Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09055


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Full Text
^fdi-
T-. <":;
ARIO XXXYI. HDIEBO IC4.
Pop tres raezcs adianlados SflOOO.
Por tres mezes vencidos 6S000.
SXT FEHA 4 SE HAIO DE 18(9.
Por anno adinntado 19$000.
Porte france para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrno de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly,
Sr. A. de Lemos Braga; Cera, o Sr. J.Jos de oli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimaraes; Piauhy, o Sr. Joo Fernandes do
Moracs Jnior; Para, o Sr. Justino J. Ramos ;
Ama/onns, o Sr. Joronymo da Cosa.
PARTIDA DOS CUItlltlUS.
Olinda todos os das as 9 1/2 horas do dia.
Jguarjss, Goiaaua e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Anto, Bezerros, Bonito, Caruar, Altinhoe
Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, I.imoeiro, Brejo, Pes-
queira, Ingazeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
Oricury e Ex as quarlas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso.Una, Barrciros.
Agua Preta, Pimenteiras e Natal quintas feiras. Priraeiro
(Todos os correios partero as 10 horas da manha. Secundo
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do Imperio.
DECRETO S. 2,573 DE 14 DE AB1UL DE 1860.
slabelece em execuco do 14 do art. 29 da lei
n. 939 de 26 de selembro de 1857, o processo
segundo o qual ser conferido um premio a os
lavradores que apresentarem certa uuanlidade
de trigo de suas colheilas
Hei por bem. era execuco do 14 do art. 29
da le n. 939 de 26 do se'tembro du 1857, orde-
deiiar que se observe o regulamento que cora es-
te baixa, eslabelecendo o processo segundo o
qual ser conferido o premio de 2.000 aos Ia-
vradores que apresentarem 100 alqueires de tri-
go de suas colheilas em perfeito estado ; e que
assignado por Joo de Almeiaa Perreira Filho.do
meu conselho, ministro e secretario de estado
dos negocios do imperio que assim o tenha en-
tendido e faca executar.
Q0j>a,lacio do Rio Janeiro em 14 de abril del86D,
J da independencia o do imperio. Com a ru-
brica do S.M. o Imperador.Jooje Almeiaa
Pereira Filho.
Regulamento a que se refere o decreto n. 2.573
desta data para execuco do 14 do art. 29 da
le n. 939 de 26 de selembro de 1857. que con-
fere o premio de 2.000$ aos lavradores que co-
iherem cem alqueires de trigo.
29 da '."< 39 de 26 de selembro de 1857 se-
ra comedido a qunlquer cidado brasileiio ou
esirangeiro residente no paiz que provar com
atieslados da enmara municipal e das autorida-
des policiaes do lugar em que o plantio e a co-
Jheila de Irigo se oer :
1." Qu sua profisso habitual a lavoura era
trras proprias ou de que se acha de posse por
titulo legitimo.
2." Que o trigo colindo as ditas trras d
cem ou mais alqueires e se acha em perfeito es-
tado. r
Art. 2. As cmaras municipaes nao podero
passar os atlestados de que trata o artigo antece-
dente, sem que por meio de commisses com-
postas de cidados de sua escolha, das qnaes po-
dem formar parte os seus membros, o que soro
lomeados logo que o lavrador o requeira, exa-
minem lodo o processo do pianito e colheila do
trigo, devendo ser verificada, por examc de peri-
tos feiios em presenca das raesmas commisses,
a quantidade do trigo colhido e seu bom estado.
Art. 3." O (aviador que pretender obter o pre-
mio de que trata o art. 1- dirigir o seu reque-
rimento ao governo se residir em qualqucr das
provincias do imperio, por intermedio do res-
petivo presidente, que omillir o seu juizo so-
bre a pretencao depois de mandar proceder s
diligencias e informaces que julgar uecassarias
para firmar a sua opiniao.
Essc requerimento ser- instruido com os atles-
tados de que trata o art. e acompanhado de
um relatorio era que se declarem os meios, ins-
trumentos o bracos em pregados para o preparo e
amanho das trras e para a colheila : os preser-
vativos empregados para extirpar a molestia da
ferrugem ou de outra qualquer nalureza, a qua-
lidade da trra, a parte em que a produeco foi
abundante, maior ou menor, diminuta ou infe-
rior: o prego porque pode ser vendido o trigo
colhido, e quaesquer outras circunstancias, cu-
jo conhecimento fr necessario para a boa di-
receo e instrurr dos lavradores.
Art.4.* Nenhum lavrador receber mais de urna
vez o premio conferido nela citada lei n. 939, o
qual ser pago por ordera do ministro do im-
perio.
Palacio do Rio de Janeiro, era 14 de abril de
1860.Joo de Almeida Pereira Filho.
Er IEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
il m ei"."'8 4 h^rase 42 min"'osda manha.
12 Ouarto min.juante as 4 horas e -57 minutos
Oa tir Je.
20 La nova as; 4 horas e 27 minutos da tarde
SE? creS,:en,e as 5 h" 45 minutos da
PREAHAR DEHOJE.
as 4 horas e 6 minutos da raanha.
as 3 horas o 42 minutos dn tarde.
Ministerio da fazenda.
DECRETO N. 2,549 DE 14 MARCO DE 1860.
Jlegula o concurso e provimenlb dos empregos
do thesouro nacional e thesourarias de fazen-
da das provincias.
Usando da altribuico concedida ao governo
pela lei n. 563 de 4 de julho de 1850, c art. 89 8
Io do decreto n. 736 de vinte do novembro do
mesmo anno, hei por bem decretar oscguinle:
Art. 1. o provimenlo dos empregos de ama-
nuenses e ofllciaesdas secretarias das thesoura-
rias de fazenda, de praticantcs, o das duas ulti-
mas classes de escriturarios do thesouro nacio-
nal, e das mesinas thesourarias de fazenda s po-
ner ter lugar por meio do concurso. Os mais
empregados das sobredilas repnrlices sao do ac-
cesso, segundo as regras prescriptas no presente
decreto e nos do nmeros 736 do vinte de novem-
bro de 1850 e 2,143 de vtnto e nove de Janeiro
nico. No provimenlo dos offlciaesda secre-
taria de estado dos negocios da fazenda observar-
so-hao as disposices do arl. 32 do citado decro-
\ 3a 4e iane'r de 1859. o as do rogulamonto
de 21 de dezembro de 1850.
Art." V Todos os empregados do thesouro na-
cional e das thesourarias de fazenda soro nomea-
dos por decreto imperial.
nico. Exceptuam-se: 1., os praticanles o
os empregados da classe immediatamente supe-
rior a de praticantes, os quaes sero da nomea-
cao do ministro da fazenda; 2., os fiis dos the-
-soureiros e pagadores, cuja nomoaco compele a
estes, com approvaco, na corto, do ministro da
fazenda, e as provincias, doTespeclivo presiden-
te ; 3., o ajudantc do porleiro, os coutinuos e
os correios do thesouro nacional, quo sero da
escolha do ministro da fazonda. e o porteiro e os
continuos das thesourarias de fazonda, que sero
da nomeacao dos respectivos inspectores, com
approvaco dos presidentes das provincias.
Art. 3 Para que possa qualquer individuo ser
admilttdo ao concurso para os lugares de prati-
canles, mislcr que provo : 1., que lem 18 an-
nos completos ; 2., que est livre de culpa e pe-
na ; 3., que lem bom procedimento.
Art. 4. Do rnesmo modo iiinguem poder ser
nomeado pracante sem provar, por meio de
concurso, que possue os conhecimentos para isso
exigidos.
nico. Os alumnos do Instituto Commorcial
da corle, que liverera obtido approvaco plena
as materias do respectivo curso; os hachareis
era letras do collcgio de D. Pedro II, e os alum-
nosdai escola militar que tiverem o curso com-
pleto dei estudoa, rrov.ndo qe lera os requisi-
tos exigidos pelo art. 2., sero adraillidos a con-
curso, independente de novos exames sobro as
materias em que ja tiverem sido approvados.
Art. 5. As materias dos exames nos concur-
sos de que trata) o arligo priraeiro sero as sc-
guinles:
1. Graromalicada lingua nacional, leilura e
escripia correctas.
2." Arithraetica e suas appcarops ao commer-
cio, cora ospecislidade redueco de raoedas
pesos e medidas, calculo de descont, juros sim-
ples e com posto, theoria de cambios e suas ap-
plicaces.
i' Tgebra al^ e1u,c* do segundo grao.
* Theorja da escripturaco mercantil por par-
tidas simples edobradas, e suas applicaces ao
comrocrcio e ao thesouro.
5. Principios geraesde geographia e historia
do Brasil. r
6." Traducco correcta das linguas ingleza e
franceza, ou pelo menos da ultima.
7." Pratica do servico peculiar da reparti
que o empregado esliver servindo.
Art. 6. Faro objecto de tres concursos di
sos as matenas, cujo conhecimento exigido no
artigo antecedente pela forma seguinie
8 Io Versar o exame para pralicante obre
leilura, analyse grammalical, oithographlae ari-
Ihmelua at theoria das propor^es inclusiva-
mente.
2. Farao objecto do exame no segundo con-
curso as_applicacoe3 da arithraetica mencionadas
no 2. do art. 5., algebra at equacos do 2o
grao, o a escripturaco mercantil, nbs termos
prescribios no 4o do mesrao arligo.
3. No terceiro concurso constar jo exame
das materias designadas nos 5o, 6" e 7o do re-
ferido art 5o.
Arl. 7. Os concursos sero presididos: no the-
souro por um dos directores ou contadores do
thesouro nacional que o ministro da fazenda de-
signar, e as thesourarias do fazenda cm que o
ministro os mandar abrir pelo respectivo inspec-
tor ou quera suas vezes fizer.
Art. 8. Quando em alguma provincia houvcr
escassez, ou sentir-se Talla do pessoal idneo pa-
ra o concurso, o sempre que o servico publico o
i'xigir, poder o ministro da fazenda mandar abrir
concurso na thesouraria de fazenda de qualquer
outra. preedendo os competentes annuncios
Arl 9. Nenhum empregado, cuja promoc a
lugar inmediatamente superior dependa do con-
curso, poder ser elle admittido, sem que te-
tilla dmis anuos de exi-rcicio, pelo menos, no lu-
gar que oc^upar. Exceptuam-se 03 praticantes, o
os individuos comprehendidos na 2" parlo do ar-
tigo 19 do presente decreto.
Art. 10. Os examinadores para os concursos
sero Horneados, na corto pelo ministro da fazen-
da, o uas thesourarias do fazend 1, pelo presiden-
te da provincia. Para cada materia de concurso
ser nomeado um examinador.
Art. II. Todos os candidatos sero examina-
dos conjunctainenlc e as mesmas materias.
As provas sobro cada nina dellas sero escrip-
ias, datadas e assignadas pelo candidalo, e ru-
bricadas pelo respectivo examinador e pelo pro-
sideulo do concurso.
Alm da prova escripia haver lambem exame
oral sobre cada urna das materias, o qual podei
ser feilo por qualquer dos examinadores, poden-
do tambara o presidente indicar outras quostoes
que julgar conveniente propdr aos candidatos.
So nao podeiem ser dadas em um s dia todas
as provas oraes e escripias, o examo continuar
nodiaou dias seguintes, com tanto quo a prova
escupa sobre cada materia seja dada e entregue
no raesmo dia.
Art. 12. Terminados os exames em acto suc-
cessivo. a pprtas fechadas, os examinadores vo-
larao por escrutinio secreto, cora esphoras bran-
cas e pretas, sobre cada urna prova de cada nw-
leria do exame. >
1." Recolhidos os votos em urna urna ser
esta nberta pelo presidente do concurso para ve-
nhcar-se o seu resultado.
2. A totalidadedo espheras brancas impor-
tar a nota de ptimo.
O maior numero de espheras brancas a de
bom.
Um numero igual de espheras brancas e pretas
a de soltnvcl.
A tolalidade ou o maior numero de espheras
pretas a do reprovado.
3." A volaco tora lugar em separado sobre
cada um concurrente.
4." O concurrente que, tendo principiado o
exame, so rolirar sera o concluir, considorar-se-
ha reprovado, salvo o caso de molestia verificada
perame os examinadores.
Art. 13. Nonhum examinador deixar de vo-
tar. O presidente do concurso tambera lera o vo-
to no julgamento das provas.
Art. 14. A escolha dos pralicantes ser feila
pela ordem rigorosa do numero do provas que os
candidatos tiverem dado, considerando-se a nota
de ptimo como urna prova completa, a do bom
na razo de dous tercos e a de soffrivel na razo
da metade.
Se as vagas existentes de praticanles forem em
menor numero do que a dos candidatos approva-
dos com iguaes notas, sero preferidos em pri-
meiro lugar os individuos de que trata o paragra-
pho nico do art. 4o, era segundo lugar os que
provarem com documentos lgaos quo possuem
outras habililacoes alm das exigidas para o con-
curso. No caso do nao se darem estas circuras-
lancias a escolha ser feila a arbitrio do minis-
tro da fazenda.
Arl. 15. De cada concurso a que se proceder
lavrar-se-ha urna acta, que dever mencionar
ordem que o autorisou, o dia em que elle leve
lugar, os nomes dos examinadores o dos candi-
datos, as materias que foram dadas para objecto
das provas escripias, o resultado de cada urna
volacao, as notas obtidas pelos consurrenles em
cada uraa das materias do exame, e ludo o mais
que occorrer duranto o acto ; devendo ser a re-
ferida acia assignada pelo prosideDte e examina-
dores.
Se o concurso nao poder concluir-so no mes-
rao da, lavrar-se-ha, nao obstante, a acta do que
so passar durante elle; fazendo-se urna para ca-
da dia em que continuar o examc.
Art. 16. Servir de secretario nos concursos
para lavrar as actas e desempenhar lodos os mais
actos propnos deste cargo, um empregado da
propria repartico em que elles se effectuarem, o
qual ser designado, na corte pelo ministro da
lazenda, e as thesourarias de fazenda pelo res-
pectivo inspector.
Art. 17. Havendo vagas de praticantes quede-
vim ser preenchidas no thesouro o thesourarias
de fazenda, far-se-ho annuncios pelas folhas
publicas, repetidos por tres vezes, com lntervallj
de 01I0 das e antecipaco do trinta do que for
designado para fazer-se o concurso, convidando
os pretendemos para apresentarem as respecti-
secretanas seus requerimenlos. instruidos
os
AUDINEC^anDOS TRIBUNAESDA CAPITAL.
Tribunal dociiraercio : segundas e quintas.
Relaco : tenja feiras e sabbados.
Fazenda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do cajtoisercio : quintas ao meio dia.
Dito de orppcs: tercas e sextas as 10 horas.
Priraeira rsjfdo civil: tercas C sextas ao meio dfa
Segunda vara do civil; quartas e sabbados
* di*.
ao
mef
jue. p^rein. leudo sido approvados nos ter-
mos d.?!' decretos, deixarcra de ser promovidos
por folla de vjgas, independente de novo con-
curso poderao :ser prvidos as primeiras aue oc-
corrorem.
Art. 21
na ou l-;uma:. das
reprovadosem outras, que nao poderera
ser promovido
rae as materias em que tiverem obtido 1 ro-
vacao. sendo obrigados a moslrarem-se habilita-
dos smenle naquellas cm que houveronj sido
reprovados.
Considerar-sc-ha approvaco para este fim a
oblencao das notzsde ptimo lanto na prova oral
como na escripia de cada materia, ou pelo me-
nos urna de ptimo e outro de bom.
Arl. 22. No cisode igualdade das provas da-
das em concurso, sero preferidos nos accessos
osconcurientes que se dislinguirem pelas se-
guintes qualidsdes: inlelligencia, assiduidade
probidade, exac;o. aclividado e zelo no cumpril
ment de seus deveres. Sero tambera preferi-
dos os qu j, reunindo as referidas qualidades li-
yerem su o approvados plenamente nas materias
dos curso 1 do -.1118111010 Commercial e da escola
militar, ou forem hachareis em letras pelo colle-
gio de Pedro II.
A maior antig;uidade e servicos ao estado so-
mente darao preferencia em igualdade de habili-
lacoes.
Art. 23. Nas Drovincias em
DAS DA SEMANA.
30 Segunda. S. Catharinade Sena v ; S.Peregrino.
\ leTCa.- SFeHPPS-Tgoipp.:S. Jeremas!
2 Quarta. S. Athanazio b. ; S. Mafalda infanta.
3 Quinta. Invencao da S. Cruz; S. Rndopiano.
4 Sexta. S. Monica mi de S Agostinho.
5 Sabbado. ConversSode S.
6 Domingo A Mslernidade
Agosl.nho.
le Nossa Senhora.
Dito aoinspocior da ihesouraria de fazenda.
Ao sargento Pedro Jos Caldeira, mande V. S.
pagar a quana de duzentos e noventa c oito
mil o duzentos e vinte ris, em que segundo o
Os emnreiMdr, ,,j pr?1 jua* em dupcata que me foi remettido
regados approvados em algu- pelo coramandonte superior de Pao d'Alho com
ras o n^dnVl0nCUrS' maS md "5 7 do abril ul'im n>P < sero diSOon,a,?o9 Lem Pr ,SS : ionios dos gu.rdas nacionaes do 17. batalhode
)., serao dispensados de novo exa- infantana destacados n'uauella villi rlumnio
tas em aue liverfim ni.ii.in .nnm- moz de marrn, rt"," quel'a vllla .flurante "
raez ae marco deste anno.Communicou se ao
commandante superior de Pao d'Alho.
Dito ao raesmo.Devolvendo os documentos
a que se refere o officio de V. S. do 27 de abril
ultimo, sob n. 416, relativos ao pagamento de
um tonto nove ceios e sessenta e seto mil ris
que pede Raimundo Jos de Souza Lobo, como
procurador deBalthazar & Oliveira. depassagens
de individuos e conducho de objeclos para o pre-
sidio de Fernando, o autoriso a mandar pagar
sement a quantia de um cont oilo ceios e no-
venta e um mrt ris conforme indica a contado-
ria dessa thesouraria no parecer a que se refere
o citado ollicto.
Dito ao mearao.Devolvendo V. S. o incluso
requerimento a que se refere a sua inforraaco
de 28 de abril ultimo sob n. 425 e no qual o al-
teres do 8." batalho de infantaria Manoel Jos
dos Santos Portclla, pede pagamento da impor-
tancia da forragem para urna besta de bagagom
queoconduzo da villa de Garanhus para esta
m.P no, rt ^ I Cap". autor,so a mandar elcctuar esse paga-
de instruco^/cu^a/i'V^ ZZ^s S?' du""t0S
o-r posivel encontrar pessoas que lenham as ha-
b itacoes exigidas por esse decreto para a ad-
nacional nos municipios sujeitos ao seu com-
mando superior, con.o V. S. declarou em officio
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO SUL.
Alago-as, o Sr. Claudino FalcSo Dias; Bahi, o
Sr. Jos Marlins Alves; Rio do Janeiro, o Sr.
Joo Tereira Marlins.
EM PERNAMBUCO.
O proprielario do diario Manoel Figuciroa de
Faria.nasua livraria praca da Independencians.
6 e 8.
a enntadoria dessa thesouraria
no psrecer a que se refere a citada inforraaco.
_ mais das seguinles materias;
I rra,cez- K.eogmphia, historiado Brasil e
algebra ate equacoes do 2o gru
Os individuos, porm, que forem ssim admil-
.%' POde,a ler accesso nara as oulrs re-
laffiSL'.- q,Ue exi8Tem l.es habililacoes,
salvo moslrandu-sepnmeiro habilitados nas re-
feridas materias.
Art. 24. As trovas
escripias dos candidatos
vas
com os documentos exigidos no art. 2.
A estes requerimenlos podero os mesmos pre-
lendentcs juntar, alm dos ditos documentos
quaesquer oulros que possam favorecer o seu di-
reilo.
Art. 18. O concurso para preenchimento dos
lugares vagos da classe iramediata de pratican-
tes lera lugar enlre estes, podendo lambem con-
correr os das recebedorias e alfandegas que tive-
rem sido nomeados mediante concurso, proce-
dendo annuncio com anledencia de 15 dias, nos
termos do arligo antecedente.
Nao havendo concurrentes era numero exce-
dente ao dos lugares postos a .concurso, habilita-
dos pa forma do art. 4o, ou nao so querendo os
praticanles inscrever, ou tendo-so inscripto, se
nao nouver o numero marcado por abandono ou
ausencia, serio admiltidos quaesquer individuos
que mostrarem que lem as qualidades requeridas
pelo art. 3. os quaes, no caso de obterem, na
lorma do arl 12, approvaco nas materias exi-
gidas nos 8 1 e 2 do art. 6o, sero prvidos nos
lugares em concurso.
Art. 19. O ultimo concurso ter lugar somon-
te entro os emprogados do thesouro, thesouraria
de fazenda, alfandegas e recebedorias, da classe
immediatamente superior de praticanles cujo
accesso dependa do concurso, devendo proceder-
se a respeito deste pela forma proscripta na 1'
Parte do arl. 18.
Art. 20. Os praticanles podera deixar de com-
parecer no priraeiro concurso que f rante o primeiro anno do exercicio do seu em-
prego. r ora deste caso todos os empregados cu-
jo accesso depender de concurso sao obrigados a
comparecer nos que se fizerem. salvo 00 caso de
molesua reconhecida e provada a juizo do minis-
tro^fazenda na curte, o dos inspectores das
'hej" de faxenda nas provincias.
Ilmperecimento nestas circumstan-
cirs, abandofta; ou ausencia depois de lerem-se
inscripto para o~
mente a pena di
Ser igujllita JemtMo 0 ^pregado ou
fr reproralo em dous concursos consecutiTM
que se apresentarem nos concursos a que se pro-
ceder nas provincies sero remeltidas ao thesou-
ro nacional, depois de preenchidas todas as for-
malidades c condicoes prescriptas ueste decreto
com o parecer dos examinadores o do presidente
do concurso, alm das observacoos que a este oc-
corretem sobro o merecimento de cada um dos
concurrentes.
Na direloria g2r.1l de contabilidade do thesou-
ro nacional proceder-se-ha reviso das mes-
mas prova, e o respectivo director geral apo-
sentar ao ministro da fazenda, cora o seu pare-
cer, urna tabella demostrativa do resultado do
concurso, na qual secontenha a opiniao dos exa-
minadores e a eos empregados que tiverem re-
visto as di as provas.
contrari26 FM*ln 8Cm ?'80r aS disP08WO s em
Angelo .oiiiz da Silva Ferraz, do raeu conse-
lho, senador do imperio, presidente do conselho
de ministros mlnfsiro c secretario de estado dos
I UH Al Jato Wa e presidente do tribunal do
thesouro nacional, assim o tenha entendido e fa-
ga execulai*.
1HM m '! {"S de Janeiro cm 14 de marco de
100, h ua independencia e do imperio. Com
a rubrica ce S. M. o Imperador.Angelo Moniz
da Silva Ierras.
EF.CRET0 N. 2 570 DE 7 BE ABRIL DE 1860.
Proroga pir mais seis mezes o prazo marcado
para o comeco das operaces do banco central
do conunercio e addita aos respectivos estatu-
tos diversas sdisposices
Attendendo ao que me representou George Gra-
co, hei por bem prorogar por mais seis mezes o
prazo de um anoo marcado pelo decreto n. 2 388
de 2 de abril de 1859 para o comeco das opera -
coes do banco central do commercio, addiando-
se aos respectivos estatuios as seguintes disposi-
goes : r
Artigo. Haver um fiscal do governo, de sua
llvre escolha e dijtnisso que ter as seguintes al-
Iribuicoes :
1." Fisca isar [odas as operaces do banco e
as deliberar oes do seu conselho'adrainistrativo e
da asserablJa geral dos accionistas.
2.a Assisiir quando iulgar ou for conveniente
s sesses da asserabla geral dos accionistas, s
do conselhc administrativo e de suas commisses.
e dar seu parecer sobre qualquer materia sujeita
sua deliberarlo.
3 a Assis'ir ao recenseamenlo das caixas
banr. e o exigir quando julgar conveniente.
4. Examinar a escripturaco do banco todas
as vpzes que for a bem do servico publico.
O fiscal do gorerno perceber' um honorario
annual, que ser fixado pelo ministro da fazenda
pago cu8ti e pulos cofres do banco.
Arligo. A falla de execuco do artigo antece-
dente dar iugar imposico da pena do art. 10
do decreto n 575 de 10 de Janeiro de 1849.
Angelo Muniz da Silva Ferraz do meu conse-
lho, senador do imperio, presidente do conselho
de ministro i, ministro e secretario de estado dos
negocios dn fazenda o presidente do tribunal do
thesouro nacional assim o tenha entendida e fa-
ga executar.
Palacio do Rio de Janeiro em 7 de abril de
1860 trigsimo c.a independencia e do imperio
Cora a rubrica de S. M. o Iuiperador.-Anoefo
Moniz da Sxlva Ferrax, *
do
GOYh-mo DA PROVINCIA.
Expediente do dia de malo
de 1860.
Officio ao Exm. presidente do Rio Grande do
9Srn!'~.Pf,.'.'ffl(0,(,"e.V/Exc- me di"8i0 em
28 de abril ullirao fiquei inteirado de haver V
Kxc. tomado poste do cargo de presidente dessa
provincia, para o qual foi nomeado por carta ira-
penal de 20 de marco deste anno.
Retribuindo V. Exc. as suas obsequiosas ex-
pressoes, ot erege-rae para o cumpriraenlo das
ordens que me e:cpedir, quer tendara ao servico
publico quer ao particular deV. Exc.
Dito ao n esmeCom o officio que V. Exc se
dignou dirliir-mi: no 1. do crreme, recebi dous
exempiares do relatorio com que foi entregue
v. Exea ailmini9lraco dessa provincia.
Dito ao a esmo na primeira opportunidade fa-
rei seguir o: offi(ios que para serem remeliidos
aos diverso; ministros do Brasil em paizesestran-
geiros, V. Exc. transmittio-me em officio de 30
de abril protimo lindo.
Dito ao Exm lenle general commandante
das armas.Mande V.- Exc, por em liberdade o
recruta Jos< Isidoro dos Santos, visto ter prova-
do iseoco legal. Officiou-se ao chefe de no-
ticia. '
Dito ao niesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
alistar como voluntario ao furriel do corpo de
polica, Pedro Ignacio de Almeida Guedes, que
foijulgado tpto parau servigo do exercilo, pela
inspeccao di saude, como consta do termo, que
acompanhon o officio de V. Exc. do 1 do correu-
te sob n. 473.
Dito ao n.osmo. Sirva-se V. Exc. de fazer
constar ao tenente commandante da 1.a compa-
nhia de pedestres Rozendo Monteiro de lima
com relacc ao officio que em 4 d* abril prxi-
mo lindo dirigi i esta presidencia que cumpre
fazer certo le qua entregou ao collector da Boa-
Vista os quiltro contos de ris que em 31 de Ja-
neiro ultimo recebeu da thesooraria de tazenda
cureo, importar necessaria- apresentanco deuonstracio especiBcada do qu
houm gosl> era fiagem ; e de termine-lhe que
nao ae corr apona directamente cora a presi-
dencia e sin por intermedio de V. Sx.
do 22 de marco ultimo.
Dito ao commandaDle superior da guarda na-
cional de Olinda e Iguarss.Respondcndo ao
officio que V. S. me dirigi em 26 de abril pr-
ximo Godo acerca do capilo da 3.a companhia
do 9. balalho da guarda nacional desse com-
raando superior, lenho a declarar-lhe, que, em
vista da clara c expressa disposicao do arl 97da
loi n, 602 de 19 de selembro de 1850, que trata
daa fallas cornmettidas pelos offlciaes da guarda
nacional estando de servico, s V. S. poder co-
nhecer so o referido capilo incorreu nas penas
coraraunicadas naquelle arligo, vislo que oo seu
officio nao se pode saber se foi ou nao em servi-
co que o predito capito ostentara o procedimen-
to a que se refere V. S.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Os
Suatro rabes de que trata o meu officio de 26
e abril ultimo, vierara bordo do vapor Tocan-
n, segundo me communica o mesmo presi-
dente da provincia do Cear em officio de 29 de
abril prximo lindo sob n. 21.
Dito ao commandante do eorpo de polica.
Pode V. S. mandar dar baixa ao soldado do cor-
po sob seu commando, Antonio Beserra Leite,
sobre quem informou V. S. em officio datado de
honlem sob n. 171.
JK T. gfflt SSK?&eiSS&;
da secrelanayesi* provincia.
Dito ao mimo. Transmiti V. S. para o
um conveniente a inclusa relaco nominal dos
deputadodaassembla legislativa desta provin-
cia que foropareceram a sesso ordinaria no mez
de atinl prximo lindo.
Dito ao mesrao.Mande V. S. pagar aos em-
pregados da secretaria do governo, em vista da
folha inclusa, os vencimentos que perceberam no
mez de abril prximo findo.
Dito ao mesmo.Mande V. S. pagar integral-
mente os vencimentos dos empregados da secre-
taria do governo, cujos requerimenlos remello
inclusos.
Ditoaojuizdedireito da 2.a vara desU-eapi-
lal.Visto o que pondera Vmc. em seu oficio de
hoje, designo o dia 12 do correte, ao meio dia
para o julgamento do soldado do corpo de polica
Claudino Alves dos Santos, cujo processo de-
volvo.Offlciou-se neste sentido ao commandan-
te das armas.
Dito aopresidenio da commisso imperial de
expedico scientiflca.Com o officio de V. S. do
29 de abril ultimo recebi outro para o ministro
do Brasil em Vienna d'Austria, e na primeira
opportuoidade ter elle o conveniente doslino.
Portara.O Sr. agente da companhia de pa-
quetes a vapor mande dar transporte para a pro-
vincia da Baha porconta domioisterio da guer-
ra no vapor que segu para o sul ao cabo de es-
cuadra Manoel Antonio Felippe e urna Olha me-
nor, e para a corte ao voluntario Antonio Joa-
quim da Cunha Soulo-Maior.Communicou-se
ao commandante das armas.
Despachos proferidos em requerimentos.
24 d'abril.
1. Alexandre da Silveira Lima Veneno.
Apresente-se no quartel-general para ser inspec-
cionado.
2. Francisco Gomes Ferreira. Informe o
conselho administrativo do patrimonio dos or-
phos.
3. Jos Alfonso do Reg Barros. Passe-se
portara, conc6dendo-se o prazo de dous mezes
improrogaveis.
4. Joo de Brillo Correia. Nao tem lugar
o que requer.
5 Jos Claudio. Informe o Sr.'Dr. chefe
de polica.
6. Jos Paulo do Reg Brrelo. Como re-
quer.
7. Mara Joaquina da Conceico. Infor-
me o Sr. Dr. chefe de polica.
8. T. Gomes. Informe o Sr. chefe da
commisso hydrographica e astronmica.
9. Vicente Ferreira da Costa Miranda.
Volte ao Sr. director interino da repartico das
obras publicas para proceder de conformidade
com a segunda parto de sua inforraaco de 20 do
crreme, sob n. 145, designando um engenheiro
para facer a nova avaliaco.
25 -
10. Custodio Jos de Souzi Piolo. Como re-
quer.
11. Glicero Pergentino da Silva Braga.
Informe o Sr. inspector da thesouraria do fa-
zenda.
12. Joaquim Manoel d'Oliveira e Silva.
Informe o Sr. director geral da instrueco pu-
blica.
18. Joo Theodomiro da Costa Monteiro.__
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
14. Joo Hypolito de Meira Lima. Nao
tem lugar o que requer.
IB. Manoel Luiz Colho d'Almeida. Infor-
me a directora das obras militares.
16. Manoel Antonio de Moraes. Remetti-
do ao Sr. commandaDle do corpo de polica para
attender ao supplicante.
17. Marcelino Jos Lopes. Nao tem lugar.
18. Manoel Turiano dos Res Campello___
Informe o Sr. director geral interino da instrue-
co publica.
19. Maria Isabel Lins, professora publica do
RiO-Formoso. Remettido ao Sr. inspector da
thoouraria provincial para mandar pagar na for-
ma requerida.
20. Antonio Joaquia Goncalves Braga.
Nao tem lugar por nao ser a despeza da nature-
za das que poden ser aulorisadas pela presi-
dencia.
tt. Abilio Fernandes Trts>> de Loureif.
Informe o S. inspector da. thesouraria arovin-
~, auui" Jose Canieiro, carcereiro da
cadea do Biejo. Nao tem lugar, por nao ser a
despeza da nalureza das que podem ser autori-
sadas pela presidencia.
23. Francisco Gomes Ferreira. Informe o
conselho administrativo para fornecimenlo do
arsenal de guerra.
24. Jernimo de Hollanda Cavalcante.
Passe-se portara, concedendo tres mezes de li-
cenca.
25. Manoel Antonio de Jess. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
26. = Manoel do Souza Tavarcs Remettido
ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
mandar pagar sob minha responsabilidade, nos
termos do 12 art. 1." do decreto do 7 do maio
de 1842.
27. Palmeira & Bellro. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
- 27
28. Antonio Francisco Pereira de Lira.
Informe o Sr. administrador do correio.
29. Francisco Alexandre Dornellas, alferes
da gualda nacional de Olinda, Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
30. Fclicidado de S. Auna da Conceico.
Inlorme o Sr. Dr. chefe de policia.
31.Faustina Correia de Jess. Dirija-se
ao Sr. director do arsenal de guerra para man-
dar adraillir o menor de quera se trata, depois
de satisfeitas as exigencias do arl. 4. do regula-
mento de 3 de Janeiro de 1842.
32. Jos Francisco do Reg Maia. Infor-
me o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
33. Capilo Jos Aurelio de M jura. Re-
meltido ao Sr. commandante do corpo de policia
para attender ao supplicante.
34 Manoel Alves Guerra. Informe o Sr.
inspector da thesouraria do fazenda.
35. Manoel Jos Gomes. Apresenle-se
ospeccao no quartel-general
36. Severino Joo de Sant'Anna, recruta.
Concedo o prazo de 15 dias.
37. Xildcrico Cicero de Alencar Ararpe.,
Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zenda.
- 28 -
38. Francisco Jos Ferreira, recruta. Ex-
pedem-se as ordens no sentido* em que requer o
supplicante.
39. Joaquim dos Santos. Informe o Sr.
director geral inlcrioo di instrueco publica.
40. Luiz Antonio Pinto da Silva. Remet-
tido ao Sr. inspector da thesouraria provincial
para mandar pagar.
41. Luiz Francisco Teixeira, capilo do 4."
balalho de artilharia a p. Pass;-se portara
coneedendo-se dous mezes de licenca na forma
da le.
**. Manoel Fonceca de Medeiros, 3. escri-
turario da thesouraria de fazenda. Requeira
por intermedio do seu chefe.
43. Manoel Ceetano de Oliveira. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fszenda.
44. Paulo Joa Gotees. Nao tem lugar,
por nao ser a despeza das que podem ser autori-
"lidencia.
*o* 4a *..-Pjsjae-,*,
W crdito.
prudencia e equidade da Europa urna
aue nao suscitada pela ambico da
mas de alguma maneira
aconlecimenlos.
questo
Franca.
motivada pelos propri'os
^6. Antonio Gencalves d'Oliveira, subdele-
gado do Pedras de Fogo. Requeira por inter-
medio do Sr. chefe de policia.
47-----Alexandre Pereira da Silva. Apresen-
te-se no quartel-general.
48. Antonio Abilio Gomes da Silva. Apro-
sente-se inspeceo no quartel-general.
49. Domiifgos Alves de Siqueira e Antonio
Joao de Siqueira. Informe o Sr. juiz municipal
do termo de Flores.
50. Francisco Ferreira Gomes do Menezes.
Volto ao conselho administrativo do patrimo-
nio dos orphospara informar.
51. Joo Pedro de Magalhes. Informe o
>r. Dr chefe de policia.
52. Joanna Emilia de Brito. c= Informe o
Sr. director geral interino da instrueco publica.
5?. John Donneley. Informe 'o Sr. direc-
tor interino da repartico das obras publicas.
- I' ~kJoao Goncalres Rodrigues Franca, capi-
lo do 9." balalho de infanlaria da guarda na-
cional do Olinda. Informe o Sr. commandante
superior da guarda nacional dos municipios do
Olinda c Iguarss.
55. Joaquina Mara da Cnceici o. Infor-
me o Sr. commandante da diviso naval.
56. Mesa regedora da irmandado do SS. Sa-
cramento da freguezia da Boa-Vista. Nao tem
lugar por ora o que requer a supplicante, vista
do estado dos cofres provinciaes.
57. Manoel Jos Peixoto de Guimaraes.
Declare o supplicante a nalureza dos servicos
que prestou
58. Manoel Camello da Rocha Cavalcante.
Como pede.
59. Manoel Antonio de Jess. Como pe-
de, quanto ao fornecimenlo de vveres to so-
mente.
60. Palmeira Beltrao. Declarem os
supplicantes a nalureza dos objectos torneados.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das
armas em Pemarabuco, de
malo de 1860.
ORDEM DO DIA N. 395.
O tenente general commandante das armas de-
clara para scienciada guarnilo, e divido effeito,
que o governo imperial por aviso do ministerio
da. guerra do 1. de marco ultimo foi servido con-
ceder permisso ao Sr. major reformado do exer-
cilo Antonio Dornellas Cmara para residir na
prorincia do Para, segundo conslou do officio da
presidencia de 15 do dito mez.
Declara tambera, que por aviso de 20 de abril
prximo findo, o mesmo governo determinou que
os Srs. capello tenente frei Daniel da Na ti vid a-
de Nossa Senhora, e capello alferes padre An-
tonio de Mello e Albuquerque, este em servico
no quarlo batalho de artilharia a p, e aquelle
nomeado para o meio balalho do Piauhy, tro-
quera entre si de corpos, conforme foi cmmu-
llicado em officio do quartel general do exercilo
datado de 20 do citado mez de abril. Tendo si-
do por aviso de 29 de marco ultimo prorogada
por mais um mez, a licenca com que se acha na
provincia das Alagoas o Sr. capito do 10 bata-
lho de infantaria Manoel Luciano da Cmara
Guaran : determina o mesmo tenente general
que fique de nenhum efleito a ordem do dia n.
376 que o considerou ausente, e bem assim o
respectivo edital de chamamento
Assignado. Baro da Victoria.
Conforme. Joaquim Fabricio de Mallos, te-
nente ajudante de ordens interino do com-
mando.
EXTERIOR.
Nota do ministro dos negocios estran-
geiros aos representantes d impe-
rador junto as cortes signatarias do
acto final do congresse de Vienna,
Pars, 13 de marco de 1860.
Senhor :
O imperador no seu discurso sos grandes cor-
pos do estado, na abertura da sesso legisla-
tiva tez conhecer o seu pensamento na pievi-
sio de um ampio terrirorial do outro lado dos
Alaes, e annuaciou a irtleocio de subraeUer
?' M;U,80U chegado o momenlo de des-
empenhar este compromisso, e deu-rae pressa
era conformidade com as suas ordens, do vos por
em estado de* ooder communicar ao gabinete de ..
as nossas expliraces.
Ae les solemnes" com toda a liberdade assigna-
dos depois de urna campanhia feliz para as uossas
armas ostabeleccram de maneira maisirrecusavet
que nao era nosso intuito um engrandecimenlo
erntorial quando a forca das circumstanoias nos
levnu a intervir nos negocios da Italia.
Se o governo imperial pode antever, nas hypo-
tneses em que o desinleresse nao devia banir in-
leiramente a prudencia, urna siiuaco anloga
que hoje se aprsente, lisonjea-se nao s de nao
1er buscado de crea-la, mas de ter pelo contrario
procurado era todas as conjecturas seguir as di-
reccoes mais proprias para affaslar as probabili-
dades do futuro.
As cstipulscoes de Zurich assim como as de
villa-Franca, inteiramente o excluiara.
Anida que a posse da Lombardia for'tiQcassc o
I emonto sobre os Alpes, nos, sem a menor he-
sitacao faziamos calar o nosso inleresse particu-
lar, e longe de favorecer o desenvolvimenlo de
ura estado de cousas, que podia fornecer nas le-
gitimas e urgentes razoes de recramajt garantas
empregavamos, a Europa muito bem Sabe, toda':
a nossa influencia para realisar no seu sentido
lilteral. as disposic,es dosyratados, que reserva-
varo a manutenco das circurascripces terrilo-
naes no centro da Italia central,
E escusado recordar hoje as circunstancias
que se oppozeram ae successo dos uossos esfr-
cos.
Foi um poni que asss esclarec nas minhas
communicacoes auleriores, e bastar-me-ha recor-
dar quo a necessdade de cuidarnos priraeiro do.
que ludo e por intcresse gem doeslabelecimenio*
de urna ordem de cousas e definitiva na Pennsu-
la s nos pode determinar a procurar em combi-
nares differcnles daquella, que infructferamen-
te tmhamos procurado fazer triumphar, os meios
de arranjnr as questes pendentes.
Desde ento era imposta a nossa previdencia
urna situacao nova, e sem nos collocarroos era
opposicao com a politica, que sempre inspirou
tanto os actos como a lioguagera do imperador
tinharoos todava que considerar o prejuizo que os
novos arranjos da Italia seriara stiscepliveis de
cauaar aos nossos interesses.
E'mposslvel contestar que a formaco do um
Estado consideravel, que possue ao asesino lem-
po as duas vertenles dos Alpes, nao seja um a-
contecimento do summa gravidade no ponto de v
vtsla de seguranza das nossas tronteiras.
A situaco geographica da Sardenha adqure
urna importanoia aae nao pedia ler quando esle
reino apenas contara quatro milhes de armas, e
se achava por assim dizer, collocado por urna
rauli^ao de convencesfora da Pennsula.
Cdrn um desenvolvimenlo, que quasi deve tri-
phear a sua populado e na seus recursos mate-
riaes, a pos^e fejaMBii dos Alpes e permitli-
raensMS aTViancas orSornassem .
nosso terflllrfc a um efWto estrangeiro. ouT
perturbar com as suas proprias forcas a- seguran-V
ca de urna parte importante do imperio, inter-
ceptanloa nossa principal linha commercial e mi-
nit r*
Refelamar garantas conlra urna eventualidade
cuja occasiao, por mais affaslada que lenhamoso
direilo de a suppr, nao domine porm o perigo
obedecer simplesraenle s consideraces mais
legitimas assim corao as regras mais ordinarias
da poltica internacional, a qual em nenhuraa
Eoca tomn como base nica das rclaces dos
lados o reconhecimento cossentimentos.
E domis, podero estas garantas causar ove-
ja a qualquer potencia?
Nao esto ellas, pelo contrario, nas condicoes
de um justo equilibrio de forcas, e nao sao sobre-
ludo indicadas pela nalureza das cousas que col-
ocou o nosso systoma de defexa ao p da verten-
le occidental dos Alpes?
Era diversos perodos di historia, no esparo de
dousseculos, principalmente quando se tratou de
regular eventualmente a successo de Hespanha';
e depois, quando se tratou da successo da Aus-
tria disculiram-se combinares, que extendiam
as possessoes do Piemonte na Italia, e lhe faziara
adquirir ou a Lombardia ou outros territorios
contiguos.
Nestas concesses, de certo muito menos exac-
tas de que aquella de que hoje se tracta, a anne-
xacao da Saboya e do condado de Niza sempro
foi considerada por rauitas das potencias princ-
paes da Europa, como urna compensado neces-----
tana para a Franca.
Cerlo de que o mu pensamento nao pode dar
occasiao a interpretares falsas, nao sinto o me- -
or embaraco para citar um precedente de dala
mais recente.
Nao ser permttido, -sera evocar recordaces;
irritantes, que repugoam s geraces actuaes ir
buscar exeroplos historia?
Recordarei cora ludo que em um momento, em
que a Europa eslava pouco disposla a usar de mo-
deracao para cora a Franja, reconhecia cora lu-
do, do lado dos Alpes, as necessidades -da nossa
siiuaQo geographica, e unanimente achava justo
deixar-nos urna parte do territorio que agora
mais indispensavel se torna nossa seguranca.
Esta clausula foi annullada debaixo da impres-
so dos acontecimentos do anno seguinte.
O imperador, subindo ao Ihrooo, espontanea-
mente declarou que tomara corao regra das suas
relaces com a Europa o respeito aos tratados
concluidos com os governos precedentes, e um
principio de proceder, ojual S. M. considera,
corao urna le, a que sempre se conservar fiel.
Nao porm possivel desconhecer o carcter
excepcional das circunstancias, quo nos determi-
nara a exigir quo se faca urna modificarlo na de-
rnarcacao da fronteira ltimamente tracada entrfr
a Franca e a Sardenha.
O resultado da guerra foi operar, pela sesso.
da Lombardia ao Piemonte, urna primeira rau-
danca nas circunscripcoes terretoriaes da Italia ;
a annexaco d'outros estados a este reino cons-
tttue urna nova mudsnca eujas consequencias.
leeni para nos uraa gravidade particular, e nao
afastarmo-nos do respeito professado sempre pelo-
governo do imperador aos tratados existeutes.
reclamar que elles nao setam alterados em nosso
prejuizo.
Em urna communicaco, que dirigida princi-
palmente boa f dos gabinetes, e que prova r>
que anima o governo do imperador, deve hesitar
em dizer que quando se deu a Saboya ao Pie-
monte, somenie se levo em vista constituir este
paiz guarda dos Alpes, con o fim de que elle ti-
vesse as passagens abertas sobre a Franca ?
Por mais triste que fosse esta siluaco leal-
menle nos resiguaroos s ella pelo espato de meio.
seculo ; aioda mais, continuramos a au^eilar-
nos a ella na volla de uraa campanha na Italia,
a qual fcilmente nos podia fornecer ccasio da
a mudar; mas as condicoes, que respailamos es-
crupulosamente para nao causar a menor desor-
deno nas nossas relaces internacionaes, de vemos
adroiltir aue sejam aggravadas, o a Europa, pela
sua parte pode acnar justo que ao pese com que
ellas j carregavam sobre nos, venh* ajunlar-se
o de un estado, cuja forca ter triplieado.no de-
curso do correte anno ?
Provocando a raodiflcaco des tratados relati-
vamente a esto ponto, limitaodo-nos de alguma
forma a pedir que urna das suas eslipulaces n&o
adquira conlra vonlade das potencias que as
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01 ARIO DE WERS ^m
assi guaran, um alcance oais grave o um aeutiuu
roais dcsvantnjoso.
Dou-me pressa era juntar que governo do
imperador nao quer obler as garantas que re-
clama scnao da livre vontado do rei da Sardenha
o dos povos.
A sessio, que lhe for feita flcar porlanlo
isempla do toda a violeoria assim como de qual-
quer constrangimento; a nossa (Irme inlencio
e, alm disto entrar om um arrsnjo naquillo quo
diz respeito aos territorios da Sabo/a, sujeilosa
urna neulralidade eventual, do maneira que nao
se le se nenhum direito adquirido, e que no se
taque nenhum interesse legitimo.
De accordo coro as nossas conveniencia assim
como com a vonlode do rei da Sardenha. e sem
contradicho com os intereises geraesda Europa,
asessio da Saboya e do condado de Niza a Fran-
ca nao suscita queslns, que sejam incompaliveis
om as regras mais be eslabelccidas e mais ri-
gorosas do direito publico.
Se o carcter, linguagem e hbitos dos povos
sujeitos destinados aserem reunidos aPranca.nos
assegurara que esta sesso nao contraria aos
seas senlimentos ; se julgamos que a configura-
cao do solo contundi com os nossos, tanto os
seus interesaos cnmmercijcs como os seus inte-
resse* polticos; se, finalmente, dizemos que os
Alpes constituorrj a barreira, que deve separar
eternamente a Italia da Franca, limiamo-m.s a
concluir, que a nova demarenco, que se ha de
slabelecer entre o Piemonle e a Franca, lira a
sua saneco da torca das circu instancias!
Nao poisem nome das ideas dcnaciooalida-
*le, nao como fronleiraes que nos queremos a
annejucao do condado de Niza e da Saboya ao
nosso territorio, nicamente a titulo de garan-
ta, e em circu instancias taes que o espirito nao
concecebe que ellas se reproduzara era oulr
qualquer parle.
Em urna palavra, exlrnnhos a tddss as ideas
de engrondecimenlo, e ainda mais a toda a idea
mo dos principios do direito publico, que os tra-
tados nao se tornen gravosos para nos, em
um ponto, a respeito do qual elles linham sido
combinados em disposiroes, que o tempo, assim
o espero, ha do contribuir para fazer esquecer,
como seguranca contra os perigos, que o desen-
volvimento do Pieraonte pode arrastrar para nos
no futuro, que a nossa fronleira seja marcada
cora o soccorro de um accordo com o rei da
Sardenha, segundo as necessidndes da defesa
commum.
O enverno do imperador cheio de confianca na
auloridode das consideranes, que fez valer, en-
irou em relacoes com o gabinete de Turin acerca
desla importante questao.
Sabis os termos em que nos abrimos com el-
le. Igualmente lendcs conhcciracnto da sua res-
posla, e tereis vislo, que acolhendo as observa-
coes que Des lhe apresentamos, elle se mostrou
dar Ihcs a ^Jhecco que ellas exigera.
Com prawr espero que as razes de necessi-
dade e de direito, que determinam o nosso pro-
ediroeeto, serio cora> maior razio apreciadas
pelo governo de.... com os senlimentos de equi-
pado, que o Inspiram, e com o espirito de ami-
sade que dirige assuns reloces a Franca.
Coraprehendei que desejaude nos garantas
tao legitimas, entremos em arranjos cora a Sar-
denha para combinar os actos o as disposiroes
necessarias.
Por circunstancias a maior parte das rezos in-
depeudentes da sua vonlade, os governos nem
seinpre conseguem fundar as suas combiuages
sobre bases do una verdadeira estabilizado, ba-
ses, que nao sao outras senao a da justica escla-
recida pela saa inlelligcncia dos iuteresses rec-
procos, e 6 asim que actos destinados a consa-
grar a paz nao leem a'.guias vezes produzidoou-
iro resultedo seno laucar no syslema poltico o
germen de novas diffieuldades e complicares.
A combinaco, da qual justos e poderosos mo-
tivos nos aulorisam hoje a desejar a realisago,
Uto conforme com os interesses geraes que ne-
cessariamente chaguada, disto temos a firme con-
fianca, a fazer parte de lodo o sysena concebido
com prudencia c ordenado com previdencia.
Tira a sua legilimilidade do intuito de nao fe-
Tir nenhuma das bein entendidas conveniencias
da Europa, assim como das exigencias da nossa
propriasitiincao, c esperamos que ella assim ser
onsiderada pelo governador de...
Rogo-vos que fgaos ler e que dexeis copia do
presente dospacho ao senhor...
Recebei, seuhur... a certeza da mitiha alta eon-
sideraco.
Thouuenel.
<
Decreto da^convocaco das cmaras piemonlezas.
Victor Emmanuel II, etc.
Vislo nosso deoreto de 18 de marco de 1860
'declarando que as provincias de Emilia forinein
parte integrante do estado ; era presenca da le
leiloral do 20 de novem'jro de 1860 do-genera I
Fanli ; ouvin.lo oconselho de ministros e a pro-
posta do ministro do interior ordenamos e orde-
namos o seguintc :
Art. Os collegios eleiloraes das provincias do
Bolonlia, Ferrara, I'orli, Massa, e Carrara, Mode-
iia, Parma e Placencia. Itavena e Rcggio, sao
convocados para o da 25 de marco.
Ordeno que o presente decreto, etc.
Dado em Tunm a 18 de marco de 1860.
Vicor Emmanuel.
Conde Cavour.
ICommercio da Porto.)
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PERXAM-
BUCO.
ALAGOAS.
Carta segunda do barao de Babebi
ao viseon I
^ Mil perdes, visconde amigo-.
Por pedir-vos eu comeno,
Pois reconheco e confess
Que na primeiri que flz
Deiein Ierra co'o nariz.
II
Tralar-vos s por barao,
Sendo visconde por lei.
Nao, mcu collega, nao seir
Como tal cousa escrevi.
Nem tal erro comraetii.
III
Por certo, meu Birybiry,
Nao pretend rebaixar-vos
Por desse modo tralar-vos:
"Vi-me enlao abaronado
Fiquei todo empavonado.
IV
Nem ao menos me lembrei
Que subistes mais um ponto ;
De contente fiquei tonto,
Tralar-vos fui como igual
Sem ten cao de fazer mal.
V
Has agora vo# protesto
Nunca mais n'outra cahir.
Sois visconde, hei de cunprir
Sanente o que a lei ordena,
Sem causar-me dx nem pena.
VI
Quo agora de Iralamentos
Fia-se o negocio tino,
Nao p'ra qualquer menino
Trincar urnasenhoria,
Sem que tenlia bisarria.
VII
Nao pensis que eu desconlieco
O aviso que sanio,
Uua com forja prohiba
Traiasaeatas indevidos
riacilmenie despendidos.
Vill
Que achae*. vos, desla lei*uc.a
Do bstu da joslica ?
P-arccCf4M dobradica
Desojas doeada abrir,
r"r.o* ligMea iufluir.
IX
-soriegue d'ura arante, .
Uo ooe seja baria.
lAsria me darn.
Miie nao ti ve-groado*
'a miiha aura nabreaa.
X..
>. qae ietiu*
So:da A:M baataJurem,
- >
gesto
creado,
com a merc,
Quaodo na venta lhe d.
XIV "
Que nao sei se no Recife,
Como c em Machio,
(E parece quo aqui s)
Assim o subordinado
Ao chelo j tem tratado. v
XV
Agora, meu Birybiry,
Para oulro lado vollomos,
Pois convmji quo deixemos,
O ponto de tratamenlo,
Que vai sendo fedorento.
XVI
Noticia boa vou dar-vos
Das novas preparacoes
Dos nossos liberles.
Que armados em campo esto
De pao e pedra ni mao.
XVII
Antes de vir o que osperam,
J o Tempo que no da
Vinte e um deste coiria
Pelas ras da cidade,
Punha ludo em novidade,
XVIII
Certa carta publicando
Quo vco do Pago villa
(Cousa que ningem atilo),
Sahio prometiendo logo
Levar ludo a ferro e fogo.
XIX
Nessa carta, que inventaram,
Em phraso ligeira ensinam
(Pensando assim que elles minara)
Que se a formiga azas cria
Perderse quer. sem valia :
XX
Que gallego mulcreado
Vo que mais gosta de pao
(Andar assim nao mao):
Que para os mais atrevidos'
Pombos sem asa impellidos :
XXI
Que a pena val castigar
Esses tacs atrevidotes,
Dando-lhe dous ou tres boles
Com dum qiur de mondones,.
A vaneando, corno a onca I
XXII
Veja pois, charo collega.
Como o negocio ha de ser.
Como o pao ha de ferver,
Como hio de governar,
Como havemos de ficar!
XXIII
Se voc vir coeno ufanos
Nos dizem que agora sim,
E' que tintua por liutim
Toda a conta nao de tomar
Para alrax no? acotar.
XXIV
Se voc vir como agora
Com ares de prolcccflo
A cerlos vo dando "a nio,
J dizendo quera escapa
De levar muito de sapa :
XXV
Se voc vir a ousadia,
Com que a uns chamam canalha,
Como pidmeltem balalha,
A' gente dos quatro cantos,
Sejam li tantos ou quaulos:
XXVI
Como a outros ameacam,
Como prometiera giimpar,
As ventas bem esfregar
Do padre Costo e Martinho
A-quem chamam unchorrinho:
XXVII
Se voc, visconde visse
Como j lem detalhado
Quo deve ser enforcado
O Cutrim mais o Cah
Bem presos de mo e p :
XXVIII
Que removido* Casado
Ha do fr l p'ra o Piauhy
E que o rubor.i fique aqui
De delegado i Silveira
Nao fallar do innqueira :
XXIX
UJO.de prora olor o Meira
Voar. como um canario,
Para darem o salario
A um certo meniuorio
De asueroso palavrorio:
XXX
Que contando que o Guilhcrme
Pretndese aposentar,
No thesoiiro collocar
115o de* mais um bicho bralio,
Que de todos dar cabo :
XXXI
Q.te do polica o tnajor
Ha de ser um tal Vieira.
Que nao sei como na asneira
Caliir do tal fazer,
Com o que me ha do benzer:
XJX1I
Que tambora nao icar
L na vara de direito,
Pois lhe bao de Jar um geito.
Sendo breve desterrado
O Mendonca depuladu :
XXXIII
Que o Titra ha de perder
Urna das duas mamaiicas ;
Que o Sobral com as suas mansas
Nao ha de escapar deiladu
Por ter de ser reformado:
XXXIV
Que raesmo o Dr. Ucha
Que nao querem na Anadia,
Ha de fazer romaria
Bem longe p'ra Hatio-Grosso
Indo l roer seu osso :
XXXV
Que o Jjcinlho o primeiro.
Que de vice-presidenlo
Ha de levar brevemente
Acniosa dermissao
E depois reformacao :
XXXVI
Queos mais que nao menciono,
Terao cada um sen im ;
E o grupo catitu assim
De espada nua na mao
Deilar ludo no chao 1
XXXVII
Que dira, meu visconde,
Voc em presenca disto ?
S pedindo a Jess Chrsto
Que de lauta infelicidade
Livre a triste hurnanidade.
XXXVIII
Talvez que voc nao crea
Quo lano mal nos proraeltem ;
Deus queira que nao attesleui
Os actos premeditados
Mais do "que os relatados ;
XXXIX
Porque se acaso um s dia
Q'esta gente galga um passo,
Sobre todos alga o braco I
Quanto mais s'elles grimparem
E a provincia governarem I
xxxx
Pox isso afinal vos rogo
Que as vossas oraces
Pelas no;.sas intencocs
Pecaes a Deus proteoco
E lamben a salvoco.
Barao de Babebi.
Macei, 29 de abril do 1860.
lorcuso, e ue alia
. "
t)K MA10 PR ltft.
?iludo.
enerando e tt-
um dique, en^mitena d^, ^m,
O poucoqfflttemos ptofe/ido
ment tcode acens.arar 0nosso
tumo Biiipo.
^osso unico 'alvo, concorrer fcQJD nosso*aco
{o importontes e-
m trata toa eos
e que lio altas
ouveuimua, .oppr-ooifMt AUUlUvo.A cmara inuuici
.^tidade
Oco aulorisaJa a pagar o que dovo Joo Ho-
- norato Serra Grande.' S. -fe Marlins Pe-
Approvada.
Art. 7 .Com o
150*000 ris, diga-se2U0j0OO res.S. R.
de Souza Leao.Pina.
Approvada.
Supprimam-se os 7 e 8 do srt. 6.S.
LjGaspar Drummoud. st
rara.
Approrado.
Ao 14 do art.
contingente ',, que negocios l
de urna ordem tao elevada sei
a cmscHncia, dignidade e vir tu >
furi-Qdos prscrevom.
1!i stinaglissrmos essa corrupjo que de ha
mi ito hu que lavra e infeccionaj espantasaracn-
te !.. ferir aquellos para quira"* dinheiro
tuilo I e ludo mais nada I...
! en:*s toes, que^leem o artejo e o cynismo
de meresdejarem com oque ha de mais sagadoe Approvads.
re peilavel. | Requeiro que
i Ocst'do do nosso porto aq vai de mala
T>e or com pouco tempo mais ficfcrjMe lodo in-
til sado.
i a suitcnca que lhe prognosliaffcis que tem
voo na materia. ^
V pouco sabio urna .barca emmcia carga por
falla de fundo sufficiente que a misma demanda-
va carregada; e que ainda a pou^o, o porto se
prista vil. Cornos bancos de arta que lera o p-
parecido no porto, o embarque desembarque
vai ton ando-se perigoso.
. A ponto do trapiche que se conslruiu, acerca
de seis anuos,tem concorrido bastintemente para
atlerrar mais o porto.
Essa obra, que com o trilho de ferro, fcito a
peuco, parlindo della para a dirregao da alfan-
d( go, custou cerca de 40:000$ breve ter do inu-
ti isar-e.
O gu.ano j ter dado conta de bom numero de
vigas que leemsido substituidas por outias de
Ci rnaubas I
Nao iiproveitou o exemplo de das outras pon-
tes que se construirn] e que a experiencia de-
monstro u a inulilidade do recorrer o taes meios.
Agora como de introito de melhoramcnto ao
porto, cuida-se em plantar gramma no morro de
aia de Mucuripc, quo ca ao sul do porto urna
ligua.
I)iz-se que essa plantacao para inhobir as
ai as que d'ahi vem em direcgo ao porto 1... A
si molinillo respeito tem havido suas mangueas !
A melhor que achei, foi a de um espirituoso que
d.sse: que tal plantacao podetia eproveitar, se
pJT ventura continuasse .al o Rio Grande do
Norte, onde as aras se lindara.
A opinio mais geral, que tal despeza, bem
como a do paredo cora o intuito de comeco de
n ellioiamento ao porto, 6 dinheiro c lempo per-
d do. Aqui j ha descenca com as Iheorias.
Para que o comilerio desla capital nao desap-
parego I tambera lem-se recorrido plantacao do
gingibre como remedio para obstar a aecumub-
cio daj aras ao comoro conjunclo c sobranceiro
a o rae-rao ceraiterio. Afinnl de contas, o mais
certo que os cadveres virao a Qcarera bem se-
pultados I .
Vamos tarabea! aqui em completo regresso re-
lativamente a crrelos pblicos ten i estrs. A
roo hiiverem, seria melhor.
Bastar descrever o como Coito csse rervico
f ublico por urna de suas linhas, pelo indo do sul
ta provincia.
De 15em 15 dias, parlera dous pobres homens
rada em com sua malla as espaduas! e lavao os
|ienilentcs percorrerem essas agencias com lodos
os seuszigues-zaguesat chegarem a cidade
do Grato, ponto onde termina o trajelo de ida.
tegressam os penitentes pela mesma forma, at
i ponto desla : percebendo, como pagimenlo,
jma quantiainsignificante a um tao arduo e Ion-
jo coiiinho.
O lempo que demanda na ida e volli. quasi
) mesmo que gasta um navio em urna viagem re-
londa do nosso paiz a Kuropa 1
Ainda assim, Iae3 correfos, nao tocam cont-
los os pontos dessa linha : pois na agencie da
aiisso velha (Icam as correspondencias das vil-
las de Jardim e milagros. Picando aquella alm
14 leguas, e esta ao lado opposto, 7. Succede o
raesmo com a correspondencia de outtos lugares
da mesraa linha.
Resulla quede um serrino tao informe, apenas
loes correios, servem para conduzirem algunsof-
ficiosdas autoridades e raui poucas cartas parti-
culares.
10.Substilua-se com os
estar du exercicio dus postas quo uceupavam u
guarda nacional, durante o equartellamento da
mesma, visto como era perniitiido a aoeai
cao.
Wmiumos das villas do Limoeiro e Bom Jardim, iisado a conceder o wmmdadr anTni j!'
rt200SOOO.-S. R,-MelIo Reg. ,.im ^ Mello a sua^o de 3HwS000 e
advog.dof ara ves de IS?^0-^^!.!0^!-.1* s '*
F~aD* ur*- Gilirnn. G.-Drommond. ,G
o presdanlo da provincia auto-
" "o commendador Antonio Joa-
aveacio de SKKMtOOO, que
R.
Kequetrn que Oque adiada a emenda quo
iupprime o ordenado do administrador do cemi-
terio da matriz do Rio Formoso, al quo a corn-
missau de legslacao, a que foi affeclo o requer-
menta da irmaudado do Sanlissimo Sacramento
daquella matriz, d seu parecer sobre tal reque-
riraeolo.S. R.Gitirana.
Approvada.
Ao 5 do art. 6.Era lugar de porcentagem
ao fiscaldiga-se^com o ordenado do fiscal
OOSOOO rls.-S. RG. Drummond.Rufino
de Almeida.
Approvada.
Ao 10 do art. 5, acrescente-see a quan-
tia de 87^200 ris, que a mesma cmara deve a
Leandro da Annunciaco Lira.S. R. Ma-
noel Cavalcanli. Mello Reg. Marlins Pe-
rera.
Approvada.
Artigo additivo ao ort. 4.Pica concedido a
Joo Jos Bezerra o abale da qnarla parte do
prego da arrcmalaco do imposlo nacional de
500 rs sobre cada boi raorto.S. R.Correa de
Ollveira.Gitirana.
Approvada.
No art. 4 supprima-sc o 8, e no 6 diga-
se, em vez do 30.)$, 5 );i# ris ao cirurgiao de
partido.S. R.Joao Alfredo.
App/ovada.
Art. 2. 3-dem dos fiscaes
do Jaboatao, Varzoa, S. Lourenco o
Muribeca, em vez de 2.0JOO0 res,
diga-so 2I0SO0O........ 9602)000
S. It.A. de Souza Leao.Pina.
Approvada.
Emenda ao 6. do ort. 2. do ornamento
municipal.Sendo a obra administrada pelo en-
genheiio da camn.S. R.Rufiuo de Al-
meida.
Approvada
Emenda no artigo da receilo.A enmara
municipal do Recife cobrar, em conforraidade :
com o regulamonlo-do comilerio publico, s ver-'
b.i dos SS seguintes -
Por ciJa calacumba pertencon-
te cmara......................... 27j*000
dem dita da irmandnde ou
contraria............................ 7JJ0O0
dem de cada sepultura reser-
vada................................ 53000
dem de dita por escravos...... 4fOM
Cerlido de bitos.............. 500
50 ris por cada palmo de terreno nao
edifica do.S. R.A. Marlins Pereira.Mello
Reg.Mauoel Cavalcanli.
Rejeilada. *
Reslabeleca-se a verba do 4.* do ort. 2.
S. R.C. Alcoforado.
Rejeilada.
II ida a hora, o 8r. presidente levanta a sessio,
dando para ordem do dia de hojo :
Terreira discusso do projecto u. 23 deste an-
no, e do orenmenio provincial ;
Segunda dos emendas offerecidas em lercoira
ao ornamento municipal ;
Primeira do nroieclo n. 59 do 1858.
le ara a composic^o e impressae do 4o volume
das bwgraphtas o documentos histricos da nro-
vincU, de que ja publjcou os tres tonas.
S4Dos Sjs. ^guaci de Barros, C. Cintra
Theodoro da Silva.Pica o presideaje da%ovin'-
cis autoris3do a conceder a companhia da estra-
da de ferro do Recife a Sao Francisco dous annos
de prorogaco du prazo fixao no contrato cele-
Totla correspondencia quer publica ou parti-
cular feita por portadores que chegara dia na-
namente dos diversos pontos, com os quacs se
dispende buasomma a cusa dos particulares.
Erc. quanto o poder complanle uo providen-
ciar, creando agancias, e reformando csse pessi-
rao e moroso syslema de correios turretres a p,c
em uiii^irazo o Urdi, quaudo dena ser seme-
lhau.e, resultar queuunea leremoacorreios para
os dirersos potitos da provincia,aleofdo prejudicial
inconveniente dolservigojpublicoe paclicular. Des-
penda-se a quantia que precis for pira um tal
lim, porque tainbein o corrcio, auferiiV um ou-
lro roudiiiieuto superior, qlie nao essa Imesqui-
uhe/., c a necio do governo se lomar mms pe-
rempioria ; c os particulares deixarao do despen-
der ai com esses positivos 2je 30JJ para serem
portadores de urna carta ele.
S> jam as cousas como dveru ser ou tio
sejam.
Um membro da commisso scienteica (Dr.
Gom;*lves Dias) dirigi a S. Exc. o Sr. presidente
da provincia, um oicio que dizem, ler sido re-
digila*ui linguagem acerba. Houve um oflico-
so o sano de. Qutteria, que se dirigir a S.Exc.
a quem pedir pura tirar um tal ollkio, mas que
no conseguir J o mencionado fficio se acha
impresso, o desliibuido era folhelos por seu
autor.
Nao posso ser mais noticioso c por isso enserro
a piesentc, porquo a malla est a fechar.
Anhelo-lhc salutem el pecunia.
fem ex veritutt pender.
FERNAMBUCO.
CEAKA.
Fortaleza, X deafkril d 1860.
Muilas sio as necessdades que se sent na
provincia e que urge providenciar-se. A inau-
gurarlo do hiapada aesla provincia de imperio-
sa e reconhecid necessidade a lodos os es-
i
4-d>M aabus *rvarara
Kl2">stmMi oU4alais,
"WMk-l* ** ftraia.
^m*icM\pt, MaBTiaoMise.
rara dar lambern grandeza?
A deviso exelsiAliea da Brtfriacia a p eior
poasivel.
Ha fatRuexias que se podara (salificar de bis-
padoai Mas, o que. ruvemos expandida, cnusa
netthiimj, o node, em relacno aos qneixumei....
dasJiaiea.... ais aberracoea que debe rauiu se
dio oesees negocios ecctesiaetieas. Deoaaesli
vre que xeerissenos e$$e desmandos.... asas
raurauMaoaea ...essascomaaealarios ... ou ai-
gueBagaafca cte. etc.
Aleas dirimo*- ou* a-inamwtagfla do biaa-
4m pr**ina a, 4 rea neftaasiaada que irge
4mu-M temo ^slpotera* eaairiU
iemfctu.
DIARIO DE PERMAMBUCO.
1 lorilem, reunidos 33 Srs. depalados, nao ha-
vendo expediente, a assembla provincial ap-
provou a redaccao dos proj<>clos n. 37 e 47 deste
anuo, passando depois i uniera do dia.
Sendo dado para discusso o prejeelo n. 35
de-te anno, acerca de limites de Serinhiem e
Escada, o Sr. N Portclla, justifica e man.la
mesa o requerimenlo seguinte, que rejeltado,
continuando aquelle :
<: Requeiro que, com urgencia, sejam discuti-
do.) os urca meu los municipal o provincial. S.
R.Dr. N. Portella.
Depois de orar o Sr. N. Portella, posto vo-
lo.'i, approvado, sendo rejeilada & presente
emenda :
i A divisas dos termos da Eecada e Scri-
nl aem ser feita do seguinlo modo :
Da tomada do enaenho Unio sobre o rio
Sioir a seguir na direccao do sul em recta ao
al o do Jaboatao, onde existe um marco posto
pelo proprielario do cngenlTo Cachoeira, e dahi
em recta nasecnca do Riacho das mocas S.
R.C. Alcoforado.
Approvada.
Em seguida rejeilada a emenda do Sr. Mar-
ti s Pereira empatada no dia antecedente, e ap
provado ern segunda discusso o projecto do or-
enmenio provincial, que, sendo dispenso do in-
tersticio pedido do Sr. N. Portella, dado pa-
ra ordem du dia seguinte.
O Sr. Gaspar de Drummond justifica e manda
mesa urna emenda, da qual pedo o addiamen-
lo oSr Gitirana, al que a commisso de legis-
j.icao d seu parecer acerca do requerimenlo da
mandado do Sanlissimo Sacramento do Rio
Farinoso. Os Srs. N. Portellae Gaspar Drummond
a.om consideraces sobre a materia.
Posto votos approvado o projecto de or-
gameulo municipal, obleado as seguintes emen-
das, as volaces nellas marcadas :
a Pica autorisada a camera municipal de
Olinda a pagar a Francisco das Chagas Caval-
canli Pessoa, escrfvio interino do jury, a quan-
tia de 193183ris, ao Dr. Amaro Joaquim Fon-
eca de Albuquerque, promotor publico interino
li quantia de 279000 ris, a Manoel Nunes de
ello a quanlia de 45S00 ris, ao Dr. Agoslt-
lio Ermeliiio de Leo Juuior, jui municipal, a
quanlia de31500. uido do processos decahidos
no tribunal dos jurados, uiarcaodo-so assim quo-
a t>afa pagameulo dosses empregadus.S. 11.
Gitirana.
Approvada. ,
_ a Fica a cmara municipal c lguarai.su auto-
risadi a aforar pe (H-'iuaiDe nte a Cosroa Maria do
Curasao de Jess as duas corles de Ierras que
possue a mesma Cosraa junto villa, denomi-
nados PiUBgaeMeuteiri#4-r*S. R.Gitirana.
Apra#ada. *
. Fita a cmara municipal da villa do Bonito
autorisada a pagar de sua roeeila ao escrivee do
cnine e civel, Joao Uan?al*s da Silva, o que lhe
dev4es do rustas aa saoocaaaadewnidoS.
ft^-Brlia-.*.Jt. aVaetiaa Pereira. >
Aparatada.
< Artiga additivo.Fica approvada p ragula-
monlo aca attetJcio da-balaaoaa. paaoa a medi-
aaa. orsai*aaa pela uwu asan m pal da viM
de Pi d'Alho.S. R Ja-Eduardo Pin *
Approvddo.'
ASSEMBLA LEGISLATIVA PROVINCIAL.
18GO,
Emendas ao projecto n. 4S
Apresentadas e approvadas em 2 discusso
do orcamento provincial.
1.aDo Sr. Hachado Portella, ao art. 5, 2.
Em vez de 4O0J000 ris, diga-se 800^000 ris.
Ao 4 Em vez de 2:500SOOO rs. diga-se
3:2403000 rs.
2.aDo Sr. Mello Reg, ao art. 12, additivo-
Aluguel de casa 500<)00.
2.aDo Sr. Luiz Felippe.ao art 13, additivo
Picando o governo ntitorisado a mandar pagar a
quantia de 3:l02g000 ris, que na conformitlade
da lei 415, dovida a Benlo Jos Pires, arrema-
tante do 5. lanco da estrada de ramilicaco do
Cabo.
3.a Dos Srs. Froncisco C. Rrando, I.ovino
Lopes de Barros e Silva. Francisco Pedro da Sil
v*. ao art. 13, 3." accrescenle-se urna pon-
to sobre o riacho da Brgida no lugar denomina-
do barra do Gequy em Cahrob. e outra sobre a
pissagera uo Aracap no municipio da villa da
Boa>vsta.
Do Sr. Dr. N. Portella. ao art. 13, 3.
os da palavra gymnosio accrcsccnte-see
urna ponte sobre o rio Ipojuca 110 lugar em que a
estrada do sul, atravessando o mesmo rio vem
encontrar as nas da villa da Escada.
5.a Do Sr. J. Cavalcanli d'Albuquerque, ao
rt. 13, 4 =De'o3 das palavros e conservacao
das obrasdiga-se sendo dous cotilos de ris pa-
ra n conliiiuocau dos reparos do recolhimenlo do
Santissirno Corceo do Josus delguarass.
6aDos Sr. Rufino d'Almcida, k G. Drumond
additivo 00 art. 13.Com a factura de urna
ponte quo ligue as freguezas de Agnas-Pretas c
Barreiros. na altura da villa d'Agua-Prcla........
3;0003000 rs. ,
7.aDos Srs. Marlins Pereira, c Mello Reg
ao art. 13, 4. Ae.crescento se ao final e da
conservarn do cnlcnmento da cidade do Recife.
8.aDos Srs. Francisco C. Brandan, Francisco
Pedro da Silva, Levino Lopes do Barros e Silva
ao art. 13. 4. Accrcsccnte-se Inclusive as
cadetes das villas da Boa-vista e Tacaratu.
9.-Dos Srs. I. J. de Souza Lo. Reg Bar-
ros, Barros de Lacerda ao art. 13, 4. Com
os reparos da casa da cmara e cadeia dcSeri-
nliaem dous cotilos de rs.
10."Dos Srs. M. da Silva, Braulioao art. 13
S 5."Accrescente-se devendo ser paga ao vi-
gario do Altinho a quantia de 8OO3OOO ris, que
adianlou para as obras da respectiva matriz.
11Do Sr. M da Silva ao art. 13, 5.
Accrescente so sendo 1:000#000 ris para a ma-
triz de Garauhuos.
12-bus Srs, V. Drumond. A Salgado Jnior.
Dourado, Pudre Gando, Levino de Barros, Reg
Barros, ao ari. 13.Fica o governo aulorisado
a mandar fazer urna ponte sobre o rio Una, entre
as fregnezins de Una e Barreiro3 no lugar que
mais uiil fr.
13.Do Sr. Marlins Pereira additivo ao
ort 13Com estndos graphicos, sendo de prefe-
rencia procedido ao necessario para conheccr se
a utilidide da modanca do leilo do rio Bonito
Grande, e. o desagaamnto de um dos bracos do
rio Taqura, na conformidade das leis anteriores,
a quantia de 6:U0O)O0 rs.
14.Do Sr. Pinto de Camposao art. 13
com oa reparos da cadeia da villa de Flores.....
3:000000 rs.
15.Do Sr. Gitirana, ao art. 13Para odifl-
cacao de urna cadeia na villa de Bonito 5:0009 rs.
Ifi.Dos Srs. M. da Silva, Douradoao art.
13Com a dicaco de urna cadeia no tormo do
Buique 3:000UO0 rs.
17.Do Sr. Rufino d'Almeida. ao art 17
Inclusive a gratificado de 508000 ris mensaes
ao engenheiro fiscal da illumiuacao a gaz. pelo
tempo quB'ium servido, c nos termos do ari 2.
do regulameuto de 22 de agosto do anno psssado.
18.Des Srs. Douralo, Theodoro e Silva Co-
uego Campos, ao art. 18, 6 Coro o collegio
do Bom Consellio, em vea do 2:000$000 ris,
lcia-se 3:0003000 rs.
19,Do Sr. Rufino d'Almcida ao 18 do art.
25.Era vez do 20JOO0 ris por casa de jogo de
billiar diga-e 500000 rs
20Dos Srs Marlins Pereira e Mello Regg
additivo.ao art. 25.Oilo por cenlo da renda an-
nul dos lenos oceupados com o planto do
e.apini no municipio do Recife.16*000, porcada
umrarro particular de quatro rodas e eiro fixo.
10&000 por dito de duas rodas de dito.18^000
por dito de aluguel de quatroro^as dito.U3OO0
.por dito de duas rodas dito.25*000 por cada
mnibus.69O00 por cada carroca excopluando
os vehculos empregadea. na servico agrcola.
|brado em Londres cora o ministro do Brasil em
novembro de 1855, para a conclusao de loda
^ linha frrea ai o rio Pirangi.
2oDos Srs. Dr. N. Poilella Ignacio de Bajros
Depois da palavra Pirangidiga-se devendo o
governo provincial, de acconio com o geral, pre-
cisar a titelligcncia dos pontos sobre os quaes
lemR cdun'd3 por parle I-companhia.
20Do Sr. C. Alcoforado Fica o presidente da
provincia autonsado a mandar suspender o pro-
cedimento judicial intentado conira o collegio de
3. Vicente de Paula dirigida pelas irmaas de ca-
ndade, considerando-a despeza feita com a vinda
das mesmas como despeza autorisada pelo art.
-10 da lei n. 452, Gcando pertencendo a fazenda
provincial os trazidos para o culto o outros que
nao foretn de consumo.
27Dos Srs. C. Alcoforado, I. de Barros. Coe-
llio Cintra.Fica o presidente da provincia aulo-
risado a cenvencionar com o coronel Gaspar de
Menezes Vasconcellos de Drummond o pagamen-
to da divida legada por Joo Vieira Lima ao gran-
de Hospital Pedro II como julgar conveniente,
ouviiidva respectiva adminslrano.
28Do Sr. Theodoro da Silva additivoO
presidente da provincia fic:i aulorisado a contra-
lar com a companhia de Beberibe a collocaco
de chafarizes nos a fugados. Santo Amaro, e ou-
lias lugares distantes dos tairrus da cidade, me-
diante a elevaco do preco dos baldes d'ogua at
ajuanlia de 40 rs.
29Do Sr Dr. Manoel de FigueirOa.Fica ap-
provada a creacao da cadeira de economa pol-
tica do curso curamercial pernarabucano, ficando
o presidente da provincia aulorisado dispender
a quantia do 1:500$ com o professor que fr no-
meado.
30Dos Srs. Theodoro da Silva, Pereira de.
Brillo additivo.O presidente da provincia fi-
ca autonsado aforar a Antonio Gonc,alves de
Moraes o terreno da ra de S. Miguel da povoaco
dos Afogados, junto a estrada nova que conduz
ao lugar dos Remedios, caso julgar conveniente
o nfuramento.
31Do Sr. Epaminondas de Mello.Fica o pre-
sidente da provincia aulorisado a mandar pagar
a Alevandre Jos Dornellas a grallficacao pur
mais de 12 anuos de servico. a que tem'direito
pelo art. 10 da lei geral do 15 do outubro de 1827.
32Do Sr. E. de Mello.Fica o presidente au-
lorisado a mandar pagar ao professor jubilado
Simplicio Jos de Mello, a gratificacSo por mais
de dozo anuos da servico a que tem direito pelo
art. 10 da lei geral de 15 de outubro de 1827.
33Do Sr. E. de Mello.Fica o presidente da
provincia aulorisado a conceder ao arrematante
Francisco Cavalcanli do Albuquerque, o abate de
25 ^ sobre o preo total da arrematado que elle
fez do imposto de 2$50H por cobeca de godo rao-
cun que se concome nos municipios do Recife e
Goianna, relativa dita arremalanao ao triennio de
1857 a 1800.
31Do Sr. Rufino de Almeidaao art. 27.
Suprimam-sc aspaluvrasquo poder ser aug-
mentado aleo dobro do actual, crcando-se novas
barracas nos lugares mais convenientes.
30Do Sr. Dr. N. Portella-Supprima-se o
art. 29.
36Dus Srs. Braulio e Dr. FigueirOaao art.
30. Depofs do art. 35=diga-se deslribuindo-se
sobro os ordenados 20 % com todos 03 emprega-
dus orovinriaes, inclusive os professores.
37Do Sr. E de. Mello.Substituicao i doSr.
Rufino.O presidente da provincia fina aulori-
sado a conlrahir um empreslimo at 400:0003000
se julgar conveniente, e pora occorrer as despe-
zas que elle entender mais urgontes.
38 Dos Srs. Reg Barros c Dr. Manoel de Fi-
gueirOa.Fica o presidente da provincia aulori-
sado a conceder a Manoel Francisco Coelho, pro-
fessor publico de latim da freguezia de S. Jos
desla cidade, um anno de licenja com lodos os
seus vencimentos, para tratar de* sua sande onde
lhe parecer.
39Do Sr E. de Mello.Fica o presidente da
provincia aulorisado a mandar pagar a Manoel
Antonio Rodrigues Samico o que se lhe dever de
ordenados vencidos como agente pagador da re-
parlicao das obras publicas, durante os rnezes de-
corridos do marco a setembro de 1855, e de feve-
reiro e marc de 1857, em que servio e deixou de
ser pago.
40Do Sr. Costa Douralo.Fie o presidente
da provincia aulorisado a reformar pela maneira
que julgar conveniente a tabella dos emolumen-
tos da secretara do governo, com approvacoda
assembla.
VOVraLIVADt DO DU 3 do coaaESTl :
Antonio Jos LiaMau branca 10 amaos, angina.
Joaquim Franeisrt da Hs, pardo, tflleiro, 22
aunes, tebre traateMa.
Antinio Jos Mendes ds'Sitva, branca, casado.
28 aunas, inflamaco de enlestino,
Arsenio, branco, 6 annnos, angina.
Manoel Antonio Vos Paasea Oetrty ame*,
casado, 38 annos, suicidou-se.
Francisca, preta, 2 annos, phthisica.
Jos Rodrigues Maris, branco, solteiro, 28 annos,
inflamaco na bexiga.
Maria, parda, 3 annos, convulses.
Malhilde, pardo, 1 anno, angina.
Querno, pardo, 9 annos, escarlatina.
Joao, pardo, 3 anuos, escarlatina.
Jalege Dominio, branco, solteiro, 25 annos, fe-
bre amarella.
.uriana, branca, 16 annos. angina.
Mana, branev. 5 annos, angina.
Antonio, pardo, 5 annos, endigeslo
Anna. branca, 2 anuos, gaalro entorile.
Hospital db caridadr. Existera G3 ho-
mens e 60 mulheres. nacionaes; 5 homens es-
Irangeiros ; total 128.
Na totalidade dos doeotes existera 42 alienados,
sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas s enfermaras pelo cirurgiao
Pinto s 7 horas e 3[4 da manha, e pelo Dr.
Dornellas, s 8 horas da manha.
CHRONICJUDICURM.
por parle do reo os senlio-
REVISTA DIARIA.
No dia 2, pelas seis horas da manha, S. Exc.
0 Sr. presidente da provincia, em companhia do
Sr. Dr. che fe de polica, apresentou-se na casa
de delencu, o ahi visitou tudas as secces que
compoem este estabelocimanlo.
S. Exc examinon por esta occasio nao s a
escripturacao respectiva, como cgualmente'o es-
tado das prises, a situacao dos presos, eo ali-
mento que Ihts dado, interrogoiido-os ceres
do demais tratamento que all tem.
Depois desse passeio, em que nada fallou a
observanao do S. Exc, rolirou-se pelas nove
horas.
De novo lembramos que seja distribuido,
pelas excovacies, que ha pel^s ras da Boa-vis-
ta, a caliga que se lira actualmente da casa, que
all se acha desmoronando.
Com isto quasi nenhuma despeza so far( por-
quo tendo ella de ser removida, ser mullronle
que a deilem antes nesle do que naquelle lugar ;
e para fazer comprehender esta verdade, ne se
faz preciso grande esforco de inlelligcncia.
Endercnam -nos graves queixas contra um
morador da ra Nova, quo entende dever fazer
da ra o lugar do despejo do que lem em sua
casa.
Escusamos notar o abusivo desta pratica, con-
tra a qual ha posturas expressas : e pois apenas
diremos que trate-se de fazer cessar seroethante
inmundicia, chamando-se ordem o autor ou o
occasionador d'ella.
Com a volaeo da cadeira de economa po-
litice, e direito commarcial, que o Exm. Sr. ba-
rio do Bom Jardim em seu relatorio consignou
como urna necessidade para o complemento do
nosso Curso Commerciat, acha-sc ella satisfeila,
e por conseguinte posta a cpula aquello edi-
ficio.
Nao nos consta ainda o dia da abertura d'esse
curso, mas de crer que esleja para qualquer
momento, atienta necessidade que disto ha.
Acha-se aulorisado o Exm. presidente da
provincia a contratar com a companhia de Bebe-
ribe a collocaco de chafarizes em diversas loca-
lidades, nomeadamenle Alegados e Sanio
Amaro.
A falta d'ngua de que se reaente estes lugares,
reclamava essa medida ha rauilo ; e ainda mes-
mo com a elevaco na raio dupla do custo do
balde d'agua, ella de muita importancia.
Foram recolhidos casa de detencao no
da 1." deste mez6 homens e 1 mulher, sendo 4
livres e 3 escravos, a saber ; 1 ordem do de-
legado do l.dislriclo. 4 ordem do subdelega-
do do Recife. 1 ordem do da Boa-Vista e 1
ordem do da Muribeca.
No dia 2, 2 horoons livres e 1 escravo, sendo :
1 ordem do delegado do 1. disiricto, 1 ordem
do subdelegado do Recife, e 1 i ordem do de S.
Jos.
Pnssageiros saludos para os porlos do norte
no vapor Paran: Joo Jos Ribeiro Gutraa-
raes, Joo Cardse esquila, Jos C. do Carmo e
Silva, Jos Marques Pinheiro, Pedro Moraes San-
tiago, um criminoso escoltado por pregas de po-
lica, Antonio Jos Silva Brasil, Jos' Joaquim
Carlos de Anena, Jos Pernnndes de Oliverra e
1 escravo, Manuel Cavalcanli d'Albuquerque a 2
escravos, Francklim de Alleluia Malveira. Fran-
cisco M. Rodrigues, Mr. Aylle, cnsul Brilannico,
21BoSr. LinzFelippe aeart. 25Acroscan-,^ sua familia, Vctor R. d'Otiveire, maior refor-
JUItY DO BEC1FE.
2a SESSAO.
Dia 2 de maio de 1860.
PRESIDENCIA DO SR. DR. AC0ST1NHO KRMEL1ND0 UE
LEAO JNIOR, IUZ DK D1UEIT0NTBR1X0 DA 8B60BDA
TARA CRIMINAL.
Promotor publico interino o Sr. Dr. Francisco
t.eopoldino de Gusmo Lobo.
Escrivao o Sr. Joaquim Francisco de Paula Este-
ves Clemente.
Advogado o Sr. Dr. Aprigo Jusliniano da Sil-
va Guimaraes
Feita a chamada s 11 horas da manha,
acharara-se presentes 38 senhores jurados.
O Sr. presidente declara aberla a sessio de-
pois do loque decampanhia.
Foi relevado da multa por ter comparecido a
justificado as faltas, o Sr Manoel do Nascimento
Araujo.
Foram multados em 20o cada um dos senhores
jurados militados nos dias interiores, quo nao
(ompareajjjiMi. e nem foram dispensados.
Foi conwRido ao liibunal para serjulgadou
reo preso Luiz Arsenio Barbosa, aecusado como
autor do roubo perpetrado na casa de Jos Fran-
cisco Brandao, no noite de 15 de dezembro do
loo/.
Foram recusaJos
res:
Jos Victor da Silva Pimcnlcl.
Francisco Jos Silveira.
Simplicio Jos de Mello.
Cactano Lenidas da Gama Duarle.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira
Claudio Firmino do Jess da Malta.
Dr. Joaquim Thcotonio Soarea de Avellar.
Pelo Sr. promotor foram recusados os senhores:
Caelano da Silva Azcvedo.
Antonio Jos Leopoldino Arantes.
U jury de seutenca foi composlo dos senhores
seguimos !
Gervasio Protasio Simoes.
Jos da Costa Brandao Cordeiro.
Antonio Augusto da Cmara Rodrigues Selle.
Tiburciu Voleriano dos Santos.
Antonio Joaquim de Parias Jnior.
Americo Vespucio de Hollanda Chacn.
Jos Ramos da Cruz.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Jos Flix Pereira de Burgos.
Dr. Constantino Rodrigues dos Santos
Cielo da Costa Campcllo.
E prestaram todos o juramento sobre o livro
dos Sanios Evanxclhos.
Foi o reo interrogado, o ez-se a leilura do
processo.
Finda a leilura foi concedida a palavra ao Sr.
promotor, e este fazendo a aecusaco, concluio
pedindo a condemnaco no grao mximo do art.
269 do Cod. Crim., por se darem as circmslau-
cias aggravanles dos g 1, 4, 8, 9, 10 14 do art.
16 do mesmo cdigo
O Sr. advogado deduzio a defeza do reo e con-
cluio pedindo sua absolvirao.
Findus us debates depois da replica e tteplica,
o Sr. Dr. juiz do direito perguniou ao jury se es-
lava satisfeilo pora julgar a causa, e tendo respos*
la affirmaliva resumi o materia da oceusarao o
da defeza, propondo ao jury os quesilos se-
guintes :
1" O reo Luiz Arsenio Barbosa, na noite do dia
15 de dezembro de 1857, enlrou na cas da ra
do Livramenlo, em cujo primeiro andar morava
Jos Francisco Brandao, lirou para si dinheiro e
joias perlencentes a este, contra sua vontnde ?
2" O reo para tiraro dinheiro c joias arrombou
a gaveta que eslava fechada ?
a O reo para lirar o dinheiro o joias, commet-
teu o facto criminoso constante dos quesilos an-
teriores ?
4." O reo commelleu o facte ciiniinoso de
noite ?
5." O reo commelleu o faci criminosoimpel-
lido por um motivo reprovado ?
6 O reo commelleu este roubo com premedi-
tacao, lia vendo decorrido mais de 24 huras eatro
o designiu que formara de commetter este r.rime
e a execuca ?
7." O reo commelleu o faci criminoso abu-
sando da confianca nolle posta ?
8." O reo commelleu o facto criminoso proce-
dendo com fraude.?
9. Existem circumslancias attenuantes a favor
do reo ?
Lidu os quesilos pelo Sr. Dr. juiz de direito,
foram pur este entregues cora o processo ao con-
selho, que foi conduzido sala secreta das con-
ferencias s 4 hovs da larde, d'ondo vollou as 4
horas e tres quartos respondendo ao Io, 2", 3o,
4o, 5o, 6o, 7o o 8a quesito :sim por seis votos,
o nao por igual numero.
Ao 9sim por 10 volos.Heconheceu a atte-
nuanie do 10 do art. 18 do Cod. Crim.
O Sr. juiz de direito em vista da decisio do
jury proferto sua setiienca,,- absolvendo o reo e
conderanandoa municipalidade as cusas: levan-
ion a sessio, addiando-a para o da seguinte s 10
horas da manha.
lc-si> um i.onlo de res sobre as casas que ven-
dciem bjiears de oulras provincias.
Emendas ao:artigo 26.
Z>po*cc* germet
11Bo Sr. Martins Perairo additivoSerio
Mtitaidw a Tbomez Jos aa*iWa Gaaatao, ""
xandre Americo de Caldas Branda,
Santas Port Juuior, Aaaclelo Aart
aJaaoPed*> da Jasas da Molta. a
mantos (mm raaragaaaa ncaviaoiaas ,
ckio desle, durante o tempo porque
mado Anlenio Dornllas Cmara e 1 fllho, Joo
Vieira, Dr. Leonardo Antones da Meira
ques, saa, obrinha e 1 escravo, G.
Joio Jos Innocenc o Poggi
Passageiros tbida. '
tiraeioia, saKioVpna o
dar Alexandre B^ dos
11 escravos.
Mataoobro
Malaram-se ao din 8 do. correle pasa 0M-
umo desla cidade 57 rei#.
2a SESSAO.
da 3 d& maio de 1860.
Presidenoia do Sr. Dr. Agoslinhn Ermelindo de
Leo Jnior, juii de direito iaJerine da se-
gunda vara criminal.
Promotor publico interino o Se Dr. Francisco
Leopoldino de Gusmo Lobo.
Escrivao o Sr. Joaquim Francisco de Paula Es-
toves Clemente.
A drogados os Srs. Dr. Augusto Elisio do Cas-
tro Fonscca, Joo Maria de Moraes Navarro e Mi-
guel Bernardo Vieira de Atnorim, taludantes da
Faculdadc de Direito.
Feita a chamada s oiu.e horas da manha,
acharam-so presentes 37 senhores jerados.
O Sr. juiz do direito declara aberla s sessao,
depois do toque do rampanhia.
Foram multados em 20 cada um dos senho-
res multados que nao comparecer e nem foram
dispensados.
Poram conduzidos ao tribunal para seren jul-
gados os reos presos Apelinario Antonio de Sou-
za e Joaquim Manool de Liana, acensados por
crime do tentativa do furto de gatlinhas.
Os Srs Dr. Augusto Elisio de Castro Ponsoea
e Joo Maria de Moraes Navarr, foram nomoa-
dos curad orea dos reos, prestaram o jaraaieulo
do estylo.
O jury de senlenea foi composl dos soabore*
seguintes:
Jos da Costa BrandO'CaeM.
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira.
Manoel Teiteira Bacellar Jnior.
Jos Ftlippe Nery da Silva.
Guilhermino Rodrigues Monte Lina.
Cielo da Casta Campello.
Francisco de Paula Lima.
Antonio Augusto da Cmara Rodrigues Selle
Anlonio Ferreira Lima Mello.
Amonio Theodoro dos SarriasliMit.
Tiburcio Valeriana dea- Santal.
Joo da Ceas Maadoara.
K prestaram jrame** sebre, Mvra do* San-
tos tvangalhaa
Forarajaa||adoa poc parte do iaaos sanfro-
flNaV
dcAmUar.


iore7 *
Dr. toiistanliuo Rodrigues dos Sanios.
Gervasio Prolasio Stmacs.
Domingos da Silva Guimaraes.
.i,?rir?Ctt8ados Pel Sl- promotor os senhor
Simplicia Jos de Mello.
Antonio Jos Lcopotdino Arantes.
i ?c!ln? A"*"' de Hotlanda Chacn
Jos Rtbeiro Simej,
Jos Vctor da Silva rimenlel.
Claudino do Reg Lima.
Jos da Cunha Jnior.
Aruancio Vespucio de Hollando Chacn.
Dr, Antonio Jos Alvos Ferreira.
Claudio Firmiano do Jess da Mallo.
lauoel do Nascimcitlo Araujo.
Foram os reos interrogados, e depois fez-se a
leilura do procvsso.
Finda a Icilura foi concedida a palavra ao Sr
promotor, c este fazondo a arcusacao pedio a cen-
demuacao dos reos no grao mximo do arl. 257
do cdigo criminal, por se darrm as rircumslaii-
cias aggravanles dos 4 e 17 do arl. 16 do mes-
rao cdigo.
Finda a deoza. mo havondo replica nem Irc-
plica, o Sr.juiz de direito perguntou ao jury se
eslava salisfctlo para julgar a causa, c londo res-
posta allhinaliva resumi a materia das defezas
rropondo ao jury os (pinitos seguintes :
1. O reo Apollnario Antonio de Souza, em
flus de selcmbro do anno de 1859, dirigio-se ao
quintal da casa em que mora Mari* de tal, nolu-
6" Casa Forte, para o flm de furiar gafabas f
- O reo commcUeu o fado criminoso, im-
pellido por um motivo reprovado ou frivolo ?
o." O reo commetleu o faci criminoso pre-
cedendo ajuste entre duas pessoas ?
4." Existera circumstancias a favordo reo.
1 O reo Joaquim Manuel de Lima, em dias
do mez de selcmbro do auno de 1859, dirigio-se
ao quintal da casa em que mora Mona de tal, no
lugar Casa Forte para o fim de furlar gallinhas?
2. O reo commetleu o facto criminoso irapel-
lidn por um motivo roprovado ou frivolo ?
3. O reo commetleu o facto criminoso, prece-
dendo ajuste entre duas pessoas ?
4." F.xislem circumstancias a favor do reo ?
Lidos pelo Sr. juiz de direito os quisitos, son-
do ellos entregues com o processo ao conselho,
oi este conduzido sala secreta das conferencias
as 2 e mcia horas da tarde, d'onde voltou s 3
respondendo ao primeiro quisito : nao, por
{
<$
Joao do Albuquerque Rodrigues.
.Lerino Finto BrasKto.
ntonio Pinto Nogucira.
oguslo Barbosa de Castro Silva
Raymundo Theodorico de Castro Silra.
Domingos Carlos Gerson de^aboia.
Laureno de Oliveira Cobrar
Franaisco Aminlas da Cos' narros.
Augusto Carlos deAmorim Garca.
Antonio de Podua Pereira Pacheco.
Francisco Barbosa Cordeiro.
Firmino Barbosa Cordeiro.
Joafaim Antonio Alvos Cordeiro.
Severiano Lucio de Farias.
Flix Jos de Souza Jnior.
Darlo Fortuna Pessoa.
Jos Avelino Gurgel do Amaral.
Manoel Foi i sardo Ferreira Damaceno.
Eugenio Gomes Bccca.
Alvaro Caminha Tarares da Silva.
Abel Graga.
Trajano Yiriato de Medciros.
Joaquim de Andrade Fortuna Pessoa.
los Austrcgezilo Rodrigues Lima.
Francisco Cordeiro da Rocha Campello.
Manoel Francisco de Mallos.
Jos Candido da Silva Franca.
Antonio Pinto Nogucira Accioli.
Joo Thom da Silva Jnior. ,
Recep^ao feitu na villa de Maco,
lo Assii, ao Rvm. uiissionario Ir.
_M^jKH>i^BBWf>1,ftU0Q. ggfTA FBjgA 4 fi& MAIO pg Uta.
\
Serafina decaanla.
Nada ha mais admiravel, e mais verdadera-
mente digno da atlengo publica, do que o espe-
laculo que offerece a religio em todos os seus
actos, em todas as cerimonias do seu culto, em
ludo que est ligado com a sua imporlanto mis-
so.
E' por islo que nao podemos deixar de volar
o maioraprcgo e consderago s misses catho-
licas, que por si sos concorrem poderosamente
para o desenvolvimeiilo da raoralidade e da civi-"
sacao de lodos os povos, no meio dos quaes ellas
se manifeslam.
E' anda por esle motivo que entendemos nc-
cessario registrar as columnas destn jornal o
que se passou nesta villa de Maco, relalvamen-
le & misso que estabeleccra aqu o muilo reve-
rendo capueliinho Fr. Semim de Catania
Apenas so divulgou a grata e bem fundada no-
om individuo, que coniraoiz-o g.osseirainome,
abocan lando fiquelle que anda ha ponco endeo
sou pe amenosa imprensa, sem embargo mesmo
dessa lingerlelniseravcl, a quo ora se soecorre,
de hav >-lo fello sob minhas nspiracoes e para
me obsequiar?
A re:posta disto salla aos olhos, porque o va-
lor dos entes que nao respetam a sua conscen-
cia, quj moldam-n'a ssuas vistas actuaes, acha-
.. se ao nivel da miserabilidade de espirito mais
pronunciada, que smenle desperla o sentimento
mixto le desprezo e asco por tamaito servi-
lismo. ,
E poque razo rae quiz lionlem obsejuiar, e
hoje asm me abocanha, tachando de-espcola-
gaocrir tinoso o meu ensino, quando nao nega na
presento correspondencia a que respondo, que
explico perfeilamenle aos meus alumnos em
tneoria e joma ?
Nao direioue islo seja um desarranjo de facili-
dades menfl|s : mas se o nao oulra causa de-
ve ter garado semelhante arrependimenlo de um
serraao |ue lhe nao foi encoramendado por mim
e sim pegado para haver oque lite viera a men-
te, e quo entenda depender de mira.
Nada nais direi sobro islo.
Sou aiss conhecido para igualmente dispensar
mais pa avras acerca do modo do mea ensino e
relativamente a minlta pessoa, que mais que-
rere pi em para'.lelo com a do Sr. A. A. de
Nor-aes .rieira, a quem lodavia vou chamar aos
tribunaes pan delle tomar o desforgo legal pela
injuria c ue meirrogou naquellcseu dar eslam-
pa de cclcbndade importada de trras d'alem-
mar.
Ai. Fonseca de Uedeiros.
imanimidade, e deixando de responder aos ou- l,CIa a0(lue este religioso, que se achava missio-
tro? nar oelnrom rvroiiiiiiniil..? r.... _*........i t Ii.'MHlil fin riAviipit lia r.nimn*A ..,.-; -.._. ,_i^
tros por estarcra prejuuicados com a resposta ao
primeiro.
O Sr. juiz do direito em vista da dociso doju-
ry proferio sua sentenr.a. absolvendo os reo c
condernriando a municip"lidadc as cusas.
O mesino Sr. juiz de direito declarou que linha
de ser julgado o reo preso Filippe Marques dos
Frazores, e sendo dissolvido o conselho fez-so
nova chamada e acharam-se presentes 28senho-
res jurados.
Foram multados em 20J por nao cornparecc-
rem asegmrda chamada os sonhqrcs seguintes :
Dr. Adelino Antonio de Luna Freir.
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Claudino do llego Lima.
Claudio Firmino de Jess da Malla.
Cactanoda Silva Azevedo.
Caetano Lenidas da Gama Duarle..
Dr. Constantino Rodrigues dos Santos.
Francisco de Miranda Leal Seve.
Simplicio Jos de Mello.
Rao havendo numero legal o Sr. juiz de direi-
to levantou a sessao, adiando-a para o dia se-
guinle, s l horas da manhaa.
Dcve ser julaado no dia i do corrente o reo Jo-
s Gomes du Nasciraenlo.
Communicados.
Seguio hnntem para o sul bordo do vapor To-
cantins o Exm. Sr. Dr. Antonio Alves de Souza
Carvalho, que fora nomcado presidente para a
provincia do Espirito Santo.
A nomeacao dogoverno nao podia rerahir so-
lire pessoa mais nigua nem mais habilitada, c
tanto assim que foi ella recelada com geral sa-
tisfago.
O Sr. Dr. Souza Carvalho desde os mais ver-
des anuos deu proras de que a nalurezi o dotara
de um talento transcendente, e de um carcter
aisudo, nobre e honrado a toda a prova.
Como esludante em Coimbra cursou o primei-
ro anno das 'acuidades de malhemalica e philo-
sopnia merecendo louvores de seus lenies, c gran-
de conceito de seus condiscpulos ; o pena foi
que urna rovolugo, causando o encerraraerito da
universidade; o zesse relirar para o Brasil com
interrupgo deseusestudos.
Depois como esludante em Olinda nao dsmen-
lio em nada o crdito que havia ganho em
Coimbra.
Terminando seus cstudos, ei-lo envolvido na
vida poltica e administrativa ; e o que elle lem
sido como poiitico lodos osabem, e admiram.
Dotado de talento, o de um tino como que es-
pecial para a vida polilco-adminislrativa, grave
cm seu porte, mas ao mesmo lempo cortez para
com todos que com elle tratam, de um carcter
honesto e generoso, o Sr. Dr. Carvalho rene tm
si todos os predicados que devem ornar qualquer
individuo revestido de um cargo lao importante;
c assim felicitamos o governo pels acertada es-
colla que fez, e desojamos que S. Exc. cm ludo
satisfaga a confianca nellc depositada e a espec-
taliva de seos amigos e comprovincianos.
Recife 4 de maio do 1860.
. Aos Ceareoses.
Longe da trra natal, temos cada vez mais vivo
o sentimento que nos prende a tudo quanto res-
peita a prosperidade da patria.
Nao podemos porisso ser^ndiiTerontes ao gran-
de inlcresse cleitoral a que de presente d lugar
a vaga, que deixou no senado o lamentavel fal-
leciraento do Ilustre-senador, o Sr. Jos Marti-
niano de Alencar. Um voto pois aos nossos pais,
aos nossos amigos, aos Cearenses, em geral.
Conhecemos de perto o nosso patricio, o Sr.
desombargador Jernimo Martiniano Figueira de
Mello, experimentamos summo prazer em dar-
lhe poroccasiao da eleigao, a que tem de proce-
der-se para preencjiimenlo da sobredita vaga, o
solemne leslemunho do apreco em que lemossuas
dislinclas qualidades, rccmmendando-o aos
Cearenses para que o apresenlem na lista tr-
plice, que lem de ser submcltida a escolha da
cora
ntellgencia, illuslraco, nobreza de carcter,
acrisolado amor a ordem e ao bem publico, cis
os principaes lequistos que deve reunir aquelle
que aspira um assentu na cmara vitalicia.
O senlior desembargador Figueira de Mello
muilo conhecido no paiz, egoza de unta reputa-
ciio que por assim dizer, o fascculo de todos
aquellos brilhanles predicados : a toga do ma-
gistrado e a tribuna do representante da nacao ;
as presidencias de provincias e as chefalura's de
polica ; a sompre crescenle consid&ago do go-
verno e a confianca Ilimitada do povo ; urna vida
inteira, em summa, consagrada ao bem publico,
proclamam o merecimento do muito digno e il-
lustrado Cearense.
Deputado em lies legislaturas a ossembla ge-
ral, o Sr. desembargador Figueira de Mello, nao
cessou jamis de propugnar pelos mleresscs le-
gtimos de sua patria e de seus commiltenles.
Quer na carrera da magistratura, qicr na admi-
nistrativa, elle ha sido sempre um liel represen-
tante e desvelado defensor da justiga, da ordem
e do bem commura.
Nao ha quem desconheca os relevantes servi-
cos.do joven promolor da'crte, do juiz de direi-
da capital do Cear, do juiz dos eilos de Per-
sambuco, do presidente do Maraahao, do chefe
de polica de Pernambuco e da corte, e finalmen-
te do integro desembirgador da relagao do Per-
nambuco. Mas alem do todas estas qualidades
que dao ao Sr. desembargador Figueira de Mello
um titulo valioso cousideragao e estima dos
Cearenses, nos nos coraprazemos de commemorar
aqu um oulro titulo, que ha sobremaneira pe-
nhorado a nossa gralido. O nosso dislincto pa-
tricio, em sua elevada posigo. no meio de suas
relages, ausente de sua provincia, jamis es-
queceu que fllbo do Cear, o todo o Cearense
pelo simples fado do nascimenlo, tem para elle
urna segura carta de recommcndsco. Esta ver-
dade pinguein pode raelhor atiesta-la do que nos,
que anda nos bancos da Ac*demia, dispondo
apenas de urna vonlae imfvtente do servi-lo,
temos nao obstante, recebido aUtnea e obse-
quios do Ilustre deserabuj^^H
Aos nossos pas, aos no*j ^^^HRs Cea-
renses, cm geral, nos CerM I apoto
favor para a candidatura <^^^H
Figueira de Mello, candidal^^H
palhisaroos. tomo sjmpatl,,a aloria
prosperidade da patria.
Recife 3 de maio de 1860.
Joo Domingues Ferreira Rfbclts. '
Jos Joaquim Do mingues CffMiro.
Aristides de Paula Dias Mariins.
Jos" Julio de Albuquerqoc Tlirros
nando na povoacao de Guamar, vera para esta
villa de Maco no dia 6 de dezembro passado,
a fim de pregar aqu a palavra divina, urna gerai
agitaro se apoderou do povo, o o mais vivo rc-
gosijo o conleulameiilo transluziram em lodos os
semblantes.
Estes senlmenlos 15o esponlaneos nao se re-
velavam smenlo nesta villa, mas anda cm lodos
os seus orr.baldcs ; e foi em consequencia desse
impulso natural que as principaes pessoas desla
villa, leudo sua frente o respectivo vigario Ma-
noel Jeronylno Cabral, e o major Jos Marlins
Ferreira, reunidas na ruis estrella harmona, se
dingiram ao encontr do referido missinnario,
na madrugada daquelle dia, chegando o numero
dessas pessoas a perto de 3,000.
Base encontr que leve lugar em distancia de
meia legoa, que foi quando se avistou o missiona-
rio, ollerecia em si um dos quadros mais brilhan-
les, que ja se teem observado.
O ministro de Dos vinha no meio do um povo
immenso, que o acompanhava com o maior jubi-
lo, e alravcz do qual se divulgara oandorde
Nossa Senhora das Dores, carregado por muitos
dos mais fervorosos christos.
Era doce ver como esle povo todo dominado
por um s pensamento, fazia sobresahir a sua pie-
dade nos cnticos religiosos, nos bemdilos c liym-
nos que recitava.
Essa multido compacta, augmentada por lodos
aquellos que haviara partido desla villa e dos dif-
ferentes arrabaldes, tornava urna scena digna de
ver-se ; c lodos assim dirigidos com a mais pro-
funda rcveiencia, e sob a influencia do mais ar-
rente cinhusiasmo. onlraram nesta villa, pe-
las 3 horas da madrugada do mencionado da 6
de dezembro.
Encaminhando-se todos para a matriz, ah te-
ve lugar o santo sacrificio da misan pel virtuo-
so sacerdote, que ja por tanl03 ttulos se tem lor-
dado credor da estima e do respeito publico. Foi
nesla occasiao que elle, crgnendo a voz, qu s-
menle falla cm prol dos verdadeiros inleresses
sociaes, pronunciou, dianle de lodo o povo, urna
edificante allocugo, que foi ouvida com todos
os signaes do maior applauso e religiosidade.
Nao pudendo, porm, o reverendo missionario
dar coincgo sua progac.io naquella mesma hora
porque se achava um pouco incommodado, re-
solveu abr-la no dia 8, por ser esse commemo-
rativo da Immaculada Conceico da Virgem l'a-
drooira do Imperio.
Osfervorosos macitsenses nao pouparam esfor-
gos para que se realisasse com lodo o esplendor
a intenco manifestada polo dislincto ministro de
Ueus.
Para isto organ^ou-se urna grande latada c le
vanlou-se um pulpito ao lado da matriz traba- i sin.cer.0 e dedicado, que sacrifieou toda sua vi-
Uto esto a quo presidio o proprio missionario, 2i? bl'ni.d1c4se>' Pa". e "lais particularmente
Uto esto a quo presidio o proprio missionario,
concorrendo assim de sua parte para que os esfor-
cos de tantos christos dedicados fossem plena-
mente salisfeilos.
Elle, prorpplo no seu posto de honra, e firme
no cumprimento dos seus deveres, missionou du-
rante 10 dias, confessando e ouviddo a todos,
com a maior solicilude c empenho. no que foi
ajudado pelo vigario dosla villa, Manoel Jerony-
mo Cabral, pelo vigario Folix Alves de Souza,
pelo vigario do Ass Manoel Jannario Bozerr
Cavaleanli, e pelos padres Elias Barbalho Bezer-
ra c Ignacio Damazo Correa Lobo, os quaes ha-
viam chegado a esta villa, logo que comecaram
as misses.
Nao Dcou nisto o trabalho deste digno missio-
nario. Elle por si mesmo promoveu urna subs-
cnpgo para a obra da matriz, a qual rendeu
mais de l:6QM00O, quantia osla que se acha em
deposito. Alm disto, mandou fazer um cercado
a pique, do mad?ira de carnauba e de mangue,
no lugar destinado para o cemiteio, licando im-
mcdiatamenlo fechado esse quadro, que conlm
porto de 45 bragas de cada lado.
Fara esse fim, o missionario, servndo-se da
mesma palavra poderosa, quo tanto inlue sobre
os espiritos e os corages, conseguio, sem a me-
nor diliculdadc, que nao s os horaens, mas an-
da as raulheres, separados uns dos outros, carre-
gassem loda a madeira e urna glande porgo de
pedras, do ponto do desembarque para o cerni-
teno.
Depois de pratirados todos estes actos, que de-
notam a maior dedicagao evanglica, e mostrara
al onde a religio pode influir sobre o homem e
a sociedade. relirou-se desta villa, para a de
Mossor, este reverendo missionario, deixando
em lodus os corages as mais vivas saudades e
anda mais desta vez a profunda convieco de
quo smenle aos homens escollados por'Deus
para desempenhar seus actos flus, pcrnullido
realisar sacrificios to elevados. .
Esse embarque effeiluou-se s 8 horas do da
18 do referido-mez do dezembro, em compaohia
da familia do major Jos Marlins Ferreira que te-
ve a honra de offerecer ao missionario a sua bar-
caga, a qual foi acompanhada por muilas outras
pequeas embarcages al fora da barra, estando
ellas todas embandeiradas.
Chegando no mesmo dia ao sitio daquelle ma-
jor, o missionario teve de pernoitar ah, disso
missa, na madrugada do dia 19, e seguio por Ier-
ra para o seu destino.
Eis, om poucas palavras, o que se observou
nesla villa durante a estada desio homem res-
peitavel, que anda por esta vez quiz vr provar,
do modo mais solemne, quanto eOicax o minis-
terio da palavra divina.
Eis mais urna demonslrago do valor immenso
das misses calholicas, as quaes, por mais que
digam os indiflerenlislas desle seeulo, os adora-
dores da materia, e os falsos philosophos. sao
um dos nietos mais importantes para a diffuso
das boas i leas e da verdadetra civlsaco.
Eis mais um leslemunho eloquente "que se le-
vanta para manifestar os sentiraentos religiosos
de um povo sincero na crenca e no amor de
Dcus.
,::isttKE?s reSSESS &2s~sgSLS&
Fr. Serafira do Catania ^ .j, ...v..,.,
sempre no meio de lodos os povos directores to
zelosos e to incansaveis no mister da palavra
divina 1
Sao estes os nossos votos.
O Stzeritdo da matriz de Afaco.
Maco, 28 de Janeiro de 1860.
espondeacias.
Jrespoiiencia auba
ella {
ictmeo1-^.
deixarei 4cfassJflcacao do publleo, apezardo ser
elle por seu actos sala conhacidn.
Que oocellc podem merecer asseveraces de
ira seu Di
fr k. A.
Nroffender
seu caractat.
Srs. ledaclores.Lendo o artigo de fundo do
Commerzial, publicado no Cear, nao pude fur-
tar-meao dever de mandar transcreve-o em seu
concettusdo jornal, por nello so conlor a biogra-
phia, au da quo mu resumida, de um dos mais
distincin Cearenses do Exm. Rvm. Sr. .senador
Jos Mailiniano d'Alencar, cuja vida publica e
partcula; prendem-se numerosos actos de vr-
tude e verdadeiro patriotismo.
ignein-se seus pa'eules, e com espe:ialidade
o.Illin. ir. Dr. Trislo d'Alencar Araripe consi-
derar es a minha rcsoluro como urna prova da
dedicaga e estima, que sempro consigrei ao Cea-
rense ill islrajo e probo, ao defensor dasliberd..-
dades pe trias, por cuja causa se sacrifieou desdo
sha mocidade
Sua familia que tem o dever de chora-Ib, ter
tambera jorgulho de ter lido ora seu seio um dos
mais proeminentes, lyn dos mais importantes
inerabro- do paiz.
A' memoria do sacerdote virtuoso, do prolcclor
nato dos Cearenses, do prenle dedicado, do ami-
go leal, soja me permitldo derramar urna lagri-
ma de RepoiKie eternamente sua alma no seio de Deus,
que lhe eservou na Ierra missao bem alia.
_ ., Joaquim Barbosa Lima.
Recife, 21 de abril de 1880.
J nao existe o senador Jos Mar-
tiniano d'Alcnear.
Pesada e dolorosa boje nossa tarefa A mais
infausta noticia vamos dar a provincia, e lodosos
nosso3 pirentes o amigos! O senador Jos Marti-
niano d'Alencar j nao existe Na idade de ses-
senta e cinco annos o cinco mezes, menos um
da, subic aelerndade no dia 15 do marco prxi-
mo Paisa lo, pelas quatro e mcia horas d'a'manila
no Ilio dt Janeiro, na sua chcara do Muruhy, em
S. Christnvo, depois de oito dias do angustiados
soirrimen os de urna febre, que os mesmos m-
dicos nao poderam l>cm couhecer. E, para que
nada fallasse a esto, quadro de dor, que represen-
ta urna ni morosa familia em amargurodo pranto,
um oulro acontecimento se deu, que anda mais
r.arregou as cores desse quadro, j to negramen-
te tracade Um oulro nosso prente, o padre
Joaquim Pereira d'Alencar, nesse mesmo dia,
ncssemc.'rno lugar, na propria casa do senador
fallecido, e quasi sobre seu cadver, depois de o
ter ajudado a vestir, foi fulmina'do de urna liymor-
regia de fangue, que instantneamente o fez suc-
cumbirl Curvcmo-nos aos altos e insondaveis de-
cretos da Providencia 1
Parece, que ella nao quiz, que aquelle, que lao
irrecusaveis pruvas deu de amor e amisade aos
seus pare lies ; que tanto por elles fez nesle mun-
do, seguisse s o caminho na sepultura ; quiz
symbolisar na sua morte o que pralicou elle em
loda sua "ida !
Sao dois Alencaies, sao dous primos legtimos,
sao dous sacerdotes, que nascerom em dias dif-
forenles. mas que raap'hnm juntos no mesmo dia
e na mesrta hora para a sepultura !
A dor, que Irapassa neste momento a nossa al-
ma excedo a tudo quanto pode haver de mais in-
tense e n ais pungente! Nao foi simplcsmentc
um hornera, que se pordeu na pessoa do sonador
Alencar d;scendo a sepultura ; perdou-se um a-
migo leal e preslimoso, um prente eminente-
mente protector, e, muito mais anda,um patrio-
la sincero e dedicado, que sacrifieou toda sua vi
e mvolvido iiol- dcuftle<-iiiieuto4lo lt que-^
trouxeram as ptovncia revoltdas lagrimas e
sanguc. LaDgadblfa noronos horrores da des-
grana, e do mais altos eomprometlimeritos po-
lticos, foi oroso rwwcoirtros da provincia do
JI1'l^\e ,I,ah>0"t,ido pela de Minas
l LJXllL^-vf M antfado para responder
s eommiaaao militar nrata capital, que o absol-
veu depois de j lerlevado ao patbulo cinco
victimas illuSlres. Nio so sabe o ceno mas
fundadamente se presume.e Alencartinha ; cmt-
vicgao de que o imperador ordenara quo ello nao
dev.a morrer porque urna caria do ministro da
5.'!ls7a,S i?mp1 ao Presiuen'e da commissao
militar eootlnha esta expressao : sua magestade
nao quer que o Alencar morra. O coronel Con-
rado, ao lr esta Carla, pronuncioo tambera a
segu.nlo expressao : esta caria foi escripia na i
presengade sua magestade : e-iramedatimenlc
fot comilo aparato militar visitar ao Alencar
que acabav. do ser reeolhido as prises do qirar-
tel. d ondo lgo rio outro dia o mandou para
urna casa particular, lendo apenas o nome de
preso.
Aq"J C,Bnorvou-se Alencar silencioso at o
anno de 1829, quando foi eleito deputado por
esta provincia e pela do Minas, para a legislatu-
ra que pnneipiou cm 1830. as sesses pre-
paratorias dessa legislatura, agiton-se a impor-
lanto queslao da exetusao da cmara dos depu-
lados de nlguns porluguezes que haviam sido
eleilos, laes como Jos Clemente Pereira, Oli-
veira Alvares e Salvador Jos Maciol, que o es-
pirito de intolerancia repulava inimigos do Bra-
sil, e que a pretexto de nullidades da eleigo
pretenda exclui-los. Nessa importante discus-
sao, Alencar, segurado anda seus principins de
moderagao e justiga, nrnifestados na coi tilin-
te, foi un dos que mais se distinguiram susten-
tando o direito dos eleilos, que alinal lomaram
assento.
Occorreram logo os aconlecimentos de 1S31,
que trouxeran a abdicago do immortal Sr D i
Pedro I ; e com ella a vaga no senado do mar- I
quez doAracaty.sonadoresla por provincia. Alen-1
car. achando-se na corle, e correndo aqni a elei-'
gaoem sua ausencia, foi expontaiieamente o pri-
meiro votado, c logo escolhido pela regencia tri-
na, apenas all chegarara as autenticas da elei-
toi aan L.
qne para elle vfeu, e ISo
cia, afnda lo chara e;
familia e ao sen-^Paiz.
homem polrtiro. a beaT
sideral-o lambem sob i
ces do homem na sociej
mas nao posshrel, que ^
nal se considerem tedas as fa
rtl
_ ra, foi ossira,
i-bcb|>ou a existen-
neeetsaria a sua
saos fjllado^Tlo
sejavamos con-
^sderaais rela-
vtda inlima J
rtigo de jor-
de sua vida ;
_ ~..wSU,.,,u us auieiui'-ns na eiei- f""" "" nnu u /. ao r. uaminlta, pouco me
gao. lo rando para o senado, apparecou a ques-1 '">porta : eu lambem rae proponho a resnon-
lao da uta icioii.ulB Hnc .j...! .u. n_ ilor_n, i""1" a nsport
bastar dizer-se, que a mlquTdade no dominou
nunca o seu corar, o que elle fez sempre o
bem quepoude. Numorreu no cume da gran-
deza e do poder; mas deixou um nome. de
que se orgulham os seus prenles, o que nao
deslustra a sua Patria. Se nllimo suspiro foi
acompiuhado de um sentimenlo de amor e ca-
ndade para com a Ierra onde vio pela primeira
vez a luz: deixou um legado de cfuatrocenlotmil
res para os pobres da freguezia do Cralo. Deus
o lenha no Co gozando dessa fdrz elernidade
que aos bons pertcnce, o soja na trra sua se-
pultura orvalhada das lagrimas do verdadeiras
saudades de seus prenles e amigos.
P. Carlos Augusto Peixoto d'Alencan.
SuflYajios
r*? ifi? i deste ,nPZ ( oniin8o J Bessurrei-
cao] lera lugar na matriz desla capitaf : pelas
7 horas damanhaa, a missa do stimo dia ne-
fas almas do sonador Jos Martiniano d'Alencar
tJ-, ,mfl,q?Im Perei!;a d'Alencar; assiracomo
tero lambem lugar no dia 1 de maio. trigsimo
mn. oV-1"'' Um O"cio ofcmne'peloS me,!
ZL-,? 2!X2 8SS,SQai,o agradecer a todas as
pessoas, q.i flsorern o favor e caridade de as-
sistir a esses actos de rehgio epiedade. For-
taleza 4 de abril de 1860/
Padre Carlos Augusto Peixoto d'Alencar.
Publicacoes a pedido.'
CAMINHA & FILHOS.
i>r. Redactor : Leudo o Diario de Pernam-
ouco n 60 do presente anno. nelle deparei cora
nina correspondencia do Sr Manoel Caminha
era resposta a oulra firmada por ,Z e inser-
ta no mesmo Diario n. 59, que lambem li Res-
onda ou nao o 2 ao Sr. Caminha, pouco me
1 caixo, ignora-so ; a Jesuino Claro dos S.
1 caxole. dito; a Martinho O. Borges.
1 difo, dilo: o AL. S. Schiller.
1 barrica, dilo ; n Antonio Montelro.
40 saceos, caf; a Lima Jnior 4 C.
Consolado
Rendimenlo rio Jia 1 a 2 .
dem do dia 3 .
geral.
Diversas provincias.
Rendimento do da 1 a 2 .
dem do dia 3......
5:442)001?
.65710*
7.099J11O
82ffftt
5l2g805
lao da vitaliciedade dos senadores, e elle,
por bnegagao e desinteresse pessoal, do que
alvo/, mesmo por convieco. foi um dos Ires se-
Inrno un- i..,i___ .. .
der-lhe.
Funda-se dita correspondencia prirn(irona
grande dor do Sr. Manoel Caminha, por ter, se-
1.334*124
Despacho de exportaeo pela ine-
sa do consulado desta cidaden*
da 3 de nraiu de X 8BO
CanalEscuna hollandeza Maris CorrTelia. Kal-
kmann Jnior & C, 400 saceos macar mas-
cavado.
R'o da Prafa=Polaca sarda Mara, A. Irmos.
o() barricas assucar branco.
Slockholm Brigue ingloz W. Tersmeden, S.
Brolers & C, 462 couros salgados.
Rio da Prala=Patacho hamborguez Darothea
trnestino, Basto & Leraos, 300 barricas assu-
car branco.
PortoBrigue portiigoez Esperanga. Joo dos
Sanios Coelho, 37 quintaos de lalajuba.
Porto-Barca portuguoza Flor da Maia, Joo
Ferreira da Silva. 3.200 ehifres.
Lisboa-s-Bngue porttigiiez Constante. Anlonio>
Ferreira Monleiro, 50 saceos assucar masca-
vado.
LisboaBrigue portusuezRelmpago, T. de \
Fonseca, 400 saceos assucar mascavado.
Hecebedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Rendimento do dia 1 a 2 4 034305*
Iden> lo di, 3......._jS85
4:521S01
fiadores, que volaram coulr elaT" OrVml- gundo'elle. o Z malvolanionVo "atacado"
L!fnSU.,IPOrlan,Mtlveraiii,0ar- em(l"e MMPM a honra de seu bom pa.
Que disse, pois. o Z. Sr. Caminha da honra do
seui bom pai. e que tanto o amargurou? que elle
lattio por Ires veses, cada urna mis aggravan-
prin-
se pronunciou sempro coherente cora seus
cipios de moieracao e jusliga.
No lm do anno do 1831, foi nomeado prasi-
donlo desta provincia, que presidio at o anno
de 18,57, e essa sua longj administracio de tres
anuos assignalou-se por muitos molhbramenlos
que deixou, e tornou sua memoria chara aos
Cearenses. Knlre esses malhoramenlos, figura
o do reslabolecimento da ordem na provincia
queso achava assoubrada sob o lerror do pu-
nnal e do bacamarlc dos faccinorosos prepoten-
tes, quo se batiam em campo raso, c zombavam
com escndalo das leis e das autoridades. A par
CSte, temos o da fiscalisaco e rigorosa econo-
ma dos dinheiros pblicos, que matou o deficil
e deixou no cofre provincial um ^saldo de du-
zootos conlos, afora o que se dispendeu com
muilas obras publicas, que ah esto attestando
seu zelo e seu patriotismo incansavel, etc. ele,
fomente, que a oulra, devido islo a impunidade
Disso verdada. ou mentira ? So verdade nao o
de va censurar, por que a verdade s escanda-
lisa aos ouvidos do homem mal intencionado o
culpado de crimes ; se mentira, por que nao
contrariou cora provas convenientes, o quo elle
alllrraou? Islo nao lhe conveio......
Bu, Sr. Caminha, enlondo que o Z fallando
do criminoso e moral procedi cuto de Caminha
4 Filho para com seus credores respeitou, quan-
to lhe era possivel o parce sepullis ; enlondo an-
da, que, na o Z, mas o Sr. Caminha. e seus ir-
mos socios foram quem atacaran), e cobriram de
execrac.io a honra de sen hom pai ; por que as -
severando osle, antes de morrer, ser a primeira
fortuna do Aracaly. posera-no Vm., e ditos seus
irmaoe do miiiiiii.no/> i*.!,...-:.. .*.._- .
Cora a queda do regente Fcij, a nova poltica 'maos de mentiroso, e falsario, que ganhouo poder em lOdesetembro de 1837, depois de moilo, fallido de ura modo o mala
julgoii conveniente d.-rr-lhc successor, o elle in- degradante e vergonhoso 1
do oceupar sua cadoira no senado, colocou-se O Sr. Caminha fez, como o assassino que aca-
% d0.s1e,,s ",lllK-i amigos politicos cm oppo-j bando do npunhalar a sua viclima, pragueija
sicao a poltica de 19 de selerabro. Nessa poca i! contra o passanlc. que apenas puchara pela ner-
irnoiorancia subi de ponto na corte c lias pro- i "a do cadver para desobstruir o caminho Sa-
vincias, a lula era quase de exterminio entro os be o Sr. Caminha, como na velha Allica o'fllho
Pal UOS. C OSSO estado violnnln Aon nriirnm ;,l, honr.iv/l fi monufii ,ln s.. .; o ,__. ..,
pela prosperidade desta provincia, que elle ama-
va extremosamente. Seremos lalvez suspeilofra-
cando o s tu elogio, fallando de suas grandes qua-
lidades ; mas aos quo tiverem essa idea, aos que
nao tiverem sabido comprehender o mrito de
ura caracl'r como o do senador Alencar, nos lhes
responder;mos, que nao fallamos de um homem
obscuro, ce quem se podesse occullar os defeitos
e exagcrai as virtudes ; nos fallamos de um ho-
mem muilo conhecido no paiz, que foi um dos
seus vultos projitiincnles, e cuja vida de todos
conhecida Seus trabalhos e sacrificios pela li-
berdade, sua rejignago e coragera nos momentos
do perigo, sua generosidado para cora seus ini-
migos c adversarios, sua intcfligencia e lino po-
ltico, sua constancia e vontade forte no designio
de eonseg ir as cousas, seu genio servidor e pres-
tavel a quanlos o procuravam, na sua natural e-
loquencia, suas maneiras insinuantes e sympa-
Ihicas, forim qualidades, que desde os seus pri-
meiros amos lhe altrahiram eslima e respeito
c que senio desmentiram jamis era loda sua vida
em todos esses lances arriscados porque passou, e
era que p ir amor da lberdade sacrifieou ludo
quanto podia ter de mais caro neste mundo.
Qualquer porm que fosso o ardor desso senti-
mento no mais subido grao, nao pulluio j mais,
nao mandou cent elle a pureza de suas inlen-
goes; porr. ue sobia temperar esse fogo ardente
do patriotismo com a placidez e bondado d'alma,
que lhe enra reconhecidas. Era bem mogo an-
da, conlav apenas a idade do virile e dous an-
nos, quando lodas essas distnclas qualidades co-
mo que foram presenlidas e advinhadas pelos
grandes himens que em 1817 sollarara era Per-
nambuco o primeiro brado de liberdade, envian-
do-o ao Cear cncarregado dessa imporlanto com-
ntisso, que elle desempenhou cora lana lealda-
de, quanta foi a infelicidade de perder a causa, e
de support.ir o p^so da desgraga, e da mais acer-
ba persogo cao, desde a villa d'o Cralo at as ca-
deias da Bihia, por esnaco de quatro annos. Res-
tituido lijerdadee a sua patria, j quando Por-
tugal havia proclamado u svslema conslitucional
represenlalivo, foi eleito deputado por esla pro-
vincia ao ongresso constiluinte de Lisboa, no
qual tomou assento. All destinguio-se logo por
seus discu sos, era que respiravam sempre os
mais puro i senlmenlos de amor ao seu paiz:
e proclama ido por esse lempo o Brasil a sua in-
dependencia, emigrou com outros deputados bra-
sileros parx Inglaterra, adra de sublranir-se ao
acto violen o do congresso, quo oppondo obsta-
culos a indpendenca, fez passar urna le reten-
do os depulados brasileiros. Da Iuglalerradiri-
gio-se par o Rio de Janeiro, onde j encontrn
o seu deplt ma de deputado a constiluinte do Bra-
sil, e no desempenho desso alta missao, elle mar-
chen com tanto acert c felicidade, que ganhou
?raa8 vi'08 08lrondoscs applausos do partido
liberal, p ir da mais pronunciada syrapalhia e
estimo do Imperador, o immortal Senhor D. Pe-
dro I, que o distingua e Iralava da maneira a
mais honrosa.
m. j:. es, "iuc iiuutu u'vc, nem pedio a mam noono.
m,ldscu,S8 d0 P'ojeclo de banimento, ou ex- na recompensa do governo coi tenlTdoie un.
d ?Mn Pr,u3''^, que o espirito vertiginoso cntenle om as provas supVabnd.nte, de co-
inloleranci. de..sa a .... fia e S3e3 que Plhe deu sempre sa
- -r --o----------, ^..vv vcri.iivivingiiiu9l
ao intolerancia dessa poca dictou, sua gloria
ueus. nnr.r.^M.-----j ", -f.w- u,>.., sun iinia nanea e consiucracao oue lhe deu semnre un
Que os cos abencocm constantemente os esfor- ffi ch"e" u"oo nonio" TalPeura!nkn.PaTd f""".."o seu rcpreMnt.t'.mPn?P."r!
w&*?j^w.* *><>'<>*' ~i embodo .T-iV'o ^^:z^^^r^^^^i^^^.^^
me oeu ori;;era, ninguem mais o quera; mas tal
era o prestigio da iu(1uencia,sque nessa poca o
sustentava, que a grande maioria da constiluinte
estova como que aterrada por essa influencia,
car, o jover e corajoso deputado, seguinrJo un
cntente os impulsos beneficios de seu corceo
a prol dos deshileresss riaes do sen paiz, levan
lou contra elle su.i voz persuasiva e eloquente, ,
asiim reanimar os verdadeiros senlmenlos de forcos haviam subido ao poder
'patriotismo, do petnotismo calmo e desinteressa- m- pj.i ~. /\:- .
ionio linha por base espancar e malar por
, a constiluinte e 1883, rejressa .
:ia, onde encontr o espirito publico
pelo facto da dissolugao, que nao
,------- --- ---- -------------1, v" *.-w bwiibcnia wu-n
possivel doraos anisaos urna dices- identifica'leHos
partidos, e esse estado violento deu origem a idea
de maiondadedo S. M. o Imperador, o Sr. I). Pe-
uro II, como o nico meio de salvaco para o
paiz. '
Nn diremos que foi o senalor Alencar cfau-
*r da idea ; mas foi elle inconstavelmente que
lhe deu vida e desenvolvimenlo ; convocou reu-
nioes para Iratar-se della, e a primeira que teve
lugar fot em sua casa, c bem resumida, que ape-
nas oonstou de cinco rnembrosAlencar, Dr. An-
tonio Carlos, visconde de Albuquerquc, baro de
buasstuia, e nos que registramos hoje este fado
glorioso de nossa historia. Mas se ao principio
foi assim to resumida, nao tardou muilo, que
se nao lornasse numerosa o romposla das prin-
cipaes notabilidades, que formavam a opinio as
cmaras. "
Crescendo s reunioes ew numero e 'capaci-
dades, crescim tambera as discusses e a va-
riedadc de ^pintes sobre o raelhor mojo de le-
var a etrtlto a grande idt ; mas o senador Alen-
car fot trthabalare no plano de apresentar-se as.
cantaras o projecto de maioridade. no que por
ultimo, depois de muilas reunioes lodos concor-
daran!. A rodaegao e leltra do projecto original
que o Exm. Sr. visconde de Albuqucrque aprc-
sentoit no senado, sao do senidor Alencar: se
esse projecto anda existe reconhecer-sc-ha essa
verdade. Cahindo o projecto no senado ; mas
proclamando-se cm 23 de julho dessa rrrelria
sessao a maioridade de S. M. o Imperador, o
senador Alencar mandado segunda vez de pre-
sidenle a esla provincia. Desta vez a sua pre-
sidencia nao foi lo duradora c nem to feliz co-
mo da primeira. Apezar de todo o seu lino po-
ltico e prudencia, a irritaco dos nimos era
tal, que produzo a sua devida explosao. Appa-
receram movimentos sediciosos na cidade do So-
bral, c as villas das Russas, Aracaly e Casca-
vel No moviraento do Sobral, onde enlao se
achava o presidenta, a influencia foi nicamente
militar, e onde sera duvida correu mais risco a
Iranquillidade publica, porque se o presidente
tem suecumbido no ataque quo soffreu dos in-
surgentes, durante urna noite inteira a vivo fogo,
ludo estara perdido para o resto da provincia!
A Providencia Divina, porm, sal vou-nos dos
horrores da anarchia. O senador Alencar raos-
Irou cnlo, que nao era s homem de gabinete e
que quando chegava o perigo-sabia lambem en-
cara-lo e sustentar o posto,em quo o collocavam
a honra e o dever. Sua coragem, e as bem com-
binadas providencias que toraou no momento
do maior terror, a par da lldelidade e valor de
alguns militares, e amigos seus, salvaram-lho a
vida e a provincia inteira. Suffocada por loda a
parte a sedico e ello triumphaule, vejamos at
onde chega a bondade do seu coracao, seu ca-
valleirismo c generosidado.
Aos chefes militares, que em pessoa o haviam
atacado, dcu-lhcs por prisao urna casa particu-
lar nesla capital, sera que ao menos fossem guar-
dados por urna sentinella, c aos oulros a pro-
porgo que iam largando as armas, os ia man-
dando para suas rasas, e, depois de ludo con-
cluido, fez sentir ao governo imperial a conve-
niencia dse nao proceder judicialmente, c dar-
se tudo por acabado, como de fado succedeu.
Porvezes nos disse elle nessas occasies, em que
nos abra o seu coracao : nao posso crer quo me
lenham tanto ztdio, que me quizessem matar;
queriam vencer a eleicao, e como eu servia d
obstculo, fizeram-me'este susto, na espranos
deque corresse e elles ficassem senhores do
campo, ele. etc. Seu corago e sua alma so re-
vclavam a toda a luz neslas palavras de bonda-
de. Voltando para a corto em abril de 1841, e
havendo cahido o ministerio da maioridade,
achou-se de nove no seu posto de opposicionis-
ta, que lhe trouxc ento os comprometimientos
provenientes do movimenlo poltico de S. Paulo
o Minas no anno de 1842, ou antes pela pre-
vengo nicamente; porque nenhuma prova ju-
rdica podia haver de sua complicidade. Nao
obstante, sofTreu um processo e o desgosto de
ver-se considerado como ura homem perljoso ao
paiz, juizo este contrario a lodos os seus prin-
cipios e desejos, quando pelo paiz tudo havia
sacrificado, ludo quanto pode haver de mais
charo ao homem nesle mundo : familia, fortuna
e vida, e isso com urna dedicagao e desinleresses
laes, que nunca leve, nem pedio a mais peque-
honrava a memoria de seu pai ? Era Irabalhan-
do com seusesforgos corpreos, e intellecluaos
para pagar licitamente o ultimo obolo.qne elle fi-
cava devendo, bem diverso isto do Sr. Caminha
que quer honrar a memoria do seu, defraudan-
do mais a seus credores, amoagaudo-os conteir-
cunslancias mais favoraveis, c insultando-os
cora epithetos (Mos da tolice, e estupidez de
um paparrotao, que se quer dar importancia
custu de ttulos vergonhosos, e da propriedade
alheia. que, pela lei da pirataria, julga boa
presa 1
Funda-se em segundo lugar o Sr. Manoel Ca-
minha em ser o Z (que acredita ser seu credor)
movido pela poltica, alcunhondo- o de misera-
vel, de grosseiro, c perseguidor, suntindono se
adiar cm circumstancias mais favoravti fereio
Hite para malar ).
Se o Z, Sr. Caminha, he seu credor, corao Vroc.
suppe, he bem exlranhavol responder-lhe lo
desabridamente A nica e milhor resposta de
um devedor a seu credor he pagar-lhe cora d-
nneiro, e nao com insolencias tolas, ameacas
rediculas, e expressos injuriantes : esles meos
s sao proprios de um Caminha I
Diga-rao ; era o Z inisoravel, vingalivo poliii-
co, grosseiro, c perseguidor, quando Vine. lhe
quiz apanhar o dinheiro ? Qual nesse lempo
era um.homem generoso, e elogiado pjr sua lo-
| lerancia poltica ; hoje. porm, por que cobra
o que seu e Vmc. nao lhe quiz pagar
i miseravcl, perseguidor poltico, e ludo qua'nlo
i ha do mao I 1 Mirem-se ueste ospelho os mais
credotes, e quanlos liverara a fortuna de au
ser I......
O Sr. Caminha lamenta at nao se achar em
circumstancias mais favoraveis !.. nlo para
que, Sr. Caminha ? para, alera da bolsa, levar
lambem a vida ? Desengana-so, la foi o lem-
po, cm que encorrentavara so a grada na cadeia
os Assumpcss para se lhes desfexar o arcabuz
assassino!.... Vejara os credores de Caminha
& Fiihos. a que estao expostos a um ripasola
enfatuado de podero, ameagando aquellos, a
quera deye, e nao quer pagar'eom circumstan-
cias mats favoraveis, islo c, com um lempo
dos majores goncalos, ou do bacamarlel! Mi-
seravel, a impunidade, quem ti d tamanho
arroio !
Funda-se, finalmente, o Sr. Caminha em pe-
dir ao respetavel publico, e a seus credores, a
quem devem prompla salisfaco, que suspen-
dan! o seu juiso, at que possa exhibir provas em
contrario, do que se disse do procedimento de
Caminha & Filhos.
Ja em 5 de julho de 1859, e pelo mesmo Ota-
rio de Pernambuco o. 172. fizerara Caminha &
Filhos um annuncio, em que diziam : Os a-
baixo assignados previnein ao respeilavel pu-
blico, para que suspenda o sen juiso, e ne-
nhum apreco d ao que constantemenlo o de
proposito propalam Pacheco & Mendes contra
sua reputagao o crdito commcrctaes___ O
resultado desla suspenso de juizo foi emou-
tubre do mesmo anno, declararem-se fallidos e
bancarroleros E agora pede ainda o Sr. Ma-
noel Caminha nova suspenso de juizo 1 Que
vira dahi ? seguramente o pax vobis para seus
tnfelizes credores!....
E' lctica conhecida desles Srs. illudir ega-
nhar lempo para completo.esbanjamento, de que
ainda nao poderam esconder o salvar 1 Con-
tavara dos 600 ou 700 conlos, que pilharara,
nem um vintem, dar a um s credor ; felizmen-
te, porm, o ultima implorago de suspenso
dejuio lhe foi embargada, c, segundo noticia
recente de Pernambuco, os credores da li, exas-
perados com tanla m f, poseram os Srs. Ma-
noel e Vicente Caminha na cadeia, sendo o ul-
timo j aganado cm fuga!....
Agora o publico satisfar a sua espectalva.
horrorisando-se de tantas porcadas, traflcancias,
e depreuages desles homens, que tem tido a
fortuna de, por tanto lempo, engaar o commer-
cio de Pernambucano, e a boa f de muilos que
por elles foram sacrificados I
Publique, Sr. Redactor, estas toscas linhas do
seu assignante.
Timbira.
[ Do Peridico Aracaly )
Consulado provincial.
Rendimento do da
dem do dia 3 .
1 a 2
4 21799;
l.i759lll
5:693*10'
MoYimento do porto.
Navio snhido no dia 2.
Parai e portos intermediosVapoT nacional Parar-
n. comn.-andante o capilu lenle Jos Leo-
poldo de M. Torrezno.
Navins entrados no dia 3.
Rio de Janeiro1(5 dias, patacho nacional yt;,ia-
zana I. de 141 toneladas, trapillo Vicente Fer-
reira. equipagem 9, carga lastro ; a Azevedo &
Mendos.
New Zelandia65 fias, barca americana E. Cor-
ning, do 322 toneladas, eapitao F. Itotech
equipagem 25. carga axette de peixe ; ao ea-
puao. Veto refrescar e seguio para New Bed-
ford.
Navio sahido no mesmo dia.
MaranhoBrigue escuna brasilciro Graciosa
capilo Joao Jos de Souza, carga differentes
gneros. _
a.
Si

O
a.
I
Horas.

c
3
C/
O
Atmosphera.
I
Dimco.

I
Inlensidade
t>

li
00

-I


l-S
o
ta
Centgrado.
Reaumur.
dosseusamigos paraos sacrificios e compromel-
limentos, era esquecdo para as recompensas,
apenas psssara o momento do perigo, ou ne-
Cessidade dos seos servigos ; mas o animo des-
uo n..c.n. .. l.-------r ,"Y>-"V," v vciuau naoousava oppr- lhe a menor resistencia. Alen- interessado, queso serva ao paiz oela Torca e
Car, 0 lOVe e COra OSO rionutaitn se-,nodo nm..........:'^___."' '? B0 PQ,Z Dels. !r5* e
----'---------* .-i---- uv puit, pv-ia IUIU1 o
- suas convicgocs. nunca afracou, nunca deixou de
, fazer menos doquiHe-^ge podia, sem que desae
- muila altenco a essa descensidOTacao, que lhe
" faziam alguns daqnclles mesmos, que a seos es
forgos haviam subido ao poder. Nao o' chema-
- remos Cinema lo u CaSio ; mas seria Umbem
uij^slica uo considera-lo digno ^ bencoe do
pai, e mais especiataienlp desta provincia, que
olio ama va do modo o raais eslremoso, como o
bom (Uno que amatospaita ao paiK em qu
concentra todos os
penaamoBtoa, com quem
seus senilmente*, (cdos. os.
T"~,'?""' """ "> in- lueuitiica wuos os seus scniuii
mais re ecltdi^ et a se* pesar, toi rrsstado seus tnleresses, loda., sua vid.
I lTI ITTTliTkTI
COMllLRCISO.
Praea o Recife 3 de maio de 1860.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Cota^'es offlciaes.
Cambio sobre Londres 25 1(2 e 25 3/4 d. 90d|v.
Descont de letras=ll 0|0 ao anno.
\ssucar mascavado2*580 rs. por arroba.
Georgt PatcheltPresidente.
ubourcq Secretario.
dos
Importagao.
Vapor bjastleiro Tocantins, procedente
portos do norte, maoifeslou o seguinte :
1 encapado, ignora-se ; a Antonio
Paria Jnior.
1 Taixole, ignora-se ; a Antonio da Silva Leao
ldrto,dUa; a Manoel Joaquim Hibeiro Pa
Iketa.
opacte, dito ; ao Dr. C. H. Pereira Menezes
1 cana*, dito ; i orden.
1 caiaofe, dilo ; a Manoel Nascimento Macki
do PorteUa.
5 bftrris banha ; aTh^oat de Faria.
cr
oo
I Fahrenheit
g ce ~ t.-i ^ I Hygrometro.
os
51
00 OT
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C-l
Ci
O
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Barmetro.
3
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9-
te v
3 se
p
5 3
pg
o
Ci
>
A noile clara, vento SE, veio para o terral e
assim amanhereu.
OSClt.LAC.O DA HAR.
Baixaraar as 8 h. 6' da manira, altura 1 0 p.
Preamar as 2 h. 18 da larde, altura 7.50 p.
Ohservatoro do arsenal de raarinha 3 de maio
,le 186 Vikgas Jnior.
Editaes.
Capitana
do porto de Pernambuco 24 de abril
de 1860 .
De ordem superior publica-se o segulnte, para
conhocimonlo dos navegantes.
Copia. 1.a secgao. Palacio do governo do
Rio Grande do Norte 1t>de abril de 1860.-IIIm.
e Exm. Sr.Cumpre-me fazer chegar ao conhe-
cimeniode V. Exc, paraos fins convenienles.
que, segundo declarou o eapitao do porto desta
provincia, a luz que serve de pharol na fortaleza
dos Sanios Reis Magos, pode ser visla do convez
de nm navio regular, distancia de 12 a 13 mi-
Ihas. por se achar approximadanicntc na altura
de 43pcs nglezes.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. presi-
dente da provincia de Pernambuco. O presi-
dente, Joo Jos de Olveira Junquoira.
Conformc=Francisco Lucio de Castro. No im-
pedimento do secrelario, Francisco Firmino Mon-
leiro.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, cm cumprimonlo da resolugao da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 31
do corrente, se ha de arrematar, pcranle a men-
cionada junta, a quem pr menos fizer, as im-
orosses dos trabalhos das repartices provin-
cias, avallados em 5:0003, animalmente.
A arremalacao ser folla por lempo de ura anno
a contar do 1. de julho do corrente anno, a 30
de junho de 1860.
As possoas que se propozerem a esta arrema-
lacao comparegam na san das sesses da mesma
junta, no dia cima referido, pelo meio dia e
competentemente habilitadas
E para constar se mandou aflixar o presento e,
publicar pelo Diario.
Secretara da Ihesouraria provincial de Per-
nambuco. 3 de maio de 1860.O secretario, dn-
lonio Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em cumprimciiio' da resoluco da junta
da fazenda, manda fazer publico, que no dia 31
do crreme, perante a mesma junta, se ha de ar-
rematar a quem por menos fizer o forneciraento
dos medicamentos e utensilios para a enfermara
da casa do delenco desta cidade. por lempo de
um anno, a conlar do 1. de julho de 1860, a 30
de julho de 1861.
As pessoas que se propozerem a esla arrema-
tadlo, comparegam na sala das sesses da refe-
rida junta, no dia cima indicado, pelo meio dia
e competentemente habilitadas, que acharao pr-
senles o formulario e condiges da orremalago.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da Ihesouraria proviheial de Per-
nambuco, 3 de maio de 1860.O secretario, An-
tonio Ferreira da Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
vincial, em viriude da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia, manda fazer publico, que
no dia 10 de maio prximo vindouro, se ha de
arrematar, a quem por menos Gzer a obra dos
reparos doempedraraentos da oslmdas.iU Vic-
toria entro os marcos de 6 a 8 mil beoda, ava-
lijdp cm 6:512$.
A arremalacao ser feito na forma da Ici pro-
vincial n. 343 de 4 de maio de 18k; e sob as
clauaulas especiaes abaixo copiadas. \
As pessoas que se quzerem propor a esta arre-
malacao comparegam na sala das sesses da men-
oaquim de cionada junta no aia cima indicado, pelo meio
dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou afTrxat o presente e
publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 18 de abril de 1860.O secretario, An-
onio Ferreira da Annunciaco.
Clausvlas e$ptciaes para a arrematando.
*., Os reparos dos empodramentos da'cstrada
da Victoria entre os marcos de o a 8 mil bracas.
-----*:r.nr" -*!*


.-' m.'
.
L
sern (eos de conformioade cota o ornamento
ncsU dala approva Jo pela directora era corrsc-
lho, e subttietiido approvacodo lixra. Sr. pre-
sidente da provincia, na importancia de ris
;512.
2.* O arrematante coraecar es obras no jirazo
de 15 dias. e as concluir o de 4 mores, conta-
dos segundo o art. 31 do regularuen das obras
publicas.
3.* O eropedramonto na importancia da arre-
matado sei felo om tres prStac6e iguaes,
sendo a priroeira quando tiver feito um terreo da
obra; a segunda quando houvcr feito dous ter-
cos, e a ultima na entrega da obra.
4.a Era ludo o raais que nao esliver especifi-
cado no ornamento e as presentes clausulas cs-
peciaesf se observar o que dispe a lei n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Annunciac
. Declarares.
3=
m, ,,,,
Kstsu-ao naval.
Deordem do Illm. Sr. chefe de diviso Fran-
cisco ManouhD.irroso, commaiidante da eslaco
naval desla provincia, previno ao grumete do
corpo da armada Jos Gomes das Noves, desertor i correnle por diante na gara-se os
daguaruco do brigue de guerra nacional Capi-
baribe, que, para ser lomado era consideraco o
seu requerimenlo dirigido a Sua Magestade o
Imperador, pedindo perdo e baixa, deve se
apresenlar primeiro ao mesmo senhor ehcfe, se-
gundo o despacho communicado pelo quartel-gc-
iieral de marinha, o que manda o mesmo senhor
commandanle da estarao fazer publico em eon-
sequencia da determiuaco que para isso leve.
Bordo do brigue-barca Ilamarac em Pernam-
buco, 2 de abril de 1860.O primeiro lente da
armada, Euzebio Jos A ti (unes, secretario e aju-
danlc de ordena
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recebedoria de rendas in-
ternas, em ciimprimenlo da circular n. 6 do mi-
nisterio da [aseada de dez de Janeiro prximo
findoe da portara iif 76 da ihesouraria de 16 do
correnla. lendo mandado intimar no dia 21 s
companhias e sociedades que lem sido facultadas
pelo ministerio do imperio e encorporadas com
suaaulorisac.io, e que nao linham pagos novos
e velhos dircilos pela apnrovacao de seos estatu-
tos e o sello do sen capital nos prazos legaes pa-
ra que enlrasscm com sua importancia e revali-
dacao para a m<-sma recebedoria, as quaes socie-
dades e companhias conslam signada pelo official raaior interino da secretaria
da mesma lliesauraria e sao ; companhia de se-
guros marilimos uiilidade publica, idem da es-
trada de ferro de Pernambuco, idem pernambu-
cana do navegaeo cosleira, idem de seguros
marilimos indeninisadora, idem dfi colonisacao
cm Pjrnambuco, Alagoas c Parabiba, das quaes
somenle as duas de seguro martimo menciona-
das mostraran! havor pago o sello de seu fundo
capital e os novos e velhos diieilos pela appro-
vaco de scus estatutos, faz iransrrever o art. 9
inico do decreto n. 2490 de 30 de setembro
do anno prximo passado que sujeita s penas
do ait. 87 do regulamento de 10 de julho de
1850 nos empregados e autoridades.aminislrati-
vas ou judiciarias que de qualqncr medo reco-
nhecerem a existencia das sobrediUs cempa-
nliias.
Artigo 9. Os contratos ou estatutos de socie-
dades anonymas ou companliias que entrarem em
operacoes ou estivercm funecionando contra o
que lem de coi.. ir ilciri Persinun-
gav.com dest >r .o provincia de
Macelo.
Pela admtnMlacao do corraio dcsta pro-
vincia se fac putlB, quo no dia 7 do correnle,
pelas 3 horas daifcnle em ponto, fechar-se-hao
as malas quaifjR de -condiizir o vapor costeiro
Iguarass, fe destino s provincias do norte,
terminando na oo Ceari.
Consclho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimenti
do arsenal de guerra, lem de comprar os ob-
jectos sguintes :
Para provimento dos armazens do arsenal
de guerra.
Peles/de cabra corlidas 200: ditas de lustre 12;
pemos de ganco 500 baetilha para saceos de
peecovados 161 1|2.
Quem quizer vender taes objectos apresentt
as stias propostas em carta fechada na secretaria
do-conselho, s 10 horas da manhaa do dia 4
de maio do crrante anno.
Sala das sesses do conselho administrativo
para- fornecimento do arsenal de guerra, 25 de
abril de 1800. berilo ios Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco ioaquim Pereiro
Lobo, coronel vogal secretario interino.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que do dia 2 do
ordenados dos
mT^rarattlftEBtHtt. ~ SffiA re**_i ftfettA ^seo,
Rio de Janeiro.
Seguir era poucos dias para o Rio de Janeiro
a patucho Flor da Baha, j bera conhecido por
boa cjnstructo c marcha; e como ainda lem
pra$a para carga, offerece-a aos prelendenies,
que se entenderlo com Bailar & Oliveira, na ra
da Cadeia do Reciten. 72.
zemdasifl Jiofaa j f dia em
diante, tendo principio o lei-
laoiis 11 horas em ponto.
empregados provinciaes, vencidos no mez de
abril prximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco l.- de maio de 1860.O secretario,
Anlonio Ferreira d'Aniiunciacj?.
Acha-ce deposilado um cavallo castanho
que foi encontrado ras ru3. desla cidade, o qnal
tiiha sellim e freio : quem for, portento, seu do-
no, dirija-sc a este jnizo, que dando os signaes
certos lhe ser entregue. Subdelegada da fre-
gueza de Sanio Anlonio 4 de maio de 1860.
Vai sahr com brevidade o brigue
Confianca, por ter parte da carga en-
gajada, para o reato trata-te com os
consignatarios Carvalho, Nogueira & C.
ra do Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o capitao na praca.
Para o Aracaly,
segu com brevidade o', hiale nacional Gralido:
para o resto da carga e passageiros, trata-se no
Passcio Publico n. 11, ou com o capitao no tra-
pichero algodo.
' "Pai a o iYracaty.
Saheal o dia 15 do corrento a barcada Mara
Amelia, para carga trata-se cem Prente Vanna
& Companhia.
Avisos martimos.
Para Lisboa
o brigue porluguez Relmpago pretende seguir
viagem com a possivel brevidade : quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
ao consignatario Tliomaz de Aquino Fonseca, na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ou com o
caplu na pra;a.
Rio de Janeiro.
Segu com milita brevidade o pnlhabole Ar-
tista, capilo Joaquim Jos Alvcs das Neves :
para o reslo da carga, traase com Caetano Cy-
riaco da C. M no lado do Corpo Sanio n. 25, pri-
meiro andar.
Leiies.
LEILAO
DE
Ikaescrava.
2i&SOC\*%q0 C]g00gJCApittCA
kvnamliitcatta.
De orden do Sr. rjresid?nle, sft pelo presento
convidados lodos os.senliore socios effeclivos
para que se dignfern; de comparecer domingo 6
do oprrcnle, s 10 bofas da mmiliaa, afim de ex-
nariamonle fuecionar a assembla geral,
vi. .i que ha negocios de summa importancia a
tratar.
Secretaria da AssociaQo Typographica J>er-
nambucana, 2 de maio de 1860.
J, L. Doradlas Cmara,
Io secretario.
Carteira perdida
Na larde do da Io do correnle, perdeu-se des-
de a ra da Impcralriz, ra do Sol, cocheira de
Eustaquio Gomes e dahi at a Capunga, sitio do
coronel Gouvcia, urna carteira pequea, verde,
conlendu G0) em sedulas de 10$, um recibo pas-
sado por Francisco Tiburcto de Souza Nevos a
Plinio Augusto Cavalcanti, da quantia de 2003 e
urna lellra assignada por Plinio Augusto Caval-
canti e reforjada por Diogn Velho Cavalcanti de
Albuquerque da quantia da 2:640faocoronel Joa-
quim Cavalcanti de Albuq lerquo senhor do en-
genho Paulista, passada no mez de julho do an-
no passado e j vencida : quem achar dita car-
teira e entregar na ra do Queimado n. 27, lojal
do coronel Gouveia receber os 60;) existentes na
mesma. *
Aluga-se urna casa terrea em frente ao
pharol em Fora de Portas : a tratar no becco do
Campello n. 4.
Pelo juizo de orphos, carlorio Guimaraes,
tem de ser arrematadas no dia 8 do correnle, as
dividas activas constantes de lel'ras j vencidas
e acceilas por diversos, perienccntes aos herdei-
joa da finada Joaquina Jeronyma de Jess.
Constando ao abaixo assignado
Dr. Lobo Moscozo que ummiseravel
traficanteanda em nome do annun-
ciante azenJo dividas cm diversas le-
jas, declara que nao tem autorisado
nem jamis autorisara' a pessoa algu-
ma aazer dbitos era seu nome, e por
conseguntede maneira alguma pagara'
dividas contratadas por quera quer que
seja, e declara mais que usara' dos
REAL C01PASHIA
Aglo-Luso-Brasileira.
Espera-se dos porlos do sul no dia 9 do cor-
renle o vapor Jason, que deve seguir para a Eu-
ropa no mesmo dia, se rheear de manha ou no
seguinte se chegar depois do raeio da.
Ksle vapor o mais bello barco que jamis na-
dispos'to nos arts. 295 e 296 do cdigo commercial ; vrgou para o Brasil, lem lugar para 3U0 passa-
e por consecuencia sein pagamento do sello de | geiros da primeira classe, 300 da segunda e 400
seu canilal.estao sujeitosa disposico do art. 31
do regulanienio de 10 de julho de* 1850, alert
das mais penas em que incorrerem, na confor-
midade da legislacao jm vigor.
nico, aos empregados e autoridades ad-
ministrativas ou judiciarias que aceitarem, at-
tenderem, deferirem ou admitlirera reclamaces,
requerimentos, represenlacoes, aegoes, ttulos e
documentos de ^ualquer nalureza, apresenlado:
em nome de companhias e sociedades anonymas,
suas caixasOliaes e agencias em laescircumstan-
cias ou de suas adminislraces ou de qualquei
modo reconhecerem sua existencia ficaro exten-
sivas as penas do art. 87 do regulamento de 10
de julho de 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de fevereiro de
1860..Vunoci Carneiro de Souza Lacera.
Corrcio geral.
Rclacao ,das cartas seguras, vindas do norte
e das existentes na admnistraco do correio, pa-
ra os senbores abaiio declarados :
Alfonso de Paula de Albuquerque Maranho.
Dr. Antonio Ruarque de Gusmo (2).
Autonio Jos l'ereira de S.
Bernardo- Antonio de Miranda.
Remando Jos Correia do S.
Ominlia & Fillics.
Oario Fortuna Pessoa.
GonQalo Vieira de Mello Prado.
.loa uim Augusto Ferreira Jacobina.
Joaqnim Ignacio de Miranda.
Joaquitn Manol Ribeiro Padilha.
Joaquim Percira Arantes.
Jos Rabello Guimaraes.
Raymundo V. de Moraes Reg.
A'icenlc Janscn Percira.
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para serem re-
colhidus desde j as notas
de i o.ooo e 2o,ooo da
emisso do banco.
A 4 do corr ente.
O preposto do agente Oliveira, far leilo de
grande porco de mobilia coroplet^^ira salas e
avulsa, de Jacaranda com lampos de pedra mar-
more e de amarello, de objectos de xaro como
jardinelras, banqninhas para luz, dita para ka-
drez etc cortinadoa ricos para portas, cama a
franceza de Jacaranda do ultimo gosto, relogios,
alcatifas, tapetes, quadros o espelhos, esleirs de
forro, candteiros inglezes, lavatorios, guarda ves-
tidos e guarda roupa, bergo e cama para meni-
nos, garrafa), copos c clices de crystal, 1 ca-
deirinha da Baha quasi nova. Irem de cosinha e
muitos outros objectos, ludo ser vendido sem
lmites em prego: sexla-fera 4 do correnle s
11 horas da manha, no salo de bailes no caes
d'Apoik).
DA
Escuna porlugueza Lite,
Sabbado 5 do correute. "
PELO A.GENTE
PESTAA:
O referido agenle competentemente autorisado
pelo Illm. Sr. cnsul de Portugal, far leilo no
dia cima designado na porta da associac.o com- ,
mercial, porconta de quem perlencer e'ao meio | meios que a le Mietaculta contra aquel-
dia em ponto. I |es (,ue $e apresentarem quereado co-
Casco e apparelhes da escuna portugnaza Lice, brar dividas contraliidas por esta for-
de lote de 103 toneladas e forrada de cobre no ma, pois O annunciante nao pode ver
estado era que se acha ancorada na croa dos nS80 gen0 d0l0 e ma* fe, para nao usar
Passannhns, cuja escuna tendo arribado a este! -A r.
porto em fevereiro p. p, foi aqui abandonada.
r sede-sena travessa da roa Bejta n. 4,
mulata de idade de 5 anno, que lava, en-
rama o cozinha com perfeicto : quera preten-
der, dirija-se caa indicada, ou A ra Nora nu-
mero 5o.
Ceblas
a 700 rs. o cento.
Em rcilheirosa 7, manlelga franceza a600rs.
a libra, dila iugleza a 800 rs., btalas a 80 rs. :
| na travessa das Cruzea n. 6.
1 Confraria
DE
Veneravel Santa Rita de
Cassia.
Tendo no dia 6 do correnle de proceder-se a
eleicoda mesa quo lera de reger de 1860 a 1861
a nossa contrara, como determina o compro-
misso, couvJo aos charissimos irmosa compa-
recerem naquelle da s 8 horas da manha.
Consistorio da confraria de Sania Rila de Cas-
sia 3 de maio de 1860.=O cscrvo,
A. R. Pinhoiro.
Aluga-sc a casa terrea na ra dos Guarara-
pes n. 14.em Forado Portas, reedillcada de novo
c pinlada, cora commodos para familia : para
tratar, na ra da Cruz n. 35, loja.
Plantas de flores,
Mr. Pcllore, membro da sociedade de horticul-
tura de Pars, retirando-sc psra a Europa no pr-
ximo vapor que se espera do Rio, resolveu
vender sua grande colei-go de plaas, cento
por cento menos dos seus precos que at agora
lem vendido .- na ra do Cabug n. 3 A.
Sexta-feira 4 do corrate.
O agente Borja fara' leilo em seu ar-
mazem por mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz de 01 phnos e a requeiimento de
Agosiinho Jos? dos Prazeres por si eco-
mo tutor de seus sobrinhos, da ^scrava[ r,>-1irfc|-lffc l-*r*<-v
Jaciritha pertencente aos mesmos, a V irilllltl QC lllffO
qual. estara'no reierido armazem as 11 c^.#~ ..___i j~__......._
horas em ponto, hora em que tera
LEILAO
de outros termos.
1860.Dr. Pedro
Moscozo.
Recife 1 de maio de
de Athayde Lobo
DE
ponto,
principio o lei I lo.
que
da terecira classe, rene eos melhores commo-
dos o maior asscio porque pertence a urna linha
entre luglaterra e Eslados-Unidos c o luxo e
conunodidade que oslentam os vapores dessacar-
reira proverbial.
Fletado para fazer esta viagem em lugar do
vapor Brasil, trouxe o tripolagao daquelle barco, |
sendo o commandanle Richard Euslicc, o mesmo
que na ultima viagem do Rrasil, foi mimoseado
em Lisboa pelos passageiros com urna busina de
prata fina cm signal no estima e gratido pelo
bora tratamento que receberam.
Conhecedor dos gostos e costumes portugue-
ses contratou cm Listoa, cosinheiros, criados e
criadas porluguezas, e por isso ludo promclte aos
passageiros que ncllc seguirem urna passagem
commoda e agradavel
Os Srs. passageiros que pagarem a passagem
de ida evollaterao o abalimentode250i0 : a tra-
tar com os agciles Tasso Irmos.
Para c \racaty.
Sahe al o dia 8 do correnle, o novo e veleiro
hiale Nicolao I, capilo Trajano Anluncs da Cos-
ta, para carga e passageiros, Irala-sc cora Prenle
Vianua & C.
LEILiO
Sexta-feira 4 do corrate.
Pelo agente
M
CONPAMIIA
rERNAHBICANA.
DE
Conselho administrativo,
O consclho administrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tem de comprar os objec-
los seguinles :
Para provimento do armazem do arsenal de
guerra.
Lona da Russia para forro de padiola urna peca.
Para a companhia fixa do Ro Grande do Norte.
2 cornetas de toque com cordes, bocacs pon-
tos e vollas ; 321 pedernciras ; 4 cordoes para
iudos de inferiores : 1 sitele com armas; 2
casljaes de latao ; 1 jogo de batanea de pao
rom pesos de chumbo de duas oitavasat mcia
arroba; 2 caldeiras de ferro fundido ata 50 pra-
r.as; 2 colheres de ferro ; 2 espumaderas; 2ps
de ferro 2garfos grandes de ferro.
Para a enfermara do Rio Grande do Norte.
20 colchos; 2 ditos para operacoes e fractu-
ras ; 20 cobertores de la ; 40 barretes ; 20 1ra-
vesseiros; 20 pares de clnncllas rasas ; 1 bomba
para clysieis ; 24 talhercs completos ; 2 casii^aes
tes tamanhos; 3 cassaiolas de dito ; 1 grelha
grande para assar carne : 1 dila menor para tor-
rar pao; 1 garfo grande d_e ferro ; 1 colher gran-
de de Cerro; 1 chulona grande ; ditas pe-
quenas.
Para o hospital militar desla provincia.
200 camisolas ; 200 lengOes de brira ; 50 toa-
lhas ; 120 fronhas ; 50 pares de chinelas.
Para a pharmacia do hospital militar da
fiuaruQo.
10 arrobas de assucar relinado alvo ; 12 fras-
cos de extracto fluido de salsa parrilha ; 16 libras
leldoc, dos grandes; 20 frascos do salsa de
Bristol; 1 balanza granatoria de Rovelval, lam-
po de pedra ; 32 libras de acido sulfrico ; 25
garrafas de sueco de groselhas ; 1 sacarrolha;
20 varis de emplastros adezivo estendido ; 12
rolos de encerado de Le Perdricl n. 3; 12 vidros
grandes de salsa parrilha de Sander ; 12 vidros
de charope de diablea ; 8 ongas de hvdro fer-
ro cijanalo de quinino ; 8 otilas de iodurclo de
chumbo ; 8 vidros de ferro de quivem ; 16 ca-
xas de pastas de na (T ; 12 vidros de pos de roggi;
2 arrobas de manna ; 12 vidros oleo de rnoslruco.
O conselho avisa aos (o meced o res, que os ob-
ectos pedidos para o hospital militar desla pro-
vincia, leem oe ser entregues na enfermara do
mesmo hospital; e os que ac pedem para a pro-
vincia do Rio Grande do Norte, serio entregues
o conselh*.
Quem ^fizer vender os sobiedilos objectos
aprsente as suas propostas em carta fechada na
secretaria do conselho s 10 horas da manhaa do
dia 7 de maio prximo vindouro.
Sala das sesses do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 30 de
abril de 1860.Cento Jgt Lamenha Lmh, co-
ronel presidente.Fronciaco Joaquim Pertira
Lobo coronel voaal secretario interino.
COItRElO .
Pela administracao do correio desla provfticia
se faz publico, que no dia 5 do correnle, pelas 3
horas da tardo cm ponto, ftchar-se-ho as malas
gacao cosleira a vapor
O vBpor Pcrsnunga, commandanle Lobalo
sahe para os porlos do sul no dia 5 de maio s
5 horas da larde. Ile.cbc carga at o dia 4 ao
raeia dia. Previne-se aos Srs. carregartores que
nenhuma cauca ser recebida a bordo sem bilhe
te na gerenenr.
O vapor Iguarass, commandanle Moreira,
sahir para os portas do norte no dia 7 de maio
as 5 horas da taide. Recebe carga para o Cear.'i
al ao Ia, para o Aracaly no dia 2, para Maco
no dia 3, para o Rio Grande 4 e pay a Parahiba
no dia 5 at ao meio dia: trata-se na gerencia no
Forle do Mallos. Previno-se aos Srs. carrogado-
res que nenhuma carga ser recebida a bordo
sem bilhelo ou ordein previa da Gerencia.
Bellosce, membro da sociedade de
horticultura de Paris, fara' leilo por
intervencao do agente Hyppolito da
Silva; de urna magnifica e escolhida
colleccao de plantas ructieras e florile-
ras como sejara pereiras, macieiras, ce-
rejiias, passeiras, damasqueras, mag-
nolias, camelias, azalias, dalines, gli-
cinias, illiciames, aristolochvs, pittos-
porum, rliodendroms, rosas, etc. etc.,
para oque o agente cima convida a to-
das as pessoas amantes da horticultura,
a comparecerem no dia 3 de mina
ra do Cabuga' n. o A, a's 11 horas em
ponto.
Transferencia
DO
Leilo de predio
Pura terca-feira 8 do corrente
ao meio dia em ponto.
O agente Camargo fara leilo no dia
8 do corrente no seu armazem na
do Vigario n. 19
No referido da e pelas 10 horas da manha no
armazem do Sr. Araujo, o dito agente vender
em lotes a vontade dos compradores,
150 barricas com farinha marca llarxal,
Tres moradas de casas.
Para o Aracaly.
Segu em poucos dias por j ler maior parto do
seu carpegamcnlo promlo, o hiale Camaragibe,
para o reslo e passageiros trata-se na ra do Vi-
gario n. 5.
Seguuda-feira 7 do corrate.
NO ARMAZEM DO AGENTE
PESTAA.
O agenle Pestaa far leilo por conla de
quem pertencer no dia cima designado e pelas
11 horas da manhaa no seu armazem da ra do
Vigario n. 11
DE
3 casas terreas, cada urna com 33 palmos de
frenle e 70 de fundo, quinlaes grandes com
portao, 3quartos, 2 salas, cosinha fora e copia
ludo construido a lijlo e cal, novas e cm ter-
reno proprio, estribara no fundo do quintal.
Sao siluadas no lugar da Torre e perlo do
banho.
A sua nuraeraco principia de n. 1 junto a ven-
da do Sr. Caneca" a seguir.
Avisos diversos.
D. Mara das Dores Raymunda do Gu,
Manoel Vicente dos Santos, Jos Vicente
dos Santos, viuva e filhos do finado Jacin-
tho Silvestre Vicente.pungidos de dr agra-
decen! cordialraenle aos amigos de seu pre
sado esposo e pai, que Ibes tizeram a hon-
ra de cardosaraentc assstir as exequias do
mesmo Qnado, e se dignaran) de acompa-
nhar os scus reslos morlaes ao ccmilerio
publico no dia 30 do prximo passado mez,
ao mesmo lempo pedem loda a dcsculpa
de nao seren convidados todos os rungos
de'seu presado esposo e pai. pelo estado lodo
de dr que licaram. Desde j Ihes rogara o
especiad obsequio de as3islirem a missa do
stimo dia, que ser celebrada na igreja
do Corpo Santo as 4 horas e meia da ma-
nhaa do dia sabado 5 do corrente, certos
de que niuio gratos Ibes serao a viuva e
lllhos do mesmo finado.
'eniior
Sobre ouro c prata, com juros razoaveis : no
segundo sobrado de um andar, dos qualro quo
lem quasi no fim da ra Augusla.
Vende-se um cabriole! novo e moderno,
com os scus arreos, por preco comraodo: na
ra do Hospicio n. 21.
Vendee por 350J um cabrioletdc 4 rodas,
cobcrlo, em bom estado : na ra Nova n. 22.
Para acabar.
No bazar da ra do Impe-
rador, defronte do de-
posito do gaz.
Presuntos para fiambre, a libra a 400 rs.
Excellentes charutos e perfeilos, em caixinha
de 100 a 1.
Excedente cevadinha para sopa, a libra a
160 rs.
Amendoas de casca mole rouilo nova, a libra
a 200 rs.
Macarro,a libra a 200rs.
Farinha do reino para bolos, a libra a 60 rs.
Exceilente cerveja franceza, a duzia a 4&500.
Licores finos de caf e outros extractos, a gar-
rafa a l$6O0.
Champauha mulo boa em garrafas inteiras a
2000.
Dila em meias garraMs a 15)000.
Vinagre branco francez muto forte, a garrafa
a 320 rs.
Rotnas para senhora, o par a 1JS600 rs.
BxceUcntcs espartilhos a 4&500.
Lindas redomas com jarro e flores, o par a
10S0OO.
Latas de soda com 2 112 libras de dilTerentes
qualidades a 1*200.
Ditas de 8 libras a 2-3500.
Frascos com pastiluas a 18000.
Ditos maiores a 2#. ______.


ra
DO
Companhia de ser
vicos martimos das
messageiras imperiaes.
LINHA DO BRASIL.
Servieo do correio francez
Inauguraco do servieo.
O paquete a vapor La Guame, de forca le
500 cavallos, commandanle Enout, official de
marinha imperial, partir de Rordcaux, para o
Rio de_Janeiro tocando em Lisboa, Sao Vicente,
Pernambuco o Rahia
No dia 24 do corrente.
As sabidas seguinles lerao lugar de Rordeaux
a 25 de cada mez, as quaessero effectuadaj pa-
los paquetes a vapor de rodas de forca de 5JO
cavallos.
Navarre, commandante Vedel,
official de marinha impe-
rial.
Estramadure, commandante,
Troilier, official de mari-
nha imperial.
Bearn, commandante
de la Noe, official de
nha imperial.
Um aviso ulterior farconhecer a data do meco do servido nnnexo entre o Rio de Jaeiro,
Montevideo e Buemw-Ayres.
Para informando! a dirigir-so agencia r|l|
Trapiche n. 11.
Paica o Porto.
Segu com toda a brevidade o brigue Esfertn-
ca ; recebe cargle passageiros ; a tratar na ra
da Cadeia do Becil'e n. 4.
Altenco.
. *
Os effeilos anliepidcmicos. que sao produzidos
pelas fumigacoes hygenicas de Guylon do Mor-
veau, sao efikazes, como prova a experiencia que
dellas se tem tirado ltimamente. Os vaporas
que se elevam de urna formula desla fumigac.o
bastam para desinfectar um espado de 340 ps
cbicos ; c de 10, as ntricas, assira explica Car-
nichael Sraith. andaro que nos vecha de pre-
sente, lem ceifado inuilas vidas, e convem que
(para prevenir-se o mal, antes do que cura-lo de-
pois de apparecido) as pessoas desla cidade, onde
oulra qualquor parte, onde o mesmo se vai de-
senvolvendo e se lem manifestado, recorram
botica n. 88, na ra Dircila, onde se acha ven-
da quantidade daquelle desinfectante. O Sr. Do-
mingos Ribeiro da Cunha, morador na ra da
Praia n. 49, reconhecendo estar a sua casa Afec-
tada desta epidemia, pois quasi lodas us possoas
de sua familia haviam adoecido, recorreu ao
abaixo assignado, que subministrando-lhe a fu-
migaco, produzio ella salulares resultados : as
pessoas pois, cm idnticas circunstancias, que
precisarem das desinfectes, o acharo sempre
prompto para mandar efectuar a devida applica-
go. O mesmo tambem vende na mesma botica
os ingredientes para conservar as casas os va-
pores do chlorure, os quaes em lodo o caso mili-
to approveitam, e previnem a invaso das epide-
mias no interior das habilaQes ; assim como
de importante ulilidade a sua applicaco as fe-
ridas, ou ulceras chronicas como detergente para
preserva-las do eslado do putrefacto. A maneira
de applicar se achara na diquela. O preco de
2#0O.Jos da Rocha Paranhos.
Aluga-se um bom sitio no camlnho novo
... da Solodade, que vai para o Mangumho, com boa
O agente BOrja, lara leilaO casa c com commodos para familia, ou pessoa
____, j^ estrangeira, com boa agua do beber, e bastantes
em SeU amiazem na ma dOl arvoredos de fructo ; atratar na ra da Cruz nu
Imperador n. 15, por manda- n
Sobrado de 3 andares pertencentes aos
herdeiros do commendador Antonio
da Silva na ra do Vigario n. 5, de-
lirante do consulado geral nra exa-
minar o mesmo predio, titulse con-
diecues de venda, os pretendentes po-
dem entender-se com o mesmo
agente.
LEILAO
DE
ESCRAVOS.
Para praca e engnhos.
Hoje
Sexla-feira 4 do correnle.
Alug.i-te urna casa de dous andar
res na ra da Aurora <. 26.: a trata-
na mesma casa cora o proprietario.
Precisa-se de urna ama que saiba coznbar
e fazer todo o servigo de casa ; na ra do Caldei-
reiro, taberna n. 60i
,= Lava se o efigomma-se roupa, tanto de se-
nhora como de liomem, cora todo o asseio c
promplido : na ra Volha n.*8.
Na bolica de Joo da Conceico Bravo &
C. precisd-se de caixero.
O abaixo assignado participa ao rcspeitavel
publico, que do dia 2 do correnle em diante dei-
xou de ser eaixeiro do Sr. Francisco Jos da Costa
Ribeiro ; e agradece ao mesmo serrhor o bom
tratamento c delicadeza que durante o lempo em
que estove em sua casa recebera. Secife 2 de
maio de 1860.Jos Soares do Amaral.
Guilhermc Pursel aluga a sua casa em San-
to Amaro, quasi defroute da fundigo do Sr.
Starr, com commodos para grande familia, ou
mesmo para um collegio, assira como vende o
seu sitio e casa defrouto da capella de Bellem,
tambem com grandes commodos, trras de plau-
tagiio o arvores do fruclo : os pretendentes diri
jam-se ao.mesmo sitio, ou ra do Imperador
ti. 26, defronlo da casa da relacao.
O Sr. Antonio de Oliveira Mondonga faca o
favor de appareccr loja n. 58 da ra Nova, pa-
ra negocio de seu interesse.
Prccisa-se de timiama forra ou cscrava :
no paleo do Terco n. 26.
O abaixo assignado declara ao respeilave!
publico, o principalmente ao corpo do commer-
cio. que tendo (ido sociedade com o Sr. Jos Ma-
ra Cesar do Amaral Jnior em una loja de fa/.en-
das na ra do'Qucimaao ti. 49, que desde 27 de
abril deixon de ser socio o Sr. Jos Maria Cesar
do Amaral Jnior, a qual gyrava sob a firma de
Muniz & Amaral. fica porlanlo o socio Muniz
responsavel pelo activo e passivo. Recife, 2 de
maio de 1800.
AulonioSergio da Cruz Muniz.
Precisa-se de urna ama para o servieo in-
terno de urna casa de pouea familia: quem pre-
tender dirija-se rua Nova n. 4
Antonio Alvcs de Souza Carvalho nao po-
dendo visitar os seus amigos antes de partir pa-
ra o Rio de Janeiro, pede-lhes desculpa o olle-
recc-lhes o seu diminuto prestimo.
Largo do Carmo.
Esquina da ra de Hortas
Domingos Francisco Ramalho e sua espo-
sa Senhoiinlia Maria Coelho Ramalho, pun-
gidos do mais doloroso senlimento, agra-
decen) cordialmeole a lodas as pessoas que
se dignaran) acompanhar os restos nior-
taes do seu mui querido Qlhinho ao ulti-
mo jazigo no cemitero publico.

confronte a ma-
triz da Boa-Vista.
Recebem-se bixas de Haraburgo, vindas por
todos os vapores da Europa, as quaes tanlo se
vendem como se alugam, amola-se lodo ferro
corlante, bota-se ouvidosem ai mas de espoletas.
@ Anlonio Jos Ferrara Alves, mudou o
S seu gabinete de consultas roedicas-cirur-
$ gicas e operacoes para a ra do Uueimado @
$ n. 38, primeiro andar, aonde poJer ser $$
j consultado al s 8 horas da manha c
.":> das4s 6 da larde. Chamados a toda a Q
hora do dia c da noitc. sendo os pobres @
J tratidos e altenJWos gratuitamente. $:5

Altenco.
- O abaixo assignado, novamenle roga a lodas
aquellas pessoas que anda lhe esto devendo de
do e em presenca do Illm. Sr.
Dr. juiz de or^hos de 36 es-j
ppivnc nonlononloa at\ pncal !8e"L'roscomPrado"s em seu antigoestabelecimen-
cravos pertencemes ao odbdi l0 da rua da Cedcia do Rec(e n ^ ae(loale d0
do fallecido Jos Glaudino Le- '
te, cujos escravos sao os s-
guintes :
Aubry
m
Silvestre, Angola.
At.ionio, Fabrica.
Antonio Ribeiro.
S< verino.
| Izidcro.
Jeto* Benguclla.
Antonio, Muo.
Gjriaco.
mo<* Cariry.
ilik H
TfTGrito.
Aiitonio de Sanl'Anna.
iMOlor
Miguel.
,o Jos.
Cordolina.
Antonia.
Joaquina Biara.
Isabel.
Joaquina Conga.
Flonnda.
Joaquina Renguella.
Maria Angica.
Anna.
rJj^ina.
anna.
_ alona.
Felicia.
Joanna, Ubaca.
Felicia, magra.
Alexandrina.
Luisa.
Calharina.
Maria Canga.
Os mencionados escravos
estarao no superdito arma-
becco Largo, que venham pagar quanto anles,
porque o annunciante tendo de se retirar para
fra se lhe faz preciso liquiSar suas contas.
Manoel Jos do Nascimenlo e Silva.
Jockey club.
Nao lendo comparecido numero sufficienle de
socios, nao pode ler lugar a reunio annunciada
para o dia 26 do passado: porlanlo os directores
de novo pedem aos senhores socios se dignem
comparecer no hotel inglez, ao meio dia do dia 4
do correnle.
Irmandade de Nossa Senhora do Livra-
mento.
Por deliberado da m
vido a todos os irmos a
sislorio da mesma ii man
corrente, pelas 10 horas
em mesa geral, se dar
novo compromisso, e be1
oeliberaco sobre os essoa __
lecidoaque se tem tirada daa
eslao demolindo na mesma %
gocioa de alguma importancia
maio 4e \mf.O secretario,
Domingos Jos Ribeiro Couvim.
numero 2.
Vende-se manteiga ingleza a 800 e a l$280 a
libra, dita franceza a O) rs., pains os mais no-
vos a 4*) a libra, chou ricas a 550. figos a 904
rs.. masas finas para sopa a 60, talliariatt^
macarrSo a 400 ts., latas com 9 libratde bapha
refiala a 6$, velas de espermacete a 720, sag
ecevadjnha a 2i0a libra, assim como leo mui-
tos mais objectos tendentes a moldados. iu6 so
na piesenca do comprador se vemlero-por me-
nos preco do quo em oulra qualquer parle, como
sejam. qneijos chegados no ultimo vapor, mar-
melada a mais nova que ha no mercado, conser-
vas, passas, vinhos engarrafados e em pipa
lodas as qualidades, e outros gneros que s
xam de mencionar, e que s vista do compra-
dor se dir o prego. ''
Vciidem-se 3 eaixes proprios para depo-
sitar bolacha em prdaria : na rua Imperial -a.
43, padaria.
lloje, depois da audiencia da primeira vara
municipal se ha de arrematar de vena, m quem
maisder, a casa terrea, sita na rua dos Acounui-
nhos, com 2 salas, 2 guarios. cj>zjnha/ra. e
quintal murado, avaliada eml:
is, cpziiitia
looqi, tfm*i
Mtllio dovo etn'saccd^JRlBdes,
Farello de Lisboa saceos"grandes.
Arroz de casca dito dito.
Farinha demandioca superior dito dito.
Feijao cora principio de furo a 4^(.
Vcnde-se muito barato no armazem
de Manoel Joaquim de Oliveira S C-,
rua do Codorniz n. 18, em frente da
travessa da Madre de Djos.
Precisa se alugar um preto idoso-
para pequeas serviros de casa : na rua
do Codorniz n. 18.
Compra-so ovos cm gratules e pequeas
porces: na rua da Senzala Nova n. 30.
Vende-se carvo animal: na rua da Senza-
la Nova n. 30.
Um moco su lucientemente hablilado offe-
rece-sti a ensinar as primeiras ledras e francez,
nao somenle a traduzir como a fallar e escrever
e prefere a ensinar e em algurnas casas particu-
lares e mesmo era sua residencia ou enlo era
atgum engenho, pois pode dar fiador a sua con-
dJBcta, e as pessoas que de sen diminuto presti-
io se qunerem utilisar dirijam-sc a rua da Vi-
raco n. 25, pois acharo com quem tratar.
.Francisco Jos da Costa Ribeiro, faz ver ao
rfcspeilavel publico que Jos Soares de Amaral,
deixou de ser seu caixero do dia 2 do corrente
em diante.
Preciso-se de urna ama de lete para aca-
bar de cwt un menino que j lera 7 mezes e
,4a* III afrete : no Rectfe roa da Cruz nu-
L4V"lB^-fr<*|W440 com boa casa de vivenda,
cocheira e cstriBSWfc no lugar da Capunga Ve-
Iba; avieja pretender dirija-so a rua do Vigario
n. SI, primeiro andar, que achara cora quera
tratar.
B. Juckniss faz scienle ao publico em ge-
ral e ao corpo do comraercio era particular tiue
deixou de ser socio da casa commercial que gy-
cao do Claudio Debeux contra >MftM Qtcclvcs
RodHgucs Franja. K a ultima
Antonio' Domingos, snbdilo p'
tira-se para o Rio de Janeiro."*
D. Joo Nogaio e Rica
eecu--wrava sob a firma de Arkwrighl Iuckniss 4 C.
nesla praga c que
de lodo activo e
desdo 31 de dezt
desde eolio
ficou desonerado
firma Juckniss,
lecife 3 de maio-
le urna senho-
para bailes,
* bordar de to-
Salmerrte loda obra
prometi limpeza o
25, ha 60 cawa
[uzia cada urna,
hontem da
elJ50O
de sbrado da
do barbeiro: a
i n. 34, loja do
m


- i ".-'.J1I i ir

"^
-
>^
K
rT
GrammUicai^gle-
za de OllendorT^*
Novo metltodupsra aprender a lr,
a cscrever" e a fallar inglez em 6 mezes,
obra inteiramente nova, para uso de
todos o estabeleci mentos de instruccao,
publicas e particulares. Vendc-e na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andir.
No dia 4 do correnle, (inda a audiencia da
prira'eira rara municipal desla cidade, se ha de
arrematar de venda e por exccuqo de Claudio
Dubeaux contra Miguel Goncalves Rodrigues
Franca, urna propriedade de casa terrea de porta
ejanella, cozinha fra, quintal murado e cacim-
ba, avahada em 1:0003, e sita na ra dos Acou-
guinhos. E a primeira praca, e o edilnl existe em
mao do porleiro.
Precisa-se de um preto que nao
seja rauito moco, para servicos domsti-
cos de urna casa estrangeira ; a tratar
da ra da Cruz n. 4.
COJHPANHIA
ALL1ANCE
Estabelecitla em Londres
igfff m mu.
CAPITAL
Cinco nVWiocs de Yifcras
esterlinas.
Saudrs Brothers & C." tem a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
sasas, e a guem mais convier, que esto plena-
mente autorisados pela dita corapanhia para
effectar seguros sobre edificios de tijolo epe-
dra, cobertos de telha e igualmente sobre os
objectos que contiverem osmesms edificios,
qner consista em mobilia.ou emfazendas de
qualquer qualidade.
Almanak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o correneanno de
MBDCO. SEATA FElRi 4 DE MAIO BE 1860
1B2
Ra Nova, em Bruxellas (Blgica),
SOB A DIRECTO DE E. KtRYAIND.
Este hotel collocado no centro de ums das capitaes importantes da Europa, torna-sede grande
valor paraos brasileiros e portuguesas, por seus bon3 coramedos e confortavel. Sua posicao
urna das roelhores da cidade, por se achar nao s prximo sestsc/ies de'caminhos de ferro, da
Allemanhae Franca, como por lera dous minutos de :>, todos os theatrose divertimenios ; e,
alm disso, os mdicos presos convidam.
No holel hasempre pessoas especiaes, fallando ofrincez, allemao, flamengSPinglez e por-
uguez, para acompanhar as louristas, qur em suas exciirses na cidadeT qur no reino, qur
emfim para toda a Europa, por presos que nunca excederade 8 a 10 francos(3&200 49000)
por dia.
Durante o sspaco de oito i dez mezes, ah residirn) os Exms. Srs. eonselheiro Silva Fer-
ro, e seufilhoo l)r. Pedro Augusto da Silva Ferrio, ( de Portugal) e os Dra. Felippe Lopes
Netto, Manoel deFigueirda Faria, edesembargador Ponies Visgueiro ( do Brasil,) e muitas ou-
tras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Osprecosde todo oservico, por dia, regulam de 10 a 12 francos (4#000 4*500.)
No hotel encontram-se informacSis exactas acerca do tudpque pode precisar um estrangeiro
Sirop du]
DrPORGET
JARABE I>0 FORGET.
Este xarope est approvado polos mais eminentes medicos.de Paris,
Icomo sendo o mellior para curar constipacops, tosse convulsa e ouins
atteccoes dos broncbos, ataques de peito, rriucdes nervosas e insomnolenci: s: um colberada
pela manlia, e outra noile sao sufBcienies. O tlleito deste excelente xarope satisfaz ao mesmo
lempo o doenle e o medico. r uim
O dsposilo na ra larga do notario, botica de Dartholomeo Francisco de Soma, n. 36.
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8 contendo alm do
kalendario ecclesiastico e
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos flmnluiiieoto6
parochiaes.
Empregados civis, milita-
Aluga-se urna baixa de capim
grande que da' durante todo o anno, si-'
ttiada na Solcdade : quem precisar di-
rija-se a ra da Cru7. n. 4.
_ O abaixo assignado, preso na casa de doten-
cao desta cidade, declara que propriclario de
urna casa de pedra e cal, era Agua Prela, junto a
casa do capito Rezerra Macicl, cuja casa se acha
Criado.
Precisa-so de um criado para hornera solteiro,
sorvindo de 12 a 15 annos, por ser pouco o ser-
vico, porcm que seja fiel e deligenle : na roa
Ncva~n. 15, primeiro andar. .
== Quem liver sedlas geraes de 500 e de
50), das que se esto recolhendo com
) ; declara mais que s deve
nesla cidade ao Sr. Firmo Candido da Silveira
Jnior e ao Sr. Jos Teixeira Leito, os quaes
serio pagos de ludo quanlo devo, logo que lenlia
a felicidade de ver-me livre dos trabalhos que
at hoje me perseguem, querendo os mesmos se-
nhores esperar-me. Recite 2 de maio de 1860.
Francisco Antonio das Chagas.
DENTISTA FRANCEZ.
Z Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- ^
{ rangeiras 15. Na mesma casa lem agua e *
P denlifico. <
Consultorio medico, ra da
Gloria n. 3.
O Dr. Lobo Moscoso continua nos
seus trabalhos mdicos.
Por um corte de cabello e
frisamento S0 rs.
o abati-
livre e desembarazada de venda o'hypoIhccaaT- m,'nl e 20 l0. pode-as trazer na ra do Cres-
guma : quem se j'ulgarcom direilo a mesma de- E "- *' q'10 sft recebcm cora descont de 15
clare por este Diario ; declara mais que s deve 0l alo fim dpste correte mez.
SOCIEOADE BARCARIA
Amorim, Fragoso, Santos
Companbia.
Os senhores socios comraandilarios sao con-
vidados a realisar a terceira entrada de 12 1|2
0|0 sobre os seus capitaes al o dia 16 de maio
correnle, de conformidade com o respectivo con-
trato social. Recife l.-'de maio d*e 1860.
Roa-sc aquem tirou do correio urna car-
ta n. 347 vinda da Babia, para JosJoaquim
da Cunha Guimares. fazer o favor de leval-a
nnsmoberta, na ra das Trinxeiras n. 8.
FOLIIINAS PAR 1860.
Esto venda na nvraria da praca da Inde-
pendencia ns. 6 e 8 as folhinhas para 1860, im-
pressas nesla typographia, dasseguintesquali-
dades :
W OLII.NHA RELIGIOSA, contendo, alm do
kiilendario e regulamentodos direitos pa-
rochiaes, a conlinuaco da bibliolheca do
S. fifraz.
Em Tirtude da terrivel enfermidade
das garganta que esta' assotando os ha-
bitantes desta cidade va i ser ex posto a
veneradlo dos ieis, no meio de igreja
de N S. do Terco, o martyr BJjlagroso
S. Braz advogado das gargantas.
**- Manoel Jos Leite declara a seus
devedores que nSo pode continuar a
ter contemplarlo como tem tido com a
maioria dos mesmos, visto como pre-
cisa receber seus dbitos afira de poder
saptisfazer seus compromisos, roga
pois a todos os seus devedores tenbam a
bondade de pagar seus debito do con-
trario usara' dos mcios judiciaes.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de urna pes-
soa s: na ra Direita n. 61,
Engommado.
perfeijao
'5)
cora
na ra da Paz
Engomma-sc
numero 30.
T Preeisa-Se de urna ama para comprar e co-
zinnar; na ra do Queimado, loja n. Ai.
a ~~nPes?Ja_se fallar com o Sr. Pedro Francisco
(le Oliveira, a negocio lo seu mu i particular
l," esse' holel Francisco ou na ra da Cadeia
do Recife, n. 15 loja do Bourgad.
O abaixo assignado faz siento ao respcitavel
publico, e com especialidado ao corpo do com-
mcrcio, que Jos Benlo de Souzn, deixou de
ser seu caixeiro do dia 30 de abril em dianle.
Recite, 1 de maio de 1860.
Francisco Alvos Monteiro Jnior.
. Lava-so e engomma-se com muila perfei-
Qao c mais barato que em outra qnalqucr parte,
como si'jam camizas e eoletes a 140ris ffoutras
pecas que se dir o preco n quem precisar: diri-
ja-se a Caniboa do Carrao n 40.
Furlaram du cercado do engenhoJunqueira,
frequezia do Cabo, ao amanhecer do dia 30 de
abril, ura quarto, de meio, castanbo escuro, in-
leiro, aberto de cima, cora cabellos brancos nos
vazios e na cabera : quem o apprecnder leve-o a
ra da Moeda casa do Sr. Manoel AI ves Ferreira,
que ser gratificado, ou no engenho Cachoeira
Lisfreguezia de Serinhaem.
Manoel Gomes da Cruz, pungido uo mais
doloroso sentimento, agradece cordialmen-
le a lodos os senhores que se diguaram as-
sislirao funeral de sua raui prezada con-
sorte Anuinda Angelina de Olivoira Cruz,
e acompanharara os restos morlaes ao ce-
milerio. Convida novaraenle aos mesmos
senhores para ouvirem a roissa do setimo
dia que devo ser celebrada na igreja do
Espirito Sanio scxla-feira 4 do corrale as
6 horas da manhaa.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomtc acaba de receber do Rio de Janeiro
o primeiro contra-meslre da casa Augusto Clau-
reS, eCClesiastiCOS, litterariOSldio.c um oulro vindo'de Paris. Esta estabele-
cnnenlo esta hoje as melhores condices que
possivel pr salisfazcr as encommendas dos
le toda a provincia.
Associaces commerciaes,
objecios em cabellos, no roais breve lempo, co-
. 'n\ o o ]||OPQ mo sejarn : marrafas aLuiz XV, cadeias de relo-
agricoias, nnustriaes, miera- gios braceleteSi anneis, rosetas, etc., etc., ca-
rias e particulares.
Estabelecimentosfabris, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, acougues, enge-
nhos,etc, etc.
merciante, agricultor, mar-
timo e emfim para todas as
classes da sociedade.
becco do Marisco n. 20.

\Liqoes de francez
piano.
JItdemoiselle Clemence de Hannetot
a de Jlanneville continua a dar lices del
Erancez e piano na cidade e nos arrabal- j
des : na ra da.Cruz u. 9, segundo andar. |
Desoja-se saber noticias do k. Jacques
Wcyl, que veio do Havre para esta cidade em
setembrodc 1358. a bordo do navio Malhilde :
quem liver noticias onde existe este senhor, ter
a bondade de comraunicar no escriptorio de Ma-
noel Ignacio de OUvtira & Filho, no largo do
Corpo Santo, no Recife.
CASA LISO-BRASLEIIA,
% Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAlendo augmentado, com to-
mar a casa contigua, ampias e exccllentcs ac-
commodaces para muilo maior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos seus amigos e dos Srs. viajantes que
visitera esta capital; continua a preslar-lhesseus
servicos e bous oflicins guiando-os em todas as
cousas que preciscm conhecimento ortico do
paiz, etc. : alm do portuguez e do njjlez falla-se
na casa o hespanhole francez.
ufe*
O Iuui jjiuuiiv>. ..
peui m
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiniqp precos.
Do-se amostras com penhor.
i
Lindos cortes de vestidos de sida pretos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phanlazia
de cores
Kbmeiras de Ci de seda preta bordadas
Visitas de grosdcnaples prolo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada preta e branca, covado ljf e
Dita lisa prela e de cores, com 4 palmos
de largura, propria para forros
Corles de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Ditos de ditos de oambraia e seda? corle
Camliraiasorlandys de cores, lindos pa-
diocs, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e ntremelos bordados
Mantas de Mondc^broncas e pretas
Ditas de fil de linho pretas
Chales de seda de ldas as cores
Loncos de cambraia de linho bordados
Ditos de dita de algodao bordados
Panno preto e de cores de todas as qua-
lidades, covado
Cascmirasidcm idem idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Ditos de merino bordados, lisos e es-
tampados de todas as qualidades
Enfeiles de vidrilho fraaeczes pretos e
de cotes
Aberturas para camisa de linho e algo-
dao, brancas e de cores
Saias balao de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas franeczas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, van
Collariuhos de esguiao da linho mo-
dernos
Ura completo sortimento de roupa feita
sendo casacas, sobrecasacas, palatofi,
S collctes, caigas de muitas qualoHHf
de fazendas
9 Chapeos fraccezes Gnos, forma moderna
Um sortimento completo de grvalas de
t seda de todas as qualidades
9 Camisas franeczas, peilos de linho e de
algodao brancas e de "cores
9 Ditas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
1^200 Capellas brancas para noivas muilo finas
8 Um completo sortimento de fazendas
3000 para vestido, sedas, laa e seda, cam-
braia e seda lapadas e transparentes,
15500 covado
Meias cruas brancas e de cores para
105000 meninos
1C;OOU Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
1*000 menino
9 Velludilho de cores, covado
9 Velbutina decores, covado
9 Pulseiras de velludo pretas e de co-
9 res, o par
9 Ditas de seda idem idem
S Um sortimento completo de lu-'as de
$900 seda bordadas, lisas, para enhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
9 lidades
L,n Corles de collele de gorgurao de seda
040 de cores
9 Ditos de velludo multo finos
Lencos de seda rxos para senhora
9 Marquezitas ou sombrinhas de seda com
molas para senhora
3$500 I Sapalinhos de merino borJados proprios
para baptisados, o par
9 j Casinetas de cores de duas largurasmui-
6^000 lo superiores, covado
S500 Setini prelo, encarnado e azul, proprio
! para forros. com 4 palmos de largura,
5280! fazenda nova covado
1500 Selim liso de todas as cores covado
, Lencos de gorgurao de seda prelos
500 ; Relogios e obras de ouro
! Cortes do casemira de cores a
9
89500
9
8
9
S
9
s
9
19600
9320
I520O
9700
2$000
I5OOO
9
9
255C0
9
28^00
15000
15600
9
9
5J000
EftU IHIINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na 1 tica franceza ra da Cruz n. 22.

DENTES
vor ao santo nome de Dos, coroa dos ac-
tesde niM, bj 1....... m lifpliHHf tiili 1
a N. S., a imitagao do de Santo Ambrozio,"1
jaculatorias e commemoraco ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Yia-Sacra, directorio para oracao mental' '
dividido pelos das da semana, obsequios
ao SS. coraco de Jesus, saudages dovo- I de
IJuaestreita do Rosario n. d@
' Francisco Pinto Ozoriocolloca denles ar- @
ficiaes pelos Jous systemas YOLCAN1TE, ^-;
apas de ouro ou platina, podendo ser @
procurado na sobredita ra a qualquer @
hora. ^
Roga-se aos ors. devedores a firma social
Leite & Correia em liquidacao, o obsequio
. Nest,ePrOTetsoestabelecimento, que pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
Qtentemente montado, far-se-ho tambera do 1 de uovembro era vante, contratos mensaes para
Taaos saSis OUOmi P qUem S ProPrielarios esPeram remunerac.o de
Assignatur de banhosfrios para urna pessoa por mez.....OOOO
momos, de choque ou chuviscos por mez 15*000
Senes da cartoes e banhos avulsos aos oreos annunciadn*.
rrccisa-se de 2:000,$' a juros so-(
bre um predio nesta cidade : quera llie
CODtier, annuncie a sua morada por
esta mesma follia para ser procurado. 1
|Consnllorio central homeopathicoS IfK.'l&JK^^S!i. !iSSK
Conlinua sob a mesma directo do Ma- c*
noel de Mallos Teixeira Lima, professor @
tas s chagas de Christo, oracoes a N. Se- de mandar saldar seus dbitos na loja da ra do
balleiras de toda a especie, para homens e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabera a moda dos
Estados-Unidos, sem deixar urna s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazcr os pretenden-
les, os objectos em cabello serao feitos em sua
prcsenca.se o desojaren), c achar-se-ha sempre
urna pessoa disponivel para corlar os cabellos, e
j pentearas senhoras em casa particular.
= Antonio Marques de Amorim faz publico,
Qoiiro olio a o-ni-i at\ nm!1"e din 2' docorrcnle foi recolhida em seu
silio na Ponlc de Ucha urna prela velha por
nome Anna, em estado de embriaguez c mordi-
dida por uns caes. O sen estado nao permitlio
oblerdella informaco alguma que indicasse se
era livre ou escrava. Tendo sido cuidadosamente
(ralada acha-sa quasi restabelecida, mas apenas
sabe dizer que per'er.ce a urna sonhora,viuv9,
*Engoraroa-se com asseio e promplidae : o' moradora na ra do Collegio, e por isso se faz
I o presente annuncio para que a pessoa a quem
! perlenca a mande buscar.
Precisa-sc de urna ama para urna pessoa :
na ra Bella n. 10.
i agencia dos fabricantes america-
nos Grouver & Baker.
Machinas de coser: em casa de Samuel P.
I Jobnslon & C, ra da Senzala Nova n. 52.
E' chegado loja de Lecomte, aterro da
j Boa-Vista n. 7, o cxccllcnle leite virginal de ro-
| sa bi nuca para refrescar a pellc, tirar pannos,
I gardas e espinhas, e igualmente o afamado oleo
Un moco portuguez, de 15 a 16 annos de j babosa para limpar e fazer crescer os cabellos,
idade, com pratica de negocio, tanto de balco j aSsim como pos imperial de lyrio de Florcnca,
como de cobranzas, c que escreve regular, se of- horlueias c asoeridades da
fereee para caixeiro : quem dolle precisar, di.i-:f
ja-se a ra do Queimado, loja
mero 35.
de ferragens uu- va a frescura e o
I vida.
pellc, conser-
avelludado da primavera
uhora, ao patrocinio de S. Joa e anjo da
g larda, responro pelas alttis, al4flie
* oulras oracoes. Preco 320 rs.
OlTA DE VARIEDADES, contendo o kalerfda-
rio, regulamenlo dos direitos parochiaes,e
urna cullecco de ancdotas, ditos chisto-
sos, conlos, fbulas, pensameulos moraes,
receitas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preservativo de arvores
e fructos. Preco 320 rs.
UlTA DE PORTA,a qual, alm das materias do
costume, contm o resumo dos direitos
nrochiaes. Preco 160 rs-
I Attenco. i
"S Curso pralico e theorico de lingua frao- @
@ ceza por urna senhora franceza, para dez
3$ mocas, segunda e quinta-feira de cada se-
mana, das 10 horas at meio da: quera #
quizer aproveitar pode dirigir-se a ra da W
Cruz n. 9, segundo andar. Pagamentos
@ adiantados.
@@S S@@5 @S-@ @@
Roga-se aos Srs. devedores do estabele-
cinento do Fallecido Josda Silva Pinto, e ob-
sequio de saldaren) seus dbitos na ra do Col-
legio ve Ja n. 25 ou na ra do Queimado loja
n. 10.
Na ra do Imperador n. 28, aluga se e ven-
de-sc era grandes e pequeas porcoes bichas
Queimado n. 10.
atr~~
Cosme de SalSereira
fde volt de sua viagem instructi-
;tiva
O Ur
$C em homeopalbia. As consultas como d'an-
Jt les.
m
a Europa continua mf> exer-
cicto de sua prossao medica.
Da' consultas em seu escripto-
rio, no bairro do Recife, ra da
Cruz n. 53, todos o"s dias, menos
nos domingos, desde as' C horas
t as 10 da -manhaa, sobre 0$
seguintes pontos
1
1
de
da- hamburguesas, e tambem cal da mais nova que
ha, para fabrico do assucar, por preco commodo.
FJNftIQAO
DO

URO 1.1
Ra do Brum (passando o chafarz.)
No ilap^it desle eslaYe\eeimeiito sempre \\a gvan le sorUmeulo de
e\ian*ismo fawa s eugei\Y\os de assucar a saler:
Machinis de vapor ntciderna, de golpe cumprido, econmicas de combustivel, e defacillimoassento ;
Roelas d'agtia de ierro com cubo* de madeira largas, leve, forte, e bem bab ncada;
Cannos de ferro, e parts d'agua para ditas, e serrilhas para rodas de madeii:a ;
Moendas nteiras com Virgen#muito (ortes, e conveniente ;
M-jias moendas com 10deta motoras para agua, cavallos, oubois, acunhadas em aguilhOes deazs ;
Tai xas de ferro fundido e batido, ^hw:obre ;
"cas para o caldo, crivo e partas de ferro para as fornalhas ;
de ferro, moiafc 4e ndioca, forno para cozer farinha ;
vapor, agua, cavallo ou bois
e rodas para carroc.as, formas galvanizadas para purgar etc., ote.
00 da preferencia com
proprio para os agricul-
mte as suas obras as
anmial para o dito fim,
p,ra modificar, o mechanis-
3e que [>odero necessitar.
Molestias deolhos )
Molestias de coracao e
peito ;
3". Molestias dos orgaos da gera-
cao, e doanus ;
4*. Praticara' toda e (jualquer
operacSo quejulgarconvenien
te para o restabelecimento dos
seus doentes.
O exame da pessoas que o con-
sultaren! sera' feto indutincta-
mente, e na ordem de suas en-
tradas; fazendo excep^aoosdoen-
Sjftes de olhos, ou aquellesque poi
motivojustoobtiverf m hora mar-
cada para este fim.
A applicacao dealguns medica
_ mentos indispensaveis em varios
. casos, como o do sulfato de airo-
^pina etc.) seraTetlo.ou concedido
gratuitamente. A confianza que
nelles deposita, a presteza de sua
accao, e a necessidade prompta
le seu emprego; e' tudo quanto o
demove em beneficio de seus
doentes.
Ortelo.
Precisa-se de um 01 telao que saiba
perfectamente o eu oflicto, e paga e
bem : a fallar na Ilha do Ratos com o
Sr. engenhetro Mello Reg.
Lava-se e engomma-se cora perfeico e
presteza, c por mdico prego : no Campo Verde,
principio do Corredor do Bispo, sobrado n. 2.
NOVO DEPOSITO
DE
Ra do Imperador, confronte
ao oitodo deposito dogaz.
Boro veodendo a que os
sumidores *gelo sao pela maior
tes nos bairMHHrato Ante
que lutariam cosa-grande difficulda
tabclecimeoto estiveaae eollecado .
Recito, poderam encontrar na ra do___
confronto ao oilo dO deposito do gaz, um arma-
zem com as proporces exigidas para dqguito
deste genere, o qual ealari aberto coitdmmn-
cia dos mesmos senhores, das 8 hora da ma-
nhaa 6 t da tarde do dia 3 do correte em
diante. -
Botica ccnlral homcopalhica
1 DR. SABINO 0, L PIIHO-
@ Novos medicamenloshomcopalhicos en- @
^ viadosda Europa pelo Dr. Sabino. +
Estes medicamantris preparados e.pe-@
cialmcnto segundo as necessidades da h^- j*
mcopaihin no Brasil, vende se pelos pro- q
eos conhecidos na botica cenital horneo-,a
pathtea, ra de Santo Amaro Mundo No- a
vo) n 6. I
@@feS @gs3>'e
Alterado.
nheumatismn no joclho da perna direila
u abaixo assignado declaro, que achaudo-mc
gravemente atacado de r/ier.mafisino nojoelho da
perna direila por mais de 2 aunos, o qual me
1 privi va do dormir, e applicando varios medica-
mentos nao foi possivel obter melhoras algumas,
e uUimamenle recorr s chapas medicinaes do
Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio na ra do Par-
to n 119, e no pequeo espaco de 24 dias fiquei
perfeitamente bom. E por ser verdade, pnssei o
presente atteslado, o qual vai por mim assignado
para ser conhecido publicamente. Run do uvi-
dor n. 10, Rio de Janeiro.
Luiz Venancio da Rocha Xianna.
Tributo de gratido.
Inflammagao ni bocea do estomago.
Urna minha escrava paderia ha bastante lempo
urna forte inflammaco na bocea do estomago,
acnmpanhada de falta derespiraco, muilo can-
saco e dores pelas costas, linio procedido da mes-
ma inflaramar.o, e com minios remedios que
toraou e apphcou, nunca p'ide obter melhoras;
ltimamente com as chapas medicinaes do Sr.
Ricardo Kirk, com escriptorio na ra do Parto
n. 119, Uve a salisac,o18e a ver perfeitamente
boa em 33 dias, pelo que tributo ao dito senhor
meas sinceros agradecimenlos. Ra do Senhor
dos Passos n. 47, Rio de Janeiro.
Antonio Jos da Costa.
Reconhecida verdadeira a assignatvra supra
pelo tabellio Pedro Jos de Castro.
TRATAMENTO
SEM RESGUARDO, NEM INCOMMODO.
Inflammaco do estomago.
Nao posso deixar de tributar os raeus devidos
louvores chapas medicinaes do Sr. Ricardo
Kirk, com escriptorio na ra do' Parto n. 119,
pois que por meio de lao precioso remedio fiquei
curado da inflammaco do estomago, da qual pa-
deca ha mais de ID annos, por cuja causa soffria
falla de respiraro, cansa)o e muilo faslio ; e
nao lendo Ja espetanca de (liar melhor, acho-me
agora perfeitamente "bom, tepois de 40 dias da
applicacao das ditas chapas Por isso compro
com o meu dever, fazendo a presente deelaraco
era signal de raiuha sincera gratido. Ra do
Sacco n. 53, Rio de Janeiro.
Agoslinho Tcreira Cardoso.
Reconhecida verdadeira a assignatura supra
pelo tabellio Pedro Jos de Castro.
Precisa-so alugar um sobrado de dous ou
tres andares, que seja no bairro de Santo Anto-
nio, a tratar na praca da Independa n. 37 e 39.
Hotel do Rosa
12 Ra da Quitanda 12
NO
Rio de Janeiro,
Este antigo e bem acreditado eslabelcciment
nao s offerece aos Srs. viajantes expelientes
commodos e um tratamento to bom como nos
melhores da Europa, como, tambem aos amado-
rea de bilhar, ricas mesas em que possam se re-
crea rem as horas vagas. O proprieta rio confia-
do na fama que sua casa tem sabido grangear,
tanto.dos numerosos estrangoiros coreo mesmo
nacionaes, que tem tido a honra de hospedar,
espera continuar a merecer a conanca das pes-
soas que visitaren a c#te do imperio.
Attenco.
- .rr.yg.syjffyi*****mm**,. r,n^e,r.,
na ra Nova n. 27.
ftenseu *sacjtss-\aa2i3fceuM:
g Seguro coatra Fogo
| coiifahuia
rara
I LONDRES
AGENTES
| G J. Astley & Companhia. 8
S-----------------------------------------------1
I Vende-se o

3
3
Tintas de oleo.
Formas de ferro para q
purgar assucar. I
Estanto em barra. I
Verniz copal.
Palhinha para marci-
nehfc. I
Vinhos finori deJMoselle.
Folhas de cobre.
Brim de vela: no arma- g
zem de C J. Astley & C. I
tnseaiaTOraernan ra aa eneMDi od crsi
Precisa-se de um menino portuguez, dstos
ltimos chegados, para caixeiro de ura deposito
na ra do Bangel n. 13 : a tratar na ra dos Pes-
cadores ns. 1 c3, padaria.
Precisa-se alugar urna ama que saWia cosi-
nharbem ; a tratar na ra Cabug n. 3 no segun-
do andar.
JoSo Pires de Almeida Lopes vai a Europa
tratar de sua taude, edeixa por seus procurado-
res os senhores: em 1.- o seu socio Manoel Jos
de Miranda, em 2." Theotonio Flix de Mello, em
3.- Joaquim Dias Fernandes. E previne aos se-
nhores que Ihe eslo a dever at o fim de marco
passado, hajam de lhes mandar salisfazer at o
dia 8 do correnle : assim como a quem dever,
mande suas contas no mesmo prazo para seren
pagas. Recife 1 de marco de 1860.
Precisa-se para casa franceza de urna am*
forra ou escrava, que saiba bem eugommar e co-
ser : a tratar das 9 horas da manhaa s 2 da tar-
de, na ra do Imperador n. 7, confronte a ordem
terceira de S. Francisco.
= Um estrangeiro residente ha 30 annos no
Brasil, solteiro, e de idade mediana, deseja ser
empregado na adminislraco de um engenho de
assucar de alguma consldenco, ou em qualquer
outro estabelecimenloou fabrica, sendo elle bem
pralico em lodos os ramos da agricultura de va-
rias Ierras, bom alambiquciro e niestre de assu-
car, perito em riscar, levantar e executar, plan-
las de engenhos d'agua, de vapor e de anmaos,
ou quaesquer oulros edificios ou machinismo,
fazer caminhos, pontea, medir trras, etc. ; ver-
sado na chimica, guarda-iivraria, clculos c es-
cripluraces administrativas, falla e escreve va-
ras linguas, e afianzado de boas maneiras e edu-
cajo : pede-se as pessoas que desejarcm com-
munkar-se com elle, de dirigir soas cartas cora
a sobrc-escriplaG. I..para esta typogiaphia,
o para a botica da ra do Cabug n. 11.
Ama.
preti
Dber.
Precisa-so alugar urna preta que saiba lavar,
engommar e coser, paga-som : na ra da. Cruz
n. 53, segundo an'lar.
Julia & Conrado parlicipam aos seus fre-
guezes, que teem em. sua casa o melhor sorti-
mento de obraj feitas; assim como encarregara-
e de mandar fizer por medida, visto o seu mos-
tr alfaiste ser bem conhecido em loa arte
Precisa-se de um moco que tenha as ha-
biriaccs precisas para eosinar primeiras lellras
e francez, n'um engenho distante desta praca seis
legos ; prefere-se um moco casado de bons cos-
lumcs e de Iratccfino : quem e pretender dirja-
se a botica da ra Nova n. 53
lauMi
**
IMUTILADQI
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rfja^m


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5S^
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p
ti
DIARIO DK PE8HAMBUCO. SEXTA FEItU 4
DE MATO
:---------q----
Dt
1860.
3
Prcisa-se de urna pessoa habilitada par
tomar couta da cozinha de urna casa eslrangeira ;
na ra Nova a. 21, loja de F. J. Germana.
Um armazem.
e variado sortimento de
roupas feilas
Transfere-se por 3 annos o arrondamento do
famoso armazera n. 13, na ra da Cruz no R<
fe : trala-se no Forte do Mallos, largo do Ira
elie do algodo n. 18. .
AehaWs-.se nesla cidnde, Tindo do Mar-!28. Poetla de fusilo brancos e de cores a 5.
Bho, mnic: vend Jo. o crioulo Faustino, de- dllos de a'paca de seda a 55, ditos sobre a 65,
sapparcee antes de hontem, 25 do abril, do lu- <"os de brim a 38500 e 4j. ditos de esguiao do
a loja da ra Direita n. 87.
Ricos sobrecasacos de panno muilo Gco a 25 e
Pediincha.
gardo Giqui, para onde linlia ido a contento ;
sua estatura alia, corpo regular, tras suissas
raspadas no queixo, falla bem, tom o Masillante
triste, conserva no cotovello direito a cicatriz de
urna culil'idi, intitula-se forro, trocando o Momo
para o de Jos da Rocha, com o qual servio no
exercilo era quanto nao foi reeonhocido, duendo
ser natural de Marn ; leou calca de algoJ.io
einzcnla, camisa branca, chapeo de palha, e um
cobertor de laa. DosconQa-sc que seguisse para
o norle da provincia, e quem deile der noticia ou
o apprehender c conduzir ra da Cadeia do Re-J
cife n. 33, primeiro andar, ser rocompensado
gencrora mente.
O Sr. Antonio Jos da Costa Gu~
naraas, Portuguez, natural da regue-
ziu de Sinta LeacaJia do teriiio de Gui-
inarSes, queir ter a boiidade de diri-
gif-se a ra do Qneimado n. 35, loja de
ferragens, que se llie deseja fallar por
incumbencia de sua familia.
algodo branco a 3)200, calcas de brim de linho
de cores a 2)500, 3$, 3)500 o 4f, ditas brancas i
2), corles de collele de gorgurode seda a 2)600
e 3), ceroulas de bramante francozaa a 1(600,
ravalasde gorguro, charaalole, selim e groz a
S, ditas de rede a 1)400, chapos francezes
a 8) e 8)500. ditos de casemira a 35800, ditos de
castor, copa baixa, a 109, chapeos deso de pan-
no, cabo de carina com astea de balea, a 2)500,
por ter grande porcao, cortes de brim de algodo
a 900 rs.. saias a baldo a 6)500, esguiao de al-
godo com duas larguras a 400 rs colletes de
gorguro de seda a 5), mantas de seda a 2)500,
meias croas a 2)500, 3)200 e 4), e oulras mui-
tas fazendas denosto que seria eofadonho men-
cionar ; a ellas, antes qao se acabem : sapa-
los de Irania feitos no Porlo a 1)600.
Ferros de engom-
mar econmicos
Njstesdias feixa-se infallivelmcnle o
cimento de retratos da ra Nova n.
pessoas que desejjrern flear com um fiel
cito retrato approveitetn a occasiao. O
grapho, F. Filela.
*3 *
cstabcs
18 : a
e por"
photo"
4ugislo & Perdigad,
Aiuoi-im, Fragoso, Sanios & Companhia.
Ra da Cadeia do Recife.
O publico e os socios dcsta empreza poJcm
obler pela pralica de cotilas correnles vantagens
imtonlestaveis. Ceira o prejuizo que solrcm
us pessoas que improductivamente conservam
ern suas gavetas quantias, quedadas pela fyna
abaixo desciipU, cstaro em cerlo periodo con-
sideravelmeiilc augmentad s ; porlanlo, em
nosso uileresse e no do publico que fazemosas
consideracoes seguinles :
Todo o" individuo que possuir a quanlia de
100J, edahi para cima, pode abrir conlacorrcnte
com esta sociedade, depositando em seu cofre
e-si quantia, que flear vencendo juros desde o
momento em que for entregue al aquelle em
que for retirada ; esles juros sero accumulados
ao capital no fim de cada semestre civil, para
ficarcm por seu turno vencendo juros, que sero
igualmente accumulados.
A sociedade pagar serapre urna laxa de juros
de dous por cento, menos que a laxa, por que a
ea:xa filial descantar us letras da praga.
As quantias assim depositadas em conla cor-
rente podero ser retiradas parcial ou totalmen-
te a todo momento do modo seguidle : al a
somal de 5:000), vista de 5 al 20 coalos com
aviso anlecipado de tres dias, o de 20 coutos pa-
ra ni ais cora aviso de seis dias.
-V; pessuas residentes nesla praca a sociedade
fornecora gratuitamente urna caderneta para
, nella se fazer a escripturac.ao da conla. como
tambera para servir de documento 4s quantias
que por ella forera receidas ; s residentes fra
remetiera annjialmente urna copia da couta cor-
terapo e lrab.llilL!,^tia"3a?q7rpesff'?iua'r-
dar as suas economas e augmenta-las com os
juros que for vencendo.
Nao acontece o mesmo sendo o dinheiro dado
a juros a pra/.o fixo por letras ao portador, pois
nao.sendo reformadas no venciraento deixara de
vencer juros.
Pe lindo a allcnco d j publico para esta classe
de operacoes demonstramos quanto llic sao pro-
tlcuas, basla ter em consideraco que, conser-
vando ura capital depositado em conla correle
no ospaco de 10 annos pelo juro de7 por cotilo,
e este capital estar duplicado naquelle periodo.
com loja na ra da Cideia do Recife n.
23, confronte ao becco Largo,
previnem aos seus freguezes. que acabam de sor-
lir seu novo eslabelccimenlo com fazendas de
gosto, finas, e inferiores, para vender pelos pre-
cos os niais razoaveis ; as fazendas inferiores,
o a rclalho, so vendero por um preco fixo
que ser o seu proprio custo as casas inglezas,
urna vez que sejam pagas vista.
Neslc eslabcleciraenlo se encontrar sempre
um sormento completo de fazendas, e entre el-
las o snguinte :
Vestidos de seda com babados e duas saias.
Ditos de la e soda o duas saias.
Ditos de larlatana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas prelas de seda e de Ql.
Polonczas do gorguro de seda prelas.
Cinluroes para senhora.
Espartilhos com molas ou clcheles.
Enfeiles de vidrilho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balo para senhora c meninas.
Chapeos para senhora c meninas.
Tentes de tartaruga dos melhoresgoslos.
Perfumaras de Lubin c oulros fabricautes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdenaplcs de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Collas c manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodo de todas as qualidades."
Loncos de labyrinlho para presentes.
Collas de crochet pete menino.
Vestidos de rhtn azia.
Roupa feiia.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Puletols de casemira.
Calcas de casemira pretas e de cores.
Colletes de seda idem idem.
Ditos de fusto.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de differeiiles qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Mellierc oulros fabricantes para
hornero.
Ditos para senhora.
Charutos de Ilavana, Baha e manilha.
Camisas de flanella
uuucs uc vestidos brancos de Mande com ca-
pella e manta.
Didos de vislidos brancos do seda para casa-
mentos
Chapeos de castor preto
e brancos
Na ra do Queimado n. 37, vendem-se os me-
Ihores chai>es de castor
Fumo americano.
Vende-pfcimo americano proprio para mas-
car e fazer cigarros : na ra da Cruz do Recife n.
50. primeiroarjdar, caixinhas de 20 e 40 lateas
a 400 rs. a libra.
Escravo.
Vende-so um preto moco, bonito, mnito re-
forjado do corpo e possante ; lem elle habilida-
de para qualquer servido : na ra Nova n. 22,
na foja do Sr. Delouche, relojoeiro.
Potassadaftussia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Gadeia do Recife n. 12, ha para vender
polassa da B.ussia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim como tambem
cal yirgem em podra: ludo sor procos, muilo
razoaveis
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se na ra da Imperatrz n. 1,
loja do Lecomte.
Loja da boneca ra da Impe-
ratrz n. 7.
Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingemse na mesma casa a
qualquer bora.
S$OOft.
S Ctinliaua-se a vender fazendas por baixo |
S preco alS mesmo por menos do seu valor,
afim de liquidar contas : na loja de 4 portas
h na ra do Queimado n. 10.
ssaaajaaiassssassKSBSBHffissgHsa
Compras.
Umacarroca
eom pipa'para condueco d'agua : compra-se no
Forte do Mallos, armazem n. 18, confronte ao
trapiche do algodo.
Escravo.
Compra-se um escravo de 12 a 16 annos. es-
perto c sem vicio ncm deteito algum. So tivesse
principio de ourives seria pretendo : quem o ti--
ver e quize-lo dar alsum lempo a comento, pa-
gando-se o aluguel.caso nosecITecluaro negocio,
polo dirigir-so a ra Nova n. 15 1.andar. Nao
se acceila de casa de commisso.
Vendas.
REMEDIO INCOIYIPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes p9-
dem lestemunhiras virtudesdeste remedio in-
comparavcl e provar era caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiramente saos depois de haver emprega-
do intilmente oulros Iratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessascuras maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
lodos os cas ha muitos annos ; e a maior parte
dellas sao to sor prndenles que admiran; so
mdicos riis celebres. Quanlas pessoas reco-
braram ce m es le soberano remedio o uso de seus
bracos e pilmas, depois de ter permanecido lon-
go tempo nosjiospitaes, onde de viam soffrer a
amputago I Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para senao
suhmetterem essa opYacao dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das tacs pessoas na
enfuso de seu reconhecimento deciararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti.
carera si.a finnativa.
Ninguem desesperara do eslsdo de saude sa
'ivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum tempo o
mentratito que necessitasse a natureza do mai
cujo resultado seria prova rincontestavelmente :
Que tudo cura.
O ungueuito he til, mais particu-
larmente nos segruintes casos.
Cimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas,
dos siembros.
A 8,000 rs. com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um oudous
dias.
Vendem-se esles magnficos ferros as seguin-
les casas:
Praca do Corp4pSanto n. 2.
Ba" da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dila do Crespo n. 5.
Dita daPenha n 16.
Dila do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dila do Queimado n. 14,
Dita Direita n. 72.
Dita da Traa n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dila do Livranicnto n. 36.
Dila da Santa Cruz n. 3
Dila dalm eratriz n, 10, armazem de fazendas
deRaymundo Carlos Lelte & Irroao, em todos
esles lugares dao-sc por um ou dous dias para
experimenlar-se.
Cheguem a Fechiiicka
Na loja do Preguica na ru* do
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Chaly^jierin decores, ptimo no topar*
roupoes evesiidos de montara de Sra. como para
vestuarios de meninos a 360 e 400 ris o cova-
do Challes de merino estampados muilo finos pelo
deminuto prec,o de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padroes
a 260 e 280 ris o cova Jo grvalas a fanlazia.o
mais moderno pos ivel a 19 e 1200 cada urna, e
outras muitas fazendas, eujos presos extraor-
dinariamente baratos, siisfaro a expectativa
do comprador.
Com toque de avaria
1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1:800
lencos de carabraia brancos a 2:000 2:500 39
4:000 a dusia ditos com l^irnos por cada face
e de 4 e meio por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite \
IrmSoa. ra da Imperalriz n. 10.
Verdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz n. 7,
loja do Leconte.
isiesM 3iet@ mv $ms cneng
GRANDE A1MIAZDI
DE
Botica.
Carlholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguintes mediea-
me^os :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegelaes.
Salsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jarope do Bosque.
Pilulas americanas feontra febreaj.
Ungento Holloway
Pilulas do dito.
Ellixir anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
%mw$m&m
Enferm dades da cutis
em g( ral.
Ditas do anus.
Erupctis e escorbti-
cas.
Fstulas, no abdomen.
l'rialda.le ou falta de
calor as 'tremida-
des.
Frieiras.
Gengiras escaldadas.
Inchac,5es
Inflamroarac doflgado.
Os abaixo assignidos, com loja de ourives na
ra do Cabug ns, 9 e 11, confronte ao paleo da
matriz de Santo Antonio, continuadamente eslo
recebendo as mais delicadas e modernas obras
de ouro de differenles e apurados gostos, tanto
para senhoras, como para homens e meninas,
por precos mu commodos em relaco a qualida-
de e maod'obra, o garantem a qualidade do ou-
ro, passando una couta com dec4araco e recibo.
Seraphirn & Irraao.
f Camas de ferro, o mais barato que ha no
mercado, de 20 a 30* nicamente em casa de
Julio* Conrado.
= Vende-se urna mulata de 20 e tantos annos
com urna filhinha de 3 mezes, sabe engommar
com perfeicao o que se garaute, cose, faz laby-
rinlho e cozinha, e vende-se tambem urna raula-
titiba de 4 annos : quem pretendc-los, dirija-se
ao paleo do Terco n. 16.
Cocos italianos
de follia de flandres, niuito bem acaba-
dos, podendo m durar tanto quanto
duram quatrodos nossosa 400 rs. um
e 4$ urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Milho e farelo.
Venie-sn milho a 4# o sacco, e em cuia a 210,
farelo a 58500 o sacco : por baixo do sobrado n.
16, com oitao para a ra da Florentina.
Na ru'i do Oueimadon. 55,
loja esperanca,
vende-se urna flauta de bano,guarnecida de ma-
ellechart.com 10 chsves.systema Bohemio, muilo
bem acabada, por 509, assim como um.viol&o de
Jacaranda, de chaves, marchelado de madrepe-
rola. obra prima, por 50J, rosarios de madrepe-
rolapropriiispara'presentn no niez prximo mez
de devoco) a 5, 6, 8 e 10$ cada um, e estSo-se
acabando, graxa fi anoeza para sapatos a 640 rs: o
pote, (especial desta loja). tinta azufre prels, io-
gleza, inteiramente liquida, a 500 rs. o pole.pen-
nasdo ac o melhor powivel, tendoa proprieda-
de de, quanto mais velha em se escrevendo, me-
lhor Oca, e muitos objeclos necessarios.
Vendem-se na ra de Sania Thereza, casa
n. 7, 6 cabra* de leite, dando cada urna Ugela e
meia por da, sendo 3 cora cabrilo e 3 sem elles.
HA
car na ern
DE
GR4NDE S0RTIME?T0 !
DE !
Fazendas e eras feilasl
luoja
Groes &Basto J
Narmdo Queimad) n.
46, frente ama relia.
Completo e grande sorfimenlo decal-
cas de casemira do cores se pretas a 8J>,
9j), 108 e 12S, ditos das mesruas cnsemi-
rasa 7J, 8j e9, ditos de brim trancado
branco tnuito fino a 5$, 6$ e 7a ditos de
cores a 3g, 3JJ500, 4$ e 59, ditos de me-
rino de cordo para lulo a 5$, colletes de
casemiras pretas, ditos de ditas de cores,
ditos de gorguro pretos e de cores a 5J,
69 e 79, ricas casacas de pannos muilo fi-
nos a 35$ e 409, sobrecasacas dos mesmos
pannos a 289.305 o 35$. paletots dos mes-
mos pannos a 22$ e 249. paletots saceos
de casemira modelo inglez 109, ditos de
casemira mesclado muilo fino de apurado
gosto 15$ e 169. ditos sobrecasa das mes-
mas cores a 18$ e 20$, ditos sobre de al-
paca pr-la fina a 7$ e 8S, ditos saceos a
49. ditos de fusto branco e de cores a 49.
49500 c59, ditos de brim pardo muilo
superior 49500, camisas pa.-a menino de
lo ios os lmannos a26$00a duzia, meias
de todas os tamanhoa para menino e me-
ninas, palilots de todos os lmannos e
qualidades para os mesmos, colletes de
brim branco a 3$500 e 49, ricos colletes
villudo preto bordado e do cores diver-
sas o por'diversos prejos, ricos coberto-
res de fuslao archoado para cama a 6$,
colarinha de linho a pe.ere a 69500 a du-
zia, assim como temcis recebido para
denlro deste estabelcciment um comple-
to aortimenlo de fazendas de gosto para
senhora, vestimentas modernas para me-
nino meninas de qualro a seis annos e
ludo vendemos por precos razoaveis. As-
sim como neate esuWlecimenlo manda-
l se apromplar cora preslaza todas as qua-
i lidades de obras relativo officina d al-
! faiate sendo Uto com uio gosto e asseio.
da matriz
Lepra.
Males das pernas. '
dos peitos.
de olhos. \
Mordeduras de reptis.v
Picadura de mosquitos. ^
Pulmes.
Queimadelas.
Sarua
Supuraces ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Vende-se este ungento no estabecimento
geraldu Londres n. 224, Strand. e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havina e Hespanha.
Ven i e -se a 800 rs., cada bocetinha contm
urna Instruccao em prtuguez para o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico. na ra da Crun. 22. em Per-
nambuco.
Pennas de ac inglezas.
Vendem-ie na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, deGuedesi Gongalves, as verdadeiras pennas
de ac ingWzas, mandadas fabricar pelo profes-
sorde :alygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
preco le 19500 a caixa.
Bezerro francez
grande e grosso :
Na ra Direita n. 45.
coberlos e descobertos, pequeos e grandes, e
ouro latente inglez, para homem 9 senhora,
de un dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : emeasa de
South all Me]lors 4C
CALCADO
Grande sortimento.
45Roa Direila*45
O:;estragadores de calcado encontra-
rao ueste estabelecimentot~obra supe-
rior pelos precos abaixo :
Homem.
Borzeguins aristocrticos. .
D.tos (lutree bezerro).....
Borzeguins arranca tocos. .
Ditos econmicos.......
SapatOes de bater (lustre). .
Senhora.
Boneguinsprimeira classe (sal-
te de quebrar)......
Ditos tocios de merino contra
etilos (salto dengoso).....
Borv.eguinspara meninas (for-
tisimas). ...:..., 4#000
E-jMperfeitosormento de todo cal-
cadcWliquillo que serve para^abrica-
lo, come sala, couros, marroquins, cou
ro de lutre, Go, fitas, sedas etc.
Attenco.
h
Na ra do Imperador, junto a bolica, ha todos
osdiss, s 7 horas da manlia, leile de vacca,
puro, pelo preco de 400 rs. a garrafa.
Vende-se meia legoa de trra em quadro,
na freguezia'de Agua Preta, terreno Iodo de var-
zeas, regado por tres riachos bstanle forles,
margem do ro Una, cdefronleda quarta estaco
da va frrea : quem pretender compra-lo, pode
dirgir-se nesla praca ao Sr. Herculano Deodato
dos Santos, na ra do Cabug, e ao Sr. Antonio
Francisco Martina de Miranda, na ra da Praia,
e no Rio Formoso ao Sr. Jos Pcreira Lins.
Vende-se por muito menos de seu valor
um escravo pardo, que representa ter 40 annos
de idade, o qual acha-se recolhidcr casa de de-
lenr.ao por ter fgido : quem o pretender, diri-
ja-se a ra da Cruz n. 62, terceiro andar, junto
ao Sr. Fortnalo, ou & mesma casa de dclcnro
ao Sr. Leoncio, chaveiroda mesma.
Saceos cf m milho a 49, ditos com farelo a
49 : na taberna da estrella, largo do Paraizo nu-
mero 14.
Vende-se um csrro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
denlro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arranjado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42, ra da Cruz.
Em casa de Southall Mellors & C, ra do
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes artigos:
Chumbo de munico sortido.
Pregos de todas as realidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porto, Hunganan em barris.
Dito de Moselle em caixas.
fim^o#a,epSo'roVppfHa,t3;apa1enlreqchronome-
tros, coberlos e descobertos (bem acreditados).
Traocelins de ouro para os mesmos.
Biscoilos sortidos em latas pequeas.
AGENCIA.
DA
Roupa icita,
Ra Nova n. 49, jimio
a tgreja da Conceicdo dos |
Militares. |
Neste armazem encontrar o publico S
um grande e variado sortimento de rou- 4
pas feitas, como sejam casacas, sobreca- 3
sacas, gndolas, fraques, e paletots de 3
panno lino preto e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba- Jj
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal- 3
gas de casemira preta e de cores, ditas de c
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados, ;
calcas de algodo, colletes de velludo i
preto e de cores, ditos de selm preto e
I branco, dilos de gorguro e casemira, di-
i tos de fusles e brins, fardamentos para
I a guarda nacional, libres para criados,
> ceroulas e camisas francezas, chapeos e
[ grvalas, grande sortimento de roupas
> para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
1 dando ao comprador algumas das roupas v,
\ feitas se apromplaro oulras a gosto do H
t comprador dando-se no da convenci- $p
l nado. &
Piano
9^000
7$000
7$000
6$000
5$000
50O0
40500
Saunders Brothers & C. tem para vender em
eu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguna pianos do ultimo gosto, recentiraente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood &Sons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
em grande sortimento para
homens, senhoras e
A< 7,-000 r&7~
Ferros econmicos com
folese descanso.
Aterro da Boa-Vista n. 46.
Ra do Queimado, esquina para o Livrameal o
loja das sebe portas.
Rus d,?Ctuz' fundos do Corpo Santo, loja da
cera n. 60. r
Para acender luz do gaz.
Rolos de cera crystalisada om pacotes mui
bem acondicionados a 500 rs. cada um : na ra
do Imperador defronte de S. Francisco
vende-se doce de caj' secco mito bom a
64 a libra : na ra Direila n. 72.
Taberna da estrella.
Largo do Paraizo n. 14.
Vende-se manteiga ingleza a 800 rs. a libra,
dila franceza a 600 ts cha hysson a 1(800, caf
a 280 rs., toucinho a 360, arroz do Marauhio a
120, chouriras a 600 rs., lalharim a 320, alelria
a 400rs., docedegoiaba fino a 1$120 o caixao,
doce de fruclas a 800 rs. a lata, milho a'240 a
cuia, dilo alpisla a 200 rs. a libra, tinta de escre-
ver a 240 rs. meia garrafa, espermacele a 640 a
libra.
1 iioi a fama
Na ra do Grecpo, loja de
miudezasde tres portas
numero 5.
Grande c variado sortimento de miudezas, lan-
o para praca como para o mato, e Indo por me-
nos preco do que em oulra qualquer parte, para
as senhoras do bora e barato : ricas caixas para
costura, de diversos tamanhes, obra de apurado
gosto. pelo dimiuulo prero ao 109, 15, 20, 25,
lu e ij1 rada una, caixas de metal com ps de
arroz, o melhor possivel, a 2, ditas muilo boni-
tas com amendoas, confeilo, etc.. a 29, ditas com
6 macinhos de grampos, de diversos tamanhosu
torneedas a 500 rs., ricas gollinhas de linho, o
melhor que lem vindo ao mercado, a 29 e 29500.
novas fitas de cascarrilha para enfeiles de vesti-
do, pretos e de cores, a 29, 2*500, 3 e 49 a pega,
ricos peuls de tartaruga lisos e virados, por di-
minuto prteo, e oulros mullissimos objeclos para
senhora, e por baralo preco, para apurar dinhei-
ro, como bem, franjss do linho, galao de linho,
boles de vidro e linho para casavequesa 320 rs.
a duzia, trancinha de linho .para casaveques a
320 o covado, e oulros mais objeclos que deixa-
se de annuuciar para nao se tornar muilo ei-
tenso.
Para homem.
. Ricas bengalas de massa a imitaco de unicor-
ne, as melhores que tem vindo, e muilo delica-
das, a 109 cada urna, ricas cadeias de ouro com
pedras, obra de goslo.t pelo barato preco de 159,
20 o 309. ricos correnlos para relogio| obrado
posto, pelo baralo preco de 25 a 309,meias muito
fins de fio de Escocia", brancas, a 800 rs. o par,
e 8g a duzia, ditas de cores lambsm muilo finas
e bonitas cores a 640 rs. o par, e 7# a duzia, ri-
cas escovas para cabello, cabo do baleia e muilo
delicadas a 3j rada urna, baralhos francezes com
beiras douradas, caixinhas com duas duzias, a
I96OO, ricas ro intas de relroz para grvala com
ricos allincies a 4$, e oulros muitos objeclos para
a rapazeada do bom goslo, e baralo preco : na
ra do Crespo, loja de 'miudezas de tres*portas
numero 5.
A mil reiso cento.
Papis com eslalo para sortes de Sonto Anto-
nio, S. Joo e S. Pedro a 19 o eento, pois quem
os vir nao deixar de comprar pelo proco e boni-
too papoic na roa fin Crespo. Injli d& "miudezas
de tres portas n. 5.
Para mascates.
FUNDIDO LOW-NOW,
Ra da Senzala Nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapletosortimento de moendas e meias moen-
das paraven8enho, machinas de vapor e taitas
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dto.
importante.
45 Ra Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
com alguns pares de borzeguins que Ihe
restam, dos famosos arranca-tocos, ci-
dadaos etc., e sem o menor defeito, re-
duzindo-os ao preco de 7000
SYSTEIttA MEDICO DE HOLLOWAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Este Inestimavel especifico, compoolo inteira-
mente de hervas medicinaos, nao contm mercu-
rio, ero algum a outra substancia delectcria. Be-
nigno mais tenra infancia, e a compleigao mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleicao mais robusta;
inteiramente innocente em suas operares e ef-
feitos; pois busca e remove as doencM de qual-
quer especie egro por mais antigs e ienazes
que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que ja estavam as portas da
morte, preservando em seu uso : conseguirn;
recobrar a saude e torcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mis afflictas nao devem entregar-se ade-
sesperacao ; facam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperaro o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades :
Accidentes epilpticos. Febreto da especie.
Gotta.
Hernorrhoidas.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigesto es.
Inflammacoes.
I r r e g u la ridades
menstruacao.
Lombrigasde toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstrucco deventre.
Phtysica ouconsump-
pulmonar.
Retenco de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo final].
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulsoes.
Debilidade ou exteuua-
co.
Debilidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfei mida des no ventre.
Ditas no ligado.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Pebre biliosas
Febreto intermtente.
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de Londres n. 224, tStrond, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a Americ* do
Sol, Havana e Hespanha.
Vendem-se aabocelidhaa a 800 rs. cada ama
dellas, conten urna instruccao em portoguez pa-
ra eiplicar o modo de Mtr desta pilulas.
O deposito geral ea uta do Sr. Svssa
pharmaceutico. na ra da Cruz n t, tai Pot-
nambuco.
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade o 6a50o, 7 e 89, dilos de velludo, copa al-
ia e baixa a 7g, 9 o 10$, dilos de lontra pretos e
de cores, muito finos a 69 e 79, ditos do chile a
3f500, 5, 6, 8, 10 e 129, dilos de feltro em gfan- 1240 o baralho, o
de sortimento, tanto em cores como em qualida- I para costura a 1
des, para homens e meninos, de 29500 avg, di-
tos de gorguro com aba do couro de lustre, di-
los de casemira coro aba forrada de palha, ou
sera ella a 4g, ditos de palha ingleza, copa alta
e baixa, superiores e muilo era conla, bonetes
francezes e da trra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinascom veo pora senho-
ra, muilo em conla e do melhor goslo possivel,
chapeos de seda, dilos de palha amazonas, enfei-
les para cabeca, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objeclos que os senhores freguezes, vis-
la do preco e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida luja de
chapeos da ra Direila n. 61, de B. de B. Feij.
Vendem-se fazondas por baralo
prego e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a reta-
lho : na ruado Queimado*loja de 4
porlas n. 10.
milho; nos armazens de Tasso
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, reiogios do afama-
do fabricante Boskell, por presos commodos,
e tambem trance.llins e cadeias para os mesmos,
deexcellente gosto.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos arroaz
Irmos.
Ba do Queimado n. 37.
30S cortesde vestidos de seda quecustaram
609; a 169 cortes de vestidos de phautasia que
custaram 309; a 8$ chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Enfeiles de vidrilho e de retroz a 49 cada
um : na ra do Queimado n.37, loja de 4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio
com Tasso & Irmos.
de Janeiro: a tratar
Farinha de mandioca
nos armazens de Tasso & Irruios.
Milho
nos armazens da Tasso 4 Irmios.
Tachas para engenho
FundiQo de ferro e bronze <
DI jj|
Francisco Antonio Crrate
tom um grande sortim
tacha de fer
rcomosefaze
quer obra tanto d.
dido como batido.
Penles de baleia para alar cabello a 19 a du-
zia, dilos de chifre para alisar a 19 a duzia, dilos
de dito para.garrafa a 500 rs. a duzia, pomada
de Hollanda muito boa a 280 rs. a duzia, bara-
lhos francezes muito finos a 400 rs. o baralho, c
a 49500 a duzia, dilos portuguezes muito finos a
2950 a duzia, tesouras finas
. a duzia, caivetes finos para
pennas a 23 o duzia, e outros objeclos para ms-
cales e boceteiras, que se vende por todo prego :
na ra do Crespo, loja de miudezas do tres oor-
lic ti Vx
tas n. 5.
Facas, garios e co-
Iheres.
Facas e garfas com 2boI6es, muilo finas, a 7$
a duzia, ditas muilo finas, cabo de viado, a 49 a
duzia, ditas ditas, cabos oulovados, a 39500 a du-
zia, capachos compridos e redondos para porlas
o salas a 610 rs. cada um, colheres de rhetal para
sopa, muito finas, ditas de dilo para dita mais
inferior, ditas de dito para cha muito finas, e ou-
tras qualidades muilo mais baratas : na ra do
Crespo, loja de miudezas de tres porlas n. 5.
Escravos.
Vende-se urna escrava muala muilo nova e
robusta : na ra da cadeia do Becife, primeiro
andar, n. 28.
Courinhos de cabra e de be-
zerro.
Vendem-se e de boa qualidade: na ra da
Cadeia do Recife, primeiro andar, n. 28.
Velas de cera de carnauba.
Vendem-se por preco commodo e vontado
dos compradores: na'ra da Cadeia do Recife,
primeiro andar, n. 28.
Cera de carniuba.
Vende-se de muilo boa qualidade : na ra da
Cadeia do Recite, primeiro andar, u. 28.
Toalhas e ricos lencos de la-
byrinlho.
Vendem-se na ra da Cadeia* do Recife, pri-
meiro andar, n. 28.
Refinaco de assu-
car doMonteiro.
Contlnua-se a vender assucar chrrstalisado de
superior qualidade da acreditada refinada do
Monleiro, pelo preco de 79 a arroba ; os com-
pradores de mais de urna arroba dirijam-so ra
do Caes de Apollo, e a retalho nos depsitos da
ra das Larangeiras n. 15 e praca da Boa-Vista
n. 26.
Vende-so um escravo de mais de meia ida-
de, hbil para lodo o servico : no 1. andar do
sobrado n. 6 defronle do Alero, largo da assem-
bla provincial.
Vcnde-se um benHo escravo de meia idade
o bstanle robusto : na raa da Praia n. 43, pri-
meiro andar.
LOJA DO VAPOR.
Grande e varalo sortiraenlo de calcado fran-
cez, roupa feita, miudezas finas c perfumaras,
ludo por menos do que em oulras partes : na lo-
ja do vapor na ra Nova n. 7.
Engenho. {
Vende-se o engenho Ss^^^Hpiio na
a de S. Loa da Malla, entre
Penedo de
enhoou no
Felisbjno de
pita, o
;, afiaU-
prelender, Wf*-se
a csttol*, deposito
mnnhaa.
a. \\r
.:&'j,.,.
.




PUMO DE PERNAMBUCO. SEXTA FE1RA 4 OB MAIO DE 1880.
DE
-largo da Peuha--
Manteiga perfectamente or a 800 rs. a libra e em hwril se far mais algum abalimento.
Queips milito novos
lj/OO rs. e em caia se far mais algum abatimenlo nicamente no armazem Progresso.
iVmeVxas Vrawcezas
em lalas de folha e campoleirasde vidro a 900rs., e m porcao se far algum abalimento so no
Cartoes de lio\ii\\\os
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e em porgse far algum abalimento s no Progresso.
igos Ae comadre
em caixinhas elegantemente enfeitadase proprias para mimos s no Progresso ecom arista se far
um prego commodo.
"Latas de soda **
com 2 1|2libras de differenlcs qualidadesa 1600 rs., nicamente no armazem Progresso.
Conservas
700 rs. o frasco vendose,uncnmente no armazem Progresso
KoYaeUlia ingcza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 4$, unbamente no Progresso.
Potes vidrados
do la 8 libras proprias para manleiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1S200 rs. cada um. se
no Progresso. *
CuocoYate franecz.
a 1J a libra assim como vendem-se os seguintes eneros tudo recentemonto chegado e de snperio-i
res raalMadea presuntos a 180 rs. a libra, chouriea muito nova, marmeladado mais afamado fa-
nricame de Lisboa, maga de tomate, pera secca, pasas, fruclas em calila, aroendoos, nozes, frascos
com amemioascobcrtas, confeilos, paslilhas do varias qualidades, vinagre branco Bordeaux proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, magas de tedas as qualidades, gom-
ma muilo liria, ervilhas franeczas, champagne das mais acreditados mareas, cervejas de ditas,
ipermacete barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei
louas muilo novas, bauha de porco refinado e outros muilo gneros moinados, por isso prometem os proprietarios venderem por muilo menos do que outro qualquer
prometem mais tambern servirem aquellas pessoas que mandarem por outras pouco praticas como
se viessera pessoalmenlc ; rogam tambem a lodos os sonhoresdS engenho e senbores lavradores
queiram mandar suas encommendas uo armazem Progresso que se Ibes aflianea a boa qualidadee
o acondicionamcnto. *
Vcrdadcira goma de mata vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhaios para denles a 200 rs. o maco cim 20 macinho, s no Progresso.
Cha Uyson, nevla c nreto
os melhores que ha no mercado de 1{C00 a 25500 a libra, s no Progresso.
Passas em caixinlias de 8 Ubi-as
as mais novas que lem vindo ao nosso mercado pelo diminuto prego de 2,560, s no Progrosso.
Macas em eaixValias de 8 libras
contendo 405 qualidades pevide, grodc bico, eslrelinha.alelria branca e amarella e paslilhas de
maga, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Clvonrl^as e pavos
as mais novas que tem vindo ao mercado.s no Progresso, afiaogando-se a boa qualidade e a vista
se tara um prego commodo.
UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COIXABORADQ
PELOS SR8.
O. Antonio da Costa A. F. de Castilho-Antonio Gillexandre Hcrculano A G Hamos A-
Gmmaraes-Auguslo de Lima-Antonio de Oliveira Marreca- Al ves Branco-A. P. Lopes de Men-
donga-A. Xavier Rodrigues Cordeiro-Carlos Jos Caldeira-E. Pinto da Silva o Cunha-F. Gomes
rnrtrWr- ordll<-'. A-deFreitasOlivcira-J. A Maia-J. A. Marques-J. dendrTde
Corvo-J da Costa Cascaes-J. Daniel Collaco-J. E. de Magalhaes Coulinho- J. G. Lobato Pires -
fil.' Mcnde Leal Jiinior-Julio de Caslilbo-Julio Mximo de Oliveira Pimenlel
-J Pedro de Souia-J S. daSilva Ferraz-Jos de Torres-J. X. S. da Motta-Leandro Jos da
Cosla-Luiz Filippe.Leite-Luu Jos da Cunha-L. A. Rebello da Silva-Paulo Midosi-Ricardo
Julio FerrazValentim Jos da Silveira topea. ^
DIRIGIDO
POR
A. P. *le CaivalUoCarlos Jos Barrenos.I. F. Silveira da Molla
Paganino.
con-
leem
os compromissos.
Rodrigo
O archivo universal cotneea com o terceiro volume o segundo anno da sua existencia ;
seguio poia vencer urna da3 maiores difflculdaies com que osjornaeslitternrios de Portugal
de luettr j e venceu com honra, satisfazendo cora a maior ponlualidade lodos
um periodo extremamente perigoso para as publicaces desta natureza.
Incetando o sen segundo anno, como nao altera o systema seguido at agora, o archivo uni-
versal nao aprsenla programma novo; hoje como no principio appella para o futuro; coma dif-
ferenga porm de poder lambem invocar emsu abono o passado, queja conta ; as sympalhias que
tomoblido, osbons esenptos que lem aprescnlado, ea rcgularidade da sua publicaco. Para os
que conhecem a atlribulada existencia do jornalismo porluguez, para os que sabem qua'ntxs deseon-
fiangas necessario desvanecer, quantas suspeitas affastar, quantos embaracos romover, para con-
seguir urna vida mais larga; cstp tirocinio urna grande conquista c um bom aeouro de orost
dade. r '
Registra-o o archivo mais como um incentivo, do que como urna gloria, mais como urna e
peranga, do que como urna victoria. A animacao que recebeu obriga-o a continuar como at hoi*
empregando todos ososforcos e empenho, toda a solicitude e desvello para se conservar digno dos
seus intuitos e da sua poca.
Destinado a resumir todas as semanas o raovimento jornalistico e a offerecer aos leitores con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia, na indus-
tria ou as artes, alguns artigosonginaes sobre quaesquer destes assumptos, este peridico publica-
se regularmente todas as tercas feras em folha de 16 paginas em bom papel e typo, completan-
do todos os semestres um volume de 420 paginas com ndice e frontespicio competentes
Assigna-se em Pernambuco, ra Nova n. 8, nica agencia.
Em casa de Basto & Lemos
ma do Trapiche n. 17, ven-
de-se :
C urxboem lenrcl.
Cinnosde dito.
Cabos de linho inglez.
Slins patente inglez cora todos os per-
tenoes.
Papel de imprimir.
P?nellas de ferro.
Baldes dezinco.
Livrosem branco inglez.
C.ideiras genovezas.
Licores finos em garra fas de crystal.
Eaxof re em caixas de 3 arrobas.
AI Tai a de de Veneza.
Cn-doilha para apparelhos de navios.
Chapeos de pal ha de Italia $*ngelos.
Vassotiras genoyezas.
Droga j ti i veras.
Baheiros de marmore.
Tullas de barro vidrado.
Escravos venda.
Vendem-se, trocam-so e compram-se escra-
vos de loda idade, e de ambos os sexos ; na ra
do Imperador n .21, primeiro andar.
- Arados americanos e machinas
pata lavar roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston di C. ra da Senzala n. 42.
Visillo de Bordeaux.
Em cjsa de Kalkmann IrmosAC, na da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bera co-
ntiendas marcas dos Srs. Rrandenburg Frres.
e dos Srs. Oldekop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
DeBrandeRburg freres.
St. Estph.
St. Julien.
Margan t.
Lsrose.
CrAtcan Loville.
Clateat. Marganx.
De Oldekop & Mareilhac.
St, Julien.
St. Julien Mdoc.
Ctiateau Loville.
Na mesraa casa ha paral
vender:
Sr.erry em barris.
Madcini em barris.
Cognac em barris. qualidade fina.
Cognac em caixas qualidade inferior.
Cerveja branca.
Tachas e moendas
Brag! Silva & c. tem sempre no seu deposito
da ra da Moeda n. 3 A, um grande sortiroento
!Jf'r,!du para enenho, do multo
acreditado fabricante Edwin Maw : a tratar no
m ismo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loia do Preguica.
vendem-se pegas de algodao encorpado, largo
com pequeo loque de avaria a 2^500 cada urna.
Aos amantes da economa
NaniadoQueimadon. 2, loja do Preguica,
vendem-se chitas de cores fixas bastante escu-
ra*, pelo baralissimo prego de 6 a peca, e 160
rs o covado.
barris de 200
Carne de vaeca salgada, em
libras : em casa de Tasso Irmaoa.
Oleado
eores.
de
(?)
FABRICA
DE
# Sita na ra Imperial n. H 8 e 120 juuto a
fi I llf11.
fabrica d sabia.
Sebastit J. da Silva dirigida pf FraaciSco Belmiro da Cosa
deSaoVVfmn*f,"CTI,l0aKBel?pre Promp!0,8 alambiquea de cobre de d.iTerenics dimenco
ranSU?& ni?p.i?l?0br'd0"' PJra ^st.aragurdente, aparelhos destilatorios S
DE
MOLtyLl.
Vendo-se um ptimo moleque com 19. anuos,
qlfae-to<}o o arti^o de casa de pouca fami-
lia, e juntamente serve para pagan : quera pre-
tender, dnja-se i ra da Cruz n. 23, segunda
andar.
g9#d9# &# diSS@
|Tinli{a deparacary do|
Para,

a
nos
CONSULTORIO
DO
Dr. P. A. lobo Hoscoso,
WMM 9SMISM S IPlMldlIl.
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Cliniea pot ambos os systemas.
rcntr.i Il!!0 Moscosod consultas todos os diaa pela manhaa ede tarde depois de 4 horas.
Worate!!L*""a n*ni0*p*n cidade com Pa os engenhos ou outras
.nri.^51,l!S,ri!SJV djri8id0 su" casa l I hos da manha e em caso de ur-
5 nL.1U! 2 6r hra i d,a 00 da n0lte 8end0 por esc"Pt0 em que se declare o neme da
peasoa, o dama eo numere da casa. <
No ma qne nfto forera de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero r*.
metter a tetes a botica do Sr. Joao Sounn & C. na ruada Cruz ou i loia de litros do Sr Jos
Noguera de Seuza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
a e na casa do annnnciante achar-se-ha constantement e os
mentosnomeopalhicos >a bem conhecidos e pelos pregos seguintes;
Botica de 12 tubos grandes,..........JO
Ditos de 24 ditos............". 15!
Ditos de 36 ditos............ 20!
Dito de 48 ditos..............'. 25:
Ditos de 60 ditos...............OJOOO
Tubos avulsos cada um.............IfiOOO
Frascos de tincturas..............2JOO0
Manoal de medicina homeopalhica pelo Dr. Jahr traduzido
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
u^u(an*'irur8iaelc" elc- ........20*000
nona domestica do Dr. Hering, com diccionario. lOfOOO
epertono do Dr. Mello Mora es......... 6|000
e os melhores medica-
000
FUNDICAO DAURORA.
________offerecem
qualquer obra HHpurada em
tp* oa Umanhos, rodas d
oaae meias moendas
cha* e bomba
diocae
masa
m
?um?ro808 freguezes e ao publico em geral, toda e
**T ldoJB^*Delecimento a saber: machinas de vapor de
J" ferro ou para cubos da madeira, moen-
^todos oa lmannos, guindastes, guia-
rnalha. machinas para amaasar man-
jortoea gradara, co-
boias, alrarengas.
sua natureza pelos
" naate eata-
>radiado cai-
w poden
Vendi>m-se oleados decores os mats finos que
e poasiiel nesle genero, e de diversas larguras,
por prego commodo : na ra Direita n. 61, loia
de chapeos de B. de B. Feij,
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-se em casa de S. P. Jonhston & C. va-
quetas de lustre para carros, sellins esilhes in-
glJzes, candeeiros e casticaes bronzeados, lo-
nas mglezas, fio de vela, chicote para carros, e.
nnntar.a, arreios para carro de um e dous cavald
os. e relogios d'ouro patente inalezes.
Veode-se I
o ingenho Aremund sito na freguezia da Esca-
d, no limite do Cabo, arredado um quarto de
Ie;ua di estrada de ferro, coro bastantes maltas
virgens, edificado de novo e todo demarcado : a
tratar no mesmo engenho com o proprietario.
ESCRAVOS VENDA.
Vendem-se 12 escravos. na ruado Imperador
n. 21, terceiro andar, sendo 3 negras en^oroma-
deiras. 1 muala muito bonita, 4 negros mogos
para todo servigo. 1 moleque de 13 annos, 1 mu-
laliuho delOannos, 1 mulatinha de 12 annos
e 1 negrinha de 14 annos vendem-se baratos
pera acabar.
Vende-se um pequeo sor-tmenlo
d.j copos, clices e garrafas de vidro :
em casa de Brender Brandis 4 C,
rita do Trapiche n. 16.
Vjnde-se un lindo raoleque.de ? a 11 an-
nos, viudo do Cear s na ra da Cruz n. 33.
N ra Nova n. 35, vende-se farinha de
mandioca a dinheiro vista, pelo baralissimo
pieco de 5*600.
Laboratorio
de ornato, figura e architetu-
ra em marmore, de Gamitto
& C, caes novo por traz da
ra do Imperador.
Neslo cslabelerimento estao venda urnas o
ti.mulos de todas as dimenses, pelos pregos se-
glinle :
Urnas 1503 600*
Tmulos 300g.
Ha tumben campas, cabeceiras, lapides, pedras
preparadas para eonsolos, jardinelras, mesas,
e c, do diversos feiiios e tamanhos, e por diver-
sos pregos ; sendo lisas, o lerno a 45g, o a Luiz
XV, 55, lijlos de marmore a 400 rs. ; espera-
se protimamente aseadas, umbreiras. solciras,
cordao. vergas, peiloris, lagedo, e almofarizes de
todos os tamanhos. Concerta-se lodo e qualquer
tiaballio ja feilo, seja em marmore ou seja era
juspe ou alabastro, por pregos rouio moderados.
Becebem-se todas os encommendas para obras
novas, e apromplam-se com brevidade.
Ra Direita n. 16.
Na grande fabrica de tamaii-
cos d ra Direita, esquina
da travessa de S Pedro nu-
mero 16.
Ha effeclivaracnle um grande sortiroento de ta-
ancos de todas as qualidades que su vendem
tanto a retalho como em pequeas e grapdes por-
ges, riis baratos do que em oulra qualquer
parle.
= ViHide-so urna lina grande de amarello,
qie leva quasi duas pipas, propria para alguro
d psito e fabrica de sabao, urna caldeirade fer-
ro grande, uns cylindroa de ferro com armagio
e roda de madeira, e urna prensa na ra do
Jiirdim n. 56.
Vunde-se urna empanada coro mechanismo,
intciramenle nova, chegjda ltimamente do Pa-
rs : para ver e ajuslar, na ra do Crespo n. 4.
loja da J. Falque.
Vcnds-seum b*aho novo em bom estado :
nt ra PirtiQra S, lerceifb andar.
ESU! ar ? desll'".espintos cora graduagSo at 40 graos (pela graduacao de Sellon CarUer dos
uelX.8Sy!,,eraa8-h0JeaPProvadoseconheddo3nesla e outras provincias do impork"bombas
il brnn7S d,!ntoe8 asperanles ede repucho tanto de cobre como de broi.ze aeKo 'toS
ferroVDanJ^X^fF0*'* Pli.vm .'ubiques, tanques etc., parafusoa d'e bronie"
a^mpn?. a8ua-Por as para fornalhas eenvos de ferro, tubos de cobre e chumbo de todas
as dimengoes para encmenlos, camas de ferro com armago e sem ella fu-es de ferro nnuvpit l
econmicos tachas e tachos de cobre, fundos de* alambiques, paJadci^^^^
ParnpnT!,h0,Kf0lha deAFlandre9, chumbo em lengole birr zPnco e lenco! e taia roes e
olSSS toSir dVe7,^Utt0'?,rr SrCda ng,ezde lodas ^*^I5nCS
Lwi hL u ? elc*' e outros quitos artigos por menos preco do que em outra ualauer
Pi/.d'Sempe,nhaD,d0:se ,loda e qualquer encoramenda com presteza e perfdco i conhecid
e-l". conlraod"lade dos freguezes que se dignarem honrarem-nos coro sua confianca a.-ha
rao na ra Novan. 37 loja de ferragens pessoa'habilitada para tomar nota dL encommendas:
Relogios de ouro e prata.
Em casa deHenry Gibson, ruada Cadeia do
Recife n. 62, ha para vender um completo sorli-
menlo de relogios de ouro e prata, chronome-
Iros, meioschronomeiros e de ptenle, os me-
lhores que vem a esle mercado, e a precos ra-
loaveis.
37 Ra do Queimado 37
Loja de-4 portas.
Chegou a este estabelecimento um"completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
lots de panno fino de 16J at 28$, sobrecasacas
de panno fino preto e do cores muito superiores
a 35$, um completo sortimento de palelots de
riscadinho de bnm pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por prego commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2J at 5$
cada urna, chapeos francezes para hornera a 8$,
ditos muito superiores a 10, ditos avelludados,
copa alta a 13, ditos copa baixa a 10$, cha-
peos de feltro para homem de 4. 58 e at 7
cada um, ditos de seda e de palha eufeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
das a 25$, dilas de palha de Italia muito finas a
25$, cortes de vestido de seds em cartao de 40$
at 150$, ditos de phautasia de 16 at 35$000,
gollinhas de cambraia de 1 al*5. manguitos
de 1$500 at 5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas muilo superiores
e padres novos a 720 a vara, caserairas de cor-
les para colletes, palelots e caigas de 3*500 at
4$ o covado, panno fino-preto e de cores de 25O0
at 10$ o covado, cortes de colletede velludo
muito superiores a9e 12$, ditos de gorgurao
e de fusilo brancos de cores, tudo por prego
barato, atoalhado de algoao a 1280 a vara,
cortes de casemiras de cores de5 at 9, grosde-
naples de cores e pretos de 1600 ot 3200 o
covado, esparlilhos para senhora a 6fjy:oeiros
de casemira ricamente bordados a 12 cada um
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12* cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20 a
duzia, casemiras decores para coeiro, covado a
2$00K barege de seda para vestidos, covado a)
1400, um completo sortimento de colletes de
gorgurao, casemira preta lisa e bordada, e de
fustao decores, os quaes se vendem por barato
preg, velludo decores a 7 o corado, pannos
pora cima de mesa a 10 cada um, merino al-
cochaado propno para palelots e colletes a 2800
C.3j: bando^ Para armagio de cabello a
10PO, saceos de tapete e de marroquim para via-
de pregara, que tudo se vende a vontade dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista des
compradores se moslraro
i
i
^elogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
do Vigario n. 3, um bello sortimento. de relogior
de ouro patente inglez, de um dos mais afa-
^.-i iab"canles de Liverpool ; tambem urna
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & jC., ra
da Cruz do Recife n 5, ven-
de-se :
Cabriolis muilo lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presunlos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha de primeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
Oleados americanos proprios para cobrir carros
Carne de porco em barris muilo bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como seiam ;
o muito afamado licor intitulado Morring Cali
Sherry Cordial, Moni Julop, Bitlers, Whiskcy
C., ludoffesparhado ha poucosdias.
Machinas de coser, grandes e pequeas, de dif-
ferenlcs autores, de um modello inleiramente
novo, por preco commodo.
Salsa parrilha ein, frascos grandes c pequeos
muilo bem acondicionada.
Pilnlas vegelaes (vefdadeiras.)
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por prego commodo.
Espirito (le vioho com U
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
ros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: Da ra la/ea do Rosario ff. 36
NOVO DEPOSITO
DE
-Isla tintura lao conhecida hoje no Pa-
ri e que tao grandes effeitos lem prestado @
a humanidade. Acha-se hoje venda na @
49 botica do largo duCarmo,por te-la recebido ^
do Para. Eslu Untura faz so recommenda- 1^
i? da aos ataques de asinina aguda ou chro- a
& nica, suppresso da raenslruacao ou falla |*
f dell, dores ayphililicas, deOxoes com af- g
fec^to do peiio, as molestias de pelle,
as mordeduras de cobraa a outros uni-
^ maes venenozos ele.
; N. B. Cada vidro acompanha um im- |
@ presso com as molesiias e a maneira de Z
9 lomar.
Relogios patente inglez emeioschronome-
tros por menos do que em outra qualquer casa
vende-se em casa de infere & Conrado, na ra d
Queimado n. 48.
ff*
Relogios patenles.
Estopas
Lonas.
Camisas inglczas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight & C
Cruz n. 61.
^mmm-m-mmmm
Aos senliorts logistnj de miucUzai.
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos e prelos de algodao.
Luvas prelas .le lorgak *
Cintos elsticos.
Linhas de algodao em novellos : vendem-se
por precos commodos, em casa de Soulliall Mel-
lors Sl t., ra do Trauiche n. 38.
fende-se superior tinha de algodao, bran-
des e do cores, em novello, para costura : em
casa de Seuthall eilor A C. ra do Torrea
Eserados fgidos.
75
lina da Iuipen triz n.
Nestc estabelecimento recebeu-se ltimamen-
te, em direitura da Europa, um grande sorti-
mento de camas de ferro fundido e balido, e-de
lodas as qualidades, e dos mais lindos modelos,
lanto de urna como duas pessoas, com armages
o sem ellas, dilas para meninos com varandas e
sem ellas, e berro de ferro, que ludo se vender
pur uieio coniuiudo, tonto o retalho como em
porcao,
Albardas inglezas.
Ainda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, encllenles por sua duragao, levesa e edm-
modidade para os animaes : em cosa de Henry
Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapeos de inanha.
Estesexcellentes chapeos que por sua qualida-
de c eterna duragao, sao preferiris aos do Chi-
le ; existem venda nicamente em casa
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62, p,or
prego commodo.
Vemle-se
linha de novello de todos os sorlimentcs, meias
_ de seda inglezas de peso e mais inferiores bran-
) cas e prelas, por pregos commo'dos : em casa de
Henry Gibson, uta da Cadeia do Recife n. 62.
Acliando-sc ncsla ridade, para ser vendido,
o cscravo mulato de nonie Saturnino, desappa-
receu honlem, 26 de abril ao mciodia ; esle os-
era vo de estatura regular, refoigado do corpa,
i lem 25 annos de idade, pouco mais ou menos,
| falla bem, entende alguma cousa de sapateiro,
! escravo do Sr Manuel Cavalcanti de Albuqur-
| que, senhor do engenho Castanha Grande, na
provincia de Macei, perto doj"asso de Caroara-
gi,be; esle escravo tambem natural da mrsma
provincia para os lados de Macei, e de suppr
que procurasse rssrs lugares, ou ande mesmo
por aqui : roga-sc e quem delle der noticia ou o
pegar, de o levar ao dito engenho Qaslanha Gran-
de, so for por esses sios pegado, e se for nesta
provincia o enlregaio a Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filho, no largo do Corpo Santo, que gra-
tificar com geuerosidade.
Desappireceu em fins de novembro do an-
no passado o pardo de nomo Virginio, que- aqui
se achava para ser vendido, e suppc-sc que to-
mara o caminho da villa de Saboeiro ; esle es-
cravo de estatura menos que regular, magro,
picado de bexigas, e mal encarado : quem o ap-
prehender, ou delle der noticia na ra da Cadeia
do Reciten. 38, ser generosamente recompen-
sado.
Fngio na noite do dia 28. pelas 7 horas, a
escrava cabra ahilada, de nome Januaria, idade
22 a 25 annos, pouco mais ou menos, levando
roupiio de chila preta e mais nutro* de cor des-
botados, e tambem de raasa chita, chiles do as-
senlo branco rom ramagem de cor, altura recu-
lar, cara redonda, < liria do corpo 0..1. ,,,
veio de Macei e foi comprada ao Sr. Ferrao, na
ra do Crespo : a pessoa que a levar a prnga do
Corpo Sanio n. 17, loja de cabos, ser recom-
pensada.
AS MELHORES MAUINAS DE COSER
DOS
Mais afama'los autores de New York
I. M. SINCER C.
E
WHEELER & W1LSON.
No novo estabelecimento vendein-se as machi-
nas destes dous autores mostram-se a qual-
quer hora do dia oo da noile e responsabilisamo-
nos por sua boa qualtfadc e seguranga :no arma-
zem de fazendas de Ray mundo Carlos Leile &
Irmao, ra da Imperalru n. 10, antiganiente
aterro da Boa-Vista.
Na ra Direita n. 6. ha raaimelada
640 a libra. *
superior a
inglezas.
Pregas largas.
Goes <& Bastos.
Roa do Qiieimado n. 46, frente da loja
amarella.
Acaba de chegar na bem conhecida loja de
Goes & Bastos, um grande sortimento das muito
desojadas e verdadeiras camisas inglezas, com
peilo de linho e pregas largas, j bem conheci-
das pelos freguezes deste estabelecimento, as
quaes camisas ha muilo se eslava esperando, e
por ter grande porcao, temos deliberado, para
melhor agradarmos os fregu, vende-las pelo
diminuto prego de 365 Por duzia.
Fazendas por baixos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Ainda restara algumas fazendas para concluir
a liquidago da firma de Leile i Correia, asquses
se vendem por diminuto prego, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, francezas, finas, a 240 e 260.
Riscados francezes de cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bons padres, a 240.
Brim de linho de quadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado branco de linho muito bom. va-
ra, a 19000.
Cortes de caiga de meia casemira a 2)].
Ditos de dita de casemira de cores a 5$.
Panno prelo fino a 3j) e 49.
Meias de cores, finas, para hornero, duzia a
1*800.
Grvalas de seda de cores e pretas a 1|.
Meias brancas finas para senhora a 3.
Dilas ditas muilo finas a 4$.
Ditas croas finas para hornera a 4$.
Cortes de colletes de gorgurao de seda a 2$.
Cambraia lisa fina transparente, peca, a -4)1.
Chales de la e seda, grandes, um fefl.
Grosdenaple preto de 18600 a 2#.
Seda prela lavrada para vestido a 18600 e 2JJ
Cortes de vestido de seda preta lavrada a 16
Lencos de chita a 100 rs.
Laa de quadros para vestido, covado, a 560.
Peitos para camisa, um, 320.
Chila franceza moderna, lingindo seda, covado
a 400 rs.
Entremeios bordados a 200 rs.
Camisetas para senhora s 640 rs.
Dilas bordadas finas a 2$500.
Toninas de lirfho para mesa a 2$ e 43.
Camisas de meia, uros 640 rs.
Lengos de seda para pescogo de senhora a
560 rs. \
Vestidos brancos bordados para baplisar crian-
gas a 5000. r
Corles de caiga de casemira preta a 69.
Chalea de merino com franja de seda a 58.
Cortes de caifa de riscadode quadros a 800 rs.
, MlLnverde *"""" Te*M0 de monlada, cova-
do, 11280.
. Langas brancos de cambraia, duzia, a 2ML
..ZLen^e um.VfriBh* 4* 15 a 16 W* i
saoendo coser, coznhar e engonunar : no Man- des, e muilo superior qualidade : na run do Ron-
guinho, em frente do sitio do Sr. Accibly. gel n. 62.
Marmelada.
ireila n. 6. ha roaimelada
*
Attenco.
Na ra do Queimado, loja n. 8, vende-se um
excellenle casal de cachorros galgos muito novos
e de excellenle raca vend?-se por necessitar a
pessoa retirar-se desta provincia.
Superiores charutos da B.ihia a 2g o cento : no
Centro Comroercial, ra da Cadeia do Recife nu-
mero 15.
Ceblas novas.
muilo barata visla da qualidade ; na anti-
go deposito da ra do Vigario n. 27.
Feijo amarello
em saceos de 6 alqueires, do Porto, ou 30 cias:
vende-se muilo barato para acabar : no antigo
deposito da ra do Vigario n. 27.
{pechincha antes que se
acabe.
Superiores cortes de chitas franeczas largas, de
cores escuras, com lindos pdres, de 10 cova-
dos cada corte, pelo baralissimo prejo de2/500 :
nos qualTo cantos da ra do Queimado, loja do
sobrado amarello n. 29, de Jos Moreira Lopes.
Vende-se continuadamente farinha de man-
dioca, roilho e (arelo do Lisboa, em saceos gran-
Escravo fgido.
Na noile de 28 de abril prximo passado fugio
de casa de seu senhor um escravo de noroe Ray-
mundo, bonila figura, falla bem (cabra escuro)
filho do Ico, d'onde eio, pouco mais ou menos,
a un anno, sahio de calca branca de brim tran-
cado e camisa de madapolao, chapeo de feltro e
calgado : quem o apprehender e lerar a ra da
Cadeia do Recife n. 20, ser recompensado.
Gratificacao de 50g(H)0.
Fugio no dia 17 do crreme mez o escravo
crioulo de nome Ualheus, de idade do 20 a 22
annos, e lem os seguinies signaos : edr prela,
altura regular, espigado e reforgado do corpo.
falla descangada, maos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, e com bstan-
le espinhas no rosto ; levou caiga e camisa de al-
godao de lislras azues, chapeo de palha da Ililia
j usado com fita preta; este escravo natural
de Qoebrangulo, onde lera mai e irmos, e foi
perlencenle o dito escravo nesle lugar aos Srs.
Cosme de Pinho Santiago e Jos Francisco da
Costa, negociantes nestc lugar, os quaes compra-
rara e deram em pagamento aos Srs. Souza, Bar-
ros & C. desta prara, e estes venderam ao Sr.
Silvino Guilherme de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmao; consta que esle escravo fu-
gio em companhia do cabra escravo, Marcelino.
de Macei portanto, pedo-seas autoridades po-
liciaes e Ignmas pessoas parliculares^quo o
caplurem e levem-o a ra de Apollo n. 7, ou a
ra Novan. 1, que gralificaro com a quantia
cima.
Fugio ero dias do mez de marc^ffoVnge-
nho Cachoeira Lisa, freguezia de Serinhem, o
prelo de nome Fidelis. com os signaos seguinles :
allurs regular, cheio do corpo, idade de 40 annos,
cr fula, barba feixada, lendo pelo corpo algu-
mas marcas ale feridas ; consta ter-se dirigido
para bandas de Porto Calvo roga-se as autori-
dades policiaes que o apprehendflm e o levem ao
seu senhor Auslriclino de Castro S Brrelo, ne
mesmo engenho.
Acha-se fgido desde o dia 6 da abril pr-
ximo passado o escravo pardo de nome Rcque,
alto bastante, corpo regular, tem os olhos um
pouco avermelhados, alguma falta de denles e
falla muilo mansa e descangada : quem delle
der noticia ou o prender, ser bem recompen-
sado pelo major Antonio da Silva Gusmo, mo-
rador na ra Imperial, e senhor do dito es-
escravo.
Fugio do engenho Pogo, da freguezia da
Luz, em principio de marco deste anno, o preto
Ignacio, cujos signaes sao os seguintes : idado
30 annos. pouco mais ou menos, altura regular,
cheio do corpo, cara chata, fallam-lne alguna
denles da frente, barbado, olhos pequeos,
quando falla balbuca por tal modo que parece
gago : ii'uma das mos falta-lhe um pedago do
dedo anullar. Este negro foi comprado ao Sr.
tenente-Coronel Dimas, irm|o do Sr. conego Pin-
to de Campos : pede-se a captura do referido
negro, e a entrega delle a sen senhor no enge-
nho supra, ou ao Sr. Manoel Antonio Gongalves,
no Recife, ra do Cabug n. 3, de quem receber
o apresentaute urna zralificaco generosa
Escrava iugida.
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do corrente, urna sua escrava da Costa de nome
Hara, que representa ter de idade 45 annos, al-
tura e eorpo regulares, cor nao muilo pela, tem
bastantes cabellos brancos, costama trazer um
panno alado roda da cabega, lendo por signal
mais saliente as maos oveiras, proveniente de
calor de Dgado, Esta escrava lendo sahido como
de costme, com venda de arroi, nao vollou
mais : roga-se, portanto, a autoridades poli-
ciaes, capites de campo emais pessoas do povo,
a apprehensao de dita scrava, e leva-la aloja
do Pregniga, na ra do Queimado n. i, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
da coeheira do llln. Sr. lenle eofonel Sebas-
liao, qne sero generosamente recompensados.
______________________1_____________________'.__________


(&)
DIARIO DE PERNAMBCO. SSXTA FEJIU 4
Li llera tura.
do
vou
que
vinho o
deClo-'''
0 aiijo do bebado.
Er urna tardo do novembro : cu linha justa-
mente consumido un jamar mais solido quo de
ordinario, no qual a truiTa dyspcpliea nio razia o
menos importme artigo : o eslava sozinho,
sentado na sala de janlar cornos pos sobre o
gu.irda-fogo o os colorlos soosH-uma, pepena
mesa, que en havia approxmartfT pitra jorro
fugo,'rom aigumas diversas garrafas de
licores espirituosos.
Pola manhaa linha lido o Lenidas, d
ver,a Hpigoniada, de Wilkie, -- a PQregrina-
co, (1) de Lamartine, a Colombiada, de Bar-
low,a Sicilia, u> Turkerman,e as Curiosida-
des, de Griswold ; egualmento confessarei de boa
'vonlade que eu me senlia um pouco estpido.
Esorcei-me i>or despertar poder de muilos
copos de l.aflltc, e como o nao tivesse conseguido,
desesperado lancei mao d'um numero do jornal
desgarrado, que eslava junio do mim ; o tendo
cuidadosamente liilo a columna dascasas para
lugar,e depois a columna dos caes perdi-
do*, o depois as duas columnas das niuthercs
e discpulos fgidas,apoguc-mo com urna vi-
gorosa resoluro parte ediclorial, e, lendo-a li-
do de principio Una, sem eomprehonder urna
sylla'.ia, veio-me idea, que ella bem poda ser
escripia etn chinez ; e relia-a ento do flm al o
principio, pormsem resultado algum mais satis-
factorio.
Ucgosloso eslava quasi a lanrar fra, cs3e in-
folio de quatro paginas, feliz obra, que a propria
critica nao critica, quando senli um pouco des-
pertada a alternlo para o seguintc paragraphu :
Os carainhos, queronduzem morlc sao nu-
merosos o cslranlms. Um jornal do Londres men-
ciona a morlc d'uma pessoa, devida urna cau-
sa singular. Elle jogava o Puff the dart, que se
jogacom una agullia comprida, rodeada no fun-
do de lai, e que expellida um alvo atravs
d'um tubo de cslanlio. Ella collocou a agulha ao
lado contraro do tubo, e soivendo com [arca to-
da a rospjraro para arremessar a flecha" com
mais vigor, atlrahio a agulha garganta, a qual
penelrou-lhe aospnlmoes cmaluu o impradenle
cm poucos dias. *
Vendo islo, fiquei exccssivamenle zangado,
sem saber exactamente por que. Este artigo, ex-
clamei ou, urna desprezivcl meulira, um pobre
canard ; a borra da imaginario d'algum mise-
ravel escrovinhodor um slito por linha, u'al-
guin desgranado fabricante de aventuras no paiz
de Cocanha.
F.sses gaiatos, conhecendo a lolico do socolo,
empregam todo o sen espirito em imaginar pus-
sihilidades improvaveis, accidentes bizarros.
como ellos os appcllidam ; mas para um espirito
reflectido (como o meu, arrscenle! entre paren-
(neses, npoiando, sem dar por isso, meu index
sobre o lado de meu nariz,) para urna inteligen-
cia contemplativa como a quepossuo, evidente,
primeira vista, que a maravilhosa e recento
mulliplicaclo desses accidentes, de ludo o mais
bizarro. Por minha parlo estou decidido a nao
crer d'ora em dianlc ludo o que liver em si al-
guma cousa de singular.
Mein Golt I vaut-il lielre pello pur tire ze-
la (2) respondeu urna das mais notareis vozes,
que. en por ventura tenha ouvido.
A principio toracia-a por um zuido nos ouvi-
dos como acontece aigumas vezes um homem,
que est muilo bebado : mas, refloctndo, consi-
derei o barulho como assemolhando-se antes ao
que saho d'um barril vazio quando batido com
um cacte grosso ; e na verdade. ler-mo-hia de-
cidido por esta conclusoo a nao ter ouvido a ar-
ticulado das syllabas o palavras. Nao son nalu-
ralmoiuo nervoso, o alguns copos do Laffile que
linha libado nao serviam pouro para dar-me co-
rogem, de modo que nao senti temor algum ;
mas passei simplesmenle um olhar colmo e olhei
cuidadosamente ludo ao redor da sala, a ver se
descobria o intruso.
Ilumph I repeli a voz como cu conlnuas-
sc o exame, il vaut que phus zoyez zou gomme
hu
Quando despertei, com grande satisfaco rai-
nha, olhei de novo para o retogio e estiva quasi
disposto a crer na possibilidado dos accidentes
bizarros, vendo que em logar de meus quinte ou que por ahi passava.
vinte minutos habituaos, eu s linha dormido! Apenas recobrei sufficienlemente os sentidos
tres. C( nciliei do novo o "aomno, e Qnalmente para romprehender a terrivel pesico em que es-
desperta ido pela segunda vez vi cora urna admi- tava situado, ou antes suspenso, eu eropreguei
racao immensa que era sempre seis horas medios '
vinte ja sete.minutos.
Salfevda cama para examinar o relogio de.pa-
rede, e r que eslava parado : meu patent'in-
formou-ine que eram seto e mcia, e pstenlo eu
mente tranquilo, e preparei-me quaalo antes jo-
ra fazer meu sanano.
Sois um miseravel bebado, dtsse ou ;
tocara campanhia e mandar meu criado
vos deite para a ra miaes.
Hi! hi 1 hi I respondeu o patito
hu 1 hu I bur za, phus ne buvez basl (6).
Nio posso fazer! disse eu ; o que queris
dizer ? ponto nao posso ?
iWMP* B'auche. (7! relrucou .
zendo-ipi careta rom sua horrivaj boquinha.
Entao,1Izoi"esforco para levortlar-me com o
Hm de por o arac.iea em execu-o, mas o palfc
incltnou-se sobre a mesa, e pspegando-me na
lesla um scco com o gargalo de urna de suas
compridos garrafas envou-me ao fundo da pol-
trona d'onde eu me tinha meio levantado. Fi-
quei completamente atordoado. ejJurante um
momento nao sube qu partido tmasse. tHe
entrelanlo conlinuava seu discurso.
Phus phoyez diz elle, fquo lo mi haille
phus teir dranguile ; et maidertant" phus zaurez
qui che zuis. Recardez moa phoyez! zuis l'An-
cle ti Pizarre (8),
Assaz bebado, arrisquei-me a replicar ; mas
eu sempro me tinha ligurado que um anjo devia
ter aras.
Ts elles I exelamou elle muitissimo zan*
gado, gu'ai-che a vaire afTec tos elles ? de bre-
nezphus bur ein boulel? (9)
Nao I oh nio I responii muito assustado,
vos nao sois um gallo ; nao, cortamente.
A la ponue beiro 1- Denez-phus dranguile
ot gombordez-phus pen, hu che phus palterai
engor afTec mon boing. Z'est le boulel gui lia
tes elles, et le Telnon qui ha tes elles, et le eran
Tiapleque ha tes elles. L'Anche, il n'ha bas t'el-
Ics, et che zuis l'Anche'li PizartaJtO).
Eo negocio para que aquWndes, ... ?...
Zelleavaire exelamou o horrivel objec-
lo ; ohl guelle phile esbesse te vaguin mal elle-
f, hailez-phus longues bur temanter ein tcJtin^
llemane el in anche z'il vait tes nvaires ? (II)
Esta liuguagem exceda tudo o que eu podia
supporlar mesmo da parte de um anjo : assim,
reunindotoda a minha coragem, agarrei um sa-
leiro, que eslava a meu alcance, e arremessei-o de um ocano de Kirschen'wasser, quederramava
na cabera do intruzo. Mas elle evitou a pedrada, l oudas continuas d'uma das garrafas, que ser-
n cu apuntei mal, porque apenas consegu es- viam-lhe de bracos, untante este lempo, minha
pedaear o vidro que cobria o quadranle do relo- agonial dfnou-seintoleravel, e desperlei justamen-
gio de parede collocado sobre a chimin. Quan- le emlempo para vrque um rato fugia com a vela
lo ao anjo, elle comprehendeu minha inlencao, e | accesa,'roubada di estante, mas rouilo tarde in-
DE MUO DE
1860.
que meus pea- nao tota va m mais a Ierra lirme :
o facto que eo fieaHinha lineado n'ura precipi-
cio, que teria iaaflivlmenie sido feito em pe-
degos, se, por felicidade minha, nao me tivesse
agarrado a urna corda pendurada a um balao,
toda a forga dos plmts para fazer conhcer
esta posicao ao areonauta collocado cima de
mim. Mas por muito lempo esbofei.cm vao. Ou
o imbcil nao podia ver-me, ou malvadamente
nao quera : entretanto a machina se eievava rj-
linha do-mido duas horas e linha faltado ao ron- pidamcnle em quanto minhas forcas se esgotavam
dez-vous. mais rpidamente anda.
Nada eslii perdido, disso eu ; irei amanha Eslava quasi a resignar-me ao meu destino, e
ao esciiptorio e desculpar-me-hei ; entrelaplo o : deixar-me cahir tranquilamente no mar, quando
que aconteceu ao relogio ? Examinando-o, deseo- todos os meus espiritos foram sbitamente rea-
bri que um dos talos de uva que eu jogra pela
salla, em quanto o anjo do bebado fazja sou dis-
curso, tinha atravessado o vidro quebrado, e col-
locra-se, mui singularmente, no buraco da cha-
ve, e ficando um pedago para fra, linh assim
parado a revolurao do ponleiro pequeo.
Ah disse cu, j vejo o que islo salta aos
olhos. Accidente natural como devo aconlec-r
de lempos era lempos !
Nao me oceupei mais disso; e hora acoslu-
mada de (e-rae na cama. Tendo collocado urna
vela sobre urna estante, cabeceira da cama, z' olhasse
um esforco por lr alguraas paginas da Omni-' lavra
presenga da Divindade, e adormec infelizmente
em menos de vinte segundos, deixando a Vela
accesa no mesmo lugar.
Meus sonhos foram terrivelmente perturbados
pelas apparicos do anjo do bebado. Pareceu-mc
que ello so conservava aos ps de minha carao,
que abra as cortinas, e que com o som caver-
noso, obominavel d'um tonnel de rhum, elle
amoacava-me com a mais amarga vinganga pelo
desprezo. que eu linha delle feilo. Conchiio seu
longo discurso, tirando seu chapu-funil, e, in-
troduzndo-mo o cano na' garganta, innundou-me
visados pelo som d'uma voz cavernosa, que pa-
reca sussurrarpregicosamente urna aria d'opera.
Erguendo os olhos, vi o Anjo do Bebado, o qual
se apoiava com os tiraros cruzados sobre a borda
da barqninha, e com um cachimbo na bocea, do
qual chupava pacificamente as fumaradas e pa-
reca estar nos melhorea termos comsigo mesmo
e cora o universo. Eu eslava muito desfallecido
para tallar, de sorle que me contenlei com olha-
lo com arsupplicanle.
Durante alguns instantes, bem que elfo me
encaradamente, nao me disse urna pa-
Assevero-ie, minha chara amiga, que 1ra-
la-se de interesses muito graves, responda o
marido
Como coovorsaco gyrava, havia muito le
po, na mesma ordem de ideas, estas Jaasphra-
tem
ein hurgue bur" no l>a nin phoir quand che zuis
azis asi a god to phus. (3)
estas palavras determinei-me a olhar direc-
tamente era frente de meu naiiz ; e ahi com ef-
fcito, quasi cncarando-me, eslava inslallado jun-
io mesa um personogem anda nao dcscriplo,
se bem que nao absolutamente indescriptivel.
Seu corpo era urna pipa de vinho, ou um cas-
co de rhum, ou alguma outra cousa scmelhante, precisos nao decorci, filialmente fez-rae unta
c linha urna apparencia verdaderamente falsto-
fliaiiua : as extremidades inferiores estavam ajus-
tados dous barrilotes, que pareciam desempenhar
as funegocs de pernos ; e era lugar de tiraros
|tot><1w d parlo oupecios da vdjaiia Ouua ^diia-
fas soflrivolmenlo compridas, cujos gargalos f-
guravam as mos.
Em lugax de cabera, o que o monstro possua
era urna dessas frasqueins de Ilesse, semelhan-
tes enormes caixas do rap, com ura buraco no
roco d,i lampa.
Esta frasqueira (coroada por um funil no cume,
como um capeo de ravallciro, embicado nos
olhos,) ligava-se ao lonel pela extreraidade, fi-
cando o buraco voltodo para o meu lado; o por
cs.le buraco, que pareca careteiro e enrugado
-como a bocea de urna vclha muilo cheia de
ceremonias, a crealura cmitlia cerlos barulhos
suidos e rosnantes, que ella evidentemente dava
por urna linguagam intelligrel.
Che lis, dizia ella, gu' y vaut gue phus zoyz
zou gomme ein borgue, bur hclre ass l, et nc
bas me phoir guand che zuis asis isi, et che lis
ausi gu' il vaut gue phus zoyez cine pctle blis
grose gu' ine hoie bur ne bis groiro se gui hait
imbrim lans i'imbrim. C'esl la pheril, la ple-
nte, mol bur mot. (4)
Quera sois vos, dizei-me? pergunlei eu com
muila dignidodc, anda que um pouco desapun-
tado ; como entrastes aqui ? e o que estaes a di-
zer-roe?
Gommcnt che zuis heir, replicn o
monstro, za ne phus rekarle bas, el guan ze
gue che lbile, tbile ze gue che drouffe pon te
tepiler ; et guan & ze gue che zuis chistement
phenu bur gue phus le phor yez bar phus-nie-
mc (5).
coi respondeu ao ataque com dous ou tres vigo-
rosos sceos, que choverara-me successivamente
sobre a fronte, como elle ja linha feito.
F.sle tralamento reduzo-me desde logo sub-
misso, e quasi que me envergonho de confessar
que, ou pela dr, ou pela humilhaco, vieram-
me aigumas lagrimas aos olhos.
Mein Gutl! diz o Anjo do Bebado, appa-
renlemeiile applacado pelo espectculo de minha
angustia, le boplire omf-o oinl drs iffre ou drs
avlch. II nc vaut bas poire zec gomme za : il
vanl meddre te l'eau lans futre phn. Oonez, fu-
fez-moi za ; puffez za, gomine in bazzon pen
zacho, el me blczes blis raaindenant, enlendez
phus! (12.)
Entao o Anjo do Bebado encheu meu copo "(que
continha al o terco somonte Porto) de um Hui-
do incoloro, quo elle derramaba de um de seus
bracos. Obserrei que as garralas, que lite ser-
viam de bragos tiuliam ao redor do pescoco r-
tulos, que traziam a inscripgao : Kischenwasser.
A silenciosa bondade do anjo applacou-me
consideravelmenle, e aliviado pela agua com que
por diversos vezes elle linha corlado meu vinho,
achei finalmente a calma sufficiente para escutar
seu extraordinarsimo discurso. Nao pretendo
relatar tndo oque elle me disse ; mas, em subs-
tancia, em memoria anda conservo que elle era
o genio que presida aos contra-lempos na hu-
manidade, c que sua funcco era produzir esses
accidentes bizarros qu espantam continua-
mente osseeplicos.
Por urna ouduas vezes, arriscando eu exprimir
minha total nrcredulidade relativamente as suas
prelences, elle moslrou-se de lal modo zangado
que por flu considerei como a poltica mais con-
venientemente nao dizer urna s palavra.e dcixa-
lo ir adiante.
Elle fallou pos sua vonlade, em quanto eu
me conservava eslendido na poltrona, com os
olhos fechados, e divertia-me em masligar uvas
e jugaros talos pela salla.
Entretanto o anjo interprclou este proceder de
minha parle coran um signal de desprezo, cr-
guendo-se terrivelmente nado, embicou comple-
tamente o funil sobre os olhos, fez urna longa
mprecaco, arliculou urna ameaca, cujos termos
felizmente para impedi-lo de ganhar o buraco
cora a pingosa preza. Em breve senli as venias
assaltadas por um chero forto e suffocaote ; a
casa, eu bem o va, eslava em fugo.
Em alguns minutos o incendio lavrou com vio-
lencia, e em um espago de lempo incrivelraente
curto todo o edificio eslava envolvido em cham-
mas.
Todas as sabidos de meu quarlo, excepto a ja-
nclla, estavam tomadas. Entrelanlo o povo pro-
curen depressa urna comprida escoda e a collocou
Gragas i este meio, eu descia rpidamente, e S-
tava apparenlemente salvo, quando um enorme
porco, cuja vasla barriga e todo o porle e a phy-
sionomia lembraram-me de alguma sorle o anjo
do bebado, quando esto porco, digo eu, que al
entao tinha pacificamente dormido na lama, met-
leu-se-lhe na caliera que sua espadua esquerda
tinha n.'cessidadc de ser esfregada, e nao podia
achar esfresgador mais conveniente do que o pe
da escola. Era um listante fui cu precipitado e
live a dcsgracdc quebrar o brago.
Este accidente, junto perda de meu seguro, a
perda mais grave anda de meus cabellos, que
linham sido totalmente queimados, dispoz meu
espirito para as impressoes serias, de sorle que
em um resolv casar-me.
Havia umn rica viuva, que ainda chorava a
perda do se.imo marido; osla alma ulcrala
ofTereci o ba'samo de meus votos. Elladeu, an-
da que pesarosa, seu asscnlimento s mnhas
supplicas. Ajoelhei-rae aos seus ps chcio de
gratidao o a Juricao : ella corou e inclinou para
mim as madeixas luxuriosas. ale pd-las em con-
tacto com as que a arte de Grandjean me hara
forneciJo. para suppnmir a minha ausento.
Nao sei como so fez o agarraraenlo ; mas o quej
certqj quo elle leve lugar: eu levanlei-meC
sera cabelleira, cora um crneo brlhanto como
Finalmcnto fazendo passar cuidadosamente o
cachimbo do canto dircito da bocea para o es-
querdo consenlio ero fallar.
K haiies-phus? pergunlou elle, et,
bar le Tiable, que vaites-phus ( ? (13)
A' ste rasgo supremo de impudencia, de
crueldade o de atlectacoo pude apenas responder
por alguns grilos: soc'corro... servi-me em mi-
nha agonia I (14).
Phus zerphir respondeu o palife ;
a bas moi! phoisi la puteye, zerphez-phus phus-
meme et que le Tiaple phus-emborde (15).
E com oslas palavras arremessou urna pesada
garrafo de kirschen-wasser, que cahindo precisa-
mente no cume de minha cabera, fez-me crer que
o cerebro linha sallado em estilhagos. Com estaH
ideo estivo quasi a sollar-me e d bom grado a
deixar-me morrer, quando fui sustido pelo grito
do anjo que me ordenara a ter-mo seguro.
Denez pon dizia elle ; ne phus bra-
ser bas. andanlez-phus 1 Phulez-phus brantre
engor i'audre puteye, ou pien haiter-phus lek-
risse et relTenu a phus-meme? (16).
Apressei-me a sacudir duas vezes a cabera,
urna vez no sentido negativo, querendo dizer que
nao quera por entao tomar outra garrafa, e urna
vez no sentido allirmalivo significando que nao
eslava bebado e que linha positivamente reco-
brado os sentidos. Por este meio consigo ura
pouco abrandar o anjo.
El maindenand pergunlou elle. phus-
groyez envn? phus-groyez a la bossipilite di pi-
zarre? (17)
l'iz com a cabega um novo signal de asscnli-
mento.
Et phus grovez em Moa l'Anche di Pi-
zarrre?(t8).
Novo sim com a cabera.
Et phus regonaiz'ez que phus haiter ein
iphrogne apheuklc et ine petle? (19).
Fiz anda : Sim I .
te Medez longues fodre moin troid lans la
bauchc cocho le fodre gulode, in demoignache
te odre barvede zoumizion l'Anche ti Pizar-
re. (2o).
Esta condirao, por motivos bem evidentes, rae
parecen impossvel de cumprir. Primeiro que
tudo, tendo sido quebrado meu braco esquerdo
na queda de cima da C3cada, se eu tivesse solta-
do a mao direita, loria irremissivelmcnte cahido ;
em segundo lugar, eu nao tinha mais caigas des-
de que corra alraz da gralha. Fui, pois, obriga-
do, com bem pezar meu, a sacudir a cabera no
sentido negativo, querendo dar a entender ao
anjo, que eu achava incommodn, neste momento,
satisfazer o seu pedido, por mais rasoavel que
fosse alias I Entrelanlo apenas linha eu cessado
ruma bolla de buhar, e ella, cheia de despreso e! '(fe sacudir a cabeco aue..
(1) Sem duvida a Viagem ao Oriente.
(2) Meu Deus! preciso ser burro para dtzcr
islo.
(3f>Ol l preciso que sejois tolo como um por-
co para nao ver-me, quando estou vosso lado.
(4) Eu digo quee preciso que sejais tolo como
um pono para oslar assenlado ahi, c nao mover,
quando eu oslou assenlado aqu; e digo tambem
que preciso que sejais rauilssimo besia para
nao crer o quo esl como impresso. Eis a verda-
de, a verdade, sem tirar era por.
' (5) Como enlrei nao vos importe, e quanto ao
FOLDETI3I
profunda cortezia e parti, desejando-me ma-
nciro do arcebispo de Gil-Blas: Murta felicida-
do, e um pouco mais de bom senso. >
Sua partida foi-me um bom desembarago. Al-
guns copos de I.aflite, que eu linha esgoado ti-
nham lido por effeito adormecer-me, e sent de-
sejos de dormir urna ssla do quinze & vinte mi-
nutos, como costumo depois de janlar. Eu li-
nha s seis horas um rendez-vous importante,
qual devia ser absolutamente pontual. Minha
apolice de seguro para minha habilagao linha
expirada desde o dia antecedente, e tendo-se
aprescnlado urna difficuldade, linha-se cunven-
cionado que s seis horas cu me opresenlaria pe-
ranle o conselho dos directores da companhia
para fizaros termos d'um novo contrato.
Langando um golpe devista ao relogio de pare-
de (porquanlo senlia-me bostantc adormecido pa-
ra puxar o meu patente), live o prazer do ver que
ainda tinha minha dlsposco vinto e cinco mi-
nulos.
Eram cinco horas e meia, eu podia fcilmente
chegar ao escritorio dos seguros ein cinco mi-
nutos, e nunca a minha ssla habitual linha pas-
sado de vinte e cinco. Seuli-pe pois sufficiente-
quo digo, digo o que acho para dizer-le, e quanto
ao que vim,para que o visseis por vos raesmos
(6) Hi hi hi hu I hu l hu I o que nao
podis fazer.
(7j Tocai a campanhia.
(8) Ja vedes que melhor estar socegado e
agora sabereis quem eu sou. Olhai-mc l vedo I
eu sou o Anjo do febado.
(9) Azss que tenho eu a fazer cora azas. Me
lomaea vos por ura gallo?
(10) Felizmente Ficai tranquillo e compor-
toi-vos melhor, ou eu vossovarei ainda com meu
punho. o gallo quera lem azas, e o demonio
quem lem azas, e o grao diabo quem lem azas. O
anjo nao tem azas, e eu sou o Anjo do Bebado.
(11) Este negocio oh I que 7I raga de patife
mal creado pergunlaes enlo i um genllcman e
um unjo se elle quer leus negocios ?
(12) Meu Deus 1 o pobre homem est muito
bebado ou muito afllicto. preciso nao beber
desla maneira ; preciso deilar agua no vosso
vinho. Tomai, bebei islo ; bebei como um rapaz
bem prudente, e agora nao chorai mais, ouvisl
raiva, mcia sepultada em urna cabelleira estran-
geira.
Assin se concluirn] minhas esperancas rela-
tivas viuva, por ura accidente que eu certa-
mente nao tinha podido prever; masque nao era
mais do que a natural cousequencia dos aconle-
ciroen.os.
Sem desesperar todava eroprchendi o sitio
d'um rorarao menos implacavel.
Desla vez os destinos me foram durante alguns
lempos propicios, desla vez anda um accidente
trivial interrompeu-lhes o curso.
Hallez au diaple, (21) longues I bramio
O Anjo do Bebado.
Pronunciando estas palavras, cortn, cora urna
faca bem aliada, a corda que eu eslava agarra-
do; e como por acaso passavamos justamente
por cima de minha casa (que durante minhas
peregrinages tinha sido convenientemente ree-
dificada), tire a felicidade de cahir de cabega
baixo pela grande charain o eslendcr-me no fo-
gao da sala de jantar.
Recobrando os sentidos (porque a queda tulla-
me totalmente atordoado) nolei que eram quasi
Encontrando minha noiva em um passfeio^ on- quatro horas da manhaa. Eu eslava estendido
A MARQUEZA. (*)
roR
de se agrupava a nata da cidade, eu me ('wessa-
va para fazer-lhe urna de minhas saudoes as
mais respeilosas, quando urna molcula akriao
sol que materia esiranha, collocando-sc-me no
canto do olho, tornou-me por momento comple-
tamenie ceg.
Antes que eu tivesse podido recuperar a vista,
a dama de meu corago tinha desapparecido, ir-
reparavelmente oifendida de ler eu passado por
junio sem te-la saudado: o que lho aprouve con-
sidera como urna grosseria premeditada.
Emquanlo eu permaneca no lugar, ainda oiTus-
cado pela rapidez deste accidente ( que todav
bem poderia ler acontecido qualquer oulro
em qjanlo persista a minha cegueira, chegou
a mira o anjo do bebado, e oflereceu-me seu S'
corro com urna civilidade, que en estava longo de
esperar: examinou o otho doenle com muila do-
gura e tristeza, informou-me que nclle havia urna
lagrima, e ( qualquer que fosse a natureza dessa
lagrima ) extrahiu-a, proporcinando-me assim um
grande allivio.
Rciler.li entao quo era para mim justamente
occasio de morrer, por isso que a fortuna linha
jurado perseguir-me ; e conseguntemente diri-
gi-mo ao ro mais prximo. Ah, desembaragan-
do-mo da roupa ( por que nenhuma razoo se op-
poe A que morramos como nascemos ) lancei-me
do cubega baixo na corrente. A nica teslerau-
nha >Jo meu destino era urna gralha solitaria, se-
duzida pelo grao molhado da agurdenle, c que
se Imria assim desviado do bonao.
Arenas entrei n'agua, que esle animal imagi-
nou fugir com a parle mais indispensavel de mi-
nha roupa ; eis porque, pondo de parte por mo-
men'.o meu projecto de suicidio, introduzi quanto
pude os membr inferiores as mangas da casa-
ca, e puz-me tro encalco do culpado com loda a
agiliilade, que reclamara o caso e que permit-
tiam as circumstancias. Mas o mo destino me
acompanhara sempre.
Como eu corra com grande ligeireza, com o
nariz, nos ares, e s oceupando-me com o rou-
bader de minha propriedade, notei sbitamente
GEORGE SAND.
ii
Nesto inlerim, chegou da provincia um homem
sem talento, sem espirito, sem nenhuma quali-
dade enrgica ou seductora, mas dotado de gran-
de candura e de urna rectidao de sentimentos
bem rara na sociedade em que eu viva. Eu co-
megava j a dizer comigo mesmo que era neces-
sario fazer urna eicolha, como diziam as mnhas
companhei'as. Nao poda casar-me sendo mu,
c nao leudo conUnga na bondade do homem ne-
nhum, eu nao julgava ter esso direito. Era pois
necessario que eu aceilasse um amante para es-
tar ao nivel dc3sa sociedade em que me linham
nlroduzido. Delerminei-rae em favor desse pro-
vinciano, cujo nome e estado no mundo me co-
bria m com urna bella proteegao. Era o visconde
de Lairieuz.
Elle amova-me com loda a sinceridado de
sus alma 1 Mas sua alma I E era cousa que elle
tivesse ? O visconde era um desses homens fros
e positivos que nem se quer lem por si a elegan-
cia do vicio eo espirito da mentira. Amava-me
como meu marido ji me linha amado. Admira-
va a minha belleza e nao se dava ao trabalho
de descobrir o meu corago. laso nelle nao era
desden), ora inepcia Se achasse em mim o po-
. der de amar, nao soberia corresponder-lhe.
Julgo quo nunca exislio um homem mais ma-
terialo do que o pobre Larrieux. Coma com vo-
luptuosidade, adormeca em todas as poltronas, e
o reslo do lempo tomava rap. Eslava assim
sempre oceupado a satisfazer um apetite physico.
Julgo que elle nao linha urna idea por da.
(*) Vide Diario n. 103.
Antes de eleva-lo al a minha inlimidade, eu
linha-lhc amizade, porque se nada achava nelle
que indlcasse grandeza, ao menos nada Ihc acha-
va de mo ; e s nisso consista toda a sua su-
perioridade sobre tudo quanto me rodeara. Li-
songeei-me, pois, ouvindo os seus galanteios, que
elle me reconciliara, com a natureza humana
c confici-me sua lealdade. Mas apenas Ihe dei
30bre mim esses direitos que as mulheres tracas
nunca readquirem, elba perseguio-me com uro
genero de imporlunago^usupportavel, e reduzio
todo o seu systeraa de afleicao aos nicos lesle-
munhosque elle era capaz de apreciar.
Esl vendo, meu amigo, que eu linha cahido
de Charbdes em Scylla. Esse homem, que pelo
valenle apetite de quo era dotado, o pelos hbi-
tos de ssla, eu julgava de sangue to tranquillo,
nem se quer tinha era si o senlimonto dessa ami-
zade forte que eu esperava encontrar. Elle dizia
a rir que lhe era impossvel ler amizade a urna
mulhcr bonita. E se soubesse, meu amigo, ao
que elle chamava amor !
Eu nao tenho a pretenco de ter sido feila de
outra argila diflerento das mais creaturas huma-
nas. Agora que j nao lenho mais sexo, pens
quo enlo era roulher como qualquer outra, mas
que falln ao desenvolvimento das minhas [acui-
dades encontrar um homem a quem eu podesse
amar bastante para poctisar ura pouco os fados
da vida animal. Mas, nao sendo assim, vocfi qn
homem, meu charo amigo, e por conseguinie
menos delicado nessa percepgo do senlimenlo,
deve compreheoder o desgoslo que se apossa do
cofoco quando nos submcllemos s exigencias
do amor sem ler-lhe comprehendido as necesi-
dades. Era tres dias o visconde de Larrieux tor-
nou-se-mc insupporlavel.
Pois bem I meu charo, nunca live 8 energa
de separar-me delle 1 Durante sessenta annos,
foi elle o meu tormento e a minha sacciedade.
Por complacencia, por fraqueza, ou por aborreci-
menlo, supportei-o. Sempre descontente com
as minhas repugnancias, sempre altrahido para
mim pelos obstculos que eu punha sua paixo,
leve por mim o amor mais paciente, mais cora-
joso, mtii sustentado e aborrecido que um ho-
mem ha tido por urna mulher.
verdade, que desde que eu o erteira em meu
prolector, o meu papel no mundo era infinita-
mente menos desagradavel. Os homens nao se
atrevan) mais a requesUr-m ; porque otbcou-
do era um espadachira temivcl e um ciumento
dos diabo.!. as mulheres, que linham predito
que eu era incapaz de apaixonar um homem ;
viam com despert o visconde preso ao meu car-
ro ; e talvez entrasse na minha paciencia para
com elle um pouco dessa vaidade que nao per-
mlle a urna mulher parecer abandonada. To-
dava nao havia muilo de que gloriar-meaia pes-
soa dopobre Larrieux, mas era uro homem boni-
to, '.inita coragem, sabia calar-se a proposito, le-
vav um vida de fidalgo, e nao lhe fallava essa
faluidade modesta que faz sobresahir o mrito
no lugar onde o balo justamente me tinha dei-
xado cahir.
Minha cabera arrastava-se as cinzas d'um fo-
go apagado, em quanto os meus ps repousavam
sobre o naufragio d'um pequea mesa derribada,
entre os restos d'um desserl variado, um jornal,
alguns copos quebrados, garrafas fracturadas e
um cntaro vasio de kisschenwasser de Schie-
dam.
Eis como se tinha vngado o Anjo do Bebado !
C. Baidelaire.
Presse.S. Ftlho.
ses podem perfeitamenle resumi-ln. Alm disso,
ella ia-se acalmando um pouco. A seuhora de
Nogarel nao gostava de ralbar com seu marido
cara cara. Elle tomava ento um ar resignado
que desagradava consideravelmenle sua mu-
lher.
Apresenca de urna autra persor.jgora veio 1ra-
mcdialaraenlc reavivar essas admoestages, dn-
do-lhes mais calor o solemnidade. Eugenia de
Nogaret, filha nica dos dous esposos enlrou no
salo onde estavam seu pae e sua me.
Percebi que sesellava um cavallo, disse el-
la vivamente, para li, meu pae ?
Sim. querida filha.
E' para leu pae, com effoilo. Parece-le islo
iucrivel, nao assim, Eugenia?
Se meu pae te.m negocio I Nao sei.....
Nao sabes I Sempre a mesma resposta
Esta menina to tola que realmente muila
bondade de minha parle interroga-la.
Tua me esl muito geniosa hoje, disse
baixinho o Sr. d Nogaret.
Oh I j eslou habituada, rnurmurou Eu-
genia.
Teu pae parte esta noite, minha filha. Dri-
za sua mulher, sua filha, sua casi, para ir son-
de ? Ningucm sabe.
Vamos, disse cotnajga o Sr. de Nogaret, o
negocio vai recomegat.
Faz um luar soberbo, disso casualmenle
Eugenia.
Qucrers por ventura tornar sua defeza ?
Serias lalvcz capaz de partir com elle I
Se meu pae me quizer levar.
Era s o que faltava.
Minha filha, disse o Sr. do Nogaret, empre-
Itendo urna viagem indispensavel. Sabes que de-
sojo vender minha herdade de Ambrires. Um
tabelhao deve ir ler comigo l amanha pela
manhaa, acorapanhado de urna pessoa que tem
de visitar minuciosamente a propriedade, e que
a comprar se lhe convier. E' de absoluta ne-
cessldade que eu estoja presente. Os reBdeiros
me esperara. Nao gastarei mais de tres horas no
caminho, e ainda hei de ler lempo de dormir
um bello sorano junio aofogo.
Por que nao ha de partir amanha de ma-
nhaa ? objoctou a Sr." de Nogaret.
Por que nao poderia chegar bastante cedo
para receber o comprador, que habita perlo de
Ambrires.
Por que anda nao me tinheis dito tudo
islo ?
Por que ainda nao m'o tinheis pergun-
lado.
Por que j eslou habituada a lodos os vos-
sos conlos. Ha tres dias que nao rindes de noite
pora casa sob pretexto de velar junto a um
amigo enfermo. Quiz conhecer a verdade e sou-
be que me tinheis illudido. Ficaveisno circuios
jogar. Em vossa edade! una indgnidade !
Vos vos suicidareis. Peior anda, vos arruina-
reis. Hoje inventis talvez urna nova historia.
Asseverais-me quo ides a Ambrires ; mas a
prova ?
Vinde comigo.
Muito obrigada Tend fazer solTrcr urna boa detluxo de porto ? O que
seria feito de minha filha?
Nao lendSs mais nada a dizer-me ?
O tempo vos parece muilo longo junto de
mim ? Part, nao vos demoro mais. E vossa au-
sencia se prolongar ?
Por dous ou ires dias. Nao menos de dous,
nem mais de tres.
Ah querido pae, sei que tenho de enfas-
tiar-me muilo.
Ests muito polido, Eugenia ; fago-te por
isso meus cumprimentos Que familia !
A Sr.* de Nogarel recoslou-se sobre urna ca-
deira deliraros camo urna victima que suecum-
be aos golpes da sorte.
O Sr. de Nogaret abragou ternamenle sua fi-
lha, e aprovcilando-se do descanco que ihe dei-
xava sua mulher, tomou sin 'mala e a tas-
lou-se.
Desde que monlou a cavallo nao psrcceu mais
o mesmo homem. Sua bella cabega viva e apai-
xonada ergucu-se. Sacodio os cuidados por ura
ligeiro movimento de hombros, e aspirou com
(oda a forra dos pulmes o vasto ar da lber-
dado.
Cora edade de setenta e ires annos, o Sr. de
Nogaret nao linha nem enermidadas nem mo-
lestia. Sua fronte era lisa como a de um joven,
somente a pello tomava todos os annos urna tez
um pouco mais amarella e urna rigidez mais lu-
zente. Seus olhos scinlllanles nos momentos de
animago, linham habilualmtnte essa viveza
hmida, esse olhar fagueiro, indicios cortos de
-------n-------------.-------------
Eram perto deonze horas e a solidio comecou
i raaniseslar-se no salao.
Qustr cathegorias de assignanles linham i
buscado suas casas : '
1* Os leitores de jornaes; i
8 O conversadores denominados espirilooMB
os quaes nao tem o habito de se prodigalSx
por muito tempo. porque tudo se gasta, mesmo
o. espirito de provincia ;
3 Os amantes do buhar ;
4o Os mocos que fazem galera em lomo das
be6"* Jg e que exclam,m cad lance so-
Emfira, como quinta e ultima cothegoria que
todava lamentsvel mencionar assim queima
roupa, deve-se citar entro os ausentes, no mo-
mento em que o Sr. de Nogaret eutro, os ho-
mens casados, quo sob pretexto de manlerera
rolare-es ule.s. vio dar urna volta pelo circulo
quando seus fllhos se deitam, e que vollam psra
casa pelas dez horas e meia. justamente no mo-
mento em que sues mulheres acabam de ador-
mecer desanimadas.
S restava-n pois os jogadores, e vinle excln-
magoes goslosas saudaram a entrada do Sr. do
Nogaret.
Ah ei-lo.
Finalmente !
Antes tarde do que nunca.
D'onde vem elle?
Um assignanie que se levanlava para relitar-se
cliamou-o a parle e lhe disse :
- Apostemos quo a senhora nao vos quera
deixar sabir.
Ento porque? respondeu o Sr. de Nojwret.
Nao sou eu livre ?
Affastou-se o
nhecendo bem esla
mais depressa. possivel, j co-
fouc
ca especie de gente que se
creem perspicazes. porque sao pouco generosos.
U Sr. de Nogarel foi aportar a mo a um joven
que eslava sentado em urna banca de jogo. Esse
mogo nada linha dito quando enlrou o velho, mas
este j o tinha saudado duas ou tres vezes com
os olhos, o foi o nico quera o Sr. de Nogaret
apertou a mo.
Boa noite, Oliveiro.
Boa norte, Sr. de Nogarel.
S trocaram estas simples palavras de uro mo-
do discreto, pouco ruidoso e quasi indilerente.
Mas o velho disse baixinho com um suspiro de
satisfaco.
Que felicidade que elle esteja aqui l
Era o seu predilecto no circulo, e todava Oli-
veiro Bertand nao linha vinte e dous annos. Or-
phao do dezoito mezes de edsde, indemnisava-
SC largamente da ausleridade de sua primeira
mocidade. Dependa mais de quinze mil libras do
renda que lhe tinha dcixado seu pac-, e de lal
modo se diverta, que, segundo elle mesmo o
confessava, acabava murtas vezes por enfadar-se.
Mas tinhi boa vonlade. e sacuda seus momentos
de aborrecimento com aigumas extravagancias,
que o exaliavam seus proprios olhos. Vivia era
sua cidade nutal esperando vender suas proprio-
dodcs. depois do que tinha desejo do ir Pars
passar vida folgada. Ero, alm disso, inleira-
mente opposlo em figura e carcter ao que se
chama um mo sujeito. Pequeo, louro, deli-
cado, brando, serio, presliraoso, polido, possuia
todas as gragas femininas, e, ao mesmo tempo
urna inlelligencia profunda que aigumas vezes
brilhava como relmpago, apezar da affectago
incessante que empregava, para s dizer loucu-
ras. Bello mogo, ousado e decidido debaixo de
urna apparencia do timidez, as mogas o seguiam
de bom grado com os olhos quando passava por
junto dellas ; e quando nao eslava mqis presen-
te, callas nao podiam mais vS-lo, conservavam
ainda por muito lempo sua lembrancs, relatando
baixinho aventuras de que elle linha sido o
here.
As ricas burguezas, as mulheres Ululares, con-
servavam na raas mysleriosa dobra de seu cora-
go a memoria dos doguras apaixouadas que elle
linha sabido lhesensinuar ao ouvido no baile da
prefeitura ou em uuiras reunies. Ellas nao se
lembravam do fallar d'elle seos maridos, con-
vidavara-no sempre seus seroes, pensando que
em ullimo resultado a candado chrsl urna vir-
ludc de mais, e que ellas deviam perdoar um
pouco de eslonteamento a urna' pessoa cojo nico
erro era apreciar altamente o seu merior Mas
smenle achavam que o Sr. Bertand deadenhava
muilo o mundo, e passava muilo lempo no circu-
lo ou cm outra parle.
Ides lomar um lugar, disse Oliveiro desig-
nando urna.das pessoas que jogavam com elle.
O senhor esla para se ir embora.
De cerlo, minha ultima partida.
Eu tambem me vou embora, disse um outro
jogador, a minha ultima.
Oh I disse o Sr. de Nogaret, teremos tal-
vez um terceiro. Hade haver alguem que te-
nha perdido e que deseje rehaver seu dinheiro.
um carcter benvolo e fcil. Seus labios osla* *ao lendes pressa, Oliveiro ?
Scenas da vida de provincia.
A Derradeira.
Emlma norte de invern, pelas dez horas,
urna pequea allercago de familia susclou-se
em casa do Sr. de Nogarel, rico reudeiro de urna
cidade de provincia.
Partir esla noite, loucura, dizia sua mu-
lher.
(13) Quem sois vos? e, pelo diabo, o que fozeis
ah ?
(14) Fui obrigodo a paraphrasear para obter
pouco mais ou menos o jogo dos palavras ingle-
zas, significando a mesma palavra egualmente
soccorro e servi-me.
Nota de C. B.
(15) Seryir-vos! nao eu I tomai a garrafa, ser-
vi-vos vos mesmo e que o diabo vos carregue !
16) Aguentai-vus nao vos larguis, ouvis?
Queris tomar anda outra garrafa, ou antes j
estis djpmbriagado e rccobrasles a razoo ?
('7) iSgo.ra credes finalmente ? credes na pos-
sibildaalTd bizarro ?
18) E credes em mira, o Anjo do Bebado ?
19) E reconheceis que sois um bebido ceg e
urna besta?
(20) Mettei ento a mo direita no bolso es-
querdo de vossas caigas, cm signal da vossa per-
feita submisso ao Anjo do Bebado.
(21) O diabo o carregue, enlo I
forga de vver, adquir mais juizo ; percebi que
alguns delles, que eu- tinha confundido no meu
odio, mereciam ootros sentimentos; mas ento
eu eslava velho. Ja nao era mais lempo.
_ Emquanto a senhora foi moga, repliquei eu,
nao leve urna s vez tentages de fazer nova ex-
periencia ? Essa averso feroz nunca foi abalada ?
Isso singular.
III
A marqueza guardou silencio por um instante;
mas, do repente, pondo com ruido sobre o mesa
a sua caixa de rap, de ouro. que por muilo teni-
do urna mulher. Emfim. alm que as mulheres lo fizera girar entre os dedos, disse ;
nao eram inteiramente desdenhosas dessa belle-
za fastidiosa que me pareca o principal defeito quero fazer confisso inteira. Ouga :
do 'isconde, (cavara sorprendidas com a dedica-
gao sincera que elle me tinha, e o propunham
por modelo aos seus amantes. Eu me linha por
lano collocado cm urna situago invejada ; mas
isse, eu lhe afiango quo mediocremente me in-
dcmnis.ua dos enfados da intimidado. Suppor-
tei-ps todava com resignago, e conservei a Lar-
rieux urna Adeudado inviolavel. Veja, meu cha-
ro amigo, se fui to culpada para com elle como
voc o pensou.
Coraprehendia-a perfectamente disse-lho
eu : isso dizer-lhe que lastimo-a e eslimo-a.
A Sra. fez aos coslumcs do seu tempo um verda-
deiro sacrificio, e a senhora foi perseguida por-
Pois bem, ja que comecei a confessar-me.
Uraa vez, s urna vez na minha vida, me apai-
xonei, mas apaixonei-me como nnguem jamis
so apaixonou, era um amor indomavel, devora-
dos e no cntanlo ideal e platnico I Oh I adrai-
ra-lhe que urna marqueza do sceulo XVIII s te-
nha lido em loda a sua vida un amor, o uro
amor platnico que, meu lho, voces man-
cebos, julgam que conhecem as mulheres e nao
as enteudem. Se murtas velhas de oilenta annos
Ihes contassero francamento a sua, vida, lalvez
voces descobri'sem na alma feminina fontes de
vida e do vrtude do que nao tem idea.
Agora advDhe de que posicao foi o hornera
por quem eu, marqueza, e marqueza altiva e or-
que val i mais do que esses costumes. Com um gulhosa entre todas perd inteiramente a ca-
pouco mais de forga moral, a Sra. teria achado na
yirtude loda a felicidade que nao achou cm u.na
intriga. Mas deixe que rae admire de um facto ;
que a :>ra. nao encontrou, no curso do sua vi-
da, um s homem capaz de comprehende-ta. c
digno do conrerte-Ia ao verdadeiro amor. De-
ver-se-ha concluir d'ahi que os homens de hoje
val era mais que os homens de outr'ora?
Sera da sua parto grande faluidade, res-
pondeu-no ella rindo. Tenho muito pouco que
louvar-me dos homens do meu tempo, e entre-
tanto divido que vos tenhais feito muilos pro-
gressos, mas nao moralisemos. Que sejara o que
sao ; a falta da minha infeliridade loda devida
a mim ; cu nao linha o espirito de julga-lo. Com
meu orgulho selvagem, tora cecessmo ser urna
bega.
O rei de Franga ou o Delphira Luiz XVI.
Oh se comega assim, antes de tres horas
nao chega ao meu amante. Antes quero dizer-
lhe ; era um actor.
Era sempre um rei, segundo pens.
O mais nobre e elegante que jamis pisou
no palco. Nao se admira ?
Nao. Tenho ouvido dizer que essas unios
desproporcionaos nao eram raras, mesmo no lem-
po cm que os preconceilos linham mais forga em
Franga. Qual dos amigos de madama d'Epinay
vivia com Jeliottc !
Como voc conhece o nosso lempo I Isso
faz piedade. Oh 1 justamente por esses rasgos
consignados as memorias e citados com adrai-
mulher superior, e escblher com um golpe de rago, que vec deveria concluir sua raridade e
vii-la de aguia entre todos esses homens lao vul- contradiego com ucoslumos do tempo. Fique
res, liio falsos, um desses entes verdadeiros e cerlo que da-vam ento grande escndalo ; c quan-
oures, juesao rarose oxcepcionaos em todo3 cjs do voc ouve fallar de liorriveis"deprarago.es, do
tetnpos. Eu era muilo fnoraaV para isso. A duque do Guiche e de wajaicamf, de madama de
vam sempre sorrindo. mas esse sorriso, quando
o Sr. de Nogare'l estava em casa, murtas vezes
accentuava-se mais por urna curva mais profun-
da da bocea e tomava enlo urna cxpresso de
desdem refreiado, de resignago sem limites. O
nariz era grosso, largo, vigoroso. Os cabellos,
muilo espessos, e de urna brancura fascinante,
pareciam derramar urna luz viva sobre lodo o
semblante. Quanto estatura era media, mas
bem tirada, e bem proporcionada. Os hombros
e o peilo annunciavam um vigorpouco commum,
um temperamento de ferro.
Sentado sobre o seu cavallo coro a commodi-
dade eseguranga de um cavallciroconsummado,
o Sr. de Nogaret tomou o caminho das frontei-
ras, passou por urna velha porta, assumplo da
^grandes disputas para a sociedad arc.heologic-
do departamento, que nao sabe a que poca faa
ze-la remontar, seguio um caminho deserto
essa hora, poz o seu cavallo galopo e chegou
em pouco lempo eslalagem vulgarmente de-
nominada em casa de Kicol, eslalagem situada
dous kilmetros da cidade.
O velho apeou-sc diante de em casa de Ificol,
enlregou a sua cavnlgadura um creado de ca-
valhariga, que tivessem com ella o maior cuida-
do possivel, e avisou que elle mesmo ira procu-
ra-la dous ou tres dios depois.
O estalajadeiro correu tiritando, e tentou faze-
lo entrar, ainda que s fosse por alguns minu-
tos, pora que o senhor de Nogaret se refrescasse.
Mas este rejeitou e lornou para traz a p, cami-
nhando com um nasso gymnastico sobre o terre-
no gelado.
Tendo chegado s portas da cidade, cobrio o
rosio com o capole, de modo que nao fosse co-
nhecido, e semelhante um joven amante que
corre a urna ent-evista, internou-se no ddalo de
pequeas ras sombras que diminuia o caminho
para ir ao circulo.
Lionnc e de sua filha, pode :ir cerlo que essas
cousas eram lo revoltantes na tempo em que se
passarqm como no lempo em que as l. Julga 1
ento que aquellos cuja penna indignada lh'os
transmillio fossem os nicos homens de bem da
Franga ?
Eu nao me atreva a contradizer a marqueza.
Nao sei qual de nos dous era competente para
julgar a queslo. Fi-la tornar sua historia,
que ella conlinuou assim :
Para lhe provar quanto isso era pouco to-
lerado, dir-lhe-hei que a primeira vez que o vi,
e que exprim a minha admirago condessa de
Ferricres que eslava ao p do mim. ella respon-
deu-me : Minha amiga, fai bem em nao di-
zer a sua opinio lo calorosamente em presenga
de outra pessoa ; zombariam cruelmente do voc
se a suspeilassem de esqueccr que, aos olhos de
uraa mulher de nascimento nobre,um cmico nao
pode ser um hornera.
Essa palivra de madama de Ferricres ficou-me
no espirito nao sei porque. Na situago em que
cu estava, esse lom de desprezo parecia-me ab-
surdo ; o esse receio de que eu viesse a compro-
meiter-me por minha admirago pareca urna
roaldade hypocrila.
Ello chamava-se Llio, era italiano de nasci-
mento, mas fallava o francez admiravelmente.
Podia ter seus 35 annos, ainda que na scena s
mosirosse ter vinte. Representaba melhor Cor-
neille do que Hacine ; mas cm ambos era inimi-
tivel.
Admra-me, disse eu inlerrorapendoa mar-
queza, que seu nome nao tenha ficado nos aunaos
do talento dramtico.
Elle nunca leve, reputaco, disse a marque-
za, nao o apreciavaru nern na corte nem na cida-
de. Quando eslreiou, ouv dizer que fra horri-
velmente pateado. Pera diante, levaram-lhe em
conla o cslor de sua alma c seus esforgos para
aperfeigoar-se ; loleraram-o, applaudiram-o ai-
gumas vezes ; mas, em summa, consideraram-o
sempre como um cmico de mo gosto.
Era um homem que em materias d'arte nao era
do seu seculo, do mesmo modo que eu em mate-
ria de coslumes. Foi talvez essa a rea "
material, roas omnipotente, que das d
midades da cada social alt-ahio as
mas uras para a outra. O publico no^
hendeu Lelio do mesmo molo qut
Nao. entretanto...
Disse aigumas palavras em voz baixa ao Sr. de
Nogarel, que respondeu-lhe rindo-se:
Essa boa I iris amanha bem cedo.
Mas os grupos so levantarsm uos aps oulro?,
e, apezar das instancias do velho, nnguem so
olfereccu para fazer sua partida. A maior parte
recusava por causa da hora, allegando que era
quasi meia noite. Emfim, Oliveiro, tendo ficado-
liyro pela pariida do seus dous adversarios, reu-
uio-se ao Sr. de Nogarel, e cooseguiram recrutar
um outro parceiro.
Previno-vos, disse este, de quo s jogo ama
partida, urna derradeira.
' Esl feito. Comecemos sempre, respondeu
Oliveiro.
O senhor de Nogaret pareca arroubado. To-
mou as cartas e baralhou-as com embriguoz, com
amor, como ura avaro que acaricia seu ouro.
como um amante que aperla as raaos de urna
amante por muito tempo esperada. Mas o lercoir
ro jogador curaprio sua palavra. Terminada a
partida, Ievantou-se. -
Ganho dez fichas, disse elle.
O Sr. do Nogaret perdia cinco e
Quanto Oliveiro, conlenlou-se com
Devo.
lsto prefaz'o numero decent
nove, ubservou o jogador.
Esl bem. Lembrai-vos bem,
pego.
Heide iembrar-me perfeitamenle. Ha mais
de seis semanas que esla divida comecou Ser
misler urna conlabilidade para saber quanto
monto o que .ote *e*eis. t mana vossa, bem o
sei, mas mWro tlesgradavel para vossos amigos.
Joguei esperando- acabar com islo desla vez ; eu
nao jogo mais, porque estas comas meencommo-
darn. 3na norte.
(Coninuar-sa-Aa.)
pagou-as.
dizer :
e trinla e
eu vo-lo
forga-se. nada sent ; e de mim diziam : essa
mulher fra ; nao tem corago. Quem sabe se
nos eramos os dous cnles que mais vivamente
sentan) na poca.
Nesso tempo, representava-se a tragedia de-
centemente ; era necessario ler bom tora, mes-
mo dando urna bofetada ; era necessario morrer
convenientemente o cahir com graga. A arle
dramtica era alTeigoada s conveniencias da so-
cieda elegante ; a diegao e o.gesto dos actores
estavam em relagao com as anquinhas e o polvi-
lho com que so vestia-Phedra Clytemnestra. Eu.
nao linha calcula*) e sentido os defeitos dessa
escola. Eu nao ia longa em minhas reflexoes.
somente a tragedia aborrecia-me le mora;. o
como ca de mo tom awnfessar isso, en ia cwa-
josainenlo aborrecer-mo datas vezes por semana :
mas, o ar fro a constrangido com que eu ativia
essas pomposas liradas, fazia dizerem da mim
que eu era insensivel ao encanto dos batios
versos.
Eu linha feito urna ausoncia muilo langa de
Paris, quando voltei urna noite 6 comtala fran-
ceza para ver representar o Cid. Durante a mi-
nha estada no campo, Lelio tinha sido, admilii-
do nesse ihealro, e eu o via pela pTvmeira vez.
Elle representava de Rodrigo. Apenas ouv o
som de sua voz fiquei commovida. Era urna voz
mais peBotrante do que sonora, urna voz nervosa
e acenfuada. Sua voz era urna das cousas quo
lhe criitaram.*' Queriam que o Cid livesse urna
voz da baixo profundo, como queriam que lodos
os homens da antiguidade fossem grandes e for-
tes. Um re que nao linha cinco ps e seis pol-
legadas nao podia cingir o diadema ; isso era con-
trario aos arrestos do bom gosto.
Lelio era baixo e frgil; sua belleza nio con-
sista as feiges, mas na nobreza da fronte, na
graga irresislivel das altitudes, no abandono do
andar, na expresso altiva e melanclica da phy-
sionomia. Nunca vi em urna estatua, em urna
pintura; em um homem. um poder de belleza
deal e mais suave. Para elle que se dc-
r a palavra encralo que se appJLcava a
suas patarras a lodos os seus olharcs, a
iis moTimeutos.
( Continuar-se-ha. J
gou bem. Isse homem ewraVo!dizUm tfefi r*YP. bs n, f. BEFARA. ~ ^
Mtai
o.-^A=*-
I



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