Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:09054


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Full Text
V
p
ANUO XXXVI. HUIEfiO 103,
Por tres mezes adianlados 58000.
Por tres mezes vencidos 6SOOO.
QUINTA FEIHA 3 DE MA10 DE 1860.
Pop anno adianiado .9$00"0.
Porte franco para o subscritor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO' DO NORTE.
Parahiba, o Sr. Antonio Alcxandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemo3 Braga; Cera, o Sr. J.Jos de Uli-
veira; Maranho, o Sr. Manoel Jos Marlins Ribei-
ro Guimaraes; Piauliy, o Sr. Joao Fernandos de
Momos Jnior ; Para, o Sr. Justino ,J. Ramos ;
Amazonas, o Sr. Joronymo da Costa. I
i'AIITI UAUSCUK untos.
Olinda todos os dias as 9 1/2 horas do dia.
Jgiiarjss, Goiaana e Parahiba as segundas
e sextas feiras.
S. Antao, Bezerros, Bonito, Caruar, Allinhoe
Garanhuris as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, I.imoeiro, Brcjo, Pes-
quetra.lngnzeira. Flores. Villa Bella, Boa-Vista,
ricury e Ex as quartas-feiras.
Cabo.Serinhem, Rio Formoso.Una. Barreiros.
Agua Prela, Pimenleiras c Natal quintas feiras.
(Todos oscorreiosparlem as 10 horas da manliaa
PAUTE OFFICIflL
Ministerio da justi
KECRETO N. 2,506 I)F. 28 MARCO k 160.
Eslabelcre o modo porque devem ser presentes ao
poder modelador as pelicoes de grica, nos ca-
sos cm que a pena imposta nao Mr' a capital.
Hci por bem decretar o seguinte :
Art. 1." As pelicoes de graca para perd.io e
commutaco de pena que nao for a lapital serao
apretinadas, na corte, secretaria de estado dos
negocios da justica, as provincias aos respecti-
vos presidentes, nos termos do decreto n. 632 de
27 de agosto de 1840.
Art. 2. Devem cssas pelicoes ser instruidas
com os seguinte* documentos :
1. Cerlidao da queixa, denuncia, ou ordem
porque se houver instaurado o processo ;
2." Cerlidao do corpo de delicio, quando hou-
3. Cerlidao de dcpoimenlo das tcstemunhns
ta aecusacao e da defeza ;
4. CerliUo de sentencas i
. ?" ''.do 'dos os inais documentos que ao pe-
ticionario e aos respectivos juizes parecaru con-
r-enienles.
Art. 3." Quando os peticionarios porsua po-
breza nao possara ajunlar s pelicoes os docu-
mentos mencionados no artigo seg'undo, os pre-
sidentes das provincias, c o direclor-gcral da se-
cretaria de estado dos negocios da justica os ta-
rto ajunlar ex-olfido.
Art. 4." OuviJos os juizes respectivos, seguir-
se-ha no processo das pelicoes de-graca.o que est
determinado no decreto n. 2,350 de 5 de foverei-
ro de 1859
Art. 5. Aos recursos de grana nestes casos sao
applicaveis as disposicoes dos arts. 6, 7, 8 9 o
10 do decreto n. 1,458 de 14 de outubro de 854
Joao Luslosa da Cunha Paranagu, do meu
conselho, ministro e secretario d'stndo dos ne-
gocios da justica, assim o tenha entendido e faca
executar. '
'nlac'-0 d? Ro do Janeiro, aos 28 de marco de
lab, trigsimo nono da independencia e do' im-
perio Com a rubrica de S. M. o imperador
Joao Luslosa da Cunha Paranagu.
GOYI,R\0 DA. PROVINCIA.
Expediente do da I. de maio
de 18GO.
Oflicio.Ao Exm. ministro plenipotenciario do
Brasil em Londres.Pelo oflcio de V. Exc. com
ultimo, sob n. 430, tenho rcsuludo que liquescm
elTeito o meu officio de 28 d'aquelle mez na par-
le relativa ao adiantamenlo de urn mez de sold
ao major reformado Antonio Dornellas Ca.nara
que vai residir na provincia do Para.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.
Mando V. S. alistar na companhia de aprendizes
menores desse arsenal o menor de norae Manoel,
logo que Ihe for apresentado dor Joanna Geraldo
Nepomuccno.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Mande V. S. pagar a Antonio Borge3 da Fonseea
Jnior, avista da conta junta a quantia de 68^640
rs. em que imporlaai as despezas feitas com o
sustento dos presos pobres da cadeia da villa de
Flores, desdo 14 de novembro do anno passado
al 31 de marco ultimo.Communicou-so ao
chefe de polica.
Dito ao mesmo.De cenformidado com o que
requisiloii o chefe de polica em officio de 27 de
abril nlUmo, sob n. 598, recommendo a V. S.
que mande pagar ao capilo Jos dos Santos Nu-
es Lima a quantia de 99200 rs. despendida pe-
la diligencia de Villa Bella com o sustento dos
presos pobres da respectiva cadeia, durante o
mez de agosto do anno prximo passado, como se
ve da conta junta.Comrnuniccu-se ao chefe de
polica.
Dito ao mesmo.Avista dos documentos jun-
tos maride V. S. pagar a Antonio Borgos da Fon-
seca Jnior, conforme re juisitou o chefe de po-
lica em officio de. 28 de abril ultimo sob n. 598,
a quaniia do 9?060 rs., despendida com o forne-
cimento de agua e luz para a casa que serve de
quariel ao destacamento do termo de Flores no
mez de marco deste anno. o com urna fechadura
e dobradicas para o alcap.io da respectiva cadeia.
-Communicou-se ao chefe de polica.
Dito ao mesmo.Accedcndo ao que V. S. re-
flexionou em officio de 23 do abril prximo lin-
do, sob n. 155, acabo de aulorisar o director do
arsenal do guerra a fornecer os objectos que por
olhciode20daquelle mez se havia mandado que
essa ihesouraria ministrasse a enfermara da casa
de deleneo ; o que lhc comraunico para seu co-
nhecimenlo.Officou-sc neste sentido ao direc-
lor do arsenal de guerra.
Dito ao mesmo-----Communico a V. S. que o
Dr. Braz Florentino Henri.jues de Souza decla-
rou-nie em officio de 23 ce abril prximo findo
oaver entrado no dia antecedento no excrc.io in-
terino do cargo de director geral da instrucejio
publica, para o qual tora nomeado por portara
de 22 daquellemez.
Dilo ao director do arsenal de guerra.Mande
Vmc. alistar na companhia de aprendizes meno-
EPHEMER1DES DO MEZ DE MAIO.
5 La ;heia as 4 horas e 42 minutos da manha.
da idningUa *" 4 hraS e 57 minulos
20 La nova as 4 horas e 27 minutos da tarde.
27 Quaito crescente as 5 horas e 45 minutos da
tarde.
, PREAMAR DE HOJE.
Primeir) as 3 horas e 18 minutos da roanha.
Segundo as 2 horas e 5< minutos da tarde.
NAMBCO
ADINEGIAS DOS TRIBUNAES DA 8APITAL.
Tribunal do commercio: segundas e qomlas.
Relaco : tercas feiras e sabbados.
Fazcnda: tercas, quintas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : quintas ao meio dra.
Dito de orphaos: terfas e sextas as 10 horas.
Primeira varado civil: tercas o sextas ao meio dia
Seguida rara do civil; quartas e sabbados
io dia.
posse Uo governu a
lona haver honteiu lomauo
provincia.
28
Dito ao presidente da provincia, enviando a
cenia das despezas feitas pelo bibliotecario pro-
* ,,ransc.renc" autorisada pela pre-
para o salo do cn-
dilo a k aI"i """'""' "" ... un -.-. ..i n uiii(j-mu.;i ue aprem
.na ue o de abril sob n. 6 em resposta ao que Ihe res desse arsenal o menor l.uiz de Fr.i
para o engajamento
para o arsenal de inar-
opportunidade
amgio esta presidencia em 23 de setembro do an-
ko passado, fico inteirado do eogano acerca de
um.saldo que se julgra existir em poder de V
Exc. do crdito de 1,160
de operarios e artfices
fiha desla provincia.
Preraleco-me da opponuniaaae para renovar
i v. Exc. os protestos do minha perfeils estima
e mu diiHneti consideracao.
jr te^y asuma 4f'.t-uc.r.?r..-fr-
bi dous ejemplares da eollcccao das leis da as-
ictnblea dessa provincia promulgadas ua sesso
oroinana do anno prximo passado.
Dito ao Exm. Sr. Br. Polycarpo Lopes de Leao
presidente da provincia th S. Paulo.Tcnho a
saiisfaccao de aecusar a recepcao do offiio de 17
e abril uliimo no qual V. Exc. me communica
ler entrado no exercicio do cargo de presidente
dessa provincia.
Dito ao Exm. Sr. Antonio da Costa Pinto pre-
sidente da Babia.Pelo officio que V. Exc. se
servio dingir-me em27 de abril ultimo fiquei in-
teirado de haver V. Exc lomado posse do cargo
de presidente dessa provincia, para o qual foi no-
meado por carta imperial de 20 de marco deste
anno.
Relribuindo a V. Exc. as suas obsequiosas ex-
pressoes, offereco-me para o cumprimento das
erdensque me expedir, quer tendam ao servico
publico, quer ao particular de V. Exc.
Dito ao Exm. Sr. Roberto Calheiros de Mello
primeiro vice-presidente das Alagoas.Accuso
recebido o officio que V. Exc. rae dirigi em 24
at>ril uliimo communicando que por ler de se
ir para a corte o Exm. Sr. Dr. Manoel Piulo d<
anca, de que
30 de abril prximo
de
gui
Souza Dantas tomara posse da"a"d ministra cao dos-
presdente'* Da quali(,de de seu Prineiro vice-
Agradecendo a V. Exc os seus offrecimenlos
resta-mo assegurar-lheque me achara serapre
proropto a cumpnr as suas ordens, quer sejam
JenvenE"0 *erTI5 publico' quer eo Picular
D, ".E"n- general coromandante dss ar-
mas.Pode V. Exc. mandar abrir aasenlamenlo
de praga ao paisano Joaquim Juvenci de Almei-
da, que offerecendo-se voluntariamente para o
servico do exemto. foi para isso julgado apto,
como consta do termo de inspeceo annexo ao of-
ficio de V. Ex. de 30 de abril ultimo, sob n. 470
Dito ao mesmo.-Expeca V. Exc. as suas or-
dens para que no da da sahida do vapor Tocan-
-twpara o porlos do sul esteja postada urna
guarda com bandeira e msica junlaf ao caes 22
de novembro, s 4 horas da tarde, ailm de fazer
as honras do eslylo aos Ex. prasdentes no-
fien ?J.pa-a Prov'ncia do SerpeXif Joao Jo-
s de Oliveira Junquaira. e para a do Espirito
Santo Rr. Antonio Arrea^aAiua Carvalho prV
v.denciando V. E ao avotmo lempo para que a
fortaleza do Brum d a salva do costme a hora
m que o vapor demandar a barra.
*5!!,a--*fBr*Wed6 Plieia.-Gom a inclusa
copia da uJtormacao da thesouraria de fazenda
reapoudoa^jfflmo, que V. S. me dirigi em 24
de marco rtb*o,iobn 431, solicitando o paga-
mentodejOpOao brigadero commandanto do
. Patalhao de diarias abonadas aos recrulaa
que se refere o seu citado officio.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.-
Transmilto a V. S. para o fim conveniente a in-
"e,aa0 das dlaria8- Da iaporlancia de rs.
10*530 abonados pela colleetoria do municipio de
Caruar aos recrutas Francisco Izidoro do Nas-
cimenlo, Florentino Feliciano Bezerra e Manoel
nidoro dos Anjos, que forara destinados para o
meo da armadaCommunicou-so ao chefe de
polica.
nn?.tV,m.eira-Tendo sido approvada ades-
^J'IPO rs. que se fez cora a ambulan-
hldn iretd," B0, Dr-- Pedro Antonio Cesar, incum-
l. n, fJ. donidigntesafreclados da vario-
totmJtffVXpA S- L0Uren5 da Malta. con-
imnrio im in*?d0.p?.r aviso d0 ninilerio do
imperio em 10d abril prximo findo : assm o
communico a V. S. para a sua intelleencia
Dito ao mesmo.-Transmilto a V 8Da?a iw
convenientes eiames, copia, dos acioa'do conse-
lho administrativo para fornecimento do arsenal
de^guena, datados de 9, 25 e 27 de abril u-
Dito ao mesmo.Sendo declarado por aviso do
ministerio do imperio de 10 de abril prximo
lindo que foi approvada a despeza de 464800 eni
que imporlou a ambulancia fornecida ao Dr An-
tonio Agrippino Xavier de Briro incumbido de
prestar soccorros mpdicos aos indigentes do ter-
mo de Cimbres ; assim o communico a V. S. pa-
ja sua nlelligencia.
Dito ao mesmo.-TraosmiUo a Y. S., para o
llm conveniente, os dous inclusos avisos de let-
tras na importancia de 728J875 rs., saccadas pe-
rr.ST,,d reDdas da Provincia do Rio
i. t".L Ni.rte sobro essa- e a-favor de Jos
n$Vm d'L',aTco"nnnicou-ae osle destipo
ao Exm. presidente do Rio Grande do Norle.
Dito ao mesmo-Conformando-me com as re-
flexoes feitas por V. S. e officio de 30 de abril
trata a sua informacao de
findo, sob n. 136.
Dilo ao presidente da imperial companhia Se-
ropedica Fluminense.Accuso recebido o officio
que V. S. me dirigi em 24 de marco ultimo,
acompanhado de um exemplar da Memoria sobre
a Sericicultura no Brasil.
Dito ao commandanle do corpo de polica.
Mando V. S. conservar preso no qoartcl do cor-
po ub pm ro-mm.-itnlo n M.imipl Pprroin rTr> Snn.
if ca-minha.f quo Ihe seri apresentado por parl
do jiiiz espefial do cemraerco.Communicou-se
ao chefe de polica, que solicitara a expedico
dessa ordem.
Dito ao mesmo.Mande V. S. fornecer ao che-
re de seceao de pedestres do Recite 10 granadei-
ras para una diligencia. Communiceu-se ao
chefe de polica que fizera semolhanle requi-
sicao. '
Dilo ao mcsmo.-Podo V. S. mandar excluir
do corpo do seu com man.: o, ifim de ter o desli-
no indicado no seu officio de 30 de abril prximo
lindo, sob n. 169, o soldado do mesmo corpo Ma-
noel Francisco de llollanda Cavolcanti.
Dilo ao agente da companhia Pcrnamhurana.
I co offi.10 qae Vmc. me dirigi em 28 do abril
prximo lindo, fico sciente da alleraco feia tos
das da sahida dos vapores portencenles a essa
companhia ; afim do nao se^ncontrarom com os
da companhia Brasileira.
Dilo ao promotor publico do Recife.Remello
por copia a Vmc. o olTlcio que em 26 de abril
proxrmo findo me dirigi a administracao geral
dos estabelecimentos de caridade com outro do
respectivo advocado, afim deque Vmc, colhcn-
do at informacoes o provasquejulgar convenien-
tes, proced na forma da le contra o escrlvao
francisco Ignacio de Athayde, se o achar em
culpaDeu-se sriencia aquella administracao.
Dito ao commissario vaccinador provincial__
Nao excedendo de 400* a quota distribuida para a
verbainslilulo vaccinieo. segundo informa a
thesouraria dejazenda. nao pode ser abonada a
quantia de 150, que para a compra de objectos
econlinuacao do despezas da reparlico da vac-
cina requisitou Vmc. a esta presidencia em oITl-
co do 10 de marco ultimo, que nesta data vou
siiDmetter consideracao do governo imperial.
Portara.O presidente da provincia tendo i
vista o que requercu Jos Alfonso do Reg Bar-
ros, arrematante do arfiamento da estrada doCa-
xang, na de Pod'Alho, ebera assim a infor-
macao do director interino da reparlico das
obras publicas de 20 de abril ultimo, sob n.'l47
resolve conceder-lho mais dous mezes improro-
gaveis para a concluso daquella obra, a contar
do da cm que se findou o prazo, que para esso
llm ro marcado.Communicou-se i thesouraria
provincial o rcparligao das obras publicas.
ERRATA.
Na portara publicada hontem no expediento
do governo, prorogando a sessao da assembla
o dia 5 ""*"' VCZ *l d'a 15'~ia-se a'
vmcia
silencia daquella biblioteca
vi nto do Carmo.
Expediente do secretario.
rxif Dia 20-
Officio ao delegado Iliterario de Serinhem, de-
vclvenclolres aiteslados impressos e rubricados
i I"L?x ar"g0 55 d0 re8'menlo de 11 de ju-
nho de 1859 para terem o conveniente destino.
Dito ao de Afogados, devolvendo oilo atiesta-
dos impressos e rubricados de conforrnidade com
o art 5i do regiment de 11 do junho de 1859
para ihe dar o deslino conveniente
Vistos nos attestados de professor para cobranca
de ordenados.
NazarethProfessora,
i marco.
Igiaras.su Professora, correspondente a marco.
BonitoProfessora, correspondente a fevereiro e
narco.
Li noeiroProfessora, correspondlnte a feve-
eiro.
CriangvProfessor, correspondente a marro.
f loresProfessor, correspondente de Janeiro a
marco. *
IguarassProfessor, correspondente de outubro
a de/. mbro do 1859 e Janeiro a marco de 1860
CaruarProfessor, correspondente d'e Janeiro a
marco.
BrejoProfessor, correspondente de Janeiro a
marco '
Correnes-Professor, correspondente de Janeiro
a marco. '
ao
DAS DA SEHA5A.
30 Segunda. S. Catharinade Sena v ;S.Pcregrino.
1 TeTca. S FelrppeeS. Tiagoapp-.; S. Jeremas.
tfuart. S. Athanazio b. ; S. Mafalda infanta.
3 Ow'nta. Iuvencao da S. Cruz; S. Rodopian.
4 Sexta. S. Mnica mai de S Agostraho.
5 Sabbado ConversSode S. Agoslinbo.
6 Domingo A Mnlernictaip .le Nossa Sen hora.
correspondente de Janeiro
que expoz no relaioiio o Sr. Ur. Cardoau
'mao que se reduza alguma cousa no auan-
utivo do imposto, ou ojiando muito, que seja pa-
go rxj pftzo nunca ejccedenle de dous mezes.
n.,hf.a raa C0C'l'a-se o interesse da fazenda
publiea com o contribuiuto.
.'V*'4 denlro dt> exerci i0rcnda P*
S despezas. este tem lempo de realisar
,..^g?c"?? *!a feira- ecom o producto delles
pagar o devido imposto.
O segundo acto importante da assembla foi a
autoriaacao que deu presidencia para reforaaar
a nsujjccao primaria e secundaria.
P* Dr. Cartoso acerca de lao importante ramo de
servico, resullou a predita delegaco.
lela que ouvimoe do relalorio, S. Exc. enten-
de quf o regulamento de 1857 carece de ser re-
In -nf/* parle T.e]ativa a systema e ordem de
ensinade inspeccao do mesmo.
Lntendo mais S. Exc. que o lyceu nao tem cor-
respondido espectaliva de sua creacao. a qual
Ihe pareceu prematura.
Eslafforam as ideas capitaes sobre quo larga-
mente se estendeu. -
Nao ignora que assumplos semelhantes dao
I lugar a renhido debate: enlretanto a cou-
o apenas empenhando-se nelle o Dr, ins-
"ral. que conlrariava as ideas do relato-
r. Jos Maihias Ferrcira de Abreu, que
via-
rao-
*s *us toiiias e esloras pessoaes devo pUra-
nyha a gloria de ler imitado as outras provin-
cias, Gflerecendo as SS. MM. em sua peno
geni todo o possivel conforto o decente
didade.
Os servaos de S. Exc. r.essa feliz e menora-
vel quadra excedem a todo elogio.
Entre as lidas do seu afanoso cargo S
laborioso por habito, esludou e
as mais
eslorvos e males, que empecem sua florescen-
cia e importancia pelitica, a que proveu, crian-
do uma reparlico de obras publicas, o promul-
gando no curio espaco de trinta dias mais tres
importantes reformas a |da instruccao
ca, a do corpo policial,
vincial.
ENCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcfio Dias; Bahia, o
Sr.Jos Martina Alves; Ro de Janeiro, o Sr.
Joao Pereira Martins.
EM PE^NAMBL'CO.
O proprielario do nuaio Manoel Figoeiroa de
Fana.nasua vraria pra5a da Independencia ns-
o e g.
a marco.
Villa BellaProfessor, correspondente de Janeiro
n marco.
VicloriaProfessor, correspondente
Requerimentos.
De Dina da Silva Coulinho, pedndo licenca pa-
ra jnsinir particular nesta cidade primeiras lel-
ira.-C.impra-so o despacho da presidencia de
\a lo correte.
Dito do padre Joa Servulo Teixeira, pedindo
ino sejam en treguae seus documentos que se
aclam na directora.Como roquer. declarando
no recibo quacs os documentos que Ihe sao en-
tregues.
Dilo do D. Manida Augusta Pereira, pedindo
licenca para ensinar particular nesta cidade pri-
meiras Ultras.Cumpra-se o despacho da pre-
Uito do Salvador Henriques de Albuquerque.
secretario interino desla reparti, pedindo Ihe
atieste se o supplicanle ha cumprido seus deveres
com nlelligencia, zelo e probidade como secre-
tario interino durante o lempo que V. S. tara di-
rig Jo esla reparlico.O supplicanle tem cura-
prn o secs deveres como secretario interino des-
la repart cao com nlelligencia, zelo e probidade
nao s durante o lempo que conmigo tem serv*
do, oque sei de sciencia proprla, como que scr-
1!la r^ Poiist.
Virr nnfpnp^piiloiTipnio
COMMANDO DAS ARMAS.
Quaric I general do eummando das
armsis em Pernambueo, 30 de
abril de 1860.
ORDEM DO DIA N. 393.
O tenerle general commandanle das armas de-
P""'-1e n.-nh do da I. de maio vin-
vp.L paS-f re,ls,a d0 moslra oscorpos mo-
r.ni.d op aaqU' ex,s.lentes. e 4 companhias
isoi.idas pela ordem seguinio :
, i^Wx cmPanhia ao ba alhio; s 7 ao 9.; s 7 1,2 ao 10. todos
de afantaria ; i 8 companhia (ixa de ca valla!
ra ; e finalmente s 8 1.2 ao 4. balalhao de ar-
lilhi.ria a p, na cidade de Olinda.
A 3ign do. Barao da Victoria.
Conforme. Joaquim Fabricio de Mallos, l-
enle ajidante de ordens interino do com-
mcitiuo.
1." de maio.
ORDEM DO DIA N. 394.
O lente general commandanle das armas faz
pflwP'-'-COnheciine!l.0 *f 8uarn'So. c devido
efieiio. qcie por accordao do tribunal da relaco
destodist-iclode^l da abril prximo findoVoi
o Sr. capilao do 9. balalhao de infanlaria Jos
Joaquim de Barros absolvido cm grao de recurso
do enme de responsablidade. que fra con-
demnado pelo juiz de direito da comarca da Boa-
li iam .mp ^ue mesme Sr- caP'lao era de-
lega lo do polica do termo de Ouricury
nrovfnrf.r0nLU',r08m- 2 Vt*Mt desla
provincia, nos termos do artigo 34 do regulamen-
to nnnexoao decreto n. 1.881 de 31 de Janeiro
iJ ai7, ;""deu Pr portera de do referido
mez de atril, dous mezes de licenca na forma da
M, 0 Sr. capilao do 4. balalhao de
p Luiz F-ancisco Teixeira,
saudc.
ao certame, c coniesso-lhe que ambos
res se debateram com vantagem, e a
ada commoderacao se conservou assim
lerrmo.
p-V^?lbi.a votou ,lnaniniemente a aulorsa-
caoaewe fallo, a qual foi apresentada pelo de-
putado|jr. Laurlndo.
a;?,.f!Sf.iro ac,10'tamDem de gravo importancia,
uizrespauo aelirainaciio da verba de 10:0009000
aiinnalpipte concedida linha inteimediara de
^ aporeMpi
A regular do estado da companhia, pelo mo-
Hmeruo dje seus vapores, creio que sobeja razo
a n'Jfrmola nao rol"do fundos,
c i ?lVnnens'. depos de ler encalhado em
santa taharma aps tres arribadas no porto de
r-aranagujB' l seguio para Canan. onde tam-
n Se de*gadamente encalhado.
u emrezario da liuha devo reeodar-se deque
o ntortujlnio parece persegui-Io neale ultimo por-
to. Ahi^outr'ora perdeu-soqueimado, bem jun-
io aa praja. o lindo vapor Conde d'Aqua ; eo
na veganje que por l passa observa com dr a ex-
iremiaade da mastreaco do mesmo.
1 reparaj-se aqui uma sumptuosa fesla pela Pas-
0 f,
maresj
hoa. j
Ofes/fei
artilharia a
tratar de sua
para
Assignaio. Baroo da Victoria
Conforme. Joaquim Fabricio de Mallos, te-
nente ajtdante de ordens interino do com-
manJo.
Directora geral da inslracgo publica.
EXPEDIENTE DO DIA 16 A 30 DE ABRIL
/>*16.
Officio ao presidente da provincia do Dr. Jero-
m^fpnH h* dC (88tr TaVares' ommunicando
?p. Mp h- e VcTUl para Ri0 de Janero, nes-
rtn-H d.ia2 anmde,oo'ar "ssenlo na cmara
dos deputados, se digne V. Exc. nomear a pessoa
que tem do ficarna directoria.
19
aOpU0a^de,egand0T.litlera,i d0 Rio Forraozo,
declarando que S. Exco Sr. presidente da pro-
vincia por portara de 17 do correnle, iubilou de
coniormidade com a segunda parle do arl. 26 da
le n 369, ao professor daquello districto Anto-
nio dos Santos Vital,
ao roesmo.
o que devia fazer constar
20
Dilo ap Dr. Jos Cardoio de Queiroz Fonceca,
cnviando-lhe a portara do governo da provincia
de 18 do corrente, pela qual foi S. S. nomeado
delegado Iliterario do Cralo da S de Olinda e
fazeudo-lhe igualmente remessi do um exem-
plar do regiment e instrueces sobro as es-
colas.
21
Dito ao Inspector da thesouraria provincial
communicagdo deixar nesta data a directoria por
ler de ir tomar assento na cmara dos deputados
a assembla geral.
_ 23 __
Dito ao presidente da provincia do Dr. Braz
* orenlmp Henriques de Souza, communicando
que em urtude do aclo da presidencra de 21 do
Ferinn: h8V'? entrado hon,cm no exercicio in-
d"s.%drovinciC,a **"1^W<> Pbl
nhteu.,1!?,, Sr '"m"brotio Leito da Cu-
ariMSl! a- mai0r 8a,isfa5ao o oCficio
m que S.Exc. se d.goou commuuicar a direc-
1.
ADDICIONAL A ORDEM DO DA N 394
O lente general commandanle das armas, m
do quariel general do
em officio do 20 do abril
observancia da ordem
exenito, communicada
prximo.indo, determina que fique desligadoda
com ianhi.1 de artfices desla provincia o Sr al-
fores refoimado Quinliliano Henrique da Silva
inmavera, por estar Comprehendido iiasdisoo-
minsteno da guerra
sicors do aviso circular do
de 1! de narco ultimo.
Assignado. Bardo da
- Victoria.
Conforme. Joaquim Fabricio de Mallos, l-
enlo ajudaute de ordens interino do cora-
eiro o Dr. Jos Maihias Goncalves Gui-
Hontm fui vero Italiano Pessenti trabalhar em
magical jras.
t^rio 'e ,8rad0u e desagradou : neste mundo
e de organisar uma associaco incumbida
i Ibeairo em Curitiba.
de difTerenles valores para camarotes
\ que a idea se realisar. porquo vpo
^. T.penhada .Dr' Aronso Guimaraes. que
fW^oia, com juslica, de estima e sympathia de
Jmn.ari a?1*'?'0 duramento da consliluico do
i(raperio fot enlre no sobejamente festejado.
) Tivemos TeDeuw na matriz e cortejo em pala-
J^Jil*. Anm IDU."0 nconcorr'd08 por todas as
pessoas gradas e qualicafidas do lugar.
pa T.e""de a captol do Paran d serapre tes-
tenjiunho, cm das .toes, do amor que consagra s
ideas que elles despertam.
TpLC.?rCdeCa,,al!aria,dagU"'da ncional apro-
f'l opportunidade para a ceremonia da
bencao dos estandartes que Ihes raandou dar o
ar. Dr. Gardoso.
Com effeilo, o acto esleve-solemne; lomou par-
H?-k,B 6rande concurso de cidados, que
acompan.haram com as demais autoridades civis
palieo preS,de"te ao Te-Dtum, o depois ao
A todas aquellas ceremonias assistiram
raembros da assembla provincial
ntp rePeil0 de Poli,ica deve notar que quasi
nhPPa ,"h0CCT-iv razao vem de "ue na co-
nheco anda a da afeicao do nosso presidente e
o apoio que tem ello merecido das tres
dades em que se divide
Exc,
cempreheodeu
urgentes necesidades da provincia e os
publi-
o a do Ihesouro pro-
E' sabido com que deploravel irrcgulardade e
abusos se tem feito al hoje as poucas obras
oa provincia, que tem sido terminadas.
Sommas consderaveis destinadas a conslrue-
cao e coucertos de malrizes do interior, ou de
outro qualquer edificio, croo confiadas fcilmen-
te particulares era geral 'imperitos- das regras
a arto, c raranenle bem intencionados, e Ion-
ge das vistas do govetno erara dispendidas qua-
si sem responsablidade alguma, e sem suOici-
ente garanta para a fazenda provincial.
Entregues assim as obras publicas impericia
ou a fraude, raras se coneluiram, e ainda estas
eram eivados de faltas e defeitos grosseiros de
conslruccao, que Ihe damnificam a seeffranca e
durocao.
O novo regulamento de 20 de Janeiro deste
attendeu prvidamente c remediou essa
brilhanre leslemunho
periori.lade.
A physionomia distinctiva
rrarau foi o interesse de
Mico c prosperidade da provincia,
loe dictamos da jnstica,
enrgica imparcialrdad.
A Parahyba Ihe dever
os beneficios,
O Governo
de sua illustracao e su-
de sua adminrs-
promover o bem pu
pautado pe-
c escudado pela mai*-
rom reconhecimento
que della auferir.
Impesial apreciando devitfamento-
o "cimento de S. E. deu-lhe umTcesso
mlnit ? dB,,r"rtraivar confiando-lhc ali-
como 'i h. p Uma ErovBa de Primeira dem
como a de Pernambueo.
Nao podemos deixar de aqui felicitar os nossos
roaos de Pernamlfuco por terem a testo d?
suprema administracao da provincia, um admi-
nistrador iritell.gcule, Ilustrado, activo
como o Exm. Sr. Dr. Ambrozio
Uiha.
e justo,
Leitao da
(Da Imprensa ]
DE PER-
CORRESPONDENCIA DO DIARIO
NAMBUCO:
ALAGOAS.
Illaeei, de abril delSGO.
Ser que tenho ou devo ter incorrido na pecha
de oraisso e descuidado, porque nao mais Ihe de i
noticia alguma deste pobre torrao depois da sau-
dosa retirada do nosso adorado Moparcha.
t porem certo que pauco tem occorrido de
_ notavel que nao possa ter sido supprido pelo Dia-
dispersao dosdinheiros pblicos, dando um reg- ria das Ala8"as que Ihe deve ler sido rcular-
men mais raccional e econmico a esse importan-1 menle remettdo
= cApciifucia aesoe muito mostrava "T, ?" v'a que cu nao achasse de neces-
ie de reformar-se a instruccao publi-1 sldaa. oceupar sua allooeao com noticias sem o
ivincia, e essa idea era sempre indi- Terdadeiro interesse da novidade.
te ramo do servico publico prtceituando os mei-
os de execucao das obras, o cercando de muitas
e rasoaveis garandas as difTerenles especies de
contractos para sua edificacao.
Uma triste experiencia desde muito mostrava
a necessidade '
ca desla prov
cada no recinto da Asssembla provincial.
A instrucao o mais proficuo elemento da fe-
licidade de um povo, o nica c mais segura base
do edificio, social-, cancerada pelo obscurantis-
mo de rotinas depreciadas, e do mais rido alra-
zo, sera de onge acompanha enlre nos o mo-
viraento do progresso moral e litlersrio da -
pocha.
O ensino primario especialmente era, e o
apanngio da ignorancia, o recurso imprudente-
mente confiado, como meio de vida, ao homem
inepto. Este grave assumpto incilava em lodos
as mais tristes reflexes.
A reforma preceiluada no regulamento de 27
de janeiro dest e anno dividi o ensino prima-
rio era dous graos, que sero classificados pelo
roaior ou menor numero de alumnos, quo fro- I
quenlararera as escholas, sendo vanlajosamen-
le amplicado o objecto do ensino at o cstudo da
geometra practica, grammalica nacional, nj-
coes geracs da historia e geographia do impe-
rto, e iioges dos deveres moraes e religiosos.
oymnasio, cojos alumnos receberao, nao so
uslrucsao lud.spensavel das sciencis, arles
Hp?pH-ad P2cir!1c.,da Provincia, o arrefecmentc
dos odios a docilidade e suavidade da adminis-
tracao do Exm. Sr. Dr. Manoel P. de S. Dantas
que os a pondo e impellindo para looge, ludo
isso concoma para que cu nao achasse dt
le liras.
os
parciali-
a assembla demonstra
que nao est comprometido por nenhuma.
Assim Dos o ajude : queremos quera cure dos
nossos mteresses moraes e matenaes, e nao da
mesquinAa intriga eleitoral, que avilla e degrada.
U recretamento se vai effectuando lentamente
e creio que por ser o anno climatrico
que se recruta um individuo
ridade exhorbit e excede.
sempre
se diz que a auto-
O Sr. Dr. Cardoso tem foto todas as recommen-
dacoeai no sentido da na recrutamento jregular a
equitativo. # '6 *
Neste momento parle S. Ex. a examinar as
obraa da estrada da Graciosa.
[Do Jornal do Commercio).
INTERIOR.
PARAN".
Curitiba, 2 de abril de 1860.
Ai chutas do mez transacto estragaram-nos as
pr.n,ipaes estradas de modo que novos dispen-
dios ah veem aggravar os cofres da thesoura-
lia.
Felizmente
a siluagao nao m ; melhor que
muito P38S a precisa avantaJar-mo
omAr,L8Sembl6a Pr,ovncial contina a funecionar
em plena paz, e algumas disposicoes legislativas
muito imputantes acaba de promulgar
Asjim, accordando com o relalorio da presi-
dencia, deu-lhe aulorisaco lata para refirmar
todo o systema da arrecada?oo dos impostes.
Entre os vanos defeitos que apresentou o Sr.
ni;. -c ?a ana|yse 1ue l" dos regulamentos
fiscaos, nao ficou era olvido a do imposto de aui-
maes, que :je cobra nos difTerenles registros
iilisir.?,!?10' lnodo.de recadar'esta
ultiira imposicao se pronunciaram sempre mui-
tos deputados que negociavam em tropas
Deve sater que o imposto se paga vista com
I.SfS'SSo? ,/n' ouem^aP-oTe
ioftaorprronJSl'0,-VaUe que dfaqe nao
m.i ??JI?}' no 8e8undo. "lera des-
PARAIIYBA.
" t7atrc&af EXm- Sr' r- mbrotio
i-ni^f'r dl e50DraS do Sr. Dr. Ambrozio
X if "Dha d Carg0 de Presidente dseta pro-
rfi p,ra'nos m "nenio de juslica e
gratidao. que nos induz a apreciar seus actos e
aquitolar sua intengo e merilo. como admns!
nr iSaTr" P!.Uca d0 (>ua,1I, PTOvincia cum-
S..nH^Pi 6 T dev,er' em rela?ao ociedade.
fiZi-HantV -0 no quadro mais ou mcn"S
nTp!^ das adm,nlrtracoes, que so succedem,
ndicantlo e defendendo com criterio e imparcia-
lidad^ a>merecimento real da prudencia, bom
acert, a justica; que as caralerisam ; ou dela-
tando ejrofligando cora severidado os desmin-
dos e daavio do governo, para sciencia e cau-
tela do poderes superiores do estado, e exem-
"* delegados.
ue chega o seu occaso, e vai terminar
rocao do Exm. Sr. Dr. Ambrozio Lei-
ha, que j nao pode elle ser favoravel
.n aos mteresses rasoaveis do partido
or, nao se dir, que nos move o senli-
"avo, quo onvenena e avilla o espi-
o desto pocha de fatalismo, e dis-
^e egosmo ; e menos que thuriQca-
oso do servilismo, quando mostrando
po a
Agop
a admi
to da
e era
conser
limenl
rito p
crenca
raoe o
com P**0 prestigioso da imprensa a lcnden<
mais loaMavel a inteireza e juslica dessa admi-
nisiracnev e os beneficios, que ella nos lega, dis-
sermos cam s.neeridade S. Exc. ha bem mere-
cido pavrincia .
Seria Muslo ver nisto uma genuflexo ao no-
%Preaidonte de Pernambueo.
netopV^22Lenerg.ia- d-e e8P'ril0' -eteroperada
pea expmencia utilissima de muitos anuos de
rppfrf^?2fa, resolu5o prompta, e profunda
reclidao de raracier, S Exc. enceloo o seu go-
verno pnaerevendo abuzos e praticas inconveni-
cnies,_ reatabeleceodo o respeito ao principio da
autoridad! que se enfraquecia e inulilisava, o
m.hr "Sv1". ao.diBerentes ramos do servico
P.i aco-*deslnnoindo jusliga sem o enlrave fa-
tal das aatencoee pessoaes.
Anpuqdada a visita de SS. MM. II. lesta
Fuhu!nCl S\*2- anllDad0 0 vo interea*e
jubilo, que a todos inspi:Bva esse prospero e fe-
Z p ,w,"l>,' empregou toda activida-
, e os recursos que Ihe minislravam as forcas
provjoea, para tornar faustosa e brilhante a
-
j. -_ _- L-* *aa*p*j^w tuja OLUIIU-
de, e os recursos que Ihe minislravam as forcas
Oa prOVJQ(all> p8ra Inrnar f.i.lp o MIK..I. .
TP.cepco dos Ati
aceita, altas nella Ui B {mmediato
se mal o inconveniente de se nYo'pder'conrlrp' '""I11**4' Pa ornar fau
noeS..rcicio com semelhante rceila. al s ne '^T^a- ^m^* ****?' ^ *
' jU. Inmediato direceo se fez a obra da deco-
| racao e seio Qo paco e capellaaimperiaes ; e
a
que os devem preparar para os stdn
superiores das escholas^ especiis, e excerce?
2Unfc-ran, de comraercio ou industria, como
a cducagao mora| que ihes imprima o senli-
menlo intimo do temor de Deus) e o conhec-
menlo dos seus deveres sociaes t0Dneci
4 '0essarefuriDaainspecsaoe direcodo ensino
commcilida ao presidente da provincia a m
doltces."" CnSelh0 dired0r' aos dele*a
A admisso ao magisterio hoje sujeita a pro-
.w '? 8erias de raoralidae e apacidade pro-
nQ,l,M garan,e,n e'hor concurren'to
lores "Ce Da eSC0lha de Pcop-
Hri?'? C.aram a inslruc5ao Primaria e secun-
daria sujeitas a uma mais solicito vigilancia o
disvelo, que devem iniciar o seu pro "resso e
assegurar a sua ulilidade. progresso, e
Esso regulamenlq um trabalho de evidente
memo, que nos deixa S. Exc; c sensivel. que
a defficencia dos recursos da provincia neo per-
muta por ora sua plena execucao. P
nao menos importante o vantajoea a refor-
ra lST Malad0 CarP ^l' ""-
muigou S_ Exc. Alm de muitas outras justas
ep evidentes disposicoes rehuirs a melhor di"
ciplina e economa do mesmo corpo, foi criada
uma companhia de castigos, para a qual devem
pasear os soldados, que por sua m conducta
usubordmacao mererecem mais severa corre-
gao, e na qual eslao sujeitos a punico corporal
que poder ser repelida al completo emenda!
A imposicao dessa pena garantida por for-
mulas e justas medidas, que com razo se op-
poe a abusos o capricho dos superiores.
m HDSa?- C0IDPlets. d0 "'o corporal no
corpo de polica produzo graves inconvenientes
disciplina e indispensavel subordinaco dos
soldados que por longo lempo se fizeram' senlir
a medida da nova reforma restabelecendo-
por uma maneira curial era relaco
menlo dos bons soldados
proficua.
E' lamben de reconhecida ulilidade para o
servico publico a aulorisaco concedida ao chefe
mbS0.! Paia dlSp0r da ora Policial nos casos
urgentes, mdependente do requisicao a primei-
ra autondade da provincia.
O novo regulamento do thesouro provincial I "e"1 a !na.'
se recommenda egualmente attencao publica me pelo acert, com que eslabelece medidas bem
combinadas e tendente ao melhoramento da is-
cahcao, arrecadasao. deslribuico e contabilida-
de das rendas e bens provnciaes, e regras e
condigoes para os contractos de receita e dis-
poza, ampliando rasoavelraente as atribuicoes
do inspector, simplificando rauilo ostrabalhos
emprenadoes.ng0rSand JU8tam0Dle P0"1" ds
Essa le criou um trimestre addicional, que
de evidente vantagem para a regularidade e
ordem da escnpturaco, e uma sesso do con-
tencioso, apenas com augmento de dous era-
pregados.
Em todas
Esperaya sim que as proximidades da reuniao
da assembla geral. trazendo mais vida e anima-
cao para a situaco. me dsse tambora lugar a
poder mais de espaco apreciar as cousas e iulgar
da admin.slracao provincial, para dizer-lhe mi-
nha opiniao.
Infelizmente porm a medida do governo. que
tornou geral a demissao e troca de presidentes
por motivos j conhecidos, veio comprehender a
exoneracao do nosso Dantas quo (antas sympa-
thtas hav:a ganho na provincia e que inconlesta- -
velraenle. alera de um bello carcter como ho-
mem, dotado de muito prudencia e geito admi-
nistrativo.
Alguem houve ao principio que se enganasso
suppondo-o capaz de urna administracao parcial
perseguidora e prevenida cm sentido hostil a cer-
los personagens da provincia ; mas em brevo se
desvaneceram essas suspeitas filhas entao do
rumores de alguns visionarios que andam sem-
pre empeuhados ero noticiar daaloaaa*, turnan-
do a nuvem por Juno.
O Exm. Dr. Dantas teve em pouco lempo de
o animo sincero e predominante dos
------------ fcjlcis e respeilo au-
tondade. Os preparadvos dT
proporcionaram-lhe occasiao favoravel parVco"-
e apreciar os homens
de
"h"c,r ? preciar os homens prestrnosos,
verdadeira importancia da provincia
Assim habilitado seguio caminho de imparcia-
exoerimCenTadaodepSCrPea Um -niniKor
serPio p rX i COm modacao de um homem
f11 a re.'lec'l.do. com a docilidade de um carnc-
naWlfn! pmdrS'"f' a lo!ios os Peiff cora a
alciee p Vam."m U.ma in,ellgencia de extenso
ii j un,a 'nstrucco elevada
n Th"d- assin'. nem a lisonja pode nodoar
raelo .h!p?h" PHnDa nem a,gum oulro o" "
menlo abjecto pode escatimar o meu iulaar
S'pM naK,f-?h0.maS como a"'oridade.Jq fan!
do est j substituido e Tora d'aqui. E' azora
occasiao propria de julga-lo 8
Nem a penna do Firmus j foi vista arroiada
.0fr!.n2.HP,,J' PelS P9 oulro ente. oma
elU -. pf,PC,rSnagJens> cncara oa facte* como
ellas e oslen la m; diz o que pensa dos primei-
ros, avaha francamente a causa dos segundos. E'
este um direito de todos o confesso d>e
A'emint 6t'/va dicere permiltitur.
comnmmU.mne8.lemunh0 de.esli,n e cordialidade.
como um tributo ao mereciraento, como um sig-
nakddnudade deram-lhe alguns jvaigos, no pa-
-'
ao mereci-
pois nimiamente
A,:
LMUTIUAPO
essas reformas S. Exc. subordinou
o seu pensamento ao principio de uniformidad?
harmonisando-as quanlo foi possivel com as
leis. decretos e regulamentos geraes. o que ha
sido tontos vezes recornraendado pelo goveno
imperial, e se torna indispensavel em um paiz
rgido, como o nosso, pela forma monarchica
enaosedeixou seduzir pelas ideas ederalvas'
que querem constituir as pro nocas estados no
estado.
A reconhecida vantagem e mrito destas im-
portantes e proficientes reformas assentara na
opmiao publica ; e podera fcilmente ser aqui-
etadas pela idea, que todos leem das neceaai-
dades, que nstonleraaaka as urgiam e recla-
mavam.
As obras publicas conlinuaram em seu anda-
mento. E se nao niciou essos jrandes raelhora-
menlos materias de viabilidade, de que tonto
carece a nossa provincia, nao foi pela taita de
bons desejos o reconhecimento de ua. necessi-
dade, mas sim e nicamente pela exguidade
da receita provincial, que pouco mais satisfaz
atora das necessidades com o pessoa I
S. Exc incetou um movraow d progresso
e engrandeemento para o Pl**jba, que con-
vem ao patriotismo de seus fclSSngennos ani-
mar continuar, aperfeioodo-o e harmo-
nisando-o prudentemente com as circunstan-
cias iqtefcsses da provincia.
Todos os actos e deelsOes de S. Exc. dao um


[U
2T.7
lcete da assembla provincial, i
baile em a noi.e de 15 deste n??nde o prier
fondn d?S S Sal0P8 -e "udade chor"" "O
fondo de todos os cora56es- pela ausencia e perda
de too justo como imparcinl administrador.
Dcixou seu nome gravado em todo o peito ala-
S;..0,HCOni0 graVi,d0- ser P"ra "erapre no pe-
destal dessas associacoes que elle creou para a
r!s" na"egaco a vapor do Sao Francisco
e das duas alagdas norte e sul desto provin-
h,'.^ V,nCOmmen,saraTeis oenellcios dovem de
Sr.r"er 'd,iM mar8en8 0itrophes de
,JkI a" pro?nc,,as habitantes circum-
i,mh eeSSa/ ,agdas e aos de8,a caPil<1! como
tambem ficar eunpto duradouramenle nesso
S Jen,.0I?ue. a seu Pedido, tem de ser levan-
lado na celebre cachoeira de Paulo Affonso pelos
alagoanos ora comrnemoraco da poca da visita
que a ella fez o Sr. D. Pedro II.
Na larde do dia 21 desto mez embarcou para a
Baha o Exm. Sr. Dr. Dantas entre grande nume-
ro de amigos de todas as ctoases, sem excepeo
dos chefos da PC*dM rf nelle a .ndependencfaV Ke.er eminente-
ato jttstairo. Era ana familia igualmente
acomjMhaA apezar da hora inconveniente do
crabaTqoe, |5d* muitas senhoras respeitaves que
rorara dizer-lhe, ao embsftar, o odeus da despe-
dida testemunhando no sen chorar a saudade
que deixava to feliz c respeilavel par.
A despedida do Exm. Dr. Dantos foi mu lo-
cante, toda cheia de sensibilidade, e at ura filho
das musas cantou-lhe entao um adaus que a to-
Rptf rm06"' "r*? 0UTdo Sr- Innocencio
Kego com a mais religiosa allDcao.
ro;a?e.da 24recetbeu 8- E Toas muilo hon-
rosas e lisongeirasfelicitacoesem despedida, sen-
do uma da cmara municipal e oulra do commer-
cio desta capital que ambas lho enviaram deputa-
coes, as quaes felicitocoe* podera ver-se no Dia-
rio dos Alagoas de 26 deste mez.
Foi mais uma prova irrecusaveldsssympalhias
que deixou elle nesta provincia.
II
Esperamos nestes quatro dias o novo chefe de
polica que nos vera d'ahi, o Dr. Pedro Camello
i essoa, como a cada instante o noy presidente
Dr. Pedro Le8o Velloso.
Os boatos que se tem espantado acerca djs
mudancas que se esperara nos funcCMoarios- p-
blicos da provincia cora a nova adinistaco,
lera realmente predisposlo os nimos no sentido
r,Pier.a!.em r.dos ,com rigna;ao o eoragem
os males da poltica desses lempos em que nos
echamos acampados em hostes aelligeTan-
les. que deram em resultado muita desgMga ao
Nao acredito que hoje, depois da os acharmos
sob o dominio das ideas de concordia e de jusli-
ca, de moderacao e conciliaco, qotira o governo
fazer excepc&o de ido doco poltica, qoanlo s
Alagdas, que nao sai qual saja o seu peccado para
lano merecer.
O que por meu dover devo dizer, como noli-
ciador, que os nimos se acham, em geral, em
estado anormal, porque dao o imprudentes
constituimos d'aqut em longo calhalogo, uma j
bem extensa lista Se proscriptos. Veremos em
que dao suas araeacas. t!
Finaliso aqui, declarando-lh que tem sido sin.
ceraraente sentida e loloroaa para 9 Alagoas a
,.1 .. -".' IV.


-.

1
H
WaKIOQg PERSAMBUCO. QUINTA FEIRA 8 PE MAIQ frE 1860.
renioco do Dr. Neiva, magistrado zeloso, mtel-
ligenle, houradissimo, gozando da melhor estima
e que nio pedio nem mereca lal reroogao.
* III
A asseinbla provincial que deria retrair-se no
da 3 do seguate mez de inaio, fui pelo presi-
dente da provincia (o Sr. Dantas) odiada para 3
le junho, sem duvida para dar ao nosso admi-
nistrador ura pequeo espago ao menos do um
mez, aura do examinar os negocios da pro-
vincia, m.
O relatorio que deixou o Exm. Sr. Dantas, pa-
rece que seria-suEuuente para inteirar ao novo
presidente dos negocios principaes da provincia
correspondente O ah com data de 28 do _niez
passado, e sob o anonymo DirVy, a qual des-
tratando os reconhccidos e distinetos caracteres,
c indeosando a scus predilectos l passou a abo-
canhar este seu correspondente de menos exacto 1
Assim ofTendido, preciso nao deixar passar im-
pune ao Sr, Dicky, a sua audacia em quali-
ficar-me de inexacto na discripcao dos lctea fue
noticio como correspondente do seu importante
Diario. Para que possa responder cabalmente
ao Sr. Dicky, misler iranscrcver o q%ellc
ousou e que me diz respeito. Lis o que elle diz :
O correspondente dahi puru o Diario de -5
do corrente, noticiando que o jury funcefonava
sim os nicos que forain punidos e- por ridiculas
qaaniias, o Uais nao direi por agora.
Infelizmente ba mis noticias 'de todos os pon-
tos, do centro relativa mente a falta de invern.
Ser urna calaraidade so nao houver legumes e
agoa para a criaco de gado.
Quanlo a seguranca individual houve para o
termo de Baturil, um homicidio bem brbaro.
Foi assas linadd urna mulher por mu proprio ma-
rido com dezenove facadas e cortada a lingua II..
Anhele-lhe a melhor saudo e maior ventura.
tem ees eritalt pondere.
porm elle quiz ter para com o seu suecessor este inda, admira-se da sua misericordia, e acres-
rasgo de silencio c delicadeza que nao deixa do cenia que a palavra consciencia nao tem ah
basear-se em utilidade publica. : significacao propna I
O Diario das Alagos comecou a publicar ossa | Aqu admiro eu tambero, que um promotor
peca no dia 27 deste, e parece* pelas dimenscs merino que......... 'He is teca me a townlalk.
lucidez com que trata os dilTereutes pontos do I Fallo.-lhe de um celebre processo do Benlo
servico que satisfaz perfeitamente ao interesse j Novnlhao Esse individuo sim tem consciencia..
da conveniencia publica e curiosidade geral dos I"....... ">1Z *e araavel na sua correspondencia
que desojara coiihccer a aclualidade da provin-
cia e o que occorreu nessa importante admims- .
tracto.
Acha-se na presidencia o Exm. Sr. Dr. Bo- ;
Le lo Calheiros de Mello, carcter dislincto o |
lagoano respeilxvel pekts scus precedentes e!
inerecimenlo pessoal, que por- dillerentcs vezes
seguinte, que vem no Diario de 23 dcsto, que
causou urna sensagio geral a deciso da relaco
sobre o recurso crime intorposlo pela Exm. Sra.
D. Mara Fu mina, porque lalvez, diz elle, era
opiniao corrente de que a relaco confirmara a
pronuncia.
De que opiniao fallou elle, mcu amigo, por
tem occupado'a cadcira'da vico-presidencia. | corto da opiniao publica : mas quaes sao os or-
Na mauhko de 26 deste, naufragou nos ar- gaos legilimos da opiniao publica ? A imprensa :
recites de Camaragibe a barca ingiera Maria, o que disse a ira prensa? cousa nenhuma. Por
procedente de Montevideo carregada do laa de tole, o Sr. correspondente quer dar, deu, como
carneito. Chegou a noticia s 9 horas da noite, opiuio corrente a ua, isio 6, a da polica
e foram durante a noite immcdslamcnle dadas dahi.
todas as providencias, fazendo logo partir o Ouiz dar a opiniao da polica como opiniao
Exm. vice-presidente o vapor Viamao, que se j cocrdWle em substiluigo a nica de quo eu le-
achava no porto, para o lugar do snistro, levan- nho noticia.
do 1 capilao da forca policial e 15 pravas, tendo I Ninguera melhor do que Vmc, meu charo re-
tambem o brigue de guerra Xing seguido o dador, reconheeer a manifest injuslica do Sr.
mesmo caminho na manha de honlem. Dicky, o qual so parajioder ter occasiao de
Ilontcm mesmo voltou o Viamao Irazcndo o exercer urna abjecta e ignobl vinganca na pes-
nolicia de estar perdida inleirainenle a Maria,
havendo condiudo parle da carga e tambera o
Jing.
Estes navios carregados de guano e de la, or-
dinariamente naufragara. Poder algucm dizor
soa da Ilustrada u distincia funecionaria a que
elle allude ; leve a habilidade de se fazer trans-
migrjdo para essa, e forgicar no Recite desta I...
Una semelhanto missiva, com o nico alvo de
poder ferire calumniar ao disnclo funeconario
razio disto ? a certeza da indemnisacao pelo que ousou cumprir com fidelidade os deveres que
seguro nao poder s vezes legitimare aoandeno
de navios velhos?
Vou Tinalisar. i'oi noracado honlem o juiz
municipal desta capital Dr. Aurelio F. Espinheira
para fszer as vezes de chefe de polica, em quan-
lo nao for um dos juizes de direito designado ;
sendo concedido ao Sr. r. Neiva o praso de tres
mezes para entrar em exercicio do seu lugar na
Parahiba.
Firmus.
a lei lhe impunha ; altribuindo a esse funeco-
nario a paternidade deserclle o corresponden-
te desta para o seu Diario] Para melhormente
por meio de taes insidies fazer persuadir, que
s da parte da polica, squi, parti e leve ori-
gem, us embustes e perseguidlo contra a Inno-

rvKMiinv.
1 do inaio de I stO.
Continuamos- sob a pressi de um calor desa-
brido, bem desanimados com o sol que ha felo,
que assis leinorisa os agricultores pela perda de
lavoura que j solTrem. As safras fundadas, que
pareciam lo bem romegadas de-finhain conside-
ravelmcnte, e, se Deusno favorecer-nos com al-
guraas chuvas, marchamos para urna criso assus-
tadura. Os gneros alimenticios continuam por
prer.os rasoaveis, excepto a carne quesustenla ha
muzes o prego de240 a 320 reis por libra, nao obs-
tante a baraleza do gado. Os monopolistas da
carne verdo preferem v<5-la arruinar-se nos ar;ou-
gues que da-la por menos ao povo. Se nao fos-
se a carne secca e o bacalho, nao sei como se
sustenlariam as classes menos favorecidas da for- j
tuna.
Nada tenho a noticiar-lite que aiTectc a nossa
tranquillidade. Permanecemos na mais perfeita
paz e quielaeo. Quanto a seguranca individual
e de propriedado nao lhe posso dizer o mesmo.
Sempre os boletns da polica do-nos copia de
um ou oulro fado, que nos contrista, e faz-nos
clamar por energa em sua represso, da parle
das competentes autoridades. Respeito a salu-
bridade publi:a nada de satisfactorio tenho ac-
crcsccntar, ao que iho refer ua rainha ultima
missiva.
Afebro amarella, porm, que havia-se desen-
volvido no porto, parece declinar de inlensidade,
o que nao pequeo beneficio em favor da na-
vegacao de longo curso, quo aqui vem lomar car-
regamentos.
A adminislracao do Exm. Sr. Dr. Silva Nunes
vai agradando a gregos c gibelinos. Verdade ,
pie, no curio espaco d'ella, S. Exc. nao tem sa-
bido da rbita oo espediente
A especialidade da poca eleitoral para que va-
mos marchando imprimir a precisa aclividade
administradlo. S. Exc. nao anresCJloi-prgr!n-
!'::.t; Jegoverno, por isso nao sabemos quaes
Sfjam suas ideas a respeito ; mas confiamos que
era a imparcialidade e inergia precisas para a-
travessar com denodo tao dilficil qtiadra. Aguar-
damos oslados para melhor formaimos o nosso
juzo com a cosiumada reserva.
Foi retirado do termo de Campia Grande, onde
exercia o cargo de delegado, o intelligente capi-
tao do corpo de polica Joo Aavier Vidal, que
tao bous servico3 al preslou causa publica.
Ignoramos os motivos que deram lugar a esta
providencia ; mas posso assegurar-lhe que, quaes
quer que ellos sejnm, nao podem sor desairosos
aquclle digno oflicial, que sempre se portou com
muito tino e circumspccco as ditTerentes com-
missoes de que foi incumbido.
Teve lugar no dia 23 do passado, em o Ihesoii-
ro provincial, o concurso para o preenchimenlo
de dous lugares de escriplurarios, creados pelo
novo regulamento, dado aquella reparticao pelo
Exm. Sr. Dr. Leito da Cuuha. O concurso foi
presidido pelo Sr. Dr. Silva Nunes, c constou de
tres candidatos, que fizeram soffrivel exame, sen-
do preferidos os Sis. Argerao Leio Gomes Pes-
s6a e Francisco d'Assis e Silva, que j se acham
orneados, o em exercicio.
As gracas conferidas pelo Ihrono no dia M do
passado marco, desapontaram por aqui muita
gente boa, que so julgava com ttulos munifi-
cencia imperial, algumas correspondencias tem
apparecido recommendando os infelizes lista
complementar que se espera no dia em que a se-
reuissima princ'eza Imperial prestar juramento no
senado. Realcenlo alguns dos ndigilados es-
panta como foram esquecidos, especialmente o
dislincto juiz de direito d'esta comarca Dr. Fran-
cisco d'Assis Pcreira Rocha, magistrado intelli-
gente e de probidado nunca contestada, e carre-
gado de servic.0, que j por vezes se sentou as
cadeiras da representarlo nacional, onde se por-
tou cora a independencia c inteirez, que os scus
proprios adversarios sao os primeiros a preconi-
sar 1
O Sr. Dr. Assis Rocha que, nao obstante os es-
cassos vencimentos com que sustenra sua nume-
rosa familia, assignou urna quanlia avullada, na
subscripeo que promoveu, como provedor da
Santa Casa de misericordia, para arranjo e decen-
cia do respectivo hospital, alim de receber digna-
mente a visita com quqhonrou S M, o Impera-
dor, aquclle sen Blabelecimento I Quando um
nome d'esles esqueeido, s fatajidade de ve ser
atlribuido esse esquecimento, seaia alg^ma o-
diosa comvinala como diz pilHericamenle uui
enforquilhado, de aleta mar.
Presumimos que o mrito do Sr Dr. Assis Ro-
cha ser galardoado dignamenle, logo que aos ou-
vidos do nosso magnnimo monarcha cheguo t
nova de sua excluso das granas daquelle dia. Es-
peramos que esta sensivel lacuna ser pcifeila-
menle reparada em lempo opportuno.
No dia 29 do passado, solemnisou-se a testado
patriarcha S. Jos na igreja de Nossa Senhora
We dos Homens, com assislcncia do Exm. Sr.
presidente da provincia, pregando ao Evangelho
reverendissimo commenador padre Lihdolpho
Jos Concia das Nev*, um eloquentissimo dis-
curso. De tarde percorreu a procissao as ras da
cidade em da desconehavo tal que nos conlris-
tou o coracao. Melhor seria que nao houvesse
tanta facilidade na concosso de licenr.as para se-
melhanles actos, a certas irmandades, que nao
csto preparadas para bem desempenha-los, pois
assim nos forraramos do desgosfo porque passa-
mos naquclla occasiao. E' um objeclo este que
deveria merecer seria attenrao de S. Exc. reve-
rendissima, por qae estamos convencidos que a
restricrao d>sses aclos sOTia mais conveniente
rcligio, que a irreverencia, algasarr?, queda de
imagens, etc., que inda naque lhe noticiamos
leve lugar.
Devo redificar-lhe mi noticia qtfe the dei naJ
miadia antecedente. O Exm. Sr. Dr. Manoel Cle-
roentino Cjtneiro da Cunha, que lhe diste tfguia
no Crmttm^do Svl uo effecte fVVBte vapor
sua vU| kt,or motivos impreflstos. S. Exc,
j)or6DTWfftoi no Iguarass a 25 do passado*
sendo n'eslf acto acompanhado de grande nume-
ro de seus amigos, dos quaes mullos foram at a
bordo receber suas derradeiras despedidas.
Nada mais me occorre. Saude e felicidades lhe
desejo, ele.
cenca MI.
mHto arrojo o imprudencia, Sr. Dicky, em
querer zotnbar da lei,do bom senso e bondadedos
habi la ntes desta capital que salera dos fados como
so fados se deram, alera de precedentes que nao
erara favoraveis a inculcada victima I... J de-
pois, ella era liberdade, o que se passou, entre
ella e un seu proprio irrao formado ? !...
A imprensa, diz o Sr. Dicky, o que disse ? cou-
sa nenhuma.
1-ti dtgo aiuda mais. A imt rensa nao s, na-
da disse, como al alguraa cousa disse a favor.
Mas nao sabis porque assim succcdcu, Sr.
i Dicky ? Acaso ha aqu quem ignoro ? Enlo, Sr.
i Dicky, no-era aqui opiniao corrente que a re-
: laco nao daria provmeiito ao recurso crime?
i At os mais inleressados liuhara, e eram dessa
I opiniao. Nao houve sensaco geral quando se
I teve noticia quo a relaco deu proviraento ao
recurso crime ?
Ah eslao os habitantes desta, que melhor,
Sr. Dicky, vos podero responder, do que o que
simpleimentc refer a respeito para o Diario co-
mo correspondente.
A respeito ao jury, o Sr. Dicky, nao centestou
o que refer: apenas tralou da palavracons-
cienciapara delralara um fbiiccionario que, no
desempenho de seus deveres, nao tem considera-
ces pessoaos, soja quaes forcm as posices da-
quelles que so achcm collocados ros debaixo da
accao da lei. Feliz do paiz quo lodos os funecio-
nai ios assim procedem.
O correspondente desta para o Diario, Sr.
Dicky, nao acensa e nem elogia por calculo, in-
teresse, alTeic.io. paixao, espirito de partido etc.
Nao leni dependencias com funeconario de qual-
quer calhegoria. aos quaes nao frequenta e nem
relaQoes tem. Menos tem aspiraces polticas, e
a cargos puplicos de qualquer ordem. S viso
como correspondente uoliciar os fados que oc-
correra, tendo a previdencia de perder por carta
de menos, mormente, quando indispeusavel in-
dividualisar.
Tambera nao trepidarci em zurzr quem quer
que sejn, que queira traficar Sob o titulo que a
occasiao lhe depara Sabere tambem dar o vido apreco rVnirlIre farlum chvt&o ue fuma-
cas, e tolos orgulhos, que, lanzados ao cadinho,
apuracio 6 repeliente....
Sao esses que entendem terem carta branca
para pratirarem toda serie de nberrarocs contra
a justiea, illustracao e probidade.
Terminarlos fazendo senlir ao Sr. Dicky, quo
niio ha quera ignore, que o distinelo funecona-
rio a quem b.ireleou seus doeslos e picardas; e
um desses caracteres que vive inteiramente em
sua casa e na rrparlicao : nio frequenta e nera.
frequentado.
Espero que o Sr. Dicky, mella-sc na moita ;
nao lenha mais a imprudencia de Datar da ma-
teria de fados j extinctos, alias... alias... lera de
peiorar a innocencia I... que quer advegar, e te-
r por isso de sair-se enlnmeado 1
Vamos a oulra materia.
Justamos agora com mai3 urna campanha elei-
tarala, cleico para um senador por esta pro-
vincia. TSo" cedo j se conlam onze candidatos,
filhos e nao fiihos da provincia. Creio que nao
claudicarei em referir que os ptofendentes de f-
ra pcideto seu lempo
Ha probabilidades que na prxima cleie;o de
candidalos cmara temporaria, sejam eleitos
pelos oito circuios da provincia os seguimos se-
nhores:
Telo circulo desla.
Dr. Miguel Fernandcs Vieira.
Circulo de Sobral.
Desembargador Antonio Jos Machado.
Circulo do Ico.
Dr. Raymundo Ferreira de Aranjo Lima.
Circulo do Aracaty.
Desembargador Jeronymo Martiniano Figueir de
Mello.
Circulo de Inltamum.
Dr. Manoel Fernandcs Vieira.
Circulo de Baturit.
Dr. Domingos Jos Nogueira Jaguaribe.
Circulo do Crato.
Desembargador Andr Bastos de Oliveira.
- llaranlao.
S. Lutz, 27 de abril de 1860.
Os dous ltimos vapores viudos do saltee m sido
portadores de noticias da maior importancia e in-
teresse. Que dealega para uns e tristeza para
outros liso produztiiam as gracas ? Nao ha quem
se nao julgue com direito i urna condcoraco,
e quero por conseguinle nao considere nina in-
juslica olio ver o seu nome na lista dos agracia-
dos. O rrincipio de que mais val merec-lq sem
o ser, de que s-lo sera o merecer, embora mui-
to verdedeiro, ninguera consola. Entretanto
o que :erto que Sua Magestade o Imperador
nao pouia uein devia fazer urna dislribuico ge-
ral de gracas, e que entre os agraciados figurara
nomos mui dislinctos, e que recordara importan-
tes serv ;os causa publica.
Segundo v.raos de seu jornal acabam de ser
retirados das presidencias todos os deputadose
senadores que nella se oceupararo. Essa idea do
governo geral nos a consideramos de fecundos
resultados, e como o prirociro passo para a crea-
cao de urna arreira administrativa. As presi-
dencias dos deputados e senadores, que por via
de regra s c ura ni pelo lempo que decorre de
urna scsso da cmara outra, nunca sao assig-
naladas por medidas importantes e poucoprovei-
tnsas sc para as provincias, visto que no breve
espaco de seu governo ellos nao leem lempo de
conhecer o terreno em que pisam, o pessoal da
provincii e suas necessidades e recursos. Con-
scquenic com sua idea o governo, quandojs cir-
cumstancias o permitlirem retirar serntuvida
das pres dencias os juizes do direito, cuja ausen-
cia das respectivas comarcas a causa de quasi
todas as irregularidades eescndalos que leem lu-
gar na dislribuico da juslica.
Consln por iq'ui que tendo o Dr. Porlella recu-
sado a presidencia do Para, vai ella ser tonfiada
ao Dr. Trisio de Araripe, actual chefe de polica
dessa provincia.
Conlir a ain Ja a imprensa desta capital a oceu-
par-se da excommunho laucada pelo vigario do
Rrejo contra ; Iguns do seus parochlanos. Pen-
samos, porm, uehura esforeo de argumentadlo
ser capaz de justificar o sacerdote, que esqueei-
do de sua misso de paz ecaridade, o dominado
por odios e paixes, nao recuou era impr urna
pena de tamonha gravidadn e em maulfesta vio-
lacao aos preceitos cannicos.
As fallonciss na nossa praca continan a repc-
lir-se com frequencia c inaudito escndalo.
No dii 23 embarcou occuUamenle pfra Ingla-
terra en ura navio daquclla nagao, o negociante
Joao Victorio Parias de Mallos, levando coinsi-
go mais de oitciita conlos em moeda, etdeixando
a scus infeli.'.es credores o seu csiabeiecimcnlo
de fjzendas, que segundo dizem nem,. metade
disto valer.
Este o outros fados lera abalado seriamente o
crdito e iutroduzidoa raaior fineza odMeonlian-
ca as operaees commerciaes.
Os vercadores e supplenles da cmara munici-
pal desta capital esto divididos em dous grupos
que, infelizmente para o servigo publico, c para
o bem de seus municipes, aeham-se em lula
aberla.
Ura dos grupos entendeu que o secretario da
cmara nao cumpria com seus devores e o
suspemieu p<* qualro raezes. j
O oulro, composto pela maior part, de sup-
plenles que nao podiam funcconarem urna
cemvoi-acao especial, e s na falta dos dfraarislas
de numero, mas enlcudendo muito era que a
cmara nao lem direito de decretar a^Buspenso
" acto do
avidez e desordem, o im.pedir que, derramada
por urna extensio de m-is de treslegoas, ella se
fosse apossando dos o'jjeclns que o mar la Ira-
zcndo a costa. Entretanto se lhe nao foi posslvel
evitar os furtos que se deram, nao ficaram per-
didos todos os objectos que os conslituiram, nem
impunes os seus autores. Muilas cousas foram
depois apprehendidas e entregues a seus donos,
que todos se confessam reconhecidos aozelo o
aclividade da jusliga.
Esperamos que o nobre redactor do Relrospec-
to, informando-se melhor sobre o fado, concor-
dar comnosco que o magistrado a quem so re-
fere portou-se nesse negocio de um modo digno
de elogios em vez de censuras.
es tao
Circulo da Granja.
Dr. Joo Capislrano Bandeira de Mello.
Aos tres circuios ltimos julgamos haver di-
versos pertendentes que tem esperancas seren
elles os eleitos. Ha candidatos que nao tendo a
favor a maiorio do circulo a qne aspiram ; nao
recuam cnlrarerri na lide, embora fraiam essas
tristes oceurrencias que j se tem dado na pro- J?r- Jos Man Ribeiro Paraguass.
vincia e por mais algurcs. ConegoJoi Gongalves de S.
de scus empregados, declarou nullo
primeiro, e loraou por sua vez delber
illegaes e violentas.
Esperamos que a ardi da presidenci
termo essajdesordens e faga reappar?
cessarin harmona entre merbros de la
lavel corporagao.
No dia 21 do corrente folleceu nesla
bario de Coroal, terceiro vice-prosidu|
provincia.
A !l .i. -:- r...imv ame tur lugar a
ra da assembla provincial. Os eleitos'
coiupr sao os seguirrtes :
CIRCULO DA CAPITAL. -*]
Deputados.
Barao de Coroal.
Dr. Lu z Amonio Vieira da Silva.
Jos A iionio Moreira da Rocha.
Tencntc-coronel Raymundo Ferreira de
ralba.
Antonio Raymundo Ferreira.
Supplenles.
Henriquc de Biilo Guilhon.
Alexandre Jos Rodrigues.
Alexandre Jos de Almeida.
CIRCULO DE S. BENTO.
Dcpulados.
Mariar no Hermenegildo Nuaes.
Joao Manoel Gomes Tinoco.
Commendador Alexandre Jos de Viveiros.
Jo3 Marisnno Gomes Ras.
Joo Rodrigues de Oliveira Egas.
Supplenles.
Guilhermc Luiz de Arauju e Souza.
Padre Jos Diogo Gomes.
Joaqu.ra Marianno de Souza.
CIRCULO DE C.U1SIARAES.
Deputados.
Barao de Turyass.
Francsco Solero dos Rois.
Dr. A;;osiinlto Moieira Guerra Junier.
Dr. Jos Marianno da Cosa.
Ignac o Antonio Mondes.
Supplenles.
Dr. Gentil Hornera de Almeida Braga.
Manoel Auluiiio Pires Uiniz.
Conejo Dr. Manoel Tarares da Silva.
CIRCULO DE ITAP1CUR-M1R1X.
Depulndos.
Tenrntp-coronel Ricardo da Silva Ferro.
Manoil Rodrigues Nunes.
Tencnle-ctronel Raymundo de Brito Gomes de
Souza.
Dr. .* nlonio Marques Rodrigues.
Teueiite-coronel Rflymundo Janscn Serra Lima.
Sopplentes.
Fran isco Sabino Freitas dos Reis.
Joaqun Pinto Saldanha.
Silvestre Fereira da Silva Coqueiro.
CRCULO DE CAXUS.
Deputados.
Dr. I rederico Jos de Mornes.
PARA.
Belam C3 de abril de I8fi.
Escrevo-lho s carreiras, porgue nao tenho
lempo para'mais e nao quero deixarde de dizer-
lhe duas palavras acerca da miuha Ierra.
As chuvas tem continuado e sera excesso, ten-
do assim quasi desapparecido os receiosde gran-
de cnchenle no Amazonas. Um novo mergulho
liraria sem duvida o reslo de folego de que ainda
se acham animados os plantadores e criadores da
raargera do Amazonas.
Dos os lvre de um segundo banho.
Pelo que tenho lido as correspondencias de
difterenles provincias publicadas no seu Otario,
as quahficages eleiloraes nao lera sido feius
cora socego em toda a parte. Se cahirem os
aguaceiros polticos que so preparara, haver
ura diluvio.... de sanguc, que ser ura Dous nos
acuda.
Felizmente nos os Paraenses rooslramo-nos
homens de juzo nesse ponto. Fizemos os nossos
trabalhos da qualilicago na raaior paz, e conta-
mos que na maior paz' havemos de fazer as nos-
sas futuras eleices.
Esta bella situadlo da provincia devida sem
duvida a S. Exc. o Sr. S e Albuquerque. Esse
Ilustrado pernambucano durante a sua presiden-
cia deu provas de ura administrador habilis-
sirao.
Os partidos que encontrou ardentese intole-
rantes quebraram diante da justiga inflexivel de
sua adminislracao a sua forvura abrasamento.
S. Exc. esludando por si mesmo todos os ne-
gocios pblicos, achou-sc sempro habilitado para
decidi-los segundo a justiga e a lei. Sua pru-
dencia nunca o abandenou, e seus actos lora si-
do at hoje todos atacados o respeitados pelos
dous partidos. Os jornaes orgos desses partidos
nunca tiveram occasiao de fazer a mais ligcira
censura a S. Exc, sendo nao raras as vezes era
que comprmonlaram
unca com palavras lisongeiras e.animadoras.
Emfim, durante a adminislracao de S. Exc, con-
servadores e liberaos fizeram um s partido o
da ordem o da lei.
E quando nos lodos, contentsimos com a ad-
i.inistradio do Sr. S e Albuquerque, esperba-
mos te-lo as prximas eleiges, fomos contra-
riados pela substiluicao de S.Exc
Sabemos bem que esse acto foi urna consequen-
cia de nao ter querido S. Exc. renunciar ao seu
dever de depulado por essa provincia, dcixando
de ira presente sessao legislativa. Sabemo-lo :
mas, lamentamos o tacto era si c pedimos a Deus
quo o seu suecessor nao siga trilito dlTerente.
Por agora as maiores novidades da trra sao
as honras e os obsequios com que os paraenses,
porlia, liberaes e conservadores, procuram ob-
sequiar o digno pernambucano que elles tiveram
a fortuna de couhecer por peuco mais de seis
mezos.
Honlem teve lugar um cxplendido janlar offe-
recido a S. Exc. pelo nobre barao do Arary
Concurso numerosissimo, inimago constante,
saudes oxpressivas, o scrvnJU do mesa abundan-
lissimo c fino, lornaram essa testa digna do dis-
lincto paraensc que a deu c do dislincto pernam-
bucano que a recebcu.
No dia 25 haver ura baileoffsrecido a S.Exc.
pelo presidente da ultima assembla provincial,
Dr. Jos Ferreira Canlo.
Oulra c mais outras provas do considerado c
estima estao preparando-se em honra do digno
administrador que nos vai deixar. E nesses fes-
lejos nao ha cor poltica : os chefes dos partidos
fraternisam entre si e todos cora S. Exc. o Sr.
S e Albuquerque.
Ha urna cousa de significativo nessas manifes-
i3ges de eslima e respeito. O hornera quo as
recebe j nao ofUcialmeiite presidente; nio
podem, por Usa sor suspeitas de lisonja auto-
a'oi|?^iinPrQV'"n rQUS'lera''"" bri|liapleinenlP
do contrato Mamede, vencidas e que se forera
vencendo por meio de apolices, as quaes vence-
ro al o juro de 8 por cento, eserio resKala-
dos conformo as forgas dos cofre;S. R.Theo-
doro da Silva, o
^Bejeilada.
Additivo.Fica o presidente da provincia
autorisado a conlrahir um empiestimo al
quanlia de 400:0009000, realisado dentro ou tora
da provincia, por meio de apolices. de 5008000 a
l:O0O9C00 ris cada urna, as quaes vencerao o
juro annual da pfaca no* lempo da emissao.
< Eslc emprestimo ser exclusivamente appli-
cado ao pagamento das obras publicas era cons-
Irucgo na provincia.S. R.Rufino de Al-
meida.
Projudicado.
Dada a hora, o Sr, presidcnlo levante a ses-
sao, dando para ordem do dia, a conlinuaco da
de honlem.
pardo, casado, 48
O vapor Tocanlins, foi portador de jornaes com
as seguintcs dalas: Amazonas 4, Para 23, Ma-
ranhao 27, Cear 28, Rio Grande do Norte 29
do passado, e Parahiba 1. do corrente.
As cartas dos nossos correspondentes contera
as noticias mais importantes, alm das quaes
encontramos mais o seguinte que se l no Cea-
rense :
Sobral, 13 de abril.Escrovern-nos o se-
guinte :
O invern vai por aqui pessimamcnle ; em
varias parteado municipio de Sania Quileria es-
t completamente secco, c j se estio fazendo
retiradas de gado e nao sei para onde ; porque
tudo est mo, apenas alguns sitios mais verdes,
que outros.
' Imperatrz.Escrevem-nos a 20 :
Commissao scentifica. O Sr. conselheiro
Freir AUemio, chefe da secgao botnica e pre-
sidente da commissao, acaba de chegar do centro
da provincia, tendo ido era sua excursio, pelo
lado do sul da provincia al sua extremida-
do, o Cariri, o dalli ao Ex, na provincia de Per-
nambuco. Consta-nos que espera urna licenga
do governo para Ir corte. O resto de sua sec-
gao, bem como a scegio zoolgica de que che-
fe o Dr. Lagos ainda ficaram no Crato c devem
rollar pelas comarcas de Inhamum, Queixera-
mobim e Baturit.
O Sr. Dr. Gabaglia, chefe da secgao astron-
mica, que viajou as comarcas de noroeste, Im-
peratrz, Sobral, Ip o parte da Granja, c at
Principe Imperial de Piauhy, vollou a Sobral,
com seus adjuntos por causa da estagio inverno-
sa na serra grande eveio agora ai|csta capital
ao adninislrador da pro- conferenciar com os mais chefes sobre o itinera-
rios seguircm, logo que permitlir a estagio, e
deve rollar al o fim do mez.
Noldia 29 do passado lomou posse (da presi-
dencia do Rio Grande do Norte, o Exm. Sr Dr.
Jos Bcnto da Cunha e Ffgueirei',, sendo bem
recebido pelos jornaes que exprimen) o pensa-
menlo dos dous credos polticos d'alli.
PERNAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
O nosso estado sanitario acha-sc sob as condi-
goes menos favoraveis, que podem dar-se.
A morlalidade diaria cresce n'uma grande pro-
gressio, sen.io de um modo espantoso; por-
quauloo numero de fallecimentos, que por dia
sustentava-se entre qualro deis, nestes dous l-
timos dias (3 de abril prximo passado e 1 de
inaio crrente) lera subido ao adrairavel algaris-
mo de vinle e um !
Esta siluacio reclama alguraa allengio, alim de
ver-se si a salubridade publica restabelece-seem
seu antigo p.
Hontem um boleeiro atropellou urna guar-
da que passava pela ra Nova, metendo al o
chicote era um dos soldados que a compunham !
A insolencia dessa gente proverbial, por isso
nio deve-se deixar taes cousas no olvido c sera
a devida punico.
Terga-feira, sendo levado ao cemilerio ura
cadver, e all chegando por obra das 5 3[4 horas
da larde, emquanlo se preparou a catacumba
para a iuliumacao, deram as sei.s horas, de raa-
neira que foi esta interrumpida ordenando-so o
deposito du cadver al o dia subscquenlc.
lsto posto, prucurou-sc a chave da (apella
i ntn fim : maill-> nn foi fineiinlr.lllil. Seu-
ni tal procedimento honroso para o povo
que o pratica o o mais sincero elogio e home-
nagem qe podem ser rendidos s virtudes de
um cidadao e ao mrito e servigos de urna au-
toridade.
O nosso digno chefe de polica Dr. Olyniho
Meira parti no dia 17 do corrente para a villa
de Gurupa, afim de proceder a uma rigorosa bus-
cu das cdulas falsas apparecidas ltimamente
no mercado daquella villa e da cidade de Maca-
p- As ordens do S. S, marchou uma forra de
polica, guardando a qualro comraerciantes des-
ta praca implicados neste fado.
Chegou esta provincia, e acha-se hospedado
em palacio com a sua familia, o naturalista fran-
ecz Brunel, pessoa muilo conhecida nessa pro-
vincia pelos seus serviros do sabio c de horncm
perseverante c tenaz nos seus trabalhos.
Segundo nos consta, S. Ex. o Sr. S e Albu-
querque pretenda incumbir esse Ilustrado na-
turalista" exames c eslutos botnicos, mincralo-
gi'os em difterenles ros da provincia.
Deus permilta que o suecessor do Sr. S c Al-
buquerque tenha acerca desse assumplo ideas
iguaes s do seu antecessor. De outra forma
serio perdidos para o paiz e especialmente para
h provincia do Para os serrinos c scicncia do 1-
luslre Mr. Brunet,
O seu Diario d a noticia quasi oflicial de que
^,0 Exm. Sr. Dr. Tortella nao aceitava a presiden-
cia desta provincia.
1 Ficaroos todos deaaponlados, porque o nomo do
Sr. Portolla e os seus procedeiites erara j uma
garanlia de felicidade para nos.
Deus queira que S. Rxc nao persevere nesse
proposito era que se acha.
Oh! essas contradangas presidenciacs pcm os
vos em sustos. E as proximidades das elei-
>es!--
Na quadrilha presidencial nio fomos esqneci-
s : demos um dislincto cavalleiro para par de
a das mais bellas damas do imperio.
' Creio que Vmc. me entende, c que sabe que
me refiroao meu patricio o Dr. Ambrozio Leitio
da Cunha e sua provincia.
Se adama altamada, o cavalleiro nio deixa
de ser forte, nobre e generoso.
Podem fazei boa liga. Desejo que nao errem
a dansa.
85
i.i
o entao necessario que o cadver Utassu Tne
pullo c em deposito napropra casa da secretaria,
talvez do regu.auienlo do ce-
Cear.
Fortaleza, 18 de'abr! de 1800.
Mcu charo redactorNecessito encelara pre-]
sent referindo, quo nd peridico Cearense.de 13
Se a lei que ora vigora, continuar, serio lan-
os os candidalos cada um circulo, quantos fo-
rcm os eleilores do mesmo.
Ouem mais brada, que mais cita leis, avisos e
regolamcntos, que mais levanta castellos, que
deseiam que ns agoos se turvem I sao aquellos
quelhes fallecen) os recursos para serem eleitos
pela maloria genuina do circulo.
Breve lera lugar no Crato a publicagio de um
novo peridico que servir all de orgao do par-
tido conservador.
Mui breve tambem lera de opparecer no Ara-
caty oulro novo jornal, tambem dizem que orgao.
do lado conservador. Os respectivos prelosj se
achara era viagem para seus destinos.
O Aracaty parece ser o lugar desla provincia
onde teve nasuiraenic a intriga e o orgulhol...
De prsenle reinara all as intrigas em toda sua
plenhudel e a justiga da casa do-Herodes para a
casa de Plalos 1 All ateou a intriga a um poni
singular, desde que apparecera a quebra da casa
commercial de Caminha & Filhos. e tambem
corre, desde que alli appareceram os commer-
cianies fugitivos dessa que compunham a firma
Camiuha, Irmios & C.
Para aior.raarulho nao exislem all os juizes
letrados de direito e municipal; e sahe-se que
alli mais nao voltario. A questo pois lera to-
mado vulto pelas ejajradas dos substituios, ora
ura funeconario, ora outro : islo a favor de
Caminhas, aqoelle contra ele.
Dalli veio a pouco diversos membros Caminhas
queiaarom-se a S. Exc, a qual consla-nea provi-
denciara melhor que podio. Looge ira se lhe
narrasse lodaa as aberrages que alli se tem da-
do, quer de um ou outro ledo, a faror ou contra
o casa commercial de Caminha & Filhos. Toda
o nosso nal a nao execugoo da lei. contra os
seus delinquite grandes o pequeos. Quanlo
ao coni mereio, ae lodos os juizes fossem Pirelle,
as banca-rolas bravia forcosamenle dimiciuirem,
o rara serian 48* fosse fraudulenta.
Aqu s lea) o cadei. por falleocia, os po-
bres taberneiros : sabe-se que doua foram sen-
tenciados e que nao leem que comer 1 nio quero
DIARIO DE PERNAMBUCO.
do corrente*,'ftai inceria uma missiva de uajydiztf -que as seclencag foram injustas; nSo : mas
Dr. Jos Beluario Henriques da Cunha.
Dr. Ricardo Decio Salazar.
Supplenles.
Severino Manoel Teixeira.
Florencio Manoel de Mallos.
Fernando Mendcs de Almeida.
CIRCULO DB PATOS-BOWB.
Deputados.
Tentnle-coronel Jos Vasco de Souza Coelho.
Dito Antonio Carneiro da Silva Oliveira.
Padre Alexandre da Silva Mouro.
Dr. Carlos Pedro Ribeiro.
Dr. Severino Dias Carneiro.
Supplenles.
Antonio Iiodrigues^Pereira Labre.
Dionizio Alvos de Carvlho.
Capito Joaquim Ferreira de Souza Jacaranda- -
Fui concedida ao bacharel Jesuino Claro dos
Santos a rJemissao que pedio do cargo de promo-
tor publico da comarca de Alcntara.
O Retrospecto Semanal, publicado no numero
82 de seu jornal, pronuncia-Se sobre as provi-
dendas lomadas pela justiga de Alcntara a res-
peito dos salvados d barca portugueza Linda,
do ura modo sobremavieirn -rnjnsto na parte em
que se refere ao magistrado, sob cujas vistas cor-
reu o negocio.
As informaces em que se basca o illuslrado
reductor do Retrospecto nao s6o conformes com
o-juizo a que lodos aqui formara sobre o faci e
cora os decumentos acerca do mesmo, publicados
na folha oflicial. E' bem verdade que se deu fur-
to em griinde escala e escandaloso, mas uma
julica ir buscar a causa disso onde eUa est, e
nio Uritui-la a autordade, a cujos esforgos de-
veei os nufragos quanto poderam ainda recupe-
rar. Lof;o que se espalhou a noticia do naufra-
gio, aflua is pealas tima grandlssima multldio,
levada do dejo de se nroveilar dos despojos
dos po%r<' nufragos, e dominada pola idea de
qu os salvados pertencem ao primeiro oceupan-
te. Antis que o juiz podesse pi era segranos
os salvados, urna grande parle dellcs haviades-
j^rpp irecido.
Cima pequea torca que linha sua disposi-
jao era-Jae imfassirel conler a ta .'Jtidao en. sua
A assembla provincial oceupou-so hontem
com o seguinte :
Officio do Exm. Sr. presidente da provincia,
participando haver mandado suspender diversas
verbos de despeza, por deficiencia dos cofres
provinciaes.
Dito do mesmo, enviando duas das leis que fo-
ram remettidas sanegio, para quo so in-
forme se foi ouvido o Exm. Sr. bispo dioce-
sano.
Depois de uma discusso de ordem, era que
tomaram parle os Srs. Sebastio Lacerda e bario
de Vera-Cruz, passou-se ao desempate das emen-
das do dia antecedente, sendo rejeitada a que
dava abate ao arrematante do Pao d'Alho, e ap-
provida a que concedo ao do Recite.
Passando-se ao arl. 27, approvado, sem de-
bate, com a seguinte emenda :
Supprimara-se as palavrasque poder ser
augmentado al odobro do actual, creando-se
novosbarreiras nos lugares mais convenientes.
S. R Rufino de Almeida.
Entrando em discusso, depois de orar o Sr.
N- Porlella, approvado o art. 28.
E' suppriraido o art. 29, requerimento do Sr.
N. Porlella.
Era seguida approvado o art. 30, com a
emenda seguinte, depois de orarcm os Srs. Fe-
nelon e Figueiia : '
Depois do art. 35diga-se. destribuindo-se,
sobre os ordenados, 20 por cento com lodos os
empregados provinciaes, inclusive os professo-
res.S. R.Braulio.Dr. Figueira.
Aps considerages dos Srs. Fenelon e Sebas-
liio Lacerda. approvado o arl. 31, com diver-
sos additvos quo lho foram offerecidos, lendo
as volagei que nelles se acham, os seguin-
le.s :
Artigo additivo-=0 pagamento do abate con-
cedido ao arrematante do imposto de 29500 rs.,
ser eito com as sobras da recena perlcncente
ao exercicio do 1860 a 1861.S. R.A. Manas
Pcreira.
Empalado.
Artigo additivo.Fica o presidente da pro-
vincia autorisado, desde j, a pagar as orestat^es
em conlraveucio
milcrio.
Notamos este occorrido, para ine se nao rc-
prodnza semelhanle fado, de que, talvez, nao
tenha conhecimenlo o Sr administrador.
Em salisfaegio ao pedido do Sr, fiscal da
freguezia do Recite, damos nesla lUci/ta a sua
reclamacao sobre o que entendeu ser uma inju-
ria, que lhe irrogamos as oliservacoes consig-
nadas no Diario de28 do passado.
Leudo na sua Rci-isla Diana de 28 do pas-
sado uma censura aos fiscaas desta cidadc.chaman-
do-os al omissosnos cumpriraon .os dos seus do ve-
res, o do Recite, declinando de si essa censura,
vem declarar que logo que leve suenen de que
eslavam desaprumadas as casas ns. 14 e 16 da
ra do Codorniz, as fez examinar no da 6 do fe-
vereiro, e, dentro do prazo tixado pelos peritos,
as n>audou deraolir, sendo quo o foi completa-
mente a de n. 14, o s p solio c paite do andar
da de u. 16. nio s porque a coiservagao do res-
to temporariamente nao omeagiva perigo emi-
nente, como porque, lendo a cmara pedido em
os oflicios ns. 3 e 23 aulorisaco presidencia
para desappropiiar, para alargaraonto da dita ra
u'aiuella parle, entenda o fiscal que deva so-
brestar n'ella al aresposla de S. Exc.
Que fra destas duas casas nio lhe consta
que ua mesma ruexlsia alguma outra que te-
nha de ser aborta ao transito publico, nem tam-
bera que cora verniz lenha encoherto ura pessi-
mo e tuinoso interior. E que finalmente quanto
a estarem as ras convertidas em terreiros de
gallinltus e pastoradores de cabras, nada tem a
oppr a islo, porque nao ha pos .ura alguma, que
os prohiba, e que se por aclo seu o nao prohibe,
porque nio quer que a sua Hevisla o chame
arbitrario com mais razio de que o chama omis-
so. O fiscal do Recite bem conhecido nesta ci-
dade, se as cousas de grande monta nao transi-
ge, se compre o seu dever ainda expondo-se,
porque nao sabe curvar-se a niuguem, nao pode
tambera sangue fiio receber a injuria que lhe
jogou a sua Revista, sera pedir V. S que nella
mesma publique a presente reclificaco.
Sua casa 1." de maio do 1360 Oliveira
Lobo.
Agora que fica apreciagio do publico a defe-
za daquelle senhor no que lhe relativo, cum-
pre-nos declarar, que, censurando as aeges ou
omisses, nio irrogamos injuria a ninguera, pois
quo procuramos nisio a emenda e nao a desconsi-
deradlo pessoal. I
A nossa censura nio foi inconsiderada, como
v-so da propria reclaraagao ; porque um esque-
leto do casa, que ent fevereiro nio ameagava
temporariamente perigo imminenle, podiae pode
hoje achar-sc neste estado; o o que porlanlo
curapre verificar-se islo, visloque aftancaram-
nos o desaprumamento desse resto de casa ou de
alguma parede d'ella.
Na segunda parte de sua resposta, nio mais
feliz o Sr. fiscal, a quem no en.reanlo reconhe-
mos como zelador da lei, porquanlo se nao ha
postura, como diz, sobre aniaos sollos pelas
ras, derva-sc esla ommissao do nunca haver
pensado o legislador, que as ras da cidade do
Recite houvesso quem se lembrasso de criar gal-
linhas, cabras, porcos, lc. etc. ; existencia esla
que acha-se implcitamente reconhecida pelo re-
ferido Sr. fiscal, porque diz que nada lem a op-
pr a islo. No entrelauto, porm, sem incorrer
na pecha de arbitrario, parece-nos que corrc-lhe
o dever de fazer cessar semelhanle pratica e
porque ella maniestaraente contraria ao aceio
da cidade, pelo qual lhe cumpre velar.
Nao havendo postura, que prohiba ciara-
mente a cnacio de cabras, gallinhas, e outros
animaes dentro da cidade, lembramos illus-
trissiina cmara, que seja confeccionada uma no
sentido prohibitivo desse costume.
O accio publico reclama est i medida.
Relaco das pessoas fallecidas na fregnezia
de Santo Antonio em abril de 1860.
Manoel, branco, filho de Caelauo Francisco Anto-
nio Ferreira, 8 mezes.
Maria, parda, escrava de Clara Hermina Cardeal,
3 annos.
Leopoldo, branco, filho de Anna Maria Eulalia
Dubois, 6 annos.
Prancisco, branco, filho de Maria da Conceigao, 7
annos, (pobre)
Rosa, parda, filha de Florentino do Sobral, 9
raezes.
Mara Magdalena de Jess, branca, 43 annos,
(pobre).
Benedicta, parda, escrava de Maria Francisca da
Rocha Pea, 18mezes.
A4e^Ho,p*Td*,escravo de Vicente NunesdaSer-
ra, 20 annos.
Octaviano de Siqueira Campos, branco, solteiro.
35 annos.
Antonio Joaquim Gotgalves Guimares, branco
47 annos. *
Serapbiua, Africana, escrava de Manoel Jos do
Amaral, 70annos.
Joanna, crioula, filha q> Angelo da Silva Arau-
jo, 5 annos.
Anna, branca, filha de Marcelino de Borges Ge-
raldo, 19 mezes.
Antonio, branco, lho de Olindina Euvercinados
Reis, 6 mezes.
Jorge, pardo, esersvo deMarcolino AnlonioPe-
reira. 3 dias.
Mara Francisca de Moura. branca, casada, 35
annos. '
Antonio Dias doNascimento,
annos, (pobre).
Alfonso, pardo, filho de Candida Luiza Cesar, 4
mezes,
Mariana, Africana, criada de Francisco de Frei-
tas Gamboa, 46 auno.
Antonio,. Africano, liberto, solleiro, 30 annos
(pobre.) '
Jos branco, filho de Florioda Isabel Quintal!
14 das. *
Mara Francisca do Livramcnto, pardo, solteiro.
60 annos.
Francisca Januaria d'Oliveira Duka, branca, sol-
leira, 70 annos.
Manoel Jos Baplista, branco, solleiro, 14 annos.
Plorlnda, crioula, escrava de Jos Manoel dos
Santos Villiga, 36 annos.
Maria, branca, filha de Jos Joaquim Moreira, 4
annos.
Francisaa Theodora das Chagas, branca, viuva.
60 annos.
Joao Germano Ferreira Lopes, branco, casado,
40 annos.
H ermenegildc, pardo, filho de Joo Militio Alves
Lima, 1 dia.
rsula, branca, filha de Jacomo Geraldo Mara
Lumarhi de Mello, 2 annos.
Manoel, branco, filho da Maria Joaquina da Coa-
ceigio, I mez.
Manoel, pardo, filho de Joaquim Marques dos
Sanios, 2 annos.
Joaquim, branco, filho de Maria Francisca dos
Prazeres, 9 raezes.
Antonio, pardo, escravo de Joio do Siqueira
Ferrio, 8 mezes.
Manoel, pardo, filho de Manoel Domingues Ribei-
ro da Silva, 2 raezes.
Antonio Francisco de Paula Brrelo, branco, ca-
sado, 71 anuos.
Candida Pcreira Dias, branca, casada, 13 annos,
Wilson, branco. filho do Franklini Allelina Mal-
veira, 6 mozos.
Francisco Xavier dos Santos, pardo, casado, 25
annos, pobre.
Maria, crioula, escrava de Salvador de Souza Bar-
roso, 14 annos.
Florencia rsula Maria, parda, casada, 35 annos.
Domingas, africana, escrava de Antonio Lu2
Gongalves Ferreira, 35 annos.
Antonio Francisco Callado, pardo, casado, 52 an-
nos, pobre.
Esmeraldini Theodora Pimentcl, branca, viuva,
45 annos.
Manoella, parda, escrava de Flix Antonio Alves
Mascaronhas, 14 mezes.
Hermenegildo Antonio Moreira, branco, solteiro,
10 anuos.
Lucio Gomes Cordero, branco. solteiro, 30 an-
nos, pobre.
Ania Perpetua Ferreira de Veras,.branca, viuva,
78 annos.
Tertuliano, branco, filho de Bernardo Leopoldo-
de Souza Magalhies, 5 annos.
Luiza, crioula, escrava de Maria Francisca Bo-
tolho, 14 annos.
Leopoldina, branca, filha de Joio Cosme de Lima,
5 annos. '
Maria, branca, filha de Gabriel Moreira Rangel, 6
annos.
Umbclina, filha legtima do bacharel Antonio An-
nes Jacomc Pires, 4 annos.
Ignacix Marta da Conceigao, parda, viuva, 34
annos.
Henriqucla, pareja, escrava de Bernardina Rosa
de Oliveira, 18 annos.
Manoel de Oliveira Cabral, branco, solleiro, 30
annos, pobre.
Anna Maria de Barros, parda, solteira, 25 annos.
Jacintho, pardo, lho de Maria Filippa, 11 rae-
zes, pobre.
Isabel, branca, filha do Jos Luiz Brandel, i
1111102. ,----------
Francisca, parda, filha natural de Hara llosa, t>
annos.
llcrminda Angela de Oliveira Cruz, branca, ca-
sada, 28 annos.
Maria, parda, liberta, solteira, 6 annos.
Joaquina, branca, filha"de Joaquim Francisco da
Torres Gallindo, 6 annos.
Theodora Ferreira de Barros, branca, solteira, 58
annos.
Arlhur, branco. filho de Antonio Francisco de Mi-
randa, 2 annos.
Francisca, branca,|fllha de Antonio Dias dos San-
tos, 4 annos.
Lista de baptizados e casmenlos havidos
na freguezia da Boa-Vista de 22 a 28 de abril do
1860 :
Luiza, branca, nasuda a 22 de fevereiro do cor-
rento, filha legitima de Carlos Herard eHarga-
rida Hbradleg*.
Ilortulana, branca, nascida a 28 de novembro da
59, filha legitima de Libanio Jos Lopes, a Ma-
ria Joaquina da Luna Freir.
Anna, branca, nascida a 14 de agosto de 1849, fi-
lha legitima de Marn Bemol e M. Bernel.
Eugenia, branca, nascida a 30 de dezembro do
dezerabro de 1858, filha legitima de Marin Ber-
nel e Maria Bernel.
Joaquim, braqcn, nasudo a 15 de dezembro do
1859, filho legitimo de Joo Ferreira da Silva e
Ignaca Maria da Conceigao.
Joaquim, crioulo, nascidoa 2 de agosto de 1858,
filho legitimo do Bernardo de Mallos e Josefa
Mara de S. Roque.
Francisco, crioulo, 1 anno de nasudo, filho na-
tural, escravo.
Militio, crioulo, 1 mez de nasudo, filho natural,
escravo.
Casamenlos :
Francisco do Paula Ferreira da Annuncisco,.
com Luiza Maria Carneiro, branoos.
Trajano Italiano da Paz, com Felicidade Perpetua
da Silva, pardos.
Hospital db caridadb. Existem 64 ho-
mens e 60 mulheres, nacionaes; 5 homens cs-
trangeiros t*lolal 129.
Na totalidade dos doentes existem 42 alienados,,
sendo 32 mulheres e 10 homens.
Foram visitadas as enfermaras pelo cirurgio
Pinte s 7 horas e 3i4 da manha, e pelo Dr
Dornellas, s 8 horas da manha.
Falleceu um homem de phthysica pulmonaf.
MaTadobo publico :
Mataram-se no dia 2 do corrente para o con-
sumo desta cidade 93 rezes.
MohrALIDADE do da 2 DO CORRBim :
Bernardo Felicio, branco, SO annos, solteiro ;
febre amarella.
Maria, branca, 6 annos ; angina.
Maria, branca, 4 annos; escarlatina.
Herculano, preto, 7 annos; denlicSo.
Alexandrioo, pardo, 3 annos : angina.
Herculano, pardo, 1 anno ; angina.
Maria Pedro de Magalhies. branca, 68 annos;
e rysipella.
Luiz, branco, 36 annos; angina.
Gertrudes d'Airdrado, branca, casada, 28 an-
nos; febre amarella.
Maria de Jess Lima, branca, casada, 28 an-
nos ; congestio cerebral ,
Pergenlino Herculano da Silva, pardo, 12 an-
nos, solteiro ; apoplenia.
Ignez Joaquina Pees de Mello, branca, casada,
65 annos ; pneumona.
Manoel Francisco das Chagas, pardo; solteiro,.
23 annos: phthysica.
Braz, preto, 30 dias : escarlatina.
Leocadaria Maria do Rosario, parda, solteira,
16 anuos ; angina.
Passageiros do vapor nacional Toeanns, viada-
dos porlos do Norte : Exm. Sr. Dr. Amaro
Carneiro B. Cavalcante e 1 criado, D. Hara
Romana Paz de Almeida e 1 escravo, Manoel
de Jess O. Lirai. Joaquim A. do O. Luso, Jo-
s Raymundo do Carvlho, Manoel Antonio da
R. Jnior, Joaquim Carneiro da Cosa, Jos
Paulino, Joio Jos Vianna, Raymundo F. do
A. Cavalcante e 1 escravo. Antonio Jos Lis-
boa de Oliveira, Francisco I. Pinto, Cypranno
D. Monteiro, Jos D. dos Reis, Manoel Gomes
Moreira, Antonio P. de Carvlho, Prei Hercu-
lano do Coragio de Jess Brilo, Jos Antonia
Vieira, Malheus Mag, F. Nash. Francisco A.
Cabral, Antonio Marlins; Manoel de Oliveira,
Mahomed Ablcs; Meltod Bel Badj, H. Bel
Mbarck, S. Ben Mahaumed, um desertor, e 4
escravos a entregar.
Segueta .para o Sul:
Exm. Sr. Antonio de-C VascaactHos e 1 escra-
vo, bario de Mamanguape e 1 escravo; Dr. Ti-
_
*-,'
i mi mi Ano i





DIARJO DE PERNAMBUCO. QUINTA FURA
lo franco de Aimcida e 1 criado, Dr. Joo Viei-
ra 1 criado. Dr. Felinlo H. do Almeida e 1
escravo, fcr. Hypolito G. Pamplona, Dr. Agos-
tiuho Vctor de Borges Castro, visitador padre
Antonio Pinto de Mendonca e 2 cscravos; Joa-
qun) Jos Estevo, tenante Jos Gome Vieira
da Silva, Luiz Mesquita de S. Moraes, Sabino
Jos da Grnca, sua senhora el filfia, Antonio
Marlins do Reg; tros recrutas para o exercilo
tres para a armad; 12 escravrf a entregi.
Passageiro da barca nacional norma: vlndo do
Rio-Grando do SuL Pelromlla J. da C. Lages.
CHRQJrlCA JUDICUR1A.
jl'BY DO BEC1FE.
2* SESSAO.
Ha 1 de maio de 1860.
PRESIDENCIA >> SR. DR. AGOST1NHO ERJ1ELIND0 DE
IEAO JLN10B nW DE DIREITO'lNTERINO DA SEGUNDA
VARA CRIMINAL.
PromotcPublico interino o Sr. Dr. Francisco
l.oopolfrt'O do Gusmao Lobo.
EscriyO o Sr. Joaquim Francisco de Paula Esle-
ves nemente.
dragada o Sr. Dr. Joo Francisco Teixeira.
Foita a chamada s 11 horas da manhaa,
acharara-se prsenles 38 senhores jurados.
U Sr. presidente declara aberla a sessao de-
pois do loque decampanhia.
Foram relevados das mullas por terem compa-
ccido e justificado as fallas os senhores
os da Cuoha Jnior,
laudio Firmino Jess da Molla.
Foi dispensado da sessao por motivos jus-
ihcadus o senhor Dr. Joaquim Jos Alvcs do Al-
nquerque.
l'oram multados em 20> cada um dos senhores
jurados, multados nos dias anteriores, que nao
comparecern), e nem foram dispensados.
Foi conduzido ao ttibunal para serjulgadoo
reo preso Joao, escravo do Sr. Manoel GongaUes
silva, aecusado por haver assassinado o scu par-
ceiro Luiz, em dias do mez de novembro de 58.
O Sr. Dr. Teixeira prestou como curador o jura-
mento do eslylo.
Foram recusados pelo curador do reo os senho-
res :
Jos Ramos da Cruz.
Gervasio Protasio Simules.
Antonio Augusto da Calmara Rodrigues Selle.
Alvaro" Pereira dt "
Caelano Lenidas* lama Duarlc.
FrancelUio Aususl Hollanda Chacn.
Caeteno da Silva do.
Antonio Joaquim de Farias Jnior.
Jos da Costa Brandao Cordeiro.
Jos Ribeiro Siraoes,
Dr. Joaquim Theolouio Soares de Avellar.
Pelo Sr. promotor furam recusados 05 senhores:
Simplicio Jos de Mello.
Guilhermino Rodrigues Monte Lima.
Cielo da Cosa Compeli.
Americo Vespucio de Hollanda Chacn.
Antonio Jos Leopoldino Arantes.
Antonio Theodoro dos Santos Lima.
O jury de senlenca foi composlo dos senhores
seguintes :
Dr. Antonio Jos Alves Ferreira.
Antonio Luiz do Amaral e Silva.
Jos Vctor da S*va Piraentel.
Francisco de Paula Lima.
Tiburcio Valeriano dos Sanios.
Decio de Aquino Fonseca.
Jos Filippe Nery da Silva.
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira.
Joo da Cruz Mendonca.
Claudio Firmiano de j"esus da Molla.
Jos da Cunha Jnior.
Domingos da Silva Guimaraes.
E prestaram lodos o juramento sobre o livro
dos Sanios Evangclhob.
Foi o reo interrogado e negou que lvesse sido
o autor do fado criminoso.
Fez-se a leitura do processo.
Finda a leitura foi concedida a palavra ao Sr.
promotor, eeslefazendo a accusaco, concluio
pedindo a condemnaco no grao m'aximo do art.
183 do Cod. Crim., por se dar a circumslatieia
aggravante do 4 do art. 16 do niesmo cdigo
O Sr. advogado deduzio a defeza do reo c con-
cluio pedindo sua absolvilo.
Findos os debates depois da replica e treplica,
o Sr. Dr. juiz de direilo pergunlou ao jury se es-
lava satisfeito para julgar a causa, e leudo respos
ja affirmaiiva resumi a materia da aecusacao c
a defeza, propondo ao jury os quesilos* se-
guinles :
1" O reo Joo, escravo do commendador Ma-
noel Goncalves da Silva, em dias de novembro
do armo de 1838, no sirio do seu senhor no lugar
Estancia,matou o prelo Luiz, escravo do
mesmo senhor, e lancou depois de realisado o
-crirae o cadver no rio Capibaribe com urna cor-
da na cintura, pendendo duas podras as ponas?
2o O reo commetleu o fado criminoso impelii-
-do por um motivo frivolo ?
3. Esistomcircumslancias attenuanlcs a favor
-do roo ?
Lido os quesilos pelo Sr. Dr. juiz de direilo,
foram por este entregues cora o processo ao con-
selho, que foi conduzido sala secreta das con-
ferencias s 5 horas eum quarto da tarde, d'onde
vollou as 6 horas respondendo ao lquesito :
-naa por sete votos, e deixando de responder os
outros por estarem prejudicados.
O Sr. juiz de direilo nos termos do arl. 79 1
da lei de 3 de dezembro de 1841, appellou da
deciso do jury para o tribunal da relogao, e
pnblicou sua sentencia, absolvendo o reo e con-
deranando a municipalidade as cusas : levan-
lou a sessao, addiando-a para o da seguinle s 10
oras da manhaa.
Communicados
Mais urna vez em nomo do partido liberal re-
presentou-se a tarca de lodos os annos. Um ver-
-dadoiro baile masqu leve lugar ao meio dia do
dia 29 do mez que hoje findou.
Um discurso mgicamente pronunciado pelo
hornera, que por vontade propriasearvorou em di-
redor ou chefe do partido, foi bastante para por
de bocea aberla ao sapienlissirao auditorio, e
mais que todos, aos socios do iberal Pernam-
bucano, que esoucr' '. "j ""** '">"xa
o sabichaqt J usla dos PaPalvs lera enchido
"VenV^a Pa,am dsse grao director sobre
as rcusacoes que se Ihe fazem, e que nos re-
prodtizimos em nosso communicado passado.
Passou por ellas como galo por brazas. E te-
ve razao ; porque bem difflcil, se nao impossivel
era juslificar-se de aecusacoes lo bem fundadas
c revestidas de cirenrastancias, que lhes davara o
carcter de verdades.
Nao quizeram os membros da sociedade liberal
emendar a rao desla vaz. Paciencia : eslavam
no seu direilo.
Dos queira porm que tarde so nao arrepen-
dam ; e que, quando quizercra esmagar as cabe-
gas das viboras que alimentara, nao suecumbam
ao veneno mortfero dellasr
Continam portanlo as cousas como d'antes.
A farca tevo o mesmo xito do anno passado.
iluilas palmas, muitos aplausos, e aioal urna fe-
licilaco ao actor galn, pelo bera que lem de-
senpenhado o seu papel.
Muilo bem, disemos nos; continuai a desacre--
dilar a sociedade Liberal Pernambucana, era co-
jo seio apenas existen), segundo o lestemunho
qua acabaos de dar, as figuras obrigadas, que de-
signases para a redaeco do Liberal Pernambu-
cano, e as capacidade$ polticas, que elegesles,
para o directorio do partido.
A escolha dos conselheiros, salva urna 011 ou-
:ra excepto, nao poda ser raelhor e mais acer-
tada.
Na verdado devem er importantes os conse-
Ihos polticos para a boa marcha do partido, e
consecucao de sous fins, dados pelos 1." 3. e6.
conselheiros.
Pobre partido liberal em que mios cahisles I
Vio quando Dos consentir que a tua cusa vi-
'am meta duzia de espertalh6es, e impostores !
Estamos resignados. Iremos porm, ama vez
joroulra dispertando a attenco dos verdadeiros
iberaes, at que chegue o da da regenerarlo do
jusuceiro, o inietligente, que nao sauo tazer dit-
fercD^a noexercicio deauas funeges, entre graii-
do e pequeo, rico o pobre, saauarema ou /6e-
ral, guarda profunda silencio o Liberal Pernam
bucano o abre espaco era suas columnas cora
municados, osenptos por um es'udante do di-
reilo, contra esse magistrado pelos actos MU,\
praticou para a descoberta dos autores do Mr-
baro assassinalo des^a infeliz mulhor assassinadn
e_m Contra Acude, aflm de que desla voz a redac-
Cap do Liberal nao tivesse o prazer de admirar
a impotencia das indagacoes policiaes, coma de-
sejava.
E porque a3sim procede a redaejao do Liberal
vernambucanol
Porque a polica do Serinhera por occasiao de
proceder a certas averiguaooes sobre os autores do
assassinalo de Contra Acude soube que no enge-
nho Cuiambucasdo Sr. Bernardo Jos da Camara,
eslava um criminoso ( cortamente sem sciencia
desto senhor), e procjrou caplun-lo, para o que
cercou e varejou o referido eogenho.
O Sr. Cmara o edictor do Liberal; e come
lal dovia gozar de inmunidades : o seu engenho
deveriaser respeitado como um asilo sagrado
Enlendor o contrario loi por cerlo urna teineri-
dadeda parle do delegado de Scrinhacm, e mais
que ludo imprudencia do chefe de polica, que
nao medio bem o alcance, o consequencias dessa
intelligencia.
E sao os homens que todos os dias bradam
que a lei deve ser igual para lodos (menos no dia
do desembarque de S .V. o Imperador nesla c-
dade, 22 de nooembro de 59, em que todos eram
iguaes pirante ella), que se deve acabar com o
prejudicial respeils caslellos leudaos, com os
potentados ; que a polica nao deve recuar ante
consideracoespessoaeselc, ele, quo atacara o
chefe de polica ; porque consenlo qus o dele-
gado de Serinhaem varej^sse o engenho do Sr.
Cmara, edictor do Liberal, ondo se suppunha
eslar um criminoso de. morle 1
De liberaos deslo calibre libera nos domine.
Sao poiores que us republicanos do commenda3.
Se o Pamphilius do Liberal Tos concedesse li-
cenga para dar-lhe um conselho, lhe diiamos
que applicasse o seu lempo raelhor, estudando
com mais porseveranra as malerias do anno que
frequenta odeixassc de dar-se tanto a desfructe,
como honiem praficoj. A prova do desfructe
esl no seguinle trecho de seu communicado :
Protestamos altamente, em nome do povo
pernarabucano, era nomos das liberdades patrias,
em nomo da moralidade que todo o governo deve
ter por norma de aeco contra o inqualiicavel
systema, o pernicioso abuso que tcm introduzi-
do na provincia o Sr. Dr chefe de polica, con-
sentindo e approvando o procedimento de aulo
rjdadcs que invadem termos extranhos sua j
risdiccao, e ahi de orlinirio, commettera arbi
Iraricdudes, que sao consequencia de seu proce-
der arbitrario e Ilegal.
A liberdade, honra e vida do cidado eslao
em pengo, porque o delegado de Serinhaem em
procura de um criminoso entrou no districlo de
Agua Prela 1
Nao duvidaroos de que as rdens do chefe de
poli.ua, dadas aos seus agentes policiaes para a
descoberta do assassinalo da nolc do 21 de mar-
go fossem ejecutadas com algum acodamento.e airo
mesmo olgumas irregularidades se commeltessc.
Mas estamos certosde que ellas nao foram Ues
que pozessem a patria em perigo, e nem que nao
possam ser toleradas, se nao justificadas pelo
bora resultado que produziram.
Continua o Sr. Dr. Trisl;v) de Alencar Araripe a
proceder, como lem procedido, que os Pernam-
bucano3 soberao ser gratos aos beneficios que
lem rccebido.e que ainda esperam receber.
Pouco se deve S. S. importar cora a gritara
que se levante, dos que sao prejudicados com a
administrarlo reda e imparci.il da juslica.
Nada derespeilo o contemplarocs com os im-
provisados reguos de Aldeia, se'ja qual fr o cre-
do que perlencam !! !
Liberal idalgo c potentado
tolera
noviiae.uiu da alfaadegra
Vo umes entrados com fazendas .
*> com genero* .
Vlumessahidos com fazendas
com gneros ,
158
a Innoceucio Marques de Araujo
58
m
--------1,024
Dcscarregam hoie 4 de maii.
Barca inglezaIdabacalho.
Palacho brasilefroViouadorazeite de palma.
Importat/ao.
Vapor nacional Paran, vindo dos porlos do
sul manifeston o seguinle :
1 caixao ; a Solnnilon.
2 volumes
G-s.
" 1 lata ; a Joao Francisco R. Rodrigues.
1 volume : a Joo Ryder & C.
1 dito : a Gustavo Jos do Reg.
4 caixes; a Raimundo Carlos Leile & Irmo.
1 dilo ; a Jos Leopoldo Boulgard.
8i rolos ; a Joo Quirino de Aguillar.
1 caixao ; a Jos Volloso^Soares 4 Filhos.
50 rolos fumo ; a Almeidd Gomes, Alvos & C.
1 volurae ; a Manoel Firraino Ferreira.
1 dito ; a Joaquim Francisco Duarte.
1 dilo ; a Antonio Joaquim Panasco.
1 dito ; a F. & Lomos.
1 dito ; a Aranaga, Filhos & C.
1 dito ; a Antonio V. da Silva Barroca,
1 dito ; a Jos Luiz Gomes Ferreira,
1 dito ; a Jos Thomaz de C. Quaresma.
1 dilo ; a Albino Jos Ferreira da Cunha.
1 dito ; a F. Pinto Ozorio.
1 dilo ; ao commendador Manoel Goncalves da
da Silva.
1 dilo ; a ordem.
Escuna ingleza Ida, vinda do Harbor-Grace,
con signada a Saunders Brothers &C., manifestou
o seguinle :
1.805 barricas bacalho ; nos mesm'os.
B.iguc nacional Fluminense, viudo do Rio
Grande do Sul pelo Rio de Janeiro, consignado a
Guilhorme Carvalho & C, manifestou o se-
gumte :
13:287 arrobas de carne socca, 141 ditas de
sobo, 140 dlas de graxa, 50 couros seceos ; a
ordem.
Putacho sardo Aslralab, vindo de Montc-Vi-
do pelo Rio de Janeiro, consignado a Guilherme
Carvalho & C, manifestou o seguiulo :
2:500 quintaes do carne s*cca,190 couros de
pollro, 6 barris carne salgada, 6 ditos massa de
tomates, 70 chapeos de sol, 5 caixas e 1 barril
veimulh, 1 dilo curago, 1 canastra o 1 caixao
drogas etc. ; aos mesmos
Polaca hespanhola ilaria Assunla, vinda de
" Moule-Vido pelo Rio de Janeiro, consignada a
Amorim Si Irmaos, manifestou o seguinle:
3:033 quintaos do carne 'cea, 30 couros de
vacci seceos, 429 duzias do linguas salgadas ; aos
mesmos.
Hialc nacional Artista, vlndo do Rio de Ja-
neiro, consignado a Bartholomeu Louienco, nia-
mfestou o seguinle :
12 volumes barricas vasias o abatidas, 50 bar-
ris breu, 2 caixas urna machina de costura, 12
caixeles marmelada, 1 caixa rap, 88 rolos fu-
mo, 770 saceos cafi ; a ordem de diversos.
Consulado seral
2 de maio de 1860
cousa que nao
O observador.
Correspondencias.
Sis. recdalores.Tcnho lido demasiada con-
descendencia em nao ler dado eslampa a carta
que Inclusa remello a VV. SS., e a resposta que
ou dei a essa caria : agora-, porm, j me nao li-
cito demorar a publicaco, em vista do procedi-
mento do cavalheiro d.i industria a que se refe-
rem cssa mesmo corla o resposta ; e por isso pe-
go a V. S. a sua inscrco as columnas do Dia-
mo, obsequio pelo qual me cenesso.
De X. S. criado venerador e obrigado.
Antonio Augusto Novaes Vieira.
Sr. Antonio Augusto Novaes Vieira.Havcndo
Voic escriplo no Diario de Pernambuco um ar-
tigo em que, elogiando a capacidade e habilidade
do Sr. Manoel Fonseca de Medeiros, como profes-
sor da aula theorica e pralica de escriplurago
mercantil por partidas obradas, nao duvidou as-
severar que aquello senhor reuna a essas habi-
lilacos a pratica de 16 annos como guarda livros ;
pego a Vaic. o obsequio de dizer-me quaes forar
os dados em que se flrmou pora essa assergo,
que nada menos que una redonda falsidade.
Sou de Vmc. venerador e criado.
S. C, 31 de marco de 1860.
O Vigilante.
Senhor...Em resposta a sua caria, lenho a
dizer-lhe que o artigo que escrevi no Diario de
Pernambaco, c a que Vmc. se refero, foi redigido
sob as inspiracoes do Sr. Fonseca do Medeiros, c
cem o nico lim, alias bem transparente, de ob-
sequiar aquelle senhor. Ncnhuma duvida lenho
em conflrmar oque escrevi relativamente Iheo-
rU e forma da sua explicago aos alumnos; mas
nao duvida de que a minha boa f fosse sorpren-
dida, peto que loca ao poni de que Vmc. trata,
islo quanto supposla pratica de 16 annos; e
digd que nao duvdo, por que hoje, que cu tenho
perfeilocooheclmcnto do carcter do Sr. Fonseca
de Medeiros, nenhuma duvida tenho em ossegu-
rar a Vmc. que aquella escola nao seno urna
mascara cora que se pretende cobrir urna especu-
larlo criminosa e por tanlo bem digna de severa
represso.
Sou de Vmc. criado venerador c obriando.
c C, 2 denbril do.***' '
Amor-*
ftendimento do dia 1
dem do dia 2 .
3:3333305
2.0583703
para o processo. de liabilitac.au e luscnpco dos
oppoitores de conformidade com a lei n 369 de
do 1859.ai<> 6 Dlruce9 de junho
m!.lCrea-raJda.!slrucSo Publica de Pernambuco
30 de abril de 1860.-O secretario interino,
balvador Henrique de Albuquerque.
Gapilania
do porto de Pernambuco 2i de abril
de 1860 .
Do ordem superior publica-se o seguinle, para
conhecimenio dos navegantes.
Copia. l.secgo. Palacio do governo do
Km Orande do Norte 16 de abril de 1860.Illm.
e bxm. Sr.Cumpre-me fazer chogar 00 conhe-
c.raefiTodoV Exc., para,os fms convenientes,
quo, segundo declarou o capillo do porto desla
provincia, a luz que serve de pharol na fortaleza
dos Sanios Res Magos, pode ser visla do convez
de nm navio regular, distancia de 12 a 13 mi-
nias por se adiar opproximadamenlo na altura
de 4 pes inslezes. \
Dos1 guarde a V. Exc. Illm. c Ex. Sr. presi-
dente da provincia de Pernambuco. O presi-
dente, Joo Jos de Oliveira Junquoira.
Conforme=:Franc8co Lucio de Castro. No im-
pedimento do secretario, Francisco Firmino Mon-
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador
da imperial ordem da Rosa e da de Chrislo e
lul? a !,reU? csPecial ao commercio desla i-
dade do Recifo, capital da provincia de Per-
nambuco e seu termo, por S. M. I c C. o Sr.
1). Pedro II, que Dos guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital virem, e
dellc noticia livcrem, em como no dia vlnte e
qualro do correnle mez so ha de arrematar por
yenda a quera mus dor era prara publica dosle
juizo.ena sala dos auditorios umsilio. denomi-
nado Casa Caiada, cito no lugar do Rio Doce o
qual lem urna pequea casa do pedra c cal.com
urna porta no centro e duas jmellas em cada lado
leudo cora bragas de fundo,e oulras tantas de fren-
l0'PUC0 maisou monos, contendo algunsarvore-
dos de fructo avaliado em um cont e dnzoutos
mil res perlencente a viuva o filhos de Firmino
Jos Flix da Rosa, e fura aos mesmos penhura-
da povxocucao de Jos Jacome Tasso, o nao ha-
vendo langador que cubra o prego da avaliaco.
ser a mesma fela pelo prego" da adjudicaco
com o abale da lei. '
E para que chogue ao conhecimenlo de lodos
inandei passar editaos, que se/o publicados pela
imprensa c affix-idos nos lugifres do coslume
Dado e passado nesta cidado do Recife de Per-
nambuco, aos 2 dias do mez do maio do anno
.coIi^Sn"1^"0 e^osso Sensor Jess Chrislo de
I8b d9 da independencia c do imperio do
Brasil.-Eu Manoel Mana Rodrigues do Nasci-
meulo, esenvo o subscrevi.
Anselmo Franciscg Perelli.
-- O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumpnmcnlo da ordem em vigor, man-
da convidar aos proprietarios abaixo declarados
a enlregarera na referida Ihesouraria, no prazo
as. a contar do dia da primeara publica-
t'iousttai especiis para a arrematacoT
1. O reparos dos empedrwnenlos da estrada
da Victoria entre os marcos de a 8 mil braga*
soro foitos de conformidade com o orr.arr.enl
nesta data appr.ovado pela directora ero* conse-
lho, e submeliido approvagao do Exm..r. pre-
sidente da provincia, na importancia de res
dades anonymas ou companhias que entraren em
operagoes ou esliverem funecionando contra o
disposto nos arts. 295 e 296 do cdigo commercial
e por consequencia sem pagamento do sello do
seu capit.l, eslao suieiles a dsposigo do arl. 31
dosrS"-n'Ode'0de julh0 de 185- a]em
ZX.uu'J?"1-'* "'wnerem, na confor-
midade da legislagao jm v"0r
nico. Aos empregados0
minislralivas ou judiciarias
e autoridades ad-
lue aceilarom. 1-
8 O arremalanto comecar ns obras no prazo
de la das, e as concluir no de 4 raezes. conta-
dos segundo o art. 31 do rcgulamenlo das obras
publicas.
3. O empedramento na impWlancia dn arre-
malaco ser felo em tres preslagoes iguaes
sendo a primeira quando liver fcilo um lergo d
obra; a segunda quando houver fcilo dous ler- c,as ou de 8U8S aamini*,rag5cs on de qu ir
eos, e a ultima na enlrega da obra. modo reeonhecerem sua existencia flcaro exlen-
osliver especifi- '
n^rrf^defcr.rer. ou admfiiem rerlamagoVs.
reqn-enmenlos, representjcoes. pecos ttulos e
documentos de qualquer natura.5 ep^senlados
em rrome de companhias e sociedades anonymas,
suas canas flhaes e agencias em taescircumslan^
u*>nZ I -ao des,e> a importancia das quolas com que de-
^5UU3 yorn entrar para o calgamenlo das mas abaixo
Diversas
Rendimento do dia 1
dem do dia 2 .
provincias.
4i3229
373090
82IJ319
tomo i/guslo Kovaes Vieira.
Publicacoes a pedido.
anido libera).
Jlecie, 30 de abril.
T. C. P.
Quando todos os jornaes desla provincia sao
misnos em reconhecor a aclividade, pericia,
no e prudencia do magistrado, que dirige a po-
icia, quando todos nao cessam do lecer a este
nagisitado merecidos elogios, pela prova gue
/ icabij de dar de sua pericia, na descoberta dos
v*ande&crimes, como os pralicados nesla cidade
nanoitee 8 de feveroiro de 59. e na freguezia
mf a kt>" d8 Jodii na noite de 21 de
Tnml 0rHnle a,lno; (luando finalmente os
HrnortSenS,,S8'qup de ura *Iur I" oulr,> "*'
diwlifc!e*r*'n, per terem lesU
/'ciaw raagistrmo lodepeadeoie.imparcial,
lTIA FLOR,
ofTerecida a I'.xmu. Sra. D. Senho-
rinha Mara Colho Banialho, e a
seu marido Domingos Francisco
Ramalho, por occasiao da morte
de seu Innocente fllbinho Tran-
quilino.
I __
Exilado neste mundo-
Viva um anjo do cu.
Que era lyriono perfume,
vNo brilho astro sem veu.
Mas, os anjos,com saudado
Do anjoque p ra nos veio,
Pedera Dcusem seus hymuos.
Que torne o ano seu seio.
O lyrio despe o perfume,
O astro perde o fulgor ;
Deixa o anjo o corpo Ierra,
Fica o mundo em pranlo e dr.
Hoje v-sc l10 looge,
Las alturas dos cus.
Sentado o anjo da trra
Entre os archunjos de Deus.
Seu canto dulia sagrada,
Verte os olores da Cruz : ^
E o anjo como os mais anjos,
> vc de graga e de luz.
*
AOS ELEITORKS DO CEAR
Tendo de se proceder a eleigo de um senador
pelo Cear, lembraruos o nome do distinto Cea-
rense o Kxra, conego Antonio Pinto de Mendonga.
Sua adheso patria, sous relevantes servicos, a
inteireza de seu carcter o consliluem digno de
Despachos de exportacao pela me
s:i do consulado desta cidade n
dia a de maio de 18SO
LiverpoolBarca ingleza Prospero. Johnston,
Paler& C, 800 saceos assucar mascavado.
Liverpool=Patacho portuguez S. Jorge d'Avei-
ro):, P. Nash & C, 40O saceos assucar masca-
vado.
Stockholm Brigue inglez W. Ter3meden, S.
Brolers & C, 636 couros salgados.
PortoBrigue portuguoz Esperanza Barroca
& Medeiros, 23pranch5es de amarello.
PortoBarca porlugueza Flor da Maia, Manoel
Joaquim Ramos e Silva, 100 saceos assucar
branco.
Hio da PrataBrigue prussiano Urania, Bailar
& Oliveira, 150 barricas assucar branco e 100
ditas dilo mascavado-
Itio di Prata Patacho hollandez Sara Elisi-
beth, A. Irmos, 400 saceos assucar masca-
vado.
Uec<3bedoria de rendas internas
geraes de Pernambuco
Itendimonto do dia 1.....3:465gOi9f
dem do dia 2....... 569J023
indicadas, conforme o disposlo na lei provincia
11. doO. Adverlindo que a" falla da entrega vo-
luntaria ser punida com o duplo das menciona-
das quotas, segundo o arl. 6 do regulamcnto de
z de dezembro de 1854.
4:0349052
Consulado
Ilendimenlo do dia 1 .
dem do dia 2 .
provincial.
.... 2:179j}57
.... 2.-038J536
4-2179993
Movimento do porto.
Norias entrados no dia 2.
rara e p/irlos intermedios7 dias, vapor tiacj*
nal Tocanlins, commandante primeirA^fncnie
Pedro Hyppolito Duarte. S'
I io Grande do Sul30 dias, hwfca nacional A'or-
ma, de 224 toneladas, wopito Firmino Maria
Turolle, cquipagem 13Jcarga 10,000 arrobas
deeirne ; a Mannol^'de Oliveira.
Paralaba6 d^, brigue nacional Olinda de
173 lonclad/as. capilo Jos Manoal Vieira
equipagem/i2, carga toros de mangue : a Bal-
lar 01i,'-*ra.
toavios sahidos no mesmo dia.
S. Thoma*-Patacho americano Semers, capilo
A. A. cfaulfield, em laslro. '
Havan;. Sumaca hespanhola Dolores, capilo S
Mr,ns, carga parte da que trouxe de Monle-
Caes de Apollo.
Ns.
43 A Jos Mamede Alves Ferreira
Largo da Penha.
2 Bernardo Antonio de Miranda
Ra Direila.
131 Manoel Romao de Carvalho
139 Joaquim Lopes de Almeida
Ra dos Martyrios.
3 Candido Francisco Gomes
Ra das Cinco Ponas.
92 Anna Maria de Carvalho Ucha
94 Joanna Francisca dos Santos
96 Francisco Marlins dos Anjos Paula
100 Rita Mara da Conceico
102 Tiburcio Vnlerianno Baplisla
10 Ignacio Jos Coelho
106 Antonio Joaquim dos Sanios
Andrade'
108 alaria Luiza do PuriOcaco
111) Padre Jos Antonio dos Santos
yA Lossa
lia Jos Pinto de Magalhes
1*4 Jos Joaquim de Oliveira
120 Manoel Romao Correia de Araujo
122 Antonio Francisco de Carvalho
124 Joaquim de Souza Miranda Coulo
126 Antonio Francisco de Carvalho
128 Dito
130 Joaquim Teixeira Peixoto
132 Antonio Nobre do, almeida e
outro s-'
13i Candido JosjtTd,! Fonseca
136 Pedio BjUnal da Costa Soare!
138 Francisco das Chagas Mendonia
140 Ange/a das Virgens do Socra-
msfn(o|Vianna
142 Antonio Goncalves de Moraes
144 Dito
146 Marfia Vicencia de Abreu
148_Jpfo do Amaral Raposo
rl/l5n '
Lima
-
a.
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c. r.
* I 3
a.
B I
Horas.
B

s.
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Atmotphera.
Direcco.
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SO
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Inlensidade.

00
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Centgrado.
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10
I-
I-.'.
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Iteaumur.
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Fahrenheit
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O
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co
Uygrometro.
Barmetro.
c
SC
V.
Se
El
tvS v.
a BE
si
P R
A no; te clara com alfcuns nevoeiros, vento SE
vcio pa:-a o terral e a3sim amanheceu.
OSCILtAgO DA MAK.
Bixamar as7 h. 18' da manhaa, altura 1 25 o
Preamar a 1 h. 30 da larde, altura 7.0 p '
, D,bsvatorio do arsenal de marinha 2 d'e maio
Je 186fl VlKGAS JUNIOB.
Editaes.
-A
amara municipal desta cidade faz pu-
buco para conhecimenlo de quem interessar que
na) lendo a assembla legislativa provincial ap-
pruvado a postura addicional, que abolia o art.
81 lulofi das posturas de 30 de junho de 189,
qu; permute o uso de empanadas volantes sobre
as portas dosestabeleciraenlos, acha-se portanlo
em inlciro vigor o mesmo art. 8.
Pago da cmara municipal do Recife em sps-
_ sac de 3i) de abril ae 1860.Manoel Joaquim do
octupar na cmara vitalicia urna cadcira. Os Cea- Rejo AlSuquerquc, presidente.Manoel Ferreira
renses daudo-lhe um lugar na lisia trplice cum-
prem um dever
Cm Cearense.
COMMERCIO.
Alfandesa.
Rendimento do dia 1 .
dem do da 2 .
10.5163459
8.203tfl03
Ac:ioli,i,ecretario.
Directora ge ral da instrueco
publica.
Tajo saber a quem convier, que tendo S. Exc.
or. Dresidente da provincia por portarte de 17
do correnle, jubilado ao professor publico de
ins.rucQiio elementar do priraciro grao da cidade
do RioForaaoso, Aakonio-dos Santos Vital acha-
se raga aquella ca-Ieirn, pelo que manda o Illm.
Sr. direclot geraliitetioo fazor pnWieo, marcan-
50 Marcelino Anlonio Pereira
152 Dilo
154 Joao Malheus
156 Antonio Jos do Magalhes Bastos
158 Marcelino Antonio Pereira
160 Dilo
71 Joao Fernandes Lopes
73 Francisco Jos Das da Cosa
75 Manoel Medeiros de Souza
77 Joo Barbosa Maciel
79 Candido Jos da Fonseca
81 Joaquim Goncalves Salgado
83 Jos Joaquim Ferreira de Men-
donca
85 Victorino Jos de Souza Travasso
87 Padre Luiz de Araujo Barbosa
89 Dr. Francisco de Assisde Olivei-
ra Maciel
91 Joanna Francisca de Mcnezes
93 Filhos de Joo Rodrigues de
Moura
Travessa do Dique.
1 A, Auna Joaquina da Santa Cruz
Ra do Rangel.
62 Jo3 Joaquim de Novaes [ 03
altos)
. Ru3 Real.
47 llbino Jos Ferreira da Cunha
195S000
60g000
103*800
99g000
64C600
27$000
325tO
2i;900
950UO
25,?200
188000
36$000
I85UOO
18S000
3OJJOO0
259200
87*000
36$000
36S000
26s"00
36g000
36g000
36000
3600
185000
21{600
45^000
455000
36(000
36OO0
453000
455000
30000
365000
1055000
105S500
55000
IO58OO
255200
25200
2l000
2S000
185OOO
235400
28^800
18J000
455000
305000
12$600
ISOfOOO
605000
4.a Em ludo o mais quo nao
cado no orcamcnlo e na3 prsenles clausulas os-
peciaes, se observar o que dispoe a lei n.2S6.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da
Auuuuciaoo
O novo banco de
Pernambuco repete o avi-
so que fez para seren re-
colhidas desde j as netas S.
de 10.000 e 2o,ooo da
emissao 4o banco.
Consellio administrativo.
O conselho admiuislrativo, para fornecimento
do arsenal de guerra, tcm de comprar os obiec-
los soguinles :
Para provimenlo do armazcm do arsenal de
guerra.
Lona da Russia para forro de paviola urna peca
Para a companhia fixa do Rio Grande do Norte!
2 cornetas de loque com cordes, bocaes pon-
tos e rollas ; 321 pede-rnriras ; 4 cordes para
canudos de inferiores : 1 sinele com armas; 2
castici.es de lati ; 1 jogo de balanoa de pao
cora pesos de chumbo de duas oilnvas'ot moia
arroba ; 2 caldeiras de ferro fundido para 50 pla-
ca ; 2 colheres de ferro ; 2 espumadeiras ; 2 ps
do ferro 2 garios grandes do forro.
Para a enfermara do Rio Grande do Norte.
20 colchos ; 2 ditos para operarles c fractu-
ras ; 20 cobertores de liii ; 40 brreles ; 20 (rn-
vesseiros; 20 pares de chinellas rasas ; 1 bomba
para clyslcis
sivas as penas do art. 87 do regulamenlo de 10
de julho de 1850.
Recebedoria de Pernambuco 25 de fevereiro de
1860.=l/anoeJ Carneiro de Souza Lacrela.
Correio geral.
Relaoao das cartas seguras, vindes do norte-
e dis existentes na administraeo do correio pe-
ra os senhores abaixo declarados :
Alfonso de Paula de Albuquerquc Haranhao.
Ur. Anlonio Buarque de Gusmao (2)
Auttnio Jos Peroira de S.
Rcrnardo Antonio de Miranda.
Bernando Jos Correia de S.
Caniinha A Filhes.
Daro Fortuna Pessoa.
Gongalo Vieira de Mello Prado.
Joaquim Augusto Ferreira Jacobina.
m Ignacio de Miranda.
m Manoel Ribeiro Padilha.
quim Pereira Arantes.
Jos Rabello Guimaraes.
Raymundo V. de Moraes Rogo.
Vicente Jnnsen Pereira.
= As malas que lem de conduzir para os por-
los do sul o vapor Tocantins serao fechadas
hoje 3 do correnle, s 3 horas da larde.
TIIEATRO
DE
a m
Hoje 3 de maio.
Logo quo os senhores profossoros'da onholra.
iivorem oxeculado una escolhlda ouvertura su-
24 lalheris completos ; 2 caslicaes Dir a acea, em beiieUeio da hiiUr.. \w\Z
de la.ao ; 3 panelas de ferro batido de dilTeren- Romagnoli Per" r?23lteZS de^
los tainanhos; 3 cassa.olas de dilo; 1 grolha lumes brasileiros en. Iresaclos
grande para assar carne : 1 dita menor para lor-
rar pao ; 1 gnrfo grande de ferro ; 1 colher gran-1
do de ferro; 1 chaleira grande ; ditas pe-
quenas.
Para o hospital militar desta provincia.
200 camisolas ; 200 lencOes de brim ; 50 loa-1
lhas; 120 fronhas ; 50 pares de chinelas.
Para a pharmacia do hospital militar da
Buarnico. | J ,".p._tomar"1 P3rlp,os ailistas Coimbra. V-
2:2225100
affixar o presente
E pira constar se mandou
e pubicar polo Diario.
Sccielaria da thesouraria provincial de Per-
nambicu-, 28 de marco de 1860.-O secretario,
A. t.da Annunciarao.
O Dr. Silvino Cavalcanti de Albuquerque, juiz
muicipal da primera vara Ja cidade do Re-
cri; de Pernambuco, por S. M. o Imperador
queDcos guarde, etc. '
Fad) sber.que em cumprimento ao art. 36 da lei
de 19de agosto de 1846, sao convidados todos os
cidadfos que tiverem sido desaltendidos na qua-
Iificat ,o de volantes que leve lugar as difieren-
tes frtouezia desle municipio, e que ententaram
recur) na forma da lei a apresenlarem-se pe-
jante o conselho que deve principiar os seus
irabalios do da 15 do correte em dante na casa
da cdnara municipal desta cidade.
E pSra constar mandei lavrar o presente que
serjublicarto pela iroprensa e affixado nos lu-
gares do coslume.
Da o e passado nesta cidade do Recife, aos 11
de al 11 de 1860.Eu Francisco Saraiva de Arau-
jo Gi vio. esenvo o escrevi.
Silvna Cavalcanti de Albuquerque.
Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pro-
, em virtude da ordem do Exm. Sr.*resi-
d" Provincia, manda fazer publico, que
10 de maio prximo vindouro, se ha de
atar, a quera por menos fizer a obra dos
dos empcdramenlos da tridas da Vic-
oriafenlre os marcos de 6 a 8 mil bracas, ava-
lisdalem 6:512g. *
A Jrrematacao ser feita na forma da lei pro-
vine!, n. 343 de 4 de maio de 1854, e soh as
aUX esPeciaes abaixo copiadas.
Afcessoas que se quirerem propora esta arre-
mataaocoroparecaiBnasala dasesses damen-
conHajuata no dia cima indicado, pelo meio
da; lompetentemente habilitadas.
E ara constarse mandou affixar o presente e
pub ar pelo Diario.
S retara da Ihesouraria provincial d Per-
cos
de
deld
Riislol ; 1 baanca gran.Moria do Rovelval, lam-
po de podra ; 32 libras de acido sulfrico ; 25
garrafas de sueco de grosolhas ; 1 sacarrolha:
20 varss de emplastros adesivo esteodido ; 12
rolos de encerado de Le Perdricl n. 3; 12 videos
grandes de salsa parrilha de Sander ; 12 vidros
de charope de chables ; 8 onoas do hjro fer-
ro cijanalo de quinina ; 8 oness de ioduroto de
chumbo ; 8 vidros de ferro d quivem ; 16 cai-
xas de pastas de afi ; 12 vidros de pos de rogg; I
2 arrobas de mann ; 12 vidros oleo de moslrueo.
O conselho avisa aos fornecedores, que os ob- i
jeclos pedidos para o hospital militar desla pro- '
vincia, teem "oe ser entregue na enfermara do '
mesmo hospital; e os quo se peden para a pro-
vincia do Rio Grande do Norte, scro entregues
no conselho.
Quem quizer vender os sobieditos objeclos
aprsente as suas proposlasem caria fechada na
secretaria do conselho s 10 horas da nianhado
dia 7 de maio prximo vindouro.
Sala dassessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 30 de
abril de 1860.Bento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente. Francisco Joaquim Pereira
Lobo coronel vosal secretario interino.
CORRE'O .
Pela adminislracau do correio desta provincia
se faz publico, que no dia 5 do correnle, pelas 3
horas da larde cm ponto, fechar-se-hao as malas
que ten de conduzir o vapor costeiro Persinun-
gn, com deslino Tamandar c provincia de
Macelo.
Pela admnislraco do correio desta pro-
vinciase faz publico; que no dia 7 do correnle,
pelas 3 horas da tarde em poni, fechar-se bao
as malas que tem de conduzir o vapor costeiro
Iguarass, cora destino s provincias do norle,
ominando na do Cear.
Coft^ellao administrativo.
O conselho adraiiVS'rativo, para forneciment
do arsenal de guerra, ti" compraros ob-
jeclos seguinles :
Para provimenlo dos armazens o arsenal
de guerra. ^^
Peles de cabra corlidas 200; ditas de loare 12 ;
pennas de garico 500 ; baelilha para saccAdc
peca, covadosl61 1[2. X
Quem quizer vender taes objectos aprsentex
as suas propostas em carta fechada na secretan
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 4
de maio do correnle anno.
Sala das sesses do conselho administralive
para fornecimento do arsenal de guerra 25 de
abril de 1860.-Bento Jos Lamenha Lins, co-
ronel presidente.Francisco Joaquim Pereira
Lobo, coronel vogal secretario interino.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que do dia 2 do
correnle por dianlc pagam-se os ordenados dos
empregados pr'ovinciaes, vencidos no mez de
abril prximo findo.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco 1.- de maio de 1860.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaro.
Estacao naval.
De ordem do Illm. Sr. chefe de diviso Fran-
cisco Manoel Barroso, commandante da estacao
naval desta provincia, previno ao grumete'ds
corpe da armada Jos Gomes das Nevos, desertor
da guarnico do brigue de guerra nacional Capi-
baribe, que, pora ser tomado cm considerarlo o
seu requcrimenlo dirigido a Sua Magesta'de o
Imperador, pedindo pcrdiio e baixa, deve se
apresentar primeiro ao mesmo senhor chefe, se-
gundo o despacho communicado peloquartel-gc-
neral de marinha, o que manda o mesmo senhor
commandante da estago fazer publico era con-
sequencia da determinaco que para isso leve.
Bordo do brigue-barc Ilamarac em Pernam-
buco, 2 de abril de 1860.O primeiro lente da
armada, Euzebw Jos Anlunes, secretario e aju-
dantc de ordens.
sosa raraelor, do sua os ollia. Carnaval cm Ve-
neza, Andalloza e Zingarelle, com um dos quaas
Onausar o espectculo,
A beneficiada pela primeira vez que lecorrc i
genorosidade do publico, ceria de lhe ser ella
lonthorgada, desdo j se confessa summaraentc
agradecida, e se prevalece da prsenle occasiao
para igualmente agradecer aos artistas dramti-
cos que lao espontneamente se prestaram a
trabalhar em scu favor.
Os bilholes se acham venda no lugar do cos-
lume.
Corheoar s 8 horas.
Aysos martimos.
Para Lisboa
o brigue portuguez Relmpago pretende seguir
viagem com a possivel brevidade : quem no mes-
mo quizer carregar ou ir de passagem, dirija-se
ao consignatario Thomaz de Aquino Fonseca na
ra do \igario n. 19, primeiro andar, ou com a
1 capilo na praca.
llio de Janeiro.
Segu com milita brevidade o palhabol Ar-
tista, capilo Joaquim Jos Alves das Nevcs :
para o resto da carga, tratase com Caelano Cy-
riaco da C. M no lado do Corpo Sanio n. 25. pri-
meiro andar. r
i*** s?fsgssrrss.'V7rsis f^ix^st^-^ -
RECEBEDORIA DE RENDAS.
O administrador da recebedoria do rendas in-
tornos, em cumprimento da circular n. 6 do mi-
nisterio da fnzenda de flez de Janeiro prximo
Ondo e da portara n. 76 da thesouraria de 16 do.
correla, tendo mandado intimar no dyi 21 s"
companhias o sociedades que tem sido facultados
pelo ministerio do imperio o encorporadas com
sua autorisaco, e quo nao linham pago os novos
e velhos direilos pea approvnco de seus estatu-
ios e o sello do scu capital nos prazos legaes pa-
ra que entrassem com sua importancia e revali-
daco para a msma recebedoria, as quaes socie-
dades e companhias constam de urna relacao as-
signada pelo offieial maior ii terino da secretaria
da mesma thesouraria e sao ; companhia de se-
guros martimos nlilidade publica, idera da es-
Irada de ferro de Pernambuco, idem pernambu-
cana de navegacao cosleira, idem de seguros
maritlmos indemnisadora, idem de colonisacio
em Parnambuco, Alagoas e Pnrahiba, das quaes
somenle as duas de seguro martimo meBciODa-
das mostrsram haver pago o scHo do seu fundo
capital e os novos e velhos direilos pela appro-
vagao de seus estatutos, faz transcrever & art 9
8 mico do decreto n. 249 de 30 de setombro
do anno prximo panada, que suieita s penas
do art. 87 do rcguteruento de 16 de julho de
1850 aos empregados auloiMades amnistrali-
vas ou judiciarias ^o de qualquer medo reeo-
nhecerem a eustaieia da* sobtediu cempa-
ArligoO.0 Os tanirttos oa estatutos de socte-
REAL COMPAMIIA
Anglo-Luso-Brasileira.
Espera-se dos porlos do sul no dia 9 do cor-
rente o vapor Jason, que deve seguir para a Eu-
ropa no mesmo da, se ehegar de manhaa ou no
seguinle se chogar depois do meio dia.
Este vapor o mais bello barco que jamis na-
"'S?u Para Brasil, tem lugar para 3U0 passn-
goro da pnmeira classe, 300 da segunda e 40O
da terceira 1lo.sss, rene aos melhoros con--
dos o maior as5eio llf,rqaapertence a u- .."'f'
entre Inglaterra o Eslados-Uoidos /c .''""^
eommodidade que osieu'*. W vapo/res dessacar;
reir proverbial. .
Frotado para fazer esta viag
vapor Brasil, trouxe a tripol*
sendo o commandante Richart
que na ultima viagem do Bras
em Lisboa pelo< passageiros &
prata fina em signal de estim
bora Iralamenloque receberam.
Conhecodor dos goslos e cost\raes portiiRuc-
zes contratou cm Lisboa, cosinherkos. criados c
criadas portuguezas, e por isso ludoAprometteaos
passageiros que nelle segurem um
comuioda e agradarel.
Os Srs. passageiros que pagarem a passagem
de ida evollaterao o abalimeniode 25 0|0 : a tra-
tar com os agejles Tasso Irmos.
iS
em lugar do
daquellc barco.
ustice, o mesmo
foi mimoseado
i urna busina de
gralidao pelo
Riode Janeiro.
Seguir cm poucos dias para o Ro de Janeiro
o patacho Flor da Bahia, j bem conhecido por
boa conslruccao e marcha; e como ainda tem
praca para carga, offerece-a aos prelendenles.
que se entonderiio com Bailar & Oliveira, na ra
da Cadea do Recife n. 72.
Vai sahir com brevidade o brigue
Confianza, por ter parte da c&rga en-
gajada, para o resto trata-te com o*
consignatarios Carvalho, Nogueira & C.
rrua do Vigario n. 9, primeiro andar,
ou com o capitulo na praca.
Para o Aracaty,
segu eomkrovidudc olhiale nacional Grtidio>:
para o resto da carga "e passagoiro*lr#ta-se n-.
Passeio Publico n. 11, ou com o cafifR no tra-
piche do algodo.
Para o JVracaty.
Sahe al o dia 15 do correnle a barcaga Maria
Amelia, para carga trala-se com Parale Vanna
& Companhia.
Para o \raealy.
Sabe al o dia 8 do corrala, o-novtt c veleiro
hiate Nicolto capitao Trajino Ahtunes des-
ta, para carga e passageiros, Irala-so com Parate
Vienat -C.
-'...... ... >IJM



-p~*-^_
'.

m.
COHPAMHi
PERMBICm
DE
Navegacio cosleira a vapor
O Tpor Pcrainunga, commandanle Lobato
~sahe para os portos do sul no dia 5 de maio s
& horas da Urde. Re:ebc carga al o dia 4 ao
meia dia. Previne-sc os Srs. carregadores que
nenhuma carga ser recebidaa bordo aem bitho
te na gerencia.
O vapor Iguarassu, commandanle Moreirn,
snhir para os portas do norte no dia 7 de maio
as 5 horas da taide. Recebe carga para e Cear
at ao 1*. para o Aracaly no dia 2, para Maco
no dia 3, para o Rio Grande 4 e para a Paralaba
no dia 5 al ao meio dia: trata-se na gerencia no
Forte do Mallos. Previne-sc aos Srs. carregado-
res que nenhuma carga ser recebida a bordo
sem bilhete ou ordem previa da Gerencia.
Para o Presidio de Fer-
nando.
O briguc Srtl Rosa, de 12 mil arrobas, rati-
ficado e prompto de um ludo cara fazer vi a geni
para qualquer porto, recebe carga e passageiros
para o mencionado porto, estando habilitados
com os documentos competentes por autorisacao
do governo a tratar com os douos L. Nunee de
Mello & C.
Para o Aracaty.
Segu cm poucos dias por j ler maior parte de
seu carregamento prornto, o hiale Camt,ragibt,
para o esto e passageiros trata-se na ra do Vi-
gario n. .
horticultura de Pan, tara' leilo poi
iotervencSo do agente Hyppolito da.
Silva, de urna magnifica e escolhida
colleccao de plantas fructferas e florfe-
ras como sejam pereirat, macieiras, ce-
rejeiras, passeiras, damasqueiras, mag-
nolias, camelias, azalias, daplines, gli-
cinias, iliiciames, arislolochias, pittos-
porum, rhodendroms, rosal, etc. etc.,
para oque o agente cima convida a to-
das as pessoas amantes da horticultura,
a comparecereal no dia 3 de maio n*
ra do Cabug' n. 3 A, a's 44 horas m
ponto.
LEILO
Quinta-feira 3 lo corren te.
PELO AGENTE
PESTAA.
Autorisado pelo Illm. Sr. Dr. Jos Henriques
"Ferreira, tcstamenteiro do finado Thom Alvos
l de Carvalho, o referido agente vender em leilo
publico no dia cima designado e pelas 10 horas
da msnha na ra do Codorniz n. 1
Os objectos existentes na venda do dito finado
que ahisero patentes ao exame dos concur-
rentes.
LEILAO
MAMO DE PFftNAMBOCCK S QDIHTa P.EHA 8 DE M1Q DB ;uem periencer no <*u cima designado o pelas
1 hona da manh"*no seoaraueaa da ra do
Vigri< n. 11
DE
3 casa i temas, cada urna com 32 palmos de.
tren e e 70 de tunde, quinlaes grandes cota
port io, 3 guarios, 2 salas, cosinha [ora e copia
tudo construido a lijlo o cal, novas e em ter-
reno prop -ie, estribada no fundo do quintal.
Sao situadas no lugar da Torre e perto do
banho
A su a nuraeraco principia ma. 1 junto a yen-
da do Sr. Caneca-a seguir.
l nova ftuua
Na ra do Gmpo, loja % *g
miuderzasde tres portas
X
^VSftT-*?'-
Companhia de Ser-
vicos martimos das
messageiras imperiaes.
LINUA DO BRASIL.
Servico do correio francez
Inaugurando do servico.
O paquete a vapor La Guame, de forra de
500 cavallo?, commandanle Knoul, ofTicial de
marinha imperial, partir de Bordeaos, para o
Rio de Janeiro tocando em Lisboa, Sao Vicente,
Pernambuco c Babia
No dia 24 do corren le.
As sabidas seguinles tero lugar de Bordeaux
Avisos diversos.
{Jcvnamltucauau
Deoraem do Sr. presidente, sao pelo-presente
convi Jados todos os senhores socios cfleclivos
para que se dignem de comparecer domingo 6
do coircnl, s 10 horas da miuiha, aim de ex-
traordinariamente funecionar a assembla geral,
visto que ha negocios de summa importancia a
tratar.
Secretaria da Associaco Typographica Per-
nobucdn;i, 2 de maio de 1860.
J. L. Oornellas Cmara,
Io secretario.
Curleira perdida
Na tarde do dia Io do correte, perdeu-se des-
de a ra da Imperalriz, ra do Sol, cocheira de
Eustaquio Gomes e dahi al a Capunga, sitio do
coronel Gquveia, urna carteira pequea, verde,
numero 5.
DE
Grande x variado sortimento de miudezas, tan-
to para praca como para o mato, e tndo por me-
nos preco do que em oulra qualquer parte, para
as senhoras do bom e barato : ricas caixas para
1 costura, de diversos lmannos, obra de apurado
|gosto. pelo dimiuuto prego de 10, 15, 20, 25,
30 o 40cada urna, caixas de metal com ps de
arroz, o melhor possivel, a 2$, dilas muito booi-
tas com amendoas, confeito, etc.. a 2$, dilas com
6 macinhos de grampos, de diversos tamanhos u
lorneedas a 500 rs., ricas gollinhas de linho, o
melhor que tem vindo ao mercado, a 2$ e 2*500,
novas fitas de cascarrilha para enfeles de vesti-
do, pretos e de cores, a 2*. 2*500. 3 e 4j a peca,
ricos peules de tartaruga lisos e virados, por di-
minuto preco, e outrosmuttissimos objectos para
senhora, e por barato preco, para apurar dinhei-
ro, como bem, franjas do linho. galio de linho,
botoes de vidro e linho para casaveques a 320 rs.
a duza, trancinha de linho para casaveques a
\) o covado, e oulros mais objectos que deixa-
se de annunciar para nao se tornar muito ex-
tenso.
Parahomem.
Ricas bengalas de massa a imilaco do unicor-
ne, as melhores que lera vindo, e muito delica-
a 25 de cada mes, as quaes serio eflectuadas pe- gullLGS '.
a vapor de rodas do forca de 500 ?,_, _"
ESCRAVOS.
Para praca e engenhos.
Sexta-feira 4 do correle.
O agente Borja, far leilo
em seu arinazem na ra do
Imperador n. 15, por manda-
do e em presenca do Illm. Sr.
Dr. juizde or^hos de 36 es-
cravos pertencentes ao casal
do fallecido JosClaudiuo Lei-
te, cujos escravos sao os se-
mpc-
los paquetes
cavallos.
avarre, commandanle Vede],
oficial de marinha
rial.
Estramadure, coinmandante,
Trollier, oflicial de mari-
nha imperial.
Bearn, commandanle
de la Noe, oficial de
nha imperial.
Um aviso ulterior far.'iconhecer a data do co-
meco do servico annexo entre o Rio de Janeiro,
Montevideo c iluenos-Ayrcs.
Para informales a dirigir-sc agencia ra do
Trapiche n. 11.
Para o Porto.
Segu com toda a brevidade o brigue Esperan-
za ; recebo carga c passageiros : a tratar na ra
da Cadcia do Recite n. 4.
Aubry
mari-
Silveslre, Angola.
Antonio, Fabrica.
Antonio Ribciro.
Severin.
Isidoro.
Joao, Benguclla,
Antonio, Muao.
Cyriaco.
Manocl Cariry.
Domingos.
AntoniqpGrande.
Jos Grito.
Antonio de Sant'Anna.
Theotonio.
Miguel.
Antonio Jos.
Antonio.
Cordolina.
Antonia.
Joaquina Biara.
Isabel.
Joaquina Conga.
Flurinda.
Joaquina Renguella.
Mara Angica.
Ama.
Justina.
Marianna.
Magdalena.
Felicia.
Joanna, Ubaca.
Felicia, magra.
Alejandrina.
Luiza.
Catharina.
Mara Conga.
Leiics.
Os mencionados escravos
estaro no supradito arina-
zem das 10 horas do dia em
diante, tendo principio o lei-
lo s 11 horas em ponto.
LEILAO
PELO AGENTE
conlendo 60* em sedulas de 10J, um recibo pas
sado por Francisco Tiburcio de Souza Nevos a
Plinin Augusto Cavalcanli, da quanlia de 200$ e
urna ettra assignada por Plinio Augusto Caval-
canli e reforcada por Diogo Velho Cavalcanli de
Albuquerqjc da quantia de 2:640* ao coronel Joa-
qun! Cavalcanli de Albuquerquo senhor do en-
genho Paulista, pnssada no mez de julho do an-
uo pissado e j vencida : quem achar dita car-
teira e entregar na ra do Queimado n. 27, luja
do coronel Gouveia receber os 60* existentes na
mesla.
Attench .
Os senhores agraciados do dia 14 de marco p
p. que quuerem tirrseos ttulos, honras e con-
decoiacocs, podera cnlender-se comFrederico
Chav;s, ra da Imperalriz n.17.
Declaraco.
D. claramos desde ja que e falsa a
imputiicilo injuriosa, que nos fez o Sr.
deputado Souza Reis na sessao de hon-
tetn, acerca da petiedo que izemoi a
assenble'a provincial, como
da comniiiso directora do collegio di-
rigido pelas irmaas de caridade para a
eduoacao de meninas, e brevemente o
mostraremos por moJo conveniente
nossa dignidade. Kccife 2 de maio de
186 i.Jos Bernardo Galvao Alcofora
do, Domingos Alfonso Nery Ferreira,
los Antonio de Ai aujo, Dr. Jos Joa-
quim de Moraes Sarment, Antonio de
Moraes Gomes Ferreira. PorManoel Joa-
quirn Ramos e Silva, Antonio Lopes
Reil.
Constando ao abaivo assignado
Dr. Lobo Moscozo que ummiseravel
traficanteanda em nome do annun-
ciar. te fazendo dividas em diversas to-
jas, declara que nao tem autorisado
nena jniais autorisara' a pessoa algu-
ma a fazer dbitos em seu nome, e por
comeguintede maneira alguma pagara'
dividas contradidas por quem quer que
seja, e declara mais que usara' dos
meios que a le le faculta contra abuel-
les que se apresentarem querenda co
l'recisa-se um moQO que lenha as lu-
bilitacoeS precisas pora ensinar primeiras lellrss
francez. n'um ngenho distante desla praca seis
legoas ; preferc-'se um moco casado de bons cos-
mos e de trato fino : quem o pretender dirija-
a botica da ra Nova n. 53.
Escravos.
Vende-so urna escrava mulata muito nova e
robusta : na ra da cadeia do Recite, primeiro
andar, n. 28.
Courinhos de cabra e debe-
zerro.
Vendcm-se e de boa qualidade: na ra da
Cadeia do Recife, primeiro anJ.tr, n. 28.
Velas de cera de carnauba.
Vendem-se por pre$o commodo e vontade
dos compradores: na ra da Cadeia do Recife,
primeiro andar, n. 28.
Cera de carnauba. *
Vcnde-se de muito bos qualidade : na ra da
Cadeia do Recife, primeiro andar, u. 28.
Toalhas e ricos lencos de la-
byrinlho.
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, pri-
meiro andar, n. 28.
Escravo fgido.
Na noite de 28 de abril prximo passado fugio
de casa de seu senhor um escravo de norae.Ray-
mundo, bonita figura, falta bera (cabra escuro)
i das, a 10* cada urna, ricas cadeias de ouro com &lho do Ico, d'onde veio, pouco mais ou menos
pedras obra de goslo, e pelo barato preco de 15*.
20 e JO*, ricos correnles para relogioi obra de
goslo, pelo barato preco de 25 a 30*,meias muito
fins de Go de Escocia, brancas, a 800 rs. o par,
e 8$ a duzia, ditas do cores tambem muilo finas
o bjnitas cores a 610 rs. o par, e 7* a duzia, ri-
cas escovas para cabello, cabo do baleia e muito
delicadas a 3 rada urna, baralhos francezes com
boiras douradas, caixinhas com duas duzias, a
1*600, ricas minias de retroz para grvala com i altura regular, espigado
ricos alfinetes a 4J, e oulros muitos objectos para ''
a rapazeada do bom gosto, e barato preco : na
ra do Crespo, loja de miudezas de tres'porlas
numero 5.
aum aono, sahio de calca branca de brim tran-
cado e camisa de madapolao, chapeo de fellro e
calcado : quem o apprehender e levar a ra da
Cadeia do Recife n. 20, ser recompensado.
A mil reis o eeoto.
Papis com estalo para sortes de Santo Anto-
nio, S. Joao e S. Ped,r,o a 1* o eento. pois quem
os vir nodeixarade comprar pelo proco e boni-
tos papis : na ra do Crespo, loja de miudezas
de tres portas n. 5.
Para mascates.
Penlcs do baleia para atar cabello a 1* a du-
zia, ditos de chifre para alisar a 1* a duzia, ditos
de dilo para marrafa a 500 rs. a duzia. pomada
de Hollanda muilo boa a 280 rs. a duzia, bara-
lhos francezes muito finos a 400 rs. o baralho, e
membros a 4*500 a duzia, ditos porluguezes muilo finos a
240 o baralho, o 2*500 a duza, tesouras finas
para costura a 1$ a duzia caivetes finos para
pennas a 2J a duzia, c oulros objeclos para mas-
cales e boceteiras, que se vende por lodo preco :
na ra do Crespo, loja do miudezas do tres por-
1' tas n. 5.
Facas, garfos e co-
. lheres.
Facas e garios com 2bol5es, muito finas, a 7*
a duzia, ditas muito finas, cabo de viado, a 4* a
duzia, ditas ditas, cabos oulovados, a 3*500 a du-
zia, capachos compridos e redondos para portas
o salas a 640 rs. cada um, colheres de metal para
sopa, muito finas, ditas de dito para dita mais
inferior, ditas de dito para cha muito finas, e ou-
tras qualidades muilo mais baratas : na ra do
Crespo, loja de miudezas do tres portas n. 5.
_ O obaixo ossignado, preso na casa de detcn-
r.ao desla cidnde, declara que propietario de
urna casa de pedra e cal, em Agua Prela, junio a
casa do capilao Bezerra Macicl, cuja casa se acha
livre e desembaracada de venda ou hypotheca al-
guma : quem sejulgar com direito a mesma de-
clare por este Diario ; e declara mais que s deve
nesta cidade ao Sr. Firmo Candido da Silveira
Jnior e ao Sr. Jos Teixeira Leilo, os quaes
serao pagos de tudo quanto devo, logo que lenha
a felicidade do ver-me livre dos Irabalhos que
hrar tlidas ronfrahidas nr **ra fnr- a' hie me perseguem, querendo os mesmos se-
Drai. dividas contranias por esta tor- nhoreg esperar-me. Recife 2 de maio de 1860.
ma, poii o annunciante nao pode ver> Francisco Antonio das Chagas.
nissD seno dolo e ma' fe, para nao usar
Graticacao de 50$000.
Fugio no dia 17 do crreme mez o escravo
cnoulo de nome Matheus, de idade de -20 a 25
annos, e tem os seguinles signaos : cor prela,
e relorcado do corpo,
falla descansada, mos e ps pequeos, denles
alvos, andar gingado, passo miudo, e com bastan-
te espinhas no roslo ; levou caira e camisa de al-
godo de listras azucs, chapeo de palha da lulia
j usado com lita prela; este escravo natural
deQucbrangulo, onde tem mai e irmaos, e foi
perlencente o dilo escravo nesle lugar aos Srs.
Cosme do Pinho Sintiago e Jos Francisco da
Costa, negociantes nesle lugar, os quaes compra-
ramc deram em pagamento aos Srs. Souza, liar-
ros a C. desta praca, e estes venderam ao Sr.
Silvino Uuilherme de Barros, o qual vendeu aos
Srs. Mello & Irmiio ; consta que este escravo fu-
gio em companhia do cabra escravo, Marcolino,
de Macci : porlanto, pede-se as autoridades po-
liciacs o algumas pessoas particulares, que o
caplurem e levem-o a ra de Apollo n. 7, ou a
ra Nova n. 1, que gralificariio cora a quantia
cima.
Fugio de urna casa da ra Nova n. 23, urna
arara, sendo toda azul, o peito araarello. com um
pedaco de correte em um p : quem achou,
querendo restituir a seu dono, dirija-so a dita
casa, que ser gratificado.
Thoraaz Nash retira-so com sua familia para
Europa, e roga a lodas as pessoas que se julga-
rem suas credoras de apresentarem suas conlas
para serem satisfeilas, no termo de 8 dias. Re-
cife 30 de abril de 1860.
Aluga-se urna casa de dous anda-
res na ra da Aurora n. 26: a tratar
na mesma casa com o proprietaiio.
Vendo-se um escravo de mais de meia ida-
de, hbil para lodo o servico : no 1." andar do
sobrado n. 6 defronle do Alm, largo da assem-
bla provincial.
_ Lava-se e engomma-se com muita perfei-
cao e mais barato que cm outra qualquer parte,
como sejara carnizas e coleles a.140 res e outras
pecas que se dir o preco a quem precisar : diri-
ja-se a Camboa do Carmo n 40.
Furtaram do cercado do engeuhoJunqueira,
frequezia do Cabo, oo amarillecer do dia 30 de
abril, um quarlo, de meio, caslanho escuro, in-
teiro, aberlo de cima, cora cabellos brancos nos
vazios e n3 cabeca : quemo apprecnder leve-o a
ruadaMoeda casado Sr. Manoel Alves Ferreira.
que ser gratificado, ou no engenho Cachoeira
Lisa freguezia de Serinh&em.
O referido agente far leilo por conta e risco
de quem pertencer, hoje 3 do corrento ao meio
dia em ponto, no arniaiera do Sr. Annes dofron-
e da alfandega
DE
100 barriquinhas cora bolachinha ingleza.
20 barricas com bolachas grandes de senteio.
13 ditas cora erviihas. /"
"J* ditas com painso. r.. -
5H)"ci:<*4gcom charutos de diversas marcas.
200 ditas co\ra figos e ameixas. ,)
LEILAO
O agenteXamargo fara leilo no dia
5 de maio prximo as 11 horas da na.
nhaa ncreu armazem da ra do Viga-
rio n. 19
DO
Sobrdode 3 andares pertencente aos
herdeiros dolcommendador Antonio
da Silva na ra do Vigario n. 5, de-
fronte do consulado geral, para exa-
minar o raesmo predio, ttulos e
condiccoes da venda, os pretendentes
podem entender-se com o mesmo
agente.
LEILAO
DE
Lmaescrava.
Sexta-feira 4 do corrente.
O agente Borja fara' leilo em seu ar-
mazem por mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz de orphaos e a requerimento de
Agostinho Jos? dos Prazeres por si e co-
mo tutor de seus sobrinhos, da escrava
Jacintba pertencente aos mesmos, a
qual estar' no referido armazem as 11
horas em ponto, hora em que tera'
principio o leilo.
LEILO
DE
UMITA
Rellosce, membro da socieda.de de
A 4 do corrente.
O preposto do agente Oliveira, far leilo de
grande porco de mobilin completo para salas e
avulsa, de Jacaranda com lampos de pedra mar-
more e de amarello. de objeclos de xarao com
jardineiras, banqninhas par:) luz, dita paev xa-
drez etc cortinados ricos para pocis, cama a
franceza de Jacaranda do ultimo goslo, relogios,
alcatifas, tapetes., "'ros o espelhos, esleirs de
forro, candieirosiii'ezes, lavatorios, guarda ves-
tidos e guarda roupa, berro e cama para meni-
nos, garrafal), copos c clices de crystal, 1 ca-
deirinlira da Bahia quasi nova, Ircm de cosinha c
muiwfoutros objeclos, tudo ser vendido sem
Ijmites em pre;o : sexta-feira 4 do corrente s
ff horas da mauhaa, no salo de bailes no caes
d* Apollo.
de c ntros termos. Recife i de maio de
1860. Dr. Pedro de Atbayde Lobo
Mocozo. .^
A7,OdOrs.
Ferros ecoiomico^om
folese descanso.v
A ierro da Boa-Vista n. 46.
Ra do Queimado, esquina para o Livramento,
loja das sete portas.
Raa da Cruz, fundos do Corpo Santo, loja de
cera n. 60.
HMD
DA
Escuna portugueza Lice.
Sabbado 5 do correute.
PELO AGENTE
PESTAA:
O referido agcnle competentemente autorisado
pelo Illm. Sr. cnsul de Portugal, far leilo no
dia cima designado na porta da associaco com-
mcrcial, por conta de quem pertencer e ao meio
dia em ponto.
DO
Casco e apparelhes da escuna portuguaza Lice,
de lote de 105 toneladas c forrada de cobre no
estado em que se acha ancorada na croa dos
Passarinhos, cuja escuna tendo arribado a este
porto em fevereiro p. p, foi aqui abandonada.
LEILAO
DE
Farinha de trigo.
Sexta-feira 4 do corrente.
Pelo agente
D. Mara das Dores Raymunda do Gu,
Manoel Vicente dos Santos, Jos Vicente
(os Santos, viuva e filhos do finado Jatin-
Iho Silvestre Vicente,pungidos de dr agra-
decen! cordialmente aos amigos de seu ore
! ra de :aridnsamente assislir as exequias do
nesmo finado, e se dignaram de acompa-
nhar os seus restos morlaes ao ccmilmo
lublico no dia 30 do prximo passado nez,.
io mesmo tempo podem loda a descdpa
de nao serem convidados todos os amigos
de sen presado esposo e pai, pelo estado i>do
Je ddr que ficaram. Desde j lhes rogan o
speciot obsequio de assislirem a missado
elimo dia, que ser celebrada na igieja
io Corpo Santo as 4 horas e meia da na-
iha lo dia sabbado 5 do corrente, ceitos
le que muilo gratos lhes sero a viuvi e
filhos do mesmo finado.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
e fazer todo o servico de casa ; na ra do Caldei-
rciro, taberna n. C!
= A irmandade da Santa Cruz dos Canoeiros
do bairro do Recife, nao podendo por motivos
imprevistos fazer a sua fesla no dia 3 do cor-
rente, a tem transferido para odia 20 do andante.
HOSPITAL
PORTUGUEZ DE BENEFICENCIA
EM
Pernambuco.
MOVIMElVrX) DO MEZ DE ABRIL DE 1860.
Medico assislenv o illm. Sr. Dr. Prxedes Go-
mes de Souza PitaoglKv
Ficaram em lralamentk em 31 de mar-
codoentes ...
Enlraram no mez de abril
Escravo.
Compra-se um escravo de 12 a 16 annos, es-
perto e sem vicio nem defeilo alxum. Se tivesse
principio de ourives seria preferido: quem o ti-
ver e quizc-lo dar alsum lempo a conteni, pa-
gando-se o aluguel.caso noseeffecluaro negocio,
pode dirigir-se a ra Nova n. 15 1. andar. Nao
so acceita de casa de comraisso.
Sahirara curados .
Fallecer m ....
Existem em tratamento
\ 33
^plal 58
C 11
v
Total Ve.
30
10
18
Manoel Goraesda Cruz, pungido uo mais
doloroso senlimenio, agradece cordialraen-
le a lodos os senhores que se dignaram as-
sislir ao funeral de sua mui presada con-
sorte Arminda Angelina de Oliveira Cruz,
e acompanharara os restos morlaes ao ce-
miterio. Convida novamenle aos mesmos
senhores para ouvirem a rr.issa do stimo
dia que deve ser celebrada na igreja do
Espirito Santo sexta-feira 4 do corrente s
6 horas da manha.
S. Braz.
Em virtude da tcrrivel enftrmidade
das gargantas que esta' assolanda os ha-
bitantes desta cidade vai ser exposto a
veneracao dos fiis, no meio da igreja
de N. S. do Terco o martyr milagroso
S. Braz advogado das gargantas.
Manoel Jos Leite declara a seus
devedores que nao pode continuar a
^_ tercont^mplacao como tem tido coma
------'maioria uos mpimn<-..:.>..._____.^
Dos fallecidos forarn 1 de Anemia, 1 de tolano \ .\,ar^r.0\'" e*f,S\ *** 00'
pe meio de Cl8a ,,eceber *eus dbitos afina
I saptisfazer seus
Recife 1.
No referido dia e pelas 10 horas da manha no
armazem do Sr. Araujo, o dito agente vender
[emLates a vontide dos compradores,
150 barricas com farinha marca Harxal,
Tres moradas de casas.
Segunda-feira 7 do corrente.
NO ARMAZEk' DO AGENTE
PESTAA.
Para acender luz do ga^.
Rolos de cera crystalisada em pacotes mui
bem acondicionados a 500 rs. cada um : ja ra
do Imperador defronte do S. Francisco.
Veode-se doce de caj' secco muito kom a
6{o a libra : na ra Direila n. 72.
Vcndem-sc na ra de Santa TherezaJ casa
n. 7, 6 cabras de leite, dando cada urna l tela e
mtia por dia, sendo 3 com cabrito e 3 sem elles.
Vende-se por muito menos de seu valorl
um escravo pardo, que representa ler 40 nnos
de idade, o qual acha-se recolhido casa e de-
lencao por ter fgido : quem o pretender, diri-
ja-se a ra da Cruz n. 62, terceiro andar, unto
ao Sr. Fortunato, ou mesma casa de de inco
ao Sr. Leoncio, chaveiro da mesma.
Saceos ci-m milho a 45, ditos com telo a
4$ : na taberna da estrella, largo do Parai; nu-
mero 14.
Taberna da eslrelli
Largo do Panizo n. 44. .
Vend'3-ie taanleiga ingleza a 800 rs. a bra,
dita fraiiceza a owrs cha hysson a Ig80( caf
a 280 rs., (oucinho a 360, arroz do Mar lo a
15:0, entricas a 600 rs., talharim a 320, clria
a 400rs., doeedegoiaba Qno a 1J120 o < uo,
doce de fructu a 800 rs. a lata, milho a 40 a
cuia, do alpisla 8 200/3. a libra, tinta de ere-
ver a 240 rs, mei garrafa, espermacete a >40 a
lijra.
Escravo.
0 ageste Pestaa fai leilo
l'endc-so um preto moco, bonito, mni re-
ftrjado do corpo a possaate ; lera elle hal ida-
dt "para qualquer servico : na ra Nova
f3rloBta de'w foja 3o8r. Delouibe, relojoeiro.
o 8 de f.ilno amarella.
1860.
= Aluga-se para criado
annos, do bonita figura, cujo procedimento se
assegura : a tratar na ra Direila*n.'36, primeiro
andar, das 10 horas em diante.
= Lava-se o engomma-se roupa, tanto do se-
nhora como de hornera, cora todo o asseio e
promptido na ra Vclha n. 48..
Na botica de Joao da Conccico Bravo &
C. precisa-s de caixeiro.
O abaixo assignado participa ao rcspeilavel
publico, que do dia 2 do corrente era diante dei-
lou de ser eaixeiro do Sr. Francisco Jos da Costa
Ribciro ; e agradece ao mesmo senhor o bom
tratamento o delicadeza que durante o tempo era
que estevo em sua rasa recebera. Secife 2 de
maio de 1860.Jos Soares do Aroaral.
Guilherme Pursel aluga a sua casa em San-
to Amarb, quasi defronte da fundiciio do Sr.
Starr,com commodos para grande familia, ou
mesmo para um collegio, assira como vende o
seu sitio e casa defronle da copella de Bellem,
tambem com grandes commodos, ierras do plan-
laco e arvores de fruclo : os pretendentes diri
jam-se ao mesmo sitio, ou a ra do Imperador
n. 26, defronle da casa da relaeo.
Joao Jos Innocencio Poggi, summamente
penhorado pela dedicaco com que os lllras. Srs.
professores toraaram parle no tratamento de seu
fllho o fallecido Dr. Joao Jos Innocencio Poggi.
nao podo deixar de agradecer a todos, e princi-
palmente ao Illm. Sr Dr. Cosme de S Pereira,
qno muilo se prestou. A estes senhores e-a lo-
das aspcisoas que obsequiaram, ofierece seu pe-
queo preslimo na cidade da Parahiba, para onde
parto.
O Sr. Antonio de Oliveira Mendonca faca o
favor.de apparecor i loja n. 58 da ra Nova, pa-
ra negocio de seu inleresse.
Precisa-se de urna ama forra ou escrava :
no paleo do Terco n. 26.
O abaixo assignado declara ao rcspeilavel
publico, e principalmente ao corpo do commer-
cio, que tendo tido sociedade com o Sr. Jos Ma-
ra Cesar do Amaral Jnior em urna loja de fazen-
das na ra do QuoimadO n. 49, que desde 27 de
abril deixou de ser socio o Sr. Jos Mara Cesar
do Amaral Jnior, a qual gyrava sob a firma de
Muniz & Amara), Oca porlanto o socio Munz
responsavel pelo activo e passivo. Recife, 2 de
maio de 1860.
Autouio Sergio da Cruz Muniz.
Preeisa-se de urna ama para o servico in-
terno de urna casa de pouca familia: quem pre-
tender rJirija-sc ra Nova n. 4-
Antonio Alvea de Souza Carvalho nao po-
dendo visitar-os seua amigos antes de partir pa-l
de poder
compromissos, roga
"ra.mij!,"!-. bondade de pagar seus dbitos do con-
trario usara' dos meios judiciaes.
Ama.
Precisa-se de urna ama para casa de urna pes-
soa s : na ra Direila n. 61.
Iieinaco de assu-
cardoMonteiro.
ContiDua-sc a vender assucar chrystalisado do
superior qualidade da acreditada retinara do
Monleiro, prAo preco da 7* a arroba; os com-
pradores do maH de una arroba dirijam-se ra,
do Caes de Apollo, e a re'lho nos depsitos dai
ruaAas Larai>geiras n. 15 tpraca da Boa-Vis*
n. 26.
Ra Direila a 16.
Xa grande fabrica de taman-
cos da ra Direita, esquina
da travessa de S. Peo-o nu-
mero 16.
Ha eTeclivametite um grande sortimento\* la-
mancos de todas as qualidades que se venv,ra
lano a rctalho como em pequease grandes poi.
(bes, mais baratos do que em oulra qualquei
parle.
Fugio em dias do mez de marco do engir-
nho Cachoeira Lisa, freguezia de Serinhem, c
prclo de nome Fidelis. cora os signaos seguinles :
alluri regulor. cheiodo corpo, idade de 40 annos,
edr fula, barba feixada, tendo pelo corpo algu-
mas marcas de feridas ; consta ter-se dirigido
para bandas do Porto Calvo : roga-se as autori-
dades policiaes que o apprehendam e o levem ao
seu senhor Austriclino de Castro S Brrelo, no
raesmo engenho.
Deseja-se fallar com o Sr. Pedro Francisco^
de Oliveira, a negocio do seu mui particular
inleresse, no hotel Francisco ou na ra da Cadeia
do Recife, ti. 15 loja do Bourgad.
O abaixo assignado faz siente ao respeilovct
publico, e com especialidade ao corpo do com-
incrcio, que Jos liento de Souza, deixou de
ser seu caixeiro do dio 30 de abril em diante.
Recife, 1 de maio de 1860.
Francisco Alves Monleiro Jnior.
Acha-se fgido desde o dia 6 de abril pr-
ximo passado o escravo pardo do nome. Roque,
alio bastante, corpo regula TTm os olhos um
pouco averraelhados, olgu f falta de denles o
falla muilo mansa e de ada : qurra delle
der noticia ou o prender, bem recorrJfien-
sado pelo major Antonio da Silva Gusmo, mo-
rador na ra Imperial, e senhor do dito es-
escravo.
Laboratorio de ornato, figura c arebi-
teclura em marmore, de Gamitto &
C, caes novo, por traz da ra do Im-
perador.
Nesle cstabelecimento eslao venda urnas o
lumulos de lodosas dimensoes, pelos precos se-
guinles;
Urnas 150jja600$.
. Tmulos 300g.
Ha tambera campas, cabeceiras, lapides, pedras
preparadas para consolos, jarWnelras, mesas,
etc., de diversos feiiios e tamanhos, e por diver-
sos precos ; sendo lisas, o terno a 45J, c a Luiz
XV, 55, lijlos de marmore a 400 rs. ; espera-
se proximamenle sacadas, umbreiras. soleiras,
cordiio. vergas, peitoria. lagedo, e almofarizes de
lodos os tamanhos. Concerta-se todo e qualquor
trabalho j feilo, seja em marmore ou seja em
jaspe ou alabastro, por precos mui'o moderados.
Recebem-se lodas os cncommendas para obras
novas e apromplara-se com brevidade.
Jo5o Pires de Almeida Lopes vai a Europa
tratar de sua saude, edeixa por seus procurado-
res os senhores: em 1.- o seu socio Manoel Jos
de Miranda, em 2.* Theotonio Flix de Mello, em
3.* Joaquim Dias Fernandes. E previne aos se-
nhores que Ihe estao a dever at o fim de marco
passado, hajam de lhes mandar satisfazer at o
dia 8 do corrente : assim como a quem dever,
mande suas conlas no mesmo prazo para serem
pagas. Recife 1 de marco do 1860.
Precisa-se para casa" franceza de urna ama
forra ou escrava, que saiba bem engommar eco-
ser : a tratar das 9 horas da manhaa s 2 da lar-
de, na ra do Imperador n. 7, confronte a ordem
terceira de S. Francisco.
= Um eslrangeiro residente ha 30 annos no
Rrasil, solteiro, e de idade mediana, deseja ser
ompregado na adminislraco de um engenho de
assucar de alguma conslderaco, ou em qualquer
oulro cslabclccimenlo ou fabrica, sendo elle bem
pratiro em todos os ramos da agricultura de va-
rias trras, bom alambiqueiroe raeslre de assu-
car, perito em riscar, levantar e execular, plan-
tas de engenhos i'agua, de vapor e de animaes,
ou quaesquer oulros edificios ou machinismo,
fazer carainhos, ponles, ndir Ierras, etc. ; ver-
sado na chimica, guarda-livraria, clculos e es-
cripturaces administrativas, falla e escreve va-
rias linguas, e afianzado de boas maneirase edu-
cacao : pede-se as pessoae qu6 desejarcra com-
muuicar-se cora elle, de dirigir suas cartas cora
a sobre-escripiaG. I..-^>ara. esta lypogtaphia,
ou para a botica da ra do Cabug n. 11. >
ASSOCIACO
DE
Soccorros Muaos e Lala Emaocipaco
dos Captivos.
O primeiro secretario, de ordem do Sr presi-
dente, manda publicar para conheciraento do
domis socios da mesma sociedade, que em as-
sembla geral de 29 do passado foram empossa-
do os membros do, novo conselho, depois de pro-
ceder a lodas as formalidades que sao do estatu-
to, e este em seguida, de entre si, procedeu a
elcicao da mesa, que deu em resultado o se-
guinte :
Para presidente.
Modesto Francisco das Chagas Canabarro.
Para vice-presidenle.
Victorino Francisco dos Santos.
Para I." secretario.
Albino de Jess Randcira.
Para 2.- secretario.
.Jos J-eocadio da_Sjlva.
Secretaria da Associagao do^Soccorros Mutuos
e Lenta Emoncipaco dos Csntivos 1. %p maio de
1860.Albino do Jess Bandeira, 1." WWjetario
Engommado.
i com >perfeic"io : i
Criado.
F.ngomma-so
numero 30.
com .perfeiciio : na ra da Paz
ra o Rio de Janeiro, pede-lhes dosculpa
rece-Ibes o seu diminuto preslimo.
Precisa-se de um criado para homem solteiro,
sorvindo de 12 a 15 annos, por ser pouco o ser-
vico, porm que seja fiel c dcligenle : na ra
Nova n. 15, primeiro andar.
= Quera liver sedulas geraes de 500$ e de
50#, das que se esto recolhendo com o abati-
mento de 20 0(0, pode-as trazer na/ua do Cres-
po n. 11, que se recebem cora o descont de 15
0|0 at o fim desle corrente rcez.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar ; na ra do Queimado, loja n. 42.
Um moco portuguez, de 15 a 16 annos de
idade, cora pralicn de negocio, tanto de balcao
como de cobranc.as, e que escreve regular, se of-
ierece para caixeiro : quem delle precisar, diri-
ja-se a ra do Queimado, loja de ferrageus nu-
mero 35.
Precisa-se alugar um ruoleque de 8 a 10
annos de idade : no paleo da ribeira de S. Jos,
deposito n. 15.
SOCIEDADE BlSCAMi
Amorim, Fragoso, Santos
Companhia.
Os senhores socios commandilarios sao con-
vidados a realisar a terceirr entrada de 12 1)2
0(0 obre os seus capilaes al o dia 16 de maio
corrente, de conformidade com o respectivo con-
trato social. Recifo 1.- de maio de 1860.
Roga-se aquem lirou do correio urna car-
ta n. 347 vinda da Bahia, para Jos Joaquim
da Cunha Guimaraes. fazer o favor de levar-a
mesmo aberta, na ra das Triuxeiras n. 8.
Vende-se um bonito escravo de meia idado
e bstanlo robusto : na ra da Praia n. 43, pri-
meiro andar.
Camas de ferro, o mais barato qtft ha no
e otro- I mercado, de 20# a 30$ nicamente em casa de
' Julio & Coarado,

Os abaixo assignados, com loja de ourives na
ra do Cabug ns,9 e 11, confronte ao pateo da
matriz de Sanio Antonio, continuadamente esto
recebendo as mais delicadas o modernas obras
de ouro de differenlcs e apurados gostos, tanto
para senhoras, como para horneas e meninas,
por precos mui commodos em rePco a qualida-
de e mod'obra, e garaulem a qiMlidade do ou-
ro, passando utna cunta cora declBaco e recibo.
Seraphim *% Irroo.
= Vende-se urna lina grande do amarello.
que leva quasi duas pipas, propria para algum
deposito e fabrica de sabo, urna caldeirade fer-
ro grande, uus cylindros de ferro com armago
e roda de madeira, e urna prensa na ra do
JarJim n. 56.
'100 charutos por 1^600.
No deposito de ra da Cruzes n. 41, vendem-se
charutos da Bahia a 18600 a caixa.
Vende-se urna empanada com mechanismo,
inteiramenle nova, chegada ltimamente de Pa-
rs : para ver e ajustar, na ra do Crespo n. 4,
loja de J. Falque.
Vende-se um bacho novo em bom estado : j.
na ra IMreila n 3, lerceiro andar.
Vende-se urna cabra muilo boa leitoira '
boa criadeira, com duas crias j grandes, aflan-
cando-sedar urna garrafa de leite, leite muito,
superior ao de vacca: quem pretender, dirija-sa
s Cinco Ponas, defronle da eslaco, deposita
n. 148, das 6 s 7 horas da manhaa.
MOLEQUE.
Vendo-se um ptimo moleque com 13 annos I
o qual faz todo o servico de casa de poaca fami-
lia, e juntamente serve para pagem : quem pre- I
tender, dinja-se ra da Cruz n. 23, segundo
andar.
Ama.
Precisa-se alugar urna prela que saiba lavar
engommar e coser, piga-se bem : na ra da Cru;
n. 23, segundo andar.
Relogios patento inglez e meios enrome- \
tros por menos do que em oulra qualquer caga .
vende-se em casa de Julio & Conrado, na fu d
Queimado n. 48. .'
Julio & Conrado participara ao seot 0t-
guezes, que leem em sua cisa o melhor serli-
mento de obras feilss ; assim como encarrgara-
se de mandar fazer por meada, visto o sen mes-
tre alaiate ser bem conhecMo em sua arle,

ms


i
Grammaticaingle-
za de OHendorff.
PUMO PE PEftNAMftUft). t&Mtk PEttU 3 DE MaK) DE 1860
Novo metliodo para aprender a lr,
a cscrever e a fallar inglez em 6 meze,
obra ineiramente nova, para uio de
todos o e&tabelecimcntos de instrucoao,
publicas e particulares. Vende-se na
praca de Pedro 11 (antigo largo do Col-
legio) n. 37, segundo andar.
2No da 4 do correnle, Onda a audiencia da
prfifcira vara municipal desla cidade, se ha de
arrematar de venda e por execuco de Claudio
Dubeaux contra Miguel Gongalves Rodrigues
Franca, urna propriedidede casa terrea de porta
ejanella, cozinha (ora, quintal murado e cacim-
ba, avahada em 1:0008, e sita na ra dos Acou-
guinhos. E a primeira praca, e o edital existe em
iiKio do porleiro.
Precisa*se de um prelo que nao
seja muito moco, para servicos domsti-
cos de uma casa estrangeira ; a tratar
da ra da Cruz n. 4.
Aluga-se um moleque para bater sorvete :
na ra do Imperador n. 11 A.
COMPANHIA
ALLIANCE
Estabelccida em Londres
iii m mu.
CAPITAL
Cine* mVWiocs de Ultras
esterlinas
Saewiers Brothers & C.m teta a honra de In-
formar aes Srs. negociantes, proprietarios de
casa eaguemraais convier, que estao plena-
mente autorisados pela dita companhia para
elToctuar seguros )bre edificios de lijlo e pe-
er, cobertos 4elelha e igualmente sobre os
<*bjeclos que coutiverc-Ri os mesmos edificios,
tuer consista em motilia ou em fazendas de
Qualquer qoadade.
Almaoak da provincia.
Sahio a luz a folhinha com
o alinanak da provincia para
o correne auno de
Ra Nova, em Bruxeilas (Blgica),
SOB A MRCC.V0 DE E- KilUND-
AcDaiio-se nesia ciude, para ser vendido,
o escravo mulato de nome Saturnino, deaappa-
reeeti hpntcm, 26 de abril ao mcio dia ; este es-
cravo de estatura regular, refoicado do corpo,
lea 25 vinos do idade, pouco mais ou menos,
falla bem, entendo alguma cousa de sapateiro, 6
escravo do Sr Manoel Cavalcanli de Albuquer-
que. senhor do engenho Caslanba Grande, na
provincia de liacei, perlo do Passo de Cmara-
gibe ; este escravo tambem natural da mesma
provincia para os lados de Macci, e de suppr
que procorasse esses lugares, ou ande mesmo
por aqu : roga-se e quem delle der noticia ou o.
pegar, de o levar ao dito engenho Caslanha Gran-
de, se for por esses sitios pegado, e se for nesta
provincia oenlregarao a Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filho, no largo do Corpo Santo, que gra-
tificar com generosidade.
Deseja-s saber noticias do Sr. Jacques
Weyl, que veio do Havre para esla cidade em
setembrode 18o8. a bordo do navio Malhilde. :
quera tiver noticias onde existe este senhor, ter
a bondade de comraunicar no
noel Ignacio de Oveira &
Corpo Santo, no Recite.
Grande e novo sortimento de fazendas de todas as qua-
lidades por baratissiuios precos.
Do-se amostras com penhor.
escriplorio do Ma-
Filho, no largo do
Este hotel collocado no centro de uma das espitaes importantes da Europa, loma-sede grande
valor para os brasileirose portugueses, por seusbons commodos e confortavel. Sua posicao
urna das melhores da cidade, por se achar nao s prximo as estacoes de caminaos de ferro da
Allemanha e Franca, como por lera dous minutos de si, todos os theatrose diveriimentes'-e
alera disso, os mdicos precos convidara. '
No hotel hasemprepessoas especiaes, fallando o franeez, allemao, flamengo, inglez e por-
uguer, paraacompanharastouristas, qur em suas excursoes na cidade, qur no reino qur
emm para toda a Europa, por precos que nunca excedem de 8 a 10 francos (3200 4&000)
por uiu. '
Durante o aspaco de oito a dez mezes, ahi residiram os Exras. Srs. conselheiro Silva Fer-
rao, e seufilhoo r. Pedro Augusto da Silva Ferro, ( de Portugal) e os Drs. Felioue Looes
Netto, Manoel deFigueira Faria, edeserabargador "
Iras pessoas tanto de um, como de outro paiz.
Attenco.
Quera precisar de uma escrava que sabe co-
zinbar e mesmo engommar alguma cousa, diri-
ja-se a ra da Gloria n. 18, quo achara coui
quem tratar.
CASA LtlSO-BRASLEIRA,
2, Golden Square, Londres.
J. G. OLIVEIRAlendo augmentado, com lo-
mar a casa contigua, ampias e escolenles oc-
commodocoes para muito rnnior numero de hos-
pedesde novo se recommenda ao favor e lem-
branca dos scus-amigos e dos Srs. viajantes que
Pnmoc v;.w:i r j """. T~rn r~i visitera esla capital; continua a prestar-Ihesseus
romes visgjeiro { do Brasil, ) emuilasou-1 serviros e bons offlcios guiando-os em todas as
Os precos de lodo oservico, por dia, regulara de 10 a 12 francos ( 4&000 450 JNo hotel encontram-seinformacis exactas acerca de ti do que pode precisar um estrangeiro
Sipop du
DrFORGET
JARABE DO FORGET.
r,mSie^ape es,u aPrirovaJ<> pelos mais eminentes mdicos de Pars,
k a..,2*J?.elh.or.,ar curar constipares, tosse convulsa e ouiras
? !.??* es m |)*ll0 ,mlaS6es ervos:s e somnolencias: uma colherada
noiie sao surac.entes. O effeilo desie excelente xaropc satisfaz ao
atfecces dos
pela manli, e outra
lempo o doenie e o medico.
O dspotito i na ra Urga do notario, botica de DarthoU*
xaropc
eo Francitco de Souza, n. 36.
mesmo
o qual se vende a 800 rs. na
praca da Independencia livra-
rian.6e8contendo alm do '" DENTISTA FRANCeT
Calendario ecclesiastico e '
civil:
Noticia dos principaes esta-
dos da Europa e America com
o nome, idade etc. de seus im-
peradores, reis e presidentes.
Resumo dos impostos ge-
raes, provinciaes, municipaes
e policiaes.
Tabella dos emolumentos
parochiaes.
Empregados civis, milita-
res, ecclesiasticos, litterarios
Je toda aprovMicia. *
Associagoes commerciaes,
agrcolas, industriaes, littera-
rias e particulares.
Estabeleoimentosfaferis, in-
dustriaes e commerciaes de
todas as qualidades como lo-
jas, vendas, aoougues, enge-
nhos.etc., etc.
Serve elle de guia ao coin-
cnerciante, agricultor, mari-
imo e emm para todas as
olasses da sociedade.
e promptido : no
nos
C
Engomma-se cora asseio
beccodo Marisco a. 20.
Aluga-se uma baixa de capim
grande que da' durante todo o anno, si-
tuada na Soledade ; quem precisar di-
rija-se 9 ra da Cruz n. 4.
V cmara de Olinila.
US moradores de Beberibe de Baixo rogam n
cmara municipal de Olinda. queira activar o
liscal da capelto filial da mesraa povoncao, por
quanlo osle nao cumpre seu dever e nao multa
a os infractores dss posturas, o elle mesmo o
pnmeiro qae tem animaes sollos, para destruir
as lavoorasalheias como aconleceu no dia 30 de
abril, que-o morador Paula apanhon dous caval-
los na sue lavoura c Ihes levou, os quacs pertcn-
ciam ao referido fiscal.
<
-i
K Paulo Gaignoux, dentista, ra das La- 2
>* rasigeiras 15. Na mesma casa lem agua -<
p denlifico. *<
Consultorio medico, ra da
Gloria n. 3,
O Dr. Lobo Moscoso continua
cus trabalhos mdicos.
Por um corle de cabello
frisamento 500 rs.
Ra da Imperatriz n. 7.
Lecomle acaba do receber do Itia lo Janeiro
jpriinco contra-mestre da casa Augusto Clau-
dio, c um oulro vindo de Taris. Eslo estabele-
cimentoest hoje as melhores condicoes que
possivel para satisfozer as cncoraraeodas dos
ebjectos em cabellos, no mais breve lempo, co-
mo sejam : raarrafas a Luiz XV, cadeias de reo-
slos, braceletes, anneis, rselas, ele, etc., ca-
balleras de loda a especie, para honions e se-
nhoras, lava-se igualmente a cabega a moda dos
Estados-Unidos, sem deixnr uma s pelcula na
cabeca dos clientes, para salisfazer os pretenden-
tes, os objectosem cabello serao fe i tos em sua
presenca.se o desejarera, c achar-se-ha sempre
uma pessoa disponivel para corlar es cabellos, e
i pontear as senhoras em casa particular.
=: Antonio Marques de Amorim faz publico,
que no da 21 do frrente foi recolhida em seu'
sitio na Ponte de Ucha uma prcla vellva por
nome Anna, em estado de embriaguez o mordi-
dida per uns cues. O seu estado nao permittio
oblerdella informacao alguma que indicasse se
era livre ou escrava. Tendo sido-cuidadosaroenle
tratada acha-sa quasi restabelecida, mas apenas
sabe dize que perter.ee a uma senhora viuva,
moradora na ra do Collegio, e por isso se-faz
o presente annuncio para quo a pessoa a quera
Lices de franeez e
piano.
! Mademoiselle Clemence de Iannelo
i ae Maancville continua a dar lines de
, franeez e piano na eidade e nos arrabal-
des : na ra da Cruz u. 9, segundo andar.
Umacasa|de commercio estran-
geira precita de uma casa de sobrado
comarmizem espacoso para fazendas
seccas no centro do commercio ; quem
a tiver para alugar ou vender din ja-se
em carta fechada com as iniciaos A. B.
C. ao esct'iptorio deste jornal ; sendo a
casa com eniente nao se duvida pagar
boasluvas.
Para o setvico da alfandaga ha para se
vender tres bois e dous carros : a tratar na loia
do sobrado u. 4, na ra do Caldeireiro
F0LII1MI.VS PAR 1860.
Estao venda na tivraria da pra^a da fede-
pendencia ns. 6 e 8 as folninhas para 1880, im-
pressasnesla typographi%, dasseguint-es quali-
dades :
V'OLlIimiA RELIGIOSA, contendo, aWdo
kaendaric e regulamentodosdirehos pa-
'roch.aes, a coniinuacao da bibliotheca do
Orislo Br.isilorro. que se compe: do lou-
Tor no santo nome de Dos, coroa dos ac-
tos de amor, hyranos ao Espirito Santo e
a N. S., a iraita^ao do de Santo Ambrozio,
jacu'atorias e commemorso ao SS. Sa-
cramento e N. S. do Carmo, exercicio da
Via-Sacra, directorio para oraeao mental
dividido pelas das da semana, obsequios
ao 83. coT.ireo de Jess, saudaces devo-
tas s'Chagas de Christo, oraces a N. Se-
nhor.i. ao tirocinio de 3. jfose anjo da
guarda, re:,ponco pelas almas, alm de
outras oracoes. Pre^o 320ts.
1TA DE VARIEDADES, contendo o kalond*-
rio, r;gulaiaento dos direitos parochiaes,e
uma ceUee<;ao de ancdotas, ditos chisto-
sos, (flatos/fbulas, pensamentos moraes,
receilas diversas, quer acerca de cozinha,
quer de cultura, e preserva ti yo de arvoroc
e fru< tos. rrejo 320 rs.
ITA DE PORTA.a qual, alm das materiasdo.
costurae, coatm o resumo dos direitoe
paroefataes. Preco 160 rs.
cousas que precisem conhecimento pralico do
paiz, etc. : alm do portuguez e do inglez alla-se
na casa o hespanhole franeez.
S DENTES |
AHTIIII IAI!S. i
lluaestreita do Rosario n. 3
@ Francisco Pinto Oioro colloca denles ar-
g nficiaes pelos UoussyslemasVOLCANlTE,
chapas de ouro ou platina, podendo ser
procurado na sobredita rau a qualquer S
hora. a
D
Roga-se aos Srs. de\edores a firma social
de Leite & Correia etn liquidacao, o obsequio
de raantJaTnIdar seus dbitos na loja da ra do
Queimadon. 1().
Na hvram n. G e 8 da praca da
ndepenecia, pieciza-se fallar ao Sr.
Joo da Costa Maraviiha.
O le. Cosme de Sa' Fereral
iva luropa continua noexer-j
cicio-desua profissao medica.
Da1 consultas em seu escrpto-|
Jrio, no bairro do Recife, ra daj
Cruz n. 53, todos o* dias, menot
nos domingos, desde as% 6 horas!
[t as 10 da manhaa, sobre osl
seguintes pontos :
t*. Molestias de ollios
Lindos cortes de vestidos de seda prelos
de 2 saias
Ditos ditos de ditos de seda de cores
com babados
Ditos ditos de ditos de gaze phaclazia
de cotes
Romeiras de fil de seda prela bordadas
Visitas de grosdenaples prelo bordadas
com froco
Grosdenaples de cores com quadrinhos
covado
Dito liso prelo e de cores, covado
Seda lavrada prela e branca, covado 1$ e
Dita lisa prela e de cores, com 4 paimos
de largura, propria para forros
Cortes de vestido de seda de gaze trans-
parentes
Dilos de ditos de cambraia e seda, corle
Cambr.iiasorlandys de cores, lidos pa-
dies, vara
Manguitos de cambraia lisos e bordados
Tiras e enlremcios bordados
Mantas de blonde broncas e pretas
Ditas de fil de linho prelas
Chales de seda de todas os cores
Lencos de cambraia de-linho bordados
Dilos de dita de algodiio bordados
Panno prelo e do cores de todas as qua-
lidades, covado
Casemirasidem ide-m idem
Gollinhas de cambraia a
Chales de touquim brancos
Dilos de merino bordados, lisos e es-
lampados do lodas as qualidades
Eufeiles de vidrilho francezes prelos e
de cores
Aberturas para camisa de liuho e algo-
do, brancas e de cores .
Saias bailo de varias qualidades
Tafel rxo, covado
Chitas francezas claras e escuras, co-
vado
Cassas francezas de cores, vara
Collarinhos de esguiao de linho mo-
dernos
Um completo sorlimento de roupa feita
s
9
5
5
1200
3000
15500
108000
16000
1JW00
9
9
9
9
9
i
S900
9
9
S640
sendo casacas, sobrecasacas, palelots
colleles, calcas do muitas qualidades
de fazendas
Chapeos francezes Onos. forma moderna
Lm sorlimento completo de grvalas de
srta de todas as qualidades
Camisas francezas, peitos de linho e de
aigodao brancas e de cores
Dilas de fustao brancas e de cores
Ceroulas de linho e de algodao
Capellas brancas para noivas muito finas
um completo sorlimento de fazendas
para vestido, sedas, loa e seda, cam-
braia e seda tapadas e transparentes
covado '
Meias cruas brancas e de cores para
meninos
Ditas de seda para menina, par
Luvas de fio de Escocia, pardas, para
menino
Vclludilho de cores, covado
Velbulina decores, covado
Pulseiras de velludo prelas e de co-
res, o par
Ditas de seda idem idem
Um sorlimento completo de lu--as de
seda bordadas, lisas, para jenhoras,
homens e meninos, de todas as qua-
lidades
Corles de collcte de gorguro de seda
de cores
Ditos de velludo muito finos
Lencos de seda rxos para senhora
Marquezias ou sorabrinhas de seda com
molas para senhora
35500 Sapatinlios de merino bordados proprios
para baptisados, o par
Casinetas de cores de duas largurasmui-
to superiores, covado
Setim preto, encarnado e azul, proprio
para forros, cora 4 palmos de largura,
fazenda nova covado
Selim liso de todas os cores covado
Lencos de gorguro de seda pretos
Belogios e obras de ouro
Cortes do casemira de cores a
6c(100
S50OJ
15280 |
5o:
i
800
f
8J500
9
S

.1
9
s
9 '
15600
9320
15200
9700
2S0O0
l500
9

9
25500
9
2^00
15000
1*600
9
9
5J0OO
8 EAU IVIINERALE
NATURALLE DE VICHY.
Deposito na bolTca franceza ra da Cruz n. 22.
1
de cora^ao e de(
D
I Attenco.
\i Curso pratico. theorico de lingua fran-
ceza por uma senhora franceza, para dez
<$ mocas, segunoao quinta-feirs de cada se- @
tt mana, das 10 horas at meio dia : quera
quizer aproveitar pode dirigir-se a ra da <
!. segundo andar. Pgamenos A
Molestias
peito ;
3*. Molestias dosorgaosda gera-|
cao, e do antis ;
4*. Praticara'toda e qalquer|
opera te para o restabelecimento do?!
seus do en {es.
O exame da* pessoas que o con-i
sultarem sera' feto indistincta-j
mente. na ordem de suas en-;
tra dat;|tfazeBdo excepcao os doe n-|
I tes dedillos,-ou aquellesque poi
motirojuskoobtiverem hora mar-i
cada para este fim.
A applicacao de alguns medica'
mentos'indispensavei* em varios)
casos, como o do sulfato de ati o
pina etcj-sera'feito.ou concedido i
graturtamente. A cc-nfianca quei
nelles deposita, a presteza de suaf
ac^ao, e a necessidadeprompta
^de seuemprego; tudoquantoo
demove -em beneficio
doentes.
v&S&l
CASA
fa*fc!ud r,estabele.cim.fnl9'. qe pelos no vos melhoramentos feitos acha-se conve-
mKlSM d0,fcHe"h.a0J tamuf.m d0 r denovembro em vante, contratos mensaes par
c^rm1^adeeeconomiado ?ubhco d l^m os proprielarios esperara a rcmuneraclo de
tantos sacrificios.
Assignatura de banlios trios para mas. pessoa por raez.....
momos, drhoque ou chuviscos por mez
__________Series de cartoes a bannos avulsog aos Drecos annunciados.
Gregorio Antunes de
osooo
15#000
Oliveira participa ao)
acha cxprcpndn n ln-'
Ama.
respeilavei publico, que se acha exerendo b lu-
gar de solicitador de numero da relacao o dos au- 1
dtonos desta cidade, em virtude da provisao que prP,is, cn ,,n .. ., .
he foi concedida pelo merilissimo presidente do acabar do'r^r T C"C' BCB1 filho- rra
tribunal da relaco desla provincia assim olTe-Cui,n mnnJ ^fn,D0 de.4 mezes- 1ual
rece os scus serviros a lodos nesta saudade, e f!", T, Pro.me"e;8 b<"n Iratamento ; a
pede o prolecciio do publico e particularmente !-- -'- pra-a- d-n '"d^Penlencia n. 1 e 3
dos scus amigos, a quem se recommenda, afir-
rnando-lhes que empregar todos os exforcos para
nem servir aos seus conslituintes para' o que
poner ser procurado em sua casa, na ra da Im-
perainz n. 86, segundo andar, de manhaa at as
oras; c a tarde das 3 em diante, ou em qual-
quer outro lugar aonde possa ser encontrado lora
oas mencionadas horas.
.Consultorio ceiitral homcopalhico
i DE f
na ru cslreita do Rosario n. 35
S Seguro contra Fogo
Continua sob a mesma direccao da Ha- &
noel de Mallos Teixeira L.mo, professor S
homeopolhia. As consullas como d'an- J
I
f> les.
de
seus!
I Botica central homeopalhica
Do
M- SABINO 0, L PIMO
rtft"7,.?iSr' Kenoral0 Js <*e Oliveira Figueire-
do queira annunciar sua morad, ou dirigir-se
. Wl"Mh.P'aSt ^ IudePeDd,,que I rlci-
peiienra a mande buscar.
Precisa-se de urna ama para ama pessoa :
na ra Bella n. 10.
agenciados fabricantes amerlca-
nos Groaver A Baker.
Machinas *e coser: em casa de Samuel P
Joboaton & C, ra da Senzaa Nova n. 52.
E* hegade loja de Lecomte, aterro da
Boa-Vista n. 7, oexcellenle leite virginal de ro-
sa branca para refrescar a pelle, lirar pwnos,
sardase espnhas, igualmente o afamado leo
babosa para iimpar e azer crescer os cabellos,
assim como pi imperial de lyrio de Florenca'
para bortuejag o asperidades da pelle, conser-
va a frescura e o avelludado da primavera da
vida.
o ^ir n,l: d duai amas.'uma Para cozinha,
e^rivaPa? e,nemmad. dando-se preferencia
escrava, a Halar na roa da Imperador n. 15.
ri~nm.eCrf,nTSellUg,r -1"?8 WCTava ou ama for-
ra, que compre e roznhe
.adiantad< s.
loga-se aoe firs. devedoies do estele- calcado n. 14. emperatriz, loja de
cimacio do fallecido ios da Silva 'into, o ob-
sequio de saldarera ais dbitos na ua do Col-
legio vanda n. 25 ou*a ra do Queimado loia
n. 10. J
= Cseano Pinlo de Veras faz scionle a quem
interessar que est em -exercicio da vara doiuiz
de paz de 4o anno, do primeiro dislrkto da fre-
guezia doSS. SacromeiHo de Santo Antonio des-
la cidiide.tpara que foiekilo o que descacha na
casa de sua residencio ra de S. Fronclsco n 8
eem qualqter pane que or encontrado; oque
d dieneia,nas tercas e sextas-feiras as 4 1$
horwda tard-como ja tem aoniuiciado, na casa
publica das audiencias. Recite 29 de evereiro
Na ra i o loiperador n. 28, alaga se e ven-
de-se em grandes e pequeas porcoes bichas
namburguazaii, e liimbem cal da mais nova que
ha^para fabrko do assucar, por prc^o commodo.
ilca
5S- Engomma-se roupa co promplido, pre-
' defronte da matri da Boa^V^ista
eos razoaveis
n. 86.

Ortelao.
Precisa-se de um ortelao que saiba
perfeitamente o seu officio. e papa se
bem : a tallar na Ilha dos Ratos com o
Sr. engenheiro Mello Reg.
Lava-se o engomma-se com perfeicao c
presteza, e por mdico preco : no Campo Verde
principio do Corredor do Hispo, sobrado ,. 2
Roga-se ao Sr. Chrislovao Santiago do Nao-
c.menloo /avorde ppparecer na roa dSs
nos n. 3o, paro concluir o negocio
ora.
Novos medicamenloshomcopalliicos cn-
@ v.adosda Europa pelo Dr. Sabino.
Estes medicamantos preparados espe- Z
clmente segundo as necessidades da ho- S,
9 meopathia no Brasil, vende-se pelos prc- 2
^ eos conhecidos na botica central horneo- 2
$p pa Inca ra de Santo Amaro (Mundo No- S
vo) n b. ?*
S g8@@
Flores de cera em cinco
lices.
HriliS,"l,08 Rica"d- recenlemenle chegado
da carie, offerece ao publico em geral e em por-
cera e las. D ligoes em casas particulares
expos.cao dosquadros, na ra do Cobug n 3 A
Casa do hnrlil-ullnr fr,nnn. O A,
c
LONDRES
AGENTES
J. Astley & Companhia. I
Vende-se I
Tintas de oleo.
I Formas de ferro para
g purgar assucar.
.Estanho em barra.
6 Verniz copal.
Palhinha para marci-
ueibt,.
Vinhos finos de Moselle.
Forbas de cobre.
Brim de vela: no arma-
casa do horticultor franeez.
que
Murly-
nao ig-
FUNDIIJAO

0
_ 0 abano ass.gnodos fazem scicnlc ao res-
pe.tavol corpo do commercio, que dissolveram
am.gavelmenle. no da 23 do pnssado. a soc'e"
dado que linham------
M
Joaq
anci
activo e passiso da
\n 1 \i
l
Ra do Brum (passando o chafariz.)
e^miiima ^J**** deS^ est,aliele^^^ sempre lia grande sorlimento de me-
enanismo para os engennos de assnear a saber:
Roada8nd'guaVde StoSS^'v? ?lp6 f^\ldo' econmica, de combustivel, e defaeillimo asiento ;
Cannos de ferro e nS? v de maeira larSa8'leve8 o"tes, e bem palancadas :
M '*&cu* nuito tortes, e convenientes;
Meias moendas com rodelas motora rw- n~ 11 i_ 1 ,
Taixas de ferro fundido e baTdo e de cobrt aCUnhadas em S"1* *! ;
P-res e bica. para o caldo, crivos e portas de'ferro para as fornalhas ;
Alambiques de ferro, momhos de mandion rnmnTn.m i 1
Rodeta, dentada, de todos os taraanho paa var!r P J ^
Aguilhoe,, bronzes e parausos, aradoa^e^ rodase' t" 5 ,
' e'X0S e roda8 Para barrocas, formas gaWan.zadas para purgar etc., etc.
queoLTamtpe'aTn^ acha^tudo digno da preferencia com
,r. Aatn ue elle *em do mechanismo proj.rio para os agricul-
uaao que uanain no armazem de recolhcr o
^' *.. Me gyrava deboiio d'flr-
raasoc.jIdeJoaqu.mCarneiro Leao & C. Dcan-
do o soco trancisco Jos Coelho cncarregado do
activo e passio da mesma, porra unicfmente
Uesponsavel pelas d.v.das contVahidas era nome
da exmela firma, e que conslom dos livros que
se exlrahio o balanco. Recife 28 de abril de 1660
Joaquim Carneiro Leao.
- n Franc'sco Jos Coelho.
= Prec.sa-se de uma orna secca para casa de
pouco familia : na ra do Hospicio n. 34
Prccisa-se de um caixeiro do 16 a 20 an-
nos que entenda de taberna e d fiador a sua
conduca :>na ra de Santo Amaro n. 28 taber-
na Na mesma precisase de uma ama de meio
idade que seja l,vre e que saiba cozinhar, hu
duas pessoas, e comprar smentc carne no aCou-
88 NOVO DEPOSITO
DE
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Z??d.esla,Pro7inc.ia. epelofacto de mandar construir peSsoalmnte- as suas obras s
viagem annual para o dito fim,
m a vontade de cada ^;.75^ni5Sa^^
^^:3Kr:^ann^ fl-
Ra do Imperador, confronte
ao oito do deposito do caz.
.El?dr:,a|Uen-dend, quc senhorea con-
sumidores de gelo sao pela maior parle residen-
tes nos bo.rros de Santo Antonio e Roa-Vista e
que lulanam com grande difficuldade se este s-
labclecimento esUvesse collocado no bairro do
Rec.fe, poderam encontrar na ra do Imperador
;lrlt > d0. deposito do goz. um arma-'
zem com as proporcoes exigidas para deposito
desic genero, o qual eslar aberlo concurren
nh '^T !eDi,0rJeS> das 8 hors ^ ma-
diante ^ d di" 3 do correnle <"
t eHC.elleaUT 8enbora 'ngeira sol-
teira, de boa conduela, para o ervico interno de
casa de urna pessoa solteira: a tratar no Man-
guinho na casa terrea de qoaUo janellai e duas
portal, junio a ponte do mesnioaoine
~- ^ m
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Era praca publica do juizo dos feitos da fa-
zenda provincial se hc. de arrematar, a quera
mais der, os bens seguintes :
Ura corredor com uma porto, que d entrada
para o mesmo, na ra de S. Miguel n. 85, com 6
palmos de frente e 14 de fundn,sem repailimen-
jcft 8 .re''os; ? em ",ad0 de r,lin8. Por
Baffi qUC PCDhorado a Francisca
Umo casa lerrea na ra do Rom Costo n. 19
com 18 palmos de frente e 50 de fundo, pequeo
quintal em aberlo, cem chaos forciros. por 50
Uutracasa na mesma ra n. 21. com 18 palmos
do frente e 50 de fundo, quintal era aberlo. e em
chaos foreiros, por 50. as quaes foram penhora-
das aos herdeiros de Joaquim Caelano do Luz
Uma casa terrea em coixo, na ra de Moloco-
omb n. 38, com 00 palmos de fundo e 20 de
largura com quintal em aberlo, per lOOfl, a oual
foi penhorada a Jodo da Cruz.
Uma casa terrea em caixo, na ra de S Mi
foll7\ Cfm^ r'a,m0le 4 Pegado8 de fran-
je e 71 de fundo, com 2 portas c 1 ianella de
frente, e outras (antas no fundo, e em chaos fo!
re.ros, por 400 a quol foi penhorada aoS her-
de.ros de Manoel Gongalves Silveira
A rendo annual da olaria na ra de S. Miguel
comnrS'rP,lareS'Cobcrla de ,e"'8. com8seu
competente torno e um quarlo para prelos, em
B?f.ladt0\,r 6.00S' qual foi ^"horada a Jos"
Buarquo de Macedo por Manoel de Souzo Jardim.
manl,aeHn-CnC8 con,Pf,recam as 10 horas da
manhaa do da 3 de maio, na sala das audiencias,
que ser a ultima praca.
Attenco.
Francisco Sanlini, italiano, mestre de piano e
canto, lem 3 honra de participar a esle respeita-
vel publico Pernambucano, que as pessoas quo
precisaren! dos seus prestimos poderao procra-
lo no deposito de pianos do Sr. J. P. Voaelev
na ra Nova n. 27. "
I Guilherme Angusto Ricardo regressa para a
liania.
Alugam-sc prelos escravo para trabalha-
rem em canoas: quem os tiver e quizer alugar
annuncic ou dirija-sea taberna de Joao Jos Lo-
pes da Silva, no becco das Barreiras. Prometie-
se pagar bem, e tralamento melhor.
Precisa-se alugar um moleque>para o ser-
vico interno de urna casa ealrsngeira : quem o
tivr, d.nja-se a ra do Trapiche n. 15.
Precisa-ae de um menino portuguez, d?sles
-.-, w .., "'"moa chegadoa, para caiieiro de um deposito
uriMttMr ^lSiier;0FJf,gneir1",e *\ui^Tut 'A.' ^ D' "" *"^
.*T 4rrc.Vdfl"se ..enpnho denominado Jussa:
rde.SanlAnna, sito na fregueziade Ipomea -
esto engenho tem excellenles trras par' loda e
qualquer ordom de cultura, e com posailiilidade
Hit '" lm g"nde esca,a, e fi" "'me ao
porto de embarque uma legua : a tratar com o
seu propnelario o Dr. Ignacio Nerv da Fonema
d.7roAv10nciaDh0 D'" Ti&rtM "lifa-se paralo",
Manoel Jos da Silva, estabelacido mm i*
bern. na ra da Senzala Nora n C.por ch.
iguaea. de hoje em
outros de nomes


*- I.
*mi
------1------__
tl
MARIO PE PER1UMBUCO. QUINTA fEH*A 8 DE MAIO DE 1860.
ProTessor dentista.
Una da Cruz numero 44.
D.Juan Noguesfazsciente aos seus freguezes
c ao respciiavel publico em goral, os quaea j
tem pleno'cenhecimento da perfeico e delicade-
za do seu (rabalho, quo contioa no exercicio de
suaprollsso: tira deules com a maior rapidez
po-sivel a 2# ca 3$, sendo em casa o Tora della
;i 5J, lirapa-os a 5>, chumba com massa diaman-
tina a5S. ecom prala a 3j>, collocaos sobre cha-
pa do ouro a V6>, sendo para fra da cidade qual-
quer operaco ser o preco que se convencionar.
hmmmma ae $% suMKtisg
Collegio do Bom Con-|
fselho, ra do Hospi'-|
i ci n. 19. j
* O director reso'von modicaro art. dos j||
estatutos do seu collegio em que pede Sto
lOg mensaes pelos alumnos externos, exi- Jj)
v guido d'oracm diante 2()J por quarlel.
=Jg As aulas preparatorias sao regidas por |g
professorcs habilissimos e de reconbecido SE
mrito. jd
Attestado.
Rheumatismo no joelho da perna direita
Eu abaixo as3gnodo declaro, que achando-mc
gravemente atacado de rheumatismo no joelho da
perna direita por raais de 2 annos, o qual me
prirava de dormir, e applicando .varios medica-
mentos nao foi possivel obler melhoras algumas,
c ltimamente recorr s chapas medicinaes do
Sr. Ricardo Kirk, com escriptorio na ra do Par-
to n 119, o no pequeo espaco de 2i das Gquei
porfeitamente bom. E por ser verdade, passei o
presento attestado, o qual vai por mim assignado
para ser conhecido publicamente. Ra do Ouvi-
dor n. 10, Rio de Janeiro.
Luis Venancio da Rocha Vianna.
Tributo de gratido.
Inilaramacao m bocea do estomago.
L'ma minha cscrava padeca ha bastante terapo
tima forte inflammaro na bocea do estomago,
acompanhada de falta derespiraco, milito can-
saco e dores pelas cosan, ludo procedido da mes-
illa inflammaro, o com muitos remedios que
tomou c applcou, nunca pode obler melhoras ;
ltimamente com as chapas medicinaes do Sr.
Ricardo Kirk, com escriptorio na ra do Parto
n. 119, tive a satisfacao de a ver perfeitamenle tomar conta dacozinha de urna casa estrangeira
Sociedade Balearia,
Amorta-, Fragoso, Santos & Componhhi.
Ra da Cadeia do Recife;
O publico e os socios desta empreza podem
obter pela pratica de eonlas correntes vantagens
inconlestaveis. Cessaria o prejuizo que soffrera
as pessoas que improductivamente conservara
em suas gavetas quantias, que, dadas pela forma
abaixo desciipta, estaran em ccrlo periodo con-
stderavelmento augmentadas ; porlanto, era
nosso inleresse e no do publico que azemosas
considerares seguinles :
Todo o individuo quo possuir a quantia de
101)5, edahi para cima, pode abrir conta correte
cora esta sociedade, depositando em seu cofre
essa quantia, que Picar vencendo juros desde o
momento em quo for entregue al aquelle em
que for retirada ; estos juros sero accumulados
ao capital no flm de cada semestre civil, para
flearom por seu turno vencendo juros, que sero
igualmente accumulados.
A sociedade pagar scrapre urna laxa de juros
de dous por ccnlo, menos que a taxa, por que a
ca'xa filial descantar us letras da praca.
As quantias assim depositadas em conta cor-
rele podero ser retiradas parcial ou totalmen-
te a lodo momento do modo seguinto : at a
somma de 5:0003, visU de 5 al 20 contos com
aviso antecipado de tres das, e de 20 contos pa-
ra mais com aviso de seis das.
As pessoas residentes nesla praca a sociedade
fornecer gratuitamente urna caderneta para
iiella se fazer a escripturago da conla, como
tambera para servir de documento s quantias
que por ella forera recebidas; s residentes fra
remetiera annualmcnte urna copia da conla cor-
rente para ser conhecido o estado della.
Desle modo, sem espeza alguma, poupando
terapo e trab.ilho, poder qualquer pessoa guar-
dar as suas economas e augmeula-las com os
juros que for vencendo.
Nao acontece o mesmo sendo o dinheirodado
a juros a prazo Cxo por letras ao portador, pois
nao sendo reformadas no vencimenlo deixara de
vencer juros.
Pedindo a attencao do publico para esta classe
de operacoes demonstramos quanlo 1 lie sao pro-
ficuas, h,asla ter era considerado que, conser-
vando uin capital depositado em conla corrale
no espaco de 10 annos pelo juro de 7 por cenlo,
e esle capital estar duplicado naquelle periodo.
Precisa-se do urna ama : no pateo do Ter-
co n. 26.
Precisa-se de urna pessoa habilitada para
MIS
ib variado sortimento de
roupas feilas
Na loja da ra Direita n. 87.
licos sobrecasacos de panno muito (ico a 25 e
28), paletots de fusto brancos e de cores a &J,
diios de alpaca de seda a 59, diios sobre a 68,
dilos de brim a 3$500 e 4. ditos de esguiode
alj;odo branco a 3200, calcas de brim de linho
de core a 2$500, 3$, 3*500 e 4f, ditas brancas a
2$, corles de eollete de gorgurode seda a 2G00
e 3#, ceroulas de bramante franeczas a 1J600,
gnvata; de gorgurao, chamalote, setim e groz a
1S. ditis de rede a 1400, chapeos francezes
a liff e I&500, dilos de casemira a 3J800, ditos de
castor, ;opa baixa, a 10, chapeos deso de pan-
nc, cabsde canna com astea de balea, a 29500,
per ter grande porco, corles de brim de algodo
a :)00 rs., saias a balo a 6*500, esguiao de al-
gcdo com dea larguras a 400 r8 colletes de
gergurio de seda a 5$, mantas de seda a 29500,
meias eras a 2*500, 3*200 e 4$, e oulras mul-
tas fazeudas de goslo que seria enfadonho men-
cionar ; a ellas, antes quo se acabera : spa-
los de tranca (eitos no Porto a 1*600.
senhor'
Senhor
boa em 33 dias, pelo que tributo ao dito
mcus sinceros agradecitnenlos. Ra do
dos Passos n..47, Rio de Janeiro.
Antonio Jos da Costa.
Reconhecida verdadeira a assignatura supra
pelo labellio Pedro Jos de Castro.
TRATAHIENTO
NEM INCOMM0DO.
do estomago.
SEM RESGUARDO,
Iiiflaminaco
Nao posso deixar de tributar os meus devidos
na ra Nova n. 21, loja de l!. 1. Germann.
Aluga-se urna crioula com 20 annos, sadia,
e Piel, sabe engommar e cozinhar alguma cousa,
c sabe lavar: quem prc'.ender, procuro na ra da
Roda, casa torrea n. 23, das 6 as 8 horas do dia,
e das 4 as 6 da tarde.
Na ruado Livraraento n. 21, precisa-se fal-
lar com o Sr..Francisco Jos de Sanl'Anna a ne-
gocio que nao ignora.
Precisa-se de um criado que saiba cozinhar
para o servico de urna casa de pequea familia :
taKS; me^nZslo^ Hirdo na rua do Crespo n. 2, primeiro^ndar
Attencao
Kirk, com escriptorio na ra do Parlo n. 119,
pois que por mcio de lio precioso remedio Cquei
curado da inflammaco do estomago, da qual pa-
deca ha mais do 10 annos, por cuja causa so liria
falta de resoiraco, cansaco e muito faslio ; e
nao lendo J espeanca deGcar raellior, acho-me
agora perfeilaraenle bom, depois de 40 dias di
applicacao das dilas chapas. Por isso cumpro
com o meu dever, fazcnJo a presente deelaraco
era signal de minha sincera gralidao. Rua'do
Sacco n.53, Rio do Janeiro.
Agoslinho Vereira Cardoso.
Reconhecida verdadeira a assignatura supra
pelo labellio Pedro Jos de Castro.
Precisa-so alugar um sobrado do dous o
tres andares, que seja no bairro de Santo Anto
nio, a tratar na praca da Independa n. 37 e 39
Precisa-se alugar urna ama que saiba cosi-
nharbem ; a tratar na ra Cabug n. 3 no segun-
do andar.
HoteldoRo
o
Precisa-se de urna ama livre ou escrava, que
saiba cozinhar e engommar : na ra da Cadeia
do Recifc n. 25, defronie do boceo Largo.
Eu abaixo assignado declaro que comprci
a taberna sita na ra de llorlas n. 16, ao Sr.
Francisco Jos de Brito; e por isso participo ao
respeitavel publico, ou a quem se adiar cora di-
reilo a mesma, se aprsente no prazo de tres
dias, a conlar da data (leste. Recifc 30 de abril
de 1860. Joo Alves da Cruz.
Precisa-se de 2:000$ a uros so-
iu Are iim predio nesta cidade : quem lhe
o" convier, annuncie a sua morada por
- esta mesma follia para ser procurado.
Joao Antonio Carpintetro da Sil-
va, pede aos seuscredores que lheapre-
sentem suas contas ate o iin do corren-
te, para serem pagas vencidas ou por
vencer. Recife 29 de abril de 1860.
Augusto & Perdigao,
com loja na ra da Cadeia do Recife n.
23, confronte ao becco Largo,
previmjra aos seus freguezes. que acabam de sor-
tir seu novo eslabelecimento com/fazendas de
gDsto, finas, o inferiores, para vender pelos pre-
c is os mais razoaveis ; as fazendas inferiores,
nao a relalho, se vendero por um preco fixo
que ser seu proprio custo as casas inglezas,
urna vez que seiam pagas vista.
Nesta eslabelecimento se encontrar sempre
um sortimento completo de fazendas, e entre el-
las o seguinle :
Vestidos de seda com babados e duas saias.
Ditos de la e seda e duas saias.
Ditos de larlatana bordado a seda.
Manteletes pretos bordados com franja.
Taimas pretas de seda e de fil.
Polonezasde gorgurao de seda pretas.
Cinturoes para senhora.
Espartilhos com molas ou cokhetes.
Enfeiles de vidrlho ou flores para senhora.
Vestuarios para meninos.
Saias de balao para senhora e meninas.
Chapeos para senhora e meninas.
Penles de tartaruga dos melhoresgostos.
Perfumadas de Lubin e outfos fabricantes.
Cassas e organdys de cores.
Grosdcnaplcs de cores.
Chitas escuras francezas e inglezas
Collas c manguitos os mais modernos.
Camisas de linho para senhora.
Ditas de algodo para menino.
Algodo de todas as qualidades.
Lencos de labyriotho para presentes.
Collas de crochet pira menino.
Vestidos de jhn azia.
Roupa feita.
Casacas e sobrecasacas de panno fino.
Paletots de casemira.
Pechiocha.
Fumo americSiD.
Vendo-se fumo americano proprio para mas-
care fazer cigarros : na ruada Cruz do Recife n.
50. primeiro andar, caixinhas de 20 e 40 libras
a 400 rs. a libra.
Vende-se um ptimo engenho do fabricar
assucar. moenle e correte, todo de varzeas de
massap e pal, na freguezia de Ipojuca, de ex-
cellente produccao : quem o pretender, dirija-se
a loja de Jos Victorino de Paiva, na ra do Ca-
bug n. 2, que dar todae qualquer informarlo.
Potassa da Russia
E CAL DE LISBOA.
No bem conhecido e acreditado deposito da
ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para vender
potassa da Russia e da do Rio de Janeiro, nova
e de superior qualidade, assim otmo tambem
calvirgemem pedra: tudo sor creeos muito
razoaveis
Sndalo.
Ricas bengalas, pulceiras e leques :
vendem-se narua da Imperatriz n. 7,
loja do Lecomte.
Loja da boneca ra da Impe-
ratriz n. 7.
_ Vendem-se caixas de tintura para tin-
gir os cabellos em dez minutos, como
tambem tingemse na mesma casa a
qualquer bora.
Ferros de engom-
mar econmicos
A. SgOOO.
Conlinua-se a vender fazendas por Daixo
i preco at mesmo por menos do seu valor,
2 afim de liquidar contas : na loja de 4 portas
na ra do Queiraado n. 10.
12 Ra da Quitanda 1%
NO
Rio de Janeiro,
Este antigo e bem acreditado eslabelecimento
nao s offerece aos Srs. viajantes cxcellentes
comraodos e um tralamento to bora como nos
welliores da Europa, como tambera aos amado-
res de bilhar, ricas mesas era que possara se ro-
crcarem as horas vagas. O proprielario confia-
do na fama que sua casa tem sabido graugear,
tanto dos numerosos eslrangeiros como mesmo
nacionaes, quo lem tido a honra de 1 ospedar,
espera continuar a merecer a confianza das pes-
soas que visitarem a corte do imperio.
Precisa-se para urna casa de pequea fa-
milia, de urna escrava que faca o servico diario
e Comoras, com aceio e ldelidade, paga-se bem :
na ra dos Prazeres nos Coelhos, casa de porto
cora dous Icoes.
Calcas^do casemira pretas e de cores.
Colletes de seda idem idem.
Compras.
Compram-se moedas de ouro de 10$ e 209 ;
ua ra Nova n. 36, loja.
Imacarroca
com pipa para condueco d'agua : corapra-se no
Forto do Mallos, armazera n. 18, confronte ao
trapiche do algodo.
Compra-s urna balanca pequea com pe-
sos, um temo de medidas de pao e ditas de folha
e mais alguns objectos de taberna, que estejam
em bom estado ; qnem tiver annuncie.
Compra-se umcabrioletde qua-
tro rodas, que esteja em bom estado e
tenhacoberta : narua da Gloria n. 3.
Ditos de fusilo.
Camisas inglezas todas de linho.
Ditas francezas de differeules qualidades.
Malas e saceos de viagem.
Borzeguins de Mellier e outros fabricantes para
hornera.
Ditos para senhora.
Charutos de Havana, Baha e manilha.
Camisas de flanella
Chapeos de todas as qualidades para hornera,
senhora e enancas.
Cortos de vestidos brancos de b'.onde com ca-
peila e manta.
Didos de vislidos brancos do seda para casa-
montos. ,
Chapeos de castor preto
e brancos
N ra do Queimado n. 37, vendem-se o me-
lhoras chaces de castor
REMEDIO INCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes po-
dem testemunhar as virtudes dcste remedio in-
comparavel e provar era caso necessario, que,
pelo uso que delle fizeram tem seu corpo e mem-
bros inteiraraente saos depois de haver emprega-
do intilmente outros tratamentos. Cada pesoa
poder-se-ha convencer dessas curas maravilhosas
pela leilura dos peridicos, que lh'as relatam
todos os dias ha muitos annos ; e a maior parte
dellas sao to sor prndenles que admiran; so
mdicos mais celebres. Quanlas pessoas reco-
braram com este soberano remedio o uso de scus
bracos e pernas, depois de ter permanecido lon-
go lempo nos hospitaes, onde de viam soffrer a
amputaro 1 Dellas ha muitasque havendo dei-
xado esses asylos de padecimentos, para seno
submetterem essa operaco dolorosa foram
curadas completamente, mediante ousodesse
preciosoremedio. Algumas das taes pessoas na
enfuso de seu reconhecimento declararam es
tes resultados benficos diante do lord correge-
dor e outros magistrados, afim de maisautenti.
carem sua firmativa.
Ninguem desesperara do estsdo de saude sa
'ivesse bastante confianza para ensaiar este re-
medio constantemente seguindo algum lempo o
mentratato que necessilasse a natureza do mi
cujo resultado seria prova rinconteslavelmente :
Quetudocura.
O ungento be til, mais particu-
larmente nos seguinles casos.
A 8,000 rs.com todos
os pertences.
Do-se a contento para ex-
periencia por um ou dous
dias.
Vendem-se estes magnficos ferros as seguin-
tes casas :
Praca do Corpo Santo n. 2.
Ra' da Cadeia do Recife n. 44.
Dita da cadeia do Recife n. 49.
Ra Nova n. 8.
Ra Direita n. 135.
Dita da Madre de Dos n. 7.
Dita do Crespo n. 5.
Dita daPenha n 16.
Dita do Cabug n. 1 B.
Dita Nova n. 20.
Dita do Imperador n. 20.
Dita do Queimado n. 14.
Dita Direita n. 72.
Dita da Praia n. 28.
Dita da Praia n. 46.
Dita do Livramcnto n. 36.
Dita da Santa Cruz n. 3
Dita dalm cratriz n, 10, armazem de fazendas
de Raymundo Carlos Lelte & Irrao, em todos
estes lugares do-se por um ou dous dias para
experimentar-se.
Cheguem a Pechiaa
Na loja do Preguica na ra do
Queimado n. 2. tem para
\ender:
Chalye marin decores, ptimo nao sopara
roupes e vestidos de montara de Sra. tomo para
vestuarios de meninos a 360 e 400 res o cova-
do Challes da merino estampados muito finos pelo
derainuto preco de 2:500 cada um musselinas
modernas, bastante largas, de variados padrCes
a 260 e 280 ris o covaJo gravitas a fantatSi.o
mais moderno posnvel a 19 e 1200 cadauma, a
outras muitas fazendas, cujos presos extraor-
dinariamente baratos, stisfaro a expectativa
do comprador.
Com toque de avaria
a 1:800
Cortes de vestido de chita rocha fina a 1 -.800
lencos de cambraia brancos a 2:000 2:500 3?P
4:000 a dusa ditos com 4 palmos por cada face
ede 4 e meto por 5:000 cousa rara no Arma-
zem de fazendas de Raymundo Carlos Leite rtt
Irmaos. ra da Imperatriz n. 10.
Yerdadeiras luvas de Jovin de to-
das as cores, ra da Imperatriz
loja do Leconte.
n. 7,
GRANDE
ARME
DE
Attencao.
*
Na ra do-Imperador, junto a botica, ha lodos
os dias, s 7 horas da manha, leite de vacca,
puro, pelo prego de 400 rs. a garrafa.
VenUe-se meia legoa de trra em quadro,
na freguezia de Agua Preta, terreno todo de var-
zeas, regado por tres riachos bastante fortes,
margem do rio Una, o defronte da quarla estarlo
da via frrea : quera pretender corapra-lo, pode
drigir-se nesta praca-ao Sr. Hereulano Deodalo
dos Santos, na ra do Cabug, e ao Sr. Antonio
Francisco Martina de Miranda, na ra da Praia,
e no Rio Formoso ao Sr. Jos Pereira Lins.
1S600
23000
1$800 T
2c50{
200C
Botica.
Um armazera. Constante-
Transfere-so por 3 annos o arrendamento do
famoso armazem n. 13, ns ra da Cruz no Reci-
fe : trata-se no Forlo do Mallos, largo do trapi-
che do algodo u. 18.
AMA DE LEITE.
Precisase de urna ama de leite : na ra larga
do Rosario, passando a botica, a segunda loja de
miudezis n. 40, que se dir quem ptecisa.
mente
compra-se, vende-se e troca-se escravos : narua
Direita n. 66.
Bctrtholomeu Francisco de Souza, ra larga
do Rosario n. 36, vende os seguinles medica-
mentos :
Rob L'Affecteur.
Pilulas contra sezoes.
Ditas vegetaes.
Sflsaparrilha Bristol.
DitaSands.
Vermfugo inglez.
Jirope do Bosque.
Pilulas americanas (contra febres).
Ungento Hollway.
Pilc.lasado dito.
Ellixr anti-asmathico.
Vidrosde boca larga com rolhas, de 2 oncas a
121ibras
Assim como tem um grande sortimenfo de pa-
pel para forro de sala, o qual vende a mdico
preco.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermedades da cutis
em geral.
Ditas do anus.
Erupces e escorbti-
cas.
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremida-
des.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
lnchaQ5es
Inflammaro doflgado.
Inflammaro dabexiga.
da matriz
Leora.
Males das pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosquitos.
Pulmes.
Quei ni adelas.
Sarna
Supuracocs ptridas.
Tinha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea,
do ligado,
das articulaces.
Veias torcidas ou noda-
das as pernas.
Para a quaresma.
Sedas pretas lavradas. lindos desenhos
covado
Gorgurao de seda lavrado, superior em
qualidade, para vestido, covado
Grosdenaple preto, covado
Dito largo e muito superior a 23 e
Sarja preta larga, covado
narua do Queimado, loja de 4 portas n. 10.
Vende-se um carro de 4 rodas, bem cons-
truido e forte, com assento para 4 pessoas de
dentro, e um assento para boleeiro e criado fra,
forrado de panno fino, e tudo bem arrar.jado :
para fallar, com o Sr. James Crabtree & C. n.
42, ra da Cruz.
Era casa de Soulhall Hellors & C, ra do
Trapiche n. 38, vendem-se os seguintes artigos:
Chumbo de muhicao sortido.
Pregos de lodas a's qualidades.
Alvaiade.
Vinho de Shery, Porta, Hungarian em barris.
Dito de Moscllc em caixas.
Coguac em caixas de duzia e barris.
Relogios de ouro e prata, patente e chrqnome-
tros, cobertos e descoberlos (bem acreditados).
Trancelins de ouro para os mesmos.
soriidos em latas pequeas.
Roupa feita,
Ra Nova n. 49, junto
aigrejada Conceigao dos
Militares.
Ncste armazem encontrar o publico
um grande e variado sortimento de rou-
pas feitas, como sejam casacas, sobreca-
sacas, gndolas, fraques, e paletots de
panno fino preto e de cores, paletots e
sobrecasacas de merino, alpaca e bomba-
zina pretos e de cores, paletots e sobre-
casacos de seda e casemira de cores, cal-
cas de casemira preta e de cores, ditas de
merino, de princeza, de brim de linho
branco e de cores, de fusto e riscados,
calcas de algodo, colletes de velludo
preto e de cores, dilos de selim preto e '
branco, ditos de gorgurao e casemira, di-
los de usles e brins, faldamentos para
a guarda nacional, libres para criados,
ceroulas e camisas francezas, chapeos e
grvalas, grande sortimento de roupas
para meninos de 6 a 14 annos ; nao agra-
dando ao comprador algumas das roupas
feitas se apromplaro outras a goslo do
comprador dando-se no da convencio-
nado.
l
Y

U
Biscoitos
Pianos ',
Saunders Brothers & C. tem para vender em
seu armazem, na praca do Corpo Santo n. 11,
alguns pianos do ultimo "gosto, recentimente
chegados, dos bem conhecidos e acreditados fa-
bricantes J. Broadwood Sons de Londres, e
muilo proprios para este clima.
DA
FUNDIDO LOW-MOW,
Roa da Scnzala toya n. 42.
Neste estabelecimento continua a haver um
comapleto sortimento de moendas e meias moen-
das para eu8enho, machinas de vapor e taixus
de ferro batido e coado. de todos os tamanhos
para dto.
moedas de ouro de 16$ e 20# : na ra
da Cadeia do Recife loja n. 22.
Compram se taboas velhas de qualquer
qualidade : na ra Nova, loja de louca defronte
da cocheira do Adolpho, se dir quem compr;.
e3labe-
18 : as
c per-
pholo-
Vendas.
N-stes dias feixa-se infallivelmcnte o
lenimcnlo de retratos da ra Nova n.
iessoas que desejarem Picar com um fiel
eito retrato npprovcilem a occasio.O
grapho, F. Filela.
CarroceiroSa
Precisa-se do dous homens para trabalharem
com carrocas : na tnvessa do Carioca n. 11.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva,
para cozinhar eengommar para urna s pessoa:
na ra de llorlas n. 16, primeiro andar.
Adriano & Castro declaram que Jos Cle-
mentino Bezerra de Mello deixou de ser seu cai-
xeiro, sendo substituido por Antonio Jos de Cas-
tro Guimares.
Aviso ao publico.
Jos Antonio de Souza Freitas, porluguez, re-
sidente nesla cidade, por encontrar outro o
igual nomo, faz siente ao publico que de hoje em
diaute se assignar Jos Antonio Femantes
Freitas.
Jos GoocalvesRoia relira-se para o Rio de
Janeiro.
Achando-se nesla cidade, vindo do Mara-
nho, para ser vendido, o crioulo Faustino, de-
sapparer.eu antes de hontem, 25 de abril, do lu-
gar do Giqui, para onde tinha ido a contento ;
fina estatura alta, corpo regular, traz suissas
raspadas no queixo, falla bem, tem o semblante
triste, conserva no cotovelio direito a cicatriz de
urna culilada, intitula-se forro, trocando o nomo'
para o do Jos da Rocha, com o qual servio no
exercilo em quanlo nao foi reconhecido, dizendo
ser natural de Marn; levou calca de algodo
cinzenla, camisa branca, chapeo de palha, e um
cobertor de la. Desconfia-se que seguisse para
o norte da provincia, e quera delle der noticia ou
o apprehender c couduzirrua da Cadeia do Re-
cife n. 38, primoi.ro andar, ser rocomponsado
generoramenle.
O Sr. Antonio Jos'da Costa Gu-
maraes. Portuguez, natural da fregue-
zia de Santa Leocadia do termo de Gui-
marSes, queft ter a bondade de din-
gir-se a ra do Queimado n. 35, loja d
lerragens, ciue se lhe deseja fallar por
incumbencia de sua familia.
= Vonde-se urna mulata de 20 e tantos annes
cora urna filhinha da 3 mezes, sabe engommar
com perreico o quo se garaule, cose, faz laby-
rinlhoe cozinha, e vende-se tarabom urna mula-
tinba de 4 annos : quem pretende-lo, dirija-se
ao paleo do Ter?o n. 16.
Cocos italianos
de folha de Admires, muito bem acaba-
dos, podendo um durar tanto quanlo
duram quatrodos nossos 400 rs. um
e 4# urna duzia : na ra Direita n. 47,
loja de unileiro.
Mil lio e farelo.
Vende-se milho a 45 o sacco, e em cuia a 213,
farelo a 53500 o sacco : por baixo do sobrado a.
16, com oilo para a ra da Florentina.
Vende-se este ungento no estabecimento
geral de Londres n. 224, Strand, e na loja de
todos os boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America
do snl, Havana e Hespanha.
Vende-se a800 rs., cada bocetinha contm
umaWnstrucco em prtuguez para o modo de
fazer uso desle ungento.
O deposito geral em casa do Sr. Soum,
nharmaceutico, na ra da Crun. 22. em Per-
oambuco.
SU
e arinazem
DE
Na ra do Queimado n. 33,
loja esperanca*
vende-se urna flauta de ebano.guarnecida de na-
ellechart.com 10 chaves,systema Bohemio, muilo
bem acabada, por 50$, assim como um violao Je
Jacaranda, de chaves, marchelado de madrepe-
rola.obra prima, por 509, rosarios de madrepe-
rola proprios para presente no mez prximo ir. oz
de devocao) a 5, 6, 8 e 10$ cada um, e esto se
acabando, graxa franceza para sapatos a 640 ra. o
pote, (especial desta loja), linta azul e prels, in-
gleza, inleiramente liquida, a 500 rs. o pote, pira-
nas de ac o melhor possivel, tendo a propriec a-
de de, quanlo mais velha em se escrevendo, ne-
lhorfica, e muitos objectos necessarios.
Acaba de chegar do Ro de Ja
neiro alguns exemplaresdo
primeiro e segundo volucie
da Corographia.
Histrica clionologica, genealgica,
nobiliaria e poltica do imperiodo Bra-
sil, peloDr. Mello Mora es : vende-: a
4jj[ o Y*'ume, podendo-se vender o se-
gundo em separado : na livraria n. 5 e
8 da praca da Independencia^
GRANDE SORTIMTO
ra
Fazendas e obras feitas J
Ges&BastoJ
Narua do Queiuiad) n.
46, frente amarella.
Completo e grande sortimento de cal-
cas de casemira de cores e pretas a 8#,
f 98,10& e 123, ditos das mesmas casemi-
ra8a7i, 8* e9J, dilos de brim trancado
branco muito fino a 5$, 6$ e 79 ditos de
cores a 3$, 3JJ500, 4J e 5, ditos de me-
rino de cordao para luto a 5$, colletes de
casemiras pretas, ditos de dilas do cores, ]
ditos de gorgurao pretos e de cores o 5]J, |
8 6e 7tf. ricas casacas de pannos muilo fi-
Q nos a 35$ e 409, sobrecasacas dos mesmos
f 1 pannos a 28$. 30 e 35$. paletots dos mes-
jgf moa pannos a 22$ e 24, paletots saceos
i| de casemira modelo inglez 109, ditos de
S| casemira mesclado muito fino de apurado
II gosto 15$ e 169, ditos sobrecasa das mes-
52 mas cores a 18$ e 20$, dilos sobre de al-
l paca preta fina a 7$ e 8$, ditos saceos a
o 49. dilos de fusto branco e de cores a 49,
I 49500 e 59, ditos de brim pardo muito
superior 49500, camisas pa.-a menino de
' lodos os tamanhos a26$000 a duzia, meias
de lodos os tamanhoa para menino e me-
ninas, palilols de todos os tamanhos e
qualidades psra os mesmos, colletes de
brim branco a 3$500 e 49, ricos colletes
vIludo preto bordado c de cores diver-
sas e por diversos procos, ricos coberto-
res de fusto archoado para cama a 69.
colarinha de linho a peer a 69500 a du-
zia, assim como temos recebido para
dentro desle eslabelecimento um comple-
to sortimento de fazendas de goslo para
senhoras, vestimentas modernas para me-
nino e meninas de qualro a seis annos e
ludo vendemos por preeos razoaveis. As-
sim como neale estabaleciment manda-
se apromptar com presteza todas as qua-
lidades de obras relativo a oftlcina de 1-
,iate sendo isto com todo goalo e asseio.
inglezas.
Pennas de ago
Vendem-se na ra da Cadeia do Recife, loja n.
7, deGuedes& Goncalves, as verdadeiras pennas
de ac inglezas, mandadas fabricar pelo profes-
sordecalygraphia Guilherme Sculy, pelo mdico
preco de 19500 a caixa..
Bezerro francez
grande e grosso :
Na ra Direita n. 45.
OJDM:
cobertos e descobertos, pequeos e granrjes, de
ouro patente inglez, para homem o senhora,
de um dos melhores fabricantes de Liverpool,
vindospelo ultimo paquete inglez : em casa de
Soulhall Mellora & C.
CALCADO
Grande sortimento.
45--Rua Direita*4S
Os estragadores de calcada encontra-
ra/} neste estabelecimento, obra supe-
rior pelos preeos abaixo :
Homem.
Borzegjinsaristocrticos. 9#000
Ditos (lustre e bezerro)..... 7$000
Borzeguins arranca tocos. 7^000
Ditos econmicos. ...... 6#000
SapatSes de bater (lustre). 5#000
Senhora.
Borzeguins primeira classe (sal-
to de quebrar) ......50000
Ditos todos de marin contra
calos (salto dengoso).....4$500
Borzeguins para meninas (for-
tissimos)..........4#000
E um perfeitosortimento de todo cal-
cado e daquillo que serve para fabrca-
la, como sala, couros, marroquins, cou-
ro de lustre, fio, fitas, sedas etc.
importante.
45 Ra Direita 45
Este estabelecimento quer acabar
com alguns pares de borzeguins que llie
restam,dos famosos arranca-tocos, ci-
dadaos etc., e sem o menor defeito, re-
duzindo-os aopreqo de 7#000
SYSTEMA MEDICO DE II0LL0WAY.
PILULAS HOLLWOYA.
Esteinestiniavelspecfico, compoolo inleira-
mente do hervas medicinaes, nao contm mercu-
rio, era alguma outra substancia delecteria. Be-
(.nigno a mais tenra infancia, e a compleiclo mais
delicada igualmente prompto c seguro para
desarreigar o mal na compleico mais robusta;
inteiramenle innocente em suas operacoes e ef-
feitos; pois busca e remove as denca3 de qual-
quer especie e grao por mais antigs e ienazes
quesejam.
Entre milhares de pessoas curadas com este
remedio, muitas que ja estavam as portas da
morte, preservando emscu nso: conseguiram
recobrar a saude e forcas, depois de haver tenta-
do intilmente todos os outros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-se a de-
sesperado ; facam um competente ensaio dos
efficazes effeitos desta assombrosa medicina, e
prestes recuperarlo o beneficio da saude.
Nao se perca tempo em tomar este remedio
para qnaiquer das seguintes enfermidades
em grande sortimento para
homens, senhoras e
meninos.
Vendem-se chapos francezes de superior qua-
lidade a 650fj. 7 e 88, ditos de velludo, copa r\
ta e baixa 78, 9 e IOS, dilos de lontra pretos e
> cores, muito finos a 6 e 79, ditos do chile a
38500, 5, 6, 8,10 e l, los de feltro em gran-
de sortimento, tanto em cores como era qualida-
des, para homens e meninos, de 28500 a 7j$, di-
toa de gorgurao com aba do couro de lustre, di-
tos de casemira com aba forrada de palha, ou
sem ella a 4$, dilos de palha ingleza, copa alia
e baixa, superiores e muito em conta,' bonetes
francezes e da Ierra, de diversas qualidades, para
meninos, chapeos de muitas qualidades para me-
ninas de escola, chapelinas com veo para senho-
ra, muilo em conta e do melhor goslo possivel,
chapeos de seda, ditos de palha amazonas, enfei-
tes para cabera, luvas, chapeos de sol, e outros
muitos objectos que os senhores freguezes, vis-
ta do preco e da qualidade da fazenda, nao dei-
xaro de comprar; na bem conhecida luja de
chapeos da ra Direita n. 61, de B. de B. eij.
Vendem-se fazandas por barato"
prego e algumas por menos de seu
valor para acabar, em peca e a rea-
lho : na ruado Queimado loja de 4
portas n. 10.
milho; nos armazens de Tasso
Accidentes epilpticos.
Alporcas.
Ampolas.
Areias(malde).
Asthma.
Clicas.
Convulses.
Debilidade ou extenua-
S'o.
lidade ou falta de
forcas para qualquer
cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta,
de barriga,
nos rins.
Dureza no ventre.
Enfermidades no ventre.
Ditas no flgodo.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febre biliosas
Febreto internitente.
Febreto da especie.
Gotta.
Hemorrhoidas.
Hydro pesia.
Ictericia.
Indigestoes.
Inflammacdes.
Ir r eg u laridades
menstruago.
Lombrgas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas na cutis.
Obstruccao de ventre.
Phtysica ou consump-
pulmonar.
Ketencao de ourina.
Rheumatismo.
Symptomas secunda-
rios
Tumores."
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal].
RELOGIOS.
Vende-se em casa de Saunders Brothers &
C, praca do Corpo Santo, relogios do afama-
do fabricante Roskcll, por pregos commodos,
e tambem trance.llins e cadeias para oa meamos,
deexcellente Kosto.
4,000 rs.
por sacca de milho; nos armazen;
Irmaos.
Ba do Oueimado n. 37.-
A 30J cortes de vestidos de seda que custaram
60; a 16a cortes de vestidos de phaulasia que
custaram 309 i a 8g chapelinhas para senhora:
na ra do Queimado n. 37.
Enfeites de vidrilho e de retroz a 4$ cada
um : narua do Queimado n.37, loja de4 portas.
Em casa de Rabe Scbmettan &
C, ra da Cadeia n. 37, vendem-se
elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann deHamburgo.
SABO
do deposito geral do Rio
com Tasso & Irmaos.
de Janeiro: a tratar
!
Vendem-se estas pilulas no estabelecimento
geral de'Londres n. 224, cStraod, e na loja de
todbs o, boticarios droguistas e outras pessoas
encarregadas de sua venda em toda a America do
Sul, Havana e Hesj nha.
Vendem-se asbocetidhas a 800 rs. cda uma
dellas, conten uminstrucgao portuguez pa-
ra explicar o modo de se usar Aaatas pilulas.
O deposito geral em do Sr. Soum
pharmaceutico na ra da GfWB> tt, Per-
nabucax
Farinha de mandioca
nos armazees de Tasso & Irmao*.
Milho
nos armazens da Taaao 4 Irmioa.
Tachas para engenho
Fundigaode ferro e bronze
.
DX
Francisco Antonio Correia Cardozo,
tem um grande sortimento de
tachas de ferro fundido, assim
lomo se faz e concerta-se qual-
quer obra tanto de ferro fun-
dido CHno batido.


m
~2+
_.
DIARIO DE PERIUMBUCO. QUINTA FEIRA 3 DE MAIO DE 1860.
. DE
DIMIT MMM\
-largo da Penha-
Manteiga perfe'.lamente flor a 800 rs. a libra e era birril se far mais algum abamenlo.
Queijos multo no\os
1J700 rs. e em caia se far.mais algum abatimenlo nicamente no armazem Progresso.
JVmexas francezas
em latas de folha e carapoteirasde vidro a 900rs., e em porgo se far nlgum abatimenlo s no
Progresso.
Cartocs de tooUnos
muito novos proprios para mimos a 500 rs., e era porgo se far algum abatimenlo s no Progresso.
Figos de comadre
era caixnhas elegantemente enfeitadase proprias para mimos s no Progresso ecom avista se far
um prego commodo.
lalas de soda
com 2 1|2libras de differcnlcs qualidades a 1$600 rs.,nicamente no armazem Progresso.
Conservas
* 700 rs. o frasco vendse nicamente no armazem Progresso
lWlacnnYia ingVeza
muito nova a 320 rs. a libra e barrica 45, nicamente no Progresso.
Potes Wdvados
de l a 8 libras proprias para manteiga ou outro qualquer liquido de 400 a 1J200 rs. cada um. se
no Progresso.
Chocolate trancex
alS libra, assim como vendem-se os seguinles gneros ludo recenlemcnte chegado e de superio-
res qualidades, presuntos a 480 rs. a libra, chourica muito nova, marmeladado mais afamado fa-
bricante de Lisboa, maga de tomate, pera secca, pasas, fruclas em calda, amendoas, nozos, frascos
com amendoas coberlas, contritos, paslilhas de varias qualidades, vinagre branco Bo.-dcaux proprio
para conservas, charutos dos melhores fabricantes de S. Flix, marcas de todas as qualidades, gom-
ma muito fina, ervilhas francezas, champagne das mais acreditadas marcas, cervejas de ditas,
spermacele barato, licores francezes muito finos, marrasquino de zara, azeite doce purificado, azei
lonas muilo novas, banha de porco refinado e outros muito gneros que encontraro tendente a
motilados, por isso prometem os proprielarios venderm por muito menos do que ojlro qualquer
proraelem mais tambem servircm aquellas pessoas que mandarem poroutras pouco pralicas como
se viessetn pessoalmente ; rogam tambem a lodos os sanhores de engenho e senliores lavradores
queirara mandar suas encommendas no armazem Progresso que se Ihcs affianea a boa qualidadec
o acondicionamento.
Verdadcra goma de mala vana
a 400 rs. a libra, s no Progresso.
Palitos
cilhalos para dentes a 200 rs. o maco cim 20 macinhos. s no Progresso.
C\i \vyson, pcvnla e nvelo
os melhores que ha no mercado de l600 a 2^500 a libra, s no Progresso.
Passas em caixlnnas de 8 libias
as mais novas que tem vindo ao nosso mercado pelo diminuto prego de 2$500, s no Progrosso.
Maas en\ caixlnnas de 8 libras
contendo 405 qualidades pevide, grito de bico, eslrelinha.alelria branca e amarella e paslilhas de
maga, s no Progrosso, e com a vista se far um prego commodo.
Cnonvicas c nios
a? mais novas que tem vindo ao mercado.s no Pr*ogrcsso, afiangando-se a boa qualidade e a visla,
se far um prego commodo.
ARCHIVO UNIVERSAL.
REVISTA HEBDOMADARIA
COLLABOBADO
PELOS SUS.
D. Antonro da Costa A. F. de CastilhoAntonio Gillexandre Herculano A. G. Ramos A-
Gnimaraes Augusto de LimaAnlonio deOliveira MarrecaAlves BrancoA. P. Lopes de Men-
dongaA.Xavier Rodrigues CordeiroCarlos Jos CaldeiraE. Pinto da Silva eCunhaF. Gomes
de AmorimF. M. BordalloJ. A. de Fretas OliveiraJ. A MaiaJ. A. MarquesJ. deAndrade
CorvoJ. da Costa CascaesJ. Daniel CollagoJ. E. de Magalhaes Coulinho i. G. Lobato Pires
I. H. da Cunha RivaraJ. J. da Graga JniorJ. Julio de Oliveira Piulo Jos Maria Latino
ti?Jos^ da Silva Mendos Leal JniorJulio de CaslilhoJulio Mximo rte niivoir pjmontel
J. Podro de SouzaJ. S. daSilva FerrazJos de Torra*, x. S. da MollaLeandro Jos da
CostaLuizvippe LeiteLuiz Jos da CunhaL. A. Rebello da SilvaPaulo Midoav_RjcarJo
Julio FerrazVnientim Jos da Silveira Lopes.
DIRIGIDO
A. P. de CanallioCarlos Jos narraros.i. r. amen de, Uoita
Rodrigo Paganino.
O archivo universal comega com o lerceiro volume o segundo anno da sua existencia ; con-
seguio pois vencer urna das maiores dilTiculdades com que osjornaeslitlerarios de Portugai teem
de ludir, e venceu com honra, satisfazendu cora a maior pontualidade lodos os compromissos
um periodo extremamente perigoso para as publicaces dcsla nalureza. '
Incetando o seu segundo anno, como nao altera o syslema seguido al agora, o archivo vnt-
versal nao aprsenla prograrama novo; hoje como no principio appella para o futuro; com a dif-
ferenga porm de poder tambem invocar emseu abono o passado. que ja conla ; as sym'palhias que
temoblido, osbons escriptos que tem apresentado, e a rcgularidade da sua publicaco. Para os
que conhecem a altribulada existencia do jornalismo portuguez, para os que sabem qua'ntis descon-
flangas necessario desvanecer, quantas suspeilas affastar, quantos embaracos rorpover, para con-
seguir urna vida mais larga; este tirocinio urna grande conquista o um bom agouro de prosperi-
Registra-o o archivo mais como um incentivo, do que como urna gloria, mais como urna es-
peranga, do que como urna victoria. A aniraagao que recebeu obriga-o a continuar como at hoje
erapregando todos osesforcos e empenho, toda a solicitude e desveno para se conservar dieno dos
scus intuitos e da sua poca. 6
Destinado a resumir todas as semanas\> movimento jojnalistico e a offerecer aosleitores, con-
juntamente com a revista do que mais notavel houver occorrido na poltica, na sciencia. na indus-
arles. alL'ui >< nnuin.ipe tnhrpnn.-nn. ),.,.- .---------.__ --._____iniiirn nnhlira-
. >, complelan-
.. c fronlespicio competen
Assigna-se em Pernambuco, ra Nova n. 8, nica agencia.
CONSULTORIO
DO
Dp. P. 1. Eolio Moscos,
WMBM MOTIl b mu!.
3 RA BAGL.ORIA9ASAOFUHDlO 3
Clnica or ambos os systcmas.
O Dr. Lobo Moscoso d consultas todos os dias pela manha e de tarde depois de 4 horas
contrata partidos para curar annualmente nao sopara a cidade como para os engeuhos ou outras
propnedades ruraes.
Os chamados devem ser dirigidos sua casa at as 10 horas da manha e em caso de ur-
gencia a outra qualquer hora do dia ou da noite sendo por escripto em que se declare o nome da
pessoa, o darua e o numero da casa. ..,
Nos casos que nao forem de urgencia, as pessoas residentes no bairro do Recife podero re-
metter seus brinetes a botica do Sr. Joo Sounn & C. na ruada Cruz ou loja de livros do Sr. Jos
ogueira de Souza na ra do Crespo ao p da ponte velha.
Nessa loja e na casa do annnnciante achar-se-ha coostantement e os melhores medica-
mentosnomeopalhicos ja bem conhecidos e pelos pregos seguintes :
Bolica de 12 tubos grandes,..........lOjJOOO
Ditos de 24 ditos...............15*000
Ditos de 36 ditos....... 20S090
n-! 2J0"........... 25$000
Ditos de 60 ditos...............OjfOOO
Tubos avulsos cada um........\ ". 1800(1
Frascos de tincturas........,"."."."."" SflOOO
Manoal de medicina homeopathica pelo Dr." Ja'hr "trduzid'o
em portuguez com o diccionario dos termos de medi-
cina, cirurgia etc.. etc. ,........ 20000
Medicina domestica do Dr. He ring, com diccionario. 101000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6S0O0
Em casa de Basto & Lemos
ra do Trapiche n. 17, ven-
de-so :
ChuroWen lenccl.
Csnnosde dito. -
Cabos de linhoinglez.
Selins patinte Dgez com todos os per-
tences.
Papel de imprimir.
Panellas de ferro.
Baldes dezinco.
Livros em branco inglez.
Cadeiras {feriovezas.
Licores unos em garrafasde ctystal.
Enxore em caixas de 3 arrobas.
Alvaiade Cordoallia para apparelhos de navios.
Chapeos do palha de Italia smgelos.
Vassouras genovezas.
Drogas dnersas.
Banheiros de marmore.
Talhas de burro vidrado.
Engenho.
Vendc-se o enjenho S. Jos de Bom Jar'im,
freguezia de N. S. da Luz, com bons terrenos,
moente e co rreoto e com boas obras, quasi prom-
pto para se noer com agoa, faz-se lodo e qual-
quer negocio, dando visla qualquer quanlia ;
os prclendenles c'irijam-se ao mesmo engenho,
ou ao engen 10 Pcncdo de baixo, na freguezia de
S. Lourengo da Malla.
Escraios venda.
Vendem-se, Irocam-so c compram-se escra-
vos de toda idado, e de ambos os sexos ; na ra
do Imperador n 21, primeiro andar.
Arados americanos e machinas
para lava p roupa: em casa de S. P. Jo-
hnston Viiiiio de Bordeaux.
Em casa Je Kalkmann Irraaos& C, roa da
Cruz n. 10. encontra-se o deposito das bem co-
nhncidas rarreas dos Srs. Brandcnburg Frres
e dos Srs. Oldokop Mareilhac & C, em Bor-
deaux. Tem as seguintes qualidades :
De E;raiidenburg frres.
St. Eslph.
St. J u lien.
Margaux.
Larose.
Chleau LnviMe.
Chateau Ma *gaux.
De Oldekop & Mareilhac.
St. Julien.
St. Julien Mdoc.
Chateau Lcoville.
Na Diesma casa ha
vender:
Sherry em liarris.
Madcira em barris.
Cognac cm Darri. qualidade Cna.
Cognac em ;aixa.s qualidade inferior.
Ccrveja branca.
Tachas e mo'endas
Braga Silva 4 C, tem sempre no seu deposito
da tu da Mceda n. 3 A, um grande sortimento
de lachase moendas para engenho, do muito
acreditado fabncinte Edwin Maw : a tratar do
mesmo deposito ou na ra do Trapiche n 44.
Pechincha.
Com pequeo toque de avaria.
Na ra do Queimado n. 2, loja do Preguica
vendera-se pegas de algodo encorpado, laro
com pequeno loque de avaria a 2J500 cada urna.
Aos amantes da economa
ron rUa dC ?.ueiad0 2, loja do Preguica,
yendem-se :hitas de cores fixas' bastante escu-
" o covd(a Slm PreS dC 6! 8 PeCa* e 160
;&de vacca salgada, em barris de 200
"" ie Tasso Irmaos.
mSA SW.M
Vende-se cebla solta por baratissim *
no armazen da ra do Amorim n. 46 '"^co:
Oleado de
cores.
Vendem-se oleados decores os mais finos que
possivel reste genero, e de diversas larguras
por preco rommodo : na ra Direita n. 61, loja
de chapeos de B. de B. Feij,
Ra da Senzala Nova n. 42
Vende-siiemcasade S. P. Jonhston A C. va-
quetas de lustre para carros, sellins e silhes in-
glezes, candeeiros e castices bronzeados, lo-
nas inglezss, q de vela, chicote para carros, e
montara, i.rreios para carro de um e dous cval-
os, e relogios d'ouro patente inalezea.
Vende-se
o engenho remun sito na freguezia da Esca-
da.no limile do Cabo, arredado um quarto de
legua da es rada de ferro, com bastantes maltas
virgens, ed.ficado de novo e todo demarcado : a
tratar no mesmo engenho com o propietario.
ESCRAVOS VENDA.
Vendem-se 12 osera vos. na ruado Imperador
n. 21, tereciro andar, sendo 3 negras engomma-
deiras. 1 mulata muito bonita, 4 negros mocos
para todo servicJ, 1 moleque de 13 annos, 1 m'u-
latinho de 10 anuos, 1 mulatinha de 12 annos,
e 1 negrinlia de 14 annos .vendem-se baratos
para acabar.
Vende-se um pequeno sortimento
de copos, clices e garrafas de vidro :
em casa de Brender *. Brandis d C.
m
FABRICA
DE
Sita na roa Imperial n. 1 i8 c 120 junto a fabrica de sala..
para
libras : e
ra ri Trapiche n. 16.
FUNDIQAO D'AURORA.
Seus propnetarios offerecem a seus numerosos freguezes e ao publico em geral, toda e
qualquer obra manufacturada em seu reconhecido estabelecimento a saber: machinas de vapor de
iodos os lmannos rodas d'agua para engenhos todas de ferro ou para cubos de madeira, moen-
das e meias moendas, tachas de ferro batido e fundido de todos os tamanhog, guindastes, gun-
destnlwe ou moldes que para uy forem aprseotados.-" Bj
brtecimenio na ra do Brum u. U%. e a ra do Co1Iko hoie
*ew do estabelecimento Jos Joaqun da Costa Pereira. coa
entender para qalquer obra, '
encommendas neste esta-
fador n... nioradia do cal-
os pretendentes se podem
Borotl i C. leem a honra de participar aos
scus fregu ;zcs e ao respeitavcl publico em geral
que receteram no dia 25 do corrente um nov
carregamento da gelo, o qual estar venda to
dos os dia desde as 7 da manha al as 6 d
larde, na irma do costume, no seu novo depo
sito degeb, na ra do Imperador confronte a
oito do djposi.o do gaz.
Vence-se um sitio, meialegoa distante des-
ta cidade, com boa baixa de capim, viveiro bom
criador du pei;;e, com bastantes arvoredos c
fruclos todos novos, urna carroca nova, dous bo
novos: quem os pretender, dirija-se a ra u
Queimado loja de fazendas n. 2, qe achara com
quem trati r.
Vene-se um lindo moleque de 10 a len-
nos, vindo do Cear : na ra da Cruz n. 33.
Venderse um deposito para oleo de linha-
ca, muito i ommodo para 350 gales: na ra do
Vigano n. 10, loja de pintor.
Vendem-si 40 a 50 apoliecs da companhia
do encananenlo das aguas desta cidade: a tra-
tar com Jos Francisco S Leito.
Saceos com milho
a 8$500.
Na taberna da estrella do largo do Paraizo nu-
mero 14.
Vende-so um sobrado de dous andares n.
5, na ra da Penha, e um de um andar no becco
do Padre r. 2 : os pretendentes podem entender-
se com Manoel Ribeiro Bastos, no Hondego nu-
mero 82.
" Na ma Nova n. 35, vende-se farinha de
mandioca j dirheiro & vista, pelo baratissimo
prejo de S.'j600.
DE
Scbastio J. da Silva dirigida por Francisco Belmiro da Costa.
?OfWiVoSw,?SI,it^Ve?pre PromPs "lanibiques de cobre de d.fferentes dimences
r>^ilirSitiTS.n1rfi r,d08,p?ra ^^gnartente, aparelhos destilatorios cominos
melho^essvsfemas hoi nC^.T1 8radu< al 4o gros P*a graduaco deSellon Cartier) dos
iS ^Him-J J PProvados e conhecidos nesta e outras provincias do importo, bombas
bfonze dioST.^dimP.e^a-niM efd?.rePuch0 lrt0 de ^bre como de bronze e ferro, 'tornaras
bronze de mdas as dimengoes e fetios para alambiques, tanques ele. parafusos de bronze e
n^^nl^^9i!^A1U eCrV0S de-fero' tubos de cobTe chumbo 5"od.
as aimen$oes para encmenlos, camas de ferro com armacao e sem ella fuaoes de ferro nntaveii p
onomicos lachas e tachos de cobre, fundos de alambiques pissadeicas^ esoumad,-irPas corot
para engenho folha de Flandres. chumbo em lencol e barra zince era lerol STar? Knroes
erfolllPadraCferlrSlf 'tZ^LVrf "^ de tod" -oS&^mo.
K"2 ^WW,-^
Relogios de ouro e prata.
Em casa* dcHenry Gibson, ruada Cadeia do
Becife n. 62, ha para vender um completo sorti-
mento de relogios de ouro e prata, chronomc-
tros, meioschronouicifs o de ptente, os me-
lhores que vem a este mercado, e a pregos ra-
zoaveis.
37 Ra do Queimado 37
Loja de 4 portas.
Chegou a este estabelecimento um completo
sortimento de obras feitas, como sejam : pale-
lots de panno fino de 16*{ at 28g, sobrecasacas
de panno fino prelo e de cores muito superiores
a 35j*, um completo sortimento de palclots de
riscadinho de brim pardo e brancos, de braman-
te, que se vendem por preco commodo, cerou-
las de linho de diversos tamanhos, camisas
francezas de linho e de panninho de 2g at 5J
cada urna, chapeos francezes para homema 8$,
ditos muito superiores a 10$, ditos avelludados,
copa alia a 13, ditos copa baixa a OJ, cha-
peos de feltro para homem de 4, 5j} e at 7j>
cada um, ditos de seda e de palha enfeitados pa-
ra meninas a 10, ditos de palha para senhora a
12$, chapelinhas de velludo ricamente enfeita-
as a 25$, dilas de palha de Italia muito finas a
25J, cortes de vestido de seda em carto de 40S
at 150J, ditos de phantasia de 169 at 35gO00,
gollinhas de cambraia de 1 at 5, manguitos
de 1J500 at 5, organdys escuras e claras a
800 rs. a vara, cassas francezas milito superiores
e padrees novos a 720 a vara, casemiras de cor-
tes para colletcs, paletolse calcas de 3*500 at
4J o covado, panno fino prelo e de cores de 2*500
al lOg o covado, corles de collcte de vellu do
muito superiores a 9 e 12S, ditos de gorgurao
e de fusto brancos de cores, tudo por prego
barato, aloalhado de algodo a 1*280 a vara,
cortes de casemiras de cores de 5 at 9*. grosde-
naples de cores e pretos de 1*600 at 3*200 -o
covado, espartilhos para senhora a 6J, coeiros
de casemira ricamente bordados a 12* cada um,
lencos de cambraia de linho bordados para se-
nhora a 9 e 12* cada um, ditos lisos para ho-
mem, fazenda muito superior, de 12 at 20* a
duzia,casemiras decores para coeiro, covado a
2g00, barege de seda para vestidos, covado a
1*400, um completo sortimento de colletesde
gorgurao, casemira prela Usa e bordada, e de
lustao de cores, os quaes se vendem por barato
Relogios.
Vende-se em casa de Johnston Pater & C, ra
ao vigano n. 3;um bello sortimento de reosnos
de ouro patente inglez, de um dos mais afa-
mados fabricantes de Liverpool ; tambem urna
vanedade de bonitos trancelins para os mesmos.
Em casa de Borott & C, ra
da Cruz do Recife n.5, ven-
de-se:
Cabriolis muito lindos.
Charutos de Havana verdadeiros.
Presuntos para fiambre.
Fumo americano de superior qualidade.
Ghampanha deprimeira qualidade.
Carne de vacca em barris de superior quali-
dade.
Oleados americanos proprios para eobrir carros
Carne de porco em barris muito bem acondi-
cionada.
Licores de diversas qualidades, como sejam :
o muilo afamado licor intitulado Morring Cali,
Sherry Cordial, Ment Julop, Billers, Whiskey &
C, ludo despachado ha poucos dias.
Machinas de coser, grandes c pequeas, de dif-
ferentes autores, de wm modello inleirainenle
^ novo, por preco commodo.
Salsa parrilha era frascos grandes e pequeos,
muito bem acondicionada.
Pilulas vegetacs (verdadeiras.)
Verme fuge.
Carneiros gordos.
No engenho Forno da Cal vendem-se carneiros
gordos por preco commodo.
Espirito de viiilio com 44
graos.
Vande-se espirito de vinho verdadeirocom 44
frros, chegado da Europa, as garrafas ou as ca-
andas: jia ra larga do Rosario n. 36
NOVO DEPOSITO ,
DE
Kua da Impcratriz n. 75
Neste eslabelecimento recebcu-se ltimamen-
te, cm direitura da Europa, um grande sorti-
mento de camas de ferro fundido e balido, e de
lodas as qualidades, e dos mais lindos modelos,
lanto de urna como duas pessoas, com arma^es
c sem ellas, ditas para meninos com varandas e
sem ellas, eberco de ferro, que ludo se vender
Vendem-se bonitos burros e por menos prero
do que se lera vendido, para ver e tralar na co-
cheira da ra da Florentina, que fui do tenenie
coronel Sebasliao.
tvvv^
S@ S?S $&
"- -- *..* '~-r ^^ Vi *_ ** v_^ -^ v^ -_ v^ *i^ **' Xj- *5"H5 Vf VBI
ITinlura de paracary dof
Para,
i
Esla tintura tao conhecida hoje no Pa-
^ r e que tao grandes effeitns tem prestado (g)
@ a humanidade. Acha-sc hoje venda na @
M bolica do largo do Carmo,por te-la recebido *
do Para. Esla tintura faz so recomraenda- fl\
@ da nos alaques de aslhroa aguda ou enro- ^
nica.suppressooda menslruaeao ou falla *
delta, dores syphililicas, deflxocs com af- g,
^ feci^ao do peito, as molestias do pelle, S
as mordeduras de cobras e outros ani- J
@ maes venenozos ele.
ffi N. B. Cada vidro acompanha um im- v
presso cora as molcsiias c a mancira de ^
lomar. g
!@l
m-9*
Sli
sem igual
Corles de chita franceza larga para vestido a
2* o corlo : na loja do sobrado amarello, nos
qualro cantos da ruado Queimado n. 29, de Jos
Mana Lopes.
Jifndem-se lazinhas de cores para acabar a
200 rs. o covado : na loja do sobrado amarello,
uos qualro cantos da ra do Queimado n. 29, de
Jos Maria Lopes.
Marmelada.
Na ra Dircila n. 6, ha mai melada
60 a libra.
superior a
Belogios paleles.
Estopas.
Lonas.
Camisas inglczas.
Peitos para camisas.
Biscoutos.
Em casa de Arkwight k C,
Cruz n. 61.
ra da
..... _.ii.i A w- r""""' sem ellas, e Derco ae ierro, que ludo se vender
preSo, venado decores a 7 o covado, pannos por prejo commodo, tanto a retall.o como em
para cima dehesa a 10* cada um, merino al- nnr"5
cochoado pronrio para patoloU e colletes a 2*800
o covado. Asidos para armaejio de cabello a
1*500, saotos de tapete e d marroquim para via-
gem.eum grande sortimento de macas e malas
de pregara, que tudo se vendo vontada dos
freguezes, e outras muitas fazendas que nao
possivel aqui mencionar, porm com a vista dos
compradores se mostraro
Calungas de gesso.
63?m50g.iSt ""Jho, na ra Direita n.
cora fructas, feitog de""eessoe cf,un68S e l3*
em cima de mesa, por rtno do*eSeR.ara r
qualquer parte "" '**
porgan
Albardas inglezas.
Anda ha para vender algumas albardas ingle-
zas, excellenles por sua duracao, levesa e com-
modidade para os animaes : era casa de Henry
Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62.
Superiores chapees de manilha.
Estes excellenles chapeos que por sua qualida-
de e eterna duragao, sao preferiveis aos do Chi-
le ; exUtera venda unicamenle em casa de
Henry Gibson, ra da Cadeia do Recife n. 62, por
prego commodo.
Engenho.
' ii *** **v que cm ,,
aelles, ame,vll08eacobem
Camisas inglezas.
Pregas largas.
Goes <& Bastos.
Ra do Queimado d. 46, frente da loja
amarella.
Acaba de chegar na bem conhecida toja de
Goes & Ba3tos, um grande sortimento das muito
desojadas e verdadeiras camisas inglezas, com
peito delinbo e pregas largas, j bem condeci-
das pelos freguezes deste estabelecimento, as
quaes camisas ha muilo se eslava esperando, e
por ter grande porco, temos deliberado, para
melhor agradarmos os freguezes; vende-las pelo
diminuto preco de 36$ por duzia.
Fazesdasporbaixos precos
Ra do Queimado, loja
de 4 portas n. 10.
Anda restam alfuma3 fazendas para concluir
a liquidado da Orna de Leite & Correia, as quaes
se vendem por dimnulo preco, sendo entre ou-
tras as seguintes:
Chitas de cores escuras e claras, o covado
a 160 rs.
Ditas largas, franezas, Unas, a 240 e 260.
Biscados franceza do cores fixas a 200 rs.
Cassas de cores, bns padroes, a 240.
Brim de linho de -uadros, covado, a 160 rs.
Brim trancado braico de linho muito bom, va-
ra, a 1*000.
Corles decaiga demeia casemira a 8J.
Ditos de dita de esemira de cores a 5*.
Panno preto fino a3* e 4*.
Meias de cores, mas, pora homem, duzia a
1|809.
Grvalas de seda di cores e prelas a 1*.
Meias brancas inaspara senhora a 3S.
Ditas ditas muito flas a 4g.
Ditas croas finas pra homem a 4fl.
Cortes de colletes d' gorgurao de seda a 2*.
Cambraia lisa fina tansparente, peca, a 4*.
Chales de 15a e seda grandes, um 2*.
Grosdenaple preto d 1J600 a 2*.
Seda prela lavrada ara vestido a 1*600 e 2J
Cortes de vestido dejeda prcta lavrada a 16*
Lencos de chita a 10 rs.
La de quadros paraeslido, covado, a 560.
Peitos para camisa, m, 320.
Chita franceza modcia, ngindo seda, covado
a 400 rs.
Entremeios bordado 200 rs.
Camisetas para senhea a 640 rs.
Dilas bordadas finas (2(500.
, Toslhas delinhoparanesaa 2* e 4*.
Camisas de meia, ura,640 rs.
Lenjos de seda pan pescoco de senhora a
560 rs.
Vestidos brancos bordjos para baptisar crian-
gas a 5*000.
Cortes de caiga do casmira prela a 6
Chales do merino confranja de seda a 5
Cortes de caiga de riscSo de quadros a 800 rs
* M?ILnJvVerde para TeT de montara, ova-
do, 1*280.
Lngos brancos de camj-ai, duzia, a 2*.
Vende-se urna neg iha de 15 a 16 annos.
sabendo coser, cozinhar enjommar: no Man-
guinho, em frente do sil do Sr. Acciolj.
I linha de novello de todos os sortimentcs, meias
^eda inglezas de peso e mais inferiores bran-
casa de
; "s c Pt,"** or pregos commodos : em casa
Henry Gibson, ra d. r.adeia do Recife n. 62.
AS MELHORES MAHIXAS DE COSER
DOS
Mais afamados autores de New York
I. M. SINCER & C.
WHEELER & WLSON.
No novo eslabelecimento vendem-se as machi-
mili auloros raslm-se a qual-
quer hora do da ou da noite e responsabilisamo-
nos por sua boa qualidade e seguranra :no arma-
zem de fazendas de Raymuodo Carlos Leite &
atorro'drBoa-ViJtr"81^ *' ^ '
= Na loja do Arantes vende-se borzeguins pa-
ra homem a 5* o par, ditos para senhora a 2*
ditos para meninos e meninas a 1, sapatoes Je"
bezerro, ditos de lustre a 3$, meios borzecuins
para homem a 3*, ditos para menino a 3*.
Attenco.
Na rus do Queimado. toja n. 8, vende-se nm
excellenle casal de cachorros galgos muilo novos
e de excellenle raca : vende-se por uecessitar a
pessoa retirar-se desla provincia.
Aos, senliores logistas de miudezas.
Bicos prelos de seda,
Ditos brancos e prelos de algodo.
Luvas pretas de torral.
Cintos elsticos.
Linhas de algodo em novellos : vendem-so
por precos commodos, em casa de Southall Mel-
lors i C, ra do Trapiche n. 38.
3!
t Vende-se o engenho Sania Luzia, sHo na
freguezia de S. Lourenco da Malla, enlre @
9 os engenhos Penedo de Baixo c Penedo de
Cima : trata-so no mesmo enenho ou no
engenho Mussamtique com Felisbino de $
% Carvalho Bapozo. tig
Cera de carnauba, stbo refinado e fio
de algodo.
Contina a vender-se no largo da Assemblc'a.
armazem n. 9. .
Vende-se superior linha de algodSo, bran-
cese do cores, em novello, para costura : em
casa de Seutball MellorA C, ra do Torres
o. 38.
Escrayos fgidos.
Superiores charutos da Baha a 3$ o cento : no
Centro Comraercial, ra da Cadeia do Recife nu-
mero 15.
nj anti-
Ceblas novas.
i muilo barata viela da qualidade ; nD ;
deposito da ra do Vigario n. 27. ,.
Feijo amarello
em saceos de 6 alqueires, do Porto, ou 30 caas:
vende-se muito barato para aoabar : no aniio
deposito da ra do Vigano n. 27.
pechincha antes que se
acabe.
Superiores corles de chitas francezas largas, de
cores escuras, com lindos padroes, do 10 cova-
dos cada corte, peto baratissimo prego de 2/500
nos quatro cantos da ra do Queimado, loja do
sobrado amarello n. 29, de Jos Moreira Lopes
Vende-so continuadamente farinha de man-
dioca, milho e farelo do Lisboa, em saceos eran-
ge?' sapcnor 1ualid*de : na ra do Ran-
Desappjreceu em fins de novembro do an-
no passado o pardo de nome Virginio, que aqui
se achava para ser vendido, c suppoe-se que lo-
mara o carainho da villa de Sabociro ; este es-
cravo de estatura menos que regular, magro,
P1c"d'"' de bexigas, e mal encarado : quem o ap-
prcliendcr, ou .olle der noticia na ra da Cadeia
uo Recito n. 38, sera geiTosamenle recompen-
sado. r
m^'fi!? no dio 15 dfiSle mez uroa cscrava de
porlan.0 as autoridades ^e tfZ? '? ^'a
apprehengao da mesma.levando-a c,c, 7.
senhora na ra da Madre de Dos n. 3 priiSo,*
andar, que se gratificar.
Fugio na noite do dia 28. pelas 7 horas a
escrava cabra alulada, de nome Januaria. idado
2 a 2d annos, pouco mais ou menos, levando
roupao de chila prela c mais outros de cor des-
bolados, e tambem de cassa chita, chales do as-
senlo branco com ramagem de cor, altura regu-
lar, cara redonda, chcia do corpo ; esla escrava
veio de Macci e foi comprada ao Sr. Ferrao, na
na do Crespo : a pessoa que a lewr a prog do
Corpo Santo n. 17, loja de cal pensada.
Negro fgido.
No dia 29 do do correlo mez de abril fugio da
casa do seu senhor o prelo de nome Clemente
estatura alia, os dedos da mo direita virados
para dentro, urna das pernas grossas, do ferro de
ser fujo. foi comprado na sexta-feira (27) na ar-
rematado feila pelos credores do fallido Gus-
mo : por isso rogu-se as autoridades policiaes o
a companhia de pedestres a approhensao do dilo
escravo, levando-orua do Livramento n. 32, ou
ao Manguinho, na casa do seu proprio senhor,
Joo Anlonio Carpinleiro da Silva, que serao ge-
nerosamente recompensados.
Fugio do engenho Pogo, da freguezia da
Luz, em principio de marco deste anno, o prelo
Ignacio, cujos signaes sao os seguintes : idado
dO annos. pouco mais ou menos, altura regular
cheio do corpo, cara chata, faltam-lne alguna"
denles da frente, barbado, olhos pequeos,
quando falla balbuca por tal modo que parece
gago : n'uma das mos falta-lhe um pedago do
dedo anullar. Este negro foi comprado ao Sr.
lenenle-coronel Dimas, irmao do Sr. conego Pin-
to de Campos : pede-se a captura do referido
negro, e a entrega dellc a seu senhor no enge-
nho supra, ou ao Sr. Manoel Anlonio Gongalves
no Recife, ra do Cabug n. 3, de quem receber
o opresenlante urna gratificaco generosa.
Escrava fgida:
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 18
do correte, urna sua escrava da Costa de nome
Maria, que reprsenla ter de idade 45 annos, al-
tura e corpo regulares, edr nao muilo pieta.'tcm
bastantes cabellos brancos, costuma trazer um
panno atado roda da cabega, tendo por signa!
mais saliente as mos toveiras, proveniente do
calor de Qgado. Esta escrava tendo sabido como
de costume, com venda de arroz, nao voltou
mais : roga-se, portanto, as autoridades poli-
ciaes, capites de campo e mais pessoas do povo,
a apprehenso de dita escrava, e leva-la loja
do Preguiga, na ra do Queimado n. 2, ou casa
de sua residencia na ra da Florentina defronte
dacocheira do 111 m. Sr. tenente coronel Sebas-
liao, qne sero generosamente recompensados.
I MUTILADO I
B M^lfc tm^tM mmt i' nunfci..
#'.".. '" 5"5
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v-
r)
Litteratura.
DIARIO DE PERNAMBCO. QUINTA Pttik 3 DE MAIO DE 1880.
As catacumbas de Roma.
M. DE Rossi.
O genio
nao poda
al cnio nos
e
o espirito rigoroso de M. de Rossi
satisfazer-se cora a marcha seguida
trabadlos do Roma sublerraneo,
pensou era eslabclccer ronvcnientemcnle a depois urna basiliedo secuo~V,"smehfc s
respeUO de qualquer nova indagaco os princi- que so coslumava construir, depois da paz da
invanaveis de um melhodo scicntico. egreja, por cima da entrada das catacumbas ;
ao sul de Huma, entre a porta. Sebastiaoc
a famosa catacuraba do mesmo nomo, um coroi-
tero subterrneo denominadoUalisloo per-
feitamente dislincto dos oulros que rodea vrm-
Essas indicaceso levaram a ir procurar a enira-
da era um recinto conhecido por outras des lo-
beras, o designaa'ocomo nome de Via na A men-
ela Em primeiro lugar deu com algumas cons-
tmeces. que se elevan 40 meio desaa Vigna, as
quaes affeclavam o* usos rsticos ; rcconhe:eu
Comerou por consrguinto a fazer utna oseo
lha serven dos documentos cscriplos que de-
viam servir-lhe de. norma ; despresou quasi ab-
solutamente as Declararais dos martyres, que
haviam servido de nico guia, por assim dizer,
a seus predecessores ; resolveu somente consul-
ta-las quanto as indicaces topogrficas, cuja
exactido podia conciliar-sc cornos errse as
passogens apocryphas notadas pelo papa Ge-
lasio ; conservou como documonlos uteis os mar-
tirologios o os calendarios, as lopograpliias
pagas ou chrislaas, a Nolitia dignilatum corn
as addieces recentes que Ihe foram feitas ; fi-
nalmente accrescenlou a esta lista, assim apu-
rada, as viagens temerarias dos peregrinos que,
depois do estado pacifico da egreja, lecm viu-
do dos differentes pontos da christandade para
cumprir seus votos ante os tmulos dos marty-
res, c que ho visitado as catacumbas, m
grande numero das suas narraces em geral de
um eslylo seceo, mas conlendo 'diversas indica-
ces lopograpliicas, foram j publicadas ; porm
M. de Rossi delerminou reve-las nos proprios
roanuscriplos, c foi nessa ordem de documentos
que ello encontrn maior clareza.
s trabalhos preparatorios do joven archeo-
logo serviram para convcDce-lo de que a desor-
dem apparente das catacumbas nao existir sern-
pre, que lalvcz nao fosse impossivel ah en-
contrar uma diviso ao mesmo tempo lopogra-
phica o chronologica ; e para logo fez essa fe-
cunda descobcrla que lornou-se o principio fun-
damental do scu metliodo de oxploraco : as
catacumbas eram cemilerios e parochias sub-
terrneas, soladas e independentes urnas das
outras, como foram ao depois as cidades chris-
laas, quando a paz na egreja foi proclamada
por Constantino. Cada uma dessas parochias
tinha a sua origem distincta, o seu nome par-
ticular, os seus martyres, e a sua historia pro-
pria, finalmente o seu centro religioso na cryp-
ta principal. As primeiras cxravaces follas
por M. de Rossi confirmaran] claramente esta
verdade. Dahi em dianle s se Iratava de re-
conliecer e distinguir essas parochias ou cemi-
lerios, e a primeira experiencia foi feita sobre
tres, cujos necropoles sao perfeitamenln sepa-
rados, debaixo dcsles nomes de Domililla. de
S. Pretxtalo, e de S. Callisto.
Nao so linda anda descoberto, excepcao
das de Santa Ignez, seno galeras cuja histo-
ria 6 despida de grande inleresse, As grandes
catacumbas dos martyres e dos bispos de
Roma, isto dos primeiros papas, eram ainda
desconhe.idas. Podia-so crer que houvcssem
desaparecido absorvidas pelas baslicas que se
ergucram primitivamente ( como mui bem es-
labeleceu M. Lenormanl segundo os dados do
padre Marchi ) no centro mesmo da calacumba,
ou por cima, quando oslo era muito profun-
do. A Confiissao de S. Pedro na calhedral de
Roma niostra peifeilamente, pelo sen nivel in-
ferior egreja, o que dever ter acontecido
quanto maior parte dos cemilerios subterr-
neos do Constantino para c. A catacumba de
Santo Alexandrc sobre a fia Nomentana, ex-
plorada por M. Pietro" Ercole Visconli, nos
aprsenla uma imagem fiel dessa conslrucco
primitiva da baslica do seculo IV, cujo solo
o da propria catacumba, flcando o altar pre-
cisamente no mesmo lugar do anligo tmulo
central da crypta principal ; pelo que as galo-
ras da calacumba, as quaes se entra pela
essa entrada devia conduzir & escadaria que os
pontfices de Roma tinham mandado construir
aps Constantino para facilitar as visilas dos pe-
regrinos morada dos martyres ; porm nao
ora anda esta a entrada primitiva do cemiterio.
Um outro indicio persuadi a M. de Rossi que elle
marchara no verdadeiro caminho da descoberla.
Sabendo que o cemiterio de S. Calisto encerrara
as sepulturas dos papas do seculo III desde Alc-
xandre Severo al o anno 313 esperava ver di i
tambem o tmulo do papa S. Conidio. Uma
lousa do marmore quebrada foi encontrada, otide
se lia metade do nome : elius Marlyr. tai-
tarara a esta cpigraphe algumas letras smenle
para completar a simples e locante iuscrip-ao
funebie de um bispo de Romanesses bellos trin-
os da f.
M. de Rossi deu coraeco s excavacocs ; des-
cobrio uma escaduia de" vinte e quatro degros,
como havia sido construida pelos papas poste-
riores ao estado pacifico da egreja, e anteriores
as pilhagens dos Sarracenos; fe/, desenlulhar as
galeras, e chegou porta das cryplas. Junio a
uma deltas eneontrou o outro pedaco da lousa
com as ledras :-CornEp ; o qual reunido ao
que elle jlinha, completou a inscripeo do pupa
S. Cornelio (papa e martyr no lempo de Valle-
nano251-252), ea indicacao dos itoncrarios foi
justificada. Eis a inscripcao :
Conelis Martyr
Ep(iscopusrbis)
cima desta inscripcao so va uma pint ira
grosseira (do seculo III ou IV) representando
S. Cornelio em vestes episcepaes, acompanhiido
de S. Cypriano, o que confirma a estrella amiza-
dc dessas duas personagens, que combaleram,
um era Roma, o o jiro em Carthago, a heresia los
Novacianos, o que ambos morreram martyres.
Observou tambem sobre o reboque exterior de
estuque, entrada de cada uma das cryplas, um
numero infinito ce inscripces gravadas tro
com um prego, ou ponta "do uma faca, ou de
qualquer outro instrumento ; achavam-se essas
entrelazadas urnas com as outras, e apresen'a-
vam o aspecto do urna rede inexlricavel a sonc-
Ihanca de leas de aranhas ; era o mesmo qu > a
parede de um collegio que nao livesse sido e-
formado durante cincoenla aunos Elle tevn a
heroica paciencia Jecstudar esses caracteres, ti-
rar d'elles uma copia exacta, c separando-os ims
dos outros, decifrar lolas as inscripcocs unas
aps outras. Eram os votos dos peregrinos, suas
supplicas, suas preces, c suas aeces de gracas.
Depois de ter examinado as galeras vizinhas, e
reconhecido a entrada de muitas cmaras, M. de
Rossi pode distinguir a crypta central, a metr-
poli da parochia. para bem dizer, da qual as ou-
tras capellas eram egrejas filiaos ; o o quo o
guiou nessa investigarlo foi a decifraco e leilu-
ra das laes inscripces.
Uma dellas especialmente forncceu-lhe uma
preciosa indicacao : um dos peregrinos tinha vin-
do rogar pela alma de uma pessoa que Ihe era
chara ; solicitou a inlervenco de todos os marty-
res, c em cada crypta deixra signaes das suas
piedosas estaces, gravando sobre a entrada del-
las estas simples e tocantes patarras : Sophro-
nia dulcs, vivas Deo I Minha chara Sopho-
nia, possaslu viver em companhia de Deusl;
depois de haver chegado aos tmulos os mais ve-
nerados, a aquelles que devera ter visitado um
ultimo lugar, sahira cheio de f no fervor e c;R-
cacia das suas supplicas. e na iniercesso dos
qual sena a alegra que devera experimentar M.
de Rossi, reconhecendo entre os entulhos da
crypta 03 fragenlos de marmore conlendo ca-
racteres damasianos, e um entre oulrocom es-
la palavra : Hic (aqu). Achou cento viute e
seis podaros, os quaes reunidos, formaram a lou-
sa de marmore com (oda a inscripcao, que cima
mencionamos.
V-se qno essa inscripcao nao sanenle o epi-
laphio de S Sixto, mas que se refere' lodos os,
martyres da catacumba ; um dos porrtifices.de
que faz ella mencodizendo que vveu no lempo
da longa paz (isto a paz que comecou no
bimpo de Constantino) nao podia ser outro seno
b. Mclchiades o Africano, bispo de Roma na po-
ca da batalha da ponta Milvlo, e do ediio de Cons-
tantino assegurando o repousO egreja ; seu pon-
lificado foi nos annos de 311 a 314. Seu tumu- '
lo devera existir em algum outro lugar do cemi-
tono de S. Callisto. Aqu jazem, diz mais a
nscripcao do Damasio, os santos enviados da
Grecia alinde a Santo Anlhcro que era Grego
c a S. Sixto que era Athcniense.
Depois do ler feito esta primeira descoberta
nudo importante, M. de Rossi veio no conheci-
racnio de que se achava porto da sepultura do
Santa Cecilia.
O que certo e se pode colher da legenda de
Santa Cecilia que ella viveu n'uraa poca mui-
porla lateral da esquerda, se achara no mesmo' feanlos da catacumba, e d'essa
plano que o centro da baslica.
Entre tanto M. de Rossi suppoz cora razo que
nao s havia consagrado as confisses das basli-
cas lodos os centros histricos das antigs cata-
cumbas. Porm como esses lugares, frequenta-
dos seguramente, depois do estado pacifico da
egreja, pelos peregrinos, nao poderam ser en-
contrados nuvamente ? Eis a razo : Os Sarrace-
nos as suas excurses at as portas de Roma,
nos seculos VIII c IX, penetraram as catacum-
bas as mais veneradas, e despojaram-nas das
ofTrendas que eram ahi conslanlemento deposi-
tadas.
Os Christos nao viram oulro meio de remediar
o mal seno alulhando as cryplas e as galeras,
depois de tirados os despojos dos santos e todos
os objeclos depreco; e finalmente aliravam pelos
eseadarias ou aberturas feilas na trra toda a sor-
lo de entulhos que as oceultassem d'ahlem dian-
le qualquer investigado. Porm antes disto
qual tinha sido o destino da calacumba ? Exis-
liam cemilerios hisloricos, cujo centro mui pro-
fundamente cavado na trra nao tinha podido ser
convertid) em coti/issao as baslicas conslru-
das no seculo IV ; ento as baslicas eram edifi-
cadas isoladamente cima do solo, e coramunica-
vam com a catacumba por uma escadaria. Os
peregrinos rinhatn em mullido visitar esses lu-
gares, lestemunhas das primeiras celebraces do
rnyslcrio, e necropoles dos martyres heroicos da
egreja soffredora. Ahi vinham elles cumprir os
seus votos, invocar os sanios, e depositar as
suas ofTrendas. Essa especie de perigrinacoes
se prolongou do 'seculo IV ao seculo VIII. A
piedade dos bispos de Roma fortaleceu ozele dos
peregrinos, e decorou de marmores, pinturas, e
inscripces cortos lugares das catacumbas. D'ahi.
nasccm duas pocas mui distinctas : as decora-
coes anteriores paz da egreja, as posterio'" a
essa paz. Felizmente cryplas inteira nao Pica-
do intactas depois de 313- os Sarracenos ^obre-
"vieram no seculo VIH ; us reliquias foram lira-
das e depositadas as egrejas da sua deno*'"""
c;5o ; e as catacumbas histricas fo"<" enlulha-
das. Era um desses ceraiW'JS desapparecidos
que se Iratava de rrnconlrar.
vez escrevera : So-
phronia dulcs, vives Deo!Minha chara Sophro-
nia, lu viveras em companhia de Deus I(6).
all que repousam os grandes martyres, excla-
mou M. de Rossi, all que csto os tmulos dos
bispos de Roma e o de Santa Cecilia, alli que se
acha o centro religioso e histrico do cemiterio.
Elle arranca os entulhos das portas, d?s-
cobre as paredes, cnconlra fragmentos de
inscripgoes, coteja-as, c consegue decifrar os
seguintes nomes: Anlheros, episcopus, San-
to Anthero, bispo de Roma (papa) de 235 a
236 ; Fabianos episcopus, S. Fabiano, papa de
236 a 251 ; Lucius, episcopus, S. Lucio, pupa
de 232 a 233; Eulyclianus. episcopus, Santo u-
tycliaoo, papa de 275 a 284; Sixlus, episeop js
S. Sixto 11(7), papa de 257 a 258, que foi mar-
tyr, e cujo tmulo era o altar do centro da cryp-
ta, onde se celebrava o sacrificio. Esse lumulo
foi restaurado pelo papa Damasio (366 a 384, de-
pois da paz da egreja), o qpal mandou gravar so-
bre elle um epitaphio em verso, em bellos carac-
teres, chamados do seu nomedamasianos.
Essa inscripcao era conhecida ; sabia-se que o
papa Damasio tinha restaurado os tmulos do ce-
miterio de S. Callisto, e elle mesmo compozera
epitaphios em honra e louvor dos santos marty-
res. Eis-aqui pouco mais ou menos o sentido da
inscripqo : Aqui jazem os ossos dos sanios,
cujas almas voaram ao co ; aqui jazem os tom-
panheiros de S. Sixto ; aqui jazem os ministros
dos altares de Chrislo ; aqui jaz o pontfice que
viveu no lempo da longa paz ; aqui jazem os
sanios confessores (confessores sancli), quo a
Grecia enviou para Roma ; aqui jazem 11 au;,r"
le os enancas, os jovens, os velho e vtrgens.
Eu, Damasio, quizera quo aqui repousassem
os mcus reslo ces ; porm receio j' *um
mini> presenca raurcharas cinza ~6ra(las des-
ses riedosos martyres (81 -jufgue-se por laato
' Seffi>"<>0 as indicardes dos documentos qucM.
de nossi toraou por guias, e principalmente se-
gundo o itinerario de dous peregrinos do seculo
VII (5), elle veio no conhecimento de que existia
(5) Foi no pontificado de Honorio I, entre os
annos de 625 e 638, que esses dous viajantes vie-
ram Roma. Elles eram da diocesc do Salzbur-
go, e izeram um rclatoho da sua peregrinaco.
Esse curioso e importante documento foi desco-
berto no llm do ultimo seculo na bibliolheca de
Salzburgo ; foi em virtude das indicaces cou-
das nesse escripto que o cavalheiro de Rossi fez
cessar a confuso quo reinava nos nomes o lugas
res das diversas catacumbas situadas entre a-
vias Latina, Appiana, e Ardeatina. Os peregrie
nos de Salzburgo afrraavam que o cemiterio de
S. Calisto se achava direita da via Appiana, e
mais perto de Roma que a baslica de S. Sebas-
FOLMETIM
A MARQUEZA.
POR
GEORGE SAND.
lijo as catacumbas de S. Pretxtalo e de Do-
mililla deviam ser procuradasa primeira, d-
reila da via Appiana, perto da villa de Maxence;
a segunda, junto via Ardeatina. Elles mon-
cionaram mais os nomes das primeiras persona-
gens enterradas no cemiterio de S. Calisto, e
indicam a crypta central como encerrando os t-
mulos de cinco papas, accrescentando que o pipa
S. Cornelio e Santa Cecilia tinham as suas se-
pulturas em outros lugares da calacumba.
(6) Eis-aqui algumas dessas inscripces: Lem-
brai-vos d'ElphisLembrni-vos de DionisioQue
elle ou que ella viva com Dcusw^Tila in Domino,
que elle ou que ella viva com o Senhor.
(7) Os veruadeiros nomes, como se achavam
inscriptos, eram : CorneliusAntepac Fabianus
AtciolEtlichianusCada um desles nomes
acompanhado da curta designaco Ep. ou Lpis
(episcopus, bispo], ou Mari, (marlyr.); o algumas
vezes do ambos.
(8) Hic congesta jacet queeris turba pioium
Corpora sanclorum relinenl veneranda sepubra;
Sublimes anima rapuil sibi regia caeli
portant qui ex baste tropees,
lo antiga, e foram depositados os seus restos mor-
lies no cemiterio de S. Callisto, pelos cuidados
do papa Santo Urbano, bispo de Roma de 223 a
Z3V
Os peregrinos de Salzburgo, que vieram visitar
a calacumba pelo anno de 628, cuja veraneado
era ja para M. de Rossi a toda a prova'pois que
fura com o auxilio das indicaces dos seus le-
nnos que este consigui chegar crvpla central,
asseveravam que o lumulo de Sania Cecilia se
achava collocado na cmara sepulcral dos pa-
pas. Com efoito, o joven archeologo descobrio
ligo uma entrada esquerda, o perto o arcoso-
lium do tmulo de S. Sixto. Affastou os enlu-
taos que obslruiam essa nova cmara, e desco-
brio sempre para o lado esquerdo uma excavaco
encerrando um vasto sarcophago sem inscripcao;
porm sobre o muro so achava representada urna
personagem veneranda com vesles ponlitlcaes, e
M. de Rossi leve a fortuna do ler o nome seguin-
to, escripto verticalmenle com as letras sobre-
postas urnas s oulras : URBANUS. Nao havia
mais duvida. Era o tmulo de Santa Cecilia, que
fra enterrada pelos cuidados do papa Santo Ur-
bano, 223 a 230, sob o reinado de Alexandrc Se-
vero. Foi dahi que o papa S. Paschoal no secu-
lo IX (de 817 a 824) fez transportar os restos
moraos da santa para a egreja que Ihe foi con-
sagrada, e que elle reedificou. .
Toda esta parle do cemiterio tinha sido ornada
depois que a egreja chegou ao scu estada pacifi-
ca ; porm M. de Rossi estudou cora muilo cuida-
do uma outra parte, que nao tinha ficado intac-
ta, porque fora presa dos devastadores, mas que
nao tinha sido restaurada depois de 313. Foi ties-
ta puto que elle descobrio ltimamente duas c-
maras do lempo da perseguico de Deocleciano
con: pinturas que bem davam a conhecer a histo-
ria. Eneontrou a inscripgao mortuaria do papa
Santo Eiizebio, bispo de Roma do 310 a 311, quo
foi o ultimo do lempo das perseguices, com a
sua perspicacia j bastante exercilada descobrio
mais pela forma affoclada das ledras que essa
inscripcao era imitada; porm nio lardou muito
em descobrir os fragmentos do epitaphio dama-
siano primitivo, e explicou a razao porque essa
sepultura se achava isolada das sopulluras dos
outros pontfices.
O sabio archeologo oceupou-se depois em cora-
menlar as figuras de que as cmaras se achavam
cheias. Fixou no seculo III a origom da maior
parle dellas, c declarou no fin da sua carta a
Dotn Pitra os motivos quo tinha para nao dar-
llies urna origem mais rcenle.
Nao ha duvida, com effeito, quo essas pinturas
sojam contemporneas da perseguico. O pensa-
nionto symbolico quo ellas encerra'm, os uiysle-
rios que recordara nicamente aquelles quo nel-
les sao iniciados, provam a violencia dos perse-
guidores, o a necessidade que havia de eccultar
as santas verdades sob um veo impenetravel aos
olhos dos profanos. Nessa mesma caria do M. de
Rossi, obra prima da sciencia, do raciocinio o da
penelraco, elle d uma explicarn quasi nova,
e quesera definitiva dos signaes christos, e das
pinturas mysticas dessa poca.
A palma o symbolo da paz; .jiom-
ba nem sempre symbolisa o Espirito Santo,
representa tambem a alma do chrislo ; se ella
figurada voando e cora a palma no bico, expri-
me a bella formula : c Spirilus in pace I Sua
alma (repouza) em paz ; a ancora a sperana
do fiel, o representada com a inicial (esperan-
ca); se na sua parte superior aprsenla a forma
de um cruciftxo, quer islo dizer speranca em
Chrislo, spes in Chrislo ; o navio representa
a egreja ;o peixe, como j vinns, reprsenla o
Chrislo ;03 pes representam tambem o Corpo
do Chrislo ;o o vinho e seu sangue, romo diz o
Evangelho. Porm as cmaras scpulcraes do
cemiterio de S. Calisto cocontrain-so pinturas,
cuja decifraco pede muita ad^nco, e mais cui-
dado, pois que representam paes o poixes mistiu
rados cora alguma inlenco. Entro oulras 'aro-
mos uma, que nos moslfa a pesca d peixe, e ou-
Ira que o aprsenla j em um prato collocado
sobre uma mesa ao lado do pao. Um homem,
tendo o braco n, impe a mo direita, e -""
mulher do lado opo"'" con-- ?*?< ?s-
lendidos* ..uosagraco e a adoracao. O peixe
.wiu consagrado figu" uepots sobre uma gran-
de mesa com r3es- diante de sele convivas
que s" presentados ora sentados, ora deita-
js. Este numero selo so encontra ahi por toda a
parle, o que nos impede do ver nessa fepresen-
l.ico os festins dos primeiros Christos, ou a sim-
ples figura da santa mosa primitiva.
Qual ser o sentido dessa pintura symbolica ".'
S Joo no scu capitulo 21 diz : Simo, Pedro
e Thomaz denominado Udym ; Nalhanael, quo
era de Cana na Galilea ; o til lio do Zebedeu ; e
mais dous discpulos seus se achavam reuni-
dos V. 2. Eis-aqui completo o numero de
seto.
milagroso, e no V.
procuraran] combinar casa narracao com o ver-
toulo 51, cap. 6.:
Eu sou o pSo vivo que desci do co.
Sanio Agoslinho chama Jesus-Christoo gran-
de peixo que com a sua pessoa saciou aos seus
discpulos sobre a ribanceira : < qui salavit Ex
se ipso in lttori discpulos, o offeroceu-se co-
mo peixe ao mundo inleiro, et loli se obtulil
undo. O Senhor, diz PotidjMio, ( 9)
deu um banquete a seto dos seus discpulos, no
qual foi servido peixe e pao. O peixo quer dizer
o Chrislo, e elle egualmenle o pao dosciJo do
co. E por conseguale o banquete symbolisa-
do do de S. Joo, quo foi figurado as pinturas
das catacumbas, o as sele personageas sao os se-
le discpulos do Jess; o mesmo Jess figura es-
tar ausenic pessoalmente, porm so acha sym-
bolisado as especies ; o quo equivale comtnu-
nho, onde se presume a prsenos real. O pti-
xe aqu j nao a representaco mysleriosa e uo-
nunal de Chrislo, 6 o seu corpo, assim como o
pao tambem, Deus esl no peixe e no pao depois
lo feita a consagradlo deque cima fallamos.
Outra pintura aprsenla uma cesta com pes, um
peixe entro estes, e uma medida de vinho que
apparece atravs do tecido da cesta. S. Jerni-
mo diz:
Ninguera mais rico do que aquelle quo con-
duz o corpo do Senhor em uma cesta de rimes,
c o seu sangue em um vaso do vidro. (10)
Poderiamos citar ainda outros textos para es-
labelecer que o peixo, assim como o pao, signi-
ficavam o corpo do Chrislo. Dous sero sufficicn-
tes para confirmar um fado j demonstrado Na
inscripcao em versos grcros d'Aulun, le-so o se-
guintc:
Tomai esse alimento, doco como o mel, do
Salvador dos santos ; comei e bebei, tendo o pei-
xe entre as mos.
Santo Agoslinho falla finalmente dessa solem-
nidade em que o peixe apresentado : elle que
alimenta o mundo chrislo Solemnitalem,
qua ille Piscis exhibetiir, quem levantan) de pro-
funda ierra pa coraedit. (Confcss. XIII, 23 )
Muitas vezes as pinturas representam dous su
jeitos Ji'um s ; v-so cni uma das cmaras do
mesmo cemiterio, S. Pedro servindo para repre-
sentar Mayser fazendosahiragua do_nchcdo. Ou-
tras vezes tambem as scenas evanglicas teera
um sentido allegorico. conlendo ao mesmo tem-
po uma applicac;o especial, que M. de Rossi le,
ve o mrito de reconhecer. V-se, por exemplo-
o hom pastor rodeado dos seus apostlos em al-
litude de quem prega. Mais a liante sao ovelhas
espalhadas, a quem se dirigem especies de mis-
sionarios, das quaes urnas parecem escular alten-
tamenlo, e figurara os fiis tocados da palavra da
verdade, outras continuam a pascer, e figurad!
os incrdulos e indifTerntes.
Ainda nao tuJo : O papa S. Sixto II havia
entabolado uma polmica forte contra a doutrina
de Tertuliano, que negava a misericordia infini-
ta. Essa-piotura do bom pasloi n'uma catacum-
ba, onde o lugar de honra pertence a S. Sixto,
parece ler uma signilicaco muito particular dig-
na da maior atlenco.
M. de Rossi foi encarregado pela comraissao de
archeologia sagrada de explorar tambem os ce-
milerios visinhos ; n do Domiltilla perto da via
Ardeatina, o quol em muitas localidades mostra
pertencer ao comeco do seculo II. Esse nome
de Domililla se liga evidentemente uma das
mais antigs sepulturas chrislaas.
Trata-se do una das santas da familia dos
Flavianos ; era ou a mulher, ou antes a sobrinha
de Flavio Clemente, o primeiro marlyr de sangue
imperial. Essa sobrinha lora desterrada para a
ilhd Pontla, defronle de Terracina, depois do sup-
plico de Flavo Clemente : ella vollra a Roma
no lempo do Trajano, conduzindo os restos raor-
taes dosseus servidores Nereo e Achules : a quem
mais larde se levanlou uraa egreja no interior de
Roma sobre o caminho que conduzia ao cemiterio
Domililla ; os cus tmulos primitivos devem
achar-se ainda na catacumba ; e at mesmo de-
vem formar o centro dessa necropole. Presen-
temente o que d maior inleresse a esse cemi-
terio sao as pinturas, algumas das quaes-pare-
cem ser contemporneas do apostolado. Deve-
nios aqui notar que algumas pinturas ou figuras
tradicionaes, que muita gente conserva na lera-
branca por te-las visto represenladassempre com
os mesmos traeos e com as mesmas altitudes,
bem poderiam ler tido uma origem quasi hist-
rica. .
~-.lr.i-/- .-...-,..-------r
de Lesueura proposiu dessas pinturas chrislaas,
n.1!16 i,"mente muita philantropia da sua
dS on."*H eM Umbem por uma imitadlo
dfnd do ir! Be10- A"ge!co. Mas. prescn-
n h.r 5- fr,l?"c. o mais consideravel e
nI!;..de!Mbe,l Ji; g.Ir "i" marcha descondeniedu-
ilS. i, ilZ d" Pe"cuiao. entre Domi-
lilla e Sania Ignez sendo que a sua decadencia
nao est a par da decadencia da arle pagaa cuio
bnlho, ntretanto, estovo loase de aiiiiie'ir nos
lempos dos Antoninc-s ; e '
di
isto fcil de expi-
le verdadeira e ardente dos
Variedades.
car-se : a poca
martjrres nao a poca de Julio II era de Leo
X ; a arte nao era cuto era podia ser'senaa
um instrumento religioso, um signil exterior da
f, era finalmento o que foi cora Fiesolo a ex-
presso dcil de um sentimento nico.
Ora, as artes lem necessidade de um outro ali-
mento, de uma contemplaco mais geral, de uma
thooria mais elevada. Ellas nao devem imitar
um pensamento exclusivo, pois que ellas nao
teem grandeza propria e essencia duravel, seno
tomando por modelo e por fim essa belleza ideal,
de que falla Cicero tratando de Phidias ; belleza
que nao se realisa as crealuras terrestres, mas
que lera a sua sede no pensamento do artista,
quo esto concebe e v cora os olhos do espirito,
e cuja grandiosa execucao o nobre imitaco s
confia de sua mo.
Nunca os lempos de agilaces sociaes, de re-
voluces de ideas, de innovaces de doulrinas e
de perseguices, poderam ser pocas brilhantes
das artes ; o por isso que admiramos o senti-
mento chrislo, e aproveilamos as revelaces
archeologicas quecncerram em si essas pinturas
das catacumbas, nao obstante nao poderem se'r
OS CHARUTOS DE MANILHA.
Um Tiajante inglez, que esteve algum tempo
em Manilha d a respeito da fabricado de charu-
tos ali as seguintes informaces :
A manufactura donde elles sahem est situada
em Rinondo, um dos barros de Manilha. o es-
Irangeuo, que a pretende visitar, entra pur utna
passagem construida de pedra contigua ao arma-
zem do tabaco ; dali passa a um corredor estrello
no fundo do qual est a casa, onde sao apalpados
a sahida os operarios da fabrica. Sahindo do cor-
redor v-se na frenlo o edificio da manufactura
ornado cora as armas hespanholas.
No primeiro andar offerece-se logo uma salla
onde se recebem os charutos, que se expemi
venda, e que esto todos estendidos em/rVnde
es rados formados de bamb. Ao lado ha oulra
salla, onde trabalhara as operaras da fabric,
Assentadas uma meza baixa, ellas mJSSSL
em enrollar as folhas do tabaco par. fazer ochT
V 1Uk aZeQ' d m0d0 se8u'nl : eslendem
a olha sobre a meza, e raolhando-a com un"
& 'g' ,Pr,DC;P,a,V alisa-'a cm uma pe!
dr.nha redonda, al que fique sem ruga alguma
a esta sobrepoem-se outra. que alisara igualmen-
te, e formara assim o involucro do charuto.
O centro cheio das aparas dos charutos, que
's de enrolados,
determinado nu-
delles, e os en-
tregara a oulras mulheres, que os aparara de am-
bos os lados dando-lhes a dimenso que devera
A quanlidade de charutos fabricados enorme
porque nao somente a maior parte consumida'
em Manilha, c as provincias visinhas, mas tam-
bera Lucondali exporta annualmente nada menos
que dous ou tres milhes de francos em charutos
No andar terreo, e por baixo das sallas, onde
estao as mulheres, que sao ordinariamente em
numero de quatro mil, esto mil operarios, pon-
co mais ou menos, erapregados lodos era fazer o
cigarrillo.
Aquellos homens, assenlados s mezas, lem
dame de si uma certa quanlidade de labaco pi-
cado, e uma porco de papel cortado no tama-
nho conveniente para formar a mortalha do ci-
irro. -Elles vo tomando uma mortalha de cada
e enrollando uclla uma porco de labaco
com lauta ligeiresa, como igualdde; e tal o
habito com quo fazem aquella operaco, quo se
se pezarem dous cigarros, elles nao fzem entre
si a menor ditleren^a de peso.
A;alc=ra;se q,,c cada Pcr3tio nao faz menos de
400 a 500 cigarros por hora ; os quaes sao reu-
nidos em raassos de irinta, e embrulhados
quarlo de papel sellado com as armas
Hespanha.
Hic comits Sixti
Segu a narracao do peixe
13 elle accrescenta :
< Jess veio pois, tomou o pao olhes deu, eda
mesma forma o peixe,
Este capitulo o ultimo do Evangelho de S.
Joo, e a narracao ncllo contida posterior
Rcssurreico do Chrislo. A doutrina dos apost-
los e dos primeiros Christos inlerpretava n'um
sentido mystico essa apparicodo Salvador dan-
do o banquete a seus discpulos. Som duvida
Hic numerus procerum servil qui altara Christi,
Hic posius longa vixit qui in pace lacerdos;
Hic confessores sancti quos recia misil,
Hicjuvenes, puerique, seno, caslique nepotes,
Quets mage virgineutn placiit retiere pudorem,
Hic [alcor Damasus volui ima con aere membra.
Sed cieres timui sancios votare plorum.
A marquesa de R nao era muito espirituosa,
ainda que tenha passado em julgado na littera-
tura que todas as velhas devem ser espirituosas.
Era extrema a sua ignorancia sobre tudo quanto
o contacto do mundo Ihe nao havia cnsinado.
Tambem nao possuia essa excessiva delicadeza
de expresso, essa penelraco fina, esse laclo
maravilhoso que distinguen), segundo dizem, as
mulheres que teem vivido muito. Era, pelo con-
trario, e3touvada, brusca, franca, algumas vezes
mesmo cynica. Destrua absolutamente todas as
ideas que cu linha feito de uma marqueza do
do bem tdmpo. E todava era bem marqueza, e
tinha vislo a corle de Luiz XV ; mis como lenho
sido sempre ura carcter de excepcao, pe$o aos
leitores quo nao procurem na sua historia o es-
tudo seno dos coslumes de uma epocha. Pare-
ce-me tao difRcil conhecer bem a sociedade e
pinta-la bem era todos os lempos que nao me
alrevo a tenia-lo Lmitar-me-hei a contar-lhes
desses fsetos particulares, que estabelecem rela-
ces de sympalhia irrecusavel enlre os homens
de lodas as sociedades e de todos os seculos.
Eu nunca tinha achado grande encanto na com-
panhia dessa marqueza. Ella s me pareca no-
tavel pela prodigiosa memoria que linha conser-
. vado do tempo da sua juvcnlude, e pela lucidez
viril com que s exprimiam as suas recordaces.
Do mais, como todos os velhos, esqueca as cou-
sas da vespera, e pouco se imporlava com os
aconlecimentos que nao tinham sobre o seu des-
tino t""a influencia directa.
Notirera uma dessas bellezas seductoras que,
nao possuindo brilho e regularidade, podessem
dispensar o espirito. Uma mulher daquellas ad-
quiria-o para se tornar to bella, como oulras
que o eram mais. A marqueza, pelo contri ro,
linha a desgrana de ser inconlestavelmcnte bel-
la. S vi della o retrato, que tinha, como tidas
as velhas, a casquilharia, de mostrar no seu quar-
lo a lodosos olhos. Era representada como nyra-
plia cacadora, com um corpinho de selim ral-
lando pelle de tigre, manguitos de renda, um ar-
co do nradeira de sndalo o um crescente de pe-
rolas nos seus cabellos crespos. Era, apezar de
tudo, uma pintura admiravel e principalmente
uma admiravel mulher ; alia, esbelta, morena,
com olhos pretos, feices severas e nobres, uma
boca vermelha que nao sorria, e mos, segundo
diziam, tinham causado o desespero da princeza
de Lamballe. Sem as retidas, o selim e opolvi-
lho teria sido uma dessas nymphas altivas e ngeis
que os morlaes avistavam no fundo das florestas
ou no flanco das montanhas para ficarem loucos
de amor e pesar.
Todava a marqueza poucas aventuras havia
lido. Segundo ella propria confessava, pansava
por nao ler espirito. Os homens embotados de
ento menos a belleza por si do que pelas suas
gracas. Mulheres infinitamente menos admira-
das lhc tinham roubado todos os seus adora lores
e o mais singular que ella pouco se impertan
com isso. O que me tinha contado a respeilo de
Nao ha quem nao conheca S. Pedro, lypo ple-
beq.e popular muito caraclerlsado ; fronte baixa,
fnar carregado, nariz achatado, barba inculta ;
energa as feices, vivacidade no olhar ; porm
phisionomia sem nobreza, sem mageslade. Ora,
esse S. Pedro que vemos por loda a parle, na Cea
de Leonardo, como na de Chirlandajo, e em to-
das as pinturas da idade media, foi tambem des-
coberto as pinturas do seculo III da catacum*-'
de S. Callisto.
Se a Iradico iconographtca do OJi -de Simo
se conservou do seculo Illa seculo XIX,
perguntamos nos se a iran.nisso nao poderia ter
lido lugar do ILj*"seculo III, e se Leonardo de
Vinci, ejn>ooM. Ingres, nao nos teriam dado,
semJ*- fisse retrato alm dislo conforme ao carcter e
denola uma origem commura. Alm dos seus
mritos, cumpre tambem notar os seus defeitos.
A coragem patricia, e a nobre firmeza de S. Pau-
lo nao permitiiriam que elle negasse o seu mes-
tro tres vezes.
V-se na catacumba de Domililla uma pintu-
ra do seculo II que representa a Virgem, tendo o
menino Jess sobre os seus joelhos, e recebendo
os presentes dos tres magos.
Essa famosa adoraco, tantas vezes figurada,
tem nesse lugar, e adatar dessa poca, uma im-
portancia tal que ha suscitado do fundo da Alle-
manha murmurarles contra M. de Rossi ; porm
M Houzen, sabio secretario do instituto archeo-
logico. e quo pertence religiao protestante, c-r-
gueu a voz corajosamente para defender e garan-
tir com lodo o empenho a hoa f, e a alta probi-
dade scienlifica de M. de Rossi, dedicado sobre
ludo indagaco da verdade, e. incapaz de alte-
rar ou occutar mesmo alguma parte da pintura.
As pinturas e figuras da catacumba de Domi-
lilla sao alm disto mui superiores em arte s do
cemiterio de S. Callisto.
As pinturas do cemilerio de S. Pretxtalo con-
servan) o meio termo enlre as dos dous, assim
como a sua capella subterrnea, ou parochia, se
conserva entre as parochias de ambos ellos. Foi
em fins da poca dos Antoninos que se fizeram
essas pinturas, cujas copias, bastante imperfeilas,
podem anda hoje ser vistas no musen chrislo
de Latran : o Chrislo e a saman tana ; a he-
morroissa ; a coroaco de espinhos sao se lodas
as que se acham mais bem conservadas.
M. Lenormanl apontou os nomes do Raphael e
9) I., c, pag. 246.
10) Nihil illo dilius, qui corpus Doraini in
cauisiro viminis, et sanguinem porlat in' vilro
(Ep. ad Rust. n 20, lit. 1, pag. 947.)
.u--.-i ---- rv.v.v.,i ti v ^i,i,v l; iia-iu u.is aliaras nn
ellas tidas como modolos da arte comparadas ao so cortara com igualdde depois
1T.T d" lr,ueur- neP0, e terem enrollado um d,
as duas ultimas cmaras dcscobertas por Mr. mero de charutos, fazem massos
de Rossi na calacumba de S. Callisto (reinado de '
Deocleciano) existem pinturas cujo carcter ele-
vado admira, o que ainda serve para confirmar a
nossa observacao precedente : as arles pagas
que nao sao animadas por ura sentimento vivo
e profundo, perdem tudo desfazendo-se da for-
ma pura e nobre de que se achavam revestidas
pelo culto da belleza plstica ; ao contrario as
arles chrislaas sao animadas por um sentimento
quo nunca tem variado. Nao temos muitas pin-
turas pagas dessa poca ; as de Veleia sao tai-
vez as tuncas ; datam do lempo de Probo, e o
que dellas nos resta nao sufRcienlo para dar
uma idea da arle do seculo 111 ; porm as pin-
turas das cmaras da dcima perseguico na ca-
lacumba de S. Callisto, sao cerlamento" mui su-
periores s formas que no3 deixou a arle do de-
senho desse lempo na esculplura c nos tvpo
monetarios.
M. de Rossi julga que a pintura nao tem se-
guido a mesma decadencia que a estatuaria c a i vez
inciso sobro o metal, artes cujos processos de
execucao faltavam aos artistas mais anda do que
o sentimento plstico. Nao parlilhamos desta
opinio, e suppomos antes que as pinturas das
catacumbas, so menos perderam, porque ti-
nham menos que perder ; e que a mesma cau-
sa que lhes deu origem no seculo II as animou
tambera no seculo III : a f e o sentimento reli-
gioso.
Na entrada do cemiterio de S. Pretxtalo exis-
te um oratorio mais importante que o de S. Cal-
listo. E' una rotunda rematando n'uma cpula
e formando seis psides, dos quaes s um se
abre para dar entrada do exterior ; como que
o typo prematuro da architectura bysancina, no
seculo IV, cujo descnvolvimnto era fnstanti-
nopla dala da Santa Sophia de Justiniano. O
precioso monumento chrislo do cemilerio de
S. Pretxtalo nao por si s original. Nao mais
do que um vinculo, na rcalidade interessanle,
que serve de Iransieo enlre a arle romana e a
arle bysancina prop'riameole dita As necessida-
des novas exigem novas expresses ; porm o
homem que nao inventa uma forma de umas
vez, c que s produz lentas c laboriosas innova-
ces, loma sempre alguma parle de elementos
estranhos para compor o seu systema ; elle rc-
nova c transforma sem crear precisamente. E'o
que aconteccu quanto arlo chtisla, e al
mesmo podemos dizor quanto ao christianisrao
que, as suas formas citeriores pelo menospo-
ltica, adminstraco e bellas artestem feito
to uteis e habis empreslimos, especialmente
sociedade. cujas inslituicocs derribava, reno-
vando a face da ordem moral. Sao verdades es-
tas quo sero esclarecidas pelos trabalhos de
exegese, de que M do Rossi um dos mais il-
lustres representantes. Ainda nada ha publi-
cado, e ja a fcuropa scienuuca iora oe olhos sobro
elle e sobre sua obra.
J r< um pequeo mrito, reunido a mui-
tr-otitros, o de nao ceder avidez mui natural
de iniciar o publico quanto antes em tantas dcs-
cobertas fecundas, e preceder com a reflexo e
pachorra necessaria "-'- --- .- -
Ihos metl""1^03 e que possara aproveilar. Nao
no compele antecipar a sua publicidade, e fal-
lar hoje dessas onze mil uscripces chrislaas,
classflcadas segundo as suas pocas, c explicadas
com tanta certeza que s a allianca da inteligen-
cia e do juiza pode dar. Comprehende-se facil-
nionle que a epigraphia das calacumbas o fa-
eno que esclarece essa difOcil historia ; mas
6 preciso antes fazer desapparecer a confuso
que reina oesses milhares de ttulos fnebres
sem nexo e sem data ; assim o primeiro volume
da obra ser applicado em fixar a poca das ins-
cripces, e dar um crilerium certo que permita
determinar essa poca. Pelo que o mesmo ri-
gor de melhodo que actualmente guia a sciencia
histrica no ddalo das galeras subterrneas,
serve tambem para inlroduzr pela primeira
vez a chronologia exacta na epigraphia chris-
la.
Para resumir os servicos feitos verdadeira
historii da egreja, mister confessar que es-
sa historia datar dos trabalhos de ir. Rossi.
O melhodo topographico por elle descoberto ;
as divises de Roma christa nos cemilerios
tendo cada um desles a sua origem, os seus mar-
tyres e o seu centro histrico ; a illminac,o ri-
gorosa dos documentos de pouco valor, e a es-
colha severa dos dados necessarios ; a desco-
berta das sepulturas de sele bispos de Ro-
ma, papas c marlyrcs da egreja solfrodora, do
lumulo de Santa Cecilia, e a confirmaco mani-
fest das Indicos relativas a Santo Urbano, a
S. Cornelio, e a S. Cypriano ; os deslinos que
liverara as catacumbas depois que a Egreja che-
gou ao scu estado de paz ; os trabalhos do papa
Damazio postos luz do da com as provas as
mais irrecusaveis ; as pinturas explicadas, o
dogma primitivo da Eucharistia esclarecido pela
primeira vez, o culto da Virgem remontando s
primeiras edades da egreja araeacada e soffredo-
ra, os locantes vestigios dos peregrinos decifra-
dos com loda a paciencia :tal a obra gi-
gantesca apenas comecada pelo cavalheiro de
Rossi.
KllNEST DESJARDlNS.
_________ (Moniteur Universal.Silveira.)
n um
reaes de
morre I Nao para admira-, elle era to velho !
Que edade tinha ? peguntei eu.
Oitenta e quatro anno. Fu tenho otenta ;
mas nao sou doenle como ellu era; devo espe-
rar viver mais do que elle. Nao importa I j l
se vo raudos dos meus anegos este anno, e por
mais que digam que a gmie mona e bella, e
robusta, nao se pode deiiar do ter medo ao ver
irem assim os conlemporaieos.
Assim, diise-lhe eu,so esses lodos os pe-
sares que concede ao polre Larrieux. quo ndo-
rou-a durante sessenta amos, quo nao cessou de
laslimar-se dos seus rigoies, e que nunca desa-
nimou ? Era o modelo das amantes Nao se v
mais desses homens!
Ora deixe l, dise a marqueza com um
sorriso fro, esse humen linha a mana de la-
mentarse e de dizer-e infeliz. E nao o era,
como lodos sabem.
Vendo a marqueza lsposla a tagarellar, Af-
ilio mudos perguntas atfcrca do viscondo de Lar-
rieux e della mesmo; eis a singular resposta
que obtivo.
Minha chara filHl, bem vejo que voc me
julga de um carcter aiuio aborrecido e desi-
gual. Pode ser que esim seja. Julgue voc
mesma, vou contar-lhe toda a minha historia e
confessar-lhe erros quinao descobri a ninguem
Voc que de uma eiocha sem preconceitos,
lalvez me ache menos ulpada do que cu mesma
me julgo ; mas, seja qjal fr a opinio que faca
sua vida, fazia-me pensar que aquelle coraco de mim, nao morrere em ler dado a conhecer a
nao havia lido mocidade e que a fneza do egos-
mo havia dominado outra qualquer faculdade.
Entretanto- cu via em torno della amizades mullo
alguem. Talvcz me ft algum signal de corapai-
xoque adoce a Irislkadas rainhas.
Fui educada em & Cyro. A educaco bri-
ella fazia bem sem ostenlaco, mas como nao se
gabava de ler principios, e* confessava que nunca
amara o seu amante, o visconde de Lanieux,
vivas para a velhice; seus netos amavan;%, o Ihante que ahi se o)va produzio effectivomente
muilo pouca cousa. lahl aos deseseis annos pa-
ra casar cora o mar^iez de R..... que tinha cin-
coenla e nao me airan a queixar-me, porque to-
eu nao podia achar oulra explicaco no seu ca- dos me felicitaram |por esse bello casamento, e
racler.
Uma noite vi-a mais expansiva que de costu-
me. Os seus aensamenlos eram tristes.
Minha querida fllha, disse-mo ella, o vis-
conde de Larrieux raorreu da gola ; umi gran-
de dr para mim quo era sua amiga duranlt ses-
senta annos. E depois horrivel ver con 10 lo
todas as mocas se foilunainvejavam a minha
sorte.
c Sempre Uve
eu era inleiramenti
trat tinha acabado
co espirito; nesse lempo
tola. Essa educaco claus-
enlorpccer as minhas (acui-
dades muilo lenias.1' Sahi do convenio com uma .
dessas inuocccias ligenuas que sew ra|o jul-'rcssenlimenlQ e um odio eternos,
gara um mrito, e que prejudieam muitas a feli-
cidade.
Com effeito, a experiencia quo adquir em seis
mezes de casamento, achou um espirilo lio es-
trello paia receb-la que nao me servi do nada.
Aprend, nao a conhecer a vida, mas a duvidar
de mim mesma. Eolrei no mundo com ideas
inleiramente falsas e prevences cujo effeito to-
da a minha vida nao poda destruir.
Aos dezeseis annos e meio eslava eu viuva,
e minha sogra, que me linha tomado amizade
pela nullidade do, meu carcter exhortou-me a
iornar a casar. E verdade quo eu eslava grvi-
da, e que a iraca heranca que me deixavam devia
caber familia do meu marido, no caso em que
cu desse um padrasto ao seu herdeiro. Apenas
passou o lempo do lulo, apresentaram-me na so-
ciedade e rodearam-me de apaixonados. Eu es-
lava ento em todo o fulgor da belleza e segun-
do confessavam todas as mulheres, nao hvia
rosto nem corpo que me podessem ser compa-
rados.
" Mas, meu marido esse libertino velho e es-
tragado queso livera por mim umdesdera irni-
co, e que tinha casado comigo para obier um lu-
gar promettido por considerarlo a mim, linha
me deixado lauto averso pelo casamento que
nunca eu quiz consentir em contrahir novos la-
gos. Em nenhuma Ignorancia da vida, eu ima-
ginava que todos os homens eram os mesmos,
que todos tinham essa avidez de coraco, essa
desapiedade irona, essas caricias fras e insul-
tantes que tanto rao tinham humilhado. Limi-
tada como eu era, linha muito bem comprehen-
dido que os raros transportes de meu marido nao
se dirigiam seno a uma bella mulher, e que a
sua alma nao linha parte nisso. Eu tornava-mc
depois para elle urna tola de que elle corava em
publico, c que quizera poder renegar.
Essa funesta entrada na vida desilludio-me pa-
ra sempre. Meu corceo, que nao eslava lalvcz
destinado a essa frieza, confrangio-se e rodeou-
se de desconfianc'is. Principiei a aborrecer os
homens. Suas homenagens insultaram-me ; nao
vi nellos seno engaadores que se faziam-cs-
cravos para se tornarem lyrannos. Votei-lhcs um
AS MISSOES CHRISTAAS E AS EMBAIXADAS
NA CHINA.
Eis-iqui alguns esclarecimontos relativos s
primeiras missoes chrisles e as primeiras em-
baixadas na China publicadas pelo Morning Chro-
nich :
Em 1314, Joo Monte-corvino chegou a China
acompanhado de um frado Franciscano, e fundou
o arcebispado de Klian-Balikh. Mas desde essa
poca al 1521 nao ha recordarlo alguma dasic-
lacesenlre a Europa e a China.
Estas rclacoes, parece que foram renovadas
peloi roissionario portuguez Pires, que chegou al
Pekn, onde foi preso, e provavclraente supplicia-
do. Pouco tempo depois appareceu pela primei-
ra vez os Jesutas na China, sendo o principal S.
Francisco Xavier, morlo em 1552. Os padres
Valignan, Roger, Pasio, e Ricci continuaran) na
sama ompreza.
O padre Ricci lentou influir no espirito dos
Chinezes pelas maravilhas da sciencia. n n^-re-
ceu em 1600 um relogio ao imperador fi!,le pre-
senta foi receido com grande favr. c produzio
numerosas converses.
O padro Scholl, suoocsor do padre Ricci, re-
cebeu olilulo, de drecl^Jaa5pjr^^:
cia deste sacerdote fundaram-se alguns ron ventos
e egreja3, o estabeleceu-se um seminario catho-
lico.
No fim do seculo XVII foram mandados para
a China alguns Jesutas por influencia do ptre la.
Chaise e de Colbert. Dous desles missionarios
chegaram a ser mandarna do I.* desse, e seus
livros foram considerados como classicos.
O resultado dcsla misso foi coosiderarel para
o calholocisrao.; mas nao leve consequencias
quanto s relacocs inlernacionaes.
Finalmente os dominicos, enriaram uma mis-
sao, e quizeram supplantar os Jesutas, corae-
cando por atacar a tolerancia que estes ltimos
tinham tido a respeilo de cortos usos chinezes
quasi idolatras, e os Jezuitas accitaram a lucia.
O conflicto das duas ordens produzio uma nacao
contra o christianismo, e em 1652 foi proscripta
e perseguida a nova religiao. Alguns missiona-
rios ainda ficaram em Pekn, mas nicamente sob
o titulo de sabios, e foi-lhc positivamente prohi-
bido pregar. Nesla poca a egreja christa na
Chin a foi virtualmente aniquilada.
Quanto s embaixadas, foi a Allemanha. quo
mandou a primeira. Os embaixadores Gorjer o
Keyser foram recebidos em Pekn com grande
pompa, mas tiveram de passar por longas e hu-
milhantes formalidades, e finalmente apenas ob-
livcrom a permisso para viole Allemes visita-
ren: a China de oilo em nlto annos. A segunda
embaixada alleina de 1667 nao foi mais feliz.
A Russia enviou uraa embaixada em 1693, e
outra em 1720. Os embaixadores passaram tam-
bera por muitas humilhaces, mas depois foram
mudo obsequiados, e conseguiram um tratado
commercial nos fronleiras septentrionaes. O tapa
tambem enviou uma embaixada em 1721, o os
porluguezes em 1753, porm foram esfulcos bal-
dados. A Inglaterra appareceu pela primeira vez
no celeste imperio em 1792. Deste esse tempo
a historia das relaces chinezas bem cuaiecida
e por isso intil a sua menco.
Quando nao se precisa de virtude, nao se tem ;
eis a razo porque.com os coslumes mais auste-
ros, ou nao fui virtuosa. Oh I quanto sent nao
poder se-lo quanto invejei essi forca moral e
religiosa que combale as paixoes, e da um co-
lorido vida I a minha foi to fra e to nulla 1
quanto nao teria eu dado para ter paixes a re-
primir, uma lula a sustentar, para poder laucar-
me do joelhos e orar como essas raoeas que eu
via, ao sabir do convento, cooservarem-se puras
durante alguns annos forca de fervore resisten-
cia 1 Eu, infeliz, o que tinha a fazer na Ierra ?
S enfedar-me, mottrar-me, aborrecer-me. Eu
nao tinha coraco, nao tinha remoraos, nem ter-
rores ; meu anjo da guarda dorma em vez de
velar. A virgem e seus castos myslerios eram
para mim, sem consolaco e sem porfa. Eu
tio tinha necessidade das prolecees celestes,
os perigos nao eram feitos para mim o eu me
desprezava por aquillo de quo me devera glori-
ficar.
Porque necessario dizcr-lhe que eu aecusa-
va-rae tanto a mira como aos outros dessa von-
tade de nao amar degenerada em impotencia.
Eu tinha mudas vezes confiado s mulheres que
instavam para que eu fizesse uma escolha de um
marido ou de um amante, a repugnancia que me
inspiravam a ingralido, o egosmo e a brutali-
dade dos homens. Lilas riam-me no rosto quan-
do eu fallava assim, assegurando-me que lodos
nao ctam semelhanles a3 meu velho marido, que
tinham segredos para fazerem com que lhes per-
doassera os vicios ou defeitos. Essa maneira do
raciocinar revollava-rae ; senlia-me humikhada
do ser mulher ouvi ido outras mulheres expii-
mirem senllraenlos to grosseiros e rirera como
loucas quando a indignaco mo suba ao rosto.
Por um instante, eu imaginava valer mais do que
ellas todas.
E depois eu recahia com dor em mim mesmo ;
roia-rne oabonccimenlo. A vida dos ojitos era
cheia, a minha era vasia e ociosa. EaJjHlu me
aecusava de loucut:, e do aaj|k) ddMedida :
comecava a crer ludo quaqM Rbham dito s-
s-^.s mulheres zombnteiras j Hosophas, que sa-
biam comprehender o seu 4 lio. Dizia comigo
| que a ignorancia me linhif wt; "que eu for-
jara esperanzas chimericas, que sonhara komens
leaes e perfettos que nao eram deste maado. Em
uma palavra, eu me aecusava de todos- os erros
<]ue tinham pralicado para comigo.
Emquanto essas mulheres esperavoaa ver-me
em pouco convertida as suas mximas e ao quo
chamavam sua sabedoria, foram-me supportando.
Havia mesmo mais de uma que fundava em mim
uma grande esperanca de jusliGcaco para si ;
mais de uma que linha das provas exageradas de
uma virtude feroz una conducta leviana, e quo
se lisongeava de me ver dar ao mundo o exem-
plo de uma leviandade capaz de desculpar a sua,.
Mas quando viram que isso nao se realisa&a,
que eu ja linha viole annos e quo ca incortup-
livcl. tomaram-me aborrecimento ; disseraro-ma
que eu era a sua crilica encarnada, viva ; ridi-
cularisarara-me com os seus amantes, e a mioha
conquista foi objeclo dos mais ultrajantes, pro-
jectos que cu despreza os homens. Nao ka nada
que os lira mais do que esse sentimento ;. per-
doam mais facilmenle a berlinagem d que o
desdem. E por isso parlilharam a averso das
mulheres contra mim ; nao me procuraran) mais
senao para salisfazerem a sua viuganca e zoraba-
reni depois. Eu achei a irona e a Calsidade es-
cripias era todos os roslos e minha misantropa
augmenlou cada vez mais'.
Uma mulher de espirito tomara o seo partida
sobre tudo isso ; perseverara na resistencia, ain-
da que nao fosso seno para augmentar a raiva
das suas rivaes ; cntregar-sc-hia abertamente
devoco para se ligar sociedade desse pequeo
numero de mulheres virtuosas, que mesmo nes-
se lempo, erara respetada pelos homens de
bom. Mas cu nao liaba, bastante furc.a de carc-
ter para fazer frelte a lempeslade que crescia
contra mim. Va-nao abandonada, odiada, des-
conhecida ; ja a miaha reputado era sacrificada
simputagoeamas horriveis e singulares. Cer-
iMjnuIheraa, cuja conduela era licenciosamente
aaa, ungiam achar-se em perigo junto de
4*v
[ Continuar'te-ha.
PERN. TYP. DE M. F. DEFARU. 86Q
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