, vou cumprir o dever. que
meimpde o aviso circular de II de margodo
ml Passara V-Kxc a adm.nislrago da
raesma provincia, confiando que por sua bene-
olencia relevar V. Exc. a impeVego de Tro
m%i ?T1-M,e- feUo a Pressa e meio da
ida administrativa, em que me tenho visto, aug-
inentada consideravclmente no seu ultimo pe-
Devo comecar pela mengo do importante fac-
i que a historia desia provincia registrar sem
duv.da como um dos mais elevados e fecundos
era proveilosas consequencias para sua prospe-
ndado, e futnra grandeza a Visita Imperial
Aqu estiveram SS. MM. II. desde as 3 horas
da tarde de 24 t as 9 horas da manha de 3t>
de desembre do anno prximo passado.
lugar que me coube, cpmo presidente da
provincia, na fesla immensa, com que aqu fo-
rarn receb.dos SS. MM. II.. pura sign.ficaco do
pratriolismo dos ParahybanoS. e do profundo
rhDrr 6. ve,"er.aCa. 1ue trioularoos ao Augusto
Chefe da Nagao e Familia Imperial, propor-
conou-me vs meios de presenciar de perlo o
por conscquencia do poder relatar minuciosa-
mente agora i V. Exc. todos os suceessos festi-
vos d aquelles seis dias nolaireis, em que vi tro-
cadas as fadigas e dissabores da administraco
por momentos de indisivel prazer, cuja grata
recordacao conservarc sempre ; mas oervoroso
acolhimentoque aquiliveramSS. MM. II., as pro-
vas de amor e venorago s Suas Augustas Pes-
soas, que cada passo. e como que portia, pro-
curavam manisfesiar, pelo modo mais desinteres-
sauo todas as classes de cidadaos sem distinc-
gao alguma, a anglica bondade, com qoe tees
oemonslra.coes forara sempre recebidas pelo Regio
Par entregue por loda a parte, com illimitada
coniianga, as ruidosas manifeslacoes de
de seus subditos, podem ser
ment, como foram.
raco fiel,
. JES11 l eri a. s,e P ro v e i lod o de outras r'Verilicar e V^at as manifeslacoes dessa von-
occasio-s azadas, e sera bom citar para memoria \la6e:
ll,e7Xl?*!ttm-- de Peri,m e de S,,ez' M Arl" V. rei da^rdenha transiere os ler-
i.U!8^ Iil?'a,erra l,;!. se Prtou muilo bem. E.'? ]neutralisados da Saboia cora as mosmas
m que os possue, e o imperador dos
prometi entender-se a este respeito
.,-.--*-.""-< u.iu se puno., multo bem E ,D,,US "euJ
pode-si dizer que a Franca nao quer a paz qiian-indi5es co
do se vj que acaba de emprehender para s suas f ,ncezes Pr<
grandes industrias, para a agricultura, a mainr cm
... agricultura, a maior
de lodai. medidas de mcllioraraeiilo j realisados
na Ingl Uerra, e quo ella quererte realisar sem
grandes mysterios? Porm tudo quanto se ha di-
lo de v: tenlo ero Londres tem sido apenas ins-
pirado >or mesquinhas paixoes; e nao possivel
que o gabinete de S. James cuide seriamente em
chocar-se com o gabinete das Tulherias por cau-
sa d- fontoira dos Alpes. Alera dislo quo resul-
tado sa sfaclono se poderte obler dess.is indica-
goes aposentadas no parlamente por M. Kin<>lo-
ke. as uaes se referiam a una supplica rainha
alira de que esta convidasse as grandes potencia*
formar com ella una liga contra esso prftiectc
tao ins.Qlciente para excitar a dcsconfianca di
fcuropa t Que resultado causariam esses api.'iau-
sos dad is elTervescencia produzida na Suissi
por egeradas suscepibilidades. e por temo.ei
infunda Jos? Um abalo no gabinete Palmerslon-
Kussell o rompimento da allianga franco
Ouanto S Franca, ella muilo nobre
glonosr para
za
ni'.jti
as potencias representadas no con-
gresso de Vienna, como tambem com a confede-
tagao helvtica.
Arls. 3. 4. e 5." Commisses myxtas de-
iftarcarao as fronteiras dos dous estados e serao
eicarregadas de resolver as questes incidentes.
a que der lugar a reunio.
Art-,.6.' -0* subditos sardos naturaes da Saboia
eldo d.stncto de Nice gozaro durante o espago
d um anno da faculdade de reclamar a conser-
v;igao da nacionalidade sarda. Alguns das de-
puso texto do tratado era reproduzido nos jor-
u esoQciaes.
.jconcluindo este questo saboianna, a respeito
di qual se vio o elleito produzido sobre as poten-
cias europeas, diremos que a Russia pouco se
afalou, como se nella visse com prazer um pre-
cedente que convem aos seus
O czar nesle ponto nao
respeito da Inglaterra, como todo o mut-
do sabe, que se ha mil vezes citado a f punici
f.i-la pi-isessa alliada da Frailea, fiel sua p*
lilica ti adicional, despertando "odiosamente *
corto eri corle antigosrancores. exeilando as ai-
prehensoes, cevando lados os mos seolimentoi
e querendo erganisar urna colligago, para cui
despezaj entretanto noquerer concorrer, per-
sando llvez em fazer a guerra Franga graliso
por lab. lia I Purera esse combate, que em sai
seio proluzem o odio o a economa, forma un
especiar tilo incxpremivelraeiit. molesto, 0 qml
pelo nd culo, do que so cobre, Y a rhelhor r
gancaqiea Franga po^Tlr contraa s
vouiade Alm disto tostemuohando 'o seu ,
a Inglaterra d tambem indicio da sua fraqu
e que t. me milito sentido com isla porquado
muguen mais do que elfa der-8er interessajo
na man itencao da paz. exc^oo da sua maii-
nha nao possue um s6 dos e'.monlos necessa-1"
paca ati ar-se s eventualidades do urna 1
que depns de arrumar \t seu coinmercio e a
J MI I
COS.
provago unnime veha ligar-se qualquer
tentativa da expedigo na Italia. O que iria fazer
em Roma um exercilo hespanhol? Ira collocar-
se na posiaode nimgodeclarado da nacional.-
de italiana ? Ira fazer causa commum com a
Austria ou com a Franca ? Far-se-hia o cam-
peo exclusivo do Papa", c encarregar-se-hia da
penivelmisso de impr s Romunhas e s lega-
gagoes o jugo qua ellas to denodamente sacudi-
ram ? Tantas sao as questes, tantas as impossi-
bilidades. A sabedoria do paiz prevalecer pois
nos conselhos da rainha- A guerra de Marrocos
cuslou muitos homens, e muilo dinheiro ; e es-
ses preciosos elementos da regeneraco do paiz
nao devem ser loucamente sacrillcad'as em urna
nova guerra, que poderte esgotar a fonte do pro-
gresso da Hespanha. A lula coraecada devo
continuar, se assim preciso ; as p'ossessoes
africanas devem sotTrer urna melhora ; eis aqui
o que actualmente convm fazer-se, o mais nao
passu de urna chimera, illusao, sonho do um lem-
po passado que nunca mais volla. Porm a al-
titude do governo inglez, e dos jornaes em Lon-
dres sobre esta questo de Marrocos lem viva-
mente irritado o orgulha hespanhol, excitado
odiosidades de proposito para activar a guerra, e
a segunda campanba comecou pete lomada de
Tnger em perspectiva. O'Donel teve que veu-
cer muitos obstculos para chegar al Teluan. e
nao foi preciso menos de um mez ao seu exer-
cilo para que, costeando a praia, apoiado o pto-
xido pela esquadra, podesse vencer a distancia
de 30 ou 32 kilmetros, que separa Tetuan de
Ceuta. Agora porm tratava-se de difculdades
mui diversas, e mais terriveis ; tratava-se de
penetrar no interior e abrir um camixibo penivel
, atravez de um paiz por assim dizer desconheci-
P^" 1'.;La,.?eia"'A-n-ac'nl ; Porm proles*- *>. montanhoso, chcio de mates^ por entre hor-
das de Marroqjiinos, atacando a cada volla do
terreno, entrada de cada desfiladeiro ou valle
para poder chegar dianle de Tnger e apoderar-
se desta praca. N'esse caso a sabedoria teria
egualmeute aconselhado Hespanha que sus-
pendesse, se contentasse com as vanlagens ad-
quiridas e conseguisse de Sid. Mahomed umi for-
te indemnisago.
Este ultimo o soberano mais rico do mundo,
a ponto de poder pagar peso de oqro o prec
de todas as suas derrotes, O thesouro imperte*!,
fructo das exageqpe da avareza dos imperadores
marroquinos, eneerra maisde meiade de mil rai-
Ihoes de fraseo em numerario, riquezas que se
yun. lUquinez, oque podo pas-
te H| iioa des.,HespanWs sem
ir 23 Hnati^ra de Marrocos,
t muitos teculos sem que
tenhal Mdae tirar um.so.ducado,
be a Heopanha ler om dtajenirtr na circulago
a mutt parte posvel dessa riiiiiesa de ouro e
piala, os povo* da Europa devertam, flear mui
aaJasfcitos.
Ullfmamente a 26 de maago, quando as ope-.
ragoes da segunda eampanha estavam j firma-
das por tuna glande**ntegem adquirida i iuoa
se
projectos lutu-
approximou ao
iperador Francisco Jos; elle noconheco
sibre Constanttnopla ; reservado quanto aos
principios, porm nao perde do pensamenlo a
qestao oriental, e esse imperio ottomanoedi-
to carcomido, que pode abater-se de um da
ra outro: prtenlo em lugar de se emjenhar
urna lula europea, julga mais prudera- res-
rdar-se, e conservar todas as suas faifas in-
tes para operar um grande movimenlo na oc-
stao opporluna. Dizem al mesmo qV a Rus-
a nao se limite multo ao estado de simples ex-
pectativa, o que confirmad* por alguns peque-
nos fados, dos quaes pode-se ler como o princi-
pal a animsgao e dadivas de dinheiro considera-
reis que prestou aos christos de Canda, onde
acaba de se fazer iostallar.um cnsul, um chancel-
lar e um interprete com magnficos estipendios.
A*em disso Constentiuopla ja se vai ella atestando
do prooedimenlo reservado ecortez de que usava
depois da paz de 1856 : pof exemploO director
geral das auaodegas turcas tendo proposio um,
Mf o reguiamenlo conceraente sua administrav.
So, o represeaUntos das dWersas potencias, e-
prazer
objecto de senli-
masnuncao serudenar-
como V. Exc. sabe ; por isso abslen-
ao-me de entrar em promenorea i esse respei-
to. occuparoi a altengSo de V. xC. com a sin-
gela e succ.nte exposigao dos factos relativos
visita imperial, por rae parecer que devem ficar
consignados era documentos da natnresa deste
lamo mais quanto lera V. Exc. de dar noticia'
dessos factos ollicialmeute ao governo imperial
era virlude de delerrainago comida em aviso
expedido pela secretaria d'Eslado dos Negocios-
do Imperto, que eu tratava de cumprir.
Tendo chegado SS. MM. II. ao porlo desta ci-
dade, como disse, s 3 horas da tarde de 24 de
dezembro ultimo, desembarcaran! as 4 e meia
horas, e depois da caremooia religiosa do scu-
lo do Crucifixo. e de receberem as felicilages
da cmara municipal da capital, que leve a hon-
ra de apresenlar S. M. o Imperador a chavo
da cidade. seguiram SS. MM. para a matriz, on-
ue ouviram o Te-Deum mandado celebar or a-
quella cmara. r
Recolhendo-se depois ao Pago receberam SS.
mm. h. as respeilosas homenagens de todas as
pessoas, que tinham tido a honra de acompanha
ios desde o ponto do desembarque : depois do
que jantaram SS. MM. II. e foram s 9 da noile
repousar. A' mete noile &S. |MM. II. ouviram
missa na capella do palacio, celebrada pelo seu
capellao.
No dia 25 as 6 e meia horas da manha em-
barcuu S. M. o Imperador no vapor Apa, e foi
fortaleza do Cabedello, e, depois dc a haver per-
corrido e examinado minuciosamente, visitou to-
da a povoaco d'aquclle nome, e embarcou cm
sua galeota para ir ver a casa do lazareto, sita na
i3- u Resl,n8a. defronle da mesma povoaco.
I) ah regresseu ao vapor Apa, que se pz em
marcha para esta capital. Em viagem S. M. ou-
vto missa bordo do vapor, tendo aqui ehegado
as 11 horas da manha.
Em toda essa digresso tiveram a honra de a-
confpanhar a S. M., alera da sua comitiva SS.
Excs. os Srs. ministro do imperio, senador Almeida
e Albuquerque, vice-almirante marquez Lisboa,
toda a ofilcialidade do seu estado maior e da
gu3rnigo do apor, e eu.
Depois do almoco sahio S. M. o Imperador do
Pago a urna hora da tarde, e foi visitaras igre-
jas e conventos desta capital ; e depois de as
haver percorrido, tendo tambem visiladirs>bos-
da Santa Casa de Misericordia, recolheu-se ao
Pago as 4 horas da tarde.
Depois do jantar tornou a sahir S. M. e visi-
tou os quarteis do meio balalho de linha do
corpo policial, e a cada publica, recolhendo-so
entao ao Paco.
Tendo resolvido S. M. o Imperador visitar a
villa do Pilar e-a cidade de Mamanguape, poz-se
em marcha para aque.la villa as 4 horas da ma-
drugada de 26 do predilo mez, aPtffipanbado
pela sua comitiva, por S. Exc. o Sr. mint:
do imperio, por mim, e por grande nomcrodoN
cidadaos. que, desojando ler a honra de acom-
panha r a S. M. na sua digresso ao centro da
provincia, haviam ohtide para isso a necessaria
permisso.
S. M. o Imperador, tendo-se dignado de to-
mar urna refeico no engenho S. Joao do coro-
nel Josg Teixeira de Vascouccllos d'aqui distan-
te a legoas e de almogar no engenho SUrtiJo
mostetro de S. Bento a 9 legua de'distancia v
deste capital, chegou villaifTilar a 12 le-
guas da capital as 11 horas-fia Manha.
Depois do jantar S. M. o Impfrador sabio do
Paco ,e visitou 4 Matriz. Caderae o Cmiterio,
recolh endo-se a fago onde deu btijamio lo-
dos quantos tfiise-ram receber semelhant
honra. y
A' 4 horas da manha de 27 sahio S. M. I. do
Pilar com direccao Mamanguape, e tendo ido
'almogar no engenho Po-d'Arco do
'Antonio Fernandes de Carvalho d'ali
leguas, chegou a cidade de Mamanzua-
7 leguas ao meio dia.
repousar
Dr. Jooy
distanl
pe d'abi
me
stitl
jantar recebeu S. M. I. i tarde as ho-
ds caraaca municipal, que leve a honra
de aprsentar-lhe a chave da cidade, e depois sa-
j, e o visitar a matriz, e outras igrejas da ci-
lade, a. casa da cmara municipal, a cada, as
escolas qle primeiras lettras e s aula de latim.
Noda28 as 4 horas da madrugada sahio S.
1. 9 Itaparador da cidade de Mamanguape,




"V


ni
.inanTOPE PR'SAM'guqe. t^bq -fgm^ be MjCT.tie isco.
toado viudo lepuusar o almorzar nu engo.nbo U*r O Sr. Mello Reg { Raphael : K' por que
R do corono! Joaquim Gomes da Silveira 3 9 entre nos costumo-so dizer o que nao verdade
leguas d'aquella cidade e 3 desta, nqui chtgu s c fallar 9obre o que se nao tem conhccimeiito
11 0 meia horas do da.
Durante a ausencia de S M. o Imperador S. H.
lmperalriz sabio do Paco para visitar as igrojas da
capital.
Na rwile de 28 SS. MU, II, se dignaran) de as-
e s assim que explico a fadilidade com quo se
aventiiram rensiras sem fundarnenln.
Um Sr. Depulado : E' verdade j fox urna
vez a poni de mororolomb.
O Sr. Mello Reg ( Raphael ) : Para que
sislir das janellas do Paco a uro magnifico fogo o nohre depulado se hade tornar echo de inor-
de artificio, queimadona praca de palacio, o qual mages menos exactas ?
iizflta parte Jos festejos, com que os habitantes Para que dizer em loro irnico e motejador
tiesta, idode tiveram a honra de receber SS, que esse Engeuheiro foi a ponte de motocolnmb
Mal. II. como so fosso este o nico trabalho por elle
A* 6 horas da manlia de 29snhiu do Paco S. (eilo ? O Sr. Martinaux apenas chegou aqu foi
M. 4 Imperador e visitn o armazem d'arligos I logo incubido de proceder a um exame na ponte
heUices, a foule do Tambi, a ihosouraria de fa- ; do Caxang.para dar sua opiniao se convinhaiazer
zenda, a alfandcga c o Ihesouro provincial, depois : urna nova punte, ou se a existente anda sup-
last e entrando no ivGoionna lazareiu pe~i ivojtal deouimdo a dofeza pedio
los p< utos que servem -de limites ettes termo* absolvteSo do-Ten
do que reeolheu se ao Paco.
Depois do almoco tornou a sabir S. M. I. e vi->
sitou o lycu, c as aselas de primeiras letlras da
capital, recolheu-se ao Paco, de ondesahiram SS.
MM. II- a noite para houarcm com suas Augus-
tas Presencas o baile, que se dignaram de accei-
tar como parte das demonstrarnos do elevado re-
Kosijo, deque fra presa a populacio da Parahy-
ba com a visita Imperial.
Parece-me escusado entrar em delalhes acerca
da visita, com quo S. M. o Imperador honrou ans
cslabelecimciilos, que vio nesta capital e fra
lella: porque V. Exc. sabe, que lodos os passos,
alta e esclarecida iiiteUigencia, e por urna solici-
tud*; incxcedivel pelos interesses da noci, que o
habilitam para curar delles, como faz, coto a
maior proficuidado.
No da b\) as 8 e meia horas da manhaa embar-
caran SS. MM. IL. no vapor Apa, e seguiram para
a provincia das Alagas.
V. Exc. comprehende, que a parlida de SS.
MM. nao poda deixar de laucar nos coracoes l'a-
rahybanos a mais acerba saubade, e quo a alta
inlelligencia e illuslrarao do Imperador aqu re-
veladas a cada instante, e os arlos das virtudes e
iuesgotavel munificencia de SS MM. II espar-
cidas na Parahyba, como por loda a parle, com a
tu ai o r profusoo, nao podiam deixar de, a um lem-
f, orgulhar a penhorar u o povo, que os pre-
senciara, tornando por urna vez iudissoluveis
os Iscos de uniao dos elementos polticos, que,
pela mais pereila combinacio roohecida, cousl-
tuem o sysiema de guveiuo, que felizmente 1103
te*e- ^
Em lugar competente darei conta a V. Exc. dos
donativos, que' aqu fez S. M, o Imperador com
referencia servieos pblicos.
Corre-roe agora o imprescendivol dever de con-
signar aqui um voto de cordiaes agraaecinienlos
/i patritica assemljiti. legislativa desta provincia
pelo auxilio, laabs-ais honroso quanlo expoula-
neo, cohi'qoe concorreu para quo podessemos, em
tima provincia to falta de recursos, como esta,
preparar um* recepcao SS. MM. II., que dsse ao
ineuns uta a fda dd extremo jubilo, com que fra
reeebida pela Parahyba a visita imperial.
O crdito ilimitado, que me concedeu a assem-
Wa provincial pela lei rt. 30 de 3 de ootubro do
anne prximo passado para as despezas, que eu
julgasse aecessaro fazer com a recepcao do SS.
6M. II ,foi" idpu ver um dos fados, que mais
me dvenr honrar e penhorar na niinha vida pu-
blica; porque elle revela a um lempo amor e ve-
nerario'familia imperial e allences e prova de
confianca para com o presidente, que leve a for-
tiina de'vivcr com a assemblca provincial na rne-
llior harmona e confurmidade de vistas acerca
dos negocios pblicos da provincia, com manifes-
t proveilo para osseus mais vilaes interesses.
Em lugar competente darei cont V. Exc. da
quantia despendida por corita d'aquelle crdito.
ADDUMENTO DA ASSEMBLA.
Havendo eu recibido no dia 31 de marco ulti-
mo o decreto de miriha exonerarlo de presidente
desta provincia ea carta imperial conliando-me a
adminislraco da de l'ernambuco, e conlanMo
pelas parlioiparoes, que tive, entregar V. Exc.
a presidencia desta al 15 do correnle, resolv
addior por aclo d'aquelle mesmo dia a rcuuiiio da
assomUi legislativa provincial, que devia ler
lugar no da 3 de maio futuro, para o 1." de agos-
to do correle anuo, por nao me parecer rasoavel
passar a V. Exc. a adrainislrano da provincia
com o onus de abrir a assembla no lim de 15
das.
U dia 1. de agosta era o ordinario da abertura
da assembla, a qual fra transferida para 3 de
maio por arlo do anno prximo passado.
TRANQUILIDAD!! PU15L1CA.
Reina na provincia profunda paz, nem deve-
nios suppor. que possa ser ella alterada, desde
<]ue na crenra da nacao fra acolhida como um
dogma a necessidade imprescindivel da uiaiiuten-
sao da ordem publica, e do respeilo autoridades
como condiccao da nossa pxislenria polilira, e
do progresso do paz : sendo corlo que poltica
paternal e civilisadora, adoptada pelo governo
imperial, e lealmente execulaila por seus delega-
dos as provincias, de s alicnder-se as virtudes
c talento do cidado para chama-lo aos cargos
pblicos, respeitadas lodas as opinies polticas,
e esquecidas as allucnarops passadas, nao pope
ter deixado de rebusifcer aquella erenca, fazendo
com que a popularlo enxerguc no proceder da
autoridado a melhor aranlia de seus direilos e
legtimos interesses.
Nao devo todava dssimular, que a lula eleito-
ral, que ter lugar no crreme anno, promeile
sor renhida em alguns pomos da provincia, c pelo
jue observei no processo da revisti de volantes,
conclu, que as vistas da autordade superior de-
velo converger para o Aro de ir preparando os es-
piritas, para que entrera nossa lula com a reflexao
calma, que exigem os mais vilaes nlerpsses da
ociedade, e que podem fcilmente ser perturba-
dos pelas allucinacoes proprias dessas melindru-
zas quadras, se com anleciparo nao se mostrar
disposla a auloridade superior a porlar-se com a
maior energa, e prudencia ao mesmo lempo,
iiiiii de fazer respailar com os recursos, de que
dispoe, a liberdade do o vio, e manler o maior
escrpulo da parte das autoridades subalternas
no cumprimenlo de seus deveres, c o respeilo
que derem os contendores ordem publica, e
os direilos individuaos de seus coucidadaos.
Sao estas as disposicoes, em quo se acha o go-
verno imperial; so as em que me aclio, e cer-
to, que lambetn sero as de V. Exc.
(Coitinuar-.e-/ia.)
PERNAMBUCO.
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROViN IAL.
iscurso uronuuciado peloSr.Depu-
Uttlu Fraueisi-o Bapbael de Mello
ISego, na sessao de 19 do passado
O Sr. Mello Reg ( Raphael) Sr. presi-
dente em primeiro lugar quero justificar urna
emenda que mnndei a meza. 0 prujecto au
marca quota alguma para pagamento da casa em
jue funeciona a reparlicao das obras publicas,
jue, verdade, nos annos anteriores nao tom
eila despezas com aluguel de cdsa ; por que
fiincionava em urna parle do pavimento terreo
do palacio do governo. Agora porm, que foi
removida para urna parte do convento de
S. Francisco mediante um ajuste pelo qual o
governo se obrigou a dar q:nhenlos mil ris
onnuaes aquella confraria, me parece que senao
deve deixar de marcar quota para essa des-
peza.
Um Sr. Depulado : Porque nao continua
-aonde eslava ?
O Sr. Mello ttego ( Raphael ) Porque o
palacio do governo palacio para governo, e o
presidente nao tem obrigacodo da-lo para re-
parlices provinciaes.
Um Sr. Depulado : Deu al agora, e poda
continuar a da-lo.
O Sr. Mello Reg ( Raphael) : Pelo fado
de ler o nobre depulado, por exemplo, recebido
uro hospede em sita casa, por um ou dwus mezes
segue-se que teuha obiigarao de lel-o por loda
a vida ? T
( Ha um aparte
O 5r. Helio Reg
porlava com certo. e elle desempenhou essa
commissao apresentando o projecto de nma nova
ponte de ferro, que nao fui, nem podo ser exe-
culada por falta de dnheiio. Foi depois incum-
bido de examinar commigo o eslado da ponte
velha do Rccife, e orear os coucertos de que
ella precisa, o isto foi feilo. Da mesma forma
fomos incumbidos de estudar e confeccionar o
projecto de urna nova ponteque ligue a.bairro d
a Boa-visla de Santo Amonio, trabalho este que
foi pramplamenle executado capresenlado ao
governo.
Um Sr. Depulado : Aonde est isto
O Sr. Helio Reg [ Raphael ) : Est as
raaos do governo geral, aquern foi tambero re-
raeliido o orcamento relativo a ponte do Recite,
acoropanhado de um reialorio.
Em virtude de representacao dos habitantes de
Golanna, d'ngida a S. M. quando all esleve,
foi anda o Sr. Martinaux encarregado de estu-
dar. o rio d'aquella cidade c effec.livainenle diri-
gio-se a essa localidade, fez os precisos exames,
o coneccionou um reialorio, que foi presente ao
governo, c sobre o qual se pedram inforraacoes
uesla casa. Entreunto diz o nebro depulado
que em onze mezes o Sr. Martinaux fui una vez
apunte de motocolomb 1 Nao sei se elle all
foi, pode ser que livesse idu por curiosidade,
ou passeio, como pode ter do o nobre depulado.
Nao sei se esse engenheiro est ou nao licen-
ciado pelo gpverno geral, acho possivel que
elle o seja pelo governo geral e nao pelo pro-
vincial, assim como possivel tairibcui que o
seja por ambos no caso de molestia ou de uulra
qunlquer cin.-iiinstancia alleiiJivel.
( lia um aparte ).
O Sr. Helio Reg ( Raphael ) : Esta assem-
bla autorisou o governo a contratar um enge-
nheiro de pontos e calcadas, dando-llie para
isio nitn conlos de ris sendo esta quantia, era
insullicteiite, para se obter mu engeuhciro tal
como o que se tinlia em vista, resolveu o Sr.
Taques pedir ao governo geral que coucorresse
para esse contrato afim de poder obter um en-
geulieiro com as habililacoes desojaveis que
poden servir uas obras geraes que ha na pro-
vincia
O governo concordou em que fosse pago uro
terco pelo ministerio da m.uioha, um terijo pe-
lo riiiiiislerio da guara e um torro pela provin-
cia ; e assim loi ruiitralado o Sr. Martinaux o
qual apenas cliegou. foi incumbido da obra do
porto, o que apolica a maior parle do lempo e
atieniao, Assim j se v quo elle nao lem estado
sem ocrupacao.
Creio quecom essas explicares tenlio salis-
felo ao nobre depulado.
i4
io coi -
nada encontrn qe podfsse fazer susaeitar t exh
isten a de semelhsntes quadrifbaa, ou grupos
de lailrdes, e nem Ihe constou -que engenho al-
gnm j ou propriedado de outra natureza livesse
sido Macada a nem saqueada.
'No dia 26 de marco do corrate anno,
don c delegado de Rio f crrmosn, o capillo do
po de polica, Aletondrc de Barros Albuquerqiie
celeb ar na malris d'aquella cidade urna mis a
pelo ropo uso eterno da alma do finado bario de
Ipnju -a.
Esi--> seto de verdadeira candado christaa. bi
conc rrido pelis pessoas mais gradas da cidade
seus irrabaldes.
Pelo subdelegado de Correntes ( Garan
forarr presos: Jos Texeira dos Rcis. reo
demn ido por crirae de desobediencia, Joan Jok
do Nt .cimento por criine de furto de cavallo.
Ten.lo sido preso por furto de cavados, pe o
mesn o subdelegado Flix Jos de Lira, foi este
ero c iminho tomado por Manoel Fcrreira de Azp-
vedo, o qual acha-se recolhido a priso, para ser
devicamente processado.
No termo de Tacara t foi preso Anacleto
Gomi s do S, que ha lempos tomnu do poder Je
urna escolla 2 recrutas remellidos pelo subdele-
gado de Fazcuda Grande, desparando nessa occa-
sio iim liro na escolta.
Pelo delegado do Cabo, o capilao Jos^e-
roira Texeira, foram presos: Jos Gomes Van-
derley, autor de varios crimes de anliga data, sn-
do u n delles a tentativa de morle ero Flix No-
nes torrea, em quem no anno de 1856 disparara
um l ro na freguezia da Muribeca ; Jos Fr. iu-
cisco Larra, por crime de estellionato, e o ni la-
vel criminoso JJkancisco Luiz das Chagas, con le-
cido pelo nurae Chico.
Ni dia 3 do correle raez no lugar denominado
Proiidencia, do mesmo termo (Cabo) |Joaqnirrj de
Paul 1 Negro-monte, deu com um lercado a su-
mas entiladas em Joao Joaquim de Sanl'Ai na.
O cu pado foi logo preso, e recolhido cadeia.
. Pelo delegado da Estada foram presos no
me/, de marco ultimo, o criminoso de morle Ma-
noel Lopes Pereira, e mais delinquemos de cri-
ines menos graves, 3 desertores.
_ Por portara de honloro foi uomeado, G lee-
rlo .'eregrino da Silva Braga, para o luga' de
cont uuo da recebedoria de rendas gerues.
sa-
10.1
ca-
REVISTA DIARIA-
Sahio luz o primeiro numero deste rorrente
anuo do lheneu Peraambacanu, peridico que
representa no mundo jornalisticu a assuciacao a-
cademica de igual rime.
E o seu quinto anuo de vida, c nesse- camiiiliar
ha sempre desenvolvido a sua divisa brillianle
Avante e sempre] ft^ucorrendo coro os seus
esforoos para a expanslo da vida intellecliial en-
tre nos.
Neophylo esperanzoso da religo veneranda
das letlras, lomamos suas expresses; vem an-
da desta vez apreudor com os eleilos du templo.
Mas a ofronda que traz ao aliar do joinalismo,
a onearnarao vivaz de seus esforcos e de sua f ;
de validade prodigiosa que Ihe ha dado esse qoiu-
queunjo de perseveran^ e mbalho coot-que tero
perseguido na consecuco de seu fim.
Nesta sua renovaro, nos u saudanios cordial-
inenle. \
Foi Horneado lente substituto da faculdadc
ile diioitu desta cidade o Sr, l)r. Tarquinio Brau-
lio de Souza Amarante, quo tiavia se opposto no
concursa ltimamente havido para pioeuchiiueii-
to da vaga eligiente.
E:n urna dessas ras novas, que ficam para
o lado .la casa de detonlo, informaio-iius que ha
urna rolnarlo que doixa osescravos empregsdos
no seu Irsfego andarem ns, islo rom urna
simples langa que mal os cobre n'essa nudez ab-
soluta das domis partes do rorpo, em que se el-
les (presentara carregaudo pela ra assucar deste
para d'aquelle lado.
Islo iiitoleravel, admirando al que lenham
lugar ri'nma cidade policiada, onde ha lea estatu-
nos,
ro, Ti
caea-
lerculo
Raphael}: Agora, Sr.
xplicacso ao nobre do-
onno dando cont
e acha sabordinado
a reckbi ordens, diese o
au elgenheiru Marti-
presldenle,
. iiutado.
Eu no m
a presidencia
o decloria,
seguale, re
naax ; { le
Isio o St..Martinaux por nao'
do director ; tem urn contrato
colloca fora do numero ordinario _
do creados pela lei, na copformida
risacao dada por esla casa. Elle, rec
dnoctememe d presidencia ; e pot
eu que elle oslando sob as ordena de,
onsideral-o disligado da raparlicao
publicas, pois 1 no Bumeru do
gados que a c-
Um Sr. DeptOm:- lmn de
O Sr. Mello U}+{ Rophatl ) : ,
commisses.
fai ha asM* meaos SMiler a qa'
[eceber ordens
lei'ial que o
s ernpregv-
indi) peuascoulra as olensas feitas ao decoro das
familias. E pois, preciso que o propiietaiio
dossa reliuacao ponha termo a esse estado, pois
que nem lodos se podem coadunar curo seiuo-
Ihanl* laxidao de eos:umes.
Enviara-nos a segume corninuniraco, que
darnos a pnblicidade pela materia de que ella se
oceupa reclamar providencias serias, que acaule-
leru ilguin sinislro.
Srs. redactores da Revista Diaria.Peco-lhe
o favor de dar putdicid ido ao seguinte [acto:
Chamamos a alleuro da polica para a ra
da Senzalla velha, onde se intenta pralicar ro ais
urna dessas scen.is tiurriveis onlra a srguranoa
individual, de que infelizmente lemos sido lautos
vezes testeinunh&s ncs'.a cidade.
Informara-nos que ha dias, se dirigir de noi-
te uro sobrado silo na referida roa e que faz
quina para n bocuda Lama, um individuo, cujo
lime por ora calamos, munido de uro chicote do
cavallo, quio armado, e lizori milita iii'lancia pa-
ra -aliar com a possoa que alli reside, sos, c na
porta da rus, e romo essa pessw Ihe mandasse
duer por nina criada que the coutmuiucas-e por
OM-riplo o que quera, ou que voliasse de dia ; a
leuebrosa personagera nada respuudeu, e reli-
rou-se.
No dia irnraediato porm compareceu na men-
cioaada casa um pardo que a criada recunheceu
ser escravo de orn lio do individuo, de quem aca-
bamos de tratar, procurando saber quem mora va
all; quem liuha alugado aquella casa ; e o que
mais aiuda, pediudo ver o dono ou a dona da ca-
sa ; ecomo se Ihe respoudessp, que alli resida
urna familia, e 60 Ihe perguiilasse, quo iuleresse
liuha elle em saber de taes particularidades o di-
to pardo uao soube o que relorquisse desappa-
receu.
Do que acabamos de expor, obvio, ou pelo
menos ha urna presuaiprao vehemente deque se
urde um Irania de saugue contra pessoa ou pes-
soas que alli morara, e polica competo averi-
guar semelhaole facto.
Um vigilante.
Revista mamtima.Tendo apparecido a febre
amarella no ancoradouro, S. fexe. o Sr. presi-
dente recoramendou no uiaao Sr. cornrnan lan-
o da estarn naval, que desiguasse um dos med-
cus da armada sob suas ordens para visitar lodos
os navios diariamente, recebendo as insirueces
convenicnles do Sr. provedurde saude, e dez'mil
rcis diarios de gratilicaru.
Foi designado para este servido o Sr. chefe de
saude da dita estaco Dr. Jos Luiz de Araujo
Lima, e consla-nos que a visita se far s 6 ho-
ras da manilla e as 6 horas da larde, e todas as
vezes que fr reclamada por cahiratacado algurh
tripulante, tendo tido principia no dia 6.
A' bordo dos navios do guerra, onde se observa
a maior limpeza, nenhum caso anda se deu;
nao obstante, consta-nos que o digno chefe da
estadio tem reconimemlado o uso das providen-
cias sanitarias reconhecidas uteis em casos taes.
No dia 21 do raez prximo passado chegou
do Ouricury o Dr. Luceria, o qual entrando loso
no exercicio do cargo de delegado de polica, deu
principio as diligencias necessarias para a effec-
tuaoao das prisoes dos eolpados pelo assassinato
do capillo Domingos Alves Brauco Muitiz Br-
relo.
as buscas dadas foram dpprehendidas ignal-
aienie ero Orna cesa algumas granadeiras, e 50
carluxos.
Ptssageiro da sumaca brasileira Iortenciii
hida para a Baha: Jos Custodio Lomos.
: MOIlTALIDAIIE DO DA 6 DO CuillltMt l
Miria Joaquina da Conceico, branca, solljcira.
10 a Hios, tubercular pulmonar.
M lurico, prelo, escravo, 7 mezes, angina
le alia, parda, 1 mez. convulces.
Cisma (inralo da Silva, parda, solleira
ann is, herne,
I) -olinda, parda, 3 anuos, angina.
F'delis, prelo, escravo, solleiro, 40 anuos
tarr).
J( ao, pardo, solleiro, 16 annos, angina.
Ji lo Nepomuceno Nogueira de Barros, plardo,
castdo. 6S anuos, diarrhea.
Mara, prea, l anno, convulces.
Jos Alexaudre do% Passos, pardo, casado, 43
ann is, erysipela.
Um iiomorn, prelo, encontrado no rio r a Ca-
pan ga, afogado.
Baz Velloso Bios, branco, casado, 29
ihiiico.
Jias Hypolito de Lima, branco, solt
aiiiios, inflammacao de entesiino.
J io Gonc.alvcs Foules, branco, casado, & an-
nos. febre amarella.
Pedro, pardo, i anuos, convulces.
Dcruardioa de Sena Lins, branca, casada, 70
annos, eudnrardile.
J-io, prelo, escravo, solleiro, 29 anuos, reu
ma isino.
J 'ronyrao Lcilao de Vasconcellos, pardo
do, 39 anuos, angina.
Antonia, parda, escrava, 11 annos, i
pul nonar.
Floriaua, parda, escrava, 3das, espasmlo.
Flora, branca, 2 anuos, heraopiire.
Iremilivo, branco, 9 mezes, iii'lammnco de
figado.
Telmira, branca, 5 annos, escarlatina.
Feiomena, branca, 2 anuos, angina.
\ anoel Eugenio dos Santos, brauco,
esc irlalina.
lucira, branca. 2 mezes, convulces.
T'apusa.los havidos da freguezia do S
tom do Recito de K2 a 30 de abril de 1S 0
Josj, croulo, libarlo.
Dii nsedis, brando, lilho legitimo de'Jo?
i oceucio Gomes, e I). Emilia Mara d
Litanio, croulo, Blho natural de ltulina
S. liento
Ju a. blanca, fllha legitima de Jos SI ria
teiro.e Conslancia de Souza.
Eu rasa, parda Ulna legitima de Damin Jos da
tilva, e lzabel Maria do Espirito Sanlq
Ma a, branca, iillia natural de Auna
t orrea.
Sabino, pardo, Dlho natural de Rosa
(.onecilo.
Ma ria, crinla, liberta.
Sil.'iiio, pardo, escravo de-Manel Rodrigues da
Silva.
Go lofredo, branco, filho legitimo do!
'iodiifredo Lucas, e Mana Scveriua
'o Lucas.
CASAMENTO*.
Ai Ionio Francisco de liveira com
ia da Appresentecoo.
1^ lacio Benio de Loyola Jnior
Vutoiiia de l'aiva.
Trinqulino Maphaldo de Sonsa com
.olinda Pereira Cesar.
Ptdro Marques Xavier com Theodord
Conceico.
Vi ieiim da Costa Monteiio com Margbrida Ffan
cisca Xavier.
Matadouro publico :
Malarain-sc no dia 6 do correnle
^nnijs;
0^
Ftados os debates depois da replica e treplica,
o Sr. *ir. juiz d diris pergontou ao jury se es-
'tava satisfeito pora jnlgar a causa, e tendo respos-
ta oflirmaliva resumi a materia da iccusaco e
da defea, propondo ao jury os seguiotes *que-
aitos .
Io O reo Goncalo Borges da Fonseca em dias do
mez de agosto do anno de 1859 tendo una briga
com sua mullier Thereza Mara de Jess, fez os
fenmentos constantes do auto do corpo de de-
licio ?
2o Ettesferimentosproduziram na paciente inha-
bilttaco de servico por mais de um mez?
3." O reo comraetleii o facto criminoso cora
superioridade em sexo, forra e armas, de roanei-
ra qua a paciente nao poder defender-se aom
probabilidade de repellir a oflensa ?
4o O reo commetieu o facto criminoso com
abuso da confianca nelle posto ?
5o Existem circunstancias allenuanles a favor
do reo ?
Lidos osqnesitospelo Sr. Dr. juiz de diroito,
e entregues com o processo ao cousellio, foi es-
te conduzdo sala secreta das conferencias 1
Mi. horas da larde, d'ondc vollou as 2 horas
respondendo ao Io quesito :nao por uiianiroi-
dade, e deixando de responder aos oulros por es-
tarara prejudieados com a resposta dada ao pri-
meiro.
O Sr Dr. juiz de direiio em vista da deciso
do jury, proferio sua senlenca absolvendo o reo
e conueronando a rounicipalidade as cusas.
O mesmo Sr. juLz Dr. juiz de dircito declara
que ttnha de serjulgadou reo preso Fulippe Mar-
ques dos I'razeres, aecusado por crime de feri-
raenlos leves feilos na paasoa de Juo Calislo dos
Sanios.
Feila nova chamada dos jurados acharam-se
prsenles 36 seuhores.
() Sr. Dr. juiz de ilireito pergontou as parles
se ipprovavam o ronselho que julgou o ro Gon-
ca'o Borges da Fonseca, e nao sendo approvado
o jury desenlenra foi com posto dos sonlioresse-
finiiies:
Jos da Cosa Braudo Cordeiro.
Francolino Augusto de Uollanda Chacn.
Jos da Cuuha Jnior. *
Alvaro Pereira de S.
Domingos da Silva Guimariies.
Jos Hilieiro Simos.
Dr. Joaquim Tlieoiooio Suares de Avellar.
Frantisro Jos Silveira.
Jo.o da Cruz Mendonca.
Amonio Theodoro dos Santos Lima.
Francisco Alfonso Ferreira.
Dorio de Aquim Fonseca.
E prestaran) juramento sobre o livro dos San-
tos Evan<;p|hos.
Foram recusados por parte do reo os seuho-
res seguimos.
Claudio Firmino de Jess da Molta.
Guilhermino Rodrigue Monle Lima.
Pirmiano Jos Rodrigues Ferreira.
Jos Ramos da Cruz.
Jos Simplicio de S Esleves.
Foram recusados pelu Sr. promotor os seuhores
seguales;
Francisco de Miranda Leal Scve.
Caelauo Lenidas da Cania Duarle.
Dr. Consianiino Rodrigues dos Sales.
Dr. Antonio Jos Alvos Ferreira.
Tiburcio Valeriano dos Santos.
Antonio Ferror* de Luna Mello.
Amonio Jos l.oopoldiito Arantes.
Antonio Augusto da. Cmara Rodrigues Selle.
Manuel Texeira Bacellar Jnior.
Francisco de Paula Lima.
Jos Flix Pereira do Burgos.
Caelauo da Silva A/.evedo.
Ficou impedido de servir no consolho O Sr:
Gervasio Prulasio Simoes, por ser innao do Sr.
Jos Ribeiro Siinoes, que foi sorteado e appro-
vaJo.
Foi o reo interrogado, e fez-so a leilura do
piocesso.
Fiada a leilura foi concedida a palavra ao Sr.
promotor, e este pedio o coadeinuacao do reo no
grao mximo do arl 201 do cdigo criminal, por
so dsrera. as circunstanciasaggravtuites dos 1
'c 0 .lo arl. 10 do iiiesrao codigu.
U p.-advjjgddo dediu.ndo a defezjLdo reo e
conclua pediudo sua absolvilo. ,
o exercicio d suoelegauo da Ireguezu A Juma SPrvw;oeI 8ol)rK dTftrsu* facios
de qualtQcacao reunio-sa> nmi ou outra vez na !
matriz, e na mAur parle dos,dias em um casa
prxima, onde concluio os seus icsbalks pelas
seis horas da tarde do dia 14, segundo dizem os
membros da mesma junta.
do que trata a
caita esobre o jnodo porque as cousas sao ahi
consideradas. Has como o negocio nao vi a
malar, tenha o publico a bourjade de ter para co-
ntigo a conleraplaco e paciencia de esperar um
eiuuius uo lu.-oum j.,..lu. no'UCO
A cmara accresccnta, que fieus trabalhos esto n,!ir
incadas de tantas irregularidades que bastaria nf c ? ^e %?ClT? df !?7-.
prestar alguma alienta*.para recourVecc-las. P.r- .Anl0* Wu*nU d **>T> merando pela exclusSo de raoias pessas impl^ 16P" bnem-: .M0 ^rno 3 annos 3 mez^s e
Untes da Vista dos volantes ^ *J !?'" a'n(,a ? Pubtico *<* ter a bon-
iz mais a cmara, que apexar dessa excluso I .a_co'"mp/afao e pacxtny. de eperar nm
escandalosa, de ntuilos individuos eliminados,
ado para a guarda nacional na mesma freguezia Dr Felx l'eix.a E T, .. eoU? ?0t bT-
o excede de 800 : dando deste roodu a conl.e- "J," .^*" J* .|Br'L e *f to<,os 1 ''"'-
er que a maior parle se compoe de noraes n- fi0[u*^J hora del lo pagar o des*-
IIIliU Id fino, i noi.i. ilii.tiu.'.n t it i-1.i ri.' l:i.i._ ^ .. o""
anda assim cresceu o numero dos qualificados a
uro ponto tal quoduplicou do que seria provavel,
elevando-se a 1802 ; quando o numero qualili-
rado para
nao
cer
gidns, ao que o povo denomina invisieeis. Tam-
il ero diz a cmara, e para notar-se, que u nu-
mero dos volantes sempre mais crescido nos
engenhos pcrleucciiies parcialdade que forma
a mesa, e al qualuU-adus era duplicada por di-
versos quarleires. Bastara o contraste entre as
pessoas conhecidos e excluidas. ej> crescido nu-
mero de outras iuieiramenle dORonhecidas ou
puramente iiiiagiuarias para dar junta a quuli-
licaco que merece, e. para justificar o clamor
publico que a condemna.
A voz publica, o clamor geral foi to violento,
que obrigou o juiz de paz mais volado, a voliar
ao seu posto, apezar do estado precario da sua
saude ; e fe-lo no da 15 du mesmo mez. sor-
prehendendo a mesa por tal forma, que apanha
dos seus membros em flagranie, recorreram ao
arbitrio do dizerem, que a qualificacu se lulia
ultimado pelas seis horas du larde da dia ante-
rior. Coro tal desaso, poiui, o lizerain, que
s no dia 16 que fixaram as islas na matriz, ao
passo que nem mesmo no livro eslavam copia-
das ; esabe-se que a qualilioaro nao est ulti-
mada seuo depois de Usadas as listas na ma-
triz, listas quo devem ser copiadas do livro da
quaficacao.
Eis ah a razo da gritada descomedido contra
o Sr. lente coronel Lourouco Cavalcanli
ler lulo a audacia de transloiuar todos os
da pandflha ; por ter lido a insolencia de
dovassar os arcanos da juolti de qiialilicac
Pao d'AIho De nao estarem concluidos os
balhos, tendo a mesa asseveado o contrario,
sultou a demora na entrega do livro ao 1" juzoe
paz, e lodos os subterfugios, de que se valorara
os mesarios, para inuiilisar a presenca do Sr. co-
ronel Luurenco Cavalcenii, que paraelles foi um
verdadeiro raio, fulraiuaiido-os no centro da lal
orgia eleitoral. Ora, nlo es.ando anda aixadas
as listas na matriz exigi o primeiro juizda mesa
que Ihe remenease o livro da qualiOcacao, so
que illudio cora una resposta evasiva om dos
mesaras Antonio Bernardo tbairo Moura.
Aqu comer urna oh.cana lio oslupila, que
enjotria lodos os nossos leitores, se quizesseroos
relerir orno por urna lodas ascircuinsianrias, que
se dorara paro nutilisar a presenca do 1" juiz de
paz, e a sua parlecpaco nesse uionslro cnama-
do processo de quilificoeao. Tendo o nosso ami-
pouco, porque anda o autor do eommunicado.
cima transcripto, nao soube e nem presumi que*
Mitograpbo livesse sido entregue ao Dr.
Flix Peixoto rm Codix I
Ha poucos dias acaba de esta
enlre nos o Sr.
go olliciado de novo ao 3" jui/, Jo
da mesa, esconde-so osle, e hu
retardar a entrega do oilirio, q
lido por um ullicia de juslira,
que o nao bav
lempo muil(
ames de lev
prosident.
xlo para
remol-
daran.lo
lilrado, ilis^WSo raesmo
que o hara visto punco
lino do 1-jiiiz de paz. ia,-ao da guerra.
lira na rcalidafJJjmHpn.i este escndalo para i.r.i-
var que a decli3Wo da mesa, islo do haver
uliiuado a quarrncaru no dia 14a larde, era in-
loirainoiiio lalsa.
A circuinslaiiria de haver visto o offical de
juslira au 3U juiz de paz, piuco snlcs de levar-
liie o ollicio do Sr. lenle coronel Lourenru
Cavalcanli, e de j u nao achar. era lio agravan-
te.que por assim bave-lo cerltllcado o mesmo
oliicial de juslica, foi motivo para urna serie de
neniados, era que ludo se sacrilicou al a pro-
pria honra. nu nao houve a menor violencia
para obngnr o oliicial de juslica a certificar a ver-
dad*, islo que vejo pouco antes na Pttla o 3o
juiz de paz Pedro Atexandre do Mallos, basta ap-
I pellar para o lesieuiuuliu d jg seuhores capites,
Alexandie Bar boza du Silva, Antonio Barbosa di
Silva Coulinho, Romualdo Corris de Mello o
iriiiodo Sr. engenheiro Galleno, que presencia-
A redaccao do Ltoeral k-vou a prudencia ao
ponto de nem ao menos, no sen noticiorio diario
ou fados diversos, dar a noticia da chegada dessa
personagem', que hujn dignamente dosemop,,!,, r>
cargo de cnsul geral do Brasil na Hespaiiha
Cerlos malignos disseram que o stleneio.'quo
notamos, era devido as difficuldades e apuros em
que se via o Dr. Feileza para dar cabal resposta
a caria d'aquelle senhor, carta que era conside-
rada, pelos que lera voto ua materia, Irrespori-
dlvel.
Nos porm, que conhecemos os grandes recur-
sos inieiieeiuaes do Dr. Feiiosa ero questes po-
lticas e a ficilidado cora que elle coslmna a
sahir-se dos passos perigosos, e precipiosem que
o collocam seus dcsleaes inimigos, altribuimos o
seu silencio e falla de cumprimenlo de proruess
solemnemente feila ao respeiiavel publico, af-
llneneia de trabalhos, que desde aquella poca
(22 de Janeiro de 57) Ihe roubam o tempo, o mili-
to principalmente agora, que elle Imbu ha para
resolver o problema da fulura eieko, que espern
ser toda folla no sentido das ideas, que ha 10
annos prega.
Apezar de serraos o primeiro desculpar este
senhor, coro ludo nao podemos deixar de, na
qualidadu de seu aprceiador e admirador, e-
uir-lhe que, aproveilando a estada do Sr. Dr.
lix Peixoto no corte do imperio, aaiisfaca o de-
jo de alguns amigos, publicando resposta quo
u ou pretende dar carta daquelle- senhor.
A um dos companheiros de Sinc, na sed acra o
do Liberal, uunmos proferir algumas censuras,
procurando al um pouao afilelo e escontenie,
por nao ler Snic, dizla' elle, respondido logo 6
cerlos trechos da citada caria, que "julgava Ihe
(ram bem desairosos, e na mesma occasto repe-
li de cor os segumles :
O homcm sempre o mesino ero toda a par-
to, o om todas as nrcuiusianrias da vida huma-
na, efgo de orgiilho, e de amor proprio, procura
sempre assignar ums urigem extranha oosmales
que suifio, para nlo reronhece-los como conse-
quencias deseus propnos erros. O Sr. Dr. Fei-
lo/.u, vendo-se contrariado %ro seus dsejos e as-
piraroes, alias muilo justa
ua representacao nacioir; ~~
provincia conspira-se c'
para -nao ver e reconh
dos de sua mprevidonc
obter um lugar
eputado por osla
e contra tudo,
re os resolia-
tos erras ......
V. S. inesmo ii Dr. Foiioso) se ha de recordar
que houve um da em quo abandonando 0 seu
gabinete de philosoi>uia e religiu, fui entregar
ao partido a sua ollera pecuniaria paA a sustou-
cieio qye en
iiiiiiiigo das revolucoes como se
era lao
.1....
In-
u /.*.
a de
FindosTos debales o Si. Dr juiz de difeilo ppr-[ ram ludo quanlo se passuu acerca de semelhante

on-
i
Francisca
Maria da

, Amancio
faCoucei-4Xu"
PCPJ
giinlou no jury se eslava salisloilo para julgar a
causa u leudo resposta afirmaliva resumi a ma-
teria da aecusaco o. d.i deeza, propoudo ao jdry
osquesilos seguidles :
1 O reo Felippe Marques dos Prazeros no dia
8 de Janeiro deste anno, na ra Imperial, fez
com um canivele que coinsigo Irazia um ferimen-
to nin Joo Calislo dos Santos ?
2." O rilo codimotlou o facto.tcrimnoso de
noile f
8." 0 reo commetten o facto criminoso coro
superioridade ein armas ao olfendido ]
Io Estemcircuslancias allenuanles a favor do
reo?
Lido os quesitos pelo Sr. Dr. juiz de dreilo,
foram entregues com o processo ao conselho, sen-
do este coniiuzido sala secreta das conferencias
s i e meia horas da tarde, d'onde vollou depois
de um quarto de hora pouco mais ou menos, res-
pondendo ao primeiro nao, iiorD volos, e doi-
^responder aos mais quisilos por licarem
Jhrius.
O Sr. juiz de direilo em vista da decisao do ju-
ry proferio sua senlenca absolvendo o reo e con-
deiiuiando a iiiunicipalidade as cusas, levantoii
a sessps. adiando-a para o dia seguinte, s lu
horas da manilla.
Devem ser julgados nu dia 8 do correnle os
reos presos Manuel Antonio Ruliuo Prxedes e
stevlo Jos Pere'.ra.
Coiimiunieaiios
tara o con-
si mo desta cidade 96 rezes : no dia ', -O.
Hospital de cakiiiaok. Exis ero ho-
nieiis e 61 mulheres. naciunacs ; 5 liomeus es-
Uingeiros ; total 129.
Na totalidade dos dnentes existem i 2 alietiados,
sendo 32mulheres e 10 hmeos.
.Foram visitadas as enfermaras pilo eirurgiao
Puto s 8 horas da manhaa, pe) Dr. Dor-
n das, s 7 horas e 50 minutos da m nhaa.e pelo
D Firmo as 3 u meia horas da tarde du 1.uniera,
CHRONlTDIulAlUA
JURY DO KEC1FE
2" SESSAO.
Dia 7 de maio de 1860.
P lESIDUNCU DO SU. DK. AU0STIM10 FltMELlXDO
LE.iO JUNIO. JUIZ DE D1IW.IT0 INTERINO DA SE-
CUNDA VARA C1UHIN.VL.
Promotor publico interino o Sr. D
I eopoldino de Giismao Lobo,
rscrivlo o Sr. Joaquim Francisco de
v?s Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Anlouio Aguslo
lima.
Feita a chamada s 11 horas
HE
r. Francisco
Paula Esle-
Fcrreira
aharam-se presentes 38 seuhores jurados.
da manhaa,'
dund
quanlas se
A artividade com _gne l
delegado, atildado
a auto- mondante dn
oruens o vai justilti
disse Dte-e,
devia de Carral
falla va .ee
segu.
etistea^^Bjjssj
G oi.i n na Jgn a rMi
geoh. i Wmmrn _
gado df luarassi- o ir.
Cynhsy laudo
procedido o novo
~ Icio, cra-
los,
ksVs-
lo aceren da
****
Foram multados em 20j> cada urn (los seuhores
j irados multados nos das interiores, quo nao
(omparecerara. e nem foram dispensados.
Foi conduzdo ao tnbunal para nerjulgado o
lio preso Goncalo Borges da Fonse
I or crime de ferimeulos graves fritos em sua
nullier Thereza Mana de Jess.
O jury du senlenca fot coroposlo dos senhores
segumles
1 .ir. Joaquim Theolouio Soaresdo Avellar.
.os Vctor da Silva Pimontel.
loraingos da Silva Guimares.
. os da Cosa Brandao Cordeiro.
.os Flix Pereira de Burgos.
iBtnuio Luiz do Aroarai Silva.
'irmiano Jos Rodrigues Ferreira.
. os Ribeiro Simoes,
Guilhermino Rodrigues Monle Lima.
Liitonio Ferreira Liraa Mello.
)r. Autonio Jos Alves Ferreira.
E p restara i u todos o juramento obre livro
ilos Santos Evaugelhos.
Foram recusados por parte do
tes: W
vntonwjoaquira de Parias Jnior
FraneeMo Augusto de Uollanda Cl < on.
)r. Coiislanno Rodrigues dos Sanios
.os da Gunhu Jnior.
'laelano Lenidas da Goma Duarlo.
uuonio Theodoro d*s Siaios Lima.
os Simplicio de S Esleves.
'.aetano da Silva Aaevod.
lossAamosda Crua.
FoTo reo ioierrogada, a faa-so a lei tura
aroaaaau.
Piada a leilura foi coueedid a palavra
womoiar, e esto fazeado a aeeusaqao,
adiad- a eoavemaac^io no-grao utas-i
ldaGod. Crias., por se dar incias
iajei'avttitt,Jo*^6e)jloArl. lilste mesmaeo-

reo ossenho-
I
Negocios de Pao d'AIho.
IV
Vamos concluir a nossa fastidiosa tarefa, cum-
prindo a nossa palavra ceres da histrica e
fatdica qualilicaco de l'o d'.vlho no presente
anno. Poderiamos escrever uro livro, se qui-
zessemos referir todas as clrcumstancias mais ou
menos escandalosas. Oais ou menos torpes, que
acompanharam o proessso da qualilirarlo, em
que uao se pode dizer o que mais sobresahio, e
a impudencia e audacia das autoridades, ou a
longaniraidade do boro povo daquulla fre-
guezia.
A tal qualificacao que foi urdida de modo lio
escandaloso, foi aimliavaJa lo depressT, e por
lal guiza, que raoslra pelas costeras tudo quanlo
tem de falso, de supposto e al de inverosmil.
A propria junta nao se atrevera a defender-sc,
se fosse devidaineule responsabilisada. O mesmo
imparcial anda c desanda ; ero sua algazavia
apenas exclama cheio de urna unci orlhodoxa,
que faz arripiar as carnes ; nunca se vio em Pao
d'Alho urna qoalilicacio como esla ; nunca o
Divino Espirito Sanio (blasfemo 1) vio no seu sa-
grado recinlho.. que vio eolio o Divino Es-
pirito Sanio, ou deixon de ver '.' Sabe o Impar-
cial o que vio o Divino Espirito Sanio ? A pros-
tituidlo mais torpe do que ha de mais sagrado, o
juramento I e deixou do ver a houeslidade, a
probiilade, e o dever, onde s exista a impu-
dencia do perjuriu-
E o que mais diz o liuparcial'? Diz que a jun-
.a uina sania, e que o coronel Luurenro Ca-
ralcauti uro diaho ; e de mais a mais qoe tem
jm nariz histrico 1 Ora todas as vezes que ha
un nariz histrico, as juntas de qualilicacao pro-
oedom sempre eiu regra ; e lu justamente o
quo aconleceu em Peo d'Alho Se os nossos lei-
tjres julgam que/oliusamos da sua credulidado,
pedimos-lhes que tornera a ler a lal algazavia do
Inparcial de Pao d'AIho na Diario de Pernam-
luce de9 do passado, 3.a pagina e 3." columna.
C que acabamos de dizer pode apenas ser c;i-
vi|, mas a pura verdade. O escndalo da tal
qjalificarl o de natureza lo repugnante e re-
pilsiva, que os roesmos, que u'ella imervieraro,
nio se alrevcm i simular ao menos urna siu.-
pks defeza. O clamor do povo foi lo pungen-
te, que o Sr. coronel Luurenco Cavalcauli nao
leve outro remedio senu aecudr ao reclamo, e
asumir as funcrOes do cargo de presidente da
juna.
.Felizmente pora corroborar o que dizemos foi
piblicada nesle Diario (de 16 do crrente) urna
inorniar,o da cmara inunicipal. de l'o d'Alho
itrca de uro cilicio do 1. juiz de paz ao Exro.
me da provincia, em cuja ii.formac.ao se
ataoi algumas das umitas ille^alidadescom-
de qualilicacao. Eis ahi
urnu, para evitar in-
Tjjin publicarla ha pou-
Ur etu laiiibranca de lodos os
turada, a mesa qualiicadora no dia 4 de
f,o, deu o* -lente no dia 5 o juiz de
|maiaalBasaJMMbiad*a presidencia no ta-
coranaO^H tmkko, que a titulo de
i a pasaau aa seu immediato oro volos Pe-
Uauor'a rfrr taTiast AMavervando cflMudo
cerlidao, sem o mnimo vslumlire de coacrio.
que lambern confirma a cmara municipal" na
sua j rilada idoruiarao.
Anda um novo escarseu por haver prevenido
o nosso amigo o Sr. coronel Loiireuoo Cavalcan-
li, cauuara no seu ollicio df remessa, que falla-
vara ulgumas folhas no livro de qualilicacao;
preveaicao que leve para evitar o que acontecen
depois, islo que semelhante fulla Ihe fosse al-
l iboida por gente que nada respeiia, nem ao me-
nos ao Divino Espirito Sania, i quem invoca pa-
ra as suas torpezas e desaines. Quando o nos-
so amigo prevenio a cmara ou fallou na referi-
dla talla, ero aecusou, nem levo em vistas acen-
sar muguem, porqus seria estpido por dentis
altribuir a mesa o arraneamenlo de folhas do li-
vro que para nada Ihe servira, riera disso Ihe po-
derla resollar o menor proveilo, visto que as fo-
llias arrancadas ou perdidas perlencem as quali-
licaces de 1857 e 1858, cujas ropis devera estar
archivadas na secretaria da presidencia,
se poderiam haver lanas cerlides,
quizessero.
Tendo o nosso araigo recebido o livro da quali-
ficario, nio leudo a menor suspeila de frjude,
apenas percurreu a lista da qualilicacao prsenle!
e s por urna mera casualidada mufles dias de-
pois, foi que den pela falla das folhas de que j
Usamos mencao. I'revenindo pois cmara dossa
falta, cumpli o nosso araigo o stni dever, sem
par isso arcmar niiiguem. pois quesera lio es-
tapido fazer responsavel o 3" juiz de paz por sc-
roelhaiitc falla, que para aua Ihe aproveilaria,
como faze-lo agora o Sr. coronel Loureuro Ca-
valcanli, que anido minio tenos pode lucrar com
urna falla que a ser por (raudo, s po-Jeriu ler lu'-
gar em folhas da qualilicagao du auno prximo
passado ou no do prsenle
A actual cmara municipal de l'o d'Alho a
espinha do garganta da smia Maranhao C, lau-
to mais quanlo, coraposta em sua maio na de gen-
te honrada, honesta, inteligente c abastada, nao
pode rocouhecer na pessoa do Sr. Luiz Maranhao
o hornera necessario, o hornera moralisado, o/uc-
lolum liiiilmenie do Imparcial e d'aquelles que
era l'o d'Alho frequeiilain o seu curlico.
Sena urna injuria para a comarca de 'o d'Alho
que a todos os seus habita:ites se lites antepozes-
se oSr. Luiz Maranhao, salvo pelas suas quaiida-
des negativas, que as lern em mu grande nu-
mero.
Temos lido o reldo o artigo de Imparcial, e
cromos que nada mais resta para responder, nem
mesmo as torpezas e coliimnias.com que recheou o
talaranzel. Oque revella. sem embargo,loda essa
gritara, toda essa aleivosia, todo esse empenho
ero traiislornar todas as c.ousas, em viciar todas
asfonles da auloridade,da juslica, da niorulidade,
como al do pundonor.' revella'qoe a sociedade
est abalada era seus fundamentos, que o prin-
cipio de autoridado lera desapparecidu sob o pu-
nhal ou bucamarle do bandido; que a Justina
uro nume vao, que nada significa, e que breve
chegeri o dia, era que coda cidado lenlia de pro-
ver por si s. ou por seos amigos e prenles a
sua propria seguranca : suuce qui peni!
Chamamos de novo toda a alienot'io do Sr. Dr.
chefe de polica sobre o esludo mimdroso da co-
marca de Pa d'Alho, sobre as autoridades poli-
cines, que Ihe sao subordinadas, o mais que ludo
sobro os abusos flagraiites dessas sesmas autori-
dades com grande escondilo, nao s pelo que diz
respeilo seguranca individual, como repres-
so dos deudos, ordinariamente impunes, quan-
do commetlidos por agentes de cortos potentados,
ou por pessoas, que se possam prestar lodos os
manejos eleilories.
Este estado violento em que vive a maioria dos
cidados do interior, reclama prompta reprcsso,
salvo o designio de involver a provincia em nina
serie do atlenlados, nj que nao pode ler o menor
interesse o digno magistrado, que hoje oceupa o
lugar de chefe de policia.
O justo.
Como se podoria conciliar
una cmara ordinaria de depul
e lodos Irabalhando ao mesmo
camtlcidu ] E conservada a
sena o larefa do coiisliluiule T
Nio insisto na deiuouslraco destes erros, por-
que V. S. foi % proprio a reconhece-los, desde
que ahandouou inleiraueule a idea de coosliliiin-
te modificada, deixando do ser, como foi, lalvez
sera o pensar (nato apoiado) um reoolucionario
modificado.
t) que concilio de todas essas vai il.ir.ocs, smil
lacoese atiernaltvas, ero qu lera vivido V. S ,
que alirou-se poiiliemtUB concicces [apoia'
do) proprias. sem ere nr.as, efWmmt principios que
proclamo, e por islo nao admira quo uo lira de
cinco sobes (hoje 9 anuos) de tristes tergiversa-
rles, nada tenha criado ouorganisado, e ao con-
trario s baja feilo urn grande nial i provincia
apoias*no), porque le concorrido para ali-
mentaran permanente e/fervescencia es.ia deplo-
ravel luca de antigs odios e de implacaceis
raneare*, ue convinha esquecer, e que o lempo a
muilo osleria esquecido.
Quando acabava o referido redactor do Liberal
ile pio-.iir as ultimas palavras, que copiamos,
ouuiuos aNvoz de um hornero bajojo, velhu o
corando, que disseram ser um mlauo Freilas
Barbosa, exclamar Uto nao nada em visla
do espicha que Ihe deu o Flix Peixoto na parle
poltica propriaincule dita. Aposto a minha pan-
ea, ora como u Dr. i'ciiosa nao d reposta essa
caria to fallada, e que lano nos abaleo.
Nao duve tallar assim, lite relorquimos, pode
perder aposta, porque confio muilo no hornera,
quo hoje dirige os uesliuos du partido liberal
uesla provincia, o espero que elle dar urna res-
posta de meslre ao lal l>r Peixoto, que de Cadix
veio meller-se ero negocio alucio e sobre o qual
uiuguem Ihe pedio conselho, e quo ha de licar
escarmentado da sua espanholada, como Vuics.
cha mam a caria del le.
DcSpeiimo-nus dos cotupanheiros da conversa,
e apenas chegadu a eva, lancaatos sobre o papl-
as linhas. que ficam lr>cadas,' e que otlerecenios
i considerado dos benvolos leitores.
Itacife (i de maio.
W.
Os leitores hao de ter a lembranra de que era
o Liberal Vemambucano de 22 de Janeiro de
1857 se publicou um eommunicado concebido
nesles termos :
Em dias desle mez recebi urna caria que roe
foi dirigida de Cadix pelo Sr. Dr. Flix Peixoto
de Brito e Mello, e pouco depois a li publicada
no Diario de Pernambuco de 14 do correnle. Se-
ja qual fr a impressio que produzio ella1 no pu-
blico, ora nada altern a minha calma ; porque,
gracas a Dos, nio tenho neasa minha curta vida
poltica uro s acto de que nao- possa dar, a mais
plena e satisfactoria explkacao, e de que lenha
qua arrepender-me. Hei de responder eoirve-
jiieutemente an Sr. Dr. F lis Peixoto do Brito e
MeJle; mas nao posso publicar *.- resposta em
quanlo nao souber ou akpreei*sa*rque o aoto-
Krapho Um foi entregue. Amtaa porm de publi-
ciujas desaa reapait, hei de. imm ^Maas *-
Correspondencias.
Srs. Redactores. O Sr. Foneeca de lledeiros,
que alias est em Pernambcd, paree que esti
eseiovendo pira os antpodas I Sobre o ponto
principal de qoe iraiei, isio dos seus 16 aunas-
de pralica como guarda-livros, nao so dignou di-
zer unta nica palavra I Cusa etn verdade a
crer, que se slenle tamanha imprudencia 1 Pois
eu escrevi urn serroso que, ninguem me encom-
mendou, e asseverei que o Sr. Medeiros tinha lf>
anuos de pralica, sem em tudo islo inlervir o
mesmo senhor? Quera o acreditar ? Confcssc,
Sr. Medeiros, ronfesse que me illudio; e nao se
soccorra a evasivas dessa ordem, que poem ain-
du mais em relevo o seu j bem conhecido ca-
rcter. O Si. Medeiros diz que cu suti bem co-
nhecido polos meus actos, e que nao qoer por-se
em narale.llo commigo. E' verdade que eu son
conhecido como homem que tero sempre vivido-
de trabalho licito e honesto, e Deus me livro de
me por em paralello coro o Sr. Foneeca de Me-
deiros, bilheleiro, curnndeiro hnrncenpathieo
sem nunca ler sido medico-; explorando a litle-
raior, sem nunca ler sido litleraloj, escriplura-
rio da thesouraria proviucial, e entpregando as
horas que deixa dar ao seu eraprego ero servico
particular; e finalmente dando lices de es-
cripturaco e recebendo 50J00O rs. dos alumnos,
para depois dessa exlorso declarar a algom del-
les ( nao a miro ), que, anda que empregue luda
a sua vida nesse esludo, nonca ser capaz do
aprender I O Sr Medeiros nao consegue aterrar-
me com as suas ir/eacas W'chmamcnl aos
tribunaes : li re,1* fr p'reftso, e l Ihe porei a
calva musir, po&l^mflM T846 .... ha
em Pernambuco gente Ire'Wwi'. que o conhece
de perto ; e l verei se, ero aiten^o a tero Sr.
Medeiros nascido nesta Ierra, haver juiz que rao
ceuderanc, come fardo 'importaco d'alm-
mar, a ser espoliado pelo Sr. Francisco de Me-
deiros sem gritar aqui dtel-rei 1 j que o or-
gumento iinportaco d'alm-mar o ar-
gumento favorito desie senhor.
Srs. Redactores, ahi fica esse homem amarra-
do ao poste, e eu c (Ico armado do srorrague
para o cuulinuar a zurzir. se elle ainda liver a
audacia da voltar iroprensa. Sou de Vs. Ss,
criado, venerador e obrigado.
S- C. 5 de maio.
Aulonio Augusto Novaet.Vieira.
Publicares a pedido.
L-se no /)ru< a** Bahia o seguinte na
correspondencia particular desta capital para
aquelle jornal.-'
A outre mrvidade que tambero ha oceupado
muilo a aiioncao publica e qu veio causar ntui-
los desgostes'Bo provincia a. grande lista das
condecoracoee do dia 14 de marco. Bornina
nella um pensamenlo mesejemi d* vingaeca,
que sotn duvida alguma o heauem* consetencio-
so hoaeste deve amaldicpar casa merevola in-
fluencis qoe-na ett quer di M esque-
cendo lo depresaa o psssado de prdWWas a
qoern- vota tsar* ktnerdinari luidlo. Pa-
reca inerivoHiue tieesa grande lista nio flzuro
com ua-UW' primeiros eoMUtondw o Exra.

-ADO
ilegvelL.


.....
Sr. commcndador Jaciniho Paes de Mendonca,
ue na. provincia das Alagdas foi o primeiro
ae distinguir na recepto de SS. MM. II!
Por todas as provincias que livcraw a honra da
vizita imperial um cidado n'So houve que gastas-
lseodinheiroquegaslou o Sr. cominendadorJuein-
Co na provincia das Alagas, sem latannos nos
seus serviros pessoaes que foram seui duvida al-
guma relevantissimos.
O Sr. comraendodor Jncinlho tinha jus a um
baronato, porque ningfetu dcspendeu tanto co-
mo elle, nem prestou innios frricos, mas avis-
ta do que se v publicado claro que houve ma-
nifesla injuslica e influencia maligna que quiz
tirar urna ringanca, quando os odios anligos
pareciainj exmelos o as velhas ideas j carun-
chosas. lano que na ultima eleic.to de senado-
res passou-se urna esponja por todo o passadn
e que jamis alguem pens'.u que coraco hou-
-f^6 rK c8 lanta raes,Ju'''he/. e de tanta villa-
na Como ricar esquecido o distinelo cidado
h,n.;.lTC'd-a Ul,h" Barbosa Rib,!ir0 ""
S'V'c"B)m,f"0cpiepnrouo palacio impe-
rial, para ser lembrado o Sr. Vasconcelos Ju-
"'"r:.1"fi "ao representante da firma com-
II i-FC 1(11 T m
Como nao ser condecorado o Sr. tenentc-e.oro-
tici uomeiro, membro de nina commissao che-
le de urna repartiese publica; e no mesmo caso
o }>r. lenente-con.nel Piula Mosquita ? Como l-
car esquecido o Sr. Francisco Dias Cabrul que
toi membro tambem de urna commissao e que
malo se distingui ? Ou as coiidecoraces fo-
ram por serviros prestados pela vi/.iia imperial,
ou nao foram : se foram, os cidadaos que 9e dis-
tingmram, que se preslaram para o brilhaolis-
mo da recepcao com servicos pessoaes e pecu-
niarios jamis poderiara ser esquecidos, e houve
por coiiseq.iencia nianifesla ii.jusiiea- em nao
seren condecorados, quando outro's que nada
tizerara o foram. Oque levo a imprcusa nesla
provincia? Deixou ella de prestar relevantes
servicos ? Ou poi ventura a imprensa de Fer-
nambuco foi a nica que mereceu sr condeco-
rada era seu ehefe com urna commeuda da Rosa
quando a do Espirito-Santo, da Parahiba, desl
provincia, p a do Jornal da Baha que acompa-
nhou SS. MM., e foi a nica aue descreven a
yiagem impeml a sua provincia, alm do sen
mporlanlissimo trabalho da viagem a Cachoeira
fle Paulo ATonso, nao mereceram igual honra.
r'e.38i grande caria de nomesque se publicou
to da 14 de margo nao houve equidade neiu
juslica ; ha nomos de cidadaos dislinclos, que
preslaram mui bons servicos. que nao foram
lembrado e nem queriam os amigos ofllciosos
desculpar o ministerio ou a influencia ministerial
com a rcraessa de urna lista da presidencia da
provincia; porque a dar-se isio nao ha queui
possa ocrcdiiar que cerlos nomes fossem esiue-
'los. quando S. Exc. o Dr. Manoel Dantas tcui
sido o primeiro a proclamar esses servicos
Todos s;ibem, nao ha quem ignoro a influen-
cio que nos despachos da Baha e das Alagas
teveumcerlo ministro de oslado, que quiz as-
sim dar a conhecer al que ponto chegava o seu
poder. O lempo porm ha de mostrar quem lu-
crara com essas vingances.
O mesmo presidile da provincia, visla dn
seus lao importantes servicos, visla do muo
que fez e quo obieve em nina provincia sem r.e-
nnum recurso, e que teve a honra de receber por
duas vezes o sen soberano, por ventura leve urna
condecorado justa em relaco a oulras que hou-
veraip na provincia "?
Sobro eslcponto nao nos alongamos mais pa-
oTendermas modestia do S. Exc ; mas
ra-
i melhor, se elles
"io. que con, ., ma.or
a rttoco em maior escalla conii-
?ec. 8ab,"h,s ".zens, oque Ihes pa-
nr^0ri?u^"i* art"in' se n* ,h falta
prudencia, conlavam com a juslica
UBublico-ja vioevai ver ainda mel
aevitm ou nao contar com ella !
No da 27 chegou do juiz do comraercio de
rernambuco um deprecado para o desta ridade
aprehender todos os bens de Caminha & Filhos
Anreseniado ao 1" e 2. subsiituios. estes se'de-
ram de suspeilos. o 3.. porm, bruta manivella
I dos baneorroteiros, apezar.dos precedentes, que
I leraos ref.rido, manda-o cumprir, mas somenle
a respeito dos bens particulares de Vicente Ca-
I minlia !
A vista dislo-o Sr. Manoel Das credor dos mes-
mos requereu um embargo sobre os bens da casa
fallida, o em seu requerimenlo pedio a suspeiro
do Sr. Paula por ser este seu irmao: esle Sr re-
sila, masemllm deu-se de suspeiio, oque tam-
bera fezendo o Sr. Groga. e o 6. substituto, den
lugar a que o negocio passasse para um dos ve-
nadores da cmara, que mandn proceder o ar-
resto requerido, que tentado primeramente so-
bre a barcaca Jaquaribe, que sabia se querer eva-
dir, foi frusftdo, sem duvida porranivennia do
olhciaes exee.ilores, que a deixaram evadir-se I
Nao e o Sr. Silvestre juiz municipal snpplentc era
exercicio, e os olliciaes de junta nao leraem,
e obedecem ? Quem pois liver ulbos que
veja *
No dia seguirte (28) Andr Caminha. intitu-
lando-se anda gerente do Caminha & Filhos re-
querao^restayei Sr. Paula, allogando que o Sr
Manoel Das, s podia ser reconhecido credor em
lernambuco, razao por que nao tinha direito ao
embargo requerido, e que por tanto elle, Sr.
laula. devu cossar sua suspendo para com o
mesmo Sr. Das! Dito o fono o Sr. Paula im-
medialamonie ubedeco a essa exigencia de seus
amigos, qne para elle era unn ordem, e revoza
o despacho, porque j.i se haviadadode suspeilo!
e mandando (azor o deprecado concluso, nesse
mesmo da se dirig-o para o escripiorio dos fal-
SS/",!*: al" s."ha f.zendo a apprehencao
podida pelo deprecado, nao segundo as presrrin-
C6W legaes ; ...as como apraz ao inlitulado w-
raiite. o aquellos lao intesessados como elle em
defraudaros credores do seus prenles I
t vai por essa forma intrusa o Sr. Paula se-
guindo um tnll.o lao tortuoso e criminoso, nao
obelante a opposicao legal, que lhe lera feilo o
procurador dos curadores fiscaesda m
ceno de quo nao salvar a
pimo n wiwawuco. ~^g*q fera 9 m wm m
que iz e do que (a'.^tiu nu lecaui, er JrOsV'lc-
me.te desmeniio, que nio calumnia nBm.
como o Glonenso assign o sea norne qoatido
acci sa a oulrem.
tsw.
Asim faz todo o hornera de brio. e assira pr-
tico 1 o Sr. lenenle-coronel Jos Mari, quando,
por deferencia ao publico, deu resposta ao Glo-
rier se.
trtii-itt...... ,"
0C099OCC0S. ..*...
Co uro de k)i salgados ". fibra
dem idea seceos espichados.
IdemioVm verdes. ...
dem de cabe cortidos um
E porque nao exhibe o Glorense as provas da Wem deonca
que aventura? Poique nao as Um, e porqne We de calda
seu lira era outro. Era como disse elle em sons
eratroglio8. ralado pela inveja e pelo olio fazer
cora que nao fosse o Sr. Jos Maria. r tenerte
coronel commandantc do blalho n. 17 da "uar
da nacional do municipio de Pao d'Alhu.
Sr. Glorense, o Sr. Jos Maria lera servicos
que sendo pagam com urna patente do tenerteco-j
el da guarda nacional. Alem de ou ros. te
al, com-
Idem de Goiabir- .
dem seceos .
Espanadores grandes,
dem pequeos. .
Esleirs de preperi

libra


um
urna
elle sido presdanlo da cmara municii
manante interino do esquadro dn ci valla
juiz de paz as freguezias de Pao d'Allio e ac-
actu lmente juiz de paz mais volado e
Glor a. delegado de circulo lelterario,
gado por mais de tres anuos: prestou
leitor da
subdelo-
relevan-
tissiioos srveos na crise epidmica d< cholera
raorl.us, levando pessoalmente soccorros consolo
estove a
flagcllo,
ares por
e an macao a populacao anlicla, e esfor:ando-se
cora risco de sua vida com ludo quanto
seu ilcance para salra-la do horrivel
que lanas vidas ceifou em outros lug..
talla de um homem incansavcl e bcrafas jo como
o lenle coronel Jos Mara ; e a distrituico da
juslua nao um brinco de criancaa qu
zem que sim, ora dizem que nao. O
sabe a quem grada, e nao relira a sua
ca pe r pubcacdes
ipecacanhua.....
lenha em achas grandes
f ora di- ; dem idem pequeas. .
eslupidas e insinuaces insi-
dios.s de qualquer rabiscador de gazel
ncapolado e improvisado Gloriense.
Se o Sr. Glorense nao lem raeredimenlos.
nem servicos (antes um reprobo que
descnbrir-se) para receber iguales honra
vern i, arrpie da carreira tortuosa o de
em qae vai, faca o seu aclo de contricc 10 e pro-
cure merece-las, porque mu i los scel ralos te-
mos islo tornarem-se bons e morigerac os cida-
daos e vircm a ser ptimos servidores dej
certo de que os seus uivos nao farao
echo contri o lenle coronel Jos Me
tem sua repulaco firmada, e esl ailam
locad ) na sociedada para que a seus
gera os tiros da maledicencia e da inve
Saiiam pois, o Gloriense e o quadrii mvirato
que t apadrinha, o coroado serrador
ras, c mesire escola e o personagem
assa fallid ., pilan, a, que declamaram no deserto,
dos bancarroteros mas que
cheiadas as algibeiras! E
T8
ein cobcUkuj diremos que para mostrarmos a
influencia qu* duminnu as condecoracoes para
-osla provinciaos Exms. Srs. bares de'.ilalaia e
-/eiitesto Gil ANDES DO IMPERIO!!
(Do Diario de Alagos.)
Sr. M. Fonceca de Medeiros. Havendo eu
pergunlado.30 Sr. Antonio Augusto Novaes Viei-
ra quem o informara de que Vmc. tinha 16 an-
nos de pralica como guarda-livros, e havondo-
e elle respondido que eserevra sob as suas
inaspiracoes, o cora o nico lim de obsequiar a
vmc. vojo agora.com pasmo, que Vmc. em res-
posta aquella senhor. diz que elle fuera, por
serv.i.snio. um sermSo que ninguem lhe encora-
mendara. o que nao posso crer, porque sera du-
vida para elle avancar aquella asscreio, careca
necessanaraente das informacoes d'alguom o
por isso dinjo-me agora direlamenta a Vmc,
en. que nao sou fardo d'importaco d'alm-mar
efJ\'e o conneco bem a Vmc. para quo me diga
ODde que adquiri esses 16 annos de pratica.
Jspero a sua resposia. E sou de Vmc.
O vigilante.
esdeixara bem re-
nao vai nisso o sou
propriomtorease? nao tem de ser herdoiro de
omdelles um sou Gibo? E entretanto
se o empregado mais integro e hon
vmcia! elle inesmo diz: ninguem se admira
a probridade e honradez, do que
moralidade, e honra I Sr. Je s Maria jase ochava na posseds de te lento coronel coramandante do batalho n.
17 da guarda nacional, a despeito de tod
liimn as urdidas e adrede concertadas
nto apregoa- | deseo reituarem ante o governo geral. q
radoda pro- descr; minar a verdade da mentira e rol
rstoupa nacional.....arroba
i- Fa
arinha de araruta
dem de mandioca .
Feijo.....
Fumo em folha bom .
dem idem ordinario .
dem idem restolho .
dem em rolo bom .
dem idem ordinario.
j Gorama polvilho.....

alqueire
alqueire
arroba

>
>
governo
confian-
arroba
cento
>
como o
nao ousa
do fio-
ransfuga
estado
o menor
ra, que
;nie col-
las olie-
a.
que
o direi-
eu iroprio !
Repelimos isso justica? Podc-e dizer que
a jusLca. quaodo se procede de um modo lio
luu.uliuariu. e mesmo lao impudente' Oh'
siluacao leasirel nao a nessa quando
lo de propiiedade nao enconira a mais mi
Pies garanua. quando a anarcl.ia jdicaria ul
quo emidade. intrusas se arvorai de auorida-
dc. para proteger os espoliadores desse direito
l-o sagrado I e anda mais. quando o despejo e
descaro de gente to degenerada tal, que to!
da por cuna de ludo nos diz-debald Lrn.Z
llT'T5 Rver'">-"s contamos com
elle.temos altos protectores, mesmos nos tribu-
naes superiores, o que fareis, pois f I
Oh !Ser isso verdade se o cubramos a cn-
be..a q,ie a iramoralidade e a corrupeo vao la-
vrandocada vez mais. e esla cidade, e a prof -
na em breve se tornario urna verdadera co a
Je caco, a morada pacica dos bsnearroteiros
ou antes de verdadeiros salteadores mais pS
Oos do que os que na estrada atacan, o desireso que merece.
Dot'sia-se o anouy.no
do mesmo modo que o
honra.
Temos
que os que
Mas nao, mil vez nao! S. E
X adraimstraco judieiaria nesta
cidade.
Estamos convencidos, que nao clamaremos d-
banle contra a juslica desta nossa infeliz Ierra se
que se pode chamar justira quillo. que entre
nos se d eslo nome Estamos convencidos, que,
por fim, S. Exc. o Sr. presidente da provincia ot-
tendor a uossos clamores, e far despparecer o
estado de causas anornjal anarchico, e revollanle
que os entes mais desmoralisados, que lalvez te-
nba o provincia, sob a capa de poltica, crearam
nesla cidade, somenle para so poderem locuple-
tar com a fortuna alhoia!
Nesta convieco, pois, nao deixaremns de bra-
car, nao cessamos de por a visla de todos o de S.
Exc. oque for praticando essa intitulada justira,
para que todos flquem sabendo, que qualidade'd
gente a que della se acha encarregada, que se
duendo paci/ica e ordeira, nao trepida, antes
timbra em pisar, quanto ha de justo, o de ho-
nesto. urna vez quo dislo lhe proveuha algum
lucro I
Nesio proposito, vamos desta vez tornar pa-
tente o procedimento dessa justira em relacao a
questaofillencia de Caminhas* & Filhos^ que
actualmente se agita no nosso foro, que assaz a
caraclerisar, e pelo qual perfeitamenle se ava-
llara, se temos razao de fazer della tao rao
juizo."
Ha cerca de olo mezes, que a casa que grava
sob aquella firma, cessando seus pagamentos
taino, e falli de una forma lo escndalos* que
anda hoje revolia a todos, que vo leudo conhe-
cimento de tarta miseria No primeiro de marro
passado o Sr. Jos Mauricio do Lima, credor
della requeieu a declaracao judicial dessa fallen-
ca, e ped.ndo ser admillido a justificar o estado
do insolvencia, e abandono, dos fallidos encon-
trou tartos tropecus e embaracos para conseguir
aquillo. que seria mu fcil m outro qualquer
RAZ, onde houvesse urna juslica regular que ali-
nal recuou, e lancou mao do nico recurso que
lhe reslava, islo e, levou a arbtrariedade de que
era objeclo ao conhecimento deS. Exc.
Eram suspeitos para conhecer do negocio o 1.
substituto do juiz municipal, o Sr. Silvestre, por
ser prente, em grao prohibido, de lodosos inle-
ressados na casa fallida; o 2. o Sr. Teixeira,
por credor della ; o 4. o Sr. Graca. por ser gen-
ro; alendo o 3." o Sr. Paula Martins perdido o
lugar, por ter oceclado o posto de capilo da
guarda nacional de reserva, rauilo depuis que
ora nomeado substiluto. aviso de 24 de julho de
1855, devia a vara municipal passar para o 6.,
visto que o lugar de 5 lambem se achava vago ;'
bom longe dislo, porcm, averbando se taes os
flous pr.meiros, e tendo o Sr. Graca, como que
Jorcado, o Sr. Jos Mauricio a por formula, apre-
senlar a sua pelicao ao Sr. Paula, esle Sr. visi-
velmenu conluado com aquello e com os paci-
cosordeiros Caminhss, prenles dos fallidos, ar-
sogoua si dito lugar.que quando raesmo nao hou-
vesse perdido, lhe seria prohibido exercer, sen-
^Hmll<5 lnl,>/os mesmos fallidos, cora urna
!i T'l dS qu;,es lem at um filhocasa-
t' ,^i n'9 Kn?i0 de ura creu"- "ellos, o
S 1l esPach0 apei'Sao lo inj-
rid.ca, e cavilosamente, que nao precisa termui-
ta perspicacia para ver que o s. Paula tinha
por fimjulgar nao quebrada essa c*sa, que j4
parece fora de duvida, o eslar fraudulenta-
mente.
isso juslica ? Pode-se dizer que ha juslica
quando se procede de ura modo lo tulmuiuario'
tao imprudente mesmo? Emuma cidade commer-
cial, como 6 a nossa, e onde aquellesque seguem
a profisaao do commercio, geralmenle fallando
eaprixara em serera honrados, econmicos, e liis
a seus empenhos, um semelhanle procedimento
nn ralidade, e ttar o seu dUcredito, e aomquila-
. Prosigamos, qUe o que se segu anida melhor
fliune a nossa juslica.
A questao da declaracao da quebra de Cami-
nhas & Filhos eslava no p, que descrevemos. e
penda, como anda pende, da Uluslrada deciso
-L^,qU"'0a:il,(lui ^ aqoticiado
que era Pernajabu*. os credores des fallidos all
la m?n '.,VrendKr 0'0{" "o ". Vicen-
te- Manuel Camiota. Esta noiicia, eocheu de
eonslernacao em geral ao nosso corpo de cem-1
rrcto eprincipalmeotoaos erederM4# ^0 me-
se, nao pode orole-
ger. e apoiar sen.elhanle degeneracaol
r.i.,'.!H: .em umJ rl,utaC'o de ptimo admi-
n.slrador ao bom firmada, qe repelle ludo
to pretendis fazer delie acreditar
que vos diz respeito Pensaes assira. por' c
tomaes ., modersc^ calma. B criterio Son, Je
s. hxc quer marchar por proiecco aos vossos
deraandos e crines I Esperai um pouco e licai
cerlos de que ha veis descr confundaos' '
quan-
prol de
salles lor. Esle rouba a vida, aquello
Arabo) inspirara compaixo, nada mais.
dito quanto basta cm favor do muito di lindo e
probo Sr. tenerte coronel Jos Mara doi Sanios
Cavali-anli, e para confundir o quadrii mvirato
ae qi.e faz parle o improvisado e pseu
netisc.
Gloua de Goit, 5 de maio de 1860.
^^^ O verdadeiro Glorense.
dem em toros.
Madeiras cedro taboasde forro.
Louro pranchoes de 2 custados
Cosladinho. ......,
Costado.....
Forro.......
Soalho .
Varas aguilhadas.....
dem quiriz.......
Vrnhlico pranchoes de dous
custados .......
dem idem custadinho de dito
dem taboas de costado de 35
a 40 p. dec. e 21/2 a 3 de
largura .......
dem idem dito de dito uzuaes
dem idem de forro ....
dem idem soalho de dito .
dem em obras eixos de secupi-
ra para carros.....
Jiesoube Idem iaeui rodas de dita para

caada
alqueire
Pedras de amolar. urna
dem de filtrar......
dem rebolos......
Piassava em tnolhos
madei-
e 03 ca-
lorque o

urna
ura
urna


>


um




jjutM)
4S000
285
400
180
300
ieooo
500
400
l$OG0
3S200
1S600
300
1J600
30GO
33OG0
7S000
14g000
9g000
7$000
15S000
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25g000!
2S500 '
1S600
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3S000
93000
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6OS0O0
103800
998000
64S600
27*000
32JM00
24;900
950IK)
253200
1890UO
36S0O0
IS30OO
80O
23500
48000
23240
13600
21S000
14S000
45S000
I63OO
530C0
OSOOO
is as ca-
para o
.ar a esla
ditas
Mel. .
Milho.
do Glo-
1'raci doRecifc 7 de maio de
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cotat;fics omp.iaes.
Cambiis sobre Londres 25 1.4 e 25
90 dp\
George PatchetlPreside ite.
OubourcqSecretario.
1860.
1[2 *d.
Alfandegra.
Rendinenlodo dia 1 a 5 .
dem .lo dia 7
52:
7:
60:
Em
Juo descaranaento i....
Pac ,eco NlfT'T d a"n Pflssa<, a casa d
l acheco & Mondes denunciou de Caminha & Fi-
lms, como contrabandistas : cujo processo pen-
n?^n.J.U,Z ra',u,c!l'al-e na defesa queap-
preseniaram. semracn-se de proposirt6, q,e
U?.mUUe Da0 co"hem. consde5-iq9!
!., me,ISOS1Bais Probos, e honrOos do
vni,10 ?" para -quem 3 cojihnce, ellas re-
Iss TlnTi "" ma'S feugmalico- Els uasbel-
Negociando a perlo de quarenla annos o
primeiro socio da firmo Caminha & Filhos. e
condusindo sempre seMs lillios pelo cominho
iB. .""'n ll0"es,ulaJe. jamis em lempo
algum se he atlnbuio caso de co.utral.an-
nl ;''w,i g dep0S ~,a A dete us Cami-
nha 4 tilhos quanto ao fado de que sao aecu-
sados, bastuva consistir na evocaeo de sua vi-
fn^nPoaS*ada, "i t PU' C ""* ^"^ ?"<> IheS
fomece urna oefosa assaz robustas para des
telar o castello fabricado pela mais requi,
perversidade........ 4
Deve-so nolar que nesse peridico de qua-
luiia anoos aquelle chefe quebrou por duas vC-
ciminh!, HU"d,1,:Sa' T'e f" de se,,s lhos pelo
can, nlo da honra e honestidade, foi dando-lhe
tao bel ,, exemplo de f.car com o alhoio ao
seu hllio hoje bacharel; e enlao do menoridade
o exemplo de falsificador de firmas para cobcr-
}al1fSUas-l"canciasCo,nn,cr'--ioes, como foi
julgado no juizo municipal desta cidade
Descarresa hoje 8 de maio.
Barca rancezaSpherefazendas.
Sumac ivbrasileiraIlorlenciodiversos genei
Movimomo da alfandek
Sabao.........br
Salsa parrilha .
Sebo em rama. ,
Sola ou vaqueta fmeio) ,
Tapioca......
Unhas de boi .
Vinagre .....
par OJOOO
30S000
240
23500
800
9S000
18120
200
120
253000
103000
33200
33520
g3'J0
503000
um
arroba

urna
arrba
cento
pipe
n. ifo. AdvoriMidu que a lalu da euireg* vo-
luntaria ser punida com o duplo das menciona-
das q 11 otas. segunJo o arl. 6 do regulamento de
zz de dezembro de 1854.
Caes de Apollo.
43 A Jos Mamede Alves Ferreira
Largo da Pei.lia.
2 Bernardo Antonio de Miranda
... Hua Direil.i.
1J1 Manoel Romao de Carvdho
139 Joaquim Lopes de Almcida
Ra'dos Martirios.
3 Candido Francisco Gomes
Ra das Cinco Ponas.
92 Anna Maria deCarvalho Ucha
94 Joanna Francisca dos Santos
96 Francisco Martins dos Ar jos Paula
10D Rita Maria da Conceicao
102 Tiburcio Valerianno Baplisla
101 Ignacio Jos Coelho
106 Antonio Joaquim dos Sanios
Andrade
108 Maria Luiza da Purificacao
110 Padre Jos Antonio dos Santos
Lessa
112 Jos Pinto do Magalhaes
114 Jos Joaquim do Oliveira
120 Manoel Romao Correia do A mujo
122 Antonio Francisco de Corvalho
\li Joaquim de Souza Miranda Coutn
126 Antonio Francisco de Carvalho
128 DUo
ljK> Joaquim Teixeira Pexoto
132 Antonio Nobre de Alrneida e
outro
131 Gandido Jos dt Fonseci.
136 Pedio Banal da Costa Soares
138 Francisco das Chagas Mendonea
140 Angela das Virgens do Socr-
mento|Vianna
142 Antonio Goncalves de Moroes
144 Dito
146 Maria Vicencia deAbreu Lima
148 Joao doAmaral Raposo
150 Marcelino Antonio Pereira
152 Di lo
154 Joo Matheus
156 AnlonioJos do Magalhaes Baslos
158 Marcelino Antonio Pereira
160 Dilo
71 Joao Fernandos Lopes
73 Francisco Jos Das da Costa
75 Manoel Medeiros de Souza
77 Joao Barbosa Mariel
79 Candido Jos da Fonsoca
81 Joaquim Goncalves Salgado
83 Jos Joaquim Ferreira tle Mcn-
donca
f
_______________ i*
2." 0_ arrparalante mmerar as obras no p/azo
de 15 jjias. e as concluir no de 4 mezes. conta-
dos segando Vari. 31 do rcgulanieoio das obras
p 11 Micas.
3.* p empedramenlo na importancia-ds srre-
matacao ser feilo em tres pretlaces ignaes.
sendo a primeira quando liver feitp um leico da
obra; asegunda quando houver feilo do us ler-
oos, o a nllima na entrena da obra.'
4.* Enviudo o mais que nao esliver especifi-
cado no orcamento e as presentes clausulas >-
peciaes, se observara o que dispe a lei n.286.
Conforme.O secrelario. Aulonio Ferreira da
Annunciacao
Declaracoes-
183000
30?000
253200
273000
Acha-se depositado neste juizo 12 boles de
ourn do abertura, achados a ura nutiiino quem
porianio, for seu dono, dirija se a e% juizo, que
dai.eo os signa es cortos, lhe ser enTregue.
Subdelog..cia da freguezia de Sanio Antoaio 7
de n.aio de 1860.O subdelegado supph-nle.
Antonio Bernardo Quinteiro.
O Illm. Sr. inspeclor desta thesouraria
manda convidar a Sra. D. Thereza Virissima de
I SUS ;r" ",l,Dar,,cer nesla thesoirrerls). ellm
92rfS m oevo,vld" o ihesouro. H
Secretaria da thesouraria de fazenda dn Per-
nambuco 5 de maio de 1860. ofUcial fnaiur
interino, Luiz Francisco de Sarapnio e Silva.
3630(10
36SOOO
36-5000
363000
18J0001
Conselho administrativo.
O conselho
administralivo, para forneciments
jeclbsseguintes8-6"0' '^ de conlPrar > <*"
Para o 4." batalho de irtilharia a D
mtTZJSEk C0Vad0S 10 : ,MnS" de "'for-
me o ligunno novamenie adoptado, varas 25
l ra o 8 naiall.ao e 9." de infanlaria. '
t.inno cor de cmza conforme o mesmo figuri-
' r^,S"27: g8l0 de prala rom maKpl-
l'Sida de largura, varas 118 ; gala., de prala de
moia pollogada do largura, varas S4 1i2
I ara a enermaria do Rio Grande do Norte e
, para a companhia lixa da mesma.
'Ivarasl-am?8^/"" ,61'2: bnm brmt0-
54cl)0 a"s 5o3 x\ c,,1,a Para coberlas, covados 2O.
105800 l L. mv, baialhao da provincia do Cear.
253200 rnBr,' 259200
2I000
28SOO0
2U600 I do arsenal de
i iecfos so..
3936001
453000!
45300o!
363000 I
36:000
453000
4530U0
30,000 i
363000
1053001
105S50O;
ras 168.
Para a coloni
teias.
IS3OOO
8d
87
89
91
93
Movimento do porto.
82J177
J763334
3583501
Volumossahidos

cora
com
fazendas
gneros
Consulado
Rendirr ento ,io dia 1 a 5 .
dem to dia 7 .
geral.
m nn-
iiila da
Diversa provincias.
Rendirrento do dia 1 a 5
dem (o dia 7
115
25
------- 340
14.0853992
3.34IS985
17:14289977
2:^4069(189
4623037
368J126
Despachos de exportacao pela me
sa do consulado desta cidade n
dia 7 de maio de I86O
Liverpo>lrrPaiacho porluguez S. Jorge d'Avei-
ro, Kalkman Jnior & C, 300 saceos oera de
carnauba.
Liverpo >1Barca ingleza Prospero, h hnston,
Palor & C, 1,000 saceos assucar mase; vado.
Barcellcna Brigue hespanhol Vigilarte. A.
Irma, s, 214 saccas algodo.
Rio da l'ralaBrigue hollandoz LuminAners
l.ne, Teixeira, Basto. S & C, 200 arricas
assucar branco elOO ditas dito raoscavado.
Rio da 'rata Patacho hollandez Sara Elisi
beth T. Basto, S & C, 150 barricas
branc i c 200 ditas dilo mascavado.
Lisboa- Brigue porluguez Conlianca,
ch eZCm5;-0-d-eSSa-V'' paSS,da- P''""^eu man
j cima
gueiri & C 59o saceos assucar mascaiado.
Porto larca porlugueza Flor da Maia
Joaq.u.m llamos o Silva, 30 saceos
branc >.
appreciavel. Ella consiste nos facos
pe.oXiurJ'uesia \^ &S SZ ^^FX^!^!^^^
bacharel como calumniade
quelle mesmo
daquelle chefe, de haver cjmmeltido un. robo
na praca de Pcrnambuco em urna casa visnha
mdeoSaUnnr.f.,d,!nCa: Pe'0q,le leve de -erena!
mado a polica, para certas averiguares e fi-
nalmente aquella vida pura e sem mancha se
corou na quebra. que appresenlaram ltimamen-
te os laes filhos daquelle chefe, a quem exce-
dern, em muilo nos exemplos. que delle rece-
ieram. appresentando a quobra a mais fraudu-
lu'na "".n^'osa, que at.hoje tora appare-
cido nesla cidade. vv
Parece, que quem lem prece'denles desta or-
! Z'SM,IH,/Ve nvOCOr 8enliroer"os do honra e
bonestalidade, senlimentos que nunca fora
nhecidos por semelhanle firma
<>,
Medei-o?, 50 barricas assucar mascavad
Porto = Brigue porluguez Harmona, iLzevedo
& Mei.des, 17 cascos mel.
Receledoria de rendas internas
jeraes de Pernambuco
Rendimi-ntodo dia 1 a 5 7
dem di dia 7...... 2
Consulado provincial
Itendim.mio do dia 1 a 5 ... 9:
dem di
m co-
depoisdequobra^acr-ls^da'carmaAll-
da e acreditada de nossa provincial
A tanto chega a ousadia do homens, que isno-
ram o que sejam senlimenlos de honra, e ho-
nestidade, c aos quaes sao insensiveis.
Aracaiy 30 do mareo de 1860.
O Revoltado.
t Do peridico Aracaly ).
-. 5388353
dla '.......2:224jj644
assu
Navios entrados no dia 6.
Rio Grande do Sul36 dias, patacho inglez Ro-
seway Bell, de 150 toneladas, capilo J. B.
Col, equipagem 10, em lastro ; a ordem. Se-
guio pira Demorara.
Havre37 dias, barca franceza Sphere, do 325
toneladas, capilao Ribeer, equipagem 10, car-
ga fazendas e mais gneros ; a Tisset Frere &
Companhia.
Navio sahido no mesmo dia.
Buenos-AyresBrigue prussiana Urania, capilao
G. Bergman, carga assucar
FalmouihPatacho holandez 1/arfa Cornelia ca-
pitulo A. I). Brenkerenk. carga assucar.
A'atiios entrados no dia 7.
Bahi5 dias, sumaca brasileira, Horlencia, de
94Mtneladas. capilo Joa Custodio do Mello
equtoagem 8. crga farinha de trigo e mais ge-
auM; a Azevedo Mondes c C.
onde do_ Sul 20 dias brigue brasileiro
o, do 175 toneladas, capilo Manoel dos
6. Pereira e Silva, equipagem 10 carija 8800
arrobas de carne ; a Texeira Basto S & Com-
panhia.
Acarac24 dias, hiale brasileiro Sobralense, de
97 toneladas, capilao Francisco Jos da Silva
Rales, equipagem 8, carga sola; a C. C. da C.
Moreira.
Navio sahido no mesmo dia.
CamaragiboHiate brasileiro Santa Luiza, ca-
pilo Eslevo Ribeiro, carga differentes' g-
neros.
BarbadesEscuna ingleza Ida. capilo R. Monk-
ton, em lastro.
Siokl.olmBricue sueco Wslhelmina Tersmaden
capilao C. I. Erisson, carga assucar.
Victorino Jos degouza Travasso
Padre Luiz de Araujo Barbosa
Dr. Francisco de Assis de Olivei-
ra Maciel
Joanna Francisca de Monezes
Filhos de Joo Rodrigies de
Honra
Travesa do Dique.
Anna Joaquina dn Sania Cruz
Ra do Range-I.
62 Jos Joaquim de Novaes [ os
altos)
Rus Real.
47 Albino Jos Ferreira da Cunha
1 A.
23o500
28j800
18c000
455U0
305060
12$S00
60-5000
Altea coniuza, lil,r:.s 4 agrta rangeira, libras 2 ; di.a de l.abarrasjuo, g,rra_
garrafas 6: aflato dft imn-
; .ssiicar Mlinaio, arrobas 2 ;
*nelr'co, oncas6;
G ; balsowo d cupalnia.
Lea, libras 2 ; bi. basloi);
las 4 : dita rosada
niaco. garrafas 4 ;
acido sulph.irico, oncas 6 ; a
acido munalico, oncas G;
libras 2; balsamo d ayv
cascas de giquililheta. libras 2; calareolanes a
vapor, onca 1 ; canella en. p. libra \ ; capsulas
de cupal.iua, canas 4 : cabocas de dorrnideiras
libras 2 ; cevada, libras 4 ; de.iiochlrelo de mer-
curio, onca 1 ; espirito de vinho.-garrafas -
.emplastro do sieula. libras 2 ; oiio de aquiin
1504000 r"1" 'm,rf,s4; dit0 "ica'oo, libras 2 ;
'| especies peiloraes, libras 4 ; enxofre sublimado
tura 1 ; flor do sabugueiro, libras 2; dilodo
borragom. libras 2 ; malvas, libras 2 ; fldr de
2--2SH10 ?r"'ca- llbras 2 : Komma arbica em p. libras 2 ;
E para constar se mandn affixar o pr"een.e JS'".?^,^ ?!""" '^f82' l]nha^ '
c publicar pelo Diario. I f^3"' llbras 7 < 0lla e"' PO, libras 4 ; ludano li-
Secrclaria da Ihesouroria provincial de Per- 'i0*, *,e1s^denhm. eio Hbro ; Wsna, libra 1 ;
nambuco, 28 de marco de 1860.-O secrelario. 1 ...".. .!.I,a,-_gil.rra,s 4 ; df! rosado, garra-
A. F. da Annunciacao.
O Dr. Silvino Cavalcanti de Albnquerque, juiz
municipal da primen* vara da cidade d'o Re-
cife do Pernambuco,'?por S. M. o Imperador I
que Doos guardo, etc.
Faco saber.que em cumprimonlo ao arl. 36 da lei
de 19 de agosto de 1S46. sao convidados lodos os
cidadaos que liverem sido desa.tendidos na qua-
licacao do votantes que teve lugar as difleren-
tes freguez.a deste municipio, e que enlentaram
recurso na forma da lei a apreseniarem-se pe-
raute o conselho que deve principiar os seos
iratialbos do da 15 do corronle em diante na casa
da cmara municipal desta cidade.
E para constar mandei lavrar o presente que
ser publicado pela imprensa e
gares do costume.
Dado e passado nsta cidade do Recife aos 11 1 "osmoscada, oncas 6; tintura de arru'da. ons6
de abril de 11160.Eu Praneiwa ,,;. ^Arau- Bac'ag dl- rame pequeas para sangra 2; balan-
f 1 1 ; man... en. lagrimas, libras 4 ; mostarda
em grao, llbras 2 ; macellas, libras 2; mercurio
doce. ln,ra 1 ; magnesia de Ubenry, vidros 2 ;
manteiga de aiil.emouia, oncas 2; neiraio de prn-
ia, onca 1 : oleo de ricino, garrafas 6; oleo de
aniendoas doce, garrafas 2 ; dilo commum, car-
ralas 4 ; pasta de naf da arabia, caixasG; po-
niada alvissima, libras 2: dita mercurial, li-
bras 2 ; dita do saturno, libras 6 ; polpa de ta-
marindos, libras 4 ; podra hume, libra 1 ; pur-
gante de Mr. Le Hoy, garrafas de 3." grao 6; qui-
na em casca contuza, libras 2; salsa parrilha in-
icua, libras 4 ; sulphalo de magnesia, libras 4 -
sal de chumbo, libra 1 ; 3-jlphnlo de qniuino*
onca 1 ; sedihles, raizas 4 ; sanlunin. oncas 2 ;
ungento rosado com posto, libras 2
xarope ci-
allixado nos lu- I,r"-". g-'nafas 6; arruda, libra 1 ; vinagre, gar-
! raas o ; algwdao em rama, libras 2 ; tintura de
de 1860.Eu Francisco Saraiva de
jo balvao. escrivo o oscrevi.
Silviino Cavalcanti de Atbuquerque.
o> W "*
ca com mareo e gra..alario 1 ; copo graduado I
peonas lapis 1 ; caivete fino de aparar peonas 1 :
peonas, do anco 25 ; papel almasso, resma 1 '
dilo pardo, resma 1 ; tinteiro c areoiro, 1 par
fuiil de vidm 1 : Jim de folha 1 ; jogo de ruedi-
oas do folha do urna libra n.eia onca 1 ; serin-
ga do bomba I ; oilo de eslaoho 1 ; pecas de al-
do porto de Pernambuco 21 de ahrl' ,,a -: esl"rll de salamoi.iaco, libras 4.
(Ip ISGil ..H"6 .qU'.r VOnder ,ae.s Rectos apresemo
Capitana
ira
as suas proposlas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da ruanha do dia 11
do corronle moz.
Sala das sesses do conselho administrativo
para fnrnecimento do arsenal de guerra 2 de
maiode bW.-BeiUo osi Lamenha Lins, co-
ronel presdemeFrancisco ioaquxm Pereira
o.
m
l
"1
e
3
o
i
Horas.
C- No-
Manoel
assucar
IC7S976
I06J676
^748652
11:
Urna aecusaco immerecida, injusta e calum-
niosa, niha do odio e da inveja, feila de embos-
cada por um covarde sem nome, sem moral e
sem pejo, indigna, revolta ao hornera mais fleu"-
matico.
Basta Ir a publicacao a pedido o correspon-
dencia loceras, a primeira no Libiral Pernam-
bucano n 5 de 20 de Janeiro e a segunda no de 19
demarco ltimos, assignadas pelo Glorense, con-
tra o milito digno e honrado Sr. lenle coronel
Jos Mana dos Santos Cavalcanti, para fazerse
idea da miseravel penna que as tracou.
O eslylo brusco em que essas e 'oulras publi-
cares do Glorense sao concebidas, os erros al
de grammatica que ellas encerrara, o desalinho de
suas phrases sera nexo, vasias de sentido e sobre
ludo despidas de prova, bem moslram que so o
resultado de um cerebro desaranjado e perdido
de algum arrieiro avesado ao crime, que (de bal-
de) pretende marear a reputac5o do Sr. tenerte
Coro1f.' Jo8 Maria empreslando-lhe fados de que
so o Gloriense capaz.
S convuendo o Gloriense com os Iadroes o
assasslnos a quese refere, poderia eslar a par de
seu numero corto e geniilezas. Se o Gloriense nao
e. parece algum dos malfeilores perseguidos pelo
Sr lenenle-coronel jUS Maria quando subdele-
fr. 1!!''"? dc Tin8"0ca. e nao lendo ou-
pora a seu salv9jinwrder fle f||
ousou emlwrgar-ihe os passos
perversidade. r
Nio o conseguir porque (oda a provincia ce-,
"Ar:ie.B5B4?-c?'BM' J* Maa esabe
62o997
Pauta los precos dos principaes gene-
ras e producees nacionacs
que se despacham pela mesa do consu-
lado na semana de
del a 12 de maio de 1860.
Aguarde He alcool ou espirito
de agurdente..... caada
dem ca::aca.......
dem de cana ......
dem geiebra......
dem idem....... botija
aquella que
na carreira da
nneee
lT io ,r a ^J-Slf1. itZZV *? ^bossv.t. Q
ss ^L^
caada
garrafa
caada
arroba


>
arroba
alqueirfe
arroba
>
caada

dem licc r
dem idem.......
dem res ilada e do reino
Algodo em pluma 1. sorte .
dem idem 2.adita ,
dem idem 3." dita ,
dem en caroco .
Arroz pilado......
dem coiq casca ..'.,.
Assucar branco nove .
dem mascavado idem .
Azeite di mamona ....
dem de mendoim e de coco.
Borracha fina......arroba
dem gressa.......
Caf em sro bom.....arroba
dem ide n restolho .
dem idem com casca .
dem meide. ....
Carne secja. .
Car vo di madeira .
Ceca de c. rnaub* em pi
dem ide n esa velas. .
Charuto* sons ....
Ildein osd nanos .
IfeniesjiUft. ....
700
440
500
800
280
960
320
800
7g2(l0
6;J200
55200
1$800
3g200
3S500
4g800
2750
9(0
1JJ920
7JOO0
45000
7S000
4|500
w
p:
e
3
c
O
Atmosphera.
Direcco.
3q
I
Inlensidad.

-1 co
l MI te OS
OD QO OO CO
-1 ~4 en
O co Reaumur.
00 0 s. Fahrenheit
C2
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cu
-4
oc
MI
-1
S ^| Hygrometro.
-13
CK =
r3
o
Barmetro.

so p;
n
? K
de 160 .
De ordem superior pnblica-se o seguinle, pa
conhecimento dos navegantes.
Copia. l."secco. Palacio do governo do
Rio Grande do Norte 16 de abril de 1860.Illm.
e Ezm. Sr.Cumprc-me fazer chegar ao conhe-
cimeniode V. Exc, para os lins convenientes,
que, segundo declarou o capilo do porto desla Lolj0- coronel vogal secrelario iulerino
provincia, a luz que serve de pliarol na fortaleza
dos Santos Rois M,agos, pode ser visla do convez
de nm navio regular, distancia de 12 a 13 mi-
Ihos. por se achar approximadamenlo na altura
de 43pes inglczes.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. presi-
denle da provincia do Pernambuco. O presi-
denle, Joo Jos de Oliveira Junqueira.
Conforme=:Francisco Lucio do Castro. r*o im-
pedimento do secretario, Francisco Firraino Mon-
teiro.
A notte nublada c de aguaceiros fortes,
S, veio para o terral e ao amaohecer, rondou
pelo N.
OSC1LLACO DA HAR.
Baixaraar as 11 h. 51" da manha, altura0.75 p.
Preamar as 6 h. 6 da larde, altura 7.75 p.
Observatorio do arsenal de mannha 7 de maio
de 1860. Vibgas Jijkior.
Editaes.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti. coramendador
da imperial ordem da Rosa e da de Christo, e
juiz de direilo especial do commercio desta ci-
dade do Recife, capital da provincia de Per-
nambuco e seu lermo, por S. M. I. c C. o Sr.
D. Pedro II, que Dos guarde,-etc.
Faco saber aos que o presente edilal virem, e
delle noticia liverem, em como no dia vinte o
quatro do correrte mez se ha de arrematar or
vanda a quem mais der em praca publica deste
jdfto, ena sala dos auditorios um sitio, denomi-
nado Casa Caiada, cito no lugar do Rio Doce, o
qual lem urna pequea casa da peer e cal, rom
urna porla no centro e duas j mellas em cada lado
leudo cem bracas de fundo.e oulras tantas de fren-
te,pouco maisou menos, contendo algunsarvore-
dos de fructo avaliado em pm corto e duzeutos
mil ris, pertencente a viuva e filhos de Firm.no
Jos Feliz da Rosa, e ra aos mesmos penhora-
da por execuco de Jos Jacome Tasso, e nao ha-
vendo lancador que cubra o prego da avaliaeo
ser a mesma feila pelo prego da adjudica'c
com o abate da lei.
E para que ebegue ao conhecimento dn todos
mandei passar editaes, que sero publicados pela
imprensa e affixados nos lugares do cosame.
Daflo e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 2 di;s do mezne maio do aono
do nascimenie, de Nosso Senher Jess Cbristo dc
1860, 39." dfc independencia e do imperio do
Brasil.-Eu Maooet Marta Rodrigues do Nasci-
menlo, escnv&o o subserevi.
Anselmo grmneise* Psrtlli.
-- O Illm. Sr. inspector da Ihesoursrk p^Prin-
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimonlo da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, q'ue no dia 31
do correrte, se ha de arrematar, peranle a men-
cionada junla, a quem por menos llzer, as ira-
oressoes dos trabalhos das repartices provin-
ciaes, avahados em 5 0008, animalmente.
A arromatacoser foila por lempo de um anno
a contar do 1. de julho do crreme anuo, a 30
dejunho dc 1860.
As pessoas qne se propozerem a esta arrema-
lacao comparecam na sala das sesses da mesma
vento !unta' "dia cima referido, pelo meio dia e
' competentemente habilitadas
E para constar se mandou afOxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco. 3 de maio de 1860.O secrelario, An-
tonio Ferreira da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em emprmenlo da rcoluco da junta
: da fazenda, mii.da fazer publico, que no dia 31
! do crreme, peranle a mesma junta, se ha de ar-
rematar a quem por menos fizer o fornecirnertb
dos mediramenlos e utensilios para a enfermara
da casa de delengo desta cidade, por lempo de
um anno, a contar do 1. de julho de 1860. a 30
dejulho de 1861.
al, em_ cumplimento d ordem-em vigor, man
4 convidar aos propietarios abaso declarados
i t^*P19m n wfctt*.jiesousoeif, i
to 80 das, a cortar do dia da psimwa pi
ZT3$r,^**l|sevJ dj ras abano frente-fe orjmU, o* usmm(
indicadas, conforme a disoosto. a le prowdal B.512*.
As pessoas que se propozerem a esta arrema-
taco, cortparecam na sala das sesses da refe-
rida junla, no da cima indicado, pelo meio dia
e compelentemeute habilitadas, aue acharo pr-
senles o formulario e condices da arremataco.
E para constar se mandf u allixir o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em virtude da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 10 de maio prximo vindouro, se ha de
arrematar, a quem por menos fizer a obra dos
reparos dos empedramentos da estridas da Vic-
toria entre os marcos do 6 a 8 mil bracas ava-
lisda em 6:5120. v '
A arremataco ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 4 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se quizerem prooor a esta arre-
mataco comparecam na sala das sjsses da men-
cionada junta no dia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitada,'..
E para constar se mandth afllxar o presente e
publicar pelo
S*lrefarQa J>ovlncial de Per-
$l}t__________ -W* 8clio, An-
W
---------------^mrrm.vtaco.
..\. wrepsq ^^HHDiitns da eslra
da ictona entro os marros de 6 a 8
m ;s^
Conselho administrativo.
O conselho administralivo, para fornecimento
do arsenal de guerra, em cumprimenio ao art.
r regulamento de 14 de dezemnro de 1852,
faz publico, que foram acceitas as propostas dos
senhores abaixo derlarados :
Para fornecimento do arsenal de Riierra.
Antonio Jos Moreira Portes 200 pelles de
couro de cabra escolhidas a pelle a 500 rs. 12
pellos de couro de lustre, a pelle a 4S. 500 pen-
nas de Raneo para escripia, o rento a 800 rs.
Jos Amonio dos Sanios Coelho.161 1|2 co-
vados de baelilha branca, o envado a 400 rs.
O conselho avisa aos mesmos vindedores que
devem recollior os objectos cima declarados na
secretaria do conselho, s 10 horas da manha do
da 9 do correrte mez.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 4 d
maio de 1860. -Francisco Joaquim Yereira Lobo
coronel vosal secrelario interino.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so qu fez para serem re-
col h idas desde j as notas
de 1 o.ooo e 20,000 da
emissao do banco.
Estaca naval.
De ordem do Illm. Sr. chefe de divisao Fran-
cisco Manoel Barroso, commandante da estocan
naval desta provincia, previno ao grumete "do
corpo da armada Jos Comes das Neves, desertor
da guarnicao do brigue de guerra nacional Capi-
oanbe, que, para ser lomado em consideracao o
seu requerimenlo dirigido a Soa Magestade o
Imperador, pedmdo pordo e baixa, deve se
apresenlar primeiro ao mesmo senhor chefe. se-
gunda o despacho communicado pelo quarlet-ge-
neral de 1..arinha, o que manda o mesmo senhor
comraandanle da estaco fazer publico era con-
sequencia da delerminaco que para isso leve.
Bordo do brigue-barca Itamarac em Pernam-
buco, 2 de abril de 1860.o primeiro leante da
armada. Euzebio Jos Anlunes, secretario e al-
dante de ordena.
- BECEBEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recebed^lh de rendas in-
lernas, em cumprimento da
nislcrio da fazenda de dez .
flndo e da portara n. 7"0 da t
corrento, tendo mandado inti___
companhias c sociedades que tea sido facultadas
pelo ministerio do imperio e encarperado6. com
suaaulonsaco, e que na linharo pngo os ovos
e velh#B direitoe pelaapprovaco de seus efttktn-
los e o sallo do seu capital nos prazoe l
ra que etftrassem com sua importancia ej
decae para a raessM rocebedoria, os qu
dadese companhias consiam de urna
polo otsVial maior ioterinos
a thesouraria e slo-i. companhia dse-
ntimos utilidiiMpi^ idem d-es-
*" de rwnamd| ^Bk pernsmkw-
Dswegscao coweisi idea de mam
os ndemnisadera, itfeaa de csMBisntEia
Powissseo, AssgMs e Parahi, das. qnaea
le as duas de seguro maritisM aeneiona-
r n. o do mi-
neiro prozireo
rariadeldo
r no .dia 21 as
^
I MI ITIT TRT1
^a>



M)
das mostraran! nave r pago u sello de seu tundo
capital e os novos e valhosdireilospela appro-
vaco deseos estatuto. f transcroter o art. t
Snico do decreto n. 2490 de 30 de selmbro
doanno prximo passado que sujeita s penas
no arl. 87 do regulamento de 10 de julho de
1850 os empregados e autoridades aminislraii-
das ou judiciarias que de qualquer medo reco-
?hecerem a existencia das subreditas cempa-
nhia.
ATligo 9." Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymasou companhias que entraren em
operac,6es ou esliverem funecionando contra c
disposto nos aris. 295 e 296 do cdigo commercial
e por consequencia sem pagamento do sello do
seu capital, estao sujeitos a disposicao doi ,rt. 31
do regulamento de tOde julho de 1S50. alem
das mais penas ein que incorrerem, na confor-
oiidade da lcgislaco jm vigor.
8 nico. Aos empregados e autoridades ad-
ministrativas ou judiciarias que aceitaren, at-
tenderom, deferirem ou admitlirem reclamacdes,
requerimntos, reprcsenlsroes, acedes, ttulos (
documentos de qualquer n'atureza, apresenlados
em nome de compauliiase sociedades anonymas,
suas caixas filiaos e agencias em tae circumstan-
cias ou de suas adminislracocs ou de qualquer
modo reconhecerem sua existencia icarao exten-
sivas as penas do art. 87 do regulamento de 10
de julho de lb50.
Reccbedoria de Pernamhuco 25 de fevereiro d
1860.=l/anoe Carneiro de Souza Laceria.
ZZ
puwe tre-reiuuwBooft. ^-tet^a* asir yn rrwi,
Avisos maritimos.
Aracaty.
Sehue com mui'.a brevidade o hiate Santo A-
maro, recebe carga c passageiros : a tratar rom
Caelano Cyriacn da C. M., no lado do Corpo San-
to n. 25, primeiro andar.
Cear e Maranho.
Segu com brandado o paldabote Sobralen?e.
capito Ralis, recabe carga : a tratar com Caela-
mCyriacodq C. M., no laio do Corpo Santo n.
15, primeiro andar.
Porto.
A barca portugneza Ftor da Maia, sabe jm-
preterivelraente no dia 12 do corre nle ; anida
recebe algutna carga e passageiros, para o que
tero bous commodos : a traiar nu escriptorio de
Manuel Joaquim Ramos e Silva na ra da Cadein
do Recife n, 38, prineiro andar.
Aracaty com escala pelo
a *
Assu.
Segne com brevidade o hiato nacional Grali-
dao, para o reslo da carga e passageiros, o que
tem excellenles commodos: a miar no Fasseio j
Publico n. 11, uu com o meslre no trapiche do
Para o Aracaly,
Segu em poucosdias por j ler maior. parte de
seu carregameoto promtn, o hiate Catntrcaibe,
para o 'esto e passageiros trta-ee 'n* roa "do Vi-
gario n. 5.
Vai sabir com brevidade o brigue
Confianza, porter parte da carga en-
gajada, para o re$to trata-te com os
consignatarios Carvallio, Nogueira & C.
ruado Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o cauitao na praca.
Para a Baha.
O patacho nacional Amazonas I pretende se-
guir com muila brevidade. tem parle do seu car-
regarnentoa burdo ; para o reslo que lhe falta,
trata-ce com os seus consignatarios Azevedo &
Mondes, no seu escriptorio na ra da Cruz u. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O patacho nacional Amazonas II pretende
seguir com muita brevidaae, lem parte do seu
carregamento promplo : para o resto, trata-se
com os seus consignatarios Azevedo 4 Mendes,
no seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
o Rio de Janeiro
segu nesles oito das o brigue nacional Da-
mo, lem a seu bordo metade do son carrega-
menlo ; para o resto que lhe falta. Irata-sc com
os seus consignatarios Azeredo & Mendes, no seu
escriptorio na ra da Cruz n. 1.
WimClM AVT6$SA(6
DA
A(3AS)E!!D A Bl
Milo)|ll^A
E JILVTA fllUL DE BYGIEPiE PUBLICA
ELECTRO-M
Para o Porto
segu al o 'ia 10 do corrente o brigue portuguez
Harmona, ainda pode receber alguma carga :
trnta-se cora os seus consignatarios Azevedo Mendes. no seu escriptorio na ra da Cruz n. 1.
t,
Leies.
AGNEMCAS EPISPATICAS
Oe Ricardo Rirfe
Pam serem applicaaas s partes afectadas sem
resgtiardp nem incommodo.
A<
DE
algodo.
Para Lisboa
o brigue porluguez Relmpago pretende seguir
viagem com a possivel brevidade : quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
ao consignatario Thomaz de Aquino Fonseca, na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
capilu na pra;a.
Rio de Janeiro.
Segu com muila brevidade o palhabote Ar-
tista, capilao Jonquim Jos Alves das Neves :
para o reslo da carga, trata se com Caelano Cy-
iaco da C M no lado do Corpo Santo n. 25, pri-
meiro andar.
Terea-feira 8 do corrente.
o
agente
keal commu
Anglo-Luso-Brasileira.
Espera-se dospnrlos do sul no dia 9 do cor-
rente o vapor Jason, que deve seguir para a Eu-
ropa no inesmo dia, se cheaar de manhaa ou no
seguinte se chegar depois do meio dia.
Esle vapor o mais bello barco que jamis na-
vegou para o Brasil, lem lugar para 300 passa-
geiros da primeira classe, 3(10 da segunda e 400
Ja terceira classe, reune aos melhores comrao-
dos o maior asseio porque pertence a urna linha
entre Inglaterra e Estados-Unidos o o luxo e
commodidade que nsienlam os vapores dessacar-
reira proverbial.
Frelado pira fazer esta viagem em lugar do
vapor Brasil, Irouxe a iripolaco daquellc barco,
sendo o commandanle Richard Eustice, o mesmo
que na ultima viagem do Brasil, foi mimoseado
em Lisboa pelo< passageiros com urna busina de
piala fina em signal nc eslima e gralidao pelo
liurn tratamento que receberam.
Conhecedor dos goslos e costumes portuguc-
zes contralou em Lisboa, cosiulieiros, criados e
criadas portuguezas, e por isso tudo promette aos
passageiros que nelle seguircm urna passagem
comujoda e agradavel
Os Srs. passageiros que pagarera a passagem
de ida e volla terao o abatiinenlo de 25 0[0 : a ira-
ar com os agentes Tasso Irmos.
Borja fara' leilao em seu
arm.-izen por con t a e ordem do Sr. Ni-
cola Bruno, de diversos objectos degos-
to, como sejam camas do maaeira e fer-
ro, secretarias, toilets, toucadores, qua-
dros, imagens, peitos para camisas, pe-
daros de coral etc., etc., e inultos ou
tros objectos e obras de marcineiria qu
na mesma occasio serao vendidos sem
reserva de preco Dar' principio as
11 horas em ponto.
LILAO
DE
Farinha k trigo Ilaxal.
PELO AGENTE
M
CHAPAS MEOINAES sao mui o conhecidas no Rio de Janeiro e em todas as provincias
deste imperio ha mais de 22 annos, e si o afamadas, pelas boas curas que se tem obtido as enfer-
midadesi bafxo esenptas, o que se prov. om innmeros attesiados que existem de pessoas caoa-
zes e de Jistincroes. r
Con estas Chapas-electro-magniticaS EPisPASticAS obtem-se urna cura radical e infallivcl
em todos os casos de nnammacaotcansifoott falla de respirago), sejam iulernas ou externas co-
mo do fi ado, bofes, estomago, braco, ins. tero, peito, palpilac.ao de coracao, garganta olhos
erysipela;., rbeumatismo, ataques nervosos, etc., etc. Igualmente para as diferentes especies de
tumores, como lobmhos, escrfulas, etc., seia qnal fr o seu tamanhd e profundeza, por meio da
supiiurae.io serao radicalmente extirpados, sendo o seu uso aconselhado por habis e dislinctos fa-
cultativo! .
As encommendas das provincias ievem ser dirigidas por escripto, lendo todo o cuidado de
fazer as necessariasexplicac6es.se as ciaPas sao para hornera, seubora ou crianca, declar*ndo a
molestia em que parle do corpo existe, e na cabeca, pescoco, braco, coxa, perna. p, ou tronco do
corpo. d.clarando a circumslancia : esrado ferida ou ulceras, o molde do seu lamanho em ura
pedacod: papel e a declaragao onde e:;istem, afin de que is. chapas possam ler bera applicadas
no seu lugar. rr
Pdese mandar virde qualquer ponto do imperio do Brasil.
Consultas a todas as pessoas qunn dignarem honrar com a sua conflanca, em seu escripto-
rio. que se achara aberto todos os das,) sem excepeao das 9 horas da manhaa 's 2 da larde.
119 Ruv
ARTO ||9
PERTO DO LARGO DA CARIOCA
B
Ji
Biode Janeiro.
O referido agente far leilao por conla de
nuera perlencer, lerca-leira 8 do corrente s 11
horas da manhaa no arraazem do trapiche do
Exm. barao(do Livramento no Forle do Matlo,
confronte o'armazem do Sr. Hemelerio & Irmao
DE
150 barricas com farinha de trigo marca Ho-
xal XXX.
Transferencia
DO
Leilao de predio
Para terca-feir 8 do corrente
ao meio dia em ponto.
O ageute Camargo fara' leilao no dia
8 do corrente no seu armazem na ra
do Vigario n. 19
)
Seguir em poneos das para o Rio de Janeiro
o patacho Flor da Baha, j bera conhecido por
boa conslrucco e marcha ; e como ainda Um
praga para carga, offerece-a aos pretendemos,
que se entenderao com Bailar & Oliveira, na ra
da Cadeia do Recife n. 72.
DO
Sobrado de 3 andares pertencentes aos
herdeiros do commendador Antonio
da Silva na ra do Vigario n. 5, de-
irontc do consulado ge ral nara exa-
minar o mesmo predio, ttulos e con-
diccoes de venda, os pretendentes po-
dem entender-se com o mesmo
agente.
Companhia de ser-
vicos martimos des
Messageries Imperiales.
LINHA DO BRASIL.
Senico do correio rancez
Inaugraco do servico.
O paquete a vapor La Gtiienne, de forca de
500 cavalkis, commandanle Enout, official de
marinha imperial, partir de Bordeaos, para o
Rio de Janeiro tocando em Lisboa, Sao Vicente,
Pernambuco c Baha
^o dia 24 do corrente.
As sabidas sguintes tero lugar de Bordeaux
a 25 de cada mez, as quaes serao eflecluadas pe-
los paquetes a vapor de rodas de forca de 500
cavallos.
Navarre, cjmmandante Vedel,
official de marinha impe-
rial.
Estramadure, coinmandante,
Trpllier, official de mari-
nha imperial. H
Bearn, commandanle Aubry
de la Noe, officialaie mari-
nha iinjx
Um aviso ultarfc a dala do o-
meco do ser vico annaxo entre o Rio 4 Janeiro,
Montevideo^ Buenot-Ayrea,
Para inorraacoes a dirlgir-se agaacis roa do
Trapiche n. 11."
Avisos diversos.
Galera americana re-aberta
Galera americana re-abena
Galera americana re-aberta
Galera americana re-abena
Galera americana resaberla
Galera americana re-aberta.
Grande sortiment de fazendas
Grande sorl raen lo de fazendas
Grande sorlimenlo de fazendas
Grande sorlimenlo de fazendas
Grande sorlimenlo de fazendas
Grande sorlimenlo de fazendas.
Pede-se a a nunca j das senhoras e cavalheiros
Pede-se a aitencao das senhoras e cavaiheiros
Pede-se a atiendo das senhoras e cavaiheiros
Pedo-se a atlengo das senhoras e cavaiheiros
Pede-se a auengao das sehoras e cavaiheiros
Pede-se a aiiencao das senhorjs e cavalhejros.
Na ruido Imperador
"a ra do Imperador
No ra do Imperador
.Na ra do Imperador
Na ra do Imperador
Na ra do Imperador.
Para bellos retratos
Para bellos retratos
Para bellos retratos
Para bellos retratos
Para bellos retratos
Para bellos retratos.
Pelo artista A. W. Oiborn
Pelo artista A. W. Osborn
Pelo artista A. W. Osborn
Pelo artista A. W. Osborn
Pelo arbisto A. \V. Osborn
Pelo'arlista A. \V. Osborn.
Retratos para 39 at 30$000
Retratos para 3 at 309000
Retratos para 39 at 30*000
Retratos para 39 at 309000
lima eserava noca.
Vcade-jseornaxe*lle escrva.pc panda-
da, parida de pouco e sera filfao por ler morido,
por preco mullo commodo : na ra NovamJK.
Vende-se um escravo, crioulr; de 2lKnos
de idade, perito oflicial desapnteiro, e ptimo
copciro, sadio e sem vicio ou defei'o algum :
traiar com o abaiso issignado. na alfandega, ou
em sua residencia na ra da Saudide, primeira
casa enm soto do lado do sul.Pedro Alcxaudri-
no de Barros Cavalcanli de Lacerda.
Plantas e flores diversas.
Pellorce, membroda sociedade de horticultu-
ra de Paris, estando para-se retirar para a Euro-
pa no primeiro vapor, vender de boje em dianle
o seu variado sorlimenlo de plaas, flores, par-
reiras e fructeiras diversas, coro grande bati-
mento do prego : na ra do Cabug o. 3 A.
Hoje 8 do corrente, depois da audiencia da
primeira vara municipal se ba de arrematar por
venda a quem maisder, a casa Ierren n. 25. sita
na ra dos Acouguinhos, cora 2 salas, 2 quartos,
cozinha fora e quintal murado, avahada em um
cont de rU, por execuco de Claudio buhenx
contra Miguel Gonc.alves Rodrigues Franca. E a
ultima praca que ticou transferida para hoje por
nao terhavido audiencia no dia 4.
i
AltREMATACAO DE DIVIDAS.
Nos dias 5, 8-e ti do corrento tem de serem
arrematadas as dividas do finado Manoel deman-
des Guedes, na importancia de 29:015;>768 prin-
cipal e juros al agosto de 1856. depois da audi-
encia do Dr. juiz de orphos ; qualquer licitante
que queira examinar a qualidnie dos dbitos de-
ve procurar oes-ripio em mao do porleiro dos
orphos e ausentes Amaro Amonio de Parias.
Sendo a ultima praca no dia 11 s ti horas da
munhaa, na sala das audiencias
Vende-se um lindo sortiipeirto de collari-
nhos, manguitos, lirss de cts*. aeaftOM len-
cos bordados por precos coromodos :' em rasa d
arel i s Kalhsm & C, na ra da Cadeia do ftecil'e
a. 52.
Vende-s carvo
zal Nova n. 30.
animal: na ra da Sen-
a sacca da boa farinha : vende-se no armazem da
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo, na ra da
Madre de Dos n. 12.
a saeta de bom fnrelln : vende-se no armazem
de Francisco Luiz de Oliveira Azevedo, na ra
da Madre de Dos n. 12.
No armazem de Francisco L. O. Azevedo,
na na da Madre de Dos n. 12, vende-se farinha
de Eandioca, milho en perfeilo estado, velas de
espernuct'te, caf do Rio e do Cear, feijao nula-
linho, fareVo em barricas e saccas, ludo pelos pre-
cos os mais mdicos possiveis.
Attenco.
a
Vende-se na roa Nova n. 71 junto a ponte.sac-
cos cora milho milito novo a 5j, na taberna da
Cruzde Almas em ponte de Uchoa a 5J>500 e em
Apinucos a 53500 taberna nova junto ao ac,ougue.
Vende-so gommi de mataran* verdaJeira a
800 rs.. e carimbos de mo muito bera construi-
dos a lg : na ra Nora n. 71, junto a ponte.
Nova casa de pasto
Aguia de Ouro.
Jos Filippe Mirlins com casa de pasto na ra
estreita do Rosario n. 23, previn? a lodos os seus
amigos e fregue/es, tanto desta praca como fora
dell, que' estar seinpre promplo a fornecer co-
Gamas.de ferro
com lona-
Riquissimo sorlimenlo de camas de ferro cora
lona a milaeao das camas de vento qoe muito
deve agradar aos compradores por ser muito bo-
nito os modelos, o oulras muitis qualidades para-
solteiro e casado, todas de ferro, por precos
muilo commodos riquissimo sorlimenlo tTe rae-
taes de muitissimas qualidades, sendo o segoin-
te : apparelhos para almoco e seia, ditos para
janlar, salvas de todas os lmannos, bulles de 2
a 16 chicaras galhiieiros de todas as qualidades
cestas para fruclas. riquissimos raslicaes pata
mez mariano, espeviladeiras com pralos, t oulras
muitas qualidades do objectos que com a presen-
a do comprador muilo lhe agradar.
= O Dr. Ignacio Firmo Favier faz publico, que
nao obstante nao achar-se ainda completamente
resiabelecido do grave incommodo de saude de
que fora accommettido desde noverabro do anno
passado, tem com tudo destinado em pregar algu-
mas horas em o exercicio de sua profissao. para
o que poder ser procurado das 9 horas da ma-
nhaa s 3 da larde, no paleo do Carrao, sobrado
n. 9, primeiro andar ; e desta hora em diale no
Cachang. O mesmo doutor havisa a s'eus fre-
guezes e a todas as pessoas que o quuerem hon-
rar, coufiando-lhe seusdoentes, que lera rcorga-
nisado a sua casa de saude, sita na Passagem da
Magdalena, entre as puntes grande e a pequea
do Chora-menino, que alera de se achar montada
convenientemente dispoe de commodos para
mais de 40 doentes, segundo a catliegoria e se-
xos, pelo mais commodo preco, que na aetuali-
dade se pode fazer. As pessoas livres recolhidas
enfermara pagaro a diaria de 3J, frescravos
2j ; dando-sc ainda algum abalimento no caso
de que a molestia se prolongue por mais de um
mez. As pessoas qm* desejirem um traiamcnto
dislincto pagarao na razao da despeza que fize-
ri'in. Para tratar, podem drigir-se casa do pa-
leo do Carino cima indicada, ou cora o Sr. Jos
Firmo Xavier na uitacasa.
f
No dia 20 de abril prximo passadd ugio
do ei.genho Sania Cruz, sita na freguezia da Es-
cada, um escravo crioulo de nomo Antonio, de
idade 25 anuos, altura regular, bonita Ugrra, bs-
tanle barba, o qual foi cmpralo a Domingos da
Costa Maituis em 1857 ; roga-se a quera o ap-
prehender de leva-lo a seu senhor Joaquim
Theortoro do Reg Barros, no engenho Murissora,
011 a seu correspondente nesta praca, Gabriel An-
tonio de Castro Quintaes, que recompensar ge-
nerosamente, etambem est encarregado de ven-
de-lo, se assim convier.
Adverte-se a um cerlo Lul, existente em
urna casa de negocio no becco do Carioca, que
trate bom aos que van comprar na casa de seu
amo, e nao lhe propine palnvras Injuriosas, nem
ande aos supapos com os freguezes ; ese nao se
cohibir se publicar su nome e gentilezas.
Sr. Trajano Carneiro i.eal deixou de ser cai-
xeiro do aliaixo assignado desde o da 5 do cor-
rente. Recife 7 de maio de 1860.
Sebastio Jos da Silva.
Escravo fgido.
Na noile de 28 de abril prximo passado fugio
de casa de seu senhor o escravo de mime Hay-
mundo, idade de 18 a 20 anuos, estatura mediana
e reorcado, bonita gura, bocea pequea e bons
denles, falla bem, (cabrt escuro) ti 111 o do Ic,
d'onde veio, pouco mais ou menos, a um anno,
sabio de calca brenca de bnra trancado e camisa
de madapoln, chapeo de feltro, e calcado: quem
o apprehender e levar ra da Cadeia do Recife
n. 20, ser recompensado.
Arrenda-se o engenho Sanl'Aona, d'agua,
midas com lodo o a.#eio e a raelhor boa vontade silo na freguezia de Serinhem, moente e cor-
a aquelles que se
cjnliain;a.
dignarem honra-lo com sua
DE
UDTERIA,
M venda por corita do
thesoureiro.
de
Ra do Imperador no escriptorio n. 2.
Ra do Cabug loja do Sr. Jos Victorino
Paire.
Dila dita de miudezas do Sr. V. Monteiro Borges
Dila Nuva casa de charutos do Sr. Costa.
Dita da Cruz taberna do Sr. Antonio Lopes Braga.
Dita Direila loja de confeitaria do Sr. B.
rctra Bastes.
Dila Irrga do Rosario loja de miudezas do Sr.
Monteiro Borges.
Dita da Praia armazem do Sr. Pedro Jos da
Costa.
Dita do Queimado loja dos Srs. Guimares &
Rocha.
Sita do Vigario taberna do Sr. Jordao Jos de
Oliveira.-
Dila da Cadeia do Recife loja de ferragens dos
Srs. Vianna & Guimares.
Praca da Independencia loja do Sr. Bellrao.
ilanoel Cantillo tires Falco.
rente : a 11 atar cora Severiano Camello Pessoa de
Siqueira Cavalcanli, na rus de llorlas 11. 14, ou
no mesmo ungeuho cora o propnelario.
Precisa-sede um capello que queira ajus-
ta r-se por anno para celebrar em urna das igrejas
desta cidade : a tratar na roa do Crespo, casa
numero 8.
Quero quizer comprar os objectos seguioles,
Jirija-se a esla lypographia. na qual se dir quem
os vende : 1 lustre de bronze para 8 luzes, 10
arandellas de bronze dourado, 2 globos, 4 lam-
peoes e 2 lanternas.
Hennetta Cook vai para a Inglaicrra.
Declara-se que o annuncio publicado no
Diari de hontera, pedindo ao Sr. Jas Fiel de
Jess Leite para virn mandar a ra das Cruzes
n. 41, fora para receber urna cana e ura embru-
Iho, dirigido de Macei pelo juiz municipal, Dr.
Aurelio Ferrara Espiuheira, cujo portador igno-
ra va a Boa morada.
Na terea-feira t." do crreme fugio a preta
Joanna, crioula, idade de 40 anuos, pouco mais
A- re" j ou menos, com os signaes eeguintes : altura re-
gular, ps de erysipela. um mais grosso do que o
outro, disdenlada na frente, rosto redondo e pe-
queo, e muilo fallante: quera a pegar, leve-a
casa de sua sen hora, na ra do Colovello, jun-
io a casa n. 57, que ser recompensado.
Perdeu-se no domingo 6 do corrente ( noite),
um penle de tartaruga, virado, moderno, demar-
ca grande, na igreja de N. S. do Terco ; a pessoa
que o ar.hoii querendoo restituir dirija-se ra
de Santa Rita n.48, que ser generosamente re-
compensado. Tambem roga-se a qualquer pes-
soa a quem o dito penle fr offerecido de o en-
caminhar a dita casa ou annunciar por esle jornal.
Aviso aos senhores funileirs
Na loja de ferragens na ra da Cadeia do Re-
cife, de Vidal A Bastos, ha um grande sorlimen-
lo de caixas de folha a 20$ cada caixa, dinneiro
isla.
Fio para saceos e fogos.
Na loja de ferragens da ra da Cadeia do Re-
cife, de Vidala Bastos, ha um grande sorlimen-
lo deete genero por barato preco.
Gompra-se urna rotula em meio uso : na
ra larga do Rosario n. 5
Compra-s um diccionario inglez, em bom
estado,que seja dos grandes : traga na livraria
do Sr. Figueiroa para se ajustar.
Alugam-se duas moradas de casas terreas
recen lemente acabadas, adianto da fabrica de sa-
bao cojn fundos para o caminho de ferro : a 1ra-
tar n,i ra Nova n. 53.
i
ESCRIPTORIO DE ARYOCUIA
$$ DOS BVCII.VHEIS
2 Cicero Odn Peregrino da Silva
Na ra Direita nu-
M
{Ai.reliano Augusto P. de Carva
SA
r
Na loja da Agult de Ouro na ra do Cabugl
n. 1 B, caixinbascom 8 liift *r*Superior ligo
torrado pele baratissirao prego de ljf a caixa.
Ama.
Precisa-se de urna ama forra
lode servico de pequea familia : na
peratrU n. 74.
Lava-se e engomma-se eom muita perfei-
560 : na ra do Rosario da Boa-Vista n. 28. '
RA DO QUEIMADO
Numero 26
PRIMERO ANDAR.
mero
do costureiras para obra de car-
Nos Coelhos, ra dos Prazeres, casa de por-
to com 2 lees, precisa-sc de urna escrava ou
ama forra que saiba desempenhar com fldelidade
e perfeieao o servido interno e externo .de urna
casa de "pequea familia. Nao se olha a preco.
Preeisa-se de urna ama para o servico de
portas dentro : na ra do Collegio n. 21.
Manoel Joaquim Morena vi: a Europa.
Maia, Mendes c C. declarara a pessoa que
os convida ra da Cadeia n.21, que se pode
dirigir loja de calcado confronte ao Rosario em
Saulo Antonio, onde foi confeitaria.
O Sr. Francisco da Silva Lisboa, Jovencio
Jos Aniones, Jos oraingues l'erira, Francis-
cisco da Silva Queiroz, queiram dirigir-se ra
Direila n. 68. a negocio de seu iiiteresse.
David Martins da Silva Borges vai a Portu-
gal tratar de sua saude, e deixa por seus procura-
dores durante a sua ausencia, Maximino Martins
da Silva Borges, Jos Martins da Silve Borges. e
Jos Antonio Braga da Silva
Caixeiro.
L'm moco de 22 annos, rhegado do Porto no
brigue Esperance, precisa arrumar-se em qual-
Manoel Carpinleiro da
Silva retira-se para a Europa.
4o publico.
Hoje 8 de maio, tem de ser levados a
piar.i na sala das audiencias e linda que
seja a do Illm. Sr. Dr. juiz municipal
da primeira vara, os predios sguintes :
1 sobrado de o andares na ra do Amo-
rim n. 41. coro 27 palnos de frente e
ti) de tundo, daos propnos.e que tam- quer eslabelerimenio, escreve muilo bem : que
bem faz frente para a ruada Moeda, ha- 1- P'im0 I* ",'''8"' dm,a"sa ao
1 .. 1 n r- j paleo do Parauo n. lo, taberna.
bitado por rrancisco buedes de Araujo,
Tem de ser arrematado perante o Illib. Sr.
juix de paz da freguezia de S. Jos, morador na
ra de Santa Rita, o seguinte : 8 caixas com sa-
bo maca a 49 rs. cada urna, 1 sacco com! 4 ar-
robi s e meia de caf a 59 rs a arroba, 1 dila com
arro< pilado por 89 rs.
Precisa-se alugar um moleque escravo de
12 a 14 annos, para o servico de urna" cala de
pouia familia: quero quizer alugar, dirija-se
rua do Trapiche Novo, n. t8, terceiro nndar.
Na rua do. Noguoira* lem urna casa (airee,
para se alugar eom commodos para urna
familia : n ru do Li*refi(onli)ti. 4.
Precisa-te A*uetaamaforra ou cay
t>e$|t Terco n-26
Preciaa-se 11 uea ama que comp
zinb para dua p tseoas no primoire- andar 4
sobridoff ron das AgVaa-Vetdea.joetar- woi
VI- '
O 8r: Agwllnhtr la Mt* CoiaaraeS-tem Jo>gar a e
Vigario n. 17, primeiro -segando lu^
Precisa-se
regacao.
Ter;a-feira 8 do corrente na porta da casa
do Sr. juiz de paz da freguezia de S. Jos na rua
de Sanie Rita, tem de ser arrematado 8 caixas
com sabo maca a 4s a caixa, urna sacca com
arroz priado por 8$, 1 dila com caf contendo 4
arrobas e meia a 59 a arroba.
Jockey Club.
A commisso directora tem marcado o dia 12
do corrente, s 4 horas da larde, para a terceira
corrida no prado da Pranga.
A primeira corrida ser de 1,000 Dracas.
Entrada de cada cavallo609000.
A segunda ser de 500 bragas.
Entrada ue cada cavallo309000.
A terceira ser de 700 brabas.
Entrada de cada cavallo4OJJ000.
O premio da primeira corrida ser aimoortan-
cia das entradas dos cavallos, o da segunda e ter-
ceira na mesma conformidade. Os socios que
quizerem iuscrever seus cavallos devero diri-
gir-se as thesoureiro da mesma commisso al o
dia 10, depois do qual nenhuma inscripto tere
lugar.
= Anlonio Maria da Silva Pereira vai ao
,ear. ....
Aloga-se um moleque para o servico de
o pouca .familia '.na rua Imperial
menos.
avaliado por 12:00jf, 2cisas terreas na j Vendem-se na rua da Cadeia do Recite^n
rua do Ara^ao da freguesa da Boa-V-s- j!*^WWJ2
ta ns. 51 e 35, esta com 22 palmos de ldade eom ] ||no de 5 anuos e ouiro de 1 anno,
frente e 60 de fundo, cosinlia Fora, e 1 caboda de idade de 6
quintal murado e cacimba propria,
avallada por 2:000<. e aquella com 52
palmos de rente e 76 de tundo, cosinlia I andares na roa da Lapa 11.
V 1 j -i i mazem de recolher : quen
fora, quinta" murado e cacimba pro-| 8 rua do Col0TeIlo n. 39, que
pria, ambas em olaos de foro, sendo
avaliada por 5:000$.
Vcnde-se a quarta
parte do sobrado de 2
6, lem um oplimo' ar-
um caTla
antrir.
na tus de
Duarte subdito Portuguez retira-se
Rio de {ageiro.
- Fernando Sufciela, retira-se pira a Europa
iractar de sua sead/, e durante sua auzencia
Oeixa por seus bistanAes procuradores em primei-
onio Benla d'Arujd, em
_ro Alcntara, e em ler-
nj/mat a Castro Quinties,
gr 1
mazem de recolher : quem pretender, pinja-se
ah achara com
quem traiar.
__ Vende-se um bom
Vendem-se 10 pro-
priedades
4 na rua do Dique.
5 na rua Augusta.
1 na roa deHortas.
1 na travessa do Arsenal de Guerra.
1 na travessa de S. Bom Jess dasCriou-
las, todas novas : para tratar Da loja
da rua do Vigario n. 17, Recife.
Aluga-se um primeiro andar proprio para
escriptorio : a tratar na loja do mesmo n. 27,
rus da Cadeia Velha,
-- Roga-se a pessoa que richou urna pulceira,
que se perdeu desde a malrii da Boa-Vista al
ao p do quartel de polica, de a entregar na
taberna do helefante, no Hospicio, que aer
gratificado.
Preciaa-so de urna 0911 capa* para > o ser-
vico de urna casa do pouca faasilia : a ateo de
% Pedro O.S2.
sella : na rua
raarcineiro.
cavallo
dos Guacarapes
de rabriolel e de
n. 32, junto ao
Vende-se urna cabra com duas criaa j
grandes, e afiancando-se dar urna garrafa de lei-
te de boa qualidade : quem pretender, dirija-se
s Cinco Ponas, defronie da eslaco, deposito
n. 148.
Vende-se 1 piano inglez de 512 oitavas.
de boa conslrucco e ptimas roses, excellenic
fumo de Garanhuns, o melhor que tem vindo
dalli; na rua das Cruzes, sobrado de 2 andares
n. 9, sendo o ultimo sobrado qoem ve da rua
do Queimado para S. Frsnc&co, lado direilo. Da
mesma casa fugio domingo 6 do corrente um pa-
pagiocom urna corrente de ferro no p : quem
o tiver, far ureito favor leva-lo i mesma casa,
que se pagar o valor do mesmo.
Cozinheiro.
Vende-se um mulatinho de 14a 15 annos, bom
coznheiao e copeiro, o froprio para pagem pela'
sua boa figura : no paleo de S. Pedro d. 1, so-
brado de nm andar.
Vende-se um piano na rn & Imperatm n.
18, na lujad* louca.
Simn Aravalo Pinada sabdHo Peruano, ae-
iireM pare e Vari. JHmttt

'm j> 1 1 '. 1 i
.----^-*r
MUTILADO I


' "
DI a RIO TO PEKNAWBeCQ. TEBQA FEIRA 8 DE M*m-----^
za de Ollendorff.
Novo methodoptra anrender a lr,
siescrever ea fallar inglez em 6 niezes,
todos os estabelecimentos de instruccSo,
pdicas e particulares. Vfende-se na
Faca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
*gio) n. 37, segundo andir.
Precisase de um preto que nao
ja muito moco, para servicos domesti-
os de urna casa estrangeira ; a tralar
COMPJraiA
ALLIANC
Estabelccida em Londres
iif m im
CAPITAL
Cineo mAUoes de liaras
esterUuas.
Saunders Brothers S C* tem a honra de 1b-
tarmar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casas, e agenmais convier, que esto plena-
mente autorisados pela di
effectitar sqguros sobre edifi
dra, cobertos de tena e
objcctos que coutiverem
quer consista em mobilia ou em fazendas de
qualquer qwaldade.
Aimanak da provincia.
Sa&io a luz a foljiinka com
o almanak da provincia para
o correne anno de
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIBEGCiO DE E- UIVAND.
Este hotel collocado no centro de urna das capilaes' ira,orlantes da Europa, torna-sede rrande
valor para os brasileiros a portugueses, por seus bons comandos e confort.vel. Sua posto"
L.Mhm i"' 'da Prse8C,harnosP^i'nosesl8coes de carninhos de erro, da
Alera nhae Franca, como por ter a dous minutos de si, todos os theatrose divermenlos ; e
elem disso, os mdicos precos convidam. ..,. uwemva e,
No hotel haserapre pessoas especiaes, fallando o franoez, allemao. flameneo. inglez e oor-
ugnez, paraacompanharastourista.s.qurem suas excursies na cidade, qur no reino bur
po1^"' Pa' Prpres8 qenaexcedemle8 a 10 francos (3200 49000)
^I^^^J^.^l^f9^^'^^*' E*ms- Srs. conselheiro Silva Fer-
Lopes
dita corapanhia para rao, e seufilhoo Dr. Pedro Augusto da Silva Ferrao, ( de Portugal) e o's Drs Felinne
os raesmos edificios, lras P^soas tan, de um. mo de outro paiz. '
uitas ou-
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 ccmtendo
Osprejjosde lodo oservico. pordia, regulara de 10 a 12 francos ( 43000a 4*500.)
iNo hotel encontram-seinforraacis exactas acerca de Indo que pode precisar ura estrangiro
Sipop du
nrFORGET
JARABE DO FORGET.
Este xarope esl
approvado peles mas emiarntes mdicos de Paris,
lempo o doente e o mlico. surUc,enles- O elfcilo deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
O ttpotUo na ra larga do otario, botica de Barlholmto Francisco de Souza, n. 36.
Atlenco.
Offerece-se
ou escrava
um rapaz para raixeiro de ar-
masen!, oh oulro qualquer ostabulecimenln o
;qual d fiador a sua conduela : e mesmo para
: cobranca de qualquer cas de negocio : os pre-
lir An t.omenU:s deixern cari fechada, com as iniciaos
uieiu UU | J. M. i,.i praca da Independencia n. 14 e 16 in-
kalendario eclesistico r' civil:
Noticia dos priucipaes esta-
Attenco.
Ossenhores
agraciados do dia 14 de mareo p.
,p. que quizerem tirar seus tilulos, honras eVon-
dosdaEurOIa e Amoripn Primi?'''^"'5, ?0d,e' *nl?nder-?e comFredcrico
^"c u ut upa c auttl ICa lOID Chaves, ra da Iinperatnz n. 17.
Ama.
Na ra da Cadoia do Recife n. 25 precisa-se
i de urna, livre ou escrava, que cozinhe c en
l^oninie.
Aluga-se urna baixa de cnpim
grande que da' durante todo o anno, si-
tuada na Soledade : tjuem precisar di-
rjase a ra da Cruz n. 4.
xrTYTTTVTTTr YTTTrTTTTTyTT^T)
DENTISTA FR&NCEZ. 2
Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ti,
rangeirasl5. Na me9ma casa tem agua e <
p demifico. <
\
o norae, idade etc. de seus im-!
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provineiaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes. -
Empreados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
Je toda a provincia.
Associaces commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
:ias e particulares.
Estabelecimentos fabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como le-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
Serve elle de guia ao com-
mereiante, agricultor, mar-
timo e emfi'iti para todas as
classes da sociedade.
Prccisa-se de urna ama forra
no paleo dD Terco n. 26.
Anlo .io Alves de Souza Carvalho n^o po-
dendo visitar os seus amigos antes de partir pa-
ra o Rio di Jaoeiro, pede-lhes desculpa c offe-
rccc-lhes j seu diminuto prestirao.
Guill erme Pursel aluga a sua casa em San-
to Amar^ quasi defronle da fundido do Sr-
Slarr, coi commodos para grande familia, ou
mesmo pa a um collegio, assim como vende o
; seu sitio e casa defronle da capella de Bellem,
tamliem c< m grandes commodos. Ierras de plan-
lacao earvores de fructe : os preiendentes diri
jam-seao mesmo sitio, ou a ra do Imperador
n. 26, defrante da casa da relace.
S')CEDADE BARCARIA
! Amorim, Fragoso, Santos
Companhia.
Por um corle k cabello e
frisaneBto 500 rs.
Ligues de francez e\
piano.
Mademoiselle Clemence de Hannetot
l de Harntevillecontiflua a dar lices de
, france e piano na cidade e nos rrabal-
| des : na na da Grus u. 9, segundo andar.
M
JooTavares Cordeiro provine"5io respeia-
vel publico, que ae aoha desencaminhada urna
letra aacada pelo mesmo em 4 ou 5 de Janeiro do
correle anno, 6 mezesde prazo, da quantia de
710-3 rs., contra o Sr, Jos Joaquim da Silva, na-' -
tuto (do Aracaty). e como -se ignora se foi extra- aS*c aos fabricantes amertea-
Kua da Irnperatriz n.7,
Lecomle acaba de receber do Rio de Janeiro
oprimeiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Paris. Esta estabele-
ciraentoest hoje as melhores cono.oes fufe
possivel para satisfazer as encoramedas dos
objectosem cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejara : marrafas a Luiz XV, cadeias de relo-
gios, braceletes, anneis, resetas, etc., etc., ca-
balleiras de toda a especie, para homens e se-
nlioras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem delxar urna s pelcula na
cabeca dos chenlcs, para salisfazer os pretenden-
lcs, os objectosem cabello serao feitos em sua
presenca.se o desejarem, e achar-se-ha sempre
-urna pessoa disponivefpara corlar os cabellos, e
I pentear as senhoras em casa particular.
= Antonio Marques de Amorim faz publico,
j que no da 21 docorrente foi rccolhida eoi seu
i-sitio na Ponle de cha tima preta velha por
nome Auna, em estado de embriaguez c mordi-
dida por uoscaes. O sen estado nao permillio
oblerdella ioformacao algumaqueindicasse.se
era livre ou escrava. Tendo sido cuidadossmenle
tratada acha-s. quasi restabeiecida, mas apenas
sabedizerqueperier.ee a urna senhora viuva,
moradora na ra do Collegio, e por sso se faz
o prsenle anntmcio para que a pessoa a quem
perleoca a mande buscar.
viada ou subtraiiida, prekie-se que fica de ne-
nhum effeiloporterosaccadorrecebidojasu im-
portancia, e passado recibo de dita qaantii nul-
Jiicando dita letra quenada maisficari valendo,
case appareca. Pfambuco3de maiAde 1860.
Attenco.
Na ra do Quelmado, loja n. 8. vende-se um
excellante casal de cachorros galgos muio novas
e de escolente rica : vende-se por necessitar a
passoa retirar-sedesla wovineia.
Manoel Joaquim Moreira segu no primeiro
vapor pata a Europa.
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser : em caca de Samuel P.
JoUnston & C, ra da Senzala Nova n. 52.
E' chegado loja de Lecamte, aterro da
Boa-Vista n. 7, oexcellente leite virginal de ro-
sa branca para refrescar a pelle. tirar, pannos,
sardase espinhas, e igualmente o afamado oleo
Oabosa,para limpar e fazer crescer os cabellos,
assim como pos imperial de lyrio de FJorenca,
para bo.rtuejas c asperidades da pelle, conser-
va a froscura e o avelludado da primavera da
vida.
Os sniores socios commandilarios sao con-
vidados a realisar a terceira entrada del2 1|2
0|0 obre <>s seuscapitaes at o. dia 16 de maio
correne, < e conforraidade coro o respectivo con-
trato social. Recife 1.- de maio de 186U.
F0LH1MIVS PAB4 1860.
Esto ;enda na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhiohas para 1860, im-
pressasne;ia typographia, dasseguintes quali-
dades :
K kalfndario e regulamento dos direitos pa-
rocl iaes, a continuaso da biblrtheca do
Cris ao Brasileiro. que se compoe : do lou-
vor ao sanio nome de Dos, coroa dos ac-
tos te aiior, hyranos ao Espirito Santo e
a N. S., aimitacM do de Santo Ambrosio,
jaculatorias e commemorscao ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via- Sacra, directorio para oraQo mental
divi lido pelos dias da semana, obsequios
ao iS. corago de Jess, saudaces devo-
tas s chagas de Christo, orac.oes a N. Se-
nhora, ao patrocinio de S. Jos e anjo da
gua da, responco pelas almas, alm de
outias oraces. Prego 320 rs.
*A Di VARIEDADES, contendo o kalenda-1
rio, regulamento dos direitos parochiaes, e !
umi collecrao de ancdotas, ditos chisto-
sos, tontos, fbulas, pensamentos moraes, i
reculas diversas, -quer acerca Je cozrnha,
que de cultura, e preservativo de arvores
efnetos. Preco 320 rs.
TA DI, PORTA.a qual, alm das materias do
cosame, conlm o resumo dos direitos
i>achiaes. Pre o 160 rs.
100
Terceira pane da primei-
ra do Espirito Santo.
Ao* 10:000$, 5:000$ e 1:000$.
C abatxo assignado tem exposto a
venda os eus bilhete garantidos dos 8
poy cento ao imposto geral m>% fojas se-
fjuintcs :
Prara da Independencia n. 4<\
Pateo do Carmo n. 17.
Ruaestreita do Rosario n. 11.
Aterro da Boa-Vista.
Ru do Crespo n. 5.
Rus) da Cadeiado Recife n. 66.
Preco de bilhete 12#000
Sitio 6)000
Quarto 5000
ende-se em seu escriptorio na ra
do Imperador n. 21, tra porcoes de
{ para cima pelos seguintes precos :
B.lliete lIsOOO
Meio 5p00
Quarto 2,^7 ">0
Os bilhetes premiados de sua rubrica
sao rtagos na prar^a da Independencia
n. 40.
I P. J. Layme.
Pelo juizo de orphiios. carlorio Guimaraes
tem dp ser arrematadas no dia 8 do correne. as
dividis activas constantes de le'ras j vencidas
e accejitaspor diversos, pertencentes aos herdei-
ros da finada Joaquina Jeronyma de Jess.
Manoel Jos Leite declara a seus
devedores que nao "pode continuar a
tercontemplacao como tem tido com a
maioria dos mesmos, visto como pre-
cisa receber seus dbitos aim de poder
saptbTazer seus compromissos, ropa
pois a todos os seus devedores tenham a
bondpide de pagar seus dbitos do
trari) usara' dos meios judiciaes.
tASA LllSO-BRASLEIRA,
2, Golden Square, Londres.
J. C. OL1VEIRAtendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e exccllentes ac-
commbdaces para muito maior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branc dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visiten esta capital; continua a prestar-lhesseus
serviros bons officins guiando-os em todas as
cousas que. precisem ronhecimento ortico do
paiz, jtc. :alm do portuguez e do inalez falla-ae
na casia o heSpsnhole francez.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qi a-
lidades por baratissimos precos.
Do-se amostras com penhor.
Lindos cortes de veslidosde seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com baados
Dos dilos de ditos de gaze phaulazia
de cores
Romeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdcnaples prelo bordadas
cora froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso preto e decores, covado
Seda lavraoa prela e branca, covado 18 e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda degaw trans-
parentes
Ditos de ditos de cambraia e seda, corte
Cambraiasorlandys de cores, lindos pa-
dres, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordarlos
Tiras e entremeios bordados
Manas de blonde brancas e pretas
Ditas de fil de linho prelas
Chales de seda de todas as cores
Loncos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemiras dem idem dem
Gollinhaa de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
lampados de lodas as qualidades
Enfeiles de vidrilho francezes pretos e
de cores
Aberturas para camisa de li-jho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balao de varias qualidades
i aleta rxo, covado
Chitas francezas claras
vado
Cassas francezas de cores, van
Collannhos de esguiao de linho
dernos
Um completo sorlimenln de ronpn feita
s
5
1S200
s
39000
1500
oaooo
161000
19000

9
s
S900
I
>
f640
9
e escuras, co-
rno-
sendo casacas, sobrecasacas, paletots,
colletes, caigas de muilas qualidades
de fazendas
Chapeos frar.cezes finos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
seda de todas as qualidades
Camisas francezas, peilos de linho e de
algodao bramase de cores
Uits de fustao brancas e de cores
Leroulas de linho e de algodao
(.apellas brancas para noivas muito finas
Um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, lia e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes
covado '
Meias cruas brancas e de corjjs para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Velludilho de cores, covado
Velbulina de cores, covado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sorlimento completo de lu--as de
seda bordadas, lisas, para tenhoras,
homens e meninos, de todas" as qua-
lidades
Cortes de col'ete de gorguro de seda
de cores
Ditos oe velludo muito finos
Leos de seda rxos para senhora
Manjuezias ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
3J500 ; Sapaiinhos de merino bordados proprios
para baptisados, o par
c* n I Cas'e,as de cores de duas largurasmui-
08000 lo superiores, covado
gOOjSetiui preto, encarnado e azul, proprio
... 1 Para fonos, com 4 palmos de largura,
J(280 I fazenda nova covado
1500 Setim liso de todas escores covado
,. i J-crjQos de gorguro de seda pretos
fbOO Relogios e obras de ouro
I Corles de casemira de cores a *4|
I
85O0
9
S
8
S
9
1600
9320-
1J20O
9700
son-
1*000
9
9
29500
9
2$n0O
19000
1*600
9
>
9
5j00f,
con-
EAU M1NERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na bolica franreza ra da Cruz n.22.
DENTES 8
I ARTlfflGIA. I
^Ruaestreita do Rosario n. 3|
@ Ffancisco Pinto Ozorio colloca dentes ar-
@ tifitiaes pelos dous syslemas VOLCAN1TE, ^
@ chabas de ouro ou platina, pudendo ser @
@ procurado na sobredita ra a qualquer es
1 hora. te
@-@@S@ s@s@;@fe
Roga-se aos Srs. devedores a firma social
?=S3!IS=S-
tantos sacrificios.
Assignatu
de banhos frios para urna pessoa por mez.
> mornos, de choque ou chuviscos'por mez
Snri" dp -"toa* ^ banhos avulsog aos oreos annuneiado.
lOfOOQ
15^000
rrecisa-se de 2:000^ a juros so-('
bre um predio nesia cidade : quem lhe
con ier, annuncie a sua morada por
estainesina lolha para ser procurado. )
*3g @@ @
Atlenco.
de Leite 4 Correia em liquidado, o obsequio: SConsultorio CCDtral linniPonalhirn** r-in"nn0 s"nlini. i,ln.o; meslre de pianoe
da maatfanalar mus debitse, loja da ra do #UW,BTOOTW LeDI OniCOpamiCO^ 'to 'em a honra de participar a este respei.a-
fliiBimiilnn Kk u" e @ nti publico 1 emambucano, que as pessoas aue
u
JH-L
?r. Cosme de Sa Fereirij
de sua viagem instructi-
"t'_v^a^uropa continua no exer-
|cic|odesua proflssSo medica.
la' consultas em seu escripto-
rionobairro do Recife, ra daf^
Crtz n. 53, todos os dias, menot
nuuunnici
domingos, desde
las 1 0 da manhaa,
sefiuintes pontos :
Molestias deolbos
as 6 horas
sobre o?
de coracao e
a
1 Attenco.

:@$
Cursr firatico e theorico de lingua fran- @
@ ceza por urna senhora fcanceza, para dez .
@ mocas, segunda e quinta-feira de cada se- 2
te maua, (oe 10 horas at meio dia : quem
fii quizer t preveilar pode dirigir-se a ra da ,
$ Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos te
i adianta los.
@S
) -^
Rogi-se aos Srs. devedores do estabele-
cimento de fallecido Josda Suva Pinto, o ob- I
sequo de.'aldarem seusdebilos na ra do Col-1
legio venda n. 25 ou Da ra do Queimado loja !
n. 10.
Molestias
beito ;
Molestias dos orgaos da gera-
icao, e doanus ;
'. Praticara'toda e qualquer
0[)ei a cao quejulgarconvenien-
topara o restabelecimento do
eus doentes.
O exame das pessoas que o con-
i'sultarern sera' feto indistincta-
javente, e na ordem de suas en-
^jtrt das ;fazendo excepto os doen-
ijf tesde ollios, ou aquellesque po
motivojustoobtiverfm hora mar-
ceadla para este im.
A applicacao dealgnns medica
omentos indispensaveis em varios
^casj)sf como o do sulfato de atro-
,pn etc.) sera'feito.ou concedido
^gratuitamente. A confianca que
nelles deposita, a presteza de sua
jaccao, e a necessidade prompta
Ide s ju empreo; e tudoquanto o
Idempve em beneficio de
idoentes.
Continua sob a mesma direccao da Ma- (3
@ noel de Maltes Teixeira l.ima| professor :
I em homeopalhia. As consullas como d'an-
fe tes. Z
1 ___ |
| Botica central komeopalhica I
te o
S DR- SAUKO L PIKIIO
U Novos medicamenloshomeofalhicos en-
g viadosda Europa pelo Dr. Sabino,
tjjj Estes medicamantos preparados espe- S
@ cialmente segundo as necessidades da ho- %,
te mcopalhia no Brasil, vende-se pelos pre-
q ros conheridos na botica central horneo- S
Ai, palluca, ra de Sanio Amaro (Mundo No- 1
.* vo) i: 6.
n 6.
g;
mt
#
lo no deposito de pianos do Sr. J. V. Vocelev
na ra Nova n. 27: 6eicy,
*.sa ei!isj!5erjB.CBica^ttS Seguro contra Fogo }
I conPANniA
Di
seusj
Ra do Brum (passando ochafariz.)
No depozo deste eslabeleeimenlo sempre ba grande sorUmenlo de
c\ianismo para os engenuos de assuear a saber:
Macfiin de vapor modernas, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e dt facillimo assento :
Rodas d agua de ierro com cubos de madeira largas, leves, fortes, e bem balancadat ;
Caaaos d ferro, e port .s d'agua para ditas, e serrilhas para rodas demadeira
Moendas inteirascom virgens muito fortes, e conveniente* ;
Alejas moendas com rodelas motoras para agua, caballos, o'u bois, acunbadas em agi.ilboes deazas
Taixas de ferro uadido e batido, e de cobre '
Pares ebicas para o caldo, crivos e portas de ferro para as tomainas;
Alambiques de ferro, raoinhos de mandioca, fornos para cozer ariba
, ^ -iu* dentada8 de tod^'* tamanhot para vapor, agua, cavallos ou bois'
s, bronzes e parafusos, arados, eixos e rodas para carrosas, formas
Lav
presteza.
perfeicao e
. i por mdico prpeo : no Campo v'erde
principio i o Corredor do Bispo, sobrado n.2.
NOVO DEPOSITO
DE
Aluga-se urna casa de dous andar
res na ra da Aurora n. 26 : a trata-
na mesma casa com o proprietario.
No Collegio dos orphaos em Olinda, preci-
S2ma Um coz",heiro. mediante o salario de
: JUSDUU mensaes, casa e comida : havendo quem
| a isso se qojzer prestar, dirija-se ao respectivo
; thesoureiro. Dr. Gabriel Soares Raposo da C-
mara, na rui da Aurora.
Furtaram na noite do dia 3 para 4 do
correle, no sitio da Piranga, do poder de Fran-
cisco Machado da Silva, morador na villa de
Garaiiliuns, um quarlo russo sujo, grande, no-
vo, andador baixo, tem o olho esquerdn co'berlo
de urna nevoa branca e o ferro amargem C no
quarto direilo : roga-se a quem apprchender o
dito cavallo o favor ae avisar nesta praca na
ra do Queimado n. 18 a Manoel Ilibeiro d Car-
valho ou naquella villa a Antonio Baplista de
Mello Peuolo, que ser generosamente grati-
Gcado.
Na ra da Cadeia do Recife n. 7, existe
urna carta para o Sr. Joao Baptista Goncalves,
viuda de Guimaraes reino de Portugal, cuja caita
foi lirada docorreio par oulro de igual nome.
No dia 8 do crrente mez de maio se hao de
arrematar em praca publica do Sr Dr. juiz mu-
nicipal da primeira vara desla cidada os bens se-
guintes : um sobrado de 3 andares da ra do
Amorim do bairro do Recife n. 41, avaliado em
12:0008, e duas casas terreas dama do Aragaoda
freguezia da Boa-Vista ns. 31 e 35, avalladas a
primeira em 3:500g e a segunda em 2.0008. por
execucao de D. Mariano* Dorolhea Joaquina co-
mo invpnlariante dos bens de seu fallecido pai
contra a viuva e herdeiros de Manoel Joaquim
Pereira. E' a ultima praca.
para
me-
?aluzadas para purgar etc., etc.
mPL0I5art'fil',l' ?^'.?aa?^^^longa expeneneiaque.elle tem do mechanismo proprio para os gritte-
%?..^SZKV&i: .ePeIofacto de mandar construir pessoalmeate as suaaobrLZs
ma aereditada fabricas da Inglaterra, pai. onde elle faz viagem annual par* atofiri
assim como pela contmiafao da sua fabrtea m Pernambuco,^odWoa^-BeahaS
mo a vontade fe cada ewpiapr, e de fazer os onoertotft' aue vonZwL&ST
que podejo necessitar.
Ra do Imperador, confronte
ao oito do deposito do gaz.
Borolt A C altendendo a que os senhores con-
sumidores) de gelo sao pela maior parle residen-
tes nos barros de Santo Antonio e Boa-Vista e
que lularihm cooi grande difflculdadc se este s-
labelecimnto estivesse collocado no bairro do
Recife, pofleram encontrar na ra do Imperador
confronte ao oitao do deposito do gaz, um arma-'
zem com bs proporcoes exigidas para deposito
deste genojo, o qual estar aberlo concurren-
ciados mejsmos senhores, das 8 horas da ma-
nhaa s 6 da larde do dia 3 do correte era
diante. m
S. Braz.
Acba-sje expoto no meio da igreja de
N. S. do Terco, durante o tempo da
presente epidemia o martyr e milagro-
advagado das molestias da
venerac3o dos fiis ^
tei sanio auxilio.
de desenho do col
>om Conseibo e do de
l^n urnas horas vagad
o publico : pa
macSes diri
= Os Srs, Maia Mondes & C. queiram appa-e-
cer na ruada Cadeia n. 21, a negocio de seu in-
leresse
HoteldoRosa
12 Ra
Rio de Janeiro,
LONDRES
AGENTES
| C J. Astley & Companhia. I
I Vende-se
I Tintas de oleo.
Formas de ferro
I purgar assuear.
| Estanho em barra. |
| Vernz copal. I
Palhibha para marci-
neht,.
Vinhos finos de Moselle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma-
zemdeC.J. Astley & C. I
ejcaniaesiiacsf < teMteMte4AMte
Preeisa-se fallar cora o Sr Jos Goncalves
da Silva, na ra Direita n. 7. cojo senhor che-
gou no dia l.- do corrente no vapor Paran.
Precisa-se para casa franceza de urna ama
forra ou escrava, que saiba bem engommar eco-
ser : a tratar das 9 horas da manhaa s 2 da lar-
de, na ra do Imperador n. 7, confronte a ordem
lerteira de S. Francisco.
confronte a ma-
triz da Boa-Vista.
Recebem-se bixas de Hamburgo, vindas.nor
lodos os vapores da Europa, sauaet lano se
n?i.?/hm. Se alUR.ami amo,*-,e l0<10 fr"
cortante, bola-se ouvidosem armas de espoletas.
da Quitanda 12
NO
Este antigo e bem acreditado esbelecimcnto
nao s olTerece oos Srs. viajantes excellenles
commodos e um iratamento lo bora como nos
rrrelhores da Europa, como lambem aos amado-
res de bilhnr, ricas mesas era que possam se re-
crearem ras horas vagas. O proprietario confia-
do na fama que sua casa tem sabido grangear,
lano dos numerosos estrangeiros como mesmo'
nacionaes, que lem lido a honra de hospedar
espera continuar a merecer a conanga das pes-
soas que visitarem a corte do imperio.
Saca-se para
Porto e liba de S. Mil
Lisboa
nel, no
seriptorio de Carvalho, No-
ueira fe C, rua do Vigario n.
primeiro^ndar.
se de dual ama?, umapa-
ootra para engommar,
ferencia a escravas: a tra-
Ur na ru do Imperador n. 15.
Antonio Jos Ferrcira Alves, mudou ote
V seu gf bnele de consullas medicas-rirur-
@ gicas e operacoes para a ra do Queimado
i a. 38, primeiro andar, aonde peder ser
consultado at s 8 horas da manhaa o]
g das4s6 da larde Chamados a toda a1
hora do dia c da noile, sendo os pobres
te tratados e atlendidos gratuitamente.
Ste #* 9$A
Precisa se alugar um preto idosa
para pequeos servicos de cas na ra
do Codorniz n. 18,
Ama.
Precisa-se alugar urna Vela que saiba lavar,
engommar e coser, paga-taaem : na ruta da Cruz
n. 23. segundo andar..
Julio Conrado partieipem aos seus fre-
fguezes, que Iffca em sua casa o melhor sorli-
mento de obifaeilss; assim como encarregam-
*e de mandar fazer por aiedida, vislo o seu mai-
Ire alfaialeser bem cqnhecido ero sua arto
Fe
Sobre ouro e prala, em
na Augusta d. 76, dss^Th
dianta.
nps: na
tarde em
IMIITI1 ATVT



w
Na fabrica de caldeirciro da ra Imperial,
junto a fabrica de sabio, e Da ra Nova, loja de
fwragens o. 37, ba urna grande porcao de (olhas
de zinco, j preparada para lelhados, e pelo di-
minuto preco de 140 is. a libra.
= Na ra do Mondego n. 7, freguezia da Boa-
Vista, se dir quem precisa de urna ama para um
hornea) solteiro, para todo o servico de portas 4
dentro.
Manoel Joaquina Moroira, durante a sua au-
sencia, deixa por seus bastantes procuradores os
Srs. Joio Luiz Vianna e Manoel Jos Guedes de
Magalhes, e na gerencia de seu estabelecimento
os Srs. Antonio de Azevedo Ramos e Miguel Jos
da Silva.
Boa'basa para alugar.
No da 8 do corrente tem lugar a ultima praca
para a arrematando por tres annos das rendas do
sobrado de tres andares e seto com mirante,
sita na ra eslroita do Rosario n. 41, com gran-
de armazero lagcao de tres portas, gabinete cm
cada um dos andares, e oulras muilas accomrao-
daces. avaliado no todo em 1:700$ por anno,
na sala das audiencias, depois de Qnda a do juizo
municipal da primeira vara.
40#000 dealuguel.
Da-se mensilmenle por um andar que tenha
conimodos para familia : na ra estreita do Ro-
sario n. 34, primeiro andar.
Da-se 25$ pelo aluguel de orna preta que
saiba comprar e co/.inhar, para urna casa de pe-
quena familia : quem a tiver, pode dirigir-se a
livraria da ra dn Imperador n. 21.
Constando ao abaixo assignado
De. Lobo Moscozo que utnmiseravel
traficanteanda em norae do annun-
ciante azendo dividas era diversas to-
jas, declara que nao tem autorisado
era jamis autorisara' a pessoa algu-
ma a fazer dbitos etn seu nome, e por
conseguintede raaneira alguraa pagara'
divids contrahidss por quem quer que
seja, e declara mais que usara' dos
meios que a lei Uie faculta contra aquel-
les que se apresentarera querendo co-
brar dividas contraliidas por esta for-
ma, pois o annunciante nao pode ver
nisso seoo dolo e ma' fe, para nao usar
debteos termos. Recife i de maiode
18 Moscozo.
Billa.
Manoel Comillo Pires Falcao, lendo sido no-
meado pelo Exm. Sr. presidente da provincia
thcso'ireiro das loteras avisa no respcitavcl pu-
blico que leudo em vista regularisar as mesinas
loteras, subraelleu a approvacao do mesmo
Exm. Sr. presidente o plano que abaixo vai trans-
cripto e por elle vai ser exlrahida a terceira par-
lo da primeira lotera concedida a favor da ir-
Ktaudade do Divino Espirito Santo da igreja do
Collegio, devendo as rodas da dita lotera impre-
lerivelmenlc correr no dia 26 do presente mez,
no lugar do coslume, o os respectivos bilheles
su acnam exposlos venda no escriptorio da the-
souraria das referidas loteras sito na ra do Im-
perador (outr'ora do Collegio) sobrado de um an-
dar n. 2 por cima do armazem de tazendas do
Sr. Uolim, desde s 8 horas da manha s 6
lioras da larde.
O mesmo thegourciro espera a coadjuvaco do
reapeitavel publico pois com ella envid ir "lodos
os esforcos que esliverem a seu alcance para que
Dioso .sejam ellas extrahidas nos dias que fo-
rero marcado*, mas tambera para que tenhain
grande incremento e mesmo al o de elevar pro-
porcionalmente o capital de cada urna aos dos
que sao extrahidas na corte do Rio de Janeiro.
Pede-se ao Sr. acadmico Antonio D. Mo-
reira de Mendonca, que tenha a boudade de ap-
parecer na toja o. 58 da ra Nova a negocio de
seu interesse.
Na nile do dia 3 de malo furtaram do pri-
meiro andar da ra Nova n. 65, um {elogio pa-
tente suisso n. 12065, com um corrento fino:
roga-se a quem for offerecldo, o favor de appre-
hende-lo e traze-lo dita casa, que ser gene-
rosamente recompensado.
DIARIO JBE PfiaWAMWQO. IWfcftiFJgfr 6 yOS. U Di 1860
ao commercio.
Manoel Joaquina lloreira, socio do fallecido
Miguel Jos Rodrigues da Costa, cuja firma so-
cial era Miguel Jos Rodrigues da Costa & Mo-
reira, julga nada dever tendente aextincta Orna;
mas se alguem se julgar credor, queira apresen-
lar sua cunta al o dia 9 do corrente para ser
pago.
Altenco.
o
Os effeilos antiepidemicos, que sao producidos
pelas fumigaedes hygicnicas de Guylon de Mor-
veau, sao eflkazes, como prova a experiencia que
deltas se lem tirado ltimamente. Os vaporas
que se elevam de iraa formla desla fumigacao
bastara para desinfectar um espaco de 340 ps
cbicos ; e de 10, as ntricas, assim explica Car-
ntchael Smith. O andado que nos vecha de pre-
sente, tem pifado muitas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
poisde apparecido) os pessoasdesta cidade, onde
outra qualquer parle, onde o mesmo se vai de-
senyolvendo e so tem manifesiado, recorram
botica n. 88, na ra Direita, onde se acha ven-
da quantidadedaquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Rbeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo estar a sua casa nffec-
lada desta epidemia, pois quasi todas os possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migacao, pruduzio ella salutares resultados : as
pessoas pois, em idnticas circumslancias, que
precisarem das desinfectos, o acharo sempre
prompto para mandar efectuara devida applica-
eao. O mesmo tambem vende na raesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em todo o caso mui-
to approyettam, e previnom a invaso das epide-
mias no interior das habitares : assim como
de importante ulilidade a sua applicacjio as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do estado de putrefacto. A maneira
de applicar se achara na etiqueta. O preco de
'3000. Jos da Rocha Paranhos.
Compras.
Mil
e variado sortimenlo de
roupas feilas i*
Na loja da ra Direita n. 87
Ricos sobrecasacos de panno muilo fico a 25
28$, palelols de fusto brancos e de eores a 54,
ditos de alpaca de seda a 5$, ditos sobre a 6j
ditos de brim a 3J500 c 4$. ditos de esguio d
algodao branco a 39200, calcas de brim de lnho
de cores a 2#500, 3$, 39500 e 4g, ditas brancas a
23, corles de collele de gorgurao de seda a26CD
e 3j>, ceroulas de bramante francezas a 1S601,
grvalas de gorgurao, charaalote, selim e groz a
\$. ditas de rede a 1400. chapeos francez s
a 89 e 89500. ditos de casemira a 3J800, ditos d
castor, copa-baxa, a 109, chapeos deso de pan
no, cabo de canna com astea de balea, a 29500,
por ler grande porcao, cortes de brim de algoda
a 900 rs., saias a balao a 69500, esguio de al
godo com duas larguras a 400 rs colletes de
gorgurao de seda a 59. mantas de seda a 29500,
meias cruas a 29500, 39200 e 49. e oulras mui
tas fazendas de goslo que seria enfadonho men
cionar ; a ellas, antes que se acabem ; sapi
los de tranca feitos no Porto a 1&600.
Compra-so ossos em grandes e pequeas
porn6es:ma ra da Senzala Nova n. 30.
= Compra-sa um diccionario inglcz em bom
estado : na ra do Queimado n. 39.
Aenco.
Corapra-se urna casinha terrea
no bairro do Recife ou de Santo
preco seja mdico : dirijam-se a
do llecife n. 40.
com quintal,
Antouio, cujo
ra da Cadeia
Vendas.
4000 bilheles a 109........
20 por cenlo do beneficio.
40:0003000
8.OOO3OOO
1 Premio de.........10:000g000
1 Dlo de............ 5:()0O5OU0
1 Dilodo............ 1:0009000
1 Dito de............ 4008000
4 Ditos do 2003..... 800JOOO
8 Ditos de 1009..... 800900!)
19 Ditos de 50..... 9509000
40 Ditos de 205...4 80090)0
1225 Ditos de 10j..... 12:2503000
1300 Premiados.
2700 Brancos.
4000 Bilheles.
Thesouraria das loteras 12 de abril de 1800.
O thesoureiro Manoel Camillo Pires Falcao.
Approvo Palacio do governo de Pernambuco
19 do abril delS60.=Luiz Barbalho MonizFiuza.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Thesourariadas loteras 4 de maio de 1860.
Manoel i'.-imillo Pire Falcao.
O abaixo assignado arrenda o seu engenho
Cidade de Paris, sito na comarca do Cabo, com
capacidade para safrejar muilos mil pues, sendo
sua Ierra de extraordinaria produccao, perlo da
estrada de ferro 5 legoas : a tratar" no engenho
Arariba do Pimenlel cora seu proprietario.
Joao Cavalcanli deSouza Leo.
Altenco
i
Aluga-se um encllente negro de boa conduc-
ta para o servico de urna casa, ou tambem se
vende: quem o pretender, dirija-se as Cinco
Ponas n. 82, junto as casas cnidas.
PUBLICAQ&O JURDICA.
Cdigo do-processo criminal.
Nova edioo anotada e consideravelmentc aug-
mentada pelo Sr. Dr. Braz Florentino Henriques
de Souza. Est venda na livraria dos editores
Guimaraes & Oliveira, ra do Imperador n. 28.
Curso de geometra.
O abaixo assignado admitte at o da 15 do cor-
rente, era sua aula particular, nao s alumnos
que j lenhara dado arithmetica como tambem os
que, tendo estudadoo curso de gedraelria, quizo-
rem recorda-lo para os eximes cm^iovembro : os
senhores esludanies que esliverem neslas cir-
cumslancias, uodem dirigir-so casa de sua re-
sidencia, na ra Direita n. 74. para serem matri-
culados.Antonio Egdio da Silva.
Flores de cera em cinco
lices.
O artista Jos Bicaud recentemenle chegado
da Corte, offerece ao publico em geral. e em par-
ticular ao bello soxo, seus lindos Irabalhos de ce-
ra elos ; d licoes em casas particulares; exp-
sito dosqoadros.na ra do Cabug n. 3 A, casa
do horliciirnr francez.
Os abaixo assgnados declarara ao Sr. Anto-
nio Sergio da Gru Muniz, que nao se conformam
com o seu annuncio feito no Diario de hontera
em que diz que o Sr. Jos Mara Cesar do Ama-
ral Jnior deixou de ser socio da loja de fazendas
na ra do Qoeimado n. 49, que gyrava sob a fir-
ma de Muniz c\ Amaral, o que por causa dessa
retirada ficar gmenle o dito Sr. Muniz respon-
savel pelo aclivo e passivo, pois os abaixo assig-
nado enlendem que era quanlo existir firmada
em letra a firma dos Srs. Muniz A Amaral, esto
ambos responsavel pelo pagamento dolas. Reci-
fe 5 de maio de 186U.Southall Mellors & C.
22 Una Nava 22.
Lotera da pr^Vidcinr.com ga-
ranta.
N* casa cima indicad*-echar-se-ha sempre
um roriado sortiment de bilheles *> lotera da
prevlnria a gaiisfacao dos compradores, que tera
um abate de 10 Qt( quapt maior S'MOS-
Os bilheles vendido, nsta casa o garantidos
sendo os 8 Od), pagos logo qua ao extratr t Jo te-
na: porisso coi(|tofcMaM(jKltei det~ici-
Chalcs chinezesa
a 4^500.
Na bemconhecidaloja do Preguiga, na ra do
Queiraado n. 2, vendem-se ricos chales de meri-
no de modernos e lindos gostos cora um pequeo
defeito de mofo a 43500 cada um.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
ATTENiO.
Rndese urna casa terrea bem construida, na
cidade de Goianna, ra alraz do Rosario : quera
pretender, dirija-se a contraiar cora Joaquim Jor-
ge I-igueira da Silva, na mesma cidade, ra do
Meio, que far todo o negocio, sendo possivel.
Vendem-so duas carroas, urna para caval-
k e outra para boi, um cairo de 4 rodas de 1ra-
jbalhar na alfandega, ludo em bom estado: quem
I pretender, dirja-se a ra Imperial, armazem de
couros do Sr. Manoel Joaquim Ferreira Estoves,
que acharo com quem tralar, a qualquer hora
do da
Saceos com millio e fardo
a 4#000.
Na taberna da estrellado largo do Paraizo nu-
mero t4.
Vendcm-sc as casas segulntes: um so"brado
no largo da matriz dos Afogados, eJificado de
novo, de um andar e solo n. 86 ; outra casa ter-
rea no mesmo largo n. 15; outra na ra do Mo-
tocolomb n. 36, edificada de novo, defronle da
csiaco ; outra na ra de S. Miguel n. 16 : os
prelendentes, dirijam-se aos Afogados, no mes-
mo sobrado n. 36, que acharo com quem tratar.
Armazem de fazendas,
NA
Ra do Queimado n. 19.
Cobertas de chila, gosto chinez, muito finas, a
prego de 2$.
Lencos de cambraia para algibeira a 29 a duzia.
Chitas francezas miudinhas e muito finas, co-
vado (pechincha) a 240 rs.
Cortes de riscado francez imitando alpaca,
muito bonitos, lendo 13 \(i covados, por 29.
Loncos para menino e meninas a 80 rs. ca-
da um.
Meias cruas para menino de lodos os lmannos
Ditas brancas para meninas.
Chales de merino estampados a 2$500.
Alpaca preta, o covado a 320 rs.
Balos para senhora a 69.
Madapolao cora pequeo defeito a3J.
Algodao monstro, 8 palmos, a vara a 600 rs.
Pegas de chita miudiuha com 38 covados poi
5&80O. v
Paletots de brim de core3 a 3j. >
Ganga franceza escura, covado a 500 rs.
Chapeos pretos o mais fino que ha no raercadi
e de forma elegante.
Tapetes franjados para sala
Chapeos de sol para menina a 49-
Madapolao fino a 69.
Bramante de linho, vara a 29300.
Augusto & Perdigo,
com loja na ra da Cadeia do llecife n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. queacabam de sor-
tir seu novo estabelecimento com fazendas de
gosto, finas, o inferiores, para vender pelos pre-
cos os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a relalho, se vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezps,
urna vez que sejam pagas vista.
Nesle estabelecimento se encontrar sempre
um sorliraento complet* de fazendas, e entre el-
las o seguinte :
Vestidos de seda com babadose duas saias.
Ditos de lia e seda e duas saias.
Ditos de larlaiana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezasdo gorgurao de seda pretas.
Cinlures para senhora.
Esparlilhos com molas ou clcheles.
Eufeitcs de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora o meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Pentesde tartaruga dos melhores gostos.
Perfumaras de Lubin o oulros fabncaules.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaples de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Collas e manguitos os mais modernos.
Camisas de lnho para senhora.
Ditas de algodao para menino.
Algodao de todas as qualidades.
Lencos de labyrinlho para presentes.
Collas de crochet pfre menino.
Vestidos de rh.n azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Palelols de casemira.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Colletes de seda idera idem.
Ditos de fuslo.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de dfereules qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Melliereoutros fabricantes para
hornera.
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha. '
Camisas de flanella
Chapeos de todas as qualidades para hornera,
senhora e criancas. (
Corles de vestidos brancos de blonda oora ca-
pella e manta. '
Didos de vislidos brancos de seda />ara casa-
mentos
Chapeos de castor pK*o
e brancos )
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
lhores chapes de castor
Botica.
Bartholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes medica-
mentos :
Rob L'AfTecteur.
Pilulas contra sezoes.*
Ditas vegetacs.
Salsaparrilha Btistol.
Dila Sands.
Vermfugo inglez.
-Tarop do Bosque.
Pilulas americanas (contra febreej.
Ungento Holloway.
Pilnla3do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oocag a
12hbras
Assim como tem am grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco-
Fumo americano.
Vende-ge faino americano proprio para mas-
care fazer cigarros : na ruada Cruz do Recife n.
50. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libras
a 400 rs. a libra.
LOJA DO VAPOR.
Grande e variado sortimenlo. de raleado fran-
cez, toupa feita, miudezas finas c perfumaras
tudo por menos do que em oulras parles : na to-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
Potassa da ftussia
E GAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, ora
e de superior qualidade, assim como tan^bem
cal virgem em pedra : tudo or oreos muito
razoaveis
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem lingem-se na mesma casa a
qualquer bora.
|S Conliuua-se a vender fazendas por baixo fe
jg preco at mesmo por menos do seu valor, 5
a afim de liquidar cuntas : na loja de 4 portas g
8 na ra do Queimado n. 10.
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes po-
dem testemunharas virtudes deste remedio in-
comparavel e provar em caso necessario, que,
pelo uso que delle lizeram tem seu corpo c mera-
brosinteiramenlesosdepois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatara
todos os dias ha muitos annos ; e a inaiur parte
dellas sao to sor prendentes que admiran; so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de seus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nos hospilaes, onde de viam soffrer a
amputarol Dellas ha muitas que havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti.
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do cstsdo de saude sa
'ivesse bastante confianc.a para ensaiar este re-
medio-constantemente seguindo algum tempo o
mentralato que necessitasse a natureza do mu
cujo resultado seria prova rinconlestavelmente
Quetudocura.
O ungento he til, mais particu-
larmente nos seguintes casos.
Ferros d engom-
mar econmicos
A 8$000.
INarnadofttteHBadoa.35
loja espernca.
rende-se una flauta de ebano.gnarnetda de ma
ellechart.com 10 chaves.systema Bohemio, muill
bem acabada, por 50, assim cerno um violao d]
Jacaranda, de chaves, raarchelado de roadrcoei
rola, obra pnM, por 50. rosarios de madr
rola propriospra presente no mez prximo
gjg8S3Kaeesn msm $mmw&%&m
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermedades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupces e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Geugivas escaldadas.
Inchaces
Inlammago dofigado.
Inflammaco dabexiga.
da matriz
Lepra.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmoes.
Queimadclas.
Sarna
Supuracoes ptridas.
Tinha, cm qualquer par-
te que seja*
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
dofigado.
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
urna instruejo em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambuco.
GRANDE S0RT1NENT0
DE
Peanas de ac inglezas.
a I Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
I 7, de Guedes & Goncalves, as verdadeiras pennas
" I de ac inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordecalygraphia Guilherrae Sculy, pelo mdico
preco de 1500 a caixa.
IFazendas e obrasfeitasj Bezerro francez
NA.
Um riquissimo
bote.
Vendc-se um bote com todos os apparelhos
tendentes ao mesrao, proprio para qualquar em-
barcaco estrangeira : a tratar na ra da Concei-
cozinha n, 33, na Boa-Vista.
Mesadejantar
para trinta pessoas.
Vende-se urna rica mesa de jantar que admitti
30 pessoas, de arnarello, muito em conla : n,
ra da Conceico da Boa-Vista n. 33.
Engenho.
9 Vende-se o engenho Sania Luzia.sito na
freguezia de S. Lourenco da Matla, entre $ i
9 s engenhoa Penedo de Baixo e Peuedo de $n
^ Cima : Irata-se no mesmo engenho ou no $)
$ encrenho Mussambique com Felisbino de j)
9 Garvalho Rapozo. $n
999999999999999999999I >
lo jugo a vireo oom
car salisfeitos.
Inteiro
Meios
^K 5 ha de
12J00O.
6fnoo..
A. L. Deloche.
11-
lo novo em saceos grandes,
ello de Lisboa saceos grandes.
Arroz de casca dito dD^
Far inha de mane
FeijSo com prncij_
Vende-se muito I
de Manoel Joaquim
ra do Codorniz n.
travesa da Madre de D
DE
[Ges &Basto.!
Na ra do Queimad) n.
416, frente amarella.
Completo e grande sortimenlo de cal-
Cas de casemira de cores e pretas a 8,
9, 10 e 12, dilos das mesmas cnsemi-
rasa 7J, 8e9S. ditos do brim trangado
branco muito fino a Bfi, 6$ e 7 ditos de
cores a 3$, 3JJ500, 4$ | 5, ditos de me-
rino de cordo para luto a 5$, colletes de
casemiras pretas, ditos do ditas do cores,
ditos de gorgurao pretos e de cores a 5$,
6e 7, ricas casacas de pannos muito li-
nos a 35$ e 40, sobrecasacas dos raesmos j
pannos a 28. 30,? e 35J. paletots dos mes-
mos pannos a 22$ e 24, paletots saceos
de casemira modelo inglez 10, ditos de
casemira mesclado muito fino de apurado
gosto 15J e 16. ditos sobrecasa das mes-
mas cores a 18$ e 20J, ditos sobre de al-
paca preta fina a 7J e 8, dilos saceos a
4; dilos de fusto branco e de cores a 4,
4500 o 55, ditoa de brim pardo muito
superior 4500, camisas pa.-a menino de
todos os lamanhog a 263000 a duzia, meias
de todos os tamanhoa para menino o me-
ninas, palilols de todos os lmannos e
qualidades psra os mesmos, colletes de
brim branco a 3$500 e*4. ricos colletes
vjiludo preto bordado e de cores diver-
sas e por diversos precos, ricos coberto-
res de fusto archoado para esms a 6,
colarinha de linho a pnete a *500i
assim orno temos reeebidc
tro deslcoslabetociment 11
imenlo de fazendas de 1
grande e grosso :
Na ra Direita n. 45.
A 8,000 rs.com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se estes magniOcos ferros as segun-
tes casas :
Praga do Corpo Santo n. 2.
Ra da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da cadeia do Recito n. 49.
Ra Nova n.fl.
Ra Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
fila do Crespo n. 5.
Dita daPenhan.16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14.
Dita Direita n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dila do Livramenlo n. 36.
Dila da Santa Cruz n. 3
Dila dalm eratriz n, 10, armazem de fazendas
deRaymundo Carlos Leite & Irrao, em todos
estes lugares dao-sc por um ou dous dias para
experimentar-se.
A 7,500 rs.
Ferros econmicos com
folese descanso.
Aterro da Boa-Vista n. 46.
Ra do Queimado, esquina para o Livramento,
loja das sele portas.
Ra da Cruz, fundos do Corao Santo, loja de
cera n. 60.
Vende-se doce deenju' secro muito bom a
6O a libra : na ra Direita n. 72.
Cocos italianos
de folha de (landres, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4# urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de (unileiro.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com sssento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42, ra da Cruz.
Em casa de Southall Mellors 4C, ruado
Trapiche n. 38, vendem-so os seguintes artigos:
Chumbo de municao sortido.
Pregos do todas as qualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hunganan em barris.
Dito de Mosclle em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Reogios de ouro e prata, patento e chronome-
iros, cobertos e descobertos (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os mesmos.
Biscoitos sortidos em latas pequeas.
riJNDIClOLOW-MOW,
Rna da Senzala ftova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimentodemoendas e meias moen-
das para euSenho, machinas de vapor e taixas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dio.
importante.
45 Ra Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
com alguns pares de borzeguins que lhe
restara, dos famosos arranca-tocos, c-
dadaosetc, esem o menor defeito, re-
duzindo-os ao preco de 7^000
SYSTEMA MEDICO DEOLLOWAY.
PILULAS nOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, composto lnteira-
mente de hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, nein alguma outra substancia delecteria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleico mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta ;
inteiramente innocente em suas operaces e ef-
feitos; pois busca e remove as doenca3 de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que j estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguiram
recobrar a saude e forras, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis afflictas nao devem entregar-se a de-
sesperarlo ; facam um competente ensato dos
efcazes effeitos desla assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
rosarios de madrepe
no mez prximo ruci
de devocao) a 5, 6, 8 e IOS cada em. e eslio-sl
acabando, graxa franreza para sapatos a 640 rs
pote.(especial desla loja). tinta azul e preti i'n
gleza, inteiramente liquida, a 500 rs. o pote pen
as de ac o melhor possivel. lendo a proprieda.
de de, quanto mais velha em se egerevendo. me
Ihoruca, e muitos objectos necessarios.
Cem charutos por
1^600.
No deposito da ra das Crozes n. 41, vendem-
se charutos da Bahia a 1$60 a caixa.
Com toque de a varia
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lenc/js de cambraia'brancos a 2:000 2:500 33
4:000 a dusia ditos com 4 palmos por cada fae
ede 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos.Leite <*
rmeos, ra ra Imperatriz n. 10.
418181K
aum AIIAZEI
DE
Roupa feita.
Ra Nova n. 49, junto
a igreja da Conceico dos
MiliUirQs.
Neste armazem encontrar o publico
um grande o variado sortimenlo de rou-
H pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
jg sacas, gndolas, fraques, e paletots de
H panno tino preto e de cores, paletots e
<> sobrecasacas de merin, alpaca e bomba-
g 7ina pretos e de cores, paletots e sobre-
,5 casacos de seda e casemira de cores, cal-
gi cas de casemira preta e de cores, ditas de
S merm, de princeza, de brim de linho 1
branco e de cores, de fusto e riscados,
cairas de algodao, colletes de velludo
H preto e de cores, ditos de setim preto e
Js ios de fusles e brins, fardamentos para
^ a guarda nacional, libres para criadas,
g| ceroulas e camisas francezas, chapeos
J grvalas, grande sortimenlo d roupaa
^ para meninos de 6 a 14 annos ; nao agr- |K
a, dando ao comprador algumas das roupas
3| feitas se apromptaro outras a gosto do j
ja> comprador dando-se no da convenci- S
JE nado. ag
3is-3iS3deieM&3ieM9SKfiK-efeS
Pianos
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood ASons de Londres, e
muito proprios para eate clima.
. -r-r
TT
ladu-
i menina
> vendetaos {
born n*ste i
pronptan
de-obras _
sendo isto coi
rttMUJIW?
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindos pelo ultimo paquete inglez : em casa de
Southall Mellors & C.
CALCADO
Grande sortimento.
45Rua Direita45
Os estragadores de calcado encontra-
rao neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. 9{('000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$000
Borzeguins arranca tocos. 7^000
Ditos econmicos....... 6$000
Sapa toes de bater (lustre). 5#000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......5j|000
tta^odos de merino contra
WB (salto dengoso).....4j$500
n igjgiJMiifiara meninas (for-
?MBlillg).......... 4#000
rfU^l ^^f,0rtiment0 de %^ e-P^r e modo de ee
|quq serve para fabnca- 0 d^to A ^
to,CotTO8t^Oi^s,marroqinm,COa. pharmaceutico. na nada
de lustre,&H fiMr sodas te.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou extetuia-
co.
Debilidade ou falta de
torcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza noventre.
Enfeimidades no rentre.
Ditas no gado..
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Pebreto internitente.
Pebreto da especie.
Gotta.
Hemorrh odas.
Hydropesia.
Ictericia.
Indigestos.
Iflammacde?.
Irregularidades
menstruaco.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco deventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Retenco de orina.
Bheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
em grande sortimento para
homens, senhoras e
/ meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 6j50o,7 e 8, ditos de velludo, copa al-
ta e baixa a 7g, 9 e 10J, ditos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 6 e 7, ditos do chile a
33500, 5. 6, 8,10 e 12$, ditos de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 2j50(>a 75, di-
tos de gorgurao com aba de couro de lustre', di-
los de casemira com aba forrada de palba, ou
sera ella a 4J, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muito em conta, bonetes
francezes e da ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de mui tas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinascom veo para senho-
ra, muito em conta e do melhor gosto possivel
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabeca, luvas, chapeos de sol, e'outros
muitos objectos que os senhores freguezes, vis-
ta do preco e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida loja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. deB. Feii
111-llHil
vendem-se fazendas por barato
preco e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rela-
lho : %a ruado Queimado loja de 4
portas n. 10.
RELOGOS.
Yende-se em cass de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, reogios do afama-
do fabrican| Roskell, por precos commodos,
e tambem trance.lns e cadeias para os mesmos,
de excellente eosto.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armazens de Tasso
Irmos.
Ra do Queimado n. 11.
A 30S cortesde vestidos de seda quecustaram
60$; a I65 cortes de vestidos de phautasia que
custaram 30JJ; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan di
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio
com Tasso & Irmos.
de Janeiro: a tratar
Vendem-se estas p.lulas no estabelecimento
geral de Londres n. 2S4, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
eacarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hespat ha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. esda ama
dellas, contm urna instrueco em portugus pa-
umt tartas pillas.
4sn um dt Sr. Soust
Cnix n. M, em Per-
(nainbneo.
Farinba de mandioca
nos armazens de Tasso 4 Innoa.
ilbo
noa armazens da Tajeo 4 Iranio.
Tachas para engenho
Fuadico de ferro e bronze
DI
Francisco Antonio Correia Cardezo,
tem um grande sortimento d<*
tachas de ferro fundido, assim
como se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fn-
dido cea batid.
miitii nm


I
(
r
~y
- ;,
la Pe
v-,.

~ TEttC* FEJRA 8 DE MATO t>E 1860.
Manteiga perfectamente (lor a 800 rs. a libra e em birril se far mais algum abatimenlo.
Queijosurao hoyos
a 1J700 rs. e em caixa se far mais algum abatimenlo nicamente no armazera Progresso.
\mevYas vaucexas
pToJ'resso flha Campolcir,8de vldr 900ri., e em porgo se far nlgum abatimenlo s no
Carines ae iutUiiAios
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e era porco se far algum abatimenlo s no Progresso.
Figos de comadre
caixiuhas elegantemente enfeitadase proprias para mimos s no Progresso ecom visla se far
um prego commodo.
"Latas de soda
com 2 1(2 libras de dilTerenles qualidades a 1}600 rs., unicamente no armazcm Progresso.
Conservas
* 700 rs. o irasco reode-se unicamente no armazera Progresso
Bolac\\Vi\\ia inglcza
njuito nova a 320 rs. a libra e barrica 4g, nicamente no Progresso.
Potes vidvados
de la 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1S200 rs. cada um. se
no Progresso.
Chocolate f rancez
a \$ a libra, assim como vendem-se os seguintes gneros ludorecentemente chegado c de superio-
res qualidades presuntos a 480 rs. a libra, chourica muilo nova, marmeladado mais afamallofa-
o.icaoieae Lisboa, maca de tomate, pera secca. pas^s, inicias em calda, umendoas, nozas, frascos
ceta amenuoascobertos, rnnfeitos, pastilhas de variasqunlidades, vinagre branco liordeaux propro
para conservas, charutos dos niel lio res* fabricantes de S. Flix, macas de todas as qualidades, gom-
mamuitouna, emlhas francezas, champagne das mais acreditadas manas, cenejas de ditas,
spermacetebarato, licores francezes milito finos, marrasquino de zara, azeile doce purificado, azei
m'uh TU" nVas'banh* deporc0 rcfinadn e 0,llros muil" eenoros 'lU0 encontrariio ledenle a
raujnatios, por isso prometem os proprietarios vondercm por muito menos do que outro qualquer
promolern mais tambero servirem aquellas pessoas que mandarem poroutras pouco pralicas como
viessem pessoalmcnte ; rogam lambem a todos os sanhores de engenho e senliores lavradoies
roeiram mandar suas encomraendas no armazcm Progresso que se llies affianca a boa qualidadee
o acondicionamento. "
Verdadcira goma de matarana
a 400 re. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilha Jos para denles a 200 rs. o maro com 20 macinhos. s no Progresso.
Cha iiyson. perilla e \u*elo
os melhores que ha no mercado de l)j600 a 2j>50O a libra, s no Progresso.
Passas em cavinlias de 8 Ulnas
as mais novas que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto prego de 2S560, s no Progrosso.
Macas em caixiulias de & libras
contendo 405 qualidades pevide, grao de bico, eslrelinha, alfria branca e amarella e pastilhas de
niaga, s no Progrosso, e com a vista se far um proco commodo.
Cbouricas e paios
s mais novas que tem vindo ao mercado.s no Progresso, afiaocaudo-se a boa qualidade e a vista
6e far um -proco commodo.
Em casa de Basto & Lemos
rv a do Trapiche n. 17, ven-
d-se:
Chuo. joem lencol.
Gansos de dito.
Cabos de linho nglez.
Selios patente inglezcordtodos o J>er-
tenres.
Papel de imprimir.
P? riel I as de ferro.
Baldes de zinc?.
Livros em branco nglez.
Cadeiras genovezas.
Licore; finos em garrafas de cr vital
Enxofi e em caixas de o arrobas.
Alvaiaie de Veneza.
Cordollia para apparelhosde navios.
Chapeos de palha de Italia singelos.
Vassouras genovezas.
Droga; diversas.
Banlie ros de marinore.
Talhas de barro vidrado.
-Escnrvos vtnda.
Vend m-se, trocam-se e compram-se
vos de toda idade, e de ambos os sexos ;
do Imperadorn 21, primeiroandar.
arados americanos e machinas
pata U varroupa: em casa de S. P Jo-
hnstoE & C. ra da Senzala n. 42.
(t)
lla ra
Vilio de Bordeaux.
Em casa de Kalkmann
Cruz n. 10. fiuconlra-se o
nliecida : marcas dos Srs.
e dos
deaux.
Irmaos & C, ra da
deposito das bem co-
Rrandenburg Frres.
Bor-
rs. Oldekop Mareilhac 4 C, em
Tem as seguintes qualidades :
DoBradenburg frres
St. Estcph.
St. Juliin.
Margau).
La rose.
Cliicau Loville.
Chleau Margaux.
De Oldekop & Mareilhai.
1 'St. Julien.
St. Julien Mcdoc.
Chaleau Loville.
Na mesina casa ha para
vendar:
Shcrry Madeira em barris.
Cognac i ni barris. qualidade fina
Cognac ni caixas qualidade inferior.
Cerveja jranca.
Tachase moendas
Braga 3va & C. tem serapre no seu d
da ra d i Mceda n. 3 A, um grande sor
de tachase moendas para engenho, d
acredita! o fabricante Edwin Maw : a te
raesmo i eposito ou na ra do TraDiche
DE
Sita na roa Imperial n. i 18 e 20 junto a fabrica de saba
UE
Sebastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa
(d.^Sllf^^r''?" promptos alambiques de cobre de difidentes dimencoes
(de dOv a d.uou*I simples e dobrados, para destilar agurdenle, apare hos destilatorios contm.
para resillar e destilar espintos com graduaco at 40%ros (pela graduaco de S donCarUer dos
fei*10/*yiem.s hoje approvados e conhecidos nesta e oiilras provincias do imparibomba!
de todas as dimencoes asperantes ede repucho Unto de cobre como de bronce e Ierro lora ras
de bronze de .odas as dimencoes e fcilios para alambiques, tanques etc., parafusi de boni e
fe1r P nr-Z** d aSua'Prias Paraoraalhas ecrivos de ferro, tubos de cobre e.humbo dStodal
as dimencoes para encmenlos camas de ferro com armaco e sem ella, fu5es le ierra ootaveSe
econmicos lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques, passadoicas Monmadrin, 2
REVISTA HEBDOMADARIA
COILLABUBAOO
PELOS SUS.
B. Antonio da Costa A. P. de Castilho-Antonio Gil-Alexandre Herculano A G Ramos A-
i.mmaraes-Auguslo de Lima-Antonio de OliveiraMarreca-Alves Branco-A. P. Lopes de Men-
2 STrtm ple Ro0dr,,5es Cordeiro-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva e Cunha-F. Gomes
rlJtl" H~r" "?ordH-J-A.deFrcilae Ohveira-j. A Maia-J. A. Marques-J. de Andrade
i h 7, r "i"0 Cascoers-J- Pa"'elCollaco-J. E. de Magalhes Coutinho- J. G. Lobato Pires-
?UIih5 RV,,araT7J- / ^a Cra?tt- Ju"""J- Ju|io ^ Oliveira Pinto- Jos Maria Latino
Coelho-Jos da Silva Mendes Leal Ju.iior-Julio de Cas.ilho-Julio Mximo de Oliveira Pimeitl
-J Pedro de Souza-J S. daSilva l'erraz-Jos de Torres-J. X. S. da Jlolla-Leandrc Josd
fuo FprrL, 'vTn.i fiT ISf1 da C,"nha-L- A" Rebell da Silva-Paulo Midosi-Ricardo
Juno rerrazValentim Jos da Silveira Lipes.
DIRIGIDO
POR
A. P. de CamllioCarlos JosBarreiros.I. F. Silveira da Motta
Hodrigo Pagaoino.
con-
teem
os compronissos,
O archivo universal comeca com o tprceiro volume o segundo anno da sua existencia
seguio pois vencer timadas maiores dilliculdades com que os jornaes litterarios de Portu^ai
de ludir, e venceu com honra, salisfazendo com a maior ponlualidade lodos
um periodo extremamente perigoso para as publicaces dcsla natureza.
Incelando o seu segundo anno. como nao altera o systema seguido at agora o archivo uni-
versal nao aprsenla programma novo; hoje como no principio appella para o futuro- com a di-
terenca porm de poder lambem invocar em seu abono o passado, que i conla ; as sympalliias aue
temobtido, osbonsescnplos que tem apreseniado, e a regularidade da sua publicaro. Paraos
queconhenem a aitribulada existencia do jornalismo portuguez. para os quesabem oua'nl.s descon-
liancas e necessano desvanecer, quantas suspeilas alTastar. quantos embaracos romover para con-
seguir urna vida mais larga; este tirocinio urna grande conquista e um bom agouro de prosperi-
n-r.n'!a0-VRCI,,vo "''^ com0 um incenti,r0. do que como urna gloria, mais como urna es-
SI^h 7^? C0'n "rma VICl0ria- t a""na^ 1e recebeu obriga-o 3 continuar como at hoje,
ZpSZTLZcZa e e,,,pe 'loda a solicilude e dtsvellpara sc conservar diQB
..nif^?-*10 resumlr ldas as semanas o raovimento jomalistico e a offerecer aos leitores, con-
\X< T ..?.^?m ^eV' que I".18 "otael houver "orrido na poltica, na sciencia, na indus-
L^ ril .i artes alguns artigosonginaes sobre quanqner destes assumptos, este peridico publica-
i!3. !e ?d8S aS ter?as felras em folha de 16 paginas em bom papel e Ijpo. completan-
do lodos os semestres um volume de 420 paginas com ndice e frontespicio competentes.
Assigna-se era Peraambuco, ra Nova n. 8, unir agencia.
CONSULTORIO
Br. P. 1
vssmm pjuuriiiiM s ipsiesj(I!)i.
3 UA DAGjLCRIA9ASpADOFU]1DJLO B
CliDiea por ambos os systemas.
rnntr2 E'r Mowoso d consuUas lodos os das pela manha ede tardedepois de 4 horas
l$rimUa,ulm*aU,akot*,ln acidadecomoparaosengLhos ou ouUai
ffenHa0,Sn?,i?rara'dOf d6Vtm "I dri8idos, sua casa at as 10 horas da manhia e em caso de ur-
K^%^H1rsL:rda uoile seudo por escripto em se dec,are nome da
raetterIM.w,wJueBaK0ore!? d? ug?nci>- as Pe residentes no bairro do Recife poderao re-
Nn foir.>l. b0lCf ^ Sr- Joao.S?unn & c- na rada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
ogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha. -v*. mentoshomenilht^ 'T d an"UD1claale achar-se-ha constantement e os melhores medica-
meniosomeopaUicos Ja bem conhecidos e pelos preces seguintes:
Botica de 12 tubos grandes....... / lOnnn
Ditos de 24 ditos. ........ JXlO
Ditos de 36 ditos. ... .... rojguuu
Dito de 48 ditos.........'.'.'.''' 25S00
Ditos de 60 ditos............... nS
Tubos avulsos cada um. .... uauuu
Frascos de tincluras......*.'.",' .' ." ." ." 22000
Manoal de medicina homeopathic pelo Dr.' Jahr 'trduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cma.cirurgia etc.. etc............20000
!dlC^Ten1C?,dn D.r.- Herin. cm diccionario. 10JOOO
Repertorio do Dr. Mello Moraes. ..... 6|000
D'AURORA.
i,^prapri*ta-ri09 "^erecem a seus numerosos fxeguezes e ao publico em aeral toda e
Sffi oiLt?'? S6U reconhhecid,o e^e.ecimento aVaboi'ma 2LS^d''vapor de
Ju-- L;.. i j a?u* para eogenhos lodas de ferro ou para cubos de madeira moen
J?^***?' tacJhM de erro t*"10 e (Ddido de lodos os tamanhos uSdaSteV Z
$\^%i&T^0Tme*b0a ra orDIalha, .^p SSrSit
7.. F^JEEOfiZr "S0080- Prenoas para mandioca o oleo de ricini, portes eradaria no
ZVoiZnZb&iT^Lt"- av-loiei. pon*., -aldeirase Unau^^i^t.ranga.:
Relogios de ouro e prata.
Em casa deHenry Gibon, ra da Cadeia do
Recife n. 62, ha para vender um completo sorti-
menlo de relogios de ouro e prata, chronome-
Iros, meioschronometros e de ptente, os me-
lhores que vem a este mercado, e a precos ra-
zoaveis.
37 Ba do Queimado
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimeuto de obras feilas, como sejam : pale-
lots de panno fino de 16fi at 28g, sobrecasacas
de panno fino preto e de cores muilo superiores
a 35?, um completo sorlimenlo de paletots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, ccrou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2$ at 53
cada urna, chapeos francezes para homem a 8,
ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,
copa alta a 13$, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4. 5$ e at 7
cada um, dilos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12g, chapelinhas ae velludo ricamente endita-
das a 25g, ditas de palha de Italia muito finas a
25g, corles de vestido de seda em carto de 40g
at 1508, ditos de phantasia de 16 at 35S000,
gollnhas de cambraia de 19 at 5. manguitos
de lgOO at 5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, casemiras de cor-
les para colletcs, paletots e calcas de 350 at
4S o covado, panno fino prclo e de cores de 2-5500
at 10g o covado, corles decolletede velludo
muilo superiores a9e 12fl, ditos de gorguro
Loin pequeo toque de ayaria. Kdefuslaobrancos decores, tudo por preco
eguica, I barat0> aloal>wdo de algodo a lg280 a vara,
largo. I cortes de casemiras de cores de 5 at 9, gresde-
de 13600 at 3200 o
covado, esparlilhos para senhora a 6S, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12 cada um,
lencos de cambraia de linho bordados
nhora a 9 e 12* cada um, dilos lisos
mem, fazenda muito superior, de 12
duzia, casemiras decores para coero,
2g400, barege de seda para vestidos,
Pechincha.
psito
ment
multo
tar do
44.
ma i
Na ra do Queimado n. 2, loja do P
vendem-se pecas de algodo encorpado .
com peq leo loque de avaria a 2J500 ca la urna.' naples de cores e pelos
Aos amantes da ecom
Na na do Queimado n. 2, loja do
vendem-se cintas de cores fixas bastan e escu-
ras, pelo baralissimo preco de 6S a pee, e 160
rs. o covado. V
Carie de vacca salgada, em barril
libras : < ra casa de Tasso Irmaos
de 200
Venden-se oleados decores os mafs finos que
possivcl ueste genero, e de diversas "
por prec > commodo : na ra Direita
s de B. de B. Feij,
n. 51, ojn
Ra la Senzala Nova i. 42
Vende em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas d. lustre para carros, sellins esiliesin-
es, eindeeiros e casli?aes bronzeaJos, lo-
e
o covad*).
rguras.^ 1500, siccos de tapete e de marroquim para via-
gem.eum grande sortimento de macas e malas
de pregara, que ludo se vende i vontade dos
reguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
as ingk zas, lio de vela, chicote para carros,
montana arreos para carro de um e dous cval-
os, e roljsios d'ouro patente inalezes
Can as de ferro, o mais barato que ha no
mercado, de 20 a 30 unicamente em casa de
Julio & Conrado.
Na ra Nova n. 35, vende-se fa: inha de
mandioca a dinheiro avista, pelo baialissinio
preco de 5600.
ara acab
r
No b izar da ra do Impe-
rador, defronte de de-
posito do gaz.
para sopa, a
muilo nova
caixinha
libra a
a libra
60 rs.
4500.
agar-
inleirasa
a garrafa
par a
Fresun os para fiambre, a libra a 400 rfe.
Excelk ules charutos e perfeitos, em
de 100 a 1.
Excellenle cevadinha
160 rs.
Amenduas de casca mole
a 200 rs-
Maca rr. i o, a libra a 200 rs.
Farinha do reino para bolos, a libra
Excellenle cerveja francoza, a duzia a -.,
Licores finos de caf e outros extractes
rafa a lgiO. '
Champ inha muilo boa em garrafas
2000. *
Dita em meias garrafas a 1000.
Vinagrn branco francez muito forte,
a 320 rs. '
Bolin.i- para senhora, o par a !}600|rs.
Excellcntes espartilhos a 4500.
Lindas redomas com jarro e flores, o
10J000.
Latas de soda com 2 lt2 libras de differentes
qualidadis a 15200.
Ditas de 8 libras a 2500.
Fnscos com pastilhas a l00O.
Ditos tiaiores a 2.
llantas de llores
ur. Pe lore, membro da sociedade de horticul-
tura de Taris, relirando'-se para a Europa no pr-
ximo va >or que se espera do Rio] resoWeu
vender sua grande eoleceo de plaas, cenlo
,|Por cenl<. menos dos seus precos que at agora
tem vencido : na ra do Cabug 11. 3 A.
Attenco. f
Figueiiedo & lrmao. com loja de fakendas na
ruada Ctdea do Recife p. 50 A, parcipa aos
amigos di barato, que esio queiraando as se-
guintes f.izendas. por baratos precos:
Camisas de linho, finas, duzia a 50
Dras do fuslao, finas, duzia a 30.
Graval. s estreitas a 600 rs.
220OO dB Pann a Cm g0lU d6 velludo a
Cortes (e collees de velludo bordados a 6.
Chapeos de seda para homem a 8.
Ditos d feltro, copa alta a 5.
Ditos di dito, finos, copa baixa a 4
Cortes le vestidos de chaly com 27
de 3 baba lo. a 20.
Ditos odiados de todas as corea com 111
dosa85iK)
Hitos di cassa proprio para bal*at9|fcH)
Cortes < e lazinha, padree, miudou com 12
covado a 108500.
Corle. (e chitas fra aceza.
&04OO.
hitas lina, inglezas, covado 160 rg.
Chale, le merino bordado, a 508.
Dte, e (lampados 6j500. -
Irnos liosa 4JL.
para se-
para ho-
at 20 a
covado a
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Paler 4 C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento de relogios
de ouro patente inglez. de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambera urna
vanedade de bonitos trancclis para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se :
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de llavana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha deprimeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade. '
Oleados americanos proprios pira cobrir carros
Carne de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, romo sejam
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali
fcherry Cordial, Menl Julop, Biltsrs, Whiskey &
C, ludo despachado ha pinicos das.
Machinas de coser, grandes c pequeas, de dif-
ferentes autores, do um modello inleiramente
^ novo, por prec.o commodo.
Salsa parrilha em frascos grandes e pequeos
muilo bem acondicionada.
Pilulas vegelaes (verdadeiras.)
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Espirito de visillo com k\
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
grns, chegadoda Europa, as garrafas ouas ca-
andaa: na ra larca do Rosario 11. 36
Vendem-se dous escravos moros, de bonita
figura, e proprios para lodo e quilquer servico :
a tratar ua ra Imperial 11. 64.
Cera de carnauba, ebo retinado e lio
de aJgodo.
Conlina a vender-se, no largo da Assembla,
armazem n. 9. '
Calcado francez.
Vendem-se borzeguin. de bezerro de um pti-
mo fabricante de Pars, pelo barato preco de 8
sapates de bezerro rom elstica na frente por
4, sapalos rasos de couro de lustre por 8g, 4J e
5J : na ra da Gadeia n. 45, esquina da ra da
Madre de Dos.
Vende-se una excellenle car*, de Jacaran-
da para cnsol.com assenlo de palhinha, e tam-
bera vende-se una tina giande de amarello, pro-
pria para banho, ludo em muito bom estado, e
por preco commodo : na ra de Santa Rila, ar-
mazem 11. 85.
Veddem-.e velas de espormacete a 640 rs.
o maco de 6 velas ; na na Direita n. 8.
Vende-se um excellenle cabrio'et com lin-
do cnvallo : na Soledade, ra de Joao Fernandos
Vieira casa do Sr. capilao Jc- Autao de Souza
Magalhes.
Largo do Carmo.
Esquinada ruadeHortas
numero 1.
Vende-se manteiga ingleza a 800 e a 1280 a
libra, dila franceza a 64') rs., paios os mais no-
vos a 480 a libra, chouricas a 560. figos a 2U0
rs.. massas finas para "sopa a 640, talharim e
mnearrao a 400 rs., latas com 9 libras de banha
refinada a 6$, velas de espermacete a 720, sa<>
e cevadinha a 210 a libra, assim como tem mul-
los mais alijados tendentes a molhodos, que s
na piesenca do comprador se venderao por me-
es preco do quo em oulra qualquer parle, como
sqim.qiieijos chegados no ultimo vapor, mar-
melada a ninis nova que ha no mercado, conser-
vas, passas, vinhos engarrafados e em pinas, de
lodas as qualidades, e outros peneros que se dei-
xam de mencionar, e que s vista do lompra-
dor se dir o preco.
MOLEQUE.
Vende-se um ptimo moleque com 13 anuos
o qual faz todo o servico ue casa de poura fami-
lia, e juntamente serve para pogem : qutm pre-
tender, dirjase ra da Cruz n. 23, segundo
andar.
Relogios palete inglez e meios chronome-
tros por menos do que em oulra qualquer casa
vende-se em cusa de Julio & Conrado, na ra d
Queimado n. 48.
Relogios patentes.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglezas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C,
Cruz n. 61.
, covado a\
i40O, um.complelo sortimento de colletesde
gorguro, d/isemira prela lisa e bordada, e de
Ores, os quaes se vendem por barato
preco, eUVdo decores a 7 o covado, pannos
para ci^ mesa a 10 cada um, merino al-
cochoaq.o propno para paletots e colletes a 2800
bando, para armacao de cabello a
SINETES PARA MARCAR ROUPA ^
2 2 RA DA IMPERATR1Z 2 2
Os abaixo assignados, com lojo de ourives na
ra do Cabug ns, 9 e 11, confronte ao pateo do
matriz de Sonto Antonio, continuadamente estao
recebendo as mais delicadas o mudemos obras
de ouro de diferentes e apurados gostos, tanto
paro senlioros, como pora homens e meninos,
por precos mui commodos em rclocoo o qualida-
de e maod'obro, c goroutem a quafidade do ou-
ro, passando una conla com declaraco e recibo.
Seraphim & Irrao.
Milho e trelo.
Vende-se milho a 4 o sacco, e em cuia a 240,
I farelo a 5j$500 o socco : por liaixo do sobrado n.
16, com oiloo paro a rua da Florentina.
Vende-se por 350 um cabnoletde 4 rodas,
coberlo, em bom estado : na rua Novo n. 22.
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenles por sua duraco, levesa e com-
modidade para os animaes : em casa de Ilenry
Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapeos de aianillia.
Aos senliores legistas de miudfzai.
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos e prelos de algodo.
Luvas prelos Je torzal.
Cintos elaslicos.
Liuhas de algodo em novellos : vendem-se
por precos commodos, em caso de Southall Mel-
urs & C, rua do Trauiche n. 38.
Vende-se superior linha de algodo, bran-
cas e do cores, em novello, para costura : em
casa de SeuthaU MellorA C, rna do Torres
Q. O.
Escrayos fgidos.
covado.,
eom
10 ovados a
Camisas nuezas.
Pregas lagas.
Goes Rua do Queimado n. 46, frente da loja
amarella,
Acaba deshegar na bem conhecida loja de
Goes & Bastos, um grande sortimento das muito
desejadas e rdaderas camisas inglezas, cora
peito de linho e pregas largas, j bem conheci-
das pelos freguezes desle estabelecimento, as
quaes camisas ha muito se eslava esperaudo, e
por ter grande porgo, lemos deliberado, para
melhor agradarmos os freguezes, vende-las pelo
diminuto preco de 36$ por duzia.
Fazendas por baixos precos
Rua do yueimado, loja
deipoaiasn. 10.
Anda restam algumas fazendas para concluir
a liquidacao da lirrna de LeileA Correia, asquies
se vendan por diminuto prego, sendo entre ou-
tras a. seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, Gnas. a 240 e 260.
Biscados francezes decores flxas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padroes, a 240.
Brim de linho de qumkos, covado, a 160 rs.
Bnm trancado branco de linho muilo bom. va-
ra, a 19000.
Corles de calca de meia casemira a 2J.
Dito, de dila de casemira de cores a 5#.
Pjnno preto fino a 39 e 4#.
Meias de cores, finas, para homem, duzia a
lj800.
Gravatas de seda de cores e prelos a ljj.
Meias brancas finas para senhora a 3g.
Ditas ditas muito fina, a 4g.
Ditas cruas finas para homem a 4$.
Cortes de colletes de gorguro de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a 45.
Chale, de la e seda, grandes, um 2j>.
Grosdenaple preto de 1600 a 2.
Seda prela lavrada para vestido a 1$600 e 2$
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16a
Lencos de chita a 100 rs.
La dequadros para vestida, aovado, 560.
Peitos para camisa, ua, 320.
Chita franceza moderna, ngindo seda, covado
a 400 rs.
Enlreoaaioa bordado, a 200 ri.
M M #-a.*J5O0. sw
par*a*Maa4 4t.
aWOra.
^eteoco de *hora
Eslesexcellenles chapeos que por sua qualida-
I de e eterna duraco, sao preferiveis aos do Chi-
I le ; exilem venda unicamenle era casa de
j Henry Gibson, rua da Cadeia do Uece n. 62, pOr
prego commodo.
e-se
linha de novello de todos os sortiraenlcs, meias
de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
cas e prelas, por precos commodos tm casa de
Henry Gibson, rua da Cadeia do Recife n. 62.
AS HELnORES MAIIINAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I.M SINCERA C.
E
WIIEELER & WILSON.
No novo estabelecimento vendem-se as machi-
nas destes dous autores moslram-se a qual-
quer hora do da ou da noite e responsabilisarao-
nos por sua boa qualidade e seguranca :no arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite &
lrmao, rua da Iraperatriz n. 10. anuamente
aterro da Boa-Vista.
superior a
Marmelacla.
1 rua Direita n. 6. ha maimelada s
1 libra.
Ceblas novas.
muilo barata vista da qualidade ; n d ai
eposito da rua do Vigario n. 27.
Feijo amarello
^- 1 Lenco, oran
MUTILADO L
bordados para bapusar
e caaemira preta a 6. '
J
ludM*8NtM.' -_
, *fn^Terde P*ra ,MMa de mootaiia. oora^ 'ando d
do, 1|280.
Lenco, brancos de cambraia, duzia, a 2.
em saceos de 6 alqueires, do Porto, ou 30 cuias:
vende-se muito barato para acab.ir : no antigo
deposito da rua d3 Vigario n. 27.
Vendo-so continuadamente farinha de man-
dioca, milho e farelo de Lisboa, em saceos gran-
des, e muilo superior qualidade : im rua do Ran-
gel n. 62.
= Na rua da lmperatriz n. 75, ha para ven-
der vinho engarrafado, sendo madeira, alicante
e malvazia, chegado ltimamente da Europa e
por prego commodo.
ude-sa um sitio era chaos proprios,
1 casa do morada, vario, arvoredo.
boa agua de beber: na estrada que"
#aco o Amial: a tra.ar na taberna
d* Coala Pereira Ctodo, e"m San-
KtcelLenle cavallo bom anda-
^H em bom estado : arralar na
wa nova n. 53.
^p Rosario n. 2i, ha 60 caixa
:tp, com uma duzia cada urna,
fino, sabido honlem da al-
a, para se vender por 16$ a duzia, e a
a garrafa.
oa
lS
Achando-se nesla cidade, para ser vendido,
o escravo mulato de nome Saiurnino, desappa-
receu honlem, 26 de abril ao meiodia ; esto es-
cravo estatura regular, reforgado do corpq,
lem 25 anuos do idaiie, pouco mais ou menos
falla bem, enlentlc algurna cousa de snpolciro,
escravo do Sr Manpel Cavalcanti de Albuqur-
que, senhor do engenho Caslanha Grande, na
provincia de Macei, perlo do l'asso de Camara-
gibe ; este escravo tambera natural da misma
provincia para os lados de Macei, e de .uppAr
que procurasse esses lugares, ou onde mesmo
por aqoi : rogo-se e qnem delle der noticia ou o
pegar, de o levar ao dito engenho Caslanha Gran-
de, se for por esses sitios pegodo. e se for nesta
provincia o enlregaro a Manuel Ignacio de Oli-
veira & Filbo, no largo do Corpo Sanio, que gra-
tificar com generosidade.
SOS de gratiQeaco.
Continua a eslar fgida o cabra Josepho, de ida-
de 50 anuos pouco mais ou menos, altura regu-
lar, morcas de panno pela cara, falta de denles,
lornozellos enchados, andar estrupiado, esta es-
crava fugio era 30 de novembro do anno passado,
desconfia-se que esleja acontada em alguma ca-
sa ou servindode ama, lem dousfilhos nesla pra-
ca, urna por nome Domingas, liberta, e outro do
nome Matheos, escravo de um senhor para as
bandas de Apipucos, alpuem j a tem visto, por-
tanto protesla-se contra quema tiverem sua casa,
assim como d-se 50# a qnem atrouxera sua se-
nhora na Soledade estrada de Joo Fernandes
Vieira ou df r noticia certa
Gratificacao de 50#000.
Furo no dio 17 do crreme mez o escravo
crioulo de nome Matheus, de idade de 0 a 25
annos, e tem os seguintes signaes : cor preta,
altura regular, espigado e reforgado do corpo,
falla descancada, mos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, e com bastan-
te espinhas no rosto ; levou caira e camisa de al-
godo de lislras azues, chapeo de palha da nilla
j usado com fila prela; este escravo natural
de Qucbrangulo, onde tem mi e irmaos, e foi
pertencente o dilo escravo nesle lugar aos Srs.
Cosme de Pinho Sintiago c Jos Francisco da
Costa, negociantes neste lugar, os quaes compra-
ra m e deram em pagamento ao. Srs. Souza, Bar-
ros & C. dista praca, e estes venderara ao Sr.
Silvino Guilherme'de Borros, o quol vendeu aos
Srs. Mello & Irmo ; consta que este escravo fu-
gio em companhia do cabro escravo, "'Moicolino,
de Macei poitonto, pede-seos autoridades po-
liciaes o slgumas pessoas particulares, que o
caplurem e levem-oa rua de Apollo n. 7, ou a
rua Nova n. 1, que gratilicario com a quontia
cimo.
Acha-se fgido desde o dio 6 de abril pr-
ximo passado o escravo pardo de nome Roque,
alto bastante, corpo regular, tem os olhos uro.
pouco avermelhodos, alguma falta de denles e
falla muito mansa e descangada : quem delle
der noticia ou o prender, ser b.m recompen-
sado pelo major Antonio da Silva Gusmo, mo-
rador na rua Imperial, e senhor do dilo es-
escravo.
-- Fugio do engenho Poco, da freguezia da
Luz, em principio de margo desle anno, o preto
Ignacio, cujos signaes sao os seguintes : idade
30 anuos, pouco mais ou menos, altura regular,
cheio do corpo, cara chala, faltam-Tne alguns
denles da frente, barbado, olhos pequeos,
quando falla balbuca por tal modo que parece
gago: n'uma das mos falta-lhe um pedago do
dedo snullar. Este negro foi comprado ao Sr.
tenente-coronel Dimas, irmo do Sr. conego Pin-
to de Campos : pede-se a captura do referido
negro, e a entrega delle a seu senhor no enge-
nho supra, ou ao Sr. Manoel Antonio Gotigalves,
no Recife, rua do Cabug n. 3,de quem*cecebcr
o anresenlante urna gralific&co generosa
Escrava iugda.
Fugio da casa do abaixo assignado, 00 dis 18
do correte, urna ua escrava da Cosa de nome
Ifnria, que epresenta# terde idJde 45 annos, al-
tura e corpo regalares, coi nio muito pela, tem
bstanles cabellos brancos, costuroa.trazfr um
nno atado roda da}*B*e$*, lando por signal
ais saUen^as mi. foveiras, proveniente de
calor d* ligado. Esta escrava tendo sahido como
de costufflB, com vawda de arroz, nao voltou
mais : rogo-se, portento, s autoridades poli-
ciaes, capites de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita eaqwa, e leva-la loja
do Preguiga, na rua do (Saimado a. J, ou casa
de sua residencia na rua aa Florentina defronte
da cocheira do Illm. Sr. tente coronel Sebas-
tio, q,e aero generosamente recompensados.
T.. i' nni' '.1
T"T-


I >..-.....-
w
DIARIO DE PERNAM
Li llera tura.
Scena s da vida de provincia.
A Derradra.
(Con/inuardo.)
Al
Ha nove das. Desde urna pequea viagem
que fez Arobrires.
Ah 1 se eu livesse sabido I
Terieis vinilo. Isso teria dalo um grande
prazer raeu po. Elle me falla muitas vezes de
vos. E eu seni vos conhecer, fall-lhe sempre de
vos, porque sei qu.inlo vos ama.
Oh I qulo Ihe ogradcc.o.
Creio-fos. Elle 6 'lo* bom Meu pai ludo
para miro----- minha mi.... tambem lhe quero
muito; mas como ella n.io soffre, meu coraco,
meus pensaraentos sao para meu pai.
0 sonhor de Nogaret mjveu um pouco a cabe-
ra e abri os olhos. Eugenia approximou-se d'elle
iulerrogou-o com um olhar. Oliveiro tam bem
approxiraou-se, mas com reserva. O senhor de
Nogaret avisiou-o inmediatamente.
Ah I sois vos, disse elle, estendendo-lhe a
mao
Fez signal a sua filha e para melhor dete-la,
deu-lhe aoutra nio. Depois eomerou conside-
rar com um olhar enternecido estes dous joveus
que elie reuna era um mesmu aperto de mos.
Ficai, disse elle com urna voz fraca, ficai
junto de miro, meus fllhos.
Xll
Oliveiro e Eugenia Hcaram acabrunhados sob
o peso de um sentiraenlo novo que os agilava
confusamente. Nunca Oliveiro tinha estado lo
commovido.
Esta scena to simples se aprofnndava al o
mais intimo de seu coraco, e nelle fazia vibrar
fibras at ento mudas.
Eugenia olhava para seu pai com um ternura
opaixonada. Ella nao senta junto de Bertaud
nem embaraco, nem falso pejo, nem alguns aff*-
asie-
ses pensamentosoccultosque insinuam-se
zcs na alma das mocas. Senta por Oliveiro urna
afleicao vivaz, lo prn quanto profunda, to leal
quanlo irrefleclida. Ella amava o senhor de No-
garet ; Eugenia nao ambicionava mais, e algu-
ma3 palavras do velho tiuham feito de Oliveiro
um irmo para ella.
Esse momento to cheio de urna tristeza pene-
trante, durante o qual ura prazer secreto sorria
todava a est-s tres pessoas, esse momento foi
de curta duraro.
A senhora de Nogarel cntrou arrebatada-
mente.
Estis aqu? disse ella A Eugenia com um
acrento de reorchenso c dosprazer.
Eugenia nao replicn c relirou-se.
A senhora de Nogarel dispunha-se a aroraoa-
nha-lo ; a presenc de Oliveiro suggorio-lhe sera
duvida um accesso de polidez, porque disse seu
marido :
Nao tendes prcciso de nada?
Nao, responden elle.
Depois urna idea apodcroii-se sbitamente de
'seu espirito e toruou a chamar sua niu-
Iher.
Fechai a porta, disse ello, desejaria con-
versar comvosco.
Perante o senhor ?
Sim, perante o Sr. Bertaud
Este parereu tambem licar um pouco sorpren-
dido e esperou.
Estou doenle, disse o Sr. de Nogaret com
urna voz lenta e accentuada ; assegurar o futuro
de minha Ulna seria para mim urna consolado e
um dever.
E eu ? rcspondeu a senhora de Nogaret,
nao fareis caso de mim ? Supponhamos quo
morrais amanha ; julgais-me incapaz ou indigna
do me pccupar de Eugenia ?
No quero dizer isto. Mas como estou an-
da vivo, deixai-me pelo menos osdireitos de um
pae.
Aonde vqi ler este prembulo ?
Quero propor vos por genro o Sr. Oliveiro
Bertaud.
O Sr. Bertaud !
Foi urna lombranca que D*us me envou,
meu charo Oliveiro, ecuja rcalisaro encheria de
ligosijo o resto de meus das.
Nao merece um favor to grande, disse
Oliveiro, mas julgastes-me bomconsiderando-me
como um homsm honrado. Juro-vosque me hei
de portar de maneira que nunca possais dizer:
enganei-me.
Oliveiro pronunciou estas palavras com o oc-
cento firme c franco da verdade Esta proposi-
to to inesperada, segu mo de perto a curta
entrevista que acabava de ler com Eugenia, ar-
roubava-o patenteando-lhe um horisonte intei-
ramenie novo Eslava orgulhos> por ler inspi-
rado ao Sr. de Nogaret um tal projecto, e, com-
sigo raesmo, repeta o juramento do nada fazer
que nao correspondesse confianza de seu velho
amigo.
A senhora de Nogaret foi pouco sensivel a boa
vontade de Oliveiro.
Foi sem duvida, disse ella seu marido, no
delirio da febre que imaginastes este bello pro-
jecto?
Ah senhora I exclamou Oliveiro, que pe-
la primeira vez ouvia semelhanlo lingua-
gem.
Sois o cmplice de meu marido, se-
nhor?
Esta lembranca minha s apressou-se em
responder o doenle.
Felicilo-vs rauilo. Nao vos retiris, Sr.
Bertaud, no tetho a inlenco de vos deitar pa-
ra fora. Deixo-vos com o Sf. de Nogarel.
Senhora, disse Oliveiro com altivez, o Sr.
de Nogaret acaba.de solicitar para mim a mao
de vosss fllha. Reilero-vos pessoalraente este
pedido. Se me recusis, fazei-me a honra de me
dizer por que.
A pergunla de fcil resposta. Sei ludo,
meu charo senhor. Ha alguns das, meu marido
fingi ir Ambnres para passar o lempo com-
vosco as orgas. Batesle-vos por urna raisera-
vel; foi elle vossa testemunha. Vollou doente
era consecuencia de seus deboches. Nao posso
raesmo laslima-lo porque mereceu sua sorle. E
vos, seu companheiro, seu digno amigo, tendes
a pretencao do obler minha filha 1 Mas loucu-
ra 1 Tenho sido raailynsada toda a minha vida,
e abdicara minha experiencia com tanto costo
adquirida, indo lanzar minho filha nos bracos de
um hemem perdido I Antes quereria encerra-la
em um claustro. Desejaveis conhecer meus mo-
tivos, ei-los. .
A senhora do Nogaret affaslou-se cora a abeca
elevada.
Oliveiro flcou aterrado.
Meu charo amigo, disse brandamente o en-
fermo, nunca conhecestes infelizes? No mais
profundo de seu infortunio esperara sempre urna
mudanci no destino Os jogadores arruinados
pensara constantemente que vai voltar a fortuna.
Jsto eplica-vos como pude acreditar um instan-
te que a(un* gniiimr n alTuirao le ratona mu-
lher. Mis com ella perdo-se sempre. Peco-vos
perdo de duas palavras virulentas. Ah cada
homem tem suas miserias.
E nunca vos queixasles !
Para que? Os meus pezares sao dos que se
prestam a rir. Eu nao tenho viviflo sobre rosas,
vos-confesso agora," vislo que -me impossivel
oceultar algumu cousa. Nao aprazivel, meu
amigo, ser o chefo de urna familia onde nao se
pode dizer tima palavra, fazer um gesto, mani-
festar umaintenco sem suscitar inmediatamen-
te urna desapprovaro premeditada. Deus vos
livre destes tormentos. No vos quero tracar es-
te quadro ; elle vos entristecera sera prveito,
como esses amphitheatros onde apparerem as
doencas em plena florescencia, e as calastrophes
era que eslribucha a morredoura especie huma-
na. Sem duvida vos ha de ler acontecido ter
encontrado bebados e ter piedade delles Pensa-
reis ento, porque vosso coraco bom, que es-
sa gente liona a esquecer lamentaveis desgranas
ou una lerrivel miseria. Pois bem, Oliveiro,
tende compaixo de mira como delles. Tenho ne-
cessidado de esquecer. Sou jogador: minha
embriaguez.
Quera vos censura, meu amigo ? Vos o ho-
rnera o mais leal, o mais umversalmente amado
e respeitado.....
O que importa a consideracis do mundo?
Minha conscienca nao est em repouso. Trons-
viei-me do verdadeiro carainho Cnnheceis mi-
nha desculpa. Mas vos nao loriis escusa eonli-
nuando na mesraa existencia. Promeltei-me re-
nunciar .ni JOgO.
Pois nao !
O jogo, bem o vedes, s desculpavol entre
os velhos o os mocos. Dcve-se comecar ou aca-
bar por elle. Os mocos quorum lenl3-lo, mui-
to simples. Elle lites d emoees poderosas c
algumas vezes fecundas ; muitas vezes dcseinbo-
rpca-osde paixoes muilo mais vergonhosas; on-
siua-lhes conhecer os homens ; fortca-os pa-
ra as lulas; ensna-lhes a sahir de um embaraco ;
apresenla-lhes perspectivas iramensas. e o ouro,
passando por suas raaos adquire-lhes era um ins-
tante pela luiaginaco lodos os gozos que re-
presenta. Os olhos ja oumpriram sua torefa.
Trabalharam, soffreram. O jogo da-lhes ura
repouso que no nem a occiosidade absolu-
ta, no ni o abandono de qualquer papel activo
representar na scena do mundo. Com o jogo
corabalera, agitam-se, vivera ainda. Mas um ho-
rnera feilo como vos o sois, deve ter vistas eleva-
das mais honrosas, e nao perder seu lempo. Des-
culpa-so em um moco passageiros desvos, lole-
ra-se em um velho distiaci.oes para seus ltimos
dias, mas ura honieni de vate e cinco anuos, em
loda a forra de sua vontade e de sua inteligencia
imites. Nao
em
mam
TERCA FERA 8 DE MAH) DE '860.
de Eugenia
se deshonra jogando alm dos limites. Nao me
respondis ? Talvez digaes comvosco : emendar-
me-hei no inez prximo. Erro, meu araigo.
Erro fatal c que leva lempnrisar da por da,
durante anuos intuiros, sem que se repare na
cousa. Jngou-se hontem, jogar-se-ha hoje, ama-
nha, e assim por dianle, at que urna manhaa
achar-se-ha o homem velho, enervado, impro-
prio para ludo. E depois nisto como as nu-
tras paixoes, misler seguir a gradarao. Arris-
ca-so um luis logo se arriscar sua fortuna. Con-
sagra-se urna hora urna distraern pcrmitlida.
era breve passar-se-ha nella os d"ias e as noites,
Eslaes doenle, meu amigo I disso Oliveiro
rindo-se.
Sim... est se vendo... E os conselhos que
ros prodigaliso provm lalvezda desolaco era que
estou de nao poder jugar.
E o que eu pensava. Mas se quizesseis ?...
O que?
Para diverlir-vos um pouco I... Bem rae
comprenhendeis.
Uraa partida I Com cffeito, tendes razo.
Mas minha mulher I
Pois nao 1 Agora que ja solTremos o fogo !..
Alm disso, o cardeal Mazarin, gravemente
enfermo jogava cartas em sua cama, rom suas so-
biinhas. Diremos islo minha mulher.
Muilo bem I Ja vos reconheco. Nao me
fareis'mais sermes, no 6 assim ?
Era para vosso bem
Eu o sei, e nao vos quero mal por isto. Cor-
rigir-me-hei de jogar, cerlo. Mas ser misler
que esta boa resoluco venha de mira, loda a
virlude que me ira posta me insupporiavel.
Antes quero esperar que a nalurcza e a reflexo
ella me levem. Tendes cartas ?
Nao. Minha mulher foi creada no horror de
lodos os jogos.
Mandis ve-las.
Ah que... minha mulher s quera or-
dena aos criados,
Como ha de ser?
A porta se abri e a senhora de Nogaret entrou.
Eu julgava que o senhor Bertaud ja tinha
sahido, disse ella, vollarei.
Relirou-se magestosamenta.
Nao acaes oso, disse o senhor de Nogarel,
urna mana.
Um mana muilo divertida, respondeu Oli-
veiro rindo-se. Vossa mulher comee inleres-
sar-rae muito. Desojo medir-mecor ella.
Sois feliz de poder rir; eu sinto que nao es-
larei doente por muito lempo nesla casa.
Fazei por vos curardes depressa, disse Oli-
veiro se preparando para sahir. At amanha,
trares cartas.
O senhor de Nogaret nao pode deixar de estre-
mecer. Oliveiro accrescentou.
Devenios jogar urna grande partida,
porque nao dissimulo que vou perder inteira-
mente a estima da senhora de Nogaret, oque sua
recusa de ha pouco lornar-se-ha irrevogavel.
Ah penaes anda...
Nao me leis feito conceber urna esperan-
ce seno para m'a roubardes um instante depois?
Desejais-me para genro?
Sim, sim, meu amigo, mil vezes sim. Mas
nao sou senhor de minha vontade.
S-lo-heis depois de vossa cura. Recordar-
vos-hei vossa promessa e tentaremos huraanisar
a senhora de Nogaret. At amanha.
Este menino nao desconfa de nada, disse o
doenle tlcado s ; mas nao sabe a pessoa com
quera tem de tratar.
XIII
Oliveiro relirou-se, procurando com os olhos
mas em vo, ver Eugenia na casa. Aconfiauga
de seu velho amigo o lisongeava, honrava-o. en-
grandeca em sua propria opinio. Lembrava-si
dessa moca amante e dedicada, apenas enlrevistr
e conversando com elle em uraa meio obscurida
de mysleriosa. Essa voz pura, vibrante, crysta-
lina, soava ainda nelle. Alravez de seus sonn
cheios de suavidade eque se teria escutado mui-
to lempo por elles raesmos, Oliveiro adevinhav.t
mil seniimentos generosos e temos. Elle nh i
ouvido muilas vozes novas e frescas ; mas falla -
vam e canlavam como cania o passaro, em ac-
cento, sem alma, sem esse ligeiro tremer que in-
dica a emoro debaixoda palavra, o pcnsamenlj
envolto no som. Oliveiro tambera pensava mis
1 ignmns que'banhavam o se
j into ao leito de seu pae.
Se eu estivesse doenle ou se correase alguno
perigo, ella chorara astim. E qnando me visse
s ilvo, eslreilar-se-hia contra meu peilo com ar-
r tubos de ternura capazesde enternecer o cora-
c io o mais endurecido. Que felicWade consagrar
n inlia vido i torna-la felizl A franqueza e a leal-
dsde derramara seu encanto e suas raros sobre
e;se semblante de dozeseis ninnos* Ter ella de-
2 'seis omos ? Hei de perguntar sen pae. Se
a nda os nao tem est ja na cade rn que se ama.
Comanlo que nao veja-me ogarcarlas com o
s'nhor de Nogarel Ella! estou Verlo de que
niehavia de perdoar. Adevmharia a razo por-
que o faro.
Sahindo da casa do senhor de Nogaret, Olivei-
ro dirigio-se macliinalmenle para o lado do cir-
cjlo. Eram cinco horas, os salos allumiados
brilhavam as sombras nasecntes da noitc Ber-
t.iudu olhou para estas luzes, e esta casa bera co-
nhecida, que era quasi a sua. Pela primeira vez,
hivia muitos annos. passou som entrar. Foi bus-
e ir seu primo Leonardo conv: dou-o janlar e (1
0 ni com elle loda a tarde. Pelas onze horas,
Oliveiro entrou em sua casa t deitou-se
O que que eu tenho esta noile ? dira elle
urna hora depois se rovolvendo no leito. Flta-
me alguiiM cousa. Ah sei o que : nao joguei
carias hoje.
Fechou os olhos. Seu pens ment venceua dis-
flincia e penetrou os muros. Vio Eugenia ajue-
1 lada junto seu pae doente. Ella l eslava com
effeito ; passou a noile a velar sua cabeceira ;
e, todas as vezes que o velho entreabra as pal-
pebras (leava conteni do vr esse joven e fiel
s rabiante, lodo radenlo de ternura c solici-
t tde.
Pelas dez horas da manhaa
s iludo um instante vollou e
f ogarel:
Annuncio-te urna visita
Oliveiro ?
No. O senhor cura de
Ah I faze-o entrar; ficaj-ei contentsimo de
6-lo. Vom pedir csmolla p ira seus pobres.
Eugenia relirou-se e lornoi
cois acompanhada de ura vel
eos. Sua physionoraia annuri
nais altas como das mais d ees virtudes. Sua
lotaioaja usada trahia o segicdo de sua abnega-
rlo e dedicarn. A moca ol ereccu urna cadeira
so velho e relirou-se.
Estis doente 1 disse o cura.
Ah I sim. Mas vosso re banho no soffrer
ror isso,
O invern muito forU, charo senhor.
Vou dar-vos meios do lardes caridoso.
O senhor de Nogaret estimava muilo o sacer-
dote, lodo occuparlo do cuid ido de suas ovelhas.
lodos os annos entregava-llie um einbrulho de
qjinhenlos francos. Desla ve : triplicou a soniina.
Eslar ello pcrigosamtnte doente? disse
omsigo o cura, que nao deixava de ter penetra-
eio.
O quo tendes? nao estis salisfeito? Nao
I subis ceremonia contigo. Tiendes ura ar de cons-
ternado.
Direi antes, de maravillado, raeu charo sc-
nbor. Uraa to rica offerta 1
Guardai, guarda ludo.
i as em minha teugo U
nal.
Ah 1 se lodo3 os ricos tossem como vos!
Eu tenho meus, defeiloi meu querido cura.
-c- E por signal, lingi ulli
i iagem Ambrires, e nao (mi l.
E grande mentira.
Tenho muilas vezes errado
por negligencia, por falta de
i ho sabido permanecer no
por una vontade lirme. Fui
fallo-vos d'isso por leni
i reio que esto porcada tenhi inda sua classifi-
i aco especial. Tenho runiprido meus dever>s
liara com minha familia? Ignoro-o c duvido E
lodavia amo-a, pcco-lhc perdo, assim como
. quelles & quem tenho offeudido. Einfini, bem o
abis, minha mao mam'hoi -sede sangue, e era-
hora todas as tres vezes o
leal, resla-me sempre uraa
i onscicncia.
Eugenia que tinha
tisse ao senhor de
charo pao.
Ambrires.
entrar pouco de-
ho do cabellos bran-
ciava a prlica das
Diris algumas mis-
to n5o pode fazer
mmente fazer urna
por fraqueza,
resignaco. Nao le-
^verdadeiro caminho
joven jogador, nvis
branca, porque nao
cmbale lenha sido
lembranca penosa a
O sacerdoto linha-se
i ora algumas palavras
aproximado ; respondeu
do a ni mar o ;
depois a
'o?, dos dous interlocutores s se fez qsvir em
ura fraco murmurio. Fnalmcnte o bokn cura re-
ouou um pouco pira traz da cabeceira, de modo
que nao fosse visto, fez o signal da criiz, esien-
leu as mos sobre a cabera do euferpo o aben-
joou-o. -i *
Eugenia entrn o sabio o padre.
Esle excelente homemL lissn s yhor de
Nogarel, julgou que eu nao [percobia que? cstava
orando por mira. E' um grande coraco este cu-
ra, um homem, o um homem de bem. Nunca
esquecas os seus pobres, Eugenia. Vamos 1 eis-
tc tambem rauilo triste, no momento em que me
sinto inicuamente bem.
E' verdade, meu pae ; estis com um sem-
blante to feliz I
A vista do um homem de bom prodoz sem-
pre osle effeito sobre mim. Mas oceupemo-nos
de ti, porque misler saber como me hei de ha-
ver.
Sobre que? pergunlou Eugenia.
Sobre um negocio no qual estivo pensando
toda a noile. Aproxima-le. O senhor Oliveiro
Bertaud nao pode tardar.
Ah
Estis contente com a sua visita ?
Sim, por la causa.
Mas pessoalment?
Ah querido pae, eu s pens em (i, bem o
sabes.
E' um erro. Eu sou ten protector natural,
mas em breve scr-le-ha misler um oulro.
Eugenia prestou iltenco sem respondor cousa
alguma.
E tu nao reprovas a minha affcico por Oli-
veiro ?
De nenhum modo. Se o amas porque elle
digno.
Censuram-lhe alguns defeilos.
Em sua edade quem naja os tem?
Como tomas sua defeza, I
a tempranea e aborrecer meu mondo, purque
lora o'raio costme do fumar.
Teu marido ?
Meu fuluro marido.
En tao tens pensado nislo ?
* E porque nao ? Todos os dias repele-se s
mocas : No focis isto, nad facais aquillo, se-
no nao lereis pretendentes. Sdc boas, lernas,
amareis, porque o nico meio de sempre ler-
des vosso marido junio vos. Al ja ouvi di-
zer que um pouPo de namoro nao faria mal.
Ah 1 pensas em leu marido mas nos nao
recebenios olma vivo aqui em casa.
Por isso tenho lodo o vagar necessorio pora
pensar nelle. Mas tu me fazes fallar, c
fatigando.
Pelo conlrario, me distrais, continua. Ex-
plica-me tuas idas sobre o casamento. Quan-
do eu esliver rcsmbelecido as poremos era
execuco.
De bom grado. Fallar-te-hia disto todo o
Oa porque vejo que esta conversaeo te faz sor-
rir. Eu sou apenas urna crianra, mas parece-rac
que errara em amar um moc citado como um
modelo de sabedoria. Tenho vislo muitos desle
genero, e minha mi tem-ine feilo apreciar seu
raerilo. Mas sao enfadonhos, e o enfado nao
o fim do casamento ; nao assim, querido poi ?
Sao opinies. J temos os mocos de urna
conducta exemplor julgados por li. os oulros.
Vou responder-te por uraa parbola Nao
te zangues comigo ; procuro divertir-te, eis lu-
do. Os mocos e as, moras possuem cada ura, ura
ihesouro : seu coraco." Comnosco acontece tor-
nar-se esle thesouro de nenhum volar s nao o
damos de orna vez, a um s, sem ter dissipado a
menor parcelta em esmollas de namoro. Com os
moros acontece o inverso : quandu nao sao um
pouco prdigos, nao se sabe cora certeza so seu
thesouro nao moeda falsa.
Islo que ests dizendo cheio de espirito.
Ests zombando de mim, nao direi mais
nada.
Pois forias mal. Pensas,pois, que a melhor
sabedoria a que se vai haurir no seo das lou-
curas ?
Todava, com tanto que se nao lenha dei-
xado o mais puro de sua alma nos abrolhos do
caminho.
Eugenio tu leste islo em um romance.
Nao, meu pai, esla phrase vem em um livro
de rcligio, e eu aprend sem querer.
Mas como raciocinam bera estas meninas !
Devc-se colo caminhar para o futuro com
os olhos vendados?
Nao le eslou censurando, pelo contraro es-
tou muito contente de li>a franqueza.
Ento estamos concordes r
Pouco mais ou menos. Tenho urna conll-
denria fazer-te. Devo fallar sera
los ?
Sim Estou muilo convencida de que tinhasj
alguma cousa a dzer-me. Falla depressa.
Nao ters meiio ?
Ento cousa de fazer medo ?
Queros casar com Oliveiro ?
Com elle! minha in: nao consentir.
Mas tu ?
Q Sr. Bertaud nao me desagrada.
E bom, dedicado.
Araavcl.
Por ventura ja o foi elle comtigo?
Oh T mi grado seu.
E a raclhur raaneira. Eis concluido o ne-
gocio.
Mas. .
Cola-te. Estamos era censpiraco aborta.
Traze-me uraa peona, tinta e papel.
O que vais fazer ?
No le impones. Confia em mim. Todala
noile meditei em minha resofoco. Sj nao ti-
rar bom xito porque ser absolutamente im-
possivel.
Eugenia ia obedecer, quandoa senhora de" No-
garet entrou. O' doente poz vivnmenle um dedo
sobre a bocea odiando para sua filha. Foi an-
nuncada a visita do medico. O senhor de Noga-
ret recusou tenazmente reccbe-l.
Que remedios podem aproveitar a-um ho-
rnera do minha. idade? disse o velho. Censul-
lai-o em meu lugar, dzei-lhe '>uc passo bera.
S peco a Deus a graca de murrev em paz.
Morrer exclamou a senhora do Nogaret
com um ar de dosdem. Para que afigir vossa
Ulna intilmente ?.
E afastou-se murmurando : quanto mais,cami-
nha para a morle mais intrata vel se torna. E inau-
dito 1
Preparos para- escrever 1 disee o velho de-
pois da pulida de sua mulher.
'" ..
iena o-mesrao que aater coma fronte em um
muro para derroba-lo. Voaso meio mo. e *
achei um melhor : achel um excedente. Pallis
de esperar, mas e%nsai a* es em qoa nao me cu-
raret, e que minha vWa vai-a* pouco a pouco.
Vamos, nada de meninice. Sei que me chorareis.
Julgaveis-me immortal t Tenho parto de seten-
ta e quatro annos. Quando tiverdes tambem es-
ta edade sentiris um pouco de einsaco. Lea-
brai-vos de que vos conflei urna miss seria,
una misso que um homem dp bem, leal e fir-
me, somonte pode curaprir. Tenho confianra em
vas Oliveiro ; tuirrerei tranquillo porque confio
em vos pora fazfrdes o felicidade de minha filha.
estou te E agora, meu filho, aproximai-vos, que vos que-
ro abracar.
Oliveiro lanrou-se nos broros do senhor de No-
garet, que no pode deixar d sentir-se apodera-
do de urna emoro profunda.
Bem o vedes, disse elle sorrindo, choro
tambem ; vossa fraque/a me enerva. Vamos I
ridiculo. Seremos por ocoso bstanle loucos
para nos enlristecermos por muito lempo ? Nao
sou capaz, previuo-vos disso. Alera disso nada
se ganhara.- Viverei. Fallo-vos de morrer, mas
a senhora de Nogaret j reprehendeu-me. Ella
tem razo ; queixar-se a mania dos velhos. Di-
go-vos que viverei.
Se eslaes doenle, podis ser curado,
senlis ? O que misler que eu faca ?
Nada.- Dcixai obrar a natureza". Converse-
mos de oulra cousa. Trouxesle carias ?
Ah meu amigo! ...
Esquecesle-vos ? ...
Nao, mas. .
Quo pois nao queris contribuir para a
minha cura ? Que bella partida vamos jogar 1 a
derradeira !
A derradeira !
Al- '
O que
Ah bem o vde l ...
! sim. Digo como no circulo, quando
se peuV a um jogador para domorar-se : a der-
radeira E depois anda : a derradeira f E sem-
pre : a derradeira A palavra nao variou, mas
lera seu encanto. Varaos
Ento o
exigs
E' porque estou certo de te causar pra-
zer.
S por esle motivo?
E por qual outro poderjia ser ?
Ignoro. As mocas sao ajlgunias vezes multo
indulgentes.
Quanlo mim nao posso comprehender pa-
ra que um rigor excessivo. Minha rae detesta o
senhor Bertaud. Hontem disSe-me que nao pen-
sasse nello. Porquo me disse' olla islo ?
Sim,porque? Nao sei.
__E' porquo elle se baleu em ducllo? E pro-
var que valenle. Porque vai ao circulo? Mas tu
tambem vais. Cada um devo-se accoramodar aos
i o ni rm
A MARQUEZA. (*)
JL
costumeade seu lempo. o meno que ter eu
Por esporo de urna hora tracou sobre o papel
linhas rpidas, sem que Eugenia tusaste nfor-
mar-se de suas intences. E entretanto no po-
da livrar-se de-u.ni vivo movimenlo- de curiosi-
dade rendo a physionoraia de seu pai. Elle es-
crafia com energa, subjugando cora, urna vonta-
de firme, a vclhice e a dneuca que-faziam tremer
sua mo.
Urna precipitaco febril testemunha.va seus re-
celos. Tema oue viesse a faltar-lhe o lempo.
Quando escreve urnas vinle linhas- sobre urna
folhade papel, copin-as textualmente sobre ou-
lra folha, depois dobrou-as ambos-em forma de
carta, poz-lhes- um Subscripto, selteu-os e guar-
dou era seu travesseiro. Quando acabou, suas
forras o Irahiram e cahio extenuado sobre a ca-
ma. Eugenia aproximou-se com mijoieoco.
Nao nada, disse elle, apenas porque
estou fraco. Bertaud nao vem. Quo horas sao ?
Meio da.
Quiz talver esperar este momento para
apresentar-3e. Sera duvida nao pajera lardar.
Com effeito poucos instantes depois a senhora
de Nogarel entrou precedeudo Oliveiro.
Aqui est vosso amigo, disse ella, vosso in-
separavel.
E irainedatamente acrescentou :
Vem, minha fllha.
XIV
Tomai isto, disse o velho Oliveiro ape-
nas esliverom sos. meu testamento. Tem dous
excmplares. Depois de minha morle, ouvis ? ...
c sem perder ura minuto iris ter com minha mu-
lher e lhe dires que o recebesies de um tabel-
lio, a menos... lerabrai-vos bem disto... me-
nos que nao voseaseis com minha filha Eugenia
de Nogarel, caso era que sera millo o testamen-
to. O que vos recommenda de importancia, Oli-
veiro ; iJai-me vossa palavra de honra de me
obedecer ponto por pouto.
Vo-lo juro, mas ..
S queiiuareis estes testamentos no dia de-
vosso casamento com Eugenia.
Vo-lo prometi e vos agradeco. Mas por-
que estes reccios e estas-precauroes ? Nao csta-
va concordado que depois de vosso restabeleci-
raenlo eu faria lodosos esorcos para abrandar a
senhora de Nogaret f Nao recuo perante esta t-
rela. E vos mesmo devieis vos e3forcar pata, ta-
ze-la ler ura bom resultado.
Charo amigo, nao conheceis minha mulher.
-~ A-bsolularaente. E para provar-vos que no
e a Hima,proponho-vos com partidas de ecarte.
Oliveiro trouxe pana junto do leilo urna peque-
a mesa. Em breve elie nao soube absoluta-
mente o que per.sar do estado do senhor de Noga-
rel. Este jogava com uraa alieo-ao e um prazer
extremos. Quando sanhiva a partida, qaiando
fa/.iajo ponto, ou vollava ura rei, linlia impres-
ses repentinas e extraordinarias, coran um moco
que aventura pela primeira vez una pera de cin-
co francos. Oliveiro aeabou por illudir-se sobre
o oslado do doento e quasi partecipar deseu' bom
humor.
Duas horas depois a senhora de Nogarel fi ao
preambu-^quarto de seu marido faner sua pequea visita.
Ella parou um instante sobre o liraiar muda
de colera e estupefaeco.
Ah de mais 1 esclamou ella, o desop-
pareceu.
Pouco depois vollou com sua filha.
Olha olha lhe di/ ella.
E aponlou para os jugadores com um gesto de
desprezo esmagador. Depois chainou sua flua
aparte e acresecntou :
Aproveila a lico. Ello te ensinar em
quera deves lerconllanra. Teu pai leve a impu-
dencia de ofTerecer-uie o Sr. Beriaud para genro
Sim, o Sr. Bertaud ; incrivel. O Sr. Bertaud
que joga aqui com leu pai, c que lhe viria ga-
libar seu diuhero ale no tmulo 1 Oh nao me
deshonrare! mais era entrar aqu.
Emquanto sua nii se auseulava, Eugenia leo
fulminada por suas palavras. Involuntariamente^
e apezar do qpe acabava de ouvir.deu alguns pas-
sos para seu pai. Oliveiro lfevantou-se vendo-a
aproxiraar-se.
Nao vos encomraodeis, senhor, disse ella
cora urna voz commovido.
Minha filha consente, acrescentou o Sr. de
Nogarel. O'Sr. Bertaud o rauilo comlescendente;
minha filha. O qoarto de um enfermo nao mui*
lo drerlidoi e no enlanto elle no se furia fa-
zer-me companhia. Nao saia*. Eugenia. Sou to
feliz quando ests aqui! Desejaria vtver e mor-
rer entre vos dous.
Ella veio sentar-se junio de seu pai, nao sem
corar ura pouco com estas ultimas palavras De-
pois endreitou seus travesseros, pz lenha no
fogo, e den alguma cousa ao-doente para beber.
Carainhava sem fazer ruido, e muitas vezes o se-
nhor de Nogaret esquccii ao-cartas pora accora-
panha-la com os olhos.
Ah !' disse elle de repente, estis jogando
sem atienco, Oliveiro, esiais distrahido.
Seus oltio* radiavam de prazer. Repela in
cessanlementeque nunca tinha sido to feliz era
sua vida. Uraa Iranquilidade sobrehumana esta-
va estampada emsua bella ;m\si-momia. Em um
cerlo momento, ilcou immovel. com os bracos
estendidos-, com a cabeca npoiada sobre o travs
da no quarlo. A Sr. dejofaret traca va, cho-
rnndo, i sua filha o harrirel quadro das penas
eternas que asparavam seu >ae, morio nos bracos
do pecesdo e sem os soccorros da reiigiio. Eu-
genia currara a cabera, aeaeoneto serevoltava,
mas nao ousava.dizer cousa alguma. A chegada
de Oliveiro e do sacerdote fe-laa mudar de con
versa. Em quanlo este fazia sa pergenias do
cosime e -amecava suas ladainhas, Oliveiro
acendeu duas velas, toroou a levantar a mesa o
po-las em cas modo de lechas. A Sr.* da
Nogarel o virTazer isto muito admirada, depois
chaniou-o parte.
Senhor, disse ella, agradec rauilo os vos-
sos cuidados, mas, meu marido j esl morto.
Colou-se, suppondo qu Oliveiro comprhen-
desse os termos pulidos desta despedida. Quer
elle nao oentendesse, quer eslivesse rnteiramen-
te entregue seos pezares. Oliveiro nao inren-
se esperou a conlinuarao destos palavras. A
Sr. de Nogarel prepafava-se para despetfMr
raais speramente quando um objecto apresen-
tou-se sua vstj.
Ah disse ella, estes instrumentos de per-
dicao anda esto aqui!
Vio um maco de cartas e apoderou-se dele.
Depots reuni todas as que eslavam espanta-
das sobre o soalho e alirou-as ao fogo, e rol-
ln para junto de Oliveiro. Vendo a aeco da
Sr.* de Nogaret o reflectindo no sentido de suas
palavras, Bertaud se linha lembrado de sua proy
mess e tinha tomado urna reaolucao.
Senhora, disse elle, lenho que fallar-ros.
A mim f
A vos.
Eris amigo de meu marido, senhor; mas
eu nao tenho a honra de vos conhecer.
Ou antes, senhora, me cmbete mal: Mas
concedei-me alguns inslantea. Tenho que com-
municar-vos o testamento de vosso marido.
Enteu, 6 ouir cousa, senhor, respondeu a
Sr." de Nogaret interdicta.
Entretanto ello conserrou sua dignidade, abri
a poria e cora um gesto soberbo ordenou Oli-
veiro que a seguisse Este entregow-lh urna
das duas artes-que lhe tinha confiado o Sr. de
Nogaret. O mais cruel para ella, nesse testa-
mento, era que sen marido divulgara cifra do
dote que ella Unha trazido, doze mil francos,
punha-a de possedesla somma, e deixava toda a
sua grande fortuna suajlUta, debaixo da-tutela
de um lio, inimigo intimo da Sr." de Nogaret.
O homem- que tinha lido muita delicadeza de
seniimentos-, niuila fraqueza talvez para entrar
em lula aberta com sua mulher, acabava de dar-
llie, antes de morrer, um golpe terrivel^iaespe-
rado. Cheio- de mansidao durante sua vido, o
Sr. de Nogaret-ergua- firme e implararel de-
pois de suu morle, e su mao virigadora nao tre-
ma mais para impor sua vontade,para inflingir o
castigo. Sua mulher conbereu-se vencida. Leu
e releu o testamento^ onde Indo eslava previsto,
sem que podetse ochar urna s sahida para asea-
par vergonha.dO ridiculo, miseria.
Tendes couhecimente deale escripto? per-
gunlou ella Oliveiro.
Nao, senhora,
Sem duvida. engais-me. Estou bracos
com urna infame conspiracao. Vos e meu marido
merecicis que eu aniquilasse este papel agora
mesmo.
Involuntariamente, a Sr.'de Nogaret dirigi.sa
para n chamin- do saln. Oliveiro nao ae mo-
veu.
Podis queimar este testamento, disse eliev.
eu tenho urna copi.
Quem peas* nisto? respondeu s Sr" do
Nogarel ferida en cheio, e vollando-se brusca-
ment. As voB-tndes dos merlos sao sagradas,
por m3 obsurdas-que sejaai Tereis minha llr-
Iha. Tereis o dote que mea marido ordena que
vos d, no caso de consentir nesla unio. E de-
pois o que exigs anda?
Nada, senhora ; nem mesmo ler esle es-
cripto. Eu desiru-irei a oopn no dia de meu ca-
samento.
Queris celebra-lo amanha ou dpois d*
amanha, ao mesmo lera, po que o enterro? B1
como quizerdes.
( Conlitio ).
Vaciedades.
OS JAR01NS BOilANICOS.
O jardim das platas,.e a sociedade d'aclimsta-
co prestam aclnalaaeale a> agricultura serrinos-,
ioconteslaveis.dos quaes leer resultado vantagens
importantes. EatretaOlo, nao tem sido sempre
assim ; e pde-se dizer que desde pouco lempo
3uf esses estabateciaoDlos ofTerecem urna utili-
ade pratica.
Os jardins botnicos- na* eram conhecido* do
seiro. olhondo pora Eugenia e Oliveiro em uraa- llP*i "S* daidade media pou-
especie de xtasi.
Esles fatigado, disse Bertaud.
Sim,.acabis partida,.disse a moca.
Eslava contemplando vos dous*, respoiv-
deu o senhor de Nogarel erguendo-sc, e ol vida-
va tudo o mais. Mas isto inquiela-vos, conti-
nuemos.
Nao, mais tarde 1
Descanra. Depois tornars comecar.
A' derradeira !
Elle tomn os cartas com urna mo trmulo* e
chamando sua fllha para junio de si :
Vem dar-me conselhos. disse bejando-a na
froute.
POR
GEORGE SAND.
ni
(Continuaco.)
Urna noile, que^eu sahia pela passagera occul
U em que era adrailtida, vi rpidamente passar
pordianle de miro ura homem baixo e magro,
qu se diriga para a ra. Um machinista lirou-
lhe o chapea, dizendo :
Boa noita, Sr. Lelo.
1 ni mediaiamenle vida de ver de perto esse ho-
mem extraordinario; sahi atraz delle, *travessei
a ra e sera rae importar com o perigo a
expunha, entretcom eHeji
lizmenie era um bol
nao poda encontrar
goria.
Quando, el
macado, lancei es
me engaara e qu
gasto, estragado]
nba cara coa)
tincta, dav
agurdenle, e
me necesaaria
o norae dalle,
le o mea Deus doTI
de Corneille.
Nao nchav mais nelle os encantos que me ti-
[*) Vide Diario D. 106. '
nham fascinado, nem mesrao esse olhar lo nc-
bre, lao ardenlc e tao triste. Seus olhos eslava n
erabacados, exiinclos e quasi estupidas ; sua pri-
nuncia accentuada lorniva-se ignobil dirigindn-
se ao criado do bolequim, fallaodo-lhe em jogo e
em mocas.
O andar era frouxo, o modo mo, e o rosto
ainda mal limpo do carmina. Nao era mais Hyp-
polilo, era helio. O templo eslava vosio e p>-
bre ; o orculo eslava mudo ; o deus se futra
homem ; nem mesmo homem, cmico.
Elle sahio e eu Qqucipor muito lempo estupe-
facta no meu lugar, nao pensando em beber o vi-
nho quenle com especiarios que linha ped do
para dar-me geitos de homem.
Quanto dei pelo lugar era que estova e pelos
olhares que filavam sobre mim, Uve medo ; sr
a primeira vez na minha vida que eu me nch iva
em situaco tao equivoca, e em conlacto lo di-
recto com gente daquella classe ; depois, a e ni-
graco aguerrio-me bem a esses inconvenieiles
de posicao.
Levanlei-cae e procurei fugir, mss esqueci -me
de pagar. O caixeiro correu atraz de mim. Tiro
urna vergonha lerrivel; foi necessario voltar, ex-
plicor-me no- balco, sustentar todos os olh ires
desconfiados^ zombeleiros dirigidos sobre n ra.
Quandosahl pareceu-meque acorapanhavam-me.
Procurei desbalde urna sege, j nao havia mais
ia estacao da comedia. .
" Passoapesados se faziam puvir sempre atraz dos
'eus. Voliei-me tremendo ; vi um sugeiloque
eslava era um canlo do botequim, e que rae pa-
ou cousa peior." F Jkiu-me
se, porque o mevirou
elaBto Uve bastante
livrar-m
Ella e Oliveiro o examinavam s furtadelUs
com urna anciedade sollicila. Quanto elle es-
lava sempre calmo, e sempre risonho. Durante
o esparo da partida, disse sua filha :
Toma as carias; consultars o meu estado
antes de comecar a jogar.
Depois estirou-se sobre a cama, arranjou a ta-
boca comrnodamente, e accrescentou logo depois:
Meu amigo, fuco como vos ha pouco tempo,
vou adormecer.
Eugenia deu um griu. agudo.' Oliveiro deitou
ao chao a mesa e as carias, e precipitou-se sobre
o Sr. de Nu.irct. Nao exista mais !
Os dous mocos, aterrados pela dor, sentiram
faltarem-lhes os forgas e cohiroro de joelhos, co-
brindo de beijos e Ingrimas os mos fra do ve-
lho. Por muilo tempo perraonceram assim,
'chorando e suturando, al o momento em que
'entrou a Sr.* de Nogaret.
Oh meu Deus 1' exclamou ella. E-.a colera
expirou sobre seus labios. Ajoelhnu-se junto de
Eugenia e de Oliveiro. Mas notardou.em reer-
guer-se.
Como me nao advertiste, disse ella. Teu
pac morreu jogaado, morreu sem ven um padre.
lia de ser condemnado. *
Eugenia abracou o pescoco de sua- me como
para lhe pedir compaixo. Quanto. & Oliveiro
pensou na misso espinhosa que Unha precn-
cher. Primeiramente correu procurar um pa-
dre e o trouae. As duas mulheras-ostavam ain-
Julgei-me seriamente curada do meu amor o pro-
curei folicilar-me por isso ; mas foi debalde. Eu
senta una tristeza mortal ; tonrava o aborreci-
menlo minha vida, e tudo perda a grata! Nes-
se dia desped Larrieux.
Veio a noile e nao mo trouxe maisessas agita-
coes benficas das outras ijioiles. A sociedade
co depois da poca, das' ucasadas. Foi ento qpe
se enmerou a observar os vegetoes, e que se ao-
nheceu a necessidade de os ajuntar para natuia-
lisar uns, saber cultivar outros, seguir e conhecer
lodos os pontos do desenvalvimento da sua vtege-
taco.
O primeiro ewmplo foi dado pela Italia,, e se-
guido immediatomente-na Hollando ; as univer-
sidades d'Alleraanhn, bem como seus principes*
Irataram logo porfa, d estabelecer sobre-todos
os pontos da GTiitania. U-llos jar A Franca nesla movimeniio flcou um pouco atraz
e s em 1505 que estabeleccu em Montpellier o
primeiro jardim- batonia. Lngo depois a Ingla-
terra, Suecia, e Dinamarca trataram de crear 09
seus jardins consagrad* ao esludo da boianica-
Em 1635 foi fundado em Pars o jardim das plan-
tas, e um seetlo.depoifr que a Uespanha gosoa
desle beneficio.. Hoje- em todas as cidades im-
portantes da Europa, em quasi todas as-partes, do
mundo civilizado ha jardins botnicos, onde nao
s propagado, o-coubecimenlo da botnica, pola
cultura e natura Usar io das diversas plantas- de
lodos os pases, mas tambem onde a zoologa e
aclimataran dos animaes sao esludadas- com todo
o esmero, e cora reronhecido pro feilo. da. agri-
cultura.
Diz um. jornal arancez que existe na.ooaamu-
na d'l.'ssy, depanfaaento de Calvado- un velho
chamado Luiz/Bonatlard, que conls noventa e oi-
to annos, rujo, indiligencia se consaava no mais
perfeito estado, assim como os seus.sentido, in-
cluindo o-dn vista ; porque le. peifeilamaiaie sem
uecessilar do auxilio dos oculos.
Por oma-singularida smenle explicada por cir-
cunstarwrioa-ewepeionaes na ordea. danatureza.
esle aneiao coala actualmente sess-eola e cinco
descendentes, lhos, netos, e bisoelos. O mais
velho deseos fllhos conla j setenta e dous an-
nos de- idade.
O patrio un.i, chefe desta nmeros. familia, go-
zando-tambem de perfetia saudo, a um vigor im-
proprio de sita idade, ainda rige es negocios da.
sua casa, aeonselha os sena- ktos, preside ao
orranjp de seus netos, e finalmente educa os seus-
bisados.
muilo superior pela sua educaco e carcter
prolisso de Ihealro, como ento a enleadiaro ;
mas a maneira porque dizia Muito bem em Ctnna
lhe linha grangeado urna grande repulaco.
verdade dizer que, quando representva com
Lelo lornava-se suuenor a si mesrao Ainda
que ostentasse tambem ura desprezo de bom toro
pareceu-me inspida.- Fui a egreja, ouvi a eon-| pelo seu melhodo, solfria a influencia do seu ge-
ferencia, resolvida a [fiar-me devota ; constipei-1 nio sem querer, o inspirava-se delle quando a
me e cohi doenle. I paixo os punha em contacto na scenv
Estiva de cama munos dias. A condessa de Nessa noile Lelo re parou em mimv quer pelo
Ferrieres visilou-me, disse-me que eu nao Unha I meu trajar, quer pela minha csaofa ; porque
febre, que o que me fazia mnl era eslar na cama, I vio-o iucliuar-se, em um instante em que esta-
que eu doria distrahir-mej, sahir. ir comedia.
Julguei que ella tinha vislassobre Larrieux e que
queria a minha morte. V
Nao foi assim ; ella forcou-me a acompanhs-la
pora ver representar Cuma
Voss j nao vem mais ao espectculo, d-
zia-me ella ; a devogo e o aborrecmento que
lhe fazem mal. Ha muita tempo que nao v
va foro da scena, para um dos homens que esla-
vam sentados nessa poca no tablado, e pergun-
tar-lhe u meu nome. Comprehandi isso pela ma-
neira porque seus olhos me dasignaram. Senii
urna putsacu de coraco, q*e quasi me faz dea>
maiar, e observeique no coaraida peco, os olho6
de Lel|Ldirgiram-se muilas vezes do meu lado.
Quanfb nao teria eu dada para saber o que li-
Lelio ; elle vai fazendo progressos ; j o applau- i ha dito de mim o cavalleiro de Brelillac, a quem
a, ex-
rauio
relmenle. Foi-
)r mnitas vezes
[de que era quel-
rprete do grao-
Transformada de
coragerh que o m
da no rosto, e
correr^ melhor
com a* minha audacia,
setla, e s parei em
Quando acord! n
no meu leilo de coni
teis, julguei ler sonl
cepeo e avenlur do. vespera
y- ... .. *"
dem algumas vezos ; pens que em breve tornar-
se-ha suppoilavel.
Nao sei como me deixci levar. Demais, disl-
ludida de Lelio como eslava, nao arriscavo per-
der-me affronlando suas sedurcoes era publico.
Enfeilei-me cxcessivamenle, e fui para uro gran-
de camarote de frente affrontar um perigo em que
j nao acreditavo.
Mas nem por isso foi o perigo menos imminen-
te. Lelio estere subjime e eu percebi que nun-
ca.me achara to apoixonodo. A aventura da
pera parecie-me um sonbo ; nio podix ser
terante do que pareca arn^sce-
. recahi em todas,as a"
abiSeommunic
elizmnttii^^^^ni de fazer crerejie to-
do esse entrisi- I nt-ota era proSurido pelo jogo
de mademoisellay i'.lairon. Era, na vi-
nha opinio, om. clnz be fra e compassad,
elle linha interrogado e que, olhondo para mira,
ihe fallava muilas vezes!- O rosto de Leli, torea-
do a conservor-se grave para nao derrugar a dig-
nidade do seu papel, nada exprimir que me po-
desse fazer oderinhar. qual o genero de intorma-
coes que lhe linliam dado a meu respeilo. Eu
conhecia muilo pouco a Brelillac; nao imagiua-
va quo elle podia dizer de mim bem ou mal.
Desde essa noitc foi que enmprehendi o amor
que linha a Lelio; era urna paixo toda intellec-
tual, toda romanesca. Nao era a elle que eu
amava ; amava os hroes dos amigos dias que o
alcor sabia representar, esses typos de franque-
za, do loaldade, de ternura para sempre perdi-
dos reviviam nelle, e com elle e por elle repor-
lava-aie a urna poca de virtudes j esquecidas.
Eu titila o orgulho de pensar que naquelles
tempo* en nao teria sido desconhecida e difa-
mada, .que meu coraco pedera dar-se, e que
eu nao lena sido reduzida a amar um phanlasma
do comedia. Lelio nao era para mim mais do
que a sombra do Cid, o representante do amor
aligo e covalheiresco, do qoe entao zombtWom
em Fran;a. A' elle, ao homem, ao hystrio, j
eu nio. lemia, parque o tinha visto; s poda
ama-lo em publico. O meu Lalio era um ente
facticio, qu uto podio encontrar, logo que o afas-
lavara do- limite da comedia. Era-lhe necessa-
ria a illusa da scena, o reflexo. dos candieiros, o
cormim e o trojo, paro ser acuelle o quem eu
amava. Tirando tudu isso, tornava ao nado pa-
ra mira como urna estrella, que desapparece a
romper do da. Fora do palco, u nao Unha von-
tade de vg-lo, mesmo licar desesperada so o.
visse.. Fra para mim como, o contemplar no
grande hornera reduzido- a um pouco de ciuza
em um vaso de argila
Miabas frequenles ouseacias nos horas em que
eu. eoslumova receber Larrieux, e principalmente
a minha recusa formal de Irala-lo de oulro mo-
do, islo de s lhe ter amizade, inspirava-lhe
um accesso de ciumt-, mais bem fundado, con-
fesso, do que nenhum dos que j linha sentido.
Una noile em que ia aos Carmelitas eom a in-
lencao de largar-Be pela outra sahida, percebi
que elle seguia-m, comprehendi que d'ahi em
dianle ser-me-h+a impossivel occiUar-lhe os
meuspasseios noctumos. Tomei pois o partido
de ir publicamente so theatro. Adiqairi pouco a
pouco a hypocrisia necessaria para conler as mi-
nhas i-ipresses, e comecci a prolessar pela Hy-
polila Clairon urna udmiraco que podia e,nganar
sua voz, nos suspiros do seu seio, no occenlo
q,ua ello dava o certos versos, a certas palavras.
ou compren endia que elle se diriga a mim. Era
a. mais ergu hosa e a mais feliz das mulberes i
porq-u-o ness as horas eu nao era amada pelo c-
mico, era amada pelo haree.
Pois bera 1 opus dous anuos de um amor q*e
eu linha alimentado destonhecidO e solitario ae
fu-nd de minha airea, tres invenios se passeram
sobre esse amor pnrl-hado, sem que o meu olhar
dsse a Lelio o Oimiiu de esperar outra cousa
alm dessas soluces intimas e tayaltriosae! Eu
soube depois quo- Lelio me acomponhro nos
meus passeios ; nao procurei v-le por entre a
inultioo, to pouco desejo Unha de disiaagui-lo
fra do theatro. lisses cinco annos feam os ni-
cos dos oitenta em que viv.
Um dia emlii li no Mercurio deFVanfa o no-
me de um novo actor contralado para a come-
dia fronceza em lugar de Lelio-, que parta para
paiz eslrsugeito. Essa notici tai un golpe mor-
tal pora mim; eu nao conceba, ainda como pode-
ra vver sam essa emoro, sem essa existencia
de paixo. Islo fez com que meu amor livesse
um progeesso immenso e quasi que me deito a
perder. De enlo por dianle nao me combat
mais. para abafar ao nascar todo o pensamenlo
r^rresperr^^^^ Ho dignidade da rainba porico." Nao
12- "esTento fiquei vezada ; abrigado a --PP-* --dojm LeUc, er. re.lmen.e.
3 observar alternamente, o meu prazer eral S*. 'urmure em s*grrdo o qoe elle nao era
menos vivo e menos profundo. Mas dessa sita- o.qut pareca ser no, palco; ef_(ui ole dcseja-lo
rao nasceu oulra que estobeleceu urna co rapen-
saco rpida.' Lelio via-me, observavo-me : mi-
nha belleza linha-o admirado, minha sensibilida-
de lisongeava-o. Seus olhos o costo se lravoni
de sobre mim. Algumas vezs elle leve distrae-
roes que descontentaran! o publico. Em pouco
foi-mo impossivel anganar-me ; elle amava-me
tonca monte.
Tendo a princesa de Vaudcmonl vonlae de
ficar com o meu camarote, eu lhe cedi pora to-
mar um mais pequino, mais commodo e melhor
situado. Eu iicav quasi sobro o tablado, nao
perda um olhar de Lelio, e os seus podiam pro-
curar-me all sem me compremetterem. E de-
mais, eu ji nao precisa va desee Aeio para com-
prehender todas ts suas sensacots; no som de
bello e moco como a arle o fazia todas ss noites,
afljate poder saeriftcar-lhe todo o orgulho dos
roen preconcebios e todas as repugnancias do
minha repulaco. Agora que ia perder esse en-
te moral que enchia havia algum lempo minha
olma, tinha vontade do realisar lodos os meus
sonhos e de experimentar a vida positiva, salvo
a do tentar deoois a vida a Lelio o a mim mesraa.
Eslava nessss irresoluees, quando recebi urna
carta de letra desconhecida ; a nica cariado
amor que conservo entre os mil protestes de
Larrieux e as mil. declaraeoes perfumadas de
cera outros. E' per qqe com cffeilo foi a nica
uoica carta do amor que (recebi.
____________________[Continuar-se-ha.)
PERN. 1YP". DE M. F. DEFAMA. 1W "
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rMUTfLADOl
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